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NÂş 02 Julho 19, 2012

Falando do musico e interprete Antonio Pereira Confira nossa Agenda Cultural BarĂŠ e tudo o que vai rolar na cidade Colagens feitas com fotos da enchente recorde postadas no Facebook Literatura, artes plasticas, musica, arte digital e mais!

Manaus tem Festival de Opera, de Jazz , de Cinema e nĂŁo tem biblioteca publica 1


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O Jabá é sério pacas! O Jabá é uma revista mais ou menos séria. O plano é divertir as pessoas e ao mesmo tempo provocar discussão e reflexão sobre o papel da imprensa e a fuleragem que ela se tornou. Acreditamos em uma imprensa livre. Livre principalmente dos donos da imprensa, dos caciques e coroneis que a controlam. Dessas pessoas nem o dinheiro interessa. Dependendo da quantidade. Claro!

INDICE Antonio Pereira, um trovador na Amazônia..................................04 Mais um festival de jazz na cidade sem biblioteca publica..........05 A Cientologia é o novo linchamento da Rede Globo....................06 Nossos garbosos colaboradores Luciana Domingues Agenda Cultural Baré Viviane Yamatogue Assuntos facebookianos Jorge Laborda Textos bipolares, editoração, faz tudo

CIENTOLOGIA: experiências negativas do passado podem explicar comportamento atual...........................................07 Colagens com fotos da enchente recorde toradas do FB....08 e 09 Falando sério sobre cinema amazônico.......................................10 Literatura: Clarice Lispector...........................................................11 Buy Chaves, cores e formas da Amazônia...........................12 e 13 Luciana Domingues e a Agenda Cultural Baré...................14 ao 19

Pedro Furasté Colunista de lingua portuguesa Carlos Silva Arquiteto mandando direto de Portugal

PRODUÇÃO E REALIZAÇÃO

Contatos: (92) 3236-9798 / 9346-3998 E-mail: jorgelaborda@gmail.com Site: www.canoamultimidia.net 3


Antonio Pereira, um trovador na Amazônia O Antonio Pereira é um cantador, um trovador. Com sua voz forte e timbres graves já emocionou e continua emocionando muita gente nos rincões barés.. Ele lembra essa terra morena, suada, umida e cheia de cheiros exóticos. O Antonio Pereira começou sua vida de violeiro pelas ruas e bares do Parque 10 nos idos dos anos 80. Enquanto o resto do Brasil vivia a Geração Coca-Cola e o desbunde dos licergicos anos 80, as pessoas de sorte em Manaus estavam ouvindo o Pereira cantarolar musicas do Elomar, Xangai entre outros, no extinto Bar Xereta, que reuniu tocadores de viola em uma tentativa incipiente de alavancar uma tal de MPA (Musica Popular Amazonense). Quem teve a sorte de frequentar esse bares nesse periodo viu toda uma geração de novos musicos em formação cantando e tocando pelos palcos de então. Para quem conviveu mais de perto com o Pereira sabe uma outra grande habilidade dele. O Pereira é o maior contador de causos do norte-nordeste. Ele é um eximio contador de piadas. Antes mesmo de inventarem no Brasil a moda do stand-up, o Pereira já fazia stand-up. E fazia como ninguém. É de dar siricutico e vontade de urinar ver e ouvir ele interpretar piadas e causos. Se o Pereira não fosse o grande 4

musico que ele é, ele seria um grande stand-up. Causar emoções nas pessoas não é para qualquer um. O Pereira sabe emocionar. Ele sabe fazer rir e sabe fazer chorar.

Grande trovador da Amazônia. Antonio Pereira.

Texto e arte de Jorge Laborda


Mais um festival de jazz na cidade sem biblioteca publica

Quando se diz que a politica cultural promovida pelo arquisecretário vitalício de corte e costura do estado do Amazonas é só para auto-promoção, megalomaníaca e sumidouro de dinheiro, ainda tem gente da classe artística que se zanga. Fica zangado, disque. Na certa por ser mais um passador de pires que vive das migalhas dessa política cultural virulenta. O mercado editorial de Manaus não existe. Houve uma farsa chamada Editora Valer ligada por ganchos invisíveis ao arquisecretário vitalício de corte e costura do Amazonas que adora grandes eventos porque rola grana preta feito xuxu na serra. Só porque elas custam caro. Bienal e Festival megalomaníaco que contrata Global com cachês caros é com ele mesmo. A Bienal do Livro em um estado que sequer tem editora de respeito para produzir seu merca-

do literário parece mais uma festa com o dinheiro do contribuinte para auto-promoção. E é! O exemplo alarmante disso é ver a Biblioteca Publica da cidade fechada há cinco anos para reforma. E esse jegue dando pinta. Agora vai rolar mais um festival de jazz. Nada contra jazz ou opera. Mas, nem todo o jazz ou toda a opera do mundo vai dar verniz a quem é jegue. Com todo seu exercito de bajuladores passadores de pires batendo palma. Palma barata, diga-se de passagem, pois ele costuma pagar miséria para a claque local.

Caro mesmo só global. Claro, com nossa grana. E a porra da Biblioteca Publica Municipal fechada há cinco longos anos. É mole?! Texto e arte de Jorge Laborda

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A Cientologia é o novo linchamento da Rede Globo

Independente do que seja a Cientologia e o que ela represente, a Rede Globo arrumou mais uma vitima de massacre ideológico e praticou o que sabe fazer melhor. Linchamento. Em nome do jornalismo de audiência, de Ibope, de luta por espaço para justificar os bilhões dos anunciantes, vale qualquer coisa. Não interessa o fato nem a verdade da noticia. O que vale é o escândalo! São os pontos de cada ponto de televisão de cada trouxa que assiste essa merda chamada Rede Globo. O linchamento midiático é a ausência da democracia da chamada “liberdade de imprensa”. É a verdade dita pelo Tomás de Torquemada da modernidade da nossa idiotice global. 6

A Rede Globo faz a nova inquisição. Leva para a fogueira qualquer pessoa ou coisa que lhe dê na telha. Hoje invade nossas casas e afirma que a Cientologia é uma coisa de bandidos malucos. Faz um jornalismo neocon que só se interessa pelo escândalo, pelo sangue, pela audiência e pela grana do patrocinador. Invade as nossas casas sendo concessão publica. Portanto tem deveres e obrigações de no mínimo passar informação verdadeira baseada nos conceitos da democracia plena. Essa democracia garante a cada pessoa a capacidade de julgar por si só sobre as coisas que invadem a sua vida e que dizem respeito a ela. Linchar publicamente a Cien-

tologia, uma religião que merece ser tratada com respeito, por causa de um escândalo ocorrido com um famoso e aniquilar pessoas e crenças por isso, no mínimo é crime de má fé. Má fé no atacado. Por pura falta de assunto. Por pura falta de leis no Brasil que faça mediação sobre a imprensa. Na Inglaterra, a pátria que inventou o liberalismo e a ditadura da “imprensa livre”, hoje tem no banco dos réus o Rupert Murdoch, o maior magnata da imprensa mundial, por ter cometido crimes que a Rede Globo comete todo santo dia. Acusar, julgar, condenar e mandar prender, isso a Rede Globo faz no Brasil, desde a época da ditadura onde ela nasceu. Ela é sozinha os três poderes da democracia. Ela é o legislativo, executivo e o judiciário. Ela manda prender e manda soltar. Que nem os coronéis de barranco. Em solidariedade a Igreja da Cientologia que é a nova vitima da Rede Globo e da revista Veja, sócia do mafioso Carlinhos Cachoeira, eu digo não. O Brasil não merece a imprensa que tem! Jorge Laborda


O que é a Cientologia Você certamente já se viu numa situação em que perdeu o controle e expôs sentimentos de irritação, angústia ou tristeza aparentemente inexplicáveis. Isso se dá porque, na maioria das vezes, nosso comportamento emocional está regido por experiências que tivemos no passado e que nos condicionam a agir de maneira automática diante de estímulos presentes. Esses estímulos nada mais são do que gatilhos que disparam emoções escondidas no fundo de nossas mentes, nos levando a agir com medo, insegurança, agressividade, intolerância. Desenvolvida por L. Ron Hubbard, a Dianética é um método terapêutico que estuda o funcionamento da mente humana e explica o motivo pelo qual tais experiências negativas ou traumáticas têm influência direta no comportamento atual, mesmo que inconscientemente. Hubbard explica que a mente está dividida em duas partes: a analítica, que envolve o lado racional e da inteligência; e a reativa, parte subconsciente que grava e armazena dores físicas, mágoas, sofrimentos e medos sentidos durante a vida. Com esses dados, a mente reativa comanda os pensamentos e as atitudes do presente. Assim, é possível explicar por que frequentemente temos atitudes, emoções e pensamentos que não correspondem à nossa vontade ou personalidade. “Comportamentos

e

aparentemente inexplicáveis são típicos exemplos da mente reativa atuando abaixo do nível consciente do indivíduo”, esclarece Lucia Winther, especialista em Dianética e presidente da Editora Ponte, que publica a obra de Hubbard no Brasil. “No momento em que alguma situação presente remete uma pessoa a um acontecimento passado que gerou dor e sofrimento, ela desencadeia toda a experiência daquele momento negativo. De maneira inconsciente, estímulos presentes geram uma reação automática baseada no mesmo padrão”, completa. A Dianética evidencia e libera esses processos inconscientes, nos conduzindo a uma vida muito mais plena. A técnica possibilita a constatação e o alívio de dores e sofrimentos registrados na mente reativa.

“Nosso dia-a-dia terá mais momentos felizes, porque não estaremos sendo guiados por esses fatores que despertam os sentimentos negativos”, afirma Lucia. “A Dianética nos ajuda a adquirir cada vez mais conhecimento sobre nós mesmos. Esse autoconhecimento, ou seja, a percepção desses padrões de influência negativa em nossos comportamentos, nos conduzem a uma ressignificação de nós mesmos, levando a uma experiência de vida mais feliz”. Os conhecimentos da Dianética foram publicados por Hubbard em diversos livros, entre os quais o mais famoso é o best-seller Dianética: O Poder da Mente sobre o Corpo, lançado em 1950. Traduzido para mais de 50 idiomas e disponível em cerca de 150 países, o livro já vendeu mais de 22 milhões de cópias em todo o mundo. Na obra, o escritor descreve a mente reativa, bem como explica seu efeito sobre as pessoas. Texto enviado por Lucia Winther Presidente da Editora Ponte do Brasil Porta-voz da Igreja de Cientologia Brasil

atitudes 7


Colagens feitas com imagen

no Facebook durante a

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ns de fotografos anonimos postados

a enchente recorde de Manaus

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Falando sério sobre cinema amazônico

Enquanto o Bial obedece ao Big Boss e diz que tá na moral… putz, sei não… …e lembro das PRIMAS… …morei por muito tempo entre dois bregas. Enquanto lutava para levar cultura através do cinema para a molecada em idade escolar, dentro das escolas municipais e buscava com isso as parcerias governamentais e, assim fazer valer a Constituição brasileira de 1988… pelos olhares que me lançavam, percebia que me chamavam de leso… mas não me intimidei por ter certeza de estar fazendo o que é preciso fazer, principalmente por saber fazer… o fato é que se eu não me coçasse o projeto nçao andava e já havia criado expectativas com a galerinha… na moral, consegui parcerias tímidas com o comércio local e a complasceência de uma diretora e sua pedagoga numa escola estadual… (sala de aula, projetor, telão e a vontade da galera em aprender a fazer filmes)…esco10

também… BINGO!! Percebí que sou muito mais respeitado por elas que pelas autoridades locais… …cultura neste país, em qualquer lugar, seja na capital ou não, é tratada com descaso mesmo com a constituição determinando que é dever do estado… blá, blá, blá… Entendo que em muitos países e, até, em alguns estados brasileiros é tratada como economia de mercado. Mas nesses lugares existe mercado. Aqui ainda não para os artistas locais. Para que transformemos este esboço de mercado cultural se faz necessário a presença do estado para que se fortaleça e prospere como tal, e mais adiante possa competir com outros mercados… putz, falei…

la municipal… esqueça… …Parte teórica das oficinas concluída, parte prática (filmes prontos e editados) pronta… …agora é só exibir… Onde… Corre-se prum lado e pro outro… putz… necas… …Vamos exibir no CINEMARK dentro do Festival de Curtas UM AMAZONAS… é isso… …putz… novas expectativas… putz(de novo)… … a tal Diretora, de novo, salvou o projeto… sob os olhares maldosos de quem queria ver o fracasso… …chegmos ao local sagrado do cinema. Telona… os filmes da molecada projetados nela. Pense numa molecada orgulhosa… víxi… …mas faltava exibir na cidade de origem… …falei com uma das primas se poderia exibir os filmes lá (no brega), antes do expediente… Êta sorrisão que a prima me Jose Paulino é colaborador mostrou… e completou: nesse do Jabá a partir de Figueiredo, horário é bom porque os curua Terra das Cachoeiras mins estão acordados e vão ver


Clarice Lispector Das Vantagens de Ser Bobo O bobo, por não se ocupar com ambições, tem tempo para ver, ouvir e tocar o mundo. O bobo é capaz de ficar sentado quase sem se mexer por duas horas. Se perguntado por que não faz alguma coisa, responde: “Estou fazendo. Estou pensando.” Ser bobo às vezes oferece um mundo de saída porque os espertos só se lembram de sair por meio da esperteza, e o bobo tem originalidade, espontaneamente lhe vem a idéia. O bobo tem oportunidade de ver coisas que os espertos não vêem. Os espertos estão sempre tão atentos às espertezas alheias que se descontraem diante dos bobos, e estes os vêem como simples pessoas humanas. O bobo ganha utilidade e sabedoria para viver. O bobo nunca parece ter tido vez. No entanto, muitas vezes, o bobo é um Dostoievski. Há desvantagem, obviamente. Uma boba, por exemplo, confiou na palavra de um desconhecido para a compra de um ar refrigerado de segunda mão: ele disse que o aparelho era novo, praticamente sem uso porque se mudara para a Gávea onde é fresco. Vai a boba e compra o aparelho sem vê-lo sequer. Resultado: não funciona. Chamado um técnico, a opinião deste era de que o aparelho estava tão estragado que o conserto

seria caríssimo: mais valia com prar outro. Mas, em contrapartida, a vantagem de ser bobo é ter boa-fé, não desconfiar, e portanto estar tranqüilo. Enquanto o esperto não dorme à noite com medo de ser ludibriado. O esperto vence com úlcera no estômago. O bobo não percebe que venceu. Aviso: não confundir bobos com burros. Desvantagem: pode receber uma punhalada de quem menos espera. É uma das tristezas que o bobo não prevê. César terminou dizendo a célebre frase: “Até tu, Brutus?” Bobo não reclama. Em compensação, como exclama! Os bobos, com todas as suas palhaçadas, devem estar todos no céu. Se Cristo tivesse sido esperto não teria morrido na cruz. O bobo é sempre tão simpático que há espertos que se fazem passar por bobos. Ser bobo é uma criatividade e, como toda criação, é difícil. Por isso é que os espertos não conseguem passar por bobos. Os espertos ganham dos outros. Em compensação os bobos ganham a vida. Bem-aventurados os bob-

os porque sabem sem que ninguém desconfie. Aliás não se importam que saibam que eles sabem. Há lugares que facilitam mais as pessoas serem bobas (não confundir bobo com burro, com tolo, com fútil). Minas Gerais, por exemplo, facilita ser bobo. Ah, quantos perdem por não nascer em Minas! Bobo é Chagall, que põe vaca no espaço, voando por cima das casas. É quase impossível evitar excesso de amor que o bobo provoca. É que só o bobo é capaz de excesso de amor. E só o amor faz o bobo.

Clarice Lispector

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Buy Chaves, cores e formas da Amazônia

N

ascido em Santa Catarina, Buy consolidou sua carreira de artista no Amazonas. Autodidata, ele se tornou reconhecido por suas pinturas influenciadas pelo ambiente e pelo povo amazônico. Buy Chaves é um artista que dilacera seus sentimentos e o modo de ver o mundo, é ali naquela tela em branco que ele se desprende de conceitos e preconceitos. Um homem moderno, um artista louco, minucioso dentro das formas concebidas no acaso do instinto. Dentro das formas ele cria um mundo de peixes, rostos e corpos, e nos fazem ver, e olhar dentro das cores e texturas. Observar e olhar o mundo com olhos coloridos é isso que Buy Chaves nos instiga.

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Luciana Domingues

Agenda Cultural Baré A Agenda Cultural Baré vai ser atualizada toda quinta com a programação dos bares, shows, teatros, exposições e o escambau da vida cultural de Manaus. Mandem suas colaborações e suas agendas, fazendo o favor.

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O chefão

entrada discreta deste casarão do século XIX ajuda a compor o tom meio misterioso do bar, que tem viés de pub e decoração inspirada na famosa trilogia cinematográfica O Poderoso Chefão. Aqui, quem faz as vezes de Don Corleone é o chef-proprietário João Paulo Loureiro, o Babu. Formado pela Escola de Gastronomia UCS-Icif, parceria do Instituto Italiano de Culinária para Estrangeiros com a Universidade de Caxias do Sul (RS), ele apresenta um cardápio criativo, com pitadas de produtos regionais. É o caso da porção máfia do norte, que traz camarões empanados em castanha-do-pará na companhia de geleia de cupuaçu picante (R$ 65,00). Também fazem sucesso receitas menos arriscadas, como a costelinha de porco ao molho barbecue (R$ 50,00) e o sanduíche al capone, servido no pão francês redondo com hambúrguer de sessenta rótulos disponíveis, 14

preste atenção na inglesa Fuller’s Honey Drew, refrescante e com um leve toque de mel (R$ 35,00; 500 mililitros), e na belga Kriek Boon, maturada em barris de carvalho e com adição de cereja na fórmula (R$ 40,00; 375 mililitros). Garrafas da Alemanha, Holanda, Irlanda, Áustria e República Checa engrossam a carta, que oferece ainda chope Erdinger (R$ 14,00 a caneca com 300 mililitros). Na medida para agradarem a um público mais maduro, as noites de quarta, sexta e sábado são dedicadas à dobradinha jazz e blues, tocada ao vivo. Nos demais dias da semana, o repertório mescla rock, MPB e anos 80. Rua Ferreira Pena, 50, centro, 3308-8213. 19h/1h (sáb. a partir das 20h; fecha dom.) (Texto da Veja Manaus)

AGENDA DE SHOWS SEM ACESSO A AGENDA


All Night Pub

C

onstruído em um amplo terreno, o espaço de 500 metros quadrados está mais para bar balada do que propriamente para pub, como prevê o nome. Abre apenas de quinta a sábado e costuma receber cerca de 500 pessoas por noite, atraídas pelo som ao vivo das bandas convidadas, que fazem a temperatura da pista subir a partir das 23h. O gênero oficial é o rock, mas o repertório abre frequentes concessões ao samba-rock, ao pop e à MPB. Além de artistas locais, já passaram pelo palco da casa nomes como Lobão, Cláudio Zoli e Tico Santa Cruz. Em clima de paquera, a moçada dança no salão, que agora conta com três pequenos camarotes. Quem quiser esticar a conversa num lugar mais tranquilo poderá se deslocar para o bar instalado na varanda. Uma recente reforma climatizou o ambiente, onde há mesinhas e um grande balcão de madeira. Vendida em garrafas long neck, a cerveja é a bebida mais consumida (R$ 5,00 a Bohemia; R$ 6,00 a Heineken). Chamada de “chope sujo”, a caneca de 490 mililitros que mistura sal, limão e gelo no chope Brahma custa R$ 5,50. Entre os destilados, a dose do uísque

Johnnie Walker Black Label sai por R$ 14,00. Para beliscar, o mix all night combina miniquibes, tirinhas de frango empanado, pastéis e batata frita (R$ 20,00, para duas pessoas). Avenida Ephigênio Salles, 2085, Aleixo, 3236-2230. 21h/5h (qui. a sáb.). Entrada: R$ 20,00 a R$ 50,00. (Texto da Veja Manaus)

AGENDA DE SHOWS

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Jack N’Blues Snooker Pub

O

Jack In Blues é o tipico bar esquema pub onde a predominancia do rock e blues é uma caracteristica da casa, embora abra espaço para musicos e compositores de MPB locais.. O bar fica localizado em uma área nobre da cidade de fácvil acesso e estacionamento. Tem um amplo espaço ar refrigerado onde encontra-se um palco que rola os shows. Na parte superior acessada por uma escada existem convivendo pacificamente várias mesas de sinuca muito boas onde jovens costumam passar o tempo jogando, bebendo, conversando e claro, paquerando. O bar conta tambem com uma grande calçada para aquele cliente botequeiro e fumante que gosta de mais liberdade. End: Rua Nova Palma esquina com a rua Pará, 945 - Shopping River Center Vieiralves, 69053-578 Manaus, Brazil Horario de funcionamento: Seg - Sáb: 18:00 - 02:00

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Porão do Alemão

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Porão era um anexo do restaurante que nunca chegou a funcionar como restaurante. Através da sugestão do Sr. Luiz Lauschner (pai do Alemão) resolveram aproveitar espaço como bar temático. Garçons vestidos a caráter, música e comida alemã fazem parte desta história que começou por acaso no dia internacional do Rock, descoberto posteriormente pelo Alemão em seus momentos raros de leitura no Manual dos curiosos, o Porão do Alemão foi aberto exatamente, sem nenhuma intenção no dia 13 de julho de 1998. Porém, por não haver acervo Alemão suficiente para se tocar todos os dias, passaram a incluir a MPB no restaurante -bar Porão do Alemão. O toque final, para consolidação da vertente Rock, foi dado por dois grandes amigos que são clientes ouro: Roberto Wagner - o nosso Belo – com seu rico conhecimento em música, especialmente bandas de Rock, incendiando o salão do bar com suas sequências musicais; e Antônio Cezar Wallace da Silva – nosso Portuga – que trouxe entre outros, uma bebida pouco conhecida pelos freqüentadores na época, o Jack Daniel’s e a

Wodka Kadov. Mas nada disto teria acontecido se Edi Marques Pimentel (gerente), não tivesse dito pro Alemão que o Porão tinha que assumir a identidade do Rock e se isso não fosse feito o bar teria vida curta. E graças a ele, o Alemão resolveu impor a vontade da maioria e assumir o comando do que hoje se tornou o melhor e mais conceituado bar de rock de Manaus. De Quarta à Sábado a partir de 21h Estrada da Ponta Negra 1986, São Jorge, Manaus - AM . Telefone: 32392976

AGENDA DE SHOWS Quarta, 18/07 -Banda Pamela Dikens & Barfly`s Quinta, 19/07 -Reggae n`Roll com Casulo e Official 80 Sexta, 20/07Friday Rock Night com a Banda Critical Age Sábado, 21/07 -Bandas Fullgas & Rockaholics

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Contatos: (92) 3236-9798 / 9346-3998 E-mail: jorgelaborda@gmail.com Site: www.canoamultimidia.net

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Foto Adalmir Chixaro 20

O Jaba  

O Jaba é uma revista online formato e-book que não dá a menor importancia para a noticia. Aqui tudo é ficção. Inclusive a revista não existe...

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