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Não importa se concluíram o ensino médio ou o cursinho pré-vestibular no ano passado, há dois, três ou mais tempo. Os “feras” que se reúnem todos os anos no Anglo aproveitam o momento para matar a saudade. Mesmo quem está longe da escola há apenas alguns meses, como os alunos de Áudio Visual da USP, Barbara Framil e de Engenharia da Computação da Unifei, Rafael Viola, faz questão de participar do “Encontro de Feras”. Para rever os amigos, os professores e curtir “o ambiente acolhedor”. “Aqui todo mundo é mais próximo. Na faculdade, cada um tem que se virar”, diz Bárbara. Rafael, que só cursou o terceiro ano no Anglo, também sentiu a diferença. “Fiz muitos amigos em pouco tempo. Eram 40 alunos na sala. Na faculdade, são 110!” Outro consenso entre os feras é o desejo de voltar sempre ao encontro. A estudante de Odontologia da Unicamp, Ana Carolina Valim concluiu o ensino médio em 2007 e já conseguiu estar presente três vezes. Carlos Henrique Alcântara, aluno de Direito da USP, participou pela terceira vez e quer voltar. Thiago Barbieri de Oliveira, estudante de Química da Unifei, saiu do Anglo em 2011 e não faltou a nenhum encontro. Todos os anos, o evento é um dos principais assuntos dos “feras” através das redes sociais. No Facebook, muita gente curte a convocação para o reencontro e posta fotos para motivar os colegas. Nicole Tadei, aluna de Engenharia de Alimentos da Unicamp, desde 2009, veio pela primeira vez. Quer repetir a experiência. Outra que sente falta do Anglo é Mariana Marchioto, que estuda Relações Internacionais na University of Westminster em Londres.

EXPEDIENTE Boletim Informativo Anglo Cassiano Ricardo Ensino Médio e Pré-vestibular Jornal escolar / Mantenedores: Anísio Spani e Saulo Daolio / Diretora: Mônica Yumi Kukita Gonçalves Fone: (12) 2134.9100 - contato@cassianoricardo.com.br www.anglosaojose.com.br

Produção: Regional Marketing / Jornalista Responsável: Eloá Maria de Oliveira - MTb 18.941- Núcleo Comunicação Corporativa Direção de Arte: Regional Marketing ANGLO CASSIANO RICARDO - Edição 3º Trimestre/2013 Rua Laurent Martins, 329 - Jd. Esplanada II - São José dos Campos

Mais de cem estudantes do ensino médio participaram de 28 de junho a 1 de julho, da quinta edição da SIAN (Simulações Anglo), para discutir assuntos de interesse global, como se estivessem em reuniões das Nações Unidas (ONU). Alunos do Ensino Médio comportaram-se como diplomatas, expondo e defendendo ideias além de propor soluções sobre os mais diversos temas. Através da SIAN, o Anglo proporciona não apenas a seus alunos mas também aos de escolas participantes (inclusive de outros municípios) a oportunidade de compreender as diferenças e debater as questões do mundo. O secretário geral Henrique Schiamareli, resume: “Foram oito meses de preparação para este nosso encontro com a cidadania”.

Encontro com a Cidadania

O estudante diz não ter dúvidas de que tanto para ele quanto para toda a equipe organizadora a SIAN “foi um importante complemento acadêmico, um fator de crescimento pessoal”. Sua colega Camila Pimentel, secretária acadêmica, concorda. Ela entende que a experiência a ajudará em seu futuro profissional e deseja que os participantes tenham aproveitado ao máximo as simulações. Foi o que fez a estudante Tainá Nogueira, do colégio Guilherme de Almeida (de Guarulhos). Em matéria de carreira, ela ainda tem dúvidas entre Jornalismo e Geologia, mas escolheu o Comitê de Imprensa para estrear nas simulações. Vitória Moreira Alves, da mesma escola, foi uma dos 13 alunos que vieram da Grande São Paulo para conhecer a SIAN. Futura estudante de Direito, não perdeu tempo e se inscreveu no Comitê de Direitos Humanos. Já Maria Luiza Tápias, aluna do Anglo de Taubaté, ainda está no 1° ano, mas fez questão de se inscrever. “Sonho em fazer a diferença em alguma coisa. Para isso, acho interessante conhecer as diversas formas de pensar o mundo”, afirma. Ela, que talvez estude Sociologia, atuou no Comitê da Organização Mundial do Comércio.


Ex-alunos são exemplos Dois ex-alunos do Anglo foram os convidados de honra para a abertura da SIAN/2013. Mariana Banús é argentina, estudou na escola 10 anos atrás e atualmente trabalha no Ministério das Relações Exteriores em Buenos Aires. Vitor Hugo Dahlstrom Mendes está concluindo o curso de Ciências Políticas na UnB e trabalha na Assessoria Internacional da Presidência da República. Ambos relataram suas experiências no mundo da diplomacia. Formada em Relações Internacionais, Mariana contou que escolheu a carreira pensando em “mudar o mundo”, mas logo descobriu que “as coisas não funcionam bem assim”. Ela abordou as várias nuances que envolvem as relações entre os países e as mudanças ao longo dos anos. Responsável

pelos contatos entre a Argentina e 10 países da África, deu exemplos de cooperação e destacou que “todos buscam boas ideias”. Vítor, que foi um dos fundadores da SIAN, comemorou a volta ao Anglo. Ele estava no grupo de “feras” que participou, em 2007, das simulações da FAAP em São Paulo. “Voltamos de lá bem impressionados e com a ideia na cabeça. Recebemos total apoio da escola. É muito bom ver que o projeto foi mantido, além do empenho dos organizadores”. Futuro aluno do Instituto Rio Branco (quer tentar a carreira diplomática), deseja que os participantes da SIAN “aproveitem os preceitos utilizados nas simulações para o crescimento pessoal e desenvolvimento futuro. Vale a pena!”.

Uniexpovale

Sonho Possível “Fazer faculdade nos Estados Unidos tem o mesmo custo que em algumas universidades brasileiras”, garantiu o diretor da “Daqui Pra Fora”, empresa especializada em intercâmbio, Felipe Rosário, durante palestra na Uniexpovale. “Ao contrário do que muita gente pensa, estudar fora não é tão caro e nem difícil”, esclarece. Ele ressalta que as bolsas nas instituições americanas não são exclusivas para atletas. Nos Estados Unidos há instituições de todos os tipos (liberais, tecnológicas, religiosas). Cabe ao jovem escolher de acordo com seu perfil. Quanto ao domínio do inglês, Felipe, que estudou em Minnesota, explica que “não precisa ser fluente. Mas tem que estar no nível intermediário ou avançado“. Atitude e criatividade “Sem querer, os pais podem interromper o fluxo natural na hora da escolha profissional dos filhos”, alerta o psicólogo Tiago Tamborini. Falando sobre escolha profissional e vestibular, ele salientou que ”é natural o jovem demonstrar interesse

PARA AJUDAR NA ESCOLHA

por uma ou mais carreiras. Afinal, ele precisa ter um projeto de vida. Quando isso não acontece, algo está errado. Os pais podem estar facilitando demais as coisas ou mesmo desestimulando o filho em relação a essa ou aquela profissão”. Já o expert em desenvolvimento de jovens talentos, Sidnei Oliveira chamou a atenção dos jovens para a necessidade deles terem atitude, confiando na própria capacidade e aceitando desafios. Ele também acredita que ”as dificuldades de muitos para entrar no jogo se deve à fragilidade gerada pela super proteção dos pais, em contraponto a um mercado cada vez mais exigente”. Quanto às oportunidades de trabalho, o gestor de comunicação Marcos Brogna, informou: “não estamos mais em tempos de emprego formal a escolher, mas sim em momento de merecer estar empregado. O novo profissional tem que saber se reinventar, ser criativo, além de compreender as mudanças da sociedade”. Ele observa que “a educação é a bola da vez, mas tem que absorver os valores de mercado, o empreendedorismo e a formação humana”.

INFORMATIVO ENSINO MÉDIO - ANGLO CASSIANO RICARDO

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