Igreja Presbiteriana Independente de Dourados
Informativo Semanal | 02 de Junho de 2013 Estação Celebração
Gente feliz que se importa com pessoas!
UMA HISTÓRIA. UM NOVO TEMPO.
U
m povo que não conhece sua história está condenado a repetila. Esta frase reflete a importância de olharmos para trás a fim de aprendermos com os acertos, dando-lhes o devido valor e, por sua vez, extrairmos lições com os erros que cometemos que podem ser evitados na construção do futuro. É óbvio que o ontem contribuiu para o que somos hoje. Nossa história nos construiu. Recebemos dela uma herança. Uma identidade nos foi deixada pelo passado. Ora, se a história nos define, podemos também afirmar que ela nos explica. Foi exatamente o que disse Soren Kierkegaard, famoso pensador dinamarquês: “a vida é vivida em perspectiva, mas compreendida em retrospectiva”. De fato, a perspectiva oportuniza o adentramento para o futuro. Sonhos, ideais, objetivos são situações que certamente nos projetam para um caminho adiante de nós. Entretanto, não podemos avançar muito sem levarmos em conta nossas origens. É justamente aqui que entra o papel fundamental da retrospectiva. É através dela que olhamos para o retrovisor de nossa existência encontrando os detalhes da nossa história e, consequentemente, o fator causal de nossa identidade. É através da retrospectiva que nos localizamos no tempo e no espaço e, quando assim fazemos, encontramos o referencial necessário para nos projetarmos ao futuro. Dessa forma, quando compreendemos nossa história - e isso demanda um esforço considerável - podemos corrigir nossa trajetória e reforçar nossa caminhada. Embora seja importante esta
Missão IPID
consulta à história, não podemos ficar presos a ela. Um carro não possui apenas retrovisor, mas também para-brisa. Aliás, o vidro dianteiro é bem maior do que os espelhos retrovisores uma vez que, ao dirigimos, olhamos para frente fazendo uso do retrovisor somente no propósito de buscar uma referência. Interessante notar que Jesus mencionou algo parecido quando falou que a história, na perspectiva do Reino
de Deus, é semelhante a “um homem que tira do seu tesouro coisas velhas e novas” (Mateus 13:52). Em outras palavras, Jesus deixa claro que o antigo é extremante útil e o novo não deve ser ignorado. Enquanto a retrospectiva compreende a história, a perspectiva prepara o futuro. É neste princípio que alicerçamos as comemorações dos 50 anos de IPI de Dourados. Em julho nossa comunidade de fé completará meio século de existência nesta cidade. Uma história linda gravada com as digitais do próprio Noivo – Jesus Cristo. Todavia, apesar da nossa profunda gratidão a Deus pelas páginas escritas até agora, aguardamos com expectativa o que ainda está por acontecer nos capítulos adiante, cientes de que “aquele que começou a boa obra em nós é fiel para completa-la até
o dia de Jesus Cristo” (Filipenses 1:6). Então, é bom recordar que estamos de posse de um tesouro especial, pois a história da IPI de Dourados, ao longo destes 50 anos, contém preciosidades que não devem ser esquecidas. Assim, é nossa responsabilidade preservá-las, mas, também, temos a tarefa de acrescentá-las a uma história que está em plena construção ainda hoje. Está claro, portanto, que somos um novo tempo numa linda história. Somos o resultado da história que escreveram antes de nós, mas, também, somos os predecessores de um tempo que está por vir. Por isso o slogan para o cinquentenário: “Uma história. Um novo tempo”. O que fazemos hoje poder ser uma linda história num novo tempo que virá depois de nós. Por este motivo vale lembrar que o amanhã começa agora. Portanto, retiremos de nosso tesouro coisas velhas e novas e construamos um futuro para a glória de Deus. Dessa forma, diante de uma RETROSPECTIVA que nos revela uma bela história; adiante com uma PERSPECTIVA fundamentada nos sonhos de Deus; só podemos olhar para nosso hoje com a EXPECTATIVA de um futuro promissor. Deus nos ajude a construir esta bela história neste novo tempo!
Pastor
Denis Vicentin
“Nossa missão é glorificar a Deus, no poder do Espírito Santo, trazendo pessoas para Jesus, tornando-as membro do corpo, desenvolvendo nelas o caráter de Cristo, equipando-as para o serviço na igreja e no mundo.”