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A guarda do Dia do Senhor conduz o povo de Deus na expansão da piedade
Palavra do pastor da Igreja
Um princípio bíblico importante para a guarda do Dia do Senhor é o princípio da aflição de alma. Este princípio ensina que o povo de Deus deve separar o tempo do Shabhath para refletir, sondar o coração, humilhar-se perante Deus e refazer o seu interior conforme à vontade de Yahweh. Em Levíticos 16.29-34, este princípio está presente. O texto faz relação do Shabhath com a Festa anual das Expiações. Neste dia de celebração da expiação do pecado, o povo deveria afligir sua alma. O verbo traduzido aqui por “afligir” é
(anar) e pode ser traduzido como “responder”, “falar”, “gritar”. Contudo, nas duas vezes que aparece nesta passagem, apresenta-se na forma Piel, dando a ideia de grande intensidade, podendo ser traduzida como “oprimir”, “humilhar”. Por isso, a tradução “afligir” reflete esta humilhação profunda que precisa existir na alma do povo de Deus no dia de Shabhath.
O povo não deveria ter nenhuma preocupação além de quebrantar-se diante de Deus, levando sua alma a plena consciência do seu estado miserável e degradante. Deveria refletir aquela mesma expressão de Isaías quando tem um vislumbre da glória e santidade de Deus contraposta a sua insignificância, levando-o a bradar: Ai de mim! Estou perdido! (Is 6.5a). Shabhath é dia de chorar pelos pecados cometidos, de entristecer-se profundamente pelas faltas, pela dureza de coração. Este dia deve ser um dia de introspeção. Dia de olhar para dentro de si e envergonhar-se diante de Yahweh. Dia de fazer chorar o coração. Dia de contrição. No Shabhath, um coração compungido é exigido. Pois com a tristeza pelo pecado, se faz melhor o coração. Deve haver desejo sincero de mudança e renovação. No dia de purificação – A Festa das Expiações – o clamor de um povo arrependido e contrito agradava a Yahweh que o atendia e perdoava e lhe trazia tempos de bênção e paz.
Este princípio é também enfatizado em Levíticos 23.26-32, associado ao ajuntamento solene, onde o povo deveria afligir a sua alma à medida que os sacrifícios eram oferecidos. Para que esta celebração fosse sincera e verdadeira, era necessário um entristecimento pelo pecado cometido. A verdadeira alegria só nasceria depois de uma verdadeira tristeza pelo pecado. O povo de Deus não gozaria de plena alegria sem primeiro reconhecer, com coração contristado e afligido, o seu pecado contra Deus. Shabhath é um dia para reconciliação com Deus.
O Shabhath é um dia de contrição e arrependimento. Isto é muito importante, pois, se o crente não estiver consciente do seu pecado, como o abandonará? Se sua alma não estiver quebrantada e compungida, como levará a sério este assunto? Somente quando o Espírito Santo despertar o nosso espírito, fazendo-nos enxergar a realidade ao nosso redor, e dando-nos a consciência da necessidade de mudança, é que atenderemos à voz de Deus e revitalizaremos a igreja. Enquanto isso não acontecer, apenas teremos a teoria e não a prática, saberemos a razão mas não teremos a aplicação, conheceremos o assunto do Shabhath nos livros, mas não o veremos circundando nossa vida. Por isso precisamos afligir a nossa alma diante de Deus para que Ele nos desperte da sonolência do pecado Calvino, ciente da necessidade que temos de nos afligir diante de Deus, nos ensina acerca da oração e declara: “A primeira regra da correta oração então seja a de termos nossos corações e
mentes preparados com disposição e vontade, como de tê-las aqueles que se apresentam para falar com Deus. Isto nós realizaremos ao admitirmos à mente se deixando de lado os pensamentos carnais e os cuidados que podem interferir com a contemplação pura e direta de Deus, e isto não seja apenas em relação à oração, mas também até onde possível, nasça e erga-se acima de si mesmo. Além disso, eu não pretendo insistir aqui sobre uma mente que não esteja engajada a sentir nenhuma das torturas da ansiedade; já que, pelo contrário, é por meio de muita ansiedade que o fervor da oração se inflama. Desse modo, vemos como os santos servos de Deus revelam grande angustia, - para não dizer preocupação, - quando elevam a voz de queixa ao Senhor desde o profundo abismo e cadeias da morte”.
Para Calvino, a primeira regra para a oração era afligir a alma. Hoje em dia, porém, as orações dos crentes são previsíveis e monótonas. A boca fala coisas que não saem de um coração aquecido. Frequentemente ouvimos sermões que não passam de algo gentil ou uma conversa tranquila a respeito de bons conceitos religiosos. Lenta e imperceptivelmente, os crentes estão se conformando com o espírito desta época. A sonolência espiritual tem seduzido a muitos. O sono é um fenômeno admirável; é um tipo de morte com animação. No sono, estamos mortos para o mundo real. O ladrão pode estar à nossa porta, ou o fogo pode estar começando a queimar as cortinas no nosso quarto. Mas, quando estamos adormecidos, não observamos, não sabemos, nem nos preocupamos com o que está acontecendo. Por outro lado, nos sonhos nos preocupamos com aquilo que é irreal e ilusório. Os crentes de hoje têm vivido no mundo dos sonhos. A atenção tem sido tomada por aquilo que é fictício e imaginário. Mas “...já é hora de vos despertardes do sono; porque a nossa salvação está, agora, mais perto do que quando no princípio cremos” (Rm 13.11).
McCheyne, num sermão pregado sobre o texto acima em Dundee em 2 de abril de 1840, declarou: “Receio que há muitos cristãos dormindo entre vocês. Crente, é hora de acordar. Sabe que horas são? Parece que você não sabe quão pouco falta para o sol nascer... Vou mostrar a vocês agora o que é o ser cristão que dorme. É ser alguém que vem a Cristo e, contudo, cai no sono do pecado... Acontece isso com alguns dentre vocês. Pode ser que vocês se deram conta dos seus pecados; todavia, perderam aquela vívida convicção de pecado que outrora sentiram tão profundamente. Vocês não veem a beleza de Jesus”.
É hora de despertardes do vosso sono! Os pregadores devem clamar por graça para permanecerem acordados nesta hora difícil. Devem mergulhar suas cabeças nas águas frias da Palavra de Deus, até que seus sonhos de comodidade mundana sejam lançados fora. A correta observância do Shabhath liberta o homem do sono do pecado que o leva aos poucos ao afastamento de Deus. Afligindo sua alma no Shabhath, o homem não procurará desculpas para seus erros, antes arrepender-se-á e viverá dignamente para o Senhor.
Rev. Daniel Alves Pastor Efetivo da IPC














Domingo, 18 de janeiro de 2026, 9h.
BOM TESTEMUNHO NO MUNDO
- Prelúdio
A IGREJA GLORIFICA A DEUS CONTANDO COM A SIMPATIA DO POVO
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- Oração
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A IGREJA RESPLANDECE SUA LUZ ATRAVÉS DAS BOAS OBRAS
- Leitura Bíblica Uníssona: Mateus 5.16
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- Consagração de Dízimos e Ofertas
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A IGREJA É INSTRUÍDA SOBRE OS TRAÇOS DO CARÁTER CRISTÃO
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- Pregação: Rev. Daniel Alves
A IGREJA DESEJA EXPANDIR E ALCANÇAR NOVOS CONVERTIDOS
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- Poslúdio
Domingo, 18 de janeiro de 2026, 18h.
2026 – O ANO DA EXPANSÃO EXPANDINDO A PIEDADE
- Prelúdio
A IGREJA SANTIFICA O DIA DO SENHOR COMO DESCANSO SOLENE DO POVO DE DEUS
- Leitura Bíblica: Êxodo 20.1-11
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A IGREJA SE HUMILHA DIANTE DE DEUS AFLIGINDO SUA ALMA EM CONTRIÇÃO
- Leitura Bíblica: Levíticos 16.30-31
- Leitura Bíblica Uníssona: Tiago 4.9-10
- Leitura Bíblica: Deuteronômio 32.46-47
- Oração Silenciosa (interlúdio musical)
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A IGREJA CULTIVA SUA DEVOÇÃO EM HARMONIA COM SEUS IRMÃOS
- Leitura Bíblica Alternada: Deuteronômio 5.16-21
- Leitura Bíblica Alternada: 2ª Pedro 1.3-11
- Oração Pastoral
- Consagração de Dízimos e Ofertas
- Cânticos Congregacionais
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- Pregação: Rev. Daniel Alves
A IGREJA PRIORIZA ESTAR COM DEUS EM FERVENTE COMUNHÃO
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- Oração Final
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- Poslúdio

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