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IPAV Instituto Padre António Vieira Porto: CiDEB - Univ. Católica Portuguesa - Campus de Asprela Rua Dr. António Bernardino de Almeida. 4200-072 Porto +351 223 322 130 Lisboa: Trav. Pedras Negras Nº 1 - 4º Andar. 1100-404 Lisboa Telefone: (+351) 21 885 47 30 | Fax: (+351) 21 887 76 66 +351 218 854 730 www.ipav.pt secretariado@ipav.pt

© Instituto Padre António Vieira 2014 // Todos os direitos reservados


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«SÓ EXISTIMOS NOS DIAS EM QUE FAZEMOS. NOS DIAS EM QUE NÃO FAZEMOS APENAS DURAMOS.» P. ANTÓNIO VIEIRA


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Nota de Abertura Inspirados pelo desafio do P. António Vieira de agir num mundo em mudança, fiéis à vontade de servir e de defender a dignidade humana, a partir de uma perspetiva cristã, o IPAV vai procurando caminhos para corresponder a esse desígnio. Nos últimos anos a nossa atividade tem vindo a registar um desenvolvimento significativo, quer em termos qualitativos, quer quantitativos. Com o foco da inovação social, foi possível consolidar propostas ousadas como a Academia Ubuntu, que depois do sucesso da 1ª edição viu renovada a confiança do seu principal patrocinador para uma 2ª edição (2012/2014) e criar a Ubuntu Global Network, enquanto rede colaborativa internacional. Por outro lado, foi possível desenvolver projetos ambiciosos, como os Grupos de Entreajuda para a Procura de Emprego (GEPE) que são hoje uma realidade muito revelante na promoção da empregabilidade e que agora se expande também para uma abordagem específica dos jovens à procura do primeiro emprego, com o GEPPE Cowork, bem como o Mapa de Inovação e Empreendedorismo Social (MIES), em parceria com o Instituto de Empreendedorismo Social. Já em 2014 nasceu o Justiça para Tod@s, programa de educação para a justiça e direitos humanos, enquadrado no Cidadania Ativa (eeagrants). De igual forma, a possibilidade do IPAV se constituir como um espaço de incubação de novos projetos de inovação social, quer através da Incubadora Social Ubuntu, quer acolhendo outras ideias que lhe foram chegando, entre as quais a responsabilidade de gerir o projeto “O nosso Km2” ou o projeto “Success”, permitindo afirmar que o IPAV constitui já uma referência no domínio da inovação social, o que lhe traz uma responsabilidade acrescida. Mais recentemente o IPAV assumiu o desafio de animar o Forum para a Governação Integrada, mobilizando vontades e conhecimento para fortalecer a eficácia na resolução de problemas sociais complexos, através de novos modelos de governação integrada. Essa consciência aguda da responsabilidade - e do risco - de ser inovador na dimensão social impulsiona-nos a ir mais longe, procurando servir o Bem Comum cada vez melhor. A dimensão de uma liderança servidora, a coragem de procurar respostas integradas nas áreas sociais mais complexas, como o desemprego ou a exclusão social, ou a qualidade e o rigor profissional dos projetos que desenvolvemos constituem requisitos que continuarão a marcar a nossa atividade no futuro próximo. Em rede com vários parceiros, iremos percorrer essas rotas da inovação social para um mundo mais justo e mais humano.


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P. António Vieira

Bio

Polifacetado O P. António Vieira é uma referência da humanidade. Foi missionário, político, diplomata, pedagogo, orador e intelectual, num século conturbado e inquietante. Há 350 anos Atravessou 7 vezes o Atlântico, percorreu milhares de quilómetros no Brasil, incluindo na Amazónia, tendo os indígenas, cujas línguas aprendeu, apelidando-o de “Paiaçu” (Pai grande). Precursor do diálogo inter-cultural e inter-religioso Foi exemplar na dedicação aos índios do Brasil (quando eram poucos os que os viam como seres humanos) e defensor dos Judeus e do Cristãos-novos. Patriota Intensamente empenhado no destino de Portugal (para a qual sonhou a utopia do Quinto Império), foi pragmático na política e controverso na diplomacia, mas acabou sempre à margem do politicamente correto. Nas suas missões pela Europa fora negociou a compra de Pernambuco aos Holandeses, angariou financiamentos para a guerra contra Castela e para as Companhias Comerciais do Ocidente e do Oriente, comprou munições e recrutou mercenários. Perante a extrema debilidade das economia e finanças nacionais, defendeu acerrimamente o mercantilismo como forma de manutenção da independência nacional; propôs o pagamento de impostos por todas as classes (clero, nobreza e povo) e a isenção dos mesmos para todos os que investissem nas Companhias Comerciais. Um dos maiores expoentes da cultura portuguesa Exímio arquitecto das palavras e dos conceitos, Vieira deixou-nos um espólio impressionante: 200 sermões, 700 cartas, tratados proféticos, dezenas de escritos filosóficos, teológicos, espirituais, políticos e sociais. Fernando Pessoa chamou-lhe o “Imperador da língua portuguesa”. Profundamente humano Não ficou como uma lenda, nem sequer como um santo. Mas nunca teve medo, nem se ficou no conforto dos moles. Foi ousado, corajoso e fiel à sua consciência, por mais que isso implicasse ir contra o Mundo. É uma herança preciosa para o terceiro milénio Como no seu tempo, Portugal precisa de se ultrapassar e reencontrar o seu caminho e destino no mundo. Como na sua época, o desafio do multiculturalismo, da defesa da diversidade, do diálogo entre crentes e não crentes, bem como a promoção da dignidade humana são desafios em agenda. Apesar de enormes oposições e fracassos nunca desistiu; foi sempre enérgico, empenhado, inventivo, combativo, polémico e brilhante. Persistente até ao fim. O Instituto Pe. António Vieira existe para responder a este património e a estes desafios.

1608 Nasce em Lisboa, na freguesia da Sé, a 6 de Fevereiro. 1614 Com seis anos desembarca com a família em Salvador da Bahia - Brasil. 1634 É ordenado sacerdote Jesuíta, adquirindo fama de notável pregador com os seus sermões e torna-se defensor dos índios. 1641-1652 Após a restauração da independência nacional, regressa à Metrópole para dar a notícia da adesão do Brasil ao rei D. João IV, de quem fica amigo e conselheiro, e é nomeado pregador da capela real. Torna-se figura de alcance nacional, nomeadamente na diplomacia e política portuguesas. 1652-1661 Regressa ao Brasil (Maranhão); torna-se missionário, acabando por ser perseguido e expulso pelos colonos, em resultado do seu combate corajoso à escravidão dos índios nas plantações da cana do açúcar. 1669 Após ter sido preso, acusado de heresia e impedido de falar pelo Santo Ofício, é libertado e parte para Roma em busca da revisão da sua sentença, onde permanece durante seis anos, pregando à Corte Pontifícia e à exilada Rainha Cristina da Suécia. 1669 Regressa a Lisboa munido de uma Breve Papal que o isenta por toda a sua vida da jurisdição, poder e autoridade da Inquisição. 1681 Com 73 anos de idade, regressa ao Brasil, fazendo a sua 7ª viagem transatlântica. 1697 Morre a 18 de Julho, com 89 anos.


©Marta Galvão Teles

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©Marta Galvão Teles

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MISSÃO

ESTAR AO SERVIÇO DO BEM COMUM, RESPONDENDO A NECESSIDADES SOCIAIS DE UMA FORMA EFICAZ. ORGANIZAÇÃO DA SOCIEDADE CIVIL, LÍDER EM INOVAÇÃO SOCIAL ATRAVÉS DE PROJETOS DE SOLIDARIEDADE QUE ATUAM EM PARCERIA EM PORTUGAL E NO ESTRANGEIRO.

VISÃO

O Instituto Padre António Vieira é uma Instituição Particular de Solidariedade Social, reconhecida como Pessoa Coletiva de Utilidade Pública, que tem por objeto a reflexão, formação e ação no domínio da promoção da dignidade humana, da solidariedade social, da sustentabilidade, do desenvolvimento, da diversidade e diálogo de civilizações/culturas através da conceção e gestão de projetos de inovação social, capazes de corresponder a soluções para necessidades sociais não resolvidas, no contexto nacional e internacional, designadamente, através do apoio a crianças e jovens, à família, à integração social/comunitária, na proteção dos cidadãos na velhice, invalidez e em todas as situações de falta ou diminuição de meios de subsistência. 5


©Marta Galvão Teles

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©Marta Galvão Teles

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ÁREASde INTERVENÇÃO LIDERANÇA SERVIDORA EMPREGABILIDADE SOLIDÁRIA GOVERNAÇÃO INTEGRADA PARTICIPAÇÃO E CIDADANIA MIGRAÇÕES E DIÁLOGO INTERCULTURAL 7


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DESAFIOS NA AGENDA IPAV

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FALTA DE CULTURA DE LIDERANÇA SERVIDORA

Falta de cultura de serviço à comunidade

Deficit de valores solidários e sentido de bem comum

Falta de oferta formativa que garanta igualdade de oportunidades

Desconhecimento de ferramentas de liderança servidora

Défice de valores solidários e sentido de bem comum

IMPACTO DO DESEMPREGO DE LONGA DURAÇÃO

Desemprego prolongado

Perda de Rendimento

Quebra de redes

Estigma social

Desmotivação / Depressão

Perda de competências

RESPOSTAS DESADEQUADAS A PROBLEMAS SOCIAIS COMPLEXOS

Instituições organizadas em "silo"

Burocracia excessiva

Respostas lineares

Gestão do poder

Inexistência de uma visão partilhada

Sobreposição de respostas para o mesmo problema

FRACA PARTICIPAÇÃO E PROMOÇÃO DA CIDADANIA

Afastamento dos jovens da participação cívica

Descrédito da política e da justiça

Ausência de canais de comunicação Estado/Sociedade Civil

Hermetismo da linguagem e dos conteúdos

Desconhecimento da realidade de empreendedorismo e inovação social

DEFICIT DE DIÁLOGO INTERCULTURAL

Preconceito / Estereótipos

Cultura de "condomínio fechado" e guetização

Desconhecimento mútuo

Desigualdade de oportunidades

Impacto da crise na coesão social

DESEMPREGO JOVEM

Alta taxa de desemprego jovem

Falta de experiência prévia

Ausênciade redes

Escolhas vocacionais pouco fundamentadas

Falta de conhecimento do funcionamento das empresas

Falta de competências transversais


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PROJETOS IPAV


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ACADEMIA UBUNTU

Ubuntu é um conceito filosófico e um princípio organizacional de origem africana, que contém na sua essência os princípios da partilha, solidariedade, confiança, respeito e cuidado mútuo. Ubuntu contém em si um estado (ser) e uma Acão (tornar-se) que se complementam num modo de estar interdependente, contrário à lógica do individualismo. Para o Ubuntu ser humano significa afirmar a humanidade própria através do reconhecimento da humanidade dos outros e estabelecer relações humanas solidárias.

“Eu sou porque tu és. Eu só posso ser Pessoa através de outras pessoas” LIDERANÇA SERVIDORA

Programa de educação não formal para capacitação de jovens com elevado potencial de liderança, provenientes de contextos de exclusão social e/ou com o intuito de trabalhar neles, com o objetivo que possam vir a desenvolver projetos de empreendedorismo social ao serviço da comunidade. Com um ciclo de formação bianual, o método Ubuntu assenta na pedagogia de educação não-formal contando com uma equipa de formação fixa e convidados e de uma proposta assente em modelos, ferramentas, experiências e desafios.

PARTICIPAÇÃO E CIDADANIA

MODELOS Conceptualizado a partir de referências Ubuntu – Eu sou porque Tu és - e do exemplo de vida de grandes figuras como Nelson Mandela, Martin Luther King, Desmond Tutu, Ghandi, Aug Saan Suu Kyi e outros.

MIGRAÇÕES E DIÁLOGO INTERCULTURAL

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FERRAMENTAS Competências transversais: gestão de projeto, gestão financeira, comunicação, resolução de conflitos, auto-conhecimento, etc.

EXPERIÊNCIAS Seminários em contexto atípico, com uma aprendizagem prática, aliciante e que sirva os objetivos pedagógicos de uma forma criativa.

DESAFIOS Iniciativas pontuais que reforcem a prossecução dos objetivos da Academia quer na perspetiva de treino da organização de eventos, quer para a divulgação da Academia e dos seus participantes.


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“Quero agradecer à Fundação Gulbenkian pela iniciativa que tiveram em fazer esta Academia Ubuntu e a todas as pessoas maravilhosas que dedicaram tanto tempo e energia para vos inspirar.” Desmond Tutu, 25 junho 2012 (entrega de diplomas da Academia Ubuntu)

OBJETIVOS GERAIS Capacitar os participantes para que sejam agentes de transformação no seio das suas comunidades, ajudando-os a desenvolver e consolidar competências de liderança e de serviço à comunidade.

uuma ma iiniciativa niciativa

www.academiaubuntu.org geral@academiaubuntu.org

Avaliação dos participantes

1.a Edição

2.a Edição

(2011-2012)

(2013-2014)

40 35 34 5 52

87 50 52 85 14 72

com com o patrocínio patrocínio

“Enquanto participante embarquei numa viagem cujo horizonte não alcanço. "Eu sou porque tu és" é a descoberta que me fascina, é o encontro que procurava, é o alimento que me fortalece...” Eugénia Quaresma, participante na 1.ª edição e formadora na 2.ª edição

ccom om o aapoio poio

“A passagem na academia não foi passagem. Foi permanência na responsabilidade de cuidarmos de quem nos é próximo e de cuidarmos de quem desconhecemos, como se nos fosse próximo” Filipa Archer

PARTICIPAÇÃO E CIDADANIA

Participantes Lisboa Participantes Porto Seminários Formadores/Convidados Equipa de formação Voluntários envolvidos

Mais informações:

MIGRAÇÕES E DIÁLOGO INTERCULTURAL

Indicadores

"É muito emocionante e muito estimulante conviver com um grupo tão dinâmico de Jovens que claramente sentem vocação para poder servir. Tendo uma enorme capacidade de liderança, já perceberam que essa liderança só faz sentido se for posta ao serviço dos outros." António Guterres, 13 setembro 2013

LIDERANÇA SERVIDORA

OBJETIVOS ESPECÍFICOS • Capacitar jovens líderes para a filosofia Ubuntu e de liderança servidora. • Reforçar a autoestima e a resiliência. • Estruturar capacidade de organização e de comunicação com grupos. • Desenvolver competências de gestão de projeto e de planeamento, execução e avaliação. • Apoiar a definição do projeto de vida de cada participante, quer no seu desenvolvimento pessoal, quer no empenho comunitário. • Consolidar a metodologia UBUNTU. • Envolver participantes de edições anteriores como formadores/animadores.

avaliação avaliação

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INCUBADORA SOCIAL UBUNTU

PARTICIPAÇÃO E CIDADANIA MIGRAÇÕES E DIÁLOGO INTERCULTURAL

apoios

2.a Edição 44 30 21 70

T É C N IC O S

DE EMPREENDE

DORISMO

OS

RES

SOCIAL

TO

Rui Vieira Nery, 4 maio 2013

PROJETO

INH

EMPREGABILIDADE SOLIDÁRIA

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Participantes Lisboa Participantes Porto Projetos incubados Voluntários envolvidos

“Penso que Calouste Gulbenkian gostaria do projeto da Academia Ubuntu.”

Projetos desenvolvidos (1.ª edição)

Indicadores 1.a Edição 33 18 52

DESIGNERS

PADR

LIDERANÇA SERVIDORA

A Incubadora Social Ubuntu é um projeto no domínio da inovação social, que visa transformar ideias em projetos de empreendedorismo social. Desenvolve-se na 2.ª fase da Academia Ubuntu procurando que os participantes devolvam à comunidade a aprendizagem vivida durante a 1.ª fase. Através da Incubadora Social Ubuntu, os participantes iniciam, em grupo, projetos de empreendedorismo social. São envolvidos os parceiros da Academia Ubuntu, Everis, Lipor e IADE, no apoio técnico e diferenciado aos projetos. Formadores, consultores e alunos de design assumem o processo de mentoring. A Incubadora Social Ubuntu mantém a metodologia de educação não formal que tem como objetivo a capacitação e formação em liderança servidora e empreendedorismo.

S CON

UL


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21% EMBARCA

29%

ADOLESCENTES

Nascido na 1ª edição da Academia Ubuntu, o Embarca é atualmente um dos projetos da 5ª geração do Programa Escolhas. Tem como objetivo a promoção da inclusão escolar e social de crianças e jovens entre os 6 e os 24 anos, a empregabilidade e a cidadania ativa na comunidade do Bairro dos Navegadores, em Oeiras. Domínios de intervenção: Desporto // Formação/educação // Tecnologia e Comunicação // Arte (música,teatro ,pintura,fotografia) // Ambiente // Cultura // Outro Parceiros formais: IPAV, Câmara Municipal de Oeiras, Agrupamento de Escolas Aquilino Ribeiro; Junta Freguesia de Porto Salvo; Centro de Proteção de Jovens e Crianças (CPCJ); Centro Social Paroquial Nossa Senhora de Porto Salvo. Outros parceiros: Ampliarte; Grupo Cultural de Atletismo Navegadores de Porto Salvo.

BENEFICIÁRIOS

ADULTOS E IDOSOS

50%

ACADEMIA DE MENTES SAUDÁVEIS Projeto de inclusão que pretende promover o sucesso escolar, a prática de comportamentos não violentos e os estilos de vida saudáveis, intervindo junto das crianças e jovens, através da capoeira e da música. Tem dinamizado atividades na escola Ruy Belo e na creche piloto Diesse, abrangendo atualmente cerca de 65 participantes. Parceiros formais: IPAV e Escola Básica 2,3 Ruy Belo Parceiros informais: Grupo União Capoeira

O projecto POSSO tem os olhos postos na cooperação para o desenvolvimento dos sectores da Saúde e Educação na Guiné-Bissau, através de actividades culturais. Somos, pois, uma associação que acredita que juntos Podemos melhorar a qualidade de vida dos guineenses.

MIGRAÇÕES E DIÁLOGO INTERCULTURAL

POSSO

PARTICIPAÇÃO E CIDADANIA

EMPREGABILIDADE SOLIDÁRIA

LIDERANÇA SERVIDORA

CRIANÇAS

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ACADEMIA UBUNTU RUGBY

LIDERANÇA SERVIDORA

A Academia Ubuntu Rugby forma jovens das zonas suburbanas de Lisboa através do rugby e da sua filosofia desportiva, acreditando que o rugby é uma forma de criação de valores essenciais para a vida e não pode ser considerado apenas na sua forma competitiva. Para além da saudável prática desportiva, o rugby é generosidade, entrega, trabalho em equipa, coragem, honra e sacrifício, e são estes os valores que a Academia Ubuntu Rugby defende no dia a dia. Originalmente designado por Clube Rugby Kellerman, associação sem fins lucrativos, criada em 2010, com o objetivo de proporcionar uma experiência concreta dos valores do Rugby junto de jovens com oportunidades escassas de acesso a este desporto. A partir da época 2013/2014 foi assinado um acordo de cooperação com o IPAV. A coincidência de valores entre o projecto original e o IPAV/Academia Ubuntu permitiu a fusão de intenções neste novo projecto, doravante designado por Academia Ubuntu Rugby.

ACADEMIA Ubuntu Rugby AMRT Ubuntu Basket “A Academia Ubuntu apoia o projeto AMRT Ubuntu Basket, desenvolvido pela AMRT – Associação de Melhoramentos e Recreativo do Talude (Catujal, Loures), desde a época desportiva de 2013/2014, através de um apoio logístico e do envolvimento membros da academia

na formação. Pretende-se contribuir para uma consciencialização para uma cultura Ubuntu, através do desporto, pelo envolvimento regular de crianças e jovens numa atividade desportiva - basquetebol, procurando garantir um melhor desempenho escolar e combater o absentismo.”

23 crianças | 8 adolescentes | Território de intervenção: Catujal | 2 treinos por semana

©Helder Delgado

MIGRAÇÕES E DIÁLOGO INTERCULTURAL

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ACADEMIA UBUNTU GUINÉ - BISSAU Uma iniciativa

Projecto financiado pela União Europeia através do Programa UE-PAANE

Com o apoio

Faculdade de Direito de Bissau

1.ª FASE

2.ª FASE

3.ª FASE

Seminários focados na liderança e projetos de vida de cada participante

Elaboração de projetos sociais que coloquem em prática o espírito ubuntu e de acordo com as necessidades das comunidades

• Ação – Formação • Através da Incubadora Social Ubuntu, os participantes implementarão os projetos de empreendedorismo social que idealizaram na 2.ª fase

LIDERANÇA SERVIDORA

Nascida a partir da experiência da Academia Ubuntu Portugal, a edição da Guiné-Bissau diferencia-se desta por se dirigir a um contexto cultural distinto, adaptando o seu programa e metodologia à realidade local. Visando a capacitação de jovens com elevado potencial de liderança, ativos em organizações da sociedade civil, promove a criação e implementação de projetos locais de empreendedorismo social.

Fortalecimento da sociedade civil guineense, através da capacitação de jovens líderes

Programa formativo para jovens ativos em organizações da sociedade civil baseado da filosofia ubuntu e liderança servidora

Apoio na definição de projetos de vida e empenho comunitário

Criação e implementação de projetos de empreendedorismo social

Competências de organização/ trabalho em grupo, bem como elaboração e gestão de projetos

Criação da Incubadora Social como espaço colaborativo de suporte à implementação dos projetos

MIGRAÇÕES E DIÁLOGO INTERCULTURAL

Implementar um programa de liderança

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UBUNTU GLOBAL NETWORK “A Ubuntu Global Network é uma rede mundial de organizações que utilizam a filosofia Ubuntu como inspiração para o seu trabalho. Foi criada em 2014 por iniciativa da Academia Ubuntu com o objetivo de contribuir para a transformação da sociedade através de atividades, ações e projetos que trabalhem com pessoas nas suas comunidades.

A Ubuntu Global Network procura a visão de um mundo que abrace a filosofia Ubuntu, enfatizando a importância da comunidade, da solidariedade, do carinho, da partilha, da harmonia, da hospitalidade, do respeito e da capacidade de resposta. Um mundo em que se reconheça a verdadeira alteridade de todas as pessoas.”

LIDERANÇA SERVIDORA PARTICIPAÇÃO E CIDADANIA MIGRAÇÕES E DIÁLOGO INTERCULTURAL

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Ubuntu Global Conference Lisboa, 12 de abril de 2014 A 1ª Ubuntu Global Conference, realizada na Fundação Calouste Gulbenkian, deu a conhecer as perspetivas inovadoras de projetos de âmbito social com inspiração na filosofia Ubuntu, em áreas como a educação, integração social, empreendedorismo e gestão de conflito, entre outras. Este evento contou com a presença do Prof. John Volmink atual presidente da MIET Africa que teve um papel fundamental na reestruturação da educação sul-africana no pós-apartheid.


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“A UGN é única no mundo. Tem algo que a unifica e que terá expressão em vários locais no mundo. Este é o inicio de algo grande que me dá esperança num mundo melhor.”

“Trata-se de conectividade, colaboração e comunidade”.

John Volmink, South Africa

Rosalind Scott , Reino Unido Ubuntu4schools

Ubuntu Theatre Project

Jimmy Mizen Foundation

Project Ubuntu/City Year

Ř

ŘEUA

REINO UNIDO PORTUGAL

Ř

ÁUSTRIA

Ř

Ubuntu Mail

Academia Ubuntu

“Estamos no inicio de algo verdadeiramente especial e o mundo está preparado para receber o conceito Ubuntu.”

Natalia Vladimironova, Rússia

Ř

CABO VERDE Ř GUINÉ

The Ubuntu Project

Rede Ubuntu ŘBRASIL

DO SUL

ŘAUSTRÁLIA

PARTICIPAÇÃO E CIDADANIA

ŘÁFRICA ŘURUGUAI

“A UGN é um local onde vamos buscar forças, onde nos conectamos e nos transformamos o que tínhamos em algo maior.” Eduardo Seidenthal, Brasil

Ubuntu: Transformación Afrodescendiente

MiET Africa

Mais informações: www.ubuntuglobalnetwork.com info@ubuntuglobalnetwork.com

“A RIU permite que organizações diferentes mas que partilham a mesma visão e os mesmos objectivos juntem esforços para difundir a filosofia Ubuntu globalmente.” Anna Mortensen, Australia

MIGRAÇÕES E DIÁLOGO INTERCULTURAL

Daniel Becton, EUA

“Podemos partilhar os nossos recursos, os nossos conhecimentos, as nossas experiências e acredito que a UGNse vai tornar em algo grande”

LIDERANÇA SERVIDORA

United People


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GEPE O desemprego constitui, e constituirá nos próximos anos, um dos principais problemas sociais em Portugal. Estado e sociedade civil têm de unir esforços para atalhar os efeitos nefastos deste flagelo, procurando soluções inovadoras, de baixo custo e complementares às ofertas sociais existentes.

EMPREGABILIDADE SOLIDÁRIA PARTICIPAÇÃO E CIDADANIA

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Instituições anfitriãs

Animadores

Pessoas em situação de desemprego

O IPAV, ao olhar esta realidade, desenvolveu o conceito dos GEPE Grupos de Entreajuda para a Procura de Emprego - para responder a necessidades sociais não resolvidas ao nível da reintegração laboral dos desempregados, nomeadamente: // O combate ao isolamento decorrente da perda de socialização que o “não ir trabalhar” provoca; // O combate à auto-centragem que cada desempregado sofre, que o leva a ficar refém da gravidade real ou ampliada do seu problema; // A prevenção da depressão que tantas vezes se instala; // Partilha de informação relevante sobre o mercado de trabalho partindo da experiência laboral de cada elemento e do trabalho desenvolvido em grupo, numa dinâmica de entreajuda.

Destinatários

Objetivos

// Pessoas desempregadas que queiram livremente participar nesta dinâmica de apoio a outras pessoas desempregados na procura ativa de emprego, beneficiando desse mesmo apoio de uma forma recíproca. // A participação é gratuita em termos financeiros, mas exige um compromisso de presença regular e contributos para o enriquecimento das reuniões, nomeadamente na pesquisa de oportunidades de trabalho que se adeqúem a membros do seu GEPE. // Os GEPE são constituídos por 8 a 10 pessoas desempregadas e 2 animadores voluntários, que se reúnem semanalmente nas instalações de uma instituição anfitriã que disponibiliza gratuitamente uma sala para os encontros.

// Apoiar desempregados no seu processo de reintegração laboral, através da dinâmica de grupos de entreajuda. // Criar um modelo e uma metodologia simples, de baixo custo e elevada eficácia, para a restauração psicológica e anímica de desempregados tendo em vista o sucesso na procura de um novo emprego. // Envolver recursos não financeiros disponíveis na comunidade de voluntários, para apoio a pessoas desempregadas.


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O I e II Congressos GEPE sob os lemas “Juntos vamos mais longe” e “Eu vou vencer o desemprego”, tiveram lugar em 2013 e 2014, no Auditório do Montepio, em Lisboa. O objetivo dos encontros foi o de juntar todos os envolvidos animadores, participantes, instituições anfitriãs e parceiros, dando-lhes voz para que contassem como foram os primeiros anos de vida do GEPE.

“A atitude é muito importante porque, muitas vezes, é o único recurso, e torna-se a força motriz que nos faz avançar. Por isso sempre que um GEPE ajuda (ou entreajuda) e acompanha alguém a enfrentar cada um destes desafios faz algo de muito importante.” Duarte Perdigão (GEPE CUPAV)

Reuniões GEPE 3) Autoformação - através da leitura, análise e discussão de temas de empregabilidade

Indicadores

115 GEPE Dados 2013

O livro “Acreditar”, publicado em 2014, retrata histórias de pessoas que passaram pelos GEPE e que viveram essa experiência de uma forma positiva. De como transformaram tormentas em boa esperança. De como ajudaram e foram ajudadas.

patrocínios

1527 132 48 28,47%

Participantes Animadores Instituições Anfitriãs Taxa de Empregabilidade

Dados maio 2014 897 144 62 21,4%

EMPREGABILIDADE SOLIDÁRIA

2) Entreajuda emocional, combatendo a desmotivação e reforçando o pensamento positivo;

PARTICIPAÇÃO E CIDADANIA

1) Partilha de atividades desenvolvidas durante a semana com vista à obtenção de emprego;

Participantes Animadores Instituições Anfitriãs Taxa de Empregabilidade

apoios

Mais informações www.gepe.pt // gepe@ipav.pt 19


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HISTÓRIA DO FUTURO No ano 2008 surgia no CUPAV – Centro Universitário Padre António Vieira - a ideia do projecto História do Futuro, idealizado pelo Padre Miguel Gonçalves Ferreira e inspirado na vida e obra do Padre António Vieira. Na sua origem, a História do Futuro dotou os jovens à procura do primeiro emprego de instrumentos que os ajudaram numa procura de emprego mais pró-activa, mais efectiva e com mais qualidade. O programa foi criado para ajudar a desenvolver competências, criar motivações e oferecer conhecimentos em áreas específicas, e, simultaneamente, procurando criar laços comunitários de entreajuda entre jovens em situação idêntica, possibilitando o desenvolvimento de novos caminhos profissionais e fazendo com que se tornassem parte activa e criativa na construção do seu próprio futuro. Desde 2012, que o IPAV tem assegurado e dado continuidade a este programa integrando-o com a proposta de formação do GEPE.

Indicadores 2012

2013

Lisboa

Porto

Lisboa

Porto

2 edições

2 edições

2 edições

2 edições

72 participantes 64 participantes 24 formadores

19 formadores

109 participantes 53 participantes 29 formadores

31 formadores

EMPREGABILIDADE SOLIDÁRIA PARTICIPAÇÃO E CIDADANIA

Abota

MIGRAÇÕES E DIÁLOGO INTERCULTURAL

ABOTA é um acrónimo para Ações de Bairro para Oportunidades de Trabalho e Autonomia. ABOTA é fruto de uma parceria entre o Instituto Padre António Vieira (IPAV) e a Associação Teatro Ibisco, no âmbito da área da empregabilidade, através do projeto GEPE – Grupos de Entreajuda para a Procura de Emprego. A ABOTA pretende desenvolver diversas atividades para as comunidades moradoras no Bairro da Quinta da Fonte e no Bairro Quinta do Mocho (em Loures), nomeadamente na vertente de apoio aos desempregados.

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OBJETIVOS // Fomentar dentro da comunidade o reconhecimento e a importância da empregabilidade; // Reforçar a autoestima e a importância da formação e desenvolvimento pessoal; // Desenvolver conhecimentos e capacidades que permitam aos participantes adotar comportamentos autónomos; // Fomentar uma relação de solidariedade entre os participantes que permita a partilha de conhecimento e informação.


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GEPPE COWORKING

GEPPE COWORKING

Grupos de Entreajuda para a Procura do 1º Emprego

CONHECER CONSTRUIR TREINAR • As capacidades, as competências pessoais • O mercado de trabalho, os sectores,... • Os empregadores e os recrutadores

• As ferramentas técnicas e sociais de procura de emprego: Marca Pessoal, CV, Carta de Motivação, Imagem, atitude profissional,...

• As entrevistas, o Networking, o Pitch, a Comunicação, o Trabalho em Equipa, a Gestão do Tempo, a Resolução de Problemas,...

FOCO EM RESULTADOS Inserção com sucesso no mercado de trabalho

Adequação de perfil às exigências do mercado de trabalho

Apoio de um gestor de GEPPE CoWorking – gestor do espaço e do roteiro de inserção profissional

Ciclo de quatro meses para colocação no mercado de trabalho – estágio profissional ou emprego

12 por grupo 4 horas participantes

EMPREGABILIDADE SOLIDÁRIA

Programa dinâmico que concilia a formação com a procura ativa de emprego, através da entreajuda dos seus membros. Acompanhamento diário por parte de um gestor de projeto especializado na área da empregabilidade. O Espaço Cowork está instalado no Bairro do Rego, em Lisboa, e funciona em parceria com o projeto KM2.

AUTO-CONHECIMENTO

ENTREVISTAS DE EMPREGO

FERRAMENTAS TÉCNICAS DE PROCURA DE EMPREGO

LEGISLAÇÃO DO TRABALHO

FERRAMENTAS SOCIAIS DE PROCURA DE EMPREGO

SOFT SKILLS

HARD SKILLS

Inactividade do período de desemprego como depreciação do activo

Busca isolada e sem foco

Desadequação dos perfis dos jovens diplomados e das necessidades do mercado

Inexperiência na procura de emprego

O PROBLEMA

MIGRAÇÕES E DIÁLOGO INTERCULTURAL

ATELIERS DE FORMAÇÃO

PARTICIPAÇÃO E CIDADANIA

por dia

Elevado índice de desemprego juvenil

21


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MAIOR EMPREGABILIDADE Projeto de promoção da empregabilidade e empreendedorismo, igualdade de oportunidades e inclusão de jovens. AÇÕES: Vitaminas para o Emprego – formação em competências transversais (soft skills) e de literacia digital para jovens fora do mercado de trabalho. JobParties/ Viagem ao mundo do trabalho – seminários sobre a experiência de ingresso no mercado de trabalho, a partir da vivência de jovens profissionais com menos de 5 anos de vida activa Dia Aberto das Empresas– Realização de um evento nacional em que as empresas se abrem a receber visitas mostrando o que são/como funcionam.

EMPREGABILIDADE SOLIDÁRIA

Indicadores

Objetivos do Programa Ações do Projeto

Europass CV Júnior – Sensibilização para a construção desde cedo das várias componentes do CV adequado ao mercado (competências transversais), através de uma ferramenta específica Europass/Forum Estudante. Espaços GEPPE Coworking – solução inovadora de busca cooperativa de emprego entre jovens, apoiados em espaços de cowork a criar em instituições (ensino/IPSS/autarquias/outras). Disponibilização de recursos, entre os quais Currículo Literacia Digital e a possibilidade de criação de IT Academies Microsoft. Promoção do empreendorismo / Empreendedor Júnior - Promoção do empreendedorismo para jovens não universitários, fora do mercado de trabalho, dinamizados por institutos politécnicos.

Capacitação para Apoio ao a empregabilidade Empreendedorismo

Acção I Vitaminas para o emprego

Acção II Job Parties

Acção III Europass CV Junior

Acção IV Dia Aberto nas Empresas

Acção V GEPPE Cowork Acção VI Promoção do empreendedorismo

Promoção da Inclusão Social

Incentivo à Participação Cívica

Formadores Beneficiários 100

1500

✔ ✔

100

22

com o apoio

600 6000

20

720 1000

220 projeto cofinanciado por

1500

11320


1 Grupo (de Escola, Programa Escolhas, Centro Educativo, etc)

Envolvimento Geral 1725 jovens dos 14 aos 25 193 Professores, Técnicos 110 Instituições (Centros Educativos, PE, Escolas, AI,..)

Envolvimento Específico 80 CIDNET do Programa Escolhas 5 Centros Educativos 16 Escolas (1 Profissional e 15 Secundárias) 9 LIJ, IPSS, Associações Imigrantes/Refugiados, entre outros

Metodologia de Educação Não Formal e Participativa Personal StoryTelling

Módulos

Materiais de suporte pedagógico

Workshop (5 dias) Jovens formadores da Academia Ubuntu Personal StoryTelling Digital StoryTelling – Construção do guião Digital StoryTelling – Construção do vídeo Costrução e treino da apresentação oral Apresentação Pública Site – Museu Digital Vidas Ubuntu Canal Vidas Ubuntu.tv Manuais

PARTICIPAÇÃO E CIDADANIA

Desenvolvimento de um programa de estruturação e apresentação, na primeira pessoa, de histórias de vida de jovens (14-25 anos) com particular atenção aos provenientes de contextos vulneráveis. Metodologia inovadora – personal storytelling - aliada à filosofia Ubuntu -Eu sou porque tu és - através de um processo formativo e de consciencialização, uma integração positiva do passado, valorizando a identidade e promovendo uma cultura de acolhimento, respeito, entreajuda e confiança. Particular atenção a grupos desfavorecidos, grupos de risco e grupos sujeitos a discriminação (designadamente jovens com medidas tutelares educativas, imigrantes, etnias minoritárias, reclusos e exreclusos, jovens em risco.

Objetivos ■ Valorizar as raízes sociais/culturais dos jovens dando sentido à sua identidade ■ Reforçar a autoestima/autoconfiança ■ Promover o autoconhecimento pelo “connecting the dots”(Steve Jobs) incentivando uma leitura integrada dos trajetos de vida ■ Projetar o futuro a partir da experiência de vida ■ Capacitar para a comunicação oral e em suporte multimédia ■ Capacitar para o desenvolvimento de um projeto (apresentação histórias de vida) que exige concepção, planeamento, apresentação e avaliação

MIGRAÇÕES E DIÁLOGO INTERCULTURAL

VIDAS UBUNTU

LIDERANÇA SERVIDORA

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23


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"Justiça para Tod@s" é um Projeto de promoção dos valores democráticos colocando a Educação para a Justiça e o Direito (em especial os Direitos Humanos, direitos das minorias e não discriminação) como ferramenta cívica fundamental num Estado-de-Direito.

COMO FUNCIONA?

Inscrição no site

Formação professores e técnicos

Escolha dos casos

Preparação dos casos

Simulação Julgamento

PARTICIPAÇÃO E CIDADANIA MIGRAÇÕES E DIÁLOGO INTERCULTURAL

COMPETÊNCIAS A ADQUIRIR PELOS JOVENS • Apurar o sentido da Justiça; • Valorização da Lei e dos Direitos Humanos e o seu papel nas sociedades democráticas • Compreensão do processo legislativo e do papel dos tribunais como órgãos de soberania; • Compreensão dos dilemas da justiça, do risco de erro e da procura da verdade • Capacidade de comunicar as suas ideias, convicções e opiniões sobre a Lei e os Direitos Humanos; • Desenvolver a capacidade de entendimento quando e como a lei se aplica a factos específicos; • Desenvolver capacidade de análise de um problema, argumentação e defesa de um ponto de vista; • Construir consenso sobre deliberação, negociação, compromisso e resolução de conflitos; • Promover o espírito de participação; • Criar canais de comunicação entre agentes da justiça e jovens.

Mais informações www.justicaparatodos.net // info@justicaparatodos.net 24

OBJETIVOS • Promover valores democráticos por reforço da compreensão do funcionamento do Estado-de-Direito • Reforçar o valor da participação cívica ativa, informada e responsável • Criar canais eficientes de aproximação que proporcionem uma comunicação saudável entre jovens cidadãs(os) e o sistema judicial • Despertar a consciência para a importância de analisar e compreender vários pontos de vista e promover soluções comprometidas com os Direitos Humanos • Permitir, através de uma fórmula alternativa, introduzir no portefólio de aprendizagens básicas, a educação para a Justiça e os Direitos Humanos • Ajudar a perceber como a lei pode promover a coesão social e provocar mudança social.

DESTINATÁRIOS Jovens em Contexto Escolar

3.º Ciclo

Jovens com Medidas Tutelares

12- 16 anos

Jovens Reclusos Jovens Programa Escolhas

16- 25 anos 12- 25 anos

Secundário e Profissional


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METODOLOGIA DE EDUCAÇÃO NÃO FORMAL E PARTICIPATIVA

GRUPO

JOGOS DE SIMULAÇÃO

(Escolas, Programa Escolhas, Centros Educativos, Estabelecimento Prisional) UM CASO

PROFESSOR OU TÉCNICO

ADVOGADO TUTOR

PAPÉIS DESEMPENHADOS PELA EQUIPA

JUÍZ REAL

MATERIAIS DE SUPORTE PEDAGÓGICO SALA DE AUDIÊNCIA REAL

REVISTA

KIT DE FORMAÇÃO

NACIONALIDADE

LIBERDADE RELIGIOSA NO CONTECTO LABORAL

WEBSITE

VIOLÊNCIA NO NAMORO

projeto cofinanciado por

LINGUAGEM HOMICÍDIO VIOLÊNCIA DE ÓDIO / INTOLERÂNCIA EXTREMISTA

TRÁFICO DE SERES HUMANOS

FURTO

ASILO E REFUGIADOS

REDES SOCIAIS RACISMO E XENOFOFIA

MIGRAÇÕES E DIÁLOGO INTERCULTURAL

BULLYING

PARTICIPAÇÃO E CIDADANIA

CASOS SÃO DEZ OS CASOS PROPOSTOS ÀS EQUIPAS PARTICIPANTES

com o apoio

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA

25


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NUTS II

MAPA DE INOVAÇÃO E EMPREENDEDORISMO SOCIAL

Viana do Castelo Bragança Braga

O "Mapa de Inovação e Empreendedorismo Social em Portugal" é um projeto de pesquisa, liderado pelo IES e com a colaboração do IPAV, que irá descobrir e mapear as iniciativas inovadoras procurando a criação de conhecimento, usando uma metodologia de proximidade com as comunidades locais. O foco desta metodologia está na análise de competitividade dos modelos de negócio inovadores identificados, e na divulgação e disseminação, nacional e internacional, de casos de sucesso e boas práticas nacionais. Nesse domínio, o presente projeto dará particular atenção à comunicação e partilha do conhecimento gerado, através da criação de uma ferramenta online que incluirá um mapa interativo com os projetos escolhidos, a produção de vídeos, a edição de um livro e a organização de eventos nacionais e internacionais.

Vila Real Porto

Viseu Aveiro

Guarda

Coimbra

Castelo Branco Leiria

Santarém

Portalegre

Lisboa

COMO FUNCIONA?

Setúbal

PARTICIPAÇÃO E CIDADANIA

Fase I

Entrevistas Presenciais a Observadores Privilegiados

Fase II

Telefonemas de Despiste a Iniciativas Referenciadas

Fase III

Inquérito Profundo a Iniciativas Seleccionadas

Pesquisa Entrevistas a Observadores Privilegiados (OP’s)

Entrevistas por telefone

Questionários a iniciativas (QI’s) Tratamento de dados e conclusões

Iniciativas Sociais Despitadas (~25%)

Beja

Iniciativas ES+ (~3%)

Avaliação Conselho Académico Consultivo

Fase IV

Apresentação, Conselho Académico e Selecção Final das Iniciativas

ES+ Divulgação

Faro

Inovações Sociais

Norte

Sul Centro

26

Évora

Todas as Iniciativas Sociais (100%)


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Mais informações www.mies.pt info@mies.pt

VÍDEOS

promotores

A crise económica e financeira torna a criatividade e a inovação, em geral, e a inovação social, em particular, ainda mais importantes para criar crescimento sustentável, empregos seguros e aumentar a competitividade.

[Um mapeamento da Inovação Social na Europa] fomentará o trabalho em rede e a partilha de boas práticas, construindo uma Comunidade Europeia de Inovação Social.

As inovações sociais na Europa necessitam de ser mais visíveis de forma a produzirem um impacto mais consistente e efectivo em todas as áreas em que operam.

Durão Barroso, Presidente da CE

Maire Geoghegan-Quinn, Comissária para a Investigação, Inovação e Ciência

António Tajani, Vice-presidente da Comissão Europeia

financiamento

co-financiamento

apoios

PARTICIPAÇÃO E CIDADANIA

UMA ESTRATÉGIA EUROPEIA

distinção

27


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Difícil de definir

OBJETIVOS Mobilizar o Estado e a Sociedade civil para o desenvolvimento de modelos de governação integrada, baseados na cooperação/parceria, participação dos stakeholders, comunicação eficaz e liderança colaborativa, nomeadamente influenciando as políticas públicas para alcançar os objetivos do Portugal 2020 (crescimento inteligente, sustentável e inclusivo). Suportar esta visão estratégica numa dinâmica de inovação social que privilegie a análise, a reflexão e ação sobre a solução de problemas sociais complexos, criando o "Fórum da Governação Integrada", com o desenvolvimento de um programa de eventos, de levantamento de boas práticas/benchmarking e de materiais e ações de formação. Articular e/ou apoiar/dar visibilidade a projetos piloto de governação integrada de base territorial, de foco temático ou de seleção de destinatários específicos, bem como inspirar transversalmente as políticas sectoriais com este princípio.

De difícil resolução e com falhas crónicas de soluções apresentadas

Atravessa fronteiras organizacionais e responsabilidades

Interdependências e multi-casualidades

PROBLEMA SOCIAL COMPLEXO

Envolve alterações de comportamentos

(wicked problem)

Soluções podem gerar novos problemas

Socialmente complexo Sem soluções claras

GOVERNAÇÃO INTEGRADA

Sete perguntas essenciais para começar um projeto de GovInt

PARTICIPAÇÃO E CIDADANIA

Mais informações www.forumgovernacaointegrada.pt secretariado@forumgovernacaointegrada.pt

1] A razão de ser da proposta de GovInt está bem clarificada, assim como as vantagens decorrentes (aumento de eficácia e de eficiência) e dificuldades previsíveis? 2] Há um decisor político verdadeiramente empenhado no desenvolvimento do projeto de GovInt e tem peso específico para fazer avançar a solução? 3] Já foi tentada alguma experiência congénere, no país ou no estrangeiro? Com que resultados? O que se aprendeu? 4] Estão identificadas as instituições que devemos envolver e com que contributos e responsabilidades? 5] Estamos a propor um ciclo de tempo suficiente para uma abordagem sustentada e com resultados efetivos? Ou a pressão do curto-prazo é esmagadora e gerará grande frustração? 6] Temos identificadas e mobilizadas as pessoas certas para dirigir e executar o projeto de GovInt? 7] Estabelecemos indicadores claros e exequíveis de avaliação? Como podemos ter marcos intermédios que permitam aferir que se está no caminho certo?

parceiros MINISTRO ADJUNTO E DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL

28


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Em dezembro de 2013, na Fundação Calouste Gulbenkian, foi lançado o estudo “Portugal 2020: como fazer funcionar a governação integrada?”, bem como o Roteiro para a Governação Integrada. O documento de trabalho resultou de uma iniciativa do Instituto P. António Vieira, que colocou na sua agenda a prioridade do estudo e da promoção de modelos de governação integrada para a resolução de problemas sociais complexos. O Fórum para a Governação Integrada é um projeto dinamizado por um conjunto de parceiros que se associam para a promoção de uma alteração da cultura organizacional das instituições, evoluindo das soluções burocráticas para modelos de governação integrada (GovInt), que permitam maior eficácia e eficiência na resolução de problemas sociais complexos. Difícil de definir

BAIRROS

Governação Integrada

PROBLEMA

Soluções podem gerar novos problemas

SAÚDE • Maior exposição a fatores de risco • Desnutrição / Má alimentação • Incapacidade de acesso à saúde

Envolve alterações

“…uma estratégia política que procura coordenar o desenvolviSOCIAL de comportamentos mento eCOMPLEXO a implementação de políticas, transversalmente a de-

Baixos rendimentos • Empregos de baixo salário • Desemprego frequente • Sem poupanças - consumo baixo e incapacidade de investimento

• Rendas baixas existem apenas em zonas habitacionais de exclusão (Bairros Sociais) • Faltas de contactos / Redes • Rede de transportes deficiente • Estigma social

• Níveis elevados de desestruturação familiar • Percentagem elevada de famílias monoparentais • Incidência elevada de maternidade infantil

GOVERNAÇÃO INTEGRADA

HABITAÇÃO

EDUCAÇÃO

Atravessa fronteiras organizacionais e responsabilidades TRABALHO

FAMÍLIA

Interdependências e multi-casualidades

partamentosproblem) e agências, especialmente para abordar problemas (wicked

sociais complexos como exclusão e pobreza, de uma forma integrada (…). É uma estratégia que procura juntar não só os departamentos governamentais, mas também um conjunto de instituições privadas e de voluntariado, trabalhando transversalmente, tendo em vista um objetivo comum” Socialmente (Bogdanor, 2005).

complexo

Sem soluções claras

SERVIÇOS DE APOIO À FAMÍLIA PROTEÇÃO E PROMOÇÃO DAS CRIANÇAS CUIDADOS PRIMÁRIOS DE SAÚDE E SAÚDE MENTAL

EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO

POBREZA

SERVIÇOS PARA SENIORES

PARTICIPAÇÃO E CIDADANIA

O CICLO DA POBREZA

• Baixa escolaridade • Elevada taxa de abandono escolar • Iliteracia

De difícil resolução e com falhas crónicas de soluções apresentadas

BAIRR

• Rendas baixas exi apenas em zonas habitaci de exclusão (Bairros So • Faltas de contactos / R • Rede de transportes defic • Estigma s

REDES DE EMPREGO DESENVOLVIMENTO COMUNITÁRIO

REDE DE TRANSPORTES

• Níveis elev • Percentagem elevada de • Incidência elevada

29


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OUTROS PROJETOS GERIDOS PELO IPAV 30


©Hakim Douliba

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Outurela (Portugal) 15 pessoas incluindo professores, uma psicóloga e um dirigente associativo.

promotor

cofinanciamento

parceiros

Ballaro (Itália) 14 pessoas incluindo um médico, um psicólogo e uma professora.

PARTICIPAÇÃO E CIDADANIA

Morillon (França) 10 pessoas incluindo um polícia, uma enfermeira, um assistente social, um jornalista e um fotógrafo.

MIGRAÇÕES E DIÁLOGO INTERCULTURAL

Ladywood (Inglaterra) 10 pessoas incluindo um representante político, um investigador e um assistente social.

GOVERNAÇÃO INTEGRADA

A rede europeia “SUCESS” é composta por quatro grupos de trabalho, um por país: França, Inglaterra, Itália e Portugal. Em Portugal o projeto é gerido pelo IPAV tendo por base a comunidade da OuturelaPortela, situada no Concelho de Oeiras pela sua variedade religiosa e étnica. Cada grupo de trabalho é composto por jovens da comunidade e representantes políticos locais e instituições sociais. Juntos tentam dar uma resposta à seguinte questão: Como construir uma sociedade multicultural bem sucedida?


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EIXO DE INTERVENÇÃO I AÇÕES TRANSVERSAIS

"O nosso Km2" é um projeto de desenvolvimento comunitário que procura soluções integradas,CULTURA para resCULTURA ULTURA E LAZER para E LAZER E LAZER ponder a problemas sociais complexos. Pensado EMPREGO E SEGURANÇAatuar no território onde a FCG está inserida (Freguesia das Avenidas EMPREGO EMPREGO LEGALIZAÇÃO LEGALIZAÇÃO SOCIAL E SEGURANÇA E SEGURANÇA E NACIONALIE NACIONALINovas, em Lisboa) o projeto tem como missão contribuir para promover SOCIAL SOCIAL DADE DADE DESEMPREGO CONFLIuma comunidade inclusiva, dialogante, proactiva e solidária, resolvendo OSOS FORMAÇÃO TUALIDADE problemas sociais complexos através de um modelo de governação ITÁRIOS E FEMININO REDES REDES integrada. SOCIAIS DE SOCIAIS DE FORMAÇÃO FORMAÇÃO VIZINHANÇA VIZINHANÇA VOLUNTAÉ promovido pela Fundação Calouste Gulbenkian e pela Câmara RIADO ABITAÇÃO HABITAÇÃO HABITAÇÃO ESPAÇOS E ESPAÇOS Ecomposto ESPAÇOS Municipal de Lisboa e por um leque alargado de parceiros. ÚBLICOS PÚBLICOS PÚBLICOS A gestão do projeto é da responsabilidade do IPAV.

aço do projeto p s E Co m u nic a çã

aT é c nic a

od

EMPREGABILIDADE SOLIDÁRIA

Eq

EIXO DE INTERVENÇÃO III DESEMPREGO JOVEM E FEMININO

EIXO DE INTERVENÇÃO IV CONFLITUALIDADE LATENTE INTERÉTNICA, GERACIONAL E CULTURAL

CULTURA E LAZER

CULTURA E LAZER

CULTURA E LAZER

GOVERNAÇÃO INTEGRADA PARTICIPAÇÃO E CIDADANIA MIGRAÇÕES E DIÁLOGO INTERCULTURAL

32

oP rojet o

EIXO DE INTERVENÇÃO II IDOSOS SOLITÁRIOS

SEGURANÇA

ACESSIBILIDADES

TRANSVERSAIS

uip

JOVEM

AÇÕES

EMPREGO E SEGURANÇA SOCIAL

IDOSOS SOLITÁRIOS

REDES SOCIAIS DE VIZINHANÇA

HABITAÇÃO E ESPAÇOS PÚBLICOS

LEGALIZAÇÃO E NACIONALIDADE

FORMAÇÃO

VOLUNTARIADO

REDES SOCIAIS DE VIZINHANÇA

DESEMPREGO

EMPREGO E SEGURANÇA SOCIAL

JOVEM E FEMININO

EMPREGO E SEGURANÇA SOCIAL

CONFLITUALIDADE

FORMAÇÃO HABITAÇÃO E ESPAÇOS PÚBLICOS

LEGALIZAÇÃO E NACIONALIDADE

REDES SOCIAIS DE VIZINHANÇA

FORMAÇÃO HABITAÇÃO E ESPAÇOS PÚBLICOS


©Joost de Raeymaeker

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2011/12 Inicio do Projeto com definição de objetivos; Lançamento do estudo sobre o território, sua actualização e conclusão; Inicio da constituição das parcerias; Lançamento dos inquéritos à população e às instituições de proximidade; auscultação da população.

2013 Incremento e consolidação das parcerias; Desenho colaborativo do Plano de acção; Definição dos materiais de comunicação; Definição do espaço Km2 e adaptação às necessidades; Definição da liderança do projeto.

2014/18

MIGRAÇÕES E DIÁLOGO INTERCULTURAL

PARTICIPAÇÃO E CIDADANIA

Mais informações www.km2.pt // info@km2.pt

GOVERNAÇÃO INTEGRADA

EMPREGABILIDADE SOLIDÁRIA

Concretização do plano de ação; Acompanhamento e avaliação das ações;

PROMOTORES

PA R C E I R O S

33


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GABILIDADE EMPRE

MAIOR M AIOR EMPREGABILIDADE EMP REGABILIDADE

PAR TIC IPA ÇÃ O

DA RA

E IA AN AD CID

GOVE RNA ÇÃ O

INT EG

MIG RAÇ INTE ÕES E RCU DI LTU ÁLO RA GO L

ORA LIDERANÇA SERVID


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DESENVOLVIMENTO REGIONAL REGIONAL E DO DESENVOLVIMENTO

PARCEIROS INTERNACIONAIS

PARCEIROS IPAV

Faculdade Faculdad Facu ldadee de Direito ldad Direito de Bissa BBissau issauu issa


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«TUDO PARECE IMPOSSÍVEL ATÉ QUE SEJA FEITO» NELSON MANDELA


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IPAV Instituto Padre António Vieira Porto: CiDEB - Univ. Católica Portuguesa - Campus de Asprela Rua Dr. António Bernardino de Almeida. 4200-072 Porto +351 223 322 130 Lisboa: Trav. Pedras Negras Nº 1 - 4º Andar. 1100-404 Lisboa Telefone: (+351) 21 885 47 30 | Fax: (+351) 21 887 76 66 +351 218 854 730 www.ipav.pt secretariado@ipav.pt

© Instituto Padre António Vieira 2014 // Todos os direitos reservados


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Brochura IPAV  

Apresentação institucional do IPAV.

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