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REVISTA SEMANAL 130 DE 28-04-2014 A 04-05-2014

BRIEFING INTELI|CEIIA » TRANSPARÊNCIA || 2014


Revista de Imprensa 05-05-2014

1. Página 1, 29-04-2014, Público alemão desconhece "corrupção maciça" na venda de submarinos

1

2. Diário de Notícias, 29-04-2014, Inspeção mandou 14 processos de crimes financeiros para tribunal

2

3. Público, 30-04-2014, Obras em instalações do PSP, do SEF, da ANPC e da GNR sob investigação

3

4. Público, 30-04-2014, Três condenados a prisão por tráfico de pessoas

5

5. Jornal de Notícias, 30-04-2014, Fundos europeus no topo das fraudes financeiras

6

6. Jornal de Notícias, 30-04-2014, Suspeitas de corrupção em obras das polícias

7

7. Jornal de Negócios, 30-04-2014, Ex-director-geral do MAI detido por suspeitas de corrupção

9

8. i, 30-04-2014, Mais de cem empresas usaram programa fraudulento para eliminar facturas

10

9. i, 30-04-2014, Ex-director-geral do MAI detido por suspeitas de corrupção

13

10. Diário Económico, 30-04-2014, Mega-operação da PJ por suspeitas de corrupção no MAI

14

11. Diário de Notícias, 30-04-2014, Ex-diretor-geral suspeito de ganhar com obras públicas

15

12. Diário de Notícias, 30-04-2014, Fraudes com faturas no valor de 3,1 milhões

18

13. Correio do Minho, 30-04-2014, Alegado cabecilha de rede de tráfico de pessoas condenado a 12 anos de prisão

19

14. Correio da Manhã, 30-04-2014, Obras do MAI dão 20 milhões a amigos

20

15. Visão, 01-05-2014, Documentário alemão denuncia caso português

23

16. Público, 01-05-2014, Ex-director-geral do MAI suspeito de corrupção fica em prisão preventiva

24

17. Jornal de Notícias, 01-05-2014, Responsáveis da Gebalis com penas de prisão

27

18. i, 01-05-2014, Ex-director do MAI em prisão preventiva

29

19. Diário de Notícias, 01-05-2014, Investigados ajustes diretos acima do limite legal em obras do MAI

30

20. Correio da Manhã, 01-05-2014, Diretor oferece 20 obras do MAI a irmão maçon

31

21. Sol, 02-05-2014, Ex-director do MAI preso

34

22. Sol, 02-05-2014, Fraude nos programas de facturação

35


23. Jornal de Notícias, 02-05-2014, Estado deu 12 milhões por ajuste direto a empresas investigadas

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24. i, 02-05-2014, Submarinos Procuradoria alemã diz que acórdão não é público

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25. Diário de Notícias, 02-05-2014, Defesa de ex-diretor do MAI garante que tutela autorizou tudo

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26. Diário de Notícias, 02-05-2014, Dois condenados por fraude no Brasil-Portugal de 2008

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A1

ID: 53657824

29-04-2014

Público alemão desconhece "corrupção maciça" na venda de submarinos

Tiragem: 0

Pág: 6

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 20,24 x 26,97 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 1 de 1

submarinos para a África do Sul, Grécia, Egipto, Turquia e Portugal.

Jornalista António Cascais, autor de uma reportagem transmitida pela televisão pública alemã, considera que até o julgamento do caso na Alemanha foi feito à medida. Por Sandra Afonso

As autoridades alemãs ocultam do público as suspeitas de corrupção na indústria dos submarinos, afirma o jornalista António Cascais, autor de uma reportagem transmitida esta segunda-feira pela televisão pública alemã. Os casos e as investigações vão-se acumulando fora da Alemanha, país que detém 60% do comércio mundial da venda de submarinos, negócios milionários envolvidos em "corrupção maciça", denuncia António Cascais. A história não é estranha ao público português, onde está em investigação a compra de dois submarinos a um consórcio alemão, mas por terras de Angela Merkel tudo tem sido abafado, revela António Cascais. “Para o público alemão tudo é novo, ninguém sabe com que métodos os submarinos alemães são vendidos em todo o mundo. É uma grande história de êxito para os alemães, mas os alemães não sabem que por trás desse êxito estão ocorrências de corrupção maciças. Toda a documentação era secreta.” O jornalista português diz ainda que até o julgamento feito na Alemanha foi feito à medida. “A Alemanha esteve interessada em fazer uma espécie de julgamento rápido às empresas que praticaram a corrupção, porque as pessoas que foram condenadas na Alemanha não poderão ser condenadas em Portugal, porque já foram condenadas na Alemanha. Eu diria que foi cozinhada uma espécie de sentença relativamente branda, os managers da Ferrostal que foram condenados na Alemanha não foram para a prisão, receberam uma pena suspensa, e a empresa pagou uma multa em dimensões relativamente fáceis de pagar”, afirma António Cascais. Os detalhes da sentença foram ocultados da imprensa, com a conivência das autoridades, “para proteger os malfeitores”, sublinha o autor do documentário. António Cascais acrescenta que esta é apenas a ponta do icebergue, “há imensos casos do género”. Os submarinos não foram vendidos só pela sua alta qualidade, “mas sim porque houve sempre corrupção maciça por trás desses negócios”. O jornalista dá o exemplo de contratos de venda de

Página 1


A2

ID: 53654197

29-04-2014

Tiragem: 30990

Pág: 13

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 26,77 x 23,23 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 1 de 1

Página 2


A3

ID: 53672843

30-04-2014

Tiragem: 34258

Pág: 8

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 26,85 x 31,17 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 1 de 2

Obras em instalações do PSP, do SEF, da ANPC e da GNR sob investigação Procuradoria-Geral da República confirma detenção do ex-director geral de Equipamentos do MAI e adianta que o suspeito será ouvido hoje no Tribunal Central de Instrução Criminal MIGUEL MADEIRA

Justiça Mariana Oliveira A Polícia Judiciária (PJ) deteve ontem o ex-director-geral de Infra-estruturas e Equipamentos do Ministério da Administração Interna (MAI), João Alberto Correia, no âmbito de uma investigação de corrupção que levou à realização de buscas durante toda a manhã de ontem naquela direcção-geral afecta ao MAI. As buscas alargaram-se a vários locais do país, nomeadamente em empresas de construção civil, numa operação que envolveu algumas dezenas de inspectores da PJ. A investigação está a passar a pente fino os contratos assinados pelo dirigente que cessou funções há menos de três meses. Uma busca na base de dados da contratação pública permite concluir que João Alberto Correia recorria em abundância ao ajuste directo, o que aconteceu 224 vezes nos três anos que esteve em funções. Nesse período, o dirigente só realizou um concurso público, tendo feito 19 ajustes directos de obras em instalações do MAI com valor entre os 140 mil e os 150 mil euros, o limite máximo para os ajustes directos previsto nas regras da contratação pública. São exemplos disso a ampliação da sede da Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC), em Carnaxide, a remodelação da 2.ª Esquadra do Comando Metropolitano de Lisboa da PSP, várias obras de adaptação dos antigos governos civis a instalações do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) ou da GNR. O dirigente também é suspeito de criar empresas de arquitectura a quem adjudicaria a realização de projectos, cometendo assim o crime de participação económica em negócio. A Procuradoria-Geral da República (PGR) confirmou ontem à tarde a detenção do antigo dirigente da Administração Pública e adiantou que o suspeito será ouvido hoje no Tribunal Central de Instrução Criminal, pelo juiz Carlos Alexandre. O arquitecto João Alberto Correia, 48 anos, esteve em funções até ao início de Fevereiro, tendo sido exonerado a seu pedido, segundo o despacho do secretário de Estado adjunto do Ministro da Adminis-

Esquadras de PSP estão entre os ajustes directos que estão a ser investigados pelo Ministério Público

João Alberto Correia recorria em abundância ao ajuste directo, o que aconteceu 224 vezes nos três anos que esteve em funções. Nesse período, o dirigente só realizou um concurso público

tração Interna, Fernando Alexandre, publicado a 18 de Fevereiro em Diário da República. O dirigente da Administração Pública transitara já do anterior Governo, liderado por José Sócrates, tendo sido nomeado por um despacho de 4 de Março de 2011 assinado pelo próprio primeiroministro e pelo então ministro da Administração Interna, Rui Pereira. Isto duas semanas e meia antes de José Sócrates ter anunciado o seu pedido de demissão. Dias antes da saída de João Alberto Correia, o secretário de Estado Fernando Alexandre assinava um despacho que reduzia de forma significativa as competências delegadas naquele responsável. Se até 31 de Janeiro deste ano, o dirigente estava autorizado a realizar despesas com empreitadas de obras públicas, aquisição e locação de bens e serviços até 500 mil euros, nesse

dia o limite passou a ser de 100 mil euros. João Alberto Correia é doutorado em arquitectura pela Universidade de Salford, Reino Unido, tendo sido entre 2009 e 2010 consultor para a área da construção do então secretário de Estado Adjunto das Obras Públicas, Paulo Campos. Em 2009 foi igualmente adjunto do secretário de Estado adjunto e da Justiça, Conde Rodrigues. Numa nota divulgada a meio da tarde, a Procuradoria-Geral da República (PGR) confirma a detenção de João Alberto Correia e completava que o inquérito, que corre no Departamento Central de Investigação e Acção Penal, “tem como objecto eventuais ilegalidades relacionadas com obras efectuadas em estruturas da responsabilidade do Ministério da Administração Interna”. Em causa, acrescenta o comunicado, estão

suspeitas da prática de crimes de corrupção e participação económica em negócio. A PGR confirma igualmente a realização das buscas na DirecçãoGeral de Infra-estruturas e Equipamentos, em Lisboa, em colaboração com a Unidade Nacional de Combate à Corrupção e que estiveram a ser acompanhadas pelo juiz Carlos Alexandre. A investigação decorre há largos meses, segundo fontes contactadas pelo PÚBLICO. O MAI já reagiu a esta operação, informando que “no âmbito de uma auditoria e processo de inquérito à Direcção-Geral de Infra-estruturas e Equipamentos — realizado pela Inspecção-Geral da Administração Interna — foi determinado, pelo ministro da Administração Interna, a remessa ao Ministério Público dos factos já apurados com eventual relevância criminal”.

Página 3


ID: 53672843

30-04-2014

Tiragem: 34258

Pág: 1

País: Portugal

Cores: Preto e Branco

Period.: Diária

Área: 5,10 x 3,93 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 2 de 2

Obras na PSP, SEF, GNR e Protecção Civil sob investigação Ex-director geral do MAI recorria em abundância ao ajuste directo p8

Página 4


A5

ID: 53672870

30-04-2014

Tiragem: 34258

Pág: 11

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 4,81 x 9,29 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 1 de 1

Justiça

Três condenados a prisão por tráfico de pessoas O Tribunal de Famalicão condenou ontem três pessoas a penas de prisão entre os seis e os 12 anos depois de ter considerado provados 12 crimes de tráfico de pessoas e branqueamento de capitais. A condenação foi o desfecho de uma investigação do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) que, em 2009, culminou na detenção de 15 arguidos. O grupo recrutava mulheres de origem sul-americana para serem exploradas sexualmente em estabelecimentos de diversão.

Página 5


A6

ID: 53672661

30-04-2014

Tiragem: 84969

Pág: 28

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 21,80 x 24,49 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 1 de 1

Página 6


A7

ID: 53672669

30-04-2014

Tiragem: 84969

Pág: 2

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 26,97 x 33,95 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 1 de 2

Página 7


ID: 53672669

30-04-2014

Tiragem: 84969

Pág: 1

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 15,26 x 10,87 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 2 de 2

Página 8


A9

ID: 53673062

30-04-2014

Tiragem: 12336

Pág: 24

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 20,75 x 22,72 cm²

Âmbito: Economia, Negócios e.

Corte: 1 de 1

Página 9


A10

ID: 53673154

30-04-2014

Tiragem: 27259

Pág: 2

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 15,02 x 33,28 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 1 de 3

Página 10


ID: 53673154

30-04-2014

Tiragem: 27259

Pág: 3

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 14,93 x 32,30 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 2 de 3

Página 11


ID: 53673154

30-04-2014

Tiragem: 27259

Pág: 1

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 22,14 x 6,26 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 3 de 3

Página 12


A13

ID: 53673161

30-04-2014

Tiragem: 27259

Pág: 3

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 9,76 x 29,23 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 1 de 1

Página 13


A14

ID: 53673185

30-04-2014

Tiragem: 17280

Pág: 16

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 9,23 x 26,82 cm²

Âmbito: Economia, Negócios e.

Corte: 1 de 1

Mega-operação da PJ por suspeitas de corrupção no MAI Justiça Em causa estará favorecimento em contratos e adjudicações. Operação espalhou-se a todo o país. Inês David Bastos ines.bastos@economico.pt

Há meses que a Polícia Judiciária (PJ) andava a investigar os contratos celebrados pelo ex-director-geral das infraestruturas e Equipamentos do MAI durante o seu mandato e ontem, por suspeitas de corrupção, lançou uma mega-operação de buscas que culminou com a detenção daquele responsável. José Alberto Correia, de 48 anos, e director-geral no MAI entre 2011 e Fevereiro passado, vai ser hoje ouvido pelo juiz Carlos Alexandre (que ontem acompanhou as buscas) para lhe ser aplicada uma medida de coacção. O Diário Económico sabe que a operação foi montada no máximo sigilo e que envolveu quase cem agentes da PJ que efectuaram buscas em vários locais do país. O epicentro foi a Direcção-Geral das Infraestruturas e Equipamentos, organismo do Ministério da Administração Interna. É esta estrutura que tem a responsabilidade de gerir todo o património imobiliário e comunicações do Ministério, bem como o planeamento e a adjudicação de obras. É neste ponto que surgem as suspeitas. Numa nota divulgada ontem, a Procuradoria Geral da República (PGR) revela que em causa estão “suspeitas da prática de crimes de corrupção e participação económica em negócio”, com eventuais ilegalidades em obras efectuadas em estruturas do MAI, nomeadamente esquadras da PSP. Fonte ligada ao processo disse ao Diário Económico que sobre o ex-director-geral - que tinha transitado do Governo de Sócrates - recaem suspeitas de viciação na contratação de obras, nomeadamente de “ajustes directos ilegais ou favorecimento de alguns empreiteiros”. João Alberto Correia era, enquanto director-geral daquele departamento, o responsável máximo pela contratação das obras públicas no património do MAI. Arquitecto de formação, João Alberto Correia abandonou o

Ministério liderado por Miguel Macedo em Fevereiro deste ano depois de a Inspecção Geral da Administração Interna (IGAI) ter instaurado uma auditoria interna precisamente por suspeitas de ilegalidades e crimes económicos na contratação de obras. Na ocasião, o então responsável alegou “razões pessoais” para a demissão, mas nos bastidores era dado como certo que a sua saída estava relacionada com as suspeitas e a auditoria. Este inquérito interno da IGAI está ainda a decorrer e em segredo de Justiça, mas ontem o ministro Miguel Macedo, em comunicado, fez saber que já tinha remetido para o Ministério Público os dados que foram sendo apurados “com relevância criminal”. Sem clarificar, fica a ideia de que terá sido o próprio ministro a lançar a denúncia ao Ministério Público. O Diário Económico perguntou ao MAI e à PGR se estavam previstas outras diligências no âmbito desta operação e que empresas estarão envolvidas, mas não recebeu resposta até ao final desta edição. No entanto, fonte ligada ao processo garantiu que esta é uma “mega-operação que não termina aqui”, tanto que se estendeu a todo o país, “nomeadamente aos locais da adjudicação de obras suspeitas”. O Ministério de Macedo também não revelou o montante do eventual prejuízo para o Estado. João Alberto Correia entrou para a Direcção-Geral das Infraestruturas e Equipamentos do MAI em Março de 2011, tendo transitado para o novo Governo. Antes, entre 2009 e 2010, tinha sido consultor para a área da construção do então secretário de Estado adjunto das Obras Públicas Paulo Campos, passando depois a adjunto de Conde Rodrigues na Justiça.■ com A.P.

MAI tinha aberto auditoria em Fevereiro a eventuais ilegalidades do ex-director-geral. João Correia é hoje ouvido pelo juiz.

Página 14


A15

ID: 53673104

30-04-2014

Tiragem: 30990

Pág: 6

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 26,56 x 34,01 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 1 de 3

Página 15


ID: 53673104

30-04-2014

Tiragem: 30990

Pág: 7

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 27,13 x 33,66 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 2 de 3

Página 16


ID: 53673104

30-04-2014

Tiragem: 30990

Pág: 1

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 15,92 x 11,48 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 3 de 3

Página 17


A18

ID: 53673270

30-04-2014

Tiragem: 30990

Pág: 18

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 10,61 x 9,30 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 1 de 1

Página 18


A19

ID: 53676166

30-04-2014

Tiragem: 8000

Pág: 37

País: Portugal

Cores: Preto e Branco

Period.: Diária

Área: 12,70 x 8,32 cm²

Âmbito: Regional

Corte: 1 de 1

Famalicão

Alegado cabecilha de rede de tráfico de pessoas condenado a 12 anos de prisão O Tribunal Judicial de Vila Nova de Famalicão condenou a penas de 12, 8 e 6 anos de prisão três arguidos num processo de tráfico de pessoas e de branqueamento de capitais, informou ontem o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF). A decisão, proferida na segunda-feira, foi o desfecho de uma investigação levada a cabo pelo SEF, na sequência da qual foram constituídos 15 arguidos. O tribunal considerou como provados 12 crimes de tráfico de pessoas e um de branqueamento de capitais. Segundo o SEF, em causa esteve o recrutamento e tráfico de mulheres de origem sul-americana, posteriormente exploradas pelos arguidos na prática de prostituição e de alterne em estabelecimentos de diversão nocturna de Santo Tirso e de Famalicão. Os condenados a penas de prisão efectiva foram o cabecilha do grupo, o seu gestor e uma angariadora de origem sul-americana. Dos restantes 12 arguidos, 3 foram absolvidos, tendo os outros sido condenados em penas entre os 5 e os 14 meses de prisão, suspensas na execução. Entre estes, o SEF destaca a condenação de um funcionário de instituição bancária por colaboração no branqueamento de capitais decorrente da prática criminosa.

Página 19


A20

ID: 53673594

30-04-2014

Tiragem: 151804

Pág: 7

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 26,65 x 30,80 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 1 de 3

Página 20


ID: 53673594

30-04-2014

Tiragem: 151804

Pág: 7

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 27,14 x 34,95 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 2 de 3

Página 21


ID: 53673594

30-04-2014

Tiragem: 151804

Pág: 1

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 4,76 x 5,14 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 3 de 3

Página 22


A23

ID: 53673423

01-05-2014

Tiragem: 87040

Pág: 8

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Semanal

Área: 5,95 x 20,83 cm²

Âmbito: Interesse Geral

Corte: 1 de 1

Página 23


A24

ID: 53692695

01-05-2014

Tiragem: 34258

Pág: 12

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 27,14 x 31,39 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 1 de 3

Ex-director-geral do MAI suspeito de corrupção fica em prisão preventiva PEDRO CUNHA

João Alberto Correia foi ouvido ontem durante várias horas pelo juiz Carlos Alexandre. Ministro Miguel Macedo assume denúncia ao Ministério Público após ordenar auditoria à direcção-geral Justiça Mariana Oliveira, Nuno Sá Lourenço e José António Cerejo Prisão preventiva. Foi essa a medida de coacção aplicada ontem pelo juiz Carlos Alexandre ao ex-director-geral de Infra-estruturas e Equipamentos do Ministério da Administração Interna João Alberto Correia, depois de um interrogatório que durou várias horas e decorreu no Tribunal Central de Instrução Criminal. A mais gravosa medida de coacção tinha sido pedida pela procuradora Inês Bonina, que defendeu que, em liberdade, o antigo dirigente, suspeito de crimes de corrupção e participação económica em negócio, podia perturbar as investigações. Segundo fonte judicial, o arguido deverá manter-se no estabelecimento prisional anexo à PJ de Lisboa, onde passou a noite de terça para quarta-feira. O ministro da Administração Interna assumiu ontem, no Parlamento, que a detenção do ex-director-geral daquele ministério e as buscas realizadas pela PJ naquela direcção-geral resultaram de uma denúncia sua. À saída de uma audição parlamentar, Miguel Macedo reconheceu que o processo foi espoletado “por uma auditoria” que solicitou à Inspecção-Geral da Administração Interna (IGAI) de que depois resultou uma “participação” sua ao Ministério Público. “A inspecção-geral fez aquilo que devia fazer”, disse o ministro, depois de ter frisado a sua política de “reforçar os meios e recursos” afectos à IGAI. “Nós temos mecanismos de auditoria e esses mecanismos foram mesmo alargados”, afirmou Macedo, escusando-se ainda a tecer mais comentários sobre o processo, em particular por se encontrarem em curso “actos judiciais”. O ex-director-geral, que pediu a demissão no início de Fevereiro, tinha entrado em funções em Março de 2011 por nomeação do então primeiro-ministro José Sócrates e do respectivo ministro da Administração Interna, Rui Pereira. A origem da investigação tem a ver

com o recurso sistemático às adjudicações por ajuste directo, em detrimento dos concursos públicos, para a realização de obras em instalações dependentes do MAI, nomeadamente da PSP, GNR, Serviço de Estrangeiros e Fronteiras e Autoridade Nacional de Protecção Civil. A investigação está a passar a pente fino os contratos assinados pelo dirigente, que cessou funções há menos de três meses. Uma busca na base de dados da contratação pública permite concluir que João Alberto Correia recorria em abundância ao ajuste directo, o que aconteceu 224 vezes nos três anos que esteve em funções. Nesse período, o dirigente realizou um único concurso público, tendo assinado 19 ajustes directos de obras em instalações públicas com valor entre os 140 mil e os 150 mil euros, o limite máximo para os ajustes directos. Já no início dos anos 2000, o Gabinete de Estudos e Planeamento de Instalações do MAI (GEPI), organismo que mais tarde foi transformado na actual DGIE, tinha estado no centro das atenções da IGAI, então dirigida pelo procurador-geral adjunto Rodrigues Maximiano. Uma auditoria concluída em 2002 apontou para a existência no GEPI de numerosas “irregularidades/ilegalidades” na contratação de obras e de serviços diversos. As conclusões dos auditores da IGAI levaram o então inspector-geral, António Morais, a pedir a sua exoneração, tal como João Alberto Correia fez em Fevereiro. Morais — que em 2007 se tornou conhecido por ter sido o professor de três das cinco disciplinas com que Sócrates concluiu a sua polémica licenciatura na Universidade Independente — tinha sido nomeado director do GEPI por Armando Vara, em 1996. Ao longo dos anos em que esteve em funções, a empresa que, de longe, mais concursos ganhou e adjudicações obteve no GEPI foi a Conegil, uma sociedade entretanto falida e liderado por um amigo de Sócrates. Contrariamente ao que agora sucedeu, as ilegalidades detectadas pela IGAI em 2002 não conduziram a qualquer investigação judicial.

PJ fez anteontem buscas na sede da DGIE, que era dirigida pelo arquitecto João Alberto Correia

Página 24


ID: 53692695

01-05-2014

Tiragem: 34258

Pág: 13

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 10,63 x 26,72 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 2 de 3

O pai, o filho, a maçonaria e as suspeitas Perfil Paulo Pena João Alberto Correia é arquitecto, maçon, professor e influente nos corredores da política governativa. O seu pai também era. Também ele se chamava João. João Rosado Correia, o pai, que morreu em 2002, foi ministro do Equipamento Social do bloco central sob a liderança de Mário Soares. E também viu o seu nome envolvido num escândalo. A 15 de Agosto de 1987, dois anos após a sua saída do Governo, a sua foto aparecia na primeira página do Expresso: “Ex-ministro trouxe dinheiros de Macau para o PS”. Rosado Correia, revelava o Expresso, estava no aeroporto de Hong Kong quando foi interceptado por António Vitorino, à época governante em Macau, que o intimou a devolver três milhões de patacas (300 mil euros) que tinha em seu poder. A partir daqui as versões divergem. Fonte próxima de Vitorino, citada pelo Expresso, garantia que o dinheiro provinha de uma “extorsão” sobre empresários macaenses. Rosado Correia dizia que o dinheiro era fruto de uma “colecta de fundos” de que fora encarregado pelo PS. E acusava Vitorino, indirectamente, por ter impedido o dinheiro de chegar ao partido, na altura presidido por Vítor Constâncio. Duas versões opostas e nunca esclarecidas. Até porque o caso nunca foi alvo de nenhuma acusação. E João, pai, escapou a uma acusação. Mas não voltaria à ribalta política. João Alberto Correia, o filho, também frequentou o Terreiro do Paço, mas apenas como director-geral de Infra-Estruturas e Equipamentos do Ministério da Administração Interna. Também ele acabou por sair, entre suspeitas. Mas não se ficam por aqui as coincidências. Nos nomes, nos episódios, na formação em arquitectura, no berço alentejano, na militância socialista. E em algo mais misterioso. João, pai, foi grão-mestre do Grande Oriente Lusitano, o maior

ramo maçónico português. O filho é membro de uma loja com peso histórico, a 25 de Abril. A sua nomeação para o Ministério da Administração Interna deve-se a outro maçon, também do GOL, Rui Pereira, na altura ministro, que se orgulhava, numa entrevista à SIC, de nunca ter sido “proposto ou nomeado para nenhum cargo por um maçom”. A maçonaria é um ponto central na vida de João, filho. Integrou o Conselho Editorial da Revista de Segurança e Defesa, tal como consta do seu currículo, com um restrito grupo de maçons influentes, como Ângelo Correia e o próprio António Vitorino, que há 18 anos acusara o seu pai. Mas o ex-libris da família é a Fundação Convento da Orada, fundada em 1988 — pouco depois do escândalo de Macau — por João, pai, e presidida entre 2006 e 2008 por João, filho. Com sede em Monsaraz, a fundação detém uma universidade, a Escola Superior Gallaecia, que funciona em Vila Nova de Cerveira, e onde João, e vários familiares, integram o corpo docente. João Alberto Correia tem 49 anos, e é o mais velho de seis irmãos. É doutorado em arquitectura pela Universidade de Salford, Reino Unido. Ao contrário do pai, não assina com o título Professor Doutor Arquitecto. Mas tem interesses muito variados, que não se resumem à arquitectura. Foi adjunto de Conde Rodrigues, quando este ocupou a secretaria de Estado da Justiça. Integrou a Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária. Ganhou um concurso — também ele polémico — a que mais ninguém concorreu, quando João Soares era presidente da Câmara de Lisboa. Graças a ele ficou com a concessão do conhecido restaurante Eleven, no Parque Eduardo VII, que projectou e vendeu a José Miguel Júdice e alguns amigos. O seu currículo encheu uma página do Diário da República. Mas as suspeitas que sobre si recaem prometem encher muitas mais, noutros periódicos. com J.A.C.

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ID: 53692695

01-05-2014

Tiragem: 34258

Pág: 1

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 6,02 x 4,90 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 3 de 3

Ex-director-geral do MAI suspeito de corrupção fica preso O perfil e história de João Alberto Correia cruza-se com a do seu pai. Mesma profissão, mesmo partido, mesma loja maçónica p12/13

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A27

ID: 53693082

01-05-2014

Tiragem: 84969

Pág: 15

País: Portugal

Cores: Preto e Branco

Period.: Diária

Área: 10,78 x 24,05 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 1 de 2

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ID: 53693082

01-05-2014

Tiragem: 84969

Pág: 14

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 8,01 x 1,50 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 2 de 2

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A29

ID: 53693339

01-05-2014

Tiragem: 27259

Pág: 6

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 4,47 x 7,04 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 1 de 1

Página 29


A30

ID: 53693254

01-05-2014

Tiragem: 30990

Pág: 17

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 15,95 x 33,71 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 1 de 1

Página 30


A31

ID: 53693539

01-05-2014

Tiragem: 151804

Pág: 8

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 27,35 x 31,00 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 1 de 3

Página 31


ID: 53693539

01-05-2014

Tiragem: 151804

Pág: 9

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 27,07 x 35,19 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 2 de 3

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ID: 53693539

01-05-2014

Tiragem: 151804

Pág: 1

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 3,23 x 3,10 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 3 de 3

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A34

ID: 53703881

02-05-2014

Tiragem: 48748

Pág: 54

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Semanal

Área: 10,15 x 11,22 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 1 de 1

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A35

ID: 53703878

02-05-2014

Tiragem: 48748

Pág: 54

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Semanal

Área: 5,00 x 11,43 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 1 de 1

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A36

ID: 53703197

02-05-2014

Tiragem: 84969

Pág: 14

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 27,36 x 25,83 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 1 de 3

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ID: 53703197

02-05-2014

Tiragem: 84969

Pág: 13

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 8,69 x 4,97 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 2 de 3

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ID: 53703197

02-05-2014

Tiragem: 84969

Pág: 1

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 5,32 x 2,41 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 3 de 3

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A39

ID: 53702913

02-05-2014

Tiragem: 27259

Pág: 8

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 5,00 x 28,95 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 1 de 1

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A40

ID: 53703007

02-05-2014

Tiragem: 30990

Pág: 16

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 20,85 x 33,37 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 1 de 1

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A41

ID: 53703329

02-05-2014

Tiragem: 30990

Pág: 31

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 15,71 x 8,28 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 1 de 1

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Brief transparência » revista semanal 130