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AVANÇOS E DESAFIOS DAS ENERGIAS RENOVÁVEIS das palestras do EM 2015 Resumo Seminário Energia + Limpa: Conhecimento, Sustentabilidade e Integração

AVANCES Y DESAFÍOS DE LAS ENERGÍAS RENOVABLES EN 2015

Resumen de las conferencias del Seminario Energía + Limpia: Conocimiento, Sustentabilidad e Integración


ORGANIZAÇÃO: Andressa Braun, Fátima Martins, Mauro Passos, Paula Scheidt e Ricardo Rüther PRODUÇÃO: Quorum Comunicação Coordenação: Gastão Cassel Reportagem e texto: Larissa Cabral Tradução: Duo! Translations Fotografia: Sônia Vill Edição de arte: Rosana Toniolo Pozzobon

IMPRESSÃO: Alternativa Gráfica Tiragem: 1.000 exemplares 2015


SUMÁRIO - RESUMEN Apresentação / Presentación...............................................................................................4 A importância das energias renováveis no contexto das mudanças climáticas......... 8 La importancia de las energías renovables en el contexto de los cambios climáticos.....10 Moderadora / Mediadora: Daniela Chiaretti, Valor Econômico André Ferreira, Instituto de Energia e Meio Ambiente e Observatório do Clima Suzana Kahn, Projeto Fundo Verde (UFRJ) Gilberto Jannuzzi, Núcleo Interdisciplinar de Energia da UNICAMP André Costa Nahur, Programa de Mudanças Climáticas e Energia do WWF Brasil Desafio do setor elétrico.............................................................................................. 12 El desafío del sector eléctrico..............................................................................................14 Luiz Pinguelli Rosa, COPPE/UFRJ Desafios na qualificação profissional no setor de renováveis................................... 16 Desafíos en la cualificación profesional en el sector de renovables..................................18 Moderador / Mediador: Ricardo Rüther, UFSC e Instituto Ideal Jefferson de Oliveira Gomes, Senai/SC Maria Clara Kaschny Schneider, IFSC A inserção da indústria nacional no mercado de renováveis.................................... 20 La inserción de la indústria nacional en el mercado de renovables...................................22 Moderador / Mediador: Otmar Josef Müller, Câmara de Energia da FIESC Adriane Helena Rodrigues, BNDES Luciano Cunha de Sousa, MDIC Harry Schmelzer Neto, Grupo WEG Cósme Pôlese, SCGás Integração energética, política e econômica da América Latina................................ 24 Integración energética, política y económica de la América Latina....................................26 Moderador / Mediador: Mauro Passos, Instituto Ideal Leny Iara Medeiros, CIER Fernando Ferreira, OLADE Inaugurado o Centro de Pesquisa e Capacitação em Energia Solar......................... 28 Se inauguró el Centro de Investigación y Capacitación en Energía Solar..........................30 Visita Técnica à Usina Fotovoltaica Cidade Azul........................................................ 31 Visita Técnica a la Usina Fotovoltaica Cidade Azul..............................................................33 Registro Fotográfico..................................................................................................... 34 Confira os slides das palestras em www.institutoideal.org/seminario Vea las diapositivas de las conversaciones en www.institutoideal.org/seminario


APRESENTAÇÃO A 6ª edição do Seminário Energia + Limpa debateu, no dia 2 de junho de 2015, os caminhos para manter a sustentabilidade econômica, ambiental e social da matriz energética brasileira. Promovido pelo Instituto Ideal, em parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), o evento reuniu na sede da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (FIESC) especialistas nacionais e estaduais para discutir os desafios do setor. Temas fundamentais no contexto da difusão das energias alternativas foram abordados, como

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capacitação de mão de obra especializada, fomento da indústria e integração latino-americana. Além de painéis e palestras, que atraíram mais de 300 pessoas, a programação incluiu a inauguração do Centro de Pesquisa e Capacitação em Energia Solar do Grupo Fotovoltaica/ UFSC, no dia 1º de junho; e uma visita técnica à Usina Fotovoltaica Cidade Azul, projeto de P&D da Tractebel Energia, localizado em Capivari de Baixo, no Sul do estado. Na abertura, estiveram presentes o vice-presidente para Assuntos


Seminário debateu os caminhos para manter a sustentabilidade econômica, ambiental e social da matriz energética brasileira. Mais de 300 pessoas participaram do evento. Regionais da Região Sudeste da FIESC, Tito Alfredo Schmitt; o presidente da Câmara de Assuntos de Energia da FIESC, Otmar Josef Müller; o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDS), Carlos Chiodini; o deputado estadual Dirceu Dresch (PT); o então diretor-presidente da Eletrobras Eletrosul, Márcio Zimmermann; e o diretor da KFW no Brasil, Carsten Sandhop. O evento contou com o apoio da FIESC e da Cooperação Alemã para o Desenvolvimento Sustentável, por meio da Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) GmbH, e o patrocínio do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), Araxá Energia Solar, Solar Energy do Brasil, Centrais Elétricas de Santa Catarina S. A. – Celesc, Caixa, Eletrobras Eletrosul e Tractebel Energia. Além disso, teve o apoio institucional de Ambiente Energia, Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica), Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel) e Conselho Brasileiro de Construção Sustentável (CBCS).

Tito Alfredo Schmitt (FIESC)

Otmar Josef Müller (FIESC)

Carsten Sandhop (KFW Brasil)

Mauro Passos (Ideal)

Dirceu Dresch (PT)

Carlos Chiodini (SDS)

Márcio Zimmermann (Eletrosul)

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PRESENTACIÓN La 6ª edición del Seminario Energía + Limpia discutió, el día 2 de junio de 2015, los caminos a seguir para mantener la sustentabilidad económica, ambiental y social de la matriz energética brasileña. Promovido por el Instituto Ideal, en colaboración con la Universidad Federal de Santa Catarina (UFSC), el evento reunió a especialistas nacionales y estaduales en la sede de la Federación de las Industrias del Estado de Santa Catarina (FIESC), para discutir los desafíos del sector. Se abordaron temas fundamentales en el contexto de la difusión de las energías alternativas, como la capacitación

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de la mano de obra especializada, desarrollo de la industria e integración latinoamericana. Además de paneles y ponencias, que atrajeron a más de 300 personas, la programación incluye la inauguración del Centro de Investigación y Capacitación en Energía Solar del Grupo Fotovoltaica/UFSC, el 1º de junio, y una visita técnica a la Usina Fotovoltaica Cidade Azul, proyecto de P&D de Tractebel Energía, ubicado en Capivari de Baixo, al sur del estado. En la apertura, estuvieron presentes Tito Alfredo Schmitt, Vicepresidente de Asuntos Regionales de la


Región Sudeste de la FIESC; Otmar Josef Müller, Presidente de la Cámara de Asuntos de Energía de la FIESC; Carlos Chiodini, Secretario de Estado del Desarrollo Económico Sustentable (SDS); Dirceu Dresch, Diputado Estadual por el Partido de los Trabajadores (PT); Márcio Zimmermann, Director y Presidente de Eletrobras Eletrosul; y Carsten Sandhop, Director de KFW en Brasil. El evento contó con el apoyo de la FIESC y de la Cooperación Alemana para el Desarrollo Sostenible, por medio de la Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) GmbH, y el patrocinio del Banco Regional de Desarrollo del Extremo Sur (BRDE), Araxá Energía Solar, Solar Energy de Brasil, Centrales Eléctricas de Santa Catarina S. La. – Celesc, Caixa, Eletrobras Eletrosul y Tractebel Energía. Además, tuvo el apoyo institucional de Ambiente Energía, de la Cámara de Comercialización de Energía Eléctrica (CCEE), de la Asociación Brasileña de Energía Eólica (ABEEólica), de la Asociación Brasileña de los Distribuidores de Energía (Abraceel) y del Consejo Brasileño de Construcción Sustentable (CBCS).

Seminario discute las maneras de mantener la sostenibilidad económica, social y ambiental de la matriz energética brasileña. Más de 300 personas asistieron al evento. AVANCES Y DESAFÍOS DE LAS ENERGÍAS RENOVABLES EN 2015

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A IMPORTÂNCIA DAS ENERGIAS RENOVÁVEIS NO CONTEXTO DAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS Moderadora: Daniela Chiaretti, Repórter Sênior do jornal Valor Econômico André Ferreira, Diretor Presidente do Instituto de Energia e Meio Ambiente e representante do Observatório do Clima Suzana Kahn, Coordenadora Executiva do Projeto Fundo Verde (UFRJ) Gilberto Jannuzzi, Coordenador do Núcleo Interdisciplinar de Energia da UNICAMP André Costa Nahur, Coordenador do Programa de Mudanças Climáticas e Energia do WWF Brasil Os desafios no planejamento energético em longo prazo no Brasil constituíram um dos focos centrais destacados pelos participantes do painel de abertura, que também defenderam um maior envolvimento da sociedade civil no processo de escolhas do governo em relação ao futuro da matriz energética. De acordo com os especialistas, o principal desafio para o país nos próximos anos será aumentar sua capacidade de geração ao mesmo tempo em que garanta a resiliência do sistema elétrico, o que passa por uma maior participação de fontes alternativas. A coordenadora executiva do projeto Fundo Verde e professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Suzana Kahn, alertou sobre os riscos de o País não contar com uma matriz variada e destacou que a segurança energética demanda medidas estruturais e de longo prazo. “É preciso integrar e articular as iniciativas que hoje estão muito isoladas e são muito pontuais. Para o desenvolvimento de uma política específica voltada ao segmento das renováveis, precisamos sair da fase de projetos-pilotos”, afirmou.

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Com 80% da matriz energética brasileira baseada em hidroeletricidade até 2000, o País precisou buscar alternativas energéticas para a atual crise hídrica. Ela ressaltou a importância das energias renováveis na redução das emissões de gases do efeito estufa e a necessidade de descarbonização da produção de energia como um todo. Como efeito ilustrativo do desenvolvimento de fontes alternativas adotadas no mundo, a professora apresentou dados sobre o declínio do preço da energia solar nas últimas duas décadas e o aumento da eficiência e disseminação das turbinas eólicas. Com 80% da matriz elétrica brasileira baseada em hidroeletricidade até 2000, o País precisou buscar alternativas energéticas para a atual crise hídrica. Segundo André Ferreira, representante do Observatório do Clima, isso tem provocado o desenvolvimento, ainda que tímido, das energias alternativas.


“A tendência é que a principal fonte continue sendo a hidrelétrica, mas com um foco muito maior na região amazônica e com um aumento considerável da importância da termeletricidade fóssil como principal fonte complementar. Para o avanço das renováveis, o desafio está em definir um plano de longo prazo e exercitar cenários possíveis, de forma construtiva e instrutiva”, indicou. Para Ferreira, é fundamental aperfeiçoar e desenvolver novos mecanismos de controle ambiental das usinas termelétricas, sobretudo relacionados ao uso da água e às emissões de poluentes. O coordenador do Núcleo Interdisciplinar de Energia da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), Gilberto Jannuzzi, defendeu o desenvolvimento de novos modelos de negócio para o setor como um caminho para aumentar a participação de fontes alternativas e, assim, contribuir para a diversidade da matriz. O especialista destacou, durante o painel,

que a disseminação das fontes renováveis e a conquista de maior eficiência energética dependem de uma série de fatores articulados, definidos em políticas específicas no campo energético, climático, socioeconômico e de tecnologia e inovação. Jannuzzi trouxe dados sobre a emissão de CO2 em diferentes setores econômicos e mostrou o papel da geração da eletricidade neste contexto, comparando números relativos às matrizes energéticas de diferentes países. Ao comentar sobre o papel do governo como incentivador da adoção de fontes alternativas, como a geração distribuída a partir da fotovoltaica, o coordenador do Programa de Mudanças Climáticas e Energia do WWF Brasil, André Nahur, apontou a necessidade de desenvolver uma economia de baixo carbono a partir de iniciativas do terceiro setor. “A evolução energética também é uma questão social, por isso, é preciso engajar e empoderar a sociedade, para que se articule junto ao governo e à iniciativa privada.”

Dia 2 de junho de 2015 FIESC

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Florianópolis

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SC

w w w . i n s t i t u t o i d e a l . o r g AVANÇOS E DESAFIOS DAS ENERGIAS RENOVÁVEIS EM 2015

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LA IMPORTANCIA DE LAS ENERGÍAS RENOVABLES EN EL CONTEXTO DE LOS CAMBIOS CLIMÁTICOS Moderadora: Daniela Chiaretti – Repórter Sénior del Diario Valor Económico André Ferreira – Director y Presidente del Instituto de Energía y Medio Ambiente y representante del Observatorio del Clima Suzana Kahn – Coordinadora Ejecutiva del Proyecto Fondo Verde (UFRJ) Gilberto Jannuzzi – Coordinador del Núcleo Interdisciplinar de Energía de la UNICAMP André Costa Nahur – Coordinador del Programa de Cambios Climáticos y Energía de WWF Brasil Los desafíos en la planificación energética a largo plazo en Brasil constituyen uno de los ejes centrales destacados por los participantes del panel de apertura, que también defendieron una mayor involucración de la sociedad civil en el proceso de elección del gobierno, en relación al futuro de la matriz energética. De acuerdo con los especialistas, el principal desafío para el país en los próximos años es aumentar su capacidad de generación, y, al mismo tiempo, garantizar la resistencia del sistema eléctrico, dando una mayor participación a las fuentes alternativas.

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Con el 80% de la matriz energética brasileña basada en la energía hidroeléctrica para el año 2000, el país tuvo que buscar alternativas energéticas a la crisis actual del agua.


Suzana Kahn, Coordinadora Ejecutiva del Proyecto Fondo Verde y Profesora de la Universidad Federal de Rio de Janeiro (UFRJ), alertó sobre los riesgos del país, al no contar el mismo con una matriz variada, y destacó que la seguridad energética demanda medidas estructurales y que son a largo plazo. “Es necesario integrar y articular las iniciativas que hoy están muy aisladas y son muy puntuales. Para el desarrollo de una política específica volcada al sector de los renovables, necesitamos salir de la etapa de proyectos-pilotos”, afirmó. Suzana destacó la importancia de las energías renovables en la reducción de las emisiones de gases de efecto invernadero y la necesidad de descarbonización de la producción de energía como un todo. Para ilustrar el desarrollo de fuentes alternativas adoptadas en el mundo, la profesora presentó datos sobre la baja del costo de la energía solar en las últimas dos décadas, y el aumento de la eficiencia y diseminación de las turbinas eólicas. Con el 80% de la matriz eléctrica brasileña con base en la hidroelectricidad hasta el año 2000, el país necesitó buscar alternativas energéticas para la actual crisis hídrica. Según André Ferreira, representante del Observatorio del Clima, eso ha provocado el desarrollo, aunque tímido, de las energías alternativas. “La tendencia es que la principal fuente siga siendo hidroeléctrica, pero con un enfoque mucho mayor en la región amazónica y con un aumento considerable de la importancia de la termoelectricidad fósil como principal fuente complementaria. Para el avance de las energías renovables, el desafío es definir un plan a largo plazo y trabajar en escenarios posibles, de forma constructiva e instructiva”, indicó.

Para Ferreira es fundamental perfeccionar y desarrollar nuevos mecanismos de control ambiental de las usinas termoeléctricas, sobre todo los relacionados con el uso del agua y las emisiones contaminantes. Gilberto Jannuzzi, Coordinador del Núcleo Interdisciplinario de Energía de la Universidad Estadual de Campinas (UNICAMP), defendió el desarrollo de nuevos modelos de negocio para el sector, como un camino para aumentar la participación de fuentes alternativas y, así, contribuir con la diversidad de la matriz. Durante el panel, el especialista destacó que la diseminación de las fuentes renovables y la conquista de una mayor eficiencia energética dependen de una serie de factores articulados, definidos en políticas específicas en el campo energético, climático, socioeconómico y de tecnología e innovación. Jannuzzi trajo datos sobre la emisión de CO2 en diferentes sectores económicos e indicó el papel de la generación de electricidad en este contexto, comparando números relativos con las matrices energéticas de diferentes países. Al comentar sobre el papel del gobierno como incentivador de la adopción de fuentes alternativas, como, por ejemplo, la generación distribuida a partir de la fotovoltaica, André Nahur, Coordinador del Programa de Cambios Climáticos y Energía de WWF Brasil, señaló la necesidad de desarrollar una economía de bajo carbono, a partir de iniciativas del tercer sector. “La evolución energética también es una cuestión social, por eso, se necesita involucrar y empoderar a la sociedad, para que se articule junto al gobierno y a la iniciativa privada.” AVANCES Y DESAFÍOS DE LAS ENERGÍAS RENOVABLES EN 2015

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DESAFIO DO SETOR ELÉTRICO Luiz Pinguelli Rosa, Diretor da COPPE/UFRJ Ao apresentar um panorama conjuntural da matriz energética brasileira, durante palestra no 6ª Seminário Energia + Limpa, o diretor do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (COPPE/UFRJ), Luiz Pinguelli Rosa, foi categórico: há muito para se desenvolver na indústria energética nacional, sobretudo, no setor das renováveis. Para Pinguelli, a escalada dos

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“O enfrentamento da mudança climática está intimamente ligado à inclusão social, a medidas de adaptação para populações vulneráveis e à consolidação de um modelo de produção e consumo mais solidário.” custos de produção, a importação de derivados e as dificuldades financeiras da Petrobras e da Eletrobras são alguns dos principais fatores que motivam a mudança do cenário atual. “As principais fontes da nossa matriz não são sustentáveis, tampouco eficientes. Por isso, acredito nas alternativas, como a energia eólica, principalmente se considerarmos a sazonalidade das fontes, e a solar, que tem grande potencial de distribuição”, observou. Ao abordar os combustíveis fósseis no contexto da geração de energia, em especial o petróleo e o gás natural, o especialista ressaltou o desequilíbrio entre os preços e a lentidão nas obras de infraestrutura. Pinguelli trouxe informações para comparação das diferentes fontes - hidrelética, térmica, nuclear e alternativas -, em relação a fatores, como investimento por kW, tempo de construção e geração de emprego, com destaque para o impacto ambiental e o efeito estufa. Entre os dados analisados também estavam os de consumo de energia por habitante em países em desenvolvimento, como Coreia do Sul e Venezuela. Dados dos últimos 15 anos, que mostram os números recordes de baixa no nível dos reservatórios nas regiões Sudeste e Centro Oeste, foram apresentados para contextualizar a

crise na geração hidrelétrica e debater a real sustentabilidade desta fonte. Pinguelli trouxe ao debate aspectos relacionados à política para a energia nuclear e destacou a não aceitação por parte do Brasil da alteração no Tratado de Não Proliferação, proposta pelos Estados Unidos. No cenário dos biocombustíveis, comparou dados sobre o consumo do etanol e da gasolina no Brasil, observando que, apesar do potencial brasileiro para produção de etanol a partir de cana de açúcar, atualmente o país importa etanol dos EUA, obtido a partir do milho. Para o professor, o enfrentamento da mudança climática está intimamente ligado à inclusão social, a medidas de adaptação para populações vulneráveis e à consolidação de um modelo de produção e consumo mais solidário. Pinguelli lembrou ainda do compromisso nacional voluntário, assumido pelo Brasil em 2009 na Conferência do Clima de Copenhague, de reduzir entre 36,1% e 38,9% as emissões de Gases do Efeito Estufa (GEE) até 2020. “Antes, a grande preocupação era o desmatamento; contudo, de lá pra cá, as emissões em decorrência da produção de energia cresceram muito e hoje são mais preocupantes”. De acordo com o palestrante, o desenvolvimento de tecnologias voltadas ao setor deve ganhar mais relevância neste cenário. O aproveitamento energético de resíduos também ganhou espaço na apresentação devido ao grande potencial de geração de emprego e à possibilidade de contar com preços competitivos. “No Brasil, o potencial energético do lixo é maior que o das usinas do complexo do Rio Madeira”, lembrou.

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EL DESAFÍO DEL SECTOR ELÉCTRICO Luiz Pinguelli Rosa – Director de la COPPE/UFRJ

Al presentar un panorama coyuntural de la matriz energética brasileña, durante la conferencia en el 6ª Seminario Energía + Limpia, Luiz Pinguelli Rosa, Director del Instituto Alberto Luiz Coimbra, de Pos-graduación e Investigación de Ingeniería de la Universidad Federal de Rio de Janeiro (COPPE/UFRJ), fue categórico: hay mucho por hacer en la industria energética nacional, sobre todo, en el sector de las energías renovables. Para Pinguelli la suba de los

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costos de producción, la importación de derivados y las dificultades financieras de Petrobras y de Eletrobras son algunos de los principales factores que motivan el cambio del escenario actual. “Las principales fuentes de nuestra matriz no son sustentables, ni tampoco eficientes. Por eso, creo en las alternativas como la energía eólica, principalmente si consideramos la temporalidad de las fuentes, y la energía solar, que tiene gran potencial de distribución”, subrayó.


Al abordar los combustibles fósiles en el contexto de la generación de energía, en especial el petróleo y el gas natural, el especialista resaltó el desequilibrio entre los costos y la lentitud en las obras de infraestructura. Pinguelli trajo informaciones para comparar diferentes fuentes - hidroeléctricas, térmicas, nucleares y alternativas -, en relación a factores, como inversiones por kW, tiempo de construcción y generación de empleo, destacando el impacto ambiental y el efecto invernadero. Entre los datos analizados también se encontraban los de consumo de energía por habitante, en países en desarrollo, como Corea del Sur y Venezuela. Se presentaron los datos de los últimos 15 años, que muestran los números récords de baja en el nivel de las reservas en las regiones sudeste y centro-este, para contextualizar la crisis en la generación hidroeléctrica y debatir la real sustentabilidad de esta fuente. Pinguelli trajo al debate aspectos relacionados a la política de energía nuclear y destacó la no aceptación por parte de Brasil para modificar el Tratado de No Proliferación, propuesta por los Estados Unidos. En el escenario de los biocombustibles se comparó los datos sobre el consumo del etanol y del gasoil en Brasil, observando que, a pesar del potencial brasileño para producir etanol a partir de la caña de azúcar, actualmente el país importa etanol de los EUA, derivado del maíz. Para el profesor, el enfrentamiento del cambio climático está íntimamente vinculado a la inclusión social, a medidas de adaptación de las poblaciones vulnerables y a la consolidación de un modelo de producción y consumo más solidario. Pinguelli también

hizo mención al compromiso nacional voluntario, asumido por Brasil en 2009, en la Conferencia del Clima de Copenhague, de reducir entre 36,1% y 38,9% las emisiones de Gases de Efecto Invernadero (GEI) hasta el año 2020. “Antes, la gran preocupación era la deforestación; sin embargo, en los últimos años, las emisiones provenientes de la producción de la energía se han incrementado mucho y hoy son más preocupantes”. De acuerdo con el panelista, el desarrollo de tecnologías volcadas al sector debe ganar más relevancia en este escenario. El aprovechamiento energético de residuos también ha ganado espacio en la presentación, debido al gran potencial de generación de trabajo y a la posibilidad de contar con precios competitivos. “En Brasil, el potencial energético de la basura es mayor que el de las usinas del complejo de Rio Madeira”, destacó.

“La lucha contra el cambio climático está estrechamente vinculada a la inclusión social, las medidas de adaptación para las poblaciones vulnerables y la consolidación de un modelo de producción y consumo más solidario.”

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DESAFIOS NA QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL NO SETOR DE RENOVÁVEIS Capacitação de mão de obra qualificada é fator chave na disseminação de fontes alternativas. Moderador: Ricardo Rüther – Professor da UFSC e Diretor do Instituto Ideal Jefferson de Oliveira Gomes – Diretor Regional do Senai/SC Maria Clara Kaschny Schneider – Reitora do IFSC Os desafios na qualificação profissional no setor de renováveis foram o tema do segundo painel do dia. Entre os pontos em comum defendidos pelos participantes, tiveram destaque a capacitação docente e a busca por metodologias alternativas. A reitora do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC), Maria Clara Kaschny Schneider, apresentou a infraestrutura do IFSC e apontou iniciativas voltadas ao setor energético desenvolvidas na instituição. De acordo com a reitora, no processo de formação da mão de obra é fundamental atuar por meio do ensino, pesquisa e extensão alinhados ao setor produtivo e às reais demandas do mercado. Para ela, deve-se investir

Entre os desafios da capacitação no setor está a compreensão do próprio conceito de sustentabilidade.

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nos mecanismos voltados à educação continuada para qualificar professores em diferentes níveis e modalidades, tendo em vista que a cadeia produtiva do setor de renováveis ainda é muito nova. “No Brasil, cursos específicos nessa área ainda são muito recentes, mas acredito que devam ser focados na transversalidade, com um currículo mais amplo e interdisciplinar”. Maria Clara também acredita que a formação de pessoas especializadas em energias renováveis é uma forma de contribuição ao desenvolvimento ambiental. “Temos hoje a necessidade não apenas do desenvolvimento tecnológico, mas também de sustentabilidade.” O diretor regional do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai/SC), Jefferson de Oliveira Gomes, questionou o sentido prático e real de sustentabilidade, afirmando que nenhum projeto que o homem faça é totalmente sustentável. “Existem processos menos sustentáveis do que outros”, afirmou. Ele citou exemplos dos setores aeronáutico e automobilístico para demonstrar as oportunidades de melhoria de eficiência energética.


“Um voo de São Paulo para Frankfurt (Alemanha) consome 160 mil litros de combustível, dos quais apenas 40 mil são para realizar o trabalho; o resto é entropia. A fabricação de um veículo produz 50 toneladas de rejeitos e nos 300 mil quilômetros de sua vida útil, são geradas mais 700 toneladas de poluição”, salientou. Para o diretor regional do Senai/SC, entre os desafios da capacitação no setor está a compreensão do próprio conceito de sustentabilidade. Segundo Gomes, trata-se de uma definição muito complexa, tendo em vista que envolve questões sociais, econômicas e ambientais. “Acredito que as metodologias ativas, que preveem a inserção dos estudantes como principais agentes responsáveis pela aprendizagem, podem ser um caminho. Devemos investir também em uma formação global, com atuação local. Ou seja, ter certo nível de especializa-

ção, mas contar principalmente com uma formação básica sólida e mais universal”, defendeu. O diretor ainda destacou a importância do trabalho em equipe e de tornar os processos de ensino e aprendizagem mais naturais e conectados à realidade dos estudantes. O professor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Ricardo Rüther, destacou na mediação a capilaridade do IFSC e do Senai no estado, posicionando as instituições entre as mais relevantes na capacitação técnica dos trabalhadores catarinenses. O professor acredita que, diante de um mercado novo e em franca expansão, os estudantes são “a bola da vez” e serão cada vez mais demandados. “O número de empregos gerados no segmento das renováveis tem crescido gradativamente e certamente será muito maior quando houver mais qualificação”, indicou.

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DESAFÍOS EN LA CUALIFICACIÓN PROFESIONAL EN EL SECTOR DE LAS ENERGÍAS RENOVABLES La capacitación de la mano de obra calificada es fundamental para propagar las fuentes alternativas. Moderador: Ricardo Rüther – Profesor de la UFSC y Director del Instituto Ideal Jefferson de Oliveira Gomes – Director Regional del Senai/SC Maria Clara Kaschny Schneider – Rectora del IFSC

La temática del segundo panel del día fueron los desafíos de la calificación profesional en el sector de las energías renovables. Entre los puntos en común defendidos por los participantes, se destacaron la capacitación docente y la búsqueda de metodologías alternativas. Maria Clara Kaschny Schneider, Rectora del Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC), presentó la infraestructura del IFSC y destacó las iniciativas volcadas al sector energético, desarrolladas en la institución. Según la rectora, en el proceso de capacitación de la mano de obra es fundamental actuar a través de la enseñanza, de la investigación y de la extensión, alineados al sector productivo y a las reales demandas del mercado. Para Kaschny, se debe invertir en los mecanismos volcados a la educación continuada, para calificar

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a los profesores en diferentes niveles y modalidades, teniendo en cuenta que la cadena productiva del sector de las energías renovables aún es muy incipiente. “En Brasil, los cursos específicos en esta área aún son muy recientes, pero considero que deben enfocarse en la transversalidad, con un currículum más amplio y interdisciplinario”.


Maria Clara también cree que la capacitación de personas especializadas en energías renovables es una forma de contribuir al desarrollo ambiental. “Actualmente tenemos necesidad no solo de desarrollo tecnológico, sino también de sustentabilidad.” Jefferson de Oliveira Gomes, Director Regional del Servicio Nacional de Aprendizaje Industrial (Senai/SC), cuestionó el sentido práctico y real de la sustentabilidad, afirmando que ningún proyecto que haga el hombre es totalmente sustentable. “Lo que sí existen son procesos menos sustentables que otros”, afirmó. El director mencionó algunos ejemplos del sector aeronáutico y automovilístico para demonstrar las oportunidades de mejora de la eficiencia energética. “Un vuelo de San Pablo a Frankfurt (Alemania) consume 160 mil litros de combustible, de los cuales solo 40 mil son para realizar el trabajo; el resto es entropía. La fabricación de un vehículo produce 50 toneladas de residuos, y en los 300 mil kilómetros de su vida útil se generan más 700 toneladas de contaminación”, añadió. Para el director regional del Senai, la comprensión del mismo concepto de sustentabilidad se encuentra entre los desafíos de la capacitación en el sector. Según Gomes, se trata de una definición muy compleja, teniendo en cuenta que involucra cuestiones sociales, económicas y ambientales. “Creo que las metodologías activas, que prevén la inserción de los estudiantes como principales agentes responsables por el aprendizaje, pueden ser la salida. También debemos invertir en una formación global, con acción local. O sea, contar con un determinado nivel de especialización, pero tener principalmente una formación básica sólida y más univer-

sal”, destacó. El director también enfatizó la importancia del trabajo en equipo, y de convertir los procesos de enseñanza y aprendizaje más naturales y conectados con la realidad de los estudiantes. Ricardo Rüther, Profesor de la Universidad Federal de Santa Catarina (UFSC), destacó en la mediación la capilaridad del IFSC y del Senai en el estado, posicionando las instituciones entre las más relevantes en la capacitación técnica de los trabajadores catarinenses. El profesor cree que, ante un mercado nuevo y en auge, los estudiantes son “la sensación del momento” y se les exigirán cada vez más. “El número de empleos generados en los sectores de las energías renovables ha crecido progresivamente y seguramente se incrementará cuando haya calificados”, resaltó.

Uno de los retos de la creación de capacidades en el sector es la comprensión del concepto de sostenibilidad.

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A INSERÇÃO DA INDÚSTRIA NACIONAL NO MERCADO DE RENOVÁVEIS Consolidação do setor no Brasil pode gerar ciclo virtuoso de desenvolvimento. Moderador: Otmar Josef Müller – Presidente da Câmara de Energia da FIESC Adriane Helena Rodrigues – Gerente do Departamento de Credenciamento de Máquinas, Equipamentos e Sistemas do BNDES Luciano Cunha de Sousa – Coordenação-Geral de Biotecnologia, Energia e Tecnologias da Informação e Comunicação da Secretaria de Inovação do MDIC Harry Schmelzer Neto – Chefe de Vendas do Grupo WEG Cósme Pôlese – Diretor Presidente da SCGás Junto à capacitação, os especialistas reunidos na 6ª edição do Seminário Energia + Limpa colocaram o desenvolvimento da indústria nacional de renováveis como um dos principais impulsionadores deste mercado. De acordo com Adriane Helena Rodrigues, gerente do Departamento de Credenciamento de Máquinas, Equipamentos e Sistemas do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o desenvolvimento da energia solar no Brasil deve ocorrer de forma semelhante ao da eólica, formando um ciclo virtuoso de fomento à indústria, sendo que a consolidação de uma cadeia de fornecimento deve ser uma das prioridades. Na avaliação do representante do coordenador-geral de Biotecnologia, Energia e Tecnologias da Informação e Comunicação da Secretaria de Inovação do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Luciano Cunha de Sousa, a criação de um mercado neste setor ocorre de forma mais lenta, pois, dife-

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rentemente do que ocorre em outras indústrias, o mercado de energia é caracterizado por um forte controle do governo. “É preciso haver sensibilização sobre a importância da indústria energética no contexto industrial como um todo, é um trabalho de longo prazo, sem dúvidas”, disse. O chefe de vendas do Grupo WEG, Harry Schmelzer Neto, defendeu uma mudança de pensamento sobre a comercialização da energia, principalmente no formato dos leilões. Ele acredita que, com o anúncio de novos leilões, é possível prever um boom na produção de renováveis, o que significaria uma oportunidade de expansão para a indústria local. A evolução da cadeia de biogás também ganhou destaque no debate. O diretor presidente da Companhia de Gás de Santa Catarina (SCGás), Cósme Pôlese, salientou a importância de tropicalizar modelos e tecnologias estrangeiras, além de definir políticas de apoio e estímulo à cadeia de produção do biogás. “Em Santa Catarina, o


“É preciso haver sensibilização sobre a importância da indústria energética no contexto industrial como um todo, é um trabalho de longo prazo, sem dúvidas”, Luciano Cunha de Sousa (MDIC). potencial de geração com biometano é tão grande que, com o investimento adequado em infraestrutura para distribuição, poderíamos encerrar de vez a importação de gás no estado. Devemos lançar em breve um edital para aquisição de biometano”, anunciou. Pôlese apresentou dados relativos ao IDH e ao consumo de energia per capita em diferentes países e estados brasileiros e analisou a eficiência na geração de energia das fontes no Bra-

sil. O diretor também analisou o histórico do biometano e do biogás em Santa Catarina, desde 2008, quando foi feito o inventário catarinense da produção de biometano, que mostrou o seu grande potencial para geração energética em Santa Catarina. Durante a mediação, o presidente da Câmara de Assuntos de Energia da FIESC, Otmar Josef Müller, ressaltou a importância do desenvolvimento de energias renováveis e alternativas. “No que se refere à energia, a indústria catarinense vive uma situação crítica por dois motivos. Primeiro, temos a energia mais cara do Brasil e a segunda mais cara do mundo; num ranking de 27 países, perdendo apenas para a Índia. O segundo motivo é o risco permanente da falta de energia”. Por isso, o empresário entende que o Brasil precisa aproveitar o potencial de produção das energias eólica e solar. “Falta política pública de financiamento de longo prazo para que essas alternativas deslanchem”, indicou.

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LA INSERCIÓN DE LA INDUSTRIA NACIONAL EN EL MERCADO DE LAS ENERGÍAS RENOVABLES La consolidación del sector en Brasil puede generar un ciclo virtuoso de desarrollo. Moderador: Otmar Josef Müller – Presidente de la Cámara de Energía de la FIESC Adriane Helena Rodrigues – Gerente del Departamento de Acreditación de Máquinas, Equipos y Sistemas del BNDES Luciano Cunha de Sousa – Coordinación General de Biotecnología, Energía y Tecnologías de la Información y Comunicación de la Secretaría de Innovación del MDIC Harry Schmelzer Neto – Jefe de Ventas del Grupo WEG Cósme Pôlese – Director Presidente de SCGás

Junto a la capacitación, los especialistas reunidos en la 6ª edición del Seminario Energía + Limpia pusieron el desarrollo de la industria nacional de energías renovables como uno de los principales impulsadores de este mercado.

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Según Adriane Helena Rodrigues, Gerente del Departamento de Acreditación de Máquinas, Equipos y Sistemas del Banco Nacional de Desarrollo Económico y Social (BNDES), el desarrollo de la energía solar en Brasil debe


ocurrir de forma semejante al de la eólica, formando un ciclo virtuoso de fomento de la industria, siendo que la consolidación de la cadena de suministros debe ser una de las prioridades. De acuerdo con la evaluación de Luciano Cunha de Sousa, representante de la Coordinación General de Biotecnología, Energía y Tecnologías de la Información y Comunicación, de la Secretaría de Innovación del Ministerio del Desarrollo, de la Industria y del Comercio Exterior (MDIC), la creación de un mercado en este sector se da de forma más lenta, dado que a diferencia de lo que ocurre en otras industrias, el mercado de energía está caracterizado por un fuerte control del gobierno. “Se necesita sensibilización, en relación a la importancia de la industria energética en el contexto industrial como un todo. Sin dudas, se trata de un trabajo a largo plazo”, afirmó. Harry Schmelzer Neto, Jefe de Ventas del Grupo WEG, defendió un cambio de mentalidad, respecto a la comercialización de la energía, principalmente en el formato de las subastas. Él cree que, con el anuncio de nuevas subastas, es posible prever un boom en la producción de energías renovables, lo que significaría una oportunidad de expansión para la industria local. La evolución de la cadena de biogás también se puso de relieve en el debate. Cósme Pôlese, Director y Presidente de SCGás subrayó la importancia de tropicalizar modelos y tecnologías extranjeras, además de definir políticas de apoyo y estímulo para la cadena de producción del biogás. “En Santa Catarina el potencial de generación con biometano es tan grande que, con la inversión adecuada en infraestructura para la distribución, podríamos finalizar, de una vez por todas, la importación de gas en el estado. Debemos lanzar en

“Se necesita sensibilización en relación a la importancia de la industria energética en el contexto industrial como un todo. Sin dudas se trata de un trabajo a largo plazo”, Luciano Cunha de Sousa (MDIC). breve una licitación para la adquisición de biometano”, anunció. Pôlese presentó datos relativos al IDH y al consumo de energía per cápita en diferentes países y estados brasileños, y analizó la eficacia en la generación de energía de las fuentes en Brasil. El director también analizó el historial del biometano y del biogás en Santa Catarina, desde el año 2008, cuando se realizó el inventario catarinense de la producción de biometano, que mostró su gran potencial para la generación energética en Santa Catarina. Durante la mediación, Otmar Josef Müller, Presidente de la Cámara de Asuntos de Energía de la FIESC, resaltó la importancia del desarrollo de energías renovables y alternativas. “En lo que se refiere a la energía, la industria catarinense vive una situación crítica por dos motivos. Primero, contamos con la energía más cara de Brasil y la segunda más cara del mundo en un ranking de 27 países, posicionándonos después de India. El segundo motivo es el riesgo permanente de la falta de energía”. Por eso, el empresariado entiende que Brasil necesita aprovechar el potencial de producción de las energías eólica y solar. “Falta política pública de financiación a largo plazo, para que estas alternativas se pongan en marcha”, señaló. AVANCES Y DESAFÍOS DE LAS ENERGÍAS RENOVABLES EN 2015

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INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA, POLÍTICA E ECONÔMICA DA AMÉRICA LATINA Integração energética na América Latina depende de vontade política, indicam painelistas. Moderador: Mauro Passos – Presidente do Instituto Ideal Leny Iara Medeiros – Coordenadora Internacional da Área de Comercialização da CIER Fernando Ferreira – Secretário Executivo da OLADE Iniciada na década de 70, por meio de barragens binacionais, como Itaipu, Yacyretá e Salto Grande, a integração energética na América Latina tem se aprofundado consideravelmente nos últimos 20 anos. Este cenário foi analisado e debatido entre os participantes da mesa de encerramento, que abordou diferentes aspectos da integração latino-americana. Leny Iara Medeiros, coordenadora Internacional da Área de Comer-

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cialização da Comissão de Integração Energética Regional (CIER), e Fernando Ferreira, secretário executivo da Organização Latino-Americana de Energia (OLADE), avaliaram que o processo de integração teve avanços e retrocessos nas últimas duas décadas. Entre as lições aprendidas nesta trajetória, estão: a importância da autonomia dos países e da existência de regras claras para a formação de


Faltam identificação e reconhecimento entre os países vizinhos e seus habitantes, há interesses contrários de grupos políticos, empresariais, sociais e até mesmo de meios de comunicação. preços e para a gestão da segurança operacional; o respaldo de acordos formais entre os países envolvidos; a garantia da segurança operativa; e a definição de uma política para a fixação de preços e o equilíbrio da balança comercial. Para além de aspectos jurídicos, técnicos e práticos, o avanço da integração energética na América Latina depende de um fator chave, segundo os debatedores: vontade política. Para eles, trata-se de uma construção e responsabilidade de todos, que depende sobretudo de propostas factíveis, argumentos sólidos e projetos robustos. Os participantes da mesa destacaram a falta de identificação e reconhecimento entre os países vizinhos e seus habitantes, interesses contrários de determinados grupos políticos, empresariais, sociais e até mesmo de meios de comunicação, existência de brechas legais e marcos regulatórios, assim como de mecanismos transparentes que garantam seu cumprimento. A CIER, composta por 255 instituições e empresas dos setores público e privado, entidades reguladoras, ministérios e associações da América do Sul, América Central e Caribe e

Espanha, trabalha com a perspectiva de uma integração energética latino-america feita a partir de três modelos diferentes. Na América Central, por meio de um despacho interligado, ocorre a conexão de vários países com baixo consumo elétrico. A integração tem papel primordial e é necessária para se alcançar uma escala de produção mais satisfatória. Já na comunidade andina, orientada por um despacho coordenado, estão os países com recursos energéticos mais importantes, mas que poderiam ter melhores resultados por meio de uma integração adequada. Na região do Cone Sul, destacam-se países com alto consumo de energia, mas também com grandes recursos, como as hidrelétricas e o gás natural. Neste cenário, as empresas privadas são protagonistas no aproveitamento da complementaridade das fontes. Entre os principais eixos de atuação da Organização Latino-Americana de Energia (OLADE), formada por 27 países da América Latina e do Caribe e a Argélia, estão o apoio na formulação de políticas energéticas e decisões estratégicas dos países, o fortalecimento das capacidades de negociação internacional de eletricidade e combustíveis e a promoção da utilização de novas fontes de energia alternativas. No âmbito da integração, destaca-se a Rede Latino-Americana e do Caribe de Eficiência Energética (Red-Lac-EE), que promove o intercâmbio de informações técnicas, legais e regulatórias dos seus membros, e o Concurso Latino-Americano em Eficiência Energética e Energia Renovável, promovido em conjunto com o Instituto Ideal. AVANÇOS E DESAFIOS DAS ENERGIAS RENOVÁVEIS EM 2015

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INTEGRACIÓN ENERGÉTICA, POLÍTICA Y ECONÓMICA DE LATINOAMÉRICA “La integración energética en Latinoamérica depende de la voluntad política”, señalan los panelistas. Moderador: Mauro Passos – Presidente del Instituto Ideal Leny Iara Medeiros – Coordinadora Internacional del Área de Comercialización de la CIER Fernando Ferreira – Secretario Ejecutivo de la OLADE

Iniciada en la década del ‘70, a través de las represas binacionales, como Itaipu, Yacyretá y Salto Grande, la integración energética en Latinoamérica se ha profundizado considerablemente en los últimos 20 años. Este escenario se analizó y debatió entre los participantes de la mesa de cierre, que abordó diferentes aspectos de la integración latinoamericana. Leny Iara Medeiros, Coordinadora Internacional del Área de Comercialización de la Comisión de Integración Energética Regional (CIER), y Fernando Ferreira, Secretario Ejecutivo de la Organización Latinoamericana de Energía (OLADE), evaluaron que el proceso

Faltan identificación y reconocimiento entre los países vecinos y su gente, hay intereses opuestos de grupos políticos, empresariales, sociales e, incluso, de los medios de comunicación. 26 _ AVANCES Y DESAFÍOS DE LAS ENERGÍAS RENOVABLES EN 2015

de integración tuvo avances y retrocesos en las últimas dos décadas. Entre las enseñanzas en esta trayectoria se encuentran: la importancia de la autonomía de los países y de la existencia de normas claras, para la formación de precios y para la gestión de la seguridad operacional; el respaldo de acuerdos formales entre los países involucrados; la garantía de la seguridad operativa; y la definición de una política para la fijación de precios y el equilibrio de la balanza comercial. Además de aspectos jurídicos, técnicos y prácticos, el avance de la integración energética en Latinoamérica depende de un factor clave, según los panelistas: la voluntad política. Para estos, se trata de una construcción y responsabilidad de todos, que depende, sobre todo, de propuestas factibles, argumentos y proyectos sólidos. Los participantes de la mesa destacaron la falta de identificación y reconocimiento entre los países vecinos y sus habitantes, intereses contrarios de determinados grupos políticos, empresariales, sociales e incluso de los medios de comunicación, la


existencia de brechas legales y marcos regulatorios, así como también la falta de mecanismos transparentes que garanticen su cumplimiento. La CIER, compuesta por 255 instituciones y empresas de los sectores públicos y privados, entidades reguladoras, ministerios y asociaciones de Sudamérica, Centroamérica, el Caribe y España, trabaja con la perspectiva de integrar energéticamente a Latinoamérica, a partir de tres modelos diferentes. En Centroamérica, a través de una oficina interconectada, existe la conexión de varios países de bajo consumo eléctrico. La integración tiene un papel primordial y es necesaria para alcanzar una escala de producción más satisfactoria. En cambio, en la comunidad andina, guiada por una oficina coordinada, están los países con recursos energéticos más importantes, pero que podrían tener mejores resultados por medio de una integración adecuada. En la región del Cono Sur se destacan los países con alto consumo

de energía, pero también con grandes recursos, como las hidroeléctricas y el gas natural. En este escenario, las empresas privadas son las protagonistas en el aprovechamiento de la complementariedad de las fuentes. Entre los principales ejes de actuación de la Organización Latinoamericana de Energía (OLADE), formada por 27 países de Latinoamérica, el Caribe y Argelia, se encuentran el apoyo en la formulación de políticas energéticas y las decisiones estratégicas de los países, el fortalecimiento de las capacidades de negociación internacional de electricidad y combustibles, y la promoción de la utilización de nuevas fuentes de energía alternativas. En el ámbito de la integración, se destaca la Red Latinoamericana y del Caribe de Eficiencia Energética (Red-Lac-EE), que promueve el intercambio de informaciones técnicas, legales y regulatorias de sus miembros, y el Concurso Latinoamericano en Eficiencia Energética y Energía Renovable, promovido en conjunto con el Instituto Ideal. AVANCES Y DESAFÍOS DE LAS ENERGÍAS RENOVABLES EN 2015

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INAUGURADO O CENTRO DE PESQUISA E CAPACITAÇÃO EM ENERGIA SOLAR No dia 1º de junho, em Florianópolis, foi inaugurado o Centro de Pesquisa e Capacitação em Energia Solar da Universidade Federal de Santa Catarina – Fotovoltaica/UFSC, que atenderá a uma das principais demandas para a disseminação da energia solar no país: a capacitação da mão de obra. O Centro é uma iniciativa inédita no estado e foi construído com o apoio financeiro do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). De acordo com o professor da UFSC Ricardo Rüther, que está à frente da implantação do Centro, apesar da carência de profissionais capacitados ser muito alta, a energia solar ainda é o segmento das energias renováveis que mais emprega no mundo. “Junto à busca constante por soluções que tornem a tarifa para energia solar mais competitiva, a capacitação é condicionante para o avanço das renováveis.”

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Iniciado com um projeto em 2010, o Centro será inteligente, integrando diversas tecnologias fotovoltaicas. Administração, salas de aula, laboratórios e oficinas serão distribuídos em dois blocos. O centro possui uma capacidade total de 100KWp, sendo que para total funcionamento, utilizará apenas cerca de 60% da energia gerada, o restante será direcionado para o campus central da UFSC. Durante a cerimônia de inauguração, o secretário de Ciência e Tecnologia para Inclusão Social (Secis) do MCTI, Eron Bezerra, salientou a relevância das energias alternativas e da eficiência energética no contexto real de sustentabilidade e independência. “Sustentabilidade não é o mesmo que preservação. Um país que não tem como garantir sua independência no setor energético e que não pensa em desenvolver energias renováveis está com os dias contados”, afirmou.


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SE INAUGURÓ EL CENTRO DE INVESTIGACIÓN Y CAPACITACIÓN EN ENERGÍA SOLAR El 1º de junio, en Florianópolis, se inauguró el Centro de Investigación y Capacitación en Energía Solar de la Universidad Federal de Santa Catarina – Fotovoltaica/UFSC, que satisfará a una de las principales demandas para propagar energía solar en el país: la capacitación de la mano de obra. El Centro es una iniciativa sin precedentes en el estado y se construyó gracias al apoyo financiero del Ministerio de Ciencia, Tecnología e Innovación (MCTI). Según el Profesor de la UFSC, Ricardo Rüther, que está al frente de la implementación del Centro, se carece mucho de profesionales capacitados, aunque la energía solar aún sigue siendo el sector de las energías renovables que más brinda trabajo en el mundo. “Además de la búsqueda constante para proporcionar una tarifa de energía solar más competitiva, la capacitación es una condición para el avance de las energías renovables”, añadió.

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El Centro, que comenzó con su primer proyecto en 2010, pasará a ser inteligente, integrando diversas tecnologías fotovoltaicas. La administración, los salones de clases, los laboratorios y talleres se distribuirán en dos bloques. El Centro cuenta con una capacidad total de 100 kWp, y para su completo funcionamiento utilizará solo cerca del 60% de la energía generada, yendo el restante hacia el campus central de la UFSC. Durante la ceremonia de inauguración, el Secretario de Ciencias y Tecnología para la Inclusión Social (Secis) del MCTI, Eron Bezerra, destacó la relevancia de las energías alternativas y de la eficacia energética, en el contexto real de sustentabilidad e independencia. “Sustentabilidad no significa lo mismo que preservación. Un país que no tiene cómo garantizar su independencia en el sector energético y que no piensa en desarrollar energías renovables va en camino hacia el fracaso”, afirmó.


VISITA TÉCNICA À USINA FOTOVOLTAICA CIDADE AZUL Cerca de 70 pessoas participaram, no dia 3 de junho, da visita técnica à Usina Fotovoltaica Cidade Azul, localizada em Capivari de Baixo (SC), no Sul do estado. A atividade, que marcou o encerramento da 6ª edição do Seminário Energia + Limpa, reuniu um grupo formado por estudantes, empresários, técnicos e pesquisadores, que puderam conhecer as instalações e sanar dúvidas sobre as tecnologias utilizadas no espaço, assim como as práticas cotidianas de trabalho. A usina é a maior unidade deste tipo no Brasil, com capacidade instalada de 3MWp. Trata-se de um proje-

to de P&D da Tractebel Energia, que inclui oito módulos de avaliação com sete tecnologias fotovoltaicas diferentes, instalados em várias regiões do Brasil, para comparações do desempenho tecnológico frente a diferentes condições climáticas. A instalação foi inaugurada em 2014 e conta também com uma torre de geração de energia eólica. Toda a energia gerada na Cidade Azul é integrada à rede elétrica comum, auxiliando o abastecimento na região. Mais informações sobre a usina podem ser obtidas no site da Tractebel: http://www.tractebelenergia.com.br/. AVANÇOS E DESAFIOS DAS ENERGIAS RENOVÁVEIS EM 2015

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VISITA TÉCNICA A LA USINA FOTOVOLTAICA CIDADE AZUL Cerca de 70 personas participaron, el día 3 de junio, en la visita técnica a la Usina Fotovoltaica Cidade Azul, ubicada en Capivari de Baixo (SC), al sur del estado. La actividad, que marcó el cierre de la 6ª edición del Seminario Energía + Limpia, reunió a un grupo formado por estudiantes, empresarios, técnicos e investigadores, que pudieron conocer las instalaciones y sacar sus dudas respecto a las tecnologías utilizadas en el espacio, así como también las prácticas cotidianas de trabajo. Es la usina más grande de esta clase en Brasil, con capacidad instalada de 3MWp. Se trata de un proyecto de

P&D de Tractebel Energía, que incluye a ocho módulos de evaluación con siete tecnologías fotovoltaicas diferentes, instalados en varias regiones de Brasil, para comparar el desempeño tecnológico ante las diferentes condiciones climáticas. La instalación se inauguró en 2014 y cuenta también con una torre de generación de energía eólica. Toda la energía generada en Cidade Azul es integrada a la red eléctrica común, auxiliando el abastecimiento en la región. Para obtener más informaciones sobre la usina, acceda al sitio web de Tractebel: http://www.tractebelenergia. com.br/.

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REGISTRO FOTOGRÁFICO

Fernando Ferreira (OLADE)

Leny Iara Medeiros (CIER)

Gilberto Jannuzzi (Unicamp)

Maria Clara Schneider (IFSC)

Ricardo Rüther (Ideal/UFSC)

Harry Schmelzer Neto (WEG)

Otmar Joseph Müller (FIESC)

André Ferreira (IEMA)

Jefferson de Oliveira Gomes (SENAI/SC)

Representantes do KfW no Brasil

Equipe de Organização Instituto Ideal


Luciano Cunha de Sousa (MDIC)

Adriane Rodrigues (BNDES)

C贸sme P么lese (SCG谩s)

Luiz Pinguelli Rosa (COPPE/UFRJ)

Mauro Passos (Ideal)

Suzana Kahn Ribeiro (UFRJ)

Andr茅 Costa Nahur (WWF Brasil)

Mauro Passos e Estela Benetti (DC)


www.institutoideal.org | info@institutoideal.org Rua Lauro Linhares, 2123 | Torre A | Sala 503 Cep: 88036-003 | Trindade | Florian贸polis - SC Tel: (48) 3234-1757

Avanços e Desafios das Energias Renováveis em 2015  
Avanços e Desafios das Energias Renováveis em 2015  

A publicação reúne textos sobre as palestras e programação de eventos do Seminário Energia +Limpa, edição 2015, realizado pelo Instituto Ide...

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