Há séculos, o continente de Eldras estava protegido por uma magia antiga e desconhecida, chamada de “As Velas Primordiais”. Ninguém compreendia sua origem, apenas que sua luz afastava criaturas sombrias, impedia pestes e estabilizava o equilíbrio entre o mundo mortal e aquilo que existe além da fenda.

Com o tempo, o poder dessas velas
passou a atrair ambiciosos, mercenários e reis gananciosos, que travaram guerras para possuilas.
Aqueles que conseguiam, ainda tinham que passar por mais um desafio: os rituais e conspirações para controlá-las.
A cobiça humana tornou-se tão destrutiva quanto as próprias forças que as velas mantinham afastadas.

Em 280d.C., apenas uma Vela Primordial permanecia acesa — protegida no reino de Varghor.
As demais tinham sido apagadas por "mãos humanas"
Segundo os registros, o surgimento das Velas aconteceu por volta de 860, mas grande parte desse conhecimento se perdeu.
Somente o Reino do Oeste, na cidade de Vilaverna, ainda guardava os registros originais — protegidos por um Juramento de Sangue, passado de geração para
velas.

Os antigos livros descrevem que, onde cada Vela Primordial foi colocada, ergueram-se reinos ao redor de sua luz. Assim nasceram os reinos Norte, Sul, Oeste e Leste
As capitais foram construídas próximas aos antigos monumentos das velas, recebendo os nomes de: Varghor, Caltharos, Roth, Azherum e Eldrastom (a capital central e coração político de Eldras).
