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SHAKESPEARE ENCENADO POR BEATRIZ BATARDA, PRIMEIRO CONCERTO DA APRESENTAÇÃO DO NOVO DISCO DOS DEAD COMBO, TERCEIRA SESSÃO DO CICLO HISTÓRIAS DE JAZZ EM PORTUGAL, TIAGO RODRIGUES EM DOSE DUPLA E “FORA DE QUALQUER PRESENTE” DE SOFIA DIAS & VÍTOR RORIZ, SÃO APENAS ALGUNS DOS DESTAQUES QUE A CIDADE DA ARTE E DA CULTURA LHE RESERVA NO MÊS DE MARÇO.


A paixão pela dramaturgia de Shakespeare motivou a encenadora Beatriz Batarda a trazer, de novo ao palco, uma das comédias mais fascinantes do dramaturgo britânico. “Como Queiram” (As you like it) chega ao CCVF no início de março e traz consigo um elenco de absoluta exceção. O início do mês é também marcado pela edição do novo álbum dos Dead Combo, mas é em Guimarães que ele poderá ser ouvido pela primeira vez, mesmo antes de chegar às lojas. O Ciclo Histórias de Jazz em Portugal, por sua vez, realiza em março a sua terceira sessão. Depois de Mário Laginha e Zé Eduardo, Mário Barreiros é o músico-pivot deste ciclo de conversas e concertos. Com “By Heart” e “Se uma janela se abrisse”, a música dá lugar ao teatro assinado por Tiago Rodrigues. Em comum, estes dois espetáculos têm a característica de misturar a realidade com a ficção, o discurso público e oficial com o discurso teatral, mais poético. Ambos os espetáculos são da autoria de Tiago Rodrigues, recentemente considerado pelo jornal Público um dos mais influentes jovens criadores da última década em Portugal. Figuras destacadas, mas da nova geração da dança contemporânea portuguesa, são também Sofia Dias e Vítor Roriz. A dupla tem colaborado desde 2006 na pesquisa de vários trabalhos. Em março, apresentam no CCVF “Fora de qualquer presente”, o seu nono projeto coreográfico. No final do mês, destaque ainda para “Mima-Fatáxa”, espetáculo concebido por João Sousa Cardoso, a partir de textos de Almada Negreiros, que contará com vinte participantes de Guimarães. Ao longo do mês, todos os sábados, o Café Concerto do CCVF continuará a afirmar-se como palco privilegiado para a criação nacional, não esquecendo a habitual relação com o mundo. No total, são cinco atuações – SoundMaker, Sensible Soccers, Orlando Santos & Jahmmin, Mirror People e Norton – justificadas pelo lançamento de novos álbuns. No Palácio Vila Flor e no Centro Internacional das Artes José de Guimarães continuam patentes diferentes exposições que reúnem artistas, obras, lugares e contextos que nos propõem uma releitura da história da arte.


SÁBADO 01 CCVF / GRANDE AUDITÓRIO

SÁBADO 08 CCVF / GRANDE AUDITÓRIO

COMO QUEIRAM DEAD COMBO DE WILLIAM SHAKESPEARE ENCENAÇÃO BEATRIZ BATARDA SÁBADO 01 CCVF / CAFÉ CONCERTO

SOUNDMAKER SÁBADOS 01 E 08 PAC / CIAJG

SÁBADOS EM FAMÍLIA

A BUNCH OF MENINOS 1º CONCERTO DA DIGRESSÃO NACIONAL SÁBADO 08 CCVF / CAFÉ CONCERTO

SENSIBLE SOCCERS DOMINGO 09 A TERÇA 11 PAC / BLACK BOX

SEXTA 14 PAC / BLACK BOX

BY HEART

TIAGO RODRIGUES SÁBADO 15 CCVF / PEQUENO AUDITÓRIO

SE UMA JANELA SE ABRISSE TIAGO RODRIGUES

SÁBADO 15 CCVF / CAFÉ CONCERTO

A CAMINHADA ORLANDO QUARTA 05 DOS ELEFANTES PAC / CIAJG INÊS BARAHONA SANTOS & MIGUEL FRAGATA ATELIER ABERTO & JAHMMIN TERÇAS 11, 18 E 25 CIAJG PAC / CIAJG SÁBADOS 15 E 22 CONVERSA E VISITA COM NUNO FARIA

SEXTA 07 A DOMINGO 09 ESPAÇO OFICINA

EFÉMERA

DEMO – ASSOCIAÇÃO CULTURAL SEXTA 07 LABORATÓRIO DAS ARTES

50 ANOS DE POP-ROCK EM GUIMARÃES

PAC / CIAJG

ATELIER ABERTO ATELIER ABERTO CIAJG ATELIER COM THIERRY SIMÕES CIAJG ATELIER COM NUNO SOUSA

QUARTA 12 E QUINTA 13 CCVF / CAFÉ CONCERTO E PEQUENO AUDITÓRIO

MÁRIO BARREIROS

HISTÓRIAS DE JAZZ EM PORTUGAL

QUARTA 19 E QUINTA 20 PAC / BLACK BOX

CORPO COMUM INÊS DE CARVALHO E HENRIQUE FERNANDES


ATÉ 13 ABRIL PAC / CIAJG

CASTIGO

A COMPOSIÇÃO DO AR

SOFIA DIAS & VÍTOR RORIZ

MIMA-FATÁXA

JOÃO SOUSA CARDOSO

PRETO NO BRANCO

ATÉ 06 ABRIL CCVF / PALÁCIO VILA FLOR

OFICINA ARARA

CORAÇÃO E CINZAS / ARLINDO SILVA

ATÉ 13 ABRIL PAC / CIAJG

NORTON

DO STENCIL AO DIGITAL: PROCESSOS DE TRANSFERÊNCIA DA IMAGEM

SÁBADO 29 CCVF / CAFÉ CONCERTO

PROVAS DE CONTACTO / JOSÉ DE GUIMARÃES SEXTA 28 E SÁBADO 29 CCVF / PEQUENO AUDITÓRIO

ATÉ 13 ABRIL PAC / CIAJG

MIRROR PEOPLE

PAREDES, PINTURAS, DESENHOS E OBJETOS SÁBADO 22 CCVF / CAFÉ CONCERTO

ESTRELA NEGRA / JAROSŁAW FLICI SKI

FORA DE QUALQUER PRESENTE

Presidente da Direção José Bastos Diretor Executivo Frederico Queiroz Assistente de Direção Anabela Portilha Assistente de Programação Rui Torrinha Serviço Educativo Elisabete Paiva (coordenadora), Lara Soares, Sandra Barros, Direção de Produção Tiago Andrade Produção Executiva Paulo Covas, Ricardo Freitas Assistência de Produção Andreia Abreu, Andreia Novais, Carlos Rego, Hugo Dias, João Covita, Pedro Silva, Sérgio Castro, Sofia Leite, Susana Pinheiro Teatro Oficina - Direção Artística Marcos Barbosa, Atores Diana Sá, Emílio Gomes Direção Técnica José Patacão Direção de Cena Helena Ribeiro, Luz/Maquinaria Carlos Ribeiro, Ricardo Santos Som/Audiovisuais (coordenação) Pedro Lima Audiovisuais Emanuel Valpaços, Nuno Eiras, Sérgio Sá Direção de Instalações Luís Antero Silva Apoio e Manutenção, Alexandrina Novais, Amélia Pereira, Anabela Novais, Conceição Leite, Conceição Martins, Conceição Oliveira, Fátima Faria, Jacinto Cunha, Joaquim Mendes, José Gonçalves, Júlia Oliveira Comunicação e Marketing Marta Ferreira, Bruno Barreto Design interno Susana Sousa Gestão de Projetos Ana Bragança Direção Administrativa Sérgio Sousa Financeiro, Contabilidade e Aprovisionamento Helena Pereira de Castro (coordenadora), Ana Carneiro, Liliana Pina, Carla Inácio Serviço Administrativo Marta Miranda, Paula Machado, Patrícia Peixoto, Rui Salazar, Susana Costa, Atendimento ao Público Ana Pacheco, Cláudia Fontes, Isabel Freitas, Jacinta Correia, Sandra Moura Técnica de Património Catarina Pereira Oleira Felicidade Bela Loja Oficina Eduarda Ferreira, Josefa Araújo Informática Bruno Oliveira, Design Atelier Martino&Jaña | março 2014

ISABEL RIBEIRO (COLABORAÇÃO DE ÂNGELO FERREIRA DE SOUSA)

ATÉ 13 ABRIL PAC / CIAJG

SÁBADO 22 CCVF / PEQUENO AUDITÓRIO

COLEÇÃO PERMANENTE E OUTRAS OBRAS

21 MARÇO A 03 MAIO LABORATÓRIO DAS ARTES


SÁBADO 01

CCVF / GRANDE AUDITÓRIO TEATRO / 21H30

® Susana Paiva

“Como Queiram” (As you like it), de William Shakespeare, com encenação de Beatriz Batarda, reúne em palco um elenco de luxo.


COMO QUEIRAM DE WILLIAM SHAKESPEARE ENCENAÇÃO BEATRIZ BATARDA

Comédia pastoril, “Como Queiram” é a peça mais musical de todas as obras escritas por William Shakespeare. Aproveitando o estilo da comédia romântica pastoral, Shakespeare faz uma crítica feroz às práticas sociais que infligem a infelicidade e a injustiça, enquanto troça dos comportamentos antissociais e autodestrutivos daqueles que deixam passar a vida sem nunca dela disfrutarem. Narrativa dramática sobre o amor, “Como Queiram” propõe uma meditação sobre a natureza caótica da sexualidade humana e das leis que a regulamentam. A partir da nova tradução de Daniel Jonas, Beatriz Batarda encena este espetáculo que junta em palco um elenco de absoluta exceção (Bruno Nogueira, Carla Maciel, Leonor Salgueiro, Luísa Cruz, Marco Martins, Nuno Lopes, Romeu Costa, Rui Mendes, Sara Carinhas e Sérgio Praia).

Texto William Shakespeare / Tradução Daniel Jonas / Encenação Beatriz Batarda / Figurinos José António Tenente / Música Original Pedro Moreira / Elenco Bruno Nogueira, Carla Maciel, Leonor Salgueiro, Luísa Cruz, Marco Martins, Nuno Lopes, Romeu Costa, Rui Mendes, Sara Carinhas e Sérgio Praia / Coprodução Arena Ensemble, S. Luiz Teatro Municipal, Teatro Nacional S. João e Centro Cultural Vila Flor / A ficha técnica e artística completa pode ser consultada em www.ccvf.pt / Maiores de 12 / Preço 10,00 eur / 7,50 eur c/d / Cartão Quadrilátero Cultural

“As you like it” by William Shakespeare, staged by Beatriz Batarda, brings on stage a five-star cast. “As you like it”, a pastoral comedy, is the most musical piece all of the works by William Shakespeare. Making use of the pastoral romantic comedy genre, Shakespeare ferociously criticises social practices that foster unhappiness and injustice, whilst mocking at self-destructive and anti-social behaviours of those who go through live without enjoying it. “As you like it” is a dramatic narrative about love that invites refection upon the chaotic nature of human sexuality and the laws that govern it. Using a new translation by Daniel Jonas, Beatriz Batarda stages this show that brings together an absolutely exceptional cast (Bruno Nogueira, Carla Maciel, Leonor Salgueiro, Luísa Cruz, Marco Martins, Nuno Lopes, Romeu Costa, Rui Mendes, Sara Carinhas and Sérgio Praia).


SÁBADO 01

CCVF / CAFÉ CONCERTO MÚSICA / 24H00

Saphir Cristal voz / Samuel Coelho composição, guitarra, eletrónicas, tenori-on / Carina Albuquerque violoncelo / Sérgio Marques bateria / Nanu Coelho baixo / Maiores de 12 / Preço 3,00 eur / Cartão Quadrilátero Cultural

SOUNDMAKER

Liderados pelo compositor e multinstrumentista Samuel Coelho, os SoundMaker são constituídos por músicos provenientes de diferentes universos musicais que têm levado a cabo uma viagem de afirmação da sua identidade sonora. As dez músicas que compõem o primeiro álbum da banda, “Soundscape”, levam-nos numa viagem ao mundo interior da fantasia, através de paisagens sonoras que surgem de uma conjugação arrojada de subtilezas. Vencedores do “FundaSound – 4ª Mostra de Música Pop de Guimarães”, no ano de Guimarães Capital Europeia da Cultura, os SoundMaker são uma banda que vale a pena seguir de perto.

Projeto com sonoridades próximas do trip-hop, os SoundMaker apresentam no palco do Café Concerto do CCVF o seu primeiro álbum, “Soundscape”.

Direitos Reservados

SoundMaker, a musical project with close affinity to trip-hop, showcases at CCVF’s Café Concerto their debut album “Soundscape”. Led by writer and multi-instrumentalist Samuel Coelho, SoundMaker are made up of musicians from different musical worlds, having striven for the affirmation of their sound identify. The ten songs that make up the band’s album takes us on a journey to the inner side of fantasy, through sound landscapes that come from the bold mix of subtleties – the dream-like cello melodies, the exoticism of voice, together with strong and contagious drum beats, with hints of electronics, tenori-on, and other sound sources. Having won the “FundaSound – 4ª Mostra de Música Pop de Guimarães”, in the context of Guimarães European Capital of Culture, SoundMaker is a band that is worth following closely.


SEXTA 07 A DOMINGO 09 ESPAÇO OFICINA

EFÉMERA DEMO – ASSOCIAÇÃO CULTURAL

TEATRO/DANÇA / 21H30 (SEX E SÁB) E 16H00 (DOM)

“Efémera” é o terceiro espetáculo da DEMO em parceria com a Academia de Música e Bailado de Guimarães. Encenação Cheila Pereira, Cláudio Vidal e Paula Rita Lourenço / Interpretação Beatriz Gonçalves, Constança Gonçalves, Luísa Martins, Mafalda Silva,Márcia Ribeiro, Margarida Carneiro, Maria Inês Natal, Maria João Costa, Sofia Freitas e Matilde Lopes / A ficha artística e técnica completa pode ser consultada em www.ccvf.pt / Maiores de 3 / Preço 5,00 eur / 3,00 eur c/d Bilheteira da responsabilidade da DEMO Associação Cultural. Informação sobre reserva e aquisição de bilhetes em: demo.dispositivo@gmail.com +351 965 012 616 / www.demo.pt

No espetáculo “Efémera” os adultos não entram em palco. Ficam do lado de fora, são público. O elenco é composto por 10 raparigas entre os 8 e os 17 anos. Trata-se, portanto, de um espetáculo interpretado por crianças/adolescentes para uma audiência de adultos. “Efémera” é um espetáculo onde a linha entre a ficção e a realidade vai orientando um esqueleto dramatúrgico que se compõe entre a arte da performance, o teatro e a dança. Os textos foram criados a partir de material autobiográfico das intérpretes e sobre o estado atual da nossa sociedade. A realidade delas é, ao mesmo tempo, a nossa. Afinal, partilhamos o mesmo mundo.

“Efémera” (Ephemeral) is the third show of DEMO in partnership with Music and Dance Academy of Guimarães. In “Efémera” adults are not allowed on stage. They remain outside; they are the audience. The cast is made up of 10 girls between 8 and 17 years old. It is, thus, a show performed by children/adolescents for an audience of adults. “Efémera” is a show where the line between fiction and reality guides a dramaturgic skeleton made of performance art, theatre and dance. The texts were created from autobiographical material of the performers and are about the current state of our society. Their reality is, at the same time, our own. After all, we share the same world.


SÁBADO 08

CCVF / GRANDE AUDITÓRIO MÚSICA / 22H00

Direitos Reservados

“A Bunch of Meninos” é o quinto álbum de originais dos Dead Combo, com data de edição marcada para 10 de março. Dois dias antes, a dupla faz as malas e ruma ao CCVF para aquele que é o 1º concerto da digressão nacional.


DEAD COMBO A BUNCH OF MENINOS 1º CONCERTO DA DIGRESSÃO NACIONAL

Depois de um 2013 inesquecível, marcado pelas comemorações de uma década de carreira, os Dead Combo estão de volta aos álbuns. “A Bunch of Meninos” vai ser editado no dia 10 de março mas, para apresentar o novo registo, a dupla de Tó Trips e Pedro Gonçalves faz as malas e parte para uma digressão nacional que arranca no dia 8 de março no Centro Cultural Vila Flor. “A Bunch of Meninos” é composto por 13 novas canções, assinadas integralmente por Tó Trips e Pedro Gonçalves, e conta com as participações especiais de Alexandre Frazão (bateria e percussão) e António Sérginho (percussão). Sucessor do aclamado “Lisboa Mulata”, de 2011, o quinto álbum de originais dos Dead Combo promete levar esta jornada a outro patamar. “A Bunch of Meninos” (A Bunch of Boys) is the fifth studio album by Dead Combo, set for launch in March 10th. Two days before, the duo packs its bags and sets off for CCVF for the inaugural concert of the national tour. After an unforgettable 2013, marked by celebrations of a decade of their career, Dead Combo are back to albums. “A Bunch of Meninos” is going to be launched in March 10th, but in order to present their new record the duo Tó Trips and Pedro Gonçalves packs its bags and sets off on a national tour, kicking it off on the 8th of March at Vila Flor Cultural Centre. “A Bunch of Meninos” is made up of 13 brand new songs, entirely written by Tó Trips and Pedro Gonçalves, with special contributions from Alexandre Frazão (drums and percussion) and António Sérginho (percussion). As a follow-up to the acclaimed “Lisboa Mulata” from 2011, this new studio album by Dead Combo promises to take this journey to a whole new level.

Tó Trips guitarras / Pedro Gonçalves contrabaixo e guitarras / Maiores de 3 / Preço 10,00 eur / 7,50 eur c/d / Cartão Quadrilátero Cultural


SÁBADO 08

CCVF / CAFÉ CONCERTO

SENSIBLE SOCCERS

Raquel Gomes

MÚSICA / 24H00

Filipe Azevedo guitarra, baixo / Hugo Alfredo Gomes teclas, baixo, vozes / Manuel Justo teclas, vozes / Emanuel Botelho baixo, guitarra / Maiores de 12 / Preço 4,00 eur / Cartão Quadrilátero Cultural

Depois da edição do primeiro EP homónimo em 2011, os Sensible Soccers desdobraram-se em concertos que os levaram a palcos de todos os tipos, desde bares e associações culturais a eventos de projeção internacional como o Primavera Club (Guimarães), Festival Paredes de Coura ou a primeira edição portuguesa do Boiler Room. No passado mês de fevereiro, a banda lançou o primeiro longa-duração intitulado “8”, que estará naturalmente em destaque nesta atuação no Café Concerto do CCVF. Sem esconderem o gosto pelas melodias pop, na construção dos seus temas os Sensible Soccers fogem ao formato tradicional de canção, optando maioritariamente por estruturas e arranjos em progressão. Nos espetáculos ao vivo a sua música ganha uma energia extra, que a torna surpreendente até para o público que melhor conhece o trabalho da banda.

“8” é o título do novíssimo disco dos Sensible Soccers, cujos temas estarão em destaque nesta atuação. “8” is the title of the brand new record by Sensible Soccers, whose songs will be the highlight of their performance. Following the launch of the self-titled EP back in 2011, Sensible Soccers threw themselves into a series of concerts, performing in all kinds of stages. From bars and cultural associations to international high-profile events, such as Primavera Club (Guimarães), Festival Paredes de Coura or the first Portuguese edition of Boiler Room. This past February, the band launched their first full-length album titled “8”, which will naturally be the highlight of their performance at CCVF’s Café Concerto. Without concealing their taste for pop melodies, Sensible Soccers in the construction of their songs break from the traditional song format, choosing mostly progressive structures and arrangements. In their live performances, their music attains an extra energy, making it surprising even to the public that knows their work.


QUARTA 12 E QUINTA 13

CCVF / CAFÉ CONCERTO E PEQUENO AUDITÓRIO

MÁRIO BARREIROS HISTÓRIAS DE JAZZ EM PORTUGAL

CONVERSAS/CONCERTOS / 21H30

Jazz Stories in Portugal is a cycle authored by António Curvelo and Manuel Jorge Veloso and coproduced by Hot Club of Portugal and by Vila Flor Cultural Centre. In the third of the 16 sessions that comprise the cycle, drum player Mário Barreiros converses with the authors about their professional artistic career and the current Portuguese jazz scene, whilst listening to recorded music. Afterwards, there will be a concert by a combo of the Conservatório de Música de Coimbra (Coimbra Conservatory of Music), interpreting original repertoire by Mário Barreiros. The following night, the musicians Marcos Cavaleiro, Rodrigo Gonçalves and Rui Teixeira talk about their own careers, the current and future outlooks on national jazz and about the work and role of Mário Barreiros, whilst recorded pieces from all musicians are heard. The session ends with a concert-mystery by Mário Barreiros, to whom the authors of the Cycle have given carte blanche to choose his colleagues.

Maiores de 12 / Preço 5,00 eur / Cartão Quadrilátero Cultural

Histórias de Jazz em Portugal é um ciclo da autoria de António Curvelo e Manuel Jorge Veloso e coprodução do Hot Clube de Portugal e do Centro Cultural Vila Flor. Na terceira das 16 sessões que integram o Ciclo, o baterista Mário Barreiros conversa com os autores sobre a sua carreira artística profissional e a cena atual do jazz em Portugal, com audição de música gravada. Segue-se um concerto por um combo do Conservatório de Música de Coimbra, com reportório de originais de Mário Barreiros. Na noite seguinte, os músicos Marcos Cavaleiro, Rodrigo Gonçalves e Rui Teixeira falam das suas próprias carreiras, das perspetivas atuais e futuras do jazz nacional e da obra e papel de Mário Barreiros, com audição de peças gravadas de todos os músicos. A sessão termina com um “concerto-mistério” de Mário Barreiros, a quem os autores do Ciclo deram carta-branca para a livre escolha dos seus companheiros.


Misturando histórias da sua família com narrativas reais e ficcionais, Tiago Rodrigues recorda-nos da importância de saber textos de cor.

Direitos Reservados

Texto, encenação e interpretação Tiago Rodrigues / A ficha técnica e artística completa pode ser consultada em www.ccvf.pt / Maiores de 12 / Preço 7,50 eur / 5,00 eur c/d / Cartão Quadrilátero Cultural


SEXTA 14

PAC / BLACK BOX TEATRO / 22H00

BY HEART TIAGO RODRIGUES Mixing family stories with real and fictional narratives, Tiago Rodrigues reminds us of the importance of knowing texts by heart. In “By Heart”, Tiago Rodrigues teaches a poem to 10 people. These 10 people had never seen the show and had no idea which poem they were going to memorise in front of the audience. Whilst teaching them, Tiago Rodrigues unravels stories about his near-blind grandmother mixed with stories about writers and book characters that, somehow, are connected to his grandmother and to himself. As each set of verses is being taught to the group of 10 people, improbable links between Nobel prize winner Boris Pasternak, a Portuguese northern cook and a Dutch TV show called Beauty and Consolation emerge. And the mystery of the poem’s choice that the 10 people memorise begins to unfold.

Em “By Heart”, Tiago Rodrigues ensina um poema a 10 pessoas. Essas 10 pessoas nunca viram o espetáculo e não faziam ideia que poema iam aprender de cor à frente do público. Enquanto os ensina, Tiago Rodrigues vai desfiando histórias sobre a sua avó quase-cega misturadas com histórias sobre escritores e personagens de livros que, de algum modo, estão ligados à sua avó e a ele próprio. E à medida que cada par de versos vai sendo ensinado ao grupo de 10 pessoas, vão emergindo ligações improváveis entre o vencedor do Nobel Boris Pasternak, uma cozinheira do norte de Portugal e um programa de televisão holandês chamado Beleza e Consolação. E o mistério da escolha do poema que as 10 pessoas decoram vai sendo esclarecido.


SÁBADO 15

CCVF / PEQUENO AUDITÓRIO TEATRO / 22H00

SE UMA JANELA SE ABRISSE TIAGO RODRIGUES

Texto e encenação Tiago Rodrigues / Interpretação Paula Diogo, Cláudia Gaiolas, Tónan Quito, Tiago Rodrigues e Alexandre Talhinhas / Colaboração especial de João Adelino Faria / A ficha técnica e artística completa pode ser consultada em www.ccvf.pt / Maiores de 12 / Preço 7,50 eur / 5,00 eur c/d / Cartão Quadrilátero Cultural

Substituir o discurso público pelo íntimo é o ponto de partida de “Se uma janela se abrisse”, um espetáculo que descobre formas alternativas de falar dos factos que são “notícia”. A partir daí, nasce um outro “jornalismo”, à escala humana de um palco, onde um olhar entre dois atores pode ter a mesma importância que o fenómeno do aquecimento global. O título do espetáculo nasce dos versos de Alberto Caeiro, ele próprio versão pública da intimidade de Pessoa: “Há só uma janela fechada, e todo o mundo lá fora / E um sonho do que se poderia ver se a janela se abrisse / Que nunca é o que se vê quando se abre a janela”.

“Se uma janela se abrisse” é o telejornal das notícias que nunca chegam ao telejornal. “If a window were to open” is the newscast of the news that never gets to the newscast. To replace the public speech for what is intimate is the starting point for “If a window were to open”. It is a show that finds alternative ways to talk about facts that are “news”. From then on, another type of “journalism” is born, in the human scale of a stage, where a look between two actors can have the same importance as the global warming phenomenon. The title of the show derives from the verses of Alberto Caeiro – himself a public version of the intimacy of Pessoa: “There is only one closed window, and all the word outside / And a dream of what might be seen if the window were to open / Which is never what is seen when the window is open”.


SÁBADO 15

CCVF / CAFÉ CONCERTO MÚSICA / 24H00

ORLANDO SANTOS & JAHMMIN

Direitos Reservados

Admirador da cultura jamaicana, Orlando Santos mergulha em territórios próximos do reggae, do rock e da música soul. É um dos raros músicos em Portugal a tocar de forma exímia a “slide guitar”, instrumento que lhe foi oferecido por Ben Harper após um concerto em Lisboa. Orlando, aka Lion, tornou-se conhecido como vocalista e guitarrista dos Jahmmin, desde 2001, e já colaborou com inúmeros artistas como os Cool Hipnoise, Kika Santos, Orelha Negra ou os britânicos Up Bustle & Out e o baixista Jim Barr (Portishead). Após muitos anos de música e composição, Orlando Santos editou, no ano passado, o seu primeiro álbum, “My Soul”.

Orlando Santos é uma das grandes revelações do reggae/soul nacional. Orlando Santos is one of the best newcomers of national reggae/soul. Being an admirer of Jamaican culture, Orlando Santos plunges into territories close to reggae, rock and soul music. He is one of the rare musicians in Portugal able to play the "slide guitar" proficiently, an instrument given to him by Ben Harper after a concert in Lisbon. Orlando, aka Lion, became known as lead singer and guitarist of Jahmmin, since 2001, and has already collaborated with countless artists such as Cool Hipnoise, Kika Santos, Orelha Negra or the British Up Bustle & Out and the bassist Jim Barr (Portishead). After many years of music and composition, Orlando Santos launched, last year, his first album, “My Soul”.

Orlando Santos voz, guitarra e outros instrumentos / Ricardo Galrão guitarra / Pantera bateria / Renato Almeida baixo / Tó Mandala percussões / João Gomes teclados / Mário Gramaço saxofone / Eduardo Lala trombone / Rute Lopes e Nilza Brown vozes / Maiores de 12 / Preço 4 eur / Cartão Quadrilátero Cultural


SÁBADO 22

CCVF / PEQUENO AUDITÓRIO DANÇA / 22H00

“Fora de qualquer presente” é o nono projeto coreográfico de Sofia Dias & Vítor Roriz.

Direção, interpretação e cenografia Sofia Dias & Vítor Roriz / Som Sofia Dias / Colaboração artística Catarina Dias (imagens em cena) / Convidado Filipe Pereira / Coprodução alkantara, Box Nova/CCB, Jardin d’Europe, O Espaço do Tempo, 4 Culture Association / A ficha técnica e artística completa pode ser consultada em www.ccvf.pt / Maiores de 12 / Preço 7,50 eur / 5,00 eur c/d / Cartão Quadrilátero Cultural


FORA DE QUALQUER PRESENTE SOFIA DIAS & VÍTOR RORIZ

“Outside of any given present” is the ninth choreographic project by Sofia Dias & Vítor Roriz. In "Outside of any given present", Sofia Dias and Vítor Roriz desire to move away - a moving away which is neither geographical nor reconcilable with the classic narrative of an exodus in the face of an apparent insolvency of the present. The movement is in the opposite direction. It is about provoking distance that restores a gaze, allowing, at the same time, to collect asymmetric parts and fragments supposedly irreconcilable. Sofia Dias and Vítor Roriz are two of the most striking figures of a new generation of Portuguese contemporary dance. The duo have been collaborating since 2006 in the research of several contemporary dance works, including "A gesture which is merely a threat", for which they received in 2011 the prestigious prize Jardin d'Europe - the most important distinction for new creation of European contemporary dance.

Em “Fora de qualquer presente”, Sofia Dias e Vítor Roriz desejam ir para fora – um fora que não é geográfico nem conciliável com a clássica narrativa de um êxodo face à aparente falência do presente. O movimento dá-se noutro sentido. Trata-se de provocar um distanciamento que nos devolva um olhar e que permita, ao mesmo tempo, recolher partes assimétricas e fragmentos supostamente inconciliáveis. Sofia Dias e Vítor Roriz são duas das figuras mais marcantes de uma nova geração da dança contemporânea portuguesa. A dupla tem colaborado desde 2006 na pesquisa de vários trabalhos de dança contemporânea, incluindo “Um gesto que não passa de uma ameaça”, com o qual receberam em 2011 o prestigiado prémio Jardin d’Europe, a mais importante distinção para a nova criação de dança contemporânea europeia.


SÁBADO 22

CCVF / CAFÉ CONCERTO MÚSICA / 24H00

MIRROR PEOPLE

Rui Maia sintetizadores analógicos, caixa de ritmos e pedais de efeitos / Maiores de 12 / Preço 3,00 eur / Cartão Quadrilátero Cultural

Mirror People is the solo musical project of Rui Maia (X-Wife). After the debut of the new single "Come Over" this past February, Rui Maia, the man behind Mirror People, presents new work on the stage at CCVF’s Café Concerto. In the live version, this new record by Mirror People involves a series of synthesizers, analog rhythms box and effects pedals. In this more electronic version, X-Wife’s keyboardist sees this “live” approach as a path to freedom: "The way my instruments are aligned, I can easily improvise. Create new elements in the moment, depending on how the audience and I are feeling the music.". His studio work already enlists collaborations with names such as Rowetta from Happy Mondays and has received excellent national and international reviews (Mixmag, Djmag, Pete Tong from BBC Radio 1).

Mirror People é o projeto musical a solo de Rui Maia (X-Wife).

Direitos Reservados

Depois da estreia do novo single “Come Over”, no passado mês de fevereiro, Rui Maia, o homem por trás de Mirror People, apresenta o novo trabalho no palco do Café Concerto do CCVF. Ao vivo, este novo registo de Mirror People envolve uma série de sintetizadores analógicos, caixa de ritmos e pedais de efeitos. O teclista dos X-Wife, nesta sua versão mais eletrónica, vê esta abordagem “live” como um caminho para a liberdade: “Na forma como tenho os instrumentos alinhados, posso facilmente improvisar. Criar elementos novos na altura, dependendo da forma como eu e o público estamos a sentir a música.”. O seu trabalho de estúdio envolve já parcerias com nomes como Rowetta dos Happy Mondays e tem recebido excelentes críticas nacionais e internacionais (Mixmag, Djmag, Pete Tong da BBC Radio 1).


SÁBADO 29

CCVF / CAFÉ CONCERTO MÚSICA / 24H00

NORTON

É certo que já vão a caminho do quarto álbum de originais, mas a frescura com que se reinventam a cada disco faz dos Norton um dos melhores exemplos de como a pop e a música alternativa podem andar de mãos dadas. Em doze anos de carreira, o quarteto de Castelo Branco soma três registos de originais, dois álbuns de remisturas, digressões por toda a Europa, edições no Japão e um documentário. O impacto que mantêm ano após ano baseiase largamente na relação que conseguiram conquistar com o público. Em março de 2014 lançam um novo disco homónimo e estão prontos a convencer os mais céticos de que um bom refrão é meio caminho andado para uma boa canção.

Dez anos depois do álbum de estreia, os Norton estão de volta com um novo álbum de estúdio. Ten years after the debut album, Norton are back with a new studio album. It is true that they are already on their way to their fourth studio album, but the freshness with which they reinvent each record makes them one of the best examples of how pop and alternative music can go hand in hand. The quartet of Castelo Branco has twelve years of career already, three studio albums, two remix albums, tours throughout Europe, launches in Japan and a documentary under their belt. Their impact that is kept year after year is based largely in the relation they have managed to conquer with the public. In March of 2014, they launched a new self-titled album and they are ready to convince even the most sceptical that a good chorus is half the battle for a good song.

Pedro Afonso guitarra, voz / Rodolfo Matos bateria / Leonel Soares baixo / Manuel Simões guitarra, voz / Maiores de 12 / Preço 3,00 eur / Cartão Quadrilátero Cultural


ATÉ 06 ABRIL

CCVF / PALÁCIO VILA FLOR EXPOSIÇÃO

O trabalho de Arlindo Silva dá continuidade a uma prática artística intemporal.

Horário da Exposição terça a sábado / 09h30-13h00 | 14h30-19h00 / domingos e feriados / 14h00-19h00 / Todas as idades


CORAÇÃO E CINZAS / ARLINDO SILVA VISITAS ORIENTADAS À EXPOSIÇÃO Horário terça a sábado, das 10h00 às 19h00 / Público-alvo Maiores de 4 anos / Duração 60 a 90 min. / Lotação 1 turma/25 pessoas / Preço 2,00 eur/pessoa / Atividade sujeita a marcação prévia com uma semana de antecedência através do e-mail servicoeducativo@aoficina.pt

Sobre uma superfície plana – a tela – Arlindo Silva combina uma matéria concreta – as tintas, e assim regista factos de seu universo pessoal, reiniciando uma nova proposta de inteligibilidade no campo sensível da materialidade do quadro. Porque a sua obra ainda não obteve a atenção pública que merece, esta exposição vem colmatar uma evidente lacuna no panorama das artes em Portugal, reunindo sem uma orientação retrospetiva um número expressivo de trabalhos. As pinturas do Arlindo Silva: pessoas do seu círculo de relações captadas em instantâneos algo inesperados, “anti-retratos” que negam a tradicional pose das figuras retratadas, perpassam uma atitude desafetada e discreta, que é também transversal ao seu percurso artístico e humano.

Como estamos?, 2008. Óleo sobre tela, 67 x 89 cm. Coleção Fundação Ilídio Pinho. De mim para ti, 2006. Óleo sobre tela, 27,5 x 41,5 cm. Coleção Privada. Oskar, 2006. Óleo sobre tela, 71x109 cm. Coleção Privada. Marco na piscina do André, 2005. Óleo sobre tela, 61 x 94,5 cm. Coleção Privada.

The work by Arlindo Silva provides continuity to a timeless artistic practise. Due to the fact that his work has not yet received the public attention it deserves, this exhibition bridges a gap in the Portuguese art scene, bringing together, with no retrospective intentions, a great deal of work. The paintings by Arlindo Silva: people from his inner circle portrayed in snapshots somewhat unexpected, “anti-portraits” that refuse the traditional posing in image portrayal, transmit an unpretentious and discreet attitude, something which mirrors his artistic and human track record.


ATÉ 13 ABRIL

PAC / CIAJG / SALAS #1–8 EXPOSIÇÃO

Arte Tribal Africana, Arte Pré-Colombiana e Arte Chinesa Antiga da Coleção de José de Guimarães, Objetos do Património Arqueológico, Popular e Religioso, Obras de Artistas Contemporâneos.

Horário da Exposição terça a domingo / 10h00-19h00 / Todas as idades

A COMPOSIÇÃO DO AR COLEÇÃO PERMANENTE E OUTRAS OBRAS

CIAJG - José de Guimarães International Arts Centre brings together pieces from different times, places and contexts in connection with work by contemporary artists. Throughout the eight rooms that shape the building’s first floor, visitors can, in this new cycle of exhibitions, revisit some of the collections’ showpieces, and, at the same time, find new pieces which are part of constellations of objects and pictures organised using taxonomies such as: archaic/contemporary; event/history; unfamiliar/familiar; erudite/popular; material/immaterial.

O CIAJG reúne peças oriundas de diferentes épocas, lugares e contextos em articulação com obras de artistas contemporâneos. Ao longo de um percurso pelas oito salas que constituem o piso 1 do edifício, os visitantes poderão rever alguns dos ex-libris das coleções, mas também descobrir neste novo ciclo expositivo novas peças que integram as constelações de objetos e imagens organizadas a partir de tipologias como: arcaico/ contemporâneo; acontecimento/história; estranho/familiar; erudito/popular; material/imaterial.

Francisco Queimadela e Mariana Caló, A Urgência do Sono e a Abóbada Cósmica, 2011. Vídeo HD; sons extraídos de Super Seaweed Duo e voice over por Helena Faria, a ler do “Sonho Criador” de Maria Zambrano / 7’ 3’’. Coleção dos artistas Bacia, Cultura Yangshao, Neolítico. Terracota. 14x31 Ø cm. CIAJG - Coleção José de Guimarães


ATÉ 13 ABRIL

PAC / CIAJG / SALAS #11–12 EXPOSIÇÃO

Jarosław Fliciński, This is all very well / Isto está tudo muito bem, 2014. Pintura mural (acrílico). 7.64 x 7.82 m

ESTRELA NEGRA / JAROSŁAW FLICI SKI PAREDES, PINTURAS, DESENHOS E OBJETOS

“Estrela Negra” é a primeira exposição individual de Jarosław Flici ski (1965, Gdansk, Polónia) em Portugal, um dos mais iminentes artistas polacos contemporâneos. Horário da Exposição terça a domingo / 10h00-19h00 / Todas as idades

Trata-se de uma intervenção de grande escala, exemplar do trabalho que o artista tem vindo a desenvolver em relevantes instituições do contexto internacional da arte contemporânea: um projeto de expansão do campo operativo da linguagem pictórica no qual se cruzam uma aguda sensibilidade à arquitetura com uma proficiente prática de pintura sobre parede que vai para além do quadro e se alarga à escala do espaço arquitetónico. “Estrela Negra” is the first individual exhibition by Jarosław Fliciński (1965, Gdansk, Poland) in Portugal. The exhibition is a large-scale intervention by the Polish artist and an example of the style of work he has been developing in relevant institutions of the international contemporary art scene. It is a project that aims to expand the operative field of pictorial language, where an acute sensitivity to architecture and proficient panting practise meet upon a surface that extends beyond the canvas and widens to the scale of architectural space.


ATÉ 13 ABRIL

PAC / CIAJG / SALAS #12–13 EXPOSIÇÃO

PROVAS DE CONTACTO / JOSÉ DE GUIMARÃES DO STENCIL AO DIGITAL: PROCESSOS DE TRANSFERÊNCIA DA IMAGEM

Horário da Exposição terça a domingo / 10h00-19h00 / Todas as idades

“Provas de Contacto” unveils a style of work by José de Guimarães little known to the public yet highly relevant to the understanding of his artistic production. Either by dealing with traditional engraving techniques or by engaging in less conventional ones, such as stencils, José de Guimarães has been developing since the 60’s a tireless research that brings together material experimentation, formal rigour and a vocabulary of shapes that permanently evokes miscegenation as a central concept in his work.

“Provas de Contacto” revela um segmento do trabalho de José de Guimarães pouco conhecido e de grande relevância para o entendimento da obra do artista. Seja em torno de métodos tradicionais da gravura, seja de práticas menos convencionais, como o stencil, José de Guimarães desenvolve desde o princípio dos anos 60 até aos dias de hoje uma incansável pesquisa que concilia experimentação material, rigor formal e um vocabulário de formas que permanentemente convoca a mestiçagem como conceito central da sua obra.

José de Guimarães. A (verde-azul), 1968. Máscara Escantilhão e cartolina c/impressão directa a rolo 66 x 48 cm


ATÉ 13 ABRIL PAC / CIAJG / HALL EXPOSIÇÃO

PRETO NO BRANCO OFICINA ARARA Concebido como "um espaço autónomo e aberto de experimentação em torno da produção de cartazes, livros e outras edições", a Oficina ARARA tem vindo a repensar e a propor, com as suas intervenções no espaço público e a energia gerada em torno de diversas colaborações entre várias disciplinas e linguagens, a potência do múltiplo como forma de operacionalização do gesto artístico.

O coletivo Oficina ARARA concebeu uma intervenção que traz o museu para a rua e a rua para o museu. The collective Oficina ARARA conceived an intervention that, metaphorically, brings the museum into the street and the street into the museum. Designed as an “autonomous and open experimentation space for the production of posters, books and other publications”, Oficina ARARA has been rethinking and proposing, with their interventions in the public space and the energy produced around several collaborations between a number of subjects and languages, the power of the multiple as a way to put artistic gesture into action.

O vento venta, não venta O mar que urra, não urra Atrás de mim não vem gente Oh! Meu Deus Quem é que tanto me empurra?


SERVIÇO EDUCATIVO QUARTA 05 TERÇAS 11, 18 E 25 SÁBADOS 15 E 22

Atividades sujeitas a inscrição com pelo menos uma semana de antecedência através do preenchimento do formulário online disponível em www.ccvf.pt

PAC / CIAJG

ATELIER ABERTO CIAJG Programa Quarta, 05 março, 18h30-20h30: Conversa e visita com Nuno Faria Terças, 11, 18 e 25 março, 18h30-20h30: Atelier com Thierry Simões (desenho) Sábados, 15 e 22 março, 15h00-18h00: Atelier com Nuno Sousa (desenho) Ateliers / Conversas / Visitas Público-alvo Jovens e adultos (M/ 15 anos) / Preço Ateliers com Thierry Simões e Nuno Sousa 20,00 eur por atelier / Conversa com Nuno Faria Gratuito

O Atelier Aberto do CIAJG é um espaço de convívio, aprendizagem e criação pensado para jovens, estudantes, artistas e curiosos. Em março, iniciamos o Atelier Aberto com uma conversa com Nuno Faria, diretor artístico do CIAJG. Serão desenvolvidos ainda dois ateliers na área do desenho, o primeiro com Thierry Simões e o segundo com Nuno Sousa. The Open Atelier is a space for conviviality, learning and creation for youngsters, students, artists and curious people. In March, we begin the Open Atelier with a conversation with Nuno Faria, artistic director of CIAJG. There will be also two ateliers in the area of drawing – the first with Thierry Simões and the second with Nuno Sousa.

DOMINGO 09 A TERÇA 11 PAC / BLACK BOX

A CAMINHADA DOS ELEFANTES INÊS BARAHONA & MIGUEL FRAGATA

Teatro Horário 09 março, 11h00 e 16h00 / 10 e 11 março, 10h30 e 15h00 / Público-alvo dos 7 aos 11 anos / Lotação 80 pessoas / Duração 50 min. aprox. / Preço 2,00 eur

“A Caminhada dos Elefantes” é um espetáculo que reflete sobre o fim, que é um mistério para todos nós, crianças ou adultos. Fruto de uma cuidadosa pesquisa junto de crianças e de adultos, este espetáculo foi construído de modo a gerar um espaço em que as crianças pudessem aceder a diversos conceitos sobre a morte e compreendê-la de uma forma pessoal e íntima, contrariando a infantilização e a efabulação deste tema difícil e profundo. “A Caminhada dos Elefantes” (The Journey of the Elephants) is a show that reflects upon the end, which is a mystery to all of us – children or adults. This show is the fruit of a careful research on children and adults and it was constructed in order to generate a space in which children could access diverse concepts about death and understand it in a personal and intimate way, opposing infantilization and fabulation of this difficult and deep topic.


SEXTA 28 E SÁBADO 29 CCVF / PEQUENO AUDITÓRIO

MIMA-FATÁXA JOÃO SOUSA CARDOSO

Teatro / Criação com a Comunidade Horário 28 março, 15h00 | 29 março, 22h00 / Público-alvo Maiores de 12 anos / Duração 80 min. aprox. / Preço 2,00 eur

After the artistic direction of “Almada, A Name of War/We are not Somewhere” (Serralves, 2012), MIMA-FATÁXA represents the return of João Sousa Cardoso to José de Almada Negreiros. It is a show designed from three texts by the avant-garde author: “Englishmen smoke Cigar” (1919), “Mima-Fatáxa” (1919/1920) and “The Scene of Hate” (1915), interpreted by the singer Ana Deus and by the actor Ricardo Bueno, accompanied by twenty local participants. We are looking for 20 participants from Guimarães, from 18 years old onwards, to take part in this project. It is required that participants are 6 hours available, on a daily basis, between the 24th and 29th of March. Interested parties should send CV, letter of motivation and a photo to servicoeducativo@aoficina.pt. Experience or theatrical training is not mandatory.

© Catarina Oliveira

Depois da direção artística de “Almada, Um Nome de Guerra/ Nós Não Estamos Algures” (Serralves, 2012), MIMA-FATÁXA representa o regresso de João Sousa Cardoso a José de Almada Negreiros. Trata-se de um espetáculo concebido a partir de três textos do autor de vanguarda: “Os Ingleses fumam Cachimbo” (1919), “Mima-Fatáxa” (1919/1920) e “A Cena do Ódio” (1915), interpretados pela cantora Ana Deus e pelo ator Ricardo Bueno, acompanhados por vinte participantes locais. Procuramos 20 participantes de Guimarães, maiores de 18 anos, para integrar este projeto. É necessário disponibilidade de 6 horas diárias entre os dias 24 e 29 de março. Os interessados poderão enviar CV, carta de motivação e foto para servicoeducativo@aoficina.pt. Não é condição ter experiência ou formação teatral.


CINEMA

MARÇO

CCVF / GRANDE AUDITÓRIO CINEMA / 21H45

ORGANIZAÇÃO CINECLUBE DE GUIMARÃES

QUINTA 06

DOMINGO 16

DOMINGO 23

QUINTA 27

NINFOMANÍACA VOL. 1 E VOL. 2

A GOLPADA AMERICANA

A RAPARIGA DO 14 DE JULHO

DESTE LADO DA RESSURREIÇÃO

DE LARS VON TRIER COM CHARLOTTE GAINSBOURG, STELLAN SKARSGÅRD, STACY MARTIN, SHIA LABEOUF, CHRISTIAN SLATER, UMA THURMAN, JAMIE BELL, WILLEM DAFOE, JEAN-MARC BARR 245 MIN., 2013, M/18 Desde sempre que Joe se debate com um desejo sexual descontrolado e se vê a si própria como ninfomaníaca. Um dia, depois de um espancamento, é encontrada quase inconsciente por Seligman, um homem bondoso e celibatário que decide levá-la para casa, onde cuida dos seus ferimentos. Seligman acaba então por se tornar o confidente improvável desta mulher que decide contar-lhe a sua vida.

Devido à duração do filme, esta sessão inicia-se excecionalmente às 21h30

DE DAVID O. RUSSELL COM CHRISTIAN BALE, AMY ADAMS, BRADLEY COOPER, JENNIFER LAWRENCE, ROBERT DE NIRO 129 MIN., 2013, M/16 Apanhados pelo agente Richie DiMaso depois de um dos seus múltiplos golpes, Irving e a sua parceira e amante Sydney são forçados a trabalhar para o FBI numa missão que envolve alguns dos mais perigosos criminosos de New Jersey. É assim que se veem envolvidos nos negócios pouco claros de Carmine Polito, um político entusiasta mas pouco credível que se deixou cair nos meandros da máfia local. Para dificultar esta missão já de si complexa, Irving acaba por descobrir, da pior maneira possível, o poder do ressentimento de Rosalyn, a mãe do seu filho, de quem nunca se chegou a divorciar...

Bilheteira da responsabilidade do Cineclube de Guimarães

DE ANTONIN PERETJATKO COM MARIE-LORNA VACONSIN, VINCENT MACAIGNE, GRÉGOIRE TACHNAKIAN, VIMALA PONS 88 MIN., 2013, M/12

Hector vive obcecado por Truquette desde o dia em que a viu pela primeira vez, a 14 de Julho, no Museu do Louvre. Decidido a impressioná-la, convida-a para umas férias junto ao mar. Pator, amigo de Hector, acha a ideia tão boa que decide acompanhá-los, uma vez que ela vai levar Charlotte, a melhor amiga. Assim, os quatro partem rumo a umas desejadas e merecidas férias, seguindo por estradas secundárias que cruzam um país mergulhado em dificuldades económicas. Mas, devido ao estado da nação, o Governo decide encurtar o período de descanso nacional.

DE JOAQUIM SAPINHO COM PEDRO SOUSA, JOANA BARATA, PEDRO CARMO, SOFIA GRILLO, JOÃO CARDOSO, GUILHERME GARCIA, LUÍS CASTRO 118 MIN., 2011, M/12 Rafael (Pedro Sousa, campeão júnior de surf do Guincho) é um jovem surfista perdido no mundo, desenquadrado de tudo e de todos. Com uma grande violência interior, que se reflete no seu corpo e na maneira como surfa, busca um sentido para a sua vida. E será ali, entre a praia do Guincho, o Convento dos Capuchos e a serra de Sintra, que vai finalmente encontrar o seu lugar...

DOMINGO 30

À PROCURA DE LLEWYN DAVIS

DE ETHAN COEN E JOEL COEN COM OSCAR ISAAC, CAREY MULLIGAN, JOHN GOODMAN 105 MIN., 2013, M/12 1961. Llewyn Davis é um cantor de música folk que ambiciona dar-se a conhecer ao mundo. Com o Inverno a chegar a Nova Iorque, vagueia por Greenwich Village de guitarra na mão, em busca da grande oportunidade da sua vida. Até hoje, apenas pôde contar com a ajuda dos amigos, que lhe foram dando um lugar para dormir nas noites mais frias e inventando formas de o ajudar a sobreviver ao dia-a-dia. Apesar de nada parecer correr como o esperado, Llewyn tem agora uma última esperança: ir a Chicago para uma audição com o influente agente musical Bud Grossman.


MARÇO

PAC / BLACK BOX CINEMA / 21H45

CICLO DE CINEMA “O FUTURO DO PASSADO”

Direitos Reservados

ORGANIZAÇÃO A OFICINA E CINECLUBE DE GUIMARÃES

TERÇA 18

TERÇA 25

BLADE RUNNER

LA JETÉE

Num futuro longínquo, a integridade humana estará ameaçada pelos chamados “replicants”, andróides que desejam acima de tudo ser humanos. Para combater e proteger a autenticidade humana foi criada a Blade Runner, uma associação que promove, persegue e abate estes mesmos andróides. Entre os Blades Runners encontra-se Rick Deckard (Harrison Ford) que tem como missão abater quatro “replicants” foragidos.

Na sequência de uma guerra nuclear, os poucos seres humanos restantes procuram as viagens no tempo para tentar mandar alguém para a época pré-guerra à procura de comida, mantimentos e talvez mesmo uma solução para o destino da humanidade.

DE RIDLEY SCOTT COM HARRISON FORD, RUTGER HAUER, SEAN YOUNG, EDWARD JAMES OLMOS, DARYL HANNAH 117 MIN., 1984, M/12

DE CHRIS MARKER COM JEAN NÉGRONI, HÉLÈNE CHATELAIN, DAVOS HANICH E JACQUES LEDOUX 28 MIN., 1962, M/12

12 MACACOS

DE TERRY GILLIAM COM BRUCE WILLIS, MADELEINE STOWE, BRAD PITT, CHRISTOPHER PLUMMER 129 MIN., 1962, M/12 Ano 2035. Após um vírus assassino assolar a Terra, os sobreviventes refugiam-se em comunidades subterrâneas, húmidas e frias. Cole (Bruce Willis) oferece-se como “voluntário” para viajar até ao passado e conseguir uma amostra do vírus, com a qual os cientistas poderão fabricar um antídoto. Durante a viagem conhece uma atraente psiquiatra (Madeleine Stowe) e um doente mental muito particular (Brad Pitt). Cole terá de encontrar o Exército dos 12 Macacos, um grupo radical vinculado à mortífera doença.


PROGRAMAÇÃO LABORATÓRIO DAS ARTES SEXTA 07

LABORATÓRIO DAS ARTES 22H00

50 ANOS DE POP-ROCK EM GUIMARÃES

Depois de três anos de trabalho, o Cineclube de Guimarães organiza um evento para apresentar o projeto “50 Anos de Pop-Rock em Guimarães”, que inclui um documentário realizado por Ricardo Leite e um livro escrito por Paulo Coimbra Martins. Para culminar o projeto, o Cineclube de Guimarães oferece uma viagem pela memória da sonoridade vimaranense com a apresentação de várias músicas em concerto. After three years of work, CineClube of Guimarães is organizing an event to promote the project “50 years of Pop-Rock in Guimarães”, including a documentary directed by Ricardo Leite and a book written by Paulo Coimbra Martins. The project culminates in a journey offered by Cineclube of Guimarães through the memory of local sounds showcasing a group of songs on stage.

Organização Cineclube de Guimarães / Entrada livre


21 MARÇO A 03 MAIO

CASTIGO

Organização Laboratório das Artes - Associação Cultural e Artística de Guimarães / Exposição financiada pela Fundação Calouste Gulbenkian

The work of the artist who began exhibiting in 2001 are permeated by various anxieties generated in modernity and that have to do with a failure of the individual in what surrounds him: the individual crisis, the collective crisis, the conflict between the individual and the social, the transformations of space, the forces of change, the loneliness of fighting, the continuous failure of movements of change, the dilemmas and the longevity of the community, depression, unemployment, loneliness, tediousness. A common procedure in many of her paintings is the production of slight modifications, offsets, reframing, replacements or cancellation of elements of the reference image. They are images in which the artist represents places of escape that express that failure.

LABORATÓRIO DAS ARTES INAUGURAÇÃO DA EXPOSIÇÃO ÀS 22H00

Horário da Exposição Quarta a sábado, 16h00-19h00 / Por marcação laboratorio.gmr@gmail.com / Entrada livre

ISABEL RIBEIRO (COLABORAÇÃO DE ÂNGELO FERREIRA DE SOUSA)

Direitos Reservados

Os trabalhos de Isabel Ribeiro, que começou a expor em 2001, são percorridos por diversas inquietações geradas na modernidade e que têm a ver com um fracasso do indivíduo com o que o rodeia: a crise individual, a crise colectiva, o conflito entre o individual e o social, as transformações do espaço, as forças de mudança, a solidão da luta, o contínuo falhanço dos movimentos de mudança, os dilemas e a longevidade da comunidade, a depressão, o desemprego, a solidão, o tédio. Um procedimento comum em muitas das suas pinturas é a produção de ligeiras alterações, de deslocamentos, de reenquadramentos, de substituição ou anulação de elementos da imagem de referência. São imagens nas quais a artista representa lugares de fuga que falam desse fracasso.


PALCO /

PALCO /

STAGE

STAGE

A

18 16 14 12 10

8 6 4 2 1 3 5 7

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8 10 12 14 16

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B

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K

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Guicul março 2014  
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