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ANO 1 - NO 9 - AGOSTO DE 2017

condomínio

BARRA BONITA

em revista

CANAL DAS TAXAS

SEGURANÇA

A sociedade civil organizada se une para encontrar uma solução para um grande problema ambiental.

A tecnologia como ferramenta de proteção. Conheça o aplicativo criado para proteger o cidadão: Linha Direta PM.


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ANÚNCIO


BARRA BONITA 4 expediente

em revista

DIRETOR EXECUTIVO Paulo Roberto Mesquita DIRETORES E CONSELHEIROS DA ASSOCIAÇÃO

DIRETORA ADMINISTRATIVA Rebeca Maia

PRESIDENTE: William Andrade Nogueira

EDITORA-CHEFE Tereza Menezes Dalmacio

VICE-PRESIDENTE: Júlio Cesar Jesus de Sá DIRETOR FINANCEIRO: Antônio Carlos de Assis Silva DIRETOR ADMINISTRATIVO: Lincoln Franklin Fernandes DIRETORA DE OPERAÇÕES: Fabíola Pombo

SUGESTÃO DE PAUTA (21) 97374-6674 editora@grupocoruja.com

CONSELHO FISCAL: Felipe Marcelo M. de Carvalho / Ivone dos Santos Dias / Valdinez Gonçalves de Lima

COMERCIAL (21) 3471-6799

CONDOMÍNIOS E SÍNDICOS ASSOCIADOS

REPÓRTER Aldi Mafra Guilherme Cosenza

ALOHA CLUB RESIDENCE Síndica Fabíola Pombo CONDOMÍNIO CHOICE RECREIO RESIDENCIAL Estasa CONDOMÍNIO LUAU DO RECREIO Síndico Lincoln Franklin Fernandes CONDOMÍNIO HOME WAYS RESIDENCE Síndico Jorge da Silva Carneiro CONDOMÍNIO PUERTO MADERO RESIDENCE Síndico Silmar Cavalieri CONDOMÍNIO RECREIO TOP DUPLEX Síndica Márcia Gama CONDOMÍNIO RESIDENCIAL VILLA BELLA Síndica Virgínia Sobral Moraes CONDOMÍNIO RESIDENCIAL LA VISTA Síndico Antônio Carlos de Assis Silva CONDOMÍNIO RESIDENCIAL PABLO PICASSO Síndica Ana Cristina Lucidi CONDOMÍNIO SUMMER CLUB RESIDENCE Síndico Paulo Monjardin CONDOMÍNIO VARANDAS DE BARRA BONITA Síndico Dierci Silveira

FOTOGRAFIA Lourrayne Lima ESTAGIÁRIO DE FOTOGRAFIA Marcos Alcantara REVISÃO Laila Silva DIREÇÃO DE ARTE E DIAGRAMAÇÃO Rachel Sartori DESIGN Allan Nascimento Marcilia Almeida Renato Passos www.grupocoruja.com Tel.: 21 3471-6799 Avenida Armando Lombardi, 205, salas 211 a 215, Esquina da Barra Barra da Tijuca - Rio de Janeiro

BARRA BONITA É FORMADO POR 18 CONDOMÍNIOS: ALOHA (168 APARTAMENTOS) CHOICE (360) CONDE DO RECREIO (80) HOME WAYS (80) JARDIM DO ALTO (252) LA VISTA (242) LUAU DO RECREIO (312) NATURA RECREIO (392) PABLO PICASSO (100) PUERTO MADERO (228) SUMMER (62) SUNSET (320) TOP DUPLEX (220) UP LIFE (440) VARANDAS (224) VILLA BELLA (80) VILLA FIRENZE (63) VILLA VENEZIA (80)

Barra Bonita em revista é uma publicação

FALE COM A ASSOCIAÇÃO Nós estamos disponíveis para atendê-lo através dos canais abaixo: 97021-2627 2025-2485

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MARIA ALICE E ANTÔNIO CARLOS VERÔNICA GOMES LUIZ CÉSAR CRONER AURELY CANTUÁRIA PAULO AMORIM RICARDO DE OLIVEIRA RANGEL ALFREDO LOPES JOSÉ LUIZ DE OLIVEIRA JOAQUIM MARIANO TÂNIA MARA SOARES

/NovaBarraBonita NovaBarraBonita.org.br A produção da Revista Barra Bonita não gera custo para a Associação Nova Barra Bonita. Toda a despesa (produção, criação, impressão e veiculação) é paga com o que é arrecadado com a venda de anúncios.


6 palavra do presidente

PROJETO DE DESPOLUIÇÃO DO CANAL DAS TAXAS criadouro desses insetos que têm nos dado tanto trabalho.

A

nossa capa desta edição é o retrato atual do Canal das Taxas e um alerta para todos os moradores de Barra Bonita e de toda a região. Apesar de todo o verde da foto, a situação não é boa, pois não é possível sequer enxergar o espelho d’água que está por debaixo das gigogas. Há um motivo para que essas plantinhas, chamadas popularmente de gigogas, ocupem quase todos os canais e lagoas da região. A resposta é simples: são despejados diariamente milhares de litros de esgoto nos corpos hídricos. O surgimento dessas plantas serve para sinalizar que o lançamento de esgoto é contínuo pois elas se alimentam dos nutrientes disponíveis nessas águas contaminadas; quanto mais esgoto (nutrientes), mais gigogas teremos se alimentando dele. E quais os aspectos negativos que essas plantas provocam em nosso meio ambiente? O primeiro deles obviamente é o que motivou seu crescimento, conforme expliquei acima, o lançamento interminável de esgoto. O segundo está relacionado a um problema sério de saúde pública que é a proliferação desenfreada dos mosquitos, pois essas plantas se tornam um verdadeiro

A prefeitura, de tempos em tempos, com muita pressão da associação, vem e retira as gigogas dos espelhos d’água. Mas observem que a retirada das gigogas não é um processo barato, é um custo alto para os cofres públicos. Os governos, ao longo dos anos, criaram programas, como os Guardiões dos Rios, para fazer esse tipo de trabalho, mas os custos eram altíssimos, pois, além de pagar a mão de obra, é necessário transportar todo o material em caminhões para aterros, que geralmente ficam distantes da origem, aumentando consideravelmente os custos logísticos do processo de remoção. O nome do próximo programa do atual prefeito é Rios Cariocas, que pretende continuar com a ação paliativa. O que de fato deveria ser feito? Parar de poluir, correto? Sim, a resposta é essa, mas sua execução não é tão simples, e a cada governo que entra, o tema é empurrado para frente, alegando falta de verba ou outras desculpas. De onde vem afinal essa poluição toda que está matando literalmente a vida neste rios, canais e lagoas? O esgoto vem dos condomínios e casas que ainda não se ligaram na rede de esgoto, vem das comunidades que não foram preparadas adequadamente para direcionar o esgoto e vem também da própria Cedae. Para quem não sabe, todo o esgoto de Barra Bonita é concentrado em uma elevatória da Cedae, que fica em nossa praça. Lá existe um poço onde o esgoto é acumulado e o processo de bombeamento faz com que esse esgoto siga em direção à Barra para ser tratado e lançado no emissário submarino. Seria ótimo se tudo funcionasse bem sempre assim, mas, infelizmente, essas bombas da Cedae geralmente quebram, entopem, param de funcionar

e todo o esgoto concentrado é jogado em nosso Canal das Taxas. Ou seja, todo o esgoto dos condomínios e casas de Barra Bonita vai parar dentro do Canal, e não há o que fazer a não ser acionar a Cedae toda vez que identificamos esses problemas, para que eles tentem vir o mais rápido possível. O ciclo continua diariamente: esgoto, gigoga, mosquitos, esgoto... Causando a morte do nosso sistema lagunar. Estamos cansados de assistir a esse crime ambiental e resolvemos tentar mudar esse cenário. Junto com a Câmara Comunitária do Recreio e outras instituições apoiadoras, apresentamos à Secretaria de Meio Ambiente uma proposta para despoluição do trecho do Canal que fica em Barra Bonita. A ideia é aplicarmos uma tecnologia de microrganismos, bactérias da família dos lactobacilos, utilizados em diversos projetos de despoluição ao redor do mundo. Nossa ideia é isolar esse trecho por meio de comportas e implementar o projeto ao longo de 5 meses. As reuniões de planejamento já começaram e envolvem os órgãos da prefeitura, a Universidade Federal Fluminense, a Cedae e outros parceiros. Nosso objetivo é captar os recursos necessários para a implementação desse projeto por meio de parceria com a iniciativa privada e pessoas físicas que desejarem colaborar. Teremos uma página especial em nosso site, mostrando todo o acompanhamento do projeto e dos resultados alcançados. Fiquem ligados também em nossa página do Facebook e nos grupos de WhatsApp que mantemos com cada condomínio. Barra Bonita, eu amo, eu cuido!

William Andrade Nogueira Pres. da Associação de Condomínios Nova Barra Bonita e morador.


8 notinhas

INFORMAÇÕES RÁPIDAS E PONTUAIS PARA O MORADOR. ACOMPANHE: PARCERIA COM O PODER PÚBLICO Em julho, a Associação de Condomínios de Barra Bonita realizou mais uma reunião com os órgãos públicos para tratar das demandas do bairro. Estiveram presentes os representantes da Comlurb (poda), Rioluz (iluminação), Cedae, Conservação e Seop. O encontro é promovido pela Acir em parceria com os presidentes das associações de moradores e de condomínios. Por meio dessas reuniões são apresentadas as demandas aos órgãos e os representantes podem expor suas limitações e dificuldades em executar alguns serviços por falta de recursos. Uma delas é o serviço de poda, que consegue atender apenas 20% das demandas da região, por falta de caminhões.


A outra conquista foi o tão esperado speed table, que ligará as calçadas da praça ao Aloha. É mais segurança, conforto e beleza para o condomínio. A parceria com a Secretaria de Conservação e Meio Ambiente e a CET-Rio tem dado resultado.

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9 notinhas

TRÂNSITO


12 meio ambiente

EM PAUTA: CANAL DAS TAXAS E

ntres as lutas realizadas para resolver os problemas da região e trazer mais qualidade de vida aos moradores de Barra Bonita está a questão da despoluição do Canal das Taxas. O Canal liga as lagoas das Taxas e Marapendi e já sofre há anos com a proliferação das gigogas, insetos e mau cheiro, devido à poluição do Canal. Em mais uma tentativa de resolver esse problema, a Associação de Condomínios de Barra Bonita deu mais um importante passo em direção ao projeto de despoluição do trecho do Canal das Taxas em Barra Bonita. Em parceria com a Câmara Comunitária do Recreio e Vargens, Associação de Moradores do Recreio (AMORE) e a Associação Comercial do Recreio, foi desenvolvido, junto à empresa Alevinus, uma maneira para combater esse problema. “O trabalho é cuidar de maneira experimental desse pedaço do Canal que passa por Barra Bonita através de microorganismos que encontramos na natureza, restabelecendo assim o equilíbrio do Canal”, explicou Nuno Silva, engenheiro químico responsável pelo projeto.


14 meio ambiente

Contudo, para que isso seja realizado é preciso que haja uma autorização da prefeitura para que o processo possa ser feito. Pensando nisso, a Associação de Condomínios de Barra Bonita realizou um encontro com o secretário Rubens Teixeira, de Conservação e Meio Ambiente. Presentes à noite, ainda estiveram o presidente Sr. Luiz Igrejas, da Associação AMAR; o Sr. Edmundo, que representou a Câmara Comunitária da Barra; Donato Veloso, da Lagoa Viva; Dra. Christianne Bernardo, da OAB da Barra; e outras instituições representativas. O administrador regional do Recreio, Luiz Pedra, também esteve presente representando a prefeitura.

Após a apresentação, o secretário sinalizou que contribuirá com o trabalho das associações, agilizando o processo dos guardiões que farão a limpeza dos canais e lagoas da região, e trabalhará para remover as gigogas que se proliferaram na região. “É de suma importância uma reunião como essa que tivemos hoje. É importante que o poder público preste contas do que está fazendo e o povo ter direito de cobrar. Quem está aqui hoje cobrando, está fazendo um papel importante, não só para si mesmo, mas também para todos que vivem aqui. Tenho muito respeito pelas pessoas que participam, pois entendem o que é uma democracia. E nós, do poder público, temos que

correr atrás para resolver esses problemas”, declarou o secretário de Conservação e Meio Ambiente após a reunião. Presidente da Associação de Condomínios de Barra Bonita, William Nogueira deu seu parecer sobre a noite: “esses encontros são importantes porque aproximamos o morador de Barra Bonita dos representantes do poder público. São eles que podem fazer as melhorias que impactam no dia a dia do morador, como as podas das árvores, manutenção do asfalto, iluminação pública, entre outras atribuições. A cada reunião, o público vem crescendo, mas o bom seria se tivéssemos cada vez mais moradores participando”.


Alguns moradores também falaram sobre a questão:

“Sofremos com a poluição do Canal. O mau cheiro e o acúmulo de mosquitos são muito ruins. Uso tela, espuma e raquete de choque para tentar conter os mosquitos, mas nada adianta. E olha que moro no 4º andar”, afirmou Ângela Araújo (Jardins de Barra Bonita), acompanhada do marido José de Paula.

Para Luiz Clores (Natura Recreio), a limpeza do Canal é essencial: “essa poluição só prejudica os moradores, principalmente por causa dos mosquitos. Sou totalmente favorável à despoluição”.

Osório Júnior (Top Duplex) ressalta que a sujeira do Canal pode trazer o risco de dengue aos moradores: “a proliferação dos mosquitos é grande. Quase todo dia passam fumaça no meu prédio, mas não adianta. O verão é a pior época, pois aparecem muito mais mosquitos”.

“A água do Canal está muito poluída e o lixo fica acumulado na beira do rio. O mau cheiro é constante e os moradores estão sujeitos a doenças e mosquitos”, declarou Bernardo Cruz, que estava com a filha Letícia (10 anos).


16 meio ambiente

RETROSPECTIVA Quando o Rio foi escolhido como sede para as Olimpíadas, a despoluição do Complexo Lagunar da Barra, tornou-se um compromisso com o Comitê de Jogos Olímpicos. Nesse enredo coube de tudo: início da dragagem, paralisação da dragagem, ação judicial; e o tempo correndo. Ambientalistas, como o biólogo Mario Moscatelli, mostram a realidade nua e crua da degradação total um ano antes dos Jogos: “se as Olimpíadas fossem hoje, os atletas sentiriam um cheiro de gás sulfídrico e metano. Quem pratica

esportes nas lagoas corre o risco de ter hepatites, gastroenterites e até câncer de fígado, por causa (das toxinas) das cianobactérias”. As Olimpíadas vieram, foram embora e nada foi feito. E o Canal das Taxas é apenas mais um reflexo de todo esse descaso. Fazem parte da bacia hidrográfica da laguna de Jacarepaguá os seguintes ecossistemas fluviais: rios Guerenguê, Monjolo, Areal, Pavuninha, Passarinhos, Caçambé, Camorim, do Marinho, Ubaeté, Firmino, Calembá, Cancela, Vargem Pequena e Canudo; Arroio Pavuna; córrego Engenho Novo e os canais do Portelo e do Cortado.

Integram a bacia da Lagoa do Camorim: Arroio Fundo e os rios Banca da Velha, Tindiba, Pechincha, Palmital, Covanca, Grande, Pequeno, Anil, Sangrador, Panela, São Francisco, Quitite e Papagaio. A bacia da Lagoa da Tijuca é formada pelos rios das Pedras, Retiro, Carioca, Muzema, Itanhangá, Leandro, da Cachoeira, Tijuca, da Barra, Gávea Pequena, Jacaré e pelo córrego Santo Antônio. Além disso, apenas o Rio das Piabas e o Canal das Taxas fluem na Lagoa de Marapendi.


18 aplicativo

POLÍCIA E POPULAÇÃO CONECTADOS N

unca se viu tanta violência na cidade. A crise do estado está refletida em todos os setores da sociedade organizada. Vivemos em uma época de muita violência e medo. E talvez, por estarmos em um momento tão delicado, as soluções brotam da necessidade da população em se defender. Com essa proposta, o administrador Leonardo Gandelman criou um aplicativo para melhorar a comunicação entre população e polícia. “Em breve, por meio dele, os moradores de condomínios também poderão acionar diretamente os representantes de suas associações para informar algum incidente”, explica Leonardo. Há 4 anos morando na Barra, Leonardo viu a violência aumentar na região com a chegada dos transportes de massa, BRT e metrô. Durante uma reunião com a polícia, realizada com moradores na igreja São Francisco de Paula, ele percebeu a necessidade de haver uma maneira mais efetiva de comunicação com os policiais. “O 190 é ótimo, mas tem seus defeitos. Desde a reunião, até colocar o aplicativo para rodar demorou uns 6 meses”, explica Leonardo. Intitulado de Linha Direta PM, a ferramenta nada mais é do que uma parceria entre a Coordenadoria de Assuntos Estratégicos (Caes) da Polícia Militar, o 31º BPM (Recreio) e a sociedade civil. Vale ressaltar que o projeto está em fase de testes e tem custo zero para a polícia. “Ele não substitui o 190, mas funciona como um facilitador para acionar a polícia em emergências que ocorram dentro de residências e estabelecimentos comerciais. Banquei toda a ideia do meu bolso, o app é gratuito e roda em Android e iOS”, destaca Leonardo. Sobre o uso da plataforma não há muito mistério, é muito simples: a pessoa aperta um botão, narra em dez segundos a situação que está passando, em seguida o app fecha automaticamente e envia a mensagem para as pessoas cadastradas e para a PM. Os contatos que não tiverem o app serão sinalizados com um SMS, mas é importante que eles também baixem o Linha Direta PM, pois sem o app não conseguirão ouvir a mensagem, somente receberão o alerta. É importante destacar que as pessoas cadastradas não podem ser da mesma residência ou estabelecimento comercial.


19 aplicativo

A princípio, a ideia de Leonardo era atender a região da Barra, mas a iniciativa ganhou uma proporção que ele não esperava. “Mais pra frente, a ideia é estender o recurso para outros bairros. Não sabia que proporção isso ia tomar, até coronéis vieram me perguntar quando o app estará disponível para atender a área dos batalhões deles. Agora, eu preciso de divulgação e parceiros que queiram somar e tomar iniciativas referentes à segurança. Afinal, esse é um modelo de segurança colaborativa”, ressalta Leonardo. Sobre o que acontece depois que a informação chega à polícia, o administrador esclarece: “eu não tenho ciência de quais serão as atitudes tomadas pela polícia quando o alerta for recebido, o que posso dizer, pelo que pude perceber, é que eles se esforçam ao máximo para levar a melhor solução para os casos. Sem contar que o app trouxe corte de gastos para dentro da PM nessa época de crise no estado. Além disso, ele reduz o número de trotes, pois na plataforma a pessoa cadastra dados pessoais, e ainda diminui o número de deslocamentos de policiais para ocorrências falsas, com isso se gasta menos com combustível e manutenção das viaturas”.

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w w w . i b a t i t u d e . c o m . b r Rua Sylvi o da Rocha Pollis, 751, Barra da Tijuca


22 lazer

ÁLBUM

de família

Esta seção é o ponto de encontro de quem escolheu o Barra Bonita como casa e segue registrando o jeito leve e descontraído de viver aqui. As áreas externas e comuns a todos são um convite ao bem-estar. Confira mais um dia de muito alto-astral.

Marcelo Beiral (Conde do Recreio) não frequentava muito a praça, mas, por causa do filho e das atividades físicas, ele mudou de hábitos: “corro quase todos os dias. A praça é um lugar excelente, é um espaço para todos, desde as crianças até a 3ª de idade. Que ela seja sempre bem cuidada”.

Cynthia Mendes (Top Duplex) diz: “a praça é um ambiente para a comunhão dos moradores. Isso aqui é nosso e, por isso, devemos contribuir para mantê-la sempre bonita. Contribuir com a associação é importante, eles zelam pela nossa praça e cuidam dos jardins. Acho que, assim como espaço comum e segurança são quesitos importantes, o Canal também é. Gostei muito de saber que temos avançado na luta para limparmos o trecho que contempla o nosso condomínio”.


23 lazer Mariana Monteiro (Top Duplex) é mãe de Alice (1 ano e 10 meses) e comenta: “estamos sempre aqui. No parquinho, especificamente, 3 vezes por semana. Ser um espaço fechado, onde os cachorros não entram, é muito bom”.


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Saindo pela segunda vez na Revista de Barra Bonita, Alexandre Reis (Conde do Recreio) e a filha, Helena (1 ano e 6 meses), aprovaram as melhorias do parquinho: “ficou muito melhor. Nos dias mais úmidos não nos preocuparemos deles se sujarem todos de lama, como acontecia antigamente, quando não tinha o piso emborrachado”.


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Fernanda Job (Up Life) e a filha, Valentina (2 anos), são figuras frequentes no parquinho: “sempre quando dá, venho brincar com ela. Aliás, assim quando acorda, Valentina pede para vir pra cá. Eu gostei muito das melhorias, mas acredito que seria ainda melhor se o piso emborrachado fosse não só nas áreas dos brinquedos, mas em todo o complexo do parquinho. Outra questão que nos preocupa bastante é a quantidade de mosquitos que rodeiam o espaço, talvez um fumacê resolvesse esse problema”.

Maria Ferreira da Silva (Luau do Recreio) ama estar com o neto, Bernardo (5 anos), os dois são sintonia pura: “ele adora isso aqui e eu ainda mais, porque posso estar com meu neto. É muito bom ter um lugar como esse ao ar livre, onde as crianças podem interagir”. Maria ainda fez questão de registrar que depois dos alertas da Revista sobre os cuidados que os moradores devem ter com os espaços comuns, a praça tem estado mais limpa e os donos de cachorro têm se conscientizado e recolhido os dejetos de seus cães. “Antes, eu brincava com o meu neto na praça e a bola dele sujava direto com as fezes dos animais”, finaliza Maria.

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ESBANJANDO TALENTO MÚSICA, TEATRO, CINEMA, TV, ARTES PLÁSTICAS, FOTOGRAFIA, A SEÇÃO EM CENA ENTREVISTA MORADORES QUE SE DESTACAM NA ARTE. GENTE QUE VIVE AQUI E LEVA O SEU TRABALHO PARA TODA A CIDADE. E NA EDIÇÃO DE AGOSTO, O GUITARRISTA KIKO, DA BANDA ROUPA NOVA, COM MAIS DE TRÊS DÉCADAS DE MUITA MÚSICA BOA. CONFIRA.

TOCAR COM O CORAÇÃO E COM A ALMA. ESSA FOI E SERÁ SEMPRE A PROPOSTA DO GUITARRISTA KIKO (EURICO PEREIRA DA SILVA FILHO), CARIOCA DE BONSUCESSO, NASCIDO EM 1952, APAIXONADO POR MÚSICA BOA, E SE FOR ROCK, TORNASE PERFEITO. CONHEÇA MAIS DA CARREIRA DE KIKO, DAS SUAS HISTÓRIAS COM A BANDA ROUPA NOVA, DA SUA ESCOLHA PELO BAIRRO E DE SEU AMOR POR BARRA BONITA.

BARRA BONITA: Quando foi que a música entrou na sua vida? Quando esse amor brotou? KIKO: Eu me sentia musical desde a escola primária Ruy Barbosa, em Bonsucesso, onde me metia em tudo. O primeiro instrumento que aprendi a tocar foi o pandeiro. Logo depois, a guitarra, que consegui emprestada de um amigo. Eu era levado e, por ser assim, inicialmente, minha mãe não apoiava esse meu gosto pela música. Quando comecei a treinar, ficava ouvindo um conjunto que tocava na minha antiga vila no bairro de Bonsucesso e pegava a harmonia deles, até que um dos componentes, o Valtinho, começou a me dar aulas. Sem falsa modéstia, eu aprendi muito rápido. Tinha uma música que eu não sabia, “Prece ao vento”, de Dorival Caymmi, mas quando chegava


BARRA BONITA: Você fez parte das bandas Los Panchos Villa e Famks, conhecidas por embalar os bailes cariocas em 1970. Conte-nos um pouco sobre esse período da sua vida? KIKO: Los Panchos foi muito importante na minha vida, mas sempre sonhei em tocar nos Famks, porque era um conjunto que me agradava muito, principalmente a forma como eles conduziam a harmonia. Mas sabia que nunca iria entrar nesse conjunto porque Osmar Kiko (Francisco Roberto Cataldo), o Kiko, meu xará, era guitarrista e dono da banda. BARRA BONITA: E como conseguiu fazer da parte da banda? KIKO: Durante um de nossos shows, o guitarrista Kiko ficou beijando a namorada, e na mesma hora começou uma briga em cima do palco entre os integrantes do grupo. Daquele show em diante todos começaram a pedir a saída dele da banda e falavam para o empresário que não dava mais para o guitarrista ficar. O Paulinho me indicou e os convidou para assistir uma das apresentações dos Los Panchos, em

Jardim América. Quando chegaram, eu fiquei chateado, porque já tinham levado o Paulinho do nosso grupo. Durante o show, eu cantava e fazia o solo na música “Tinindo Trincando” e eles ficaram surpresos. Dali até eu entrar no grupo não demorou muito. BARRA BONITA: E como os Famks passaram a se chamar Roupa Nova? KIKO: A Rádio Cidade revolucionou a FM. Nessa época, a empresa queria fazer uma versão da música “Good Times” para um especial de fim de ano, e foi aí que aconteceu a grande virada. O superintendente da época chamou o Mariozinho da Odeon e o Eduardo Souto Neto, compositor do tema do Rock In Rio, e eles fizeram o arranjo. Eduardo deu a ideia de nos chamar. Mariozinho, muito resistente, falou que não, que não nos conhecia a ponto de nos produzir. Mesmo assim, Eduardo nos ligou e nos chamou para gravarmos. Mario ficou impressionado e falou que iria nos produzir. Em pouco tempo marcamos uma reunião na Odeon e Mario nos disse: “eu quero fazer um Queen brasileiro, só que com esse nome não dá”. Resistimos, falamos que com esse nome já éramos reconhecidos e ele respondeu: “sim pelas pessoas do bairro de vocês”. Foi aí que ele nos deu uma proposta, pensada junto com a equipe de marketing da gravadora: “nós vamos trocar o rótulo do produto, o produto virá de roupa nova”, e repetiu outra vez “roupa nova”. Nós achamos muito ruim, mas ele nos explicou

que a estratégia era que quando alguém quisesse dar uma nova roupagem para um produto que já existisse iria pensar na gente. Ele nos convenceu e topamos gravar o disco. BARRA BONITA: Mas até gravar o primeiro disco, o grupo teve que passar pelo MPB 80, Festival de Música da Rede Globo. Como foi se apresentar em um evento que reunia grandes nomes da música brasileira como Elba Ramalho e Zezé Motta? KIKO: Foi uma experiência incrível, fizemos uma ótima apresentação. Mariozinho nos arrumou uma música chamada “No colo Del Rey” e insistiu que queria o “Queen” cantando. Ao final da apresentação fomos muito aplaudidos e por longos minutos; sem contar que vários artistas vieram até nós e disseram que já estávamos classificados. Apesar disso, saímos de lá com o rótulo de injustiçados, porque não fomos classificados. Então, pouco tempo depois, lançamos o nosso primeiro CD. Daí até emplacar os primeiros hits nacionalmente não demorou muito. A primeira música a estourar foi “Canção de Verão”. Fizemos 18 programas do Chacrinha com essa música. Embora as músicas conquistassem o público, as vendas de CDs não eram satisfatórias. O primeiro CD vendeu apenas 40 mil cópias, no disco seguinte mais ou menos o mesmo, no terceiro, 30 mil. Só no quinto disco, que

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em casa, pedia pra minha mãe cantar e eu a acompanhava. Foi a partir desse momento que ela percebeu meu talento e que nada me afastaria da minha vocação. No meu aniversário, eu ganhei dinheiro dos meus avós e comprei um cristal, captador para ligar o violão no amplificador. Desde então não parei mais de tocar.


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tinha canções como “Linda Demais”, “Seguindo no Trem Azul” e “Dona” chegamos a mais de 800 mil cópias. Estouramos! BARRA BONITA: Quais foram os momentos mais especiais da carreira? KIKO: O primeiro show no Arpoador para mais de 30 mil pessoas, em 1981, e depois o de Portugal, em 1986, no Coliseu. Nós fomos a única banda a tocar no local e o superlotar. Sem contar o Grammy que ganhamos em 2009. BARRA BONITA: E como é a relação com os outros integrantes do Roupa Nova? KIKO: São 6 pessoas diferentes, com personalidades distintas e não somos muito de nos encontrar fora do trabalho. Hoje fazemos uma média de 10 shows por mês, mas já chegamos a fazer 20. Mesmo depois desse crescimento digital e declínio da venda de discos, nos mantemos no topo dos rankings musicais. Hoje, por exemplo, estamos entre os top 10 de venda digital da nossa gravadora. Sem contar que quando fazemos shows em cidades que não tocamos, o CD vende que nem água na nossa lojinha móvel. BARRA BONITA: Uma fã escreveu uma biografia sobre a história do grupo. Como foi para vocês receberem essa homenagem? KIKO: Vanessa Oliveira é a autora. Ela foi na casa de todos e bateu um papo com cada um. O que nos impressiona é a riqueza de detalhes. Alguns deles, por

exemplo, foram as mixagens da Rádio Cidade que ela conseguiu com o antigo superintendente da rádio, sem falar nos crachás e as fotos do show do Arpoador. O material ficou muito bem escrito. Na obra está retratada não apenas a história do grupo, mas a individual de cada integrante também. Eu me emocionei muito com o que foi escrito sobre mim. BARRA BONITA: Qual é o atual trabalho da banda? KIKO: “Todo amor do mundo” é o nosso vigésimo terceiro álbum. Mas quem o adquire não leva apenas um produto, mas um kit recheado. São vários produtos em um só. Um livro escrito pelo Nando, que traz o personagem Vida, um garoto de 14 anos que leva o público a conhecer a nossa história, somado a dois CDs e um DVD, lançados ano passado. No kit ainda tem uma Kombi, que é a “Todo amor do mundo”, que nos leva de volta ao passado, à época que tocávamos nos bailes cariocas e saíamos pelas ruas da cidade com nossos equipamentos. BARRA BONITA: Por que morar no Barra Bonita? O que o fez vir para cá? KIKO: Tudo aqui me encanta, eu gosto muito. Esse clima de bairro é adorável. Moro há 8 anos aqui e estou muito feliz. Sobre o trabalho da associação, eu digo que é fundamental e não entra na minha cabeça o fato de alguns prédios ainda não quererem contribuir. Aliás, é por meio da associação que se mantém a praça limpa, que se pode investir em segurança e melhorias para o bairro.


26 de outubro Teatro Bradesco Rio

T A C BLACK Z

ucchero, o maior artista musical da Itália, está de volta com seu novo álbum internacional “Black Cat”. Com um total de mais de 60 milhões de cópias vendidas, o disco tem um sabor de rock e blues e resgata o ambiente e a espontaneidade de “Oro, Incenso e Birra”, um dos discos italianos que teve maior sucesso de vendas em todo o mundo. Aqui, na Barra, o artista interpretará seus sucessos no dia 26/10. O álbum, gravado ao longo de 2015 é uma colaboração entre Zucchero e os produtores T-Bone Burnett (Elvis Costello, Elton John, Tony Bennett), Brendan O’Brien (Bruce Springsteen, Pearl Jam, Bob Dylan) e Don Was (Rolling Stones, Iggy Pop, Bob Dylan). “Black Cat” é resultado de uma reunião de esforços entre Zucchero e Bono (U2), que escreveu a letra da música “Streets of Surrender (S.O.S.)”, após a tragédia no Bataclan em Paris, em novembro de 2015, e Elvis Costello, que escreveu a música “Turn The World Down”. Este álbum apresenta ainda o trabalho extraordinário de Mark Knopfler na guitarra. Numa carreira de mais de três décadas, ele obteve sucesso internacional também por meio de suas colaborações com outros artistas de peso, como Eric Clapton, Miles Davis, Ray Charles, B.B King, Sting, Bono, Jeff Beck e Andrea Bocelli. Foi indicado para um prêmio Grammy e também ganhou dois prêmios mundiais de música (World Music Awards), quatro prêmios Festivalbar, e seis prêmios de música de sopro (Wind Music Awards) no seu país, a Itália.


Educação para o pensar: muitos desafios nesses novos tempos Não é preciso ser tão experiente assim para perceber que o mundo mudou. E o que dizer então de nossas crianças? Parecem tão diferentes daquele modelo conhecido por nós... Cada vez mais antenadas, críticas, desafiadoras, ativas e ansiosas por novas experiências. Pensando neste cenário, parece bastante estranho que algumas escolas tentem permanecer utilizando velhas práticas de ensino sem considerar as novas exigências educacionais desse novo tempo. O período da primeira infância, tempo da Educação Infantil, tornou-se um riquíssimo momento de muitas aprendizagens e construção de importantes conceitos e conhecimentos. Não, a Educação Infantil não é simplesmente um depósito de crianças ou local para ocupar as horas. Não há tempo a perder diante de pequenos que nos mostram tanta sede de saber. Oferecer um ensino de qualidade nesta fase tão delicada e especial é no mínimo um grande desafio. Buscamos escolas encantadoras, onde o processo de ensino-aprendizagem tenha significado e isso pode acontecer através de uma prática pedagógica interdisciplinar e ensino por meio de projetos diferentes e interessantes. Na Educação Infantil, os principais instrumentos de aprendizagem utilizado por

nossos pequenos são o corpo, a linguagem, o movimento, as relações e o convite ao pensar. Nossas crianças precisam literalmente vivenciar para aprender. Parece então que uma aprendizagem baseada na transmissão de conhecimentos, na autoridade do professor e na noção de aprender absorvendo conteúdos externos não cabe mais nestes novos tempos. é preciso promover uma “educação para o pensar”, onde a aprendizagem é resultante de um processo de investigação e desafios que levam o estudante a criar hipóteses e chegar às suas próprias conclusões, tornando a aprendizagem com sentido. Por acreditar que a formação humana dentro das escolas é tão importante quanto a aquisição de conhecimentos, o Colégio Notre Dame Recreio trabalha com a prática da educação para o pensar desde o maternal. As aulas de Filosofia enriquecem nossos dias, levando nossos estudantes a terem um pensamento cada vez mais organizado, racional e crítico. O trabalho com projetos multidisciplinares desafia nossos pequenos a buscarem informações e aprenderem de forma significativa e prazerosa. Desta maneira vamos praticando uma educação de profundo respeito e cuidado com essa fase tão linda e inesquecível do desenvolvimento: o ser criança! Alessandra Marassi Coordenadora Pedagógica – Educação Infantil, Colégio Notre Dame Recreio


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Ensino Médio


32 Aloha

VIVER EM BARRA BONITA Barra Bonita é formado por 18 condomínios: Aloha (168 apartamentos); Choice (360); Conde do Recreio (80); Home Ways (80); Jardim do Alto (252); La Vista (242); Luau do Recreio (312); Natura Recreio (392); Pablo Picasso (100); Puerto Madero (228); Summer (62); Sunset (320); Top Duplex (220); Up Life (440); Varandas (224); Villa Bella (80); Villa Firenze (63) e Villa Venezia (80). Aqui vivem famílias que buscam tranquilidade, qualidade de vida, segurança e lazer. Cada condomínio oferece, além de mais qualidade ao seu morador, também uma estrutura organizada e em pleno crescimento. A seção Viver em Barra Bonita segue apresentando cada residencial. Um raio X do bom, do belo e do trabalho que é realizado lá. O síndico será o entrevistado nesta seção, pois será ele quem contará tudo para você, leitor.

C

asada com Bruno e mãe de Pedro Murilo e Yuri, Fabíola Pombo tomou uma importante decisão ao assumir o papel de síndica do condomínio Aloha. “Trabalhei durante 2 anos como gerente administrativo aqui no condomínio, pois gosto muito dessa área. Depois, eu comecei a perceber alguns problemas, como a deterioração do condomínio e algumas bagunças, então resolvi me envolver mais e assumi o papel de síndica do Aloha”, contou a moradora. Com essa decisão, Fabíola passou a administrar não só a própria casa, mas também as duas torres, 168 apartamentos, com aproximadamente 500 moradores, 19 funcionários, além dos empregados terceirizados que compõe o Aloha. “Temos uma mistura grande de faixas etárias aqui, desde casais novos com filhos recém-nascidos, até casais que são mais velhos que possuem filhos já na fase adolescente etc.”, comentou. O Aloha ainda possui diversos espaços voltados para a diversão, conforto e bem-estar dos moradores, como academia, jacuzzi, salão de festas, piscina, sala de massagem, sauna, baby care, ateliê infantil, snooker bar, parquinho, quadra poliesportiva, salão gourmet, home office e churrasqueira. A síndica ainda contou com exclusividade para a Revista sobre o futuro do condomínio: “ainda não temos nada de sustentabilidade no condomínio atualmente, mas iremos colocar placas de energia


solar para economizar e pretendemos colocar em prática um projeto já existente para aumentar a nossa área de lazer, com mais quadras poliesportivas, quadra de tênis e academia para a terceira idade. Porém, isso é algo que ainda será aprovado em assembleia. Após isso, precisamos conseguir uma liberação junto à prefeitura, para então dar andamento ao projeto”. O Aloha soma com os associados que lutam para dar a seus moradores um bairro com qualidade para morar. “É importante estarmos juntos aos projetos futuros da associação para Barra Bonita, principalmente no que se refere à segurança e limpeza do Canal das Taxas, que é do nosso interesse. Além de estar por dentro das coisas que irão acontecer, dando o nosso parecer sempre”, finalizou a síndica.


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Edição 9