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Da ideia à estratégia. O exercício da criatividade para novas conquistas no trabalho e na vida.

Um outro dia, ao conversar com um amigo, ouvi uma

frase que gerou todo esse texto. “Foi por causa de uma ideia que tudo mudou”. Flávio Alves estava simplesmente me contanto a ideia que teve, a qual mudou todo o cenário de sua vida.

O interessante nesse comentário é a exaltação do poder

da ideia. Para onde uma ideia poderá nos levar e o que poderá acontecer nas nossas vidas se dermos asas a elas?

No livro “Tenho uma Ideia”, Roger Von Oech nos conta

a história de Gutenberg. Gutenberg desenvolveu todo o sistema de imprensa, pelo simples fato de associar ideias não antes relacionadas.

Ele pensou: E se juntarmos a prensa de vinhos com a

cunhadora de moedas? Será que dá para imprimir a letra no papel?

Essa provocação criativa de uma combinação não antes

relacionada terminou desenvolvendo a prensa de impressão e a prensa de tipos móveis. -4-

Isso ocorreu no século XV, por volta dos 1400, em uma


época onde as pessoas alfabetizadas eram poucas. A leitura era uma dádiva para uma classe específica, e a provocação criativa de Gutenberg acabou modificando não apenas a sua vida mas também a de toda uma sociedade da época. E, claro, todo o comportamento do mundo.

No prefácil da Coleção “A Obra-Prima de Cada Autor”,

da editora Martin Claret, no livro “Maquiavel – O Poder”, de autoria de José Nivaldo Júnior, encontramos o seguinte texto sobre a “Provocação Criativa” de Gutenberg:

Com o desenvolvimento do sistema de impressão de

Gutenberg, a Europa conseguiu dinamizar a fabricação de livros, imprimindo, em cinquenta anos, cerca de vinte milhões de exemplares para uma população de quase cem milhões de habitantes, a maioria analfabeta.

Para a época, isso significou enorme revolução, demon-

strando que a imprensa só se tornou realidade diante da necessidade social de ler mais.” ...

E isso ocorre em um momento oportuno da história. O

renascimento ganhando forma e força, as ideias surgindo, e o mundo conheceu pela primeira fez um processo de reprodução. Fato, que três séculos depois surge toda a revolução da indústria. Onde tudo, não mas só os livros, ganharam um processo industrial.

A ideia tem um poder transformador. E de onde nas-

cem as ideias?

Para Roger Von Oech, as ideias nascem dos nossos con-

hecimentos. Ele diz: É dos conhecimentos que se fazem novas

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ideias. Ele conclui de forma primorosa: “o verdadeiro segredo da criatividade está no que fazemos com nossos conhecimentos”.

E quando uma ideia muda a vida de uma pessoa? – Para

essa pergunta, eu mesmo respondo: quando a ideia começa a ter relevância e objetivos para o seu idealizador. Ozires Silva, escrevendo para Carlos Alberto Júlio, no Livro “A Arte da Estratégia”, confronta a questão do por que existirem nações pobre e outras ricas. Desse confronto, ele sugere que a diferença está em palavras-chaves como: inovação, criatividade, eficiência e outras semelhantes, como a disciplina.

São palavras provocativas, que aliadas a um objetivo de

vida, têm o poder de mudar realidades de pessoas e de seus empreendimentos.

Talvez, o segredo para a soma dessas palavras gerarem

resultados transformadores esteja no posicionamento pessoal. Carlos Alberto Júlio, por exemplo, tem por mantra a seguinte expressão: “Eu estou determinado a ter sucesso um dia”.

A ideia do sucesso mudou a história de Carlos Alberto.

Mas, não foi só a mente que ele teve de trabalhar para atingir esse sucesso sentenciado.

A sua ideia teve que se tranformar em uma estratégia de

vida.

Em “A Arte da Estratégia”, ele conceitua “Estratégia” na

seguinte sentença: Estratégia é o caminho mais rápido para alcançar os seus objetivos. -6-

E para isso, alguns pilares serão necessários ser construí-

dos, como: foco, organização e disciplina. Os passos da estraté-


gia, a operação, e pessoas importantes. Pensar grande, começar pequeno e crescer rápido.

De fato que, para uma pessoa ter sucesso na vida, ela

tem que passar por objetivos pessoais, familiares, profissionais e dar objetivos para sua vida financeira. ... Aqui vem uma provocação: Mas... Se sua vida fosse um negócio, como fazer para tudo mudar? A resposta: Se a sua vida fosse uma empresa comece descobrindo onde sua empresa está hoje. ...

Uma empresa quando quer ganhar mercado e se dife-

renciar de seus concorrentes busca esse diagnóstico pertinente. As análises de “pontos fortes, “pontos fracos”, “ameças” e “oportunidades” levam uma empresa ao conhecimento de sua realidade atual.

Isso é tão importante que poderá levar esse empreen-

dimento a outros patamares do mercado. Por andar dentro da realidade nua e crua.

Fazer esse tipo de análise ajuda a empresa compreender

bem: sua companhia, seus concorrentes, seus canais de comunicação e de distribuição, quem são seus consumidores finais, seus custos e, claro, o seu contexto.

O objetivo dessa análise é de se traçar objetivos para as

ideias. E a ideia cada vez mais ganha força de estratégia.

E para cada objetivo traçado, existe a necessidade de se

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respeitar algumas sentenças, como: um objetivo tem que ser específico, mensurável, atingível, relevante e ter um tempo específico para sua concretização.

E para que isso ocorra com sucesso, você irá precisar

de pesquisa, segmentação, posicionamento e saber priorizar os passos certos.

Como diria Carlos Alberto Júlia: “Na vida e no mundo

das empresas acontece exatamente a mesma coisa. A empresa sem um plano estratégico é facilmente batida pela concorrência.

Mas a empresa incapaz de executar a estratégia - mesmo

que por um curto período de tempo – boicota a si mesma e deixa a sorte decidir quem vai vencer.”

Escolha o caminho que você vai seguir para realizar seus

objetivos. Trace um plano, A, B e C. Não esquecendo que controle é uma das ferramentas mais úteis o tempo todo, você irá concretizar na sua vida a ideia de que a estratégia é o caminho mais rápido para você realizar os seus objetivos.

Quando a ideia ganha uma estratégia é porque chegou a

hora de virar o jogo da vida. Afinal de contas, foi por causa de uma ideia que tudo mudou.

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O que os concorrentes nos ensinam. Na era da informação quanto mais simples o sistema de prestação de serviços, mas simples e rápidos serão os canais de relacionamento com os clientes.

Os 4 Ps do marketing é uma ferramenta de forte análise

mercadológica pelo simples fato de nos oferecer a real situação que estamos diante dos concorrentes.

A análise de pontos como preço e produto, nos dá o

direcionamento correto de quem são os nossos concorrentes no mercado. Sem contar com a determinação do nosso público alvo, e de quebra, a estrutura estratégica de comunicação para a promoção de nossas marcas e produtos.

Os 4 Ps do marketing é uma ferramenta que nos oferece

de forma comparativa a realidade mercadológica das nossas empresas assim como, quais estratégias de atendimento, relacionamento, preço, promoção e comunicação direta podemos estabelecer para a conquista, manutenção e satisfação dos nossos clientes.

Philip kotler, em seu Marketing 3.0, ele apresenta um -9-


novo conceito de concorrência. A era da informação nos coloca em pé de igualdade com todos do segmentos que atuamos, igualdade no sentido da geração da informação.

Um dos novos conceitos da concorrência é a necessidade

de conviver com o concorrente. Precisamos dele para apresentarmos aos nossos clientes por que somos diferentes e por que é melhor escolher a nossa marca.

A era da informação oferece dispositivos dos mais di-

versos canais de comunicação que permite pequenos, médios e grandes empresas estabelecerem, de forma clara e dentro de cada realiade de investimento financeiro, a criação, a manutenção, acelaboração e a execução de estratégias de comunicação e marketing, gerando uma cadeia de diferenciais mercadológicos para que os consumidores entendam o real valor de cada marca.

Quanto menor a estrutura, em relação ao grande con-

corrente, fica mais simples a execução de certas estratégias de relacionamento e atendimento de forma diferenciada com os clientes.

Quanto menor a empresa, mais simples é o sistema de

atendimento, podendo-se criar, de forma personalizada, atendimentos direcionados, e a conquista da satisfação do cliente pode atingir níveis consideráveis.

A propogação do marketing boca- a- boca é o prêmio

pela maestria do atendimento dos pequenos e médios empresários. Lembrando que, em relação a décadas passadas, hoje, no ínicio do novo século, o marketing boca- a- boca não é apenas casual, e, sim, viral. - 10 -

Hoje, um consumidor bem atendido e satisfeito não fala


apenas de um para um, ele fala de um para milhares, pelo fato de estarmos em redes conectados com as nossas tribos. Porém, o grande concorrente nos oferece informações valiosas para ampliarmos a nossa visão em relação à prestação dos nossos serviços.

Informações como: conceito de loja, posicionamento

de marca, canais de comunicação direta, programas de relacionamento, eventos, promoções, atendimento, “novo layout de loja”, formas de demonstração de produtos e toda a rede de comunicação com o mercado que os grandes investem e que podemos planejar algo semelhante com uma simpes pergunta: O que eu posso fazer para ampliar meus canais de comunicação?

Uma lição que julgo ser uma das mais valiosas é a re-

flexão da seguinte sentença: o que o meu grande concorrente não faz e que eu poderia fazer no meu negócio? Ou seja, uma análise direta na buscar de diferenciais na prestação de serviços, no atendimento e nos canais de comunicação fará toda diferença para o pequeno e o médio empresário e abrirá o leque de novas oportunidades.

Análise e planejamento faz diferença para quem vive

todo dia na guerra do mercado.

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O poder de uma boa embalagem para o pequeno negócio.

Tenho um tio que possuía uma pequena rede de lojas

de biquíni. Um equívoco cometido por ele era comparar- se a outras duas lojas em Fortaleza, as quais julgava que fossem suas concorrentes diretas. Detalhe: enquanto o biquíni dele custava R$ 20,00, o mesmo produto das lojas que ele julgava serem concorrentes diretos custava R$ 150,00. Algo estava errado com a consciência dele, mas fazer o quê.

O que aconteceu? Ora... ora... Aconteceu que ele quase

faliu enquanto os ditos concorrentes continuam crescendo a cada dia.

Contudo, qual a relação dessa história com as embala-

gens? – Tudo! Eu, ainda muito jovem, dizia a ele que o biquíni era uma peça de beleza. Ninguém compra biquíni para usar (ou não apenas); as pessoas compram biquínis para se sentirem bem. Querem excupir a beleza pessoal. Ir a praia pode ser lazer, pode ser diversão, pode ser um momento de procura de um novo amor, pode ser tanta coisa, e, assim como as pessoas que- 12 -


rem se sentir bem com uma roupa nova na festa de natal, as pessoas querem extravasar suas belezas. Quem vende biquíni vende charme, sensualidade, beleza exterior, corpo, sensibilidade, feminilidade. Vende o “estar bem”, o sentir-se bem ou o “eu estou bem”, o “eu sou feliz comigo”. O biquíni traduz o estado de espírito de cada um, e as pessoas pagam bem por isso.

Então, você pega todo esse universo e empacota em uma

sacola de supermercado para o cliente levar para casa. Você acabou com o charme!

Por que empresas como Água de Coco, Meio Tom, Ca-

cau Show, Avon, Natura e outras investem pesado em embalagens sofisticadas, belas e práticas? Será só pelo fato das pessoas pagarem por isso? Para mim, a resposta é não!

Eu relaciono o principal motivo desses investimentos

aos pontos abaixo:

001 – posicionamento de marca;

002 - valor agregado a marca;

003 – solução para a vida do cliente; todo mundo gosta

de dar presente e gosta de se presentear, e ,claro, a embalagem é fator decisivo para esse sentimento;

004 – atribui valor ao produto e à marca;

005 – demonstra a compra da arte; de um produto feito

com arte;

006 – tudo que é bom tem uma boa embalagem;

007 – demonstra a seriedade da empresa;

008 – agrada o cliente e faz o cliente voltar;

009 – diferencial notório entre a sua marca e a concor-

rência;

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010 – faz os clientes se sentirem bem, caso presenteiem

alguém ou comprem para si.

Sem falar que uma boa embalagem pode ser uma grande

estratégia de mídia social. Pode ser uma peça para o bom posicionamento da empresa no mercado, conquista de novos clientes, propaganda boca- a- boca e fidelização dos clientes conquistados.

Pense bem! Ter uma boa embalagem é dizer que o seu

produto é de qualidade e feito para satisfazer e durar. E saiba que as pessoas estão dispostas a pagar mais caro por isso. Afinal, a embalagem é um fator de sentimento. É sentir-se bem. É viver bem. É mais do que isso, pois demonstra bom gosto.

Seja qual for o tamanho do seu empreendimento, mes-

mo sem ter muita força de mídia e pouco ou nenhum orçamento para propaganda, veja seus investimentos e invista na embalagem do seu produto. Você pode não ter dinheiro para anunciar na Rede Globo agora, mas, pode ter certeza, com uma boa embalagem e com o marketing viral que isso vai causar,logo, sua empresa estará anunciando na novela das 9h.

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A importância da identidade visual para a Pequena e Média Empresa.

Poucos recursos, foco preciso, público a conquistar.

Muitas, muitas atribuições para poucas pessoas, às vezes, para uma só. Mas, depois da escolha de um bom nome e do estudo de uma boa marca, a construção da identidade visual para a Empresa é um fator primordial, e o reconhecimento do público para as soluções que a empresa oferece é o papel da comunicação visual.

A identidade visual é toda linguagem comportamental

que a empresa adota como padrão para o seu relacionamento. É na leitura visual que os consumidores reconhecem qual o universo, o ambiente, a forma, o jeito de ser daquela marca. A identidade visual nos permite conceituar a empresa em seu caráter seja ela uma empresa de vanguarda seja uma empresa tradicional. Permite- nos distinguir se é uma empresa moderna ou se tem elementos saudosistas; se é de tendência ou se é apenas uma revendedora de estilos.

A identidade Visual declara diretamente com quem a

empresa quer conversar. Se for uma empresa que busca trabalhar com produtos para uma classe mais elitizada, cores pasteis, - 15 -


fontes simples com toque de sofisticação, elementos neutros e precisos darão à comunicação empresa-cliente o toque que enche os olhos desse público.

Caso destine- se a uma classe crescente, como a nova

Classe C que surge no Brasil com grande força, os elementos de poder, as cores quentes e de tom, que definem aquisição e satisfação, serão os elementos definitivos, respeitando, claro, o universo do produto.

Para cada produto ou universo de produto, uma lingua-

gem. Para cada público, um comportamento.

O importante é conhecer bem o público com quem você

quer se comunicar. Observar os elementos básicos desse universo de pessoas é o segredo do reconhecimento direto público – empresa.

Exemplo: Apple. A Apple foi tão precisa nesse conceito

que deixou de ter clientes para ter fãs. A marca passou a ditar a tendência do seu mercado, do seu público, dos seus fãs. O segredo disso: conhecer bem para quem você vai trabalhar. Atender essas necessidades, compreender tão bem as pessoas do seu universo de marca a ponto de inverter o caminho da atenção.

Uma boa comunicação visual é avaliada no primeiro

olhar. O futuro cliente bateu o olho e já entendeu o comportamento da empresa. Podemos dizer que essa comunicação é nota 10.

É papel da comunicação visual trazer o esclarecimento

do status e o valor agregado. Elementos difusos tem um valor; - 16 -

elementos sofisticados tem outro. Contudo, a escolha desses el-


ementos está no direcionamento do público.

Uma pastelaria em um bairro de periferia poderá ter

uma linguagem sofisticada e uma estética que demonstrem que o produto ofertado tem preço acima do preço padrão empregado pelas outras pastelarias da região. Aí, o segredo do sucesso está na regra qualidade e preço, preço e qualidade. O valor cobrado deverá justificar o momento. Porém, a comunicação visual avisa o público local de que o preço ali é diferenciado.

Uma comunicação visual é eficiente quando avisa que ali

o preço é diferenciado e explica o porquê. As pessoas, por mais que tenham um poder aquisitivo mais baixo e poucas referências de leitura, destinarão o seu momento de lazer e prazer naquele local por conta dos diferenciais que aquele estabelecimento proporciona.

É papel da comunicação visual informar o público lo-

cal e geral de que aquele estabelecimento é diferente por vários motivos. Quando os clientes não só entendem mas também explicam os diferenciais de qualidade de um determinado estabelecimento, podemos, então, dizer que a comunicação visual cumpriu o seu papel. O papel do valor, do status, da qualidade e do preço; do preço e da qualidade.

Seja qual for o tamanho da sua empresa, saiba que definir

bem o seu público e construir uma comunicação visual que fale diretamente com ele são ferramentas indispensáveis ao sucesso do empreendimento.

Soluções criadas e público bem informado acerca do

produto. Esta é a missão da comunicação visual para trabalhar bem a sua marca e para ambientar a empresa no mercado.

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Marketing de conteúdo.

A internet inaugura uma nova era no tocante às comuni-

cações, à mudança da velociade da informação, à concepção da rede de conteúdo e ao fato virtual do relacionamento.

As redes de relacionaemnto, desde o orkut, provocam a

apoximação de pessoas de diversas formas, modalidades e conceitos diferentes: 1 – Pessoas amigas em 1º grau; 2 – Pessoas amigas que se conhecem, mas não têm um nível de proximidade semelhante aos amigos em 1º grau; 3 – Pessoas amigas de amigos, que um dia poderão estabelecer algum tipo de relacionamento real; 4 – Pessoas virtuais – está em um perfil do outro, mas nunca se encontraram de verdade; 5 – Relação direta de pessoas físicas, amigas de pessoas jurídicas; Porém, todos estes cinco níveis de conhecimento existenciais estão na rede por um único fato: a conversa.

A troca de informações, o busca por novas ideias e a

possibilidade de viver novas oportunidades é a proposta nas entrelinhas das redes. Mas, todos estão ligados intrinsecamente pela geração, provocação e retenção de conteúdos.

O que eu chamo de marketing de conteúdo é essa percep-

ção. O objetivo é que as empresas compreendam esse universo - 18 -


de construção conceitual e entrem na conversa, apresentando o conteúdo dos seus negócios e as soluções oferecidas.

Quando eu faço um blog para minha empresa, eu estou

dando início a um canal de geração de informação. A um novo canal de relacionamento e um novo canal de posicionamento e representatividade, para o meu empreendimento.

Um blog não é apenas uma página gratuita que pode ser

criada. Um blog é um manual de instrução de como as pessoas podem usar, onde comprar, como pagar, como trocar, como solucionar problemas para suas vidas e como minha empresa pode resolver isso.

Nesse tipo de canal a técnica impressa pela empresa

tem espaço justificável para todas as explicações plausíveis e de demonstrações relevantes de produtos e serviços, sem falar na construção da vitrine virtual. Mais do que um cartão de visitas ou um guia de como usar a sua empresa, o blog é uma porta de entrada do cliente na sua empresa ,e o início de um processo de relacionamento.

Quando eu gero conteúdo explicativo da minha em-

presa, eu gero credibilidade, confiabilidade, segurança para o usuário e demonstro total controle e conhecimento dos processos de que a empresa se vale para a prestação de seus serviços.

O Google é uma empresa que se vale do conteúdo para

fazer seu principal marketing.

Acesse por exemplo a página do Adwords, veja todo o

manual de explicação que o Google disponibiliza. E se, mesmo assim, você não entendeu bem ou tiver preguiça de ler, veja o vídeo no youtube.

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Agora, vamos fazer um exercício?

Vamos construir os conteúdos explicativos da sua em-

presa?

O segredo do sucesso na internet está relacionado

à quantidade de tempo de trabalho que você dedicará para a produção de informações sobre o seus produtos, serviços e sua instituição de modo geral.

Quanto mais canais de informação você disponibilizar

e quanto mais informações você produzir conceituando o universo de soluções que a sua empresa oferece, mais acesso a sua home page você provocará e, com isso, mais negócios você realizará.

Aqui está a explicação do porquê de tantas empresas

criarem perfis no orkut, no facebook e do porquê estes virarem perfis fantasmas. Se você não tem nada para falar, o que você vai fazer em uma rede de conteúdo?

A concepção de Kotler em seu marketing 3.0 é a con-

quista do cliente em sua totalidade, atingindo a mente, o coração e o espírito.

Conquistar clientes é saber vender através das palavras,

com verdade, caráter e paixão.

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Encontrando clientes nas Redes Sociais.

Vamos começar essa conversa com um ponto relevante:

a “missão” das redes sociais.

Não gosto de chamar “Rede Social” de “mídia social”.

Não, se o quesito for “propaganda”. Muitos Empresários querem estar em um site de relacionamento, como o Facebook, acreditando que vão fazer propaganda de graça.

Infelizmente, isso não existe. Você pode até fazer pro-

paganda no Facebook, isso é fato, a questão do sucesso ou insucesso estará diretamente ligada a boa vontade das pessoas. Afinal, fazer propaganda não é a missão do Facebook. É por isso, que o próprio Facebook criou espaços destinados para a propaganda.

Se você respeitar essa missão e compreender que cada

site tem a sua, terá resultados bem mais eficazes do que se ficar procurando fazer propaganda na rede sem objetivos e sem conseguir a atenção de ninguém.

A primeira dica é você entender que o Facebook é um

site de conversa. As pessoas estão ali para um bate papo, para a troca de ideias, para postar fotos, curtir o assunto, abrir um ponto de discussão, fazer novos amigos, enfim, “relacionamento”. - 21 -


Bem, se as pessoas estão procurando relacionamento,

então, a sua estratégia deverá ser de relacionamento.

Gosto de dizer que um bom ponto de partida para uma

estratégia de relacionamento é “você está onde o seu público está”. Exemplo: se você é dono de um curso de línguas e seu público de interesse são os universitários, então, os perfis das faculdades deverão ser o principal alvo.

Você deve tanto adicionar a faculdade como cada um

que faz parte do perfil de cada faculdade. Lembre-se: eles são o seu público de interesse.

O segundo ponto é criar o conteúdo das conversas.

Lembrando que, comercial tem o seu local específico, aqui, o segredo do sucesso é ter conteúdo que prenda atenção, que seja envolvente, que seja legal, que gere a curiosidade do seu público pela a sua conversa, que seja do interesse da turma.

Analise bem o “papo” que você irá levar para a rede so-

cial. Se o foco está dentro do campo de interesse da turma, a atenção para a sua marca será de fácil aceitação. Se o seu papo for bem direcionado, pode ter certeza que a pessoa com quem você está conversando irá procurar maiores informações no seu site.

Um curso de Línguas tem muita coisa para conversar.

Têm as questões profissionais, a importância curricular, o sonho turístico, o diferencial pessoal e muitos pontos relacionados com as conquistas de cada um.

Para isso, vídeos no youtube, textos no blog e uma boa

rede construída no facebook, como também no orkut e/ou twit- 22 -

ter, poderão ser fortes canais de divulgação das ideias da sua


empresa.

Uma conversa bem elaborada e construída de forma

simples, prática e rápida, poderá render grandes resultados para a sua empresa. E tudo isso, ao custo do tempo de execução.

O segredo para o sucesso está na estratégia que você

irá desenvolver para montar a rede da sua empresa. Uma rede bem construída é um forte canal de propagação de ideias.É um espaço para apresentar soluções e um local excelente para fortalecer o relacionamento com os seus clientes.

E se o cliente gostar e se quiser se envolver, ele mesmo

irá começar o marketing boca a boca ou click a click. Web é conteúdo , rede social é relacionamento.

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A eterna estratégia criativa do rádio.

Desde de 1922, os primórdios da rádio difusão no Bra-

sil, que o rádio é o veículo de comunicação mais adaptável aos diversos meios, processos, incrementos da modernidade e um participante ativo, dos novos aparelhos promotores da revolução da informação.

O rádio é um veículo eterno. Um veículo de comuni-

cação que tornou-se ao longo de sua história um companheiro de todas as horas para muitos. Seja na hora de pico no trânsito, seja nas noites de insônia, seja na alegria, na praia, em casa, na cozinha, no banheiro ou nas corridas e caminhadas diárias de quem quer perder alguns quilinhos. o rádio se faz presente, atuante e vivo na vida de muitas pessoas.

Um veículo que se adapta com facilidade a todos os pro-

cessos da convergência. Veículo participativo da grande rede, presente nos aparelhos celulares de todos os modelos, Iphone, Ipad, enfim, eterno, pertinente e presente.

Investir em rádio é investir no cotidiano das pessoas. Em

cidades como Fortaleza – Ceará, programas de rádio batem a audiência em números percentuais de programas de televisão. Como é o caso de picos do Programa da Samanta Marques na FM 93. - 24 -

Criar para rádio ainda é, como sempre foi, um grande


desafio. Levar o ouvite a imaginação, conduzí-lo através da palavra ao processo de visualização mental do produto, do sabor, do tamanho, da cor, da sensação, da leveza, da satisfação e do poder de realização pessoal. Criar para o rádio é um grande desafio para os publicitiários que contemplam o rádio como veículo estratégico de comunicação publicitária.

Vantagens como custo benefício, abrangência e seg-

mentação, faz do rádio um canal de ideias de um alto poder de impacto. Peça indispensáveis para marcas dos mais diversos segmentos, entre atacadistas e varejistas, e de forte apelo criativo de posicionamento de mercado.

Investir em rádio é investir no sucesso de sua empresa e

principalmente, investir no relacionamento dos seus produtos e serviços com o seu público consumidor.

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O Segredo do Youtube para a pequena e média empresa.

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Qual é o proprietário de uma empresa que não tem o sonho de ver a sua marca brilhando, seu produto desfilando no intervalo comercial de emissoras como globo, SBT, Record, O Povo, TV Diário, ou seja, no canal que ele acredita agregar valor para a sua marca, para o seu produto? Pois bem, para muitas pequenas e médias empresas a realidade de um plano de mídia e de forte investimento de comunicação para sua marca ainda é um sonho muito distante por conta da soma dos investimentos de produção e veiculação. Por mais que todas as emissoras tenham horários alternativos ao nobre, com preços que permitem a inclusão de pequenos investimentos, o novo e pequeno anunciante tem que levar em consideração e planejar bem dois fatores: o investimento com a troca da informação e a permanência considerável no horário para que o resultado seja pelo menos equiparado às expectativas do investimento. Contudo, pode ter certeza, dará resultado! O Google, dentro de sua visão democrática e da pluralidade da possibilidade que a internet apresenta, oferece o youtube, que é uma plataforma de compartilhamento de vídeos,


mas que poderá ser utilizada pelos pequenos e novos anunciantes como um pontapé inicial a todo um trabalho de divulgação de produtos, explicação dos diferenciais do mercado e de posicionamento de pequenas empresas, de forma simples, prática e econômica. O segredo do sucesso de um investimento na criação e produção de um vídeo para o youtube está diretamente relacionado a sua rede de relacionamentos em sites sociais como Facebook, orkut, linked in, blog e outros. Porque para um vídeo empresarial, seja ele institucional, comercial, demonstrativo, a exibição e socialização acontecerão pelos canais sociais, que são a nova forma de fazer propaganda boca-a-boca no nosso tempo. A criação de um vídeo, somado a sua contextualização feita através de um blog e um convite ao conhecimento das redes ao contexto postado no blog, promove toda uma cadeia de interesse por parte do seu universo consumidor. Agora, claro que, para isso, o grau de criatividade, relevância e pertinência da mensagem é que criará e despertará o interesse do público em assistir ao vídeo. E, com isso, o risco de se criar todo um boca-a-boca nas redes de relacionamento. Ter um canal no youtube é ter uma ferramenta direta de captação de clientes, ressaltando as seguintes características: - Credibilidade por parte do público; - experimentação visual; - criação da confiança; - o conhecimento mais aprofundado do cliente, futuro/cliente da sua empresa; - posicionamento da marca da empresa; - 27 -


- reconhecimento do conceito da marca; - percepção dos diferenciais da empresa; - apresentação do domínio da técnica da empresa com relação aos produtos e ou serviços prestados; - o fator atemporal, que é a eternidade da exibição da peça. A gestão de marketing da empresa deverá encarar criação de um canal no youtube como uma campanha de comunicação como qualquer outra. Essa peça é a peça argumento de várias conversas nos canais de relacionamento e propagação de ideias, como: facebook, orkut, linked in, twitter, e-mail marketing etc. Esse vídeo, dependendo da verba disponível, ainda poderá ganhar veículos de mídia tradicionais como rádio, jornais e outdoors, que poderão convidar o grande público para o conhecimento da mensagem. E como não posso deixar de dar o crédito necessário, o blog é um canal indispensável para a ploriferação da informação, a contextualização do conceito, as explicações do modo de usar e a informação dos canais de distribuição. Tudo isso servirá para a geração de tráfego no seu website, de visitantes na sua loja virtual e, principalmente, de impacto de investimento sobre o faturamento da sua empresa. Vale a pena pensar nisso!

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Inovação. Um instrumento indispensável para os Pequenos e Médios Empresários. É sempre interessante quando estudamos Kotler. Em seu Marketing 3.0, ele diz que “já não basta atingir apenas a mente dos consumidores, o alvo também é o coração” e que, no estágio 3.0, o marketing deve ser redefinido como um triângulo harmonioso entre marca, posicionamento e diferenciação (Marketing 3.0; pag. 40). Quando li esse texto, veio na mente o desafio da inovação. Principalmente para as pequenas e médias empresas do nosso país. Mas o que é inovação? A arte de reinventar um negócio e torná-lo cada vez mais competitivo e desejado pelo público é um dos grandes desafios em um mercado tão competitivo e acirrado como vivemos na atualidade. Um mercado de mudanças constantes em praticamente todos os setores da economia. É por isso que, para mim, a inovação é um elemento de grande necessidade para enfrentarmos os desafios impostos por um cenário de

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constante mudança. E como podemos entender “Inovação”? Vejo que inovação é o momento de transição entre a imaginação de uma pessoa e a realidade em que ela vive, como uma espécie de “objetivo” comum. Inovar é apresentar algo novo para o outro. É transceder o óbvio, é somar elementos conhecidos para encontrar algo não esperado. Para o marketing, posso definir inovação como a metamorfose de uma ideia, seja de produto seja de serviço, em algo melhorado, ampliado e com outros valores. Claro que não posso esquecer de falar da dona “criatividade”. Ela é uma ferramenta trivial para esse processo. Para quem busca coisas novas, o exercício da criatividade se faz necesário para encontrar essa “algo novo”. Por valor, entendo como a concretização da plenitude da inovação. Principalmente na era do marketing 3.0 onde há uma provocação ou sugestão de produtos e serviços que cuidem do meio ambiente, do social e do emocional do consumidor, integrando o posionamento, a marca e a diferenciação, como foi citado. Mas Como podemos perceber o “valor”? - Posso afirmar que podemos perceber como valor o contraste do ontem sob uma nova maneira. A compra de produtos que estimulem a sustentabilidade. Protudos sustentáveis tanto no seu uso como na sua fabricação. A descoberta de novos segmentos no mercado, novos nichos, novos targets. A instalação de um bom processo de comunicação dentro das organizações, e que os novos empreendedores entendam essa necessidade, a criação de novas rotinas, uma nova cultura trabalhista e um jeito novo de fazer - 30 -


coisas antigas. A preocupação em sempre, sempre, trazer um jeito novo de fazer velhos produtos e, para concluir, a criação de novas soluções para formatos e processos antigos. Um bom exemplo de empresa que apresenta inovação é a Apple, cujo processo inovador impacta e define a trajetória do mercado onde vive. Onde clientes são fãs e, depois de cada lançamento, as pessoas não concebem mais o mundo sem aquele elemento, processo ou produto. Parêntese: Outro case de sucesso de inovação é o Google. O Google esnoba quando avança no simples conceito da busca. A ampliação da ideia da busca para o Google é algo incrível. Aaron Goldman, no Livro “Tudo o que sei sobre Marketing aprendi com o Google”, apresenta o nome da empresa como um verbo, o verbo “Googlar”, e, com isso, um simples questionamento: por que as pessoas “Googlam”? As pessoas Googlam simplesmente porque estão procurando alguma coisa. Se alguém está procurando alguma coisa é porque tem um problema para solucionar ou uma decisão a tomar, então nasceu a ideia dos links patrocinados. Quando uma pessoa está procurando uma resposta este é o melhor momento para uma empresa entregar uma mensagem. Veja que fantástico o domínio de missão da empresa e a solução apresentada pelo Google para o mercado. Voltando: Claro que inovação não se refere apenas ao desenvolvi- 31 -


mento de novas tecnologias, mas inovamos quando desenvolvemos novas formas de relacionamento com nossos clientes, quando apresentamos novas práticas com o objetivo do grau de satisfação de um segmento no mercado. Citei a Apple por conta desse espírito, o espírito de deslumbrar, o espírito de surpreender. E antes que alguém pense em altos investimentos e contratações internacionais, inovar é uma questão de comportamento. É uma escolha pessoal. É uma busca. É o ato e o hábito de desenvolver pesquisa. É ouvir seu público e seus colaboradores. A inovação começa quando nos disponibilizamos ao novo, quando queremos outras respostas. Quando escolhemos inovar, criamos uma certa “ansiedade” na busca de novos caminhos. E como estamos buscando um caminho novo, bumm! Ele aparece. Quando fazemos novas perguntas encontramos novas possibilidades, abrimos outras portas e percebemos outras realidades. Inovação. É com essa ferramenta que podemos tocar o coração daqueles que acreditam nos nossos empreendimentos e de todos aqueles que compram os nossos produtos.

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Cronicas e ideias  

Uma série de provocações criativas para inspiração empresarial.

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Uma série de provocações criativas para inspiração empresarial.

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