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Odontologia

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Foto Celso Junior

A tecnologia chega à Odontologia e apresenta uma nova geração de tratamentos. Em especial a implantodontia. Roberto Cruz traz os métodos para Brasília e desmistifica o receio em reconstruir a arcada dentária

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cidentes, cáries e doenças periodontais que acometem as estruturas vizinhas ao dente, como gengiva e osso, são algumas das causas para a perda de um dente. Quatro em cada dez brasileiros acima dos 40 anos já sofreram alguma perda dentária. O problema tem sido recorrente e o tratamento mais indicado ainda é o implante. Por ano, são feitos cerca de 800 mil implantes no Brasil. Tecnologia tem ajudado o tratamento a ficar menos dolorido e mais eficiente. Doutor em implantodontia e professor da Universidade de Brasília (UnB), Roberto Machado Cruz diz que essa é uma área da odontologia que tem avançado muito. “Antigamente, quando se perdia um dente, era preciso desgastar os vizinhos para colocar uma ponte fixa. Hoje, o cirurgião-dentista mantém os dentes naturais e coloca uma coroa sobre o implante”, explica. No passado, casos como a perda óssea ou da gengiva chegavam a ser, muitas vezes, um problema irrecuperável. Pacientes tinham de optar pelas dentaduras ou próteses removíveis. Cruz explica que hoje, mesmo os diagnósticos mais graves têm 90% de chances de tratamento. “Caso não haja osso suficiente em altura ou espessura para se instalar os implantes, realizamos cirurgias de reconstrução do tecido, com manobras regenerativas. Nos últimos anos, trouxemos uma nova técnica, pioneira


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