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Jornal Espírita

ORGÃO DA FEDERAÇÃO ESPÍRITA DO ESTADO DE SÃO PAULO FUNDADA EM 12 DE JULHO DE 1936

Abril de 2013 - Nº 434 - Ano XXXV - DISTRIBUIÇÃO NACIONAL

www.feesp.org.br R$ e-mail: divulgacao@feesp.org.br

4,50

Manaus, Boa Vista, Santarém, Rio Branco, Ji-Paraná e Macapá / Via Aérea

Marlene Nobre na FEESP fala sobre Transtornos Mentais e Mediunidade

Julieta de Souza, Marlene Nobre, Nancy Raymundo, Silvia Puglia e DaNNilu, e, acima, público que lotou o Auditório Bezerra de Menezes

Encontro de Carnaval na FEESP há 15 anos reúne educadores da Doutrina Espírita e cumpre seus objetivos de ensinar e transformar vidas

Uma das oficinas da Infância, Juventude e Mocidade, coordenada por Maria Inês Paschoa


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O exemplo do verdadeiro amor

s profundas lições do mestre Jesus são assimiladas de forma vagarosa, pois as almas encarnadas precisam de tempo para o entendimento verdadeiro do amor, distinguindo-o das paixões, que na maioria das vezes, são vícios que perduram de outras vidas. Ficamos estarrecidos com notícias de atentados terroristas, violências nas ruas, dentro das famílias, inúmeros fatos atuais que por vezes chegam a minar o desenvolvimento da sociedade organizada da maneira como são apresentadas e discutidas. O povo faz passeatas clamando por Justiça. Camisetas mostram o “mártir” que deve ser “vingado” de alguma forma, seja por linchamento, seja pela prisão no seu mais lastimável cárcere. Estão certos os que querem Justiça para que se eduque a sociedade para uma vida melhor. Mas melhor seria que não houvesse a violência, os desmandos da juventude e dos adultos egoístas que através do seu mau exemplo dão continuidade ao ciclo vicioso do ódio e apego à matéria sem limites. Drogas, sexo sem amor, família nas quais os pais pensam muito mais em si próprios que nos próprios filhos ... Que futuro triste vislumbramos ... Mas, eis que um dia ligamos a TV e - também, porque não dizer – estarrecidos – ouvimos um jovem como o braço decepado , vítima de um terrível acidente, dizer: -“ ... Eu já perdoei o rapaz que me atropelou...” Sua mãe, entrevistada na mesma matéria, confirma: -“Sim, meu filho já perdoou!”... Claro que ficamos felizes com essa notícia – porque representa o início da transformação de uma sociedade –e representa a esperança de uma vida melhor através do perdão – palavra mágica que colocada em prática no íntimo do ser, alivia a quem perdoa, e abre portas para discussões sociais mais eficazes. O lamentável atropelamento ocorrido na Avenida Paulista, em São Paulo, para nós, espíritas, traz à reflexão, o encontro de duas vidas nesta reencarnação; de dois jovens, num momento de profunda dor, mostrando os diferentes níveis de maturidade espiritual. Um deles, totalmente descontrolado, acaba se entregando à Justiça, por medo de ser linchado, dizendo, aturdido: “- Matei!” (enganado que estava, mal atinava que não havia matado a vítima)

EXPEDIENTE FUNDADA EM 12 DE JULHO DE 1936

Conselho Editorial Julieta Ignez Pacheco de Souza, presidente da FEESP, Maria Elizabete Baptista, vice presidente, Silvia Cristina Stars de Carvalho Puglia, diretora da Área de Divulgação, e demais membros da Diretoria Executiva da FEESP Editor: Altamirando Dantas de Assis Carneiro (MTb 13.704) Reportagens: Sandra Cappellano Barbosa (MTb 13.555) e-mail: divulgação@feesp.org.br As opiniões manifestadas em artigos assinados, bem como nos livros anunciados são de responsabilidade de seus autores e editores não refletindo, obrigatoriamente, o pensamento do Jornal Espírita, de seu Conselho Editorial ou da FEESP. Redação

O outro, mutilado, afirma: - “ Perdoei!” Que todos nós, espíritas, continuemos a divulgar os ensinamentos de Jesus através do Evangelho. Há esperança de um mundo mais feliz. Não podemos esmorecer, mesmo que as boas notícias

sejam numericamente menores que as más. Façamos mais campanhas pela Educação pelo Evangelho nas prisões e que sigamos o exemplo de Jesus na cruz, que disse: -“ Pai, perdoai-os porque não sabem o que fazem....”

Silvia Puglia

Campanha Nacional de boas notícias O Jornal Espírita – órgão da Federação do Espírita do Estado do Estado de São Paulo – convida você, espírita, que deseja mostrar que através de bons exemplos, conseguiremos arrastar as multidões ao bom comportamento, enriquecendo o valor moral da sociedade em que vivemos, para isso envie para o email: divulgacao@feesp. org.br: 1) Notícias recentes de fatos verídicos saudáveis, nos quais podemos sentir o grande valor do aprendizado dos ensinamentos de Jesus, por mais tristes que à primeira vista, possam parecer; 2) Fatos constatados de cura através da fé e da assistência espiritual; 3) Notícias sobre o sublime trabalho dos colaboradores dos Centros Espíritas que gratuitamente atendem aos necessitados do corpo e da alma. OBS: Todo material enviado deve ser acompanhado de comprovação publicada em veículos de imprensa O Jornal Espírita e a Revista O Semeador Internacional são distribuídos em penitenciárias e instituições de apoio social, gratuitamente. Também estão on line no portal www.feesp.org.br Colabore com a FEESP: faça sua assinatura anual do Jornal Espírita e da revista O Semeador Internacional por R$60,00 ou divulgue sua empresa ou produtos em nossos veículos. Queremos que o Jornal Espírita seja um instrumento para os ajustes necessários à compreensão e prática do Evangelho de Jesus na construção de um mundo de paz. Área de Divulgação

Jornal Espírita O Jornal Espírita é um bimensal cultural, científico, filosófico e moral da Doutrina Espírita. Rua Maria Paula, 140, 3º Andar, Bela Vista, São Paulo – SP, CEP 01319-000 – Tel.: (11) 3107-5544 Administração Rua Maria Paula, 140 – Edifício Allan Kardec, 3º Andar, Bela Vista, São Paulo – SP, CEP 01319-000 – Tel.: (11) 31061619, 3107-5279, 3115-5544 – Fax.: (11) 3104-2344 Livraria Humberto de Campos CNPJ: 61.669.966/0014-25 - Inscr. Estadual: 114.816.133.117 Fundado em 1º de Julho de 1975 pelo Núcleo Espírita Caminheiro do Bem, registro nº 2.413, livro 33 de Matrículas de Oficinas Impressoras, Jornais, Revistas e outros periódicos, do 1º Cartório de Tí-

tulos e Documentos de São Paulo, conforme despacho do Juiz de Direito da 2ª Vara de Registro. Transferido para a Federação Espírita do Estado de São Paulo em 16 de maio de 1990. Certificado de Registro na marca na classe 11.10 processo nº 815.511.973 publicada na “Revista da Propriedade Industrial” nº 1103, de 21/1/92, página 16. Distribuição para assinantes e Centros Espíritas: Livrarias e Editora Espírita Humberto de Campos da FEESP. Diagramação: TUTTO - 2409-5146 Impressão: TAIGA - 2409-7926 FEDERAÇÃO ESPÍRITA DO ESTADO DE SÃO PAULO CNPJ 61.669.966/0014-25 Rua Maria Paula, 140, Bela Vista,

ORGÃO DA FEDERAÇÃO ESPÍRITA DO ESTADO DE SÃO PAULO

CEP 01319-000, São Paulo - SP Tel.: (11) 3106-1619, 3106-5964, 31061200, 3106-5579, 3107-5279, 3107-1276, 3105-5879, 3115-5544 – Fax.: (11) 31075544 Site: www.feesp.org.br - Email: feesp@feesp.org.br Diretoria Executiva: Presidente: Julieta Ignez Pacheco de Souza Vice Presidente: Maria Elizabete Baptista Diretor da Área de Assistência e Serviço Social: Eli de Andrade Diretora da Área de Ensino: Zulmira Hassesian Diretora da Área de Assistência Espiritual: Maria de Cássia Anselmo Diretora da Área de Divulgação: Silvia Cristina Stars de Carvalho Puglia Diretora da Área de Infância, Juventude e Mocidade: Vera Lúcia Leite

Diretora da Área Financeira: Sonia Puggina Diretora da Área Federativa: Nancy César Campos Raymundo Presidente do Conselho Deliberativo: Afonso Moreira Junior Assistência Social da FEESP Casa Transitória Fabiano de Cristo CNPJ: 61.669.966/0002-91 Av. Condessa Elizabeth de Robiano, 454, Belenzinho, São Paulo – SP, Tel.: (11) 2697-2520 Sede Santo Amaro: Rua Santo Amaro, 370, Bela Vista, São Paulo – SP, Tel.: (11) 3107-2023 Casa do Caminho, Av. Moisés Maimonides, 40, Vila Progresso, Itaquera, São Paulo – SP, Tel.: (11) 2052-5711 Centro de Convívio Infanto-Juvenil D. Maria Francisca Marcondes Guimarães – Rua França, 145, B. Bosque dos Eucaliptos, São José dos Campos – SP


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TODOS OS DOMINGOS NA FEESP

Palestras ao público em geral Todos os domingos, às 10 horas, a FEESP abre o Auditório Bezerra de Menezes para receber o público em geral com concertos e palestras enriquecedoras! Os temas são palpitantes e atuais, sempre desenvolvidos por expositores de alto gabarito. E a abertura, feita por músicos de elevada categoria, prepara o ambiente espiritual para a absorção de mensagens revigorantes e consoladoras para o atribulado dia a dia de todos nós! Compareça e traga sua família! Endereço: Rua Maria Paula, 140, Bela Vista, São Paulo, Capital. Estacionamento e lanchonete no local. FEDERAÇÃO ESPÍRITA DO ESTADO DE SÃO PAULO

ENTIDADE FEDERATIVA E ORIENTADORA DO ESPIRITISMO ESTADUAL

Auditório Bezerra de Menezes

Palestras e apresentações públicas aos domingos

abril / 2013 7 10h

TEMA: A SABEDORIA DA HUMILDADE PALESTRANTE: Reinaldo Gonçalves Toledo ATRAÇÃO MUSICAL: Helder Araújo

14 10h

TEMA: FALANDO DE ENTENDIMENTO PALESTRANTE: Américo Sucena ATRAÇÃO MUSICAL: Marco Antonio e Thiago Silva

21 14h

TEMA: A IMPORTÂNCIA DE JESUS EM NOSSAS VIDAS NOS DIAS DE HOJE PALESTRANTE: Tadeu de Araxá

Portanto, nesse domingo, às 10h, não haverá evento na FEESP, excepcionalmente

28 10h

TEMA: OS PODERES DE SIMÃO, O MAGO PALESTRANTE: Vera Braga ATRAÇÃO MUSICAL: Tadeu Maia

Atendimento diário na FEESP sede Maria Paula A FEESP está aberta de 2ª a sábado, das 8h às 21h30. Procure o DEPOE (Departamento de Orientação Espiritual) e você será atendido gratuitamente. Aos domingos a FEESP está aberta das 8h às 17h, com palestras públicas e assistência espiritual


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ÁREA DE DIVULGAÇÃO

Palestras Públicas aos domingos na FEESP

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Federação Espírita do Estado de São Paulo oferece ao público em geral uma ótima opção de enriquecimento espiritual todos os domingos a partir das 10h, em sua Sede Central, à Rua Maria Paula, 140, no auditório do Teatro Bezerra de Menezes, localizado no piso térreo da Sede. Palestras sobre temas diversos, relativos ao cotidiano de cada um, proferidas

E

sempre por oradores gabaritados, e um número musical de primeira linha têm o objetivo de proporcionar entretenimento e informação qualificada a toda população paulistana. A FEESP disponibiliza estacionamento no local, a preço acessível, lanchonete e livraria – com acervo de livros espíritas dos mais notórios autores.

Mistérios Ocultos aos Sábios e Prudentes

m 20 de janeiro, Margareth Águila se apresentou ao público do auditório Bezerra de Menezes, da FEESP, harmonizando, com maestria, através de seu seletíssimo repertório, as mentes e corações presentes. Abaixo, acompanhe o resumo enviado pela palestrante Miriam Canhete Lobo, que expôs sobre o tema “Mistérios ocultos aos sábios e prudentes”. “Mistérios Ocultos aos Sábios e Prudentes MT; XI: 25- LC; 10: 21-22 MISTÉRIO: tudo o que tem causa desconhecida/ incompreensível, inexplicável, enigma. Conj. De Doutrinas ou práticas que apenas os iniciados podiam conhecer. Na religião cristã: dogma, verdade de fé inacessível à razão. Era o nome dado às peças de teatro na Idade Média inspiradas em assuntos religiosos e nas quais havia intervenção dos Santos, Anjos, Diabo. PRUDENTE: que tem prudência, cauteloso, precavido. Prudência: virtude que faz prever e procura evitar as inconveniências e os perigos, cautela, precaução. O caráter messiânico de Jesus e a presença do Reino de Deus sobre a Terra era um mistério para os judeus daquela época. Eles aguardavam a vinda do Messias conforme as escrituras, mas desconheciam que o Messias viria antes entre os homens na qualidade de servo com a finalidade de morrer. Em Isaías 53,( Isaías conhecido como o profeta evangélico, visto que apresenta a mais completa e clara exposição do evangelho de Jesus revela sua gloria e seus padecimentos) está claro o sofrimento de Jesus, mas por não estar escrito textualmente: Messias, mas Servo de Deus eles não reconheceram a Jesus

como Messias, mesmo porque eles não reconheciam nobreza e supremacia sem bens materiais e títulos, Jesus não só revelou, mas exemplificou a nobreza da alma. O mistério do Reino de Deus é semelhante e está intimamente associado ao mistério messiânico. O profeta Daniel descreve a vinda do reino de Deus em termos de destruição de todo poder que fizer resistência a Deus e se opuser à vontade divina. Aqui fica uma pergunta para nossas reflexões: Não seria este mundo que vai acabar. A implantação do Reino de Deus na Terra levará a destruição de todo o poder que oferecer resistência a vontade de Deus. “GRAÇAS TE DOU A TI, PAI, SENHOR DO CÉU E DA TERRA, PORQUE OCULTASTES ESTAS COISAS AOS SÁBIOS E PRUDENTES, E AS REVELASTE AOS PEQUENINOS” - Será que Deus oculta o conhecimento ao homem? - Jesus não ensinou “conhece a verdade e ela te libertará”? - Não são os sábios e prudentes mais aptos a compreender? Jesus ocultou muitos ensinamentos nas parábolas porque não era o momento de ser revelado, e reservou ao Espiritismo a missão de explicar e desenvolver esses ensinamentos. Ele tomou esse cuidado e como perolas ocultou aguardando o momento propício para a revelação e melhor aproveitamento. Os mistérios do NT não são acessíveis à razão humana contem às vezes, elementos difíceis de entender, mas a vontade de conhecer de submeter-se à verdade de Deus e obedecer a ela ilumina o coração do cristão. A Doutrina Espírita nos ensina que Deus não quer uma obediência cega, mas raciocinada apoiada na compreensão e no entendimento, pois

Miriam Canhete Lobo em palestra domingo na Federação

Margareth Águila na FEESP não basta crer é preciso compreender o porquê se crê. Allan Kardec: A fé sem a razão leva ao fanatismo gera a destruição entre os filhos de Deus. E a razão sem a fé gera as guerras e o extermínio as grandes calamidades historicamente conhecida por todos nós. Allan Kardec colocou no início do Evangelho Segundo o Espiritismo está frase: “FÉ INABALÁVEL É SOMENTE AQUELA QUE PODE ENCARAR A RAZÃO FACE A FACE, EM TODAS AS ÉPOCAS DA HUMANIDADE”. Nem a razão acima da fé nem a fé acima da razão. SERÁ QUE DEUS OCULTA O CONHECIMENTO AO HOMEM? No livro do Espíritos... LE 619- Deus proporcionou a todos os homens os meios de conhecerem a sua lei? “Todos podem conhecê-la, mas nem todos a compreendem, os que melhor a compreendem são os homens de bem e os que desejam pesquisá-la. Não obstante, um dia todos a compreenderão, porque é necessário que o progresso se realize”. Muitas vezes para ajudar nesse processo temos a dor como nossa aliada. Para melhor compreensão do tema proposto é interessante observar que ele está inserido no capítulo VII do Evangelho Segundo o Espiritismo (ESE). Bem Aventurados os Pobres de Espírito: Bem aventurado significa feliz, mas a felicidade que Jesus oferece não está apoiada em valores materiais, mas em valores espirituais que são eternos. Se estivermos apoiados nesses valores nossa felicidade não acaba quando acaba o dinheiro, casamento, quando perdemos um ente querido. Pobre de espírito é uma expressão usada no mundo se referindo a uma pessoa qualquer fracassada incapaz de realizar algo de bom. Era assim que entendiam também os doutores da lei daquela época vendo o povo se

aproximar de Jesus para ouvi-lo, entendiam que eles faziam isto porque eram pobres de espírito e consideravam a si próprios como prudentes por não se envolverem com os ensinamentos de Jesus. A palavra pobre leva a pensar em necessidade aquele que não tem e por isso vai em busca do que lhe falta. O pobre de espírito a que se refere Jesus é o que tem consciência da sua pequenez em relação a grandeza do Universo e daquele que o criou reconhece que sua sabedoria é pequena e se esforça para adquirir mais conhecimento. A humildade foi o primeiro exemplo dado por Jesus escolhendo a manjedoura para nascer sua mãe enrolou em panos, iniciou o Sermão do Monte ressaltando a humildade virtude que nos aproxima de Deus sem ela não há progresso espiritual sem humildade nenhuma virtude se mantém. Jesus rende Graça: Era aos humildes que Jesus se referia quando dá graças a Deus por revelar as coisas aos pequeninos, ou seja, aqueles que se humilham diante de Deus e não se consideram superiores aos outros. E oculta aos sábios, ou seja, os orgulhosos, envaidecidos do seu saber julgando-se prudentes não dar atenção às coisas dos céus negando a Deus tratando-o de igual para igual. Quando somos pessoas cultas e inteligentes fazemos uma elevada opinião de nós mesmos que consideramos as coisas divinas indignas de nossa atenção. Se aceitamos a existência de Deus contestamos um dos seus mais belos atributos: sua ação providencial neste mundo. Se não aceitamos não é porque não compreendemos é porque não admitimos um poder acima de nós. Deus, portanto não nega o conhecimento ao homem, mas é o orgulho que fecha o entendimento. GRAÇAS TE DOU... Jesus dava graças pela misericórdia de Deus, em revelar as verdades eternas para os simples.

Jesus não condena o intelecto, mas sim o orgulho intelectual. Sem humildade, o evangelho não tem acesso ao coração. Sábios e instruídos seriam os doutores da lei e os escribas que se orgulhavam do seu profundo estudo e conhecimento do AT, mas que não foram capazes de reconhecer quem era Jesus. Pequeninos são os discípulos que, pela fé, perceberam a verdade acerca de Cristo. “Estas coisas” referem aos mistérios do reino. Sábios e entendidos, simbolizam os que querem aproximar-se de Deus com a fria ciência da Terra, que lhes enche o coração de orgulho. Incapazes de abrigar em seu íntimo, a fé, faltalhes a intuição sublime que lhes concederia a sabedoria. Atentos aos fenômenos superficiais perdem precioso tempo em discussões inúteis e terminam por negar o que não quiseram compreender. Deus não esconde as coisas aos sábios e aos entendidos é o orgulho que não os deixa vê-las ao passo que os pequeninos, isto é, os despidos de orgulho e de presunção, iluminados pela fé pura que lhes concede segura intuição, assimi-

los fechados. Chegará a sua vez, mas antes é necessário que sintam as angustias das trevas, e reconheçam Deus, e não o acaso, na mão que lhes fere o orgulho. Para vencer a incredulidade, Deus emprega os meios que lhe convêm, segundo os indivíduos. Não é a incredulidade que lhe há de prescrever o que deva fazer, ou lhe vai dizer: Se quiseres me convencer, é necessário que faças isto ou aquilo, neste momento e não naquele, porque este é que convém. Não se admirem, pois, os incrédulos, se Deus e os Espíritos, que são os agentes da sua vontade, não se submetem às suas exigências. Perguntem o que diriam, se o último dos seus servos lhes quisesse fazer imposições. Deus impõe condições, não se submete a elas. Ouve com bondade os que o procuram humildemente, e não os que se julgam mais do que Ele. Deus, dir-se-á, não poderia tocá-los pessoalmente por meio de prodígios evidentes, perante os quais o mais duro incrédulo teria de curvar-se? Sem dúvida que poderia, mas, nesse caso, onde estaria o mérito; e ademais, de que serviria isso? Não os ve-

Palestrante no auditório da FEESP lam facilmente as lições divinas e fazem delas caminho para felicidades. As Verdades do Espiritismo: O mesmo acontece hoje com as grandes verdades reveladas pelo Espiritismo. Certos incrédulos se admiram de que os Espíritos se esforcem tão pouco para os convencer. É porque eles se ocupam dos que buscam a luz com boa fé e humildade, de preferência aos que julgam possuir toda a luz e parecem pensar que Deus deveria ficar muito feliz de os conduzir a Ele, provando-lhes a sua existência. O poder de Deus se revela nas pequenas como nas grandes coisas. Ele não põe a luz sob o alqueire, mas a derrama por toda a parte; cegos são os que não vêm. Deus não quer abrir-lhes os olhos à força, pois que eles gostam de tê-

mos diariamente recusar a evidencia, e até mesmo dizer: Ainda que o visse, não acreditaria, pois sei que é impossível? Se eles se recusam a reconhecer a verdade, é porque o seu espírito ainda não está maduro para compreender, nem o seu coração para o sentir. O Orgulho é a venda que lhe tapa os olhos. Que adianta apresentar a luz ao cego? Seria preciso, pois, curar primeiro a causa do mal; eis porque, como hábil médico, Ele castiga primeiramente o orgulho. Não abandona seus filhos perdidos, pois sabe que, cedo ou tarde, seus olhos se abrirão; mas que o façam de vontade própria. E então, vencidos pelos tormentos da incredulidade, atirar-se-ão por si mesmos em seus braços, e como o filho pródigo lhe pedirão perdão. (ESE) Quem é o maior no Reino de Deus?


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(Mt;XVIII: 1-5) “ Naquela ora, chegaram os seus discípulos, dizendo: Quem é o maior no Reino dos Céus. E Jesus, chamando um menino, o pôs no meio deles, e disse: Na verdade vos digo que, se não vos fizer-

des como meninos, não entrareis no Reino dos Céus. Todo aquele, pois, que se humilhar e se fizer pequeno como este menino, esse será maior no Reino dos Céus...”. Jesus toma um menino como exemplo de humil-

dade e simplicidade de coração. A criança não tem pretensão de superioridade nem de infalibilidade. O objetivo de Jesus nesta passagem era mostrar que a revelação das verdades, provindas de

Deus, não guarda relação com as posições de maior ou menor destaque, exercidas pelos homens. Ensina-nos também que ninguém entrará no reino dos céus sem a humildade e simplicidade de coração.

Miriam Canhete Lobo e Margareth Águila

O Homem diante da Vida

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o último domingo de janeiro, dia 27, a soprano Amélia Raymundo abriu o domingo para o público do auditório Bezerra de Menezes com sua encantadora performance, trazendo serenidade e alegria a todos os presentes. O palestrante Antonio Roberto dos Santos (Bob) brindou a plateia com o tema “O Homem Diante da Vida”. Acompanhe o resumo a seguir, enviado pelo palestrante ao Jornal Espírita.

nam longe. Marte está a 56.000.000 Km distante da Terra. Alongando as Pesquisas além do sistema do nosso sistema solar encontramos Sírius a estrela mais brilhante no céu. Diante da vida o homem se encontra a caminho da Luz. Não existe vácuo, a vida é patrimônio da gota d’água tanto quanto é a essência dos sistemas

mem não passa de um amontoado de órgãos que pensa. Mesmo conquistando sucesso nos negócios, êxito nos empreendimentos sofre uma fobia social, neuroses, psicoses, tédios, vive retraído e isolado. O homem vê a majestade nos céus e identifica em si uma pobreza infinita; tem o cérebro inflamado de glória e o coração invadido de sombra. Percebe a beleza do alto e padece a miséria de baixo. O homem vive uma angústia “O Homem ante a vida e diante da Vida ante a si mes(Baseado no mo. Diante disLivro: Roteiso, se faz nero – Francisco cessário resistir Cândido Xavier com energia as – Emmanuel) impressões que Quem somos? enfraquecem a De onde vievontade. Duranmos? te a vida na terra Para onde vacada qual tem a mos? sua provação. Uma missão, É necessário devotando-se à Amélia Raymundo em sua apresentação definir rumos. família ou cumna FEESP No Espiritismo prindo os diverencontramos a sos deveres darenovação mental pelo siderais. O homem con- dos por Deus. No desemconhecimento da imor- temporâneo reduzido ao penho das tarefa quando talidade do ser. A trans- agrupamento consanguí- surgirem as inquietações formação da nossa in- neo a que se ajusta, ou e os desgostos se preciteligência deve reerguer compondo a equipe de pitarem sobre a vida proo nosso coração com o interesses passageiros curar resistir, ser forte e aperfeiçoamento íntimo. sofre algumas inquieta- corajosos. Quanto maior Os princípios que abra- ções como o ciúme, a a dificuldade, maior será çamos devem nos fazer cobiças, o egoísmo, a o mérito daquele que pessoas melhores diante dor. Não sabe doar sem resistir com fé e espeda vida, diante da huma- receber. Não consegue rança no futuro. Isolado nidade. Estamos dirigin- ajudar sem reclamar; no corpo o Espírito está do-nos para a alvorada vive criando choques reduzido em suas perde novos milênios. Ob- para os outros e para cepções. A esfera senservando o mundo onde si mesmo, recolhe os sorial é uma câmara abavivemos reconhecemos a choques da discórdia, fadora: Visão, audição, estreiteza do círculo em da incompreensão e da olfato, paladar e tato; que respiramos. Diante violência. Como diz Jo- sofrem enormes restrido esplendor do Uni- anna D’Ângelis, através ções. Entretanto, na vida verso reconhecemos as psicografia de Divaldo espiritual encontraremos dimensões diminutas do Pereira Franco, o homem uma amplitude sensorial planeta em que nos de- contemporâneo vive que nos oferece o ensenvolvemos. Descobri- num aturdimento, numa tendimento necessário mos através da ciência a instabilidade emocional, diante da evolução. Pela grandeza do Universo. O numa insegurança pes- necessidade de sublisol que garante a vida na soal, sofrendo pressões mação de sentimento o Terra tem um volume de de várias espécies. A Espírito atravessa exten1.300.000 vezes maior conquista da ciência sos túneis de sombra na que ela. A lua satélite da apoiada na tecnologia terra. Para desenvolver Terra tem uma distância nem sempre consegue os seus potenciais cada de 380.00 quilômetros trazer a harmonia, mas qual sofre limitações, a do nosso planeta. Pla- a insatisfação. Em mui- fim de que possa impronetas vizinhos evolucio- tas circunstâncias o ho- visar novos meios para a subida aos cimos da luz. Torturado pele sede do infinito, o homem cresce com a dor que o repreende e com o trabalho que o santifica. Meditando e agindo no bem, pouco a pouco tece as asas do amor e da sabedoria, que possibilitarão os voos na direção da eternidade. Somos Espíritos imortais vivendo num Universo sem limites. Evolução é fruto do tempo infinito. Da sensação à

Bob e Amélia Raymundo

irritabilidade; da irritabilidade ao instinto, do instinto à inteligência; da inteligência ao discernimento; correram séculos. Os acontecimentos obedecem às nossas intenções. Cada dia proclamamos com as nossas ideias, atitudes, palavras e atos aquilo que desejamos. Diante do Universo quais são os nossos pensamentos? Jesus no Evangelho de Mateus, V ensina-nos: Buscai primeiramente o Reino de Deus e a sua justiça e todas as outras Palestrante Antonio Roberto fala sobre o homem perante a vida ao público da FEESP coisas se vos darão. Não andeis, contramos aqueles que pois, inquietos pelo dia mentos. Conversamos as mes- se deixam dominar pelo de amanhã, porque a cada dia basta a sua afli- mas conversas desinte- materialismo; De uma maneira geral ção. Estamos diante do ressantes. Saímos do trabalho e somos insatisfeitos e beinfinito, à nossa frente o bom pastor. Confiemos voltamos ao lar buscando licosos; A meta de vida na maioe caminhemos para que as mesmas coisas: bar, encontremos a luz que televisão, jornal, namoro, ria das vezes resume-se nos garantirá a seguran- sexo e assim vamos até a em possuir, dominar e desfrutar por um moça e felicidade que tanto aposentadoria. Nesse ínterim, realiza- mento; desejamos. Com tantos conheciA miséria econômica e o mos férias programadas; Visitamos lugares desa- mentos científicos e tecagressivo abandono social nológicos mal termina fazem das nossas cidades gradáveis; Participamos de reuni- uma guerra e começa o palco do crime. outra. Há uma psicosfera de ões entediantes; Os Espíritos orientamUsamos o período de temor que nos asfixia. A criatura se desuma- repouso para nos arrastar nos que a vida é muito mais que isso; niza entregando-se ao pela inutilidade; Além dos horizontes Ao final somos vitipavor ou à violência. O homem contempo- mados por um ataque que o nosso olhar pode alcançar, outros mundos râneo estabelece poucas cardíaco. As conquistas da ciência e outras humanidades metas e acaba matando o apoiadas na tecnologia não trabalham no rumo da entusiasmo de viver. Não tem estímulos para conseguem harmonizar o perfeição. Somos Espíritos imorenfrentar novos desafios. homem dos nossos dias; Em todos os setores tais vivendo num UniverA frustração emocional entorpece os senti- das camadas sociais en- so sem limites.”


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ÁREA DE DIVULGAÇÃO

O Carnaval sob a Ótica Espírita

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colheita. Sempre uma forma de comemorar, com muita alegria e desenvoltura, os atos de alimentar-se e beber, elementos indispensáveis à vida. Na antiga Roma, de 17 a 23 de dezembro, todas as atividades cessavam e os escravos ganhavam liberdade temporária para fazerem o que quisessem e as restrições morais eram relevadas. No renascimento, surgiram os bailes e as máscaras. Até 1940, no Brasil, sobretudo no Rio de Ja“O Carnaval sob a Ótica neiro, se iniciava em outubro, na comemoração Espírita de Nossa Senhora da O Carnaval não é brasi- Penha, crescia durante a leiro, como muitos dizem. passagem de ano e atinNo Brasil, em 1641, ocor- gia o auge nos 4 dias anreu o primeiro carnaval, teriores às Cinzas. Hoje, nem um décimo do povo, no Brasil, participa do Carnaval, diferentemente do que ocorria no fim do século XIX até a década de 1950 e ocorre 47 dias antes do domingo de Páscoa. Mudanças foram acontecendo, Palestrante Miriam Ofir na de acordo com os FEESP, falando sobre o Carnaval povos e os costuna ótica espírita mes, máscaras e fantasias com o Governador Salvador custos altos já não poCorreia de Sá o fez para diam ser tão usadas. Atualmente, movidos homenagear o Rei Dom João IV, restaurador do por subsídios, se formaram empresas, como sotrono de Portugal. Essa festa popular ciedades civis, com direocorre em diversos pa- toria, e ali muitos têm íses e regiões católicas, seus empregos. A música também tem nos dias que antecedem sua indústria garantida o início da Quaresma, principalmente na cha- parcialmente, através da venda e mídia utilizada mada “3ª feira Gorda”. Termo de origem in- nessa propagação. A palavra CARNAVAL, certa, já encontrado no Latim Medieval, que sig- de origem grega, signifinifica a véspera da 4ª ca Deleite dos Prazeres feira de Cinzas, ou seja, da Carne, sendo: Carnis = carne (do a hora em que começava a abstinência da carne, Grego); Valles = prazeque se seguia durante 40 res. Que resulta em Cardias, nos quais os cató- nis Valle formando a palicos eram proibidos de lavra CARNAVAL. Vários textos espíritas comer carne. Uns dizem que teve alertam para a gravidade início num festival reli- que é uma festa carnavagioso primitivo, pagão, lesca, visto que ele nos que homenageava o iní- traz, uma tempestade de cio do ano novo e o res- energias negativas, pois surgimento da natureza. aí se pratica as viciações Outros, que iniciou em de toda ordem. Sendo o carnaval uma Roma dos Césares, ligados às saturnálias, de ca- festa popular, ficamos imaginando os motivos ráter orgíaco. Contudo, o Rei Momo do preconceito que alguns é uma das formas de Dio- têm. Se as pessoas aí, nísio – o Deus Baco, pa- apenas extravasam suas trono do vinho e do seu energias, liberam fantacultivo, o que fez recuar sias, deixam de lado as o mês do Carnaval, o tema se fez presente nas palestras públicas dominiciais, com a palestrante Miriam Ofir. A harmonização de ambiente foi magistramente executada por Leando Gomes e Denise Manzo; músicos de primeira categoria, com apresentaram um repertório que elevou os espíritos à sintonias de paz e tranquilidade. Confira o resumo enviado pela palestrante ao nosso Jornal.

Leandro Gomes e Denize Manzo, musical da palestra pública da FEESP a origem do carnaval à Grécia Arcaica, para os festejos que honravam a

tristezas, ademais, gera: empregos, divisas para o País, propaganda, beleza.

Palestra público com a expositora Miriam Ofir cal onde estamos? Porém...Dentre o que é as profundamente. Jesus exemplificouO uso da razão nos gerado nesse período, acima do normal, temos, no nos a importância de mostra que para toda mundo material: crimes, utilizarmos nossos pen- ação há uma reação – o drogas, sexo livre, insen- samentos e ações para o cientista Isaac Newton satez, abortos, bebedeira. bem, o que significa boa comprovou a existência É certo que existem sintonia, e nos alertou da Lei de Causa e Efeitantos outros ajuntamen- que não julgássemos para to- o Universo conspira em energia e espera tos de pessoas em que não sermos julgados. Quando ele, cercado que nossa ação seja no vemos acontecer coisas do mesmo tipo, como nos pelos homens da época, Bem para que possamos grandes shows e eventos, viu a sua frente a mulher colher aquilo que plane nos perguntamos: será adúltera, que estava pres- tamos, ou seja, o Bem. que esse lixo energético tes a ser apedrejada, logo Para toda causa há um gerado na folia de MOMO disse: “Aquele que não efeito e onde está o nosé pior do que aquele ge- pecou atire a primeira pe- so pensamento ali habirado pelas guerras, pelos dra” e viu todos baixarem tará o nosso Espírito. O planeta Terra é apenas flagelos ou somente a suas mãos, e aos pouforma como eles ocorrem cos, se retirarem do local. uma das moradas disponíQuando a mulher olhou ao veis para o nosso Espírié que são diferentes? O homem vive ONDE e seu redor, lhe perguntou: to, muitas oportunidades com QUEM se sintoniza “ Onde estão todos?” – “ virão para progredirmos psiquicamente, ou seja, Se foram”, respondeu o espiritualmente, quanto por pensamentos nos Mestre. E disse: “Vá e antes nos libertarmos das nossas viciações e falsos emitimos “ondas” e agi- não peques mais”. Jesus no mostra, nes- conceitos materialistas, mos em função desses

Miriam Ofir fala com o público, após sua palestra pensamentos, externado através de nossas atitudes. Essa sintonia se dá pelos desejos e tendências existentes na intimidade de cada um. Graças a essa Lei de Afinidade – sintonia, que os espíritos menos esclarecidos, se vinculam aos foliões descuidados, induzindo-os a orgias deprimentes e atitudes grotescas, animalizadas, de lamentáveis consequências, que aliás, pode ocorrer em qualquer lugar. Por outro lado, também podemos ter essa SINTONIA em harmonia, entendimento, compreensão. Ela funciona naturalmente à base de vibrações - no bem. Duas pessoas sintonizadas estarão, evidentemente, com as mentes perfeitamente entrosadas, havendo entre elas uma ponte magnética a vinculá-las, imantando-

se momento, que nenhum de nós está capacitado a apontar o dedo para o nosso semelhante, que todos nós erramos um dia, pois estamos num planeta escola, que nos dá a oportunidade do ensinamento, e os erros fazem parte do nosso desenvolvimento. Porém, nos alerta: se erramos, e já temos conhecimento do erro, se faz necessário a corrigenda, ou seja, não incorrermos mais nas mesmas falhas. É o momento de nos perguntarmos: - Qual a nossa força moral, o que já conseguimos adquirir de bom, espiritualmente? Será que estaremos sempre disponíveis a nos impregnarmos de acordo com o lo-

mais aprazível será o nosso desencarne e próxima oportunidade de em uma nova existência. Para nossa melhor defesa, contamos, na Casa Espírita, com o passe, com a oportunidade do estudo, com o esclarecimento - é assim que vamos passo a passo conquistando a nossa reformulação interior, li-

gados através da prece e vigilância a todos os ensinamentos cristãos. Finalmente já podemos fazer a nossa escolha: de qual folia queremos participar? O CARNAVAL é apenas uma referência, na vida usamos máscaras, usamos fantasias, demonstrando por fora o que não somos por dentro. Porém, Deus tudo vê, tudo sabe; podemos enganar aos homens, mas não enganamos a Deus e quando partirmos da Pátria terrena, nos apresentaremos sem a nossa fantasia material mais densa, ou seja, o nosso corpo carnal, seremos apenas o nosso Espírito e Deus. Tal qual a Parábola do Festim de Bodas, trazida a nós por Jesus, quando o Rei pede a seus servos que chame aos que já estavam preparados para partilhar da festa de bodas, esses saem então a convidá-los, porém estes não aceitaram o convite, um estava muito ocupado com seu comércio, o outro com sua lavoura, outros até maltrataram aqueles que os convidaram. Assim, o Rei pede que seus servos saiam e convidem a todos encontrados no caminho, o salão então ficou lotado. Nesse momento o Rei vê um homem que não estava trajado adequadamente para a festa e manda que retirem o homem do local. O Rei era Deus: o convite é para que sigamos seus ensinos; o traje, o espiritual: de luz, do bem, do amor; a vontade: só participa do Reino de Deus, aquele que der o primeiro passo ao encontro Dele, através de pensamentos e atitudes. Francisco Cândido Xavier, por Emmanuel, nos disse, quando questionado a respeito do Carnaval: “É incontestável que a sociedade pode, com o seu livre arbítrio coletivo, exibir superfluidades e luxos nababescos, mas, enquanto houver um mendigo abandonado junto de seu fastígio e de sua grandeza, ela só poderá fornecer com isso, um atestado de sua miséria moral.” Que possamos a partir de agora e para sempre, levantar no Carnaval de nossas vidas: a bandeira da paz, do amor e do perdão; que a nossa marchinha seja a da caridade e fraternidade, que unirá um dia toda a humanidade, numa só sintonia, num só coração, com compreensão e respeito mútuo.”

Musical de Leandro Gomes e Denise Manzo


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ABRIL DE 2013 ÁREA DE DIVULGAÇÃO

Anália Franco, Educadora e Espírita

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ambas para São Paulo. Em 1876 mudam-se para Guaratinguetá, e nessa cidade começa Anália a lecionar Com apenas 16 anos de idade participa de um Concurso na Câmara na cidade de São Paulo e consegue ser aprovada para exercer o cargo de professora primária. Após a Lei do Ventre Livre, sua verdadeira vocação explodiu: a de EDUCADORA. Essa lei tornava livres todos os filhos de mulhe“Anália Franco, Educa- res escravas, nascidos dora e Espírita a partir da data de sua Palestrante Maria Nazaré promulgação. Os filhos Com amigas de sua Nossa tentativa de es- menores ficavam sob o foi prontamente repelida tudar e mostrar um pouco poder e autoridade dos por Anália: não deveria confiança, funda a AFBI da vida desta lutadora mu- senhores de suas mães, haver mistura de crianças – Associação Feminina Beneficente e Instutiva, em lher, que é hoje, reconhe- que tinham a obrigação brancas e negras. Diante dessa condição 1901, sendo por ela diricida, como a Grande Edu- de criá-los até os 8 anos humilhante foi recusada gida até 1919, ano de seu cadora Brasileira, Anália de idade completos. Franco, de fato, tornou-se A partir dessa idade, o a gratuidade do uso da desencarne, que torna-se a menina dos olhos um tema fascinante. proprietário poderia recede seus trabalhos. Fascinante, porque, ber do Estado uma indeAssociação foi resimaginávamos, a princí- nização e liberar o garoto, ponsável pela criapio, descobrir, uma se- ou utilizar os serviços do ção, no estado de nhora, pacata, espírita, menor até que este tivesSão Paulo, de mais que também era profes- se 21 anos completos. de uma centena de sora, e por isso, trabaJá era por esse tempo entidades, entre lhou na construção de admirada e conhecida nos escolas maternais, creche, escolas e orfa- meios acadêmicos e jorasilos e creches, linatos, como parece ser nalísticos, como literata, ceus e escolas noa idéia da maioria das jornalista e poetisa, tendo turnas, tanto para pessoas, mas o que nos já muitos artigos seus crianças abandonaencontramos foi além das publicados especialmendas e órfãs, quanto nossas mais otimistas e te por revistas da época para mulheres desonhadoras conjecturas: como “A Mensageira”. samparadas e mães encontramos uma coraChegou ao seu conhesolteiras. josa mulher, realizadora e cimento que os nascidos Faz publicações empreendedora, a frente das escravas estavam como O Álbum das de seu tempo, talvez até previamente destinados Meninas: revista lido nosso, que realizou em à “Roda” da Santa Casa terária e educativa poucos anos, uma obra de Misericórdia e que já Maria Nazaré fala sobre dedicada às jovens fenomenal, que serve andavam mendicantes, Anália Franco ao público brasileiras, que pude estudo e análise aos pelas estradas e pelas blicado por ela, a novos estudantes, nas ruas, expulsos das fazenfaculdades de filosofia, das por terem se tornado casa, passando ela, por- partir de 1898 e discutia ciências da educação, pe- impróprios para o traba- tanto a pagar o aluguel. a participação da mulher dagogia, história, ciências lho. Indignada com a falta Dava-se início ao trabalho na sociedade e seu direito sociais, etc, que buscam de caridade com que as dessa desbravadora, que à educação. A revista terá entender e compreender crianças eram tratadas, a partir de então assu- tido uma duração de 25 o que possibilita formar escreve as senhoras dos miria a tarefa de cuidar, anos, mas aqui apresenpersonalidades possíveis fazendeiros, pedindo para educar e emancipar, não como esta mulher, que que estas não abando- só aquelas crianças, mas revoluciona seu tempo e nassem as crianças, mas outros órfãos que chegaseu ambiente profissional, nada tendo conseguid, vam aos seus cuidados, no caso a Educação. decide ela mesmo, alugar trazidos por parentes, que uma casa, para então sabedores da bondade e Nasceu em 1º de fe- começar ela própria, a da seriedade do trabalho vereiro de 1956, em Re- cuidar e abrigar esses de Anália Franco, procurasende, Rio de Janeiro, pequenos que não tinham vam-na para solicitar dela esses auxílios. e desencarnou em São para onde ir. Cria casas que profisPaulo, no dia 13 de janeiAcolhe não só as crianro de 1919. Seu nome de ças abandonadas, alguns sionaliza suas alunas, ausolteira era Anália Emília destes abandonados e xiliando-as a se tornarem Franco. Após casar-se muda com eles para uma independentes, através com Francisco Antônio cidade do interior de São de oficinas de costura, Bastos, seu nome passou Paulo, Jacareí, onde com bandas de músicas, e a ser Anália Franco Bas- recursos próprios de sua para os garotos, trabatos, entretanto, é mais atuação profissional alu- lhos que os ajudassem a conhecida por Anália ga uma casa e passa a serem independentes e Franco. residir com seus “alunos livres. Suas alunas, por Realizou seus primeiros sem mães”, fundando sua sua vez, eram convidadas a está - os “Escola Matera auxiliar outras mulheres estudos em Resende, l “Filosofia Espíritprimeira Instrumento Musica tra en o ss di rita é como um m pí be e crianças, multiplicando Es sempre acompanhada por nal”. Uma fazendeira rica sa fia os so os ilo di “F tu es mos tocar; humanidaque não sabeao mascaridade história dalhe o trabalho sua mãe quenhera profescedeu a casa escolar os a mão, da ada na tem e qu o o m os ilh co av e, ar ad m a se a tal realidcom uma condição, que de, e é um seu redor. o a um amor que nunc sora. Em 1861 vieram z lo com enlevo, com ua de que se fa

dava o próprio nome as crianças que chegavam sem pais as escolas e orfanatos dos quais cuidava Anália Franco. Por tudo isso, é que estudar a vida dessa educadora, torna-se um dever, não apenas para nós espíritas, mas para todos, e especialmente, para os interessados na arte de educar, de ensinar, de entender e compreender, a idéia maior da educação moral de que fala Kardec, quando diz que só mudaremos a face do planeta, quando educarmos a sociedade. Jamais tivemos tanta necessidade de pensar esse modelo de educação global, que essa Educadora, Anália Franco, efetuou, muito antes que os computadores ganhessem terreno e as redes sociais estivessem nas mãos de todos através dos celulares. Se com suas bandas de música, suas oficinas de costura, suas escolas maternais, suas creches, seus artigos nas revistas e jornais

o último domingo de fevereiro, dia 24, Leila Aidar e Ida Cesar Bruna, pianista e Maurício Pichiliane, flautista, executaram memorável número musical ao piano, transportando todos os presentes a sintonias de paz e luz. A palestrante Maria Nazaré expôs com conhecimento de causa, a interessante história de Anália Franco. Acompanhe o resumo a seguir, enviado pela palestrante.

tam-se os números relativos aos anos de 1898 a 1901. Do pouco que se sabe, jamais usou o fato de ser Espírita para com isso granjear favores, ao contrário, foi perseguida pelo clero da época, que via nessa corajosa mulher, uma visionária, que desvirtuava os lares, já que Anália, casou-se 4 anos antes de sua morte, tendo vivido com Bastos, como companheiro de vida e trabalho, sem que esse fato tenha sido, no seu entendimento, um obstáculo às suas realizações de educadora, muMaurício Pichiliane e Ida Cesar lher e espírita. E justamente esse homem, gentil e da época, ela divulgou amigo, tornou-se o grande para além do Brasil a idéia incentivador de sua obra, da educação libertadora e pois quando não podia ela emancipadora, a que todo ir com suas alunas, divul- ser humano tem direito, gar seu trabalho, através e deve receber, o que ela da banda que montara não faria com os recursos para esse fim, ele mesmo de hoje colocados à sua seguia com as alunas, e disposição?”

arcos Manoel P. São M

rita Federação Espí o Paulo Sã de do ta Es do 619 Fone: 11 3106-1

Ida Cesar e Maurício Pichiliane encantam a plateia do auditório Bezerra de Menezes

I A F O S O F IL

arcos Manoel P. São M

olhamote presente na tá permanentemen es o, itiv fin de em realizou as ali, ao nosso satura, está apen se o nã e ia, ór em m ge. mesmo tempo lon alcance, perto, ao -se em e o faz transformar que o faz vibrar, qu ão nd co o os tem Não mento. em perene encanta infinitas melodias, de! ensa e grande vonta Só temos uma im ra começar.” basta e chega pa E isso é o quanto

da a i r ó t s i H e d s e õ Noç

ór ia da Fi lo so fia No çõ es de Hi st

as gotas de ág a os oceanos, a chuva que form scomunal e onde a vida é de iss r o que, sem incalculável. É po um bom tempo e conviver durant dicional, não com a filosofia tra entender nem se poderá bem amento r assimila o pens a.” filosófico espírit

arcos Manoel P. São M

Relançamento das Edições FEESP

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26 4

18/2/2013, 09:1

Marcos

Manoel Pelica Sã formado em mús vatório Musical V nava violão clás dirigiu o Grupo M Camerata Violo e expositor do C Espírita da FEE

Noção de Histó aborda a orige todos os grand a Grécia Antig atual.

Dando prosse trabalho escre sofia Espírita


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ABRIL DE 2013

ÁREA DE DIVULGAÇÃO

O Poder da Oração

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á em março, logo no primeiro domingo, dia 3, o auditório da Federação Espírita do Estado de São Paulo, lotado, recebeu o alegre musical da cantora Inez Teodora e de seu marido, Moisés, ao violão. Após o musical, o palestrante João Baptista do Valle enriqueceu a todos os presentes com sua inestimável exposição sobre o poder da oração. Confira o resumo enviado pelo egrégio orador.

física também precisam de energia, que é extraída dos alimentos e também do ar que respiramos. O Espírito contribui energizando as células físicas que estão em sintonia com as células perispirituais. Quando a pessoa faz uma oração com fé envolta em puros sentimentos, será possível

ou a prece. A principal oração do cristianismo foi ensinada por Jesus que é o “Pai Nosso” constante em MT.: 6-9. Existem várias outras orações tendo como referências a figura de Jesus, como por exemplo: “Senhor Jesus”. Faze-nos dignos daqueles que espalham a

“O Poder da Oração Para contribuir com a cultura religiosa de todos os que se fizeram presentes na palestra do dia 3 de março do corrente, no auditório da FEESP, montamos esse tema sob o enfoque científico. Qual a explicação no aspecto científico da Doutrina na eficácia da oração. Definindo a oração como sendo uma sensibilidade agtravés da qual emitimos energias, com mais intensidade e estas nos facilita a sintonia com os Espíritos. Quando o assunto envolve energias, entramos no campo da ciência, porque a principal fonte de energia do Espírito é a mente. Sendo a mente o principal atributo do Espírito, o principal atributo da mente é o pensamento, que segundo a codificação, tem luminosidade, coloração e odor, portanto, o pensamento é energia impulsionada pela vontade. O Espírito extrai do fluido Cósmico Universal a energia vital para sua existência. Sem energia não há vida. As células do corpo

João Baptista do Valle fala ao auditório lotado da FEESP Extirpa do campo de nossas almas a erva daninha da indisciplina e do orgulho, para que a simplicidade nos favoreça a renovação. Não nos deixes confia-

dos à própria cegueira e guia-nos o passo no rumo daqueles companheiros que se elevam, humilhando-se, e que por serem nobres e grandes, diante de ti, não se sentem di-

minuídos, em se fazendo pequeninos, a fim de auxiliar-nos ... Glorifica-os, Senhor, coroando-lhes a fronte com os teus lauréis de luz!....”

Musical de Inez Teodora e Moisés naquele momento, uma potencialização maior das energias perispirituais e que em consequência carrearão para as células do corpo esse aumento energético. As finalidades da prece são: louvar – pedir e agradecer. Todo trabalho espírita inicia-se e termina com prece, com isso o ambiente fica mais sutilizado e harmonioso no equilíbrio das vibrações ambientais. Qual a diferença entre oração, prece e reza. Quanto à finalidade seria a mesma. No sentido didático, a oração já tem um as palavras determinadas, na prece o pronunciante utiliza suas próprias palavras e a reza é o momento em que se executa a oração

O poder da oração é exposto à plateia por João Baptista

verdade e o amor. Acrescenta a luz da sabedoria nas almas que se engrandecem no amparo aos semelhantes. Ajuda aos que se despreocupam de si mesmos, distribuindo em teu nome a Esperança e a Paz ... Ensina-nos a honrar-te os discípulos fiéis com respeito e carinho que lhes devemos.

João Baptista cumprimentado pelo público


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ABRIL DE 2013 CARNAVAL NA FEESP

Carnaval na FEESP discute sobre a reencarnação no Brasil, através de palestras e oficinas práticas das áreas de Infância, Juventude e Mocidade, Ensino e Assistência Espiritual

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os dias 9, 10 e 11 de fevereiro a Federação Espírita do Estado de São Paulo sediou mais um Encontro de Carnaval para Centros Espíritas e Educadores, organizado pela Área de Infância, Juventude e Mocidade, com a colaboração de diversos palestrantes das Áreas de Ensino, Assistência Espiritual e da própria AIJM. Dezenas de Centros Espíritas de todo o Brasil enviaram representantes para o evento, que durante os 3 dias apresentou palestras e oficinas relativas ao tema: “Por que Reencarnar no Brasil”. O objetivo do Encontro é capacitar e reciclar educadores e demais interessados, com metodologia, estratégias e recursos didáticos capazes de levar às salas de Educação Espírita aulas bem elaboradas para crianças e adolescentes. Esse ano, o evento foi aberto pela presidente da FEESP, Julieta de Souza, que proferiu a palestra “Grandes Vultos do Espiritismo no Brasil”, enfilerando diversos notáveis personagens da História que contribuíram para tornar o Brasil “a Pátria do Evangelho”. “Nossa Pátria é o celeiro da Espiritualidade”, afirmou a presidente, “lembrando de Ismael, zelador do Brasil, Padre Manoel da Nóbrega, José de Anchieta, Frei Fabiano de Cristo, José Gonçalves Pereira, Teodoro Lausi Sacco, Américo Montagnini, Anália Franco, Antonio Gonçalves da Silva, Arthur Lins de Vasconcellos, Augusto Ilitão Pacheco, Caibar Schutel, Carlos Gomes de Souza Shaldes, Eurípedes Barsanulfo, Edgard Armond, Pedro de Camargo, Divaldo Pereira, Bezerra de Menezes e Chico Xavier. “Somos servidores do Mestre Jesus. Não há donos da verdade e nem donos de Centros Espíritas. Hoje o Espiritismo é respeitado, não somos mais perseguidos como os grandes vultos do passado. Portanto, vamos estudar e conhecer a Doutrina. Vamos vivenciar o ensinamento do Mestre Jesus, a começar por nossas famílias, reforçando o vínculo da união, da con-

versa, com nossos filhos e familiares. Evangelho é viver bem, é abraçar, é perdoar. Somos educadores em nossa casa, também. Vamos ajudar com o pensamento, que é uma força; é a linguagem do Espírito. Não esqueçamos que nossa reencarnação na Terra é uma oportunidade de evolução espiritual. Vamos exemplificar Jesus”, encerrou Julieta de Souza, para uma plateia repleta de gratidão por tão importantes esclarecimentos. Todos os temas abordados têm como base a codificação espírita, tratada de forma adequada às faixas etárias, através dos livros das Edições FEESP voltados para AIJM: onze volumes divididos em três coleções. O tema central do Encontro 2013 foi “Por que reencarnar no Brasil?”, com enfoque na “PROGRAMACÃO REENCARNATÓRIA NO BRASIL”, apresentado em quatro oficinas, utilizando-se em cada uma delas, vocabulário e estratégias adequados à idade dos educandos, porém com o mesmo objetivo: demonstrar aos educadores espíritas de crianças e jovens, uma maneira lúdica e prazerosa de levar o aluno a compreender a importância da caminhada evolutiva do Espírito através das sucessivas reencarnações, bem como a responsabilidade e o compromisso da programação reencarnatória no Brasil. Cássia Anselmo, diretora da Área de Assistência Espiritual, falou sobre a “Mediunidade no Brasil”, enriquecendo a plateia com acervo memorável de informações e conhecimentos. A Área de Assistência Espiritual apresentou oficinas relativas à “Prática de Treinamento Mediúnico”, com coordenação de Reinaldo Toledo; à “Assistência à Família – Comportamento Sexual”, com coordenação de Silvia Mello; e à “Assistência ao Jovem – Dependência Química”, coordenada por Rosana Navajas. A Área de Ensino apresentou oficinas relativas às “Fraternidades do Espaço”, com coordenação

Silvia Puglia, criadora do evento de Carnaval em 1999, prestigiou o encontro desse ano nos 3 dias. Ao lado, à direita, Julieta de Souza, presidente da FEESP, e Vera Leite, diretora da AIJM de Alexandra Strama; “Educação Mediúnica nas Crianças e Jovens”; coordenada por Jussara Morselli, e “Reencarnação e Missão”, com a coordenação de Maria Elizabeth Nogueira Rey. A Mocidade Espírita Cairbar Schutel FEESP abriu as apresentações da AIJM, imbuída pelo espírito de amor a esta pátria abençoada pelo Cristo, com a reflexão do tema

anos de idade apresentou o tema “Reencarnação dos Espíritos”, do livro BRINCANDO E APRENDENDO O ESPIRITISMO, Volume 2, Cap. 9, Edições FEESP e por meio de atividades simples e criativas envolveu a todos os presentes, que participaram das oficinas com interesse, disposição e alegria. A apresentação teve como ponto alto, a montagem, pelos participantes sob a orientação dos educadores, de uma maquete maravilhosa, que foi utilizada para a encenação e dramatização do texto “A Estrada da Vida”, adaptado do livro Obras póstumas de Allan Kardec. Finalizando as apresentações, a oficina de 12 a 15 Maria Inês de Páscoa na oficina da AIJM anos de idade, apresentou o mesmo Reencarnar no Brasil. RETORNO DE CHUVITA tema da oficina de 3 a 6 Foi apresentando o dia a que enfatiza o ciclo natu- anos, “Ninguém pode ver dia a Mocidade, o trabalho ral da mudança de estado o Reino de Deus, se não realizado, suas reflexões, físico da água, que nunca nascer de novo”, porém suas aulas, seus pensa- se perde, mas apenas se do livro JESUS JÁ FALAmentos, suas atitudes transforma, se recicla, tal VA NO ESPIRITISMO, Vopara se transformarem em qual o ciclo evolutivo do lume 3, Cap. 17, Edições valorosos trabalhadores espírito: nascer, crescer, FEESP, com a proposta de do Cristo. Trabalhando morrer e nascer de novo. levar o aluno a compreenem prol da transformação A apresentação ofe- der que através da resposde nosso planeta de pro- receu diversas opções ta de Jesus a Nicodemos, vas e expiações para um de materiais didáticos a Ele afirmou que a alma planeta de Regeneração. serem utilizados: flaneló- sobrevive ao corpo e que Os jovens abrilhantaram grafo, fantoches, teatro somente a reencarnação o tema com uma apre- de varas, cartazes am- possibilita o progresso sentação impecável que plos e coloridos, além de moral do espírito. alternou teatro, poesia, formas de abordagem de O desenvolvimento da música e depoimentos, maneira a possibilitar a aula, com vídeos, exposiexaltando a importância adaptação da aula para ção dialogada, perguntas de sermos fiéis seguidores todo tipo de realidade das e respostas, confecção do Cristo, tomando como diversas casas espíritas de cartão individual, carexemplo a postura admi- participantes, que variam taz coletivo e música, propôs reflexões acerca rável de Cairbar Schutel ao infinito. e não nos esquecendo A oficina para 7 a 11 da importância da Progra-

Silvia Puglia, diretora da Área de Divulgação, e Vera Leite, diretora da Área de Infância, Juventude e Mocidade, com participantes de Centros Espíritas e trabalhadores da Área de Divulgação no 3º dia do Encontro

jamais de vivenciar seu próprio lema: trilhar, compartilhar e regenerar. A oficina para 3 a 6 anos de idade apresentou o tema “Ninguém pode ver o Reino de Deus, se não nascer de novo”, do livro O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITSMO PARA A INFÂNCIA, Cap. IV, Edições FEESP, através de uma estratégia lúdica que iniciou-se com a narração da história O

mação Reencarnatória, do compromisso com a reencarnação no Brasil, da responsabilidade com o corpo físico desde o momento grandioso da fecundação, dos reajustes impostos pelas limitações e aparentes privilégios que se alternam em nossa existência a cada jornada na terra e ainda, da necessidade da mudança de atitudes negativas por atitudes positivas. Enfim, avaliando-se o trabalho apresentado durante os três dias do Encontro, percebe-se claramente, que fazendo uso destes elementos será possível ao educador, demonstrar às crianças e jovens, a importância de trabalharmos pela nossa evolução espiritual e de nos tornarmos um “homem de bem” e contribuirmos para um Brasil melhor, afinal nossa Pátria só atenderá o lema “ordem e progresso”, se nós progredirmos moral e espiritualmente. A AIJM oferece o curso CEPE (Curso Espírita de Preparação de Educadores), que acontece aos sábados com a duração de um ano. O Curso tem como principal objetivo capacitar e instrumentalizar o Educador da Infância e Juventude e também os das Casas Espíritas para oferecerem formação doutrinária adequada às diferentes faixas etárias, utilizando as Edições AIJM /FEESP no cotidiano da sala de aula da Educação Espírita. Maiores informações enviar e-mail para infanciamocidade@ feesp.org.br

Irene Chaves, Maria Inês Paschoa, diretora do departamento da Fraternidade dos Discípulos de Jesus, Maria Elizabete P. Baptista, vice presidente da FEESP, e Zulmira Hassesian, diretora da Área de Ensino


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ABRIL DE 2013

CARNAVAL NA FEESP

Mesa diretora do evento na abertura

Oficina dos Aprendizes do Evangelho

Oficina Assistência Espiritual

Alexandra Strama, diretora do Curso de Educação Mediúnica, em oficina da Área de Ensino

Palestra da presidente Julieta de Souza

Oficina da Mocidade

Verena, Ensino


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ABRIL DE 2013 CARNAVAL NA FEESP

Cássia Anselmo, diretora da Área de Assistência Espiritual, e Cristhine Almeida, coordenadora de departamento da Área de IJM Jussara Morselli, diretora do Curso Básico, durante oficina do evento

Cássia Anselmo, diretora da Área de Assistência Espiritual Lindalva e Walquíria apresentam a oficina das Assistência Espiritual

Oficina da Juventude

Maria Inês Paschoa apresentou duas oficinas da AIJM

Oficina CDM – Cursos para dirigentes e monitores de prática mediúnica


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ABRIL DE 2013

ÁREA DE DIVULGAÇÃO

Evento com Marlene Nobre na FEESP aborda Mediunidade e Transtornos Mentais

Julieta de Souza e Marlene Nobre

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m 10 de março, a Federação Espírita do Estado de São Paulo sediou importante evento em sua sede central, à Rua Maria Paula, 140, em São Paulo, no auditório Bezerra de Menezes. A presidente da Associação Médico Espírita Nacional e Internacional, dirigente do Grupo Espírita Cairbar Schutel e da Creche Lar do Alvorecer, em S. Paulo; editora do jornal “Folha Espírita”, e de autora de vários livros, Doutora Marlene Nobre, proferiu inestimável e esclarecedora palestra sobre Mediunidade e Transtornos Mentais a uma plateia que lotou o auditório Bezerra de Menezes na tarde desse domingo. A abertura e preparação do evento ficou por conta de um dos maiores contratenores do Brasil, o carismático cantor lírico DaNNilu. Estavam presentes, re-

presentando a FEESP, a presidente Julieta de Souza, a diretora da Área de Divulgação, Silvia Puglia, a diretora da Área Federativa, Nancy Raymundo, a coordenadora de palestras públicas, Fatima Giro, e o conselheiro e trabalhador da FEESP, o comunicador e escritor Afonso Moreira Junior, que foi mestre de cerimônias do evento. Com base em seus livros publicados, a palestrante discorreu sobre fenômenos anímicos e espiríticos: exteriorização da sensibilidade, desdobramento e bicorporeidade, materialização, curas, vidência, audiência, psicografia, psicofonia e psicometria. Disse ela:“A mediunidade é um dom concedido por Deus a todas as criaturas humanas, como o dom ou a faculdade de respirar. Conforme instrução do mentor Alexandre, no livro de André Luiz Missionários da Luz, pela psicografia de Chico Xa-

vier, esse dom significa um sentido novo da criatura humana, expresso através da atividade da glândula pineal. Por sua vez, esse sentido novo, que é a mediunidade, dá um novo significado à existência humana, uma nova perspectiva de evolução para a humanidade.” A plateia atenta absorvia as explicações com interesse. “Mediunidade não é doença. O médium não tem possibilidade de se livrar dela, porque a faculdade lhe foi concedida, a seu próprio pedido, antes da encarnação, para favorecer-lhe a evolução espiritual. O que ele precisa é ficar atento ao uso, à aplicação que faz dela. A obsessão, sim, é doença espiritual, porque se trata da mediunidade patológica ou torturada, que deve ser tratada com empenho, paciência e dedicação”, aprofundou Marlene

Palestrante Marlene Nobre, presidente da AME Nacional e Internacional, na FEESP

Nobre, afirmando que “quando a mediunidade não é canalizada no auxílio à humanidade de forma generosa e desinteressada, podem surgir, como fruto da má ou da não utilização, doenças corpóreas e transtornos mentais. Aos que têm outra religião, constitui nosso dever dizer do que se trata, dar o diagnóstico e deixar a decisão por conta deles”... A palestrante alertou para que a mediunidade seja bem direcionada “mediunidade bem direcionada é sinônimo de médium disposto a servir à humanidade de forma gratuita e honesta, dentro do espírito de renúncia e humildade, exemplificado por Jesus. Os benefícios, em geral, são de ordem espiritual, por isso nem sempre os médiuns persistem. Muitos desistem ante as lutas grandes e ásperas que têm de travar no mundo conturbado que habitamos.” Ressaltando sempre a importância de seguir os ensinamentos do Mestre Jesus, a palestrante, amparada certamente por uma plêide de Espíritos Elevados, trouxe aos presentes informações importantíssimas para o entendimento do tema “Mediunidade e Transtornos Mentais”. A presidente da FEESP, Julieta de Souza, agradeceu, em nome da diretoria, sua presença na Federação e a participação do público que prestigiou o evento que, após a prece final, ainda contou com mais um número majestoso do contratenor DaNNilu.

DaNNilu comove a plateia

Marlene Nobre autografa seus livros no evento

Presidente da FEESP, Julieta de Souza, e Afonso Moreira Junior, no evento

Público que lotou o auditório Bezerra de Menezes da FEESP


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ABRIL DE 2013 ÁREA DE DIVULGAÇÃO

Marlene Nobre, presidente da AME, fala sobre transtornos mentais e mediunidade Marlene Nobre e Silvia Puglia, ex presidente da FEESP, atual diretora da Área de Divulgação, responsável pelo evento

Marlene Nobre em sua palestra na FEESP

DaNNilu em sua apresentação, assistido pela mesa diretora composta por Fátima Giro, coordenadora das palestras públicas aos domingos, Julieta de Souza, presidente da FEESP, Marlene Nobre, Nancy Raymundo, diretora da Área Federativa, Silvia Puglia, diretora da Área de Divulgação, e Afonso Moreira Junior, mestre de cerimônias do evento

Agende-se! Vem ai o Congresso Espírita FEESP 2014 “É preciso nascer de novo” - Jesus

De 1º a 4 de maio, com abertura de Divaldo Franco


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ABRIL DE 2013

ÁREA FEDERATIVA

Palestras com expositores da FEESP nos Centros Espíritas Mês de Abril

Central de Doações da FEESP

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Ajude-nos a Transformar Vidas Tel.: 31155544 ramal 230 doacoes@feesp.org.br


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ABRIL DE 2013

Lista de Livros das Edições FEESP 150 ANOS DE ESPIRITISMO

Alceu Nunes

EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO - NORMAL

Allan Kardec

ALÇANDO UM VÔO MAIOR

Martha Gallego Thomaz

EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO - ESPECIAL

Allan Kardec

ALVINHA

Silvia Hiss

EXPERIÊNCIAS A LUZ DO EVANGELHO NO LAR

Maria Tonietti Compri

ANDRÉ LUIZ EM REFLEXÃO

Luiz Rodrigues da Cruz

FALANDO COM DEUS

Maria Cotroni Valente

AOS PAIS E EDUCADORES DE CRIANÇA

Silvia Cristina Stars de

FALOU A VIDA

Marilu Machado Carvalho

Carvalho Puglia

FENÔMENOS DE TRANSPORTE

Enesto Bozzano

APOCALIPSE (O)

José de Sousa e Almeida

FENÔMENOS ESPÍRITAS E ANÍMICOS

Alfredo Miguel

APRENDENDO COM AS EPÍSTOLAS

Luiz Rodrigues da Cruz

FILOSOFIA ESPÍRITA - TOMO II

Área de Ensino

BEM AVENTURANÇAS E PARÁBOLAS

José de Sousa e Almeida

FILOSOFIA ESPÍRITA E SEUS TEMAS

Área de Ensino

BEZERRA DE MENEZES

Canudo de Abreu

FILÓSOFOS (0S)

Herculano Pires

BRINCANDO E APRENDENDO O ESPIRITISMO - I

Coordenação Geral Silvia

FLORESTA ENCANTADA

Maria Helena Fernandes Leite

Cristina S. de Carvalho Puglia

FORMIGUINHA FAVO DE MEL

Maria Helena Fernandes Leite

BRINCANDO E APRENDENDO O ESPIRITISMO - II

Coordenação Geral Silvia

FÓRMULA DO AMOR (A)

Silva Mesquinha Hiss

Cristina S. de Carvalho Puglia

GÊNESE - EPECIAL

Allan Kardec

BRINCANDO E APRENDENDO O ESPIRITISMO - III

Coordenação Geral Silvia

GÊNESE - NORMAL

Allan Kardec

Cristina S. de Carvalho Puglia

GOTAS DE ENERGIA

Genésia Loreiro Rocha

BRINCANDO E APRENDENDO O ESPIRITISMO - IV

Coordenação Geral Silvia

GRANDES VULTOS DO ESPIRITISMO

Paulo Alves Godoy

Cristina S. de Carvalho Puglia

GRILO E O VAGALUME (O)

Maria Helena Fernandes Leite

BURRINHO INTELIGENTE (O)

Genésio Loureiro Rocha

HERCULANO PIRES, O HOMEM NO MUNDO

Heloisa Pires

CALENDÁRIO ESPÍRITA

Francisco Cândido Xavier

INSTITUTO DE CONFRATERNIZAÇÃO UNIVERSAL

Martha Gallego Thomaz

CARLOS IMBASSAHY - O HOMEM E A OBRA

Nazareno Tourinho

INTRODUÇÃO À FILOSOFIA ESPÍRITA

Herculano Pires

CARNEIROS DE PANÚRGIO (OS)

Adolfo Bezerra de Menezes

JESUS CRISTO A LUZ DO MUNDO

Paulo Alves Godoy

CASARÃO DO GENERAL

Cid Camargo

JESUS JÁ FALAVA NO ESPIRITISMO - I

Coordenação Geral Silvia

CASOS CONTROVERTIDOS DO EVANGELHO

Paulo Alves Godoy

Cristina S. de Carvalho Puglia

CASTÁLIA

Wilson Ferreira de Melo

JESUS JÁ FALAVA NO ESPIRITISMO - II

Coordenação Geral Silvia

CÉU E O INFERNO (O)

Allan Kardec

Cristina S. de Carvalho Puglia

CÉU E O INFERNO (O) ESPECIAL

Allan Kardec

JESUS JÁ FALAVA NO ESPIRITISMO - III

Coordenação Geral Silvia

CHICO XAVIER - DOS HIPPIES AOS PROBLEMAS

Cristina S. de Carvalho Puglia

DO MUNDO

Francisco Cândido Xavier

JESUS JÁ FALAVA NO ESPIRITISMO - IV

Coordenação Geral Silvia

CISCO CÂNDIDO XAVIER

Umberto Fabbri

Cristina S. de Carvalho Puglia

COLETÂNEA DO ALÉM

Francisco Cândido Xavier

JUBILEU DE OURO - CORAL CARLOS GOMES

Coral Carlos Gomes

CONGRESSO ESPÍRITA FEESP 2011

Coordenação Geral Silvia

JUNTOS NO INFINITO

Álvaro Basile Portughesi

Cristina S. de Carvalho Puglia

LEIS DE AMOR

Francisco Cândido Xavier

CONGRESSO ESPÍRITA FEESP 2011 - ESPECIAL

Coordenação Geral Silvia

LÍRIOS TAMBÉM MURCHAM

Rosa Freua de Carvalho

Cristina S. de Carvalho Puglia

LIVRO DOS ESPÍRITOS - ESPECIAL

Allan Kardec

CORUJA DO BOSQUE (A)

Roberto Alves Toledo

LIVRO DOS ESPÍRITOS - NORMAL

Allan Kardec

CRISTÃO MODERNO (O)

Gerson Luiz Tavares

LIVRO DOS MÉDIUNS - ESPECIAL

Allan Kardec

CRISTÍADAS

Edison Cavalheiro Ramos

LIVRO DOS MÉDIUNS - NORMAL

Allan Kardec

CRÔNICAS EVANGÉLICAS

Paulo Alves Godoy

LOUCURA SOB NOVO PRISMA,(A)

Adolfo Bezerra de Menezes

CURSO APRENDIZES DO EVANGELHO – I

Área de Ensino

MARAVILHOSAS PARÁBOLAS DE JESUS (AS)

Paulo Alves Godoy

CURSO APRENDIZES DO EVANGELHO – II

Área de Ensino

MATERIALIZAÇÕES LUMINOSAS

R. A. Ranieri

CURSO BÁSICO ESPIRITISMO - I

Área de Ensino

MEDIUNIDADE NA BÍBLIA (A)

Henrique Neyde Gimênez

CURSO BÁSICO ESPIRITISMO – II

Área de Ensino

MESTRE LOUIS PASTEUR

Neyde Prado Zuhlke

CURSO EDUCAÇÃO MEDIÚNICA - I

Área de Ensino

MOMENTOS DE PRECE

Paulo Alves Godoy

CURSO EDUCAÇÃO MEDIÚNICA - II

Área de Ensino

NA ESCOLA DO MESTRE

Pedro de Camargo

CURSO ESPÍRITA DE EDUCADORES ESPÍRITAS (CEPE) PRELO

NOÇÕES DE HISTÓRIA DA FILOSOFIA

Área de Ensino

CURSO O QUE É O ESPIRITISMO

Área de Insino

NOVOS RUMOS A MEDICINA - I

Inácio Ferreira

CURSO PARA DIRIGENTES E MONITORES (CDM)

Silvia Cristina Stars de

NOVOS RUMOS A MEDICINA - II

Inácio Ferreira

Carvalho Puglia

OBRAS PÓSTUMAS

Allan Kardec

DA GÊNESE AO APOCALIPSE

Natalino D’ Olivo

OBRAS PÓTUMAS ESPECIAL

Allan Kardec

DEUS POR TESTEMUNHA

Maria Ap. Caetano Salles

PADRÕES EVANGÉLICOS (OS)

Paulo Alves Godoy

DEUS, ESPÍRITO E MATÉRIA

Manuel de Oliveira Portásio

PARÁBOLAS (AS)

José de Sousa e Almeida

DIZ QUE ME AMA

Rosa Freua de Carvalho

PEDRINHO

Rosa Freua de Carvalho

DO SISTEMA NERVOSO A MEDIUNIDADE

Ary Lex

PERNILONGO QUE NÃO FAZIA FIUM (O)

Rosana Fernandes Rios

DOAÇÃO DE ÓRGÃOS E TRANSPLANTES

Vlademir Lisso

PÉROLAS NO CORAÇÃO

Maria Aparecida C. Sales

DUAS TARTARUGUINHAS

Maria Helena F. Leite

PORQUE CREIO NA IMORTALIDADE DA ALMA

Oliver Lodge

É TEMPO DE SER FELIZ

Marina Mallet

PSIQUIATRIA EM FACE DA REENCARNAÇÃO

Inácio Ferreira

EM BUSCA DO MESTRE

Pedro de Camargo (Vinicius)

PUREZA DOUTRINÁRIA

Ary Lex

ERA UMA VEZ

Rosa Freua de Carvalho

QUANDO JESUS TERIA SIDO MAIOR

Paulo Alves Godoy

ESCRAVO DOS ESCRAVOS (O)

Rosa Freua de Carvalho

QUANDO O AMOR FALA MAIS ALTO

Amílcar Del Chiaro Filho

ESPIRITISMO EM SUA EXPRESSÃO MAIS SIMPLES

Allan Kardec

QUATRO SERMÕES DE JESUS

Paulo Alves Godoy

ESTAMOS TODOS REENCARNADOS

Maria Augusta Ferreira

REFORMA ÍNTIMA - ORIENTAÇÕES A EDUCADORES

Puhimann

ESPÍRITAS

Área de Ensino

ESTÓRIAS QUE A VIDA NOS CONTA

Rosa Freua de Carvalho

RELENDO O EVANGELHO NO LIMIAR

Baruch Bem Ari

ESTUDO DA FILOSOFIA ESPÍRITA

Jeffeson José Portehesi Bui

RELÓGIO DO TEMPO (O)

Rosa Freua de Carvalho

ESTUDO E PRÁTICA DE ASSISTÊNCIA ESPIRITUAL

Coordenação Geral Maria de

REVELAÇÕES DA REVISTA ESPÍRITA

Alceu Nunes

Cassia Anselmo

SÍNTESE DE O LIVRO DOS ESPÍRITOS

B. Godoy Paiva

EVANGELHO DE REDENÇÃO

Paulo Alves Godoy

TAÇA DE LUZ

Francisco Cândido Xavier

EVANGELHO MISERICORDIOSO

Paulo Alves Godoy

TEMAS ATUAIS NA VISÃO ESPÍRITA

Wlademir Lisso

EVANGELHO NO LAR “A LUZ NO ESPIRITISMO”

Maria Tonietti Compri

TEMPO DE DESPERTAR

Richard Simonetti

TESOUROS DA REVISTA ESPÍRITA

Alceu Nunes

EVANGELHO NO LAR “ESCLARECIMENTOS, ROTEIRO E DÚVIDAS”

PRELO

UM SENTIDO PARA SUA VIDA

Marina Mallet

EVANGELHO PEDE LICENÇA

Paulo Alves Godoy

UMA FAMÍLIA FELIZ

Durval Ciamponi

EVANGELHO POR DENTRO (O)

Paulo Alves Godoy

UMA FAMÍLIA IMPERIAL

Rosa Freua de Carvalho

EVANGELHO SEG. ESPIRITISMO PARA INFÂNCIA

Maria Helena F. Leite

UMA LUZ ATÉ A ETERNIDADE

Maria Caetano Sales

EVANGELHO SEG. O ESP. BOLSO - ESPECIAL

Allan Kardec

VIAGEM DE UMA GOTINHA DE ORVALHO

Maria Helena Fernandes Leite

EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO - BOLSO

Allan Kardec

VOZ INTERIOR

Wilson Ferreira de Melo

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ORGÃO DA FEDERAÇÃO ESPÍRITA DO ESTADO DE SÃO PAULO FUNDADA EM 12 DE JULHO DE 1936

Abri de 2013 - Nº 434 - Ano XXXV - DISTRIBUIÇÃO NACIONAL

Manaus, BoaVista, Santarém, Rio Branco, Ji-Paraná e Macapá /Via Aérea

A esperança é uma fortuna, de natureza divina, que a fé recebe no Banco da Providência Divina. (Meimei - Chico Xavier Do Livro: “Roseiral de Luz”)

ri Umberto Fabb

Lançamentos das Edições FEESP ri Umberto Fabb

a Jr. Afonso Moreir

Reforma Íntima Atividades desenvolvidas na Escola de Aprendizes do Evangelho

en xi in

São Paulo do Estado de a rit pí Es o çã Federa

Orientações a Educadores Espíritas Federação Espírita do Estad o

Fran em Pe no dia João C João d em 29 co an Ch e sua Enfre inclu rou t lidad dia m que poss Jesu Hum C esc de cem tra pa

avier Cisco Cândido X

Reforma Íntima - Orien taçőes a Educadores Espír itas

Equipe da Área de Ensino

revela berto Fabbri – m U e d – r ie v a X torno daquele em Cisco Cândido r ri b co es d r a há po o”... o quanto aind ente, “um cisc sm le p m si , a v era Coo s da rden s dão doal laer ois G que se consid igos doaç m a s n o b r r o p o mir dul IncentivaZ ide com o leito iv d a e da o C on çã ce ra iç co ão ChavedsasHaoassesian re o vida, Fabbri ab ade, coleciona lid a u it ir p es e d o inesquecível m valiosas lições co a ci ên iv v de con longo de anos inas Gerais. médium das M anso, ico Xavier – m h C s, o d n u m rtilhava Entre dois e coração – pa d ro u p e e ild eavam o hum eles que o rod u q a m co te a. generosamen que vivenciav s a ci n iê er p ex e as conhecimento o dele, foi um im x ró p o tã , ri b lmente, Umberto Fab ram. Hoje, fina ra b m lu is v s a ente daqueles que luz, prodigam e d ro u so te este avier, partilhamos d isco Cândido X C e d s a in g á p s distribuído na us... o Cisco de Jes

de São Paulo 13/12/2012 09:25:15

d e v e e c


Jornal FEESP - Abril de 2013