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Sumário

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E assim, tudo começou...

A primeira viagem internacional

Os votos dos noivos

Willian e Luana embarcam para os EUA, mais uma vez

O noivado

A caminho do altar

Expediente Revista Tô em Foco revistatoemfoco@adelio.com.br 41 99961-6203 / 9 9647-2764 Revista eletrônica: www.revistatoemfoco.com.br

Produção e textos: Andrea Adelio

Revisão Ortográfica: Solange Goes

Produção e Fotografia: Sandro Oliveira

Projeto gráfico: Aldemir D. Batista

Buquê: Produção própria dos noivos Local: Município da Lapa/PR

Jornalista Responsável:

Maquiagem e Cabelo: Débora Bardini

Andrea Adelio - DRT 4030/PR

Vestido da noiva: Produção própria Costume do noivo: Produção própria

Distribuição dirigida / Venda proibida

Os textos foram produzidos a partir da narrativa dos noivos e os conteúdos são de sua inteira responsabilidade


Um pré-wedding diferente

A

maioria das pessoas gostam muito de conhecer a história do outro. É natural do ser humano querer saber, ver, ouvir. Em se tratando de uma história de amor de um casal, a curiosidade fica ainda mais aguçada. Quando se conheceram, aonde foi e como foi... a trajetória até chegar ao altar é também instigante. Pois, para contar tudo isso, não apenas para dar a conhecer detalhes aos familiares e amigos, que distantes ou próximos acompanharam esse relacionamento, mas principalmente para deixar registrado de forma bem descontraída e divertida, a história de suas vidas, Willian e Luana se lançaram à proposta da Revista Tô em Foco. Recontar cada passo do seu namoro, noivado e a preparação para o casamento, por meio de textos e imagens, marca de forma ainda mais especial este enlace. Aqui você vai encontrar mais do que um ensaio fotográfico, mais do que um tradicional préwedding. Você vai vibrar e se emocionar com cada etapa do romance dos dois. Desde as aventuras das viagens à responsabilidade de construir um lar, assumir um compromisso, sonhar com uma família. Escrever esta história e registrar estas imagens nos trouxe, não apenas a satisfação do trabalho realizado com amor e sobre o amor, mas principalmente a certeza de estarmos diante de uma oportunidade ímpar de perpetuar a história de duas pessoas que juntas, estão escrevendo suas mais belas histórias de vida. Somos muito gratos por isso! Boa leitura! Andrea Adelio Editora


E assim, tudo começou... Amizade que virou amor teve inicio há 10 anos

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O ano era 2009 e tudo começou com uma amizade. Daquelas que apenas os envolvidos não admitem o que todos já sabem: a verdade de que não são apenas bons amigos. “Nos conhecemos no mês de maio. No início era mesmo uma amizade. Assistíamos filme juntos e também junto aos nossos irmãos - o Willian sempre dormia (risos). Eu comecei a me interessar por ele, que sempre ‘duro na queda’ não me dava muita bola (mais risos)... mas eu fui insistindo. A verdade é que ele também gostava de mim, mas não queria dar o braço a torcer. Era bastante orgulhoso,” se diverte, contando Luana. E a insistência deu resultado. “Um dia consegui roubar um beijo dele e desde então estamos juntos,” celebra. Willian e Luana começaram a namorar sem contar aos pais, e continuavam a afirmar que eram apenas “bons amigos”, mas assim como os demais à sua volta, os pais já sabiam que isso não era verdade, porém eles demoraram para assumir a relação.


Um dia consegui roubar um beijo dele e desde então estamos juntos

” Primeiros anos de namoro No mês de abril de 2009 Luana se mudou para o condomínio que Willian morava Dia 5 de setembro eles começam a namorar Willian cursava o segundo ano do curso de Engenharia Industrial Madeireira e ia para aula de bicicleta Em 2010 Luana passa no vestibular de Secretariado Executivo e começa a trabalhar Como não cabiam dois na bicicleta Willian comprou uma moto, sobre a qual os dois passaram muito frio, pois todos os dias ele ia buscar a Luana na faculdade.


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A primeira viagem internacional “a gente nunca esquece” Visto negado, malas extraviadas e atrasos no aeroporto, entre outros contratempos foram na bagagem desta aventura A viagem da mãe do Willian, em 2011, para os Estados Unidos, foi a inspiração para Luana e Willian também decidirem fazer sua primeira viagem internacional, mas trabalhando como estagiários, a grana era curta e não tinham nenhuma outra fonte de renda. Assim, tiveram a ideia de fazer e vender bombons para juntar um dinheiro extra. “Era o oficio da minha mãe, então aprendemos com ela,” conta Willian.

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a correria para tirar o passaporte o mais rápido possível e para dar tempo, conseguiram agendar para fazer o passaporte em Ponta Grossa. Depois disso, como a data da viagem estava próxima, acabaram agendando o visto lá em Recife, que seria mais breve do que São Paulo ou Rio de Janeiro, o que teria sido mais perto. “E então, para Recife lá fomos nós, junto também com o meu irmão Robert,” relata Willian. Enfim, como tudo já começou em desacordo com o planejamento adequado, a sequência foi mais ou menos igual. Em Recife conseguiram o visto apenas o Willian e o Robert, pois a Luana teve o visto negado. E como estavam há um mês da viagem, os nervos já afloravam. A Luana conta que na hora em que soube ficou muito revoltada, jogou o passaporte no chão e saiu balançando a cabeça com sinal negativo. Mas ela também diz que era tão inacreditável, que tanto o Willian quanto o Robert olharam pra ela achando que era brincadeira. “Eu e meu irmão tivemos que juntar os documentos, porque ela saiu revoltada e jogou tudo na rua. E pior, quando voltamos de Recife, ela queria desistir de tudo e ficava per“Eu e meu irmão guntando se eu queria ir sem ela,” se diverte tivemos que juntar os ao relembrar Willian. Como ter o visto negado é comum em muidocumentos, porque tas situações e muitas pessoas já tinham pasela saiu revoltada e sado por isso, Luana resolveu insistir, apesar do curto espaço de tempo que tinham. “Fui jogou tudo na rua”. de novo. Paguei novamente a taxa e um dia, por sorte, abriu uma vaga para tentar o visto no Rio de Janeiro. Marquei entrevista uns 10 dias antes da viagem, bem em cima da data. Pedi dispensa no trabalho, comprei passagem e fui para o aeroporto.”

A

inexperiência da juventude aliada ao perfil impulsivo de ambos, fez com que as coisas não ocorressem no rumo esperado para a sonhada viagem. Começaram o planejamento comprando passagem e reservando hotel, antes mesmo de fazerem o passaporte e conseguirem os vistos.

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Mas, assim como num enredo de comédia dramática, os episódios imprevisíveis aconteciam um após o outro.

Então, o voo atrasou e quase na hora da entrevista ela ainda estava em Curitiba. E claro, chegou atrasada no consulado e perdeu o seu horário. Porém, seguindo orientação da atendente, voltou ao aeroporto para pedir uma carta da companhia aérea para comprovar o atraso. Retornou com a justificativa em mãos, e finalmente conseguiu o esperado visto!!!

Contudo, como a história estava só na metade, muitas emoções ainda estariam por vir. O passaporte ficou no consulado para estamparem o visto e posteriormente ser enviado pelos Correios. E já se pode imaginar o que aconteceu na sequência: o passaporte chegou em Curitiba, mas foi devolvido porque não tinha ninguém em casa para receber! Faltavam apenas dois dias para a esperada viagem... Assim que soube, a Luana saiu correndo e foi retirar a encomenda/passaporte diretamente nos Correios. Agora sim, passaporte em mãos e com visto, todos poderiam embarcar com tranquilidade. Só que não foi exatamente assim... Como Luana e Willian não tinham dinheiro suficiente para aproveitar bem uma viagem ao exterior, resolveram pegar encomendas para trazer dos EUA e assim ajudar nas despesas. Desta forma, anotaram pedidos, arrecadaram os valores e registraram tudo de forma bem organizada em uma planilha no computador. E finalmente, viajaram! “Passando por uma conexão no México, chegamos em Orlando, nos EUA. Mas as nossas bagagens não chegaram conosco. Ficamos três dias sem as malas e quando nos foram entregues, tivemos uma grande surpresa: o computador, aquele que tinha a planilha com todas as anotações das encomendas, havia sido furtado da mochila,” conta Willian.

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E a saga continuou... Eles ficaram 13 dias passeando e conhecendo Orlando. Foram ao parque, conheceram outlets, fizeram compras e até uma maquina digital, com a qual fizeram os poucos registros fotográficos que guardam com carinho até hoje. Lá também fizeram um bom exercício de memória para tentar lembrar quem tinha encomendado o que, e mais, quais os valores arrecadados de cada um, uma vez que já não tinham mais as anotações. Mas superaram mais este desafio. Ficando poucos dias por lá, Robert voltou antes para o Brasil, pois iria prestar vestibular. E como na volta ele fez várias reclamações, pelo sumiço do computador, Luana e Willian acreditam que tudo o que passaram no aeroporto depois, quando também voltavam ao Brasil, foi uma espécie de represália. Eles chegaram para embarcar e um funcionário pediu que se encaminhassem ao lado oposto em que estavam. Aí, após terem atravessado todo o aeroporto, foram avisados que o embarque era exatamente do lado aonde eles se encontravam anteriormente. “Voltamos ao outro lado, faltava um minuto para fechar o embarque, explicamos o ocorrido, e ainda assim não nos deram prioridade. Mas a comissária levou nossos passaportes para a gerente e sumiu. Quando começou a demorar demais achamos estranho, mas não haQuando via o que fazer,” diz Luana. Eles contam que quando a gerente estavam no retornou, tinha claro em sua expressão um ar de retaliação, meio do pois chegou já com novos biaeroporto lhetes emitidos, para um outro voo, em outro horário e Willian com valores que consideraram percebeu que a absurdos. Não aceitaram. Willian lembra que a Luana mala era de ficou em desespero, pensando teriam que morar nos Esta- outra pessoa. dos Unidos. Mas, por sorte, tinham um amigo brasileiro, que estava por lá, a quem enviaram uma mensagem pelo Facebook, pedindo que fosse buscá-los. Ficaram com ele no mesmo hotel, mas com dinheiro apenas para a alimentação. A Luana então ligou para tia dela e conseguiu comprar passagens por valores mais acessíveis. Porém, tiveram que ficar em Orlando por mais três dias, fato que atrapalhou toda a agenda programada no Brasil, com compromisso de trabalho, inclusive. Após este período, felizes por estarem conseguindo retornar, embarcaram e novamente fizeram escala no México. Chegando lá, foram os últimos a recuperar a bagagem, passaram pela aduana e quando estavam no meio do aeroporto o Willian percebeu que estava com a mala de outra pessoa. “Era igual, mas estava com outro nome.”

“ ”

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“Os mexicanos não conseguiam entender o porquê queríamos retornar” TRAMA MEXICANA E “BANANAS NO AVIÃO” Willian e Luana tiveram que voltar e ali começava mais um capítulo que, aproveitando o trocadilho, podemos chamar de “trama mexicana”. “Os mexicanos não conseguiam entender o porquê queríamos retornar. Eu explicava que estava com a mochila errada, mas foi uma infinidade de explicações, reclamações e incidentes,” afirma Willian. Com a bagagem extraviada, mais uma vez, seria preciso pegar outro voo, pois não havia mais tempo para embarcar. Assim, passaram a noite em claro, no aeroporto, apenas revezando com uns cochilos, pois o local aonde deveriam se dirigir para emitir a nova passagem só abriria às 5h. Quando enfim amanheceu e chegaram ao local indicado, descobriram que tinham recebido informação errada, pois não era ali e o setor correto, na verdade, ficava a noite toda aberto. Por fim, no lugar certo, os atendentes verificaram que lá constava como se eles já tivessem embarcado para São Paulo. E aí começou mais uma intensa negociação para provar que não, que eles estavam ali mesmo e não em São Paulo, até que emitissem nova passagem pare eles. Mas ainda tiveram que esperar um bom tempo pra embarcar. Luana conta que ficaram lá por, pelo menos, umas 36 horas sem dormir, carregando malas e “brigando, negociando e discutindo” com os comissários e atendentes, em espanhol. “Já com a passagem emitida e aguardando na sala de embarque estávamos desfalecidos, eu não me aguentava mais em pé. O avião havia chegado e era hora de embarcar, foi quando o Will, tentando me levantar e eu resistindo por estar morta de canseira e delirando, perguntei se já haviam ‘colocado as bananas do avião’ (risos). E para concluir este drama todo, quando finalmente chegaram a São Paulo, perderam também o voo pra Curitiba. Mas nesse caso eles foram encaminhados a um hotel para pegar o voo para casa, no dia seguinte, pela manhã. Quatro dias depois que chegaram em Curitiba a bagagem voltou, e mais uma vez com itens furtados. Eles iniciaram um processo judicial e depois de um longo tempo acabaram recuperando pequena parte dos prejuízos.

No aeroporto do México Mochila extraviada Horas de espera no aeroporto Novos incidentes ao tentar remarcar a passagem Fazem revezamento para dormir no chão, por questões de segurança No momento do novo embarque informam que tinha overbooking* Informam que nos registros constava que eles já tinham embarcado Encontram um brasileiro que fala espanhol e ajuda nas negociações

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Com muita coragem Willian e Luana embarcam para os EUA, mais uma vez

Em 2013 Luana e Willian voltaram aos EUA, mas desta vez foi uma viagem marcada somente pela emoção, e bem tranquila. Foram para Miami. Neste mesmo ano também Luana se formou em Secretariado Executivo e o Willian continuo a cursar Engenharia Industrial Madeireira. Os pais de Luana se mudaram, para um local próximo, mas ela não quis acompanha-los, imaginado que ficar longe do Willian iria comprometer o relacionamento. “Coisa de adolescente, achava que a distância poderia fazer o namoro acabar, me desesperei,” se admira ela agora ao relembrar a história. “Falei que não queria sair de lá e acabei ficando na mesma residência por mais três meses. Mas logo que comecei a me organizar, morando sozinha, a proprietária pediu a casa.

“Foi aí que, mesmo sem dinheiro suficiente, tivemos a ideia brilhante de comprar um terreno e construir (risos). Fizemos umas loucuras, uns rolos, uma boa engenharia financeira para conseguir dar entrada no terreno e conseguimos.” Com isso, Luana voltou a morar com os pais. E assim, começaram a construir, em junho de 2014. Na mesma época decidiram empreender. “Queríamos algo que agregasse valor à vida do próximo, que fizesse um bem à sociedade.” Foi então que o Robert comentou sobre a franquia do Boca Juniors no Brasil. Educação e esporte atendiam a este desejo do casal, e assim, no dia 13 de maio iniciaram a escola de futebol. Naquela época não podiam se dedicar, pois trabalhavam em outros locais, mas ainda assim cresceu ao longo dos anos e já comemoram os bons resultados.


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Maturidade no relacionamento leva ao próximo passo:

o noivado e ho dida n u de j a v . ia 3 arcou illian ad O 8 m e W oiv 201 Luana eles n , mas de ta data gredo vidade s e Nes em s m a no apena m a m r ra tive les por queria os man ntre e s, pois r para izesó e tro dia janta ssim f qua car um lar. E a am lver e m o mar e reve s e a r a s s a g esd i pais . u p oe eg ram o em s r u m a mprad memo aa r o g o Lo o v e i t am c ara c regist ara p r já tinh erto, pres. Lá um m unque em ab nos Ai s como lta an sar. o tava m Bue mento e na v se ca e o r a o i ra os m ivad ue ir m ram elo no dos q o co p am a t ciar

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O dia 20 de junho sela o compromisso definitivo de Willian e Luana. Um amor de adolescência que hoje é um amor maduro, celebrado com amigos e familiares. No mesmo ritmo do “faça você mesmo”, eles organizaram todos os detalhes do casamento sem ajuda profissional. Até mesmo o convite foi feito por eles. Desde o mês de janeiro de 2019 eles se dedicam com foco total na cerimônia.

A caminho do altar Um ano após o noivado, cinco anos após iniciarem a construção do novo lar e quase 10 anos após começarem a namorar, vem o SIM definitivo

Detalhes (só) de “nós dois” A construção da nossa casa e nosso pedido de casamento que foi feito dentro da casa Nossa característica é fazer tudo com as próprias mãos e juntos, sempre Nosso prazer em servir o próximo – nossa empresa sempre faz arrecadação de alimentos, comidas, roupas, etc. para lares carentes Não temos uma comida preferida, mas gostamos muito de comer: churrasco é a especialidade da casa No futuro: terminar a casa, curtir a casa, morar fora do Brasil Manu: “pessoinha” especial pra nós, somos o “Dindin e a Iúh Revista Tô em Foco | Junho.2019

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Quem faz a Revista Tô em Foco Andrea Adelio – Apaixonada pela comunicação, a jornalista sempre desejou fazer a diferença na vida do próximo. A idealização de uma revista que pudesse registrar histórias pessoais, de forma personalizada, e ainda, contribuir com a melhor imagem do outro, por meio da produção de um ensaio fotográfico, se tornou o projeto perfeito para consolidar suas habilidades. É mais do que escrever sobre histórias de vida. É contribuir para eternizar os melhores momentos da vida de alguém, conectando pessoas do presente, ao passado e ao futuro. Quem conta relembra e quem lê vai lembrar.

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Formação em Comunicação Social, Consultoria de Imagem e Coaching Integral Sistêmico.

Sandro Oliveira – Sempre foi fascinado pela fotografia, desde criança se encantava em como as imagens eram captadas. Seu primeiro contato com uma câmera foi com uma máquina fotográfica compacta da Kodak, cujo flash era um elemento descartável e os filmes eram do tamanho da máquina. A força do seu trabalho é capturar com criatividade e sensibilidade, principalmente a espontaneidade dos momentos especiais, permitindo que cada click seja eternizado em um perfeito encontro da imagem com a imaginação.

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Administrador, autodidata, com formação em Fotografia pela Escola Omicron, além de possuir formação em diferentes cursos de fotografia social e edição de imagem.


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