Histórias Fantásticas

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Histórias Vivas

5ºG


O bombeiro Paulo Um dia, o bombeiro Paulo estava a beber café com a sua família, até que recebeu um telefonema. Esse telefonema era muito importante e a voz do outro lado dizia: - Bombeiro Paulo, recebemos um alerta de fogo e precisamos que venha o maisdepressa possível para o quartel! O Paulo despediu-se da sua família e foi rapidamente até ao quartel. Quando chegou ao quartel, o Paulo vestiu a sua farda, e logo se dirigiu ao seu chefe. -Chefe Carlos, vim o mais depressa possível! -disse o Paulo. - Muito bem, Paulo! Você é um bombeiro muito pontual. - respondeu o chefe Carlos. Logo de seguida, o bombeiro Paulo e os seus colegas, entraram no carro dos bombeiros e foram até ao local do incêndio, com as sirenes sempre ligadas e emmarcha de emergência. Quando chegaram ao local, o Paulo e os colegas, olharam uns para os outros de boca aberta. Perceberam que o suposto fogo não passava de um grupo de escuteiros à volta de uma fogueira a cantar e a divertirem-se.


Um Médico Um médico, um dia, pensou que já estava a precisar de férias. Então, ele foi falar com o patrão. - Boa tarde! Eu queria tirar férias! - Ok, então, assine aqui! Então tirou férias e passou a noite toda a pesquisar até que encontrou um hotel para passar férias. Foi para aeroporto para apanhar o avião. Ele viajou para Chicago e lá passou as suas férias. No dia de regresso comprou umas lembranças para os colegas e para os amigos. O avião caiu quando faltava apenas 1 km para chegar ao aeroporto perto da sua casa.

O médico ficou apenas com aranhões. Quando chegou ao aeroporto foi para casa de táxi para no outro dia ir trabalhar. -Bom dia, patrão! Olhe trouxe-lhe uma lembrança! -Obrigado! Assim foram as férias prolongadas.


A Princesa Nicolina

Era uma vez uma princesa chamada Nicolina. Ela tinha 27 anos. Ela vivia num palácio muito grande, o palácio tinha piscina, casa de banho de ouro e diamantes, entre outros luxos. Numa noite, a princesa Nicolina conheceu um rapaz chamado Nicoli. Eles foram para casa da princesa. Ele começou a visitar a casa da princesa todos os dias, até que, um dia, eles foram apanhados a beijarem-se. Foi aí que eles admitiram o namoro e marcaram a data do casamento. Casaram e foram felizes para sempre!


O médico maluco Era uma vez um médico que se chamava Luís, mas toda a gente o conhecia como «O Linguiça». Ele adorava comer linguiça com picante, daí o seu apelido. Quando não tinha pacientes, lá estava ele a comer a sua linguiça. O pior, era quando aparecia alguém para levar vacinas sem ele estar à espera… e quando isso acontecia, lá ia o Linguiça à pressa para dentro do gabinete, todo atrapalhado. Quando estava a espetar o paciente com a seringa, caía sempre a linguiça, do bolso da bata, para cima do coitado do paciente. Certa vez, até se enganou, em vez de espetar a agulha, queria dar as vacinas coma linguiça. Isso aconteceu tantas vezes que o hospital foi obrigado a mandá-lo para casa,por um tempo, para colocar a cabeça no lugar.


O mendigo bondoso Era uma vez, um mendigo que pedia sempre esmola numa rua muito movimentada. Certo dia, um homem rico passou perto do mendigo. Então o mendigo perguntou: - Pode-me dar alguma esmola, meu senhor? - Não, se quiseres esmola vai trabalhar! - Não deves ser assim com as outras pessoas só por seres rico. – recomendou o mendigo. - Estás – me a dar uma lição e tu é que és pobre? – perguntou quase à gargalhada. - Sim, porque merece. - Ahahahah! – não contendo mais a gargalhada. - Vai ver no futuro! O rico foi-se embora, e o mendigo foi procurar emprego. O mendigo encontrou emprego e trabalhou todos os dias durante 5 anos. Um dia, ele passou por onde tudo tinha começado e estava lá o rico a pedir esmola e o mendigo que se tinha tornado rico quis ajudar o rico que virou pobre.


A importância de um médico Era uma vez um médico que estava disposto a ajudar todas as pessoas, desde amnésia, a viroses. Mas não havia cura para todas as doenças, portanto ele pensou: - E se eu criasse uma vacina que ainda ninguém tenha criado para alguma doença grave? Ele não parava de pesquisar doenças. Encontrou muitas, mas já tinham cura (peste negra, gripes, …) mas estava a dar na televisão uma doença nova chamada SARSCOV-1. Quando ele viu, disse: - Eureca, se eu descobrir a cura para esta doença, irei salvar muitas pessoas. No entanto, preciso de saber os sintomas que o vírus que a causa. Quando entendeu os sintomas do vírus, já 50% da população estava infetada. Ele aplicou a fórmula e deu a vacina à Rússia (porque é o maior país do mundo) e explicou a fórmula para o país poder fabricar mais vacinas e vender a outros países do mundo e para todas as pessoas do planeta Terra ficarem melhores!


O gato Geremias, o Russo O gato Geremias era um gato Russo que morava nas ruas de Moscovo. Desejava comida e uma família. No passeio passava uma menina, Mariana, que como o seu berlinde ia na mão, escorregou para o beco onde Geremias estava. A Mariana pegou no seu berlinde e perguntou: -Estás sozinho? - questionou olhando para Geremias.

-Miau (ajuda)! - miou Geremias aflito. -Vou-te levar para minha casa! - exclamou feliz. -Anda! - pediu Mariana. Geremias foi para casa da Mariana e sentiu-se muito melhor, pois tinha rea- lizado os seus desejos tinha uma família e comida. Gostava de onde estava e de lá não queria sair. Mariana estava tão feliz que adotou uma gata, a Rosa que também vivia na rua. Ficara muito feliz. Rosa e Geremias ficaram muito felizes e amigos.


A história de uma família Era uma vez um senhor chamado Nicolau. Ele tinha dois filhos e tinha ficado viúvo há pouco tempo. Estava a tornar-se complicado viver só do seu ordenado. Para complicar a situação perdeu o seu emprego e começou a ser difícil alimentar os seus filhos. Ele decidiu começar a pedir dinheiro na rua, mas ninguém queria saber dele. Eles começaram a ficar com mais fome dia após dia. Certo dia, um grupo de estudantes do 5.º G reuniu os seus lanches e ofereceram-nos ao senhor e aos seus filhos. Cada aluno contou aos seus pais o que aconteceu e com a ajuda de todos arranjaram um emprego ao senhor. Mais tarde, os seus filhos começaram a estudar na mesma escola que os meninos.


Um pequeno médico Era uma vez um pequeno menino. Esse menino queria ser médico.Ele gostava muito de ir ao médico e seguir os seus conselhos. Ele dizia sempre: -Para ser saudável é preciso comer uma maçã por dia. Então, num sábado à tarde, a passear com a mãe, eles os dois viram uma ambulância a passar e ela parou à frente de uma pessoa que sofreu um acidente de carro. Nesse momento, a mãe e o menino foram a correr para saber o que aconteceu. O menino ao ver aquilo tentou ajudar os médicos e os enfermeiros que socorriam a pessoa que estava magoada. Depois disso, os médicos convidaram o menino a ajudá -los .


A bombeira Sam. Era uma vez uma menina chamada Samanta, mas toda a gente lhe chamava Sam. Um dia, a Sam e os seus pais estavam a ver uma notícia sobre uma equipa de bombeiros que estava a realizar um salvamento numa casa em chamas. A Samficou fascinada com a oportunidade de poder ser bombeira, que pediu aos paispara a inscreverem numa equipa de salvamentos. Mas os pais disseram que aquilo era trabalho para homens. A Sam disse-lhes que todaagente tinha o direito de ser o que quisesse portanto assim sendo a Sam decidiu fugir de casa para realizar o seu sonho . Assim fez. Quando entrou numa equipa fez logo um salvamento a uma casa em chamas. Os pais dela viram e logo lhe ligaram a pedir desculpas. Depois desse momento viveram felizes para sempre.


A princesa rebelde Era uma vez uma princesa muito má. Essa princesa para além de ser má, certo dia decidiuassaltar um banco, e com o dinheiro que conseguiu trazer, comprou uma mansão e vários carros, um deles feito de ouro. Não foi, portanto, difícil chegar à pessoa responsável pelo roubo, uma vez que ela não foi, propriamente, discreta. A polícia dirigiu-se à mansão e levou-a algemada. Passados muitos dias na prisão, a princesa implorava ao polícia responsável: -Por favor, deixe-me sair! -Não aguento mais estar aqui presa... - continuava. Depois destes pedidos, o polícia e a princesa decidiram fazer um acordo. Então ele disse-lhe: -Se te continuares a portar bem, dentro de 15 dias deixo-te sair, mas não podes, nunca mais fazer asneiras. Caso contrário, passas o resto da vida na prisão! – avisou o polícia. Os dias passaram e a princesa continuava, todos os dias, a ter um bom comportamento. Ao 15.º dia, o polícia cumpriu a sua promessa e deixou-a sair. Nunca mais ninguém ouviu falar da princesa, pois esta aprendeu a lição e não voltou a fazer mais asneiras.


Numa bela aldeia medieval vivera um homem cujo seu passatempopreferido era pintar, desenhar e tudo o que envolvia criação de arte. Numa tarde, estava ele a passear, e viu uma coisa tão bela que nemquis acreditar. Era nada mais nada menos que… uma linda e bela fonte: tinha água límpida e cristalina … tão reluzente; a fonte era de MÁRMORE e tinha umas sereias esculpidas. O senhor considerou-a tão linda que decidiu fazer uma igual na tela. No outro dia já a tinha acabado. Ficou tão semelhante que ele decidiu guardá-la para sempre no seu quarto.


A Princesa da Floresta Era uma vez uma princesa chamada Cláudia tinha 15 anos e morava com a mãe, pai e irmã. Para os pais dela ela era má, pois a sua irmã punha as culpas nela e os pais acreditavam. Por exemplo: A irmã batia-lhe, então a Cláudia batia-lhe de volta e os pais só ralhavam com a Cláudia. Quando a Leonor batia na Cláudia, os pais não ligavam. Nesses momentos, a irmã chorava e dizia que a Cláudia lhe tinha batido. Ela fartou-se! Então fugiu para uma cabana no meio da floresta. Os seus únicos amigos eram os animais. Assim sendo, decidiu que seria a rainha da floresta e quem magoasse a floresta iria sofrer. Um dia, a família apareceu, e o pai dela gritou: - VOLTA PARA CASA OU A FLORESTA SOFRERÁ! - NÃO! - gritou a Cláudia. - RESPEITA O TEU REI OU A FLORESTA QUEIMARÁ E TU COM ELA! -exclamou o pai. - TU NÃO ÉS NENHUM REI PARA MIM! NUNCA ME CONSEGUIRÁS MATAR! De repente começou a voar e o vento começou a girar em volta dela, assoprou e disse: - Isto é o que sou, parte da natureza e não uma miúda que leva com as culpas.

E os ramos das árvores prenderam-nos e meteram-nos numa gaiola de dois metros feita de madeira indestrutível. As grades eram feitas de madeira que davam choques quando lhe tocavam e ela gritou: - Agora vais para o inferno! O mesmo lugar onde eu já estive. E a gaiola foi trancada numa gruta profunda e a Cláudia viveu feliz para sempre, com liberdade e com a natureza, que ela tanto amava.


O jovem pintor Era uma vez um menino que sonhava ser pintor. Todas as noites ele dizia: - Eu quero ser pintor! Um dia, estava a ir para a sua nova escola. Foi-se apresentar e disse: - Olá, eu sou o Henrique! - Olá, eu sou a Maria! Bem-vindo à turma – disse a Maria. Os dias foram-se passando e o Henrique foi desenhando até que houve, um dia, que ele foi para a escola, uma escola de desenho, e o Henrique tinha sempre nota máxima ele dizia: - Eu tenho jeito para a arte! Mais tarde ele tirou negativa e ficou triste e perguntou: - Por que razão tive negativa? - Deves esforçar-te mais. – respondeu o professor. O Henrique foi para casa a pensar no que poderia melhorar. Começou a pesquisar sobre pintores famosos e as suas histórias de vida. Foi-se inspirando e, passados uns meses, teve outro teste onde pode mostrar a sua inspiração. Para sua surpresa, o professor, no dia seguinte, chamou o Henrique à parte e disse-lhe: - Desta vez superaste as expetativas! Era o que eu esperava de ti!


O pintor misterioso Era uma vez, um pintor que tinha muito talento para pintar. Até que um ia resolveu ir mostrar o seu talento na praça da sua aldeia. Quando lá chegou montou o seu cavalete, a sua paleta de cores e começou a pintar tudo o que lhe vinha à imaginação. Pintou pássaros, árvores, flores e muito mais…pintou a vida e os seus sonhos. As suas pinturas eram apreciadas por todos aqueles que passavam. Ele todos os dias vendia pelo menos dez quadros, o que fez com que as suas pinturas se espalhassem por todas as casas da aldeia. Um dia, o senhor pintor recebeu um pedido especial: tinha de pintar a filha do chefe da aldeia. Dias depois, a pintura já estava pronta e o pintor estava ansioso por entregar o seu trabalho. O chefe da aldeia procurou o pintor, e no momento em que observou a pintura, ficou espantado! A pintura estava fantástica. As cores estavam maravilhosas e os traços representavam muito bem a sua filha. No entanto faltava uma coisa: faltava a assinatura do pintor. Quem seria este pintor? Quem seria o pintor que vendia quadros para toda a aldeia, mas não assinava nenhuma das suas obras? Certo dia, o famoso pintor desapareceu da praça da aldeia. Nunca mais ninguém o viu. Nem o nome dele sabiam. O pintor decidiu mudar de aldeia porque ele percebeu que toda a gente já tinha as suas pinturas. O que lhe interessava, verdadeiramente, era deixar as pessoas felizes com as suas obras e não ser famoso, pois a fama não lhe dizia nada.


O pintor

Era uma vez um menino que gostava muito de pintar. Decidiu estudar artes e virou um pintor muito famoso entre os mais velhos. Para divulgar a sua arte aos mais novos e os encantar, como se tinha encantado em pequeno, decidiu criar um canal no Youtube. Fez vários vídeos de iniciação à pintura, para que estes aprendessem a base da sua arte. Com o tempo, o canal, foi ficando famoso e quando se apercebeu já tinha milhões de seguidores e de likes. Todas lhe pediam o mesmo: mais vídeos! Foi então que pensou, porque não, por exemplo, fazer um espetáculo onde interagisse com o público, por exemplo: chamar alguém do público ao palco para tentar fazer a mesma pintura que ele. E assim fez. Falou com as entidades competentes e lá conseguiu o lugar para o seu espetáculo! Em 2 dias vendeu todos os bilhetes. O espetáculo foi um sucesso tão grande que teve de marcar outros. Cada vez que saía à rua, os miúdos corriam atrás dele a pedir fotos e autógrafos. E foi, desta forma, reinventando-se que conseguiu conquistar miúdos e graúdos.


O mendigo Santiago e o macaco Dinis Era uma vez, um mendigo chamado Santiago que vivia em África com o seu macaco chamado Dinis. O Santiago vivia no meio da savana. Quando estava a procurar comida, o macaco estava no seu ombro a descansar, foi então que ouviram um barulho e o Dinis disse: - Ouvi um barulho! - e começou a dançar em cima da cabeça do Santiago. O barulho que eles ouviram era de uma carrinha que estava a levar animais para a cidade. Eles decidiram saltar para a carrinha. Quando chegaram, ficaram lá sentados, encostados a uma parede, até que o Dinis começou a dançar. O vento começou a soprar e empurrou um chapéu muito velho para perto deles. Como o macaco dançava tão bem, as pessoas começaram a colocar dinheiro no chapéu. As notícias começaram a surgir e filmaram o Dinis. O Santiago e o macaco acabaram num Iate no meio do mar a festejar.


A História de uma pequena princesa Era uma princesa muito pequenina que vivia num castelo. A mãe dizia-lhe sempre: - Nunca saias do castelo! Alguns dias depois a mãe da pobre princesa faleceu e nesse dia a princesa fugiu com tristeza. A mãe deixou uma carta à princesa onde dizia que só podia abrir aos 18 anos. Então quando a princesa fez 18 anos ela abriu a prenda. A carta dizia onde o pai estava. Ela, simplesmente, foi correr a ver se via o pai. Procurou até o encontrar. Rapidamente teve de chamar uma ambulância e o pai teve de ser internado 2 meses. A princesa dizia sempre que o melhor presente é a família.


O gato e o seu amigo mendigo Numa noite de luar, um gato é despejado de sua casa e encontra um mendigo chamado Xandi. Naquela vila todos conheciam o mendigo Xandi e sabiam que ele bebia muitas bebidas alcoólicas, mas ninguém o conseguia fazer parar. O gato estava preocupado pois sabia que beber tanto álcool lhe fazia mal à saúde e resolveu ajudá-lo. Certo dia, o gato chegou, devagarinho, sentou-se ao pé do Xandi e derramou toda a bebida para o chão. O mendigo ficou muito chateado e disse coisas desagradáveis e feias ao gato, mas ele não se importou porque sabia que estava a fazer a coisa certa. Todos os dias, o gato foi repetindo a mesma coisa, até que o mendigo deixou de se zangar com ele e sentiu-se confiante para mudar de vida. Tomou um belo banho, vestiu uma roupa lavada e foi à procura de emprego, e conseguiu! Uma empresa deu-lhe trabalho e ele ficou muito contente. Com o seu trabalho foi juntando dinheiro e montou a sua própria empresa de sapatos., chamada NIKE, comprou uma grande mansão e encontrou o seu grande amor, uma senhora chamada Chinita. Namoraram e passado algum tempo casaram e foi o seu fiel amigo gato que lhes levou as alianças. Os três amigos nunca mais se largaram e viveram felizes para sempre.


André, o salva crianças O André era um médico excelente nunca errava os seus diagnósticos. Numa linda manhã, o André tinha um paciente chamado Diogo que era muito resmungão e vinha com a mãe. Quando o Diogo entrou no consultório, viu o André sentado à espera dele. O Diogo olhou para a mãe e perguntou-lhe: - Por que é que tenho de vir ao médico? Mãe, não quero por favor! E começou a chorar… - Não tenhas medo! – disse a mãe e o Diogo acalmou-se. A consulta correu muito bem. No dia seguinte o médico estava de folga e foi almoçar ao seu restaurante favorito. No caminho viu uma criança a ter um ataque cardíaco e os pais estavam a gritar por ajuda. O André foi a correr e disse-lhes que era médico. Era o Diogo que estava a ficar sem ar. Enquanto os pais chamavam a ambulância, André salvava a vida de Diogo. Finalmente, veio ambulância que transportou o jovem até ao hospital onde cuidaram dele. Dias depois, o André foi visitá-lo e ele estava muito melhor. Aí, o Diogo já não tinha medo de médicos pois tinha um como amigo, o André.


A gata abandonada Um dia ao sair da escola, ouvi um gato a miar. O som vinha de um caixote do lixo, fui até lá, ver o que se passava. Ao pegar nele reparei que era uma gata a ter bebés. Fiquei muito surpreendida e fui, rapidamente, contar à minha mãe! Juntas levamos os gatos ao gatil. No gatil, foi-nos pedido para os fotografar e publicar na internet, para facilitar a adoção. São os quatro de pelo malhado. São tão fofinhos!

Como adoro animais, às vezes, vou visitá-los, dar-lhes comida e miminhos. O meu telefone não parava de tocar, mas, no fim, encontrei uma família para todos. Fiquei muito feliz por ter ajudado estes gatinhos.


Um artista com poderes Era uma vez, um menino, e esse menino tinha um poder: o poder de dar vida aos seus desenhos. Se ele quisesse um brinquedo ele desenhava-o; se quisesse um animal ele desenhava o animal. Uns anos depois quando já era adulto tornou esse poder numa profissão, mostrando a sua arte pelo mundo.


O pintor Era uma vez um rapaz que tinha o sonho de ser escritor, mas já tinha escrito de tudo, por isso, disse aos pais que ia viajar pelo mundo inteiro à procura de mais ideias. No mesmo momento os pais disseram: - Não! Tu achas que tens idade para andar aí sozinho. Ele suplicou: - Mas, mãe… - Mãe nada! - repreendeu ela. - Por favor? - Não! Depois da discussão o menino fugiu, e lá foi ele mundo fora. Certo dia, um velho lenhador perguntou-lhe o que estava um miúdo daquela idade a fazer àquelas horas ali e ele contou-lhe que estava a percorrer o mundo inteiro à procura de ideias para escrever. O lenhador disse-lhe que ele não lhe parecia escritor. Desafiou-o a confiar em si e a experimentar sentar-se ao pé de uma paisagem e a desenhá-la. O menino sentou-se e, realmente, deu resultado: tornou-se num pintor famoso e a desenhar muito bem.


A tartaruga e a toupeira Numa bela tarde de verão, estava uma tartaruga a cuidar da sua horta, quando reparou que faltavam legumes na horta. Então, olhou para a esquerda e não viu nada, olhou para a frente e não viu nada, olhou para trás e não viu nada, olhou para a direita e viu um arbusto seco e foi espreitar. Lá estava um buraco que ia dar a uma toca grande, tão grande que a tartaruga conseguia entrar. Sendo assim, resolveu espreitar e ver o que lá existia. Quando entrou viu os legumes que faltavam e pegou neles, mas, no mesmo instante, uma toupeira apareceu e disse: – Tartaruga, por favor, não leves esses legumes, pois têm muita água e eu preciso dessa água para conseguir manter o arbusto hidratado. A tartaruga perguntou: – Ó Toupeira, por que razão queres manter esse arbusto seco e velho hidratado? A toupeira respondeu: – Porque debaixo deste arbusto é a minha casa e eu quero continuar a viver nela como o meu pai, o meu avô, o meu bisavô, o meu trisavô e como os que viviam antes. A tartaruga exclamou: – Se quiseres eu posso emprestar-te água para regares o teu arbusto, mas tens que prometer que não me roubas mais legumes! – concluiu a tartaruga. E respondeu a toupeira: – Obrigada, por me emprestares a tua água. Prometo que não te volto a roubar coisas. Daí em diante tornaram-se amigas para sempre, por isso, lembrem-se: peçam ajuda e não escondam os vossos problemas.


A Bicicleta Do Amor Era vez um pintor chamado Dante. Ele era rico. Ele vendia os quadros horríveis dele por mais de 1θθθ€ porque pensava que as pessoas eram ricas como ele. Um dia, conheceu uma rapariga e a rapariga pediu logo para casar. Cada dia que iam às compras ela voltava com muitos sacos de coisas caras. Certo dia, foi ao cofre e os quadros, o dinheiro e a rapariga desapareceram. No dia seguinte, arrumou as malas e viajou para Paris para começar de novo porque, na verdade, ele nunca gostou das suas obras. Em Paris, viu uma senhora linda a andar de bicicleta perto de uma padaria e achou-a tão linda que a pintou num quadro. A mulher reparou que o Dante a estava a desenhar, parou a bicicleta debaixo de uma cerejeira e sentou-se próxima dele. Retirou pincéis da mochila e começou a pintar com ele aquela magnífica bicicleta. A bicicleta tinha várias cores: roxo, preto e rosa, um cesto rosa com flores e uma buzina preta e branca brilhante. As rodas eram pretas com dourado em toda a volta. Pintaram a bicicleta juntos e beijaram-se. Alguns anos depois, a obra foi para um museu e atribuíram-lhe o nome: A Bicicleta Do Amor.


A ILHA DE PRATA Esta história começou há três anos atrás quando a Maria e o Tomás, os irmãos que moram na Quinta das Flores, receberam uma carta chegada da Ilha de Prata. A carta surpreendeu os irmãos porque vinha com um pedido de ajuda e assinada pelo monstro Tobias. Onde ficaria a ilha de prata? E quem seria o monstro Tobias? Os irmãos ficaram muito surpreendidos com o pedido de ajuda na carta, onde o mostro Tobias pedia que eles fossem até à ilha de prata, para o ajudarem numa missão. A Maria e o Tomás, nem pensaram duas vezes. Descobriram onde era a Ilha de Prata e puseram-se a caminho. Foi uma viagem muito longa e quando chegaram à ilha de prata, nem tiveram tempo de pensar. Os dois irmãos tiveram logo de começar a trabalhar, para resolver o problema. A ilha tinha sido empestada de algas e todos os residentes da ilha estavam a ser muito afetados. As algas estavam a tirar o oxigénio da água e os peixes estavam a ficar muito debilitados. Então, resolveram criar uma máquina para remover todas as algas. O monstro Tobias teve uma ideia genial e com a ajuda da Maria e do Tomás criaram uma máquina para tirar todas as algas do mar. Mãos à obra e, em menos de nada puseram a máquina a funcionar. Foi um sucesso e o mar começou logo a ficar limpo das terríveis algas. O monstro Tobias nem sabia como havia de agradecer. Ficou tão feliz que decidiu fazer uma festa na ilha para comemorar a limpeza. A ilha de prata ficou limpa e magnífica, e, com a ajuda dos dois irmãos, o monstro Tobias resolveu o grande problema. O Tomás e a Maria voltaram para casa de coração cheio porque deram o seu melhor. Perceberam também que o aparecimento das algas era a poluição e, por isso, começaram a ter mais preocupações e a preservar mais a natureza.


O mágico Ao início da tarde um mágico que gostava muito da praia, viu um desastre pois um furacão surgiu. Então, o mágico queria encontrar uma poção para saber como ia resolver a questão do furacão. No entanto, o mágico sabia que podia inventar algo porque tinha lido um livro que lhe confirmava isso. O livro também dizia que dois anos depois ia acontecer um terramoto. Porém para conseguir realizar as suas poções levou consigo: uma garrafa de água e outra de areia. Ao fim de um mês teve que ir para outra praia, pois na praia onde ele estava existia muito lixo. Depois de dois anos a testar e a desenvolver novas poções mágicas lá conseguiu encontrar a fórmula para evitar os furacões. Concluindo, depois desse dia, nunca mais existiram furacões no planeta.


A Roleta Mágica Numa noite chuvosa, um gigante estava sentado no sofá a ver televisão, até que apareceu uma notícia de que tinham construído um novo monumento. O gigante tinha o costume de atacar escolas e monumentos e assim que viu aquela notícia, decidiu atacá-lo. O que ele não esperava é que havia lá uma poção mágica e assim que se apercebeu da existência, tentou apanhá-la. Ele bem se esforçou, mas não conseguiu chegar a tempo pois o Spider-man foi mais rápido e atirou-lhe teias para o prender à parede. O gigante ficou furioso e não o deixou sem resposta. Pegou na sua faca e disse: - É hoje que eu te mato Spider-Man! Conseguiu soltar-se das teias e fugiu sorrateiramente para a casa do Spider-Man. Quando lá chegou espreitou pela janela e que grande susto apanhou! Afinal o Spider-Man era o seu melhor amigo da escola! O gigante voltou para a sua casa, sentou-se no seu sofá e voltou a ver televisão descansado. Afinal não tinha inimigos!


O TESOURO DE VERÃO Era uma vez um gato chamado Gustavo que estava com os donos na praia a relaxar. Ao contrário dos outros gatos, Gustavo, gostava de água, tanto que foi dar um mergulho. Ficou a nadar algum tempo, até que mergulhou para ver o que estava submerso e encontrou um navio naufragado. Ele foi pedir aos donos para lhe darem equipamento de mergulho para ir ao navio. Depois de se equipar, saltou para a água e começou a nadar até lá. Tentou ver se encontrava uma entrada, mas pelo que viu, não a encontrou. Só depois de ter gasto 5% do oxigénio é que descobriu uma entrada! Depois de entrar no navio, encontrou uma sala cheia de baús e, dentro de um baú, estava um mapa do tesouro. Como ele estava debaixo de água, o papel ficou mole, mas o gato conseguiu ver o mapa e perceber onde estava o tesouro! Estava debaixo da toalha deles e Gustavo nadou até à superfície. Quando chegou, correu até ao local. Só teria de escavar. Após escavar e tocar no tesouro, pensou: - O que será? O gato abriu a arca e lá dentro estava uma esmeralda de um pirata chamado Barba Ruiva, que valia 2 000 000€!


A princesa rebelde Era uma vez uma princesa muito má. Essa princesa para além de ser má, certo dia decidiu assaltar um banco, e com o dinheiro que conseguiu trazer, comprou uma mansão e vários carros, um deles feito de ouro. Não foi, portanto, difícil chegar à pessoa responsável pelo roubo, uma vez que ela não foi, propriamente, discreta. A polícia dirigiu-se à mansão e levou-a algemada. Passados muitos dias na prisão, a princesa implorava ao polícia responsável: -Por favor, deixe-me sair! -Não aguento mais estar aqui presa... - continuava. Depois destes pedidos, o polícia e a princesa decidiram fazer um acordo. Então ele disse-lhe: -Se te continuares a portar bem, dentro de 15 dias deixo-te sair, mas não podes, nunca mais fazer asneiras. Caso contrário, passas o resto da vida na prisão! – avisou o polícia. Os dias passaram e a princesa continuava, todos os dias, a ter um bom comportamento. Ao 15.º dia, o polícia cumpriu a sua promessa e deixou-a sair. Nunca mais ninguém ouviu falar da princesa, pois esta aprendeu a lição e não voltou a fazer mais asneiras.


El macaco pintor Era uma vez um macaco chamado Martim das Couves Ribeiro Bean. Ele era um pintor de rua no planeta Banana. Mandaram-no pintar o monumento da Banana Grande. Quando o trabalho terminou já não era uma banana, ele esculpiu a cara dele na banana e não estava bem pintado, pois as cores estavam trocadas e, por isso, foi preso por destruição de um monumento público. Porém, ele fugiu passando pelas grades. Depois foi para o estrangeiro e mudou o nome para Steve e transformou-se num humilde pintor de rua, até que o mandaram desenhar um comboio para uma exposição e ele exclamou: -Eu não posso estragar isto como fiz com a banana grande, tenho de me aplicar! Mãos à obra. Foi para o estúdio e começou a trabalhar pincelada por pincelada, mas não ficou perfeito, portanto pôs no canto da sala. Ao fim de um dia de trabalho terminou e estava perfeito. Depois ele foi para o estúdio e mostrou o quadro. Porém a tinta não tinha secado e ele levava o quadro virado para baixo e foi despedido.


A praia A praia é um lugar perfeito Basta olhar para o meu redor E fico logo satisfeito. É bom chegar à praia tirar a meia e pisar a areia. Enquanto como as minhas bolachas belgas olho para o mar e observo as algas. Observo o pôr do sol sem nenhum Rancor. Depois de um dia de praia vou para casa cheia de alegria.


O rio O rio anda depressa Depressa mas sem pressa Sem presa mas não anda devagar Será que para para descansar? O rio tem leito Mas não dorme Já viu tudo o que tinha para ver Já viu tudo a seu redor. Um dia fartou-se de tudo isso Os outros rios já lhe tinham falado de um lugar Que se chamava Mar Um lugar onde os rios não tinham de andar E podiam descansar. Pôs-se a andar Chegou ao Mar Parou de andar e começou a descansar.


O campo O campo é verde! Ouvem-se os pássaros a cantar, há borboletas no ar. As abelhas a recolher o pólen para fazer o mel. O vento bate nos chaparros que faz cair as landes para as ovelhas comerem. Nas ribeiras ouve-se a água a escorrer nas pedras e as mulheres a lavar a roupa. Os alentejanos a dormir uma folga no verão depois do almoço, a seara a crescer no verão para se alimentarem. A uva para fazer um belo vinho e um bagacinho.


Poema “Futebol” O Futebol é uma coisa divertida Que eu vou levar para a vida. O Futebol é uma paixão Que vou guardar no coração. Gosto muito de jogar futebol O meu ídolo é o Cristiano Ronaldo Compro muitas chuteiras Sempre que estão em saldo. Eu gosto de jogar futebol na praia E quando a bola vai para o mar Fico com medo que as alforrecas Me tirem as cuecas!


Rosas Rosa branca é amor. Rosa roxa é horror. Rosa vermelha em cima voa a abelha Rosa amarela cheira a Manuela. Pois então todas Estas cores são As cores do meu coração.


GUERRA A guerra não faz bem São pessoas de Belém Seres estão a morrer E outros a tremer. Refugiados estão a chegar Mais pessoas para abrigar É preciso ouvir Para a dor deles sentir. Todos procuram a liberdade Para ter uma vida de verdade E a amizade Constrói-se com solidariedade.


A primavera e a juventude Todos os dias ao por do sol Eu passo por um girassol. As flores do campo tem um bom canto as flores perderam o cheiro e eu sem saber plantei-as no meu canteiro. Elas dão-me pensos para tapar as feridas que elas me fizeram. Sou criativa como uma árvore branca Que dá flores como uma rosa branca. O céu brilha como a esperança Para calar a boca da criança. Sou a Melissa E sou bonita como a luz do dia. Tenho um cato chamado Salazar a minha mãe não me deixa brincar porque tem medo que me possa picar. Tenho um rapaz na minha turma que está sempre a pedir para o apanhar qualquer dia Apanho-o e meto-o a cantar.


Os Gatos Eu amo gatos. Eles são tão incríveis que têm sete vidas saltam de lugares tão altos e ainda caem de pé. São tão fofinhos que não consigo resistir. Passo o tempo todo com o Meu gato a fazer-lhe Carinho.


A Rosa Encontrei uma Rosa Uma Rosa bela e logo disse que era a mais bonita que já vi. A mais bela, a mais brilhante e com mais pétalas. Ao lado um cravo ainda mais cintilante e tinha uma bela folha. Uma folha verde, verde com gravuras que mostram imagens belas como se fossem casas para gotas de água.


A lagarta Na infância é uma lagarta Que entra no seu casulo E quando se farta Saí de lá num pulo. A borboleta é um inseto Que pousa nas flores Vive sem teto Num mundo de cores. As que mais vejo são amarelas Batendo as asas Pintadas de aguarelas De todas as maneiras.


O Rei Era uma vez um rei que não sabia governar. No castelo vivia uma princesa que não sabia amar. Num reino distante vivia um principezinho que andava sempre sozinho. No estábulo estava um cavalo que partiu. E nele o rei caiu. O rei ficou aborrecido e fez um bailarico. Com tanta gente que havia foi escolher o principezinho.


ROSA NEGRA Encontrei uma rosa negra em cima de uma telha quando toquei nela Era vermelha! A tinta saiu, afinal estava pintado?! vou dá-la ao meu querido amado. O meu amado gostou muito mas ficou espantado com a cor daquela rosa. Pensava que era vermelha e preta estava muito enganado .


O vento O vento faz uma ventania, para baloiçar as folhas, refresca os camponeses, que trabalham para pagar o pão do dia.

O vento só faz barulho, tal como o despertador, também não se vê, porém é muito trabalhador. O vento voa todas as manhãs ao pé do mar no litoral, à tardinha, ele vai para o olival.


Agrupamento de Escolas de Grândola

Trabalho Realizados pelos alunos do 5º G, nas disciplinas de: Português e Educação Visual Escola Básica D. Jorge de Lencastre 2021-2022