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Expediente Conceitual - Publicações Segmentadas www.plasticonordeste.com.br Av. Ijuí, 280 CEP 90.460-200 - Bairro Petrópolis Porto Alegre - RS Fone/Fax: 51 3062.4569 Fone: 51 3062.7569 plasticonordeste@conceitualpress.com.br Direção: Sílvia Viale Silva Edição: Melina Gonçalves - DRT/RS nº 12.844

“A economia compreende todas as atividades do país. mas nenhuma atividade do país compreende a economia”

(Millôr Fernandes)

Redação: Brigida Sofia e Gilmar Bitencourt Consultor de Redação: Júlio Sortica Departamento Financeiro: Rosana Mandrácio Departamento Comercial: Débora Moreira e Magda Fernandes Design Gráfico & Criação Publicitária:

04 – Da Redação Por Melina Gonçalves

06 - Plast Vip Jorge Carneiro Filho, Pres. Abief

08 - Especial Alagoas: planejamento vitorios

16 - Destaque Injetoras na rota do sucesso

22 - Evento Feiplastic valoriza eficiência

34 - Giro NE As notícias da Região Nordeste

36 - Bloco de Notas As últimas do plástico no Brasil

José Francisco Alves (51 9941.5777) Capa: divulgação Plástico Nordeste é uma publicação da editora Conceitual - Publicações Segmentadas, destinada às indústrias produtoras de material plástico de 3ª, 2ª e 1ª geração petroquímica nos Estados da Região Nordeste e no Brasil, formadores de opinião, órgãos públicos pertinentes à área, entidades representativas, eventos, seminários, congressos, fóruns, exposições e imprensa em geral. Opiniões expressas em artigos assinados não correspondem necessariamente àquelas adotadas pela revista Plástico Nordeste. É permitida a reprodução de matérias publicadas desde que citada a fonte. Tiragem: 3.000 exemplares. Filiada à

37 - Foco no Verde Ações voltadas à sustentabilidade ANATEC - Associação Nacional

38 - Anunciantes + Agenda Eventos e parceiros da edição

das Editoras de Publicações Técnicas, Dirigidas e Especializadas Mar/Abr de 2013 < Plástico < Plástico Nordeste Nordeste < 03 <3


ARQUIVO

Editorial

Bons ventos para o Nordeste

"Esses bons ventos que sopram no Nordeste – e não apenas em Alagoas – comprovam que é importante planejar"

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omo diz o ditado, dinheiro não cai do céu e nem dá em árvores. E preciso pensar, criar, planejar e trabalhar para ter sucesso. Essa soma de ações encaixam-se como uma luva em duas situações que abordamos na edição 20 da Plástico Nordeste: o foco da Feiplastic, maior feira de plástico da América do Sul, e o Polo Plástico de Alagoas, que destaca-se pelo rápido e consistente desenvolvimento. Estes dois temas centralizam a edição com um aspecto de positiva esperança. E porque positiva? É que o Brasil deste começo de ano não é exatamente o que as lideranças econômicas e os governantes esperavam. O fantasma da inflação teima em fazer ameaças ao bolso do consumidor e as empresas ainda estão receosas em investir, mesmo com algumas ações do Governo Federal, como controle da taxa de juros, desoneração da folha de pagamento e redução na conta de luz. Há uma certa desconfiança sobre a eficácia destas iniciativas. Mas o Nordeste continua pulsando forte, como se tivesse se transformado no coração do Brasil, mas São Paulo continua sendo o pulmão que oxigena a economia. Desta forma existe uma relação específica entre o que ocorre em Alagoas, por exemplo, e o que é oferecido em São Paulo, na Feiplastic. A feira é o centro das atenções porque traz consigo o que é uma espécie de objeto do desejo das indústrias de transformação do plástico: nova tecnologias e processos que agilizam a produção com eficiência e competitividade, tudo o que setor precisa para concorrer com produtos importados e oferecer qualidade ao consumidor. E lá na Terra do Marechais, o Governo do Estado provou que com planejamento é possível sim, ser eficiente. No caso da Cadeia Produtiva da Química e do Plástico, os números são impressionantes no período de 2007 a 2012, e dezenas de empresas aproveitaram os incentivos para se instalar nos distritos industriais, gerando milhares de empregos e ajudando a dobrar o faturamento de Alagoas. Sem dúvida, um exemplo a ser seguido por outros estados, tanto para o setor químico-plástico como em outras áreas. Esses bons ventos que sopram no Nordeste – e não apenas em Alagoas – comprovam que com planejamento é mais seguro conseguir resultados. A nossa edição também traz uma interessante reportagem especial sobre as injetoras, cujo uso cresce no Nordeste na carona dos investimentos em habitação, saneamento, construção civil e Copa do Mundo. Também vale conferir a excelente entrevista de Sérgio Carneiro Filho, novo presidente da Abief (Associação Brasileira das Indústrias de Embalagens Flexíveis). Boa leitura e ótima feira. Melina Gonçalves / Editora melina.goncalves@conceitualpress.com.br

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PLAST VIP NE Sérgio Carneiro Filho

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setor de embalagens plásticas flexíveis faz parte da indústria brasileira de transformação plástica, setor que conta com 11 mil empresas e gera cerca de 350 mil empregos diretos no país. Neste universo, a Abief (Associação Brasileira das Indústrias de Embalagens Flexíveis) é a entidade que há 35 anos representa o segmento no mercado nacional, correspondente a cerca de 40% da produção do setor, com uma diversa gama de embalagens plásticas para as mais diversas finalidades. O setor vive um novo momento com a posse de Sergio Carneiro Filho como presidente, sucedendo a Alfredo Schmitt. Nascido em 1970, formado em Administração de Empresas e pós graduado em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), ele é diretor do Grupo SR Embalagens Plásticas, que atualmente conta com duas unidades fabricantes de embalagens (Barretos SP e Três Rios/RJ), além de duas unidades de reciclagem, a Barreflex (Barretos e Campinas/SP). Nesta entrevista, Sérgio Carneiro comenta sobre as dificuldades que o setor enfrenta, por exemplo, com a escalada dos preços das resinas e as importações de embalagens flexíveis, as questões do PNRS, a proibição das sacolas plásticas, mas também a redução de custos de energia elétrica, o aumento do consumo de alimentos pelo crescimento da Classe C e o acesso de camadas menos favorecidas, que geram o uso de mais sacolas para carregar mercadorias. Revista Plástico Nordeste - O ano de 2012 apresentou números positivos em relação a faturamento (crescimento 7,5%) e volume de produção (aumento de 1,9%), como aponta estudo da Maxiquim. Porém, as importações de embalagens flexíveis cresceram e as exportações caíram. Como avalia essa situação? 6 > >Plástico 06 PlásticoNordeste Nordeste> >Mar/Abr Mar/Abrde de2013 2013

Sérgio Carneiro Filho - O volume de produção cresceu basicamente acompanhando o crescimento do mercado interno, mais especificamente de setores como alimentos. Já o crescimento do faturamento se deveu basicamente a um ainda deficitário repasse de preços pela industria de embalagens, frente ao grande aumento de custos sofridos em 2012, com destaque para os custos das matérias primas. Este mesmo aumento de custos no mercado interno é a justificativa para o déficit da balança comercial do setor. Plástico Nordeste – Comente sobre como será sua gestão frente à ABIEF. Qual a pauta para este primeiro ano? Sérgio - Após uma fase inicial de adaptação e levantamento de dados da nova diretoria, a ideia é manter as várias ações já estabelecidas pela associação e inovar com várias outras, além de fomentar a adesão de novos associados, maximizando a oferta de serviços e informações. Nestes serviços estão incluídos desde consultorias técnicas e jurídicas, bem como treinamentos nos mais diversos assunto, participação em feiras nacionais e internacionais e eventos relacionados ao setor. Destaque aqui para o Fórum Flex, seminário técnico a ser realizado no próximo dia 06/06 em São Paulo, em paralelo à Fispal. No quesito informações, pretendemos maximizar as divulgações, tanto com dados regulares sobre preços de matérias-primas no mercado interno e externo, como notícias relativas e selecionadas do setor. Além disto, queremos manter a representatividade das indústrias de embalagens flexíveis juntos ao seus vários pontos de relacionamento; destacando-se aqui, cadeia fornecedora, entidades de classe e órgãos governamentais. Plástico Nordeste - Dentre as diferen-

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Desafio é manter o setor de flexíveis competitivo

tes embalagens flexíveis, quais se destacaram em 2012? Quais devem despontar em 2013? Sérgio - O maior volume dentre as embalagens flexíveis no mercado nacional é representados por filmes de PE (polietileno) e PP (polipropileno), dentre eles destaque especial para embalagens para alimentos. Se partirmos destes, poderíamos destacar o avanço de alguns nichos; deste os mais commodities como o strech (filmes esticáveis para paletização), decorrente da otimização da logística no país, até alguns mais sofisticados, como os stand up pouch (embalagens, normalmente laminadas multicamadas, com formato específico para exposição direta no ponto de venda), tendência mundial que já marca sua presença também no Brasil. Plástico Nordeste - O ano de 2012 foi desafiador para o setor em função da escalada dos preços das matérias primas que refletiram na obtenção de margens insatisfatórias pelas empresas. Para 2013, que desafios apare-


Plástico Nordeste - A Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) apresenta um grande desafio para o setor de flexíveis devido tanto à grande participação na indústria plástica (40%) quanto às suas peculiaridades, produtos ligados a bens não duráveis e, assim, abundantes. A responsabilidade compartilhada entre os integrantes da cadeia imposta pela logística reversa, terá grande impacto sobre as associadas à ABIEF. Como elas estão se preparando para isso? Como avalia o acordo setorial apresentado ao Ministério do Meio Ambiente pela Abiplast e demais entidades no final de 2012? Sérgio - O desafio será grande para a indústria de embalagens, da mesma forma como o será para todos na cadeia produtiva, ao mesmo tempo que inquestionavelmente se trata de uma necessária providência para direcionamento deste grande assunto. Tanto é desafiador que o acordo foi apresentado por uma Coalisão de 22 entidades conjuntamente. Acordo este elogiável por representar uma iniciativa factível pelas entidades signatárias. Plástico Nordeste - A PNRS fala que “Na gestão e gerenciamento de resíduos sólidos, deve ser observada a seguinte ordem de prioridade: não geração, redução, reutilização, reciclagem, tratamento dos resíduos sólidos e disposição final ambientalmente adequada dos rejeitos”. Além disso, por ter de pensar no destino final de cada embalagem, é natural que as empresas reduzam tama-

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cem no horizonte? Sérgio - O ano de 2013 apresentou um início bem mais animador que o ano anterior. A redução dos custos da energia elétrica, a manutenção da disponibilidade de recursos para novos investimentos pelo BNDES, a momentânea nova estabilidade dos custos das matérias-primas e a concretização de negociações ao longo da cadeia, tudo isso em conjunto mostra um ano mais otimista para a indústria de embalagens plásticas flexíveis. Diante desse cenário, a Abief seguirá atuando no sentido de promover competitividade à indústria, tanto no mercado interno quanto para exportação.

nhos, quantidade de embalagens internas. A PNRS não vai reduzir a produção do setor de embalagens brasileiro? Sérgio - A perspectiva não é de redução, mas de racionalização das embalagens, principalmente no que tange ao descarte. As práticas de coleta seletiva, reutilização, reciclagem vão garantir que o uso dos plásticos seja cada vez mais sustentável, sem que o consumidor deixe de utilizar a embalagem que o favorece na durabilidade do produto, na manutenção de sua integridade no transporte e de sua qualidade. Plástico Nordeste - A questão da alimentação é uma preocupação mundial, mas também é um grande mercado em função da necessidade básica de nutrição aliada ao aumento da classe média, que agora pode satisfazer a demanda reprimida. O que há de novo em relação a embalagens que propiciem vida útil mais longa aos alimentos? Sérgio - Na verdade o setor produtivo de embalagens apresenta um grande apelo tecnológico, tanto no que se refere a equipamentos, como as matérias-primas. Tais avanços em conjuntos resultam em embalagens com características aprimoradas de barreiras, aos vários fatores responsáveis pela deteriorização dos alimentos, como umidade e oxigênio. Neste sentido, embalagens coextrusadas e ou laminada, conseguem cada vez mais maximizar esta vida útil. Podemos ainda complementar com o avanço das embalagens “inteligentes”, que vão deste indicadores de temperatura a indicadores da preservação do produto empacotado. Plástico Nordeste – Como avalia a questão das sacolas plásticas diante da tentativa ineficiente em eliminá-las, como aconteceu nos mercados de São

Paulo, que foram obrigados a oferecê-las novamente aos clientes. Como está essa discussão? Sérgio - Em todo o Brasil a discussão ainda é ampla, mas a Abief trabalha para promover ações de educação, consumo responsável, redução do desperdício e descarte adequado. O Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas, que a entidade e promove em parceria com a Plastivida Instituto Socio Ambiental dos Plásticos e Instituto Nacional do Plástico (INP), mostra que é possível ser sustentável sem que se fale em banimento de nenhum produto. Com o Programa, mais de 800 milhões de sacolas plásticas deixaram de ser desperdiçadas no varejo brasileiro, em 2012. Os dados mostram que o Programa permitiu uma redução acumulada de 5,8 bilhões de sacolas plásticas no Brasil, nos últimos cinco anos, quando foi criado. A marca representa 32,4% de redução em comparação com o volume de sacolas plásticas produzidas em 2007, ou seja, maior que a meta estipulada pelo Programa, que era de 30% em cinco anos. Ou seja, acreditamos na conscientização e não na proibição, no uso responsável e não em banimento, e que indústria, varejo, associações de defesa do consumidor e do meio ambiente e governo devem atuar em conjunto para benefício da sociedade e do meio ambiente. Plástico Nordeste - Como será a participação das embalagens flexíveis na Feiplastic? Sérgio - Dando sequência à integração da cadeia da indústria plástica, toda ela estará muitíssimo bem representada no estande da Casa do Plástico, onde estaremos Abiplast, Abief, Afipol e sindicatos regionais. Além do ponto de encontro , toda a estrutura para os associados estará disponível, como salas de reuniões e material de divulgação. Plástico Nordeste - Quais as perspectivas para a Embala Nordeste 2013? Sérgio - Novamente estaremos presentes com a parceria em torno da Casa do Plástico. A Embala Nordeste traduzindo o crescimento no mercado regional onde é realizada, vem crescendo ano a ano, maximizando o interesse e participação. PNE Mar/Abr de 2013 < Plástico Nordeste < 7


Polo de Alagoas

A criação da Cadeia Produtiva da Química e do Plástico deu um forte impulso ao setor, com novas empresas que ajudaram a dobrar o faturamento de Alagoas.

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Planejamento é o segredo do sucesso Secretário Luiz Otavio Gomes valoriza o retrospecto positivo do período 2007-2012

que no início da gestão.

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sucesso não vem por acaso e o desenvolvimento não cai do céu, por maior que seja a fé de um povo. Sem planejamento os resultados escapam como areia entre os dedos. Assim pode ser explicado o bom desempenho do panorama econômico de Alagoas, que mudou significativamente nos últimos cinco anos, especialmente no setor químico-plástico, onde ficou comprovado que a atração de novas indústrias dobrou o faturamento no Estado. A Cadeia vem sendo trabalhada de forma diferenciada desde 2007, com o objetivo de destacar-se entre os protagonistas da indústria alagoana. Como resultado desse investimento, ela apresentou um crescimento considerável, o que pode ser constatado através dos dados referentes ao faturamento do segmento, disponibilizados pela Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz). Ainda em processo de reconfiguração, naquele ano, a Cadeia registrou mais de R$ 310 milhões em faturamento. O destaque ficou para o segmento de fabricação de embalagens de material plástico, que contribuiu com aproximadamente R$ 133 milhões para o valor total no período citado, seguido de R$ 51 milhões da fabricação de tubos e acessórios de material plástico para uso na constru8 08> >Plástico PlásticoNordeste Nordeste> >Mar/Abr Mar/Abrde de2013 2013

ção. Nesse mesmo intervalo, sete indústrias prospectadas, onde 934 empregos foram gerados e mais de R$ 195 milhões investidos: a Corr Plastik e a Jaraguá Equipamentos, ambas no Polo Multifabril Industrial José Aprígio Vilela, em Marechal Deodoro, gerando 584 empregos diretos e R$ 161 milhões em investimentos. Uma reportagem recente do portal Aqui Acontece destaca que, apesar da inegável importância de tradicionais setores de produção como a agropecuária e a agroindústria, uma das maiores responsáveis por esse novo cenário que vem se edificando é a Cadeia Produtiva da Química e do Plástico. O empenho do Governo na garantia de melhores condições de negociação aos empresários, segundo o secretário de Estado do Planejamento e do Desenvolvimento Econômico, Luiz Otavio Gomes, foi o responsável pelo desempenho da Cadeia, ainda

Balanço positivo - “Desde 2007 o Governo de Alagoas elegeu a Cadeia Produtiva da Química e do Plástico como uma prioridade para retomada do desenvolvimento industrial de Alagoas. A partir deste momento várias ações foram desenvolvidas, entre elas: a instalação do Fórum da Cadeia Produtiva, a criação do Núcleo de Tecnologia do Plástico, melhoria do ambiente de negócios (agilidade nos trâmites de processo, agilidade na constituição de empresas e atendimento de demandas empresariais), dentre outras. Entendemos que o fortalecimento dessas iniciativas podem dar sustentabilidade, não apenas para este segmento produtivo, mas para outros segmentos como o de serviços” ressalta Gomes. O secretário faz um retrospecto do quadro evolutivo. “Ao final daquele ano de 2007 tivemos a resposta que precisávamos para tocar a nossa gestão da forma mais adequada, sempre pensando no melhor para todos os alagoanos. A política de atração de investimentos adotada pelo Governo Teotonio Vilela Filho se mostrou eficiente e as perspectivas para os próximos anos eram animadoras, fato que se concretizou nas análises posteriores”, relatou. Do ano seguinte até 2010, esse crescimento ganhou força e somou um faturamento significativo de mais de R$ 1,3 bilhão. O período registrou mais nove indústrias prospectadas,


Andrade, da FIEA, destaca a força da Braskem, o Prodesin e a sintonia entre os setores

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entre elas a Fiabesa Alagoas, com a geração de 306 empregos e investimento de R$ 18 milhões e a Star Fest, que gerou 58 empregos e obteve investimento de R$ 4 milhões. Em 2008, a fabricação de embalagens de material de plástico contribuiu com R$ 158 milhões de um total de R$ 372 milhões registrados na receita daquele ano. Em 2009, a fabricação de artefatos de material plástico para uso na construção, exceto tubos e acessórios, emplacou R$ 90 milhões dos R$ 394 milhões de arrecadação do segmento. A fabricação de embalagens de material plástico, em 2010, ficou entre os maiores índices da Cadeia, registrando R$ 113 milhões, dos R$ 550 milhões daquele ano, número que demonstra um aumento de R$ 155 milhões, em comparação a 2009. O secretário José Otavio Gomes faz um balanço de investimentos e empregos desse período, com números incontestáveis “Entre 2007 e 2012 a Cadeia recebeu investimentos da ordem de R$ 2,3 bilhões, com mais de 30 novas empresas e 5.346 empregos diretos, fazendo com que seu faturamento dobrasse nesse período de cinco anos. Destaco que a ampliação da unidade de PVC da Braskem, em Alagoas, é uma prova da seriedade e do compromisso do Governador Teotônio Vilela para o desenvolvimento econômico do Estado. Não posso deixar de lembrar que essa, digamos nova planta industrial, que teve investimentos de mais

de R$ 1,1 bilhão, representa o processo de consolidação da Cadeia Produtiva da Química e do Plástico”, completa.

Impacto industrial – Sentimento de empolgação semelhante sobre o desenvolvimento do setor plástico no Estado tem o presidente da Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (FIEA), José Carlos Lyra de Andrade. “Alagoas já possui o maior fornecedor de matéria-prima da America latina, que é a Braskem, unidade PVC, no Polo Multifabril José Aprígio Vilela, no município de Marechal Deodoro. Além disso, contamos com o Prodesin, que é uma legislação das mais modernas para atração de investimentos,

com uma série de incentivos, e uma governança que você não encontra em nenhum lugar do País. Aqui, o setor produtivo e o governo atuam em sintonia com o objetivo de proporcionar o crescimento do nosso parque industrial, resultando num ambiente de negócios muito favorável para os investidores”, avalia. Quanto às ações de continuidade a esse processo de desenvolvimento, Lyra de Andrade está satisfeito. “Em termos de políticas visando ao crescimento da Cadeia Produtiva da Química e do Plástico, o Estado está bem servido”, resume. E o presidente do Sindicatos das Indústrias de Plástico e Tintas do Estado de Alagoas (Sinplast-AL), Wander Lobo, valoriza a integração. “Alagoas possui uma governança com a CPQP - Cadeia Produtiva da Química e do Plástico, onde estão o Governo do Estado, através da Seplande, FIEA, Sebrae (Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) Sinplast/AL, ADEDI ( Associação das Empresas do Distrito Industrial) e Assedi-MD (Associação das Empresas do Distrito Industrial de Marechal Deodoro), que se reúnem constantemente para discutir problemas do setor criando soluções e oportunidade para o crescimento do >>>> mesmo”, destaca Wander Lobo.

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Moraes, da Krona Nordeste, está animado com os resultados e aposta em crescimento

Extremamente promissor, o setor obteve influência positiva no PIB de 2010, que somou o montante de R$ 24,575 bilhões, e apresentou um crescimento real de 12,7% da área industrial. Esse índice mostra que o crescimento do setor industrial foi impulsionado por algumas atividades da economia, entre elas a indústria de transformação (8,1%). Ainda segundo o portal Acontece Aqui, a fabricação de produtos químicos de resinas e elastômeros cresceu 12,2%, número que o secretário adjunto do Desenvolvimento Econômico, Keylle Lima, credita à consolidação da Cadeia Produtiva da Química e do Plástico de Alagoas. “Os números mostram que o trabalho para o fortalecimento do setor químico-plástico que os parceiros da Cadeia Produtiva estão realizando está no caminho certo. Trabalhamos com uma perspectiva de crescimento ainda maior para os próximos anos, tendo em vista que a produção vem aumentando com a chegada de novas indústrias de médio e grande porte”, declarou o secretário adjunto. Em 2011 o ritmo de crescimento ultrapassou expectativas e alcançou os R$ 679 milhões. As inaugurações da Plastmar, Megaplás e Ultra Therm aqueceram o segmento químico-plástico do Estado nesse ano, gerando 250 empregos diretos. Com investimentos somados na ordem de R$ 26 milhões, as unidades ficam situadas no Polo Multissetorial Governador Luiz Cavalcante.

Força da Braskem e Krona -

Em 2012, a Cadeia Produtiva de Alagoas obteve destaque nacional ao inaugurar a nova planta de PVC da Braskem no Estado, uma unidade que representou o maior investimento da história da empresa, com um total de R$ 1,1 bilhão, e fez de Alagoas o maior produtor de PVC das Américas. A unidade passou a gerar 460 mil toneladas/ano de resina e também é responsável por aumentar a capacidade produtiva de MVC, produto utilizado no processo de transformação do PVC. 10 > Plástico Nordeste > Mar/Abr de 2013

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Polo de Alagoas

Outra empresa de grande porte que também iniciou as suas operações em 2012 foi a Krona Tubos e Conexões. Terceira maior empresa do país neste setor, a fábrica é a primeira indústria de conexões do Nordeste e atende toda a demanda da região. A sua construção representou um investimento de R$ 70 milhões na aquisição de equipamentos e obras de infraestrutura. A Krona também gerou 500 empregos entre diretos e indiretos, nos processos de produção, acabamento, comercialização e distribuição dos materiais. “A Cadeia da Química e do Plástico de Alagoas já é um referencial em todo o País, uma breve retrospectiva pelo seu desenvolvimento durante esse Governo comprova o sucesso da atuação do Estado nesse feito. Uma gestão integrada, responsável e proativa empregada entre as instituições fizeram dela a menina dos olhos de Alagoas. Continuaremos trabalhando firme para a prospecção de indústrias que venham a somar para o desenvolvimento de todo o Estado”, garantiu o secretário Luiz Otavio Gomes. O Gerente Geral da Krona Nordeste, Walber Moraes, destaca quais as necessidades da empresa para dar continuidade ao processo de crescimento.”Nossa maior necessidade atual gira em torno da base de fornecedores, principalmente para produtos e serviços que são mais destinados à indústria, tais como os voltados para manutenção de equipamentos e ferramentas. Com o crescimento contínuo da cadeia do

Plástico em Alagoas, essa base também deverá crescer, desenvolvendo fornecedores para atender a demanda, beneficiando a todos dessa cadeia”, alerta. O executivo da Krona revela alguns números da empresa e confirma que existe uma expectativa de crescimento com base na atual conjuntura sócio-econômica regional. “Estamos comercializando em torno de 1.300 ton/mês em tubos e conexões de PVC. O mercado do Nordeste está crescendo muito, com a ascensão das classes C e D e, para os próximos dois anos, a tendência é que o crescimento continue acelerado por conta de obras de infraestrutura, Planos Sociais do Governo, Copa do Mundo, etc”, projeta Moraes. Avaliação semelhante faz outra grande empresa de transformação instalada em Alagoas: a Corr Plastik é um dos três maiores produtores de tubos e conexões em PVC do país. Com capacidade produtiva de mais de 100.000 toneladas anuais em suas duas plantas industriais, Cabreúva/SP e Marechal Deodoro/AL, pode atender a 25% da demanda total do mercado brasileiro de tubos e conexões em PVC. Atuando em vários segmentos como saneamento (água e esgoto); irrigação; predial e elétrica; telefonia; geotecnia (captação de água em poços profundos) e gás, a indústria possui um dos mais completos portfólios de produtos do mercado e visualiza um cenário positivo. “Desde que inauguramos nossa Unidade em Marechal Deodoro/AL em 2009, >>>>


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Polo de Alagoas nosso desempenho no Nordeste tem sido extremamente positivo e crescente a cada ano. Em 2012, nosso crescimento foi de 20 % sobre 2011 e planejamos crescer mais 15% em 2013. Estes números somente foram possíveis pelo crescimento da linha predial, tubos e conexões destinados a atacadistas e distribuidores, lojas de materiais de construção e construtoras”, ressalta a empresa. A largada de 2013 foi animadora e o restante do ano promete manter-se vantajoso, relata a diretoria. “O ano começou forte e apresentando boas perspectivas. Apesar da época de férias e feriados prolongados a movimentação geral do mercado foi bastante boa e, manteve a nossa expectativa de crescer 15% sobre o ano de 2012. O perfil da Corr Plastik é de investimentos contínuos e sempre apresentando novos produtos que completam e complementam seu grande portfólio de produtos”. Para este ano estão projetados novos investimentos que somam R$ 40 milhões, visando modernização de equipamentos e infraestrutura, parte em São Paulo e outra em Alagoas. Na unidade de Marechal Deodoro/AL, novas linhas de extrusão que aumentarão a capacidade produtiva e, possibilitarão fazer tubos de até 500 mm de diâmetro. Um novo CD e uma nova unidade de conexões conformadas.

Incentivo atraí indústrias

– O crescimento do setor não pára. Gra-

ças aos incentivos do Estado, aprovados durante reunião do Conselho Estadual de Desenvolvimento Econômico e Social (Conedes), duas novas indústrias irão fortalecer ainda mais a Cadeia Produtiva da Química e do Plástico de Alagoas: a Plásticos Maceió Indústria e Comércio Ltda e a Precon Industrial S/A vão produzir sacolas e telhas de PVC, respectivamente. A Precon, grande grupo mineiro e um dos maiores fabricantes de pré-moldados no Brasil, ficará localizada no Polo Multifabril Industrial José Aprigio Vilela, em Marechal Deodoro. O seu projeto, que prevê um investimento de R$ 25,7 milhões, contém a implantação e fabricação de telhas e acessórios em PVC e outro artefatos de material plástico a construção civil. Em cinco anos, serão gerados 130 empregos diretos na fábrica 12 > Plástico Nordeste > Mar/Abr de 2013

que vai produzir mais de 21 mil toneladas de telha no seu quinto ano de operação, alcançando um faturamento de aproximadamente R$ 142 milhões. “Visto que a Precon é uma empresa certificada e reconhecida na industrialização de materiais de construção, a sua instalação em Alagoas demonstra a credibilidade do Estado e gera não só empregos, mas receita e movimentará outras empresas que formam o setor químico-plástico local”, comemora o secretário de Estado do Planejamento e do Desenvolvimento Econômico e presidente do Conedes, Luiz Otavio Gomes. Sacos e sacolas de polietileno - Já o projeto da Plásticos Maceió Indústria e Comércio LTDA consiste na instalação de uma indústria para fabricação de sacos e sacolas de polietileno. “O material é dotado de grande amplitude de consumo, configurando expressivo potencial de vendas não só em Alagoas, como em outros Estados do Nordeste”, explicou o empresário Luiz Gonzaga, que estava presente na reunião. Através dos incentivos fiscais, creditícios e locacionais concedidos, a empresa vai gerar mais de 20 empregos diretos e produzirá cerca de 554,5 mil unidades de sacolas plásticas. Quanto às vendas, a perspectiva é alcançar um faturamento de aproximadamente R$ 3 milhões.

Capacitação: nivel superior ou técnico? - No Fórum Plástico de

Alagoas houve uma participação do setor de ensino universitário, integrado à Cadeia – mas sem atuação diária. Muitos empresários e lideranças do setor público acham que seria importante implantar um curso graduação de nível superior em Engenharia do Plástico em Alagoas. Outros acham que a capacitação em nível técnico seria suficente no momento. Segundo o secretário Luiz Otavio Gomes, da Seplande, a implantação do Núcleo de Tecnologia do Plástico foi o primeiro passo neste sentido. “Estamos alinhados com diversas instituições de ensino e pesquisa, incluindo a Universidade Federal de Alagoas. A nossa estratégia para o desenvolvimento econômcio do Estado, bem como dessas instituições, permitirá a implantação do curso de Engenharia do Plástico no médio prazo. Entendemos que essa é uma real

possibibilidade, principalmente porque o Estado de Alagoas tem sido uma referência na consolidação deste segmento industrial, de modo que o nosso objetivo será o desenvolvimento de tecnologias de produtos e serviços”, enfatiza. A Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (FIEA), é mais cautelosa na sua avaliação, conforme manifesta o presidente José Carlos Lyra de Andrade. “Sim, a Universidade Federal de Alagoas (Ufal) integra a Cadeia Produtiva da Química e do Plástico. Quanto ao curso de Engenharia do Plástico, por enquanto, não há perspectiva de instalá-lo, pois nossa maior demanda é por técnicos. Nesse sentido, o Estado já conta com o Núcleo de Tecnologia do Plástico (NTPlás), que funciona no Polo Multissetorial Governador Luiz Cavalcante, em Maceió, onde o Senai forma mão de obra para o setor" ressalta. Para o Sindicato das Indústrias de Material Plástico e Tintas de Alagoas (Sinplast/AL), segundo o presidente Wander Lobo, existe um projeto para que no futuro seja criado um centro tecnológico. “Até o momento não, ainda é pequena a quantidade de empresas que utilizam ou necessitam de colaboradores com curso superior de Engenharia do Plástico, necessitam sim de cursos técnicos que estão sendo realizados pelo Senai/AL”, afirma. O Sebrae, segundo Marcos Vieira, destaca a parceria da Ufal em vários projetos, em especifico na cadeia do Plástico, onde tem dado sua contribuição sempre que possível, fazendo uso da sua expertise e competência técnica nas ações desenvolvidas neste setor. “Apesar de considerarmos que esta decisão de criar um Curso de Engenharia do Plástico seja uma decisão estratégica da própria Universidade, pessoalmente acreditamos que tomada as devidas proporções de crescimento da cadeia da Química e do Plástico em Alagoas, com a chegada demais de 20 novas indústrias do plástico, além da ampliação da Braskem, um curso específico poderia, e muito, contribuir ainda mais para o crescimento da cadeia como um todo na Região Nordeste”, explica o dirigente. Do ponto de vista industrial a ideia de criar um curso superior é bem recebida. “Sim, isso ajudará muito na formação de >>>>


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Polo de Alagoas Marcos Vieira, do Sebrae/AL, garante consultoria e capacitação aos parceiros do setor

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profissionais da área já focados na tecnologia do plástico. Mão de obra qualificada é primordial para uma produção de qualidade e, consequentemente, para o crescimento das empresas”, completa o Gerente Geral da Krona Nordeste, Walber Moraes

Importância das feiras - O

Governo do Estado de Alagoas investiu forte em vários eventos nos últimos anos, especialmente na antiga Brasilplast, com um estande bem montado e tendo inclusive a presença do Governador Teotônio Vilela e do Secretário Luiz Otavio Gomes. A Seplande informa que a estratégia será mantida. “Entendemos que esse tipo de evento, que reúne empresários, produtores, pesquisadores e instituições de diversos Estados e países, serve como uma grande oportunidade para atrair novos empreendimentos. Nossa presença nas últimas edições foi decisive na articulação para a implantação de indústrias em Alagoas. É um momento de apresentarmos a estruturação da CPQP e todas as suas potencialidades. Neste ano, mais uma vez, vamos com o intuito de prospectar novos negócios, além de discutir o desenvolvimento do setor e conhecer seus processos de inovação”, ressalta o secretário Luiz Otavio Gomes. A FIEA, representante do setor industrial também estará presente, segundo o presidente Lyra de Andrade. “Estaremos lá com um estande onde vamos divulgar as potencialidades de Alagoas e onde nossos parceiros também poderão participar. O Estado está de braços abertos para novos investimentos e condições favoráveis não faltam”, informa. E o Sinplast/Al, como é um dos membros da CPQP, “também está com um estande na Feiplastic para divulgar as oportunidades de Alagoas e apoiar seus associados na feira” avisa o presidente Wander Lobo. A caravana de Alagoas ganha um substancial reforço com a presença do Sebras/AL. O diretor superintendente Marcos Viera confirma. “Sim, participaremos da Feiplastic neste ano com um estande institucional do Projeto de Alagoas, de 60m² ao lado do estande da Braskem. Neste espaço teremos além do próprio Sebrae/AL, a participação da Seplande, da FIEA/Senais, do Sinplast e de seis pequenas empresas alagoanas”, informa. 14 > Plástico Nordeste > Mar/Abr de 2013

Apoio forte do Sebrae-AL - O desenvolvimento do Polo Plástico

de Alagoas deve muito ao trabalho do Sebrae. O diretor-superintendente regional Marcos Antônio da Rocha Vieira, destaca as ações de apoio ao setor. Ele comenta que o Sebrae/AL, em parceria com todo o Governo do Estado, Sebrae, Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (FIEA), Braskem, Sindicado das Indústrias de Plástico e Tinta de Alagoas (Sinplast), Associação das Empresasdo Distrito Industrial Governador Luiz Cavalcante (Adedi) e Associação das Empresas do Distrito Industrial de Marechal Deodoro (Assedi-MD), vêm desenvolvendo desde 2009 ações para a formação técnica de mão-de-obra, melhoria da gestão e da qualidade nas pequenas empresas do setor, além da atração de novas indústrias para o Estado e promoção ao acesso a novos mercados. Marcos Vieira também comenta sobre os projetos e propostas para o futuro. “No triênio de 2013 e 2015, continuaremos a trabalhar com afinco nestas ações, com foco muito mais forte na sustentabilidade das empresas que integram a cadeia, focando no atendimento de pequenas empresas que atuam na reciclagem do plástico, de maneira consolidar por completo todo o trabalho de adensamento da Cadeia do Plástico em Alagoas”, destaca . E a forma de continuar apoiando o setor é simples, segundo o dirigente. “O

Sebrae/AL continuará apoiando as pequenas empresas da cadeia da Química e do Plástico com as ferramentas de consultoria, capacitação e acesso a novos mercados disponíveis no seu portfólio, atuando sempre em parceria com todos os atores citados anteriormente para alcançar um desenvolvimento sólido e competitivo desta cadeia em Alagoas”, explica. Marcos Vieira finaliza revelando sentimento positivo nas projeções. “Podemos concluir citando nosso otimismo ao olharmos para o futuro das pequenas empresas deste setor no estado, que no período de 2009 a 2012, a cadeia da Química e do Plástico apresentou um aumento de 61% no número de indústrias instaladas no estado, passando de 33 para 53 empresas, de 56%, no número de ocupações geradas no setor, aumentando de 1690 para 2630 empregos gerados nas pequenas empresas atendidas, e uma redução de 2,4% para 0,7% no índice de desperdício de matéria-prima nas indústrias, o que equivale a uma redução de cerca de 85 ton/mês de resina, números que retratam o dinamismo do setor e a evolução de qualidade e produtividade das pequenas empresas hoje atendidas pelas ações da Governança em parceria com a Seplande, FIEA, Braskem e Sinplast”, afirma Marcos Vieira. O executivo destaca ainda que no período foram atendidas 79 pequenas empresas com ferramentas de gestão e qualidade, além de capacitar e inserir no mercado cerca de 400 profissionais, qualificados em 25 turmas realizadas para os cursos de Processos de transformação de Termoplásticos. “Para o próximo triênio, esperamos alcançar resultados ainda mais favoráveis ao setor, contribuindo para o crescimento da economia alagoana com a geração de novos postos de trabalho, agregação de renda e um crescimento sustentável das pequenas empresas que integram a Cadeia de Química e Plástico de Alagoas”, completa. PNE


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Na carona dos investimentos

DIVULGAÇÃO

DESTAQUE Injetoras

Industrialização cresce e com os novos projetos os produtores de injetoras ampliam a sua participação na região.

A

pesar de alguns abalos da economia nacional e da seca, o Nordeste se consolida como uma das regiões mais prósperas do país, tornando-se foco de grandes investimentos no setor industrial. Já se foi o tempo em que a cana-de-açúcar, as belas praias e o artesanato impulsionavam quase solitariamente a economia nordestina. Nos últimos anos, a região deixou de apenas atrair turistas e passou a ser receptora também de investimentos de peso, ajudando os estados a se industrializarem. Nos últimos anos, o Nordeste passou a atrair grandes grupos empresariais. Entre os setores estão fábricas de carros e motos, refinarias, estaleiros e siderúrgicas, além, é claro, de indústrias dos segmentos químico, petroquímico e plástico. A região tem perspectivas de receber mais de R$ 100 bilhões. Somente nos três maiores polos de desenvolvimento da região - Suape (PE), Pecém (CE) e Camaçari (BA) -, os investimentos captados nos últimos cinco anos e projetados até 2015 somam cerca de R$ 98 bilhões, segundo dados levantados pelo site UOL.

Força automotiva – Pernambuco também passou a ser uma rota de altos investimentos no setor automotivo, que deve movimentar vários setores produtivos entre eles o plástico, que cada vez mais ganha espaço nos carros em substituição de outros materiais, com destaque para as peças injetadas. A cidade de Goiânia vai sediar a nova fábrica da Fiat no estado, que além de injetar um total de R$ 6,5 bilhões no projeto total, vai contar com uma ampla rede de empresas sistemistas. A montadora já conseguiu junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), um financiamento no 16 > Plástico Nordeste > Mar/Abr de 2013

valor de R$ 2,4 bilhões para a construção de nova fábrica no município pernambucano, que terá capacidade para produzir 250 mil unidades/ano. De acordo com o BNDES, o montante será usado ainda para a instalação de uma fábrica de motores com capacidade para produzir 150 mil propulsores/ano, um campo de provas com 11 diferentes tipos de pavimentos para testes, um parque de fornecedores para o desenvolvimento de novos veículos e investimentos sociais na comunidade local. Estima-se que serão gerados 4,5 mil empregos diretos e 12 mil indiretos no novo polo automotivo. A instalação de 3,3 milhões de metros quadrados será responsável por fabricar modelos para abastecer o mercado interno, mas também para exportação. As obras deverão ser concluídas no primeiro semestre de 2014 e a previsão de entrar em operação é no primeiro semestre de 2015. Com os fornecedores estrategicamente posicionados dentro do polo automotivo, o processo logístico ficará integrado, facilitando a entrega dos principais componentes na linha de montagem. Essa iniciativa deverá contribuir para um gradativo processo de utilização de fornecedores locais e de redução de custos logísticos, similar ao que aconteceu em Betim, Minas Gerais - onde a Fiat tem sua maior planta no mundo.

Região em crescimento - Os números mostram o crescimento da economia nordestina. O Produto Interno Bruto (PIB) da região aumentou seu peso. Em 2004, a soma das riquezas da região representou 12,7% do total do Brasil. Em 2010, esse percentual passou a 13,5%. Entre 2002 e 2010, o número de trabalhadores formais na indústria da região mais do que duplicou, saltando de 800 mil para 1,7 milhão. O emprego com carteira

assinada em geral, não só na indústria, também vem se expandindo. Em 2000, eram 4,3 milhões de empregos formais, com salto para 13,3 milhões, em 2011. As exportações nordestinas também tiveram alta significativo, de US$ 4,6 bilhões, em 2000, para US$ 18,8 bilhões, em 2011. “A existência de uma infraestrutura (estradas, portos, aeroportos, energia] melhorada nestas duas últimas décadas, a presença de várias cadeias produtivas espalhadas pelos Estados, um mercado de consumo crescente e a permanência de incentivos fiscais, explicam a atratividade de projetos industriais para a região nordestina nestes últimos anos”, diz o economista Cícero Péricles, professor da Universidade Federal de Alagoas e doutor em economia regional. Outro número que aponta o bom momento nordestino vem do Banco do Nordeste do Brasil (BNB). Responsável por ofertar crédito em linhas especiais com juros de 3% ao ano, o banco teve um crescimento nominal de volume de recursos investidos na região de 776% em 10 anos, e de 351% em total de operações. Em 2002, por exemplo, foram R$ 2,6 bilhões, em 686 mil operações. No ano passado, esse investimento chegou a R$ 22,8 bilhões, com 3,1 milhões de operações. O presidente do BNB, Ari Joel, afirma que a tendência é que os negócios não parem de crescer. “Se olharmos o nível de investimento em energia, estrada, portos, a Copa 2014, além do mercado de consumo e a atratividade dos financiamentos, somado à própria política de incentivo do governo, isso nos dá uma perspectiva ótima para os próximos anos”, acresnta. Para ele, o crescimento da renda na região foi “preponderante”. “Com o aumento do salário minimo e os programas sociais 30 milhões de pessoas passaram a consumir mais. Essa renda toda vai para


consumo, e alguns segmentos específicos, como indústria de motos, da linha branca e os supermercados, investem para atender essas pessoas”, observa.

Mercado em expansão - O crescimento industrial nordestino é destacado pelos produtores e revendedores de injetoras. William dos Reis, diretor de Máquinas para Plástico da Romi, comenta que o mercado da região está crescendo substancialmente ano a ano. Ele acrescenta que esse avanço é estimulado pelos investimentos governamentais e do setor privado em infraestrutura. “Enfatizamos que os segmentos de embalagens, automotivo, linha branca e construção civil estão em destaque nesta região”, comenta. O diretor da Chiang, Ivonesio Silva, também faz coro ao afirmar que a região está em constante desenvolvimento. “Apresenta um grande potencial para a indústria brasileira”, salienta. Segundo o executivo, fatores como os benefícios fiscais oferecidos para as indústrias e o baixo custo da mão de obra, foram determinantes para este desempenho. “Esse contexto torna o cenário atrativo para novos investimentos e propício para o desenvolvimento do setor do plástico”, comenta. A Brasil Plastic System (BPS) é outra empresa que vê o Nordeste com bons olhos. Na análise do diretor comercial da companhia, Venceslau Salmeron, o mercado nordestino de injeção está em crescimento continuo, com investimentos constantes e novas empresas iniciando atividades na região. Com a mesma linha de pensamento, o diretor da Arburg, Kai Wender, confirma que o setor de injeção de plásticos no Nordeste está em crescimento, com destaque para os produtos usados localmente, como embalagens, produtos técnicos, peças da área médica e linha branca, “que estão sendo produzidos ali”. O executivo comenta que a região ainda sofre com a falta de mão de obra qualificada, mas observa que algumas escolas técnicas e universidades estão buscando tecnologia para oferecer uma melhor formação aos alunos. Outra característica das empresas da região destacada por Wender é a procura exclusiva por preço na hora de investir em máquinas para reduzir custos. Ele explica que o correto seria investir em um equipamento com maior tecnologia, estratégia que automaticamente vai possibilitar a redução dos custos e ampliar a qualidade do produto final.

Alvo preferencial - Diante do potencial de crescimento da região a indústria de injetoras está direcionando cada vez mais a sua atuação para os estados nordestinos. A Romi, por exemplo, está presente no Nordeste desde 2007. Segundo William dos Reis, nos últimos cinco anos a empresa aumentou em mais de 100% o número de máquinas injetoras instaladas em várias localidades. “Atualmente esse mercado já representa 15% das nossas vendas internas”, informa. O diretor explica que a Romi no Nordeste é composta por equipes de vendas e assistência técnica direta e local. Segundo o executivo as injetoras da empresa mais vendidas regionalmente são as de grande porte, de 800 e 1100 toneladas. Reis explica que essas máquinas tem se destacado na região, sobretudo para injeção de mesas, cadeiras, caixas plásticas, roupeiros, cestos e embalagens no geral. Ao referir-se aos modelos de injetoras produzidos pela Romi, o diretor destaca a Primax. Salienta que tem baixo consumo energético em função da instalação de inversores de frequência, no motor principal, “que conferem ao equipamento ótima performance, seja pela elevada produtividade ou pela qualidade de processo e do produto final”, acrescenta. Ele comenta ainda que a sintonia entre os conjuntos mecânicos, eletro eletrônicos e hidráulicos, conferem ao equipamento uma grande repetibilidade no processo, acarretando uma produção estável e com grande produtividade. “O processo de melhoria contínua e qualidade que a Romi tem implementado em seu sistema conferem uma contínua inovação nos seus produtos e com isto, procuramos sempre a satisfação completa de nossos clientes”, diz. Reis afirma que as máquinas da empresa são diferenciais para os seus parceiros. “Elas aliam alta produtividade à segurança operacional (Norma NR12), tudo devido a ótima potência instalada que em combinação a muita tecnologia na automação e controle (blocos hidráulicos de alta performance, sistemas supervisórios e inversores de frequência) conferem extrema robustez e confiabilidade aos equipamentos, além de alta velocidade e repetitividade aos processos”, salienta. O executivo diz que na prática economia em mão de obra, custo energético, taxa de ocupação e matéria-prima. “Some-se a isso a segurança diferenciada conferida por nosso pós-venda que conta com técnicos de serviço residentes na >>>> Mar/Abr de 2013 < Plástico Nordeste < 17


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DESTAQUE Injetoras

região além do apoio técnico pela RAI (Romi Assistência Integral) e setor de Capacitação Operacional, fora isso ainda contam com a forte presença do comercial/técnico regional nas suas instalações”, frisa. Entre as últimas novidades da empresa estão as linhas de injetoras Romi EL e EM, que dispõem de tecnologia com servo-bomba e servo sistemas, respectivamente. As principais características dessas linhas são: precisão, baixos níveis de ruído e consumo energético, além de um comando eletrônico de última de geração. A linha EL (máquinas 100% elétricas) é destinada à injeção de peças técnicas (baldes para alimento, química fina e tintas), médico hospitalar e aplicações do segmento de alimentos e embalagens. Para finalizar, Reis destaca que a Romi é uma companhia "que investe constantemente no mercado nordestino e continuaremos a crescer nessa região”. Outro diferencial salientado é o fato de que as Romi são registradas no BNDES e permitem financiamento por meio do FINAME.

No foco da Chiang - A Chiang que tem escritório na China e duas unidades no Brasil – Caxias do Sul (RS) e Indaiatuba (SP) – pretende abrir em breve uma unidade no Nordeste. Segundo Invonesio Silva, “é uma estratégia para ampliar nosso mercado e atender ainda melhor os nossos clientes do Nordeste”. O diretor informa que a empresa atende todo o Brasil e acrescenta que a Chiang já vendeu mais de 500 injetoras no Nordeste. Salienta que a região é de grande 20 > Plástico Nordeste > Mar/Abr de 2013

importância para a companhia. “O Nordeste foi escolhido como território de alguns dos nossos grandes clientes, como Grendene, Dakota, Calçados Aniger, Ballina, Pisani, Sandálias Gregas, Tecnolity, Alpargatas, Vulcabrás/Azaléia, Via Beach entre outros”, informa Silva. A máquina que lidera as vendas da empresa regionalmente é a injetora GEK 180/S. O modelo é utilizado em vários segmentos produtivos, como o calçadista, de utilidades domésticas, automotivo, de peças para móveis, peças técnicas, etc. “Também temos a GEK 180/700 S, desenvolvida especialmente para a indústria calçadista”, acrescenta o diretor, lembrando que o Ceará é um forte polo de fabricação de calçados. Entre os lançamentos da Chiang, o executivo aponta a injetora vertical monocolor e bicolor GEL 180/S, que trabalha com o sistema de servo motor, proporcionando uma economia de energia de até 75%. Segundo Silva a máquina oferece um sistema de mesas horizontais para o deslocamento do molde para fora da máquina que dispensam esforço por parte do operador. O sistema trabalha com dois servo motores, que permitem movimentos totalmente independentes. “A máquina é perfeita para moldes pequenos e peças com necessidade de insertos”, salienta.

Crescimento e impulso das montadoras - Em termos de participação no mercado nordestino, a BPS não deixa por menos, Venceslau Salmeron diz que a empresa teve um aumento significativo na sua

William dos Reis, da Romi, diz que a empresa dá especial atenção ao mercado nordestino

atuação em toda a região norte e nordeste. “Estamos apostando no crescimento no mercado para o segundo semestre”, prevê. O carro-chefe da companhia é linha de injetoras Tederic, de tamanho médio e algumas unidades de grande porte. Salmeron observa que as máquinas comercializadas pela empresa apresentam várias novidades tecnológicas, como a injetora com servo motor e driver “que responde por 75% de nossas vendas e agora estamos lançando a série D nova linha da Tederic com novo design e tecnologia de alívio de peso e maior velocidade aliado a tamanho maior que as anteriores em dimensões de placas e vãos livres na máquina melhorando o fluxo de produção”, acrescenta. Apesar de contar com representantes comerciais locais há vários anos, a Arburg ainda tem uma atuação discreta na região, que representa em torno de 5% das máquinas da empresa comercializadas no país. Mas, segundo Kai Wender, a empresa espera que o crescimento das atividades das montadoras de automóveis, principalmente na Bahia e Pernambuco, amplie a demanda de máquinas com maior tecnologia no Nordeste. O último lançamento da Arburg é a linha Goldenedition, que segundo o diretor teve grande aceitação no mercado. Ele ressalta que a linha é um “pacote de produtividade” que oferece maior eficiência “em combinação de uma significativa redução do consumo de energia”. Wender ressalta que ao contrario da maioria dos concorrentes que buscam a redução do consumo de energia a custo de perda de performance, a empresa alemã mantém o sistema de dois circuitos hidráulicos (T2) para permitir movimento simultâneo. O sistema de duas bombas de vazão variável, combinado com um servo motor, reduz os tempos de parada ( i.e. tempo de resfriamento ) e o consumo de energia em até 50%. “A performance e a dinâmica do sistema p/q - servo regulado permite uma maior velocidade no movimento do molde que resulta em um ganho de 10% no ciclo de ensaio, aumentando ainda a produtividade da máquina”, acrescenta o diretor. PNE


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EVENTO Feiplastic 2013

Espaço da qualidade

O

plástico tornou-se tão fundamental na vida das pessoas que nem parece um produto artificial. Pois este mercado já tão amplo encontra cada vez mais espaço, com novas aplicações. Conhecer as tecnologias e produtos que propiciam estes caminhos, trocar experiências com colegas do setor e saber das últimas novidades empresariais é a grande oportunidade em uma das maiores exposições mundiais, a Feira Internacional do Plástico (Feiplastic), que abre suas portas no dia 20 de maio de 2013 estendendo-se até 24, em São Paulo. Neste cenário se integram novas tecnologias em máquinas, equipamentos, matérias-primas e serviços, com palestras que levarão conteúdo pertinente aos visitantes. Em 85 mil m² do Pavilhão de Exposições do Anhembi, os visitantes encontrarão um ambiente para negócios com 0s princi-

pais produtos da indústria plástica nacional e internacional. A feira deve reunir cerca de 1.400 marcas expositoras e público estimado de 70 mil visitantes, entre fabricantes, técnicos, engenheiros, profissionais do setor e transformadores de produtos plásticos. A expectativa da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast) é que o setor de transformados plásticos invista cerca de R$ 2 bilhões na compra de novos equipamentos, ampliando os negócios gerados ao longo de 2013. Na avaliação da entidade, com a retomada no crescimento da economia brasileira, a demanda estimada por produtos plásticos para este ano será 7% maior do que a observada no ano passado. São destaques na programação os tradicionais Projeto Comprador, Rodada de Negócios Internacional, e a Conferência Feiplastic, que trata de temas nevrálgicos do setor.

Novidades e expectativas dos expositores Acompanhe o que alguns dos principais expositores prepararam para o evento. Para facilitar o acesso às informações, o conteúdo foi separado em Matérias-Primas e Máquinas & Equipamentos.

Arburg

A Arburg apresenta duas máquinas um híbrido Allrounder Hidrive H (indústria de embalagens) e um elétrico Allrounder Edrive (moldagem por injeção) que, por um lado, satisfazem as necessidades do mercado brasileiro e sul-americano, e por outro são modelo de eficiência de produção, o tema sobre o qual Arburg foca em todo o mundo. A máquina electric Edrive se destaca por sua relação preço / desempenho e pode ser vista como uma solução de automação. O híbrido Allrounder 570 H produzirá tampas IML de alta qualidade para a indústria de embalagens. Para a Arburg, os transformadores sul americanos estão interessados ao mesmo tempo em aumentar a automação de sequências de moldagem por injeção e em máquinas com 22 > Plástico Nordeste > Mar/Abr de 2013

uma relação preço / performance coerente. Não só grandes empresas internacionais na América do Sul, mas também os fabricantes nacionais estão cada vez mais voltando-se para este tipo de tecnologia. A segunda exposição pertence à série híbrido Hidrive, que é notável por sua alta produtividade, tempos de ciclo curtos e alta eficiência energética e, portanto, está predestinada para aplicações em embalagens. A velocidade e a precisão associadas com a tecnologia elétrica são combinadas com a potência hidráulica e dinâmica para o desempenho de alta produção.

Automaq

A Automaq Indústria e Comércio Ltda. mostra na feira a nova linha de esteiras reunidoras de frascos que permitem a retirada precisa e funcional de produtos de sopradoras e o encaminhamento para processos como embalamento, enchimento, inspeção, entre outros. A empresa também vai expor a sua tradicional linha de acessórios e equipamentos auxiliares para processos de

injeção, sopro e extrusão que permite a automação e otimização do processo produtivo, composta por alimentadores, dosadores volumétricos e gravimétricos, secadores e desumidificadores, esteiras transportadoras e sistemas de enchimento de caixas por peso ou ciclo. Segundo a empresa, a sua produção é 100% nacional

Ax Plásticos

Durante esta 1ª edição da Feiplastic Brasil a AX Plásticos estará reafirmando seu compromisso de ocupar o posto de “solução ideal para o laboratório do plástico”. Seja para a área industrial no desenvolvimento de cores, produtos, ou na área acadêmica contribuindo para as pesquisas de novas resinas, compósitos, blendas, entre outras. A participação será marcada pela exposição do já consagrado modelo “AX16DR”, o modelo dupla-rosca co-rotante da AX, que conta com grande gama de opcionais como “side-feeder” único ou duplo com opções de mudança de posição, alimentador principal para materiais em diversos estados, pó, grâ-


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Walner Cavallieri, diz que o Granulador POP da BGM alia eficiência e baixo custo

menor extrusora do mundo para filme tubular, a “AX10 Nano” com rosca de 10 mm de diâmetro e pesando apenas 27 Kg.

BGM

nulo, líquido; sistema de degasagem; sistema de CLP; medidor de pressão de massa e que já está presente em diversos centros de pesquisa e excelência como o IPEN-USP, a UNICAMP, a UFMG, a UFBA, a UFV em Viçosa-

-MG, a UFRN a UniFeI em Itájuba-MG. A empresa expõe também a extrusora de bancada “AX20” para filme tubular com o consumo mínimo de 200 gramas de matéria-prima para testes. Estará presente, ainda a

A BGM Máquinas e Equipamentos apresenta a Linha POP para extrusão de fios. Conforme o diretor da empresa, Walner R. Cavallieri, o Granulador POP tem como diferencial a facilidade na limpeza e setup, que em conjunto com o Secador de Fios POP e a Peneira POP, gera alta eficiência e produtividade. “Tudo isso aliado ao baixo custo”, enfatiza o empresário. Durante a feira será lançada a Ensacadeira SC600P, para ensaque de termoplásticos micronizados em sacos valvulados de até 30 kg. Totalmente construído em aço inoxidável, o equipamento é se- >>>>

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EVENTO Feiplastic 2013 DIVULGAÇÃO

A BY Engenharia apresenta equipamentos como o Misturador Turbo para Blendas

miautomático. O material a ser ensacado é coletado em um funil de captação e é transportado pneumaticamente até o silo. Todo o material é aspirado através de uma tubulação, pela pressão negativa gerada por um ventilador radial. Já dentro do silo, o material é descarregado por meio de uma rosca transportadora para o saco valvulado, que será abastecido até que o peso programado seja atingido. “O peso é controlado automaticamente por um sistema de pesagem que é acoplado ao equipamento”, explica Cavallieri.

BPS

A BPS, distribuidora das injetoras da Jon Wai, Tederic e da Tien Kang e dos moldes de injeção e sistemas de automação da CNN Taiwan, contabiliza a sua terceira participação na Feiplastic. “A Feira e muito importante afinal é a terceira maior do segmento no mundo e toda empresa brasileira do setor deve estar presente e mostrar o seu potencial”, salienta o diretor da empresa, Venceslau Salmeron. Com centro de distribuição em Atibaia (SP) e escritórios técnicos comerciais em Curitiba (PR) e Caxias do Sul (RS), a empresa apresentará a nova série de injetoras Tederic “Dream”. Será exposto o modelo “Dream” 600 SM, injetora com 600 toneladas e acionada por servo motor. A unidade de fechamento e de injeção da máquina foi totalmente projetada em elementos finitos com alívio significativo de peso, garantindo maior precisão e velocidade. “Dimensionamos um novo sistema hidráulico com duplo ”up grade” no servo e bomba com ciclos mais rápidos, redução do consumo de energia em até 70% e aumento do controle. Ela é equipada como o novo sistema de controle desenvolvido pela Gefran, que proporciona precisão e diminuição de refugos”, acrescenta. O equipamento também está completamente adaptado às normas de segurança internacionais e também a NR12 nacional. A BPS também vai apresentar a nova linha Super Slim da Jon, destinada para ciclos ultra-rápidos e IML, “ressaltamos a utilização também o sistema de servo motor 24 > Plástico Nordeste > Mar/Abr de 2013

e válvulas proporcionais de controle como exemplos claros do aumento da eficiência energética e de controle em máquinas asiáticas”, acrescenta Salmeron.

Brasfixo

A Brasfixo é uma empresa que fornece soluções em fixação, redução do tempo de set-up, movimentação e armazenagem Entre os produtos os destaques são prendedores de molde, parafusos de alta resistência, fixomolde troca rápida de moldes e ferramentas, olhais giratórios para tombar molde, tombador de molde e prateleiras para armazenagem de moldes e ferramentas. Durante a exposição será apresentado o Tombador de moldes e bobinas e a Prateleira para armazenagem de moldes com gaveta automatizada, que entre as características possui sistema inovador para armazenagem que valoriza o espaço e aumenta a eficiência, redução do tempo de set-up pelo aumento da praticidade, fácil deslocamento de peças pesadas pelo uso de ponte rolante ou guindastes e Sistema automatizado de movimentação das gavetas, com painel de comando lateral.

By Engenharia

A BY Engenharia está no mercado de venda e upgrades de equipamentos para extrusão desde 1989. A empresa está voltada a linhas de extrusão representando um dos maiores fabricantes mundiais, a Davis Standard. “Iniciamos nossas atividades dando suporte e oferecendo upgrades em linhas de

extrusão, promovendo a venda de periféricos para extrusão”, afirma o diretor da By Engenharia, Marco Gianesi. Os visitantes poderão conferir equipamentos como: Gala, um Sistema de Granulação Imersa em Água fabricado no Brasil; Plasmec, um Misturador Turbo para Blendas em Geral; o Thermo, Sistema de Medição em Linha com tecnologia ótica em alternativa a Nuclear e o Inoex, Sistema de dosagem Gravimétrica “Duas de nossas representadas italianas serão apresentadas formalmente nesta edição da Feiplastic: trata-se da Sica e Plasmec”, adianta Gianesi. Para ele, a mostra é sempre um evento muito esperado pois trata-se da maior feira do Hemisfério Sul, atrás somente das feiras da Alemanha, USA, China e Itália. “Portanto é um orgulho poder participar deste evento que nunca faltamos desde 1992”, afirma.

Chiang

Em seu estande (L60), a Chiang Máquinas vai expor as injetoras GEK 180/S e GEL 180/S,da Golden Eagle, e também uma extrusora de plástico, “mostrando a tecnologia e a qualidade que já possibilitaram a venda de mais de 1000 máquinas para o mercado nacional, para clientes como a Grendene, Alpargatas, Dakota, Aniger, Tecno Sport, Atlanta, Sandálias Ballina, Mould, Fame, Lillo, Brinquedos Bandeirante entre outras gigantes do ramo”, afirma a analista de Marketing Alexandra Cristina Fedrizzi. A executiva explica que, com sede no Brasil – uma eficiente e bem equipada assistência técnica com abrangência nacional – e escritório na China, que possibilita o controle absoluto dos seus produtos, a Chiang comercializa máquinas e equipamentos para termoplástico com o melhor da tecnologia disponível no mercado e componentes reconhecidos mundialmente, de países como Alemanha, Japão, Itália e Taiwan. “Destaque deste setor são as injetoras com servo motor, que possibilitam uma economia de até 75% em consumo de energia elétrica: bom para a empresa, bom para o meio ambiente”, salienta Alexandra.

Colorfix

A Colorfix Masterbatches destacará sua linha de produtos sustentáveis, em especial o Greenfix, concentrado de cor formulado com resina de polietileno verde Braskem e >>>>


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EVENTO Feiplastic 2013

com pigmentação e aditivação diferenciada para tal aplicação. A companhia também irá apresentar no seu estande outros produtos sustentáveis com o Bactfix, Biofix, Coolerfix, Processfix, Process Plus, Purgfix, Selofix e Whitefix. A Colorfix vai levar à feira informações sobre os recentes lançamentos das linhas: Clearfix Colorants, que têm entre os principais benefícios a alta transparência em polipropileno clarificado, cores vivas e limpas, alta resistência à migração e nucleação. Outro diferencial traz a linha Bactfix FDA que tem aplicação para os casos em que é necessário a proteção antimicrobiana com aprovação para contato com alimentos segundo regulamentação FDA, impedindo o ataque e a proliferação de fungos e bactérias às resinas poliméricas. Essa linha evita a formação de bolores, mau cheiro em peças plásticas e a perda de resistência mecânica por ataque de microorganismos. Durante o evento também esta programado a demonstração da linha de aditivo, o Processfix HP (high performance), com aprovação para contato com alimentos.

Cristal Master

A Cristal Master apresentará dois lançamentos: o Antimicrobiano e o Agente Interfacial. Conforme o diretor da empresa, Luiz Carlos Reinert, a Cristal Master e a KHER Chemical and Reserarch desenvolveram um composto Antimicrobiano Inorgânico atóxico. O composto inovador emprega no seu processo nanotecnologia nacional e pode ser incorporado em vários tipos de matrizes poliméricas. “A linha de produtos antimicro26 > Plástico Nordeste > Mar/Abr de 2013

bianos da Cristal Master é dotada da capacidade de eliminação de um amplo espectro de microrganismos, como bactérias e fungos, que são nocivos à saúde humana e dos animais e que causam prejuízos à vida útil dos materiais, principalmente de produtos orgânicos”, explica Reinert. Ele afirma que a função dos compostos antimicrobianos é agregar a propriedade antimicrobiana ao polímero de interesse e favorecer a durabilidade dos produtos, bem como proteger o ambiente de microrganismos indesejáveis. Outro lançamento é o Agente Interfacial. Conforme Reinert, a aplicação de agentes interfaciais vem sendo amplamente utilizada principalmente na forma de blendas poliméricas, buscando a compatibilização de dois componentes a serem misturados às quais confiram ao produto final melhores características e estabilidade morfológica. “A sustentabilidade anda de mãos dadas com o crescimento industrial”, diz o diretor acrescentando que é com este foco que a Cristal Master lançou o Aditivo Compatibilizante, uma alternativa para utilizar resinas recicladas reduzindo a utilização de espessuras de filmes, por exemplo, sem perder a característica de resistência (propriedades mecânicas).

Cromex

O estande da Cromex, estruturado em totens, apresentará as linhas de masterbatches brancos, pretos e coloridos, além das especialidades, soluções voltadas para plástico de engenharia, BOPP, e a linha sus-

Linhas de master e aditivos diferenciados serão apresentados por vários fornecedores

tentável. São produtos que atendem, desde as aplicações de critérios técnicos mais básicos, até as mais complexas. A equipe de profissionais da empresa estará à disposição dos visitantes para detalhar os produtos e serviços em um estande interativo. “Criamos um layout mais aberto para que as pessoas circulem pelo estande e conheçam toda a linha da Cromex, com a orientação de nossos especialistas”, conta a Gerente de Marketing Larissa Vecchi. Os produtos da Cromex são desenvolvidos para diversos segmentos: alimentícios, brinquedos, cosméticos, higiene pessoal e beleza, construção civil, setor automotivo, agrobusiness, entre outros. Uma dessas aplicações é o plástico de engenharia, segmento para o qual a empresa fornece produtos de alto desempenho e que estarão em evidência na Feiplastic 2013. Outro destaque será a linha para BOPP (brancos, aditivos e cargas minerais), de alta performance técnica, desenvolvidos de acordo com as necessidades da indústria, proporcionando o melhor desempenho nas máquinas.

Dal Maschio

A Dal Maschio estará presente na Feiplastic comemorando o 40º aniversário da fabricação de robôs para automação de injeção de peças. No estande serão apresentados dois novos equipamentos. O primeiro é o novo robô CNC cartesiano, com três eixos servo controlados, modelo DMG2. O mesmo é adequado para injetoras de 400T a 600T, sendo livremente programável, de fácil uso e podendo ter cabeçote com até mais três eixos rotacionais servo controlados, num total de seis eixos. É altamente indicado para aplicações especiais como montagem de insertos nos moldes, decorações no processo In Mold Label, extração e empilhamento de alta precisão e em altas velocidades, etc. A série é composta por vários modelos para atender quaisquer necessidades de automação em injetoras de 100T a 4000T. Já a linha de robôs SNAP, de entrada lateral foca maior produtividade em ciclos ultra rápidos, com a entrada pela lateral das injetoras, sendo nor-


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O diretor Odair Ruiz, da Eteno, destaca atuação no Norte/ Nordeste com resinas e master

itens de alta tecnologia.

Gneuss

malmente utilizada no setor de embalagens e descartáveis. O Snap SK agora é também produzido no Brasil e financiável pelo Finame/BNDES.

Digitrol

A Digitrol apresenta o novo transmissor de pressão Vertex™ fabricado pela sua representada Dynisco. O equipamento é mais robusto, rápido e amigável ao meio-ambiente que outros sensores. “Os transdutores de pressão de polímeros da série Vertex™ da Dynisco são um novo padrão de qualidade para processadores de plástico. O Vertex™ é ideal para aplicações de extrusão, notadamente na indústria alimentícia, farmacêutica e médica”. Pela primeira vez a pressão é medida diretamente, sem o uso de estruturas mecânicas complicadas ou fluidos de enchimento, o que se traduz em tempo de resposta mais rápido e melhor controle para os sistemas de extrusão. “Ao mesmo tempo, o sensor é significativamente mais robusto oferecendo uma vida útil mais longa”, afirma a empresa, declarando que a tecnologia inovadora reside na ponta do sensor, onde a pressão da massa é registrada diretamente por meio de um diafragma simples e mais robusto. Graças à tecnologia de medição direta, o equipamento não contém mercúrio, sódio-potássio, óleo mineral ou Galiistan (na verdade, não possui enchimento de nenhum tipo). “Assim, não há nada a vazar para o processo e nenhuma preocupação com seu descarte. O Vertex™ atende as diretivas européias

European RoHS directive”.

Eteno

A Eteno participa da Feiplastic 2013 como ponto de apoio para os clientes e fornecedores que visitarem a feira. “Além do networking, há sempre a possibilidade de novos negócios”, afirma o diretor Odair Ruiz. A Eteno é uma distribuidora autorizada da Braskem e atua há 17 anos no segmento, atendendo os mercados norte e nordeste. Conta com matriz em Recife/PE e filial em Camaçari/BA. Distribui também resinas termoplásticas da Unigel e Masterbatches e Aditivos da Cromex. Possui agentes comerciais que atuam em todo Nordeste e qualificada equipe de vendas interna.

Extrusão Brasil

A Extrusão Brasil Máquinas e Equipamentos Ltda. Tem como seu carro-chefe de vendas, a extrusora dupla rosca paralela modelo EB-DR 67:22 própria para perfis,tubos e compostos de PVC Rígido. A máquina tem roscas com Ø 67mm L/D 22 próprias para PVC rígido, construídas em aço 8550 retificadas e nitretadas á gás; degasagem com bomba de vácuo de anel líquido, com motor de 3 CV e filtro separador de materiais sólidos e líquidos; pré-alimentador dotado de rosca sem fim, com moto redutor de 1 CV; redutor de velocidades, da Geremia (RS); acionamento dado através de motor e inversor de freqüência de 25 CV (ABB); CLP (Controlador Lógico Programável) Gefran; entre outros

A Gneuss apresenta sua extrusora MRS para degasagem de polímeros fundidos, o viscosímetro VIS on-line, a linha de Sistemas de Filtração Rotativa, além dos sensores ecológicos de temperatura e transdutores de pressão de massa. As extrusoras MRS operam em aplicações de PET a nível mundial, em diferentes aplicações, incluindo chapas, fibras e peletização. A linha MRS oferece novas possibilidades para os convertedores, pois permite o processamento de PET sem pré-secagem ou cristalização. Ao dispor uma superfície muito grande e usar um simples sistema de bomba de vácuo de anel líquido é possível transformar o material diretamente em um produto de alta qualidade. Andrea Kossmann, do Departamento de Marketing da Gneuss, explica que, tomando como base uma extrusora monorosca convencional, a seção de Rotação Múltipla (MRS) é um tambor contendo oito monoroscas satélite, acionadas por uma engrenagem (coroa) e transmissão por pinhões. “Os “barris” cortados no tambor ficam aproximadamente 30% abertos e oferecem ótima exposição do fundido ao vácuo”, observa. Segundo ela, graças a esse design, a performance da degasagem é cinquenta vezes maior que a de uma extrusora monorosca convencional, empregando um vácuo de apenas 25 a 40 mbar. “Ao evitar a necessidade de um sistema de alto vácuo assim como pré-secagem, a MRS é uma alternativa eficiente e extremamente econômica às tecnologias convencionais. Outros argumentos a seu favor são o projeto simples e robusto, a pequena área ocupada e a flexibilidade oferecida”, acrescenta.

Haitian

A Haitian lança a segunda geração de máquinas com mais velocidade, precisão e menos consumo energético. São quatro: MA II (Marte II), JU II (Jupter II), SA (Saturno II) e VE (Venus). Tratam-se de recursos de ultima geração para máquinas de ciclo rápido e máquinas de grande porte. “Todos os >>>> Mar/Abr de 2013 < Plástico Nordeste < 27


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EVENTO Feiplastic 2013 Luis A. Camacho, da Mais Polímeros, diz que o maior retorno é receber bem os clientes

anos existe um aumento de clientes novos que compram Haitian. O objetivo desse ano é demonstrar nossa nova linha e fortalecer a parceria com nossos clientes sendo novos ou antigos, que confiam e comprovaram a qualidade do equipamento e suporte”, afirma Roberto C. Melo da Gerência da empresa.

de opacidade. A KMSA é reconhecida como líder internacional na medição industrial de luz, cor e forma 3D. A empresa é responsável por linhas de produtos que continuamente revolucionam a forma como a percepção visual é medida pelo mundo.

mance e sustentabilidade, desenvolveu uma nova alternativa baseada em SBC para slush molding em interiores de automóveis. Slush Molding é um processo que possibilita grande liberdade no design, além de ser usado na produção de uma grande variedade de componentes para interiores automotivos, como painéis de instrumento, acabamento de portas, consoles, capas para airbags, etc. O SBC baseado nos polímeros KratonTM para slush molding apresenta diversos benefícios com relação ao PVC, como melhores propriedades contra o envelhecimento, aprimoramento estético, melhor desempenho em baixas temperaturas, menores custos, menor peso específico, reduzindo o peso dos componentes em até 40%, reciclável e mais suave ao toque. Os produtos Kraton podem ser processados em uma variedade de aplicações industriais.

Konica Minolta

Kraton

A Kraton Polymers vai mostrar suas principais soluções e também promoverá novas aplicações para soluções já consolidadas no mercado brasileiro. Lançamentos:Tecidos Revestidos, os polímeros de alto desempenho da Kraton possibilitam alternativas inovadoras e ecológicas em relação aos tecidos revestidos de PVC e Poliuretano usados em aplicações para estofamentos, com variadas opções de cores, decoração e revestimentos. Os tecidos de estofamento produzidos com os polímeros Kraton têm os mesmos benefícios de tecidos revestidos com PVC, porém são mais leves, recicláveis e apresentam maior durabilidade. Não contêm ftalatos nem quaisquer outros plastificantes que possam migrar e degradar espumas de poliuretano. Tecidos produzidos com polímeros Kraton são ideais para aplicações em estofamentos de assentos e móveis usados em áreas de grande movimento, como também ambientes que requeiram materiais não porosos, incluindo esportes marinhos e radicais, transportes públicos, aplicações médicas e de e escritórios. Área Automotiva: A Kraton Polymers, em resposta às demandas da indústria automotiva por uma solução de maior perfor-

LGMT

Essa será a primeira vez que a Konica Minolta Sensing Americas, Inc. (KMSA), subsidiária da Konica Minolta Holdings EUA, Inc., expõe na Feiplastic, o que reforça seu compromisso de dar suporte à indústria de plástico no território brasileiro. Será exibida uma linha completa de instrumentos de medição de cores, altamente precisos, incluindo o espectrofotômetro de bancada CM-3600A, projetado para ser versátil e funcional, bem como o popular espectrofotômetro portátil CM-700d. Os dois instrumentos removem a subjetividade entre os usuários quando é preciso discernir cores, resultando em um melhor processo de controle de qualidade e menor taxa de rejeição devido a lotes de cores fora de especificação. “Os instrumentos de medição de cor são essenciais para qualquer processo de controle de qualidade de uma empresa”, diz o gerente de Vendas do Brasil, Joseph Esteves. Também será exposto o software de formulação de cores Colibri, que possibilita a criação de um banco de dados de pigmentos para ser utilizado com várias resinas, além da formulação de receitas para amostras translúcidas com controle 28 > Plástico Nordeste > Mar/Abr de 2013

Na Feiplastic 2013 a LGMT apresenta uma linha completa de perfil (médio porte) com uma extrusora mono rosca LGEX SIV Ø 90 x 26D, extrusora dupla rosca LGEX DR Ø 55 x 28D e extrusora mono rosca LGEX JOY Ø 60 x 32D. A empresa também vai expor a linha de cilindros e roscas (mono / duplo), além dos acessórios dos conjuntos de plastificação. Este ano, a LGMT completa 50 anos de atuação no setor mecânico. “Durante o transcorrer destes anos nos destacamos como fabricante de linhas de extrusão de termoplásticos, como de tubos, tubos corrugados, granulação, granulação laboratório e perfis, e também no tradicional mercado de reposição e recuperação dos conjuntos de cilindro e roscas para linhas de extrusão, injeção e sopro (Plástico / Borracha)”, acrescenta o diretor comercial da empresa, Luciano Miotto.

Mais Polímeros

Distribuidora da Braskem e Unigel e parceira da Lyondell Basell, a Mais Polímeros tem longa experiência na distribuição de resinas termoplásticas para as mais diversas aplicações. Durante a feira, a empresa reforçará sua presença nos mercados do Sudes-


te, Sul e Centro Oeste fornecendo produtos e serviços em PEAD, PEBD, PEBDL, EVA, PP HOMO, PP COPO, PP RANDOM, PS Cristal e PS Alto Impacto. Além disso destacará a recém iniciação em Compostos de PP para aplicações não automotivas da Lyondell-Basell. “O maior retorno é poder receber e atender nossos clientes, fornecedores e parceiros comerciais, num curto espaço de tempo, com a abrangência e amplitude que um evento desse porte permite em função da dinâmica e complexidade do mercado atual - global, local e competitivo”, afirma Luis Aparecido Camacho, Diretor Comercial.

Máquinas Premiata

A empresa Máquinas Premiata é especializada na fabricação de misturadores e secadores com capacidade de 25 kg a 5000 kg. Vai expor na Feiplastic um misturador secador vertical modelo PRM1000VS, versão 2013 com capacidade de secagem de 1000 kg. Conforme o diretor da companhia, Rafael Rosanelli, a forma construtiva deste equipamento e o fato de movimentar o material

durante a secagem, garantem a eficiência de aquecimento e desumidificação de materiais granulados e moídos diversos, como PE, PP, PVC, PA, PS, ABS, PET. “Apresenta um rendimento excelente e trabalha com materiais virgens, recuperados granulados e moídos e principalmente, tem um preço de venda muito competitivo”, salienta. O misturador é equipado com bateria de resistências elétricas (opcional com queimadores a gás GLP) e quadro de comando com controladores digitais de temperatura. Tem proteções mecânicas em todas as partes de contato com o eixo principal, o que aumenta a segurança do operador e isenta a necessidade de componentes elétricos, embora também possam ser instalados opcionalmente, inclusive para atendimento a NR12. “Diferencial também no sistema de fixação do motor e regulagem de correias o que aumenta consideravelmente a vida útil das mesmas e de um exclusivo sistema de mancal inferior isolado e com retentores de proteção ao rolamento”, acrescenta Rosanelli.

Miotto

A Miotto participa da feira apresentando seu Conjunto de Extrusão para Laboratório. Segundo a empresa, trata-se de uma unidade 3 em 1 compacta para produzir granulados, tubetes e fita 16x2mm utilizados nos ensaios de laboratório ou pequenas produções. Entre as características estão: fácil manuseio e operação, via IHM (Touch screen, própria para processar PVC flex., PEABD, PP, NYLON e PS; Produção de 1 à 10 kg/h em PVC flexível; Extrusora monorosca _25x25D, redutor e motor 5HP com inversor de freqüência; Painel incorporado contendo todos controles eletro-eletrônicos, incluindo o CLP e Cabeçote universal com 3 jogos de ferramentas, para produzir os produtos acima.

Moretto

A Moretto apresentará a linha completa de equipamentos, composta por dosadores volumétricos e gravimétricos, desumidificadores da linha OTX, centrais de alimentação automáticas, geladeiras, termoreguladores, entre outros produtos. Além disso, a em- >>>>

Mar/Abr de 2013 < Plástico Nordeste < 29


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EVENTO Feiplastic 2013 A Moretto apresenta na Feiplastic importantes equipamentos periféricos para o setor

posta por eixos pneumáticos, rolos curvos, castanhas pneumáticas e mancais de troca rápida. Na linha de máquinas, vai apresentar a cortadora de tubos de papelão, a rebobinadeira Magiflex 300 para PVC, extrusoras para Filme de PVC, extrusora de polietileno expandido, para produção de chapas de 0,5 até 28mm de espessura, laminadoras dubladoras para produção de chapas de polietileno expandido de até 100mm de espessura, e a laminadora Coating, para polietileno expandido com poliéster metalizado. presa vai lançar novas linhas de produção durante o evento. Filial da italiana Moretto SPA, a Moretto do Brasil se configura como uma das principais fornecedoras de equipamentos periféricos para o mercado de plástico brasileiro, atuando há mais de 15 anos no mercado nacional. Em 2013 a empresa já está operando na nova sede, em Valinhos (SP). Além da forte presença no fornecimento e instalação de periféricos para a indústria automobilística, também atua em outros segmentos. Este ano pretende utilizar a nova sede para ampliar sua atuação na área de extrusão e embalagens sopradas.

Procolor

Com experiência de 26 anos na fabricação de concentrados de cores, a Procolor Masterbatches apresenta seus Compostos para PE, PP e OS, sendo uma combinação entre polímeros e cargas minerais especiais indicada para melhorar a característica mecânica do produto que será transformado; Masterbatches Brancos, Pretos e Coloridos; Especialidades para polímeros como Nylon, Pet, Poliacetal, ABS, EVA, PU, entre outros; Aditivos adequados a cada tipo de polímero, auxiliando, protegendo, reforçando e preservando as características do produto final; e Dry-Blend, pigmentos e corantes pré-dispersos que podem ser aplicados em qualquer polímero. “Atendemos todo o território nacional, através da nossa matriz em Cotia (SP), Filial Bauru (SP) e a planta em Jaboatão 30 > Plástico Nordeste > Mar/Abr de 2013

dos Guararapes, sendo pioneira no estado de Pernambuco e também com trabalho dos nossos parceiros distribuidores e representantes”, diz a gerente nacional de vendas Vanessa Falcão.

Pronatec

A Pronatec, tradicional fabricante de máquinas e equipamentos para indústria de embalagens flexíveis, vai lançar a rebobinadeira para filme stretch RTSP-500. A máquina é destinada para rebobinar PE e PVC stretch, produção de bobinas de PE para paletização e PVC para envolver alimentos, com velocidade de 400 a 500 metros/minuto, possui alimentação, corte e troca automática, “aumentando significativamente a produtividade em comparação com as máquinas com troca manual”, salienta o gerente comercial da empresa, Henrique Pereira. Ele informa ainda que a companhia também vai expor a linha de máquinas para embalagens de proteção, como laminadora de bolhas. O grande diferencial deste equipamento, segundo a Pronatec, é que o cliente adquire duas máquinas em um único equipamento, uma laminadora de bolhas e uma laminadora a quente, que permite além produção de plástico bolha, a laminação de outros materiais como por exemplo polietileno expandido com poliéster metalizado, utilizado para isolamento térmico em telhados. A linha foi projetada para a produção de embalagens protetoras e contra impactos. A empresa também vai levar para a feira toda sua linha de equipamentos, com-

Rhodia Solvay

A Rhodia, empresa do grupo Solvay, está lançando inovações para atender necessidades de diversos segmentos de aplicações desses produtos. Na área de plásticos de engenharia, a principal novidade da empresa é o Technyl® ECO, uma aplicação criada no Brasil para o plástico de engenharia a partir de poliamida 6.6 reciclada, que é obtida por meio de um processo exclusivo de reciclagem química produzido pela Rhodia com o aproveitamento de resíduos de fios têxteis e industriais de poliamida. Durante a Feiplastic 2013, sob o slogan “60 anos de inovação”, a Rhodia inicia a comemoração da existência da marca Technyl, que se tornou reconhecida internacionalmente como uma das mais importantes linhas de produtos em plásticos de engenharia ou plásticos técnicos, cujas aplicações têm contribuído para o crescimento de diversos mercados industriais. Um dos destaques do grupo Solvay no evento serão os Specialty Polymers, área global de negócios em que a empresa dispõe de um vasto portfólio de produtos e aplicações destinados a diversos mercados de atuação. No segmento de produtos para a área de Saúde, no qual é cada vez maior o uso de polímeros especiais da empresa, em substituição ao metal, vidro e outros materiais, uma das inovações é o triângulo Bender, um dispositivo de apoio e posicionamento para cirurgia ortopédica totalmente ajustável. No segmento industrial, a novidade da Solvay é um novo grade da linha Halar®, polímero de alta performance volta-


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Marcos Curti, diretor da Rhodia: grupo vai valorizar o slogan “60 anos de inovação”

Romi

O primeiro destaque da Indústrias Romi S.A. na Feiplastic é a sopradora Automática ROMI PET 230. Equipamento que pode produzir até 2.500 frascos por hora, com até 3 litros de capacidade volumétrica, a sopradora tem como diferencial alimentação e extração automáticas. A máquina é destinada, principalmente, à fabricação de garrafas PET para as indústrias de alimentos, bebidas e produtos de higiene e limpeza. Além desse equipamento, a Romi vai apresentar seus lançamentos em máquinas para plástico em 2013.

do para o revestimentos de superfícies, visando a prevenção contra agentes corrosivos, uma solução tão ou mais eficaz, com melhor custo/benefício do que as soluções oferecidas por metais, como aço inox e outras ligas especiais.

Químicos E Plásticos

A QP distribui e representa diversas multinacionais no Brasil com foco em Plásticos de Engenharia e Alto desempenho. Já a HT Polímeros faz industrialização de Blendas Poliméricas, masterbatches (aditivos/cores/ brancos/pretos). Reforçar o bom relacionamento da QP e HT Polímeros com os atuais clientes e apresentá-las para potenciais clientes, buscando, assim, a conquista de novos investimentos e novos parceiros de confianças são os principais objetivos da empresa da Feiplastic. Conforme o diretor administrativo Ricardo Crisostomo e o diretor de tecnologia Carlos Kascharowski, durante o evento serão apresentados o PGA Kuredux®, COC Topas®, e Fibra de Carbono Kreca®. Aditivo Antimicrobiano Nanox®, HT Blend (redução de espessura em filmes e chapas), Silicone termoplástico e HT Slip permanente (Redutor de COF).

Rulli

A Rulli Standard apresenta na feira uma linha de BLOW FILM (3 camadas) e uma linha de filme rígido PP/OS. “Estaremos expondo uma linha de filme flexível de 3 camadas composta de 2 extrusoras de Ø50mm, uma de Ø2½ e uma linha de extrusora de filme rígido de Ø130mm com coextrussora de 2½, linha preparada para processar chapas de poliestireno e polipropileno com largura de 1800mm”, explica Paulo Leal, diretor do setor de vendas técnicas da empresa. Para o executivo, um evento do porte da feira coloca a indústria nacional em evidencia perante as outras nações. “Nosso objetivo é mostrar aos clientes e futuros clientes nossos produtos, claro que vislumbrando a possibilidade de realizar bons negócios no decorrer da feira”.

conhecer melhor sobre essa mudança nessa renovada linha de produtos”.

Rosciltec Refrisat

Preocupada com os clientes brasileiros e também com a sua projeção no crescente e já conhecido mercado da América do Norte e América Latina, a Refrisat leva para a Feiplastic 2013 mais uma vez inovação e mudanças para o setor de Equipamentos de Controle Térmico. “Nesta edição a empresa novidades em relação à tecnologia, com seu constantemente renovado sistema CLP com painel IHM Touch, os quais caracterizam a Refrisat como a única no setor com um laboratório de desenvolvimento deste tipo de programa para a otimização de processos industriais”, afirma o diretor Carlos Pereira. Além disso, pensando em soluções compactas e comprometendo-se com a preservação do meio ambiente e na redução do consumo de energia para a excelência no controle térmico, a empresa já tinha desenvolvido a linha Ecológica ECO”, explica. Ele salienta que, sendo uma companhia reconhecida por sempre investir em iniciativas sustentáveis, a Refrisat agora segue uma tendência da indústria e investe na linha com gases refrigerantes ecologicamente corretos em todas as suas linhas e equipamentos. Estes utilizam fluídos refrigerantes ecologicamente corretos, tais como, R-410A, R-404A, R-134A, entre outros não agressivos à camada de ozônio. A tubulação de cobre com menor quantidade de solda evita o risco de vazamento do fluído, além de possuir maior espessura, permitindo operar com maiores pressões. “Durante a Feiplastic 2013 todos terão a oportunidade de

A Rosciltec, empresa especializada na recuperação e fabricação de cilindros e roscas para maquinas injetoras, extrusoras e sopradoras, apresenta no evento ítens novos além de peças recuperadas, “para mostrar o alto padrão de qualidade de uma recuperação bem feita”, afirma o diretor comercial Diego Leão. Ele explica que durante os atendimentos será focada a importância do acompanhamento dimensional dos conjuntos plastificadores o que pode auxiliar na produção das empresas. “Nossa empresa possui clientes em todo território nacional e cada dia mais consolida seu nome no mercado, através de sua qualidade, seriedade e presença nos eventos mais expressivos que ocorrem no país. Não seria diferente no caso da Feiplastic, considerada internamente como a “Copa do Mundo” do plástico, nossa expectativa para o evento são as melhores possíveis em termos de contatos, parcerias e negócios”.

Sagec

Com mais de 30 anos de atuação, a Sagec participa pela 11ª vez da feira. Nesta edição, o diretor Paolo Lazzaro, destaca que a empresa vai apresentar um novo conceito em projetos e construção de máquinas. A Sagec expõe a sua linha de periféricos para extrusão de termoplásticos, como o secador de espaguete com batedor de fios, a peneira vibratória, o granulador e a ensacadeira semi-automática. Todos os equipamentos são destinados para as empresas de reciclagem, tingimento, masterbatches e materiais técnicos (plásticos de engenharia). “Como grande parte são recicladoras, cooperamos >>>> Mar/Abr de 2013 < Plástico Nordeste < 31


A Teck Trill apresentará um conjunto para extrusão de laminados de polipropileno

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EVENTO Feiplastic 2013

com a preservação do meio-ambiente, com a redução no consumo de energia, pois utilizamos em nossas máquinas, baixa potência para uma ótima produção (custo-benefício) além de uma melhoria constante na qualidade de peças e componentes, para maior durabilidade do equipamento, utilizando também materiais renováveis”, acrescenta Lazzaro.

Seibt

Os tradicionais produtos SEIBT terão espaço na Feiplastic apresentando as novidades, melhorias e as tendências para o mercado do plástico. Para esta edição, serão mostrados diversos equipamentos para a reciclagem de plástico pós-consumo e também pós-industrial, já conhecidos e conceituados pelo mercado, além dos tradicionais modelos de moinhos convencionais, para aplicações especiais e de baixa rotação. A linha de Trituradores Seibt, para moagens pesadas também estará exposta para apreciação dos visitantes. No intuito de oferecer soluções ao mercado, aliando produtividade, funcionalidade, facilidade de operação, qualidade e segurança, às necessidades de um mercado cada dia mais exigente, a SEIBT, oferece sua linha de produtos para Reciclagem de Plásticos. Tanque de decantação, Lavadora, Pré- Secadora e moinhos, poderão ser apreciados pelo visitante, como parte integrante dos modernos Sistemas para reciclagem.

Teck Tril

A Teck Trill Indústria e Comércio de Máquinas, com sede em São Paulo, fabrica e comercializa linhas de extrusão para laminados, perfis, granulação e tinta em pó. A empresa apresentará no evento um conjunto para extrusão de laminados de polipropileno: Extrusora EMT 130 mm; Flat Die 1.200 mm e Calandra hidráulica Ø 500 x 1.200 mm além da Conformadora de telhas de PVC. “Esperamos que a exposição da empresa para os mercados nacional e internacional, aumente nossa visibilidade com a finalidade de gerar novos negócios”, afirma o diretor Milton Yoshio Kinoshita.

Termocolor

A Termocolor estará presente na Feiplas-

32 > Plástico Nordeste > Mar/Abr de 2013

tic com sua linha completa de masterbatches, aditivos, compostos, resinas tingidas e de beneficiamento, incluindo o mais recente lançamento: os masterbatches biodegradáveis, que são produzidos a partir de aditivo orgânico e podem ser utilizados em PE (baixa, alta e media densidade), poliestireno, polipropileno. O aditivo atrai os microorganismos quando colocado em ambiente microbiado, que atua na decomposição dos produtos, transformando-o em húmus e biogás. “Os masterbatches biodegradáveis são ideais para aplicação em embalagens flexíveis, descartáveis, utilizadas nos segmentos de higiene e limpeza, entre outras”, explica Laércio Boracini, gerente técnico da Termocolor. A empresa também levará para a Feiplastic os produtos já consagrados no mercado, como os aditivos anti-UV, os masterbatches aditivados com ação antimicrobiana e os masterbatches perolizados de alta performance.

Unicor

A Unicor participa pela primeira vez com um estande independente. “Nossa presença em uma feira como a Feiplastic é estratégica tanto para consolidar a tecnologia e vantagens do tubo corrugado, quanto da tecnologia de ponta das máquinas da empresa”, afirma o Gerente de Vendas para o mercado latino-americano da Unicor, Jamil Jorge. A companhia é uma das principais fabricantes mundiais de corrugadores e equipamentos para a produção de tubos de parede simples, dupla e tripla (os chamados tubos de

parede estruturada), com elevada resistência mecânica e ao mesmo tempo reduzido peso, podendo ser fabricados em diversos tipos de termoplásticos, inclusive reciclados. Os tubos produzidos nas máquinas da Unicor são desenhados para uma variedade de aplicações, entre as principais: automotiva, médica, cabeamento elétrico e telefônico, fibra óptica, drenagem pluvial e esgoto sanitário. A empresa traz ao Brasil o último lançamento do Open House de novembro de 2012 feito na Alemanha, o corrugador UC210 para diâmetros de 32 mm d.i. até 200 mm d.e., especialmente projetado para tubos de drenagem a cabeamento subterrâneo. “O mercado de tubos de saneamento brasileiro, com a entrada de novas tecnologias e da opção de produtos como a do tubo corrugado de grande diâmetros, despertou o interesse por máquinas maiores e por esta razão estaremos destacando também o nosso corrugador UC1800 para diâmetros de 500 mm d.i. até 1800 mm d.e. , que até então era um privilégio do mercado norte americano, tradicional no uso de tubulações de parede estruturada de grandes diâmetros”, complementa.

Villares Metals

A Villares Metals, a maior produtora de aços especiais não planos de alta-liga da América Latina, estará apresentando na Feiplastic 2013 o VP ATLAS, um aço de elevada resistência mecânica e que oferece desempenho superior na produção de moldes para injeção de plásticos para as indústrias automotivas e de eletrodomésticos.


“Com a apresentação do VP ATLAS, a Villares Metals pretende aumentar o seu portfólio de produtos para ferramentais aplicados nos segmentos automotivo e de eletrodomésticos. É a certeza de que estamos atentos ao crescimento do mercado e às novas tendências da indústria automotiva, sobretudo após a oficialização do novo regime automotivo brasileiro. Dessa forma, a Villares se antecipou a essas necessidades e passa a oferecer um aço com maior resistência para moldes de injeção de plástico, com conceito patenteado e altamente inovador”, afirma, Rafael Agnelli Mesquita, Diretor de Novos Negócios & Marketing. O produto é indicado para as mais severas aplicações automotivas e de eletrodomésticos por apresentar alta resistência mecânica, por exemplo, característica essencial exigida nesses segmentos. “Este novo aço possui composição química balanceada, com patente requerida, passando por tratamento de microinclusões, o que lhe garante melhor equilíbrio e desempenho, que são vistos como vantagens competitivas em mercados tão acirrados, como o automotivo, entre outros”, destaca José Bacalhau, Engenheiro Pesquisador, responsável pelo desenvolvimento do produto.

Wittmann Battenfeld

A empresa participa da Feiplastc 2013 mostrando novidades tecnológicas para injeção de plásticos, bem como automação e equipamentos periféricos. Na área de injetoras, serão apresentadas quatro máquinas da série POWER. A primeira é a MicroPower, voltada para tecnologia de micro-injeção, um modelo de 15 ton de força de fechamento e peso máximo de injeção 3g produzirá peças para a indústria médica, com peso de 0,003g em POM, em um molde de quatro cavidades com tempo de ciclo de apenas 4 segundos. As peças são removidas por robô Wittmann e inspecionadas 100% por uma câmara integrada na célula de produção controlado pelo sistema de qualidade no comando da injetora, que garante a qualidade total das peças produzidas. A segunda máquina chama-se EcoPower. Totalmente elétrica, a EcoPower se destaca principalmente por sua alta velocidade, precisão e extrema eficiência energética.Uma EcoPower de 110 ton de força de fechamento,injetará ponteiras de dardos de 0,3g em POM em molde de 32 cavidades

fabricado pela empresa Alemã Hasco, em 8 seg. O sistema eletromagnético para abertura do canal quente do molde integrado no controle de injeção no painel da injetora, garante precisão na quantidade de material injetado. Outra EcoPower de 180 ton de força de fechamento injetará peças de 0,2 g em PP para o aplicador de insulina, em molde de 48 cavidades e tempo de ciclo de 6 seg. Com precisão e repetibilidade, o sistema de controle de qualidade integrado no comando da injetora acusa e refuga qualquer peça que estiver fora dos critérios de qualidade. A quarta máquina é a MacroPower. Esta série é voltada para peças de grande porte. Extremamente compacta permite fácil troca do molde pela grade traseira. Com o inovador sistema de travamento “QuickLock” possibilita tempos de fechamento extremamente curtos. Esta injetora produzirá caixas com molde fabricado pela ferramentaria Haidlmair da Áustria. Um robô Wittmann integrado na injetora removerá as partes e depositá-los sobre uma esteira transportadora.

Wortex

testada em Buenos Aires, que identifica os diferentes materiais e faz a separação adequada. “O equipamento separa até 1000 mil toneladas de lixo por dia, e retorna ao aterro somente material inerte da ordem de 40% do volume depositado. Este material não tem mais nenhum contaminante, evitando assim os desagradáveis efeitos de produtos como chorume e animais transmissores de doenças”, diz o diretor da Wortex. Outra novidade da empresa no evento, conforme De Filippis é o anúncio da joint-venture com o empresa italiana Amut. “Também teremos a linha de extrusoras da marca italiana Amut, para a fabricação de tubos com dupla rosca contra-rotante. A avançada tecnologia da máquina, ideal para produzir tubos PVC, PPR, entre outros, permite, com a mesma estrutura ferramental, fabricar dois tubos de 25ml até 110ml de diâmetro ao mesmo tempo. Destaque também para o cabeçote plano, aplicado nas extrusoras para produção de chapas de diversos tipos de resinas plásticas como polietileno, polipropileno e PVC”, explica o diretor. PNE

A tecnologia desenvolvida pela Wortex Máquinas com a Linha Challenger Recycler e o sistema de lavagem recentemente desenvolvido, permite o reaproveitamento de produtos plásticos pós-consumo (resíduos sólidos urbanos, RSU) de forma completa, rápida e com baixo custo de energia, operação e espaço. O equipamento vai funcionar, “ao vivo”, no estande da empresa, durante a Feiplastic 2013. “Ao contrário do que muitos pensam, o plástico é completamente sustentável. Esta uma prática reforçada pela nossa filosofia Recycling Technologies for a Sustainable Future. Ele pode ser reutilizado inúmeras vezes, é um ciclo que não tem fim”, garante Paolo De Filippis, diretor da Wortex. No estande de 360 m2, a estação de reciclagem receberá os produtos de plástico proveniente de RSU, que serão lavados na planta de lavagem da empresa, em Campinas (SP). A partir daí, esse material é triturado nos moinhos Zerma e granulados na máquina recuperadora com alimentação forçada. “Estes grãos alimentam uma extrusora de balão modelo Challenger Blow, que os transforma em bobinas de filme e, posteriormente, podem ser cortadas em sacos de lixo ou sacolas para saída de caixa. Na Feiplastic, a Wortex também exibirá um vídeo de uma máquina, apresentada e Mar/Abr de 2013 < Plástico Nordeste < 33


Bahia Petróleo e petroquímica: força no PIB

Com a previsão de investimentos em curso de R$ 90 bilhões, a economia baiana está se preparando para continuar crescendo. Além da mineração e da energia eólica, que ganharam destaque nos últimos meses, o estado está atento ao mercado de petróleo e gás, que deve ganhar uma nova perspectiva com a 11ª rodada de licitação de blocos da ANP.Isso porque estão incluída as reservas do Recôncavo e do Tucano Sul, que devem ampliar a produção. Assim, petróleo e petroquímica são responsáveis por 60% do PIB da Bahia. “Conseguimos colocar tudo da produção onshore que estava retida no leilão. A tendência é reaquecer o setor e estamos otimistas. A Bahia tem um caminho promissor”, destacou James Correia, secretário da Indústria, Comércio e Mineração do governo da Bahia. 550 novas empresas - A Petrobras vê com bons olhos a retomada da produção baiana, uma vez que o petróleo local tem alto valor agregado, sendo excelente para o refino. Outro mercado que deve voltar a ganhar fôlego é a produção de gás. Isso porque a redução da atividade industrial, no último ano, provocou a queda do setor, uma vez que não existe um sistema de estocagem. Com a previsão de chegada de quase 550 empresas à Bahia, a tendência é que a demanda volte a subir, exigindo carga máxima de produção. Simultaneamente, o setor receberá no fim do ano o estaleiro da Enseada do Paraguaçu, que já tem US$ 6 bilhões de encomendas e tem atraído uma série de empresas para o seu entorno. O estaleiro deve receber máquinas de exploração do pré-sal para manutenção. Hoje, o petróleo e a petroquímica representam dois terços do PIB da Bahia. A Bahia tem procurado atrair uma série de empresas de outros ramos. O secretário James Correia participou de um evento do setor automobilístico em São Paulo. “Vamos sair da produção de 250 mil veículos para 600 mil veículos até 2015. A indústria automobilística deve representar 12% a 14% do PIB baiano”, comentou.

Ceará Cisterna de PE em programa oficial

O Governo do Estado do Ceará, através

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FOTOS: DIVULGAÇÃO

Giro NE

da Secretaria do Desenvolvimento Agrário (SDA), inaugurou no fim de abril a primeira cisterna de polietileno (PE) do Estado, construída com recursos do Programa Água Para Todos, parceria entre o Estado e o Ministério da Integração Nacional. O evento contou com a presença do Governador Cid Gomes e do secretário do Desenvolvimento Agrário, Nelson Martins. A comunidade que vai receber o equipamento é o Sítio Saco dos Passarinhos, localizado no distrito de Palestina, em Meruoca. Além da inauguração da primeira cisterna de polietileno (foto acima), as autoridades assinaram ordem de serviço autorizando o transporte e instalação das 14.228 unidades do programa Água para Todos nos municípios. O investimento será de R$ 17,5 milhões.

Pernambuco

Solução em Suape

O governo de Pernambuco anunciou em abril a construção de um conjunto de casas para abrigar famílias que viviam dentro do Porto do Suape, principal vitrine da economia do Estado. Um contingente de 75 famílias morava praticamente ao lado do estaleiro Atlântico Sul (EAS), um dos maiores da América Latina (foto), e passaram a conviver com navios gigantes a poucos metros de suas casas. O Complexo de Suape abriga projetos bilionários, como a Refinaria Abreu e Lima, a Petroquímica Suape, estaleiros e fábricas de equipamentos eólicos, entre outros.


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Bloco de Notas Solvay tira foco de commodities

Amanco e Bidim na Agrishow

A belga Solvay e a suíça Ineos, duas das maiores indústrias químicas Europa, anunciaram acordo para unir suas divisões europeias de cloro-vinil, criando uma das maiores produtoras de PVC do mundo. O negócio deve ser assumido integralmente pela Ineos, em até seis anos, permitindo à Solvay mudar de rumo, deixando o segmento de commodities e focar-se em especialidades químicas. No Brasil, a belga tem intenção de vender sua participação na Solvay Indupa, segunda maior fabricante de PVC do País. Braskem e Mexichem são consideradas compradoras potenciais. Na América Latina, o Grupo Solvay pretende vender sua participação na Solvay Indupa, que opera fábricas de PVC no ABC paulista, em Santo André, e em Bahía Blanca, na Argentina. O processo de venda está caminhando e um anúncio poderá ser feito nos próximos meses, segundo o CEO da Solvay. A Solvay Indupa foi criada a partir das Indústrias Patagonicas (Indupa), fundada na Argentina em 1948 e com atuação nos segmentos de cloro, soda cáustica e PVC. No início da década de 1990 a companhia entrou em concordata e foi privatizada, sendo adquirida por um consórcio formado por Dow, Itochu e YPF. Em 1996, a Solvay adquiriu 51% das ações da Indupa dando origem à Solvay Indupa, com capacidade para produzir 300 mil ton/ano de PVC no complexo paulista, quase 30% da produção nacional. Já a Braskem tem capacidade para produzir 700 mil ton/qno.

Carbocloro na mira da Unipar

A Unipar negocia a compra da participação de 50% da americana Occidental na Carbocloro Indústrias Químicas, uma das maiores produtoras de cloro-soda do País, com receita anual próxima de R$ 1 bilhão. Valor do negócio: R$ 550 milhões. A participação será adquirida de uma subsidiária da Occidental Petroleum Corporation, que compartilhava o controle da Carbocloro com a Unipar. A conclusão da transação, a ser feita por meio de subsidiária da Unipar, está sujeita à aprovação do Cade. A Carbocloro é uma produtora de cloro-soda, e fornece matéria-prima para diversos segmentos da indústria brasileira, como sabões, detergentes, remédios, plásticos, comestíveis, tecidos e muitos outros, segundo seu website. Nacionalmente, a empresa tem capacidade instalada de 355 mil toneladas anuais de cloro e de 400 mil toneladas de soda cáustica.

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A Agrishow 2013 – Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação, realizada no final de abril em Ribeirão Preto (SP), contou com a participa~ção da Amanco e Bidim, marcas comerciais da Mexichem (www.mexichem.com. br), grupo líder mundial em tubos e conexões, que apresentaram opções para o setor de irrigação e drenagem. A Amanco lançou o Amanco Irrigafort, tubo de PVC desenvolvido para altas pressões, e o Amanco IrrigaCAD 2013, software (plug in) que auxilia na elaboração de projetos de irrigação, além de relançar o Amanco Engate Rápido Roscável de 2” e 3”.

Sacolas plásticas: STF arquiva ADI

Ao que parece, pelas últimas ações na justiça, o setor plástico terá que lutar muito para ter resultados positivos na polêmica das sacolas plásticas. A Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) ajuizada pela Associação Brasileira da Indústria de Material Plástico (Abiplast) no Supremo Tribunal Federal (STF), contra lei fluminense que determina a substituição de sacolas plásticas descartáveis por reutilizáveis nos comércios do Estado, sob a justificativa de proteção ao meio ambiente, foi arquivada em abril. A decisão foi tomada pelo ministro Celso de Mello, relator da ação. Ele argumentou que a Abiplast, autora do pedido, “não ostenta o perfil de entidade de classe de âmbito nacional” e, portanto, não tem legitimidade para ajuizar ADI no Supremo.


Caxirola, de PE Verde, vira polêmica

A intenção era boa, mas o caso virou polêmica mundial. A caxirola, chocalho fabricado com polietileno verde (PE), patenteado pelo cantor Carlinhos Brown para ser a sucessora da vuvuzela na Copa de 2014, estreou mal no dia do seu lançamento oficial, em 28 de abril, no Estádio da Fonte Nova, na Bahia. O instrumento produzido pela multinacional americana The Marketing Store com plástico verde de cana-de-açúcar da Braskem virou arma nas mãos dos torcedores do Bahia contra o mau desempenho dos jogadores do time. Revoltados com o segundo gol do Vitória, que venceu por 2 a 1, os torcedores baianos arremessaram em campo centenas de caxirolas. Na entrada do estádio, inaugurado oficialmente junto com a caxirola, 50 mil chocalhos foram distribuídos gratuitamente nas cores verde a amarela. Na Copa eles serão vendidos a R$ 29,90. A notícia do uso da caxirola como arma chegou ao mi-

nistro do Esporte, Aldo Rebelo, que estava no 12º Fórum de Comandatuba. Ao ser informado sobre o ocorrido com o instrumento, que recebeu as chancelas do ministério e da Fifa para ser produto oficial da Copa, Rebelo ficou sem reação. Depois de alguns segundos pensativo, limitou-se a dizer: “Não é boa notícia”. O apresentador do Fantástico, Tadeu Schimidt, criticou a atitude dos torcedores dizendo que deveriam sentir orgulho do instrumento, as respostas foram de críticas e elogios. O deputado federal Roberto Freire (PPS-SP) já sugere a proibição da caxirola. O comentarista esportivo Antero Greco, do Estadão, também comentou no twitter o que já está sendo chamado na rede social de ‘a revolta da caxirola’: “A caxirola é feita de plástico sustentável... sustenta a família de quem inventou, de quem aprovou, de quem vai vender...” Para completar a polêmica, o jornal inglês The Guardiam publicou um artigo intitulado “Caxirola: poupe-nos do som da Copa do Mundo 2014 do Brasil”. O jor-

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Foco no Verde

nal afirma que o “chocalho glorificado” de Carlinhos Brow lembra um instrumento criado na Inglaterra em 1966, que foi banido dos estádios por ser considerada uma arma nas mãos de torcedores revoltados. John Crace, autor do artigo e de um vídeo no portal do jornal, comenta: “se você achou que as vuvuzelas eram ruins, espere até ouvir a caxirola, um pedaço de plástico verde e amarelo lançado pelo Ministério do Esporte brasileiro”. PNE

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Agenda Düsseldorf (Alemanha)

3 Rios / Página 02 Artefatos / Página 37 Bülher / Página 17 Chiang / Página 29 DM Robótica / Página 13 Embala / Página 25 Eteno / Página 09 Feiplastic / Página 15 Incoe / Página 32 M&G / Página 40 Mecanofar / Página 33 Mercure / Página 37 Olifieri / Página 36 Oyster Tur / Página 21 Plastech / Páginas 18 e 19 Recyclean / Página 39 Refrisat / Página 11 Romi / Página 05 Rosciltec / Página 36 Shini / Página 23 Sinplast / Página 33

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Revista Plástico Nordeste #20