

Língua Portuguesa

Anos Iniciais do Ensino Fundamental
Juliana Valverde Viviane Anselmo
Componente curricular: Língua Portuguesa
LIVRO DO PROFESSOR
Língua Portuguesa
Juliana de Almeida Valverde
Anos Iniciais do Ensino Fundamental
Mestra em Literatura e Crítica Literária pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).
Especialista em Formação de Escritores e Especialistas em Produção de Textos Literários, na área de Educação, pelo Instituto Superior de Educação Vera Cruz (SP).
Licenciada em Letras pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).
Professora e pesquisadora em processos de criação. Editora e produtora de conteúdos didáticos.
Autora de livros didáticos de Língua Portuguesa e de livros literários.
Viviane Soares Anselmo
Mestra em Educação pela Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (FEUSP-SP).
Licenciada em Pedagogia pela Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (FEUSP-SP).
Trabalhou como professora em instituições de Educação Infantil e Ensino Fundamental.
Coordena projetos de formação continuada de professores e gestores da rede pública de ensino em todo o Brasil.
Professora no Ensino Superior, no curso de Pedagogia.
Pesquisadora da temática do brincar e das infâncias, com a publicação de diversos artigos na área.
Autora de livros didáticos de Língua Portuguesa e autora e coordenadora de materiais e percursos formativos voltados para professores e gestores escolares.
Componente curricular: Língua Portuguesa
1ª edição
Londrina, 2025
Copyright © Editora Novo Rumo, 2025.
Edição Raquel Teixeira Otsuka
Assistência editorial Ana Luiza Zambaldi, Joyce Graciele Freitas
Colaboração técnico-pedagógica Ana Larissa Gonçalves Andrade, Flaviana Ferreira de Souza
Preparação e revisão Moisés Manzano da Silva (coord.)
Gerência de produção editorial Camila Rumiko Minaki Hoshi
Supervisão de produção editorial Priscilla de Freitas Cornelsen Rosa
Assistência de produção editorial Lorena França Fernandes Pelisson
Coordenação de produção de arte Tamires Rose Azevedo
Edição de arte Tatiane Galheiro
Projeto gráfico e design Dayane Barbieri, Keithy Mostachi, Laís Garbelini
Projeto de capa Marcela Pialarissi
Ilustrações de capa Marilia Goldschmidt
Coordenação de diagramação Adenilda Alves de França Pucca - Nil
Diagramação JSDesign, Leda Cristina Silva Teodorico
Autorização de recursos João Henrique Pedrão Feliciano
Iconografia Alessandra Roberta Arias, Vinícius Costa (trat. imagens)
Objetos digitais
Gerência de produção Erick Lopes de Almeida
Roteiros Meire de F. dos Santos Sebastião
Edição de imagens Rogério Casagrande
Desenvolvimento Ohanna Schmitt Bolfe, Tatiana Tissa Kawakami
Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)
Valverde, Juliana de Almeida
Plantar língua portuguesa : 2º ano : anos iniciais do ensino fundamental / Juliana de Almeida Valverde, Viviane Soares Anselmo. -- 1. ed. -- Londrina, PR : Editora Novo Rumo, 2025.
Componente curricular: Língua portuguesa.
ISBN 978-65-5158-010-9(livro do estudante)
ISBN 978-65-5158-017-8(livro do professor)
ISBN 978-65-5158-016-1(livro do estudante HTML5)
ISBN 978-65-5158-006-2(livro do professor HTML5)
1. Língua portuguesa (Ensino fundamental) I. Anselmo, Viviane Soares. II. Título. III. Série.
25-299035.0
CDD-372.6
Índices para catálogo sistemático:
1. Língua portuguesa : Ensino fundamental 372.6
Eliete Marques da Silva - Bibliotecária - CRB-8/9380
Reprodução proibida: Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998. Todos os direitos reservados à EDITORA NOVO RUMO.
Avenida Doutor Adhemar Pereira de Barros, 1500, sala 804 - Bela Suíça - Londrina-PR CEP 86047-250 - Tel. (43) 3367-2030 contato@editoranovorumo.com.br
Em respeito ao meio ambiente, as folhas deste livro foram produzidas com fibras obtidas de árvores de florestas plantadas, com origem certificada.
Impresso no Parque Gráfico da Editora FTD CNPJ 61.186.490/0016-33
Avenida Antonio Bardella, 300 Guarulhos-SP – CEP 07220-020 Tel. (11) 3545-8600 e Fax (11) 2412-5375
APRESENTAÇÃO
Acreditamos que o aprendizado em Língua Portuguesa é essencial para que os estudantes se tornem cidadãos ativos e capazes de pensar de forma autônoma e crítica. Esta coleção foi cuidadosamente pensada para ser uma parceira nessa missão, proporcionando uma abordagem integrada e relevante.
Ao longo de cada unidade, o conteúdo se conecta diretamente com a realidade dos estudantes, valorizando o que eles já sabem e incentivando a construção de novos conhecimentos. Nessa dinâmica, o professor não é apenas um detentor do saber, mas um guia e um mediador, orientando os estudantes a serem os protagonistas de sua aprendizagem.
Para apoiar essa jornada, apresentamos este Livro do Professor. Na primeira parte dele, você encontra informações sobre a estrutura da coleção e a Reprodução do Livro do Estudante com as orientações ao professor nas laterais e nos rodapés das páginas reproduzidas, com comentários práticos para auxiliar no dia a dia em sala de aula, como orientações sobre os conteúdos das unidades, atividades extras, momentos sugeridos de avaliação, entre outros subsídios. Na segunda parte, apresentamos o Manual do Professor, onde você encontra desde a estrutura da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e fundamentos teórico-metodológicos da coleção até recursos práticos, como estratégias de avaliação diversificadas, modelos de planejamento de rotina e de sequência didática, quadro de distribuição dos conteúdos e sugestões de cronogramas que contribuem para o desenvolvimento docente.
É importante ressaltar que as sugestões podem ser adequadas de acordo com a realidade da turma e da escola. Esperamos que seja uma ferramenta útil e enriquecedora nos processos de ensino e aprendizagem, possibilitando a formação de cidadãos críticos e participativos na sociedade.
Desejamos a você um ótimo ano letivo!
SUMÁRIO
UNIDADE
UNIDADE 8 – HISTÓRIAS
COMPETÊNCIAS GERAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA ............................................IX
AS COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS...........................IX
PRÁTICAS DE LINGUAGEM, OBJETOS DE CONHECIMENTO E HABILIDADES .....................IX
OS TEMAS CONTEMPORÂNEOS TRANSVERSAIS .........................................................IX
INTEGRAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES CURRICULARES ........................ X AVALIAÇÃO ........................................................... X A AVALIAÇÃO NO CONTEXTO DA ALFABETIZAÇÃO .................................................XI
O PAPEL DO PROFESSOR E A PRÁTICA DOCENTE ................................... XVI A PRÁTICA DOCENTE NA ALFABETIZAÇÃO ....... XVI A PRÁTICA PEDAGÓGICA EM AÇÃO .................. XVIII
O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA ........... XXII
FUNDAMENTOS TEÓRICO-METODOLÓGICOS NO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA .............. XXII
QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DOS CONTEÚDOS ...........................................XXIX
SUGESTÕES DE CRONOGRAMAS ................ XXXI
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMENTADAS – LIVRO DO PROFESSOR ...... XXXI
MANUAL DO PROFESSOR
CONHEÇA A COLEÇÃO
Esta coleção é composta de dois volumes destinados aos estudantes e professores dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental. Cada volume é organizado em 8 unidades que, por sua vez, são sempre ancoradas nos campos de atuação definidos na Base Nacional Comum Curricular (BNCC) para os Anos Iniciais do Ensino Fundamental (Campo da vida cotidiana; Campo artístico-literário; Campo das práticas de estudo e pesquisa; e Campo da vida pública) e exploram as práticas de linguagens, os gêneros discursivos, os objetos de conhecimento e as habilidades a eles associados. Além disso, durante o desenvolvimento dos conteúdos, a coleção aborda os temas contemporâneos transversais, contribuindo para a formação de cidadãos críticos e atuantes na sociedade.
No volume de 1º ano, além da ancoragem nos campos de atuação referenciados, há também um diálogo com os diferentes campos de experiência propostos pela BNCC para a Educação Infantil. Tal articulação demonstra um cuidado com o momento de chegada ao Ensino Fundamental, para que algumas especificidades sejam consideradas, permitindo que a transição aconteça de forma equilibrada. Pensando nisso, além da referência aos campos de atuação, cada unidade do 1º ano dialoga também com um dos campos de experiências (O eu, o outro e o nós; Corpo, gestos e movimentos; Traços, sons, cores e formas; Escuta, fala, pensamento e imaginação; Espaços, tempos, quantidades, relações e transformações). O objetivo é que as situações didáticas vividas no 1º ano possam dar continuidade aos modos de aprender e investigar o mundo dessa etapa anterior, em um equilíbrio com as novas formas de organizar o conhecimento que serão apresentadas aos estudantes e que seguirão sendo vividas e aprofundadas nos anos seguintes.
É importante ressaltar a escolha pelo uso exclusivo da letra maiúscula de imprensa — chamada de letra bastão na obra — nos textos didáticos dos Livros do Estudante ao longo de todo o 1º ano e início do 2º ano. Essa opção busca favorecer a leitura autônoma na alfabetização inicial, com base em um traçado regular, estável e mais presente no cotidiano das crianças.
Embora os diferentes tipos de letra, como a minúscula e a cursiva, sejam apresentados desde o 1º ano em atividades específicas de reconhecimento e comparação, os textos dos Livros do Estudante permanecem, até o início do 2º ano, escritos exclusivamente em letra bastão. A abordagem adotada visa, ao mesmo tempo, a oferecer uma referência estável e a promover a familiarização progressiva com as diferentes formas gráficas, preparando-os para o uso funcional de cada uma delas em etapas posteriores. A partir da unidade 3 do 2º ano, os estudantes passam a ter contato, no livro, com textos organizados em letra maiúscula e minúscula de imprensa, logo após fazerem um trabalho sistematizado com os diferentes tipos de letra. Tais escolhas encontram respaldo na orientação de estudiosos da área, como Maria de Fatima Russo, que destaca:
O uso da letra bastão (exemplo: ALEXANDRE) no início da alfabetização facilita a discriminação visual, possibilitando relações lógicas mais adequadas, além de apresentar traçado mais simples. No entanto, aconselha-se apresentar e usar outros tipos de letras, como a cursiva (Alexandre) e a de imprensa (Alexandre). [...] O uso de letras cursivas, por sua vez, requer cuidado com o traçado, para que sejam identificas com facilidade e, no caso de serem escritas pelos alunos, reproduzidas corretamente.
RUSSO, Maria de Fatima. Alfabetização: um processo em construção. São Paulo: Saraiva, 2015. p. 71. Vale destacar também que as atividades da coleção apresentam sugestões de práticas diversas com foco especialmente em alfabetização, a serem desenvolvidas individualmente, em pequenos e grandes grupos, com a turma toda e até envolvendo outros estudantes da escola, além de atividades pontuais para serem feitas com familiares e cuidadores. Todas essas proposições têm suas intencionalidades expressas e bem delimitadas nas orientações ao professor para cada volume e são apresentadas, nos Livros do Estudante, por meio de seções e boxes. Quanto às seções e boxes em que se estruturam os Livros do Estudante para expor o trabalho de forma organizada e progressiva, cabe mencionar que todos amplamente intentam contemplar os diferentes eixos de ensino para o componente curricular de Língua Portuguesa, a saber: leitura, produção de textos, oralidade, análise linguística e semiótica. Além disso, as atividades propostas integram aspectos fundamentais para a alfabetização, como o conhecimento do alfabeto e das letras do nome próprio, o treino da escrita manual com atenção à direção e ao traçado, a distinção entre grafismos e letras, o incentivo à escrita espontânea e ao diálogo entre pares, o uso de textos que ampliam o vocabulário e a cultura infantil, o trabalho com diferentes gêneros e suportes, entre outros, promovendo uma aprendizagem significativa e compatível com a faixa etária.
Além dos volumes impressos, a coleção apresenta a versão digital do Livro do Estudante e do Livro do Professor. Esses materiais digitais apresentam recursos acessíveis, favorecendo a utilização por todos os estudantes. Os livros digitais também apresentam alguns recursos, como infográficos clicáveis, que podem ser acessados, na versão digital, por meio do sumário e de ícones indicados nas páginas dos livros.
O LIVRO DO ESTUDANTE
A seguir, apresentamos a estrutura do Livro do Estudante, explicando as características das seções e de outros elementos que compõem a coleção.
VAMOS INICIAR
Essa seção, presente no início de cada volume, tem o
objetivo de avaliar os estudantes com relação aos conhecimentos esperados para o começo do ano letivo, permitindo a você fazer uma avaliação diagnóstica da turma.
PÁGINAS
DE ABERTURA
Têm como objetivos marcar o início de cada unidade, despertar a atenção dos estudantes para o que será abordado e relacionar os conteúdos aos conhecimentos prévios e à sua realidade próxima. Apresenta imagens variadas, perguntas para serem discutidas oralmente e uma lista dos conteúdos que serão abordados ao longo do trabalho.
PALAVRAS DE BRINCAR
Propõe atividades lúdicas no início de cada unidade, funcionando como um momento de aquecimento para os estudos, por meio de jogos e brincadeiras que exploram aspectos fundamentais do processo de alfabetização. Apresenta o boxe Baú de textos, que valoriza a cultura popular por meio da ampliação do repertório de textos da tradição oral e do desenvolvimento da competência leitora em articulação com a cultura da escrita. O Abrindo o baú, que encerra o boxe, convida os estudantes a identificarem, entre três opções, uma palavra presente no texto lido, relacionando-a à imagem correspondente. Trabalha-se, assim, a correspondência palavra-objeto, por meio da articulação entre elementos visuais e verbais.
RODA DE LEITURA
Em cada unidade, essa seção propõe a leitura ou a escuta de dois textos principais de forma compartilhada ou independente, com progressão entre os volumes. A seleção contempla gêneros de todos os campos de atuação previstos pela BNCC, em linguagem verbal e não verbal, incluindo produções multissemióticas que ampliam as possibilidades de leitura e compreensão. Assumindo o texto como unidade central, a proposta integra leitura, oralidade e reflexão, considerando o contexto real de produção e circulação. A diversidade de gêneros promove o contato com diferentes elementos das culturas do escrito e incentiva a construção de sentidos em múltiplas linguagens, ao mesmo tempo que desenvolve compreensão, fluência e estratégias de leitura essenciais para o avanço na alfabetização. Dessa forma, contribui para formar leitores críticos, capazes de interpretar, oralizar e produzir textos variados com adequação aos mais diversos contextos socioculturais. Apresenta o boxe Antes de ler, com perguntas orais incentivando a conversa e o levantamento de pressuposições antecipadoras de sentido. A subseção Papo de leitor, a qual propõe questões que exploram sentidos, contexto e organização formal do gênero em foco. As atividades favorecem o reconhecimento do contexto de produção, a localização e recuperação de informações explícitas, a inferência de dados implícitos, a análise e relação de partes do texto, a articulação de elementos multissemióticos e a identificação de composição, linguagem, finalidade e tema, promovendo a compreensão global e o desenvolvimento de múltiplas estratégias, procedimentos e habilidades de leitura. O boxe Agora que já lemos encerra o trabalho propondo questões de compreensão global e de extrapolação do texto para a vida cotidiana.
É LÍNGUA, É LINGUAGEM
Nessa seção, desenvolvem-se habilidades do eixo
Análise linguística/semiótica da BNCC, que abrange conhecimentos sobre o sistema de escrita, o funcionamento da língua, a percepção de regularidades e o reconhecimento de
usos convencionais, além de aspectos textuais, discursivos e de outras semioses. As propostas, organizadas de forma progressiva, têm foco na alfabetização inicial, articulando a apropriação do sistema de escrita à compreensão leitora.
JANELAS PARA A ESCRITA
Essa seção reúne atividades de escrita e/ou leitura que ampliam a reflexão sobre o sistema de escrita alfabético e possibilitam investigar diferentes aspectos das culturas do escrito, considerando suas especificidades e usos sociais. O objetivo é favorecer o avanço no processo de alfabetização por meio de propostas de aprofundamento, retomada ou situações-problema que incentivem trocas, análises e reflexões sobre a língua. Em uma das ocorrências seção na unidade, apresenta o boxe Praticar em casa, cujo objetivo é incentivar o envolvimento de familiares e responsáveis nos estudos. O estudante é convidado a realizar a atividade com um familiar e, posteriormente, compartilhar com a turma os resultados das pesquisas, descobertas e discussões em casa, fortalecendo vínculos, valorizando saberes e ampliando o repertório coletivo.
SABERES EM FOCO
Essa seção apresenta, regularmente, dois exercícios de diagnóstico de aprendizagem — um para leitura e outro para escrita —, sempre pautados nos conteúdos essenciais para a alfabetização. Trata-se de um trabalho formativo, intencional e contínuo de acompanhamento das aprendizagens, que combina a avaliação do professor com a autoavaliação dos estudantes. Ao final de cada diagnóstico, há uma ficha de autoavaliação para que cada estudante reflita sobre seus avanços e desafios em leitura e escrita, identificando o que já domina e o que precisa aprimorar. Esse processo favorece a construção conjunta de estratégias para avançar.
HORA DE PRODUZIR
Seção dedicada a produções escritas e orais, compartilhadas ou autônomas, sempre relacionadas ao campo de atuação em foco na unidade. As propostas favorecem a reflexão e a apropriação das condições de produção de textos de diferentes gêneros, garantindo espaço para a escrita espontânea, para a escrita por meio do professor e para o exercício da troca de ideias entre os estudantes, em ambiente seguro para discutir os processos de criação e o produto entregue. No 1º ano, aparece uma vez por unidade, com propostas que, em progressão, transitam de trabalhos mais mediados pelo professor para produções em pequenos grupos ou individuais, resultando em um produto final a ser compartilhado em contextos significativos, oralmente ou por escrito. No 2º ano, ocorre duas vezes por unidade, com diversidade de gêneros e foco na produção de textos progressivamente mais extensos e adequados à faixa etária, contemplando tanto a escrita quanto a oralidade. A metodologia acompanha todo o processo: define o que produzir, para quem e como circular; orienta planejamento, escrita, revisão e compartilhamento; e propõe avaliação do produto e do processo. Produções coletivas, em dupla ou em grupo valorizam a colaboração, a interlocução respeitosa e o engajamento de todos. A avaliação final integra a avaliação formativa do professor, permitindo acompanhar percursos da alfabetização, orientar intervenções, reconhecer conquistas e incentivar avanços. Apresenta, ainda, o boxe Papo digital, que convida a produções ou pesquisas digitais, explorando o potencial
comunicativo das tecnologias para ampliar a circulação e facilitar o acesso aos trabalhos.
ABRACADABRA
Seção voltada à formação do leitor artístico-literário, objetiva valorizar textos artísticos e manifestações culturais, especialmente do campo artístico-literário, oferecendo experiências de fruição estética com textos verbais, não verbais e multissemióticos, a observação de recursos linguísticos e paralinguísticos que ampliam sentidos, o contato com textos não referenciais, a ampliação de referências artísticas e o compartilhamento de leituras. Também promove leitura expressiva e criação de textos artísticos, além de possibilitar reflexões interartes.
TIRANDO DE LETRA
Seção dedicada ao treino motor e ao conhecimento das letras do alfabeto, contemplando progressivamente os quatro tipos — maiúsculas e minúsculas, em imprensa e cursiva. A apresentação de cada letra é acompanhada da ordem e direção do traço contínuo, com atividades de leitura e escrita que favorecem a coordenação psicomotora fina. No 1º ano, o foco está na letra bastão. A subseção Letra na mão convida os estudantes a formarem a letra com materiais concretos e em Libras, de acordo com a imagem e a modelagem do professor, incentivando a percepção tátil, visual e motora, bem como a inclusão. Em Hora do traçado, há oportunidades do treino motor da letra em foco, em pontilhado e em mão livre. No 2º ano, o foco passa para a cursiva, maiúscula e minúscula, com apresentação em textos autênticos que destacam palavras com as letras estudadas. A subseção Lupa na letra incentiva a identificação da letra no texto de leitura, enquanto a Hora do traçado propõe seu treino em cursiva, também oportunizando o traçado em pontilhado e em mão livre. Em ambos os anos, as atividades são organizadas de modo a garantir a transição gradual entre os tipos de letra, associando práticas de leitura e escrita ao desenvolvimento motor e ao reconhecimento visual das formas gráficas.
LIGADO NAS LETRAS
No 1º ano, essa seção propõe atividades progressivas para que os estudantes estabeleçam correspondências entre letras escritas em diferentes tipos e aquelas estudadas no Tirando de letra da unidade. Inclui também propostas para experimentar, em pauta caligráfica, o traçado em cursiva minúscula e maiúscula das letras apresentadas em bastão, despertando, de forma lúdica, a atenção para o tipo de letra que será aprofundado no 2º ano.
LIGADO NAS PALAVRAS
No 2º ano, essa seção amplia o foco, propondo atividades para que os estudantes estabeleçam correspondências entre palavras escritas em diferentes tipos de letra e aquelas com iniciais estudadas no Tirando de letra da unidade. Também inclui exercícios de traçado em pontilhado em cursiva minúscula, reforçando a apropriação desse tipo de escrita.
AGORA NA PAUTA
Ao final de cada unidade, nos dois volumes, essa página em pauta caligráfica é dedicada ao treino das letras manuscritas estudadas, com exercícios de traçado em pontilhado e em mão livre.
É JOGO, É BRINCADEIRA
Propõe atividades lúdicas que retomam e sistematizam conteúdos centrais trabalhados, marcando o encerramento do percurso de aprendizagem de forma prazerosa. Os jogos e brincadeiras favorecem o desenvolvimento na alfabetização inicial, incentivam o encantamento e reforçam a percepção de tempo, a constituição do grupo e o sentimento de pertencimento ao coletivo.
VAMOS AVALIAR O APRENDIZADO
Seção que propicia um momento de autoavaliação e reflexão sobre o percurso de estudos realizado, favorecendo que o estudante reconheça avanços e identifique aspectos a desenvolver. Também funciona como instrumento da avaliação formativa, permitindo a você mapear necessidades e potencialidades, de forma individual e coletiva, e planejar intervenções a partir de um olhar atento e personalizado.
SAIBA MAIS
Apresenta sugestões de recursos extras, como livros, filmes e sites. Cada sugestão é acompanhada por uma breve sinopse.
VOCABULÁRIO
Apresenta o significado de termos que os estudantes podem desconhecer e que são importantes para a compreensão do texto.
COLETIVAMENTE
Explora os temas contemporâneos transversais, contribuindo para a formação cidadã dos estudantes por meio de reflexões e propostas de resoluções de problemas, de modo que eles sejam atuantes na sociedade em que vivem. É subdividida em Conhecendo o problema, Organizando as ideias e Buscando soluções para que, assim, os estudantes tenham contato com uma situação-problema, reflitam sobre ela e busquem uma solução prática. O tema contemporâneo transversal desenvolvido é identificado nas orientações ao professor
VAMOS CONCLUIR
Presente no final de cada volume, essa seção contém atividades cujo objetivo é sugerir uma avaliação somativa, de modo que você possa avaliar os estudantes quanto aos conhecimentos adquiridos durante o processo de ensino no ano letivo.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
COMENTADAS
Presente ao final do livro, apresenta referências comentadas de livros, artigos e sites que foram consultadas na elaboração do Livro do Estudante
DICA
Apresenta dicas variadas que contribuem para o aprendizado dos estudantes.
QUEM PRODUZIU?
Apresenta informações sobre quem produziu o texto ou sobre o veículo de comunicação onde ele foi veiculado.
ÍCONE DE RESPOSTA ORAL
Indica que os estudantes devem responder à atividade oralmente.
OBJETO DIGITAL
Indica que há Objeto Educacional Digital relacionado aos temas que estão sendo trabalhados e que pode ser acessado na versão digital do livro.
O LIVRO DO PROFESSOR
Este Livro do Professor é organizado em duas partes. Esta primeira parte apresenta a estrutura da coleção e a Reprodução do Livro do Estudante, que se refere à reprodução das páginas do Livro do Estudante em tamanho reduzido, com respostas e possíveis comentários para você. Nas laterais e nos rodapés dessas páginas, as orientações ao professor propõem comentários, sugestões de condução para as atividades e respostas de algumas atividades que não foram apresentadas na reprodução da página do Livro do Estudante. Essas orientações colaboram para a prática docente e seu dia a dia em sala de aula e foram elaboradas de modo a explicitar os procedimentos das aulas de forma prática e ao mesmo tempo detalhada, oferecendo suporte à prática docente.
A segunda parte, apresentada após a Reprodução do Livro do Estudante, é intitulada Manual do Professor. Ela apresenta a estrutura da BNCC, a fundamentação teórico-metodológica da coleção e aborda diversos assuntos que contribuem para o desenvolvimento docente e para o dia a dia em sala de aula. Além disso, apresenta um quadro de distribuição dos conteúdos com as habilidades da BNCC que estão sendo desenvolvidas em cada unidade e sugestões de cronogramas bimestrais, trimestrais e semestrais. Ao final dessa parte, são apresentadas as referências bibliográficas comentadas utilizadas como consulta para a produção das orientações ao professor e do Manual do Professor.
Observe a seguir como as orientações ao professor, que constam na primeira parte deste Livro do Professor, estão estruturadas.
INTRODUÇÃO
E JUSTIFICATIVA
Apresenta e justifica a proposta da unidade, explicitando a temática, o campo de atuação da BNCC contemplado, bem como sua relação com o campo de experiência da Educação Infantil, os principais conteúdos e a articulação da unidade com os temas contemporâneos transversais da BNCC.
EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM
Apresenta as expectativas de aprendizagem de cada unidade, além do que os estudantes devem estar habilitados a realizar ou saber ao final da unidade em questão.
MAPEANDO CONHECIMENTOS
Apresenta propostas de avaliação diagnóstica no início de cada unidade, para monitorar e avaliar a alfabetização da turma.
BNCC
Apresenta habilidades da BNCC que estão sendo desenvolvidos em cada conteúdo, destacando as relações entre elas e o conteúdo.
SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL
Fornece dicas para que você possa iniciar as aulas, abordar alguns conteúdos ou realizar uma avaliação diagnóstica de maneira diferente da que foi apresentada no Livro do Estudante
RESPOSTAS E ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS / ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS
Apresenta as sugestões de respostas de algumas atividades e questões indicadas no Livro do Estudante, além de comentários e explicações de caráter prático referentes às atividades.
ATIVIDADE EXTRA
Apresenta sugestões de atividades complementares que contribuem para diversificar as estratégias de aprendizagem.
ATIVIDADE EXTRA: JOGO
Apresenta sugestões de jogos que contribuem para diversificar as estratégias de aprendizagem, tendo como objetivo principal a apropriação do sistema de escrita.
AVALIANDO
Propõe avaliações formativas para que você possa acompanhar a aprendizagem dos estudantes em diferentes momentos, possibilitando, se for o caso, intervenções no ensino. Para facilitar a avaliação, esse boxe apresenta os objetivos das atividades e as sugestões de intervenção, com foco na recuperação da aprendizagem.
SONS E LETRA
Apresenta curiosidades formativas relacionadas à consciência fonêmica, oferecendo orientações sobre a relação grafema-fonema. Inclui explicações sobre os diferentes sons que uma mesma letra pode representar e sobre as variações de pronúncia quando a letra corresponde a um único som. Essas informações apoiam intervenções voltadas a estudantes que estejam formulando hipóteses no nível da letra.
LÁPIS NA MÃO
Apresenta instruções sobre a pega tripoide do lápis, sobre a posição do papel para uma pega razoavelmente confortável, além de orientações que visam desenvolver a competência da escrita fluida e legível.
ARTICULANDO CONHECIMENTOS
Destaca momentos em que é possível estabelecer relações entre componentes curriculares de diferentes áreas do conhecimento, além de orientações práticas sobre como realizar as articulações entre os conteúdos.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
Fornece sugestões de referências complementares para a prática docente, contribuindo para sua formação.
PRATICAR EM CASA
Apresenta comentários específicos sobre o boxe
Praticar em casa do Livro do Estudante
ANTES DE LER
Apresenta comentários específicos sobre o boxe
Antes de ler do Livro do Estudante
AGORA QUE JÁ LEMOS
Apresenta comentários específicos sobre o boxe
Agora que já lemos do Livro do Estudante
PAPO DIGITAL
Apresenta comentários específicos sobre o boxe Papo digital do Livro do Estudante
SAIBA MAIS
Apresenta comentários específicos sobre o boxe
Saiba mais do Livro do Estudante
COLETIVAMENTE
Nas orientações ao professor da seção Coletivamente, apresentamos os objetivos pedagógicos e as orientações sobre como desenvolver os conteúdos e as atividades da seção com os estudantes.
LIVRO DO ESTUDANTE
Língua Portuguesa
Juliana de Almeida Valverde
Anos Iniciais do Ensino Fundamental
Mestra em Literatura e Crítica Literária pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Especialista em Formação de Escritores e Especialistas em Produção de Textos Literários, na área de Educação, pelo Instituto Superior de Educação Vera Cruz (SP).
Licenciada em Letras pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Professora e pesquisadora em processos de criação. Editora e produtora de conteúdos didáticos. Autora de livros didáticos de Língua Portuguesa e de livros literários.
Viviane Soares Anselmo
Mestra em Educação pela Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (FEUSP-SP).
Licenciada em Pedagogia pela Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (FEUSP-SP). Trabalhou como professora em instituições de Educação Infantil e Ensino Fundamental. Coordena projetos de formação continuada de professores e gestores da rede pública de ensino em todo o Brasil. Professora no Ensino Superior, no curso de Pedagogia.
Pesquisadora da temática do brincar e das infâncias, com a publicação de diversos artigos na área. Autora de livros didáticos de Língua Portuguesa e autora e coordenadora de materiais e percursos formativos voltados para professores e gestores escolares.
Componente curricular: Língua Portuguesa
1ª edição Londrina, 2025
10/10/2025 09:02:54
do Livro do Estudante
Esta parte do Livro do Professor contém a Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido, com respostas das atividades e possíveis comentários para você. Além disso, nas laterais e rodapés há as orientações ao professor que servem como um guia para a prática pedagógica apresentando sugestões sobre como trabalhar as atividades, além de apresentar as respostas que não foram incluídas na reprodução das páginas. Para deixar mais evidente o sentido de leitura, em algumas páginas utilizamos as indicações e .
Copyright © Editora Novo Rumo, 2025.
Edição Raquel Teixeira Otsuka
Assistência editorial Ana Luiza Zambaldi, Joyce Graciele Freitas
Colaboração técnico-pedagógica Ana Larissa Gonçalves Andrade, Flaviana Ferreira de Souza
Preparação e revisão Moisés Manzano da Silva (coord.)
Gerência de produção editorial Camila Rumiko Minaki Hoshi
Supervisão de produção editorial Priscilla de Freitas Cornelsen Rosa
Assistência de produção editorial Lorena França Fernandes Pelisson
Coordenação de produção de arte Tamires Rose Azevedo
Edição de arte Tatiane Galheiro
Projeto gráfico e design Dayane Barbieri, Keithy Mostachi, Laís Garbelini
Projeto de capa Marcela Pialarissi
Ilustrações de capa Marilia Goldschmidt
Coordenação de diagramação Adenilda Alves de França Pucca - Nil
Diagramação JSDesign, Leda Cristina Silva Teodorico
Autorização de recursos João Henrique Pedrão Feliciano
Iconografia Alessandra Roberta Arias, Vinícius Costa (trat. imagens)
Objetos digitais
Gerência de produção Erick Lopes de Almeida
Roteiros Meire de F. dos Santos Sebastião
Edição de imagens Rogério Casagrande
Desenvolvimento Ohanna Schmitt Bolfe, Tatiana Tissa Kawakami
Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)
Valverde, Juliana de Almeida Plantar língua portuguesa : 2º ano : anos iniciais do ensino fundamental / Juliana de Almeida Valverde, Viviane Soares Anselmo. -- 1. ed. -- Londrina, PR : Editora Novo Rumo, 2025. Componente curricular: Língua portuguesa.
ISBN 978-65-5158-010-9(livro do estudante)
ISBN 978-65-5158-017-8(livro do professor)
ISBN 978-65-5158-016-1(livro do estudante HTML5)
ISBN 978-65-5158-006-2(livro do professor HTML5)
1. Língua portuguesa (Ensino fundamental) I. Anselmo, Viviane Soares. II. Título. III. Série.
CDD-372.6
25-299035.0
Índices para catálogo sistemático:
1. Língua portuguesa : Ensino fundamental 372.6
Eliete Marques da Silva - Bibliotecária - CRB-8/9380
Reprodução proibida: Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998. Todos os direitos reservados à EDITORA NOVO RUMO.
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09:03:35
APRESENTAÇÃO
CARO ESTUDANTE,
ESTE É O VOLUME 2 DO SEU LIVRO DE LÍNGUA PORTUGUESA, QUE VAI ACOMPANHAR VOCÊ DURANTE TODO O 2º ANO.
COM ELE, VOCÊ VAI JOGAR, LER, ESCREVER, CANTAR E BRINCAR COM DIFERENTES TEXTOS. NOSSA VONTADE É QUE VOCÊ APRENDA MUITO E SE DIVIRTA A CADA PÁGINA!
AO FINAL DO PERCURSO, ESPERAMOS QUE VOCÊ TENHA BOAS LEMBRANÇAS E VÁRIOS CONHECIMENTOS PARA COMPARTILHAR!
UM ABRAÇO,
CONHEÇA SEU LIVRO
A SEGUIR, VAMOS MOSTRAR COMO O SEU LIVRO ESTÁ ORGANIZADO E DE QUE JEITO ELE VAI AJUDAR VOCÊ A APRENDER E ESTUDAR MELHOR.
AS AUTORAS.
VAMOS INICIAR
BEM-VINDO AO 2º ANO! VOCÊ ESTÁ INICIANDO UMA NOVA ETAPA DE MUITAS APRENDIZAGENS! PARA QUEM AINDA NÃO CONHECE VOCÊ, QUE TAL SE APRESENTAR?
1. PARA COMEÇAR, VAMOS BRINCAR DE RODA E SABER QUEM FAZ PARTE DO 2º ANO E ENTÃO: VAMOS LÁ?
CHEGOU A HORA DE SE APRESENTAR! E NESSA RODA TODO MUNDO VAI FALAR. A BRINCADEIRA É UM TANTO DIVERTIDA: VOCÊ VAI RIMAR SEU NOME COM PALAVRA PARECIDA.
1, 2, 3: VALENDO!


ABERTURA DE UNIDADE AO OBSERVAR UMA IMAGEM E RESPONDER PERGUNTAS SOBRE ELA, VOCÊ VAI INICIAR UMA CONVERSA A RESPEITO DO QUE SERÁ ESTUDADO NA UNIDADE.
O MEU NOME É:
VAMOS INICIAR VOCÊ VAI RELEMBRAR O QUE JÁ SABE E SE PREPARAR PARA UM ANO DE MUITO APRENDIZADO.
E RIMA COM:
2. AGORA, PREENCHA OS ESPAÇOS COM MAIS INFORMAÇÕES LIGADAS AO SEU NOME.
A) UMA PALAVRA QUE COMEÇA COM A LETRA INICIAL DO SEU NOME:
B ) UMA PALAVRA QUE COMEÇA COM A ÚLTIMA LETRA DO SEU NOME:
PALAVRAS DE BRINCAR
3. PARA TERMINAR, COMPARTILHE ALGUMAS CURIOSIDADES SOBRE VOCÊ. EM CADA ITEM, ESCREVA O QUE SE PEDE.
A) APELIDO: DESIGNTOONSY/ SHUTTERSTOCK.COM
Você e seus colegas compartilharam conhecimentos e experiências musicais. Agora, que tal brincar com uma cantiga que apresenta diferentes instrumentos?
Brincando com uma cantiga
1. Para começar, leia a seguir o começo da cantiga.
PALAVRAS DE BRINCAR
UMA BRINCADEIRA COM PALAVRAS
MARCA O COMEÇO DOS ESTUDOS. NO BAÚ DE TEXTOS VOCÊ VAI BRINCAR COM TEXTOS DA TRADIÇÃO ORAL.
NOSSA ORQUESTRA! RUSANOVA SVETLANA/SHUTTERSTOCK.COM 160
2. Você já conhecia essa cantiga? Sabe como ela continua? Conte para a turma.
3. Agora, repare nas ilustrações que acompanham o trecho da letra da cantiga. Depois, complete o quadro a seguir com as palavras que nomeiam esses instrumentos e as que indicam os mesmos instrumentos em tamanho menor, conforme o exemplo. Se necessário, consulte o banco de palavras na página seguinte
Mestre André Foi na loja do mestre André que eu comprei um pianinho, Plim, plim, plim, um pianinho Ai, olé! Ai, olé! Foi na loja do mestre André! Ai, olé! Ai, olé! Foi na loja do mestre André! [...] Origem popular. Instrumentos musicais 1 piano pianinho 2 3 2. 3. 1.
10/10/2025 11:01:06
10/10/2025 10:44:02 3
A seguir, apresentamos as habilidades de Língua Portuguesa da BNCC referentes ao 2º ano do Ensino Fundamental. Elas podem ser consultadas sempre que necessário, para nortear os planejamentos de aula ou para esclarecer dúvidas a respeito das habilidades desenvolvidas em cada unidade.
(EF15LP01) Identificar a função social de textos que circulam em campos da vida social dos quais participa cotidianamente (a casa, a rua, a comunidade, a escola) e nas mídias impressa, de massa e digital, reconhecendo para que foram produzidos, onde circulam, quem os produziu e a quem se destinam.
(EF15LP02) Estabelecer expectativas em relação ao texto que vai ler (pressuposições antecipadoras dos sentidos, da forma e da função social do texto), apoiando-se em seus conhecimentos prévios sobre as condições de produção e recepção desse texto, o gênero, o suporte e o universo temático, bem como sobre saliências textuais, recursos gráficos, imagens, dados da própria obra (índice, prefácio etc.), confirmando antecipações e inferências realizadas antes e durante a leitura de textos, checando a adequação das hipóteses realizadas.
(EF15LP03) Localizar informações explícitas em textos.
(EF15LP04) Identificar o efeito de sentido produzido pelo uso de recursos expressivos gráfico-visuais em textos multissemióticos.
BARULHINHO, BARULHÃO!
RODA DE LEITURA: LETRA DE CANÇÃO
E tem mais música: agora uma letra de canção! Vamos ler e prestar atenção nos diferentes sons que aparecem no texto?
ANTES DE LER
Observe as imagens que acompanham o texto a seguir. Tente imaginar de quais barulhinhos e barulhões a letra de canção vai falar! Compartilhe com os colegas e o professor o que imaginou e explique por quê.
Barulhinho, barulhão
Por todo lado, por toda parte, tudo no mundo produz um som. Tem som fraquinho, tem som bem forte, é barulhinho, é barulhão.
RODA DE LEITURA
É LÍNGUA, É LINGUAGEM
CONSOANTES E VOGAIS
1. RELEIA A ÚLTIMA PARTE DO POEMA “LETRA MÁGICA”.
SE TROCAR, NO RATO, O R POR G TRANSFORMA-O VOCÊ (VEJA QUE PERIGO!) NO SEU PIOR INIMIGO: O GATO. FERNANDA

A) NESSE TRECHO, HÁ UMA BRINCADEIRA DE TROCAR LETRAS
É LINGUA, É LINGUAGEM
DO ALFABETO. VOCÊ SE LEMBRA DO CONJUNTO DE LETRAS QUE CHAMAMOS DE ALFABETO? PARA RELEMBRAR, RECITE COM OS COLEGAS.
Brisa suave no fim da tarde Ou garoinha com seus pinguinhos. Porta que range devagarinho É barulhinho, é barulhinho. E furadeira, e batedeira, pipoca e liquidificador.
VOCÊ TERÁ CONTATO COM DIVERSOS
TEXTOS. NO PAPO DE LEITOR, AS ATIVIDADES VÃO AJUDAR VOCÊ A REFLETIR SOBRE ELES.
No fim do ano, fogos, rojão é barulhão, é barulhão.
Quando a colher encosta no prato. No sussurro ou no cochicho. Quando eu estalo o meu dedinho É som baixinho, é barulhinho.

VOCÊ VAI ESTUDAR E APRENDER MAIS SOBRE A NOSSA LÍNGUA.
B ) CONTORNE NO ALFABETO APRESENTADO AS DUAS LETRAS MENCIONADAS NA PARTE DO POEMA QUE VOCÊ RELEU.
JANELAS PARA A ESCRITA
C ) VOCÊ JÁ OUVIU FALAR EM VOGAIS E CONSOANTES? SABE COMO AS LETRAS QUE VOCÊ CONTORNOU SÃO CHAMADAS?
ASSINALE UM X NA ALTERNATIVA CORRETA. VOGAIS. CONSOANTES.
NESTA SEÇÃO, HÁ ESPAÇO PARA LER, ESCREVER E PENSAR SOBRE ESSAS PRÁTICAS.

SABERES EM FOCO
VOGAIS E CONSOANTES E PALAVRAS DENTRO DE PALAVRAS
1. É HORA DE CONHECER MAIS UMA QUADRINHA! ESTA FALA
SOBRE A LEITURA E UM OBJETO MUITO ESPECIAL. VAMOS LÁ?
LIVRO MEU MUITO AMADO
TESOURO DO MEU SABER
FOLGAREI DE TE ENCONTRAR NO DIA EM QUE TE PERDER. ALMEIDA, LUCILA SILVA DE; BAROUKH,

A) QUAL É O OBJETO RETRATADO PELA QUADRINHA? CONTORNE, NO TEXTO, A PALAVRA QUE DÁ NOME A ELE.
SABERES EM FOCO MOMENTO PARA AVALIAR SUAS APRENDIZAGENS EM LEITURA E ESCRITA.
B ) POR QUE ESTE OBJETO É TÃO IMPORTANTE E NÃO PODE SER PERDIDO?
PORQUE ELE É AMADO E CARREGA O SABER.
PORQUE NELE HÁ MUITAS PALAVRAS.
C ) PINTE DE AZUL AS PALAVRAS DA QUADRINHA QUE COMEÇAM COM VOGAIS.
D) PINTE DE VERMELHO AS PALAVRAS DA QUADRINHA QUE COMEÇAM COM CONSOANTES.
2. DENTRO DE CADA PALAVRA A SEGUIR, QUAL OUTRA PALAVRA É POSSÍVEL ENCONTRAR? PINTE AS LETRAS QUE FORMAM A NOVA PALAVRA E DEPOIS, ESCREVA-A.
TIRANDO DE LETRA... G!
CHEGOU A VEZ DO G OBSERVE A SEGUIR A LETRA G EM
CURSIVA MAIÚSCULA E MINÚSCULA. EM SEGUIDA, ACOMPANHE A LEITURA DE UM TRAVA-LÍNGUA
QUE FALA SOBRE UM ANIMAL NOMEADO POR UMA PALAVRA QUE
COMEÇA COM ESSA LETRA.
DICA: REPARE BEM NO TEXTO ESCRITO ENQUANTO O PROFESSOR FAZ A LEITURA EM VOZ ALTA. LUPA NA LETRA CONTORNE NO TEXTO ANTERIOR A PALAVRA QUE NOMEIA UM ANIMAL QUE COMEÇA COM G TODAS AS VEZES QUE ELA APARECER.
g
TIRANDO DE LETRA... UM ESPAÇO PARA EXPLORAR AS LETRAS DO ALFABETO E SEUS DIFERENTES TRAÇADOS.
Gato escondido com rabo de fora tá mais escondido que rabo escondido com gato de fora. [...] ORIGEM POPULAR.
TANYABOSYK/SHUTTERSTOCK.COM
HORA DO TRAÇADO AGORA, VAMOS TRAÇAR O G EM CURSIVA MAIÚSCULA E MINÚSCULA? OBSERVE O EXEMPLO, QUE COMEÇA PELO PONTINHO VERMELHO E SEGUE AS SETAS, CUBRA OS PONTILHADOS E TRACE ESSA LETRA. G g G G g g
NOSSO ALFABETO É COMPOSTO DE VOGAIS E CONSOANTES AS LETRAS QUE VOCÊ CONTORNOU SÃO CHAMADAS DE CONSOANTES AS LETRAS A E I O U SÃO CHAMADAS DE VOGAIS
ABRACADABRA
Virou conto!
Você sabe o que é um idioma? E um idioma universal, como aparece no título a seguir? Leia o conto e descubra a relação dele com a música.
O idioma universal
Antes que existissem os tradutores, os homens tinham um grande problema: numa aldeia falavam o povonês; um pouco mais adiante, em outra cidade, falavam o urbanês; os homens do bosque falavam o bosquinês; e os do mar, o oceanês, e assim sucessivamente, de maneira que ninguém se entendia.
A confusão era tanta que eles passavam todo o tempo discutindo ou em guerra. Mas nem todos os homens eram tão tolos para acreditar que a única solução era brigar. Alfredo, por exemplo, queria encontrar um idioma universal para que todos se entendessem e passassem a viver em harmonia. Alfredo começou a trabalhar em seu sótão. Ninguém no povoado sabia o que ele fazia lá dentro; mas circulavam rumores de que tinha comprado madeira de cipreste com a qual estava construindo uma estranha caixa.
ABRACADABRA TRAZ TEXTOS E EXPRESSÕES ARTÍSTICAS PARA VOCÊ LER, APRECIAR E INVENTAR COM MUITA INSPIRAÇÃO.
Um dia, Alfredo foi para a rua. Levava consigo um objeto desconhecido que chamou a atenção das pessoas, e elas passaram a seguir o moço. Então, Alfredo sentou-se e começou a tocar aquele objeto, tirando dele um som doce e maravilhoso como jamais alguém tinha ouvido. Os homens se sentiram em paz ao escutá-lo e nunca mais voltaram a guerrear. O tal objeto era uma viola, e Alfredo, o inventor da linguagem universal que todos os homens entendem: a música.
MAÑERU, María. O idioma universal. In MAÑERU, María. Contos para sonhar um livro de histórias para a hora de dormir. Ilustrações originais de Susana Hoslet Barrios. Barueri: Girassol, 2014. p. 50-51. (Coleção Um País de Contos, 2). SUNWARDS/
Criar para encenar
Vamos brincar de encenar a história? Em grupos, escolham uma parte do conto, decidam quem será cada personagem e quem vai narrar a cena e ensaiem. No dia combinado, apresentem a história para os colegas ou para outros convidados e divirtam-se!
LIGADO NAS PALAVRAS
1. DE UM LADO, AS PALAVRAS ESTÃO ESCRITAS EM LETRA BASTÃO. DO OUTRO, APARECEM EM LETRA CURSIVA MINÚSCULA. LIGUE AS PALAVRAS IGUAIS.
ABELHA
BOLA
COBRA
DEDO abelha bola cobra dedo
LIGADO NAS PALAVRAS VOCÊ VAI RECONHECER E RELACIONAR PALAVRAS ESCRITAS EM DIFERENTES TIPOS DE LETRA E PRATICAR A LETRA CURSIVA.
2. AGORA, CUBRA OS PONTILHADOS E EXPERIMENTE TRAÇAR AS PALAVRAS QUE VOCÊ VIU NOS TEXTOS QUE ACOMPANHAVAM CADA LETRA DA SEÇÃO TIRANDO DE LETRA abelha abelha abelha abelha bola bola bola bola bola cobra cobra cobra cobra dedo dedo dedo dedo dedo
DICA: VOCÊ AINDA NÃO TREINOU O TRAÇADO DE TODAS AS LETRAS EM CURSIVA. TUDO BEM! ESTA ATIVIDADE SERVE PARA TESTAR ESSA NOVA ESCRITA E SE APROXIMAR MAIS DELA. AOS POUCOS, VAI FICAR CRAQUE! 42




Recriação de parte da letra de canção É hora de brincar com a canção “Barulhinho, barulhão”! O que vai produzir Com um colega, recriem uma parte da letra dessa canção, usando palavras no diminutivo e no aumentativo.
Planejar
1. O professor vai escrever na lousa a primeira parte da letra, destacando as palavras: fraquinho e forte; barulhinho e barulhão
3. Escrevam o diminutivo e o aumentativo das palavras escolhidas. Produzir Releiam a parte da letra que vocês vão recriar substituindo as palavras que o professor destacou pelas que vocês escolheram e testem cantando para definir a versão final.
HORA DE PRODUZIR VOCÊ VAI CRIAR DIFERENTES TEXTOS, FALADOS E ESCRITOS.
Compartilhar
Ensaiem e caprichem no dia da apresentação da letra criada! Avaliar Depois da apresentação, conversem sobre as questões a seguir.
1. Como ficaram as versões com as novas palavras?
2. Os diminutivos e aumentativos foram usados adequadamente?
PAPO DIGITAL
Playlist com partes recriadas da letra de canção O professor vai gravar as apresentações musicais em áudio para formar uma playlist com todas as versões produzidas pela turma.
181 10/10/2025 10:36:21
Dica: Escreva cada letra ou palavra pelo menos três vezes em cada pauta. Deixe sempre um espaço em branco entre as letras
AGORA NA PAUTA VOCÊ VAI PRATICAR A ESCRITA DE LETRAS E PALAVRAS COM EXERCÍCIOS DE TRAÇADO EM PONTILHADO E EM MÃO LIVRE.
10/10/2025 09:50:56 4
(EF15LP05) Planejar, com a ajuda do professor, o texto que será produzido, considerando a situação comunicativa, os interlocutores (quem escreve/para quem escreve); a finalidade ou o propósito (escrever para quê); a circulação (onde o texto vai circular); o suporte (qual é o portador do texto); a linguagem, organização e forma do texto e seu tema, pesquisando em meios impressos ou digitais, sempre que for preciso, informações necessárias à produção do texto, organizando em tópicos os dados e as fontes pesquisadas.
(EF15LP06) Reler e revisar o texto produzido com a ajuda do professor e a colaboração dos colegas, para corrigi-lo e aprimorá-lo, fazendo cortes, acréscimos, reformulações, correções de ortografia e pontuação.
(EF15LP07) Editar a versão final do texto, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, ilustrando, quando for o caso, em suporte adequado, manual ou digital.
10/10/2025 11:01:07
(EF15LP08) Utilizar software, inclusive programas de edição de texto, para editar e publicar os textos produzidos, explorando os recursos multissemióticos disponíveis.
(EF15LP09) Expressar-se em situações de intercâmbio oral com clareza, preocupando-se em ser compreendido pelo interlocutor e usando a palavra com tom de voz audível, boa articulação e ritmo adequado.
(EF15LP10) Escutar, com atenção, falas de professores e colegas, formulando perguntas pertinentes ao tema e solicitando esclarecimentos sempre que necessário.
HORA DE PRODUZIR
É JOGO, É BRINCADEIRA
LÍNGUA DO P VOCÊ JÁ CRIOU E IMAGINOU MUITAS COISAS UTILIZANDO LETRAS E PALAVRAS, NÃO É MESMO? QUE TAL UMA BRINCADEIRA DIFERENTE E MUITO DIVERTIDA? É HORA DA LÍNGUA DO P!
REGRAS
VAMOS AVALIAR O APRENDIZADO
1. Para relembrar os conteúdos estudados nesta unidade e avaliar seus aprendizados, pinte os quadrinhos de acordo com a legenda a seguir.
Entendi bem. Preciso rever.
História em quadrinhos.
SAIBA MAIS APRESENTA INDICAÇÕES DE LIVROS, SITES E FILMES PARA ENRIQUECER SEU APRENDIZADO.
Tipos de balão em HQs.
1. PARA SE COMUNICAR NESSA LÍNGUA, COLOQUE A LETRA P ANTES DE CADA SÍLABA DA PALAVRA QUE QUER FALAR. OBSERVE O EXEMPLO.
É JOGO, É
REGRAS A PALAVRA BRINCAR NA LÍNGUA DO P FICA: PBRIN-PCAR
Diminutivo e aumentativo.
Consoantes e vogais em sílabas.
Conto (Abracadabra).
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMENTADAS
BRINCADEIRA
2. COMECE TREINANDO COM PALAVRAS. QUANTO MAIS TREINAR, MAIS RÁPIDO VAI CONSEGUIR FALAR.
UM JOGO OU
UMA BRINCADEIRA
ENVOLVENDO ALGUM
3. AGORA, CRIE FRASES USANDO A LÍNGUA DO P OBSERVE O EXEMPLO. A FRASE: VOCÊ QUER BRINCAR? NA LÍNGUA DO P FICA ASSIM: PVO-PCÊ PQUER PBRIN-PCAR?
TEMA DE ESTUDO
4. JUNTE-SE A UM COLEGA E COMBINEM QUE, DE AGORA EM DIANTE, SÓ VALE CONVERSAR NA LÍNGUA DO P! OBSERVE SE VOCÊS ENTENDEM O QUE O OUTRO DIZ. QUANTO MAIS RÁPIDO, MAIS DIFÍCIL E ENGRAÇADA FICA A BRINCADEIRA.
VAI MARCAR O FINAL DA UNIDADE.
5. E O SEU NOME E OS DOS COLEGAS DA TURMA? COMO SERÁ QUE FICARIAM NA LÍNGUA DO P? ESCOLHA ALGUÉM PARA BRINCAR E REGISTRE AS DESCOBERTAS NO CADERNO, PARA NÃO ESQUECER.
COLETIVAMENTE
Cuidar da higiene é cuidar da saúde

VAMOS CONCLUIR
Lavar as mãos.
Palavras com C e Q Palavras com Ç Letra de canção.
(EF15LP11) Reconhecer características da conversação espontânea presencial, respeitando os turnos de fala, selecionando e utilizando, durante a conversação, formas de tratamento adequadas, de acordo com a situação e a posição do interlocutor.
VAMOS AVALIAR O APRENDIZADO
Letras: Q R S e T
MOMENTO DE RETOMAR
OS CONTEÚDOS, RELEMBRAR O QUE
2. Como foi seu percurso de aprendizagem nesta unidade? Converse com os colegas e o professor. a ) Qual desafio encontrei e como consegui lidar com ele? b ) Qual aprendizagem mais me marcou? Por quê?
ESTUDOU E PENSAR
SAIBA MAIS
Um filme emocionante!
SOBRE O QUE APRENDEU.
Essa é a história de um professor de música apaixonado por jazz que sempre sonhou em se tornar um grande músico. Quando finalmente surge a oportunidade de realizar esse sonho, um acontecimento inesperado o leva a viver uma incrível jornada. Muitas descobertas acontecerão nesse caminho! SOUL, de Pete Docter e Kemp Powers. Pixar, 2020 107 min).
COLETIVAMENTE
VOCÊ VAI PENSAR SOBRE
Conhecendo o problema 1 Você conheceu informações sobre a importância de lavar as mãos e de outros hábitos de higiene. Dentre os benefícios da boa higiene, a ONU destaca que lavar as mãos com sabão, por exemplo, ajuda a diminuir a ausência nas escolas, já que as crianças ficam menos doentes. Observe com atenção as imagens a seguir. Elas mostram algumas ações de higiene pessoal no dia a dia.
TEMAS IMPORTANTES DO

DIA A DIA, QUE AJUDAM NA FORMAÇÃO DE CIDADÃOS CRÍTICOS E PARTICIPATIVOS NA SOCIEDADE.

VAMOS CONCLUIR
CONTÉM REFERÊNCIAS DE LIVROS E DOCUMENTOS QUE FORAM CONSULTADOS PARA A ELABORAÇÃO DO SEU LIVRO.
MATERIAL COMPLEMENTAR
TRAZ RECURSOS PARA RECORTAR E USAR NAS ATIVIDADES DO LIVRO.
VOCABULÁRIO APRESENTA O SIGNIFICADO DE ALGUMAS PALAVRAS.
QUEM PRODUZIU? REÚNE INFORMAÇÕES SOBRE QUEM PRODUZIU O TEXTO.
(EF15LP12) Atribuir significado a aspectos não linguísticos (paralinguísticos) observados na fala, como direção do olhar, riso, gestos, movimentos da cabeça (de concordância ou discordância), expressão corporal, tom de voz.
(EF15LP13) Identificar finalidades da interação oral em diferentes contextos comunicativos (solicitar informações, apresentar opiniões, informar, relatar experiências etc.).
Depois de tantas aprendizagens e momentos especiais vividos no 2º ano chegou a hora de registrar um pouco do que levará para o próximo ano. Aproveite para ler este registro sempre que quiser se lembrar das muitas histórias, brincadeiras, conversas e atividades que fez durante seus estudos.

Brincadeira favorita que aprendi no 2º ano:
Cortar as unhas. Escovar os dentes. Tomar banho.
Como se brinca?

VOCÊ VAI RETOMAR ALGUMAS APRENDIZAGENS
1. Escreva o nome da brincadeira mais divertida que você aprendeu. Em seguida, anote como se brinca!
DESTE ANO E SE PREPARAR PARA O PRÓXIMO ANO.
a ) Além desses, quais outros hábitos de higiene você costuma ter na sua rotina?
b ) O que pode acontecer se não cuidarmos da nossa higiene todos os dias? Quais problemas podemos ter? Com o professor e os colegas, pesquisem e conversem sobre o assunto.
ÍCONES E DESTAQUES
PAPO DIGITAL OFERECE SUGESTÕES DE ATIVIDADES E DICAS RELACIONADAS AO MUNDO DIGITAL.
PRATICAR EM CASA PROPÕE ATIVIDADES PARA REALIZAR EM CASA COM A FAMÍLIA E DEPOIS COMPARTILHAR COM A TURMA NA CLASSE.
(EF15LP14) Construir o sentido de histórias em quadrinhos e tirinhas, relacionando imagens e palavras e interpretando recursos gráficos (tipos de balões, de letras, onomatopeias).
2. Ao longo do ano, você brincou com diferentes textos da tradição oral, como os trava-línguas. Será que você está craque em falar bem rápido, sem tropeçar? Experimente ler e brincar com o texto a seguir.
OBJETOS DIGITAIS
RESPOSTA ORAL
MOSTRA QUE A ATIVIDADE DEVE SER FEITA ORALMENTE.
DICA
Origem popular. Não tem truque, troque o trinco, traga o troco e tire o trapo do prato. Tire o trinco, não tem truque, troque o troco e traga o trapo do prato.
TRAZ UMA DICA QUE CONTRIBUI PARA O SEU APRENDIZADO.
INDICA QUE A VERSÃO DIGITAL DO LIVRO TRAZ UM INFOGRÁFICO CLICÁVEL LIGADO AO CONTEÚDO ESTUDADO.
Os sites indicados neste livro podem mostrar imagens e textos diferentes dos que foram pensados para o seu estudo. Isso acontece porque o conteúdo disponível on-line pode ser alterado com o tempo e variar conforme o histórico de pesquisa do usuário. Por isso, não temos como controlar as imagens e textos que aparecem em tais sites
5
(EF15LP15) Reconhecer que os textos literários fazem parte do mundo do imaginário e apresentam uma dimensão lúdica, de encantamento, valorizando-os, em sua diversidade cultural, como patrimônio artístico da humanidade.
(EF15LP16) Ler e compreender, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor e, mais tarde, de maneira autônoma, textos narrativos de maior porte
como contos (populares, de fadas, acumulativos, de assombração etc.) e crônicas.
(EF15LP17) Apreciar poemas visuais e concretos, observando efeitos de sentido criados pelo formato do texto na página, distribuição e diagramação das letras, pelas ilustrações e por outros efeitos visuais.
(EF15LP18) Relacionar texto com ilustrações e outros recursos gráficos.
(EF15LP19) Recontar oralmente, com e sem apoio de imagem, textos literários lidos pelo professor.
(EF12LP01) Ler palavras novas com precisão na decodificação, no caso de palavras de uso frequente, ler globalmente, por memorização.
10/10/2025 11:01:08
(EF12LP02) Buscar, selecionar e ler, com a mediação do professor (leitura compartilhada), textos que circulam em meios impressos ou digitais, de acordo com as necessidades e interesses.
(EF12LP03) Copiar textos breves, mantendo suas características e voltando para o texto sempre que tiver dúvidas sobre sua distribuição gráfica, espaçamento entre as palavras, escrita das palavras e pontuação.
(EF12LP04) Ler e compreender, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor ou já com certa autonomia, listas, agendas, calendários, avisos, convites, receitas, instruções de montagem (digitais ou impressos), dentre outros gêneros do campo da vida cotidiana, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto e relacionando sua forma de organização à sua finalidade.
(EF12LP05) Planejar e produzir, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, (re)contagens de histórias, poemas e outros textos versificados (letras de canção, quadrinhas, cordel), poemas visuais, tiras e histórias em quadrinhos, dentre outros gêneros do campo artístico-literário, considerando a situação comunicativa e a finalidade do texto.
(EF12LP06) Planejar e produzir, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, recados, avisos, convites, receitas, instruções de montagem, dentre outros gêneros do campo da vida cotidiana, que possam ser repassados oralmente por meio de ferramentas digitais, em áudio ou vídeo, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto/finalidade do texto.
(EF12LP07) Identificar e (re)produzir, em cantiga, quadras, quadrinhas, parlendas, trava-línguas e canções, rimas, aliterações, assonâncias, o ritmo de fala relacionado ao ritmo e à melodia das músicas e seus efeitos de sentido.
(EF12LP08) Ler e compreender, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, fotolegendas em notícias, manchetes e lides em notícias, álbum de fotos digital noticioso e notícias curtas para público infantil, dentre outros gêneros do campo jornalístico,
UNIDADE
PALAVRAS EM JOGO, POESIA EM CENA 14
PALAVRAS DE BRINCAR 14
RODA DE LEITURA: POEMA 16 É LÍNGUA, É LINGUAGEM 20
CONSOANTES E VOGAIS 20
JANELAS PARA A ESCRITA 22 BRINCANDO COM AS LETRAS
UNIDADE VAI COMEÇAR O PIQUENIQUE! ..........................46 2
PREPARANDO A CESTA 48
PALAVRAS
EM SÍLABAS 54
REMOVENDO E SUBSTITUINDO SÍLABAS PARA CRIAR NOVAS PALAVRAS 56 HORA DE PRODUZIR 57 LISTA: O QUE LEVAR PARA O PIQUENIQUE?
considerando a situação comunicativa e o tema/ assunto do texto.
(EF12LP09) Ler e compreender, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, slogans, anúncios publicitários e textos de campanhas de conscientização destinados ao público infantil, dentre outros gêneros do campo publicitário, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto.
(EF12LP10) Ler e compreender, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, cartazes, avisos, folhetos, regras e regulamentos que organizam a vida na comunidade escolar, dentre outros gêneros do campo da atuação ci-
dadã, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto.
(EF12LP11) Escrever, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, fotolegendas em notícias, manchetes e lides em notícias, álbum de fotos digital noticioso e notícias curtas para público infantil, digitais ou impressos, dentre outros gêneros do campo jornalístico, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto.
HORA DE SE CUIDAR! ............. 80 3
XÔ, SUJEIRA! 82
PALAVRAS DE BRINCAR 82
RODA DE LEITURA: TEXTO DE CAMPANHA DE CONSCIENTIZAÇÃO 83 É LÍNGUA, É LINGUAGEM 88
DIFERENTES TIPOS DE LETRA 88
LETRA DE IMPRENSA:
MAIÚSCULAS E MINÚSCULAS 89
LETRA CURSIVA: MAIÚSCULAS E MINÚSCULAS 91
JANELAS PARA A ESCRITA 93
SOM NASAL: TIL (~) 93
SOM NASAL: M E N 95
HORA DE PRODUZIR 96
CAMPANHA DE CONSCIENTIZAÇÃO DA TURMA 96 DE ESCOVA NA MÃO 98
RODA DE LEITURA: CARTILHA EDUCATIVA 98 É LÍNGUA, É LINGUAGEM 104
OS DIFERENTES TIPOS DE LETRA E SEUS USOS 104
JANELAS PARA A ESCRITA 106
PALAVRAS COM T E D 106
SABERES EM FOCO • SOM NASAL E PALAVRAS COM T E D 108
HORA DE PRODUZIR 110
APRESENTAÇÃO ORAL COM DEMONSTRAÇÃO: DICAS PARA ESCOVAR BEM OS DENTES 110
ABRACADABRA • VIROU TIRINHA! 112
TIRANDO DE LETRA... I ! 114
TIRANDO DE LETRA... J ! 115
TIRANDO DE LETRA... K! 116
TIRANDO DE LETRA... L! 117
LIGADO NAS PALAVRAS 118
AGORA NA PAUTA 119 É JOGO, É BRINCADEIRA • TRILETRAS 120
VAMOS AVALIAR O APRENDIZADO 121 SAIBA MAIS 121
(EF12LP17) Ler e compreender, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, enunciados de tarefas escolares, diagramas, curiosidades, pequenos relatos de experimentos, entrevistas, verbetes de enciclopédia infantil, entre outros gêneros do campo investigativo, considerando a situação comunicativa e o tema/ assunto do texto.
(EF12LP18) Apreciar poemas e outros textos versificados, observando rimas, sonoridades, jogos de palavras, reconhecendo seu pertencimento ao mundo imaginário e sua dimensão de encantamento, jogo e fruição.
(EF12LP19) Reconhecer, em textos versificados,
LAVE AS MÃOS!
124
PALAVRAS DE BRINCAR 124
RODA DE LEITURA: REGISTRO DE EXPERIMENTO 126 É LÍNGUA, É LINGUAGEM 131 COMO ORGANIZAR AS INFORMAÇÕES DE UMA PESQUISA? 131
JANELAS PARA A ESCRITA 133
EXPLORANDO PALAVRAS COM SOM NASAL: TIL ( ), M E N 133
HORA DE PRODUZIR 135
REGISTRO DE RESULTADO DE EXPERIMENTO 135
ABRACADABRA • VIROU CHARGE! 137
HIGIENE É SAÚDE: VOCÊ SABIA? 138
RODA DE LEITURA: CURIOSIDADES 138 É LÍNGUA, É LINGUAGEM 142 COMO SÃO ORGANIZADAS AS CURIOSIDADES? 142
JANELAS PARA A ESCRITA 143
PALAVRAS COM F E V 143
SABERES EM FOCO • EXPLORANDO
PALAVRAS COM SOM NASAL E PALAVRAS COM F E V 145
HORA DE PRODUZIR 147
CARTAZ COM CURIOSIDADES SOBRE HIGIENE CORPORAL 147
TIRANDO DE LETRA... M ! 148
TIRANDO DE LETRA... N ! 149
TIRANDO DE LETRA... O! 150
TIRANDO DE LETRA... P! 151
LIGADO NAS PALAVRAS 152
AGORA NA PAUTA 153 É JOGO, É BRINCADEIRA • MÍMICA DOS HÁBITOS DE HIGIENE 154
VAMOS AVALIAR O APRENDIZADO 155
SAIBA MAIS 155
COLETIVAMENTE • CUIDAR DA HIGIENE É CUIDAR DA SAÚDE 156 7
10/10/2025 09:11:48
rimas, sonoridades, jogos de palavras, palavras, expressões, comparações, relacionando-as com sensações e associações.
(EF02LP01) Utilizar, ao produzir o texto, grafia correta de palavras conhecidas ou com estruturas silábicas já dominadas, letras maiúsculas em início de frases e em substantivos próprios, segmentação entre as palavras, ponto final, ponto de interrogação e ponto de exclamação. (EF02LP02) Segmentar palavras em sílabas e remover e substituir sílabas iniciais, mediais ou finais para criar novas palavras.
(EF12LP12) Escrever, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, slogans, anúncios publicitários e textos de campanhas de conscientização destinados ao público infantil, dentre outros gêneros do campo publicitário, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto/ finalidade do texto.
(EF12LP13) Planejar, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, slogans e peça de campanha de conscientização destinada ao público infantil que possam ser repassados oralmente por meio de ferramentas digitais, em áudio ou vídeo, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto/finalidade do texto.
(EF12LP14) Identificar e reproduzir, em fotolegendas de notícias, álbum de fotos digital noticioso, cartas de leitor (revista infantil), digitais ou impressos, a formatação e diagramação específica de cada um desses gêneros, inclusive em suas versões orais.
(EF12LP15) Identificar a forma de composição de slogans publicitários.
(EF12LP16) Identificar e reproduzir, em anúncios publicitários e textos de campanhas de conscientização destinados ao público infantil (orais e escritos, digitais ou impressos), a formatação e diagramação específica de cada um desses gêneros, inclusive o uso de imagens.
(EF02LP03) Ler e escrever palavras com correspondências regulares diretas entre letras e fonemas (f, v, t, d, p, b) e correspondências regulares contextuais (c e q; e e o, em posição átona em final de palavra).
(EF02LP04) Ler e escrever corretamente palavras com sílabas CV, V, CVC, CCV, identificando que existem vogais em todas as sílabas.
(EF02LP05) Ler e escrever corretamente palavras com marcas de nasalidade (til, m, n).
(EF02LP06) Perceber o princípio acrofônico que opera nos nomes das letras do alfabeto.
(EF02LP07) Escrever palavras, frases, textos curtos nas formas imprensa e cursiva.
(EF02LP08) Segmentar corretamente as palavras ao escrever frases e textos.
(EF02LP09) Usar adequadamente ponto final, ponto de interrogação e ponto de exclamação.
(EF02LP10) Identificar sinônimos de palavras de texto lido, determinando a diferença de sentido entre eles, e formar antônimos de palavras encontradas em texto lido pelo acréscimo do prefixo de negação in-/im-.
(EF02LP11) Formar o aumentativo e o diminutivo de palavras com os sufixos -ão e -inho/-zinho.
(EF02LP12) Ler e compreender com certa autonomia cantigas, letras de canção, dentre outros gêneros do campo da vida cotidiana, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto e relacionando sua forma de organização à sua finalidade.
(EF02LP13) Planejar e produzir bilhetes e cartas, em meio impresso e/ou digital, dentre outros gêneros do campo da vida cotidiana, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto/finalidade do texto.
(EF02LP14) Planejar e pro-
UNIDADE
NOSSA ORQUESTRA! 160
PALAVRAS DE BRINCAR 160
RODA DE LEITURA: HISTÓRIA EM QUADRINHOS (HQ) 162 É LÍNGUA, É LINGUAGEM 166 TIPOS DE BALÃO EM HQS 166
JANELAS PARA A ESCRITA 167
PALAVRAS COM C E Q 167
PALAVRAS COM Ç 168
HORA DE PRODUZIR 169
LIVRO COM HISTÓRIAS EM QUADRINHOS DA TURMA 169
BARULHINHO, BARULHÃO! 170
RODA DE LEITURA: LETRA DE CANÇÃO 170 É LÍNGUA, É LINGUAGEM 174 DIMINUTIVO E AUMENTATIVO 174
JANELAS PARA A ESCRITA 176 CONSOANTES E VOGAIS EM SÍLABAS 176
SABERES EM FOCO • PALAVRAS COM C E Q E CONSOANTES E VOGAIS EM SÍLABAS 178
HORA DE PRODUZIR 180 RECRIAÇÃO DE PARTE DA LETRA DE CANÇÃO 180
ABRACADABRA • VIROU CONTO! 181
TIRANDO DE LETRA... Q ! 182
TIRANDO DE LETRA... R ! 183
TIRANDO DE LETRA... S ! 184
TIRANDO DE LETRA... T ! 185
LIGADO NAS PALAVRAS 186
AGORA NA PAUTA 187 É JOGO, É BRINCADEIRA • COLEÇÃO DE PALAVRAS 188
VAMOS AVALIAR O APRENDIZADO
UNIDADE
duzir pequenos relatos de observação de processos, de fatos, de experiências pessoais, mantendo as características do gênero, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto.
(EF02LP15) Cantar cantigas e canções, obedecendo ao ritmo e à melodia.
(EF02LP16) Identificar e reproduzir, em bilhetes, recados, avisos, cartas, e-mails, receitas (modo de fazer), relatos (digitais ou impressos), a formatação e diagramação específica de cada um desses gêneros.
(EF02LP17) Identificar e reproduzir, em relatos de experiências pessoais, a sequência dos fatos,
DE LETRAS 197
JANELAS PARA A ESCRITA 199 PALAVRAS COM RR E SS 199 HORA DE PRODUZIR 201 AVISO: VACINAÇÃO CONTRA A RAIVA! 201
EXTRA, EXTRA: NOVOS
207 PALAVRAS COM CH , LH , NH 207
SABERES EM FOCO • PALAVRAS COM R E RR E PALAVRAS COM CH, LH, NH 208 HORA DE PRODUZIR
JORNAL DE NOTÍCIAS FALADAS DA TURMA 210 ABRACADABRA • VIROU
DE PALAVRAS
AVALIAR O APRENDIZADO
UNIDADE
MUNDO ANIMAL ................... 222 7
DE BRINCAR
RODA DE LEITURA: VERBETE
LÍNGUA, É LINGUAGEM 229 SINÔNIMOS E ANTÔNIMOS
utilizando expressões que marquem a passagem do tempo (“antes”, “depois”, “ontem”, “hoje”, “amanhã”, “outro dia”, “antigamente”, “há muito tempo” etc.), e o nível de informatividade necessário.
(EF02LP18) Planejar e produzir cartazes e folhetos para divulgar eventos da escola ou da comunidade, utilizando linguagem persuasiva e elementos textuais e visuais (tamanho da letra, leiaute, imagens) adequados ao gênero, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto.
JANELAS PARA A ESCRITA 231
PALAVRAS COM GUE E GUI 231
HORA DE PRODUZIR 232
LIVRO INFORMATIVO COM VERBETES DA TURMA 232
BICHOS DA TERRA 234
RODA DE LEITURA: FICHA
INFORMATIVA 234 É LÍNGUA, É LINGUAGEM 237
A ORGANIZAÇÃO NAS FICHAS INFORMATIVAS 237
JANELAS PARA A ESCRITA 238
PALAVRAS QUE TERMINAM COM E E O 238
SABERES EM FOCO • PALAVRAS COM GUE E GUI E PALAVRAS QUE TERMINAM COM E E O 240
HORA DE PRODUZIR 242
VÍDEO INFORMATIVO: BICHOS DA ÁGUA 242
ABRACADABRA • VIROU CORDEL! 244
TIRANDO DE LETRA... Y ! 246
TIRANDO DE LETRA... Z ! 247
LIGADO NAS PALAVRAS 248
AGORA NA PAUTA 249 É JOGO, É BRINCADEIRA • JOGO DA FAUNA BRASILEIRA 250
VAMOS AVALIAR O APRENDIZADO 251
SAIBA MAIS 251
UNIDADE
HISTÓRIAS PARA LEMBRAR E RELEMBRAR .....252 8
MEMÓRIAS DE ANTIGAMENTE 254
PALAVRAS DE BRINCAR 254
RODA DE LEITURA: CONTO 255 É LÍNGUA, É LINGUAGEM 259
SINAIS DE PONTUAÇÃO 259
JANELAS PARA A ESCRITA 262
LETRA INICIAL MAIÚSCULA 262
HORA DE PRODUZIR 263
REESCRITA DE FINAL DE CONTO 263
professor, relatos de experimentos, registros de observação, entrevistas, dentre outros gêneros do campo investigativo, que possam ser repassados oralmente por meio de ferramentas digitais, em áudio ou vídeo, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto/finalidade do texto.
(EF02LP25) Identificar e reproduzir, em relatos de experimentos, entrevistas, verbetes de enciclopédia infantil, digitais ou impressos, a formatação e diagramação específica de cada um desses gêneros, inclusive em suas versões orais.
(EF02LP26) Ler e compreender, com certa autonomia, textos literários, de gêneros variados, de-
MEMÓRIAS DE INVENTAR 264
RODA DE LEITURA: CARTA 264 É LÍNGUA, É LINGUAGEM 268
MARCADORES TEMPORAIS 268
JANELAS PARA A ESCRITA 270
EXPLORANDO MARCADORES TEMPORAIS 270
SABERES EM FOCO • LETRA INICIAL MAIÚSCULA E MARCADORES TEMPORAIS 271
HORA DE PRODUZIR 272 CARTA PARA PERSONAGEM 272
ABRACADABRA • VIROU POEMA! 273
TIRANDO DE LETRA... DE A A Z ! 274
AGORA NA PAUTA 276 É JOGO, É BRINCADEIRA • JOGO ACUMULATIVO 278
VAMOS AVALIAR O APRENDIZADO 279
SAIBA MAIS 279
COLETIVAMENTE • RESPEITAR E VALORIZAR AS PESSOAS IDOSAS 280
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMENTADAS 284 MATERIAL COMPLEMENTAR 285
OBJETOS DIGITAIS
UNIDADE 2 • INFOGRÁFICO CLICÁVEL: RECEITA DE CUPCAKE 58
UNIDADE 3 • INFOGRÁFICO CLICÁVEL: CARTAZ DE CAMPANHA 96
UNIDADE 4 • INFOGRÁFICO CLICÁVEL: DICAS DE HIGIENE PESSOAL 138
UNIDADE 5 • INFOGRÁFICO CLICÁVEL: COMO É UMA ORQUESTRA? 162
UNIDADE 6 • INFOGRÁFICO CLICÁVEL: CUIDADOS COM OS ANIMAIS DOMÉSTICOS 194 UNIDADE 7 • INFOGRÁFICO CLICÁVEL: CONHECENDO OS ANIMAIS DA AMAZÔNIA! 226
(EF02LP19) Planejar e produzir, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, notícias curtas para público infantil, para compor jornal falado que possa ser repassado oralmente ou em meio digital, em áudio ou vídeo, dentre outros gêneros do campo jornalístico, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto.
(EF02LP20) Reconhecer a função de textos utilizados para apresentar informações coletadas em atividades de pesquisa (enquetes, pequenas entrevistas, registros de experimentações).
(EF02LP21) Explorar, com a mediação do professor, textos informativos de diferentes ambientes digitais de pesquisa, conhecendo suas possibilidades.
(EF02LP22) Planejar e produzir, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, pequenos relatos de experimentos, entrevistas, verbetes de enciclopédia infantil, dentre outros gêneros do campo investigativo, digitais ou impressos, considerando a situação comunicativa e o tema/ assunto/finalidade do texto.
(EF02LP23) Planejar e produzir, com certa autonomia, pequenos registros de observação de resultados de pesquisa, coerentes com um tema investigado.
9
senvolvendo o gosto pela leitura.
10/10/2025 09:11:49
(EF02LP27) Reescrever textos narrativos literários lidos pelo professor.
(EF02LP28) Reconhecer o conflito gerador de uma narrativa ficcional e sua resolução, além de palavras, expressões e frases que caracterizam personagens e ambientes.
(EF02LP29) Observar, em poemas visuais, o formato do texto na página, as ilustrações e outros efeitos visuais.
(EF02LP24) Planejar e produzir, em colaboração com os colegas e com a ajuda do
Orientações didáticas
• As atividades desta seção podem representar um ponto de partida para uma avaliação diagnóstica inicial dos estudantes, compondo, juntamente com outros registros produzidos pela turma, um material que apoie a identificação do que eles chegam ao 2º ano sabendo, considerando diferentes aspectos sobre a apropriação do sistema alfabético e os usos sociais da escrita.
• A situação sugerida para este momento é uma apresentação de cada estudante, considerando as possíveis novas configurações da turma neste início do ano letivo. Partindo da intenção de contar sobre si aos colegas, eles poderão escrever e pensar sobre a escrita em uma situação contextualizada e significativa.
• Recomenda-se o registro das observações feitas e a organização das informações coletadas por meio de diferentes recursos, como cadernos, pautas, gravadores, planilhas, entre outros, de acordo com cada realidade.
• Possibilite aos estudantes que façam seus registros do jeito que souberem, sem recorrer a cópias: a escrita espontânea é fundamental para compreender as hipóteses que estão construindo sobre o sistema de escrita e acompanhar seu desenvolvimento.
• Na atividade 1, explique que será feita uma brincadeira de roda para que todos se apresentem com base na sugestão do livro. Para isso, cada estudante deverá pensar previamente na palavra que rima com seu nome e registrar no espaço indicado. Se achar pertinente, retome coletivamente o que é a rima, com foco na exploração da rima final das palavras.
• Observe se os estudantes escrevem com facilidade o próprio nome e como escolhem e registram a palavra
VAMOS INICIAR
BEM-VINDO AO 2 º ANO!
VOCÊ ESTÁ INICIANDO UMA NOVA ETAPA DE MUITAS APRENDIZAGENS! PARA QUEM AINDA NÃO CONHECE VOCÊ, QUE TAL SE APRESENTAR?
1. PARA COMEÇAR, VAMOS BRINCAR DE RODA E SABER QUEM FAZ PARTE DO 2º ANO E ENTÃO: VAMOS LÁ?
CHEGOU A HORA DE SE APRESENTAR! E NESSA RODA TODO MUNDO VAI FALAR. A BRINCADEIRA É UM TANTO DIVERTIDA: VOCÊ VAI RIMAR SEU NOME COM PALAVRA PARECIDA. 1, 2, 3: VALENDO!
Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor.
O MEU NOME É:
E RIMA COM: .
2. AGORA, PREENCHA OS ESPAÇOS COM MAIS INFORMAÇÕES LIGADAS AO SEU NOME.
Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor
A ) UMA PALAVRA QUE COMEÇA COM A LETRA
INICIAL DO SEU NOME:
B ) UMA PALAVRA QUE COMEÇA COM A ÚLTIMA
LETRA DO SEU NOME:
3. PARA TERMINAR, COMPARTILHE ALGUMAS CURIOSIDADES
SOBRE VOCÊ. EM CADA ITEM, ESCREVA O QUE SE PEDE.
Respostas pessoais.
A ) APELIDO:
que rima com ele. Verifique se percebem a semelhança sonora no final das palavras.
• A atividade 2 possibilita avaliar alguns aspectos da construção de conhecimentos sobre as letras do alfabeto, partindo do nome do estudante, que é uma referência estável com que ele tem contato desde a Educação Infantil. Observe em que se apoiam para escolher e registrar as palavras: se falam em voz alta, se retomam palavras conhecidas de memória e que já sabem que começa igual, se procuram referências escritas na sala de aula, entre outras possibilidades.
B ) FILME OU DESENHO PREFERIDO:
C ) DOIS NOMES DE PESSOAS QUE MORAM COM VOCÊ:
D) NOMES DE DOIS PERSONAGENS DE HISTÓRIAS DE QUE VOCÊ GOSTA:
E ) FINALIZE COM UM DESENHO QUE REPRESENTE BEM QUEM VOCÊ É. SE QUISER, FAÇA UMA LEGENDA PARA ACOMPANHAR O DESENHO TAMBÉM.
estudantes. A avaliação diagnóstica deve ser complementada com outros instrumentos, que ofereçam evidências adicionais e confirmem as conclusões obtidas nesta análise inicial. O acompanhamento regular e contínuo ao longo do ano integra o processo de avaliação formativa, tanto das aprendizagens quanto das condições de ensino. Para isso, organize um meio de registro — como um caderno, uma pasta física ou virtual — e vá reunindo evidências sobre os
avanços e as reflexões de cada estudante em relação ao sistema de escrita. Esse material será um recurso valioso para planejar intervenções mais adequadas às necessidades da turma. Além disso, não se trata apenas de identificar em que momento conceitual do processo de alfabetização cada estudante se encontra, mas de utilizar as anotações como base para definir estratégias que favoreçam a reflexão e a progressão considerando o que já sabem.
• Os itens da atividade 3 desafiam os estudantes a escreverem por si mesmos e são uma oportunidade de acompanhar, tanto no resultado do registro como no processo, o que estão pensando sobre o sistema de escrita. É importante que possam indicar oralmente o que quiseram registrar em cada resposta, especialmente quando não escrevem convencionalmente, já que essa informação é fundamental para que a produção seja analisada. Destaque essa intenção do estudante em seus registros e procure focar a análise em tudo o que ele já demonstra saber. Observe como fazem correspondência entre oral e escrito; se representam uma sílaba por letra e se, nesse caso, a escolha das letras tem pertinência com relação ao som.
• Consulte os níveis de conceitualização da escrita indicados no Manual do Professor deste Livro do Professor e faça um mapeamento dos estudantes. Considere estas atividades e outros registros produzidos pela turma.
• As propostas com desenhos, como a do último item da atividade 3, permitem conhecer os estudantes em sua individualidade e observar aspectos como coordenação motora, uso de materiais, concentração e intencionalidade.
• É importante destacar que esta seção constitui uma primeira aproximação aos conhecimentos prévios dos
INTRODUÇÃO E
JUSTIFICATIVA
Esta unidade pretende levar os estudantes a explorarem de forma lúdica elementos estudados no ano anterior: as letras e as palavras. Com foco no Campo artístico-literário e considerando a dimensão de encantamento e a apreciação de textos com rimas e sonoridade, serão apresentados três textos que refletem tanto a riqueza do universo imaginário quanto os conhecimentos sobre o sistema alfabético construídos no 1º ano.
Entre as propostas das atividades, estão: identificar palavras dentro de outras, diferenciar vogais e consoantes, formar novas palavras a partir de trocas de letras.
As produções são relacionadas ao tema da unidade, com uma apresentação oral de brincadeiras com letras e a criação de um grande painel com os nomes dos estudantes.
As atividades propostas favorecem o trabalho com os temas contemporâneos transversais Diversidade cultural e Educação para valorização do multiculturalismo nas matrizes históricas e culturais brasileiras
Expectativas de aprendizagem
Ao final da unidade, espera-se que os estudantes sejam capazes de:
• ler e apreciar poemas e observar texto, formatação e ilustração, além de rimas, sonoridade e jogos de palavras, identificando sua dimensão de encantamento, jogo e fruição.
• identificar vogais e consoantes na leitura e na escrita de palavras.
• explorar o conceito de sílaba e começar a assimilar que há vogais em todas as sílabas.
• reconhecer, em jogos de palavras, expressões e comparações, relacionando-as com sensações e associações.
LETRAS, PALAVRAS... POEMAS! 1

• expressar-se em situações de intercâmbio oral, compartilhando brincadeiras criadas com o uso de letras.
• identificar, na leitura, palavras novas dentro de outras palavras.
• explorar o nome próprio por meio de jogos de palavras.
Mapeando conhecimentos
Retome o trabalho com nomes próprios e aproveite as possíveis mudanças na configuração da turma e as propostas de boas-vindas para promover rodas de conversa sobre o assunto. Utilize materiais como tarjetas separa-
ILUSTRAÇÃO DO LIVRO COMO COMEÇA?, DE SILVANA TAVANO E ELMA. SÃO PAULO: CALLIS, 2009. P. 12-13.
das, lista de nomes, prisma com o nome de cada um, entre outros. Os nomes dos estudantes podem ser ponto de partida para conversas sobre as letras (“Quais são os nomes que começam com a mesma letra? Que letra é essa?”) e sobre a formação de outras palavras (“Se eu tampar esta parte final do nome do MARCELO, que palavra é possível identificar?”). Registre suas observações sobre o envolvimento da turma e os conhecimentos prévios dos conteúdos que serão trabalhados na unidade, a fim de acompanhar como será a trajetória da turma no processo de alfabetização.
CONTEÚDOS DESTA UNIDADE
• QUADRINHA (PALAVRAS DE BRINCAR);
• POEMA;
• CONSOANTES E VOGAIS;
• BRINCANDO COM AS LETRAS;
• APRESENTAÇÃO ORAL DE ADIVINHAS DAS LETRAS SECRETAS (HORA DE PRODUZIR);
• PALAVRAS DENTRO DE NOMES;
• BRINCANDO COM AS PARTES DAS PALAVRAS;
• JOGO DE PALAVRAS (ABRACADABRA);
• PAINEL COM NOMES DA TURMA (HORA DE PRODUZIR);
• LETRAS A, B, C E D (TIRANDO DE LETRA);
• LÍNGUA DO P (É JOGO, É BRINCADEIRA).
OBSERVE A IMAGEM E RESPONDA ÀS QUESTÕES.
Respostas e comentários nas orientações ao professor
DESCREVA, COM SUAS PALAVRAS, O QUE VOCÊ IDENTIFICA NA CENA.
SERÁ QUE OS PÁSSAROS SAEM MESMO DE LIVROS? EM
SUA OPINIÃO, O QUE MAIS PODE “SAIR” DE UM LIVRO, ALÉM DE LETRAS E PALAVRAS?
VOCÊ JÁ LEU ALGUM LIVRO QUE DEU ASAS À SUA IMAGINAÇÃO, FAZENDO NASCER IDEIAS, PERSONAGENS, SONS, SENSAÇÕES? QUAIS DESCOBERTAS VOCÊ FEZ ENQUANTO LIA? CONTE COMO FOI ESSA EXPERIÊNCIA.

com a turma o que mais pode “voar” de um livro: ideias, histórias, personagens e até mundos inteiros. O importante é provocar a curiosidade e a sensibilidade dos estudantes para que percebam como a leitura desperta emoções e transforma a realidade ao redor. Essa conversa inicial funciona como um aquecimento para os poemas da unidade, que brincam com a linguagem ao trocar letras para formar novas palavras ou descobrir palavras escondidas em outras. A imagem, ao sugerir que algo escapa do livro e ganha vida, abre espaço para que compreendam a poesia como um campo de possibilidades, com
10/10/2025 09:21:13
imaginação e jogo de palavras se inscrevendo no mundo do imaginário e da fruição. Assim, são levados a valorizar o poema em sua diversidade cultural e como patrimônio artístico da humanidade (EF15LP15).
3. Espera-se que os estudantes relatem experiências de leitura marcantes, em que usaram a imaginação e criaram histórias, personagens, cenários ou sons, reconhecendo o poder transformador da leitura. É possível que mencionem também textos poéticos, destacando o gosto pela leitura (EF02LP26).
BNCC
Além das habilidades destacadas junto às orientações (EF02LP26, EF15LP15), ao investigarem a imagem, os estudantes podem antecipar sentidos e propósitos com base em conhecimentos prévios e pistas visuais (EF15LP02) e, ao responderem oralmente às questões, mobilizar habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10, EF15LP11).
Respostas e orientações didáticas
1. Instigue os estudantes a descreveram livremente a cena, na qual há uma menina segurando um livro aberto, do qual saem pássaros que ganham o céu. As cores quentes ao fundo podem sugerir um ambiente de sonho, fantasia e imaginação. Ao lado dela, há um pequeno animal que observa a cena, como se compartilhasse do encantamento. Incentive-os a usar frases completas e vocabulário variado, nomeando cores, movimentos e sentimentos. Faça perguntas como: “O que a menina está fazendo com o livro aberto nas mãos?”; “Será que ela está lendo ou inventando uma história?”. Essa troca favorece o desenvolvimento da linguagem oral e provoca o olhar para o universo da poesia. 2. Espera-se que conversem livremente, destacando que palavras e poemas podem ganhar vida e se transformar em imagens, sons, sensações e sentimentos. Explore
BNCC
Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF02LP01 , EF02LP02 , EF02LP12 , EF12LP01 , EF12LP03 , EF12LP07 , EF12LP17), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10 , EF15LP11 , EF15LP13).
Orientações didáticas
• A proposta desta seção é que os estudantes possam explorar, de maneira lúdica, textos de diferentes gêneros da tradição oral. Dessa forma, poderão ampliar seus repertórios ou retomar textos conhecidos de memória, além de exercitarem a leitura e a escrita em um contexto favorável para a alfabetização (EF12LP01, EF02LP01).
• Os textos da tradição oral são marcados por estruturas previsíveis, ritmo, rimas e repetições que contribuem para uma aproximação significativa das diferentes relações presentes em nossa língua, ainda mais quando há a possibilidade de exploração também do texto escrito (EF12LP07).
• A cada unidade, um gênero da tradição oral será contemplado nesta seção, neste volume, e os estudantes serão convidados a brincar com as palavras de cada texto, enquanto leem e escrevem por si mesmos e com a ajuda dos colegas e do professor.
• Faça a leitura da quadrinha considerando o ritmo e a entonação. Se achar pertinente, proponha à turma que também leia em voz alta, com o objetivo de se apropriarem do ritmo (EF02LP12).
• Verifique se todos entenderam a proposta de criar um final para o texto (EF12LP17), mostrando na lousa uma possibilidade e apresentando o banco de versos como referência.
PALAVRAS EM JOGO, POESIA EM CENA
PALAVRAS DE BRINCAR
VOCÊ E SEUS COLEGAS CONVERSARAM SOBRE O QUE
PODEMOS ENCONTRAR NOS LIVROS E COMO ESSAS COISAS DESPERTAM NOSSA IMAGINAÇÃO.
AGORA, VAMOS CONHECER E BRINCAR COM UMA
QUADRINHA SOBRE ALGO MUITO IMPORTANTE PARA QUE AS HISTÓRIAS SEJAM ESCRITAS: A LETRA!
SIGA OS PASSOS E BOA DIVERSÃO!
BRINCANDO COM UMA QUADRINHA
1. LEIA COM ATENÇÃO A QUADRINHA A SEGUIR.
EU GOSTO DA LETRA A POR ELA TENHO PAIXÃO
COM ELA POSSO ESCREVER AMIGO DO CORAÇÃO.
ROCHA, RUTH. CANÇÕES, PARLENDAS, QUADRINHAS PARA CRIANÇAS NOVINHAS SÃO PAULO: SALAMANDRA, 2013. P. 35.

2. É HORA DE CRIAR UM NOVO FIM PARA ESSA QUADRINHA!
PARA ISSO:
• ESCOLHA UMA PALAVRA QUE COMECE COM A LETRA A;
• LEMBRE-SE DE MANTER O RITMO E A RIMA COM A PALAVRA PAIXÃO;
• COMPLETE O ÚLTIMO VERSO COM SUAS IDEIAS, USANDO A CRIATIVIDADE!
• Os estudantes podem criar ou copiar um verso para completar o texto. Se inventarem, oriente-os a manter a mesma métrica, em redondilha maior (sete sílabas poéticas, contadas até a última tônica), ritmo já familiar das quadrinhas (EF02LP02). Nesse caso, peça que leiam o texto em voz alta para verificarem se o verso “se encaixa” no ritmo e, se necessário, façam ajustes.
• Aproveite para verificar aspectos importantes sobre a escrita, mesmo que os estudantes ainda
DICA: SE PRECISAR DE INSPIRAÇÃO, CONSULTE O BANCO DE VERSOS AO FINAL DA ATIVIDADE.
não escrevam convencionalmente, como a grafia correta de termos conhecidos e a segmentação entre as palavras (EF02LP01, EF02LP02).
• Se copiarem um dos versos prontos, peça que leiam antes as opções do quadro. Acompanhe se mantêm as características do texto e incentive-os a reler sempre que tiverem dúvidas sobre a escrita das palavras (EF12LP03).
BANCO DE VERSOS
ANEL QUE CABE NA MÃO
ANIMAL DE ESTIMAÇÃO
AVÔ DO MEU CORAÇÃO
EU GOSTO DA LETRA A POR ELA TENHO PAIXÃO
COM ELA POSSO ESCREVER
AVE NO CÉU DO SERTÃO
ATUM QUE VIRA SALMÃO
ARARA QUE VIRA LEÃO
Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor
3. COMPARTILHE SUA VERSÃO DA QUADRINHA COM A TURMA. EXPERIMENTE RECITAR DE MEMÓRIA.
Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor
BAÚ DE TEXTOS
LEIA MAIS UMA QUADRINHA PARA RECITAR E BRINCAR COM O PROFESSOR E OS COLEGAS!
FUI ESCREVER NA AREIA COM A MARÉ TODA VAZIA. A MARÉ ENCHEU E LEVOU
TUDO QUE A PENA ESCREVIA.
ORIGEM POPULAR.
ABRINDO O BAÚ!
DICA: ELA APARECEU NA QUADRINHA QUE VOCÊ LEU NESTE BAÚ!
Resposta: PENA.
PINTE A PALAVRA QUE NOMEIA ESTA IMAGEM. PENEIRA PENA PANELA
a ampliar o repertório da turma e a propiciar momentos de fruição e brincadeira.
• Neste volume, espera-se que os estudantes tenham cada vez mais autonomia na leitura dos textos, partindo da leitura incidental dos exemplares que trouxerem de memória, para servirem como suporte para leituras mais autônomas, e que se interessem por descobrirem qual será a surpresa apresentada pelo baú, ao final da brincadeira. Procure retomar esse propósito antes de fazer a leitura da nova quadrinha.

• A consulta ao banco de versos é um exercício potente de leitura que pode ser proposto de diferentes formas, a depender das necessidades dos estudantes (EF12LP01).
• Uma variação possível, que pode ser feita de maneira coletiva, é a escrita de duas ou três opções de versos na lousa para localizar algum que seja ditado por você: “Eu gostaria de finalizar minha quadrinha com o verso AVE NO CÉU DO SERTÃO. Onde vocês acham que está escrito isso – aqui (apontando para AVÔ DO MEU CORAÇÃO) ou aqui (apontando para AVE NO CÉU DO SERTÃO)?. E como vocês fizeram para saber disso?”. A semelhança entre o início das primeiras palavras pode ser um bom disparador de reflexões na busca pelo verso procurado, porque exige que os estudantes olhem para além das letras iniciais.
• Para variar os desafios entre os diferentes níveis de conceitualização da escrita dos estudantes, é possível fazer uso das dicas do banco de versos de diferentes formas: sem ele, com apenas alguns versos ou como está na atividade. É importante que os estudantes se sintam desafiados, mas que sejam capazes de criarem ou escolherem um verso com autonomia, além de registrá-lo.
• No Baú de textos, os estudantes encontrarão a indicação de mais um texto da tradição oral do mesmo gênero trabalhado, visando
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• No Abrindo o baú, eles poderão trabalhar, de modo sistemático, recorrente e com progressiva complexidade, a correlação palavra-objeto, relacionando elementos visuais e verbais. Assim, por meio das atividades propostas e discussões coletivas, poderão desenvolver habilidades relacionadas à leitura de palavras já exploradas oralmente (EF12LP01).
BNCC
Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF02LP26 , EF12LP01 , EF12LP02 , EF12LP05 , EF12LP18 , EF12LP19 , EF15LP01 , EF15LP02 , EF15LP04 , EF15LP12 , EF15LP15 , EF15LP18 , EF15LP19), os estudantes serão levados a desenvolver habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10, EF15LP11, EF15LP13).
SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL
Depois da leitura do texto introdutório da seção, converse com a turma sobre o gênero poema, valorizando os conhecimentos prévios. Selecione – em antologias poéticas como Poemas que escolhi para crianças, organizado por Ruth Rocha (2013), e Antologia ilustrada da poesia brasileira: para crianças de qualquer idade, organizado por Adriana Calcanhotto (2014), ou em obras clássicas, como Ou isto ou aquilo, de Cecília Meirelles (2014) – um poema curto para transcrever na lousa e ler para os estudantes. Pautando-se nele, destaque características do gênero, como a organização em versos e, se for o caso, estrofes, o uso de rimas, ritmo e jogos de palavras. Provoque a reflexão: será que esse jeito de escrever ajuda a imaginar coisas novas ou inesperadas? Finalize retomando o texto introdutório, mostrando que o poema que lerão trabalha justamente com essa “mágica” da linguagem, em que a troca de letras cria novos sentidos e desperta a imaginação (EF12LP02, EF12LP18 , EF12LP19 , EF15LP01, EF15LP15).
Orientações didáticas
Os poemas são textos artísticos que podem ser organizados em versos e estrofes e criam sonori-
RODA DE LEITURA: POEMA
VOCÊ JÁ PERCEBEU QUE AS IMAGENS E AS PALAVRAS QUE
APARECEM EM TEXTOS PODEM GANHAR NOVOS SENTIDOS COM A NOSSA IMAGINAÇÃO? A IMAGINAÇÃO É QUASE COMO UMA MÁGICA, QUE TRANSFORMA AS COISAS E DÁ VIDA AO QUE LEMOS.
A SEGUIR, VAMOS CONHECER UM POEMA EM QUE A MÁGICA
ACONTECE QUANDO UMA LETRA É TROCADA. ASSIM, SURGE UMA NOVA PALAVRA, UMA NOVA IMAGEM, UM NOVO SOM, UM NOVO SIGNIFICADO, UMA NOVA SENSAÇÃO!
VAMOS DESCOBRIR JUNTOS COMO TUDO ACONTECE?
ANTES DE LER
LEIA O TÍTULO DO POEMA E OBSERVE A ILUSTRAÇÃO QUE
ACOMPANHA O TEXTO. DEPOIS, RESPONDA ORALMENTE ÀS QUESTÕES A SEGUIR.
Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor.
1. O QUE VOCÊ ESPERA ENCONTRAR NO POEMA? O QUE AJUDOU VOCÊ A IMAGINAR ISSO?
2. COMO VOCÊ ACHA QUE A TROCA DE LETRAS PODE MUDAR OS PERSONAGENS QUE APARECEM NA ILUSTRAÇÃO? CONVERSE COM OS COLEGAS E O PROFESSOR.

dades por meio de rimas, métrica, aliterações e assonâncias. Muitas vezes exploram também a materialidade da palavra, provocando deslocamentos na lógica da comunicação e abrindo espaço para novas interpretações e associações, cuja finalidade, para além da livre fruição do próprio texto, é emocionar, sensibilizar e convidar o leitor a refletir sobre diferentes temas da vida.
ANTES DE LER
1. Abra espaço para que os estudantes conversem livremente e compartilhem suas associa-
ções. Tanto o título do poema quanto o texto introdutório da seção podem remeter à ideia de transformação, de uma coisa virando outra. A ilustração também pode sugerir que o poema envolve possíveis transformações (EF15LP02, EF15LP04, EF15LP18).
2. Espera-se que os estudantes compreendam que a troca de letras pode alterar o sentido das palavras. No contexto do poema, que explora o jogo de palavras e a dimensão do encantamento, essa troca pode transformar os personagens, como fazer um gato virar um rato (EF15LP15).
LETRA MÁGICA
QUE PODE FAZER VOCÊ
PARA O ELEFANTE
TÃO DESELEGANTE
FICAR ELEGANTE?
ORA, TROQUE O F POR G!
MAS SE TROCAR, NO RATO, O R POR G
TRANSFORMA-O VOCÊ
(VEJA QUE PERIGO!)
NO SEU PIOR INIMIGO: O GATO.

PAES, JOSÉ PAULO. LETRA MÁGICA. IN: PAES, JOSÉ PAULO. POEMAS PARA BRINCAR ILUSTRAÇÕES ORIGINAIS DE LUIZ MAIA. SÃO PAULO: ÁTICA, 2011. P. 11.
QUEM PRODUZIU?
JOSÉ PAULO PAES NASCEU EM TAQUARITINGA, NO INTERIOR DE SÃO PAULO, EM 1926. FOI POETA, TRADUTOR E PENSADOR DA LITERATURA. AUTOR DE DIVERSOS LIVROS, ELE PUBLICOU MUITAS OBRAS PARA CRIANÇAS E JOVENS E FALECEU EM 1998.
• Após a leitura, pergunte aos estudantes se gostaram do texto, abrindo espaço para que avaliem as hipóteses de leitura feitas no Antes de ler. Promova uma conversa tanto sobre o momento de levantamento de expectativas, para que compartilhem os procedimentos de inferência utilizados, quanto sobre as impressões que tiveram do texto (EF15LP02).
AVALIANDO
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Aproveite a leitura como momento de diagnóstico, observando como os estudantes leem, se com precisão na decodificação, no caso de palavras de uso mais frequentes, se globalmente ou por memorização (EF12LP01). Esses registros contribuem para a avaliação formativa, ajudando a planejar intervenções ao longo do ano e a desenvolver as habilidades esperadas no 2º ano.
Orientações didáticas
• Nesta seção, os estudantes vão apreciar um poema, observando jogos de palavras e a dimensão lúdica do texto. Dessa forma, serão levados a perceber como o jogo sonoro cria sentidos e possibilita imaginar transformações inusitadas (como um rato virar gato), próprias do universo poético. Aproveite o momento para envolver a turma, estimulando o gosto pela leitura e a compreensão da poesia como experiência de fruição estética (EF12LP18, EF02LP26).
• Antes de apresentar o texto aos estudantes, leia-o, experimentando entonações, vozes e ritmos, além de recursos de expressão corporal. Em seguida, faça a leitura expressiva, incorporando os aspectos ensaiados na preparação (EF15LP12).
• Enquanto lê, mostre o texto aos estudantes, passando o dedo sob as palavras lidas, aproveitando para destacar a direcionalidade e o sentido da leitura, a fim de retomar uma habilidade importante que se espera que eles tenham desenvolvido no 1º ano: a de reconhecer que os textos devem ser lidos e escritos da esquerda para a direita e de cima para baixo na página (EF12LP18, EF02LP26).
• Proponha que declamem, com ou sem apoio de imagens, o poema que ouviram. É possível que essa declamação seja feita em uníssono ou por alguns estudantes, em todo o texto ou em partes dele (EF12LP05, EF15LP19).
BNCC
Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF02LP06 , EF02LP26 , EF12LP18 , EF12LP19 , EF15LP01 , EF15LP02 , EF15LP03 , EF15LP12 , EF15LP15, EF15LP18), os estudantes serão levados a desenvolver habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10 , EF15LP11 , EF15LP13).
PAPO DE LEITOR
1. ANTES DA LEITURA, VOCÊ CONSIDEROU O TÍTULO E A ILUSTRAÇÃO DO POEMA PARA IMAGINAR O QUE ENCONTRARIA NO TEXTO. SUA IDEIA SE CONFIRMOU? CONVERSE COM OS COLEGAS.
Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor
2. DE ACORDO COM O TEXTO, RESPONDA ÀS PERGUNTAS A SEGUIR.
A ) QUAL É A MÁGICA QUE ACONTECE QUANDO, NA PALAVRA ELEFANTE, TROCARMOS A LETRA F PELA G? MARQUE UM X NA RESPOSTA CERTA.
Resposta: O ELEFANTE VIRA ELEGANTE
O DESELEGANTE VIRA ELEGANTE.
O ELEFANTE VIRA ELEGANTE
O ELEGANTE VIRA DESELEGANTE
B ) O QUE É POSSÍVEL FAZER PARA QUE RATO VIRE GATO?
BASTA APAGAR A LETRA R DO COMEÇO DA PALAVRA RATO.
Resposta: BASTA TROCAR A LETRA R INICIAL DA PALAVRA RATO POR G
BASTA TROCAR A LETRA R INICIAL DA PALAVRA RATO POR G
BASTA FAZER UM RABO MAIOR NO DESENHO DO RATO.
C ) SE TROCARMOS O R INICIAL DA PALAVRA RATO POR G, QUEM FICA EM PERIGO? POR QUÊ? CONVERSE COM OS COLEGAS E O PROFESSOR.

2. C) Resposta: O rato fica em perigo, pois o gato é seu “pior inimigo”.
Respostas e orientações didáticas
1. Reserve um tempo para que os estudantes compartilhem as hipóteses levantadas antes da leitura, validando-as ou revendo-as. Convide-os a explicitar como chegaram às inferências partindo do título e da ilustração, trabalhando expectativas antes, durante e depois da leitura para formar leitores ativos (EF15LP02, EF15LP18).
2. Convide os estudantes a observarem a troca de letras nas palavras e os novos sentidos criados, destacando o caráter lúdico desse recurso. Ressalte que o poema é espaço de criatividade e invenção, o que favorece a imaginação e o gosto pela leitura (EF02LP26). Aproveite para verificar se reconhecem os fonemas e sua representação por letras, habilidade já trabalhada no 1º ano, e proponha intervenções contextualizadas para a construção do sistema alfabético por meio das trocas observadas.
3. EM VOZ ALTA, RELEIA ESTA PARTE DO POEMA, PRESTANDO ATENÇÃO NAS RIMAS.
3. A) Resposta: Espera-se que os estudantes pintem com a cor escolhida as palavras deselegante e elegante
QUE PODE FAZER VOCÊ
PARA O ELEFANTE
TÃO DESELEGANTE
FICAR ELEGANTE?
A ) PINTE AS PALAVRAS QUE RIMAM COM ELEFANTE
B ) PODEMOS DIZER QUE A RIMA AJUDA A DEIXAR OS POEMAS:
CONFUSOS E DIFÍCEIS DE FALAR.
SONOROS, OU SEJA, GOSTOSOS DE FALAR E OUVIR.
Resposta: SONOROS, OU SEJA, GOSTOSOS DE FALAR E OUVIR.
4. CADA LINHA DE UM POEMA SE CHAMA VERSO, E CADA GRUPO DE VERSOS É UMA ESTROFE. COM A AJUDA DO PROFESSOR, VOLTE AO POEMA LETRA MÁGICA E RESPONDA:
A ) QUANTOS VERSOS HÁ NELE?
B ) E QUANTAS ESTROFES?
Resposta: 11 versos.
Resposta: 2 estrofes.
OS POEMAS PODEM SER ORGANIZADOS EM VERSOS E ESTROFES MUITAS VEZES, APRESENTAM RIMAS E RITMO PARA CRIAR UMA SONORIDADE ESPECIAL. ELES PODEM SENSIBILIZAR O LEITOR, INCENTIVANDO A REFLEXÃO E A IMAGINAÇÃO.
2. Resposta pessoal. Possíveis respostas: Janela pode virar
canela, panela etc.; tia pode se tornar dia, Lia, mia, pia etc.; mola pode se transformar em bola, cola, gola, Lola etc.; sala pode virar bala, fala, gala, mala etc.
AGORA QUE JÁ
LEMOS
RESPONDA ORALMENTE ÀS QUESTÕES A SEGUIR.
1. POR QUE VOCÊ ACHA QUE O AUTOR ESCOLHEU O TÍTULO LETRA MÁGICA PARA O POEMA?
2. TROQUE AS LETRAS INICIAIS DE ALGUMAS PALAVRAS, TRANSFORMADO UMA COISA EM OUTRA! COMECE COM ESTAS PALAVRAS: JANELA, TIA, MOLA, SALA.
1. Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes indiquem que, no poema, a troca de letras é o que possibilita a transformação “mágica”: o elefante vira elegante, e o rato se torna gato.
ATIVIDADE EXTRA
Para ampliar a atividade 3, peça-lhes que falem em voz alta o nome da letra G (“guê” ou “gê”) e pergunte se ele rima com alguma palavra do trecho. Espera-se que reconheçam a rima com você. Explore o princípio acrofônico, destacando que o nome da letra contém o som que ela representa (EF02LP06).
AGORA QUE JÁ LEMOS
1. Retome com os estudantes a ideia central do poema e destaque como a troca de letras cria novos sentidos e reforça o caráter imaginativo, lúdico e encantador da literatura (EF12LP18). Volte ao título para consolidar a relação entre forma e efeito de sentido, ressaltando que os textos literários pertencem ao mundo do imaginário e constituem patrimônio artístico da humanidade (EF15LP15).
3. Peça aos estudantes que leiam o texto em voz alta e de forma expressiva, considerando modulação de voz, entonação, ritmo, altura, intensidade, gestualidade significativa e expressão facial (EF15LP12). Trabalhe a percepção das rimas como semelhanças sonoras no final das palavras. Assim, eles desenvolvem a consciência fonológica, ampliam o vocabulário e consolidam a noção de rimas finais (EF12LP18, EF12LP19). No item a, verifique como localizam informações explícitas (EF15LP03). No item b, conversem sobre a importância da rima para a sonoridade do texto.
4. Retomem a composição do poema para que percebam a importância de seus recursos e sua organização para os efeitos de sentido (EF15LP01). Reforce que cada linha é um verso, e o conjunto de versos forma a estrofe. Identificar rimas, sonoridades, jogos de palavras, expressões e comparações os levam a relacioná-los ao mundo imaginário e à sua dimensão de encantamento, jogo e fruição (EF12LP18, EF12LP19). Mostre que a sonoridade, com recursos de entonação, ritmo e gestualidade, torna o poema mais expressivo (EF15LP12).
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2. Encoraje a criatividade, a consciência fonológica e o enriquecimento do vocabulário ao propor que façam novas trocas (EF02LP07). Registre algumas dessas palavras na lousa e peça-lhes que as leiam, evidenciando as mudanças de letras e os novos significados criados (EF12LP01). Por fim, organizem um mural das “Trocas Mágicas da Turma”: cada estudante anota na cartolina um dos pares de palavras da lousa (EF12LP03) e faz um desenho que represente a transformação.
BNCC
Além das habilidades listadas nas orientações ( EF02LP04 , EF02LP06 , EF12LP01, EF12LP17), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade ( EF15LP09 , EF15LP10 , EF15LP11, EF15LP13).
SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL
Antes de iniciar as atividades desta seção, proponha uma retomada coletiva do alfabeto. Convide os estudantes a recitarem-no em voz alta, apoiando-se em um material concreto: o alfabeto exposto na sala, um cartaz ou mesmo um recurso construído coletivamente com a turma. Se achar oportuno, neste momento de retomada do alfabeto, aproveite para trabalhar o princípio acrofônico que opera nos nomes das letras, levando os estudantes a perceberem que todo nome de letra contém ao menos um som (a realização fonêmica dominante) que a respectiva letra representa. O nome da letra B (/be/), por exemplo, contém o fonema /b/ (EF02LP06).
É LÍNGUA, É LINGUAGEM
CONSOANTES E VOGAIS
1. RELEIA A ÚLTIMA PARTE DO POEMA “LETRA MÁGICA”.
SE TROCAR, NO RATO, O R POR G
TRANSFORMA-O VOCÊ (VEJA QUE PERIGO!)
NO SEU PIOR INIMIGO:
O GATO.

A ) NESSE TRECHO, HÁ UMA BRINCADEIRA DE TROCAR LETRAS DO ALFABETO. VOCÊ SE LEMBRA DO CONJUNTO DE LETRAS QUE CHAMAMOS DE ALFABETO? PARA RELEMBRAR, RECITE COM OS COLEGAS.
Resposta: Espera-se que os estudantes retomem o alfabeto e o recitem, respeitando a ordem alfabética.
B ) CONTORNE NO ALFABETO APRESENTADO AS DUAS LETRAS MENCIONADAS NA PARTE DO POEMA QUE VOCÊ RELEU.
Resposta: Espera-se que os estudantes contornem as letras R e G
C ) VOCÊ JÁ OUVIU FALAR EM VOGAIS E CONSOANTES? SABE COMO AS LETRAS QUE VOCÊ CONTORNOU SÃO CHAMADAS? ASSINALE UM X NA ALTERNATIVA CORRETA. VOGAIS. CONSOANTES.
Resposta: CONSOANTES.
NOSSO ALFABETO É COMPOSTO DE VOGAIS E CONSOANTES AS LETRAS QUE VOCÊ CONTORNOU SÃO CHAMADAS DE CONSOANTES. AS LETRAS A, E, I, O, U SÃO CHAMADAS DE VOGAIS.
Respostas e orientações didáticas
1. Aqui, a atividade antes do boxe-conceito visa intencionalmente promover a observação, o levantamento de conhecimentos prévios e a formulação de hipóteses sobre o conteúdo, para, depois, sistematizá-los por meio do boxe.
A opção foi por não aprofundar ainda a classificação das letras do alfabeto. A ideia é que os estudantes apenas consigam chamar as letras
A, E, I, O e U de “vogais”. Se achar oportuno, liste as consoantes: B, C, D, F, G, J, K, L, M, N,
P, Q, R, S, T, V, X, Z. Não foram incluídas as letras H, Y e W nessa listagem propositalmente. O H sozinho não representa som e, como letra diacrítica, só tem valor fonético quando forma dígrafos. É importante lembrar que o Y pode se comportar como “vogal” (como em “chantilly”) ou “semivogal” (no caso de “motoboy”) e que o W pode representar ora um som vocálico (como em “Welington”, em que representa o som de U), ora um som consonantal (como em “Wagner”, em que representa o som de V).
2. FAÇA OUTRAS TROCAS MÁGICAS, MAS AGORA COM VOGAIS.
A ) MUDE AS LETRAS EM DESTAQUE NA PALAVRA DA ESQUERDA E DESCUBRA O NOME DO QUE É REPRESENTADO NA IMAGEM DA DIREITA!


Resposta: BOLO

B ) AGORA, MUDE A LETRA EM DESTAQUE NA PALAVRA DA ESQUERDA POR A E DESCUBRA MAIS UMA PALAVRA. DEPOIS, FAÇA UM DESENHO PARA REPRESENTAR A NOVA PALAVRA QUE SE FORMOU APÓS A TROCA MÁGICA.


Resposta: BOLA. Espera-se que os estudantes desenhem uma bola.
C ) TROQUE A LETRA O PELA LETRA U E A LETRA A PELA LETRA E. EM SEGUIDA, FAÇA UM DESENHO PARA REPRESENTAR A NOVA PALAVRA FORMADA.

ATIVIDADE EXTRA
Solicite aos estudantes que recortem, montem e nomeiem o marcador de páginas do Material complementar, ao final do volume. Como apresenta o alfabeto em diferentes tipos de letra, ele pode ser usado para acompanhar a récita coletiva, observar as letras nas diferentes formas e posições no alfabeto e marcar as páginas do livro durante as leituras ou os tópicos em que pararam os estudos. Se possível, peça aos familiares que o plastifiquem ou organize coletivamente o material

Resposta: BULE Espera-se que os estudantes desenhem um bule.
para realizar esse processo em sala de aula com a ajuda da turma. Motive-os a explorar as letras apresentadas a fim de reconhecerem as formas em bastão e cursiva, maiúsculas e minúsculas. Se julgar apropriado, promova uma nova récita do alfabeto.
2. Explique aos estudantes o que devem fazer em cada item, chamando a atenção para os espaços livres de desenho, que devem ser preenchidos para representar as “transformações” das palavras. Verifique se compreenderam a lógica da proposta e trabalhe com eles a habilidade de ler e compreender enunciados de tarefas escolares em colaboração com os colegas e você (EF12LP17). Reserve um momento para que compartilhem os desenhos com os colegas, mostrando como construíram a sequência. A atividade também pode ser feita em duplas, favorecendo trocas que a tornem mais envolvente. Se julgar pertinente, confeccione letras móveis e utilize-as com os estudantes ao longo do ano para que visualizem a formação de novas palavras. Isso favorece a compreensão do sistema alfabético, amplia a consciência fonológica e fortalece a relação entre grafema e fonema, possibilitando maior precisão na decodificação de palavras (EF12LP01).
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Se houver estudantes com dificuldades em identificar as vogais ou diferenciá-las das demais letras (ainda sem trabalhar Y e W de forma isolada), proponha atividades para reforçar esse reconhecimento, como escrever letras aleatoriamente na lousa e perguntar: “Vogal ou consoante?”. Sugestão de sequência: A, F, E, V, O, T, I, D, P, U. Esse exercício pode ajudá-los a consolidar a distinção entre vogais e consoantes e, futuramente, perceber que não há palavras em português sem vogais, passando a observar as formações silábicas CV, V, CVC e CCV (EF02LP04).
AVALIANDO
BNCC
Além das habilidades destacadas junto às orientações (EF02LP04, EF12LP17, EF15LP15), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10 , EF15LP11 , EF15LP13).
Respostas e orientações didáticas
1. No item b, retome o caráter lúdico e de encantamento do texto trabalhado na Roda de leitura (EF15LP15) para que compartilhem qual foi a troca feita. No item c, se achar pertinente, faça uma retomada coletiva das letras presentes nas palavras escritas, perguntando aos estudantes sobre as vogais e as consoantes que apareceram nelas, ajudando-os a identificar e classificar as letras. A ideia é que eles comecem a perceber a organização de vogais e consoantes na formação de sílabas. Explique que, em nossa língua, todas as sílabas contêm uma vogal, reforçando essa estrutura de forma lúdica e acessível (EF02LP04).
2. Leia os itens, verificando se todos compreenderam os enunciados e se sabem como devem atuar em cada caso (EF12LP17). No item a, oriente os estudantes a usarem vogais para completar os quadrinhos. Comece perguntando quais são as vogais que eles conhecem, esperando que tragam as letras A, E, I, O e U, e retome-as como referência para a realização da atividade. Além de ajudar na continuidade do trabalho de diferenciação entre vogais e consoantes, iniciado na seção anterior, esta atividade permite que os estudantes percebam que todas as sílabas apresentam uma vogal (EF02LP04). Ela também se torna uma oportunidade para reflexão sobre a escrita das palavras, pois
1. C) Resposta: Consoantes. Espera-se que os estudantes reconheçam que as letras G e P são consoantes. Neste momento, não se espera cobrança da nomenclatura,
JANELAS PARA A ESCRITA
BRINCANDO COM AS LETRAS
1. CHEGOU A HORA DE FAZER UMA NOVA TROCA MÁGICA COM NOMES DE BICHOS!
1. A) Resposta: Espera-se que os estudantes escrevam uma letra em cada quadro, formando as palavras GATO e PATO
A ) ESCREVA A PALAVRA QUE NOMEIA O ANIMAL DA ESQUERDA. DEPOIS, TROQUE A PRIMEIRA LETRA E DESCUBRA A PALAVRA QUE NOMEIA O NOVO ANIMAL.



B ) QUAL FOI A TROCA MÁGICA QUE VOCÊ FEZ? CONVERSE COM OS COLEGAS.
Resposta: A letra G de gato foi trocada por P, transformando gato em pato
C ) AS LETRAS QUE VOCÊ TROCOU SÃO VOGAIS OU CONSOANTES? COMENTE.
2. AGORA, VOCÊ VAI FAZER COM QUE PALAVRAS QUE TIVERAM ALGUMAS LETRAS MISTERIOSAMENTE APAGADAS REAPAREÇAM.
A ) COMPLETE OS QUADRINHOS COM AS VOGAIS QUE FALTAM.



Resposta: Os estudantes devem escrever as vogais U, O, E, I e A, respectivamente, formando as palavras URSO, PEIXE e VACA mas incentivo do uso, por parte dos estudantes, de palavras do universo linguístico, de modo que possam se apropriar gradativamente delas e dos conceitos a que estão associadas.
os estudantes estão em diferentes níveis de conceitualização. Para os silábicos, por exemplo, há o desafio de perceberem a quantidade de quadrinhos e compreenderem que uma única letra não será suficiente para formar cada sílaba. Possibilite que eles se reúnam com colegas em hipóteses próximas para que discutam soluções para a questão, o que pode ser muito favorável para que todos avancem em seus processos de aprendizagem. Os estudantes em nível silábico-alfabético, por exemplo, buscam um novo padrão de escrita quando a produção silábica se torna insuficiente, então, nessa atividade, podem reforçar a ideia de que a sequência consoante-vogal (CV) é uma alternativa possível. Os estudantes alfabéticos poderão atentar para a representação de outros padrões de sílabas, para além da sequência consoante-vogal, como na palavra PEIXE, em que a sílaba inicial é constituída da sequência consoante-vogal-vogal (CVV).
R S P X E
C V A

Resposta: Palavras na vertical: BALEIA; PATO; FOCA. Palavras na horizontal: TARTARUGA; BOI.


B ) AGORA, COMPLETE OS QUADRINHOS COM AS CONSOANTES QUE ESTÃO FALTANDO E DESCUBRA OS NOMES. SE PRECISAR, CONSULTE O BANCO DE PALAVRAS A SEGUIR. PATO • FOCA • BALEIA TARTARUGA • BOI


C ) O QUE TODAS AS PALAVRAS QUE VOCÊ COMPLETOU TÊM EM COMUM?
TODAS NOMEIAM ANIMAIS.
TODAS NOMEIAM OBJETOS.
Resposta: TODAS NOMEIAM ANIMAIS.
ATIVIDADE EXTRA: JOGO
Se achar oportuno, use as letras móveis para dar continuidade às investigações dos estudantes sobre a estrutura das palavras, considerando as vogais e consoantes, e propiciando momentos de correlacionar a composição e decomposição de letras, sílabas e palavras. Organize-os em grupos e proponha diferentes desafios, como: “Nesta rodada, marcará ponto o grupo que formar mais rápido uma palavra que nomeia uma
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fruta, formada por três consoantes e três vogais. Valendo!”. Combinem de revisar coletivamente as palavras formadas, como BANANA, no caso do exemplo, para favorecer discussões sobre a escolha das letras, posição etc. Esta é uma oportunidade para que desenvolvam a habilidade de ler e montar palavras com sílabas em diferentes composições, percebendo que não há sílabas sem vogais (EF02LP04).
2. No item b, chame a atenção para o fato de que as letras que já estão nos quadrinhos são vogais e que eles precisarão usar as consoantes. No item c, espera-se que os estudantes percebam que todas as palavras que fizeram reaparecer são nomes de animais. Além disso, podem notar que elas estavam incompletas e que, ao completarem com as letras corretas, foi possível reconhecer os nomes dos bichos. Esta atividade reforça a relação entre som, letra e significado, estimulando a leitura e a escrita com atenção à estrutura das palavras.
BNCC
Além das habilidades de leitura e escrita destacadas junto às orientações ( EF02LP01 , EF02LP12 , EF12LP01, EF12LP17), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade ( EF15LP09 , EF15LP10 , EF15LP11, EF15LP13).
SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL
Como o gênero adivinha é muito popular e apreciado no universo infantil, é possível que os estudantes já o conheçam. Retome suas características e incentive-os a compartilhar textos de seus repertórios prévios. Anote algumas adivinhas ditadas por eles na lousa, destacando o uso da expressão que geralmente as inicia (“O que é, o que é?”), o ponto de interrogação e outros elementos típicos da adivinhação, que espera uma resposta do leitor ou interlocutor.
Orientações didáticas
• Organize os estudantes em pequenos grupos, definindo a quantidade de participantes para garantir uma interação produtiva, e reúna quem tiver níveis próximos de conceituação da escrita para favorecer as trocas.
• Faça a leitura coletiva da adivinha e registre-a na lousa, destacando o uso do ponto de interrogação e a resposta, relacionada às palavras MAR e TERRA (EF02LP12). Convide um estudante para contornar na lousa a letra A, mediando a compreensão sobre o sentido da brincadeira: localizar a letra secreta, resposta da adivinha. Se necessário, proponha a leitura de partes do texto com autonomia, observando se fazem isso com precisão em palavras novas ou por memorização em palavras de uso frequente (EF12LP01).
• Oriente a escrita no caderno considerando a pre-
HORA DE PRODUZIR
APRESENTAÇÃO ORAL DE ADIVINHAS DAS LETRAS SECRETAS
DEPOIS DE BRINCAR COM AS LETRAS, UM NOVO DESAFIO!
O QUE VAI PRODUZIR?
CHEGOU A HORA DE CRIAR UM DESAFIO EM QUE A RESPOSTA SEJA UMA LETRA SECRETA.
PLANEJAR
EM GRUPOS, ESCOLHAM UMA VOGAL PARA SER A LETRA SECRETA.
PRODUZIR
1. LEIAM ESTA ADIVINHA PARA SE INSPIRAR.
O QUE É, O QUE É?

ESTÁ NO FIM DA TERRA E NO MEIO DO MAR. RESPOSTA: A LETRA A. ORIGEM POPULAR.
2. ESCOLHAM UMA PALAVRA QUE TERMINA COM A LETRA SECRETA E OUTRA QUE COMEÇA COM ESSA LETRA E MONTEM A ADIVINHA NO CADERNO, TROCANDO AS PALAVRAS TERRA E MAR PELAS
PALAVRAS ESCOLHIDAS E A LETRA A PELA VOGAL ESCOLHIDA
COMPARTILHAR
CADA GRUPO VAI APRESENTAR SUA ADIVINHA PARA A TURMA TENTAR DESCOBRIR A LETRA SECRETA AVALIAR
Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor
CONVERSE COM OS COLEGAS, RESPONDENDO ÀS PERGUNTAS.
1. A APRESENTAÇÃO ACONTECEU COMO O PLANEJADO?
2. AS PALAVRAS DAS ADIVINHAS ESTAVAM CORRETAS?
posição e o artigo correspondentes ao gênero da palavra escolhida (DA/DO). Não é necessário explicar conceitualmente, apenas destacar que é uma concordância espontânea dos falantes.
• Mesmo que não escrevam convencionalmente, eles podem se apoiar em referências conhecidas para registrar corretamente a grafia de algumas palavras (EF02LP01).
• Se necessário, escreva um exemplo na lousa, considerando as ideias dadas pela turma, de uma vogal e de palavras que a contenham no meio e no final, como RUA e TATU (Letra U). Verifique se todos entenderam corretamente a proposta (EF12LP17).
• Como a produção foca na oralidade, organize sessões de ensaio da leitura, com devolutivas sobre tom, ritmo e velocidade da fala.
AVALIANDO
Durante as apresentações, observe as leituras e a postura de ouvinte dos estudantes. Verifique se escutam atentamente e respondem com ideias pertinentes às adivinhas apresentadas. Registre seus apontamentos para compor uma avaliação formativa de cada estudante, com foco em Oralidade
PALAVRA COM OUTRA DENTRO
RODA DE LEITURA: POEMA
NA RODA DE LEITURA ANTERIOR, VOCÊ DESCOBRIU QUE TROCAR UMA LETRA PODE MUDAR TUDO. LEMBRA QUE RATO VIROU GATO?
AGORA, VAMOS LER UM POEMA QUE TAMBÉM BRINCA COM PALAVRAS. DESTA VEZ, O NOME LUZIA SE TRANSFORMARÁ E ABRIRÁ CAMINHOS PARA NOVOS SONS, NOVOS SENTIDOS E NOVAS SENSAÇÕES.
ANTES DA LEITURA, QUE TAL CONVERSAR UM POUCO E IMAGINAR O QUE PODE APARECER NESSE TEXTO?
ANTES DE LER
RESPONDA ORALMENTE ÀS QUESTÕES A SEGUIR.
Comentários nas orientações ao professor
1. O QUE VOCÊ ACHA QUE PODEMOS ENCONTRAR DENTRO DA PALAVRA LUZIA?
Respostas pessoais.
2. ESSE NOME FAZ VOCÊ LEMBRAR DE OUTRA PALAVRA, DE ALGUMA PESSOA OU DE ALGUM LUGAR? COMPARTILHE COM OS COLEGAS.
LUZIA LIA
NA LUZ DA LUA. LIA, LIA, ... E IA!
QUEIRÓS, BARTOLOMEU CAMPOS. DIÁRIO DE CLASSE ILUSTRAÇÕES ORIGINAIS DE CLAUDIA SCATAMACCHIA. SÃO PAULO: MODERNA, 1992. P. 31. (COLEÇÃO VEREDAS).

ANTES DE LER
1. Abra espaço para que os estudantes compartilhem livremente ideias associadas à palavra Luzia ou a pessoas/ personagens com esse nome. Incentive-os a mencionar sensações, imagens, palavras ou sons despertados. Não há resposta certa ou errada; o objetivo é incentivar a imaginação e a criatividade, seja no contexto real, seja no imaginário. Alguns podem lembrar de alguém que conhecem com esse nome, outros podem se encantar com o som da palavra
ou antecipar a brincadeira de encontrar palavras dentro de nomes.
2. Incentive-os a dizer o que o nome Luzia desperta neles, como lembranças, lugares, sensações ou até palavras inventadas. Não é necessário justificar com lógica, mas explorar a imaginação e a criatividade. Essas perguntas de antecipação incentivam associações inesperadas e criativas, desenvolvendo o pensamento analógico e a liberdade de expressão. Valorize todas as respostas, criando um ambiente de escuta respeitosa e curiosa.
BNCC
Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF12LP01 , EF12LP18 , EF12LP19 , EF15LP01 , EF15LP12, EF15LP15), os estudantes serão levados a desenvolver habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10 , EF15LP11 , EF15LP13).
Orientações didáticas
• Nesta seção, os estudantes serão motivados a brincar com as palavras em um poema, reconhecendo palavras dentro de outras e desdobrando sentidos partindo da escrita. Perceberão as extrapolações que este jogo permite, quebrando a lógica das relações entre termos, promovendo criatividade e imaginação. Ao encontrarem luz em Luzia, por exemplo, serão levados a desviar da relação lógica, o que abre espaço para a liberdade criativa, aproximando-os do gênero poema, reconhecendo-o como parte do mundo imaginário, com dimensão lúdica e de encantamento (EF15LP01, EF15LP15). O jogo de palavras, típico do universo infantil, permite a construção e desconstrução pela brincadeira, motivando-os a apreciar o texto ao observarem esses recursos e sua dimensão lúdica e de fruição (EF12LP18, EF12LP19).
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Orientações didáticas
• Faça uma leitura em voz alta. Depois, convide os estudantes que quiserem a fazerem a leitura individualmente, distribuindo partes do texto entre os candidatos, ou proponha a leitura em uníssono, empregando aspectos paralinguísticos (EF15LP12).
BNCC
Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF02LP01 , EF02LP09 , EF02LP26 , EF12LP07 , EF12LP18 , EF12LP19 , EF15LP02 , EF15LP03 , EF15LP15), os estudantes serão levados a desenvolver habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10, EF15LP11, EF15LP13).
Respostas e orientações didáticas
1. Abra espaço para que os estudantes compartilhem suas expectativas e hipóteses levantadas antes da leitura, verificando se o que imaginavam se confirmou com o poema lido. Incentive-os a refletir sobre o que encontraram no texto e se isso corresponde às ideias que haviam criado anteriormente. Essa discussão os ajuda a desenvolver a habilidade de analisar e revisar suas interpretações (EF15LP02), além de promover o pensamento crítico e a capacidade de fazer conexões entre a leitura e suas próprias experiências e expectativas.
2. Ao solicitar que os estudantes escrevam a palavra que mais gostaram de encontrar no nome Luzia, aproveite a oportunidade para observar o uso da grafia correta de palavras conhecidas ou com estruturas silábicas já dominadas. Verifique se utilizam corretamente letra maiúscula no início de substantivos próprios, como no nome Luzia (EF02LP01).
3. Nos itens a e b, os estudantes têm a oportunidade de trabalhar com a localização de informação explícita no texto (EF15LP03). No item c, espera-se que identifiquem a palavra que se repete no poema e reflitam sobre o motivo dessa repetição. Se achar oportuno, faça a leitura em voz alta do texto e, em seguida, conduza uma conversa com a turma. Motive-os a perceber que, em textos poéticos, a repetição
QUEM PRODUZIU?
BARTOLOMEU CAMPOS DE QUEIRÓS NASCEU EM MINAS
GERAIS, EM 1941. ESCREVEU DIVERSOS LIVROS PARA CRIANÇAS E JOVENS, EXPLORANDO AS PALAVRAS DE MANEIRA CRIATIVA. BARTOLOMEU RECEBEU PRÊMIOS IMPORTANTES NO BRASIL E NO EXTERIOR. ELE FALECEU EM 2012.
PAPO DE LEITOR
1. ANTES DA LEITURA, VOCÊ IMAGINOU O QUE PODERIA ENCONTRAR EM UM NOME QUE APARECERIA NO POEMA A SER LIDO. SUAS IDEIAS SE CONFIRMARAM? CONVERSE COM OS COLEGAS.
Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor
2. O TEXTO BRINCA COM PALAVRAS QUE PODEMOS ENCONTRAR DENTRO DO NOME LUZIA. ENTRE AS PALAVRAS QUE VOCÊ DESCOBRIU, QUAL FOI SUA FAVORITA? ESCREVA A SEGUIR.
Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor
3. RESPONDA ÀS QUESTÕES A SEGUIR DE ACORDO COM O POEMA LIDO.
A ) O QUE LUZIA FAZIA NA LUZ DA LUA? ESCREVIA. LIA. CORRIA.
Resposta: LIA.
B ) QUAL DESTAS PALAVRAS SE REPETE NO POEMA?
IA. LUA. LIA.
Resposta: LIA.
C ) POR QUE VOCÊ ACHA QUE O AUTOR ESCOLHEU REPETIR ESSA PALAVRA? COMENTE COM OS COLEGAS.
Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor

não acontece por acaso. Ela pode reforçar uma ideia, um ritmo ou um sentimento, por exemplo. No caso, a palavra LIA aparece várias vezes e pode sugerir que Luzia estava envolvida com a leitura, que lia por bastante tempo, que lia “sem parar” ou que gostava muito de ler. Valorize todas as hipóteses dos estudantes, mesmo as mais inusitadas, pois elas fazem parte do processo de interpretação e da descoberta da linguagem poética. Incentive-os a justificar suas respostas com base no que sentiram ou imaginaram ao ouvir o poema e, sempre que possível, fazendo associações com elementos do texto.
4. COM UM COLEGA, RELEIA O POEMA.
LUZIA LIA
NA LUZ DA LUA.
LIA, LIA, ... E IA!

A ) LOCALIZE E PINTE NO TEXTO AS PALAVRAS QUE COMEÇAM COM A LETRA L
Resposta: Espera-se que os estudantes pintem as palavras LUZIA, LUZ, LUA, LIA (as três ocorrências desta última).
B ) LOCALIZE E SUBLINHE O NOME LUZIA E TODAS AS PALAVRAS QUE RIMAM COM ELE.
Resposta: Espera-se que os estudantes sublinhem as palavras LUZIA, LIA (as três ocorrências) e IA.
C ) NO POEMA, HÁ MUITAS PALAVRAS COM REPETIÇÕES DE SONS PARECIDOS. VOCÊ ACHA QUE ISSO AJUDA A DEIXAR O TEXTO SONORO, OU SEJA, AGRADÁVEL DE SER FALADO E OUVIDO? EXPLIQUE.
Resposta: Espera-se que os estudantes percebam que as rimas e repetições são recursos que ajudam a criar ritmo e musicalidade no poema, deixando o texto mais gostoso de ouvir e de recitar.
D) LOCALIZE E CONTORNE NO TEXTO TODOS OS SINAIS DE PONTUAÇÃO. DEPOIS, CONVERSE COM OS COLEGAS E O PROFESSOR: O QUE ELES AJUDAM A MOSTRAR SOBRE O JEITO DE LER O POEMA?
5. NO FIM DO POEMA, FICAMOS COM A IDEIA DE QUE LUZIA “LIA” E “IA”. EM SUA OPINIÃO, O QUE ISSO QUER DIZER? CONVERSE COM OS COLEGAS E O PROFESSOR.
Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor
AGORA QUE JÁ LEMOS
RESPONDA ORALMENTE ÀS QUESTÕES A SEGUIR.
1. DENTRO DE SEU NOME OU SOBRENOME HÁ ALGUMA PALAVRA ESCONDIDA? OLHE COM ATENÇÃO E CONTE PARA A TURMA O QUE ENCONTROU.
Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor
2. PARA VOCÊ, DESCOBRIR PALAVRAS DENTRO DE OUTRAS É UM BOM JEITO DE BRINCAR COM A IMAGINAÇÃO? COMENTE.
4. D) Resposta: Espera-se que os estudantes localizem e contornem os sinais de pontuação presentes no poema (como vírgula, ponto-final, reticências e exclamação) e reflitam sobre a influência de cada um deles para a leitura.
contextualizado e significativo, para a apropriação e o futuro uso em diferentes gêneros textuais, de variados campos de atuação (EF02LP09).
5. Espera-se que eles levantem hipóteses variadas sobre o sentido da forma verbal IA no final do poema, citando que Luzia foi para outro lugar depois de ler, que seguiu lendo e viajando com a imaginação, que continuou seu caminho tranquila etc. A forma verbal IA pode sugerir movimento, continuidade ou até desejo de ir além. Abra espaço para interpretações diversas,
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incentivando-os a citar elementos do poema para justificar suas ideias. O trabalho com o poema pode ajudá-los a perceber que os textos nem sempre comunicam de forma direta, deixando informações subentendidas. Ao explorar essas interpretações, eles são motivados a reconhecer que os textos literários fazem parte do mundo do imaginário, com uma dimensão lúdica e de encantamento, valorizando-os em sua diversidade cultural como patrimônio artístico da humanidade (EF15LP15).
4. Nos itens a e b, os estudantes desenvolvem a habilidade de localização de informação explícita no texto (EF15LP03). No item c, incentive a turma a ler o poema em voz alta, juntos ou em pequenos grupos, para que percebam os sons que se repetem ( EF02LP26 , EF12LP18). Durante a conversa, incentive-os a identificar palavras que começam com a mesma letra (como o L) e palavras que rimam ou terminam com sons parecidos. Pergunte, por exemplo: “Como você se sentiu ao ouvir esse poema? Alguma parte pareceu mais musical ou melhor de falar?”. A escuta atenta auxilia na alfabetização e ajuda a desenvolver a sensibilidade para a sonoridade da língua, essencial no processo de formação do leitor literário (EF12LP07, EF12LP19). No item d, faça uma leitura expressiva do poema, considerando os efeitos de sentido produzidos pelos sinais de pontuação: pequenas pausas nas vírgulas, pausa de encerramento no ponto-final, pausa mais prolongada nas reticências e emoção exclamativa ao final. No 2º ano, é esperado que os estudantes comecem a usar adequadamente o ponto-final, o ponto de interrogação e o ponto de exclamação em suas produções escritas. Atividades de atenção à pontuação podem ajudá-los a compreender a função desses sinais em textos poéticos, percebendo seu uso expressivo, de modo
GUILHERME
BNCC
Além das habilidades listadas nas orientações ( EF02LP01 , EF02LP02 , EF02LP08 , EF12LP01 , EF12LP03 , EF12LP17 , EF15LP15), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10 , EF15LP11 , EF15LP13).
É LÍNGUA, É LINGUAGEM
PALAVRAS DENTRO DE NOMES
1. OBSERVE O QUADRO A SEGUIR. ELE APARECE JUNTO AO POEMA “LUZIA” NO LIVRO DE ONDE ESSE TEXTO FOI RETIRADO. DEPOIS, RESPONDA ÀS QUESTÕES.
DICA: SE PRECISAR, RELEIA O TEXTO REPRODUZIDO NA ATIVIDADE 4 DA PÁGINA ANTERIOR.
QUEIRÓS, BARTOLOMEU CAMPOS. DIÁRIO DE CLASSE ILUSTRAÇÕES ORIGINAIS DE CLAUDIA SCATAMACCHIA. SÃO PAULO: MODERNA, 1992. P. 30. (COLEÇÃO VEREDAS).
A ) O QUE VOCÊ PERCEBE QUANDO COMPARA TODAS AS LINHAS DO QUADRO? MARQUE UM X NA ALTERNATIVA CORRETA.
CADA LINHA TEM LETRAS NOVAS QUE NÃO ESTAVAM NO NOME ORIGINAL.
O NOME VAI FICANDO MAIOR A CADA LINHA.
Resposta: AS LETRAS SÃO SEMPRE AS MESMAS, MAS, SE ALGUMAS SÃO RETIRADAS, NOVAS PALAVRAS SE FORMAM.
AS LETRAS SÃO SEMPRE AS MESMAS, MAS, SE ALGUMAS SÃO RETIRADAS, NOVAS PALAVRAS SE FORMAM.
B ) O QUE ELE MOSTRA? MARQUE UM X.
OS NOMES QUE COMEÇAM COM LETRA INICIAL DE LUZIA
AS PALAVRAS QUE SE FORMAM UTILIZANDO O NOME LUZIA
Resposta: AS PALAVRAS QUE SE FORMAM UTILIZANDO O NOME LUZIA
OS NOMES QUE TERMINAM COM A LETRA FINAL DE LUZIA
C ) TODAS AS PALAVRAS DO QUADRO FORAM USADAS NO POEMA?
Resposta: Sim. 28
Respostas e orientações didáticas
1. Se possível, explore coletivamente o quadro com os estudantes, verificando se eles compreendem a formação das palavras por meio da composição e decomposição de letras, sílabas e palavras. Certifique-se de que eles se atentam que, para formar as palavras, é possível retirar e pular letras, explorando o quadro linha a linha.
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2. O QUADRO A SEGUIR FOI PUBLICADO NO MESMO LIVRO QUE O POEMA “LUZIA”. A PRIMEIRA LINHA DELE FOI APAGADA. LEIA ATENTAMENTE AS PALAVRAS FORMADAS E RESPONDA ÀS QUESTÕES.
QUEIRÓS, BARTOLOMEU CAMPOS. DIÁRIO DE CLASSE ILUSTRAÇÕES ORIGINAIS DE CLAUDIA SCATAMACCHIA. SÃO PAULO: MODERNA, 1992. P. 20. (COLEÇÃO VEREDAS).
A ) QUAL É O NOME QUE ORIGINOU AS PALAVRAS PRESENTES NELE? COMPLETE A PRIMEIRA LINHA, ESCREVENDO UMA LETRA EM CADA QUADRINHO.
Resposta: FRANCISCO.
B ) INVESTIGUE O NOME QUE VOCÊ DESCOBRIU. QUAIS PALAVRAS PODERIAM COMPOR MAIS LINHAS NESSE QUADRO? ESCREVA AO MENOS UMA DELAS A SEGUIR.
Resposta: É possível que os estudantes encontrem as palavras RAIO, RISCO, RICO. Espera-se que escolham uma delas e a registrem no livro.
3. VAMOS CONTINUAR BRINCANDO DE ENCONTRAR PALAVRAS DENTRO DE NOMES? MARQUE UM X PARA INDICAR AS RESPOSTAS CORRETAS.
DICA: HÁ DUAS RESPOSTAS CERTAS EM CADA ITEM.
A ) NO NOME FREDERICO, É POSSÍVEL ENCONTAR AS PALAVRAS: VERDE. REDE. VIDRO. RICO.
Resposta: REDE; RICO.
B ) DENTRO DE DOROTEIA, HÁ AS PALAVRAS: TELA. DOR. TEIA. DURA.
Resposta: DOR; TEIA.
ajustes na produção, respeitando a organização gráfica, o espaçamento e a pontuação (EF02LP08, EF12LP03).
3. Leia o enunciado da atividade e certifique-se de que os estudantes compreenderam como devem atuar, observando se sabem que terão de assinalar duas alternativas para cada item (EF12LP17).
ATIVIDADE EXTRA
10/10/2025 09:30:18
Sugira aos estudantes que criem um quadro similar ao dos textos de Bartolomeu Campos de Queirós no livro Diário de classe, utilizando seus próprios nomes e sobrenomes para descobrir palavras dentro deles.
2. No item b, se achar oportuno, reproduza o quadro da atividade na lousa e, linha a linha, vá lendo as palavras, até que os estudantes descubram o nome que as originou (EF12LP01). Explique que as palavras que compõem o quadro original foram usadas no poema que explora o nome Francisco no livro Diário de classe, de Bartolomeu Campos de Queirós. Se possível, leia o poema para os estudantes e, após a leitura, faça outras linhas no quadro, motivando-os a descobrir novas palavras. Registre ao menos uma delas no livro, no campo de atuação (EF02LP01). Durante a atividade, incentive-os a utilizar a grafia correta de palavras conhecidas ou com estruturas silábicas já dominadas, como as palavras presentes no quadro. Oriente-os a usar letras maiúsculas em substantivos próprios (como Francisco) e no começo de frases, bem como a segmentar corretamente as palavras, utilizando vírgulas e espaço em branco entre duas ou mais palavras, caso registrem mais de um termo na resposta, lembrando-se também do ponto-final no fim da enumeração de palavras. Além disso, para os estudantes que tiverem mais dificuldade, proponha que copiem coletivamente na lousa cada palavra do quadro preenchido, mantendo suas características. Eles podem voltar ao texto sempre que tiverem dúvidas sobre a escrita das palavras e fazer
Respostas e orientações
didáticas
4. Motive os estudantes a encontrarem as respostas das adivinhas sem consultar o quadro com nomes, utilizando-o apenas para verificação depois de terem chegado às respostas por meio das pistas textuais. Se necessário, faça o primeiro item coletivamente e peça que compartilhem as estratégias utilizadas, para ampliar o repertório e os recursos de todos para os demais itens da atividade.
AVALIANDO
Verifique se há estudantes com dificuldades em perceber as relações propostas no procedimento, identificando as diferentes possibilidades de reconhecer novas palavras dentro de outras por meio do “jogo” em foco. Caso perceba dificuldades, promova mais momentos de prática. Uma sugestão é começar com palavras separadas por um critério, como nome de pessoas, por exemplo: em FLORA, é possível encontrar FLOR, FORA, ORA etc.
ATIVIDADE EXTRA
É possível introduzir o trabalho com segmentação de palavras em sílabas, removendo unidades sonoras para criar outras palavras. Este pode ser um trabalho inicial para desenvolver a habilidade de segmentar palavras em sílabas e remover ou substituir sílabas iniciais, mediais ou finais para gerar palavras, procedimentos que serão explorados adiante no volume. Exemplos: MACACO (ma-ca-co) – MACA (ma-ca) ou CACO (ca-co); SAPATO (sa-pa-to) – PATO (pa-to); BARATO (ba-ra-to) – RATO (ra-to) (EF02LP02).
4. VAMOS BRINCAR COM MAIS ADIVINHAS! SIGA AS PISTAS E DESCUBRA O NOME DE CADA CRIANÇA.
DICA: SE PRECISAR, CONSULTE O QUADRO COM NOMES AO FIM DA ATIVIDADE.
A.
B.
NO MEU NOME TEM O MAR.
NO MEU NOME TEM A ANA.
C.
D.
AVALIANDO
EU ME CHAMO !
Resposta: MARIANA.

O MEU NOME TEM A LUA
E TAMBÉM CONTÉM A ANA
Resposta: LUANA.
EU ME CHAMO !

MEU NOME TEM O MAR
E, NO FINAL, UM ELO
Resposta: MARCELO.
EU ME CHAMO !

NO MEU NOME TEM O MAR
E, NO FINAL, TEM UM RIO
Resposta: MÁRIO.
EU ME CHAMO !

MARCELO • LUANA • MÁRIO • MARIANA
Se notar dificuldades nos estudantes para encontrar palavras dentro de palavras, proponha, por exemplo, que encontrem, nas palavras a seguir, nomes ou apelidos de pessoas. Para tanto, escreva na lousa: “ALFABETO / ESCRITA / TATURANA”. Faça mediações para ajudá-los a identificar as palavras “escondidas”, incen-
tivando-os a perceber o jogo de palavras e a dimensão lúdica e criativa envolvida. Escreva na lousa as palavras em destaque para servir de referência. Avalie se os estudantes conseguem compreender as relações entre elas, reconhecendo seu pertencimento ao mundo imaginário, com encantamento, jogo e fruição (EF15LP15).
JANELAS PARA A ESCRITA
BRINCANDO COM AS PARTES DAS PALAVRAS
1. VOCÊ ENCONTROU PALAVRAS DENTRO DE NOMES. SERÁ QUE DÁ PARA ACHAR UM NOME DE PESSOA DENTRO DE UMA PALAVRA? LEIA COM ATENÇÃO E MARQUE A RESPOSTA CERTA EM CADA ITEM.
A ) NA PALAVRA MENINA, TEM O NOME:
Resposta: NINA.
BNCC
Além das habilidades listadas nas orientações ( EF02LP02 , EF12LP01 ), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade ( EF15LP09 , EF15LP10 , EF15LP11, EF15LP13).
Respostas e orientações didáticas
Resposta: JANE.
C ) NA PALAVRA ALUNA, TEM O NOME:
Resposta: LUNA.
B ) NA PALAVRA JANELA, TEM O NOME: MANUELA. ISABELA. JANE. LUNA. ALINE. JULIANA.
2. RELEIA OS NOMES A SEGUIR.
NINA LUNA TINA. NINA. BETINA.
A ) O QUE É CORRETO AFIRMAR SOBRE ELES? MARQUE UM X
ELES TERMINAM COM O MESMO SOM.
Resposta: ELES TERMINAM COM O MESMO SOM.
ELES COMEÇAM COM O MESMO SOM.
B ) OS NOMES QUE VOCÊ LEU NO ITEM ANTERIOR TERMINAM COM A MESMA SÍLABA. QUAL É? PINTE O QUADRINHO CORRESPONDENTE PARA MOSTRAR.
JA CA LU NA TO
Resposta: Espera-se que os estudantes pintem a sílaba NA 31
atividade, quanto para fazer o contrário, como explorado na seção anterior. O importante é que todos se familiarizem com a proposta de jogar com as palavras e as explorem, atentando às partes que compõem os termos em cada caso, usando sílabas ou outras composições, por isso o uso, no título da seção, de “partes de palavras”.
2. Apenas a partir do item b a observação começa a ser direcionada à sílaba. Vale ressaltar que a segmentação oral em sílabas é uma habilidade prevista desde o 1º ano, podendo ser exercitada
1. Se possível, escreva na lousa as palavras em destaque e convide os estudantes a explorarem coletivamente outras possibilidades de palavras dentro delas, com o foco em nomes de pessoas. A atenção às diferentes partes das palavras pode ser uma estratégia útil em momentos nos quais os estudantes pensam sobre como escrever recorrendo a palavras que sabem de memória, pois se tornam mais conscientes da leitura dessas partes e dos sons que elas representam (EF12LP01). Por exemplo, ao perceberem o nome NINA dentro de MENINA, podem perceber que a parte sonora NA será escrita sempre dessa forma e que é usada para compor outras palavras além de MENINA e NINA, como NAVIO, NABO, NATÁLIA (EF02LP02). No caso da palavra JANELA, é possível aparecer outras possibilidades, como ANE e ELA, que podem ser identificadas como nomes próprios. Incentive essas explorações, abrindo espaço para novas ideias de palavras e nomes, tanto para encontrar o nome em palavras, como nesta
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nas situações em que os estudantes evidenciam partes de palavras estáveis para a escrita de outras palavras (como quando usam um nome da classe, como BIANCA, para escrever BILHETE, aproveitando o BI como referência), ou nas brincadeiras de tradição oral, como as parlendas que convidam a separar as palavras em sílabas. A proposta nesta atividade é que eles possam prestar mais atenção nisso, retomando que são chamadas de sílabas e seguindo com as reflexões sobre o sistema de escrita (EF02LP02).
3. Ao chamar a atenção dos estudantes para a quantidade de sílabas em cada item, a proposta é que se aproximem da segmentação das palavras nas partes menores, conteúdo que será aprofundado na próxima unidade deste livro. Se achar pertinente, faça uma lista coletiva com as ideias de palavras de três sílabas dadas pela turma, discutindo quando aparecer uma palavra com menos ou mais sílabas. Ajude os estudantes a perceberem isso por meio de uma leitura oral segmentada, destacando as sílabas para que percebam como podemos reconhecê-las.
PRATICAR EM CASA
Proponha uma rodada de trocas entre os estudantes, para que compartilhem as descobertas sobre os nomes escolhidos. Chame a atenção para a ocorrência de nomes repetidos com diferentes possibilidades de investigação. Se achar pertinente, registre na lousa alguns deles para uma retomada coletiva das explorações. Chame a atenção da turma para as palavras “escondidas” dentro de cada nome e para as possibilidades de remover e substituir sílabas iniciais, mediais ou finais para criar outras palavras (EF02LP02).
PARA RELEMBRAR: OS NOMES NINA E LUNA SÃO FORMADOS POR DUAS
SÍLABAS: NI E NA NO CASO DE NINA, E LU E NA NO CASO DE LUNA
3. RELEIA AS PALAVRAS QUE VOCÊ LEU NA ATIVIDADE ANTERIOR.
MENINA JANELA ALUNA
A ) QUANTAS SÍLABAS ELAS TÊM?
UMA SÍLABA.
DUAS SÍLABAS.
Resposta: TRÊS SÍLABAS.
TRÊS SÍLABAS.
B ) VOCÊ CONHECE OUTRAS PALAVRAS QUE TÊM A MESMA
QUANTIDADE DE SÍLABAS ASSINALADAS NO ITEM ANTERIOR?
SE SIM, ESCREVA ALGUMAS DELAS A SEGUIR.
Resposta: Espera-se que os estudantes escrevam palavras com três sílabas. Sugestões de respostas: Cavalo; boneca; pipoca; maleta; peteca; banana; cachorro; menino.
PRATICAR EM CASA
COM A AJUDA DE UM FAMILIAR, ESCREVA CINCO NOMES DE PESSOAS CONHECIDAS, QUE MORAM OU CONVIVEM COM VOCÊ. DEPOIS, ESCOLHA UM PARA:
• PROCURAR PALAVRAS OU NOMES DENTRO DELE.
• USAR AS SÍLABAS DELE PARA FORMAR NOVAS PALAVRAS. ANOTE SUAS DESCOBERTAS E COMPARTILHE COM A TURMA NO DIA MARCADO PELO PROFESSOR.
ATIVIDADE EXTRA: JOGO
Proponha aos estudantes que brinquem com sílabas móveis, percebendo como as partes se combinam e se separam para formar palavras. Organize a turma em pequenos grupos e proponha desafios, como: “formar palavras que nomeiem frutas e contenham quatro sílabas”. Além disso, proponha desafios de decomposição, em que os estudantes desmontam as palavras criadas, reorganizando ou removendo sílabas para formar outras. Por exemplo, a palavra CARAMBOLA,
formada por quatro sílabas no primeiro desafio, pode virar BOLA, CARA, BOCA ou LARA. O trabalho de correlacionar composição e decomposição das palavras é importante, pois permite perceber que não só é possível formar novas palavras, mas também desmontá-las, refletindo sobre as unidades que as compõem. Isso favorece a consciência sobre a estrutura interna das palavras, ampliando a compreensão sobre o sistema de escrita e fortalecendo a consciência silábica e fonológica (EF02LP02).
SABERES EM FOCO
VOGAIS E CONSOANTES E PALAVRAS DENTRO DE PALAVRAS
1. É HORA DE CONHECER MAIS UMA QUADRINHA! ESTA FALA SOBRE A LEITURA E UM OBJETO MUITO ESPECIAL. VAMOS LÁ?
LIVRO MEU MUITO AMADO
TESOURO DO MEU SABER FOLGAREI DE TE ENCONTRAR NO DIA EM QUE TE PERDER.
ALMEIDA, LUCILA SILVA DE; BAROUKH, JOSCA AILINE. PARLENDAS PARA BRINCAR. ILUSTRAÇÕES ORIGINAIS DE CAMILA SAMPAIO. SÃO PAULO: PANDA BOOKS, 2013. P. 7.

A ) QUAL É O OBJETO RETRATADO PELA QUADRINHA? CONTORNE, NO TEXTO, A PALAVRA QUE DÁ NOME A ELE.
Resposta: Espera-se que os estudantes contornem a palavra LIVRO.
B ) POR QUE ESTE OBJETO É TÃO IMPORTANTE E NÃO PODE SER PERDIDO?
PORQUE ELE É AMADO E CARREGA O SABER.
Resposta: PORQUE ELE É AMADO E CARREGA O SABER.
PORQUE NELE HÁ MUITAS PALAVRAS.
C ) PINTE DE AZUL AS PALAVRAS DA QUADRINHA QUE COMEÇAM COM VOGAIS.
Resposta: Espera-se que os estudantes pintem de azul as palavras AMADO, EM e ENCONTRAR.
D) PINTE DE VERMELHO AS PALAVRAS DA QUADRINHA QUE COMEÇAM COM CONSOANTES.
2. DENTRO DE CADA PALAVRA A SEGUIR, QUAL OUTRA PALAVRA É POSSÍVEL ENCONTRAR? PINTE AS LETRAS QUE FORMAM A NOVA PALAVRA E DEPOIS, ESCREVA-A.
A ) T S E O U R O
Resposta: OURO.
B ) F G O L A R E I
Possíveis respostas: REI, OLGA, FOLGA, FOLGAR.
1. D) Resposta: Espera-se que os estudantes pintem de vermelho as palavras LIVRO, MEU, MUITO, TESOURO, DO, SABER, FOLGAREI, DE, TE, NO, DIA, QUE e PERDER.
AVALIANDO
Para monitorar a leitura da turma, organize uma rubrica para observação com diferentes níveis de aprendizagem e desenvolvimento, considerando tanto estudantes que leem com autonomia quanto os que ainda não dominam a leitura convencional.
Na construção dela, organize cada critério em níveis progressivos, por exemplo:
• Nível 1 – Com apoio: depende da mediação do professor para identificar palavras, compreender o texto ou diferenciar vogais e consoantes.
• Nível 2 – Parcial autonomia: reconhece algumas palavras ou sons, utiliza pistas visuais e faz tentativas, mas tem dificuldade em localizar palavras com rapidez e manter a compreensão do texto sem ajuda.
• Nível 3 – Autonomia crescente: lê a quadrinha com pouca ajuda, identifica palavras com clareza, reconhece vogais
BNCC
Além das habilidades listadas nas orientações ( EF02LP01 , EF02LP12 , EF12LP01 , EF12LP07 , EF12LP19, EF15LP03), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade ( EF15LP09 , EF15LP10 , EF15LP11, EF15LP13).
Respostas e orientações didáticas
• Em cada unidade, há nessa seção um exercício de diagnóstico para leitura e outro para escrita, relacionados aos conteúdos da seção Janelas para a escrita. Nas orientações ao professor, há sugestões de monitoramento do desempenho em leitura e escrita quanto ao conteúdo da unidade.
1. Incentive os estudantes a lerem sozinhos a quadrinha (EF02LP12, EF12LP01) e promova uma conversa coletiva sobre a sonoridade da versificação e as sensações despertadas pela leitura (EF12LP07, EF12LP19). Nos itens a e b, oriente-os a localizar palavras e informações de forma autônoma (EF15LP03), focando na leitura e na busca pela palavra LIVRO. Observe como realizam a atividade conforme os critérios dados. Retome com eles a diferença entre vogais e consoantes e incentive maior autonomia na leitura.
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e consoantes e demonstra compreensão parcial do texto.
• Nível 4 – Autonomia consolidada: lê fluentemente, compreende o que leu, diferencia com clareza vogais e consoantes e localiza palavras com facilidade e de forma independente.
Assim, a rubrica se torna um instrumento que apoia o processo de avaliação e evidencia os caminhos de aprendizagem de cada estudante, permitindo planejar intervenções mais direcionadas.
Respostas e orientações
didáticas
2. No item c, espera-se que os estudantes se apoiem nas respostas dos itens a e b, ao exercitarem o olhar para as partes em destaque. Se achar necessário, escreva uma palavra de exemplo na lousa, que não esteja na atividade, para que explorem coletivamente e possam lembrar do exercício de encontrar palavras dentro de outras. Este pode ser um modelo importante para que façam com autonomia o exercício de pensarem nas palavras pedidas e depois em outras possibilidades.
Procure incentivar que retomem palavras já vistas nas atividades ao longo da unidade, mas que busquem escrevê-las espontaneamente, sem consulta (EF02LP01).
2. C) Resposta pessoal. Possíveis respostas: SAPATO, PATO / ALFABETO, BETO / POEMA, EMA / BANANA, ANA / ESCRITA, RITA.
C ) VOCÊ SE LEMBRA DE MAIS UMA PALAVRA EM QUE HÁ OUTRA
PALAVRA “DENTRO”? ESCREVA A SEGUIR.
NA PALAVRA TEM A PALAVRA
3. REVISE AS ATIVIDADES DESTA SEÇÃO E REGISTRE SUAS IMPRESSÕES
NAS FICHAS, PINTANDO OS QUADRINHOS DE ACORDO COM O QUE PERCEBEU SOBRE SEU PROGRESSO EM LEITURA E ESCRITA.
COMO EU ME SAÍ...
Respostas pessoais. Comentários orientações ao professor
NAS ATIVIDADES DE LEITURA?
ENCONTREI FACILMENTE TODAS AS PALAVRAS NA QUADRINHA.
PRECISEI DE AJUDA PARA ENCONTRAR ALGUMAS PALAVRAS QUE COMEÇAM COM VOGAIS.
PRECISEI DE AJUDA PARA ENCONTRAR ALGUMAS PALAVRAS QUE COMEÇAM COM CONSOANTES.
COMO EU ME SAÍ...
NAS ATIVIDADES DE ESCRITA?
DESCOBRI COM FACILIDADE PALAVRAS QUE ESTAVAM DENTRO DAS PALAVRAS INDICADAS.
PRECISEI DE AJUDA PARA IDENTIFICAR ALGUMA PALAVRA QUE ESTAVA DENTRO DE OUTRA.
LEMBREI DE UMA PALAVRA QUE CONTÉM OUTRA PALAVRA E ESCREVI TODAS ELAS COM FACILIDADE.
PRECISEI DE AJUDA PARA LEMBRAR DE UMA PALAVRA COM OUTRA DENTRO E ESCREVÊ-LAS.
AVALIANDO
O foco da atividade 2 é acompanhar as aprendizagens em escrita, mas é possível seguir mapeando também evidências das aprendizagens em leitura com o levantamento de dados sobre o processo de escrita das palavras localizadas. Faça anotações sobre as estratégias empregadas e identifique os avanços e as dificuldades com relação à percepção das partes que compõem as palavras, especialmente as que formam outras palavras conhecidas. Verifique
quantas palavras cada um consegue escrever com autonomia, se essas correspondem ao que foi pedido e se estão escritas de forma convencional. Caso não estejam, aproveite para analisar as hipóteses dos estudantes sobre o sistema de escrita, considerando as características desse registro e de outros que você possa coletar. Esse processo é muito importante para o planejamento de intervenções que ajudem os estudantes a avançarem em suas reflexões, com base no que estão pensando.
ABRACADABRA
VIROU JOGO DE PALAVRA!
NESTA UNIDADE, VOCÊ LEU ALGUNS POEMAS E BRINCOU COM ELES, ORA TROCANDO LETRAS, ORA ENCONTRANDO PALAVRAS DENTRO DE OUTRAS.
AGORA, VAI LER UM TEXTO POÉTICO QUE TRAZ MAIS UM JOGO
DIVERTIDO COM PALAVRAS: O PALÍNDROMO. VOCÊ SABE O QUE É PALÍNDROMO? LEIA O TEXTO A SEGUIR PARA PENSAR SOBRE ESSE RECURSO E DAR AINDA MAIS ASAS À SUA IMAGINAÇÃO.
QUANDO APRENDI AS LETRAS, É CLARO QUE EU GOSTAVA DE LER E ESCREVER TUDO AO CONTRÁRIO.
MEU NOME VIROU ORDEP. O DA MAMÃE, ALIEL. O DO PAPAI, EGROJ E O DA MINHA IRMÃZINHA AQUI... ANA
E PENSEI COM MEUS BOTÕES: UÉ, COMO ASSIM ANA VIROU... ANA? O NOME DA MINHA IRMÃ É IGUAL SE
LIDO NORMAL OU DE TRÁS PARA FRENTE?
FUI FALAR COM A MAMÃE, E ELA ME EXPLICOU QUE PALAVRAS ASSSIM SE CHAMAM “PALÍNDROMOS”.
SÃO MUITOS OS PALÍNDROMOS!
E TÃO INTRIGANTES QUE EU NÃO PENSAVA EM OUTRA COISA. [...]
ZERBINI, CAIO. O TIO + OITO. ILUSTRAÇÕES ORIGINAIS DE BRUNA LUBAMBO. SÃO PAULO: CAIXOTE, 2021. P. 12-14.
autônoma e o gosto pela leitura, desenvolvendo a compreensão dos textos literários de maneira colaborativa (EF02LP26, EF12LP18, EF12LP19).
• Chame a atenção para as reflexões que o nome ANA gera no eu poético, que começa a se questionar sobre uma observação em sua materialidade. Mostre como essa brincadeira sonora com a palavra gera encantamento e surpresa, estimulando os estudantes a reconhecerem que o texto lido faz parte do mundo do imaginário, com dimensão lúdica e de encantamento (EF15LP15).

BNCC
Além das habilidades listadas nas orientações ( EF02LP01 , EF02LP26 , EF12LP02 , EF12LP03 , EF12LP18 , EF12LP19 , EF15LP01 , EF15LP02 , EF15LP08, EF15LP15), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade ( EF15LP09 , EF15LP10 , EF15LP11).
Orientações didáticas
• Faça a leitura do texto introdutório da seção, abrindo espaço para que os estudantes compartilhem seus conhecimentos prévios sobre o conceito de palíndromo. Aproveite para provocá-los a levantar pressuposições antecipadoras de sentido, apoiando-se no que já sabem sobre o gênero poema, no título do texto e nas saliências textuais antes da leitura. Esse momento ajuda a ativar o repertório prévio dos estudantes e a preparar o terreno para uma compreensão mais rica do texto (EF15LP01, EF15LP02).
• Realize uma leitura expressiva do poema, enfatizando as sonoridades e os ritmos do texto. Envolva os estudantes na apreciação da linguagem poética, destacando os recursos sonoros e a musicalidade da leitura. Após a leitura, pergunte se algum estudante gostaria de ler o poema ou, se preferir, divida a leitura: organize-os em grupos, para que todos leiam partes diferentes. Essa prática promove a leitura
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• Discuta com os estudantes o que torna uma palavra um palíndromo e como isso contribui para o efeito lúdico do poema.
• Após a leitura, proponha uma discussão coletiva sobre o conceito de palíndromo no poema e como ele foi usado de forma criativa. Pergunte aos estudantes o que acharam da ideia de palavras que podem ser lidas de trás para frente e se conhecem outros termos ou nomes que também são palíndromos. Incentive-os a criar exemplos e a refletir sobre a diversão e a imaginação que esse jogo linguístico pode despertar em textos literários (EF12LP19).
PAPO DIGITAL
• Oriente os estudantes a pesquisarem novos palíndromos na internet, com a sua mediação. Indique sites apropriados para a faixa etária, garantindo que a pesquisa seja segura e relevante. Durante a atividade, incentive-os a compartilhar suas descobertas com os colegas, destacando os palíndromos mais interessantes ou criativos (EF12LP02).
• Solicite a cada dupla que anote suas descobertas em papéis à parte, incluindo os nomes dos integrantes, para que você possa organizar e compartilhar as descobertas nas redes da escola com a identificação correta das duplas, seja por meio de um painel digital da turma, seja em outro formato adequado. Isso incentiva o compartilhamento de conhecimento e o uso da tecnologia na difusão das descobertas (EF02LP01, EF12LP17).
• Se possível, faça a edição do material coletivamente com os estudantes. Utilize softwares, como programas de edição de texto, para editar e publicar os textos produzidos, explorando os recursos multissemióticos disponíveis (como imagens, elementos gráficos, fontes variadas etc.). Isso permite que os estudantes vejam suas descobertas ganharem forma para serem compartilhadas digitalmente (EF15LP08).
• Se não for possível compartilhar em meio digital, imprima o material criado em algum software ou aplicativo com ferramentas de design gráfico, organizando as informações de forma atrativa. Isso gerará uma versão impressa que pode ser afixada no mural da escola, permitindo que estudantes de outras turmas vejam e apreciem o trabalho desenvolvido.
CAIO ZERBINI NASCEU EM SÃO PAULO, EM 1980, E ADORA BRINCAR COM PALÍNDROMOS. O TIO + OITO É SEU PRIMEIRO
LIVRO INFANTOJUVENIL. QUEM PRODUZIU?
PAPO DIGITAL
PESQUISANDO PALÍNDROMOS NA INTERNET COM UM COLEGA, PESQUISEM NOVOS PALÍNDROMOS NA INTERNET. DEPOIS, COM A AJUDA DO PROFESSOR, VOCÊS VÃO COMPARTILHAR COM OUTROS ESTUDANTES, AMIGOS E FAMILIARES.
EU INDICO! É HORA DA INDICAÇÃO DE LEITURA POÉTICA.
1. O PROFESSOR VAI LEVAR A TURMA PARA A BIBLIOTECA OU O CANTINHO DE LEITURA DA ESCOLA. VOCÊS PESQUISARÃO POEMAS COM RIMAS E OUTROS JOGOS COM PALAVRAS.
2. ESCOLHA O POEMA DE QUE VOCÊ MAIS GOSTOU.
3. COPIE NO ESPAÇO A SEGUIR OS DADOS DO POEMA E DO LIVRO NO QUAL VOCÊ O ENCONTROU.
Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor
VALE A PENA LER!
TÍTULO DO POEMA:
AUTOR DO POEMA::
FOI ENCONTRADO NO LIVRO:
4. NO DIA COMBINADO COM O PROFESSOR, LEIA OS DADOS ANOTADOS E CONTE UM POUCO SOBRE O TEXTO ESCOLHIDO.
DICA: FAÇA SUA INDICAÇÃO DE LEITURA PARA TODA A TURMA, FALANDO COM TOM DE VOZ ALTO E CLARO. ESCUTE E ANOTE AS INDICAÇÕES DOS COLEGAS!
Orientações didáticas
• Leve os estudantes para a biblioteca ou para o cantinho de leitura da escola, onde poderão pesquisar poemas com rimas e outros jogos com palavras em diferentes livros. Encoraje-os a explorar uma variedade de textos, promovendo o interesse pela leitura poética (EF12LP02, EF02LP26).
• Após a pesquisa, peça aos estudantes que escolham o poema de que mais gostaram e copiem os dados do texto e do livro onde o encontraram (EF12LP03). Incentive-os a refletir sobre o que os atraiu no poema e qual palavra ou parte do texto mais despertou seu interesse.
• Oriente os estudantes a anotarem as informações no espaço reservado (EF02LP01).
• No dia combinado, oriente cada estudante a fazer sua indicação de leitura com base nos dados anotados. Eles devem contar um pouco sobre o texto escolhido, destacando o que acharam interessante no poema e explicando por que o indicariam para os colegas. Incentive-os a despertar o interesse dos outros, compartilhando o que gostaram no poema e motivando-os a retirar os livros da biblioteca para lerem em casa, com os familiares.
HORA DE PRODUZIR
PAINEL COM NOMES
DA TURMA
QUE TAL BRINCARMOS AGORA COM OS NOSSOS NOMES?
O QUE VAI PRODUZIR?
CHEGOU A HORA DE CRIAR UM PAINEL COM OS NOMES DE TODOS DA TURMA E ALGUMAS BRINCADEIRAS COM ELES. VAMOS LÁ?
PLANEJAR
Professor, professora: Explique aos estudantes que na etapa 1 do Planejar também podem ser usados apelidos e sobrenomes.
1. FAÇA UM RASCUNHO: ESCREVA SEU NOME NO CADERNO.
2. ESCOLHA UM DOS JEITOS PARA BRINCAR COM ELE:
• TROCANDO UMA LETRA;
• ESCREVENDO O NOME AO CONTRÁRIO;
• ENCONTRANDO UMA PALAVRA DENTRO DELE.
PRODUZIR
1. EM UMA FOLHA AVULSA, ESCREVA SEU NOME NO TOPO, EM DESTAQUE.
2. COLE OU DESENHE SEU RETRATO.
3. ESCREVA A BRINCADEIRA COM O SEU NOME. POR EXEMPLO:
DENTRO DO MEU NOME, BEATRIZ, TEM A PALAVRA ATRIZ.
COMPARTILHAR
O PROFESSOR VAI CRIAR UM PAINEL NA SALA DE AULA COM TODOS OS NOMES E COM AS DIFERENTES IDEIAS DE BRINCADEIRAS!
AVALIAR
OBSERVE O PAINEL E CONVERSE COM OS COLEGAS.
Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor
1. QUAL FOI A BRINCADEIRA COM PALAVRAS QUE MAIS APARECEU?
2. OS NOMES ESTÃO ESCRITOS DE MODO FÁCIL DE LER?
• Incentive os estudantes a escreverem a brincadeira com o próprio nome como legenda do seu desenho ou retrato. Solicite que leiam em voz alta, verificando e corrigindo erros. Reforce o objetivo de construção do painel coletivo, com as produções expostas para leitura de todos.
• Mobilize as habilidades de produção escrita (EF02LP01), incentivando a grafia correta, o uso de letras maiúsculas e pontuação adequada. Planeje com os estudantes o texto a ser produzido, considerando a situação comunicativa e o público-alvo (EF15LP05). Revise e corrija o
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texto com a colaboração dos colegas, fazendo ajustes de ortografia e pontuação (EF15LP06). Por fim, oriente a edição final do texto, usando suporte adequado (EF15LP07).
• Espera-se que os estudantes vejam o painel de nomes não apenas como uma brincadeira divertida, mas também como uma referência de consulta, com os nomes de todos os colegas. Sua construção e exposição ajudarão a fortalecer a identidade do grupo, especialmente no início do ano letivo, promovendo o estreitamento dos vínculos.
BNCC
Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF02LP01 , EF15LP05 , EF15LP06, EF15LP07), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10).
Orientações didáticas
• Solicite aos estudantes que revisem a escrita do próprio nome no rascunho e a comparem a alguma referência (lista de nomes, etiqueta, prisma de nome etc.), corrigindo-a se necessário. • Oriente-os a escolher a brincadeira com base no que for mais coerente para o nome ou apelido do estudante, atentando para letras, sonoridade, tamanho e outros aspectos. Trocar letras é favorável para a exploração de qualquer nome. Brincar com palíndromos necessita que pelo menos uma parte do nome lida de trás para frente continue igual. Escolher a melhor opção exige um exercício divertido de testar o próprio nome, como identificar palavras dentro dele, lê-lo de trás para frente e trocar diferentes opções de letras. Torne essa etapa lúdica, para que os testes antes da escolha se tornem uma grande brincadeira com letras e palavras. Essa experiência lembra como os textos literários fazem parte do mundo do imaginário, oferecendo uma dimensão lúdica e de encantamento (EF15LP05).
BNCC
Desta seção ao Agora na pauta, os estudantes avançarão na apropriação do sistema alfabético ao relacionarem letras em diversos formatos, treinarem o traçado das letras estudadas, por meio da cópia com pontilhado e à mão livre, bem como ao lerem e escreverem letras e palavras em letra cursiva, percebendo progressivamente o princípio acrofônico que opera nos nomes das letras do alfabeto (EF02LP06, EF02LP07, EF12LP01, EF12LP03).
Orientações didáticas
• As atividades desta seção até o Agora na pauta podem ser distribuídas ao longo da unidade, respeitando o ritmo da turma. Essa organização evita que o trabalho se torne cansativo e garante tempo para explorar cada proposta com atenção. Se necessário, intercale essas atividades com outras práticas de leitura e escrita, favorecendo a retomada progressiva dos conteúdos.
• Proponha aos estudantes que observem a letra A em cursiva, tanto em maiúscula quanto em minúscula. Em seguida, faça a leitura do texto relacionado, pedindo que acompanhem o texto escrito em letra cursiva no livro. Proponha a realização do Lupa na letra, incentivando-os a reconhecer e pintar as ocorrências da letra A no texto lido.
• Após isso, faça o traçado da letra A em cursiva (maiúscula e minúscula), mostrando a ordem e a direção do traçado contínuo. Os estudantes devem usar seu traçado como modelo. Observe a seta que indica a direção do traço, partindo do ponto vermelho. Oriente-os a traçar o A nos quadros da atividade de treino motor da Hora do traçado, tanto no pontilhado quanto em mão livre, favorecendo o desenvolvimento da letra manuscrita.
TIRANDO DE LETRA... A!
NO 1º ANO, VOCÊ CONHECEU VÁRIOS FORMATOS DE LETRAS DO ALFABETO E TREINOU BASTANTE O TRAÇADO EM LETRA BASTÃO. NESTE ANO, VAI APRENDER UM NOVO JEITO DE ESCREVER: UTILIZANDO LETRA CURSIVA!
OBSERVE COMO SE ESCREVE A LETRA A EM LETRA CURSIVA MAIÚSCULA E MINÚSCULA. DEPOIS, ACOMPANHE A LEITURA DE UM TEXTO EM QUE ELA APARECE.
DICA: PRESTE BASTANTE ATENÇÃO NO TEXTO ESCRITO ENQUANTO O PROFESSOR FAZ A LEITURA EM VOZ ALTA.
Aa

MORAES, VINICIUS DE; BACALOVAS. AS ABELHAS. VINICIUS DISPONÍVEL EM: https://www.viniciusdemoraes.com.br/br/musica/ musica/46/as-abelhas. ACESSO EM: 6 MAIO 2025. LUPA NA LETRA
VOLTE AO TEXTO E PINTE TODAS AS LETRAS A QUE ENCONTRAR.
Resposta: Espera-se que os estudantes pintem todas as letras A que aparecerem no texto.
HORA DO TRAÇADO
AGORA, VAMOS TRAÇAR O A EM CURSIVA MAIÚSCULA E MINÚSCULA? OBSERVE O EXEMPLO, QUE COMEÇA PELO
PONTINHO VERMELHO E SEGUE AS SETAS, CUBRA OS PONTILHADOS E TRACE ESSA LETRA.
Resposta: Espera-se que os estudantes cubram os pontilhados para escrever as letras em cursiva seguindo a orientação das setas.
A A a a A a A A abelha-mestra e as abelhinhas estão todas prontinhas para ir para a festa [...]
• Se achar oportuno, comece a explorar o princípio acrofônico que opera nos nomes das letras, ajudando os estudantes a compreenderem que o nome de cada letra contém ao menos um som (a realização fonêmica dominante) que a respectiva letra representa. Destaque que a letra A, assim como as letras E, I, O e U, apresenta uma particularidade: a relação é transparente, ou seja, o nome da letra A representa o /a/, o que não ocorre com as demais letras estudadas nesta unidade. O nome da letra B (que falamos “bê”) contém o fonema /b/, mas de forma não direta.
É HORA DO B! OBSERVE ESSA LETRA EM CURSIVA MAIÚSCULA
E MINÚSCULA. DEPOIS, ACOMPANHE A LEITURA DE UMA PARLENDA
SOBRE UM BRINQUEDO QUE COMEÇA COM B
DICA: PRESTE BASTANTE ATENÇÃO NO TEXTO ESCRITO ENQUANTO O PROFESSOR FAZ A LEITURA EM VOZ ALTA.
TIRANDO DE LETRA... B! B b
Lá vai a bola, girar na roda, passear depressa e sem demora e, se no fim desta canção você estiver com a bola na mão, depressa pule fora.

LUPA NA LETRA
ENCONTRE E PINTE, NO TEXTO QUE ACABOU DE LER, A PALAVRA QUE NOMEIA O BRINQUEDO QUE COMEÇA COM B. PINTE TODAS AS OCORRÊNCIAS DELA NA PARLENDA.
Resposta: Espera-se que os estudantes encontrem e pintem no texto a palavra bola, que aparece duas vezes, no primeiro e no penúltimo verso da parlenda.
HORA DO TRAÇADO
AGORA, VAMOS TRAÇAR O B EM CURSIVA MAIÚSCULA E MINÚSCULA? OBSERVE O EXEMPLO, QUE COMEÇA PELO
PONTINHO VERMELHO E SEGUE AS SETAS, CUBRA OS PONTILHADOS E TRACE ESSA LETRA.
Resposta: Espera-se que os estudantes cubram os pontilhados para escrever as letras em cursiva seguindo a orientação das setas.
B b B B b b B
ATIVIDADE EXTRA
Se achar oportuno, proponha aos estudantes uma atividade extraclasse no pátio ou na quadra: a brincadeira com a parlenda “Lá vai a bola girar na roda”. Organize a turma em círculo e, ao recitarem a parlenda em ritmo cadenciado, devem passar a bola entre si. A proposta favorece coordenação motora, cooperação, percepção rítmica e a oralidade, além de reforçar rimas e repetições típicas das parlendas.
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• Chame a atenção para a letra B em cursiva, maiúscula e minúscula, no livro. Se houver estudantes com nomes iniciados por B, convide-os a traçar a letra em cursiva maiúscula na lousa (já que os nomes próprios são escritos com inicial maiúscula).
• Durante a leitura em voz alta do texto relacionado, peça que acompanhem e realizem o Lupa na letra: identificar e apontar (ou pintar) todas as ocorrências da palavra bola na parlenda.
• Modele na lousa o traçado do B cursivo (maiúsculo e minúsculo), seguindo o padrão indicado e usando setas para evidenciar ordem e direção do traço contínuo.
• Proponha o treino motor: primeiro sobre o pontilhado, depois à mão livre, mantendo proporção e alinhamento das linhas para traçar a letra em foco.
Orientações didáticas
• Proponha aos estudantes que observem a letra C em cursiva, tanto na forma maiúscula quanto minúscula. Faça a leitura do trecho da cantiga e peça que, enquanto ouvem a leitura, acompanhem o texto escrito em letra cursiva, no livro.
• Realize a atividade Lupa na letra, incentivando-os a identificar e marcar todas as ocorrências da letra C no texto lido, pintando-as. Em seguida, verifique se encontram e contornam corretamente todas as ocorrências da palavra cobra no texto lido.
• Depois, faça o traçado da letra C em cursiva (maiúscula e minúscula) na lousa, demonstrando a ordem e a direção do traçado contínuo. Observe a seta que indica a direção do traço.
• Peça que tracem o C nos quadros de treino motor, iniciando com o pontilhado e, em seguida, fazendo-o à mão livre, para praticar a letra manuscrita.
TIRANDO DE LETRA... C!
CHEGOU A VEZ DO C! OBSERVE A SEGUIR ESSA LETRA EM CURSIVA MAIÚSCULA E MINÚSCULA.
EM SEGUIDA, ACOMPANHE A LEITURA DE UMA CANTIGA QUE FALA SOBRE UM ANIMAL COM NOME QUE COMEÇA COM ESSA LETRA.
DICA: PRESTE BASTANTE ATENÇÃO NO TEXTO ESCRITO ENQUANTO O PROFESSOR FAZ A LEITURA EM VOZ ALTA.
Cc
A cobra não tem pé, a cobra não tem mão. Como é que a cobra sobe no pezinho de limão?
[...]
1. Resposta: Espera-se que os estudantes pintem todas as letras C em todas as ocorrências da palavra cobra e na palavra como. Oriente-os a
LUPA NA LETRA

observar o formato do C maiúsculo, na palavra que inicia o terceiro verso, e o formato do C minúsculo nas palavras cobra
1. PINTE, NO TEXTO, TODAS AS LETRAS C QUE ENCONTRAR.
2. AGORA, ENCONTRE E CONTORNE A PALAVRA QUE NOMEIA O ANIMAL QUE COMEÇA COM C. DESTAQUE TODAS AS OCORRÊNCIAS DELA NO TEXTO.
Resposta: Espera-se que os estudantes encontrem e contornem no texto a palavra cobra, que aparece três vezes.
HORA DO TRAÇADO
AGORA, VAMOS TRAÇAR O C EM CURSIVA MAIÚSCULA E MINÚSCULA? OBSERVE O EXEMPLO, QUE COMEÇA PELO PONTINHO VERMELHO E SEGUE AS SETAS, CUBRA OS PONTILHADOS E TRACE ESSA LETRA.
Resposta: Espera-se que os estudantes cubram os pontilhados para escrever as letras em cursiva seguindo a orientação das setas.
c C C c c C
TIRANDO DE LETRA... D!
VAMOS TRAÇAR O D?
OBSERVE ESSA LETRA EM CURSIVA MAIÚSCULA E MINÚSCULA. DEPOIS, ACOMPANHE A LEITURA DE UM TRAVA-LÍNGUA QUE BRINCA COM PALAVRAS EM QUE ESSA LETRA APARECE.
DICA: PRESTE BASTANTE ATENÇÃO NO TEXTO ESCRITO ENQUANTO O PROFESSOR FAZ A LEITURA EM VOZ ALTA.
D dÉ um dedo, é um dado, é um dia.
É um dia, é um dado, é um dedo.
É um dado, é um dedo, é um dia.
É um dia, é um dado, é um dedo.
1. Resposta: Espera-se que os estudantes pintem
LUPA NA LETRA

todas as ocorrências das palavras dedo, dado e dia. Cada uma delas aparece quatro vezes no texto. Oriente-os a observar o formato do D no início e no meio das palavras.
1. ENCONTRE E PINTE NESSE TEXTO TODAS AS PALAVRAS EM QUE A LETRA D APARECE.
2. VOCÊ NOTOU QUE A LETRA D APARECEU MUITAS VEZES NESSE TRAVA-LÍNGUA? NA SUA OPINIÃO, A REPETIÇÃO DELA AJUDA A TRAVAR OU A DESTRAVAR A LÍNGUA? POR QUÊ?
Respostas pessoais. Espera-se que os estudantes percebam que a repetição dos sons (neste caso, daqueles representados pela letra D) é uma característica dos trava-línguas,
HORA DO TRAÇADO
que torna mais difícil fazer a leitura rapidamente. Essa repetição pode “enroscar” a fala, “travando” a língua de quem brinca com o texto.
AGORA, VAMOS TRAÇAR O D EM CURSIVA MAIÚSCULA E MINÚSCULA? OBSERVE O EXEMPLO, QUE COMEÇA PELO PONTINHO VERMELHO E SEGUE AS SETAS, CUBRA OS PONTILHADOS E TRACE ESSA LETRA.
Resposta: Espera-se que os estudantes cubram os pontilhados para escrever as letras em cursiva seguindo a orientação das setas.
ATIVIDADE EXTRA
D d D D d d D
Proponha um desafio com o trava-língua “É um dedo, é um dado, é um dia”. Explique que o objetivo é falar rapidamente e sem embaralhar as palavras, aumentando a velocidade gradualmente. Divida os estudantes em duplas ou grupos, para que pratiquem juntos e se desafiem mutuamente.
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• Chame a atenção para a letra D em cursiva, observando tanto a forma maiúscula quanto minúscula. Se houver estudantes com nomes que comecem com D, convide-os a traçar a letra em cursiva maiúscula na lousa, já que nomes próprios iniciam com letra maiúscula.
• Durante a leitura em voz alta do texto relacionado, convide os estudantes a acompanharem-na e a realizarem o Lupa na letra: localizando e pintando todas as ocorrências da letra D no trava-língua. Após isso, converse com eles sobre a repetição da letra, explicando como ela serve para dificultar a leitura rápida. Destaque que essa repetição pode “enroscar” a fala, “travando” a língua de quem brinca com o texto, o que torna a leitura mais desafiadora e divertida.
• Modele o traçado da letra D na lousa (maiúscula e minúscula), seguindo o padrão indicado na seção, demonstrando a ordem e a direção do traço contínuo, de acordo com as setas.
• Proponha o treino motor, explicando que eles devem iniciar com o traçado sobre o pontilhado e, depois, partir para a prática em mão livre, mantendo a proporção e o alinhamento das linhas para garantir que a letra seja bem formada.
ORIGEM POPULAR.
Respostas e orientações didáticas
1. Organize os estudantes em duplas para que realizem a atividade de correspondência entre as palavras escritas em letra e as palavras em letra cursiva minúscula. Observe se conseguem fazer as correspondências corretamente. Destaque que todas as palavras já apareceram anteriormente nos textos que acompanhavam as apresentações das letras, ou seja, já foram vistas em letra cursiva antes.
2. Inicie a atividade orientando os estudantes a cobrirem os pontilhados das palavras apresentadas nos textos que acompanhavam cada letra estudada na unidade. Explique que esta é uma oportunidade para treinarem a escrita em letra cursiva, praticando o traçado das letras de forma gradual, iniciando com o auxílio dos pontilhados. Explique que, embora ainda não tenham treinado todas as letras em cursiva, esta atividade serve para aproximá-los da escrita cursiva e proporcionar experiência prática com as letras, levando-os a desenvolver maior habilidade e confiança. Lembre-se de reforçar que a prática contínua levará ao domínio da escrita em letra cursiva.
LIGADO NAS PALAVRAS
1. DE UM LADO, AS PALAVRAS ESTÃO ESCRITAS EM LETRA BASTÃO. DO OUTRO, APARECEM EM LETRA CURSIVA MINÚSCULA. LIGUE AS PALAVRAS IGUAIS.
Resposta: Espera-se que os estudantes liguem as palavras correspondentes nos dois tipos de letra.
ABELHA
BOLA
COBRA
DEDO abelha bola cobra dedo
2. AGORA, CUBRA OS PONTILHADOS E EXPERIMENTE TRAÇAR AS PALAVRAS QUE VOCÊ VIU NOS TEXTOS QUE ACOMPANHAVAM CADA LETRA DA SEÇÃO TIRANDO DE LETRA
DICA: VOCÊ AINDA NÃO TREINOU O TRAÇADO DE TODAS AS LETRAS EM CURSIVA. TUDO BEM! ESTA ATIVIDADE SERVE PARA TESTAR ESSA NOVA ESCRITA E SE APROXIMAR MAIS DELA. AOS POUCOS, VAI FICAR CRAQUE!
abelha abelha abelha abelha
bola bola bola bola bola
cobra cobra cobra cobra
dedo dedo dedo dedo dedo
Resposta: Espera-se que os estudantes cubram os pontilhados para escrever as palavras em letra cursiva. 42
AVALIANDO
• A atividade 1 do Ligado nas palavras pode ser aproveitada como momento de acompanhamento da aprendizagem da letra cursiva, observando se os estudantes conseguem relacionar corretamente palavras em letra bastão com palavras em letra cursiva minúscula. Esse exercício permite verificar se reconhecem as formas gráficas já exploradas e se identificam correspondências mesmo fora da ordem ou em combinações variadas.
• Caso algum estudante apresente dificuldade em reconhecer ou relacionar as grafias, retome
exemplos já vistos e incentive comparações visuais. Se necessário, utilize materiais de apoio, como cartões com palavras em diferentes tipos de letra ou propostas de pareamento, que favoreçam a discriminação visual e o fortalecimento da memória gráfica.
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• Durante a etapa de cobrir os pontilhados, observe se mantêm a direcionalidade e a continuidade do traço. Esse acompanhamento é importante para identificar avanços e dificuldades no treino da letra cursiva, lembrando que a prática gradual é essencial para o domínio da escrita manual.
AGORA NA PAUTA
CUBRA OS PONTILHADOS E CONTINUE TREINANDO O TRAÇADO
DAS LETRAS E PALAVRAS QUE VOCÊ JÁ TIROU DE LETRA
NESTA UNIDADE.
Resposta: Espera-se que os estudantes cubram os pontilhados para escrever as letras e as palavras em letra cursiva.
DICA: ESCREVA CADA LETRA OU PALAVRA PELO MENOS TRÊS VEZES EM CADA
PAUTA. DEIXE SEMPRE UM ESPAÇO EM BRANCO ENTRE AS LETRAS E PALAVRAS TRAÇADAS.
• Caso haja insegurança, proponha treino inicial em pautas maiores para ganhar confiança antes das linhas regulares.
• Oriente também pequenas pausas para alongar os dedos, prevenindo rigidez e favorecendo uma escrita mais solta.
• Para os estudantes que ainda não estabilizaram a pega em três pontos, ofereça orientações simples, demonstrando a posição funcional dos dedos para conduzir traços contínuos da letra cursiva, sempre respeitando adaptações individuais e incentivando ajustes graduais rumo a uma escrita mais confortável e eficiente.
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Orientações didáticas
• Oriente os estudantes a seguirem o pontilhado para formarem o traçado das letras A, B, C e D em cursiva, tanto maiúscula quanto minúscula. Em seguida, incentive-os a reproduzir as letras sem o apoio do pontilhado, utilizando como referência a escrita anterior. Lembre-os de utilizar o lápis, mantendo a atenção ao início e ao término de cada traço, fundamentais para a continuidade do gesto gráfico. Durante a atividade, observe atentamente o padrão de preensão do lápis, valorizando a conquista de movimentos mais fluidos e regulares, que favoreçam uma escrita legível e cada vez mais autônoma.
LÁPIS NA MÃO
• Neste primeiro treino em letra cursiva, observe se os estudantes conseguem manter o movimento contínuo, sem levantar o lápis a cada letra. Repare nas transições entre curvas e linhas retas, incentivando atenção ao ponto inicial e final de cada traço, fundamentais para as futuras ligações entre letras.
• Valorize a coordenação dos dedos como principal fonte de movimento, preservando o punho estável. Modele a escrita na lousa de forma ampliada, destacando a fluidez do traço, e incentive a repetição na pauta com espaçamento adequado entre letras.
BNCC
Além da habilidade destacada junto às orientações (EF02LP02), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10 , EF15LP11 , EF15LP13).
SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL
Para o jogo ter o efeito desejado, envolva os estudantes na ideia, explicando que eles brincarão com uma língua inventada, que não é falada oficialmente em lugar algum do mundo, mas que faz parte das brincadeiras e do imaginário de crianças de diferentes regiões e variadas gerações. Se achar oportuno, apresente o seguinte vídeo: QUINTAL da Cultura: Língua do P. Quintal da Cultura, 1 jul. 2011. Disponível em: https:// www.youtube.com/watch? v=o3ChZBrNyp0. Acesso em: 25 ago. 2025.
Orientações didáticas
• Este jogo possibilita aos estudantes que explorem as palavras de forma lúdica, segmentando-as em sílabas e inserindo sempre uma nova letra (P) antes de cada sílaba (EF02LP02). A modificação e o resultado sonoro provocam a impressão de se tratar de uma nova língua.
• Para que compreendam e pratiquem a brincadeira, faça rodadas coletivas usando palavras sugeridas pelos estudantes e demonstrações de uso da Língua do P
• Escreva as palavras na lousa para que os estudantes visualizem a escrita e leia conforme a progressão da atividade: primeiro palavras e depois frases completas. Aumente a velocidade enquanto lê, para que o ritmo e a fluência pareçam os de uma nova língua.
É JOGO, É BRINCADEIRA
LÍNGUA DO P
Comentários nas orientações ao professor
VOCÊ JÁ CRIOU E IMAGINOU MUITAS COISAS
UTILIZANDO LETRAS E PALAVRAS, NÃO É MESMO?
QUE TAL UMA BRINCADEIRA DIFERENTE E MUITO DIVERTIDA? É HORA DA LÍNGUA DO P!
REGRAS
1. PARA SE COMUNICAR NESSA LÍNGUA, COLOQUE A LETRA P ANTES DE CADA SÍLABA DA PALAVRA QUE QUER FALAR. OBSERVE O EXEMPLO. REGRAS
A PALAVRA BRINCAR
NA LÍNGUA DO P FICA: PBRIN-PCAR
2. COMECE TREINANDO COM PALAVRAS. QUANTO MAIS TREINAR, MAIS RÁPIDO VAI CONSEGUIR FALAR.
3. AGORA, CRIE FRASES USANDO A LÍNGUA DO P. OBSERVE O EXEMPLO.
A FRASE: VOCÊ QUER BRINCAR?
NA LÍNGUA DO P FICA ASSIM: PVO-PCÊ PQUER PBRIN-PCAR?
4. JUNTE-SE A UM COLEGA E COMBINEM QUE, DE AGORA EM DIANTE, SÓ VALE CONVERSAR NA LÍNGUA DO P! OBSERVE SE VOCÊS ENTENDEM O QUE O OUTRO DIZ. QUANTO MAIS RÁPIDO, MAIS DIFÍCIL E ENGRAÇADA FICA A BRINCADEIRA.
5. E O SEU NOME E OS DOS COLEGAS DA TURMA? COMO SERÁ QUE FICARIAM NA LÍNGUA DO P? ESCOLHA ALGUÉM PARA BRINCAR E REGISTRE AS DESCOBERTAS NO CADERNO, PARA NÃO ESQUECER.
• Convide estudantes que se sintam confortáveis a arriscarem palavras e frases para a turma, antes de a brincadeira acontecer em duplas.
• Escreva na lousa um exemplo de nome na Língua do P, para servir de referência para o registro no caderno.
ATIVIDADE EXTRA
Proponha aos estudantes que brinquem com a Língua do P em casa, com os familiares. Esta será uma oportunidade para praticar e segmentar novas palavras, percebendo que esse jogo com palavras pode ser conhecido, pois é passado de geração a geração.
VAMOS AVALIAR O APRENDIZADO
1. RETOME ALGUNS CONTEÚDOS APRENDIDOS NESTA UNIDADE. DEPOIS, PINTE OS QUADRINHOS DE ACORDO COM A LEGENDA.
ENTENDI BEM. PRECISO REVER.
POEMA.
CONSOANTES E VOGAIS.
PALAVRAS DENTRO DE NOMES.
JOGO DE PALAVRAS (ABRACADABRA).
LETRAS: A, B, C E D.
Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor.
2. COMO FOI A CONVIVÊNCIA NA ESCOLA? CONVERSE COM OS COLEGAS E O PROFESSOR.
Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor
A ) COMO ME SENTI NAS INTERAÇÕES COM MEUS COLEGAS?
B ) DE QUE MANEIRA PARTICIPEI DAS ATIVIDADES COM O PROFESSOR E A TURMA?
C ) COMO PERCEBI MINHAS FORMAS DE FALAR E ME COMUNICAR?
SAIBA MAIS
ESCOLHAS MÁGICAS
UM LIVRO CHEIO DE POESIAS SOBRE AS ESCOLHAS QUE FAZEMOS NO DIA A DIA, COM RITMOS, RIMAS E IDEIAS DE ENCANTAR.
MEIRELES, CECÍLIA. OU ISTO OU AQUILO. ILUSTRAÇÕES DE ODILON MORAES. SÃO PAULO: GLOBAL, 2014.


BRINCANDO DE TRANSFORMAR
UM LIVRO PARA DESCOBRIR POESIA NAS COISAS SIMPLES. TEXTOS INSPIRADOS EM HAICAIS QUE TRANSFORMAM LEMBRANÇAS EM IMAGENS.
HIRATSUKA, LÚCIA. CHÃO DE PEIXES. SÃO PAULO: PEQUENA ZAHAR, 2018.
contato com diferentes formas de pensar e sentir a poesia.
AVALIANDO
Ao final da unidade, espera-se que os estudantes estejam mais familiarizados com as letras e palavras e imersos em um universo letrado de encantamento e descobertas, avançando nas aprendizagens, retomando reflexões sobre o sistema de escrita e atuando em produções significativas, de forma oral e escrita.
Verifique aspectos do percurso até aqui, como a relação com os textos, a identificação de vogais e consoantes na leitura e escrita, as formas de expressão em intercâmbio oral e a capacidade de brincar com as palavras, segmentando, trocando e criando outras. Registre aspectos do desenvolvimento de cada estudante para retomar e ampliar durante as avaliações formativas ao longo do ano.
10/10/2025 09:50:58
BNCC
Nesta seção, os estudantes vão ler e compreender enunciados e tarefas escolares com apoio do professor e dos colegas (EF12LP17), além de escutar com atenção e fazer perguntas pertinentes durante as trocas orais (EF15LP10).
Respostas e orientações didáticas
1. Leia a atividade com os estudantes e explique-lhes que devem fazer uma autoavaliação com base nos itens de estudo e na legenda. Retome a lista de conteúdos da abertura para que relembrem o que estudaram na unidade.
2. Esta atividade visa à autoavaliação socioemocional dos estudantes e os incentiva a refletir sobre sentimentos e atitudes, desenvolvendo competências como autoconhecimento, autogerenciamento, consciência social e habilidades de relacionamento. Organize uma roda de conversa para que todos se expressem com tranquilidade e reflitam sobre as experiências vividas, entendendo as dificuldades como parte do processo de aprendizagem.
SAIBA MAIS
As obras dialogam com o tema da unidade e exploram a musicalidade, a imagem poética e o encanto do cotidiano de forma acessível às crianças, favorecendo o
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
ANDRUETTO, María Teresa. Por uma literatura sem adjetivos. São Paulo: Pulo do Gato, 2014. Esse livro reúne ensaios e conferências que refletem sobre as designações e funções da literatura, especialmente a infantojuvenil, e mostra que a literatura de um país se constrói com a participação de escritores, pesquisadores, críticos e leitores, edificando juntos uma obra para o futuro.
INTRODUÇÃO E
JUSTIFICATIVA
Nesta unidade, os estudantes terão contato com situações do cotidiano, retomando momentos passados em diferentes contextos, como espaço familiar, escola e ambientes culturais. Assim, poderão atuar em propostas contextualizadas de leitura e escrita, compreendendo a função social de textos no dia a dia, com foco no Campo da vida cotidiana. O tema das atividades os convida ao encontro, à colaboração e à ação coletiva para a realização de um piquenique. Eles produzirão uma lista, observando sua organização e finalidade e exercitando a leitura e a escrita. Além disso, vão conhecer uma receita, verificando suas características e o contexto de produção desse gênero, e trabalhar com a segmentação de palavras em sílabas e a remoção e substituição dessas unidades para formar palavras.
As propostas favorecem o trabalho com os temas contemporâneos transversais Saúde e Educação alimentar e nutricional
Expectativas de aprendizagem
Ao final desta unidade, espera-se que os estudantes sejam capazes de:
• ler uma lista, compreendendo a situação comunicativa, sua organização e sua finalidade.
• segmentar palavras em sílabas, fazendo trocas dessas unidades e utilizando-as para criar outras palavras.
• planejar e produzir uma lista, com os colegas e o professor, considerando a situação comunicativa, o tema e a forma de organização do gênero.
• ler uma receita, compreendendo a situação comunicativa, o tema, a organização e a finalidade.

VAI COMEÇAR O PIQUENIQUE! 2
CONTEÚDOS
DESTA UNIDADE
• BRINCANDO COM TRAVA‑LÍNGUA (PALAVRAS DE BRINCAR);
• LISTA;
• COMO ORGANIZAR UMA LISTA;
• SEPARANDO PALAVRAS EM SÍLABAS;
• REMOVENDO E SUBSTITUINDO SÍLABAS PARA CRIAR NOVAS PALAVRAS;
• LISTA: O QUE LEVAR PARA O PIQUENIQUE? (HORA DE PRODUZIR);
• RECEITA;
• COMO ORGANIZAR UMA RECEITA;
• PALAVRAS COM P E B;
• BRINCADEIRA MUSICAL (ABRACADABRA);
• CONVITE (HORA DE PRODUZIR);
• LETRAS E, F, G E H (TIRANDO DE LETRA);
• ADEDONHA (É JOGO, É BRINCADEIRA).
• ler e escrever palavras com correspondências regulares diretas entre letras e fonemas: P e B
• planejar e produzir um convite, com os colegas e o professor, considerando a situação comunicativa, o tema e a forma de organização desse gênero.
Mapeando conhecimentos
• Utilize situações do cotidiano para ativar os conhecimentos prévios dos estudantes sobre alimentação e convivência na escola, a fim de investigar o que eles já sabem a respeito do assunto, favorecendo um momento inicial para uma avaliação
CENA DO ESPETÁCULO INFANTIL PIQUENIQUE, DIRIGIDO POR FLAVIO DE SOUZA.
diagnóstica. A hora do lanche pode ser o ponto de partida. Assim, organize uma roda de conversa para que relatem como esse momento acontece, o que costumam levar ou comer na escola, como se organizam e como se sentem nesse período. Em seguida, proponha atividades ligadas ao tema, como registro coletivo de sugestões de lanches ou brincadeiras, exploração do cardápio da escola (se houver) ou produção de pequenas listas relacionadas a piquenique. Isso permite identificar saberes já mobilizados, observar práticas de leitura e escrita em situações reais e acompanhar o desenvolvimento da oralidade em conexão com o tema da unidade.
COM OS COLEGAS, OBSERVEM A IMAGEM E RESPONDAM ÀS QUESTÕES ORALMENTE.
1. 2.
Respostas e comentários orientações ao professor nas
QUANTAS PESSOAS
APARECEM NA CENA?
O QUE ELAS ESTÃO FAZENDO?
REPARE NA “MESA” POSTA. EM CIMA DO QUE ELA PARECE TER SIDO MONTADA? E O QUE VOCÊ OBSERVA
EM CIMA DELA?
3.
O QUE AS PESSOAS
DA CENA ESTARIAM
SE PREPARANDO PARA FAZER? VOCÊ
JÁ SE REUNIU COM ALGUÉM PARA FAZER ALGO PARECIDO? SE SIM, CONTE PARA OS COLEGAS E O
PROFESSOR COMO FOI ESSA EXPERIÊNCIA.

3. As pessoas parecem estar se preparando para um piquenique. Incentive os estudantes a compartilharem experiências prévias com esse tipo de encontro, relacionando-o a outras comemorações e eventos. Explique, de forma amena, que nem todas as famílias no Brasil têm acesso regular a alimentos e que, por isso, momentos de partilha podem ser vividos de maneiras muito diferentes. Esse pode ser um gancho para sensibilizar sobre a importância da solidariedade e do cui-
dado coletivo. Aproveite para iniciar uma conversa sobre escolhas de alimentação saudável, lembrando que o piquenique, além de encontro e convivência, pode inspirar reflexões sobre como cuidamos do corpo e da saúde ao escolhermos o que comemos. O importante é que situações do cotidiano sejam retomadas, refletidas e compartilhadas.
BNCC
Ao investigarem a imagem, os estudantes podem antecipar sentidos e propósitos com base em conhecimentos prévios e pistas visuais (EF15LP02) e, ao responderem oralmente às questões, mobilizam habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10, EF15LP11).
SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL
O tema “piquenique”, que orienta a unidade, remete a encontro, colaboração e ação coletiva, ressaltando a importância da convivência. Apresente a fotografia de abertura como parte de uma peça teatral e, para ampliar a experiência, pesquise na internet outras cenas desse espetáculo e mostre aos estudantes.
Respostas e orientações didáticas
1. Duas pessoas; elas parecem estar “estendendo” uma toalha, como se estivessem arrumando ou preparando a mesa.
2. A mesa parece ter sido montada sobre caixotes e traz frutas, pães ou bolos, xícaras, pires, copos e arranjos de flores. A fotografia é de uma cena do espetáculo infantil Piquenique, apresentado no Rio de Janeiro, em 2019, com Carolina Pismel e Paulo Verlings. O enredo da obra foi inspirado em contos populares, como Barba Azul e Nariz de Prata
09:55:21
AVALIANDO
Registre suas observações sobre os elementos trazidos e sobre o desenvolvimento da oralidade da turma. Momentos abertos como este favorecem o mapeamento das habilidades deste eixo. Se necessário, faça perguntas para incentivar a participação de quem fala menos nas situações coletivas.
BNCC
Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF02LP12 , EF12LP01 , EF12LP05 , EF12LP07 , EF15LP01 , EF15LP02 , EF15LP05 , EF15LP06 , EF15LP07 , EF15LP08 , EF15LP12), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10 , EF15LP11 , EF15LP13).
Orientações didáticas
• Primeiramente, leia em voz alta o trava-língua “O caju do Juca”. Em seguida, explique a proposta da brincadeira e repita a leitura aumentando a velocidade, tentando falar bem rápido, com o desafio de não “tropeçar” nas palavras. Para este momento, use aspectos paralinguísticos, como gestos, tom de voz, expressão corporal etc. (EF15LP12).
• No passo 2, caso algum estudante conte que já conhecia o trava-língua, incentive-o a recitar em voz alta para os colegas.
• No passo 3, convide os estudantes a memorizarem partes do texto e repeti-las cada vez mais rápido (EF12LP07). Proponha o desafio algumas vezes, destacando a brincadeira de falar sem “tropeçar”. O caráter lúdico favorece a memorização, e o texto pode atuar como texto incidental, servindo de suporte para o desenvolvimento de leituras mais autônomas (EF02LP12).
• Se achar oportuno, organize os estudantes em pequenos grupos para o passo 4, considerando uma proximidade nos níveis de conceitualização da escrita e nas hipóteses de leitura. A discussão sobre as palavras que estão faltando pode gerar avanços importantes nas reflexões sobre o sistema de escrita (EF12LP01).
PREPARANDO A CESTA
PALAVRAS DE BRINCAR
1. Professor, professora: Faça a leitura do trava língua a seguir. O CAJU DO JUCA E A JACA DO CAJÁ.
O JACÁ DA JUJU E O CAJU DO CACÁ. Origem popular.
VOCÊ E OS COLEGAS CONVERSARAM SOBRE O QUE PODE FAZER PARTE DE UM PIQUENIQUE, COMO AS FRUTAS E OUTROS ALIMENTOS.
AGORA, QUE TAL CONHECER UM TRAVA-LÍNGUA QUE BRINCA COM NOMES DE FRUTAS? SIGA O PASSO A PASSO E DIVIRTA SE.
BRINCANDO COM TRAVA-LÍNGUA
Comentários nas orientações ao professor
1. OUÇA A LEITURA DO TRAVA LÍNGUA QUE O PROFESSOR VAI FAZER.
2. VOCÊ JÁ CONHECIA ESSE TEXTO? CONTE PARA OS COLEGAS E O PROFESSOR.
3. OUÇA NOVAMENTE A LEITURA DO TRAVA LÍNGUA. DEPOIS, TENTE MEMORIZAR E REPETIR BEM RÁPIDO, SEM TRAVAR!
4. AGORA, UM DESAFIO! COMPLETE O TRAVA LÍNGUA COM AS PALAVRAS QUE ESTÃO FALTANDO. SE PRECISAR, CONSULTE O BANCO DE PALAVRAS.
O DO JUCA
Resposta: CAJU; JACA; CAJU.
E A DO CAJÁ.
O JACÁ DA JUJU
E O DO CACÁ.

BANCO DE PALAVRAS
CAJU • CACAU • JABUTICABA • CARAMBOLA • CAQUI • JACA
• O passo 4 pode ser iniciado coletivamente. Pergunte à turma sobre as estratégias que podem ajudar a identificar as palavras, compartilhando diferentes possibilidades, como: falar em voz alta as palavras e pensar nas partes que as compõem, relacionando elementos sonoros com a escrita; fazer a leitura das opções do banco de palavras, para, então, ver onde cada uma se encaixa; falar em voz alta o texto e procurar qual das palavras do banco parece ser a correta. Nesse último caso, os estudantes terão o desafio de olhar para além das sílabas iniciais, utilizando outros critérios, como olhar para o final, o meio, ou até para a extensão das palavras (EF12LP01).
5. O QUE AS PALAVRAS QUE VOCÊ ESCREVEU NO TRAVA LÍNGUA TÊM EM COMUM?
Resposta: Todas elas nomeiam frutas.
6. VOCÊ LEVARIA ESSES ITENS PARA UM PIQUENIQUE? POR QUÊ? TROQUE IDEIAS COM A TURMA.
7. COMPARTILHE OUTROS TRAVA LÍNGUAS QUE VOCÊ CONHECE E DESAFIE OS COLEGAS A RECITAREM BEM RÁPIDO, SEM ERRAR!
8. OS COLEGAS RECITARAM ALGUM TRAVA LÍNGUA QUE VOCÊ NÃO CONHECIA? QUAL VOCÊ ACHOU MAIS DESAFIADOR? CONVERSE COM OS COLEGAS A RESPEITO.
BAÚ DE TEXTOS
LEIA, COM O PROFESSOR E OS COLEGAS, MAIS UM TRAVA ‑LÍNGUA PARA BRINCAR!
O DOCE PERGUNTOU PRO DOCE
QUAL O DOCE QUE ERA O MAIS DOCE.
O DOCE RESPONDEU PRO DOCE
QUE O DOCE MAIS DOCE É O DOCE DE BATATA-DOCE.
ABRINDO O BAÚ!
PINTE A PALAVRA QUE NOMEIA A IMAGEM A SEGUIR.
Resposta: BATATA DOCE.
• No passo 6, inicie uma conversa sobre a importância de uma alimentação saudável, destacando que alimentos in natura, como frutas, são fundamentais para uma dieta equilibrada. Eles podem compartilhar quais frutas levariam para um piquenique e por quê. Essa discussão pode ser disparadora para o planejamento e a realização de propostas interdisciplinares ligadas aos temas contemporâneos transversais Saúde e Educação alimentar e nutricional
ATIVIDADE EXTRA
DICA: ELA APARECEU NO TRAVA LÍNGUA QUE VOCÊ LEU NESTE BAÚ!

coletivamente, as etapas de planejamento, releitura, revisão, edição, publicação e circulação do painel, deixando a produção mais contextualizada (EF15LP05, EF15LP06, EF15LP07).
Orientações didáticas
• No Baú de textos, instigue os estudantes a levantarem hipóteses sobre o novo texto, perguntando, por exemplo, se acham que o trava-língua já apareceu na rodada de apresentações (EF15LP02). Proponha que façam a leitura de forma autônoma para descobrir. Depois, se achar oportuno, sugira identificar a
BANANA DA TERRA BETERRABA ORIGEM POPULAR.
BATATA DOCE
Proponha um momento de brincadeira com os trava-línguas compartilhados pela turma, em que todos possam recitar os textos que quiserem, falando rápido, “sem tropeçar”. Explore as características desse gênero da tradição oral (EF15LP01), como a repetição de sons, o jogo sonoro que se dá com a combinação de rimas, aliterações e assonâncias e a variedade cultural das versões brincadas em todo o Brasil. Se julgar oportuno, planeje e produza com a turma o registro dos trava-línguas preferidos da turma (EF12LP05), organizados em um painel, impresso ou digital (EF15LP08), a ser afixado na sala, enriquecendo o ambiente alfabetizador, ou publicado em meios digitais, para o compartilhamento com mais pessoas da comunidade escolar. Na produção desse recurso, considere,
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palavra que se repete e provoca o efeito divertido (EF12LP01, EF12LP07).
• No Abrindo o baú, a palavra explorada na leitura do trava-língua poderá servir de referência para identificar a palavra que nomeia o alimento. Verifique como os estudantes fazem a correlação palavra-objeto e realizam a leitura das palavras apresentadas como opções: se leem com precisão na decodificação, se associam a outras palavras conhecidas pelas partes iniciais, mediais ou finais, ou se fazem a leitura globalmente, por memorização, quando já conhecem as palavras (EF12LP01).
BNCC
Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF12LP01 , EF12LP04 , EF15LP01 , EF15LP02 , EF15LP04), os estudantes também serão levados a desenvolver habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10 , EF15LP11 , EF15LP13).
SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL
Após a leitura do texto introdutório da seção, abra espaço para que os estudantes compartilhem experiências de piqueniques já vividos, acolhendo realidades em que a falta de alimentos possa ter limitado essa vivência. Destaque que o piquenique pode ser realizado de forma colaborativa, antecipando a ideia do texto de leitura, e que, em situações de escassez, a partilha solidária possibilita a experiência: cada um contribui com o que tem. Ressalte, ainda, a importância do cuidado com os alimentos partilhados e da mediação de adultos responsáveis para garantir qualidade e segurança.
Orientações didáticas
• Diga aos estudantes que, nesta seção, terão a oportunidade de ler e compreender um aviso que apresenta uma lista, texto do Campo da vida cotidiana muito presente no dia a dia deles (EF15LP01, EF12LP04)
A lista é um texto que relaciona itens para facilitar a comunicação, a organização e a consulta. Muitas vezes, os itens de uma lista são apresentados em ordem alfabética, como na lista de chamada escolar. É comum que pessoas organizem listas de mercadorias para consultar durante as compras, evitando esquecer itens e favorecendo escolhas mais conscientes, apenas do que precisam.
RODA DE LEITURA: LISTA
VOCÊ E OS COLEGAS OBSERVARAM A CENA DE UM ESPETÁCULO TEATRAL INFANTIL EM QUE DUAS PESSOAS PARECIAM
SE PREPARAR PARA FAZER UM PIQUENIQUE. E VOCÊS, JÁ FIZERAM
ALGUM PIQUENIQUE JUNTOS?
ANTES DE LER
O QUE VOCÊ ACHA QUE NÃO PODE FALTAR EM UM PIQUENIQUE? E SE ESSE EVENTO FOR AO AR LIVRE, QUE ITENS DEVEMOS LEMBRAR DE LEVAR? CONVERSE COM OS COLEGAS A RESPEITO. DEPOIS, FAÇA A LEITURA DA LISTA QUE APARECE NO AVISO A SEGUIR.
Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor

LISTA PARA PIQUENIQUE COLABORATIVO REALIZADO NO ENCONTRO CRIANÇA E NATUREZA, EM 11 DE MAIO DE 2019, NO JARDIM DO BAOBÁ, EM RECIFE, EM PERNAMBUCO.
• Conduza as primeiras observações do texto partindo das questões do Antes de ler e instigue-os a identificar a lista, destacando os itens introduzidos por um símbolo que se repete. Esse é um bom momento para levantar hipóteses sobre o texto e evidenciar a diagramação e o uso das linguagens verbal e visual na produção de sentidos, já que se trata de um texto multissemiótico (EF15LP02, EF15LP04).
• Faça uma primeira leitura em voz alta, mostrando o texto à turma. Em seguida, promova novas leituras coletivas, convidando-os a ler em voz alta e destacando cada parte, como o texto em letras maiores (pergunta), o texto em amarelo e alguns itens da lista (EF12LP01).
• Trabalhe o vocabulário, discutindo em grupo o significado das palavras desconhecidas e incentivando inferências pelo contexto.
PAPO DE LEITOR
1. ANTES DA LEITURA, VOCÊ PENSOU NO QUE NÃO PODERIA FALTAR EM UM PIQUENIQUE AO AR LIVRE. O QUE VOCÊ PENSOU APARECEU NA LISTA? CONVERSE COM OS COLEGAS A RESPEITO.
Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor
2. DE ACORDO COM O TEXTO, MARQUE UM X PARA INDICAR A RESPOSTA CERTA EM CADA ITEM A SEGUIR.
A ) O QUE O LEITOR É CONVIDADO A FAZER?
Resposta: AJUDAR A ORGANIZAR UM PIQUENIQUE COLABORATIVO.
PARTICIPAR DE UMA FESTA DE ANIVERSÁRIO.
AJUDAR A ORGANIZAR UM PIQUENIQUE COLABORATIVO.
B ) O QUE A LISTA DO TEXTO APRESENTA?
Resposta: ITENS PARA LEVAR AO PIQUENIQUE.
ITENS PARA LEVAR AO PIQUENIQUE.
ITENS QUE AS PESSOAS PRECISAM LEVAR PARA A PRAIA.
3. LEIA AS PALAVRAS E PINTE APENAS AS QUE NOMEIAM ITENS QUE APARECERAM NA LISTA DO TEXTO.
CANGA REPELENTE BOLA ÓLEO FRUTAS
BNCC
Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF02LP01 , EF02LP09 , EF12LP01 , EF12LP03 , EF12LP04 , EF15LP01 , EF15LP02 , EF15LP03, EF15LP04), os estudantes também serão levados a desenvolver habilidades da oralidade ( EF15LP09 , EF15LP10 , EF15LP11, EF15LP13).
Respostas e orientações didáticas
1. Reserve um tempo para que os estudantes compartilhem as hipóteses levantadas antes da leitura, validando-as ou revendo-as, de acordo com o texto lido (EF15LP02).
SUCOS PROTETOR SOLAR
VENTILADOR TOALHA
SAQUINHO DE LIXO CADEIRA DE PRAIA ÁGUA
CONVERSE COM A TURMA: PARA QUE SERVE CADA ITEM QUE VOCÊ PINTOU E POR QUE ELE É IMPORTANTE EM UM PIQUENIQUE AO AR LIVRE?
4. PENSANDO SOBRE OS ITENS DA LISTA, RESPONDA ÀS QUESTÕES.
A ) POR QUE VOCÊ ACHA QUE O TEXTO PEDE PARA LEVAR UM SAQUINHO DE LIXO PARA O PIQUENIQUE?
Resposta: Para jogar o lixo em local adequado e deixar o lugar limpo.
Respostas nas orientações ao professor 51
de localização e recuperação de informações do texto (EF15LP03). Depois de pintarem os itens, abra espaço para que conversem livremente (primeiro entre si e depois no grande grupo) sobre a utilidade dos itens encontrados, levando em conta a situação do piquenique ao ar livre.
4. Conduza a realização da atividade oral com todos os estudantes, motivando-os a contribuir com as reflexões. O item a permite desenvolver uma estratégia importante para a competência leitora: a inferência ou dedução de informações implícitas.
AVALIANDO
10/10/2025 09:55:23
A atividade 3 é um bom momento para observar como os estudantes leem palavras novas (possivelmente, canga e repelente), verificando se o fazem com precisão na decodificação. É possível também observar como leem palavras de uso mais frequente (possivelmente bola e sucos), identificando se realizam a leitura globalmente ou por memorização (EF12LP01).
3. Os estudantes devem pintar as palavras CANGA, FRUTAS, REPELENTE, SUCOS, PROTETOR SOLAR, TOALHA, SAQUINHO DE LIXO, CADEIRA DE PRAIA e ÁGUA. As cadeiras de praia podem ser utilizadas como assentos; as frutas, os lanches, a água e os sucos, como os alimentos do piquenique; o protetor solar, para proteger a pele dos participantes, no caso de exposição ao sol; o repelente, para se proteger de possíveis mosquitos; e o saquinho de lixo, para recolher os resíduos e descartáveis, jogando-os no lugar apropriado. Se achar válido, proponha a realização da atividade em duplas e caminhe pela sala, verificando como fazem a leitura das palavras da atividade (EF12LP01) e como trabalham com a estratégia
Respostas e orientações didáticas
4. No item b, espera-se que os estudantes respondam que é importante para estender no chão, servindo de apoio para os alimentos e de assento para as pessoas.
5. No item a, conduza-os a observar as características de enunciação da frase, entendendo-a como um convite, e leve-os a refletir sobre o uso do ponto de interrogação no contexto: ele reforça o tom de convite ou dá a ideia de ordem ou conselho? Escreva a frase na lousa em três versões: com ponto-final, ponto de exclamação e ponto de interrogação, e promova uma reflexão sobre os efeitos de sentido produzidos em cada caso (EF02LP09). No item b, peça-lhes que levantem hipóteses sobre o significado da palavra colaborativo, apoiando-se no contexto da frase e em seus conhecimentos prévios. Incentive a inferência, pedindo exemplos de situações vividas na escola, em casa ou em brincadeiras, e valorize as trocas de sentidos produzidas coletivamente, ampliando o vocabulário e a cultura infantil. No item c, verifique se eles compreendem que um piquenique colaborativo é organizado com a contribuição de todos: cada participante leva um item e compartilha com o grupo. 6. Proponha a realização da atividade em duplas, para que um estudante deixe o livro aberto no texto e o outro na página da atividade, a fim de que localizem a informação explícita (EF15LP03). No item a, após registrarem as respostas, oriente-os a conferir no texto se o registro foi conforme a escrita convencional: espaçamento entre palavras, ortografia e pontuação (EF12LP03). No item b, espera-se que tragam a informação de for-
B ) NA SUA OPINIÃO, É IMPORTANTE LEVAR CANGA OU TOALHA PARA UM PIQUENIQUE AO AR LIVRE? POR QUÊ?
Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor
5. RELEIA A FRASE QUE RECEBE MAIOR DESTAQUE NO TEXTO. DEPOIS, FAÇA O QUE SE PEDE EM CADA ITEM.

A ) O QUE ESSA FRASE REPRESENTA? MARQUE UM X.
Resposta: UM CONVITE.
UMA ORDEM. UM CONVITE. UM CONSELHO.
B ) VOCÊ SABE O QUE SIGNIFICA A PALAVRA COLABORATIVO? CONVERSE COM OS COLEGAS E O PROFESSOR.
Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor.
C ) CONSIDERANDO O ITEM ANTERIOR, QUAL É O SIGNIFICADO DA EXPRESSÃO “PIQUENIQUE COLABORATIVO”? COMENTE.
6. O ÚLTIMO ITEM DA LISTA ESTÁ DESTACADO NA COR AMARELA E NÃO É INTRODUZIDO POR UM SINAL COMO OS DEMAIS.
A ) QUAL É ESSE ITEM? ESCREVA AQUI.
6. A) Resposta: “E O QUE MAIS ACHAR NECESSÁRIO!”
6. B) Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor
B ) VOCÊ INCLUIRIA MAIS ALGUM ITEM NESSA LISTA? SE SIM, QUAL?
5. C) Resposta: Espera se que os estudantes compreendam que a expressão “piquenique colaborativo” se refere a uma atividade em grupo, na qual cada pessoa contribui com algo – como comida, utensílios ou ajuda na organização –, mostrando a importância da cooperação e do trabalho coletivo.
AGORA QUE JÁ LEMOS
VOCÊ ACHA QUE AS LISTAS SERVEM PARA QUÊ? VOCÊ
JÁ FEZ ALGUM TEXTO ASSIM EM UMA SITUAÇÃO DO DIA A DIA? QUE ITENS VOCÊ ORGANIZOU NA LISTA? CONTE PARA OS COLEGAS E O PROFESSOR.
Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor
ma autônoma e autoral. Oriente-os a escrever espontaneamente, recorrendo aos materiais do ambiente alfabetizador (listas de nomes, cartazes etc.) para tirar dúvidas sobre a escrita convencional. Observe se eles utilizam a grafia correta de palavras conhecidas ou com estruturas silábicas já dominadas, usam letras maiúsculas no início da frase, fazem a segmentação entre palavras e pontuam adequadamente (EF02LP01).
AGORA QUE JÁ LEMOS
Neste momento, incentive os estudantes a refletirem sobre a função social das listas, relacionando-as a diferentes contextos da vida cotidiana (EF15LP01). Valorize os exemplos pessoais trazidos, mostrando que a lista é um texto produzido com um objetivo claro, destinado a organizar informações para consulta. Em seguida, retome com a turma a leitura do texto multissemiótico trabalhado, destacando como sua organização está ligada à finalidade de comunicar e ordenar itens, promovendo a compreensão colaborativa e progressiva desse gênero (EF12LP04, EF15LP04).
É LÍNGUA, É LINGUAGEM
COMO ORGANIZAR UMA LISTA?
1. OBSERVE ATENTAMENTE A LISTA QUE APARECEU NA SEÇÃO ANTERIOR. DEPOIS, RESPONDA ÀS QUESTÕES A SEGUIR, MARCANDO UM X PARA INDICAR CADA ITEM CORRETO.

A ) COMO OS ITENS DA LISTA APARECEM NO TEXTO?
UM AO LADO DO OUTRO.
Resposta: UM ABAIXO DO OUTRO.
UM ABAIXO DO OUTRO.
B ) O QUE APARECE ANTES DE CADA NOVO ITEM DA LISTA?
NÚMEROS DE 1 A 7.
Resposta: MARCADORES COMO ESTE:
MARCADORES COMO ESTE: .
C ) PARA QUE VOCÊ ACHA QUE OS ELEMENTOS IDENTIFICADOS NO ITEM ANTERIOR FORAM USADOS NA LISTA?
PARA DIFICULTAR A LEITURA E A IDENTIFICAÇÃO DOS ITENS.
Resposta: PARA ORGANIZAR O TEXTO E FACILITAR A VISUALIZAÇÃO DOS ITENS.
PARA ORGANIZAR O TEXTO E FACILITAR A VISUALIZAÇÃO DOS ITENS.
ATIVIDADE EXTRA
Se achar oportuno, proponha a produção coletiva de um texto que sistematize o que a turma aprendeu sobre o gênero lista. Conduza a conversa para que levantem conclusões sobre a organização de textos desse gênero e registre as contribuições na lousa, pedindo que depois sejam copiadas no caderno (EF12LP03), como forma de registro de estudo e pesquisa (EF02LP22). Espera-se que percebam que as listas apresentam informações organizadas uma abaixo da outra, relacionadas a um mes-
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mo assunto, que podem aparecer com ou sem marcadores (números, tracinhos ou bolinhas) e que servem para lembrar ou organizar o que precisa ser feito, comprado ou levado. O título costuma indicar o que a lista apresenta, como em “Lista de compras” ou “Itens para o piquenique”. Nesse processo, os estudantes reconhecem a função social do gênero (EF15LP01), planejam coletivamente o texto com apoio do professor (EF15LP05), revisam e aperfeiçoam o registro em discussões coletivas (EF15LP06) e produzem a versão a ser registrada no caderno, valorizando clareza e apresentação (EF15LP07).
BNCC
Além das habilidades listadas nas orientações ( EF02LP22 , EF12LP03 , EF12LP04 , EF15LP01 , EF15LP05 , EF15LP06 , EF15LP07), são articuladas também habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10, EF15LP11, EF15LP13).
SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL
Converse com os estudantes sobre situações do dia a dia em que utilizam listas, como lista de presença, de material escolar ou de compras. Deixe que compartilhem experiências e identifiquem a situação comunicativa em cada caso. Pergunte se, em casa, ajudam a elaborar listas de compras ou de afazeres (como colocar a roupa no cesto ou guardar os brinquedos) e peça que indiquem quais recursos gráfico-visuais costumam empregar para separar os itens.
Orientações didáticas
• Por meio dos itens desta atividade, os estudantes poderão observar a forma de organização da lista e sua diagramação, compreendendo que isso está diretamente ligado à finalidade comunicativa desse gênero (EF12LP04) e reconhecendo sua função social em diferentes contextos da vida cotidiana (EF15LP01).
BNCC
Além das habilidades destacadas junto às orientações ( EF02LP01 , EF02LP02 , EF12LP03 , EF02LP04 , EF02LP13 , EF12LP01 , EF12LP17), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10 , EF15LP11 , EF15LP13).
Respostas e orientações didáticas
1. A proposta é retomar o trabalho iniciado na unidade anterior, explorando as sílabas e identificando a quantidade delas em cada palavra. Se achar pertinente, promova uma discussão coletiva sobre a palavra em destaque, perguntando como é possível saber quantas sílabas ela tem. Observe se os estudantes recorrem à segmentação oral (prática comum em brincadeiras desde o 1º ano) e se utilizam estratégias como falar devagar ou contar nos dedos. No item c, incentive-os a recuperar o exercício já realizado anteriormente, de pensar na formação de palavras considerando a posição da sílaba, mostrando que, ao ser deslocada ou apagada, pode compor outras palavras (EF02LP02). Se julgar oportuno, organize uma atividade de ditado coletivo: peça que sugiram palavras iniciadas com as sílabas indicadas e registre-as na lousa, formando uma grande lista colaborativa (EF02LP13) que valorize a criatividade e a ampliação do vocabulário. 2. As palavras propostas na atividade apresentam diferentes quantidades e composições de sílabas. Observe como os estudantes exploram as sílabas complexas, que não seguem o padrão consoante-vogal (CV) e podem gerar dúvidas na separação e na escrita, como ran (CVC), de morango (EF02LP04).
JANELAS PARA A ESCRITA
SEPARANDO PALAVRAS EM SÍLABAS
1. OBSERVE A IMAGEM A SEGUIR E FALE EM VOZ ALTA A PALAVRA QUE NOMEIA ESTA FRUTA.

DICA: ESSA PALAVRA FAZ PARTE DO TRAVA LÍNGUA QUE VOCÊ CONHECEU NA SEÇÃO PALAVRAS DE BRINCAR DESTA SEQUÊNCIA.
A ) QUANTAS SÍLABAS FORMAM ESSA PALAVRA?
Resposta: Duas sílabas.
B ) PINTE OS QUADRINHOS COM AS SÍLABAS QUE VOCÊ FALOU.
Resposta: JA; CA.
JU DA TU JA MA CA
C ) AGORA, ESCREVA UMA PALAVRA QUE COMECE COM UMA DAS SÍLABAS QUE VOCÊ PINTOU.
Sugestões de respostas: Começam com JA: JANELA, JACARÉ, JABUTI. Começam com CA: CASA, CACHORRO, CAJÁ.
2. SEPARE AS SÍLABAS DAS PALAVRAS A SEGUIR. PARA ISSO, ESCREVA UMA SÍLABA EM CADA QUADRINHO.
Respostas: CA JU; MA RA CU JÁ; BA NA NA; A BA CA XI; MO RAN GO.
CAJU
MARACUJÁ
BANANA MORANGO
Permita que experimentem livremente e registre observações, conduzindo-os a identificar que todas as sílabas têm vogais. As diferentes estruturas silábicas (CV, V, CVC, CCV) serão aprofundadas mais adiante, mas já podem ser observadas aqui como preparação para sistematizações futuras. Os estudantes em nível pré-silábico ou que ainda não estabelecem correspondência sonora podem precisar de mais apoio. Faça mediações para que avancem na percepção da sílaba como unidade
sonora maior que o fonema e menor (ou igual, no caso das monossílabas) que a palavra. Por exemplo: “Aqui temos dois quadrinhos para escrever as sílabas da palavra caju. Quantas sílabas a compõem? E quantas letras?”. Aproveite para correlacionar composição e decomposição de letras, sílabas e palavras: essas retomadas sistemáticas são fundamentais para a consolidação do sistema alfabético e até para observações dos padrões de ortografia.
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3. EM VOZ ALTA, FALE O NOME DE
Resposta: Abacaxi, laranja, pera, carambola e abacate.





AGORA, REGISTRE AS PALAVRAS QUE VOCÊ FALOU, ESCREVENDO UMA SÍLABA EM CADA QUADRINHO, DE ACORDO COM O QUE SE PEDE.
A ) NOME DA FRUTA QUE TEM DUAS SÍLABAS
Resposta: PE RA.
B ) NOME DA FRUTA QUE TEM TRÊS SÍLABAS
Resposta: LA RAN JA.
C ) NOME DA FRUTA QUE TEM QUATRO SÍLABAS E COMEÇA COM C
Resposta: CA RAM BO LA.
D) NOME DA FRUTA QUE TEM QUATRO SÍLABAS, COMEÇA COM A
E TERMINA COM I
Resposta: A BA CA XI.
E ) NOME DA FRUTA QUE TEM QUATRO SÍLABAS, COMEÇA COM A E TERMINA COM E.
Resposta: A BA CA TE.
ATIVIDADE EXTRA: JOGO
Agora que os estudantes compreendem que uma palavra é formada por partes identificadas como sílabas e que podem ser separadas (em sons e em sílabas escritas), além de já terem as manipulado para formar novas palavras e encontrado palavras dentro de outras, desde a unidade anterior, pode ser oportuno propor jogos que favoreçam a exploração e consolidação dessas aprendizagens. Uma possibilidade é disponibilizar sílabas móveis para que, em pequenos grupos,
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os estudantes se revezem propondo palavras com uma sílaba faltando, desafiando os colegas a identificá-la. As dicas podem relacionar a sílaba ausente a outras palavras conhecidas, como: “A sílaba que vocês têm de adivinhar é a mesma do final do nome CATARINA”. Esse jogo favorece a consolidação da consciência fonológica e silábica, pois os estudantes precisam identificar, segmentar e recombinar sílabas, além de analisar sons, posições e padrões na formação das palavras (EF02LP02).
3. Nesta atividade, os estudantes poderão consolidar as aprendizagens sobre a segmentação das sílabas e percepção das quantidades. Oriente-os a falar em voz alta as palavras que nomeiam as frutas, fazendo primeiro a segmentação oral delas em sílabas. Depois, diga que devem distribuí-las de acordo com a quantidade de quadrinhos. Uma possibilidade é fazer a atividade em duplas, favorecendo uma discussão sobre o que foi aprendido. Aproveite para mapear como os estudantes estão se apropriando do conteúdo, observando as estratégias explicitadas e as reflexões feitas pelas duplas.
Respostas e orientações
didáticas
1. Faça o item a coletivamente, para que os estudantes compreendam a lógica da atividade e possam trocar reflexões sobre a formação das palavras (EF12LP17). Escreva a palavra JAPÃO na lousa, solicite que a leiam em voz alta e indiquem qual sílaba deverá ser removida para formar a palavra que nomeia o alimento representado na imagem: PÃO (EF02LP02). Depois, motive-os a escrever com capricho as palavras formadas, com ou sem apoio das pistas visuais da própria atividade (EF02LP01, EF12LP03). Incentive-os, então, a ler em voz alta a palavra antes e depois da retirada da sílaba, para que possam checar as respostas (EF12LP01). Proponha que os próximos itens sejam feitos com mais autonomia e circule pela classe, observando as estratégias utilizadas pelos estudantes e as trocas que fazem partindo do desafio. 2. Explique que agora a proposta será formar novas palavras, substituindo a sílaba em destaque por outra (EF02LP02). Mostre como essa troca gera palavras diferentes, que precisam fazer sentido no vocabulário conhecido dos estudantes. Se achar oportuno, organize-os em duplas ou pequenos grupos e incentive-os a experimentar juntos diferentes possibilidades. Proponha a leitura coletiva das palavras formadas, que podem ser escritas na lousa pelos próprios estudantes (EF02LP01, EF12LP01). Procure chamar a atenção para o papel da sílaba modificada na construção do significado e incentive os grupos a compartilharem suas descobertas, comparando as diferentes soluções encontradas.
REMOVENDO E SUBSTITUINDO SÍLABAS
PARA CRIAR NOVAS PALAVRAS
1. EM CADA ITEM, PINTE A SÍLABA QUE DEVE SER APAGADA PARA FORMAR A PALAVRA QUE NOMEIA CADA IMAGEM. DEPOIS, ESCREVA A PALAVRA FORMADA.



JA PÃO
Resposta: Os estudantes devem pintar a sílaba JA e escrever a palavra PÃO
GA TEI
Resposta: Os estudantes devem pintar a sílaba TEI e escrever a palavra MANGA
Resposta: Os estudantes devem pintar a sílaba TA e escrever a palavra BOLO
2. AGORA, ESCOLHA UMA SÍLABA PARA SUBSTITIR A SÍLABA EM DESTAQUE E FORMAR UMA NOVA PALAVRA EM CADA ITEM.
DICA: SE PRECISO, CONSULTE AS IMAGENS AO FIM DA ATIVIDADE.
2. A) Possíveis respostas: Trocar a sílaba inicial CA por PA e formar a palavra PANELA; trocar CA por JA e formar JANELA.

AVALIANDO


2. B) Possíveis respostas: Trocar a sílaba medial MEN por RA e formar a palavra PIRATA; trocar MEN por LO e formar PILOTA
No decorrer das atividades envolvendo a exploração das sílabas, procure registrar aspectos relevantes da aprendizagem dos estudantes, como a capacidade de segmentar as palavras oralmente e por escrito e identificar a quantidade de sílabas e as possibilidades de removê-las e substituí-las para formar novas palavras. Além disso, observe se conseguem estabelecer relações entre a escrita e a oralidade, percebendo que as mudanças na palavra escrita correspondem a alterações em seu som e em


2. C) Possível resposta: Trocar a sílaba final TE por DA e formar a palavra TOMADA
seu significado. É importante também avaliar a autonomia na manipulação das sílabas, a criatividade na proposição de novas combinações e a clareza na leitura das palavras formadas. Se achar oportuno, proponha atividades semelhantes às desta subseção, com o uso de sílabas móveis ou mesmo letras móveis, trabalhando a correlação da composição e decomposição de letras, sílabas e palavras, para avaliar como os estudantes estão se apropriando de habilidades importantes para a construção do sistema alfabético e da ortografia.
HORA DE PRODUZIR
LISTA: O QUE LEVAR PARA O PIQUENIQUE?
CHEGOU A HORA DE ORGANIZAR UM PIQUENIQUE DA TURMA.
O QUE VAI PRODUZIR?
VAMOS FAZER UMA LISTA COM OS ITENS DO PIQUENIQUE.
PLANEJAR
FALEM PARA O PROFESSOR O QUE NÃO PODE FALTAR EM UM PIQUENIQUE. ELE VAI ANOTAR AS IDEIAS NA LOUSA.
PRODUZIR
1. RELEIAM AS IDEIAS COM A AJUDA DO PROFESSOR E DECIDAM OS ITENS QUE FARÃO PARTE DA LISTA DO PIQUENIQUE.
2. EM UMA FOLHA GRANDE, O PROFESSOR VAI ESCREVER A LISTA COM AS PALAVRAS QUE A TURMA DECIDIR.
3. DECIDAM JUNTOS O QUE VÃO USAR PARA SEPARAR OS ITENS DA LISTA: NÚMEROS, BOLINHAS OU OUTROS MARCADORES.
4. ACOMPANHE O REGISTRO DO PROFESSOR, DANDO IDEIAS E VERIFICANDO SE A LISTA ESTÁ FICANDO CLARA E ORGANIZADA.
COMPARTILHAR
ESCOLHAM UM LOCAL NA SALA DE AULA PARA DEIXAR A LISTA EXPOSTA. ASSIM, VOCÊS PODERÃO UTILIZAR AS INFORMAÇÕES PARA ORGANIZAR O ENCONTRO E MUDAR ALGO, SE NECESSÁRIO.
AVALIAR
LEIAM A LISTA E CONVERSEM SOBRE AS PERGUNTAS A SEGUIR.
1. OS ITENS ESTÃO ESCRITOS UM ABAIXO DO OUTRO?
2. HÁ UM SÍMBOLO PARA MARCAR A ENTRADA DE CADA NOVO ITEM, DEIXANDO A LISTA ORGANIZADA?
Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor 57
a conferir se foram usados espaços para separar as palavras (EF02LP01, EF02LP13, EF15LP05, EF15LP06).
• Após a revisão, façam juntos a versão final da lista, podendo ter ilustrações para acompanhá-la. É possível convidar estudantes que já escrevem convencionalmente a atuarem como escribas, para que todos se sintam motivados em seus processos de aprendizagem. Destaque a importância da colaboração e da participação de toda a turma ao longo da produção (EF15LP07, EF02LP08).
• A versão que será afixada no mural deve seguir as especificidades do gênero lista: itens alinhados um abaixo do outro e marcados por um símbolo. Se achar pertinente, retome com a turma a lista lida na Roda de leitura
• Proponha também a construção coletiva de uma lista de tarefas para organizar o piquenique com ações necessárias, como: escolher o local; separar toalhas; trazer copos; combinar quem leva as frutas etc., favorecendo a compreensão da função social da lista como recurso de planeja-
BNCC
Além das habilidades destacadas junto às orientações ( EF02LP01 , EF02LP08 , EF02LP13 , EF12LP04 , EF15LP01 , EF15LP05 , EF15LP06, EF15LP07), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade ( EF15LP09 , EF15LP10 , EF15LP11, EF15LP13).
Orientações didáticas
• Verifique com a direção a possibilidade de fazerem um piquenique na escola, considerando os alimentos permitidos e eventuais restrições alimentares. Confira previamente a limpeza do local e, se for ao ar livre, oriente o uso de protetor solar, repelente e bonés.
• Ao longo do ano, sempre que desenvolver uma atividade prática, extraclasse, jogo ou brincadeira, alerte os estudantes para eventuais riscos, a fim de garantir sua integridade física e bem-estar. Do mesmo modo, adapte atividades para incluir estudantes com Necessidades Educacionais Específicas sempre que possível.
• Planejem juntos as etapas para a realização do piquenique. Na elaboração da lista de itens necessários, oriente-os a citá-los e anote-os na lousa. Essa primeira versão poderá ser ajustada conforme as possibilidades. Façam a releitura da lista e a revisem, verificando a grafia correta das palavras e discutindo a viabilidade das sugestões da turma. Na revisão, oriente-os
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mento (EF15LP01) e a leitura e a produção adequadas ao contexto comunicativo (EF12LP04). Incentive-os a ler os itens durante os preparativos, por exemplo: “Vamos buscar os utensílios na cozinha? Quem pode ler na lista o que devemos pedir emprestado?”.
• Na avaliação, retome a lista para conversar sobre como a disposição em itens facilita a leitura e a organização das informações.
BNCC
Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF02LP16 , EF12LP04 , EF15LP01 , EF15LP02 , EF15LP04), os estudantes serão levados a desenvolver habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10, EF15LP11, EF15LP13).
Orientações didáticas
• Nesta seção, os estudantes terão a oportunidade de ler uma receita, explorando um texto multissemiótico que permite a observação da relação entre aspectos verbais e gráfico-visuais para a construção dos sentidos e com atenção à formatação e à diagramação específica desse gênero textual ( EF02LP16 , EF15LP01 , EF12LP04, EF15LP04).
• Leia o texto que introduz a
A receita explorada é uma receita culinária. Textos assim geralmente são divididos em duas partes: “Ingredientes” e “Modo de preparo” (ou apenas “Preparo”). Essas receitas orientam quanto à preparação de um alimento e fazem uso da linguagem instrucional. É comum encontrar a utilização de formas verbais no imperativo ou de verbos no infinitivo no Modo de preparo (como “faça isso e aquilo” ou “fazer isso e aquilo”), bem como a apresentação dos ingredientes em forma de lista. Além das receitas culinárias, há receitas médicas, associadas a medicações e cuidados direcionados ao uso delas pelo paciente.
MÃO NA MASSA!
RODA DE LEITURA: RECEITA
INFOGRÁFICO CLICÁVEL: RECEITA DE CUPCAKE
VAMOS LER UMA RECEITA E APRENDER A PREPARAR UM PRATO
QUE PODE FAZER SUCESSO EM QUALQUER PIQUENIQUE!
ANTES DE LER
SABENDO QUE A RECEITA LEVA OVO E BANANA, QUE ALIMENTO VOCÊ IMAGINA QUE ELA VAI ENSINAR? TENTE ADIVINHAR COM A TURMA!
Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor
PANQUECA DE BANANA
1 BANANA PRATA MADURA
1 OVO
1 PITADA DE CANELA
PREPARO
1 2 COLHER DE CHÁ DE ÓLEO DE COCO
2 COLHERES DE SOPA DE MEL
1. AMASSE BEM A BANANA EM UM PRATO.
2. EM UMA TIGELA, MISTURE BEM A BANANA, O OVO E A CANELA ATÉ FORMAR UM CREME.
3. EM FOGO MÉDIO, COLOQUE ÓLEO DE COCO EM UMA FRIGIDEIRA ANTIADERENTE.
A MASSA SÓ DESGRUDA TOTALMENTE QUANDO ESTIVER PRONTA.
4. COLOQUE UM POUCO DA MASSA NA FRIGIDEIRA E DEIXE ESPALHAR. COZINHE SEM MEXER.
5. QUANDO ELA DESGRUDAR, VIRE A PANQUECA PARA COZINHAR DO OUTRO LADO.
6. SIRVA AS PANQUECAS PURAS OU COM MEL. ESTA RECEITA RENDE 2 PANQUECAS.
SE FOR BRINCAR DE MESTRE-CUCA, TENHA SEMPRE A COMPANHIA DE UM ADULTO!
FONTE DE PESQUISA: PANQUECA DE BANANA. TEM CRIANÇA NA COZINHA. MUNDO GLOOB, 7 DEZ. 2015. DISPONÍVEL EM: https://www.youtube.com/watch?v=W2SMeD3TALU&list=PL8w4r7LqksACUjsCCm2uPCKAcE _HdZba_&index=20. ACESSO EM: 16 JUL. 2025.
seção e a pergunta do Antes de ler, motivando os estudantes a estabelecerem expectativas de leitura, levando em conta os ingredientes informados (ovo e banana) e as saliências textuais que observarem ao passarem os olhos sobre o texto (EF15LP02, EF15LP04).
• Faça uma primeira leitura do texto em voz alta, mostrando-o e destacando cada parte: “Vamos conhecer os ingredientes da receita?
Como será que se prepara essa panqueca?”. Em seguida, convide voluntários para a leitura, distribuindo partes do texto: um estudante pode ler os ingredientes, enquanto os demais leem os passos do preparo. Aproveite para avaliar a fluência em leitura oral. Por fim, promova uma conversa sobre o texto lido, fazendo perguntas que incentivem a participação da turma.
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PAPO DE LEITOR
1. ANTES DE LER, VOCÊ TENTOU DESCOBRIR O QUE A RECEITA ENSINARIA A FAZER. SEU PALPITE FOI BOM? CONTE PARA A TURMA.
Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor
2. QUAL É A FINALIDADE DESSA RECEITA?
Resposta: ENSINAR A PREPARAR UMA PANQUECA DE BANANA.
ENSINAR A MEDIR OS INGREDIENTES DE FORMA PRECISA.
ENSINAR A PREPARAR UMA PANQUECA DE BANANA.
CONVIDAR AS PESSOAS PARA UM PIQUENIQUE.
3. O QUE ENCONTRAMOS NESSA RECEITA?
APENAS A APRESENTAÇÃO DOS INGREDIENTES.
Resposta: A APRESENTAÇÃO DOS INGREDIENTES E O MODO DE PREPARO DO ALIMENTO.
APENAS O MODO DE PREPARO.
A APRESENTAÇÃO DOS INGREDIENTES E O MODO DE PREPARO DO ALIMENTO.
4. OBSERVANDO A PARTE DA RECEITA QUE APRESENTA O PREPARO DA PANQUECA, RESPONDA ÀS QUESTÕES A SEGUIR.
A ) EM QUANTOS PASSOS O PREPARO ESTÁ ORGANIZADO?
Resposta: Em seis passos.
B ) NO PREPARO, APARECE UMA INFORMAÇÃO QUE LEMBRA UMA “DICA”. QUE INFORMAÇÃO É ESSA? COMO ELA É DESTACADA NA RECEITA?
Resposta: “A massa só desgruda totalmente quando estiver pronta.”. Essa informação é destacada dentro de um balão de fala
direta, sem o título Ingredientes, o que é também comum em muitos textos culinários. Explique que, mesmo sem o título, essa parte continua presente e cumpre sua função de indicar o que será usado. Oriente-os a observar que localizar informações explícitas exige atenção não apenas aos títulos, mas também à forma de organização do texto, no caso, a sequência dos itens listados antes das instruções de preparo (EF15LP03).
4. No item a, observe se os estudantes identificam que o Preparo está organizado em seis
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passos, visualmente marcados pelos numerais de 1 a 6, mostrando que a ordem sequencial é essencial para compreender e executar a receita. No item b , destaque a informação adicional em forma de dica (“A massa só desgruda totalmente quando estiver pronta”).
O recurso indicado, aliado à diagramação, evidencia como elementos gráficos podem auxiliar na leitura e interpretação do texto ( EF15LP03 , EF15LP04 ).
BNCC
Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF02LP16 , EF12LP04 , EF15LP01 , EF15LP02 , EF15LP03, EF15LP04), os estudantes serão levados a desenvolver habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10 , EF15LP11 , EF15LP13).
Respostas e orientações didáticas
1. Abra espaço para que os estudantes conversem livremente e compartilhem suas expectativas e hipóteses levantadas antes da leitura, aquelas feitas com base na informação dos dois ingredientes (ovo e banana) e nas saliências textuais (EF15LP02). Conduza uma discussão sobre quais suposições foram confirmadas ou não, explicando os critérios que usaram para formulá-las. 2. A finalidade da receita é ensinar a preparar uma panqueca de banana. Explore com os estudantes a função social do gênero receita culinária (EF15LP01), destacando seu caráter instrucional, voltado a ensinar o modo de fazer. Ressalte que compreender essa finalidade é essencial para orientar a leitura e a escrita de textos do gênero (EF02LP16, EF12LP04).
3. Espera-se que os estudantes percebam que a receita está organizada em duas partes principais: a lista de ingredientes e o modo de preparo. Na receita lida, os ingredientes aparecem de forma
5. Reforce a importância da habilidade de localizar informações explícitas no texto (EF15LP03). Mostre que, em gêneros instrucionais como a receita, dados relevantes podem estar diluídos nos passos do preparo, e não apenas concentrados na lista de ingredientes. Incentive os estudantes a justificarem suas respostas, indicando o trecho em que encontraram a informação, de modo a desenvolverem a prática de leitura atenta e fundamentada em evidências textuais.
6. Esta atividade permite explorar uma das partes que compõem o gênero receita: a indicação dos ingredientes. Ao observar o trecho, espera-se que os estudantes reconheçam essa parte, mesmo sem o título Ingredientes, compreendam sua finalidade e a relacionem ao uso social do gênero (EF02LP16, EF12LP04). Auxilie-os a perceber que, sem os ingredientes, não seria possível realizar o preparo e que essa parte tem função específica na organização e compreensão da receita.
7. Ao analisar unidades padronizadas (colher de sopa, colher de chá) e não padronizadas (pitada), os estudantes exercitam a leitura do texto, a compreensão de informações explícitas e a articulação entre elementos verbais e visuais (EF15LP03, EF15LP04), ao mesmo tempo em que se aproximam de conceitos matemáticos. Se possível, explore de modo concreto as unidades de medida, levando colheres medidoras ou recipientes de diferentes tamanhos e farinha para medir e comparar quantidades. Outra possibilidade é apresentar fotografias desses instrumentos, aproximando-os das práticas sociais da culinária.
5. QUANTAS PANQUECAS DÁ PARA FAZER UTILIZANDO A QUANTIDADE DE INGREDIENTES INDICADA NA RECEITA? ONDE VOCÊ ENCONTROU ESSA INFORMAÇÃO?
Resposta: É possível fazer 2 panquecas. Essa informação é apresentada no passo 6
6. RELEIA ESSE TRECHO DO TEXTO. DEPOIS, RESPONDA À PERGUNTA, MARCANDO UM X NA RESPOSTA CORRETA.
1 BANANA PRATA MADURA
1 OVO
1 PITADA DE CANELA 1 2 COLHER DE CHÁ DE ÓLEO DE COCO
2 COLHERES DE SOPA DE MEL
O QUE ESSA PARTE DA RECEITA APRESENTA?
O MODO DE PREPARO.
Resposta: OS INGREDIENTES.
OS INGREDIENTES.
7. AINDA OBSERVANDO O TRECHO DA RECEITA REPRODUZIDO NA ATIVIDADE ANTERIOR, FAÇA O QUE SE PEDE EM CADA ITEM.
A ) PARA INDICAR A QUANTIDADE DE INGREDIENTES, A RECEITA TRAZ NÚMEROS E ALGUMAS UNIDADES DE MEDIDA. ASSINALE O ITEM QUE APRESENTA ESSAS UNIDADES NA RECEITA.
Resposta: PITADA, COLHER DE CHÁ E COLHER DE SOPA.
PITADA, COLHER DE CHÁ E COLHER DE SOPA.
XÍCARA, COLHER DE CHÁ E COLHER DE CAFÉ.
ARTICULANDO CONHECIMENTOS
Esta atividade possibilita um trabalho integrado com o componente curricular de Matemática, ao promover reflexões sobre noções de grandezas e medidas presentes no cotidiano.
7. B) Resposta: OVO: UMA UNIDADE; BANANA: UMA UNIDADE; CANELA: UMA PITADA; ÓLEO DE COCO: MEIA COLHER DE CHÁ; MEL: DUAS COLHERES DE SOPA.
B ) DE ACORDO COM A RECEITA, ASSINALE A QUANTIDADE DE CADA INGREDIENTE.





8. RELEIA ESSE TRECHO DA RECEITA.
UMA UNIDADE.
DUAS UNIDADES.
UMA UNIDADE.
DUAS UNIDADES.
UMA PITADA.
UMA COLHER DE SOPA.
MEIA COLHER DE CHÁ.
DUAS COLHERES DE CAFÉ.
DUAS COLHERES DE SOPA.
UMA PITADA.
8. Resposta: Espera-se que os estudantes digam que a recomendação
é importante porque há perigos que a cozinha pode oferecer, como mexer com
SE FOR BRINCAR DE MESTRE-CUCA, TENHA SEMPRE A COMPANHIA DE UM ADULTO!
POR QUE ESSA RECOMENDAÇÃO É IMPORTANTE?
AGORA QUE JÁ LEMOS
líquidos quentes, fogo e objetos cortantes, como facas.
Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor
E VOCÊ, JÁ PREPAROU PANQUECAS OU OUTRAS RECEITAS? SE SIM, UM ADULTO AJUDOU NO PREPARO? CONTE PARA A TURMA.
AGORA QUE JÁ LEMOS
Proponha uma conversa em que os estudantes compartilhem experiências pessoais relacionadas ao preparo de receitas. Pergunte se já acompanharam, em casa, um adulto cozinhando, se ajudaram nesse momento e o que aprenderam. Essa troca articula o texto às vivências, reforça a função social do gênero receita culinária e incentiva a oralidade.
10/10/2025 09:59:09
8. Nesta atividade, os estudantes são levados a inferir, pelo contexto, o sentido da recomendação “ter sempre a companhia de um adulto”, destacada por recurso gráfico-visual que reforça sua importância ( EF15LP04). Espera-se que percebam os riscos da cozinha, como manuseio de fogo e presença de líquidos quentes e objetos cortantes, e compreendam a instrução como uma medida de segurança.
BNCC
Além das habilidades listadas nas orientações (EF02LP22, EF12LP03 , EF12LP04 , EF15LP01 , EF15LP05 , EF15LP06, EF15LP07), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade ( EF15LP09 , EF15LP10 , EF15LP11, EF15LP13).
Orientações didáticas
• As atividades desta seção têm como objetivo levar os estudantes a refletirem sobre a estrutura do gênero receita culinária, reconhecendo suas partes e a função de cada uma. Oriente-os a perceber que geralmente o texto se organiza em: título (nome do alimento); ingredientes (em lista, um abaixo do outro); e modo de preparo (em passos, por vezes numerados). Incentive-os a relacionar a numeração dos passos à necessidade de seguir uma sequência ou ordem para que a receita funcione, compreendendo que mudanças nas etapas podem comprometer o resultado. Valorize a observação da função social da receita como texto instrucional, que serve para orientar o leitor em uma prática do cotidiano (EF12LP04).
É LÍNGUA, É LINGUAGEM
COMO ORGANIZAR UMA RECEITA?
1. COM BASE NA RECEITA QUE VOCÊ ESTUDOU E NO QUE JÁ SABE
SOBRE ESSES TEXTOS, MARQUE UM X NOS ITENS CORRETOS.
A ) QUAL É A PRIMEIRA INFORMAÇÃO QUE APARECE EM RECEITAS?
A QUANTIDADE DE PORÇÕES QUE A RECEITA RENDE.
Resposta: O NOME DO ALIMENTO QUE SERÁ PREPARADO.
O NOME DO ALIMENTO QUE SERÁ PREPARADO.
B ) EM QUAIS PARTES ELAS COSTUMAM SER ORGANIZADAS?
INGREDIENTES E MODO DE PREPARO.
Resposta: INGREDIENTES E MODO DE PREPARO.
INTRODUÇÃO E CONCLUSÃO.
C ) COMO COSTUMAM APARECER OS INGREDIENTES NAS RECEITAS?
EM FORMA DE LISTA, UM EMBAIXO DO OUTRO.
Resposta: EM FORMA DE LISTA, UM EMBAIXO DO OUTRO.
MISTURADOS NO MEIO DO TEXTO.
D) HÁ RECEITAS EM QUE APARECEM NÚMEROS NO PREPARO. PARA QUE SERVEM ESSES NÚMEROS?
PARA MOSTRAR A ORDEM DO PASSO A PASSO.
Resposta: PARA MOSTRAR A ORDEM DO PASSO A PASSO.
PARA DEIXAR A RECEITA MAIS ENFEITADA.
E ) O QUE PODE ACONTECER SE QUEM ESTÁ FAZENDO A RECEITA TROCAR A ORDEM DOS PASSOS NA HORA DO PREPARO?
A RECEITA PODE DAR ERRADO.
A RECEITA VAI FICAR AINDA MELHOR E MAIS RÁPIDA.
Resposta: A RECEITA PODE DAR ERRADO.
ATIVIDADE EXTRA
Se achar oportuno, proponha a produção coletiva de um texto que sistematize o que a turma aprendeu sobre o gênero receita culinária. Conduza a conversa para que levantem conclusões sobre a organização do texto lido e registre as contribuições na lousa, para que depois sejam copiadas no caderno (EF12LP03), como forma de registro de estudo e pesquisa (EF02LP22). Espera-se que percebam que a receita geralmente se estrutura em duas partes principais: ingredientes e modo de preparo. Nos
ingredientes, listam-se os itens necessários; no preparo, o passo a passo de como realizar a receita, numerado ou não. Vale destacar, ainda, que o título costuma indicar o alimento ensinado. Nesse processo, os estudantes reconhecem a função social do gênero (EF15LP01), planejam coletivamente o texto (EF15LP05), considerando sua finalidade e forma de organização, revisam e aperfeiçoam o registro em discussões coletivas (EF15LP06) e produzem a versão a ser anotada, valorizando tanto a clareza quanto a apresentação (EF15LP07).
JANELAS PARA A ESCRITA
PALAVRAS COM P E B
1. RELEIA EM VOZ ALTA O NOME DO ALIMENTO QUE A RECEITA ENSINA A PREPARAR. DEPOIS, FAÇA O QUE SE PEDE EM CADA ITEM.

PANQUECA DE BANANA
2. A) Resposta: Espera-se que os estudantes pratiquem a recitação do trava-língua, de modo que percebam a recorrência das letras e as diferentes formas de pronúncia entre elas.
A ) PINTE DE VERMELHO A PALAVRA QUE COMEÇA COM A LETRA P
Resposta: Espera-se que os estudantes pintem de vermelho a palavra PANQUECA
B ) PINTE DE AZUL A PALAVRA QUE COMEÇA COM A LETRA B
Resposta: Espera-se que os estudantes pintem de azul a palavra BANANA
C ) VOCÊ CONHECE ALGUMA OUTRA RECEITA QUE ENSINE A
PREPARAR UM ALIMENTO QUE SEJA NOMEADO POR UMA PALAVRA QUE COMECE COM P OU B? CONVERSE COM OS COLEGAS E O PROFESSOR.
Resposta: Espera-se que os estudantes falem nomes de alimentos, como brigadeiro, bolo, polenta e pudim
2. O PROFESSOR VAI LER UM TRAVA-LÍNGUA. ESCUTE COM ATENÇÃO. DEPOIS, JUNTE-SE A UM COLEGA E FAÇAM O QUE SE PEDE.
BOTE A BOTA NO BOTE E TIRE O POTE DO BOTE.
ORIGEM POPULAR.
A ) TENTEM MEMORIZAR E FALAR BEM RÁPIDO O TEXTO. NÃO VALE TRAVAR A LÍNGUA!
B ) CONTORNE NO TRAVA-LÍNGUA AS PALAVRAS QUE O PROFESSOR VAI DITAR.
Professor, professora: Faça o ditado das palavras pote e bote
C ) ESCREVA AS PALAVRAS QUE VOCÊ CONTORNOU NO LUGAR ADEQUADO.
Resposta: Os estudantes devem escrever pote e bote, respectivamente.
• PALAVRA COM A LETRA P:
• PALAVRA COM A LETRA B:
Respostas e orientações didáticas
1. O item c favorece a ampliação do vocabulário partindo das letras trabalhadas. Dê tempo para que os estudantes troquem ideias e registre na lousa os alimentos citados, retomando-os depois para verificar com a turma se começam com P ou B e com qual delas. Caso tenha realizado a estratégia inicial, amplie agora o repertório com nomes de alimentos (EF02LP03).
2. Se achar pertinente, promova uma conversa sobre a experiência de brincar com
trava-línguas, retomando o que foi iniciado na seção Palavras de brincar. Destaque que, nesses textos, a repetição de sons semelhantes cria rimas, aliterações e assonâncias, construindo um ritmo de fala característico que pode levar a “travar a língua”. Mostre que esse jogo sonoro ajuda a perceber os efeitos de sentido que surgem quando a linguagem é explorada de forma lúdica (EF02LP12, EF12LP07). No item b, antes de ditar cada palavra, solicite que releiam o texto com atenção às letras iniciais das palavras (EF12LP01). Depois, assegure
BNCC
Além das habilidades listadas nas orientações ( EF02LP01 , EF02LP03 , EF02LP12 , EF12LP01 , EF12LP07, EF12LP17), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade ( EF15LP09 , EF15LP10 , EF15LP11, EF15LP13).
SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL
No lado esquerdo da lousa, reserve dois espaços e escreva no topo: “Começa com P” e “Começa com B”, formando duas colunas a serem completadas. No lado direito, registre alguns nomes próprios que iniciem com essas letras, dando preferência a nomes de estudantes ou funcionários da escola. Depois, peça à turma que indique em qual coluna cada nome deve entrar. Você pode registrá-los ou convidar voluntários, após a discussão coletiva, para escrever na lousa (EF02LP03).
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tempo suficiente para que localizem as palavras ditadas. No item c, motive-os a escrever espontaneamente as palavras antes localizadas no local adequado. Se houver dificuldade, é possível que recorram à cópia ou à observação da palavra que querem escrever no texto, sempre que houver dúvida em relação ao registro convencional (EF02LP01, EF12LP03). Ao final, proponha uma conversa sobre como foi o processo de encontrar e separar as palavras e quais foram os desafios na leitura e escrita das palavras nessa situação.
3. Depois de observarem diferentes palavras iniciadas com P e B, leve-os a perceber que a troca de apenas uma letra pode formar palavras com sentidos completamente diferentes, como ocorre com “panda” e “banda”. Essa compreensão reforça a intencionalidade do estudo voltado à leitura e escrita de palavras com correspondências regulares diretas entre letras e fonemas, como no par de letras em foco (EF02LP03).
3. VAMOS BRINCAR COM PALAVRAS? OBSERVE CADA PAR DE IMAGENS E FAÇA AS MUDANÇAS NECESSÁRIAS PARA FORMAR A PALAVRA QUE NOMEIA A SEGUNDA IMAGEM DE CADA ITEM.
Resposta: BOTE; PANDA.
DICA: O ITEM A TRAZ PALAVRAS QUE VOCÊ VIU NO TRAVA-LÍNGUA DA ATIVIDADE ANTERIOR.




AGORA, ESCREVA AS PALAVRAS QUE VOCÊ FORMOU.
Resposta: Bote; panda.
4. COMPLETE AS PALAVRAS COM P OU B. DEPOIS, LIGUE CADA PALAVRA À IMAGEM CORRESPONDENTE.
PRATICAR EM CASA ANELA ENEIRA



DICA: PARA CONFERIR SE ESCOLHEU CORRETAMENTE A LETRA EM CADA CASO, LEIA AS PALAVRAS EM VOZ ALTA E COMPARE OS SONS À ESCRITA.
Resposta: Os estudantes devem completar as seguintes palavras: PANELA, PENEIRA e BULE; depois, devem ligá-las às respectivas imagens.
1. COM A AJUDA DE UM FAMILIAR, PESQUISE PALAVRAS COM P E B. DEPOIS, PREENCHA OS ESPAÇOS DE ACORDO COM AS ORIENTAÇÕES A SEGUIR.
Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor
A ) UMA PALAVRA QUE COMEÇA COM A LETRA P:
B ) UMA PALAVRA QUE COMEÇA COM A LETRA B:
C ) UMA PALAVRA COM A LETRA P NO MEIO:
D) UMA PALAVRA COM A LETRA B NO MEIO:
2. EM SALA DE AULA, LEIA PARA A TURMA AS PALAVRAS QUE VOCÊ ENCONTROU E OUÇA AS QUE OS COLEGAS ANOTARAM.
semelhantes, com pontos próximos de articulação na boca, é comum que estudantes em processo de alfabetização troquem uma letra pela outra na escrita, seja por ainda confundirem na fala, seja por estarem consolidando hipóteses sobre o funcionamento do sistema de escrita. Ao trabalhar com essas letras, observe essas trocas e, quando oportuno, planeje intervenções, explorando pares como “pato” e “bato”, a fim de incentivar a reflexão sobre como a mudança de apenas uma letra pode transformar a palavra e seu sentido.
ATIVIDADE EXTRA: JOGO
10/10/2025 09:59:19
Se achar oportuno, proponha que os estudantes joguem Adedonha utilizando especificamente as letras P e B, par trabalhado nesta seção. Como o jogo será explorado no final da unidade, este momento pode servir como aquecimento. Desafie-os a registrar palavras em diferentes categorias (nome de pessoa, cidade, alimento, objeto, cor e animal), sempre com foco na letra inicial. Quem terminar primeiro anuncia “Adedonha!”, e a turma faz a checagem coletiva das palavras para confirmar se estão corretas e iniciadas com P ou B (EF02LP03).
4. Leia para os estudantes o enunciado e verifique se todos compreenderam a tarefa: completar as palavras e fazer a correspondência palavra-objeto por meio da atividade de ligar (EF12LP17). Na correção, peça-lhes que compartilhem as estratégias que utilizaram para resolver a atividade e o que estão pensando sobre a construção do sistema alfabético e da ortografia.
PRATICAR EM CASA
Esta atividade marca o início de uma sequência de pesquisas sobre palavras com correspondências diretas entre letras e fonemas (P/B; F/V; T/D). A cada novo par, os estudantes deverão observar sua presença em palavras do cotidiano, investigando, registrando e compartilhando com os colegas. O envolvimento das famílias favorece a ampliação do vocabulário e a valorização da escrita. Ao final, as palavras coletadas poderão ser retomadas em um exercício de sistematização das aprendizagens. Reforce a importância dessa busca contínua, que amplia a compreensão da escrita e fortalece a inserção das crianças no ambiente letrado (EF02LP03).
SONS E LETRAS: P E
B
Em nossa língua, o P representa o /p/, e o B representa o /b/, ou seja, cada letra corresponde diretamente a um fonema. Por produzirem sons
BNCC
Além das habilidades listadas nas orientações ( EF02LP02 , EF02LP03 , EF12LP01), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10 , EF15LP11 , EF15LP13).
Respostas e orientações didáticas
1. Se possível, realize o momento avaliativo em pequenos grupos, acompanhando de perto cada etapa da leitura. O objetivo inicial é que os estudantes segmentem oralmente em sílabas a palavra lida, habilidade desenvolvida desde o 1º ano. No item b, a proposta é voltar ao exercício de observar partes das palavras, já explorado na unidade 1. Oriente-os a ler as duas opções (CARA e RARA) e verificar qual delas está “dentro” da palavra que nomeia a fruta. Se necessário, peça que repitam a leitura em voz alta, atentando aos sons e à forma escrita (CARA –CARAMBOLA) (EF12LP01).
2. Procure ditar palavras variadas, com as letras P e B no início ou no meio, enfatizando a pronúncia e com bom intervalo de tempo entre as palavras, para que os estudantes lidem com o duplo desafio: a escrita da palavra e a localização do espaço correto.
SABERES EM FOCO
SEPARANDO AS PALAVRAS EM SÍLABAS E PALAVRAS COM P E B
1. LEIA EM VOZ ALTA A PALAVRA QUE NOMEIA ESTA FRUTA.

CARAMBOLA
A ) QUANTAS SÍLABAS ESSA PALAVRA TEM?
Resposta: QUATRO SÍLABAS.
TRÊS SÍLABAS. QUATRO SÍLABAS.
B ) QUAL DAS PALAVRAS A SEGUIR É POSSÍVEL ENCONTRAR
Resposta: CARA.
“DENTRO” DA PALAVRA QUE NOMEIA ESSA FRUTA? MARQUE UM X. CARA. RARA.
C ) APAGANDO AS DUAS PRIMEIRAS SÍLABAS DE CARAMBOLA, QUAL PALAVRA ENCONTRAMOS? MARQUE COM UM X COLA. BOLA.
Resposta: BOLA.
2. ESCREVA NO QUADRO CORRESPONDENTE AS PALAVRAS QUE SERÃO DITADAS PELO PROFESSOR.
DITADO
PALAVRAS COM P PALAVRAS COM B
Professor, professora: Sugestões de palavras para o ditado: PENTE; TAPETE; PIPOCA; PIJAMA; BATATA; BETERRABA; CABIDE; BODE.
AVALIANDO
Na atividade 1, procure observar a estratégia utilizada para a segmentação e para a contagem das sílabas. No item a, verifique se contam por meio da oralização, prestando atenção nas sílabas, se olham para a palavra escrita e se chegam à quantidade correta com precisão. Caso não cheguem, procure acompanhar quais são as dificuldades e registre-as, a fim de propor intervenções posteriormente, com propostas que ajudem na percepção das sílabas nas palavras e na representação escrita dessas partes sonoras.
Nos itens b e c, verifique quais são as estratégias usadas e se os estudantes chegam à palavra correta em cada caso. No item c, permita que explorem as possibilidades, riscando partes, tampando-as, lendo em voz alta em cada investigação etc. Acompanhe os processos quando possível e observe a compreensão sobre a segmentação em sílabas e a habilidade de manipular as sílabas para formar novas palavras (EF02LP02). Verifique se aparecem outras ideias de palavras partindo da palavra CARAMBOLA
AGORA, ESCREVA O QUE SE PEDE A SEGUIR.
A ) FRUTA QUE COMEÇA COM P:
Possíveis respostas: PITANGA; PERA; PINHA; PÊSSEGO.
B ) FRUTA QUE COMEÇA COM B:
Possíveis respostas: BANANA; BACABA; BACURI; BERGAMOTA.
3. REVISE AS ATIVIDADES DESTA SEÇÃO E REGISTRE SUAS IMPRESSÕES NAS FICHAS, PINTANDO OS QUADRINHOS DE ACORDO COM O QUE PERCEBEU SOBRE SEU PROGRESSO EM LEITURA E ESCRITA.
COMO EU ME SAÍ...
NAS ATIVIDADES DE LEITURA?
IDENTIFIQUEI FACILMENTE AS SÍLABAS DE CARAMBOLA.
PRECISEI DE AJUDA PARA IDENTIFICAR ALGUMA DAS SÍLABAS DE CARAMBOLA.
ENCONTREI FACILMENTE A PALAVRA FORMADA AO APAGAR AS SÍLABAS INICIAIS DESSA FRUTA.
PRECISEI DE AJUDA PARA ENCONTRAR A PALAVRA FORMADA AO APAGAR AS SÍLABAS INICIAIS DESSA FRUTA.
COMO EU ME SAÍ...
NAS ATIVIDADES DE ESCRITA?
ESCREVI CORRETAMENTE AS PALAVRAS DITADAS NOS QUADRINHOS CORRESPONDENTES.
PRECISEI DE AJUDA PARA IDENTIFICAR SE ALGUMAS PALAVRAS ERAM COM P OU B
ESCREVI COM FACILIDADE O NOME DAS FRUTAS COM P E B.
PRECISEI DE AJUDA PARA ESCREVER O NOME DAS FRUTAS COM P E B
Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor.
trabalhada, escreve convencionalmente as palavras sem apoio, lê com fluência e associa de forma independente as correspondências regulares diretas entre as letras P e B e os fonemas que elas representam.
ATIVIDADE EXTRA: JOGO
AVALIANDO
Procure avaliar como os estudantes estão escrevendo as palavras que apresentam correspondências regulares diretas entre letras e fonemas, como é o caso de P e B (EF02LP03). Para apoiar o monitoramento dessa aprendizagem, é possível organizar os aspectos de observação desta atividade em uma rubrica que contemple diferentes níveis de desenvolvimento. Essa rubrica deve considerar tanto os estudantes que já conseguem diferenciar com segurança os fonemas /p/ e /b/ quanto aqueles que ainda apresentam trocas frequentes, valorizando as estratégias que utilizam para ler, escrever e identificar as palavras. Na construção da rubrica, é importante organizar os critérios em níveis progressivos, por exemplo:
• Nível 1 – Com apoio: depende da mediação do professor para completar os quadros com as palavras e apresenta trocas frequentes entre P e B
• Nível 2 – Parcial autonomia: utiliza pistas visuais e faz tentativas, mas ainda apresenta dificuldade em ler e escrever palavras com P e B
• Nível 3 – Autonomia crescente: completa os quadros com pouca ajuda, lê as palavras produzidas e demonstra compreensão parcial das diferenças sonoras e gráficas.
67
10/10/2025 09:59:20
Se possível, para complementar o percurso avaliativo das atividades de leitura, use sílabas móveis e proponha que brinquem de formar outras palavras com as sílabas de CARAMBOLA. Exemplos: BOLA, CABO, BOCA, LACA Depois, peça que acrescentem novas sílabas, preferencialmente com P e B, como PA, PI, PO; BA, BE, BU, podendo formar mais palavras: BULA, BALA, PACA, PIPOCA, PIPA, BICA, BELA, BECA, RAMPA etc. Acompanhe o processo de formação das palavras, registrando estratégias, reflexões, avanços e desafios que identificar na atuação dos estudantes (EF02LP02).
• Nível 4 – Autonomia consolidada: identifica com clareza a relação grafofonêmica
BNCC
Além das habilidades listadas nas orientações ( EF02LP04 , EF02LP03 , EF02LP12 , EF02LP15 , EF12LP05 , EF15LP05 , EF15LP06 , EF15LP07 , EF15LP08), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10 , EF15LP11 , EF15LP13).
SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL
Se possível, acesse o link do vídeo e apresente aos estudantes a canção Piquenique no quintal para introduzir a brincadeira. Convide-os a cantar, respeitando ritmo e melodia, ou, caso não seja possível ouvir o áudio, cante previamente ou leia a letra imprimindo ritmo, que pode ser criado junto à turma, especialmente no refrão (EF02LP12, EF02LP15).
Orientações didáticas
• Durante a brincadeira com o texto, motive os estudantes a perceberem que conseguem realizar substituições sonoras de forma espontânea, como no exemplo do refrão, explorando o jogo rítmico. Explique que a proposta se assemelha à da cantiga popular O sapo não lava o pé, já conhecida por muitas crianças, em que a troca das vogais gera novas versões divertidas, incentivando a consciência sobre padrões sonoros. Encoraje-os a não se prenderem apenas à escrita, incentivando-os a “ouvir” a brincadeira, favorecendo a percepção da relação entre fala e escrita.
• A brincadeira que envolve segmentar oralmente palavras em sílabas e fazer as substituições com novas vogais favorece a percepção de que todas as sílabas
ABRACADABRA
Comentários nas orientações ao professor
VIROU BRINCADEIRA
MUSICAL!
NESTA UNIDADE, ESTAMOS FALANDO BASTANTE SOBRE PIQUENIQUE, NÃO É MESMO? QUE TAL AGORA BRINCAR COM ESSA PALAVRA POR MEIO DE UMA BRINCADEIRA MUSICAL?
O PROFESSOR VAI MOSTRAR A VOCÊ E AOS COLEGAS COMO É ESSA BRINCADEIRA. CONTINUEM CANTANDO COM OS DESAFIOS PROPOSTOS A CADA VEZ E BOA DIVERSÃO!
PIQUENIQUE NO QUINTAL
PIQUENIQUE, PIQUENIQUE, PIQUENIQUE NO QUINTAL.
— DE NOVO!
PIQUENIQUE, PIQUENIQUE, PIQUENIQUE NO QUINTAL.
— COM O!
POCONOCO, POCONOCO, POCONOCO NO CONTOL.
— COM U!
PUCUNUCU, PUCUNUCU, PUCUNUCU NU CUNTUL.
— NORMAL!
PIQUENIQUE, PIQUENIQUE, PIQUENIQUE NO QUINTAL. [...]

PIQUENIQUE NO QUINTAL: CLIPES ANIMADOS. 5 S-32 S. COCORICÓ, 23 JUL. 2019. DISPONÍVEL EM: https://www.youtube.com/watch?v=9USjeZDzTOM. ACESSO EM: 10 JUL. 2025.
contêm vogais. Se achar pertinente, aproveite para trabalhar o reconhecimento das diferentes formações silábicas (CV, V, CVC, CCV). A própria palavra piquenique traz exemplos de sílabas com CV, como em PI, e CVV, como QUE (EF02LP04). Se oportuno, introduza também a correspondência regular contextual entre C e QU, que será aprofundada mais adiante neste volume. Mostre que, ao brincar com O e U, piquenique passa a
ser escrita com C (poconoco; pucunuco), pois nesse caso C e QU representam o mesmo som /k/. Já com E, a palavra se manteria com QU (pequeneque) (EF02LP03). Se achar conveniente, leia o boxe conceito que apresenta as regularidades contextuais envolvendo C e QU no Janelas para a escrita (“Palavras com C e QU”) da unidade 5 deste volume.
CRIAR PARA COMPARTILHAR
1. JUNTE-SE A UM COLEGA PARA INVENTAR UMA NOVA VERSÃO PARA ESSA BRINCADEIRA. ESCOLHAM UMA PALAVRA COM QUATRO SÍLABAS E TROQUEM TODAS AS VOGAIS POR UMA VOGAL SÓ!
DICA: SUGESTÕES DE PALAVRAS PARA BRINCAR:
• CARAMBOLA, QUE PODE VIRAR COROMBOLO OU CURUMBULU;
• ELEFANTE, QUE PODE VIRAR OLOFONTO OU ULUFUNTU.
2. CRIEM A VERSÃO DE VOCÊS PARA A TROCA COM A LETRA O.
Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor
VERSÃO ORIGINAL
— COM O!
RECRIAÇÃO DE VOCÊS
POCONOCO, POCONOCO, POCONOCO NO CONTOL. — COM O! NO CONTOL.
3. CANTEM A VERSÃO QUE CRIARAM PARA A TURMA.
PAPO DIGITAL
CLIPE MUSICAL DA TURMA
VAMOS GRAVAR UM VÍDEO PARA COMPARTILHAR AS RECRIAÇÕES QUE FIZERAM? SIGA AS ORIENTAÇÕES DO PROFESSOR!

PAPO DIGITAL
Com celulares ou filmadoras, registre o momento de recriação musical dos estudantes e edite o material em formato de clipe. Esse processo deve contar com a participação da turma em todas as etapas (planejamento, revisão, edição e publicação) e, quando possível, com o apoio de um profissional de TICs, de modo a aproximar as crianças de práticas reais de produção e circulação de conteúdos digitais (EF15LP05, EF15LP06, EF15LP07, EF15LP08). O vídeo pode ser exibido em reunião com familiares, valorizando o envolvimento da comunidade escolar.
10/10/2025 10:37:09
• No Criar para compartilhar, os estudantes terão a oportunidade de inventar novas versões para a brincadeira, escolhendo palavras e recriando motivos rítmicos. A proposta incentiva que se guiem pelo som e pelas associações que já conseguem perceber, substituindo vogais e experimentando os efeitos sonoros resultantes. Ao criar, escrever e depois cantar suas versões, os estudantes vivenciam um processo coletivo de produção, que valoriza a expressão oral e escrita, o ritmo e a ludicidade dos textos versificados. Esse exercício favorece tanto a criatividade quanto a compreensão de como se organizam jogos sonoros em diferentes gêneros da tradição oral. (EF12LP05).
BNCC
Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF02LP01 , EF02LP08 , EF02LP13 , EF12LP04 , EF12LP06 , EF15LP01 , EF15LP05 , EF15LP06 , EF15LP07, EF15LP08), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade ( EF15LP09 , EF15LP10 , EF15LP11, EF15LP13).
SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL
Solicite aos estudantes que, se tiverem, tragam de casa um convite de algum evento do qual a família tenha participado e compartilhe-o com os colegas, para que observem as principais características desse gênero textual do Campo da vida cotidiana. Se não for possível, apresente a eles convites produzidos para eventos da escola, referências disponíveis na internet ou livros de literatura infantil que contenham exemplos de convites, a fim de que possam explorar esse gênero. Ajude-os a perceber a finalidade de um convite (chamar alguém para um evento específico) e a sua forma de organização e formatação, marcada por elementos como título, data, local, horário e destinatário. A proposta favorece a identificação de aspectos de diagramação próprios desse gênero, o reconhecimento de local de circulação e quem costuma produzi-lo, possibilitando a compreensão de como a disposição das informações contribui para cumprir sua função comunicativa (EF02LP13, EF12LP04, EF15LP01).
Orientações didáticas
• Separe materiais de suporte de cores e tamanhos diversos para a produção do convite, como cartolinas e folhas de sulfite coloridas, a fim de que os estudantes possam escolher o que pretendem usar na atividade.
HORA DE PRODUZIR
CONVITE
AGORA QUE JÁ FIZEMOS A LISTA COM OS PREPARATIVOS E CONHECEMOS IDEIAS DE RECEITAS QUE PODEM COMPOR O PIQUENIQUE DA TURMA, É HORA DE UM NOVO DESAFIO.
O QUE VAI PRODUZIR?
VAMOS ESCREVER UM CONVITE PARA CONVIDAR AS PESSOAS PARA ESSE MOMENTO ESPECIAL!
PLANEJAR
1. COMBINE COM O PROFESSOR E OS COLEGAS QUEM VOCÊS VÃO CONVIDAR PARA PARTICIPAR DO PIQUENIQUE COLABORATIVO.
2. VOCÊS JÁ ESCREVERAM UM CONVITE ANTES? SE SIM, CONTEM SOBRE ESSA EXPERIÊNCIA PARA OS COLEGAS E O PROFESSOR.
3. DEPOIS DA CONVERSA, MARQUEM UM X NOS ITENS QUE NÃO PODEM FALTAR NO CONVITE DO PIQUENIQUE.
NOME DO CONVIDADO.
DATA E HORÁRIO DO PIQUENIQUE.
MODO DE PREPARO DO ALIMENTO.
LOCAL DO PIQUENIQUE.
O QUE PRECISA SER LEVADO.
Resposta: NOME DO CONVIDADO; DATA E HORÁRIO DO PIQUENIQUE; LOCAL DO PIQUENIQUE; O QUE PRECISA SER LEVADO; NOME DE QUEM ESTÁ FAZENDO O CONVITE; PEDIDO DE CONFIRMAÇÃO DE PRESENÇA.
INGREDIENTE PARA PREPARAR O ALIMENTO.
NOME DE QUEM ESTÁ FAZENDO O CONVITE.
PEDIDO DE CONFIRMAÇÃO DE PRESENÇA.
• Planeje com eles o texto que será produzido, considerando a situação comunicativa, os interlocutores, o propósito e a forma de circulação (EF15LP05, EF12LP06). Definam juntos um destinatário real para o convite, por exemplo, outra turma da escola, os familiares ou outro grupo sugerido pela turma.
O convite é um texto destinado a alguém a quem se dirige uma solicitação de presença ou participação em um evento, por meio de suportes diversos, escritos ou orais. É comum ao universo infantil o “convite de aniversário”. Nesses textos, geralmente se encontram estas informações:
nome de quem convida, nome do destinatário, indicação do lugar e do horário do evento para o qual se convida e, em alguns casos, pedido de confirmação de presença.
• Se possível, realize coletivamente a etapa 3 do Planejar, depois de uma conversa sobre as características e o contexto de produção do convite, avaliando item a item os elementos que não podem faltar no gênero (EF02LP13, EF12LP04, EF15LP01).
PRODUZIR
1. ESCOLHAM O PAPEL EM QUE SERÁ FEITO O CONVITE. VERIFIQUEM TAMANHO, FORMATO E ONDE AS INFORMAÇÕES SERÃO COLOCADAS.
2. DEFINAM QUEM SERÃO OS ESCRIBAS DA TURMA. OS ESTUDANTES FICARÃO RESPONSÁVEIS POR ESCREVER AS INFORMAÇÕES DITADAS PELOS COLEGAS.
3. CONFIRAM SE TODAS AS INFORMAÇÕES PREVISTAS NO PLANEJAMENTO APARECERAM NO CONVITE.
4. FAÇAM UMA ILUSTRAÇÃO. CADA ESTUDANTE PODE DESENHAR UM POUCO OU VOCÊS PODEM ESCOLHER ALGUÉM DA TURMA PARA ASSUMIR ESSA FUNÇÃO. O IMPORTANTE É QUE TODOS POSSAM OPINAR E DECIDIR COMO O CONVITE SERÁ ILUSTRADO.
COMPARTILHAR
COM O CONVITE PRONTO, CHEGOU A HORA DE ENTREGÁ-LO AO DESTINATÁRIO! COMBINEM COMO E QUANDO SERÁ FEITA ESSA ENTREGA.
AVALIAR
Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor.
APÓS A ENTREGA DO CONVITE, CONVERSE COM OS COLEGAS.
1. O CONVIDADO PÔDE ENCONTRAR TODAS AS INFORMAÇÕES NECESSÁRIAS PARA PARTICIPAR DO PIQUENIQUE?
2. A TURMA CONTRIBUIU DE ALGUM MODO COM A PRODUÇÃO DO CONVITE?

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• Na etapa Produzir, os estudantes que atuarem como escribas devem escrever de forma convencional e legível. Os colegas participam de todas as etapas, escrita, releitura, revisão e edição da versão final a ser entregue ao destinatário (EF12LP06, EF15LP06, EF15LP07). Faça a mediação para que todos percebam se estão corretos os espaços entre as palavras, a grafia das palavras conhecidas e as estruturas silábicas já dominadas (EF02LP01, F02LP08).
• Se achar oportuno, amplie a proposta para suportes digitais, de modo que o convite possa ser enviado em áudio. Assim, os estudantes terão a oportunidade de praticar a produção oral, exercitando a fluência em leitura. A versão digital poderá ser editada e apresentada posteriormente ao destinatário, explorando diferentes recursos multimodais e valorizando a circulação do texto em meio digital (EF15LP08).
• A forma de entrega do convite pode ser escolhida pela turma, bem como a versão que será disponibilizada, impressa ou digital, escrita e/ou oral. Essa comparação e a discussão sobre qual suporte e forma de circulação melhor atende às necessidades do momento podem ser potentes para a ampliação da compreensão dos diversos recursos utilizados nas produções e em seus compartilhamentos.
• No Avaliar, promova um momento de conversa, para que que todos possam opinar sobre os diferentes aspectos propostos, tanto do processo de planejamento e produção como da versão do texto pronta para ser entregue ao destinatário.
BNCC
Além das habilidades destacadas junto às orientações (EF02LP15, EF02LP12), desta seção até o Agora na pauta, os estudantes avançarão na apropriação do sistema alfabético ao relacionarem letras em diversos formatos, treinarem o traçado das letras estudadas, por meio da cópia com pontilhado e à mão livre, bem como lerem e escreverem letras, palavras e textos registrados em letra cursiva, percebendo progressivamente o princípio acrofônico que opera nos nomes das letras do alfabeto (EF02LP06, EF02LP07, EF12LP01, EF12LP03).
Orientações didáticas
• As atividades desta seção até o Agora na pauta podem ser desenvolvidas gradualmente ao longo da unidade, de acordo com o ritmo da turma. Esse encaminhamento ajuda a manter o envolvimento dos estudantes, evitando sobrecarga e permitindo que cada atividade seja explorada com mais qualidade. Sempre que achar necessário, alterne essas propostas com outras práticas de leitura e escrita, favorecendo a retomada e o aprofundamento dos conteúdos.
• Proponha aos estudantes que observem a letra E em letra cursiva, tanto em maiúscula quanto em minúscula. Em seguida, faça a leitura da transcrição da canção que acompanha a letra, pedindo que acompanhem o texto escrito em letra cursiva no livro. Proponha a realização do Lupa na letra, incentivando-os a reconhecer e pintar, no trecho, todas as ocorrências da palavra com E procurada.
• Faça, então, o traçado da letra E em cursiva (maiúscula
TIRANDO DE LETRA... E!
OBSERVE COMO SE ESCREVE A LETRA E EM LETRA CURSIVA MAIÚSCULA E MINÚSCULA.
DEPOIS, ACOMPANHE A LEITURA DE UMA CANTIGA EM QUE ESSA LETRA APARECE.
e
Um elefante incomoda muita gente. Dois elefantes incomodam, incomodam muito mais. [...]
LUPA NA LETRA
ORIGEM POPULAR.
VOLTE AO TEXTO E PINTE A PALAVRA QUE NOMEIA O ANIMAL QUE COMEÇA COM E. PINTE ESSA PALAVRA QUANTAS VEZES ELA APARECER.
Resposta: Espera-se que os estudantes encontrem e pintem no texto a palavra elefante, que aparece duas vezes, uma no singular e outra no plural.
HORA DO TRAÇADO
AGORA, VAMOS TRAÇAR O E EM CURSIVA MAIÚSCULA E MINÚSCULA?
OBSERVE O EXEMPLO, QUE COMEÇA PELO PONTINHO VERMELHO E SEGUE AS SETAS, CUBRA OS PONTILHADOS E TRACE ESSA LETRA.
Resposta: Espera-se que os estudantes cubram os pontilhados para escrever as letras em cursiva seguindo a orientação das setas.
DICA: REPARE BEM NO TEXTO ESCRITO ENQUANTO O PROFESSOR FAZ A LEITURA EM VOZ ALTA. E e
E E e e e E
e minúscula), mostrando a ordem e a direção do traçado contínuo. Os estudantes devem usar seu traçado como modelo. Observe a seta que indica a direção do traço, partindo do ponto vermelho. Oriente-os a traçar o E nos quadros da atividade de treino motor do Hora do traçado, tanto no pontilhado quanto em mão livre, favorecendo o desenvolvimento da letra manuscrita.
TIRANDO DE LETRA... F!
É HORA DO F. OBSERVE COMO SE ESCREVE A LETRA F EM CURSIVA MAIÚSCULA E MINÚSCULA.
EM SEGUIDA, ACOMPANHE A LEITURA DE UMA ADIVINHA QUE TRATA DE UM INSETO NOMEADO POR UMA PALAVRA QUE COMEÇA COM ESSA LETRA.
DICA: PRESTE BASTANTE ATENÇÃO NO TEXTO ESCRITO ENQUANTO O PROFESSOR FAZ A LEITURA.
Qual é a formiga que sem a primeira sílaba vira uma fruta?
Resposta: Saúva.
LUPA NA LETRA
ENCONTRE E PINTE NO TEXTO ANTERIOR A PALAVRA QUE NOMEIA O INSETO QUE COMEÇA COM F.
Resposta: Espera-se que os estudantes encontrem e pintem no texto a palavra formiga
HORA DO TRAÇADO
AGORA, VAMOS TRAÇAR O F EM CURSIVA MAIÚSCULA E MINÚSCULA? OBSERVE O EXEMPLO, QUE COMEÇA PELO
PONTINHO VERMELHO E SEGUE AS SETAS, CUBRA OS PONTILHADOS E TRACE ESSA LETRA.
Resposta: Espera-se que os estudantes cubram os pontilhados escrevendo as letras em cursiva seguindo a orientação das setas.
ATIVIDADE EXTRA
Se achar oportuno, leve a turma para o pátio ou a quadra e proponha uma brincadeira extraclasse, com a cantiga “Um elefante incomoda muita gente”. Organize os estudantes em roda e explique as regras: um grupo começa cantando “Um elefante incomoda muita gente” e o outro responde com “Dois elefantes incomodam, incomodam, muito mais”. A cada rodada, acrescenta-se um elefante, e o grupo que responde deve repetir a palavra incomoda tantas vezes quanto a quantidade de elefantes for indicada.
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O desafio é manter o ritmo da cantiga, mesmo com as repetições ficando cada vez mais longas e engraçadas. Incentive a participação de todos, alternando quem começa e quem responde (EF02LP15). É importante orientar a turma para que a brincadeira se mantenha respeitosa, evitando qualquer comentário que possa gerar estigmas ou situações de bullying Reforce que o foco está na diversão coletiva, na oralidade, na memória e na percepção sonora da linguagem, sempre em um ambiente de colaboração e acolhimento.
• Chame a atenção para a letra F em cursiva, maiúscula e minúscula, no livro. Se houver estudantes com nomes iniciados por F, convide-os a traçar em letra cursiva maiúscula na lousa (já que os nomes próprios são escritos com inicial maiúscula).
• Durante a leitura em voz alta da adivinha, solicite que acompanhem e realizem o Lupa na letra, pintando, no texto, a palavra procurada.
• Modele na lousa o traçado da letra F em cursiva (maiúscula e minúscula), seguindo o padrão indicado e usando setas para evidenciar a ordem e a direção do traço contínuo.
• Proponha o treino motor: primeiro sobre o pontilhado, depois à mão livre.
Orientações didáticas
• Proponha que observem a letra G em cursiva, maiúscula e minúscula. Se houver estudantes com nomes iniciados por essa letra, convide-os a traçar o G maiúsculo na lousa, lembrando que nomes próprios começam com letra maiúscula.
• Faça a leitura do trava-língua relacionado e peça que, enquanto ouvem a leitura, acompanhem o texto escrito em letra cursiva no livro.
• Realize a atividade Lupa na letra, incentivando os estudantes a identificarem e contornarem todas as ocorrências da palavra procurada no texto lido. Depois, faça a correção coletivamente, se possível, copiando o texto na lousa e destacando as duas ocorrências da palavra gato, pedindo que verifiquem se marcaram da mesma forma.
• Faça o traçado da letra G em cursiva (maiúscula e minúscula) na lousa, mostrando a ordem e a direção do movimento contínuo. Use a seta indicada como referência para a modelagem.
• Peça que tracem a letra G nos quadros do Hora do traçado, começando pelo pontilhado e depois à mão livre, praticando a escrita em letra cursiva.
TIRANDO DE LETRA... G!
CHEGOU A VEZ DO G. OBSERVE A SEGUIR A LETRA G EM
CURSIVA MAIÚSCULA E MINÚSCULA.
EM SEGUIDA, ACOMPANHE A LEITURA DE UM TRAVA-LÍNGUA
QUE FALA SOBRE UM ANIMAL NOMEADO POR UMA PALAVRA QUE COMEÇA COM ESSA LETRA.
DICA: REPARE BEM NO TEXTO ESCRITO ENQUANTO O PROFESSOR FAZ A LEITURA EM VOZ ALTA.
g
LUPA NA LETRA
Gato escondido com rabo de fora tá mais escondido que rabo escondido com gato de fora. [...]
POPULAR.
CONTORNE NO TEXTO ANTERIOR A PALAVRA QUE NOMEIA UM ANIMAL QUE COMEÇA COM G TODAS AS VEZES QUE ELA APARECER.
Resposta: Espera-se que os estudantes contornem a palavra gato nas duas ocorrências.
HORA DO TRAÇADO
AGORA, VAMOS TRAÇAR O G EM CURSIVA MAIÚSCULA E MINÚSCULA? OBSERVE O EXEMPLO, QUE COMEÇA PELO
PONTINHO VERMELHO E SEGUE AS SETAS, CUBRA OS PONTILHADOS E TRACE ESSA LETRA.
Resposta: Espera-se que os estudantes cubram os pontilhados para escrever as letras em cursiva seguindo a orientação das setas.
G g G G g g
ORIGEM
TIRANDO DE LETRA... H!
DESTA VEZ, O H. OBSERVE COMO ESSA LETRA É REGISTRADA EM CURSIVA MAIÚSCULA E MINÚSCULA.
DEPOIS, ACOMPANHE A LEITURA DE UM TRAVA-LÍNGUA QUE
BRINCA COM PALAVRAS QUE TRAZEM ESSA LETRA.
DICA: OBSERVE ATENTAMENTE O TEXTO ESCRITO ENQUANTO O PROFESSOR FAZ A LEITURA EM VOZ ALTA, REPARANDO BEM NAS PALAVRAS COM H
O que há, O que há, Com o agá Que a gente sabe E vê que há, Mas na hora de falar Nem parece que há? H h
LUPA NA LETRA
JOSÉ, ELIAS. QUEM LÊ COM PRESSA TROPEÇA: O ABC DO TRAVA-LÍNGUA. ILUSTRAÇÕES ORIGINAIS DE NELSON CRUZ. BELO HORIZONTE: LÊ, 1992.
ENCONTRE E PINTE NO TEXTO ANTERIOR TODAS AS PALAVRAS QUE COMEÇAM COM A LETRA H
HORA DO TRAÇADO
Resposta: Espera-se que os estudantes pintem as quatro ocorrências da palavra há e também a palavra hora
AGORA, VAMOS TRAÇAR O H EM CURSIVA MAIÚSCULA E MINÚSCULA? OBSERVE O EXEMPLO, QUE COMEÇA PELO
PONTINHO VERMELHO E SEGUE AS SETAS, CUBRA OS PONTILHADOS E TRACE ESSA LETRA.
Resposta: Espera-se que os estudantes cubram os pontilhados para escrever as letras em cursiva seguindo a orientação das setas.
H h H H h h
ATIVIDADE EXTRA
Proponha um desafio com o trava-língua “O que há, o que há com o agá?”. Explique que o objetivo é recitar rapidamente, tentando manter o ritmo sem “tropeçar”. Organize a turma em duplas ou pequenos grupos, para que pratiquem juntos e se desafiem mutuamente a falar cada vez mais rápido (EF02LP12).
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• Chame a atenção para a letra H em cursiva, observando tanto a forma maiúscula quanto minúscula.
• Faça a leitura em voz alta do texto, pedindo aos estudantes que acompanhem a forma escrita em letra cursiva no livro. Aproveite para destacar uma particularidade da letra H: quando aparece no início de palavras, ela não representa som. Se achar pertinente, esse também é um bom momento para problematizar as regularidades do princípio acrofônico, já que o nome da letra “agá”, citado no texto, não contém o fonema que seria representado por ela, pois isoladamente a letra não representa som algum ( EF02LP12 ). Desafie-os: “será que isso acontece com mais alguma letra?” (a letra H é a única que não representa som nesse contexto).
• Oriente-os a realizar o Lupa na letra, localizando e pintando todas as ocorrências de palavras que começam com a letra H no texto.
• Modele o traçado da letra H na lousa (maiúscula e minúscula), seguindo o padrão indicado na seção, demonstrando a ordem e a direção do traço contínuo.
• Proponha, então, o treino motor, explicando que eles devem iniciar com o traçado sobre o pontilhado e, depois, partir para a prática em mão livre, mantendo a proporção e o alinhamento para garantir que a letra seja bem formada.
Respostas e orientações didáticas
1. Solicite aos estudantes que façam a correspondência entre as palavras em letra bastão e aquelas em letra cursiva minúscula. Incentive-os a observar atentamente a grafia de cada uma, verificando como a mesma palavra pode aparecer em diferentes tipos de letra. Reforce que essas palavras já foram observadas nos textos que acompanhavam as letras apresentadas nesta unidade, o que pode facilitar a identificação.
2. Oriente-os a cobrir os pontilhados das palavras indicadas. Explique que essa prática tem como objetivo familiarizá-los cada vez mais com o traçado em letra cursiva. Mostre que, mesmo não tendo aprendido ainda todas as letras nesse formato, a atividade funciona como um treino inicial importante, que pode ajudá-los a ganhar segurança. Ressalte que a repetição e o contato frequente com essa forma de escrita são fundamentais para que, pouco a pouco, dominem a letra cursiva com maior fluidez.
LIGADO NAS PALAVRAS
1. DE UM LADO, AS PALAVRAS ESTÃO ESCRITAS EM LETRA BASTÃO. DO OUTRO, ELAS APARECEM EM LETRA CURSIVA MINÚSCULA. LIGUE AS PALAVRAS IGUAIS.
Resposta: Espera-se que os estudantes liguem as palavras correspondentes nos dois tipos de letra.
ELEFANTE
FORMIGA
GATO
HORA
elefante formiga gato hora
2. CUBRA OS PONTILHADOS E EXPERIMENTE TRAÇAR AS PALAVRAS QUE VOCÊ VIU NOS TEXTOS QUE ACOMPANHAVAM AS LETRAS E, F, G E H
Resposta: Espera-se que os estudantes cubram os pontilhados para escrever as palavras em letra cursiva.
DICA: VOCÊ AINDA NÃO TREINOU O TRAÇADO DE TODAS AS LETRAS EM CURSIVA, MAS TUDO BEM! ESTA ATIVIDADE É SÓ PARA TESTAR E SE APROXIMAR MAIS DESSA NOVA ESCRITA. AOS POUCOS, VOCÊ VAI FICAR CRAQUE!
elefante elefante elefante elefante formiga formiga formiga
gato gato gato gato gato
hora hora hora hora hora
CUBRA OS PONTILHADOS E CONTINUE TREINANDO O TRAÇADO DAS LETRAS E PALAVRAS QUE VOCÊ JÁ TIROU DE LETRA NESTA UNIDADE. AGORA NA PAUTA
Resposta: Espera-se que os estudantes cubram os pontilhados para escrever as letras e as palavras em letra cursiva.
DICA: ESCREVA CADA LETRA OU PALAVRA PELO MENOS TRÊS VEZES EM CADA PAUTA. DEIXE SEMPRE UM ESPAÇO EM BRANCO ENTRE AS LETRAS E PALAVRAS QUE TRAÇAR.
elefante formiga gato hora
em letra cursiva ganhe fluidez e ritmo. Oriente que deem atenção aos pontos de entrada e saída de cada letra, destacando que é neles que a ligação com a próxima acontece. Demonstre, em tamanho ampliado, como cada letra “se estende” naturalmente até a seguinte, preservando a proporção e a legibilidade.
• Valorize a ação dos dedos como principal fonte de movimento, mantendo o punho estável e evitando esforço excessivo do braço.
• Para quem ainda demonstra insegurança, proponha primeiro treinos em pautas mais largas ou com apoio de folhas avulsas, reduzindo
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gradualmente para as linhas regulares do livro. Isso favorece confiança e regularidade antes da escrita mais compacta.
• Caso ainda não tenham estabilizado a pega em três pontos, retome pequenas orientações: demonstre como polegar e indicador conduzem o lápis nos movimentos curvos, enquanto o médio dá sustentação. Sempre respeite adaptações funcionais, incentivando ajustes graduais até que encontrem uma forma confortável e eficiente para sustentar o movimento contínuo que a letra cursiva exige.
• Oriente os estudantes a seguirem o pontilhado para formar o traçado das letras E, F, G e H em cursiva, tanto maiúscula quanto minúscula. Em seguida, incentive-os a reproduzir as letras sem o apoio do pontilhado, utilizando como referência a escrita anterior. Lembre-os de usar o lápis, mantendo a atenção ao início e ao término de cada traço, fundamentais para a continuidade do gesto gráfico. Durante a atividade, observe atentamente o padrão de preensão do lápis, valorizando a conquista de movimentos mais fluidos e regulares, que favoreçam uma escrita legível e cada vez mais autônoma.
LÁPIS NA MÃO
• Repare na execução das letras E e F cursivas maiúsculas, que exigem maior controle de curvas amplas, e das minúsculas, que pedem delicadeza para garantir legibilidade. No caso da letra G, atente para a transição entre curva e traço descendente, verificando se o movimento se mantém fluido até a base da pauta. Já no H, verifique se conseguem manter a proporção entre os traços retos e o arco de ligação.
• Durante o treino das palavras em letra cursiva, observe se os estudantes conseguem manter o movimento contínuo, unindo cada letra pela perninha de ligação sem levantar o lápis do papel. Esse aspecto é central para que a escrita
Além das habilidades destacadas junto às orientações (EF02LP01, EF12LP01), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade ( EF15LP09 , EF15LP10 , EF15LP11, EF15LP13).
Orientações didáticas
• Diga aos estudantes que este é um momento de jogar com palavras por meio de uma brincadeira bastante conhecida entre as crianças, a Adedonha, também chamada de Stop
• Procure combinar previamente como se dará o sorteio da letra e explique as regras da brincadeira de forma clara, garantindo que todos compreendam a dinâmica.
• Dado o início, incentive-os a escrever rapidamente três palavras que comecem com a letra sorteada, relacionadas ao contexto do piquenique.
• Reforce a importância de verificar juntos a pertinência e a escrita convencional das palavras (EF02LP01), aproveitando esse momento para uma leitura (EF12LP01) e revisão coletiva, a fim de discutir alternativas possíveis. Incentive também a socialização das respostas, valorizando tanto a rapidez quanto a diversidade de vocabulário apresentado pelos estudantes.
• Se possível, proponha novas rodadas com outras letras, para que os estudantes se apropriem cada vez mais da dinâmica da Adedonha. Os registros podem ser feitos no caderno ou em folhas avulsas, favorecendo um fechamento lúdico da unidade e, ao mesmo tempo, ampliando o repertório lexical, desenvolvendo agilidade no pensamento e na produção escrita e reforçando o reconhecimento das letras iniciais das palavras.
É JOGO, É BRINCADEIRA
Comentários nas orientações ao professor
ADEDONHA: O QUE LEVAR AO PIQUENIQUE?
AGORA QUE VOCÊ JÁ TROCOU MUITAS IDEIAS SOBRE
PIQUENIQUE, VAMOS BRINCAR COM PALAVRAS QUE LEMBREM ESSE EVENTO? ENTÃO, PENSE: O QUE VOCÊ LEVARIA PARA UM PIQUENIQUE?
REGRAS
1. O PROFESSOR VAI SORTEAR UMA LETRA.
2. QUANDO ELE DISSER “VALENDO!”, ESCREVA, NO QUADRO A SEGUIR, TRÊS NOMES DE COISAS QUE VOCÊ LEVARIA PARA UM PIQUENIQUE QUE COMECEM COM A LETRA SORTEADA.
3. O ESTUDANTE QUE ACABAR PRIMEIRO GRITA: ADEDONHA!
4. CONFIRAM JUNTOS AS PALAVRAS DO VENCEDOR. SE POSSÍVEL, REPITA OUTRAS VEZES A BRINCADEIRA. USE UMA FOLHA AVULSA PARA AS PRÓXIMAS RODADAS COM OUTRAS LETRAS.
O QUE VOCÊ LEVARIA PARA O PIQUENIQUE?
LETRA:

VAMOS AVALIAR O APRENDIZADO
1. PARA RELEMBRAR OS CONTEÚDOS ESTUDADOS NESTA UNIDADE, PINTE OS QUADRINHOS DE ACORDO COM A LEGENDA A SEGUIR.
Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor
ENTENDI BEM. PRECISO REVER.
LISTA.
SEPARANDO PALAVRAS EM SÍLABAS.
RECEITA.
PALAVRAS COM P E B
BRINCADEIRA MUSICAL (ABRACADABRA).
CONVITE (HORA DE PRODUZIR).
LETRAS: E, F, G E H.
2. COMO FOI SEU PERCURSO DE ESTUDOS NESTA UNIDADE? CONVERSE COM OS COLEGAS E O PROFESSOR.
Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor
A ) O QUE GOSTEI MUITO DE ESTUDAR E COMO ME SENTI COM ISSO?
B ) O QUE QUERO APRENDER MAIS E POR QUE ISSO É IMPORTANTE PARA MIM?
C ) O QUE PERCEBI QUE FUI CAPAZ DE FAZER DURANTE AS ATIVIDADES?
D ) O QUE QUERO TENTAR FAZER MELHOR NAS PRÓXIMAS ATIVIDADES?
SAIBA MAIS
UM FILME SURPREENDENTE!
ESSA ANIMAÇÃO CONTA OS CAMINHOS DE UM RATO NA BUSCA DO GRANDE SONHO DE SE TORNAR UM COZINHEIRO FAMOSO. SERÁ QUE ISSO É POSSÍVEL? DEPENDE DE QUEM ELE ENCONTRAR NESSA JORNADA...
RATATOUILLE, DE BRAD BIRD. ESTADOS UNIDOS, 2007 (111 MIN).

SAIBA MAIS
O filme indicado permite ampliar o tema alimentação para a dimensão do lúdico e do encantamento, explorando o assunto trabalhado na unidade.
AVALIANDO
Retome os objetivos da unidade e observe as aprendizagens individuais e coletivas dos estudantes. No trabalho com os textos, avalie a compreensão deles sobre características e contextos de produção. Identifique conteúdos que precisam ser revistos antes da próxima etapa, considerando o foco na alfabetização, e planeje estratégias para levantar dificuldades e propor intervenções ajustadas às necessidades individuais.
BNCC
Nesta seção, os estudantes terão a oportunidade de ler e compreender enunciados e tarefas escolares com apoio do professor e dos colegas (EF12LP17), escutar com atenção e fazer perguntas pertinentes durante as trocas orais (EF15LP10).
Respostas e orientações didáticas
1. Leia para os estudantes o enunciado da atividade e verifique se compreenderam o que devem fazer. Explique que farão uma autoavaliação com base nos itens estudados, seguindo a legenda apresentada. Se julgar necessário, retome a lista de conteúdos já trabalhados para que percebam seus avanços e valorizem o percurso até aqui. Observe como eles se expressam oralmente em situação comunicativa.
2. Ao mediar a conversa, incentive-os a compartilhar o que aprenderam e como se sentiram, valorizando a escuta e o respeito às falas dos colegas. Esse momento favorece competências socioemocionais: a autoconsciência (identificar emoções e conquistas), a autogestão (reconhecer metas e desafios), a consciência social (ouvir com empatia) e as habilidades de relacionamento (dialogar de forma colaborativa), além da tomada de decisões responsável, ao refletir sobre escolhas de aprendizagem e seus impactos no grupo.
10/10/2025 10:37:13
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
MENEZES, Maria Fátima Garcia de; MORGADO, Caroline Maria da Costa; MALDONADO, Luciana Azevedo (org.). Diálogos e práticas em educação alimentar e nutricional. Rio de Janeiro: Rubio, 2019. A obra reúne reflexões e experiências de profissionais em educação alimentar e nutricional, articulando teorias e práticas cotidianas, contribuindo para a formação pedagógica, em sintonia com os temas contemporâneos transversais Saúde e Educação alimentar e nutricional
INTRODUÇÃO E
JUSTIFICATIVA
A unidade convida os estudantes a refletirem sobre a construção da autonomia no cuidado de si e do outro, vivenciando questões ligadas ao exercício da cidadania, com ênfase no Campo da vida pública. Espera-se que a leitura de um texto de campanha de conscientização desperte a reflexão sobre os impactos sociais de ações voltadas à saúde e ao bem-estar. Além disso, a leitura de uma cartilha educativa sobre saúde bucal deve possibilitar tanto a compreensão da situação comunicativa desse gênero quanto a aprendizagem de práticas de higiene que favorecem o cuidado pessoal.
A unidade também marca uma transição: os estudantes passam a explorar os diferentes tipos de letra, agora como conteúdo de aprendizagem, para além do treino motor. Textos e atividades do livro deixam de aparecer somente em letra bastão e passam a explorar a letra de imprensa, maiúsculas e minúsculas, ampliando as referências gráficas e contribuindo para a consolidação das habilidades de leitura e escrita.
As propostas favorecem o trabalho com o tema contemporâneo transversal Saúde, a fim de compreendê-la como um direito e um bem coletivo.
Expectativas de aprendizagem
Ao final da unidade, espera-se que os estudantes sejam capazes de:
• ler e compreender, com os colegas e o professor, textos de campanha de conscientização e de cartilha educativa, considerando a situação comunicativa e o assunto.
• ler e escrever palavras com diferentes tipos de letra.
• ler e escrever palavras com marcas de nasalidade (til, M, N).
UNIDADE3 HORA DE SE CUIDAR!

CONTEÚDOS DESTA UNIDADE
• BRINCANDO COM ADIVINHAS (PALAVRAS DE BRINCAR);
• TEXTO DE CAMPANHA DE CONSCIENTIZAÇÃO;
• DIFERENTES TIPOS DE LETRA;
• SOM NASAL: TIL (~);
• SOM NASAL: M E N;
• CAMPANHA DE CONSCIENTIZAÇÃO DA TURMA (HORA DE PRODUZIR);
• CARTILHA EDUCATIVA;
• OS DIFERENTES TIPOS DE LETRA E SEUS USOS;
• PALAVRAS COM T E D;
• APRESENTAÇÃO ORAL COM DEMONSTRAÇÃO: DICAS PARA ESCOVAR BEM OS DENTES (HORA DE PRODUZIR);
• TIRINHA (ABRACADABRA);
• LETRAS I, J, K E L (TIRANDO DE LETRA);
• TRILETRAS (É JOGO, É BRINCADEIRA).
• escrever, com os colegas e o professor, texto de campanha de conscientização, considerando a situação comunicativa e o assunto do texto.
• ler e escrever palavras com correspondências regulares diretas entre letras e fonemas: T e D.
• planejar e produzir apresentação oral com demonstração em contexto de conscientização.
Mapeando conhecimentos
Para uma avaliação diagnóstica, planeje situações contextualizadas em que os estudantes precisam ler, escrever e se expressar oralmente. Comece pelo título da unidade, promovendo uma conversa sobre o que significa se cuidar, o que
CENA DO FILME RIO, DE CARLOS SALDANHA. ESTADOS UNIDOS, 2011 (96 MIN).
consideram importante nesse autocuidado e o que já fazem. Proponha o registro de exemplos de ações e da frequência com que devem ser realizadas, com o propósito de construir dicas que podem ser ampliadas ao longo do estudo e compartilhadas com outros estudantes. Proponha a leitura de materiais com diferentes tipos de letras, para verificar o que já sabem. Acompanhe também a escrita de palavras com correspondências regulares diretas entre letras e fonemas, tanto as já estudadas (P e B) como as que serão exploradas nesta unidade (T e D), sempre com foco no monitoramento do processo de alfabetização da turma.
Respostas e comentários nas orientações ao professor
OBSERVE A IMAGEM E RESPONDA ÀS QUESTÕES ORALMENTE.
1. 2. 3.
O QUE OS PERSONAGENS ESTÃO FAZENDO NA CENA? POR QUE ISSO É IMPORTANTE PARA A NOSSA SAÚDE?
COMENTE.
ALÉM DE ESCOVAR OS DENTES, QUE OUTROS
CUIDADOS COM O CORPO AJUDAM A MANTER A NOSSA SAÚDE EM DIA? POR QUE ELES SÃO IMPORTANTES?
E VOCÊ, QUE CUIDADOS TEM COM O SEU CORPO
TODOS OS DIAS PARA SE MANTER SAUDÁVEL?

Respostas e orientações didáticas
1. A moça está escovando os dentes e a ave está escovando o bico. Sobre a importância da escovação dos dentes para a nossa saúde, espera-se que os estudantes comentem que esse hábito ajuda a manter os dentes limpos, evita cáries e outros problemas bucais. Ressalte que escovar os dentes todos os dias é um jeito de cuidar da nossa saúde.
2. Tomar banho, lavar bem as mãos e cortar as unhas são exemplos de cuidados de higiene que ajudam a manter a nossa saúde em dia. Tomar
10/10/2025 10:05:48
banho tira o suor, a sujeira e os germes do corpo, evitando mau cheiro e doenças de pele. Lavar bem as mãos antes de comer e depois de ir ao banheiro evita que a gente leve vírus e bactérias para a boca, prevenindo doenças. Cortar as unhas evita que sujeira fique acumulada debaixo delas, o que também pode causar doenças.
3. Os estudantes podem dizer, por exemplo, que escovam os dentes depois das principais refeições, tomam banho todos os dias e lavam as mãos antes de comer e depois de tocar em superfícies que podem estar contaminadas.
BNCC
Ao investigarem a imagem, os estudantes podem antecipar sentidos e propósitos com base em conhecimentos prévios e pistas visuais (EF15LP02) e, ao responderem oralmente às questões, mobilizar habilidades da oralidade ( EF15LP09 , EF15LP10, EF15LP11).
BNCC
Além das habilidades listadas nas orientações ( EF02LP01 , EF02LP04 , EF02LP05 , EF02LP12 , EF12LP01), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade ( EF15LP09 , EF15LP10 , EF15LP11 , EF15LP13).
Orientações didáticas
• Conte aos estudantes que os textos desta seção pertencem a um gênero da tradição oral já conhecido: a adivinha. Peça que leiam o título “O que é, o que é?” e compartilhem o que lembram dessa brincadeira, destacando seu valor como herança popular transmitida de geração em geração.
• Se achar oportuno, organize os estudantes em duplas para que tentem ler juntos cada uma das adivinhas, trocando ideias sobre a leitura (EF02LP12, EF12LP01). Se possível, caminhe pela sala de aula para acompanhar as reflexões e estratégias utilizadas e faça intervenções quando necessário, para ajudá-los a avançar.
• A atividade pode ser realizada oralmente ou você pode orientá-los a escrever as respostas das adivinhas no caderno. Neste caso, combine que o momento de registrar a resposta deverá ser feito sem que o colega veja, para que possam comparar as respostas depois ( EF02LP01 ). Eles podem escrever por si mesmos, com base na resposta que imaginarem, ou consultar as opções do banco de palavras. Escolher entre as opções possibilita mais um momento de leitura e mobilização de estratégias para encontrar a palavra correta (EF12LP01).
PALAVRAS DE BRINCAR
VAMOS DESCOBRIR PALAVRAS QUE FAZEM PARTE DOS CUIDADOS QUE DEVEMOS TER COM A SAÚDE DO NOSSO CORPO?
BRINCANDO COM ADIVINHAS
RESPONDA ÀS ADIVINHAS A SEGUIR. SE PRECISAR, CONSULTE O BANCO DE PALAVRAS.
O QUE É, O QUE É?
A.
QUANTO MAIS SECA, MAIS MOLHADA FICA?
A. B.
QUANTO MAIS LAVO, MAIS SUJA FICO?
Resposta: TOALHA. Resposta: ÁGUA.
ORIGEM POPULAR.
ORIGEM POPULAR.
TRAVESSEIRO • TOALHA • ÁGUA • ABAJUR
BAÚ DE TEXTOS
LEIA MAIS UMA ADIVINHA PARA DECIFRAR!
O QUE É, O QUE É?
TEM COROA E NÃO É REI
TEM RAIZ E NÃO É PLANTA
ABRINDO O BAÚ!
PINTE A PALAVRA QUE NOMEIA ESTA IMAGEM.
Resposta: PLANTA.
ÀS VEZES PODE DOER TRABALHA MUITO NA JANTA?
DICA: ELA APARECEU NA ADIVINHA QUE VOCÊ LEU NESTE BAÚ!
PLANETA PLANTA PRATO
• No Baú de textos, sugira uma leitura coletiva da nova adivinha, convidando os estudantes que se sentirem à vontade a ler trechos em voz alta (EF02LP12).
• No Abrindo o baú , os estudantes terão o desafio de ler palavras que começam com sílabas com estruturas complexas (CCV), para então identificar a palavra que nomeia a figura (EF02LP04). Verifique como se dá essa leitura e em quais indícios se apoiam, considerando o
ORIGEM POPULAR.
RESPOSTA: DENTE.

desafio de que as duas primeiras têm as mesmas partes iniciais e finais (EF12LP01). A palavra a ser assinalada, planta, também possibilita uma aproximação com o som nasal resultante da presença do N no final da primeira sílaba, conteúdo que será trabalhado nesta unidade (EF02LP05). Se achar pertinente, registre suas observações sobre os desafios dos estudantes nessa leitura e a atividade de correspondência palavra-objeto.
RODA DE LEITURA: TEXTO DE CAMPANHA
DE CONSCIENTIZAÇÃO
CHEGOU A HORA DE LER UM TEXTO DE CAMPANHA DE CONSCIENTIZAÇÃO QUE CHAMA A ATENÇÃO PARA UM CUIDADO ESSENCIAL COM O NOSSO CORPO E A NOSSA SAÚDE.
ANTES DE LER
Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor.
OBSERVE O TEXTO E RESPONDA ORALMENTE: QUAL HÁBITO DE CUIDADO COM O CORPO VOCÊ ACHA QUE ELE VAI EXPLORAR? O QUE VOCÊ OBSERVOU PARA PENSAR NISSO?

tema e a finalidade do texto. Esse movimento permite que estabeleçam expectativas em relação à leitura, antecipando sentidos, forma e função social, com base em seus conhecimentos prévios a respeito do gênero, do suporte e do universo temático, além das pistas gráficas e textuais. Durante a leitura, incentive-os a confirmar ou revisar suas antecipações e inferências, verificando a pertinência das hipóteses levantadas. Destaque, ainda, como cores, imagens, letras em destaque e a própria composição produzem efeitos de sentido que favorecem a compreensão da mensagem (EF12LP01, EF12LP09, EF12LP16, EF15LP02, EF15LP04).
Orientações didáticas
CARTAZ DE CAMPANHA PROMOVIDA PELA SECRETARIA DA SAÚDE DO RIO GRANDE DO SUL, EM 2010.
BNCC
Além das habilidades listadas nas orientações ( EF12LP01 , EF12LP09 , EF12LP16 , EF15LP01 , EF15LP02, EF15LP04), os estudantes serão levados a desenvolver habilidades da oralidade ( EF15LP09 , EF15LP10 , EF15LP11 , EF15LP13).
SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL
Se considerar oportuno, converse com a turma para investigar o que já sabem a respeito do gênero a ser explorado. Retome exemplos de textos de campanha de conscientização presentes no cotidiano ou em circulação no momento. Incentive-os a refletir sobre a situação comunicativa (quem produz, para quem e com qual intenção) e o tema central desses exemplos. Utilize esse levantamento de conhecimentos prévios para orientar as observações durante a leitura e ajustar as atividades que acompanharão o texto de campanha (EF12LP09, EF15LP01).
ANTES DE LER
Oriente os estudantes a observarem o texto, considerando o uso de recursos gráfico-visuais como elementos expressivos. Ao analisarem a fotografia e lerem algumas palavras em destaque, eles poderão levantar hipóteses sobre o
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O texto de campanha de conscientização tem o objetivo de veicular amplamente informações relevantes para garantir uma vida melhor em sociedade. Além disso, utiliza elementos verbais e visuais para criar sentidos e convencer o leitor a considerar as informações divulgadas, adotar certas atitudes e/ou aderir a determinadas ideias. A persuasão é, portanto, bastante presente no gênero em questão, podendo envolver diferentes temas de interesse geral, como lavar as mãos, preservar a natureza e não jogar lixo na rua.
BNCC
Além das habilidades listadas nas orientações ( EF02LP01 , EF12LP11 , EF12LP09 , EF12LP16 , EF15LP01 , EF15LP02 , EF15LP03 , EF15LP04 , EF15LP08), os estudantes serão levados a desenvolver habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10, EF15LP11, EF15LP13).
Respostas e orientações didáticas
1. Instigue os estudantes a compartilharem hipóteses formuladas antes da leitura. Conduza a conversa de modo que possam verificar em que medida essas antecipações se confirmam ou precisam ser revistas, com base nas informações do texto. Essa prática contribui para o desenvolvimento da habilidade de levantar, validar e revisar hipóteses de leitura, favorecendo a construção coletiva de sentidos. O uso das mãos e a frase em destaque no texto podem ser pistas importantes para a construção da inferência (EF15LP02).
2. Se considerar pertinente, organize a atividade em duplas, de modo que um estudante acompanhe a página do texto e o outro a das atividades, discutindo item a item antes de registrarem as respostas. No item a, é provável que eles destaquem a frase “Lave as mãos”, por estar escrita em letras maiores no texto. O item b permite refletir sobre o uso de recursos gráfico-visuais como elementos expressivos ( EF15LP04 ), destacando a ênfase dada à mensagem “Lave as mãos” e possibilitando aos estudantes que revisem a resposta do item anterior, caso não tenham pintado essa alternativa. O item c
PAPO DE LEITOR
1. ANTES DE LER, VOCÊ TENTOU DESCOBRIR DO QUE O TEXTO TRATARIA. O QUE VOCÊ IMAGINOU SE CONFIRMOU? QUAIS PISTAS VOCÊ CONSIDEROU PARA FAZER SUAS SUPOSIÇÕES? CONVERSE COM A TURMA.
2. NO TEXTO, AS MENSAGENS SÃO TRANSMITIDAS POR MEIO DE PALAVRAS E IMAGENS.
A ) OBSERVE COMO AS MENSAGENS COM PALAVRAS APARECEM. QUAL PARTE CHAMA MAIS ATENÇÃO? PINTE PARA MOSTRAR.
Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor Resposta: LAVE AS MÃOS.
AFASTE OS BICHOS
LAVE AS MÃOS
COM ÁGUA E SABÃO VOCÊ PROTEGE SUA SAÚDE
B ) COMO A PARTE QUE VOCÊ PINTOU NO ITEM ANTERIOR FOI DESTACADA NO TEXTO? ASSINALE A RESPOSTA CORRETA.
COM LETRAS DE CORES DIFERENTES E CHAMATIVAS.
COM LETRAS MAIORES DO QUE AS DEMAIS.
Resposta: COM LETRAS MAIORES DO QUE AS DEMAIS.
COM TIPOS DE LETRAS DIFERENTES.
C ) DE ACORDO COM OS TEXTOS ESCRITOS, O QUE DEVEMOS FAZER COM ÁGUA E SABÃO PARA “AFASTAR OS BICHOS”?
Resposta: Lavar as mãos.
D) POR QUE VOCÊ ACHA QUE PROTEGEMOS A SAÚDE LAVANDO AS MÃOS? CONVERSE COM OS COLEGAS E O PROFESSOR SOBRE ISSO.
Resposta: Porque, lavando as mãos, eliminamos germes e vírus que, em contato com nosso corpo, podem provocar doenças. 84
explora a habilidade de localizar informações no texto (EF15LP03). Oriente o registro escrito no espaço indicado, incentivando a atenção à grafia correta das palavras já conhecidas, que podem ser retomadas no texto para tirar dúvidas (EF02LP01). Já o item d pode ser conduzido como uma conversa coletiva, instigando os estudantes a realizarem inferências e deduções com base em informações subentendidas.
3. OBSERVE A IMAGEM DO TEXTO. DEPOIS, LEIA AS PERGUNTAS E MARQUE UM X NA ALTERNATIVA MAIS ADEQUADA EM CADA CASO.

A ) DE ACORDO COM O TEXTO, O QUE PODEMOS DIZER QUE ESSA IMAGEM REPRESENTA?
O SABÃO QUE TEMOS DE USAR PARA LAVAR AS MÃOS.
OS BICHOS QUE DEVEMOS AFASTAR LAVANDO AS MÃOS.
Resposta: OS BICHOS QUE DEVEMOS AFASTAR LAVANDO AS MÃOS.
B ) COMO ESSA IMAGEM FOI PRODUZIDA?
COM MASSINHA DE MODELAR E LÁPIS PRETO.
POR MEIO DE PINTURA E POSICIONAMENTO DAS MÃOS.
Resposta: POR MEIO DE PINTURA E POSICIONAMENTO DAS MÃOS.
C ) LEVANDO EM CONTA A “CARA” DO BICHO, O QUE É POSSÍVEL PENSAR?
ELE É “AMIGO” DA SAÚDE.
ELE É “INIMIGO” DA SAÚDE.
Resposta: ELE É “INIMIGO” DA SAÚDE.
D) SEGUNDO O CONTEXTO, QUE SERES VOCÊ ACHA QUE ESSE BICHO REPRESENTA?
VÍRUS E GERMES.
Resposta: VÍRUS E GERMES.
MARIMBONDOS E PERNILONGOS.
10/10/2025 10:05:50
3. Ao explorar esta atividade, destaque como a imagem contribui para reforçar a mensagem do texto. Incentive-os a perceber que o uso de cores, formas e expressões visuais transmite sentidos específicos, como a ideia de perigo ou ameaça representada pelos “bichos”, e amplia o efeito de convencimento do texto. Essa observação ajuda a desenvolver a habilidade de identificar o efeito de sentido produzido por recursos gráfico-visuais em textos multissemióticos ( EF15LP04 ). No item b , abra espaço para que os estudantes levantem hipóteses sobre a produção da imagem e verifique se percebem que se trata de uma fotografia de mãos pintadas e posicionadas de modo a lembrar um “bicho”.
4. Se possível, proponha que a atividade seja realizada em duplas, orientando um dos estudantes a deixar o livro aberto na página 83 e o outro na página 86 , para que possam observar simultaneamente as duas peças da campanha, compará-las e responder aos itens a e b. No item c, verifique se identificam corretamente a finalidade da campanha. Em seguida, faça a leitura do boxe que apresenta o conceito sobre o gênero em foco, conduzindo uma conversa mediada para que reconheçam as relações entre elementos verbais e visuais em textos desse tipo e compreendam seu objetivo persuasivo, considerando a situação comunicativa e o tema abordado (EF15LP01, EF12LP09, EF12LP16).
4. CONHEÇA OUTRO TEXTO DESSA MESMA CAMPANHA. DEPOIS, RESPONDA ÀS QUESTÕES, MARCANDO UM X NA RESPOSTA CORRETA.

CARTAZ DE CAMPANHA PROMOVIDA PELA SECRETARIA DA SAÚDE DO RIO GRANDE DO SUL, EM 2010.
A ) O QUE SE MANTÉM IGUAL EM AMBOS OS TEXTOS?
AS CORES DO FUNDO.
AS MENSAGENS COM PALAVRAS.
Resposta: AS MENSAGENS COM PALAVRAS.
B ) COM BASE NA COMPARAÇÃO ENTRE OS TEXTOS, O QUE É CORRETO AFIRMAR?
OS TEXTOS TÊM AS MESMAS CORES E IMAGENS.
APESAR DE APRESENTAREM CORES DE FUNDO E IMAGENS DIFERENTES, OS TEXTOS PASSAM MENSAGENS PARECIDAS.
Resposta: APESAR DE APRESENTAREM CORES DE FUNDO E IMAGENS DIFERENTES, OS TEXTOS PASSAM MENSAGENS PARECIDAS.
C ) QUAL PODEMOS DIZER QUE É O OBJETIVO DESSA CAMPANHA?
COLOCAR MEDO NAS CRIANÇAS PARA QUE ELAS NÃO QUEIRAM MAIS LAVAR AS MÃOS.
Resposta: INFORMAR E CONVENCER AS PESSOAS SOBRE A IMPORTÂNCIA DE LAVAR AS MÃOS.
INFORMAR E CONVENCER AS PESSOAS SOBRE A IMPORTÂNCIA DE LAVAR AS MÃOS.
OS DOIS TEXTOS QUE VOCÊ LEU FAZEM PARTE DE UMA CAMPANHA DE CONSCIENTIZAÇÃO QUE QUER MOSTRAR AOS LEITORES COMO É IMPORTANTE LAVAR AS MÃOS. NOS TEXTOS DE CAMPANHA, PALAVRAS E IMAGENS COSTUMAM SER COMBINADAS PARA DEIXAR AS MENSAGENS MAIS CLARAS, MARCANTES E ATRAENTES.
AGORA QUE JÁ LEMOS
RESPONDA ÀS QUESTÕES A SEGUIR ORALMENTE.
1. VOCÊ JÁ BRINCOU DE FAZER BICHOS COM AS MÃOS? SE SIM, CONTE COMO FOI! VOCÊ USOU SOMBRAS, TINTAS OU OUTRO MATERIAL?
Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor
2. REÚNA-SE COM OS COLEGAS E EXPERIMENTEM DIFERENTES POSIÇÕES COM AS MÃOS PARA FORMAR OS BICHOS QUE APARECERAM NOS TEXTOS. QUE TAL TAMBÉM INVENTAR BICHOS NOVOS? USEM A IMAGINAÇÃO!
Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor
PAPO DIGITAL
ÁLBUM DE FOTOGRAFIAS DOS “BICHOS DE MÃO” DA TURMA
INSPIRADOS NOS BICHOS QUE APARECERAM NOS TEXTOS DA CAMPANHA LAVE AS MÃOS, VAMOS PRODUZIR ALGUNS USANDO AS NOSSAS MÃOS?
SIGA AS ORIENTAÇÕES DO PROFESSOR PARA FOTOGRAFAR OS BICHOS QUE VOCÊS CRIARAM. ESSAS FOTOGRAFIAS VÃO COMPOR O ÁLBUM DIGITAL, QUE PODE SER CHAMADO DE LAVE AS MÃOS E AFASTE ESSES BICHOS!
PAPO DIGITAL
Organize um álbum digital com as produções da turma para registrar e compartilhar com a comunidade escolar a campanha trabalhada, valorizando sua importância social e noticiando os estudos do 2º ano. Fotografe os “bichos” reproduzidos ou criados pelos estudantes, utilizando apenas imagens das mãos (com ou sem pintura), sem expor os rostos, a fim de garantir a proteção da imagem. A atividade também pode servir como tarefa para casa, com familiares ou cuidadores participando da criação e dos registros fotográficos. Utilize um software de edição de
AGORA QUE JÁ LEMOS
1. Incentive os estudantes a compartilharem suas experiências pessoais, valorizando diferentes formas de brincar com as mãos. Caso alguns não tenham vivenciado a situação, incentive-os a imaginar como fariam ou a relacionar com outras brincadeiras criativas de que já participaram.
2. Proponha um momento lúdico em que os estudantes, em pequenos grupos, criem, com as mãos, figuras inspiradas nos “bichos” do texto ou inventem outros. Caminhe pela sala de aula mediando a atividade, incentivando o uso da imaginação e a exploração de diferentes gestos. Se possível, registre algumas criações por meio de desenho coletivo ou fotografia, visando retomá-los.
ARTICULANDO CONHECIMENTOS
A atividade 2 do Agora que já lemos pode ser uma boa oportunidade para o desenvolvimento de uma atividade integrada com o componente curricular de Arte, explorando pinturas de mãos. Se considerar pertinente, incentive os estudantes a experimentarem variadas formas de expressão artística. É possível, por exemplo, propor a produção de tintas utilizando pigmentos naturais ou desenvolver uma pesquisa sobre pintura corporal como forma de expressão.
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texto e imagem para unir as produções e confeccionar o álbum coletivo, envolvendo a turma no processo de seleção, titulação, legendagem e organização das páginas (EF12LP11). Ao final, o álbum pode ser impresso e disponibilizado para empréstimo na biblioteca ou cantinho de leitura da escola, bem como em versão digital na internet, na página da instituição de ensino (EF15LP08). Esse registro e sua socialização ampliam o sentido do trabalho desenvolvido, permitindo que os estudantes compreendam a situação comunicativa e a finalidade do gênero texto de campanha de conscientização.
BNCC
Além das habilidades listadas nas orientações ( EF02LP06 , EF02LP07 , EF02LP13 , EF15LP04 ), são articuladas habilidades da oralidade ( EF15LP09 , EF15LP10 , EF15LP11 , EF15LP13).
SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL
Comunique aos estudantes que, desta seção em diante, trabalharão, em diversos momentos, com diferentes tipos de letras, maiúsculas e minúsculas de imprensa e cursiva, ampliando o contato que já vinham tendo com a cursiva em situações pontuais de treino motor no Tirando de letra. Para introduzir o tema, selecione textos impressos de gêneros e suportes variados que explorem a diversidade tipográfica. Folhetos, jornais, revistas e anúncios publicitários são bons exemplos de materiais a serem utilizados. Com base neles, proponha aos estudantes que, em grupos, observem os usos dos diferentes tipos de letra. Essa exploração inicial favorece a compreensão de que as diversas grafias fazem parte das práticas sociais de leitura e escrita do cotidiano e são empregadas de maneiras distintas para atender às finalidades comunicativas dos textos, como dar destaque a informações ou tornar a leitura mais atraente.
Respostas e orientações didáticas
• Nesta seção, os estudantes serão apresentados aos diferentes tipos de letra como conteúdo sistematizado, iniciando o uso da cursiva fora do contexto de treino motor. Esse é um marco na coleção, pois, após este É língua, é linguagem, a escrita no livro passa a ser apresen-
É LÍNGUA, É LINGUAGEM
DIFERENTES TIPOS DE LETRA
1. NOS TEXTOS DE CAMPANHA QUE VOCÊ LEU, TODAS AS PALAVRAS FORAM ESCRITAS EM LETRA BASTÃO. VOCÊ ACHA QUE ESSA ESCOLHA FOI PROPOSITAL? CONVERSE COM OS COLEGAS.
Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor
2. EM TEXTOS DE CAMPANHA, É COMUM O USO DA LETRA BASTÃO EM TODO O TEXTO OU EM PARTES DELE. POR QUE
PROVAVELMENTE ESSA ESCOLHA É FEITA? MARQUE UM X EM TODAS AS ALTERNATIVAS QUE ACHAR ADEQUADAS.
PORQUE TODOS OS TEXTOS DE CAMPANHA PRECISAM SER ESCRITOS ASSIM.
PORQUE MAIS PESSOAS PODERÃO LER O TEXTO, INCLUINDO QUEM ESTÁ APRENDENDO A LER E A ESCREVER.
PORQUE A LETRA BASTÃO É MAIS DIFÍCIL DO QUE OS OUTROS TIPOS DE LETRA.
PORQUE A LETRA BASTÃO PODE AJUDAR A DESTACAR AS FRASES NO TEXTO.
Resposta: PORQUE MAIS PESSOAS PODERÃO
LER O TEXTO, INCLUINDO QUEM ESTÁ APRENDENDO A LER E A ESCREVER. PORQUE A LETRA BASTÃO PODE AJUDAR A DESTACAR AS FRASES NO TEXTO.
3. SABENDO QUE NEM TODOS OS TEXTOS USAM APENAS A LETRA BASTÃO, POR QUE É IMPORTANTE PARA O LEITOR CONHECER DIFERENTES TIPOS DE LETRA?
PARA TER ACESSO A UMA MENOR VARIEDADE DE TEXTOS E LER CADA VEZ MENOS TEXTOS.
PARA TER ACESSO A UMA MAIOR VARIEDADE DE TEXTOS E CONSEGUIR LER CADA VEZ MAIS TEXTOS.
Resposta: PARA TER ACESSO A UMA MAIOR VARIEDADE DE TEXTOS E CONSEGUIR LER CADA VEZ MAIS TEXTOS.
tada em letra de imprensa, em maiúsculas e minúsculas. No 2º ano, essa transição ocorre de forma gradual: os enunciados e propostas já aparecem em letra de imprensa, combinando maiúsculas e minúsculas, enquanto as palavras de leitura permanecem em maiúsculas até serem, aos poucos, exploradas também em outros tipos de letra.
• Como esta seção é extensa, organize-a em duas ou mais aulas, deixando algumas atividades para serem feitas em casa e corrigidas em sala de aula, se necessário.
1. Abra espaço para que os estudantes conversem sobre o uso da letra bastão nos textos de campanha lidos. Incentive-os a refletir se essa escolha foi intencional e quais efeitos pode produzir. Explique que a letra bastão costuma ser usada para facilitar a leitura por diferentes públicos, especialmente crianças em alfabetização, além de dar maior destaque às informações. Assim, compreenderão que esse recurso faz parte da estratégia comunicativa do texto e pode indicar seu público-alvo (EF15LP04).
1. VOCÊ JÁ TRABALHOU BASTANTE COM A LETRA BASTÃO, NÃO É MESMO? É HORA DE COMEÇAR A PRATICAR MAIS A LEITURA EM OUTRO TIPO DE LETRA. FAÇA O QUE SE PEDE EM CADA ITEM.
A ) A SEGUIR, RELEMBRE O ALFABETO PRESTANDO ATENÇÃO NAS FORMAS MAIÚSCULAS E MINÚSCULAS EM LETRA DE IMPRENSA.
DICA: A LETRA MAIÚSCULA DE IMPRENSA TAMBÉM É CHAMADA DE LETRA BASTÃO.
LETRAS MAIÚSCULAS A B C D E F G H I
LETRAS MINÚSCULAS
a b c d e f g h i
j k l m n o p q r
s t u v w x y z
B ) AGORA, CONTORNE NO QUADRO DO ITEM ANTERIOR:
• A LETRA INICIAL DO SEU NOME, EM MAIÚSCULA.
• AS OUTRAS LETRAS DO SEU NOME, EM MINÚSCULAS.
Comentários nas orientações ao professor Respostas pessoais.
ATIVIDADE EXTRA
1. Aproveite a atividade para reforçar o conhecimento do alfabeto. Incentive os estudantes a nomearem as letras em voz alta, identificando a posição delas na sequência alfabética, trabalhando, se achar pertinente, a percepção do princípio acrofônico que opera na maioria das letras do alfabeto ( EF02LP06 ). Retome a distinção entre maiúsculas e minúsculas e incentive a comparação entre as duas formas na letra de imprensa. Proponha a cada estudante que localize no quadro a inicial do seu nome em maiúscula e, em seguida, contorne também as demais letras do nome em minúscula, valorizando a identificação e a consciência sobre a grafia do próprio nome.
10/10/2025 10:05:50
Se considerar pertinente, proponha aos estudantes a confecção do próprio alfabeto móvel em letra de imprensa, com maiúsculas e minúsculas. Eles podem produzir as letras em cartolina, escrevendo e recortando fichas do mesmo tamanho, ou recortar alfabetos já impressos e disponibilizados por você, enfeitando-os para personalizá-los. Organize-os em trios para brincar de formar palavras, especialmente os nomes: a cada rodada, um estudante monta o nome, enquanto os colegas observam e conferem, prestando atenção à inicial maiúscula dos nomes próprios. Oriente também a confecção de envelopes para guardar as letras, destacando que poderão ser reutilizadas em outras atividades de leitura e escrita.
Respostas e orientações didáticas
• Se possível, proponha que as atividades 2, 3 e 4 sejam realizadas em duplas, para que os estudantes ajudem uns aos outros na tarefa de reconhecer a correspondência entre maiúsculas e minúsculas, compartilhando estratégias de leitura e escrita. Observe como fazem essa diferenciação e se já apresentam avanços em relação a momentos anteriores. Na atividade 4, o trabalho em pares facilita a consulta aos quadros com letras da página 89 : enquanto um estudante escreve, o outro mantém o livro aberto para auxiliar na verificação; depois, invertem-se os papéis. O maior desafio não é a escrita em letra bastão, já esperada, mas a leitura em letra minúscula de imprensa e a associação com as maiúsculas correspondentes (EF02LP07).
2. RELEIA ESTE TRECHO DO TEXTO DE CAMPANHA SOBRE LAVAR AS MÃOS. DEPOIS, RESPONDA ÀS PERGUNTAS.
AFASTE OS BICHOS. LAVE AS MÃOS.
A ) QUAL DOS QUADROS A SEGUIR APRESENTA O MESMO TEXTO, SÓ QUE ESCRITO EM LETRA DE IMPRENSA? PINTE-O.
Resposta: Afaste os bichos, lave as mãos.
Com água e sabão, você protege sua saúde.
Afaste os bichos, lave as mãos.
B ) O QUE VOCÊ REPAROU SOBRE O USO DA MAIÚSCULA E DA MINÚSCULA NO QUADRO QUE VOCÊ PINTOU? CONVERSE COM OS COLEGAS E O PROFESSOR.
Resposta: Espera-se que os estudantes
percebam que tanto o trecho pintado quanto o outro começam com inicial maiúscula.
3. LIGUE AS PALAVRAS CORRESPONDENTES.
ÁGUA
SABÃO
BICHO
Resposta: Espera-se que os estudantes liguem as palavras correspondentes em letra maiúscula e minúscula.
SAÚDE saúde sabão água bicho
4. ESCREVA AS MESMAS PALAVRAS, MAS COM LETRAS MAIÚSCULAS. SE PRECISAR, CONSULTE AS LETRAS NA PÁGINA 89. pia mão
Resposta: Os estudantes devem escrever as palavras PIA e MÃO (em letra bastão ou de imprensa maiúscula).
LETRA CURSIVA: MAIÚSCULAS E MINÚSCULAS
1. DEPOIS DE INVESTIGAR AS LETRAS MAIÚSCULAS E MINÚSCULAS DE IMPRENSA, VOCÊ VAI ESTUDAR OUTRO TIPO DE LETRA: A CURSIVA
A ) COMPARE E PERCEBA COMO É A FORMA CURSIVA DE CADA UMA DAS LETRAS DE IMPRENSA QUE VOCÊ JÁ OBSERVOU.
Comentários nas orientações ao professor
LETRAS MAIÚSCULAS
A B C D E F G H I
J K L M N O P Q R
S T U V W X Y Z
LETRAS MINÚSCULAS a b c d e f g h i j k l m n o p q r s t u v w x y z
B ) AGORA, CONTORNE NOS QUADROS:
• A LETRA INICIAL DO SEU NOME, EM MAIÚSCULA CURSIVA
• AS OUTRAS LETRAS DO SEU NOME, EM MINÚSCULAS CURSIVAS.
Respostas pessoais.
ATIVIDADE EXTRA: JOGO
1. Incentive os estudantes a compararem as letras em bastão, já conhecidas, com a letra cursiva, observando semelhanças e diferenças no traçado. Peça que contornem no quadro a inicial do próprio nome em maiúscula cursiva e as demais letras em minúscula cursiva, valorizando a atenção à grafia correta do nome e reforçando a importância da inicial maiúscula nos nomes próprios.
91
10/10/2025 10:16:45
Convide os estudantes a se organizarem em duplas ou trios para um jogo com as letras. Primeiro, peça que observem e comparem as formas pareadas em imprensa e cursiva, apresentadas na atividade 1 desta página. Em seguida, um estudante diz uma letra do alfabeto, escolhida aleatoriamente, e o colega, sem consultar os quadros, escreve no caderno ou em uma folha avulsa essa letra em cursiva, em maiúscula e minúscula. Depois, todos conferem as escritas com o apoio dos quadros de referência. Durante a atividade, caminhe entre os grupos para observar a pega do lápis e orientar ajustes que favoreçam uma postura adequada e uma motricidade mais eficiente, contribuindo para uma escrita mais legível e caprichada (EF02LP07).
Respostas e orientações didáticas
2. Esta é uma boa oportunidade para reforçar que os nomes próprios iniciam com letra maiúscula. Se considerar pertinente, confeccione com os estudantes uma lista de nomes da turma, em letra cursiva, destacando as iniciais maiúsculas sempre que necessário (EF02LP13). O objetivo é que percebam que, mesmo em diferentes tipos de letra, essa convenção se mantém.
3. Se considerar pertinente, realize a atividade coletivamente. Após a identificação das figuras, registre na lousa as palavras correspondentes em diferentes tipos de letra, permitindo a comparação. Aproveite para explorar com eles letras que podem gerar confusão, como P e B em minúscula de imprensa, pelo modo espelhado de sua configuração. Nesses casos, o ensino explícito da diferença é importante para apoiar o avanço na leitura e escrita.
4. Utilize esta atividade como um fechamento do trabalho com os diferentes tipos de letra. Caso ainda não tenham recortado e preparado o marcador do Material complementar , reserve este momento para isso. Se já o tiverem montado, retome seu uso, incentivando a récita do alfabeto. Reforce que a letra cursiva possibilita maior eficiência na escrita, mas que a fluência demanda prática. Com o tempo, os estudantes deixarão de se concentrar apenas no traçado e passarão a dar atenção a outros aspectos, como ortografia e organização das frases.
2. LIGUE OS NOMES CORRESPONDENTES.
Resposta: Espera-se que os estudantes liguem os nomes correspondentes em letra de imprensa e letra cursiva.
3. EM CADA ITEM, PINTE A PALAVRA QUE CORRESPONDE À FIGURA.
A. B.

Resposta: Espera-se que os estudantes pintem o quadrinho com a palavra sabonete escrita em letra cursiva.

sabonete espuma pia
chuveiro
Resposta: Espera-se que os estudantes pintem o quadrinho com a palavra chuveiro escrita em letra cursiva.
4. AGORA QUE VOCÊ JÁ CONHECE MUITOS TIPOS DE LETRA, RECORTE O MATERIAL DA PÁGINA 285 DO MATERIAL COMPLEMENTAR E MONTE O SEU MARCADOR DE PÁGINAS. NELE, VOCÊ VAI ENCONTRAR O ALFABETO EM LETRA DE IMPRENSA E CURSIVA, MAIÚSCULA E MINÚSCULA, PARA CONSULTAR ENQUANTO MARCA AS PÁGINAS DO SEU LIVRO.
Comentários nas orientações ao professor
JANELAS PARA A ESCRITA
Som nasal: til (~)
1. a) Resposta: Espera-se que os estudantes apontem que as palavras terminam da mesma forma e que percebam a
1. Leia em voz alta estas palavras.

presença do til (~) sobre a letra A, seguida da letra O
BNCC
Além das habilidades destacadas nas orientações ( EF02LP01 , EF02LP05 , EF12LP01), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade ( EF15LP09 , EF15LP10 , EF15LP11 , EF15LP13).
a ) O que elas têm em comum? Converse com os colegas a respeito.
b ) Nas duas palavras, há partes parecidas. Pinte-as.
Resposta: Os estudantes devem pintar o final ÃO nas palavras.
c ) Fale em voz alta o som representado pelas partes que você pintou. Depois, responda: como é chamado o sinal usado sobre o A nessas partes? E o que esse sinal ajuda a marcar sonoramente? Converse com os colegas e escute o que o professor tem a dizer a respeito.
Resposta: Os estudantes devem dizer o som representado pelo ÃO
d ) Você deve conhecer outras palavras que terminam com o mesmo som das palavras mão e sabão. Anote duas delas aqui:
Resposta: Espera-se que os estudantes falem e, em seguida, anotem palavras de seus repertórios que terminem com -ão. Possíveis respostas: coração, mamão, avião, limão etc.
2. Fale em voz alta as palavras que nomeiam as frutas. Depois, escreva o que se pede.


Resposta: Uma palavra terminada em Ã: maçã ou romã; uma palavra terminada em ÃO: melão ou mamão Espera-se que respondam que esse sinal se chama til e marca o som nasal.


Uma palavra terminada em à Uma palavra terminada em ÃO
Respostas e orientações didáticas
• Chame a atenção dos estudantes para a forma como os textos passam a aparecer no livro a partir desta seção. Até aqui, todos os textos e enunciados eram apresentados em letra bastão; agora, começam a ser escritos em caixa alta e baixa, em letra de imprensa.
1. Promova a leitura em voz alta das palavras a serem comparadas, incentivando os estudantes a perceberem os sons finais e a coincidência do -ÃO (EF02LP05, EF12LP01). Explique que, na escrita, a nasalização da vogal A pode ser mar-
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cada pelo uso do til (~). Se considerar pertinente, registre na lousa uma lista com as palavras levantadas no item d, ampliando o repertório da turma de palavras com til (~).
2. Proponha aos estudantes que falem em voz alta as palavras que nomeiam as frutas, reparando no som nasal em cada caso. Oriente-os a tentar registrá-las com autonomia, com base no que pensarem sobre a escrita de cada uma (EF02LP01, EF02LP05). Se achar pertinente, ao final, retome-as coletivamente, escrevendo as quatro palavras na lousa.
3. Esta atividade possibilita aos estudantes reconhecerem o uso do til sobre a letra O em formações de palavras no plural (EF02LP05). Leia e escreva o item de modelo na lousa, verificando se eles entendem tal formação. Se achar necessário, amplie o exemplo, apresentando novas observações antes de propor a realização da atividade. Sugestão de possibilidades para a ampliação: LIMÃO – LIMÕES; GAVIÃO – GAVIÕES
3. Em cada item, troque o A final por ÃO e por ÕES. Depois, escreva as palavras formadas no espaço correspondente, de acordo com o exemplo.





Resposta: PIÃO, PIÕES.



Resposta: VIOLÃO, VIOLÕES.




4. Junte-se a um colega e leiam em voz alta as três palavras de cada item da atividade anterior. Em seguida, comparem as palavras de cada grupo e respondam: o que o til marca no som das palavras terminadas em ÃO e ÕES? Conversem entre si. Depois, compartilhem suas percepções com a turma.
O til (~) é um sinal que pode aparecer sobre as letras A e O. Quando isso acontece, o som representado por essas letras passa a ser nasal. Dizemos, por exemplo, que nas palavras balão e balões o til ajuda a indicar som nasal
4. Resposta: Espera-se que os estudantes percebam que a presença do til nas palavras terminadas em ÃO e ÕES indica que a vogal está nasalizada, ou seja, que tem um som diferente daquele que aparece nas mesmas letras sem o til.
AVALIANDO
Peça aos estudantes que separem uma folha avulsa e façam nela um cabeçalho, com data e nome. Em seguida, oriente-os a dividi-la em duas partes. Dite algumas palavras e peça que, de um lado, escrevam as terminadas em -ÃO; do
outro, as terminadas em -Ã. Sugestão: FOGÃO, PIMENTÃO, BOTÃO / AVELÃ, IRMÃ, CAMPEÃ Recolha as folhas para registro de avaliação. Explique que o ditado é uma oportunidade para aprender e praticar o uso do til (~) em diferentes palavras (EF02LP05).
BALA
VIOLA PIA
BALÃO
BALÕES
A.
B.
Som nasal: M e N
1. Em cada item, fale em voz alta a palavra que nomeia a imagem. Depois, pinte o quadrinho em que essa palavra está escrita corretamente.
A. B. C.



Resposta: PONTE.
Resposta: SOMBRA.
PONTE SOMBRA BODE POTE SOBRA BONDE
Resposta: BONDE.
2. Junte-se a um colega. Vocês vão comparar as palavras de cada par: o que há de diferente na escrita delas? Essa diferença provoca alguma mudança no som, quando lemos uma por uma em voz alta?
No final de sílabas, as letras M e N podem nasalizar as vogais que acompanham. Reparem no som nasal do O nestas palavras: sombra e ponte
2. Resposta: Espera-se que os estudantes percebam que a presença do M ou do N no final das sílabas das palavras em cada item indica a nasalização da vogal que vem antes, funcionando como marca de nasalidade na escrita.
lousa a palavra na coluna correspondente. Exemplos de pistas: “O que é, o que é? Usamos todos os dias para lavar as mãos?” (sabão); “O que é, o que é? Animal que voa e vive nas praças da cidade?” (pombo). Destaque que, em palavras com M no final de sílaba, essa letra aparece antes de P e B, regularidade ortográfica que será sistematizada posteriormente.
SONS E LETRAS: M E N EM FINAL DE SÍLABA
Conduza-os a perceber que as letras M e N podem aparecer em diferentes posições nas palavras e, com isso, atuar ou não como marcadores de nasalização. Em palavras como tampa ou canto, por exemplo, elas aparecem no final da sílaba e contribuem para nasalizar a vogal anterior; já em palavras como neto e moto, elas aparecem no começo da sílaba e não nasalizam as vogais que acompanham.
Respostas e orientações didáticas
1. Promova uma discussão coletiva com base nas imagens, explorando a correspondência entre palavra e objeto. Escreva na lousa cada par de palavras e incentive os estudantes a observarem as diferenças entre elas. Proponha que expliquem qual palavra corresponde ao elemento representado e justifiquem suas escolhas (EF12LP01). Essa exploração leva-os a perceber a presença da letra M ou N nas palavras e a mudança de sentido que isso provoca. Em seguida, proponha que segmentem as palavras em sílabas, reparando nas unidades sonoras que as compõem (EF02LP05).
2. Retome na lousa todos os pares de palavras observados nos itens da atividade 1 e faça a mediação para que os estudantes compartilhem suas percepções sobre como as letras M e N, quando aparecem no final das sílabas, funcionam como marcas de nasalidade na escrita (EF02LP05).
ATIVIDADE EXTRA: JOGO
Na lousa, organize duas colunas: “Palavras com til (~)” e “Palavras com M ou N em final de sílaba”. Proponha desafios em forma de adivinhas, oferecendo pistas para a descoberta de palavras. Todas devem conter til, M ou N no final de sílaba. Quem adivinhar deve registrar na
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Essa distinção pode ajudar os estudantes a avançarem na compreensão do funcionamento do sistema de escrita, pois mostra que uma mesma letra pode assumir funções diferentes a depender do contexto. Explorar essas observações, ainda que de modo inicial, favorece a consciência fonológica e apoia a construção de hipóteses sobre as regularidades da língua.
BNCC
Além das habilidades destacadas nas orientações ( EF02LP01 , EF02LP08 , EF02LP09 , EF12LP12 , EF12LP16 , EF15LP05 , EF15LP06, EF15LP07), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade ( EF15LP09 , EF15LP10 , EF15LP11, EF15LP13).
SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL
É importante que o tema escolhido faça sentido para a comunidade escolar. Se achar necessário, apresente previamente alguns temas de campanhas de conscientização que possam inspirar a turma na etapa de planejamento e tomada de decisões. Cada grupo precisará de uma folha avulsa para compor a produção final. Planeje previamente a quantidade de grupos e, se possível, ofereça suportes variados, permitindo a cada um escolher o mais adequado às ideias que pretende desenvolver.
Orientações didáticas
• Na etapa de planejamento, direcione a conversa para que a turma identifique questões coletivas da escola e perceba a importância de campanhas que mobilizem a comunidade. Se necessário, proponha atividades de mapeamento das demandas, como entrevistas com funcionários e colegas ou observação de situações do cotidiano. Por exemplo, mesmo que a alimentação saudável não seja apontada de início, ela pode ser percebida com base em perguntas norteadoras, como: “Os alimentos consumidos na escola são saudáveis? Como podemos verificar isso? Que tal perguntar na cozinha quais são os alimentos mais escolhidos nas refeições?” (EF15LP05).
HORA DE PRODUZIR
Campanha de conscientização da turma
Depois de ler alguns textos de campanha e aprender sobre o cuidado com a limpeza das mãos, chegou a hora de criar um material para informar e conscientizar a comunidade escolar sobre a importância de algum tema relacionado à saúde.
O que vai produzir
Vamos criar uma campanha de conscientização da turma sobre um tema importante para a saúde de todos.
Pode ser a respeito da alimentação saudável, da importância de praticar atividades físicas, de beber bastante água, entre outros assuntos.
Se quiserem, vocês também podem continuar com o tema Lave as mãos, que já conhecem bem!
Planejar
1. Resposta pessoal. Os estudantes podem responder hábitos cotidianos, como escovar os dentes após a merenda, lavar as mãos antes de comer e de retornar à sala de aula após o recreio ou aulas de Educação Física, beber água regulamente, entre outras ações.
1. O professor vai organizar uma conversa para a turma trocar ideias sobre questões importantes para a convivência e a saúde de todos, tentando responder:
Quais atitudes podemos praticar na escola para ter hábitos mais saudáveis?
2. O professor vai anotar algumas ideias com base nessa conversa para fazer uma votação acerca do tema a ser escolhido para a campanha.
3. Com o tema definido, ele vai organizar a turma em grupos e cada um produzirá um dos textos para a mesma campanha.
4. No texto de vocês, pode haver:
•f rases curtas e convidativas.
•p alavras e imagens.
•u so de cores chamativas.
• A divisão em pequenos grupos favorece a participação de todos e a atuação mais próxima do professor. Com base no tema central, é possível distribuir subtemas – por exemplo, em uma campanha sobre alimentação saudável, um grupo pode destacar a importância das frutas; outro, alertar acerca do excesso de açúcar; e outro, ainda, falar sobre a melhor época do ano para plantar vegetais, considerando a sazonalidade. Também é possível indicar um tema e deixar que as abordagens sejam definidas, de acordo com as escolhas de cada grupo.
• Esta atividade reforça a escrita independente, pois os estudantes se apoiarão para produzir, sem que o professor atue como escriba. Procure observar como ocorre internamente a distribuição das funções e auxilie no que for necessário, para que consigam ajustar o fluxo de ações (EF12LP12).
5. Pensem em frases e imagens e registrem as ideias do grupo em uma folha avulsa. Conversem também sobre os tipos de letra que usarão para comunicar a mensagem e os demais recursos que poderão utilizar para destacar informações no texto escrito.
Produzir
1. Retomem os itens que não podem faltar no texto de campanha.
2. Dividam as funções entre o grupo, decidindo quem ficará responsável por escrever os textos e quem se responsabilizará pelas ilustrações e por pintar ou providenciar outro tipo de imagem.
3. Em uma folha avulsa, produzam a campanha de vocês
Compartilhar
1. No dia combinado, apresentem o texto aos demais grupos e ao professor.
2. Se possível, compartilhem a campanha com outras turmas. Depois das apresentações, escolham o local onde ficarão expostas as campanhas de conscientização da turma para que as pessoas possam observar e se envolver com suas ideias.
Avaliar

Depois de divulgar a campanha na escola, conversem acerca das questões a seguir.
Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor.
1. Os textos da campanha explicaram bem o tema e convidaram as pessoas a pensarem sobre ele?
2. Vocês usaram diferentes recursos (como tipos variados de letras, cores, desenhos e imagens) para destacar as informações e chamar a atenção de todos?
3. De acordo com o que as pessoas falaram ou fizeram, vocês acham que ajudaram a comunidade a entender a importância do tema?
ATIVIDADE EXTRA
Para que os estudantes avaliem a repercussão da campanha na comunidade escolar, planeje estratégias de acompanhamento após um período de circulação. Considere alternativas viáveis ao tema e à realidade da escola. No caso da alimentação saudável, por exemplo, é pos-
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sível realizar uma enquete com os estudantes ou entrevistas com funcionários responsáveis pelas refeições, verificando se houve mudanças nas escolhas alimentares. Caso não sejam identificadas, converse com a turma para levantar possíveis causas e avaliar ajustes necessários no texto, no local de exibição ou na ampliação das estratégias de divulgação.
• Observe também o processo de escrita dos estudantes: como se apoiam, se escrevem convencionalmente, em que situações apresentam dificuldades, se segmentam corretamente as palavras com espaços em branco, se usam sinais de pontuação, entre outros aspectos que considerar relevantes ( EF02LP01 , EF02LP08 , EF02LP09 ). Verifique também a atuação daqueles que não estiverem atuando como escribas do grupo, notando se colaboram, se apontam erros, se fazem sugestões, entre outros pontos.
• Solicite a cada grupo que volte ao texto para fazer uma leitura com foco na revisão e edição do que foi produzido, antes de chegarem à versão final (EF15LP06, EF15LP07).
• A apresentação para os colegas da turma pode ser uma situação importante para compartilhar as escolhas feitas no processo de produção, com foco nas características do gênero textual (EF12LP16). Verifique se todos demonstram compreender a função de informar e mobilizar as pessoas e se utilizam recursos para isso, como ilustração e formas chamativas de dispor o texto.
BNCC
Além das habilidades listadas nas orientações ( EF12LP09 , EF15LP01 , EF15LP02, EF15LP04), os estudantes serão levados a desenvolver habilidades da oralidade ( EF15LP09 , EF15LP10 , EF15LP11 , EF15LP13).
Orientações didáticas
• Nesta seção, os estudantes terão a oportunidade de ler uma cartilha educativa sobre higiene bucal. Trata-se de uma peça multissemiótica que faz parte de uma campanha de conscientização envolvendo esse hábito de saúde. Por meio de sua exploração, os estudantes terão a oportunidade de observar a relação entre aspectos verbais e gráfico-visuais para a construção dos sentidos, observando características e diagramação específicas do texto (EF15LP01, EF12LP09, EF15LP04).
• Faça a mediação de modo a levar os estudantes a estabelecerem expectativas de leitura com base nas ilustrações, na disposição e na diagramação dos elementos da página e conduzindo a observação deles por meio da orientação do Antes de ler
ANTES DE LER
Espera-se que os estudantes, ao analisarem os elementos visuais do texto, como as imagens de bocas, escovas, fio dental e a personagem segurando uma escova e um creme dental, associem rapidamente o conteúdo aos cuidados com a saúde bucal. Mesmo antes da leitura completa, eles podem reconhecer que se trata de um texto que informa e ensina como cuidar dos dentes e da boca. As orientações em destaque e a organização em etapas reforçam a ideia de que o texto traz instruções sobre algo feito no dia a dia. É pro-
DE ESCOVA NA MÃO
ANTES DE LER RODA DE LEITURA: CARTILHA EDUCATIVA
Você vai ler uma cartilha educativa que faz parte de uma campanha de conscientização.
Com base nas imagens, que orientações você espera encontrar?
Converse com os colegas e o professor.
Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor

Cartilha do Dia Mundial da Saúde Bucal, da Prefeitura de Pindamonhangaba, 2021.
vável que comentem a respeito da escovação e do uso do fio dental, relacionando o que veem a práticas que já conhecem ou realizam em casa e na escola. Essa antecipação, baseada nas pistas textuais, é relevante para que os estudantes percebam que são capazes de ativar conhecimentos prévios e estabelecer associações entre o texto e situações reais, formulando pressuposições que os ajudam a construir sentido desde a pré-leitura (EF15LP02, EF15LP04).
Orientações didáticas
• Faça uma primeira leitura do texto em voz alta, destacando os elementos que compõem o tex-
to da cartilha: título, textos em destaque, dicas, ilustrações e legendas (EF15LP04).
• Chame a atenção deles também para os diferentes tipos de letra utilizados no texto: letras em imprensa maiúsculas e minúsculas, reforçando como esses diferentes tipos podem ser usados de forma intencional para organizar e destacar informações.
• Depois, peça a cada estudante que leia um trecho do texto. Repita a leitura quantas vezes for necessário, de modo a favorecer a apropriação do conteúdo e a fluência da leitura oral (EF12LP09).
Papo
de leitor
1. Antes da leitura, você tentou antecipar quais informações seriam apresentadas no texto. Suas hipóteses se confirmaram? As pistas que você observou foram boas? Converse com os colegas.
Resposta pessoal.
2. Marque um X na alternativa com a indicação do que o texto explica para o leitor.
A importância de visitar o dentista todos os meses.
Como os alimentos doces fazem mal aos dentes.
Como cuidar da saúde bucal com escovação e uso do fio dental.
Como é o trabalho dos dentistas no consultório.
Resposta: Como cuidar da saúde bucal com escovação e uso do fio dental.
3. De acordo com essa cartilha, quando é o Dia Mundial da Saúde Bucal? Contorne no calendário para mostrar.
Resposta: Os estudantes devem contornar o dia 20 de março.
CALENDÁRIO 2027
MARÇO
26 - PAIXÃO DE CRISTO 28 - PÁSCOA
ABRIL
21 - TIRADENTES DOM SEG TER QUA QUISEX SÁB 78 22 1516 12 9 14 282930 5 4 3 6 10 11 1213 17 18 19 20 24 23 25 26 27 21
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Além das habilidades listadas nas orientações ( EF02LP01 , EF02LP08 , EF02LP09 , EF12LP03 , EF12LP09 , EF15LP01 , EF15LP02 , EF15LP03 , EF15LP04), os estudantes serão levados a desenvolver habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10, EF15LP11, EF15LP13).
Respostas e orientações didáticas
• Se julgar pertinente, organize os estudantes em dupla para desenvolverem as atividades desta seção.
1. Oriente os estudantes a retomarem as hipóteses levantadas antes da leitura, conferindo se foram confirmadas ou não. Incentive-os a compartilhar o que observaram no texto que os ajudou a validar suas suposições e converse sobre como esse movimento favorece a compreensão da função da cartilha educativa (EF15LP02).
2. Caso seja necessário, ajude os estudantes a perceberem o sentido global do texto, destacando que ele traz orientações para o cuidado com a saúde bucal, abordando tanto a escovação quanto o uso do fio dental. Chame atenção para a finalidade prática do texto: ensinar e incentivar hábitos de higiene que promovam a saúde.
3. Se necessário, ajude os estudantes a encontrarem na cartilha educativa a informação “20 DE MARÇO/ Dia Mundial da Saúde Bucal” para que possam indicar a data na imagem do calendário.
4. No item a , oriente os estudantes a inferirem informações implícitas com base na leitura, apoiando-se também em seus conhecimentos prévios acerca da tipologia injuntiva ou instrucional, que tem como principal característica ensinar e explicar como realizar uma ação — no caso, a escovação dos dentes. Nos itens b e c, oriente-os a buscar a resposta diretamente no texto, contando quantas etapas são apresentadas na parte “Vamos escovar os dentes?” e registrando como se chama cada uma, observando que esses nomes (ou títulos) aparecem destacados graficamente em negrito e letra bastão. Se necessário, peça que localizem e contornem esses nomes no texto antes de responder. No item d , incentive-os a relacionar aos próprios hábitos o que a cartilha apresenta, refletindo se seguem ou não a ordem indicada e por que isso é importante no dia a dia. Para responderem aos itens e, f e g, devem buscar essas informações explícitas no texto (EF15LP03, EF15LP04).
4. Releia a parte do texto com o título em destaque alaranjado.
a ) O que essa parte do texto apresenta? Marque um X
Resposta: Um passo a passo para escovar os dentes corretamente.
Uma história sobre os cuidados com os dentes.
Um passo a passo para escovar os dentes corretamente.
Uma explicação sobre o trabalho dos dentistas.
b ) Quantas etapas são apresentadas nessa parte do texto?
Resposta: 4 etapas.
2 etapas.
3 etapas.
4 etapas.
5 etapas.
c ) Escreva a seguir o título de cada uma dessas etapas.
Resposta: “Dentes da frente”, “Dentes do fundo”, “Parte interna” e “Língua”.
d ) Na sua opinião, é importante seguir a ordem do passo a passo para escovar os dentes? Por quê? Comente com os colegas.
Resposta pessoal.
e ) Que tipo de movimento deve ser feito para escovar os dentes da frente?
Resposta: Movimentos circulares (como se fosse uma “bolinha”).
f ) Que tipo de movimento deve ser feito para escovar os dentes do fundo?
Resposta: Movimentos de vai e vem.
g ) Como a parte interna dos dentes de cima deve ser “varrida”?
Resposta: De cima para baixo.
5. Desorganizaram o passo a passo apresentado no texto! Reorganize-o, ligando as imagens às respectivas explicações, de acordo com o texto lido.
Resposta: A – DENTES DA FRENTE; B – DENTES DO FUNDO; C – PARTE INTERNA; D – LÍNGUA.




DENTES DO FUNDO
Faça movimentos de vai e vem, limpando as partes que mordem os alimentos.
DENTES DA FRENTE
Com sua escova, faça movimentos circulares (como se fosse uma “bolinha”).
5. Nesta atividade, os estudantes deverão reorganizar as etapas do passo a passo com base no texto lido, apoiando-se tanto nas imagens quanto nos trechos escritos para identificar o que vem antes e o que vem depois. Explique que podem usar o que compreenderam durante a leitura e retornar ao texto original, se necessário, consultando a atividade anterior como apoio. Essa observação favorece a percepção de que a ordem das etapas é essencial para garantir a realização da ação ensinada (escovar os dentes adequadamente) ( EF15LP03, EF15LP04).
LÍNGUA
Por fim, escove a parte superior da língua.
PARTE INTERNA
Comece o movimento pela base do dente e vá subindo e descendo, fazendo uma varredura completa. Os dentes de cima devem ser “varridos” de cima para baixo. Os de baixo, no sentido contrário.
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A.
B.
C.
D.
6. Oriente os estudantes a relerem com atenção a parte do texto em questão, observando as dicas. Explique que a resposta correta está explícita no trecho, por isso devem voltar a ele sempre que tiverem dúvida. Reforce a importância de olhar para a forma como as palavras estão escritas, bem como para a organização gráfica e o espaçamento, mostrando que reler o texto auxilia tanto na compreensão quanto na escrita. Se julgar oportuno, registre a alternativa correta na lousa, com a participação dos estudantes (EF15LP03).
7. Peça a eles que, ainda em duplas, releiam o trecho destacado em verde e localizem as respostas. Reforce que o fio dental aparece como complemento da escovação e a cartilha indica a frequência de uso. Oriente-os a discutir e a justificar as respostas com base nos elementos do próprio texto, fortalecendo a prática de retorno ao material para encontrar as informações solicitadas ( EF15LP03 ). Como precisarão escrever as respostas, explique que podem tanto copiar trechos curtos do texto, observando cuidadosamente a grafia das palavras, o espaçamento e a pontuação, quanto registrar com suas palavras, parafraseando a mensagem, sempre atentos aos aspectos da escrita. Incentive-os a voltar ao texto sempre que tiverem dúvida, usando a cartilha como referência. Essa prática contribui para a compreensão do conteúdo e, ao mesmo tempo, para o desenvolvimento da autonomia em leitura e escrita ( EF02LP01 , EF02LP08 , EF02LP09, EF12LP03).
6. Agora, releia a parte do texto com o título em destaque azul, onde aparecem as dicas. Marque um X na alternativa correta sobre quais cuidados devemos ter ao escovar os dentes.
Resposta: Não engolir o creme dental, porque muito flúor faz mal à saúde.
Deixar a torneira aberta durante a escovação dos dentes.
Usar muito creme dental para fazer bastante espuma.
Não engolir o creme dental, porque muito flúor faz mal à saúde.
7. Releia a parte do texto com o título em destaque roxo, a respeito do fio dental, e responda às questões a seguir.
a ) O uso do fio dental é mais ou menos importante do que a escovação? Por quê?
Resposta: O uso do fio dental é tão importante quanto a escovação, pois completa a higiene bucal.
b ) Com que frequência ele deve ser usado?
Resposta: Ao menos uma vez por dia.
8. Releia um trecho do texto, prestando atenção na expressão destacada. Depois, marque um X para indicar o que essa expressão quer dizer, considerando o contexto.
Resposta: Conjunto de hábitos para garantir a limpeza e a saúde da boca.
O uso do fio dental é tão importante quanto o da escova para completar a higiene bucal
Conjunto de hábitos para garantir a economia de água.
Conjunto de hábitos para garantir a limpeza e a saúde da boca.
8. Peça-lhes que releiam o trecho e discutam, em duplas ou pequenos grupos, o que significa a expressão apresentada. Explique que, muitas vezes, o texto fornece pistas que ajudam a compreender o sentido de palavras novas ou de expressões menos conhecidas. Valorize as hipóteses levantadas por eles, mesmo quando imprecisas, mostrando que o processo de inferência é parte importante da leitura.
9. Releia um trecho da cartilha educativa e marque um X na alternativa que explica o que ele indica.

Resposta: A instituição que está promovendo a campanha de conscientização da qual a cartilha faz parte.
O título da cartilha educativa sobre saúde bucal.
A instituição que está promovendo a campanha de conscientização da qual a cartilha faz parte.
O local aonde as pessoas devem ir para ter atendimento relacionado à saúde bucal.
10. Essa cartilha educativa faz uso de palavras e imagens para comunicar as mensagens. As imagens ajudam ou atrapalham o leitor? Marque um X na resposta correta.
Resposta: Ajudam, pois tornam as informações mais fáceis de entender.
Atrapalham, pois distraem o leitor e dificultam a compreensão.
Ajudam, pois tornam as informações mais fáceis de entender.
11. Marque um X no que é correto afirmar sobre o texto lido.
É um texto narrativo, pois conta uma aventura em que os dentes ganham vida na luta contra as placas bacterianas.
É um texto instrucional, pois ensina como escovar os dentes corretamente.
Resposta: É um texto instrucional, pois ensina como escovar os dentes corretamente.
AGORA QUE JÁ LEMOS
Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor
Você já escovava os dentes como é ensinado no passo a passo do texto? Aprendeu algo novo? Converse com os colegas e o professor a respeito do que você aprendeu.
AGORA QUE JÁ LEMOS
Promova uma roda de conversa para que os estudantes compartilhem como escovam os dentes e comentem se aprenderam algo novo com o texto lido. Incentive-os a relacionar as orientações da cartilha à própria rotina, valorizando tanto os hábitos que já praticam quanto as novidades que podem adotar com base no que aprenderam. Amplie o diálogo chamando a atenção para o fato de que esse material faz parte de uma campanha de conscientização cujo
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objetivo é orientar e convencer o público sobre a importância da higiene bucal. Pergunte, por exemplo: “Por que esse texto foi produzido?”; “A quem ele é destinado?”; “De que forma as imagens e as palavras chamam nossa atenção para a escovação correta?”. Esse tipo de conversa ajuda os estudantes a compreenderem que campanhas assim cumprem um papel social, transmitindo mensagens de interesse público e incentivando mudanças de comportamento (EF12LP09, EF15LP01).
9. Ajude os estudantes a compreenderem que o trecho da cartilha apresentado indica a instituição que está promovendo a campanha, neste caso, a Prefeitura de Pindamonhangaba. Comente que esse tipo de informação costuma aparecer em textos de cartilha, cartazes de campanha, entre outros textos institucionais.
10. Oriente-os a refletir sobre a articulação entre palavras e imagens no texto. Favoreça a compreensão que as ilustrações não atrapalham a leitura, ao contrário, tornam as informações mais claras e fáceis de entender. Instigue-os a comentar como as imagens ajudam a compreender os movimentos da escovação e a reforçar a mensagem escrita (EF15LP04).
11. Conduza a discussão destacando que o texto é instrucional, pois ensina como escovar os dentes. Peça que comparem com outros tipos textuais conhecidos, como narrativas ou descrições, mostrando que os variados tipos de texto têm diferentes finalidades.
Além das habilidades listadas nas orientações ( EF12LP03 , EF02LP07 , EF15LP04), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade ( EF15LP09 , EF15LP10 , EF15LP11 , EF15LP13).
Respostas e orientações didáticas
1. Explique aos estudantes que o texto lido apresenta diferentes tipos de letra e que essa variação não é aleatória, mas intencional, pois faz parte dos recursos gráficos usados para produzir sentidos. Mostre que as letras maiores e em bastão, como nos títulos, chamam a atenção do leitor e destacam a mensagem principal. As palavras em letra de imprensa minúscula aparecem no corpo do texto para explicar cada etapa da escovação de forma clara e organizada e na explicação das dicas e no uso do fio dental. Destaque que o uso combinado de palavras, imagens e cores compõe um texto multissemiótico, no qual cada elemento gráfico-visual tem a função de reforçar e complementar as informações, tornando a comunicação mais eficaz e atrativa (EF15LP04). No item b, se necessário, oriente-os a localizar palavras ou trechos escritos em letra maiúscula de imprensa (ou bastão) e a escolher duas ocorrências para copiar, registrando com atenção à forma gráfica, ao espaçamento entre as palavras e à pontuação. Mostre exemplos presentes no texto e explique que a cópia, neste caso, é uma oportunidade de treinar a escrita, reparando nas convenções ( EF12LP03 , EF02LP07).
É LÍNGUA, É LINGUAGEM
Os diferentes tipos de letra e seus usos
1. Releia a cartilha educativa.

a ) Marque um X no que é correto afirmar sobre os tipos de letra utilizados.
Resposta: O texto faz uso de letra de imprensa maiúscula e minúscula.
O texto faz uso apenas de letra de imprensa minúscula.
O texto faz uso de letra de imprensa maiúscula e minúscula.
O texto faz uso apenas de letra de imprensa maiúscula.
b ) Copie um trecho que esteja escrito com letra maiúscula.
Possíveis respostas: 20 DE MARÇO; VAMOS ESCOVAR OS DENTES?; DENTES DA FRENTE; DENTES DO FUNDO; PARTE INTERNA; LÍNGUA; DICAS; FECHE A TORNEIRA DURANTE A ESCOVAÇÃO; USE POUCO CREME DENTAL; NÃO ENGULA; FIO DENTAL.
c ) Marque um X no que é correto afirmar sobre o uso da letra maiúscula nesse texto.
Resposta: Ela é usada em títulos e textos de destaque para chamar a atenção do leitor.
Ela é usada em qualquer parte do texto, de forma aleatória.
Ela é usada em títulos e textos de destaque para chamar a atenção do leitor.
2. Agora, leia o bilhete a seguir.
Filha,
Lembre-se de escovar os dentes e usar o fio dental depois do almoço. Com carinho, Papai.
Elaborado especialmente para esta obra.
a ) Que tipo de letra foi usado nesse bilhete?
Resposta: Letra cursiva.
Letra de imprensa. Letra cursiva.
b ) As pessoas podem escrever à mão usando letra cursiva ou letra de imprensa. Você conhece mais pessoas que escrevem com letra cursiva ou de imprensa? Qual das duas você usa? Converse com os colegas sobre isso.
3. Marque um X na alternativa correta sobre o uso dos diferentes tipos de letra em textos como os que você leu nesta unidade.
A letra de imprensa é preferida em cartilhas educativas e textos de campanha por garantir uma leitura mais rápida, clara e acessível.
Resposta: A letra de imprensa é preferida em cartilhas educativas e textos de campanha por garantir uma leitura mais rápida, clara e acessível.
A letra cursiva costuma ser usada em textos de cartilhas educativas e textos de campanha para dificultar a leitura.
2. b) Resposta pessoal. Comente com os estudantes que o uso de um tipo ou outro de letra é uma questão de preferência, mas é importante conhecer todos os tipos de letra para ter autonomia de leitura e ampliar as possibilidades de comunicação.
em situações variadas, como na produção de bilhetes, cartazes ou outros textos em que desejem destacar informações.
3. Explique aos estudantes que a atividade busca levá-los a compreender que o uso de diferentes tipos e tamanhos de letra não é aleatório, mas serve para dar destaque a informações relevantes e facilitar a leitura. Converse com eles sobre como esse recurso ajuda a organizar o texto e a orientar o leitor a encontrar rapidamente o que é mais importante em textos multissemióticos (EF15LP04).
10/10/2025 10:22:07
1. No item c, se achar oportuno, explique aos estudantes que, nesse texto, as letras aparecem em diferentes tamanhos, formatos e cores para destacar informações importantes e orientar o leitor. Leve-os a perceber que o uso de letras em maiúsculas, em destaque, com cor ou formato diferente, produz efeitos de sentido, para sinalizar a importância do que vem a seguir (EF15LP04).
2. Leia o bilhete em voz alta para a turma, pedindo aos estudantes que acompanhem a leitura. No item a, retome a letra cursiva estudada na seção É língua, é linguagem anterior. Explique-lhes que esse tipo de letra aparece em muitos contextos do cotidiano, como bilhetes e anotações. Valorize tanto o esforço de identificar quanto de reproduzir os diferentes tipos de letra, reforçando que essa prática amplia as referências de leitura e escrita dos estudantes. No item b , promova uma roda de conversa para que os estudantes compartilhem suas experiências. Explique a eles que as pessoas podem escrever à mão com letra cursiva, letra de imprensa maiúscula e minúscula ou letra bastão, mas que é importante aprender os diferentes tipos de letra para ler textos escritos das diferentes formas e ter autonomia para escrever do modo que preferir, ampliando suas possibilidades de uso
Além das habilidades listadas nas orientações ( EF02LP03 , EF02LP07 , EF12LP01), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade ( EF15LP09 , EF15LP10 , EF15LP11 , EF15LP13).
SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL
Na abertura, reserve dois espaços na lousa. No lado esquerdo, escreva: “Começa com T” e “Começa com D”, formando duas colunas a serem completadas. Registre do lado direito alguns nomes próprios que iniciem com essas letras, dando preferência a nomes de estudantes ou de funcionários da escola. Depois, peça à turma que indique em qual coluna cada nome deve ficar. Você pode registrá-los na lousa ou convidar voluntários para que o façam após a discussão coletiva (EF02LP03).
Respostas e orientações didáticas
1. Proponha aos estudantes que tentem reler sozinhos a dica em destaque e observe se identificam as palavras que devem pintar. Se achar oportuno, convide-os a tentar fazer o registro do trecho explorado no caderno. No item c, se necessário, dê dicas que os ajudem a se lembrarem de palavras que contenham as duas letras, convidando quem se sentir à vontade para registrá-las na lousa.
2. Aproveite esta atividade para destacar aos estudantes o fato de que as trocas dessas letras resultam na formação de novas palavras, com sentidos distintos. Essa compreensão reforça a intencionalidade do estudo voltado à leitura e à escrita de palavras com correspondências regulares diretas entre letras e fonemas, como no par de letras em foco (EF02LP03).
JANELAS PARA A ESCRITA
Palavras com T e D
1. Releia uma das dicas da cartilha educativa.
FECHE A TORNEIRA DURANTE A ESCOVAÇÃO
a ) Pinte de verde a palavra que começa com a letra T.
Resposta: Torneira
b ) Pinte de vermelho a palavra que começa com a letra D
Resposta: Durante
c ) Você conhece exemplos de palavras que contenham as letras T e D ao mesmo tempo? Converse com os colegas e o professor e registre uma delas aqui:
Resposta pessoal. Possíveis respostas: Dente; detetive; dentista; batedeira; catedral.
2. Troque todas as letras T pela D e escreva a palavra formada no quadrinho correspondente. Em seguida, desenhe uma figura que represente a palavra que você formou no último espaço.
TETO
Resposta: DEDO. Espera-se que os estudantes desenhem um dedo.
BOTE
Resposta: BODE. Espera-se que os estudantes desenhem um bode.
3. Resposta: No quadro das palavras com T, espera-se que os estudantes pintem as figuras que representam o tatu e o sapato, enquanto no quadro com palavras com D
3. Pinte as figuras de acordo com o que se pede.
espera-se que pintem as figuras que representam a cadeira e o dado.
Dica: Lembre-se de que as letras podem estar no começo ou no meio das palavras. Fale cada uma em voz alta para conferir.
Figuras nomeadas por palavras que têm T
PRATICAR EM CASA
Figuras nomeadas por palavras que têm D
1. Com a ajuda de um familiar, pesquise palavras com T e D. Depois, escreva-as de acordo com as orientações.
Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor
a ) Uma palavra que começa com a letra T:
b ) Uma palavra que começa com a letra D:
c ) Uma palavra com a letra T no meio:
d ) Uma palavra com a letra D no meio:
2. Leia para a turma as palavras que você encontrou e ouça as que os colegas anotaram.
Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor
tos próximos de articulação na boca, é comum que estudantes em processo de alfabetização troquem uma letra pela outra na escrita, seja por ainda confundirem na fala ou pela consolidação de hipóteses sobre o funcionamento do sistema de escrita. Ao trabalhar com essas letras, observe essas trocas e, quando oportuno, planeje intervenções, explorando pares como “tato” e “dado”, a fim de incentivar a reflexão a respeito de como a mudança de apenas uma letra pode transformar a palavra e seu sentido.
ATIVIDADE EXTRA: JOGO
10/10/2025 10:22:08
Se achar oportuno, proponha aos estudantes que joguem Adedonha (também conhecido por Stop) utilizando especificamente as letras T e D, par de letras trabalhado nesta seção. Desafie-os a registrar palavras em diferentes categorias (nome de pessoa, cidade, alimento, objeto, cor e animal), sempre com foco nas letras iniciais T e D. Quem terminar primeiro anuncia “Adedonha!”. Em seguida, a turma faz a checagem coletiva das palavras para verificar se todas estão corretas e iniciadas adequadamente com T ou D (EF02LP03).
3. Ao final da atividade, retome as figuras que foram pintadas, escrevendo as palavras na lousa para que confiram se as pintaram corretamente. Caso o quadro da estratégia inicial tenha sido feito, aproveite para ampliar a lista de palavras, propondo que releiam todas com autonomia, para relembrar (EF12LP01).
PRATICAR EM CASA
Esta é a segunda atividade de pesquisas sobre palavras com correspondências diretas entre letras e fonemas, agora com o par de letras T e D. Retome com os estudantes que eles deverão observar a presença dessas letras em palavras do cotidiano, investigando, registrando e compartilhando com os colegas seus achados. O envolvimento das famílias favorece a ampliação do vocabulário e a valorização da escrita. Ao final, as palavras coletadas serão retomadas em um exercício de sistematização das aprendizagens. Reforce a importância dessa busca contínua, que amplia a compreensão da escrita e favorece a integração dos estudantes ao ambiente letrado (EF02LP03).
SONS E LETRAS: T E D
Em nossa língua, o T representa o /t/ e o D representa o /d/, ou seja, cada letra corresponde diretamente a um fonema. Por produzirem sons semelhantes, com pon-
BNCC
Além das habilidades listadas nas orientações ( EF02LP03 , EF02LP04 , EF02LP05 , EF02LP12 , EF12LP01 , EF12LP07 , EF12LP18 , EF12LP19 ), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade ( EF15LP09 , EF15LP10 , EF15LP11, EF15LP13).
Respostas e orientações didáticas
1. Peça aos estudantes que leiam a quadrinha com autonomia, individualmente ou em duplas — neste caso, a dupla deve estar em níveis próximos de leitura, para que haja troca de ideias sobre as estratégias utilizadas. Espera-se que reconheçam as características e os recursos sonoros desse gênero da tradição oral, que já pode ser familiar em contextos formais ou informais ( EF02LP12 , EF12LP07 , EF12LP19 ). Promova uma discussão coletiva a partir do item a, para que compartilhem compreensões da leitura, sentimentos e impressões. No item d, ao trabalharem com rimas finais, deverão falar em voz alta as palavras estudadas e comparar sons semelhantes. No item e, oriente-os a reler as palavras em voz alta, observar a semelhança dos sons finais e a grafia e destacar a letra M ou N em final de sílaba como marca da nasalização, relacionando som e escrita e fortalecendo a consciência fonológica e a compreensão do sistema de escrita (EF02LP05).
AVALIANDO
1. Acompanhe como eles fazem a leitura da quadrinha e registre avanços e dificuldades, especialmente em palavras mais complexas, como BARQUINHO , em que há sílabas de diferentes formações (CVC,
SABERES EM FOCO
Som nasal e palavras com T e D
1. Leia em voz alta a quadrinha a seguir.
MANDEI FAZER UM BARQUINHO DA CASCA DO CAMARÃO.
O BARQUINHO SAIU PEQUENO, SÓ COUBE MEU CORAÇÃO. Origem popular.

a ) Como você imagina que ficaria um barquinho feito com a casca do camarão? Converse com os colegas e o professor a respeito.
Respostas pessoais.
b ) Grife, na quadrinha lida, a única palavra em que a letra N aparece em final de sílaba, nasalizando a vogal que acompanha.
Resposta: Mandei.
c ) Pinte, na quadrinha, as palavras que terminam com ÃO
Resposta: Camarão e coração
d ) Pinte, a seguir, as palavras que nomeiam animais e rimam com camarão
TUBARÃO POMBO POLVO
CARANGUEJO MEXILHÃO PEIXE
e ) Entre as palavras que não foram pintadas no item anterior, há uma que apresenta a letra N nasalizando a vogal que acompanha e outra que tem o M produzindo o som nasal. Grife essas palavras. Depois, pinte a sílaba em que ocorre a nasalização em cada uma.
Resposta: Pombo e caranguejo. Os estudantes devem pintar as sílabas pom e ran,
2. Escreva as palavras que serão ditadas pelo professor.
Resposta: Tubarão e mexilhão. respectivamente.
PALAVRAS COM T
PALAVRAS COM D
Professor, professora: Sugestões de palavras para o ditado: PONTE; TAPETE; TOMATE; CANTORA; DEDO; DIA; CADEIRA; CABIDE.
CVV e CCV) (EF12LP01, EF02LP04). Observe a leitura das palavras terminadas em -ão, verificando se há dúvidas e se retomam o que foi trabalhado na unidade (EF02LP05). No item a , registre como desenvolvem a oralidade, a interpretação e a formulação de ideias ao responderem. No item b, verifique se reconhecem a nasalização do N no final da primeira sílaba de mandei (EF02LP05), instigando-os a ler a palavra em voz alta. Nos demais itens, anote percepções sobre a identificação das palavras, se reconhecem sons semelhantes e se percebem as marcas de nasalidade de M, N
e til ( ~ ) ( EF02LP05 ). Se houver dificuldades, sugira estratégias de comparação oral ( CAMARÃO × outra palavra), destaque visual das sílabas finais ou uso de tarjetas para esconder e mostrar partes das palavras. Utilize outras palavras que evidenciem nasalização, como CAMPO e LAVANDA
2. Dite palavras variadas, com T e D em início ou meio, enfatizando a pronúncia e com bom intervalo entre as palavras, para que eles lidem com o duplo desafio: a escrita da palavra e a localização do espaço correto para o registro.
Agora, escreva o que se pede a seguir.
a ) Nome de pessoa que começa com T:
Possíveis respostas: Tiago, Tania, Teodoro, Tatiana etc.
b ) Nome de pessoa que começa com D:
Possíveis respostas: Denise, Darci, Daniela, Douglas etc.
3. Revise as atividades desta seção e pinte os quadrinhos das fichas conforme o que percebeu a respeito de suas aprendizagens em leitura e escrita.
COMO EU ME SAÍ...
NAS ATIVIDADES DE LEITURA?
Respostas pessoais. Confira nas orientações ao professor sugestões de uso desta atividade como instrumento de avaliação.
Identifiquei facilmente na quadrinha as palavras com ÃO.
Precisei de ajuda para identificar na quadrinha alguma palavra com ÃO.
Identifiquei facilmente as palavras em que o N ou o M em final de sílaba indicava som nasal.
Precisei de ajuda para identificar as palavras em que o N ou o M em final de sílaba indicava som nasal.
COMO EU ME SAÍ...
NAS ATIVIDADES DE ESCRITA?
Escrevi com facilidade as palavras ditadas e os nomes de pessoas com T e D
Precisei de ajuda para identificar se algumas palavras ditadas eram com T ou D e para escrever os nomes de pessoas com T e D
faz tentativas, mas ainda apresenta dificuldade em ler e escrever palavras com T e D
• Nível 3 – Autonomia crescente: completa os quadros com pouca ajuda, lê as palavras produzidas e demonstra compreensão parcial das diferenças sonoras e gráficas.
• Nível 4 – Autonomia consolidada: identifica com clareza a relação grafofonêmica trabalhada, escreve convencionalmente as palavras sem apoio, lê com fluência e associa de forma independente as correspondências regulares diretas entre as letras T e D e os fonemas que elas representam.
109 10/10/2025 10:22:09
Respostas e orientações didáticas
2. Em seguida, acompanhe a escrita dos nomes próprios, voltando a atenção para o T e o D agora como letras iniciais.
AVALIANDO
Procure avaliar como os estudantes estão escrevendo as palavras que apresentam correspondências regulares diretas entre letras e fonemas, como é o caso das letras T e D (EF02LP03). Para apoiar o monitoramento dessa aprendizagem, é possível organizar os aspectos de observação desta atividade em uma rubrica que contemple diferentes níveis de desenvolvimento. Essa rubrica deve considerar tanto os estudantes que já conseguem diferenciar com segurança os fonemas /t/ e /d/ e/ou grafemas correspondentes quanto aqueles que ainda fazem trocas frequentes, valorizando as estratégias que utilizam para ler, escrever e identificar as palavras. Na construção da rubrica, é importante organizar os critérios em níveis progressivos, como no exemplo a seguir.
• Nível 1 – Com apoio: depende da mediação do professor para completar os quadros com as palavras e faz trocas frequentes entre T e D.
• Nível 2 – Parcial autonomia: utiliza pistas visuais e
BNCC
Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF02LP13 , EF02LP16 , EF12LP06 , EF12LP13 , EF12LP16), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade ( EF15LP09 , EF15LP10 , EF15LP11 , EF15LP12, EF15LP13).
SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL
Se possível, faça uma cópia ampliada do texto da cartilha “Vamos escovar os dentes” e fixe-a em um local de destaque na sala de aula. Assim, o material ficará visível para todos os estudantes e poderá ser consultado coletivamente durante as atividades e retomado sempre que necessário.
Orientações didáticas
• Realize a leitura coletiva da proposta, certificando-se de que os estudantes compreendem que vão fazer uma apresentação oral sobre higiene bucal para a comunidade escolar. Converse com eles acerca da finalidade dessa produção, destacando que o objetivo é informar, sensibilizar e mobilizar o público para o cuidado com a saúde. Auxilie a turma a planejar a demonstração em colaboração: discutam as ideias principais, escolham mensagens curtas e impactantes (como slogans), definam o público e a melhor forma de apresentação. Ao longo da atividade, caminhe entre os grupos, auxiliando nas escolhas e mediando a colaboração, para que todos participem tanto da criação das ideias quanto da forma de comunicação escolhida (EF12LP13, EF12LP16).
• Ao reler o texto da cartilha educativa, chame a atenção da turma para os movimentos ilustrados, ressaltando a importância de compreendê-los para apresentá-los corretamente.
HORA DE PRODUZIR
Apresentação oral com demonstração: dicas para escovar bem os dentes
Agora que você já sabe como escovar os dentes para manter sua saúde em dia, que tal compartilhar esse aprendizado com outras pessoas?
O que vai produzir
Em grupo, você fará uma apresentação oral, com dicas de como fazer uma boa escovação, compartilhando com outras pessoas da comunidade escolar o passo a passo que aprendeu.
Planejar
1. Defina com os colegas quem será o público da apresentação. Lembrem-se de que vocês darão dicas importantes sobre a higiene bucal. Vocês podem apresentar para a turma do primeiro ano, para os familiares ou aos funcionários da escola.
2. O professor vai reler o passo a passo sobre escovação na cartilha educativa. Acompanhe a leitura no livro, prestando bastante atenção nos detalhes de cada passo.
3. O professor vai dividir a turma em três grupos. Dois ficarão responsáveis por demonstrar dois passos importantes para a escovação, e um fará a demonstração do uso do fio dental.
4. Marque um X nos itens que seu grupo vai demonstrar.
Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor
Dentes da frente.
Dentes do fundo.
Parte interna.
• Uma das estratégias possíveis para a organização dos grupos é possibilitar aos estudantes que escolham os passos que querem apresentar, considerando um limite de vagas por grupo. Esse protagonismo desde a primeira etapa pode favorecer ainda mais o envolvimento com a proposta.
• Se achar oportuno, escreva na lousa as etapas descritas no item 4 do planejamento. Faça a leitura coletivamente e solicite aos estudantes que marquem somente as opções que vão apresentar.
Escovação da língua.
Uso do fio dental.
Produzir
1. Com seu grupo, defina qual será o papel de cada integrante.
• Todos vão fazer a demonstração?
• Quem será o narrador que explicará a sequência durante a apresentação?
2. Pratiquem a demonstração que vocês planejaram. Não se esqueçam de pensar de que maneira representarão os objetos necessários, como a escova de dentes e o fio dental. Também é preciso definir de que forma demonstrarão: em um boneco, em um dos integrantes ou por meio de desenhos. O importante é que os movimentos mostrem claramente como fazer essa tarefa. Quanto mais vocês treinarem, mais seguros estarão no dia da apresentação.
3. O professor vai organizar uma rodada de ensaio, na qual cada grupo fará a apresentação para a turma.
4. Depois do ensaio, conversem sobre as impressões de vocês. Compartilhem suas ideias para que as demonstrações fiquem ainda melhores.
Compartilhar
O professor vai combinar uma data de apresentação com o público escolhido. Lembrem-se dos combinados e dos ensaios. Reservem um tempo para tirar dúvidas do público ao final da demonstração.
Avaliar
Após a apresentação, converse com o seu grupo com base nas questões a seguir.
Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor
1. A apresentação aconteceu como o planejado?
2. Como foi a reação do público diante da demonstração?
3. Vocês acham que a apresentação contribuiu para a aprendizagem dos participantes? Se sim, de que maneira?
4. Na opinião de vocês, essa produção ajudou a conscientizar o público acerca da importância da escovação dos dentes?
data, horário, local e objetivo da apresentação. Oriente os estudantes a pensarem na forma de circulação — se será impresso, em papel, para ser entregue em mãos, ou digital, para ser enviado por e-mail ou mensagem. Aproveite esse momento para destacar a formatação típica do gênero convite: uso de título chamativo, linguagem clara e objetiva, apresentação dos dados principais e, se possível, recursos gráficos que deixem o texto mais atrativo. Incentive-os a criar o texto em colaboração, dividindo as funções entre quem sugere frases, quem escreve, quem revisa e quem propõe elementos
10/10/2025 10:24:28
visuais. Se julgarem pertinente, também pode ser gravada uma versão oral do convite, em áudio, para ser compartilhada digitalmente com a comunidade escolar. Esse trabalho permitirá que compreendam a situação comunicativa, experimentem diferentes suportes e identifiquem a função social desse gênero (EF02LP13, EF02LP16, EF12LP06).
• Após as apresentações, promova uma conversa, incentivando-os a avaliar e compartilhar suas impressões sobre o processo e o impacto ao público.
• Desde a etapa de ensaio, os estudantes poderão desenvolver habilidades importantes relacionadas ao eixo da oralidade. Procure mediar as trocas para que avancem nesse sentido. Verifique se, no momento de simular a apresentação, todos empregam um tom de voz audível e adequado a cada momento, por exemplo: na apresentação, o volume pode estar mais alto para que todos ouçam. Ressalte a importância da escuta atenta e da elaboração de perguntas, sempre que necessário. Verifique se as questões estão pertinentes ao tema e, se preciso, apoie uma nova formulação.
• Ao combinar detalhes da apresentação oficial ao público escolhido, reforce a finalidade da troca nesse contexto comunicativo: informar e servir de modelo para a construção do conhecimento sobre a higiene corporal. Isso vai ajudá-los na tomada de decisões e na compreensão das especificidades dessa produção.
• Se for possível, organize com a turma a produção coletiva de um convite para as pessoas que assistirão à apresentação. Converse primeiro sobre quem será o público-alvo (outras turmas, familiares, funcionários da escola etc.) e o local em que o encontro acontecerá, de preferência fora da sala de aula. Definam juntos quais informações não podem faltar no convite:
BNCC
Além das habilidades listadas nas orientações ( EF02LP12 , EF02LP13 , EF02LP16 , EF12LP06 , EF15LP04, EF15LP14), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade ( EF15LP09 , EF15LP10 , EF15LP11, EF15LP13).
SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL
Antes da leitura, se possível, apresente a tirinha em tamanho ampliado para a turma ou conduza uma observação guiada, cada um acompanhando no próprio livro. Peça que notem os elementos que a compõem: personagens, falas e expressões faciais e corporais. Converse brevemente sobre o que já sabem a respeito desse gênero, destacando que as tirinhas contam pequenas histórias, combinando imagens e palavras, muitas vezes usando o humor para causar reflexão ou entreter o leitor. Incentive os estudantes a comentarem o que mais chama a atenção deles no texto, preparando-os para perceber a relação entre os recursos gráficos e o efeito de sentido (EF02LP12, EF15LP04, EF15LP14).
ABRACADABRA
Virou tirinha!
Comentários nas orientações ao professor.
É hora de ler uma tirinha que aborda um assunto que você já vem explorando bastante nesta unidade: a escovação dos dentes. Prepare-se para descobrir muitos sentidos e se divertir, combinando palavras e imagens!

QUEM PRODUZIU?
Alexandre Beck nasceu em 1972 em Florianópolis, Santa Catarina. Ele é um ilustrador e cartunista que ficou muito conhecido por suas tirinhas com o personagem Armandinho.
Orientações didáticas
• Durante a leitura coletiva, incentive-os a perceber como imagem e falas se articulam para criar humor e reflexão. Destaque os balões de fala, que na tirinha aparecem sem delimitações rígidas e com um rabicho simples em forma de traço. Pergunte: “Como sabemos quem está falando em cada quadro?”. Assim, a turma compreende a função desses recursos gráficos e sua importância na leitura (EF02LP12, EF15LP04, EF15LP14).

BECK, Alexandre. Armandinho cinco Florianópolis: A. C. Beck, 2015. p. 68.
Alexandre Beck.
Criar para brincar e encenar
Vamos brincar de encenar a tirinha que você leu?
Para começar, converse com o professor e com os colegas, respondendo às perguntas a seguir.
• Quem são os personagens que aparecem na tirinha?
• Onde a cena parece acontecer?
• Qual é a fala ou a atitude de cada um em cada quadrinho?
• O que causa o humor no texto?
Depois, usem a imaginação para representar o que aconteceu na tirinha, seguindo estes passos.
1. Em pequenos grupos, façam o planejamento. Escolham quem vai interpretar cada personagem e quem ficará responsável pelo cenário, pelo figurino, pelo som e por todos os detalhes da produção do espetáculo de vocês. Não se esqueçam de criar soluções criativas para destacar a parte engraçada da tirinha e envolver o público. Se quiserem, também podem imaginar o que aconteceu antes ou depois da cena, ampliando a encenação com novas situações.
2. Combinem com o professor momentos para treinarem a encenação e ensaiem bastante, seguindo o que foi planejado pelo grupo.
3. Decidam qual será o público. Cada grupo pode se apresentar para uma turma diferente da escola. Que tal encenar para as turmas do primeiro e do terceiro anos?
4. No dia da apresentação, deixem a vergonha de lado, entrem no clima da história e aproveitem a oportunidade de se divertirem, aprenderem e encantarem o público com a criatividade de vocês!
ESCOVOU OS DENTES, FILHO?

criatividade e o entendimento das convenções do gênero. Se produzirem essas recriações, combinem de reunir tudo em um livro de tirinhas da turma, que pode circular entre os familiares no esquema vai e vem (EF12LP05, EF15LP14).
• Definido o público, organizem como ocorrerão as apresentações, de preferência em espaço extraclasse, e proponha também a elaboração de um convite (EF02LP13, EF02LP16, EF12LP06).
SIM, MÃE... FAZ TEMPO!
• Após as apresentações, conduza uma conversa coletiva de avaliação, retomando todas as etapas do processo e pedindo que relatem do que mais gostaram e em que mais se envolveram. Explore o caráter artístico e expressivo da experiência, que valoriza a criatividade e permite vivências mais sensoriais.
• Promova um momento de interpretação coletiva, pedindo que descrevam o que acontece em cada quadrinho e como texto e imagem constroem juntos o sentido. Pergunte: “O que aconteceria se lêssemos apenas as palavras, sem olhar para as imagens? E se víssemos só as imagens, sem os diálogos?”. Instigue-os a levantar hipóteses sobre a importância de cada recurso, percebendo que a combinação dos dois é o que garante o efeito da tirinha. Verifique se compreenderam o humor e se conseguem explicar o que provoca o riso (EF15LP04, EF15LP14).
• Organize pequenos grupos para planejar a encenação da tirinha. Eles podem decidir quem interpretará cada personagem, como usarão expressões corporais para reforçar a fala e como podem tornar a apresentação divertida e clara. Se desejarem, podem criar desfechos alternativos ou novos diálogos, ampliando a brincadeira e a compreensão do gênero (EF12LP05).
• Caso haja interesse, incentive-os a produzir suas tirinhas no papel, inspiradas no tema ou em novas situações. Oriente-os a usar balões de fala, onomatopeias e recursos gráficos para valorizar a expressividade. A atividade permite experimentar a produção coletiva de textos multissemióticos, reforçando a
BNCC
Além das habilidades destacadas junto às orientações ( EF02LP11 , EF02LP12 , EF12LP07 , EF12LP18 , EF12LP19 , EF15LP12 ), desta seção até o Agora na pauta, os estudantes avançarão na apropriação do sistema alfabético ao relacionarem letras em diversos formatos, treinarem o traçado das letras estudadas, por meio da cópia com pontilhado e à mão livre, bem como lerem e escreverem letras e palavras em cursiva (EF02LP07, EF12LP01, EF12LP03).
Orientações didáticas
• Oriente os estudantes a observarem a letra I em cursiva, tanto em maiúscula quanto em minúscula, no livro. Em seguida, faça a leitura do poema “Ioiô”, pedindo que acompanhem o texto escrito em letra cursiva no livro. Pergunte se alguém mais gostaria de ler e abra espaço para que os estudantes o leiam expressivamente.
• Em seguida, conversem sobre os sentidos do poema, permitindo aos estudantes que explorem as rimas, as sonoridades e os jogos de palavras, observando como esses recursos criam musicalidade e encantamento na leitura. Incentive-os a comentar as imagens poéticas, como a comparação do ioiô com um pássaro amestrado ou um pombo-correio, reconhecendo o pertencimento do texto ao universo do imaginário e da brincadeira. Valorize o caráter lúdico do poema, favorecendo a apreciação estética e o prazer de fruir da leitura, ao mesmo tempo que os estudantes percebem como a linguagem poética recria experiências do cotidiano de forma criativa e sensível (EF12LP18, EF12LP19).
Observe como se escreve o I em letra cursiva maiúscula e minúscula. Depois, acompanhe a leitura de um poema sobre um brinquedo cujo nome tem essa letra. TIRANDO DE LETRA... I!
Dica: Acompanhe o texto com atenção enquanto o professor faz a leitura.
Ioiô
Ii
A ���ta do barbante amarrada no dedo da mão, atenção! Há que �o�ar o ioiô num balanço
de todo o �o�po para que ele vo�te �o�o pássaro amestrado ou p��bo-�o�reio que traz n��í�ias do chão.
MURRAY, Roseana. Ioiô. In: MURRAY, Roseana. Brinquedos e brincadeiras Ilustrações originais de Cris Eich. São Paulo: FTD, 2014. p. 17.
Lupa na letra
Volte ao texto e contorne a palavra que começa com a letra I, quantas vezes ela aparecer.
Resposta: Espera-se que os estudantes contornem as duas ocorrências da palavra ioiô
Hora do traçado
Agora, vamos traçar o I em cursiva maiúscula e minúscula? Observe o exemplo, que começa pelo pontinho vermelho e segue as setas, cubra os pontilhados e trace essa letra.
Resposta: Espera-se que os estudantes cubram os pontilhados para escrever as letras em cursiva seguindo a orientação das setas.
• Proponha a realização do Lupa na letra, incentivando-os a reconhecer e contornar, no texto, todas as ocorrências da palavra com I procurada.
• Faça, então, o traçado da letra I em cursiva (maiúscula e minúscula), mostrando a ordem e a direção do traçado contínuo. Os estudantes devem usar seu traçado como modelo. Observe a seta que indica a direção do traço, partindo do ponto vermelho. Oriente-os a traçar o I nos quadros da atividade de treino motor da Hora do traçado , tanto no pontilhado quanto em mão livre, favorecendo o desenvolvimento da letra manuscrita.
TIRANDO DE LETRA... J!
Chegou a vez do J! Observe, a seguir, como se escreve a letra J em cursiva maiúscula e minúscula.
Em seguida, acompanhe a leitura de uma cantiga que brinca com uma palavra que começa com essa letra.
Dica: Acompanhe o texto com atenção enquanto o professor faz a leitura.
�anela, �anelinha, P��ta, �ampainha: Ding-d��g!
popular.
Lupa na letra
Resposta: Espera-se que os estudantes pintem as palavras janela e janelinha
Encontre e pinte, no texto anterior, as palavras que começam com J.
Hora do traçado
Agora, vamos traçar o J em cursiva maiúscula e minúscula? Observe o exemplo, que começa pelo pontinho vermelho e segue as setas, cubra os pontilhados e trace essa letra.
Resposta: Espera-se que os estudantes cubram os pontilhados para escrever as letras em cursiva seguindo a orientação das setas.
10/10/2025 10:24:31
• Chame a atenção para a letra J em cursiva, maiúscula e minúscula, no livro. Se houver estudantes com nomes iniciados por essa letra, convide-os a traçar o J maiúsculo em cursiva na lousa, lembrando que nomes próprios começam com inicial maiúscula. Caso queiram escrever o nome completo, incentive o registro: essa pode ser uma boa oportunidade para avançarem na conquista da escrita do próprio nome em cursiva.
• Durante a leitura em voz alta do texto da tradição oral, peça que os estudantes acompanhem a escrita no livro, acompanhando cada palavra. Em seguida, convide voluntários a fazerem a leitura, podendo também encenar a brincadeira sugerida pelos versos, se desejarem (EF02LP12, EF15LP12).
• Peça, então, que realizem o Lupa na letra, pintando, no texto, as palavras janela e janelinha. Se julgar válido, aproveite para dizer que janelinha indica um tamanho menor da janela e representa um diminutivo, conteúdo que trabalharão mais adiante no volume. Se considerar pertinente, proponha uma brincadeira para a formação de diminutivos de outras palavras conhecidas, favorecendo uma primeira aproximação com esse conteúdo ligado à morfologia (EF02LP11).
• Modele na lousa o traçado da letra J em cursiva (maiúscula e minúscula), seguindo o padrão indicado na seção e usando setas para evidenciar a ordem e a direção do traço contínuo.
• Proponha, ao final, o treino motor: primeiro sobre o pontilhado, depois à mão livre.
Origem
• Proponha que observem a letra K em cursiva, maiúscula e minúscula.
• Faça a leitura expressiva do poema, destacando a sonoridade criada pela repetição da letra K. Peça que acompanhem o texto em cursiva no livro e converse acerca dos efeitos de sentido: o K funciona como representação gráfica da risada, que cresce em quantidade para mostrar que as vozes poéticas estão rindo cada vez mais alto. Incentive-os a comentar como a repetição imita o som do riso e reforça o tom divertido do texto, trazendo ritmo e humor (EF12LP19). Depois, convide voluntários a lerem o texto, explorando o recurso da repetição da letra de diferentes maneiras (EF02LP12).
• Oriente a turma a realizar a atividade do Lupa na letra, contornando no texto todos os nomes de pessoas que encontrarem, na quantidade em que aparecerem.
• Faça o traçado da letra K em cursiva (maiúscula e minúscula) na lousa, mostrando a ordem e a direção do movimento contínuo indicado na seção. Use a seta como referência para a modelagem.
• Ao final, peça que tracem a letra K nos quadros do Hora do traçado , começando pelo pontilhado, depois à mão livre, praticando a escrita cursiva.
TIRANDO DE LETRA... K !
Agora, é a hora do K! Observe, a seguir, a letra K em cursiva maiúscula e minúscula.
Depois, acompanhe a leitura de um texto em que essa letra aparece muitas vezes.
Dica: Acompanhe o texto com atenção enquanto o professor faz a leitura.
Kk

Lupa na letra
Kátia diz: K K K K ...
Kleit�� diz: K K K K K K ...
Kátia diz: K K K K K K K K K K K K ...
Kleit�� diz: K K K K K K K K K K K K K K K K ...
Kátia diz: ai, pre�iso sair...
Fiz xixi de tanto rir!
FRAGATA, Claudio. Alfabeto escalafobético: um abecedário poético. São Paulo: Jujuba, 2013. p. 19.
Contorne, no texto anterior, os nomes de pessoas que começam com K, todas as vezes em que eles aparecem.
Resposta: Espera-se que os estudantes contornem os nomes Kátia e Kleiton em todas as ocorrências.
Hora do traçado
Agora, vamos traçar o K em cursiva maiúscula e minúscula? Observe o exemplo, que começa pelo pontinho vermelho e segue as setas, cubra os pontilhados e trace essa letra.
K K K k k k
Resposta: Espera-se que os estudantes cubram os pontilhados para escrever as letras em cursiva seguindo a orientação das setas.
TIRANDO DE LETRA... L!
É a vez do L! Observe como essa letra é registrada em cursiva maiúscula e minúscula.
Depois, acompanhe a leitura de uma quadrinha em que há uma palavra que começa com essa letra.
Dica: Acompanhe o texto com atenção enquanto o professor faz a leitura.
Lua de prata
Presa em ��tim, Brilhas tão linda L���e de mim...
Lupa na letra
Encontre e pinte, no texto anterior, a palavra que começa com L e que é o tema principal da quadrinha.
Resposta: Espera-se que os estudantes pintem a palavra Lua
Hora do traçado
Agora, vamos traçar o L em cursiva maiúscula e minúscula? Observe o exemplo, que começa pelo pontinho vermelho e segue as setas, cubra os pontilhados e trace essa letra.
Resposta: Espera-se que os estudantes cubram os pontilhados para escrever as letras em cursiva seguindo a orientação das setas.
10:24:33
• Chame a atenção para a letra L em cursiva, observando tanto a forma maiúscula quanto minúscula. Se houver estudantes com nomes iniciados com essa letra, convide-os a traçar o L maiúsculo em cursiva na lousa, lembrando que nomes próprios começam com inicial maiúscula. Caso já se sintam confortáveis para isso, incentive-os a registrar o nome inteiro em cursiva: um bom momento para avançar na escrita do próprio nome.
• Faça a leitura em voz alta da quadrinha, pedindo aos estudantes que acompanhem a forma escrita em cursiva no livro. Convide voluntários a fazerem a leitura expressiva do texto, reforçando recursos que imprimem a sonoridade, como as rimas finais das palavras no fim do segundo e do quarto versos, o que é típico do gênero (EF02LP12, EF12LP07).
• Oriente-os a realizar o Lupa na letra, localizando e pintando a palavra com L procurada.
• Modele o traçado da letra L na lousa (maiúscula e minúscula), seguindo o padrão indicado na seção, demonstrando a ordem e a direção do traço contínuo.
• Proponha, então, o treino motor explicando a eles que devem iniciar com o traçado sobre o pontilhado e, depois, partir para a prática em mão livre, mantendo a proporção e o alinhamento para garantir que a letra seja bem formada.
Origem popular.
Respostas e orientações didáticas
1. Solicite aos estudantes que liguem as palavras em letra de imprensa às correspondentes em letra cursiva. Chame a atenção para a forma de cada grafia e para as diferenças no traçado entre os dois tipos de letra. Lembre-os de que já tiveram contato com essas palavras nos textos de apresentação das letras desta unidade, o que pode ajudá-los na identificação.
2. Em seguida, peça que cubram os pontilhados das palavras indicadas. Explique que essa prática funciona como um primeiro exercício de escrita cursiva, permitindo que se acostumem gradualmente ao novo traçado. Destaque que, mesmo sem conhecer ainda todas as letras nesse formato, o treino contribui para desenvolver segurança e agilidade.
LIGADO NAS PALAVRAS
1. De um lado, as palavras estão escritas em letra de imprensa. Do outro, elas aparecem em letra cursiva. Ligue as palavras iguais.
Ioiô
Janela
Kátia
Lua
Resposta: Espera-se que os estudantes liguem as palavras correspondentes nos dois tipos de letras.
Lua I�iô Kátia �anela
2. Cubra os pontilhados e experimente traçar as palavras que você viu nos textos que acompanhavam as letras I, J, K e L
Dica: Você ainda não treinou o traçado de todas as letras em cursiva, e está tudo bem! Esta atividade é só para testar e se aproximar mais dessa nova escrita. Aos poucos, você vai ficar craque!
ioiô ioiô ioiô ioiô ioiô
janela janela janela janela
Kátia Kátia Kátia Kátia Kátia
Lua Lua Lua Lua Lua Lua
Resposta: Espera-se que os estudantes cubram os pontilhados para escrever as palavras em letra cursiva. 118
AGORA NA PAUTA
Cubra os pontilhados e continue treinando o traçado das letras e palavras que você aprendeu nesta unidade.
Resposta: Espera-se que os estudantes cubram os pontilhados para escrever as letras e as palavras em letra cursiva.
Dica: Escreva cada letra ou palavra pelo menos três vezes em cada pauta. Deixe sempre um espaço em branco entre as letras e palavras que traçar.
ioiô janela
Kátia
favorece regularidade e legibilidade. Incentive a atenção aos pontos de entrada e saída das letras, já que são eles que permitem a ligação entre caracteres e a formação das palavras.
• Para apoiar quem ainda demonstra insegurança, sugira treinos em pautas maiores antes de passar para as linhas regulares do livro, de modo a favorecer ritmo e confiança. Caso a pega em três pontos ainda não esteja estabilizada, modele a posição dos dedos com o próprio lápis, sempre respeitando adaptações funcionais e incentivando ajustes graduais.
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• Oriente também pequenas pausas durante o treino para alongar dedos e mãos, prevenindo fadiga e favorecendo uma escrita mais solta. Os estudantes podem abrir e fechar as mãos lentamente, esticar cada dedo ou apoiar as palmas sobre a mesa e empurrar levemente para sentir o alongamento. Outra possibilidade é apertar bolinhas de borracha ou de papel, alternando contração e relaxamento da musculatura.
• Oriente os estudantes a seguirem o pontilhado para formar o traçado das letras I, J, K e L em cursiva, tanto maiúscula quanto minúscula. Em seguida, incentive-os a reproduzir as letras sem o apoio do pontilhado, utilizando como referência a escrita anterior. Reforce a importância de manter o movimento contínuo, especialmente no traçado das palavras, nos pontos de ligação, que são essenciais para a fluidez da cursiva. Durante a atividade, observe atentamente o padrão de preensão do lápis, valorizando a conquista de movimentos mais regulares e o alinhamento adequado das letras na pauta. Incentive também a atenção ao espaço entre as letras e palavras, para favorecer clareza e legibilidade, aspectos fundamentais para a autonomia na escrita cursiva.
LÁPIS NA MÃO
• Neste momento do treino em letra cursiva, observe se os estudantes conseguem manter a continuidade do traçado, unindo curvas e linhas de maneira fluida, sem interromper o movimento a cada letra. Esse é um aspecto central dessa escrita e marca a progressão em relação ao treino da letra bastão realizado no 1º ano.
• Repare se os dedos assumem maior protagonismo no movimento, com o punho estável e o braço atuando de forma mais leve, o que
BNCC
Além das habilidades destacadas junto às orientações ( EF02LP01 , EF02LP07, EF12LP01) os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade ( EF15LP09 , EF15LP10 , EF15LP11, EF15LP13).
Orientações didáticas
• É importante que todos se sintam confortáveis para participar do jogo, com confiança para tentar agrupar as palavras. Se necessário, organize a turma em duplas, para que aqueles que estiverem com dificuldades neste conteúdo possam contar com o apoio de um colega.
• Retome coletivamente os tipos de letra (bastão, imprensa minúscula, cursiva minúscula), para que eles relembrem as diferenças que estudaram ao longo da unidade. Se achar oportuno, registre na lousa alguns exemplos de palavras escritas nos diferentes tipos, solicitando aos estudantes que tentem ler, começando pelas mais desafiadoras (cursiva ou de imprensa minúscula). Verifique como se dá essa leitura e faça anotações sobre dúvidas que possam surgir (EF12LP01).
• Se achar oportuno, convide os estudantes que marcarem ponto a cada rodada a registrarem as palavras na lousa. Esta será uma oportunidade de fazer uso dos diferentes tipos de letra na escrita, copiando das cartas e retomando-as sempre que necessário (EF02LP07).
• Ao encerrar a atividade, promova uma conversa com a turma a respeito dos diferentes tipos de letra, incentivando-os a comparti-
É JOGO, É BRINCADEIRA
Triletras
Comentários nas orientações ao professor.
Agora que você já conhece diferentes tipos de letras do alfabeto, vamos brincar de agrupar palavras de acordo com esses tipos? Fique atento e seja rápido!
1. Recorte todas as cartas com palavras da página 287 do Material complementar
REGRAS
2. Misture as cartas e coloque-as viradas para baixo, sobre a sua mesa.
3. Quando o professor disser “Valendo!”, vire-as e procure formar trios com a mesma palavra escrita de três maneiras diferentes: em letra bastão; em letra de imprensa minúscula; e em letra cursiva minúscula. Assim:



4. Quem formar um trio primeiro levanta a mão e lê as palavras em voz alta para a turma conferir.
5. Retirem o trio usado da mesa e embaralhem as cartas restantes para a próxima rodada.
6. A cada rodada, quem formar o trio primeiro ganha 1 ponto.
7. No final, vence quem tiver mais pontos acumulados.
lhar percepções acerca dos desafios e facilidades encontradas. Pergunte, por exemplo: “Qual tipo de letra foi mais difícil de reconhecer?”; “Alguma letra parecia com outra e gerou dúvida?”. Esse momento de troca ajuda a consolidar os aprendizados da unidade e valoriza o olhar dos próprios estudantes sobre seus percursos.

Lua
LUA Lua
VAMOS AVALIAR O APRENDIZADO
1. Para relembrar os conteúdos estudados nesta unidade, pinte os quadrinhos de acordo com a legenda a seguir.
Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor
Entendi bem. Preciso rever.
Texto de campanha de conscientização.
Diferentes tipos de letra e seus usos.
Som nasal.
Cartilha educativa.
Palavras com T e D
Tirinha (Abracadabra).
Letras: I, J, K e L
BNCC
Nesta seção, além da habilidade destacada nas orientações ( EF12LP01 ), os estudantes vão ler e compreender enunciados e tarefas escolares com apoio do professor e dos colegas (EF12LP17), além de escutar com atenção e fazer perguntas pertinentes durante as trocas orais (EF15LP09, EF15LP10).
Respostas e orientações didáticas
2. Como foi sua convivência na escola? Converse com os colegas e o professor.
Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor
a ) Como foi ouvir o que os colegas tinham a dizer durante as atividades?
b ) Em que momentos eu consegui expressar minhas ideias para a turma?
c ) O que eu senti quando alguém pensou diferente de mim?
SAIBA MAIS
Um livro de curiosidades!
O que você gostaria de saber sobre esses bichinhos curiosos? Além de insistirem em aparecer quando não lavamos bem as mãos, ainda são tão pequenos que não conseguimos enxergar! Esse é um livro para tirar todas as dúvidas a respeito dos germes.
valorizar as diferentes falas e compartilhar exemplos concretos, percebendo que as diferenças podem enriquecer a aprendizagem coletiva. Esse espaço de diálogo fortalece a construção de vínculos e o desenvolvimento da empatia, preparando-os para tomar decisões mais responsáveis e colaborativas no cotidiano escolar.
SAIBA MAIS
Livros informativos, como o indicado, ampliam o repertório dos estudantes ao reunir informações organizadas sobre um

tema específico, construindo novas competências leitoras ao localizar, selecionar e relacionar dados e refletir sobre a grande circulação de informações no cotidiano.
AVALIANDO
Faça um balanço das aprendizagens e desafios quanto às expectativas estabelecidas. Registre observações e defina indicadores para verificar dificuldades, a fim de orientar novas intervenções e compor percursos individuais e coletivos, organizados em portfólios.
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1. Organize os estudantes em pequenos grupos para a autoavaliação e oriente-os a conversar sobre o percurso vivido e a assinalar as próprias respostas quanto ao percurso vivenciado na unidade. Nos grupos, proponha como desafio ler os itens com independência (EF12LP01), podendo contar com a colaboração uns dos outros.
2. Encoraje-os a refletir de forma coletiva e individual acerca da convivência escolar, para que reconheçam e nomeiem os próprios sentimentos e experiências. Ao conversarem e ouvirem os colegas, além de expressarem ideias e lidarem com opiniões diferentes, eles exercitam o autoconhecimento, a consciência social e habilidades de relacionamento, em consonância com a CASEL (Collaborative for Academic, Social, an Emotional Learnig) e a BNCC. Explique-lhes que devem escutar com respeito,
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
HADJI, Charles. Avaliação desmistificada. Porto Alegre: Artmed, 2001. Esse livro propõe reflexões sobre a avaliação no processo educativo, com conceitos filosóficos que envolvem o ato de avaliar e possíveis ações para tornar a avaliação efetivamente formativa e a serviço das aprendizagens.
DAYNES, Katie. O que são germes?: meu livrinho dos porquês. Cotia: Edições Usborne, 2020.
INTRODUÇÃO E JUSTIFICATIVA
Continuando o trabalho iniciado na unidade 3, sobre a importância da higiene corporal para a saúde individual e coletiva, vamos ampliar a abordagem e os conhecimentos construídos pautando as atividades no Campo das práticas de estudo e pesquisa. Dessa forma, partindo de aprendizagens e reflexões já iniciadas, a turma poderá participar de situações de leitura e escrita com textos relacionados à área científica e investigativa.
Os estudantes vão ter contato com um registro de experimento que se conecta ao universo digital. A proposta é compreender a situação comunicativa, responder a uma pergunta central e explorar o tema investigado e curiosidades sobre a higiene corporal, conhecendo mais dados relevantes sobre o assunto.
As produções escritas demandam uma autonomia cada vez maior dos estudantes, que deverão utilizar a grafia correta de palavras que conhecem ou que tenham estruturas silábicas já dominadas e atentar aos tipos de letra, à segmentação entre palavras e às características dos gêneros trabalhados.
Essas propostas favorecem o trabalho com o tema contemporâneo transversal Saúde, com foco na promoção de hábitos saudáveis de vida.
Expectativas de aprendizagem
Ao final da unidade, espera-se que os estudantes sejam capazes de:
• ler e compreender, com os colegas e o professor, um registro de experimento, considerando a situação comunicativa e o assunto do texto.
• explorar palavras com sons nasais (til, m, n).
• planejar e produzir pequeno registro de resultado de experimento, coerente com o tema investigado.
UNIDADE4 DE MÃOS DADAS COM A SAÚDE

• ler curiosidades, com os colegas e o professor, compreendendo a situação comunicativa e o assunto do texto.
• ler e escrever palavras com correspondências regulares diretas entre letras e fonemas: F e V
• planejar e produzir um cartaz com curiosidades, considerando a situação comunicativa e o tema.
Mapeando conhecimentos
Proponha aos estudantes uma avaliação diagnóstica de conteúdos que serão trabalhados. Para isso, peça-lhes que levantem perguntas sobre o que
ainda querem saber acerca do tema, explicando que o foco estará em práticas de estudo e pesquisa, sendo possível buscar respostas para as investigações de diferentes maneiras. Pergunte como podem ser feitos os estudos, em que fontes e com quais estratégias de pesquisa. Verifique o quanto eles se apropriaram desses procedimentos e proponha a elaboração de uma lista com o que ainda desejam aprender sobre hábitos de higiene e saúde corporal, a qual pode ser afixada na sala de aula para que busquem as respostas no decorrer das propostas, evidenciando aprendizagens importantes sobre a trajetória de alfabetização da turma.
Cena do filme Gigantes, de Gonzalo Gutierrez. Argentina e Alemanha, 2024 (88 min).
CONTEÚDOS DESTA UNIDADE
• Brincando com frases feitas (Palavras de brincar);
• Registro de experimento;
• Como organizar as informações de uma pesquisa;
• Explorando palavras com som nasal: til (~), M e N;
• Registro de resultado de experimento (Hora de produzir);
• Charge (Abracadabra);

• Curiosidades;
• Como são organizadas as curiosidades;
• Palavras com F e V;
• Cartaz com curiosidades sobre higiene corporal (Hora de produzir);
• Letras M, N, O e P (Tirando de letra);
• Mímica dos hábitos de higiene (É jogo, é brincadeira).
Respostas e comentários nas orientações ao professor.
Observe a imagem e, com os colegas, respondam às questões a seguir.
Em que ambiente o menino está?
Como é possível identificar esse ambiente? Que hábitos de higiene pessoal podemos ter nesse ambiente? 1. 2. 3.
etc. Incentive-os a explicar de que maneira esses elementos permitem identificar o ambiente como um banheiro.
3. Proponha aos estudantes que relacionem o espaço observado às práticas do dia a dia, como tomar banho, escovar os dentes, lavar as mãos etc. Faça uma mediação para que haja uma troca de experiências com base na pergunta disparadora, possibilitando que, caso se sintam confortáveis, contem sobre suas rotinas de cuidado, o que precisam de ajuda para fazer e o que já conseguem fazer sozinhos. Essas trocas podem ser muito formativas para a construção da autonomia e do
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senso de responsabilidade do grupo. Durante a conversa, é possível também retomar conhecimentos construídos na unidade anterior, como o passo a passo para uma boa escovação dos dentes e a forma correta de lavar as mãos. Se considerar oportuno, amplie a conversa para incluir os cuidados com a higiene e com o meio ambiente, destacando atitudes nos banheiros da escola. Reforce a importância de usar sabão ao lavar as mãos, evitar o desperdício de água, dar descarga corretamente e colaborar para a manutenção da limpeza desse espaço coletivo.
BNCC
Ao investigarem a imagem, os estudantes podem antecipar sentidos e propósitos com base em conhecimentos prévios e nas pistas visuais ( EF15LP02 ) e, ao responderem oralmente às questões, mobilizar habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10, EF15LP11).
SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL
Se julgar pertinente, comece fazendo a leitura da legenda que acompanha a imagem e apresente à turma o contexto da cena a ser explorada, destacando que ela integra o filme Gigantes (2024). O menino retratado é Alfonso, protagonista que imagina aventuras como se fosse Dom Quixote, célebre personagem da literatura clássica. O filme recebeu prêmios em festivais internacionais, conquistando amplo reconhecimento.
Respostas e orientações didáticas
1. Espera-se que os estudantes percebam que o menino está em um banheiro, nomeando o ambiente com base nos elementos característicos e na situação retratada. Valorize as respostas que mostrem atenção a detalhes, ajudando-os a relacionar imagem e contexto.
2. Espera-se que os estudantes observem e relatem as pistas visuais: a banheira, o vaso sanitário, o chuveiro
BNCC
Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF02LP01 , EF02LP08 , EF02LP09 , EF02LP23 , EF12LP01 , EF12LP02 , EF12LP03), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10 , EF15LP11 , EF15LP13).
Orientações didáticas
• Inicie a proposta promovendo uma conversa sobre as frases feitas ou expressões idiomáticas. Se possível, organize os estudantes em roda e possibilite que troquem ideias sobre o assunto, contando o que pensam quando ouvem a frase de abertura (“tomar banho de gato”), se já escutaram alguém usá-la e se conhecem outras frases cujo sentido não corresponde ao que está sendo dito literalmente.
• Explique que as expressões idiomáticas têm um valor especial em nossa língua, pois fazem parte da cultura e da forma como nos comunicamos. Elas carregam histórias, costumes e modos de ver o mundo, funcionando como marcas da identidade cultural. Além disso, tornam a linguagem mais expressiva e criativa, já que muitas vezes resumem em poucas palavras ideias que exigiriam explicações mais longas.
• Depois da conversa inicial, leia o boxe conceito. Se achar pertinente, elabore com a turma um boxe coletivo, ditado pelos estudantes enquanto você anota na lousa com as palavras deles. Em seguida, peça-lhes que copiem no caderno como registro de estudo (EF12LP03). Como esta unidade é voltada ao Campo das práticas de estudo e pesquisa, valorize sempre que possível práticas de investigação.
LAVE AS MÃOS!
PALAVRAS DE BRINCAR
Você e seus colegas já conversaram bastante sobre como é importante cuidar do corpo para ter saúde.
Você já ouviu a expressão “tomar banho de gato”? Consegue imaginar o que essa expressão significa? Será que “tomar banho de gato” é um bom jeito de fazer isso? Troque ideias com a turma.
“Tomar banho de gato” é um exemplo de frase feita ou expressão idiomática, ou seja, uma frase usada no dia a dia que tem um sentido próprio e geralmente diferente do que parece. Por exemplo: “tomar banho de gato” não quer dizer que alguém tomou banho como um gato, lambendo o próprio corpo, e sim que tomou um banho bem rápido, sem muito capricho.
Você conhece outas expressões idiomáticas? Que tal brincar com essa e outras expressões divertidas da nossa língua? Preparese, porque a brincadeira já vai começar!
Brincando com frases feitas
1. Descubra os significados de algumas expressões idiomáticas bem conhecidas em nossa língua. Para isso, leia cada uma com atenção e ligue-a ao sentido adequado.
Engolir sapo.
Ficar com a pulga atrás da orelha.
Pagar o pato.
Estar com a cabeça nas nuvens.
Ficar desconfiado.
Levar a culpa por algo que não fez.
Estar distraído.
Não reclamar mesmo estando chateado.
Resposta: Engolir sapo: não reclamar mesmo estando chateado; ficar com a pulga atrás da orelha: ficar desconfiado; pagar o pato: levar a culpa por algo que não fez; estar com a cabeça nas nuvens: estar distraído. 124
• Se achar oportuno, proponha uma leitura coletiva de algumas expressões em destaque na etapa 1, escrevendo-as na lousa e perguntando o que cada uma pode significar. Assim, além de exercitarem a leitura (EF12LP01), os estudantes poderão levantar hipóteses de sentido antes de ler as opções para ligar. Permita-lhes explorar livremente essas possibilidades. Por exemplo, diga: “Aqui está escrito engolir sapo. O que imaginam que queremos dizer quando usamos essa expressão? Alguém
tem alguma ideia?”. Conduza-os a perceber que o sentido é figurado, e não literal.
• Proponha a leitura dos itens da segunda coluna, pedindo a eles que identifiquem a qual expressão idiomática cada um se refere. Oriente-os a realizar a atividade em duplas, favorecendo a troca de ideias e a associação das frases. Essa dinâmica já os prepara para a próxima etapa: criar juntos uma frase com uma das expressões exploradas.
2. Escolha uma das expressões idiomáticas do item anterior e crie uma frase com ela. Registre-a no espaço a seguir.
Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor
3. Chegou a hora de lançar um desafio aos colegas! Compartilhe com a turma a frase que você criou na questão 2. Quando for a sua vez de ler para os colegas, faça isso omitindo a expressão idiomática que usou. Os colegas deverão levantar a mão e, ao serem chamados pelo professor, tentar adivinhar qual é a expressão que ficou faltando.
Estava tão frio que Mariana tomou

Banho de gato!
só um e correu para se enrolar no cobertor!
BAÚ DE TEXTOS
Leia com o professor e os colegas mais uma frase feita.
Origem popular. Banho de água fria.
Abrindo o baú!
Pinte a palavra que melhor representa a imagem a seguir.
Dica: Ela apareceu na expressão idiomática que você leu neste baú!

Resposta: ÁGUA.
ALGODÃO ALVO ÁGUA
si mesmos, considerando o contexto de jogo e interação.
• No Baú de textos, diga-lhes que conhecerão outra expressão idiomática relacionada ao banho. Pergunte se conseguem adivinhar qual é e incentive-os a fazer a leitura com autonomia (EF12LP01). Em seguida, peça-lhes que imaginem o significado, lembrando que não se trata do sentido literal.
• Se considerar oportuno, apresente exemplos que aproximem o sentido da expressão do co-
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tidiano. Por exemplo: “Imaginem que vocês estivessem esperando para brincar no parque, mas tenha começado a chover forte. Por que será que dizemos que recebemos um ‘banho de água fria’ nessa situação?”.
• No Abrindo o baú, verifique se todos entenderam a palavra que deverão identificar. Os estudantes terão o desafio de fazer a correlação palavra-objeto considerando opções com a mesma letra inicial e, no caso de ALVO, com a mesma quantidade de letras.
• Na etapa 2, espera-se que, em duplas, eles criem frases com alguma das expressões exploradas, contextualizando-a de acordo com o sentido figurado que assume no uso. Se achar válido, registre um exemplo na lousa para que compreendam melhor a proposta, como: “Não consegui fazer a lição hoje porque estou com a cabeça nas nuvens”.
• Possibilite a eles escrever a frase à sua maneira, mesmo que ainda não o façam convencionalmente. Aproveite para observar como estão avançando em suas reflexões e verificar se usam letras maiúsculas no início da frase e em substantivos próprios, se fazem a segmentação correta entre as palavras (usando espaços em branco entre elas), se usam sinais de pontuação e se escrevem corretamente palavras conhecidas (EF02LP01, EF02LP08, EF02LP09).
• Na escrita da expressão idiomática que vai compor a frase, verifique se recorrem às expressões do livro para copiar ou se escrevem por si mesmos. Caso recorram à cópia, confira se checam a frase quando têm dúvidas sobre a escrita das palavras, sobre a pontuação e sobre os espaços entre as palavras (EF12LP03).
• Na etapa 3, incentive-os a consultar as opções de expressões que estão no livro para tentar descobrir as frases dos colegas. A proposta pode ser potente para instigar a leitura por
NATHALIA
BNCC
Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF02LP20 , EF02LP25 , EF12LP17 , EF15LP01 , EF15LP02, EF15LP04), os estudantes também serão levados a desenvolver habilidades da oralidade ( EF15LP09 , EF15LP10 , EF15LP11, EF15LP13).
SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL
Sugere-se desenvolver a leitura do texto introdutório junto com os estudantes, sem apresentar de imediato a definição de “experimento”. A ideia é que aqueles que não conhecem o termo possam ir se familiarizando e criando hipóteses sobre seu significado com base no contexto, enquanto os que já sabem ou têm experiências com experimentos compartilhem seus conhecimentos prévios sobre o gênero, como uma ativação para a realização do Antes de ler (EF02LP25, EF15LP01, EF15LP02).
ANTES DE LER
1. Incentive os estudantes a partilharem suas experiências de forma livre, contando como realizaram algum experimento e quem colaborou. Valorize a diversidade de respostas e aproveite para esclarecer, de maneira simples, que experimento é uma forma de investigar ou comprovar algo por meio de uma prática.
2. Peça-lhes que descrevam o que percebem em cada cena, levando em conta a articulação dos elementos verbais e visuais e destacando materiais, ações e possíveis etapas do experimento. Incentive-os a levantar hipóteses sobre o que pode acontecer, sem se preocupar em acertar de imediato. O objetivo é mobilizar a curiosidade e preparar
RODA DE LEITURA: REGISTRO DE EXPERIMENTO
Na unidade anterior, você leu textos que mostravam como ter bons hábitos de higiene é importante para cuidar da saúde. Agora, vai explorar imagens retiradas de um registro de experimento em vídeo, que envolve um hábito de higiene muito importante para uma vida saudável. Mas, antes, vamos conversar um pouco sobre o texto?
estudantes reconheçam no registro do experimento a parte de apresentação do material e o passo a passo (pintar as mãos, lavar as mãos, colocar as mãos sobre os
ANTES DE LER
3. Resposta: Espera-se que, observando as imagens, os papéis), bem como infiram que o experimento quer mostrar a importância de lavar bem as mãos, provando que, muitas
Responda às questões a seguir oralmente.
vezes, ainda ficam sujeiras mesmo depois da lavagem.
1. Você sabe o que é um experimento? Já fez algum? Conte para o professor e os colegas como foi e quem ajudou você.
Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor.
2. Observe as imagens que compõem o texto e descreva o que você acha que está acontecendo em cada uma.
Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor
3. Com base nessa investigação inicial, o que você acha que esse registro pretende verificar? Troque ideias com os colegas a respeito.
Experimento CHC: Mãos limpas

a turma para compreender a intenção do registro (EF15LP02, EF15LP04).
3. Conduza a troca de ideias destacando as etapas observadas nas imagens (materiais usados, lavagem das mãos, comparação dos resultados). Espere que os estudantes percebam que o registro procura demonstrar a importância de lavar as mãos com cuidado, já que, mesmo após a lavagem, ainda podem restar sujeiras. No texto introdutório, podem ser reconhecidos, de forma implícita, a pergunta e a hipótese que

motivam o experimento. Sem exigir nomenclaturas, destaque que toda pesquisa científica parte de um questionamento e de uma hipótese a ser verificada. Como exemplo, a pergunta poderia ser: “Será que lavar as mãos seguindo o passo a passo aprendido faz diferença?”. E a hipótese: “Lavar as mãos por, pelo menos, 20 segundos ajuda a remover a sujeira acumulada e protege a saúde” (EF15LP02, EF15LP04).
TELA 2 00:07
TELA 1 Capa do vídeo
TELA 3 00:10

TELA 5 00:17

TELA 7 00:35

TELA 9 00:47

Vá para o banheiro e lave suas mãos por 5 segundos.
TELA 4 00:14

TELA 6 00:21

Pegue a tinta guache e passe em sua mão, de forma que cubra toda ela.
TELA 8 00:43

Agora, pegue uma folha de papel e coloque suas mãos sobre ela.
TELA 10 00:53

Sem esfregar, seque suas mãos no papel toalha.
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Orientações didáticas
• Nesta seção, os estudantes terão a oportunidade de ler o registro de um experimento realizado originalmente em vídeo. Por meio da observação das reproduções das telas, eles vão identificar os efeitos de sentido produzidos pela utilização de recursos expressivos que contemplam elementos verbais e visuais, bem como sonoros (caso consigam assistir ao vídeo, como será sugerido mais adiante neste Manual), percebendo a importância da associação de tais elementos na construção de sentidos de um texto multissemiótico (EF15LP04).
O registro de experimento é um texto do Campo das práticas de estudo e pesquisa, com caráter científico, que visa registrar e apresentar as etapas de um experimento, bem como as observações e conclusões obtidas por meio dele, o que permite ao pesquisador comunicar suas experiências e descobertas. Textos assim envolvem a seleção e a organização das informações e se ligam a um contexto de investigação, associado sempre a uma situação-problema gerada por uma observação. Por meio dessa observação, cria-se uma pergunta que, por sua vez, motiva a elaboração de hipóteses sobre o objetivo do experimento, por meio da análise, a fim de validar ou refutar, apresentando as conclusões.
• Proponha aos estudantes que façam a primeira leitura em duplas, observando atentamente cada reprodução de tela do vídeo. Oriente-os a notar como os elementos verbais (legendas e instruções) e os visuais (imagens das ações e materiais) se articulam na construção dos sentidos. Incentive-os a conversar sobre o que compreendem em cada momento, de modo que a leitura já se torne uma investigação compartilhada (EF02LP20, EF12LP17, EF15LP04).
• Em seguida, conduza a leitura dialogada com toda a turma, retomando tela a tela. Leia em voz alta os trechos verbais, apontando para o que aparece nas imagens, e abra espaço para que os estudantes comentem o que percebem, façam comparações entre as telas e levantem hipóteses sobre o que o experimento pretende verificar. Esse percurso favorece tanto a compreensão do texto quanto a percepção da importância da articulação entre diferentes linguagens para comunicar uma ideia científica (EF02LP20, EF12LP17, EF15LP04).
• Se possível, siga as indicações da fonte e localize o vídeo na internet para apresentá-lo à turma. Assim, os estudantes terão contato com o texto em seu suporte e meio originais, ampliando a experiência de leitura. Depois de assistir ao vídeo, promova uma conversa sobre as diferenças de recepção entre a sequência de imagens estáticas do livro e o vídeo propriamente dito. Incentive-os a refletir sobre o que compreenderam melhor em cada formato, o que o vídeo acrescenta em termos de clareza, continuidade e envolvimento e de que maneira a articulação entre elementos verbais e visuais ajuda a construir sentidos (EF02LP25, EF12LP17, EF15LP04).
TELA 11 01:04

E coloque suas mãos sobre outro papel.
TELA 13 01:20

Sem esfregar, seque novamente suas mãos no papel toalha.
TELA 15 01:29

TELA 17 01:36
TELA 12 01:09

Vá lavar as mãos de novo, mas dessa vez por 20 segundos e com sabão.
TELA 14 01:25

E coloque suas mãos sobre o último papel.
TELA 16 01:32

Agora compare os papéis!

MÃOS limpas. Ciência Hoje das Crianças, Rio de Janeiro, n. 309, 1 abr. 2020. Disponível em: http://chc.org.br/artigo/maos-limpas/. Acesso em: 17 jul. 2025.
Papo de leitor
1. Antes de ler, você e os colegas tentaram descrever o que aconteceria em cada imagem. As descrições que fizeram se aproximaram daquelas indicadas nas legendas do vídeo? Conversem a respeito.
Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor.
2. Junte-se a um colega para responder às questões a seguir. Marquem um X na alternativa correta em cada caso.
a ) O que é apresentado nas telas 3, 4 e 5?
Resposta: O material necessário para fazer o experimento.
O material necessário para fazer o experimento.
O passo a passo do experimento.
b ) Da tela 6 até a tela 14, o que é apresentado?
O passo a passo do experimento.
Resposta: O passo a passo do experimento.
O resultado do experimento.
c ) No início do vídeo, são anunciados os itens para a realização do experimento. Marque um X em todos os que aparecem no vídeo.
Tinta guache.
Cola escolar colorida.
Folhas de papel sulfite.
Papel toalha.
Resposta: Tinta guache; folhas de papel sulfite; papel toalha.
d ) Dois itens usados no experimento não aparecem no início. Quais são eles?
Água e óleo. Água e sabão.
Resposta: Água e sabão.
e ) O que é esperado que a pessoa faça na etapa da tela 16?
Espera-se que ela compare como ficaram as marcas de mãos nos diferentes papéis usados no experimento.
Espera-se que ela compare a maciez dos diferentes papéis utilizados no experimento.
Resposta: Espera-se que ela compare como ficaram as marcas de mãos nos diferentes papéis usados no experimento. 129
10/10/2025 10:27:25
Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF02LP20 , EF02LP24 , EF12LP17 , EF15LP01 , EF15LP02 , EF15LP03 , EF15LP04), os estudantes também serão levados a desenvolver habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10 , EF15LP11 , EF15LP13).
Respostas e orientações didáticas
1. Reserve um momento para que os estudantes compartilhem as hipóteses levantadas no boxe Antes de ler, verificando se foram confirmadas ou não pela leitura da sequência de imagens. Valorize tanto os acertos quanto as novas percepções que surgirem. Quando necessário, faça a mediação para que reformulem hipóteses não validadas, mostrando que esse é um movimento natural no processo de leitura. Explique que esse ciclo (levantar expectativas, confrontá-las com o texto e, depois, confirmar ou reformular as inferências) é essencial para o desenvolvimento da competência leitora, pois ensina a ler de forma ativa, investigativa e crítica (EF15LP02). 2. Oriente-os a realizar a atividade em duplas: enquanto um estudante mantém o livro aberto nas páginas do texto, o colega acompanha a atividade na página correspondente. Dessa forma, podem trocar informações e apoiar-se mutuamente na localização das informações solicitadas (EF15LP03). Após as discussões, oriente cada estudante a registrar, de forma individual, as respostas em seu livro, garantindo a participação de todos. Caso perceba dificuldade nessa recuperação de informações, retome com a turma as informações que acompanham as reproduções das telas na Roda de leitura, pois isso facilita a identificação correta das cenas e o avanço na resolução dos itens.
3. Conduza a turma na análise comparativa das três marcas de mãos apresentadas, incentivando-os a observar as diferenças entre elas e a relacioná-las ao modo como a lavagem foi realizada. Valorize a discussão coletiva para que percebam que a intensidade das marcas revela o quanto a higienização foi eficaz. Ajude-os a compreender que a comparação entre os papéis permite concluir sobre a importância de seguir corretamente o passo a passo de lavar as mãos, destacando que, mesmo após a lavagem, ainda podem restar sujeiras se o processo não for adequado (EF15LP04).
• Faça a leitura do boxe conceito sobre o gênero no livro do estudante, que apresenta informações de forma reduzida e adequada à faixa etária. Se julgar necessário, utilize também o boxe deste Manual, localizado na dupla de abertura da seção Roda de leitura, para ampliar as informações sobre o gênero, conforme o interesse da turma (EF15LP01, EF12LP17). Destaque a finalidade dos textos utilizados para apresentar informações coletadas em atividades de pesquisa (EF02LP20).
AGORA QUE JÁ LEMOS
Instigue os estudantes a compartilharem experiências de experimentos já vivenciados, destacando a pergunta investigada, a forma de registro e os resultados obtidos. Valorize a escuta entre colegas e, se pertinente, incentive-os a organizar um breve relato oral coletivo, exercitando a reconstrução de etapas de um experimento.
3. Agora, observe as marcas das mãos nos três papéis que aparecem na tela 15. Depois, leia as perguntas e assinale as respostas certas.
1ª folha 2ª folha
3ª folha

a ) Ao comparar essas marcas, o que o autor do experimento pôde perceber?
Após a lavagem feita com sabão por 20 segundos, a marca de tinta no papel ficou mais forte.
Resposta: Após a lavagem feita com sabão por 20 segundos, quase não havia marcas de tinta no papel.
Após a lavagem feita com sabão por 20 segundos, quase não havia marcas de tinta no papel.
b ) O que é possível concluir depois dessa comparação?
Depois da lavagem feita com sabão e por 20 segundos, a sujeira foi praticamente toda removida.
Resposta: Depois da lavagem feita com sabão e por 20 segundos, a sujeira foi praticamente toda removida.
Depois da lavagem feita com sabão e por 20 segundos, as mãos ficaram mais sujas.
As imagens do vídeo que você viu são parte de um registro de experimento sobre lavar as mãos. Registros como esse são muito importantes para apresentar informações encontradas em atividades de pesquisa.
AGORA QUE JÁ LEMOS
Agora que você já sabe o que é um experimento e um registro de experimento, consegue se lembrar se já viu ou realizou algum?
Se sim, o que se esperava descobrir por meio desse experimento? Como foi feito o registro dele? E quais foram os resultados encontrados? Conte para os colegas e ouça o que eles têm a dizer.
Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor
ATIVIDADE EXTRA
Como atividade extra, organize a turma em pequenos grupos e proponha que preparem um breve relato oral sobre o que aprenderam com o registro de experimento lido. Cada grupo deve planejar junto o que vai contar, ensaiar a fala com a ajuda do professor e depois apresentar
para outras turmas da escola. Se for possível, o relato pode ser gravado em áudio, para que a experiência seja registrada e compartilhada em meios digitais. Dessa forma, os estudantes aprendem a planejar e produzir em colaboração um gênero investigativo, colocando em prática a oralidade e o uso de diferentes suportes de comunicação (EF02LP24).
É LÍNGUA, É LINGUAGEM
Como organizar as informações de uma pesquisa?
1. Você explorou imagens de um vídeo sobre como lavar bem as mãos. Com base no que você investigou, responda às perguntas.
a ) Como o conteúdo do vídeo foi chamado? Marque um X na resposta adequada.
Resposta: Registro de experimento.
Experimento de pesquisa.
Entrevista sobre experimento.
Registro de experimento.
b ) Além do vídeo, os resultados daquele experimento poderiam ser registrados das seguintes formas:
• Textos explicativos.
• Desenhos com legenda.
• Tabelas com dados.
• Sequência de fotos.
• Apresentação oral com apoio visual.
Qual dessas formas você escolheria para registrar o experimento?
Comente com os colegas.
Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor
2. Para que servem os textos que apresentam resultados de pesquisas ou experimentos, como o que você leu? Marque um X na resposta correta.
Para ensinar as pessoas como se faz pesquisas em geral.
Para mostrar o que foi descoberto e aprendido com a pesquisa.
Resposta: Para mostrar o que foi descoberto e aprendido com a pesquisa.
3. Na página a seguir, você vai ver o resultado de uma enquete feita com jovens brasileiros sobre como eles têm cuidado da higiene das mãos. Depois, responda às perguntas, considerando essa enquete.
Além das habilidades listadas nas orientações ( EF02LP20, EF15LP04), são articuladas habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10 , EF15LP11 , EF15LP13).
Respostas e orientações didáticas
1. No item a, converse com os estudantes sobre os diferentes textos que podem ser usados para apresentar informações coletadas em atividades de pesquisa. Reforce que, no caso do registro “Mãos limpas”, o gênero é o registro de experimento (EF02LP20). No item b, incentive-os a pensar em outras maneiras possíveis de registrar os resultados de um experimento (texto explicativo, desenho, tabela etc.).
Valorize as escolhas pessoais, destacando que diferentes formas de registro podem atender a diferentes propósitos comunicativos.
2. Instigue a reflexão coletiva sobre a função de textos que apresentam resultados de pesquisas. Mostre que eles servem principalmente para compartilhar o que foi descoberto e aprendido, permitindo a outras pessoas que conheçam os resultados e confiem nas informações (EF02LP20).
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3. A atividade com o gráfico tem como objetivo apresentar aos estudantes uma forma diferente de registrar dados de pesquisa. Como ainda não dominam o uso de porcentagens e o gráfico não traz diferenças visuais no tamanho das barras, não se espera que façam a leitura com total autonomia. É importante, portanto, realizar uma leitura mediada, incentivando-os a comparar os números. Explique, por exemplo, que, assim como 31 é maior que 17, 31%, também representa uma quantidade maior que 17%. Se considerar pertinente, explore esse raciocínio coletivamente e, em seguida, proponha a realização das atividades extras a seguir, destacando que o gráfico é um recurso para organizar e comunicar resultados de pesquisa (EF02LP20). Além disso, destaque o papel dos recursos gráfico-visuais na construção de sentidos (EF15LP04). Chame a atenção para como o uso de cores, a disposição dos dados e a clareza das legendas favorecem a compreensão do leitor, mesmo quando este ainda não domina a linguagem estatística. Reforce que, em textos multissemióticos, cada recurso contribui para organizar e comunicar informações de maneira acessível e atraente.

ADOLESCENTES e jovens no Brasil sabem lavar as mãos da forma correta? Unicef. Disponível em: https://www.unicef.org/brazil/ como-adolescentes-e-jovens -lavam-maos. Acesso em: 17 jul. 2025.
a ) Com base no que você leu nesta atividade, o que é uma enquete?
Um tipo de pesquisa feita com perguntas para saber o que as pessoas pensam ou fazem em determinadas situações.
Resposta: Um tipo de pesquisa feita com perguntas para saber o que as pessoas pensam ou fazem em determinadas situações.
Um texto de campanha para convencer as pessoas sobre a importância de responder a pesquisas de saúde pública.
b ) O resultado da enquete foi apresentado por meio de qual recurso? Marque um X para indicar sua resposta.
Um gráfico com números e palavras, organizado em blocos coloridos para facilitar a comparação dos dados.
Resposta: Um gráfico com números e palavras, organizado em blocos coloridos para facilitar a comparação dos dados.
Um gráfico que mostra só números e barras, sem usar palavras para explicar as informações.
Alguns textos apresentam informações de descobertas em pesquisas, feitas por meio de perguntas, observações ou experimentos, que podem ser mostradas em forma de texto, gráfico, tabela, imagens ou outros recursos. Esses textos de registro de pesquisa são importantes porque ajudam a compartilhar conhecimentos com outras pessoas.
ATIVIDADE EXTRA
1. Olhando para o resultado da enquete, quanto tempo o grupo com mais respostas costuma levar para lavar as mãos?
• Menos de 5 segundos.
• De 6 a 10 segundos.
• De 11 a 20 segundos.
• Mais de 1 minuto.
Resposta: De 6 a 10 segundos.
2. No experimento que você viu na seção anterior, a lavagem com sabão por 20 segundos quase não deixou marca de tinta no papel. Isso mostra que
a sujeira foi removida de forma eficaz. Pensando nisso: a maioria das pessoas que respondeu à enquete está lavando as mãos por tempo suficiente? Converse com os colegas e o professor.
Resposta: A maioria das pessoas respondeu que lava as mãos por 6 a 10 segundos, o que é menos do que os 20 segundos recomendados no experimento. Com base nessa informação, espera-se que os estudantes infiram que, provavelmente, os participantes da enquete não estão lavando as mãos por tempo suficiente para remover a sujeira de forma eficaz.
JANELAS PARA A ESCRITA
Explorando palavras com som nasal: til (~), M e N
1. Releia a seguir um dos passos do registro de experimento sobre lavar as mãos.
Pegue a tinta guache e passe em sua mão, de forma que cubra toda ela.
a ) Copie a palavra em destaque e, em seguida, separe as sílabas dessa palavra.
Resposta: Espera-se que os estudantes escrevam a palavra tinta e depois a separem em sílabas: tin-ta
b ) Qual das duas sílabas tem a letra N no final? Pinte o quadrinho correspondente para mostrar.
Resposta: Espera-se que os estudantes pintem a primeira sílaba tin
c ) Fale em voz alta a palavra tinta, reparando no que acontece com o som representado pela letra I quando ela é seguida de N
Resposta: Espera-se que os estudantes digam a palavra tinta em voz alta.
d ) O que você observou? Converse com o professor e os colegas.
Resposta: Espera-se que os estudantes percebam o som nasal /ĩ/.
2. Leia as palavras a seguir.
EXPERIMENTO • MÃO
•
CIENTISTA • PASSO
Agora, copie a seguir somente as palavras que trazem a letra N no final de sílaba
Resposta: EXPERIMENTO e CIENTISTA.
Para lembrar: nas palavras que você escreveu, dizemos que o N no final de sílaba ajuda a indicar um som nasal.
apresentam sons nasais e, depois, checando quais são as marcas de nasalidade em cada caso. Faça mediações de modo a levar os estudantes a perceberem que, na palavra PASSO, não há presença de som nasal, enquanto nas demais palavras, há. Destaque que, nas palavras EXPERIMENTO e CIENTISTA, a marca de nasalidade é representada pelo N no final de sílaba. Chame a atenção da turma para a palavra MÃO, em que
BNCC
Além das habilidades destacadas junto às orientações ( EF02LP01 , EF02LP02 , EF02LP04 , EF02LP05 , EF12LP01), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10 , EF15LP11 , EF15LP13).
Respostas e orientações didáticas
• Na unidade anterior, os estudantes tiveram contato com a ideia de nasalização das vogais, observando as letras M e N no final de sílaba e o uso do til (~), com foco principal na percepção. Agora, será o momento de consolidar essas relações, retomando o conhecimento construído e direcionando a atenção para a escrita de palavras que apresentam essas marcas (EF02LP05).
1. A proposta é que os estudantes possam começar a reconhecer o efeito do N nasalizando o I no final da sílaba TIN, em TIN-TA, ao atuar na sequência de atividades: registrar a palavra e a separação silábica, destacar a primeira sílaba e falar a palavra em voz alta, com atenção ao som nasal. Proponha uma discussão coletiva sobre as percepções dos estudantes e faça a mediação para que notem a marca de nasalidade das vogais por meio da letra N no final da sílaba.
2. É possível explorar coletivamente as palavras do quadro, identificando, primeiro oralmente, quais delas
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a marca de nasalidade é indicada pelo til, sinal que eles também já estudaram na unidade 3 deste volume e que retomarão logo adiante, ainda nesta seção. Se achar oportuno, destaque a formação das sílabas em que a letra N indica a nasalização, reconhecendo a formação silábica das partes que apresentam marcas de nasalidade em cada caso: CVC, em EX-PE-RI-MEN-TO; VC, em CI-EN-TIS-TA (EF02LP04).
3. Oriente os estudantes a falarem em voz alta as sílabas “embaralhadas”, para que percebam os sons e confirmem as hipóteses relacionadas por meio da observação das imagens (EF02LP02). Faça mediações de modo a levá-los a atentar ao M no final da sílaba em cada caso, observando que essa letra nasaliza a vogal A em BAM-BU e LÂM-PA-DA, nas quais se percebe o som nasal /ã/. Retome a informação já trazida neste Manual na unidade anterior: na escrita, o M aparece sempre antes de P e B (EF02LP05, EF12LP01).
4. Por meio desta atividade, os estudantes terão a oportunidade de ler palavras com marcas de nasalidade (til, M, N) (EF02LP05, EF12LP01).
5. A proposta é os estudantes terem a oportunidade de ampliar a observação que já iniciaram na unidade anterior, percebendo o uso do til sobre a letra O, o que ocorre muitas vezes na formação do plural de palavras cuja forma singular é escrita com -ÃO
3. O som nasal também pode ser indicado pela letra M em final de sílaba. Reorganize as sílabas e escreva palavras com som nasal


BU BAM
DA LÂM PA
Resposta: BAMBU e LÂMPADA.
Para lembrar: nas palavras que você escreveu, dizemos que o M no final de sílaba ajuda a indicar um som nasal
4. É possível também usar o til (~) na escrita para indicar som nasal.
a ) Leia as palavras a seguir, prestando atenção nos sons nasais.




MAÇÃ MANGA CARAMBOLA LIMÃO
Resposta: Espera-se que os estudantes digam as palavras em voz alta.
b ) Pinte com a sua cor favorita o nome das frutas em que o som nasal é indicado por til
Resposta: MAÇÃ e LIMÃO.
c ) Pinte de verde o nome da fruta em que o som nasal é indicado por M no final de sílaba.
Resposta: CARAMBOLA.
d ) Pinte de azul o nome da fruta em que o som nasal é indicado por N no final de sílaba.
Resposta: MANGA.
5. Escreva a palavra que está faltando.

UM AVIÃO


Resposta: AVIÕES.
Para lembrar: na palavra que você escreveu, dizemos que o til (~) ajuda a indicar um som nasal.
AVALIANDO
Este é um bom momento para propor um ditado como forma avaliativa, pois os estudantes já exploraram os sons nasais na unidade anterior e agora avançam na escrita de palavras com essas marcas. Prepare um ditado com palavras cuja nasalidade seja marcada pelo til (~), tanto no singular
quanto no plural, para que retomem o que observaram na atividade anterior. Se considerar pertinente, amplie a lista incluindo palavras com M e N em final de sílaba, verificando as aprendizagens e enriquecendo o vocabulário da turma. Ao concluir o ditado, escreva as palavras na lousa e destaque que o til pode aparecer sobre as vogais A e O, conferindo-lhes nasalidade (EF02LP01, EF02LP05).
DOIS
HORA DE PRODUZIR
Registro de resultado de experimento
Agora que você conheceu as etapas de um experimento e conferiu resultados importantes sobre a higiene das mãos, chegou a hora de ampliar seus conhecimentos.
O que vai produzir
Você poderá testar, com sua turma, o experimento que viu anteriormente e produzir um registro dos resultados! Vamos lá?
Planejar
1. O professor vai organizar um momento para a realização do experimento, retomando todas as etapas necessárias.
2. Para começar, marque um X no que vocês pretendem observar, ou seja, no objetivo do experimento
Verificar o quanto as mãos ficam limpas após diferentes jeitos de lavar.
Resposta: Verificar o quanto as mãos ficam limpas após diferentes jeitos de lavar.
Experimentar a sensação da tinta nas mãos.
3. Agora, retome quais são os materiais necessários e anote-os no espaço a seguir.
Materiais necessários:
Resposta: Tinta guache, folhas de papel sulfite, papel toalha, sabão líquido ou em barra e água.
Pergunte o que imaginam que acontecerá e retome os passos do experimento.
• O registro intermediário dos materiais será importante tanto pela oportunidade contextualizada de escrita (EF02LP01) como para a compreensão do rigor necessário em um processo de pesquisa. Os estudantes começarão a perceber que as informações do experimento precisam estar claras e devem ser seguidas fielmente para que o resultado possa ser observado.
• Filmar o experimento possibilitará retomar etapas e ampliar as conversas sobre o processo.
10/10/2025 10:30:19
Aproveite para promover uma conversa sobre como ocorrerá o registro com base na observação dos resultados, chamando a atenção dos estudantes para as características de um relato de experimento. Ressalte que ele deve comunicar com clareza as descobertas, retomando objetivos e materiais usados, bem como as conclusões partindo do que foi observado (EF02LP25). Caso o registro seja feito por meio audiovisual, cuide para que os rostos dos estudantes não apareçam nas filmagens, garantindo a preservação da imagem deles.
BNCC
Além das habilidades de leitura e escrita destacadas junto às orientações ( EF02LP01 , EF02LP20 , EF02LP21 , EF02LP22 , EF02LP23 , EF02LP25 , EF12LP02 , EF15LP05 , EF15LP06 , EF15LP07 , EF15LP08), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10 , EF15LP11 , EF15LP13).
Orientações didáticas
• Proponha o experimento de acordo com as possibilidades de realização em classe. A atividade pode ser feita de diversas formas: com um representante da turma (que pode ser sorteado), em pequenos grupos ou com todos os estudantes. Este é um momento oportuno para uma atividade integrada com o componente curricular de Ciências
• Organize previamente a classe e os materiais necessários: folhas de papel sulfite, papel-toalha e tinta guache, além de água e sabão para a lavagem das mãos.
• Retomar o objetivo é fundamental para que os estudantes compreendam o propósito de uma pesquisa que parte de uma questão a ser investigada. Mesmo conhecendo o resultado do experimento Mãos limpas, ver, testar e registrar garantem novas aprendizagens e os aproximam do processo investigativo (EF15LP05).
• A conversa em pequenos grupos, antes do registro dos resultados, será importante para que troquem impressões e percebam detalhes observados pelos colegas. Verifique se os grupos conseguem manter o foco no que foi visto e se argumentam e relatam aspectos importantes do experimento, de acordo com o contexto comunicativo. Assim, além de habilidades que compõem a Oralidade, essas ações ainda ajudarão a subsidiar o conteúdo da produção escrita (EF02LP22).
• A etapa de registro individual é útil para que os estudantes se deparem com uma situação contextualizada de escrita, em que estarão em jogo os conhecimentos construídos desde o início do processo de alfabetização. Além disso, permite a produção de pequenos registros de observação de resultados de pesquisa, considerando a investigação feita no experimento (EF02LP23).
• Proponha um momento de pesquisa de textos informativos sobre a higienização das mãos, a fim de complementar o registro, ajudando os estudantes a trazerem uma fundamentação mais consistente para suas conclusões. Essa busca pode ocorrer em diferentes ambientes digitais, favorecendo a aprendizagem desse procedimento e a valorização de dados e evidências, para que a turma tenha clareza da diferença entre a opinião e a informação obtida por meio de pesquisa (EF02LP21, EF12LP02).
• Peça-lhes que releiam, revisem e editem o registro produzido, contando com a ajuda dos colegas para aprimorar, corrigir e complementar o texto (EF15LP06, EF15LP07).
• Além de ilustrar a diversidade de olhares para os processos e resultados do experimento, o mural pode ser apresentado para cole-
Produzir
1. Durante o experimento, acompanhe com atenção todas as etapas. O professor vai filmar a ação para que vocês possam ter o registro.
2. Agora, o professor vai organizar a turma em pequenos grupos. Converse com os colegas sobre as seguintes questões:
a ) O que aconteceu com o papel em cada vez que as mãos foram carimbadas?
b ) Como ficou o último papel depois de carimbadas as mãos? O que isso significa sobre a lavagem das mãos?
3. Faça um registro sobre o resultado do experimento. Retome a atividade 2 do planejamento para se lembrar do que você pretendia observar.
4. Em uma folha, faça um desenho que ilustre o que aconteceu após as lavagens das mãos. Depois, escreva, após o desenho, uma legenda que explique os resultados.
Compartilhar
Façam um grande mural para compartilhar os registros de vocês, para que mais pessoas possam conhecer os resultados do experimento.
Avaliar
Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor
Observe os registros com os colegas e conversem.
1. O experimento ocorreu de acordo com o que vocês esperavam?
2. Os registros de vocês estão comunicando os resultados do experimento de forma clara e objetiva?
PAPO DIGITAL
Registro do experimento
O professor vai disponibilizar o vídeo produzido nas páginas ou redes virtuais da escola. E, junto com o vídeo, serão publicadas as fotos do mural ou do processo de criação dos registros. Com os colegas, ajudem o professor a fazer o texto que acompanhará essas publicações.
gas de outras turmas, consolidando os conhecimentos construídos e dando continuidade ao trabalho com oralidade iniciado nos pequenos grupos. Eles devem ter clareza da função de textos que apresentam informações coletadas em contextos de pesquisa, ao socializar o conhecimento produzido e comunicar descobertas de forma clara e fundamentada (EF02LP20). Ressalte que o compartilhamento ajuda a registrar o percurso investigativo, dar visibilidade às evidências coletadas e possibilitar a outros leitores que aprendam, reflitam e avancem em novas pesquisas.
PAPO DIGITAL
Converse com a turma sobre como o material produzido pode ser compartilhado digitalmente, desde o vídeo do experimento até registros em imagem dos processos seguintes. Fotografias de momentos de desenho e escrita podem acompanhar a publicação. Os resultados também podem ser digitalizados ou fotografados em conjunto, sempre com o cuidado de preservar a imagem dos estudantes (EF15LP08).
BNCC
ABRACADABRA
Virou charge!
Comentários nas orientações ao professor.
Você vai ler uma charge, ou seja, um texto feito principalmente com desenhos e poucas palavras, ou até nenhuma. Ela costuma trazer humor, mas também nos faz pensar sobre um tema importante.
Pronto para descobrir o que essa charge tem a nos dizer?

WERNER, Paulo Baraky. Água... PW Desenhos, 11 nov. 2010. Disponível em: https://pwdesenhos.blogspot. com/2010/11/agua.html. Acesso em: 17 jul. 2025.
Um banho de ideias e conscientização!
Na charge que você acabou de explorar, um homem toma banho cantando feliz. Mas repare bem: o chuveiro tem a forma do planeta Terra! Por que será que o chuveiro tem esse formato? Quem criou a charge quis passar qual mensagem?
Criar
refletindo
Junte-se a alguns colegas e inventem uma fala ou um pensamento para um dos personagens da charge: a pessoa que toma banho, o chuveiro ou o sabão. Pensem no que ele poderia dizer ou pensar na situação da charge e criem um texto que represente as ideias de vocês. Depois, combinem com o professor a criação de um mural com a charge no centro e os balões de fala ou pensamento da turma ao redor, para que todos na escola possam conhecer e refletir sobre o tema.
• Organize-os em duplas ou grupos e peça-lhes que criem falas ou pensamentos para o personagem. Retome a tirinha da unidade anterior para reforçar a integração entre texto verbal e visual (EF15LP04). Na escrita, oriente-os a observar as convenções da língua: separar as palavras com espaços, usar letras maiúsculas no início das frases e aplicar a pontuação adequada — ponto-final, ponto de interrogação e ponto de exclamação, passando, assim, da oralidade ao registro escrito, consolidando as convenções (EF02LP01, EF02LP08).
• Decida com a turma quem será o público leitor do texto, qual sua finalidade (alertar, conscientizar,
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divertir), em que suporte circulará (mural da escola, jornalzinho, redes sociais), quais recursos serão utilizados (desenhos, balões, frases curtas, humor) e onde ele será afixado. Esse planejamento amplia a consciência da situação comunicativa (EF15LP05).
• Acompanhe a escrita, incentivando revisões e correções em colaboração (EF15LP06). Oriente a edição final em versão impressa ou digital (EF15LP07, EF15LP08).
• Promova a circulação dos trabalhos na escola (mural, sala de aula, redes sociais da escola), reforçando a importância de compartilhar com um público real.
Além das habilidades listadas nas orientações ( EF02LP01 , EF02LP08 , EF02LP12 , EF15LP04 , EF15LP05 , EF15LP06 , EF15LP07 , EF15LP08 , EF15LP14), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10 , EF15LP11 , EF15LP13).
SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL
Leia com a turma o texto introdutório da seção e apresente o gênero charge, destacando suas características. Explique que ela circula em jornais, revistas, blogs e redes sociais e sua função social é informar, criticar, provocar reflexão e divertir, podendo ser usada como ferramenta de conscientização, como a que aparece na página (EF15LP01).
Orientações didáticas
• Explore coletivamente a charge, destacando os símbolos, as expressões e o formato do chuveiro. Incentive os estudantes a relacionarem esses elementos para construir sentidos (EF02LP12, EF15LP14) e questione como a forma de planeta reforça a mensagem sobre o uso da água. Se julgar pertinente, promova um trabalho integrado com o componente curricular de Ciências, abordando o tema contemporâneo transversal Educação ambiental
BNCC
Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF02LP25 , EF12LP17 , EF12LP02 , EF12LP03 , EF15LP01 , EF15LP02 , EF15LP04), os estudantes serão levados a desenvolver habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10, EF15LP11, EF15LP13).
SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL
Leia com a turma o texto que introduz a seção, incentivando-os a levantar hipóteses de leitura com base na questão proposta no Antes de ler. Se necessário, converse sobre o gênero curiosidade, ativando os conhecimentos prévios dos estudantes e destacando sua função de informar de maneira clara e objetiva (EF15LP01).
Orientações didáticas
• O gênero textual em foco é a curiosidade, pertencente ao Campo das práticas de estudo e pesquisa, e bastante próximo ao universo infantil.
As curiosidades são textos expositivos que apresentam informações sobre determinado tema ou assunto. Visam, portanto, informar o leitor a respeito do que tratam. São marcadas por trazer textos claros e objetivos, que não raramente são introduzidos por meio da expressão chamariz: “Você sabia?”. Também podem trazer fotografias ou ilustrações que se associam ao texto verbal para despertar o interesse do leitor para aquilo que se quer comunicar. São publicadas em meios digitais e impressos, podendo ser encontradas,
HIGIENE É SAÚDE: VOCÊ SABIA?
RODA DE LEITURA: CURIOSIDADES
Temos estudado e conversado sobre hábitos de higiene que ajudam a cuidar da nossa saúde. Agora, vamos ler um texto cheio de curiosidades sobre outros cuidados importantes com o corpo.
ANTES DE LER
INFOGRÁFICO CLICÁVEL: DICAS DE HIGIENE PESSOAL
Observe as ilustrações do texto. Com base nelas, que curiosidades sobre os cuidados com o corpo você acha que vão aparecer no texto? Comente.
Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor
TCHAU, SUJEIRA!
Quer deixar sua saúde em dia e evitar doenças que parecem ter surgido do nada?
Mantenha alguns hábitos diários de higiene!
Toalha no varal
Se você é do tipo que sai do banho e deixa a toalha úmida em cima da cama ou largada em qualquer canto, é melhor mudar os hábitos. Quando ela é usada ainda úmida e fica muito tempo sem ser lavada, pode acumular fungos e bactérias. Em contato com sua pele, isso favorece o surgimento de problemas como dermatite seborreica (inflamação da pele), micose e até assaduras.
Hora do banho!
O excesso de suor, oleosidade da pele, poluição e sujeira que acumulamos durante o dia criam uma camada de sujeira no corpo. Isso ajuda na multiplicação dos germes que provocam coceira, mau cheiro e até infecções. O único jeito de evitar esses problemas é tomar banho diariamente. Vale usar um perfume depois.
com frequência, em jornais, revistas, livros e enciclopédias. Há diversas edições especiais de revistas voltadas para o público infantojuvenil que reúnem curiosidades e livros que se constroem em torno de possíveis respostas a conhecimentos que podem interessar e surpreender o jovem leitor.
Tesoura já!
Limpar e cortar as unhas pode não ser o momento mais divertido do mundo, mas é necessário. Quando ficam sujas e compridas, elas facilitam a transmissão de verminoses (doenças que causam dor de barriga e vômito). Isso acontece quando você pega um alimento com a mão e o coloca na boca, por exemplo.
ANTES DE LER
Abra espaço para que os estudantes levantem hipóteses sobre o texto com base em seus conhecimentos prévios sobre o tema da higiene e sobre o gênero curiosidade. Instigue-os a observar tanto os elementos verbais quanto os visuais (títulos, ilustrações, fundos coloridos etc.), discutindo como esses recursos ajudam a comunicar informações (EF15LP02, EF15LP04).
Roupa limpinha
Reutilizar meias, cuecas ou calcinhas sujas é como cultivar bactérias no seu corpo – elas adoram regiões quentes e úmidas. Troque essas peças de roupa todos os dias, principalmente após o banho. É o melhor jeito de evitar micoses, frieiras, assaduras – sem falar do mau cheiro!
Não pule a torneira
O que você faz antes de alguma refeição e depois de usar o banheiro? Lavar as mãos, é claro! Como elas ficam sempre expostas ao ambiente, podem conter microrganismos que transmitem as bactérias causadoras de diarreia, vômitos e infecções respiratórias. E lembre-se: nada de desperdiçar água enquanto lava as mãos!
Quando não cuidamos direito da limpeza do corpo, ficamos expostos a microrganismos que fazem mal à saúde humana!
Água na cabeça
Tudo bem não lavar os cabelos todos os dias, mas não vale deixar a sujeira acumular. Para saber qual é a frequência correta para você, converse com seus pais e consultem um médico. Normalmente, funciona assim: se o cabelo é oleoso, você pode lavá-los sempre (optando por produtos especiais e suaves); se os fios forem secos, o ideal é lavá-los em dias alternados. O importante é evitar que os fios (acumuladores de sujeira e gordura) fiquem com mau cheiro e causem problemas de pele, como a acne.
Dentes em dia
Depois de se alimentar, nem pense em sair para brincar ou se esticar no sofá antes de escovar os dentes. Você deve fazer isso ao menos três vezes por dia (sem dispensar o fio dental). Assim, previne problemas bucais como cáries, acúmulo de tártaro (em excesso, ele só pode ser retirado no consultório do dentista), gengivite e mau hálito. Ir ao dentista uma vez a cada seis meses também é necessário!
ATIVIDADE EXTRA
Se possível, leve os estudantes à biblioteca da escola ou a uma biblioteca pública para realizar uma pesquisa mediada em revistas, enciclopédias e outras publicações destinadas ao público infantojuvenil, nas quais seja possível encontrar textos do gênero curiosidade. Oriente-os a explorar os materiais, observando a diagramação, a formatação e outras características recorrentes (EF02LP25). Caso a visita não seja viável, pro-
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mova a pesquisa em sites adequados à faixa etária, sempre com sua mediação e supervisão (EF12LP02). Durante a pesquisa, incentive-os a registrar suas observações sobre o gênero no caderno. Em sala de aula, retome as anotações e construa coletivamente, na lousa, uma sistematização das principais características das curiosidades. Em seguida, peça aos estudantes que copiem esse registro em seus cadernos (EF12LP03), de modo que sirva como material de estudo e consulta para momentos posteriores.
Orientações didáticas
• Se possível, faça a leitura em voz alta, pedindo aos estudantes que acompanhem o texto no livro, com atenção aos efeitos de sentido produzidos pelo uso dos recursos gráfico-visuais (EF15LP04).
• Durante a leitura, trabalhe o vocabulário de forma dialogada, explicando palavras menos usuais ou difíceis. Peça-lhes que levantem a mão quando encontrarem dúvidas e incentive-os a tentar inferir os significados pelo contexto antes de confirmar as respostas.
• Para concluir, promova uma conversa coletiva em que possam compartilhar impressões e opiniões, avaliando se as hipóteses levantadas antes da leitura se confirmaram ou precisaram ser reformuladas (EF15LP02).
VASCONCELLOS, Lucas. Tchau, sujeira! Recreio, São Paulo, ano 15, n. 823, 17 dez. 2015. p. 14-15.
Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF02LP10 , EF12LP17 , EF15LP01 , EF15LP02 , EF15LP03, EF15LP04), os estudantes serão levados a desenvolver habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10 , EF15LP11 , EF15LP13).
Respostas e orientações didáticas
1. Promova uma conversa coletiva para avaliar as hipóteses levantadas antes da leitura, identificando quais se confirmaram e quais não. Incentive os estudantes a compartilharem as estratégias que utilizaram para levantá-las, como observar ilustrações, ler títulos em destaque ou identificar palavras-chave (EF15LP02, EF15LP04). Se achar oportuno, reforce que o texto aborda os seguintes hábitos: tomar banho, escovar os dentes, cortar as unhas, lavar os cabelos, usar roupas limpas, não reutilizar toalhas úmidas, secar bem o corpo etc.
2. Na correção desta questão, retome, se necessário, a finalidade e as características do gênero, esclarecendo possíveis dúvidas (EF15LP01, EF12LP17). Garanta que os estudantes compreendam que o texto tem como objetivo apresentar dicas de higiene por meio de curiosidades, a fim de evitar doenças.
3. Oriente os estudantes a responderem em duplas, apoiando-se na recuperação das informações do texto. Combine que um estudante deverá manter o livro aberto nas páginas da leitura e o outro na parte das atividades, discutindo juntos antes de registrar as respostas. Reforce que o objetivo é localizar e compreender informações explícitas (EF15LP03).
Papo de leitor
1. O que você imaginou antes de ler o texto se confirmou? Converse com os colegas a respeito.
Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor
2. Qual é o principal objetivo do texto “Tchau, sujeira!”?
Ensinar como lavar roupas corretamente.
Apresentar dicas de higiene por meio de curiosidades
Resposta: Apresentar dicas de higiene por meio de curiosidades.
3. Responda às questões a seguir com um colega.
a ) O que pode acontecer se usarmos uma toalha úmida que ficou muito tempo sem lavar?
Resposta: Elas podem acumular fungos e causar doenças de pele, como micose e assaduras.
b ) Por que é importante tomar banho todos os dias?
Resposta: Para retirar a camada de sujeira do corpo e evitar a multiplicação de germes que provocam coceira, mau cheiro e até infecções.
c ) Qual é o risco de manter as unhas grandes e sujas?
Resposta: Facilitar a transmissão de verminoses e outras doenças.
d ) O que pode causar o uso de roupas íntimas sujas?
Resposta: Pode causar micoses, frieiras, assaduras e mau cheiro.
e ) O que pode acontecer se a sujeira se acumular no cabelo?
Resposta: Pode causar mau cheiro e problemas de pele, como acne.
f ) Por que lavar as mãos é um hábito importante?
Resposta: Porque elas podem conter microrganismos que transmitem bactérias causadoras de diarreia, vômitos e infecções respiratórias.
g ) O que devemos fazer depois de nos alimentar para cuidar da saúde bucal?
Resposta: Escovar os dentes e usar fio dental pelo menos três vezes ao dia.
4. O que é possível afirmar sobre a relação entre os hábitos de higiene e as curiosidades no texto? Marque um X na resposta certa.
Cada curiosidade do texto apresenta um hábito de higiene e explica por que ele é importante para a saúde.
As curiosidades falam de saúde, mas não estão ligadas aos hábitos de higiene.
5. De acordo com o texto lido e considerando o título, responda:
a ) Pinte a palavra que não “combina” com higiene
Resposta: SUJEIRA.
SUJEIRA SAÚDE CUIDADO
b ) Qual destas expressões poderia ser usada para reforçar o sentido do título do texto?
Resposta: Cuidar do corpo faz bem.
Cuidar do corpo faz bem. Deixar a sujeira para depois.
O texto que você leu apresenta algumas curiosidades. Textos de curiosidade são informativos e costumam ser breves. Eles têm o objetivo de despertar o interesse do leitor por meio da apresentação de fatos curiosos ou surpreendentes.
AGORA
QUE JÁ LEMOS
Converse com os colegas sobre sua rotina de higiene. Você aprendeu algo novo com as informações que leu? Se sim, o quê?
Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor
AGORA QUE JÁ LEMOS
Resposta: Cada curiosidade do texto apresenta um hábito de higiene e explica por que ele é importante para a saúde. 141 10/10/2025 10:30:21
Abra espaço para que os estudantes compartilhem suas rotinas de higiene, relacionando-as às informações do texto. Valorize os hábitos que já fazem parte do cotidiano e aproveite para reforçar práticas recomendadas por profissionais de saúde, como escovar os dentes após as refeições. Esse momento favorece o desenvolvimento de habilidades de oralidade, por meio da troca de experiências pessoais, e consolida aprendizagens sobre cuidados com o corpo.
4. Esta questão permite avaliar a compreensão global do texto, destacando que cada curiosidade está ligada a um hábito de higiene e explica sua importância para a saúde. Reforce que os estudantes devem considerar o texto como um todo, relacionando as partes à sua finalidade principal.
5. Esta questão introduz, de forma inicial, a noção de sinonímia, que será aprofundada mais adiante. Explique que algumas palavras ou expressões podem ter sentidos próximos e reforçar a mesma ideia, como higiene e cuidar do corpo. Mostre também que outras palavras podem ter sentido oposto, como higiene e sujeira. O objetivo é levar os estudantes a perceberem essas relações de sentido no texto lido, mesmo que ainda não dominem a nomenclatura (EF02LP10).
Além da habilidade de reconhecer a linguagem e a função social do gênero, os estudantes, ao responderem às quatro questões propostas, serão levados a identificar a finalidade das curiosidades, compreender que apresentam informações breves sobre um tema, perceber sua organização em blocos com títulos chamativos e reconhecer a linguagem clara e direta (EF15LP01).
Respostas e orientações didáticas
1. Explique que muitas curiosidades usam perguntas chamativas para atrair o leitor, como “Você sabia?”. Incentive os estudantes a reconhecerem esse recurso como forma de despertar interesse para a leitura.
2. Reforce que as curiosidades apresentam informações breves, claras e surpreendentes sobre determinado tema. Mostre que não são narrativas, mas pequenos textos expositivos voltados a informar.
3. Oriente a turma a observar como as curiosidades são organizadas em blocos separados, cada um com um título curto e chamativo. Destaque que essa organização ajuda o leitor a localizar e compreender melhor as informações.
4. Enfatize que o texto de curiosidades deve ser claro e objetivo, com frases curtas que explicam algo rapidamente. Valorize a percepção de que a linguagem simples é uma característica fundamental desse gênero.
É LÍNGUA, É LINGUAGEM
Como são organizadas as curiosidades?
1. Algumas curiosidades começam com uma pergunta para chamar a atenção do leitor. Marque um X para mostrar que pergunta é essa.
Você sabia?.
Duvida?. E quem não sabe?. Resposta: “Você sabia?”.
2. O que podemos encontrar em curiosidades como as que você leu no texto “Tchau, sujeira!”? Marque um X na sua resposta.
Informações breves e, por vezes, surpreendentes sobre algum tema.
Resposta: Informações breves e, por vezes, surpreendentes sobre algum tema.
Uma história com personagens e começo, meio e fim.
3. De que maneira as curiosidades podem ser organizadas em um texto escrito? Leve em conta o que você percebeu no texto “Tchau, sujeira!” para responder e marque um X no item correto.
As informações são misturadas, sem nenhuma separação.
As informações aparecem em blocos separados, cada um com um título curto e chamativo.
Resposta: As informações aparecem em blocos separados, cada um com um título curto e chamativo.
4. Como é o texto das curiosidades? Marque um X na resposta mais adequada.
É claro e direto, com frases curtas que explicam algo com rapidez.
Resposta: É claro e direto, com frases curtas que explicam algo com rapidez.
É complicado, com palavras difíceis e frases muito longas.
Curiosidades costumam começar com uma pergunta chamativa, como “Você sabia?”, e trazem informações curtas e claras. Em textos escritos, as curiosidades podem ser organizadas em blocos, cada um com um título que resume o assunto.
1. a) Resposta: Espera-se que os estudantes mencionem que, para evitar esse problema, é importante manter o corpo limpo tomando banho diariamente, lavando bem as
JANELAS PARA A ESCRITA
Palavras com F e V
BNCC
1. No texto “Tchau, sujeira!”, você aprendeu sobre alguns seres bem pequenos que podem fazer mal à nossa saúde se a gente não cuidar bem do corpo. Releia as palavras que nomeiam esses seres e o nome de uma doença.
BACTÉRIAS
1. d) Resposta: Espera-se que, a partir da comparação entre os sons, os estudantes percebam que, apesar de parecidos, há diferenças na pronúncia do F e do V. mãos, escovando os dentes, trocando de roupa íntima todos os dias, lavando os cabelos com frequência e mantendo as unhas limpas e cortadas.
FUNGOS
VERMINOSE
a ) O que a gente pode fazer para não ficar doente por causa deles? Converse com os colegas e o professor para lembrar.
Além das habilidades listadas nas orientações ( EF02LP01 , EF02LP03 , EF02LP06 , EF02LP20 , EF02LP21 , EF02LP22 , EF12LP01 ), os estudantes também mobilizarão habilidades da oralidade ( EF15LP09 , EF15LP10 , EF15LP11, EF15LP13).
SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL
Resposta: FUNGOS; VERMINOSE.
b ) Copie a seguir o nome de um desses seres e o da doença que começam com as letras indicadas.
F: V:
c ) Fale em voz alta as duas palavras que você escreveu no item anterior, prestando atenção nos sons representados pelas letras iniciais.
Resposta: Espera-se que os estudantes digam as palavras em voz alta.
d ) Os sons que você observou são parecidos? Converse com os colegas e o professor a respeito.
2. Fale em voz alta a palavra que nomeia cada imagem a seguir.






a ) Contorne de azul as imagens que são nomeadas por palavras que apresentam a letra F em qualquer posição. Resposta: Espera-se que os estudantes contornem o foguete, a flauta e o sofá.
Respostas e orientações didáticas
1. Instigue os estudantes a lerem com autonomia as palavras em destaque (EF12LP01). Se achar oportuno, faça a mediação para que relacionem as palavras que copiaram no item b com outras que começam com as letras indicadas. Caso tenha realizado a estratégia inicial, amplie agora o repertório com outras palavras conhecidas e que sejam indicadas por eles mesmos.
10:30:28
2. Facilite a nomeação das figuras, propondo que falem em voz alta as palavras que as nomeiam e permitindo a todos que partam da mesma referência de palavras: VIOLÃO, FOGUETE, CHAVE, VASSOURA, FLAUTA e SOFÁ. Se achar pertinente, proponha a alguns estudantes que escrevam as palavras na lousa, separando-as novamente em duas colunas (EF02LP03).
Para concluir a sequência de exploração dos pares de letras com correspondências regulares diretas entre letra e fonema, retome a mesma estratégia utilizada nas unidades 2 e 3, mas agora para trabalhar o par F/V. Do lado esquerdo da lousa, reserve dois espaços e escreva no topo: “Começa com F” e “Começa com V”, formando duas colunas a serem completadas. No lado direito, registre alguns nomes próprios que iniciem com essas letras, dando preferência a nomes de estudantes ou funcionários da escola. Depois, peça à turma que indique em qual coluna cada nome deve entrar. Você pode registrá-los ou convidar voluntários, após a discussão coletiva, para escrever na lousa (EF02LP03).
3. Organize os estudantes em duplas para que pensem juntos sobre a letra que usarão para completar cada palavra. Depois, faça uma retomada coletiva para que discutam as estratégias utilizadas para saber a letra correta e tirarem as dúvidas que restarem, acompanhando o que estão pensando sobre a construção do sistema alfabético e da ortografia.
PRATICAR EM CASA
Esta atividade finaliza a sequência de pesquisas sobre palavras com correspondências diretas entre letras e fonemas (P/B; F/V; T/D). Nesse momento, os estudantes já devem estar familiarizados com a tarefa de observar a presença das letras estudadas em palavras do cotidiano, investigando, registrando e compartilhando com os colegas os resultados das pesquisas.
ATIVIDADE EXTRA
Após a socialização das palavras com F e V, reúna todas as palavras pesquisadas desde a unidade 2 e proponha a produção de um minidicionário ilustrado da turma. Cada estudante deve escolher uma palavra de um par de letras estudado, consultar dicionários, pesquisar o significado mais usual dela e registrar, em pequenas fichas, a palavra, uma frase com seu significado e um desenho que a represente. Depois, organize com a turma as fichas em ordem alfabética, faça uma capa e encaderne o material, que pode ficar no acervo da turma como apoio para consultas. Assim, eles mobilizam habilidades do gênero investigativo (EF02LP01, EF02LP20 , EF02LP21 , EF02LP22).
b ) Agora, contorne de vermelho as imagens que são nomeadas por palavras que apresentam a letra V em qualquer posição.
Resposta: Espera-se que os estudantes contornem o violão, a chave e a vassoura.

3. Complete as palavras com F ou V ESCO A OGÃO

PRATICAR EM CASA




Resposta: Os estudantes devem completar as palavras: ESCOVA; FOGÃO; FIO DENTAL; FEIJÃO; CAVALO; CAFÉ.
1. Com a ajuda de um familiar ou responsável, pesquise palavras com F e V. Depois, escreva as palavras de acordo com as orientações.
Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor
a ) Uma palavra que começa com a letra F:
b ) Uma palavra que começa com a letra V:
c ) Uma palavra com a letra F no meio:
d ) Uma palavra com a letra V no meio:
2. Na sala de aula, leia para a turma as palavras que você encontrou e ouça as que os colegas anotaram.
Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor
SONS E LETRAS: F E V
• Em nossa língua, o F representa o /f/ e o V representa o /v/ – cada letra corresponde diretamente a um fonema. Por produzirem sons semelhantes, com pontos próximos de articulação na boca, é comum que estudantes em processo de alfabetização troquem uma letra pela outra na escrita. Observe essas trocas e planeje intervenções, explorando pares como “faca” e “vaca”, a fim de motivar a reflexão sobre como a mudança de apenas uma letra pode transformar a palavra e seu sentido.
• Retome reflexões sobre o princípio acrofônico, que mostra como o nome de cada letra contém
o som que ela representa (EF02LP06). Caso tenha falado sobre esse princípio na vogal A, na unidade 1, em que a relação se dá de forma transparente, ressalte como tal princípio pode ser percebido nas consoantes, especialmente nos pares já estudados (P e B, T e D) e agora em F e V
• Explore casos em que o fonema aparece no início do nome da letra, como o nome da letra B (“bê”), que contém o fonema /b/. Comente que o nome da letra F pode ser pronunciado como “fê” ou “efe”, dependendo da região do Brasil. Nesse caso, o fonema pode aparecer no começo ou no meio do nome da letra.
SABERES EM FOCO
Explorando palavras com som nasal e palavras com F e V
1. No diagrama a seguir, encontre e contorne as palavras que nomeiam estes animais. Depois, faça o que se pede em cada item. Resposta: Segunda linha: elefante; quarta linha: pombo; sexta linha: leão.



a ) Pinte de verde a palavra que traz o N no final de sílaba
Resposta: ELEFANTE.
b ) Pinte de azul a palavra que traz o M em final de sílaba
Resposta: POMBO.
c ) Pinte de marrom a palavra que traz o til (~) indicando o som nasal
Resposta: LEÃO.
2. Escreva as palavras que serão ditadas pelo professor no quadro correspondente.
DITADO
PALAVRAS COM F PALAVRAS COM V
Professor, professora: Sugestões de palavras para o ditado: CONFETE; FOGO; FITA; COFRE; VULCÃO; VACA; CAVERNA; POLVO.
AVALIANDO
Na atividade 1, acompanhe como os estudantes mobilizam estratégias de leitura para identificar as palavras no diagrama, como a leitura global, reconhecendo as palavras inteiras por já serem palavras conhecidas; a busca pela letra inicial, localizando primeiro E de ELEFANTE, P de POMBO, L de LEÃO; a busca por partes escritas relacionadas às partes sonoras, entre outras formas (EF12LP01).
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Observe se conseguem localizar as palavras de forma autônoma ou se necessitam de apoio e verifique como utilizam a segmentação em sílabas para compreender a posição do N e do M no final de sílaba e do til como marca do som nasal. Avalie ainda se, ao refletirem sobre a retirada dessas letras ou do til, conseguem perceber a mudança de sentido e de pronúncia da palavra (EF02LP05).
BNCC
Além das habilidades listadas nas orientações (EF02LP02, EF02LP03 , EF02LP05 , EF12LP01), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10, EF15LP11, EF15LP13).
Respostas e orientações didáticas
1. Proponha aos estudantes que falem em voz alta as palavras que nomeiam os animais e procurem as palavras corretas no diagrama, com autonomia. Depois de encontrar e circular as palavras, oriente-os a considerar essas três para buscar o que se pede nos itens a, b e c. Se achar pertinente, escreva-as na lousa e proponha-lhes que façam por etapas, segmentando oralmente em sílabas, por exemplo, enquanto realizam a leitura da palavra e tentam localizar a sílaba que traz o N no final. A segmentação em sílabas pode ser uma estratégia para que, além de localizar as palavras, relacionem o N e o M ao som nasal, trabalho que vem sendo feito desde a unidade anterior (EF02LP02). 2. Para começar, procure ditar palavras variadas, com as letras F e V no início ou no meio, enfatizando a pronúncia e com bom intervalo de tempo entre as palavras, para que os estudantes lidem com o duplo desafio: a escrita da palavra e a localização do espaço correto para o registro. Em seguida, acompanhe a escrita das palavras que nomeiam objetos, agora voltando a atenção para o F e o V iniciais.
AVALIANDO
• Procure avaliar como os estudantes estão escrevendo as palavras que apresentam correspondências regulares diretas entre letras e fonemas, como é o caso das letras F e V (EF02LP03). Para apoiar o monitoramento dessa aprendizagem, é possível organizar os aspectos de observação desta atividade em uma rubrica que contemple diferentes níveis de desenvolvimento. Ela deve considerar tanto os estudantes que já conseguem diferenciar com segurança os fonemas /f/ e /v/ e grafemas correspondentes quanto aqueles que ainda apresentam trocas frequentes, valorizando as estratégias que utilizam para ler, escrever e identificar as palavras. Na construção da rubrica, é importante organizar os critérios em níveis progressivos, como no exemplo a seguir.
• Nível 1 – Com apoio: depende da mediação do professor para completar os quadros com as palavras e apresenta trocas frequentes entre F e V
• Nível 2 – Parcial autonomia: utiliza pistas visuais e faz tentativas, mas ainda apresenta dificuldade em ler e escrever palavras com F e V
• Nível 3 – Autonomia crescente: completa os quadros com pouca ajuda, lê as palavras produzidas e demonstra compreensão parcial das diferenças sonoras e gráficas.
• Nível 4 – Autonomia consolidada: identifica com clareza a relação grafofonêmica trabalhada, escreve convencionalmente as palavras sem apoio, lê com fluência e associa de forma independente as correspondências regulares diretas entre as letras F e V e os fonemas que elas representam.
Agora, escreva uma palavra que nomeia um objeto e começa com a letra indicada:
Sugestões de respostas: F: faca, flauta, fita etc; V: vaso, vela, vassoura, varal, violão etc.
F: V:
3. Agora é o momento de refletir sobre o que você aprendeu. Revise as atividades desta seção e pinte os quadrinhos das fichas conforme o que percebeu sobre suas aprendizagens em leitura e escrita.
COMO EU ME SAÍ...
NAS ATIVIDADES DE LEITURA?
Respostas pessoais.Confira nas orientações ao professor sugestões de uso desta atividade como instrumento de avaliação.
Encontrei facilmente no diagrama as palavras que nomeiam os animais.
Precisei de ajuda para encontrar no diagrama as palavras que nomeiam os animais.
Encontrei facilmente as palavras em que o M, o N e o til indicavam som nasal.
Precisei de ajuda para encontrar as palavras em o que o M, o N e o til indicavam som nasal.
COMO EU ME SAÍ...
NAS ATIVIDADES DE ESCRITA?
Escrevi corretamente as palavras ditadas nos quadros correspondentes.
Precisei de ajuda para identificar se algumas palavras eram com F ou com V.
Escrevi com facilidade as palavras com F e com V que nomeiam objetos.
HORA DE PRODUZIR
Cartaz com curiosidades sobre higiene corporal
Agora é hora de fazer um cartaz para compartilhar os aprendizados!
O que vai produzir?
Junto com alguns colegas, você vai criar uma curiosidade sobre hábitos de higiene e divulgá-la na escola por meio do cartaz da turma!
Planejar
1. O professor vai reler o texto “Tchau, sujeira!”. Depois, conversem:
a ) Por que é importante ter esses cuidados de higiene diariamente?
b ) O cartaz pode ajudar alguém a se cuidar melhor? Como?
2. O professor vai organizar a turma em quatro grupos. Cada grupo ficará responsável por uma curiosidade sobre higiene estudada nesse texto.
3. Pensem na frase que será escrita no cartaz e no desenho que acompanhará esse texto. Façam um rascunho das ideias no caderno.
Produzir
Dica: Vocês podem começar o texto com “Você sabia?”!
Cada grupo vai receber uma folha grande para montar o cartaz. Decidam, juntos, onde ficará a frase e onde será feito o desenho.
Compartilhar
1. Apresentem o cartaz para os colegas. Compartilhem como foi trabalhar em grupo e criar esse material.
2. Escolham um lugar da escola para expor os cartazes.
Avaliar
Observem os cartazes prontos e conversem sobre as questões.
1. As curiosidades ficaram bem explicadas e chamativas?
2. Será que outras pessoas vão aprender com elas? Por quê?
Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor 147
seja ditando para o colega, seja revisando e editando o texto (EF15LP06, EF15LP07). Observe se eles atentam para a grafia correta de palavras conhecidas, se usam letras maiúsculas quando necessário, se segmentam corretamente as palavras com espaços em branco e se utilizam sinais de pontuação (EF02LP01, EF02LP08, EF02LP09).
• Procure ressaltar a importância de que a turma toda decida a composição do cartaz antes de produzi-lo, para que percebam a função do planejamento (EF15LP05).
• Observe a forma como cada grupo se organiza no momento do registro já no cartaz, verificando
BNCC
Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF02LP01 , EF02LP08 , EF02LP09 , EF02LP22 , EF15LP04 , EF15LP05 , EF15LP06, EF15LP07), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10).
Orientações didáticas
• Nesta proposta, o cartaz será suporte para as curiosidades produzidas pela turma. Retome com os estudantes as características predominantes do gênero, desde a finalidade até a forma de organização e diagramação das informações, levando em conta o caráter de texto multissemiótico (EF02LP22, EF15LP04).
• A divisão dos grupos poderá ser feita por meio da escolha de um dos hábitos de higiene estudados. Reforce com os grupos que a escolha da frase deve se basear em uma ideia principal que queiram comunicar e que possa chamar a atenção de quem lê, como “Você sabia que quando a toalha é usada ainda úmida e fica muito tempo sem ser lavada pode acumular fungos e bactérias?”.
• Incentive que o rascunho feito no caderno seja lido novamente, para que os estudantes identifiquem necessidades de aprimoramento no texto. É importante todos participarem desse momento de escrita de alguma forma, seja escrevendo,
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como são divididos os papéis, quais são as dificuldades encontradas e como tomam decisões no processo de escrita (EF15LP07).
• A apresentação das curiosidades é um momento de usar o registro para comunicar ideias e exercitar a oralidade. Observe se os estudantes compreendem os efeitos de sentido produzidos pela relação entre texto e imagem (EF15LP04).
• Na conversa de avaliação, os estudantes poderão refletir sobre o processo, o produto e seus possíveis efeitos na comunidade escolar, retomando o caráter investigativo da proposta.
BNCC
Além das habilidades destacadas junto às orientações ( EF02LP04 , EF02LP05 , EF02LP12 , EF02LP15 , EF12LP02 , EF12LP07 ), desta seção até o Agora na pauta, os estudantes avançarão na apropriação do sistema alfabético ao relacionar letras em diversos formatos, treinar o traçado das letras estudadas, com pontilhado e à mão livre, e ler e escrever letras e palavras em letra cursiva (EF02LP07, EF12LP01, EF12LP03).
Orientações didáticas
• Chame a atenção dos estudantes para a letra M em cursiva, maiúscula e minúscula, e leia a parlenda em voz alta, enquanto eles acompanham no livro. Convide-os a lê-la ou recitá-la. Por ser um texto de tradição oral, é provável que alguns o saibam de memória, o que favorece a leitura incidental para apoiar futuras leituras autônomas (EF02LP12). Retome com eles o gênero e verifique se identificam recursos que ajudam a deixar o texto sonoro, como o ritmo bem-marcado (EF12LP07).
• Proponha a realização do Lupa na letra para que reconheçam e contornem a palavra procurada.
• Faça na lousa o traçado da letra M em cursiva (maiúscula e minúscula), partindo do ponto vermelho e seguindo as indicações de direcionalidade, para servir de modelo para eles. Depois, oriente-os a traçar o M nos quadros da atividade de treino motor da Hora do traçado, favorecendo o desenvolvimento da letra manuscrita.
AVALIANDO
Na atividade do Lupa na letra relacionada ao M, acompanhe os estudantes que tiveram dificuldade na leitura de palavras e peça-lhes que expliquem quais
TIRANDO DE LETRA... M!
Observe como se escreve a letra M em letra cursiva maiúscula e minúscula.
Depois, acompanhe a leitura de uma parlenda em que essa letra aparece.
Dica: Repare bem no texto escrito enquanto o professor faz a leitura em voz alta.
M m
Meio-dia, Macaco assobia, Panela no fogo. Barriga vazia.
Origem popular.
Lupa na letra
Volte ao texto e contorne a palavra que nomeia um animal que começa com M
Resposta: Espera-se que os estudantes encontrem e contornem a palavra macaco
Hora do traçado
Agora, vamos traçar o M em letra cursiva maiúscula e minúscula?
Observe o exemplo, que começa pelo pontinho vermelho e segue as setas, cubra os pontilhados e trace essa letra.
M m
M M m m
Resposta: Espera-se que os estudantes cubram os pontilhados escrevendo as letras em cursiva seguindo a orientação das setas.
estratégias utilizam para localizar e contornar a palavra MACACO, a fim de compreender o que estão pensando sobre o sistema alfabético e registrar indícios importantes de aprendizagem. Por ser uma palavra de uso frequente, é esperado que a leiam com precisão na decodificação. Caso a reconheçam apenas de forma global ou por memorização, faça atendimentos individuais (EF12LP02). Separe previamente as letras móveis necessárias e proponha que formem a palavra, a fim de observar as hipóteses que elaboram sobre a escrita e se reconhecem que essas sílabas são compostas por duas letras (todas CV) (EF02LP04).
Para ampliar a análise, incentive a formação de novas palavras partindo de MACACO, como CACO e MACA (mantendo a ordem das sílabas) ou CAMA e OCA (embaralhando as letras). Essa exploração mostra como eles compõem e decompõem palavras, sílabas e letras. Registre avanços e dificuldades para planejar intervenções conforme as necessidades observadas. Essas estratégias também podem ser utilizadas nos momentos de exploração de leitura dos textos que acompanham as demais letras da unidade.
TIRANDO DE LETRA... N!
Chegou a vez do N! Observe a seguir como se escreve a letra N em cursiva maiúscula e minúscula.
Em seguida, acompanhe a leitura de uma cantiga que brinca com uma palavra que começa com essa letra.
Dica: Repare bem no texto escrito enquanto o professor faz a leitura em voz alta.
n
Como �em aquela nuvem, com vontade de chover.
Como �em o meu benzinho, com vontade de me ver Origem popular.
Lupa na letra
1. Encontre e pinte no texto uma palavra que começa com N.
Resposta: Espera-se que os estudantes encontrem e pintem no texto nuvem
2. Agora, encontre e contorne as duas palavras que apresentam o N no final de sílaba e produzem um som nasal.
Resposta: Espera-se que os
estudantes encontrem e contornem as palavras vontade e benzinho
Hora do traçado
Agora, vamos traçar o N em letra cursiva maiúscula e minúscula?
Observe o exemplo, que começa pelo pontinho vermelho e segue as setas, cubra os pontilhados e trace essa letra.
N n n N n
Resposta: Espera-se que os estudantes cubram os pontilhados para escrever as letras em cursiva seguindo a orientação das setas.
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Orientações didáticas
• Chame a atenção para a letra N em cursiva, nos formatos maiúsculo e minúsculo, chamando a atenção para seu traçado no livro. Se houver estudantes cujos nomes iniciam por essa letra, convide-os a registrar o N maiúsculo na lousa, retomando que nomes próprios começam com letra inicial maiúscula. Caso demonstrem interesse em escrever o nome completo, incentive a tentativa: esse pode ser um momento importante para avançarem no uso da letra cursiva na escrita do próprio nome.
• Durante a leitura em voz alta do texto da tradição oral, peça aos estudantes que acompanhem a escrita em letra cursiva no livro, acompanhando cada palavra. Em seguida, convide voluntários a fazerem a leitura, podendo também cantar, de acordo com o ritmo e a melodia, se conhecerem a cantiga e assim desejarem (EF02LP12, EF02LP15).
• Peça-lhes que realizem o Lupa na letra, localizando a palavra que começa com a letra em foco e as que a contêm, mas em outras posições. Se achar oportuno, aproveite para destacar o N em final de sílabas como marca de nasalidade da vogal que acompanha (EF02LP05).
• Modele na lousa o traçado da letra N em cursiva (maiúscula e minúscula), seguindo o padrão indicado na seção. Repare nas setas que indicam a ordem e a direção do traço.
• Proponha, ao final, o treino motor sobre o pontilhado.
• Proponha-lhes que observem a letra O em cursiva, maiúscula e minúscula.
• Convide algum estudante já alfabético a fazer a leitura em voz alta da parlenda para a turma, orientando os demais a acompanharem, observando o texto escrito em letra cursiva no livro (EF02LP12). Como se trata de um texto da tradição oral bastante difundido, muitos podem conhecê-lo de memória e se voluntariar para ler, o que favorece a leitura incidental e cria oportunidades para futuras leituras autônomas. Observe as estratégias que os leitores utilizam diante do desafio da letra cursiva e, se considerar necessário, ofereça apoio copiando o texto na lousa em letra bastão para uma nova leitura coletiva.
• Oriente a turma a realizar a atividade do Lupa na letra contornando, no texto, a palavra procurada.
• Depois, peça-lhes que tracem a letra O nos quadros do Hora do traçado, cobrindo os pontilhados para praticar a escrita em letra cursiva.
TIRANDO DE LETRA... O!
Agora é a hora do O! Observe a seguir a letra O em cursiva maiúscula e minúscula.
Depois, acompanhe a leitura de uma parlenda em que uma palavra com essa letra aparece.
Dica: Observe bem o texto escrito enquanto o professor faz a leitura em voz alta.
Oo
A galinha do vizinho
Bota ovo amarelinho.
Bota um, bota dois, Bota três, bota quatro,
Bota cinco, bota seis, Bota sete, bota oito, Bota nove, bota dez.

Lupa na letra
Contorne no texto a palavra que começa e termina com a letra O
Resposta: Espera-se que os estudantes contornem a palavra ovo
Hora do traçado
Agora, vamos traçar o O em letra cursiva maiúscula e minúscula?
Observe o exemplo, que começa pelo pontinho vermelho e segue as setas, cubra os pontilhados e trace essa letra.
Oo
O O o o Origem popular.
Resposta: Espera-se que os estudantes cubram os pontilhados para escrever as letras em cursiva seguindo a orientação das setas.
TIRANDO DE LETRA... P!
É a vez do P! Observe como essa letra é registrada em cursiva maiúscula e minúscula.
Depois, acompanhe a leitura de um trava-língua que brinca com palavras que têm essa letra.
Dica: Repare atentamente no texto escrito enquanto o professor faz a leitura em voz alta.
Quem cara paca compra
Paca cara pagará.
Quem compra paca cara Pagará cara paca.
Lupa na letra
Encontre e contorne no trava-língua todas as letras P que você encontrar.
Resposta: Espera-se que os estudantes contornem a letra P em todas as ocorrências.
Hora do traçado
Agora, vamos traçar o P em letra cursiva maiúscula e minúscula?
Observe o exemplo, que começa pelo pontinho vermelho e segue as setas, cubra os pontilhados e trace essa letra.
P P p p
Resposta: Espera-se que os estudantes cubram os pontilhados para escrever as letras em cursiva seguindo a orientação das setas.
ATIVIDADE EXTRA: JOGO
Organize a turma em círculo, de preferência no pátio ou quadra, e explique que a brincadeira será feita com o trava-língua que acompanhou a letra P. Um estudante inicia dizendo o primeiro verso, o colega à sua direita continua com o próximo, e assim sucessivamente, até completar o texto, que deve recomeçar, aumentando o ritmo. Se alguém se atrapalhar, “tropeçar” ou perder o tempo da fala, vai para o centro da roda e se
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senta, para torcer pelos colegas, enquanto os demais continuam jogando. O jogo segue até restar apenas um estudante, que será o vencedor. Antes de começar, converse com a turma sobre a importância de torcer pelos colegas e não zombar dos erros, lembrando que errar faz parte da brincadeira e é comum em jogos de memória e ritmo. Esse jogo favorece a memorização do texto, o exercício da atenção ao ritmo coletivo e a valorização do espírito de grupo.
• Chame a atenção para a letra P em cursiva no livro, observando tanto a forma maiúscula quanto a minúscula. Se houver estudantes com nomes iniciados por essa letra, convide-os a traçar o P maiúsculo em letra cursiva na lousa, lembrando que nomes próprios começam com inicial maiúscula. Caso já se sintam seguros, incentive-os a registrar o nome todo, para que avancem na escrita do próprio nome em letra cursiva.
• Faça a leitura em voz alta do trava-língua, pedindo aos estudantes que acompanhem o texto escrito em letra cursiva no livro. Convide voluntários a recitarem o trava-língua “sem tropeçar”, comentando como a presença da aliteração e da assonância contribui para a sonoridade e imprime dificuldade na fala rápida do texto (EF02LP12, EF12LP07).
• Oriente-os a realizar o Lupa na letra, localizando e pintando todas as ocorrências da letra P no texto. Essa atividade pode ajudar a reforçar a atenção à forma gráfica da letra e contribuir para a percepção da aliteração, recurso sonoro bastante presente no texto.
• Siga a ordem e a direção para o traço contínuo da letra P e faça o traçado na lousa (maiúscula e minúscula).
• Proponha, então, o treino motor, exercitando o traçado sobre o pontilhado.
Origem popular.
Respostas e orientações didáticas
1. Proponha aos estudantes que façam a correspondência entre as palavras escritas em letra de imprensa minúscula e aquelas registradas em letra cursiva minúscula. Reforce que o desafio agora é maior, pois, nas unidades anteriores, a comparação era feita com a letra bastão, e aqui entram em cena novas formas gráficas. Lembre-os de que as quatro palavras exploradas já apareceram, em letra cursiva, nos textos de apresentação das letras, o que pode facilitar o reconhecimento delas nesse tipo de letra.
2. Peça a eles que cubram os pontilhados das palavras indicadas. Explique que essa prática funciona como um primeiro exercício de escrita em letra cursiva, permitindo-lhes que se acostumem gradualmente ao novo traçado. Destaque que, mesmo sem conhecer ainda todas as letras nesse formato, o treino contribui para desenvolver segurança e agilidade.
LIGADO NAS PALAVRAS
1. De um lado, as palavras estão escritas em letra de imprensa. Do outro, elas aparecem em letra cursiva. Ligue as palavras iguais.
Resposta: Espera-se que os estudantes liguem as palavras correspondentes nos dois tipos de letras.
2. Cubra os pontilhados e experimente traçar algumas das palavras que você viu nos textos que acompanhavam as letras M, N, O e P
Dica: Você ainda não treinou o traçado de todas as letras em cursiva, mas tudo bem! Esta atividade é só para testar e se aproximar mais dessa nova escrita. Aos poucos, você vai ficar craque!
paca paca paca paca
Resposta: Espera-se que os estudantes cubram os pontilhados para escrever as palavras em letra cursiva. 152
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AGORA NA PAUTA
Cubra os pontilhados e continue treinando o traçado das letras e palavras que você já tirou de letra nesta unidade.
Resposta: Espera-se que os estudantes cubram os pontilhados para escrever as letras e as palavras em letra cursiva.
Dica: Escreva cada letra ou palavra pelo menos três vezes em cada pauta. Deixe sempre um espaço em branco entre as letras e palavras que traçar.
• Caso a pega em três pontos ainda não esteja consolidada, modele a posição dos dedos com o próprio lápis, mostrando como o polegar e o indicador conduzem o movimento, e o dedo médio oferece sustentação. Faça atendimentos individuais para demonstrar a pega e propor ajustes graduais pela observação, sem desconsiderar os esforços e habilidades de cada um.
• Durante as atividades do treino, oriente-os a fazer pausas rápidas para relaxar mãos e dedos, com alongamentos simples ou exercícios, como abrir e fechar as mãos ou apertar bolinhas de borracha, prevenindo fadiga e favorecendo movimentos mais soltos.
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• Se achar pertinente, proponha atividades que incentivem o uso dos três dedos principais da escrita: polegar, indicador e dedo médio. Uma opção é pedir aos estudantes que usem pregadores de roupa para prender e soltar papéis ou cartões. Esse movimento de abrir e fechar o pregador fortalece a pinça digital, que é a mesma configuração exigida para a pega em três pontos do lápis. Além de divertido, o exercício contribui para o desenvolvimento da coordenação fina necessária à escrita fluida e legível.
• Oriente os estudantes a seguirem o pontilhado para treinar as letras M, N, O e P em cursiva, maiúscula e minúscula. Incentive-os a reproduzi-las sem o apoio do pontilhado, utilizando como referência a escrita anterior. Reforce a importância do movimento contínuo para garantir a fluidez da letra cursiva, especialmente nas ligações entre letras. Observe se há avanços no alinhamento das letras na pauta e no espaçamento entre elas, favorecendo legibilidade. Chame a atenção deles para os pontos inicial e final de cada traço, destacando que são eles que sustentam a formação das palavras.
LÁPIS NA MÃO
• Observe se os estudantes conseguem integrar curvas e linhas retas em um traçado contínuo, mantendo a fluidez e sem levantar o lápis do papel. A coordenação dos dedos deve assumir cada vez mais protagonismo, com o punho estável e o braço atuando de forma leve. • Valorize, no traçado das palavras, quando os pontos de ligação entre letras começam a se tornar mais consistentes, sinalizando maior domínio da letra cursiva. Para auxiliar quem ainda apresenta insegurança, proponha treinos em pautas mais largas, reduzindo gradualmente o espaço até alcançar os modelos regulares do livro.
Nesta seção, os estudantes terão a oportunidade de desenvolver as habilidades destacadas junto às orientações (EF12LP01, EF15LP12).
Orientações didáticas
• Incentive os estudantes a ditarem o máximo de ações de cuidado que conseguirem lembrar, para que possam ter opções variadas no momento de escolher as que querem encenar. Esse levantamento, além de servir como referência para o jogo, é ainda uma oportunidade de retomar as aprendizagens da unidade anterior e desta.
• Combine com a turma que toda a dinâmica do jogo se dará de forma silenciosa, tanto por quem encena, usando somente os gestos e movimentos corporais, como por quem indica com a mão o número correspondente (EF15LP12).
• Para indicar o número da ação, os estudantes precisarão fazer a leitura das frases que estão na lousa. Procure equilibrar o desafio de acordo com as possibilidades da turma, assegurando uma leitura coletiva prévia, se necessário. Caso eles estejam em níveis mais avançados de leitura autônoma, é possível variar o tipo de letra usada para o registro na lousa, como letra minúscula de imprensa ou letra cursiva (EF12LP01).
• Oriente os estudantes a usarem a lousa para verificar quais ações ainda faltam, como estratégia para obter mais pistas sobre a mímica em andamento.
• Para que todos tenham a oportunidade de encenar, proponha que o jogo seja repetido em outros momentos, variando os estudantes que farão a mímica.
É JOGO, É BRINCADEIRA
Mímica dos hábitos de higiene
Comentários nas orientações ao professor.
Vamos brincar de Mímica? Desafie seus colegas a descobrirem qual é a ação que você está encenando e adivinhe as ações encenadas por eles.
1. Com os colegas, ditem ao professor diferentes ações de cuidado com a higiene corporal que vocês aprenderam
2. O professor vai propor uma votação para que sejam escolhidas cinco ações principais, que estarão listadas e numeradas na lousa.
3. Um colega sorteado ou o próprio professor fará a primeira rodada da mímica. Uma das ações será escolhida e encenada, para que todos da turma tentem descobrir qual é.
4. Ao sinal do professor, todos deverão levantar a mão indicando o número da ação que acham que está sendo encenada, de acordo com a lista da lousa. Fique atento: depois do sinal, não vale trocar o número escolhido.
5. Na sua vez de encenar, lembre-se de fazer gestos que não mostrem com tanta facilidade a ação escolhida. Por exemplo: se a ação for escovar os dentes, você pode fazer a mímica do movimento de colocar o creme dental na escova. Assim, o desafio para os colegas ficará ainda maior e mais divertido!

Professor, professora: Possibilidades de hábitos para inspirar as ações: tomar banho, escovar os dentes, lavar as roupas, pendurar a toalha no varal, limpar e cortar as unhas, lavar os cabelos, lavar as mãos etc.
VAMOS AVALIAR O APRENDIZADO
1. Para relembrar os conteúdos estudados nesta unidade, pinte os quadrinhos de acordo com a legenda a seguir.
Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor
ENTENDI BEM. PRECISO REVER.
Registro de experimento.
Explorando palavras com som nasal: til (~), M e N
Charge (Abracadabra).
Curiosidade.
Palavras com F e V
Letras: M, N, O e P
2. Registre suas observações sobre o que estudou nesta unidade.
a ) Escreva o que você mais gostou de aprender.
Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor
b ) Anote alguma dúvida que ficou, para se lembrar de estudar depois.
SAIBA MAIS
Um livro divertido
O rei não quer sair da banheira! Mas quanto tempo será que vai durar esse banho? Dá para almoçar lá dentro? Ou alguém vai conseguir tirá-lo de lá?
WOOD, Audrey. O rei Bigodeira e sua banheira Ilustrações de Don Wood. São Paulo: Ática, 2019.
a refletir sobre os próprios sentimentos, aprendizagens, preferências e dúvidas, relacionando-os a habilidades de autoconsciência e autogestão.
SAIBA MAIS
O livro indicado permite explorar o tema trabalhado na unidade de maneira lúdica e divertida, favorecendo a leitura autônoma.

AVALIANDO
Nesta unidade, considere o trabalho com os gêneros textuais do Campo das práticas de estudo e pesquisa já trabalhados, como o registro de experimento e a curiosidade. Mapeie como a turma avançou na leitura e na compreensão dos textos desde o início do ano, identificando progressos e dificuldades. Observe também a produção escrita, que deve se tornar cada vez mais autônoma a cada unidade, e planeje atividades de apoio para quem apresentar dificuldades.
BNCC
Nesta seção, os estudantes vão ler e compreender enunciados e tarefas escolares, com apoio do professor e dos colegas (EF12LP17), além de escutar com atenção e fazer perguntas pertinentes durante as trocas orais (EF15LP10).
Respostas e orientações didáticas
1. Proponha aos estudantes que façam a atividade de forma independente, já que estão habituados ao encerramento e à autoavaliação, construídos desde o início do ano em situações de trocas coletivas. Caminhe pela sala observando as marcações e conversando individualmente. Se necessário, recolha os livros para verificar o percurso dos estudantes e identificar conteúdos similares com marcações de “preciso rever”, retomando-os individualmente conforme as necessidades.
2. Proponha aos estudantes que registrem suas experiências pessoais, considerando o campo de atuação em foco na unidade e a importância da escrita de pequenos textos neste momento da alfabetização. Proponha uma produção mais elaborada, que deve ser feita no caderno, com o planejamento e o relato mais extensos. Para encerrar, proponha uma roda de conversa sobre as observações deles, incentivando-os
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
10:40:28
SOLÉ, Isabel. Estratégias de leitura. 6. ed. Porto Alegre: Artmed, 1998. Referência no Ensino Fundamental, a obra discute o papel do professor na formação de leitores competentes e propõe reflexões sobre o processo de leitura e o desenvolvimento de estratégias de compreensão.
OBJETIVOS
• Refletir sobre a importância de bons hábitos de higiene.
• Relacionar atitudes diárias ou periódicas de higiene com a promoção da saúde individual e coletiva.
• Exercer o protagonismo social na resolução de situações-problema ao pensar em soluções para o bem comum.
BNCC
Ao levar os estudantes a refletirem sobre ações para o cuidado com a saúde, com foco na responsabilidade e no bem-estar individual e coletivo, esta seção contempla os temas contemporâneos transversais Saúde e Vida familiar e social
1. CONHECENDO O
PROBLEMA
• Leia com os estudantes o título da seção e pergunte o que imaginam que a frase significa e como a higiene pode influenciar a nossa saúde. Permita que respondam livremente e, se considerar necessário, anote algumas ideias na lousa, para serem retomadas.
• Leia o texto introdutório com eles e peça-lhes que analisem as imagens, pedindo a voluntários que leiam as legendas. Questione-os sobre qual é a relação entre lavar as mãos e a frequência escolar, indicada pela ONU. Espera-se que compreendam que a boa higiene ajuda a prevenir doenças, que fazem as crianças faltarem na escola, como doenças gastrintestinais, gripes e conjuntivite.
• Se considerar pertinente, relacione os hábitos de higiene representados ao momento do dia em que devem ser feitos (ao acordar, antes das refeições, após usar o banheiro etc.). Aceite diferentes respostas, visto que os estudantes podem ter rotinas diferentes.
COLETIVAMENTE
Cuidar da higiene é cuidar da saúde
Conhecendo o problema 1
Você conheceu informações sobre a importância de lavar as mãos e de outros hábitos de higiene. Dentre os benefícios da boa higiene, a ONU destaca que lavar as mãos com sabão, por exemplo, ajuda a diminuir a ausência nas escolas, já que as crianças ficam menos doentes. Observe com atenção as imagens a seguir. Elas mostram algumas ações de higiene pessoal no dia a dia.




a ) Além desses, quais outros hábitos de higiene você costuma ter na sua rotina?
Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor
b ) O que pode acontecer se não cuidarmos da nossa higiene todos os dias? Quais problemas podemos ter? Com o professor e os colegas, pesquisem e conversem sobre o assunto.
Sugestão de resposta: Podemos ter problemas de saúde como infecções, doenças contagiosas, problemas de pele. Comentários nas orientações ao professor
• Ao trabalhar o item b, fique atento para que não ocorram juízos de valor, pois eles podem ter diferentes condições, instrução ou auxílio para realizar todas essas ações em casa. Caso identifique estudantes que não apresentam hábitos de higiene satisfatórios, converse com eles e, se necessário, com os responsáveis, verificando os motivos e se há algo que a escola pode fazer para auxiliar. Se considerar pertinente para a turma, comente que a falta de higiene também pode causar problemas de relacionamento com outras pessoas, levando ao isolamento social e à baixa autoestima.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
UNICEF apoia construção de sanitários e pontos de água nas escolas para prevenir doenças. ONU News, 15 out. 2022. Disponível em: https://news. un.org/pt/story/2022/10/1803802. Acesso em: 11 set. 2025. No link, é possível ler a reportagem da ONU com os dados que relacionam o hábito de lavar às mãos à frequência escolar. Se considerar pertinente, apresenta-a também aos estudantes.
Lavar as mãos.
Cortar as unhas.
Escovar os dentes.
Tomar banho.
Organizando as ideias
2. a) Sugestão de resposta: Boca, pés, axilas, ouvidos, região íntima, cabelo. Porque é essencial manter todo o corpo higienizado.
Agora que você sabe o que pode acontecer caso não cuidemos da nossa higiene, converse com os colegas e o professor a respeito das questões a seguir.
a ) Além das mãos, que outras partes do corpo exigem atenção na higiene diária? Por quê?
b ) Como os bons hábitos de higiene pessoal podem influenciar na saúde coletiva?
Sugestão de resposta: Os bons hábitos de higiene ajudam a
evitar surtos de doenças como gripes e a proliferação de parasitas como piolhos.
c ) Como a escola pode ajudar os estudantes a manterem bons hábitos de higiene?
Sugestão de resposta: A escola pode colaborar fazendo campanhas, palestras de conscientização, disponibilizar álcool em gel, sabão, pasta de dentes etc.
Buscando soluções 3
Para aprender ainda mais sobre higiene e saúde, a turma vai receber a visita de um profissional de saúde! Ele vai conversar com vocês sobre como cuidar do corpo, evitar doenças e manter a higiene todos os dias. Mas, antes da visita, sigam estes passos.
a ) Anotem perguntas que vocês têm a respeito do cuidado com o corpo. Vocês poderão esclarecê-las com o profissional de saúde.
b ) No dia da visita, prestem atenção ao que o profissional vai falar sobre os cuidados e a higiene com o corpo e, ao fim, tirem suas dúvidas com ele.
Depois da conversa, façam um desenho para mostrar o que aprenderam. Vocês podem desenhar a si mesmos praticando um cuidado de higiene. O professor vai montar um mural na sala com os desenhos da turma para compartilhar as produções e para que todos aprendam uns com os outros.

• Durante a visita, incentive-os a fazer as perguntas de forma organizada e a escutar com atenção.
• Após a conversa, entregue a eles folhas e materiais para que produzam desenhos livres sobre o que aprenderam.
• Organize um mural com os desenhos na sala de aula, a fim de que aprendam uns com os outros. Depois, criem juntos um título para o mural, contextualizando o assunto das produções.
• Proponha uma roda de conversa para que partilhem os aprendizados.
ARTICULANDO CONHECIMENTOS
A conversa e a reflexão sobre os bons hábitos de higiene favorecem a integração com o componente curricular de Ciências. Por sua vez, a produção de um desenho relacionado ao assunto debatido e a confecção do mural permitem a integração com o componente curricular de Arte, pois incentivam os estudantes a exercitarem a criatividade.
2. ORGANIZANDO AS IDEIAS
• Nesta etapa, organize os estudantes em uma roda, para que possam debater as questões propostas e refletir sobre elas.
• Leia as perguntas para eles e incentive-os a compartilhar suas opiniões com os colegas.
• Ao fazerem o item c, se possível, localize com eles exemplos de itens da escola que colaboram para os hábitos de higiene, como a presença de sabonetes nos banheiros, a disponibilização de álcool em gel, cartazes incentivando hábitos de higiene, entre outras ações que possam existir na escola. Caso considere oportuno, sugira aos estudantes que façam uma lista conjunta de solicitações de itens de higiene coletiva para ser levada à direção. Dessa forma, colocarão em prática as reflexões da seção.
3. BUSCANDO SOLUÇÕES
• Antecipadamente, combine com a direção da escola a visita de um profissional da área da saúde, como enfermeiro, agente de saúde, dentista ou técnico em enfermagem, para conversar com a turma.
• Antes da visita, auxilie os estudantes a anotarem perguntas que gostariam de fazer ao convidado. Prepare um roteiro de perguntas da turma, reunindo as sugestões individuais.
INTRODUÇÃO E
JUSTIFICATIVA
As atividades da unidade exploram aspectos do universo musical: a orquestra, apresentada em história em quadrinhos; a escuta de sons em uma letra de canção; e o reconhecimento de instrumentos variados ao longo das propostas. O trabalho se ancora no Campo da vida cotidiana, favorecendo práticas de leitura, escuta, oralidade e escrita em diálogo com a linguagem musical.
Há atividades de leitura e escrita de palavras com correspondências regulares contextuais entre letras e fonemas (C e Q) e o trabalho com estruturas silábicas, quanto à organização das vogais e das consoantes. Serão explorados o aumentativo e o diminutivo na identificação e na escrita e formação de palavras. Os estudantes poderão produzir um livro com histórias em quadrinhos e recriar parte de uma letra de canção, experiências que ampliam a autoria e o protagonismo deles no processo de ensino e aprendizagem.
O trabalho dialoga com os temas contemporâneos transversais Diversidade cultural e Educação para valorização do multiculturalismo nas matrizes históricas e culturais brasileiras
Expectativas de aprendizagem
Ao final da unidade, espera-se que os estudantes sejam capazes de:
• Ler e compreender uma história em quadrinhos, relacionando imagens, palavras e recursos gráficos.
• Ler e escrever palavras com correspondências regulares contextuais (C e Q).
• Ler e escrever palavras com CV, V, CVC, CCV e perceber que há vogais em todas as sílabas.
• Ler e compreender letra de canção, considerando o tema e a situação comunicativa e relacionar sua organização à sua finalidade.
UM TOQUE MUSICAL 5
CONTEÚDOS DESTA UNIDADE
• Brincando com uma cantiga (Palavras de brincar);
• História em quadrinhos (HQ);
• Tipos de balão em HQs;
• Palavras com C e Q;
• Palavras com Ç;
• Livro com histórias em quadrinhos da turma (Hora de produzir);
• Letra de canção;

• Compreender e formar o aumentativo e o diminutivo de palavras.
• Planejar e produzir, com os colegas e o professor, histórias em quadrinhos.
• Planejar e recriar, com os colegas e o professor, parte de letra de canção.
Mapeando conhecimentos
Para ajustar as propostas de ensino às necessidades de aprendizagem dos estudantes, planeje diferentes situações de avaliação diagnóstica para investigar o que eles já sabem sobre os objetos de conhecimento e o tema da unidade. Promova pro-
• Diminutivo e aumentativo;
• Consoantes e vogais em sílabas;
• Recriação de parte de letra de canção (Hora de produzir);
• Conto (Abracadabra);
• Letras Q, R, S e T (Tirando de letra);
• Coleção de palavras (É jogo, é brincadeira).
postas contextualizadas de escrita e leitura, como: levantamento de canções e cantigas favoritas da turma, nas quais cada um registra sua preferência e depois todos leem para saber mais sobre os gostos musicais da turma; e lista com os nomes das canções que serão cantadas e ouvidas em algum momento da rotina. Analise as produções com foco na leitura e escrita dos diferentes padrões silábicos (CV, V, CVC, CCV) e na forma como registram e leem as palavras com C e Q. Os registros resultantes desta avaliação diagnóstica possibilitarão acompanhar as necessidades individuais e da turma neste processo de consolidação da alfabetização.
Apresentação da Orquestra Villa-Lobos, da Escola Municipal de Ensino Fundamental Heitor Villa-Lobos, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, em 2017.
Com os colegas, observem a imagem. Depois, respondam oralmente às questões.
O que você vê na cena?
Observe as pessoas que aparecem tocando. Que idade você acha que elas têm?
Cada pessoa aparece tocando um instrumento musical. Você consegue identificar algum deles?
Você já tocou ou toca algum instrumento musical? Se sim, individualmente ou em conjunto?
Respostas e comentários nas orientações ao professor.

3. Na cena, é possível identificar com mais facilidade a presença dos seguintes instrumentos musicais: teclado, violinos, violoncelos e flautas doce.
4. Promova uma conversa inicial para o compartilhamento de experiências relacionadas ao uso de instrumentos musicais, individualmente ou com família e amigos. Se achar pertinente, oriente-os a escrever pequenos relatos sobre essas experiências, planejando o texto de acordo com a situação vivida, relatando a sequência dos fatos e utilizando
BNCC
Além de desenvolver as habilidades indicadas junto às orientações (EF02LP14, EF02LP17), ao investigarem a imagem, os estudantes podem antecipar sentidos e propósitos com base em conhecimentos prévios e nas pistas visuais (EF15LP02) e, ao responderem oralmente às questões, mobilizar habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10, EF15LP11).
Respostas e orientações didáticas
1. Espera-se que os estudantes descrevam a cena, reconhecendo tratar-se de uma apresentação musical em grupo. Podem mencionar as pessoas tocando instrumentos, a regente à frente e a decoração com grandes flores, sugerindo um evento especial. Conduza a observação para que percebam detalhes além do conjunto, registrando na lousa os itens citados e explorando alguns, como os diferentes instrumentos e os elementos do cenário. 2. A ideia é os estudantes perceberem que se trata de crianças e adolescentes, provavelmente estudantes, participando de uma orquestra jovem. Se considerar pertinente, apresente o contexto da imagem: a Orquestra da Escola Municipal de Ensino Fundamental Heitor Villa-Lobos, em Porto Alegre (RS), que promove inclusão social por meio da educação musical e atende centenas de jovens com aulas de instrumentos, canto e teoria musical.
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expressões que marquem a passagem do tempo, como antes, depois e ontem. Por fim, organize um momento de socialização em que os estudantes leiam seus relatos para a turma, reforçando a articulação entre experiência pessoal, escrita e oralidade. A proposta pode ser ampliada, se for do interesse de todos, com a criação de um livreto coletivo de relatos musicais, enriquecido com ilustrações ou fotografias dos momentos vividos, para circular entre as famílias no esquema vaivém (EF02LP14, EF02LP17).
BNCC
Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF02LP05 , EF02LP11 , EF02LP12 , EF02LP15 , EF12LP01 , EF12LP07 , EF15LP12), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10, EF15LP11, EF15LP13).
SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL
Se possível, apresente a cantiga para os estudantes. Há diversas versões disponíveis na internet, em áudio ou vídeo.
Orientações didáticas
• Incentive os estudantes que já conhecem a cantiga a compartilharem com os colegas o ritmo, a melodia e os gestos que podem acompanhar a brincadeira. Valorize esse momento de canto coletivo, observando se conseguem entoar a canção mantendo o ritmo e a melodia (EF02LP15).
• Converse sobre a origem oral da cantiga, chamando a atenção deles para a expressão “Origem popular”, que aparece como fonte do texto. Explique que “Mestre André” é um dos tantos textos da nossa tradição oral, os quais são passados e repassados oralmente, de geração para geração, há muito tempo, e cuja autoria não pode ser recuperada, ou seja, não sabemos quem foi que cantou a cantiga pela primeira vez.
• Se considerar pertinente, aproveite para comentar que, pela característica de compartilhamento oral de textos assim, acabamos muitas vezes tendo versões diferentes para o mesmo texto. Verifique se algum estudante conhece alguma variação na letra da cantiga explorada.
• Proponha uma apreciação
NOSSA ORQUESTRA!
PALAVRAS DE BRINCAR
Comentários nas orientações ao professor
Você e seus colegas compartilharam conhecimentos e experiências musicais. Agora, que tal brincar com uma cantiga que apresenta diferentes instrumentos?
Brincando com uma cantiga
1. Para começar, leia a seguir o começo da cantiga.
Mestre André
Foi na loja do mestre André que eu comprei um pianinho, Plim, plim, plim, um pianinho Ai, olé! Ai, olé! Foi na loja do mestre André! Ai, olé! Ai, olé! Foi na loja do mestre André!
2. Você já conhecia essa cantiga? Sabe como ela continua? Conte para a turma.
3. Agora, repare nas ilustrações que acompanham o trecho da letra da cantiga. Depois, complete o quadro a seguir com as palavras que nomeiam esses instrumentos e as que indicam os mesmos instrumentos em tamanho menor, conforme o exemplo. Se necessário, consulte o banco de palavras na página seguinte.
piano pianinho
Resposta: 2: flauta, flautinha; 3: tambor, tamborzinho.
coletiva das ilustrações, convidando os estudantes a nomearem os instrumentos representados. Caso não utilizem os nomes corretos, esclareça que se trata de um piano, uma flauta e um tambor. É importante que tenham essa informação antes do registro no quadro, já que a atividade envolve a exploração do diminutivo de cada palavra (EF02LP11). Como esse conteúdo será retomado mais adiante, não é necessário aprofundá-lo neste momento, que funciona como uma primeira aproximação.
• No momento do registro, os estudantes podem tanto escrever à sua maneira, considerando o diminutivo dos instrumentos ilustrados, como consultar o banco de palavras, utilizando as opções como referência para a escrita. A consulta ao banco exigirá buscar a palavra correta dentre outras, mobilizando importantes habilidades de leitura. Procure observar os critérios e as estratégias utilizados, como comparação com palavras conhecidas, atenção às partes iniciais, mediais e finais, tentativa de decodificação etc. (EF12LP01).
BANCO DE PALAVRAS
VIOLINO • FLAUTA • CAVACO • TAMBOR • HARPA
4. Chegou a hora de brincar e cantar usando as palavras que você registrou. Releia o começo da cantiga e, com a ajuda do professor, relembre o ritmo e a melodia.
5. Para continuar a cantiga, substitua as partes em destaque: troque pianinho pela palavra que nomeia outro instrumento (em tamanho menor) e Plim, plim, plim por uma expressão que represente o som que esse instrumento produz.
6. Enquanto canta, divirta-se brincando de fazer o movimento de tocar cada instrumento.
BAÚ
DE TEXTOS
Leia com o professor e os colegas mais uma cantiga para brincarem e tocarem juntos!
Pulga toca flauta, perereca, violão.
Piolho pequenino também toca rabecão.
[...]
Abrindo o baú!
Origem popular.
Pinte a palavra que nomeia o instrumento representado na imagem.
Resposta: VIOLÃO.

Dica: Ela apareceu na cantiga que você leu neste baú!
VIOLÃO RABECÃO PULGA
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• Depois do registro do nome do instrumento e seu respectivo diminutivo, faça uma retomada das palavras na lousa para que cantem a cantiga completa, incluindo as palavras em destaque na cantoria (EF02LP15).
• Proponha a eles que façam gestos para associar a cada instrumento mencionado. Eles podem cantar recuperando tais gestos a cada som de instrumento citado. Essa associação canto-gesto pode ajudá-los também a memorizar a cadeia acumulativa e tornar a atividade mais divertida e envolvente (EF15LP12).
• No Baú de textos, pergunte se algum estudante reconhece a cantiga pela leitura, de preferência autônoma (EF02LP12). Se considerar oportuno, proponha que aprendam o ritmo e a melodia e cantem juntos, ampliando o repertório da turma (EF02LP15, EF12LP07). Para isso, apresente o vídeo a seguir: PALAVRA Cantada: pot pourri Oskindô Lê Lê. Palavra Cantada Oficial, 26 nov. 2015. Disponível em: https://www.youtube.com/ watch?v=C3JeNr7vCS4. Acesso em: 20 set. 2025.
• No Abrindo o baú, os estudantes terão o desafio de fazer adequadamente a correlação palavra-objeto. Para isso, farão a leitura de duas palavras com uso do til (~), sinal que exploraram recentemente (EF02LP05). Observe como fazem a leitura, se retomam o que aprenderam e se identificam com facilidade a palavra buscada (EF12LP01).
AVALIANDO
Se achar oportuno, observe e faça registros sobre a forma como os estudantes propõem o diminutivo das palavras indicadas, como parte de uma avaliação diagnóstica da turma. O conteúdo será trabalhado na próxima seção É língua, é linguagem desta unidade. Considere seus registros para planejar as atividades e pensar em intervenções ajustadas às necessidades dos estudantes.
BNCC
Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF02LP12 , EF02LP11 , EF12LP17 , EF15LP01 , EF15LP02 , EF15LP04 , EF15LP14), os estudantes serão levados a desenvolver habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10, EF15LP11, EF15LP13).
SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL
Organize uma roda de conversa sobre o gênero em foco: a história em quadrinhos (HQ). Esse momento pode acontecer na sala de aula, na biblioteca, no cantinho de leitura ou em outro espaço disponível. Se possível, coloque alguns exemplares no centro da roda para que os estudantes os explorem livremente por alguns minutos. Em seguida, abra espaço para que comentem seu envolvimento com esse tipo de texto e, se desejarem, compartilhem personagens de que gostam. Durante a conversa, destaque as características do gênero, mostrando que os sentidos se constroem pela relação entre palavras e imagens, além de recursos gráficos, como diferentes tipos de balões, expressões dos personagens e onomatopeias (EF15LP01, EF15LP04, EF15LP14).
AVALIANDO
Esse momento inicial permite identificar o nível de familiaridade dos estudantes com as histórias em quadrinhos: se reconhecem o gênero, se mencionam personagens ou coleções conhecidas e se percebem elementos como balões e onomatopeias. A escuta atenta às falas ajuda a verificar se já compreendem que, nesse gênero, a construção de sentidos depende da integração entre texto verbal e imagem (EF15LP01, EF15LP04, EF15LP14).
RODA DE LEITURA: HISTÓRIA EM QUADRINHOS (HQ)
Para começar nosso estudo envolvendo música, nada melhor do que ler uma história em quadrinhos com muita música e magia! Magia? É isto mesmo: vai ter mágica também!
ANTES DE LER
Responda às questões a seguir oralmente.
1. Você sabe o que é uma orquestra? Consegue imaginar o que seja uma orquestrinha, palavra que dá título à HQ que vamos ler? Troque ideias com o professor e os colegas.
Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor
2. Apenas observando as imagens da HQ, tente imaginar o que vai acontecer. Converse com os colegas sobre o que você antecipou da leitura.
Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor

ANTES DE LER
1. Espera-se que os estudantes compartilhem seus conhecimentos prévios para resgatar ou inferir o sentido da palavra orquestra e a ideia que o diminutivo pode gerar. Faça a mediação da conversa no grande grupo, garantindo que, antes da leitura, todos compreendam que uma orquestra é um grupo de pessoas que tocam instrumentos musicais juntos. Como já trabalharam com a cantiga da tradição popular Mestre André, podem lembrar dos nomes de instrumentos no diminutivo, como flautinha e pianinho, e, assim, associar orquestrinha a uma orquestra menor, formada por menos músicos (EF02LP11).
2. Espera-se que os estudantes percebam que a história começa com personagens tocando instrumentos e que, depois, aparecem animais e criaturas diferentes também tocando. Podem antecipar que isso acontece por causa de alguma mágica feita pelo personagem que está regendo com uma batuta (ou varinha). Podem imaginar que ele está transformando os outros personagens ou seres em músicos e que isso pode trazer uma confusão divertida (EF15LP02, EF15LP04).


SOUSA, Mauricio de. Turma da Mônica em: Orquestrinha. Mônica, Barueri, Panini, n. 34, fev. 2018. p. 34-35.
Orientações didáticas
• Nesta seção, os estudantes terão a oportunidade de ler uma história em quadrinhos, relacionando imagens e palavras para construir sentidos e interpretando recursos gráficos.
A história em quadrinhos é um texto multissemiótico que une palavras, imagens e outros recursos gráficos (como diferentes tipos de balão de fala e outras marcas visuais ou verbais) para produzir sentidos. Apresenta uma história contada verbal e visualmente ao longo de quadrinhos, distribuídos nas páginas de modo a garantir uma sequência do que é contado. Também chamada de HQ, a história em quadrinhos visa entreter e sensibilizar o leitor para o tema/ assunto envolvido, convidando-o à imaginação e à leitura ativa na construção de significados do texto.
• Oriente os estudantes a realizarem uma primeira leitura individual e silenciosa da HQ, atentando para os elementos verbais e visuais. Como o texto apresenta pouco conteúdo verbal (apenas a repetição da onomatopeia PLIM e um balão de fala no quadrinho final, com texto em letra bastão), esse pode ser um bom estímulo para favorecer a leitura autônoma (EF02LP12).
• Em seguida, conduza uma leitura dialogada, dirigindo o olhar dos estudantes para cada quadrinho. Peça-lhes
que descrevam o que observam e vá mediando a construção dos sentidos e o levantamento de hipóteses com perguntas como: “O que está acontecendo neste primeiro quadrinho?”; “O que os personagens estão fazendo?”; “O que representam os símbolos e a onda branca sobre suas cabeças?”; “E neste segundo quadrinho: o que acontece? O que os bichos estão fazendo?”; “Reparem na palavra PLIM, que se repete na história: o que ela indica?”; “O que os traços em
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volta dos bichos, junto dessa palavra, sugerem ao leitor?” (EF15LP02, EF15LP04, EF15LP14).
• Para finalizar a exploração, se possível, exiba um vídeo de uma orquestra em apresentação. Sugestão: VILLA-Lobos: Bachianas brasileiras nº 2: IV Tocata (O trenzinho do caipira): Minczuk. Orquestra Sinfônica Brasileira, 24 set. 2015. Disponível em: https://www.youtube.com/ watch?v=wIG4h7lvj4Y. Acesso em: 20 set. 2025.
BNCC
Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF02LP11 , EF02LP15 , EF15LP01 , EF15LP02 , EF15LP03 , EF15LP04 , EF15LP14), os estudantes serão levados a desenvolver habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10, EF15LP11, EF15LP13).
Respostas e orientações didáticas
1. Instigue os estudantes a compararem as hipóteses que formularam com base nas imagens com os sentidos construídos na leitura da HQ. Valorize tanto as antecipações confirmadas quanto as diferentes, destacando que imaginar antes de ler é uma estratégia importante de compreensão. Incentive-os a explicar como chegaram às hipóteses, apoiando-se em pistas visuais, expressões dos personagens ou elementos gráficos (EF15LP02).
2. Ao mediar essa atividade, ajude-os a compreender que o título da HQ já oferece pistas sobre o enredo. O termo orquestrinha remete a um grupo de pessoas tocando juntas, cada uma com um instrumento, e o uso do sufixo diminutivo -inha sugere que a orquestra é pequena. Explore como os títulos podem antecipar informações do texto, reforçando esse elemento como construtor de sentidos. Se considerar oportuno, introduza a nomenclatura diminutivo sem exigir definições, apenas para que os estudantes se familiarizem com o termo, que será retomado mais adiante no livro. É possível perguntar, por exemplo: “O uso da forma orquestrinha, diminutivo de orquestra, sugere uma orquestra pequena. Que parte da palavra indica isso?”. Espera-se que reconheçam o sufixo -inho, frequentemente usado para formar o diminutivo. Se achar adequado, escreva algumas palavras na lousa e proponha uma
Papo de leitor
1. Antes de ler, você tentou imaginar o que aconteceria na história, observando apenas as imagens. O que você imaginou se confirmou na leitura? Converse com os colegas e o professor.
Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor.
2. O título da história é “Orquestrinha”. Com base nele, responda às questões a seguir marcando um X nas alternativas corretas.
a ) Ele prepara o leitor para encontrar o que no texto?
Um músico tocando sozinho vários instrumentos.
Resposta: Um grupo de pessoas tocando juntas, cada qual com um instrumento.
Um grupo de pessoas tocando juntas, cada qual com um instrumento.
b ) O que podemos imaginar quanto ao tamanho da orquestra?
Que ela é muito grande. Que ela é pequena.
Resposta: Que ela é pequena.
3. Volte à HQ “Orquestrinha” e observe o modo como ela é organizada. O que você notou? Marque um X para indicar.
Ela é organizada em quadros, em que aparecem apenas imagens.
Resposta: Ela é organizada em quadros, em que aparecem textos escritos e imagens.
Ela é organizada em quadros, em que aparecem textos escritos e imagens.
4. Preste atenção na primeira e na segunda imagens da história. Depois, converse com os colegas e o professor, respondendo oralmente às questões.


brincadeira de transformá-las em diminutivos: “Uma cadeira que ‘plim’ vira uma cadeira menor é chamada como?” (Cadeirinha.) (EF02LP11).
3. Destaque que as histórias em quadrinhos se organizam em quadros sequenciados, nos quais imagens e textos se combinam para construir sentidos. Ajude-os a compreender que a leitura não depende apenas das palavras, que inclusive são raras no texto lido, mas também dos recursos gráficos, como onomatopeias, balões, expressões faciais e gestos dos personagens, além da disposição dos elementos nos quadros. Incentive-os a comentar o efeito que esses elementos produzem na narrativa (EF15LP01, EF15LP04, EF15LP14).
a ) Em ambas as cenas, aparecem três personagens. O que eles estão fazendo?
Resposta: Cada um está tocando um instrumento musical: flauta transversal, violino e clarinete.
b ) Os personagens estão de olhos fechados. De acordo com a expressão deles, o que isso indica: eles estão concentrados e satisfeitos ao tocar ou estão desconcentrados e aborrecidos?
Resposta: Eles parecem estar concentrados e satisfeitos ao tocar.
c ) O que vocês acham que aconteceu com os personagens do primeiro para o segundo quadrinho? Que pistas na imagem indicam isso?
Resposta e comentários nas orientações ao professor
5. Com um colega, retomem a HQ e releiam o último quadrinho.
a ) Quem aparece falando? O que vocês consideraram para descobrir isso?
Resposta e comentários nas orientações ao professor
b ) O que é revelado nesse final da história? Marque um X para indicar. Os músicos eram animais mágicos que queriam enganar o maestro e as crianças.
Resposta: As crianças estavam tocando
As crianças estavam tocando o tempo todo enquanto eram transformadas em outros seres pelo maestro, que usava uma varinha mágica para conduzir a orquestra.
c ) O que acontece cada vez que aparece a palavra plim na história?
Uma transformação nos personagens da orquestra.
Resposta: Uma transformação nos personagens da orquestra.
Uma criança muda de roupa.
O texto “Orquestrinha” é uma história em quadrinhos ou simplesmente uma HQ. Histórias assim são organizadas em quadros com palavras, imagens e balões.
AGORA QUE JÁ LEMOS
Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor o tempo todo enquanto eram transformadas em outros seres pelo maestro, que usava uma varinha mágica para conduzir a orquestra.
Você já ouviu alguma orquestra ou banda tocando ao vivo? Se sim, de que instrumento mais gostou? Por quê? Conte para a turma.
a citar outros tipos de balões que conhecem, preparando-os para a produção de texto da unidade. No item b, verifique a compreensão global da cena. No item c, explique que a palavra plim é uma onomatopeia, termo usado para palavras que representam sons. Ressalte que, nesse caso, essa palavra remete à magia, reforçando a ideia de transformação mágica. Se considerar oportuno, sonde outras onomatopeias conhecidas e seus efeitos (EF15LP14).
AGORA QUE JÁ LEMOS
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Promova um momento de intercâmbio oral para que os estudantes compartilhem suas vivências com a música, não apenas como ouvintes, mas também como produtores, intérpretes ou criadores. Se possível, proponha uma brincadeira musical, incentivando-os a cantar alguma música (EF02LP15) e formar uma “orquestra” da turma, improvisando sons com objetos do cotidiano — como transformar o espiral de um caderno em reco-reco ao ser friccionado com uma caneta. Garanta tempo para a criação, valorizando o brincar livre e imaginativo.
4. Conduza a observação detalhada das imagens e a recuperação de informações do texto (EF15LP03). No item a, faça perguntas disparadoras, como: “O que o desenho acima das cabeças das crianças sugere?”. Espera-se que percebam o pentagrama com figuras rítmicas, que remete à notação musical e reforça a ideia de que estão tocando. Diga que esse elemento, em forma de “onda”, sugere movimento e ação de tocar. No item b, leve-os a notar que as expressões faciais e corporais (olhos fechados e semblantes concentrados) indicam envolvimento e satisfação. Isso reforça como imagens podem comunicar emoções e intenções sem palavras. No item c, auxilie-os a relacionar a transformação dos personagens em animais à palavra plim, usada para indicar sons associados à magia. Mostre como texto e imagem juntos criam a ideia de transformação mágica. Essa mediação fortalece a oralidade, a interpretação de recursos expressivos e a articulação entre leitura de imagens e construção de sentidos (EF15LP04). Se achar pertinente, amplie a discussão com perguntas como: “As crianças foram transformadas nos animais? Ou doaram seus instrumentos? Ou outro mistério aconteceu?”. 5. Promova uma conversa sobre a presença e a função do balão de fala, retomando como usaram a direcionalidade do “rabicho” para responder ao item a. Incentive-os
Além das habilidades listadas nas orientações ( EF15LP04 , EF15LP14 ), são articuladas habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10 , EF15LP11 , EF15LP13).
Respostas e orientações didáticas
1. Se necessário, ajude os estudantes a identificarem o tipo de balão presente no último quadrinho da HQ Orquestrinha, destacando que a combinação entre imagens, palavras e recursos gráficos constrói o sentido da narrativa. Mostre que o balão de fala indica o discurso direto dos personagens e que o “rabicho” aponta para quem está falando. Incentive-os a observar cuidadosamente a direção do rabicho, pois ele orienta o leitor a reconhecer o personagem que assume a fala. Esse exercício contribui para que compreendam que, nas HQs, não é apenas o texto verbal que comunica, mas também os recursos gráficos que o acompanham (EF15LP04).
2. Valorize a proposta de ampliar o contato com diferentes HQs e tirinhas disponíveis na biblioteca ou em casa. Ao pedir que desenhem no caderno os balões observados nas leituras, instigue-os a identificar os diferentes tipos (fala, pensamento, grito, sussurro) e a relacionar cada forma gráfica ao efeito de sentido produzido. Esse trabalho amplia a percepção dos estudantes sobre como as HQs utilizam recursos visuais e verbais para marcar tom de voz, emoções e intenções. Além disso, possibilita propor atividades que favoreçam o aprendizado da compreensão da cultura e da escrita, incentivando o processo de integração no ambiente letrado (EF15LP04, EF15LP14).
É LÍNGUA, É LINGUAGEM
Tipos de balão em HQs
1. Releia o último quadrinho da HQ “Orquestrinha”.

a ) Marque um X no tipo de balão que aparece nesse quadrinho.
BALÃO DE FALA
Resposta: BALÃO DE FALA.
BALÃO DE GRITO
BALÃO DE SUSSURRO
BALÃO DE PENSAMENTO
b ) Nos balões de HQs, chamamos de rabicho o elemento que liga o balão ao personagem. O que é correto afirmar sobre o balão que aparece nesse quadrinho? Marque um X.
O rabicho do balão que aparece nele aponta para a menina de vestido amarelo, que é quem está falando na cena.
Resposta: O rabicho do balão que aparece nele aponta para a menina de vestido vermelho, que é quem está falando na cena.
O rabicho do balão que aparece nele aponta para a menina de vestido vermelho, que é quem está falando na cena.
2. O professor vai marcar um dia para a turma visitar a biblioteca ou o cantinho da leitura e ler HQs. Desenhe no caderno os balões que observou e escreva o que eles queriam dizer. Por fim, conte suas descobertas aos colegas.
Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor
JANELAS PARA A ESCRITA
Palavras com C e Q
1. Releia em voz alta duas palavras retiradas da história em quadrinhos que você explorou. Preste atenção no som delas ao pronunciar as sílabas destacadas.
BNCC
Além das habilidades destacadas junto às orientações ( EF02LP03 , EF12LP01 ), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade ( EF15LP09 , EF15LP10 , EF15LP11, EF15LP13).
Respostas e orientações didáticas
O que você percebeu com relação ao som representado pelo C e pelo encontro das letras QU nas sílabas destacadas? Marque a alternativa correta.
Resposta: O C em mágica representa o mesmo som de QU em orquestrinha
O C em mágica representa o mesmo som de QU em orquestrinha
O C em mágica e o QU em orquestrinha representam sons completamente diferentes.
Algumas vezes, a letra C e o encontro de letras QU representam o mesmo som. Isso acontece quando:
• o C aparece antes das vogais A, O e U, como em corneta e cuíca;
• o encontro de letras QU vem antes das vogais E e I, como em cavaquinho
2. Complete as palavras a seguir usando C ou QU.
PES ISA
MÁGICA ORQUESTRINHA AMARÃO
C ou QU?
Resposta: PESQUISA; CAMARÃO; PEQUENO; PIQUENIQUE; MOSQUITO; FOCA; CUPUAÇU; COLHER.
na lousa para servir de apoio. Finalize com uma retomada coletiva para que confiram as respostas e comentem quais palavras foram mais fáceis e quais exigiram maior atenção.
SONS E LETRAS: QU SEGUIDO DE O E A
Há casos em que o QU seguido de O também representa o som /k/, mas essa possibilidade não foi apresentada aqui aos estudantes por não ser regular. Em algumas palavras, como aquoso, o
1. Se considerar oportuno, escreva as duas palavras na lousa e conduza uma discussão coletiva sobre a observação solicitada. Convide os estudantes a lerem as palavras em voz alta (EF12LP01) e, em seguida, a trocarem ideias sobre as alternativas apresentadas. Caso surjam dúvidas, peça-lhes que releiam com atenção as sílabas destacadas no livro e destaque-as também na lousa. Ao concluírem que o C e o conjunto de letras QU representam o mesmo som (/k/) nas palavras analisadas, amplie a atividade propondo que ditem outras palavras com C e Q representando /k/, como QUEIJO e CAJU (EF02LP03).
2. Organize os estudantes em duplas para que reflitam juntos sobre a melhor forma de completar cada palavra. Observe as estratégias que utilizam diante das dúvidas: se recorrem a palavras conhecidas e/ou se prestam atenção às vogais seguintes, relacionando com o conceito apresentado no boxe desta página. Caso a tarefa esteja sendo considerada muito difícil pela turma, escreva um banco de palavras completas
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U é pronunciado, enquanto em outras, como quota ou quociente, não se pronuncia o U. Esses exemplos, além de pouco frequentes no universo das crianças dessa faixa etária, poderiam gerar confusão. Se a dúvida surgir deles, esclareça, apenas para elucidar a relação. Já nas palavras escritas com QU seguido de A, como em quarto, o U é pronunciado na leitura em voz alta. Em contrapartida, quando o QU aparece seguido de E ou I, o U não é lido, como já foi observado na seção (EF02LP03).
Respostas e orientações didáticas
1. Se achar oportuno, escreva as duas palavras na lousa e proponha uma discussão coletiva após a leitura. Observe se os estudantes reconhecem o C com cedilha (Ç) e se percebem que, nesse caso, ele representa o mesmo som que o C representa em CELINA, por exemplo.
2. Proponha que observem o uso do Ç em diferentes palavras, fazendo a leitura em voz alta (EF12LP01) e percebendo como ele compõe sílabas com distintas vogais. Ao final, retome coletivamente as palavras registradas em cada quadro e convide estudantes que se sentirem à vontade a escrevê-las na lousa.
3. Incentive-os a realizar a última atividade de forma autônoma, como sistematização do que observaram até aqui. Oriente-os a falar em voz alta a palavra que nomeia o objeto retratado (LAÇO) e a testar as letras indicadas, em caso de dúvida, antes de escolher a forma correta.
Palavras com Ç
1. Resposta: Espera-se que os estudantes percebam a presença da cedilha na palavra DANÇA e que notem que o C com cedilha (Ç) representa o som /s/, e não o som /k/, como o C em CANTIGA
1. Leia em voz alta as palavras a seguir.
DANÇA CANTIGA
Repare em como a letra C aparece nelas. Que diferenças você percebe na escrita e na leitura dessa letra em cada palavra? Converse com os colegas e o professor.
2. Leia as palavras a seguir e organize-as nos quadros correspondentes.
Resposta: Palavras com ÇA: MOÇA e CABEÇA; palavras com ÇO: PAÇOCA e
MOÇA • PAÇOCA • CUPUAÇU
Palavras com ÇA
Palavras com ÇO
POÇO; palavras com ÇU: CUPUAÇU e CAÇULA.
Palavras com ÇU
3. Fale em voz alta a palavra que nomeia a figura a seguir.
A O

a ) Que letra está faltando para que a palavra esteja escrita corretamente? Pinte no quadro a seguir para mostrar.
CAÇULA • POÇO • CABEÇA Q C Z Ç
Resposta: Ç.
b ) Complete a palavra abaixo da fotografia com a letra que você pintou no item anterior.
Resposta: LAÇO.
SONS E LETRAS: C COM CEDILHA (Ç)
Em outras ocasiões, os estudantes puderam observar que a letra C, quando seguida das vogais A, O e U, representa o som /k/. O cedilha é usado para indicar os casos em que a letra C seguida dessas vogais não representa /k/, mas sim /s/. Se algum estudante estiver buscando compreender essas regularidades, esclareça, chamando a atenção deles para o fato de que não precisamos usar o cedilha quando a letra C é seguida de E e I, pois nesses casos o C já representa /s/.
HORA DE PRODUZIR
Livro com histórias em quadrinhos da turma
Você leu e aprendeu muitas coisas do universo das HQs. Agora, chegou a hora de criar a própria história.
O que vai produzir
Vamos montar um livro com as HQs criadas por todos da turma!
Planejar
1. Retomem o que aprenderam sobre HQs, como os tipos de balões e a forma de organização da história.
2. Escolham um tema para o livro: pode ser sobre música ou outro assunto de interesse de todos.
3. Planeje a história: pense nos personagens, onde ela acontecerá e o que vai se passar. Anote tudo no caderno para não se esquecer.
Produzir
1. O professor vai entregar a folha em que sua HQ será escrita e ilustrada. Divida essa folha em quatro quadrinhos.
2. Siga o planejamento e desenhe o cenário, os personagens e os balões.
3. Escreva nos balões a fala ou o pensamento de cada personagem.
4. Releia a história, corrija o que for necessário, coloque o título e assine seu nome.
Compartilhar
O professor vai juntar todas as HQs em um livro da turma. Organizem o lançamento, com convidados e sessão de autógrafos!
Avaliar
Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor
Leia o livro com os colegas e conversem sobre os tópicos a seguir.
1. Os textos dos balões estão combinando com as imagens?
2. Os tipos de balões foram usados adequadamente?
realizando intervenções que favoreçam o avanço dos estudantes. Verifique se utilizam a pontuação adequadamente, se segmentam corretamente as palavras com espaços em branco e se registram de forma convencional termos já conhecidos (EF02LP01, EF02LP08, EF02LP09). Proponha-lhes que releiam e revisem o texto no rascunho, orientando-os nas correções necessárias antes da versão a ser entregue (EF15LP06, EF15LP07).
• Na última etapa, além de avaliar as relações construídas entre imagens, palavras e recursos gráficos (EF15LP04, EF15LP14), os estudantes podem contar sobre o processo de criação, compartilhando suas ideias e as escolhas que fizeram.
ATIVIDADE EXTRA
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Se considerar oportuno, reserve uma parte do livro de HQs para a apresentação dos autores e de seus processos de criação. Organize um momento em que os estudantes escrevam pequenos textos relatando suas experiências, como a escolha de personagens, enredos, preferências e estilo. Os relatos podem ser acompanhados de uma foto escolhida pelos estudantes, permitindo que os leitores conheçam mais sobre os autores e seus processos criativos (EF02LP14).
BNCC
Além das habilidades de leitura e escrita destacadas junto às orientações ( EF02LP01 , EF02LP08 , EF02LP09 , EF02LP14 , EF12LP05 , EF15LP04 , EF15LP05 , EF15LP06 , EF15LP07, EF15LP14), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade ( EF15LP09 , EF15LP10 , EF15LP11, EF15LP13).
Orientações didáticas
• A primeira etapa do planejamento pode ser dedicada à troca de indicações entre os estudantes sobre o gênero história em quadrinhos. Promova uma conversa em que compartilhem experiências de leitura, personagens conhecidos e situações em que já tiveram contato com esse tipo de narrativa.
• Se houver revistas de histórias em quadrinhos disponíveis na escola, proponha aos estudantes que explorem sua forma de organização e os diferentes tipos de balões, lendo-os de acordo com os sentidos que cada um indica (EF12LP05).
• Ressalte a importância de que a versão a ser entregue esteja bem-organizada e escrita corretamente, além de coerente com o tema escolhido. Diga-lhes que devem usar a imaginação ao pensar previamente no enredo e nas características dos personagens.
• Observe o processo de planejamento e escrita (EF15LP05) e acompanhe as dificuldades que surgirem,
BNCC
Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF02LP12 , EF02LP15 , EF12LP07 , EF15LP01 , EF15LP02, EF15LP08), os estudantes serão levados a desenvolver habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10, EF15LP11, EF15LP13).
SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL
Se for viável, apresente a canção cuja letra será explorada nesta seção. Comente que as canções são compostas de música e letra e que, muitas vezes, são feitas em parceria: uma pessoa faz a música, e a outra, a letra. “Barulhinho, barulhão”, por exemplo, foi composta em parceria. Se achar oportuno, após essa explicitação, leia o boxe que apresenta os autores da canção. Depois, motive os estudantes a cantarem a canção, levando em conta o ritmo e a melodia (EF02LP15).
Respostas e orientações didáticas
• O gênero textual em foco é a letra de canção. O exemplar escolhido é destinado ao público infantil (EF15LP01).
A letra de canção é um texto feito para ser cantado e tem como finalidade o entretenimento e a fruição estética. É composta em versos, os quais apresentam ritmo consonante aos aspectos musicais (ritmo, melodia e harmonia) envolvidos, de modo a garantir um “casamento” harmonioso entre palavra e música. Muitas canções apresentam refrão, parte que se repete ao longo da composição. Na linguagem, explora recursos que ajudam a construir a sonoridade, como rimas, aliterações, assonâncias etc.
BARULHINHO, BARULHÃO!
RODA DE LEITURA: LETRA DE CANÇÃO
E tem mais música: agora uma letra de canção! Vamos ler e prestar atenção nos diferentes sons que aparecem no texto?
ANTES DE LER
Observe as imagens que acompanham o texto a seguir. Tente imaginar de quais barulhinhos e barulhões a letra de canção vai falar! Compartilhe com os colegas e o professor o que imaginou e explique por quê.
Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor
Barulhinho, barulhão
Por todo lado, por toda parte, tudo no mundo produz um som. Tem som fraquinho, tem som bem forte, é barulhinho, é barulhão.
Brisa suave no fim da tarde Ou garoinha com seus pinguinhos. Porta que range devagarinho É barulhinho, é barulhinho.
E furadeira, e batedeira, pipoca e liquidificador. No fim do ano, fogos, rojão é barulhão, é barulhão.
Quando a colher encosta no prato. No sussurro ou no cochicho. Quando eu estalo o meu dedinho É som baixinho, é barulhinho.

ANTES DE LER
Ao mediar essa atividade, incentive os estudantes a observarem atentamente as imagens que acompanham a letra da canção e a levantarem hipóteses sobre o que o texto poderá apresentar. Instigue-os a imaginar de quais barulhinhos e barulhões a canção vai tratar, apoiando-se em seus conhecimentos prévios sobre sons do cotidiano e
em pistas visuais presentes no material. Valorize as diferentes interpretações, lembrando que antecipar sentidos é uma estratégia importante de leitura. Durante a leitura da letra de canção, retome as hipóteses compartilhadas para verificar quais se confirmaram e quais se mostraram diferentes, favorecendo o exercício de checar e ajustar inferências (EF15LP02, EF15LP08).
E tempestade com ventania, raio, relâmpago e trovão.
Ondas quebrando contra o rochedo
Tem barulhão que até dá medo.
Se todo mundo aí presente
Bater bem forte a sua mão.
Vamos ouvir o que acontece, quero escutar esse barulhão.
Agora, chega de bater palmas.
Vamos fazer um som diferente.
Esfregue as mãos bem “de levinho”
Escuta só esse barulhinho.
E, se a gente fizer silêncio, sem barulhinho nem barulhão.
Só dá pra ouvir o pensamento E a batida do coração.

QUEM PRODUZIU?
Diana Tatit é Mestre em Educação e Wem Tatit é Bacharel em Composição.
Eles são integrantes do Tiquequê, um grupo musical que produz músicas e espetáculos para crianças e jovens há mais de 20 anos. Em seus espetáculos, eles combinam diversas linguagens artísticas para cativar o público infantil.
Wem e Diana Tatit.
são exemplos disso. Lidar com gêneros e textos autênticos relacionados a atividades vivenciadas cotidianamente, nos diferentes espaços (doméstico, familiar, escolar e cultural), observando e analisando suas características e modulações próprias, é essencial para a formação leitora crítica e para a construção de um olhar amplo de entendimento da língua não como um sistema fechado, mas em constante transformação, visão que é de extrema relevância, inclusive, para evitar e rejeitar preconceitos linguísticos.

Respostas e orientações didáticas
• Peça aos estudantes que façam, individualmente, uma primeira leitura silenciosa da letra da canção. Explique que esse momento serve para que todos compreendam, por si mesmos, o que o texto comunica. Incentive-os a observar o tema, a situação de comunicação e a forma de organização do texto, relacionando esses elementos à sua finalidade: a letra de uma canção que pode ser cantada, compartilhada e apreciada coletivamente. Valorize a autonomia nesse primeiro contato, mostrando que ler silenciosamente ajuda a construir sentidos antes da leitura em voz alta ou da exploração coletiva (EF02LP12).
• Depois, leia a letra de canção em voz alta, pedindo aos estudantes que acompanhem o texto no livro. Durante a leitura, trabalhe o vocabulário de forma dialogada, apresentando os significados das palavras desconhecidas que surgirem. Incentive-os a levantar a mão sempre que tiverem dúvida e proponha que tentem inferir os sentidos pelo contexto, validando ou ajustando as hipóteses (EF15LP02).
• Destaque que a letra de canção representa uma expressão da cultura popular e que, por isso, traz marcas da oralidade. O uso do diminutivo garoinha e da contração pra, bem como a alternância de pessoa, passando de você (subtendido em “Esfregue as mãos...”) para tu (subtendido em “Escuta só esse barulhinho”),
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• Durante a leitura, chame a atenção dos estudantes para recursos como rimas, aliterações e assonâncias, mostrando como contribuem para a sonoridade do texto e se relacionam ao ritmo, à melodia da canção e aos efeitos de sentido produzidos (EF12LP07), e convide-os a compartilhar suas impressões e sensações a respeito desses aspectos.
• Para concluir, proponha aos estudantes que cantem a canção, brincando de cantar com pouco volume os “barulhinhos” e com mais volume os “barulhões” (EF02LP15).
TATIT, Diana; WEM. Barulhinho, barulhão. Intérprete: Tiquequê. In: Barulhinho, barulhão. 2019. Faixa 2.
BNCC
Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF02LP12 , EF02LP15 , EF12LP07 , EF12LP19 , EF15LP01 , EF15LP02 , EF15LP08), os estudantes serão levados a desenvolver habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10, EF15LP11, EF15LP13).
Respostas e orientações didáticas
1. Ao mediar essa questão, valorize as hipóteses que os estudantes formularam com base na observação das imagens (EF15LP08) e incentive-os a comparar suas expectativas com os barulhos realmente mencionados no texto. Reforce que antecipar sentidos é uma estratégia importante de compreensão (EF15LP02) e que o confronto entre o que imaginaram e o que encontraram ajuda a ajustar as inferências. Instigue-os a compartilhar suas impressões com os colegas, ouvindo e respeitando diferentes pontos de vista. Essa troca oral favorece a ampliação do repertório de todos, promove a construção coletiva de sentidos e fortalece a prática do diálogo como forma de aprendizagem.
2. Oriente os estudantes a localizarem o título “Barulhinho, barulhão” e a pintarem-no de verde (EF15LP03), reforçando a importância de reconhecer elementos gráficos que organizam o texto. Em seguida, promova uma conversa sobre o significado das palavras que compõem o título, ajudando-os a perceber a oposição entre barulhinho (barulho fraco, baixo) e barulhão (barulho forte, alto). Essa comparação favorece a compreensão do jogo de sentidos criado pela canção e mostra como os recursos linguísticos podem sugerir contrastes de intensidade.
Papo de leitor
2. Resposta: Espera-se que os estudantes pintem de verde o título da canção: “Barulhinho, barulhão”.
1. Antes de ler, você observou as imagens e, com base nelas, imaginou quais barulhos seriam mencionados no texto. Foram os que você esperava? Conte para os colegas e o professor.
Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor
2. Volte ao texto e pinte de verde o título da canção. As duas palavras que formam esse título apresentam ideias opostas ou ideias semelhantes? Comente.
Resposta: Ideias opostas: barulhinho indica um barulho fraco, baixo; enquanto barulhão indica um barulho forte, intenso.
3. De acordo com o que observou no texto, marque um X na intensidade de barulho mais adequada para cada item.
Intensidade de barulho
BarulhinhoBarulhão
“E furadeira, e batedeira”
“No sussurro ou no cochicho”
“Brisa suave no fim da tarde”
“tempestade com ventania, raio, relâmpago e trovão”
“garoinha com seus pinguinhos”
“No fim do ano, fogos, rojão”
“Porta que range devagarinho”
4. Se ficarmos em silêncio, o que é possível ouvir, de acordo com o texto? Marque a alternativa correta.
Resposta: O pensamento e a batida do coração.
O barulho da respiração.
O pensamento e a batida do coração.
O som do trovão.
3. Resposta: Barulhinho: “No sussurro ou no cochicho”; “Brisa suave no fim da tarde”; “garoinha com seus pinguinhos”; “Porta que range devagarinho”. Barulhão: “E furadeira, e batedeira”;
“tempestade com ventania, raio, relâmpago e trovão”; “No fim do ano, fogos, rojão”.
3. Oriente os estudantes a responderem em duplas, apoiando-se na recuperação das informações do texto (EF15LP03), levando em conta o contexto da letra da canção, para identificar a coluna a ser marcada em cada caso. Combine que um estudante mantenha o livro aberto nas páginas da leitura e o outro, na parte das atividades, discutindo juntos antes de registrar as respostas no livro.
4. Ainda em duplas, eles poderão retornar ao texto para localizar a informação (EF15LP03) e confirmar suas respostas, de forma embasada.
5. Com um colega, retomem o texto das páginas 170 e 171 e observem como ele está disposto, contando a quantidade de linhas e grupos (blocos) de linhas em que ele está organizado. Depois, respondam aos itens marcando um X nas alternativas corretas.
a ) Quantas linhas, ou seja, quantos versos você contou?
Resposta: 32 versos.
22 versos.
32 versos.
b ) Quantos grupos de linhas, ou seja, quantas estrofes você contou?
Resposta: 8 estrofes.
8 estrofes.
c ) Quantos versos há em cada estrofe?
4 versos.
12 estrofes.
8 versos.
Para relembrar: nos textos em versos, como letra de canção e poema, cada linha é chamada de verso, e cada grupo de versos é chamado de estrofe
6. Qual é a finalidade das letras de canção? Marque um X na alternativa correta.
Resposta: Entreter e emocionar o leitor.
Informar o leitor.
Entreter e emocionar o leitor.
7. Nas letras de canção, as partes que se repetem são chamadas de refrão. Na canção lida, você identificou algum refrão? Se sim, qual?
Resposta: O verso “É barulhinho, é barulhão”, que se repete ao longo do texto, pode ser considerado um refrão.
A letra de canção é um texto em versos que pode apresentar refrão Textos assim têm a função de divertir, emocionar e fazer o leitor refletir.
AGORA QUE JÁ LEMOS
Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor
Você conhece alguma outra letra de canção que convida o ouvinte a bater palmas ou fazer gestos enquanto ouve? Se sim, qual?
reforça as ideias centrais e facilita a memorização. Incentive os estudantes a comentarem outras músicas que conhecem e que também tenham refrão, ampliando a compreensão desse recurso característico do gênero (EF12LP07, EF12LP19).
AGORA QUE JÁ LEMOS
• Há várias canções que interagem com o ouvinte. É o caso, por exemplo, das seguintes cantigas populares: “Caranguejo não é peixe”; “Cabeça, ombro, joelho e pé”; “Olaria do povo”; “Pai Francisco”.
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• Se possível, cante e ouça outras canções com os estudantes, ressaltando a força da palavra cantada e aproveitando para explorar alguns compositores e algumas composições importantes para a música popular brasileira. Apresente, por exemplo, canções clássicas, como Asa branca, de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira, ou Garota de Ipanema, de Tom Jobim e Vinicius de Moraes. Essas canções são facilmente encontradas na internet (EF02LP15).
5. Esta questão permite aos estudantes reconhecerem características próprias dos textos escritos em versos, observando como o texto se organiza e se dispõe na página. Releia com a turma o boxe conceito apresentado após a atividade e certifique-se de que todos consigam identificar versos e estrofes na letra da canção. Esse trabalho contribui para o desenvolvimento das habilidades relacionadas ao reconhecimento de rimas, sonoridades, jogos de palavras e à compreensão da organização dos textos versificados (EF12LP07, EF12LP19).
6. Aproveite o momento para levar os estudantes a refletirem sobre a função social das letras de canção, destacando que sua finalidade principal não é informar, mas sim entreter e emocionar o público. Explique que as canções circulam em diferentes espaços da vida cotidiana e que podem ser criadas por artistas para serem cantadas, ouvidas e compartilhadas em grupo. Instigue-os a reconhecer que identificar a função de um texto ajuda a compreender melhor o motivo de sua produção, o público a que se destina e os efeitos que busca provocar (EF15LP01).
7. Ao trabalhar esta questão, mostre que o verso “É barulhinho, é barulhão”, presente diversas vezes na canção, pode cumprir a função de refrão. Se achar válido, peça a eles que registrem o refrão no livro usando a letra cursiva. Explique que o refrão tem papel importante na organização e na musicalidade da canção, pois marca o ritmo,
BNCC
Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF02LP11 , EF02LP15 , EF12LP17), os estudantes serão levados a desenvolver habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10, EF15LP11, EF15LP13).
SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL
Retome a letra da canção “Barulhinho, barulhão”, cantando-a, se possível, novamente com os estudantes. Nesse canto, retome a brincadeira de cantar modulando o volume, mas agora cantando “baixinho” as palavras com -inho e “altão” as palavras com -ão Com essa atividade, eles já vão sendo direcionados à observação em foco nesta seção (EF02LP15).
Respostas e orientações didáticas
1. Se considerar necessário, retome a correspondência explorada na proposta, convidando os estudantes a relerem coletivamente o enunciado e a colaborarem na interpretação da tarefa (EF12LP17). Com sua mediação, verifiquem juntos o que o enunciado solicita e de que forma devem ligar as opções, assegurando também a compreensão do tema de estudo. Para avaliar essa compreensão, proponha perguntas disparadoras, como: “Pensem na palavra barulho Quando escrevemos com -inho, ela se torna barulhinho. Isso indica um barulho menor e mais fraco ou maior e mais forte?”. Em seguida: “E quando escrevemos com -ão, formando barulhão, o que indica: um barulho menor e mais fraco ou maior e mais forte?”.
2. Ao mediar essa atividade, explique aos estudantes que o objetivo é praticar a formação de aumentativos e diminutivos
É LÍNGUA, É LINGUAGEM
Diminutivo e aumentativo
1. Releia a primeira parte da letra de canção “Barulhinho, barulhão”.
Por todo lado, por toda parte, Tudo no mundo produz um som. Tem som fraquinho, tem som bem forte , É barulhinho, é barulhão.
Agora, ligue cada palavra à expressão que tem sentido semelhante.
Resposta: SOM FRAQUINHO – BARULHINHO; SOM BEM FORTE – BARULHÃO.
SOM FRAQUINHO
SOM BEM FORTE BARULHINHO BARULHÃO
2. Complete o quadro com as palavras que estão faltando. Siga o exemplo.
Resposta: SAPO: SAPINHO, SAPÃO; COPO: COPINHO, COPÃO; FILHO: FILHINHO, FILHÃO.
Aumentativos e diminutivos
DEDO DEDINHO DEDÃO
SAPO
COPO
FILHO
As palavras que você escreveu com -inho no quadro anterior indicam um tamanho menor e são chamadas de diminutivos. Então, dedinho é o diminutivo de dedo
As palavras que você escreveu com -ão indicam um tamanho maior e são chamadas de aumentativos. Então, dedão é o aumentativo de dedo.
com base nas palavras dadas. Explore o exemplo coletivamente, escrevendo o trio de palavras na lousa e destacando como o acréscimo dos sufixos -inho e -ão alteraram o sentido da palavra, indicando algo menor ou maior, respectivamente. Oriente-os a completar as lacunas com as formas adequadas e incentive a leitura em voz alta das palavras formadas, para que percebam as mudanças. Ao final, faça uma retomada coletiva, pedindo-lhes que compartilhem as palavras que escreveram e reforçando que os sufixos ajudam a ampliar o vocabulário e a compreender as variações de sentido das palavras (EF02LP11).
3. Em alguns casos, podemos acrescentar -zinho para escrever os diminutivos. Por exemplo, acrescentando -zinho à palavra irmão, formamos irmãozinho. Com base nesse exemplo, forme o diminutivo da palavra a seguir.
Resposta: TAMBORZINHO.

TAMBOR
4. Algumas palavras terminam com -inho ou -inha, mas não são diminutivos, como carinho e vizinho. Encontre e pinte a palavra a seguir que não indica um diminutivo.
PATINHO
Resposta: COZINHA.
CASINHA COZINHA
5. Há também palavras que terminam com -ão, mas não são aumentativos, como coração e macarrão. Encontre e pinte a palavra a seguir que não indica um aumentativo.
CAMINHÃO
Resposta: CAMINHÃO.
CABELÃO BOLÃO
6. Em cada item, faça o que se pede.
a ) Pinte o diminutivo para a palavra que nomeia o animal a seguir.

Resposta: RATINHO.
b ) Pinte o aumentativo para a palavra que nomeia o animal a seguir.

Resposta: LOBÃO.
Nem toda palavra terminada em -inho indica um diminutivo. Nem toda palavra terminada em -ão indica um aumentativo.
ao longo das atividades, aproveitando o momento de sistematização para esclarecer dúvidas. Relembre os exemplos já trabalhados, escrevendo-os na lousa e destacando o uso dos sufixos -inho, -zinho e -ão na formação de diminutivos e aumentativos (EF02LP11).
ATIVIDADE EXTRA: JOGO
10/10/2025 10:40:53
Se achar pertinente, amplie a exploração. Para isso, escreva na lousa uma lista de palavras no aumentativo e no diminutivo e pergunte: “Aumentativo ou diminutivo?”, apontando para cada uma. Proporcione diversos exemplos, para que os estudantes pratiquem a habilidade em foco e se apropriem dela. Também é possível propor um jogo oral: fale palavras no grau normal e peça-lhes que digam rapidamente o aumentativo ou o diminutivo. Divida a turma em dois grupos; a cada resposta correta, o grupo ganha um ponto. Vence quem acumular mais pontos ao final (EF02LP11).
3. Oriente os estudantes a observarem o exemplo para formar o diminutivo da palavra dada, acrescentando o sufixo -zinho. A intenção é eles perceberem que, além de -inho/-inha, também é possível usar -zinho/-zinha para indicar diminutivo, ampliando as formas de construção dessa variação (EF02LP11).
4. Aproveite para reforçar que nem todas as palavras terminadas em -inho/-inha são diminutivos. Peça a eles que observem as opções e identifiquem a que não indica diminutivo (cozinha). Aproveite para comentar que, nesses casos, a terminação faz parte da palavra, mas não sugere um tamanho menor ou uma intensidade mais leve.
5. Mostre aos estudantes que o mesmo que observaram para palavras terminadas com -inho/-inha acontece com palavras terminadas em -ão, ressaltando que a presença desse sufixo nem sempre indica aumentativo. Oriente-os a localizar a palavra que não é aumentativo (cabelão é aumentativo, mas coração e macarrão não são).
6. No item a, é esperado que reconheçam que o sufixo -inho indica tamanho menor, estabelecendo a diferença entre rato e ratinho; enquanto no item b, devem perceber que o sufixo -ão marca o aumentativo, distinguindo lobo de lobão e reforçando a ideia de maior porte ou intensidade. Depois da realização dessa atividade, leia com a turma os boxes conceito desta seção e retome as observações feitas
BNCC
Além das habilidades em destaque nas orientações ( EF02LP04 , EF12LP17 ), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10).
Respostas e orientações didáticas
1. A atividade de segmentação das palavras em sílabas permite aos estudantes perceberem as diferentes estruturas silábicas, ao separarem e registrarem cada sílaba em um quadrinho. As palavras foram escolhidas intencionalmente para contemplar formações variadas, como CV, V, CVC e CCV, oferecendo aos estudantes a oportunidade de praticar a escrita correta em diferentes combinações sonoras e gráficas (EF02LP04).
JANELAS PARA A ESCRITA
Consoantes e vogais em sílabas
1. Leia as palavras que nomeiam os instrumentos musicais e separe as sílabas nos quadrinhos.




CLARINETE
Resposta: TU-BA.
Resposta: VI-O-LI-NO.
Resposta: TAM-BOR.
Resposta: CLA-RI-NE-TE.
TUBA
VIOLINO
TAMBOR
3. a) Resposta: Espera-se que os estudantes pintem o quadrinho com a sílaba O da palavra VIOLINO
2. Sublinhe as vogais que aparecem em cada quadrinho da atividade anterior.
Resposta: No item a, os estudantes devem sublinhar as vogais U e A; no item b, devem sublinhar as vogais I, O, I, O; no item c, devem sublinhar as vogais A e O; no item d, devem sublinhar as vogais A, I, E, E.
3. Agora, observe as sílabas registradas nos quadrinhos da atividade 1 e faça o que se pede.
a ) Pinte de azul o quadrinho com uma sílaba formada só por vogal
b ) Pinte de vermelho o quadrinho que apresenta uma sílaba formada pela consoante B seguida da vogal A.
2. Retome quais são as vogais para que, ao sublinharem, perceberem que elas estão presentes em todas as sílabas (EF02LP04).
estudantes pintem o quadrinho com a sílaba BA de TUBA
c ) Pinte de amarelo o quadrinho que apresenta uma sílaba em que a vogal A aparece depois de duas consoantes.
Resposta: Espera-se que os estudantes pintem o quadrinho com a sílaba CLA de CLARINETE
d ) Pinte de verde o quadrinho que apresenta uma sílaba em que a vogal A aparece entre duas consoantes
Resposta: Espera-se que os estudantes pintem o quadrinho com a sílaba TAM de TAMBOR
4. Observe as sílabas que você pintou na atividade anterior. Converse com os colegas e o professor: há alguma sílaba sem consoante? E sem vogal?
Resposta: Espera-se que os estudantes reconheçam que as sílabas podem ser formadas por CV, V, CVC e CCV e identifiquem que há
PRATICAR EM CASA
Resposta: Espera-se que os vogais em todas.
1. Releia as palavras que você estudou nesta seção. Depois, com a ajuda de um familiar, pesquise e registre pelo menos outras duas palavras que tenham alguma das sílabas em destaque. Ela pode aparecer em qualquer posição, como no exemplo.
TUBA TUCANO ESTUDO TATU
a ) VIOLINO: Possíveis respostas: OVELHA, ORELHA, OSSO.
b ) TAMBOR:
c ) CLARINETE:
Possíveis respostas: TAMPA, TAMBORIM.
Possíveis respostas: CLARIDADE, CLAREIRA, RECLAMAR.
2. Em sala de aula, compartilhe com a turma as palavras que você descobriu.
Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor
preenderam a tarefa (EF12LP17). Explique que, em casa, os estudantes deverão buscar novas palavras junto com familiares, como já fizeram em outras propostas de pesquisa. Antes do momento de trocas e compartilhamento entre os estudantes, proponha-lhes que experimentem separar oralmente ou usando tracinhos as sílabas das palavras registradas, para conferir se há mesmo alguma das sílabas que estavam propostas em destaque no enunciado. Esse trabalho pode ser feito em duplas. É importante que o foco esteja nas diferentes configurações silábicas, e não somente nas letras.
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10/10/2025 10:40:58
A palavra tamanduá, por exemplo, começa com as letras T, A, M, como tambor, mas a sílaba inicial é TA, com padrão consoante-vogal, diferentemente da sílaba TAM, de tampa, com padrão consoante-vogal-consoante. O levantamento das palavras tem o potencial de ampliar o vocabulário dos estudantes e a percepção para as sílabas mais complexas e sua escrita (EF02LP04). Com essa atividade, eles observarão a composição e a decomposição de palavras em sílabas, o que é muito favorável para o desenvolvimento de habilidades relacionadas à construção do sistema alfabético e da ortografia.
3. Oriente os estudantes a voltarem aos quadrinhos da atividade 1 para observar a formação das sílabas em cada caso. Se achar oportuno, faça os primeiros itens coletivamente, favorecendo as trocas e o olhar atento para cada possibilidade. “Onde podemos encontrar uma sílaba com somente uma vogal? Alguém encontrou?”. As reflexões compartilhadas podem instigar a curiosidade de estudantes que ainda não estavam pensando sobre a formação das sílabas.
4. Essa discussão coletiva possibilitará a sistematização das observações feitas ao longo das atividades. Permita aos estudantes que compartilhem suas conclusões sobre a formação das sílabas e verifique se compreendem que há vogais em todas elas.
PRATICAR EM CASA
A proposta tem como objetivo ampliar o repertório de palavras dos estudantes por meio da observação de sílabas já conhecidas. Antes de pedir o registro em casa, retome em sala de aula os exemplos (TUBA, TUCANO, ESTUDO, TATU), mostrando como a sílaba destacada pode aparecer em diferentes posições nas palavras e verificando se todos com-
BNCC
Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF02LP02 , EF02LP03 , EF02LP04 , EF02LP12 , EF12LP07, EF12LP17), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade ( EF15LP09 , EF15LP10 , EF15LP11, EF15LP13).
Respostas e orientações didáticas
1. Proponha a leitura autônoma do trava-língua (EF02LP12) e, depois, a récita de diferentes maneiras, variando ritmo e entonação. Os estudantes podem indicar no item a a dificuldade na récita pela recorrência do mesmo som /k/. É possível que as letras C e Q sejam apontadas como uma ocorrência que torna o texto mais difícil e ajuda a “travar a língua”. No item b, a busca pela palavra favorecerá uma leitura mais atenta do texto como um todo, além do exercício de ler palavras (EF12LP07) com correspondências regulares contextuais, com foco nas duas letras trabalhadas na unidade (EF02LP03).
AVALIANDO
Caso ache pertinente, é possível construir uma rubrica para acompanhar as aprendizagens com base nesta atividade de leitura. Para isso, considere como critérios de avaliação os níveis a seguir.
• Leitura do trava-língua: observe se o estudante consegue realizar a leitura de forma autônoma, com fluência e entonação adequadas.
• Identificação das letras C e Q: analise se identifica as repetições sonoras que tornam o texto um trava-língua e se reconhece a presença das letras C e Q
• Busca da palavra no texto: avalie se localiza corretamente a palavra caqui no texto.
• Participação: observe se o estudante compartilha suas percepções e dificuldades com a turma, interagindo nas trocas coletivas.
SABERES EM FOCO
Palavras com C e Q e consoantes e vogais em sílabas
1. Leia o trava-língua, tentando memorizar e falar o texto bem rapidamente, sem “tropeçar”.
O que é que Cacá quer?
Cacá quer caqui.
Qual caqui que Cacá quer?
Cacá quer qualquer caqui.
Origem popular.
a ) Foi fácil falar rapidamente esse trava-língua? Teve dificuldade em alguma parte? Se sim, em qual? Compartilhe com a turma.
Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor
b ) Nesse trava-língua, há uma palavra em que encontramos tanto o C quanto o Q. Pinte a palavra no texto.
Resposta: Os estudantes devem pintar a palavra caqui
2. Fale em voz alta as palavras que nomeiam os instrumentos musicais. Depois, separe as sílabas delas e forme outra palavra, de acordo com o exemplo a seguir.


CORNETA
COR NE TA
Forme uma palavra usando a sílaba inicial: CORDEL.
a )
VIBRAFONE
Resposta: VI-BRA-FO-NE.
Forme uma palavra usando a segunda sílaba:
Possíveis respostas: Brasil, braço, abraço.
Para cada critério, descreva níveis de desempenho que ajudem a perceber o avanço dos estudantes, como os indicados a seguir.
• Precisa de apoio: o estudante ainda não realiza a tarefa sozinho ou apresenta muitas dificuldades.
• Em desenvolvimento: realiza a tarefa parcialmente, com hesitações ou apoio do professor/colegas.
• Autônomo: realiza a tarefa de forma adequada, com segurança e independência.
• Avançado: vai além do esperado, demonstrando criatividade, clareza ou aprofundamento na execução da atividade.
A rubrica pode funcionar como um apoio ao processo avaliativo, evidenciando elementos do processo de aprendizagem e favorecendo o reconhecimento dos diferentes níveis de progressão da turma.
Respostas e orientações didáticas
2. Para que os estudantes compreendam a lógica da atividade (EF12LP17), explore coletivamente o enunciado. Depois, escreva a palavra do exemplo na lousa e proponha que todos os passos sejam feitos coletivamente: a separação em sílabas, a formação de novas palavras e o registro.
) c )

Resposta: HAR-PA.
Forme uma palavra usando a última sílaba:

Possíveis respostas: Pato, patê, palavra.
Resposta: VI-O-LÃO.
Forme uma palavra usando a sílaba do meio:
Possíveis respostas: Ovo, omelete, olho.
3. Agora é o momento de refletir sobre o que você aprendeu. Revise as atividades desta seção e pinte os quadrinhos das fichas conforme o que percebeu sobre suas aprendizagens em leitura e escrita.
COMO EU ME SAÍ...
NAS ATIVIDADES DE LEITURA?
Encontrei facilmente a palavra com C e Q
Precisei de ajuda para encontrar a palavra com C e Q
COMO EU ME SAÍ...
NAS ATIVIDADES DE ESCRITA?
Separei as sílabas e formei as novas palavras com facilidade.
Precisei de ajuda para separar as sílabas e formar as novas palavras.
Separei as sílabas com facilidade, mas precisei de ajuda para formar algumas palavras.
Respostas pessoais.
10/10/2025 10:41:07
AVALIANDO
Procure acompanhar a realização da atividade 2 considerando os seguintes aspectos:
• Separação adequada das sílabas: observe se os estudantes conseguem segmentar corretamente as palavras em sílabas, distribuindo uma em cada quadrinho.
• Formação de novas palavras partindo da sílaba indicada: verifique se conseguem pensar em palavras variadas que contenham a sílaba em destaque (EF02LP02).
• Escrita de palavras com diferentes estruturas silábicas: ao analisar as palavras registradas, verifique se utilizam grafias convencionais para palavras já conhecidas e se conseguem registrar corretamente estruturas silábicas mais complexas (EF02LP04). Registre os avanços e desafios e considere essas observações no planejamento de novas propostas e de intervenções ajustadas às necessidades individuais dos estudantes.
BNCC
Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF02LP12 , EF02LP15 , EF12LP03 , EF12LP04 , EF12LP05 , EF12LP06 , EF12LP07 , EF15LP05 , EF15LP06, EF15LP07), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10).
Orientações didáticas
• Convide os estudantes a cantar novamente a canção “Barulhinho, barulhão”, reparando nas palavras que aparecem nela e nos recursos sonoros ( EF02LP15 , EF12LP07 ). Se possível, execute a música, que está disponível gratuitamente em diferentes plataformas de compartilhamento de áudio e vídeo na internet.
• Escreva na lousa a primeira parte da letra da canção, contornando as palavras que estão em destaque e pedindo-lhes que leiam o trecho individual e silenciosamente (EF02LP12).
• Se achar oportuno, construa com eles uma lista de características que poderiam ser atribuídas a um som, escrevendo na lousa conforme eles ditam. Nesse levantamento, abra espaço para a criatividade, motivando-os a fazer associações inusitadas. Ao final, incentive-os a tentar ler a lista completa com autonomia (EF12LP04), experimentando falar em voz alta o diminutivo e o aumentativo de algumas delas, antes de escolher as que serão usadas no texto, planejando adequadamente a produção (EF12LP05, EF15LP05).
• Observe o envolvimento dos estudantes durante a produção do texto, verificando se recorrem ao texto para conferir espaçamento, grafia de palavras e sinais de pontuação (EF12LP03); se revisam as palavras escolhidas, comparando com outras referências de escrita presentes na sala de aula; se retornam espontaneamente
HORA DE PRODUZIR
Recriação de parte da letra de canção
É hora de brincar com a canção “Barulhinho, barulhão”!
O que vai produzir
Com um colega, recriem uma parte da letra dessa canção, usando palavras no diminutivo e no aumentativo.
Planejar
1. O professor vai escrever na lousa a primeira parte da letra, destacando as palavras: fraquinho e forte; barulhinho e barulhão
2. Escolham duas palavras que representem características de um som.
3. Escrevam o diminutivo e o aumentativo das palavras escolhidas.
Produzir
Releiam a parte da letra que vocês vão recriar substituindo as palavras que o professor destacou pelas que vocês escolheram e testem cantando para definir a versão final.
Compartilhar
Ensaiem e caprichem no dia da apresentação da letra criada!
Avaliar
Depois da apresentação, conversem sobre as questões a seguir.
Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor
1. Como ficaram as versões com as novas palavras?
2. Os diminutivos e aumentativos foram usados adequadamente?
PAPO DIGITAL
Playlist com partes recriadas da letra de canção
O professor vai gravar as apresentações musicais em áudio para formar uma playlist com todas as versões produzidas pela turma.
ao final para checar como ficou e, se necessário, revisar e editar o registro (EF15LP06, EF15LP07).
• No ensaio, cada grupo poderá combinar internamente como será feita a apresentação. Reserve um tempo para que pratiquem.
• No dia da apresentação, cada grupo poderá cantar sua parte em uma sequência combinada, de modo a formar uma única canção (EF02LP15).
PAPO DIGITAL
Depois de conhecerem as versões dos colegas e se divertirem com a apresentação, verifique se os estudantes gostariam que a canção fosse divulgada
para mais pessoas por meio digital (EF12LP06).
Se sim, faça a gravação com um gravador de voz ou com um aparelho de celular disponibilizado para uso pedagógico. A gravação pode ser feita de uma vez só, com os estudantes cantando na ordem escolhida previamente, ou por partes, com o apoio de um software que faça a junção dos áudios depois (EF15LP08). É possível também gravar cada parte em um áudio separado e organizar as partes ao enviá-las em uma plataforma on-line de publicação de áudio, criando uma playlist da turma.
ABRACADABRA
Virou conto!
Comentários nas orientações ao professor
Você sabe o que é um idioma? E um idioma universal, como aparece no título a seguir? Leia o conto e descubra a relação dele com a música.
O idioma universal
Antes que existissem os tradutores, os homens tinham um grande problema: numa aldeia falavam o povonês; um pouco mais adiante, em outra cidade, falavam o urbanês; os homens do bosque falavam o bosquinês; e os do mar, o oceanês, e assim sucessivamente, de maneira que ninguém se entendia.
A confusão era tanta que eles passavam todo o tempo discutindo ou em guerra. Mas nem todos os homens eram tão tolos para acreditar que a única solução era brigar. Alfredo, por exemplo, queria encontrar um idioma universal para que todos se entendessem e passassem a viver em harmonia.
Alfredo começou a trabalhar em seu sótão. Ninguém no povoado sabia o que ele fazia lá dentro; mas circulavam rumores de que tinha comprado madeira de cipreste com a qual estava construindo uma estranha caixa.
Um dia, Alfredo foi para a rua. Levava consigo um objeto desconhecido que chamou a atenção das pessoas, e elas passaram a seguir o moço.
Então, Alfredo sentou-se e começou a tocar aquele objeto, tirando dele um som doce e maravilhoso como jamais alguém tinha ouvido. Os homens se sentiram em paz ao escutá-lo e nunca mais voltaram a guerrear.
O tal objeto era uma viola, e Alfredo, o inventor da linguagem universal que todos os homens entendem: a música.
MAÑERU, María. O idioma universal. In: MAÑERU, María. Contos para sonhar: um livro de histórias para a hora de dormir. Ilustrações originais de Susana Hoslet Barrios. Barueri: Girassol, 2014. p. 50-51. (Coleção Um País de Contos, 2).
Criar para encenar
Vamos brincar de encenar a história? Em grupos, escolham uma parte do conto, decidam quem será cada personagem e quem vai narrar a cena e ensaiem. No dia combinado, apresentem a história para os colegas ou para outros convidados e divirtam-se!
• Após a primeira leitura, retome com eles os momentos principais: o conflito entre os povos que não se entendiam, o trabalho secreto de Alfredo e a resolução, quando a viola e a música se revelam como idioma universal de paz e união. Explique que reconhecer o conflito e sua solução é essencial para compreender a narrativa (EF02LP28). Essa retomada garante que compreendam o enredo, reconheçam sua sequência de acontecimentos e personagens e estejam mais seguros para a dramatização. Ao revisitarem o texto coletivamente, fortalecem a leitura colaborativa (EF15LP16) e, ao se apropriarem da narrativa, avançam na construção da autonomia leitora, desenvolvendo o gosto pela leitura (EF02LP26).
10/10/2025 10:36:21
• Organize os grupos para escolherem os papéis e a parte da história a encenar. Incentive o uso de recursos simples de expressão corporal, entonação e sons ou gestos que remetam à música, elemento central do conto (EF15LP12).
• Depois do ensaio, organize a apresentação das cenas e valorize o esforço criativo dos grupos.
• Se for viável, após ler e encenar a narrativa, reconte a história e proponha aos estudantes que a reescrevam como tarefa de casa. Oriente-os a seguir o enredo, mas com liberdade para acrescentar elementos criativos (EF02LP27).
BNCC
Além das habilidades listadas nas orientações ( EF02LP26 , EF02LP27 , EF02LP28 , EF15LP12 , EF15LP15 , EF15LP16 , EF15LP19), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10 , EF15LP11 , EF15LP13).
SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL
Leia o texto introdutório e destaque a palavra idioma Pergunte o que entendem por esse termo, em quais contextos já o ouviram e se conhecem diferentes idiomas, como português, espanhol ou inglês. Se possível, leia a definição em um dicionário infantil. Explique que, no conto a ser lido, idioma ganha um sentido especial, ligado à música, e convide-os a levantar hipóteses com base nessa discussão e no título. Se achar pertinente, faça o mesmo com a palavra universal
Orientações didáticas
• Faça a leitura expressiva do conto, pedindo aos estudantes que prestem atenção, pois depois deverão recontá-lo, oralmente, com as próprias palavras e, em seguida, encená-lo (EF15LP19). Destaque que se trata de uma narrativa literária breve do campo do imaginário (EF15LP15), que valoriza a música como linguagem universal capaz de unir as pessoas.
BNCC
Além das habilidades destacadas junto às orientações (EF02LP02, EF02LP03, EF02LP04 , EF02LP15 , EF12LP01 , EF12LP07 , EF12LP18, EF15LP15), desta seção até o Agora na pauta, os estudantes avançarão na apropriação do sistema alfabético, pois vão relacionar letras em diversos formatos, treinar o traçado das letras estudadas (com pontilhado e à mão livre) e ler e escrever letras e palavras em letra cursiva (EF02LP07, EF12LP01, EF12LP03).
Orientações didáticas
• Chame a atenção dos estudantes para a letra Q em cursiva, maiúscula e minúscula. Em seguida, faça a leitura expressiva do poema, pedindo aos estudantes que acompanhem o texto apresentado em letra cursiva no livro. Abra espaço para que conversem sobre sentidos e sensações provocadas pelo texto, reconhecendo-o como pertencente ao mundo imaginário e identificando sua dimensão de encantamento, jogo e fruição (EF12LP18, EF15LP15). Se achar oportuno, retome o gênero com eles, verificando se identificam recursos que contribuem para deixar o texto sonoro (EF12LP07, EF12LP18).
• Proponha a realização do Lupa na letra, incentivando-os a reconhecer e contornar, no texto, a palavra procurada.
• Se possível, para que usem como modelo, faça o traçado da letra Q em cursiva (maiúscula e minúscula) na lousa, partindo sempre do ponto vermelho e mostrando a ordem e a direção do traçado contínuo. Oriente-os, depois, a traçar o Q nos quadros da atividade de treino motor da Hora do traçado, favorecendo o desenvolvimento da letra manuscrita.
TIRANDO DE LETRA... Q !
Observe como se escreve a letra Q em letra cursiva maiúscula e minúscula.
Depois, leia um poema com o nome de um alimento iniciado por essa letra.
Quiabo
Tem origem africana, é um prato apreciado, além de ser bem gostoso, dá para fazer assado. […]
Também dá para fazer frito, cozido e babento, o franguinho com quiabo faz um belo casamento.
YAMASHITA, Bruna Ester. Quiabo. In: YAMASHITA, Bruna Ester. Alfabeto de plantas: de alecrim a zedoária. Ilustrações originais de Marilia Goldschmidt. Londrina: Verne, 2021. p. 20.
Lupa na letra
Encontre e contorne no texto a palavra que começa com Q e que nomeia o alimento mencionado no poema.
Resposta: Os estudantes devem contornar a palavra quiabo
Hora do traçado
Agora, vamos traçar o Q em letra cursiva maiúscula e minúscula?
Observe o exemplo, que começa pelo pontinho vermelho e segue as setas, cubra os pontilhados e trace essa letra.
Q q
q q Q Q
Resposta: Espera-se que os estudantes cubram os pontilhados para escrever as letras em seguindo a orientação das setas.
AVALIANDO
Durante a atividade Lupa na letra relacionada ao Q, acompanhe de perto os estudantes que em outros momentos apresentaram dificuldades na leitura de palavras com o agrupamento QU Observe quais estratégias utilizam para ler e/ou localizar e contornar a palavra quiabo no poema e peça-lhes que expliquem como fizeram. Esses relatos ajudam a compreender o que estão pensando sobre o sistema alfabético e a registrar indícios importantes de aprendizagem.
Como se trata de uma palavra que envolve correspondência regular contextual observada nesta unidade (o QU representando /k/), é esperado que consigam ler com precisão na decodificação (EF12LP01, EF02LP03). Caso alguns deles façam apenas reconhecimento global ou memorizado, realize atendimentos individuais. Uma possibilidade é pedir-lhes que formem a palavra com letras móveis, percebendo como cada sílaba se organiza e identificando a correspondência entre letras e sons. Essa prática favorece a compreensão de que o sistema de escrita envolve regularidades que podem ser observadas e aplicadas em novas situações (EF02LP04).
TIRANDO DE LETRA... R !
É a vez do R! Observe a seguir como se escreve essa letra em cursiva maiúscula e minúscula.
Depois, leia um trava-línguas com palavras que começam com essa letra. Cuidado para não “tropeçar”!
r
O rato roeu a roupa do rei de Roma. Origem popular.
Lupa na letra
Encontre e pinte no texto todas as palavras que começam com R
Resposta: Os estudantes devem pintar as palavras rato, roeu, roupa, rei e Roma.
Hora do traçado
Agora, vamos traçar o R em letra cursiva maiúscula e minúscula?
Observe o exemplo, que começa pelo pontinho vermelho e segue as setas, cubra os pontilhados e trace essa letra.
r R r r R R
Resposta: Espera-se que os estudantes cubram os pontilhados para escrever as letras em cursiva seguindo a orientação das setas.
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Orientações didáticas
• Mostre a letra R em cursiva, nos formatos maiúsculo e minúsculo, no livro, chamando a atenção para seu traçado. Se houver estudantes cujos nomes se iniciam por essa letra, convide-os a registrar o R maiúsculo na lousa, retomando que nomes próprios começam com letra inicial maiúscula. Caso demonstrem interesse em escrever o nome completo, incentive a tentativa, a fim de que avancem no uso da letra cursiva na escrita do próprio nome.
• Durante a leitura em voz alta do texto da tradição oral, peça aos estudantes que acompanhem a escrita em letra cursiva no livro, acompanhando cada palavra. Em seguida, convide voluntários a fazerem a leitura, podendo também brincar de falar rápido, se desejarem (EF02LP12).
• Peça-lhes que realizem o Lupa na letra, localizando todas as palavras que começam com a letra em foco.
• Modele na lousa o traçado da letra R em cursiva (maiúscula e minúscula), seguindo o padrão apresentado na seção. Repare nas setas que indicam a ordem e a direção do traço.
• Proponha, ao final, o treino motor sobre o pontilhado.
• Proponha-lhes observar a letra S em cursiva, maiúscula e minúscula.
• Convide algum estudante já alfabético a fazer a leitura em voz alta da letra da cantiga para a turma (EF02LP12), orientando os demais estudantes a acompanharem observando o texto escrito em letra cursiva no livro. Como se trata de um texto da tradição oral bastante difundido, muitos podem conhecê-lo de memória e se voluntariar para ler, o que favorece a leitura incidental e cria oportunidades para futuras leituras autônomas. Observe as estratégias que utilizam diante do desafio da letra cursiva e, se considerar necessário, ofereça apoio, copiando o texto na lousa em letra bastão para uma nova leitura coletiva.
• Em seguida, convide os estudantes a cantarem, de acordo com o ritmo e a melodia, se conhecerem a cantiga e assim desejarem (EF02LP12, EF02LP15).
• Oriente, então, a turma a realizar a atividade do Lupa na letra, contornando, no texto, a palavra procurada, em todas as ocorrências.
• Depois, peça-lhes que tracem a letra S nos quadros do Hora do traçado, cobrindo os pontilhados para praticar a escrita em letra cursiva.
TIRANDO DE LETRA... S !
Agora é a hora do S! Observe essa letra em cursiva maiúscula e minúscula.
Depois, leia o trecho de uma letra de cantiga que apresenta o nome de um animal que começa com essa letra.
Sapo cururu
Na beira do rio.
Quando o sapo grita
“Oh! maninha!”, É porque tem frio. [...]
Lupa
na letra
Contorne no texto a palavra que começa com S, todas as vezes que ela aparecer.
Resposta: Espera-se que os estudantes contornem a palavra sapo nas duas ocorrências.
Hora do traçado
Agora, vamos traçar o S em letra cursiva maiúscula e minúscula?
Observe o exemplo, que começa pelo pontinho vermelho e segue as setas, cubra os pontilhados e trace essa letra.
S s s s S S S s S s
Resposta: Espera-se que os estudantes cubram os pontilhados para escrever as letras em cursiva seguindo a orientação das setas.
Origem popular.
TIRANDO DE LETRA... T!
Agora, o T! Observe como essa letra é registrada em cursiva maiúscula e minúscula.
Depois, leia o trecho de um poema que cita o nome de um animal que começa com essa letra.
O tatu cava um buraco E some dentro do chão, Quando sai pra respirar, Já
Lupa na letra
Encontre e contorne no texto a palavra que começa com T e que nomeia o animal mencionado no poema.
Resposta: Espera-se que os estudantes contornem a palavra tatu
Hora do traçado
Agora, vamos traçar o T em letra cursiva maiúscula e minúscula?
Observe o exemplo, que começa pelo pontinho vermelho e segue as setas, cubra os pontilhados e trace essa letra.
Resposta: Espera-se que os estudantes cubram os pontilhados para escrever as letras em cursiva seguindo a orientação das setas.
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• Chame a atenção para a letra T em cursiva no livro, observando tanto a forma maiúscula quanto a minúscula. Se houver estudantes com nomes iniciados por essa letra, convide-os a traçar o T maiúsculo em letra cursiva na lousa, lembrando que nomes próprios começam com inicial maiúscula. Caso já se sintam seguros, incentive-os a registrar o nome todo: um bom momento para avançar na escrita do próprio nome em letra cursiva.
• Em seguida, peça-lhes que leiam, individual e silenciosamente, o trecho do poema apresentado em letra cursiva no livro. Abra espaço, depois, para que conversem sobre sentidos e sensações provocados pelo texto, reconhecendo-o como pertencente ao mundo imaginário e identificando sua dimensão de encantamento, jogo e fruição (EF12LP18, EF15LP15). Se achar oportuno, retome o gênero com eles, verificando se identificam recursos que contribuem para deixar o texto sonoro (EF12LP07, EF12LP18).
• Oriente-os a realizar o Lupa na letra, localizando e contornando, no texto, a palavra procurada.
• Modele o traçado da letra T na lousa (maiúscula e minúscula), seguindo o padrão indicado na seção e demonstrando a ordem e a direção para o traço contínuo.
• Proponha, então, o treino motor, exercitando o traçado sobre o pontilhado.
CAPPARELLI, Sérgio. O buraco do tatu. In: CAPPARELLI, Sérgio. 111 poemas para crianças. Porto Alegre: L&PM, 2014. p. 39.
1. Oriente os estudantes a observarem as palavras escritas em letra de imprensa e em letra cursiva, identificando que são as mesmas e apenas estão registradas em formas gráficas distintas. Destaque semelhanças e diferenças no traçado e lembre-os de que essas quatro palavras já apareceram em letra cursiva nos textos de apresentação das letras, o que pode facilitar o reconhecimento.
2. Explique a eles que o objetivo é praticar o traçado da letra cursiva em palavras já conhecidas, favorecendo a aproximação gradual dessa escrita. Peça-lhes que cubram os pontilhados com atenção, cuidando da continuidade dos movimentos e do alinhamento na pauta. Valorize o esforço dos estudantes, lembrando que o treino constante ajuda a ganhar fluidez e segurança. Ao final, retome coletivamente as palavras escritas, destacando as letras que estão em foco na unidade (Q, R, S, T).
LIGADO NAS PALAVRAS
1. De um lado, as palavras estão escritas em letra de imprensa. Do outro, elas aparecem em letra cursiva. Ligue as palavras iguais.
QUIABO quiabo
Resposta: Espera-se que os estudantes liguem as palavras correspondentes nos dois tipos de letra.
RATO tatu
SAPO rato
TATU sapo
2. Cubra os pontilhados para traçar algumas palavras que você observou nos textos que acompanhavam as letras Q, R, S e T
Dica: Apesar de você ainda não ter treinado o traçado de todas as letras em cursiva, esta atividade serve para testar essa nova escrita e se aproximar mais dela. Aos poucos, você vai ficar craque!
sapo tatutatutatutatutatutatu saposaposaposapo
Resposta: Espera-se que os estudantes cubram os pontilhados para escrever as palavras em letra cursiva.
AGORA NA PAUTA
Cubra os pontilhados e continue treinando o traçado das letras e palavras que você praticou nesta unidade.
Dica: Escreva cada letra ou palavra pelo menos três vezes em cada pauta. Deixe sempre um espaço em branco entre as letras e palavras traçadas.
Resposta: Espera-se que os estudantes cubram os pontilhados para escrever as letras e as palavras em letra cursiva. 187
mova atendimentos individuais, demonstrando o uso funcional dos dedos com o próprio lápis, mostrando como polegar e indicador conduzem o movimento, enquanto o médio dá sustentação. Continue evitando correções diretas, mas incentive ajustes graduais pela observação do modelo, respeitando sempre adaptações funcionais.
• Oriente pequenas pausas durante essas atividades de treino motor, para alongar dedos e mãos, evitando fadiga e favorecendo movimentos soltos. Atividades como abrir e fechar as mãos lentamente, esticar
10/10/2025 10:36:22
cada dedo individualmente ou apertar bolinhas de borracha alternando contração e relaxamento contribuem para o conforto e a regularidade. Proponha também exercícios motores que fortaleçam a pinça digital, como prender e soltar pregadores de roupa. Esses movimentos incentivam o uso dos três dedos principais da escrita e favorecem o desenvolvimento da pega trípode dinâmica, que podem contribuir para o desenvolvimento de uma escrita em letra cursiva fluida e eficiente.
• Oriente os estudantes a seguirem o pontilhado para treinar as letras Q, R, S e T em cursiva, maiúscula e minúscula. Em seguida, incentive-os a reproduzi-las sem o apoio do pontilhado, tomando como referência a escrita anterior. Reforce a importância do movimento contínuo e da atenção aos pontos de ligação, que garantem fluidez na escrita em letra cursiva. Observe se há avanços na proporção e no alinhamento das letras dentro da pauta, bem como no espaçamento entre elas e as palavras, favorecendo clareza e legibilidade.
LÁPIS NA MÃO
• Neste momento, observe se os estudantes conseguem integrar curvas, linhas inclinadas e retas em um traçado contínuo, mantendo a fluidez sem interromper o movimento. A coordenação dos dedos deve estar mais evidente, com o punho estável e o braço acompanhando suavemente o deslocamento da escrita. Valorize os avanços na ligação entre letras durante o traçado de palavras, pois esse é um indicador de progressão no domínio da letra cursiva.
• Para os que ainda apresentam insegurança, proponha treinos em pautas mais largas, em folhas avulsas, reduzindo gradualmente, até chegarem ao tamanho de referência do livro. Para os estudantes que ainda demonstram insegurança na pega em três pontos, pro-
BNCC
Além das habilidades destacadas junto às orientações (EF02LP04, EF02LP11, EF12LP01, EF12LP02) os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade ( EF15LP09 , EF15LP10 , EF15LP11, EF15LP13).
Orientações didáticas
• Separe previamente uma quantidade suficiente de livros para que todos possam escolher e explorar ao mesmo tempo. Dentro da seleção, considere também obras já conhecidas e queridas pela turma.
• Se possível, escolha um local aconchegante para a realização da atividade, que pode ser um canto especial organizado na própria sala de aula, com almofadas e tecidos ou apenas com as cadeiras e mesas dispostas em uma configuração diferente do habitual.
• Prepare previamente tarjetas para o registro das palavras, utilizando uma folha A4 cortada em oito partes ou tiras de cartolina.
• Enquanto os estudantes folheiam os livros, vá apoiando a escolha e o registro das palavras no caderno, cuidando para que utilizem os critérios sugeridos ou de outros que possam surgir. Observe como fazem a leitura das palavras, mesmo aquelas com estruturas silábicas mais complexas (EF12LP01, EF02LP04, EF12LP02).
• Sugira aos estudantes que consultem os livros escolhidos para tirar dúvidas na etapa de revisão. É importante que, na versão registrada na tarjeta, as palavras estejam escritas corretamente, pois servirão de referência para outras atividades.
• Peça aos estudantes que observem e falem em voz alta as palavras selecionadas, experimentando como é dizer,
É JOGO, É BRINCADEIRA
Coleção de palavras
Comentários nas orientações ao professor
Ao longo do ano, você ouviu, leu, escreveu, brincou, criou e imaginou muitas coisas usando palavras. Agora, vai brincar de encontrar palavras para formar uma coleção de palavras da turma.
1. O professor vai organizar um momento de exploração de diferentes livros, que podem ser do cantinho de leitura da turma ou da biblioteca.
2. Depois de folhear e ler alguns textos, escolha as palavras que mais chamaram a sua atenção. Podem ser palavras que fizeram você rir, lembrar de algo bom ou que tenham sons ou significados agradáveis ou surpreendentes.
3. Enquanto você escolhe, escreva cada uma delas no seu caderno. Esse registro servirá de rascunho antes da escolha final das palavras que vão compor a coleção.
4. Você também pode selecionar algumas das palavras que pesquisou com seus familiares nas atividades do Praticar em casa das unidades anteriores.
5. Quando terminar essa primeira seleção, releia o rascunho, escolha e copie as palavras nas tarjetas que o professor vai entregar. Lembre-se de revisar, para ter certeza de que as palavras estão escritas corretamente.
6. O professor vai recolher todas as tarjetas com palavras escolhidas pela turma para formar uma grande coleção. Ela poderá ser revisitada muitas vezes, para fazer jogos, criar textos, inventar frases e muitas outras possibilidades.
7. Vamos fazer uma primeira brincadeira com a coleção? O professor vai sortear uma palavra e desafiar vocês a formarem o diminutivo ou aumentativo dela. Quem responder mais rápido marca ponto!

ouvir, redizer e reouvir os sons e os sentidos delas. Este é um momento rico para que percebam a materialidade da palavra e “sintam” como o próprio corpo do leitor pode se “relacionar” com o “corpo” da palavra.
• Escolha com os estudantes um local especial onde a coleção possa ser guardada. É possível construir um baú com caixa de papelão, por exemplo, que pode ser encapado e decorado pela turma.
• Selecione palavras que favoreçam a formação dos aumentativos e diminutivos para o sorteio
(EF02LP11). Separe uma quantidade maior do que a que será lida e sorteie uma palavra para iniciar a brincadeira.
• Peça aos estudantes que selecionem e memorizem as palavras de que mais gostam na coleção de palavras da turma, a fim de compartilhá-las em casa, com os familiares ou cuidadores. É possível também pedir a eles que levem o caderno para casa e mostrem as palavras que anotaram em seus rascunhos.
VAMOS AVALIAR O APRENDIZADO
1. Para relembrar os conteúdos estudados nesta unidade e avaliar seus aprendizados, pinte os quadrinhos de acordo com a legenda a seguir.
Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor
Entendi bem. Preciso rever.
História em quadrinhos.
Tipos de balão em HQs.
Palavras com C e Q
Palavras com Ç
Letra de canção.
Diminutivo e aumentativo.
Consoantes e vogais em sílabas.
Conto (Abracadabra).
Letras: Q, R, S e T
2. Como foi seu percurso de aprendizagem nesta unidade? Converse com os colegas e o professor.
Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor
a ) Qual desafio encontrei e como consegui lidar com ele?
b ) Qual aprendizagem mais me marcou? Por quê?
SAIBA MAIS
Um filme emocionante!
Essa é a história de um professor de música apaixonado por jazz que sempre sonhou em se tornar um grande músico. Quando finalmente surge a oportunidade de realizar esse sonho, um acontecimento inesperado o leva a viver uma incrível jornada. Muitas descobertas acontecerão nesse caminho!
SOUL, de Pete Docter e Kemp Powers. Pixar, 2020 (107 min).
na unidade, destacando o universo da música como a grande paixão e motivação do protagonista.
AVALIANDO
Ao final da unidade, espera-se que os estudantes tenham se envolvido com o universo da música e vivenciado com interesse os textos e as atividades propostos. Faça um balanço do que se esperava para essa etapa, tendo em vista as expectativas de aprendizagem iniciais, listadas no início da unidade, verificando o que efetivamente se consolidou. Dessa forma, será possível mapear as defasagens e necessidades de retomada.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
10/10/2025 10:36:26
LUIZE, Andréa; TAMBELLI, Andréa Dias; PASSOS, Bárbara Franceli. Infâncias e escritas: produção de textos na escola. Salvador: Solisluna, 2023. A obra convida a refletir sobre a prática docente nos momentos em que os estudantes se dedicam à escrita, observando como aprendem e quais estratégias favorecem o desenvolvimento de gêneros, do vocabulário e de uso da linguagem escrita. O livro parte da ideia de que as crianças são escritoras em potencial, ativas e criativas, capazes de apontar caminhos e ampliar possibilidades para professores e mediadores.
BNCC
Nesta seção, os estudantes terão a oportunidade de ler e compreender enunciados e tarefas escolares com apoio do professor e dos colegas (EF12LP17) e de escutar com atenção e fazer perguntas pertinentes durante as trocas orais (EF15LP09, EF15LP10).
Respostas e orientações didáticas
1. Solicite aos estudantes que escolham um conteúdo marcante no percurso de estudos e que compartilhem com a turma um pouco mais sobre essa aprendizagem. Esse será um “aquecimento” para a troca da atividade seguinte. 2. Crie um espaço de escuta acolhedor e respeitoso, no qual todos os estudantes se sintam à vontade para compartilhar suas experiências. Incentive cada um a falar sobre seus desafios e suas conquistas, valorizando tanto o esforço quanto os resultados alcançados. Essa troca favorece o desenvolvimento de competências socioemocionais, como autoconhecimento, autogestão e habilidades de relacionamento, além de favorecer o reconhecimento de sentimentos e de estratégias para superar dificuldades. Instigue a escuta ativa entre os estudantes, reforçando a ideia de que todo percurso é único e que todos têm algo a aprender com a experiência do outro.
SAIBA MAIS
O filme aborda de maneira envolvente o tema trabalhado
INTRODUÇÃO E
JUSTIFICATIVA
Com base em uma perspectiva do exercício da cidadania e com foco no Campo da vida pública, a proposta é trabalhar com um tema pelo qual as crianças costumam ter grande interesse (animais de estimação). Por meio de práticas de leitura e escrita, os estudantes poderão trabalhar com diferentes gêneros textuais, como folheto, notícia e poema visual. Além de compreender a situação comunicativa e o tema de cada um deles, eles serão convidados a perceber a importância dos cuidados e da atenção coletiva para com os animais. Poderão também seguir explorando diferentes tipos de letra, bem como perceber e segmentar corretamente os espaços entre as palavras nas frases e nos textos. Há, ainda, atividades voltadas para os dígrafos RR, SS, CH, LH e NH
Na produção escrita, a proposta é que haja uma mobilização da turma para um evento de grande importância na comunidade, que é a campanha de vacinação de cães e gatos. Por fim, os estudantes poderão gravar uma notícia falada, com foco tanto no desenvolvimento de habilidades de Oralidade como na compreensão do gênero textual e nas potencialidades do trabalho em grupo.
As propostas favorecem o trabalho com o tema contemporâneo transversal Vida familiar e social
Expectativas de aprendizagem
Ao final da unidade, espera-se que os estudantes sejam capazes de:
• ler e compreender, com os colegas e o professor, um folheto de campanha de vacinação contra a raiva e uma notícia curta, considerando a situação comunicativa e os assuntos dos textos.
• escrever palavras e frases com letras de imprensa e cursiva.
UNIDADE
AMIGOS DE PATAS! 6
CONTEÚDOS DESTA UNIDADE
• Brincando com ditados populares (Palavras de brincar);
• Folheto;
• Explorando diferentes tipos de letra;
• Palavras com RR e SS;
• Aviso: vacinação contra a raiva (Hora de produzir);
• Notícia;

CH, LH e NH
• planejar e produzir aviso de vacinação contra a raiva, considerando a situação comunicativa e o assunto do texto.
• segmentar as palavras corretamente na escrita de frases e de textos.
• planejar e produzir apresentação oral com demonstração em contexto de conscientização.
Mapeando conhecimentos
Proponha aos estudantes que compartilhem experiências com animais de estimação, próprios
• Espaço entre as palavras;
• Palavras com CH, LH, NH;
• Jornal de notícias faladas da turma (Hora de produzir);
• Poema visual (Abracadabra);
• Letras U, V, W e X (Tirando de letra);
• Caçadores de palavras (É jogo, é brincadeira).
mento de registro: cada estudante poderá desenhar o animal e escrever uma legenda. Depois, promova uma roda de apresentação e combine um espaço da sala para expor os trabalhos sob o título “Nossos animais de estimação”. A sequência de atividades pode ser uma oportunidade potente de avaliação diagnóstica das habilidades de oralidade, leitura e escrita da turma, com foco nos dígrafos que serão estudados (por exemplo, no registro que possam fazer da palavra CACHORRO), na separação das palavras por espaços em branco na produção das legendas, na leitura cada vez mais autônoma e fluente, entre outros aspectos que considerar relevantes.
Observe a imagem e converse com os colegas sobre as questões a seguir.
Respostas e comentários nas orientações ao professor.
O que esta cena mostra? Quem está nela? São só pessoas ou há também outros seres? O que você percebeu na imagem para responder?
Que material você acha que a artista utilizou para fazer esta ilustração: giz de cera, lápis de cor, tinta guache, argila ou massinha de modelar? Por que acha isso?
Todos na imagem parecem estar felizes e próximos uns dos outros? O que você notou para responder?
Você tem ou já teve algum bicho de estimação? Conhece alguém que tenha? O que você acha de viver com um animal de estimação?

tos, retome os registros e proponha que sejam ampliados com relatos escritos de experiências pessoais (EF02LP14). Oriente-os a organizar o texto com base nos elementos do gênero relato — o que aconteceu, quem participou, quando e onde ocorreu, como se sentiram e por que a experiência foi significativa. Os relatos podem ser breves, acompanhados de desenho e legenda, e devem usar expressões temporais que indiquem a sequência dos fatos, como antes, depois ou antigamente, favorecendo a progressão textual (EF02LP17). Se pertinente, reúna os textos em um livro de relatos da turma, a ser compartilhado
Ilustração de Natália Gregorini para o livro Eu, ué!, da editora Ôzé, 2020.
como material de consulta e recordação.
ATIVIDADE EXTRA
Leia com os estudantes a legenda da imagem e converse sobre o contexto da cena, que pertence a um livro literário infantil. Proponha que troquem ideias sobre outras obras, filmes ou peças em que apareçam animais de estimação. Se possível, disponibilize livros do acervo da escola ou da classe para leitura e conversa sobre esses personagens (EF02LP26).
BNCC
Além das habilidades destacadas ( EF02LP14 , EF02LP17, EF02LP26), a investigação da imagem possibilita antecipações de sentido (EF15LP02) e as respostas orais levam ao desenvolvimento de habilidades de oralidade (EF15LP09, EF15LP10, EF15LP11).
Respostas e orientações didáticas
1. Espera-se que os estudantes identifiquem que há uma senhora, crianças e diversos animais, bem como que reconheçam os laços de carinho e convivência entre todos. A cena sugere afeto, partilha e acolhimento, com presença de cachorros, gatos e filhotes ao redor.
2. Foram utilizados tinta guache e lápis de cor para compor a ilustração; espera-se que os estudantes infiram os materiais observando a imagem e levando em conta as experiências de desenho que já tiveram com esses itens, comumente explorados desde a Educação Infantil.
3. Todos parecem estar em harmonia, unidos. Eles estão abraçados e tocando uns aos outros, com feições de afeto entre si e para com os bichinhos de estimação.
4. Além de compartilharem experiências e memórias, os estudantes podem reconhecer que o convívio com animais de estimação favorece os laços de afeto e o cuidado com o outro. Caso o mural da turma tenha sido
NATÁLIA GREGORINI
Além das habilidades listadas nas orientações ( EF02LP01 , EF02LP08 , EF02LP09 , EF02LP20 , EF02LP22 , EF02LP23 , EF12LP01, EF12LP03), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade ( EF15LP09 , EF15LP10 , EF15LP11, EF15LP13).
Orientações didáticas
• Os ditados populares , assim como outros textos da tradição oral que os estudantes já vêm explorando nesta seção, têm grande importância em nossa cultura, pois carregam a sabedoria construída ao longo do tempo, transmitida de geração em geração. Procure retomar com os estudantes outros gêneros com essa característica, como as frases feitas.
• Ressalte que, no caso dos ditados populares, o foco está nos ensinamentos, já que eles funcionam como pequenas “lições de vida”, que usam metáforas, humor ou comparações para expressar ideias, aconselhar e ensinar valores.
• Se achar oportuno, escreva na lousa o ditado em destaque, para que os estudantes tentem ler com autonomia (EF12LP01) e comentem se já o conhecem ou imaginam seu significado, antes da leitura do boxe explicativo.
• Caso apareçam outros ditados, escreva-os na lousa junto ao primeiro, para que os estudantes possam retomar e pesquisar os sentidos, no passo 3 da atividade.
• Organize os estudantes em duplas para que pensem juntos sobre as opções que melhor se encaixam no início de cada ditado. Procure circular entre eles, observando as reflexões que aparecem, tanto na leitura autônoma de cada frase (EF12LP01) como nas relações que estabelecem para chegar às respostas.
CUIDAR É PROTEGER
PALAVRAS DE BRINCAR
Você já ouviu alguém dizer “Quem não tem cão, caça com gato”? Essa frase parece falar de animais de estimação, não é mesmo? Mas não é bem assim!
“Quem não tem cão, caça com gato” é um exemplo de ditado popular, uma frase antiga que as pessoas repetem há muito tempo e que ensina alguma coisa. Nesse caso, o ditado significa que, quando a gente não tem o que seria necessário para resolver um problema (“quando a gente não tem cão”), usa aquilo que tem para solucioná-lo (“caça com gato”).
E você, conhece outros ditados populares? Que tal brincar com alguns exemplos bem conhecidos em nosso país?
Brincando com ditados populares
1. Para começar, um desafio: leia o começo de cada ditado popular e tente descobrir qual é o final que melhor se encaixa nele. Ligue as peças para mostrar.
FILHO DE PEIXE...
CÃO QUE LADRA...
QUANDO O GATO SAI...
MAIS PERDIDO QUE CACHORRO...
Resposta: Filho de peixe peixinho é. Cão que ladra não morde. Quando o gato sai os ratos fazem a festa. Mais perdido que cachorro em dia de mudança.
NÃO MORDE.
OS RATOS
PEIXINHO É.
EM DIA DE MUDANÇA.
FAZEM A FESTA.
2. Agora, registre os ditados populares que formou na atividade anterior.
Resposta: Filho de peixe peixinho é. Cão que ladra não morde. Quando o gato sai os ratos fazem a festa. Mais perdido que cachorro em dia de mudança.
3. Compartilhe seu registro com os colegas e confirmem se vocês formaram as mesmas frases. Depois, pesquisem os significados de cada ditado popular conversando com pessoas que trabalham na escola ou com familiares.
BAÚ DE TEXTOS
Leia com o professor e os colegas mais um ditado popular!
De grão em grão, a galinha enche o papo.
Abrindo o baú!
Pinte a palavra que melhor representa a imagem a seguir. grão galinha caminho
Resposta: Galinha.

sinais de pontuação e a segmentação correta das palavras (EF02LP01, EF02LP08, EF02LP09). Observe também as reflexões dos estudantes que ainda não escrevem convencionalmente e pense em intervenções possíveis para que avancem em suas hipóteses sobre o sistema de escrita.
Orientações didáticas
• No Baú de textos, proponha que leiam com autonomia (EF12LP01) e compartilhem se já ouviram o ditado e o que pensam sobre seu significado. A frase pode fazer parte do acervo que está sendo construído pela turma, de ditados populares e seus sentidos.
Dica: Ela apareceu no ditado popular que você leu neste baú! Origem popular.
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10/10/2025 10:33:56
• No Abrindo o baú, os estudantes terão o desafio de identificar a palavra galinha, que apresenta o dígrafo NH na sílaba final. Este pode ser um momento oportuno para observar como fazem a leitura dessa palavra e de caminho, que tem o mesmo dígrafo (EF12LP01). Faça anotações sobre essa leitura, desde o Baú de textos, e retome no trabalho com este e outros dígrafos, nas seções Janelas para a escrita desta unidade.
• No passo 2, compartilhe o propósito da cópia, que é ter o registro das frases completas para pesquisar o significado com a comunidade escolar ou com os familiares. Verifique se eles conferem as frases para tirar dúvidas sobre a grafia das palavras, os espaços entre elas (conteúdo que será aprofundado nesta unidade) e o uso de letras maiúsculas quando necessário (EF12LP03).
ATIVIDADE EXTRA
Se achar oportuno, proponha o registro dos resultados da pesquisa feita na etapa 3. Os estudantes podem entrevistar funcionários da escola, por exemplo, para que os respondentes contem o que sabem sobre os ditados e os usos que costumam fazer dessas expressões no dia a dia (EF02LP22). A turma pode escolher a melhor forma de anotar o que ouviram, como um quadro com os ditados populares em uma coluna, os significados em outra e os exemplos de usos em uma terceira coluna. Observe como se dá a escrita no momento da pesquisa e depois dela, quando deverão organizar as informações e propor a sistematização e exposição dos resultados, para compartilhar as descobertas com a comunidade escolar (EF02LP20, EF02LP23). Durante a produção, verifique os avanços nos níveis de conceitualização da escrita, a atenção para o uso adequado dos
BNCC
Além das habilidades listadas nas orientações ( EF12LP10 , EF15LP01 , EF15LP02, EF15LP04), os estudantes vão desenvolver habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10, EF15LP11, EF15LP13).
Respostas e orientações didáticas
• Nesta seção, os estudantes terão a oportunidade de ler um folheto, texto do Campo da vida pública
O folheto é um texto que utiliza recursos verbais e visuais para produzir sentidos. De pequena extensão, visa à comunicação rápida e assertiva a respeito do assunto ou tema que veicula. Pode ter conteúdo informativo e publicitário e apresenta linguagem objetiva e breve. Os folhetos podem ser também chamados de panfletos ou flyers e ter tanto o formato impresso como o digital, visando alcançar o máximo de pessoas possível, considerando o público-alvo. É comum ao gênero o uso da linguagem persuasiva, quando se pretende convencer o leitor a aderir a alguma ideia ou a adquirir algum serviço ou produto.
ANTES DE LER
1. Incentive os estudantes a observarem tanto as imagens quanto os recursos gráficos do folheto, como cores, tamanho das letras e elementos destacados.
Incentive-os a justificar suas hipóteses sobre o que o texto pretende comunicar, com elementos do texto (EF15LP02, EF15LP04).
2. Conduza a conversa para que os estudantes percebam a relação entre os animais do folheto e o público a quem o aviso se dirige, destacando que as imagens atraem a atenção de quem gosta de animais e, sendo assim, podem ser tutores, respon-
RODA DE LEITURA: FOLHETO
Chegou a hora de ler um folheto que divulga uma informação importante sobre o cuidado que devemos ter com os animais de estimação.
2. Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor
ANTES DE LER
Responda às questões a seguir oralmente.
1. O que você acha que esse folheto quer comunicar só de olhar para as imagens, cores e palavras em destaque? Converse com os colegas e o professor.
2. Por que será que colocaram um cachorro e um gato em destaque no folheto? O que isso pode nos contar sobre quem deve prestar atenção nesse aviso? Troque ideias com a turma.

sáveis por seguir as orientações da campanha (EF15LP02).
Respostas e orientações didáticas
• Faça a leitura dialogada do folheto, mostrando cada parte do texto enquanto lê em voz alta. Destaque o uso de tipos e tamanhos de letra, cores e fontes que evidenciam informações, como no título “Campanha de vacinação contra raiva”, centralizado e realçado em laranja.
• Facilite também a percepção das imagens como elementos importantes na extração dos sentidos do texto: apenas olhando para o folheto, mesmo antes de ler o texto verbal, o leitor recebe
1. Respostas pessoais. Espera-se que os estudantes identifiquem que o folheto quer informar algo importante sobre a saúde dos animais, possivelmente uma campanha de vacinação. É provável que notem as palavras vacinação e raiva e a data em destaque e associem a imagem dos animais ao cuidado com cães e gatos.
Campanha de vacinação contra raiva, do Ministério da Saúde e Secretaria da Saúde do Município de Vitória da Conquista, na Bahia, 2013.
a comunicação das imagens do cachorro e do gato, que o envolvem e o convidam à leitura.
• Enquanto faz a leitura, aproveite para trabalhar o vocabulário do texto, explorando palavras que os estudantes apontarem como desconhecidas. Converse com eles sobre o verbo “retribuir”, incentivando-os a inferir seu significado com base no contexto.
• Se possível, sugira que pesquisem folhetos em casa e levem para a classe no dia combinado, a fim de observarem coletivamente diferentes exemplos do gênero, tanto informativos quanto publicitários.
Papo de leitor
3. Resposta: Data da vacinação; telefone para obter informações; horário da vacinação; animais que devem ser vacinados.
1. Antes de ler, você e os colegas tentaram fazer antecipações sobre o folheto. Suas ideias foram boas? Conversem a respeito.
Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor
2. O folheto que você leu é destinado a quem?
Resposta: Aos tutores de cães e gatos.
3. Quais destas informações aparecem no folheto? Pinte para mostrar.
data da vacinação
endereços dos postos de vacinação
nomes dos médicos que irão atender horário da vacinação
telefone para obter informações
animais que devem ser vacinados
4. O texto lido alerta os tutores de cães e gatos sobre a vacinação contra qual doença? Localize a informação no texto e escreva a seguir.
Resposta: O folheto alerta sobre a campanha de vacinação contra a raiva.
5. Onde os tutores devem levar seus animais para serem vacinados?
Resposta: Ao posto de vacinação mais próximo de onde estão.
6. O folheto aborda uma doença muito perigosa. Copie a frase do texto que alerta sobre o perigo dessa doença.
Resposta: A raiva mata.
7. Qual é a função de um folheto? Marque um X na alternativa correta.
Reclamar ou manifestar alguma insatisfação ao governo.
Resposta: Divulgar uma informação importante ao maior número de pessoas possível.
Divulgar uma informação importante ao maior número de pessoas possível.
8. Onde esse tipo de folheto costuma ser encontrado? Troque ideias com os colegas.
Possíveis respostas: Na internet, distribuído ou colado em lugares de passagem de muitas pessoas.
plícitas solicitadas, como data, endereço dos postos, telefones, nomes dos médicos e horário. Ajude-os a perceber como esses dados aparecem organizados graficamente, favorecendo a leitura funcional (EF15LP03).
4. Peça que releiam o trecho em que aparece a informação sobre a doença contra a qual a vacinação é feita. Reforce que a habilidade consiste em localizar dados diretos no texto, observando títulos, subtítulos e frases em destaque (EF15LP03).
5. Incentive-os a reler atentamente a parte do texto em que essa indicação aparece e a destacar as palavras-chave que ajudam a identificar o local (EF15LP03).
6. Conduza a leitura coletiva para localizar a frase que alerta sobre o perigo da raiva e oriente a cópia, reforçando a atenção ao espaçamento, à ortografia e à fidelidade ao texto (EF15LP03, EF12LP03).
7. Conduza a reflexão sobre a função social do folheto, incentivando os estudantes a
BNCC
Além das habilidades listadas nas orientações ( EF12LP03 , EF12LP10 , EF15LP01 , EF15LP02 , EF15LP03, EF15LP04), os estudantes desenvolvem habilidades da oralidade ( EF15LP09 , EF15LP10 , EF15LP11, EF15LP13).
SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL
Se possível, projete o folheto para retomar rapidamente o texto lido e recuperar as informações principais antes das atividades. Caso não seja viável, organize uma roda de conversa e utilize a reprodução do livro, pedindo a um estudante que auxilie na exibição (EF12LP10).
Respostas e orientações didáticas
1. Incentive os estudantes a retomarem as hipóteses feitas antes da leitura e compará-las ao que o folheto apresenta, avaliando as antecipações com base em elementos visuais, gráficos e textuais (EF15LP02, EF15LP04).
2. Conduza a conversa para que identifiquem a função social do folheto (informar sobre a vacinação contra a raiva) e reconheçam que o texto se destina aos tutores de cães e gatos, ampliando a compreensão do papel dos gêneros no cotidiano (EF15LP01).
3. Oriente-os a localizar, no folheto, as informações ex-
10/10/2025 10:33:58
perceberem que se trata de um gênero criado para divulgar informações de interesse público (EF15LP01, EF12LP10).
8. Incentive-os a pensar na circulação dos folhetos em formato digital e impresso, distribuídos em espaços coletivos e destinados ao público em geral, relacionando com exemplos próximos à realidade deles (EF12LP10).
9. Conduza a leitura comparativa entre os dois textos, mostrando que ambos tratam de animais, mas com finalidades distintas: um informa sobre a vacinação contra a raiva e o outro divulga uma campanha de adoção. Oriente os estudantes a observarem as peças para identificar qual pode ser considerado folheto, levando em conta o tema, a função social e as características do gênero (EF12LP10, EF15LP01).
10. No item a, peça aos estudantes que releiam o trecho indicado para localizar a resposta que envolve o motivo da vacinação (EF15LP03).
Ajude-os a perceber que, além da informação direta, o texto também sugere sentidos implícitos ligados ao cuidado e à responsabilidade dos tutores, desenvolvendo a capacidade de inferir. No item b, oriente-os a identificar a palavra que aparece em destaque e a refletir sobre o recurso gráfico utilizado para dar destaque. Explique que a cor e o tamanho de letra têm a função de chamar a atenção do leitor, intensificando a mensagem de alerta. No item c, incentive-os a discutir o efeito de sentido produzido pelo destaque da palavra. Mostre que esse recurso gráfico-visual enfatiza a gravidade da doença e reforça a urgência da vacinação, articulando texto verbal e aspecto visual na construção de sentidos (EF15LP04).
9. Qual destes dois textos também é um folheto e alerta sobre a mesma doença? Contorne para mostrar.
Resposta: Folheto A
A. B.


Os folhetos ou panfletos servem para divulgar uma informação importante de forma rápida. Podem ser impressos e distribuídos, colados em locais de grande circulação de pessoas e também divulgados pela internet.
10. Responda às questões de acordo com um trecho retirado do primeiro folheto que você leu.
Está na hora de retribuir toda a alegria que seu amigo traz para sua vida. Proteja e vacine seus animais contra a RAIVA.
a ) Para que os tutores devem vacinar seus animais?
Resposta: Para protegê-los de doenças como a raiva.
b ) Qual palavra recebe mais destaque? Contorne-a no trecho.
Resposta:
Espera-se que os estudantes contornem a palavra RAIVA no trecho reproduzido.
c ) Que recurso foi utilizado para destacá-la?
AGORA QUE JÁ LEMOS
Você tem algum animal de estimação? Ele é vacinado? Caso tenha um gato ou um cachorro, você sabe quando ocorre a campanha de vacinação contra a raiva na sua cidade? Converse com o professor e os colegas.
Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor
10. c) Resposta: A palavra RAIVA é destacada no texto com uso de letras maiúsculas, negrito e cor diferente.
AGORA QUE JÁ LEMOS
Promova um momento para o intercâmbio oral entre os estudantes, a fim de que compartilhem as experiências prévias com o gênero folheto e as próprias vivências envolvendo campanhas de vacinação de animais de estimação, considerando o contexto comunicativo específico: relatar experiências. Essa conversa vai ser importante para garantir a integração dos estudantes e para contextualizar melhor a leitura, permitindo que eles troquem informações a respeito de situações da vida cotidiana.
É LÍNGUA, É LINGUAGEM
Explorando diferentes tipos de letras
1. Junte-se a um colega para responderem às questões sobre o folheto que leram.
a ) O que podemos afirmar sobre os tipos de letra utilizados no texto? Assinale a alternativa correta.
Resposta: O folheto apresenta diferentes tipos e tamanhos de letra.
O folheto apresenta diferentes tipos e tamanhos de letra.
Todas as letras do folheto são iguais e do mesmo tamanho.
b ) Por que vocês acham que o texto usa diferentes tipos e tamanhos de letra? Conversem e registrem suas respostas.
Sugestão de resposta: Para destacar algumas partes do texto e chamar a atenção do leitor.
2. Agora, vamos explorar a escrita com diferentes tipos de letra. Assim, você vai poder usar esse recurso para destacar algumas informações e chamar a atenção de outras nos textos que vai produzir a partir daqui.
a ) Observe o exemplo a seguir e complete os próximos escrevendo as palavras que nomeiam as imagens. Atenção ao tipo de letra!



casinha
Resposta: Espera-se que os estudantes escrevam as palavras OSSO e POTE em letra bastão (imprensa maiúscula) e letra cursiva minúscula, respectivamente.
Valorize o esforço para diferenciar os traçados e incentive a prática constante, lembrando que a familiaridade com diferentes formas é fundamental para a leitura e a escrita no cotidiano. Esse é um bom momento para observar avanços na coordenação motora, na legibilidade e na autonomia (EF02LP07).
ATIVIDADE EXTRA
10/10/2025 10:34:11
Distribua folhas sem linhas ou pautas caligráficas para que os estudantes copiem um texto da lousa e escolham uma informação para evidenciar, utilizando tipos e tamanhos de letra diferentes, bem como outros recursos gráficos. Se possível, disponibilize materiais como lápis de cor, canetinhas e giz de cera para enriquecer as produções. Em seguida, peça que compartilhem os resultados com a turma, observando os variados destaques criados partindo do mesmo texto (EF02LP07, EF15LP04).
BNCC
Além das habilidades listadas nas orientações ( EF02LP07 , EF12LP10 , EF15LP04), são articuladas habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10).
Respostas e orientações didáticas
1. Conduza a observação do folheto de campanha de vacinação contra a raiva lido, levando os estudantes a reconhecerem os diferentes tipos e tamanhos de letra utilizados para produzir sentidos específicos. Mostre que o título, em letras grandes, brancas e sobre fundo laranja, chama imediatamente a atenção do leitor para o tema central da campanha. Em contraste, informações complementares, como data, horário e telefones, aparecem em letras menores, organizadas em blocos coloridos, o que facilita a localização rápida dos dados essenciais. Faça a mediação da conversa para que os estudantes percebam que essas escolhas gráfico-visuais ajudam a hierarquizar a informação e a garantir que a mensagem principal (vacinar cães e gatos contra a raiva) seja rapidamente compreendida e sensibilize o público (EF12LP10, EF15LP04). 2. Por meio do item a desta atividade, os estudantes têm a oportunidade de escrever as palavras que nomeiam as imagens em letra bastão e letra cursiva minúscula.
Respostas e orientações didáticas
2. No item b, ao orientar a escrita da frase, destaque que os estudantes podem escolher o tipo de letra que quiserem e variar o tamanho ou o estilo para dar destaque a uma palavra ou parte importante. Incentive-os a usar as palavras propostas (casinha, osso e pote) na construção da frase e valorize a criatividade das produções. Esse é um bom momento para observar como cada estudante transita entre as diferentes formas gráficas e para reforçar a importância de praticar tanto a escrita em letra de imprensa quanto em letra cursiva (EF02LP07).
3. Incentive os estudantes a reescreverem a frase em letra bastão e em letra cursiva, destacando as palavras indicadas. Ressalte que variar tipos de letra e recursos de destaque pode reforçar os sentidos no texto (EF02LP07, EF15LP04).
4. Ao propor esta atividade, valorize o treino da letra cursiva, observando como os estudantes formam as letras e verificando se iniciam corretamente com maiúscula nos nomes próprios. Incentive-os a registrar tanto o próprio nome quanto o de seus animais de estimação (ou nomes inventados), reforçando a relação entre escrita e identidade. Esse é um bom momento para acompanhar a legibilidade, a organização na pauta caligráfica e a autonomia na escrita em letra cursiva (EF02LP07).
b ) Com as três palavras exploradas no item anterior, escreva a seguir uma frase. Use o tipo de letra que preferir. Você pode mudar o tipo ou o tamanho para destacar uma palavra ou parte importante da sua frase.
Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes escrevam uma frase usando as palavras casinha, osso e pote, por exemplo: O cachorro levou o osso e o pote para a casinha.
3. Reescreva a frase a seguir de acordo com o que se pede em cada item.
O cão é o melhor amigo do ser humano.
a ) Usando letra bastão e algum recurso para destacar a palavra amigo
Resposta: Espera-se que os estudantes escrevam a frase com letra bastão, usando algum recurso que destaque a palavra amigo
b ) Usando letra cursiva e algum recurso para destacar a palavra cão
Resposta: Espera-se que os estudantes escrevam a frase com letra cursiva, usando algum recurso que destaque a palavra cão
4. Vamos treinar a escrita em letra cursiva?
Dica: As palavras que usamos para nomear nossos familiares e nossos animais de estimação sempre começam com letra maiúscula
a ) Escreva o seu nome usando letra cursiva.
Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor
b ) Escreva o nome do seu animal de estimação com letra cursiva. Se não tiver, registre o nome que daria a ele se tivesse um.
Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor
AVALIANDO
Se necessário, distribua folhas avulsas com pauta caligráfica ou explore um caderno de caligrafia, permitindo outros momentos para a prática da escrita de frases em letra cursiva, para além daqueles reservados ao final de cada unidade, que até então está centrado no traçado de letras e palavras. É possível fazer ditados (orais ou silenciosos) e pedir aos estudantes que escrevam palavras ou frases pronunciadas (no caso do ditado oral) ou mostradas por meio de fichas manuscritas ou impressas (no caso do ditado silencioso). Aproveite para observar o desenvolvimento do treino motor em letra cursiva e planejar intervenções individuais no Agora na pauta, ao final da unidade (EF02LP07).
JANELAS PARA A ESCRITA
Palavras com RR e SS
1. Releia uma das frases que apareceu no folheto explorado na seção Roda de leitura Preste atenção na palavra destacada.
Leve seu cão e seu gato ao posto de vacinação mais próximo.
a ) Que palavra poderia ser usada no lugar da que está em destaque, mantendo o sentido? Assinale a resposta correta.
Resposta: Cachorro.
Cachorro. Vacinação. Posto.
b ) Agora, releia em voz alta a palavra que você assinalou no item a, prestando atenção nas letras destacadas.

cachorro
O que você percebeu em relação ao som? Marque um X.
O RR na palavra cachorro representa o mesmo som que o R na palavra muro.
Resposta: O rr na palavra cachorro representa o mesmo som que o r na palavra rua.
O RR na palavra cachorro representa o mesmo som que o R na palavra rua
2. Resposta: Espera-se que os estudantes falem em voz alta as palavras: tesoura, cadeira, caderno e borracha
2. Fale em voz alta o nome de cada objeto.




Agora, contorne somente a imagem que é nomeada por uma palavra escrita com RR
Resposta: Espera-se que os estudantes contornem a imagem da borracha.
Dica: O RR nessa palavra representa o mesmo som que o RR na palavra cachorro e o R na palavra rua
Além das habilidades destacadas nas orientações ( EF02LP12 , EF12LP07, EF12LP17), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10 , EF15LP11 , EF15LP13).
Respostas e orientações didáticas
1. A proposta é que os estudantes percebam a presença do RR na palavra destacada, observando que as duas letras juntam representam o mesmo som que o R no início das palavras. Se achar oportuno, depois que o termo for assinalado no item a, escreva-a na lousa e proponha uma conversa sobre o que analisaram na leitura da palavra e qual das frases no item b melhor representa essa observação.
10/10/2025 10:34:22
2. Durante a nomeação em voz alta, valorize a pronúncia clara das palavras (tesoura, cadeira, caderno, borracha), reforçando a percepção dos sons relacionados ao R e ao RR. Ao propor que contornem a imagem que representa o objeto nomeado por uma palavra com RR, conduza a turma a identificar o termo “borracha” e explique que o RR, nesse caso, representa o mesmo som do RR em “cachorro” e do R em “rua”. Esse momento favorece a consciência fonológica e a associação entre som e grafia, importantes para a apropriação do sistema alfabético e para aproximações de hipóteses ortográficas que serão sistematizadas mais para frente, ao longo do Ensino Fundamental.
3. Possibilite que os estudantes leiam o trava-língua com autonomia e que tentem falar rápido, percebendo as aliterações e assonâncias próprias da brincadeira (EF02LP12, EF12LP07). A proposta é que percebam, pela leitura das palavras em destaque, que o SS representa o mesmo som que o S em início de palavras. Se achar oportuno, escreva a palavra assobiar na lousa e proponha a mesma exploração feita na atividade 1, destacando o encontro de letras e comparando com outras palavras com a letra S
PRATICAR EM CASA
1. Leia o enunciado com os estudantes e assegure-se de que compreendam a proposta, favorecendo que realizem a atividade em casa com maior autonomia (EF12LP17). Para certificar-se de que todos entenderam a proposta, é possível reproduzir o quadro apresentado na atividade na lousa e solicitar aos estudantes que ditem palavras com RR e SS, pedindo que indiquem em qual coluna do quadro deve ser registrada cada palavra. Se achar mais eficaz, escreva um banco de palavras com esses encontros de letras no outro lado da lousa e peça que indiquem para que coluna do quadro cada palavra do banco deve ir.
2. No momento de compartilhar as palavras, proponha que registrem na lousa pelo menos uma das que encontraram, formando um quadro coletivo com as colunas “Palavras com RR” e “Palavras com SS”. Essa sistematização ajuda a ampliar o repertório de palavras com relações mais complexas entre grafemas e fonemas, apoiando futuras situações de leitura e escrita.
3. Leia este trava-língua bem depressa, sem “tropeçar”. Depois, faça o que se pede em cada item.
O sabiá não sabia que o sábio sabia que o sabiá não sabia assobiar.
Origem popular.
a ) Copie a palavra do texto que tem SS.
Resposta: Assobiar.
b ) Fale em voz alta as palavras a seguir, comparando os sons representados pelas partes em destaque.
sabiá assobiar sábio
c ) Nessas palavras, o S e o SS destacados representam: o mesmo som. sons diferentes.
Resposta: O mesmo som.
PRATICAR EM CASA
1. Com a ajuda de um familiar, pesquise e registre:
Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor.
Três palavras com RR Três palavras com SS
2. Em sala de aula, leia para a turma as palavras que você encontrou e ouça as dos colegas. Alguém anotou palavras iguais às suas?
Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor
HORA DE PRODUZIR
Aviso: vacinação contra a raiva!
Você leu um folheto sobre a vacinação dos animais de estimação.
O que vai produzir
Agora, você vai produzir um aviso com o calendário de vacinação contra a raiva na cidade onde mora, para informar a comunidade escolar.
Planejar
Conversem a respeito do que vocês sabem sobre avisos de campanha e selecionem as informações que vão compor a produção da turma.
PAPO DIGITAL
Pesquisando informações para o aviso
Com o professor, pesquisem em sites confiáveis as datas e os locais da vacinação contra a raiva na cidade.
Produzir
1. Decidam como vão apresentar as datas no aviso.
2. Escolham uma frase de destaque e como destacá-la: vocês podem usar tipos e tamanhos de letra diferentes.
3. Façam uma ilustração para ajudar na comunicação.
Compartilhar
Escolham um lugar na escola para colar o aviso.
Avaliar
Observe o texto pronto e converse com os colegas.
1. As informações estão comunicadas com clareza?
2. O aviso chama a atenção para as datas e os locais? Como?
Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor. 201
nos corredores ou na entrada da escola. Também é possível ampliar a divulgação oralmente ou por meios digitais, produzindo, por exemplo, mensagens em áudio, de modo a aumentar o alcance da campanha (EF12LP13).
• Os estudantes devem compreender que o texto tem caráter informativo e persuasivo: deve apresentar data e local com objetividade e clareza e, ao mesmo tempo, mobilizar a comunidade. Para isso, a frase em destaque e a ilustração são fundamentais (EF15LP05, EF02LP18, EF15LP04).
• Por se tratar de uma produção coletiva, organize a turma para que alguns escrevam, mas todos participem das decisões e etapas: selecionar informações, esboçar ideias, revisar, registrar a versão final, compor a parte visual e fixar o cartaz (EF15LP06, EF15LP07).
10/10/2025 10:29:13
BNCC
Além das habilidades destacadas nas orientações ( EF02LP13 , EF02LP18 , EF02LP21 , EF12LP02 , EF12LP04 , EF12LP06 , EF12LP10 , EF12LP13 , EF15LP04 , EF15LP05 , EF15LP06, EF15LP07), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade ( EF15LP09 , EF15LP10 , EF15LP11, EF15LP13).
Orientações didáticas
• Providencie previamente exemplares de avisos (preferencialmente relacionados a animais de estimação) e faça a análise com a turma: destaque a situação comunicativa e sua organização, como linguagem direta, letras em destaque e imagens atrativas. Relacione esses elementos à função do gênero, mostrando como a forma visual e a verbal contribuem para que a mensagem seja transmitida de modo rápido e eficaz (EF12LP04, EF12LP10, EF15LP04).
• A proposta de produção do aviso (EF02LP13, EF12LP06) tem como objetivo divulgar para a comunidade a campanha de vacinação de cães e gatos, utilizando linguagem que mobilize as pessoas e combinando elementos verbais e visuais (EF02LP18, EF15LP04).
• Converse sobre a importância de o texto alcançar o maior número de pessoas possível. Oriente-os a pensar em locais estratégicos para afixá-lo, como murais
PAPO DIGITAL
Promova uma pesquisa mediada, em sites confiáveis da prefeitura ou da secretaria de saúde da cidade, sobre datas e locais da campanha de vacinação contra a raiva. Mostre como identificar informações oficiais, anotar corretamente no caderno e selecionar os dados essenciais que vão compor o aviso coletivo. Aproveite o momento para discutir por que é fundamental utilizar fontes seguras ao pesquisar em meio digital (EF02LP21, EF12LP02).
BNCC
Além das habilidades listadas nas orientações ( EF12LP08 , EF12LP14 , EF15LP01 , EF15LP02 , EF15LP04), os estudantes desenvolverão habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10 , EF15LP11 , EF15LP13).
Respostas e orientações didáticas
• Nesta seção, os estudantes terão a oportunidade de ler uma notícia curta, que traz um fato surpreendente e faz referência a uma personagem (Floquinho) de uma turma muito conhecida das HQs e bastante presente no universo infantil, o que pode aproximar os estudantes do texto e garantir o envolvimento deles com a leitura (EF15LP01).
As notícias são textos informativos que apresentam acontecimentos reais recentes e relevantes para o leitor ou ouvinte. Podem ser encontradas em jornais, revistas, rádio, televisão ou internet, em registro escrito ou oral. Fazem uso da linguagem formal e objetiva, com a intenção de garantir boa compreensão sobre o acontecimento noticiado. Em textos como esse, há preocupação em informar quem, quando, onde, como e por que se deram os fatos. Aquele que escreve uma notícia procura deixar no texto uma impressão de impessoalidade, ou seja, cuida para não dar sua opinião a respeito do que noticia, apenas contando e descrevendo o que aconteceu.
• Peça a um estudante que leia o texto que introduz a seção e a outro que leia as perguntas do boxe Antes de ler. Depois, faça a mediação de modo a incentivá-los a levantar, coletivamente, expectativas de leitura sobre a notícia que lerão (EF15LP02).
EXTRA, EXTRA: NOVOS FILHOTES NA ÁREA!
RODA DE LEITURA: NOTÍCIA
Vamos ler agora uma notícia curta sobre um cãozinho que nasceu um pouco diferente de seus irmãos.
ANTES DE LER
1. Resposta: Espera-se que os estudantes identifiquem que
um dos cãezinhos que aparecem é verde, ou seja, tem a cor diferente da dos demais filhotes.
Responda às questões a seguir oralmente.
1. Observe a seguir a foto que acompanha a notícia. Qual você acha que é a diferença do cãozinho em relação aos irmãos?
Converse com os colegas e o professor a respeito disso.
2. Que fato você imagina que o texto vai noticiar? Conte para a turma.
Resposta: Espera-se que os estudantes infiram que a notícia vai tratar do nascimento de um filhote de cachorro que tem uma cor diferente.
NOTÍCIAS
[…]
SERIA UM PRIMO DO FLOQUINHO?
VARIEDADES
Você viu?
Um filhote se destacou entre cinco que a vira-lata Spelacchia deu à luz, no começo de outubro, na Itália. O cãozinho, de pelagem verde, recebeu o nome de Pistachio – ou Pistache, em português. Todos os outros filhotes nasceram com pelos brancos, assim como a mãe. Mas Pistachio não será diferente para sempre. A cor desbotará aos poucos, conforme ele cresce. O caso não é inédito, mas é raro. Acredita-se que isso ocorre quando filhotes de cor clara têm contato com um pigmento verde chamado biliverdin no ventre da mãe — o mesmo que causa a cor verde dos hematomas.
Cachorro que nasceu com pelo verde, na Itália, em 2020.
• Faça, então, a leitura do texto em voz alta, pedindo aos estudantes que acompanhem o texto no próprio livro (EF12LP08). Enquanto lê, vá explorando o vocabulário e apresentando os significados de palavras que os estudantes apontem como desconhecidas. Motive-os a usar o contexto para identificar os sentidos das palavras, observando também a fotografia que acompanha o texto para inferir tais significados.
• Depois da leitura, explore a fotografia e a legenda, mostrando como esse recurso comple-

menta a notícia e sintetiza a informação principal (EF15LP04); destaque também a formatação e a diagramação típicas desse elemento no texto e, se oportuno, peça que pensem em outras legendas possíveis para a imagem (EF12LP14).
• Para encerrar a leitura, se possível for, apresente a notícia curta veiculada em um jornal televisivo: CACHORRO nasce com pelo verde nos EUA. Jornal da Record, 16 jan. 2020. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=5laBHmN ZLUc. Acesso em: 20 set. 2025.
MARRA, Lívia. Seria um primo do Floquinho? Folha de S.Paulo, São Paulo, ano 100, n. 33 445, 27 out. 2020. Folha Corrida, p. B12.
Papo de leitor
1. Antes de ler, você tentou descobrir o que seria noticiado com base na fotografia. O que você imaginou se confirmou? Conte para os colegas.
Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor.
2. Volte ao texto e pinte o título da notícia de verde. Depois, responda por escrito às questões.
Resposta: Espera-se que os estudantes pintem de verde o título da notícia: “Seria um primo do Floquinho?”.
a ) Você já ouviu falar no Floquinho, personagem de HQ? Observe a imagem dele. Há algo de parecido entre Floquinho e o cãozinho que foi destaque na notícia lida?
Se sim, o quê?
Resposta: Ambos são verdes e peludos.

b ) Por que alguém poderia achar que o cãozinho da notícia seria um primo do Floquinho?
Resposta: Pela semelhança entre os dois: ambos são verdes e peludos.
c ) Você acha que quem escreveu a notícia ficou mesmo em dúvida se o cãozinho era um primo do Floquinho ou apenas usou a coincidência para chamar a atenção do leitor? Por quê?
Possível resposta: A pessoa que escreveu o texto usou a coincidência entre as aparências do cãozinho da notícia e do personagem Floquinho para chamar a atenção do leitor, a fim de fisgá-lo para a leitura.
3. Responda às questões com base na notícia.
a ) Que fato foi noticiado?
Resposta: O nascimento de um cãozinho de pelagem verde.
b ) Onde (ou seja, em que país) o fato ocorreu?
Resposta: Na Itália.
c ) Quando (em que mês e ano) o fato ocorreu?
Resposta: Em outubro de 2020.
Respostas e orientações didáticas
1. Incentive os estudantes a compararem as hipóteses iniciais, com base na fotografia, ao que foi de fato noticiado. Valorize as antecipações, mesmo quando não se confirmarem, mostrando que levantar expectativas é parte do processo de leitura e ajuda a compreender melhor o texto (EF15LP02).
2. Converse com os estudantes, fazendo a mediação, para que construam relações de sentido que considerem as associações com a personagem Floquinho e o alimento pistache. Se achar opor-
10/10/2025 10:29:15
tuno, explique a eles que Floquinho é o cachorro de Cebolinha, personagem da Turma da Mônica, sendo um cachorro verde cujos locais onde ficam a cabeça e o rabo não podem ser identificados, o que costuma gerar confusão nas histórias em quadrinhos em que ele aparece.
3. Por meio desta atividade, os estudantes identificam informações explícitas (o que aconteceu, onde e quando ocorreu) e compreendem melhor a estrutura do gênero jornalístico e a forma como apresenta dados essenciais ao leitor (EF15LP03, EF12LP08).
BNCC
Além das habilidades listadas nas orientações ( EF02LP19 , EF02LP21 , EF12LP02 , EF12LP08 , EF15LP01 , EF15LP02 , EF15LP03), os estudantes desenvolvem habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10 , EF15LP11 , EF15LP12, EF15LP13).
SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL
Se possível, promova, sob sua mediação, um momento para que os estudantes explorem notícias em jornais e revistas infantojuvenis. Oriente a busca, seleção e leitura em meios impressos ou digitais, ampliando as observações sobre o gênero notícia (EF02LP21, EF12LP02).
4. Incentive os estudantes a relacionarem o nome do cãozinho ao alimento pistache, inferindo a razão dessa escolha com base na cor apresentada no texto e na imagem. Valorize a dedução de informações implícitas, o uso do contexto para compreender palavras novas e a conexão com conhecimentos prévios, de modo a ampliar a análise e o uso das informações disponíveis. 5. Ao responder às questões, conduza os estudantes a reconhecerem que a função social da notícia é informar acontecimentos reais e que ela circula em diferentes meios de comunicação, como jornais, revistas, rádio, televisão e internet. Esse exercício ajuda a compreender para qual finalidade o gênero é produzido, onde é encontrado e a quem se destina (EF15LP01).
AGORA QUE JÁ LEMOS
Organize a turma em grupos e apoie-os na escolha e leitura de notícias de jornais impressos ou digitais, mediando a busca e a seleção dos textos (EF12LP02, EF02LP21). Em seguida, oriente-os a planejar e repassar oralmente para os colegas uma versão curta da notícia, como em um jornal falado, exercitando a produção colaborativa e adequada à situação comunicativa (EF02LP19).
4. De acordo com o texto lido, o cãozinho recebeu o nome de Pistachio
a ) Segundo o texto, como seria o nome desse animal em português?
Marque um X
Resposta: Pistache.
Noz. Pistache. Castanho.
b ) Você conhece o alimento pistache? Observe uma imagem dele.
Por que você acha que o cão da notícia foi chamado de Pistache?

Grãos de pistache.
Possível resposta: Pela semelhança da cor entre o filhote e os grãos de pistache.
5. Responda às questões marcando um X nas alternativas certas.
a ) Qual poderíamos dizer que é a função de uma notícia?
Resposta: Informar sobre um acontecimento real do nosso dia a dia.
Ensinar o preparo de um alimento.
Informar sobre um acontecimento real do nosso dia a dia.
b ) Onde é comum encontrarmos notícias?
Em teatros e cinemas.
Resposta: Em jornais, revistas, rádio, televisão e internet.
Em jornais, revistas, rádio, televisão e internet.
As notícias informam sobre acontecimentos do dia a dia. Textos assim são geralmente curtos, com linguagem clara e objetiva, e podem ser encontrados em jornais, revistas e diferentes meios de comunicação digitais.
AGORA QUE JÁ LEMOS
O professor vai organizar a turma em grupos e distribuir algumas notícias. Escolham a que acharem mais interessante. Que fato ela conta? Onde aconteceu? Quem participou? Repassem a notícia oralmente para a turma.
Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor.
ATIVIDADE EXTRA
Se achar oportuno, desdobre a sugestão apresentada no Agora que já lemos, propondo aos estudantes que brinquem de ser jornalistas e leiam a notícia “Seria um primo do Floquinho?” como se fossem locutores, em forma de jornal falado. Para registrar a experiência, sugira que gravem áudios em casa. Depois, organize uma sessão de escuta em sala de aula, para que compartilhem as produções com os colegas. Eles podem também ler outras notícias encontradas
em jornais ou revistas destinadas ao público infantil, pesquisando na internet sempre com a sua mediação (EF12LP02, EF02LP21), ou produzir, em duplas ou trios, notícias curtas com base nos textos pesquisados (EF02LP19), para compor um jornal falado da turma a ser divulgado aos familiares em reunião ou encontro. Essa atividade amplia as observações sobre o gênero notícia e prepara a turma para a proposta da seção Hora de produzir
É LÍNGUA, É LINGUAGEM
Espaço entre as palavras
1. Leia algumas frases que resumem dados da notícia que você leu, “Seria um primo do Floquinho?”.
1. a) Um dos cinco cãezinhos nasceu verde: 6; O fato não é inédito, mas raro: 7; Todos os
Um dos cinco cãezinhos nasceu verde.
O fato não é inédito, mas raro.
Todos os demais filhotes nasceram com pelos brancos, como a mãe.
O cãozinho não será diferente para sempre.
demais filhotes nasceram com pelos brancos, como a mãe: 11; O cãozinho não será diferente para sempre: 7.
a ) Agora, conte quantas palavras há em cada frase. Depois, escreva nos quadrinhos o número que representa cada quantidade.
b ) Como você conseguiu saber onde começa e onde termina cada palavra? Marque um X.
Resposta: Pelos espaços em branco que separam as palavras.
Pelo uso das letras maiúsculas.
Pelos espaços em branco que separam as palavras.
Pelo uso das letras minúsculas.
Pelo tamanho das frases.
c ) Você teve dificuldade para contar as palavras em alguma das frases do item a? Se sim, por quê? Converse com os colegas e o professor sobre os desafios enfrentados.
Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor
é composta por unidades com sentido. Já o item b reforça visualmente o critério do espaço em branco, fundamental para a alfabetização e para a organização textual. O item c propõe uma reflexão que pode envolver o reconhecimento de palavras com diferentes quantidades de letras, o que é relevante no processo de alfabetização. Palavras formadas por apenas uma letra, como a e é, podem gerar dúvidas nos estudantes em fase inicial de leitura e escrita, que ainda estão construindo o conceito de palavra como unidade de sentido. É comum que, ao encontrarem essas
10/10/2025 10:29:17
palavras curtas, as crianças se perguntem: “Isso é mesmo uma palavra?”. Esse questionamento é esperado e precisa ser acolhido e explorado pedagogicamente, pois ajuda na construção da consciência linguística. Trabalhar essa distinção contribui para que avancem na capacidade de reconhecer visualmente as palavras como unidades estáveis de leitura, perceber que palavras não são definidas pelo “tamanho”, mas por seu sentido e uso no contexto, e compreender o papel dos espaços em branco como sinalizadores de fronteiras entre palavras.
BNCC
Além das habilidades listadas nas orientações (EF02LP07, EF02LP08), os estudantes são levados a desenvolver habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10 , EF15LP11 , EF15LP13).
SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL
Antes de propor a realização das atividades da seção, escreva na lousa o título da notícia explorada no Roda de leitura: “Seria um primo do Floquinho?”. Peça aos estudantes que observem atentamente a frase e indiquem quantas palavras a compõem. Em seguida, provoque a reflexão perguntando como chegaram a esse número e quais pistas do texto utilizaram para separar as palavras. Ouça as justificativas e registre diferentes estratégias, valorizando especialmente a observação dos espaços em branco como recurso que ajuda a identificar a segmentação na escrita (EF02LP08).
Respostas e orientações didáticas
1. Esta seção visa ao trabalho com a consciência do espaço entre palavras, o que é essencial no processo de leitura e escrita. O item a trabalha a contagem e a percepção de palavras em frases, o que ajuda na segmentação e na ideia de que uma frase
2. Com esta atividade, objetiva-se que a turma reflita sobre a segmentação convencional de palavras por meio de uma parlenda possivelmente conhecida pela maioria dos estudantes. Antes de iniciar, retome a récita da parlenda com a turma. Em seguida, proponha que se reúnam em pequenos grupos para reescrever as frases já com a segmentação correta. A intenção é que percebam como a leitura flui melhor quando as palavras estão separadas de acordo com a convenção da escrita (EF02LP08).
3. Oriente os estudantes a reescreverem as frases apresentadas, agora separando corretamente as palavras por espaços em branco ( EF02LP08 ). Aproveite para orientá-los a fazer o registro como quiserem: em letra de imprensa ou cursiva (EF02LP07).
2. Em cada item, separe as palavras que formam um trecho de uma parlenda. Em seguida, reescreva as partes, deixando uma palavra em cada quadro. Verifique o exemplo.
a ) OGATOCOMEU.
Resposta: O GATO COMEU.
b ) CADÊOGATO?
Resposta: CADÊ O GATO?
CADÊ O TOUCINHOQUE ESTAVA AQUI ?
c ) FOIPROMATO.
Resposta: FOI PRO MATO.
d ) CADÊOMATO?
Resposta: CADÊ O MATO?
e ) OFOGOQUEIMOU.
Resposta: O FOGO QUEIMOU.
CADÊOTOUCINHOQUEESTAVAAQUI? . . .
Leia a parlenda em voz alta, analisando as frases com espaços entre as palavras. Que diferença você sentiu na leitura? Converse com os colegas e o professor sobre isso.
Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor
3. Em cada item, há uma frase escrita sem espaços. Reescreva as frases, separando as palavras adequadamente.
a ) BrunotemumagatinhachamadaKali.
Resposta: Bruno tem uma gatinha chamada Kali.
b ) OcachorrodaBiancasechamaPongo. ?
Resposta: O cachorro da Bianca se chama Pongo.
ATIVIDADE EXTRA: JOGO
Para ampliar a exploração, escreva na lousa frases sem os espaços entre as palavras. Leia cada uma em voz alta e pergunte: “Quantas palavras vocês conseguem identificar aqui?”. Em seguida, chame um estudante de cada grupo para reescrever a frase corretamente, inserindo os espaços. Cada acerto vale um ponto para o grupo. Ao final, compare as respostas e destaque como a segmentação correta facilita a leitura e a compreensão do texto. Ganha o jogo o grupo que tiver contabilizado mais pontos durante as rodadas (EF02LP08).


JANELAS PARA A ESCRITA
Palavras com CH, LH, NH
1. Releia algumas palavras retiradas da notícia que você leu na página 202, prestando atenção aos sons das sílabas que têm a letra H.
cãozinho filhote pistache
Agora, ouça as palavras que o professor vai ditar e escreva no quadro correspondente.
Resposta: Palavras com NH: carinho, unha, galinha. Palavras com LH: milho, telhado, mulher. Palavras com CH: chinelo, chuva, machado.
Palavras com NH, como em cãozinho
Ditado
Palavras com LH, como em filhote
Palavras com CH, como em pistache
2. Descubra e contorne a palavra intrusa em cada lista.
Respostas: A: bolo; B: casaco; C: trono.
A. B. C. alho molho bolo barulho

Dica: As palavras intrusas não apresentam os encontros de letras CH, LH ou NH em cada caso.
que leiam cada palavra em voz alta e percebam qual delas destoa do conjunto, em cada lista (EF12LP01). Faça a mediação para que percebam o que as palavras têm em comum, para, então, definir qual palavra foge do critério.
SONS E LETRAS: CH, LH E NH
Os conjuntos de letras apresentados na seção (LH, NH e CH) representam fonemas únicos (/ʎ/, /ɲ/ e /ʃ/, respectivamente). O /ʃ/, por exemplo, pode ser representado por CH ou X, como nas palavras CHÁ e BRUXA.
10/10/2025 10:29:28
BNCC
Além da habilidade destacada nas orientações (EF12LP01, EF02LP04), os estudantes também mobilizarão habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10, EF15LP11, EF15LP13).
Respostas e orientações didáticas
1. O objetivo da atividade é que os estudantes reparem na presença dos dígrafos NH, LH e CH e comecem a perceber que todos esses pares de letras representa um fonema único. O conteúdo será retomado e aprofundado ao longo do Ensino Fundamental, então, a proposta aqui é favorecer uma exploração inicial dessas regularidades. Se achar oportuno, escreva na lousa as três palavras de destaque apresentadas na atividade e incentive-os a tentar lê-las com autonomia (EF12LP01). Em seguida, peça que indiquem em qual quadro cada palavra deve ser registrada, percebendo a correspondência entre som e grafia. Destaque que todas as sílabas contêm uma vogal e que os dígrafos não se separam em sílabas diferentes, sendo sempre acompanhados por uma vogal, favorecendo a consciência silábica e a leitura e escrita correta de palavras com diferentes estruturas silábicas (CV, V, CVC, CCV) (EF02LP04).
2. Proponha a realização da atividade de forma coletiva, solicitando aos estudantes
BNCC
Nesta seção, os estudantes têm a oportunidade de desenvolver as habilidades listadas junto às orientações ( EF02LP08 , EF02LP15 , EF12LP01, EF12LP07).
Respostas e orientações didáticas
1. É importante que os estudantes falem em voz alta as palavras que nomeiam as imagens, tanto para que retomem o som representado pelo SS em todos os casos, como para que verifiquem se estão nomeando corretamente as palavras que procurarão no diagrama. Possibilite que procurem com autonomia cada uma das palavras, para depois compartilhar com os colegas e verificar se pintaram corretamente, considerando, inclusive, onde começa e termina cada uma delas.
AVALIANDO
Procure acompanhar alguns estudantes em todo o processo de localização das palavras no diagrama. Se possível, considere suas anotações em outras situações de avaliação para definir quais estudantes serão acompanhados mais de perto. Durante a realização da atividade, procure observar se buscam a letra inicial como pista; se olham letra por letra tentando formar a palavra; se tentam antecipar a continuação das palavras, ao identificar as primeiras letras; se delimitam a palavra inteira, reconhecendo onde ela começa e termina no diagrama. Por fim, veja se conseguem identificar sozinhos a palavra que apresenta os dois dígrafos estudados ao mesmo tempo. Se possível, peça que leiam a palavra que contornaram em voz alta e verifique como fazem essa leitura (EF12LP01).
SABERES EM FOCO
1. Resposta: Os estudantes devem pintar a palavra carrossel na segunda linha; a palavra passarinho na quarta linha; e a palavra vassoura na sexta linha do diagrama.
Palavras com R e RR e palavras com CH, LH, NH
1. Observe as imagens a seguir. Encontre e pinte no diagrama a palavra com SS que nomeia cada uma.



Releia as palavras que você pintou. Qual delas apresenta também o encontro de letras RR? Contorne para mostrar.
Resposta: Carrossel.
2. Complete a cantiga popular com as palavras que estão faltando. Se precisar, consulte o banco de imagens da página seguinte.
Resposta: Cozinha; chocolate; olho.
Borboletinha
Borboletinha tá na , fazendo , para a madrinha.
Respostas e orientações didáticas
2. Proponha a leitura da cantiga popular e verifique se os estudantes a conhecem de memória. Sugira que cantem juntos para lembrar o ritmo e a melodia ou para conhecê-la, além de desfrutarem de um momento lúdico e prazeroso de cantoria com os colegas (EF02LP15, EF12LP07). Comente que as palavras que estão faltando têm os encontros de letras que foram estudados nesta unidade e permita que tentem escrevê-las com autonomia. Caso seja necessário, as imagens indicam quais são as palavras, mas o desafio de pensar na escrita em cada caso se mantém.
Poti, poti, perna de pau, de vidro e nariz de pica-pau, pau, pau!
Origem popular.
BANCO DE
IMAGENS


3. Agora é o momento de refletir sobre o que você aprendeu. Revise as atividades desta seção e pinte os quadrinhos das fichas conforme o que percebeu sobre suas aprendizagens em leitura e escrita.
COMO EU ME SAÍ...
NAS ATIVIDADES DE LEITURA?
Encontrei com facilidade todas as palavras com SS no diagrama.
Precisei de ajuda para encontrar palavras com SS no diagrama.
Encontrei facilmente a palavra com SS e RR
Precisei de ajuda para encontrar a palavra com SS e RR
COMO EU ME SAÍ...
NAS ATIVIDADES DE ESCRITA?
Escrevi com facilidade as três palavras da cantiga.
Precisei de ajuda para escrever alguma das palavras da cantiga.
Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor.
10/10/2025 10:29:37
AVALIANDO
Procure avaliar o processo de escrita dos estudantes, considerando tanto os níveis de conceitualização em que se encontram e os avanços necessários rumo à escrita convencional quanto aspectos mais específicos do conteúdo trabalhado nesta unidade. O registro de palavras com os dígrafos permite levantar informações sobre o que os estudantes estão pensando quando se deparam com o desafio de uma sílaba mais complexa, como a sílaba inicial de CHOCOLATE (CCV) e as sílabas finais de COZINHA (CCV) e OLHO (CCV) (EF02LP04). O objetivo não é que não cometam erros relacionados à ortografia neste momento, mas que evidenciem conhecimentos, reflexões e estratégias enquanto escrevem, percebendo, por exemplo, que os encontros de letras sempre se juntam com uma vogal para formar uma sílaba. Verifique se os estudantes buscam apoio em palavras estáveis presentes na sala de aula para os desafios de escrita, se retomam elementos das conversas sobre os dígrafos ao longo da unidade e quais estudantes escrevem convencionalmente, inclusive as sílabas mais complexas.
BNCC
Além das habilidades listadas nas orientações ( EF02LP01 , EF02LP08 , EF02LP09 , EF02LP19 , EF12LP11 , EF12LP08 , EF15LP01 , EF15LP08 , EF15LP12), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10 , EF15LP11 , EF15LP12, EF15LP13).
Orientações didáticas
• Para a gravação, que poderá ser no mesmo dia ou combinada para outra aula, será necessário utilizar um equipamento com o recurso de captação de áudio, como celular ou gravador de voz.
• Separe as notícias utilizadas na página 204, distribua-as novamente aos grupos e peça-lhes que as releiam (EF12LP08).
• Os estudantes já fizeram o exercício de repassar oralmente a notícia escolhida naquela ocasião. A retomada nos grupos dá continuidade ao trabalho iniciado anteriormente, com a possibilidade de utilização do meio digital. Oriente-os a ampliar a conversa, pensando no que mais gostariam de comunicar sobre o acontecimento selecionado.
• É importante que as trocas e escolhas estejam focadas no fato comunicado pela notícia, para que os estudantes se familiarizem com as características do gênero textual (EF15LP01). Reforce a necessidade de que a linguagem seja clara e objetiva (EF02LP19).
• Disponibilize um suporte para que os grupos possam registrar, à maneira deles, as etapas do roteiro, considerando, para a escrita, a situação comunicativa e o assunto do texto (EF12LP11).
• A ideia é que o registro sirva
HORA DE PRODUZIR
Jornal de notícias faladas da turma
No fim do Papo de leitor, na página 204, você e os colegas leram diferentes notícias e escolheram a que acharam mais interessante para compartilhar com a turma.
O que vai produzir
Agora, vamos levar esses textos a mais pessoas da escola por meio da gravação de notícias faladas, que vão compor o jornal falado da turma.
Planejar
1. O professor vai organizar a turma nos mesmos grupos que se reuniram para fazer a atividade da página 204
2. Releiam a notícia escolhida e conversem sobre a apresentação oral que vocês fizeram para a turma naquele momento.
• Todos os detalhes do fato foram comunicados? Vocês informaram, por exemplo, o quê, quando, com quem e onde ocorreu o fato?
• Há alguma informação que vocês gostariam de acrescentar?
3. Definam um roteiro considerando os pontos a seguir.
Qual será o papel de cada estudante na gravação?
Alguns poderão ficar responsáveis pela fala; outros, pelos cuidados técnicos, como controlar o tempo da gravação, manipular os equipamentos e escolher e organizar o melhor local para gravar.
Quais serão as etapas da gravação?
Lembrem-se de considerar as falas importantes para o começo (como cumprimentar quem vai ouvir e introduzir o assunto), o meio (com as informações principais da notícia) e o fim (com a despedida).
4. Ensaiem bastante para gravar as notícias de uma só vez, evitando trabalhos de finalização, como o de edição dos áudios.
de apoio para retomar o que for combinado. Aproveite para observar as escolhas que os estudantes fazem: se optam por escrever as ideias, se fazem desenhos, se a escrita é organizada, se se preocupam com a grafia correta das palavras, com o uso de sinais de pontuação, com os espaços entre as palavras, entre outros aspectos que julgar necessários (EF02LP01, EF02LP08, EF02LP09).
Produzir
1. Chegou a hora de colocar em prática tudo o que foi planejado. O professor vai definir um dia para que as gravações sejam feitas e separar o equipamento que será usado, como celular ou gravador.
2. Escolham um local adequado e organizem o espaço para iniciar a captura dos áudios. Lembrem-se de que a voz de quem vai apresentar deverá estar em um volume adequado.
3. Os estudantes responsáveis pela parte técnica poderão acompanhar a gravação para verificar se tudo está ocorrendo conforme o planejado.
4. Com a gravação pronta, ouçam o áudio e verifiquem se é necessário fazer algum ajuste.
Compartilhar
O professor vai salvar as notícias gravadas para compor um jornal falado do grupo. Depois, vocês poderão combinar uma sessão de apresentações para as outras turmas, a fim de que todos fiquem informados dos acontecimentos importantes selecionados por vocês.

Avaliar
Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor
Converse com os colegas sobre as seguintes questões a respeito da gravação.
1. As notícias comunicam os principais acontecimentos selecionados pela turma?
2. Você prefere ouvir as notícias dessa forma ou ler nos jornais impressos? Por quê?
• Oriente previamente os estudantes quanto ao uso do equipamento de gravação, oferecendo ajuda sempre que necessário para o bom andamento da proposta. Se achar pertinente, faça uma breve demonstração de leitura, servindo como referência para o volume da voz, a entonação (EF15LP12) e os procedimentos de registro.
• Se possível, reúna as notícias gravadas em um único arquivo, utilizando um software de edição (EF15LP08). Antes de apresentar a produção ao público definido, organize um momento de apreciação coletiva com a turma.
AVALIANDO
Aproveite para acompanhar os processos de interação e aprendizagem dos estudantes durante o planejamento e a produção do jornal. Avalie se eles se expressam oralmente com clareza e entonação adequada (EF15LP12), se demonstram escuta atenta às falas dos colegas, formulando perguntas ou pedidos de esclarecimento e se reconhecem as diferentes finalidades da intera-
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ção oral ao distinguir quando estão informando, opinando ou relatando. Observe também como o grupo planeja e organiza a produção da notícia (EF02LP19), verificando o grau de colaboração, a pertinência das informações escolhidas e a adequação do texto oral à situação comunicativa. Registre suas observações para pensar nos planejamentos das próximas atividades de forma mais ajustada às diferentes necessidades da turma.
BNCC
Além das habilidades listadas nas orientações ( EF02LP26 , EF02LP29 , EF15LP04 , EF15LP15 , EF15LP17, EF15LP18), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade ( EF15LP09 , EF15LP10 , EF15LP11, EF15LP13).
SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL
Se possível, projete o poema visual em tamanho ampliado para que os estudantes observem seus detalhes, favorecendo a percepção do formato do texto na página, da distribuição das letras e dos efeitos visuais que criam sentidos (EF15LP17). Conduza a observação destacando como os recursos gráfico-visuais produzem efeitos de sentido no texto. Incentive-os a comentar de que forma o modo de organizar as palavras no espaço da página ajuda a construir a mensagem, mostrando que, além do conteúdo verbal, a forma visual também comunica (EF02LP29, EF15LP04, EF15LP18).
ABRACADABRA
Virou poema visual!
Comentários nas orientações ao professor
Você sabia que, além de miar, os gatos podem produzir outro som? Já ouviu o “ron-ron” deles? Chegou a hora de ler um poema visual que brinca com o som que esses animais fazem geralmente quando recebem carinho de seus tutores!
Antes de ler, saiba também que, além do “ron-ron”, você vai encontrar o “ZZZ”, que é muito usado para indicar sono nas histórias em quadrinhos e outros textos que usam a linguagem visual para comunicar, como é o caso deste poema.
Repare nas palavras usadas e no desenho que elas formam. Boa leitura!

CAPPARELLI, Sérgio. Canção para ninar gato com insônia. In: CAPPARELLI, Sérgio. 111 poemas para crianças Ilustrações de Ana Gruszynski. Porto Alegre: L&PM, 2014. p. 119.
Orientações didáticas
• Separe previamente materiais para escrita e desenho, como suportes de diferentes tamanhos e cores, lápis de cor, giz de cera, tintas, canetas hidrográficas, entre outros, para quando forem desenvolver o Brincar de poetar
• Durante a apreciação do poema, faça a mediação para que percebam como as palavras, além de comunicar verbalmente, também formam imagens. Pergunte que figura eles veem, como a nomeiam e de que forma a disposição gráfica ajuda a construir sentido (EF02LP29).
QUEM PRODUZIU?
Sérgio Capparelli nasceu em Minas Gerais, em 1947. É escritor e jornalista. Grande parte de sua obra é dedicada a crianças e jovens. Capparelli já ganhou vários prêmios com livros infantojuvenis.
Sérgio Capparelli.

Falando sobre arte!
Você acabou de ler um texto que brinca com palavras e sons, formando a imagem de um gato. Já tinha lido algum poema que juntasse palavra e imagem antes? Gostou dessa forma de fazer arte?
Agora, vamos falar um pouco de textos assim, que aproximam a literatura (ou seja, a arte da palavra) e as artes visuais? É hora de pensar nas “portas” que os poemas visuais abrem para que artistas e leitores inventem novos mundos.
Nos poemas visuais, os significados são construídos tanto por aquilo que dizem as palavras como pela disposição delas na página, pois, muitas vezes, elas podem ser organizadas de modo a desenhar uma imagem cheia de sentidos. Assim, os conteúdos verbais e visuais se unem para ampliar os jeitos de o artista se expressar e o leitor perceber o poema, que, muitas vezes, parece querer sair do papel.
Nesses poemas, não há uma regra para construir o texto, ou melhor, há uma regra fundamental: a liberdade para criar e inventar as mais diversas maneiras de comunicar, utilizando palavra e imagem para gerar diferentes movimentos, sons e ideias!
Brincar de poetar
Agora, é a sua vez de brincar com palavras, sons, formas e sentidos! Que tal criar um poema que também vire imagem?
Você pode usar palavras para desenhar um bichinho, um objeto, um lugar ou até algo que só existe na sua imaginação. Pense bem em como vai organizar as palavras na página: elas podem se espalhar, subir, descer, fazer curvas... tudo vale! Use a criatividade e vamos ver que mundo você vai inventar!
dantes como se constroem poemas visuais, ressaltando a articulação entre linguagem verbal e visual e os efeitos de sentido que essa combinação provoca (EF15LP17).
ARTICULANDO CONHECIMENTOS
10/10/2025 10:25:09
• Para finalizar, organize uma oficina criativa em que usem palavras e desenhos para inventar seus próprios poemas visuais. Disponibilize os materiais e permita que escolham como expressar suas ideias. Ao término, monte uma exposição das produções, possibilitando a apreciação coletiva. Este momento permite a integração com o componente curricular de Arte
• Convide-os a conversar livremente sobre as sensações, impressões e sentimentos provocados pela leitura do poema visual. É possível que alguns estudantes tragam memórias afetivas de suas relações com os gatos, enquanto outros lembrem de situações de medo ou demonstrem curiosidade pelas provocações sonoras exploradas no poema, como o ronronar ou o recurso usado para representar o som que sugere o sono. Essa troca de conhecimentos prévios e inferências com base na leitura é muito potente para que todos se apropriem do jogo de significados e da exploração da relação entre a linguagem verbal e a visual (EF02LP29, EF15LP04). A proposta é que seja um momento de livre fruição, em que os estudantes se percebam parte de uma comunidade leitora. Nesse sentido, é importante valorizar a dimensão lúdica e de encantamento presente no poema visual, reconhecendo-o como parte do universo do imaginário e como patrimônio artístico. Por isso, não antecipe nem espere respostas objetivas ou “fechadas”, mas favoreça um ambiente no qual cada estudante possa compartilhar livremente o que pensou e sentiu ao ler o texto, acolhendo a diversidade de interpretações e experiências (EF02LP26, EF15LP15).
• Após a apreciação, discuta brevemente com os estu-
Além das habilidades destacadas nas orientações ( EF02LP12, EF02LP15 , EF12LP07 , EF12LP18 , EF15LP15 ), desta seção até o Agora na pauta, os estudantes avançarão na apropriação do sistema alfabético ao relacionar letras em diversos formatos, treinar o traçado das letras estudadas por meio da cópia com pontilhado e à mão livre, bem como ler e escrever letras e palavras em letra cursiva (EF02LP07, EF12LP01, EF12LP03).
Orientações didáticas
• Chame a atenção dos estudantes para a letra U em cursiva, maiúscula e minúscula. Em seguida, faça a leitura do texto de tradição oral, pedindo aos estudantes que acompanhem a forma escrita em letra cursiva no livro. Depois, peça que façam a leitura individual e silenciosa (EF02LP12).
• Proponha a realização do Lupa na letra, incentivando-os a reconhecer e contornar, no texto, a palavra procurada.
• Se possível, faça o traçado da letra U em cursiva (maiúscula e minúscula) na lousa, mostrando a ordem e a direção do traçado contínuo. Os estudantes devem usar seu traçado como modelo, então, observe a seta que indica a direcionalidade no livro, partindo sempre do ponto vermelho. Oriente-os, depois, a traçar o U nos quadros da atividade de treino motor da Hora do traçado, favorecendo o desenvolvimento da letra manuscrita.
TIRANDO DE LETRA... U!
Acompanhe como se escreve a letra U em letra cursiva maiúscula e minúscula.
Em seguida, leia um texto que apresenta uma fruta que começa com essa letra.
Fui à feira comprar uva, Encontrei uma coruja.
Eu pisei no rabo dela, Me chamou de cara suja.
Origem popular.
Lupa na letra
Volte ao texto e contorne a palavra que começa com U.
Resposta: Espera-se que os estudantes encontrem e contornem a palavra uva.
Hora do traçado
Agora, vamos traçar o U em cursiva maiúscula e minúscula? Observe o exemplo, que começa pelo pontinho vermelho e segue as setas, cubra os pontilhados e trace essa letra.
U u u u U u U U
Resposta: Espera-se que os estudantes cubram os pontilhados para escrever as letras em cursiva seguindo a orientação das setas.
TIRANDO DE LETRA... V !
É hora do V! Observe a seguir como se escreve essa letra em cursiva maiúscula e minúscula.
Depois, faça a leitura de um trecho de uma cantiga com palavras que começam com essa letra.
Eu vi uma barata
Na careca do vovô.
Assim que ela me viu,
Bateu asas e voou.
[...]
Lupa na letra
Origem popular.
Encontre e pinte no trecho as palavras que começam com V
Resposta: Espera-se que os estudantes pintem as palavras vovô, viu e voou
Hora do traçado
Agora, vamos traçar o V em cursiva maiúscula e minúscula? Observe o exemplo, que começa pelo pontinho vermelho e segue as setas, cubra os pontilhados e trace essa letra.
Resposta: Espera-se que os estudantes cubram os pontilhados para escrever as letras em cursiva seguindo a orientação das setas.
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• Mostre, no livro, a letra V em cursiva nos formatos maiúsculo e minúsculo, chamando a atenção para seu traçado. Se houver estudantes com nomes iniciados por essa letra, convide-os a registrar o V maiúsculo em letra cursiva na lousa, retomando que nomes próprios começam com letra inicial maiúscula. Caso demonstrem interesse em escrever o nome completo, incentive a tentativa: esse pode ser um momento importante para avançarem no uso da letra cursiva na escrita do próprio nome.
• Convide um estudante já alfabético a fazer a leitura em voz alta da letra da cantiga para a turma (EF02LP12) e oriente os demais a acompanharem observando o texto escrito em letra cursiva no livro. Como se trata de um texto da tradição oral bastante difundido, muitos podem conhecê-lo de memória e se voluntariar para lê-lo também, o que favorece a leitura incidental e cria oportunidades para futuras leituras autônomas. Observe as estratégias que utilizam diante do desafio da leitura de textos em letra cursiva e, se considerar necessário, ofereça apoio, copiando o texto na lousa em letra bastão para uma nova leitura coletiva.
• Em seguida, convide os estudantes a cantarem de acordo com o ritmo e a melodia, se conhecerem a cantiga e assim desejarem (EF02LP12, EF02LP15).
• Peça, então, que realizem o Lupa na letra, localizando todas as palavras que começam com a letra em foco.
• Modele na lousa o traçado da letra V em cursiva (maiúscula e minúscula), seguindo o padrão apresentado na seção. Repare nas setas que indicam a ordem e a direção do traço.
• Proponha, ao final, o treino motor sobre o pontilhado.
• Proponha que observem a letra W em cursiva, maiúscula e minúscula.
• Leia o trecho do poema em voz alta e peça que acompanhem o texto escrito em letra cursiva no livro.
• Oriente, então, a turma a realizar a atividade do Lupa na letra, contornando, no texto, todos os nomes de pessoas que começam com a letra em foco.
• Por fim, conduza a atividade do Hora do traçado, em que eles devem cobrir os pontilhados para treinar a escrita do W em letra cursiva maiúscula e minúscula.
TIRANDO DE LETRA... W!
Chegou a hora do W! Preste atenção em como essa letra é escrita em cursiva maiúscula e minúscula.
Depois, leia o trecho de um poema que brinca com essa letra.
Wagner, Wanda, Wanessa, Wilson, Walter, Wilma, ��� ponto com. [...]
LAURABEATRIZ. ABC
Lupa na letra
Contorne no texto os nomes de pessoas que começam com W
Resposta: Espera-se que os estudantes contornem no trecho os nomes Wagner, Wanda, Wanessa, Wilson, Walter e Wilma
Hora do traçado
Agora, vamos traçar o W em cursiva maiúscula e minúscula? Observe o exemplo, que começa pelo pontinho vermelho e segue as setas, cubra os pontilhados e trace essa letra.
São Paulo: Maralto, 2017. p. 26. W w w w W W Ww
Resposta: Espera-se que os estudantes cubram os pontilhados para escrever as letras em cursiva seguindo a orientação das setas.
LALAU;
rima com você
TIRANDO DE LETRA... X !
Agora o X! Observe como essa letra é registrada em cursiva maiúscula e minúscula.
Depois, faça a leitura de um poema que fala de um objeto que começa com essa letra.
Minha tia guarda xícaras do tempo da minha avó.
Cada uma é de um jeito, mas não usa pois tem dó.
Lupa na letra
• Chame a atenção para a letra X em cursiva no livro, observando tanto a forma maiúscula quanto a minúscula.
• Em seguida, peça que leiam, individual e silenciosamente, o trecho do poema apresentado em letra cursiva no livro. Abra espaço, depois, para que conversem sobre sentidos e sensações provocados pelo texto, reconhecendo-o como pertencente ao mundo imaginário e identificando sua dimensão de encantamento, jogo e fruição (EF12LP18, EF15LP15). Se achar oportuno, retome o gênero com eles, verificando se identificam recursos que contribuem para deixar o texto sonoro (EF12LP07, EF12LP18).
• Oriente-os a realizar o Lupa na letra, localizando e contornando, no texto, a palavra procurada.
Encontre e contorne no texto anterior a palavra que começa com X e nomeia os objetos citados no poema.
Resposta: Espera-se que os estudantes contornem a palavra xícaras.
Hora do traçado
Agora, vamos traçar o X em cursiva maiúscula e minúscula? Observe o exemplo, que começa pelo pontinho vermelho e segue as setas, cubra os pontilhados e trace essa letra.
YAMASHITA, Bruna Ester. Xícaras. In: YAMASHITA, Bruna Ester. ABC da história: 26 quadrinhas para visitar memórias. Ilustrações originais de Pitu Álvarez. Londrina: Verne, 2023. p. 27. X x X x x X X
Resposta: Espera-se que os estudantes cubram os pontilhados para escrever as letras em cursiva seguindo a orientação das setas.
217
10/10/2025 10:25:11
• Modele o traçado da letra X na lousa (maiúscula e minúscula), seguindo o padrão indicado na seção e demonstrando a ordem e a direção para o traço contínuo.
• Proponha, então, o treino motor, exercitando o traçado sobre o pontilhado.
BIBADASH/SHUTTERSTOCK.COM
1. Conduza a observação comparativa entre as palavras em letra de imprensa e em letra cursiva, chamando a atenção para o fato de que, apesar das diferenças gráficas, os registros representam as mesmas palavras. Incentive os estudantes a perceberem detalhes do traçado e a retomarem a lembrança de que essas palavras já haviam sido exploradas em outros momentos da unidade, o que pode auxiliar no reconhecimento delas em cursiva.
2. Explique que a proposta é exercitar a escrita cursiva em palavras familiares, reforçando o aprendizado de forma progressiva. Peça que cubram os pontilhados com cuidado, procurando manter a continuidade do traço e o alinhamento das letras na pauta. Enfatize a importância da prática constante para alcançar maior fluidez e legibilidade. Ao final, retome com a turma as palavras trabalhadas (U, V, W e X).
LIGADO NAS PALAVRAS
1. De um lado, as palavras estão escritas em letra de imprensa; do outro, aparecem em letra cursiva. Ligue as palavras iguais.
Resposta: Espera-se que os estudantes liguem as palavras correspondentes escritas nos dois tipos de letra.
uva
vovô Wagner xícara
vovô Wagner xícara uva
2. Cubra os pontilhados e experimente traçar as palavras que você leu nos textos que acompanhavam as letras U, V, W e X
Dica: Ainda faltam duas letras do alfabeto para que termine de treinar o traçado de todas as letras em cursiva, mas tudo bem! Aos poucos, você vai ficar craque!
uva uva uva uva uva uva
vovô
vovô vovô vovô vovô
Wagner Wagner Wagner
xícara xícara xícara xícara
Resposta: Espera-se que os estudantes cubram os pontilhados para escrever as palavras em letra cursiva. 218
AGORA NA PAUTA
Cubra os pontilhados e continue treinando o traçado das letras e palavras que você já tirou de letra nesta unidade.
Dica: Escreva cada letra ou palavra pelo menos três vezes em cada pauta. Deixe sempre um espaço em branco entre as letras e palavras que traçar.
Resposta: Espera-se que os estudantes cubram os pontilhados para escrever as letras e as palavras em letra cursiva. 219
do livro. Esse percurso ajuda a ganhar confiança e precisão. Oriente também que explorem diferentes ritmos de escrita (mais lento no início e progressivamente mais rápido), favorecendo a coordenação dos dedos e a percepção da continuidade do traço. Se a pega trípode dinâmica ainda não estiver estável, mostre de forma visível como segurar o lápis de modo a equilibrar condução e sustentação, valorizando adaptações funcionais e incentivando que experimentem até encontrar a postura mais eficiente para sustentar o movimento contínuo da cursiva.
• Oriente pequenas pausas durante o treino, aproveitando para relaxar e movimentar as mãos.
10/10/2025 10:25:12
Além de abrir e fechar os dedos lentamente, os estudantes podem alternar contração e relaxamento com bolinhas de borracha ou papel, prender e soltar pregadores ou manipular tampinhas pequenas. Esses exercícios funcionam como momentos de descanso ativo, ao mesmo tempo em que fortalecem o desenvolvimento da coordenação motora fina e favorecem a consolidação da pega trípode dinâmica, condição essencial para que a escrita cursiva avance com mais conforto, ritmo e legibilidade.
• Oriente os estudantes a seguirem o pontilhado para treinar as letras U, V, W e X em cursiva, maiúscula e minúscula. Incentive-os a reproduzi-las sem o apoio do pontilhado, usando como referência a escrita anterior. Reforce a importância do movimento contínuo, sobretudo nos pontos de ligação, que garantem ritmo e fluidez na cursiva. Durante a prática, observe se conseguem alinhar as letras corretamente na pauta e manter o espaçamento adequado entre caracteres e palavras, favorecendo a legibilidade e a organização gráfica.
LÁPIS NA MÃO
• Observe se os estudantes conseguem articular curvas e linhas inclinadas em um movimento contínuo, sem interromper o fluxo da escrita. Note se os dedos assumem, de forma cada vez mais consistente, a condução do lápis, com o punho estável e o braço atuando apenas como apoio leve. Valorize quando as ligações entre as letras começam a se tornar automáticas na escrita das palavras, o que é sinal de avanço na fluidez da cursiva.
• Para estudantes que ainda não apresentam firmeza na cursiva, proponha variações graduais do treino: comece com letras em tamanho ampliado, permitindo movimentos mais amplos, e vá reduzindo até alcançar as dimensões usuais da pauta
BNCC
Além das habilidades destacadas nas orientações ( EF02LP03 , EF02LP04 , EF12LP01), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10 , EF15LP11 , EF15LP13).
Orientações didáticas
• É importante que todos compreendam a proposta do jogo antes de dar início ao desafio. Se achar importante, proponha que marquem coletivamente a primeira palavra, logo no início da primeira linha: cachorro.
• Combine um tempo curto para que os estudantes busquem e marquem o máximo de palavras possível. É importante que o tempo do jogo esteja dividido entre as três rodadas, para que eles possam se desafiar a cada vez e ir ampliando a quantidade de palavras encontradas.
• Se achar pertinente, leia em voz alta a lista de animais que poderão ser encontrados, para que as estratégias se ampliem e os estudantes possam se apoiar em diferentes indícios, como identificar as primeiras letras, procurar pela extensão das palavras, entre outros critérios.
• Proponha uma conversa após a primeira rodada, para que eles contem como foi e compartilhem suas estratégias.
• Finalizadas as rodadas oriente os estudantes a se juntarem em duplas para comparar as palavras encontradas. Por fim, pergunte: “Quantos dos animais que vocês pintaram podem ser considerados bichos de estimação?”.
• Ao final das rodadas, aproveite para discutir as palavras encontradas, considerando conteúdos que foram estudados aqui, como
2. Resposta: Primeira linha: cachorro, coelho; segunda linha: lobo, girafa; terceira linha: linha: camaleão, leão; sétima linha: elefante, touro; oitava linha: hiena, macaco; nona linha: baleia, pinguim; tamanduá, peixe; quarta linha: urso, jacaré; quinta linha: capivara, tigre; sexta décima linha: vaca, anta, onça; décima primeira linha: golfinho; décima segunda linha:
É JOGO, É BRINCADEIRA
Caçadores de palavras
Chegou a hora de ser rápido para caçar palavras!
Comentários nas orientações ao professor rinoceronte; décima terceira linha: tartaruga; décima quarta linha: cavalo, raposa.
1. No diagrama a seguir, há 26 palavras que nomeiam animais. No tempo combinado, marque quantas palavras encontrar! Só há palavras na horizontal!
2. A cada rodada, tente aumentar a quantidade de palavras encontradas e anote esse número nos quadrinhos a seguir!
LHIENAVUMACACO BALEIAXPINGUIM VACATANTANONÇA FIGOLFINHODEPN FRINOCERONTEÃO TARTARUGANIFER ECAVALOXRAPOSA
Rodada 1 palavras encontradas
Rodada 2 palavras encontradas
os dígrafos SS, RR, LH, CH, NH; as palavras com correspondências regulares diretas entre letras e fonemas (F, V, T, D, P, B) (EF02LP03); as diferentes estruturas silábicas (EF02LP04), entre outros. Peça-lhes, por exemplo, que leiam as palavras que nomeiam os animais (EF12LP01), partindo do que for pedido: animais com F e V, animais com SS e RR na mesma palavra, entre outras possibilidades.
Rodada 3 palavras encontradas
VAMOS AVALIAR O APRENDIZADO
1. Para relembrar os conteúdos estudados nesta unidade, pinte os quadrinhos de acordo com a legenda a seguir.
Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor
Entendi bem. Preciso rever.
Folheto.
Explorando diferentes tipos de letras.
Palavras com RR e SS
Notícia.
Espaço entre palavras.
Palavras com CH, LH e NH
Poema visual (Abracadabra).
Letras: U, V, W e X.
2. Escolha um dos itens da atividade anterior e faça um registro sobre o que aprendeu.
Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor
SAIBA MAIS
Um filme emocionante com bichos de estimação!
O filme conta a história de Max, um cachorro que mora em um apartamento e precisa aprender a conviver com Duke, o novo cão da sua querida dona. Os dois acabam na carrocinha e, depois, andando juntos pelas ruas, conhecem um adorável coelho branco, líder de vários animais abandonados.
AVALIANDO
Ao encerrar o trabalho com a unidade, retome as expectativas de aprendizagem e verifique os conteúdos que ainda precisam ser revisitados, individual ou coletivamente. Considere a compreensão dos textos lidos com base em observações e registros feitos nas seções de leitura. Nas produções escritas, mapeie indícios do processo de consolidação do conhecimento alfabético, identificando quem necessita de apoio mais próximo. Planeje atividades de retomada que auxiliem a superar as dificuldades e assegurem avanços contínuos.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
10/10/2025 10:25:16
PERRENOUD, Philippe. Escola e cidadania: o papel da escola na formação para a democracia. Porto Alegre: Penso, 2004.
A obra amplia as reflexões relacionadas ao Campo da vida pública, discutindo como programas, atitudes e práticas escolares precisam se transformar para que a educação para a cidadania se efetive em todas as disciplinas e em diferentes momentos da vida escolar.
BNCC
Nesta seção, os estudantes desenvolvem habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10 , EF15LP11 , EF15LP13).
Respostas e orientações didáticas
1. Solicite aos estudantes que façam a leitura de cada item e procure mediar para que retomem, em conjunto, as experiências vividas. Pergunte o que foi mais marcante, questione-os sobre os desafios e as partes mais divertidas ou envolventes. Essa conversa pode ajudar a ampliar as percepções individuais sobre o percurso de autoavaliação. Além disso, as trocas podem subsidiar a escrita da atividade 2
2. Permita a cada estudante que registre à sua maneira algo relacionado às aprendizagens do item escolhido. É possível que apareçam aspectos sobre o conteúdo, sobre as estratégias didáticas e até sobre interações importantes com os colegas ou com o objeto de conhecimento. Se achar oportuno, proponha que compartilhem o que escreveram em uma roda de conversa sobre o encerramento da unidade.
SAIBA MAIS
A animação mostra de maneira divertida a vida de dois cachorros de estimação que viram personagens cheios de dilemas, confusões e sentimentos.
PETS – A vida secreta dos bichos, de Chris Renaud e Yarrow Cheney. Estados Unidos, 2016 (90 min).
INTRODUÇÃO E JUSTIFICATIVA
Continuando com o tema da unidade anterior, propõe-se que os estudantes ampliem o olhar para outros animais, com uma perspectiva investigativa, com foco no Campo das práticas de estudo e pesquisa. Por meio de situações de leitura e escrita de textos relacionados à divulgação científica, como o verbete e a ficha informativa, eles serão convidados a uma atuação ativa e pesquisadora na busca por informações sobre a fauna brasileira.
Há atividades de leitura e escrita de palavras com GUE e GUI e palavras com correspondências regulares contextuais (E e O em posição átona em final de palavra), além de propostas de identificação de sinônimos e formação de antônimos, partindo do texto lido. Por fim, tendo em vista o tema norteador da unidade, os estudantes produzirão a escrita de verbete para um livro informativo e o registro em vídeo com o resultado de uma pesquisa coletiva.
Todo o trabalho dialoga com o tema contemporâneo transversal Educação ambiental como um processo contínuo e interdisciplinar.
Expectativas de aprendizagem
Ao final da unidade, espera-se que os estudantes sejam capazes de:
• ler e compreender, com os colegas e com a ajuda do professor, verbetes de um livro informativo, considerando a situação comunicativa e o assunto do texto.
• identificar sinônimos de palavras e a diferença de sentido entre eles.
• formar antônimos de palavras, pelo acréscimo do prefixo de negação IN-/IM-
• ler e escrever palavras com o dígrafo
• identificar e reproduzir a formatação específica do verbete.
UNIDADE7 MUNDO ANIMAL

• ler e compreender, com os colegas e o professor, ficha informativa de animais, considerando a situação comunicativa e o assunto do texto.
• planejar e produzir verbetes para livro informativo da turma.
• planejar e produzir registro em vídeo de resultados de pesquisa partindo do tema investigado.
Mapeando conhecimentos
Como continuidade do tema abordado na unidade anterior, amplie o olhar dos estudantes para outros animais, especialmente aqueles que compõem a fauna brasileira. Se considerar pertinente, peça que citem exemplos de animais que não sejam de
estimação, incentivando-os a refletir sobre onde vivem, do que se alimentam e outras características que possam surgir na conversa. Esse momento pode funcionar como uma avaliação diagnóstica dos conhecimentos da turma sobre o assunto, além de possibilitar o registro do que já sabem e do que desejam descobrir sobre os animais brasileiros — informações que poderão ser retomadas ao longo das pesquisas da unidade. Aproveite a situação de escrita para que evidenciem seus conhecimentos sobre o sistema alfabético, assim como outros conteúdos que serão trabalhados, como o uso de sinônimos e antônimos.
Pintura em mão do artista italiano Guido Daniele.

CONTEÚDOS DESTA UNIDADE
• Brincando com parlendas (Palavras de brincar);
• Verbete;
• Sinônimos e antônimos;
• Palavras com GUE e GUI;
• Livro informativo com verbetes da turma (Hora de produzir);
• Ficha informativa;
• A organização nas fichas informativas;
• Palavras que terminam com E e O;
• Vídeo informativo: bichos da água (Hora de produzir);
• Cordel (Abracadabra);
• Letras Y e Z (Tirando de letra);
• Jogo da fauna brasileira (É jogo, é brincadeira).
Respostas e comentários nas orientações ao professor
Observe a imagem e converse com os colegas sobre as questões a seguir.
O animal que aparece na pintura é da família dos gatos e lembra um bicho que encontramos aqui no Brasil, na Amazônia. Vocês sabem que bicho é esse? O que observaram para reconhecê-lo?
Como vocês acham que a imagem foi produzida? Quais materiais podem ter sido usados?
Leiam a legenda que acompanha a imagem. As suposições que vocês fizeram na atividade anterior se confirmaram? Vocês perceberam que se tratava de uma pintura feita em uma mão? Além da pintura, o artista posiciona as mãos para representar o animal. Como as mãos estão posicionadas? Experimentem fazer igual.
223
BNCC
Além de desenvolver as habilidades indicadas nas orientações ( EF02LP13 , EF02LP20 , EF02LP23 , EF12LP01), ao investigar a imagem, os estudantes podem antecipar sentidos e propósitos com base em conhecimentos prévios e nas pistas visuais (EF15LP02) e, ao responder oralmente às questões, mobilizar habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10, EF15LP11).
Respostas
e orientações didáticas
1. A onça-pintada. Espera-se que os estudantes digam que reconheceram pelas características físicas retratadas: pela presença de pintas e pela cor. Se possível, compartilhe com a turma curiosidades sobre esse animal, lembrando que o gênero curiosidade foi trabalhado anteriormente neste volume. Por exemplo: “Vocês sabiam que a onça é o maior felino das Américas?”.
2. Espera-se que percebam que é uma pintura feita sobre a pele, usando tinta e técnicas de pintura corporal. 3. Proponha a leitura autônoma da legenda (EF12LP01), para que pratiquem a leitura em letra de imprensa em caixa-alta e caixa-baixa e possam verificar se o texto lido confirma as suposições feitas na atividade anterior.
4. Convide os estudantes a brincarem de posicionar as mãos de acordo com a imagem. É possível testar
a mesma forma com outros elementos: a luz e a sombra. Se achar oportuno, crie um ambiente com as luzes apagadas e uma lanterna projetando luz na parede.
ATIVIDADE EXTRA
Se achar oportuno, reserve um espaço na sala de aula para os registros das pesquisas realizadas ao longo da unidade, documentando o percurso de estudo. Essa prática permite que os estudantes visualizem os avanços coletivos, retomem informações já construídas e desenvolvam a noção de que o conhecimento pode
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ser registrado, organizado e compartilhado, reconhecendo a função de textos utilizados para apresentar informações coletadas em atividades de pesquisas (EF02LP20, EF02LP23). Além disso, fortalece a autoria das crianças e sua integração cada vez maior no ambiente letrado. O primeiro registro pode ser o levantamento feito por meio da proposta do Mapeando conhecimentos, caso tenha sido feita. O segundo pode ser o planejamento e a confecção de uma lista com nomes de animais conhecidos pela turma, a qual pode ser alimentada com novos nomes, conforme o andamento da pesquisa (EF02LP13).
BNCC
Além das habilidades listadas nas orientações ( EF02LP07 , EF02LP12 , EF12LP01 , EF12LP03 , EF12LP07, EF12LP19), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade ( EF15LP09 , EF15LP10 , EF15LP11, EF15LP13).
Orientações didáticas
• Antes da recitação da parlenda, explore a charada do texto introdutório e incentive os estudantes a identificarem a palavra galinha com base nas pistas apresentadas.
• Se achar oportuno, pergunte se conhecem alguma parlenda com esse animal, aproveitando o momento para retomar o que sabem sobre esse gênero da tradição oral. Por serem textos muito presentes no dia a dia crianças, desde a Educação Infantil, é provável que apareçam exemplos variados de brincadeiras e parlendas. Possibilite que haja uma troca entre os estudantes, para que eles possam ampliar o repertório e retomar as características desses textos, como o ritmo marcado, a sonoridade, as brincadeiras associadas, como os jogos de corda e as fórmulas de escolha (EF12LP07, EF12LP19).
• Após essa exploração inicial, recite a parlenda e verifique se os estudantes já a conheciam, convidando-os a recitar junto, caso saibam de memória. Se esse for o caso, o foco do passo 3 estará em localizar as partes iniciais do texto, que eles já conhecem. Você pode mediar a aproximação dessa estratégia, dizendo: “Como começa mesmo a parlenda?”; “E onde vocês acham que isso está escrito?”.
ANIMAIS DA AMAZÔNIA
PALAVRAS DE BRINCAR
Vamos brincar com uma parlenda que traz um bicho bem diferente do que você viu na abertura da unidade! Será que você descobre qual é? Algumas dicas: bota ovos e é uma ave.
Brincando com parlendas
1. Ouça o professor recitar a parlenda.
2. Você já conhecia esse texto? Sabia de memória? Conte para os colegas e diga também se acertou a charada!
3. Observe a seguir os versos da parlenda, que estão fora de ordem. Leia com atenção, tentando descobrir a sequência correta do texto!
bota um, bota sete, bota ovo amarelinho, bota nove, bota três, bota dois,
A galinha do vizinho bota quatro, bota seis, bota dez! bota cinco, bota oito,
Origem popular.
4. Escreva a parlenda na ordem correta. Resposta: A galinha do vizinho / bota ovo amarelinho, / bota um, / bota dois, / bota três, / bota quatro, / bota cinco, / bota seis, / bota sete, / bota oito, / bota nove, / bota dez!
• Os desafios serão variados a depender dos níveis de leitura e de conceitualização da escrita em que os estudantes estejam. Para os que leem convencionalmente, o exercício será de leitura de cada um dos versos, em letra de imprensa, para identificar a primeira parte e as subsequentes (EF12LP01). Mesmo que não conheçam o texto de memória, podem se apoiar em pistas do próprio texto, como a quantidade crescente dos ovos a cada verso, após o primeiro. Para os que
não leem com autonomia e não sabem o texto de memória, pode ser necessário um apoio mais próximo, a fim de que a cada verso saibam o que estão buscando. Assim, poderão se desafiar ao procurar nas partes do meio de cada verso onde está a palavra um, dois, e assim por diante.
• Explique que o propósito da escrita no passo 4 é retomar e registrar a ordem correta da parlenda, para, então, ler, recitar e brincar de diferentes maneiras com o texto.
5. Compartilhe sua parlenda com os colegas e veja se eles a escreveram do mesmo jeito. Depois, que tal brincar com o texto?
BAÚ DE TEXTOS
Leia com o professor e os colegas mais uma parlenda para recitar e brincar!
Galinha choca, Comeu minhoca, Saiu pulando, Que nem pipoca. Origem popular.
Abrindo o baú!
Pinte a palavra que melhor representa a imagem a seguir. minhoca galinha pipoca
Dica: Ela apareceu na parlenda que você leu neste baú! Resposta: Minhoca.

• Na escrita, observe se os estudantes recorrem ao texto para esclarecer dúvidas sobre grafia, espaçamento e pontuação (EF12LP03). Caso optem por escrever de memória (EF02LP01), verifique se utilizam convenções adequadas. Ao final, proponha que comparem seus registros com os versos do passo 3, exercitando a leitura e usando o texto como referência para refletir sobre a escrita.
• Se achar pertinente, sugira a escrita em letra cursiva para estudantes que escrevem convencionalmente e que já estejam praticando com mais segurança (EF02LP07). Essa confiança é importante para que o desafio da variação no tipo de letra não se sobreponha às reflexões que farão sobre o sistema de escrita enquanto estão se apropriando.
• No Baú de textos, proponha que os estudantes leiam com autonomia (EF12LP01). Se achar oportuno, após a leitura, escreva o texto na lousa e explore as rimas que aparecem como mais uma característica que algumas parlendas apresentam. Se for viável, aproveite para verificar se leem e compreendem com certa autonomia exemplares desse gênero do Campo da vida cotidiana, considerando a situação comunicativa e o tema do texto e relacionando sua forma de organização à sua finalidade (EF02LP12).
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• No Abrindo o baú, os estudantes terão o desafio de fazer adequadamente a correlação palavra-objeto. Para isso, farão a leitura de duas palavras com o dígrafo NH, que foi estudado na unidade anterior (minhoca e galinha), e uma palavra com o mesmo final da palavra que deve ser assinalada (pipoca). Observe como fazem a leitura, se retomam o que aprenderam e se identificam com facilidade a palavra buscada (EF12LP01).
BNCC
Além das habilidades listadas nas orientações ( EF02LP21 , EF12LP17 , EF15LP01 , EF15LP02 , EF15LP04), os estudantes serão levados a desenvolver habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10).
SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA
INICIAL
Informe aos estudantes que lerão dois verbetes de Brasil 100 palavras, do autor Gilles Eduar. Trata-se de um livro com informações sobre os seis biomas brasileiros: Amazônia, Caatinga, Cerrado, Pantanal, Mata Atlântica e Pampa. O livro reúne verbetes de seres e plantas que podem ser encontrados em cada bioma. Nesta seção, serão reproduzidos dois verbetes, por meio dos quais eles terão a oportunidade de se informar sobre esses animais que vivem na Floresta Amazônica.
Respostas e orientações didáticas
• Promova um momento de intercâmbio oral sobre o texto a ser lido, propondo um diálogo com base nessa conversa inicial e nas questões do Antes de ler. Deixe que os estudantes estabeleçam e compartilhem expectativas em relação ao texto que vão ler, baseando-se na ilustração, na observação do texto na página, nos conhecimentos prévios sobre o assunto e o gênero e na conversa introdutória ( EF15LP01 , EF15LP02).
• Faça a leitura compartilhada dos verbetes, com diferentes estudantes lendo em voz alta enquanto os demais acompanham. Durante a leitura, destaque a relação entre linguagem verbal e visual, ressaltando o papel das ilustrações na construção de sentidos
RODA DE LEITURA: VERBETE
É hora de ler alguns verbetes retirados de um livro informativo que apresenta alguns animais do Brasil, como a onça-pintada.
ANTES DE LER
Responda às questões a seguir oralmente.
GILLES
PALAVRAS/ COMPANHIA DAS LETRINHAS
GILLES EDUAR/BRASIL
DA AMAZÔNIA!
1. Na Floresta Amazônica, há uma grande diversidade de animais. Você conhece algum bicho que vive nessa floresta?
2. Observando as ilustrações que acompanham os verbetes a seguir, tente descobrir: quais animais vamos estudar?
1. Resposta pessoal. Possíveis respostas: Peixe-boi; sapos venenosos; urumutum; boto-cor-de-rosa; tucunaré; piranha; jacaré-açu; ararajuba; guará; anacã; uacari-branco; onça-pintada; araracanga; tucanuçu; jiboia; sauim-de-coleira.


Onça-pintada • A onça-pintada é o maior gato do Brasil. É ótima caçadora, é craque em subir em árvores e sabe nadar.
Jacaré-açu • O jacaré que mora na Amazônia é o maior do Brasil, por isso se chama jacaré-açu (açu quer dizer “grande”, em Tupi). Depois de caçar, ele fica de pança cheia e gosta de tirar uma soneca.
EDUAR, Gilles. Brasil 100 palavras. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2014. p. 12.
QUEM PRODUZIU?
2. Resposta: Espera-se que os estudantes reconheçam os animais que serão apresentados nos textos por meio das ilustrações que acompanham as palavras de entrada nos verbetes.
Gilles Eduar nasceu em São Paulo, em 1958. Além de escritor, é saxofonista e ator. Ele já publicou diversos livros infantis, inclusive em outras línguas, como inglês, francês e coreano.
(EF12LP17, EF15LP04).
• Trabalhe o vocabulário, discutindo palavras desconhecidas e incentivando os estudantes a deduzirem seus sentidos pelo contexto.
• Se possível, conduza uma pesquisa, coletiva ou em grupos, conforme os recursos disponíveis, para que os estudantes explorem textos informativos de diferentes fontes, digitais e impressas, e ampliem seus conhecimentos sobre a Floresta Amazônica (EF02LP21).
O verbete é um gênero textual do Campo das práticas de estudo e pesquisa que é marcado por reunir um conjunto de informações sobre um dado elemento. Comumente encontrados em enciclopédias e dicionários, impressos e digitais, eles têm como finalidade informar o leitor, ampliando seu repertório sobre o objeto de pesquisa. Em textos assim, a linguagem costuma ser clara e objetiva, visando assegurar uma comunicação assertiva. Nos dicionários, os verbetes apresentam informações sobre as palavras, que aparecem organizadas em uma lista, em ordem alfabética.
Papo de leitor
1. Antes de ler, você e os colegas tentaram descobrir quais animais estudariam. Vocês acertaram? Conversem a respeito.
Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor.
2. De acordo com os verbetes lidos, responda às questões.
a ) Quantos verbetes você leu?
Resposta: Dois verbetes.
b ) Qual é o animal apresentado em cada verbete?
Resposta: Onça-pintada e jacaré-açu.
c ) Lendo os verbetes, você aprendeu algo novo? Se sim, o quê?
Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor
3. Considerando o que aprendeu com os textos lidos, qual é a função principal de um verbete? Marque um X na alternativa mais adequada.
Resposta: Informar o leitor.
Informar o leitor. Divertir o leitor.
4. Pinte os itens que você encontrou nos dois verbetes.
informações sobre o animal fotografia do animal nome do animal desenho do animal
Os textos da página anterior trazem um conjunto de informações sobre animais, escritas com linguagem clara e direta. Cada um é acompanhado de uma ilustração. Textos como esses são chamados de verbetes. mapa de onde o animal mora
Resposta: Desenho do animal; nome do animal; informações sobre o animal. 227
os registros: se copiando palavra a palavra do texto (EF12LP03) ou escrevendo de forma mais espontânea após a retomada da informação. No item c, se achar oportuno, conduza uma conversa coletiva, dando espaço para que compartilhem o que aprenderam. Registre na lousa algumas observações que possam servir de apoio ao registro no livro. Se considerar interessante, proponha aos que já têm mais domínio da escrita em letra cursiva o desafio de registrar a resposta nesse tipo de letra, fora das pautas (EF02LP07).
3. Nesta questão, verifique se os estudantes reconhecem a função principal do verbete como a de informar o leitor. Essa atividade mobiliza a reflexão
BNCC
Além das habilidades listadas nas orientações ( EF02LP07 , EF02LP25 , EF12LP02 , EF12LP03 , EF12LP17 , EF15LP01 , EF15LP02 , EF15LP03 , EF15LP04), os estudantes serão levados a desenvolver habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10, EF15LP11, EF15LP13).
SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL
Retome com a turma os verbetes já lidos e proponha uma nova leitura antes das atividades. Essa retomada, feita em colaboração com os colegas e com sua mediação, ajuda os estudantes a desenvolverem fluência em leitura oral e a compreenderem o texto com mais precisão, levando em conta a situação comunicativa do texto (EF12LP17).
Respostas e orientações didáticas
1. Retome as hipóteses dos estudantes, incentivando a comparação com o que aparece no texto. Valorize as antecipações como apoio à compreensão da leitura ( EF15LP02 ) e destaque o papel das imagens na construção de sentidos em conjunto com o texto verbal (EF15LP04).
2. Nos itens a e b, observe se os estudantes localizam com facilidade as informações explícitas solicitadas (EF15LP03) e como fazem
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sobre a finalidade social do gênero, ajudando-os a compreender que diferentes textos cumprem diferentes propósitos comunicativos (EF15LP01).
4. Promova a leitura coletiva do enunciado, garantindo a compreensão da proposta. Observe se os estudantes localizam as informações explícitas e identificam corretamente os itens a serem pintados (EF15LP03, EF12LP17). Destaque que, nos verbetes, os elementos visuais organizam o texto e ajudam a construir sentidos junto às informações verbais e aproveite para destacar a formatação e a diagramação específica desse gênero (EF02LP25, EF15LP04).
5. Explique que será necessário relacionar os itens pintados anteriormente com a organização do verbete apresentado. Incentive os estudantes a identificarem, em conjunto, onde cada informação aparece e, em seguida, registrarem individualmente nos espaços indicados. Essa mediação favorece a compreensão do enunciado e o desenvolvimento da autonomia para lidar com tarefas que apresentam mecanismos que exigem diferentes associações (EF15LP03, EF12LP17).
6. No item a, oriente-os a reler o verbete e a localizar a informação explícita. No item b, chame a atenção para a palavra açu, destacando que seu significado está indicado entre parênteses no texto (EF15LP03). Explique que esse recurso gráfico serve para apresentar uma informação adicional que ajuda o leitor a compreender melhor o termo. Incentive os estudantes a inferirem a relação entre esse significado e a característica do animal, percebendo que o termo reforça a ideia de grande porte.
AGORA QUE JÁ LEMOS
1. Dependendo da região onde moram, os estudantes podem ter conhecimentos prévios sobre um ou outro ecossistema. Se possível, providencie a obra de Gilles Eduar e apresente o animais de outros biomas.
2. Incentive os estudantes a citarem diferentes suportes em que os verbetes podem aparecer, como enciclopédias e dicionários, impressos ou digitais, reforçando a função informativa desse gênero (EF15LP01). Apresente diferentes ambientes digitais em que é possível encontrar verbetes e outros textos informativos, como enciclopédias on-line, di-
5. Releia este verbete e preste atenção na organização dele. Depois, escreva no local adequado cada item que você pintou na atividade anterior.
A. B.

Onça-pintada • A onça-pintada é o maior gato do Brasil. É ótima caçadora, é craque em subir em árvores e sabe nadar.
Resposta: A – Desenho do animal; B – Nome do animal; C – Informações sobre o animal.
A. B. C.
6. Junte-se a um colega, releiam o verbete e respondam às questões.
a ) Em relação ao tamanho, o que podemos afirmar sobre o jacaré-açu?
Resposta: O jacaré-açu é o maior jacaré do Brasil.
b ) O termo açu tem origem indígena, no idioma tupi. O que ele significa? Que informação ele ajuda a destacar sobre o tamanho desse animal? Conversem e anotem as conclusões a seguir.
Resposta: Significa “grande” e destaca o tamanho do jacaré, que é o maior do Brasil.
AGORA QUE JÁ LEMOS
1. Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes tragam exemplos de animais que
Responda às questões a seguir oralmente.
1. Os textos que você leu fazem parte de um livro com verbetes sobre os seres vivos da Amazônia, da Caatinga, do Cerrado, do Pantanal, da Mata Atlântica e do Pampa brasileiros. Que animais você imagina encontrar nos outros ambientes?
2. Onde mais você acha que é possível encontrar verbetes?
Resposta: Em enciclopédias e dicionários, impressos ou digitais. estão presentes nos outros cinco biomas brasileiros.
cionários digitais e sites de pesquisa voltados ao público infantil. Explique que nem toda informação disponível na internet é confiável e que, por isso, é importante navegar sempre com a orientação de um adulto e utilizar fontes seguras. Essa atividade mobiliza a busca, a seleção e a leitura de textos em meios digitais com a sua mediação, de acordo com as necessidades e os interesses da turma (EF12LP02).
ARTICULANDO CONHECIMENTOS
• Desenvolva uma proposta de pesquisa integrada com Ciências, sobre as características de animais (como cor, forma, tamanho, fases da vida), relacionando-os aos locais onde se desenvolvem.
C.
É LÍNGUA, É LINGUAGEM
Sinônimos e antônimos
1. Releia um trecho do verbete da onça-pintada.
É ótima caçadora, é craque em subir em árvores e sabe nadar.
a ) Qual dos termos também presentes no texto tem o sentido semelhante ao da palavra em destaque? Marque um X.
Resposta: Ótima.
Caçadora. Sabe nadar. Ótima.
b ) Qual das palavras a seguir pode ter significado semelhante ao da palavra que você marcou no item anterior? Pinte para mostrar.
Resposta: Extraordinária.
leve extraordinária desagradável forte
2. Copie cada uma das frases a seguir, substituindo a palavra ou expressão em destaque por outra que tenha significado semelhante. Se preciso, consulte o banco de palavras ao final da atividade.
a ) A jiboia é uma serpente muito grande
Possíveis respostas: A jiboia é uma serpente imensa/enorme/gigante
b ) O boto-cor-de-rosa nada sozinho e lentamente pelos rios da Amazônia.
Possível resposta: O boto-cor-de-rosa nada sozinho e vagarosamente pelos rios da Amazônia.
imensa • pequena • enorme • vagarosamente minúscula • ligeiramente • gigante
Respostas e orientações didáticas
1. No item a, peça que identifiquem, no texto lido, uma palavra de sentido semelhante à que está em destaque, compreendendo a diferença de uso entre os sinônimos.
Dessa forma, exercitam a habilidade de reconhecer palavras próximas em significado e de perceber nuances de sentido entre elas. No item b, explique que, embora os sinônimos expressem sentidos próximos, cada um pode ter usos diferentes conforme o contexto (EF02LP10).
2. Abra espaço para que os estudantes conversem sobre os significados das palavras em destaque e das que escreveram para substituí-las. Pergunte: “Apesar de essas palavras terem sentidos muito semelhantes, podemos dizer que seus significados são iguais? Por quê?”. Espera-se que respondam que os significados não são iguais, mas semelhantes. A proposta dessa conversa é analisar as diferenças entre os sinônimos nos contextos apresentados, ajudando-os a perceber que os
BNCC
Nesta seção, os estudantes trabalharão sinônimos de palavras do texto lido, compreendendo as diferenças de sentido entre eles, e formarão antônimos pelo acréscimo dos prefixos de negação IN-/IM- (EF02LP10).
SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL
Explique aos estudantes que vão trabalhar com palavras de sentido semelhante (sinônimos) e contrário (antônimos). Para introduzir o conteúdo, escreva algumas palavras na lousa e peça que identifiquem qual tem o mesmo sentido e qual indica o oposto. Sugestão: feliz (alegre, contente / infeliz, triste), calmo (tranquilo / nervoso), apressado (corrido / lento), frágil (fraco / forte), malvado (maldoso / bondoso) (EF02LP10).
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sentidos são próximos, mas não idênticos. Se possível, registre na lousa as palavras em destaque e organize, após cada uma, as alternativas dadas pela turma. Depois, explore coletivamente os significados. Por exemplo: “O que queremos dizer quando falamos que alguém é grande?”; “E quando dizemos que alguém é imenso?”; “Os adjetivos grande e imenso indicam, ambos, um tamanho grande, mas imenso pode dar a ideia de que a pessoa é ainda maior.” (EF02LP10).
3. Oriente os estudantes a observarem a palavra em destaque no texto (maior) e a produzirem uma frase, trocando-a por uma palavra de sentido oposto. Retome que palavras de significados contrários são chamadas de antônimos (EF02LP10). 4. Mostre que é possível formar antônimos acrescentando os prefixos IN- ou IM- a determinadas palavras, como em feliz/infeliz ou possível/impossível. Peça que completem os exemplos apresentados, refletindo sobre como o prefixo de negação altera o sentido original da palavra. Aproveite para destacar que nem todos os antônimos são formados assim, mas esse é um recurso bastante comum da língua. Finalize retomando os exemplos da lista e incentive os estudantes a criarem outros pares de palavras, reforçando a compreensão do mecanismo de formação de antônimos (EF02LP10).
3. Agora, leia a frase a seguir, prestando atenção na palavra destacada. Os termos que têm significados semelhantes são chamados de sinônimos Por exemplo, as palavras extraordinária e excelente podem ser consideradas sinônimos.

O jacaré que mora na Amazônia é o maior do Brasil.
Agora, escreva uma frase sobre outro animal, trocando a palavra em destaque por alguma que tenha sentido oposto
Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes escolham outro animal e empreguem a palavra menor em suas frases.
As palavras que têm significados opostos são chamadas de antônimos. Podemos dizer que maior é antônimo de menor
4. É possível acrescentar in- ou im- no começo de palavras para formar antônimos. Complete seguindo os exemplos.
sensível insensível feliz completo perfeito imperfeito possível popular
O antônimo também pode ser indicado com in- ou im- no início de outras palavras, como em satisfeito/insatisfeito e pessoal/impessoal.
Resposta: Feliz – infeliz; completo – incompleto; possível – impossível; popular – impopular.
ATIVIDADE EXTRA
Convide os estudantes a formarem sinônimos e antônimos de palavras ditadas, ampliando as oportunidades de prática. Proponha que construam antônimos com os prefixos de negação IN- ou IM-, ressaltando que, na escrita, o prefixo IM- é usado antes de P ou B (como em impossível e imbatível). Essa atividade favorece tanto a compreensão dos mecanismos de formação de palavras quanto a observação de regras ortográficas, que eles vão consolidar progressivamente em suas produções ao longo do Ensino Fundamental (EF02LP10).
BNCC
JANELAS PARA A ESCRITA
Palavras com GUE e GUI
1. Leia em voz alta o nome do animal, reparando na sílaba em destaque.
Resposta: Espera-se que os estudantes observem a pronúncia da sílaba gue, relacionando com sua escrita.
caranguejo
Agora, pinte somente a imagem nomeada por uma palavra que também tem essa sílaba.
Resposta: Espera-se que os estudantes pintem a imagem do foguete.


2. Leia em voz alta o nome do animal, reparando na sílaba em destaque.
Resposta: Espera-se que os estudantes observem a pronúncia da sílaba gui, relacionando com sua escrita
bicho-preguiça
Contorne somente a imagem nomeada por uma palavra que também tem essa sílaba.
Resposta: Espera-se que os estudantes contornem a imagem da guitarra.


PRATICAR EM CASA
1. Com a ajuda de um familiar, pesquise palavras com GUE e GUI. Copie pelo menos duas de cada no caderno.
2. Na sala de aula, leia para a turma as palavras que você encontrou e ouça as dos colegas. Alguém encontrou alguma palavra igual à que você copiou?
Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor
2. Organize os estudantes em duplas para que pensem juntos sobre qual imagem é nomeada por uma palavra tem a mesma sílaba da palavra em destaque, que pode estar escrita na lousa para que retomem com mais facilidade (EF12LP01). Aproveite para observar se eles percebem a diferença do som representado pelo G nos dois casos.
PRATICAR EM CASA
Como os estudantes e familiares já estão habituados com as pesquisas de palavras com base nos conteúdos estudados, a ideia é que busquem fontes cada vez mais diversificadas, como livros literários e informativos. Peça que compartilhem não apenas as palavras encontradas, mas também como foi o processo de busca. No momento de socialização, promova uma troca sobre as descobertas, destacando a presença de GUE e GUI nas diferentes palavras.
Além das habilidades destacadas nas orientações ( EF02LP15, EF12LP01, EF12LP07), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10 , EF15LP11 , EF15LP13).
SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL
Antes de iniciar as atividades, apresente aos estudantes a cantiga “Caranguejo não é peixe”. Se possível, apresente o áudio de uma das versões dela permitindo que a cantem, respeitando ritmo e melodia, e explorem a brincadeira comumente associada a essa música. Há muitas versões da cantiga em áudios disponíveis na internet; escolha uma para inspirar a cantoria (EF02LP15). Se achar oportuno, converse com eles e verifique se identificam e reproduzem recursos sonoros que intensificam os sentidos do texto.
Respostas e orientações didáticas
1. A proposta é que os estudantes possam comparar as palavras que têm em sua composição a letra G, observando que, antes das vogais E ou I, é preciso grafar G seguido de U para representar o som da sílaba em destaque na palavra CARANGUEJO. Se achar oportuno, proponha que essa primeira atividade seja feita de forma coletiva.
10/10/2025 10:23:35
SONS E LETRAS: G
Ao fazerem as atividades propostas nesta seção, os estudantes são convidados a reparar nas formas como a letra G compõe as diferentes palavras, seja representando o /ʒ/, como em GATO, GORILA, CARANGUEJO e GUITARRA (estas últimas sendo o foco das observações neste momento), seja representando o fonema /g/ como em GIRAFA e GENTE.
BNCC
Além das habilidades de leitura e escrita destacadas nas orientações (EF02LP01, EF02LP08 , EF02LP09 , EF02LP13 , EF02LP16 , EF02LP21 , EF02LP22 , EF02LP25 , EF12LP02 , EF12LP03 , EF12LP06 , EF12LP17 , EF15LP04 , EF15LP05 , EF15LP06 , EF15LP07), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10 , EF15LP11 , EF15LP13).
Orientações didáticas
• Separe previamente uma folha para cada dupla, para o registro dos verbetes ilustrados. Ao final, eles vão compor um único material: o livro informativo da turma.
• Considerando que a fauna na Amazônia é conhecida por sua imensa diversidade, há muitas possibilidades de pesquisa para os estudantes, tanto de espécies que podem ser vistas em outros lugares como de outras que são exclusivas dessa região. Segundo o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), existem cerca de 300 espécies de mamíferos e 1 300 espécies de aves habitando 4.1996.943 km² de florestas densas e abertas.
• Algumas opções para ampliar as pesquisas: sapinhos venenosos, araracanga, tucanuçu, urumutum, piranhas, anacã, peixe-boi, guará, tucunaré, jacaré-açu, jiboia, uacari-branco, onça-pintada.
PAPO DIGITAL
É importante que os estudantes acompanhem ativamente cada etapa da pesquisa, como a escolha de fontes, o processo de inserção de palavras-chave e a seleção de informações relevantes ( EF02LP21 , EF12LP02 ). Fale sobre a importância da verificação cuidadosa (a curadoria) das fontes e informações encontradas,
HORA DE PRODUZIR
Livro informativo com verbetes da turma
Nesta unidade, você leu verbetes sobre animais da Amazônia. Agora, vai criar um verbete ilustrado sobre outro animal que vive lá.
O que vai produzir?
Com os verbetes criados por você e seus colegas, vamos montar um livro informativo da turma.
Planejar
1. Junte-se aos colegas e acompanhem a pesquisa que o professor vai fazer na internet sobre os animais que vivem na Amazônia.
PAPO DIGITAL
Pesquisando informações sobre animais que vivem na Amazônia
Participe da investigação guiada pelo professor. Prestem atenção nos diferentes ambientes digitais de pesquisa que ele vai mostrar, como revistas e enciclopédias on-line. Sempre conversem sobre os sites consultados, verificando, juntos, se são fontes confiáveis.

pois, muitas vezes, uma informação imprecisa ou falsa é divulgada como verdadeira. Para fazer essa curadoria, é importante comparar e confrontar um mesmo dado em diferentes fontes e considerar páginas de profissionais ou instituições que sejam especialistas no conteúdo pesquisado. Sugestão de site: AMAZÔNIA. National Geographic Brasil. Disponível em: https://www. nationalgeographicbrasil.com/natgeo-ilustra/ amazonia. Acesso em: 2 set. 2025.
Orientações didáticas
• Além da pesquisa em sites, considere também explorar verbetes de enciclopédias infantis,
inclusive para que os estudantes possam ter mais uma oportunidade de identificar a formatação e diagramação específica desse gênero (EF02LP25, EF12LP17).
• Mostre aos estudantes que, no caso do verbete, a ilustração cumpre um papel científico, pois representa o animal de forma fiel à realidade. Explique que, em textos informativos, os recursos gráfico-visuais, como fotografias, esquemas ou desenhos detalhados, produzem o efeito de tornar a informação mais clara e confiável, diferentemente das imagens de caráter literário, que priorizam a imaginação e a fantasia (EF15LP04).
2. Com a turma, façam uma lista que reúna os nomes de todos os animais encontrados na pesquisa. Aproveitem também para observar fotografias e outras referências dos animais pesquisados.
3. O professor vai organizar a turma em duplas. Cada dupla deve escolher um animal da lista e anotar no caderno o nome do animal escolhido e as principais informações que querem saber sobre ele, para depois pesquisar e produzir o verbete ilustrado.
Produzir
1. Em uma folha avulsa, façam uma ilustração do animal. Fiquem atentos aos detalhes importantes que não podem faltar.
2. Escrevam o nome do animal e as principais informações que desejam incluir na publicação. Verifiquem se as palavras estão escritas corretamente e decidam como organizar o texto na página. O verbete deve ser curto e bem explicado.
3. Lembrem-se de incluir informações sobre a conservação da espécie e possíveis ameaças.
Compartilhar
1. O professor vai reunir todos os verbetes ilustrados para montar o livro informativo da turma. Ajudem a organizar a publicação. Uma boa ideia é usar a ordem alfabética dos nomes dos animais e montar um sumário.
2. O livro com os verbetes ilustrados poderá ser emprestado para outras turmas usarem nas próprias pesquisas sobre os animais da Amazônia ou ser doado à biblioteca, para que todos possam acessá-lo.
Avaliar
Observe o livro da turma e converse com os colegas.
1. A forma como o livro está organizado facilita a pesquisa?
2. As informações e ilustrações estão claras e completas?
Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor 233
para avaliar a atividade. Se possível, convide os familiares e responsáveis dos estudantes para o lançamento do livro em um dia de atividades coletivas, como a reunião de familiares e responsáveis, ou mesmo crie um evento específico para essa finalidade, de forma que todos possam verificar o resultado do trabalho da turma.
• Se os estudantes quiserem ampliar a circulação do livro informativo com os verbetes da turma
10/10/2025 10:20:32
entre os familiares, planeje e produza com eles um e-mail a ser enviado aos responsáveis. Envolva-os em todas as etapas, da escrita à visualização da caixa de e-mail, para que observem a formatação e a diagramação próprias desse gênero digital. Explique que os responsáveis receberão a mensagem em suas caixas de correspondência eletrônica e, se possível, utilize o e-mail institucional da escola como remetente (EF02LP16).
• Na hora do planejamento e da produção, retome as características do gênero textual verbete para que os estudantes sejam precisos na escolha das informações que vão compor o texto (EF02LP22, EF15LP05).
• Reforce a importância de uma releitura e de uma revisão cuidadosa, para a edição da versão que será entregue (EF15LP06, EF15LP07). Aproveite para observar a escrita dos estudantes: como copiam as informações pesquisadas (EF12LP03); se escrevem convencionalmente; se utilizam a grafia correta das palavras conhecidas; se usam sinais de pontuação e se segmentam adequadamente as palavras. Analise também as dificuldades que possam surgir durante a produção (EF02LP01, EF02LP08, EF02LP09).
• Se achar oportuno, organize um momento de lançamento do livro informativo, convidando outras turmas para prestigiar o evento. Combine o modo como o material poderá circular para consulta e estudo, com procedimentos que organizem o empréstimo, como fichas que podem ser preenchidas pelos próprios estudantes. Nesse caso, planeje e produza com eles um bilhete ou recado (EF02LP13, EF12LP06), para informar aos demais como funcionará essa dinâmica de empréstimo.
• Faça uma rodada de circulação do livro entre os estudantes da turma, antes de promover uma conversa
BNCC
Além das habilidades listadas nas orientações ( EF02LP21 , EF12LP17 , EF15LP01 , EF15LP02 , EF15LP04), os estudantes serão levados a desenvolver habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10, EF15LP11, EF15LP13).
Respostas e orientações didáticas
• Nesta seção, os estudantes lerão duas fichas informativas publicadas em veículo destinado ao público infantojuvenil. Faça a mediação para ajudá-los a compreender os dados apresentados, interpretando-os e verificando a forma como estão organizados (EF12LP17). Ao explorar esse gênero, poderão identificar sua função social, refletindo sobre para que servem, onde circulam, quem os produz e a quem se destinam (EF15LP01).
• Antes da leitura, informe que textos assim circulam em diferentes meios, inclusive digitais voltados ao público infantil (EF02LP21).
Relacione essa leitura às práticas de investigação em sala de aula, ajudando-os a reconhecer como essas fichas são meios de apresentação de informações de pesquisa (EF02LP20).
A ficha informativa é um gênero do Campo das práticas de estudo e pesquisa que reúne dados e curiosidades sobre um tema específico. Encontrada em revistas e sites educativos, tem como finalidade informar o leitor e ampliar seus conhecimentos. A linguagem é clara e objetiva, facilitando a compreensão. As informações aparecem em blocos ou tópicos, muitas vezes acompanhadas de imagens, para destacar os aspectos mais importantes.
• Solicite a um estudante que leia o texto introdutó-
BICHOS DA TERRA
RODA DE LEITURA: FICHA INFORMATIVA
Já lemos verbetes sobre bichos da Amazônia. Agora, vamos ler duas fichas informativas a respeito de bichos que vivem debaixo da terra. Esses textos foram publicados em uma revista para crianças e jovens. Preparados?
ANTES DE LER
Observando as fotografias que acompanham as fichas, tente descobrir quais animais vamos estudar. O que será que vamos conhecer sobre eles?
Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor
Tatu
Cava buracos no solo usando as unhas fortes e afiadas. Fica dentro dele o dia todo e só sai à noite para procurar alimentos.
Onde vive: continente americano.
Alimentação: formigas, cupins, besouros (e as larvas), vegetais e frutos.
Tamanho: até 70 centímetros de comprimento.

Curiosidades: um ou mais tatus habitam uma mesma toca cavada na terra.
Minhoca
Enquanto se alimenta, come terra, mas só aproveita o material orgânico dela e elimina a areia.
Onde vive: em todo o mundo.
Alimentação: animais mortos e vegetação.
Tamanho: cerca de 15 centímetros de comprimento.

Curiosidades: o corpo é formado por anéis e a respiração é feita pela pele.
rio da seção e as questões do boxe Antes de ler. Em seguida, promova um intercâmbio oral, incentivando a turma a observar as fotografias, levantar hipóteses sobre os animais que serão estudados e antecipar o que poderão aprender sobre eles (EF15LP02).
• Se achar oportuno, organize uma leitura coletiva, pedindo a cada estudante que leia um trecho. Esse é um momento para observar a fluência leitora e planejar intervenções possíveis. Durante a leitura, explorem, juntos, o vocabulário do texto.
• Explique aos estudantes que os textos lidos foram retirados da mesma matéria de uma re-
vista destinada a crianças e jovens. Se possível, apresente exemplares físicos para que explorem em grupos diferentes textos informativos, reconhecendo sua função de apresentar dados e resultados de investigações do Campo das práticas de estudo e pesquisa (EF02LP20). Também é válido utilizar versões digitais, permitindo que, com sua mediação, investiguem ambientes de pesquisa on-line e conheçam outras possibilidades de acesso a informações confiáveis (EF12LP02, EF02LP21).
VASCONCELLOS, Lucas. Abaixo dos seus pés. Recreio, n. 960, jan. 2021. p. 26.
BNCC
Papo de leitor
1. Antes de ler, você observou as imagens a fim de antecipar o que encontraria no texto. O que você imaginou se confirmou? Converse com a turma.
Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor
2. O que ambos os textos apresentam? Marque um X
Listas de alimentos preferidos dos bichos da floresta.
Resposta: Informações sobre animais que vivem debaixo da terra.
Informações sobre animais que vivem debaixo da terra.
3. Que tipo de informação aparece nas duas fichas? Assinale.
Os tipos de toca que cada um constrói.
A quantidade de filhotes que cada animal costuma ter.
Resposta: O lugar onde o animal vive, o que ele come, seu tamanho e outras curiosidades.
O lugar onde o animal vive, o que ele come, seu tamanho e outras curiosidades.
4. Considerando a ficha do tatu, responda às questões.
a ) Para que o tatu sai da toca à noite?
Resposta: Para procurar alimentos.
b ) Quais são as características das unhas do tatu que o ajudam a cavar buracos?
Resposta: Elas são fortes e afiadas.
5. Segundo a ficha informativa da minhoca, responda às questões.
a ) O que a minhoca aproveita da terra enquanto se alimenta?
Resposta: Apenas o material orgânico da terra.
b ) Qual é o tamanho aproximado da minhoca?
Resposta: Cerca de 15 centímetros de comprimento. 235
de forma objetiva, as informações solicitadas sobre hábitos noturnos e características físicas. Reforce a importância de apoiar-se no texto para encontrar respostas precisas, evitando recorrer apenas à memória ou ao conhecimento prévio (EF15LP03). Se achar oportuno, incentive aqueles estudantes que já estiverem mais seguros na escrita em letra cursiva a registrarem suas respostas usando esse tipo de letra (EF02LP07).
5. Oriente os estudantes a retomarem a ficha informativa da minhoca e localizarem, de forma
10/10/2025 10:20:33
objetiva, as informações solicitadas sobre sua alimentação e seu tamanho. Reforce que as respostas devem ser encontradas no próprio texto, exercitando a habilidade de localizar informações explícitas (EF15LP03). Nesta atividade e na anterior, destaque a importância de escrever seguindo as convenções, com atenção ao uso de inicial maiúscula, grafia correta das palavras, espaços entre palavras e pontuação, e incentive-os a recorrer ao texto sempre que tiverem dúvidas quanto ao registro convencional (EF02LP01).
Além das habilidades listadas nas orientações ( EF02LP01 , EF02LP07 , EF02LP20 , EF02LP23 , EF15LP01 , EF15LP02 , EF15LP03), os estudantes serão levados a desenvolver habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10, EF15LP11 , EF15LP12 , EF15LP13).
Respostas e orientações didáticas
1. Incentive os estudantes a compartilharem suas previsões antes da leitura e retomá-las depois, verificando o que se confirmou e valorizando o processo de antecipação e checagem de hipóteses (EF15LP02).
2. Peça que leiam as alternativas e identifiquem, com base no texto, qual delas expressa de forma mais ampla o que as fichas apresentam. Essa atividade desenvolve a capacidade de apreender os sentidos globais, reconhecer o tema central e selecionar informações pertinentes ao objetivo de leitura.
3. Incentive os estudantes a refletirem sobre quais informações aparecem em ambas as fichas e compararem as semelhanças. Ao realizar essa análise, eles estão exercitando a compreensão global e a habilidade de relacionar textos, reconhecendo o tema e o tratamento dado a ele em cada um.
4. Proponha que retomem a ficha do tatu e localizem,
6. Incentive os estudantes a registrarem, por escrito, a informação que mais lhes chamou a atenção em cada ficha lida. Explique que, ao selecionar e anotar esses dados, estão exercitando a produção de pequenos registros de observação sobre o tema investigado. Valorize a colaboração entre colegas e ofereça apoio para que planejem e produzam registros coerentes e adequados à situação comunicativa. Incentive-os a usar o tipo de letra que melhor dominam e a observar neles os aspectos da escrita convencional (EF02LP01, EF02LP07, EF02LP20, EF15LP01).
7. Peça aos estudantes que leiam as alternativas e identifiquem a principal função das fichas: informar o leitor com dados e curiosidades sobre os animais. Aproveite para destacar que esse é o papel dos textos informativos de pesquisa: apresentar informações coletadas de forma clara, objetiva e acessível. Ajude-os a perceber a função social desse tipo de texto e a reconhecer onde circula, quem o produz e para quem é destinado (EF02LP20, EF15LP01).
AGORA QUE JÁ LEMOS
Promova uma conversa sobre outras publicações em que textos informativos semelhantes podem aparecer, como enciclopédias, revistas, sites educativos etc. Incentive os estudantes a refletirem sobre a função social desses textos: informar, divulgar descobertas e ampliar conhecimentos. Reforce que reconhecer onde se dá a circulação, bem como entender a finalidade dos textos, ajuda a compreender melhor como e por que eles são produzidos (EF15LP01).
6. Em cada ficha, que informação você achou mais interessante? Registre a seguir.
O que gostei de saber sobre o animal?


Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor.
Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor.
7. As duas fichas que você leu são textos informativos. Qual á a principal função de textos como esses? Assinale.
Ensinar uma brincadeira com bichos da floresta.
Resposta: Informar o leitor com dados e curiosidades sobre os animais.
Contar uma história inventada sobre animais.
Informar o leitor com dados e curiosidades sobre os animais.
Tanto as fichas que acabou de ler quanto os verbetes que você tinha lido anteriormente são exemplos de textos informativos. Eles são importantes para ajudar em pesquisas e divulgar descobertas e conhecimentos.
AGORA QUE JÁ LEMOS
As fichas informativas que você leu sobre os animais que vivem debaixo da terra foram retiradas de uma revista feita para crianças e jovens. Em quais outras publicações você acha que textos como esses poderiam aparecer? Converse com os colegas e o professor.
Resposta: Em jornais, enciclopédias e outras publicações impressas e digitais.
ATIVIDADE EXTRA
Se achar oportuno, aproveite o estudo dos bichos da terra para iniciar uma investigação sobre os animais que vivem na escola, como insetos e pequenos bichos de jardim. Esse pode ser um momento rico de observação direta, com registros feitos pelos estudantes (EF02LP23). Proponha também atividades extraclasse para que observem formigas, borboletas e outros animais presentes no entorno da escola, em praças ou parques, ampliando as possibilidades de pesquisa em contextos e situações reais de investigação.
É LÍNGUA, É LINGUAGEM
A organização nas fichas informativas
1. Junte-se a um colega, releiam a ficha da minhoca, na página 234, e marquem um X na resposta correta de cada questão.
a ) Observando o texto escrito, que parte dele recebe mais destaque?
E qual é a função dessa parte no texto?
A palavra minhoca, que funciona como título no texto.
Resposta: A palavra minhoca, que funciona como título no texto.
A palavra curiosidades, que funciona como ilustração
b ) Quais recursos foram usados para destacar essa parte?
Uso de maiúsculas, posição isolada no início do texto e cor.
Resposta: Uso de maiúsculas, posição isolada no início do texto e cor.
Uso de minúsculas, posição isolada no final do texto e cor.
c ) Os termos onde vive, alimentação, tamanho e curiosidades funcionam como subtítulos. O que é possível afirmar sobre eles?
Servem apenas para enfeitar o texto.
Resposta: Ajudam a organizar as informações e facilitam a leitura.
Ajudam a organizar as informações e facilitam a leitura.
d ) Para que serve a imagem que aparece na ficha?
Para mostrar o animal e ajudar o leitor a reconhecê-lo.
Resposta: Para mostrar o animal e ajudar o leitor a reconhecê-lo.
Para deixar o texto mais bonito.
2. Se essa ficha fosse escrita toda em um único parágrafo, sem título, subtítulos ou imagem, o que mudaria na leitura? Conversem.
Nas fichas informativas, a forma de organizar o texto facilita a leitura e a compreensão rápida das informações. Títulos, subtítulos, blocos curtos de texto e imagens ajudam o leitor a localizar o que procura com mais facilidade.
Resposta: Espera-se que os estudantes percebam que a leitura ficaria mais difícil, pois as informações estariam misturadas. Seria mais demorado para encontrar o que se quer saber, e o texto poderia cansar o leitor.
10/10/2025 10:20:33
Além das habilidades listadas nas orientações (EF02LP25, EF15LP04), os estudantes serão levados a desenvolver habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10 , EF15LP11 , EF15LP13).
Respostas e orientações didáticas
1. Oriente os estudantes a observarem a ficha informativa e identificarem como o texto está organizado, destacando elementos como título, subtítulos, uso de maiúsculas, cores e imagens. Explique que esses recursos não têm apenas função estética, mas organizam as informações e facilitam a leitura. Mostre também que a presença desses recursos gráfico-visuais produz efeitos de sentido importantes, como chamar a atenção para trechos específicos e ajudar o leitor a localizar rapidamente os dados buscados (EF02LP25, EF15LP04). 2. Abra espaço para que os estudantes conversem sobre como a leitura mudaria se a ficha fosse escrita em um único parágrafo, sem título, subtítulos ou imagem. Incentive-os a perceber que, nesse caso, as informações ficariam “misturadas”, e a leitura poderia ficar mais cansativa, bem como a localização dos dados possivelmente se tornaria mais difícil. Reforce que a organização gráfica e visual da ficha, com títulos, subtítulos, blocos de texto e imagem, não é apenas estética, mas um recurso essencial para facilitar a compreensão e orientar o leitor (EF15LP04). Ressalte também que reconhecer e reproduzir essa diagramação faz parte do domínio do gênero ficha informativa e de outros textos investigativos (EF02LP25).
BNCC
Além das habilidades em destaque nas orientações ( EF02LP03 , EF12LP01 ), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10).
Respostas e orientações didáticas
• Em algumas regiões brasileiras, a letra E ou a letra O em posição átona em final de palavra podem representar o mesmo som representado pela letra I ou pela letra U, respectivamente (EF02LP03). As atividades desta seção visam promover essa observação, sem esperar uma resposta “certa” ou “errada”, mas enquanto forma de compreender as variedades linguísticas como características do uso da língua por diferentes grupos e rejeitando qualquer tipo de preconceito linguístico. 1. Se achar oportuno, escreva na lousa as palavras em destaque. Diga aos estudantes que eles deverão ler e prestar atenção ao som que corresponde aos sons representados pelas letras finais em cada caso (EF12LP01). Dê oportunidade a eles para que falem em voz alta todas as palavras exploradas, mediando as observações em cada caso. Se, no modo de falar da sua região, a letra E no final de sílaba em posição átona é pronunciada como /e/ mesmo, explique a eles que, em alguns lugares do país, esse som pode ser pronunciado como /i/, dando exemplos dessa pronúncia: “peix/i/”; “elefant/i/”. Se, no modo de falar da sua região, a letra E no final de sílaba em posição átona é pronunciada como /i/, reforce que essa é uma característica da fala e que não há problema algum em
JANELAS PARA A ESCRITA
Palavras que terminam com E e O
1. Leia em voz alta as palavras que nomeiam estes animais, prestando atenção no som representado pelas letras finais em destaque.




elefante peixe javali jabuti
a ) Na escrita, com que letra as palavras que nomeiam os animais a seguir terminam?


Resposta: Com a letra E
Com a letra:
b ) E na sua fala, o que acontece com o som representado por essa letra? Marque um X para indicar.
O E final tem som de I O E final tem som de E
c ) Na escrita, com que letra as palavras que nomeiam os animais a seguir terminam?


Resposta: Com a letra I
Com a letra: .
d ) E na sua fala, o que acontece com o som representado por essa letra? Marque um X para indicar.
O I final tem som de I
Resposta: O I final tem som de I
O I final tem som de E
1. b) Resposta pessoal. Não há resposta correta, pois a percepção vai depender de como os estudantes pronunciam o E em posição átona no final de palavras.
falar assim; no entanto, na hora de escrever, precisamos registrar a palavra convencionalmente. Ou seja, tudo bem falar “elefant/i/”, mas precisamos escrever elefante (EF02LP03). Explique que esse conhecimento ligado à ortografia eles vão desenvolver ao longo do tempo, conforme forem se tornando leitores e escritores mais fluentes.
2. Junte-se a um colega. Vocês vão ler em voz alta as palavras a seguir, prestando atenção no som representado pelas letras finais em destaque.




porco pato canguru peru
a ) Na escrita, com que letra terminam as palavras que nomeiam os animais a seguir? Complete.




Resposta: Com a letra O
Com a letra: .
Resposta: Com a letra U
Com a letra: .
b ) E na sua fala, o que você notou em relação ao som final nessas palavras?
Resposta pessoal. Em relação às palavras que terminam com a letra O, não há resposta correta, pois a percepção vai depender de como os estudantes pronunciam o O em posição átona no final de palavras. Às vezes, o O final fica com som de U; às vezes, com som de O. Já as palavras terminadas em U têm som de U
2. Depois de promover reflexões sobre a pronúncia e a escrita do O em cada caso (EF02LP03), peça aos estudantes que ditem livremente palavras com as letras finais E e O. Se no modo de falar da sua região a letra O no final de sílaba em posição átona é pronunciada como /o/ mesmo, explique-lhes que, em alguns lugares do país, esse som pode ser pronunciado como /u/, dando exemplos dessa pronúncia: “porc/u/”; “pat/u/”. Se, no modo de falar da sua região, a letra O no final de sílaba em posição átona é pronunciada como /u/, reforce que essa é uma característica da fala e que não há problema algum em falar assim; no entanto, na hora de escrever, precisamos registrar a palavra convencionalmente. Ou seja, tudo bem falar “porc/u/”, mas precisamos escrever porco (EF02LP03). Reforce que esse conhecimento ligado à ortografia eles vão desenvolver ao longo do tempo, conforme eles forem se tornando leitores e escritores mais fluentes.
10/10/2025 10:20:37
BNCC
Além das habilidades listadas nas orientações ( EF02LP03 , EF02LP11 , EF02LP12 , EF12LP01 , EF12LP07), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10 , EF15LP11 , EF15LP13).
Respostas e orientações didáticas
1. Proponha a leitura autônoma da parlenda (EF02LP12) e, depois, a récita de diferentes maneiras, variando ritmo e entonação (EF12LP07). No item a, possibilite que os estudantes troquem experiências prévias e comparem com outras brincadeiras e versões parecidas, como a brincadeira da formiguinha subindo pelo braço ou a semelhança com a parlenda “Um, dois, feijão com arroz!”. No item b, proponha que releiam em voz alta o texto, reparando na palavra que tem a sílaba indicada: “Vamos ver quem encontra no texto a palavra que tem GUI?” (EF12LP01). O item c demanda uma retomada da formação do diminutivo (EF02LP11) e a leitura das opções, para que a palavra formiga seja assinalada. No item d, sugira que leiam em voz alta as opções, prestando atenção nas letras GUE
AVALIANDO
Caso ache pertinente, é possível construir uma rubrica para acompanhar as aprendizagens baseando-se nesta atividade de leitura. Para isso, considere como critérios de avaliação os níveis a seguir.
• Leitura da parlenda: observe se o estudante consegue fazer a leitura de forma autônoma, com fluência e entonação adequadas.
• Identificação das palavras com GUE e GUI: analise se reconhece nas palavras as
SABERES EM FOCO
1. a) Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor 1. b) Resposta: Espera-se que os estudantes contornem a palavra formiguinha
Palavras com GUE e GUI e palavras que terminam com E e O
1. Leia esta parlenda. Depois, faça o que se pede em cada item.
a ) Você já brincou com essa parlenda? Comente com a turma.
b ) Contorne no texto a palavra com a sílaba GUI.
c ) Que animal é nomeado pela palavra no diminutivo que você contornou? Pinte para mostrar.
Um, dois, três, saco de farinha! Quatro, cinco, seis, saco de feijão! Trabalhando, dona formiguinha vai enchendo pouco a pouco o seu porão...
Origem popular. grilo formiga besouro
Resposta: Formiga.
Resposta: Formigueiro.
d ) Que palavra nomeia o local onde vive esse animal? Assinale. Cupinzeiro. Formigueiro. Colmeia.
2. Faça o que se pede em cada item.
a ) Complete as palavras com E ou I, da forma como elas aparecem no dicionário.
Resposta: Javali; elefante; jabuti; peixe



Dica: Às vezes, na fala, o E final pode representar o som de I. Então, cuidado para não se confundir na hora de escrever! javal elefant jabut peix
sílabas indicadas e como faz a leitura de cada uma delas.
• Compreensão da formação do diminutivo: avalie se identifica a palavra que forma o diminutivo.
• Participação: observe se o estudante compartilha suas percepções e dificuldades com a turma, interagindo nas situações de trocas. Para cada critério, descreva níveis de desempenho que ajudem a perceber o avanço dos estudantes, como os indicados a seguir.
• Precisa de apoio: o estudante ainda não realiza a tarefa sozinho ou apresenta muitas dificuldades.

• Em desenvolvimento: realiza a tarefa parcialmente, com hesitações ou apoio do professor/dos colegas.
• Autônomo: realiza a tarefa de forma adequada, com segurança e independência.
• Avançado: vai além do esperado, demonstrando criatividade, clareza ou aprofundamento na execução da atividade.
A rubrica pode funcionar como um apoio ao processo avaliativo, evidenciando elementos do processo de aprendizagem e favorecendo o reconhecimento dos diferentes níveis de progressão da turma.
b ) Agora, complete com O ou U, da forma como as palavras aparecem no dicionário.

Dica: Às vezes, na fala, o O final pode representar o som de U. Então, cuidado para não se confundir na hora de escrever!

Resposta: Porco; canguru; peru; pato


porc cangur per pat
3. Revise as atividades desta seção e registre suas impressões nas fichas, pintando os quadrinhos de acordo com o que percebeu sobre seu progresso em leitura e escrita.
COMO EU ME SAÍ...
NAS ATIVIDADES DE LEITURA?
Encontrei com facilidade a palavra com GUI na parlenda.
Precisei de ajuda para encontrar a palavra com GUI na parlenda.
Identifiquei facilmente a palavra com GUE.
Precisei de ajuda para identificar a palavra com GUE.
COMO EU ME SAÍ...
NAS ATIVIDADES DE ESCRITA?
Identifiquei com facilidade as palavras que terminam com E ou I e com O ou U e completei as palavras de acordo com o dicionário.
Precisei de ajuda para saber se as palavras terminavam com E ou I e com O ou U.
Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor
AVALIANDO
Procure observar se os estudantes compreenderam que não há certo ou errado na forma de pronunciar as palavras em destaque. Observe também se escrevem convencionalmente cada uma delas, com E ou O no final de sílaba em posição átona (EF02LP03). Vale lembrar que essas reflexões seguirão de forma mais aprofundada ao longo do Ensino Fundamental e que as atividades aqui visam a uma primeira aproximação com o conteúdo, tratando-se de uma possibilidade de mapeamento do que já estão pensando sobre o assunto.
10/10/2025 10:20:38
Respostas e orientações didáticas
2. É importante enfatizar aos estudantes que o foco da atividade estará na grafia correta das palavras já exploradas na seção Janelas para a escrita. Reforce que as pronúncias variam a depender da região, mas que o objetivo é pensar sobre a escrita convencional em cada caso (EF02LP03). Incentive-os a escrever com autonomia e, se achar oportuno, promova um momento em duplas para que compartilhem as respostas e façam o preenchimento da ficha de autoavaliação em parceria, considerando na resposta o percurso individual de cada um.
BNCC
Além das habilidades listadas nas orientações ( EF02LP21 , EF02LP23 , EF02LP24, EF12LP02 EF15LP03 , EF15LP04, EF15LP08), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10).
Orientações didáticas
• A proposta é que os estudantes possam planejar e produzir pequenos registros com base nos resultados da pesquisa que farão sobre os bichos da água (EF02LP23).
• Para o levantamento de materiais de pesquisa, faça uma busca com a turma em diferentes lugares, como a biblioteca da escola e sites confiáveis, além de permitir a colaboração das famílias. Esta é uma etapa importante para o percurso de estudos da turma (EF12LP02, EF02LP21).
• Se possível, reserve um ambiente na sala de aula onde fiquem organizados os materiais de pesquisa. Os estudantes podem se revezar na verificação do que for chegando, para analisar se atende ao contexto de estudo (bichos da água).
• Para o dia da gravação, separe o equipamento necessário (filmadora ou outro equipamento com aplicativo de captura audiovisual disponível na escola) e reserve um espaço em que seja possível filmar.
• Para essa produção, há um desafio maior para os estudantes, que deverão encontrar as informações específicas pedidas na ficha, diferentemente da pesquisa mais aberta que fizeram para produzir os verbetes. Procure mediar esse processo fazendo-lhes perguntas que os auxiliem na localização das informações buscadas, como: “Quais desses materiais nos ajudam a encontrar
HORA DE PRODUZIR
Vídeo informativo: bichos da água
Você está conhecendo muitas curiosidades sobre os animais e fazendo pesquisas para aprender cada vez mais.
O que vai produzir?
Você e os colegas vão preparar um vídeo da turma, com ilustrações e narração, para informar sobre diferentes animais aquáticos e os cuidados que precisamos ter com o ambiente onde eles vivem.
Planejar
1. O professor vai trazer livros, revistas e informações da internet com conteúdo sobre os bichos da água.
2. Com os colegas, escolha os materiais que têm as informações mais importantes.
3. Com a ajuda do professor, façam uma lista com os animais aquáticos que a turma quer estudar.
4. Em duplas, escolham um animal da lista para pesquisar.
5. Copiem a ficha a seguir no caderno e a preencham com as informações encontradas. Pesquisem também os problemas ambientais que esses animais enfrentam. Isso vai deixar o vídeo mais completo.
Ficha informativa – Bicho da água
Nome do animal:
Onde vive:
Alimentação:
Tamanho:
Curiosidades:
Alertas ambientais importantes:
o lugar em que os animais escolhidos vivem?”; “Será que eles vivem em rios ou mares?”; “Como podemos saber?” (EF15LP03).
• Conforme as informações vão sendo encontradas, disponibilize algum recurso para que os estudantes marquem as páginas, como marcador, no caso dos livros e das enciclopédias, e caneta marca-texto, no caso das folhas impressas das pesquisas feitas na internet. O importante é que eles possam retomar em outros momentos as informações selecionadas.
6. Em folhas avulsas, façam desenhos bem caprichados do animal pesquisado, com as principais informações e outros detalhes que possam acompanhar a narração.
7. Combinem com o colega como será o texto que vai ser narrado no vídeo enquanto os desenhos são exibidos. Façam um ensaio antes da gravação para treinar a leitura em voz alta.
Produzir
1. O professor vai marcar o dia da gravação e preparar o equipamento.
2. Escolham um lugar tranquilo e organizem o espaço para a gravação.
3. Durante o vídeo, apenas os desenhos aparecerão. Enquanto isso, a voz de um de vocês ou dos dois será gravada para contar o que descobriram.
4. Falem com clareza e não deixem o desenho fora da imagem
Compartilhar
1. O professor vai juntar todos os vídeos e criar um único vídeo informativo da turma sobre os bichos da água
2. Depois, vocês poderão combinar uma sessão de apresentação para mostrar o material para outras turmas ou para os familiares.
Avaliar
Junte-se aos colegas e conversem sobre o vídeo.
Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor
1. Os vídeos produzidos pela turma apresentam informações sobre os animais?
2. A forma como as informações foram narradas ajudou o público a aprender mais sobre os bichos da água? Por quê?
3. O material contribui para conscientizar as pessoas sobre os problemas ambientais que podem afetar os animais aquáticos?
AVALIANDO
Procure acompanhar a produção dos registros como um momento de avaliação formativa, observando aspectos que evidenciem o desenvolvimento das aprendizagens ao longo do processo. Observe a capacidade que os estudantes têm de localizar informações nos materiais pesquisados (EF15LP03) e relacioná-las com a proposta (EF02LP21, EF02LP23); o uso de estratégias de leitura e seleção, como marcar páginas, destacar
10/10/2025 10:19:00
trechos e organizar as informações pertinentes; a clareza na explicação oral durante os ensaios e gravações, verificando se conseguem comunicar o essencial sobre o animal pesquisado; o uso da ilustração como apoio explicativo, evidenciando como o desenho dialoga com as informações coletadas (EF15LP04); e a autonomia e cooperação nos grupos, notando se conseguem dividir tarefas, negociar escolhas e construir o produto em conjunto.
• Explique que o desenho será um apoio para a explicação dos resultados da pesquisa, que será registrada em vídeo. Assim, a ilustração será fundamental para as etapas seguintes ( EF15LP04 ). Cuide para que, durante as gravações, apenas os desenhos apareçam no vídeo, com as vozes dos estudantes narrando ao fundo, para preservar a imagem deles.
• Faça a gravação dos vídeos, combinando com a turma o tempo limite para a explicação dos resultados. A ideia é que não fiquem longos, para que sejam bem aproveitados por quem estiver assistindo e não fiquem cansativos.
• Os vídeos podem ser agrupados em um software de edição de vídeo (EF15LP08). É possível criar transições de um para outro, além de adicionar legendas ou outros elementos. Se possível, envolva os estudantes também nessa etapa de junção dos vídeos, decidindo como ficará o vídeo a ser compartilhado. Combine com a turma como serão as sessões de exibição do vídeo para outros públicos (EF02LP24).
• A etapa de avaliação pode ser oportuna para revisitar toda a trajetória de pesquisa, desde o levantamento de materiais até o registro dos resultados e das novas aprendizagens.
Além das habilidades listadas nas orientações ( EF02LP26 , EF12LP05 , EF12LP18 , EF12LP19 , EF15LP12 , EF15LP04, EF15LP15 , EF15LP18 , EF15LP19), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10 , EF15LP11 , EF15LP13).
Orientações didáticas
• Organize o mobiliário da sala de aula de modo a favorecer que os estudantes brinquem e interajam com base no texto. Se possível, afaste as mesas para que eles formem uma grande roda no chão ou deixe as cadeiras em um círculo ou em meia-lua. Caso seja viável, proponha também uma experiência extraclasse, escolhendo um local que torne a atividade ainda mais especial.
• Pergunte aos estudantes se já ouviram falar em cordel. Permita que conversem sobre suas experiências com esses textos. Depois, volte ao trecho da introdução que antecipa a brincadeira proposta, de adivinhar qual bicho é.
• Declame o cordel de forma expressiva, explorando a musicalidade, a entonação, as pausas e gestos que favoreçam a interação com a turma (EF15LP12), convidando-os à livre apreciação (EF12LP18). Em seguida, proponha uma leitura individual e silenciosa, para que tenham uma experiência mais íntima com o texto e desenvolvam o gosto pela leitura literária (EF02LP26, EF15LP15).
• Após as leituras, converse sobre os recursos que perceberam e que constroem a sonoridade do texto, como ritmo e rima final nos versos pares (EF12LP19). Se houver interesse, abra espaço para releituras ou recitações orais, incentivando-os a usar desenhos como apoio ou a apostar na memorização cadenciada do texto (EF15LP19).
ABRACADABRA
Virou cordel! Comentários nas orientações ao professor
Agora, vamos ler um cordel que nos desafia a adivinhar que bicho é. Vamos ver se você já sabe muitas coisas sobre os animais que estudamos?
Que bicho é esse?
Cordel é literatura
Serve até para brincar
Tem perguntas sobre bichos
Para a gente adivinhar
Brincando com o cordel
Aprendemos a rimar.
Agora vou perguntar
E vocês vão responder
Quais os nomes dos bichos
Quero ver quem vai saber
Vocês todos vão gostar
É bacana pra valer.
[...]
Gosta de fazer buraco
E viver dentro da loca
Ela tem duas cabeças
Só para fazer fofoca
É uma boa isca de peixe
Este bicho é a: MINHOCA.
[...]
É ligeira e é feroz
Não gosta de geringonça
Quando ela está dormindo
Fica fingindo de sonsa
Tem da marrom e da pintada
Que bicho é esse? A ONÇA.
[...]

ALFREDO, Olegário. Que bicho é esse? 3. ed. 2016. p. 1, 4, 6. (Coleção Cordel de Minas)
QUEM PRODUZIU?
Olegário Alfredo nasceu em Teófilo Otoni, em Minas Gerais. Ele também é conhecido como Mestre Gaio, o mestre de capoeira que tem o cordel como paixão. Já escreveu mais de 100 folhetos de cordel e alguns livros para crianças e jovens. É membro da Academia Brasileira de Literatura de Cordel.
Falando de arte!
Cordel é um texto que nasceu para ser falado ou cantado, acompanhado de viola. Depois, começou a ser escrito em folhetos e pendurado em cordões nas feiras; provavelmente é por isso que passou a ser chamado assim.
Os cordéis são muito presentes na região Nordeste, mas sua produção também é comum em outros lugares, como em Minas Gerais, onde Olegário Alfredo nasceu. Geralmente, apresentam xilogravuras nas capas.
Eles têm ritmo e rimas específicos, que ajudam na memorização e declamação. Cada cordel que lemos, por exemplo, traz estrofes de 6 versos, e sempre as palavras do final do 2º, 4º e 6º versos rimam. Por exemplo, na primeira estrofe: brincar rima com adivinhar e rimar.
Criando uma estrofe
Que tal criar uma estrofe, continuando a brincadeira proposta nesse cordel? Escreva seis versos com rimas finais no 2º, no 4º e no 6º deles e desafie o leitor a descobrir um animal.
• Permita que os estudantes tentem antecipar as palavras minhoca e onça ao final da terceira e quarta estrofes. Em seguida, pergunte como conseguiram adivinhar e abra espaço para que conversem sobre a leitura, compartilhando impressões e sensações.
• Se possível, mostre aos estudantes imagens de versões de cordéis impressas em folhetos, chamando a atenção para a capa e para as suas características, principalmente se apresentarem xilogravura (EF15LP04, EF15LP18).
• Procure reforçar a importância desses textos como patrimônio cultural de grande valor artístico, histórico e social no Brasil (EF15LP15).
• Para o desafio de criar as estrofes (EF12LP05), solicite aos estudantes que escolham um animal da lista que começaram a construir na abertura da unidade. Permita que explorem livremente as possibilidades de brincar com as palavras e rimar os versos.
• Se achar pertinente, organize uma exposição com os folhetos pendurados em varais, simulando uma feira de cordéis. Convide os estudantes a apreciarem e declamarem os versos produzidos pelos colegas. Os textos também podem ser expostos e compartilhados com familiares em reuniões de pais ou outros eventos escolares.
ARTICULANDO CONHECIMENTOS
• Se possível, disponibilize materiais variados para que ilustrem suas criações e registrem os textos em folhetos. Este é um momento oportuno para uma atividade integrada com o componente curricular de Arte.
10/10/2025 10:19:02
Além das habilidades destacadas nas orientações ( EF02LP06 , EF02LP12 ), desta seção até o Agora na pauta, os estudantes avançarão na apropriação do sistema alfabético ao relacionar letras em diversos formatos, treinar o traçado das letras estudadas, por meio da cópia com pontilhado e à mão livre, bem como ler e escrever letras e palavras em letra cursiva (EF02LP07, EF12LP01, EF12LP03).
Orientações didáticas
• Chame a atenção dos estudantes para a letra Y em cursiva, maiúscula e minúscula. Em seguida, peça que leiam, individual e silenciosamente, a adivinha que brinca com essa letra, texto apresentado em letra cursiva no livro. Se julgar pertinente, comente com os estudantes sobre o princípio acrofônico que opera na maioria das letras do alfabeto, ampliando as reflexões feitas sobre esse conteúdo até aqui (EF02LP06).
• Proponha a realização do Lupa na letra, incentivando-os a reconhecer e contornar o grafema em questão.
• Se possível, modele a escrita da letra Y em cursiva (maiúscula e minúscula) na lousa, mostrando a ordem e a direção do traçado contínuo. Os estudantes devem usar seu traçado como modelo, então, observe e siga a seta que indica a direcionalidade no livro, partindo sempre do ponto vermelho. Oriente-os, depois, a traçar o Y nos quadros da atividade de treino motor da Hora do traçado, favorecendo o desenvolvimento da letra manuscrita.
TIRANDO DE LETRA... Y !
Acompanhe como se escreve a letra Y em letra cursiva maiúscula e minúscula.
Depois, leia um poema que brinca com essa letra.
Yy
O
que é, o que é?
Está no começo da Yasmin e no final de Paraty.
A
letra Y.
ADIVINHA. Fábrica de Palavras, 20 set. 2025. Disponível em: https:// fdepalavras.wordpress.com/2025/09/20/adivinha/. Acesso em: 21 set. 2025.
Lupa na letra
Volte ao texto e contorne a letra Y todas as vezes que ela aparecer.
Resposta: Espera-se que os estudantes encontrem e contornem a letra Y nas palavras Yasmin e Paraty, assim como na resposta da adivinha.
Hora do traçado
Agora, vamos traçar o Y em cursiva maiúscula e minúscula? Observe o exemplo, que começa pelo pontinho vermelho e segue as setas, cubra os pontilhados e trace essa letra.
Y y
Y Y y y
Resposta: Espera-se que os estudantes cubram os pontilhados para escrever o Y em letra cursiva seguindo a orientação das setas.
TIRANDO DE LETRA... Z!
Agora, a última letra do alfabeto! É isso mesmo: chegou a vez do Z!
Observe a seguir como se escreve o Z em cursiva maiúscula e cursiva minúscula.
Depois, faça a leitura de um texto que brinca com essa letra.
O que começa com Z?
Vixe, nesta página deu zebra!
Lupa na letra
Encontre e pinte no texto a palavra que nomeia um animal que começa com a letra Z.
Resposta: Espera-se que os estudantes pintem a palavra zebra.
Hora do traçado
Agora, vamos traçar o Z em cursiva maiúscula e minúscula? Observe o exemplo, que começa pelo pontinho vermelho e segue as setas, cubra os pontilhados e trace essa letra.
Resposta: Espera-se que os estudantes cubram os pontilhados para escrever o Z em letra cursiva seguindo a orientação das setas.
10/10/2025 10:19:03
• Mostre a letra Z em cursiva, nos formatos maiúsculo e minúsculo, no livro, chamando a atenção para seu traçado. Se achar oportuno, convide voluntários para registrarem na lousa palavras que apresentem a letra Z em qualquer posição, retomando que nomes próprios começam com letra inicial maiúscula.
• Convide alguns estudantes já alfabéticos a lerem em voz alta o texto que brinca com a letra Z (EF02LP12), orientando os demais a acompanharem a leitura, observando o texto escrito em letra cursiva no livro. Observe as estratégias utilizadas pelos leitores diante do desafio da leitura em letra cursiva e, se considerar necessário, ofereça apoio, copiando o texto na lousa em letra bastão, para uma nova leitura coletiva.
• Peça, então, que realizem o Lupa na letra, localizando e pintando a palavra procurada.
• Modele na lousa o traçado da letra Z em cursiva (maiúscula e minúscula), seguindo o padrão apresentado na seção. Repare nas setas que indicam a ordem e a direção do traço.
• Proponha, ao final, o treino motor sobre o pontilhado.
ANDRADE, Telma Guimarães Castro. Bichodário. Ilustrações originais de Marcelo Cipis. São Paulo: FTD, 2016. p. 39.
1. Conduza a observação comparativa entre as palavras em letra de imprensa e em letra cursiva, chamando a atenção para o fato de que, apesar das diferenças gráficas, os registros representam as mesmas palavras. Leve-os a observar que o nome Yasmin fornece uma pista importante na hora do reconhecimento dessa palavra: o uso da inicial maiúscula.
2. Com esta atividade, os estudantes têm a oportunidade de traçar as palavras com mais segurança, pois já vivenciaram uma aproximação inicial com o traçado de A a Z. Converse com a turma sobre esse percurso, destacando a conclusão de uma etapa importante e incentivando-os a usar, daqui para frente, a escrita em letra cursiva em diferentes situações para se apropriarem desse tipo de letra.
3. Oriente os estudantes a localizarem no diagrama os nomes que começam com Y e Z (Yuri e Zélia). Depois, peça que os registrem nas pautas em letra cursiva, reforçando a importância de iniciar os nomes próprios com letra maiúscula. Aproveite o momento para observar como cada um realiza o traçado das letras e incentive-os a praticar a letra cursiva em diferentes situações de escrita, valorizando o avanço no domínio desse tipo de letra.
2. Resposta: Espera-se que os estudantes cubram os pontilhados para escrever as palavras em letra cursiva.
LIGADO NAS PALAVRAS
1. De um lado, as palavras estão escritas em letra de imprensa; do outro, elas aparecem em letra cursiva. Ligue as fichas com as palavras iguais.
Yasmin zebra
Resposta: Espera-se que os estudantes liguem as palavras correspondentes nos dois tipos de letra.
2. Cubra os pontilhados e experimente traçar algumas palavras que apareceram nos textos que acompanhavam as letras Y e Z
zebra Yasmin
Dica: Você já treinou o traçado de todas as letras do alfabeto em cursiva! Aos poucos, vai ficar craque nessa escrita!
Yasmin Yasmin Yasmin zebra zebra zebra zebra zebra
3. Encontre e pinte no diagrama um nome de pessoa que começa com a letra Y e um nome de pessoa que começa com a letra Z LICIAYURIPEDRO
Agora, escreva nas pautas e usando letra cursiva os nomes de pessoas que você encontrou.
Dica: Os nomes de pessoas começam com a inicial maiúscula.
Resposta: Espera-se que os estudantes encontrem o nome YURI na primeira linha e o nome ZÉLIA na terceira linha e os escrevam em letra cursiva.
Resposta: Espera-se que os estudantes cubram os pontilhados para escrever as letras e as palavras em letra cursiva.
Cubra os pontilhados e continue treinando o traçado das letras e palavras que você já tirou de letra nesta unidade.
Dica: Escreva cada letra ou palavra pelo menos três vezes em cada pauta. Deixe sempre um espaço em branco entre as letras e as palavras que traçar.
y y y y y y y y y y y y y y y
Y Y Y Y Y Y Y Y Y Y Y z z z z z z z z z z z z z z z z z z y Yasmin zebra
LÁPIS NA MÃO
• Neste treino, observe se os estudantes mantêm a continuidade do traço nas letras Y e Z, garantindo que os movimentos sejam fluidos e sem interrupções. Analise se conseguem respeitar os pontos de início e de término de cada letra, fundamentais para que as ligações entre elas ocorram naturalmente na escrita de palavras. Valorize a regularidade da altura e da proporção, de modo que as letras se mantenham alinhadas na pauta e preservem a legibilidade.
10/10/2025 10:19:03
• Caso algum estudante ainda demonstre dificuldade em manter o ritmo, incentive primeiro a prática em pautas mais largas, reduzindo gradualmente o tamanho até chegar às linhas regulares do livro. Modele em tamanho ampliado como os traços da letra cursiva se desenrolam de forma contínua, destacando a suavidade das curvas que caracterizam esse tipo de escrita.
• Oriente os estudantes a seguirem o pontilhado para treinarem as letras Y e Z em cursiva, maiúscula e minúscula. Em seguida, incentive-os a reproduzi-las sem o apoio do pontilhado, usando como referência a escrita anterior. Reforce a importância de manter a continuidade do gesto gráfico, cuidando para que as ligações entre as letras nas palavras sejam feitas sem interrupções. Observe se conseguem alinhar corretamente as letras à pauta e se há atenção ao espaçamento, favorecendo clareza e legibilidade. Este momento marca a consolidação de um percurso iniciado no começo deste volume e pode ser valorizado como oportunidade de reconhecer os avanços conquistados no traçado em letra cursiva.
Além das habilidades destacadas nas orientações ( EF02LP21 , EF12LP01, EF12LP02, EF12LP03) os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade ( EF15LP09 , EF15LP10 , EF15LP11, EF15LP13).
Orientações didáticas
• Se possível, escreva na lousa ou em uma folha grande os nomes dos animais que aparecem na lista.
• Proponha a leitura coletiva dos nomes da lista. Sugira que façam uma marcação no livro, sublinhando ou contornando o nome dos animais que não conhecem para pesquisá-los posteriormente nos materiais disponíveis na sala de aula ou na internet (EF12LP02, EF02LP21). Possibilite aos estudantes que compartilhem seus conhecimentos prévios, trocando saberes sobre os animais e ampliando seus repertórios sobre o tema, além de desenvolverem o vocabulário.
• Ressalte que as cartelas devem conter as escolhas individuais, para evitar que sejam repetidas.
• Combine que haverá uma verificação da cartela do vencedor ao final, para conferir os nomes sorteados e a escrita correta das palavras. Por isso, é importante que cada um possa reler e revisar sua cartela antes do jogo, comparando a própria escrita com a palavra de referência na lousa ou no livro (EF12LP03).
• Em cada rodada, faça a leitura da palavra sorteada sem apontar a opção correta. Procure acompanhar as estratégias de leitura, comparação e identificação dos estudantes ao fazerem as marcações na cartela (EF12LP01).
• Para aumentar a complexidade, é possível ampliar o número de palavras por cartela, em outros suportes.
É JOGO, É BRINCADEIRA
Jogo da fauna brasileira
Comentários nas orientações ao professor
É hora de brincar com os animais da fauna brasileira!
1. Leia a lista com nomes de alguns animais da fauna brasileira.
• Mico-leão-dourado.
• Lobo-guará.
• Peixe-boi.
REGRAS
• Onça-pintada.
• Anta.
• Jacaré.
• Capivara.
• Lontra.
• Ariranha.
• Tuiuiú.
• Boto-cor-de-rosa.
• Harpia.
• Papagaio.
• Arara.
2. Escolha seis nomes dessa lista para copiar em uma folha avulsa.

3. Dobre a folha ao meio duas vezes, formando quatro partes iguais. Depois, dobre-a mais uma vez no sentido contrário, até formar seis espaços. Em cada parte, copie o nome de um animal. Assim, a folha representará sua cartela, que vai ficar bem-organizada
4. O professor vai sortear os nomes dos animais. Fique atento!
5. Se ouvir o nome de um animal que está na sua folha, marque um X nesse nome.
6. Assim que completar a cartela, diga em voz alta: “Completei!”.
7. Ganha o jogo quem completar a cartela primeiro. Boa sorte!
VAMOS
AVALIAR O APRENDIZADO
1. Para relembrar os conteúdos estudados nesta unidade, pinte os quadrinhos de acordo com a legenda a seguir.
Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor
Entendi bem. Preciso rever.
Verbete.
Sinônimos e antônimos.
Palavras com GUE e GUI.
Ficha informativa.
Organização em fichas informativas.
Palavras que terminam com E e O.
Cordel (Abracadabra).
Tirando de letra: Y e Z
2. Como foi sua convivência na escola? Converse com os colegas e o professor.
Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor.
a ) De que forma participei e colaborei nas atividades em grupo?
b ) O que aprendi ao ouvir e conversar com meus colegas?
SAIBA MAIS
Uma enciclopédia animal!
Informações ilustradas sobre muitas espécies que habitam nosso planeta, apresentadas de forma divertida. Contém curiosidades de répteis, mamíferos e muitos outros bichos.
ACETI, Laura; SCUDERI, Marco (org.). Minha primeira enciclopédia: animais. São Paulo: Lafonte, 2018.
Um podcast para se informar!

O que você sabe sobre libélulas? Esse episódio de podcast traz informações valiosas sobre esse curioso inseto!
#3 VIDA de libélula. Histórias de Ninar para Pequenos Cientistas, 13 abr. 2020. Disponível em: https://open.spotify.com/episode/0EssbNKHwjJQQcqg1Yi1rz. Acesso em: 2 ago. 2025.
SAIBA MAIS
A enciclopédia possibilita dar continuidade às propostas de pesquisa e estudo apresentadas na unidade. Já o podcast é uma maneira diferente e atrativa de obter informações.
AVALIANDO
Espera-se que os estudantes tenham experimentado uma variedade de possibilidades de se aproximar de contextos de pesquisa e investigação. Procure retomar o
percurso vivido, considerando tanto as individualidades como os avanços da turma. Verifique se eles estão mais independentes nas situações de leitura e escrita, bem como nas de expressão oral. Construa uma pauta de observação com base nos objetivos pedagógicos estabelecidos, com questões que possam ajudá-lo no mapeamento das aprendizagens.
BNCC
Os estudantes vão ler e compreender enunciados e tarefas escolares com o professor e os colegas (EF12LP17) e escutar com atenção e fazer perguntas pertinentes durante as trocas orais (EF15LP09, EF15LP10).
Respostas e orientações didáticas
1. Converse individualmente com alguns estudantes sobre o percurso do 2º ano, retomando aspectos de sua avaliação sobre as aprendizagens e das autoavaliações. Outra parte da turma pode ser ouvida no final da unidade 8. Ouça o que eles têm a dizer sobre as aprendizagens mais significativas, os maiores desafios e os momentos marcantes. Dê devolutivas sobre os avanços e pontos a melhorar, favorecendo a consciência dos estudantes sobre seus estudos e aprendizagens.
2. O momento favorece o desenvolvimento das competências socioemocionais de consciência social e habilidades de relacionamento, já que incentiva a empatia, o respeito e a colaboração. Incentive que os estudantes compartilhem exemplos concretos de como contribuíram para o grupo ou de algo novo que aprenderam com os colegas, reforçando a ideia de que a convivência escolar é um espaço de aprendizagem conjunta e contínua.
10/10/2025 10:19:04
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
GARRALÓN, Ana. Ler e saber: os livros informativos para crianças. São Paulo: Pulo do Gato, 2017.
A obra discute a importância dos livros informativos na formação de leitores críticos e curiosos, propondo formas de integrá-los ao cotidiano escolar. Também traz critérios e estratégias para selecionar e mediar esses materiais, apoiando o professor na construção de aprendizagens significativas e ligadas à realidade dos estudantes.
INTRODUÇÃO E
JUSTIFICATIVA
Nesta unidade, os estudantes vão explorar textos que tratam de afetos, passagem do tempo e criação, tendo contato com suas próprias histórias e memórias, em situações de leitura, fruição e produção de narrativas. Por meio de trocas de experiências, poderão conhecer melhor a si mesmos e aos colegas, em contexto acolhedor e favorável às experiências estéticas, partindo do Campo artístico-literário
Também serão envolvidos em atividades voltadas ao uso de sinais de pontuação e letra inicial maiúscula e práticas de escrita e leitura com foco na atuação cada vez mais independente, para que atuem com mais confiança, levando em conta as habilidades e aprendizagens construídas ao longo do ano letivo.
As propostas favorecem o trabalho com os temas contemporâneos transversais Educação para valorização do multiculturalismo nas matrizes históricas e culturais brasileiras e Processo de envelhecimento, respeito e valorização do idoso
Expectativas de aprendizagem
Ao final desta unidade, espera-se que os estudantes sejam capazes de:
• ler e compreender, com certa autonomia, um conto envolvendo a temática memória.
• usar adequadamente ponto-final, ponto de interrogação e ponto de exclamação.
• reescrever um final de texto literário lido pelo professor.
• ler e compreender, com certa autonomia, uma carta em texto literário, considerando situação comunicativa, assunto e formatação e diagramação específicas do gênero.
• compreender o uso de letras maiúsculas em início de frases e em substantivos próprios.
UNIDADE8 HISTÓRIAS PARA LEMBRAR
E RELEMBRAR
CONTEÚDOS
DESTA UNIDADE
• Brincando com textos da tradição oral (Palavras de brincar);
• Conto;
• Sinais de pontuação;
• Letra inicial maiúscula;
• Reescrita de final de conto (Hora de produzir);
• Carta;
• Marcadores temporais;
• Explorando marcadores temporais;
• Carta para personagem (Hora de produzir);
• Poema (Abracadabra);
• Letras de A a Z (Tirando de letra);
• Jogo acumulativo (É jogo, é brincadeira).

• identificar e reproduzir sequências de fatos em relatos de experiências pessoais, usando expressões que marquem a passagem do tempo.
• planejar e produzir uma carta, considerando a situação comunicativa e a finalidade do texto.
Mapeando conhecimentos
Proponha a exploração do título da unidade, Histórias para lembrar e relembrar, perguntando aos estudantes o que imaginam que ele sugere. Depois, convide-os a pensar em uma história pessoal (engraçada, feliz ou marcante) que gostariam de
compartilhar, registrando-a em uma folha avulsa. Ressalte que o registro deve ser breve, claro e comunicativo, tratando de algo que se sintam à vontade para dividir com a turma. Recolha os registros e utilize-os como avaliação diagnóstica, observando o uso de sinais de pontuação, letra maiúscula e expressões de tempo. Use essas informações para planejar as propostas seguintes, ajustando-as às diferentes necessidades dos estudantes, além de verificar se estão escrevendo convencionalmente e identificar demandas de apoio ou retomada antes da finalização do ano.
Cena do filme Viva!: a vida é uma festa, de Lee Unkrich e Adrian Molina, 2017.
Respostas e comentários nas orientações ao professor
Observe a imagem e converse com os colegas e o professor com base nas questões a seguir.
1. 2. 3. 4.
Nesta cena, o menino, chamado Miguel, aparece com a bisavó, Dona Inês. O que parece que eles estão fazendo?
Repare no olhar e nas expressões de Miguel e Dona Inês. Que sentimentos você acha que podem estar envolvidos nesta cena?
Você convive com alguém mais velho? Gosta de conversar, ouvir histórias e cantar músicas com essa pessoa?
Você acha que uma música, um objeto, um cheiro ou um gosto pode nos levar a lembrar de situações marcantes em nossa vida? Isso já aconteceu com você? O que fez você se lembrar de algo? Do que você se lembrou?

modo como Dona Inês olha para Miguel transparece o afeto que os une e indica emoção.
3. Convide os estudantes a compartilharem suas experiências pessoais, relatando lembranças com pessoas queridas.
4. Procure fazer perguntas que provoquem e sensibilizem para o resgate de memórias, as quais poderão ser revisitadas e compartilhadas no decorrer de toda a unidade.
ATIVIDADE EXTRA
Se achar pertinente, proponha aos estudantes que levem para a sala de aula um objeto que remeta a uma memória especial. Promova um momento de troca em que eles possam contar sobre as memórias provocadas por esses itens. Se possível, prepare um espaço especial para expor todos eles, como uma mesa com um tecido diferente. O espaço pode permanecer “organizado” até o
BNCC
Além da habilidade destacada junto às orientações (EF02LP17), a investigação da imagem possibilita antecipações de sentido (EF15LP02); e as respostas orais, o desenvolvimento de habilidades de oralidade (EF15LP09, EF15LP10, EF15LP11).
Respostas e orientações didáticas
• Na animação Viva! A vida é uma festa, de onde foi retirada a cena que ilustra a abertura da unidade, Miguel é um menino mexicano de 12 anos que quer muito ser um músico. Sua estimada bisavó, que também aparece na imagem, é Mamá Coco, com quem Miguel compartilha suas histórias e aventuras diárias. A memória, tema presente durante todo o trabalho da unidade, é na animação um elemento central, que marca o elo entre as pessoas na família de Miguel. Mamá Coco está perdendo suas lembranças, e este é um dos pontos centrais do enredo.
1. Miguel parece estar tocando uma música para sua bisavó, enquanto ela parece estar apreciando-a. Ela também pode estar cantando. Pergunte à turma se alguém já viu o filme do qual a cena foi retirada. Caso algum estudante já o tenha visto ou ouvido falar dele, peça que conte aos colegas um pouco sobre a história.
2. O olhar dos personagens expressa ternura, carinho. O
10/10/2025 10:15:58
encerramento da unidade. Enquanto os estudantes fazem os relatos, incentive-os a perceber e evidenciar as sequências dos fatos, com palavras e expressões que marquem a passagem do tempo, como ontem, um dia, antes, entre outras, conteúdo que será abordado ainda nesta unidade (EF02LP17).
BNCC
Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF02LP01 , EF02LP08 , EF02LP09 , EF02LP12, EF12LP01 , EF12LP07 , EF12LP19, EF15LP06), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade ( EF15LP09 , EF15LP10 , EF15LP11, EF15LP13).
Orientações didáticas
• Este será um momento importante de fechamento do trabalho realizado nesta seção, ao longo de todo o volume. Aproveite para retomar com os estudantes os textos e gêneros que foram estudados, primeiramente de forma oral: “Quem lembra com quais textos brincamos nesta seção ao longo do ano?”; “E como chamamos textos como este que foi citado, alguém se lembra?”. Essa troca pode favorecer um levantamento das aprendizagens da turma e do repertório construído ao longo do ano. Se necessário, proponha que voltem às unidades anteriores para relembrar dos gêneros da tradição oral estudados.
• Para o registro no passo 1, proponha que escrevam sem copiar, mobilizando conhecimentos importantes sobre o sistema de escrita, além da grafia correta de palavras conhecidas, o espaçamento entre elas e o uso de sinais de pontuação (EF02LP01, EF02LP08 , EF02LP09 ).
Aproveite para identificar as necessidades de retomada com estudantes que não escrevem convencionalmente, avaliando em que nível de conceitualização se encontram e quais apoios podem favorecer que avancem.
• A proposta de leitura do passo 2 é fundamental para que os estudantes deem sentido ao registro que fi-
MEMÓRIAS DE ANTIGAMENTE
PALAVRAS DE BRINCAR
Ao longo do ano, você brincou com vários textos da tradição oral: quadrinhas, trava-línguas, adivinhas, expressões idiomáticas, cantigas, ditados populares e parlendas. Agora, chegou a hora de relembrar: com qual texto você mais gostou de brincar?
Brincando com textos da tradição oral
1. Escreva qual é o título, um verso ou uma palavra que faz você se lembrar do seu texto favorito. De preferência, escolha um que você já saiba de cor.
Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor
2. Depois, leia a indicação do texto para os colegas e ouça com atenção os que foram escolhidos por eles. Aproveitem para se lembrar de todas as brincadeiras que podem fazer com cada um deles.
BAÚ DE TEXTOS
Leia uma quadrinha que trata de memória.
Não há tinta nessa rua Nem papel nessa cidade Nem caneta que consiga Descrever minha saudade Origem popular.
Abrindo o baú!

Pinte a palavra que melhor representa a imagem a seguir.
Resposta: Caneta.
Dica: Ela apareceu na quadrinha que você leu neste baú.
saudade cidade caneta
zeram e possam saber mais sobre as preferências dos colegas. Além disso, enquanto leem para o grupo, estão revendo a própria escrita e pensando sobre ela (EF15LP06).
• No Baú de textos, proponha que leiam a quadrinha com autonomia (EF02LP12). Depois, promova uma exploração da sonoridade e das rimas, além de uma troca sobre as sensações provocadas pela leitura (EF12LP07, EF12LP19).
• No Abrindo o baú , os estudantes terão o desafio de identificar a palavra que nomeia o objeto, entre outras com extensão parecida e uma delas com a mesma letra inicial. Se achar oportuno, escreva as três palavras na lousa com o mesmo tipo de letra apresentado no livro, para que comparem e façam a leitura coletivamente (EF12LP01).
RODA DE LEITURA: CONTO
Vamos ler um conto sobre uma menina curiosa chamada Lia e sua avó, uma senhora com muitos fios de cabelo branco.
ANTES DE LER
Leia o título do texto. Pensando nele e nas personagens (a menina curiosa e a avó), o que você acha que será contado? Converse com a turma.
O fio da memória
Lia queria saber tudo.
Para tanto, lia bastante, tentando descobrir as muitas coisas que têm no mundo.
[...]
Antes mesmo de dar bom dia, quando viu a tia em frente à pia, foi logo questionando:
— Por que seu cabelo está ficando branco?
Tia Bibi seguiu escarafunchando com a ponta dos dedos uma porção dos cachos que carregava na cabeça.
Pensou um bocadinho... e finalmente respondeu:
— Ora! Porque o tempo está passando!
E como é que funciona o tempo dentro da cabeça da gente?
A caçula da casa achou bem confusa aquela resposta que a tia havia lhe dado. Ainda intrigada, correu esbaforida para a cozinha e, antes que vovó Carminha pensasse em dar mais um gole no seu café, ela soltou, ofegante:
— Vovó, tem um senhor do tempo que mora dentro da gente?
[...]
Entre um afago e outro, vovó Carminha foi levando a menina para debaixo da maior árvore do quintal.
O grande Iroco era também a árvore mais antiga e com a sombra mais agradável. Ideal para um papo que vovó sabia que iria se estender.
Vovó, que tinha na cachola, além de cachos, um tantinho de caraminholas, explicou do seu jeito como era essa mistura entre o tempo e a memória, que ia coroando nosso ori de branco.
Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor 255
a anteciparem o enredo com base no título e nas personagens destacadas (a menina curiosa e a avó). Valorize as hipóteses levantadas, reforçando a importância da escuta e do respeito às diferentes opiniões (EF15LP02).
• Faça a leitura expressiva do conto, diferenciando a voz do narrador das falas de Lia, da tia e da avó. Explore pausas e entonações para marcar o conflito (a dúvida de Lia sobre o tempo e os cabelos brancos) e a resolução (o acolhimento e a explicação da avó, que relaciona os fios brancos às memórias e vivências), levando-os a apreciar livremente o texto (EF15LP12).
10/10/2025 10:16:00
• Após a leitura dialogada, proponha que os estudantes releiam o texto silenciosamente no livro. Em seguida, organize uma roda de conversa para que compartilhem emoções, lembranças e sentimentos despertados pela narrativa. Incentive-os também a selecionar e ler em voz alta trechos que consideraram mais bonitos, curiosos ou emocionantes, fortalecendo esse exercício como prática de formação do leitor literário e desenvolvendo o gosto pela leitura (EF02LP26).
BNCC
Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF02LP26 , EF15LP01 , EF15LP02 , EF15LP12 , EF15LP15, EF15LP16), os estudantes serão levados a desenvolver habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10).
Orientações didáticas
• Nesta seção, os estudantes terão a oportunidade de ler um conto literário, compreendendo-o como uma expressão artística em palavras que faz parte do mundo imaginário e dá abertura para diálogos sobre questões importantes da dimensão humana, como, no caso do texto em questão, aquelas que envolvem a memória e o afeto (EF15LP01, EF15LP16, EF15LP15).
Os contos são narrativas ficcionais breves que costumam ter poucos personagens e girar em torno de um só conflito principal. São histórias que se organizam geralmente em introdução, conflito, clímax e conclusão (ou desfecho). Eles podem apresentar narrador em terceira pessoa, narrador-personagem ou mesmo se desenrolar por meio de diálogos de personagens, sem a explicitação de uma “voz” que narra.
• Leia o texto de introdução da seção e, em seguida, conduza a conversa inicial com base na questão do Antes de ler. Incentive os estudantes
• Se achar oportuno, comente com a turma que, segundo a autora, o texto pode ser compreendido como um convite a valorizar as raízes da cultura africana, especialmente a tradição oral como instrumento de sabedoria e transmissão de memórias. Explique que a obra busca visibilizar a tradição da cultura oral africana na transmissão de saberes e histórias, reconhecendo a função social dos anciãos na valorização do tempo e da memória. A representação de uma configuração familiar matriarcal, com a avó, a tia e a neta, reforça a autonomia feminina e o papel da avó como guardiã de histórias. Além disso, termos como ori e Iroco aproxima os estudantes de palavras de origem africana presentes no Brasil.
• Trabalhe o vocabulário do texto explorando termos como ori (cabeça, destino), primogênito (o que nasceu primeiro), escarafunchar (procurar, examinar), caraminholas (ideias engraçadas, confusas ou fantasiosas) e Iroco (árvore africana sagrada, conhecida no Brasil como gameleira-branca), incentivando os estudantes a levantarem hipóteses sobre seus significados com base no contexto antes de confirmar as definições.
• Esse pode ser um bom momento para refletir com a turma sobre o valor da memória e sobre como as pessoas mais velhas carregam experiências e histórias que podem ser compartilhadas. Se considerar pertinente, fale sobre o Estatuto da Pessoa Idosa, destacando que ele assegura direitos a pessoas com 60 anos ou mais, e convide-os a pensar em formas de cuidar, respeitar e valorizar esses indivíduos.
— Lia, dentro da cabeça da gente é o lugar de guardar muitas coisas, e também de esquecer outras. De criar e reinventar, de aprender e descobrir...
E aí, cada fio branco vem da vivência, da experiência.
— E qual foi o seu primeiro cabelo branco? — perguntou Lia, desafiando a memória da vovó.
O primeiro talvez ela não lembrasse com exatidão, e aproveitou para fazer uma proposta à menina:
— Quem sabe você vem aqui cutucar para ver se você acha?
[...]
Lia mexia e ia separando cada fio, tentando achar o primogênito. Vovó ia contando as histórias contidas nos fios por onde os dedinhos da menina se moviam.
[...]
Lia estava encantada com a quantidade de histórias que cabiam na cabeça de vovó e com o poder que ela tinha de despertá-las através da sua escuta cheia de carinho.
[...]
— Sabe de uma coisa, Lia? Eu acho que acabei de ganhar mais um fio de cabelo branco.
— É mesmo, vovó? E o que será que vai ter de história dentro dele?
— Vai ter você e essa conversinha.
— Quando eu crescer, também vou ter um fio de cabelo branco para guardar esse dia.
E agora, foi a vez de Lia colocar a sua cabecinha no colo de vovó.
E o Iroco, a velha árvore que fazia a sombra para aquele chamego gostoso de vó e neta, balançou os galhos. Que nem a gente balança a cabeça, para cima e para baixo, quando concorda com algo.
[...]

SASI, Fabiana. O fio da memória. Ilustrações originais de Sílvia do Canto. Porto Alegre: Edição da Autora, 2021. E-book
QUEM PRODUZIU?
A história foi escrita por Fabiana Sasi, autora baiana que hoje mora no Rio Grande do Sul. Ela é especialista em Cinema e formada em Rádio e TV. Inspirou-se em seus próprios cabelos brancos para contar essa história.
Papo de leitor
1. Com base no título do texto, o que você imaginou antes da leitura foi confirmado? Converse com os colegas e o professor.
Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor
2. No texto que você leu, quem conta a história? Marque um X. Lia.
A avó de Lia.
Alguém que não participa diretamente da história.
Resposta: Alguém que não participa diretamente da história.
3. Pense em quem participa da história lida e faça o que se pede.
a ) Pinte todos os quadros que apresentam os personagens do conto.
Lia a tia de Lia a avó de Lia
o pai de Lia o Iroco a mãe de Lia
Resposta: Lia; a tia de Lia; a avó de Lia; o Iroco
b ) Contorne no texto os trechos que ajudam a identificar os personagens do conto e a imaginar como eles são.
Resposta e comentários nas orientações ao professor
Em um conto, aquele que conta a história é chamado narrador. Aqueles que participam da história são chamados personagens. No conto lido, por exemplo, Lia e sua avó são personagens.
4. Sabendo que a história ocorre na casa da família de Lia, faça o que se pede.
a ) Assinale o item que melhor indica os espaços em que tudo acontece.
Resposta: No banheiro, na cozinha e no quintal, debaixo da árvore.
Na sala, na cozinha e no parque, debaixo da árvore.
No banheiro, na cozinha e no quintal, debaixo da árvore.
Respostas e orientações didáticas
1. Incentive os estudantes a retomarem as hipóteses levantadas antes da leitura para verificar se elas se confirmaram ou não. Ressalte que antecipar sentidos é uma estratégia importante de leitura e que confirmar ou rever previsões ajuda a usar os conhecimentos prévios para construir interpretações mais seguras (EF15LP02).
2. Auxilie-os a perceber que a história é contada por um narrador de fora, que não participa como personagem, e que há diferentes formas de narrar. Assim,
desenvolvem a leitura autônoma de textos literários, ampliando o repertório de estratégias de compreensão e o gosto por contos e narrativas de maior porte (EF02LP26, EF15LP16).
3. Oriente-os a procurar no conto trechos e expressões que descrevem as características das personagens, como traços físicos, comportamentos e modos de agir, a fim de que compreendam como se dá a construção das personagens e para imaginá-las de forma mais viva (EF02LP28). Eles podem contornar os
BNCC
Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF02LP14 , EF02LP26 , EF02LP28 , EF15LP01 , EF15LP02 , EF15LP03 , EF15LP15 , EF15LP16 , EF15LP18, EF15LP19), os estudantes serão levados a desenvolver habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10 , EF15LP11 , EF15LP13).
SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL
Peça aos estudantes que façam um reconto, oral e coletivo, do conto lido, retomando as perguntas de Lia, as respostas da tia e da avó e as histórias ligadas aos fios brancos (EF15LP19) e observando a ilustração para se lembrarem da leitura (EF15LP18). Ajude-os a recuperar acontecimentos, personagens e ambientes (EF02LP28), fazendo perguntas como: “Quem são os personagens?”; “O que Lia queria saber?”; “Como a tia respondeu?”; “O que a avó explicou?”; “Onde a história acontece?”; “Como a dúvida de Lia foi resolvida?”.
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trechos indicados a seguir. Lia: “Lia queria saber tudo. Para tanto, lia bastante, tentando descobrir as muitas coisas que têm no mundo”; Tia Bibi: “Tia Bibi seguiu escarafunchando com a ponta dos dedos uma porção dos cachos que carregava na cabeça”; Vovó Carminha: “Vovó, que tinha na cachola, além de cachos, um tantinho de caraminholas, explicou do seu jeito como era essa mistura entre o tempo e a memória [...]”; Iroco: “O grande Iroco era também a árvore mais antiga e com a sombra mais agradável”.
4. Os estudantes podem reconhecer, no texto, palavras e expressões que caracterizam os ambientes da narrativa, como “correu esbaforida para a cozinha”, “debaixo da maior árvore do quintal” e “em frente à pia”. Esses trechos permitem identificar e imaginar com clareza os espaços em que a história acontece (EF02LP28). Espera-se que eles grifem as partes a seguir para indicar cada espaço: no banheiro – “Antes mesmo de dar bom dia, quando viu a tia em frente à pia [...]”; na cozinha – “Ainda intrigada, correu esbaforida para a cozinha [...]”; no quintal, debaixo da árvore – “Entre um afago e outro, vovó Carminha foi levando a menina para debaixo da maior árvore do quintal”. 5. Nos itens a e b, os estudantes são levados a identificar o conflito da narrativa (a dúvida de Lia sobre por que os cabelos ficam brancos e como o tempo age dentro da cabeça das pessoas) e a reconhecer sua resolução, quando a avó explica, de forma poética e afetiva, que os fios brancos representam a passagem do tempo, guardando memórias e experiências vividas. Assim, a curiosidade de Lia é acolhida e transformada em aprendizado, reforçando a relação de carinho entre avó e neta (EF02LP28). No item c, abra espaço para que os estudantes conversem sobre o que entendem como um final feliz. Mostre que, na história, a resolução do conflito, ou seja, a explicação da avó sobre os fios brancos como memórias e experiências, traz uma acomodação para a dúvida de Lia. Incentive-os também a refletir sobre como o carinho e a troca entre avó e neta tornam esse desfecho especial, podendo ser visto como um final feliz.
b ) Volte ao texto, localize e grife os trechos que ajudam o leitor a identificar ou a imaginar cada um dos três lugares indicados no item anterior.
Resposta e comentários nas orientações ao professor.
5. No conto, a avó de Lia ajuda a neta a resolver um problema.
a ) Que problema é esse? Assinale um X na alternativa correta.
Lia queria saber como o tempo passava dentro das pessoas.
Lia queria saber por que só ela não tinha cabelos brancos.
Resposta: Lia queria saber como o tempo passava dentro das pessoas.
b ) Como esse problema foi resolvido?
Resposta: A avó de Lia explicou que os fios brancos aparecem com o tempo e guardam memórias e experiências contando histórias para a neta.
5. c) Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes respondam que sim, pois a avó ouviu e acolheu a dúvida da neta, e elas tiveram um momento de troca e de carinho para ficar na memória das duas.
c ) Você acha que o final dessa história é feliz? Por quê?
Toda história inventada, ou seja, todo texto ficcional apresenta um problema (ou conflito) e sua resolução. No conto lido, a neta traz uma inquietação, e a avó acolhe a menina, ajudando-a a lidar com seus sentimentos.
6. O texto que você leu é um conto. O que podemos encontrar em contos como esse? Marque a alternativa correta.
Informações sobre fatos reais, com dados e curiosidades.
Uma história com personagens, começo, meio e fim.
Resposta: Uma história com personagens, começo, meio e fim.
AGORA QUE JÁ LEMOS
Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor
Se você pudesse guardar uma memória com alguém muito especial em um futuro fio de cabelo branco, que memória seria essa? Com quem seria essa lembrança? Conte aos colegas e ao professor e ouça o que eles têm a dizer também.
6. Destaque que o conto é um texto literário feito para entreter, emocionar e provocar reflexões. Explique aos estudantes que textos como esse circulam em livros, revistas e ambientes digitais de literatura, são escritos por autores e destinados a leitores que apreciam histórias ( EF15LP01 ).
AGORA QUE JÁ LEMOS
Se achar oportuno, amplie a proposta de guardar uma memória em um fio de cabelo branco, incentivando os estudantes a planejarem um pequeno relato escrito sobre a lembrança escolhida, contando quem participou, onde aconteceu e o que sentiram (EF02LP14). Oriente-os a organizar a narrativa na ordem dos acontecimentos e a usar expressões que marquem a passagem do tempo, como “um dia”, “depois”, “naquele tempo” ou “ontem” (EF02LP17).
BNCC
É LÍNGUA, É LINGUAGEM
Sinais de pontuação
1. Releia um trecho do conto “O fio da memória”.
— Sabe de uma coisa, Lia? Eu acho que acabei de ganhar mais um fio de cabelo branco.
a ) De acordo com o texto lido, quem acabou de ganhar mais um fio de cabelo branco?
Resposta: A avó de Lia.
b ) Há um sinal de pontuação que é usado no trecho para indicar pergunta. Que sinal é esse? Contorne-o no texto.
Resposta: Espera-se que os estudantes contornem o ponto de interrogação.
c ) Pinte o ponto-final (.) que aparece no trecho. O que esse sinal indica? Assinale um X na resposta correta.
Uma pergunta.
O final de uma afirmação.
Resposta: Espera-se que os estudantes pintem o ponto-final do trecho; o final de uma afirmação.
Confira alguns sinais de pontuação que aparecem no final de frases.
• O ponto de interrogação (?) indica uma pergunta. Por exemplo: Vovó, tem um senhor do tempo que mora dentro da gente?
• O ponto-final (.) indica o fim de uma ideia, de uma declaração, que pode ser negativa ou afirmativa. Por exemplo: Eu acho que acabei de ganhar mais um fio de cabelo branco.
• O ponto de exclamação (!) indica uma frase exclamativa e pode expressar diferentes emoções, como susto, surpresa, medo, alegria ou raiva. Por exemplo: Ora! Porque o tempo está passando!
2. Releia uma frase do conto “O fio da memória”.
Lia queria saber tudo.
Respostas e orientações didáticas
1. Se possível, realize a atividade coletivamente, incentivando a participação de todos. Comece fazendo a leitura em voz alta do trecho citado, enfatizando a entonação, de acordo com a pontuação expressiva. Depois de os estudantes terem respondido e discutido os itens, faça a leitura do boxe conceito sobre a interrogação, a exclamação e o ponto-final, facilitando para que sistematizem as observações feitas para tais sinais.
10/10/2025 10:16:02
Nesta seção, os estudantes trabalharão o uso adequado do ponto-final, ponto de interrogação e ponto de exclamação (EF02LP09), bem como serão levados a reparar nos usos do travessão.
SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL
Escreva na lousa os sinais de pontuação a serem explorado, nomeando-os: ? (ponto de interrogação); ! (ponto de exclamação); . (ponto-final); e — (travessão). Em seguida, peça aos estudantes que, em duplas, releiam o conto “O fio da memória”, prestando atenção nesses sinais sempre que aparecerem. Abra espaço, então, para que compartilhem o que perceberam sobre o uso desses sinais, relacionando ao que já conheciam e ao que descobriram durante a nova observação (EF02LP09).
2. Escreva a frase “Lia queria saber tudo” na lousa e vá acrescentando e apagando sinais de pontuação ao final dela, pedindo aos estudantes que façam a leitura de modo expressivo, considerando a entonação de cada um deles. Explore o ponto-final, o ponto de interrogação e o de exclamação e solicite a eles que exagerem na entonação e na melodia associadas às leituras interrogativas e exclamativas, por exemplo, a fim de que percebam tais associações. Depois dessa exploração coletiva, oriente-os a fazer os itens da atividade.
3. Conduza a realização da atividade levando os estudantes a perceberem as diferentes funções do travessão, entendendo que esse sinal é utilizado sempre para marcar a entrada de cada fala de personagem e para separar as falas dos personagens das do narrador. Se achar oportuno, retorne ao conto “O fio da memória” e faça perguntas como estas: “Quem está falando neste momento: narrador ou personagem?”; “Que personagem?”; “E quem está falando aqui: narrador ou personagem?”; “O que vocês levaram em conta para descobrir?”. Ao mediar a observação, motive-os a perceber o uso do travessão para a identificação, pelo leitor, das diferentes “vozes” no texto.
a ) Agora, leia a mesma frase, reescrita com diferentes sinais.
Lia queria saber tudo?
Lia queria saber tudo!

Qual dessas frases indica surpresa ou admiração? Pinte-a.
Resposta: Lia queria saber tudo!
b ) Qual sinal foi utilizado no final da frase que você pintou?
Contorne-o.
Resposta: Espera-se que os estudantes contornem o ponto de exclamação.
3. Releia outro trecho do conto, prestando atenção aos sinais destacados.
E aí, cada fio branco vem da vivência, da experiência.
— E qual foi o seu primeiro cabelo branco? — perguntou Lia, desafiando a memória da vovó.
a ) Os sinais destacados são chamados travessão. De acordo com o que você observou, qual é a função do travessão pintado de azul?
Indicar quando as falas são perguntas.
Indicar o começo de cada fala de personagem.
Resposta: Indicar o começo de cada fala de personagem.
b ) E qual é a função do travessão pintado de verde?
Marcar o final de cada frase.
Separar a fala da personagem da fala do narrador.
Resposta: Separar a fala da personagem da fala do narrador.
O travessão (—) costuma ser utilizado em histórias com diálogos para indicar onde começa cada fala dos personagens e para separar a fala do narrador da fala dos personagens.
ATIVIDADE EXTRA
Escreva uma frase na lousa sem colocar pontuação ao final. Faça a leitura expressiva da frase diversas vezes, variando a entonação e solicitando aos estudantes que indiquem que sinal de pontuação devem colocar a cada leitura, de modo a associar corretamente a entonação que escutaram ao emprego dos sinais. Por exemplo, escreva a frase “A bola é amarela”, leia-a de modo interrogativo (“A bola é amarela?”) e pergunte: “Que sinal precisamos colocar na escrita para indicar essa intenção de pergunta que percebemos na fala?”.
4. Resposta: Os estudantes devem completar os espaços com os seguintes sinais de pontuação: travessão, ponto de interrogação e ponto-final, respectivamente.
4. Com um colega, releiam um trecho do conto, completando-o com os sinais de pontuação que faltam.
Antes mesmo de dar bom dia, quando viu a tia em frente à pia, foi logo questionando:
Por que seu cabelo está ficando branco
Tia Bibi seguiu escarafunchando com a ponta dos dedos uma porção dos cachos que carregava na cabeça
Voltem ao texto das páginas 255 e 256 e, com a ajuda do professor, confiram se vocês pontuaram o trecho corretamente.
5. Use ponto-final, ponto de interrogação ou ponto de exclamação para pontuar cada frase. Preste atenção nas intenções destacadas.
a ) — Você gosta de ouvir histórias antigas
A frase anterior deve indicar uma pergunta.
Resposta: Os estudantes devem completar o espaço com ponto de interrogação.
b ) — Eu adoro ouvir as histórias que o vovô me conta
A frase anterior deve indicar uma fala “animada”
Resposta: Os estudantes devem completar o espaço com ponto de exclamação.
c ) — As pessoas mais velhas têm muitas memórias para compartilhar
Resposta: Os estudantes devem completar o espaço com ponto-final.
A frase anterior deve indicar uma afirmação
6. Agora é sua vez de inventar e escrever falas para os personagens do conto lido. Complete o texto com as falas e pontue adequadamente.
— — perguntou Lia.
— — exclamou a avó.
— — afirmou a tia.
Respostas pessoais. Os estudantes devem finalizar a primeira fala com ponto de interrogação; a segunda, com ponto de exclamação; e a terceira, com ponto-final. 261
AVALIANDO
Observe se os estudantes relacionam a entonação da leitura ao uso adequado da pontuação na escrita. Se perceber dificuldades no emprego das pontuações, retome a prática proposta anteriormente: escreva a mesma frase na lousa com diferentes sinais e peça-lhes que façam sua leitura expressiva.
Para avaliar, proponha que, em duplas, escrevam duas frases interrogativas, duas exclamativas e duas afirmativas. Recolha alguns exemplos
10/10/2025 10:16:02
para a correção coletiva, valorizando os acertos e discutindo os ajustes necessários. Outra opção é entregar cartões com frases sem pontuação e pedir-lhes que as completem com o sinal adequado e justifiquem oralmente a escolha. Faça anotações que possam ajudar em mediações futuras com o conteúdo.
Verifique se compreenderam a regra principal: perguntas terminam com ponto de interrogação; exclamações, com ponto de exclamação; afirmações, com ponto-final.
Respostas e orientações didáticas
4. Incentive os estudantes a observarem atentamente o trecho do conto e a refletirem sobre quais sinais de pontuação precisam ser inseridos para que o texto faça sentido. Valorize o trabalho em duplas, pois a troca de ideias favorece a percepção de marcas gráficas que indicam oralidade, como travessão (introduzir a fala), ponto de interrogação (perguntas) e ponto-final (encerrar afirmações). Faça a correção coletiva, retomando o texto original, e mostre como os sinais de pontuação ajudam a marcar a entonação e a organizar o diálogo.
5. Ajude-os a perceber que os sinais de pontuação estão ligados a uma intenção de fala indicada em cada item. É possível trabalhar as frases em voz alta, variando a entonação, para que indiquem se é uma pergunta, uma exclamação ou uma afirmação. Depois de vivenciarem a leitura expressiva, sugira que registrem o sinal de pontuação adequado em cada item.
6. Incentive-os a criar falas para os personagens, observando as formas verbais destacadas, linha a linha (perguntou, exclamou, afirmou). Explique que os verbos indicam o sinal de pontuação adequado e incentive-os a inventar diálogos que poderiam estar no conto. Depois, faça a correção coletiva, destacando como a pontuação dá clareza e marca o tom das falas.
BNCC
Além das habilidades destacadas junto às orientações ( EF02LP01 , EF02LP07 ), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade ( EF15LP09 , EF15LP10 , EF15LP11, EF15LP13).
Respostas e orientações didáticas
1. A proposta é que, no item a, os estudantes possam observar as letras maiúsculas nos dois casos (início de frase ou período e de nome próprio) e trocar ideias sobre seu uso. Se possível, favoreça uma ampliação desse olhar para outros contextos, como nos momentos de leitura literária. Faça perguntas como: “Vocês observaram o uso de letras maiúsculas nesta história?”; “Quando a letra maiúscula é utilizada?”; “Vocês perceberam alguma regra em relação a esse uso?”; “Vamos ver juntos?”. O item b possibilita sistematizar as observações feitas, ao avaliar os itens apresentados e assinalar a alternativa correta.
2. O objetivo é que os estudantes possam colocar em prática o que discutiram na atividade 1, fazendo uso da letra maiúscula nos dois casos: início da frase e do nome do personagem (EF02LP01).
JANELAS PARA A ESCRITA
Letra inicial maiúscula
1. Releia um trecho do conto “O fio da memória”.
E agora, foi a vez de Lia colocar a sua cabecinha no colo de vovó.
a ) Contorne as palavras que começam com letras maiúsculas no trecho.
Resposta: Espera-se que os estudantes contornem as palavras E e Lia
b ) Marque um X na alternativa correta a respeito do uso da maiúscula, considerando o que você observou no item a
Aparece apenas no começo das palavras que nomeiam pessoas e lugares imaginários.
Aparece em início de frase e no começo do nome da personagem, respectivamente.
Resposta: Aparece em início de frase e no começo do nome da personagem, respectivamente.
2. Reescreva o trecho a seguir usando a letra maiúscula corretamente.
entre um afago e outro, vovó carminha foi levando a menina para debaixo da maior árvore do quintal.
Dica: Preste atenção nos pontos-finais e nos nomes de pessoas.
Resposta: Entre um afago e outro, vovó Carminha foi levando a menina para debaixo da maior árvore do quintal.
Utilizamos letra maiúscula no começo das frases e na letra inicial do nome de pessoas, animais e lugares. Por exemplo: Mafalda, Floquinho, Brasil, Pernambuco.
ATIVIDADE EXTRA
Se achar pertinente, proponha que os estudantes retomem o alfabeto com os diferentes tipos de letra para que observem mais uma vez a letra cursiva maiúscula. Eles podem fazer uso do marcador que acompanha o livro, como referência para essa retomada. Solicite que tentem
escrever no caderno os nomes de alguns colegas da turma, experimentando a letra cursiva e o uso correto da letra maiúscula no início desses nomes próprios (EF02LP07). É possível também propor que construam um prisma com o próprio nome, escrito com letra cursiva de um lado e com letra de imprensa do outro, diferenciando maiúsculas e minúsculas.
HORA DE PRODUZIR
Reescrita de final de conto
Você leu um conto que mostrou o afeto entre uma menina e sua avó.
O que vai produzir?
Você vai escrever um final para o conto "O fio da memória".
Planejar
1. Releia este trecho do texto.
E agora, foi a vez de Lia colocar a sua cabecinha no colo de vovó.
2. Imagine que, enquanto a avó acaricia a cabeça de Lia, a menina também vai resgatando memórias especiais. Que lembranças especiais a menina poderia ter? Pense em um final para o conto e anote em uma folha avulsa as principais ideias.
Produzir
1. Ouça a leitura do conto feita pelo professor, prestando atenção ao final do trecho que ele vai destacar.
2. No caderno, escreva a versão para o final do conto, usando as ideias anotadas na etapa de planejamento.
3. Releia o texto, verificando se há algo para corrigir, como as letras iniciais maiúsculas e o uso dos sinais de pontuação.
Compartilhar
O professor vai fazer um mural com o começo do conto e todos os finais reescritos pela turma. Aproveitem para ler os finais dos colegas.
Avaliar
Observem o mural com as reescritas da turma e conversem
1. Os finais combinam com a história lida?
2. As letras maiúsculas foram utilizadas corretamente? E os sinais de pontuação?
Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor 263
• No momento da escrita, caminhe pela sala de aula e observe se os estudantes registram suas ideias de forma clara e organizada, se fazem uso de letra maiúscula, dos sinais de pontuação e de marcadores de tempo (EF02LP01, EF02LP09, EF02LP17).
• Proponha um momento de releitura e revisão do texto produzido, para que seja corrigido e aprimorado, com cortes, acréscimos, correções e pontuação. Se achar oportuno, organize a turma em duplas para essa etapa, solicitando que
BNCC
Além das habilidades destacadas junto às orientações ( EF02LP01 , EF02LP09 , EF02LP17 , EF02LP27 , EF02LP28 , EF12LP05 , EF15LP05 , EF15LP06 , EF15LP07, EF15LP19), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade ( EF15LP09 , EF15LP10 , EF15LP11, EF15LP13).
Orientações didáticas
• Ao iniciar a proposta, faça a leitura do trecho destacado, valorizando a entonação e a pausa em pontos estratégicos, para que a turma perceba o efeito de suspense e a abertura para a criação do novo final que vão escrever (EF02LP27). Incentive-os a compartilhar oralmente ideias antes de registrar, de modo a favorecer a troca e a ampliação do repertório coletivo, além de motivar o gosto pela leitura.
• Possibilite que troquem também estratégias para a escrita das ideias iniciais, na composição do registro que servirá de base para a produção. Eles podem elaborar listas, esquemas, palavras-chave, pequenos textos, entre outras possibilidades na hora do planejamento e produção dos textos (EF15LP05).
• Ainda no momento de planejamento, retome a importância de que contemplem em seus textos expressões e frases que ajudem a caracterizar personagens e ambientes (EF02LP28).
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releiam em voz alta e percebam as necessidades de melhoria (EF15LP06, EF15LP07).
• Se achar oportuno, convide os estudantes a recontarem para a turma o final que criaram e valorize a diversidade das versões produzidas, enfatizando como diferentes perspectivas podem enriquecer uma mesma história. Antes disso, é importante que possam recontar oralmente o que lembram do conto, para, então, darem continuidade com o fechamento que pensaram (EF12LP05, EF15LP19).
BNCC
Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF02LP16 , EF02LP26 , EF15LP01 , EF15LP02 , EF15LP12, EF15LP15), os estudantes serão levados a desenvolver habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10 , EF15LP11 , EF15LP13).
Orientações didáticas
• Faça a leitura do texto que introduz a seção, mediando para que os estudantes entendam onde ele foi publicado originalmente e compreendam sua dimensão ficcional. No livro A bolsa amarela, de Lygia Bojunga, o leitor se depara com muitas cartas escritas pela narradora, Raquel, e por seus amigos imaginários. Se for possível, leia outras cartas e outros bilhetes do livro, contextualizando ainda mais a leitura.
• Com base nas questões do Antes de ler, conduza a observação do texto pelos estudantes, levando-os a prestar atenção na sua disposição e a identificar onde começa e onde termina a carta dentro do trecho considerado, reparando na variação da tipologia e na diferença no recuo de parágrafo e recurso visual que lembra folha de caderno (EF15LP02, EF02LP16).
As cartas são correspondências trocadas entre um remetente e um destinatário. O remetente é a pessoa que envia uma carta, e o destinatário é aquele a quem se destina ou é endereçada a carta. Textos assim podem ter conteúdos diversos, que estão relacionados à própria situação comunicativa. Dessa forma, há diferentes categorias de cartas, por exemplo: pessoais (trocadas entre pessoas que são amigas ou têm vínculos próximos, com linguagem mais informal); comerciais (que estão relacionadas a trabalho, e,
MEMÓRIAS DE INVENTAR
Resposta: Espera-se que os estudantes reconheçam pela diagramação onde inicia e onde finaliza a carta dentro do texto a seguir. A carta começa quando aparece o nome Lorelai: seguindo de dois-pontos. Depois disso, o tipo de letra muda e o texto fica mais recuado. Percebe-se que é uma carta porque a menina começa a falar com Lorelai como se estivesse escrevendo para ela. No final, consta a despedida “Um beijo da Raquel”, que também é comum em cartas.
RODA DE LEITURA: CARTA
É hora de ler mais um texto sobre memória: desta vez, uma carta E sabe quem a escreveu? Uma narradora que não segurava a própria vontade que tinha de escrever. Era tanta vontade que ela decidiu que ia ser escritora. Assim, começou a brincar de ser uma: inventava personagens diferentes e escrevia cartas para esses personagens.
O nome dessa narradora é Raquel. Certo dia, o irmão de Raquel pegou uma das cartas que ela escreveu para uma personagem inventada e ficou querendo saber quem era essa personagem na vida real. A menina explicou que ela não existia “de verdade”, mas o irmão não acreditou: como é que alguém ia escrever uma carta para alguém inventado?
Depois disso, Raquel ficou um tempo sem escrever cartas, mas logo veio a vontade de novo, e ela voltou com suas invencionices. Vamos ler a carta que ela fez assim que voltou a escrever depois desse episódio?
Que memória será que Raquel vai contar?
ANTES DE LER
Confira o que você vai ler a seguir, prestando atenção na disposição dos textos na página. Onde começa a carta? O que você observou para descobrir isso?

por isso, são mais impessoais e têm linguagem mais formal); e oficiais (enviadas a diferentes pessoas e sem um destinatário único, tendo uma linguagem mais formal). Quanto à sua estrutura, as cartas costumam apresentar cumprimento ou saudação ao destinatário; introdução; corpo do texto (conteúdo principal da carta); despedida; assinatura do remetente. Atualmente, existem outras formas de comunicação em que o envio e o recebimento de respostas são mais ágeis, como as mensagens instantâneas enviadas por celular e os correios eletrônicos (e-mails), o que faz com que a carta pessoal não seja mais tão amplamente utilizada como era antes.
• Proponha uma primeira leitura, individual e silenciosa, do texto, e verifique se os estudantes já conseguem ler e compreender com mais autonomia textos literários e se demonstram o gosto por essas leituras (EF02LP26).
• Depois, realize uma leitura expressiva, usando elementos paralinguísticos e cinésicos para reforçar os sentidos (EF15LP12).
Passei uns tempos sem escrever carta nenhuma. Mas um dia eu não tinha nada pra fazer e pensei: “ah, também que que há?” Fui no meu esconderijo de nomes, peguei um nome que eu adoro, inventei uma amiga pra ele, e comecei a escrever pra ela:
Lorelai:
Era tão bom quando eu morava lá na roça. A casa tinha um quintal com milhões de coisas, tinha até galinheiro. Eu conversava com tudo quanto era galinha, cachorro, gato, lagartixa, eu conversava com tanta gente que você nem imagina, Lorelai. Tinha árvore pra subir, rio passando no fundo, tinha cada esconderijo tão bom que a gente podia ficar escondida a vida toda que ninguém achava. Meu pai e minha mãe viviam rindo, andavam de mão dada, era uma coisa muito legal da gente ver. Agora tá tudo diferente: eles vivem de cara fechada, brigam à toa, discutem por qualquer coisa. E depois, toca todo o mundo a ficar emburrado. Outro dia eu perguntei: o que é que tá acontecendo que toda hora tem briga? Sabe o que é que eles falaram? Que não era assunto pra criança. E o pior é que esse negócio de emburramento em casa me dá uma aflição danada. Eu queria tanto achar um jeito de não dar mais bola pra briga e pra cara amarrada. Será que você não acha um jeito pra mim?
Um beijo da Raquel.
BOJUNGA, Lygia. A bolsa amarela. Ilustrações originais de Marie
QUEM PRODUZIU?
Lygia Bojunga é a autora do livro A bolsa amarela, de onde o texto que você leu foi retirado. Foi Lygia que criou a narradora Raquel, os personagens que essa narradora inventa e as histórias que são contadas no livro. Lygia é uma escritora brasileira reconhecida e premiada no mundo todo. Publicou diversos livros para jovens e crianças de todas as idades.
serem retomados autonomamente em outras leituras que eles vierem a fazer.
• Após a leitura, proponha uma conversa coletiva sobre o conteúdo da carta: “Quais memórias Raquel compartilha?”; “O que mudou na vida dela desde a infância na roça até o momento atual?”; “Como ela expressa a aflição diante das mudanças na família?”.
• Aproveite para destacar que, embora o texto traga lembranças muito reais e próximas da expe-
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riência de muitas crianças, trata-se de uma obra literária, ligada ao mundo do imaginário. Mostre que a carta de Raquel também tem uma dimensão lúdica e de encantamento, convidando o leitor a se emocionar e a refletir. Valorize esse contato como uma forma de reconhecer a literatura em sua diversidade cultural, entendendo-a como patrimônio artístico da humanidade (EF15LP15).
• Mostre como o texto principal apresenta a situação (o desejo de escrever, a invenção de personagens, a interferência do irmão) e, em seguida, a carta aparece com características próprias: vocativo (“Lorelai:”), mudança de letra e recuo, despedida com assinatura (“Um beijo da Raquel”).
• Se achar oportuno, proponha uma reflexão sobre o gênero carta (EF15LP01) e a temática das memórias: “Você já ficou com a cabeça cheia de ideias, lembranças e histórias e sentiu vontade de compartilhar com alguém?”; “Com quem você gosta de conversar quando isso acontece?”; “Se você quisesse compartilhar algo com um amigo, escolheria escrever uma carta, telefonar ou encontrá-lo? Por quê?”.
• Durante a leitura, destaque como Raquel usa a carta para compartilhar lembranças e sentimentos, mobilizando a memória para construir a narrativa. Reforce que o gênero carta, além de informar ou comunicar, pode servir para expressar emoções e até invenções literárias.
• Converse com os estudantes a respeito do texto, perguntando a eles se há palavras que desconhecem. Motive-os a inferir os significados delas, considerando todo o contexto. Trabalhando dessa forma o vocabulário, é possível ampliar a compreensão leitora e ensinar explicitamente procedimentos importantes, a
Louise Nery. 35. ed. Rio de Janeiro: Casa Lygia Bojunga, 2017. p. 19-20.
BNCC
Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF02LP07 , EF02LP16 , EF15LP01 , EF15LP02 , EF15LP03 , EF15LP15 , EF15LP19), os estudantes serão levados a desenvolver habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10, EF15LP11, EF15LP13).
Respostas e orientações didáticas
1. Abra espaço para que os estudantes compartilhem as antecipações de leitura feitas com base nas questões do Antes de ler, validando-as ou invalidando-as e construindo novas hipóteses. O levantamento de hipóteses e sua avaliação são feitos constantemente pelo leitor, que, a cada nova leitura de um texto, pode ir desvelando novos sentidos, ao “desembrulhar” as diferentes camadas do texto (EF15LP02).
2. Peça aos estudantes que voltem ao início da carta no texto para localizar a informação sobre a destinatária. Mostre que o próprio texto indica claramente que é Raquel quem assina a despedida (EF15LP03). Oriente-os a observar o vocativo que aparece no início da carta: “Lorelai:”. Explique que esse elemento marca a quem a carta é dirigida. Valorize o reconhecimento dessa pista textual como estratégia de localização de informação explícita (EF15LP03).
3. Incentive os estudantes a relerem o corpo da carta e a identificarem qual memória Raquel compartilha com Lorelai. Ajude-os a perceber que a resposta está explicitamente no texto: a lembrança da vida na roça, em contraste com a situação atual. Destaque como a saudade e a mudança de ambiente são elementos centrais da carta (EF15LP03).
4. Nesta atividade, os estudantes são convidados
Papo de leitor
1. Antes de ler, você observou os textos na página e tentou descobrir onde começava a carta. Você estava certo? Troque ideias com a turma.
Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor
2. Pinte de verde o quadrinho com o nome de quem escreveu a carta e de azul o quadrinho com o nome da pessoa para quem ela foi escrita.
Resposta: Raquel: verde; Lorelai: azul.
Raquel Lorelai
3. O que Raquel contou para Lorelai na carta? Marque um X.
Que sentia saudade da vida na roça e que agora tudo estava diferente.
Resposta: Que sentia saudade da vida na roça e que agora tudo estava diferente.
Que tinha ganhado um novo bichinho de estimação.
Todas as cartas sempre são escritas para alguém, ou seja, para um destinatário, que pode ser real ou imaginário. As cartas são mensagens registradas no papel e enviadas por correio. Hoje em dia, as pessoas costumam enviar mensagens por celular ou e-mail para se comunicarem, e a carta passou a ser menos utilizada.
4. De acordo com o texto, responda às questões a seguir.
a ) Quem era Lorelai?
Resposta: Lorelai era uma amiga que Raquel inventou e para quem ela escreve uma carta.
b ) Onde Raquel morava quando era pequena?
Resposta: Raquel morava na roça.
c ) Que expressão Raquel usa no final da carta para se despedir?
Resposta: “Um beijo da Raquel”.
a localizar informações explícitas no texto ( EF15LP03 ). Todas as respostas podem ser encontradas diretamente na carta ou no trecho introdutório, o que reforça a importância da leitura atenta e da retomada do texto sempre que necessário. Essa prática contribui para consolidar a autonomia leitora e a segurança na compreensão de elementos dados no texto. Se achar oportuno, incentive aqueles que já estiverem mais seguros na escrita em letra cursiva a registrarem suas respostas usando esse tipo de letra ( EF02LP07 ).
5. Responda às perguntas a seguir marcando as alternativas corretas.
a ) O que é possível afirmar sobre a casa de Raquel depois da mudança?
A casa ficou mais alegre e animada.
Tudo ficou mais corrido, e ninguém tinha tempo para conversar.
Resposta: Tudo ficou mais corrido, e ninguém tinha tempo para conversar.
b ) Como Raquel estava se sentindo com a mudança na casa?
Aflita e com saudade de como as coisas eram antes.
Resposta: Aflita e com saudade de como as coisas eram antes.
Feliz, porque agora tinha mais coisas para fazer.
6. Se você, como Raquel, fosse escrever uma carta para alguém, o que não poderia faltar nesse texto? Marque um X
Um título chamativo e palavras difíceis.
Uma saudação, a mensagem e uma despedida.
Resposta: Uma saudação, a mensagem e uma despedida.
7. Considerando a carta que você leu, qual é a finalidade de textos como esse? Marque um X.
Ensinar o passo a passo de como fazer algo.
Comunicar-se com alguém, contando lembranças, sentimentos ou ideias.
Resposta: Comunicar-se com alguém, contando lembranças, sentimentos ou ideias.
Carta é um texto utilizado para se comunicar com alguém. Pode ser escrita para contar novidades, compartilhar sentimentos, fazer perguntas ou dar recados. Geralmente, começa com uma saudação para quem vai receber, tem um trecho em que a pessoa escreve o que quer dizer e termina com uma despedida.
AGORA QUE JÁ LEMOS
Raquel termina a carta com uma pergunta. Como você acha que Lorelai vai responder? Compartilhe com os colegas. Depois, ouça a leitura que o professor vai fazer da resposta de Lorelai.
Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor 267
AGORA QUE JÁ LEMOS
Reserve um momento para que os estudantes compartilhem oralmente o que imaginaram que a personagem responderia. Depois, providencie um exemplar do livro A bolsa amarela , faça a leitura da resposta de Lorelai e deixe que eles dialoguem, levando em conta as expectativas que levantaram antes de conhecer esse trecho. Aproveite o momento para valorizar
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a troca oral de impressões. Incentive-os a imaginar como Lorelai poderia responder à carta, motivando a escuta atenta e o respeito às opiniões dos colegas. Essa atividade favorece tanto a ampliação do sentido do texto quanto o desenvolvimento de habilidades da oralidade e a vivência de práticas sociais ligadas ao gênero carta.
5. Verifique se os estudantes retomam o texto e fazem inferências sobre o que se alterou na casa de Raquel após a mudança. O enunciado exige que compreendam o sentido global do texto e interpretem sentimentos que não estão ditos de forma direta, mas sugeridos pelas falas da personagem.
6. Nesta atividade, os estudantes são levados a refletir sobre a função social do gênero carta e seus elementos de formatação. Oriente-os a identificar que uma carta, além da mensagem (ou corpo do texto), precisa trazer saudações e despedidas, bem como marcas típicas de sua diagramação. Assim, eles aprendem a reconhecer e reproduzir as características próprias do gênero, compreendendo também para que ele serve e como circula socialmente. (EF02LP16, EF15LP01).
7. Conduza os estudantes a perceberem que o objetivo de textos assim é comunicar-se com alguém, compartilhar lembranças, sentimentos e ideias, e não ensinar um procedimento. Essa reflexão amplia a compreensão sobre a finalidade da carta nas práticas sociais (EF15LP01).
BNCC
Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF02LP01 , EF02LP07 , EF02LP17 , EF12LP03 , EF12LP17), os estudantes serão levados a desenvolver habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10, EF15LP11, EF15LP13).
SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL
Diga aos estudantes que você vai contar uma pequena história ou narrar alguma situação. Crie um texto espontaneamente, retomando algo vivenciado pela turma, utilizando e destacando palavras e expressões que ajudem a marcar a passagem do tempo, como ontem, depois de amanhã etc. Um exemplo de texto: “Ontem, realizamos a leitura de uma carta. Hoje, nós vamos escrever um texto semelhante. E amanhã? Quem sabe possamos enviar por correio esse texto?”. Ao dizer o texto, reforce, na fala, as palavras que ajudam a marcar a passagem de tempo. Depois, anote-as na lousa e diga que, nesta seção, eles vão observar usos de palavras e expressões como essas (EF02LP17).
Respostas e orientações didáticas
1. Se achar necessário, faça a leitura do trecho transcrito na atividade, pedindo aos estudantes que acompanhem a leitura no livro, com atenção aos termos em destaque. Leia o enunciado do item a e conduza a atividade coletivamente. No item b, solicite que sistematizem suas observações por escrito. Aproveite para verificar os registros, checando se estão usando letra inicial maiúscula no começo do período, se usam espaços em branco para segmentar as palavras, se utilizam pon-
É LÍNGUA,
É LINGUAGEM
Marcadores temporais
2. Resposta: Espera-se que os estudantes pintem as seguintes palavras ou expressões: hoje, há muito tempo e amanhã
1. Releia um trecho da carta que você estudou.
Era tão bom quando eu morava lá na roça. [...]
Meu pai e minha mãe viviam rindo, andavam de mão dada, era uma coisa muito legal da gente ver. Agora tá tudo diferente: eles vivem de cara fechada, brigam à toa, discutem por qualquer coisa. E depois, toca todo mundo ficar emburrado. Outro dia eu perguntei: o que é que tá acontecendo que toda hora tem briga?
a ) O que as palavras e a expressão em destaque (agora, depois, outro dia) indicam no trecho? Marque um X
A passagem do tempo.
Resposta: A passagem do tempo.
Os lugares onde a história se passa.
b ) As palavras e a expressão em destaque indicam a ordem dos acontecimentos na história. Em sua opinião, elas ajudam o leitor a entender melhor o que Raquel conta na carta ou atrapalham? Por quê? Explique a seguir com suas palavras.
Resposta: Espera-se que os estudantes percebam que os marcadores temporais (como agora, depois e outro dia) ajudam a organizar o que Raquel conta, mostrando quando cada coisa aconteceu. Essas palavras e a expressão situam o leitor no tempo da história, distinguindo o presente da escrita da carta, o passado mais distante (quando Raquel morava na roça) e os acontecimentos mais recentes (como uma briga que aconteceu “outro dia”). Isso contribui para entender melhor a ordem dos fatos.
c ) Leia sua resposta para a turma e ouça o que os colegas escreveram. Depois, converse com o professor sobre a função dos marcadores temporais nos textos.
Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor
2. Pinte todas as palavras ou expressões que podem ser utilizadas para marcar a passagem do tempo em textos.
hoje ninguém há muito tempo amanhã
tuação adequadamente, entre outros elementos da convenção escrita (EF02LP01). Para isso, você pode recolher os livros e fazer anotações sobre os registros de cada um, a fim de avaliar o desenvolvimento de habilidades da escrita e pensar em intervenções futuras que possam ajudá-los a avançar mais. No item c, abra espaço para que compartilhem seus registros oralmente com a turma, valorizando o esforço na qualidade da argumentação.
2. Se achar oportuno, amplie a atividade, pedindo aos estudantes que deem mais exemplos de palavras ou expressões que podem ser utilizadas, em textos orais e escritos, para indicar a passagem do tempo. É provável que eles indiquem marcadores da linguagem informal, como daí ou aí. Motive-os a perceber que tais recursos podem ser substituídos, na escrita, por então ou depois. (EF02LP17).
3. Leia as frases a seguir, prestando atenção nas palavras que estão destacadas para marcar o tempo.
Amanhã será meu aniversário.
Agora, eu já sei fazer muitas coisas.
Antes, eu era bebê.
Reescreva as frases na ordem mais adequada, de acordo com o tempo em que os fatos aconteceram.
Resposta: 1. Antes, eu era bebê. 2. Agora, eu já sei fazer muitas coisas. 3. Amanhã será meu aniversário.
4. Em cada item, leia a frase e observe a palavra ou expressão em destaque. Depois, marque um X na alternativa correta.
A.
A menina está lendo um livro neste instante
Que tempo a expressão em destaque indica?
Passado. Presente. Futuro.
Resposta: Presente.
B.
O menino imagina que, daqui a 50 anos, as pessoas utilizarão foguetes como meio de transporte.
Que tempo a expressão em destaque indica?
Passado. Presente. Futuro.
Resposta: Futuro.
C.
Antigamente, ouvia-se música em vitrolas.
Que tempo a palavra em destaque indica?
Passado. Presente. Futuro.
Resposta: Passado.
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3. Nesta atividade, os estudantes devem reorganizar as frases de acordo com a sequência em que os fatos acontecem, observando palavras que indicam o tempo, como antes, agora e amanhã (EF02LP17). Essa proposta favorece a compreensão da ordem cronológica dos acontecimentos. Oriente-os a reescrever as frases com atenção à legibilidade, podendo usar letra bastão ou cursiva, conforme o nível de segurança de cada um (EF02LP07). Aproveite também para reforçar a importância de copiar o texto mantendo suas características originais — como a pontuação, o espaçamento entre as palavras e a distribuição gráfica, incentivando que voltem ao enunciado sempre que tiverem dúvidas (EF12LP03).
4. Faça a leitura coletiva do enunciado e verifique se os estudantes compreendem que devem observar palavras e expressões que marcam a passagem do tempo e relacioná-las aos tempos verbais passado, presente e futuro (EF12LP17). Oriente-os a ler cada frase com atenção, identificar o marcador temporal em destaque e, baseando-se nele, escolher a alternativa correta. Esse exercício reforça a compreensão de como a linguagem indica a ordem dos acontecimentos e ajuda a organizar a sequência dos fatos no tempo (EF02LP17).
BNCC
Além da habilidade destacada nas orientações ( EF02LP01 , EF02LP07 , EF02LP08 , EF02LP09 , EF02LP17), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10 , EF15LP11 , EF15LP13).
Respostas e orientações didáticas
1. A proposta é que as atividades vivenciadas até aqui, sobre as memórias e relações afetivas em torno delas, inspirem os estudantes a fazerem seus relatos. Procure favorecer uma troca prazerosa e acolhedora, que pode acontecer em um local diferente, como um ambiente externo agradável em que seja possível fazer uma roda, ou uma configuração diferente na própria sala de aula, para que todos se sintam à vontade e instigados a pensar sobre as próprias memórias. Caso tenham sido feitos os registros propostos no Mapeando conhecimentos, na abertura da unidade, disponibilize os relatos para que eles retomem e avaliem se querem usar como base para essa nova proposta. Ressalte que desta vez o foco está em um momento que seja significativo por duas razões: por ser feliz e por envolver um familiar por quem tenham afeto.
2. Observe o processo de escrita do relato, verificando como fazem uso dos marcadores temporais (EF02LP17), se o fazem de modo coerente com o que querem expressar e se consultam o banco de sugestões. Observe também como se dá essa escrita, se trazem mais elementos desta vez, em comparação com
JANELAS PARA A ESCRITA
Explorando marcadores temporais
1. Na carta que você leu, Raquel se lembra de quando era feliz com a família na roça. Você se lembra de um momento feliz que passou com algum familiar? Compartilhe com os colegas e o professor.
Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor
2. Agora, em uma folha avulsa, escreva sobre esse momento feliz, lembrando de indicar a ordem dos acontecimentos. Se necessário, consulte o quadro a seguir, com palavras e expressões que ajudam a marcar a passagem do tempo.
Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor
1. Peça a um familiar que conte, de forma resumida, como foi o dia dele. Registre a seguir o que a pessoa contou, usando marcadores temporais para organizar os acontecimentos de acordo com o período do dia: manhã, tarde e noite.
Resposta pessoal.
2. Leia para a turma o texto que você produziu e escute os textos dos colegas. As rotinas têm algo em comum? Troquem ideias.
Resposta pessoal.
a avaliação diagnóstica de abertura, e se usam letra inicial maiúscula, sinais de pontuação e a segmentação correta das palavras (EF02LP01, EF02LP08, EF02LP09). Sugira aos que se sentirem confortáveis que possam escrever usando letra cursiva (EF02LP07).
PRATICAR EM CASA
Explique para os estudantes que eles terão um duplo desafio: documentar o relato do familiar e pensar em como organizá-lo de forma cronológica, identificando e evidenciando a sequência dos fatos. Ao retomar a tarefa em sala de aula, procure valorizar os diferentes registros, promovendo a troca de experiências em pequenos grupos. Caminhe pelo espaço e observe como foram sequenciados os fatos, se expressões temporais foram utilizadas (como depois e antes) e se o nível de detalhamento foi adequado para o entendimento do relato (EF02LP17).
BNCC
SABERES EM FOCO
Letra inicial maiúscula e marcadores temporais
1. Contorne as palavras que deveriam estar com letra inicial maiúscula. um beijo da raquel.
Nesta seção, os estudantes terão a oportunidade de desenvolver as habilidades listadas junto às orientações ( EF02LP01 , EF02LP26 , EF02LP17).
Resposta: Os estudantes devem contornar as palavras um e raquel
2. Escreva as frases usando marcadores temporais.
a ) Frase que indique algo que já passou, ou seja, um tempo passado.
Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes escrevam uma frase usando um marcador temporal que indique tempo passado, como antigamente, ontem, anteontem e há muito tempo.
b ) Frase que indique algo que vai acontecer, ou seja, um tempo futuro
Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes escrevam uma frase usando um marcador temporal que indique tempo futuro, como amanhã, daqui a dez anos e futuramente
3. Pinte os quadrinhos de acordo com seu aprendizado em leitura e escrita.
COMO EU ME SAÍ...
NAS ATIVIDADES DE LEITURA?
Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor
Encontrei com facilidade as palavras que deveriam estar escritas com letra inicial maiúscula.
Precisei de ajuda para encontrar as palavras que deveriam estar escritas com letra inicial maiúscula.
COMO EU ME SAÍ...
NAS ATIVIDADES DE ESCRITA?
Escrevi com facilidade as frases usando os marcadores temporais.
Precisei de ajuda para escrever as frases usando os marcadores temporais.
Respostas e orientações didáticas
2. Se achar oportuno, retome com toda a turma exemplos variados de marcadores temporais, sem indicar o contexto de uso. Os próprios estudantes podem listar possibilidades partindo do que estudaram, para depois pensar no uso adequado, em cada item (EF02LP17).
AVALIANDO
Observe o processo de escrita e o registro produzido pelos estudantes para verificar se estão escrevendo convencionalmente e quais intervenções são necessárias antes da finalização do ano (EF02LP01). Utilize outros registros produzidos para compor uma avaliação mais aprofundada, que oriente o planejamento de novas ações.
Sobre o uso dos marcadores temporais, analise se eles conseguem empregar corretamente expressões que situam os
Respostas e orientações didáticas
1. Proponha aos estudantes que releiam o trecho com autonomia ( EF02LP26 ), indicando as palavras que deveriam estar grafadas com inicial maiúscula e justificando essas indicações. A troca de ideias oral pode ser feita de forma coletiva, para que a regra do uso de letra maiúscula seja retomada e ilustrada por meio do trecho.
AVALIANDO
Acompanhe de forma mais próxima como os estudantes estão fazendo a leitura autônoma de pequenos textos. Anote avanços e necessidade de retomadas e apoio que possam ser encaminhados antes da finalização do ano. Observe se todos compreendem o uso de letras maiúsculas em início de frases e em substantivos próprios e verifique se o conteúdo precisa ser retomado.
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fatos no tempo, distinguindo passado e futuro. Considere tanto a pertinência do marcador escolhido quanto sua integração no enunciado, verificando se ele contribui para a construção de uma frase coesa. Com esse olhar, tanto para a escrita em si como para o conteúdo em foco, será possível analisar o desenvolvimento da turma, identificando quem já faz uso seguro dos marcadores temporais como recurso e quem ainda precisa avançar, tanto na organização temporal como na consolidação da escrita convencional.
BNCC
Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF02LP13 , EF02LP16 , EF15LP05 , EF15LP06 , EF15LP07, EF15LP19), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade ( EF15LP09 , EF15LP10 , EF15LP11 , EF15LP12 , EF15LP13).
Orientações didáticas
• Separe previamente pedaços de papel de acordo com a quantidade de estudantes da turma: em cada papel será anotado o nome de um personagem. Disponibilize também folhas pautadas na quantidade adequada, as quais serão suportes para as cartas produzidas.
• Faça coletivamente uma lista com os nomes dos personagens de histórias conhecidas e queridas pela turma. Escreva-os na lousa ou solicite aos próprios estudantes que o façam. Se achar oportuno, retome algumas das histórias de onde vêm esses personagens, solicitando que recontem oralmente, de forma breve, textos literários que já tenham sido lidos em sala de aula (EF15LP19).
• Combine com a turma como será o “esconderijo” que guardará os nomes dos personagens. É possível confeccioná-lo com uma caixa de papelão ou fazer um grande envelope com cartolina, por exemplo. Possibilite que usem a imaginação para enriquecer essa escolha.
• Solicite que confiram a escrita do nome do personagem, de acordo com a referência da lousa. As palavras do esconderijo devem estar escritas convencionalmente, já que serão usadas para leitura posterior.
• Ao conversar sobre o destinatário, retome a situação comunicativa da
HORA DE PRODUZIR
Carta para personagem
Chegou a sua vez de brincar de ser escritor.
O que vai produzir?
Você vai escrever uma carta para um personagem de história.
Planejar

1. Você e os colegas vão fazer um “esconderijo de nomes”, como o de Raquel, porém com nomes de personagens de histórias de que gostem.

2. No papel que o professor vai entregar, cada um deve escolher um nome de personagem e colocar na caixa do “esconderijo de nomes” da turma.
Produzir
1. Sorteie um personagem do “esconderijo de nomes” da turma. Você escreverá a carta para ele, ou seja, ele será o destinatário
2. Pense na mensagem que vai escrever. É possível contar algum momento especial ou alguma memória inventada.
3. Escreva a carta em uma folha avulsa. Comece com um cumprimento, escreva a mensagem e termine com uma despedida e sua assinatura.
Compartilhar

O professor vai montar um grande varal com as cartas da turma. Divirtam-se lendo e brincando de ser diferentes personagens.
Avaliar
Conversem sobre as questões a seguir.
1. Todas as cartas tinham cumprimento, nome do personagem, despedida e assinatura?
2. Os nomes dos personagens foram escritos com letra inicial maiúscula, e os sinais de pontuação foram usados corretamente ao longo do texto?
Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor
carta, considerando a dimensão de encantamento. Proponha que imaginem uma conversa com o interlocutor sorteado, com o conteúdo pautado em uma memória contada, que pode ter acontecido de verdade ou ser inventada. Conversem sobre a linguagem que será utilizada e pergunte a eles o que diriam para o personagem e como o fariam, planejando e produzindo a carta ( EF02LP13 , EF15LP05 ).
• Retome as características do gênero carta (EF02LP16) e destaque a importância de evi-

denciar o destinatário, bem como o remetente, ao se despedir e assinar.
• Ressalte a importância das etapas de releitura, revisão e edição do texto, do rascunho à carta pronta (EF15LP06, EF15LP07).
• A exposição das cartas no varal propiciará uma experiência estética visual, ao mesmo tempo em que favorecerá a brincadeira de representar os personagens, recolhendo e devolvendo as cartas a cada vez.
ABRACADABRA
Virou poema!
Comentários nas orientações ao professor
Você vai ler mais uma memória, agora transmitida em forma de poema. Antigamente
Um retrato de tempos antigos me leva por seus corredores: as casas eram grandes, com tios, tias, avós. Nas cristaleiras os doces dormiam, e gatos de porcelana. As mães faziam bordado, menino, cuidado, não mistura leite com manga. Atrás da casa um rio passava.
Roseana. Antigamente.
Eu indico!
É hora de escolher um texto que desperte boas memórias para indicar à turma. Pesquise as informações de sua indicação e anote: o título, o autor, a editora e a publicação da qual o texto foi retirado.
PAPO DIGITAL
Pesquisando o autor na internet

QUEM PRODUZIU?

Murray nasceu na cidade do Rio de Janeiro, em 1950. É autora de livros de poesia e contos para crianças, jovens e adultos.
Para pesquisar o autor na internet, dê preferência às informações da página oficial do autor ou da editora do livro.
as hipóteses levantadas antes da leitura e explorando de que forma o poema desperta memórias e sensações “de antigamente” (EF15LP02).
• Se necessário, retome outros textos conhecidos pela turma, por gênero (poema) ou temática (memórias), permitindo que compartilhem impressões, sugestões e gostos pessoais. Isso contribui para desenvolver o gosto pela leitura e a autonomia diante de textos literários de diferentes gêneros (EF02LP26).
PAPO DIGITAL
Se possível, oriente os estudantes a fazerem a pesquisa na escola com a sua ajuda e mediação. Organize turnos para acompanhar de perto os processos de busca e levantamento de informações, para que participem mais ativamente do processo, com sua supervisão e apoio. Ao pesquisarem o autor do texto, mostre como buscar, selecionar e ler textos que circulam em meios digitais, de acordo com as necessidades
BNCC
Além das habilidades listadas nas orientações ( EF02LP21 , EF02LP26 , EF12LP02 , EF12LP18 , EF12LP19 , EF15LP02 , EF15LP15), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10 , EF15LP11 , EF15LP13).
Orientações didáticas
• Organize os estudantes em uma roda de conversa e explique que você vai apresentar um poema (gênero que já conhecem). Leia as informações sobre a autora e pergunte-lhes se já ouviram falar dela. Leia o título do poema e inicie uma conversa: “O poema se chama ‘Antigamente’. O que acham que vamos encontrar ao ler esse texto?”. Incentive-os a trocar expectativas com base no título (EF15LP02). Espera-se que observem que ele expressa uma marcação de tempo, conteúdo em estudo na unidade.
• Leia o poema de forma expressiva, destacando elementos que produzem sonoridade ( EF12LP18 , EF12LP19). Se julgar pertinente, convide a turma a fazer uma leitura em uníssono ou em forma de jogral, com foco na fruição e na apreciação do texto, favorecendo a formação de leitores literários, que reconheçam a literatura como espaço de encantamento e patrimônio cultural (EF15LP15). Proponha uma breve conversa retomando
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da atividade ( EF12LP02 ). Oriente-os a explorar textos informativos em diferentes ambientes digitais de pesquisa, como páginas oficiais, sites de editoras ou outros espaços confiáveis, ajudando-os a perceber as possibilidades de cada fonte e a desenvolver uma postura investigativa ( EF02LP21 ).
MURRAY,
In: MURRAY, Roseana. Casas. Belo Horizonte: Formato, 1994. p. 7.
Roseana
Roseana Murray.
Desta seção até o Agora na pauta, os estudantes se desenvolverão na apropriação do sistema alfabético ao treinar o traçado das letras de A a Z, bem como avançarão na leitura e escrita das palavras em letra cursiva (EF02LP07, EF12LP01, EF12LP03).
Orientações didáticas
• Neste treino, os estudantes retomam o alfabeto completo em letra cursiva, maiúscula e minúscula, escrevendo cada letra isoladamente e em mão livre. Observe se já conseguem reproduzir as formas com regularidade no tamanho, respeitando o alinhamento na pauta e os espaços entre uma letra e outra.
• Atente para o ponto inicial e final de cada traço, que sustentam a forma da letra e favorecem a clareza da escrita. Valorize quando o movimento é conduzido de forma contínua pelos dedos, com o punho estável, sem necessidade de apoio excessivo do braço.
TIRANDO DE LETRA... DE A A Z!
Chegou a hora de revisar o traçado das letras do alfabeto em letra cursiva maiúscula e minúscula.
Hora do traçado
Resposta: Espera-se que os estudantes escrevam todas as letras do alfabeto em letra cursiva maiúscula e minúscula seguindo a orientação das setas.
Copie o alfabeto em letra cursiva, registrando cada letra abaixo dela.
A a A a B b B b
C c
C c D d D d E e E e F f F f G g G g H h H h I i I i J j J j
K
k K k L l L l M m M m N n N n O o O o P p P p Q q Q q R r R r S s S s t T t U u U u V v V v 275
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• Caso ainda haja insegurança, proponha que iniciem o treino em pautas maiores ou em folhas avulsas, reduzindo gradualmente até alcançar as linhas regulares do livro. • Incentive pausas rápidas durante o treino, nas quais os estudantes possam abrir e fechar as mãos, alongar os dedos ou manipular objetos pequenos. Além de evitar a fadiga, essas pausas funcionam como exercícios de fortalecimento, preparando-os para sustentar a escrita em letra cursiva de forma cada vez mais autônoma e legível.
• Explique que todo personagem do carômetro traz uma letra inicial e que o desafio é inventar um nome que comece com essa letra. Retome a importância de usar letra cursiva, lembrando que nomes próprios sempre iniciam com maiúscula.
• Valorize a criatividade: os nomes não precisam ser reais, podem ser inventados, engraçados ou diferentes, desde que respeitem a letra inicial indicada. Essa liberdade favorece tanto a imaginação quanto o vínculo com o exercício de escrita. Como o espaço de registro não é muito grande, reforce que podem priorizar nomes curtos, até apelidos.
• Oriente que, ao registrar os nomes, mantenham atenção ao alinhamento na pauta. Caminhe pela sala de aula para observar como cada estudante organiza o traçado e a ligação entre as letras.
• Se notar dificuldade na fluidez da escrita em letra cursiva, incentive a releitura oral dos nomes criados, acompanhando o gesto gráfico, para que percebam a função das ligações entre letras. Caso necessário, modele o gesto na lousa, ampliado, destacando os pontos de entrada e saída.
• Aproveite o momento para conversar com a turma sobre diversidade de nomes: quais já conhecem em seu cotidiano, quais ouviram em histórias e quais inventaram agora. Essa troca amplia o repertório e fortalece a percepção da função social da escrita de nomes.
AGORA NA PAUTA
1. Complete o carômetro de personagens a seguir, inventando e escrevendo um nome para cada um.
Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor
Dica: Pense em nomes que combinem com eles e observe a letra inicial indicada em cada quadrinho. Escreva os nomes com letra cursiva e não se esqueça da letra inicial maiúscula neles.
A.
C.
F. B.
D.
2. Usando letra cursiva, escreva com capricho o nome inventado do personagem de que você mais gostou.
Dica: Lembre-se da letra inicial maiúscula.
Resposta pessoal. Os estudantes devem escrever o nome com letra cursiva.
LÁPIS NA MÃO
• Neste último treino, observe se os estudantes já conseguem escrever nomes em letra cursiva com maior autonomia, mantendo o movimento contínuo entre as letras e a regularidade na pauta.
• Valorize a coordenação dos dedos como principal fonte de movimento, garantindo fluidez e legibilidade, com o punho estável e o braço apenas como apoio.
• Caso ainda perceba insegurança, proponha a repetição de nomes curtos em pautas mais largas antes de passarem às regulares. Essa estratégia favorece confiança e precisão nos pontos de ligação.
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• Incentive também pausas rápidas para alongar mãos e dedos ou para brincar com objetos pequenos (bolinhas de borracha, pregadores, tampinhas), o que ajuda a relaxar e fortalece a musculatura da pinça digital, essencial para sustentar a escrita em letra cursiva.
• Aproveite o trabalho com os nomes inventados no carômetro para observar a clareza do traçado, o uso adequado da letra maiúscula inicial e a organização espacial da escrita. Esses aspectos revelam o quanto avançaram na conquista da escrita da letra cursiva ao longo do percurso de A a Z
• Ao final, proponha uma socialização: cada um pode apresentar o nome criado favorito, lendo-o em voz alta para os colegas. Reforce a escuta respeitosa e a valorização da inventividade de todos.
H.
S.
L.
V.
P.
X.
J.
T.
M. W.
Q.
Z.
BNCC
Além da habilidade destacada junto às orientações (EF12LP01) os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10 , EF15LP11 , EF15LP13).
Orientações didáticas
• Antes de começar, proponha uma rodada de exemplo para que todos compreendam a dinâmica.
• Procure enfatizar a dimensão de encantamento ao apresentar a proposta, instigando para que usem a imaginação e sejam criativos na escolha dos objetos ou seres. “Imaginem se pudéssemos voltar ao passado, em qualquer época?”; “O que vocês desejariam fazer ou encontrar?”; “E quais seres ou objetos gostariam de trazer de lá?”.
• Retome a necessidade da atenção e da escuta atenta para manter a sequência correta e se lembrar de cada item citado. Caso alguém se atrapalhe, enfatize a importância de que os colegas apoiem a retomada.
• Quando a lista de elementos estiver grande e a memória começar a falhar, aproveite para reforçar com a turma que esse é justamente o desafio: exercitar a concentração e a memória, enquanto se divertem juntos.
• Ao encerrar, proponha uma conversa breve para que comentem quais palavras foram mais fáceis ou difíceis de lembrar, que estratégias usaram para se organizar e como se sentiram ao participar. Se achar oportuno, registre as palavras na lousa, para que leiam, retomem e conversem sobre elas, no contexto do jogo (EF12LP01).
É JOGO, É BRINCADEIRA
Jogo acumulativo
Comentários nas orientações ao professor
É hora de testar a memória e de se divertir com este desafio.
1. O professor vai organizar a turma em roda para que todos possam se ver e saber facilmente quando chegar a vez de falar.
2. Façam um sorteio para descobrir quem vai começar o jogo. Para isso, vocês podem escolher e usar uma parlenda conhecida.
3. O estudante sorteado deverá pensar em um objeto ou em um ser que existia no passado para completar a seguinte frase.
Voltei ao passado e trouxe de lá...

4. Usem a criatividade para escolher o que virá do passado. Pode ser um dinossauro, uma vitrola, uma máquina de escrever ou o que a imaginação mandar.
5. O próximo estudante, seguindo o sentido da roda, deverá repetir o que o colega anterior disse e acrescentar mais um elemento, dizendo em voz alta para todos ouvirem.
6. O jogo continua assim, com cada participante repetindo toda a lista de palavras anteriores e acrescentando um novo item ao final.
7. Se alguém se esquecer da ordem ou errar algum dos elementos, pode pedir ajuda aos colegas. O importante é se divertir e exercitar a memória.
8. O jogo termina quando todos tiverem participado ou pode recomeçar quando a lista ficar muito longa e difícil de lembrar. Boa diversão!
VAMOS AVALIAR O APRENDIZADO
1. Para relembrar alguns conteúdos estudados nesta unidade e refletir sobre o seu aprendizado, pinte os quadrinhos de acordo com a legenda a seguir.
Entendi bem. Preciso rever.
Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor
Conto.
Sinais de pontuação.
Letra inicial maiúscula.
Carta.
Marcadores temporais.
Tirando de letra: A a Z.
2. Retome os conteúdos e temas trabalhados no volume e escreva algo que traga boas memórias de aprendizagem para você. Depois, compartilhe seu registro com a turma.
Memórias de estudante:
SAIBA MAIS
Um livro para se emocionar!
Nesse livro, Vítor Iori conhece a história de seus antepassados e a importância de valorizar suas raízes.
CAMPOS, Carmen Lucia. Meu avô africano. Ilustrações de Laurent Cardon. São Paulo: Panda Books, 2010. (Coleção Imigrantes do Brasil).

Um museu virtual para conhecer diferentes pessoas!
O Museu da Pessoa existe desde 1991 e tem um acervo digital em que é possível ouvir ou ler histórias de vida de muitas pessoas. Se houver um museu onde você mora, verifique a possibilidade de visitá-lo também.
MUSEU da Pessoa. Disponível em: https://museudapessoa.org/. Acesso em: 2 ago. 2025.
AVALIANDO
Reúna registros e observações feitos no decorrer das aulas, com foco no mapeamento das aprendizagens e fragilidades ainda presentes. Faça um levantamento de indicadores que norteiem a avaliação dos percursos nesta etapa e no ano letivo como um todo, em aspectos individuais e coletivos.
Os indicadores servirão como pontos de observação dos percursos dos estudantes e da organização das informações levantadas sobre as aprendizagens. Por exemplo:
• O que é pertinente mapear na forma como os estudantes leram e compreenderam os textos da unidade?
• A turma tem avançado, progressivamente, nas práticas de leitura independente?
• O que é relevante registrar na forma como vêm fazendo os registros que envolvem a escrita espontânea?
Baseado no mapeamento com esses e outros indicadores, planeje ações para apoiar os estudantes, antes do encerramento do ano letivo.
BNCC
Nesta seção, os estudantes desenvolvem habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10 , EF15LP11 , EF15LP13).
Respostas e orientações didáticas
1. Enquanto a turma realiza as atividades, converse com os estudantes que ainda não participaram deste momento com atenção individual. Ouça o que eles têm a dizer sobre as aprendizagens mais significativas, os maiores desafios e os momentos mais marcantes. Pontue suas observações, com devolutivas sobre os avanços e as necessidades de atenção.
2. A atividade leva a uma retrospectiva das aprendizagens do ano. Retome com eles as listas de conteúdos da seção Vamos avaliar o aprendizado de unidades anteriores e instigue-os a escolher um momento para relatar sua experiência e o que aprenderam. Além de encerrar um ciclo, esta é uma oportunidade de refletir sobre memórias vividas, tema norteador da unidade.
SAIBA MAIS
O livro sugerido possibilita dar continuidade às trocas sobre os aspectos afetivos das memórias, enquanto o site permite pensar sobre diferentes histórias de vida e a valorização da memória.
10/10/2025 10:08:48
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
LICÁ, Márcia (org.). Infâncias e leituras: presenças negras e indígenas na literatura infantil. São Paulo: Pulo do Gato, 2025. (Coleção Gato Letrado).
O livro apresenta reflexões sobre presenças negras e indígenas na literatura infantil, por meio de vivências e pesquisas, trazendo conceitos, dados, perguntas, respostas, depoimentos e indicações bibliográficas.
OBJETIVOS
• Refletir sobre a importância de valorizar as pessoas idosas e respeitar seus direitos.
• Reconhecer a importância das pessoas idosas na sociedade.
BNCC
A seção contempla os temas contemporâneos transversais Processo de envelhecimento, respeito e valorização do idoso e Educação em direitos humanos, pois promove a reflexão sobre o desrespeito às pessoas idosas e a seus direitos, possibilitando aos estudantes exercitarem a empatia e buscarem soluções que promovam o respeito e os direitos humanos.
1. CONHECENDO O PROBLEMA
• Antes de iniciar a seção, verifique o que os estudantes sabem sobre o Estatuto da Pessoa Idosa. Pergunte-lhes se acham que o que é o estabelecido nesse documento é seguido na prática ou não.
• Faça com eles a leitura do texto introdutório. Se preferir, solicite a um voluntário que o leia em voz alta. Pergunte-lhes se conhecem os direitos das pessoas idosas e peça-lhes que mencionem os que se lembrarem. Espera-se que mencionem direito à saúde, à educação, ao esporte e ao lazer, por exemplo.
• Peça a voluntários que leiam as manchetes e comente com eles que, apesar de utilizarem o termo idoso para se referir a esse grupo de pessoas, o mais correto é pessoa idosa
COLETIVAMENTE
Respeitar e valorizar as pessoas idosas
Conhecendo o problema 1
Por meio da leitura do conto O fio da memória, você conheceu um pouco da relação de uma menina e sua avó. Na história, deu para perceber o quanto a idosa é valorizada como uma fonte de conhecimentos e ensinamentos, não é mesmo?
Assim como a avó do conto é respeitada e ouvida, na vida real também precisamos valorizar as pessoas idosas. É muito importante reconhecer o papel delas na sociedade e garantir que tenham uma vida digna. Para assegurar legalmente esse respeito, existe o Estatuto da Pessoa Idosa, criado em 2003. Esse conjunto de leis ajuda a proteger os direitos das pessoas com 60 anos ou mais e prevê punições para quem não as tratar com respeito. Acompanhe a seguir algumas manchetes relacionadas à vida das pessoas idosas.
Centros olímpicos e paralímpicos
promovem
em celebração ao Mês do Idoso
bailes
CENTROS olímpicos e paralímpicos promovem bailes em celebração ao Mês do Idoso. Secretaria de Estado de Esporte e Lazer, 15 out. 2024. Disponível em: https://www.esporte.df.gov.br/w/ centros-olimpicos-e-paralimpicos-promovem-bailes-em-celebracao-ao-mes-do-idoso. Acesso em: 9 set. 2025.
Fim da gratuidade no transporte público para idosos entre 60 e 64 anos é debatida em audiência pública
MONTEIRO, Daniel. Fim da gratuidade no transporte público para idosos entre 60 e 64 anos é debatida em audiência pública. Câmara Municipal de São Paulo, 11 maio 2021. Disponível em: https://www.saopaulo.sp.leg.br/blog/fim-da-gratuidade-no-transporte-publico -para-idosos-entre-60-e-64-anos-e-debatida-em-audiencia-publica/. Acesso em: 9 set. 2025.
ARTICULANDO CONHECIMENTOS
A seção favorece a articulação com os componentes curriculares de Ciências, História e Geografia, pois leva os estudantes a refletirem sobre o processo de envelhecimento, a valorização da pessoa idosa e a existência de leis que regem a vida em sociedade.
Organizando as ideias
2. b) Resposta: A manchete A retrata o cuidado e a garantia ao bem-estar das pessoas idosas. A manchete B apresenta um debate que visa a perda de direitos das pessoas idosas.
Converse com os colegas e o professor sobre as questões a seguir.
a ) O que mais chamou a sua atenção nas manchetes apresentadas? Por quê?
Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor.
b ) Qual é a diferença entre as duas manchetes com relação ao tratamento dado às pessoas idosas?
c ) A manchete A apresenta uma iniciativa de inclusão das pessoas idosas. Você conhece outra iniciativa que garanta os direitos e a inclusão das pessoas idosas? Qual?
Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor
d ) A manchete B menciona uma situação que envolve a perda de um direito da pessoa idosa. Qual é esse direito?
Buscando soluções
Sugestão de resposta: O direito à gratuidade do transporte público. Comentários nas orientações ao professor
Para saber mais como garantir os direitos das pessoas idosas e aumentar a inclusão e a participação delas na sociedade, que tal a turma convidar uma pessoa idosa para conversar sobre o assunto?
Com a ajuda do professor, organizem uma palestra. Sigam estas etapas.
a ) Escolham a pessoa com quem vão conversar, de preferência alguém do convívio de vocês. Caso queiram, para ampliar a conversa, podem convidar mais de uma pessoa.
b ) Com o professor e o convidado, combinem um dia e um horário para a conversa.
c ) Preparem perguntas para fazer ao convidado no dia da conversa. Confira algumas sugestões.
Para você, quais são os desafios e as facilidades de uma pessoa idosa no dia a dia da sociedade atual?
O que as pessoas podem fazer para ajudar na inclusão e no respeito às pessoas idosas?
Atualmente, o que faz você se sentir importante e incluído na sociedade?
O que os jovens podem aprender com as pessoas idosas e o que as pessoas idosas podem aprender com os jovens?
Após a conversa, reflitam sobre o que foi falado e pensem em ações para melhorar a vida das pessoas idosas do convívio de vocês. Se quiserem, conversem com outras pessoas para saber as necessidades delas e ajudá-las a aproveitar melhor essa fase da vida.
turma seja numerosa, estipule uma questão por estudante ou faça uma lista conjunta da turma; assim, evita-se que repitam perguntas.
• Ao falar com o convidado, apresente o objetivo da conversa com a turma e estipule um tempo de fala e de resposta às dúvidas dos estudantes.
• Após a conversa com o convidado, organize uma roda de conversa com os estudantes para que reflitam sobre ações possíveis com relação às pessoas idosas, considerando o que foi apresentado na conversa. Eles podem destacar alguma
2. ORGANIZANDO AS IDEIAS
• Sobre a manchete A, explique aos estudantes que o Mês da Pessoa Idosa é comemorado em outubro, no qual ocorre o Dia Internacional da Pessoa Idosa (1º de outubro), instituído em 1990 pela ONU. Quanto à manchete B, explique-lhes que, apesar de o Estatuto da Pessoa Idosa garantir a gratuidade do transporte para pessoas com 65 anos ou mais, alguns lugares aplicam esse benefício a partir dos 60 anos.
• No item c, verifique se eles citam ações que promovem a saúde, o bem-estar, a segurança e o lazer das pessoas idosas, entre outros direitos garantidos a elas.
• No item d, comente que, mediante pressão popular, a medida que retirou a gratuidade no transporte a pessoas idosas entre 60 e 64 anos foi revogada pela justiça pouco tempo depois de ser anunciada.
3. BUSCANDO SOLUÇÕES
• Com a participação dos estudantes, escolha uma ou mais pessoas idosas para conversar com a turma. Pode ser algum familiar dos próprios estudantes ou um funcionário da escola, por exemplo.
• Antes da data combinada, converse com os estudantes e peça que anotem perguntas que gostariam de fazer no dia da conversa. Caso a
10/10/2025 10:06:39
informação que desconheciam ou uma proposta feita pelo convidado para que as pessoas idosas sejam mais respeitadas, valorizadas e integradas à sociedade. Incentive-os a pensar em algumas ações para o dia a dia
• Se achar relevante, proponha a elaboração de um painel coletivo sobre as reflexões e ações pensadas nesta seção e sugira que ele fique afixado em um local de grande circulação na escola, para sensibilização e conscientização da comunidade sobre os direitos das pessoas idosas.
Orientações didáticas
• As atividades desta seção consistem em uma proposta de avaliação das aprendizagens dos estudantes, compondo, com outros registros produzidos pela turma, um material que apoia a identificação de conhecimentos e habilidades desenvolvidos no decorrer do ano, além de possíveis defasagens que necessitem de mais atenção antes da conclusão do período letivo.
• Por se tratar de um momento avaliativo, é recomendável planejar com antecedência a forma de acompanhar de perto o trabalho da turma. Uma possibilidade é organizar pequenos grupos, de modo que parte dos estudantes participe da atividade com mais apoio do professor, enquanto os demais desenvolvem uma proposta que favoreça a autonomia.
• O registro das observações feitas em sala será essencial para orientar intervenções posteriores com base nos dados coletados. Defina previamente quais recursos melhor se ajustam à sua realidade — como caderno de anotações, fichas de observação, gravador ou outros instrumentos.
• A proposta para este momento consiste em uma retomada das memórias e aprendizagens vivenciadas pelos estudantes ao longo do ano, podendo integrar os rituais de encerramento do período letivo. É importante explicitar à turma que esse registro servirá para documentar momentos significativos dessa fase, tanto para compartilhar entre os colegas quanto para revisitar futuramente, atribuindo ainda mais sentido ao percurso vivido.
• Na atividade 1, os estudantes são desafiados a escrever por si mesmos por meio de dois desafios. O primeiro é
VAMOS CONCLUIR
Depois de tantas aprendizagens e momentos especiais vividos no 2º ano, chegou a hora de registrar um pouco do que levará para o próximo ano. Aproveite para ler este registro sempre que quiser se lembrar das muitas histórias, brincadeiras, conversas e atividades que fez durante seus estudos.
1. Escreva o nome da brincadeira mais divertida que você aprendeu. Em seguida, anote como se brinca!
Brincadeira favorita que aprendi no 2º ano:
Como se brinca?
Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor.
2. Ao longo do ano, você brincou com diferentes textos da tradição oral, como os trava-línguas. Será que você está craque em falar bem rápido, sem tropeçar? Experimente ler e brincar com o texto a seguir.
Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor
Não tem truque, troque o trinco, traga o troco e tire o trapo do prato. Tire o trinco, não tem truque, troque o troco e traga o trapo do prato.
Origem popular.
registrar a palavra que nomeia a brincadeira favorita, que pode ser conhecida até de memória, pelas diversas situações em que tiveram contato com a escrita nesse contexto. O segundo demanda um registro mais extenso, em que devem lançar mão de diversas habilidades construídas ao longo do ano para ampliar o que vão comunicar sobre a brincadeira. Observe se a escrita é coerente e se está próxima do convencional, com a compreen-
são de que cada um dos caracteres da escrita corresponde a valores menores que a sílaba. Verifique também se há indícios de que estão pensando nas diferentes formas de escrever um mesmo som, mesmo que inicialmente.
• É possível identificar, ainda, como lidam com os padrões silábicos mais complexos, como consoante-vogal-consoante (CVC) e consoante-consoante-vogal (CCV).
3. Registre com suas palavras a história de que você mais gostou de ler com sua turma. Lembre-se de usar tudo o que aprendeu até aqui, como os marcadores temporais, os espaços entre as palavras, as letras iniciais maiúsculas e os sinais de pontuação. Capriche na escrita e, quando terminar, leia para os colegas e para o professor!
Resposta pessoal.
em voz alta o que escreveram e a escutar com atenção os momentos especiais relatados pelos colegas. Essa troca fortalece a autoestima e o vínculo com o grupo e possibilita mapear habilidades relacionadas à oralidade.
• A análise dos registros desta seção, com outros instrumentos que possam complementar o processo avaliativo, permite identificar quais estudantes já consolidaram determinadas habilidades e quais ainda precisam de mais acompanhamento. Dessa forma, é possível planejar estratégias de continuidade e reforço para o próximo ano, garantindo que todos avancem em suas trajetórias de aprendizagem.
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• Na atividade 2, espera-se que eles leiam com autonomia o trava-língua, que traz o desafio da repetição do TR, compondo um padrão silábico mais desafiador. Ao longo do ano, os estudantes se envolveram em diversas propostas de leitura autônoma de textos da tradição oral, em que puderam exercitar a fluência na leitura. Verifique como lidam com esse desafio, solicitando, se possível, que leiam em voz alta, individualmente. Observe se fazem a leitura com facilidade e se buscam outros apoios e indícios para identificar o que está escrito. Para a proposta de desenho, solicite-lhes que releiam o texto, se necessário, com foco no que a leitura os instiga a ilustrar.
• Na atividade 3, deverão mobilizar diversos conhecimentos para registrar a história favorita, considerando o contato intenso que tiveram com a leitura literária no decorrer do ano. Observe e registre diferentes aspectos da escrita e da organização do texto, como a grafia correta de palavras conhecidas ou com estruturas silábicas já dominadas; letras maiúsculas em início de frases e em substantivos próprios; segmentação entre as palavras; uso adequado de ponto-final, ponto de interrogação e ponto de exclamação, entre outros.
• Se possível, organize um momento de compartilhamento das memórias registradas, incentivando-os a ler
KEITHY MOSTACHI/ARQUIVO DA EDITORA
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMENTADAS
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Versão final. Brasília: MEC, 2018. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/ BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf. Acesso em: 5 set. 2025.
Documento que determina as competências gerais e específicas, as habilidades e as aprendizagens que os estudantes brasileiros da Educação Básica precisam desenvolver e colocar em prática ao longo de sua trajetória escolar.
BRASIL. Ministério da Educação. Compromisso Nacional Criança Alfabetizada 2023. Disponível em: https://www.gov.br/mec/pt-br/centrais-de-conteudo/ publicacoes/institucionais/compromisso-nacional-crianca-alfabetizada.pdf. Acesso em: 23 set. 2025.
Documento de apresentação do programa Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, política pública que visa garantir o direito à alfabetização de todas as crianças brasileiras até o final do 2º ano do Ensino Fundamental e prevê ações para recuperar aprendizagens de crianças de 3º, 4º e 5º anos.
COELHO, Nelly Novaes. Literatura infantil: teoria, análise, didática. São Paulo: Moderna, 2000.
Essa obra trata de importantes problemáticas relativas à literatura infantil, buscando não apenas responder às questões, mas também promover uma reflexão sobre a literatura infantil.
CUNHA, Celso Ferreira da; CINTRA, Luís Filipe Lindley. Nova gramática do português contemporâneo. 2. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1975.
Obra de referência que descreve e explica o funcionamento da língua portuguesa, equilibrando tradição normativa e abordagem científica moderna.
FERREIRO, Emilia; TEBEROSKY, Ana. Psicogênese da língua escrita . 5. ed. Porto Alegre: Artmed, 1999.
Com base nos estudos de Piaget, a obra investiga como as crianças compreendem e se apropriam da língua escrita, construindo hipóteses sobre a escrita antes mesmo do ensino formal.
KOCH, Ingedore Villaça; ELIAS, Vanda Maria. Ler e compreender: os sentidos do texto. São Paulo: Contexto, 2006.
A obra explica os processos de construção de sentidos na leitura, mostrando que compreender um texto vai muito além da mera decodificação de palavras, pois envolve a construção de sentidos mediante a interação de texto, leitor e contexto.
SCHNEUWLY, Bernard et al. Gêneros orais e escritos na escola . Tradução de Roxane Rojo e Glaís Sales Cordeiro. Campinas: Mercado de Letras, 2004.
Esse livro traz reflexões sobre os gêneros textuais, compreendendo sua importância no ensino escolar e na construção do senso crítico.
SOLÉ, Isabel. Estratégias de leitura . Tradução de Claudia Schilling. 6. ed. Porto
Alegre: Artmed, 1998.
Com o objetivo de incentivar os docentes a ponderarem acerca da importância de formar um leitor crítico, esse livro traz estratégias de leitura como ferramentas importantes para o desenvolvimento de uma leitura autônoma e reflexiva.
10/10/2025 10:03:50
MATERIAL COMPLEMENTAR
MARCADOR DE PÁGINAS
Recorte no local indicado. Em seguida, dobre e cole as duas partes, para tornar o papel duplo e mais resistente. Assim, você terá um marcador de páginas com o alfabeto escrito em diferentes tipos de letras!

RECORTAR
DOBRAR
COLAR
JOGO: TRILETRAS
Recorte as letras que você vai usar no jogo da seção É jogo, é brincadeira da unidade 3, página 120












RECORTAR COLAR DOBRAR






MANUAL DO PROFESSOR
Este Manual do Professor é um complemento à primeira parte do Livro do Professor, oferecendo um suporte para o desenvolvimento docente e para o dia a dia em sala de aula.
A BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR (BNCC)
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) propõe uma progressão de aprendizagens que visa à formação humana integral dos estudantes e à construção de uma sociedade mais justa, democrática e inclusiva. O documento estabelece um aprendizado mínimo e comum, orientado por competências e habilidades que devem ser desenvolvidas em cada etapa de ensino.
Na BNCC, as áreas de conhecimento são compostas de componentes curriculares. Por meio de unidades temáticas, objetos de conhecimento e habilidades, esses componentes têm o objetivo de desenvolver as competências gerais e específicas.
AS COMPETÊNCIAS GERAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA
A BNCC orienta que, ao longo da Educação Básica, os estudantes desenvolvam dez competências gerais, que envolvem a mobilização de conhecimentos, habilidades, atitudes e valores. Essas competências são o alicerce, definindo o que se espera que o estudante desenvolva em toda a Educação Básica. Nesta coleção, elas são trabalhadas por meio de temas, discussões e atividades que incentivam a reflexão crítica.
A BNCC propõe que o conteúdo chegue à sala de aula de forma contextualizada, o que exige novas estratégias do professor, como a transposição didática. Isso significa converter o conteúdo científico em uma linguagem acessível e adaptada à realidade dos estudantes. Para isso, o estudo e a reavaliação constante da prática docente são essenciais.
AS COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS
Para que as competências gerais se manifestem em cada componente, a BNCC estabelece as competências específicas. A organização dessas competências no Ensino Fundamental varia: em áreas como Matemática, Ciências Naturais, cujas competências específicas são as mesmas para o componente. Em áreas como Linguagens e Ciências Humanas, há competências específicas por área e também para cada componente curricular que as compõem (Língua Portuguesa, Arte, Educação Física, Língua Inglesa, Geografia e História), reconhecendo as particularidades de cada um. Em todos os casos, as competências específicas colaboram com os objetivos de aprendizagem sejam claros e coerentes, do nível mais amplo ao mais específico.
PRÁTICAS DE LINGUAGEM, OBJETOS
DE CONHECIMENTO E HABILIDADES
Para garantir o desenvolvimento das competências gerais e específicas, a BNCC organiza o currículo de Língua
Portuguesa em três elementos interligados: práticas de linguagem (oralidade; leitura/escuta; produção; análise linguística/semiótica), objetos de conhecimento e habilidades. Além das práticas de linguagem, a BNCC apresenta os campos de atuação como categoria organizadora do currículo. Nos Anos Iniciais são quatro campos de atuação considerados: Campo da vida cotidiana, Campo artístico-literário, Campo das práticas de estudo e pesquisa e Campo da vida pública
Nesta coleção, os códigos das habilidades desenvolvidas em textos, atividades e seções são destacados nas orientações ao professor e listados no Quadro de distribuição dos conteúdos. O texto das habilidades, na íntegra, é apresentado nas orientações ao professor no início do volume. Para consultar os objetos de conhecimento, as práticas de linguagem e os campos de atuação, você pode verificar a BNCC.
OS TEMAS CONTEMPORÂNEOS TRANSVERSAIS
Para enriquecer o trabalho com as habilidades e competências da BNCC e contextualizar o ensino, as propostas pedagógicas devem abordar os temas contemporâneos transversais (TCT). Esses temas são assuntos relevantes para a formação cidadã dos estudantes e para a construção de uma sociedade mais justa, ética e sustentável. São temas com caráter interdisciplinar, que conectam os conteúdos escolares com o cotidiano dos estudantes e com questões importantes em discussão na sociedade.
De acordo com o documento Temas Contemporâneos Transversais na BNCC, publicado em 2019, esses temas são de relevância local, regional e global e estão organizados em seis macroáreas: Meio ambiente (Educação ambiental e Educação para o consumo), Economia (Trabalho, Educação financeira e Educação fiscal), Saúde (Saúde e Educação alimentar e nutricional), Cidadania e civismo (Vida familiar e social, Educação para o trânsito, Educação em direitos humanos, Direitos da criança e do adolescente e Processo de envelhecimento, respeito e valorização do idoso), Multiculturalismo (Diversidade cultural e Educação para valorização do multiculturalismo nas matrizes históricas e culturais brasileiras) e Ciência e tecnologia (Ciência e tecnologia).
Nesta coleção, esses temas são explorados em diferentes momentos no desenvolvimento dos conteúdos e recebem destaque na seção Coletivamente, contribuindo para a formação cidadã dos estudantes por meio de reflexões e propostas de resoluções para problemas, de modo que eles sejam atuantes na sociedade onde vivem.
INTEGRAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES CURRICULARES
Ao integrar os diversos componentes, amplia-se a compreensão da realidade e contribui para a formação integral dos estudantes como cidadãos. No ambiente escolar, essa abordagem gera resultados positivos, pois incentiva a colaboração e a contextualização de temas, garantindo que o aprendizado esteja alinhado à vivência dos estudantes.
No desenvolvimento de um trabalho interdisciplinar, tanto o professor quanto os estudantes devem estabelecer conexões entre saberes mais amplos e os conteúdos específicos dos diferentes componentes curriculares. Com base nessa articulação, espera-se que consigam construir uma síntese que amplie sua compreensão, superando o nível de entendimento inicial.
Além disso, para realizar um trabalho interdisciplinar de maneira significativa, é essencial que ele esteja pautado nas experiências, no cotidiano e nos interesses dos estudantes. Isso implica aproveitar as situações que emergem em sala de aula, por exemplo: perguntas formuladas por eles, projetos em andamento, investigações e demais práticas pedagógicas, como oportunidades para articular diferentes saberes.
Nas propostas interdisciplinares, é comum que os estudantes atuem em grupo, promovendo a interação entre eles. Essa prática fortalece habilidades importantes como a argumentação, a escuta ativa e a organização de ideias.
Essa abordagem exige metodologias mais dinâmicas e colaborativas, favorecendo a construção coletiva do saber. Ao promover a articulação entre os conteúdos curriculares, ela amplia as possibilidades de leitura e interpretação do mundo, tanto para os professores quanto para os estudantes, permitindo uma compreensão do conhecimento como algo vivo, em constante transformação.
Nesta coleção, você encontrará atividades cujo propósito é integrar diferentes componentes curriculares. A seção Coletivamente, por exemplo, traz temas e reflexões que possibilitam um trabalho integrado. Além disso, o boxe Articulando conhecimentos detalha algumas integrações nas orientações ao professor, contribuindo para o aumento da criatividade e para a formação crítica e responsável dos estudantes na construção de seu conhecimento.
Avaliação diagnóstica
AVALIAÇÃO
A avaliação tem papel fundamental nos processos de ensino e aprendizagem pois é uma oportunidade de investigar, diagnosticar, refletir e intervir sobre o processo e acompanhar o desenvolvimento dos estudantes e sua atuação enquanto docente.
A você, a avaliação possibilita observar e refletir sobre sua prática docente e a oportunidade de readequar e reajustar atividades, práticas e estratégias para alcançar determinados objetivos, com a participação ativa dos estudantes nesse processo. Desse modo, é de grande importância a interpretação dos resultados para que, com base neles, você possa refletir sobre intervenções a serem feitas para sanar possíveis defasagens e, assim, auxiliar no processo de construção do conhecimento, identificando possibilidades de recuperação e progressão do aprendizado.
É essencial que a avaliação seja compreendida como uma ferramenta de inclusão e de apoio aos processos de ensino e aprendizagem, evitando que seja usada apenas como forma de analisar a eficiência e classificar os estudantes. Avaliar não deve ser sinônimo de rotular ou excluir, mas sim de compreender os diferentes percursos formativos.
Para que a avaliação realmente contribua para identificar os progressos, as dificuldades e as possíveis lacunas no desenvolvimento das aprendizagens, é necessário que os critérios sejam previamente compartilhados e discutidos com os estudantes, pois isso favorece a compreensão dos objetivos da avaliação e promove uma participação mais ativa por parte deles.
É essencial considerar a diversidade de perfis entre os estudantes e os distintos percursos de aprendizagem, para planejar as intervenções mais adequadas às necessidades de cada um. Além disso, é recomendável diversificar os instrumentos utilizados, não se restringindo a provas e testes, e incluir diferentes formas de expressão do conhecimento. Entre as possibilidades, destacam-se atividades em grupo, debates, produções escritas e orais, atividades práticas, questões objetivas e dissertativas, entre outros formatos que respeitem as múltiplas formas de aprender e se comunicar dos estudantes.
Nesta coleção, a ação avaliativa dos processos de ensino e de aprendizagem propõe três tipos principais: a avaliação diagnóstica, a avaliação formativa e a avaliação somativa.
A avaliação diagnóstica é o momento de identificar os conhecimentos que os estudantes trazem consigo, além de suas necessidades e dificuldades.
Essa etapa é fundamental para você reajustar as rotas e os objetivos de ensino. É importante ressaltar que a avaliação diagnóstica não precisa de um registro formal; a observação de uma atividade em sala de aula, por exemplo, já permite que você identifique as habilidades que precisam ser desenvolvidas ou aperfeiçoadas.
Nesta coleção, um exemplo de avaliação diagnóstica está na seção Vamos iniciar, no início de cada volume. Nela, são propostas atividades que possibilitam determinar se será necessário retomar conteúdos, estabelecer objetivos e definir as práticas e as estratégias didáticas. Nas orientações ao professor, você encontra sugestões de intervenção com base na análise das respostas e nas dificuldades dos estudantes.
A avaliação diagnóstica também pode ser feita no início de cada unidade, pois as atividades das páginas de abertura possibilitam diagnosticar os conhecimentos prévios dos estudantes sobre os temas e os conteúdos que serão abordados.
Avaliação formativa
A avaliação formativa acontece ao longo do período letivo. São os processos contínuos pelos quais você obtém indicadores a respeito da aprendizagem dos estudantes.
Desse modo, esse tipo de avaliação possibilita que você realize intervenções, propondo novas estratégias e procedimentos que visam à melhoria e/ou ao aprofundamento dos conhecimentos por parte dos estudantes.
Nesta coleção, a avaliação formativa é um processo contínuo e integrado. A seção Vamos avaliar o aprendizado, ao final de cada unidade do Livro do Estudante, oferece atividades que retomam os principais conceitos e noções trabalhados para verificar a aprendizagem com relação aos objetivos estabelecidos. A seção Saberes em foco apresenta atividades de avaliação formativa em relação à leitura e à escrita.
Nas orientações ao professor, o boxe Avaliando complementa essa prática com propostas de atividades avaliativas adicionais. Ele inclui objetivos e estratégias de intervenção, caso seja necessária a retomada de conteúdos e conceitos. Além disso, é importante o hábito de transitar pela sala de aula e observar os estudantes durante as atividades propostas. Esse acompanhamento mais próximo contribui para que eles se reconheçam como parte do processo de ensino-aprendizagem, desenvolvam sua autonomia e busquem aprimoramento contínuo.
Avaliação somativa
A avaliação somativa é realizada ao final de um período de estudos, em consonância com as práticas pedagógicas da escola. Com base nas respostas a essa avaliação, você poderá refletir sobre ações a serem tomadas para sanar possíveis dificuldades dos estudantes.
Por ser comumente associada a testes e notas que visam classificar o desempenho dos estudantes, é fundamental que ela não seja o único foco do processo avaliativo. A nota é apenas uma das muitas formas de representar os resultados, e essa etapa deve ser considerada como a consequência natural das avaliações diagnóstica e formativa já realizadas.
Ao analisar os resultados, você pode refletir sobre as ações necessárias para sanar possíveis dificuldades, utilizando o desempenho como um indicativo para a retomada de conteúdos e a definição de novas estratégias. Dessa forma, resultados abaixo do esperado não são uma sentença, mas sim um ponto de partida para aprimorar o processo de ensino-aprendizagem. Nesta coleção, a avaliação somativa acontece ao final de cada volume, na seção Vamos concluir. Essa seção, oferece atividades que permitem a você verificar os conhecimentos adquiridos pelos estudantes no decorrer do ano letivo. Nas orientações ao professor, você encontra sugestões de intervenção para analisar as respostas e identificar a necessidade de estratégias de remediação, garantindo que os objetivos pedagógicos sejam alcançados.
Para um sistema de avaliação eficiente, é recomendável a combinação das três modalidades, além de usar diferentes instrumentos que auxiliem a obter informações
sobre o desenvolvimento da aprendizagem dos estudantes. Apresentamos a seguir alguns exemplos.
Instrumentos de avaliação
Provas e testes: Podem ser elaborados com questões abertas, análise de situações, questões objetivas e quizzes e realizados de forma regular, abordando conteúdos específicos ou referentes a determinado período.
Seminários e debates: Possibilitam a você perceber o desenvolvimento de habilidades relacionadas a tarefas como pesquisa, síntese das informações, pensamento crítico e comunicação.
Portfólios: A elaboração de portfólios com base em suas observações e registros em fichas avaliativas contribui não só para analisar o desenvolvimento cognitivo dos estudantes, mas também a maneira como cada um aprende, com atenção especial às habilidades que eles desenvolvem com mais facilidade e as que demandam mais atenção e auxílio para serem desenvolvidas.
Saraus: Permitem a você verificar o desenvolvimento de habilidades relacionadas a interação social, capacidade de expressão, criatividade, sensibilidade e conhecimento cultural.
Ditados: Possibilitam que você acompanhe as principais dificuldades dos estudantes com relação à escrita.
Autoavaliação: Incentiva o desenvolvimento da autonomia dos estudantes levando-os a refletir sobre sua participação nas atividades, suas dificuldades e aspectos que devem ser melhorados. Com base nessas informações, você pode debater com eles os caminhos para gerar mudanças no planejamento e melhorias para toda a turma.
A AVALIAÇÃO NO CONTEXTO DA ALFABETIZAÇÃO
No decorrer do processo de alfabetização, as práticas de avaliação têm como principal objetivo acompanhar as aprendizagens dos estudantes e organizar situações didáticas que permitam que eles avancem. Para isso, é fundamental que elas estejam presentes no dia a dia da sala de aula, como ferramentas para o planejamento e a intervenção docente.
Conhecer quem são os estudantes, o que já sabem e no que precisam avançar é uma tarefa docente regular e contínua, especialmente porque partimos da premissa de que as crianças carregam bagagens e saberes distintos, se relacionam com os objetos de conhecimento de formas variadas e têm seus próprios ritmos e necessidades de aprendizagem ao longo do caminho. Assim, será variado também o apoio dado a cada um para avançar.
No início da alfabetização, essa heterogeneidade pode representar um desafio para o trabalho coletivo, mas também uma vantagem pedagógica, a depender de como são pensadas as situações de aprendizagem. Em primeiro lugar, é preciso saber o que sabem as crianças, as investigações que fazem e as ideias que têm sobre os diferentes objetos de conhecimento.
[...] investigar e explorar essas ideias e representações prévias é importante porque permite saber de onde vai partir a aprendizagem que queremos que aconteça. Conhecer essas ideias e representações prévias ajuda muito na hora de construir uma situação na qual o aluno terá de usar o que já sabe para aprender o que ainda não sabe.
WEISZ, Telma. O diálogo entre o ensino e a aprendizagem. São Paulo: Ática, 2009. p. 93.
Esse mapeamento pode ser feito de diferentes formas, considerando situações contextualizadas que façam sentido para os estudantes e que favoreçam a identificação do que estão pensando sobre a escrita. É importante também que a ação de investigar a construção da escrita alfabética pela turma seja constante, não uma atividade única no início do ano ou em períodos isolados. Uma das tarefas mais importantes no processo avaliativo nessa perspectiva é selecionar, regularmente, produções escritas que possam ilustrar aspectos relevantes sobre a trajetória de cada criança.
No início de cada volume da coleção, há uma proposta que mobiliza os conhecimentos prévios dos estudantes sobre a escrita e a leitura, no contexto de inauguração do uso do livro e com questões pertinentes a esse momento do ano letivo. O objetivo das atividades e das orientações que as acompanham é apresentar uma possibilidade de levantamento de saberes, que pode ser parte de outras propostas ajustadas ao contexto de cada território e inspirar outras situações avaliativas no decorrer do ano.
Há também uma sugestão de mapeamento dos conhecimentos prévios nas orientações que acompanham a abertura de cada unidade, considerando diferentes habilidades, conhecimentos e temas que farão parte do percurso de estudos em cada momento.
Para que os estudantes aprendam mais e melhor e se alfabetizem no tempo certo, é preciso que os processos avaliativos sejam inclusivos, menos classificatórios e seletivos, com foco no diálogo, na construção da autonomia das crianças e na responsabilidade coletiva.
Outro ponto importante sobre avaliação no contexto da alfabetização é que, para além de identificar o que as crianças já sabem e estão pensando, precisa estar claro o que elas precisam aprender e quais são as intervenções necessárias para que isso aconteça. Identificar os saberes e registrá-los é fundamental, mas é preciso também
interpretá-los e ter clareza sobre como intervir durante o processo de produção e reflexão das crianças.
Avaliar de forma processual, acompanhando os percursos de cada estudante, tomando notas e refletindo sobre suas investigações, fornece subsídios valiosos para o planejamento de situações didáticas potentes. No decorrer das orientações ao professor dos dois volumes da coleção, há sugestões de encaminhamentos a partir dos mapeamentos realizados e dos níveis de conceitualização de escrita identificados, alinhados aos conteúdos e às expectativas de aprendizagem de cada momento.
VERIFICANDO APRENDIZAGENS
A verificação das aprendizagens é uma atividade permanente no contexto de alfabetização, a partir de um olhar apurado para as trajetórias e para as produções das crianças. Para que seja possível acompanhar a diversidade de saberes e percursos em sala de aula, é importante que sejam criados instrumentos de registros para coleta de dados, que possibilitem mapear as demandas individuais e coletivas, como pautas de acompanhamento com critérios de análise acerca do que se espera que os estudantes aprendam. Essas pautas podem acompanhar diferentes momentos e situações do planejamento anual, mas uma das possibilidades é que esteja atrelada a uma atividade com esse propósito.
A seguir, apresentamos dois modelos de testes de verificação dos níveis de aprendizagem, um voltado à escrita, e outro, à compreensão leitora, cada um com quatro variações de situações possíveis. As propostas trazem suas bases teóricas, exemplos de aplicação e quadros de interpretação das produções, acompanhados de sugestões de encaminhamentos pedagógicos que permitam identificar avanços e necessidades de aprendizagem.
Esses testes devem ser adaptados às especificidades de cada contexto e aplicados de forma sistemática, em situações significativas e contextualizadas, de modo que os estudantes se envolvam nas propostas e mobilizem seus conhecimentos.
Sugestão de modelo de teste de verificação de aprendizagem da escrita
MODELO
ORIENTAÇÕES GERAIS: Ao planejar atividades de avaliação das aprendizagens, é fundamental manter, no dia a dia, o olhar investigativo sobre as ações e reflexões dos estudantes, levantando continuamente informações que apoiem a mediação e intervenção docente. Mesmo em atividades voltadas exclusivamente à avaliação, como o diagnóstico dos níveis de conceitualização da escrita, é importante que eles participem ativamente do processo – tomando decisões, mobilizando conhecimentos e refletindo sobre o sistema de escrita. Contextos comunicativos significativos favorecem o envolvimento e a aplicação do que já sabem.
OBJETIVO: Identificar aprendizagens sobre a escrita no registro dos estudantes, verificando nível de conceitualização e possibilidades para propor boas intervenções e agrupamentos produtivos em atividades futuras.
EMBASAMENTO TEÓRICO: Essa proposta avaliativa tem como base pesquisas sobre as escritas produzidas por crianças em processo de alfabetização, com foco nos diferentes níveis de conceitualização, tendo como referência o marco psicogenético. As propostas e sugestões de análise pautam-se principalmente em:
ZEN, Giovana Cristina; MOLINARI, María Claudia; SOTO, Arizbeth. A construção da escrita no português brasileiro a partir da perspectiva psicogenética construtivista. Práxis Educacional, Vitória da Conquista, v. 20, n. 51, e14871, 2024. Disponível em: https://doi.org/10.22481/praxisedu.v20i51.14871. Acesso em: 4 ago. 2025.
Teste de verificação de aprendizagem da habilidade de escrita Orientações para aplicação Conteúdo da avaliação
PREPARAÇÃO DA ATIVIDADE:
• Prepare uma ficha para cada estudante, com 3 a 5 espaços para escrita, conforme a variação da atividade escolhida.
DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE: No início do ano letivo, proponha que os estudantes registrem por escrito seu nome, sua fruta preferida e a brincadeira de que mais gostam, usando esses registros como apoio para se apresentar para o grupo.
Teste de verificação de aprendizagem da habilidade de escrita
Orientações para aplicação
ANTES DA ATIVIDADE:
• Certifique-se de que o ambiente tenha materiais de consulta, como lista de nomes da turma e outros textos.
• Comunique aos estudantes o propósito da atividade, contextualizando-a.
DURANTE A ATIVIDADE:
• Acompanhe os estudantes enquanto fazem os registros, de preferência individualmente ou com pequenos grupos. Faça anotações sobre aspectos que considerar relevantes, como o uso de apoios para a escrita.
• Incentive que escrevam à sua maneira e usem referências visuais da sala, se necessário.
• Evite interromper as crianças para problematizar a escrita durante a atividade.
• Ao final, peça que leiam o que escreveram, revisem se desejarem e registre aspectos relevantes da leitura, revisão e reescrita.
APÓS A ATIVIDADE:
• Analise os registros dos estudantes, considerando também as anotações que você fez durante a atividade.
• Utilize o Quadro de apoio à interpretação da escrita a seguir como referência para identificar o que o estudante revela saber sobre a escrita. Registre observações sobre cada um e aplique novos testes, quando necessário, para documentar e acompanhar os avanços a partir das intervenções propostas.
Conteúdo da avaliação
DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE (VARIAÇÃO 1): No primeiro semestre, proponha que os estudantes escrevam uma lista dos itens do estojo. Eles usarão o registro para organizar seus pertences e verificar regularmente se falta algo.
DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE (VARIAÇÃO 2): No início do segundo semestre, é possível propor que escrevam uma lista de brincadeiras que apreciem e que gostariam de brincar com a turma até o final do ano.
DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE (VARIAÇÃO 3): Em algum momento do ano, proponha que cada estudante escreva uma cantiga conhecida de memória. Depois, eles poderão compor o repertório da turma para cantorias no início ou no final do dia, um ritual muito apreciado nessa faixa etária.
Quadro de apoio à interpretação da escrita
O que o estudante já sabe?Nível de conceitualizaçãoSugestões de intervenções para que os estudantes avancem
• Sabe que para escrever é preciso usar marcas gráficas diferentes do desenho.
• Procura diferenciar as escritas, variando letras entre palavras e dentro de uma mesma palavra.
Pré-fonetizante
Esse período antecede a fonetização da escrita, ou seja, o estudante não faz relações entre os sons da fala e o registro escrito.
Se os estudantes utilizarem desenhos ou outros elementos gráficos para o registro escrito é possível:
• intensificar as propostas de leitura por meio do professor, que mostra o texto conforme lê e chama a atenção para a forma como ele é escrito.
• propor situações para explorar, reconhecer e comparar o próprio nome como referência estável da escrita para organizar situações do cotidiano (lista de presença, objetos de uso individual).
Se os estudantes já diferenciam a escrita, mas sem correspondência sonora, é válido:
• propor que leiam apontando com o dedo o que escreveram, reconhecendo partes da palavra e refletindo sobre as letras usadas e a relação entre o escrito e o falado. Nesse processo, podem querer acrescentar ou retirar letras.
• Corresponde partes do escrito com partes do oral. Demonstra ter controle da quantidade de letras.
Silábica
As relações sonoras começam a ser percebidas, e geralmente a quantidade de sons equivale às sílabas. Pode acontecer de representar uma sílaba por letra, sem valor sonoro convencional. A continuidade das reflexões pode levar à escolha de letras pertinentes com relação ao som.
Caso os estudantes representem cada emissão sonora com uma letra, é interessante:
• formar duplas produtivas, agrupando quem escreve de forma silábica sem valor sonoro convencional com quem escreve de forma silábica com valor sonoro convencional, para que troquem questionamentos e sugestões sobre letras e ordem e avançar nas hipóteses.
• incentivar o uso de palavras conhecidas como apoio, como nomes de colegas, personagens ou títulos de histórias. Exemplo: “Que parte do nome CAMILA ajuda a escrever CAJU, sua fruta favorita?”. Se os estudantes usam uma letra pertinente (vogal ou consoante) para cada emissão sonora, é válido:
• propor a leitura de textos conhecidos de memória, como parlendas e cantigas, para que identifiquem palavras que tenham partes iguais, como CORRE e COTIA; XERETA e CHUPETA, desafiando-os a observar também sílabas mediais e finais.
Quadro de apoio à interpretação da escrita
O que o estudante já sabe?Nível de conceitualizaçãoSugestões de intervenções para que os estudantes avancem
• Utiliza letras com alguma pertinência sonora.
• Reconhece que é possível escrever mais de uma letra para cada sílaba da palavra.
Silábico-alfabética
Trata-se de uma nova possibilidade que começa a ser explorada, com uma busca por completar a sílaba com mais de uma letra, em que a sequência consoante-vogal passa a ser entendida como uma alternativa possível.
• sugerir que, em situações contextualizadas do cotidiano, estudantes no mesmo nível conceitual escrevam palavras registradas de forma igual ou muito parecida, como CAVALO e MACACO (no caso de predominância de vogais: AAO). Diante dos registros, é possível problematizar: “Vocês acham que duas palavras podem ser escritas da mesma forma?”; “Como podemos fazer?”; “O que acham de consultar a lista de nomes, para ver se algum nome nos ajuda e pensar sobre isso?”.
Se os estudantes passam a usar mais letras para representar a sílaba, de forma pertinente ou aleatória, é oportuno:
• ampliar, em situações contextualizadas, o desafio, pedindo para que escrevam palavras monossílabas, por exemplo, para que reflitam sobre ser ou não possível o uso de uma só letra e possam pensar em alternativas.
• propor que leiam os próprios registros e comparem com outras escritas que já conhecem na lista de nomes da turma. A própria leitura, nesse nível, pode gerar incômodos e a necessidade de se apoiar em outras palavras.
• apoiar a reflexão sobre uma mesma letra representar sons diferentes, a depender das investigações e hipóteses.
• Compreende que cada um dos caracteres da escrita corresponde a valores menores que a sílaba, escrevendo a maior parte das vezes convencionalmente.
• Começa a pensar sobre as diferentes formas de escrever um mesmo som.
Alfabética
É esperado que ainda existam omissões de letras na escrita, já que o estudante está em processo de consolidar seus saberes. Nesse período, ainda há o desafio de representar diferentes padrões silábicos, como a consoante-vogal-consoante (C-V-C) e consoante-consoante-vogal (C-C-V).
Se já escrevem convencionalmente na maior parte das vezes, é indicado:
• sugerir a consulta de textos expostos na sala ou em outros lugares, como referências confiáveis para tirar dúvidas sobre a escrita, como usar a palavra BORBOLETINHA, da cantiga, como apoio para escrever FARINHA, em uma receita, com atenção ao NHA, que tem padrão silábico consoante-consoante-vogal (CCV).
• fornecer um conjunto de letras móveis para formar determinadas palavras, em uma atividade contextualizada, com desafios relacionados aos diferentes padrões silábicos.
Sugestão de modelo de teste de verificação da compreensão leitora
MODELO
ORIENTAÇÕES GERAIS: Além dos dados obtidos nos diagnósticos de escrita, é importante identificar regularmente os conhecimentos dos estudantes em leitura. Para isso, mantenha a observação das situações em que são desafiados a ler, mesmo sem leitura convencional. Em atividades específicas para esse fim, preserve os contextos comunicativos e registre os saberes observados para orientar novas intervenções.
OBJETIVO: Identificar os conhecimentos dos estudantes com foco em leitura e compreensão leitora, verificando aprendizagens e necessidades de ajustes nas propostas de ensino.
EMBASAMENTO TEÓRICO: A proposta baseia-se em pesquisas que mostram que as crianças constroem saberes sobre a leitura antes da leitura convencional, desenvolvendo estratégias semelhantes às de leitores experientes — selecionar, antecipar, inferir e verificar informações do texto e do contexto. Para isso, é essencial criar condições didáticas que favoreçam a mobilização desses conhecimentos no processo de alfabetização. Utilizamos, como referência principal:
CASTEDO, Mirta Luisa. Situações de leitura na alfabetização inicial: a continuidade na diversidade. In: SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Ler e escrever: guia de planejamento e orientações didáticas: professor alfabetizador: 1º ano. 4. ed. rev. atual. São Paulo: FDE, 2014. p. 313-323.
Teste de verificação da leitura e da compreensão leitora Orientações para aplicação Conteúdo da avaliação
PREPARAÇÃO DA ATIVIDADE: Defina qual será o texto de leitura a ser trabalhado com os estudantes e de que maneira ele será apresentado, se em folhas avulsas, para testes individuais, ou no registro na lousa, para leitura e discussão em grupo, mantendo atenção às trajetórias individuais, mesmo nas atividades coletivas.
DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE: No início do ano, proponha aos estudantes que leiam a rotina do dia, novidade para quem ingressa nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental. A leitura pode abranger um ou mais momentos, conforme o desafio adequado à turma.
Teste de verificação da leitura e da compreensão leitora
Orientações para aplicação
ANTES DA ATIVIDADE:
• Verifique se o ambiente em que a atividade será realizada dispõe de materiais de consulta, como lista de nomes da turma e outros textos.
• Comunique aos estudantes o propósito da atividade, contextualizando-a.
• Quando leem de forma não convencional, os estudantes coordenam informações do texto e do contexto. Por isso, as orientações devem incluir um contexto verbal (dizer o que está ou pode estar escrito sem apontar) e gráfico-visual, favorecendo antecipações a partir de pistas e saliências do texto e da organização do gênero.
DURANTE A ATIVIDADE:
• Procure acompanhar os estudantes enquanto fazem a leitura, de preferência individualmente ou em pequenos grupos, anotando aspectos relevantes, como os indícios que utilizam para ler.
• Intervenha de modo a favorecer a coordenação de informações para a construção de sentido, promovendo momentos de troca que permitam confirmar ou descartar hipóteses e antecipações sobre o que pode estar escrito.
APÓS A ATIVIDADE:
• Organize seus registros sobre os saberes dos estudantes, identificados durante a leitura.
• Utilize o Quadro de apoio à interpretação da leitura a seguir para acompanhar os conhecimentos construídos pelos estudantes. Registre observações sobre cada um e aplique novos testes, quando necessário, para documentar e acompanhar os avanços a partir das intervenções propostas.
O que o estudante já sabe?
• Busca imagens como recurso para identificação do que está escrito e outras informações sobre o texto.
• Apoia-se em pistas visuais atreladas à organização do gênero para identificá-lo.
Conteúdo da avaliação
DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE (VARIAÇÃO 1): Em outro momento do ano, proponha a leitura do cardápio da turma, do dia ou da semana. Além de favorecer reflexões sobre o sistema de escrita, é um texto presente no cotidiano infantil e que possibilita discussões sobre escolhas saudáveis.
DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE (VARIAÇÃO 2): No segundo semestre, proponha a leitura de uma ficha de leitura de um livro que será emprestado da biblioteca, incluindo o nome da obra e outras informações.
DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE (VARIAÇÃO 3): Em algum momento do ano, proponha a leitura de textos de origem oral, como parlendas, trava-línguas e quadrinhas, para selecionar aqueles que farão parte do acervo de brincadeiras da tradição oral da turma.
Quadro de apoio à interpretação da leitura
Que conhecimentos com foco em leitura estes saberes evidenciam?
• Entendimento de que o texto comunica algo, mesmo sem ler convencionalmente.
• Uso da imagem como estratégia principal para identificação e compreensão do que está escrito.
• Compreensão de diferentes possibilidades de organização dos textos, a depender do gênero, situação comunicativa e finalidade.
Sugestões de intervenções para que os estudantes avancem
Se buscam a imagem como recurso para identificação do que está escrito, é válido:
• planejar situações de leitura em que conheçam de memória o texto, como uma letra de canção afixada na parede. A partir da leitura incidental, oferecer suporte para leituras autônomas com correspondência grafofonêmica intencional. Ao acompanhar a leitura enquanto cantam, podem relacionar o que pronunciam à escrita correspondente.
Se identificam pistas visuais para identificar o gênero, é possível:
• ampliar as possibilidades de antecipação leitora atreladas ao gênero e sua forma de organização, para que os estudantes possam aprofundar essa investigação valiosa para a formação leitora. Para isso, promova conversas sobre o que eles percebem a partir das pistas visuais e saliências textuais, como a organização em versos nos poemas ou as palavras embaixo uma da outra em listas.
• Apoia-se na extensão das palavras para identificar o que está escrito.
• Observa partes das palavras, como letras ou sílabas, para identificar o que está escrito (“Começa como o nome da MARIA.”).
• Busca de indícios quantitativos e qualitativos para leitura em diferentes contextos.
Caso se apoiem somente na extensão do texto, recomenda-se:
• propor situações contextualizadas em que há palavras/textos com a mesma extensão, para que sejam desafiados a considerar indícios também qualitativos, como a letra inicial ou a sílaba final. Se apenas se apoiam nas sílabas iniciais e finais, é viável:
• procurar desafiá-los usando palavras/textos que iniciam e terminam da mesma forma, seja pela letra ou sílaba, para que precise usar outros critérios.
• sugerir que busquem palavras conhecidas para ajudar na leitura: “Algum nome da nossa lista ajuda a saber o que está escrito aqui?”.
O que o estudante já sabe?
• Busca palavras conhecidas e/ou memorizadas para ler novas palavras.
• Consegue ler textos breves sem imagens, apoiando-se no sentido, mesmo que sem fluência.
• Consegue reconhecer ou inferir o tema, mesmo sem ler convencionalmente.
• Consegue localizar e/ou recuperar informações no texto lido.
• Consegue ler textos convencionalmente e com fluência.
Quadro de apoio à interpretação da leitura
Que conhecimentos com foco em leitura estes saberes evidenciam?
• Investigação que envolve regularidades do sistema de escrita, com a referência de palavras estáveis.
• Uso do contexto para compreender o texto.
• Estratégias de antecipação e leitura significativa, mesmo ainda não tendo fluência.
• Compreensão, localização e/ou inferência de informações específicas do texto com apoio do contexto e da memória visual.
• Leitura autônoma e com fluência verbal, compreensão do que foi lido e capacidade de leitura expressiva.
O PAPEL DO PROFESSOR E A PRÁTICA
DOCENTE
A PRÁTICA DOCENTE NA ALFABETIZAÇÃO
Um dos elementos centrais para que os estudantes avancem em seus conhecimentos sobre o sistema de escrita é a mediação feita pelo professor nas diferentes situações de ensino e de aprendizagem. Em primeiro lugar, a prática na alfabetização requer consistência teórica e articulação com a prática, para que seja possível intervir e tomar decisões diante da variedade de investigações e trajetórias presentes na sala de aula. Para além de estarem imersos no universo da escrita e poderem escrever em muitas oportunidades, é importante que os estudantes também possam refletir sobre o que escrevem ou leem, mais do que fariam por conta própria. Cabe ao professor, então, problematizar continuamente os saberes e reflexões da turma, para que todos tenham oportunidades de avançar em suas investigações.
Cabe ao professor também oferecer variadas condições de investigação e ampliação de repertório, como informações sobre aspectos quantitativos e qualitativos da escrita, sobre palavras que possam servir como fonte de informação, sobre
Sugestões de intervenções para que os estudantes avancem
Se buscam palavras estáveis para se apoiar na leitura de novas palavras, pode-se:
• promover o acesso a novas referências para ampliar o repertório de investigações na leitura, como nomes de personagens de histórias conhecidas, nomes de pessoas para além da turma etc.
Se leem textos breves, mesmo que sem fluência, é interessante:
• propor a leitura de textos com estrutura repetitiva ou cumulativa, como parlendas, a fim de que tenham mais segurança para arriscar a leitura e posam ampliar seus repertórios.
Se reconhecem o tema e localizam informações no texto lido com facilidade, pode ser apropriado:
• possibilitar a leitura de livros não ficcionais para responder a questionamentos surgidos em momentos de pesquisa e estudo. Nessas situações, aprende-se sobre uma prática leitora enquanto se mobilizam conhecimentos sobre o sistema de escrita, avançando rumo à leitura convencional.
Se o estudante lê convencionalmente e com fluência, pode ser oportuno:
• ampliar seu repertório de gêneros, suportes e linguagens, promovendo situações de aprendizagem de procedimentos leitores, como a indicação de leituras literárias, que favorece o pertencimento a uma comunidade de leitura.
repertório de letras, de palavras, de textos e de oportunidades de pensar e experimentar a leitura e a escrita.
A
DIMENSÃO DO PLANEJAMENTO
O planejamento é uma das principais frentes de atuação docente, já que marca a intencionalidade do processo educativo. No percurso de refletir, registrar, projetar e articular as ações que serão colocadas em prática com os estudantes, volta-se a atenção para a realidade que se pretende transformar, ampliando a percepção para as necessidades deles e para as possibilidades de intervenção para que avancem.
O plano de aula como ferramenta pedagógica
Para que o planejamento ocupe esse lugar e seja efetivamente orientador do fazer pedagógico cotidiano, faz-se necessário pensar em como as ideias e propostas serão materializadas e documentadas, em diálogo com as necessidades dos estudantes. Uma das possibilidades para esse registro é o plano de aula, que pode ser usado como ferramenta para organizar os objetivos de aprendizagem, os conteúdos, as atividades, os recursos didáticos, o tempo previsto e os instrumentos de avaliação. A sugestão a seguir pode ser uma referência de estrutura para o planejamento de cada aula, considerando as necessidades de ajustes a depender do tema, das especificidades de cada realidade e do currículo local.
Sugestão de plano de aula
Investigando nomes próprios – Jogo da cartela com nomes
Turma: 1º ano do Ensino Fundamental
Duração: 60 minutos
Componente curricular: Língua Portuguesa
Conteúdo: Comparação de nomes próprios, com foco em aspectos quantitativos e qualitativos.
Objetivos: Reconhecer o próprio nome e o dos colegas. MODELO
Comparar nomes com base em aspectos quantitativos (como extensão, quantidade de letras) e qualitativos (sílabas e letras iniciais e finais).
Ampliar conhecimentos sobre as letras do alfabeto por meio da análise de nomes próprios.
Materiais:
folhas para cartelas lápis para produzir cartelas e marcar os nomes sorteados
Etapas:
1. Conversa inicial (10 min)
Fazer levantamento prévio dos conhecimentos dos estudantes sobre os nomes da turma, especialmente os que são parecidos com relação à extensão ou sílabas iniciais/mediais e finais.
Usar tarjetas de nomes para fazer perguntas, como: “Que nome é este que estou mostrando?”; “Há alguém na turma com nome parecido?”; “O que tem de parecido?”; “Vamos falar em voz alta essas partes que se parecem?”.
2. Construção das cartelas para o jogo (10 min)
Distribuir folhas e solicitar que os estudantes dobrem em quatro ou mais partes, a depender do tempo disponível. Depois, eles deverão escolher na lista da turma os nomes para copiar, um em cada quadro, de forma bem clara e legível.
3. Hora do jogo (30 min)
Perguntar se alguém já jogou esse jogo de marcar nomes ou números sorteados em cartelas e se pode explicar como se joga. Contar que nessa versão o professor vai dar pistas sobre o nome da rodada, comparando com outros nomes e palavras. Por exemplo: “O nome sorteado começa do mesmo jeito que o nome do JOSÉ.”. Caso alguém diga o nome correto, todos que
A ORGANIZAÇÃO DO
AMBIENTE ALFABETIZADOR
Para que a sala de aula seja um ambiente alfabetizador, é preciso haver presença e circulação de material escrito, para que os estudantes tenham oportunidades de explorar e interagir com esse universo. Os livros devem estar acessíveis e disponíveis para que eles possam ver, explorar e manipular em diferentes momentos. Outros materiais, como o alfabeto e a lista de nomes da turma, são bem-vindos e importantes nesse processo, por serem fontes de informação e referência para novas escritas.
Além disso, é fundamental que os comportamentos que fazem parte da cultura da escrita façam parte também deste ambiente, com incentivo às potentes relações que podem se estabelecer entre estudantes, professor e o ambiente. Não basta ter os materiais escritos, é preciso dar significado e funcionalidade para esses recursos, e isso ocorre com o apoio do professor, que também faz uso dos materiais, chama a atenção para eles, discute o uso, explica finalidades, entre tantas outras ações que transformam o espaço da sala de aula em um lugar de múltiplas trocas e aprendizagens.
Atuação junto ao estudante
Cabe ao professor articular o olhar para o coletivo e para as individualidades, considerando cada estudante e sua história, seu ritmo, suas necessidades e conquistas.
Ao longo da coleção, há orientações sobre estratégias e ferramentas para que essa atuação seja ajustada às diferentes necessidades e para que a heterogeneidade seja uma vantagem pedagógica. Há também uma diversidade
têm o nome na cartela podem marcar. Caso não acertem, dar mais uma pista: “Além de começar como o de JOSÉ, esse nome termina como o da ANA”. (JOANA).
O jogo termina quando alguém preencher toda a cartela ou chegar no limite do tempo. Nesse caso, ganha quem marcou mais nomes.
4. Reflexão / sistematização (10 min)
Ao final, organizar uma conversa, retomando o jogo com base em questões que ajudem a pensar sobre as aprendizagens e que possam ampliá-las, como: “Qual foi a parte mais difícil?”; “Como vocês fizeram para resolver o desafio em cada rodada?”; “Que nome não foi sorteado?”; “Quais pistas poderiam ser dadas para esse nome?”.
Registro e avaliação:
No momento de conversa inicial, anotar conhecimentos prévios, avanços e dificuldades que já são possíveis antecipar.
Após a atividade, para facilitar a avaliação do progresso dos estudantes, utilizar rubrica para verificar se identificam os nomes com base nas pistas, sendo capazes de comparar aspectos quantitativos e qualitativos, por exemplo:
Iniciante: demonstra dificuldade em identificar o nome com base em pistas que convidem a comparar as palavras.
Intermediário: identifica alguns nomes, especialmente se tratando de comparações com aspectos quantitativos e qualitativos que envolvem sílabas iniciais, com mais dificuldade com relação às em mediais e finais.
Avançado: identifica com facilidade os nomes, apoiando-se em aspectos tanto quantitativos como qualitativos, relacionando inclusive as letras e sílabas com os sons correspondentes, ao comparar as palavras.
de propostas para contemplar as quatro situações didáticas fundamentais para que todos aprendam a ler e a escrever: escrita por meio do professor, escrita pelo estudante, leitura por meio do professor e leitura pelo estudante. Planejar propostas considerando o equilíbrio e a articulação entre essas situações é fundamental no processo de alfabetização.
Recursos potentes para as atividades de alfabetização
Alguns materiais podem ser um apoio importante no processo de alfabetização, pois permitem que os estudantes experimentem possibilidades, observem, façam comparações e possam testar novos caminhos, enquanto os manipulam e exploram. Além disso, há uma diversidade nos ritmos e formas de aprender que precisa ser considerada, e uso de recursos que ampliem as oportunidades de aprendizagem podem ser muito valiosos. As letras e sílabas móveis e o prisma com o nome são alguns exemplos desses materiais que podem ser confeccionados e usados em diversas atividades disponíveis ao longo do 1º e 2º anos. Com as letras móveis, por exemplo, os estudantes podem montar o próprio nome e os dos colegas, formar outras palavras que façam sentido nos estudos que estejam em andamento e participar de desafios que instiguem a usar uma quantidade de letras para formar certas palavras. As sílabas móveis podem ser impressas ou escritas em cartões, cubos ou peças para que eles possam manipular e experimentar diferentes possibilidades de formação de palavras. Uma atividade que pode favorecer a percepção sobre as partes sonoras e comparação entre sílabas iniciais, mediais e finais, por exemplo, é o jogo de trocas, em
que os estudantes são desafiados a mudar uma sílaba de lugar para formar uma nova palavra ou retirar uma delas.
O prisma com o nome é uma peça triangular, que pode ser feita com uma folha dobrada, em que cada face apresenta o nome do estudante escrito de uma maneira. Para explorar os tipos de letra, por exemplo, é possível deixar de um lado o nome em letra bastão e do outro em letra cursiva. O prisma pode ser mantido na mesa para consulta durante produções escritas, pode ser usado em atividades de comparação entre nomes, entre outros. Vale destacar que a coleção apresenta propostas de confecção de crachá de mesa logo no 1º ano, bem como dispõe de letras móveis, em material complementar.
Situações de escrita por meio do professor
As situações nas quais os estudantes escrevem por meio do professor são importantes para que eles ocupem o papel de autores e possam tomar decisões sobre a linguagem escrita, enquanto ditam o que pretendem registrar. Quando eles ainda não escrevem convencionalmente, estar nessas situações possibilita que o foco não esteja nas questões sobre o sistema de escrita em si, mas nos problemas relativos à composição do texto. Quando já escrevem convencionalmente, esses momentos seguem potentes para que explorem gêneros menos conhecidos e tenham a referência de procedimentos que envolvem a escrita, como o planejamento do texto, a organização das ideias e a revisão textual. Nos dois volumes da coleção, há diversas propostas de produção em que o professor atua como escriba, e os estudantes são desafiados a pensar e propor soluções para as questões que envolvem os textos.
Situações de escrita pelo estudante
Nas situações nas quais os estudantes são convidados a escrever por si mesmos, a proposta é que o façam da forma como souberem. Estas são oportunidades valiosas, que se iniciam antes de escreverem convencionalmente, para que possam mobilizar conhecimentos e tomar decisões sobre quantas e quais letras usar, em que ordem, e de que forma. Para isso, é fundamental que aprendam a consultar fontes seguras de informações, que consistem principalmente nas referências que vão sendo construídas na sala de aula e virando lugar conhecido e estável para as investigações, como as listas de nomes, em que saibam que as palavras estão escritas convencionalmente. Nos dois volumes da coleção, há orientações didáticas sobre o trabalho com essas fontes seguras, especialmente com os nomes próprios, que geralmente é a primeira referência estável, e que possibilita o levantamento de indícios para a escrita de outras palavras.
Situações de leitura por meio do professor
Outra situação didática fundamental no cotidiano das salas de alfabetização é a leitura por meio do professor. Nela, os estudantes podem aprender comportamentos leitores que são mobilizados em diferentes práticas comunicativas, ao lidar com diversos gêneros que circulam socialmente. Além disso, quando atua como mediador da leitura, o professor favorece a participação dos estudantes em práticas comunicativas, com finalidades específicas e na interlocução com gêneros que respondam a essa finalidade. Nos dois volumes da coleção, há propostas de leitura com orientações sobre essa mediação e sobre como potencializá-la para que eles se envolvam e participem
ativamente, mesmo não lendo convencionalmente.
Situações de leitura pelo estudante
No início da alfabetização, as situações de leitura predominantes serão aquelas mediadas pelo professor. Porém, é importante que sejam planejados momentos para leitura em pequenos grupos, duplas ou individualmente, com foco nas aprendizagens sobre o sistema de escrita. Nesses momentos, é possível propor, de forma contextualizada, a localização de palavras ou informações contidas em diferentes textos.
A PRÁTICA PEDAGÓGICA EM AÇÃO
A sala de aula reúne estudantes diversos, cada um com experiências, saberes e modos de aprender que influenciam diretamente a forma como cada um constrói o conhecimento. É seu papel e da equipe escolar acolher essas diferenças. Compreender o desenvolvimento dos estudantes requer atenção ao contexto de vida e ao significado que atribuem às experiências. O grande desafio docente é planejar intervenções que atendam à heterogeneidade, especialmente em turmas numerosas. Para isso, é necessário adotar práticas pedagógicas flexíveis e inclusivas, de modo a garantir oportunidades reais de aprendizagem e desenvolvimento. A seguir, apresentamos sugestões para apoiar a adequação das atividades e favorecer a progressão dos estudantes em seu próprio ritmo.
A PEGA DO LÁPIS NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO
A pega de três pontos, também conhecida como pega tripoide ou trípode, é uma técnica considerada funcional, pois favorece movimentos mais precisos, fluidos e controlados, o que é essencial para o desenvolvimento da escrita. Você terá o papel de acompanhar como os estudantes se apropriam dos gestos e movimentos, em que polegar, indicador e dedo médio sustentam o lápis com cada vez mais leveza. Para apoiá-los, você pode modelar, por meio de sua própria pega de forma visível, oferecendo referências concretas, sem intervir de maneira corretiva ou rígida. Mais importante do que encaixar a mão em um modelo ideal é garantir que a pega seja funcional, confortável e permita o desenvolvimento de uma escrita legível e fluida. Para auxiliar nesse processo, é importante também incluir atividades lúdicas e variadas, que ajudem no desenvolvimento da coordenação motora fina e no fortalecimento da musculatura das mãos e dos dedos, como brincar com massinha de modelar ou argila e desenvolver atividades que trabalhem com o movimento de “pinça”.
No volume 1, em que os estudantes treinam o traçado das letras em bastão, a observação se concentra na transição do uso amplo do braço para os movimentos mais finos dos dedos. Já no volume 2, com o exercício da letra cursiva, a atenção se volta à continuidade do traçado, às ligações entre letras e ao conforto da escrita, que passa a exigir fluidez e ritmo. Ao longo de todo o percurso, a mediação deve valorizar conquistas individuais, respeitar tempos e apoiar ajustes graduais, permitindo a cada estudante encontrar a maneira mais eficiente de conduzir sua própria escrita.
O LETRAMENTO MATEMÁTICO
Com relação ao letramento matemático, é fundamental que ele ocorra de forma integrada com todos os componentes curriculares. Para isso, ao abordar os conteúdos, procure
criar situações didáticas contextualizadas que incentivem os estudantes a desenvolverem o raciocínio lógico e a aplicarem o conhecimento matemático na busca de soluções para situações-problema do cotidiano. Essa abordagem facilita a compreensão dos conceitos e reforça sua relevância.
Além disso, as atividades a seguir contribuem para o letramento matemático, por exemplo:
• contagem de objetos usando materiais concretos, como tampinhas e lápis;
• uso e escrita de algarismos por meio de jogos e brincadeiras;
• compreensão do conceito de números; realização de operações básicas; reconhecimento de formas geométricas na identificação de quantidades e na ordenação de elementos;
• leitura e interpretação de gráficos e tabelas com dados reais sobre a turma e a escola.
A INCLUSÃO NAS ESCOLAS
Garantir a inclusão de estudantes com deficiência na escola regular não é apenas um dever legal, mas um compromisso ético e pedagógico com a equidade e a justiça social. A legislação brasileira, incluindo a Constituição Federal (1988), a Lei Brasileira de Inclusão (LBI) (2015) e as Diretrizes da Política Nacional de Educação Especial (2008), reforça o papel da escola em assegurar que todos os estudantes tenham acesso a uma educação de qualidade. Contudo, a inclusão vai além de permitir o acesso físico à sala de aula. Ela exige a participação ativa dos estudantes no cotidiano escolar, promovendo aprendizagens significativas e respeitando suas particularidades. Para isso, é essencial o envolvimento de toda a comunidade escolar na construção de um ambiente que valorize as diferenças e que favoreça as interações e o respeito à diversidade. Nesse contexto, o papel do professor é central, como mediador e agente de transformação.
O primeiro passo mais importante é levar ao professor o reconhecimento das diversas dificuldades que deverá encontrar, suas especificidades, suas formas de atuação e como identificá-las em seus alunos. Neste processo, ao professor caberá a autonomia de reconhecer as dificuldades e intervencionar, em sala de aula, para a aplicação de novas metodologias e saberes, para a chegada da cognição.
JOIA, Michele. A inclusão de crianças na escola: o papel do educador diante das dificuldades de aprendizagem. 2. ed. Rio de Janeiro: Wak Editora, 2023. p. 41.
A prática pedagógica inclusiva deve reconhecer que todo estudante tem a capacidade de aprender, desde que seja incentivado por vínculos afetivos e em um ambiente acolhedor. Para isso, as estratégias precisam ser flexíveis e adaptadas às necessidades individuais.
Práticas pedagógicas inclusivas
A seguir, sugerimos algumas ações que podem ser aplicadas em sala de aula para promover a inclusão.
• Materiais concretos e táteis: utilize materiais com diferentes texturas e relevos para que os estudantes possam explorar o conteúdo de forma sensorial. Ao utilizar recursos visuais, sempre descreva as imagens com clareza, indicando posições e características dos objetos.
• Comunicação clara: apresente os enunciados das atividades de forma clara e direta, evitando ambiguidades, figuras de linguagem ou construções muito complexas. Divida as tarefas em etapas menores e forneça uma instrução por vez. Durante as explicações, posicione-se de frente para os estudantes, facilitando a atenção à sua fala.
• Flexibilização e ritmo: ofereça prazos flexíveis para a entrega de atividades, respeitando o tempo de aprendizagem de cada estudante. Incentive a leitura compartilhada de textos e enunciados para promover a compreensão coletiva e o apoio mútuo.
• Incentivo à expressão: incentive a expressão oral, quando possível, e a organização do pensamento dos estudantes, auxiliando na estruturação das ideias. Ferramentas como alfabeto móvel e banco de palavras são ótimas aliadas para a alfabetização e o fortalecimento da participação dos estudantes no processo de aprendizagem.
A ORGANIZAÇÃO DO ESPAÇO
Para a organização do trabalho pedagógico em sala de aula, é essencial considerar a disposição do espaço e promover um ambiente pautado pela empatia, pelo respeito mútuo e pela valorização do coletivo, o que contribui para a construção de uma sala de aula acolhedora, na qual o desenvolvimento da autonomia dos estudantes seja incentivado de forma constante.
A fim de promover um ambiente mais dinâmico, inclusivo e colaborativo, você pode alterar a organização tradicional da sala de aula, que tem carteiras enfileiradas e o professor ocupando o papel central como único detentor do saber. Ao repensar a organização da sala de aula como um recurso pedagógico, você amplia as possibilidades de interação, cooperação e construção coletiva do conhecimento, aproximando a prática docente das demandas reais da turma. A seguir, apresentamos algumas sugestões para organizar a sala de aula de diferentes maneiras.
Disposição em grupo: indicada para atividades que exigem colaboração direta e trocas constantes entre os estudantes, como trabalhos em equipe, debates e projetos que precisam de divisão de tarefas, pois a proximidade física facilita a comunicação e o apoio mútuo, incentivando a resolução de problemas de forma coletiva.
Disposição em círculo: indicada para atividades que priorizam a participação de todos, a escuta ativa e a criação de um ambiente de igualdade, como rodas de conversa, discussões sobre temas específicos, contação de histórias e compartilhamento de experiências, permitindo que a construção do conhecimento, a troca de experiências e a comunicação sejam mais diretas e isonômicas entre você e os estudantes.

Representação de carteiras dispostas em grupo.

Representação de carteiras dispostas em círculo.
E DA ROTINA ESCOLAR
Além da organização do espaço físico, é fundamental atentar à gestão do tempo e da rotina em sala de aula. Estabelecer uma rotina clara e bem estruturada favorece a execução do planejamento pedagógico, garantindo que os horários e as atividades sejam conduzidos de forma sequencial e coerente, sempre respeitando as particularidades e os diferentes ritmos de aprendizagem dos estudantes. Planejar a prática pedagógica de acordo com a proposta curricular proporciona um ambiente mais estável e acolhedor, no qual os estudantes sabem o que esperar e se sentem mais seguros diante das estratégias utilizadas no dia a dia. Além de facilitar a condução do trabalho docente, essa organização contribui para equilibrar e diversificar as atividades ao longo da semana, ampliando as possibilidades de aprendizagem.
Além das aulas nas quais os conteúdos e as atividades são abordados, é importante que você inclua atividades diversificadas em seu planejamento de rotina, como as sugeridas a seguir.
• Rodas de conversa: podem ser realizadas no começo ou no final da aula para solicitar aos estudantes que relatem alguma vivência pessoal (como forma de explorar os conhecimentos prévios) ou exponham o que aprenderam, quais dificuldades tiveram ou o que gostariam de aprender na próxima aula.
• Momentos de registro: essa estratégia consiste em reservar, ao final das aulas, alguns minutos para que os estudantes expressem o que aprenderam. Esse
Escola: preencher com o nome da escola.
Professor(a): preencher com o nome do professor.
registro pode ser feito por meio da escrita, de esquemas visuais, de desenhos ou até pela oralidade, com gravações em áudio ou vídeo. Essa etapa funciona como uma forma de verificação da aprendizagem, permitindo a você identificar o que foi compreendido e o que ainda precisa ser retomado em aulas futuras ou em atividades de reforço. Os registros podem ser realizados individualmente, em duplas ou em pequenos grupos, de acordo com os objetivos da proposta.
• Visitas guiadas a diferentes espaços de aprendizagem: a sala de aula não é o único ambiente para o aprendizado dos estudantes, por isso é importante sugerir atividades em outros espaços na escola, como laboratórios, bibliotecas, pátio, auditório e jardim, e fora da escola, como teatros, museus, espaços públicos, centros de pesquisas, cinema e centros culturais. Em casos de atividades em espaços fora da escola, é necessário que você solicite, com antecedência, as autorizações para a direção e para os pais ou responsáveis dos estudantes, e com o acompanhamento de outros profissionais da escola, bem como a orientação do uso de filtro solar, da ingestão de água e do uso de repelentes e de vestimentas e calçados adequados, visando à segurança, à integridade física e ao bem-estar dos estudantes. Além dessas atividades, o planejamento de rotina deve incluir atividades lúdicas que incentivem a interação social e momentos que envolvam alimentação e higiene pessoal. Apresentamos a seguir um exemplo de planejamento de rotina, que pode ser adaptado de acordo com as suas necessidades, as dos estudantes e as da escola.
MODELO
Componente curricular: preencher com o nome do componente curricular. Turma: preencher com a indicação da turma.
Data: preencher com o período do planejamento.
Planejamento de rotina
Horário Local Atividade Objetivos
7h30 – 8h Sala de aulaAcolhimento e roda de conversa. Promover a socialização e desenvolver a oralidade.
Outro recurso pedagógico que pode auxiliar a gestão do tempo e o planejamento de rotina é a sequência didática. Uma sequência didática é um plano de ensino estruturado, composto de um conjunto de atividades ordenadas e interligadas que são desenvolvidas ao longo de várias aulas. A elaboração de sequências didáticas é um recurso pedagógico que pode tornar o planejamento mais eficaz e alinhado às necessidades dos estudantes. Por meio delas, você consegue organizar o processo de ensino de maneira intencional e progressiva, estruturando atividades e estratégias de forma coerente e articulada. Ao planejar uma sequência didática, você estabelece etapas claras e encadeadas que favorecem a construção do conhecimento ao longo do tempo, seja em alguns dias, semanas ou até meses. Essa organização permite flexibilizar o percurso, ajustando-o conforme o ritmo de aprendizagem da turma e as particularidades do contexto escolar.
É fundamental que as sequências estejam alinhadas aos objetivos de ensino, considerando também os recursos didáticos disponíveis e a realidade da escola. Outro aspecto essencial é a inclusão de estratégias de avaliação que permitam acompanhar e refletir sobre o avanço dos estudantes ao longo do processo, verificando seu envolvimento e observando as dificuldades que possam surgir. Sempre que julgar necessário, faça intervenções que contribuam para ampliar a compreensão dos conteúdos.
Ao término da sequência didática, registre suas considerações sobre o processo de aprendizagem dos estudantes, destacando avanços e aspectos que ainda precisam ser desenvolvidos.
A seguir, apresentamos uma sugestão de modelo de sequência didática que pode servir como referência. Sinta-se à vontade para adaptá-lo conforme as necessidades da sua turma e os conteúdos que pretende desenvolver.
Escola: preencher com o nome da escola.
Planejamento de sequência didática
Professor(a): preencher com o nome do professor.
Componente curricular: preencher com o nome do componente curricular.
Turma: preencher com a indicação da turma.
Data: preencher com o período estimado para o desenvolvimento da sequência didática.
Assunto/conteúdo: preencher com os assuntos ou conteúdos a serem desenvolvidos.
Quantidade de aulas: preencher com a estimativa da quantidade de aulas que será necessária para desenvolver todas as atividades.
1. Objetivos gerais: definir o que se espera que os estudantes sejam capazes de fazer ao final da sequência didática.
2. Competências e habilidades da BNCC: identificar as habilidades da BNCC que serão trabalhadas.
3. Materiais necessários: fazer uma lista detalhada de todos os materiais que serão necessários para desenvolver as atividades.
4. Etapas da sequência didática: detalhar as etapas de cada aula, organizando as atividades em uma ordem lógica e progressiva.
• Aula 1: descrever o início do trabalho com a sequência didática, que pode ser uma atividade para verificar o que os estudantes já sabem sobre o assunto; pode ser uma roda de conversa, uma dinâmica ou uma pergunta deflagradora para despertar a curiosidade deles.
• Aula 2 em diante: descrever as atividades intermediárias que ajudarão os estudantes a construírem o novo conhecimento; podem ser pesquisas, leituras, discussões, atividades práticas, entre outras dinâmicas.
• Aula final: descrever a última aula, a culminância da sequência didática; planejar uma atividade final para que os estudantes coloquem em prática tudo o que aprenderam; pode ser a produção de um texto, a apresentação de um trabalho ou a criação de um projeto.
5. Avaliação: definir os critérios (o que será observado) e os instrumentos (como será registrado) que serão utilizados para avaliar a aprendizagem dos estudantes ao longo da sequência didática; a avaliação deve ser contínua e não apenas ao final.
6. Autoavaliação: após a execução da sequência didática, verificar se ela foi eficaz, se os objetivos foram alcançados, quais desafios surgiram, o que pode ser mudado para a próxima vez e anotar essas reflexões para aprimorar suas práticas pedagógicas.
O USO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS
O uso das tecnologias digitais, especialmente de celulares, tem crescido entre crianças e adolescentes e gerado debates no ambiente escolar. Pesquisas apontam efeitos negativos do uso inadequado, como distração, ansiedade, distúrbios do sono e dificuldades de atenção, o que motivou a criação da Lei nº 15.100/2025, que estabelece diretrizes para o uso de celulares nas escolas. De fato, o excesso de recursos digitais sem propósito pode causar isolamento social, dependência de redes sociais e dispersão nas aulas.
Contudo, quando utilizada de forma planejada e pedagógica, a tecnologia pode se tornar uma ferramenta poderosa para os processos de ensino e aprendizagem, promovendo acesso à informação, favorecendo o desenvolvimento de habilidades críticas e éticas e ampliando o alcance da educação. Assim, a proposta não é excluir a tecnologia, mas incorporá-la com responsabilidade e intencionalidade pedagógica. A seguir, apresentamos algumas dicas para que a utilização de ferramentas tecnológicas seja eficaz e enriquecedora.
Planejamento pedagógico do uso de recursos tecnológicos
• Definir com clareza os objetivos de aprendizagem.
• Escolher as ferramentas tecnológicas adequadas para alcançar esses objetivos.
• Garantir que o uso dos recursos esteja articulado aos conteúdos e às competências curriculares.
Desenvolvimento de habilidades críticas
• Propor atividades que incentivem a análise crítica de fontes de informação pelos estudantes.
• Levar os estudantes a refletirem sobre o impacto da tecnologia no cotidiano.
• Incentivar o uso consciente, seguro e responsável da internet.
Integração com outras metodologias
• Combinar o uso de tecnologias com estratégias convencionais, como leitura, escrita e pesquisa de campo.
• Incentivar experiências interativas, como a visita a museus virtuais e o uso de acervos digitais, que ampliam o repertório cultural dos estudantes e fortalecem vínculos com a memória coletiva.
Para auxiliar na utilização de recursos digitais em consonância com seu planejamento pedagógico, a fim de complementar e enriquecer o desenvolvimento dos conteúdos, esta coleção apresenta alguns objetos educacionais digitais, como infográficos clicáveis.
A lista com os objetos digitais sugeridos em cada volume encontra-se no sumário. Além disso, os momentos de utilização desses recursos foram indicados nas páginas do Livro do Estudante por meio de ícones. Para acessá-los, basta clicar sobre os ícones indicados nas páginas da versão digital do Livro do Estudante
O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA
FUNDAMENTOS TEÓRICO-METODOLÓGICOS NO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA
Alguns conceitos foram centrais para o planejamento das propostas educativas e orientações didáticas apresentadas. Nesse sentido, houve o cuidado em contemplar tanto as especificidades de cada etapa como as continuidades e progressões necessárias, em consonância com as diretrizes, os documentos e os programas oficiais do Governo Federal junto às Secretarias de Educação dos Estados e Municípios do país para a melhoria da qualidade da Educação no Brasil.
A coleção apresenta, então, projeto alinhado a tais diretrizes e documentos, estando de acordo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e com o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, programa lançado em junho de 2023 com a finalidade de garantir o direito à alfabetização das crianças brasileiras até o final do 2º ano do Ensino Fundamental e focar na recuperação das aprendizagens das crianças do 3º, 4º e 5º ano . Os fundamentos que embasaram e pautaram as escolhas e caminhos metodológicos ao longo dos volumes dialogam com as premissas que sustentam as estratégias de formação dos profissionais no âmbito do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, como:
Reconhecimento da alfabetização como processo discursivo, que reconhece que as crianças nascem e vivem em um mundo construído a partir de múltiplos letramentos, atravessado e constituído por práticas sociais de leitura e de escrita, organizadas a partir de certas estruturas regulares, que convidam/convocam cada pessoa a manejar a linguagem escrita para diferentes e diversificadas finalidades [...].
BRASIL. Ministério da Educação. Compromisso Nacional Criança Alfabetizada: orientações para a formulação e implementação das estratégias de formação continuada no âmbito do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada. 2023. Disponível em: https://www.gov.br/mec/ pt-br/crianca-alfabetizada/pdf/orientacoes_formacao_continuada.pdf.
Acesso em: 23 set. 2025. p. 16.
Um dos conceitos centrais para entendimento da concepção que fundamenta a obra é a visão de alfabetização, detalhada a seguir, bem como outros conceitos que estão diretamente relacionados: o de letramento, de consciência fonológica e de cultura da escrita. Outro ponto central na obra é o papel do brincar e da literatura na formação dos estudantes, como promotores da dimensão do encantamento na escola e impulsionadores das aprendizagens nessa faixa etária. O olhar para os percursos individuais de aprendizagem e para a importância de estratégias que contemplem a diversidade de saberes é outro ponto contemplado em toda a coleção e, da mesma forma, pode ser considerado um ponto fundante.
A centralidade da prática docente nos processos de alfabetização é também uma premissa que se desdobra em diversas orientações ao longo dos volumes, com foco na atuação qualificada junto aos estudantes, na transformação
de espaços em ambientes alfabetizadores e na intervenção que apoia o avanço nas aprendizagens.
Outro conceito central na estruturação da obra é o de avaliação formativa. Além de ser balizador à abordagem, ancorou decisões metodológicas que podem ser estruturalmente identificáveis.
A seguir, serão apresentados mais detalhadamente cada um dos aspectos elencados até aqui, com contextualização dos referenciais que norteiam o trabalho pedagógico na coleção.
ALFABETIZAÇÃO
Um dos grandes consensos nos debates mundiais sobre educação diz respeito ao papel da escola em assegurar que os estudantes aprendam a ler e a escrever. Considerando que o acesso à alfabetização é um direito que impacta o crescimento pessoal, a compreensão do mundo, a participação social e o uso eficiente de informações, faz-se necessário refletir sobre como as instituições educativas têm assegurado oportunidades de experimentar e aprender as práticas de leitura, escrita e oralidade, assim como as concepções que sustentam essa mediação.
É preciso mudar os pontos por onde nós fazemos passar o eixo central das nossas discussões. Temos uma imagem empobrecida da língua escrita: é preciso reintroduzir, quando consideramos a alfabetização, a escrita como sistema de representação da linguagem. Temos uma imagem empobrecida da criança que aprende: a reduzimos a um par de olhos, um par de ouvidos, uma mão que pega um instrumento para marcar e um aparelho fonador que emite sons. Atrás disso há um sujeito cognoscente, alguém que pensa, que constrói interpretações, que age sobre o real para fazê-lo seu.
FERREIRO, Emilia. Reflexões sobre a alfabetização. 18. ed. São Paulo: Cortez, 2011. p. 41.
Acreditamos que os pontos de partida levantados por Ferreiro (2011, p. 41) são fundamentais para pensar a alfabetização na escola. Em primeiro lugar, a concepção que se tem da escrita interfere diretamente nos caminhos e nas decisões pedagógicas. Como a pesquisadora ressalta, a escrita não é um código de transcrição gráfica das unidades sonoras, e sim um sistema de representação da linguagem. Isso implica considerar a escrita como um objeto conceitual, sobre o qual os estudantes pensam e cuja aprendizagem se dá pela interação dialética.
A autora destaca ainda uma concepção de estudante ativo, que, no esforço de compreender o mundo que o rodeia, levanta problemas, busca respostas e constrói objetos complexos de conhecimento. O sistema de escrita é um desses objetos, e cabe à escola o papel de assegurar as condições necessárias para que eles possam interagir, explorar e pensar sobre a complexidade desse objeto cultural.
As crianças são construtoras de conhecimentos desde que nascem, apropriando-se criativamente das relações sociais que estabelecem para produzir suas próprias culturas. Essa concepção de infância aparece nas Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Infantil (2009) e é reforçada pela Base Nacional Comum Curricular (2018), que apresenta a criança como:
[...] sujeito histórico e de direitos, que, nas interações, relações e práticas cotidianas que vivencia, constrói sua identidade pessoal e coletiva, brinca, imagina, fantasia, deseja, aprende, observa, expe-
rimenta, narra, questiona e constrói sentidos sobre a natureza e a sociedade, produzindo cultura.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular Versão final. Brasília: MEC, 2018. p. 37. Disponível em: http:// basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_ versaofinal_site.pdf. Acesso em: 14 ago. 2025. Sendo assim, o processo de alfabetização, entendido como o ingresso nas culturas do escrito, precisa considerar o ponto de vista das crianças e suas tentativas de compreender o sistema de escrita.
A perspectiva teórica que toma as atividades intelectuais das crianças como ponto de partida para o processo de alfabetização tem origem nas investigações conduzidas, a partir da década de 1970, por Emilia Ferreiro em parceria com Ana Teberosky, Susana Fernández, Ana Maria Kaufman, Alicia Lenzi e Liliana Tolchinsky.
Essas pesquisas permanecem ativas, apontando que, desde cedo, as crianças elaboram hipóteses e reflexões sobre a escrita, experimentando e revisando suas concepções iniciais. Esse processo contínuo de experimentação aproxima gradualmente o estudante das convenções do sistema de escrita, ampliando sua compreensão sobre como ela funciona.
Com base nessas investigações, Ferreiro e Teberosky (1999) destacaram três grandes períodos no processo de aquisição da escrita:
1. Diferenciação entre desenho e escrita.
2. Diferenciação entre escritas (controle progressivo das variações sobre os eixos qualitativos e quantitativos).
3. Fonetização da escrita.
Os dois períodos iniciais também podem ser chamados nível pré-fonetizante (ou pré-silábico), isto é, a escrita não é regida pela propriedade sonora: não há busca de correspondência entre emissão oral e segmentos gráficos.
O último período inicia-se com o período silábico e culmina no período alfabético.
Em 2022, as pesquisadoras Emilia Ferreiro e Giovana Zen fizeram uma pesquisa de análise sobre as especificidades do processo de apropriação da escrita no português brasileiro. O estudo possibilitou afirmar que os mesmos níveis de evolução psicogenética, anteriormente analisados em espanhol, aparecem entre as crianças brasileiras, conforme descritos a seguir.
• Escritas pré-fonetizantes: no início, as crianças produzem garatujas que imitam a escrita e, progressivamente, aprendem características fundamentais para o processo de aquisição do sistema de escrita alfabética, como a estabilidade (cada coisa tem uma forma fixa de escrita) e a legibilidade (variação de letras dentro da palavra e diferenças na quantidade e no repertório de letras que utiliza de uma escrita para outra). O termo “pré-fonetizante” indica um período anterior à fonetização da escrita.
• Escritas silábicas iniciais: marcam os primeiros esforços de relacionar partes do escrito com partes da emissão oral, representando um avanço importante. Essa correspondência pode aparecer tanto na quantidade de letras quanto no uso de sons pertinentes, geralmente no início das palavras.
• Escritas silábicas: caracterizam-se pela correspondência estrita entre partes do oral e partes do escrito,
com e sem pertinência sonora das letras. Apesar de coerente, essa hipótese gera contradições — como na escrita de palavras curtas ou na alternância grafofônica em situações de revisão — que levam à revisão e evolução do conceito de escrita.
• Escritas silábico-alfabéticas: a criança reconhece que uma sílaba pode ser representada por mais de uma letra e começa a explorar novas combinações, como a sequência consoante-vogal (CV). Esse processo não é plenamente alfabético, mas evidencia busca por maior precisão sonora.
• Escritas alfabéticas: a criança compreende que cada letra corresponde a um fonema, realizando uma análise mais detalhada dos sons da palavra. Ainda assim, precisa enfrentar desafios para representar diferentes padrões silábicos além do CV, como CVC e CCV.
Tais níveis, chamados aqui de níveis de conceitualização da escrita, representam as ideias que as crianças elaboram sobre o que é a escrita e como ela funciona, evoluindo gradualmente à medida que experimentam, erram, refletem e reorganizam seus pensamentos. É importante ressaltar, no entanto, que esses níveis não são estanques, já que as crianças podem transitar entre eles durante o processo de alfabetização, e até mesmo apresentar características de mais de um nível simultaneamente.
Compreender os níveis, a dinamicidade de processo e a importância de estabelecer um acompanhamento contínuo das produções infantis com base nesses norteadores possibilita o planejamento de intervenções ajustadas às diferentes necessidades dos estudantes, com situações didáticas que possam desafiar suas hipóteses atuais e incentivar avanços. Isso evita práticas mecânicas e descontextualizadas e valoriza o papel ativo da criança como sujeito pensante, respeitando seu ritmo e suas descobertas. Por isso, ao longo da coleção, são propostas diferentes situações contextualizadas para que façam seus registros, mesmo antes da escrita convencional, valorizando a escrita espontânea, a troca entre pares e a mediação do professor. Desse modo, busca-se garantir oportunidades variadas para mobilizar e construir conhecimentos sobre o sistema de escrita e, ao mesmo tempo, possibilitar que você, professor, identifique, nos registros, na leitura e na fala de cada um, indicadores do processo de aprendizagem. Assim, será possível oferecer estratégias para avanços e promover o compartilhamento das hipóteses em um ambiente seguro e acolhedor.
Para apoiar esse trabalho, as orientações didáticas que acompanham as atividades apresentam sugestões de mediação para os diferentes níveis de conceitualização da escrita e para o avanço progressivo das habilidades de leitura, de modo que, ao legitimar e interpretar as produções e formas de atuação, seja possível planejar intervenções potentes para que todos avancem.
Em toda a coleção, a escrita é concebida como objeto social e parte do patrimônio cultural, reforçando o papel da escola como espaço promotor de interações e investigações sobre esse universo, de forma articulada ao que se faz fora dela. Essa concepção se traduz em atividades com diferentes propósitos comunicativos, variados destinatários, diversidade de gêneros e suportes. Assim, os
estudantes podem exercer práticas de linguagem enquanto exploram a pluralidade de gêneros discursivos presentes em nossa cultura e compreendem, progressivamente, o funcionamento do sistema de escrita convencional. Assim, a proposta de alfabetização que fundamenta a coleção é contextualizada e reflexiva (BRASIL, 2025). Nela, os estudantes são instigados a refletirem sobre a escrita em diferentes situações, e o professor é motivado a planejar intervenções didáticas personalizadas, ajustadas às necessidades e potencialidades de cada um, garantindo que todos avancem.
LETRAMENTO
O termo letramento, no contexto da língua escrita, começou a ser difundido no Brasil na década de 1980, inicialmente associado ao conhecimento sobre os usos sociais da escrita e, mais tarde, à proficiência no uso da língua para ler e escrever. Surgiu como resposta às discussões sobre como pessoas já alfabetizadas revelavam “incapacidade de responder adequadamente às muitas e variadas demandas de leitura e de escrita nas práticas não só escolares, mas também sociais e profissionais” (SOARES, 2020, p. 11).
Esse debate evidenciou que uma concepção restrita de alfabetização – centrada apenas no domínio do sistema de escrita – não seria suficiente diante das múltiplas demandas de leitura e escrita presentes na vida social. A partir daí, consolidou-se o sentido de letramento hoje predominante, que enfatiza o desenvolvimento de habilidades e estratégias para ler, interpretar e produzir textos, articulando o conhecimento do sistema alfabético aos usos sociais da escrita.
Na concepção que fundamenta a coleção, a alfabetização é compreendida como um processo integrado, que envolve tanto os usos sociais da leitura e da escrita quanto os conhecimentos que as crianças já construíram sobre essas práticas e sobre o sistema de escrita. Trata-se de uma abordagem que valoriza a articulação entre os diferentes saberes mobilizados na apropriação das culturas da escrita, sem recorrer à distinção entre alfabetização e letramento.
No decorrer dos volumes, as atividades estão amplamente pautadas na ideia de uso social da escrita. As propostas têm como foco o desenvolvimento de habilidades necessárias para que os estudantes sejam praticantes ativos da linguagem, fazendo uso da língua escrita em diversos contextos sociais.
Além disso, reconhece-se que o conceito de letramento, hoje, expande-se para outros campos, como o digital, o científico, o racial e o ambiental, incorporando questões sociais, éticas e políticas. Considerar esses novos sentidos nas práticas contemporâneas de linguagem é essencial para favorecer a participação ativa, crítica e socialmente engajada dos estudantes.
CULTURA DA ESCRITA
A participação progressiva das crianças na cultura da escrita é parte fundamental de seu processo de alfabetização, e isso ocorre antes mesmo de elas compreenderem o funcionamento do sistema de escrita. Como sujeitos que produzem sentidos nas relações que estabelecem com o mundo, elas exercem um papel ativo na produção de cultura de seu contexto social. Seja no ambiente familiar ou na escola, as crianças desde muito cedo convivem com situações em que as escritas têm significado, considerando que “a escrita não se reduz apenas a um conjunto
de habilidades para ler e escrever, mas se constitui como um aspecto valioso da nossa cultura através do qual nos constituímos como sujeitos históricos e sociais” (ZEN; MOLINARI; NASCIMENTO, 2020, p. 259).
Imersas nessa cultura em que as pessoas produzem e interpretam a escrita nos mais diversos contextos, as crianças vão progressivamente buscando compreender a natureza desse universo, e o lugar e a importância que a escrita representa. Tudo isso corresponde à cultura da escrita, que é formada por comportamentos, significados, costumes, práticas, rituais, entre tantos outros elementos da ação humana que são mediados pela escrita em um tempo histórico. Inseridas nesse contexto, as crianças aprendem e elaboram ideias sobre a escrita muito antes do ensino formal e explícito, sobretudo quando participam de situações reais em que se lê ou se escreve de diferentes maneiras e com propósitos variados.
Na realidade da escola, desde que os estudantes dão início às suas trajetórias, é fundamental que esse processo ganhe outro lugar, agora com situações planejadas e intencionais. Ao longo da coleção, há uma diversidade de propostas que oportunizam a leitura e a escrita pelo professor e pelos estudantes, em diferentes situações e contextos. Dessa forma, eles podem progressivamente compreender por que se escreve, por que se lê, quais são as finalidades dessas práticas e por que elas ocupam lugar central em nossa cultura. Além disso, enquanto atuam e aprendem sobre o que fazem leitores e escritores nas diferentes situações comunicativas, eles também analisam o funcionamento do sistema de escrita. Imersos na cultura da escrita e se apropriando dela de forma contextualizada e reflexiva, podem mobilizar conhecimentos, como o uso e reconhecimento das letras, para participar de situações em que ler e escrever façam sentido.
Para estar de acordo com essa perspectiva, todas as unidades da coleção foram planejadas para manter vínculo com um contexto significativo para os estudantes, integrando o tema e o campo de atuação envolvidos, bem como articulando as seções com encadeamento e possibilidades de continuidade.
Nesse sentido, a sala de aula torna-se um espaço privilegiado para que as crianças vivenciem a cultura da escrita, com experiências significativas em ambientes que favoreçam sua participação.
CONSCIÊNCIA FONOLÓGICA
Uma das dimensões que envolve o processo de alfabetização inicial das crianças é a consciência fonológica da linguagem. Trata-se da construção de conhecimentos sobre o funcionamento sonoro da língua, envolvendo a capacidade de perceber, refletir e manipular os sons da fala em diferentes níveis — palavras, sílabas e fonemas. Essa habilidade contribui para compreender as relações entre sons e sua representação na escrita.
À medida que avançam em suas hipóteses sobre o sistema de escrita, os estudantes exploram aspectos sonoros da linguagem oral, como segmentar e combinar sons para formar novas palavras. Esse conhecimento envolve identificar e manipular unidades abstratas que compõem as palavras pronunciadas (sílabas, rimas, fonemas, partes maiores e menores que a sílaba) e se desenvolve de forma processual, acompanhando a elaboração e reelaboração
das ideias da criança sobre a escrita: quantas e quais letras usar e em que ordem?
Ao longo da coleção, o desenvolvimento da consciência fonológica é entendido como parte integrante do processo de alfabetização, e não como resultado do treino ou do ensino explícito de fonemas, mas articulado às hipóteses que as crianças formulam sobre a escrita.
Nesse processo, é importante acompanhar o que os estudantes estão pensando e como estão avançando, para entender quais intervenções podem dialogar com suas hipóteses e contribuir com suas aprendizagens sobre a língua, considerando também a dimensão da consciência fonológica. Assim, apresentamos orientações voltadas a possíveis relações que podem aparecer nas investigações dos estudantes com relação aos elementos fonológicos da língua. As questões sobre isso podem aparecer em situações em que eles relacionam o que ouvem ao que veem escrito, por exemplo, ou ao que escrevem. Nesse sentido, você poderá avaliar a pertinência da oferta de informações mais dirigidas inclusive sobre as relações entre grafema e fonema, a depender do que fizer sentido em cada momento do processo de aquisição do sistema alfabético.
Buscando destacar a atenção aos sons considerando as hipóteses que envolvem o nível da letra no processo desse ensino e levando em conta que uma mesma letra pode representar diferentes sons e que um mesmo som pode ser representado por diferentes letras ou encontro de letras, optou-se por apresentar o quadro a seguir, com alguns símbolos fonéticos que aparecem algumas vezes nas orientações ao professor, principalmente no boxe Sons e letra
Quadros com notações fonéticas utilizadas na coleção*
Vogais
Letra Notação com exemplo Observações
A /a/ (lá)
/ã/ (lã)
E /e/ (dedo)
/ɛ/ (café)
/ẽ/ (penta)
I /i/ (bico)
/ĩ/ (brinco)
O /o/ (porto)
/õ/ (ponta)
/ɔ/ (pote)
U /u/ (pula)
/ũ/ (sunga)
A letra Y pode se comportar como “vogal” (como em chantilly) ou “semivogal” (no caso de motoboy).
O W pode representar ora um som vocálico (como em Welington, em que representa o /u/ ou /w/) e ora um som consonantal, como em Wagner, em que representa o /v/).
F /f/ (faca)
G /g/ (gato)
/ʒ/ (girafa)
H –
Consoantes
Letra Notação com exemplo Observações
B /b/ (bico)
C /k/ (capa)
/s/ (cenoura)
D /d/ (dado) Em algumas regiões brasileiras, temos o d representando /dʒ/ (ex.: dia /dʒˈia/).
• Usaremos /ʎ/ para fazer referência ao som representado pelo lh em colher
• Usaremos /ʃ/ para fazer referência ao som representado pelo ch em chá
• Usaremos /ɲ/ para fazer referência ao som ao som representado pelo nh em lenha
J /ʒ/ (jato)
L /l/ (lata) Na fala, muitas vezes o l final tem som /w/, como em mal
M /m/ (mato)
N /n/ (nata)
P /p/ (pato)
Q /k/ (quiabo)
R /r/ (cara)
/h/ (carro)
S /s/ (sapo)
/z/ (casa)
Consoantes
T /t/ (tatu) Em algumas regiões brasileiras, temos o t representando tʃ (ex.: tia / tʃia/).
V /v/ (vaca)
X /ʃ/ (xícara) /ks/ (tórax) /s/ (texto) /z/ (exame)
Z /z/ (zebra) /s/ (nariz)
*As notações deste quadro apresentam, de forma simplificada, alguns fonemas do português brasileiro e seus respectivos grafemas. Servem como referência para indicar os diferentes sons que uma mesma letra pode representar, auxiliando o professor a identificar os sons mencionados nas intervenções que envolvem consciência fonêmica para estudantes em nível de hipótese da letra. O referencial foi elaborado com base em diversos pesquisadores, priorizando as notações de Silva (2003). As letras k, w e y não foram incluídas por serem pouco frequentes nas principais palavras do português, embora apareçam em nomes próprios e termos de origem estrangeira. Quando essas letras forem abordadas na coleção, as correspondências grafema-fonema serão apresentadas, se necessário, usando as mesmas notações já previstas para outras letras. Quanto à letra h, não há fonema indicado na segunda coluna, pois, em nossa língua, no início de uma palavra, ela não representa som. No entanto, no campo “observações” do quadro, não se deixou de considerar o h nos dígrafos.
O BRINCAR E A LITERATURA
NA ALFABETIZAÇÃO
As dimensões da imaginação e do encantamento ganham ainda mais profundidade quando vivenciadas coletivamente, entre pares. Sendo assim, é na escola que o imaginário de cada estudante poderá dialogar com a construção de um imaginário comum, para partilhar sentidos, significados e aprendizagens, ultrapassando a perspectiva individual.
Na proposta de alfabetização da coleção – contextualizada, reflexiva e articulada à cultura da escrita – essas dimensões ocupam lugar central. A brincadeira e a literatura são compreendidas como experiências fundamentais para que o processo de alfabetização seja consistente e significativo. É por meio da ludicidade, da fruição e do acesso ao patrimônio artístico e cultural da humanidade que os estudantes se constituem como sujeitos imersos na cultura, incluindo a cultura da escrita. Por isso, a coleção valoriza e integra esses pilares em suas atividades, criando oportunidades para que o aprender a ler e a escrever esteja sempre vinculado ao prazer, à descoberta e ao diálogo com diferentes expressões culturais.
A importância da brincadeira no contexto escolar
A brincadeira é hoje reconhecida como um direito das crianças e como eixo do currículo na Educação Infantil. Na transição para o Ensino Fundamental, ela segue tendo um papel central na aprendizagem e no desenvolvimento.
Por meio da brincadeira e das interações lúdicas com o entorno, com os pares e com os ambientes, as crianças vão dando sentido ao que vivem, explorando possibilidades de criação e ampliação de repertórios, imaginação e linguagem. Além disso, o espaço de segurança e estímulo para se desenvolver, propiciado pelo jogo, segue como uma ferramenta importante nessa etapa da escolaridade.
[...] a “ludicidade” abre janelas para que as crianças façam associações, construam significados e usem a imaginação para potencializar suas possibilidades de compreensão. Assim, podemos relacionar algumas brincadeiras: jogos de linguagem (rimas, trava-línguas, adivinhas, invenção de palavras; parlendas; poesias; bingos, caça-palavras etc.); jogos de trilhas, dominós, quebra-cabeças e muitos outros.
BORBA, Angela. Brincar é coisa de criança, e de adulto também! O valor da brincadeira na vida e nos espaços de Educação Infantil. In: BRASIL. Ministério da Educação. Educação Infantil: participação, autoria e aprendizagem. Brasília: MEC, 2012. p. 70.
Considerando essa concepção, os dois volumes da coleção foram elaborados pensando na transição vivida pelos estudantes nesse momento da escolaridade e no papel do lúdico na aprendizagem dos novos conteúdos.
A leitura literária e a contação de
histórias
Os momentos cotidianos de escutar histórias, manusear livros e participar de rodas de leitura são valiosos para a construção de vínculo com a cultura da escrita, para aprendizagens sobre a organização dos textos, para o reconhecimento de elementos como repetições, rimas,
personagens, narradores, diferentes tempos e espaços, além de outros recursos que rompem os limites da linguagem referencial e a visão estritamente utilitária da linguagem.
O contato com o literário, nesse sentido, contribui de múltiplas formas: amplia o vocabulário, possibilita compreender o texto como fonte de livre fruição estética, sem uma utilidade que vá além dele mesmo, e oferece acesso a um universo que transcende o pensamento lógico. Ao refinar relações e associações por meio do pensamento, digamos, analógico, favorece a superação de construções óbvias, incentivando a criatividade e a imaginação, elementos essenciais para a formação do sujeito cognoscente em diferentes esferas do saber.
No caso da leitura literária, a contação de histórias e a mediação de leitura funcionam como portas de acesso a esse campo de experiências, já que despertam a curiosidade, motivam a participação e convidam à exploração ativa da literatura. Nessas práticas, as crianças observam como o adulto interage com o livro, percebem a leitura como atividade significativa e o reconhecem como objeto de valor.
As situações de contação de histórias também são muito importantes no dia a dia da sala de aula, pois além de toda a dimensão do imaginário e do encantamento, há ainda a valorização do conhecimento transmitido pela oralidade e a potencialidade dessa experiência para o coletivo. Nesse sentido, alguns recursos e instrumentos podem ajudar, como os apresentados a seguir.
Recursos e instrumentos que podem incentivar a leitura e a manipulação de livros literários na sala de aula
• Acervo da turma, em espaço convidativo e com obras de qualidade para a faixa etária.
• Propostas para levar livros para leitura compartilhada em família.
• Rodas de leitura e conversas literárias para troca de impressões.
• Variação de ambientes de leitura, incluindo espaços ao ar livre.
• Registros sobre livros lidos, como diários de leitura.
Ao unir palavra, entonação, expressão corporal e olhar, o professor cria uma experiência viva, que aproxima o texto do ouvinte e intensifica a imersão no campo literário. É nesse ambiente de partilha e encantamento que se ampliam as possibilidades de formação de leitores ativos e críticos. Para apoiar e potencializar esses momentos, vale recorrer a técnicas que ajudem a explorar plenamente a dimensão performática da contação de histórias. A seguir, algumas ideias que podem inspirar o planejamento dessas situações.
Técnicas para a contação de histórias ou declamação de textos poéticos na escola
• Escolha de textos que gerem identificação com quem vai contar. Cada contador coloca nas histórias um pouco de si, então quanto mais identificação, mais fluida e significativa será a experiência.
• Preparação da leitura com antecedência, testando entonações, ritmos, timbres e aspectos paralinguísticos e cinésicos que enriqueçam os sons e sentidos do texto.
• Variação de entonação, ritmo e voz para deixar o texto
mais envolvente e manter a atenção dos ouvintes.
• Valorização da linguagem poética, explorando rimas, repetições e jogos sonoros que convidem à fruição estética.
• Exploração de gestos, expressões faciais e movimentos corporais para dar vida aos personagens e situações, tornando a experiência mais teatral e visual.
• Utilização de objetos, adereços ou fantoches para criar conexão visual com o texto.
• Oferta de espaço aos ouvintes que queiram comentar o texto ou participar da contação ou declamação.
• Criação de atmosferas mágicas e estímulo à imagina-
Ao longo da coleção, são propostas diversas experiências literárias voltadas à formação do leitor, com textos que podem ser explorados de múltiplas formas — pela leitura compartilhada ou autônoma, pela memorização e contação, pela encenação, entre outras possibilidades.
Projeto de leitura
O trabalho com projetos didáticos favorece que as práticas de leitura e escrita sejam vividas de forma contex-
Sugestão
ção, utilizando pausas expressivas, mudanças sutis de tom e elementos surpresas para manter o encantamento e a curiosidade até o final.
tualizada, com significado social. Essa abordagem também permite articular propósitos comunicativos e didáticos, integração essencial para o planejamento das propostas que os estudantes vão vivenciar.
A seguir apresentamos duas sugestões de projetos de leitura voltados à formação literária, que podem — e devem — ser adaptados conforme as demandas, objetivos e especificidades de cada localidade e objetivos.
de projeto de leitura para o 1º ano
Projeto de leitura: Mural de indicações de livros de autores brasileiros negros e indígenas
Objetivos
• Escolher e folhear obras de prosa de ficção de autoras e autores negras/os e/ou indígenas do Brasil, orientando-se por temas e ilustrações, e tentando identificar palavras conhecidas nas capas, quartas capas e demais paratextos.
• Observar informações visuais e textuais das capas e paratextos, levantando hipóteses sobre o conteúdo das obras e reconhecendo os elementos que compõem os textos, identificando na capa, por exemplo, título do livro, autor e editora.
• Avançar na compreensão do sistema de escrita, explorando capas e textos, considerando indícios qualitativos (letras, partes de palavras) e quantitativos (tamanho e quantidade de palavras).
• Acompanhar a leitura compartilhada, feita pelo professor, das histórias selecionadas depois das explorações iniciais, identificando personagens, cenários e acontecimentos principais.
• Expressar opiniões, sentimentos e preferências sobre os textos lidos, dialogando com colegas e professor.
• Participar de conversas para relacionar as hipóteses feitas antes da leitura com as informações descobertas durante e após a leitura.
• Colaborar na produção coletiva das indicações literárias, ditando textos ao professor, escrevendo informações das obras lidas e contribuindo com ilustrações para o mural.
Tempo: 6 meses – 1º semestre do 1º ano.
Materiais
• obras literárias de autores negros e/ou indígenas brasileiros
• cartazes para registro das indicações que serão ditadas ao professor, com partes escritas pelos estudantes já alfabéticos
• folhas e canetinhas para as ilustrações produzidas pelos estudantes
Culminância
Apresentação do Mural de Indicações Literárias para a comunidade escolar, com as obras lidas, informações pesquisadas e ilustrações.
Etapas e atividades
1. Abertura: Apresentação do projeto e leitura inicial
• Seleção e leitura compartilhada de uma narrativa de autoria negra ou indígena brasileira.
• Conversa sobre o propósito do projeto: pesquisar capas e paratextos para escolher as leituras da turma, dentro dos critérios indicados para autoria e gênero textual: prosa ficcional, que pode abarcar principalmente contos.
• Registro das etapas em um cartaz para consulta.
• Definição do local onde ficará o mural e do público que se espera alcançar.
2. Ampliação de repertório de obras de autoria negra e indígena: Pesquisa e exploração de capas e paratextos
• Apresentação de diferentes livros pré-selecionados pelo professor ou em pesquisa coletiva envolvendo toda a turma e familiares.
• Observação detalhada de capas, quartas capas e outros elementos (sinopse, imagens, orelhas).
• Levantamento coletivo de hipóteses sobre a história e sobre os autores.
• Leitura coletiva da capa, com incentivo à leitura feita pelos estudantes.
• Registro das hipóteses em fichas coletivas.
3. Indicação das preferências da turma: Seleção das obras para leitura
• Discussão sobre quais livros despertaram maior interesse.
• Votação coletiva para definir as leituras do semestre.
• Organização de um cronograma para leitura compartilhada.
4. Momentos de leitura: Leitura e apreciação das obras
• Leitura compartilhada, feita pelo professor, com pausas para verificar hipóteses e discutir impressões.
• Registro oral ou escrito das descobertas sobre enredo, personagens, temas e elementos culturais das narrativas.
5. Construção dos textos: Produção das indicações literárias
• Apresentação de exemplos de indicações literárias e conversa sobre sua função.
• Produção coletiva dos textos de indicação, ditados ao professor, com breve resumo e opinião, dando oportunidade aos estudantes alfabéticos de registrem partes dos dados, como títulos das narrativas, nome do autor e da editora.
• Produção de ilustrações inspiradas nas obras lidas.
6. Preparação do produto: Construção coletiva do mural
• Revisão e finalização dos textos e das ilustrações.
• Montagem do mural em local visível da escola.
• Elaboração de convites para a comunidade escolar.
• Apresentação do mural para a comunidade escolar, com participação ativa dos estudantes na explicação do projeto e das obras indicadas. Durante a socialização, podem sugerir a leitura de alguns dos livros para colegas de outras turmas.
Sugestão de projeto de leitura para o 2º ano
Projeto de leitura: Livro poético – Antologia poética do 2º ano Objetivos
• Participar de situações de leitura, fruição e produção de textos literários e artísticos, representativos de uma diversidade cultural e linguística.
• Observar rimas, sonoridades, jogos de palavras e outros recursos poéticos, reconhecendo seu pertencimento ao campo da imaginação e sua dimensão lúdica e estética.
• Utilizar elementos disponíveis nos poemas para fazer antecipações e verificá-las durante a leitura.
• Avançar na compreensão do sistema de escrita ao ler poemas, considerando progressivamente indícios qualitativos (letras) e quantitativos (tamanho e quantidade de palavras).
• Compreender que todas as partes declamadas estão escritas no texto do poema, na ordem em que são ditas.
• Ampliar a fluência de leitura, no caso de estudantes que já leem com autonomia.
• Experimentar a criação de textos poéticos explorando livremente ideias, palavras e formatos, reconhecendo que, na poesia, não há limites para a imaginação.
Tempo: 6 meses – 2º semestre do 2º ano.
Materiais
• livros de poemas, com diversidade de autoria e estilo, incluindo gêneros da tradição popular e poemas visuais
• folhas, lápis e canetas coloridas
Culminância
Lançamento do livro poético e entrega dele como presente para outra turma, com apresentação oral de trechos escolhidos pelos autores.
Etapas e atividades
1. Abertura: Leitura de um poema e apresentação do projeto
• Seleção de um poema e roda de conversa para compartilhar impressões e sensações.
• Apresentação do propósito e das etapas, registrando-as em um cartaz de acompanhamento para a turma.
• Definição da turma que receberá o livro como presente.
2. Ampliação de repertório poético: Leitura e apreciação de diferentes poemas
• Leitura e apreciação de poemas variados, que apresentem diferentes recursos poéticos e formas de organização.
• Elaboração de lista dos poemas preferidos da turma.
• Roda de versos: declamação em grupo ou individual, com memorização de trechos, conforme extensão e complexidade.
3. Preparação: Planejamento das criações poéticas
• Escolha, em pequenos grupos, de ideias e formatos de textos poéticos que poderão compor o livro, com base nas referências lidas.
• Discussão coletiva sobre possibilidades de rimas, jogos de palavras, versos livres, poemas visuais e outras formas criativas.
4. Produção e revisão: Criação dos textos e das ilustrações
• Produção individual ou em duplas dos poemas ou brincadeiras poéticas, com ou sem ilustração, com mediação do professor.
• Definição de forma de apresentação do texto: se terá título, se será composto apenas por palavras ou terá imagem, se haverá apenas um verso, se apresentará rimas etc.
• Criação dos textos em folha de rascunho.
• Revisão e registro do texto na folha que comporá o livro da turma.
5. Compartilhamento: Preparação do livro e da apresentação à turma que será presenteada
• Escolha da ordem em que os textos aparecerão no livro.
• Montagem coletiva da publicação.
• Preparação da apresentação: ensaio de declamações ou leituras que serão feitas no lançamento.
6. Culminância: Lançamento do livro
• Apresentação do livro para a turma a ser presenteada, com declamação de alguns textos.
• Entrega simbólica da antologia como presente, incentivando que a turma receptora explore as criações.
QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO
DOS CONTEÚDOS
O quadro apresentado a seguir mostra a progressão dos conteúdos deste volume, destacando as habilidades
e os temas contemporâneos transversais da BNCC trabalhados em cada unidade.
Trata-se de um quadro que pode ser utilizado para ter uma visão geral dos conteúdos das unidades, assim como facilitar a busca por orientações e comentários de práticas pedagógicas sugeridas nas orientações ao professor correspondentes ao Livro do Estudante
Quadro de distribuição dos conteúdos – 2º ano
Unidade Conteúdos
1 – Letras, palavras... poemas
2 – Vai começar o piquenique!
Quadrinha (Palavras de brincar) Poema
Consoantes e vogais
Brincando com as letras
Apresentação oral de adivinhas das letras secretas
(Hora de produzir)
Palavras dentro de nomes
Brincando com as partes das palavras
Jogo de palavras (Abracadabra)
Painel com nomes da turma (Hora de produzir)
Letras A, B, C e D (Tirando de letra)
Língua do P (É jogo, é brincadeira)
Brincando com Trava-língua (Palavras de brincar)
Lista
Como organizar uma lista
Separando palavras em sílabas
Removendo e substituindo sílabas para criar novas palavras
Lista: o que levar para o piquenique? (Hora de produzir)
Receita
Como organizar uma receita
Palavras com P e B
Brincadeira musical (Abracadabra)
Convite (Hora de produzir)
Letras E, F, G e H (Tirando de letra)
Adedonha (É jogo, é brincadeira)
3 – Hora de se cuidar!
EF15LP01; EF15LP02; EF15LP03; EF15LP04; EF15LP05; EF15LP06; EF15LP07; EF15LP08; EF15LP09; EF15LP10; EF15LP11; EF15LP12; EF15LP13; EF15LP15; EF15LP18; EF15LP19; EF12LP01; EF12LP02; EF12LP03; EF12LP05; EF12LP07; EF12LP17; EF12LP18; EF12LP19; EF02LP01; EF02LP02; EF02LP04; EF02LP06; EF02LP07; EF02LP08; EF02LP09; EF02LP12; EF02LP26.
Diversidade cultural.
Educação para valorização do multiculturalismo nas matrizes históricas e culturais brasileiras.
EF15LP01; EF15LP02; EF15LP03; EF15LP04; EF15LP05; EF15LP06; EF15LP07; EF15LP08; EF15LP09; EF15LP10; EF15LP11; EF15LP12; EF15LP13; EF12LP01; EF12LP03; EF12LP04; EF12LP05; EF12LP06; EF12LP07; EF12LP17; EF02LP01; EF02LP02; EF02LP03; EF02LP04; EF02LP06; EF02LP07; EF02LP08; EF02LP09; EF02LP12; EF02LP13; EF02LP15; EF02LP16; EF02LP22.
Saúde.
Educação alimentar e nutricional.
4 – De mãos dadas com a saúde
Brincando com adivinhas (Palavras de brincar)
Texto de campanha de conscientização
Diferentes tipos de letra
Som nasal: til (~)
Som nasal: M e N
Campanha de conscientização da turma (Hora de produzir)
Cartilha educativa
Os diferentes tipos de letra e seus usos
Palavras com T e D
Apresentação oral com demonstração: dicas para escovar bem os dentes (Hora de produzir)
Tirinha (Abracadabra)
Letras I, J, K e L (Tirando de letra)
Triletras (É jogo, é brincadeira)
Brincando com frases feitas (Palavras de brincar)
Registro de experimento
Como organizar as informações de uma pesquisa
Explorando palavras com som nasal: til (~), M e N
Registro de resultado de experimento (Hora de produzir)
Charge (Abracadabra)
Curiosidades
Como são organizadas as curiosidades
Palavras com F e V
Cartaz com curiosidades sobre higiene corporal (Hora de produzir)
Letras M, N, O e P (Tirando de letra)
Mímica dos hábitos de higiene (É jogo, é brincadeira)
EF15LP01; EF15LP02; EF15LP03; EF15LP04; EF15LP05; EF15LP06; EF15LP07; EF15LP08; EF15LP09; EF15LP10; EF15LP11; EF15LP12; EF15LP13; EF15LP14; EF12LP01; EF12LP03; EF12LP05; EF12LP06; EF12LP07; EF12LP09; EF12LP11; EF12LP12; EF12LP13; EF12LP16; EF12LP17; EF12LP18; EF12LP19; EF02LP01; EF02LP03; EF02LP04; EF02LP05; EF02LP06; EF02LP07; EF02LP08; EF02LP09; EF02LP11; EF02LP12; EF02LP13; EF02LP16.
EF15LP01; EF15LP02; EF15LP03; EF15LP04; EF15LP05; EF15LP06; EF15LP07; EF15LP08; EF15LP09; EF15LP10; EF15LP11; EF15LP12; EF15LP13; EF15LP14; EF12LP01; EF12LP02; EF12LP03; EF12LP07; EF12LP17; EF02LP01; EF02LP02; EF02LP03; EF02LP04; EF02LP05; EF02LP06; EF02LP07; EF02LP08; EF02LP09; EF02LP10; EF02LP12; EF02LP15; EF02LP20; EF02LP21; EF02LP22; EF02LP23; EF02LP24; EF02LP25. Saúde. Educação ambiental. Vida familiar e social.
Saúde.
Unidade Conteúdos
5 – Um toque musical
6 – Amigos de patas!
Brincando com uma cantiga (Palavras de brincar)
História em quadrinhos (HQ)
Tipos de balão em HQs
Palavras com C e Q
Palavras com Ç
Livro com histórias em quadrinhos da turma (Hora de produzir)
Letra de canção
Diminutivo e aumentativo
Consoantes e vogais em sílabas
Recriação de parte de letra de canção (Hora de produzir)
Conto (Abracadabra)
Letras Q, R, S e T (Tirando de letra)
Coleção de palavras (É jogo, é brincadeira)
Brincando com ditados populares (Palavras de brincar)
Folheto
Explorando diferentes tipos de letra
Palavras com RR e SS
Aviso: vacinação contra a raiva (Hora de produzir)
Notícia
Espaço entre as palavras
Palavras com CH, LH, NH
Jornal de notícias faladas da turma (Hora de produzir)
Poema visual (Abracadabra)
Letras U, V, W e X (Tirando de letra)
Caçadores de palavras (É jogo, é brincadeira)
7 – Mundo animal
Brincando com parlendas (Palavras de brincar)
Verbete
Sinônimos e antônimos
Palavras com GUE e GUI
Livro informativo com verbetes da turma (Hora de produzir)
Ficha informativa
A organização nas fichas informativas
Palavras que terminam com E e O
Vídeo informativo: bichos da água (Hora de produzir)
Cordel (Abracadabra)
Letras Y e Z (Tirando de letra)
Jogo da fauna brasileira (É jogo, é brincadeira)
8 – Histórias para lembrar e relembrar
Brincando com textos da tradição oral (Palavras de brincar)
Conto
Sinais de pontuação
Letra inicial maiúscula
Reescrita de final de conto (Hora de produzir)
Carta
Marcadores temporais
Explorando marcadores temporais
Carta para personagem (Hora de produzir)
Poema (Abracadabra)
Letras de A a Z (Tirando de letra)
Jogo acumulativo (É jogo, é brincadeira)
Habilidades da BNCC
EF15LP01; EF15LP02; EF15LP03; EF15LP04; EF15LP05; EF15LP06; EF15LP07; EF15LP08; EF15LP09; EF15LP10; EF15LP11; EF15LP12; EF15LP13; EF15LP14; EF15LP15; EF15LP16; EF15LP19; EF12LP01; EF12LP02; EF12LP03; EF12LP04; EF12LP05; EF12LP06; EF12LP07; EF12LP17; EF12LP18. EF12LP19; EF02LP01; EF02LP02; EF02LP03; EF02LP04; EF02LP05; EF02LP07; EF02LP08; EF02LP09; EF02LP11; EF02LP12; EF02LP14; EF02LP15; EF02LP17; EF02LP26; EF02LP27; EF02LP28.
EF15LP01; EF15LP02; EF15LP03; EF15LP04; EF15LP05; EF15LP06; EF15LP07; EF15LP08; EF15LP09; EF15LP10; EF15LP11; EF15LP12; EF15LP13; EF15LP15; EF15LP17; EF15LP18; EF12LP01; EF12LP02; EF12LP03; EF12LP04; EF12LP06; EF12LP07; EF12LP08; EF12LP10; EF12LP11; EF12LP13; EF12LP14; EF12LP17; EF12LP18; EF02LP01; EF02LP03; EF02LP04; EF02LP07; EF02LP08; EF02LP09; EF02LP12; EF02LP13; EF02LP14; EF02LP15; EF02LP17; EF02LP18; EF02LP19; EF02LP20; EF02LP21; EF02LP22; EF02LP23; EF02LP26; EF02LP29.
EF15LP01; EF15LP02; EF15LP03; EF15LP04; EF15LP05; EF15LP06; EF15LP07; EF15LP08; EF15LP09; EF15LP10; EF15LP11; EF15LP12; EF15LP13; EF15LP15; EF15LP18; EF15LP19; EF12LP01; EF12LP02; EF12LP03; EF12LP05; EF12LP06; EF12LP07; EF12LP17; EF12LP18; EF12LP19; EF02LP01; EF02LP03; EF02LP06; EF02LP07; EF02LP08; EF02LP09; EF02LP10; EF02LP11; EF02LP12; EF02LP13; EF02LP15; EF02LP16; EF02LP20; EF02LP21; EF02LP22; EF02LP23; EF02LP24; EF02LP25; EF02LP26.
EF15LP01; EF15LP02; EF15LP03; EF15LP05; EF15LP06; EF15LP07; EF15LP09; EF15LP10; EF15LP11; EF15LP12; EF15LP13; EF15LP15; EF15LP16; EF15LP18; EF15LP19; EF12LP01; EF12LP02; EF12LP03; EF12LP05; EF12LP07; EF12LP17; EF12LP18; EF12LP19; EF02LP01; EF02LP07; EF02LP08; EF02LP09; EF02LP12; EF02LP13; EF02LP14; EF02LP16; EF02LP17; EF02LP21; EF02LP26; EF02LP27; EF02LP28.
Temas contemporâneos transversais
Diversidade cultural. Educação para valorização do multiculturalismo nas matrizes históricas e culturais brasileiras.
Educação ambiental.
Educação para valorização do multiculturalismo nas matrizes históricas e culturais brasileiras. Processo de envelhecimento, respeito e valorização do idoso. Educação em direitos humanos.
Vida familiar e social.
SUGESTÕES DE CRONOGRAMAS
As propostas de cronogramas apresentadas a seguir têm como objetivo orientar a distribuição das unidades em planejamentos bimestrais, trimestrais e semestrais, respeitando a organização dos volumes anteriormente mencionada.
Cabe destacar que essas sugestões não contemplam outras atividades que possam surgir ao longo do ano letivo, como projetos, eventos escolares ou avaliações institucio-
Sugestão de planejamento bimestral
BimestreUnidades
1º bimestre
2º bimestre
3º bimestre
4º bimestre
Unidade 1
Unidade 2
Unidade 3
Unidade 4
Unidade 5
Unidade 6
Unidade 7
Unidade 8
nais, e que devem ser incorporadas ao planejamento de forma articulada.
Para elaborar essas sugestões, consideramos 200 dias letivos de aula, ou 40 semanas; no entanto, o cronograma deve ser ajustado conforme as especificidades de cada turma, levando em consideração o contexto, o ritmo de aprendizagem dos estudantes e o uso de diferentes recursos e estratégias pedagógicas, que vão além do livro didático.
Sugestão de planejamento trimestral
TrimestreUnidades
1º trimestre
Unidade 1
Unidade 2
Unidade 3 (p. 80-97)
2º trimestre
Unidade 3 (p. 98-121)
Unidade 4
Unidade 5
Unidade 6 (p. 190-201)
3º trimestre
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
COMENTADAS - LIVRO DO PROFESSOR
BORBA, Angela. Brincar é coisa de criança, e de adulto também! O valor da brincadeira na vida e nos espaços de Educação Infantil. In: BRASIL. Ministério da Educação. Educação Infantil: participação, autoria e aprendizagem. Brasília: MEC, 2012. p. 41-72.
Nesse texto, a autora discute a importância do brincar na infância, destacando o papel da brincadeira no desenvolvimento das crianças.
BRASIL. Ministério da Educação. Alfabetização contextualizada e reflexiva: percurso formativo para 1º e 2º anos: fascículo 1 do/a professor/. Teresina: Editora CEAD, 2025.
Coletânea do Programa Compromisso Nacional Criança Alfabetizada que apresenta textos para apoiar o trabalho docente nos 1º e 2º anos do Ensino Fundamental.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Versão final. Brasília: MEC, 2018. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.
Sugestão de planejamento semestral
SemestreUnidades
1º semestre
Unidade 1
Unidade 2
Unidade 3
Unidade 4
2º semestre
Unidade 5
Unidade 6
Unidade 7
Unidade 8
Unidade 6 (p. 202-221)
Unidade 7
Unidade 8
br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf. Acesso em: 14 ago. 2025. Documento que determina as competências gerais e específicas, as habilidades e as aprendizagens que os estudantes brasileiros da Educação Básica precisam desenvolver e colocar em prática ao longo de sua trajetória escolar.
BRASIL. Ministério da Educação. Compromisso Nacional Criança Alfabetizada: orientações para a formulação e implementação das estratégias de formação continuada no âmbito do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada. 2023. Disponível em: https://www.gov. br/mec/pt-br/crianca-alfabetizada/pdf/orientacoes_ formacao_continuada.pdf. Acesso em: 23 set. 2025. É um guia elaborado para orientar estados, municípios e a União no planejamento, organização e execução de políticas de formação continuada para profissionais da educação inseridos no Compromisso Nacional Criança Alfabetizada.
BRASIL. Ministério da Educação. Conscientização para o uso de celulares na escola: por que precisamos falar sobre isso? Brasília: MEC, 2025. Disponível em: https://www.gov.br/mec/pt-br/celula r-escola/guia-escolas.pdf. Acesso em: 9 ago. 2025.
Traz orientações práticas que ajudam o professor na implantação da Lei nº 15.100, que regulamenta o uso de dispositivos eletrônicos portáteis pelos estudantes nas escolas.
BRASIL. Ministério da Educação. Resolução nº 5, de 17 de dezembro de 2009. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_ docman&view=download&alias=2298 -rceb005-09&category_slug=dezembro-2009pdf&Itemid=30192. Acesso em: 23 set. 2025.
Resolução que estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil, definindo princípios, objetivos e fundamentos para a organização pedagógica desta etapa da Educação Básica.
BRASIL. Ministério da Educação. Temas contemporâneos transversais na BNCC: contexto histórico e pressupostos pedagógicos. Brasília: MEC, 2019. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec. gov.br/images/implementacao/contextualizacao_ temas_contemporaneos.pdf. Acesso em: 5 set. 2025.
Esse documento apresenta os temas contemporâneos transversais da BNCC e explica a importância de sua utilização no processo de ensino-aprendizagem.
CASTEDO, Mirta Luisa. Situações de leitura na alfabetização inicial: a continuidade na diversidade. In: SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Ler e escrever: guia de planejamento e orientações didáticas: professor alfabetizador: 1º ano. 4. ed. rev. atual. São Paulo: FDE, 2014. p. 313-323.
O texto trata da importância da diversidade de situações de leitura na alfabetização inicial e da importância de se manterem em processo de continuidade.
CORDEIRO, Claudia Talochinski; OLIVEIRA, Ivanete da Rosa Silva de (org.). Educação e políticas inclusivas: ressignificando a diversidade. Londrina: Syntagma Editores, 2020.
Nessa obra, as autoras discutem a inclusão de estudantes com deficiência na escola regular.
FERREIRO, Emilia. Alfabetização em processo. 21. ed. São Paulo: Cortez, 2015.
Nesse livro, a autora explica como o processo de alfabetização ocorre no cérebro dos estudantes e sua influência no desenvolvimento dos conhecimentos de outras áreas.
FERREIRO, Emilia. Reflexões sobre a alfabetização 18. ed. São Paulo: Cortez, 2011.
A obra apresenta as reflexões da autora sobre o processo de alfabetização com base em suas pesquisas a respeito da construção da escrita pelas crianças, deslocando a investigação do “como se ensina” para “o que se aprende”.
HAYDT, Regina Cazaux. Avaliação do processo ensino-aprendizagem. São Paulo: Ática, 2008.
Nesse livro, a autora explicita que a avaliação deve ser uma ação contínua, pois faz parte do processo de ensino-aprendizagem.
HOFFMANN, Jussara. Avaliar para promover: as setas do caminho. Porto Alegre: Mediação, 2005. Aborda as relações entre uma concepção dialética de avaliação e os caminhos da aprendizagem.
JOIA, Michele. A inclusão de crianças na escola: o papel do educador diante das dificuldades de aprendizagem. 2. ed. Rio de Janeiro: Wak, 2023.
Nesse livro, a autora fornece dicas sobre a inclusão na escola com base em conhecimentos que ela construiu com base em sua experiência em sala de aula.
SILVA, Thaïs Cristófaro. Fonética e fonologia do português: roteiro de estudos e guia de exercícios. 7. ed. São Paulo: Contexto, 2003.
A obra é um guia didático sobre fonética e fonologia do português, apresentando teoria e exercícios práticos.
SOARES, Magda Becker. Alfaletrar: toda criança pode aprender a ler e a escrever. São Paulo: Contexto, 2020.
A autora defende que toda criança pode aprender a ler e a escrever. Ao longo dos capítulos, ela expõe um projeto de alfabetização e letramento bem-sucedido.
WEISZ, Telma. O diálogo entre o ensino e a aprendizagem. São Paulo: Ática, 2009.
A obra articula pesquisa, experiência e reflexão crítica e questiona qual é a responsabilidade da escola e do professor na mediação entre o sujeito que aprende e a cultura escrita.
ZEN, Giovana Cristina; MOLINARI, María Claudia; NASCIMENTO, Aline Carvalho. As práticas cotidianas de leitura e escrita na escola como um direito da infância. Práxis Educacional, Vitória da Conquista, v. 16, n. 41, p. 255-277, 2020. Disponível em: https:// www.memoria.fahce.unlp.edu.ar/art_revistas/pr.11971/ pr.11971.pdf. Acesso em: 24 set. 2025.
O artigo defende a alfabetização como um direito da infância. Trata das interfaces entre infância, cultura e escrita.
ZEN, Giovana Cristina; MOLINARI, Maria Claudia; SOTO, Arizbeth. A construção da escrita no português brasileiro a partir da perspectiva psicogenética construtivista. Revista Práxis Educacional, Vitória da Conquista, v. 20, n. 51, e14871, 2024. Disponível em: https://doi.org/10.22481/praxisedu.v20i51.14871. Acesso em: 4 ago. 2025.
O artigo apresenta os resultados de um estudo com o objetivo de identificar aspectos específicos do português brasileiro no processo de construção da escrita por crianças brasileiras.