Plantar_LinguaPortuguesa_Volume 1

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Língua Portuguesa

Anos Iniciais do Ensino Fundamental

Juliana Valverde

Viviane Anselmo

Componente curricular: Língua Portuguesa

Língua Portuguesa

Juliana de Almeida Valverde

Anos Iniciais do Ensino Fundamental

Mestra em Literatura e Crítica Literária pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).

Especialista em Formação de Escritores e Especialistas em Produção de Textos Literários, na área de Educação, pelo Instituto Superior de Educação Vera Cruz (SP).

Licenciada em Letras pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).

Professora e pesquisadora em processos de criação. Editora e produtora de conteúdos didáticos.

Autora de livros didáticos de Língua Portuguesa e de livros literários.

Viviane Soares Anselmo

Mestra em Educação pela Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (FEUSP-SP).

Licenciada em Pedagogia pela Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (FEUSP-SP).

Trabalhou como professora em instituições de Educação Infantil e Ensino Fundamental.

Coordena projetos de formação continuada de professores e gestores da rede pública de ensino em todo o Brasil.

Professora no Ensino Superior, no curso de Pedagogia.

Pesquisadora da temática do brincar e das infâncias, com a publicação de diversos artigos na área.

Autora de livros didáticos de Língua Portuguesa e autora e coordenadora de materiais e percursos formativos voltados para professores e gestores escolares.

Componente curricular:

Língua Portuguesa

1ª edição

Londrina, 2025

Copyright © Editora Novo Rumo, 2025

Edição Raquel Teixeira Otsuka

Assistência editorial Ana Luiza Zambaldi, Joyce Graciele Freitas

Colaboração técnico-pedagógica Ana Larissa Gonçalves Andrade, Flaviana Ferreira de Souza

Preparação e revisão Moisés Manzano da Silva (coord.)

Gerência de produção editorial Camila Rumiko Minaki Hoshi

Supervisão de produção editorial Priscilla de Freitas Cornelsen Rosa

Assistência de produção editorial Lorena França Fernandes Pelisson

Coordenação de produção de arte Tamires Rose Azevedo

Edição de arte Tatiane Galheiro

Projeto gráfico e design Dayane Barbieri, Keithy Mostachi, Laís Garbelini

Projeto de capa Marcela Pialarissi

Ilustrações de capa Marilia Goldschmidt

Coordenação de diagramação Adenilda Alves de França Pucca - Nil

Diagramação JSDesign, Leda Cristina Silva Teodorico

Autorização de recursos João Henrique Pedrão Feliciano

Iconografia Alessandra Roberta Arias, Vinícius Costa (trat. imagens)

Objetos digitais

Gerência de produção Erick Lopes de Almeida

Roteiros Meire de F. dos Santos Sebastião

Edição de imagens Rogério Casagrande

Desenvolvimento Ohanna Schmitt Bolfe, Tatiana Tissa Kawakami

Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)

Valverde, Juliana de Almeida Plantar língua portuguesa : 1º ano : anos iniciais do ensino fundamental Juliana de Almeida Valverde, Viviane Soares Anselmo. -- 1. ed. -Londrina, PR : Editora Novo Rumo, 2025. Componente curricular: Língua portuguesa.

ISBN 978-65-5158-002-4(livro do estudante)

ISBN 978-65-5158-008-6(livro do professor)

ISBN 978-65-5158-014-7(livro do estudante HTML5)

ISBN 978-65-5158-001-7(livro do professor HTML5) /

1. Língua portuguesa (Ensino fundamental) I. Anselmo, Viviane Soares II. Título. III. Série.

25-299027.0

CDD-372.6

Índices para catálogo sistemático:

1. Língua portuguesa : Ensino fundamental 372.6

Eliete Marques da Silva - Bibliotecária - CRB-8/9380

Reprodução proibida: Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998. Todos os direitos reservados à EDITORA NOVO RUMO.

Avenida Doutor Adhemar Pereira de Barros, 1500, sala 804 - Bela Suíça - Londrina-PR CEP 86047-250 - Tel. (43) 3367-2030 contato@editoranovorumo.com.br

Em respeito ao meio ambiente, as folhas deste livro foram produzidas com fibras obtidas de árvores de florestas plantadas, com origem certificada.

Impresso no Parque Gráfico da Editora FTD CNPJ 61.186.490/0016-33

Avenida Antonio Bardella, 300 Guarulhos-SP – CEP 07220-020 Tel. (11) 3545-8600 e Fax (11) 2412-5375

APRESENTAÇÃO

Acreditamos que o aprendizado em Língua Portuguesa é essencial para que os estudantes se tornem cidadãos ativos e capazes de pensar de forma autônoma e crítica. Esta coleção foi cuidadosamente pensada para ser uma parceira nessa missão, proporcionando uma abordagem integrada e relevante.

Ao longo de cada unidade, o conteúdo se conecta diretamente com a realidade dos estudantes, valorizando o que eles já sabem e incentivando a construção de novos conhecimentos. Nessa dinâmica, o professor não é apenas um detentor do saber, mas um guia e um mediador, orientando os estudantes a serem os protagonistas de sua aprendizagem.

Para apoiar essa jornada, apresentamos este Livro do Professor. Na primeira parte dele, você encontra informações sobre a estrutura da coleção e a Reprodução do Livro do Estudante com as orientações ao professor nas laterais e nos rodapés das páginas reproduzidas, com comentários práticos para auxiliar no dia a dia em sala de aula, como orientações sobre os conteúdos das unidades, atividades extras, momentos sugeridos de avaliação, entre outros subsídios. Na segunda parte, apresentamos o Manual do Professor, onde você encontra desde a estrutura da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e fundamentos teórico-metodológicos da coleção até recursos práticos, como estratégias de avaliação diversificadas, modelos de planejamento de rotina e de sequência didática, quadro de distribuição dos conteúdos e sugestões de cronogramas que contribuem para o desenvolvimento docente.

É importante ressaltar que as sugestões podem ser adequadas de acordo com a realidade da turma e da escola. Esperamos que seja uma ferramenta útil e enriquecedora nos processos de ensino e aprendizagem, possibilitando a formação de cidadãos críticos e participativos na sociedade.

Desejamos a você um ótimo ano letivo!

SUMÁRIO

AS COMPETÊNCIAS GERAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA ........................................................................IX

AS COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS...........................IX

PRÁTICAS DE LINGUAGEM, OBJETOS DE CONHECIMENTO E HABILIDADES .....................IX

OS TEMAS CONTEMPORÂNEOS TRANSVERSAIS .........................................................IX

INTEGRAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES CURRICULARES .................................................... X

...........................................................

A AVALIAÇÃO NO CONTEXTO DA ALFABETIZAÇÃO .................................................XI O PAPEL DO PROFESSOR E A PRÁTICA DOCENTE ........................................................... XVI A PRÁTICA DOCENTE NA ALFABETIZAÇÃO ....... XVI

A PRÁTICA PEDAGÓGICA EM AÇÃO .................. XVIII

O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA ........... XXII

FUNDAMENTOS TEÓRICO-METODOLÓGICOS NO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA ..................... XXII

QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DOS CONTEÚDOS ...........................................XXIX SUGESTÕES DE CRONOGRAMAS ................ XXXI

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMENTADAS – LIVRO DO PROFESSOR .............................. XXXI

MANUAL DO PROFESSOR

CONHEÇA A COLEÇÃO

Esta coleção é composta de dois volumes destinados aos estudantes e professores dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental. Cada volume é organizado em 8 unidades que, por sua vez, são sempre ancoradas nos campos de atuação definidos na Base Nacional Comum Curricular (BNCC) para os Anos Iniciais do Ensino Fundamental (Campo da vida cotidiana; Campo artístico-literário; Campo das práticas de estudo e pesquisa; e Campo da vida pública) e exploram as práticas de linguagens, os gêneros discursivos, os objetos de conhecimento e as habilidades a eles associados. Além disso, durante o desenvolvimento dos conteúdos, a coleção aborda os temas contemporâneos transversais, contribuindo para a formação de cidadãos críticos e atuantes na sociedade.

No volume de 1º ano, além da ancoragem nos campos de atuação referenciados, há também um diálogo com os diferentes campos de experiência propostos pela BNCC para a Educação Infantil. Tal articulação demonstra um cuidado com o momento de chegada ao Ensino Fundamental, para que algumas especificidades sejam consideradas, permitindo que a transição aconteça de forma equilibrada. Pensando nisso, além da referência aos campos de atuação, cada unidade do 1º ano dialoga também com um dos campos de experiências (O eu, o outro e o nós; Corpo, gestos e movimentos; Traços, sons, cores e formas; Escuta, fala, pensamento e imaginação; Espaços, tempos, quantidades, relações e transformações). O objetivo é que as situações didáticas vividas no 1º ano possam dar continuidade aos modos de aprender e investigar o mundo dessa etapa anterior, em um equilíbrio com as novas formas de organizar o conhecimento que serão apresentadas aos estudantes e que seguirão sendo vividas e aprofundadas nos anos seguintes.

É importante ressaltar a escolha pelo uso exclusivo da letra maiúscula de imprensa — chamada de letra bastão na obra — nos textos didáticos dos Livros do Estudante ao longo de todo o 1º ano e início do 2º ano. Essa opção busca favorecer a leitura autônoma na alfabetização inicial, com base em um traçado regular, estável e mais presente no cotidiano das crianças.

Embora os diferentes tipos de letra, como a minúscula e a cursiva, sejam apresentados desde o 1º ano em atividades específicas de reconhecimento e comparação, os textos dos Livros do Estudante permanecem, até o início do 2º ano, escritos exclusivamente em letra bastão. A abordagem adotada visa, ao mesmo tempo, a oferecer uma referência estável e a promover a familiarização progressiva com as diferentes formas gráficas, preparando-os para o uso funcional de cada uma delas em etapas posteriores. A partir da unidade 3 do 2º ano, os estudantes passam a ter contato, no livro, com textos organizados em letra maiúscula e minúscula de imprensa, logo após fazerem um trabalho sistematizado com os diferentes tipos de letra. Tais escolhas encontram respaldo na orientação de estudiosos da área, como Maria de Fatima Russo, que destaca:

O uso da letra bastão (exemplo: ALEXANDRE) no início da alfabetização facilita a discriminação visual, possibilitando relações lógicas mais adequadas, além de apresentar traçado mais simples. No entanto, aconselha-se apresentar e usar outros tipos de letras, como a cursiva (Alexandre) e a de imprensa (Alexandre). [...] O uso de letras cursivas, por sua vez, requer cuidado com o traçado, para que sejam identificas com facilidade e, no caso de serem escritas pelos alunos, reproduzidas corretamente.

RUSSO, Maria de Fatima. Alfabetização: um processo em construção. São Paulo: Saraiva, 2015. p. 71. Vale destacar também que as atividades da coleção apresentam sugestões de práticas diversas com foco especialmente em alfabetização, a serem desenvolvidas individualmente, em pequenos e grandes grupos, com a turma toda e até envolvendo outros estudantes da escola, além de atividades pontuais para serem feitas com familiares e cuidadores. Todas essas proposições têm suas intencionalidades expressas e bem delimitadas nas orientações ao professor para cada volume e são apresentadas, nos Livros do Estudante, por meio de seções e boxes. Quanto às seções e boxes em que se estruturam os Livros do Estudante para expor o trabalho de forma organizada e progressiva, cabe mencionar que todos amplamente intentam contemplar os diferentes eixos de ensino para o componente curricular de Língua Portuguesa, a saber: leitura, produção de textos, oralidade, análise linguística e semiótica. Além disso, as atividades propostas integram aspectos fundamentais para a alfabetização, como o conhecimento do alfabeto e das letras do nome próprio, o treino da escrita manual com atenção à direção e ao traçado, a distinção entre grafismos e letras, o incentivo à escrita espontânea e ao diálogo entre pares, o uso de textos que ampliam o vocabulário e a cultura infantil, o trabalho com diferentes gêneros e suportes, entre outros, promovendo uma aprendizagem significativa e compatível com a faixa etária.

Além dos volumes impressos, a coleção apresenta a versão digital do Livro do Estudante e do Livro do Professor. Esses materiais digitais apresentam recursos acessíveis, favorecendo a utilização por todos os estudantes. Os livros digitais também apresentam alguns recursos, como infográficos clicáveis, que podem ser acessados, na versão digital, por meio do sumário e de ícones indicados nas páginas dos livros.

O LIVRO DO ESTUDANTE

A seguir, apresentamos a estrutura do Livro do Estudante, explicando as características das seções e de outros elementos que compõem a coleção.

VAMOS INICIAR

Essa seção, presente no início de cada volume, tem o

objetivo de avaliar os estudantes com relação aos conhecimentos esperados para o começo do ano letivo, permitindo a você fazer uma avaliação diagnóstica da turma.

PÁGINAS

DE ABERTURA

Têm como objetivos marcar o início de cada unidade, despertar a atenção dos estudantes para o que será abordado e relacionar os conteúdos aos conhecimentos prévios e à sua realidade próxima. Apresenta imagens variadas, perguntas para serem discutidas oralmente e uma lista dos conteúdos que serão abordados ao longo do trabalho.

PALAVRAS DE BRINCAR

Propõe atividades lúdicas no início de cada unidade, funcionando como um momento de aquecimento para os estudos, por meio de jogos e brincadeiras que exploram aspectos fundamentais do processo de alfabetização. Apresenta o boxe Baú de textos, que valoriza a cultura popular por meio da ampliação do repertório de textos da tradição oral e do desenvolvimento da competência leitora em articulação com a cultura da escrita. O Abrindo o baú, que encerra o boxe, convida os estudantes a identificarem, entre três opções, uma palavra presente no texto lido, relacionando-a à imagem correspondente. Trabalha-se, assim, a correspondência palavra-objeto, por meio da articulação entre elementos visuais e verbais.

RODA DE LEITURA

Em cada unidade, essa seção propõe a leitura ou a escuta de dois textos principais de forma compartilhada ou independente, com progressão entre os volumes. A seleção contempla gêneros de todos os campos de atuação previstos pela BNCC, em linguagem verbal e não verbal, incluindo produções multissemióticas que ampliam as possibilidades de leitura e compreensão. Assumindo o texto como unidade central, a proposta integra leitura, oralidade e reflexão, considerando o contexto real de produção e circulação. A diversidade de gêneros promove o contato com diferentes elementos das culturas do escrito e incentiva a construção de sentidos em múltiplas linguagens, ao mesmo tempo que desenvolve compreensão, fluência e estratégias de leitura essenciais para o avanço na alfabetização. Dessa forma, contribui para formar leitores críticos, capazes de interpretar, oralizar e produzir textos variados com adequação aos mais diversos contextos socioculturais. Apresenta o boxe Antes de ler, com perguntas orais incentivando a conversa e o levantamento de pressuposições antecipadoras de sentido. A subseção Papo de leitor, a qual propõe questões que exploram sentidos, contexto e organização formal do gênero em foco. As atividades favorecem o reconhecimento do contexto de produção, a localização e recuperação de informações explícitas, a inferência de dados implícitos, a análise e relação de partes do texto, a articulação de elementos multissemióticos e a identificação de composição, linguagem, finalidade e tema, promovendo a compreensão global e o desenvolvimento de múltiplas estratégias, procedimentos e habilidades de leitura. O boxe Agora que já lemos encerra o trabalho propondo questões de compreensão global e de extrapolação do texto para a vida cotidiana.

É LÍNGUA, É LINGUAGEM

Nessa seção, desenvolvem-se habilidades do eixo

Análise linguística/semiótica da BNCC, que abrange conhecimentos sobre o sistema de escrita, o funcionamento da língua, a percepção de regularidades e o reconhecimento de

usos convencionais, além de aspectos textuais, discursivos e de outras semioses. As propostas, organizadas de forma progressiva, têm foco na alfabetização inicial, articulando a apropriação do sistema de escrita à compreensão leitora.

JANELAS PARA A ESCRITA

Essa seção reúne atividades de escrita e/ou leitura que ampliam a reflexão sobre o sistema de escrita alfabético e possibilitam investigar diferentes aspectos das culturas do escrito, considerando suas especificidades e usos sociais. O objetivo é favorecer o avanço no processo de alfabetização por meio de propostas de aprofundamento, retomada ou situações-problema que incentivem trocas, análises e reflexões sobre a língua. Em uma das ocorrências seção na unidade, apresenta o boxe Praticar em casa, cujo objetivo é incentivar o envolvimento de familiares e responsáveis nos estudos. O estudante é convidado a realizar a atividade com um familiar e, posteriormente, compartilhar com a turma os resultados das pesquisas, descobertas e discussões em casa, fortalecendo vínculos, valorizando saberes e ampliando o repertório coletivo.

SABERES EM FOCO

Essa seção apresenta, regularmente, dois exercícios de diagnóstico de aprendizagem — um para leitura e outro para escrita —, sempre pautados nos conteúdos essenciais para a alfabetização. Trata-se de um trabalho formativo, intencional e contínuo de acompanhamento das aprendizagens, que combina a avaliação do professor com a autoavaliação dos estudantes. Ao final de cada diagnóstico, há uma ficha de autoavaliação para que cada estudante reflita sobre seus avanços e desafios em leitura e escrita, identificando o que já domina e o que precisa aprimorar. Esse processo favorece a construção conjunta de estratégias para avançar.

HORA DE PRODUZIR

Seção dedicada a produções escritas e orais, compartilhadas ou autônomas, sempre relacionadas ao campo de atuação em foco na unidade. As propostas favorecem a reflexão e a apropriação das condições de produção de textos de diferentes gêneros, garantindo espaço para a escrita espontânea, para a escrita por meio do professor e para o exercício da troca de ideias entre os estudantes, em ambiente seguro para discutir os processos de criação e o produto entregue. No 1º ano, aparece uma vez por unidade, com propostas que, em progressão, transitam de trabalhos mais mediados pelo professor para produções em pequenos grupos ou individuais, resultando em um produto final a ser compartilhado em contextos significativos, oralmente ou por escrito. No 2º ano, ocorre duas vezes por unidade, com diversidade de gêneros e foco na produção de textos progressivamente mais extensos e adequados à faixa etária, contemplando tanto a escrita quanto a oralidade. A metodologia acompanha todo o processo: define o que produzir, para quem e como circular; orienta planejamento, escrita, revisão e compartilhamento; e propõe avaliação do produto e do processo. Produções coletivas, em dupla ou em grupo valorizam a colaboração, a interlocução respeitosa e o engajamento de todos. A avaliação final integra a avaliação formativa do professor, permitindo acompanhar percursos da alfabetização, orientar intervenções, reconhecer conquistas e incentivar avanços. Apresenta, ainda, o boxe Papo digital, que convida a produções ou pesquisas digitais, explorando o potencial

comunicativo das tecnologias para ampliar a circulação e facilitar o acesso aos trabalhos.

ABRACADABRA

Seção voltada à formação do leitor artístico-literário, objetiva valorizar textos artísticos e manifestações culturais, especialmente do campo artístico-literário, oferecendo experiências de fruição estética com textos verbais, não verbais e multissemióticos, a observação de recursos linguísticos e paralinguísticos que ampliam sentidos, o contato com textos não referenciais, a ampliação de referências artísticas e o compartilhamento de leituras. Também promove leitura expressiva e criação de textos artísticos, além de possibilitar reflexões interartes.

TIRANDO DE LETRA

Seção dedicada ao treino motor e ao conhecimento das letras do alfabeto, contemplando progressivamente os quatro tipos — maiúsculas e minúsculas, em imprensa e cursiva. A apresentação de cada letra é acompanhada da ordem e direção do traço contínuo, com atividades de leitura e escrita que favorecem a coordenação psicomotora fina. No 1º ano, o foco está na letra bastão. A subseção Letra na mão convida os estudantes a formarem a letra com materiais concretos e em Libras, de acordo com a imagem e a modelagem do professor, incentivando a percepção tátil, visual e motora, bem como a inclusão. Em Hora do traçado, há oportunidades do treino motor da letra em foco, em pontilhado e em mão livre. No 2º ano, o foco passa para a cursiva, maiúscula e minúscula, com apresentação em textos autênticos que destacam palavras com as letras estudadas. A subseção Lupa na letra incentiva a identificação da letra no texto de leitura, enquanto a Hora do traçado propõe seu treino em cursiva, também oportunizando o traçado em pontilhado e em mão livre. Em ambos os anos, as atividades são organizadas de modo a garantir a transição gradual entre os tipos de letra, associando práticas de leitura e escrita ao desenvolvimento motor e ao reconhecimento visual das formas gráficas.

LIGADO NAS LETRAS

No 1º ano, essa seção propõe atividades progressivas para que os estudantes estabeleçam correspondências entre letras escritas em diferentes tipos e aquelas estudadas no Tirando de letra da unidade. Inclui também propostas para experimentar, em pauta caligráfica, o traçado em cursiva minúscula e maiúscula das letras apresentadas em bastão, despertando, de forma lúdica, a atenção para o tipo de letra que será aprofundado no 2º ano.

LIGADO NAS PALAVRAS

No 2º ano, essa seção amplia o foco, propondo atividades para que os estudantes estabeleçam correspondências entre palavras escritas em diferentes tipos de letra e aquelas com iniciais estudadas no Tirando de letra da unidade. Também inclui exercícios de traçado em pontilhado em cursiva minúscula, reforçando a apropriação desse tipo de escrita.

AGORA NA PAUTA

Ao final de cada unidade, nos dois volumes, essa página em pauta caligráfica é dedicada ao treino das letras manuscritas estudadas, com exercícios de traçado em pontilhado e em mão livre.

É JOGO, É BRINCADEIRA

Propõe atividades lúdicas que retomam e sistematizam conteúdos centrais trabalhados, marcando o encerramento do percurso de aprendizagem de forma prazerosa. Os jogos e brincadeiras favorecem o desenvolvimento na alfabetização inicial, incentivam o encantamento e reforçam a percepção de tempo, a constituição do grupo e o sentimento de pertencimento ao coletivo.

VAMOS AVALIAR O APRENDIZADO

Seção que propicia um momento de autoavaliação e reflexão sobre o percurso de estudos realizado, favorecendo que o estudante reconheça avanços e identifique aspectos a desenvolver. Também funciona como instrumento da avaliação formativa, permitindo a você mapear necessidades e potencialidades, de forma individual e coletiva, e planejar intervenções a partir de um olhar atento e personalizado.

SAIBA MAIS

Apresenta sugestões de recursos extras, como livros, filmes e sites. Cada sugestão é acompanhada por uma breve sinopse.

VOCABULÁRIO

Apresenta o significado de termos que os estudantes podem desconhecer e que são importantes para a compreensão do texto.

COLETIVAMENTE

Explora os temas contemporâneos transversais, contribuindo para a formação cidadã dos estudantes por meio de reflexões e propostas de resoluções de problemas, de modo que eles sejam atuantes na sociedade em que vivem. É subdividida em Conhecendo o problema, Organizando as ideias e Buscando soluções para que, assim, os estudantes tenham contato com uma situação-problema, reflitam sobre ela e busquem uma solução prática. O tema contemporâneo transversal desenvolvido é identificado nas orientações ao professor

VAMOS CONCLUIR

Presente no final de cada volume, essa seção contém atividades cujo objetivo é sugerir uma avaliação somativa, de modo que você possa avaliar os estudantes quanto aos conhecimentos adquiridos durante o processo de ensino no ano letivo.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

COMENTADAS

Presente ao final do livro, apresenta referências comentadas de livros, artigos e sites que foram consultadas na elaboração do Livro do Estudante

DICA

Apresenta dicas variadas que contribuem para o aprendizado dos estudantes.

QUEM PRODUZIU?

Apresenta informações sobre quem produziu o texto ou sobre o veículo de comunicação onde ele foi veiculado.

ÍCONE DE RESPOSTA ORAL

Indica que os estudantes devem responder à atividade oralmente.

OBJETO DIGITAL

Indica que há Objeto Educacional Digital relacionado aos temas que estão sendo trabalhados e que pode ser acessado na versão digital do livro.

O LIVRO DO PROFESSOR

Este Livro do Professor é organizado em duas partes. Esta primeira parte apresenta a estrutura da coleção e a Reprodução do Livro do Estudante, que se refere à reprodução das páginas do Livro do Estudante em tamanho reduzido, com respostas e possíveis comentários para você. Nas laterais e nos rodapés dessas páginas, as orientações ao professor propõem comentários, sugestões de condução para as atividades e respostas de algumas atividades que não foram apresentadas na reprodução da página do Livro do Estudante. Essas orientações colaboram para a prática docente e seu dia a dia em sala de aula e foram elaboradas de modo a explicitar os procedimentos das aulas de forma prática e ao mesmo tempo detalhada, oferecendo suporte à prática docente.

A segunda parte, apresentada após a Reprodução do Livro do Estudante, é intitulada Manual do Professor. Ela apresenta a estrutura da BNCC, a fundamentação teórico-metodológica da coleção e aborda diversos assuntos que contribuem para o desenvolvimento docente e para o dia a dia em sala de aula. Além disso, apresenta um quadro de distribuição dos conteúdos com as habilidades da BNCC que estão sendo desenvolvidas em cada unidade e sugestões de cronogramas bimestrais, trimestrais e semestrais. Ao final dessa parte, são apresentadas as referências bibliográficas comentadas utilizadas como consulta para a produção das orientações ao professor e do Manual do Professor.

Observe a seguir como as orientações ao professor, que constam na primeira parte deste Livro do Professor, estão estruturadas.

INTRODUÇÃO

E JUSTIFICATIVA

Apresenta e justifica a proposta da unidade, explicitando a temática, o campo de atuação da BNCC contemplado, bem como sua relação com o campo de experiência da Educação Infantil, os principais conteúdos e a articulação da unidade com os temas contemporâneos transversais da BNCC.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

Apresenta as expectativas de aprendizagem de cada unidade, além do que os estudantes devem estar habilitados a realizar ou saber ao final da unidade em questão.

MAPEANDO CONHECIMENTOS

Apresenta propostas de avaliação diagnóstica no início de cada unidade, para monitorar e avaliar a alfabetização da turma.

BNCC

Apresenta habilidades da BNCC que estão sendo desenvolvidos em cada conteúdo, destacando as relações entre elas e o conteúdo.

SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL

Fornece dicas para que você possa iniciar as aulas, abordar alguns conteúdos ou realizar uma avaliação diagnóstica de maneira diferente da que foi apresentada no Livro do Estudante

RESPOSTAS E ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS / ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS

Apresenta as sugestões de respostas de algumas atividades e questões indicadas no Livro do Estudante, além de comentários e explicações de caráter prático referentes às atividades.

ATIVIDADE EXTRA

Apresenta sugestões de atividades complementares que contribuem para diversificar as estratégias de aprendizagem.

ATIVIDADE EXTRA: JOGO

Apresenta sugestões de jogos que contribuem para diversificar as estratégias de aprendizagem, tendo como objetivo principal a apropriação do sistema de escrita.

AVALIANDO

Propõe avaliações formativas para que você possa acompanhar a aprendizagem dos estudantes em diferentes momentos, possibilitando, se for o caso, intervenções no ensino. Para facilitar a avaliação, esse boxe apresenta os objetivos das atividades e as sugestões de intervenção, com foco na recuperação da aprendizagem.

SONS E LETRA

Apresenta curiosidades formativas relacionadas à consciência fonêmica, oferecendo orientações sobre a relação grafema-fonema. Inclui explicações sobre os diferentes sons que uma mesma letra pode representar e sobre as variações de pronúncia quando a letra corresponde a um único som. Essas informações apoiam intervenções voltadas a estudantes que estejam formulando hipóteses no nível da letra.

LÁPIS NA MÃO

Apresenta instruções sobre a pega tripoide do lápis, sobre a posição do papel para uma pega razoavelmente confortável, além de orientações que visam desenvolver a competência da escrita fluida e legível.

ARTICULANDO CONHECIMENTOS

Destaca momentos em que é possível estabelecer relações entre componentes curriculares de diferentes áreas do conhecimento, além de orientações práticas sobre como realizar as articulações entre os conteúdos.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

Fornece sugestões de referências complementares para a prática docente, contribuindo para sua formação.

PRATICAR EM CASA

Apresenta comentários específicos sobre o boxe

Praticar em casa do Livro do Estudante

ANTES DE LER

Apresenta comentários específicos sobre o boxe

Antes de ler do Livro do Estudante

AGORA QUE JÁ LEMOS

Apresenta comentários específicos sobre o boxe

Agora que já lemos do Livro do Estudante

PAPO DIGITAL

Apresenta comentários específicos sobre o boxe Papo digital do Livro do Estudante

SAIBA MAIS

Apresenta comentários específicos sobre o boxe

Saiba mais do Livro do Estudante

COLETIVAMENTE

Nas orientações ao professor da seção Coletivamente, apresentamos os objetivos pedagógicos e as orientações sobre como desenvolver os conteúdos e as atividades da seção com os estudantes.

LIVRO DO ESTUDANTE

Língua Portuguesa

Juliana de Almeida Valverde

Anos Iniciais do Ensino Fundamental

Mestra em Literatura e Crítica Literária pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Especialista em Formação de Escritores e Especialistas em Produção de Textos Literários, na área de Educação, pelo Instituto Superior de Educação Vera Cruz (SP).

Licenciada em Letras pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Professora e pesquisadora em processos de criação. Editora e produtora de conteúdos didáticos. Autora de livros didáticos de Língua Portuguesa e de livros literários.

Viviane Soares Anselmo

Mestra em Educação pela Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (FEUSP-SP).

Licenciada em Pedagogia pela Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (FEUSP-SP). Trabalhou como professora em instituições de Educação Infantil e Ensino Fundamental. Coordena projetos de formação continuada de professores e gestores da rede pública de ensino em todo o Brasil. Professora no Ensino Superior, no curso de Pedagogia.

Pesquisadora da temática do brincar e das infâncias, com a publicação de diversos artigos na área. Autora de livros didáticos de Língua Portuguesa e autora e coordenadora de materiais e percursos formativos voltados para professores e gestores escolares.

Componente curricular: Língua Portuguesa

1ª edição Londrina, 2025

11/09/2025 12:30:35

do Livro do Estudante

Esta parte do Livro do Professor contém a Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido, com respostas das atividades e possíveis comentários para você. Além disso, nas laterais e rodapés há as orientações ao professor que servem como um guia para a prática pedagógica apresentando sugestões sobre como trabalhar as atividades, além de apresentar as respostas que não foram incluídas na reprodução das páginas. Para deixar mais evidente o sentido de leitura, em algumas páginas utilizamos as indicações e .

Copyright © Editora Novo Rumo, 2025

Edição Raquel Teixeira Otsuka

Assistência editorial Ana Luiza Zambaldi, Joyce Graciele Freitas

Colaboração técnico-pedagógica Ana Larissa Gonçalves Andrade, Flaviana Ferreira de Souza

Preparação e revisão Moisés Manzano da Silva (coord.)

Gerência de produção editorial Camila Rumiko Minaki Hoshi

Supervisão de produção editorial Priscilla de Freitas Cornelsen Rosa

Assistência de produção editorial Lorena França Fernandes Pelisson

Coordenação de produção de arte Tamires Rose Azevedo

Edição de arte Tatiane Galheiro

Projeto gráfico e design Dayane Barbieri, Keithy Mostachi, Laís Garbelini

Projeto de capa Marcela Pialarissi

Ilustrações de capa Marilia Goldschmidt

Coordenação de diagramação Adenilda Alves de França Pucca - Nil

Diagramação JSDesign, Leda Cristina Silva Teodorico

Autorização de recursos João Henrique Pedrão Feliciano

Iconografia Alessandra Roberta Arias, Vinícius Costa (trat. imagens)

Objetos digitais

Gerência de produção Erick Lopes de Almeida

Roteiros Meire de F. dos Santos Sebastião

Edição de imagens Rogério Casagrande

Desenvolvimento Ohanna Schmitt Bolfe, Tatiana Tissa Kawakami

Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)

Valverde, Juliana de Almeida Plantar língua portuguesa : 1º ano : anos iniciais do ensino fundamental Juliana de Almeida Valverde, Viviane Soares Anselmo. -- 1. ed. -Londrina, PR : Editora Novo Rumo, 2025. Componente curricular: Língua portuguesa.

ISBN 978-65-5158-002-4(livro do estudante)

ISBN 978-65-5158-008-6(livro do professor)

ISBN 978-65-5158-014-7(livro do estudante HTML5)

ISBN 978-65-5158-001-7(livro do professor HTML5) /

1. Língua portuguesa (Ensino fundamental) I. Anselmo, Viviane Soares II. Título. III. Série.

CDD-372.6

25-299027.0

Índices para catálogo sistemático:

1. Língua portuguesa : Ensino fundamental 372.6

Eliete Marques da Silva - Bibliotecária - CRB-8/9380

Reprodução proibida: Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998. Todos os direitos reservados à EDITORA NOVO RUMO.

Avenida Doutor Adhemar Pereira de Barros, 1500, sala 804 - Bela Suíça - Londrina-PR CEP 86047-250 - Tel. (43) 3367-2030 contato@editoranovorumo.com.br

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10:05:16

APRESENTAÇÃO

CARO ESTUDANTE,

ESTE É O VOLUME 1 DO SEU LIVRO DE LÍNGUA PORTUGUESA, QUE VAI ACOMPANHAR VOCÊ DURANTE TODO O 1º ANO.

COM ELE, VOCÊ VAI JOGAR, LER, ESCREVER, CANTAR E BRINCAR COM DIFERENTES TEXTOS. NOSSA VONTADE É QUE VOCÊ APRENDA MUITO E SE DIVIRTA A CADA PÁGINA!

AO FINAL DO PERCURSO, ESPERAMOS QUE VOCÊ TENHA BOAS LEMBRANÇAS E VÁRIOS CONHECIMENTOS PARA COMPARTILHAR!

UM ABRAÇO,

CONHEÇA SEU LIVRO

A SEGUIR, VAMOS MOSTRAR COMO O SEU LIVRO ESTÁ ORGANIZADO E DE QUE JEITO ELE VAI AJUDAR VOCÊ A APRENDER E ESTUDAR MELHOR.

AS AUTORAS.

BEM-VINDO AO 1º ANO! VOCÊ CRESCEU, APRENDEU BASTANTE E JÁ ESTÁ PRONTO PARA UMA NOVA FASE CHEIA DE DESCOBERTAS. NESTA ETAPA, VAI CONHECER MUITAS PESSOAS E AMPLIAR SEUS CONHECIMENTOS. QUE TAL PARTICIPAR DE UMA RODA DE APRESENTAÇÃO PARA CONTAR UM POUCO SOBRE VOCÊ E CONHECER A SUA TURMA? PREENCHA A FICHA DE APRESENTAÇÃO A SEGUIR COM SUAS PREFERÊNCIAS E LOGO ESTARÁ PRONTO PARA DIZER: “MUITO PRAZER”! VAMOS INICIAR

FICHA DE APRESENTAÇÃO

ABERTURA DE UNIDADE AO OBSERVAR UMA IMAGEM E RESPONDER PERGUNTAS SOBRE ELA, VOCÊ VAI INICIAR UMA CONVERSA A RESPEITO DO QUE SERÁ ESTUDADO NA UNIDADE.

CRACHÁ DE MESA (HORA DE PRODUZIR); POEMA (ABRACADABRA); LETRA DE CANÇÃO; ALFABETO E ORDEM ALFABÉTICA; LETRAS DO NOME; (TIRANDO DE LETRA); JOGO DOS NOMES (É JOGO, É BRINCADEIRA).

VAMOS INICIAR VOCÊ VAI RELEMBRAR O QUE JÁ SABE E SE PREPARAR PARA UM ANO DE MUITO APRENDIZADO.

1. COMO VOCÊ SE CHAMA? ESCREVA SEU NOME NO ESPAÇO A SEGUIR.

2. QUAL É A DATA DO SEU ANIVERSÁRIO? A ) PINTE O DIA 01

SINAL VERDE!

B ) PINTE O MÊS JANEIRO MAIO SETEMBRO FEVEREIRO JUNHO OUTUBRO MARÇO JULHO NOVEMBRO ABRIL AGOSTO DEZEMBRO

PALAVRAS DE BRINCAR EZEQUIEL

IMAGINE SE UMA RUA TIVESSE UMA FAIXA PINTADA DE VERMELHO E VOCÊ SÓ PUDESSE ATRAVESSAR SE CONSEGUISSE RESOLVER UM DESAFIO. COMO SERIA? VAMOS BRINCAR DE ATRAVESSAR A FAIXA VERMELHA?

PALAVRAS DE BRINCAR UMA BRINCADEIRA COM PALAVRAS MARCA O COMEÇO DOS ESTUDOS. NO BAÚ DE TEXTOS VOCÊ VAI BRINCAR COM TEXTOS DA TRADIÇÃO ORAL.

FAIXA VERMELHA

1. O PROFESSOR VAI ORGANIZAR A TURMA EM PEQUENOS GRUPOS. DEPOIS, SORTEARÁ OS GRUPOS PARA FAZER A TRAVESSIA.

2. PERMANEÇA COM O SEU GRUPO NO LUGAR EM QUE O PROFESSOR INDICAR. JUNTOS, ESPEREM A VEZ DE CUMPRIR OS DESAFIOS QUE ELE LANÇAR: SÓ ASSIM VOCÊS PODERÃO ATRAVESSAR A RUA PELA FAIXA VERMELHA.

3. AO SINAL DO PROFESSOR, O PRIMEIRO GRUPO INICIA AS FALAS DA BRINCADEIRA:

08/10/2025 10:52:51 3 08/10/2025 11:34:28

A seguir, apresentamos as habilidades de Língua Portuguesa da BNCC referentes ao 1º ano do Ensino Fundamental. Elas podem ser consultadas sempre que necessário, para nortear os planejamentos de aula ou para esclarecer dúvidas a respeito das habilidades desenvolvidas em cada unidade.

(EF15LP01) Identificar a função social de textos que circulam em campos da vida social dos quais participa cotidianamente (a casa, a rua, a comunidade, a escola) e nas mídias impressa, de massa e digital, reconhecendo para que foram produzidos, onde circulam, quem os produziu e a quem se destinam.

(EF15LP02) Estabelecer expectativas em relação ao texto que vai ler (pressuposições antecipadoras dos sentidos, da forma e da função social do texto), apoiando-se em seus conhecimentos prévios sobre as condições de produção e recepção desse texto, o gênero, o suporte e o universo temático, bem como sobre saliências textuais, recursos gráficos, imagens, dados da própria obra (índice, prefácio etc.), confirmando antecipações e inferências realizadas antes e durante a leitura de textos, checando a adequação das hipóteses realizadas.

(EF15LP03) Localizar informações explícitas em textos.

(EF15LP04) Identificar o efeito de sentido produzido pelo uso de recursos expressivos gráfico-visuais em textos multissemióticos.

RODA DE LEITURA: LETRA DE CANÇÃO

DE NOMES, MAS DE NOMES QUE

É LÍNGUA, É LINGUAGEM

VARIAÇÃO DE NOMES

1. COM A AJUDA DO PROFESSOR, LEIA NOVAMENTE ESSE TRECHO DO TEXTO E OBSERVE A FOTOGRAFIA A SEGUIR.

ANTES

OUÇA A LEITURA DO TÍTULO DO TEXTO. DEPOIS, COM BASE

NELE E NA ORGANIZAÇÃO DO TEXTO NAS PÁGINAS, RESPONDA

ÀS QUESTÕES.

SÃO REVELADOS. QUAL É A LETRA DO SEU NOME?

1. O QUE VOCÊ ESPERA ENCONTRAR NESSA CANÇÃO?

2. VOCÊ ACHA QUE HAVERÁ ALGUMA NOVIDADE SOBRE NOMES E LETRAS NELA? SE SIM, DIGA QUAIS.

RODA DE LEITURA

COM A EU ESCREVO ALICE COM B EU ESCREVO BINHO COM C EU ESCREVO CLARA COM D EU ESCREVO

VOCÊ TERÁ CONTATO COM DIVERSOS

TEXTOS. NO PAPO DE LEITOR, AS ATIVIDADES VÃO AJUDAR VOCÊ A REFLETIR SOBRE ELES.

SABERES EM FOCO

LENDO PLACAS DE TRÂNSITO E CRIANDO OUTRAS

1. PINTE O QUADRINHO COM A MENSAGEM CORRESPONDENTE A CADA UMA DAS PLACAS DE TRÂNSITO A SEGUIR.

C. PROIBIDO ATRAVESSAR.

PROIBIDO ESTACIONAR.

SIGA EM FRENTE. SILÊNCIO!

SABERES EM FOCO MOMENTO PARA AVALIAR SUAS APRENDIZAGENS EM LEITURA E ESCRITA.

PARADA OBRIGATÓRIA.

PROIBIDO PEDESTRES.

AS CRIANÇAS DO POVO XAVANTE TAMBÉM GOSTAM DE JOGAR PETECA, QUE CHAMAM DE TOBDAÉ. ENTRE OS KAMAIURÁS A PETECA É CONHECIDA COMO POPOK DADO PHOTOS/SHUTTERSTOCK.COM

A) QUAL PALAVRA OS KAMAIURÁ USAM PARA NOMEAR ESSE BRINQUEDO?

É LINGUA, É LINGUAGEM

B ) E OS XAVANTE QUAL PALAVRA USAM PARA NOMEAR O MESMO BRINQUEDO?

C ) E VOCÊ? COMO CHAMA ESSE BRINQUEDO?

VOCÊ VAI ESTUDAR E APRENDER MAIS SOBRE A NOSSA LÍNGUA.

2. VOCÊ PERCEBEU QUE UM MESMO BRINQUEDO PODE TER NOMES

DISTINTOS EM LÍNGUAS DIFERENTES. MAS SERÁ QUE ISSO TAMBÉM ACONTECE NA MESMA LÍNGUA? PARA REFLETIR SOBRE ISSO, RESPONDA ÀS QUESTÕES A SEGUIR.

A) COMO VOCÊ CHAMA SUA BRINCADEIRA PREFERIDA? CONTE AOS COLEGAS.

B ) VOCÊ ACHA QUE TODAS AS PESSOAS QUE FALAM A LÍNGUA PORTUGUESA CHAMAM ESSA BRINCADEIRA DO MESMO JEITO QUE VOCÊ? OU SERÁ QUE HÁ PESSOAS DE DIFERENTES REGIÕES DO BRASIL, POR EXEMPLO, QUE CHAMAM ESSA

MESMA BRINCADEIRA POR OUTRO NOME? CONVERSE COM SEUS COLEGAS E COM O PROFESSOR SOBRE ISSO.

ABRACADABRA

VIROU LETRA DE CANÇÃO!

VAMOS LER AGORA A LETRA DE UMA CANÇÃO QUE APRESENTA MUITOS AVESSOS, UM MONTE DE CONTRADIÇÕES!

ESPÍRITO DE CONTRADIÇÃO

EU DISSE: SIM!

VOCÊ DISSE: NÃO!

EU DISSE: PÉ!

VOCÊ DISSE: MÃO!

EU DISSE: BISCOITO!

VOCÊ DISSE: PÃO!

EU DISSE: JOSÉ!

VOCÊ DISSE: JOÃO!

EU DISSE: SIM!

VOCÊ DISSE: NÃO!

EU ACHO BOM

VOCÊ ACHA RUIM

EU ACHO BONITO

VOCÊ ACHA “O FIM”

2. SE VOCÊ PUDESSE CRIAR UMA PLACA PARA MELHORAR A SEGURANÇA NO TRÂNSITO DO SEU MUNICÍPIO, QUE MENSAGEM VOCÊ ESCOLHERIA PARA REPRESENTAR ESSA PLACA? A) ESCREVA ESSA MENSAGEM A SEGUIR

TIRANDO DE LETRA... R!

É A VEZ DA LETRA R! QUANDO VOCÊ OLHA PARA ELA, QUAL É A PRIMEIRA PALAVRA QUE VEM À SUA CABEÇA? CONTE PARA OS COLEGAS E OUÇA AS DELES TAMBÉM! AGORA, OBSERVE DIFERENTES JEITOS DE ESCREVER O R:

LETRA NA MÃO

JANELAS PARA A ESCRITA

NESTA SEÇÃO, HÁ ESPAÇO PARA LER, ESCREVER E PENSAR SOBRE ESSAS PRÁTICAS.

1. O PROFESSOR VAI LER UM TEXTO QUE TAMBÉM FALA DE UMA PROFISSÃO. OUÇA COM ATENÇÃO. C

ABRACADABRA TRAZ TEXTOS E EXPRESSÕES ARTÍSTICAS PARA VOCÊ LER, APRECIAR E INVENTAR COM MUITA INSPIRAÇÃO. RUTH ROCHA JÁ TEM MAIS DE DUZENTOS LIVROS PUBLICADOS PARA CRIANÇAS E JOVENS. NO CD NA CASA DA RUTH SEUS TEXTOS FORAM MUSICADOS POR HÉLIO ZISKIND E VIRARAM DIVERTIDAS CANÇÕES. HÉLIO ZISKIND É UM MÚSICO E COMPOSITOR BRASILEIRO QUE JÁ FEZ MUITAS CANÇÕES PARA O PÚBLICO INFANTIL. QUEM PRODUZIU?

MAS SE PENSARMOS COM MUITO CUIDADO VAMOS DESCOBRIR

O “POR OUTRO LADO”.

ROCHA, RUTH; ZISKIND, HÉLIO. ESPÍRITO DE CONTRADIÇÃO. INTÉRPRETE: FORTUNA. IN ZISKIND, HÉLIO. NA CASA DA RUTH SÃO PAULO: TRATORE, 2008.

HÉLIO ZISKIND. RUTH ROCHA.

LIGADO NAS LETRAS

1. VOCÊ SE LEMBRA DE COMO AS LETRAS I J K E L SÃO ESCRITAS EM DIFERENTES TIPOS DE LETRA? LIGUE AS LETRAS CORRESPONDENTES A SEGUIR PARA RECORDAR OS TIPOS QUE VOCÊ ESTUDOU.

1. EM UM POTE COM AREIA, TENTE FAZER A LETRA R COM O DEDO, COMO NA IMAGEM.

TIRANDO DE LETRA... UM ESPAÇO PARA

2. COM A AJUDA DO PROFESSOR, EXPERIMENTE FORMAR ESSA LETRA NO ALFABETO EM LIBRAS.

EXPLORAR AS LETRAS DO ALFABETO E SEUS DIFERENTES TRAÇADOS.

HORA DO TRAÇADO CHEGOU A HORA DE PRATICAR A ESCRITA DA LETRA R EM BASTÃO. PARTINDO DO PONTINHO VERMELHO E SEGUINDO AS SETAS NUMERADAS, CUBRA OS PONTILHADOS. DEPOIS, TRACE LIVREMENTE A LETRA R NO ÚLTIMO QUADRINHO.

LIGADO NAS LETRAS VOCÊ VAI RECONHECER E RELACIONAR OS DIFERENTES TIPOS DE LETRA, ARRISCANDO ALGUNS TRAÇADOS EM CURSIVA.

2. AGORA, BRINQUE DE TRAÇAR AS LETRAS J K E L DE MODOS DIFERENTES, COPIANDO CADA LETRA NO ESPAÇO LOGO ABAIXO DELA.

DICA: VOCÊ SÓ VAI TREINAR O TRAÇADO DESSE TIPO DE LETRA NO 2º ANO. POR ENQUANTO, ESSA ATIVIDADE SERVE APENAS PARA VOCÊ IR SE APROXIMANDO, AOS POUCOS, DESSA FORMA DE ESCRITA.

HORA DE PRODUZIR VOCÊ VAI CRIAR DIFERENTES TEXTOS, FALADOS E ESCRITOS.

AGORA NA PAUTA

AGORA NA PAUTA VOCÊ VAI PRATICAR A ESCRITA DE LETRAS E PALAVRAS COM EXERCÍCIOS DE TRAÇADO EM PONTILHADO E EM MÃO LIVRE. DICA: OBSERVE A LETRA INICIAL INDICADA PARA CADA

08/10/2025 10:58:09 4 08/10/2025 11:34:30

(EF15LP05) Planejar, com a ajuda do professor, o texto que será produzido, considerando a situação comunicativa, os interlocutores (quem escreve/para quem escreve); a finalidade ou o propósito (escrever para quê); a circulação (onde o texto vai circular); o suporte (qual é o portador do texto); a linguagem, organização e forma do texto e seu tema, pesquisando em meios impressos ou digitais, sempre que for preciso, informações necessárias à produção do texto, organizando em tópicos os dados e as fontes pesquisadas.

(EF15LP07) Editar a versão final do texto, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, ilustrando, quando for o caso, em suporte adequado, manual ou digital.

(EF15LP08) Utilizar software, inclusive programas de edição de texto, para editar e publicar os textos produzidos, explorando os recursos multissemióticos disponíveis.

(EF15LP06) Reler e revisar o texto produzido com a ajuda do professor e a colaboração dos colegas, para corrigi-lo e aprimorá-lo, fazendo cortes, acréscimos, reformulações, correções de ortografia e pontuação.

(EF15LP09) Expressar-se em situações de intercâmbio oral com clareza, preocupando-se em ser compreendido pelo interlocutor e usando a palavra com tom de voz audível, boa articulação e ritmo adequado.

É JOGO, É BRINCADEIRA

JOGO DAS BRINCADEIRAS BRASILEIRAS VOCÊ ESTUDOU DIFERENTES BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS CONHECIDAS EM NOSSO PAÍS. PARA LEMBRARMOS DE OUTRAS TANTAS, VAMOS JOGAR UM JOGO DIVERTIDO!

VAMOS AVALIAR O APRENDIZADO

1. VOCÊ APRENDEU MUITA COISA NESTA UNIDADE. É HORA DE RELEMBRAR ALGUNS CONTEÚDOS E PENSAR SOBRE SEUS ESTUDOS. PARA ISSO, PINTE OS QUADRINHOS DE ACORDO COM A LEGENDA:

ENTENDI BEM. PRECISO REVER.

CURIOSIDADE

VARIAÇÃO DE NOMES REGRAS DE BRINCADEIRA (COM DIAGRAMA)

SAIBA MAIS

APRESENTA INDICAÇÕES DE LIVROS, SITES E FILMES PARA ENRIQUECER SEU APRENDIZADO.

ESQUEMA PARA ORGANIZAR

INFORMAÇÕES

ABAYOMI (ABRACADABRA)

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMENTADAS

LETRAS U V W X

(EF15LP10) Escutar, com atenção, falas de professores e colegas, formulando perguntas pertinentes ao tema e solicitando esclarecimentos sempre que necessário.

172

1. O PROFESSOR VAI ESCREVER NA LOUSA UMA LISTA COM NOMES DE BRINCADEIRAS COMUNS NO BRASIL.

2. COM SEUS COLEGAS E O PROFESSOR, LEIA COM ATENÇÃO TODOS OS ITENS DA LISTA.

UM JOGO OU UMA BRINCADEIRA ENVOLVENDO ALGUM

E COPIE NELE QUATRO NOMES DA LISTA.

TEMA DE ESTUDO

VAMOS AVALIAR O APRENDIZADO

2. AVALIE O QUE APRENDEU E COMPLETE AS FRASES A SEGUIR.

A) EU NÃO CONHECIA:

B ) EU ACHEI DIVERTIDO:

3. NO CADERNO OU EM UMA FOLHA AVULSA, FAÇA UM QUADRO

MOMENTO DE RETOMAR OS CONTEÚDOS, RELEMBRAR O QUE ESTUDOU E PENSAR

DICA: SE PRECISAR, CONSULTE OS ITENS DA ATIVIDADE 1

SAIBA MAIS

4. O PROFESSOR VAI SORTEAR E DITAR O NOME DE UMA BRINCADEIRA POR RODADA. FIQUE ATENTO E, CASO TENHA O NOME DITADO EM SEU QUADRO, MARQUE UM X NELE.

VAI MARCAR O FINAL DA UNIDADE.

5. QUANDO ALGUÉM MARCAR TODAS AS BRINCADEIRAS DO QUADRO, DEVE DIZER BEM ALTO: “TERMINEI!”. AQUELE QUE DISSER PRIMEIRO GANHA A PARTIDA.

6. LEMBREM-SE DE CONFERIR SE AS PALAVRAS MARCADAS PELO GANHADOR ESTÃO CORRETAS. BOM JOGO!

COLETIVAMENTE

NOSSOS DIREITOS

CONTÉM REFERÊNCIAS DE LIVROS E DOCUMENTOS QUE FORAM CONSULTADOS PARA A ELABORAÇÃO DO SEU LIVRO.

UM LIVRO PARA SE MOVIMENTAR! COM MAIS DE 150 BRINCADEIRAS DO BRASIL E DE OUTROS PAÍSES, ESSE LIVRO É UM CONVITE PARA MEXER O CORPO E EXPERIMENTAR MUITAS IDEIAS! TATIT, ANA; PENIDO, PATRICIA. BRINCADEIRAS PARA TIRAR O BUMBUM DA CARTEIRA SÃO PAULO: MELHORAMENTOS, 2019.

SOBRE O QUE APRENDEU.

UM SITE PARA PESQUISAR E SABER MAIS! CONHEÇA DIVERSAS BRINCADEIRAS DE TODO O BRASIL, APRESENTADAS POR REGIÕES E COM SUAS VARIAÇÕES! MAPA DO BRINCAR. DISPONÍVEL EM: https://mapadobrincar.folha.com.br/. ACESSO EM: 18 JUN. 2025.

COLETIVAMENTE

VOCÊ VAI PENSAR SOBRE

TEMAS IMPORTANTES DO

CONHECENDO O PROBLEMA 1 VOCÊ LEU UM TEXTO DE CAMPANHA E DESCOBRIU QUE TODA CRIANÇA E TODO ADOLESCENTE TÊM DEVERES E DIREITOS. RESPEITAR AS PESSOAS, CUIDAR DOS ESPAÇOS, AJUDAR QUEM PRECISA E OUVIR OS ADULTOS COM ATENÇÃO SÃO ALGUNS DEVERES.

AGORA, OBSERVE ALGUNS EXEMPLOS DE DIREITOS, QUE SÃO

GARANTIDOS A TODOS POR LEI E LISTADOS EM DOCUMENTOS, COMO O ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE

DIA A DIA, QUE AJUDAM NA FORMAÇÃO DE CIDADÃOS CRÍTICOS E PARTICIPATIVOS NA SOCIEDADE.

MATERIAL COMPLEMENTAR TRAZ RECURSOS PARA RECORTAR E USAR NAS ATIVIDADES DO LIVRO.

VOCABULÁRIO

APRESENTA O SIGNIFICADO DE ALGUMAS PALAVRAS.

08/10/2025 10:36:41

QUEM PRODUZIU?

REÚNE INFORMAÇÕES SOBRE QUEM PRODUZIU O TEXTO.

(EF15LP11) Reconhecer características da conversação espontânea presencial, respeitando os turnos de fala, selecionando e utilizando, durante a conversação, formas de tratamento adequadas, de acordo com a situação e a posição do interlocutor.

(EF15LP12) Atribuir significado a aspectos não linguísticos (paralinguísticos) observados na fala, como direção do olhar, riso, gestos, movimentos da cabeça (de concordância ou discordância), expressão corporal, tom de voz.

DIREITO DE BRINCAR.

DEPOIS DE TANTAS EXPERIÊNCIAS VIVIDAS NO 1º ANO, CHEGOU A HORA DE REGISTRAR ALGUMAS MEMÓRIAS E APRENDIZAGENS QUE VOCÊ LEVARÁ PARA O PRÓXIMO ANO. APROVEITE PARA LER ESSAS ANOTAÇÕES SEMPRE QUE QUISER SE LEMBRAR DAS MUITAS LEITURAS, BRINCADEIRAS, TROCAS E ATIVIDADES QUE FEZ.

VAMOS CONCLUIR

DIREITO À ALIMENTAÇÃO.

1. ESCREVA UM MOMENTO DA ROTINA DO 1º ANO QUE FOI ESPECIAL PARA VOCÊ.

DIREITO DE ESTUDAR.

VOCÊ VAI RETOMAR ALGUMAS APRENDIZAGENS

DIREITO À SAÚDE.

DESTE ANO E SE PREPARAR PARA O PRÓXIMO ANO.

2. REGISTRE NO QUADRO AS TRÊS BRINCADEIRAS MAIS LEGAIS QUE VOCÊ APRENDEU. BRINCADEIRAS FAVORITAS QUE APRENDI NO 1º ANO

O QUE ACONTECE QUANDO DIREITOS COMO ESSES NÃO SÃO

RESPEITADOS? REFLITA E CONVERSE COM OS COLEGAS.

08/10/2025 10:43:47 VAMOS CONCLUIR

ÍCONES E DESTAQUES

3. ESCREVA TRÊS NOMES DE COLEGAS DE SUA TURMA QUE TENHAM LETRAS INICIAIS DIFERENTES. USE A ORDEM ALFABÉTICA PARA ORGANIZAR A LISTA.

RESPOSTA ORAL

DICA

PAPO DIGITAL OFERECE SUGESTÕES DE ATIVIDADES E DICAS RELACIONADAS AO MUNDO DIGITAL.

PRATICAR EM CASA PROPÕE ATIVIDADES

PARA REALIZAR EM CASA COM A FAMÍLIA E DEPOIS COMPARTILHAR COM A TURMA NA CLASSE.

OBJETOS DIGITAIS

(EF15LP13) Identificar finalidades da interação oral em diferentes contextos comunicativos (solicitar informações, apresentar opiniões, informar, relatar experiências etc.).

MOSTRA QUE A ATIVIDADE DEVE SER FEITA ORALMENTE.

FOTOS: TRIYANTO_70/ SHUTTERSTOCK.COM 266 08/10/2025 10:17:02

TRAZ UMA DICA QUE CONTRIBUI PARA O SEU APRENDIZADO.

INDICA QUE A VERSÃO DIGITAL DO LIVRO TRAZ UM INFOGRÁFICO CLICÁVEL LIGADO AO CONTEÚDO ESTUDADO.

Os sites indicados neste livro podem mostrar imagens e textos diferentes dos que foram pensados para o seu estudo. Isso acontece porque o conteúdo disponível on-line pode ser alterado com o tempo e variar conforme o histórico de pesquisa do usuário. Por isso, não temos como controlar as imagens e textos que aparecem em tais sites

(EF15LP16) Ler e compreender, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor e, mais tarde, de maneira autônoma, textos narrativos de maior porte como contos (populares, de fadas, acumulativos, de assombração etc.) e crônicas.

(EF15LP17) Apreciar poemas visuais e concretos, observando efeitos de sentido criados pelo formato do texto na página, distribuição e diagramação das letras, pelas ilustrações e por outros efeitos visuais.

(EF15LP18) Relacionar texto com ilustrações e outros recursos gráficos.

(EF15LP19) Recontar oralmente, com e sem

08/10/2025 11:34:31

apoio de imagem, textos literários lidos pelo professor.

(EF12LP01) Ler palavras novas com precisão na decodificação, no caso de palavras de uso frequente, ler globalmente, por memorização.

(EF12LP02) Buscar, selecionar e ler, com a mediação do professor (leitura compartilhada), textos que circulam em meios impressos ou digitais, de acordo com as necessidades e interesses.

(EF12LP03) Copiar textos breves, mantendo suas características e voltando para o texto sempre que tiver dúvidas sobre sua distribuição gráfica, espaçamento entre as palavras, escrita das palavras e pontuação.

(EF15LP14) Construir o sentido de histórias em quadrinhos e tirinhas, relacionando imagens e palavras e interpretando recursos gráficos (tipos de balões, de letras, onomatopeias).

(EF15LP15) Reconhecer que os textos literários fazem parte do mundo do imaginário e apresentam uma dimensão lúdica, de encantamento, valorizando-os, em sua diversidade cultural, como patrimônio artístico da humanidade.

(EF12LP04) Ler e compreender, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor ou já com certa autonomia, listas, agendas, calendários, avisos, convites, receitas, instruções de montagem (digitais ou impressos), dentre outros gêneros do campo da vida cotidiana, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto e relacionando sua forma de organização à sua finalidade.

(EF12LP05) Planejar e produzir, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, (re)contagens de histórias, poemas e outros textos versificados (letras de canção, quadrinhas, cordel), poemas visuais, tiras e histórias em quadrinhos, dentre outros gêneros do campo artístico-literário, considerando a situação comunicativa e a finalidade do texto.

(EF12LP06) Planejar e produzir, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, recados, avisos, convites, receitas, instruções de montagem, dentre outros gêneros do campo da vida cotidiana, que possam ser repassados oralmente por meio de ferramentas digitais, em áudio ou vídeo, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto/finalidade do texto.

(EF12LP07) Identificar e (re)produzir, em cantiga, quadras, quadrinhas, parlendas, trava-línguas e canções, rimas, aliterações, assonâncias, o ritmo de fala relacionado ao ritmo e à melodia das músicas e seus efeitos de sentido.

(EF12LP08) Ler e compreender, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, fotolegendas em notícias, manchetes e lides em notícias, álbum de fotos digital noticioso e notícias curtas para público infantil, dentre outros gêne-

UNIDADE

JARDIM DE NOMES

PALAVRAS DE BRINCAR 14

RODA DE LEITURA: QUADRINHA 16 É LÍNGUA, É LINGUAGEM 20

PARTES PARECIDAS NAS PALAVRAS 20

JANELAS PARA A ESCRITA 23

NOMES E RIMAS 23

HORA DE PRODUZIR 24

CRACHÁ DE MESA 24

ABRACADABRA

ros do campo jornalístico, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto.

(EF12LP09) Ler e compreender, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, slogans, anúncios publicitários e textos de campanhas de conscientização destinados ao público infantil, dentre outros gêneros do campo publicitário, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto.

(EF12LP10) Ler e compreender, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, cartazes, avisos, folhetos, regras e regulamentos que organizam a vida na comunidade escolar,

dentre outros gêneros do campo da atuação cidadã, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto.

(EF12LP11) Escrever, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, fotolegendas em notícias, manchetes e lides em notícias, álbum de fotos digital noticioso e notícias curtas para público infantil, digitais ou impressos, dentre outros gêneros do campo jornalístico, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto.

UNIDADE PARAR, OLHAR, ATRAVESSAR .......................... 78 3

SINAL VERDE! 80

PALAVRAS DE BRINCAR 80

RODA DE LEITURA:

TEXTO DE CAMPANHA 82 É LÍNGUA, É LINGUAGEM 85

IMAGENS E PALAVRAS NA COMUNICAÇÃO 85

JANELAS PARA A ESCRITA 87

LENDO PLACAS DE TRÂNSITO 87

ABRACADABRA • VIROU ARTE DE RUA! 89 PÉ NA FAIXA 90

RODA DE LEITURA: DICAS DE SEGURANÇA PARA PEDESTRES 90 É LÍNGUA, É LINGUAGEM 92 NÚMEROS PARA ORGANIZAR INFORMAÇÕES EM TEXTOS 92

JANELAS PARA A ESCRITA 93

CRIANDO OUTRAS PLACAS 93

SABERES EM FOCO • LENDO PLACAS DE TRÂNSITO E CRIANDO OUTRAS 94

HORA DE PRODUZIR 96

REGRAS E COMBINADOS DA TURMA 96

TIRANDO DE LETRA... I ! 98

TIRANDO DE LETRA... J ! 99

TIRANDO DE LETRA... K! 100

TIRANDO DE LETRA... L! 101

LIGADO NAS LETRAS 102

AGORA NA PAUTA 103 É JOGO, É BRINCADEIRA • SEU MESTRE MANDOU 104

VAMOS AVALIAR O APRENDIZADO 105

SAIBA MAIS 105

COLETIVAMENTE • TRÂNSITO

SEGURO: TODOS JUNTOS FAZEMOS A DIFERENÇA! 106

UNIDADE

PESQUISANDO PROFISSÕES ......................... 108 4

PROFISSÕES MEDALHA DE OURO! 110

PALAVRAS DE BRINCAR 110

RODA DE LEITURA: ENTREVISTA 112 É LÍNGUA, É LINGUAGEM 116

ALÉM DAS LETRAS: SINAIS DE PONTUAÇÃO 116

JANELAS PARA A ESCRITA 118

PONTUAÇÃO E ENTONAÇÃO 118

TODA PROFISSÃO É IMPORTANTE! 120

RODA DE LEITURA: VERBETES 120 É LÍNGUA, É LINGUAGEM 123

FORMATAÇÃO E ORGANIZAÇÃO DE INFORMAÇÕES EM VERBETES 123

ABRACADABRA • VIROU GRAFITE! 124

JANELAS PARA A ESCRITA 126 ESPAÇOS ENTRE AS PALAVRAS 126

SABERES EM FOCO • SINAIS DE PONTUAÇÃO E ESPAÇOS ENTRE AS PALAVRAS 128

HORA DE PRODUZIR 130 ENTREVISTA 130

TIRANDO DE LETRA... M ! 132

TIRANDO DE LETRA... N ! 133

TIRANDO DE LETRA... O! 134

TIRANDO DE LETRA... P! 135

LIGADO NAS LETRAS 136

AGORA NA PAUTA 137 É JOGO, É BRINCADEIRA • QUE PROFISSIONAL É? 138

VAMOS AVALIAR O APRENDIZADO 139 SAIBA MAIS 139 7

(EF12LP12) Escrever, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, slogans, anúncios publicitários e textos de campanhas de conscientização destinados ao público infantil, dentre outros gêneros do campo publicitário, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto/ finalidade do texto.

(EF12LP13) Planejar, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, slogans e peça de campanha de conscientização destinada ao público infantil que possam ser repassados oralmente por meio de ferramentas digitais, em áudio ou vídeo, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto/finalidade do texto.

(EF12LP14) Identificar e reproduzir, em fotolegendas de notícias, álbum de fotos digital noticioso, cartas de leitor (revista infantil), digitais ou impressos, a formatação e diagramação específica de cada um desses gêneros, inclusive em suas versões orais.

(EF12LP15) Identificar a forma de composição de slogans publicitários.

(EF12LP16) Identificar e reproduzir, em anúncios publicitários e textos de campanhas de conscientização destinados ao público infantil (orais e escritos, digitais ou impressos), a formatação e diagramação específica de cada um desses gêneros, inclusive o uso de imagens.

(EF12LP17) Ler e compreender, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, enunciados de tarefas escolares, diagramas, curiosidades, pequenos relatos de experimentos, entrevistas, verbetes de enciclopédia infantil, entre outros gêneros do campo investigativo, considerando a situação comunicativa e o tema/ assunto do texto.

(EF12LP18) Apreciar poemas e outros textos versificados, observando rimas, sonoridades, jogos de palavras, reconhecendo seu pertencimento ao mundo imaginário e sua dimensão de encantamento, jogo e fruição.

(EF12LP19) Reconhecer, em textos versificados,

08/10/2025 10:10:54

rimas, sonoridades, jogos de palavras, palavras, expressões, comparações, relacionando-as com sensações e associações.

(EF01LP01) Reconhecer que textos são lidos e escritos da esquerda para a direita e de cima para baixo da página.

(EF01LP02) Escrever, espontaneamente ou por ditado, palavras e frases de forma alfabética –usando letras/grafemas que representem fonemas.

(EF01LP03) Observar escritas convencionais, comparando-as às suas produções escritas, percebendo semelhanças e diferenças.

(EF01LP04) Distinguir as letras do alfabeto de outros sinais gráficos.

(EF01LP05) Reconhecer o sistema de escrita alfabética como representação dos sons da fala.

(EF01LP06) Segmentar oralmente palavras em sílabas.

(EF01LP07) Identificar fonemas e sua representação por letras.

(EF01LP08) Relacionar elementos sonoros (sílabas, fonemas, partes de palavras) com sua representação escrita.

(EF01LP09) Comparar palavras, identificando semelhanças e diferenças entre sons de sílabas iniciais.

(EF01LP10) Nomear as letras do alfabeto e recitá-lo na ordem das letras.

(EF01LP11) Conhecer, diferenciar e relacionar letras em formato imprensa e cursiva, maiúsculas e minúsculas.

(EF01LP12) Reconhecer a separação das palavras, na escrita, por espaços em branco.

(EF01LP13) Comparar palavras, identificando semelhanças e diferenças entre sons de sílabas mediais e finais.

(EF01LP14) Identificar outros sinais no texto além das letras, como pontos finais, de interrogação e exclamação e seus efeitos na entonação.

(EF01LP15) Agrupar palavras pelo critério de aproximação de significado (sinonímia) e separar palavras pelo critério de oposição de significado (antonímia).

(EF01LP16) Ler e compreender, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, quadras, quadrinhas, parlendas, trava-línguas, dentre outros gêneros do campo da vida cotidiana, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto e relacionando sua forma de organização à sua finalidade.

(EF01LP17) Planejar e produzir, em colaboração com

UNIDADE

VIDA

CRIANÇA BRINCA! 142

PALAVRAS DE BRINCAR 142

RODA DE LEITURA:

TEXTO DE CAMPANHA 144 É LÍNGUA, É LINGUAGEM 147

SLOGAN DE CAMPANHA 147

JANELAS PARA A ESCRITA 148

CHUVA DE PALAVRAS 148

TEMPO DE BRINQUEDO 150

RODA DE LEITURA: MATÉRIA DE JORNAL 150 É LÍNGUA, É LINGUAGEM 154

FOTOGRAFIAS COM LEGENDAS 154

ABRACADABRA • VIROU LETRA DE CANTIGA! 156

JANELAS PARA A ESCRITA 157

LEGENDAS CRIATIVAS 157

SABERES EM FOCO • CHUVA DE PALAVRAS E LEGENDAS CRIATIVAS 160

HORA DE PRODUZIR 162

FOTOLEGENDAS: BRINCADEIRAS

UNIDADE

TIRANDO DE LETRA... T ! 167

LIGADO NAS LETRAS 168

AGORA NA PAUTA 169 É JOGO, É BRINCADEIRA • É DE BRINCAR? 170

VAMOS AVALIAR O APRENDIZADO 171 SAIBA MAIS 171

COLETIVAMENTE

os colegas e com a ajuda do professor, listas, agendas, calendários, avisos, convites, receitas, instruções de montagem e legendas para álbuns, fotos ou ilustrações (digitais ou impressos), dentre outros gêneros do campo da vida cotidiana, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto/finalidade do texto.

(EF01LP18) Registrar, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, cantigas, quadras, quadrinhas, parlendas, trava-línguas, dentre outros gêneros do campo da vida cotidiana, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto/finalidade do texto.

DE LEITURA: CURIOSIDADE

É LÍNGUA, É LINGUAGEM

DE NOMES 181 JANELAS PARA A ESCRITA

UMA BRINCADEIRA, DIFERENTES NOMES 183 JOGUE-SE NA BRINCADEIRA! 185 RODA DE LEITURA: REGRAS DE BRINCADEIRA (COM DIAGRAMA) 185 É LÍNGUA, É LINGUAGEM 189 ESQUEMA PARA ORGANIZAR INFORMAÇÕES 189 JANELAS PARA A ESCRITA 191 REGISTRO DE PESQUISA EM DIAGRAMA 191 SABERES EM FOCO • VARIAÇÃO DE NOMES E REGISTRO DE PESQUISA EM DIAGRAMA 193

ABRACADABRA • VIROU ABAYOMI! 195 HORA DE PRODUZIR 196 MURAL DE CURIOSIDADES DA TURMA 196 TIRANDO DE LETRA... U ! 198

TIRANDO DE LETRA... V ! 199

TIRANDO DE LETRA... W! 200 TIRANDO DE LETRA... X ! 201 LIGADO NAS LETRAS 202 AGORA NA PAUTA 203 É JOGO, É BRINCADEIRA • JOGO DAS BRINCADEIRAS BRASILEIRAS 204 VAMOS AVALIAR O APRENDIZADO 205 SAIBA MAIS 205

UNIDADE

CONVERSAS ÀS AVESSAS 208

PALAVRAS DE BRINCAR 208

RODA DE LEITURA: HISTÓRIA CURTA 210

(EF01LP20) Identificar e reproduzir, em listas, agendas, calendários, regras, avisos, convites, receitas, instruções de montagem e legendas para álbuns, fotos ou ilustrações (digitais ou impressos), a formatação e diagramação específica de cada um desses gêneros.

(EF01LP21) Escrever, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, listas de regras e regulamentos que organizam a vida na comunidade escolar, dentre outros gêneros do campo da atuação cidadã, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto.

(EF01LP19) Recitar parlendas, quadras, quadrinhas, trava-línguas, com entonação adequada e observando as rimas.

É LÍNGUA, É LINGUAGEM 213

SENTIDOS OPOSTOS 213

JANELAS PARA A ESCRITA 214

SEPARANDO PALAVRAS POR

SENTIDOS OPOSTOS 214

HORA DE PRODUZIR 216

LIVRO DOS OPOSTOS 216

VIRA O VERSO AO AVESSO! 218

RODA DE LEITURA: POEMA 218

É LÍNGUA, É LINGUAGEM 222

MAIS SENTIDOS OPOSTOS 222

JANELAS PARA A ESCRITA 223

OPOSTOS CRIATIVOS 223

SABERES EM FOCO • SENTIDOS

OPOSTOS E OPOSTOS CRIATIVOS 224

ABRACADABRA • VIROU LETRA DE CANÇÃO! 226

TIRANDO DE LETRA... Y ! 228

TIRANDO DE LETRA... Z ! 229

LIGADO NAS LETRAS 230

AGORA NA PAUTA 231

É JOGO, É BRINCADEIRA • PERSONAGENS ÀS AVESSAS 232

VAMOS AVALIAR O APRENDIZADO 233

SAIBA MAIS 233

OLHA O MONSTRENGO AÍ! 236

PALAVRAS DE BRINCAR 236

RODA DE LEITURA: VERBETE DE LIVRO DE MONSTRENGOS

BRASILEIROS 238 É LÍNGUA, É LINGUAGEM 242

SENTIDOS PARECIDOS 242

JANELAS PARA A ESCRITA 243

AGRUPANDO PALAVRAS COM SENTIDOS PARECIDOS 243

ABRACADABRA • VIROU CONTO! 245

UMA AMOSTRA DE MONSTROS! 247

RODA DE LEITURA:

FICHA INFORMATIVA LITERÁRIA 247 É LÍNGUA, É LINGUAGEM 251

MAIS SENTIDOS PARECIDOS 251

JANELAS PARA A ESCRITA 252 DITADO 252

SABERES EM FOCO • SENTIDOS PARECIDOS E DITADO 254

HORA DE PRODUZIR 256

LIVRO DE MONSTRENGOS DA TURMA 256

TIRANDO DE LETRA... DE A A Z ! 258

LIGADO NAS LETRAS 259

LIGADO NAS PALAVRAS 260

AGORA NA PAUTA 262

É JOGO, É BRINCADEIRA • JOGO DAS CRIATURAS FABULOSAS 264

VAMOS AVALIAR O APRENDIZADO 265

SAIBA MAIS 265

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMENTADAS 268 MATERIAL COMPLEMENTAR 269

OBJETOS DIGITAIS

UNIDADE 2 • INFOGRÁFICO CLICÁVEL: ELEMENTOS DO CONVITE DE ANIVERSÁRIO DIGITAL 50

UNIDADE 3 • INFOGRÁFICO CLICÁVEL: DICAS DE SEGURANÇA NO TRÂNSITO 84

UNIDADE 4 • INFOGRÁFICO CLICÁVEL: PROFISSÕES E TRAVA-LÍNGUAS 111 UNIDADE 6 • INFOGRÁFICO CLICÁVEL: BRINCADEIRAS PELO BRASIL 178

UNIDADE 7 • INFOGRÁFICO CLICÁVEL: PALAVRAS QUE SÃO O CONTRÁRIO! 213

UNIDADE 8 • INFOGRÁFICO CLICÁVEL: SERES FOLCLÓRICOS: VOCÊ ME CONHECE? 235

(EF01LP22) Planejar e produzir, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, diagramas, entrevistas, curiosidades, dentre outros gêneros do campo investigativo, digitais ou impressos, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto/finalidade do texto.

(EF01LP23) Planejar e produzir, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, entrevistas, curiosidades, dentre outros gêneros do campo investigativo, que possam ser repassados oralmente por meio de ferramentas digitais, em áudio ou vídeo, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto/ finalidade do texto.

(EF01LP24) Identificar e reproduzir, em enunciados de tarefas escolares, diagramas, entrevistas, curiosidades, digitais ou impressos, a formatação e diagramação específica de cada um desses gêneros, inclusive em suas versões orais.

(EF01LP25) Produzir, tendo o professor como escriba, recontagens de histórias lidas pelo professor, histórias imaginadas ou baseadas em livros de imagens, observando a forma de composição de textos narrativos (personagens, enredo, tempo e espaço).

(EF01LP26) Identificar elementos de uma narrativa lida ou escutada, incluindo personagens, enredo, tempo e espaço.

08/10/2025 10:10:55

VAMOS CONCLUIR

Orientações didáticas

• As atividades desta seção constituem um ponto de partida para uma avaliação diagnóstica inicial dos estudantes, compondo, junto a outros registros produzidos pela turma, um material que apoie a identificação do que os estudantes já sabem sobre a escrita, o sistema alfabético e os usos sociais da escrita logo no início do ano letivo.

• O gênero mobilizado nessa sondagem, a ficha de apresentação, bem como a situação sugerida (apresentar-se ao novo grupo e conhecer os demais integrantes dele), representa uma comunicação real que permite a construção de vínculos entre os estudantes e o fortalecimento da identidade de cada um.

• Recomenda-se o registro das observações feitas e a organização das informações coletadas por meio de diferentes recursos, como cadernos, pautas, gravadores e planilhas, conforme cada realidade. Possibilite aos estudantes que façam seus registros do modo como souberem, sem recorrerem a cópias. A escrita espontânea é fundamental para compreender as hipóteses que estão construindo sobre o sistema de escrita e acompanhar o desenvolvimento deles.

• Se possível, caminhe pela sala de aula enquanto os estudantes realizam as atividades ou proponha momentos individuais de acompanhamento, pois eles costumam fornecer informações relevantes sobre o que estão pensando enquanto escrevem. Observe atentamente as escritas, por exemplo, buscando identificar o que revelam sobre as hipóteses deles. Indicadores como uso de letras em vez de desenhos, utilização de letras pertinentes, controle da quantidade, variação nos grafemas, correspondência entre oral e escrito e reconhe-

VAMOS

INICIAR

BEM-VINDO AO 1 º ANO!

VOCÊ CRESCEU, APRENDEU BASTANTE E JÁ ESTÁ PRONTO PARA UMA NOVA FASE CHEIA DE DESCOBERTAS. NESTA ETAPA, VAI CONHECER MUITAS PESSOAS E AMPLIAR SEUS CONHECIMENTOS.

QUE TAL PARTICIPAR DE UMA RODA DE APRESENTAÇÃO PARA CONTAR UM POUCO SOBRE VOCÊ E CONHECER A SUA TURMA?

PREENCHA A FICHA DE APRESENTAÇÃO A SEGUIR COM SUAS PREFERÊNCIAS E LOGO ESTARÁ PRONTO PARA DIZER: “MUITO PRAZER”!

FICHA DE APRESENTAÇÃO

1. COMO VOCÊ SE CHAMA? ESCREVA SEU NOME NO ESPAÇO A SEGUIR.

Resposta pessoal. Espera-se que cada estudante escreva seu primeiro nome.

2. QUAL É A DATA DO SEU ANIVERSÁRIO?

Resposta pessoal. A resposta depende da data de aniversário dos estudantes.

A ) PINTE O DIA

Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes pintem o dia do aniversário deles.

B ) PINTE O MÊS

JANEIRO

MAIO SETEMBRO FEVEREIRO JUNHO OUTUBRO MARÇO JULHO NOVEMBRO ABRIL AGOSTO DEZEMBRO

Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes pintem o mês do aniversário deles.

cimento de estruturas silábicas podem apoiar a análise. Observe também como leem: se apontam sílabas, leem da esquerda para a direita etc.

• Consulte os níveis de conceitualização da escrita indicados no Manual do Professor deste Livro do Professor e inicie o mapeamento dos estudantes. Considere essas atividades e outros registros produzidos pela turma.

• O registro do nome próprio, na atividade 1, é um ponto de partida importante para reflexões sobre a escrita na alfabetização inicial. Após essa ativi-

dade, promova uma conversa com os estudantes usando tarjetas com nomes próprios da turma e perguntas que incentivem a identificação de elementos como a letra inicial e partes semelhantes, tendo esses nomes como referências estáveis, às quais eles retornarão com frequência.

• A atividade 2 permite explorar números, oralidade e temporalidade. Se possível, apresente um calendário físico à turma, incentivando seu uso para a leitura e a escrita com propósito social.

3. QUAL É SEU BRINQUEDO OU SUA BRINCADEIRA PREFERIDA? ESCREVA, COMO SOUBER, NO ESPAÇO A SEGUIR.

Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes escrevam o nome de uma brincadeira ou de um brinquedo de sua preferência.

4. ESCREVA O NOME DE UM AMIGO COM QUEM VOCÊ GOSTA DE BRINCAR.

Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes escrevam o nome de um amigo com quem gostam de brincar.

5. ESCREVA O NOME DA SUA COMIDA FAVORITA.

Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes escrevam o nome da comida favorita deles.

6. ESCREVA, DA MANEIRA QUE CONSEGUIR, O TÍTULO DA HISTÓRIA DE QUE VOCÊ MAIS GOSTA.

Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes escrevam o título da história favorita deles.

7. DESENHE NO ESPAÇO A SEGUIR O QUE VOCÊ MAIS GOSTA DE FAZER QUANDO NÃO ESTÁ NA ESCOLA.

Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes desenhem algo que apreciem fazer com a família ou os amigos.

• Vale reforçar que esta é uma primeira aproximação com os conhecimentos prévios dos estudantes e que os instrumentos complementares devem compor a avaliação diagnóstica da turma, inclusive para confirmar com outras evidências as conclusões advindas dessas análises iniciais. As diferentes formas de acompanhamento dos estudantes ao longo do ano, de modo regular e contínuo, fazem parte do processo de avaliação formativa das aprendizagens e das condições de ensino. Se possível, escolha um instrumento para registro de suas análises e observações,

08/10/2025 10:11:39

como um caderno, uma pasta física ou virtual, e colete evidências dos avanços e das reflexões de cada um sobre o sistema de escrita. Esse material vai ser um apoio importante no planejamento de intervenções mais ajustadas para as diferentes necessidades da turma. Outro ponto importante: para além de classificar os momentos conceituais de cada estudante no processo de alfabetização, é fundamental fazer uso das anotações para pensar em estratégias e intervenções para que possam refletir e avançar, considerando o que já sabem.

• As atividades 3, 4, 5 e 6 desafiam os estudantes a escreverem por si mesmos e são uma oportunidade de acompanhar, tanto no resultado do registro como no processo, o que eles estão pensando sobre o sistema de escrita. É importante que possam indicar oralmente o que quiseram registrar em cada resposta, principalmente quando não escrevem convencionalmente, já que essa informação é fundamental para que a produção seja analisada. Destaque essa intenção dos estudantes em seus registros e procure focar a análise em tudo o que eles já demonstram saber. Observe, por exemplo, se há relações entre o que foi escrito e o que está sendo lido em voz alta e quais relações são essas.

• A atividade 6 possibilita que os estudantes se arrisquem em registros mais extensos, já que são convidados a escrever o título de uma história que apreciam. Essa é uma oportunidade para analisar quais estratégias utilizam quando há mais de uma palavra, por exemplo, verificando se reconhecem a separação das palavras, na escrita, por espaços em branco.

• As propostas com desenhos, como a da atividade 7, permitem conhecer os estudantes em sua individualidade e observar aspectos como coordenação motora, uso de materiais, concentração e intencionalidade.

INTRODUÇÃO E JUSTIFICATIVA

O trabalho desta unidade é ancorado no campo de experiência da Educação Infantil O eu, o outro e o nós, resgatando possíveis situações já vividas pelos estudantes e propondo interações com os colegas e o sentimento de pertencimento a um novo grupo. Assim, promove-se a transição cuidadosa e gradual da Educação Infantil para o Ensino Fundamental. Os textos principais de leitura (quadrinha e letra de canção) fazem parte do Campo da vida cotidiana e ajudam a desenvolver habilidades importantes para a alfabetização inicial em diferentes objetos de conhecimento. As propostas envolvendo nomes próprios (e nomes da turma) propiciam a formação de vínculos e repertório significativo de palavras estáveis, que servem de base para criar e refinar hipóteses de escrita e reconhecer e explorar partes parecidas nas palavras, semelhanças sonoras (rimas) e letras que compõem os nomes, com atenção às iniciais para o entendimento do alfabeto e da ordem alfabética.

Com base nesse trabalho, é possível explorar o tema contemporâneo transversal Diversidade cultural, promovendo o respeito à diversidade e às diferentes origens dos estudantes.

Expectativas de aprendizagem

Ao final da unidade, espera-se que os estudantes sejam capazes de:

• compreender a organização e a finalidade da quadrinha e da letra de canção, considerando o tema e a situação comunicativa;

• reconhecer o nome próprio como marca de identidade e escrevê-lo com ou sem apoio, explorando suas partes sonoras;

UNIDADE TANTOS NOMES, QUANTAS LETRAS 1

• comparar palavras, identificando semelhanças sonoras e gráficas;

• relacionar elementos sonoros (como sílabas, fonemas e partes das palavras) à sua escrita, reconhecendo o sistema alfabético como forma de representar sons da fala;

• nomear as letras do alfabeto, recitá-lo e compreender sua ordem e seus usos, como listas de nomes;

• criar rimas com o nome próprio com base no repertório pessoal;

• interagir com os colegas, demonstrando vínculos e sentimento de pertencimento ao grupo.

Mapeando conhecimentos

Ao explorar a imagem de abertura e ler a lista de conteúdos, os estudantes se preparam para o trabalho a ser desenvolvido. A imagem com folhas bordadas e a palavra NÓS remete à identidade, convivência e linguagem. Esse momento funciona como um aquecimento da unidade e permite mapear os conhecimentos prévios da turma. As perguntas incentivam o reconhecimento de letras, palavras e materiais, além de ativar saberes sobre escrita do nome, formação de palavras e função social da linguagem. As respostas dos estudantes oferecem indícios importantes do que sabem do sistema de escrita e podem orientar os primeiros registros de observação, apoiando o planejamento das intervenções futuras.

COMPOSIÇÃO ARTÍSTICA DE CLARICE BORIAN.

CONTEÚDOS DESTA UNIDADE

• BRINCADEIRA COM NOMES (PALAVRAS DE BRINCAR);

• QUADRINHA;

• PARTES PARECIDAS NAS PALAVRAS;

• NOMES E RIMAS;

• CRACHÁ DE MESA (HORA DE PRODUZIR);

• POEMA (ABRACADABRA);

• LETRA DE CANÇÃO;

• ALFABETO E ORDEM ALFABÉTICA;

• LETRAS DO NOME;

• LETRAS: A, B, C E D (TIRANDO DE LETRA);

• JOGO DOS NOMES (É JOGO, É BRINCADEIRA).

Respostas e comentários nas orientações ao professor

CONVERSE COM OS COLEGAS SOBRE AS QUESTÕES A SEGUIR.

OBSERVE A IMAGEM. O QUE ESTÁ RETRATADO NELA?

PARA CRIAR ESSA IMAGEM, QUE MATERIAIS PODEM TER SIDO UTILIZADOS: CÂMERA

FOTOGRÁFICA, PINCEL, TINTA, LINHA, ELEMENTOS DA NATUREZA, PAPEL, LÁPIS DE COR OU TELA?

OBSERVE A FOLHA AO CENTRO. O QUE ESTÁ BORDADO NELA?

O BORDADO APRESENTA NÚMEROS, LETRAS OU OUTROS SINAIS GRÁFICOS? VOCÊ

RECONHECE ALGUM DELES? SE SIM, QUAL?

interpretações sobre o que ela representa e as sensações evocadas. Crie um ambiente acolhedor para que se sintam à vontade em compartilhar percepções e sentimentos, sem a expectativa de uma resposta “certa”.

2. Elementos da natureza (folhas), linha (e agulha) para bordar e câmera fotográfica, pois a composição foi fotografada. Ao propor a atividade, instigue os estudantes a perceberem na imagem as materialidades que fazem parte da obra. É possível que identifiquem o fundo da página como pintado de azul, citando também a tinta.

3. A palavra NÓS. As respostas podem ser variadas, conforme a percepção deles sobre a repre-

BNCC

Ao investigarem a imagem, os estudantes podem antecipar sentidos e propósitos com base em conhecimentos prévios e nas pistas do texto (EF15LP02); ao responderem oralmente às questões, mobilizam habilidades de oralidade, como expressão clara, escuta atenta e respeito aos turnos de fala (EF15LP09, EF15LP10, EF15LP11).

SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL

Organize os estudantes em roda, com os livros abertos, e combine os turnos de fala para uma interação respeitosa e produtiva. Sugere-se deixar a leitura da legenda para o final, permitindo que eles explorem livremente a imagem com base em suas experiências.

Respostas

e orientações didáticas

1. Na imagem, há três folhas sobre uma superfície azul: a folha do centro tem a palavra NÓS bordada, enquanto as outras duas têm desenhos feitos com linha, lembrando uma rede ou trama. Isso pode sugerir que as folhas estão ligadas por esses elementos e o conjunto representa uma ideia de união ou grupo. Incentive os estudantes a observarem atentamente a imagem e deixe que se expressem livremente ao descrevê-la, explorando os componentes da obra e ampliando para possíveis

08/10/2025 10:14:10

sentação escrita. Valorize todas as respostas, pois cada ideia é válida e revela saberes diversos sobre o sistema alfabético.

4. Letras e um sinal gráfico (acento agudo na letra O). Retome a resposta anterior para aprofundar a exploração, incentivando os estudantes a perceberem e comentarem as unidades menores, como as letras, apresentando conteúdos que serão desenvolvidos nesta e nas próximas unidades, como o alfabeto, as letras do nome e a diferenciação entre letras e outros sinais gráficos.

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF01LP02 , EF01LP05 , EF01LP08 , EF01LP13 , EF01LP16 , EF01LP18 , EF01LP19 , EF12LP01 , EF12LP02 , EF12LP03 , EF15LP01, EF15LP12), os estudantes também mobilizam habilidades de oralidade, como expressão clara, escuta atenta, respeito aos turnos de fala e compreensão da finalidade das interações orais durante a realização da brincadeira com a cantiga (EF15LP09, EF15LP10, EF15LP11, EF15LP13).

SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL

Pergunte aos estudantes se conhecem a cantiga “Bambu tirabu” ou uma versão dela. Isso ajuda a valorizar o repertório cultural deles e incentiva a troca de conhecimentos. A cantiga faz parte da tradição oral brasileira e a letra e o ritmo podem variar conforme a região. Para que possam se familiarizar com a melodia e memorizá-la, apresente a versão do álbum Abra a roda tin do lê lê, de Lydia Hortélio, especialista em Cultura da Infância e Música Tradicional Infantil.

Orientações didáticas

• Ao longo do ano, sempre que desenvolver uma atividade prática, jogo ou brincadeira, alerte os estudantes para eventuais riscos, a fim de garantir sua integridade física e bem-estar. Do mesmo modo, adapte atividades para incluir estudantes com Necessidades Educacionais Específicas sempre que possível.

• Forme uma roda com os estudantes e explique a brincadeira. Em cada rodada, a cantiga será completada com o nome de um estudante, que fará um movimento com o corpo (de preferência no ritmo da música) para mostrar que “virou bambu”

JARDIM DE NOMES

PALAVRAS DE BRINCAR

Comentários nas orientações ao professor

NO INÍCIO DESTE LIVRO, VOCÊ SE APRESENTOU E CONHECEU SEUS COLEGAS DO 1º ANO POR MEIO DAS ATIVIDADES COM A FICHA DE APRESENTAÇÃO

É HORA DE PARTICIPAR DE UMA BRINCADEIRA PARA LEMBRAR O NOME DE CADA UM!

COM OS COLEGAS, SIGAM O PASSO A PASSO E DIVIRTAM-SE!

CANTIGA DE RODA

1. OUÇAM COM ATENÇÃO A CANTIGA QUE O PROFESSOR VAI APRESENTAR.

BAMBU TIRABU

BAMBU, TIRABU AROEIRA, MANTEGUEIRA

TIRARÁ PARA SER BAMBU.

ORIGEM POPULAR.

2. FORMEM UMA GRANDE RODA E BRINQUEM JUNTOS. PARA COMEÇAR, VOCÊS PODEM CANTAR A LETRA DA CANTIGA COM O NOME DO PROFESSOR.

3. QUANDO SEU NOME FOR CHAMADO, FAÇA UM MOVIMENTO COM O CORPO PARA QUE TODOS SAIBAM QUE FOI VOCÊ QUEM “VIROU BAMBU” NAQUELA RODADA.

(EF15LP12). Comece cantando a cantiga com a turma, criando um ritmo envolvente, e informe que, a cada repetição, um novo nome será chamado para completar a letra da cantiga e “virar bambu”.

• Para tornar a atividade mais divertida e significativa, incentive-os a criar gestos engraçados e que remetam às suas preferências (EF15LP12). Se necessário, retome a Ficha de apresentação da seção Vamos iniciar, para que relembrem seus gostos, explicitando a conexão da atividade com a anterior.

• A fim de garantir que todos se sintam incluídos e confortáveis, defina um critério para a escolha

do próximo colega a ser chamado, como seguir a ordem da roda.

• Por meio da brincadeira proposta, os estudantes serão convidados a retomar e memorizar os nomes dos colegas, o que favorece a construção dos vínculos e as possibilidades de trabalho com nome próprio. O registro do nome de um colega é uma oportunidade para pensar na escrita de uma palavra em situação contextualizada, mobilizando e explicitando conhecimentos sobre a língua (EF01LP02).

4. PENSE EM UM COLEGA QUE AINDA NÃO FOI CHAMADO E APONTE PARA ELE. NA HORA CERTA, TODOS COMPLETARÃO A CANTIGA COM O NOME DELE, QUE SERÁ O PRÓXIMO A “VIRAR BAMBU” E APONTARÁ PARA OUTRO COLEGA, DANDO CONTINUIDADE À BRINCADEIRA.

5. AO FINAL DA BRINCADEIRA, COMPLETE A LETRA DA CANTIGA NA PÁGINA ANTERIOR COM O NOME DO COLEGA QUE VOCÊ CHAMOU. ASSIM, SEMPRE QUE QUISER, PODERÁ LER, LEMBRAR O NOME DELE E REVIVER ESSE MOMENTO DIVERTIDO!

BAÚ DE TEXTOS

LEIA COM O PROFESSOR E OS COLEGAS MAIS UMA CANTIGA PARA BRINCAR COM OS NOMES!

A CANOA VIROU

POR DEIXAR ELA VIRAR

FOI POR CAUSA DA MARIA QUE NÃO SOUBE REMAR.

SE EU FOSSE UM PEIXINHO E SOUBESSE NADAR EU TIRAVA A MARIA DO FUNDO DO MAR.

ABRINDO O BAÚ!

PINTE A PALAVRA QUE NOMEIA A IMAGEM A SEGUIR.

Resposta: CANOA.

ORIGEM POPULAR.

DICA: ELA APARECEU NA CANTIGA QUE VOCÊ LEU NESTE BAÚ!

bulário dos estudantes (EF15LP01, EF01LP16, EF01LP19 ).

• Em Abrindo o baú, eles podem trabalhar de modo sistemático e recorrente a relação palavra-objeto, comparando elementos visuais e verbais, enquanto desenvolvem a leitura e exercitam a decodificação ou a leitura global de palavras já exploradas oralmente (EF12LP01).

ATIVIDADE EXTRA

Construa coletivamente com a turma um baú (caixinha de cartolina com tampa) decorado por

PEIXE CANOA MAR

08/10/2025 10:14:11

todos. Nele, os estudantes poderão guardar diferentes textos da tradição oral – cópias impressas ou escritas à mão. O Baú de textos pode se transformar em um acervo com variados textos de origem popular, pesquisados e registrados pela turma (EF01LP18, EF12LP03, EF12LP02). Assim, esta seção pode se tornar uma rotina, algo como “A hora do baú”, realizada no início das aulas ou em outro momento combinado com a turma. Dessa forma, é possível explorar oralmente, mesmo que por poucos minutos ao dia na semana, os diversos textos reunidos.

• Depois de algumas rodadas, quando a turma estiver familiarizada com a brincadeira, proponha variações utilizando referências escritas dos nomes (em letra bastão), por exemplo, completando a cantiga com nomes que você mostrar. A atividade ajudará no desenvolvimento da habilidade de observar escritas convencionais e relacioná-las às palavras ouvidas (EF01LP08). Observe os critérios que utilizam para a leitura dos nomes (EF12LP01). Se focarem na quantidade de letras das palavras, o critério pode ser o tamanho dos nomes. Nessa situação, ao apresentar nomes com extensões diferentes, como Ana e Carolina, pergunte como identificaram cada um. Para os que já têm mais domínio, escreva nomes com diferenças mais sutis, como Lorena e Lorenzo, incentivando-os a focar na parte final dos nomes (EF01LP13) e a fazer conexões com os sons da fala: “Lorena termina com o som de A, então deve ser este!” (EF01LP05). • O boxe Baú de textos aparece sempre junto à seção Palavras de brincar e visa propiciar momentos de fruição e brincadeiras com textos da tradição popular, criando uma rotina de estudos que começa com a brincadeira e o prazer da leitura. Também objetiva ampliar o repertório de gêneros e textos da cultura popular e desenvolver progressivamente o voca -

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF01LP01 , EF01LP05 , EF01LP08 , EF01LP13 , EF01LP16 , EF01LP19 , EF12LP01, EF15LP12), os estudantes serão levados a levantar hipóteses sobre sentidos, organização e finalidade da quadrinha que lerão, com base em conhecimentos prévios e pistas oferecidas pelo próprio material (EF15LP02), bem como a desenvolver habilidades de oralidade, como expressão clara, escuta atenta, respeito aos turnos de fala e compreensão da finalidade das interações orais (EF15LP09, EF15LP10, EF15LP11, EF15LP13).

SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL

Leia a quadrinha em voz alta, com entonação e entusiasmo (EF01LP16, EF15LP12), apontando os versos para evidenciar a direção da leitura (EF01LP01). Repita a leitura algumas vezes, destacando ritmo, rimas e sonoridade com gestos e expressão corporal. Em seguida, convide os estudantes a recitarem o texto da mesma forma, usando entonação e recursos paralinguísticos, como foi modelado (EF01LP16, EF01LP19, EF15LP12).

RODA DE LEITURA: QUADRINHA

VOCÊ E SEUS COLEGAS JÁ SE APRESENTARAM E BRINCARAM

COM OS NOMES DA TURMA.

CHEGOU A HORA DE ACOMPANHAR A LEITURA DE UM TEXTO CURTO, QUE TAMBÉM FALA DE NOME.

MAS, ANTES, VAMOS OBSERVAR BEM O TEXTO E CONVERSAR UM POUCO SOBRE ELE.

ANTES DE LER

RESPONDA ÀS QUESTÕES A SEGUIR ORALMENTE.

1. VOCÊ JÁ CONHECIA ALGUMA PALAVRA QUE APARECE NESSE

TEXTO? SE SIM, QUAL?

Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor

2. OBSERVE COMO O TEXTO ESTÁ ORGANIZADO. VOCÊ

CONHECE OUTRO TEXTO QUE SEJA ORGANIZADO DE FORMA

PARECIDA? CONVERSE COM OS COLEGAS E O PROFESSOR SOBRE ISSO.

Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor

QUEM QUISER SABER MEU NOME DÊ UMA VOLTA NO JARDIM, QUE O MEU NOME ESTÁ ESCRITO

NUMA FOLHA DE JASMIM.

ORIGEM POPULAR.

ANTES DE LER

1. A quadrinha a ser lida apresenta duas vezes a palavra nome, já trabalhada na brincadeira de abertura desta unidade. Assim, pode ser que os estudantes identifiquem essa palavra no texto, o que é uma boa oportunidade para explorar as hipóteses de leitura e escrita deles. Aproveite para questioná-los sobre como reconheceram as palavras que trouxeram e incentive-os a explicar o raciocínio. Além de contribuir para o desenvolvimento da oralidade e do intercâmbio conversacional, as interações permitem verificar

o que os estudantes sabem sobre o sistema de escrita. Se julgar oportuno, registre a quadrinha na lousa e conduza uma análise coletiva, listando as palavras citadas para confirmar sua presença no texto, com base em pistas visuais e sonoras (EF01LP05, EF01LP08, EF12LP01).

2. Explore com os estudantes a disposição do texto e incentive-os a compartilhar o que sabem sobre quadrinhas, observando se identificam a escrita em versos e sua estrutura. Esse diálogo favorece a reflexão sobre padrões de escrita e reconhecimento do gênero textual (EF01LP16).

PAPO DE LEITOR

1. ANTES DA LEITURA, VOCÊ OBSERVOU O TEXTO, PRESTANDO ATENÇÃO NAS PALAVRAS E NA FORMA DE ORGANIZAÇÃO DELE. AGORA QUE JÁ LEU, RESPONDA ÀS QUESTÕES.

A ) ALGUMA PALAVRA QUE VOCÊ RECONHECEU ANTES DE LER APARECEU MESMO NO TEXTO? SE SIM, QUAL?

Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor

Resposta: QUATRO LINHAS.

B ) O TEXTO LIDO É COMPOSTO DE QUANTAS LINHAS? MARQUE UM X NA ALTERNATIVA CORRETA. TRÊS LINHAS. QUATRO LINHAS.

C ) COMO VOCÊ ACHA QUE SÃO CHAMADAS AS LINHAS DE TEXTOS COMO ESSE? MARQUE UM X NA ALTERNATIVA CORRETA. LETRAS. PALAVRAS. VERSOS.

Resposta: VERSOS.

D) COM BASE NA RESPOSTA DADA NO ITEM ANTERIOR, O QUE PODEMOS AFIRMAR SOBRE O TEXTO LIDO? MARQUE UM X NA ALTERNATIVA CORRETA.

Resposta: ELE É FORMADO POR QUATRO VERSOS E CHAMADO DE QUADRINHA.

ELE É FORMADO POR TRÊS VERSOS E CHAMADO DE HISTÓRIA CURTA

ELE É FORMADO POR QUATRO VERSOS E CHAMADO DE QUADRINHA

lavras frequentes, verifique se as reconhecem globalmente ou por memorização (EF12LP01). No item c, se possível, faça a atividade coletivamente, escrevendo a quadrinha na lousa e lendo-a enquanto desliza o dedo sobre os versos, para visualizarem o percurso da leitura — da esquerda para a direita e de cima para baixo (EF01LP01). As alternativas distratoras nesse item trazem termos do universo da leitura e escrita (“letras” e “palavras”), que os estudantes já devem conhecer, facilitando a identificação da resposta correta (“versos”), que pode ser nova para alguns. Para explorar o termo versos, per-

gunte se já o ouviram e o que acham que significa. Aproveite para avaliar os conhecimentos prévios deles quanto à organização dos textos poéticos, ajudando-os a identificar a estrutura dos versos nas quadrinhas (EF12LP04, EF01LP16). Se julgar produtivo, escreva uma quadrinha na lousa, destaque a separação entre as linhas e convide-os a recitá-la em versos (EF01LP19). A proposta não visa cobrar nomenclaturas, mas familiarizá-los com a ideia de que textos poéticos são compostos de linhas chamadas versos, favorecendo a compreensão da estrutura e o reconhecimento de padrões.

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF01LP01 , EF01LP02 , EF01LP03 , EF01LP05 , EF01LP09 , EF01LP13 , EF01LP16 , EF01LP19 , EF12LP01 , EF12LP03 , EF12LP04 , EF15LP02 , EF15LP03 , EF15LP10 , EF15LP12, EF15LP18), os estudantes mobilizam habilidades de oralidade, como expressão clara, escuta atenta, respeito aos turnos de fala e compreensão da finalidade das interações orais no trabalho com a quadrinha (EF15LP09, EF15LP10, EF15LP11, EF15LP13).

Respostas e orientações didáticas

1. No item a, os estudantes podem confirmar hipóteses formuladas antes da leitura. Se as palavras sugeridas por eles antes da leitura estiverem registradas na lousa, retome-as para que confirmem ou refutem suas suposições ( EF15LP02 ). Então, proponha investigações que revelem como estão lendo as palavras, mesmo sem dominar completamente a leitura convencional. Observe quais estratégias utilizam com palavras novas, como citar letras ou partes de palavras conhecidas e associá-las a sons e imagens: “Essa letra está no meu nome.”; “Aqui deve ser FOLHA porque tem FO e aparece uma folha na ilustração.”. Quanto a pa-

2. Releia o texto com entonação adequada e usando recursos paralinguísticos para destacar a sonoridade da quadrinha (EF15LP12). Explique aos estudantes que, em textos poéticos, a voz que se expressa é chamada de eu poético, voz poética ou eu lírico , enquanto em narrativas essa voz é chamada de narrador O objetivo não é exigir nomenclaturas, mas ampliar o repertório vocabular e a compreensão de textos como esses. No item a, observe se eles conseguem relacionar imagem e palavra na leitura dos itens, estabelecendo corretamente a associação palavra-objeto (EF15LP18). Se possível, realize a atividade coletivamente, observando as hipóteses de leitura formuladas. Isso ajudará a refinar seu diagnóstico sobre o nível de conceitualização em que estão. Observe como comparam capim, alecrim e jasmim e quais estratégias usam para encontrar a resposta. Para identificar se focam em sílabas iniciais, letras ou outros elementos, faça perguntas como: “Se todas terminam de forma parecida, para que outra parte podemos olhar?”. No item b, avalie como mobilizam procedimentos de leitura para localizar informações explícitas (EF15LP03). 3. Deixe que os estudantes exercitem a imaginação, justificando os nomes escolhidos. Aceite diferentes hipóteses, inclusive nomes de personagens imaginários ou inventados. Se oportuno, projete a fotografia de uma flor de jasmim ou peça-lhes que observem a imagem da atividade anterior, destacando as nervuras das folhas. Se possível, proponha uma atividade extraclasse para que possam investigar diferentes folhas e nervuras, explorando-as pelo toque e pelo olfato.

2. AGORA, O PROFESSOR VAI RELER O TEXTO. PRESTE ATENÇÃO E RESPONDA ÀS QUESTÕES.

A ) ONDE ESTÁ ESCRITO O NOME DE QUEM FALA NA QUADRINHA?

MARQUE UM X NA ALTERNATIVA CORRETA.

Resposta: NUMA FOLHA DE JASMIM.

BEM NO MEIO DO CAPIM.

NUMA FOLHA DE JASMIM

EM UM RAMO DE ALECRIM.

B ) QUEM DEVE DAR UMA VOLTA NO JARDIM? MARQUE UM X NA ALTERNATIVA CORRETA.

Resposta: QUEM QUISER SABER O NOME DE QUEM FALA NO TEXTO.

QUEM QUISER SER POETA.

QUEM QUISER SABER O NOME DE QUEM FALA NO TEXTO.

QUEM DESEJAR ENCONTRAR UMA LINDA FLOR.

3. QUE NOME VOCÊ ACHA QUE ESTÁ ESCRITO NA FOLHA DE JASMIM?

POR QUÊ?

Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes falem um nome e justifiquem suas hipóteses.

4. A SEGUIR, ESCREVA, COMO SOUBER, O NOME QUE VOCÊ IMAGINOU.

Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor

4. Caso tenha listado os nomes citados na lousa, explique aos estudantes que tais nomes podem ser usados como referência por quem precisar. Nesse caso, cada um pode localizar e copiar da lousa o nome que citou, mantendo as características e voltando-se ao registro convencional para tirar dúvidas (EF12LP03, EF01LP03). Se necessário, escreva mais palavras de apoio à escrita, como cara – para quem quer escrever Catarina e está pensando na parte inicial sonora –, incentivando-os a reconhecer que a escrita represen-

ta os sons da fala (EF01LP05). Os processos de localização da palavra na lista e de indicação de outras de referência contribuem para a aquisição do sistema alfabético, pois os estudantes precisam pensar e levantar hipóteses sobre letras e partes (iniciais, mediais e finais) do nome e de outras palavras parecidas para escreverem palavras novas (EF01LP13). Para estudantes em estágios mais desenvolvidos de conceitualização da escrita, incentive a escrita sem o apoio da lista.

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5. AO LER O TEXTO, UM ESTUDANTE IMAGINOU QUE O NOME ESCRITO NA FOLHA DE JASMIM ERA O DE UMA PESSOA COM NOME DE FLOR.

A ) PINTE O QUADRINHO COM O NOME QUE ELE PODE TER IMAGINADO.

Resposta: ROSA.

NINA. ROSA. DAVI.

B ) VOCÊ CONHECE OUTRO NOME DE PESSOA QUE TAMBÉM SEJA O NOME DE UMA FLOR? QUAL? COMPARTILHE COM OS COLEGAS E O PROFESSOR.

Resposta pessoal. Possíveis respostas: Margarida, Violeta, Dália, Camélia.

C ) O PROFESSOR FARÁ UMA VOTAÇÃO PARA A TURMA ESCOLHER O NOME PREFERIDO ENTRE OS QUE FORAM CITADOS NO ITEM ANTERIOR. ESCREVA ESSE NOME NO ESPAÇO A SEGUIR.

Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor

AGORA QUE JÁ LEMOS

QUADRINHAS SÃO PEQUENOS TEXTOS POÉTICOS COM RITMO BEM-MARCADO, FORMADOS POR QUATRO VERSOS E QUE APRESENTAM PALAVRAS COM SONS FINAIS PARECIDOS. TEXTOS ASSIM FAZEM PARTE DA NOSSA TRADIÇÃO ORAL E, POR SEREM CURTOS E MUITO SONOROS, SÃO FÁCEIS DE MEMORIZAR.

1. VOCÊ CONSEGUIU MEMORIZAR A QUADRINHA QUE LEMOS? COM OS COLEGAS, TENTEM RECITÁ-LA COM RITMO.

Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor

2. VOCÊ CONHECE OUTRA QUADRINHA DE COR? CASO CONHEÇA, RECITE ESSE TEXTO PARA A TURMA.

2. Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes relembrem alguma quadrinha ou texto poético curto com o qual já tenham tido contato e que recitem o texto.

Depois, pergunte: “Que parte de Marcelo, por exemplo, ajuda a escrever Margarida?”. Observe suas estratégias e a aprendizagem quanto à conceitualização do sistema de escrita, que representa os sons da fala (EF01LP05).

AGORA QUE JÁ LEMOS

• Explique aos estudantes que a tradição oral ocorre pela transmissão de conheci-

mentos e costumes, de geração em geração, por meio da oralidade, preservando a cultura de um povo usando a fala e a memória.

1. Explique que as quadrinhas são também conhecidas como trovas, trovinhas ou quadras. Pergunte-lhes como costumam chamar textos assim. Dependendo da região onde moram, podem citar diferentes formas. Valorize todas, evitando preconceitos linguísticos. Incentive-os a recitar a quadrinha com entonação ade-

5. Organize os estudantes em grupos heterogêneos, considerando os diferentes níveis de conceitualização da escrita, com ao menos um integrante na fase silábico-alfabética ou alfabética em cada grupo. No item a, incentive-os a responder de forma autônoma, podendo trocar ideias com os colegas (EF12LP01, EF15LP10). Observe as estratégias de leitura e planeje intervenções individuais ou em pequenos grupos. No item b, pergunte se conhecem alguém com os nomes citados. No item c, faça uma votação e peça-lhes que registrem o nome escolhido. Comparem os registros, discutindo qual mais se aproxima da escrita convencional, reforçando que a mesma palavra deve ter uma grafia estável (EF12LP03).

AVALIANDO

Desafie os estudantes a, em grupos, escreverem no caderno um nome de flor mencionado na atividade. No item b, registre na lousa nomes da turma como referências estáveis para a nova escrita (EF01LP02). Pergunte: “Que nome da turma pode nos ajudar a escrever Margarida?”. Assim, quem estiver no nível silábico, ao comparar as escritas, pode perceber que uma letra não é suficiente para escrever o início desse nome (EF01LP03). Destaque na lousa a sílaba inicial MAR a partir da indicação da turma (EF01LP09, EF01LP13).

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quada, explorando ritmo, rima e o uso de recursos paralinguísticos para reforçar os sentidos do texto (EF01LP19, EF15LP12).

2. Converse com a turma sobre a função social das quadrinhas: textos orais que divertem, ensinam e circulam em brincadeiras ( EF01LP16 ). Incentive a partilha oral de quadrinhas conhecidas (EF01LP19).

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF01LP03 , EF01LP05 , EF01LP06 , EF01LP07 , EF01LP08 , EF01LP09 , EF01LP13 , EF01LP16 , EF01LP19 , EF12LP01 , EF12LP03 , EF12LP07 , EF15LP12), os estudantes mobilizam habilidades de oralidade para identificar as partes parecidas nas palavras (EF15LP09, EF15LP10, EF15LP11, EF15LP13).

Respostas e orientações didáticas

1. Recite a quadrinha com expressividade e convide os estudantes a fazerem o mesmo. Diga que textos como esse costumam ter ritmo regular, com versos em redondilha maior (sete sílabas poéticas). Leia de forma cadenciada, marcando até a última sílaba forte, como em se-qui-ser-sa-ber-meu-no-me, em que a voz recai naturalmente sobre NO de nome. Faça pausas estratégicas e destaque as rimas ao final do segundo e do quarto versos (EF01LP05, EF01LP06, EF01LP16 , EF01LP19 , EF15LP12). No item a, comente que, quando palavras apresentam sons finais semelhantes, dizemos que rimam entre si. Embora o termo rima também se aplique a semelhanças sonoras em outras partes das palavras, neste volume serão trabalhadas as rimas finais, mais comuns em brincadeiras sonoras e fáceis de identificar nessa faixa etária (EF12LP07). O item b destaca a recorrência da rima em quadrinhas, no segundo e quarto versos. Encoraje-os a compartilhar quadrinhas do próprio repertório e, juntos, observem essas regularidades nesses textos (EF01LP16, EF12LP07). No item c, acolha as percepções, auxiliando-os a reconhecer as par-

É LÍNGUA, É LINGUAGEM

PARTES PARECIDAS NAS PALAVRAS

1. O PROFESSOR VAI RELER A QUADRINHA DA SEÇÃO ANTERIOR. OUÇA COM ATENÇÃO ENQUANTO OBSERVA O TEXTO A SEGUIR.

QUEM QUISER SABER MEU NOME

DÊ UMA VOLTA NO JARDIM, QUE O MEU NOME ESTÁ ESCRITO

NUMA FOLHA DE JASMIM.

ORIGEM POPULAR.

A ) ENCONTRE E PINTE, NA QUADRINHA, DUAS PALAVRAS COM SOM FINAL PARECIDO NO FIM DE ALGUNS VERSOS.

Resposta: Os estudantes devem pintar as palavras JARDIM e JASMIM

B ) EM QUAIS VERSOS APARECERAM AS PALAVRAS QUE VOCÊ PINTOU? MARQUE UM X NA RESPOSTA ADEQUADA.

NO 1º E NO 3º VERSOS.

NO 2º E NO 4º VERSOS.

Resposta: NO 2º E NO 4º VERSOS.

C ) OLHE COM ATENÇÃO PARA AS PALAVRAS QUE VOCÊ PINTOU. ALÉM DA PARTE FINAL, ELAS TÊM OUTRA PARTE COM SOM PARECIDO? SE SIM, QUAL? CONVERSE COM OS COLEGAS.

Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes reconheçam que no começo das palavras há tanto a sequência sonora ja quanto o fonema /ʒ/ e sua representação pela letra J

tes sonoras (sílabas) de cada palavra (jas-mim e jar-dim) e a identificar as diferenças nas sílabas iniciais e finais, mesmo que a análise ocorra apenas no nível gráfico: jas e jar são escritas de forma diferente, assim como mim e dim, apresentando uma letra distinta em ambos os casos (EF01LP05, EF01LP13). Faça mediações para que reconheçam o sistema de escrita alfabética como representação dos sons da fala, relacionando elementos sonoros (sílabas, fonemas e partes de palavras) com sua representação escrita (EF01LP05, EF01LP08). Para tanto, escreva as duas palavras que estão em comparação na

lousa, segmentando-as oralmente em sílabas, enquanto marca com cores diferentes a escrita de cada sílaba (EF01LP06). Em seguida, motive-os a comparar as palavras em questão, identificando semelhanças e diferenças entre sons das sílabas iniciais e finais, e a relacionar essas partes sonoras (as sílabas) à sua representação na escrita (EF01LP08, EF01LP09, EF01LP13). Para que façam a comparação no nível da letra, verifique se já identificam os fonemas e sua representação por grafemas (EF01LP07).

2. REPARE NOS NOMES QUE

A ) QUAL DESSES NOMES COMEÇA COM O MESMO SOM DO INÍCIO DA PALAVRA JARDIM? PINTE DE VERDE A FOLHA COM ESSE NOME.

Resposta: JARBAS.

B ) QUE NOME ESTAVA ESCRITO NA FOLHA QUE VOCÊ NÃO PINTOU? ESCREVA ESSE NOME A SEGUIR.

Resposta: MARTA.

C ) PINTE TRÊS NOMES DE PESSOAS QUE COMEÇAM COM O MESMO SOM DO INÍCIO DO NOME QUE VOCÊ ESCREVEU NO ITEM B

Resposta: MARLENE, MARCOS, MARCELO.

MARCELO

D) AGORA, ESCREVA UMA PALAVRA QUE TERMINA COM O MESMO SOM QUE FINALIZA O ÚNICO NOME FEMININO QUE VOCÊ PINTOU NO ITEM C

Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes escrevam uma palavra que termina com a sílaba NE (sílaba final de MARLENE).

DICA: SE PRECISAR, USE ESTE BANCO DE IMAGENS PARA SE LEMBRAR DE ALGUMAS PALAVRAS QUE TERMINAM COM O SOM PROCURADO.

Professor, professora: As legendas das imagens não foram inseridas para não comprometerem a realização da atividade.

estudantes localizaram os três nomes no quadro e, se não, incentive-os a tentar novamente (EF01LP09). O item d exige retomar a atividade anterior. Verifique se identificam Marlene e se reconhecem o som final ne. Ao nomear os objetos do boxe Dica, peça-lhes que verifiquem se alguma palavra tem essa mesma sílaba final (EF01LP13). Em algumas regiões, o E final pode ser pronunciado como I, assunto aprofundado no decorrer do volume, mas que pode ser introduzido aqui. Pronuncie o E final com clareza e incen-

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tive-os a escrever como souberem. Valorize as tentativas como parte do processo. Na correção, registre na lousa as palavras que nomeiam as imagens do boxe, sugira outras e as leia em voz alta. Motive-os a comparar seus registros com os da lousa. Para os alfabéticos, proponha comparação e correção. Para os silábicos, use as palavras convencionais para ampliar suas hipóteses sobre o sistema de escrita. Adapte as intervenções conforme o nível de cada um (EF01LP03).

2. As atividades 2 e 3 propõem a comparação entre palavras, com foco na identificação de semelhanças sonoras nas sílabas iniciais, mediais e finais, para que os estudantes reconheçam que o sistema de escrita alfabética representa sons da fala (EF01LP05, EF01LP13). Sugira a formação de duplas para que façam trocas e reflexões. Embora o foco esteja nas sílabas iniciais, acolha outras observações, como o fato de as palavras iniciarem com o mesmo grafema ou fonema /ʒ/, representado pela letra “j” (EF01LP07). Valorize todas as hipóteses para que os estudantes avancem em suas concepções sobre a escrita. No item b, antes do registro, peça-lhes que leiam o nome que não foi pintado. Escreva ambos na lousa, leia com eles a pergunta e incentive-os a compartilhar estratégias de leitura (EF12LP01). Para o registro, eles podem escrever com base na troca oral ou copiar do livro ou da lousa, pois a cópia pode ser um apoio à reflexão (EF01LP03, EF12LP03). Na correção do item c, avalie se fazem referência a letras ou palavras conhecidas e em quais indícios se apoiam para identificar os nomes: a extensão da palavra (indício gráfico quantitativo) ou os próprios conhecimentos sobre o nome das letras (indício gráfico qualitativo). Escreva na lousa os nomes procurados e compare-os com Marta. Observe se os

3. No item a, oriente-os a ler a palavra em duplas, ativando seus conhecimentos sobre o sistema alfabético. Caminhe pela sala de aula, observando em que indícios se apoiam (extensão da palavra, letras conhecidas, nomes das letras), se tentam decodificar ou recorrem à leitura global ( EF12LP01 ). Registre as observações para avaliar e planejar intervenções futuras por meio de tarefas de casa ou atendimentos individuais. Verifique se todos compreenderam que o som inicial a ser considerado é a sílaba re – intencionalidade dirigida pelo destaque dado às sílabas iniciais nas legendas das imagens. As alternativas apresentam duas palavras iniciadas com  R e uma com  me. O objetivo é fazer os estudantes, ao analisarem as sílabas iniciais, descartarem mesa, por não começar com R, ainda que contenha a vogal E, e eliminarem rodo, por iniciar com  R, mas não formar a sílaba re. Motive a troca de ideias, permitindo que compartilhem observações. Alguns podem destacar a relação entre a letra R e o som inicial nas palavras. Caso surjam hipóteses no nível do fonema, aproveite para explicar que a letra R pode representar diferentes sons, como /r/ em  cara e /h/ em carro ou Renata, ampliando a reflexão sobre o sistema de escrita alfabética. As fotografias de apoio neste e nos próximos itens são importantes para estudantes em níveis de conceitualização anteriores às escritas silábicas. Falar as palavras em voz alta, por exemplo, observando seus registros escritos, pode ser uma experiência produtiva para ampliar as relações e hipóteses entre partes do oral e partes do escrito. Após a realização desta atividade, é possível avaliar se

3. COM OS COLEGAS E O PROFESSOR, LEIAM A PALAVRA A SEGUIR.

RENATA

A ) CONTORNE A IMAGEM DO OBJETO QUE É NOMEADO POR UMA

PALAVRA QUE COMEÇA COM O SOM INICIAL DE RENATA

Resposta: REDE.

B ) PINTE O QUADRINHO COM A PALAVRA QUE COMEÇA COM O SOM DO MEIO DE RENATA.

Resposta: NABO.

REPOLHO.

NABO.

C ) PINTE A FIGURA DO ANIMAL QUE É NOMEADO POR UMA

PALAVRA QUE COMEÇA COM O SOM FINAL DE RENATA

Resposta: TATU.

D) AGORA, COMPLETE AS PALAVRAS USANDO AS PARTES DO NOME RENATA

Resposta: REDE, NABO, TATU.

tais estudantes começam a variar mais as letras em suas produções, ampliando o repertório e se arriscando mais na escrita, o que já representaria um avanço significativo. No item b, observe se reconhecem que o som medial a ser considerado é a sílaba na. Se necessário, incentive o uso da correspondência palavra-objeto, seguindo as orientações descritas anteriormente. No item c, destaque, se necessário, que o som final a ser considerado é a sílaba ta, fazendo mediações como as mencionadas anteriormente (EF01LP05, EF01LP09, EF01LP13).

AVALIANDO

Proponha uma roda de leitura coletiva de tarjetas com nomes da turma. Cubra partes dos nomes e desafie os estudantes a descobrirem de qual nome se trata, observando as hipóteses levantadas e os indícios em que se apoiam. Convide alguns a justificarem suas escolhas e utilize essas observações para planejar intervenções personalizadas, conforme as necessidades identificadas (EF12LP01).

JANELAS PARA A ESCRITA

NOMES E RIMAS

1. COM O PROFESSOR E OS COLEGAS, LEIAM OS NOMES DESTAS CRIANÇAS DO 1º ANO DE UMA ESCOLA.

JOAQUIM

SERAFIM YASMIM

A ) PRESTANDO ATENÇÃO NOS SONS DESSES NOMES, O QUE VOCÊ PERCEBE? MARQUE UM X NA RESPOSTA CORRETA.

Resposta: OS TRÊS NOMES TERMINAM COM SONS PARECIDOS.

OS TRÊS NOMES COMEÇAM COM SONS PARECIDOS

OS TRÊS NOMES TERMINAM COM SONS PARECIDOS

B ) PINTE AS PARTES QUE SÃO PARECIDAS NOS NOMES DAS CRIANÇAS.

Resposta: Os estudantes devem pintar o som final IM em cada um dos nomes.

2. VOCÊ SABE O QUE É RIMA? OUÇA A LEITURA QUE O PROFESSOR VAI FAZER.

Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes analisem as sonoridades

RIMA É A SEMELHANÇA DE SONS NO FINAL DAS PALAVRAS. OS NOMES JOAQUIM, SERAFIM E YASMIM TÊM SONS FINAIS SEMELHANTES. ENTÃO, PODEMOS DIZER QUE JOAQUIM RIMA COM SERAFIM E COM YASMIM

E NA SUA TURMA, HÁ NOMES QUE RIMAM? COMPARTILHE SUAS DESCOBERTAS COM OS COLEGAS E O PROFESSOR.

3. VAMOS CONTINUAR RIMANDO? ESCREVA UM NOME QUE RIMA COM CADA NOME A SEGUIR.

A ) RAFAEL RIMA COM:

Possíveis respostas: Raquel, Gabriel, Miguel, Daniel, Muriel etc.

B ) ISABELA RIMA COM:

Possíveis respostas: Gabriela, Manuela, Rafaela, Daniela etc. dos nomes da turma e percebam se há ou não nomes com sons iguais ou semelhantes.

critas (EF01LP05, EF12LP07, EF01LP13). Como em algumas atividades da seção anterior os estudantes mobilizaram as sílabas, se julgar oportuno, segmente oralmente cada nome, destacando as sílabas na lousa (EF01LP06). Ao final da atividade, ressalte que a parte indicada como parecida não representa as sílabas finais, mas está contida em todas elas. A intenção é que eles ampliem as observações em diferentes níveis, o que os ajudará a desenvolver as hipóteses.

2. Leia o quadro com o conceito de rima. Neste volume, o foco são as rimas finais, mas valorize hipóteses de estudantes que identifiquem se-

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melhanças sonoras em outras partes das palavras. Essa é uma oportunidade de construir o conceito com base nas experiências da turma. Pergunte como pretendem encontrar os nomes que rimam e observe suas estratégias, notando se dizem os nomes em voz alta ou analisam as partes finais das palavras escritas. Você pode escrever os nomes que eles disserem na lousa, para que confirmem as hipóteses (EF01LP03). Amplie a conversa, permitindo que mencionem outros nomes conhecidos que também rimam (EF12LP07).

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF01LP03 , EF01LP05 , EF01LP06 , EF12LP07 , EF01LP13), os estudantes mobilizam habilidades de oralidade ao discutirem e aplicarem o conceito de rima (EF15LP09, EF15LP10, EF15LP11, EF15LP13).

Respostas e orientações didáticas

1. Faça a leitura dos nomes coletivamente, perguntando sobre cada um ou indicando um deles para que localizem: “Onde vocês acham que está escrito Yasmim? Por quê?”. A ideia é levar os estudantes a se apoiarem em diferentes indícios para levantarem hipóteses, como a relação com as fotografias (eliminando os nomes de meninos, já que Yasmim em nossa cultura é usualmente um nome feminino), a observação da letra ou sílaba inicial, a presença de letras conhecidas etc. Por serem nomes de extensão parecida e final igual, o desafio fica maior, pois precisarão observar seu início e meio. No item a, após a leitura dos nomes, proponha uma conversa sobre o que perceberam com relação aos sons parecidos. O item b pode auxiliá-los a perceber o sistema de escrita alfabética como representação dos sons da fala, pois as semelhanças identificadas nos sons serão verificadas e destacadas também nas palavras es-

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF01LP03 , EF01LP02 , EF01LP04 , EF01LP08 , EF01LP09 , EF01LP13 , EF01LP17 , EF01LP20 , EF12LP01 , EF12LP04 ), os estudantes mobilizam habilidades de oralidade ( EF15LP09 , EF15LP10 , EF15LP11, EF15LP13).

SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL

Nesta proposta, os estudantes compreenderão que o crachá de mesa serve tanto para identificação quanto como apoio à escrita ao longo do ano (EF12LP04). Inicie uma conversa, de preferência em roda, sobre a função dos nomes nas relações cotidianas.

Orientações didáticas

• Providencie, ou faça com a turma, um cartaz com os nomes em letra bastão, alinhados, em ordem alfabética e com bom espaçamento. Apresente-o como apoio à escrita e introdução ao gênero lista ( EF01LP03, EF01LP20).

• Oriente os estudantes a escreverem apenas o nome no crachá, sem desenhos ou símbolos gráficos, para que atentem às partes escritas. O uso de imagens poderia desviar o foco da leitura (EF01LP02, EF01LP17).

• Ao final, promova uma exposição dos crachás nas mesas ou em varal e, depois, mostre onde ficarão guardados.

ATIVIDADE EXTRA: JOGO

Organize as cadeiras em roda e coloque os crachás sobre elas, sem que os estudantes vejam. Ao entrarem na sala, desafie-os a descobrir onde devem se sentar observando os nomes nos crachás. Para tornar a tarefa mais instigante, posi-

HORA DE PRODUZIR

CRACHÁ DE MESA

CHEGOU A HORA DE PREPARAR UM MATERIAL MUITO ESPECIAL!

O QUE VAI PRODUZIR

VOCÊ VAI CRIAR UM CRACHÁ DE MESA COM O SEU NOME. ESSE MATERIAL SERÁ USADO EM DIFERENTES MOMENTOS.

PLANEJAR

1. ANTES DE PRODUZIR O CRACHÁ, TREINE A ESCRITA DO SEU NOME! ESCREVA SEU NOME EM UMA FOLHA AVULSA PARA RASCUNHO.

2. O PROFESSOR VAI PREPARAR UMA LISTA COM TODOS OS NOMES DA TURMA, QUE FICARÁ AFIXADA NA SALA DE AULA.

3. CONSULTE ESSA LISTA E REVISE A ESCRITA DO SEU NOME, CORRIGINDO O QUE FOR NECESSÁRIO. OBSERVE, POR EXEMPLO, SE NÃO ESTÁ FALTANDO ALGUMA LETRA OU SE HÁ LETRAS REPETIDAS.

PRODUZIR

1. RECORTE O MODELO DE CRACHÁ DA PÁGINA 269 DO MATERIAL COMPLEMENTAR.

2. ESCREVA SEU NOME NELE, LEVANDO EM CONTA OS AJUSTES QUE FEZ NA ETAPA DE RASCUNHO.

3. MONTE E FINALIZE O SEU CRACHÁ DE MESA.

COMPARTILHAR

MOSTRE SEU CRACHÁ PRONTO AOS COLEGAS! AVALIAR

Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor

1. O QUE VOCÊ ACHOU DE PRODUZIR UM CRACHÁ DE MESA?

2. FOI IMPORTANTE SEGUIR TODAS AS ETAPAS PARA FAZER O CRACHÁ?

cione nomes semelhantes perto um do outro, como Marina ao lado de Mariana. Enquanto investigam e fazem trocas entre si, observe as estratégias de leitura e registre suas anotações (EF01LP08, EF01LP09, EF01LP13, EF12LP01).

AVALIANDO

Alguns estudantes podem ter dificuldades para escrever o próprio nome. Observe os registros e intervenha conforme necessário. Se houver desenhos, oriente individualmente sobre a diferenciação entre letras e outros sinais gráficos.

DICA: GUARDE SEU CRACHÁ DE MESA EM UM LUGAR SEGURO. VOCÊ VAI UTILIZAR ESSE RECURSO SEMPRE QUE PRECISAR.

Diante de trocas, ofereça mais oportunidades de contato com a escrita do nome, garantindo que o crachá contenha a forma convencional, intervindo no rascunho sempre que preciso. É essencial que o registro seja feito a lápis em todas as etapas, para possíveis correções (EF01LP02, EF01LP03, EF01LP04). Fique atento para contemplar as diversidades, propondo saídas pontuais para cada caso, considerando a inclusão de estudantes com Necessidades Educacionais Específicas (NEE). É possível, por exemplo, propor para estudantes com dificuldades motoras que cubram o tracejado do nome feito com antecedência.

ABRACADABRA

VIROU POEMA!

VOCÊ JÁ PAROU PARA PENSAR POR QUE UM SE CHAMA ISSO E O OUTRO AQUILO? APRECIE A LEITURA DO POEMA A SEGUIR E REFLITA SOBRE ISSO.

NOME DA GENTE

POR QUE É QUE EU ME CHAMO ISSO

E NÃO ME CHAMO AQUILO?

POR QUE É QUE O JACARÉ NÃO SE CHAMA CROCODILO?

O NENÊ

QUE VAI NASCER VAI CHAMAR COMO O PADRINHO, VAI CHAMAR COMO O VOVÔ, MAS NINGUÉM VAI PERGUNTAR O QUE PENSA O COITADINHO.

FOI MEU PAI QUEM DECIDIU

QUE O MEU NOME FOSSE AQUELE. ISSO SÓ SERIA JUSTO

SE EU ESCOLHESSE O NOME DELE.

QUANDO EU TIVER UM FILHO, NÃO VOU PÔR NOME NENHUM.

QUANDO ELE FOR BEM GRANDE, ELE QUE ESCOLHA UM!

ESSE POEMA

FOI ESCRITO

POR PEDRO

BANDEIRA,

QUE NASCEU

EM 1942, EM SANTOS, SÃO

PAULO. ELE

ESCREVE PARA CRIANÇAS

PEDRO BANDEIRA NO “ENCONTROS COM AUTORES” DO PRÊMIO JABUTI, SÃO PAULO, 2023.

E JOVENS E JÁ GANHOU MUITOS PRÊMIOS LITERÁRIOS.

BANDEIRA, PEDRO. NOME DA GENTE. IN: BANDEIRA, PEDRO. CAVALGANDO O ARCO-ÍRIS. ILUSTRAÇÕES ORIGINAIS DE MICHIO. 4. ED. SÃO PAULO: MODERNA, 2009. P. 12. (SÉRIE RISOS E RIMAS).

tão da identidade por meio da reflexão sobre a escolha do nome, abre espaço para uma reflexão a respeito da origem (“De onde eu vim?”; “Por que me chamo assim?”), que geralmente desperta muito interesse.

• Antes de declamar o poema para os estudantes, se possível, estude formas diferentes de ler, testando entonações, modulações de voz, ritmos, intensidade e aspectos paralinguísticos. Escolha o que for mais envolvente. Essa escolha será muito importante, pois lhes servirá de inspiração. Assim, declame o texto, tentando envolver todos na experiência com o poema. (EF15LP12, EF15LP15).

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF01LP02 , EF12LP03 , EF01LP08 , EF12LP05 , EF12LP18 , EF12LP19 , EF15LP02 , EF15LP06 , EF15LP07 , EF15LP08 , EF15LP12 , EF15LP15 , EF15LP18), os estudantes mobilizam habilidades de oralidade na análise e declamação de um poema ( EF15LP09 , EF15LP10 , EF15LP11, EF15LP13).

SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL

Organize a sala de aula de maneira diferente do habitual. É possível sugerir uma roda, de modo que os estudantes fiquem sentados no chão. Proponha um ambiente acolhedor que possa sempre ser retomado nesta seção, criando um ritual prazeroso que favoreça o gosto por textos literários. Se for pertinente, antes da leitura, diga apenas o título do poema e incentive a observação da ilustração, encorajando o levantamento de hipóteses com base na imagem, no título e em palavras reconhecíveis (EF12LP18, EF15LP02, EF15LP18).

Orientações didáticas

• Esta seção amplia o percurso da unidade 1 por meio da leitura e produção de textos literários que contribuem para a construção da identidade individual e coletiva. • O poema de Pedro Bandeira, além de abordar a ques-

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• Esclareça dúvidas de vocabulário, se necessário, mas incentive a compreensão do texto como um todo. Ressalte que, mesmo sem conhecer todas as palavras, eles estarão preparados para entrar em contato com o texto, mobilizando os sentidos que captarem via sonoridade e fazendo inferências sobre os novos que surgirem da experiência sensível (EF12LP19). O poema é uma porta para irmos além dos significados do dicionário. Permita que abram e adentrem essa porta, construindo relações para além da lógica.

QUEM PRODUZIU?

• Oriente os estudantes a acompanharem a releitura e, se desejar, introduza o termo estrofe de forma contextualizada. Explique que toda linha é um verso e cada grupo de versos, separado por um espaço maior, é uma estrofe. Peça-lhes que localizem, por exemplo, a terceira e a última estrofe. O objetivo não é cobrar nomenclaturas, mas introduzir os conceitos a serem trabalhados ao longo da coleção aos poucos. Caso tenham dificuldades em compreender a proposta de declamação, explique que declamar é falar um texto em voz alta, com jeito especial. Quem declama usa a voz, o rosto e os gestos para mostrar o que sente e deixar as palavras ainda mais significativas.

• Auxilie-os na criação das rimas, pedindo-lhes que reparem nas semelhanças entre as sílabas finais de seus nomes e das palavras escolhidas. Explique-lhes que não é preciso rimar apenas com nomes próprios e que palavras inesperadas podem tornar a recriação mais divertida. Ajude-os também na hora do registro, escrevendo na lousa palavras que possam apoiar a escrita autônoma, sejam elas sugeridas por você ou por eles. É importante encorajar todos os estudantes a escreverem, mesmo sem domínio da escrita convencional, promovendo reflexões sobre o sistema de escrita com base nos registros da turma. As palavras que rimam com os nomes não precisam estar escritas de forma convencional agora, mas recuperadas depois, para a declamação. Anote as palavras escolhidas para apoiá-los nessa retomada. Quanto aos nomes, incentive-os a usar os crachás de mesa produzidos para ajudá-los a lembrar das partes ou até mesmo copiá-los na hora da escrita

CRIAR PARA DECLAMAR: INVENTANDO RIMAS

VOCÊ GOSTOU DO POEMA “NOME DA GENTE”? QUE TAL BRINCAR DE INVENTAR NOVAS RIMAS PARA A PRIMEIRA PARTE DELE?

PARA COMEÇAR, VAMOS RELER EM VOZ ALTA OS QUATRO PRIMEIROS VERSOS DO TEXTO, PRESTANDO ATENÇÃO NAS PALAVRAS QUE RIMAM.

VIVA VOZ!

AGORA, FAÇA O PASSO A PASSO A SEGUIR PARA RECRIAR E DECLAMAR ESSA PARTE DO POEMA.

DECLAMAR É DIZER UM TEXTO EM VOZ ALTA COM DIFERENTES

ENTONAÇÕES DE VOZ, EXPRESSÕES FACIAIS, GESTOS E OUTROS

RECURSOS QUE REFORÇAM OS SENTIDOS E A BELEZA DAS PALAVRAS DITAS.

1. INVENTE UMA RIMA COM O SEU NOME. NOS ESPAÇOS A SEGUIR, ESCREVA O SEU NOME E A RIMA QUE VOCÊ INVENTOU PARA ELE.

Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes escrevam o próprio nome e uma palavra que rime com ele.

2. JUNTE-SE A UM COLEGA E LEIAM AS RIMAS QUE VOCÊS FIZERAM.

Resposta pessoal.

3. AGORA, COMPLETEM OS VERSOS A SEGUIR USANDO AS RIMAS QUE VOCÊS CRIARAM.

POR QUE É QUE EU ME CHAMO ?

Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes escrevam o próprio nome.

E NÃO ME CHAMO ?

Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes escrevam a rima que fizeram com o próprio nome.

POR QUE É QUE

Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes escrevam o nome do colega.

NÃO SE CHAMA ?

Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes escrevam a rima com o nome do colega.

ou da revisão. Os nomes próprios são palavras importantes de referência no processo de alfabetização (EF01LP02, EF01LP03, EF15LP06, EF01LP08, EF01LP13, EF12LP03, EF12LP05).

• Incentive-os a ensaiar o texto antes da declamação, decidindo previamente quem ficará responsável por falar/ler cada verso. Eles podem ler em jogral ou mesmo dividir a leitura, assumindo a declamação de dois versos cada um.

• Combine com a turma um momento para as declamações e organize o espaço para o Sarau

dos nomes. Ressalte a importância de falar de forma audível, usar recursos expressivos e ouvir os colegas com atenção e respeito (EF15LP12).

• Durante a declamação, atente às possíveis situações de bullying. Como a atividade envolve brincadeiras com nomes próprios, é importante orientar a turma no tratamento aos colegas, para que todos sejam respeitosos. Vale reforçar que toda pessoa tem um nome especial e que ele deve ser tratado com cuidado e carinho.

PAPO DIGITAL

4. DECIDAM QUAL TEXTO SERÁ DECLAMADO PRIMEIRO: O QUE COMEÇA COM O SEU NOME OU COM O NOME DO COLEGA.

5. COMBINEM COMO VÃO APRESENTAR A RECRIAÇÃO DE VOCÊS: LENDO TODO O TEXTO JUNTOS OU EM PARTES SEPARADAS.

6. ENSAIEM BEM E TENTEM MEMORIZAR O TEXTO. LEMBREM-SE DE PRONUNCIAR AS PALAVRAS PAUSADAMENTE E EM TOM ADEQUADO.

7. NO DIA E HORÁRIO COMBINADOS, DECLAMEM A VERSÃO QUE

ENSAIARAM E DIVIRTAM-SE OUVINDO AS RECRIAÇÕES DOS COLEGAS!

POR QUE É QUE

EU ME CHAMO SAMUEL E NÃO ME CHAMO PINCEL?

PAPO DIGITAL

GRAVAÇÃO EM ÁUDIO

POR QUE É QUE A AURORA NÃO SE CHAMA AMORA?

É HORA DE GRAVAR SUAS RECRIAÇÕES PARA MOSTRAR AOS FAMILIARES, ADULTOS RESPONSÁVEIS E OUTROS COLEGAS DA ESCOLA.

COM O PROFESSOR, COMBINEM UMA FORMA DE REGISTRAR E COMPARTILHAR SUAS PRODUÇÕES!

para o dia da gravação. Grave os estudantes um a um e explique-lhes que só devem acessar o local da gravação na hora de sua recitação. Peça ajuda a outro profissional para organizar a espera, a entrada e a saída dos estudantes na sala de gravação. Alguns aplicativos permitem reunir as leituras da turma em um único áudio. Nesse caso, pause e retome a gravação a cada estudante e, se for preciso repetir, corte o trecho mais recente e grave-o novamente. Se esses recursos não estiverem disponíveis, utilize um programa para unir os trechos em um único áudio ou comparti-

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lhe-os separadamente em uma plataforma, organizando uma playlist. Se pertinente, escrevam juntos uma apresentação e um encerramento para “As recriações da turma” e gravem a leitura desses textos, em jogral ou de forma intercalada, incluindo-a na edição final.

3. Compartilhamento: promova uma roda de conversa para compartilhar o áudio e encorajar a brincadeira em sala de aula com a participação de todos. Peça-lhes que ouçam as gravações em silêncio e instrua-os a compartilhar os áudios apenas com a família e os amigos.

• Nesta seção, os estudantes farão uma gravação coletiva de áudio para compartilharem em meio digital, aproveitando esse potencial de comunicação para a contextualização e ampliação de divulgação/acesso. Assim, eles são levados a utilizar, com mediação, ferramentas digitais para captação e edição de áudio (EF15LP08).

• A gravação de áudios permite a criação de projetos autorais e possibilita que os estudantes reconheçam na prática uma maneira de partilhar ideias, informações e expressões em momentos e lugares diferentes.

• Nas situações de gravação propostas ao longo do volume, considere as etapas a seguir (EF15LP07, EF15LP08).

1. Ensaio: oriente os estudantes a praticarem em casa, com o apoio da família, testando entonações, ritmos e modulações de voz. Eles devem memorizar o texto e praticar a fala para ganhar segurança e evitar edições. Se julgar válido, use o texto de exemplo desta página para explorar ritmos, melodias e recursos paralinguísticos.

2. Gravação: em dia e horário combinados, reserve um local com pouco ruído para capturar os áudios na escola. Use um gravador ou aplicativo de gravação de áudio para essa etapa. Reserve as ferramentas ou os softwares gratuitos necessários

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF01LP01 , EF01LP05 , EF01LP08 , EF01LP14 , EF01LP16 , EF12LP01 , EF12LP18 , EF15LP02 , EF15LP12), durante a roda de leitura, os estudantes são levados a desenvolver habilidades de oralidade, como expressão clara, escuta atenta, respeito aos turnos de fala e compreensão da finalidade das interações orais (EF15LP09, EF15LP10, EF15LP11, EF15LP13).

SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL

Se possível, acesse o link do vídeo (indicado na fonte do texto) e apresente o áudio da canção aos estudantes. Incentive-os a acompanhar o texto escrito enquanto ouvem a música, a fim de que percebam a presença do refrão, que se repete em três momentos diferentes.

ANTES DE LER

1. Espera-se que, baseados no título, os estudantes infiram que a letra de canção explorará as letras iniciais de diferentes nomes de pessoas. Além disso, eles podem perceber que a canção incentivará a identificação da primeira letra do nome de cada um, promovendo uma interação com o conteúdo. Escreva o título na lousa e leia-o em voz alta apontando cada palavra, para que acompanhem visualmente o texto (EF12LP01). Essa ação ajuda-os na compreensão de que o sistema de escrita alfabética representa os sons da fala ( EF01LP05 , EF01LP08). Marque a entonação da pergunta, destacando a presença do ponto de interrogação ao final do título (EF01LP14). Questione-os sobre o significado da pergunta no título a fim

NOMES DE A A Z !

RODA DE LEITURA: LETRA DE CANÇÃO

NA RODA DE LEITURA ANTERIOR, VOCÊ LEU UMA QUADRINHA

SOBRE UM NOME ESCONDIDO. AGORA, VAI CONHECER UMA LETRA DE CANÇÃO QUE TAMBÉM FALA DE NOMES, MAS DE NOMES QUE SÃO REVELADOS.

ANTES DE LER

OUÇA A LEITURA DO TÍTULO DO TEXTO. DEPOIS, COM BASE NELE E NA ORGANIZAÇÃO DO TEXTO NAS PÁGINAS, RESPONDA ÀS QUESTÕES.

1. O QUE VOCÊ ESPERA ENCONTRAR NESSA CANÇÃO?

Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor

2. VOCÊ ACHA QUE HAVERÁ ALGUMA NOVIDADE SOBRE NOMES E LETRAS NELA? SE SIM, DIGA QUAIS.

Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes levantem hipóteses sobre o que esperam da leitura.

QUAL É A LETRA DO SEU NOME?

COM A EU ESCREVO ALICE

COM B EU ESCREVO BINHO

COM C EU ESCREVO CLARA

COM D EU ESCREVO DAVI

COM E EU ESCREVO ENZO

COM F EU ESCREVO FLÁVIA

COM G EU ESCREVO GUILHERME

COM H EU ESCREVO HELENA

TODOS ESSES NOMES

COMEÇAM COM UMA LETRA QUAL É A LETRA DO SEU NOME?

de que associem a expressão a letra do nome à ideia de letra inicial do próprio nome. Observando as letras do alfabeto em destaque no texto, eles podem perceber que será apresentado pelo menos um nome para cada letra. Abra espaço para pressuposições de sentido e faça anotações na lousa sobre o que falarem, retomando-as depois da leitura, para avaliarem juntos as hipóteses levantadas (EF15LP02).

2. Ao observarem o texto, os estudantes podem notar a presença de alguma letra que não seja familiar ou, considerando o título e as observações do item anterior, dizer que não conhecem

nenhum nome que se inicia com determinada letra. É possível abrir espaço para uma conversa sobre o gênero letra de canção. Faça perguntas como: “Você gosta de ouvir e cantar canções?”; “Qual é a sua canção favorita? Qual é o assunto dela?”. Explique-lhes que as canções são compostas de palavras e elementos musicais, como melodia, harmonia e ritmo, e destaque que o texto representa a letra, ou seja, a parte composta por palavras. Incentive-os a se expressar de forma clara, para que sejam compreendidos, e a escutar as falas dos colegas com atenção e respeito (EF01LP16).

BIS

BIS

COM I EU ESCREVO ISABELA

COM J EU ESCREVO JOCA

COM K EU ESCREVO KAUÃ

COM L EU ESCREVO LILICA

COM M EU ESCREVO MIGUEL

COM N EU ESCREVO NINA

COM O EU ESCREVO OLÍVIA

COM P EU ESCREVO PEDRO

TODOS ESSES NOMES

COMEÇAM COM UMA LETRA

QUAL É A LETRA DO SEU NOME?

COM Q EU ESCREVO QUERUBIM

COM R EU ESCREVO RAFAELA

COM S EU ESCREVO SOFIA

COM T EU ESCREVO THOMAS

COM U EU ESCREVO ÚRSULA

COM V EU ESCREVO VALENTINA

COM W EU ESCREVO WILLIAM

COM X EU ESCREVO XAVIER

TODOS ESSES NOMES

BIS

COMEÇAM COM UMA LETRA

QUAL É A LETRA DO SEU NOME?

COM Y EU ESCREVO YURI

PRA ACABAR TÁ FALTANDO UMA LETRA

A LETRA QUE TERMINA O ABECEDÁRIO

ESSA LETRA SE CHAMA Z

COM Z EU ESCREVO ZECA

EU ESCREVO ZECA

EU ESCREVO ZECA

QUAL É A LETRA DO SEU NOME? A TURMA DO SEU LOBATO, 18 AGO. 2019. DISPONÍVEL EM: https://www.youtube.com/watch?v=CtOxUoEO4ks. ACESSO EM: 24 MAR. 2025.

Orientações didáticas

08/10/2025 10:19:15

• Faça a leitura expressiva da letra de canção em voz alta para os estudantes, lembrando de utilizar elementos paralinguísticos e cinésicos observados na oralidade para intensificar os sentidos e a sonoridade do texto (EF15LP12). Se possível, faça a leitura com o livro em mãos, aberto, mostrando para eles, acompanhando com o dedo as partes lidas, pois isso os ajuda a compreender o sentido e a direção da leitura (EF01LP01). Outra possibilidade é solicitar aos estudantes que acompanhem o texto escrito no livro durante a leitura. Depois de uma ou duas leituras feitas por você, professor, convide-os a tentar cantar juntos a canção. Caso os estudantes percebam e perguntem ou comentem sobre a presença das chaves e da palavra BIS junto a cada ocorrência do refrão, explique que, nesse gênero textual, é comum encontrar essa marcação para indicar que aquele trecho deve ser repetido na música. Você pode exemplificar cantando um trecho e repetindo a parte sinalizada pelo bis, mostrando como essa repetição contribui para a musicalidade e a memorização da canção. Esse conteúdo será trabalhado na seção subsequente, mas todo e qualquer conteúdo que for antecipado pelos estudantes deve ser valorizado, inclusive para tornar as abordagens futuras mais significativas. Sempre que isso acontecer, sugerimos que, no momento da realização de alguma atividade que trabalhe conceitos antecipados, a retomada seja anunciada: “Vocês se lembram de que, durante a leitura, tal estudante levantou essa questão? Vamos recordar daquela conversa para resolver a atividade.”.

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF01LP04 , EF01LP05 , EF01LP07 , EF01LP09 , EF01LP10 , EF01LP16 , EF12LP04 , EF12LP07 , EF12LP18 , EF12LP19 , EF15LP01 , EF15LP02 , EF15LP03), os estudantes mobilizarão, durante o trabalho com as questões sobre a canção, habilidades de oralidade, como expressão clara, escuta atenta, respeito aos turnos de fala e compreensão da finalidade das interações orais (EF15LP09, EF15LP10, EF15LP11, EF15LP13).

Respostas e orientações didáticas

1. Na checagem das hipóteses levantadas antes da leitura, abra espaço para que os estudantes conversem sobre a compreensão global do texto e o que aprenderam sobre o gênero letra de canção. Esse momento pode servir como uma boa introdução para as atividades com perguntas sobre o texto (EF15LP02).

2. Esta atividade trabalha localização e recuperação de informações do texto lido, que representa um importante recurso na formação de leitores. Espera-se que os estudantes localizem facilmente o título, inclusive pelo destaque gráfico dado a ele (EF15LP03).

3. No decorrer deste volume, os estudantes terão a oportunidade de explorar com mais profundidade este conteúdo (distinguir as letras do alfabeto de outros sinais gráficos), porém essa discussão pode ser um bom momento para introduzir a reflexão (EF01LP04).

4. Observe se os estudantes compreendem globalmente o sentido do texto, incentivando-os a recuperar partes do texto para justificar suas respostas.

1. Resposta pessoal. Incentive os estudantes a retomarem as expectativas de leitura e as respectivas pressuposições levantadas antes de ler, confirmando as antecipações

PAPO DE LEITOR

1. ANTES DE LER, VOCÊ IMAGINOU COMO SERIA A CANÇÃO. O QUE VOCÊ PENSOU SE CONFIRMOU APÓS A LEITURA? CONVERSE COM OS COLEGAS SOBRE ISSO.

2. QUAL É O TÍTULO DA LETRA DE CANÇÃO QUE VOCÊ LEU? VOLTE AO TEXTO E PINTE ESSE TÍTULO DE VERDE

Resposta: Os estudantes

devem pintar de verde o título “QUAL É A LETRA DO SEU NOME?”.

3. O TÍTULO QUE VOCÊ PINTOU É FORMADO APENAS POR LETRAS OU HÁ OUTRO SINAL GRÁFICO? TROQUE IDEIAS COM OS COLEGAS E O PROFESSOR A RESPEITO DISSO.

4. O TEXTO LIDO TRATA DE QUÊ? MARQUE UM X NA ALTERNATIVA CORRETA.

Resposta: NOMES DE PESSOAS, DE ACORDO COM A LETRA INICIAL.

NOMES DE ANIMAIS, CONFORME O TAMANHO.

NOMES DE PESSOAS, DE ACORDO COM A LETRA INICIAL.

NOMES DE CIDADES, DE ACORDO COM A REGIÃO.

5. QUAL É A FINALIDADE DESSA CANÇÃO? MARQUE UM X NA ALTERNATIVA CORRETA.

Resposta: SER CANTADA E APRECIADA. e as inferências feitas e verificando se as hipóteses se confirmaram ou não.

EXPLICAR COMO SE PREPARA DETERMINADO ALIMENTO.

ENSINAR AS REGRAS DE UM JOGO.

SER CANTADA E APRECIADA.

3. Resposta: O título é formado por palavras, que, por sua vez, são formadas por letras, além de um sinal gráfico que não representa uma letra: o sinal de interrogação.

5. Converse sobre a finalidade de textos dos campos artístico-literário e do cotidiano do brincar, que não têm uma finalidade utilitária para além de serem fruídos livremente. Textos assim podem incentivar reflexões e até ajudam a aprender algo (como é o caso da letra de canção em questão, que auxilia no aprendizado do alfabeto, da letra inicial do nome e da ordem alfabética), mas essa não é a finalidade primeira deles. Se achar interessante, amplie a atividade, pedindo a eles que descubram quais são os gêneros ligados às finalidades dos itens distratores: receita e regra de jogos (EF15LP01, EF12LP04, EF12LP07, EF12LP18).

6. RETOME A LETRA DE CANÇÃO E REPARE EM COMO ELA ESTÁ ORGANIZADA.

6. B) Resposta: Sim, os versos “TODOS ESSES NOMES / COMEÇAM COM UMA LETRA / QUAL É A LETRA DO SEU NOME?”.

A ) QUANTAS PARTES ELA TEM? CONTE ESSAS PARTES E MARQUE UM X NA RESPOSTA CERTA.

Resposta: SETE PARTES.

SEIS PARTES. SETE PARTES.

B ) HÁ ALGUMA PARTE QUE SE REPETE NO TEXTO? SE SIM, PINTE ESSAS PARTES IGUAIS, USANDO A MESMA COR.

C ) EM LETRAS DE CANÇÃO, É COMUM HAVER UMA PARTE QUE SE REPETE, CHAMADA DE REFRÃO. NO TEXTO QUE VOCÊ LEU, HÁ REFRÃO? EXPLIQUE SUA RESPOSTA.

Resposta: Sim, as estrofes que se

repetem na letra da canção representam o refrão.

D) EM ALGUMAS PARTES DO TEXTO, APARECE A PALAVRA BIS. VOCÊ SABE O QUE ELA SIGNIFICA? CONVERSE COM OS COLEGAS E O PROFESSOR PARA DESCOBRIR.

AGORA QUE JÁ LEMOS

Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor.

O REFRÃO DESSA LETRA DE CANÇÃO REFORÇA A INFORMAÇÃO DE QUE TODOS OS NOMES DE PESSOAS COMEÇAM COM UMA LETRA. CONSIDERANDO ISSO, RESPONDA ÀS QUESTÕES.

1. QUAL É A LETRA DO SEU NOME?

2. VOCÊ CONHECE ALGUÉM QUE TENHA UM DOS NOMES CITADOS NA CANÇÃO?

3. VOCÊ CONHECE ALGUÉM QUE TENHA O NOME COMEÇANDO COM A MESMA LETRA DO SEU NOME?

4. A CANÇÃO AJUDOU VOCÊ A APRENDER ALGO NOVO SOBRE NOMES E LETRAS? CONVERSE COM OS COLEGAS SOBRE ISSO.

6. D) Resposta pessoal. A palavra BIS indica que a parte da canção deve ser repetida, geralmente o refrão, o que ajuda na memorização e na sonoridade da música.

alfabética ao longo da canção, se eles já sabem que o nosso alfabeto é composto de 26 letras e se conhecem sua ordem (EF01LP10). Eles podem comentar que a canção ajudou a aprender nomes diferentes com as letras ou até a entender melhor o alfabeto e a ordem alfabética, que são os temas da próxima seção. Vale destacar, porém, a finalidade de fruição e brincadeira da canção, para que não atribuam inadequadamente ao gênero letra de canção uma finalidade utilitária.

ATIVIDADE EXTRA: JOGO

31

08/10/2025 10:19:15

Proponha o jogo Adedonha oral. Comece recitando silenciosamente o alfabeto ou convide um estudante que já sabe fazê-lo a isso (EF01LP10), enquanto outro diz “pare” em um momento aleatório. Com base na letra sorteada, os participantes falam nomes de pessoas que começam com essa letra, para além dos mencionados na letra de canção. Aproveite para observar os conhecimentos da turma sobre ordem alfabética e letra inicial dos nomes, o que ajudará na avaliação diagnóstica desses temas, que serão trabalhados adiante (EF01LP05, EF01LP07, EF01LP09).

6. No item b, faça a mediação da atividade e, se julgar conveniente, vá chamando as partes da letra de canção de estrofes, para que os estudantes comecem a identificar os conceitos e saibam nomear os elementos de um texto poético, reconhecendo componentes da sonoridade e relacionando-os com sensações e sentidos. No estudo da quadrinha, eles já foram levados a perceber que toda linha de textos assim é chamada de verso. Aqui, leve-os a identificar cada grupo de versos como uma estrofe. Chame a atenção para os espaços em branco que há entre uma e outra estrofe, espaços estes que acabam por marcar visualmente o que aqui estamos chamando, para fins didáticos, de “partes”. No item d, ressalte que o texto lido traz a palavra BIS três vezes, o que significa que o refrão é repetido duas vezes a cada vez que aparece. Explique aos estudantes que essa sinalização é importante porque evita a repetição excessiva no registro escrito de letras de canção (EF01LP16, EF12LP07, EF12LP19).

AGORA QUE JÁ LEMOS

A letra da canção apresenta 26 nomes de pessoas em ordem alfabética pela letra inicial. Observe se os estudantes percebem essa relação, se conseguem identificar que as letras do alfabeto aparecem em ordem

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF01LP05 , EF01LP07 , EF01LP10), os estudantes mobilizarão habilidades de oralidade, como expressão clara, escuta atenta, respeito aos turnos de fala e compreensão da finalidade das interações orais (EF15LP09, EF15LP10 , EF15LP11 , EF15LP13).

Respostas e orientações didáticas

1. Para a realização desta atividade, oriente os estudantes a considerarem os nomes próprios ao final de cada verso e a repararem nas letras iniciais desses nomes. Verifique se eles compreenderam a estrutura que se repete em toda a letra de canção lida: “Com [letra] eu escrevo [nome que começa com a letra].”. Assim, conseguem fazer as associações necessárias para completar os espaços com as letras que faltam. Se achar interessante, após a correção da atividade, proponha uma récita coletiva das letras preenchidas, orientando os estudantes a acompanharem com o olhar os espaços que completaram, associando o oral ao escrito. Esse momento permite observar o que já sabem sobre a nomeação das letras e se reconhecem a ordem alfabética na sequência preenchida (EF01LP05, EF01LP07, EF01LP10).

É LÍNGUA, É LINGUAGEM

ALFABETO E ORDEM ALFABÉTICA

1. COMPLETE AS PARTES DO TEXTO QUE ESTUDAMOS NA RODA DE LEITURA ANTERIOR, ESCREVENDO AS LETRAS QUE FALTAM.

COM EU ESCREVO ALICE

Resposta: A.

COM EU ESCREVO BINHO

Resposta: B.

COM EU ESCREVO CLARA

Resposta: C.

COM EU ESCREVO DAVI

Resposta: D.

COM EU ESCREVO ENZO

Resposta: E.

COM EU ESCREVO FLÁVIA

Resposta: F.

DICA: CONFIRA O NOME NO FINAL DE CADA VERSO. A LETRA QUE FALTA EM CADA VERSO É A LETRA INICIAL DESSE NOME.

COM EU ESCREVO GUILHERME

Resposta: G.

Resposta: H.

COM EU ESCREVO HELENA [...]

COM EU ESCREVO ISABELA

Resposta: I.

COM EU ESCREVO JOCA

Resposta: J.

COM EU ESCREVO KAUÃ

Resposta: K.

COM EU ESCREVO LILICA

Resposta: L.

COM EU ESCREVO MIGUEL

Resposta: M.

COM EU ESCREVO NINA

Resposta: N.

COM EU ESCREVO OLÍVIA

Resposta: O.

Resposta: P.

COM EU ESCREVO PEDRO [...]

COM EU ESCREVO QUERUBIM

Resposta: Q.

COM EU ESCREVO RAFAELA

Resposta: R.

COM EU ESCREVO SOFIA

Resposta: S.

COM EU ESCREVO THOMAS

Resposta: T.

COM EU ESCREVO ÚRSULA

Resposta: U.

COM EU ESCREVO VALENTINA

Resposta: V

COM EU ESCREVO WILLIAM

Resposta: W.

Resposta: X.

COM EU ESCREVO XAVIER [...]

COM EU ESCREVO YURI [...]

Resposta: Y.

COM EU ESCREVO ZECA [...]

Resposta: Z.

2. OBSERVE O TEXTO QUE VOCÊ COMPLETOU NA ATIVIDADE ANTERIOR E, JUNTO COM A TURMA, RESPONDAM ÀS QUESTÕES.

A ) QUANTOS NOMES DE PESSOAS FORAM CITADOS NELE?

Resposta: 26 nomes.

B ) QUANTAS LETRAS DIFERENTES VOCÊ ESCREVEU PARA COMPLETAR O TEXTO?

Resposta: 26 letras.

C ) QUANTAS LETRAS VOCÊ ACHA QUE EXISTEM NA LÍNGUA PORTUGUESA?

Resposta: 26 letras.

D) É CORRETO AFIRMAR QUE A CANÇÃO “QUAL É A LETRA DO SEU NOME?” APRESENTA UM NOME PARA CADA LETRA QUE EXISTE NA LÍNGUA PORTUGUESA? EXPLIQUE SUA RESPOSTA.

Resposta: Sim. Espera-se que os estudantes mobilizem os conhecimentos prévios sobre o alfabeto para responder à questão e justificar suas hipóteses, inferências e associações.

c) Qual foi a última letra apresentada?

d) Qual foi o último nome apresentado?

Respostas: A; ALICE; Z; ZECA.

Verifique se todos compreenderam que ao longo dessa letra da canção a maioria dos versos segue a mesma lógica: “Com [letra] eu escrevo [nome que começa com a letra].”.

2. A letra de canção lida apresenta nomes de pessoas. De que forma eles estão organizados?

Resposta: Ordenados de A a Z

Avalie se os estudantes conseguem inferir a

08/10/2025 10:19:16

organização dos nomes pela letra inicial e obedecendo a ordem de A a Z. Se necessário, retome a estrutura da canção, destacando as letras iniciais dos nomes e a sequência em que são apresentados, e enfatize a progressão das letras. Utilize um alfabeto móvel ou outro recurso visual para reforçar a ideia de que os nomes foram organizados conforme a sequência das letras, indo de A a Z

2. No item c, incentive-os a compartilhar suas hipóteses sobre a quantidade de letras da nossa língua. Para os que ainda não memorizaram ou não conhecem o alfabeto, proponha que o recitem coletivamente com apoio visual, contando as letras à medida que acompanham a récita (EF01LP10). Explique-lhes que, antes do Acordo Ortográfico de 1990, o alfabeto da língua portuguesa tinha oficialmente 23 letras, pois K, W e Y eram usadas apenas em casos específicos, como nomes próprios e símbolos. Com o acordo, elas foram incluídas, somando 26 letras. No item d, caso perceba dificuldades, relembre-os da estrutura da canção, questionando, por exemplo: “Todas as letras que conhecemos aparecem na canção?”; “Há alguma letra que não apareceu na canção junto a um nome?”.

ATIVIDADE EXTRA

Após a realização de todos os itens da atividade 2, proponha à turma mais duas questões, registrando-as na lousa para resolução coletiva. Aproveite para avaliar a compreensão da estrutura da canção e da ideia de ordem alfabética.

1. Responda às questões a seguir de acordo com o que você observou no texto.

a) Qual foi a primeira letra apresentada?

b) Qual foi o primeiro nome apresentado?

3. Promova o intercâmbio

oral de ideias, incentivando os estudantes a compartilharem seus conhecimentos prévios sobre o termo abecedário . Pergunte se já ouviram essa palavra no dia a dia e em que contextos. Incentive-os a trazer diferentes referências para a construção coletiva desse conceito, destacando sua equivalência com o termo alfabeto 4. É importante que os estudantes comecem a se familiarizar com a palavra alfabeto, associando-a à ideia de conjunto de letras. Muitos já a ouviram em contextos diversos e têm conhecimentos prévios sobre o tema. Não se trata, nesse momento, de exigir nomenclaturas, mas de incorporar o termo no cotidiano da sala de aula, esclarecendo dúvidas à medida que surgirem, de forma contextualizada e com base no interesse da turma. Promover conversas coletivas e ouvir as perguntas é essencial tanto para a avaliação diagnóstica, pois revela desestabilizações de conhecimentos, quanto para a avaliação de controle, já que as dúvidas apontam caminhos para novas intervenções. A escuta ativa, portanto, é fundamental. Após completarem o quadro, escreva o alfabeto na lousa, peça-lhes que nomeiem letras enquanto você as aponta e, em seguida, proponha uma récita coletiva (EF01LP10).

3. A) Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes compartilhem seus conhecimentos a fim de concluir que se trata do conjunto de letras de A a Z

3. COM A AJUDA DO PROFESSOR, RELEIA ESSE TRECHO DO TEXTO:

PRA ACABAR TÁ FALTANDO UMA LETRA

A LETRA QUE TERMINA O ABECEDÁRIO

ESSA LETRA SE CHAMA Z

A ) VOCÊ SABE O QUE SIGNIFICA A PALAVRA ABECEDÁRIO?

CONVERSE COM OS COLEGAS E O PROFESSOR SOBRE ISSO.

B ) QUAL DESTAS PALAVRAS TEM O MESMO SENTIDO DE ABECEDÁRIO?

Resposta: ALFABETO.

DICIONÁRIO.

ALFABETO. VOCABULÁRIO.

4. CONSIDERANDO OS CONHECIMENTOS E AS REFLEXÕES QUE FEZ NAS ATIVIDADES DESTA SEÇÃO, COMPLETE A AFIRMAÇÃO A SEGUIR.

CHAMAMOS DE ALFABETO O CONJUNTO DE 26

5. QUANDO ORGANIZAMOS UMA LISTA DE NOMES DE A A Z, DIZEMOS QUE ESSA LISTA ESTÁ EM:

Resposta: LETRAS; Z. Resposta: ORDEM ALFABÉTICA.

ORDEM NUMÉRICA. ORDEM ALFABÉTICA.

6. COMPLETE O ALFABETO COM AS LETRAS QUE FALTAM, CONSIDERANDO A ORDEM ALFABÉTICA.

DA NOSSA LÍNGUA, QUE VÃO DE A A . B C D F G H J K L

Resposta: A, E, I, M, Q, U, W, Z.

7. AGORA, COM TODA A TURMA, RECITEM O ALFABETO, EM ORDEM ALFABÉTICA.

Resposta: Espera-se que os estudantes recitem o alfabeto na ordem das letras.

1. Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes localizem e contornem no quadro as letras que compõem o nome deles.

JANELAS

LETRAS DO NOME

2. A) Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes pintem de verde a primeira letra do nome deles no quadro com o alfabeto.

1. COM O PROFESSOR, RECITE O ALFABETO EM VOZ ALTA.

A B C D E F G H I J K L M

N O P Q R S T U V W X Y Z

Resposta: Espera-se que os estudantes recitem o alfabeto.

CONTORNE, NO QUADRO, AS LETRAS QUE APARECEM NO SEU NOME. SE NECESSÁRIO, CONSULTE O SEU CRACHÁ DE MESA.

2. ESCREVA SEU NOME NO ESPAÇO A SEGUIR.

que cada estudante escreva o primeiro nome dele convencionalmente.

2. B) Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes escrevam a letra que vem imediatamente após a letra inicial do nome deles no alfabeto.

A ) QUAL É A LETRA INICIAL DO SEU NOME? PINTE ESSA LETRA DE VERDE NO QUADRO COM O ALFABETO, NA ATIVIDADE 1

B ) ESCREVA NO QUADRINHO A LETRA QUE VEM LOGO DEPOIS DA LETRA INICIAL DO SEU NOME NO ALFABETO.

C ) QUAL É A ÚLTIMA LETRA DO SEU NOME? PINTE ESSA LETRA DE LARANJA NO QUADRO COM O ALFABETO.

D) ESCREVA NO QUADRINHO A LETRA QUE VEM LOGO DEPOIS DA LETRA FINAL DO SEU NOME NO ALFABETO.

2. D) Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes escrevam a letra

PRATICAR EM CASA

Resposta pessoal. Espera-se que sucede a última letra de nome deles no alfabeto. Caso o nome termine com Z, os estudantes podem voltar ao início do alfabeto.

1. COM UM FAMILIAR, RECORTE AS LETRAS DAS PÁGINAS 271 E 273 DO MATERIAL COMPLEMENTAR E FORME UM NOME QUE COMECE COM A MESMA LETRA INICIAL DO SEU NOME E UM NOME QUE COMECE COM A LETRA QUE VEM DEPOIS DA LETRA INICIAL DO SEU NOME NO ALFABETO.

2. EM SALA DE AULA, COMPARTILHE COM OS COLEGAS OS NOMES QUE VOCÊ FORMOU.

Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor

2. C) Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes pintem de laranja a última letra do nome deles no quadro com o alfabeto.

de cada letra no conjunto. Caso não seja possível usar o crachá de mesa, distribua tarjetas com os nomes. É importante que eles tenham uma referência escrita convencional para observar as letras e responder às questões. Finalizada a atividade, oriente-os a verificar se há alguma letra repetida em seus nomes. Se necessário, escreva na lousa um exemplo de nome em que duas ou mais letras se repetem, como em Cecília, no qual há repetição das letras C e I (EF01LP05, EF01LP07 , EF01LP08 , EF01LP10 , EF12LP01).

PRATICAR EM CASA

As propostas desta seção podem ser apresentadas previamente aos familiares em reuniões ou outros momentos de diálogo da escola. Antes de enviar a tarefa para casa, leia e comente a atividade em sala de aula, esclarecendo dúvidas para que os estudantes compreendam o objetivo e consigam repassar as instruções aos familiares. Também é possível enviar um bilhete explicativo, escrito coletivamente com a turma, o que favorece a compreensão da tarefa e o trabalho com o gênero bilhete (EF15LP01, EF15LP05,

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF01LP05 , EF01LP07 , EF01LP08 , EF01LP10 , EF01LP17 , EF12LP01 , EF12LP04, EF12LP06, EF15LP01, EF15LP05), os estudantes mobilizam habilidades de oralidade ao praticarem o trabalho com o alfabeto (EF15LP09, EF15LP10, EF15LP11, EF15LP13).

Respostas e orientações didáticas

35

08/10/2025 10:22:05

1. Para retomar e ampliar o conhecimento sobre o alfabeto, peça aos estudantes que observem os próprios nomes e as letras que os compõem. Assim, eles poderão relacionar o que já foi consolidado com os novos conhecimentos em construção. Com base nessas atividades, eles vão identificar a posição das letras em relação ao alfabeto, como a organização das letras do próprio nome e do nome dos colegas. Para começar, proponha uma récita coletiva do alfabeto e aproveite para acompanhar os avanços e as dificuldades da turma com relação aos conhecimentos sobre esse conteúdo, que foi apresentado anteriormente. Verifique se reconhecem os nomes das letras e percebem a regularidade na ordem em que aparecem. Eles poderão estabelecer relações entre as letras do seu nome e o alfabeto, identificando principalmente a posição

EF01LP17,EF12LP04, EF12LP06). Oriente-os a anotar no caderno as palavras formadas, para compartilharem depois em sala de aula.

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF01LP02 , EF01LP09 , EF01LP13, EF12LP01), os estudantes mobilizam habilidades de oralidade no trabalho com as letras e os nomes (EF15LP09, EF15LP10, EF15LP11, EF15LP13).

Respostas e orientações didáticas

• Esta seção apresenta regularmente dois exercícios de diagnóstico de aprendizagem, um voltado ao monitoramento do desempenho em leitura e outro em escrita, pautados nos conteúdos de análise linguística/semiótica (alfabetização). A proposta é que este seja um trabalho regular e contínuo, com avaliações feitas por você e autoavaliações dos estudantes, com foco no desenvolvimento e nos desafios no processo de construção de conhecimentos. Explique o papel deles nesse trabalho, como sujeitos ativos e corresponsáveis pela própria aprendizagem, para que compreendam o que vão avaliar e o sentido desse processo para as aprendizagens em leitura e escrita. Essa compreensão se dará progressivamente ao perceberem que, quando têm clareza e são capazes de indicar suas dificuldades, com o olhar atento do professor, podem reconhecer caminhos para aprender cada vez mais e melhor.

1. Oriente-os a ler os nomes como souberem e a assinalar de algum modo os que considerarem mais difíceis (EF01LP13, EF12LP01).

AVALIANDO

Se possível, acompanhe a atividade de leitura individualmente, para mapear estratégias, hipóteses e conclusões dos estudantes. Algumas perguntas norteadoras podem com-

SABERES

EM FOCO

LETRAS E NOMES

2. Respostas pessoais. Sugestões de respostas: Marco: barco, arco, charco. Martim: pudim, jardim, pinguim. Adriano: piano, cano, plano. Ana: banana, cabana, bandana. Aurora: amora, flora, nora. Samuel, Gael e Isabel: pincel, papel, anel. Marcela: panela, janela, canela.

1. LEIA OS NOMES DE ESTUDANTES DE UMA TURMA DE 1º ANO.

MARCO

ANA GAEL

MARTIM AURORA ISABEL ADRIANO SAMUEL MARCELA

A ) PINTE DE AZUL OS QUADRINHOS COM NOMES QUE COMEÇAM COM A PRIMEIRA LETRA DO ALFABETO.

Resposta: ANA, AURORA e ADRIANO.

B ) PINTE DE VERMELHO OS QUADRINHOS COM NOMES QUE COMEÇAM COM O MESMO SOM QUE O NOME MARTA

Resposta: MARCO, MARTIM e MARCELA.

C ) PINTE DE VERDE OS QUADRINHOS COM NOMES QUE TERMINAM COM O MESMO SOM DE RAFAEL

Resposta: GAEL, ISABEL e SAMUEL.

2. AGORA, ESCREVA NOS ESPAÇOS A SEGUIR DUAS PALAVRAS QUE RIMAM COM ALGUM DOS NOMES QUE VOCÊ PINTOU.

DICA: SE NECESSÁRIO, USE O BANCO DE IMAGENS AO FINAL DA PÁGINA PARA LEMBRAR DE PALAVRAS QUE PODEM RIMAR COM OS NOMES QUE VOCÊ PINTOU.

por sua avaliação da leitura neste momento, como: “Apoia-se na extensão do texto para ler?”; “Apoia-se nas letras/sílabas iniciais, finais ou mediais?” (Quando diz, por exemplo, que acha que está escrito determinado nome, porque começa com MA de Mariana); “Consulta palavras conhecidas ou que saiba de memória, como a lista de nomes da classe?”; “Lê com facilidade e sem apoios, mesmo que sem fluência?”. As informações levantadas nesse mapeamento serão importantes tanto para o planejamento de atividades que ajudem no desenvolvimento do estudante quanto para pensar em critérios

de organização nos futuros trabalhos em dupla ou pequenos grupos. Se possível, leia os itens da atividade e espere os estudantes localizarem e pintarem os nomes antes de partir para a próxima orientação. Esse tempo é importante para que consigam fazer com autonomia o que é proposto, enquanto você acompanha caminhando entre eles e fazendo anotações. Observe se eles retomam a leitura inicial e grifam as letras e as partes das palavras para identificar os nomes (EF12LP01). Caso seja viável, proponha uma rodada de trocas sobre como foi fazer esse exercício, para que explicitem oralmente o que foi mais desafiador e no que se sentiram mais seguros.

3. CHEGOU A HORA DE PENSAR SOBRE O QUE VOCÊ ESTUDOU. REVISE COM ATENÇÃO AS ATIVIDADES QUE FEZ NESTA SEÇÃO E REGISTRE SUAS IMPRESSÕES NAS FICHAS A SEGUIR, PINTANDO

OS QUADRINHOS DE ACORDO COM O QUE PERCEBEU SOBRE

SUAS APRENDIZAGENS EM LEITURA E ESCRITA.

Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor

COMO EU ME SAÍ...

NAS ATIVIDADES DE LEITURA?

LI OS NOMES DA TURMA DE 1º ANO COM FACILIDADE.

PRECISEI DE AJUDA PARA LER ALGUNS NOMES DA TURMA. POR EXEMPLO:

COMO EU ME SAÍ...

NAS ATIVIDADES DE ESCRITA?

ESCREVI AS TRÊS PALAVRAS COM FACILIDADE.

PRECISEI DE AJUDA PARA ESCREVER ALGUMAS PALAVRAS.

SE MARCOU A ÚLTIMA OPÇÃO, CONTORNE AS PALAVRAS

QUE TEVE DIFICULDADE PARA ESCREVER NA ATIVIDADE 2.

usar essas informações para o planejamento das atividades de escrita, pensando nos apoios necessários e na organização dos agrupamentos futuros, inclusive considerando o mesmo nível de conceitualização. Por exemplo, um estudante em hipótese de escrita silábica-alfabética que faz uso de diferentes recursos pode contribuir com as reflexões de outro estudante no mesmo nível de conceitualização, mas que não busca esses apoios para pensar na escrita. É possível fazer uma tabela com os resultados e consolidar informações quantitativas e qualitativas sobre as necessidades de apoio.

08/10/2025 10:22:08

Respostas e orientações didáticas

2. Oriente-os a escolher um dos nomes para pensarem livremente em palavras que rimam antes da prática de escrita. Esse tempo é importante para que o desafio de pensar nas rimas não se sobreponha ao de refletir sobre como se escreve. Se necessário, retome o conceito de rima. O foco aqui será a escrita das palavras e o entendimento da regularidade nas partes finais ( EF01LP02 , EF01LP09 , EF01LP13).

AVALIANDO

Algumas perguntas norteadoras podem compor sua avaliação da escrita nesse momento: “Em que nível de conceitualização de escrita o estudante parece estar?” (no caso dessa pergunta, procure usar referências anteriores para compor uma memória da trajetória e identificar avanços e dificuldades); “Ele mobiliza recursos diversos para escrever, como nomes próprios e outras palavras de referência? Escreve com confiança?” (veja se há uma necessidade de apoio do adulto para que se arrisque na escrita); “Escreve de forma legível?” (observe se há alguma letra em especial que dificulta o entendimento da escrita); “Demonstra intenção de explicitar as partes parecidas ao final das palavras?”. Assim como no monitoramento do desempenho em leitura, procure

BNCC

Nesta seção, os estudantes serão levados a reconhecer que a escrita representa os sons da fala, nomear e ordenar as letras do alfabeto, assim como identificar diferentes formas de grafia, aprendizagens fundamentais para a apropriação do sistema alfabético (EF01LP05, EF01LP07, EF01LP10, EF01LP11).

Orientações didáticas

• Na seção Tirando de letra, os diferentes tipos de letra poderão ser observados. Neste volume, porém, o foco será a escrita em imprensa maiúscula, apresentada como letra bastão. Embora seja válido mostrar mais de um traçado para ampliar o reconhecimento das formas, para a produção da escrita é mais eficaz adotar, por ora, um único formato, pois isso favorece a aprendizagem sistemática. Outros traçados serão retomados com mais frequência no volume 2, quando os estudantes estiverem mais desenvolvidos na conceitualização de escrita e na coordenação motora fina.

• Mostre a letra A no livro nas formas de imprensa e cursiva, em maiúsculas e minúsculas. Depois, escreva-a na lousa para que os estudantes observem a ordem e a direção do traçado da letra. Eles devem usar o seu traçado como modelo, então siga o padrão de direcionalidade indicado nesta seção. Proponha, em seguida, a brincadeira de traçar a letra no ar, modelando de acordo com a direção observada. Depois, peça-lhes que tracem o A nos quadros da atividade de treino motor da Hora do traçado, com vistas ao desenvolvimento da coordenação psicomotora fina e da aprendizagem da letra manuscrita, tanto em pontilhado quanto em mão livre.

TIRANDO DE LETRA...

A!

COMO VOCÊ ESTUDOU, NOSSO ALFABETO É FORMADO POR 26 LETRAS, QUE TÊM VÁRIOS FORMATOS. ALGUNS SÃO MAIS

USADOS NOS JORNAIS E NOS LIVROS, OUTROS, PARA ESCREVER À MÃO.

AGORA, VAMOS ESTUDAR A LETRA A! QUAIS PALAVRAS VOCÊ CONHECE QUE COMEÇAM COM ESSA LETRA?

Resposta pessoal.

CONFIRA ALGUMAS FORMAS DE ESCREVER A LETRA A.

A a Aa

LETRA NA MÃO

1. COM LÁPIS DE COR, BRINQUE DE FORMAR A LETRA A EM BASTÃO. CONFIRA O EXEMPLO.

Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes consigam formar a letra A com lápis de cor.

2. O PROFESSOR VAI MOSTRAR COMO ESSA LETRA É REPRESENTADA NO ALFABETO EM LIBRAS. OBSERVE O SINAL E, DEPOIS, TENTE FAZER O A

Resposta pessoal. Se necessário, auxilie os estudantes a fazerem a letra A no alfabeto em Libras.

AHORA DO TRAÇADO

AGORA, VAMOS TRAÇAR O A? COMEÇANDO PELO PONTO VERMELHO E SEGUINDO AS SETAS, CUBRA OS PONTILHADOS NO PRIMEIRO QUADRINHO. DEPOIS, CONTINUE TRAÇANDO O A.

Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes consigam formar a letra A. Se necessário, auxilie-os a traçá-la.

• Proponha a realização do Letra na mão. O uso de material concreto contribui para o desenvolvimento da coordenação motora fina, enquanto a representação da letra em Libras amplia a inclusão. Peça aos estudantes que formem a letra A com lápis de cor, de acordo com a imagem. Então, questione: “Todos os traços são do mesmo tamanho?”. Espera-se que percebam que o traço do meio é menor, pois “sobra” na composição.

SONS E LETRA: A

Caso surjam hipóteses envolvendo a relação grafema-fonema, retome nomes com a inicial A já trabalhados, como Alice, da canção “Qual é a letra do seu nome?”, que exemplifica a realização fonológica mais comum para essa letra: o fonema /a/. Se necessário, amplie com outra possibilidade: o som nasal /ã/, como em André Explique que, mais adiante, estudarão com mais atenção esse som nasal, que pode aparecer em nomes como Cauã, sendo marcado na escrita pelo til ou pelas letras M e N

TIRANDO DE LETRA... B!

AGORA, VAMOS ESTUDAR O B!

QUAIS PALAVRAS VOCÊ CONHECE QUE COMEÇAM COM ESSA LETRA?

Resposta pessoal.

CONFIRA ALGUMAS FORMAS DE ESCREVER A LETRA B

B b Bb

LETRA NA MÃO

1. COM MASSA DE MODELAR, BRINQUE DE FORMAR A LETRA B EM BASTÃO. OBSERVE O EXEMPLO.

Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes consigam formar a letra B com massa de modelar.

2. O PROFESSOR VAI MOSTRAR COMO É ESSA LETRA NO ALFABETO EM LIBRAS. OBSERVE O SINAL E, DEPOIS, TENTE FAZER O B.

Resposta pessoal. Se necessário, auxilie os estudantes a fazerem a letra B no alfabeto em Libras.

B

HORA DO TRAÇADO

VAMOS ESCREVER COM CAPRICHO A LETRA B? COMEÇANDO PELO PONTO VERMELHO E SEGUINDO AS SETAS, CUBRA OS PONTILHADOS NO PRIMEIRO QUADRINHO. DEPOIS, CONTINUE TREINANDO A ESCRITA DO B

Resposta pessoal. Se necessário, auxilie os estudantes a traçarem a letra B.

coordenados dos dedos.

dinâmica.

• Verifique se há oposição entre polegar e indicador, se o dedo médio está envolvido no apoio e se essa configuração permite algum controle do traçado. Repare se o que movimenta o lápis são os dedos, o punho ou o antebraço. Na alfabetização inicial, é possível que os estudantes utilizem pegas primitivas, com muitos dedos ou com a palma da mão, e que o movimento ainda seja conduzido pelo braço.

• Nesse momento, não faça a correção direta da

Orientações didáticas

• Destaque para a turma os diferentes tipos da letra B

Se houver estudantes com nomes iniciados por B, convide-os a traçar a letra na lousa, fortalecendo a confiança na escrita de forma lúdica.

• Escreva a letra B na lousa seguindo o padrão indicado na seção e usando as setas para evidenciar a ordem e a direção do traçado da letra. Depois, proponha a brincadeira de traçar o B em bastão no ar e finalize com o exercício de treino motor para a letra, experimentando a escrita, primeiramente cobrindo os pontilhados, depois à mão livre.

• Atividades multissensoriais, como as da subseção Letra na mão, favorecem uma relação mais concreta com os traçados das letras. Se possível, ofereça massa de modelar e peça-lhes que formem a letra B

• Lembre-se de que, diferentemente da letra A, a letra B representa apenas um som: o fonema /b/.

LÁPIS NA MÃO

• Na subseção Hora do traçado, durante o treino motor das letras A e B, observe e registre como cada estudante segura o lápis, acompanhando a progressão esperada rumo à pegada em três pontos (pega tripoide dinâmica), na qual polegar, indicador e dedo médio sustentam o lápis com leveza e possibilitam movimentos

08/10/2025 10:22:09

pega, apenas observe, para que compreenda como cada um está se apropriando dos gestos da escrita e quais avanços podem ser esperados nos treinos seguintes.

ATIVIDADE EXTRA

Oriente os estudantes a utilizarem os crachás de mesa para observarem os próprios nomes e verificarem se as letras A e B aparecem em sua composição. Em caso positivo, peça-lhes que mostrem a posição de cada letra. Em seguida, sugira que busquem tais letras nos nomes dos colegas.

Orientações didáticas

• Chame a atenção para a letra C, apresentada no livro nas formas imprensa e cursiva, tanto maiúscula quanto minúscula. Em seguida, abra espaço para que compartilhem onde já viram essa letra no dia a dia. Eles podem citar placas de comércio, embalagens de produtos, cartazes, rótulos ou outros contextos em que a letra esteja presente no ambiente fora da escola.

• Proponha a realização da subseção Letra na mão Para tanto, disponibilize argila ou massa de modelar e, em seguida, solicite aos estudantes que usem esse material para formar a letra C. Ao modelar a letra, eles poderão explorar forma, curvatura e proporção, favorecendo o reconhecimento visual e o desenvolvimento da coordenação motora fina de maneira lúdica e tátil. Incentive-os a comparar o formato produzido com o modelo apresentado no livro.

• Escreva a letra C na lousa seguindo as setas indicadas na seção, o que permite que os estudantes observem com atenção a ordem e a direção do traço contínuo da letra.

• Proponha, então, a brincadeira de traçar a letra no ar, modelando de acordo com a direção observada. Depois, peça-lhes que tracem o C no exercício de treino motor da Hora do traçado em pontilhado e em mão livre.

TIRANDO DE LETRA... C!

CHEGOU A VEZ DA LETRA C!

Resposta pessoal.

ONDE VOCÊ JÁ VIU ESSA LETRA? CONTE PARA OS COLEGAS. A SEGUIR, OBSERVE O C ESCRITO EM DIFERENTES TIPOS DE LETRA.

CLETRA NA MÃO

1. COM PINTURA DE DEDO, É POSSÍVEL BRINCAR DE FORMAR A LETRA C EM BASTÃO. CONFIRA O EXEMPLO.

Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes consigam formar a letra C com pintura de dedo.

2. O PROFESSOR VAI MOSTRAR ESSA LETRA NO ALFABETO EM LIBRAS. OBSERVE O SINAL E, DEPOIS, TENTE FAZER O C

CHORA DO TRAÇADO

Resposta pessoal. Se necessário, auxilie os estudantes a fazerem a letra C no alfabeto em Libras.

VAMOS TREINAR A ESCRITA DO C EM BASTÃO? PARTINDO DO PONTO VERMELHO, CUBRA OS PONTILHADOS PARA ESCREVER ESSA LETRA. DEPOIS, ESCREVA LIVREMENTE O C NO ÚLTIMO QUADRINHO.

Resposta pessoal. Se necessário, auxilie os estudantes a traçarem a letra C

SONS E LETRA: C

Se considerar oportuno, diante de alguma provocação ou do interesse espontâneo dos estudantes que estejam fazendo hipóteses no nível da letra, pronuncie nomes próprios ou palavras do cotidiano que comecem com a letra C A ideia é que percebam que a mesma letra pode representar diferentes sons, como o fonema /k/, em Clara, nome citado na letra de canção “Qual é a letra do seu nome?”, e o fonema /s/, em Cibele Caso avalie ser relevante, ajude-os a identificar a regularidade contextual: a letra C vai representar um som em palavras com CA, CO e CU (o /k/) e outro som em CE e CI (o /s/).

TIRANDO DE LETRA... D!

É HORA DA LETRA D!

VOCÊ SE LEMBRA DE ALGUM NOME DE GENTE QUE COMEÇA COM ESSA LETRA? SE SIM, DIGA ESSE NOME À TURMA.

Resposta pessoal.

EM SEGUIDA, OBSERVE O D ESCRITO EM DIFERENTES TIPOS DE LETRA.

LETRA NA MÃO

1. COM SEMENTES OU PEDRINHAS, BRINQUE DE FAZER O D EM BASTÃO. CONFIRA O EXEMPLO.

Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes consigam formar a letra D com sementes ou pedrinhas.

2. O PROFESSOR VAI MOSTRAR ESSA LETRA NO ALFABETO EM LIBRAS. OBSERVE O SINAL E, DEPOIS, TENTE FORMAR O D.

Resposta pessoal. Se necessário, auxilie os estudantes a fazerem a letra D no alfabeto em Libras.

HORA DO TRAÇADO

VAMOS TRAÇAR O D? PARTINDO DO PONTO VERMELHO E SEGUINDO AS SETAS E A ORDEM DE TRAÇADO INDICADA PELOS NÚMEROS, CUBRA O PRIMEIRO PONTILHADO. DEPOIS, CONTINUE ESCREVENDO O D NOS OUTROS QUADRINHOS.

Orientações didáticas

• Solicite aos estudantes que identifiquem a letra D no livro e observem suas formas (imprensa e cursiva, maiúscula e minúscula). Em seguida, peça-lhes que digam nomes próprios que comecem com essa letra, registrando-os na lousa, e oriente-os a organizar esses nomes em ordem alfabética, considerando também as letras seguintes para nomes com mesma inicial. Assim, eles se familiarizam com o alfabeto e desenvolvem a consciência sobre a ordem alfabética.

• A letra d minúscula pode ser facilmente confundida com as letras p, q ou b, devido ao espelhamento – algo comum no processo de aquisição da escrita de muitos estudantes. Vá chamando a atenção para esse aspecto ao observar os traçados.

• Disponibilize aos estudantes sementes, pedrinhas ou tampinhas e peça-lhes que formem a letra D, como na subseção Letra na mão Retome o traçado do B , destacando seus “arcos”, e mostre que o D é formado com apenas um “arco”.

• Escreva a letra D na lousa para que eles observem a ordem e a direção do traçado da letra. Em seguida, peça-lhes que façam o exercício da seção Hora do traçado, em pontilhado e em mão livre.

Resposta pessoal. Se necessário, auxilie os estudantes a traçarem a letra D.

SONS E LETRA: D

Se achar relevante, aproveite observações que possam surgir no nível da letra para explorar o som representado pela letra D, que pode variar na fala conforme a região do Brasil. Na palavra dia, por exemplo, o som do D pode ser pronunciado como /dʒ/, em /dʒia/, ou /d/, em /dia/. Se julgar pertinente, a atenção deles para o fato de essas diferenças acontecerem na fala, mas não na escrita, para perceberem

que a escrita segue regras próprias, ainda que a fala tenha variantes, as quais devem ser legitimadas e respeitadas.

LÁPIS NA MÃO

• No treino das letras C e D, observe se os estudantes que conduziam o lápis apenas com o punho ou o antebraço já fazem movimentos com os dedos.

• Registre se há mais controle no traçado ou leveza no movimento, indicando avanço

08/10/2025 10:22:10

no domínio motor fino. Não faça a correção direta da pega, apenas modele o gesto esperado: escreva uma letra na lousa ou em uma folha de papel utilizando a pegada em três pontos de forma visível e mostre como você posiciona os dedos, para que percebam como os dedos sustentam o lápis e tornam os movimentos mais precisos e controlados. Leve em conta o movimento da pegada com os canhotos, para que se familiarizem com a diferença.

Orientações didáticas

1. Se julgar pertinente, organize os estudantes em duplas para a realização desta atividade. Observe se conseguem reconhecer os quatro tipos de letra e fazer as correspondências corretamente. A proposta é que eles relacionem a letra em bastão apresentada no centro da atividade com as demais formas: imprensa minúscula e cursiva maiúscula e minúscula.

2. Embora o treino motor neste volume privilegie a letra bastão, como já indicado, os estudantes terão a oportunidade de experimentar os traçados em cursiva maiúscula e minúscula, aproximando-se gradualmente desses formatos. A cobrança formal da escrita cursiva ocorrerá apenas no próximo volume da coleção, quando se espera que os estudantes já estejam mais apropriados do funcionamento do sistema alfabético. Nesse sentido, é importante considerar esse momento como uma oportunidade de despertar a curiosidade e o interesse deles por outras formas de representação das letras.

LIGADO NAS LETRAS

1. ATÉ AQUI, VOCÊ TREINOU O TRAÇADO DAS LETRAS A, B, C E D EM BASTÃO. VOCÊ SE LEMBRA DE COMO ELAS SÃO ESCRITAS EM OUTROS TIPOS DE LETRA? LIGUE OS DIFERENTES TIPOS QUE VOCÊ ESTUDOU.

Resposta: Os estudantes devem ligar as letras de imprensa minúscula e as letras cursivas (maiúscula e minúscula) à letra bastão correspondente.

2. AGORA, BRINQUE DE TRAÇAR AS LETRAS A, B, C E D DE MANEIRAS DIFERENTES, COPIANDO CADA UMA NO ESPAÇO LOGO ABAIXO DELA.

DICA: VOCÊ SÓ VAI TREINAR O TRAÇADO DESSE TIPO DE LETRA NO 2º ANO. POR ENQUANTO, ESSA ATIVIDADE SERVE APENAS PARA VOCÊ IR SE APROXIMANDO, AOS POUCOS, DESSA FORMA DE ESCRITA.

Resposta: Os estudantes devem traçar as letras A, B, C e D em letra cursiva maiúscula e minúscula. 42

1. A atividade 1 do Ligado nas letras pode ser aproveitada como um momento de acompanhamento das aprendizagens sobre os diferentes traçados das letras A, B, C e D, já exploradas nas seções anteriores. Ao solicitar aos estudantes que reconheçam e relacionem as letras apresentadas fora da ordem alfabética, essa proposta permite observar se eles identificam corretamente as formas gráficas, mesmo quando combinadas ou organizadas de maneira menos previsível.

Caso algum estudante tenha dificuldade em reconhecer os diferentes tipos de letra, retome com ele os exemplos apresentados nas seções anteriores e faça comparações visuais. Se necessário, ofereça novos materiais de apoio para reforçar esse reconhecimento, como cartões com os quatro formatos de cada letra ou atividades de pareamento que favoreçam a memorização e a discriminação visual.

08/10/2025 10:22:10

AGORA NA PAUTA

CUBRA OS PONTILHADOS E CONTINUE TRAÇANDO, EM BASTÃO, AS LETRAS QUE VOCÊ ESTUDOU NESTA UNIDADE.

DICA: ESCREVA CADA LETRA PELO MENOS TRÊS VEZES NA PAUTA. DEIXE SEMPRE UM ESPAÇO EM BRANCO ENTRE AS LETRAS.

Resposta: Os estudantes devem traçar as letras A, B, C e D em letra bastão.

• Mesmo que mantenham pegas menos maduras, evite correções diretas. Continue modelando a pegada funcional, escrevendo com visibilidade e naturalidade, destacando como os dedos sustentam o lápis e permitem movimentos precisos. A presença da pauta caligráfica oferece referências visuais importantes para que a escrita avance em regularidade e proporção. Nesse momento, o foco deve ser favorecer cada estudante na exploração desses apoios com crescente autonomia.

• Caso algum estudante ainda demonstre dificuldade para a realização da atividade, adapte a proposta com diferentes estratégias que favore-

çam o desenvolvimento motor fino. Brincadeiras que envolvam a manipulação e o encaixe de peças, uso de pinças, massinha, prendedores ou elementos de encaixe podem contribuir significativamente para o fortalecimento da coordenação necessária à escrita.

• Esse é um passo importante na progressão da escrita à mão. Acompanhe de perto, respeitando o tempo de cada estudante, e use as observações feitas nessa oportunidade para orientar as propostas dos próximos treinos à medida que novas letras forem introduzidas.

Orientações didáticas

• Oriente os estudantes a seguirem o pontilhado para formarem o traçado das letras A, B, C e D em bastão. Na sequência, incentive-os a reproduzi-las sem o pontilhado utilizando a cópia anterior como guia. Lembre-lhes de que devem usar lápis e continue avaliando o padrão de preensão do lápis.

LÁPIS NA MÃO

• Nesta nova etapa, os estudantes retomarão o treino motor das letras A, B, C e D em bastão, agora com o apoio das pautas caligráficas. Ao traçarem cada letra ao menos três vezes em pontilhado e três vezes em mão livre, poderão aprofundar o controle do gesto gráfico com mais foco na fluidez e na direção dos traços.

• Durante a atividade, caminhe pela sala de aula, observando o desenvolvimento dos estudantes, a forma como seguram o lápis e o posicionamento que adotam quando usam o papel (nesse caso, o próprio livro). Observe se, em relação aos treinos anteriores, há mais estabilidade na pega e se os movimentos estão menos rígidos ou amplos, o que sinaliza que o lápis já começa a ser conduzido com mais refinamento pelos dedos. Registre quem consegue sustentar o lápis com o apoio de três dedos — polegar, indicador e médio em oposição — e se há economia de esforço no traçado.

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF01LP02 , EF01LP03 , EF01LP05 , EF01LP08 , EF01LP09 , EF01LP13 , EF12LP01 , EF12LP03 ), os estudantes mobilizam habilidades de oralidade ( EF15LP09 , EF15LP10 , EF15LP11, EF15LP13).

Orientações didáticas

• Considerando a importância dos jogos e das brincadeiras no desenvolvimento e na aprendizagem dos estudantes do 1º ano, esta seção propõe uma atividade lúdica que retoma conteúdos da unidade. Realizá-la como encerramento é uma forma de sistematizar o que foi aprendido de maneira leve e marcante. No 1º ano, assim como na Educação Infantil, os rituais que sinalizam momentos de transição contribuem para a percepção do tempo, o fortalecimento do grupo e o sentimento de pertencimento.

• A proposta é retomar a exploração dos nomes próprios, já trabalhada ao longo da unidade. Para participar do jogo, os estudantes precisarão ler e comparar palavras, localizando-as a cada sorteio com base em critérios como sons iniciais, mediais ou finais, letras presentes, iniciais e extensão dos nomes (EF12LP01, EF01LP09, EF01LP13).

• Antes do jogo, oriente os estudantes a prepararem suas tabelas, o que exigirá localizarem os nomes na lista ou escrevê-los de memória. Reserve um tempo após a cópia para que verifiquem se registraram todas as letras corretamente (EF01LP02, EF01LP03).

• Mostre na lousa como marcar a tabela a cada rodada usando alguns nomes como exemplo e sinalizando com um X, do mesmo modo que será feito no livro. Se necessário, retome as etapas do

É JOGO, É BRINCADEIRA

JOGO DOS NOMES

AGORA QUE VOCÊ JÁ CONHECE BEM OS NOMES DOS COLEGAS DE SUA TURMA, CHEGOU A HORA DE BRINCAR COM ELES. SIGA AS ORIENTAÇÕES E DIVIRTA-SE!

Comentários nas orientações ao professor

REGRAS

REGRAS

1. ESCOLHA SEIS NOMES DE COLEGAS DA TURMA. SE NECESSÁRIO, CONSULTE A LISTA DE NOMES QUE O PROFESSOR PREPAROU ENQUANTO VOCÊS PRODUZIAM O CRACHÁ DE MESA.

2. ESCREVA CADA NOME ESCOLHIDO EM UM ESPAÇO NA CARTELA DESTA PÁGINA.

3. O PROFESSOR SORTEARÁ NOMES DA TURMA. FIQUE ATENTO AOS NOMES SORTEADOS.

4. CASO O PROFESSOR FALE UM NOME QUE ESTIVER NA SUA CARTELA, MARQUE UM X NESSE NOME.

5. ASSIM QUE COMPLETAR A CARTELA, DIGA EM VOZ ALTA: “TERMINEI!”.

6. GANHA O JOGO QUEM COMPLETAR A CARTELA PRIMEIRO.

JOGO DE NOMES

jogo durante a atividade, principalmente para estudantes que ainda não estejam familiarizados com a dinâmica.

• Quando todos estiverem prontos, inicie a rodada dizendo em voz alta um nome da turma com pronúncia clara que destaque sua sonoridade. Se necessário, dê dicas como a letra inicial ou uma rima para ajudar na identificação (EF01LP05, EF01LP08, EF01LP09, EF01LP13).

• Quando algum estudante disser “Terminei!”, faça a verificação coletivamente. Escreva cada palavra marcada na lousa para que todos comparem seus registros com a escrita convencional (EF01LP03).

AVALIANDO

Observe o andamento do jogo, registrando dificuldades e estratégias usadas pelos estudantes. Note quem repete os nomes em voz alta, quem localiza rapidamente por leitura global ou memória (EF12LP01) e quais equívocos aparecem na escrita (EF01LP02, EF01LP03). Essas observações ajudarão na avaliação da aprendizagem em relação à aquisição do sistema alfabético.

VAMOS AVALIAR O APRENDIZADO

1. PARA RELEMBRAR OS CONTEÚDOS ESTUDADOS NESTA UNIDADE, PINTE OS QUADRINHOS DE ACORDO COM A LEGENDA A SEGUIR.

Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor

ENTENDI BEM. PRECISO REVER.

QUADRINHA.

RIMAS.

POEMA (ABRACADABRA).

LETRA DE CANÇÃO.

ALFABETO E ORDEM ALFABÉTICA.

LETRAS A, B, C, D.

2. AVALIE O QUE APRENDEU E COMPLETE AS FRASES A SEGUIR.

A ) EU NÃO CONHECIA:

Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor

B ) EU ACHEI DIVERTIDO:

Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor

DICA: SE NECESSÁRIO, CONSULTE OS ITENS DA ATIVIDADE 1 PARA RESPONDER ÀS PERGUNTAS DA ATIVIDADE 2

SAIBA MAIS

UM LIVRO PARA BRINCAR COM O ALFABETO!

POEMAS DIVERTIDOS QUE APRESENTAM LETRAS E PALAVRAS ENGRAÇADAS QUE PODEMOS FORMAR COM O NOSSO ALFABETO!

FRAGATA, CLAUDIO; MATSUSHITA, RAQUEL. ALFABETO ESCALAFOBÉTICO. SÃO PAULO: JUJUBA, 2014.

BNCC

Nesta seção, os estudantes terão a oportunidade de ler e compreender enunciados de tarefas que envolvem diferentes mecanismos de atuação com apoio do professor e dos colegas (EF12LP17), além de escutar com atenção e fazer perguntas pertinentes durante as trocas orais (EF15LP10).

Respostas e orientações didáticas

UM LIVRO CURIOSO SOBRE NOMES!

UMA BOA LEITURA PARA QUEM JÁ PAROU PARA PENSAR NA ORIGEM DO PRÓPRIO NOME.

BRENMAN, ILAN. DE ONDE VÊM OS NOMES? SÃO PAULO: MODERNA, 2019.

Os livros sugeridos exploram, de formas variadas, brincadeiras e curiosidades envolvendo as letras. Retomar essas obras conforme novas letras forem estudadas amplia o vocabulário, favorece a compreensão leitora e incentiva o gosto pela leitura.

AVALIANDO

Ao final da unidade, reúna registros para mapear aprendizagens e fragilidades com base nas expectativas listadas na abertura da unidade. Levante indicadores como: a turma compreendeu a leitura da canção? Entendeu o nome próprio como marca de identidade? As rimas ajudaram na percepção sonora? Registre avanços e planeje intervenções para as próximas unidades.

08/10/2025 10:22:11

1. Ao iniciar a seção, explique que se trata do encerramento de uma etapa marcada por diferentes propostas e aprendizagens. Destaque que esse será um momento de relembrar o que foi vivido e aprendido. Ao ler cada item da lista de conteúdos, retome com os estudantes situações trabalhadas ao longo da unidade, ajudando no resgate das memórias. Mostre na lousa como será feita a marcação e destaque que não há certo ou errado: cada um deve pintar a opção que representa a própria experiência.

2. Este é mais um momento de escrita espontânea, com ou sem apoio de palavras de referência. Se necessário, explique que eles poderão escolher entre os itens da atividade 1 para completar as respostas, copiando-os nos espaços em branco.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

RUSSO, Maria de Fátima. Atividades em alfabetização: teoria e prática na utilização do nome próprio. Rio de Janeiro: Wak Editora, 2010.

Esse livro destaca a importância do nome próprio na alfabetização inicial, articulando teoria e prática. Traz reflexões sobre o uso pedagógico dos nomes e uma sequência de atividades aplicáveis em sala de aula baseada em uma turma real de 1º ano.

JUSTIFICATIVA

Nesta unidade, são explorados diferentes conhecimentos sobre o alfabeto, continuando o trabalho já iniciado e investigando mais profundamente as letras. Ao longo das atividades, os estudantes são convidados a perceberem e analisarem os diferentes aspectos que envolvem este conteúdo, como diferenciação das letras de outros sinais gráficos, nominação das letras, identificação da posição da letra em relação ao alfabeto e letra inicial do nome e de outras palavras conhecidas. Assim, eles refletem sobre o funcionamento do sistema de escrita nesse momento inicial da alfabetização. O trabalho segue ancorado no campo de experiência da Educação

Infantil O eu, o outro e o nós, a fim de manter o foco na construção de vínculos e novas relações de forma articulada aos conteúdos sobre as letras.

Os textos principais de leitura, convite e parlenda, fazem parte do Campo da vida cotidiana e auxiliam os estudantes a estabelecerem relações com conhecimentos e vivências do dia a dia, compartilhando-os com os colegas.

Com base nas propostas que envolvem situações vividas cotidianamente pelos estudantes, é possível explorar o tema contemporâneo transversal Vida familiar e social.

Expectativas de aprendizagem

Ao final desta unidade, espera-se que os estudantes sejam capazes de:

• compreender a forma de organização e a finalidade do convite e da parlenda, considerando o tema e a situação comunicativa de cada texto;

• distinguir as letras do alfabeto de outros sinais gráficos;

• identificar a letra inicial de diferentes palavras;

UNIDADE LETRAS EM FESTA!

• perceber a posição de diferentes letras em relação ao alfabeto, como as letras do próprio nome;

• nomear as letras do alfabeto e recitá-las em ordem alfabética;

• interagir com os colegas, demonstrando vínculos e sentimento de pertencimento ao grupo.

• apreciar poema observando rimas, sonoridade e jogos de palavras e reconhecendo seu pertencimento ao mundo imaginário e sua dimensão de encantamento e fruição;

Mapeando conhecimentos

Para planejar as estratégias e os encaminhamentos mais adequados para a turma, inicie a unidade

com propostas que apoiem a identificação dos conhecimentos prévios dos estudantes sobre os conteúdos que serão abordados. Como na unidade anterior foram trabalhados o alfabeto e a ordem alfabética, é possível propor uma roda de conversa usando as letras móveis, para que eles digam como as letras estão organizadas no alfabeto, qual vem primeiro e se há intrusos no meio das letras (nesse caso, insira cartões do mesmo tamanho, mas com outros sinais gráficos em vez das letras). A ideia não é apontar erros ou acertos, mas entender o que os estudantes já sabem e os melhores caminhos a seguir para que avancem.

CENA DA ANIMAÇÃO CINDERELA, DE CLYDE GERONIMI, WILFRED JACKSON E HAMILTON LUSKE, ESTADOS UNIDOS, 1950 (74 MIN).

CONTEÚDOS DESTA UNIDADE

• RODA DE CANTIGA (PALAVRAS DE BRINCAR);

• CONVITE;

• LETRAS E OUTROS SINAIS GRÁFICOS;

• LETRA INICIAL;

• POEMA (ABRACADABRA);

• CONVITE (HORA DE PRODUZIR);

• PARLENDA;

• SONS E LETRAS NO ALFABETO;

• BRINCANDO DE ADIVINHAR LETRAS;

• LETRAS E, F, G E H (TIRANDO DE LETRA);

• TRILHA DO ALFABETO (É JOGO, É BRINCADEIRA).

5.

Respostas e comentários nas orientações ao professor

REPARE BEM NA IMAGEM E RESPONDA ÀS QUESTÕES.

DESCREVA A CENA APRESENTADA.

O QUE O HOMEM SEGURA NAS MÃOS? O QUE ELE PARECE FAZER?

COMO A MOÇA PARECE REAGIR À ABORDAGEM DO HOMEM?

QUE ELEMENTO DA IMAGEM FEZ VOCÊ PENSAR NISSO?

IMAGINANDO QUE O HOMEM É UM MENSAGEIRO REAL

E QUE O PAPEL QUE ELE SEGURA É UM CONVITE MUITO IMPORTANTE, EM NOME DE QUEM VOCÊ ACHA QUE ELE ESTÁ CONVIDANDO? ONDE DEVE ACONTECER O EVENTO QUE GEROU ESSE CONVITE?

O MENSAGEIRO CARREGA VÁRIOS CONVITES. O QUE ISSO PODE INDICAR SOBRE O EVENTO E OS CONVIDADOS? EXPLIQUE.

uma carta ou um bilhete, e que ele está entregando esse papel à moça, possivelmente como um mensageiro. Incentive-os a formular hipóteses sobre o conteúdo do papel, considerando sua forma e aparência, semelhantes às de cartas ou convites antigos. Aproveite para convidá-los a explorar as características do convite, como finalidade, informações essenciais e linguagem. Essa discussão servirá como introdução ao trabalho com esse gênero, que será explorado adiante (EF15LP01).

3. É esperado que percebam a curiosidade e o interesse da moça diante da abordagem, sustentados por sua expressão facial e postura corporal.

BNCC

Ao investigarem a imagem, os estudantes podem antecipar sentidos e propósitos com base em conhecimentos prévios e pistas do texto (EF15LP02); ao conversarem sobre o gênero convite, podem identificar sua função social, características principais e finalidade (EF15LP01); já ao responderem oralmente às questões, têm a chance de mobilizar habilidades de oralidade (EF15LP09, EF15LP10, EF15LP11).

Respostas e orientações didáticas

1. Não é necessário conhecer o filme Cinderela para participar; o foco está na leitura de imagem e no desenvolvimento da oralidade.

Espera-se que os estudantes percebam, por exemplo, que à esquerda há uma moça com roupas de trabalho, avental e segurando uma vassoura, o que pode indicar que estava realizando tarefas domésticas. À direita, há um homem com roupas coloridas entregando um papel. Caso alguém reconheça os personagens, espera-se que identifique a moça como Cinderela e o homem como um mensageiro real, mencionando que essa pode ser a cena em que o convite para o baile real é entregue.

47

08/10/2025 10:30:49

4. Espera-se que eles associem o convite a uma figura da realeza e a um evento no castelo com base na pista dada pelo adjetivo real que acompanha o substantivo mensageiro. Incentive os estudantes a usarem a imaginação e a articularem suas hipóteses com base tanto na imagem quanto em seus conhecimentos sobre o gênero e a história.

5. Espera-se que infiram ser um evento grande e importante, com muitos convidados, e que reconheçam o papel do mensageiro como alguém que leva mensagens para as pessoas.

2. Espera-se que os estudantes notem que o homem segura um envelope de papel com um selo vermelho, que pode ser um convite,

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF01LP02 , EF01LP05 , EF01LP16 , EF01LP19 , EF12LP01 , EF12LP07 , EF15LP01, EF15LP12), os estudantes mobilizarão habilidades de oralidade, como expressão clara, escuta atenta, respeito aos turnos de fala e compreensão da finalidade das interações orais (EF15LP09, EF15LP10, EF15LP11, EF15LP13).

SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL

Apresente aos estudantes um vídeo da cantiga e brincadeira de roda Cipó de Miroró. Se possível, escute com a turma a versão recolhida e gravada pela pesquisadora da cultura popular Ana Maria Carvalho, do álbum Memórias de Carvalho, facilmente encontrada na internet.

Orientações didáticas

• Cante a cantiga substituindo “a fulana” e “o fulano” pelos nomes dos estudantes, chamando a atenção para as adaptações quanto ao uso do artigo, que já fazem intuitivamente, para que percebam como deverão fazer ao chamar quem for escolhido.

• Se for pertinente, construa o cipó com os estudantes. Para isso, solicite a eles que tragam de casa retalhos de tecidos e fitas coloridas. Peça a cada um que contribua amarrando e trançando os materiais uns nos outros, até que o cipó fique bem comprido. Quanto mais extenso ficar, maiores as possibilidades de circularem pelo espaço da sala de aula, dançando e sem soltá-lo. Também é possível usar lã ou barbante, amarrando pedaços, se necessário. Procure valorizar esse brinquedo como uma manifestação da cultura popular, contando para a turma que se trata de uma

VOCÊ VAI À MINHA FESTA?

PALAVRAS DE BRINCAR

QUE TAL BRINCAR DE CONVIDAR E SER CONVIDADO E PARTICIPAR DE UMA BRINCADEIRA MUITO DIVERTIDA?

RODA DE CANTIGA

Comentários nas orientações ao professor

1. OUÇAM A CANTIGA QUE O PROFESSOR VAI APRESENTAR.

CIPÓ DE MIRORÓ

MINHA GENTE, VENHA VER A VOLTA DO MEU CIPÓ.

EU TAMBÉM SOU BELA NO CIPÓ DE MIRORÓ.

EU CONVIDO A FULANA (OU O FULANO) PRA BRINCAR NO MEU CIPÓ.

EU TAMBÉM SOU BELA NO CIPÓ DE MIRORÓ.

ORIGEM POPULAR.

2. AGORA, CANTEM A CANTIGA JUNTOS E FORMEM UMA RODA.

3. O PROFESSOR VAI PROPOR UM MATERIAL (RETALHOS DE TECIDO, CORDÕES, BARBANTES ETC.) PARA REPRESENTAR O CIPÓ E MOSTRAR COMO VOCÊS VÃO USÁ-LO DURANTE A BRINCADEIRA.

4. DECIDAM QUEM VAI INICIAR A BRINCADEIRA E SER O PRIMEIRO A FAZER O CONVITE PARA UM COLEGA. VOCÊS PODEM USAR UMA PARLENDA DE ESCOLHA PARA ISSO.

brincadeira conhecida em todo o Brasil e passada oralmente de geração em geração.

• Pergunte aos estudantes se conhecem parlendas de escolha, como “Uni-duni-tê”, e se lembram de alguma para compartilhar com a turma (EF01LP19). Valorize esses conhecimentos prévios, abrindo espaço para que deem exemplos que conhecem. No Baú de textos que será lido logo após essa brincadeira, os estudantes têm a chance de conhecerem outro tipo de parlenda. Ao longo da unidade, esse gênero será explorado de forma mais aprofundada, com foco especial

na leitura e investigação de uma parlenda de pular corda.

• Mostre a brincadeira para a turma em uma primeira rodada. Segure a ponta do tecido e dê espaço para que um estudante se posicione, também segurando o cipó. A ideia é explorar a maleabilidade do material e as possibilidades lúdicas de exploração corporal com ele (EF15LP12).

• Quando possível, retome o caráter de convite que compõe essa brincadeira: “Agora, todos os convidados estão reunidos para celebrar juntos o Cipó de Miroró!” (EF01LP19).

5. O ESTUDANTE ESCOLHIDO PEGA O CIPÓ E CAMINHA DANÇANDO

PELA SALA, E TODOS CANTAM JUNTOS A CANTIGA.

6. NA PARTE DA CANTIGA A SEGUIR, QUEM ESTIVER COM O CIPÓ NAS MÃOS SE APROXIMA DE UM COLEGA E COMPLETA A CANTIGA COM O NOME DELE.

EU CONVIDO PRA BRINCAR NO MEU CIPÓ.

7. O ESTUDANTE CONVIDADO PEGA O CIPÓ E CAMINHA JUNTO

PELA SALA DE AULA, ENQUANTO TODOS CONTINUAM CANTANDO A CANTIGA. A CADA NOVA ESCOLHA, O CIPÓ DE MIRORÓ VAI FICANDO MAIOR, COM MAIS ESTUDANTES UNIDOS POR ELE!

8. CONTINUEM CANTANDO E DANÇANDO, SEM SOLTAR O CIPÓ, ATÉ QUE TODOS SEJAM CONVIDADOS!

Professor, professora: Sugira que os estudantes aumentem a velocidade e movimentem o corpo de diferentes maneiras a cada rodada.

BAÚ DE TEXTOS

LEIA UMA PARLENDA PARA RECITAR E BRINCAR MAIS!

JOÃO PICA O PÃO

MARIA MEXE O ANGU

TERESA PÕE A MESA

PARA A FESTA DO TATU.

ORIGEM POPULAR.

ABRINDO O BAÚ!

PINTE A PALAVRA QUE NOMEIA A FIGURA QUE APARECEU AO LADO DO TEXTO LIDO.

DICA: ELA APARECEU NA PARLENDA QUE VOCÊ LEU NESTE BAÚ!

PÃO JOÃO TATU

Resposta: TATU.

explorado com mais profundidade. Aproveite o momento como uma primeira aproximação, valorizando os conhecimentos prévios dos estudantes (EF15LP01, EF01LP16).

• Proponha que a parlenda seja recitada coletivamente, brincando com variações de ritmo, volume e entonação (EF12LP07, EF01LP19). Essa leitura incidental servirá como suporte para o desenvolvimento de leituras autônomas. Incentive também a criação de gestos que acompanhem os versos, tornando a leitura mais expressiva e

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significativa (EF15LP12). Por fim, retome o texto escrito, incentivando a observação de que a escrita representa os sons da fala (EF01LP05).

• No Abrindo o baú, oriente os estudantes a tentarem identificar a palavra que nomeia a figura, fazendo corretamente a correlação palavra-objeto. Explique que se trata de uma palavra presente na parlenda lida. Proponha que primeiro digam em voz alta o nome do animal que aparece na figura para, só depois, buscarem a palavra TATU (EF12LP01).

• Proponha aos estudantes que completem a parte da cantiga com o nome do colega convidado. Eles podem, ao final da brincadeira, usar a lacuna no texto para registrar por escrito o nome do colega escolhido (EF01LP02). Para evitar situações desconfortáveis, combine antecipadamente os critérios de escolha. Uma sugestão é seguir a ordem da lista da turma: quem começa pode ser o primeiro nome da lista e, a cada rodada, é convidado o colega seguinte. Além de tornar a brincadeira mais inclusiva, isso retoma a noção de ordem alfabética, conteúdo já trabalhado.

• No boxe Baú de textos, inicie o trabalho com uma leitura em voz alta da parlenda utilizando ritmo, entonação e pausas adequadas para envolver os estudantes e destacar o tom bem-humorado e a sonoridade do texto (EF15LP12). Em seguida, pergunte se algum estudante já a conhecia e convide a turma a imaginar e comentar: “Quem são esses personagens?”; “Como será essa festa?”; “O que terá nela?”; “Quem serão os convidados?”. Essas perguntas favorecem a compreensão do texto e antecipam temas que serão explorados ao longo da unidade. Converse com a turma sobre o gênero parlenda, sondando o que já sabem sobre sua função social e suas características. Explique-lhes que, ao longo da unidade, esse gênero será

LORI

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF01LP16 , EF12LP04 , EF15LP01, EF15LP18), os estudantes são levados a levantar hipóteses sobre sentidos, organização e finalidade do convite que lerão, com base em conhecimentos prévios e nas pistas oferecidas pelo próprio material (EF15LP02), bem como a desenvolver habilidades de oralidade, como expressão clara, escuta atenta, respeito aos turnos de fala e compreensão da finalidade das interações orais (EF15LP09, EF15LP10, EF15LP11, EF15LP13).

SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL

Inicie conversando com os estudantes sobre o gênero convite, incentivando-os a compartilhar o que já sabem sobre sua forma de organização, a situação comunicativa em que circula e sua finalidade. Proponha perguntas como: “Quem já recebeu um convite?”; “Para qual ocasião?”; “Como ele era?”; “O que estava escrito nele?”; “Quem o enviou?” ( EF01LP16 , EF12LP04 , EF15LP01).

Em seguida, leia a introdução da seção, que anuncia a leitura de um convite, e questione: “Quais surpresas vocês acham que vamos encontrar nesse convite?”.

ANTES DE LER

RODA DE LEITURA: CONVITE

DEPOIS DE BRINCAR DE CONVIDAR E SER CONVIDADO, CHEGOU A HORA DE CONHECER UM CONVITE CHEIO DE SURPRESAS!

ANTES DE LER

O CONVITE QUE VOCÊ VAI LER É DESTINADO ÀS LETRAS DO NOSSO ALFABETO. OBSERVE O TEXTO E A ILUSTRAÇÃO E RESPONDA ORALMENTE ÀS QUESTÕES.

1. QUE TIPO DE EVENTO VOCÊ ACHA QUE VAI ACONTECER? QUEM SERÁ QUE ESCREVEU ESSE CONVITE? CONVERSE COM A TURMA.

Resposta pessoal. É possível que os estudantes respondam “aniversário”. É possível que eles respondam que foi o aniversariante.

2. O QUE PODE FAZER A GENTE PENSAR QUE O TEXTO A SER LIDO É UM CONVITE? EXPLIQUE COM SUAS PALAVRAS.

Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes mencionem a ilustração do cartão e do envelope.

PIEDADE, AMIR. O ANIVERSÁRIO DO SEU ALFABETO. ILUSTRAÇÕES DE LUIZ GESINI. SÃO PAULO: CORTEZ, 2020.

1. Espera-se que os estudantes usem a imaginação para anteciparem o tipo de evento e quem está fazendo o convite, apoiando-se nas pistas do texto e da ilustração para tal. Eles podem sugerir, por exemplo, que se trata de uma festa de aniversário de uma letra específica ou do alfabeto inteiro, principalmente se relacionarem com o título da unidade, que é “Você vai à minha festa?”. Incentive-os a dialogar livremente, acolhendo diferentes hipóteses e promovendo um momento de troca criativa. Essa etapa é essencial para encorajar a construção de sentido antes de ler, desenvolver a habilidade de antecipação de leitura, bem como para iniciar a reflexão sobre a função social e as características do gênero convite, que serão exploradas com maior profundidade mais adiante (EF15LP02).

2. Espera-se que eles indiquem que a presença da ilustração de um cartão e de um envelope aju-

da a imaginar que o texto a ser lido é um convite (ou carta), pois elementos assim costumam estar associados a esses gêneros textuais em suas versões impressas. É possível, no entanto, que alguns estudantes não façam essa associação de imediato, já que, atualmente, é mais comum o envio de convites por meios digitais, como mensagens em aplicativos ou redes sociais. Esse pode ser um bom momento para explorar com a turma as diferentes formas de circulação desse gênero textual, considerando os diversos suportes (EF15LP01, EF15LP02, EF15LP18).

PAPO DE LEITOR

1. Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes verifiquem suas hipóteses iniciais com base nas informações do texto.

1. ANTES DA LEITURA, VOCÊ IMAGINOU QUAL SERIA O EVENTO E QUEM TERIA ESCRITO O CONVITE. SUAS IDEIAS ESTAVAM CERTAS? CONVERSE COM OS COLEGAS E O PROFESSOR.

2. MARQUE UM X NOS ELEMENTOS QUE APARECEM NO TEXTO E INDICAM QUE ELE É UM CONVITE.

INFORMA QUE VAI ACONTECER UM EVENTO.

CONTA UMA HISTÓRIA SOBRE O ALFABETO.

CONVIDA ALGUÉM PARA PARTICIPAR DO EVENTO.

EXPLICA COMO FAZER UM CONVITE.

INDICA QUAL ROUPA USAR NO EVENTO.

APRESENTA A DATA, O HORÁRIO E O LOCAL DO EVENTO.

DÁ INSTRUÇÕES PARA CHEGAR AO

LOCAL DO EVENTO.

PEDE AO CONVIDADO QUE NÃO FALTE.

TERMINA COM UMA DESPEDIDA E O NOME DE QUEM ESCREVEU.

FALA SOBRE AS COMIDAS QUE TERÃO NA FESTA.

Resposta: INFORMA QUE VAI ACONTECER UM EVENTO; CONVIDA ALGUÉM PARA PARTICIPAR

DO EVENTO; INDICA QUAL ROUPA USAR NO EVENTO; APRESENTA A DATA, O HORÁRIO E O LOCAL DO EVENTO; PEDE AO CONVIDADO QUE NÃO FALTE; TERMINA COM UMA DESPEDIDA E O NOME DE QUEM ESCREVEU.

suas ideias, fortalecendo sua autonomia leitora (EF15LP02, EF15LP18).

2. Espera-se que os estudantes reconheçam as características do convite ao marcarem as opções corretas. O texto apresenta elementos essenciais desse gênero, como a indicação do evento, o chamado ao convidado, a data, o horário, o local, o traje recomendado, a despedida e a assinatura (EF12LP04, EF15LP01, EF01LP16). Verifique se eles associam a palavra traje ao item “indica qual roupa usar no evento”. Nas próximas páginas desta seção, eles terão a oportunidade

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF01LP18 , EF01LP16 , EF01LP17 , EF01LP25 , EF12LP04 , EF12LP17 , EF15LP01 , EF15LP02 , EF15LP03 , EF15LP18 ), os estudantes mobilizam habilidades de oralidade ( EF15LP09 , EF15LP10 , EF15LP11, EF15LP13).

Respostas e orientações didáticas

1. Abra espaço para que os estudantes conversem livremente, confirmando ou reformulando suas hipóteses iniciais com base nas informações do texto. A festa é o aniversário do Senhor Alfabeto e o convite foi escrito por sua esposa. Aproveite para reforçar como todas as etapas de envolvimento com o texto são importantes no processo de leitura: desde as antecipações feitas ao observar o título, as imagens e o formato do texto, até a confirmação (ou revisão) dessas ideias após a leitura. Esse momento favorece o desenvolvimento da habilidade de estabelecer expectativas em relação ao texto que será lido com base nos conhecimentos prévios dos estudantes sobre o gênero convite, o tema da festa, o suporte utilizado e os elementos visuais presentes. Ao compararem hipóteses e informações do texto, os estudantes aprendem a avaliar, rever e enriquecer

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direcionada de trabalho envolvendo essa palavra. Os itens distratores foram incluídos para encorajar a reflexão crítica sobre as características do gênero textual convite. Se algum estudante marcar uma opção inadequada, aproveite para discutir por que essa informação não remete ao gênero em foco (EF12LP04). Por exemplo, se marcarem “explica como fazer um convite”, incentive-os a pensar se o texto realmente ensina algo. Isso ajuda a diferenciar um convite de um texto instrucional, que costuma apresentar passos ou orientações sobre como realizar algo (EF15LP01).

3. É possível que os estudantes pintem os trechos de modo diferente do sugerido na resposta esperada, como apenas “20 horas” em vez de “a partir das 20 horas”, ou expressem a mesma informação com outra seleção de palavras. O importante é verificar se conseguem localizar corretamente os dados pedidos no texto. Esta atividade contribui para o desenvolvimento da habilidade de identificar informações explícitas, fundamental na leitura de textos de diversos campos de atuação (EF15LP03). Verifique se os estudantes compreendem a atividade e conseguem identificar como funciona a legenda e se entendem a relação entre cada cor e a informação que deverá ser pintada no texto (EF12LP17).

4. Incentive-os a refletir sobre o que significa a expressão “traje: social”, explicando que essa indicação sugere que, para o evento, os convidados devem vestir roupas mais formais. Aproveite para explorar o uso dessa palavra, que não faz parte do vocabulário cotidiano da maioria das crianças, para ampliar o repertório e favorecer a criatividade. Caso surjam dúvidas, peça-lhes que compartilhem o que imaginam quando ouvem “roupa social” e, se possível, apresente imagens ou exemplos de peças que possam ser consideradas adequadas para esse tipo de traje, como vestidos e camisas sociais ou sapatos fechados. Aproveite para apresentar outras indicações de vestimenta que podem aparecer em convites, como “traje esporte”, “traje a rigor” ou “traje fantasia”. Se oportuno, conduza uma conversa crítica com a turma, destacando que, embora alguns eventos sugiram um tipo de roupa, o mais importante é que a pessoa se sinta bem com

3. RELEIA O CONVITE E PINTE, NO TEXTO, AS INFORMAÇÕES DE ACORDO COM A LEGENDA A SEGUIR.

DATA DO EVENTO.

QUAL O EVENTO?

LOCAL DO EVENTO.

HORÁRIO DO EVENTO.

TRAJE DO EVENTO.

ASSINATURA DE QUEM CONVIDA.

4. NO CONVITE, HÁ A INDICAÇÃO DE “TRAJE: SOCIAL”. VOCÊ SABE O QUE ISSO SIGNIFICA? CONVERSE COM OS COLEGAS E O PROFESSOR.

5. RELEIA AS DUAS ÚLTIMAS LINHAS DO TEXTO E, DEPOIS, RESPONDA O QUE SE PEDE.

4. Resposta: Espera-se que os estudantes concluam que se

trata de um tipo de vestimenta formal, diferente daquela que se usa cotidianamente.

A ) QUEM ESCREVEU O CONVITE? MARQUE UM X NA ALTERNATIVA CORRETA.

Resposta: A ESPOSA DO SEU ALFABETO.

O SEU ALFABETO. A ESPOSA DO SEU ALFABETO.

B ) ESSAS DUAS LINHAS DO FINAL DO TEXTO REPRESENTAM O QUÊ? MARQUE UM X NA ALTERNATIVA CORRETA.

Resposta: A DESPEDIDA E A ASSINATURA DE QUEM FAZ O CONVITE.

A DATA E O LUGAR DA FESTA.

A DESPEDIDA E A ASSINATURA DE QUEM FAZ O CONVITE.

3. Resposta: Verde: DIA 18; alaranjado: ANIVERSÁRIO DO SEU ALFABETO; roxo: CLUBE SOCIAL DE ALFABETOLÂNDIA; azul: A PARTIR DAS 20 HORAS; vermelho: SOCIAL; amarelo: ESPOSA DO SEU ALFABETO.

o traje que escolheu ou que foi possível utilizar. Essa discussão contribui para ampliar o repertório sociocultural dos estudantes, promovendo o respeito às diferenças e incentivando uma leitura mais consciente e sensível.

5. O item b busca apoiar os estudantes na identificação de dois elementos presentes no final de um convite: a despedida (“Obrigada!”) e a assinatura (quem está convidando — nesse caso, a esposa do Senhor Alfabeto). Destaque como esses elementos aparecem no texto e o modo como estão dispostos na página, principalmente o recuo da assinatura (EF15LP03, EF01LP16).

6. A FRASE “VOCÊ É CONVIDADA ESPECIAL.” DÁ UMA PISTA SOBRE QUEM ESTÁ SENDO CHAMADO PARA A FESTA.

A ) DE ACORDO COM ESSA FRASE, PARA QUEM SERIA O CONVITE?

MARQUE UM X NA RESPOSTA CORRETA.

Resposta: PARA UMA LETRA DO ALFABETO.

PARA O SEU ALFABETO.

PARA UMA LETRA DO ALFABETO.

PARA A ESPOSA DO SEU ALFABETO.

B ) QUAL PALAVRA DO TEXTO PODE NOS AJUDAR A DESCOBRIR PARA QUEM É O CONVITE? MARQUE UM X PARA MOSTRAR.

Resposta: A PALAVRA CONVIDADA

A PALAVRA VOCÊ.

A PALAVRA CONVIDADA.

A PALAVRA ESPECIAL

AGORA QUE JÁ LEMOS

1. Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes compartilhem suas experiências de contato com o gênero convite.

OS CONVITES SÃO TEXTOS QUE CHAMAM PESSOAS PARA OCASIÕES ESPECIAIS. GERALMENTE, ELES INFORMAM O QUE VAI ACONTECER, A DATA E O LOCAL DO EVENTO, ALÉM DE APRESENTAR UMA DESPEDIDA E A ASSINATURA DE QUEM CONVIDA, AO FINAL.

1. VOCÊ JÁ RECEBEU UM CONVITE OU ENTREGOU UM PARA ALGUÉM? EM QUE SITUAÇÃO? CONVERSE COM OS COLEGAS E O PROFESSOR.

2. SE VOCÊ PUDESSE ORGANIZAR UMA FESTA PARA ALGUÉM MUITO QUERIDO, COMO SERIA ESSE CONVITE? QUE INFORMAÇÕES NÃO PODERIAM FALTAR? COMPARTILHE COM A TURMA!

2. Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes exponham suas respostas de acordo com seu círculo social e suas preferências.

nas situações imaginadas. Essa troca fortalece a compreensão do gênero, encoraja a expressão oral e amplia o repertório cultural dos estudantes (EF01LP16, EF15LP18).

ATIVIDADE EXTRA

Proponha a produção coletiva de um convite ficcional para uma situação inusitada, como uma festa na Lua, um chá com personagens de contos de fadas ou um baile no fundo do mar. Incentive-os a imaginar personagens ficcionais, espaço e cenário da festa usando a criatividade:

53 08/10/2025 10:30:53

quem será convidado, onde e quando ocorrerá o evento, o que vai acontecer, como será a despedida e quem assinará o convite. Registre na lousa as sugestões e ajude-os a organizar o texto, retomando a função social do convite. Incentive o relato oral de ideias e experiências com o gênero e a leitura de textos literários, planejando com a turma um texto ficcional adequado ao gênero e à finalidade. Ao final, leia com eles o convite e exponha-o em um mural na sala de aula ou no corredor, celebrando a escrita como forma de comunicação e expressão artística (EF01LP17, EF01LP18, EF01LP25).

6. Esta questão mobiliza a inferência, relacionando pistas linguísticas, contexto e informações do convite. O uso de convidada no feminino mostra como a escolha lexical revela detalhes importantes. Como as letras do alfabeto são tratadas como personagens desde o início da unidade, espera-se que concluam que o convite é para uma das letras, e não ao Senhor Alfabeto, que é o aniversariante, nem à esposa dele, que assina o convite.

AGORA QUE JÁ LEMOS

1. Peça-lhes que relatem oralmente experiências com convites (receber ou entregar), reconhecendo diferentes formas e funções desse gênero em situações reais. Se alguém não se lembrar de ter recebido convites escritos, pergunte se já foram chamados para um evento de outra forma, como convite verbal ou digital. Valorize todas as respostas, reforçando que convidar é um gesto de inclusão e conexão. Encoraje reflexões sobre como tornar convites mais acessíveis a todos (EF01LP16, EF15LP18).

2. Incentive-os a mencionar características de um convite para alguém querido e anote-as na lousa. Destaque os elementos essenciais — evento, data, horário, local, despedida e quem convida — e valorize as diferentes contribuições, retomando a forma como esses elementos aparecem

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF01LP02 , EF01LP04 , EF01LP14 , EF01LP17 , EF12LP03, EF12LP04), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade ( EF15LP09 , EF15LP10 , EF15LP11, EF15LP13).

SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL

Para sensibilizar os estudantes para as atividades a serem desenvolvidas, proponha que caminhem pela sala de aula, conversando e investigando o espaço em busca de elementos que contenham letras, identificando-as e apontando-as para os colegas e para você, professor. Eles poderão citar, por exemplo, o crachá de mesa, a lista de nomes da turma, o alfabeto exposto, etiquetas de nomes em objetos ou pertences e outros registros escritos presentes no ambiente alfabetizador. Durante a atividade, observe se há estudantes que confundem letras com outros sinais gráficos. Esse momento também possibilita identificar quem precisa de mais apoio ou de atendimentos individuais para avançar na habilidade em foco (EF01LP04).

É LÍNGUA, É LINGUAGEM

LETRAS E OUTROS SINAIS GRÁFICOS

1. RELEIA O CONVITE DA ESPOSA DO SEU ALFABETO, PRESTANDO ATENÇÃO A TODOS OS DETALHES DO TEXTO. DEPOIS, RESPONDA ÀS QUESTÕES A SEGUIR, MARCANDO UM X NAS RESPOSTAS CORRETAS.

A ) O QUE É CORRETO AFIRMAR SOBRE O TEXTO?

Resposta: TRAZ LETRAS, NÚMEROS E OUTROS SINAIS GRÁFICOS

APRESENTA SOMENTE LETRAS.

TRAZ LETRAS, NÚMEROS E OUTROS SINAIS GRÁFICOS

APRESENTA SOMENTE NÚMEROS

B ) O QUE O NÚMERO 18 INDICA NO TEXTO?

Resposta: O DIA DA FESTA.

O DIA DA FESTA.

O HORÁRIO DA FESTA.

O NÚMERO DA CASA ONDE A FESTA ACONTECERÁ.

C ) O QUE O NÚMERO 20 INDICA NO TEXTO?

Resposta: O HORÁRIO DA FESTA.

O DIA DA FESTA.

O HORÁRIO DA FESTA.

O NÚMERO DA CASA ONDE A FESTA ACONTECERÁ.

Respostas e orientações didáticas

1. Esta atividade introduz o trabalho dirigido com a habilidade de distinguir letras do alfabeto de outros sinais gráficos (EF01LP04) partindo de um texto significativo para os estudantes: o convite lido na Roda de leitura. Durante a resolução das questões, destaque que o texto não é formado apenas por letras, mas também apresenta números e sinais de pontuação. Ao abordar os números presentes (18 e 20), con-

duza a turma a relacioná-los ao significado no contexto do convite (dia e horário da festa). Reforce que, embora letras e números sejam sinais gráficos, têm usos e funções diferentes. Essa reflexão ajuda os estudantes a reconhecerem no cotidiano a presença e a interação entre letras, números e símbolos em diferentes textos, ampliando a compreensão sobre os sistemas de representação gráfica e suas funções comunicativas (EF12LP04).

2. NO TEXTO DO CONVITE, PINTE DE VERDE TUDO QUE NÃO FOR NEM LETRA NEM NÚMERO. DEPOIS, CONVERSE COM OS COLEGAS E O PROFESSOR SOBRE OS USOS DOS SINAIS QUE VOCÊS PINTARAM.

Resposta: Os estudantes devem pintar cinco pontos finais, três dois-pontos e dois pontos de exclamação.

3. AINDA NO TEXTO DO CONVITE, PINTE DE AZUL TUDO QUE NÃO FOR LETRA NEM SINAL DE PONTUAÇÃO.

Resposta: Os estudantes devem pintar os números 18 e 20.

4. OBSERVE OS QUADRINHOS COM ALGUMAS LETRAS E OUTROS SINAIS GRÁFICOS. DEPOIS, FAÇA O QUE SE PEDE EM CADA ITEM. A N J 3 ! & # “ ? @ V t B Q N

4. A) Resposta: Os estudantes devem pintar os quadrinhos com as letras: a; M; L; p; T; b; S; N; T; V; F; e; c; O; W; G; i; D; K; J.

A ) PINTE DE AMARELO TODOS OS QUADRINHOS COM LETRAS.

B ) CONTORNE TODOS OS NÚMEROS.

Resposta: Os estudantes devem contornar os números 8, 4, 2, 7, 3, 6, 1, 5 e 9.

5. EM CADA ITEM, HÁ LETRAS E OUTROS SINAIS GRÁFICOS. PINTE SOMENTE AS LETRAS.

A ) B )

Resposta: Os estudantes devem pintar as letras: A; B.

Resposta: Os estudantes devem pintar as letras: N; V; Q.

Resposta: Os estudantes devem pintar as letras: J; t; N.

2. Explique aos estudantes os usos de cada sinal no texto: o ponto-final é empregado para encerrar uma sentença; os dois-pontos, para introduzir informações; as exclamações, para expressar emoção ou reforçar um pedido, como em “NÃO FALTE!”. O foco está em, inicialmente, distinguirem as letras de outros sinais gráficos, pois o uso dos sinais de pontuação será aprofundado posteriormente na coleção. Diga-lhes que os dois-pontos são muito utilizados nos convites para anunciar informações importantes, como traje, local e horário (EF01LP14).

3. A atividade ajuda a fixar a aprendizagem e reforça a atenção aos numerais em diferentes contextos. Observe como cada estudante faz a atividade, valorize suas estratégias de identificação e, se necessário, ofereça apoio individualizado. Esta atividade leva ao desenvolvimento da habilidade de reconhecer e diferenciar sinais gráficos em textos, fortalecendo a apropriação do sistema de escrita.

4. A atividade pode ser realizada individualmente ou em duplas. Verifique se eles compreendem o que devem fazer e explique-lhes que, no item a, o desafio será encontrar somente as letras e pintá-las na malha. Antes de passar ao item b, proponha uma correção coletiva; peça-lhes que digam os nomes das letras que marcaram e registre-as na lousa, para que possam checar suas respostas. C )

Proponha uma atividade de escrita contextualizada do gênero convite. Escreva na lousa um convite inspirado no texto lido na Roda de leitura, deixando lacunas para que os estudantes completem, como souberem, com palavras e números inventados por eles. Eles devem copiar o texto da lousa em folhas avulsas e preencher as lacunas com criações próprias.

Depois, peça-lhes que apresentem para a turma, ao longo de algumas aulas, o convite elaborado. Para avaliar, verifique o que escreveram

08/10/2025 10:30:53

e como explicam as informações registradas. Ao final, monte um mural com os convites produzidos, que podem ser colocados em envelopes com remetente e destinatário. Os textos expostos poderão ser lidos e comentados, permitindo que os estudantes brinquem com a ideia de escolher, por exemplo, para qual evento preferem ir. Considere as produções para acompanhar o desenvolvimento da habilidade de escrita e planejar intervenções personalizadas (EF01LP02, EF01LP04, EF01LP17, EF12LP03, EF12LP04).

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF01LP04 , EF01LP05 , EF01LP07 , EF01LP14 , EF01LP15 , EF12LP01 , EF12LP03 , EF12LP04 , EF15LP12 ), os estudantes também mobilizarão habilidades da oralidade ( EF15LP09 , EF15LP10 , EF15LP11, EF15LP13).

Respostas e orientações didáticas

1. Se considerar oportuno, releia com a turma o convite da Roda de leitura e diga que agora conhecerão um pouco mais daquela história. Pergunte como imaginam que as letras reagiram ao convite e como eles se sentem quando são convidados para algo especial, retomando o gênero trabalhado até aqui: o convite. Em seguida, faça a leitura em voz alta do novo trecho da história usando ritmo e entonação que evidenciem o entusiasmo das letras, algo já sugerido pelo uso do ponto de interrogação seguido de exclamação (EF15LP12, EF01LP14). No item a, após a leitura do novo trecho, promova uma breve conversa sobre a expressão em polvorosa incentivando os estudantes a levantarem hipóteses sobre seu significado com base no contexto, relacionando-a com animadas pelo critério de aproximação, e desconsiderando “chateadas” pelo critério de oposição (EF01LP15). Depois, leia as alternativas da questão e oriente a turma na escolha da que melhor representa a reação das letras. Esta atividade contribui para a ampliação do vocabulário e o desenvolvimento da compreensão leitora. No item b, espera-se que os estudantes percebam

JANELAS PARA A ESCRITA

LETRA INICIAL

1. VOCÊ OBSERVOU O CONVITE DA FESTA DO SEU ALFABETO. LEIA A SEGUIR UM TRECHO DA HISTÓRIA DE ONDE ESSE TEXTO FOI RETIRADO E SAIBA COMO AS LETRAS REAGIRAM A ESSE CONVITE.

AS LETRAS FICARAM EM POLVOROSA. ANIVERSÁRIO DO SEU ALFABETO?!

CADA UMA TRATOU DE PROVIDENCIAR UM PRESENTE ESPECIAL QUE LEMBRASSE A SUA LETRA.

PIEDADE, AMIR. O ANIVERSÁRIO DO SEU ALFABETO. ILUSTRAÇÕES DE LUIZ GESINI. SÃO PAULO: CORTEZ, 2020.

A ) COMO AS LETRAS FICARAM AO RECEBER O CONVITE? MARQUE UM X NA ALTERNATIVA CORRETA.

CHATEADAS. ANIMADAS. PERDIDAS.

Resposta: ANIMADAS.

B ) NA HISTÓRIA DO LIVRO O ANIVERSÁRIO DO SEU ALFABETO, A LETRA A LEVOU DE PRESENTE UM PACOTE CHEIO DE ALEGRIA; A LETRA D APARECEU COM UM DIAMANTE MUITO BRILHANTE; E A LETRA C, COM UMA CAMISA. POR QUE AS PALAVRAS QUE NOMEIAM OS PRESENTES LEMBRAM AS LETRAS CONVIDADAS? CONVERSE COM OS COLEGAS E O PROFESSOR PARA DESCOBRIR.

Resposta: Porque os nomes dos presentes escolhidos têm a primeira letra igual às das letras convidadas.

2. VAMOS COMPLETAR UMA NOVA LISTA DE PRESENTES? NA PÁGINA SEGUINTE, VERIFIQUE SE FALTA O NOME DE ALGUM CONVIDADO OU O PRESENTE QUE ELE VAI LEVAR. LEMBRE-SE DE QUE A PALAVRA QUE NOMEIA O PRESENTE DEVE COMEÇAR COM A LETRA INICIAL DO NOME DO CONVIDADO.

DICA: VOCÊ PODE INVENTAR OS NOMES DOS CONVIDADOS E OS PRESENTES OU USAR O BANCO DE PALAVRAS AO FINAL DA ATIVIDADE.

que a letra inicial de cada palavra que nomeia o presente corresponde à letra convidada para a festa do Senhor Alfabeto (A: alegria, D: diamante, C: camisa). Verifique se consideram o trecho “cada uma tratou de providenciar um presente especial que lembrasse a sua letra” para estabelecer essa associação, desenvolvendo a habilidade de inferir informações com base no contexto da leitura.

08/10/2025 10:40:00

• ARTUR: ALMOFADA

• BERNARDO: BOLSA

• CARLA: CANECA

• DIEGO: DIÁRIO

• EVA: E

• FELIPE: FLORES

• GABRIELA: G •H : HARPA

•I : IOIÔ

• JOÃO: J

• KARINA: KIT DE JARDINAGEM

• LUCAS: LIVRO

• MARIANA: M

• QUITÉRIA: QUEBRA-CABEÇA

• RAFAEL: R

• SABRINA: S •T : TÊNIS

• ULISSES: URSO DE PELÚCIA

• VITÓRIA: V

: WEBCAM

• XAVIER: X

: YAKISOBA

• Z : ZABUMBA

• NATÁLIA: N •O : ÓCULOS •P : PETECA

ESPELHO • GARRAFA • HEITOR • IARA • JOGO MOCHILA • NOVELO • OSMAR • PATRÍCIA • RAQUETE SAPATO • TINA • VASO • WILMA • XADREZ • YASMIN • ZECA

Sugestões de respostas: ESPELHO; GARRAFA; HEITOR; IARA; JOGO; MOCHILA; NOVELO; OSMAR; PATRÍCIA; RAQUETE; SAPATO; TINA; VASO; WILMA; XADREZ; YASMIN; ZECA.

para separar os itens (EF12LP04). Para a escrita, organize-os em grupos para que, juntos, pensem em nomes próprios e de objetos com a letra inicial das palavras que faltam na lista. Verifique se as palavras pensadas pelos grupos começam com as letras indicadas e oriente-os a consultar o banco de palavras nos momentos de dúvida e para ampliar o repertório de ideias, servindo para a referência da escrita de palavras com partes parecidas. Nesse caso, a cópia pode ser uma oportunidade de reflexão sobre o conteúdo, pois eles são desafiados a localizar a palavra adequada e as partes que a compõem (EF12LP03).

ATIVIDADE EXTRA: JOGO

08/10/2025 10:40:00

Utilize letras móveis para propor um jogo que envolva o conhecimento sobre as letras iniciais. Para isso, forme pequenos grupos e distribua para cada um as letras do alfabeto. Um estudante dita a letra da rodada e os grupos tentam formar uma palavra com essa inicial que nomeie um presente de aniversário. Quem conseguir primeiro marca ponto. Ao final da rodada, faça a revisão coletiva da palavra vencedora para que pensem juntos sobre a escrita dela (EF12LP01).

2. Nesta atividade, os estudantes são desafiados a pensar na letra inicial de nomes próprios e de objetos que podem ser presentes de aniversário. Leia a lista de palavras, enfatizando a letra inicial e o som que ela representa: “O Artur deu de presente uma almofada! E o Bernardo, o que será que levou?” (EF01LP05). Faça registros na lousa que ajudem os estudantes a perceberem a identificação visual de palavras que começam com a mesma letra e ressalte os sons representados pela letra. Nesse caso, privilegie o trabalho com as vogais, que apresentam uma relação mais transparente letra-som e aparecem em todas as palavras de nossa língua, já que não há palavras sem vogais em português, ou as letras que apresentam relações mais regulares, representando um só som (como F, V, T, D), evitando, por ora, letras cujas relações sejam menos transparentes, como é o caso do X, que pode representar quatro sons diferentes. Isso ajudará no reconhecimento da escrita como representação dos sons da fala e na identificação de fonemas e sua representação por letras (EF01LP05, EF01LP07). Peça-lhes que atentem à organização da lista, que é formada por letras e números (EF01LP04), e à função dos números, que organizam o texto e funcionam como elemento de destaque. Diga-lhes que podemos usar símbolos em listas

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF01LP13 , EF01LP09 , EF12LP01 , EF12LP02 , EF12LP06 , EF12LP18 , EF12LP19 , EF15LP01 , EF15LP02 , EF15LP06 , EF15LP07 , EF15LP08 , EF15LP12 , EF15LP15 , EF15LP18), os estudantes mobilizarão habilidades de oralidade (EF15LP09, EF15LP10).

SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL

Nesta seção, os estudantes vão ler um texto conciso e cheio de sentidos e observar a ilustração que o acompanha. Ao final, eles vão indicar um poema, selecionando e compartilhando preferências. Para iniciar, leia o texto introdutório da seção e ressalte que vão trabalhar com o gênero poema. Motive-os a compartilhar o que já sabem sobre o gênero e faça um levantamento dos conhecimentos prévios deles (EF15LP01). Antes de ler ou pedir a eles que tentem ler o texto, contextualize-o com o boxe sobre o autor. Fale também que o texto foi extraído do livro O bicho alfabeto, em que o poeta brinca com as palavras, as formas e os sentidos.

Orientações didáticas

• Depois da conversa preliminar, peça aos estudantes que observem o texto na página, com atenção à ilustração presente na dupla de páginas, motivando-os a criar hipóteses sobre o que lerão (EF15LP18). Escreva a palavra ESTRELAS em tamanho grande na lousa, em letra bastão, e a leia lentamente, destacando a sonoridade. Pergunte: “O que vem à cabeça de vocês quando ouvem esse som?”; “Vamos conversar sobre os sentimentos, as sensações e as memórias que essa palavra traz?”; “O

ABRACADABRA

VIROU POEMA!

Comentários nas orientações ao professor.

VOCÊ LEU UM CONVITE PARA AS LETRAS IREM À FESTA DO SEU ALFABETO.

AGORA, VOCÊ VAI CONHECER MAIS UM TEXTO QUE FALA DE LETRAS. É UM POEMA DO AUTOR PAULO LEMINSKI.

OUÇA A LEITURA EXPRESSIVA QUE O PROFESSOR VAI FAZER E DÊ ASAS À SUA IMAGINAÇÃO!

UMA CHUVA DE ESTRELAS DEIXA NO PAPEL ESTA POÇA DE LETRAS

QUEM PRODUZIU?

LEMINSKI, PAULO. O BICHO ALFABETO ILUSTRAÇÕES DE ZIRALDO. SÃO PAULO: COMPANHIA DAS LETRINHAS, 2014. P. 13.

O POEMA QUE VOCÊ LEU FOI ESCRITO POR PAULO LEMINSKI. O AUTOR NASCEU NA CIDADE DE CURITIBA, NO PARANÁ, NO ANO DE 1944. ALÉM DE ESCREVER POEMAS, ELE CRIOU MUITAS CANÇÕES. LEMINSKI NOS DEIXOU EM 1989, MAS SUA OBRA CONTINUA VIVA ATÉ HOJE!

LEMINSKI.

que será que conseguimos encontrar vendo as estrelas no céu?”; “Nessa palavra, podemos encontrar algo?”; “Será que com as letras que formam essa palavra é possível criar algo novo? O quê?”; “Será que o autor encontrou algo nessa palavra? O quê?” (EF15LP02).

• Faça a leitura do texto de forma expressiva, respeitando o ritmo sugerido pela quebra dos versos, e explore aspectos paralinguísticos e cinésicos para reforçar os sentidos. É possível, por exemplo, brincar com movimentos e com a direção do olhar de acordo com os sentidos do texto (EF15LP12).

• Motive os estudantes a apreciarem o poema, destacando que os textos literários pertencem ao mundo do imaginário, apresentam uma dimensão de encantamento e integram o nosso patrimônio artístico-cultural. Como o texto é curto, é possível perguntar se alguém gostaria de lê-lo em voz alta (podendo até memorizá-lo após algumas leituras). Assim, proponha algumas rodadas de leitura, incentivando o uso de expressividade, entonação adequada e atenção aos elementos sonoros que contribuem para os sentidos do texto (EF12LP18, EF12LP19, EF15LP15).

PAULO

ESCOLHER PARA INDICAR!

VOCÊ GOSTOU DO POEMA DE LEMINSKI? AGORA, PREPARE-SE PARA SELECIONAR E INDICAR UM POEMA PARA OUTROS ESTUDANTES. PARA ISSO, SIGA O PASSO A PASSO.

1. O PROFESSOR VAI LEVAR VOCÊ E SEUS COLEGAS À BIBLIOTECA OU AO CANTINHO DE LEITURA DA ESCOLA. LÁ, VOCÊS VÃO

SELECIONAR LIVROS DE POEMAS BEM LEGAIS.

2. ESCOLHA O POEMA DE QUE VOCÊ MAIS GOSTOU NO LIVRO SELECIONADO.

3. MOSTRE PARA O PROFESSOR O TÍTULO DO POEMA ESCOLHIDO, PARA QUE ELE ANOTE, E VOCÊS POSSAM LEMBRAR DEPOIS. ACOMPANHE O PROFESSOR ANOTANDO TAMBÉM O NOME DO AUTOR, DO LIVRO E DA EDITORA EM QUE O TEXTO FOI PUBLICADO.

4. NO DIA COMBINADO, RETOME AS ANOTAÇÕES COM O PROFESSOR E FAÇA, ORALMENTE, SUA SUGESTÃO DE LEITURA AOS COLEGAS DA TURMA, EXPLICANDO POR QUE VOCÊ ESCOLHEU ESSE POEMA.

5. DEPOIS, COM O PROFESSOR E OS COLEGAS, PLANEJEM COMO E QUANDO VÃO FAZER AS INDICAÇÕES AOS DEMAIS CONVIDADOS PARA A RODA DE INDICAÇÕES DE POEMAS DA TURMA!

PAPO DIGITAL

VÍDEO DE INDICAÇÃO DE LEITURA

CHEGOU A HORA DE GRAVAR UM VÍDEO PARA COMPARTILHAR

SUA INDICAÇÃO DE LEITURA COM MAIS E MAIS PESSOAS!

SIGA AS ORIENTAÇÕES DO PROFESSOR PARA PRODUZIR O VÍDEO DE INDICAÇÕES DE POEMAS DA TURMA!

Antes de propor a gravação do vídeo, mostre aos estudantes alguns vlogs de indicação de leitura disponíveis na internet, para que percebam as características do que vão produzir. Em seguida, peça-lhes que gravem os próprios vídeos, usando as anotações feitas por você, professor, mostrando apenas o livro e deixando a voz ao fundo, sem aparecerem na imagem (para proteger sua imagem). A gravação pode ser feita na escola ou em casa, conforme as possibilidades. Oriente-os a citar o título do

08/10/2025 10:40:01

poema, o nome do autor e o motivo da escolha, buscando despertar o interesse de quem assistir. Combine com os estudantes, os responsáveis e a coordenação a melhor forma de compartilhar as produções: reunir todos os vídeos em uma única indicação da turma ou divulgar apenas os de quem desejar. Os vídeos podem ser enviados por e-mail, aplicativo de mensagens ou publicados nas redes sociais ou no site da escola, sempre com consentimento do estudante e autorização do dos responsáveis (EF12LP06, EF15LP06, EF15LP07, EF15LP08).

• Para aprofundar o assunto, pergunte aos estudantes: “Qual seria essa poça de letras?”; “Será que o próprio poema é uma poça de letras?”. Depois, escreva a palavra letras para que possam observar e analisar as letras em comum entre as duas palavras. Indague: “Com as letras da palavra estrelas, é possível escrever letras? E outras palavras?”. Se julgar oportuno, proponha que testem a formação de palavras com as letras de estrelas usando as letras móveis no Material complementar deste volume; eles podem encontrar: tela, reta, seta, sela, setas, telas, entre outras palavras (EF12LP01, EF01LP09, EF01LP13).

• Para o Escolher para indicar, leve os estudantes ao espaço de leitura para explorarem os livros e escolherem poemas ou publicações de preferência, seja por uma palavra, seja por uma ilustração, podendo a atividade ser feita em grupos. Após a seleção, leia o texto escolhido para cada um, confirmando se é o que deseja indicar. No dia combinado, eles vão compartilhar as indicações, explicando a escolha. Leia alguns textos e conversem sobre a recepção, trocando sentimentos, ideias e sensações sugeridas pelos poemas (EF12LP02).

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF01LP04 , EF01LP17 , EF01LP20 , EF12LP04 , EF15LP01 , EF15LP05 , EF15LP06, EF15LP07), os estudantes mobilizarão habilidades de oralidade ( EF15LP09 , EF15LP10 , EF15LP11, EF15LP13).

Orientações didáticas

• Esta é uma oportunidade para que os estudantes acompanhem a escrita do professor: uma das quatro situações didáticas fundamentais da alfabetização. Além disso, por se tratar de uma proposta contextualizada, com propósito claro e ligado a um evento real, eles se aproximam de uma prática social de escrita envolvendo a produção de um texto, o que é muito potente no processo de alfabetização (EF15LP01).

• O uso do calendário da turma, nesta atividade, aproxima ainda mais a escrita das práticas cotidianas de leitura e produção de textos. Ao registrarem o evento e lerem o calendário coletivamente, os estudantes podem participar da escolha da melhor data. Incentive a participação ativa deles nessa decisão, considerando o planejamento das atividades da turma. Esse é um bom momento também para verificar se já se apropriaram da habilidade de distinguir letras do alfabeto de outros sinais (EF01LP04).

• Reserve uma folha de tamanho adequado e utilize uma caneta de boa visibilidade para que o registro seja feito de forma clara e organizada, permitindo que todos acompanhem o processo de escrita.

• Retome com a turma as informações essenciais que devem constar em um convite, conforme discutido na

HORA DE PRODUZIR

CONVITE PARA RODA DE INDICAÇÃO DE POEMAS

VOCÊ JÁ PLANEJOU COM SEUS COLEGAS COMO SERÁ A RODA DE INDICAÇÕES DE POEMAS DA TURMA.

O QUE VAI PRODUZIR

AGORA CHEGOU A HORA DE ESCREVER UM CONVITE PARA QUE OUTRA TURMA DA ESCOLA PARTICIPE DESSE EVENTO TÃO ESPECIAL!

PLANEJAR

1. COM O PROFESSOR E OS COLEGAS, CONSULTEM O CALENDÁRIO E DECIDAM QUAL É O MELHOR DIA E HORÁRIO PARA O EVENTO.

2. ESCOLHAM OS MATERIAIS QUE USARÃO NA PRODUÇÃO. O

PROFESSOR VAI SEPARAR DUAS FOLHAS: UMA PARA A ESCRITA DO CONVITE E OUTRA PARA SER O ENVELOPE.

3. CONVERSE COM SEUS COLEGAS, RESPONDENDO ÀS QUESTÕES A SEGUIR. DEPOIS, REGISTRE O QUE O GRUPO RESOLVEU.

A ) QUAL SERÁ O NOME DO EVENTO?

Resposta pessoal. A resposta vai depender do que foi combinado.

B ) QUE TURMA SERÁ CONVIDADA?

Resposta pessoal. A resposta vai depender do que foi combinado.

C ) QUAL SERÁ O DIA, O HORÁRIO E O LOCAL DO EVENTO?

Resposta pessoal. A resposta vai depender do que foi combinado.

D) QUEM VAI ASSINAR O CONVITE?

Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes registrem o nome da turma, por exemplo: “1º ANO A”.

seção Papo de leitor. Os itens a, b, c e d podem ser utilizados como uma primeira etapa da escrita, um rascunho para reunir as informações que serão usadas na produção coletiva a ser entregue à turma que será convidada (EF15LP05).

• Antes da produção, mostre um envelope físico e explique, com linguagem acessível, o que chamamos de frente (espaço onde se escreve o nome e o endereço de quem vai receber, ou seja,

do destinatário) e verso (espaço onde aparece o nome de quem envia, ou seja, o remetente), associando ao convite que será enviado de uma turma para outra. Destaque que essa organização é a mesma usada em cartas e que o envelope protege e embeleza o convite. Como muitos podem não conhecer bem envelopes impressos, valorize essa vivência como um contato concreto com práticas reais de leitura e escrita.

PRODUZIR

1. COM SEUS COLEGAS, DITEM AO PROFESSOR AS INFORMAÇÕES

DEFINIDAS PELA TURMA PARA O CONVITE:

• NOME DO EVENTO;

• DATA DO EVENTO;

• LOCAL DO EVENTO;

• HORÁRIO DO EVENTO;

• ASSINATURA DE QUEM CONVIDA.

2. O PROFESSOR VAI ESCREVER CADA UMA DESSAS INFORMAÇÕES NA FOLHA QUE FOI SEPARADA.

3. CRIEM UM ENVELOPE PARA O CONVITE. LEMBREM-SE DE IDENTIFICAR NELE O REMETENTE (QUEM CONVIDA) E O DESTINATÁRIO (QUEM É CONVIDADO).

4. O NOME DA SUA TURMA DEVE SER COLOCADO NO CAMPO DO REMETENTE, E O NOME DA TURMA QUE SERÁ CONVIDADA, NO CAMPO DO DESTINATÁRIO.

5. RELEIAM E REVISEM O CONVITE. CONFIRAM SE NÃO ESTÁ FALTANDO NENHUMA INFORMAÇÃO IMPORTANTE.

COMPARTILHAR

COMBINE COM OS COLEGAS E O PROFESSOR COMO SERÁ FEITA A ENTREGA DO CONVITE. VOCÊS PODEM ESCOLHER UM REPRESENTANTE PARA LEVAR O ENVELOPE PARA A OUTRA TURMA, EM UM HORÁRIO COMBINADO, OU PENSAR EM OUTRA ESTRATÉGIA.

AVALIAR

OBSERVE O CONVITE E CONVERSE COM SEUS COLEGAS:

1. TODAS AS INFORMAÇÕES QUE OS CONVIDADOS PRECISAM SABER SOBRE O EVENTO ESTÃO NO CONVITE?

2. AS INFORMAÇÕES ESTÃO BEM-ORGANIZADAS?

3. O ENVELOPE FOI PREENCHIDO DE MODO CORRETO?

4. O CONVITE PRONTO FICOU DA FORMA COMO PLANEJARAM?

Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor 61

sugestão do que posso escrever?” (EF01LP17). Ao final da escrita, leia em voz alta o texto e verifique se alguém sugere alterações (EF15LP06), reforçando aspectos que envolvam formatação e diagramação de textos e a situação comunicativa e sua finalidade (EF01LP17, EF01LP20).

• A etapa Compartilhar é importante para fazer o convite chegar ao destinatário e cumprir sua função. Ajude os estudantes a verificarem se a comunicação foi bem-sucedida e se está tudo certo para receberem os colegas no dia do evento.

08/10/2025 10:40:01

• Ao final da atividade, organize uma roda de conversa para que a turma avalie o convite produzido e reflita sobre o processo de criação, comparando o que foi planejado e o produto entregue. Motive-os a justificar suas observações, valorize o trabalho da turma e aponte de forma construtiva o que pode ser aprimorado nas próximas produções. Essa etapa fortalece a autoria e a consciência sobre a função social do texto (EF12LP04).

• Encoraje os estudantes a pensarem juntos onde e como escrever o nome da turma remetente (quem convida) e o da turma destinatária (quem é convidado), reforçando os propósitos sociais da escrita.

• Depois de preencherem as informações, incentive-os a personalizar o envelope com desenhos, cores e enfeites. Explique a eles que essa etapa pode tornar o convite mais bonito e especial para quem vai recebê-lo. Valorize a criatividade dos estudantes e incentive-os a pensar em elementos que representem a turma, como símbolos, letras, ilustrações ou pequenas mensagens.

• Comente que é preciso deixar visíveis os nomes – da turma remetente e da turma convidada –, para que o envelope cumpra sua função de comunicação. Chame a atenção para os aspectos da organização gráfica e estética do texto, como o cuidado com o espaço, a legibilidade da escrita e o capricho na apresentação.

• Incentive-os a retomar as anotações feitas na etapa anterior, promovendo o processo de revisão da escrita, para ditarem o que será registrado no convite (EF15LP06). Faça perguntas que orientem essa retomada, como: “O que posso colocar no começo?”; “Onde coloco essa informação?”. Pergunte também sobre o tom da comunicação: “Como podemos dizer de forma cordial que queremos a presença de todos? Alguém tem uma

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF01LP01 , EF01LP10 , EF01LP16 , EF01LP17 , EF01LP18 , EF01LP19 , EF12LP06 , EF15LP01 , EF15LP02 , EF15LP12 , EF15LP18), os estudantes também serão levados a desenvolver habilidades de oralidade (EF15LP09, EF15LP10 , EF15LP11 , EF15LP13).

ANTES DE LER

1. As parlendas fazem parte do universo infantil em diversas situações. Abra espaço para que os estudantes compartilhem textos de seus repertórios prévios. Eles podem citar exemplos de parlendas de tirar, como “Uni-duni-tê” e “Adolecá”; de brincar, como “Cadê o toicinho que estava aqui?” e “Um, dois, feijão com arroz”; e parlendas de pular corda, como “Salada, saladinha” e “Um homem bateu em minha porta”.

2. As parlendas de pular corda são usadas para marcar o ritmo nas brincadeiras, tanto individuais quanto coletivas. Após a observação da imagem que acompanha o texto e da conversa inicial sobre as pistas visuais para levantar pressuposições e antecipar sentidos (EF15LP02), proponha a brincadeira de pular corda enquanto recitam a parlenda lida. Assim, terão contato, na forma escrita, com um texto que já conhecem de memória oral, fortalecendo a relação entre leitura, oralidade e prática social do gênero.

Orientações didáticas

• Leia o texto em voz alta, de forma expressiva, explorando aspectos paralinguísticos (EF15LP12). Em seguida, convide-os a recitá-lo de memória, em uníssono e com diferentes ritmos. Peça aos estudantes que localizem na parlenda a parte em que o

DE LETRA EM LETRA

RODA DE LEITURA:

PARLENDA

CHEGOU A HORA DE OUVIR A LEITURA DE UMA PARLENDA CHEIA DE LETRAS.

ANTES DE LER

RESPONDA ÀS QUESTÕES A SEGUIR ORALMENTE.

1. VOCÊ JÁ OUVIU FALAR EM PARLENDA? CONHECE ALGUM

TEXTO CHAMADO ASSIM? SE SIM, QUAL?

2. OBSERVE A IMAGEM QUE ACOMPANHA O TEXTO QUE VAMOS LER. REPARANDO APENAS NELA, É POSSÍVEL SABER EM QUE SITUAÇÃO A PARLENDA É UTILIZADA. VOCÊ CONHECE ALGUMA PARLENDA USADA NESSA MESMA SITUAÇÃO? QUAL?

Resposta pessoal. A resposta vai depender das experiências dos estudantes

Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor com o gênero parlenda e pular corda.

SUCO QUENTE

SUCO QUENTE, CABELO DE SERPENTE, QUAL É A LETRA DO SEU PRESIDENTE?

A, B, C, D, E, F, G, H, I, J, K, L, M, N, O, P, Q, R, S, T, U, V, W, X, Y, Z!

ORIGEM POPULAR.

alfabeto é apresentado (EF01LP19). Em seguida, faça uma nova leitura com o livro voltado para a turma, passando o dedo sobre cada trecho e destacando a direção da leitura e da escrita (EF01LP01, EF12LP04, EF15LP01).

AVALIANDO

Para verificar de forma contextualizada se os estudantes sabem nomear as letras do alfabeto e recitá-lo na ordem, proponha uma situação ligada à parlenda trabalhada. Destaque no texto a parte em que o alfabeto é apresentado e peça-lhes que acompanhem no livro. Eles devem ditar

letra por letra enquanto você as registra na lousa, na sequência correta. Depois, organize a turma para criar coletivamente um “cartaz do alfabeto” em cartolina, registrando as letras em ordem e ilustrando com desenhos de figuras cujos nomes comecem com cada inicial. Durante a produção, peça a cada estudante que diga o nome de uma letra e a associe a uma palavra. Registre suas observações e, com base nelas, planeje mediações futuras, incluindo atendimentos individuais ou em pequenos grupos, para apoiar o avanço na aprendizagem (EF01LP10, EF01LP16, EF01LP17, EF01LP18, EF12LP06).

PAPO DE LEITOR

1. ANTES DE OUVIR A LEITURA DE SUCO QUENTE, VOCÊ E SEUS COLEGAS COMPARTILHARAM PARLENDAS UTILIZADAS PARA PULAR CORDA. O TEXTO LIDO FOI CITADO POR VOCÊS? CONVERSEM A RESPEITO.

Resposta pessoal. A resposta vai depender das parlendas citadas na subseção Antes de ler

2. VOLTE AO TEXTO E PINTE DE VERDE O TÍTULO.

Resposta: Espera-se que os estudantes pintem de verde o título SUCO QUENTE

3. O QUE ESSA PARLENDA AJUDA A APRENDER?

OS NÚMEROS DE 1 A 10.

AS LETRAS NA ORDEM ALFABÉTICA.

OS NOMES DE ANIMAIS DE A A Z

Resposta: AS LETRAS NA ORDEM ALFABÉTICA.

4. VOLTE AO TEXTO E CONTORNE O GRUPO DE LETRAS QUE CHAMAMOS DE ALFABETO

Resposta: Os estudantes devem contornar o alfabeto no texto: A, B, C, D, E, F, G, H, I, J, K, L, M, N, O, P, Q, R, S, T, U, V, W, X, Y, Z.

5. A PARLENDA LIDA É BASTANTE SONORA, OU SEJA, GOSTOSA DE SER FALADA E OUVIDA. EM SUA OPINIÃO, QUE ELEMENTOS AJUDAM A DEIXAR ESSE TEXTO ASSIM? DISCUTA COM OS COLEGAS.

Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes reconheçam que as rimas contribuem para a construção da sonoridade, além da cadência do texto, que é passada oralmente,

AGORA QUE JÁ LEMOS

AS PARLENDAS SÃO JOGOS DE PALAVRAS QUE COSTUMAM SER RECITADOS, OU SEJA, LIDOS EM VOZ ALTA DE FORMA RITMADA.

1. Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes tenham ouvido pelo menos uma vez essa versão ou citem outras semelhantes.

ELAS SÃO USADAS EM DIFERENTES SITUAÇÕES, COMO PARA ESCOLHER QUEM COMEÇA UMA BRINCADEIRA, AJUDAR A APRENDER ALGO E SELECIONAR COMPETIDORES DE UM JOGO. A PARLENDA QUE LEMOS É MUITO RECITADA NO BRASIL NAS BRINCADEIRAS DE PULAR CORDA E TEM DIFERENTES VERSÕES.

1. VOCÊ JÁ TINHA OUVIDO ESSA VERSÃO DO TEXTO?

2. VOCÊ CONHECE VARIAÇÕES DESSA MESMA PARLENDA?

Resposta pessoal. A resposta vai depender dos conhecimentos de cada estudante. de geração em geração. 63

sobre sua função: nomear e identificar o texto em remissões ou citações, possibilitar retomadas e, muitas vezes, anunciar o tema ou assunto abordado (EF15LP03).

AGORA QUE JÁ LEMOS

As parlendas, ou lenga-lengas, são jogos de palavras ritmados usados em brincadeiras. Por serem textos de tradição oral, sofrem alterações conforme a época e o local onde são recitadas. Vale abrir espaço para que os estudantes compartilhem as versões que conhecem e incentivá-los a

conhecer outras versões com familiares ou responsáveis, enriquecendo o repertório.

08/10/2025 10:40:02

ATIVIDADE EXTRA

Proponha aos estudantes que releiam a parlenda e pintem de azul as palavras que rimam (espera-se que identifiquem quente, serpente e presidente). Em seguida, converse com eles sobre o efeito das rimas nesse tipo de texto, levando-os a concluir que, no caso da parlenda lida, elas contribuem para torná-la agradável de ser ouvida e recitada. Explique que esse

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF15LP01 , EF15LP03 , EF12LP07 , EF12LP18 , EF12LP19, EF15LP18), os estudantes mobilizarão habilidades de oralidade, como expressão clara, escuta atenta, respeito aos turnos de fala e compreensão da finalidade das interações orais (EF15LP09, EF15LP10, EF15LP11, EF15LP13).

SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL

Explique aos estudantes que esse será um momento de ampliar a compreensão da parlenda “Suco quente” e aprofundar o conhecimento sobre esse gênero. Abra espaço para que comentem as características percebidas na leitura, como ritmo, rimas e possíveis aprendizados que o texto oferece.

Respostas e orientações didáticas

1. Incentive os estudantes a conversarem sobre as hipóteses levantadas antes da leitura, baseadas na ilustração, justificando e explicando em que se apoiaram para fazer as pressuposições antecipadoras de sentido (EF15LP02).

2. O trabalho de voltar ao texto lido para localizar o título busca não apenas favorecer o reconhecimento desse elemento, mas também promover reflexões

recurso é característico das parlendas e de outros textos da tradição oral, ajudando tanto na memorização quanto no ritmo e na sonoridade (EF12LP07, EF12LP18, EF12LP19).

BNCC

Além das habilidades listadas nas orientações ( EF01LP05 , EF01LP07 , EF01LP10, EF01LP13), os estudantes também mobilizarão habilidades de oralidade, como expressão clara, escuta atenta, respeito aos turnos de fala e compreensão da finalidade das interações orais (EF15LP09, EF15LP10, EF15LP11, EF15LP13).

SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL

Proponha uma conversa inicial para retomar e ampliar o conhecimento dos estudantes sobre o alfabeto, considerando tanto as experiências vivenciadas na Educação Infantil quanto o repertório construído pela observação de palavras no cotidiano. Explique-lhes que o objetivo é reconhecer o alfabeto como um conjunto de letras organizadas em uma ordem específica. Pergunte como se chama esse conjunto de letras e verifique se recuperam de memória a parlenda “Suco quente”, recitando o alfabeto na ordem adequada (EF01LP10).

É LÍNGUA, É LINGUAGEM

SONS E LETRAS NO ALFABETO

1. VOCÊ LEU UMA PARLENDA QUE APRESENTAVA AS LETRAS DO ALFABETO. COM O PROFESSOR, RELEIA O TEXTO E, DEPOIS, TENTE RECITAR A PARLENDA DE MEMÓRIA.

A ) RECITE O ALFABETO RESPEITANDO A ORDEM ALFABÉTICA.

Resposta: Espera-se que os estudantes recitem o alfabeto, respeitando a ordem de A a Z

B ) COMPLETE O ALFABETO COM AS LETRAS QUE FALTAM, DE ACORDO COM A ORDEM ALFABÉTICA.

Resposta: C; E; F; K; O; T; W; Y.

C) Professor, professora: Escolha também letras que podem finalizar palavras, como as vogais e as consoantes L, M, R, S

C ) O PROFESSOR VAI FALAR O NOME DE ALGUMAS LETRAS. NO ALFABETO DO ITEM B, PINTE DE AZUL AS LETRAS QUE ELE DITAR.

Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes pintem de azul as letras ditadas.

D) ESCOLHA UMA DAS LETRAS QUE VOCÊ PINTOU E ESCREVA UMA PALAVRA QUE COMEÇA COM ESSA LETRA.

Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes escrevam uma palavra que comece com a letra escolhida.

E ) AGORA, ESCOLHA UMA DAS LETRAS QUE VOCÊ PINTOU E ESCREVA UMA PALAVRA QUE TERMINA COM ESSA LETRA.

Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes escrevam uma palavra que termine com a letra escolhida.

F ) VOCÊ CONHECE ALGUMA PALAVRA QUE COMEÇA E TERMINA COM A PRIMEIRA LETRA DO ALFABETO? ESCREVA A SEGUIR.

Resposta pessoal. Possíveis respostas: ASA; ABÓBORA; AGENDA; AMIGA; AMEBA; ANTENA.

Respostas e orientações didáticas

1. No item a, proponha que a récita do alfabeto seja feita coletivamente, em uníssono, para que os estudantes percebam a regularidade na ordem das letras. Eles devem observar também outras referências de alfabetos presentes na sala de aula ou em outros ambientes. Conte as letras com a turma, favorecendo a percepção dessa regularidade e fortalecendo a compreensão do alfabeto como um conjunto organizado (EF01LP10). No item c, a proposta é que os estudantes retomem a nominação das letras fora do contexto da récita, para que reflitam sobre isso

sem que necessariamente seja pela memorização da ordem alfabética. Selecione previamente algumas letras para ditar e deixe-as registradas para que possa retomar com a turma na lousa. Verifique se os estudantes têm dúvidas quanto aos nomes das letras. Se for pertinente, proponha a nominação das letras fora da ordem: você indica a letra e eles dizem o nome dela em voz alta (EF01LP10). No item f, o foco da reflexão está na posição da letra no alfabeto e na percepção do lugar que ocupa na palavra, tanto do ponto de vista da grafia como do som representado por ela (EF01LP05, EF01LP07, EF01LP10).

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2. LEIA EM VOZ ALTA AS SEGUINTES PALAVRAS QUE APARECERAM NA PARLENDA DA PÁGINA 62

QUENTE SERPENTE PRESIDENTE

A ) O QUE ESSAS PALAVRAS TÊM EM COMUM?

AS TRÊS PALAVRAS TÊM COMEÇOS PARECIDOS.

AS TRÊS PALAVRAS TÊM FINAIS PARECIDOS.

AS TRÊS PALAVRAS TÊM O MESMO TAMANHO.

Resposta: AS TRÊS PALAVRAS TÊM FINAIS PARECIDOS.

B ) QUAL SEQUÊNCIA DE LETRAS APARECE NAS TRÊS PALAVRAS QUE VOCÊ LEU? ESCREVA ESSAS LETRAS A SEGUIR.

Resposta: E; N; T; E.

C ) ENCONTRE E PINTE AS LETRAS QUE VOCÊ ESCREVEU NO ITEM ANTERIOR NO ALFABETO A SEGUIR.

D) ESCREVA MAIS TRÊS PALAVRAS QUE TERMINAM COM O MESMO SOM DAS PALAVRAS QUENTE, SERPENTE E PRESIDENTE. ABCDEFG HIJKLMN OPQRSTU VWXYZ

Resposta: Os estudantes devem pintar os quadrinhos com as letras: E; N.

Possíveis respostas: DENTE; PENTE; GENTE; FRENTE; SEMENTE; PRESENTE.

ATIVIDADE EXTRA: JOGO

Após o estudo do alfabeto e da ordem alfabética, proponha um jogo coletivo para reforçar a nomeação das letras, a percepção da posição que ocupam no alfabeto e a identificação das letras do próprio nome. Organize a turma em roda e explique que um colega pensará em uma palavra secreta e dará como pistas uma categoria (animal, profissão, objeto, comida etc.) e sua letra inicial. Por exemplo: “É uma profissão e começa com a letra D.”. Os demais sugerem palavras que atendam às pistas até que alguém acerte. Ao acertarem, registre a palavra na lousa

65

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e destaque a letra inicial. Em seguida, quem acertou deve localizá-la no alfabeto exposto na sala, identificar sua posição e relacioná-la às letras do próprio nome: “Essa letra aparece no meio do meu nome.”. Quem acertar passa a escolher a próxima palavra e a dar as pistas. A dinâmica desperta interação, escuta atenta e participação, favorecendo a consciência fonológica, o reconhecimento das letras e sua sequência, além de contribuir para a fluência na nomeação, principalmente nas etapas iniciais de apropriação do sistema alfabético (EF01LP05, EF01LP07, EF01LP10).

2. Na realização do item a, procure chamar a atenção dos estudantes para um conteúdo que foi trabalhado anteriormente a respeito dos sons parecidos nas palavras e das rimas. Proponha que falem em voz alta e percebam as semelhanças sonoras e retome o efeito que isso provoca na recitação da parlenda, como visto na seção Papo de leitor (EF01LP13). No item c, os estudantes podem mais uma vez explorar os conhecimentos construídos sobre as letras do alfabeto ao buscarem cada letra para pintar, percebendo a posição que ocupam no alfabeto. Já no item d, a proposta é que busquem outras palavras que rimem com as apresentadas na atividade. É possível que alguns estudantes considerem somente a última letra para comparar. Nesse caso, proponha uma discussão coletiva, registrando na lousa as palavras escolhidas e destacando as similaridades apontadas por eles. Proponha que leiam as palavras em voz alta e comparem também os sons representados pelas letras e partes coincidentes (EF01LP07, EF01LP13).

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF01LP16 , EF01LP18 , EF12LP01, EF12LP02), os estudantes mobilizarão habilidades de oralidade ( EF15LP09 , EF15LP10 , EF15LP11, EF15LP13).

Respostas e orientações didáticas

1. Esta é uma oportunidade para que os estudantes explorem as letras do alfabeto, conteúdo trabalhado desde a primeira unidade, em um contexto lúdico que valoriza a oralidade por meio da leitura de adivinhas, gênero da tradição popular ( EF01LP16 ). Pergunte se alguém já brincou de adivinha e convide-os a compartilhar exemplos. Explique que, nesta proposta, todas as respostas são letras. Se considerar adequado, organize-os em duplas para trocarem ideias e tentarem resolver juntos cada desafio. Após a resolução, registre na lousa as palavras-chave de cada adivinha (por exemplo, ovo, rua e alguns meses do ano para comparar com abril), discutindo com a turma como essas pistas levaram às letras corretas. Encoraje os estudantes a tentarem ler as palavras e observe em quais indícios se apoiam para isso, como a identificação de palavras conhecidas, a comparação com letras de nomes da turma – por exemplo: “Esta letra O é igual à letra da Olívia.” – ou a observação da letra inicial, já estudada na unidade (EF12LP01).

JANELAS PARA A ESCRITA

BRINCANDO DE ADIVINHAR LETRAS

1. RESPONDA ÀS ADIVINHAS E DESCUBRA AS LETRAS MISTERIOSAS.

PINTE A RESPOSTA CERTA EM CADA ITEM.

A )

B )

O QUE É, O QUE É?

ESTÁ NO MEIO DO OVO.

ORIGEM POPULAR.

A LETRA U. A LETRA V. A LETRA O.

Resposta: A LETRA U

O QUE É, O QUE É?

ESTÁ SEMPRE NO MEIO DA RUA E DE PERNAS PARA O AR.

ORIGEM POPULAR.

A LETRA U A LETRA V A LETRA O

Resposta: A LETRA O

C ) Resposta: A LETRA V

O QUE É, O QUE É?

TODO MÊS TEM, MENOS ABRIL.

ORIGEM POPULAR.

A LETRA U A LETRA V A LETRA O

2. AGORA, ESCREVA NO QUADRINHO CORRESPONDENTE A LETRA MISTERIOSA DE CADA ADIVINHA. SE PRECISAR, USE AS DICAS.

O QUE É, O QUE É?

ESTÁ NO COMEÇO DA RUA, NO MEIO DA TERRA E NO FIM DO MAR.

Resposta: R

ORIGEM POPULAR.

DICA: NO ALFABETO, ESSA LETRA ESTÁ ANTES DO S E DEPOIS DO Q!

O QUE É, O QUE É?

TODO NARIZ TEM NA PONTA.

Resposta: Z

DICA: É A ÚLTIMA LETRA DO ALFABETO!

O QUE É, O QUE É?

ORIGEM POPULAR.

ESTÁ NO FINAL DO FIM, NO INÍCIO DO MEIO E NO MEIO DO COMEÇO.

Resposta: M

ORIGEM POPULAR.

DICA: OS NOMES MARIA, MARCELO E MURILO COMEÇAM COM A LETRA PROCURADA!

PRATICAR EM CASA

Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes pesquisem e apresentem uma adivinha cuja resposta seja uma letra do alfabeto.

COM A AJUDA DE UM FAMILIAR, PENSE EM UMA LETRA

MISTERIOSA E CRIE UMA ADIVINHA PARA COMPARTILHAR COM OS COLEGAS. VOCÊ TAMBÉM PODE PESQUISAR UMA ADIVINHA

CONHECIDA QUE TENHA UMA LETRA COMO RESPOSTA. LEMBRE-SE DE INVENTAR UMA BOA DICA!

ATIVIDADE EXTRA

Organize um momento de pesquisa em sala de aula, com sua mediação e supervisão, para que os estudantes busquem e selecionem adivinhas da tradição popular em livros ou meios digitais (EF12LP02). Faça a leitura compartilhada dos textos selecionados, destacando a estrutura e o enigma proposto em cada caso. Conduza a turma na seleção das adivinhas que farão parte do “Mural de adivinhas da turma”.

Registre as adivinhas escolhidas com os estudantes e garanta que a escrita seja feita de

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forma convencional e que o texto seja preservado na íntegra, com a resposta indicada. Encoraje a participação de todos nessa produção coletiva, discutindo a adequação à situação comunicativa e ao gênero (EF01LP18). Após a montagem, fixe o mural em local visível e incentive a leitura, a retomada e a brincadeira com os textos em diferentes momentos. Mantenha o espaço aberto para novas adivinhas ao longo do ano, valorizando o trabalho colaborativo e a ampliação do repertório cultural da turma.

2. As dicas ajudam a retomar conhecimentos sobre a ordem das letras no alfabeto e sobre a letra inicial, conteúdos já trabalhados em seções anteriores desta unidade. Peça aos estudantes que expliquem como chegaram à resposta certa em cada caso, comentando se utilizaram ou não as dicas fornecidas. Se considerar adequado, escreva na lousa as palavras-chave de cada item – como rua, mar e cara, no item a; nariz, no item b; e fim, meio e começo, no item c –, para que todos visualizem onde a letra aparece e qual posição ocupa na palavra.

PRATICAR EM CASA

Oriente os estudantes a registrarem, em casa e junto a um familiar, as adivinhas e suas respectivas respostas, anotando-as no caderno ou em uma folha de papel avulsa. Na sala de aula, convide-os a compartilhar as adivinhas que criaram ou pesquisaram em casa, preferencialmente em duplas, para que um tente descobrir a letra misteriosa pensada pelo outro. Se possível, organize um mural no corredor da escola para expor as adivinhas trazidas, permitindo que toda a comunidade escolar conheça e aprecie as produções.

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF01LP10 , EF01LP13 , EF12LP01, EF12LP04), os estudantes também mobilizarão habilidades de oralidade (EF15LP09, EF15LP10, EF15LP11, EF15LP13).

SUGESTÃO

DE ESTRATÉGIA INICIAL

Se possível, planeje com antecedência esse momento avaliativo a fim de acompanhar os estudantes durante a realização das atividades. Uma possibilidade é dividir a turma em dois grupos e propor que a seção seja feita em momentos diferentes.

Respostas e orientações didáticas

1. Peça aos estudantes que tentem ler cada uma das palavras da lista. Pergunte: “Quem sabe qual é a primeira comida que aparece na lista? E a próxima?” ( EF12LP01). Depois da primeira aproximação coletiva, faça a mediação da conversa proposta no item a, incentivando-os a contar suas experiências. Conversem também sobre os alimentos que eles não conhecem ou que são de regiões diferentes das que eles vivem. O item b leva os estudantes a observarem que a lista está em ordem alfabética – cada comida começando com uma letra do alfabeto (EF01LP10) – e a perceberem o uso social da ordem alfabética como uma forma de organizar itens em listas e facilitar a busca por uma palavra. No item c, eles exploram a lista de palavras com mais autonomia ao reler e buscar a palavra com a mesma letra inicial do próprio nome, trabalhando com uma das quatro situações didáticas fundamentais da alfabetização, que é a leitura por si mesmos. Por já saberem o conteúdo da lista, eles se sentirão mais

SABERES EM FOCO

LETRA INICIAL E SONS E LETRAS NO ALFABETO

1. NO INÍCIO DESTA UNIDADE, PENSAMOS SOBRE OS CONVIDADOS

E OS PRESENTES DADOS PARA O SEU ALFABETO NA FESTA DAS LETRAS. VAMOS AGORA IMAGINAR QUAIS COMIDAS PODERIAM

SER SERVIDAS EM UMA BOA COMEMORAÇÃO? LEIA ESTA LISTA

COM ALGUNS ITENS:

ACARAJÉ

BOLO DE PUPUNHA

CUCA

DOCE DE LEITE

EMPADÃO

FAROFA

GOIABADA

HORTALIÇAS

IOGURTE NATURAL

JACA

KIWI

LANCHE NATURAL

MANIÇOBA

NOZES

OVO DE CODORNA

PAMONHA

QUINDIM

ROCAMBOLE

SOPA

TACACÁ

UVA

VATAPÁ

WRAP DE RICOTA

XINXIM DE GALINHA

YAKISOBA

ZIRIPÓ

A ) QUAIS COMIDAS DESSA LISTA VOCÊ JÁ EXPERIMENTOU? CONTE PARA OS COLEGAS E O PROFESSOR.

Resposta pessoal. A resposta vai

depender do gosto, dos hábitos e da cultura dos estudantes.

B ) COMO A LISTA ESTÁ ORGANIZADA?

Resposta: EM ORDEM ALFABÉTICA.

EM ORDEM ALFABÉTICA.

EM ORDEM DE PREFERÊNCIA DO ANIVERSARIANTE.

C ) SUBLINHE, NA LISTA, A PALAVRA QUE COMEÇA COM A LETRA INICIAL DO SEU NOME.

Resposta pessoal. Espera-se que os

estudantes pintem a palavra que começa com a letra inicial de seu nome.

D) CONTORNE, NA LISTA, UMA COMIDA DE QUE VOCÊ GOSTA MUITO.

Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes contornem na lista uma comida de que gostam.

seguros e farão a nova leitura tomando as informações já conhecidas como base para essa nova busca (EF12LP04).

AVALIANDO

Observe as estratégias utilizadas pelos estudantes para localizar a palavra que começa com a letra indicada e identificar a palavra que nomeia uma comida de que gostam. Acompanhe o desenvolvimento da turma quanto às estratégias de leitura e à atenção à letra inicial. Alguns itens podem nortear a avaliação nesse momento, como descrito a seguir.

• Uso da letra inicial: registre se o estudante: a) olha para as letras iniciais desde o início e faz uso dessa estratégia com segurança; b) demora um pouco para se ater a esse critério, mas faz uso dele para localizar a palavra; c) não atenta para a letra inicial e não faz uso dessa estratégia.

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• Estratégias de leitura: registre se o estudante: a) apoia-se sempre nas letras/sílabas iniciais, mediais e finais; b) apoia-se nas letras/sílabas em algumas palavras, mas em outras faz uso de outros critérios, como extensão da palavra, semelhança com palavras conhecidas; c) não se apoia nas letras/sílabas em nenhum contexto.

2. COMPLETE AS LACUNAS COM AS LETRAS QUE ESTÃO FALTANDO. LEMBRE-SE DE SEGUIR A ORDEM ALFABÉTICA.

A B C E F H I

J K L M O P Q R

S T V W X Y

2. Resposta: D; G; N; U; Z.

ESCOLHA E CONTORNE UMA LETRA NO QUADRO. DEPOIS, ESCREVA UMA PALAVRA QUE COMECE COM ESSA LETRA.

3. REVISE COM ATENÇÃO AS ATIVIDADES QUE VOCÊ FEZ NESTA SEÇÃO E REGISTRE SUAS IMPRESSÕES NAS FICHAS A SEGUIR, PINTANDO OS QUADRINHOS DE ACORDO COM O QUE PERCEBEU.

Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor

COMO EU ME SAÍ...

NAS ATIVIDADES DE LEITURA?

ENCONTREI FACILMENTE AS DUAS PALAVRAS NA LISTA: A QUE TEM A MESMA LETRA INICIAL DO MEU NOME E A QUE NOMEIA UMA COMIDA DE QUE GOSTO.

PRECISEI DE AJUDA PARA ENCONTRAR ALGUMA PALAVRA NA LISTA.

COMO EU ME SAÍ...

NAS ATIVIDADES DE ESCRITA?

ESCREVI AS LETRAS QUE ESTAVAM FALTANDO NO QUADRO E A PALAVRA ESCOLHIDA COM FACILIDADE.

PRECISEI DE AJUDA PARA ESCREVER ALGUMAS LETRAS QUE ESTAVAM FALTANDO NO QUADRO E A PALAVRA ESCOLHIDA.

Resposta: Espera-se que os estudantes contornem uma letra no quadro e escrevam uma palavra que comece com ela. 69

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2. A proposta é levar os estudantes a explorarem a ordem alfabética com autonomia, identificando as letras que estão faltando para preencher as lacunas corretamente. Para o registro escrito, eles devem pensar em uma palavra com a mesma letra inicial, exercício importante de comparação e percepção de semelhança, tanto na grafia como nos sons (EF01LP13). Os estudantes devem ser orientados a escreverem do melhor jeito, sem a expectativa de que escrevam convencionalmente.

AVALIANDO

Observe as estratégias utilizadas pelos estudantes para identificar as letras que faltam na malha e escrever uma palavra que comece com a mesma letra escolhida. Aproveite o momento para acompanhar avanços nas hipóteses sobre o sistema de escrita. Alguns itens podem nortear a avaliação da escrita nesse momento, como os descritos a seguir.

• Identificação das letras: registre se o estudante: a) retoma a récita do alfabeto com facilidade e vai acompanhando letra a letra; b) procura fazer a récita, mas em alguns momentos precisa retomar para conseguir identificar as letras; c) tem muita dificuldade em retomar a récita e não identifica as letras; d) não faz uso da récita, mas identifica as letras considerando as que vêm antes e depois de cada lacuna.

• Escrita da palavra: registre se o estudante: a) identifica com facilidade a palavra que vai escrever, apoiando-se no critério da mesma letra inicial; b) identifica a palavra com alguma dificuldade, nem sempre demonstrando clareza quanto à letra inicial; c) não identifica nenhuma palavra e apresenta dificuldade para compreender o uso da mesma letra inicial.

BNCC

Desta seção ao Agora na pauta, os estudantes avançam na apropriação do sistema alfabético (EF01LP05, EF01LP07, EF01LP10, EF01LP11) ao reconhecerem a relação entre fala e escrita, nomearem e ordenarem letras, identificarem diferentes grafias e treinarem o traçado das letras.

Orientações didáticas

• Mostre a letra E no livro nas formas de imprensa e cursiva, em maiúsculas e minúsculas.

• Proponha a realização do Letra na mão . O uso de material concreto auxilia no desenvolvimento da coordenação motora fina, e a representação da letra em Libras amplia a inclusão. Peça aos estudantes que formem a letra E com gravetos ou palitos, conforme a imagem apresentada. Auxilie-os na organização dos elementos para que a forma fique bem definida. Em seguida, oriente-os a retirar a parte de baixo da letra e pergunte: “Que letra formamos agora?”. Verifique se identificam a letra F e explique que o traçado dela será estudado logo a seguir. Mostre também como a letra E é representada no alfabeto em Libras e motive-os a reproduzir o gesto. Se julgar produtivo, peça-lhes que formem com as mãos as letras que já estudaram:

A, B, C, D e E

• Escreva a letra E na lousa para que observem a ordem e a direção do traçado da letra. Eles devem usar esse traçado como modelo, então siga o padrão de direcionalidade indicado nesta seção. Depois, convide-os a brincar de traçar a letra no ar, modelando de acordo com a direção observada, e peça-lhes que tracem o E nos quadros da atividade de treino motor da Hora do traçado, visando ao desenvolvimento da coordenação

TIRANDO DE LETRA... E!

É HORA DE ESTUDAR MAIS UMA LETRA DO NOSSO ALFABETO: A LETRA E!

QUANDO VOCÊ OLHA PARA ELA, QUAL É A PRIMEIRA PALAVRA QUE VEM À SUA CABEÇA? CONTE PARA OS COLEGAS E OUÇA AS DELES TAMBÉM!

Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes citem palavras que apresentam com a letra E

VEJA COMO ESSA LETRA PODE SER ESCRITA EM DIFERENTES FORMATOS.

LETRA NA MÃO

1. COM GRAVETOS OU PALITOS, BRINQUE DE FORMAR A LETRA E EM BASTÃO. ASSIM:

Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes consigam formar a letra E com gravetos ou palitos.

2. O PROFESSOR VAI MOSTRAR COMO O E É REPRESENTADO EM LIBRAS. PRESTE ATENÇÃO PARA FAZER TAMBÉM.

EHORA DO TRAÇADO

Resposta pessoal. Se necessário, auxilie os estudantes a fazerem a letra E no alfabeto em Libras.

É HORA DE ESCREVER A LETRA E EM BASTÃO! COMEÇANDO

PELO PONTINHO VERMELHO E SEGUINDO AS SETAS, CUBRA OS PONTILHADOS E TRACE O E. DEPOIS, ESCREVA LIVREMENTE ESSA LETRA NOS DOIS OUTROS QUADRINHOS.

Resposta pessoal. Se necessário, auxilie os estudantes a traçarem a letra E

psicomotora fina e da aprendizagem da letra manuscrita, em pontilhado e em mão livre.

SONS E LETRA: E

Se houver estudantes levantando hipóteses no nível da letra e considerar oportuno, abra espaço para uma conversa, individual ou em pequenos grupos, envolvendo a consciência fonêmica. Explique-lhes que a letra E pode representar sons abertos, como em ela, e sons fechados, como em dedo. Em posição átona no final de palavra, o som do E pode ser igual ao som repre-

sentado pelo I em igreja. Diga que esse assunto será aprofundado nos próximos anos do Ensino Fundamental, mas que é importante saber que, em algumas regiões, o E pode representar o som /i/, diferença que deve ser reconhecida e respeitada. Explique que, nesses casos, trata-se de uma característica da fala, e não há problema em usá-lo oralmente; no entanto, na escrita e em contextos formais de avaliação e aprendizagem, é necessário registrar a forma convencional. Por exemplo, podemos falar “elefant/i/”, mas é adequado escrever “elefante”.

TIRANDO DE LETRA... F!

É HORA DE ESTUDAR A LETRA F!

AO OUVIR ESSA LETRA, QUE ANIMAL VEM À SUA CABEÇA? POR QUÊ? CONVERSE COM OS COLEGAS E O PROFESSOR. AGORA, VEJA ALGUNS JEITOS DE ESCREVER A LETRA F.

Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes citem nomes de animais iniciados com a letra F, como foca, flamingo, falcão, formiga, faisão

LETRA NA MÃO

1. COM PINTURA A DEDO, BRINQUE DE FORMAR A LETRA F EM BASTÃO. ASSIM:

Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes consigam formar a letra F com pintura a dedo.

2. O PROFESSOR VAI MOSTRAR COMO É O F NO ALFABETO EM LIBRAS. OBSERVE E, DEPOIS, FAÇA TAMBÉM.

Resposta pessoal. Se necessário, auxilie os estudantes a fazerem a letra F no alfabeto em Libras.

HORA DO TRAÇADO

O PROFESSOR VAI ESCREVER A LETRA F EM BASTÃO NA LOUSA. OBSERVE O MOVIMENTO QUE ELE FAZ. DEPOIS, SEGUINDO ESSE MOVIMENTO, ESCREVA UM F EM CADA QUADRINHO A SEGUIR.

Resposta pessoal. Se necessário, auxilie os estudantes a traçarem a letra F

• Professor: diferentemente da letra E, a letra F só representa um som: o fonema /f/.

LÁPIS NA MÃO

• Durante o treino motor das letras E e F, observe se há mais coordenação entre os dedos, o que permite que o lápis seja movimentado com mais controle e menos esforço.

• Verifique se a pega em três pontos começa a se manter estável durante todo o traçado e se os estudantes conseguem sustentar a postura sem rigidez excessiva.

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• Repare se há avanço na regularidade dos traços, principalmente nos elementos retos que predominam nas formas da letra E e da F, exigindo alinhamento e precisão no movimento.

• Continue modelando a pegada funcional; escreva de forma visível, destacando a ação dos dedos no movimento do lápis e dizendo que a pega em três pontos pode ser favorável para o desenvolvimento de uma escrita mais fluida e legível.

Orientações didáticas

• Chame a atenção para a letra F no livro nos diferentes tipos. Se houver estudantes com nomes iniciados por F, convide-os a traçar a letra na lousa. Sempre que possível, promova essa estratégia para fortalecer a confiança na escrita de forma lúdica.

• Proponha, então, que realizem a atividade Letra na mão, que favorece a formação da letra com material concreto e o desenvolvimento da coordenação motora fina. Se possível, disponibilize tintas para que os estudantes brinquem de formar a letra F com pintura de dedo. Em seguida, lance um desafio: “O que podemos fazer para transformar o F em E?”. Deixe que observem, comentem e sugiram alterações, percebendo que a diferença entre as duas letras está na adição de um traço inferior. Essa proposta contribui para o reconhecimento visual e a fixação do formato das letras, além de incentivar a atenção aos detalhes gráficos que as diferenciam.

• Escreva a letra E na lousa, seguindo o padrão indicado na seção e usando as setas para evidenciar a ordem e a direção do traçado da letra. Depois, proponha a brincadeira de traçar essa letra em bastão no ar seguindo a direcionalidade indicada. Peça, ao final, que realizem o exercício de treino motor, primeiro cobrindo os pontilhados, depois à mão livre.

Orientações didáticas

• Sugira aos estudantes que observem a letra G apresentada no livro nas quatro formas: imprensa maiúscula, imprensa minúscula, cursiva maiúscula e cursiva minúscula. Convide-os a comentar situações em que já encontraram essa letra fora do contexto escolar, mencionando lugares, objetos ou materiais em que ela apareça, como placas, anúncios, embalagens, títulos de livros ou cartazes.

• Proponha a realização da subseção Letra na mão. Disponibilize pedrinhas para que os estudantes formem a letra G, explorando forma, curvatura e proporção. Ao organizarem as pedrinhas para compor a letra, eles vão trabalhar o reconhecimento visual e a coordenação motora fina de maneira lúdica e tátil. Incentive-os a comparar o formato produzido com a fotografia apresentada no livro. Aproveite também para mostrar como é representada a letra G no alfabeto em Libras.

• Escreva, então, a letra G na lousa, seguindo as setas indicadas na seção, o que permitirá que os estudantes observem com atenção a ordem e a direção do traço contínuo da letra. É possível pedir aos estudantes que passem a ponta do dedo indicador no livro por cima do traçado da letra G em bastão, iniciando esse movimento pela parte superior. • Proponha, por fim, a brincadeira de traçar a letra no ar, modelando de acordo com a direção observada. Depois, peça aos estudantes que tracem o G no exercício de treino motor da Hora do traçado em pontilhado e em mão livre.

TIRANDO DE LETRA... G!

CHEGOU A VEZ DA LETRA G!

ONDE VOCÊ JÁ VIU ESSA LETRA? CONTE PARA OS COLEGAS.

EM SEGUIDA, OBSERVE O G ESCRITO DE DIFERENTES JEITOS.

G g Gg

LETRA NA MÃO

Resposta pessoal. A resposta vai depender da vivência dos estudantes com a alfabetização.

1. COM PEDRINHAS, BRINQUE DE FORMAR A LETRA G EM BASTÃO. ASSIM:

Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes consigam formar a letra G com pedrinhas.

2. O PROFESSOR VAI MOSTRAR ESSA LETRA NO ALFABETO EM LIBRAS. FAÇA O G JUNTO COM ELE.

GHORA DO TRAÇADO

Resposta pessoal. Se necessário, auxilie os estudantes a fazerem a letra G no alfabeto em Libras.

VAMOS ESCREVER A LETRA G EM BASTÃO? PARTINDO DO PONTINHO VERMELHO, CUBRA OS PONTILHADOS PARA ESCREVER O G. DEPOIS, TRACE LIVREMENTE ESSA LETRA NO ÚLTIMO QUADRINHO.

Resposta pessoal. Se necessário, auxilie os estudantes a traçarem a letra G

SONS E LETRA: G

Se considerar oportuno, diante de alguma provocação ou do interesse espontâneo dos estudantes que estejam elaborando hipóteses no nível da letra, pronuncie nomes próprios ou palavras do cotidiano que comecem com a letra G. A ideia é fazê-los perceber que a mesma letra

pode representar diferentes sons, como o fonema /g/ em Gabriela e o fonema /ʒ/ em Gilberto Caso avalie relevante, ajude-os a identificar a regularidade contextual: a letra G representa o som /g/ quando vem seguida de A, O ou U, como em Gael, Gorete e Guto, e /ʒ/ quando aparece antes de E ou I, como em Geni e Giovane

VITALY

TIRANDO DE LETRA... H!

AGORA, A LETRA H!

VOCÊ CONHECE ALGUMA CURIOSIDADE SOBRE ESSA LETRA? CONVERSE COM OS COLEGAS E O PROFESSOR.

EM SEGUIDA, VEJA OS DIFERENTES MODOS DE REGISTRAR ESSA LETRA.

Resposta pessoal. A resposta dependerá do conhecimento dos estudantes.

H h Hh

LETRA NA MÃO

1. COM PALITOS DE SORVETE OU GRAVETOS, BRINQUE DE FAZER O H EM BASTÃO. ASSIM:

Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes consigam formar a letra H com palitos de sorvete ou gravetos.

2. O PROFESSOR VAI MOSTRAR ESSA LETRA NO ALFABETO EM LIBRAS. TENTE FORMAR O H TAMBÉM.

HHORA DO TRAÇADO

Resposta pessoal. Se necessário, auxilie os estudantes a fazerem a letra H no alfabeto em Libras.

VOCÊ JÁ ESCREVEU A LETRA H EM BASTÃO? É HORA DE FAZER ISSO! COMEÇANDO PELO PONTINHO VERMELHO E SEGUINDO AS SETAS E A ORDEM DE TRAÇADO INDICADA PELOS NÚMEROS, CUBRA OS PONTILHADOS. DEPOIS, ESCREVA O H LIVREMENTE NO ÚLTIMO QUADRINHO.

Resposta pessoal. Se necessário, auxilie os estudantes a traçarem a letra H

a representar sons específicos: em CH, como em chá, representa o som /ʃ/; no LH, como em colher, representa o som /ʎ/; no NH, como em lenha, representa o som /ɲ/. Essas informações têm caráter apenas formativo, para apoiar intervenções pontuais durante o processo de aquisição do sistema de escrita, e não ao ensino explícito e descontextualizado de relações grafema-fonema nem à antecipação de hipóteses.

LÁPIS NA MÃO

Orientações didáticas

• Solicite aos estudantes que identifiquem a letra H no livro e observem suas formas imprensa e cursiva, maiúsculas e minúsculas. Peça-lhes que digam nomes próprios iniciados por H, registre-os na lousa, na forma convencional de escrita, e proponha que os organizem em ordem alfabética, considerando as letras seguintes, se houver nomes com as mesmas letras iniciais (Helena, Hélio, Heloísa, Hugo etc.). A atividade amplia a familiaridade com o alfabeto e favorece o desenvolvimento da consciência sobre ordem alfabética.

• Disponibilize gravetos ou palitos de sorvete para que formem a letra H, conforme a subseção Letra na mão. Retome o traçado das letras E e F, destacando que todas são compostas de traços retos. Diga-lhes que a letra H é formada por dois traços verticais longos e um traço horizontal mais curto, unindo-os ao centro, diferentemente de E e F, que apresentam mais de um traço horizontal.

• Escreva a letra H na lousa seguindo as setas indicadas na seção para que observem a ordem e a direção de seu traço. Peça-lhes que façam o exercício de treino motor, em pontilhado e em mão livre, na Hora do traçado.

SONS E LETRA: H

Enfatize que o H inicial não representa som, mas, em alguns dígrafos, passa

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• Note se há estabilidade na pega e no controle nos pontos de mudança de direção, mantendo o traço contínuo, quando for o caso.

• Registre se a condução do lápis pelos dedos está mais natural, sem movimentos amplos de punho ou braço.

• Continue utilizando a modelagem para evidenciar a posição dos dedos e o controle do traçado.

• Ofereça desafios que incentivem a precisão, como traçar figuras geométricas pequenas ou completar padrões, respeitando o ritmo individual.

• No treino das letras G e H, observe se os estudantes conduzem o lápis com fluidez, alternando movimentos retos e curvos sem perder a proporção da letra.

Orientações didáticas

• Se possível, observe se os estudantes reconhecem os quatro tipos de letra e estabelecem corretamente as correspondências entre eles na atividade 1. A proposta é que relacionem as letras em bastão com suas formas correspondentes: imprensa minúscula, cursiva maiúscula e cursiva minúscula. Caminhe pela sala de aula, acompanhe o trabalho e registre observações para planejar intervenções com quem tiver dificuldade.

• Embora o treino motor neste volume privilegie a escrita em bastão, é importante que os estudantes conheçam a diversidade de formatos que as letras podem ter. Na seção Tirando de letra, eles têm contato com esses diferentes tipos, mas o foco do traçado será a bastão, favorecendo um aprendizado sistemático e consistente. Não há problema, porém, em explorar outros formatos para fins de identificação. Na atividade 2, busca-se despertar a curiosidade, encorajar a observação e ampliar a familiaridade com as letras E, F, G e H em cursiva. Caso os estudantes demonstrem interesse em experimentar os traçados além do espaço indicado, permita essa exploração de forma lúdica, como uma “brincadeira” em folhas avulsas, sem cobrança de precisão.

LIGADO NAS LETRAS

1. VOCÊ TRAÇOU AS LETRAS E, F, G E H EM BASTÃO. VOCÊ SE LEMBRA DE COMO ELAS SÃO ESCRITAS EM OUTROS FORMATOS? LIGUE AS LETRAS CORRESPONDENTES PARA REFORÇAR OS TIPOS QUE VOCÊ ESTUDOU.

Resposta: Os estudantes devem ligar as letras de imprensa minúscula e as letras cursivas (maiúscula e minúscula) à letra bastão correspondente.

2. AGORA, BRINQUE DE TRAÇAR AS LETRAS E, F, G E H DE MANEIRAS DIFERENTES, COPIANDO CADA UMA NO ESPAÇO LOGO ABAIXO DELA.

DICA: VOCÊ SÓ VAI TREINAR O TRAÇADO DESSE TIPO DE LETRA NO 2o ANO. POR ENQUANTO, ESSA ATIVIDADE SERVE APENAS PARA VOCÊ IR SE APROXIMANDO, AOS POUCOS, DESSA FORMA DE ESCRITA.

Resposta: Os estudantes devem traçar as letras E, F, G e H em letra cursiva maiúscula e minúscula. 74

ATIVIDADE EXTRA: JOGO

Distribua letras móveis e explique que o objetivo é encontrar, nos nomes da turma, as letras já estudadas: A, B, C, D, E, F, G e H. Cada estudante deve localizar as letras que pertencem a esse grupo e identificar a posição que ocupam no nome e no alfabeto. Por exemplo, se o estudante se chama Gabriel, deve localizar as letras G, A, B e E, dizendo em voz alta, por exemplo: “Encontrei a letra G! Ela é a primeira do meu nome, e no alfabeto está na sétima posição.”. Caso algum

estudante não tenha nenhuma dessas letras no nome, oriente-o a procurar no sobrenome. Para deixar a brincadeira mais dinâmica, é possível estipular um tempo curto para a busca, como dois minutos, e combinar que quem terminar primeiro levanta a mão. Essa proposta favorece o reconhecimento das letras já estudadas, a identificação de sua posição no alfabeto e a ampliação do repertório visual das formas gráficas de maneira lúdica e interativa.

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AGORA NA PAUTA

CUBRA OS PONTILHADOS E CONTINUE TRAÇANDO, EM BASTÃO, AS LETRAS QUE VOCÊ ESTUDOU NESTA UNIDADE.

DICA: ESCREVA CADA LETRA PELO MENOS TRÊS VEZES NA PAUTA. DEIXE SEMPRE UM ESPAÇO EM BRANCO ENTRE AS LETRAS.

Resposta: Os estudantes devem traçar as letras E, F, G e H em letra bastão. 75

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Orientações didáticas

• Oriente os estudantes a seguirem o pontilhado para formarem o traçado das letras E, F, G e H em bastão. Na sequência, incentive-os a reproduzi-las sem o pontilhado, utilizando a escrita anterior como guia, lembrando-os de usar lápis. Continue avaliando o padrão de preensão do lápis, visando ao desenvolvimento da escrita fluida e legível.

LÁPIS NA MÃO

• Nesta etapa, os estudantes retomam o treino motor das letras E, F, G e H em bastão, agora com pauta caligráfica. O treino deve incluir traçado em pontilhado e em mão livre, repetindo cada letra ao menos três vezes em cada formato.

• Observe se há mais fluidez e regularidade no gesto gráfico.

• Para estudantes que já estão usando a pega em três pontos, avalie se o lápis é conduzido com economia de esforço e movimentos mais precisos dos dedos.

• Continue a modelar a pegada funcional e valorize o uso da pauta como apoio visual para regularidade e proporção.

• Para estudantes com dificuldades motoras, proponha atividades paralelas que fortaleçam a coordenação fina, como manipular objetos pequenos, encaixar peças, usar pinças, modelar massinha ou prender e soltar prendedores. Essas práticas, realizadas de forma lúdica e frequente, podem contribuir de forma significativa para os próximos treinos.

• Utilize as observações desta etapa para planejar intervenções e preparar a introdução das próximas letras, garantindo a progressão do controle gráfico e da autonomia na escrita.

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF01LP05 , EF01LP07 , EF01LP08, EF01LP10), os estudantes mobilizarão habilidades de oralidade ( EF15LP09 , EF15LP10 , EF15LP11, EF15LP13).

Orientações didáticas

• Esta proposta permite que os estudantes vivenciem uma atividade lúdica para mobilizar conhecimentos construídos sobre o alfabeto nas duas primeiras unidades. Durante o jogo, eles exercitam a récita, identificam e nomeiam a letra da casa em que pararem e ampliam o repertório de palavras com cada letra inicial ao serem desafiados a dizer rapidamente duas delas (EF01LP05, EF01LP10).

• Para realizar o jogo, será necessário recortar previamente as peças do Material complementar. Valorize esse momento, pois ele contribui significativamente para o desenvolvimento da coordenação motora fina, habilidade também trabalhada nas atividades de treino motor. Reserve um tempo específico para essa etapa no planejamento da aula.

• Antes de iniciar, combine as regras com a turma, garantindo que todos compreendam que, a cada jogada, após percorrer o número de casas indicado, a carta utilizada deve ser recolocada e embaralhada novamente com as demais, para manter o caráter dinâmico e imprevisível da atividade.

AVALIANDO

Durante o jogo, observe os estudantes para identificar possíveis dificuldades e acompanhar a progressão da turma nos diferentes desafios. Verifique se reconhecem que o sistema de escrita alfabética representa os sons da fala, se identificam fonemas e sua representação por letras, se conseguem nomeá-las

É JOGO, É BRINCADEIRA

TRILHA DO ALFABETO

Comentários nas orientações ao professor

CHEGOU A HORA DE JOGAR UMA TRILHA DIFERENTE! EM VEZ DE NÚMEROS, LETRAS! SIGA OS PASSOS E BOA DIVERSÃO!

1. RECORTE AS CARTAS, AS FICHAS E A TRILHA DAS PÁGINAS

277 E 279 DO MATERIAL COMPLEMENTAR

2. JUNTE-SE A UM COLEGA PARA COMEÇAR A JOGAR, CADA UM NO SEU TABULEIRO.

3. EMBARALHEM BEM AS CARTAS.

4. DISTRIBUA AS CARTAS DE MODO QUE OS NÚMEROS FIQUEM VIRADOS PARA BAIXO.

5. ESCOLHA UMA DAS FICHAS COLORIDAS PARA SER O PEÃO, ENQUANTO SEU COLEGA FAZ O MESMO.

6. POSICIONEM OS PEÕES NO ESPAÇO DE INÍCIO.

7. O PRIMEIRO A JOGAR DEVERÁ VIRAR UMA CARTA E ANDAR O NÚMERO DE CASAS INDICADO.

8. AO CHEGAR NA CASA CORRESPONDENTE, VOCÊ TERÁ DOIS DESAFIOS!

PRIMEIRO DESAFIO: DIGA O NOME DAS LETRAS NA SEQUÊNCIA, DO A ATÉ A LETRA EM QUE VOCÊ PAROU!

SEGUNDO DESAFIO: DIGA DUAS PALAVRAS QUE COMEÇAM COM A LETRA QUE ESTÁ NA CASA EM QUE VOCÊ PAROU.

9. GANHA O JOGO QUEM CHEGAR PRIMEIRO NA LINHA DE CHEGADA. MAS LEMBRE-SE: NÃO VALE ERRAR A SEQUÊNCIA DOS NOMES DAS LETRAS NEM A PALAVRA COM A LETRA INICIAL! QUEM ERRAR, VOLTA PARA O LUGAR ONDE ESTAVA.

corretamente, reconhecer letras iniciais em diferentes palavras e relacionar elementos sonoros à sua representação escrita (EF01LP05, EF01LP07, EF01LP08). Sempre que possível, acompanhe individualmente cada dupla de jogadores e retome o jogo em outros momentos, para contemplar a turma e registrar, de forma individual, os avanços nos conhecimentos construídos ao longo destas duas primeiras unidades.

ATIVIDADE EXTRA

Quando os estudantes já estiverem bem familiarizados com o jogo e seus desafios, é possível

ampliar as regras. Pergunte a eles quais aprendizagens sobre as letras gostariam de transformar em desafios. Uma variação interessante é propor a decomposição de uma palavra em letras: por exemplo, ao cair na casa da letra B, além de dizer palavras que começam com essa letra, o estudante deve escolher uma delas e identificar todas as letras que a compõem. Essa variação favorece o desenvolvimento da habilidade de correlacionar a composição e a decomposição de letras, sílabas e palavras de acordo com o desafio proposto.

VAMOS AVALIAR O APRENDIZADO

1. RELEMBRE ALGUNS CONTEÚDOS ESTUDADOS NESTA UNIDADE E PINTE OS QUADRINHOS, CONFORME A LEGENDA.

ENTENDI BEM. PRECISO REVER.

Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor

CONVITE. LETRA INICIAL. PARLENDA.

POEMA (ABRACADABRA).

LETRAS E OUTROS SINAIS GRÁFICOS.

SONS E LETRAS NO ALFABETO.

2. DESENHE O QUE MAIS GOSTOU DE ESTUDAR NESTA UNIDADE.

Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor

SAIBA MAIS

AS LETRAS EM FESTA PELA BOA ALIMENTAÇÃO!

COM POEMAS QUE PASSEIAM DE A A Z, OS AUTORES APRESENTAM, COM LEVEZA E CRIATIVIDADE, FORMAS DE NUTRIR O CORPO E A ALMA, MISTURANDO PALAVRAS COM SABOR E IMAGINAÇÃO.

MEIRELES, CECÍLIA; CASTRO, JOSUÉ DE. A FESTA DAS LETRAS. SÃO PAULO: GLOBAL, 2015.

forem estudadas amplia o vocabulário, favorece a compreensão leitora e incentiva o gosto pela leitura.

AVALIANDO

Ao final da unidade, reúna registros para mapear aprendizagens e fragilidades com base nas expectativas listadas na abertura da unidade. Levante indicadores como: a turma ampliou seus conhecimentos sobre as letras na relação com o alfabeto e com

o próprio nome? Compreendeu a leitura do convite, considerando a situação comunicativa e o assunto e relacionando sua forma de organização à sua finalidade? Registre avanços e planeje intervenções para as próximas unidades.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

BNCC

Nesta seção, os estudantes são levados a ler e compreender enunciados e tarefas escolares com apoio do professor e dos colegas (EF12LP17), além de escutar com atenção e fazer perguntas pertinentes durante as trocas orais (EF15LP10).

Respostas e orientações didáticas

1. Informe aos estudantes que eles vão relembrar alguns conteúdos estudados na unidade e refletir sobre o próprio desenvolvimento. Eles podem conversar em grupo sobre o percurso vivido e verificar as percepções de cada um. Crie um clima favorável para o engajamento na proposta.

2. Ao desenharem algo sobre o que mais gostaram de estudar na unidade, eles revelam aspectos importantes de seus percursos individuais e mostram autonomia e liberdade para registrarem o que ainda não conseguem por meio da escrita. Observe atentamente suas escolhas e justificativas, anotando os aspectos que julgar mais relevantes.

SAIBA MAIS

O livro sugerido explora, de maneira lúdica e poética, uma brincadeira que envolve tanto as letras como o universo de frutas, legumes, verduras e outros alimentos do cotidiano. Apresentar a obra conforme novas letras

08/10/2025 10:43:18

BRANDÃO, Helena Nagamine (coord.) Gêneros do discurso na escola: mito, conto, cordel, discurso político, divulgação científica. 5. ed. São Paulo: Cortez, 2011. A obra apresenta propostas práticas de trabalho com gêneros textuais de diferentes campos de atuação, com exercícios de leitura e interpretação alinhados à função social de cada gênero explorado, indicando possibilidades para que o professor alfabetizador encontre caminhos para o trabalho em sala de aula, adaptando-os aos gêneros que pretende explorar.

INTRODUÇÃO E

JUSTIFICATIVA

Nesta unidade, os estudantes vão vivenciar situações didáticas sobre a convivência no trânsito e o papel de cada um como pedestre. Em articulação com as experiências trazidas da Educação Infantil — como a exploração de espaços habitados (rua, bairro, cidade) e a interação com o mundo sociocultural —, o objetivo é ampliar as aprendizagens sobre o sistema de escrita alfabético, com foco na cultura da escrita, como o uso de imagens e palavras na comunicação, a leitura de placas de trânsito e os números na organização de informações em textos. Por meio da leitura de um texto de campanha de conscientização e de dicas de trânsito para pedestres, a turma poderá reconhecer a formatação e a diagramação específicas desses gêneros, compreendendo como esses elementos ajudam a construir sentidos.

As propostas, ancoradas no campo de experiência da Educação Infantil Espaços, tempos, quantidades, relações e transformações, levam os estudantes a buscarem informações sobre o mundo que os cerca, nos aspectos físicos, materiais, imateriais, simbólicos, sociais e culturais. Os textos principais de leitura fazem parte do Campo da vida pública e possibilitam reflexões relacionadas a questões de interesse coletivo e ao exercício da cidadania. Assim, é possível explorar o tema contemporâneo transversal Educação para o trânsito

Expectativas de aprendizagem

Ao final desta unidade, espera-se que os estudantes sejam capazes de: • identificar a formatação, o uso de imagens e a diagrama-

UNIDADE3

PARAR, OLHAR, ATRAVESSAR

ÁRVORE DE SEMÁFOROS, DE PIERRE VIVANT. LONDRES, INGLATERRA, 2021.

ção específica de um texto de campanha de conscientização;

• acompanhar a leitura e compreender dicas de trânsito para pedestres considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto;

• produzir, com os colegas e o professor, lista de regras e combinados para uma boa convivência na turma, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto;

• traçar as letras trabalhadas na unidade na forma bastão e observar o traçado delas em diferentes formatos;

• distinguir letras de outros sinais gráficos e explorá-los em diferentes textos e contextos;

• interagir com os colegas demonstrando vínculos e sentimento de pertencimento ao grupo.

Mapeando conhecimentos

Organize os estudantes em roda e proponha uma conversa sobre o tema da unidade. Apresente imagens com elementos do trânsito em diferentes localidades e peça-lhes que relatem suas experiências em locais urbanos movimentados. Verifique o repertório deles sobre os meios de transporte, as regras para pedestres, ciclistas e motoristas e a função de calçadas, placas de trânsito e faixas de pedestres. Faça o registro dessas informações e considere-o no planejamento das próximas atividades.

CONTEÚDOS DESTA UNIDADE

• BRINCADEIRA FAIXA VERMELHA (PALAVRAS DE BRINCAR);

• TEXTO DE CAMPANHA;

• IMAGENS E PALAVRAS NA COMUNICAÇÃO;

• LENDO PLACAS DE TRÂNSITO;

• ARTE DE RUA (ABRACADABRA);

• DICAS DE SEGURANÇA PARA PEDESTRES;

• NÚMEROS PARA ORGANIZAR INFORMAÇÕES EM TEXTOS;

• CRIANDO OUTRAS PLACAS;

• REGRAS E COMBINADOS DA TURMA (HORA DE PRODUZIR);

• LETRAS I, J, K E L (TIRANDO DE LETRA);

• SEU MESTRE MANDOU (É JOGO, É BRINCADEIRA).

ANALISE A IMAGEM E RESPONDA ÀS QUESTÕES.

O QUE VOCÊ PERCEBE DE DIFERENTE OU CURIOSO NESSA ESTRUTURA COLOCADA NO MEIO DA RUA? ELA FAZ VOCÊ SE LEMBRAR DE ALGO QUE EXISTE NA NATUREZA? O QUÊ?

2. 3. 4.

REPARE QUE ELA É FORMADA POR VÁRIOS ELEMENTOS IGUAIS. VOCÊ RECONHECE QUAIS SÃO? ONDE ELES NORMALMENTE APARECEM NO DIA A DIA E PARA QUE SERVEM?

COMO ESSES ELEMENTOS SÃO CHAMADOS NA REGIÃO ONDE VOCÊ MORA?

O TÍTULO DESSA ESCULTURA É ÁRVORE DE SEMÁFOROS. AO DESCOBRIR ESSE NOME, QUE IDEIAS OU SENSAÇÕES ESSA OBRA TRANSMITE A VOCÊ?

Respostas e comentários nas orientações ao professor 79

BNCC

Ao investigarem a imagem, os estudantes podem antecipar sentidos e propósitos com base em conhecimentos prévios e nas pistas do texto (EF15LP02); ao responderem oralmente às questões, mobilizam habilidades de oralidade (EF15LP09, EF15LP10, EF15LP11).

SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL

Organize os estudantes em roda, com os livros abertos na imagem que será analisada. Combine que a primeira atividade será olhar com bastante atenção para a imagem e para todos os elementos que aparecem nela, antes de a conversa ser iniciada. Essa estratégia favorece uma atenção mais focada e prolongada nos detalhes, além de uma troca mais qualificada posteriormente.

Respostas e orientações didáticas

1. Incentive os estudantes a observarem bem, descrevendo livremente o que mais chama a atenção de cada um deles. Valorize comentários sobre o formato, as cores e a disposição dos elementos. Espera-se que façam associações com elementos da natureza, como árvores, e apontem a presença de muitos objetos semelhantes reunidos em um “tronco”.

2. Leve-os a identificar os elementos como semáforos ou outros nomes equivalentes que conheçam. Espera-se que relacionem o uso desses equipamentos

à organização do trânsito, ao controle da passagem de veículos e pedestres e à prevenção de acidentes.

3. Possíveis respostas: Semáforo, sinaleira, farol. Valorize essa diversidade linguística, explicando que em diferentes regiões do Brasil e em outros países de língua portuguesa as pessoas usam palavras distintas para se referir ao mesmo objeto. Ressalte que as variedades linguísticas são parte natural do uso da língua por diferentes grupos regionais e culturas locais e que todas têm o mesmo valor. Rejeite qualquer forma de preconceito linguístico.

08/10/2025 10:52:50

4. Leia com a turma a legenda da imagem e contextualize explicando que se trata de uma escultura chamada Árvore de semáforos, criada pelo artista Pierre Vivant, instalada em Londres, na Inglaterra. Após a revelação do título, incentive a interpretação da obra, considerando sua presença em um espaço público e o impacto visual que causa. Espera-se que comentem a relação entre natureza e cidade, a importância da sinalização no cotidiano urbano e como a escultura transforma um objeto funcional em elemento de reflexão estética.

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF01LP04 , EF01LP10 , EF12LP01, EF15LP18), os estudantes mobilizam habilidades de oralidade, como expressão clara, escuta atenta, respeito aos turnos de fala e compreensão da finalidade das interações orais (EF15LP09, EF15LP10, EF15LP11, EF15LP13).

SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL

A brincadeira Faixa vermelha é uma variação da brincadeira Rio vermelho. Para iniciar o trabalho, apresente uma das versões dessa brincadeira. Para isso, acesse a página a seguir: RIO vermelho. Mapa do Brincar Disponível em: https:// mapadobrincar.folha.com. br/brincadeiras/pegar/ 509-rio-vermelho. Acesso em: 11 ago. 2025.

SINAL VERDE!

PALAVRAS DE BRINCAR

IMAGINE SE UMA RUA TIVESSE UMA FAIXA PINTADA DE VERMELHO E VOCÊ SÓ PUDESSE ATRAVESSAR SE CONSEGUISSE RESOLVER UM DESAFIO. COMO SERIA?

VAMOS BRINCAR DE ATRAVESSAR A FAIXA VERMELHA?

FAIXA VERMELHA

Comentários nas orientações ao professor

1. O PROFESSOR VAI ORGANIZAR A TURMA EM PEQUENOS GRUPOS. DEPOIS, SORTEARÁ OS GRUPOS PARA FAZER A TRAVESSIA.

2. PERMANEÇA COM O SEU GRUPO NO LUGAR EM QUE O PROFESSOR INDICAR. JUNTOS, ESPEREM A VEZ DE CUMPRIR OS DESAFIOS QUE ELE LANÇAR: SÓ ASSIM VOCÊS PODERÃO

ATRAVESSAR A RUA PELA FAIXA VERMELHA.

3. AO SINAL DO PROFESSOR, O PRIMEIRO GRUPO INICIA AS FALAS DA BRINCADEIRA:

Orientações didáticas

• Para favorecer a situação da brincadeira como um momento de avaliação das aprendizagens da turma, é interessante organizar os estudantes em pequenos grupos de acordo com o que se pretende mapear. Assim, para cada rodada e “travessia”, os comandos podem mudar.

• O espaço reservado para a brincadeira deverá possibilitar aos estudantes a travessia de uma ponta para a outra. Pode ser na própria sala de aula,

com as mesas e cadeiras afastadas, ou em outro ambiente, como em uma área externa da escola. Se achar pertinente, demarque duas linhas no chão: uma do ponto de partida e outra de chegada.

• É possível que alguns estudantes já tenham vivenciado a brincadeira Rio vermelho. Se for o caso, permita que compartilhem suas experiências e ressalte que será uma variação dela, mas que, no lugar do rio, haverá uma grande rua, com alguns desafios para atravessá-la.

GRUPO: QUEREMOS ATRAVESSAR PELA FAIXA VERMELHA!

PROFESSOR: SÓ COM UMA CONDIÇÃO!

GRUPO: QUAL É?

PROFESSOR: RECITAR O ALFABETO SEM ERRAR NENHUMA LETRA!

4. FIQUE ATENTO! A CADA MOMENTO SERÁ LANÇADO UM DESAFIO DIFERENTE!

5. SE O GRUPO COMPLETAR O DESAFIO, ATRAVESSA A RUA PELA FAIXA VERMELHA E GANHA 10 PONTOS. SE NÃO CONSEGUIR, VAI PARA O FINAL DA FILA E TENTA NOVAMENTE ASSIM QUE CHEGAR A VEZ.

6. QUANDO TODOS TIVEREM ATRAVESSADO A FAIXA VERMELHA, A RODADA TERMINA. OS GRUPOS QUE ACUMULAREM MAIS PONTOS SÃO OS “CAMPEÕES FAIXA VERMELHA”.

BAÚ DE TEXTOS

LEIA COM O PROFESSOR E OS COLEGAS UMA ADIVINHA PARA DESCOBRIR A RESPOSTA!

O QUE É, O QUE É?

SOBE O MORRO E DESCE ATÉ O MAR, MAS NUNCA SAI DO LUGAR.

ABRINDO O BAÚ!

• Faça a leitura das etapas enquanto explica como será a brincadeira.

• Para que os estudantes memorizem as falas da etapa 3, fale em voz alta e com entonação adequada, solicitando que repitam, o que os ajudará a lembrar.

• A brincadeira termina quando todos conseguirem atravessar a rua. Se algum grupo tiver dificuldades, registre quais são elas e proponha desafios mais viáveis, para que todos consigam vivenciar a experiência da travessia.

• No boxe Baú de textos, proponha a retomada do trabalho que foi feito com as adivinhas na unidade anterior, ajudando os estudantes a lembrarem de suas características e de como se brinca.

PINTE A PALAVRA QUE NOMEIA O ELEMENTO DA NATUREZA REPRESENTADO NA IMAGEM. ORIGEM POPULAR.

DICA: ELA APARECEU NA ADIVINHA QUE VOCÊ LEU NESTE BAÚ!

MAR. MORRO. MATO.

Resposta: MAR.

retratado na fotografia. Faça perguntas como: “Agora que vocês já brincaram com a adivinha, vamos descobrir onde está escrita a palavra que nomeia esse elemento?”; “Como podemos saber disso?”. Incentive-os a compartilhar suas estratégias de leitura e a dizer em que estão se apoiando para identificar a palavra correta (EF12LP01, EF15LP18).

AVALIANDO

Esta pode ser uma situação potente de avaliação formativa, já que permite acompanhar de

RESPOSTA: A ESTRADA.

• Faça, então, a leitura em voz alta da adivinha. Se necessário, fale algumas dicas que possam ajudar. A proposta é que o trabalho com esta seção seja lúdico, com foco na brincadeira, então a turma não precisa necessariamente chegar à resposta certa. Se ninguém desvendar as adivinhas, mostre aos estudantes onde está a resposta no livro.

• Caso tenham construído o mural de adivinhas na unidade anterior, proponha que acrescentem esse texto do baú para ampliar as possibilidades de brincadeiras.

• Em Abrindo o Baú, oriente os estudantes a tentarem identificar a palavra que nomeia o elemento da natureza

09/10/2025 17:50:07

forma lúdica se algumas aprendizagens estão consolidadas. Para isso, separe previamente quais serão os conteúdos que você deseja mapear, a fim de que os comandos da brincadeira, a cada rodada, convidem os estudantes a explicitarem oralmente o que sabem de determinados assuntos. Se possível, faça uma lista com os itens que deseja avaliar com base no que já foi estudado, como a récita do alfabeto (EF01LP10) e a distinção das letras do alfabeto de outros sinais gráficos (EF01LP04).

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF12LP09 , EF15LP01 , EF15LP02 , EF15LP04 , EF15LP18), os estudantes serão levados a desenvolver habilidades de oralidade (EF15LP09, EF15LP10, EF15LP11, EF15LP13).

SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL

Comece perguntando aos estudantes se já tiveram contato com textos de campanhas em cartazes, internet ou TV e sobre quais temas eles tratavam. Peça que descrevam onde viram, como eram as imagens e as frases e qual mensagem tentavam transmitir. Com base nas respostas, destaque que textos como esses têm o objetivo de conscientizar ou mobilizar as pessoas sobre um assunto importante. Em seguida, incentive-os a imaginar o que poderia aparecer no texto que vão explorar (EF15LP01, EF15LP02).

ANTES DE LER

1. Incentive os estudantes a expressarem o que sabem e pensam sobre a palavra em destaque, possibilitando que apresentem seus conhecimentos prévios. Esta atividade contribui para ampliar o vocabulário no campo semântico relacionado à temática trânsito.

2. Permita que os estudantes conversem sobre o significado da expressão faixa de pedestre. Motive aqueles que moram ou já visitaram áreas urbanas a relatarem se já viram esse tipo de sinalização e onde, destacando que ela costuma estar em ruas asfaltadas, principalmente perto de escolas, hospitais e áreas de grande circulação. Explique que a faixa de pedestre indica o local mais seguro para a travessia a pé

RODA DE LEITURA: TEXTO DE CAMPANHA

VOCÊ BRINCOU DE ATRAVESSAR A FAIXA VERMELHA A PÉ. AGORA, VAMOS LER UM TEXTO DE UMA CAMPANHA COM UMA MENSAGEM IMPORTANTE PARA OS PEDESTRES.

1. Resposta: As pessoas que andam a pé na rua são chamadas de pedestres, assim como as que andam de bicicleta são chamadas de ciclistas, e as pessoas que andam de carro são chamadas

ANTES DE LER

RESPONDA ÀS QUESTÕES A SEGUIR ORALMENTE.

de motoristas ou passageiros (caroneiros).

1. VOCÊ SABE O QUE SIGNIFICA A PALAVRA PEDESTRE? CONVERSE COM OS COLEGAS E O PROFESSOR.

2. DEPOIS DE DISCUTIR OS SENTIDOS DA PALAVRA PEDESTRE, RESPONDA: O QUE SIGNIFICA A EXPRESSÃO FAIXA DE PEDESTRES?

Resposta esperada: São as faixas pintadas de branco nas ruas para indicar o local mais apropriado e seguro para as pessoas que andam a pé atravessarem.

3. OBSERVE O TEXTO, PRESTANDO ATENÇÃO PRINCIPALMENTE NAS IMAGENS. PELAS PISTAS VISUAIS, VOCÊ ACHA QUE A MENSAGEM DELE ESTÁ RELACIONADA COM A FAIXA DE PEDESTRES? O QUE VOCÊ CONSIDEROU PARA CHEGAR A ESSA CONCLUSÃO? COMENTE.

COM SEGURANÇA, DA PREFEITURA DE VÁRZEA PAULISTA, SÃO PAULO.

3. Resposta esperada: A mensagem transmitida

pelo texto de campanha de conscientização está intimamente ligada à ideia de “faixa de pedestres”, reconhecendo as duas referências que aparecem nele: uma maior, que se funde ao texto de campanha, e outra menor, dentro do ícone de localização.

e que sua função é promover um trânsito mais seguro, protegendo, principalmente, pedestres que transitam nas vias. Ao final da conversa, retome o sentido da palavra pedestre e conduza-os a formular com as próprias palavras o significado da expressão faixa de pedestres, registrando as ideias coletivas na lousa, se considerar pertinente. 3. Incentive os estudantes a conversarem livremente, levantando pressuposições antecipadoras de sentido com base no que observaram no texto e em seus conhecimentos prévios sobre o gênero (EF15LP02, EF15LP18). Se julgar pertinente, expo-

nha que o trabalho com textos desse tipo favorece a compreensão de produções em que elementos verbais (palavras e frases) e visuais (cores, imagens e diagramação) se entrelaçam para construir sentidos. Esse pode ser um momento propício para começarem a perceber como recursos gráfico-visuais, como tamanho de letra, contraste de cores e uso de imagens, destacam partes do texto e reforçam a persuasão, característica importante do gênero (EF15LP04, EF12LP09).

08/10/2025 10:52:52

CARTAZ SOBRE VOLTA ÀS AULAS

PAPO DE LEITOR

1. ANTES DA LEITURA, VOCÊ ANALISOU O TEXTO, BUSCANDO ALGUMA LIGAÇÃO DELE COM A IDEIA DE FAIXA DE PEDESTRES. O QUE VOCÊ PENSOU FOI CONFIRMADO? CONVERSE COM OS COLEGAS E O PROFESSOR.

Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor

2. NO TEXTO DE CAMPANHA LIDO, ENCONTRAMOS:

APENAS PALAVRAS.

APENAS IMAGENS.

Resposta: PALAVRAS E IMAGENS.

PALAVRAS E IMAGENS.

NÚMEROS E PALAVRAS.

3. REPARE NESTA FIGURA QUE APARECE NO TEXTO.

A ) QUAIS ELEMENTOS HÁ NELA? MARQUE UM X PARA MOSTRAR.

UMA FAIXA DE PEDESTRES.

UM CARRO. UM AVIÃO.

Respostas: UMA FAIXA DE PEDESTRES; UM CARRO; UMA PESSOA.

UM BANCO DE PRAÇA.

UMA PESSOA.

UMA ÁRVORE.

B ) AGORA, PRESTE ATENÇÃO NA FIGURA VERDE QUE

REPRESENTA O PEDESTRE. O QUE ELE PARECE ESTAR FAZENDO?

Resposta: SINALIZANDO PARA ATRAVESSAR.

SINALIZANDO PARA ATRAVESSAR.

ACENANDO PARA CHAMAR UMA PESSOA QUE ESTÁ DO OUTRO LADO DA RUA.

3. Durante a realização da atividade, direcione a atenção dos estudantes para os elementos retratados na figura recortada do texto, incentivando a observação detalhada da imagem. Essa etapa favorece a identificação e interpretação de recursos gráfico-visuais (como uso de cores, formas e símbolos) e a compreensão da função que esses recursos desempenham na comunicação da mensagem em textos multissemióticos. Enfatize que, em textos assim, a diagramação, o uso de cores e a combinação de palavras e imagens são planejados para chamar a atenção e facilitar a compreensão,

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principalmente quando se pretende alcançar um grande público. Incentive-os a reconhecer como a cor verde, o gesto do pedestre e o enquadramento visual contribuem para o sentido de “sinalizar para atravessar”, além de identificar os elementos explícitos presentes (faixa de pedestres, carro, pessoa). Atividades como esta permitem explorar a identificação do efeito de sentido produzido por recursos expressivos gráfico-visuais em textos multissemióticos e a análise da formatação e diagramação próprias de textos de campanhas de conscientização (EF15LP04, EF12LP16).

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF12LP09 , EF12LP16 , EF12LP17 , EF15LP01 , EF15LP02 , EF15LP03 , EF15LP04, EF15LP18), os estudantes mobilizarão habilidades de oralidade ( EF15LP09 , EF15LP10 , EF15LP11, EF15LP13).

Respostas e orientações didáticas

1. Retome com a turma a última questão do Antes de ler, pedindo que comparem as hipóteses levantadas com o que descobriram agora, confirmando-as ou não. Encoraje os estudantes a explicarem suas respostas, apontando quais elementos do texto, verbais e visuais, contribuíram para confirmar ou rever suas expectativas. Isso os ajuda a perceberem como seus conhecimentos prévios sobre o gênero, o suporte, o tema e os recursos gráficos influenciam na formulação e na revisão de hipóteses de leitura (EF15LP02, EF15LP18).

2. Esta atividade explora a habilidade de localizar informações explícitas no texto ao solicitar que os estudantes identifiquem quais elementos aparecem na campanha: palavras, imagens ou números. Também favorece a leitura e a compreensão, com o seu apoio e a interação com os colegas, de um texto do Campo da vida pública considerando o gênero, o tema e a situação comunicativa (EF15LP03, EF12LP09).

4. Peça aos estudantes que observem os quadrinhos e identifiquem os que se relacionam a mensagens escritas. Destaque que esse enunciado envolve um mecanismo de atuação um pouco diferente. Leia coletivamente as frases discutindo seu sentido e intenção e a relação com o tema e a situação comunicativa. Explique que, nesse gênero, os recursos gráfico-visuais (cor, tamanho e posição das palavras) e a diagramação ajudam a reforçar a mensagem e a integrar texto e imagem (EF15LP04, EF12LP16 , EF15LP01 , EF12LP09, EF12LP17).

AGORA QUE JÁ LEMOS

1. Incentive os estudantes a compartilharem experiências sobre o uso da faixa de pedestres, organizando as ideias antes de falar e escutando atentamente os colegas. Relacione a situação real e a temática do texto, destacando a função social da faixa de pedestres e a importância de seu uso.

2. Proponha a leitura de imagem como prática de compreensão multissemiótica, observando elementos visuais (faixa de pedestres, posição das crianças, presença de monitores) ligados ao tema da segurança no trânsito. Motive-os a justificar suas respostas com base em indícios visuais, desenvolvendo a argumentação oral. Relacione a observação à função social de materiais que promovem atitudes seguras, reforçando o vínculo entre leitura crítica e cidadania (EF15LP01, EF15LP04). Espera-se que eles reconheçam que o uso da faixa de pedestres garante mais segurança aos pedestres, sendo um código cultural adotado em muitos países, sinalizando aos motoristas a necessidade de reduzir a velocidade e proteger quem atravessa.

4. Resposta: Os estudantes devem pintar os quadrinhos referentes a: “Sinalize ao atravessar”; “Volta às aulas com segurança”; “Prefeitura de Várzea Paulista / o trabalho não para!”.

4. PINTE DE AZUL OS QUADRINHOS QUE DESTACAM MENSAGENS COM PALAVRAS NO TEXTO DE CAMPANHA.

AGORA QUE JÁ LEMOS

INFOGRÁFICO CLICÁVEL: DICAS DE SEGURANÇA NO TRÂNSITO

RESPONDA ÀS QUESTÕES A SEGUIR ORALMENTE.

1. NA FRENTE DA SUA ESCOLA, HÁ UMA FAIXA DE PEDESTRES?

VOCÊ COSTUMA UTILIZAR ESSA FAIXA PARA ATRAVESSAR A RUA? CONTE PARA OS COLEGAS E O PROFESSOR.

Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor.

2. CONVERSE COM OS COLEGAS SOBRE A IMAGEM A SEGUIR.

Resposta esperada: Sim, as crianças estão em segurança, pois estão atravessando a rua na faixa de pedestres e estão acompanhadas de adultos.

CRIANÇAS

ATRAVESSANDO A RUA COM MONITORES NA CIDADE DE SÃO PAULO, 2016.

VOCÊS ACHAM QUE AS CRIANÇAS DA IMAGEM ESTÃO ATRAVESSANDO A RUA EM SEGURANÇA? POR QUÊ?

ATIVIDADE EXTRA

Se for possível, proponha atividades que ampliem a exploração do texto lido.

1. Identificação do anunciante: Oriente os estudantes a observarem a parte inferior direita do texto para localizar as informações sobre o anunciante, reconhecendo que se trata da Prefeitura de Várzea Paulista. Aproveite para explicar que, em textos assim, essas informações costumam aparecer acompanhadas de logomarcas (identidades visuais), servindo para indicar a autoria e conferir credibilidade à mensagem (EF15LP01, EF12LP09).

2. Relação entre o slogan e o uso da faixa de pedestres: Retome com a turma a frase “Volta às aulas com segurança” e conduza uma reflexão sobre como ela se relaciona com a presença da faixa de pedestres. Leve-os a inferir que a segurança mencionada no slogan se refere também à travessia segura na entrada da escola, principalmente em áreas urbanas, onde é comum haver faixas de pedestres próximas aos portões (EF15LP04, EF12LP09).

É LÍNGUA, É LINGUAGEM

IMAGENS E PALAVRAS NA COMUNICAÇÃO

1. LEIA NOVAMENTE O TEXTO DE CAMPANHA REPRODUZIDO NA ATIVIDADE 4 DA PÁGINA ANTERIOR. PRESTE ATENÇÃO NAS PALAVRAS QUE APARECEM NELE.

A ) QUAL É A MENSAGEM PRINCIPAL DESSE TEXTO? MARQUE UM X

Resposta: VOLTA ÀS AULAS COM SEGURANÇA.

VOLTA ÀS AULAS COM SEGURANÇA.

SINALIZE AO ATRAVESSAR.

O TRABALHO NÃO PARA.

B ) QUAIS DESTES RECURSOS AJUDAM A DESTACAR A MENSAGEM PRINCIPAL NESSE TEXTO? MARQUE UM X NAS RESPOSTAS CERTAS.

LETRAS GRANDES.

Resposta: LETRAS GRANDES; MENSAGEM NO MEIO DA PÁGINA.

LETRAS BEM COLORIDAS.

MENSAGEM NO MEIO DA PÁGINA.

C ) MARQUE UM X EM OUTRA PARTE DO TEXTO QUE NÃO É A MENSAGEM PRINCIPAL, MAS TAMBÉM FALA DE SEGURANÇA.

Resposta: SINALIZE AO ATRAVESSAR.

VOLTA ÀS AULAS COM SEGURANÇA.

SINALIZE AO ATRAVESSAR.

O TRABALHO NÃO PARA.

2. A PARTE DO TEXTO MARCADA NO ITEM C AJUDA A ENTENDER A MENSAGEM DELE? COMO? CONVERSE COM A TURMA.

Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor. 85

elementos reforçam a visibilidade e o impacto da mensagem. No item c, incentive a leitura atenta de todo o texto para localizar outras frases relacionadas ao tema da segurança. Aproveite para reforçar que, em textos multissemióticos, diferentes partes podem transmitir informações complementares ao mesmo tema (EF12LP09, EF12LP15, EF12LP16, EF15LP03, EF15LP04).

2. Espera-se que os estudantes percebam que todos os elementos do texto contribuem para reforçar

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF12LP09 , EF12LP12 , EF12LP15 , EF12LP16 , EF15LP01 , EF15LP03 , EF15LP04), os estudantes mobilizarão habilidades de oralidade (EF15LP09, EF15LP10 , EF15LP11 , EF15LP13).

Respostas e orientações didáticas

1. No item a, oriente os estudantes a identificarem a mensagem central do anúncio, levando em conta o propósito comunicativo e o público a que se destina. Permita que explicitem suas hipóteses, inclusive sobre os recursos utilizados para que ela esteja em destaque. Garanta que alguns aspectos apareçam, como a localização central da frase. Destaque que, em textos de campanha, a mensagem principal costuma ser curta, direta e fácil de memorizar. Se achar oportuno, introduza o termo slogan para nomear mensagens desse tipo, explicando que mais adiante vão trabalhar esse conceito de forma mais explícita e sistematizada. Essa é uma oportunidade para que comecem a construir, gradualmente, a noção de slogan, que será aprofundada ao longo da coleção. No item b, conduza a observação dos recursos gráfico-visuais, como tamanho das letras, posição no layout e destaque de cores, incentivando a percepção de como esses

08/10/2025 10:52:53

a mensagem principal. Conduza-os a relacionar, nesse momento, a frase complementar ao tema central, compreendendo como diferentes trechos reforçam a mesma ideia e ampliam o sentido da campanha (EF15LP04, EF12LP09). Na realização da atividade, caso julgue necessário, converse com a turma sobre o significado de cada um dos elementos citados, perguntando o que eles sabem sobre os termos que vão observar para pintar.

3. No item a, oriente os estudantes a relerem o texto de campanha com atenção, a fim de identificar diferentes elementos — palavras, ilustrações, símbolos, sons e cores —, compreendendo como cada um contribui para a construção da mensagem em textos multissemióticos. No item b, espera-se que eles concluam que os elementos destacados ajudam a entender melhor a mensagem do texto. Promova uma conversa para que percebam que todos esses recursos visuais e verbais se articulam para reforçar a ideia central. No item c, motive-os a imaginar como seria um texto de campanha de volta às aulas com segurança produzido para a cidade onde moram. Incentive-os a adaptar suas produções ao contexto da localidade onde moram, considerando especificidades, como tipos de transporte mais comuns, características das ruas e o fluxo de movimento nelas. Para os que já estiverem mais avançados nos níveis de conceitualização de escrita, encoraje a expressão por meio de desenhos, símbolos e palavras (podendo, inclusive, propor uma mensagem principal por escrito: o slogan). Valorize a criatividade e a adequação ao contexto local. Motive-os a usar todo o conhecimento que mobilizaram envolvendo o gênero estudado para escreverem os próprios textos, explorando também a formatação e a diagramação específicas observadas. Relacione a produção com a função social do gênero textual em foco e seu papel na comunidade. Disponibilize um tempo para o compartilhamento das produções ( EF15LP03 , EF15LP04 , EF12LP09 , EF12LP12 , EF12LP15, EF12LP16).

3. RELEIA O TEXTO DE CAMPANHA, PERCEBENDO TODOS OS DETALHES.

A ) PINTE, COM SUA COR FAVORITA, OS QUADRINHOS QUE INDICAM ELEMENTOS QUE VOCÊ ENCONTROU NO TEXTO.

Resposta: PALAVRAS, ILUSTRAÇÕES, SÍMBOLOS, CORES.

NÚMEROS PALAVRAS ILUSTRAÇÕES

SÍMBOLOS SONS CORES

B ) OS ELEMENTOS QUE VOCÊ PINTOU AJUDAM A ENTENDER MELHOR A MENSAGEM DO TEXTO? POR QUÊ? CONVERSE COM OS COLEGAS E O PROFESSOR.

Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor

C ) COMO PODERIA SER O TEXTO DE CAMPANHA DE VOLTA ÀS AULAS COM SEGURANÇA NO SEU MUNICÍPIO? FAÇA, NO ESPAÇO A SEGUIR, UM DESENHO QUE REPRESENTE SUA IDEIA.

Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor

Finalize as atividades promovendo uma troca de ideias entre os estudantes sobre o seguinte tópico: “Como textos de campanha de conscientização, como este que vimos, podem contribuir para melhorar a convivência e a segurança na cidade ou no bairro em que vivemos?”. Esse momento permite avaliar se os estudantes reconhecem a função social desse gênero e compreendem a relação entre texto, finalidade e contexto. Observe se conseguem identificar elementos

característicos, como recursos gráfico-visuais e a diagramação, e explicar como eles reforçam a mensagem. Caso alguns demonstrem dificuldade para identificar esses elementos e compreender suas funções, amplie as possibilidades de análise mostrando outros exemplos do mesmo gênero. Explore-os coletivamente ou em pequenos grupos, incentivando a observação e a discussão sobre características e efeitos na construção do sentido (EF12LP16, EF15LP01, EF15LP04).

1. A) Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes compartilhem com os colegas suas próprias experiências.

JANELAS PARA A ESCRITA

LENDO

PLACAS DE TRÂNSITO

1. VOCÊ CONVERSOU SOBRE COMO A FAIXA DE PEDESTRES AJUDA A ORGANIZAR O TRÂNSITO E A DAR SEGURANÇA PARA QUEM ESTÁ A PÉ. AGORA, VAMOS CONHECER SINAIS QUE TAMBÉM CONTRIBUEM PARA ISSO. CONFIRA AS PLACAS DE TRÂNSITO A SEGUIR.

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF01LP02 , EF01LP07 , EF01LP13 , EF12LP01 , EF15LP03, EF15LP04), os estudantes mobilizarão habilidades de oralidade ( EF15LP09 , EF15LP10 , EF15LP11, EF15LP13).

Respostas

e orientações didáticas

A) ESSAS PLACAS COSTUMAM APARECER NAS RUAS DAS CIDADES. VOCÊ ACHA QUE ELAS SERVEM PARA QUÊ? JÁ CONHECIA ALGUMA DELAS? CONTE O QUE SABE PARA OS COLEGAS E O PROFESSOR.

B) CONTORNE DE AZUL AS PLACAS DE TRÂNSITO QUE UTILIZAM SOMENTE IMAGENS PARA COMUNICAR MENSAGENS.

Resposta: Placas A e C.

C) CONTORNE DE VERMELHO A PLACA QUE UTILIZA UMA LETRA PARA COMUNICAR A MENSAGEM.

Resposta: Placa D

D) O QUE A PLACA QUE VOCÊ CONTORNOU DE VERMELHO COMUNICA? MARQUE UM X NA RESPOSTA CERTA.

PROIBIDO PARAR.

ESTACIONAMENTO REGULAMENTADO.

E) COMO VOCÊ FEZ PARA DESCOBRIR A RESPOSTA DO ITEM D? COMENTE COM OS COLEGAS E O PROFESSOR.

Resposta: ESTACIONAMENTO REGULAMENTADO. Resposta pessoal.

08/10/2025 10:54:51

1. O item a possibilita aos estudantes trocarem ideias sobre as placas de trânsito, indicando seus conhecimentos prévios, suas vivências e suas impressões com base nas investigações que fazem no cotidiano. Procure mediar a conversa de modo que percebam a relação das placas com a segurança no trânsito, tema que vem sendo abordado na unidade. No item b, a proposta é que os estudantes sigam refletindo sobre o uso de recursos gráfico-visuais na comunicação (EF15LP04), dando continuidade ao trabalho realizado na seção É língua, é linguagem. Após os estudantes identificarem as placas, convide-os a reparar nos diferentes sinais destacados, tentando associar as imagens às mensagens que estão sendo comunicadas. No item c, espera-se que os estudantes ressaltem que consideraram a letra E, inicial da palavra estacionar, para selecionar a resposta correta (EF01LP07). No item d, se julgar oportuno, registre as duas alternativas na lousa e chame a atenção dos estudantes para a letra em destaque na placa de trânsito. No item e, verifique se eles mencionam a letra inicial como critério para a escolha. Se necessário, faça perguntas que apoiem o olhar da turma para essa relação, como: “Por que será que a placa tem a letra E?”; “Qual destas que escrevi na lousa equivale a estacionamento regulamentado? Por quê?” (EF01LP13).

2. No item b, conduza a atenção para os elementos visuais que comunicam a ideia de proibição. Espera-se que os estudantes mencionem a faixa vermelha diagonal que atravessa o símbolo como um recurso gráfico utilizado para indicar proibição em placas de trânsito e outros contextos. Explique que esse é um código visual padrão usado na sinalização viária no Brasil e em outros países, o que facilita a compreensão por diferentes públicos, independentemente do idioma. Relacione a observação ao propósito das placas de trânsito, destacando que as cores e os símbolos têm funções específicas para comunicar mensagens rápidas e diretas. Se necessário, apresente outras placas que utilizem esse mesmo recurso, o que permite que comparem e reforcem a percepção desse elemento como indicador de proibição (EF15LP03, EF15LP04).

3. A proposta é que, para cada placa, os estudantes possam identificar a mensagem em texto escrito correspondente, procurando indícios que possam apoiar a leitura das palavras que compõem tais mensagens (EF12LP01).

Para isso, é importante que saibam previamente o que estão procurando, com base na leitura das imagens. Se julgar oportuno, proponha uma troca coletiva sobre cada placa antes de solicitar que localizem a mensagem. Para investigar as duas placas, uma possibilidade é escrever as mensagens na lousa e propor a leitura coletiva com base na imagem: “Que mensagem buscamos aqui?”; “Será, então, que buscamos a palavra animais ou o nome de algum bicho?”; “Como podemos fazer para saber o que está escrito?” (EF12LP01). Alguns estudantes que não leem convencionalmente

2. ALGUMAS PLACAS DE TRÂNSITO INDICAM AÇÕES PROIBIDAS. CONTORNE, A SEGUIR, A PLACA QUE INDICA UMA PROIBIÇÃO.

Resposta: Placa A.

A) O QUE A PLACA QUE VOCÊ CONTORNOU COMUNICA? MARQUE

UM X

Resposta: PROIBIDO TRÂNSITO DE BICICLETAS.

PROIBIDO TRÂNSITO DE BICICLETAS.

PROIBIDO TRÂNSITO DE PEDESTRES.

B) O QUE FEZ VOCÊ PERCEBER QUE ESSA PLACA INDICA UMA PROIBIÇÃO? CONVERSE COM OS COLEGAS E O PROFESSOR.

Resposta esperada: A faixa vermelha que atravessa a placa como indicação de proibição.

3. LIGUE CADA PLACA À MENSAGEM QUE ELA COMUNICA.

A. B.

PRATICAR EM CASA

Resposta: A – CUIDADO: ANIMAIS; B – FAIXA DE SEGURANÇA DE PEDESTRES.

FAIXA DE SEGURANÇA DE PEDESTRES.

CUIDADO: ANIMAIS.

Comentários nas orientações ao professor

CHEGOU A HORA DE OBSERVAR AS PLACAS DE TRÂNSITO

NAS RUAS! CONVIDE UM FAMILIAR PARA FAZER ESSA PESQUISA COM VOCÊ.

1. EM ALGUM TRAJETO, FIQUE ATENTO ÀS PLACAS QUE ESTÃO

NAS RUAS. TENTE IDENTIFICAR QUAL MENSAGEM CADA UMA COMUNICA.

2. REGISTRE SUAS DESCOBERTAS POR ESCRITO OU COM DESENHOS.

3. COMPARTILHE SEU REGISTRO COM OS COLEGAS E O PROFESSOR.

podem retomar partes de palavras conhecidas ou nomes da turma para a leitura, como: “Aqui tem o Fa de Fabiana!”. Por meio dessa fala, por exemplo, é possível intervir chamando a atenção para a faixa de pedestres, que foi estudada na seção Papo de leitor: “Sim, vocês acertaram! Este é o Fa e está escrito faixa. Será que uma das placas tem a ver com faixa?”.

PRATICAR EM CASA

Proponha uma roda de conversa para que os estudantes compartilhem seus registros e relatem o que encontraram pelas ruas. Chame a atenção para as placas citadas e as mensagens que elas comunicam. Ao final, faça um mural com os diferentes registros para expor na sala de aula ou em algum local da escola (EF01LP02, EF12LP01).

ABRACADABRA

VIROU ARTE DE RUA!

APRECIE A PINTURA QUE VIROU FAIXA DE PEDESTRES.

INTERVENÇÃO ARTÍSTICA DA CAMPANHA MAIO AMARELO, DE IORI GRAFFITI, EM NITERÓI, RIO DE JANEIRO, 2022.

FALANDO DE ARTE! AS IMAGENS “DIZEM” MUITA COISA, NÃO É MESMO? CONVERSE COM OS COLEGAS: O QUE ESSA PINTURA “DISSE” PARA VOCÊ?

QUEM PRODUZIU?

Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor

O GRAFITEIRO E ARTISTA PLÁSTICO IORI

GRAFFITI É DE NITERÓI, RIO DE JANEIRO, ONDE ELE SE ENVOLVE EM PROJETOS SOCIAIS E VOLUNTÁRIOS COM CRIANÇAS DE COMUNIDADES DA PERIFERIA.

IORI GRAFFITI.

PAPO DIGITAL

PESQUISANDO MAIS ARTE DE RUA!

SIGA AS ORIENTAÇÕES DO PROFESSOR PARA FAZER UMA

PESQUISA NA INTERNET E DESCOBRIR OUTRAS IMAGENS DE ARTE DE RUA. DEPOIS, COMPARTILHE AS DESCOBERTAS COM A TURMA!

• Pergunte por que acham que o artista teria escolhido lápis para compor a faixa e relacione essa escolha à ideia de educação, cuidado e exemplo, especialmente no contexto da segurança no trânsito. Incentive-os a pensar de que forma a arte pode chamar a atenção e comunicar mensagens importantes. Depois, pergunte o que a imagem comunica para cada um e peça-lhes que justifiquem suas interpretações com base nos elementos que aparecem na imagem. Ressalte que não há uma única leitura correta e que diferentes percepções enriquecem o entendimento coletivo (EF15LP01, EF15LP04, EF15LP18).

PAPO DIGITAL

08/10/2025 10:54:53

Pesquise com a turma outras obras de arte de rua, garantindo recursos e acesso orientado à internet. Registre as descobertas em pequenos grupos por meio de anotações, desenhos ou impressões, para posterior compartilhamento com os colegas. Oriente-os sobre a importância da curadoria da informação e dos cuidados para não acessar conteúdos impróprios ou fazer contatos indevidos por meio digital. Sugira termos de busca como arte urbana ou arte de rua (EF12LP02).

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF12LP01 , EF12LP02 , EF15LP03 , EF15LP01 , EF15LP02 , EF15LP04 , EF15LP18), os estudantes mobilizarão habilidades de oralidade (EF15LP09, EF15LP10 , EF15LP11 , EF15LP13).

Orientações didáticas

• Incentive os estudantes a fazerem uma observação geral da imagem, identificando elementos centrais e de fundo, descrevendo o que veem e formulando hipóteses sobre o que a obra pode comunicar, bem como considerando cores, formas e a interação entre os elementos (EF15LP02, EF15LP04, EF15LP18).

• Convide-os a observar a imagem para reconhecer que se trata de uma intervenção artística em uma faixa de pedestres. Verifique se percebem o formato inusitado (lápis de cor gigantes) e se identificam a mensagem escrita (“Ensine pelo exemplo”), localizada acima da faixa (EF12LP01, EF15LP03, EF15LP04).

• Leia com eles o boxe sobre o autor da obra e proponha um diálogo a respeito de outras manifestações de arte de rua, como grafites em muros, pinturas em fachadas e intervenções em espaços públicos. Se julgar oportuno, retome a obra explorada na abertura desta unidade (EF15LP01, EF15LP04).

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF01LP04 , EF12LP10 , EF15LP01, EF15LP02), os estudantes serão levados a desenvolver habilidades de oralidade (EF15LP09, EF15LP10 , EF15LP11 , EF15LP13).

Respostas e orientações didáticas

• Promova um momento de intercâmbio oral sobre o texto que será lido, propondo um diálogo com base nas questões apresentadas no Antes de ler. Em seguida, incentive-os a observar o texto, sem fazer a leitura efetiva dele, e a levantar hipóteses com base em pistas visuais, saliências textuais e seus conhecimentos prévios sobre dicas de trânsito para pedestres (EF15LP02).

ANTES DE LER

1. Espera-se que os estudantes compartilhem com a turma dicas que garantam a segurança do pedestre, aquelas apreendidas no cotidiano, em suas experiências com os familiares, como olhar para os dois lados, esperar o sinal ficar verde para o pedestre e andar na calçada.

2. Espera-se que os estudantes reconheçam a importância das regras para proteger quem anda a pé, ajudando a evitar acidentes e a organizar a convivência entre pedestres e veículos. As respostas podem vir acompanhadas de exemplos ou observações do dia a dia.

PÉ NA FAIXA!

RODA DE LEITURA: DICAS DE SEGURANÇA

PARA PEDESTRES

ACOMPANHE A LEITURA DE ALGUMAS DICAS DE SEGURANÇA PARA PEDESTRES.

ANTES DE LER

Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor

RESPONDA ÀS QUESTÕES A SEGUIR ORALMENTE.

1. QUE DICA VOCÊ DARIA PARA ALGUÉM QUE VAI ATRAVESSAR A PÉ UMA RUA CHEIA DE CARROS? CONTE AOS COLEGAS E AO PROFESSOR.

2. VOCÊ SABIA QUE EXISTEM REGRAS PARA QUEM ANDA A PÉ NAS RUAS DAS CIDADES? PARA QUE VOCÊ ACHA QUE ESSAS REGRAS SERVEM?

DICAS PARA SER UM BOM PEDESTRE

1. CRIANÇAS MENORES DE 10 ANOS DEVEM ATRAVESSAR A RUA ACOMPANHADAS DE UM ADULTO.

2. NA FAIXA DE TRAVESSIA DE PEDESTRES, OLHE PARA OS DOIS LADOS E EM SEGUIDA ATRAVESSE A RUA EM LINHA RETA.

3. PROCURE O LUGAR MAIS SEGURO PARA ATRAVESSAR A RUA, [...] LONGE DOS CRUZAMENTOS OU EM UMA PASSARELA.

4. AO ATRAVESSAR A RUA, PROCURE OLHAR PARA O MOTORISTA PARA TER A CERTEZA DE QUE ELE TAMBÉM ESTÁ VENDO VOCÊ. [...]

DICAS PARA SER UM BOM PEDESTRE. CRIANÇA SEGURA. DISPONÍVEL EM: https://criancasegura.org.br/publicacoes/folder-dicas-para-ser-um-bom-pedestre/. ACESSO EM: 14 MAIO 2025.

Orientações didáticas

• Faça a leitura em voz alta do texto verbal, formulando perguntas que permitam confirmar ou ajustar as hipóteses levantadas antes da leitura (EF15LP02).

• Trabalhe o vocabulário do texto com a turma, conversando sobre o significado de palavras desconhecidas e incentivando-os a descobrir seus sentidos com base no contexto, a fim de favorecer a ampliação do vocabulário e da cultura infantil.

• Pergunte aos estudantes o que perceberam na forma de organização das dicas, mediando a observação da diagramação e da formatação em blocos de texto introduzidos por números, característica do gênero em foco (EF12LP10, EF15LP01). Aproveite o momento para verificar se distinguem números de letras (EF01LP04).

1. A DICA QUE VOCÊ PENSOU ANTES DA LEITURA APARECEU NO TEXTO? CONVERSE COM A TURMA.

Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor

2. PODEMOS DIZER QUE O TEXTO LIDO É FORMADO:

POR PALAVRAS E IMAGENS.

POR NÚMEROS E PALAVRAS.

Resposta: POR NÚMEROS E PALAVRAS.

3. QUANTAS DICAS O TRECHO LIDO APRESENTA? MARQUE UM X DUAS. TRÊS. QUATRO.

Resposta: QUATRO.

4. DE ACORDO COM O TEXTO, AVALIE AS AFIRMAÇÕES A SEGUIR. DEPOIS, ESCREVA NOS QUADRINHOS V PARA INDICAR AS VERDADEIRAS E F PARA AS FALSAS

Resposta: F; V; V.

DEVEMOS ATRAVESSAR EM LINHA RETA, MESMO FORA DA FAIXA.

É IMPORTANTE OLHAR PARA OS DOIS LADOS ANTES DE ATRAVESSAR A RUA.

A PASSARELA É UM LUGAR SEGURO PARA ATRAVESSAR.

5. QUAL É O OBJETIVO DESSE TEXTO? MARQUE UM X

CONTAR UMA HISTÓRIA SOBRE UMA TRAVESSIA PERIGOSA.

AJUDAR A ORGANIZAR A CIDADE E A DEIXAR MAIS SEGURA A VIDA DE QUEM ANDA A PÉ.

Resposta: AJUDAR A ORGANIZAR A CIDADE E A DEIXAR MAIS SEGURA A VIDA DE QUEM ANDA A PÉ.

ENSINAR COMO DIRIGIR UM CARRO COM MAIS CUIDADO.

AGORA QUE JÁ LEMOS

AO ANDAR A PÉ PELAS RUAS, VOCÊ JÁ SEGUIA TODAS ESSAS RECOMENDAÇÕES? QUAL DELAS FOI A MAIS ÚTIL PARA VOCÊ? POR QUÊ?

Respostas pessoais. Espera-se que os estudantes compartilhem suas experiências.

4. A atividade visa verificar se os estudantes compreenderam as recomendações principais do texto e conseguem relacionar informação e comportamento seguro.

5. Ao realizar a atividade, incentive-os a identificar com que objetivo o texto foi produzido, relacionando-o à segurança de pedestres e à organização da cidade. Incentive a reflexão sobre locais de circulação desses textos, quem os produz e quem é o público-alvo. Ressalte que textos como o lido fazem parte do Campo da vida pública, pois organizam a vida em sociedade e ajudam a preservar o bem-estar coletivo (EF15LP01, EF12LP10).

AGORA QUE JÁ LEMOS

91

08/10/2025 10:54:53

Incentive os estudantes a refletirem sobre as próprias práticas ao andarem a pé pelas ruas, o que colabora para que relacionem o que foi lido às suas experiências pessoais. Promova um momento de escuta e troca, valorizando relatos sobre situações em que seguiram ou não as recomendações apresentadas e como isso impactou sua segurança. Encoraje-os a justificar a escolha da recomendação considerada mais útil, favorecendo a argumentação oral e a conscientização sobre atitudes responsáveis no trânsito.

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF12LP10 , EF15LP01 , EF15LP03, EF15LP02), os estudantes mobilizarão habilidades de oralidade, como expressão clara, escuta atenta, respeito aos turnos de fala e compreensão da finalidade das interações orais (EF15LP09, EF15LP10, EF15LP11, EF15LP13).

Respostas e orientações didáticas

1. Promova um momento de troca sobre as hipóteses levantadas antes e durante a leitura, incentivando principalmente a avaliação da pertinência da dica escolhida previamente e verificando se ela aparece no texto, mesmo que de forma implícita (EF15LP02).

2. Além do trabalho com a localização de informações explícitas no texto, esta atividade destaca a presença de números como elementos organizadores, conteúdo trabalhado na próxima seção (EF15LP03).

3. Esta atividade promove a localização de informações explícitas e a compreensão da função dos números como organizadores no texto. Chame a atenção da turma para as reticências entre colchetes ao final, explicando que indica a supressão de parte do conteúdo: no texto original, havia mais dicas, mas, para fins didáticos, o trecho selecionado é suficiente (EF15LP03).

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações (EF12LP10, EF15LP01), os estudantes mobilizarão habilidades de oralidade, como expressão clara, escuta atenta, respeito aos turnos de fala e compreensão da finalidade das interações orais (EF15LP09, EF15LP10, EF15LP11, EF15LP13).

SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL

Antes de iniciar, retome o texto da Roda de leitura e promova uma exploração colaborativa, incentivando os estudantes a observarem a forma como as informações estão organizadas e como se dá a presença dos números no texto, levando-os a levantar inferências sobre a função dos números nesse contexto (EF12LP10).

É LÍNGUA, É LINGUAGEM

NÚMEROS PARA ORGANIZAR INFORMAÇÕES

EM TEXTOS

1. VOLTE AO TEXTO DA PÁGINA 90 E PENSE NA RELAÇÃO ENTRE OS NÚMEROS E AS PALAVRAS. DEPOIS, RESPONDA ÀS QUESTÕES.

A) O QUE É POSSÍVEL AFIRMAR SOBRE OS NÚMEROS NESSE TEXTO? MARQUE UM X EM TODAS AS ALTERNATIVAS CORRETAS. AS DICAS ESTÃO NUMERADAS.

Resposta: AS DICAS ESTÃO NUMERADAS; CADA DICA COMEÇA COM UM NÚMERO.

CADA DICA COMEÇA COM UM NÚMERO.

CADA DICA TEM UM NÚMERO NO FINAL.

OS NÚMEROS APARECEM FORA DE ORDEM.

B) PARA QUE SERVEM OS NÚMEROS NESSE TEXTO? MARQUE UM X EM TODAS AS RESPOSTAS CERTAS.

MOSTRAR QUANTAS VEZES A DICA DEVE SER REPETIDA.

AJUDAR A ORGANIZAR O TEXTO E A SEPARAR UMA DICA DA OUTRA.

Resposta: AJUDAR A ORGANIZAR O TEXTO E A SEPARAR UMA DICA DA OUTRA; MARCAR ONDE COMEÇA CADA DICA.

MARCAR ONDE COMEÇA CADA DICA.

ENFEITAR O TEXTO.

C) O QUE PODEMOS CONCLUIR SOBRE A PRESENÇA DOS NÚMEROS NESSE TEXTO? MARQUE UM X NA RESPOSTA CERTA

ELES APENAS CHAMAM A ATENÇÃO PARA A PRIMEIRA DICA, QUE É A MAIS IMPORTANTE.

Resposta: ELES DEIXAM O TEXTO MAIS ORGANIZADO E FÁCIL DE LER.

ELES DEIXAM O TEXTO MAIS ORGANIZADO E FÁCIL DE LER.

ELES CONFUNDEM A LEITURA.

Respostas e orientações didáticas

1. No item a, se julgar pertinente, solicite aos estudantes que destaquem visualmente onde aparecem os números no texto Dicas para ser um bom pedestre. Oriente-os a observar a relação entre cada número e a dica que o acompanha. Reforce que essa organização facilita a compreensão e ajuda o leitor a localizar rapidamente cada orientação. No item b, converse sobre a função dos números no texto. Leve-os a perceber que, além de organizar, eles indicam onde começa cada dica, destacando-as

visualmente, garantindo clareza e evitando que as informações se misturem. Relacione com outros textos que usam numeração para organizar informações, como listas, regras e instruções. No item c, promova um breve debate sobre o papel dos números no texto. Incentive-os a notar que a numeração contribui para deixar a leitura mais clara e estruturada, ajudando o leitor a seguir as orientações de forma simples e ordenada (EF12LP10, EF15LP01).

08/10/2025 10:54:53

JANELAS

PARA A ESCRITA

CRIANDO OUTRAS PLACAS

1. É HORA DE INVENTAR UMA PLACA PARA DIVULGAR UMA MENSAGEM IMPORTANTE AOS COLEGAS.

PASSO 1: OBSERVE SUA SALA DE AULA. O QUE É POSSÍVEL MELHORAR NESSE ESPAÇO? PODE SER ALGO RELACIONADO À ORGANIZAÇÃO DOS MATERIAIS, À DISPOSIÇÃO DAS CARTEIRAS, AO BARULHO ETC.

PASSO 2: CRIE UMA MENSAGEM COM PALAVRAS QUE INFORME O QUE A SUA PLACA SINALIZA. ESCREVA ESSA MENSAGEM A SEGUIR.

Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor.

PASSO 3: AGORA, NO ESPAÇO A SEGUIR, DESENHE UMA IMAGEM QUE REPRESENTE A MENSAGEM QUE QUER TRANSMITIR.

Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor

PASSO 4: FAÇA OS AJUSTES NECESSÁRIOS E DESENHE SUA PLACA NO PRÓXIMO QUADRO. ABAIXO DO DESENHO, COMO LEGENDA, ESCREVA A MENSAGEM QUE EXPLICA O QUE A IMAGEM TRANSMITE.

Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor

• Esta é uma oportunidade para aprofundar o tema contemporâneo transversal Educação para o trânsito, relacionando a convivência e a segurança no trânsito, explorada ao longo da unidade, com as questões de convívio e do papel de cada um no dia a dia da turma.

• Se possível, ofereça outros materiais, como cartolina e canetinhas hidrográficas, para que seja feita a versão final da placa, já revisada. A etapa de revisão também pode gerar reflexões importantes (EF15LP06). Caso opte por ampliar a atividade, uma possibilidade é expor as placas em um mural para que possam ser consultadas

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e funcionem como recurso de observação da escrita convencional. Eles podem compará-las com suas produções futuras, corrigindo-as quando necessário (EF01LP03). A confecção e exposição desse tipo de material ajuda a transformar a sala de aula em um ambiente alfabetizador. As placas também podem ser retomadas para lembrar demandas da turma. Esse propósito comunicativo do que está sendo produzido contribui para o envolvimento dos estudantes e para que a situação didática faça sentido em um contexto real de leitura e escrita.

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF01LP03 , EF01LP21 , EF15LP05, EF15LP06), os estudantes mobilizarão habilidades de oralidade ( EF15LP09 , EF15LP10 , EF15LP11, EF15LP13).

Respostas e orientações didáticas

• Apresente algumas ideias que instiguem os estudantes a pensarem nas placas que serão criadas, considerando tanto os combinados do grupo como as possíveis mensagens para melhoria da convivência e organização da vida na comunidade escolar. Sobre a importância de ambientes mais silenciosos para estudo, por exemplo, pode ser criada a mensagem: “Atenção: silêncio!” ou “Proibido fazer barulho.” (EF15LP05).

• Se julgar oportuno, proponha que a atividade seja feita em duplas, organizando os estudantes intencionalmente de acordo com os níveis de conceitualização de escrita em que se encontram. Motive-os a se expressarem livremente utilizando imagens, letras ou palavras na criação das placas. É importante que a mensagem esteja voltada para o coletivo, considerando as necessidades de toda a turma, e não atitudes ou questões pontuais de estudantes, o que evita, assim, conflitos ou desconfortos (EF01LP21).

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF01LP02 , EF01LP09 , EF12LP01, EF12LP17), os estudantes mobilizarão habilidades de oralidade ( EF15LP09 , EF15LP10 , EF15LP11, EF15LP13).

Respostas e orientações didáticas

1. Inicie esta atividade de leitura com uma retomada das placas que os estudantes conheceram na seção Janelas para a escrita anterior. Verifique se a turma lembra de alguns dos significados das imagens, letras e palavras usadas nos sinais de trânsito e reforce a importância dessas placas para a segurança no dia a dia das cidades. A depender do nível de autonomia dos estudantes, possibilite que tentem realizar a atividade com independência, considerando o duplo desafio: identificar o que a placa comunica e localizar onde está escrita a mensagem correspondente (EF12LP01). Verifique se eles compreendem o enunciado e conseguem entender o mecanismo de atuação na atividade (EF12LP17). Caso avalie que o grupo precisa de mais ajuda, proponha uma discussão coletiva dos significados das placas e possibilite que o foco da pausa avaliativa esteja na leitura das palavras para localizar a mensagem. Há diversas partes parecidas nas opções nos quadrinhos, como a letra inicial, a extensão de algumas das palavras, o final delas e até as mesmas palavras de início, por isso, se considerar pertinente, amplie a exploração nesse sentido (EF01LP09).

SABERES EM FOCO

Resposta: A – PROIBIDO ESTACIONAR. B – SIGA EM FRENTE. C – PARADA OBRIGATÓRIA.

LENDO PLACAS DE TRÂNSITO E CRIANDO OUTRAS

1. PINTE O QUADRINHO COM A MENSAGEM CORRESPONDENTE A CADA UMA DAS PLACAS DE TRÂNSITO A SEGUIR.

PROIBIDO ATRAVESSAR.

PROIBIDO ESTACIONAR.

SIGA EM FRENTE.

SILÊNCIO!

PARADA OBRIGATÓRIA.

PROIBIDO PEDESTRES.

2. SE VOCÊ PUDESSE CRIAR UMA PLACA PARA MELHORAR A SEGURANÇA NO TRÂNSITO DO SEU MUNICÍPIO, QUE MENSAGEM

VOCÊ ESCOLHERIA PARA REPRESENTAR ESSA PLACA?

A) ESCREVA ESSA MENSAGEM A SEGUIR

Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor

Verifique como os estudantes lidam com os desafios de leitura e registre suas impressões, considerando algumas perguntas orientadoras, como:

• Em que o estudante se apoia para fazer a leitura?

• Ele considera outras partes para além da letra inicial? Quais?

• O estudante tenta decodificar e ler cada uma das palavras ou usa outros critérios para reconhecer o que está escrito e/ou o que está buscando?

Se possível, registre suas observações em uma planilha ou em um caderno e construa um registro de acompanhamento individual e coletivo

das trajetórias de leitura da turma. Tome como base esse registro para pensar no planejamento de novas atividades, com desafios ajustados às necessidades da turma.

08/10/2025 10:54:53

Respostas e orientações didáticas

2. Esta é uma oportunidade para verificar o quanto os estudantes se apropriaram do que comunicam as placas de trânsito e como isso é feito, além de mapear como registram suas ideias e o que estão pensando sobre o sistema de escrita ao serem incentivados a vivenciar momentos como esse, de escrita espontânea (EF01LP02).

B) COMO ELA SERIA? DESENHE, NO QUADRO A SEGUIR, A PLACA QUE VOCÊ IMAGINOU.

Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor

3. CHEGOU A HORA DE PENSAR NO QUE VOCÊ ESTUDOU. REVISE COM ATENÇÃO AS ATIVIDADES QUE FEZ NESTA SEÇÃO E REGISTRE SUAS IMPRESSÕES NAS FICHAS A SEGUIR, PINTANDO OS

QUADRINHOS DE ACORDO COM O QUE PERCEBEU SOBRE SUAS APRENDIZAGENS EM LEITURA E ESCRITA.

Respostas pessoais.

COMO EU ME SAÍ...

NAS ATIVIDADES DE LEITURA?

IDENTIFIQUEI FACILMENTE AS MENSAGENS CORRESPONDENTES ÀS PLACAS DE TRÂNSITO.

PRECISEI DE AJUDA PARA IDENTIFICAR ALGUMA DAS MENSAGENS.

COMO EU ME SAÍ...

NAS ATIVIDADES DE ESCRITA?

ESCREVI MINHA IDEIA DE MENSAGEM COM FACILIDADE.

PRECISEI DE AJUDA PARA ESCREVER ALGUMAS PALAVRAS OU PARTES DAS PALAVRAS DA MINHA MENSAGEM.

AVALIANDO

Se possível, acompanhe de perto o processo de pensar na mensagem e registrá-la, anotando pontos relevantes explicitados pelos estudantes, como:

• a coerência da ideia;

• a forma como escrevem o que estão pensando;

• quais letras usam;

• como leem o que registraram ao finalizar.

Verifique também de que modo cada estudante expressa suas ideias no desenho final ao representar a mensagem em uma placa de trânsito. Anote todos esses aspectos e aproveite para analisá-los com outros registros de escrita dos mesmos estudantes, pontuando avanços e desafios que permanecem.

08/10/2025 10:54:54

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF01LP01 , EF01LP03 , EF01LP12 , EF01LP20 , EF01LP21 , EF12LP10 , EF15LP05 , EF15LP06 , EF15LP07), os estudantes mobilizarão habilidades de oralidade (EF15LP09, EF15LP10 , EF15LP11 , EF15LP13).

SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL

Como esta será uma oportunidade para discutir com o grupo questões de convivência que podem estar em evidência na turma, separe previamente temas que julgue pertinentes de serem discutidos com os estudantes, com base na observação do cotidiano. Se possível, organize a turma em uma grande roda. Mostre o livro aos estudantes e solicite que acompanhem o que você está lendo, indicando conforme avança na leitura. Separe um material adequado (como cartolina ou papel kraft), no qual devem ser escritas as regras ditadas pela turma, bem como fita adesiva para afixá-lo na parede ou em um mural.

Orientações didáticas

• Oportunize que os estudantes compartilhem questões de convivência na turma. Conduza a conversa para que as trocas sejam respeitosas e abordem assuntos pertinentes ao coletivo. Explique que questões individuais poderão ser conversadas posteriormente com os envolvidos, evidenciando a importância de que não sejam citados nomes e situações muito específicos, mas atitudes mais gerais, que possam impactar na convivência harmoniosa de todos.

• Apresente cenas hipotéticas que ilustrem situações que sensibilizem o grupo, de

HORA DE PRODUZIR

REGRAS E COMBINADOS DA TURMA

CONHECEMOS ALGUNS SINAIS, REGRAS E DICAS DE TRÂNSITO E COMEÇAMOS A PENSAR SOBRE COMO MANTER BOAS RELAÇÕES

NA ESCOLA. VAMOS CONTINUAR ESSE TRABALHO?

O QUE VAI PRODUZIR

NO AMBIENTE ESCOLAR, TAMBÉM É PRECISO TER REGRAS PARA UMA BOA CONVIVÊNCIA. PENSANDO NISSO, QUE TAL

CONSTRUIR UMA LISTA DE REGRAS E COMBINADOS PARA UMA BOA CONVIVÊNCIA NA CLASSE?

PLANEJAR

1. JUNTE-SE AOS COLEGAS E AO PROFESSOR PARA UMA CONVERSA SOBRE COMO ESTÁ A CONVIVÊNCIA NA TURMA. VOCÊS PODEM CONSULTAR AS PLACAS CRIADAS NA SEÇÃO JANELAS PARA A ESCRITA

2. FALE SOBRE O QUE O INCOMODA E O QUE O DEIXA FELIZ. PARA ISSO, PENSE NAS SUAS ATITUDES, NAS DOS COLEGAS, DO PROFESSOR E DE OUTRAS PESSOAS COM QUEM CONVIVE NA ESCOLA.

3. FAÇAM UMA LISTA DE ATITUDES QUE PODERIAM MELHORAR A CONVIVÊNCIA DE VOCÊS. POR EXEMPLO: ESPERAR A VEZ PARA FALAR, TRATAR OS COLEGAS COM GENTILEZA E OUVIR COM ATENÇÃO.

4. O PROFESSOR VAI ANOTAR NA LOUSA AS IDEIAS DA TURMA. DEPOIS, VOCÊS VÃO VOTAR NAS SUGESTÕES QUE ACHAREM MAIS IMPORTANTES E ÚTEIS PARA TODOS.

5. POR FIM, REVISEM AS MENSAGENS ESCOLHIDAS E CRIEM IMAGENS PARA REPRESENTAR CADA UMA DELAS.

PRODUZIR

1. O PROFESSOR VAI ESCREVER EM UM CARTAZ AS REGRAS ESCOLHIDAS. DECIDAM SE VÃO USAR NÚMEROS, MARCADORES, TÓPICOS OU OUTROS SÍMBOLOS PARA ORGANIZAR MELHOR O TEXTO E IDENTIFICAR VISUALMENTE ONDE COMEÇA E TERMINA CADA REGRA.

modo que os estudantes consigam observar de forma distanciada e compartilhar suas opiniões.

• Com base na conversa, ajude a turma a transformar as necessidades apontadas em ações, como nos exemplos da etapa Planejar (EF15LP05).

• A votação das situações pode ser feita de forma simples, em que os estudantes levantam as mãos para as que acharem mais pertinentes ao grupo. É possível estipular um limite na quantidade de ações escolhidas de acordo com as demandas da turma e do tamanho da lista que se espera construir. À medida do possível, assegure que

cada estudante tenha pelo menos uma regra escolhida na lista do grupo.

08/10/2025 10:58:06

• Escreva as regras escolhidas pela turma de modo que todos possam acompanhar. Esse acompanhamento é muito importante para que os estudantes observem uma referência de escrita em ação, reconhecendo que os textos são escritos da esquerda para a direita e de cima para baixo na página (EF01LP01), além de poderem prestar atenção nas letras que aparecem, nos espaços em branco entre as palavras, entre outros aspectos (EF01LP12, EF01LP21).

2. EM SEGUIDA, ALGUNS DE VOCÊS VÃO DESENHAR AS IMAGENS QUE VÃO ACOMPANHAR AS REGRAS NO CARTAZ. ENQUANTO ISSO, O RESTANTE DA TURMA DEVE PARTICIPAR DAS DECISÕES

SOBRE O LUGAR E OS DETALHES DOS DESENHOS.

COMPARTILHAR

CONCLUÍDA A PRODUÇÃO, ESCOLHAM UM LOCAL PARA AFIXAR O CARTAZ, DE MODO QUE TODOS POSSAM APRECIAR E CONSULTAR AS REGRAS SEMPRE QUE NECESSÁRIO.

AVALIAR

AGORA QUE A LISTA ESTÁ PRONTA, CONVERSEM SOBRE A PRODUÇÃO.

Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor.

1. AS IMAGENS AJUDAM A ENTENDER AS REGRAS QUE VOCÊS CRIARAM? COMO?

2. AS PALAVRAS ESCOLHIDAS ESTÃO CLARAS E TRANSMITEM EXATAMENTE O QUE VOCÊS QUERIAM COMUNICAR?

3. VOCÊS USARAM NÚMEROS, MARCADORES OU OUTROS SINAIS GRÁFICOS PARA ORGANIZAR O CARTAZ? ESSES RECURSOS AJUDARAM A DEIXAR O TEXTO MAIS FÁCIL DE LER?

4. CASO ALGUÉM NOVO CHEGUE À SALA DE AULA, CONSEGUIRÁ ENTENDER AS REGRAS SÓ COM AS INFORMAÇÕES DO CARTAZ?

08/10/2025 10:58:07

• Proponha uma revisão coletiva do texto, possibilitando que os estudantes façam sugestões de melhoria e apoiem a edição para a versão que será afixada na parede da sala de aula (EF15LP06, EF15LP07).

• A escolha de um local para que a lista de regras seja afixada é uma etapa importante para que a turma perceba a função social e o uso do texto produzido, bem como para ajudar a transformar a sala em um ambiente alfabetizador. Ressalte que será um material importante de consulta para que lembrem os combinados feitos e para referência de escrita convencional que pode apoiar futuras escritas (EF01LP03).

• Solicite aos estudantes que conversem sobre a regra que escolheram e construam argumentos que justifiquem a sua relevância para que encerrem a proposta retomando o contexto de criação desses combinados.

• Ao final, promova uma leitura coletiva das regras. Além da retomada do contexto de produção e da importância das regras, avaliar a disposição dos elementos no texto também será importante, com foco na relevância da ordem numérica e da distribuição de uma regra embaixo da outra. Isso facilita a visualização e o entendimento dos itens e permite a apreensão de aspectos importantes envolvendo o gênero em foco, como sua forma de organização e diagramação, que estão relacionadas à sua finalidade (EF12LP10, EF01LP20).

BNCC

Desta seção ao Agora na pauta, os estudantes avançarão na apropriação do sistema alfabético ao reconhecerem a relação entre fala e escrita, compreenderem que as letras representam fonemas, diferenciarem e relacionarem letras em diversos formatos e treinarem o traçado das letras estudadas (EF01LP05, EF01LP07, EF01LP10, EF01LP11).

Orientações didáticas

• Mostre a letra I no livro nas formas bastão e cursiva, em maiúsculas e minúsculas. Peça que observem principalmente as minúsculas, em que o I possui o “pingo”. Se julgar pertinente, pergunte se conhecem a expressão “colocar os pingos nos is” e explique que ela significa esclarecer ou resolver algo que não ficou bem entendido.

• Proponha a realização do Letra na mão. Se for possível, ofereça momentos para que os estudantes brinquem de fazer a letra I em bastão com massinha de modelar. Oriente-os a fazer uma “cobrinha” e pronto: está feito o I. Peça, então, que façam o I minúsculo (em imprensa ou cursiva), sem esquecer de “colocar o pingo no i”. Aproveite também para mostrar como é representada a letra I no alfabeto em Libras.

• Escreva a letra I na lousa, permitindo que observem a ordem e a direção do traço contínuo da letra. Os estudantes devem usar o seu traçado como modelo, portanto, siga o padrão indicado. Observe a seta que aponta para essa direcionalidade, iniciando no ponto vermelho. Proponha, então, a brincadeira de traçar a letra no ar, seguindo essa direção. Depois, solicite que tracem o I nos quadros da atividade de treino motor da Hora do traçado, com vistas ao desenvolvimento da aprendizagem da letra manuscrita tanto em pontilhado quanto em mão livre.

TIRANDO DE LETRA... I!

É HORA DA LETRA I!

QUAIS PALAVRAS VOCÊ CONHECE QUE COMEÇAM COM ESSA LETRA?

Resposta pessoal.

PRESTE ATENÇÃO NOS DIFERENTES MODOS DE ESCREVER A LETRA I.

LETRA NA MÃO

1. COM MASSINHA DE MODELAR, BRINQUE DE FAZER O I EM BASTÃO. CONFIRA O EXEMPLO.

Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes consigam formar a letra I com massa de modelar.

2. O PROFESSOR VAI MOSTRAR ESSA LETRA NO ALFABETO EM LIBRAS. OBSERVE O SINAL E, DEPOIS, TENTE FAZER O I.

Resposta pessoal. Se necessário, auxilie os estudantes a fazerem a letra I no alfabeto em Libras.

HORA DO TRAÇADO

IESCREVER O I, TANTO EM BASTÃO COMO EM LETRA DE IMPRENSA MINÚSCULA, É FÁCIL, NÃO É MESMO? ENTÃO, VAMOS LÁ: EXPERIMENTE TRAÇAR ESSA LETRA COMO QUISER NO ESPAÇO A SEGUIR.

Resposta pessoal. Se necessário, auxilie os estudantes a traçarem a letra I.

SONS E LETRA: I

Se houver estudantes levantando hipóteses no nível da letra e considerar oportuno, proponha uma conversa individual ou em pequenos grupos envolvendo a consciência fonêmica. Destaque que, além da realização mais comum do som que essa letra representa, o /i/, ela pode representar o som nasal /ĩ/. Se julgar pertinente, apresente exemplos do /ĩ/ em palavras como pinguim e tinta Explique que as letras M e N podem funcionar como marcadores dessa nasalização, assunto que será estudado mais adiante na coleção.

SEBOS/SHUTTERSTOCK.COM

TIRANDO

AGORA A LETRA J!

ONDE VOCÊ JÁ ENCONTROU ESSA LETRA? CONTE PARA OS COLEGAS.

Resposta pessoal.

AGORA, CONFIRA ALGUNS JEITOS DE ESCREVER O J

J j Jj

LETRA NA MÃO

1. COM PINTURA A DEDO, FAÇA O J EM BASTÃO. CONFIRA O EXEMPLO.

Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes consigam formar a letra J com pintura a dedo.

2. ACOMPANHE O PROFESSOR E FORME ESSA LETRA NO ALFABETO EM LIBRAS.

Resposta pessoal. Se necessário, auxilie os estudantes a fazerem a letra J no alfabeto em Libras.

JHORA DO TRAÇADO

VAMOS ESCREVER A LETRA J EM BASTÃO? PARTINDO DO PONTO VERMELHO, CUBRA OS PONTILHADOS PARA ESCREVER O J. DEPOIS, TRACE LIVREMENTE ESSA LETRA NO ÚLTIMO QUADRINHO.

Resposta pessoal. Se necessário, auxilie os estudantes a traçarem a letra J

LÁPIS NA MÃO

• Durante o treino motor das letras I e J, observe se os estudantes mantêm o punho estável e os dedos trabalhando de forma independente para conduzir o lápis, reduzindo o uso excessivo do antebraço.

• Repare se o polegar e o indicador se movem de maneira coordenada, permitindo traços verticais firmes no I e curvas suaves no J, sem rigidez ou tensão nos dedos.

• Explique o posicionamento adequado do papel (ou, no caso, do livro), pois a inclinação correta

08/10/2025 10:58:08

pode facilitar o movimento natural da mão e melhorar a precisão.

• Continue modelando a pegada funcional, demonstrando de forma visível como os dedos sustentam e conduzem o lápis para traços regulares.

• Para estudantes que tiverem dificuldade, proponha atividades que fortaleçam a mobilidade e o controle dos dedos, como enrolar bolinhas de papel, virar tampinhas ou encaixar contas em fios.

Orientações didáticas

• Chame a atenção para a letra J no livro nos diferentes tipos. Se houver estudantes com nomes iniciados por J, convide-os a traçar a letra na lousa. Sempre que possível, promova essa estratégia para fortalecer a confiança na escrita de forma lúdica e significativa.

• Proponha, então, que realizem a atividade Letra na mão, que favorece a formação da letra com material concreto e o desenvolvimento da coordenação motora fina. Se possível, disponibilize tintas para que os estudantes brinquem de formar a letra J com pintura de dedo. Aproveite também para mostrar como é representada a letra J no alfabeto em Libras, explorando o movimento associado.

• Escreva a letra J na lousa, seguindo o padrão indicado na seção e usando as setas para evidenciar a ordem e a direção do traçado da letra. Depois, proponha a brincadeira de traçar essa letra em bastão no ar, seguindo a direcionalidade indicada. Peça, ao final, que realizem o exercício de treino motor para a letra, experimentando a escrita primeiro cobrindo os pontilhados, depois, à mão livre.

• Diferentemente da letra I , na maioria das palavras no português brasileiro, a letra J só representa um som: o fonema / Ʒ/.

Orientações didáticas

• Oriente os estudantes a observarem a letra K apresentada no livro nas quatro formas: imprensa maiúscula, imprensa minúscula, cursiva maiúscula e cursiva minúscula. Convide-os a compartilhar nomes de pessoas iniciados com essa letra. Explique que, na língua portuguesa, a letra K (assim como W e Y) é menos usada em comparação às outras letras, aparecendo principalmente em nomes próprios e palavras de outras línguas, como inglês e japonês. Comente que algumas palavras estrangeiras com a letra K já foram incorporadas à nossa língua e podem ser encontradas em dicionários em versões adaptadas, como carte em vez de kart

• Para a realização da subseção Letra na mão, disponibilize fitas adesivas coloridas e peça-lhes que brinquem de formar a letra K em bastão, comparando o formato produzido com a fotografia apresentada no livro. Depois, mostre como ela é representada no alfabeto em Libras.

• Escreva a letra K na lousa, seguindo as setas indicadas na seção, para que eles observem a ordem e a direção do traçado da letra. Oriente-os a passar a ponta do dedo indicador no livro por cima do traçado da letra K em bastão, iniciando esse movimento pela parte superior.

• Proponha a brincadeira de traçar a letra no ar de acordo com a direção observada. Depois, peça-lhes que tracem o K no exercício de treino motor da Hora do traçado, em pontilhado e em mão livre.

TIRANDO DE LETRA... K !

É A VEZ DA LETRA K!

VOCÊ SE LEMBRA DE ALGUM NOME DE GENTE QUE COMEÇA COM ESSA LETRA? SE SIM, DIGA ESSE NOME À TURMA.

Resposta pessoal.

AGORA, PRESTE ATENÇÃO NESTAS FORMAS DE ESCREVER O K:

LETRA NA MÃO

1. COM FITA ADESIVA, FAÇA O K EM BASTÃO. CONFIRA O EXEMPLO.

Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes consigam formar a letra K com fita adesiva.

2. ACOMPANHE O PROFESSOR E FORME O K NO ALFABETO EM LIBRAS.

Resposta pessoal. Se necessário, auxilie os estudantes a fazerem a letra K no alfabeto em Libras.

HORA DO TRAÇADO

VAMOS TREINAR O TRAÇADO DA LETRA K EM BASTÃO? PARTINDO DO PONTO VERMELHO E SEGUINDO AS INDICAÇÕES DAS SETAS, CUBRA OS PONTILHADOS PARA ESCREVER O K. DEPOIS, ESCREVA LIVREMENTE ESSA LETRA NO ÚLTIMO QUADRINHO. K

Resposta pessoal. Se necessário, auxilie os estudantes a traçarem a letra K

SONS E LETRA: K

Pergunte aos estudantes se eles se lembram de outras palavras escritas com a letra K e incentive-os a citar nomes de pessoas que a contenham. Caso surjam hipóteses no nível da letra, destaque que o K representa o fonema /k/. Explique que, em alguns casos, a letra C também representa esse mesmo som. Para ilustrar, apresente nomes como Karina e Carina, variação comum no Brasil, e mostre que a diferença entre eles só aparece na escrita, pois, na fala, tanto o C quanto o K representam o fonema /k/. Retome que a letra

C também pode representar o som /s/ (como explorado em Sons e letra: C, da unidade 1) e que o /k/ pode ser representado pelo C seguido de A, O ou U (como em cavalo, coruja, cutia) ou pelo encontro de letras QU (como em queijo e quiabo). Vale ressaltar que todas essas observações fazem parte de uma curiosidade formativa: não visam ao ensino explícito das relações entre fonemas e grafemas, mas servem como suporte para o planejamento de possíveis mediações e apoio a estudantes que estejam levantando hipóteses no nível da letra.

TIRANDO DE LETRA... L!

CHEGOU A HORA DA LETRA L!

QUAIS PALAVRAS VOCÊ CONHECE QUE COMEÇAM COM ESSA LETRA?

Resposta pessoal.

AGORA, REPARE NOS DIFERENTES JEITOS DE ESCREVER ESSA LETRA.

L l Ll

LETRA NA MÃO

1. COM LÁPIS DE COR, BRINQUE DE FORMAR O L EM BASTÃO. CONFIRA O EXEMPLO.

Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes consigam formar a letra L com lápis de cor.

2. O PROFESSOR VAI MOSTRAR ESSA LETRA NO ALFABETO EM LIBRAS. OBSERVE O SINAL E, DEPOIS, TENTE FORMAR O L

LHORA DO TRAÇADO

Resposta pessoal. Se necessário, auxilie os estudantes a formarem a letra L no alfabeto em Libras.

VAMOS TREINAR O TRAÇADO DA LETRA L EM BASTÃO. PARA ISSO, CUBRA OS PONTILHADOS E CONTINUE ESCREVENDO O L

Resposta pessoal. Se necessário, auxilie os estudantes a traçarem a letra L

SONS E LETRA: L

Se eles levantarem hipóteses sobre o som representado pelo L no final de palavras, explique que, na fala, o L pode representar o som /w/, como em mal, pronunciado / maw/ em algumas regiões brasileiras. Essa variação na fala é comum e não é um problema, mas é importante que, na escrita, após dominarem o sistema alfabético, eles a registrem do modo convencional em contextos formais de escrita e avaliação. Esse conteúdo terá maior foco a partir do 3º ano do Ensino Fundamental.

LÁPIS NA MÃO

• Durante o treino motor das letras K e L, observe se já realizam microajustes dos dedos durante o traçado, para ter mais controle e regularidade, principalmente nos encontros de linhas e ângulos do K e nos traços longos e retos do L.

• Note se a pressão sobre o lápis está equilibrada: nem forte demais, que dificulta o movimento, nem fraca, que prejudica a legibilidade.

• Verifique se há coordenação entre polegar, indicador e médio para alternar

Orientações didáticas

• Solicite aos estudantes que identifiquem a letra L no livro e observem suas formas imprensa e cursiva, maiúscula e minúscula. Peça-lhes que citem nomes próprios com essa letra inicial, registre-os na lousa e oriente a turma a organizá-los em ordem alfabética, considerando as demais letras. Assim, eles se familiarizam com o alfabeto e desenvolvem a consciência sobre ordem alfabética.

• No Letra na mão, disponibilize lápis de cor de diferentes tamanhos e peça-lhes que escolham dois para formar a letra L em bastão. Depois, desafie-os a formar outra letra do alfabeto movendo apenas um desses lápis, para que descubram a letra T, favorecendo a percepção visual e a coordenação motora fina.

• Escreva a letra L na lousa, seguindo as setas indicadas, para que observem a ordem e a direção do traço contínuo da letra, e oriente-os a fazer o exercício de treino motor do L na Hora do traçado, em pontilhado e em mão livre.

08/10/2025 10:58:09

traços verticais e inclinados sem perder a proporção da letra.

• Continue modelando a pega funcional, atentando ao deslocamento da mão ao longo da linha, evitando movimentos excessivos do braço.

• Se ainda apresentarem tensão ou desalinhamento dos dedos, proponha atividades como prender e soltar objetos com pregadores, modelar fios de massinha ou recortar figuras simples.

Respostas e orientações didáticas

1. Observe se os estudantes conseguem identificar os quatro formatos da mesma letra e relacioná-los corretamente. A intenção é que façam a correspondência entre a letra bastão e suas demais formas: imprensa minúscula, cursiva maiúscula e cursiva minúscula. Durante a atividade, caminhe pela sala de aula, acompanhe como cada um realiza a correspondência e registre anotações que ajudem a planejar intervenções com os que demonstrarem mais necessidade de apoio.

2. Nesta proposta, busca-se despertar a curiosidade, motivar a atenção aos detalhes e ampliar a familiaridade com as letras I, J, K e L em cursiva. Caso os estudantes demonstrem interesse em continuar explorando esses traçados além do espaço previsto na atividade, favoreça essa prática de forma lúdica utilizando folhas avulsas, mas sem cobrança de exatidão no desenho das letras, já que o treino motor da cursiva será pauta no volume 2

LIGADO NAS LETRAS

1. VOCÊ SE LEMBRA DE COMO AS LETRAS I, J, K E L SÃO ESCRITAS EM DIFERENTES TIPOS DE LETRA? LIGUE AS LETRAS CORRESPONDENTES A SEGUIR PARA RECORDAR OS TIPOS QUE VOCÊ ESTUDOU.

Resposta: Os estudantes devem ligar as letras de imprensa minúscula e as letras cursivas (maiúscula e minúscula) à letra bastão correspondente.

2. AGORA, BRINQUE DE TRAÇAR AS LETRAS I, J, K E L DE MODOS DIFERENTES, COPIANDO CADA LETRA NO ESPAÇO LOGO ABAIXO DELA.

DICA: VOCÊ SÓ VAI TREINAR O TRAÇADO DESSE TIPO DE LETRA NO 2º ANO. POR ENQUANTO, ESSA ATIVIDADE SERVE APENAS PARA VOCÊ IR SE APROXIMANDO, AOS POUCOS, DESSA FORMA DE ESCRITA.

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Resposta: Os estudantes devem traçar as letras I, J, K e L em letra cursiva maiúscula e minúscula.

09/10/2025 17:53:49

AGORA NA PAUTA

CUBRA OS PONTILHADOS E CONTINUE TRAÇANDO, EM BASTÃO, AS LETRAS COM QUE VOCÊ TRABALHOU NESTA UNIDADE.

DICA: ESCREVA CADA LETRA PELO MENOS TRÊS VEZES NA PAUTA. DEIXE SEMPRE UM ESPAÇO EM BRANCO ENTRE AS LETRAS.

Resposta: Os estudantes devem traçar as letras I, J, K e L em letra bastão.

LÁPIS

NA MÃO

• Nesta etapa, os estudantes retomam o treino das letras em foco nesta unidade, agora em pauta caligráfica, explorando o traçado em pontilhado e em mão livre.

O objetivo é consolidar o controle dos movimentos e a consistência no tamanho e na forma das letras.

• Observe se, em relação aos treinos anteriores, há mais fluidez e ritmo no traçado, com pausas naturais nos pontos de mudança de direção.

• Repare se os estudantes conseguem manter o alinhamento das letras na pauta, utilizando as linhas como referência para proporção e inclinação.

• Explique que o uso dos dedos deve ser a principal fonte de movimento, mantendo o punho estável e evitando esforço excessivo do braço.

• Incentive também pequenas pausas para alongar e relaxar os dedos, movimentando-os suavemente ou fazendo alongamentos simples, como abrir e fechar as mãos ou

Orientações didáticas

• Oriente os estudantes a seguirem o pontilhado para formar o traçado das letras I, J, K e L em bastão. Na sequência, incentive-os a reproduzi-las sem o pontilhado e utilizando a escrita anterior como guia. Ressalte que devem usar lápis e continue avaliando o padrão de preensão do lápis, visando ao desenvolvimento da escrita fluida e legível.

09/10/2025 17:53:50

tocar cada dedo no polegar. Essas pausas ajudam a prevenir a fadiga e preservam o conforto durante a escrita.

• Para favorecer o avanço dos estudantes em processo de aprimoramento, proponha variações de velocidade no traçado e nos exercícios de precisão, como contornar figuras pequenas ou seguir caminhos estreitos, incentivando a autonomia e o refinamento motor.

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF01LP02 , EF01LP03 , EF01LP12 , EF01LP19 , EF12LP01, EF12LP03), os estudantes mobilizarão habilidades de oralidade ( EF15LP09 , EF15LP10 , EF15LP11, EF15LP13).

SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL

Antes de o jogo começar, os estudantes deverão saber as etapas para que escolham as regras que aplicarão como mestres. Se julgar pertinente, escreva as regras na lousa, tanto as sugeridas pelo livro como outras que podem ser criadas pela turma.

Orientações didáticas

• Organize um sorteio para selecionar quem começará sendo o mestre. Esse sorteio pode ser feito por meio de uma parlenda de escolha conhecida pela turma (EF01LP19).

• O mestre da rodada pode precisar de ajuda na retomada das frases que serão lidas (EF12LP01). Se julgar pertinente, solicite que vá para a frente da turma com o livro a fim de ocupar o lugar de destaque do mestre.

• Retome a importância de cada regra ser dita em voz alta e com entonação adequada para que a turma siga os comandos.

• Para que todos participem, trabalhe uma regra por estudante e, se a turma for grande, divida o grupo e promova a brincadeira em outros momentos.

• Para que a brincadeira fique mais dinâmica e divertida, peça aos estudantes que tentem não repetir regras em rodadas muito próximas.

• Após o jogo, converse com a turma sobre como foi a experiência de ocupar os diferentes papéis.

É JOGO, É BRINCADEIRA

Comentários nas orientações ao professor

SEU MESTRE MANDOU

AGORA QUE VOCÊ JÁ REFLETIU SOBRE A IMPORTÂNCIA

DAS REGRAS PARA ORGANIZAR A VIDA NA SOCIEDADE E NA COMUNIDADE ESCOLAR, CHEGOU A HORA DE BRINCAR COM ELAS!

1. A CADA RODADA, UM ESTUDANTE SERÁ O “MESTRE” DA TURMA E DITARÁ A REGRA PARA TODOS!

2. PREPARE-SE PARA QUANDO CHEGAR A SUA VEZ. ESCOLHA TRÊS REGRAS DA LISTA A SEGUIR. VOCÊ TAMBÉM PODE INVENTAR OUTRAS.

IDEIAS DE REGRAS

TODO MUNDO VAI TER DE:

• PULAR DE UM PÉ SÓ.

• IMITAR UMA GALINHA.

• PULAR COMO UM COELHO.

• VIRAR UM BEBÊ.

• ANDAR NA PONTA DOS PÉS.

3. NA SUA VEZ DE SER O MESTRE, NÃO SE ESQUEÇA DE DIZER PARA TODOS: “SEU MESTRE MANDOU!”.

4. QUANDO SEUS COLEGAS RESPONDEREM: “FAZER O QUÊ?”, DIGA A PRIMEIRA REGRA QUE ESCOLHEU. A TURMA, ENTÃO, DEVERÁ SEGUIR AS REGRAS.

• DANÇAR UMA VALSA. DICA: CRIE REGRAS ENGRAÇADAS E DIVIRTA-SE!

ATIVIDADE EXTRA

Se julgar oportuno, proponha que escrevam no caderno as regras escolhidas, copiadas do livro ou criadas por eles. Explique que o registro servirá para lembrar o comando quando chegar sua vez, mesmo em outros momentos. Oriente que façam a cópia ou a escrita espontânea com atenção à distribuição gráfica e ao espaçamento entre palavras, aproveitando o contexto lúdico para desenvolver a escrita (EF01LP02, EF01LP03, EF12LP03, EF01LP12).

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

SALES, Giza; MELLO, Stella; QUADROS, Sílvia (org.). Em busca da cidadania: da educação básica à formação de professores. Pelotas: CRV, 2024. A obra propõe reflexões sobre o exercício da cidadania na escola, abordando formação docente, uso de tecnologia, práticas pedagógicas, políticas públicas e desafios da pandemia.

VAMOS AVALIAR O APRENDIZADO

1. RELEMBRE O QUE APRENDEU NESTA UNIDADE E AVALIE COMO FOI ESTUDAR CADA CONTEÚDO, PINTANDO OS QUADRINHOS, DE ACORDO COM A LEGENDA.

Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor

ENTENDI BEM. PRECISO REVER.

TEXTO DE CAMPANHA.

IMAGENS E PALAVRAS NA COMUNICAÇÃO.

PLACAS DE TRÂNSITO.

ARTE DE RUA (ABRACADABRA).

DICAS DE SEGURANÇA PARA PEDESTRES.

NÚMEROS PARA ORGANIZAR INFORMAÇÕES.

LETRAS I, J, K, L

2. COMO FOI SUA CONVIVÊNCIA NA ESCOLA?

Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor

A ) FUI GENTIL COM MEUS COLEGAS?

B ) COLABOREI COM O PROFESSOR?

C ) TENTEI FALAR SEMPRE DE MODO EDUCADO?

SAIBA MAIS

UM LIVRO LEGAL, DE PARAR O TRÂNSITO!

O QUE SERÁ QUE A MENINA VAI FAZER ENTRE MUITOS CARROS, ÔNIBUS, MOTOS E PESSOAS? SERÁ QUE ELA VAI CONSEGUIR DAR UMA PAUSA NO RITMO ACELERADO DO TRÂNSITO DA CIDADE GRANDE?

VALÉRIO, FABRÍCIO. A MENINA QUE PAROU O TRÂNSITO. ILUSTRAÇÕES DE BRUNA ASSIS BRASIL. SÃO PAULO: V&R, 2016.

cotidiano e assuntos pertinentes para a reflexão da turma, como o papel de cada um no coletivo, se há conflitos recorrentes sobre empréstimo de materiais, entre outros.

SAIBA MAIS

O livro indicado amplia a temática da unidade ao convidar os estudantes a refletirem sobre os espaços que frequentam e como se relacionam com

eles. A história da menina que provoca uma pausa no trânsito pode gerar debate sobre vivências na cidade ou no bairro e sobre o impacto das atitudes individuais e coletivas na organização dos espaços e na qualidade de vida.

AVALIANDO

BNCC

Nesta seção, os estudantes poderão ler e compreender enunciados com apoio e participar das trocas orais, escutando com atenção e fazendo perguntas pertinentes (EF12LP17, EF15LP10).

SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL

Antes de iniciar, verifique se os estudantes já estão familiarizados com a ideia da seção ao se depararem com a mesma estrutura de quadro e as legendas para pintar. A proposta é que a turma se aproprie desse momento avaliativo como uma situação fixa no encerramento das unidades, com base na regularidade e na compreensão progressiva do processo de autoavaliação.

Respostas e orientações

didáticas

1. Para cada item lido, peça aos estudantes que comentem algo de que se lembram sobre o que aprenderam ou sentiram. Em seguida, devem escolher se vão pintar “entendi bem” ou “preciso rever”. Explique-lhes que esta última indica desafio ou dúvida. Como é um trabalho inicial de autoavaliação, é comum que nem sempre a escolha seja precisa, mas o significado de “preciso rever” pode ser retomado ao longo do processo.

2. A Atividade propõe uma conversa importante sobre situações de convivência no

08/10/2025 10:58:10

Depois de todo o trabalho da unidade, incluindo os conteúdos das aulas e as avaliações ao longo do processo, é importante registrar como as expectativas de aprendizagem foram alcançadas por cada estudante e pela turma. Considere principalmente o trabalho com textos do Campo da vida pública, texto de campanha, dicas de trânsito e regras de convivência, verificando se identificaram elementos de diagramação e formatação próprios desses gêneros e a articulação entre conteúdos verbais e visuais.

OBJETIVOS

• Reconhecer a importância de respeitar as regras de trânsito.

• Participar ativamente de ações coletivas que promovam a conscientização sobre a importância de ter atitudes seguras no trânsito.

• Exercer o protagonismo social na resolução de situações-problema através da observação, organização de dados e propostas de solução.

BNCC

Ao levar os estudantes a refletirem sobre as regras de trânsito e sua importância para a vida em sociedade, a seção contempla o tema contemporâneo transversal Educação para o Trânsito Ao serem levados a debater, escutando atentamente professores e colegas, participando da discussão de forma adequada ao contexto comunicativo, os estudantes desenvolvem as habilidades EF15LP10 e EF15LP13

1. CONHECENDO O PROBLEMA

• Faça a leitura do texto inicial com a turma, orientando os estudantes na análise das imagens. Auxilie-os a perceber que essas são atitudes que podem ter para colaborar com a segurança no trânsito, ainda que não dirijam, desenvolvendo a consciência cidadã deles.

• Ao ler para eles o questionamento no final do segundo parágrafo, incentive-os a pensar nas consequências do desrespeito às regras de trânsito. Se necessário, dê exemplos para facilitar o raciocínio. Por exemplo, pergunte a eles o que pode acontecer se um carro atravessar um cruzamento com

COLETIVAMENTE

TRÂNSITO SEGURO: TODOS JUNTOS FAZEMOS A DIFERENÇA!

CONHECENDO O PROBLEMA 1

VOCÊ CONHECEU IMPORTANTES DICAS DE SEGURANÇA PARA PEDETRES. ALÉM DELAS, O CÓDIGO DE TRÂNSITO PREVÊ ALGUMAS REGRAS PARA QUE TODOS TENHAM SEGURANÇA AO TRANSITAR PELAS RUAS.

OBSERVE AS CENAS A SEGUIR. ELAS MOSTRAM ATITUDES QUE AJUDAM NA SEGURANÇA NO TRÂNSITO.

ATRAVESSAR A RUA NA FAIXA DE PEDESTRES.

UTILIZAR CINTO DE SEGURANÇA ADEQUADO À IDADE.

USAR ROUPAS E EQUIPAMENTOS ADEQUADOS AO ANDAR DE BICICLETA.

CAMINHAR SEMPRE PELA CALÇADA, LONGE DA RUA ONDE TRAFEGAM OS CARROS.

JÁ PENSOU O QUE PODERIA ACONTECER SE REGRAS COMO ESSAS NÃO FOSSEM RESPEITADAS? MUITAS VIDAS PODERIAM SER COLOCADAS EM PERIGO, NÃO É MESMO?

o sinal fechado; ou o que pode acontecer a um pedestre se atravessar fora da faixa. Espera-se que, assim, eles compreendam as consequências do desrespeito às regras e a importância de ter atitudes seguras no trânsito.

ARTICULANDO CONHECIMENTOS

Esta seção permite a integração com o componente curricular de Geografia, ao levar os estudantes a pensarem nas ações cotidianas e nos espaços coletivos. Ao final da seção, eles deverão representar atitudes seguras no trânsito por meio de um desenho. Essa proposta permite a integração com o componente curricular de Arte, pois deverão se expressar utilizando a criatividade e habilidades manuais.

3

2. C) Sugestões de resposta: Por meio de campanhas; conversando com familiares e responsáveis; dando exemplo de boas atitudes no trânsito.

A ) ALÉM DAS ATITUDES DE SEGURANÇA MOSTRADAS NA PÁGINA

ANTERIOR, QUAIS OUTRAS VOCÊ CONHECE?

B ) POR QUE ESSAS ATITUDES SÃO IMPORTANTES?

Sugestão de resposta: Porque contribuem para um trânsito mais seguro para todos.

C ) COMO VOCÊ E OS COLEGAS PODEM AJUDAR A CONSCIENTIZAR AS PESSOAS SOBRE AS ATITUDES SEGURAS NO TRÂNSITO?

2. A) Sugestões de resposta: Não correr ao atravessar a rua; respeitar a sinalização do semáforo ao atravessar a rua; dar a mão a um adulto ao andar na rua; usar roupas claras e chamativas quando caminhar de noite; não jogar resíduos

BUSCANDO SOLUÇÕES

pela janela do carro; estar atento ao movimento dos carros.

A ) AVALIE, COM OS COLEGAS E O PROFESSOR, A POSSIBILIDADE DE CONVIDAR UM AGENTE DE TRÂNSITO PARA UMA CONVERSA NA ESCOLA SOBRE SEGURANÇA NO TRÂNSITO. CASO A VISITA SEJA POSSÍVEL, NO DIA COMBINADO, ESCUTE COM ATENÇÃO A FALA DO CONVIDADO, QUE VAI ENSINAR O QUE PRECISAMOS FAZER PARA TORNAR O TRÂNSITO MAIS SEGURO.

B ) AO FINAL, DESENHE, NO ESPAÇO A SEGUIR, UMA BOA ATITUDE DE SEGURANÇA QUE VOCÊ APRENDEU COM O AGENTE DE TRÂNSITO OU POR MEIO DAS REFLEXÕES FEITAS COM A TURMA.

Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor.

2. ORGANIZANDO AS IDEIAS

• Inicie a etapa lendo as perguntas com a turma e incentivando a refletir sobre os questionamentos propostos, retomando o debate da seção anterior.

• Ao trabalhar o item a , incentive os estudantes a pensarem no seu cotidiano, nos cuidados que costumam tomar quando estão no trânsito, tanto quando estão a pé, como pedestres, como quando são passageiros em carros ou ônibus.

• Ao responder o item b, retome a reflexão da proposta anterior, para que compreendam que as atitudes de segurança no trânsito são importantes para que não ocorram acidentes, por exemplo.

• No item c, incentive-os a compartilhar com as famílias as discussões da seção, refletindo com os responsáveis a importância das atitudes seguras no trânsito.

3. BUSCANDO SOLUÇÕES

• Combine com a direção da escola uma data para convidar um agente de trânsito para conversar com os estudantes a respeito da segurança no trânsito.

C ) CONTE PARA SEUS FAMILIARS O QUE APRENDEU NA ESCOLA SOBRE SEGURANÇA NO TRÂNSITO. LEMBRE-SE DE MOSTRAR A ELES SEU DESENHO E DE COLOCAR EM PRÁTICA ESSES CUIDADOS NO DIA A DIA.

tualizando o tema para o convidado. Combine com os estudantes que primeiro o agente de trânsito vai falar e, depois, eles poderão fazer perguntas, para que tudo ocorra de forma organizada.

• Além de mencionar sobre as regras em geral, a intenção é que ele esclareça o que os estudantes podem fazer para colaborar com um trânsito melhor.

• Ao final do trabalho com a seção, se possível, monte um circuito no pátio da escola, com cones, fitas e placas, simulando um trajeto com cruzamentos e faixas de pedestres, para enfatizar as atitudes apresentadas pelo agente de trânsito.

• Antes da data combinada, oriente os estudantes a anotarem dúvidas e perguntas que gostariam de fazer ao agente de trânsito.

• No dia combinado, apresente a turma e o assunto abordado na seção, contex-

11/10/2025 12:49:39

• Caso não seja possível contar com a visita presencial de um agente de trânsito, verifique a possibilidade de realizar uma videochamada. Se isso também não for viável, busque na internet um vídeo em que uma autoridade aborde o tema e promova a discussão com base nele. O essencial é adaptar a proposta à realidade da escola, garantindo reflexões que contribuam para a formação de sujeitos críticos e cidadãos conscientes.

INTRODUÇÃO E

JUSTIFICATIVA

Os estudantes vivenciarão situações didáticas relacionadas às práticas de pesquisa e estudo, tendo como tema as diferentes profissões e sua importância na sociedade. Eles poderão conhecer melhor os gêneros textuais entrevista e verbetes ao lerem exemplares desses gêneros. Além disso, vão produzir uma entrevista a ser feita com familiares.

Serão explorados outros sinais que aparecem nos textos além das letras, como ponto de interrogação, de exclamação e ponto-final, com foco em seus efeitos de sentido na entonação. Também serão propostas atividades para favorecer o reconhecimento dos espaços em branco entre as palavras na escrita.

O trabalho está ancorado no Campo das práticas de estudo e pesquisa, na articulação com o campo de experiência da Educação

Infantil Espaços, tempos, quantidades, relações e transformações, a fim de que os estudantes vivenciem diferentes situações de investigação, levantando informações e aprendendo a registrá-las, relacioná-las e interpretá-las, considerando a temática e as expectativas de aprendizagem da unidade.

Com base nas propostas da unidade, é possível explorar o tema contemporâneo transversal Trabalho

Expectativas de aprendizagem

Ao final da unidade, espera-se que os estudantes sejam capazes de:

• acompanhar a leitura de uma entrevista e compreender a situação comunicativa e o assunto do texto;

• identificar outros sinais no texto além das letras, como ponto-final, ponto de interrogação e de exclamação e seus efeitos expressivos;

• treinar o traçado das letras trabalhadas na unidade na forma bastão;

4

PESQUISANDO PROFISSÕES

CONTEÚDOS DESTA UNIDADE

• PASSA-PASSA, GAVIÃO (PALAVRAS DE BRINCAR);

• ENTREVISTA;

• ALÉM DAS LETRAS: SINAIS DE PONTUAÇÃO;

• PONTUAÇÃO E ENTONAÇÃO;

• VERBETES;

• FORMATAÇÃO E ORGANIZAÇÃO DE INFORMAÇÕES EM VERBETES;

• GRAFITE (ABRACADABRA);

• ESPAÇOS ENTRE AS PALAVRAS;

• ENTREVISTA (HORA DE PRODUZIR);

• LETRAS M, N, O E P (TIRANDO DE LETRA);

• QUE PROFISSIONAL É? (É JOGO, É BRINCADEIRA).

ESCULTURAS DOS ARTESÃOS

PERNAMBUCANOS MANUEL EUDÓCIO, LUIZ GALDINO E ZÉ DO CABOCLO.

• acompanhar a leitura de verbetes e compreender a situação comunicativa e o assunto do texto;

• reconhecer a separação das palavras na escrita por espaços em branco;

• identificar características como formatação e organização de informações em entrevistas e verbetes;

• planejar e produzir uma entrevista, com a ajuda do professor e em colaboração com os colegas, considerando a situação comunicativa e o assunto do texto.

Mapeando conhecimentos

Leve para a sala de aula elementos que representem diferentes profissões e fichas com as

palavras que as nomeiam, para mobilizar os conhecimentos prévios dos estudantes sobre o tema. Os elementos podem ser os próprios objetos ou estarem presentes em imagens. Indague: “O que é isso e para que é usado?”; “Como é o trabalho do profissional que usa isso?”; “Qual ficha nomeia essa profissão?”. Verifique se as sugestões da turma são coerentes com procedimentos reais de pesquisa, como busca na internet e em livros ou até entrevistas. Essa pode ser uma aproximação ao foco de estudo e investigação da unidade e dará subsídios para entender o que a turma já sabe sobre o assunto, além de ser mais uma oportunidade de avaliar o processo de alfabetização com foco em leitura.

BNCC

Respostas e comentários nas orientações ao professor.

PRESTE ATENÇÃO NAS

IMAGENS. ELAS NOS MOSTRAM UMA MESMA EXPRESSÃO ARTÍSTICA.

QUE EXPRESSÃO É ESSA: TEATRO, ESCULTURA, MÚSICA OU DANÇA?

PARA CRIAR ESSAS OBRAS, OS ARTISTAS UTILIZARAM UM MATERIAL PRINCIPAL. QUE MATERIAL FOI ESSE: MADEIRA, ARAME OU BARRO?

CADA UM DESSES OBJETOS ARTÍSTICOS REPRESENTA UMA PROFISSÃO. QUAIS SÃO ESSAS PROFISSÕES?

VOCÊ CONHECE ALGUMA

PESSOA QUE TRABALHE COM UMA DESSAS PROFISSÕES?

leireiro; comerciante ou vendedor de raspa-raspa; musicistas ou instrumentistas.

4. Resposta pessoal. É importante que nesta atividade os estudantes possam trazer aspectos de suas vivências e conhecimentos sobre as profissões que aparecem. Além disso, com base na escuta dos relatos dos colegas, podem expandir as trocas para outras profissões relacionadas.

ATIVIDADE EXTRA

Se julgar oportuno, proponha aos estudantes a elaboração de uma lista com os nomes das profissões que vão conhecendo ao longo das pesquisas

Além das habilidades listadas junto às orientações (EF12LP01, EF01LP03), ao investigarem a imagem, os estudantes podem antecipar sentidos e propósitos com base em conhecimentos prévios e nas pistas visuais (EF15LP02), e, ao responderem oralmente às questões, mobilizam habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10, EF15LP11).

SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL

Antes de iniciar o trabalho de análise das imagens, ressalte aos estudantes que é um momento importante de abertura de uma sequência de atividades, com novos assuntos e conteúdos de aprendizagem. Permita que compartilhem expectativas para a unidade enquanto trocam ideias sobre as imagens.

Respostas e orientações didáticas

1. Escultura. Ao fazer a leitura das opções trazidas pelo enunciado, instigue os estudantes a relacionarem cada uma delas ao que estão vendo, para que consigam perceber a que manifestação artística se refere.

2. Barro. Possibilite aos estudantes um espaço para que conversem livremente sobre os materiais que compõem as obras, mediando para que justifiquem suas respostas.

3. Costureira; escultores ou artesãos; barbeiro ou cabee trocas feitas na unidade, que ficará afixada na classe. É possível iniciar o registro com as profissões identificadas na proposta de mapeamento dos conhecimentos prévios e, depois, acrescentar as que foram discutidas nesta seção, com espaço para inserir as próximas que aparecerão. As palavras podem servir de referência para diferentes reflexões dos estudantes, inclusive como apoio para consulta na leitura e escrita de novas palavras em diferentes contextos (EF12LP01, EF01LP03). Além disso, esta é uma oportunidade para fortalecer a compreensão da cultura e da escrita, de modo a incentivar o processo de integração dos estudantes no ambiente letrado.

08/10/2025 11:01:48

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF01LP01 , EF01LP03 , EF01LP05 , EF01LP08 , EF01LP09 , EF01LP16 , EF01LP19 , EF12LP01 , EF12LP07, EF15LP12), os estudantes também mobilizarão habilidades de oralidade, como expressão clara, escuta atenta, respeito aos turnos de fala e compreensão da finalidade das interações orais (EF15LP09, EF15LP10, EF15LP11, EF15LP13).

Orientações didáticas

• Para começar, proponha uma conversa sobre o contexto de lavar as roupas, que será o movimento inicial da brincadeira. Muitos estudantes podem não conhecer essa referência, por isso discuta e apresente possibilidades de gestos associados a “lavar as roupas”. É possível perguntar quem lava as roupas na casa dos estudantes e como as pessoas faziam esse tipo de tarefa quando não havia água encanada e luz elétrica (EF15LP12).

• Verifique se há espaço suficiente no local em que a brincadeira será encaminhada, para que os estudantes explorem os movimentos voltados a cada profissão. Se for possível, proponha-a como atividade extraclasse, ainda que no espaço da escola, mas em uma área externa.

• No momento de listar as profissões, sugira que proponham novas opções, caso tenham feito a lista de profissões para afixar na sala de aula. Aproveite para avaliar o envolvimento e o repertório dos estudantes: se contribuem com ideias, se conhecem diferentes profissões e se expressam com clareza as características de cada uma delas.

PROFISSÕES MEDALHA DE OURO!

PALAVRAS DE BRINCAR

VOCÊ CONHECEU ESCULTURAS QUE MOSTRAM ALGUMAS PROFISSÕES.

AGORA, VAMOS BRINCAR COM UMA CANTIGA POPULAR, FAZENDO MOVIMENTOS QUE LEMBRAM ALGUMAS PROFISSÕES.

Comentários nas orientações ao professor.

PASSA-PASSA, GAVIÃO

1. VAMOS COMEÇAR CANTANDO E IMITANDO O GESTO QUE AS LAVADEIRAS FAZEM AO LAVAR AS ROUPAS.

PASSA-PASSA, GAVIÃO

PASSA-PASSA, GAVIÃO, TODO MUNDO PASSA. PASSA-PASSA, GAVIÃO, TODO MUNDO PASSA.

AS LAVADEIRAS FAZEM ASSIM, AS LAVADEIRAS FAZEM ASSIM: ASSIM, ASSIM! ASSIM, ASSIM! [...]

ORIGEM POPULAR.

2. AGORA, QUE TAL CANTAR A CANTIGA, FAZENDO OS GESTOS QUE REPRESENTAM OUTRAS PROFISSÕES?

3. O PROFESSOR VAI FAZER UMA LISTA DE PROFISSÕES. REPITAM O TRECHO DA CANÇÃO PASSA-PASSA, GAVIÃO QUANTAS VEZES QUISEREM, CADA VEZ FAZENDO UM GESTO QUE LEMBRE UMA DAS PROFISSÕES DA LISTA.

• Enquanto escreve, na lousa ou em uma cartolina (EF01LP03), procure fazer a leitura em voz alta das palavras que nomeiam as profissões, de modo que os estudantes relacionem elementos sonoros com sua representação escrita (EF01LP08). Esse processo ajuda os estudantes a reconhecerem que o sistema de escrita alfabética representa os sons da fala (EF01LP05) e que os textos são lidos da esquerda para a direita e de cima para baixo (EF01LP01).

4. ESCOLHA A PROFISSÃO QUE VOCÊ MAIS GOSTOU DE IMITAR. COMPLETE A CANTIGA MENCIONANDO OS PROFISSIONAIS QUE EXERCEM ESSA ATIVIDADE.

PASSA-PASSA, GAVIÃO

PASSA-PASSA, GAVIÃO, TODO MUNDO PASSA.

PASSA-PASSA, GAVIÃO, TODO MUNDO PASSA.

FAZEM ASSIM,

FAZEM ASSIM: ASSIM, ASSIM!

ASSIM, ASSIM!

BAÚ DE TEXTOS

INFOGRÁFICO CLICÁVEL: PROFISSÕES E TRAVA-LÍNGUAS

UM TRAVA-LÍNGUA PARA LER SEM “TROPEÇAR”!

PEDRO PEREIRA, PINTOR PORTUGUÊS, PINTAVA PORTAS COM PERFEIÇÃO. ORIGEM POPULAR.

ABRINDO O BAÚ!

PINTE A PALAVRA QUE NOMEIA O PROFISSIONAL RETRATADO NA IMAGEM QUE ACOMPANHA O TEXTO.

Resposta: PINTOR.

DICA: ELA APARECEU NO TRAVA-LÍNGUA QUE VOCÊ LEU NESTE BAÚ!

PORTAS PINTOR POTE

que se apoiam para fazer essa leitura: se olham para a letra seguinte, se consideram a letra final ou sílabas e letras conhecidas. Por exemplo: “Aqui está escrito PINTOR, pois começa igual ao nome do PIETRO!” (EF12LP01).

ATIVIDADE EXTRA: JOGO

08/10/2025 11:01:49

Para encerrar, proponha a brincadeira de mímica, retomando as profissões listadas na lousa ou no cartaz da sala de aula. Para iniciar, um estudante escolhe uma profissão e a representa com gestos, enquanto a turma tenta adivinhá-la, ou seja, o desafio é selecionar um movimento que represente bem a profissão. Essa é também uma oportunidade de leitura: quem fará a mímica deve localizar o nome escolhido na lista e ticá-lo, para que não seja repetido (EF12LP01).

• Se julgar oportuno, amplie a lista com outras profissões que não tenham aparecido, mas que os estudantes conheçam, como as diferentes funções dos profissionais que atuam na escola. Assim, eles poderão ampliar o vocabulário, nomeando profissões que conhecem de perto, mas que talvez não saibam (ou não lembrem) o nome, como bibliotecário, porteiro, cozinheiro, entre outras.

• No boxe Baú de textos, inicie a proposta explicando aos estudantes que o texto convida a uma brincadeira: tentar recitar o trava-língua sem se enrolar. Faça, então, a primeira leitura em voz alta em velocidade normal. Depois, diga que fará uma tentativa mais acelerada, aumentando o ritmo de leitura, e convide-os a se arriscar também (EF01LP16).

• Motive-os, em seguida, a tentar falar de memória alguns trechos, conforme você faz a releitura (EF01LP19). Proponha que brinquem com a velocidade e a sonoridade do texto (EF12LP07).

• Ressalte que, durante a leitura, eles podem associar gestos ou movimentos corporais, elementos que podem ajudá-los na memorização e garantir uma leitura mais divertida (EF15LP12).

• No Abrindo o baú, os estudantes terão o desafio de identificar a palavra que nomeia a profissão da ilustração, entre outras palavras com a mesma letra inicial e com extensão parecida (EF01LP09). Observe em

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF01LP01 , EF01LP24 , EF12LP17 , EF15LP01 , EF15LP02), os estudantes serão levados a desenvolver habilidades de oralidade (EF15LP09, EF15LP10, EF15LP11, EF15LP13).

ANTES DE LER

1. Abra espaço para a troca de ideias entre os estudantes. Se julgar pertinente, faça uma mediação, perguntando se já viram ou ouviram uma entrevista e onde, se foi na televisão, em vídeos na internet, no rádio ou em revistas. Encoraje-os a levantar informações a respeito da entrevista que viram: quem aparecia falando e o que estavam perguntando. Aproveite para apresentar a diagramação típica desse gênero, mostrando como geralmente se organiza em perguntas e respostas. Oriente os estudantes a observarem a organização do texto que será lido e destaque que ele segue o sentido da leitura da esquerda para a direita e de cima para baixo (EF01LP01). Motive-os a perceber quais destaques visuais são utilizados para que o leitor saiba onde estão as perguntas e as respostas no texto. Nessa conversa, espera-se que eles compartilhem seus conhecimentos sobre o gênero textual e possam se aproximar de uma compreensão sobre onde textos assim circulam, quem os produz e a quem se destinam (EF01LP24, EF15LP01, EF12LP17).

2. Incentive os estudantes a observarem atentamente os elementos visuais da fotografia (roupa, cenário, postura corporal) e inicie uma discussão sobre como cada detalhe pode dar pistas sobre a identidade e a profissão da entrevistada. É importante que eles possam

RODA DE LEITURA:

ENTREVISTA DEPOIS DE BRINCAR COM DIFERENTES PROFISSÕES, É HORA DE LER UMA ENTREVISTA COM UMA PESSOA QUE JÁ GANHOU MUITAS MEDALHAS EXERCENDO SUA PROFISSÃO! MAS, ANTES, QUE TAL CONVERSAR UM POUCO?

ANTES DE

LER

RESPONDA ÀS QUESTÕES A SEGUIR ORALMENTE.

1. VOCÊ SABE O QUE É UMA ENTREVISTA? TROQUE IDEIAS COM OS COLEGAS E O PROFESSOR.

2. QUEM VOCÊ ACHA QUE É A PESSOA QUE VAI RESPONDER ÀS PERGUNTAS NESSA ENTREVISTA? E QUAL SERÁ A PROFISSÃO DELA? COMO VOCÊ FEZ PARA IMAGINAR ISSO? COMENTE.

3. QUAIS PERGUNTAS VOCÊ FARIA PARA ALGUÉM QUE TEM A MESMA PROFISSÃO DESSA PESSOA? COMENTE

Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor

UMA CAMPEÃ OLÍMPICA

AOS 24 ANOS, REBECA ANDRADE JÁ FEZ HISTÓRIA NA GINÁSTICA ARTÍSTICA. NA OLÍMPIADA TÓQUIO 2020, FOI A PRIMEIRA MEDALHISTA OLÍMPICA DO BRASIL NA MODALIDADE FEMININA DO ESPORTE (OURO NO SALTO E PRATA PELO INDIVIDUAL GERAL), TORNANDO-SE A PRIMEIRA MULHER DO PAÍS A GANHAR DUAS MEDALHAS EM UMA EDIÇÃO DOS JOGOS. E AS CONQUISTAS VÃO ALÉM.

PARA SABER MAIS, CONFIRA A ENTREVISTA QUE A GINASTA DEU À REPÓRTER MIRIM BEATRIZ M., 11 ANOS.

REBECA ANDRADE NOS JOGOS OLÍMPICOS DE PARIS, EM 2024.

explicitar como chegaram à hipótese, se foi pelo reconhecimento da figura pública, pela análise do vestuário ou pelo contexto da imagem. Aproveite para debater como essas pistas visuais ajudam o leitor a antecipar o conteúdo antes da leitura. Valorize as diferentes estratégias que aparecerem, reconhecendo que tanto o conhecimento prévio quanto a leitura de elementos visuais são recursos importantes para antecipar sentidos (EF15LP02).

3. Espere que os estudantes reconheçam a figura pública e a profissão. Em seguida, abra espaço

para que sugiram perguntas e expliquem suas curiosidades, incentivando a expressão oral clara, a escuta atenta e o respeito às falas. Encoraje a formulação de questões ligadas ao universo da ginástica e à vida profissional da entrevistada, retomando o que foi observado na imagem e na conversa inicial. A atividade contribui para estabelecer expectativas sobre o texto, formular hipóteses sobre seu conteúdo e sua função social e revê-las durante e após a leitura (EF15LP02).

COMO FOI GANHAR EM PRIMEIRO LUGAR NA OLIMPÍADA?

É DIFÍCIL DE EXPLICAR A SENSAÇÃO E A ALEGRIA. PRIMEIRO

VEIO A MEDALHA DE PRATA, E FOI MUITO IMPORTANTE, POR SER A PRIMEIRA E PELA MANEIRA COMO VEIO, NO INDIVIDUAL GERAL, CONSIDERANDO TODOS OS APARELHOS. DEPOIS VEIO O OURO, UMA SENSAÇÃO MUITO GOSTOSA E DIFERENTE, QUE FAZ VOCÊ TER CERTEZA DE QUE TUDO VALEU A PENA. FIQUEI MUITO FELIZ EM PODER DIVIDIR ESSA CONQUISTA COM TANTA GENTE QUE TORCEU, ME APOIOU, ACREDITOU EM MIM, COM TODO O POVO BRASILEIRO... [...]

COMO FUNCIONAM SEUS TREINAMENTOS?

TREINO DIARIAMENTE, DUAS VEZES POR DIA, NOS

APARELHOS E NA ACADEMIA, FISIOTERAPIA. [...] OS TREINOS

SÃO DUROS PORQUE PRECISAMOS SEMPRE BUSCAR OS MELHORES DESEMPENHOS. NA GINÁSTICA, QUALQUER DETALHE PODE TE FAZER BRIGAR POR UMA MEDALHA OU FICAR FORA DE UMA FINAL.

[...]

QUE DICA VOCÊ PODE DAR PARA QUEM QUER SE TORNAR ATLETA?

ACHO QUE NÃO É APENAS PARA AQUELES E AQUELAS QUE QUEREM SE TORNAR ATLETAS, E SIM PARA TODOS. ESTUDEM, DEDIQUEM-SE, SONHEM E CORRAM ATRÁS. [...] NEM TODO MUNDO VAI VIRAR ATLETA, MAS TODOS PODEM ESTAR, DE ALGUMA FORMA, TRABALHANDO COM ESPORTE. PODE SER PROFESSOR, FISIOTERAPEUTA, MÉDICO, JORNALISTA... E SE NÃO FOR NO ESPORTE, NÃO TEM PROBLEMA, BUSQUE A FELICIDADE SEMPRE.

ANDRADE, REBECA. UMA CAMPEÃ OLÍMPICA. ENTREVISTA CEDIDA A BEATRIZ M. JOCA, N. 214, OUT./DEZ. 2023. P. 9.

08/10/2025 11:01:50

Orientações didáticas

• Durante a leitura do texto, incentive os estudantes a observarem a estrutura da entrevista (organizada em perguntas, destacadas em negrito, e as respostas da entrevistada). Se julgar pertinente, explique à turma que o sinal [...] indica que um trecho do texto original foi suprimido.

• Após ler cada pergunta e sua respectiva resposta, verifique se há dúvidas de compreensão do texto ou em relação ao vocabulário e esclareça-as.

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF01LP03 , EF01LP24 , EF12LP01 , EF12LP17 , EF15LP01 , EF15LP02 , EF15LP03 , EF15LP04 ), os estudantes mobilizam habilidades de oralidade ( EF15LP09 , EF15LP10 , EF15LP11, EF15LP13).

Respostas e orientações didáticas

1. Retome com a turma a última questão do Antes de ler e peça-lhes que comparem as hipóteses levantadas anteriormente com as informações obtidas agora, confirmando-as ou reformulando-as. Encoraje a troca de ideias entre os colegas, incentivando-os a explicar em quais pistas se apoiaram para inferir quem seria a pessoa entrevistada e qual profissão exercia. Valorize as associações realizadas e destaque como elas ajudam a compreender melhor o texto (EF15LP02).

2. Esta atividade propõe a localização de informações explícitas no texto ao levar os estudantes a encontrarem no próprio texto o nome Beatriz M., identificando-a como entrevistadora e Rebeca Andrade como entrevistada. É uma boa oportunidade para continuar desenvolvendo a habilidade de identificar dados diretamente apresentados na leitura (EF15LP03). Além disso, no item c, a resposta ginasta exige que reconheçam a correspondência palavra-objeto, relacionando o termo escrito à ilustração que remete à profissão, o que integra informações verbais e visuais para chegar à resposta correta (EF12LP01, EF15LP04). Verifique se os estudantes reconhecem todos os mecanismos de atuação e compreendem o que precisam fazer em cada caso de acordo com o enunciado (EF12LP17).

QUEM PRODUZIU?

A ENTREVISTA QUE VOCÊ LEU FOI FEITA POR BEATRIZ M., QUE NA ÉPOCA TINHA 11 ANOS DE IDADE E BRINCOU DE SER REPÓRTER MIRIM DO JOCA, UM JORNAL BRASILEIRO DESTINADO AO PÚBLICO INFANTOJUVENIL.

PAPO DE LEITOR

1. ANTES DA LEITURA, VOCÊ TENTOU IMAGINAR QUEM ERA E O QUE FAZIA A PESSOA QUE APARECIA NA FOTOGRAFIA JUNTO AO TEXTO LIDO. VOCÊ ACERTOU? CONVERSE COM OS COLEGAS.

Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor

2. EM TEXTOS COMO O QUE VOCÊ LEU, HÁ SEMPRE ALGUÉM QUE FAZ PERGUNTAS E ALGUÉM QUE AS RESPONDE.

A ) COMO CHAMAMOS A PESSOA QUE PERGUNTA E A QUE RESPONDE? LIGUE PARA MOSTRAR.

Resposta: A PESSOA QUE

PERGUNTA – ENTREVISTADORA; A PESSOA QUE RESPONDE – ENTREVISTADA.

A PESSOA QUE PERGUNTA.

A PESSOA QUE RESPONDE. ENTREVISTADA. ENTREVISTADORA.

B ) QUAL É O NOME DA ENTREVISTADORA DESSE TEXTO? E DA ENTREVISTADA?

Resposta: O nome da entrevistadora é Beatriz M. e da entrevistada é Rebeca Andrade.

C ) QUAL É A PROFISSÃO DA ENTREVISTADA? MARQUE UM X

Resposta: GINASTA.

PILOTA. GINASTA. MÉDICA.

Na atividade 2, item b, observe como os estudantes leem as palavras entrevistada e entrevistadora, que têm extensão e composição semelhantes. Verifique em quais indícios se apoiam para a leitura e registre observações que orientem futuras intervenções, individuais ou coletivas, visando ampliar a precisão e a

autonomia leitora. Estenda essa atenção também às expressões a pessoa que pergunta e a pessoa que responde, realizando mediações que favoreçam a identificação de estratégias e dificuldades (EF12LP01). Incentive-os a recorrer a registros convencionais do ambiente alfabetizador, como cartazes, listas e murais, para tirar dúvidas (EF01LP03).

Respostas e orientações didáticas

3. DE ACORDO COM O TEXTO, RESPONDA ÀS QUESTÕES A SEGUIR, ASSINALANDO A RESPOSTA CORRETA EM CADA CASO.

A ) O QUE REBECA ANDRADE CONQUISTOU NA OLIMPÍADA DE TÓQUIO 2020?

DUAS MEDALHAS: UMA DE PRATA E UMA DE BRONZE.

Resposta: DUAS MEDALHAS: UMA DE OURO E UMA DE PRATA.

DUAS MEDALHAS: UMA DE OURO E UMA DE PRATA.

B ) COMO REBECA SE SENTIU AO GANHAR A MEDALHA DE OURO? SURPRESA, POR SER UM RECONHECIMENTO EM GRUPO.

Resposta: FELIZ, COM A SENSAÇÃO DE QUE TUDO VALEU A PENA.

FELIZ, COM A SENSAÇÃO DE QUE TUDO VALEU A PENA.

C ) COM QUE FREQUÊNCIA REBECA DISSE QUE TREINA?

DUAS VEZES POR DIA. DUAS VEZES POR SEMANA.

Resposta: DUAS VEZES POR DIA.

D) QUE DICA REBECA DEU ÀS PESSOAS QUE QUEREM SE TORNAR ATLETAS E PARA O PÚBLICO EM GERAL?

“ESTUDEM, DEDIQUEM-SE, SONHEM E CORRAM ATRÁS”.

Resposta: “ESTUDEM, DEDIQUEM-SE, SONHEM E CORRAM ATRÁS”.

"OS TREINOS SÃO DUROS PORQUE PRECISAMOS SEMPRE BUSCAR OS MELHORES DESEMPENHOS".

3. Nesta atividade, os estudantes são levados a localizar informações explícitas no texto para responder corretamente às questões. As respostas exigem a identificação direta de dados fornecidos pelo próprio texto, como conquistas, sentimentos, frequência de treinos e mensagens, encorajando a atenção e a precisão na leitura (EF15LP03). Além disso, ao interpretarem trechos para compreender a intenção ou o sentido das falas, eles exercitam a capacidade de integrar informações para demonstrar compreensão global. Durante a realização, observe se conseguem encontrar rapidamente os trechos que fundamentam cada resposta e se conseguem justificar oralmente suas escolhas. Esse acompanhamento permitirá intervir com perguntas orientadoras, caso perceba dificuldade de interpretação ou de localização das informações.

4. SOMENTE OLHANDO AS PISTAS VISUAIS DA ENTREVISTA, DÁ PARA SABER ONDE ESTÃO AS PERGUNTAS E ONDE ESTÃO AS RESPOSTAS? COMO ISSO É POSSÍVEL?

Resposta: Sim, as perguntas

estão destacadas em negrito e as respostas aparecem logo em seguida.

AGORA QUE JÁ LEMOS

REBECA CONTOU QUE TREINOU E SE DEDICOU MUITO PARA CONQUISTAR SEU SONHO. E VOCÊ, JÁ SE DEDICOU A APRENDER ALGO COM MUITA VONTADE? CONVERSE COM OS COLEGAS E O PROFESSOR SOBRE ISSO.

Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor.

diagramação ajuda a localizar dados e a diferenciar falas no contexto comunicativo da entrevista. Essa mediação favorece o desenvolvimento de estratégias de leitura e compreensão de textos, explorando tanto aspectos verbais quanto visuais (EF15LP01, EF01LP24, EF12LP17).

AGORA QUE JÁ LEMOS

Esta proposta favorece o desenvolvimento da oralidade e da escuta atenta ao promover a troca de experiências entre os estudantes. Conduza

4. Durante a atividade, promova uma leitura colaborativa do enunciado com a turma, assegurando que todos compreendam o que é solicitado. Auxilie-os a identificar o gênero entrevista e a relacionar as pistas visuais observadas, como o uso de negrito para as perguntas e o alinhamento imediato das respostas, à função de organizar a informação e facilitar a compreensão do texto. Encoraje-os a compartilhar suas percepções sobre como essa

08/10/2025 11:01:51

a conversa de forma que todos tenham oportunidade de se expressar, valorizando relatos pessoais e incentivando que expliquem o que fizeram para alcançar determinado objetivo. Reforce o vínculo entre o depoimento de Rebeca Andrade e as histórias compartilhadas, ajudando-os a perceber que dedicação, persistência e esforço são atitudes aplicáveis a diferentes situações da vida. Essa mediação contribui para que compreendam e participem de interações orais em contextos de diálogo, ajustando a fala à situação comunicativa.

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF15LP03 , EF01LP04 , EF01LP14 , EF01LP24 , EF12LP17 , EF15LP01 , EF15LP04, EF15LP12), os estudantes mobilizarão habilidades de oralidade ( EF15LP09 , EF15LP10 , EF15LP11, EF15LP13).

SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL

Leia em voz alta o trecho apresentado na atividade 1, reforçando a entonação de acordo com cada frase e considerando a pontuação expressiva. É importante que os estudantes comecem a perceber que os sinais de pontuação indicam diferenças na leitura expressiva do texto, antes de observarem cada entonação que pode ser associada ao sinal de pontuação correspondente e que compreendam como o uso dos sinais de pontuação ajuda a produzir diferentes sentidos no texto (EF01LP14, EF15LP12, EF15LP04).

Respostas e orientações didáticas

1. No item a, oriente os estudantes a localizarem coletivamente no trecho da entrevista a frase que corresponde à pergunta, considerando o propósito comunicativo e a forma como ela se destaca visualmente na diagramação típica do gênero (EF15LP03). Encoraje-os a comentar o que perceberam sobre o destaque dado à pergunta na entrevista e quais recursos gráficos contribuem para isso, como uso de letras maiúsculas e de negrito (EF01LP24, EF12LP17, EF15LP01). No item b, verifique se todos conseguem identificar o sinal de pontuação e distingui-lo de letras ou outros sinais gráficos (EF01LP04). No item c, faça a leitura expressiva da pergunta, evidenciando a entonação

É LÍNGUA, É LINGUAGEM

ALÉM DAS LETRAS: SINAIS DE PONTUAÇÃO

1. ACOMPANHE A LEITURA DE MAIS UMA PARTE DA ENTREVISTA.

QUAIS SÃO SEUS PLANOS AGORA?

ANDRADE, REBECA. UMA CAMPEÃ OLÍMPICA. ENTREVISTA CEDIDA A BEATRIZ M. JOCA, N. 214, OUT./DEZ. 2023. P. 9.

A ) PINTE DE AMARELO A PARTE DO TEXTO QUE REPRESENTA A PERGUNTA

ESTOU CHEGANDO DO MUNDIAL DE GINÁSTICA ARTÍSTICA DE ANTUÉRPIA, NA BÉLGICA, QUE FOI HISTÓRICO PARA O NOSSO PAÍS. [...] AGORA É DESCANSAR UM POUQUINHO PORQUE TEMOS OS JOGOS PAN-AMERICANOS, EM SANTIAGO [CHILE], PELA FRENTE [...]. VAMOS TREINAR DURO PARA REPRESENTAR MUITO BEM O BRASIL! Resposta: Espera-se que os estudantes pintem a parte com a pergunta “QUAIS SÃO SEUS PLANOS AGORA?”

B ) NA PARTE QUE VOCÊ PINTOU, ALÉM DE PALAVRAS, APARECE UM SINAL. QUE SINAL É ESSE? CONTORNE-O.

Resposta: Espera-se

que os estudantes contornem o ponto de interrogação que aparece ao final da frase.

C ) OUÇA A LEITURA QUE O PROFESSOR VAI FAZER DA PERGUNTA DO TEXTO. O QUE VOCÊ PERCEBEU NA VOZ DELE ENQUANTO ELE LIA O FINAL DESSA MENSAGEM? COMENTE COM OS COLEGAS.

Resposta: Espera-se que os estudantes percebam a entonação de pergunta e entendam que é uma frase interrogativa.

2. AGORA, OUÇA A LEITURA DESTAS DUAS PARTES DA ENTREVISTA.

ESTOU CHEGANDO DO MUNDIAL DE GINÁSTICA ARTÍSTICA DE ANTUÉRPIA, NA BÉLGICA, QUE FOI HISTÓRICO PARA O NOSSO PAÍS.

VAMOS TREINAR DURO PARA REPRESENTAR MUITO BEM O BRASIL!

A ) QUAL DELAS EXPRESSA MAIS A ANIMAÇÃO E A EMOÇÃO DE REBECA?

Resposta: VAMOS TREINAR DURO PARA REPRESENTAR MUITO BEM O BRASIL!

B ) CONTORNE O SINAL QUE APARECE NO FINAL DO TRECHO QUE VOCÊ IDENTIFICOU NO ITEM ANTERIOR.

Resposta: Espera-se que os estudantes contornem o ponto de exclamação.

característica (EF15LP12). Incentive os estudantes a comentarem outras situações em que já viram ou usaram o ponto de interrogação, reconhecendo-o como marcador de frases interrogativas (EF01LP14).

2. No item a, conduza a leitura expressiva das duas frases, destacando diferenças de entonação e intensidade que ajudam a perceber qual delas transmite mais emoção e animação. Enquanto ouvem a leitura, oriente os estudantes a acompanharem o texto escrito, de modo que percebam a relação entre a entonação e o sinal de pontuação que encerra cada frase, o que os ajuda a reconhe-

cerem a função expressiva. Incentive-os a justificar a escolha considerando as palavras utilizadas e o contexto da fala da entrevistada, favorecendo a compreensão do propósito comunicativo do trecho (EF01LP24, EF01LP14). No item b, eles devem distinguir o ponto de exclamação de letras e outros sinais e discutir seu papel na marcação da intensidade e da emoção presentes na fala, bem como sua influência na entonação de leitura. Essa atenção ao uso da pontuação contribui para o desenvolvimento de estratégias de leitura mais expressivas e conscientes (EF01LP14).

3. NO FINAL DE CADA PERGUNTA DA ENTREVISTA APARECE UM SINAL DE PONTUAÇÃO. A SEGUIR, CONTORNE QUE SINAL É ESSE.

Resposta: Espera-se que os estudantes contornem o ponto de interrogação.

4. LIGUE CADA SINAL DE PONTUAÇÃO AO QUE ELE PODE INDICAR EM UMA MENSAGEM COM PALAVRAS.

PONTO DE INTERROGAÇÃO

PONTO-FINAL

PONTO DE EXCLAMAÇÃO

EMOÇÃO, SUSTO, SURPRESA.

3. Se considerar pertinente, solicite aos estudantes que retornem ao texto lido na Roda de leitura com atenção às perguntas, chamando a atenção para o sinal que encerra cada uma delas. Explique que o uso de determinados sinais de pontuação está diretamente ligado à intenção comunicativa e à forma como o enunciado é lido. Leve-os a perceber que o ponto de interrogação indica uma pergunta e influencia a entonação na leitura (EF01LP14).

4. Conduza a observação para que reconheçam visualmente cada sinal de pontuação apresentado na atividade (ponto de interrogação, ponto-final e ponto de exclamação). Ao relacionarem cada sinal à imagem e à expressão facial correspondente, encoraje-os a justificar suas escolhas, explicando por que associaram determinado sinal a cada situação. Essa relação entre marcas gráficas e sentidos transmitidos favorece a compreensão do papel expressivo da pontuação e reforça a leitura como prática integrada de elementos verbais e não verbais (EF15LP04).

PERGUNTA. AFIRMAÇÃO OU NEGAÇÃO.

Resposta: PONTO DE INTERROGAÇÃO – PERGUNTA; PONTO-FINAL – AFIRMAÇÃO OU NEGAÇÃO; PONTO DE EXCLAMAÇÃO – EMOÇÃO, SUSTO, SURPRESA.

ATIVIDADE EXTRA

Selecione previamente algumas frases curtas finalizadas com diferentes sinais de pontuação e escreva-as na lousa, deixando um quadrinho-lacuna no final. Proponha que a turma participe coletivamente: leia cada frase em voz alta, com entonação que revele a intenção comunicativa, e peça aos estudantes que identifiquem o sinal que deve ser utilizado para completá-la. Exemplos: “Vocês gostam de ler.” é afirmativa; “Vocês gostam de ler?” é interrogativa. Depois, incentive-os a repetir as frases, alterando a entonação conforme a pontuação, o que colabora para que percebam as mudanças de sentido (EF01LP14, EF15LP04).

AVALIANDO

08/10/2025 11:01:52

Caso algum estudante tenha dificuldade em diferenciar entonações e associá-las aos sinais de pontuação, retome individualmente com a leitura de textos simples que apresentam esses sinais. As adivinhas, por exemplo, favorecem o trabalho com o ponto de interrogação por serem curtas e fáceis de compreender. Se necessário, transcreva-as na lousa e leia-as pausadamente, de forma expressiva, incentivando o estudante a acompanhar para perceber os sinais e seus efeitos na fala (EF01LP14, EF15LP12).

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF01LP14 , EF12LP01 , EF15LP03 , EF15LP04 , EF15LP12, EF15LP15), os estudantes mobilizarão habilidades de oralidade ( EF15LP09 , EF15LP10 , EF15LP11, EF15LP13).

Respostas e orientações didáticas

1. O texto a ser lido é um trecho de uma narrativa em versos de autoria de Andrea Pizarro Clemo, escritora e ilustradora chilena. Se achar interessante e for possível, retire o livro em alguma biblioteca e leve-o para a sala de aula no dia da atividade, apresentando a obra para a turma. Seria interessante também fazer a leitura de uma minibiografia da autora, para contextualizar a atividade. A proposta principal é que no primeiro momento os estudantes possam ouvir a leitura do trecho sem acompanhar o texto escrito, com a intenção de focar na escuta ativa e nos sentimentos despertados por ele. Procure fazer a leitura considerando o uso da pontuação expressiva, destacando principalmente os efeitos de sentido da interrogação na entonação dos versos interrogativos (EF15LP12). No item a, convide-os a falar sobre o que sentiram ao ouvir o texto, incentivando a escuta sensível e a troca entre eles. Encoraje-os a comentar sobre os sons, as rimas e o ritmo da leitura, levando-os a reconhecer o caráter poético e imaginativo da narrativa em versos (EF15LP15). Valorize a percepção de que os sinais de pontuação, como o ponto de interrogação e o ponto-final, mas sobretudo a interrogação, influenciam a entonação da leitura e ajudam a construir o clima de dúvida e reflexão presente no trecho (EF01LP14). É provável que o termo aposentar gere dúvidas em alguns estudantes, momento oportuno para

JANELAS PARA A ESCRITA

PONTUAÇÃO E ENTONAÇÃO

1. O PROFESSOR VAI LER UM TEXTO QUE TAMBÉM FALA DE UMA PROFISSÃO. OUÇA COM ATENÇÃO.

JARDINEIRO SE APOSENTA?

JUVENAL SE APOSENTOU. QUER DIZER, O APOSENTARAM.

MAS A PERGUNTA FICOU:

“COMO VAI SE APOSENTAR UM POETA, UM PINTOR? UM AMIGO, UM IRMÃO, UMA MÃE OU UM CANTOR?” [...]

CLEMO, ANDREA PIZARRO. JÚBILO: O ROMANCE DO JARDINEIRO. TRADUÇÃO DE LENICE BUENO. SÃO PAULO: AMELI, 2018.

A ) O QUE VOCÊ SENTIU AO ACOMPANHAR A LEITURA DO TEXTO? COMENTE COM OS COLEGAS E O PROFESSOR.

Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor

B ) QUE PROFISSÕES APARECERAM NO TEXTO? PINTE COM SUAS CORES FAVORITAS CADA UMA A SEGUIR.

Resposta: JARDINEIRO, CANTOR, POETA e PINTOR.

JARDINEIRO. COZINHEIRA. PINTOR. CANTOR.

ATOR. PROFESSOR. POETA. AVIADOR.

C ) VOCÊ CONHECE ALGUÉM QUE EXERÇA UMA DAS PROFISSÕES MENCIONADAS NO TEXTO? SE SIM, CONTE PARA A TURMA UM POUCO DAS ATIVIDADES QUE ESSA PESSOA REALIZA.

Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor

trocas com base no que sabem sobre o assunto. Motive-os a conversar sobre o sentido do termo no texto, no qual se questiona a interrupção do exercício da profissão diante do valor que ela tem. No item b, é possível explorar as profissões que aparecem no texto, verificando o desenvolvimento da habilidade de localizar informações explícitas (EF15LP03). No item c, possibilite aos estudantes que contem sobre pessoas conhecidas que exercem algumas das profissões citadas e como percebem suas contribuições no dia a dia. Essa troca favorecerá a percepção do valor das diferentes atividades profissionais e o lugar afetivo na relação com elas.

2. O PROFESSOR VAI DIZER UM VERSO DO POEMA COM DIFERENTES ENTONAÇÕES. DE ACORDO COM A ENTONAÇÃO DA LEITURA, MARQUE UM X NOS SINAIS DE PONTUAÇÃO QUE ESTÃO

FALTANDO EM CADA ITEM.

A ) JARDINEIRO SE APOSENTA

Resposta: Os estudantes devem assinalar o ponto de interrogação.

B ) JUVENAL SE APOSENTOU ?

C ) JARDINEIRO SE APOSENTA .

PRATICAR EM CASA

Resposta: Os estudantes devem assinalar o ponto-final.

QUE TAL DESCOBRIR OUTRAS MENSAGENS COM PALAVRAS COM DIFERENTES SINAIS DE PONTUAÇÃO? FAÇA ESSA PESQUISA COM A AJUDA DE UM FAMILIAR OU RESPONSÁVEL.

Comentários nas orientações ao professor

1. PROCUREM MENSAGENS COM PONTO-FINAL, INTERROGAÇÃO E EXCLAMAÇÃO EM LIVROS, REVISTAS OU NA INTERNET.

2. SEPAREM UMA MENSAGEM QUE TENHA CADA UM DESSES SINAIS DE PONTUAÇÃO PARA LEVAR PARA A SALA DE AULA. VOCÊ PODE TIRAR FOTOGRAFIAS, COPIAR OU RECORTAR, NO CASO DE REVISTAS OU JORNAIS.

3. ANOTEM TAMBÉM DE ONDE A MENSAGEM FOI RETIRADA E POR QUE ELA FOI ESCOLHIDA.

4. LEVE AS MENSAGENS PESQUISADAS PARA A SALA DE AULA. COM A AJUDA DO PROFESSOR, LEIA UMA DELAS EM VOZ ALTA PARA A TURMA, EXPLORANDO A PONTUAÇÃO E SEUS EFEITOS NA ENTONAÇÃO.

Resposta: Os estudantes devem assinalar o ponto de exclamação. 119

08/10/2025 10:59:31

2. Leia o primeiro verso como uma pergunta; o segundo, como uma afirmação; e o terceiro, com emoção. Espera-se que os estudantes percebam como a leitura feita em voz alta de modo expressivo ajudou a perceber os sinais que faltavam, reconhecendo as pausas e as mudanças na entonação que indicam perguntas ou afirmações.

PRATICAR EM CASA

A proposta é levar os estudantes a investigarem em textos reais do dia a dia a presença dos sinais de pontuação e seus efeitos na construção de sentido e na entonação (EF01LP14, EF15LP04). Planeje um momento para que as frases escolhidas sejam compartilhadas e que os estudantes contem também sobre o processo de busca dos textos. Faça a mediação desse momento para que percebam a presença desses materiais na cultura da escrita e nas práticas sociais de leitura. Essa pode ser uma oportunidade para também exercitar a leitura, com ou sem a ajuda do professor e dos colegas, a depender das necessidades e possibilidades de cada estudante (EF12LP01).

Além das habilidades listadas nas orientações (EF01LP01, EF12LP17 , EF15LP01 , EF15LP02), os estudantes serão levados a desenvolver habilidades de oralidade (EF15LP09, EF15LP10, EF15LP11, EF15LP13).

SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL

Leia o texto que apresenta a seção e explique aos estudantes que lerão os dois primeiros verbetes de uma enciclopédia sobre diferentes profissionais mulheres, organizados de A a Z. Nela, cada letra traz um verbete semelhante, seguido de uma história biográfica em forma de conto bem-humorado e ilustrações que homenageiam as retratadas. Em seguida, promova uma conversa com base na seção Antes de ler, incentivando a observação da diagramação para levantar hipóteses sobre o conteúdo. Encoraje o compartilhamento de expectativas e ideias, valorizando as diferentes percepções (EF15LP02).

ANTES DE LER

1. Proponha aos estudantes que conversem sobre o que acreditam ser um verbete. Em seguida, explique a eles que o verbete reúne informações sobre um elemento específico, como pessoa, lugar, objeto, conceito ou palavra. Sua função é informar e ampliar o conhecimento do leitor.

2. Cite exemplos de livros, sites ou outros materiais. Comente que é comum encontrar verbetes em enciclopédias e dicionários, impressos ou digitais. Nos dicionários, apresentam dados sobre as palavras, seus significados, sua classe gramatical, pronúncia e exemplos de uso. Nas enciclopédias, abordam assuntos de forma mais ampla, podendo incluir curiosi-

TODA PROFISSÃO É IMPORTANTE!

RODA DE LEITURA: VERBETES

É HORA DE LER DOIS VERBETES RETIRADOS DO LIVRO

ABCDELAS, QUE APRESENTA MULHERES RECONHECIDAS EM DIFERENTES PROFISSÕES. QUE TAL CONVERSAR UM POUCO ANTES DA LEITURA?

ANTES DE LER

RESPONDA ÀS QUESTÕES A SEGUIR ORALMENTE.

Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor.

1. VOCÊ SABE O QUE É UM VERBETE? CONVERSE COM OS COLEGAS E O PROFESSOR.

2. EM QUAIS PUBLICAÇÕES PODEMOS ENCONTRAR TEXTOS COMO ESSES? COMPARTILHE COM A TURMA.

3. SEM PRECISAR LER TODO O TEXTO, É POSSÍVEL SABER QUAIS PROFISSÕES SERÃO APRESENTADAS? DE QUE MANEIRA? EXPLIQUE AOS COLEGAS E AO PROFESSOR.

AVIADORA

ANÉSIA PINHEIRO MACHADO (1904, BRASIL-1999, BRASIL)

ANÉSIA PINHEIRO MACHADO FOI UMA DAS PRIMEIRAS MULHERES BRASILEIRAS A RECEBER UM BREVÊ, O DIPLOMA DE PILOTO DE AVIÃO. FOI A PRIMEIRA AVIADORA A REALIZAR UM VOO ENTRE DOIS ESTADOS DIFERENTES, A ATRAVESSAR AS AMÉRICAS E TAMBÉM A CORDILHEIRA DOS ANDES.

dades, dados históricos, imagens e outros recursos. Retome a pergunta inicial e incentive cada estudante a complementar a resposta com base nas novas informações (EF15LP01, EF12LP17).

3. Oriente-os a observar a organização das páginas antes de ler os dois verbetes — aviadora e bióloga. Mostre que ambos seguem o mesmo padrão: título ou palavra-chave (profissão), nome da personagem, datas e texto com as informações principais. Explique que essa estrutura facilita a identificação da profissão sem precisar ler todo o texto. Depois, incentive-os a comparar os dois para confirmar a repetição da organização,

favorecendo a compreensão e a localização das informações (EF15LP01, EF12LP17).

Orientações didáticas

• Leia em voz alta os verbetes, pausando para esclarecer o vocabulário. Converse sobre palavras possivelmente desconhecidas, como brevê, já explicada no texto. Mostre as páginas durante a leitura, deslizando o dedo sob as linhas para destacar o sentido da leitura, que é da esquerda para a direita e de cima para baixo (EF01LP01).

BIÓLOGA

MARGARET FOUNTAINE (1862, REINO UNIDO-1940, TRINDADE E TOBAGO)

MARGARET ELIZABETH FOUNTAINE VIVEU NA INGLATERRA VITORIANA, OU SEJA, NO PERÍODO DO REINADO DA RAINHA VITÓRIA, DE 1837 A 1901, E FOI A PRIMEIRA LEPDOPTERISTA – A PRIMEIRA MULHER A ESTUDAR BORBOLETAS. SEU AMOR PELOS INSETOS A LEVOU A VIAGENS PELA EUROPA, TIBETE, AUSTRÁLIA E ÍNDIA PARA CONHECER NOVAS ESPÉCIES. ELA TAMBÉM FOI UMA TALENTOSA ILUSTRADORA CIENTÍFICA.

[...]

TOKITAKA, JANAINA. ABCDELAS. SÃO PAULO: COMPANHIA DAS LETRINHAS, 2019. P. 4, 7.

JANAINA TOKITAKA NASCEU EM SÃO PAULO. ALÉM DE ESCREVER E ILUSTRAR LIVROS PARA CRIANÇAS, DÁ AULAS SOBRE ILUSTRAÇÃO. ELA JÁ PUBLICOU DIVERSOS TÍTULOS. QUEM PRODUZIU?

PAPO DE LEITOR

1. ANTES DA LEITURA, VOCÊ TENTOU DESCOBRIR QUAIS PROFISSÕES OS VERBETES APRESENTARIAM. SUAS IDEIAS FORAM CONFIRMADAS? CONVERSE COM OS COLEGAS E O PROFESSOR.

Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor.

2. VOCÊ CONHECIA AS DUAS PROFISSÕES APRESENTADAS? TROQUE IDEIAS COM A TURMA.

Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor

3. SABENDO QUE O TÍTULO DO LIVRO É ABCDELAS, O QUE PODEMOS INFERIR? MARQUE UM X NA ALTERNATIVA CORRETA.

O LIVRO APRESENTA UMA PROFISSÃO EXERCIDA POR UM HOMEM PARA CADA LETRA DO ALFABETO.

O LIVRO APRESENTA UMA PROFISSÃO EXERCIDA POR UMA MULHER PARA CADA LETRA DO ALFABETO.

Resposta: O LIVRO APRESENTA UMA PROFISSÃO EXERCIDA POR UMA MULHER PARA CADA LETRA DO ALFABETO. 121

seus conhecimentos com os colegas, mediando os turnos de fala. Caso algum estudante conheça uma pessoa que seja aviadora ou bióloga – sobretudo uma mulher –, peça-lhe que comente com a turma. 3. Se possível, informe que o livro ABCDELAS apresenta as seguintes profissões, em ordem alfabética: aviadora, bióloga, chef de cozinha, desenhista, escritora, filósofa, geóloga, historiadora, investigadora, juíza, kung fu (instrutora), linguista,

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF12LP02 , EF12LP17 , EF15LP03 , EF15LP02 , EF15LP05 , EF15LP06 , EF15LP07), os estudantes mobilizarão habilidades de oralidade, como expressão clara, escuta atenta, respeito aos turnos de fala e compreensão da finalidade das interações orais (EF15LP09, EF15LP10 , EF15LP11 , EF15LP13).

Respostas e orientações didáticas

1. Espera-se que os estudantes retomem as profissões inicialmente previstas com base nas pistas gráficas, como o uso de palavras em destaque, nomes próprios e datas. Também é esperado que verifiquem se essas hipóteses foram confirmadas ao longo da leitura. Incentive a comparação entre o que imaginaram e o que o texto realmente apresentou, destacando elementos como as palavras-chave dos verbetes (aviadora e bióloga), a estrutura do texto e outros dados apresentados que contribuíram para isso. Esse momento de reflexão ajuda os estudantes a compreenderem que prever, confirmar e revisar expectativas faz parte do processo de leitura e amplia a capacidade de ler significativa e criticamente (EF12LP17, EF15LP03, EF15LP02). 2. Promova um momento de interação entre os estudantes, para que compartilhem

08/10/2025 10:59:33

médica, navegadora, oceanógrafa, pedagoga, química, repórter, socióloga, terapeuta, urbanista, veterinária, wi-fi (inventora), xilofonista, yalorixá, zoóloga. Fale o nome de algumas profissões para os estudantes e explique o que faz cada profissional. É possível aproveitar para ampliar a lista de profissões feitas desde o início da unidade com essas novas profissões.

AGORA QUE JÁ LEMOS

Reforce que, ao longo da história, muitas profissões foram ocupadas majoritariamente por homens. No entanto, mulheres de diferentes origens, cores e lugares do mundo desafiaram isso e abriram caminhos, como aviadoras, biólogas, médicas, professoras e tantas outras que ajudaram a transformar o mundo. Valorize os exemplos trazidos pelo livro e traga outros para a conversa, como Antonieta de Barros (jornalista), Chiquinha Gonzaga (musicista) e Maria Firmina dos Reis (escritora), mostrando que a contribuição dessas mulheres não está apenas nos livros, mas também nas memórias e nos saberes da comunidade. É importante aproveitar a resposta dos estudantes para promover reflexões sobre igualdade de direitos, respeito às escolhas profissionais de todas as pessoas e valorização da diversidade nos campos da ciência, tecnologia e outras áreas do conhecimento.

ATIVIDADE EXTRA

Proponha aos estudantes uma pesquisa guiada sobre cientistas brasileiras mulheres que contribuíram para o avanço científico e tecnológico em diferentes áreas. Para isso, é possível organizar visitas à biblioteca da escola, utilizar a sala de informática ou desenvolver a investigação em sala de aula com materiais previamente selecionados tanto por você quanto pelos próprios estudantes, com o apoio de familiares em casa. Após esse primeiro momento de pesquisa, convide a turma a transformar as descobertas em pequenos textos informativos, inspirados nos verbetes já trabalhados em aula. Cada texto deve apresentar

4. B) Resposta: Espera-se que os estudantes contornem o nome da aviadora, Anésia Pinheiro Machado, e o nome da bióloga, Margaret Fountaine.

4. OS DOIS VERBETES FALAM DAS PRIMEIRAS MULHERES A REALIZAR TRABALHOS QUE, POR MUITO TEMPO, SÓ HOMENS FAZIAM.

A ) QUE TRABALHOS ERAM ESSES? ESCREVA A PALAVRA QUE NOMEIA CADA PROFISSÃO.

Resposta: Aviadora e bióloga.

B ) QUAIS OS NOMES DESSAS DUAS MULHERES? VOLTE AOS VERBETES E CONTORNE O NOME DE CADA UMA DELAS.

5. SEGUNDO O VERBETE DA AVIADORA, O QUE É UM BREVÊ? MARQUE UM X NA RESPOSTA CORRETA.

UMA VIAGEM ENTRE AS AMÉRICAS.

UM DIPLOMA DE PILOTO DE AVIÃO.

UMA PASSAGEM DE AVIÃO.

Resposta: UM DIPLOMA DE PILOTO DE AVIÃO.

AGORA QUE JÁ LEMOS: Resposta pessoal. Ajude os estudantes a compreenderem que não há profissões exclusivas para um gênero e que esse é um direito pelo qual as mulheres lutaram durante muito tempo para conquistar e, que, atualmente ainda lutam para manter.

6. DE ACORDO COM O VERBETE DA BIÓLOGA, O QUE É UMA LEPDOPTERISTA? MARQUE UM X NA RESPOSTA CERTA.

AQUELA QUE ESTUDA AS FLORES.

AQUELA QUE FAZ ILUSTRAÇÕES CIENTÍFICAS.

AQUELA QUE ESTUDA AS BORBOLETAS.

Resposta: AQUELA QUE ESTUDA AS BORBOLETAS.

AGORA QUE JÁ LEMOS

POR QUE É IMPORTANTE QUE AS MULHERES POSSAM EXERCER QUALQUER PROFISSÃO QUE QUISEREM? TROQUE IDEIAS COM OS COLEGAS E O PROFESSOR SOBRE ISSO.

o nome da cientista, sua área de atuação, suas principais contribuições e alguma curiosidade sobre sua trajetória. Para a produção do texto, reforce as etapas de rascunho, revisão, edição e reescrita (EF15LP05, EF15LP06, EF15LP07). Em seguida, monte com os estudantes um varal de verbetes na sala de aula ou em outro espaço da escola, promovendo a circulação do conhecimento. Essa atividade permite que a turma conheça histórias inspiradoras de mulheres na ciência e contribui para a valorização da diversidade e das

contribuições de grupos historicamente invisibilizados. Além de ampliar o repertório cultural e científico dos estudantes, a proposta fortalece práticas de leitura e escrita em contexto real, incentivando a autoria e a oralidade (EF12LP02, EF15LP04). Uma boa fonte de consulta para essa atividade é o livro 101 mulheres incríveis que transformaram a ciência, obra que conta a história de 101 mulheres que contribuíram de forma marcante para o desenvolvimento científico.

É LÍNGUA, É LINGUAGEM

FORMATAÇÃO E ORGANIZAÇÃO DE INFORMAÇÕES

EM VERBETES

1. VOLTE AOS VERBETES DA RODA DE LEITURA E PRESTE ATENÇÃO EM COMO ELES ESTÃO ORGANIZADOS. DEPOIS, RESPONDA ÀS QUESTÕES.

1. A) Resposta: Os dois verbetes estão organizados da mesma maneira, com formatação e diagramação semelhantes.

A ) OS DOIS VERBETES ESTÃO ORGANIZADOS DO MESMO JEITO OU SÃO APRESENTADOS DE MODOS DIFERENTES? CONTE PARA A TURMA O QUE VOCÊ PERCEBEU.

B ) QUAL DESTAS INFORMAÇÕES RECEBE MAIS DESTAQUE GRÁFICO EM CADA VERBETE? MARQUE UM X PARA MOSTRAR.

O NOME DA PROFISSIONAL.

A PALAVRA QUE NOMEIA A PROFISSÃO.

Resposta: A PALAVRA QUE NOMEIA A PROFISSÃO.

C ) QUAIS RECURSOS FORAM UTILIZADOS PARA DESTACAR A INFORMAÇÃO QUE VOCÊ INDICOU NO ITEM ANTERIOR? MARQUE UM X EM TODAS AS RESPOSTAS CORRETAS.

USO DE LETRAS GRANDES.

USO DE LETRAS PEQUENAS.

2. Resposta: Espera-se que os estudantes percebam que os nomes das profissões aparecem em destaque porque são as chamadas de palavras-chave ou palavras de entrada dos verbetes.

UTILIZAÇÃO DE COR QUE DESTACA A INFORMAÇÃO.

UTILIZAÇÃO DA COR PRETA.

1. C) Resposta: USO DE LETRAS GRANDES; UTILIZAÇÃO DE COR QUE DESTACA A INFORMAÇÃO; COLOCAÇÃO DA INFORMAÇÃO NO CENTRO.

COLOCAÇÃO DA INFORMAÇÃO NO CENTRO.

COLOCAÇÃO DA INFORMAÇÃO FINAL.

2. POR QUE VOCÊ ACHA QUE OS NOMES DAS PROFISSÕES APARECEM EM DESTAQUE NOS VERBETES? CONVERSE COM OS COLEGAS E O PROFESSOR.

nome da profissional e de informações sobre seu nascimento e morte (datas e locais), e, por último, um breve texto sobre a profissional em seu campo de atuação (EF12LP17).

2. É em torno dessas palavras que os verbetes são organizados, pois elas indicam o tema principal do texto e ajudam o leitor a identificar rapidamente qual é a profissão. No caso do conjunto de verbetes apresentados, todos giram em torno das profissões. As palavras em destaque funcionam como títulos, organizam o conteúdo do livro e facilitam a localização e a compreensão das informações.

ATIVIDADE EXTRA

08/10/2025 10:59:34

Se possível, apresente um dicionário à turma. Mostre essa outra forma de verbete e converse sobre as informações que ele traz. Em um dicionário infantil, por exemplo, é comum encontrar a palavra principal, chamada de palavra de entrada, seguida da separação silábica, da indicação da classe gramatical e das acepções. Alguns ainda trazem frases de exemplo e ilustrações, facilitando a compreensão.

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações (EF15LP01, EF12LP17), os estudantes mobilizarão habilidades de oralidade, como expressão clara, escuta atenta, respeito aos turnos de fala e compreensão da finalidade das interações orais (EF15LP09, EF15LP10, EF15LP11, EF15LP13).

SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL

Antes de iniciar, retome o texto da Roda de leitura e oriente os estudantes a prestarem atenção na forma como as informações estão organizadas e na diagramação. De maneira breve, comente novamente que o verbete é um texto que apresenta informações de forma clara e objetiva, ajudando o leitor a localizar rapidamente o que procura. Essa atenção aos elementos visuais e estruturais facilita a compreensão do gênero e permite uma reflexão sobre tal composição e sua finalidade (EF15LP01, EF12LP17).

Respostas e orientações didáticas

1. No item a, abra espaço para que os estudantes conversem sobre a organização dos verbetes e leve-os a descrever as observações feitas. Verifique se eles percebem, que os verbetes começam com a palavra que nomeia a profissão (palavra de entrada ou palavra-chave), seguida do

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF12LP01 , EF12LP02 , EF15LP01 , EF15LP02 , EF15LP04 , EF15LP06 , EF15LP07, EF15LP08), os estudantes mobilizarão habilidades de oralidade ( EF15LP09 , EF15LP10 , EF15LP11, EF15LP13).

Orientações didáticas

• Antes de iniciar, explique aos estudantes que observarão um grafite que retrata uma profissão. Peça-lhes que olhem com atenção para identificar elementos visuais, como cores, formas, gestos e objetos representados, e que descrevam o que veem. Incentive-os a comentar o que essas pistas podem revelar sobre a profissão retratada e a cena mostrada (EF15LP02, EF15LP04).

• Conduza a conversa para que percebam que a imagem “conta uma história” e valoriza um trabalho específico, encorajando-os a refletir sobre o papel dessa profissão e o motivo de ela ter sido escolhida para ser retratada no muro (EF15LP01).

ABRACADABRA

VIROU GRAFITE!

Comentários nas orientações ao professor

APRECIE ESTE GRAFITE QUE REPRESENTA UMA PROFISSÃO!

RENDEIRA, DE GUGIE CAVALCANTI. GRAFITE, FLORIANÓPOLIS. 2021.

QUEM PRODUZIU?

UM GRAFITE QUE CONTA HISTÓRIAS

ESSE GRAFITE MOSTRA UMA MULHER FAZENDO RENDA, UMA ARTE FEITA COM AS MÃOS, CHEIA DE CUIDADO E TRADIÇÃO. ESSE

TRABALHO É REALIZADO POR UMA RENDEIRA, UMA PROFISSÃO ANTIGA, PASSADA DE GERAÇÃO EM GERAÇÃO. O GRAFITE RETRATA

UMA CENA QUE VALORIZA O TRABALHO MANUAL E A PRESENÇA DAS MULHERES QUE PRODUZEM ARTE COM LINHAS.

QUE OUTRAS PROFISSÕES VOCÊ ACHA QUE PODERIAM

APARECER EM UM GRAFITE?

PAPO DIGITAL

ÁLBUM DIGITAL: ARTISTAS BRASILEIRAS

EM DUPLAS OU GRUPOS, PESQUISEM SOBRE MULHERES BRASILEIRAS QUE SÃO ARTISTAS, COMO GRAFITEIRAS, ILUSTRADORAS E PINTORAS.

EM UMA FOLHA AVULSA, REÚNAM O QUE DESCOBRIRAM: COLEM UMA IMAGEM DE UMA OBRA DA ARTISTA, ESCREVAM O NOME DA OBRA, ALGUNS DADOS SOBRE A ARTISTA (COMO NOME COMPLETO, CIDADE ONDE NASCEU OU ATUA) E UMA FRASE CONTANDO O QUE MAIS CHAMOU A ATENÇÃO DE VOCÊS NO MODO DE EXPRESSÃO DELA.

O PROFESSOR VAI JUNTAR AS PÁGINAS E MONTAR UM ÁLBUM DIGITAL DA TURMA, QUE SERÁ COMPARTILHADO COM A COMUNIDADE ESCOLAR PARA QUE MAIS PESSOAS CONHEÇAM O TRABALHO DESSAS ARTISTAS BRASILEIRAS.

QUEM PINTOU ESTE MURAL FOI A ARTISTA VISUAL, GRAFITEIRA, ARTE EDUCADORA E PRODUTORA CULTURAL BRASILIENSE GUGIE CAVALCANTI. SUAS OBRAS PODEM SER ENCONTRADAS EM VÁRIOS LUGARES DO BRASIL, COMO RIO DE JANEIRO, SÃO PAULO OU PORTO ALEGRE. 125

álbum digital, revisando-o com a ajuda de todos para corrigir e aprimorar (EF15LP06). Depois, editem a versão final, incluam ilustrações quando pertinente (EF15LP07) e publiquem em suporte digital, explorando recursos multissemióticos como imagens, legendas e links (EF15LP08).

• Caso a publicação digital não seja viável, monte um álbum impresso para circular entre os estudantes, permitindo que todos apreciem e levem para casa em esquema de empréstimo.

08/10/2025 10:59:38

• Leia com os estudantes o boxe com informações sobre a autora do grafite, destacando nome, naturalidade, área de atuação e trabalhos realizados. Mostre como esses textos informativos trazem dados objetivos, ajudando o leitor a conhecer melhor quem criou a obra. Ao final, converse sobre como saber mais a respeito de um autor ou autora de uma produção artística enriquece o repertório e valoriza a forma de expressão em foco (EF15LP01).

PAPO DIGITAL

• Em duplas ou grupos, oriente os estudantes a pesquisarem mulheres brasileiras artistas, como grafiteiras, ilustradoras e pintoras, buscando e selecionando informações em meios impressos ou digitais, com a sua mediação e supervisão (EF12LP02). Cada grupo pode selecionar uma artista, reunir informações sobre ela e escolher uma obra para apresentar. Ajude-os a registrar os dados de pesquisa: nome da artista, dados relevantes de sua trajetória e uma breve descrição da obra escolhida. • Se possível, organize um álbum digital da turma com as produções utilizando um blog, rede social escolar ou outro meio seguro, com consentimento e comunicação prévia às famílias, para circulação das produções. Inclua imagens, textos e um título. Produzam coletivamente um texto de apresentação para o

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF01LP12 , EF01LP19 , EF12LP03), os estudantes mobilizarão habilidades de oralidade (EF15LP09, EF15LP10 , EF15LP11 , EF15LP13).

Respostas e orientações didáticas

1. A proposta da atividade é permitir que os estudantes explorem um texto que provavelmente sabem de memória para reconhecerem a separação das palavras na escrita por espaços em branco (EF01LP12). Por isso, é importante que tenham primeiro um momento de exploração para descobrirem que parlenda é essa e possam recitá-la algumas vezes depois da descoberta (EF01LP19). Dessa forma, mesmo quem não conhecia o texto terá elementos para fazer a investigação na próxima atividade. Se achar oportuno, registre a parlenda na lousa e chame a atenção para os espaços entre as palavras, perguntando se já tinham reparado neles e para que acham que servem. Possibilite que explicitem suas ideias e percepções, que serão aprofundadas na próxima atividade, quando poderão comparar o mesmo texto com outro registro dele, sem os espaços.

2. No momento de discutir coletivamente as diferenças entre a forma como as parlendas foram apresentadas, oportunize aos estudantes explicitarem como foi a leitura do texto com palavras aglutinadas e como tinha sido a versão com a segmentação adequada das palavras. Verifique se perceberam o efeito da falta de espaços na leitura e compreensão do texto por meio da comparação. Uma possibilidade para favorecer essa identificação é chamar a atenção dos estudantes para alguma parte do texto, como: “Vamos olhar o início

JANELAS PARA A ESCRITA

ESPAÇOS ENTRE AS PALAVRAS

1. COM O PROFESSOR E OS COLEGAS, LEIAM A PARLENDA A SEGUIR E DESCUBRAM UMA PROFISSÃO.

SERRA, SERRA, SERRADOR, QUANTAS TÁBUAS JÁ SERROU? JÁ SERREI VINTE E QUATRO: UMA, DUAS, TRÊS, QUATRO! ORIGEM POPULAR.

A ) QUAL É A PROFISSÃO CITADA NA PARLENDA?

Resposta: Serrador.

B ) DE ACORDO COM A PARLENDA, QUANTAS TÁBUAS ESSA PESSOA SERROU?

Resposta: 24 tábuas.

C ) PINTE OS ESPAÇOS ENTRE AS PALAVRAS DA PARLENDA ACIMA.

Resposta: Espera-se que os estudantes pintem todos os espaços entre as palavras.

2. AGORA LEIA ESSA PARLENDA ORGANIZADA DE OUTRO JEITO.

SERRA,SERRA, SERRADOR, QUANTASTÁBUASJÁSERROU?

JÁSERREIVINTEEQUATRO: UMA,DUAS,TRÊS,QUATRO!

2. A) Resposta: Na atividade 1, a parlenda foi apresentada com espaços entre as palavras e, na atividade 2, foi apresentada com as palavras grudadas.

A ) QUAL É A DIFERENÇA ENTRE A FORMA COMO ESSA PARLENDA

FOI APRESENTADA NA ATIVIDADE 1 E NA ATIVIDADE  2? CONVERSE COM OS COLEGAS E O PROFESSOR.

B ) QUAL FOI MAIS FÁCIL DE LER? CONVERSE COM OS COLEGAS.

Resposta: Espera-se que os estudantes considerem a parlenda com espaços entre as palavras mais fácil de ler.

do texto. Como conseguimos saber na primeira versão onde começa uma palavra e termina outra? E na segunda versão?”. Depois de ouvir as hipóteses, faça a mediação para que compreendam que as palavras são pequenas unidades da língua, com início e fim, e que em um texto são escritas separadas por espaços em brancos ou seguidas de sinais de pontuação. Refletir coletivamente acerca da segmentação convencional de palavras por meio de uma parlenda, gênero comum ao universo infantil, é importante para que os estudantes se aproximem do conceito de palavra e progressivamente possam fazer a segmentação correta na escrita (EF01LP12).

UM,DOIS

FEIJÃOCOMARROZ

TRÊS,QUATRO

FEIJÃONOPRATO

CINCO,SEIS

FALARINGLÊS

SETE,OITO

COMERBISCOITO

NOVE,DEZ

COMERPASTÉIS!

ORIGEM POPULAR.

A ) COPIE O TEXTO, COLOCANDO OS ESPAÇOS

CORRETAMENTE.

B ) RELEIA A PARLENDA QUE VOCÊ COPIOU. COMO FOI LER O TEXTO ORGANIZADO DESSA FORMA? COMENTE.

Resposta: Espera-se que os estudantes destaquem a maior facilidade na leitura com a inserção dos espaços entre as palavras. 127

ATIVIDADE EXTRA

Se perceber que a turma está avançando bem nas reflexões sobre os espaços em branco entre as palavras, proponha mais um desafio: apresente, em cartões preparados previamente, textos conhecidos dos estudantes, de preferência que eles já saibam de memória (como quadrinhas, parlendas e cantigas), mas com as palavras aglutinadas (sem espaços). Organize a duplas de estudantes com níveis próximos de conceitualização da escrita, para que possam pensar juntos. Explique a eles que deverão indicar onde acreditam que a palavra começa e termina nos

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textos que receberam, usando barras (/) para marcar a separação. Isso pode ser feito de diferentes formas: alguns podem buscar o início das palavras usando pistas visuais e sonoras, enquanto outros, que sabem o texto de memória, vão localizar as palavras já previstas. Para estudantes em nível silábico, trabalhe por etapas, com um verso de cada vez, dizendo oralmente as palavras que devem localizar. Peça-lhes que insiram as barras no texto ou contornem os trechos correspondentes, mesmo que errem no início. O objetivo é promover discussão e reflexão sobre a separação das palavras, valorizando os avanços que surgirem com sua mediação (EF01LP12).

3. Inicie a atividade explicando que será trabalhada mais uma parlenda bastante conhecida e perguntando quem já brincou com ela e conhece o texto de memória. Possibilite aos estudantes que explorem o texto antes de seguirem para a resolução do problema. Agora que a turma reconhece a importância do espaço em branco entre as palavras para leitura e compreensão do texto, o desafio será propor soluções de segmentação ao contornarem as palavras. Se achar pertinente, inicie discutindo coletivamente, solicitando-lhes que contornem todas as palavras que encontrarem na leitura. É possível organizar os estudantes em duplas, com níveis próximos de conceitualização da escrita, para que troquem ideias sobre onde começam e terminam as palavras. Faça intervenção com estudantes que tenham mais dificuldade e divida a proposta em etapas, um verso de cada vez. Ao final, antes da cópia, retome o texto na lousa e proponha uma discussão coletiva sobre as palavras que encontraram, para que verifiquem se localizaram corretamente. O propósito da cópia, nesse caso, é que possam observar o que foi corrigido no texto e inserir os espaços nos locais corretos enquanto copiam as palavras (EF12LP03).

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF01LP03 , EF01LP12 , EF01LP14, EF12LP01), os estudantes também desenvolverão habilidades de oralidade (EF15LP09, EF15LP10, EF15LP11, EF15LP13).

Respostas e orientações didáticas

1. O foco da atividade avaliativa está na leitura que os estudantes farão da frase e na percepção dos espaços necessários entre as palavras para que a mensagem faça sentido (EF01LP12). Se possível, mostre na lousa um exemplo de como inserir as barras entre as palavras para demarcar o início e final de cada uma delas. Exemplo: ELA/ESTUDAVA/ BORBOLETAS.

AVALIANDO

Procure registrar as estratégias usadas por eles na leitura da frase sem os espaços: se buscam pistas, se fazem inferências para identificar onde começa a palavra que nomeia o animal, entre outras. Se achar necessário, a depender de como os estudantes estão no processo de leitura por si mesmos, faça a leitura da frase para que tenham mais clareza do que estão buscando na identificação. Para alguns estudantes, por exemplo, saber que é necessário localizar a palavra BORBOLETAS pode ser um apoio importante para que levantem hipóteses sobre onde essa palavra está escrita (EF12LP01). Os itens seguintes permitem acompanhar como os estudantes estão se apropriando dos efeitos dos sinais de pontuação na leitura e na constru-

SABERES EM FOCO

SINAIS DE PONTUAÇÃO E ESPAÇOS ENTRE AS PALAVRAS

1. QUE TAL AGORA REVER ALGUNS ASSUNTOS TRABALHADOS NESTA UNIDADE? PARA ISSO, RESPONDA ÀS QUESTÕES.

A ) A MENSAGEM A SEGUIR REVELA UMA INFORMAÇÃO IMPORTANTE SOBRE A BIÓLOGA MARGARET FOUNTAINE, MAS FOI REGISTRADA SEM ESPAÇOS ENTRE AS PALAVRAS. USE BARRAS (/) PARA INDICAR ONDE CADA PALAVRA COMEÇA E TERMINA. DEPOIS, DESVENDE E ESCREVA A MENSAGEM COM A SEPARAÇÃO ENTRE AS PALAVRAS.

ELAESTUDAVABORBOLETAS.

Resposta: Os estudantes devem posicionar as barras da seguinte forma: ELA/ESTUDAVA/BORBOLETAS e, em seguida, escrever a frase ELA ESTUDAVA BORBOLETAS.

B ) AGORA, FAÇA UM DESENHO QUE MOSTRE O QUE VOCÊ

DESCOBRIU NA MENSAGEM.

Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes desenhem algo que represente que a bióloga estudava borboletas.

C ) OBSERVE A MESMA MENSAGEM, DESTA VEZ ESCRITA COM ESPAÇOS ENTRE AS PALAVRAS.

ELA ESTUDAVA BORBOLETAS.

• O QUE A MENSAGEM QUE VOCÊ LEU INDICA? MARQUE UM X PARA MOSTRAR.

Resposta: UMA AFIRMAÇÃO.

UMA PERGUNTA. UMA AFIRMAÇÃO.

• QUAL SINAL DE PONTUAÇÃO AJUDOU NA SUA RESPOSTA?

ESCREVA ESSE SINAL NO QUADRINHO:

Resposta: Os estudantes devem escrever o ponto-final no quadrinho.

ção de sentido (EF01LP14), então é importante que possam escolher de forma independente qual opção corresponde ao que foi lido: se é uma pergunta ou afirmação. Se possível, registre impressões e dados sobre a leitura de cada um deles, para acompanhar os avanços e desafios em suas trajetórias como leitores cada vez mais autônomos.

2. ACOMPANHE COM ATENÇÃO A LISTA QUE O PROFESSOR VAI FAZER COM TODAS AS PROFISSÕES QUE A TURMA DITAR.

A ) ESCOLHA UMA DAS PROFISSÕES PARA REGISTRAR A SEGUIR.

Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor

B ) O QUE VOCÊ GOSTARIA DE SABER SOBRE A PROFISSÃO ESCOLHIDA? ESCREVA UMA PERGUNTA.

Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor.

3. REVISE AS ATIVIDADES DESTA SEÇÃO E REGISTRE SUAS IMPRESSÕES

NAS FICHAS, PINTANDO OS QUADRINHOS DE ACORDO COM O QUE PERCEBEU SOBRE SEU PROGRESSO EM LEITURA E ESCRITA.

COMO EU ME SAÍ...

NAS ATIVIDADES DE LEITURA?

IDENTIFIQUEI FACILMENTE A INFORMAÇÃO SOBRE A PROFISSIONAL ESTUDADA.

PRECISEI DE AJUDA PARA IDENTIFICAR A INFORMAÇÃO SOBRE A PROFISSIONAL ESTUDADA.

COMO EU ME SAÍ...

NAS ATIVIDADES DE ESCRITA?

ESCREVI MINHA PERGUNTA COM FACILIDADE.

PRECISEI DE AJUDA PARA ESCREVER ALGUMAS PALAVRAS OU PARTES DAS PALAVRAS DA MINHA PERGUNTA.

USEI O SINAL DE PONTUAÇÃO ADEQUADO AO FINAL DA MINHA PERGUNTA.

PRECISEI DE AJUDA PARA IDENTIFICAR O SINAL DE PONTUAÇÃO NECESSÁRIO AO FINAL DA MINHA PERGUNTA.

Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor 129

08/10/2025 10:55:38

Respostas e orientações didáticas

2. Esta será uma retomada importante das palavras que nomeiam as profissões estudadas ao longo da unidade. Caso não tenha afixado na sala de aula uma lista de profissões construída com os estudantes e ache oportuno para este momento, disponibilize uma lista para que seja usada como referência de palavras conhecidas e que fazem parte do contexto de estudo da turma (EF01LP03). No item b, se necessário, escreva convencionalmente a pergunta que foi pensada pelos estudantes, para que possam recuperá-la e fazer uso em uma pesquisa posteriormente. É possível encaminhar como uma tarefa para ser realizada em casa, com os familiares, ou em um momento na sala de aula, com materiais para consulta disponibilizados.

AVALIANDO

O foco da avaliação está principalmente na escrita da pergunta. Os estudantes deverão pensar em uma questão pertinente e coerente à profissão escolhida, com o desafio de colocar em jogo o que estão pensando sobre o sistema de escrita alfabética, para fazer uso no registro, e sobre o uso do sinal de pontuação correto ao final da frase. Se necessário, faça um lembrete da importância de usarmos o sinal correto ao fazermos uma pergunta sem dizer que sinal é esse. É possível registrar na lousa os diferentes sinais de pontuação estudados para que escolham qual deverão usar, tendo uma referência para copiar ao final da pergunta. Procure analisar a escrita junto a outros registros que vêm sendo analisados, a fim de avaliar o percurso de cada estudante e verificar as conquistas e os desafios, para que sigam avançando.

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF01LP12 , EF01LP14 , EF01LP22 , EF01LP23 , EF12LP03 , EF15LP05 , EF15LP06, EF15LP07), os estudantes mobilizarão habilidades de oralidade ( EF15LP09 , EF15LP10 , EF15LP11, EF15LP13).

Orientações didáticas

• Procure registrar as escolhas que os estudantes fizerem na etapa de planejamento, para que possam retomar posteriormente o nome do entrevistado e qual será o foco da entrevista dentro da temática da profissão. Se pertinente, faça uma tabela com as informações e mostre aos estudantes, para que vejam a função da escrita para recuperar as informações e localizem o próprio nome e os respectivos dados (EF15LP05).

• É importante que os estudantes participem ativamente da construção da entrevista, para que compreendam as etapas necessárias para o trabalho, como a escolha do entrevistado, o levantamento de informações do que desejam pesquisar e a transformação em perguntas (EF01LP22, EF01LP23).

HORA DE PRODUZIR

ENTREVISTA

DEPOIS DE APRENDER SOBRE TANTAS PROFISSÕES DIFERENTES, CHEGOU A HORA DE CONHECER MELHOR O TRABALHO DE ALGUÉM QUE CONVIVE COM VOCÊ.

O QUE VAI PRODUZIR

VOCÊ VAI PLANEJAR E REALIZAR UMA ENTREVISTA, COM PERGUNTAS QUE AJUDARÃO EM SUA PESQUISA.

PLANEJAR

1. ESCOLHA ALGUÉM DE SUA FAMÍLIA PARA ENTREVISTAR.

2. COMPARTILHE COM OS COLEGAS E O PROFESSOR O QUE VOCÊ GOSTARIA DE SABER SOBRE O TRABALHO DESSA PESSOA.

PRODUZIR

1. O PROFESSOR VAI FAZER UMA LISTA DE ASSUNTOS QUE PODEM SER PESQUISADOS COM BASE NAS CONTRIBUIÇÕES DA TURMA.

2. COM OS COLEGAS, ESCOLHA DOIS ASSUNTOS PARA TRANSFORMAR EM PERGUNTAS.

3. O PROFESSOR VAI ESCREVER NA LOUSA AS PERGUNTAS CRIADAS POR VOCÊS.

4. COPIE UMA PERGUNTA EM CADA ITEM. LEMBRE-SE DOS SINAIS DE PONTUAÇÃO.

ENTREVISTA

1.

2.

5. VOCÊ SERÁ O ENTREVISTADOR! FAÇA AS PERGUNTAS PARA O ENTREVISTADO E REGISTRE SUAS PRINCIPAIS DESCOBERTAS EM UMA FOLHA AVULSA, ESCREVENDO OU DESENHANDO.

COMPARTILHAR

1. ESCOLHA UMA INFORMAÇÃO QUE VOCÊ DESCOBRIU PARA COMPARTILHAR COM OS COLEGAS E O PROFESSOR.

2. COM OS COLEGAS, FAÇAM UM PAINEL DE PROFISSÕES COM AS INFORMAÇÕES COMPARTILHADAS.

AVALIAR

EXAMINANDO O PAINEL DA TURMA, CONVERSE COM OS COLEGAS:

Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor

1. QUANTAS PROFISSÕES DO PAINEL VOCÊ AINDA NÃO CONHECIA?

2. COMO FOI ESTAR NO PAPEL DE ENTREVISTADOR? COMPARTILHE SUAS IMPRESSÕES E OS DESAFIOS.

• A escrita das perguntas será uma forma de cada estudante recuperar as ideias construídas com a ajuda de um familiar e, posteriormente, retomá-las para compartilhar com os colegas. Nesse caso, a cópia estará presente em função dessa intencionalidade e do trabalho com a habilidade de manter as características ao copiar textos breves (EF12LP03), reparando, por exemplo, no espaçamento entre as palavras, conteúdo estudado na seção Janelas para a escrita (EF01LP12). Disponibilize tempo suficiente para que possam copiar com atenção, voltando ao texto da lousa sempre que tiverem dúvidas.

• O foco no ponto de interrogação é uma forma de retomar o conteúdo aprendido na seção É língua, é linguagem. Procure enfatizar a entonação na leitura de cada pergunta, para lembrar aos estudantes o efeito que esses sinais provocam na fala (EF01LP14).

• Proponha aos estudantes que releiam e revisem as perguntas registradas. Essa revisão pode ser feita em pequenos grupos, contando com a colaboração dos colegas para ajustes e aprimoramento do texto (EF15LP06, EF15LP07).

• O formato de registro das respostas será da escolha de cada estudante. Como a entrevista será feita oralmente, o foco será no desenvolvimento de habilidades desse eixo, como a organização da fala, a escuta e a seleção de informações para compartilhar.

08/10/2025 10:55:39

• O painel de profissões poderá ser feito de diferentes maneiras. Se preferir, utilize os próprios registros dos estudantes afixados em um mural. Outra possibilidade é que façam um desenho sobre a informação que escolheram compartilhar especialmente para o painel. Ele também poderá ter fotografias relacionadas às profissões citadas ou desenhos de elementos ligados a elas.

Desta seção ao Agora na pauta, os estudantes avançarão na apropriação do sistema alfabético ao reconhecerem a relação entre fala e escrita, compreenderem que as letras representam fonemas, diferenciarem e relacionarem letras em diversos formatos, além de treinarem o traçado das letras estudadas (EF01LP05, EF01LP07, EF01LP10, EF01LP11).

Orientações didáticas

• Mostre a letra M no livro nos diferentes tipos, reforçando que o foco no traçado neste volume está na letra bastão. Se houver estudantes com nomes iniciados com essa letra, convide-os a traçá-la na lousa. Sempre que possível, promova essa estratégia para fortalecer a confiança na escrita de forma lúdica e significativa.

• Proponha a realização do Letra na mão. Incentive-os a brincar de formar a letra M em bastão usando material concreto, como palitos (dois menores e dois maiores, em pares de mesmo tamanho). Depois, ao abordar o N, retome o material para que possam traçar e comparar as duas letras.

• Escreva a letra M na lousa, permitindo que observem a ordem e a direção do traçado da letra. Os estudantes devem usar o seu traçado como modelo, portanto, siga o padrão indicado. Observe as setas que apontam para essa direcionalidade, partindo do ponto vermelho. Proponha, então, a brincadeira de traçar a letra no ar seguindo essa direção. Em seguida, peça-lhes que tracem o M nos quadros da atividade de treino motor da Hora do traçado, com vistas ao desenvolvimento da aprendizagem da letra manuscrita, tanto em pontilhado quanto em mão livre.

• A letra M, isolada, representa um som: o fonema /m/.

TIRANDO DE LETRA... M !

É HORA DA LETRA M!

Resposta pessoal. Possíveis respostas: Marceneiro;

mergulhador; mecânico; médico; mágico; músico; maestro.

VOCÊ CONHECE ALGUMA PALAVRA QUE COMECE COM ESSA LETRA E QUE NOMEIE UMA PROFISSÃO? COMPARTILHE COM A TURMA. DEPOIS, PRESTE ATENÇÃO NOS DIFERENTES MODOS DE REGISTRAR ESSA LETRA.

1. COM PALITOS DE SORVETE, BRINQUE DE FAZER O M EM BASTÃO. ASSIM: M m

LETRA NA MÃO

Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes consigam formar a letra M com palitos de sorvete.

2. O PROFESSOR VAI MOSTRAR ESSA LETRA NO ALFABETO EM LIBRAS. TENTE FORMAR O M

M

HORA DO TRAÇADO

Resposta pessoal. Se necessário, auxilie os estudantes a fazerem a letra M no alfabeto em Libras.

VAMOS EXPERIMENTAR A ESCRITA DA LETRA M EM BASTÃO? PARTINDO DO PONTINHO VERMELHO, CUBRA OS PONTILHADOS. DEPOIS, TRACE ESSA LETRA LIVREMENTE NO ÚLTIMO QUADRINHO.

Resposta pessoal. Se necessário, auxilie os estudantes a traçarem a letra M

TIRANDO DE LETRA... N!

CHEGOU A VEZ DA LETRA N!

QUANDO VOCÊ OLHA PARA ELA, QUAL É A PRIMEIRA PALAVRA

QUE VEM À SUA CABEÇA? CONTE PARA OS COLEGAS E OUÇA AS DELES TAMBÉM!

Resposta pessoal.

LETRA NA MÃO

1. USANDO SEUS LÁPIS DE COR, EXPERIMENTE FAZER O N EM BASTÃO, ASSIM:

Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes consigam formar a letra N com lápis de cor.

2. COM A AJUDA DO PROFESSOR, TENTE FORMAR ESSA LETRA NO ALFABETO EM LIBRAS.

Resposta pessoal. Se necessário, auxilie os estudantes a fazerem a letra N no alfabeto em Libras.

N

HORA DO TRAÇADO

VAMOS ESCREVER A LETRA N EM BASTÃO? PARTINDO DO PONTINHO VERMELHO, CUBRA OS PONTILHADOS PARA ESCREVER O N. DEPOIS, TRACE LIVREMENTE ESSA LETRA NO ÚLTIMO QUADRINHO.

Resposta pessoal. Se necessário, auxilie os estudantes a traçarem a letra N

e /o/ em pomada. Essa reflexão sobre o M como marcador de nasalização pode apoiar a compreensão de regularidades na escrita, principalmente ao distinguir sons abertos e fechados de sons nasais.

LÁPIS NA MÃO

• Durante o traçado das letras M e N, observe se os estudantes mantêm estabilidade no punho ao alternarem traços retos e inclinados com apenas retos e utilizam principalmente a movimentação dos dedos.

• Note se há coordenação olho-mão, ou seja, o acompanhamento do traçado com o olhar e a realização de microajustes para manter proporção e alinhamento.

08/10/2025 10:55:40

• Encoraje o posicionamento adequado do papel ou do livro, pois a inclinação correta pode facilitar o movimento natural da mão e melhorar a precisão.

• Verifique se conseguem transitar entre traços ascendentes e descendentes sem interrupções bruscas.

• Modele a pegada funcional, mostrando como os dedos sustentam e conduzem o lápis com movimentos econômicos e controlados.

• Para quem tenha dificuldade de ritmo e precisão, proponha atividades como ligar pontos próximos ou seguir caminhos estreitos, reforçando o controle fino.

• Chame a atenção da turma para a letra N no livro nos diferentes tipos.

• Proponha que façam a atividade do Letra na mão, que favorece a formação da letra com material concreto e o desenvolvimento da coordenação motora fina.

• Escreva a letra N na lousa seguindo o padrão indicado na seção e usando as setas para evidenciar a ordem e a direção do traçado da letra. Em seguida, proponha a brincadeira de traçar essa letra em bastão no ar seguindo a direcionalidade indicada.

• A letra N, isolada, representa um som: o fonema /n/.

SONS E LETRAS: M E N

Trazemos curiosidades sobre a relação fonema-grafema para apoiar a aquisição da consciência fonêmica em situações significativas de aprendizagem. Ao estudar as letras M e N, chame a atenção dos estudantes que estão começando a observar a formação das sílabas com essas letras e a fazer perguntas que envolvem a consciência fonológica para o fato de que tais letras frequentemente influenciam a realização do som da vogal que acompanham. Embora esse aspecto seja aprofundado apenas mais adiante, pode ser potente apoiá-los na reflexão do M e do N como marcadores de nasalização. Ao investigarem palavras como pom-ba e po-ma-da, podem perceber que a letra O representa /õ/ em pomba

Orientações didáticas

• Sugira aos estudantes que observem a letra O apresentada no livro nas quatro formas. Convide-os a comentar onde já viram essa letra, citando lugares, objetos ou materiais em que apareça, como placas, anúncios, embalagens, títulos de livros ou cartazes.

• Proponha a realização do Letra na mão. Se possível, ofereça momentos para que os estudantes brinquem de traçar a letra em areia colocada em um recipiente. Caso ache pertinente, em duplas, eles podem traçar as letras estudadas até aqui e desafiar o colega a adivinhar qual foi feita.

• Escreva, então, a letra O na lousa seguindo as setas indicadas na seção, o que permite que os estudantes observem com atenção a ordem e a direção do traço contínuo da letra.

• Proponha a brincadeira de traçar a letra no ar, modelando de acordo com a direção observada. Depois, peça-lhes que tracem o O no exercício de treino motor da Hora do traçado em pontilhado e em mão livre.

TIRANDO DE LETRA... O!

ESTÁ NA HORA DA LETRA O!

QUAIS PALAVRAS VOCÊ CONHECE QUE COMEÇAM COM ESSA LETRA?

Resposta pessoal.

AGORA, ACOMPANHE OS DIFERENTES JEITOS DE ESCREVER O O:

LETRA NA MÃO

1. COM AREIA EM UM RECIPIENTE, TENTE FAZER O O.

Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes desenhem na areia a letra O.

2. ACOMPANHE O PROFESSOR E FORME A LETRA O NO ALFABETO EM LIBRAS.

Resposta pessoal. Se necessário, auxilie os estudantes a fazerem a letra O no alfabeto em Libras.

OHORA DO TRAÇADO

CHEGOU A HORA DE TREINAR O TRAÇADO DA LETRA O EM BASTÃO! PARTINDO DO PONTINHO VERMELHO E SEGUINDO AS INDICAÇÕES DAS SETAS, CUBRA OS PONTILHADOS PARA ESCREVER A LETRA O. DEPOIS, ESCREVA LIVREMENTE ESSA LETRA NO ÚLTIMO QUADRINHO.

Resposta pessoal. Se necessário, auxilie os estudantes a traçarem a letra O

SONS E LETRA: O

Caso surjam hipóteses sobre a relação grafema-fonema, explore palavras iniciadas por O, como ovo e olho, que exemplificam a realização fonológica dominante, ou seja, o fonema /o/, som fechado. Se necessário, amplie chamando a atenção para o som aberto, como em cola e bola, em que o O representa o fonema /ɔ/, e também para o som nasal /õ/, como em onça, ombro e corações. Explique que, ao longo da coleção, estudarão com mais atenção esse som nasal, que pode ser marcado na escrita pelo til ou pelas letras M e N

TIRANDO DE LETRA... P!

É A VEZ DA LETRA P!

ONDE VOCÊ JÁ ENCONTROU ESSA LETRA? CONTE PARA OS COLEGAS.

Resposta pessoal.

AGORA, FIQUE ATENTO AOS DIFERENTES JEITOS DE ESCREVER O P

LETRA NA MÃO

1. COM MASSINHA DE MODELAR, EXPERIMENTE FORMAR A LETRA P, COMO NO EXEMPLO A SEGUIR.

Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes consigam formar a letra P com massinha de modelar.

2. SAIBA COMO FAZER ESSA LETRA NO ALFABETO EM LIBRAS. DEPOIS, FAÇA COM O PROFESSOR:

Resposta pessoal. Se necessário, auxilie os estudantes a fazerem a letra P no alfabeto em Libras.

HORA DO TRAÇADO

CHEGOU A HORA DE TREINAR O TRAÇADO DA LETRA P EM BASTÃO. PARA ISSO, CUBRA OS PONTILHADOS E CONTINUE ESCREVENDO O P

Resposta pessoal. Se necessário, auxilie os estudantes a traçarem a letra P.

próximos na articulação. Ao trabalhar com essas letras, observe essas trocas e, se oportuno, planeje intervenções, utilizando palavras como pote e bote para provocar reflexões. A confusão entre os sons pode aparecer na escrita, por isso atividades de discriminação auditiva e visual são bem-vindas.

LÁPIS NA MÃO

• Durante o treino motor das letras O e P, observe se os estudantes mantêm o movimento contínuo no traço curvo do O, evitando que a mão perca o contato com o papel, e se conseguem combinar curva e traço reto no P de forma proporcional.

09/10/2025 17:55:33

• Repare se a pressão exercida no lápis é equilibrada e se há ajustes sutis de posicionamento dos dedos ao alternarem entre curva e linha reta.

• Verifique se conseguem manter a rotação suave do punho no O, sem tensionar o braço.

• Continue modelando a pegada funcional em três apoios, destacando o papel do polegar e do indicador no controle de curvas e retas.

• Para apoiar quem tenha rigidez, proponha atividades circulares com diferentes diâmetros ou exercícios de desenhar espirais, que ampliam a fluidez do traçado.

Orientações didáticas

• Solicite aos estudantes que identifiquem a letra P no livro, observando as quatro formas.

• No Letra na mão, proponha atividades multissensoriais com diferentes materiais e texturas. Se possível, ofereça oportunidade para os estudantes modelarem a letra P utilizando, por exemplo, massinha, cordões, palitos ou outros materiais que permitam explorar seu formato, o que favorece a apropriação do traçado.

• Mostre aos estudantes que o mesmo “arco” que usaram para a escrita do D será utilizado na escrita do P. Proponha que brinquem de transformar o P modelado em D, letra aprendida anteriormente. Em seguida, peça-lhes que transformem o P em B, também explorado anteriormente.

• Escreva, então, a letra P na lousa seguindo as setas indicadas na seção, o que permite que os estudantes observem a ordem e a direção do traçado da letra. Em seguida, peça-lhes que realizem o exercício de treino motor dessa letra na Hora do traçado em pontilhado e em mão livre.

• A letra P, isolada, representa um som: o fonema /p/.

SONS E LETRAS: P E B

O P é representado por /p/ e o B por /b/, com correspondência direta entre letra e fonema. No entanto, é comum que estudantes troquem esses fonemas, pois são muito

Orientações didáticas

1. Observe se os estudantes conseguem identificar e relacionar corretamente os quatro formatos de uma mesma letra. Durante a atividade, caminhe pela sala de aula para acompanhar como fazem as correspondências e registre observações que ajudem a planejar intervenções com aqueles que demonstrarem mais necessidade de apoio.

2. Nesta proposta, busca-se despertar a curiosidade, encorajar a atenção aos detalhes e ampliar a familiaridade com as letras M, N, O e P em cursiva. Incentive a observação atenta das formas e proporções e de semelhanças e diferenças entre elas. Caso perceba interesse dos estudantes em continuar explorando esses traçados além do espaço previsto na atividade, permita que pratiquem de maneira lúdica, usando folhas avulsas ou suportes variados. Não exija precisão no desenho, já que o treino motor da cursiva será trabalhado de forma mais sistemática no volume 2, haja vista que o foco para o treino motor neste volume é a letra bastão.

LIGADO NAS LETRAS

1. LEMBRA DE COMO AS LETRAS M, N, O E P SÃO ESCRITAS

EM DIFERENTES TIPOS DE LETRA? LIGUE AS LETRAS CORRESPONDENTES PARA LEMBRAR DOS TIPOS DE LETRAS QUE VOCÊ CONHECEU.

Resposta: Os estudantes devem ligar as letras de imprensa minúscula e as letras cursivas (maiúscula e minúscula) à letra bastão correspondente.

m n MpNm o p

2. AGORA, BRINQUE DE TRAÇAR AS LETRAS M, N, O E P DE MODOS DIFERENTES, COPIANDO CADA LETRA NO ESPAÇO LOGO ABAIXO DELA.

Resposta: Os estudantes devem traçar as letras M, N, O e P em letra cursiva maiúscula e minúscula.

DICA: VOCÊ SÓ VAI TREINAR O TRAÇADO DESSE TIPO DE LETRA NO 2º ANO. POR ENQUANTO, ESSA ATIVIDADE É SÓ PARA QUE CONHEÇA E SE APROXIME AOS POUCOS DESSA ESCRITA.

ATIVIDADE EXTRA: JOGO

Desenhe na lousa uma malha contendo diferentes letras estudadas até aqui nos quatro formatos. Convide alguns estudantes, um de cada vez, a irem até a lousa e pintarem com a mesma cor de giz todas as ocorrências de uma mesma letra nos quatro formatos. Os demais podem participar

dando dicas para ajudar o colega na busca. Para tornar a dinâmica mais desafiadora, estipule um tempo para encontrar e pintar todas as letras correspondentes. A proposta encoraja a percepção visual, a atenção aos detalhes e o reconhecimento das letras em diferentes tipos de forma lúdica e interativa, além de favorecer a cooperação e o respeito aos turnos de participação.

08/10/2025 10:55:43

AGORA NA PAUTA

CUBRA OS PONTILHADOS E CONTINUE TRAÇANDO, EM BASTÃO, AS LETRAS QUE VOCÊ ESTUDOU NESTA UNIDADE.

DICA: ESCREVA CADA LETRA PELO MENOS TRÊS

VEZES NA PAUTA. DEIXE SEMPRE UM ESPAÇO EM BRANCO ENTRE AS LETRAS.

Resposta: Os estudantes devem traçar as letras M, N, O e P em letra bastão. 137

09/10/2025 17:55:59

Orientações didáticas

• Oriente os estudantes a seguirem o pontilhado para formar o traçado das letras M, N, O e P em bastão. Na sequência, incentive-os a reproduzi-las sem o pontilhado, utilizando a escrita anterior como guia. Lembre-os de usar lápis e continue avaliando o padrão de preensão do lápis, visando ao desenvolvimento da escrita fluida e legível.

LÁPIS NA MÃO

• Nesta etapa, os estudantes retomam as quatro letras estudadas na unidade, agora em pauta caligráfica, treinando tanto em pontilhado quanto em mão livre.

• Observe se há fluidez no traçado e transições suaves entre retas e curvas, mantendo alinhamento e proporção com base nas linhas da pauta.

• Atente para o uso dos dedos como principal fonte de movimento, preservando a estabilidade do punho e evitando o excesso de esforço no braço.

• Encoraje pequenas pausas para alongar e relaxar os dedos, prevenindo fadiga e favorecendo movimentos mais soltos.

• Para quem já demonstra controle consistente da pega em três pontos, proponha variações de tamanho das letras e mudanças de velocidade no traçado, incentivando precisão e adaptabilidade motora.

BNCC

Além das habilidades listadas nas orientações (EF01LP02, EF01LP03, EF12LP01), os estudantes mobilizarão habilidades de oralidade ( EF15LP09 , EF15LP10 , EF15LP11, EF15LP13).

SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL

Antes de o jogo começar, os estudantes precisarão de um tempo para recortar as figuras. Mostre previamente todas as opções de profissões que aparecem nas figuras e pergunte aos estudantes o que sabem sobre elas. É importante assegurar que todos conheçam as características das profissões antes do início do jogo. Esta será também uma possibilidade de desenvolvimento e ampliação de vocabulário, tendo em vista que serão trabalhadas novas palavras.

Orientações didáticas

• O jogo poderá ser feito com a turma ou em pequenos grupos. De qualquer forma, todos os estudantes deverão sortear previamente uma figura e encaixar no local indicado.

• Para que compreendam bem o tipo de dicas que serão as palavras-pistas da brincadeira, faça uma rodada em que você esconde uma profissão. Para trabalhar a profissão carteiro, escreva palavras na lousa, como CASA, CARTAS e ENTREGA. Ressalte que as palavras devem ter relação com a atuação dos profissionais sorteados. Proponha a eles que tentem ler o que está escrito e possibilite que discutam hipóteses coletivamente (EF01LP03, EF12LP01).

• Os estudantes poderão registrar as palavras-pistas da forma como escolherem, escrevendo (EF01LP02) ou desenhando. Caso pensem em palavras que já saibam escrever, poderão fazê-lo. A outra opção é ilustrar cada uma para lembrarem de dizer à turma depois.

É JOGO, É BRINCADEIRA

QUE

PROFISSIONAL É?

Comentários nas orientações ao professor

VAMOS BRINCAR COM AS PROFISSÕES?

O DESAFIO SERÁ DESCOBRIR QUE PROFISSIONAL É!

REGRAS

REGRAS

1. RECORTE AS FIGURAS DA PÁGINA 281 DO MATERIAL COMPLEMENTAR

2. DEIXE AS FIGURAS VIRADAS PARA BAIXO E EMBARALHE BEM.

3. PEGUE UMA FIGURA E NÃO DEIXE NINGUÉM VER.

4. COLOQUE A FIGURA VIRADA PARA BAIXO NO QUADRO A SEGUIR.

5. PENSE EM TRÊS PALAVRAS QUE TENHAM A VER COM O TRABALHO DESSE PROFISSIONAL. ELAS SERÃO PISTAS PARA QUE OS COLEGAS TENTEM DESCOBRIR QUE PROFISSIONAL É.

6. ESCREVA OU DESENHE AS PISTAS NO CADERNO OU EM UMA FOLHA AVULSA.

7. FORME DUPLA COM UM COLEGA E PROPONHA O DESAFIO: QUE PROFISSIONAL É? DIGA UMA DICA POR VEZ.

8. AGORA É A SUA VEZ DE ADIVINHAR: OUÇA A PRIMEIRA PISTA E TENTE DESCOBRIR O PROFISSIONAL QUE O COLEGA SORTEOU.

9. QUANDO O COLEGA ACERTAR, DESVIRE A SUA CARTA E MOSTRE QUE PROFISSIONAL É.

10. GANHA O JOGO QUEM ADIVINHAR PRIMEIRO!

• O estudante que iniciar o jogo deverá dizer as três palavras-pistas aos colegas. Quem adivinhar primeiro poderá ser o próximo a esconder.

• Procure garantir que todos os estudantes ocupem o papel de esconder a figura ao menos uma vez. Para que isso seja assegurado em uma turma numerosa, a divisão pode ser feita em pequenos grupos ou o jogo se estender para outras aulas, em momento reservado para esta atividade.

• O jogo poderá ser repetido em outros momentos ao longo do ano, com as mesmas figuras ou com novas palavras, que podem ser sugeridas pela turma.

AVALIANDO

COLOQUE SUA FIGURA AQUI.

Aproveite a oportunidade para fazer uma avaliação formativa de aspectos da oralidade e compreensão da proposta por parte dos estudantes. Se necessário, anote os pontos mais importantes da atuação de cada um, verificando como se expressam, se as palavras escolhidas são pertinentes, como consideram as falas dos colegas, entre outros. Utilize essas informações para planejar novas situações de intercâmbio oral de acordo com os resultados.

Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor

1. RELEMBRE O QUE APRENDEU NESTA UNIDADE E AVALIE COMO FOI ESTUDAR CADA CONTEÚDO. PINTE OS QUADRINHOS, DE ACORDO COM A LEGENDA. VAMOS AVALIAR O APRENDIZADO

ENTENDI BEM. PRECISO REVER.

ENTREVISTA. SINAIS DE PONTUAÇÃO. VERBETES.

GRAFITE (ABRACADABRA).

ESPAÇOS ENTRE AS PALAVRAS.

LETRAS M, N, O, P

FORMATAÇÃO E ORGANIZAÇÃO DE INFORMAÇÕES EM VERBETES.

2. COMPLETE A FRASE A SEGUIR.

EU QUERO APRENDER MAIS SOBRE:

DICA: SE NECESSÁRIO, CONSULTE OS ITENS DA ATIVIDADE 1 PARA COMPLETAR A FRASE.

SAIBA MAIS

SERÁ QUE VOCÊ CONHECE ESTAS PROFISSÕES?

QUAIS VOCÊ IMAGINA QUE SEJAM AS PROFISSÕES DO FUTURO? NESSE LIVRO, VOCÊ VAI DESCOBRIR 12 PROFISSÕES PARA O FUTURO. E O MELHOR: HÁ VAGAS PARA TODOS!

NOVELLO, ANDERSON. DOZE PROFISSÕES PARA O FUTURO QUE COMEÇOU ONTEM ILUSTRAÇÕES DE DANIEL CABRAL. SÃO PAULO: CIRANDA NA ESCOLA, 2023.

BNCC

Nesta seção, os estudantes terão a oportunidade de ler e compreender enunciados e tarefas escolares com apoio do professor e dos colegas (EF12LP17), além de escutar com atenção e fazer perguntas pertinentes durante as trocas orais (EF15LP10).

Respostas e orientações didáticas

1. Verifique se os estudantes conseguem retomar a proposta da atividade, que se repete sempre ao final da unidade. A intenção é levá-los a ter cada vez mais autonomia para compreenderem e atuarem no processo de autoavaliação. Faça a leitura dos itens, buscando retomar aspectos que foram marcantes para a turma. Possibilite aos estudantes que comentem e troquem ideias sobre o percurso vivido ao assinalarem cada item. Retome o significado de preciso rever, pois devem marcar essa opção para os assuntos mais difíceis.

2. Procure observar como os estudantes avançaram no percurso de olhar para a própria aprendizagem, considerando a atuação nesta atividade desde o início do ano. O mecanismo da atividade permite avaliar os progressos dos estudantes em escrita.

O livro sugerido possibilita ampliar ainda mais o repertório dos estudantes sobre o tema das profissões, com um enfoque importante para complementar as investigações que fizeram ao longo de toda a unidade: as profissões do futuro.

AVALIANDO

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

LERNER, Delia. Ler e escrever na escola: o real, o possível e o necessário. Porto Alegre: Artmed, 2002.

Neste momento, chegando ao final da unidade 4, é importante retomar e organizar os dados sobre o processo de alfabetização da turma, sinalizando pontos de fragilidade ou de destaque. As oportunidades de avaliação formativa indicadas ao longo do trabalho poderão ser situações potentes para ajudar no mapeamento e na tomada de decisões para que os estudantes sigam avançando.

10:55:44

A obra é uma referência para professores alfabetizadores, pois traz reflexões fundamentais sobre o ensino de leitura e escrita como práticas sociais em situações reais de uso da linguagem. As reflexões podem apoiar o planejamento de atividades contextualizadas, articulando o que é possível realizar no cotidiano escolar com o necessário para garantir uma aprendizagem consistente e duradoura.

INTRODUÇÃO E

JUSTIFICATIVA

A Brincadeira, tema desta unidade, além de ser eixo estruturante do currículo na Educação Infantil, logo importante para a transição para o Ensino Fundamental, é uma atividade essencial para o desenvolvimento dos estudantes, bem como uma forma legítima de exploração do mundo. Dessa forma, tanto esta unidade como a próxima terão o brincar como fio condutor das atividades e propostas, cada uma com um foco.

Os temas abordados explorarão a brincadeira na perspectiva da cidadania e do exercício de direitos. Os estudantes poderão acompanhar a leitura de um texto de campanha e de uma matéria de jornal.

Algumas atividades possibilitarão a percepção da forma de composição de slogans de campanha e a produção de legendas criativas e fotolegendas.

O trabalho está ancorado no Campo da vida pública, na articulação com o campo de experiências da Educação Infantil Corpos, gestos e movimentos. A proposta é que os estudantes possam se informar, debater e explorar aspectos da vida em comunidade por meio de um tema pertinente.

Com base nas propostas que envolvem o universo da brincadeira, é possível explorar o tema contemporâneo transversal Direitos da criança e do adolescente

Expectativas de aprendizagem

Ao final da unidade, espera-se que os estudantes sejam capazes de:

• acompanhar a leitura de um texto de campanha e compreender a situação comunicativa e o assunto do texto;

• identificar a forma de composição de slogans;

• treinar o traçado das letras trabalhadas na unidade, na forma bastão;

• acompanhar a leitura de

UNIDADE

5

VIDA DE CRIANÇA

CONTEÚDOS

DESTA UNIDADE

• BATATA-QUENTE: QUAL É A SUA BRINCADEIRA PREFERIDA? (PALAVRAS DE BRINCAR);

• TEXTO DE CAMPANHA;

• SLOGAN DE CAMPANHA;

• CHUVA DE PALAVRAS;

• MATÉRIA DE JORNAL;

• FOTOGRAFIAS COM LEGENDAS;

• LETRA DE CANTIGA (ABRACADABRA);

• LEGENDAS CRIATIVAS;

• FOTOLEGENDAS: BRINCADEIRAS DIVERTIDAS (HORA DE PRODUZIR);

• LETRAS Q, R, S E T (TIRANDO DE LETRA);

• É DE BRINCAR? (É JOGO, É BRINCADEIRA).

SAPATO DE LATA, DE AIRTON MARINHO. XILOGRAVURA. 2009.

uma matéria de jornal e compreender a situação comunicativa e o assunto do texto;

• observar e compreender a função das fotografias e legendas em textos jornalísticos;

• elaborar fotolegendas, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor;

• produzir registros escritos coerentes com o tema de estudo, como palavras e frases, mesmo que ainda não de forma convencional.

Mapeando conhecimentos

Promova uma conversa sobre o que os estudantes pensam da brincadeira como um direito das crianças. Analise se eles se expressam com

clareza, se escutam com atenção as falas dos colegas e se apresentam argumentos coerentes com o assunto em discussão. Verifique também quais são os conhecimentos prévios deles sobre o tema, anotando pontos que podem ser relevantes para as próximas atividades. Proponha uma situação contextualizada de escrita com base nessa conversa, como uma entrevista (gênero textual estudado na unidade anterior) com colegas ou funcionários sobre brincadeiras da infância, tempo livre para brincar, entre outros enfoques que se relacionem ao exercício da cidadania. Use esses registros para acompanhar a evolução da turma no processo de alfabetização.

OBSERVE A IMAGEM COM ATENÇÃO. DEPOIS, TROQUE IDEIAS COM A TURMA COM BASE NAS QUESTÕES A SEGUIR.

ESSA OBRA FOI PRODUZIDA COM MADEIRA E TINTAS, USANDO UMA TÉCNICA

CHAMADA XILOGRAVURA. VOCÊ CONHECE

ESSA TÉCNICA?

O QUE AS PESSOAS REPRESENTADAS NA IMAGEM ESTÃO FAZENDO? O QUE VOCÊ

OBSERVOU PARA DESCOBRIR ISSO?

VOCÊ JÁ BRINCOU DA BRINCADEIRA

REPRESENTADA NESSA IMAGEM?

OUÇA A LEITURA QUE O PROFESSOR VAI

FAZER DA LEGENDA DA IMAGEM. O QUE

VOCÊ PENSOU SOBRE O QUE AS PESSOAS

ESTAVAM FAZENDO SE CONFIRMOU DEPOIS DESSA LEITURA?

Respostas e comentários nas orientações ao professor

Sapato de lata faz parte de uma coleção de 38 xilogravuras de Airton sobre brincadeiras de criança.

2. As três pessoas retratadas na imagem estão brincando com o brinquedo “sapato de lata”, como confirma o nome da obra de arte na legenda. Espera-se que os estudantes citem elementos observados, como as latas nos pés e a movimentação de caminhar sobre elas para justificarem a resposta.

3. Espera-se que os estudantes compartilhem suas experiências com a brincadeira, tanto de

BNCC

Além da habilidade destacada junto às orientações (EF15LP04), ao investigarem a imagem, os estudantes podem antecipar sentidos e propósitos com base em conhecimentos prévios e nas pistas visuais (EF15LP02), e, ao responderem oralmente às questões, mobilizar as habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10, EF15LP11).

Respostas e orientações didáticas

1. Permita aos estudantes conversarem sobre a técnica da xilogravura e compartilharem seus conhecimentos prévios. Explique que as “matrizes” das imagens (ou os “clichês”) são feitas na madeira, isto é, o artista esculpe o desenho nela. Com base no clichê, o xilogravurista imprime seus desenhos no papel, aplicando a tinta na madeira, que é prensada no papel e gera uma “cópia”. Se julgar oportuno, faça a associação com um “carimbo” para que fique menos abstrato para os estudantes. A xilogravura costuma acompanhar os cordéis e, no Brasil, é muito utilizada em preto e branco (os artistas imprimem no papel branco e só usam a tinta preta sobre os clichês). Airton Marinho, artista que produziu a imagem desta abertura, explora as cores em suas obras, marcas importantes de seu trabalho. A xilogravura

08/10/2025 10:53:30

construção dos “sapatos de latas” como da brincadeira em si. Essa troca permite ampliar o repertório da turma e o entendimento da dimensão cultural do brincar como atividade partilhada.

4. Espera-se que os estudantes comparem o que imaginaram inicialmente com a informação apresentada na legenda, percebendo como ela ajuda a compreender melhor a imagem em textos multissemióticos (EF15LP04). Essa exploração inicial será importante para o trabalho com legendas que será feito ao longo da unidade.

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF01LP03 , EF01LP05 , EF01LP06 , EF01LP08 , EF01LP13 , EF01LP17 , EF01LP19 , EF01LP20 , EF12LP01 , EF12LP03 , EF12LP07), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade, como expressão clara, escuta atenta, respeito aos turnos de fala e compreensão da finalidade das interações orais (EF15LP09, EF15LP10 , EF15LP11 , EF15LP13).

Orientações didáticas

• Esta brincadeira possibilitará o levantamento e a elaboração de uma listagem de brincadeiras, que, além de ajudar a “aquecer” a turma para o universo temático da unidade, favorecerá a ampliação do repertório do grupo e o desenvolvimento do vocabulário dos estudantes. Outro ponto que será trabalhado é a observação da escrita convencional das palavras ditadas, uma oportunidade para o reconhecimento de que o sistema de escrita alfabética representa os sons da fala (EF01LP05).

• Para começar, pergunte quem já conhece a brincadeira tradicional Batata-quente Convide os estudantes que se sentirem à vontade para contarem como costumavam brincar e quais eram as regras. Em seguida, explique que a turma vai conhecer uma versão um pouco diferente, que será apresentada na leitura das etapas.

• Ao listar as brincadeiras preferidas na lousa, fale em voz alta enquanto escreve. Essa mediação será importante para que os estudantes relacionem os sons da fala às partes escritas (EF01LP08).

• Para que todos possam votar nas brincadeiras listadas,

CRIANÇA BRINCA!

PALAVRAS DE BRINCAR

VOCÊ APRECIOU UMA XILOGRAVURA QUE APRESENTA UMA

BRINCADEIRA MUITO CONHECIDA NO BRASIL: O SAPATO DE LATA OU PÉ DE LATA. AGORA, VAMOS BRINCAR COM OUTRA

BRINCADEIRA DA NOSSA TRADIÇÃO POPULAR: A BATATA-QUENTE!

BATATA-QUENTE: QUAL É A SUA BRINCADEIRA PREFERIDA?

Comentários nas orientações ao professor

1. COM O PROFESSOR E OS COLEGAS, DECIDAM QUEM SERÁ O PRIMEIRO A CANTAR. PARA ISSO, FAÇAM UM SORTEIO OU USEM UMA PARLENDA PARA ESCOLHER.

2. SELECIONEM UM OBJETO PARA SER A “BATATA-QUENTE”. ELE PASSARÁ DE MÃO EM MÃO DURANTE A BRINCADEIRA.

DICA: EVITEM OBJETOS PONTIAGUDOS OU QUE POSSAM MACHUCAR DE ALGUMA FORMA. ALGUMAS OPÇÕES SEGURAS SÃO: ESTOJO ESCOLAR DE PANO E BOLA DE MEIA OU DE PAPEL.

3. FAÇAM UMA RODA E FIQUEM PRÓXIMOS UNS DOS OUTROS. O ESTUDANTE ESCOLHIDO PARA CANTAR FICA FORA DA RODA.

4. QUANDO O PROFESSOR DER O SINAL, A RODADA COMEÇA! O ESTUDANTE DE FORA DA RODA DEVERÁ FECHAR OS OLHOS E DIZER EM VOZ ALTA: "BATATA-QUENTE, QUENTE, QUENTE...".

proponha uma breve conversa, retomando cada uma delas. Além de desenvolver o vocabulário da turma, será uma oportunidade para que os estudantes se expressem oralmente, ao explicarem à turma a escolha feita.

• A cópia do nome da brincadeira votada pela turma tem o objetivo de deixar registrada a escolha para retomada posterior e favorecer a habilidade de observação de escritas conven-

cionais e comparação com a própria produção (EF12LP03).

• Para encerrar, enfatize que o tema da brincadeira será trabalhado em toda a unidade, com diversas oportunidades de troca de repertórios e experimentação dos jogos sugeridos pela turma.

• Caso seja viável, reserve um tempo ao final da aula para que a brincadeira votada seja realizada.

5. ENQUANTO ELE FALA, A BATATA-QUENTE VAI PASSANDO, RAPIDAMENTE, DE MÃO EM MÃO.

6. QUANDO O ESTUDANTE DISSER: “QUEIMOU!”, TODO MUNDO PARA! ENTÃO, QUEM ESTIVER COM A BATATA-QUENTE EM MÃOS DEVERÁ DIZER, BEM RÁPIDO, SUA BRINCADEIRA PREFERIDA.

7. QUEM FALOU A BRINCADEIRA PREFERIDA SERÁ O PRÓXIMO A CANTAR, E A BATATA-QUENTE RECOMEÇA!

8. ENQUANTO VOCÊS BRINCAM, O PROFESSOR VAI ANOTANDO NA LOUSA OS NOMES DAS BRINCADEIRAS QUE FOREM APARECENDO.

9. AO FINAL DAS RODADAS, FAÇAM UMA VOTAÇÃO PARA DESCOBRIR A BRINCADEIRA PREFERIDA DA TURMA!

10. REGISTRE A BRINCADEIRA MAIS VOTADA PELA TURMA AQUI:

Resposta: Os estudantes devem copiar da lousa o nome da brincadeira preferida da turma.

BAÚ DE TEXTOS

LEIA UMA PARLENDA QUE PODE SER USADA PARA ESCOLHER!

A-DO-LE-CÁ

LE-PE-TI-PE-TI-PE-TÁ LE CAFÉ COM CHOCOLÁ

A-DO-LE-CÁ

ORIGEM POPULAR.

ABRINDO O BAÚ!

PINTE A PALAVRA QUE NOMEIA A BEBIDA

QUE APARECEU NA IMAGEM AO LADO DO TEXTO.

Resposta: CAFÉ.

ÁGUA CAFÉ SUCO

ficar exposto na sala de aula como material em construção, a ser ampliado ao longo do estudo com novas brincadeiras. Além de valorizar as contribuições da turma, esse recurso serve de apoio para leituras e escritas posteriores (EF01LP03, EF12LP01). Sempre que oportuno, retome-o em situações de escrita. Pergunte: “Será que na nossa lista de brincadeiras há alguma palavra que pode ajudar a ler ou a escrever esta palavra tão desafiadora?” (EF01LP13). Assim, o cartaz se torna uma referência viva no ambiente letrado e ajuda a transformar a sala de aula em um ambiente alfabetizador.

DICA: ELA APARECEU NA PARLENDA QUE VOCÊ LEU NESTE BAÚ!

ATIVIDADE EXTRA: JOGO

08/10/2025 10:53:32

Uma variação da brincadeira proposta e com um nível maior de desafio é a formação das palavras que nomeiam as brincadeiras com o uso das letras móveis. A atividade pode ser feita de forma coletiva, com toda a turma ajudando a escrever a palavra da rodada. Por exemplo: se a “batata” parou na mão de um estudante, e ele disse que sua brincadeira favorita é Pular corda, todo o grupo pode ajudar a pensar nas letras e em que ordem devem ser dispostas para formar essa expressão, que será retomada posteriormente para a construção da lista (EF01LP08).

• No Baú de textos, enfatize que o texto apresentado pode ser usado em momentos de escolha, como para definir quem começa em uma brincadeira.

• Faça a leitura em voz alta e pergunte quem já conhecia essa parlenda ou outra versão parecida, como “A-do-le-tá”, e convide-os a recitar o texto com entonação e ritmo adequados (EF01LP19). Proponha a experimentação do texto junto ao movimento de escolher, com cada parte sonora equivalendo ao gesto de apontar alguém. É interessante que os estudantes já possam ir se apropriando dessa estratégia, reconhecendo a segmentação em sílabas, mesmo que ainda sem nomear essa atividade (EF01LP06, EF12LP07).

• Em Abrindo o baú, todas as palavras nomeiam bebidas. Explique esse contexto aos estudantes e proponha que tentem ler cada uma, identificando qual corresponde à imagem. Observe em quais indícios se apoiam e, se necessário, converse antes sobre a figura da xícara para garantir que todos reconheçam que representa CAFÉ (EF12LP01).

ATIVIDADE EXTRA

Transfira a lista de brincadeiras para uma cartolina, sendo o escriba enquanto os estudantes ditam os nomes. Registre um item abaixo do outro numerando ou usando símbolos ( EF01LP17 , EF01LP20). O cartaz pode

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF01LP01 , EF01LP05 , EF01LP12 , EF12LP01 , EF12LP09 , EF12LP16 , EF15LP01 , EF15LP02 , EF15LP04), os estudantes desenvolverão habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10 , EF15LP11 , EF15LP13).

Orientações didáticas

• Promova um diálogo com base nas questões do Antes de ler. Incentive os estudantes a observarem o texto, percebendo e comentando elementos visuais e verbais que se destacam, como a imagem do cata-vento colorido, o contraste entre as palavras sim e não em cores diferentes, a data em destaque, a hashtag e o uso de letras maiúsculas em algumas frases. Incentive-os a refletir sobre o efeito desses recursos na transmissão da mensagem e por que podem ter sido escolhidos. Conduza a conversa para que associem essas pistas à função social do texto e à possível temática, mobilizando conhecimentos prévios sobre textos de campanhas de conscientização e sobre o problema abordado. Oriente-os a compartilhar hipóteses sobre o assunto, o público-alvo e o objetivo da campanha. Explique aos estudantes que, durante e após a leitura, eles poderão verificar se as hipóteses se confirmam ou se precisam ser ajustadas ou ampliadas, exercitando o pensamento crítico e a interpretação ( EF12LP09 , EF15LP01 , EF15LP02 , EF15LP04 , EF12LP16).

• Leia em voz alta o texto verbal, virando e mostrando o livro aos estudantes e passando o dedo sob cada palavra lida para que percebam quais palavras estão sendo associadas a quais sons, ou seja, o estudante ouve e vê simultaneamente

RODA DE LEITURA: TEXTO DE CAMPANHA

VOCÊ É CRIANÇA, E CRIANÇA TEM O DIREITO DE BRINCAR.

AGORA, VOCÊ VAI ACOMPANHAR A LEITURA DE UM TEXTO QUE

REFORÇA ESSA IDEIA. MAS, ANTES, VAMOS CONVERSAR UM POUCO?

ANTES DE LER

AINDA EXISTEM CRIANÇAS QUE TRABALHAM. ESSE É UM

PROBLEMA SÉRIO, QUE PRECISA SER COMBATIDO. POR ISSO, FOI CRIADO UM DIA PARA LEMBRAR A TODOS QUE CRIANÇA NÃO DEVE TRABALHAR. O TEXTO A SEGUIR FAZ PARTE DE UMA

CAMPANHA SOBRE ESSE DIA.

Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor

1. OBSERVE O TEXTO. O QUE MAIS CHAMA A SUA ATENÇÃO NELE? COMENTE COM A TURMA.

2. COM BASE NA SUA OBSERVAÇÃO, DO QUE VOCÊ ACHA QUE

ESSE TEXTO VAI TRATAR? CONVERSE COM OS COLEGAS E O PROFESSOR.

(EF01LP05). Chame a atenção para o texto com perguntas como: “Quantas e quais palavras estão escritas em azul? E em preto?”; “Como sabemos onde começa e onde termina uma palavra nas frases?” (EF01LP01, EF01LP12, EF12LP01).

• Chame a atenção dos estudantes para o elemento do cartaz que começa com #, explicando que é uma hashtag, usada na internet para destacar palavras ou frases e facilitar a busca por conteúdos sobre o mesmo tema nas redes. Mostre que nela não há espaço entre as palavras e pergunte qual recurso facilita a leitura. Espera-se que os estudantes identifiquem o uso alternado

CARTAZ DA CAMPANHA CONTRA O TRABALHO INFANTIL, DA PREFEITURA DE CAJAZEIRAS, PARAÍBA, 2021.

de letras com e sem negrito para indicar o início e o fim de cada palavra e reconheçam a falta de espaço entre elas (EF01LP12).

• Durante a leitura dialogada, destaque cada elemento visual, instigando os estudantes a descreverem o que veem e a estabelecerem relações entre o que está escrito e o que está representado nas imagens (EF15LP04). Aproveite para trabalhar o vocabulário, explorando palavras que possam ser novas para os estudantes, relacionando-as ao contexto e à função social do texto.

1. ANTES DA LEITURA, VOCÊ PENSOU NO QUE ENCONTRARIA NO TEXTO. O QUE VOCÊ IMAGINOU SE CONFIRMOU? CONTE PARA A TURMA.

Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor

2. DE ACORDO COM O TEXTO, QUE DATA REPRESENTA O DIA MUNDIAL CONTRA O TRABALHO INFANTIL? MARQUE UM X

Resposta: 12 DE JUNHO.

12 DE OUTUBRO.

12 DE JUNHO.

24 DE DEZEMBRO.

3. ONDE ESTÁ, NO TEXTO, A INFORMAÇÃO QUE VOCÊ MARCOU NA ATIVIDADE 2? CONTORNE PARA MOSTRAR.

Resposta: Espera-se que os estudantes contornem a data 12 de junho no texto.

4. QUAL DESTAS AFIRMAÇÕES ESTÁ DE ACORDO COM A MENSAGEM QUE O TEXTO COMUNICA? MARQUE UM X

Resposta: CRIANÇA DEVE BRINCAR, E NÃO TRABALHAR.

CRIANÇA DEVE APENAS ESTUDAR, E NÃO BRINCAR.

CRIANÇA DEVE BRINCAR, E NÃO TRABALHAR.

CRIANÇA DEVE BRINCAR SÓ AOS FINAIS DE SEMANA.

5. O QUE O CATA-VENTO COLORIDO REPRESENTA NESSE TEXTO? MARQUE UM X

Resposta: UM BRINQUEDO QUE LEMBRA A INFÂNCIA E A BRINCADEIRA.

UMA FERRAMENTA DE TRABALHO QUE LEMBRA UMA PROFISSÃO.

UM BRINQUEDO QUE LEMBRA A INFÂNCIA E A BRINCADEIRA. UM ENFEITE DE FESTA JUNINA.

145

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF12LP09 , EF15LP01 , EF15LP02 , EF15LP03 , EF15LP04), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10 , EF15LP11 , EF15LP13).

Respostas e orientações didáticas

1. Retome as questões do Antes de ler e peça aos estudantes que comparem as hipóteses levantadas anteriormente com as informações obtidas agora, verificando se elas se confirmam ou se precisam ser reformuladas. Peça-lhes que expliquem em quais pistas visuais e verbais do texto eles se apoiaram para antecipar que a leitura trataria da conscientização contra o trabalho infantil. Incentive a troca de ideias entre os colegas, valorizando diferentes interpretações e destacando como as antecipações feitas antes da leitura ajudam a compreender melhor a mensagem e a função social do texto (EF15LP02).

3. Motive os estudantes a mostrarem, no texto de campanha, onde localizaram a data e a explicarem como identificaram essa informação. Isso favorece a atenção aos detalhes e o desenvolvimento da habilidade de localizar informações explícitas no texto (EF15LP03).

4. Incentive os estudantes a relerem o texto de campanha observando tanto o texto verbal como os elementos visuais para confirmar a escolha, justificando-a oralmente para os colegas (EF15LP04).

5. Direcione a atenção dos estudantes para o cata-ventocolorido presente no texto, questionando o que esse elemento representa no contexto da campanha. Verifique se o relacionam à ideia de infância e brincadeira, contrastando com o tema do trabalho infantil. Incentive-os a explicar como chegaram a essa interpretação, mobilizando pistas visuais e conhecimentos prévios (EF15LP04).

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6. Explique que discar significa “ligar para um número telefônico” e que essa palavra vem dos telefones antigos, que tinham um disco com números para girar com o dedo. Mostre, se possível, uma imagem ou um vídeo curto para ilustrar. Leve os estudantes a compreenderem que o texto apresenta um número para pedir ajuda quando uma criança estiver em situação de trabalho, explicando, com sensibilidade, que o Disque 100 é um canal de proteção dos direitos das crianças. Destaque que crianças precisam brincar, estudar e ser cuidadas, não trabalhar, e fale sobre o uso responsável desse canal, evitando brincadeiras ou denúncias falsas.

7. Explique aos estudantes que o texto de campanha é um gênero textual elaborado para atingir um público amplo, com o objetivo de informar e mobilizar a sociedade sobre temas relevantes. No caso do texto referente ao Dia Mundial contra o Trabalho Infantil, a mensagem é direcionada a todas as pessoas da comunidade: crianças, adultos, educadores, pais e demais cidadãos, pois a proteção à infância é uma responsabilidade coletiva. Ressalte que campanhas funcionam como convites à conscientização, incentivando o público a refletir sobre a importância do tema, a se manter atento e a atuar em prol do cuidado e do bem-estar das crianças (EF12LP09).

8. Esta questão tem como objetivo trabalhar com os estudantes a compreensão da finalidade do texto de campanha. Explique que, diferentemente de textos que contam histórias ficcionais (contos, novelas, romances etc.), convidam para festas (convites) ou ensinam a fazer comidas (receitas), o texto de campanha tem a função prin-

6. OBSERVE A IMAGEM E CONVERSE COM OS COLEGAS, RESPONDENDO ÀS QUESTÕES.

A ) O QUE VOCÊ ACHA QUE A PALAVRA DISQUE QUER DIZER?

Resposta: Espera-se que os estudantes associem a palavra disque ao ato de ligar.

B ) QUAL IMAGEM ESTÁ LOGO ACIMA DO NÚMERO 100?

Resposta: A imagem que parece parte de um telefone antigo.

C ) O QUE VOCÊ ACHA QUE ESSA MENSAGEM COM PALAVRAS E A IMAGEM QUEREM DIZER JUNTAS?

7. PARA QUE PÚBLICO VOCÊ ACHA QUE ESSE TEXTO FOI CRIADO?

MARQUE UM X NA RESPOSTA CERTA.

Resposta: PARA TODAS AS PESSOAS DA SOCIEDADE.

PARA PROFESSORES APENAS.

PARA TODAS AS PESSOAS DA SOCIEDADE.

SOMENTE PARA OS ADULTOS QUE TÊM FILHOS PEQUENOS.

8. QUAL É O OBJETIVO DESSE TEXTO? MARQUE UM X.

CONTAR A HISTÓRIA DE UMA CRIANÇA QUE NÃO VAI À ESCOLA.

Resposta: REFORÇAR A IDEIA DE QUE CRIANÇA NÃO DEVE TRABALHAR, MAS SIM BRINCAR.

REFORÇAR A IDEIA DE QUE CRIANÇA NÃO DEVE TRABALHAR, MAS SIM BRINCAR.

6. C) Resposta: Espera-se que os estudantes associem as informações verbais e visuais e infiram que essa parte do texto quer comunicar um número de telefone para denúncias de trabalho infantil.

AGORA QUE JÁ LEMOS

RESPONDA ÀS QUESTÕES A SEGUIR ORALMENTE.

1. O QUE ESSE TEXTO ENSINOU SOBRE OS DIREITOS DAS CRIANÇAS?

Sugestão de resposta: O texto ensinou que crianças devem brincar, e não trabalhar.

2. PARA VOCÊ, ALÉM DE SONHAR, ESTUDAR E BRINCAR, O QUE É ESPERADO QUE AS CRIANÇAS FAÇAM?

3. VOCÊ ACHA QUE TEXTOS COMO O QUE VOCÊ LEU AJUDAM A GARANTIR OS DIREITOS DAS CRIANÇAS? POR QUÊ?

Resposta pessoal.

2. Resposta pessoal. Motive os estudantes a compartilharem ações ou ideias ligadas à infância.

cipal de reforçar uma ideia importante para a sociedade: no caso, a mensagem de que crianças devem brincar, e não trabalhar. Ressalte que o texto de campanha busca chamar a atenção das pessoas para um tema social relevante, motivando uma mudança de atitude ou o cuidado com essa questão. Dessa forma, ele funciona como uma maneira de comunicação que quer informar, sensibilizar e mobilizar o público para proteger os direitos das crianças (EF15LP01, EF12LP09).

AGORA QUE JÁ LEMOS

3. Incentive os estudantes a pensarem no poder que os textos de campanha têm de informar, proteger e mobilizar as pessoas a cuidarem dos direitos das crianças. Peça-lhes que falem sobre como textos como o explorado ajudam a lembrar da importância de respeitar a infância e garantir que todas as crianças tenham oportunidades para brincar, estudar e crescer com dignidade (EF15LP01, EF12LP09).

É LÍNGUA, É LINGUAGEM

SLOGAN DE CAMPANHA

1. COM UM COLEGA, RELEIAM O TEXTO DE CAMPANHA DA PÁGINA 144.

A ) QUAL DAS MENSAGENS DO TEXTO VOCÊ ACHA QUE É A PRINCIPAL? COPIE ESSA MENSAGEM A SEGUIR.

Resposta: BRINCAR, SIM. TRABALHAR, NÃO.

B ) QUAL DAS MENSAGENS DO TEXTO VOCÊ ACHA QUE AS PESSOAS LEEM PRIMEIRO?

Resposta: BRINCAR, SIM. TRABALHAR, NÃO.

C ) RESPONDENDO AOS ITENS A E B, O QUE VOCÊ PERCEBEU? MARQUE UM X

A MENSAGEM PRINCIPAL COSTUMA ESTAR ESCONDIDA NO TEXTO E, POR ISSO, GERALMENTE É LIDA POR ÚLTIMO.

A MENSAGEM PRINCIPAL COSTUMA SER AQUELA QUE RECEBE MAIS DESTAQUE NO TEXTO E, POR ISSO, GERALMENTE É A PRIMEIRA COISA QUE A GENTE LÊ.

2. DE ACORDO COM A MENSAGEM PRINCIPAL, O QUE A CRIANÇA NÃO DEVE FAZER?

Resposta: TRABALHAR.

TRABALHAR. BRINCAR. ESTUDAR.

3. CONSIDERANDO A MENSAGEM PRINCIPAL, QUE PALAVRA DO TEXTO MAIS COMBINA COM CRIANÇA? POR QUÊ?

Resposta: Brincar. Porque as crianças devem brincar, e não trabalhar.

AS MENSAGENS FORMADAS POR UMA OU MAIS PALAVRAS QUE COMUNICAM UMA IDEIA SÃO CHAMADAS DE FRASES. NOS TEXTOS DE CAMPANHA, HÁ UM TIPO ESPECIAL DE FRASE: O SLOGAN O SLOGAN É UMA FRASE CURTA, FÁCIL DE LEMBRAR E MEMORIZAR, QUE COMUNICA A MENSAGEM PRINCIPAL DA CAMPANHA.

1. C) Resposta: A MENSAGEM PRINCIPAL COSTUMA SER AQUELA QUE RECEBE MAIS DESTAQUE NO TEXTO E, POR ISSO, GERALMENTE É A PRIMEIRA COISA QUE A GENTE LÊ. 147

No item c, espera-se que os estudantes percebam que a frase “Brincar, sim. Trabalhar, não.” é possivelmente a primeira a ser lida, porque chama mais a atenção. Ela está escrita com letras grandes e fortes (em negrito), usa cores e um fundo que destacam as palavras sim e não Além disso, está colocada no topo do cartaz, onde as pessoas costumam olhar primeiro. Tudo isso faz com que essa frase seja o primeiro elemento que a maior parte dos leitores provavelmente percebe (EF12LP09, EF15LP04).

2. Destaque que a mensagem “Brincar, sim. Trabalhar, não.” apresenta uma relação de oposição entre duas ações: uma que deve ser incentivada (brincar) e outra que deve ser recusada (trabalhar). Essa oposição é marcada pelo uso dos termos sim e não. Espera-se que os estudantes reparem na ação que acompanha o termo não na frase para dizer o que a criança não deve fazer (EF15LP04).

3. Com esta atividade, os estudantes vão se preparar para a realização da proposta da próxima seção, em que também

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF01LP15 , EF12LP09 , EF15LP04), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10 , EF15LP11 , EF15LP13).

SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL

Esta proposta visa a levar os estudantes a identificarem aspectos que compõem os slogans, um elemento comum no discurso publicitário, usado para chamar a atenção do leitor e convencê-lo a adotar uma ideia, uma ação ou adquirir um produto ou serviço. Aqui o slogan é apresentado associado a um texto de campanha de conscientização, e não a uma propaganda comercial. Proponha que a turma observe o texto de campanha da Roda de leitura. Se possível, apresente-o em tamanho ampliado ou projete a versão digital para que todos possam analisá-lo coletivamente (EF12LP09).

Respostas e orientações didáticas

1. Procure mediar a análise do texto, levando os estudantes a identificarem a mensagem principal e a perceberem que ela ocupa uma posição de destaque para chamar a atenção do leitor, já preparando-os para o reconhecimento das características do slogan

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serão levados a considerar palavras que “combinam” para fazer um slogan. Esse momento pode ser uma boa oportunidade para que já comecem a reparar no agrupamento de palavras pelo critério de aproximação de significado, habilidade que será desenvolvida de forma mais dirigida adiante neste volume (EF01LP15).

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF01LP02 , EF01LP15 , EF12LP12 , EF12LP13 , EF12LP15, EF15LP06), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade ( EF15LP09 , EF15LP10 , EF15LP11, EF15LP13).

Respostas e orientações didáticas

1. Nesta seção, os estudantes poderão mobilizar alguns dos conhecimentos construídos até o momento, principalmente com relação ao uso das palavras para comunicar mensagens importantes. O foco será fazer uso desses conhecimentos para formar frases (EF01LP02) de forma contextualizada e colaborativa, com o propósito de criar slogans (EF12LP12, EF12LP13) que valorizem a brincadeira e desencorajem o trabalho infantil. Procure reforçar a relevância do tema e do envolvimento de todos os cidadãos em uma campanha como essa. Incentive que os slogans criados façam parte de uma mobilização real da comunidade escolar, propondo uma exposição dentro ou fora da sala de aula, convidando colegas de outras turmas ou familiares para visitarem, se possível. É importante que esse propósito esteja claro para os estudantes desde o início da proposta. Se achar pertinente, conte que a estratégia de “chuva de palavras” costuma ser usada por profissionais que criam slogans para campanhas ou peças publicitárias. Faça uma discussão prévia sobre o que significa uma palavra combinar com outra, se possível dando exemplos considerando o campo se-

JANELAS PARA A ESCRITA

CHUVA DE PALAVRAS

1. É HORA DE CRIAR UMA CHUVA DE PALAVRAS PARA, DEPOIS, ELABORAR UM NOVO SLOGAN! PARA COMEÇAR, RELEIA O SLOGAN A SEGUIR.

BRINCAR, SIM. TRABALHAR, NÃO.

A ) JUNTE-SE A UM COLEGA PARA LISTAREM, COMO SOUBEREM, TODAS AS PALAVRAS QUE VIEREM À CABEÇA DE VOCÊS E QUE COMBINEM COM AS PALAVRAS DESTACADAS A SEGUIR.

DICA: QUANTO MAIS PALAVRAS CONSEGUIREM LISTAR, MAIOR SERÁ A CHUVA DE PALAVRAS DE VOCÊS E MAIS FÁCIL SERÁ CRIAR UM BOM SLOGAN!

Resposta pessoal.

BRINCAR

Resposta pessoal.

TRABALHAR

mântico das palavras em destaque, como brincar: brinquedo, jogo, diversão, sorriso, colorido etc.; e trabalhar : profissão , atividade , concentração , responsabilidade etc. Após essa conversa, permita que as ideias circulem mais livremente e, se considerar pertinente, incentive que os critérios para que as palavras combinem sejam mais amplos, possibilitando uma preparação para o trabalho com sinonímias, que ocorrerá mais adiante no volume

(EF01LP15). Explique aos estudantes que na chuva de palavras eles devem anotar aquelas que possam combinar não apenas de modo lógico (como as do exemplo), mas também de modo analógico, ou seja, podem e devem exercitar tanto as relações de similaridade como as relações de contiguidade. Afinal, a criatividade é o lugar da liberdade e da abertura, e as relações menos “prontas” ou “óbvias” podem ser caminhos para gerar ideias inovadoras.

B ) COMPARTILHEM COM A TURMA AS PALAVRAS QUE VOCÊS PENSARAM E ESCUTEM COM ATENÇÃO AS DOS COLEGAS. DEPOIS, ESCOLHA UMA PALAVRA QUE GOSTARIA DE TRAZER PARA O SEU REGISTRO. ESCREVA ESSA PALAVRA AQUI:

Resposta pessoal.

2. AGORA, COM BASE NA CHUVA DE PALAVRAS QUE VOCÊ E SEU COLEGA FIZERAM, VOCÊS VÃO CRIAR UM SLOGAN!

A ) PENSEM NO QUE VOCÊS QUEREM COMUNICAR SOBRE O TEMA “BRINCAR E TRABALHAR”. REGISTREM, A SEGUIR, AS PRINCIPAIS IDEIAS QUE TIVEREM, RESGATANDO PALAVRAS QUE ESCREVERAM NA ATIVIDADE 1.

Resposta pessoal.

B ) O SLOGAN PODERÁ SER FORMADO POR UMA FRASE DE UMA SÓ PALAVRA OU DUAS OU MAIS PALAVRAS. PENSEM NO MELHOR JEITO DE COMUNICAR A IDEIA DE VOCÊS. REGISTRE O QUE CRIARAM A SEGUIR.

Resposta pessoal.

C ) COMPARTILHEM COM A TURMA OS SLOGANS DE VOCÊS E REPAREM SE A MENSAGEM FICOU CLARA E CONVIDATIVA. FAÇAM OS AJUSTES NECESSÁRIOS E, COM A AJUDA DO PROFESSOR, REALIZEM UM NOVO REGISTRO EM UMA FOLHA À PARTE. COMBINEM UMA EXPOSIÇÃO DAS PRODUÇÕES DA TURMA!

Resposta pessoal.

149

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1. No item b , a troca de palavras entre os estudantes, além de ser parte da estratégia da “chuva de palavras”, é muito importante para que eles possam ampliar o vocabulário e discutir a pertinência das escolhas, pois eles mesmos podem trazer questionamentos sobre as palavras combinarem ou não, ampliando as formas de relação. Com base nas trocas, eles podem decidir voltar ao próprio registro para substituir ou complementar as ideias que tiveram (EF15LP06).

2. A proposta é que o quadro do item a seja um espaço de planejamento e até de rascunho das ideias para a criação do slogan (EF12LP13). Reforce a importância de que consultem e usem as palavras levantadas na etapa anterior. O desafio, no item b, é que os estudantes pensem em uma frase de impacto, formada com uma única palavra (para que consolidem a ideia de que uma frase pode ser escrita dessa forma), ou com mais de uma. Se achar necessário, mostre exemplos de slogans de uma só palavra, como “SONHE!”, ajudando na compreensão de que a escolha está relacionada à mensagem que querem comunicar (EF12LP15). A proposta do item c é que os estudantes verifiquem o impacto da mensagem e façam a socialização das ideias. Se possível, planeje com a turma como será feita essa exposição, por exemplo um mural de slogans a favor da brincadeira e contra o trabalho infantil, com folhas para copiarem o slogan criado, ou até uma mesa com os registros feitos no livro. O público pode ser a própria turma, apreciando as criações dos colegas ou ampliando para outros atores da comunidade escolar.

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF01LP01 , EF01LP03 , EF12LP08 , EF15LP01 , EF15LP02, EF15LP04), os estudantes serão levados a desenvolver habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10 , EF15LP11 , EF15LP13).

ANTES DE LER

Oriente os estudantes a observarem o título, os subtítulos e as fotografias do texto antes de iniciarem a leitura. O título anuncia, de forma objetiva, o assunto da matéria: “4 brincadeiras com água para refrescar os dias de calor”. Ao lê-lo, o leitor já sabe que vai conhecer quatro brincadeiras e, com base nesse dado, pode criar hipóteses sobre o tipo de informação que encontrará. O título convida o leitor a conhecer essas brincadeiras, logo, espera-se que os estudantes infiram que o texto apresentará cada uma delas, provavelmente com orientações para realizá-las. Promova uma conversa coletiva, incentivando os estudantes a anteciparem sentidos com base no título, nos subtítulos e nas fotografias, que mostram objetos, brinquedos e crianças em atividades com água. Registre as expectativas levantadas para retomá-las durante a leitura, confirmando ou ajustando as hipóteses e favorecendo o desenvolvimento da habilidade de antecipar sentidos e verificar sua adequação (EF15LP02).

Orientações didáticas

• Optou-se por nomear o gênero em foco como matéria de jornal, expressão ampla, capaz de abrigar variados formatos e que funciona como um guarda-chuva para diferentes textos jornalísticos (como a notícia e

TEMPO DE BRINQUEDO RODA DE LEITURA: MATÉRIA DE JORNAL

ACOMPANHE A LEITURA DE UMA MATÉRIA DE JORNAL SOBRE BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS.

ANTES DE LER

OBSERVE O TÍTULO, OS SUBTÍTULOS E AS FOTOGRAFIAS

QUE APARECEM NO TEXTO. O QUE VOCÊ ESPERA ENCONTRAR NESSA MATÉRIA?

Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor.

FOLHINHA SÁBADO, 18 DE NOVEMBRO DE 2023.

VEJA 4 BRINCADEIRAS COM ÁGUA PARA REFRESCAR OS DIAS DE CALOR

SÃO PAULO

OS ÚLTIMOS DIAS TÊM SIDO MUITO QUENTES EM GRANDE PARTE DO PAÍS, E UMA BOA IDEIA É JUNTAR A VONTADE DE SE REFRESCAR COM A DE SE DIVERTIR, E BRINCAR COM ÁGUA.

LAVANDERIA DE ROUPAS

ROUPAS DE BONECA PENDURADAS NO VARAL.

MUITOS BRINQUEDOS USAM ROUPAS E ACESSÓRIOS. COM A AJUDA DE UM ADULTO, ENCHA UMA BACIA OU BALDE COM ÁGUA E PINGUE SABONETE LÍQUIDO OU DETERGENTE NEUTRO. TAMBÉM PROVIDENCIE UMA CORDA AMARRADA DE UM LADO A OUTRO – PODE SER ENTRE DUAS ÁRVORES, DUAS CADEIRAS ETC. REÚNA TODAS AS ROUPINHAS E ACESSÓRIOS QUE PODERÃO SER LAVADOS E MÃOS À OBRA: MOLHE-OS NA ÁGUA COM SABÃO, DÊ UMA ESFREGADA COM AS MÃOS, TORÇA E PENDURE NA CORDA. QUANDO ESTIVEREM SECAS, É HORA DE RECOLHER.

a reportagem, que, inclusive, apresentam muitas semelhanças em suas construções composicionais e discursivas), entendendo que o texto explorado reúne elementos de diferentes gêneros textuais. No primeiro parágrafo da matéria, por exemplo, é possível reconhecer traços típicos da notícia, enquanto a continuidade do texto, organizada em subtítulos que apresentam cada brincadeira, seguidos de instruções passo a passo, aproxima-se do texto instrucional, mesmo que preservando o caráter jornalístico por estar publicado em um veículo de imprensa e abordar um tema de interesse coletivo. Essa característica

do texto norteou essa denominação, adotada também por ser considerada mais acessível e “amigável” para os estudantes do 1º ano, nessa primeira aproximação com textos jornalísticos, que, mais adiante na coleção, incluirá o trabalho com outros gêneros dessa esfera (EF01LP01, EF12LP08).

• Faça a leitura do texto, virando o livro para os estudantes em alguns momentos e deslizando o dedo sob as partes lidas. Aproveite para reforçar que a leitura e a escrita se realizam da esquerda para a direita e de cima para baixo na página (EF01LP01).

BEXIGAS D’ÁGUA

CRIANÇA SEGURA BEXIGAS CHEIAS DE ÁGUA.

CONVIDE UM ADULTO PARA COMPRAR BALÕES COLORIDOS. ENCHA OS BALÕES NA TORNEIRA OU NA MANGUEIRA, DÊ UM NÓ E VÁ COLOCANDO-OS EM UM RECIPIENTE, QUE PODE SER UM BALDE OU UMA BACIA. LEVE LÁ PARA FORA E EXPERIMENTE ASSISTIR AO QUANTO CADA BALÃO RESISTE ANTES DE ESTOURAR E LIBERAR A ÁGUA. TOME CUIDADO PARA NÃO MACHUCAR NINGUÉM NEM NENHUM ANIMAL.

BOLHAS GIGANTES

SEMPRE COM A AJUDA DE UM ADULTO, REÚNA: ÁGUA, DETERGENTE, BACIA, UM BAMBOLÊ E XAROPE DE MILHO. PREPARE A MISTURA DOIS DIAS ANTES DA BRINCADEIRA, PARA ELA GANHAR A CONSISTÊNCIA. A FÓRMULA: 100 ML DE DETERGENTE, 100 ML DE ÁGUA E 50 ML DE XAROPE DE MILHO. USE O BAMBOLÊ PARA FORMAR AS BOLHAS E SOLTE-AS NO AR DA MESMA MANEIRA COM QUE VOCÊ FAZ COM AS PEQUENININHAS.

TINTA DE GELO

VOCÊ VAI PRECISAR DE: ÁGUA, CORANTE ALIMENTÍCIO DE TONS VARIADOS, FORMINHAS DE GELO, [...] CARTOLINA E UMA ROUPA VELHA QUE POSSA SER SUJA OU UM AVENTAL. ADICIONE A ÁGUA E O CORANTE NAS FORMINHAS. NESSA ETAPA, VOCÊ PODE ENFIAR UM PALITO DE SORVETE EM CADA BURAQUINHO. COLOQUE NO CONGELADOR E ESPERE ENDURECER. TIRE, DESENFORME. BRINQUE COM ELES NO PAPEL, FAZENDO SEUS DESENHOS.

VEJA 4 BRINCADEIRAS COM ÁGUA PARA REFRESCAR OS DIAS DE CALOR. FOLHA DE S.PAULO, ANO 103, N. 34 562, 18 NOV. 2023. FOLHINHA, P. 2.

• Vale ressaltar que, embora as brincadeiras apresentadas na matéria não indiquem uso exagerado de água, este é um bom momento para promover uma conversa com os estudantes sobre o uso consciente desse recurso, articulando ao tema contemporâneo transversal Educação ambiental. Se os estudantes manifestarem interesse em alguma das brincadeiras descritas no texto, incentive-os a refletir sobre como se divertir sem desperdício, pensando em formas de reaproveitar a água ou limitar seu consumo. Proponha que compartilhem ideias de economia e possíveis substituições.

ARTICULANDO CONHECIMENTOS

08/10/2025 10:49:26

• Essa reflexão contribui para o desenvolvimento da consciência ambiental e do senso de responsabilidade, mostrando que é possível brincar e, ao mesmo tempo, cuidar da natureza. Essa situação pode ser disparadora para um trabalho integrado com o componente curricular de Ciências.

• Enquanto lê, chame a atenção também para a forma como o texto está organizado: o título anuncia o tema de forma direta, os subtítulos apresentam cada brincadeira e as legendas ajudam a relacionar as imagens às instruções. Essa organização permite ao leitor localizar rapidamente as informações e compreender a matéria de maneira integrada, articulando o verbal e o visual (EF15LP04).

• Trabalhe o vocabulário com os estudantes, instigando-os a inferir significados com base no contexto das brincadeiras. Se considerar oportuno, confeccione uma lista de palavras e significados, uma espécie de glossário da turma, para afixar em algum local da sala de aula, ajudando a torná-la um ambiente alfabetizador. Essa lista poderá ser alimentada durante o ano letivo e servir de consulta para futuras atividades de leitura e escrita, podendo, inclusive, servir de referência para os estudantes observarem escritas convencionais e se apoiarem nelas em outros momentos para ajustar produções espontâneas (EF01LP03).

• Chame a atenção para as fotografias que acompanham a matéria e leia em voz alta os textos vinculados a elas, reforçando que são legendas, textos que têm a função de complementar e esclarecer o conteúdo principal do texto jornalístico, recurso que será retomado nas próximas seções desta unidade.

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF12LP02 , EF12LP08 , EF15LP01 , EF15LP02 , EF15LP03 , EF15LP04 , EF15LP05 , EF15LP06 , EF15LP07), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10 , EF15LP11 , EF15LP13).

Respostas e orientações didáticas

1. Permita aos estudantes conversarem sobre as hipóteses que levantaram antes e durante a leitura, checando as adequações das hipóteses realizadas (EF15LP02).

2. Esta atividade tem como foco a localização de informações explícitas no texto (EF15LP03). A proposta de trabalho em duplas permite que os estudantes aprendam de forma colaborativa, compartilhando hipóteses e estratégias de busca no texto. Se julgar adequado, oriente que cada dupla utilize dois livros abertos simultaneamente: um na página do texto e outro na da atividade, para facilitar a consulta. Reforce a ideia de que eles podem se revezar e ajudar um ao outro. Diga: “Uma dica: enquanto um fica com o livro aberto na página da atividade, o outro pode deixar o livro aberto na página do texto. Assim, vocês se ajudam, trocam ideias e aprendem juntos”. No item a, se necessário, ressalte que o título é a frase que recebe maior destaque e costuma aparecer no começo da matéria, informando o que o texto vai abordar. No item b , caso julgue importante, comente que a informação procurada está logo no começo da página, perto do nome do jornal. Na correção do

PAPO DE LEITOR

1. ANTES DE LER, VOCÊ FALOU O QUE ESPERAVA ENCONTRAR NO TEXTO. SUAS IDEIAS FORAM CONFIRMADAS? CONVERSE COM A TURMA.

Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor

2. JUNTE-SE A UM COLEGA PARA FAZER ESTA ATIVIDADE. VOLTEM À MATÉRIA LIDA E RESPONDAM AOS ITENS A SEGUIR.

A ) QUAL É O TÍTULO DO TEXTO?

Resposta: VEJA 4 BRINCADEIRAS COM ÁGUA PARA REFRESCAR OS DIAS DE CALOR.

B ) EM QUE DATA A MATÉRIA FOI PUBLICADA?

Resposta: SÁBADO, 18 DE NOVEMBRO DE 2023.

C ) ONDE O TEXTO FOI PUBLICADO? MARQUE UM X.

EM UM CADERNO DE ESPORTES DE UM JORNAL DE BELO HORIZONTE, MINAS GERAIS.

Resposta: EM UM CADERNO

INFANTIL DE UM JORNAL DA CIDADE DE SÃO PAULO.

EM UMA SEÇÃO DE CULINÁRIA DE UM JORNAL INFANTIL DE MANAUS, AMAZONAS.

EM UM CADERNO INFANTIL DE UM JORNAL DA CIDADE DE SÃO PAULO.

D) ALÉM DO TÍTULO, HÁ PARTES ESCRITAS QUE TAMBÉM ESTÃO DESTACADAS NO TEXTO. O QUE ELAS INDICAM? ASSINALE.

OS NOMES DAS CRIANÇAS QUE APARECEM NAS FOTOGRAFIAS.

OS NOMES DAS QUATRO BRINCADEIRAS MENCIONADAS NO TEXTO.

Resposta: OS NOMES DAS QUATRO BRINCADEIRAS MENCIONADAS NO TEXTO.

AS REGRAS PARA BRINCAR NO PARQUINHO DA ESCOLA.

item c, pergunte o que eles consideraram para responder. É possível que tenham reparado nas informações de entrada do texto e inferido se tratar de um caderno infantil, pelo nome no diminutivo Folhinha. Oriente-os a justificar suas escolhas. Pergunte, por exemplo: “Onde vocês encontraram esta informação?”; “Como vocês sabiam que era um caderno infantil?”. Muitos identificarão a palavra Folhinha, o uso de imagens com crianças, linguagem simples e brin-

cadeiras como pistas. No item d, promova uma conversa sobre a função dos subtítulos no texto. Mostre como eles estão em negrito, separados do corpo do texto, e como antecipam o conteúdo das brincadeiras descritas logo abaixo. Essa análise contribui para que os estudantes compreendam recursos gráficos empregados e possam usá-los futuramente nas próprias produções (EF15LP04).

3. POR QUE ESSAS QUATRO BRINCADEIRAS FORAM ESCOLHIDAS PARA ESSA MATÉRIA? MARQUE UM X

PORQUE SÃO BOAS PARA O INVERNO.

PORQUE AJUDAM A REFRESCAR NOS DIAS QUENTES.

Resposta: PORQUE AJUDAM A REFRESCAR NOS DIAS QUENTES.

4. QUAL É A FUNÇÃO DESSE TEXTO? MARQUE UM X

DAR NOTÍCIAS E DICAS PARA CRIANÇAS.

VENDER BRINQUEDOS.

Resposta: DAR NOTÍCIAS E DICAS PARA CRIANÇAS.

5. ONDE TEXTOS ASSIM COSTUMAM SER PUBLICADOS? MARQUE UM X.

EM JORNAIS E REVISTAS.

EM EMBALAGENS DE BRINQUEDOS.

AGORA QUE JÁ LEMOS

Resposta: EM JORNAIS E REVISTAS. Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor

VOCÊ JÁ BRINCOU COM ALGUMA DAS BRINCADEIRAS

MENCIONADAS NO TEXTO? QUAL DELAS VOCÊ GOSTARIA DE EXPERIMENTAR NOS DIAS DE MUITO CALOR? POR QUÊ? CONVERSE COM OS COLEGAS E O PROFESSOR.

PAPO DIGITAL

PESQUISANDO BRINCADEIRAS PARA OS DIAS DE FRIO OU CHUVA VOCÊ JÁ CONHECEU BRINCADEIRAS PARA DIAS DE SOL. AGORA, COM A AJUDA DO PROFESSOR, PESQUISE NA INTERNET BRINCADEIRAS QUE PODEM SER FEITAS DENTRO DE CASA OU EM ESPAÇOS COBERTOS. DEPOIS, ESCOLHA A MAIS DIVERTIDA, CONTE PARA OS COLEGAS E ANOTE NO CADERNO: O NOME DA BRINCADEIRA; COMO FUNCIONA; O QUE É PRECISO PARA BRINCAR.

PAPO DIGITAL

Se houver computadores ou tablets da escola com acesso à internet disponíveis, promova um momento de pesquisa coletiva sobre brincadeiras que possam ser feitas em dias de frio ou de chuva. Explique quais são os mecanismos dos motores de busca na internet, mostrando que inserimos palavras-chave na caixa de pesquisa. Cite exemplos como “brincadeiras dentro de casa” ou “brincadeiras para dias de chuva” e pergunte: “O que devemos escrever aqui

para encontrar esse tipo de brincadeira?” (EF12LP02). Após a pesquisa, peça a cada estudante que indique a brincadeira mais interessante. Organize uma votação para escolher a preferida e oriente-os a registrar no caderno o nome, como funciona e o que é necessário para brincar.

ATIVIDADE EXTRA

Se possível, busque e acesse a matéria original no site do jornal que a pu-

3. Esta atividade desenvolve a habilidade de inferir informações implícitas, essencial para a formação leitora.

4. Promova uma conversa com os estudantes sobre a finalidade da matéria lida, a fim de verificar se compreendem a situação comunicativa e a finalidade de textos jornalísticos (EF12LP08, EF15LP01).

5. Verifique se os estudantes reconhecem o veículo mais adequado para a circulação da matéria. Explore os distratores, perguntando quais textos costumam aparecer em “cadernos da escola” e em “embalagens de brinquedos”, como tarefas escolares e regras de jogos, respectivamente (EF12LP08, EF15LP01).

AGORA QUE JÁ LEMOS

Abra espaço para uma conversa em que os estudantes relatem vivências, expressem opiniões e socializem preferências. Reforce a reflexão sobre o uso consciente da água, articulando ao tema contemporâneo transversal Educação ambiental. Ao ouvir as respostas sobre as brincadeiras, incentive os estudantes a pensarem em formas de se divertir sem desperdício e a compartilharem ideias de economia e reaproveitamento, mostrando que é possível brincar em harmonia com o cuidado ambiental.

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blicou e planeje com os estudantes um comentário coletivo para postar nesse ambiente, assinando como “Turma do 1º ano da escola X”. Atue como escriba tanto no rascunho como na postagem final, priorizando as etapas de revisão e edição do texto. A atividade permite aos estudantes ampliarem a pesquisa digital e vivenciarem o uso social da escrita em ambientes digitais (EF15LP05, EF15LP06, EF15LP07, EF15LP08).

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF15LP01 , EF12LP08 , EF12LP14, EF15LP04), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade, como expressão clara, escuta atenta, respeito aos turnos de fala e compreensão da finalidade das interações orais (EF15LP09, EF15LP10, EF15LP11, EF15LP13).

SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL

Se julgar pertinente, separe previamente algumas notícias curtas destinadas ao público infantil, com fotografias e legendas ou carrosséis de fotolegendas, para ler e mostrar à turma. Durante a atividade, destaque a relação entre imagens e textos, chamando a atenção para aspectos de formatação e diagramação, como posição da legenda em relação à fotografia, uso de negrito, tamanho da fonte ou organização em sequência. Incentive os estudantes a observarem como esses recursos contribuem para a compreensão do texto. Abra espaço para que comentem oralmente o que perceberam e, se possível, proponha que reproduzam algumas dessas características em produções simples da turma. Ao final, informe que, nesta seção, eles refletirão sobre o uso de fotografias com legendas em textos jornalísticos, tomando como ponto de partida os elementos da matéria lida na Roda de leitura (EF12LP14).

Respostas e orientações didáticas

1. Incentive os estudantes a observarem as fotografias e a relerem os textos que as acompanham, chamando a atenção para a função das legendas. Explique que elas não repetem apenas

É LÍNGUA, É LINGUAGEM

FOTOGRAFIAS COM LEGENDAS

1. OBSERVE NOVAMENTE AS FOTOGRAFIAS E RELEIA O TEXTO QUE ACOMPANHA CADA UMA.

ROUPAS DE BONECA PENDURADAS NO VARAL.

CRIANÇA SEGURA BEXIGAS CHEIAS DE ÁGUA.

A ) O QUE É CORRETO DIZER SOBRE OS TEXTOS QUE

ACOMPANHAM AS FOTOGRAFIAS? MARQUE UM X NA RESPOSTA CORRETA.

Resposta: ELES AJUDAM O LEITOR A ENTENDER O QUE AS IMAGENS MOSTRAM.

ELES AJUDAM O LEITOR A SABER QUEM TIROU AS FOTOGRAFIAS.

ELES AJUDAM O LEITOR A SABER ONDE O TEXTO FOI PUBLICADO.

ELES AJUDAM O LEITOR A ENTENDER O QUE AS IMAGENS MOSTRAM.

B ) QUE NOME DAMOS AOS TEXTOS COMO ESSES, QUE ACOMPANHAM AS FOTOGRAFIAS? TÍTULO. LEGENDA. SUBTÍTULO.

Resposta: LEGENDA.

o que a imagem mostra, mas ajudam o leitor a compreendê-la melhor, destacando informações relevantes. Pergunte: “O que a legenda acrescenta que não aparece tão claramente na imagem?”. No item a, conduza a turma a perceber que a alternativa correta é a que indica que as legendas ajudam o leitor a entender o que as imagens mostram. Valorize comentários espontâneos dos estudantes e peça-lhes que justifiquem suas escolhas, mesmo que tenham assinalado outra opção, pois esse movimento contribui para o desenvolvimento da argumen-

tação. No item b, destaque que o nome dado a esse texto é legenda, explorando sua função de complementar a fotografia. Finalize retomando a ideia de que, em textos jornalísticos, imagens e legendas trabalham juntas para informar e ajudar o leitor a compreender o assunto tratado, mostrando que os recursos gráfico-visuais, como a escolha da fotografia, o enquadramento, o uso de letras em destaque ou em posição próxima à fotografia, produzem efeitos de sentido que orientam a leitura e ampliam a interpretação do texto (EF15LP04).

C ) E SE AS FOTOGRAFIAS NÃO TIVESSEM LEGENDA? O QUE VOCÊ

ACHA QUE ACONTECERIA? MARQUE UM X.

O LEITOR SABERIA TUDO SÓ OLHANDO AS IMAGENS.

O LEITOR PODERIA FICAR EM DÚVIDA SOBRE O QUE AS IMAGENS MOSTRAM.

Resposta: O LEITOR PODERIA FICAR EM

DÚVIDA SOBRE O QUE AS IMAGENS MOSTRAM.

2. POR QUE VOCÊ ACHA QUE ESSAS IMAGENS FORAM USADAS NA MATÉRIA? MARQUE UM X EM TODAS AS RESPOSTAS CERTAS.

APENAS PARA DECORAR A PÁGINA.

PARA DAR UMA IDEIA DE COMO SÃO AS BRINCADEIRAS QUE A MATÉRIA APRESENTA.

Resposta: PARA DAR UMA IDEIA DE COMO

SÃO AS BRINCADEIRAS QUE A MATÉRIA APRESENTA; PARA CHAMAR A ATENÇÃO E CONVIDAR O LEITOR A LER O TEXTO SOBRE BRINCADEIRAS.

PARA CHAMAR A ATENÇÃO E CONVIDAR O LEITOR A LER O TEXTO SOBRE BRINCADEIRAS.

3. PARA QUE SERVEM AS LEGENDAS QUE APARECERAM ABAIXO DAS FOTOGAFIAS NA MATÉRIA? MARQUE UM X

PARA DESCREVER OU EXPLICAR O QUE ESTÁ ACONTECENDO NA IMAGEM.

PARA ENFEITAR A PÁGINA COM PALAVRAS.

Resposta: PARA

4. IMAGINE LER UMA MATÉRIA DE JORNAL COM FOTOGRAFIAS, MAS SEM LEGENDA. SERIA FÁCIL ENTENDER AS IMAGENS OU FICARIA CONFUSO E VOCÊ ACABARIA SE DISTRAINDO? CONVERSE COM OS COLEGAS E O PROFESSOR SOBRE ISSO.

Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor

LEGENDA É UM PEQUENO TEXTO QUE APARECE JUNTO DE UMA IMAGEM. ELA AJUDA O LEITOR A ENTENDER O QUE ESTÁ SENDO MOSTRADO E A SE CONECTAR COM O ASSUNTO DO TEXTO. A LEGENDA EXPLICA, LOCALIZA OU COMPLEMENTA A IMAGEM E AS INFORMAÇÕES.

DESCREVER OU EXPLICAR O QUE ESTÁ ACONTECENDO NA IMAGEM. 155

compreensão leitora. Finalize retomando a ideia de que a legenda é um pequeno texto junto à imagem que explica, localiza ou complementa as informações, ajudando o leitor a entender melhor o que está sendo mostrado. Essa discussão permite explorar a habilidade de reconhecer o efeito de sentido produzido por recursos gráfico-visuais em textos multissemióticos (EF15LP04), além de fortalecer a compreensão do papel das imagens e legendas em gêneros jornalísticos (EF15LP01, EF12LP08).

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1. No item c , incentive os estudantes a refletirem sobre o papel da legenda, ajudando-os a perceber que, sem ela, o leitor poderia ficar em dúvida sobre o que as imagens mostram. Explore com exemplos como a legenda acrescenta informação, contextualiza e evita interpretações equivocadas.

2. Destaque que as imagens não estão ali apenas para decorar a página, mas também para ilustrar as brincadeiras apresentadas e chamar a atenção do leitor, convidando-o a conhecer o texto. Reforce a ideia de que, em textos jornalísticos, a imagem tem função comunicativa e está vinculada ao tema tratado (EF12LP08).

3. Oriente a turma a perceber que a função da legenda é descrever ou explicar o que está acontecendo na imagem, complementando o texto principal. A legenda e a fotografia formam um conjunto de informação multissemiótica, contribuindo para a compreensão do assunto (EF15LP04).

4. Abra espaço para uma conversa oral, convidando os estudantes a imaginarem como seria uma matéria jornalística sem legendas. Incentive que expressem suas opiniões sobre a importância desse recurso para manter a atenção e evitar distrações. Registre algumas falas, se julgar pertinente, como forma de avaliação formativa da

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF01LP18 , EF12LP07 , EF15LP02, EF15LP12), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade ( EF15LP09 , EF15LP10 , EF15LP11).

Orientações didáticas

• Diga aos estudantes que é hora de brincar e se divertir com uma cantiga popular de acumulação e repetição, relacionando o ritmo à melodia e recuperando os elementos na ordem da cadeia acumulativa, indicada pelos números junto às imagens (EF15LP02).

• Se possível, apresente o áudio de “A velha a fiar”, disponível em diversas versões na internet, e convide os estudantes a prestarem atenção na cantiga, a fim de identificarem e reproduzirem o ritmo e a melodia (EF01LP16, EF12LP07).

• Se julgar pertinente, explique à turma que o termo velha não é necessariamente pejorativo: seu sentido depende do contexto. Na cantiga, texto de tradição oral, conhecido e apreciado pelas crianças, essa palavra remete a uma figura arquetípica cultural, ligada a papéis tradicionais, representando a figura da mulher sábia e guardiã de saberes, como o ofício de fiar. Essa abordagem permite não apenas valorizar e situar historicamente o texto popular, mas também promover reflexões vinculadas ao tema contemporâneo transversal Processo de envelhecimento, respeito e valorização do idoso. Ressalte que, em outros contextos comunicativos atuais, é recomendado substituir o termo velha por formas consideradas mais respeitosas, como pessoa idosa, de modo a evitar qualquer conotação negativa ou discriminatória.

ABRACADABRA

VIROU LETRA DE CANTIGA!

Comentários nas orientações ao professor.

FALANDO EM BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS, QUE TAL BRINCAR AGORA COM UMA CANTIGA? ACOMPANHE A LEITURA DO COMEÇO DO TEXTO E CONTINUE CANTANDO! VÁ ACRESCENTANDO OS PERSONAGENS NA ORDEM INDICADA PELOS NÚMEROS LIGADOS ÀS IMAGENS.

ENQUANTO CANTA, FAÇA UM MOVIMENTO PARA CADA NOVO PERSONAGEM QUE ENTRAR, DE ACORDO COM O QUE O PROFESSOR INDICAR. DIVIRTA-SE COM A TURMA!

A VELHA A FIAR

ESTAVA A VELHA EM SEU LUGAR.

VEIO A MOSCA LHE FAZER MAL.

A MOSCA NA VELHA, E A VELHA A FIAR.

ESTAVA A MOSCA EM SEU LUGAR.

VEIO A ARANHA LHE FAZER MAL.

A ARANHA NA MOSCA, A MOSCA NA VELHA, E A VELHA A FIAR. [...]

EU INDICO!

VOCÊ CONHECE OUTRA BRINCADEIRA COM MÚSICA? QUAL?

INDIQUE PARA OS COLEGAS E EXPLIQUE COMO SE BRINCA!

• Construa com a turma um movimento para identificar cada novo elemento que entra na cantiga. Peça-lhes que repitam os movimentos criados sempre que ele aparecer, acompanhando a sequência indicada pelas ilustrações (EF15LP12).

• Ao final, permita que os estudantes compartilhem músicas e cantigas de seu repertório, ampliando a diversidade cultural do grupo.

ATIVIDADE EXTRA

Proponha momentos de escrita coletiva em que você seja o escriba, registrando em folhas avulsas as cantigas ditadas pelos estudantes. O trabalho com textos incidentais, trazidos de memória, é potente por oferecer suporte a futuras leituras autônomas. Em seguida, releia as produções, marcando o ritmo e a sonoridade. As cantigas registradas podem ser guardadas no Baú de textos da turma, caso já tenha sido confeccionado na unidade 1. Alimentar regularmente esse baú amplia a coletânea de textos da tradição oral e valoriza o repertório cultural dos estudantes (EF01LP18).

JANELAS PARA A ESCRITA

LEGENDAS CRIATIVAS

1. CHEGOU A HORA DE CONHECER MAIS BRINCADEIRAS, APRECIAR OUTRAS FOTOGRAFIAS E CRIAR LEGENDAS! VAMOS LÁ? PARA COMEÇAR, OBSERVE ATENTAMENTE A IMAGEM A SEGUIR.

A ) O QUE ESTÁ ACONTECENDO NA CENA FOTOGRAFADA? VOCÊ JÁ FEZ UMA BRINCADEIRA PARECIDA? COMENTE COM OS COLEGAS E O PROFESSOR.

Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor

B ) FAÇA UMA LISTA DOS ELEMENTOS QUE VOCÊ IDENTIFICA NA IMAGEM.

Resposta: Espera-se que os estudantes listem os seguintes elementos: barco de papel, água, galocha e criança. É possível também que registrem ações ou sensações suscitadas pela imagem. Deixe-os livres para essa escrita, já que a seção visa à elaboração de legendas criativas.

C ) O QUE VOCÊ SENTE AO OLHAR A FOTOGRAFIA? ESCREVA ALGUM SENTIMENTO OU LEMBRANÇA ESPECIAL E COMPARTILHE COM SEUS COLEGAS.

Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor

orientar futuras mediações de leitura e escrita. No item c, conduza a conversa para as percepções pessoais. Encoraje também registros espontâneos, que podem ser suscitados por frases como: “Esta fotografia me faz lembrar de...”; “Ao olhar essa cena, eu sinto...”. Estas etapas servirão como preparação para a atividade seguinte, em que os estudantes vão apreciar novas fotografias e criar legendas de forma criativa.

AVALIANDO

Ao acompanhar os registros escritos dos estudantes, observe se eles:

• recorrem à escrita espontânea, usando letras para representar os sons da fala (EF01LP02, EF01LP05);

• consultam palavras já disponíveis no ambiente alfabetizador, aproximando suas hipóteses das formas convencionais (EF01LP03);

• ampliam as tentativas de escrita ao ouvirem e considerarem as contribuições dos colegas.

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF01LP02 , EF01LP03 , EF01LP05 , EF01LP20 , EF12LP01, EF15LP04), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade ( EF15LP09 , EF15LP10 , EF15LP11, EF15LP13).

Respostas e orientações

didáticas

1. A proposta desta atividade é que os estudantes iniciem uma exploração mais minuciosa da fotografia, orientados pelas perguntas. No item a, possibilite que relatem livremente o que estão percebendo na cena: trata-se de uma brincadeira com barcos de papel, em um dia de chuva, e a criança está vestida para brincar na água. No item b, incentive a escrita espontânea ( EF01LP02 ), permitindo que registrem como souberem e recorram a materiais do ambiente alfabetizador que tragam as palavras já escritas convencionalmente, favorecendo comparações e aproximações (EF01LP03). Se necessário, auxilie com perguntas como: “De que cor são os barquinhos?”; “Esta água parada tem algum nome especial?”. A etapa pode ser feita coletivamente para ampliar os olhares e apoiar as tentativas de escrita. Enquanto os estudantes realizam os registros, caminhe pela sala de aula e registre observações que possam

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Esses indícios podem contribuir para revelar o nível de conceitualização de escrita de cada estudante e orientar intervenções futuras. Reserve também momentos individuais para que eles possam explicar o que escreveram ou quiseram escrever, mostrando seus livros durante as conversas, de modo a enriquecerem suas anotações avaliativas.

Respostas e orientações didáticas

2. Possibilite aos estudantes exercitarem a criatividade para a elaboração das legendas (EF01LP17), incentivando que expressem sensações, sentimentos e memórias para além da descrição objetiva do que aparece na cena. Explique que a descrição objetiva também pode compor uma boa legenda, mas é possível ir além e enriquecer ainda mais o registro fotográfico para quem for apreciar o conjunto das fotografias com as legendas (EF01LP20). Esta proposta é uma etapa anterior à produção que será feita na seção Hora de produzir , quando os estudantes poderão compor a fotolegenda de forma autoral, desde o registro fotográfico ou por desenho. Explique que os estudantes levarão o livro para casa para compartilhar as fotografias e as legendas com um familiar ou responsável para que a produção tenha um destinatário real e seja um momento significativo de troca em família sobre brincadeiras apreciadas, sentimentos suscitados pelas imagens e o impacto das legendas nessa apreciação.

2. VAMOS CONHECER OUTRAS FOTOGRAFIAS QUE RETRATAM BRINCADEIRAS COM ÁGUA? VOCÊ TEM A MISSÃO DE CRIAR UMA LEGENDA PARA CADA IMAGEM. SEJA CRIATIVO E EXPRESSE O QUE SENTE, LEMBRA OU IMAGINA COM BASE NAS FOTOS!

Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor

DICA: ESCREVA CADA LEGENDA NAS LINHAS ABAIXO DE CADA IMAGEM!
2. Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor

Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor

3. AGORA QUE AS LEGENDAS CRIATIVAS ESTÃO PRONTAS, CHEGOU A HORA DE COMPARTILHAR TODAS ELAS COM ALGUÉM ESPECIAL.

PRATICAR EM CASA

1. LEVE SEU LIVRO PARA CASA E MOSTRE CADA UMA DAS FOTOGRAFIAS PARA ALGUM FAMILIAR OU RESPONSÁVEL.

2. TENTE LER EM VOZ ALTA AS LEGENDAS QUE VOCÊ CRIOU.

3. QUANDO FINALIZAR A LEITURA, PERGUNTE QUAL FOI A FOTOGRAFIA COM LEGENDA FAVORITA E ANOTE O NÚMERO QUE CORRESPONDE A ELA AQUI:

Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor

4. TRAGA A ANOTAÇÃO DA FOTOGRAFIA COM LEGENDA FAVORITA DA FAMÍLIA PARA COMPARTILHAR COM OS COLEGAS.

5. VAMOS DESCOBRIR QUAL FOI A FOTO MAIS VOTADA PELOS FAMILIARES? COM A AJUDA DO PROFESSOR, FAÇA A CONTAGEM DAS IMAGENS E SAIBA QUAL FOI A VENCEDORA. ANOTE O NÚMERO CORRESPONDENTE NO ESPAÇO A SEGUIR.

5. Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor

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PRATICAR EM CASA

Organize a contagem das fotografias mais votadas, apontando cada uma e pedindo aos estudantes que levantem a mão conforme a escolha feita pelos familiares. Incentive-os a relatar como foi a experiência de mostrar as fotografias, tentar ler as legendas em voz alta (EF12LP01) e observar os efeitos da combinação entre imagem e texto em quem apreciou os registros (EF15LP04). Essa troca ajuda a compreender a função das legendas e como elas podem enriquecer a leitura das imagens.

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF01LP02 , EF01LP13 , EF12LP01), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10 , EF15LP11 , EF15LP13).

Respostas e orientações didáticas

1. A proposta é levar os estudantes a exercitarem a leitura com autonomia nesta atividade (EF12LP01). No item a, peça-lhes que leiam em voz alta cada um dos termos em destaque, se possível com você acompanhando e fazendo anotações sobre o processo, mesmo que não seja de toda a turma, mas de estudantes selecionados previamente (com base nos registros que vêm sendo feitos sobre as trajetórias em leitura). No item b, incentive-os a ler a lista apresentada e a identificar as palavras que combinam com brincar. Proponha que façam a seleção oralmente primeiro, para depois passar à atividade de marcar ou contornar as palavras no material. Se necessário, ajude-os a pensar no sentido de cada palavra, perguntando, por exemplo: “O que tem a ver com brincadeira?”; “Dá para brincar com isso?”. Esse momento é também uma oportunidade para observar como cada estudante articula leitura e compreensão do texto, reconhecendo pistas semânticas e mobilizando vocabulário já conhecido.

SABERES EM FOCO

CHUVA DE PALAVRAS E LEGENDAS CRIATIVAS

1. LEIA EM VOZ ALTA OS TERMOS A SEGUIR.

BOLHA DE SABÃO BOLICHE BOLA

A ) QUAL DELES NOMEIA UMA BRINCADEIRA QUE SE BRINCA COM ÁGUA? PINTE O QUADRINHO PARA MOSTRAR.

Resposta: BOLHA DE SABÃO.

B ) A LISTA A SEGUIR APRESENTA ALGUMAS PALAVRAS

QUE COMBINAM COM A PALAVRA BRINCAR E OUTRAS QUE NÃO COMBINAM. VOCÊ CONSEGUE ENCONTRAR TODAS

QUE COMBINAM? CONTORNE PARA MOSTRAR.

Resposta: DIVERSÃO; CRIANÇA; BAGUNÇA; BRINQUEDO; CABANA; PARQUINHO.

2. OBSERVE A FOTO ATENTAMENTE. DIVERSÃO TRABALHO CRIANÇA BAGUNÇA BRINQUEDO TRISTEZA CABANA PROFISSÃO PARQUINHO SALÁRIO

A pergunta do item a pode ser lida coletivamente para toda a turma a fim de que os estudantes se sintam instigados a se lembrarem do termo lido relacionado a brincar com água. Assim, eles buscarão localizá-la (“Já sei: é bolha de sabão!”), desta vez com o desafio de ir além da primeira sílaba (BO) para encontrá-la entre as outras que começam da mesma forma (EF01LP13). Observe as estratégias, os critérios e os indícios usados por quem ainda não lê convencionalmente.

No item b, faça a leitura do enunciado e retome a ideia da “chuva de palavras”, explorada em seção anterior na unidade. Permita que os estudantes localizem quantas palavras conseguirem enquanto você registra em suas anotações o que observa da atuação deles. Ao final, faça uma retomada coletiva para que todos possam identificar quantas e quais palavras localizaram com autonomia e para que procurem na lista as palavras que faltaram com base no que for citado pelos colegas.

A ) QUAIS BRINCADEIRAS VOCÊ IMAGINA QUE PODERIAM SER

FEITAS COM OS MATERIAIS QUE APARECEM NA IMAGEM?

ESCREVA DUAS IDEIAS A SEGUIR.

Sugestão de resposta: Loja de utensílios, restaurante de mentirinha, competição de receitas malucas, histórias inventadas com objetos, comidinha etc.

B ) USE A IMAGINAÇÃO E FAÇA UMA LEGENDA BEM CRIATIVA PARA A FOTOGRAFIA.

Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor

3. REVISE AS ATIVIDADES DESTA SEÇÃO E REGISTRE SUAS IMPRESSÕES NAS FICHAS, PINTANDO OS QUADRINHOS DE ACORDO COM O QUE PERCEBEU SOBRE SEU PROGRESSO EM LEITURA E ESCRITA.

Respostas pessoais.

COMO EU ME SAÍ...

NAS ATIVIDADES DE LEITURA?

LI AS PALAVRAS COM FACILIDADE E ENCONTREI TODAS QUE COMBINAM COM A PALAVRA BRINCAR

PRECISEI DE AJUDA PARA FAZER A LEITURA E ENCONTRAR ALGUMAS PALAVRAS NA LISTA.

COMO EU ME SAÍ...

NAS ATIVIDADES DE ESCRITA?

ESCREVI MINHAS IDEIAS E A LEGENDA COM FACILIDADE.

PRECISEI DE AJUDA PARA ESCREVER MINHAS IDEIAS E A LEGENDA.

Procure registrar suas impressões acerca do desenvolvimento da escrita de cada estudante e do que seus processos evidenciam, além do resultado do registro em si. No item b, eles deverão mobilizar o que sabem sobre as legendas e será possível mapear o quanto se apropriaram desse tipo de registro e de sua função, para além da descrição do que está na imagem.

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08/10/2025 10:46:56

Respostas e orientações didáticas

2. Este será um momento importante para que os estudantes mobilizem diferentes conhecimentos para registrarem suas ideias. Em primeiro lugar, eles partirão da análise da fotografia para resgatarem o próprio repertório de brincadeiras, para, então, pensarem no melhor modo de escreverem as palavras que as nomeiam (EF01LP02). A ideia não é que escrevam convencionalmente, mas que o registro possa evidenciar o quanto se apropriaram do sistema alfabético e quais intervenções podem ser potentes para que desenvolvam ainda mais seu processo de aprendizagem.

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF01LP02 , EF01LP03 , EF01LP09 , EF01LP08 , EF01LP13 , EF12LP11 , EF12LP14 , EF15LP01 , EF15LP04 , EF15LP05 , EF15LP06, EF15LP07), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10).

Orientações didáticas

• Para a escolha da brincadeira, oriente os estudantes a focarem no que realizam na escola, nas aulas ou no recreio. A proposta é que selecionem uma brincadeira que possa ser retratada pela observação de algum elemento presente no espaço escolar, por meio de desenho ou fotografia.

• Explique à turma que as fotolegendas vão, depois, compor um grande painel noticioso, formado por duas partes: um texto coletivo, planejado e ditado pelos estudantes; e as fotolegendas, produzidas individualmente. Atue como escriba da parte coletiva, registrando as ideias ditadas e ajudando a organizar o texto, de modo a relatar o estudo que vem sendo realizado. Na etapa de planejamento do texto coletivo, oriente a turma a responder, com as próprias palavras, às perguntas básicas de uma notícia. Por exemplo: “O quê?” (o estudo de fotolegendas); “Quem?” (os estudantes do 1º ano); “Quando?” (neste mês/bimestre/trimestre); “Onde?” (na sala de aula e na escola); “Por quê?” (para aprender sobre elementos verbais e visuais em textos jornalísticos). Embora o gênero notícia só seja estudado de forma sistemática no volume 2, essa aproximação inicial já amplia o contato com gêneros jornalísticos. Explique que a produção será exposta em um local

HORA DE PRODUZIR

FOTOLEGENDAS: BRINCADEIRAS DIVERTIDAS

DEPOIS DE LER E APRECIAR FOTOGRAFIAS DE DIFERENTES

BRINCADEIRAS, CHEGOU A HORA DE PRODUZIR SEU PRÓPRIO

REGISTRO SOBRE ISSO.

O QUE VAI PRODUZIR

VOCÊ VAI CRIAR UMA FOTOLEGENDA SOBRE UMA BRINCADEIRA QUE CONSIDERA MUITO DIVERTIDA. ELA FARÁ PARTE DE UM PAINEL NOTICIOSO SOBRE OS ESTUDOS DA TURMA.

FOTOLEGENDA É O NOME QUE DAMOS AO TEXTO QUE ACOMPANHA UMA FOTOGRAFIA EM UMA MATÉRIA DE JORNAL. ELA É MAIOR DO QUE A LEGENDA E DÁ MAIS EXPLICAÇÕES SOBRE A IMAGEM.

PLANEJAR

1. ESCOLHA UM BRINQUEDO OU UMA BRINCADEIRA DE QUE VOCÊ GOSTE E QUE SEJA POSSÍVEL DE VIVENCIAR NA ESCOLA. ESCREVA O NOME DESSE BRINQUEDO OU BRINCADEIRA NO CADERNO.

2. COMPARTILHE SUA ESCOLHA COM OS COLEGAS. CONTE ALGO ESPECIAL SOBRE ESSE BRINQUEDO OU BRINCADEIRA.

3. PLANEJEM O TEXTO QUE ESCREVERÃO NO PAINEL, RESPONDENDO ÀS PERGUNTAS QUE O PROFESSOR VAI FAZER.

PRODUZIR

1. TODOS OS ESTUDANTES VÃO REGISTRAR UMA IMAGEM QUE REPRESENTE O BRINQUEDO OU A BRINCADEIRA ESCOLHIDA.

2. TIRE UMA FOTO OU FAÇA UM DESENHO EM UMA FOLHA AVULSA DO QUE VOCÊ QUER REGISTRAR. ESSA IMAGEM AJUDARÁ A CONTAR ALGO SOBRE A ESCOLHA QUE VOCÊ FEZ.

3. COM A IMAGEM PRONTA, CHEGOU A HORA DE PENSAR NO TEXTO QUE FORMARÁ A FOTOLEGENDA. ELE SERÁ ESCRITO ABAIXO DA IMAGEM, NA FOLHA AVULSA ONDE VOCÊ COLOU A FOTO OU DESENHOU O BRINQUEDO OU A BRINCADEIRA ESCOLHIDA.

de circulação para que outros estudantes e a comunidade escolar conheçam os aprendizados do 1º ano. Ao saber desde o início que o painel terá essa função comunicativa, a escrita coletiva ganha sentido e se torna mais significativa para todos (EF15LP01, EF15LP05).

• Leia com a turma o boxe sobre o conceito de fotolegenda e converse sobre ele. Depois, se possível, mostre carrosséis de fotolegendas em sites de jornais ou revistas destinados ao público infantojuvenil, recurso comum nesses meios,

para que os estudantes observem exemplos autênticos, sua função comunicativa e aspectos de organização e diagramação (EF12LP14).

• Ressalte que a imagem pode apenas representar a brincadeira escolhida, sem precisar mostrar exatamente como ela acontece. Cite exemplos simples, como o desenho ou a fotografia de uma bola para representar o futebol, ou do pátio para o pega-pega. Incentive os estudantes a mencionarem ideias que enriqueçam o planejamento e a produção da turma (EF15LP05).

4. O PROFESSOR VAI RETOMAR ALGUMAS LEGENDAS QUE VOCÊS LERAM E PRODUZIRAM NESTA UNIDADE. ACOMPANHE COM ATENÇÃO E VÁ PENSANDO NO SEU TEXTO.

5. EM CASA, COM A AJUDA DE UM FAMILIAR, CRIE UMA LEGENDA.

6. REVISE O TEXTO E PASSE A LIMPO NO CAMPO DESTINADO A ELE, NA FOLHA AVULSA ABAIXO DA IMAGEM.

COMPARTILHAR

1. É HORA DE COMPARTILHAR COM A TURMA A FOTOLEGENDA QUE VOCÊ CRIOU. PARA ISSO, FAÇAM UMA GRANDE RODA DE APRESENTAÇÃO DAS FOTOLEGENDAS.

2. DEPOIS, COM A AJUDA DO PROFESSOR, CONSTRUAM O PAINEL NOTICIOSO, DO LADO DE FORA DA SALA DE AULA, REUNINDO TODAS AS FOTOLEGENDAS DO 1º ANO E UM TEXTO INTRODUTÓRIO, QUE RELATE O QUE VOCÊS ESTÃO ESTUDANDO.

3. CONVIDEM OS PROFISSIONAIS DA ESCOLA E OS ESTUDANTES DE OUTRAS TURMAS PARA CONHECER OS BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS REGISTRADOS POR VOCÊS.

AVALIAR

Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor

FINALIZADO O PAINEL, CONVERSE COM OS COLEGAS SOBRE A PRODUÇÃO DE VOCÊS:

1. AVALIE AS PRODUÇÕES DOS COLEGAS, FAÇA COMENTÁRIOS PRODUTIVOS E OUÇA COM ATENÇÃO AS OBSERVAÇÕES FEITAS SOBRE SUA FOTOLEGENDA. VERIFIQUEM SE TUDO O QUE APRENDERAM SOBRE FOTOLEGENDA ESTÁ PRESENTE NAS PRODUÇÕES DE VOCÊS.

2. OBSERVANDO AS FOTOLEGENDAS NO MURAL, VOCÊS CONSEGUEM RESGATAR AS MEMÓRIAS COMPARTILHADAS NA ETAPA DE PLANEJAMENTO?

3. O MURAL CONSEGUE INFORMAR E DESPERTAR A CURIOSIDADE DO LEITOR SOBRE OS ESTUDOS DO 1º ANO COM FOTOLEGENDAS?

hipóteses e avancem em suas investigações sobre a escrita. Se desejar, registre em separado a forma convencional para leitura na exposição, mas mantenha em destaque, junto à imagem, a produção original do estudante.

• É importante que os estudantes possam reler e revisar o texto produzido (EF15LP06), refletindo sobre o que escreveram com a sua mediação e a colaboração dos colegas. Esse processo favorece a análise coletiva do texto e a realização de ajustes ou correções que você julgar necessários (EF15LP07).

• A fotolegenda é um gênero multissemiótico, pois combina a escrita com outros elementos

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visuais. Embora o foco ainda seja a grafia, a proposta é que esse tipo de produção se torne progressivamente mais complexo, acompanhando o desenvolvimento dos estudantes (EF15LP04).

• O mural noticioso permitirá que as fotolegendas comuniquem os trabalhos e as escolhas dos estudantes para toda a comunidade escolar. Assim, o gênero cumpre sua função social e a turma amplia a compreensão de suas características (EF15LP01, EF12LP08).

• No momento de escrita das fotolegendas (EF12LP11), é importante que os estudantes sejam encorajados a atuar de forma autônoma, mesmo que não escrevam convencionalmente (EF01LP02). Proponha que utilizem os recursos do ambiente alfabetizador, como listas de nomes, profissões e brincadeiras para apoiar a escrita, observando palavras já registradas convencionalmente e identificando partes que possam ajudá-los em suas produções (EF01LP03). Uma possibilidade é escrever na lousa palavras solicitadas pelos estudantes que contenham partes úteis para suas produções. Por exemplo: “Estou vendo que você está tentando escrever estátua. Há alguma palavra em nossos cartazes que pode ajudar ou alguma que eu possa escrever?”. Se o estudante solicitar que escreva espelho, já percebendo a semelhança nas sílabas iniciais (EF01LP09), é possível fazer o registro na lousa e perguntar: “Que parte dessa palavra você acha que pode ajudar em sua escrita?”, destacando, em seguida, a sílaba es por meio da identificação do estudante. Essa comparação potencializa as reflexões sobre a escrita (EF01LP13) e amplia a percepção da relação entre os elementos sonoros e sua representação escrita (EF01LP08). • A fotolegenda não precisa estar escrita de forma convencional. O importante é que os estudantes levantem

BNCC

Desta seção ao Agora na pauta, os estudantes avançarão na apropriação do sistema alfabético ao reconhecerem a relação entre fala e escrita, compreenderem que as letras representam fonemas, diferenciarem e relacionarem letras em diversos formatos e treinarem o traçado das letras estudadas (EF01LP05, EF01LP07, EF01LP10, EF01LP11).

Orientações didáticas

• Mostre a letra Q no livro, nas quatro formas, reforçando que o foco no traçado neste volume está na letra bastão.

• Proponha a realização do Letra na mão, proporcionando momentos para que os estudantes experimentem formar a letra Q em bastão utilizando materiais concretos. Uma sugestão é o uso de massinha de modelar, permitindo que formem a letra de maneira lúdica e tátil, reforçando a coordenação motora fina e a memorização da forma gráfica.

• Escreva a letra Q na lousa, permitindo que os estudantes observem a ordem e a direção do traço da letra. Eles devem usar o seu traçado como modelo, portanto, siga o padrão indicado. Observe as setas que apontam para essa direcionalidade, partindo do ponto vermelho. Proponha, então, a brincadeira de traçar a letra no ar, seguindo essa direção. Depois, peça-lhes que tracem o Q nos quadros da atividade de treino motor da Hora do traçado, com vistas ao desenvolvimento da aprendizagem da letra manuscrita, tanto em pontilhado como à mão livre.

TIRANDO DE LETRA... Q !

É HORA DA LETRA Q!

ONDE VOCÊ JÁ ENCONTROU ESSA LETRA? CONTE PARA OS COLEGAS.

Resposta pessoal.

AGORA, PRESTE ATENÇÃO NOS DIFERENTES MODOS DE REGISTRAR ESSA LETRA.

LETRA NA MÃO

1. COM MASSINHA DE MODELAR, EXPERIMENTE FAZER O Q. ASSIM:

2. SEU PROFESSOR VAI MOSTRAR ESSA LETRA NO ALFABETO EM LIBRAS. EXPERIMENTE FAZER O Q

Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes consigam formar a letra Q com massinha de modelar. Resposta pessoal. Se necessário, auxilie os estudantes a fazerem a letra Q no alfabeto em Libras.

HORA DO TRAÇADO

CHEGOU A HORA DE TRAÇAR A LETRA Q EM BASTÃO. PARTINDO DO PONTINHO VERMELHO E SEGUINDO AS SETAS, CUBRA OS PONTILHADOS. DEPOIS, TRACE ESSA LETRA LIVREMENTE NO ÚLTIMO QUADRINHO.

Resposta pessoal. Se necessário, auxilie os estudantes a traçarem a letra Q

SONS E LETRA: Q

Se considerar oportuno, destaque aos estudantes que já estão investigando as relações grafema-fonema e as variações de pronúncia envolvendo o encontro de letras QU. Lendo em voz alta a palavra quarto, com atenção aos sons, por exemplo, é possível perceber que o U é pronunciado na sílaba quar. Já na palavra brinquedo, o U não é pronunciado na sílaba que Quando o QU é seguido de A (como em quadro ou quadrilha), o U é pronunciado; já quando esse encontro de letras é seguido de E ou I (como em quebra-cabeça, porque, caqui e quiabo), o U não

é pronunciado. Ou seja, quando seguido de E ou I, o encontro de letras QU representa o som /k/, o mesmo som representado pelo C em carambola

As correspondências regulares contextuais como C e Q vão ser estudadas de forma mais dirigida no volume 2, mas já é possível apresentar explicações aos estudantes que estejam elaborando hipóteses sobre essas relações. Esse tipo de orientação pode favorecer compreensões futuras, desde que não sejam antecipadas hipóteses, mas sim sejam respondidas as questões e observações feitas pelos estudantes até que cheguem a um entendimento estável.

TIRANDO DE LETRA... R !

É A VEZ DA LETRA R!

QUANDO VOCÊ OLHA PARA ELA, QUAL É A PRIMEIRA PALAVRA QUE VEM À SUA CABEÇA? CONTE PARA OS COLEGAS E OUÇA AS DELES TAMBÉM!

Resposta pessoal.

AGORA, OBSERVE DIFERENTES JEITOS DE ESCREVER O R:

LETRA NA MÃO

1. EM UM POTE COM AREIA, TENTE FAZER A LETRA R COM O DEDO, COMO NA IMAGEM.

Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes consigam formar a letra R na areia.

2. COM A AJUDA DO PROFESSOR, EXPERIMENTE FORMAR ESSA LETRA NO ALFABETO EM LIBRAS.

RHORA DO TRAÇADO

Resposta pessoal. Se necessário, auxilie os estudantes a fazerem a letra R no alfabeto em Libras.

CHEGOU A HORA DE PRATICAR A ESCRITA DA LETRA R EM BASTÃO. PARTINDO DO PONTINHO VERMELHO E SEGUINDO AS SETAS NUMERADAS, CUBRA OS PONTILHADOS. DEPOIS, TRACE LIVREMENTE A LETRA R NO ÚLTIMO QUADRINHO.

Resposta pessoal. Se necessário, auxilie os estudantes a traçarem a letra R

cara, quanto o fonema /h/, como em carro Em algumas regiões do Brasil, o R inicial é pronunciado como /h/ ou /r/, o que faz com que a palavra rico, por exemplo, possa ser dita como /r/ico ou /h/ico. Também é possível destacar que, na fala, o R final muitas vezes não é pronunciado, como em brincar, que pode soar como “brincá”. Essa variação é própria da fala e não há problema em usá-la oralmente, mas, na escrita, o R final deve ser registrado, seguindo a escrita convencional.

LÁPIS NA MÃO

• Observe se os estudantes conseguem manter a rotação contínua do punho e o controle dos dedos no traço curvo do Q, preservando a proporção com o traço adicional. Repare também na coordenação ao alternar curvas e traços retos no R, verificando se a transição quebra o ritmo e a fluidez da escrita.

Orientações didáticas

• Chame a atenção dos estudantes para a letra R no livro, nos diferentes tipos. Se houver estudantes com nomes iniciados com essa letra, convide-os a traçá-la na lousa. Sempre que possível, promova essa estratégia para fortalecer a confiança na escrita.

• Proponha, então, que realizem a atividade do Letra na mão. Se for possível, ofereça momentos para que os estudantes brinquem de formar a letra R em bastão traçando na areia, conforme a sugestão do livro.

• Escreva a letra R na lousa, seguindo o padrão indicado na seção e usando as setas para evidenciar a ordem e a direção do traçado da letra. Depois, proponha a brincadeira de traçar essa letra em bastão no ar, seguindo a direcionalidade indicada. Solicite, ao final, que os estudantes realizem o exercício de treino motor para a letra, experimentando a escrita primeiro cobrindo os pontilhados e, depois, à mão livre.

SONS

E LETRA: R

Se considerar oportuno, oriente os estudantes que já estão refletindo sobre as relações entre letras e sons a observarem que o som representado pela letra R pode variar bastante, dependendo de onde aparece na palavra e da forma de falar em cada região. O R pode representar tanto o fonema /r/, como em

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• Modele a pega funcional, destacando como ajustar levemente o ângulo da mão para favorecer o desenho das curvas.

• Para os estudantes que tiverem dificuldade na combinação de curvas e linhas, proponha exercícios de traçar padrões, como “meia-lua + reta” ou “espiral + linha”, em sequência, reforçando a precisão.

Orientações didáticas

• Sugira aos estudantes que observem a letra S apresentada no livro nas quatro formas. Convide-os a dizer palavras que conhecem e que começam com essa letra.

• Proponha a realização do Letra na mão. Se possível, ofereça barbantes para que brinquem de formar o S

• Escreva a letra S na lousa, seguindo as setas indicadas na seção e permitindo que os estudantes observem a ordem e a direção do traçado da letra.

• Proponha a brincadeira de traçar a letra no ar, modelando de acordo com a direção observada. Depois, peça-lhes que tracem o S no exercício de treino motor da Hora do traçado, em pontilhado e à mão livre.

TIRANDO DE LETRA... S !

AGORA, É A LETRA S!

QUAIS PALAVRAS VOCÊ CONHECE QUE COMEÇAM COM

ESSA LETRA?

Resposta pessoal.

FIQUE ATENTO AOS DIFERENTES JEITOS DE ESCREVER O S

S s Ss

LETRA NA MÃO

1. COM UM BARBANTE, EXPERIMENTE FAZER O S, ASSIM:

Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes consigam formar a letra S com barbante.

2. COM A AJUDA DO PROFESSOR, FORME A LETRA S NO ALFABETO EM LIBRAS.

Resposta pessoal. Se necessário, auxilie os estudantes a fazerem a letra S no alfabeto em Libras.

SHORA DO TRAÇADO

CHEGOU A HORA DE EXPERIMENTAR O TRAÇADO DA LETRA S EM BASTÃO! PARTINDO DO PONTINHO VERMELHO, CUBRA OS PONTILHADOS. DEPOIS, ESCREVA LIVREMENTE A LETRA S NO ÚLTIMO QUADRINHO.

Resposta pessoal. Se necessário, auxilie os estudantes a traçarem a letra S

SONS E LETRA: S

Caso surjam hipóteses sobre a relação grafema-fonema e considere oportuno, faça mediações que os leve a perceber que a letra S pode representar sons diferentes. No início de palavra, geralmente representa o /s/, como em som. Entre vogais, pode representar o /z/, como em casa. Quando duplicada (SS), continua representando o /s/, mesmo entre vogais, como em passo

TIRANDO DE LETRA... T!

CHEGOU A HORA DO T!

VOCÊ SE LEMBRA DE ALGUM NOME DE GENTE QUE COMEÇA

COM ESSA LETRA? SE SIM, DIGA ESSE NOME À TURMA.

Resposta pessoal.

OBSERVE AS DIFERENTES FORMAS DE ESCREVER O T

TLETRA NA MÃO

1. COM DOIS PALITOS DE SORVETE, FICA FÁCIL FAZER ESSA LETRA, ASSIM:

Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes consigam formar a letra T com palitos de sorvete.

2. SAIBA TAMBÉM COMO FAZER ESSA LETRA NO ALFABETO EM LIBRAS. EXPERIMENTE COM O PROFESSOR:

THORA DO TRAÇADO

Resposta pessoal. Se necessário, auxilie os estudantes a fazerem a letra T no alfabeto em Libras.

VAMOS TREINAR O TRAÇADO DA LETRA T EM BASTÃO? PARTINDO DO PONTINHO VERMELHO, SIGA AS SETAS PARA COBRIR OS PONTILHADOS E ESCREVER O T. DEPOIS, ESCREVA LIVREMENTE A LETRA NO ÚLTIMO QUADRINHO.

Resposta pessoal. Se necessário, auxilie os estudantes a traçarem a letra T

SONS E LETRAS: T E D

O T representa o fonema /t/ e o D representa o fonema /d/, havendo correspondência direta entre letra e som. Ainda assim, é comum que estudantes confundam esses fonemas, pois são consoantes articuladas em pontos muito próximos na boca. Essas trocas podem aparecer na fala e refletir-se na escrita. Ao perceber essa dificuldade, promova atividades de

discriminação auditiva e visual, usando pares de palavras como tela e dela para provocar comparações e reflexões.

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LÁPIS NA MÃO

• Observe se os estudantes executam o traço ondulado do S com fluidez, sem rigidez; e o traço vertical do T com firmeza, mantendo o alinhamento.

Orientações didáticas

• Solicite aos estudantes que identifiquem a letra T no livro nas quatro formas.

• No Letra na mão, proponha atividades multissensoriais, com diferentes materiais e texturas, que favorecem a apropriação do traçado que vai ser treinado, permitindo aos estudantes uma relação mais concreta com esse novo conhecimento. Aproveite também para mostrar como a letra T é representada no alfabeto em Libras, incentivando-os a reproduzir o sinal e a compará-lo com outras letras já aprendidas.

• Escreva a letra T na lousa, seguindo as setas indicadas na seção e permitindo que os estudantes observem a ordem e a direção do traçado da letra.

SONS

E LETRA: T

Aproveite comentários que surjam no nível da letra para explorar que o som representado pelo T pode variar na fala conforme a região do Brasil. Na palavra tia, por exemplo, o T inicial pode ser pronunciado como /tʃ/ (como em tchau), resultando em /tʃia/, ou como /t/ (como em tatu), resultando em /tia/. Essas variações fazem parte da diversidade da fala e não se refletem na escrita, que segue regras próprias. Essa percepção ajuda os estudantes a entenderem que diferentes formas de pronunciar são legítimas, mas que o registro escrito é o mesmo.

• Note se o controle da pressão no lápis se mantém constante, evitando que partes do S fiquem mais fracas ou marcadas demais.

• Verifique se o movimento do S é conduzido principalmente pelos dedos, evitando deslocamentos exagerados do braço.

• Continue modelando a pegada funcional em três apoios, mostrando como pequenas rotações do punho podem suavizar a execução das curvas do S

Respostas e orientações didáticas

1. Oriente os estudantes a observarem como cada letra (Q, R, S e T) aparece nos diferentes tipos e a ligarem as correspondentes. Reforce que a atividade não objetiva treinar a escrita, mas sim conhecer e reconhecer as diferentes formas de uma mesma letra.

2. Nesta proposta, o objetivo é despertar a curiosidade, treinar a atenção aos detalhes e ampliar a familiaridade com as letras trabalhadas nesta unidade. Incentive os estudantes a observarem as formas e as proporções de cada letra em cursiva, comparando semelhanças e diferenças entre elas. Se houver interesse em continuar explorando esses traçados além do espaço previsto na atividade, permita que pratiquem de forma lúdica, usando folhas de papel avulsas ou suportes variados. Não cobre precisão no desenho, pois o treino motor da cursiva será desenvolvido de maneira mais sistemática no volume 2 , considerando que, neste volume, o foco do treino motor é a letra bastão.

LIGADO NAS LETRAS

1. LEMBRA DE COMO AS LETRAS Q, R, S E T SÃO ESCRITAS

EM DIFERENTES TIPOS DE LETRA? LIGUE AS LETRAS

CORRESPONDENTES PARA LEMBRAR DOS TIPOS QUE VOCÊ CONHECEU.

Resposta: Os estudantes devem ligar as letras de imprensa minúscula e as letras cursivas (maiúscula e minúscula) à letra bastão correspondente

DICA: VOCÊ SÓ VAI TREINAR O TRAÇADO DESSE TIPO DE LETRA NO 2º ANO. POR ENQUANTO, ESSA ATIVIDADE É SÓ PARA QUE CONHEÇA E SE APROXIME AOS POUCOS DESSA ESCRITA. q s SR t r T r st q Q

2. AGORA, BRINQUE DE TRAÇAR AS LETRAS Q, R, S E T DE MODOS DIFERENTES, COPIANDO CADA LETRA NO ESPAÇO LOGO ABAIXO DELA.

Resposta: Os estudantes devem traçar as letras Q, R, S e T em letra cursiva maiúscula e minúscula.

ATIVIDADE EXTRA: JOGO

Proponha aos estudantes que, em duplas ou trios, confeccionem cartas para um jogo da memória usando as letras estudadas nesta unidade nos diferentes tipos de letra: maiúscula, minúscula, de imprensa e cursiva. Em seguida, peça-lhes que embaralhem as cartas e as disponham viradas para baixo na mesa para que joguem formando pares da mesma letra em formatos distintos. Para ampliar o desafio, eles podem acrescentar letras que ainda não foram trabalhadas ou reunir todas as letras já estudadas até o momento neste volume da coleção.

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AGORA NA PAUTA

CUBRA OS PONTILHADOS E CONTINUE TRAÇANDO, EM BASTÃO, AS LETRAS QUE VOCÊ ESTUDOU NESTA UNIDADE.

DICA: ESCREVA CADA LETRA PELO MENOS TRÊS VEZES NA PAUTA. DEIXE SEMPRE UM ESPAÇO EM BRANCO ENTRE AS LETRAS.

Resposta: Os estudantes devem traçar as letras Q, R, S e T em letra bastão.

LÁPIS NA MÃO

• Nesta etapa, os estudantes retomam o treino das quatro letras em pauta caligráfica, alternando o traçado pontilhado e à mão livre.

• Observe se eles conseguem manter a proporção e o alinhamento ao alternarem letras com curvas (Q, S) e com traços predominantemente retos (T)

• Proponha pequenas pausas para alongar os dedos e relaxar a mão, favorecendo a constância dos movimentos.

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• Para estudantes com maior apropriação do processo de escrita, proponha variações de tamanho e exercícios de escrita das quatro letras em sequência, incentivando o ritmo e o controle.

• Para aqueles que ainda mostram insegurança, utilize treinos segmentados (primeiro curvas e depois retas) antes de unir os elementos, reforçando a coordenação e a confiança.

Orientações didáticas

• Oriente os estudantes a acompanharem o pontilhado para formar o traçado das letras Q, R, S e T em bastão. Na sequência, incentive-os a reproduzi-las sem o pontilhado, utilizando a escrita anterior como guia. Lembre-os de utilizar lápis e mantenha a observação sobre o padrão de preensão, favorecendo o desenvolvimento de uma escrita fluida e legível.

BNCC

Além das habilidades indicadas nas orientações ( EF01LP02 , EF01LP03 , EF12LP01), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10 , EF15LP11 , EF15LP13).

SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL

Se julgar oportuno, mostre aos estudantes o vídeo com a versão tradicional da cantiga para que conheçam o ritmo e os movimentos da brincadeira. Essa versão pode ser encontrada no vídeo a seguir:

CAKARECOS: Biblioteca de Limeira (Brincadeira Comida Brasileira). Cakarecos, 14 mar. 2019. Disponível em: https://www.youtube.com/ watch?v=__6mVWqbW7E. Acesso em: 15 ago. 2025.

Orientações didáticas

• Planejamento prévio: prepare uma lista variada de palavras, incluindo brinquedos, frutas, animais e objetos do cotidiano. Alterne os nomes de brinquedos com os demais, garantindo diversidade no nível de complexidade para a leitura e a escrita.

• Ensaiando a dinâmica: antes de iniciar a brincadeira, faça uma rodada de exemplo para que os estudantes compreendam bem a regra: bater palmas apenas quando ouvirem nomes de brinquedos e permanecer em silêncio para os demais.

• Condução do ritmo: mantenha um compasso constante e claro ao cantar ou recitar, articulando bem cada palavra para que todos tenham tempo de processar e reagir corretamente.

• Integração com a escrita: sempre que algum estudante bater palmas em uma palavra que não seja brinquedo,

É JOGO, É BRINCADEIRA

É DE BRINCAR?

Comentários nas orientações ao professor

VOCÊ CONHECE A CANTIGA “COMIDA BRASILEIRA”? VAMOS

USAR O RITMO DELA PARA UMA BRINCADEIRA DIFERENTE: EM

VEZ DE COMIDAS, VAMOS CANTAR NOMES DE BRINQUEDOS! MAS TEM QUE PERCEBER RÁPIDO SE É DE COMER OU DE BRINCAR!

OUÇA O PROFESSOR CANTAR E, SE SOUBER, CANTE JUNTO!

VERSÃO ORIGINAL:

COMIDA

BRASILEIRA

VAI COMEÇAR...

A BRINCADEIRA

DA COMIDA BRASILEIRA.

SÓ BATA PALMAS

SE FOR COMIDA: ARROZ (PÁ-PÁ-PÁ!)

FEIJÃO (PÁ-PÁ-PÁ!)

[...]

VERSÃO PARA ESTA BRINCADEIRA:

BRINQUEDO BRASILEIRO

VAI COMEÇAR... A BRINCADEIRA DO BRINQUEDO BRASILEIRO.

SÓ BATA PALMAS

SE FOR BRINQUEDO: BAMBOLÊ (PÁ-PÁ-PÁ!)

BONECA (PÁ-PÁ-PÁ!)

[...] ORIGEM POPULAR.

TEXTO ADAPTADO PARA ESTA OBRA.

1. O PROFESSOR VAI CANTAR A NOVA VERSÃO E FALAR UMA PALAVRA POR VEZ. BATA PALMAS PARA CADA BRINQUEDO QUE ELE FALAR.

2. SE ALGUÉM BATER PALMAS QUANDO A PALAVRA NÃO FOR O NOME DE UM BRINQUEDO, DEVERÁ ANOTAR ESSA PALAVRA NO CADERNO.

3. AO FINAL, GANHA QUEM TIVER MENOS PALAVRAS ANOTADAS!

reserve um tempo para que essa palavra seja registrada. Incentive a escrita espontânea e, se necessário, apoie com recursos do ambiente alfabetizador (EF01LP02, EF01LP03).

• Exploração final: ao término da atividade, proponha a leitura coletiva das palavras anotadas, comparando-as às escritas convencionais e discutindo o que os estudantes aprenderam sobre a escrita (EF12LP01, EF01LP03).

VAMOS AVALIAR O APRENDIZADO

1. VOCÊ APRENDEU MUITA COISA NESTA UNIDADE. É HORA DE RELEMBRAR ALGUNS CONTEÚDOS E PENSAR SOBRE SEUS ESTUDOS.

PARA ISSO, PINTE OS QUADRINHOS DE ACORDO COM A LEGENDA:

Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor

ENTENDI BEM. PRECISO REVER.

TEXTO DE CAMPANHA.

LETRA DE CANTIGA (ABRACADABRA).

MATÉRIA DE JORNAL.

FOTOS COM LEGENDAS.

LETRAS Q, R, S, T

2. COMO FOI SUA CONVIVÊNCIA NA ESCOLA?

A ) PARTICIPEI ATIVAMENTE DAS CONVERSAS E BRINCADEIRAS?

B ) OUVI OS COLEGAS COM ATENÇÃO?

Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor.

SAIBA MAIS

UM LIVRO PARA BRINCAR COM AS PALAVRAS!

ESSE É UM LIVRO BRINCANTE, QUE CONVIDA

A CRIAR E RECRIAR PALAVRAS COM QUATRO LETRAS. A CADA COMBINAÇÃO, NOVAS IDEIAS SURGEM

MATOSO, MADALENA. DOBRA LETRAS SÃO PAULO: PEIRÓPOLIS, 2024.

UM LIVRO PARA DAR ASAS À IMAGINAÇÃO

ESTE LIVRO RESGATA BRINCADEIRAS DE ONTEM E DE HOJE EM VERSOS CHEIOS DE RITMO, COR E IMAGINAÇÃO.

CUNHA, LEO. SÓ DE BRINCADEIRA. ILUSTRAÇÕES DE ANNA CUNHA. SÃO PAULO: POSITIVO, 2020.

Ao final da unidade, com a ampliação do repertório de jogos e a oportunidade de compartilhar situações lúdicas com os colegas, espera-se que os vínculos tenham se fortalecido e que os conteúdos tenham sido aprendidos de forma prazerosa e significativa. Faça um balanço do que se esperava para essa etapa com base nas expectativas de aprendizagem e o que efetivamente se consolidou. Dessa forma, será possível mapear as defasagens e necessidades de retomada dos conteú-

dos. Confira se todos compreenderam a forma de composição dos slogans em textos de campanha, por exemplo, e se conseguiram produzir registros escritos coerentes com o tema de estudo, mesmo que ainda não convencionalmente. Selecione também outros indicadores importantes para avaliar com o grupo antes de dar continuidade ao trabalho.

BNCC

Nesta seção, os estudantes terão a oportunidade de ler e compreender enunciados e tarefas escolares com o seu apoio e dos colegas (EF12LP17), além de escutar com atenção e fazer perguntas pertinentes durante as trocas orais (EF15LP10).

Respostas e orientações didáticas

1. Se julgar pertinente, escreva na lousa alguns conteúdos mais significativos para a turma e retome brevemente pontos que marcaram o trabalho. Em seguida, leia os demais itens com os estudantes, pedindo que acompanhem no livro e pintem os quadrinhos conforme o enunciado.

2. A troca de impressões que esta atividade proporciona ajuda a turma a refletir sobre as contribuições individuais no sentido do coletivo.

SAIBA MAIS

Os livros sugeridos convidam a continuar brincando de diferentes maneiras. O primeiro propõe uma brincadeira de criar e recriar palavras. O segundo amplia as conversas iniciadas nesta unidade com poemas que resgatam brincadeiras e instigam a celebrar as infâncias.

08/10/2025 10:47:01

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

BARROS, Flávia Cristina Oliveira Murbach de. Cadê o brincar?: da educação infantil para o ensino fundamental. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2009. E-book O livro aborda a importância do brincar no contexto de transição da Educação Infantil para os Anos Iniciais do Ensino Fundamental, com foco na potência dessa atividade como colaboradora do desenvolvimento das potencialidades infantis. Propõe também reflexões sobre a criação de espaços de brincadeiras na escola.

OBJETIVOS

• Conhecer alguns direitos e deveres das crianças e adolescentes, sancionados pelo ECA.

• Refletir sobre os direitos e deveres das crianças.

• Pesquisar e apresentar mais informações sobre o tema.

BNCC

As atividades desta seção favorecem o desenvolvimento do tema contemporâneo transversal Direitos da criança e do adolescente, ao incentivar os estudantes a refletirem sobre os direitos e deveres das crianças.

1. CONHECENDO O PROBLEMA

• O objetivo desta seção é destacar aos estudantes direitos e deveres da criança e do adolescente por meio do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Para isso, ofereça algumas possibilidades de materiais para eles interagirem com o conteúdo, como cartilhas e apostilas que explicam didaticamente o ECA.

• Desde o início, informe aos estudantes que, nesta seção, eles vão produzir, em duplas, um cartaz sobre os direitos das crianças e dos adolescentes.

• Leia o texto introdutório com os estudantes e solicite a eles que analisem as imagens e as legendas. Enfatize que o objetivo dos direitos da criança e do adolescente é garantir o mínimo necessário para viver com dignidade. Discuta com eles os pontos que julgar necessários, apresentando exemplos e situações em que esses direitos são violados. Se julgar pertinente, aborde outros direitos e/ou deveres do ECA ou, se possível, leia o texto na íntegra com a turma.

COLETIVAMENTE

NOSSOS DIREITOS

CONHECENDO O PROBLEMA 1

VOCÊ LEU UM TEXTO DE CAMPANHA E DESCOBRIU QUE

TODA CRIANÇA E TODO ADOLESCENTE TÊM DEVERES E DIREITOS.

RESPEITAR AS PESSOAS, CUIDAR DOS ESPAÇOS, AJUDAR QUEM PRECISA E OUVIR OS ADULTOS COM ATENÇÃO SÃO ALGUNS DEVERES.

AGORA, OBSERVE ALGUNS EXEMPLOS DE DIREITOS, QUE SÃO

GARANTIDOS A TODOS POR LEI E LISTADOS EM DOCUMENTOS, COMO O ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE

À SAÚDE.

O QUE ACONTECE QUANDO DIREITOS COMO ESSES NÃO SÃO RESPEITADOS? REFLITA E CONVERSE COM OS COLEGAS.

• Ao trabalhar os direitos, explore também a necessidade de observamos os deveres que cada um tem perante a sociedade. Questione se já presenciaram alguma situação em que crianças e adolescentes não cumpriram com os seus deveres.

ARTICULANDO CONHECIMENTOS

Ao abordar o tema dos direitos da criança e do adolescente, a seção permite a integração com o componente curricular de História, levando os estudantes a refletirem, como cidadãos críticos e atuantes, sobre legislações que garantem direitos às crianças e aos adolescentes do país.

DIREITO DE BRINCAR.
DIREITO DE ESTUDAR.
DIREITO À ALIMENTAÇÃO.
DIREITO

2. C) Resposta: As pessoas podem ser tratadas de forma injusta ou aceitar coisas erradas sem saber, sendo prejudicadas.

ORGANIZANDO

A ) ALÉM DOS DIREITOS APRESENTADOS NA ETAPA ANTERIOR, QUAIS OUTROS VOCÊ CONHECE? COMENTE COM OS COLEGAS.

B ) COMO É POSSÍVEL CONHECER NOSSOS DIREITOS?

Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor Consultando documentos oficiais, como o Estatuto da Criança e do Adolescente.

Resposta:

C ) O QUE PODE ACONTECER COM AS PESSOAS, CASO ELAS NÃO CONHEÇAM SEUS DIREITOS?

D) VOCÊ ACHA QUE TODAS AS CRIANÇAS CONHECEM SEUS DIREITOS? POR QUÊ?

Sugestão de resposta: Não, porque esses direitos precisam ser mostrados e explicados, e muitas crianças não têm acesso a essas informações.

BUSCANDO SOLUÇÕES 3

Comentários nas orientações ao professor

AGORA, VOCÊ E OS COLEGAS VÃO PRODUZIR CARTAZES COM DIREITOS DAS CRIANÇAS PARA EXPOR NA ESCOLA, PARA QUE TODOS CONHEÇAM OS DIREITOS QUE TÊM. PARA ISSO, CONFIRAM AS ORIENTAÇÕES A SEGUIR.

A ) FORME DUPLA COM UM COLEGA PARA PRODUZIR O CARTAZ.

B ) CONVERSEM E ESCOLHAM UM DIREITO QUE VOCÊS ACHAM QUE TODAS AS CRIANÇAS DEVEM CONHECER.

C ) USEM UMA FOLHA DE PAPEL SULFITE, LÁPIS, CANETAS HIDROGRÁFICAS, LÁPIS DE COR E MUITA CRIATIVIDADE E FAÇAM UM DESENHO PARA REPRESENTAR ESSE DIREITO.

D) COM A AJUDA DO PROFESSOR, ESCREVAM UMA LEGENDA PARA O CARTAZ, EXPLICANDO QUAL FOI O DIREITO REPRESENTADO POR VOCÊS.

E ) QUANDO TODOS NA TURMA FINALIZAREM OS CARTAZES, COM O PROFESSOR, EXPONHAM OS TRABALHOS DE VOCÊS EM LOCAIS VISÍVEIS DA ESCOLA, PARA QUE TODOS CONHEÇAM SEUS DIREITOS.

• Disponibilize os materiais necessários para a produção dos cartazes, como cartolina, tesoura com pontas arredondadas, lápis colorido, canetas coloridas, tinta guache, pincel, entre outros que considerar pertinente.

• Dê um tempo para que produzam a imagem do cartaz e depois auxilie as duplas a escreverem uma legenda, informando qual é o direito representado.

2. ORGANIZANDO AS IDEIAS

• Após o item b, se possível, disponibilize o texto do ECA para os estudantes, para que conheçam o documento e seus direitos e deveres.

• Nos itens c e d, permita que toda a turma expresse sua opinião. Se conveniente, disponibilize algumas manchetes que abordem violações dos direitos da criança e do adolescente, respeitando a faixa etária dos estudantes. Mesmo que não utilizando as manchetes, leve-os a refletir sobre alguns tipos de violações de direitos relacionados a esse público, como falta de acesso à educação, limitação na oferta de vacinas, trabalho infantil, entre outras. Diga-lhes que as crianças muitas vezes podem ser indefesas e vulneráveis quando expostas às pessoas com más intenções. Observe se eles reconhecem a importância da presença, dos cuidados e da escuta necessária para com um adulto responsável e de confiança.

3. BUSCANDO SOLUÇÕES

• Organize a turma em duplas. Informe aos estudantes que eles vão fazer um cartaz sobre um direito das crianças e dos adolescentes. Se possível, disponibilize exemplares do ECA para a turma, para que consultem quais são esses direitos e escolham um para representar.

08/10/2025 10:43:48

• Com os cartazes finalizados, peça às duplas que expliquem seus cartazes, mencionando por que consideram o direito escolhido importante. Ao final, com a ajuda dos estudantes, exponha os cartazes em um local visível da escola, para a apreciação da comunidade escolar.

INTRODUÇÃO E JUSTIFICATIVA

Os estudantes darão continuidade à exploração da temática da brincadeira, com propostas que favorecem a investigação das culturas lúdicas pelo Brasil. Eles vão conhecer gêneros textuais como a curiosidade e o diagrama, ampliar seus conhecimentos e repertórios sobre ideias e modos de brincar e valorizar a cultura brasileira, observando a variação linguística relacionada a nomes de brincadeiras e outros elementos ao ler, ouvir, partilhar, criar, escrever, experimentar e trocar experiências. Tudo isso por meio da articulação entre o campo de experiências da Educação Infantil Corpo, gestos e movimentos e o Campo das práticas de estudo e pesquisa

Essas atividades favorecem o trabalho com os temas contemporâneos transversais Diversidade cultural e Educação para valorização do multiculturalismo nas matrizes históricas e culturais brasileiras.

Expectativas de aprendizagem

Ao final desta unidade, espera-se que os estudantes sejam capazes de:

• acompanhar a leitura de uma curiosidade, entendendo a situação comunicativa e o assunto do texto;

• identificar e respeitar as variedades linguísticas como características do uso da língua por diferentes grupos regionais;

• acompanhar a leitura de diagrama em regra de brincadeira e compreender a situação comunicativa e o assunto do texto;

• reconhecer as características e a formatação de um diagrama;

• organizar informações em um diagrama, com atenção à diagramação e à situação comunicativa;

UNIDADE6

MEU BRASIL BRINCANTE

CONTEÚDOS

DESTA UNIDADE

• BRINCADEIRA DAS SÍLABAS (PALAVRAS DE BRINCAR);

• CURIOSIDADE;

• VARIAÇÃO DE NOMES;

• UMA BRINCADEIRA, DIFERENTES NOMES;

• REGRAS DE BRINCADEIRA (COM DIAGRAMA);

• ESQUEMA PARA ORGANIZAR INFORMAÇÕES;

• REGISTRO DE PESQUISA EM DIAGRAMA;

• ABAYOMI (ABRACADABRA);

• MURAL DE CURIOSIDADES DA TURMA (HORA DE PRODUZIR);

• LETRAS U, V, W E X (TIRANDO DE LETRA);

• JOGO DAS BRINCADEIRAS BRASILEIRAS (É JOGO, É BRINCADEIRA).

• planejar e produzir, com os colegas e o professor, uma curiosidade, considerando a situação comunicativa, o tema e a finalidade do texto;

• produzir registros escritos coerentes com o tema de estudo e com o gênero trabalhado, mesmo que ainda não escrevam de forma convencional.

Mapeando conhecimentos

Aproveite o momento para situar o brincar como um objeto de pesquisa e mapear os conhecimentos prévios da turma. Explique aos estudantes que, nessa nova etapa, os estudos serão aprofundados, sendo importante que eles tirem suas dúvidas acerca do

tema. Retome com eles o que aprenderam sobre o brincar e depois solicite que compartilhem o que gostariam de saber a respeito das brincadeiras brasileiras, pedindo a cada um que escolha e registre uma pergunta em uma tarjeta. Explique que você fará a leitura das tarjetas e organizará as questões principais em uma lista: “O que o 1º ano quer saber sobre as brincadeiras brasileiras?”. A lista poderá ficar afixada na sala de aula para que as respostas sejam buscadas ao longo do estudo. As tarjetas com os registros da turma são mais um material para acompanhamento do processo de alfabetização da turma.

FILHINHAS DE TOCO DE PAU... E FEITAS DE PANO. BONECOS PRODUZIDOS POR CRIANÇA DO VALE DO JEQUITINHONHA, EM MINAS GERAIS.

COM OS COLEGAS, OBSERVE COM ATENÇÃO A FOTOGRAFIA E RESPONDA ORALMENTE ÀS PERGUNTAS.

1. 2. 3. 4.

DE QUE MATERIAIS VOCÊ IMAGINA QUE SÃO FEITOS OS BONECOS QUE APARECEM NA IMAGEM?

COM A AJUDA DO PROFESSOR, LEIA A LEGENDA QUE ACOMPANHA A IMAGEM. QUAIS INFORMAÇÕES DA LEGENDA AJUDAM A DESCOBRIR DO QUE SÃO FEITOS OS BONECOS?

ALÉM DOS MATERIAIS USADOS, O QUE MAIS VOCÊ OBSERVA NOS BONECOS? ELES TÊM ROSTO? USAM ROUPINHAS? ESTÃO ENFEITADOS DE ALGUM JEITO?

O QUE VOCÊ RESPONDEU NA ATIVIDADE 1 SE CONFIRMOU APÓS A LEITURA DA LEGENDA? COMENTE.

5. Respostas e comentários nas orientações ao professor

VOCÊ JÁ PRODUZIU OU BRINCOU COM BONECOS FEITOS DE MATERIAIS PARECIDOS COM OS DESSES BONECOS? COMO FOI?

função, a formatação e a diagramação específicas desses textos (articulação entre verbal e visual).

3. Eles podem citar que os bonecos são caracterizados para parecerem pessoas, com rostos desenhados e vestidos com roupas de pano, além de alguns terem cabelos ou chapéus de pano ou desenhados.

4. Incentive-os a retomar as hipóteses levantadas antes da leitura da legenda e verificarem se elas se confirmaram ou não. Explique-lhes que a legenda informa o que aparece na imagem, relacionando elementos visuais e descrição escrita. Espera-se que eles percebam que as legendas são de

algum modo relacionadas às imagens por meio de tratamentos gráfico-visuais. Tal percepção pode ajudá-los a identificá-la visualmente em um texto. Faça uma sondagem sobre como eles relacionam elementos verbais e visuais nesses casos, sanando possíveis dúvidas sobre a composição e a função da legenda ou da fotolegenda (EF01LP20, EF12LP14, EF15LP04).

5. Espera-se que os estudantes relatem situações em que brincaram com brinquedos feitos à mão com sobras de materiais, por exemplo. Se nunca brincaram assim, instigue-os a imaginar como seria.

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF01LP20 , EF12LP14 , EF15LP04), ao analisarem a imagem, os estudantes podem antecipar sentidos e propósitos com base em conhecimentos prévios e pistas visuais (EF15LP02), e, ao responderem oralmente às questões, mobilizar habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10, EF15LP11).

Respostas e orientações didáticas

1. Espera-se que os estudantes reconheçam que os bonecos são feitos de pedaços de madeira (como tocos de pau) e retalhos de pano, inferindo que são artesanais, feitos à mão. Chame a atenção para a origem dos bonecos. Explique que bonecos assim podem até ter sido comprados, mas de artesãos ou em lojas de brinquedos artesanais, e não em lojas de brinquedos industrializados, gerando reflexões relacionadas ao tema contemporâneo transversal Educação para o consumo

2. A legenda ajuda a identificar os materiais usados para fazer os bonecos (pelas expressões “toco de pau” e “feitas de pano”) e quem os produziu: uma criança do Vale do Jequitinhonha. Converse com os estudantes sobre a relação texto-imagem e retome o trabalho feito na unidade 5 quanto à produção de legendas e fotolegendas. É esperado que tenham considerações a fazer sobre a

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF01LP01 , EF01LP05 , EF01LP06 , EF01LP12 , EF01LP13 , EF01LP16 , EF01LP19 , EF01LP20 , EF12LP01 , EF12LP07 , EF15LP12), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10 , EF15LP11 , EF15LP13).

Orientações didáticas

• Antes de a brincadeira começar, leve os estudantes a explorarem e recitarem a parlenda. É provável que alguns a saibam de memória, o que serve como texto incidental para suporte a leituras autônomas e favorece a exploração e a percepção de como ele está organizado (EF01LP16, EF01LP19).

• Chame a atenção dos estudantes para a forma como a parlenda está escrita. Pergunte-lhes por que algumas palavras são separadas por tracinhos e registre na lousa suas respostas. Faça a leitura apontando cada sílaba oralizada, para mostrar a ideia de sílaba e que o sistema de escrita alfabética representa os sons da fala (EF01LP05).

• Se achar pertinente, escreva o texto de duas formas: sem nenhuma separação silábica e com recursos indicando a segmentação das palavras em todo o texto. Eles devem acompanhar essa escrita para reforçar princípios já estudados: os textos são organizados da esquerda para a direita, de cima para baixo e com espaços entre as palavras (EF01LP01, EF01LP12).

• Depois que compartilharem suas hipóteses sobre a segmentação das palavras, explique que, em muitas parlendas, a leitura das palavras é dividida em partes sonoras, como as indicadas na parlenda lida. Isso ajuda a criar

BRINCADEIRA AOS SETE VENTOS

PALAVRAS DE BRINCAR

É HORA DE BRINCAR COM NOMES DE BRINQUEDOS E

BRINCADEIRAS!

BRINCADEIRA DAS SÍLABAS

Comentários nas orientações ao professor

1. LEIA A PARLENDA A SEGUIR COM O PROFESSOR.

U-NI-DU-NI-TÊ

SA-LA-MÊ-MIN-GUÊ UM SORVETE COLORÊ O ESCOLHIDO FOI VO... CÊ!

ORIGEM POPULAR.

2. PINTE, NO PRIMEIRO VERSO, CADA PARTE SEPARADA POR TRACINHOS COM UMA COR. QUANTAS PARTES VOCÊ PINTOU?

Resposta: Os estudantes devem pintar cada sílaba de uma cor diferente, totalizando cinco partes (sílabas).

AS PARTES SONORAS QUE VOCÊ PINTOU NO PRIMEIRO VERSO SÃO CHAMADAS DE SÍLABAS. A PALAVRA VOCÊ, POR EXEMPLO, TEM DUAS SÍLABAS: VO E CÊ

3. OBSERVE AS IMAGENS E SIGA AS ORIENTAÇÕES DO PROFESSOR PARA BRINCAR COM A PARLENDA.

um ritmo que torna a brincadeira mais divertida (EF12LP07). Cada parte corresponde a um gesto, por exemplo, apontar, em parlendas de escolha, e bater palmas ou pular, em parlendas de brincar (EF15LP12).

• A conversa sobre a segmentação e a leitura posterior do conceito de sílaba ajudarão no entendimento de que, para a brincadeira funcionar, será necessário exercitar a segmentação oral das palavras em sílabas (EF01LP06).

• Depois da leitura do boxe com o conceito de sílaba, enfatize que todas as palavras são for-

madas por essas partes menores que foram pintadas, chamadas sílabas, e que elas podem ser faladas e representadas na escrita.

• Organize os estudantes em uma roda e sorteie um deles para começar a brincadeira. Quem for sorteado deverá ficar no meio da roda e recitar a parlenda. A cada sílaba recitada, ele aponta para um colega diferente. Quem for apontado por último, na parte “o escolhido foi vo...cê!”, deve dizer, bem rápido, o nome de um brinquedo ou uma brincadeira, por exemplo: bola! Usando a palavra dita pelo colega, o estudante continua a brincadeira.

4. QUEM FOR APONTADO AO FINAL DA PALAVRA QUE NOMEIA UM BRINQUEDO OU UMA BRINCADEIRA DEVERÁ RESPONDER AO DESAFIO PARA SER O PRÓXIMO A DIZER A PARLENDA.

U-NI-DU-NI-TÊ, QUANTAS SÍLABAS?

DIGA LOGO, VOCÊ!

BAÚ DE TEXTOS

UMA CANTIGA PARA BRINCAR!

O PIÃO

O PIÃO ENTROU NA RODA, O PIÃO

O PIÃO ENTROU NA RODA, O PIÃO

RODA, PIÃO, BAMBEIA, PIÃO

RODA, PIÃO, BAMBEIA, PIÃO.

ABRINDO O BAÚ!

PINTE A PALAVRA QUE NOMEIA A IMAGEM A SEGUIR.

• Se achar válido, explore as brincadeiras que a cantiga possibilita, como a entrada de um estudante por vez na roda para dançar, rodopiando como um pião: “O João entrou na roda, o pião...”.

• Neste Abrindo o baú, todas as palavras têm a mesma letra inicial e as duas primeiras terminam da mesma forma (PÃO e PIÃO), além de todas terminarem com a mesma letra e terem extensão parecida. Essa progressão no desafio é importante para que os estudantes direcionem o olhar e as

DICA: ELA APARECEU NA CANTIGA QUE VOCÊ LEU NESTE BAÚ! ORIGEM POPULAR.

PÃO PIÃO PATO

Resposta: PIÃO.

• Os estudantes com nível de conceitualização pré-silábico ou silábico sem valor sonoro podem ter mais dificuldades em perceber que as palavras são compostas por sílabas. Os com nível de conceitualização silábico com valor sonoro podem ter dificuldades para identificar as sílabas em algumas palavras por escrito. Por isso, apresente a parlenda na lousa coletivamente para que todos observem as diferentes hipóteses e reflexões sobre o sistema de escrita que poderão surgir. Essa atividade foca na segmentação oral das palavras em sílabas, acessível também para quem ainda está no nível pré-silábico.

• Após cada rodada, peça-lhes que falem a palavra do desafio em voz alta e contem juntos as sílabas, levantando um dedo para cada sílaba oralizada.

• No Baú de textos, ressalte que a cantiga é muito conhecida em algumas regiões do Brasil e que, além de propor uma brincadeira, traz em sua letra um brinquedo tradicional da cultura brasileira, o pião. Confira se eles identificam qual é essa cantiga e sugira que compartilhem a versão que conhecem.

• É possível consultar a letra e o ritmo da cantiga no seguinte vídeo: ESPECIAL Galáxia Musical: clipes musicais: roda pião. Quintal da Cultura, 4 jan. 2023. Disponível em: https://www.youtube.com/ watch?v=M12PZR9aOxE. Acesso em: 14 set. 2025 (EF01LP20).

09/10/2025 17:57:41

reflexões a outras partes das palavras, além das letras iniciais e finais, ampliando os critérios e as hipóteses sobre o que está escrito (EF12LP01). Se oportuno, observe as principais dúvidas na identificação da palavra e retome na lousa para uma discussão coletiva (EF01LP13). Essa troca pode ser importante para que alguns estudantes avancem ao ouvirem as considerações dos colegas e sua mediação.

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF01LP22 , EF01LP23 , EF01LP24 , EF12LP02 , EF12LP17 , EF15LP01 , EF15LP02 , EF15LP05 , EF15LP06 , EF15LP07 , EF15LP08), os estudantes desenvolverão habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP13).

SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL

Antes da leitura, pesquise sobre o povo Xavante para compartilhar informações com a turma e contextualizar o texto. Sugere-se o trabalho com o verbete “Xavante”, disponível no site do Instituto Socioambiental: https:// pib.socioambiental.org/pt/ Povo:Xavante (acesso em: 16 ago. 2025) (EF12LP02).

ANTES DE LER

Motive os estudantes a levantarem expectativas com base nas palavras em destaque, pouco conhecidas. Os termos em negrito (“Xavantes”, “Xavante” e “Kamaiurás”) referem-se a povos indígenas e podem levar à inferência de que o texto trará curiosidades sobre o brincar desses povos. A fonte também pode servir como pista; caso mencionada, valorize a observação e incentive novas antecipações (EF15LP02).

ARTICULANDO CONHECIMENTOS

• Organize os estudantes em duplas, reunindo colegas em diferentes níveis de conceitualização da escrita, de modo que ao menos um já utilize a escrita alfabética. Proponha que busquem, com a mediação do professor, textos digitais sobre os Xavante (EF12LP02) e escolham um aspecto para transformá-lo em uma curiosidade a ser apresentada

RODA DE LEITURA: CURIOSIDADE

NO BRASIL, HÁ MUITOS JEITOS DE BRINCAR, QUE MUDAM DE ACORDO COM A REGIÃO E COM OS COSTUMES DAS PESSOAS. PARA CONHECER MAIS, PODEMOS PESQUISAR E LER TEXTOS SOBRE O TEMA. VAMOS LER UMA CURIOSIDADE SOBRE BRINCADEIRAS E DESCOBRIR COMO CRIANÇAS BRASILEIRAS SE DIVERTEM?

ANTES DE LER

OBSERVE COMO O TEXTO ESTÁ ORGANIZADO E LEIA AS PALAVRAS EM NEGRITO. COM BASE NISSO, O QUE VOCÊ ACHA

QUE VAI ENCONTRAR NESSA CURIOSIDADE? CONVERSE COM OS COLEGAS E O PROFESSOR.

Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor

ENTRE OS XAVANTES, AS CRIANÇAS GOSTAM MESMO É DE FICAR NO ALTO, EQUILIBRANDO-SE NUMA PERNA DE PAU. NESSA BRINCADEIRA, CHAMADA DE TEXWARE, ELAS APOSTAM PARA VER QUEM CONSEGUE ANDAR MAIS LONGE SEM SE DESEQUILIBRAR E CAIR. AS CRIANÇAS DO POVO XAVANTE TAMBÉM GOSTAM DE JOGAR PETECA, QUE CHAMAM DE TOBDAÉ. ENTRE OS KAMAIURÁS, A PETECA É CONHECIDA COMO POPOK.

HAILER, MARCO. VAMOS BRINCAR?: BRINCADEIRAS INDÍGENAS BRASILEIRAS. ILUSTRAÇÕES ORIGINAIS DE RAUL AGUIAR. SÃO PAULO: CAROCHINHA, 2021.

QUEM PRODUZIU?

MARCO HAILER É UM PESQUISADOR E CONTADOR DE HISTÓRIAS QUE TAMBÉM ESCREVE LIVROS E COMPÕE MÚSICAS. ELE CRESCEU NO INTERIOR DE SÃO PAULO, ONDE GOSTAVA DE SUBIR EM JABUTICABEIRA E BRINCAR DE PIÃO. JÁ ESCREVEU MUITOS LIVROS PARA CRIANÇAS.

oralmente à turma (EF01LP22). Explique que as curiosidades são textos curtos e objetivos, muitas vezes iniciados pela expressão “Você sabia?”. Sempre que possível, apresente outros exemplos, escritos ou orais, para ampliar a familiaridade dos estudantes com o gênero (EF01LP24, EF12LP17, EF15LP01).

• Após a pesquisa, cada dupla deve produzir um breve texto em forma de curiosidade, que servirá de apoio à apresentação oral (EF01LP22). Se desejarem, as apresentações podem ser gravadas para compor um audiobook da turma com curiosidades sobre os Xavante (EF01LP23). Nesse caso, oriente ensaios prévios, registre as

falas com o equipamento disponível e envolva os estudantes na edição, reunindo os áudios em uma única faixa (EF15LP08). É possível incluir abertura e encerramento e, depois, compartilhar o material em plataformas gratuitas de áudio, enviar o link às famílias ou promover uma audição coletiva. No caso de envio por e-mail, planeje, escreva, revise e produza coletivamente a mensagem, assinada pela turma (EF15LP05, EF15LP06, EF15LP07).

• A atividade amplia os conhecimentos sobre os povos indígenas e pode ser integrada aos componentes curriculares de História e Geografia

PAPO

DE LEITOR

1. VOCÊ ENCONTROU NO TEXTO AQUILO QUE ESPERAVA ANTES DA LEITURA? CONVERSE COM O PROFESSOR E OS COLEGAS.

Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor

2. DE ACORDO COM O TEXTO, RESPONDA AOS ITENS A SEGUIR MARCANDO UM X EM CADA RESPOSTA CERTA.

A ) QUEM GOSTA DE BRINCAR DE TEXWARE?

Resposta: AS CRIANÇAS XAVANTES.

AS CRIANÇAS XAVANTES.

AS CRIANÇAS KAMAIURÁS.

B ) O QUE AS CRIANÇAS FAZEM NA BRINCADEIRA TEXWARE?

CORREM E PULAM PARA VER QUEM SALTA MAIS ALTO.

Resposta: APOSTAM PARA VER QUEM CONSEGUE IR MAIS LONGE USANDO PERNAS DE PAU SEM SE DESEQUILIBRAR E CAIR.

APOSTAM PARA VER QUEM CONSEGUE IR MAIS LONGE

USANDO PERNAS DE PAU SEM SE DESEQUILIBRAR E CAIR.

C ) QUAL DESTAS FOTOGRAFIAS REPRESENTA A BRINCADEIRA QUE OS XAVANTE CHAMAM DE TEXWARE? CONTORNE-A.

Resposta: Os estudantes devem contornar a fotografia das crianças andando de perna de pau.

08/10/2025 10:41:50

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF12LP17 , EF15LP01 , EF15LP02 , EF15LP03 , EF15LP04), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10 , EF15LP11 , EF15LP13).

Respostas

e orientações didáticas

1. Retome com os estudantes a conversa que tiveram no Antes de ler, pedindo que comparem o que imaginaram com o que realmente apareceu no texto. Incentive-os a explicitar suas hipóteses iniciais, destacando quais se confirmaram, quais precisaram ser ajustadas e quais não se concretizaram. Valorize diferentes interpretações, pois o objetivo é exercitar a formulação e a verificação de expectativas de leitura (EF15LP02).

2. Nos itens a e b, peça aos estudantes que voltem ao texto para localizarem as respostas. Reforce a importância de reler trechos quando houver dúvida, mostrando que localizar informações é uma estratégia fundamental de leitura. Oriente-os a justificar suas escolhas, apontando no texto o trecho em que encontraram a resposta (EF15LP03). O item c representa uma boa oportunidade de correlação palavra-objeto. Peça-lhes que relacionem a palavra Texware à fotografia que representa a brincadeira por ela nomeada, explorando a articulação entre elementos visuais e verbais (EF15LP04).

2. No item d, mostre as imagens junto ao enunciado e incentive os estudantes a relacionarem o nome do brinquedo indicado no texto à representação visual. Proponha que comparem as ações descritas (por exemplo: brincar de peteca) com o que veem nas fotografias. No item e, oriente os estudantes a relerem o trecho do texto que traz o nome do povo indígena associado ao brinquedo. Incentive-os a localizar a resposta no próprio texto, reforçando a importância da releitura como estratégia para encontrar informações (EF15LP03).

3. Leia o enunciado com a turma, destacando as diferenças entre as alternativas. Conduza a discussão de modo colaborativo, valorizando os comentários dos estudantes sobre o que o texto efetivamente apresenta (EF12LP17). Espera-se que, pelas características do texto, os estudantes encontrem a resposta correta. Se achar oportuno, motive-os a reconhecer a que gênero correspondem as características do item distrator: entrevista (EF15LP01).

4. Incentive os estudantes a conversarem sobre a circulação do gênero em foco. Pergunte: “Onde vocês costumam ver curiosidades publicadas?”. Reforce que os textos têm funções sociais específicas — neste caso, informar e despertar interesse — e circulam em diferentes meios (EF15LP01, EF12LP17).

D) ALÉM DE TEXWARE, COM QUAL DESTES BRINQUEDOS AS CRIANÇAS DO POVO XAVANTE TAMBÉM GOSTAM DE BRINCAR? PINTE A RESPOSTA CERTA.

Resposta: Os estudantes devem pintar a peteca.

E ) QUAL É O OUTRO POVO QUE TAMBÉM CONHECE O BRINQUEDO QUE VOCÊ PINTOU NO ITEM ANTERIOR, MAS POR UM NOME DIFERENTE?

Resposta: KAMAIURÁ.

KAYAPÓ. TAPAJÓ. KAMAIURÁ.

3. ASSINALE A ALTERNATIVA CORRETA SOBRE O TEXTO LIDO.

POR SER UMA CURIOSIDADE, APRESENTA PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE O QUE UMA PESSOA PENSA DAS BRINCADEIRAS INDÍGENAS.

POR SER UMA CURIOSIDADE, APRESENTA, DE FORMA CLARA, INFORMAÇÕES SOBRE BRINCADEIRAS DE CRIANÇAS INDÍGENAS.

Resposta: POR SER UMA CURIOSIDADE,

APRESENTA, DE FORMA CLARA, INFORMAÇÕES SOBRE BRINCADEIRAS DE CRIANÇAS INDÍGENAS.

4. ONDE VOCÊ ACHA QUE É MAIS PROVÁVEL ENCONTRAR CURIOSIDADES? MARQUE UM X PARA MOSTRAR.

EM MANUAIS DE INSTRUÇÕES, DIGITAIS OU IMPRESSOS.

EM LIVROS INFORMATIVOS, JORNAIS E REVISTAS, DIGITAIS OU IMPRESSOS.

Resposta: EM LIVROS INFORMATIVOS, JORNAIS E REVISTAS, DIGITAIS OU IMPRESSOS.

AGORA QUE JÁ LEMOS

PENSE NAS BRINCADEIRAS DE QUE VOCÊ MAIS GOSTA.

O QUE VOCÊ PODE CONTAR PARA DEIXAR OUTRAS CRIANÇAS COM VONTADE DE BRINCAR TAMBÉM? CONVERSE COM SEUS COLEGAS E OUÇA O QUE ELES VÃO DIZER.

Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor.

AGORA QUE JÁ LEMOS

Promova uma roda de conversa em que cada estudante compartilhe uma brincadeira de que gosta. Explique que a finalidade da fala aqui é relatar experiências pessoais e despertar interesse nos colegas. Incentive a escuta atenta e comentários respeitosos, destacando que diferentes contextos comunicativos pedem diferentes finalidades de interação oral.

É LÍNGUA, É LINGUAGEM

VARIAÇÃO DE NOMES

1. COM A AJUDA DO PROFESSOR, LEIA NOVAMENTE ESSE TRECHO DO TEXTO E OBSERVE A FOTOGRAFIA A SEGUIR.

AS CRIANÇAS DO POVO XAVANTE TAMBÉM GOSTAM DE JOGAR PETECA, QUE CHAMAM DE TOBDAÉ. ENTRE OS KAMAIURÁS, A PETECA É CONHECIDA COMO POPOK

A ) QUAL PALAVRA OS KAMAIURÁ USAM PARA NOMEAR ESSE BRINQUEDO?

Resposta: POPOK

B ) E OS XAVANTE, QUAL PALAVRA USAM PARA NOMEAR O MESMO BRINQUEDO?

Resposta: TOBDAÉ

C ) E VOCÊ? COMO CHAMA ESSE BRINQUEDO?

Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes escrevam a palavra da língua portuguesa que utilizam na região onde moram para nomear o brinquedo da fotografia, que no texto é chamado de peteca

2. VOCÊ PERCEBEU QUE UM MESMO BRINQUEDO PODE TER NOMES DISTINTOS EM LÍNGUAS DIFERENTES. MAS SERÁ QUE ISSO TAMBÉM ACONTECE NA MESMA LÍNGUA? PARA REFLETIR SOBRE ISSO, RESPONDA ÀS QUESTÕES A SEGUIR.

A ) COMO VOCÊ CHAMA SUA BRINCADEIRA PREFERIDA? CONTE AOS COLEGAS.

Resposta pessoal.

B ) VOCÊ ACHA QUE TODAS AS PESSOAS QUE FALAM A LÍNGUA PORTUGUESA CHAMAM ESSA BRINCADEIRA DO MESMO JEITO QUE VOCÊ? OU SERÁ QUE HÁ PESSOAS DE DIFERENTES REGIÕES DO BRASIL, POR EXEMPLO, QUE CHAMAM ESSA MESMA BRINCADEIRA POR OUTRO NOME? CONVERSE COM SEUS COLEGAS E COM O PROFESSOR SOBRE ISSO.

Resposta e comentários nas orientações ao professor

gua dos Kamaiurá, espera-se que os estudantes reflitam sobre a variação linguística dentro de uma mesma língua e na mesma época. No Brasil, que é um país continental, mesmo entre as pessoas que falam a língua portuguesa, um mesmo brinquedo, objeto ou alimento pode ter nomes diferentes. É o caso da elevação nas ruas feita para fazer os carros diminuírem a velocidade, que recebe nomes variados, dependendo da região: “saliência”, “lombada”, “quebra-molas”, entre outros. Na próxima atividade, os estudantes terão a oportunidade de contextualmente desenvolver essa reflexão.

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF01LP02 , EF01LP20 , EF12LP01, EF12LP17), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade ( EF15LP09 , EF15LP10 , EF15LP11, EF15LP13).

SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL

Leia os enunciados das atividades com os estudantes e mostre no livro os campos de resposta, explicando como devem atuar em cada caso: escrever, contornar imagens, discutir oralmente etc. Essa prática pode ajudá-los a compreender enunciados de tarefas escolares com a colaboração dos colegas e o seu apoio, desenvolvendo uma habilidade essencial para o Campo das práticas de estudo e pesquisa e para a conquista progressiva da autonomia (EF12LP17).

Respostas e orientações didáticas

1. Nos itens a e b, os estudantes continuarão a localizar e recuperar informações explícitas no texto (EF15LP03). No item c, eles farão associações com essas informações para trazê-las ao contexto de vida deles, estabelecendo correspondências de acordo com o objetivo proposto.

2. Depois de ler a curiosidade, sobre o mesmo brinquedo (peteca) ser chamado de tobdaé na língua do povo Xavante e de popok na lín-

08/10/2025 10:41:51

Esse é um início de reflexão sobre o fenômeno da variação linguística, especialmente no nível lexical, fenômeno esse que os estudantes vão estudar progressivamente ao longo desta coleção, que prioriza os usos reais da língua. Reforce a importância de respeitar as características regionais, urbanas e rurais da fala, bem como as variedades linguísticas, entendendo-as como manifestações naturais do uso da língua por diferentes grupos regionais ou culturas locais. Ressalte também a necessidade de rejeitar preconceitos linguísticos.

3. Por meio desta atividade, os estudantes exploram mais uma forma de usar as letras móveis, recurso importante no processo de alfabetização. A proposta em duplas favorece trocas significativas, tanto sobre o conteúdo como sobre a compreensão do sistema de escrita alfabética. Se possível, organize duplas com níveis próximos de conceitualização de escrita, tornando as interações mais produtivas. Na correção, promova a socialização das respostas no grande grupo para verificar se surgem diferentes palavras para nomear o mesmo brinquedo.

4. Após a conversa disparada pelo item b, faça a leitura do boxe conceito. Os estudantes serão convidados a observar que um mesmo brinquedo, brincadeira ou alimento pode ser chamado, em uma mesma língua e época, de maneiras variadas, em diferentes lugares do Brasil. Para facilitar essa reflexão no contexto da alfabetização, optamos por usar a expressão “variação de nomes”, mais acessível às crianças, no lugar da nomenclatura técnica “variação linguística”, que, no caso, é explorada no nível lexical. Embora não se espere que os estudantes utilizem esse termo técnico neste momento, é fundamental que comecem a perceber e valorizar a diversidade presente na própria língua que falam. Essas observações iniciais são o ponto de partida para desenvolver, no decorrer da escolaridade, uma compreensão mais ampla sobre o fenômeno da variação linguística — e, especialmente, para desenvolver uma postura respeitosa diante das variedades linguísticas, rejeitando o preconceito linguístico.

3. OBSERVE A IMAGEM. DEPOIS, USE AS LETRAS DO MATERIAL COMPLEMENTAR PARA FORMAR A PALAVRA QUE NOMEIA

ESSE BRINQUEDO.

Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor

JUNTE-SE A UM COLEGA E COMPAREM AS PALAVRAS QUE FORMARAM. DEPOIS, RESPONDAM:

A ) VOCÊS USARAM PALAVRAS IGUAIS PARA NOMEAR O BRINQUEDO? TROQUEM IDEIAS A RESPEITO.

Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor

B ) VOCÊS CONHECEM OUTRAS PALAVRAS DA NOSSA LÍNGUA

QUE TAMBÉM SEJAM USADAS PARA NOMEAR ESSE

BRINQUEDO? CONVERSEM COM OS DEMAIS COLEGAS E O PROFESSOR.

Respostas pessoais. No Brasil, o brinquedo que aparece na fotografia é conhecido por diferentes nomes: papagaio, pipa, piposa, peixinho, arraia etc.

4. EM NOSSO PAÍS, UM MESMO ALIMENTO PODE SER CONHECIDO

POR DIFERENTES NOMES.

A ) CONTORNE A IMAGEM DO ALIMENTO QUE, DEPENDENDO DA REGIÃO BRASILEIRA, PODE SER CHAMADO, POR EXEMPLO, DE

AIPIM, MACAXEIRA OU MANDIOCA.

Resposta: Espera-se que os estudantes contornem a última imagem (mandioca/ aipim/macaxeira).

B ) QUAL É O NOME QUE VOCÊ DÁ A ESSE ALIMENTO? CONHECE ALGUÉM QUE CHAME ESSE MESMO ALIMENTO POR OUTRO NOME? CONTE PARA OS COLEGAS E O PROFESSOR.

Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor

NO BRASIL, UM MESMO BRINQUEDO, BRINCADEIRA OU ALIMENTO PODE SER CHAMADO POR DIFERENTES NOMES. QUANDO ISSO ACONTECE, OU SEJA, QUANDO PESSOAS QUE FALAM UMA MESMA LÍNGUA, NA MESMA ÉPOCA, USAM PALAVRAS DIFERENTES PARA NOMEAR UMA MESMA COISA, ESTAMOS DIANTE DE UMA VARIAÇÃO DE NOMES DENTRO DA PRÓPRIA LÍNGUA.

Se achar oportuno, varie a proposta de uso das letras móveis da atividade 3 para observar como os estudantes resolvem diferentes situações-problema. Para os que estão no nível silábico-alfabético, você pode entregar a quantidade exata de letras necessárias para compor uma palavra, incentivando-os a discutir a pertinência de cada letra e sua posição. Para os já alfabéticos, vale oferecer um conjunto maior de letras, criando o desafio de selecionar apenas as necessárias e organizá-las corretamente. Ajuste também a complexidade das palavras conforme os níveis de conceitualização da turma: para quem já domina o sistema alfabético, palavras simples como “pipa” não trazem grandes desafios, sendo mais produtivo propor palavras mais longas ou com combinações ortográficas que ampliem a reflexão. Acompanhe de perto as soluções, registre observações e intervenha quando necessário, apoiando os estudantes em seus avanços (EF12LP01, EF01LP02).

JANELAS PARA A ESCRITA

UMA BRINCADEIRA, DIFERENTES NOMES

1. VOCÊ APRENDEU QUE UMA MESMA COISA PODE RECEBER NOMES VARIADOS DENTRO DE UMA MESMA LÍNGUA, DEPENDENDO DO LUGAR E DOS COSTUMES DAS PESSOAS QUE FALAM ESSA LÍNGUA. AGORA, É HORA DE DESCOBRIR COMO ALGUMAS BRINCADEIRAS QUE VOCÊ PROVAVELMENTE JÁ CONHECE PODEM SER CHAMADAS EM DIFERENTES LUGARES DO BRASIL.

A ) OBSERVE COM ATENÇÃO AS TRÊS ILUSTRAÇÕES A SEGUIR. CONTE PARA OS COLEGAS E O PROFESSOR O QUE VOCÊ PERCEBEU EM CADA UMA.

Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor.

B ) COMO AS BRINCADEIRAS DO ITEM ANTERIOR SÃO CHAMADAS NA REGIÃO ONDE VOCÊ MORA? COM QUAIS DELAS VOCÊ COSTUMA BRINCAR? CONVERSE COM OS COLEGAS E O PROFESSOR.

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF01LP02 , EF01LP03 , EF12LP02 , EF12LP03 , EF15LP03), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10 , EF15LP11 , EF15LP13).

Respostas

e orientações didáticas

08/10/2025 10:41:54

1. No item a, incentive os estudantes a descreverem livremente o que veem em cada ilustração, valorizando as percepções individuais. Motive a escuta ativa para que eles ampliem suas observações ao ouvirem o que os colegas falam. Peça-lhes que prestem atenção não apenas aos brinquedos, mas principalmente às ações e aos movimentos envolvidos nas brincadeiras. Esses momentos em que os estudantes descrevem as imagens em grupo são muito importantes. Eles ajudam a desenvolver várias habilidades orais, como falar com clareza, argumentar e ouvir com atenção. Além disso, ao se concentrarem nos detalhes das ilustrações e ao escutarem o que os colegas têm a dizer, eles ampliam as próprias observações e aprendem a olhar para as coisas de diferentes maneiras. No item b, possibilite que os estudantes troquem ideias sobre as brincadeiras, tanto em relação à forma como as nomeiam quanto em relação às memórias que lhes vêm quando observam as ilustrações. Essa troca será importante para a ampliação do repertório da turma, antes da pesquisa, mas também para que os estudantes estejam engajados para as próximas etapas.

1. 2. 3.

1. A proposta do item c é levar os estudantes a conhecerem algumas etapas de um processo de pesquisa de modo contextualizado. Apresente a eles diferentes fontes de pesquisa, como livros, revistas, dicionários ilustrados e sites confiáveis, mostrando que há vários suportes de busca de informações (EF12LP02). Leia em voz alta os trechos selecionados, destaque as palavras-chave e localize com eles o nome das brincadeiras no texto ou nas imagens (EF15LP03). Quando houver novos registros, anote-os na lousa e peça-lhes que os copiem (EF12LP03, EF01LP02), a fim de compreenderem que conferir, selecionar e organizar dados faz parte do processo de pesquisa. Ao vivenciarem práticas reais de leitura e escrita, eles desenvolvem a alfabetização e se familiarizam com procedimentos de pesquisa. Ressalte que o registro de diferentes nomes de brincadeiras será o ponto de partida para outros trabalhos com foco em pesquisa nas próximas seções e que esta é uma das etapas para chegar ao produto que entregarão a um público: produção de mural de curiosidades na seção Hora de produzir 2. Após a pesquisa, incentive-os a discutir suas descobertas explicitando o que já conheciam, o que foi novidade e como fizeram para chegar aos resultados. Convide alguns deles para registrarem as palavras encontradas na lousa e proponha uma conversa sobre elas, tanto sobre a escrita (EF01LP03) como sobre a brincadeira que elas nomeiam. Essas trocas poderão ser retomadas nas próximas atividades com foco em pesquisa.

C ) COM A AJUDA DO PROFESSOR, FAÇA UMA PESQUISA EM LIVROS E SITES PARA SABER AS DIVERSAS PALAVRAS USADAS PARA NOMEAR ESSAS BRINCADEIRAS EM NOSSO PAÍS.

REGISTRE SUAS DESCOBERTAS A SEGUIR.

DIFERENTES NOMES QUE ENCONTREI PARA A BRINCADEIRA 1:

Possíveis respostas: AVIÃO; AMARELINHA; ACADEMIA.

DIFERENTES NOMES QUE ENCONTREI PARA A BRINCADEIRA 2:

Possíveis respostas: BOLITA; CAÇAPINHA; BOLINHA DE GUDE; PILAR; FUBECA; BUQUE; BURACÃO; TRIÂNGULO.

DIFERENTES NOMES QUE ENCONTREI PARA A BRINCADEIRA 3:

Possíveis respostas: JOGO DO CORDEL; CAMA DE GATO; JOGO DA LINHA; JOGO DA GUITA; JOGO DO BERÇO.

2. VOCÊ JÁ TINHA OUVIDO FALAR EM ALGUNS DESSES DIFERENTES NOMES DE BRINCADEIRAS ANTES DA PESQUISA? QUAIS? COMPARTILHE COM OS COLEGAS E O PROFESSOR.

Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor 184

ATIVIDADE EXTRA: JOGO

• Diga aos estudantes que eles vão participar de um jogo sobre diferentes nomes usados para uma mesma brincadeira ou brinquedo (como pipa, papagaio, arraia). Para isso, organize a turma em equipes e selecione pelo menos três ou quatro brinquedos ou brincadeiras com dois ou mais nomes cada. Escreva cada um desses nomes em um papel separado e dobre todos ao meio, colocando-os em uma urna ou saquinho.

• Uma equipe por vez retira um papelzinho e seus integrantes leem silenciosamente a palavra sorteada. Depois, um representante do grupo

deve ir até a lousa e desenhar o brinquedo ou a brincadeira correspondente. As demais equipes observam e tentam adivinhar qual é a brincadeira desenhada. Se alguém acertar, confira com a turma a correspondência entre palavra e objeto, valorizando tanto a leitura coletiva como a interpretação do desenho.

• Se o brinquedo ou a brincadeira sorteado já tiver sido desenhado, o representante da equipe deve ir até a lousa e indicar o desenho existente ou acrescentar algum detalhe a ele. O jogo continua até que todos os papéis sejam utilizados.

BNCC

JOGUE-SE NA BRINCADEIRA!

RODA DE LEITURA: REGRAS DE BRINCADEIRA (COM DIAGRAMA)

VOCÊ ESTÁ ESTUDANDO DIVERSAS BRINCADEIRAS E BRINQUEDOS DO NOSSO PAÍS E APRENDEU QUE MUITOS DELES PODEM SER CONHECIDOS POR DIFERENTES NOMES, DEPENDENDO DAS REGIÕES ONDE SE BRINCA. A SEGUIR, VOCÊ VAI ACOMPANHAR A LEITURA DAS REGRAS DE UMA BRINCADEIRA (OU JOGO) MUITO COMUM NO BRASIL. MAS, ANTES, VAMOS CONHECER AS AUTORAS E CONVERSAR A RESPEITO DO QUE VOCÊ ESPERA DA LEITURA?

QUEM PRODUZIU?

AS JORNALISTAS GABRIELA ROMEU E MARLENE PERET REGISTRARAM, NO LIVRO LÁ NO MEU QUINTAL, O UNIVERSO DAS BRINCADEIRAS NAS CINCO REGIÕES BRASILEIRAS (NORTE, NORDESTE, CENTRO-OESTE, SUDESTE E SUL). O TEXTO QUE VOCÊ VAI LER FOI RETIRADO DESSE LIVRO, EM QUE O LEITOR PODE CONHECER O COTIDIANO DAS CRIANÇAS NOS DIFERENTES QUINTAIS DO BRASIL. AS ILUSTRAÇÕES DO LIVRO SÃO DE AUTORIA DE KAMMAL JOÃO

GABRIELA ROMEU.

MARLENE PERET.

VIRE A PÁGINA E OBSERVE AS IMAGENS QUE APARECEM NO TEXTO. SOBRE QUAL BRINCADEIRA VOCÊ ACHA QUE O TEXTO VAI FALAR? CONVERSE COM OS COLEGAS. ANTES DE LER

Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor

ANTES DE LER

Oriente os estudantes a observarem o texto da página seguinte, prestando atenção à forma como está organizado antes da leitura efetiva do texto verbal. Conduza-os a perceber como os elementos verbais e visuais se articulam na construção dos sentidos (EF15LP04). Chame a atenção para o diagrama que introduz o texto,

08/10/2025 10:39:54

mencionando o nome desse recurso e apontando para ele. Explique que o diagrama é uma criação gráfica que combina recursos visuais e textos curtos para organizar e compartilhar informações de forma sucinta, muito utilizado por pesquisadores no registro de dados e na retomada de pontos importantes (EF15LP01, EF15LP02, EF01LP24, EF12LP17).

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF01LP01 , EF01LP24 , EF12LP17 , EF15LP01 , EF15LP02, EF15LP04), os estudantes serão levados a desenvolver habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10 , EF15LP11 , EF15LP13).

SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL

Faça a leitura em voz alta dos parágrafos introdutórios, anunciando o que o texto trará. Ao chegar aos boxes sobre as autoras e o livro, explore o termo “quintais”, verificando se os estudantes conhecem seu significado. Explique que se trata de um espaço presente em algumas moradias, onde é possível brincar. Depois, pergunte em quais lugares eles costumam brincar e destaque que esses espaços também podem ser considerados “quintais deles”, explorando o sentido metafórico da palavra.

Orientações didáticas

• Leia em voz alta o texto verbal. Enquanto lê, mantenha o livro voltado para a turma, deslizando o dedo sob as partes lidas, para destacar a direcionalidade da leitura (EF01LP01). Vá explicitando as relações entre elementos verbais e visuais. Ressalte os elementos que compõem as regras do jogo que os estudantes vão ler: textos verbais, ilustrações e números. Destaque como tais elementos se relacionam: as regras 1 e 2 se ligam a duas imagens cada, enquanto as regras 3, 4 e 5 correspondem a apenas uma cada. Mostre como essa composição facilita a compreensão do leitor.

• Trabalhe o vocabulário, instigando os estudantes a inferirem o sentido de palavras ou expressões desconhecidas pelo contexto.

ATIVIDADE EXTRA: JOGO

Após a leitura, pergunte aos estudantes se conhecem o jogo “bole-bole” e, se possível, organize a turma em grupos para jogá-lo. O jogo pode ser realizado com pedrinhas recolhidas em diferentes espaços da escola ou com outros materiais previamente combinados. Enquanto jogam, circule pela sala de aula para observar como mobilizam a compreensão leitora e como interagem em grupo, incentivando-os a consultar as regras sempre que surgirem dúvidas. Se

houver viabilidade, proponha que a atividade aconteça extraclasse, no pátio ou na quadra, aproximando-se das condições tradicionais do jogo. Nessa situação, oriente a organização das rodadas em pequenos grupos, garantindo a participação de todos. Ao final, retome com a turma a importância de respeitar regras, compartilhar materiais e registrar oralmente suas impressões, fortalecendo a relação entre leitura, socialização e ludicidade.

ROMEU, GABRIELA; PERET, MARLENE. LÁ NO MEU QUINTAL: O BRINCAR DE MENINAS E MENINOS DE NORTE A SUL. FOTOGRAFIAS DE SAMUEL MACEDO. ILUSTRAÇÕES DE KAMMAL JOÃO. SÃO PAULO: PEIRÓPOLIS, 2019. P. 29.

PAPO DE LEITOR

3. B) Resposta: Espera-se que os estudantes digam que o uso de diferentes recursos ajuda no entendimento do texto, pois permite organizar e transmitir informações de diferentes maneiras.

1. ANTES DE LER, VOCÊ TENTOU DESCOBRIR SOBRE QUAL

BRINCADEIRA O TEXTO FALARIA. SEU PALPITE ESTAVA CERTO? E OS DOS SEUS COLEGAS? CONVERSE COM ELES PARA SABER.

Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor.

2. QUAL É O OBJETIVO PRINCIPAL DO TEXTO LIDO? MARQUE UM X

APRESENTAR OS DIFERENTES NOMES DE UMA MESMA BRINCADEIRA.

Resposta: EXPLICAR, PASSO A PASSO, COMO SE JOGA UMA BRINCADEIRA QUE É CONHECIDA POR DIFERENTES NOMES.

EXPLICAR, PASSO A PASSO, COMO SE JOGA UMA BRINCADEIRA QUE É CONHECIDA POR DIFERENTES NOMES.

3. PRESTE ATENÇÃO NOS DETALHES DO TEXTO LIDO E RESPONDA ÀS QUESTÕES.

A ) ALÉM DAS PARTES ESCRITAS, O TEXTO USA OUTROS RECURSOS PARA AJUDAR NA COMUNICAÇÃO. PINTE QUAIS SÃO ELES.

Resposta: NÚMEROS; ILUSTRAÇÕES; SETAS; DESTAQUE NAS PALAVRAS.

NÚMEROS. FOTOGRAFIAS. BALÕES DE FALA.

ILUSTRAÇÕES. SETAS. DESTAQUE NAS PALAVRAS.

B ) NA SUA OPINIÃO, A PRESENÇA DESSES RECURSOS FACILITA OU DIFICULTA O ENTENDIMENTO DO TEXTO? POR QUÊ?

C ) VOCÊ ACHA QUE ALGUÉM QUE NÃO CONHECE O BOLE-BOLE CONSEGUE ENTENDER COMO SE BRINCA LENDO AS REGRAS DA BRINCADEIRA? EXPLIQUE.

Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor

4. JUNTE-SE A UM COLEGA E RESPONDAM ÀS QUESTÕES.

A ) QUANTAS ETAPAS SÃO APRESENTADAS PARA EXPLICAR A BRINCADEIRA?

Resposta: Cinco etapas.

B ) QUAL DAS ETAPAS DO BOLE-BOLE VOCÊ ACHOU A MAIS DIFÍCIL? CONTE PARA O COLEGA E ESCUTE O QUE ELE VAI DIZER.

Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor 187

cimento da finalidade das regras de jogos e brincadeiras. Reforce que o gênero tem a função social de ensinar como se joga, explicando passo a passo, e circula em diferentes suportes, como livros, revistas e sites (EF15LP01).

3. Peça-lhes que identifiquem os recursos visuais usados no texto (números, ilustrações, setas e destaques tipográficos) e expliquem como esses elementos ajudam a compreender melhor as informações, inclusive as verbais. Mostre que o arranjo gráfico facilita a leitura e a comunicação (EF15LP01, EF15LP04).

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF01LP24 , EF12LP17 , EF15LP01 , EF15LP02 , EF15LP03, EF15LP04), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade, como expressão clara, escuta atenta, respeito aos turnos de fala e compreensão da finalidade das interações orais (EF15LP09, EF15LP10, EF15LP11, EF15LP13).

SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL

Faça com os estudantes a leitura dos enunciados, mediando a compreensão do que deve ser realizado em cada atividade. Explique que os balões de fala pequenos ao lado de algumas propostas indicam momentos de intercâmbio oral e enfatize a importância da escuta atenta e do respeito à fala dos colegas e à fala do professor nessas situações (EF12LP17).

Respostas e orientações didáticas

1. Abra espaço para que os estudantes conversem livremente sobre a validação das hipóteses formuladas antes da leitura. Incentive-os a compartilhar o que perceberam para inferir o jogo relacionado às regras e motive-os a explicar em que se apoiaram para fazer as pressuposições antecipadoras de sentido (EF15LP02).

2. O objetivo desta atividade é trabalhar com o reconhe-

08/10/2025 10:39:56

4. No item a, incentive os estudantes a relerem o texto para encontrarem quantas etapas são apresentadas. Reforce que, para localizar essas informações, é importante voltar ao texto e observar com atenção os elementos verbais e numéricos que o estruturam. Se achar oportuno, amplie a atividade, motivando-os a relacionar os diferentes recursos que identificaram no item a da atividade 3 para a compreensão do texto. Pergunte, por exemplo: “O texto usa números para organizar as etapas da brincadeira. Você consegue descobrir quantas regras são apenas observando os números?” (EF15LP03, EF15LP04).

4. No item c, oriente os estudantes a observarem atentamente as imagens e relacioná-las ao texto, avaliando quais materiais permitem brincar de bole-bole. Explique que, nesse tipo de atividade, é importante articular elementos visuais e verbais para compreender o sentido. No item d, incentive-os a conversar sobre alternativas de materiais que poderiam ser usados na brincadeira (ou no jogo). Se achar oportuno, promova uma conversa no grande grupo, valorizando a criatividade e registrando algumas sugestões na lousa, a fim de ampliar as opções. No item e, peça aos estudantes que retomem a leitura do trecho que apresenta os outros nomes para a brincadeira e orientem-se por ele para responder. Reforce que localizar informações explícitas exige voltar ao texto e observar com atenção as palavras-chave. Como a atividade está sendo feita em dupla, sugira que, nessa localização de informações, um dos estudantes permaneça com o livro aberto no texto, enquanto discutem juntos e depois registram a resposta, cada um em seu livro, para facilitar a dinâmica e evitar que ambos fiquem no vai e vem das páginas (EF15LP03). No item f, abra espaço para que os estudantes dialoguem sobre suas experiências com o bole-bole, incentivando-os a relatar se já conheciam e, em caso afirmativo, como chamavam. Valorize a diversidade de repertórios e denominações, reforçando a importância do respeito à variação linguística.

C ) COM QUAIS DESTES MATERIAIS É POSSÍVEL JOGAR BOLE-BOLE? AVALIE AS ALTERNATIVAS COM O COLEGA. EM SEGUIDA, CONTORNE AS RESPOSTAS ADEQUADAS.

Resposta: Os estudantes devem contornar a foto de pedrinhas e saquinhos.

D) QUAIS OUTROS MATERIAIS PODERIAM SER UTILIZADOS PARA BRINCAR? CONVERSE COM O COLEGA. DEPOIS, ANOTE AS MELHORES OPÇÕES EM QUE VOCÊS PENSARAM.

Resposta pessoal. Possíveis respostas: Bolinhas de gude, caroços de frutas, tampinhas de garrafa, botões etc.

E ) DE ACORDO COM O TEXTO, QUAIS E QUANTOS SÃO OS OUTROS JEITOS DE CHAMAR A BRINCADEIRA BOLE-BOLE?

Possível resposta: Jogo das pedrinhas; jogo dos saquinhos; cinco-marias; xibiu; capitão (são cinco nomes diferentes).

F ) VOCÊS JÁ CONHECIAM O BOLE-BOLE? SE SIM, COMO CHAMAVAM A BRINCADEIRA?

Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor

AGORA QUE JÁ LEMOS

VOCÊ JÁ LEU OUTROS TEXTOS COM IMAGENS QUE AJUDAM A ENTENDER UM PASSO A PASSO? LEMBRA DE ALGUM? CONTE PARA OS COLEGAS E O PROFESSOR.

Respostas pessoais. É possível que os estudantes indiquem receitas ilustradas, manuais de brinquedos, instruções de montagem, cartazes com cuidados de higiene, experimentos simples etc.

É LÍNGUA, É LINGUAGEM

ESQUEMA PARA ORGANIZAR INFORMAÇÕES

1. O TEXTO LIDO APRESENTA, LOGO NO INÍCIO, UM ESQUEMA COM SETAS PARTINDO DE UMA PALAVRA. RELEMBRE:

A ) O QUE ESSE ESQUEMA MOSTRA? PINTE O QUADRO COM A RESPOSTA CORRRETA.

REGRAS PARA JOGAR BOLE-BOLE.

MATERIAIS NECESSÁRIOS PARA A BRINCADEIRA.

DIFERENTES NOMES PARA UMA MESMA BRINCADEIRA.

Resposta: DIFERENTES NOMES PARA UMA MESMA BRINCADEIRA.

B ) QUAL É A PALAVRA QUE RECEBE MAIOR DESTAQUE NELE? COPIE ESSA PALAVRA AQUI:

Resposta: BOLE-BOLE.

C ) QUAIS RECURSOS FORAM USADOS PARA DAR DESTAQUE A ESSA PALAVRA? CONVERSE COM OS COLEGAS E O PROFESSOR.

Resposta e comentários nas orientações ao professor

D) AS SETAS QUE PARTEM DA PALAVRA EM DESTAQUE NESSE ESQUEMA APONTAM PARA OUTRAS. O QUE ESSAS OUTRAS PALAVRAS INFORMAM? MARQUE UM X NA RESPOSTA CERTA.

OS NOMES DAS ETAPAS DA BRINCADEIRA.

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF01LP24 , EF12LP01 , EF12LP17, EF15LP01), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade, como expressão clara, escuta atenta, respeito aos turnos de fala e compreensão da finalidade das interações orais (EF15LP09, EF15LP10, EF15LP11, EF15LP13).

SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL

Resposta: OUTROS NOMES PARA A BRINCADEIRA BOLE-BOLE.

OUTROS NOMES PARA A BRINCADEIRA BOLE-BOLE. OS NÚMEROS DAS ETAPAS DA BRINCADEIRA.

fazer os próprios registros no livro (EF15LP01, EF01LP24, EF12LP17).

Respostas e orientações didáticas

189

08/10/2025 10:40:00

1. Coletivamente, faça a mediação da observação do diagrama, chamando a atenção dos estudantes para os aspectos visuais que organizam o texto. No item b, após a cópia da palavra em destaque (BOLE-BOLE), peça-lhes que a leiam em voz alta e comentem o lugar que ela ocupa no diagrama (EF12LP01). No item c, espera-se que os estudantes percebam que a palavra está em evidência no esquema, pois aparece escrita em letras maiores, com destaque gráfico e cor diferente em relação às demais palavras ligadas a ela por setas, além de ter sido colocada ao centro da representação gráfica. Verifique se eles mencionam que todas as palavras ligadas à palavra central por setas representam variantes de nomes para a mesma brincadeira, favorecendo a compreensão do que o diagrama comunica.

Se possível, disponibilize o diagrama em uma posição favorável à observação dos estudantes. Isso pode ser feito de diferentes formas: afixando uma cópia ampliada na lousa, projetando a versão digital em tela ou reproduzindo-o na lousa, de modo que todos acompanhem também em seus exemplares. Em seguida, proponha uma leitura coletiva do recurso, motivando os estudantes a observarem sua formatação e diagramação e a refletirem sobre os contextos em que o diagrama pode ser um recurso potente no Campo das práticas de estudo e pesquisa. Abra espaço para que comentem se já viram alguém utilizar recursos parecidos para organizar informações e em quais situações. Depois, proponha a realização das atividades, de preferência de modo coletivo, sempre discutindo no grande grupo, mesmo nas atividades em que os estudantes precisam

1. No item e, mesmo que os estudantes ainda não saibam nomear esse tipo de esquema, caso não tenha sido possível fazer a leitura coletiva antecipadamente, espera-se que, por exclusão, eles cheguem à resposta adequada (EF01LP24, EF12LP17).

2. Faça a leitura do texto da atividade de modo que os estudantes acompanhem visualmente as palavras. Para isso, deixe a página do livro voltada para a turma ou copie o trecho na lousa. Essa observação permitirá que eles comparem os dois formatos de apresentação, como solicitado na atividade. Se possível, conduza uma conversa para que percebam as diferenças: no diagrama, as informações aparecem organizadas de modo visual e resumido; no texto corrido, estão em sequência, por meio da escrita (EF12LP17). Valorize os comentários dos estudantes sobre qual forma facilita mais a compreensão, destacando que tanto diagramas quanto textos corridos têm formatação e funções próprias. Depois da discussão oral, leia o boxe conceito e promova uma conversa para que os estudantes compreendam a função dos diagramas como recurso de organização e comunicação de informações (EF01LP24).

E ) COMO CHAMAMOS ESQUEMAS COMO ESSE? MARQUE UM X NA RESPOSTA QUE ACHAR MAIS ADEQUADA.

TABELA.

DIAGRAMA. VERBETE. QUADRO.

Resposta: DIAGRAMA.

2. AS MESMAS INFORMAÇÕES DO ESQUEMA REPRODUZIDO NA ATIVIDADE ANTERIOR FORAM ORGANIZADAS EM UM TEXTO CORRIDO. OBSERVE O TEXTO ENQUANTO ESCUTA A LEITURA QUE O PROFESSOR VAI FAZER DELE.

O BOLE-BOLE TAMBÉM PODE SER CHAMADO DE: JOGO DAS PEDRINHAS, JOGO DOS SAQUINHOS, CINCO-MARIAS, XIBIU OU CAPITÃO.

COMO FOI MAIS FÁCIL CONHECER ESSAS MESMAS INFORMAÇÕES: POR MEIO DO TEXTO CORRIDO OU DO ESQUEMA? POR QUÊ?

ESQUEMAS COMO O QUE VOCÊ ACOMPANHOU NA ATIVIDADE 1 SÃO

CHAMADOS DE DIAGRAMAS. DIAGRAMA É UM JEITO DE ORGANIZAR IDEIAS USANDO PALAVRAS, SETAS, FORMAS E CORES. OS DIAGRAMAS NOS AJUDAM A ENTENDER MELHOR AS INFORMAÇÕES, MOSTRANDO COMO UMA COISA ESTÁ LIGADA A OUTRA.

Resposta pessoal: Espera-se que os estudantes percebam que o diagrama possibilita uma organização que pode favorecer a compreensão das informações.

JANELAS PARA A ESCRITA

REGISTRO DE PESQUISA EM DIAGRAMA

UM DIAGRAMA PODE SER UM RECURSO IMPORTANTE NA HORA DE ESTUDAR E PESQUISAR ALGUM ASSUNTO. VOCÊ VAI CRIAR O PRÓPRIO DIAGRAMA PARA REGISTRAR OS DIFERENTES NOMES DE BRINCADEIRAS QUE PESQUISOU DURANTE ESTA UNIDADE. VAMOS LÁ?

PARA SE INSPIRAR, OBSERVE OS DIFERENTES DIAGRAMAS A SEGUIR.

1. O QUE ESSES DIAGRAMAS TÊM EM COMUM? E QUAIS SÃO AS PRINCIPAIS DIFERENÇAS ENTRE ELES? CONVERSE COM OS COLEGAS E O PROFESSOR.

Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor

2. COMO OS DIAGRAMAS PODEM AJUDAR NA HORA DE ESTUDAR? PINTE O QUADRO COM A ALTERNATIVA MAIS ADEQUADA.

DESTACANDO AS PALAVRAS IMPORTANTES PARA FACILITAR A LEITURA E A MEMORIZAÇÃO.

DEIXANDO O TEXTO CONFUSO E DIFÍCIL DE ENTENDER.

Resposta: DESTACANDO AS PALAVRAS IMPORTANTES PARA FACILITAR A LEITURA E A MEMORIZAÇÃO.

08/10/2025 10:40:00

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF01LP02 , EF01LP22 , EF01LP24 , EF12LP01 , EF12LP03, EF12LP17), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade ( EF15LP09 , EF15LP10 , EF15LP11, EF15LP13).

Respostas e orientações didáticas

1. A proposta é que os estudantes percebam que existem diferentes maneiras de fazer um diagrama, com diversas possibilidades de formatos, diagramações e recursos, mas todas com conexões entre os elementos ligados (EF01LP24). É importante que, durante a conversa, os estudantes percebam que a forma de organização do diagrama ajuda a visualizar mais facilmente as informações (EF12LP17).

2. Procure enfatizar o que está no enunciado, que é o uso do diagrama como um recurso para estudar, e leia as opções com os estudantes para que possam discutir coletivamente as opções antes de pintarem a mais adequada.

3. Retome as brincadeiras pesquisadas na seção Janelas para a escrita anterior, reforçando o propósito do estudo iniciado naquele momento. Possibilite que os estudantes escolham a opção que vão registrar, mas enfatize que neste quadro deve estar a palavra que eles costumam usar para nomear a brincadeira escolhida. Se achar pertinente, faça uma rodada de compartilhamento das palavras e agrupe os estudantes de acordo com as escolhas para que façam em pequenos grupos a próxima atividade.

4. Nos grupos, os estudantes podem trocar ideias sobre como vão compor o diagrama, de modo que as informações pesquisadas anteriormente fiquem organizadas e comuniquem o que foi trabalhado (EF12LP17). Ao final da produção, é possível propor uma apresentação dos diagramas, que pode ser acompanhada de uma justificativa da escolha. Essa troca permitirá que os estudantes comparem os diferentes formatos e compreendam que organizar informações também é uma forma de comunicar o que aprenderam (EF01LP22).

PRATICAR EM CASA

A proposta é que os estudantes possam fazer uso do diagrama produzido em mais uma situação contextualizada de pesquisa, desta vez com a colaboração de familiares e amigos. Combine com a turma como será feita a interlocução com os entrevistados, retomando características da entrevista, gênero textual estudado na unidade anterior (EF01LP24). Proponha que o ponto de partida da conversa seja o diagrama e que ele seja revisitado com esse olhar, do quanto está comunicando as palavras que nomeiam a brincadeira

3. PARA CRIAR SEU DIAGRAMA, ESCOLHA UMA DAS BRINCADEIRAS QUE VOCÊ PESQUISOU NA PÁGINA 184. REGISTRE A PALAVRA QUE NOMEIA ESSA BRINCADEIRA DA FORMA COMO CONHECE

AQUI:

Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor

4. CHEGOU A HORA DE CRIAR O SEU DIAGRAMA. ESCOLHA UM DOS EXEMPLOS QUE VOCÊ OBSERVOU NO INÍCIO DA ATIVIDADE OU CRIE UM MODELO DIFERENTE. LEMBRE-SE DE REGISTRAR NO CENTRO DO DIAGRAMA A PALAVRA QUE VOCÊ ESCREVEU NA

ATIVIDADE ANTERIOR. DEPOIS, INSIRA, NOS OUTROS ESPAÇOS, OS DIFERENTES NOMES PARA A MESMA BRINCADEIRA.

Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor

PRATICAR EM CASA

MOSTRE O SEU DIAGRAMA PARA FAMILIARES E AMIGOS.

PERGUNTE SE CONHECEM A BRINCADEIRA ESCOLHIDA E QUAL NOME UTILIZAM PARA ELA. DEPOIS, CONTE AO PROFESSOR E AOS COLEGAS OS NOMES MAIS MENCIONADOS PELAS PESSOAS COM QUEM VOCÊ CONVERSOU.

escolhida. Definam coletivamente como serão anotadas as menções feitas pelas pessoas: se na própria palavra no diagrama, se em uma lista no caderno ou em uma folha avulsa. Ressalte que os registros precisam estar claros para que sejam retomados e compartilhados posteriormente com os colegas da turma.

AVALIANDO

Procure acompanhar de que forma os estudantes retomam as informações pesquisadas e como fazem o registro para compor o diagrama.

Observe se eles leem com autonomia as palavras que foram anotadas na etapa inicial e quais conhecimentos mobilizam para fazer essa leitura (EF12LP01). Verifique também se optam por copiar cada palavra, uma por vez, voltando ao primeiro registro para tirar dúvidas e mantendo as características observadas (EF12LP03) ou se escrevem espontaneamente as palavras depois de recuperá-las (EF01LP02). Registre suas impressões sobre os avanços e as dificuldades, além de possíveis intervenções que possam ser incorporadas aos planejamentos futuros.

SABERES EM FOCO

VARIAÇÃO DE NOMES E REGISTRO DE PESQUISA EM DIAGRAMA

1. EM CADA ITEM, OBSERVE A IMAGEM E PINTE O QUADRINHO COM A PALAVRA QUE VOCÊ USA PARA NOMEAR O BRINQUEDO OU BRINCADEIRA REPRESENTADA.

Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor.

Observe as estratégias utilizadas por cada estudante. Se possível, acompanhe mais de perto a leitura feita por alguns deles, pedindo que tentem ler em voz alta as opções que aparecem. Registre os avanços e desafios que permanecem, bem como aspectos do processo de cada um, verificando se:

• tentam decodificar as palavras ao fazerem a leitura (EF12LP01);

PAPAGAIO

PEIXINHO QUADRADO RAIA

PIPA

JOGO DOS SAQUINHOS

BOLE-BOLE

JOGO DAS PEDRINHAS

CINCO-MARIAS

CAPITÃO

BOLINHAS DE GUDE

FUBECA

BARROCA

BOLITA

PILAR

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• procuram ler associando a outras palavras, apoiando-se em partes ou em letras conhecidas (EF01LP13);

• leem com facilidade ou se “travam” em sílabas complexas (como em PEDRINHAS), para os que leem convencionalmente.

Essas informações serão importantes para o planejamento de novas propostas de leitura e para a organização de agrupamentos produtivos, além de atividades complementares que podem ser necessárias para que os estudantes avancem.

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF01LP02 , EF01LP13 , EF01LP24 , EF12LP01 , EF12LP03, EF12LP17), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade ( EF15LP09 , EF15LP10 , EF15LP11, EF15LP13).

Respostas e orientações didáticas

1. Todas as brincadeiras ou brinquedos representados nas imagens já foram trabalhados nas seções ao longo da unidade. A proposta é que os estudantes possam fazer a correspondência palavra-objeto, realizando a leitura com autonomia, já mais familiarizados com as palavras. Mesmo os estudantes que ainda não leem convencionalmente poderão procurar indícios para identificar a palavra buscada.

Respostas e orientações didáticas

2. A proposta é que os estudantes se deparem novamente com o diagrama, mas que o foco desta vez esteja na escrita das palavras que vão compor o esquema. Se achar pertinente, faça perguntas sobre a formatação e a organização visual específica do gênero, além de sua finalidade em um contexto de estudo. Confira se a maior parte dos estudantes retoma o que aprendeu e anote o que considerar que precisa ser revisitado. Depois, proponha aos estudantes que façam a escolha entre as palavras indicadas e registrem nos espaços correspondentes (EF12LP17, EF01LP24).

2. ESCOLHA UMA DAS PALAVRAS QUE VOCÊ PINTOU EM UM DOS ITENS

DA ATIVIDADE ANTERIOR E REGISTRE NO CENTRO DO DIAGRAMA A SEGUIR. DEPOIS, COMPLETE OS OUTROS ESPAÇOS COM OUTRAS

PALAVRAS QUE NOMEIAM O MESMO BRINQUEDO OU BRINCADEIRA.

Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor.

3. REVISE AS ATIVIDADES DESTA SEÇÃO E REGISTRE SUAS IMPRESSÕES

NAS FICHAS, PINTANDO OS QUADRINHOS DE ACORDO COM O QUE

PERCEBEU SOBRE SEU PROGRESSO EM LEITURA E ESCRITA.

COMO EU ME SAÍ...

NAS ATIVIDADES DE LEITURA?

ENCONTREI FACILMENTE AS PALAVRAS QUE NOMEIAM AS BRINCADEIRAS REPRESENTADAS NAS IMAGENS.

PRECISEI DE AJUDA PARA ENCONTRAR ALGUMA DAS PALAVRAS QUE NOMEIAM AS BRINCADEIRAS

REPRESENTADAS NAS IMAGENS.

COMO EU ME SAÍ...

NAS ATIVIDADES DE ESCRITA?

REGISTREI TODAS AS PALAVRAS NO DIAGRAMA COM FACILIDADE.

PRECISEI DE AJUDA PARA REGISTRAR ALGUMA DAS PALAVRAS NO DIAGRAMA.

Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor.

Observe primeiro as estratégias usadas para a escrita da palavra ao centro, que já é mais conhecida por todos. Depois, acompanhe como os estudantes dão continuidade ao registro.

Verifique:

• quais estudantes recorrem à cópia das palavras da atividade anterior (EF12LP03);

• quais estudantes escrevem por conta própria após fazerem a escolha da palavra (EF01LP02);

• em que se apoiam para a escrita ao escreverem espontaneamente e se ela se aproxima da forma convencional.

Possibilite que esse registro seja feito com autonomia e aproveite para observar mais individualmente o quanto os estudantes se apropriaram da forma como o diagrama é organizado (EF01LP24).

ABRACADABRA

VIROU ABAYOMI !

Comentários nas orientações ao professor.

NA ABERTURA DESTA UNIDADE, VOCÊ CONHECEU ALGUNS

BONECOS PRODUZIDOS COM TOCOS DE MADEIRA E PEDAÇOS DE PANO.

AGORA, VAI CONHECER BONEQUINHAS PRODUZIDAS APENAS COM TECIDO, QUE SÃO CONHECIDAS COMO ABAYOMIS.

FALANDO DE ARTE!

AS TRADICIONAIS BONEQUINHAS ABAYOMIS

AS ABAYOMIS SÃO FEITAS COM RETALHOS DE TECIDO (PRETOS E COLORIDOS) E MAIS NADA. OS TECIDOS PRETOS REPRESENTAM OS CORPOS, E OS COLORIDOS, AS ROUPINHAS.

PARA PRODUZIR AS BONECAS, PRECISAMOS APENAS DE UMA TESOURA COM PONTAS ARREDONDADAS E PEDAÇOS DE PANO, RETALHOS QUE SERÃO RECORTADOS, DOBRADOS E AMARRADOS COM NÓS.

AS ABAYOMIS NOS MOSTRAM QUE NÃO PRECISAMOS DE MUITA COISA PARA CRIARMOS BRINQUEDOS E NOS DIVERTIRMOS, NÃO É MESMO?

QUE OUTROS BRINQUEDOS VOCÊ CONHECE QUE SÃO ASSIM: FEITOS À MÃO E LEGAIS DE BRINCAR? CONVERSE COM OS COLEGAS E O PROFESSOR A RESPEITO.

• O artigo propõe uma reflexão sobre: [...] o processo de criação e transmissão do saber-fazer das bonecas Abayomi, concebidas como linguagem artística e cultural, considerando que sua confecção se caracteriza como experimentação criativa e identitária, inserida no campo de lutas produzidas pelo movimento de mulheres negras, no Rio de Janeiro (Gomes et al., 2017, p. 251).

• Após contextualizar a origem da boneca, faça a leitura em voz alta do texto “Falando de arte” e proponha aos estudantes que acompanhem a leitura em seus livros, com atenção para aspectos textuais e para as relações com a imagem (EF01LP05, EF15LP04). Abra espaço para que conversem a respeito, mediando com perguntas que os motive a se expressarem.

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF01LP05 , EF15LP04 ), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade ( EF15LP09 , EF15LP10 , EF15LP11).

Orientações didáticas

• Diga aos estudantes que é hora de saber mais sobre um brinquedo por meio do qual aquele que produz pode expressar-se artisticamente. Esse é um momento oportuno para dar continuidade às reflexões iniciadas na abertura da unidade sobre a produção artesanal de brinquedos. Aqui, é possível ampliar as trocas para os significados culturais, históricos e afetivos de objetos criados manualmente, que ajudam a compreender que a arte não se restringe a pinturas ou esculturas expostas em museus, mas também se manifesta no cotidiano, como neste caso.

• Se achar oportuno, compartilhe com os estudantes o contexto histórico de criação das bonecas no Brasil, documentado no estudo “A boneca Abayomi: entre retalhos, saberes e memórias”, publicado na revista Iluminuras, da UFRGS, e que está disponível no link a seguir: https://seer.ufrgs. br/index.php/iluminuras/ article/view/75745 (acesso em: 18 ago. 2025).

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ATIVIDADE EXTRA

Se possível, proponha aos estudantes que façam a própria abayomi em casa, com a ajuda de um familiar ou responsável, ou mesmo em sala de aula, solicitando que tragam previamente o material necessário, ou seja, retalhos de tecido. Além do valor lúdico e artístico da atividade, trabalhos manuais como esse são relevantes para o desenvolvimento de habilidades motoras, importantes inclusive para a aquisição do controle para o traçado das letras.

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF01LP02 , EF01LP03 , EF01LP08 , EF01LP22 , EF01LP23 , EF01LP24 , EF12LP02 , EF12LP03 , EF12LP17 , EF15LP06 , EF15LP07), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10).

SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL

É importante retomar com os estudantes que esta produção é parte de um processo maior de pesquisa, que se iniciou em seções anteriores. Proponha uma rodada de conversa para retomar as primeiras etapas, como a pesquisa das brincadeiras para conhecer seus diferentes nomes e a elaboração dos diagramas. Compartilhe informações sobre o produto que entregarão para que entendam o propósito de todas as etapas do processo.

Orientações didáticas

• Após a conversa inicial, combine como será feito o registro das brincadeiras antes de dar início à votação. Essa decisão pode ser tomada a depender da trajetória da turma e dos objetivos de aprendizagem para o momento. Se achar oportuno, proponha aos estudantes que consultem quais são as brincadeiras e escrevam da forma como souberem, sem copiar, para que tenham o desafio de pensar nessa escrita (EF01LP02). Uma possibilidade é que esse registro seja feito de forma coletiva, com você atuando na lousa como escriba com base no que a turma indicar. Essa opção favorece as trocas sobre o sistema de escrita em um contexto heterogêneo: alguns estudantes podem propor a inclusão de letras

HORA DE PRODUZIR

MURAL DE CURIOSIDADES DA TURMA

NESTA UNIDADE, VOCÊ APRENDEU SOBRE BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS BRASILEIRAS. CHEGOU A HORA DE USAR TUDO O QUE DESCOBRIU PARA PRODUZIR ALGO MUITO ESPECIAL SOBRE UMA DESSAS FORMAS DE DIVERSÃO. VAMOS LÁ?

O QUE VAI PRODUZIR

VOCÊ E SEUS COLEGAS VÃO CRIAR UM MURAL DE CURIOSIDADES PARA SABER MAIS SOBRE UMA DAS BRINCADEIRAS ESTUDADAS NESTA UNIDADE.

PLANEJAR

1. O PROFESSOR VAI FAZER UMA VOTAÇÃO COM A TURMA PARA ESCOLHER QUAL SERÁ A BRINCADEIRA PESQUISADA. PARA ISSO, ESCREVA NAS LINHAS A SEGUIR OS NOMES DAS BRINCADEIRAS QUE PESQUISOU NA PÁGINA 184 DA FORMA COMO ELAS SÃO CONHECIDAS NA SUA REGIÃO.

2. DEPOIS DE FAZER A VOTAÇÃO, ANOTE O NÚMERO DE VOTOS

NO QUADRINHO AO LADO DA PALAVRA QUE NOMEIA CADA BRINCADEIRA. A MAIS VOTADA SERÁ A ESCOLHIDA!

3. O PROFESSOR VAI ORGANIZAR A TURMA EM PEQUENOS GRUPOS. CADA GRUPO FICARÁ RESPONSÁVEL POR FAZER UMA PESQUISA SOBRE UM ASPECTO DA BRINCADEIRA ESCOLHIDA PARA CRIAR UMA CURIOSIDADE BEM INTERESSANTE SOBRE ELE.

ou sílabas relacionando-as a elementos sonoros, por exemplo (EF01LP08), outros podem questionar a escolha dos colegas, sugerindo diferentes soluções. Neste caso, o registro terá dois momentos: a parte coletiva e a cópia, em seguida (EF12LP03, EF01LP03).

• Procure organizar os grupos com base em critérios que favoreçam trocas produtivas entre os estudantes, como níveis próximos de conceitualização da escrita, para que as reflexões sobre o que e como escrever promovam avanços no que estavam pensando. Estudantes em nível de conceitualização silábico-alfabético, por exemplo, podem pensar juntos na necessidade ou não de uma letra na composição de uma sílaba enquanto escrevem e tomam decisões sobre o texto. Outro estudante que esteja em nível de conceitualização de escrita silábica, mas já começando a pensar que uma letra não é suficiente para representar a sílaba, também pode se beneficiar desse agrupamento.

4. VOCÊS PODEM DECIDIR JUNTOS O QUE PESQUISAR, POR EXEMPLO:

• QUAIS MATERIAIS SÃO USADOS NA BRINCADEIRA?

• COMO A BRINCADEIRA É FEITA?

• ONDE ESSA BRINCADEIRA COSTUMA ACONTECER?

• QUANTAS PESSOAS PODEM BRINCAR?

• QUAL É A ORIGEM DA BRINCADEIRA?

• EM QUE REGIÃO ESSA BRINCADEIRA É MAIS FAMOSA?

PRODUZIR

1. SIGAM AS ORIENTAÇÕES DO PROFESSOR PARA FAZER UMA PESQUISA EM LIVROS OU NA INTERNET.

2. SELECIONEM AS INFORMAÇÕES QUE MAIS CHAMARAM A ATENÇÃO DE VOCÊS SOBRE O ASPECTO PESQUISADO.

3. DECIDAM O QUE VAI ENTRAR NO TEXTO DE VOCÊS, ESCREVENDO, JUNTOS, UMA VERSÃO DA CURIOSIDADE.

4. LEIAM EM VOZ ALTA ESSE TEXTO E FAÇAM OS AJUSTES NECESSÁRIOS PARA QUE ELE FIQUE CLARO E ORGANIZADO.

5. ESCOLHAM UMA FOTOGRAFIA OU FAÇAM UM DESENHO QUE REPRESENTE ALGUMA PARTE DO TEXTO.

COMPARTILHAR

COM A AJUDA DO PROFESSOR, MONTEM UM MURAL DE CURIOSIDADES (COM TÍTULO E UM TEXTO INTRODUTÓRIO) E PREPAREM UMA EXPOSIÇÃO PARA QUE MAIS PESSOAS CONHEÇAM ESSA BRINCADEIRA.

AVALIAR

Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor

OBSERVE O MURAL E CONVERSE COM SEUS COLEGAS:

1. AS CURIOSIDADES APRESENTAM INFORMAÇÕES INTERESSANTES SOBRE A BRINCADEIRA?

2. O MURAL FICOU BEM-ORGANIZADO E CONVIDATIVO À LEITURA?

se retomam a forma como as informações costumam ser apresentadas nesses textos e onde é possível encontrá-las. Apresente diferentes curiosidades em revistas ou livros para que as explorem (EF12LP02, EF12LP17).

• Durante a produção dos textos, acompanhe os processos de escrita dos grupos, incentivando-os a utilizar os recursos da sala de aula para tirarem dúvidas. Mapeie avanços e dificuldades e faça uma mediação que os ajude a avançar em suas hipóteses (EF01LP22, EF01LP23, EF01LP24).

• É importante que os estudantes possam reler

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e revisar o texto produzido (EF15LP06), primeiro entre os integrantes do grupo e depois com o restante da turma (EF15LP07).

• Combine com a turma que a construção do mural será coletiva e que todos poderão contribuir com ideias sobre a melhor forma de organizar as curiosidades. Reforce que o objetivo é chamar a atenção do leitor e apresentar informações interessantes sobre a brincadeira escolhida. Se achar pertinente, proponha uma votação sobre o local em que a exposição será montada para que tenha ampla visibilidade para a comunidade escolar.

• Combine coletivamente qual pergunta orientará a pesquisa de cada grupo para que haja uma diversidade de temas contemplados no mural.

• Organize a etapa de pesquisa considerando as possibilidades de seu contexto de trabalho e auxilie-os a buscar as informações de que precisam, como idas à biblioteca e uso de computadores. Explique o papel do sumário e de outros índices que podem auxiliar a verificação do conteúdo de um material e se ele será útil para a pesquisa (EF12LP02).

• Sugestões que podem ser úteis nessa etapa de pesquisa:

• MAPA do brincar. Folhinha, São Paulo. Disponível em: https:// mapadobrincar.folha.com. br/projeto. Acesso em: 14 set. 2025.

• JOGOS e brincadeiras: origens das diversões das crianças brasileiras. UOL Educação. Disponível em: https://educacao.uol.com. br/disciplinas/cultura -brasileira/jogos-e -brincadeiras-origens-das -diversoes-das-criancas -brasileiras.htm. Acesso em: 14 set. 2025.

• BRINCADEIRAS pelo Brasil. Território do Brincar Disponível em: https:// territoriodobrincar.com.br/ brincadeiras-pelo-brasil/. Acesso em: 14 set. 2025.

• Retome com os estudantes as características do gênero curiosidade, trabalhadas no início desta unidade. Confira

BNCC

Desta seção ao Agora na pauta, os estudantes avançarão na apropriação do sistema alfabético ao reconhecerem a relação entre fala e escrita, compreenderem que as letras representam fonemas, diferenciarem e relacionarem letras em diversos formatos e treinarem o traçado das letras trabalhadas (EF01LP05, EF01LP07, EF01LP10, EF01LP11).

Orientações didáticas

• Mostre a letra U no livro, nas formas bastão e cursiva, em maiúsculas e minúsculas, e peça aos estudantes que observem, brincando de passar o dedo sobre elas. Reforce que o foco no traçado neste volume está na letra bastão.

• Conduza a realização do Letra na mão, sugerindo aos estudantes que brinquem de formar a letra U em bastão usando massinha de modelar. Peça-lhes que façam uma “cobrinha” e depois modelem o U. Em seguida, mostre também como essa letra é apresentada no alfabeto em Libras.

• Escreva a letra U na lousa, permitindo que os estudantes observem a ordem e a direção do traçado da letra. Eles devem usar o seu traçado como modelo, portanto, siga o padrão indicado. Observe as setas que apontam para essa direcionalidade, partindo do ponto vermelho. Proponha, então, a brincadeira de traçar a letra no ar, seguindo essa direção. Em seguida, peça-lhes que tracem o U nos quadros da atividade de treino motor de Hora do traçado, com vistas ao desenvolvimento da aprendizagem da letra manuscrita, tanto em pontilhado quanto à mão livre.

TIRANDO DE LETRA... U!

É HORA DA LETRA U!

QUANDO VOCÊ OLHA PARA ELA, QUAL É A PRIMEIRA PALAVRA

QUE VEM À SUA CABEÇA? CONTE PARA OS COLEGAS E OUÇA AS DELES TAMBÉM!

Resposta pessoal.

DEPOIS, PRESTE ATENÇÃO NOS DIFERENTES MODOS DE REGISTRAR ESSA LETRA.

U u Uu

LETRA NA MÃO

1. COM MASSINHA DE MODELAR, EXPERIMENTE FAZER O U, ASSIM:

Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes consigam formar a letra U com massinha de modelar.

2. COM A AJUDA DO PROFESSOR, FORME ESSA LETRA NO ALFABETO EM LIBRAS:

Resposta pessoal. Se necessário, auxilie os estudantes a fazerem a letra U no alfabeto em Libras.

UHORA DO TRAÇADO

VAMOS PRATICAR A ESCRITA DA LETRA U EM BASTÃO? PARTINDO DO PONTINHO VERMELHO, CUBRA OS PONTILHADOS. DEPOIS, TRACE ESSA LETRA LIVREMENTE NO ÚLTIMO QUADRINHO.

Resposta pessoal. Se necessário, auxilie os estudantes a traçarem a letra U.

SONS E LETRA: U

Caso surjam hipóteses envolvendo a relação grafema-fonema, retome palavras com a inicial U, como “urso”, que exemplifica a realização fonológica mais comum para essa letra: o fonema /u/. Se necessário, amplie com outra possibilidade: o som nasal /ũ/, como em “umbigo”. Explique que, ao longo da coleção, estudarão com mais atenção esse som nasal, que pode aparecer em palavras como “atum” e “mundo”, sendo marcado na escrita pelas letras M e N

TIRANDO DE LETRA... V !

CHEGOU A VEZ DA LETRA V!

QUAIS PALAVRAS VOCÊ CONHECE QUE COMEÇAM COM ESSA LETRA?

Resposta pessoal.

AGORA, REPARE NOS DIFERENTES JEITOS DE ESCREVER O V:

Orientações didáticas

• Mostre aos estudantes a letra V no livro, nos diferentes tipos. Se houver alguém com nome iniciado com essa letra, convide-o a traçá-la na lousa, para que fortaleçam a confiança na escrita de forma lúdica e significativa.

LETRA NA MÃO

1. COM SEMENTINHAS, CAROÇOS OU FEIJÕES, TENTE FORMAR O V OBSERVE UM EXEMPLO.

Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes consigam formar a letra V com sementinhas, caroços ou feijões.

2. COM A AJUDA DO PROFESSOR, EXPERIMENTE FORMAR ESSA LETRA NO ALFABETO EM LIBRAS.

V VHORA DO TRAÇADO

Resposta pessoal. Se necessário, auxilie os estudantes a fazerem a letra V no alfabeto em Libras.

QUE TAL TREINAR A ESCRITA DA LETRA V EM BASTÃO?

PARTINDO DO PONTINHO VERMELHO, CUBRA OS PONTILHADOS. DEPOIS, TRACE LIVREMENTE A LETRA V NOS ÚLTIMOS QUADRINHOS.

Resposta pessoal. Se necessário, auxilie os estudantes a traçarem a letra V.

• Note se os dedos têm o papel principal no movimento, com o punho e o braço permanecendo mais estáveis.

• Ajude-os a fazer curvas mais suaves no U e ângulos mais firmes no V, atentando às diferenças gráficas entre as letras.

• Modele a pegada em três pontos e acompanhe os que tiverem dificuldades, propondo atividades de escrita individual. Assim, por meio da imitação e da prática, poderão observar melhor a pega

• Escreva a letra V na lousa e explique-lhes que devem usar esse traçado como modelo, indicando a ordem e a direção do traçado conforme as setas apresentadas na seção.

• Proponha a brincadeira de traçar a letra V no ar, modelando o movimento. Depois, peça-lhes que façam o exercício de treino motor, primeiro cobrindo os pontilhados e, em seguida, à mão livre.

• Ao realizarem a atividade Letra na mão, eles formarão a letra com material concreto, desenvolvendo a coordenação motora fina. Ofereça momentos para que brinquem de formar a letra V em bastão usando algum material concreto, como sementes ou grãos.

• A letra V, isolada, representa um som: o fonema /v/.

LÁPIS NA MÃO

• Durante o traçado da letra U, observe se os estudantes conseguem realizar curvas amplas e regulares mantendo a continuidade do movimento e sem quebras bruscas no ponto de subida e se há coordenação entre a descida e a subida dos traços.

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funcional e a preensão de forma eficiente. Valorize os avanços conquistados e incentive ajustes sutis, sem repreensões, para que aprendam de maneira natural e positiva.

• Para treinar a transição entre as duas letras e favorecer o refinamento motor, proponha exercícios como traçar arcos e linhas em zigue-zague, seguindo pontilhados ou à mão livre, alternando entre movimentos curvos e retos.

Orientações didáticas

• Sugira aos estudantes que observem a letra W apresentada no livro nos quatro tipos.

• Proponha a realização do Letra na mão. Se possível, ofereça momentos para que os estudantes brinquem de formar a letra com canetas, lápis ou gravetos.

• Escreva a letra W na lousa, seguindo as setas indicadas na seção, para que os estudantes observem com atenção a ordem e a direção do traçado.

• Proponha a brincadeira de traçar a letra no ar, modelando de acordo com a direção observada. Em seguida, peça-lhes que tracem o W no exercício de treino motor da Hora do traçado, primeiro no pontilhado e depois à mão livre.

ATIVIDADE EXTRA

Se achar oportuno, após formar a letra W com materiais concretos, ofereça momentos para que os estudantes brinquem de montar outras letras já estudadas que apresentem traços retos, usando canetas, lápis, gravetos ou palitos. Em duplas, eles podem experimentar compor letras como E, F, H, I, K, L, M, N, T, V. Para essa proposta, é importante separar diferentes pares de lápis, gravetos ou palitos de mesmo tamanho para facilitar as composições.

TIRANDO DE LETRA... W !

É HORA DA LETRA W!

VOCÊ SE LEMBRA DE ALGUM NOME DE GENTE QUE COMEÇA

COM ESSA LETRA? SE SIM, DIGA ESSE NOME À TURMA.

Resposta pessoal.

AGORA, ACOMPANHE DIFERENTES JEITOS DE ESCREVER O W

LETRA NA MÃO

1. COM DIFERENTES MATERIAIS, COMO CANETAS, LÁPIS OU GRAVETOS, EXPERIMENTE FAZER O W, COMO NA IMAGEM:

Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes consigam formar a letra W com diferentes materiais, como canetas, lápis ou gravetos.

2. COM A AJUDA DO PROFESSOR, FORME A LETRA W NO ALFABETO EM LIBRAS. W w

Resposta pessoal. Se necessário, auxilie os estudantes a fazerem a letra W no alfabeto em Libras.

W

HORA DO TRAÇADO

VAMOS EXPERIMENTAR O TRAÇADO DA LETRA W EM BASTÃO? PARTINDO DO PONTINHO VERMELHO, CUBRA OS PONTILHADOS. DEPOIS, ESCREVA LIVREMENTE A LETRA W NO ÚLTIMO QUADRINHO.

Resposta pessoal. Se necessário, auxilie os estudantes a traçarem a letra W

SONS E LETRA: W

Caso surjam curiosidades sobre a relação grafema-fonema envolvendo essa letra, explique que o W pode representar ora um som vocálico (como em “Welington”, em que corresponde ao som /u/), ora um som consonantal (como em “Wagner”, em que pode corresponder ao som /v/). Vale destacar que a frequência de palavras com W não é muito alta na língua portuguesa, já que costuma aparecer em palavras de origem estrangeira ou em nomes próprios.

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TIRANDO DE LETRA... X !

CHEGOU A HORA DA LETRA X!

ONDE VOCÊ JÁ ENCONTROU ESSA LETRA? CONTE PARA OS COLEGAS.

Resposta pessoal.

ACOMPANHE DIFERENTES JEITOS DE ESCREVER O X

X x Xx

LETRA NA MÃO

1. USANDO PALITOS DE SORVETE, FORME A LETRA X EM BASTÃO, ASSIM:

Resposta pessoal. Se necessário, auxilie os estudantes a fazerem a letra X com palitos de sorvete.

2. COM A AJUDA DO PROFESSOR, EXPERIMENTE FAZER O X NO ALFABETO EM LIBRAS.

Resposta pessoal. Se necessário, auxilie os estudantes a fazerem a letra X no alfabeto em Libras.

HORA DO TRAÇADO

CHEGOU A HORA DE PRATICAR O TRAÇADO DA LETRA X EM BASTÃO. PARTINDO DO PONTINHO VERMELHO, CUBRA OS PONTILHADOS. DEPOIS, TREINE LIVREMENTE A ESCRITA DA LETRA X NO ÚLTIMO QUADRINHO.

Resposta pessoal. Se necessário, auxilie os estudantes a traçarem a letra X

Orientações didáticas

• Mostre aos estudantes a letra X nos diferentes tipos. Peça-lhes que citem palavras com essa letra e registre-as na lousa.

• No Letra na mão, proponha atividades multissensoriais, com diferentes materiais e texturas, favorecendo a apropriação do traçado. Ofereça a eles oportunidade para modelar a letra X utilizando massinha de modelar, palitos de sorvete ou outros materiais que permitam explorar seu formato. Depois, mostre como a letra X é representada no alfabeto em Libras, incentivando-os a reproduzir o sinal e a compará-lo aos sinais de outras letras já aprendidas.

• Peça aos estudantes que passem o dedo indicador sobre o traçado da letra X em bastão no livro, começando o movimento pela parte superior esquerda. Escreva o X na lousa, seguindo as setas indicadas, para que observem a ordem e a direção do traçado da letra e oriente-os a fazer o exercício de treino motor do X na Hora do traçado, em pontilhado e à mão livre.

SONS E LETRA: X

A letra X pode representar diferentes sons: /ʃ/ (como em “xícara”), /ks/ (como em “tórax”), /s/ (como em “texto”) e /z/ (como em “exame”). Em algumas regiões do Brasil, a pronúncia afeta os exemplos apresentados para cada fonema. Considere essas X

variações conforme a região do falante, sem qualquer preconceito linguístico. Faça as mediações necessárias diante das perguntas dos estudantes, levando em consideração o que for relevante para as diferentes realizações na fala.

LÁPIS NA MÃO

• Durante o traçado do W à mão livre, observe se os estudantes mantêm a sequência de movimentos em zigue-zague com regularidade, equilibrando a altura dos traços e evitando repetições de esforço.

08/10/2025 10:36:41

• Note se há fluidez entre movimentos ascendentes e descendentes no W e no cruzamento das diagonais do X.

• Ajude-os a ajustar a pega funcional, para terem mais firmeza e economia de esforço, especialmente nas diagonais.

• Para reforçar o ritmo, a precisão e a percepção espacial, proponha atividades paralelas, como traçar zigue-zagues em diferentes tamanhos ou linhas diagonais cruzando-se em pontos marcados.

• Repare se, ao formar a letra X, eles realizam a sobreposição dos dois traços com precisão, coordenando a direção das linhas diagonais sem perder o alinhamento.

Orientações didáticas

1. Observe se os estudantes conseguem identificar e relacionar corretamente os quatro formatos de cada letra. Circule pela sala de aula para acompanhar como eles realizam as correspondências e registre observações que possam orientar intervenções com aqueles que apresentarem maior necessidade de apoio. Uma alternativa é propor que circulem, com a mesma cor, cada ocorrência da mesma letra nos diferentes formatos, facilitando a percepção visual da correspondência.

2. Nesta atividade, o objetivo é despertar a curiosidade, incentivar a atenção aos detalhes e ampliar a familiaridade com as letras U, V, W e X em formato cursivo. Oriente os estudantes a observarem atentamente as formas e proporções, comparando semelhanças e diferenças entre elas. Caso perceba interesse, permita que explorem mais esses traçados de maneira lúdica em folhas avulsas ou em outros suportes. Reforce que não é necessário exigir precisão no desenho, pois o treino sistemático da letra cursiva será aprofundado no volume 2 e neste momento o foco permanece na letra bastão.

LIGADO NAS LETRAS

1. LEMBRA COMO AS LETRAS U, V, W E X SÃO ESCRITAS

EM DIFERENTES TIPOS DE LETRA? LIGUE AS LETRAS CORRESPONDENTES PARA REVER OS TIPOS QUE VOCÊ CONHECEU.

Resposta: Os estudantes devem ligar as letras de imprensa minúscula e as letras cursivas (maiúscula e minúscula) à letra bastão correspondente.

2. AGORA, BRINQUE DE TRAÇAR O U, O V, O W E O X DE MODOS DIFERENTES, COPIANDO CADA LETRA NO ESPAÇO LOGO ABAIXO DELA.

DICA: VOCÊ SÓ VAI TREINAR O TRAÇADO DESSE TIPO DE LETRA NO 2º ANO. POR ENQUANTO, ESTA ATIVIDADE É SÓ PARA QUE CONHEÇA E SE APROXIME AOS POUCOS DESSA ESCRITA.

Resposta: Os estudantes devem traçar as letras U, V, W e X em letra cursiva maiúscula e minúscula. 202

ATIVIDADE EXTRA: JOGO

Distribua entre os estudantes cartões ou tiras de papel com as letras U, V, W e X escritas em diferentes formatos (imprensa maiúscula e minúscula, cursiva maiúscula e minúscula). Organize a turma em pequenos grupos e peça que, em cada rodada, um representante sorteie um cartão e desenhe o traçado da letra no ar, com o dedo ou com um giz imaginário. Os colegas do grupo de-

vem observar atentamente e indicar qual é a letra representada e em qual formato ela se encontra. Em seguida, confira coletivamente, mostrando o cartão sorteado. O jogo pode ser repetido até que todos tenham a oportunidade de participar como “desenhistas”. Essa variação favorece a observação das diferenças e semelhanças entre os traçados, amplia a familiaridade com os formatos e torna a aprendizagem mais interativa e divertida.

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AGORA NA PAUTA

CUBRA OS PONTILHADOS E CONTINUE TRAÇANDO, EM BASTÃO, AS LETRAS QUE VOCÊ TRAÇOU NESTA UNIDADE.

DICA: ESCREVA CADA LETRA PELO MENOS TRÊS VEZES NA PAUTA. DEIXE SEMPRE UM ESPAÇO EM BRANCO ENTRE AS LETRAS.

Resposta: Os estudantes devem traçar as letras U, V, W e X em letra bastão.

incentivando a adaptação motora e o refinamento da escrita.

• Para estudantes que ainda demonstram dificuldade, ofereça exercícios preparatórios avulsos, se viável, com acompanhamento individual. Peça-lhes que pratiquem em folhas soltas atividades como contornar ou escrever à mão livre formas curvas contínuas, como ondas (para o U), desenhar zigue-zagues (do V ao W) e cruzar linhas diagonais em pontos de referência (para o X).

09/10/2025 17:58:15

Orientações didáticas

• Oriente os estudantes a seguirem o pontilhado para formarem o traçado das letras U, V, W e X em bastão. Na sequência, incentive-os a reproduzi-las sem o pontilhado, utilizando o treino de escrita feito na Hora do traçado como referência. Lembre-os de usar lápis e continue avaliando o padrão de preensão do lápis, visando ao desenvolvimento da escrita fluida e legível.

LÁPIS

NA MÃO

• Nesta etapa, os estudantes retomam as quatro letras estudadas na unidade em pauta caligráfica, alternando o treino no pontilhado e à mão livre, para consolidar proporção, alinhamento e regularidade do traço.

• Observe se há maior fluidez na execução, com ritmo contínuo nos traços curvos do U e precisão no zigue-zague para o traçado do V e do W e no cruzamento das diagonais do X

• Repare se os dedos conduzem o lápis com autonomia, mantendo o punho estável e evitando esforço do braço, e se os estudantes conseguem ajustar a pressão para curvas suaves e cruzamentos firmes.

• Incentive pausas rápidas para relaxar a mão e alongar os dedos, favorecendo a soltura e prevenindo fadiga.

• Para quem já apresenta controle estável da pega em três pontos, proponha mudanças no ritmo do traçado,

BNCC

Além da habilidade indicada nas orientações (EF01LP05, EF01LP08 , EF01LP09 , EF01LP13 , EF01LP17 , EF12LP01 , EF12LP03 , EF12LP04), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10 , EF15LP11 , EF15LP13).

SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL

A proposta é que os estudantes vivenciem uma atividade lúdica envolvendo as palavras que nomeiam as brincadeiras, as quais eles vêm explorando desde a unidade anterior. Se achar oportuno, retome com a turma quais são essas palavras, com base na lista afixada na parede ou na retomada das atividades no livro. Alimente a lista com outras brincadeiras tradicionais do Brasil para ampliar o vocabulário e o repertório da turma (EF01LP17, EF12LP04).

Orientações didáticas

• Antes do início do jogo, crie na lousa uma lista com nomes de brincadeiras comuns no Brasil. Peça aos estudantes que copiem no quadro do caderno quatro nomes dessa lista (EF12LP03). Disponibilize um tempo após a cópia para que verifiquem se querem fazer algum ajuste antes de o jogo começar.

• Procure demonstrar na lousa como se dará a marcação nos quadros a cada rodada. Faça um modelo com algumas opções e pinte ou marque um X, dependendo do que for combinado para destacar, no quadro, os nomes sorteados durante as rodadas.

• Quando todos estiverem prontos, inicie a rodada dizendo em voz alta uma das brincadeiras da lista, com uma pronúncia clara e que ajude a evidenciar a sonoridade das palavras (EF01LP05, EF01LP08).

É JOGO, É BRINCADEIRA

JOGO DAS BRINCADEIRAS BRASILEIRAS

Comentários nas orientações ao professor.

VOCÊ ESTUDOU DIFERENTES BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS

CONHECIDAS EM NOSSO PAÍS. PARA LEMBRARMOS DE OUTRAS TANTAS, VAMOS JOGAR UM JOGO DIVERTIDO!

1. O PROFESSOR VAI ESCREVER NA LOUSA UMA LISTA COM NOMES DE BRINCADEIRAS COMUNS NO BRASIL.

2. COM SEUS COLEGAS E O PROFESSOR, LEIA COM ATENÇÃO TODOS OS ITENS DA LISTA.

3. NO CADERNO OU EM UMA FOLHA AVULSA, FAÇA UM QUADRO E COPIE NELE QUATRO NOMES DA LISTA.

4. O PROFESSOR VAI SORTEAR E DITAR O NOME DE UMA BRINCADEIRA POR RODADA. FIQUE ATENTO E, CASO TENHA O NOME DITADO EM SEU QUADRO, MARQUE UM X NELE.

5. QUANDO ALGUÉM MARCAR TODAS AS BRINCADEIRAS DO QUADRO, DEVE DIZER BEM ALTO: “TERMINEI!”. AQUELE QUE DISSER PRIMEIRO GANHA A PARTIDA.

6. LEMBREM-SE DE CONFERIR SE AS PALAVRAS MARCADAS PELO GANHADOR ESTÃO CORRETAS. BOM JOGO!

• Durante o jogo, os estudantes terão de comparar os nomes de brincadeiras, apoiando-se em critérios para localizá-los a cada sorteio, como som inicial, letras que aparecem e tamanho das palavras, entre outros (EF01LP09, EF01LP13).

• Quando algum estudante disser “Terminei!”, procure fazer a verificação coletivamente, convidando a turma a apoiar nesse processo. Escreva cada brincadeira marcada na lousa para que os estudantes possam comparar com a escrita convencional (EF01LP03, EF12LP01).

1. VOCÊ APRENDEU MUITA COISA NESTA UNIDADE. É HORA DE RELEMBRAR ALGUNS CONTEÚDOS E PENSAR SOBRE SEUS

ESTUDOS. PARA ISSO, PINTE OS QUADRINHOS DE ACORDO COM A LEGENDA: VAMOS AVALIAR O APRENDIZADO

Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor

ENTENDI BEM. PRECISO REVER.

CURIOSIDADE

VARIAÇÃO DE NOMES

REGRAS DE BRINCADEIRA (COM DIAGRAMA)

ESQUEMA PARA ORGANIZAR INFORMAÇÕES

ABAYOMI (ABRACADABRA)

LETRAS U, V, W, X

2. AVALIE O QUE APRENDEU E COMPLETE AS FRASES A SEGUIR.

A ) EU NÃO CONHECIA:

Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor

B ) EU ACHEI DIVERTIDO:

Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor

DICA: SE PRECISAR, CONSULTE OS ITENS DA ATIVIDADE 1

SAIBA MAIS

UM LIVRO PARA SE MOVIMENTAR!

COM MAIS DE 150 BRINCADEIRAS DO BRASIL E DE OUTROS PAÍSES, ESSE LIVRO É UM CONVITE PARA MEXER O CORPO E EXPERIMENTAR MUITAS IDEIAS!

TATIT, ANA; PENIDO, PATRICIA. BRINCADEIRAS PARA TIRAR O BUMBUM DA CARTEIRA. SÃO PAULO: MELHORAMENTOS, 2019.

BNCC

Nesta seção, os estudantes vão ler enunciados e tarefas escolares com o professor e os colegas (EF12LP17) , escutar com atenção e fazer perguntas pertinentes durante trocas orais (EF15LP10).

Respostas e orientações didáticas

UM SITE PARA PESQUISAR E SABER MAIS!

CONHEÇA DIVERSAS BRINCADEIRAS DE TODO O BRASIL, APRESENTADAS POR REGIÕES E COM SUAS VARIAÇÕES!

MAPA DO BRINCAR. DISPONÍVEL EM: https://mapadobrincar.folha.com.br/. ACESSO EM: 18 JUN. 2025.

Após o trabalho com o tema brinquedos e brincadeiras, espera-se que os estudantes tenham ampliado o olhar para essa atividade cultural tão própria do universo infantil e avançado na aprendizagem dos conteúdos. Retome seus registros sobre as trocas ocorridas nas diferentes atividades e avalie os percursos de exploração dos gêneros textuais abordados, com foco na situação comunicativa e no assunto tratado neles.

O trabalho com a oralidade é fundamental para os estudantes, tornando a avaliação de seus aspectos, como a habilidade de se expressar com clareza, escutar com atenção e reconhecer características da conversação espontânea, pontos a serem avaliados e acompanhados regularmente.

10/10/2025 14:54:47

1. Com base nos conteúdos listados, faça perguntas que levem os estudantes a retomarem o que aprenderam e marcaram nos itens conforme suas experiências. Observe como cada um participa da autoavaliação e reflete sobre sua aprendizagem. Anote individualmente as marcações de “preciso rever” para identificar possíveis necessidades e verificar se estão alinhadas com suas percepções sobre as dificuldades que podem aparecer ao longo do caminho. 2. Converse com eles sobre os temas da segunda atividade, para que troquem impressões a respeito de assuntos que não conheciam e momentos de aprendizagens que apreciaram.

SAIBA MAIS

No decorrer da unidade, os estudantes exploraram a importância de boas fontes para pesquisa em um contexto de estudo. Os recursos indicados ampliam o repertório da turma para consulta de brincadeiras e suas variações no Brasil e no mundo.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

MEIRELLES, Renata; REEKS, David (org.). Território do brincar: diálogo com escolas. São Paulo: Instituto Alana, 2015. O livro apresenta reflexões e relatos sobre o brincar com base em olhares de comunidades indígenas, quilombolas, rurais e urbanas, valorizando a atuação educativa pautada por escuta, observação e diálogo com as crianças e suas culturas por meio da pesquisa sobre as diversas manifestações brincantes do país.

INTRODUÇÃO E

JUSTIFICATIVA

A unidade propõe um percurso voltado ao imaginário, com foco no encantamento, na ludicidade e na fruição. O título Brincando com os avessos já convida a explorar as palavras.

Textos, atividades e situações didáticas incentivam experiências estéticas que dialogam com diferentes linguagens da expressão infantil, articulando o Campo de atuação artístico-literário com o campo de experiências Traços, sons, cores e formas, contribuindo para a transição da Educação Infantil ao Ensino Fundamental, favorecendo sensibilidade, criatividade e expressão pessoal.

Ao trabalhar uma história curta em versos e um poema, são exploradas a imaginação, as rimas e a sonoridade, além dos sentidos das palavras, com foco na habilidade de separação por critério de oposição de significados. As práticas de leitura e escrita seguem como atividades permanentes de experimentação e reflexão, em parceria e individualmente.

As atividades propostas favorecem o trabalho com os temas contemporâneos transversais Diversidade cultural e Educação para valorização do multiculturalismo nas matrizes históricas e culturais brasileiras

Expectativas de aprendizagem

Ao final da unidade, espera-se que os estudantes sejam capazes de:

• acompanhar a leitura de uma história curta em versos, com atenção para a dimensão de encantamento e apreciando os jogos de palavras, a presença de rimas e o humor;

• separar palavras pelo critério de oposição de significado (antonímia);

• apreciar um poema, observando sonoridades e rimas e reconhecendo seu pertencimento ao mundo do imaginário;

UNIDADE7

BRINCANDO COM OS AVESSOS

ILUSTRAÇÃO DE CLARICE

CAJUEIRO PARA O LIVRO JUDITE

QUER CHORAR, MAS NÃO

CONSEGUE! COM TEXTO DE EDU O.

• traçar, na forma bastão, as letras trabalhadas na unidade;

• produzir registros escritos coerentes com o tema trabalhado e com cada gênero analisado, mesmo que ainda não escrevam de forma convencional;

• ler de forma cada vez mais autônoma, diversificando estratégias e desenvolvendo maior fluência na leitura.

Mapeando conhecimentos

Proponha uma roda de conversa sobre textos versificados, convidando os estudantes a falarem sobre exemplares que conhecem, autores que

apreciam e outras informações que ajudem a mapear o repertório sobre esses textos. Disponibilize livros que apresentem diferentes textos versificados e promova uma conversa sobre eles. Faça a mediação para que os estudantes troquem ideias sobre o que veem nas capas, o que as ilustrações comunicam e o que acham que está escrito. Depois, faça a leitura de alguns desses textos, se possível, um poema selecionado pela turma. Os estudantes podem fazer uma agenda das leituras da semana, escrevendo os títulos dos textos que serão lidos em uma tabela afixada na sala de aula. Aproveite os momentos de escrita e leitura para monitorar o processo de alfabetização da turma.

CONTEÚDOS DESTA UNIDADE

• BRINCADEIRA DO SIM-NÃO! (PALAVRAS DE BRINCAR);

• HISTÓRIA CURTA;

• SENTIDOS OPOSTOS;

• SEPARANDO PALAVRAS POR SENTIDOS OPOSTOS;

• LIVRO DOS OPOSTOS (HORA DE PRODUZIR);

• POEMA;

• MAIS SENTIDOS OPOSTOS;

• OPOSTOS CRIATIVOS;

• LETRA DE CANÇÃO (ABRACADABRA);

• LETRAS Y E Z (TIRANDO DE LETRA);

• PERSONAGENS ÀS AVESSAS (É JOGO, É BRINCADEIRA).

OBSERVE A IMAGEM COM ATENÇÃO. DEPOIS, COM OS COLEGAS E O PROFESSOR, RESPONDAM ÀS QUESTÕES.

O QUE VOCÊ SENTE AO OLHAR PARA ESSA IMAGEM?

REPARE BEM NESSA CENA. O QUE A CORUJA ESTÁ VENDO “DE CABEÇA PARA BAIXO”?

AGORA, VIRE O LIVRO “DE CABEÇA PARA BAIXO”. O QUE MUDOU?

VOCÊ NOTOU QUE UMA MESMA IMAGEM PODE SER

OBSERVADA DE DIFERENTES PONTOS DE VISTA. NA CONVERSA QUE TIVERAM NA ATIVIDADE 1, ALGUM COLEGA TEVE UMA SENSAÇÃO DIFERENTE E ATÉ OPOSTA À SENSAÇÃO QUE VOCÊ TEVE? COMENTE.

Respostas e comentários nas orientações ao professor

BNCC

Além da habilidade destacada junto às orientações (EF15LP15), ao investigarem a imagem, os estudantes podem antecipar sentidos e propósitos com base em conhecimentos prévios e nas pistas visuais (EF15LP02), e, ao responderem oralmente às questões, podem mobilizar habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10, EF15LP11).

SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL

A imagem que será analisada convida a um olhar sensível para uma linguagem poética e de encantamento. Comente que a ilustração faz parte de um livro e que os estudantes podem deixar a imaginação livre ao analisá-la. Pergunte se os elementos da imagem lembram alguma história que conhecem, antes de entrar nas questões que exploram os sentimentos provocados por ela. Acolha e valorize o que eles trouxerem, pois, neste momento, o espaço ao imaginário e às dimensões ao lúdico e ao encantamento são bem-vindos (EF15LP15).

Respostas e orientações didáticas

1. A ilustração traz os seguintes elementos: uma árvore, balanços em movimento e parte do corpo de uma coruja. A disposição em que os elementos aparecem na cena provoca uma ruptura

em relação ao nosso olhar corriqueiro, que comumente busca a estabilidade das relações de sentido e posições regulares. Isso pode provocar diferentes sensações no observador. Incentive os estudantes a falarem sobre as sensações que olhar para essa possível desestabilização causada pela imagem provoca: alguns podem indicar sensação de desconforto, por exemplo, enquanto outros podem dizer que experimentaram sensação de liberdade. O importante é acolher e valorizar as interpretações, motivando-os a expli-

car por que acham que tal sensação foi provocada, apoiando-se na materialidade da imagem para responder.

2. Do ponto de vista da coruja, a árvore estaria de cabeça para baixo.

3. Ao virar o livro, a árvore passa a não estar mais de “cabeça para baixo”, mas, sim, a coruja e os balanços.

4. Espera-se que os estudantes percebam que a mesma imagem pode provocar diferentes sensações e emoções e sugerir diversas ideias.

08/10/2025 10:34:14

ATIVIDADE EXTRA

Se achar oportuno, explore outras ilustrações de livros infantis, promovendo uma conversa sobre as sensações provocadas por elas e incentivando os estudantes a perceberem como os sentidos podem variar de acordo com a perspectiva de quem observa.

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF01LP03 , EF01LP09 , EF01LP13 , EF01LP15 , EF12LP01, EF12LP02), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade ( EF15LP09 , EF15LP10 , EF15LP11, EF15LP13).

SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL

Se possível, acesse o vídeo, ouça a canção e cante-a com os estudantes, apoiando-se na melodia apresentada e enfatizando o ritmo: PALAVRA Cantada: sim, não. Palavra Cantada Oficial, 26 set. 2013.

Disponível em: https:// www.youtube.com/ watch?v= Wm7Tbs34iEM&list= RDWm7Tbs34iEM&start _radio=1. Acesso em: 19 ago. 2025.

Orientações didáticas

• A brincadeira proposta favorece uma introdução lúdica ao tema norteador da unidade, além de ser um aquecimento para o trabalho com separação de palavras por significados opostos, conteúdo a ser trabalhado nesta unidade. Se possível, proponha que ela seja realizada fora da sala de aula, no pátio ou na quadra, ampliando as experiências extraclasse e o envolvimento dos estudantes.

• Depois de apresentar a brincadeira aos estudantes, proponha que respondam coletivamente às palavras “cantadas”. Confira se entenderam bem a proposta e aumente a complexidade aos poucos, mudando a ordem dos elementos, acrescentando novas palavras e aumentando a velocidade da récita.

• Ao explicar a etapa em que um estudante será chamado por vez, ressalte que a ideia é se divertir brincando com os contrários para que eles

CONVERSAS ÀS AVESSAS

PALAVRAS DE BRINCAR

Comentários nas orientações ao professor

NA ABERTURA DESTA UNIDADE, VOCÊ OBSERVOU A MESMA IMAGEM DE DIFERENTES PONTOS DE VISTA E CONVERSOU SOBRE AS SENSAÇÕES DISTINTAS, E ATÉ OPOSTAS, PROVOCADAS PELOS DIVERSOS MODOS DE VER. AGORA, O CONVITE SERÁ PARA BRINCAR COM OS OPOSTOS

NAS PALAVRAS! VAMOS LÁ?

BRINCADEIRA DO SIM-NÃO!

1. COM OS COLEGAS, ACOMPANHEM O TEXTO QUE O PROFESSOR VAI LER E, SE POSSÍVEL, CANTAR.

VAI COMEÇAR A BRINCADEIRA. PRESTE MUITA ATENÇÃO: QUANDO EU DISSER QUE “SIM” VOCÊS VÃO DIZER QUE “NÃO”. ORIGEM POPULAR.

2. AGORA, O PROFESSOR VAI FALAR ALGUMAS PALAVRAS. RESPONDAM RAPIDAMENTE COM O OPOSTO DO QUE ELE DISSER. POR EXEMPLO: SE ELE FALAR “SIM, SIM, SIM!”, VOCÊS VÃO DIZER “NÃO, NÃO, NÃO!”.

se sintam confortáveis em arriscar. Os erros que aparecerem não devem ser enfatizados negativamente para que não haja constrangimento e todos se sintam motivados a continuarem brincando com autonomia.

• A fim de ampliar as palavras, para além de “sim” e “não”, é possível levantar ideias com os estudantes para compor uma lista na lousa. Você pode sugerir palavras para que eles digam outras com significados contrários (EF01LP15). Faça anotações sobre o que os estudantes já sabem de sentidos opostos e os desafios que aparecerem para retomar posteriormente na continuidade das atividades.

3. AGORA QUE A TURMA APRENDEU A BRINCADEIRA, UM NOVO DESAFIO SERÁ LANÇADO: O PROFESSOR VAI CHAMAR UM ESTUDANTE POR VEZ PARA RESPONDER AOS AVESSOS. FIQUE ATENTO E SIGA O RITMO DITADO!

4. NAS PRÓXIMOS RODADAS, FAÇAM UM SORTEIO PARA SABER QUEM VAI CONDUZIR A BRINCADEIRA.

5. PARA O DESAFIO FICAR AINDA MAIS DIFÍCIL, AUMENTEM O RITMO E A QUANTIDADE DE PALAVRAS! VOCÊS TAMBÉM PODEM TROCAR O SIM E O NÃO POR OUTRAS PALAVRAS E SEUS OPOSTOS, POR EXEMPLO:

GRANDE, NÃO, PEQUENO!

PEQUENO, SIM, GRANDE!

BAÚ DE TEXTOS

UM DITADO POPULAR PARA LER EM CASA COM ALGUÉM.

EM CASA DE FERREIRO, ESPETO É DE PAU.

ABRINDO O BAÚ!

PINTE A PALAVRA QUE NOMEIA A IMAGEM A SEGUIR.

ORIGEM POPULAR.

DICA: ELA APARECEU NO TEXTO QUE VOCÊ LEU NESTE BAÚ!

CASTELO CAMA CASA

Resposta: CASA.

a mesma sílaba inicial e, no caso da palavra CAMA, com a mesma sílaba inicial e extensão. Observe como se dá essa leitura e em quais indícios eles se apoiam, caso não leiam convencionalmente (EF12LP01). Registre na lousa, se achar oportuno, e proponha uma discussão coletiva, comparando as três opções e possibilitando que os estudantes troquem ideias sobre elas (EF01LP03, EF01LP09, EF01LP13).

ATIVIDADE EXTRA

08/10/2025 10:34:19

Depois do trabalho com o Baú de textos, promova uma busca e seleção de ditados populares, em meios impressos e digitais. É possível propor que os estudantes ampliem a pesquisa em casa, perguntando a familiares e cuidadores se conhecem de memória outros textos desse gênero. Promova uma rodada de socialização das descobertas, a fim de aumentar o repertório de textos da tradição oral. Os textos podem ser adicionados ao Baú físico, construído na unidade 1 (EF12LP02).

• Para encerrar, combine com os estudantes de ensinar a brincadeira aprendida para alguém, que pode ser um familiar ou um colega de outra turma. A oportunidade de explicar o ritmo e as regras do jogo, além de brincar novamente, favorece a consolidação das aprendizagens iniciadas em sala de aula.

• No Baú de textos, pergunte aos estudantes quem já ouviu falar em “ditado popular”. Toda língua tem expressões que fazem sentido em seu contexto de origem, com significados próprios, mas que, muitas vezes, são diferentes de seu sentido literal.

• Outra informação relevante é que os ditados populares podem mudar com o tempo, conforme são ditos e ensinados, já que há uma marca muito presente de oralidade. É parecido com a brincadeira de telefone sem fio, em que inevitavelmente o texto vai mudando conforme é repassado.

• Ao ler o ditado popular, explore os significados com os estudantes, com foco principalmente na ideia de contradição, que tem a ver com o tema da unidade. Se houver alguém que já conhecia o texto, pergunte se era a mesma versão ou se há algum elemento diferente.

• Neste Abrindo o baú, na atividade de correlação palavra-objeto, os estudantes terão o desafio de encontrar a palavra CASA (que nomeia o referente representado na fotografia) entre outras com

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF01LP01 , EF01LP16 , EF12LP18 , EF12LP19 , EF15LP01 , EF15LP02 , EF15LP04 , EF15LP18 , EF15LP15), os estudantes serão levados a desenvolver habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10, EF15LP11, EF15LP13).

Respostas e orientações didáticas

• Faça a leitura do texto de introdução da seção e conduza uma conversa oral com base nas questões do Antes de ler. Incentive os estudantes a anteciparem o que esperam do texto, apoiando-se nas informações iniciais, nos conhecimentos prévios sobre quadrinhas e nas ilustrações. Oriente-os a relacionar palavras e imagens, levantando hipóteses sobre sentidos possíveis e considerando os recursos verbais e visuais do texto multissemiótico (EF15LP02, EF15LP04, EF15LP18).

• Leia o texto em voz alta, destacando sua sonoridade (EF12LP18). Passe o dedo sob as palavras, mostrando que a leitura se faz da esquerda para a direita e de cima para baixo na página (EF01LP01).

• Explique que a história tem dois momentos: a apresentação e nomeação do personagem e, depois, as falas “disparatadas”. O paralelismo, aliado ao ritmo e à cadência, cria um jogo verbal que diverte e encanta (EF12LP18, EF12LP19).

• Mostre a relação entre texto e ilustração, explorando como se completam na construção de sentidos (EF15LP04).

• Durante a leitura, abra espaço para a confirmação das hipóteses levantadas inicialmente (EF15LP02),

RODA DE LEITURA: HISTÓRIA CURTA

VAMOS LER UMA HISTÓRIA CURTA, EM FORMA DE QUADRINHA, QUE TAMBÉM BRINCA COM SENTIDOS OPOSTOS.

ANTES DE LER

RESPONDA ÀS QUESTÕES A SEGUIR ORALMENTE.

1. SABENDO QUE ESTA HISTÓRIA É ESCRITA EM FORMA DE QUADRINHA, O QUE É POSSÍVEL IMAGINAR SOBRE O TEXTO?

2. COM BASE NAS ILUSTRAÇÕES, O QUE VOCÊ CONSEGUE

SUPOR SOBRE A HISTÓRIA?

Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor

FURNARI, EVA. ASSIM ASSADO. ILUSTRAÇÕES DA AUTORA. 3. ED. SÃO PAULO: MODERNA, 2010. P. 24-25.

QUEM PRODUZIU?

EVA FURNARI NASCEU EM ROMA, NA ITÁLIA, EM 1948.

AOS 2 ANOS DE IDADE VEIO PARA O BRASIL, ONDE RESIDE ATÉ HOJE. É AUTORA DE MUITOS LIVROS DEDICADOS A CRIANÇAS E ADOLESCENTES E JÁ RECEBEU DIVERSOS PRÊMIOS.

1. Resposta: Espera-se que os estudantes retomem o conhecimento que já têm sobre o gênero quadrinha e mobilizem o que sabem para fazer inferências sobre o que esperam encontrar no texto, lembrando que a quadrinha é formada por quatro versos e que o segundo verso costuma rimar com o quarto.

inclusive sobre o gênero quadrinha. Motive os estudantes a observarem se o texto é formado por quatro versos e se há rima entre a palavra final do segundo e do quarto versos (EF01LP16, EF15LP01).

• Diga aos estudantes que o texto lido é uma das histórias do livro Assim, assado, da escritora Eva Furnari. Reforce que a história começa e termina em duas páginas, como as demais histórias da mesma obra. Se possível, apresente outras histórias do livro em que a autora trabalha com o nonsense e que propiciam o rompimento com a linguagem representacional referencial e abre as portas à criatividade e à invencionice. Ressalte que os textos literários pertencem ao mundo do imaginário e apresentam uma dimensão lúdica e de encantamento, valorizando-os como patrimônio artístico e cultural da humanidade (EF15LP15).

PAPO DE LEITOR

1. SEUS PALPITES SOBRE O QUE ESPERAVA ENCONTRAR NO TEXTO ESTAVAM CERTOS? E OS DOS COLEGAS? CONVERSEM PARA DESCOBRIR.

Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor

2. JUNTE-SE A UM COLEGA PARA RESPONDER ÀS QUESTÕES A SEGUIR.

A ) NO COMEÇO DA HISTÓRIA, HÁ UMA FRASE DE TRÊS PALAVRAS MUITO USADA NO INÍCIO DE NARRATIVAS. QUE FRASE É ESSA?

Resposta: Era uma vez.

B ) VOCÊS JÁ OUVIRAM FALAR NA EXPRESSÃO “CONVERSA FIADA”? CONSIDERANDO O TEXTO LIDO, QUAL VOCÊS IMAGINAM QUE SEJA O SIGNIFICADO DESSA EXPRESSÃO?

Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor

C ) NO TEXTO, É POSSÍVEL PERCEBER QUANTAS VOZES? E DE QUEM SERIAM ESSAS VOZES? MARQUE UM X NA RESPOSTA CERTA.

DUAS VOZES: AS DOS PERSONAGENS QUE FALAM.

Resposta: TRÊS VOZES: A DE QUEM CONTA A HISTÓRIA E AS DOS DOIS PERSONAGENS QUE FALAM.

TRÊS VOZES: A DE QUEM CONTA A HISTÓRIA E AS DOS DOIS PERSONAGENS QUE FALAM.

D) QUAIS DOS TRECHOS A SEGUIR REPRESENTAM APENAS FALAS DOS PERSONAGENS? MARQUE UM X NAS ALTERNATIVAS CERTAS.

ERA UMA VEZ

“A CHUVA É SECA!”

O OUTRO JURAVA: “A POEIRA É MOLHADA!”

Resposta: “A CHUVA É SECA!”; “A POEIRA É MOLHADA!”.

3. COM A AJUDA DO PROFESSOR, RELEIA AS FALAS A SEGUIR. A CHUVA É SECA!

A POEIRA É MOLHADA!

A ) NO DIA A DIA, VOCÊ DIRIA QUE A CHUVA É SECA OU MOLHADA? E A POEIRA? CONVERSE COM OS COLEGAS E O PROFESSOR.

Respostas pessoais. Espera-se que os estudantes digam que a chuva é molhada e que a poeira é seca, reconhecendo o uso comum dessas palavras. 211

escrita convencional (EF01LP02, EF01LP03, EF12LP01, EF15LP03). No item b, explique que, na fala corriqueira, a expressão “conversa fiada” pode significar uma conversa sem importância, sinônimo de “conversa mole”, ou uma fala que serve apenas para enganar alguém. Espera-se que percebam que, no contexto da história, “conversa fiada” refere-se a uma fala sem sentido, usada de forma divertida para brincar com o outro. No item c, certifique-se de que todos conseguiram identificar as “vozes” dos personagens e do narrador (aquele que conta a história) como elementos da narrativa (EF01LP26). No item d, se considerar oportuno, peça aos estudantes

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF01LP02 , EF01LP03 , EF01LP04 , EF01LP14 , EF01LP16 , EF12LP18 , EF12LP19 , EF01LP26 , EF12LP01 , EF15LP01 , EF15LP02 , EF15LP03 , EF15LP04 , EF15LP12 , EF15LP15 , EF15LP16 , EF15LP19 ), os estudantes também mobilizarão habilidades da oralidade ( EF15LP09 , EF15LP10 , EF15LP11, EF15LP13).

Respostas e orientações didáticas

1. Incentive os estudantes a trocarem ideias sobre as pressuposições antecipadoras de sentidos relacionadas ao gênero e também associadas à observação das imagens (EF15LP02, EF01LP16 , EF12LP18 , EF12LP19, EF15LP04).

2. No item a, verifique como eles descobrem a frase “Era uma vez”: se mobilizam apenas os conhecimentos prévios, se localizam a informação no texto ou se articulam essas estratégias. Após as trocas entre as duplas, observe a escrita, acompanhando especialmente aqueles estudantes que, em registros anteriores, demonstraram maior dificuldade. Confira se localizam a frase no texto e a copiam ou se arriscam na escrita espontânea. Neste caso, observe se retornam ao texto para comparar os próprios registros com a

08/10/2025 10:34:21

que pintem no texto as falas de cada um com cores diferentes. Depois, se julgar pertinente, explore as aspas como recurso gráfico usado para separar as falas dos personagens da fala do narrador. Assim, eles começam a observar a presença desses sinais no contexto de histórias com discurso direto, distinguindo-os das letras do alfabeto (EF01LP04, EF01LP14).

3. No item a, espera-se que os estudantes percebam que, no sentido literal, as ideias não fazem sentido. Contudo, eles devem compreender que, no universo da imaginação e da poesia, essas combinações podem ocorrer, ampliando possibilidades e despertando a criatividade.

3. No item c, se possível, acompanhe a escrita, sobretudo dos estudantes que já demonstraram maior dificuldade em registros espontâneos. A palavra que constitui a resposta está escrita no próprio enunciado. Verifique se eles apenas a copiam ou se arriscam escrevê-la por conta própria, recorrendo ao texto em caso de dúvida (EF01LP02, EF01LP03, EF12LP01, EF15LP03). No item d, espera-se que os estudantes percebam que, no sentido literal, essas ideias não são possíveis – afinal, chuva é água e molhada, enquanto a poeira é seca. Porém, é importante que entendam que, no universo da imaginação e da poesia, essas combinações podem ocorrer. Como figuras de linguagem, elas ajudam a transmitir sensações diferentes, despertando a criatividade e a percepção do leitor. 4. Reforce que a pequena história lida é composta de quatro linhas (versos) e que a última palavra do segundo verso (“fiada”) rima com a última palavra do quarto verso (“molhada”). Esse é um aspecto fundamental da quadrinha e ajuda a diferenciar esse gênero de outros (EF01LP16). Valorize também a sonoridade e o efeito de encantamento que surgem das rimas e do paralelismo, incentivando os estudantes a apreciarem o texto não apenas pelo conteúdo, mas também pelo ritmo e pelo jogo de palavras (EF12LP18). Por fim, incentive-os a reconhecer como a combinação entre rimas, sonoridades e comparações amplia as sensações e as associações possíveis, despertando a criatividade e a imaginação na leitura (EF12LP19).

B ) CONSIDERANDO A RESPOSTA DO ITEM ANTERIOR, O QUE É CORRETO AFIRMAR SOBRE AS FALAS DOS PERSONAGENS NA HISTÓRIA? ASSINALE A RESPOSTA CORRETA.

ELAS CAUSAM ESTRANHEZA, POIS DIZEM O CONTRÁRIO DO QUE COSTUMAMOS DIZER E, POR ISSO, PODEM PROVOCAR O RISO.

Resposta: ELAS CAUSAM ESTRANHEZA, POIS DIZEM O CONTRÁRIO DO QUE

COSTUMAMOS DIZER E, POR ISSO, PODEM PROVOCAR O RISO.

ELAS SÃO EXPLICAÇÕES ATERRORIZANTES SOBRE O TEMPO E, POR ISSO, PODEM PROVOCAR MEDO.

C ) AS PALAVRAS SECA E MOLHADA REPRESENTAM SENTIDOS SEMELHANTES OU OPOSTOS? REGISTRE A SEGUIR.

Resposta: OPOSTOS.

D) VOCÊ ACHA POSSÍVEL A CHUVA SER SECA E A POEIRA SER

MOLHADA? JUSTIFIQUE.

Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor

4. SABENDO QUE A HISTÓRIA LIDA FOI ESCRITA EM FORMA DE QUADRINHA, O QUE É POSSÍVEL AFIRMAR? MARQUE UM X NAS RESPOSTAS CERTAS.

Resposta: O TEXTO É ORGANIZADO EM QUATRO VERSOS; O TEXTO APRESENTA RIMAS FINAIS ENTRE O SEGUNDO E O QUARTO VERSOS.

O TEXTO É ORGANIZADO EM QUATRO VERSOS.

O TEXTO É ORGANIZADO EM QUATRO BLOCOS DE QUATRO VERSOS CADA.

O TEXTO APRESENTA RIMAS FINAIS ENTRE O SEGUNDO E O QUARTO VERSOS.

O TEXTO NÃO APRESENTA RIMAS.

AGORA QUE JÁ LEMOS

Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor

POR QUE VOCÊ ACHA QUE O DIÁLOGO ENTRE OS DOIS

PERSONAGENS FOI CHAMADO DE “CONVERSA FIADA”? COMPARTILHE SEU REPERTÓRIO DE “CONVERSAS FIADAS” COM OS COLEGAS E O PROFESSOR E DIVIRTAM-SE.

ATIVIDADE EXTRA

Selecione e leia para os estudantes um conto em que a ideia de oposição seja central e, depois, proponha que recontem a história coletivamente. Primeiro, faça uma leitura expressiva, utilizando, se possível, recursos de variação de entonação, ritmo e voz para envolver a turma e favorecer a fruição do texto. Em seguida, realize uma segunda leitura fluida, pedindo que observem o encadeamento da narrativa. Se necessário, faça ainda uma terceira leitura, com pausas

para que antecipem o que vem depois em cada trecho. Ao final, organize a turma em grupos e peça aos estudantes que se preparem para recontar oralmente a história a outra turma da escola, esclarecendo a situação comunicativa e o propósito da atividade: compartilhar a narrativa com outros colegas. Como apoio à recontagem, os grupos podem usar desenhos que representem as partes da narrativa ou escrever frases que os ajudem a se lembrar do enredo (EF15LP12, EF15LP15, EF15LP16, EF15LP19).

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É LÍNGUA, É LINGUAGEM

SENTIDOS OPOSTOS

INFOGRÁFICO CLICÁVEL: PALAVRAS QUE SÃO O CONTRÁRIO!

1. NA SEÇÃO ANTERIOR, VOCÊ EXPLOROU SENTIDOS CONTRÁRIOS. VAMOS CONTINUAR?

A ) ENCONTRE O OPOSTO DE CADA PALAVRA E LIGUE PARA MOSTRAR.

Resposta: FORTE – FRACA; QUENTE – FRIA; BARULHENTA – SILENCIOSA; GROSSA – FINA.

FORTE FRIA

QUENTE

SILENCIOSA

BARULHENTA FINA

GROSSA FRACA

B ) ESCOLHA UM DOS PARES DE PALAVRAS OPOSTAS QUE VOCÊ

LIGOU NO ITEM A E COMPLETE O TRECHO A SEGUIR:

A CHUVA NÃO É ELA É

Resposta pessoal. Possíveis respostas: FORTE/FRACA; QUENTE/FRIA; BARULHENTA/SILENCIOSA; GROSSA/FINA.

2. LEIA A EXPRESSÃO EM CADA ITEM. DEPOIS, ENCONTRE E PINTE, COM A SUA COR FAVORITA, A PALAVRA QUE EXPRESSA O SENTIDO OPOSTO EM CADA CASO.

A ) CHUVA FINA:

B ) CHUVA FORTE: Resposta: TEMPESTADE.

Resposta: GAROA.

CHUVISCO GAROA TORÓ TEMPORAL GAROA

TEMPESTADE

dade e evidencia o critério da antonímia (EF01LP15, EF12LP17, EF15LP04).

Respostas e orientações didáticas

1. No item a, explore com os estudantes o significado de cada palavra da coluna da esquerda e conduza-os a identificar, coletivamente, as palavras opostas apresentadas na coluna da direita, retomando a estratégia inicial da aula. Esta atividade favorece a construção da noção de anto-

nímia e o reconhecimento da oposição de significados como critério de organização lexical (EF01LP15, EF12LP01). No item b, incentive-os a escolher, com autonomia, os pares de palavras opostas que vão inserir na frase. Ao tomarem decisões sobre quais antônimos usar, os estudantes mobilizam estratégias próprias de leitura e escrita: localizar informações no texto, comparar possibilidades e registrar as escolhas, seja por cópia ou por

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BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF01LP02 , EF01LP03 , EF01LP15 , EF12LP01 , EF12LP03 , EF12LP17 , EF15LP03, EF15LP04), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade ( EF15LP09 , EF15LP10 , EF15LP11, EF15LP13).

SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL

Propõe-se que os estudantes iniciem a compreensão da oposição de significados, desenvolvendo a habilidade de separar palavras por esse critério (antonímia). Retome a ideia de opostos, já explorada no Palavras de brincar. Em seguida, escolha algumas palavras e direcione a atenção para seus contrários. Faça perguntas que despertem a reflexão, como “Se algo é bom, como seria o contrário disso?”. Registre as respostas na lousa para que todos acompanhem as reflexões. Para esse registro, uma possibilidade é usar um “diagrama de oposição”: escreva a palavra em destaque no centro da lousa (por exemplo, bom) e, abaixo dela, registre os antônimos sugeridos pelos estudantes (por exemplo, mau, ruim). Acrescente exemplos que reforcem essas oposições (lobo bom/lobo mau; tempo bom/tempo ruim). Esse recurso organiza visualmente as relações de contrarie-

escrita autônoma (EF01LP02, EF01LP03, EF12LP01, EF12LP03, EF15LP03). Dessa forma, a atividade integra reflexão semântica com práticas de letramento em uma situação significativa.

2. Esta atividade favorece a compreensão das relações de antonímia e o reconhecimento de sentidos contrários no léxico (EF01LP15), além de mobilizar a leitura de palavras escritas de modo convencional (EF12LP01).

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF01LP08 , EF01LP09 , EF01LP13 , EF01LP15 , EF12LP01), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10 , EF15LP11 , EF15LP13).

Respostas e orientações didáticas

1. Possibilite que os estudantes tentem ler as palavras do quadro com autonomia antes de conversarem sobre elas (EF12LP01). No item a, ao retomar coletivamente, favoreça uma troca sobre as diferentes impressões, memórias e sensações provocadas por cada uma das palavras. A proposta é que os estudantes possam começar uma exploração das palavras para além dos significados, percebendo sua sonoridade (EF01LP08), relações entre elas (EF01LP09, EF01LP13) e o poder que têm de instigar sentimentos e lembranças. Esta será uma etapa importante para o trabalho que será retomado e ampliado na próxima seção Janelas para a escrita. No item b, faça a lista de acordo com o que os estudantes ditarem e proponha uma continuidade das trocas, agora com base nas palavras que não são conhecidas. Os próprios estudantes podem contribuir com o que sabem e sentem a respeito das palavras ditadas. Nesta etapa, faça a mediação para que os significados também apareçam no caso das palavras desconhecidas. Se achar pertinente, realize a leitura dos significados no dicionário, apresentando esse recurso como uma importante ferramenta na ampliação do vocabulário e na compreensão do que lemos. No item c, leia com os estudantes a parte em destaque de cada ficha a ser preenchida e oriente-os a reler as palavras do quadro maior para localizar as que

JANELAS PARA A ESCRITA

SEPARANDO PALAVRAS POR SENTIDOS OPOSTOS

1. LEIA COM ATENÇÃO AS PALAVRAS DO QUADRO.

INCERTEZA CORAGEM RUÍDO LEMBRANÇA

RAPIDEZ FRIO MEMÓRIA GELADO

VALENTIA BARULHO DÚVIDA PRESSA

A ) QUAIS DESSAS PALAVRAS VOCÊ JÁ CONHECIA? COMPARTILHE COM OS COLEGAS O QUE VOCÊ SABE SOBRE ELAS.

Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor

B ) PINTE AS PALAVRAS QUE VOCÊ AINDA NÃO CONHECE. DEPOIS, DIGA AO PROFESSOR PARA QUE ELE AS REGISTRE NA LOUSA E VOCÊS POSSAM CONVERSAR SOBRE ELAS.

Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor

C ) AGORA, CHEGOU A HORA DE UM DESAFIO! ENCONTRE, NO QUADRO, AS PALAVRAS COM SENTIDOS OPOSTOS A CADA PALAVRA EM DESTAQUE A SEGUIR E COMPLETE AS FICHAS, COMO NO EXEMPLO.

O CONTRÁRIO DE DEMORA PODE SER...

PRESSA OU RAPIDEZ

O CONTRÁRIO DE QUENTE PODE SER...

OU .

Resposta: FRIO ou GELADO.

O CONTRÁRIO DE MEDO PODE SER...

OU

Resposta: CORAGEM ou VALENTIA.

apresentam sentidos opostos. É importante que a atividade seja feita por etapas e retomada coletivamente para assegurar que todos estejam acompanhando a ideia de diferentes possibilidades de palavras opostas. Uma estratégia que pode ser sugerida aos estudantes é a de marcar (“ticar”) no quadro as palavras que já foram utilizadas para ir diminuindo as opções a cada ficha preenchida. Avalie qual desafio será mais possível para a turma e, se achar pertinente, proponha que a atividade seja feita em duplas. O objetivo é que os estudantes consigam, progressivamente, separar as palavras do quadro pelo critério de oposição de significado (antonímia) (EF01LP15).

O CONTRÁRIO DE SILÊNCIO PODE SER...

OU .

Resposta: RUÍDO ou BARULHO.

O CONTRÁRIO DE CERTEZA PODE SER...

OU

Resposta: DÚVIDA ou INCERTEZA.

O CONTRÁRIO DE ESQUECIMENTO PODE SER...

Resposta: LEMBRANÇA ou MEMÓRIA.

2. VOCÊ CONHECE OUTRAS PALAVRAS COM SENTIDOS OPOSTOS A ESSAS PALAVRAS QUE VOCÊ ESCREVEU? COMPARTILHE COM OS COLEGAS E O PROFESSOR.

Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor

PRATICAR EM CASA

COM A AJUDA DE UM FAMILIAR, PROCURE – EM LIVROS, DICIONÁRIOS, JORNAIS OU REVISTAS – PARES DE PALAVRAS COM SENTIDOS OPOSTOS E REGISTRE TRÊS PARES A SEGUIR. EM SALA DE AULA, COMPARTILHE COM OS COLEGAS UMA PALAVRA DE CADA PAR PARA QUE TENTEM IDENTIFICAR QUAIS SÃO OS OPOSTOS EM CADA CASO.

PALAVRA

OPOSTO

Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor

AVALIANDO

• Acompanhe o envolvimento dos estudantes desde a primeira etapa do trabalho nesta seção, verificando: 1. os conhecimentos prévios que compartilham sobre as palavras exploradas; 2. as formas de expressarem sentimentos e ideias sobre elas; 3. se há escuta atenta e interessada sobre termos que ainda não conheciam.

• Depois, observe as estratégias e os avanços na habilidade de separar palavras pelo critério de oposição de significado (antonímia), especialmente no item c da atividade 1, verificando: 1. quais estudantes dependem mais da sua

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mediação ou da colaboração dos colegas para identificar pares de palavras com significados opostos; 2. quais estudantes reconhecem pares de palavras opostas apenas em contextos mais usuais, com dificuldades em identificar alguns dos pares; 3. quais estudantes identificam e propõem com autonomia pares de palavras por antonímia, justificando suas escolhas.

• Faça anotações sobre esses aspectos e considere-os para pensar em novos planejamentos, principalmente em relação às necessidades de retomada.

2. Proponha uma continuidade da discussão coletiva, desta vez com foco no entendimento de que essas não são as únicas possibilidades de palavras com sentidos opostos às palavras em destaque. Caso não seja citado por ninguém da turma, sugira outras possibilidades, como demora/prontidão; medo/ousadia; certeza/ hesitação; esquecimento/ recordação etc.

PRATICAR EM CASA

Explique aos estudantes que a tarefa exigirá uma busca atenta em diferentes portadores de texto, já que o foco não estará somente em encontrar as palavras contrárias, mas também em reconhecê-las em materiais de uso real do cotidiano. Proponha que eles brinquem de ser “investigadores” e compartilhem, na volta, as fontes consultadas. Para a socialização das descobertas, é possível organizar os estudantes em grupos, a fim de que todos tenham tempo de ditar as palavras para os colegas adivinharem os opostos. Se achar oportuno, construa uma tabela coletiva para que toda a turma visualize os pares de palavras e possa ampliar o vocabulário.

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF01LP02 , EF01LP03 , EF01LP13 , EF01LP15 , EF12LP03 , EF12LP05 , EF12LP19 , EF15LP05 , EF15LP06, EF15LP07), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10).

SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL

Todo o processo de produção do texto será feito por grupos de três estudantes. Se possível, organize o mobiliário da sala de aula de modo que favoreça as trocas e interações. Os critérios para a escolha de quem vai compor cada trio podem estar pautados nas avaliações formativas realizadas nas últimas propostas, especialmente nas de práticas de escrita. Procure assegurar parcerias produtivas, com estudantes que estejam próximos conceitualmente nos processos de conceitualização de escrita para que se apoiem mutuamente. Cada trio vai utilizar uma folha avulsa para a produção. Separe os materiais previamente, de acordo com a quantidade de estudantes.

HORA DE PRODUZIR

LIVRO DOS OPOSTOS

AGORA QUE VOCÊ JÁ BRINCOU

COM OS AVESSOS E DESCOBRIU MUITOS OPOSTOS, CHEGOU A SUA VEZ DE DAR ASAS À IMAGINAÇÃO.

O QUE VAI PRODUZIR

VAMOS PRODUZIR O LIVRO DOS OPOSTOS DA TURMA, REGISTRANDO ALGUMAS DESSAS DESCOBERTAS.

PLANEJAR

1. O PROFESSOR VAI ORGANIZAR A TURMA EM TRIOS. ACOMPANHEM A LEITURA DO TEXTO DA PÁGINA 210, REPARANDO NAS ILUSTRAÇÕES, NOS OPOSTOS QUE APARECEM E NAS RIMAS.

2. VOCÊS VÃO CRIAR PERSONAGENS E UMA NOVA "CONVERSA FIADA" COM BASE NESSE TEXTO.

3. FAÇAM UMA LISTA DE IDEIAS. DE UM LADO, ESCREVAM NOMES DE ITENS OU PERSONAGENS. DO OUTRO, POSSÍVEIS CARACTERÍSTICAS OPOSTAS. SIGAM OS EXEMPLOS E REGISTREM AS PRINCIPAIS IDEIAS, SEMPRE PENSANDO EM PALAVRAS MAIS CRIATIVAS PARA INDICAR AS CARACTERÍSTICAS.

LISTA DE IDEIAS

COISAS OU PERSONAGENS

CARACTERÍSTICAS

CARACTERÍSTICAS OPOSTAS

LEBRE APRESSADA, VELOZDEMORADA, LENTA TARTARUGADEVAGAR, MOLENGARÁPIDA, LIGEIRA

Orientações didáticas

• Faça uma mediação que direcione o olhar da turma para os aspectos destacados no passo 1 de etapa Produzir (ilustrações, opostos e rimas).

Se possível, escreva o texto na lousa e chame a atenção para as partes que rimam e para o jogo de palavras em oposição (EF01LP03, EF01LP13, EF12LP19).

• Para que todos tenham uma referência de como preencher o quadro do passo 3 do planejamento, faça um exemplo coletivamente na lousa. Peça aos

estudantes que ditem um item ou personagem, além das características opostas que poderiam ser ligadas a eles (EF12LP05, EF15LP05).

• No momento de criação nos trios, incentive-os a pensar livremente em ideias de características com base nos itens ou personagens escolhidos. Não é necessário que haja uma coerência nessas escolhas, para que possam ter liberdade na produção de um texto com ideias às avessas, como Eva Furnari faz quando diz que a “chuva é seca”.

PRODUZIR

1. ESCREVAM O TEXTO EM UMA FOLHA AVULSA, COMEÇANDO ASSIM:

ERA UMA VEZ

UMA CONVERSA FIADA.

2. CONTINUEM O TEXTO COM AS CRIAÇÕES DE VOCÊS, TENTANDO RIMAR A ÚLTIMA PALAVRA DO SEGUNDO VERSO (FIADA) COM A ÚLTIMA PALAVRA DO QUARTO VERSO. POR EXEMPLO:

UM DIZIA: A LEBRE É MOLENGA!

O OUTRO JURAVA: A TARTARUGA É APRESSADA!

3. FAÇAM ILUSTRAÇÕES BEM CAPRICHADAS E DIVERTIDAS PARA ACOMPANHAR OS TEXTOS E RESSALTAR OS SENTIDOS OPOSTOS.

4. O PROFESSOR VAI JUNTAR TODAS AS PÁGINAS PRODUZIDAS PARA CRIAR O LIVRO DOS OPOSTOS DA TURMA.

COMPARTILHAR

1. ESCOLHAM UMA TURMA DA ESCOLA PARA OFERECER UMA SESSÃO DE LEITURA. FAÇAM UM CONVITE E ENSAIEM A APRESENTAÇÃO DA OBRA DE VOCÊS!

2. DEPOIS, COMBINEM UM RODÍZIO DO LIVRO: CADA DIA UM ESTUDANTE LEVA PARA CASA PARA MOSTRAR AOS FAMILIARES.

AVALIAR

Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor

CONVERSEM SOBRE A PRODUÇÃO DE VOCÊS:

1. OS OPOSTOS APARECEM EM TODAS AS PÁGINAS DO LIVRO?

2. OS PARES DE PALAVRAS OPOSTAS ESTÃO CRIATIVOS?

3. OS DESENHOS ESTÃO ENGRAÇADOS?

4. QUAIS SÃO AS SENSAÇÕES PROVOCADAS PELA LEITURA?

to para retomar os versos, que provavelmente também saberão de memória, podendo partir da leitura incidental para leituras mais autônomas.

• Na etapa de avaliação, retome as palavras escolhidas para analisar coletivamente, lembrando que a ideia é poder brincar com as palavras, sem um rigor na escolha dos opostos. Este, então, será um momento de validar com a turma quais opostos corresponderam a oposições reais e

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quais não, de modo que os estudantes possam consolidar os conhecimentos construídos até o momento sobre isso (EF01LP15).

• Ao reunir as produções em um livro, verifique se todas estão completas e ilustradas. Proponha que a capa seja uma produção coletiva, em que cada trio acrescenta um elemento relacionado às criações feitas nos textos.

• Após a etapa de cópia do primeiro trecho (EF12LP03), leia o exemplo apresentado para a turma. Se possível, faça o mesmo exercício com as ideias levantadas anteriormente, no momento de planejamento. É importante que os estudantes compreendam qual é a proposta de criação para que se sintam seguros ao produzir o texto.

• Oriente os estudantes para que revezem os papéis ocupados nos trios, possibilitando que todos possam ser escribas ao menos uma vez (EF01LP02). Circule pelos grupos para observar como as trocas estão ocorrendo e quais são as dificuldades apresentadas. Procure fazer boas problematizações sobre o que estão pensando para que possam avançar em suas reflexões sobre o sistema de escrita.

• É importante que os estudantes possam reler e revisar o texto produzido (EF15LP06) refletindo sobre o que escreveram, com a sua mediação e a colaboração dos colegas. Esse processo favorece a análise coletiva do texto e a realização de ajustes ou correções necessários (EF15LP07).

• As sessões de leitura serão uma oportunidade valiosa de os estudantes exercitarem a leitura expressiva. Combine como serão os momentos de prática em sala de aula e quem fará a apresentação de qual parte. Mesmo os estudantes que não leem convencionalmente podem se apoiar em indícios do tex-

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF01LP01 , EF01LP17 , EF01LP20 , EF12LP04 , EF12LP18 , EF12LP19 , EF15LP01 , EF15LP02 , EF15LP12 , EF15LP15 , EF15LP18), os estudantes desenvolverão habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10 , EF15LP11 , EF15LP13).

SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL

Esta seção possibilita o trabalho com o poema. Converse com os estudantes sobre o que já sabem desse gênero, perguntando se já leram ou ouviram algum poema de que tenham gostado e se conhecem escritores que os produzem. Abra espaço para que comentem suas preferências. Se achar oportuno, faça considerações a respeito do gênero: os poemas são textos artísticos, organizados em versos, que podem também apresentar estrofes e exploram diversos recursos para a construção da sonoridade. Tais recursos ajudam a produzir e intensificar os sentidos no texto poético. Podemos dizer que os poemas têm como finalidade emocionar e sensibilizar o leitor, bem como levá-lo a refletir sobre diversos assuntos e temas relevantes para a vida humana (EF15LP01, EF15LP15 ). Em seguida, leia o texto de introdução da seção e promova um diálogo inicial com base nas questões do Antes de ler, incentivando os estudantes a levantarem expectativas e formularem hipóteses de leitura com base em seus conhecimentos prévios, nas informações apresentadas e na observação dos elementos visuais que acompanham o poema (EF15LP02, EF15LP18).

VIRA O VERSO AO AVESSO!

RODA DE LEITURA: POEMA

O PROFESSOR VAI LER UM POEMA QUE FALA SOBRE O PODER QUE AS PALAVRAS TÊM DE FAZER UMA COISA VIRAR O AVESSO DELA.

SERÁ QUE, COM APENAS ALGUMAS PALAVRAS, CONSEGUIMOS

FAZER MAGIA, TRANSFORMANDO NOITE EM DIA OU TRISTEZA EM ALEGRIA?

ANTES DE LER

RESPONDA ÀS QUESTÕES A SEGUIR ORALMENTE.

1. QUAIS PALAVRAS MÁGICAS VOCÊ ESPERA ENCONTRAR NO POEMA? PENSE NAS QUE TÊM O PODER DE TRANSFORMAR ALGO QUE NÃO É TÃO BOM ASSIM EM UMA COISA MUITO MELHOR. COMPARTILHE COM OS COLEGAS E O PROFESSOR.

2. AGORA, PRESTE ATENÇÃO NAS IMAGENS QUE ACOMPANHAM O TEXTO: ELAS DÃO PISTAS SOBRE ALGUMA PALAVRA OU TRANSFORMAÇÃO MÁGICA QUE VAI APARECER NO POEMA? COMENTE COM A TURMA.

Respostas pessoais. Respostas pessoais.

VIDA

PODE ESTA VIDA SER MAIS ENCANTADA, MESMO SEM FADAS, BRUXAS OU RAINHAS?

PODE A MAGIA SER REENCONTRADA

SÓ COM O USO DE ALGUMAS PALAVRINHAS?

EU QUERIA PALAVRINHAS MÁGICAS

QUE VIRASSEM TRISTEZA EM ALEGRIA, QUE FIZESSEM CARA FEIA SORRIR, QUE TRANSFORMASSEM CHORO EM MELODIA...

Orientações didáticas

• Antes de ler o poema para os estudantes, faça uma leitura prévia em voz alta, observando os aspectos que podem intensificar o sentido do texto. Experimente diferentes ritmos e entonações e escolha a que melhor se ajusta aos versos. Use modulações de voz para marcar as partes recuadas, destacando como esse recurso contribui para a produção de sentido. Mostre aos estudantes que quebras de versos e outros recursos visuais não são meramente decorativos, mas ajudam a construir significados no texto poético (EF12LP19, EF15LP12).

• Leia em voz alta o texto, ressaltando a sonoridade, de acordo com o que observou na preparação da sua leitura. Enquanto lê, mostre o texto aos estudantes, passando o dedo sob as palavras lidas. Aproveite o momento para destacar o sentido da leitura, ressaltando que os textos devem ser lidos e escritos da esquerda para a direita e de cima para baixo na página (EF01LP01). Procure utilizar recursos paralinguísticos na leitura para destacar os sentidos sugeridos pelos versos e motivando a apreciação de textos versificados e cheios de recursos que promovem a dimensão de encantamento, jogo e fruição (EF12LP18, EF12LP19, EF15LP12).

EU QUERIA PODER FAZER MAGIA

PRONUNCIANDO PALAVRAS ENCANTADAS

EU QUERIA DA NOITE FAZER DIA

COM O PODER QUE TÊM MAGOS E FADAS.

MAS NENHUM ENCANTAMENTO FUNCIONAVA,

A MÁGICA JAMAIS ME OBEDECIA;

PORQUE EU NEM SEQUER DESCONFIAVA

QUE OUTRAS PALAVRAS MÁGICAS SABIA.

A TRISTEZA SOME SEM DEIXAR TRAÇO,

EU ME REVELO EM RISO E ALEGRIA

TODA VEZ QUE ALGUÉM ME DÁ UM ABRAÇO, TODA VEZ QUE ALGUÉM ME DIZ BOM DIA!

EXISTE ENCANTO NESSAS PALAVRINHAS

MAGIA QUE A GENTE SENTE, NÃO VÊ

SE ME OLHAM DE PERTO COM CARINHO SE ME DIZEM: EU GOSTO DE VOCÊ...

RIOS, ROSANA. PALAVRAS MÁGICAS. SÃO PAULO: SALAMANDRA, 2020. P. 16.

QUEM PRODUZIU?

ROSANA RIOS NASCEU NA CIDADE DE SÃO

PAULO E JÁ ESCREVEU MAIS DE CEM LIVROS PARA CRIANÇAS E JOVENS. ELA DIZ QUE NÃO

CONSEGUE PARAR DE CONTAR HISTÓRIAS E ACREDITA MESMO QUE AS PALAVRAS SÃO MÁGICAS!

elaboração da lista com palavras e expressões gentis, que poderá ser ampliada ao longo do ano. Ela pode ser afixada no mural, ajudando a tornar a sala de aula um ambiente alfabetizador, e retomada em diferentes situações, como forma de incentivar o uso cotidiano das “palavras mágicas”, capazes de promover a gentileza e uma convivência respeitosa, afetiva e harmoniosa. Enquanto produz a lista colaborativamente, explore a diagramação característica do gênero, dispondo os termos um abaixo do outro, organi-

• Trabalhe o vocabulário com os estudantes, instigando-os a inferir significados com base no contexto do poema e no tema dos avessos, a fim de ampliar o repertório da turma. No momento de observar as palavras, se achar oportuno, destaque o uso do termo bruxa no contexto, reforçando que não há nele associações estigmatizadas. Explique que, no trecho “Pode esta vida ser mais encantada, / mesmo sem fadas, bruxas ou rainhas?”, a palavra aparece apenas como um dos elementos típicos do universo do encantamento, ao lado de fadas e rainhas, sem intenção negativa ou incentivo a qualquer visão estereotipada.

ATIVIDADE EXTRA

Caso tenham feito o glossário para as brincadeiras, conforme proposto anteriormente, retome a ideia aqui, agora sugerindo a produção de uma “Lista de palavras mágicas”. Converse sobre “palavras e expressões mágicas”, como “bom dia”, presente no poema, além de “obrigado” e “por favor”, entre outras, e incentive os estudantes a refletirem sobre o poder de transformação que elas carregam: muitas vezes, um simples cumprimento afetuoso é capaz de animar alguém que estava triste ou desmotivado. Motive-os a identificar outras palavras e expressões que também funcionam como “termos mágicos”. Depois, sugira a

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zados por números ou outro sinal gráfico, todos subordinados ao título. Como a intenção é deixar a lista ativa, para ser alimentada em momentos posteriores, orienta-se não dispor os itens em ordem alfabética, pois será impossível prever quais novas palavras ou expressões surgirão ao longo do tempo. Destaque, contudo, essa escolha no momento da confecção, mostrando aos estudantes que a organização em listas pode variar de acordo com a finalidade e com a situação de uso (EF01LP17, EF01LP20, EF12LP04).

ROSANA RIOS.

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF01LP02 , EF12LP01 , EF12LP18 , EF12LP19 , EF15LP01 , EF15LP02 , EF15LP03 , EF15LP12 , EF15LP15, EF15LP18), os estudantes serão levados a desenvolver habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10 , EF15LP11 , EF15LP13).

Respostas e orientações didáticas

1. Ao discutir as palavras mágicas que imaginaram antes da leitura, incentive os estudantes a confrontarem suas hipóteses com o texto lido, comparando-as às escolhas dos colegas. Valorize o processo de antecipação e verificação, destacando que criar expectativas e depois confirmá-las ou ajustá-las faz parte da construção de sentido na leitura (EF15LP02).

2. Ao responder, incentive os estudantes a retomarem elementos do poema para localizarem informações que sustentem sua escolha, observando como o texto mostra que certas palavras transformam sentimentos (EF15LP03). Ajude-os a inferir sentidos implícitos, compreendendo que o poema não fala apenas de magia, mas também do poder da linguagem em nossas relações. Esse movimento possibilita apreender o sentido global do texto e reconhecer seu tema central.

3. No item a, os estudantes são levados a desenvolverem a habilidade de localização de informações explícitas no texto (EF15LP03), uma vez que precisam identificar diretamente no poema as transformações mencionadas pelo eu poético.

PAPO DE LEITOR

1. ANTES DA LEITURA, VOCÊ E SEUS COLEGAS TENTARAM

IMAGINAR QUAIS PALAVRAS MÁGICAS ENCONTRARIAM NO POEMA. SUAS SUPOSIÇÕES FORAM BOAS? E AS DOS COLEGAS? TROQUEM IDEIAS SOBRE ISSO.

Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor

2. QUAL DESTAS MENSAGENS PODEMOS DIZER QUE O POEMA QUER PASSAR PARA O LEITOR? MARQUE UM X NA RESPOSTA MAIS ADEQUADA.

Resposta: AS PALAVRAS PODEM FAZER MAGIA AO TRANSFORMAR O DIA DE ALGUÉM QUANDO SÃO DITAS COM CARINHO.

AS PALAVRAS PODEM FAZER MAGIA AO TRANSFORMAR O DIA DE ALGUÉM QUANDO SÃO DITAS COM CARINHO.

NENHUMA PALAVRA TEM O PODER DE MUDAR NENHUMA SITUAÇÃO, POR ISSO NÃO EXISTEM PALAVRAS MÁGICAS.

3. QUEM FALA NO POEMA DIZ QUE “QUERIA PALAVRINHAS MÁGICAS” PARA FAZER ALGUMAS TRANSFORMAÇÕES.

A ) MARQUE UM X EM TODAS AS TRANSFORMAÇÕES QUE ESSE ALGUÉM DIZ QUERER ALCANÇAR.

VIRAR TRISTEZA EM ALEGRIA.

TRANSFORMAR CHORO EM DIA.

FAZER CARA FEIA SORRIR.

FAZER A NOITE VIRAR DIA.

TRANSFORMAR A NOITE EM MELODIA.

VIRAR ALEGRIA EM TRISTEZA.

TRANSFORMAR CHORO EM MELODIA.

Resposta: VIRAR TRISTEZA EM ALEGRIA; FAZER CARA FEIA SORRIR; FAZER A NOITE VIRAR DIA; TRANSFORMAR CHORO EM MELODIA.

B ) NO CADERNO, DESENHE UMA TRANSFORMAÇÃO QUE VOCÊ

GOSTARIA DE FAZER E ESCREVA UMA LEGENDA PARA EXPLICAR SUA IDEIA.

Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor

4. DE ACORDO COM O POEMA, “A TRISTEZA SOME” QUANDO ACONTECE O QUÊ? MARQUE UM X.

TODA VEZ QUE ALGUÉM DÁ UM ABRAÇO E DIZ “BOM DIA”.

TODA VEZ QUE ALGUÉM SOME SEM DIZER NADA.

Resposta: TODA VEZ QUE ALGUÉM DÁ UM ABRAÇO E DIZ “BOM DIA”.

5. O QUE PODEMOS AFIRMAR SOBRE ESSE POEMA? MARQUE UM X EM TODAS AS ALTERNATIVAS CORRETAS.

O TEXTO É ESCRITO EM VERSOS.

O TEXTO APRESENTA RIMAS.

O TEXTO NÃO APRESENTA RIMAS.

Resposta: O TEXTO É ESCRITO EM VERSOS; O TEXTO APRESENTA RIMAS.

6. EM POEMAS, CADA LINHA É CHAMADA DE VERSO, E CADA GRUPO DE VERSOS É CHAMADO DE ESTROFE. SABENDO DISSO, COMO O POEMA “VIDA” É ORGANIZADO? MARQUE UM X NA ALTERNATIVA CORRETA.

QUATRO ESTROFES DE TRÊS VERSOS CADA.

SEIS ESTROFES DE QUATRO VERSOS CADA.

Resposta: SEIS ESTROFES DE QUATRO VERSOS CADA.

7. DE QUAL ESTROFE VOCÊ MAIS GOSTOU? POR QUÊ?

Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor

AGORA QUE JÁ LEMOS

VOCÊ ACHA QUE UM ABRAÇO OU UM “BOM DIA” PODEM MUDAR O DIA DE ALGUÉM E DEIXAR TUDO MELHOR? VOCÊ JÁ DEIXOU ALGUÉM MAIS FELIZ COM UMA ATITUDE OU PALAVRA MÁGICA? CONVERSE COM OS COLEGAS E O PROFESSOR.

Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor

uma dimensão lúdica e de encantamento (EF12LP18, EF15LP15).

AGORA QUE JÁ LEMOS

Espera-se que os estudantes percebam que ações e palavras podem “transformar” situações, ajudando-nos a olhar de outra forma para o que acontece. Um abraço ou uma palavra de afeto podem ser acolhedores e dar forças para enfrentar desafios do cotidiano.

ATIVIDADE EXTRA

221

08/10/2025 10:30:35

3. No item b, mobilizam-se habilidades que envolvem a relação entre texto e imagem, ao levar os estudantes a desenharem a transformação desejada e escreverem uma legenda explicativa. Essa proposta favorece o desenvolvimento de habilidades de escrita (EF01LP02) e a articulação de diferentes linguagens e a produção de sentido na integração entre palavra e ilustração na dimensão do Campo artístico-literário (EF15LP18). Se preferir, entregue uma folha avulsa na qual os estudantes poderão fazer o desenho e escrever a legenda.

4. Ao localizarem a informação no poema, os estudantes desenvolvem habilidades de leitura (EF12LP01).

5. Se necessário, retome o poema com a turma, identificando os versos e as palavras que rimam entre si.

6. Além de localizarem e articularem informações sobre a forma de organização do poema, reconhecendo a estrutura em versos e estrofes (EF15LP03, EF12LP19), os estudantes aprofundam seus conhecimentos sobre esse gênero (EF15LP01).

7. Os estudantes são incentivados a expressar opiniões pessoais sobre a leitura, justificando suas escolhas. Isso contribui para o desenvolvimento da apreciação literária e da formação do gosto pela leitura, reconhecendo que os textos literários fazem parte do mundo do imaginário e apresentam

Proponha à turma que ensaie uma leitura coletiva do poema, de diferentes formas: cada estudante lendo um verso, pequenos grupos lendo estrofes ou todos juntos em um jogral. Oriente-os a explorar entonação, pausas, ritmo e recursos paralinguísticos e cinésicos, tornando a leitura mais expressiva e envolvente. Motive-os a apresentar a declamação em um evento da escola, com a participação de estudantes e familiares. Essa atividade valoriza a oralidade, a apreciação literária e o compartilhamento de leituras com a comunidade escolar, ampliando a experiência com textos poéticos e favorecendo o reconhecimento da literatura como prática social e cultural (EF12LP18, EF12LP19, EF15LP12, EF15LP15).

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações (EF01LP15, EF12LP01), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade ( EF15LP09 , EF15LP10 , EF15LP11, EF15LP13).

Respostas e orientações didáticas

1. Se possível, escreva o trecho citado na lousa, destacando as palavras tristeza e alegria com algum recurso. Promova, então, a leitura coletiva, motivando os estudantes a se envolverem nela. É possível também perguntar quem gostaria de ler e permitir a leitura do trecho por alguns estudantes. Aproveite todos os momentos para avaliar a habilidade de leitura (EF12LP01). No item a, verifique se os estudantes recorrem aos conhecimentos adquiridos sobre sentidos opostos para explicar a relação indicada para os significados, a de antonímia (EF01LP15). No item b, faça a leitura do enunciado, abrindo espaço para a troca sobre o conceito. Questione-os se já tinham ouvido falar em “antônimo”. Em seguida, escreva as três palavras trazidas como itens na lousa e incentive-os a encontrar o antônimo de tristeza, explicando quais estratégias utilizaram para descartar os itens distratores.

2. Se achar oportuno, ressalte a ideia de “magia” destacada no poema lido, sugerindo o poder transformador das palavras. Relacione essa ideia ao uso de expressões gentis no cotidiano, como por favor, obrigado, bom dia etc. Diga que tais expressões podem agir como encantamentos, capazes de mudar o humor das pessoas, aproximar colegas e tornar a convivência mais harmoniosa. Incentive os estudantes a perceberem que escolher palavras carinhosas ou res-

É LÍNGUA, É LINGUAGEM

MAIS SENTIDOS OPOSTOS

1. A) Resposta: Espera-se que os estudantes conversem sobre os significados de tristeza e alegria e concluam que são palavras com sentidos opostos.

1. COM A AJUDA DO PROFESSOR, RELEIA UM TRECHO DO POEMA “VIDA”.

EU

QUERIA PALAVRINHAS MÁGICAS

QUE VIRASSEM TRISTEZA EM ALEGRIA

A ) AS PALAVRAS TRISTEZA E ALEGRIA TÊM SIGNIFICADOS PARECIDOS OU OPOSTOS? EXPLIQUE.

B ) CHAMAMOS DE ANTÔNIMOS AS PALAVRAS QUE TÊM SIGNIFICADOS CONTRÁRIOS. SABENDO DISSO, RESPONDA: QUAL DESTAS PALAVRAS PODE SER CONSIDERADA UM ANTÔNIMO DE TRISTEZA? MARQUE UM X PARA MOSTRAR.

Resposta: FELICIDADE.

2. AGORA, IMAGINE QUE VOCÊ TEM O PODER DE TRANSFORMAR PALAVRAS EM OUTRAS, COM SIGNIFICADOS OPOSTOS. COMO SERIA? PINTE, COM A SUA COR FAVORITA, AS PALAVRAS PARA MOSTRAR EM CADA ITEM.

A ) SIM SALABIM E A GROSSERIA VIRARÁ: SOFRIMENTO. FELICIDADE. DESÂNIMO.

Resposta: GENTILEZA.

B ) SIM SALABIM E O DESRESPEITO VIRARÁ:

Resposta: RESPEITO. Resposta: FORÇA.

FORÇA RESPEITO SONO GENTILEZA OFENSA FORÇA

C ) SIM SALABIM E A FRAQUEZA VIRARÁ:

peitosas pode transformar situações difíceis em momentos de acolhimento.

ATIVIDADE EXTRA: JOGO

• Na lousa ou em um cartaz grande, desenhe uma malha (um quadro com várias casas) e distribua, em ordem aleatória, palavras que formam pares opostos. Utilize palavras conhecidas pelos estudantes, como feliz, triste, forte, fraco, quente, frio

• Explique as regras do jogo: um estudante de cada vez (sorteado por uma parlenda de esco-

lher) será chamado para escolher uma palavra e procurar seu oposto na malha. Quando encontrar o par, deverá pintar as duas palavras com a mesma cor de giz ou outro material disponível. Os colegas podem ajudar, dando dicas ou confirmando a escolha.

• À medida que os pares vão sendo descobertos, a malha ficará colorida, representando o aprendizado coletivo. Para deixar o jogo mais desafiador, você pode estipular um tempo curto para encontrar o par ou organizar rodadas em que dois estudantes joguem ao mesmo tempo (EF12LP01, EF01LP15).

BNCC

JANELAS PARA A ESCRITA

OPOSTOS CRIATIVOS

1. VOCÊ JÁ SEPAROU PALAVRAS PELOS SENTIDOS OPOSTOS. AGORA, QUE TAL CRIAR NOVAS DEFINIÇÕES PARA ALGUMAS DELAS? PARA SE INSPIRAR, LEIA AS DEFINIÇÕES POÉTICAS DAS

PALAVRAS DEMORA E LEMBRANÇA. DEPOIS, USE A IMAGINAÇÃO PARA COMPLETAR CADA QUADRO COM DEFINIÇÕES OPOSTAS.

Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor

A )

DEMORA: É QUANDO O AGORA FICA DISTANTE.

PRESSA:

CININHA, MARIA. LETRARIA: UMA LOJA DE TIJOLOS DE PALAVRAS. SÃO PAULO: COSMOS, 2015.

ESQUECIMENTO: B )

LEMBRANÇA: É MEXER NA VIDA QUE DORME DENTRO DE UM GRANDE BAÚ.

CININHA, MARIA. LETRARIA: UMA LOJA DE TIJOLOS DE PALAVRAS. SÃO PAULO: COSMOS, 2015.

MEDO: CORAGEM: C )

2. COMO VOCÊ SE SENTIU AO CRIAR E LER AS NOVAS DEFINIÇÕES PARA AS PALAVRAS? COMPARTILHE COM A TURMA.

Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor

do universo infantil. Além de levá-los a mobilizar os saberes sobre o sistema de escrita, ao terem de registrar as definições em que pensaram em cada caso (EF01LP02), esse exercício de escrita criativa possibilita aos estudantes experimentarem a escrita como lugar de criação, se aproximando mais do campo de atuação explorado na unidade e se apropriando da ideia de opostos sob outras perspectivas (EF01LP15).

2. O encerramento da atividade com uma rodada de trocas entre os estudantes é fundamental para que possam compartilhar elementos do processo de criação. Faça a mediação para que seja um

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momento leve e com clima acolhedor, a fim de que todos se sintam à vontade para expressar o que sentiram, contando se acharam difícil, se lembraram de algo ou de alguém enquanto pensavam nas definições, se acharam divertido de fazer, entre outras possibilidades.

ATIVIDADE EXTRA

Se achar oportuno, convide os estudantes a escolherem outras palavras com sentidos opostos para criarem definições criativas, ampliando o exercício para outros contextos e possibilidades.

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF01LP02 , EF01LP15 , EF15LP15), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10 , EF15LP11 , EF15LP13).

Respostas e orientações didáticas

1. Explique à turma que essas definições são uma maneira poética de construir sentidos para as palavras, que se contrapõem à lógica convencional e à construção literal dos significados (EF15LP15). Se achar pertinente, leia a definição do dicionário para as mesmas palavras, a fim de que os estudantes possam comparar e se aproximar ainda mais da proposta de uma escrita criativa e poética, rompendo os sentidos lógicos e buscando as associações analógicas, próprias do universo poético. Possibilite que eles criem, à sua maneira, os sentidos, reforçando que se trata do universo da imaginação e da percepção de cada um sobre os sentimentos e as sensações instigados pelas palavras, sem compromisso com os significados já conhecidos, aqueles dos dicionários, que foram explorados na seção Janelas para a escrita anterior. Os estudantes costumam ter facilidade com esse tipo de exercício imaginativo, já que o olhar curioso, lúdico e investigativo é muito próprio

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF01LP02 , EF01LP13 , EF01LP14 , EF01LP15 , EF12LP01, EF12LP03), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade ( EF15LP09 , EF15LP10 , EF15LP11, EF15LP13).

Respostas e orientações didáticas

1. Possibilite aos estudantes que tentem ler as adivinhas com autonomia (EF12LP01). Enfatize a presença do ponto de interrogação e relembre o efeito na entonação durante a leitura (EF01LP14). Depois, retome as adivinhas para que discutam e cheguem coletivamente às respostas, trocando hipóteses e ideias sobre o que aparece nos textos que pode ajudar a desvendar os enigmas. As opções de resposta trazem desafios para os estudantes que ainda não leem convencionalmente, como olhar para o meio ou o final das palavras para identificar onde está escrito ESTRELAS e VENTO (EF01LP13). Outro desafio será encontrar os pares de palavras com sentidos opostos (EF01LP15). Permita aos estudantes que tentem localizar com autonomia e verifiquem quantos pares encontraram. O registro da quantidade pode ajudar os estudantes a terem uma percepção do quanto estão dando conta do desafio, se precisam procurar com mais atenção e se será necessário pensar em outras estratégias, ações importantes neste momento de pausa avaliativa.

AVALIANDO

Peça aos estudantes que leiam as adivinhas em voz alta e registre suas impressões sobre as leituras. Organize um instrumento de avaliação para apoiar seu olhar, como uma rubrica, que permite registrar critérios e níveis de evolução dos estudantes. Para essa

SABERES EM FOCO

SENTIDOS OPOSTOS E OPOSTOS CRIATIVOS

1. LEIA AS ADIVINHAS E PINTE O QUADRO COM A RESPOSTA CERTA DE CADA UMA.

A )

O QUE É, O QUE É?

SÃO LUZES, MAS NÃO TÊM FIO.

SÃO QUIETAS E AGITADAS

SE DORMEM DURANTE O DIA

À NOITE PASSAM ACORDADAS?

ORIGEM POPULAR.

Resposta: ESTRELAS.

ELEFANTE

ESTRELAS

ESPELHO

O QUE É, O QUE É?

Resposta: Os estudantes devem contornar na adivinha

Resposta: VENTO.

B ) VENTO

PODE SER FRIO E SER QUENTE

PODE SER FRACO E SER FORTE NÃO SABE VIVER PARADO ASSOPRAR É A SUA SORTE?

ORIGEM POPULAR.

VIOLÃO

VESTIDO

A: QUIETAS/AGITADAS e DIA/NOITE; na adivinha B: FRIO/QUENTE e FRACO/FORTE. Depois, eles devem escrever que encontraram ao todo 8 palavras. É possível também considerarem DORMEM/ ACORDADAS, totalizando 10 palavras.

RELEIA AS ADIVINHAS E CONTORNE, EM CADA UMA, OS PARES DE PALAVRAS COM SENTIDOS OPOSTOS. QUANTAS PALAVRAS

VOCÊ ENCONTROU AO TODO? REGISTRE A SEGUIR.

proposta, é possível considerar os seguintes critérios e níveis.

• Autonomia na leitura, indicando se o estu dante:

• não consegue ler sozinho; depende totalmente do professor ou dos colegas;

• lê apenas partes do texto, com apoio frequente;

• lê o texto de forma quase independente, pedindo ajuda pontual;

• lê a adivinha de forma autônoma, com fluência adequada.

• Estratégias de leitura, indicando se o estudante:

• não utiliza estratégias claras;

usa poucos indícios e sempre os mesmos, combina diferentes pistas para a leitura, como extensão, comparação com outras palavras, sentido e contexto;

• mobiliza diversas estratégias de leitura, de forma consciente.

Na parte coletiva, em que a turma vai desvendar as adivinhas de forma colaborativa, aproveite para observar as habilidades dos estudantes em se expressarem oralmente diante da turma e de considerarem o que é trazido pelos colegas para participarem das trocas.

2. ESCOLHA UM PAR DE PALAVRAS QUE VOCÊ CONTORNOU NA ATIVIDADE ANTERIOR E ESCREVA EXPLICAÇÕES CRIATIVAS PARA ELAS.

Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor

3. REVISE AS ATIVIDADES DESTA SEÇÃO E REGISTRE SUAS

IMPRESSÕES, PINTANDO OS QUADRINHOS DE ACORDO COM O QUE PERCEBEU SOBRE SEU PROGRESSO EM LEITURA E ESCRITA.

Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor

COMO EU ME SAÍ...

NAS ATIVIDADES DE LEITURA?

ENCONTREI FACILMENTE AS RESPOSTAS DAS ADIVINHAS.

PRECISEI DE AJUDA PARA ENCONTRAR UMA OU MAIS RESPOSTAS DAS ADIVINHAS.

ENCONTREI COM FACILIDADE OS PARES DE PALAVRAS COM SENTIDOS OPOSTOS.

PRECISEI DE AJUDA PARA ENCONTRAR ALGUNS PARES DE PALAVRAS COM SENTIDOS OPOSTOS.

COMO EU ME SAÍ...

NAS ATIVIDADES DE ESCRITA?

ESCREVI COM FACILIDADE MINHAS EXPLICAÇÕES CRIATIVAS PARA O PAR DE PALAVRAS OPOSTAS.

PRECISEI DE AJUDA PARA ESCREVER MINHAS EXPLICAÇÕES CRIATIVAS PARA AS PALAVRAS OPOSTAS.

lacionadas à palavra;

• escreve explicações relacionadas e contextualizadas, ampliando o sentido das palavras escolhidas.

• Convencionalidade da escrita, indicando se o estudante:

• faz uso aleatório de letras, sem correspon-

dência sonora;

08/10/2025 10:30:47

• representa sílabas com letras, com pertinência na quantidade e no valor sonoro;

• escreve mais de uma letra para cada sílaba da palavra, entendendo a sequência consoante-vogal como uma alternativa possível;

• escreve de forma convencional.

Respostas e orientações didáticas

2. Nesta atividade, os estudantes darão continuidade ao trabalho iniciado na seção Janelas para a escrita, desta vez com mais autonomia e sem referências para a criação das definições poéticas (EF01LP02). Possibilite que esse exercício seja o mais livre possível.

AVALIANDO

Aproveite para avaliar os conhecimentos mobilizados pelos estudantes quando precisam registrar suas ideias. Utilizando critérios estabelecidos previamente, procure acompanhar mais de perto estudantes que tenham algum aspecto que você considere prioritário de ser observado neste momento e anote conquistas, reflexões e fragilidades que permanecem no processo de escrita para pensar em atividades e agrupamentos que favoreçam os avanços. Aqui também a rubrica pode ser um instrumento potente de acompanhamento do processo, com critérios e níveis definidos previamente, como descrito a seguir.

• Adequação à proposta, indicando se o estudante:

• não escreve ou escreve algo sem relação com as palavras escolhidas;

• escreve algo próximo, mas sem conexão clara e direta com as palavras escolhidas;

• escreve explicações re-

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF12LP05 , EF12LP07 , EF12LP18 , EF15LP01 , EF15LP02 , EF15LP05 , EF15LP06 , EF15LP07 , EF15LP08), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10, EF15LP11).

Orientações didáticas

• Faça o convite à leitura do texto, anunciando aos estudantes que eles trabalharão com letra de canção, gênero já explorado no início deste volume. Se achar oportuno, retome as características do gênero com os estudantes e aproveite para acompanhar as aprendizagens deles a respeito (EF15LP01).

• Antes de ler o texto para os estudantes, converse com eles sobre os sentidos “abertos” pelo título. Explique o significado da palavra contradição e faça a ligação dessa palavra com o significado de oposição, trabalhado nesta unidade, exemplificando o uso do termo para que entendam a ideia e o emprego da palavra de forma contextualizada. Fale, por exemplo: “alguém que diz que não pode jogar lixo na rua e joga lixo na rua é um exemplo de contradição”. Peça-lhes que, com base nesse exemplo, criem outras frases que exprimam contradição. Dê retorno a eles imediatamente, à medida que formarem as frases, indicando se o uso parece adequado ou não em cada caso. Aos poucos, traga exemplos do texto para a conversa, até chegar a esta possível interpretação: a pessoa que sempre nega ou diz o contrário do que está posto tem o “espírito de contradição”.

• Abra espaço para que os estudantes criem hipóteses

ABRACADABRA

VIROU LETRA DE CANÇÃO!

VAMOS LER AGORA A LETRA DE UMA CANÇÃO QUE APRESENTA MUITOS AVESSOS, UM MONTE DE CONTRADIÇÕES!

ESPÍRITO DE CONTRADIÇÃO

EU DISSE: SIM!

VOCÊ DISSE: NÃO!

EU DISSE: PÉ!

VOCÊ DISSE: MÃO!

EU DISSE: BISCOITO!

VOCÊ DISSE: PÃO!

EU DISSE: JOSÉ!

VOCÊ DISSE: JOÃO!

EU DISSE: SIM!

VOCÊ DISSE: NÃO!

EU ACHO BOM

VOCÊ ACHA RUIM

EU ACHO BONITO

VOCÊ ACHA “O FIM”

MAS SE PENSARMOS

COM MUITO CUIDADO VAMOS DESCOBRIR

O “POR OUTRO LADO”.

ROCHA, RUTH; ZISKIND, HÉLIO. ESPÍRITO DE CONTRADIÇÃO. INTÉRPRETE: FORTUNA. IN: ZISKIND, HÉLIO. NA CASA DA RUTH. SÃO PAULO: TRATORE, 2008.

QUEM PRODUZIU?

RUTH ROCHA JÁ TEM MAIS DE DUZENTOS LIVROS PUBLICADOS PARA CRIANÇAS E JOVENS. NO CD NA

CASA DA RUTH, SEUS TEXTOS FORAM MUSICADOS POR HÉLIO ZISKIND E VIRARAM DIVERTIDAS CANÇÕES.

HÉLIO ZISKIND É UM MÚSICO E COMPOSITOR BRASILEIRO QUE JÁ FEZ MUITAS CANÇÕES PARA O PÚBLICO INFANTIL.

de leitura sobre o texto que lerão, levando em conta o título, as saliências textuais que observarem, os conhecimentos prévios sobre o gênero e a ilustração que o acompanha (EF15LP02).

• Faça a leitura do texto de forma expressiva, respeitando o ritmo sugerido pela quebra dos versos. Durante a leitura, tente explorar aspectos paralinguísticos e cinésicos, a fim de reforçar os sentidos e envolver os estudantes na apreciação

do texto (EF12LP18). É possível, por exemplo, fazer gestos para reforçar cada oposição, como apontar para a direita quando disser sim e para a esquerda quando disser não, e assim por diante (EF15LP12).

• Se possível, apresente a canção aos estudantes, convidando-os a identificar os aspectos sonoros dela (EF12LP07).

HÉLIO ZISKIND.
RUTH ROCHA.

CRIAR PARA CANTAR GOSTOU DESSA LETRA DE CANÇÃO? QUE TAL SE JUNTAR AOS COLEGAS E RECRIAR A PRIMEIRA PARTE DO TEXTO? BOA DIVERSÃO!

1. O PROFESSOR VAI ORGANIZAR A TURMA EM GRUPOS. CADA GRUPO CRIARÁ QUATRO VERSOS, INDICANDO CONTRADIÇÕES ENTRE ELES.

2. PARA A CRIAÇÃO, ALÉM DE PENSAR EM PALAVRAS OPOSTAS, PENSEM NAS RIMAS: O SEGUNDO VERSO DEVE RIMAR COM O QUARTO, COMO ACONTECE NO TEXTO ORIGINAL.

3. REGISTRE OS VERSOS QUE VOCÊS RECRIARAM AQUI:

Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor

EU DISSE:

VOCÊ DISSE:

EU DISSE:

VOCÊ DISSE:

VIVA VOZ!

1. CANTEM OS VERSOS, CRIANDO UM RITMO E UMA MELODIA.

2. ENSAIEM E, QUANDO JÁ ESTIVEREM CRAQUES, COMPARTILHEM A PRODUÇÃO COM O RESTANTE DA TURMA!

PAPO DIGITAL

GRAVAÇÃO DA CANÇÃO EM ÁUDIO

SIGAM AS ORIENTAÇÕES DO PROFESSOR PARA GRAVAR UM ÁUDIO COM AS RECRIAÇÕES DA TURMA E COMPARTILHAR COM OS FAMILIARES E AMIGOS!

PAPO DIGITAL

Para a gravação do áudio, siga as orientações dadas para o Papo digital da unidade 1, fazendo as adaptações necessárias (EF15LP08). Combine com os estudantes como eles vão compartilhar os áudios com os amigos e familiares: por e-mail, mensagem em aplicativos de celular ou por meio das páginas que a escola tiver na internet. É possível também organizar uma sessão para audição coletiva, convidando os familiares ou cuidadores a participarem.

08/10/2025 10:28:11

• Na proposta do Criar para cantar, organize a turma em grupos diversificados em relação aos níveis de conceitualização da escrita, de modo a favorecer a produção colaborativa. Explique que o objetivo é recriar versos para a canção, explorando contradições e mantendo o ritmo e as rimas, como no texto original (EF12LP05).

• Conduza o planejamento do texto com os estudantes (EF15LP05), discutindo quem escreve (a turma), para quem escreve (colegas, familiares e comunidade escolar), com qual finalidade (diversão, apreciação literária e apresentação), onde circulará (sala de aula, mural ou evento da escola), em qual suporte (cartaz, folha, áudio ou vídeo) e como será a linguagem (versificada, rimada, com repetições e oposições) (EF15LP01).

• Após a escrita inicial, incentive a releitura e a revisão do texto (EF15LP06), ajudando os estudantes a aprimorarem rimas, ajustarem palavras, cortarem repetições e verificarem aspectos de ortografia e pontuação. Em seguida, colabore na edição da versão final (EF15LP07).

• Por fim, se escolherem realizar a versão proposta no Papo digital, faça a edição digital do texto (EF15LP08) e combine com a turma a melhor forma de publicação e circulação do áudio.

BNCC

Desta seção ao Agora na pauta, os estudantes avançarão na apropriação do sistema alfabético ao reconhecerem a relação entre fala e escrita, compreenderem que as letras representam fonemas, diferenciarem e relacionarem letras em diversos formatos e treinarem o traçado das letras trabalhadas (EF01LP05, EF01LP07, EF01LP10, EF01LP11).

Orientações didáticas

• Mostre a letra Y no livro, nos diferentes tipos, reforçando que o foco no traçado neste volume está na letra bastão. Se houver estudantes com nome iniciado por essa letra, convide-os a traçá-la na lousa. Sempre que possível, promova essa estratégia para fortalecer a confiança na escrita.

• Proponha a realização do Letra na mão, proporcionando momentos para que os estudantes experimentem formar a letra Y em bastão utilizando materiais concretos. Uma sugestão é o uso de palitos de sorvete e gravetos para formar a letra de maneira lúdica e tátil, reforçando a coordenação motora fina e a memorização da forma gráfica.

• Escreva a letra Y na lousa, permitindo aos estudantes que observem a ordem e a direção do traçado da letra. Os estudantes devem usar o seu traçado como modelo, portanto, siga o padrão indicado. Observe as setas que apontam para essa direcionalidade, partindo do ponto vermelho. Proponha a brincadeira de traçar a letra no ar seguindo essa direção. Em seguida, peça aos estudantes que tracem o Y nos quadros da atividade de treino motor da Hora do traçado, com vistas ao desenvolvimento da aprendizagem da letra manuscrita, tanto em pontilhado como à mão livre.

TIRANDO DE LETRA... Y !

AGORA É A HORA DA LETRA Y!

VOCÊ CONHECE NOMES DE PESSOAS QUE COMEÇAM COM

Resposta pessoal.

ESSA LETRA? COMPARTILHE COM OS COLEGAS E O PROFESSOR. DEPOIS, ACOMPANHE OS DIFERENTES MODOS DE REGISTRAR O Y.

LETRA NA MÃO

1. COM PALITOS DE SORVETE OU GRAVETOS, EXPERIMENTE FAZER O Y, ASSIM:

Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes consigam formar a letra Y com palitos de sorvete ou gravetos.

2. COM A AJUDA DO PROFESSOR, FORME ESSA LETRA NO ALFABETO EM LIBRAS. DESSE MODO:

Resposta pessoal. Se necessário, auxilie os estudantes a fazerem a letra Y no alfabeto em Libras.

Y

HORA DO TRAÇADO

VAMOS PRATICAR A ESCRITA DA LETRA Y EM BASTÃO? PARTINDO DO PONTINHO VERMELHO, CUBRA OS PONTILHADOS. DEPOIS, TRACE ESSA LETRA LIVREMENTE NO ÚLTIMO QUADRINHO.

Resposta pessoal. Se necessário, auxilie os estudantes a traçarem a letra Y

SONS E LETRA: Y

O Y pode se comportar como “vogal” (como em “chantilly”) ou “semivogal” (no caso de “motoboy”). Vale destacar que a frequência de palavras com Y não é muito alta na língua portuguesa, já que costuma aparecer em palavras de origem estrangeira ou em nomes próprios.

TIRANDO DE LETRA... Z!

CHEGOU A VEZ DA LETRA Z!

QUE PALAVRAS VOCÊ CONHECE QUE COMEÇAM COM ESSA LETRA?

Resposta pessoal.

AGORA, ACOMPANHE DIFERENTES JEITOS DE ESCREVER O Z.

LETRA

NA

MÃO

1. COM MASSINHA DE MODELAR, TENTE FORMAR O Z, ASSIM:

Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes consigam formar a letra Z com massinha de modelar.

2. AGORA EXPERIMENTE FORMAR ESSA LETRA NO ALFABETO EM LIBRAS, COM A AJUDA DO PROFESSOR.

Resposta pessoal. Se necessário, auxilie os estudantes a fazerem a letra Z no alfabeto em Libras.

HORA DO TRAÇADO

CHEGOU A HORA DE TREINAR A ESCRITA DA LETRA Z EM BASTÃO. PARTINDO DO PONTINHO VERMELHO, CUBRA OS PONTILHADOS. DEPOIS, TRACE LIVREMENTE A LETRA Z NO ÚLTIMO QUADRINHO.

Resposta pessoal. Se necessário, auxilie os estudantes a traçarem a letra Z

ou perca proporção. Já no Z, verifique se os estudantes conseguem alinhar os três traços (superior, diagonal e inferior) em ritmo contínuo, sem pausas bruscas.

• Incentive o ajuste da preensão para que as diagonais saiam firmes, mas não pesadas demais, prevenindo a rigidez.

• Modele a pega funcional em três pontos, destacando como pequenas movimentações dos dedos, mais do que do punho ou do braço, ajudam a garantir leveza e precisão nos ângulos.

• Para estudantes que apresentarem dificuldade, proponha exercícios de treino avulso, como ligar pontos em forma de “zigue-zague”, seguir trilhas com ângulos em 90 graus ou cruzar linhas em diferentes direções, reforçando a coordenação e a regularidade dos movimentos.

ATIVIDADE EXTRA

Proponha aos estudantes que formem, em sequência, todas as letras do alfabeto

Orientações didáticas

• Chame a atenção para a letra Z no livro, nos diferentes tipos.

• Escreva a letra Z na lousa, seguindo o padrão indicado e usando as setas para evidenciar a ordem e a direção do traço contínuo da letra. Em seguida, proponha a brincadeira de traçar essa letra em formato bastão no ar, seguindo a direcionalidade indicada. Solicite, ao final, que os estudantes realizem o exercício de treino motor da Hora do traçado

SONS E LETRA: Z

Caso haja estudantes refletindo sobre as relações entre grafema e fonema envolvendo a letra Z, abra espaço para que compartilhem suas percepções. O Z pode representar tanto o fonema /z/ (sua realização fonológica dominante, ou seja, mais comum), como ocorre em “zebra”, quanto o fonema /s/, como ocorre em “nariz”.

LÁPIS NA MÃO

• Durante o treino motor das letras Y e Z, observe se os estudantes conseguem articular com precisão linhas diagonais e retas longas, exigindo maior coordenação e controle da força aplicada no lápis.

• Repare se o traço do Y mantém equilíbrio entre as diagonais e a haste inferior, evitando que a letra se incline

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em Libras, retomando os movimentos já aprendidos neste volume. Para apoiar a prática, indique vídeos disponíveis na internet que mostrem o abecedário completo em Libras e incentive-os a acompanhar as demonstrações. Após o treino, converse com a turma sobre a importância de conhecer outras formas de comunicação e valorizar a inclusão de pessoas surdas no convívio social e escolar.

Orientações didáticas

1. Oriente os estudantes a observarem como as letras Y e Z aparecem nos diferentes tipos de letra e a ligarem as correspondentes. Explique que a proposta não é treinar a escrita, mas reconhecer e comparar as formas que uma mesma letra pode assumir.

2. Incentive a curiosidade e a atenção aos detalhes, destacando aos estudantes proporções, curvas e inclinações próprias da letra cursiva. Se houver interesse, permita que explorem livremente outros suportes, como folhas avulsas, para experimentar mais os traçados. Reforce que, neste volume, o foco do treino motor está na letra bastão. O contato com a letra cursiva tem caráter exploratório, servindo apenas para familiarização inicial. O desenvolvimento sistemático desse traçado será retomado no próximo volume.

LIGADO NAS LETRAS

1. LEMBRA DE COMO O Y E O Z SÃO ESCRITOS EM DIFERENTES TIPOS DE LETRA? LIGUE AS LETRAS CORRESPONDENTES PARA LEMBRAR DOS TIPOS QUE VOCÊ CONHECEU.

Resposta: Os estudantes devem ligar as letras de imprensa minúscula e as letras cursivas (maiúscula e minúscula) à letra bastão correspondente.

2. AGORA, BRINQUE DE TRAÇAR O Y E O Z DE MODOS DIFERENTES, COPIANDO CADA LETRA NO ESPAÇO LOGO ABAIXO DELA.

DICA: VOCÊ SÓ VAI TREINAR O TRAÇADO DESSE TIPO DE LETRA NO 2º ANO. POR ENQUANTO, ESSA ATIVIDADE É SÓ PARA QUE CONHEÇA E SE APROXIME AOS POUCOS DESSA ESCRITA.

Resposta: Os estudantes devem traçar as letras Y e Z em letra cursiva maiúscula e minúscula.

AGORA NA PAUTA

1. CUBRA OS PONTILHADOS E CONTINUE TRAÇANDO, EM BASTÃO, AS LETRAS COM QUE VOCÊ TRABALHOU NESTA UNIDADE.

DICA: ESCREVA CADA LETRA PELO MENOS TRÊS VEZES EM CADA PAUTA. DEIXE SEMPRE UM ESPAÇO EM BRANCO ENTRE AS LETRAS.

Resposta: Os estudantes devem traçar as letras Y e Z em letra bastão.

2. CHEGOU A HORA DE TRAÇAR PALAVRAS! CUBRA OS PONTILHADOS E CONTINUE ESCREVENDO OS NOMES QUE COMEÇAM COM AS LETRAS Y E Z

Resposta: Os estudantes devem traçar os nomes YASMIN, YAGO, ZÉLIA e ZICO em letra bastão. 231

LÁPIS NA MÃO

• Nesta etapa, os estudantes retomam o treino motor das letras Y e Z, mas em pauta caligráfica, primeiro cobrindo o pontilhado e, em seguida, escrevendo à mão livre. O objetivo é reforçar a regularidade do traçado e a consistência no tamanho das letras.

• Observe se eles mantêm o alinhamento das letras à linha da pauta.

• Oriente o movimento coordenado dos dedos, mantendo o punho estável e evitando deslocamentos excessivos do braço.

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• Incentive pequenas pausas para alongar e relaxar os dedos, prevenindo a fadiga.

• Proponha a escrita de palavras que comecem com Y e Z, como “Yasmin”, “Yago”, “Zélia” e “Zico”, incentivando a atenção à legibilidade entre as letras dentro da palavra.

• Para quem já demonstra controle consistente, sugira variações de ritmo na escrita das palavras, promovendo adaptação motora e autonomia.

• Aos que ainda apresentam dificuldade, ofereça exercícios preparatórios em folhas avulsas, como desenhar linhas diagonais, serrilhados ou curvas contínuas, que favorecem os gestos gráficos presentes nessas letras.

• Nesta etapa, os estudantes vão retomar o traçado das letras Y e Z em formato bastão, primeiro acompanhando o pontilhado e depois registrando as letras de modo autônomo. A proposta é que consolidem o controle dos movimentos, mantendo o alinhamento e a proporção na pauta. Em seguida, eles terão a oportunidade de escrever palavras que começam com essas letras. Lembre-os de utilizar lápis e mantenha a observação sobre o padrão de preensão, favorecendo o desenvolvimento de uma escrita fluida e legível.

BNCC

Além das habilidades indicadas junto às orientações ( EF01LP03 , EF01LP08 , EF01LP15), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10 , EF15LP11 , EF15LP13).

Orientações didáticas

• Se achar pertinente, faça coletivamente uma lista com personagens que podem ser escolhidos pelos estudantes. As escolhas podem ser mais genéricas, como rainha, rei, fada, mago e monstro; ou específicas de histórias conhecidas pela turma, como Chapeuzinho Vermelho, Lobo Mau e Três Porquinhos. Proponha aos estudantes que ditem as ideias enquanto você as escreve na lousa (EF01LP03, EF01LP08).

• Proponha um exercício coletivo de levantar características às avessas dos personagens para que todos compreendam bem a ideia antes de iniciar o jogo. Uma possibilidade é fazer duas colunas na lousa: uma com as características reais de um personagem e outra com os opostos (EF01LP15). Esta pode ser uma estratégia utilizada também pelos estudantes para que não se confundam.

• Peça aos estudantes que anotem com destaque as características às avessas, que são opostas às características comumente associadas aos personagens, como BONDOSO para o LOBO MAU

• Com o registro realizado, faça um levantamento de ideias de perguntas que tenham como únicas respostas “sim” ou “não”. Sugestões: “Seu personagem é mau?”;

É JOGO, É BRINCADEIRA

Comentários nas orientações ao professor

PERSONAGENS ÀS AVESSAS

VAMOS CONTINUAR BRINCANDO COM OS AVESSOS, AGORA DE PERSONAGENS DE HISTÓRIAS?

1. ESCOLHA UM PERSONAGEM FAMOSO DAS HISTÓRIAS QUE VOCÊ CONHECE. FAÇA UM RETRATO NO CADERNO, MOSTRANDO QUEM ELE É. USE A SUA IMAGINAÇÃO!

2. ESCREVA TODAS AS CARACTERÍSTICAS ÀS AVESSAS DO PERSONAGEM ESCOLHIDO. POR EXEMPLO: SE ELE FOR BOM, ANOTE “MAU”; SE ELE FOR VELOZ, ANOTE “LENTO”, SEMPRE AO CONTRÁRIO DE COMO O PERSONAGEM CONHECIDO É DE VERDADE.

3. ATENÇÃO: NÃO DEIXE NINGUÉM VER O QUE VOCÊ ESCREVEU!

4. JUNTE-SE A UM COLEGA E PROPONHA O DESAFIO: DESCOBRIR QUEM É O SEU PERSONAGEM ÀS AVESSAS!

5. A CADA RODADA, O COLEGA PODERÁ FAZER QUALQUER PERGUNTA A VOCÊ, DESDE QUE A RESPOSTA SEJA SIM OU NÃO. POR EXEMPLO: SEU PERSONAGEM É GENTIL?

6. SE ELE NÃO SOUBER QUEM É, SERÁ A SUA VEZ DE PERGUNTAR. SEJA CRIATIVO NAS PERGUNTAS E LEMBRE-SE DE QUE A RESPOSTA ESTÁ NOS OPOSTOS!

7. SE NA TERCEIRA RODADA NINGUÉM ADIVINHAR, MOSTRE O DESENHO DO PERSONAGEM.

8. GANHA O JOGO QUEM ADIVINHAR PRIMEIRO O PERSONAGEM DO COLEGA!

“Seu personagem é forte?”. Se achar pertinente, retome palavras usadas ao longo da unidade, mesmo que seja preciso transformá-las em adjetivos para serem usadas na brincadeira. Por exemplo, com a palavra “medo”, há a possibilidade de perguntar se o personagem às avessas é medroso ou fraco, e assim por diante.

1. VOCÊ APRENDEU MUITA COISA NESTA UNIDADE. É HORA DE RELEMBRAR ALGUNS CONTEÚDOS E PENSAR SOBRE SEUS ESTUDOS. PARA ISSO, PINTE OS QUADRINHOS DE ACORDO COM A LEGENDA:

ENTENDI BEM. PRECISO REVER.

HISTÓRIA CURTA.

SENTIDOS OPOSTOS. POEMA.

Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor

OPOSTOS CRIATIVOS.

LETRA DE CANÇÃO (ABRACADABRA).

LETRAS Y, Z

2. COMO FOI SUA CONVIVÊNCIA NA ESCOLA?

Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor.

A ) FUI GENTIL COM MEUS COLEGAS?

B ) COLABOREI COM O PROFESSOR?

C ) TENTEI FALAR SEMPRE DE MODO EDUCADO?

SAIBA MAIS

OPOSTOS EM HARMONIA!

ESSE LIVRO APRESENTA PERSONAGENS DIFERENTES QUE CONVIVEM EM HARMONIA, EXPLORANDO OS OPOSTOS COM RESPEITO ÀS DIFERENÇAS.

KESSLER, FRÉDÉRIC. O GRANDE LIVRO DOS CONTRÁRIOS: DAS FORMAS E DAS CORES. TRADUÇÃO DE SANDRA PINA. SÃO PAULO: CORTEZ, 2018.

PONTOS DE VISTA

SERÁ QUE O FRIO PODE SER QUENTE? NESSE LIVRO VOCÊ VAI DESCOBRIR QUE ÀS VEZES O CONTRÁRIO É SÓ QUESTÃO DE PONTO DE VISTA.

MASUR, JANDIRA. O FRIO PODE SER QUENTE? ILUSTRAÇÕES DE MICHELE IACOCCA. 19. ED. SÃO PAULO: ÁTICA, 2019.

Retome o percurso de aprendizagem, considerando tanto as individualidades como os avanços da turma. Uma questão central nesta unidade foi a exploração dos opostos por meio da temática dos avessos. Verifique se, chegando ao final de mais essa etapa, os estudantes são capazes de separar palavras por esse critério de oposição de significados. Avalie como se deram as relações com os gêneros textuais explorados, tanto na leitura como na produção do livro da turma. Avalie também o desenvolvimento do vocabulário dos

estudantes, verificando a ampliação na compreensão e no uso das palavras no decorrer das unidades e as necessidades de intervenções para que todos sigam avançando.

Avalie como eles lidaram com as práticas de leitura e escrita propostas até o momento, mapeando se todos demonstram maior autonomia na realização das atividades.

BNCC

Nesta seção, os estudantes terão a oportunidade de lerem e compreenderem enunciados e tarefas escolares com o apoio do professor e dos colegas (EF12LP17), além de escutarem com atenção e fazerem perguntas pertinentes durante as trocas orais (EF15LP10).

Respostas e orientações didáticas

1. Se achar pertinente, eleja com a turma os conteúdos aprendidos de forma mais significativa, com base nas avaliações individuais, como um balanço das aprendizagens mais consistentes do grupo.

2. Incentive a troca de experiências em relação à autoavaliação atitudinal.

SAIBA MAIS

Os livros indicados possibilitam seguir explorando com os estudantes a ideia dos avessos. Por meio da leitura literária, será possível ampliar as conversas, as referências e as possibilidades de criação e imaginação da turma.

AVALIANDO

Ao final desta unidade, espera-se que os estudantes tenham experimentado uma variedade de possibilidades de brincar com as palavras, as sonoridades e as rimas por meio dos textos apresentados.

REFERÊNCIAS

17:15:47

COMPLEMENTARES

COLOMER, Teresa. Andar entre livros: a leitura literária na escola. São Paulo: Global, 2007.

A obra é uma referência importante sobre o papel da literatura no processo de formação leitora dos estudantes. A proposta central é compreender a leitura literária como prática social e cultural, discutindo como a escola pode favorecer experiências significativas com os textos, para além da decodificação.

INTRODUÇÃO E JUSTIFICATIVA

Os estudantes continuarão explorando a dimensão do encantamento, com foco no Campo artístico-literário, em articulação com o campo de experiências Escuta, fala, pensamento e imaginação da Educação Infantil. Valoriza-se a promoção de experiências em que os estudantes ouçam histórias, troquem impressões e criem com base nelas.

Os textos e as atividades exploram personagens do imaginário e da cultura brasileira, valorizando-os em sua dimensão lúdica e reconhecendo-os como patrimônio artístico da humanidade.

Os estudantes poderão se aprofundar em aspectos importantes da composição de textos literários, construindo sentidos e produzindo criativamente inspirados por eles. Eles explorarão as palavras e seus significados, com foco no agrupamento pelo critério de semelhança. E poderão, ainda, relacionar os textos a ilustrações, ampliando as possibilidades de compreensão, fruição e construção de sentidos.

As atividades propostas favorecem o trabalho com os temas contemporâneos transversais Diversidade cultural e Educação para valorização do multiculturalismo nas matrizes históricas e culturais brasileiras.

Expectativas de aprendizagem

Ao final da unidade, espera-se que os estudantes sejam capazes de:

• identificar que textos literários fazem parte de uma dimensão imaginária e lúdica, valorizando-os como patrimônio artístico da humanidade, em sua diversidade cultural;

• ler e apreciar textos literários, identificando sua finalidade ligada às dimensões do entretenimento, da reflexão e da livre fruição estétic

UNIDADE8 CRIATURAS FABULOSAS

CONTEÚDOS DESTA UNIDADE

• PASSA-CHAPÉU: CONTINUE A HISTÓRIA! (PALAVRAS DE BRINCAR);

• VERBETE DE LIVRO DE MONSTRENGOS BRASILEIROS;

• SENTIDOS PARECIDOS;

• AGRUPANDO PALAVRAS COM SENTIDOS PARECIDOS;

• CONTO (ABRACADABRA);

• FICHA INFORMATIVA LITERÁRIA;

• MAIS SENTIDOS PARECIDOS;

• DITADO;

• LIVRO DE MONSTRENGOS DA TURMA (HORA DE PRODUZIR);

• LETRAS DE A A Z (TIRANDO DE LETRA);

• JOGO DAS CRIATURAS FABULOSAS (É JOGO, É BRINCADEIRA).

Respostas e comentários nas orientações ao professor

OBSERVE A OBRA DE ARTE. EM SEGUIDA, COM OS COLEGAS, RESPONDAM ORALMENTE ÀS QUESTÕES.

O QUE VOCÊ OBSERVA NO QUADRO? DESCREVA ESSES ELEMENTOS.

AGORA, COM O PROFESSOR, LEIA A LEGENDA DA OBRA. A CUCA É O TÍTULO DELA E O NOME DE UMA

PERSONAGEM DA CULTURA POPULAR BRASILEIRA.

VOCÊ CONHECE ESSA PERSONAGEM?

PARA VOCÊ, QUAL DOS PERSONAGENS DA IMAGEM

SERIA A CUCA?

VOCÊ CONHECE OUTRAS CRIATURAS QUE SÓ EXISTEM NA NOSSA IMAGINAÇÃO? QUAIS? CONTE AOS COLEGAS.

• explorar palavras com sentidos semelhantes e agrupá-las pelo critério de aproximação de significados (sinonímia);

• relacionar textos a ilustrações;

• ler e compreender, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, textos narrativos de maior porte;

• produzir registros escritos coerentes com o tema de estudo e com o gênero estudado, mesmo que ainda não escrevam de forma convencional.

Mapeando conhecimentos

Com base no título da unidade, pergunte aos estudantes de quais personagens conhecidos

se lembram e por quais motivos. Incentive-os a descrever tais personagens e a expressar seus sentimentos em relação a eles, compartilhando seus repertórios e trazendo elementos imaginários para a conversa. Faça uma lista para ser afixada na sala de aula, que pode se chamar “Criaturas fabulosas que conhecemos”, e convide os estudantes a ampliarem esse material sempre que quiserem. Aproveite esses momentos de trocas e de construção da lista para acompanhar o desenvolvimento da oralidade e do processo de alfabetização da turma.

INFOGRÁFICO CLICÁVEL: SERES FOLCLÓRICOS: VOCÊ ME CONHECE?

A CUCA, DE TARSILA DO AMARAL. ÓLEO SOBRE TELA, 73 CM × 100 CM. 1924.

3. Cuca seria a criatura amarela, que aparece em destaque na tela.

4. Se achar oportuno, depois da troca com base no repertório dos estudantes, compartilhe outras referências de personagens imaginados, que podem ser de textos literários conhecidos pela turma ou de pesquisas feitas na internet (EF12LP02).

ATIVIDADE EXTRA

08/10/2025 10:25:59

Se considerar interessante, incentive os estudantes a pesquisarem outras obras de Tarsila do Amaral, uma das artistas brasileiras que se tornou uma figura central do movimento modernista. Explique que Tarsila ajudou a criar uma identidade visual brasileira na arte, pintando nossas paisagens, nossas cores e até personagens do folclore, como na obra explorada nesta seção (EF12LP02).

BNCC

Além da habilidade de pesquisa destacada junto às orientações (EF12LP02), ao investigarem a imagem, os estudantes podem antecipar sentidos e propósitos com base em conhecimentos prévios e nas pistas visuais (EF15LP02), e, ao responderem oralmente às questões, podem mobilizar habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10, EF15LP11).

Respostas e orientações didáticas

1. Espera-se que os estudantes descrevam os elementos que aparecem na imagem, incluindo os personagens e a paisagem ao fundo. Nessa descrição, eles possivelmente citarão elementos da vida real, como árvore, céu, água; e imaginários, como alguns dos personagens. Procure explorar essa diferença, enfatizando que as criaturas fabulosas que dão nome à unidade pertencem à dimensão ficcional.

2. Possibilite que os estudantes compartilhem o que sabem desse personagem. Depois, explique que é uma criatura bastante conhecida na cultura popular brasileira e habita o imaginário de muitas crianças, de diferentes regiões e gerações. Existem várias versões de canções de ninar de domínio público que mencionam esse personagem, que também é conhecido como Bicho-Papão.

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF01LP03 , EF01LP18 , EF01LP20 , EF01LP25 , EF01LP26 , EF12LP01 , EF12LP04 , EF15LP16 , EF15LP19), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10 , EF15LP11 , EF15LP13).

SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL

Se possível, disponibilize previamente um suporte grande para que o registro da história recontada seja feito ao final da proposta. Os turnos de fala durante a criação da história serão intermediados por um chapéu, que será o instrumento “mágico” da brincadeira. Providencie e apresente previamente o objeto, que pode ser de qualquer tipo: um boné, um chapéu de praia ou de papel. Esse objeto pode ser confeccionado com os estudantes. Se considerar pertinente, como introdução à brincadeira e incentivo à imaginação, faça a leitura de um texto narrativo de maior porte, como um conto, que traga algum monstrengo brasileiro como protagonista (EF15LP16). Se possível, faça a leitura expressiva do texto, mediando quando preciso para garantir que os estudantes possam compreender a história. Depois, incentive-os a contar coletiva e oralmente a história ouvida (EF15LP19). É possível passar o chapéu mágico e pedir aos estudantes que recontem partes da história enquanto estão com o chapéu.

OLHA O MONSTRENGO AÍ!

PALAVRAS DE BRINCAR Comentários nas orientações ao professor

AGORA, VAMOS CRIAR UMA HISTÓRIA COM PERSONAGENS DO IMAGINÁRIO BRASILEIRO.

PASSA-CHAPÉU: CONTINUE A HISTÓRIA!

1. PARA COMEÇAR, O PROFESSOR VAI ESCREVER NA LOUSA UMA LISTA DOS PERSONAGENS QUE FARÃO PARTE DA HISTÓRIA.

2. PRESTE ATENÇÃO NOS NOMES LISTADOS E IMAGINE: QUE AVENTURAS CADA UM PODERIA VIVER?

3. CADA ESTUDANTE CONTRIBUIRÁ INVENTANDO UMA PARTE DESSA HISTÓRIA.

4. VOCÊS VÃO USAR: O CHAPÉU MÁGICO DAS BOAS IDEIAS. QUANDO ELE CHEGAR A VOCÊ, CONTINUE A HISTÓRIA.

5. A CADA TROCA DE CHAPÉU, O PROFESSOR VAI DIZER QUAL PERSONAGEM DEVE SER INCLUÍDO NA HISTÓRIA.

6. PRONTO, ESTÁ DADA A LARGADA! O ESTUDANTE QUE COMEÇAR A AVENTURA DOS MONSTRENGOS DEVERÁ DIZER AQUELA FAMOSA FRASE QUE ABRE AS HISTÓRIAS: ERA UMA VEZ...

7. ASSIM QUE O PRIMEIRO ESTUDANTE TERMINAR DE CONTAR SUA PARTE, DEVERÁ PASSAR O CHAPÉU PARA UM COLEGA, QUE VAI CONTINUAR A HISTÓRIA.

Orientações didáticas

• Na lousa, escreva uma lista com nomes de personagens e leia-os com a turma. Varie as formas de leitura: em alguns momentos, convide estudantes que já demonstram maior segurança para ler sozinhos e, em outros, proponha a leitura coletiva, envolvendo toda a turma (EF12LP01). Organize os nomes em coluna, um abaixo do outro, para que os estudantes percebam a estrutura de uma lista e reconheçam sua disposição gráfica característica (EF01LP20). Algumas sugestões: Cuca, Mula sem Cabeça, Boitatá, Lobisomem,

Caipora, Anta-Cachorro, Papa-Figo, Vaqueiro Misterioso, Matintaperera (EF12LP04).

• É possível, antes de realizar a brincadeira, pesquisar e apresentar imagens que representem cada monstrengo que for listar. Uma possibilidade é deixar que os estudantes imaginem as características dos personagens com base em seus nomes: alguns têm nomes bem sugestivos.

• Os estudantes não precisam conhecer todas as referências para que a história contemple os personagens. É possível que as continuidades da história sejam criadas com base nos nomes e no que eles sugerem.

8. INVENTEM UM NOME PARA A HISTÓRIA E FAÇAM UMA ILUSTRAÇÃO BEM CAPRICHADA PARA REPRESENTAR TODAS AS AVENTURAS!

9. PARA FINALIZAR, UM DESAFIO: SERÁ QUE VOCÊ CONSEGUE, COM A AJUDA DOS COLEGAS, RECONTAR A HISTÓRIA QUE VOCÊS IMAGINARAM? ENQUANTO DITAM, O PROFESSOR VAI REGISTRAR EM UMA FOLHA AVULSA ESSA HISTÓRIA. APROVEITEM PARA REVISITAR ESSA AVENTURA MUITAS E MUITAS VEZES!

BAÚ DE TEXTOS

COM O PROFESSOR E OS COLEGAS, LEIA A CANTIGA PARA CANTAR E BRINCAR.

PALHACINHO DE BRINQUEDO, SUA CARA FEIA NÃO ME METE MEDO! TENHO MEDO SABE DO QUÊ?

DESTA CARA FEIA QUE EU VOU FAZER!

ORIGEM POPULAR.

ABRINDO O BAÚ!

PINTE A PALAVRA QUE NOMEIA A IMAGEM A SEGUIR.

DICA: ELA APARECEU NO TEXTO QUE VOCÊ LEU NESTE BAÚ! Resposta: PALHACINHO.

contrário, recorra ao próprio livro, destacando que agora eles já conseguem ler o que antes não liam. Organize uma votação para escolher os cinco textos preferidos e registre-os em cartazes grandes, atuando como escriba enquanto os estudantes ditam quadrinhas, parlendas, trava-línguas ou outros gêneros. Afixe os cartazes na sala de aula para que possam reler, usar como apoio em suas escritas (EF01LP03) e brincar com seus textos favoritos (EF01LP18).

• Neste Abrindo o baú, na atividade de correlação palavra-objeto, é possível explorar com os

PALHACINHO VIZINHO LACINHO

08/10/2025 10:26:03

estudantes a sílaba final das palavras (NHO), que pode representar um desafio, por ser formada pelo padrão consoante-consoante-vogal. Se achar oportuno, escreva as três palavras na lousa e pergunte o que elas têm em comum e o que está escrito nessa parte que foi identificada. Possibilite que os estudantes troquem ideias e discutam coletivamente em qual delas está escrito PALHACINHO, palavra que nomeia o referente representado na imagem.

• Enquanto a turma conta a história, registre na lousa palavras-chave ou pequenas frases que possam servir de apoio para retomá-la depois. Esse material pode ser utilizado em uma atividade de produção escrita coletiva de recontagem, em que você atue como escriba. Além de possibilitar a revisitação da produção oral, a proposta favorece que os estudantes observem como se organiza a escrita de um texto narrativo, atentando a elementos como personagens, enredo, tempo e espaço (EF01LP26).

• Conforme for retomando os tópicos anotados, incentive os estudantes a recontarem a história, mediando para que situem a narrativa no tempo, descrevam os principais acontecimentos e a participação de cada personagem. Explique que você será o escriba desse reconto, permitindo que acompanhem o registro escrito enquanto ditam. A versão pode ser mais resumida do que a criada na brincadeira e, ao final, o texto produzido pode ser lido para outras turmas (EF01LP25).

• No Baú de textos, proponha uma primeira leitura e pergunte quem já conhecia a cantiga e a brincadeira. Depois, convide-os a cantar, incorporando ao final o movimento de fazer uma careta bem assustadora e divertida. • Promova uma retomada dos textos da tradição oral trabalhados nesta seção. Se a turma tiver construído um Baú de textos, utilize-o; caso

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF01LP01 , EF01LP12 , EF01LP17 , EF12LP02 , EF01LP15 , EF15LP01 , EF15LP02 , EF15LP04 , EF15LP15, EF15LP18), os estudantes serão levados a desenvolver habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10 , EF15LP11 , EF15LP13).

SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL

Leia o texto que introduz a seção e o boxe Quem produziu?, promovendo um diálogo sobre a importância do registro de textos da tradição oral. Diga aos estudantes que eles já conhecem muitos outros textos que também fazem parte do folclore brasileiro, como aqueles que eles leem sistematicamente ao começo de cada unidade, no Baú de textos. Explique que chamamos folclore o conjunto de costumes, histórias e outras formas de manifestações artísticas que são passadas de geração em geração, oralmente. Abra espaço para que tragam mais exemplos de textos conhecidos desse universo (EF15LP15).

Orientações didáticas

• Os estudantes terão a oportunidade de conhecer um monstrengo que habita o imaginário de muitas pessoas no Brasil. O escritor e pesquisador Ricardo Azevedo, que coletou e registrou o texto a ser lido, apresenta, em diversos livros, monstrengos como esse, os quais aparecem sempre junto a outros textos da tradição oral. Os monstrengos trazidos pelo autor na obra da qual originalmente foi retirado o texto que lerão são apresentados por meio de verbetes compostos de uma descrição breve das características de tais criaturas fabulosas, sempre associada

RODA DE LEITURA: VERBETE DE LIVRO

DE MONSTRENGOS BRASILEIROS

É HORA DE CONHECER MELHOR UM MONSTRENGO DA CULTURA

POPULAR BRASILEIRA. PARA ISSO, VAMOS LER UM VERBETE DE UM LIVRO QUE APRESENTA VÁRIOS SERES IMAGINÁRIOS.

MAS, ANTES, VAMOS CONVERSAR UM POUCO SOBRE A LEITURA E O AUTOR DESSE VERBETE?

ANTES DE LER

RESPONDA ÀS QUESTÕES A SEGUIR ORALMENTE.

Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor.

1. O TEXTO QUE VAMOS LER DESCREVE AS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DE UM MONSTRENGO DA CULTURA POPULAR BRASILEIRA. OBSERVANDO SOMENTE A ILUSTRAÇÃO, VOCÊ CONSEGUE IMAGINAR QUE MONSTRENGO É ESSE? CONTE PARA A TURMA.

2. VOCÊ JÁ LEU ALGUM TEXTO QUE APRESENTAVA UM MONSTRENGO? SE SIM, DE QUE PERSONAGEM ELE TRATAVA? CONVERSE COM OS COLEGAS.

3. PRESTE ATENÇÃO NA LEITURA QUE O PROFESSOR VAI FAZER SOBRE O AUTOR DO VERBETE. FOI ELE QUEM DESCREVEU E DESENHOU O MONSTRENGO DA PÁGINA SEGUINTE. VOCÊ JÁ CONHECIA ESSE AUTOR? SABE DE ALGUM OUTRO AUTOR OU AUTORA QUE TAMBÉM ILUSTRE OS PRÓPRIOS TEXTOS? TROQUE IDEIAS COM OS COLEGAS E O PROFESSOR.

QUEM PRODUZIU?

RICARDO AZEVEDO NASCEU EM SÃO PAULO, EM 1949. É ESCRITOR, ILUSTRADOR, COMPOSITOR E PESQUISADOR DA CULTURA POPULAR BRASILEIRA. TAMBÉM É AUTOR DE VÁRIOS LIVROS PARA CRIANÇAS E JOVENS E JÁ GANHOU DIVERSOS PRÊMIOS DE LITERATURA.

a uma representação visual (EF15LP01), que, neste caso, é desenvolvida pelo próprio escritor, que também é ilustrador.

• Promova um momento de intercâmbio oral sobre o texto a ser lido, propondo um diálogo com base nas questões do Antes de ler.

ANTES DE LER

1. Oriente os estudantes a observarem a ilustração com atenção aos detalhes. Incentive-os a tentar inferir as características do monstrengo pelo modo como ele foi retratado e, apoiando-se nisso, levantarem hipóteses sobre sentidos pos-

síveis, considerando, neste primeiro momento, os recursos visuais do texto multissemiótico (EF15LP02, EF15LP04, EF15LP18).

2. Deixe que os estudantes compartilhem livremente textos e monstrengos de seus repertórios prévios, listando, na lousa, o nome dos personagens que eles forem ditando. Se achar necessário, apresente inicialmente alguns nomes de personagens como incentivo às novas contribuições (EF01LP17).

3. Abra espaço para que os estudantes compartilhem outros autores que também sejam ilustradores.

RICARDO AZEVEDO.

ANIMAL GRANDE E MISTERIOSO QUE TEM FORMA DE ONÇA E MÃOS COM CASCO DE ANTA. É BEM FEROZ, MAS NÃO CONSEGUE TREPAR EM ÁRVORES POR SER [...] MEIO DESENGONÇADO. SE ESTIVER PERSEGUINDO UM ADVERSÁRIO E ESTE, POR INFELICIDADE, CISMAR EM SUBIR NUMA ÁRVORE, CAVA A TERRA COM SUAS UNHAS DE ANTA ATÉ QUE A ÁRVORE CAIA.

AZEVEDO, RICARDO. MEU LIVRO DE FOLCLORE: UM PUNHADO DE LITERATURA POPULAR. 8. ED. SÃO PAULO: ÁTICA, 2011. P. 47.

• Após a leitura, pergunte aos estudantes se eles já conheciam o monstrengo e se ele é semelhante a outro monstrengo.

• Peça aos estudantes que descrevam, usando as próprias palavras, a anta-cachorro. Verifique se retomam termos do texto ou se trazem novas palavras com sentidos semelhantes em suas

08/10/2025 10:26:05

descrições. Anote as palavras que eles forem trazendo na lousa e, se achar oportuno, utilize esse momento para prepará-los para agrupar palavras usando o critério de aproximação de significados, habilidade que trabalharão de forma sistematizada logo a seguir neste volume (EF01LP15).

Orientações didáticas

• Ressalte a importância do trabalho de pesquisadores que coletam e registram por escrito textos de origem oral. Esses registros são fundamentais para a preservação da cultura (EF15LP15). Se possível, faça uma pesquisa coletiva sobre esses pesquisadores ( EF12LP02 ). Dois nomes de folcloristas importantes para a recolha e preservação de textos da cultura e da literatura oral brasileira a serem considerados nessa pesquisa são Luís da Câmara Cascudo e Maria Firmina dos Reis.

• Leia o texto verbal em voz alta para os estudantes. Enquanto lê, peça-lhes que acompanhem observando o texto escrito no livro. Oriente-os a prestar atenção ao sentido da leitura, destacando que os textos são registrados da esquerda para a direita e de cima para baixo na página e que há sempre um espaço separando as palavras (EF01LP01, EF01LP12).

• Alguns estudantes podem não se lembrar das características da onça e da anta. Explique-lhes que o monstrengo pode ter surgido da junção desses animais. Pergunte: “Vocês já viram uma onça? E uma anta? Onde? Como são? Do que se alimentam? Onde vivem?”. Retome também como chamamos pés e mãos dos animais (cascos, garras, pernas etc.). Essa exploração favorece a consciência lexical e a compreensão do texto.

ANTA-CACHORRO
RICARDO

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF12LP01 , EF12LP17 , EF15LP01 , EF15LP02 , EF15LP03 , EF15LP04 , EF15LP15, EF15LP18), os estudantes serão levados a desenvolver habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10 , EF15LP11 , EF15LP13).

Respostas e orientações didáticas

1. Abra espaço para que os estudantes possam compartilhar as hipóteses que elaboraram antes da leitura, com base apenas na observação da ilustração do monstrengo. Incentive-os a comparar seus palpites aos dos colegas, valorizando tanto acertos como aproximações e diferenças. Esse processo promove a percepção de que as expectativas iniciais podem ou não se confirmar e de que isso faz parte da leitura (EF15LP02, EF15LP18).

2. Espera-se que os estudantes identifiquem uma informação explícita presente no texto: o nome do monstrengo. Motive-os a perceber que, nesse gênero textual, o nome assume a função de título ou palavra de entrada do verbete, funcionando como referência principal para a criatura fabulosa descrita (EF15LP03).

3. Esta atividade permite desenvolver a habilidade de localizar informações explícitas no texto por meio de um procedimento diferente: em vez de escrever a informação localizada, os estudantes devem pintar o quadro com a alternativa correta. Antes de iniciar, faça a leitura coletiva do enunciado, certificando-se de que compreenderam a proposta. Se necessário, explique o mecanismo de atuação, destacando que a informação correta está no

PAPO DE LEITOR

1. ANTES DA LEITURA, VOCÊ IMAGINOU DE QUE MONSTRENGO O TEXTO TRATARIA. SEU PALPITE FOI BOM? E O DOS COLEGAS? TROQUE IDEIAS COM A TURMA.

Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor

2. QUAL É O NOME DO MONSTRENGO APRESENTADO? ESCREVA A SEGUIR.

Resposta: ANTA-CACHORRO.

3. O QUE ESSE MONSTRENGO FAZ QUANDO ESTÁ PERSEGUINDO ALGUÉM E ESSE ALGUÉM SOBE EM UMA ÁRVORE? PINTE O QUADRO COM A RESPOSTA CORRETA.

Resposta: CAVA A TERRA COM SUAS UNHAS ATÉ QUE A ÁRVORE CAIA.

SOBE NA ÁRVORE ATÉ ALCANÇAR ESSE ALGUÉM.

CAVA A TERRA COM SUAS UNHAS ATÉ QUE A ÁRVORE CAIA.

BALANÇA A ÁRVORE ATÉ QUE ESSE ALGUÉM CAIA.

4. OUÇA A LEITURA QUE O PROFESSOR VAI FAZER DE CADA AFIRMAÇÃO SOBRE O VERBETE LIDO. MARQUE V PARA INDICAR AS VERDADEIRAS E F PARA AS FALSAS.

Resposta: F; V; V; F.

O VERBETE É FORMADO APENAS PELA ILUSTRAÇÃO DO MONSTRENGO.

O VERBETE APRESENTA UMA ILUSTRAÇÃO SEGUIDA DE UM TEXTO QUE DESCREVE O MONSTRENGO.

O NOME DO MONSTRENGO APARECE LOGO NO INÍCIO DO TEXTO, EM DESTAQUE, PARA CHAMAR A ATENÇÃO DO LEITOR.

O NOME DO MONSTRENGO APARECE NO FINAL DO TEXTO, PARA NÃO DESTACAR A INFORMAÇÃO.

próprio texto e que o desafio é reconhecê-la entre as opções apresentadas (EF12LP17, EF15LP03).

4. Faça a leitura dos itens da atividade, que envolve tanto a localização de informações como a observação das características do gênero trabalhado para indicar as afirmações verdadeiras e falsas (EF15LP01, EF15LP03). Ressalte que o verbete combina título em destaque, ilustração e descrição verbal, cada um com uma função

específica (EF15LP18). Converse também sobre onde esse gênero textual circula, quem o produz e para quem se destina, ressaltando sua importância para a preservação e a transmissão da cultura (EF15LP01). Incentive os estudantes a observarem convenções gráficas, como a posição do título e a relação entre texto e imagem para compreenderem como recursos visuais e textuais se articulam na construção de sentido (EF15LP04).

5. CONSIDERANDO TUDO O QUE VOCÊ OBSERVOU NO VERBETE LIDO, RESPONDA ÀS QUESTÕES A SEGUIR.

A ) QUAL É O OBJETIVO DO TEXTO? MARQUE UM X

CONTAR UMA AVENTURA VIVIDA PELO MONSTRENGO.

Resposta: APRESENTAR O MONSTRENGO, DESCREVENDO AS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DELE.

APRESENTAR O MONSTRENGO, DESCREVENDO AS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DELE.

B ) O TEXTO DESCREVE DIFERENTES CARACTERÍSTICAS DO MONSTRENGO. PINTE AS PALAVRAS DO VERBETE QUE AJUDAM O LEITOR A IMAGINAR COMO É ESSA CRIATURA.

Resposta: GRANDE; MISTERIOSO; FEROZ; DESENGONÇADO.

GRANDE

ADVERSÁRIO MISTERIOSO

FEROZ DESENGONÇADO TERRA

6. LEVANDO EM CONTA O QUE APRENDEU COM A LEITURA, QUAL DAS OPÇÕES A SEGUIR EXPLICA MELHOR O QUE É UM VERBETE DE PERSONAGEM FOLCLÓRICO?

É UM CONTO LONGO COM MUITOS PERSONAGENS E VÁRIAS AVENTURAS DA CULTURA POPULAR BRASILEIRA.

Resposta: É UM TEXTO CURTO, COM DESENHO E DESCRIÇÃO DE UMA CRIATURA DA CULTURA POPULAR BRASILEIRA.

É UM TEXTO CURTO, COM DESENHO E DESCRIÇÃO DE UMA CRIATURA DA CULTURA POPULAR BRASILEIRA.

AGORA QUE JÁ LEMOS

VOCÊS JÁ CONHECEM VÁRIOS MONSTRENGOS.

AGORA É HORA DE ADIVINHAR! OUÇA AS DICAS DO PROFESSOR E DESCUBRA EM QUAL MONSTRENGO DA CULTURA POPULAR BRASILEIRA ELE ESTÁ PENSANDO EM CADA RODADA.

Respostas pessoais. Fale as características de cada

monstrengo para que os estudantes adivinhem qual é. Sugestões de

resposta: Monstrengo: lobo mau, curupira, cuca. Características (dicas): peludo, grande, dentes afiados; cabelos vermelhos, pés virados para trás, vive na floresta; jacaré, unhas de gavião.

AGORA QUE JÁ LEMOS

Durante a brincadeira, escreva na lousa as características que for mencionando para cada personagem, de modo que os estudantes possam recuperá-las e relacioná-las ao dar seus palpites sobre o monstrengo pensado em cada rodada. Uma estratégia é organizar, de um lado da lousa, a lista com o nome dos monstrengos e, do outro, as características associadas, incentivando os estudantes a fazerem as correspondências. Essa dinâmica favorece a ampliação e o aprofundamento do vocabulário, pois possibilita reconhecer e usar palavras que caracterizam cada ser.

08/10/2025 10:26:05

5. No item a, oriente os estudantes a reconhecerem a finalidade do texto, destacando que se trata de um verbete de caráter literário, ligado ao imaginário e ao encantamento, que descreve um monstrengo, e não uma narrativa de aventuras, como sugere o item distrator (EF15LP15). No item b, oriente-os a localizar no verbete as palavras que caracterizam a criatura. Explique que essas palavras têm a função de atribuir qualidades, mesmo que ainda não as nomeiem como adjetivos. Ressalte que todas as alternativas trazem palavras que aparecem no texto, o que exige atenção para identificar com precisão aquelas que realmente descrevem o monstrengo (EF12LP01, EF15LP03).

6. Conduza a leitura das alternativas retomando com os estudantes o que observaram no verbete lido: sua extensão curta, o uso de ilustração (elemento visual) e a descrição de características do monstrengo (elemento verbal). Valorize a reflexão coletiva sobre a finalidade desse gênero, ajudando-os a diferenciar de outros do Campo artístico-literário, se for o caso. Esse exercício contribui para que os estudantes compreendam melhor a função social do verbete no universo da literatura, a relação entre texto e ilustração e os efeitos de sentido que esses recursos produzem (EF15LP01, EF15LP04, EF15LP18).

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF01LP15 , EF12LP01 , EF12LP17, EF15LP04), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade ( EF15LP09 , EF15LP10 , EF15LP11, EF15LP13).

SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL

A proposta é que os estudantes iniciem a compreensão da aproximação de significados, desenvolvendo a habilidade de agrupar palavras por esse critério (sinonímia). Para começar, escolha alguns adjetivos e direcione a atenção para seus sinônimos. Faça perguntas que incentivem a reflexão, como: “Quais outras palavras podem transmitir um sentido semelhante ao de feliz?”. Registre as respostas na lousa para que todos acompanhem as reflexões. Para apoiar esse registro, uma possibilidade é usar um diagrama: escreva a palavra em destaque no centro da lousa (por exemplo, feliz) e, abaixo dela, registre os sinônimos sugeridos pelos estudantes (por exemplo, contente, alegre, satisfeito), ligando-as a algum recurso visual (como setas). Acrescente exemplos que reforcem essas aproximações (por exemplo, “momento feliz”/“momento alegre”; “pessoa feliz”/“pessoa contente”). Esse recurso organiza visualmente as relações de sinonímia e evidencia o critério de proximidade de significados (EF01LP15, EF12LP17, EF15LP04).

Respostas e orientações didáticas

2. Oriente os estudantes a lerem cada palavra e a identificarem, entre as opções, a expressão que apresenta sentido próximo. Depois, peça-lhes que pintem sua escolha. Esta atividade favo-

É LÍNGUA, É LINGUAGEM

1. A) Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes compartilhem sentidos para a palavra feroz. Faça anotações na lousa de possíveis adjetivos que eles forem mencionando,

SENTIDOS PARECIDOS

principalmente aqueles que podem ser agrupados por aproximação de significados (sinonímias).

1. COM A AJUDA DO PROFESSOR, RELEIA UM TRECHO DO VERBETE QUE DESCREVE O MONSTRENGO ANTA-CACHORRO.

É BEM FEROZ [...]

A ) VOCÊ SABE O QUE SIGNIFICA A PALAVRA FEROZ? CONVERSE COM A TURMA.

B ) DUAS DAS PALAVRAS A SEGUIR TÊM SENTIDO PARECIDO COM O DE FEROZ. QUAIS SÃO ELAS? PINTE PARA MOSTRAR.

Resposta: BRAVO; FURIOSO.

FELIZ BRAVOGRANDEFURIOSO

2. EM CADA ITEM, LEIA A CARACTERÍSTICA DO MONSTRENGO. DEPOIS, PINTE A OPÇÃO COM SIGNIFICADO PARECIDO.

A ) O CURUPIRA TEM CABELOS LONGOS

Resposta: CABELOS COMPRIDOS.

B ) A CUCA TEM GARRAS AFIADAS

Resposta: GARRAS CORTANTES.

CABELOS COMPRIDOS.

CABELOS CURTOS

GARRAS CORTANTES.

GARRAS FRACAS

CHAMAMOS DE SINÔNIMOS AS PALAVRAS QUE TÊM SENTIDOS PARECIDOS. BRAVO E FURIOSO, POR EXEMPLO, SÃO SINÔNIMOS.

rece a compreensão das relações de sinonímia e o reconhecimento de sentidos semelhantes no léxico (EF01LP15), além de mobilizar a leitura de palavras escritas de modo convencional (EF12LP01).

• Faça a leitura do boxe que apresenta o conceito de sinônimo. O objetivo não é cobrar a nomenclatura, mas aproximar os estudantes da ideia de sentidos semelhantes entre palavras. Para verificar a compreensão, peça-lhes que sugiram novos pares de palavras com significados próximos com base nos exemplos dados.

AVALIANDO

Durante a realização das atividades, aproveite para fazer um mapeamento dos estudantes com dificuldades na compreensão da ideia de aproximação de significados, planejando retomar o conteúdo individualmente. A próxima seção É língua, é linguagem trará novas atividades sobre o tema, possibilitando reavaliar, aprofundar as aprendizagens e sanar eventuais defasagens (EF01LP15).

BNCC

JANELAS PARA A ESCRITA

AGRUPANDO PALAVRAS COM SENTIDOS PARECIDOS

1. VAMOS CONHECER MAIS UM MONSTRENGO? OBSERVE A ILUSTRAÇÃO.

A ) ENCONTRE E PINTE NO DIAGRAMA AS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DO MONSTRENGO DA ILUSTRAÇÃO. SE NECESSÁRIO, CONSULTE O BANCO DE PALAVRAS.

Resposta: Na primeira linha: MALVADO; na segunda linha: CABELUDO; na terceira

linha: RISONHO; na quarta linha: GIGANTE; na quinta linha: SORRIDENTE; na sexta

DICA: VOCÊ VAI ENCONTRAR OITO PALAVRAS.

linha: IMENSO; na sétima linha: PELUDO; na oitava linha: CRUEL

PELUDO • GIGANTE • RISONHO • CABELUDO

IMENSO • SORRIDENTE • MALVADO • CRUEL

B ) RELEIA AS PALAVRAS QUE VOCÊ ENCONTROU NO DIAGRAMA. VOCÊ JÁ CONHECIA TODAS ELAS? CONVERSE COM OS COLEGAS E O PROFESSOR SOBRE OS SENTIDOS DE CADA UMA.

Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor

autonomia as palavras encontradas (EF12LP01). Ao retomar coletivamente, favoreça uma troca sobre as diferentes impressões, memórias e sensações provocadas por cada uma das palavras. Se houver alguma palavra desconhecida pela turma, é importante conversar sobre o significado para que os estudantes possam dar continuidade à atividade de agrupar as palavras considerando o critério da sinonímia (EF01LP15).

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Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF01LP02 , EF01LP03 , EF01LP15 , EF01LP25 , EF12LP01, EF12LP03), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade ( EF15LP09 , EF15LP10 , EF15LP11, EF15LP13).

Respostas e orientações didáticas

1. Antes de os estudantes procurarem as palavras no diagrama, proponha uma conversa sobre o personagem que estão vendo na ilustração, solicitando que digam as palavras que usariam para descrevê-lo. Se achar pertinente, registre as ideias na lousa para retomar ao longo da unidade e comparar com as palavras trabalhadas na atividade. Alguns estudantes podem precisar consultar o banco de palavras para saberem previamente quais são as características que estão buscando e, assim, se apoiarem em alguns elementos da escrita para a busca, como letra inicial, extensão das palavras e letra final. Outros estudantes, com hipóteses mais avançadas de leitura, podem acompanhar cada linha na busca por uma palavra que possa descrever o monstrengo. Observe as diferentes estratégias e reflexões dos estudantes enquanto localizam as palavras. Antes de mediar a conversa proposta no item  b, possibilite que tentem ler com

2. A atividade pode ser feita em duas etapas, uma coletiva e outra individual. Na discussão coletiva, proponha aos estudantes que ditem a primeira palavra que encontraram para que você escreva na lousa. Em seguida, solicite que tentem localizar no diagrama qual é a palavra com sentido parecido para copiar as duas no primeiro quadro. Faça o mesmo com mais uma das palavras para que compreendam a lógica da atividade: localizar os pares e registrar nos quadros. Possibilite que tentem fazer sozinhos a identificação e a cópia dos dois últimos pares de palavras e proponha uma conversa posterior sobre as estratégias utilizadas e os pares encontrados ( EF01LP02 , EF01LP03, EF12LP03).

PRATICAR EM CASA

Os estudantes já devem estar familiarizados com a proposta de investigar diferentes materiais escritos do cotidiano, por já terem feito uma atividade semelhante no Praticar em casa da unidade anterior. Essa regularidade favorece o envolvimento deles e a construção de uma rotina de leitura em casa, com diferentes possibilidades. Como a pesquisa de palavras pode ser feita em diversos materiais presentes no contexto familiar, eles serão incentivados a ter um olhar atento para elementos da cultura e da escrita, motivando o processo de integração no ambiente letrado. Para a socialização das descobertas, é possível organizá-los em grupos, a fim de que todos tenham tempo de ditar as palavras para os colegas adivinharem as palavras com sentidos parecidos. Se achar oportuno, construa um quadro coletivo para que toda a turma visualize os pares de palavras e possa ampliar o vocabulário.

2. VOCÊ REPAROU QUE PARA CADA PALAVRA ENCONTRADA NO DIAGRAMA DA ATIVIDADE 1 HÁ OUTRA, COM SENTIDO PARECIDO? COPIE, EM CADA FICHA A SEGUIR, CADA PAR DE PALAVRAS COM SENTIDOS PARECIDOS.

Resposta: MALVADO/CRUEL; PELUDO/CABELUDO; RISONHO/SORRIDENTE; GIGANTE/IMENSO.

PRATICAR EM CASA

Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor

CHEGOU A VEZ DE ENCONTRAR MAIS PARES DE PALAVRAS COM SENTIDOS PARECIDOS. COM A AJUDA DE UM FAMILIAR, SIGA O PASSO A PASSO.

1. EM LIVROS, DICIONÁRIOS, JORNAIS OU REVISTAS, PROCURE ESSAS PALAVRAS.

2. SEPARE AS PALAVRAS ENCONTRADAS, AGRUPANDO TODAS ELAS POR SINÔNIMOS.

3. ESCOLHA DOIS PARES E REGISTRE-OS NOS ESPAÇOS A SEGUIR.

4. COMPARTILHE COM UM COLEGA UMA DAS PALAVRAS DE CADA PAR E FAÇA UM DESAFIO: QUAL É A OUTRA PALAVRA DO PAR? DEPOIS, TENTE DESCOBRIR QUAIS SÃO OS SINÔNIMOS DAS PALAVRAS QUE ELE DISSER.

ATIVIDADE EXTRA

Se julgar oportuno, proponha aos estudantes que ampliem a história do monstrengo que descreveram criando coletivamente um enredo. Eles podem inventar um nome, uma família, o lugar onde mora, situações que vive e outros elementos narrativos. Essa construção pode ser feita oralmente, em forma de jogo, no qual cada estudante acrescenta uma ideia. Em seguida, registre na lousa as contribuições, organizando-as

na forma de uma narrativa, com personagens, enredo, tempo e espaço. Depois, incentive-os a ilustrar a criatura e seu ambiente em um cartaz, acrescentando pequenas informações que ajudem a compor a história (EF01LP02). Esse processo, conduzido inicialmente por você como escriba, favorece a compreensão da estrutura do texto narrativo e motiva os estudantes a se engajarem na escrita em um contexto lúdico e criativo (EF01LP25).

BNCC

ABRACADABRA

VIROU CONTO!

PREPARE-SE PARA OUVIR UM CONTO CHEIO DE MISTÉRIO E SURPRESAS!

Comentários nas orientações ao professor

MISTÉRIO NA ESTRADA AFORA

O TELEFONE TOCOU NA DELEGACIA ÀS 5 HORAS DA MANHÃ. ATENDI. A VOZ DO OUTRO LADO SUSSURROU “SOCORRO, CASA DA VOVÓ, FLORESTA” E DESLIGOU EM SEGUIDA. ERA UMA MANHÃ ÚMIDA, A NEBLINA ENCOBRIA A COPA DAS ÁRVORES. NA FLORESTA, SÓ SE OUVIA O CHIRRIAR DAS CORUJAS. DEPAREI COM PEGADAS HUMANAS, PROVAVELMENTE DE UMA CRIANÇA, MISTURADAS A PEGADAS DE UM ANIMAL. AS PEGADAS DA CRIANÇA CONTINUARAM POR UM LONGO CAMINHO E AS DO ANIMAL POR OUTRO, MAIS CURTO. BOM SINAL. O ANIMAL NADA FEZ À CRIANÇA; PELO MENOS NÃO NAQUELE MOMENTO. SEGUI AS PEGADAS DO BICHO. NÃO SABIA O QUE ENCONTRARIA AO FINAL. CHEGUEI A UMA CASA. A ÚNICA DA ESTRADA AFORA. PERTO DA PORTA, AS PEGADAS SE MISTURAVAM NOVAMENTE. MAU SINAL. OUVI BARULHOS VINDO DE DENTRO DA CASA E PEDIDOS DE SOCORRO. A PORTA ESTAVA ENCOSTADA. ENTREI. A SALA ERA PEQUENA. O SOFÁ E AS PAREDES SE FUNDIAM NUMA MESMA COR SÓBRIA. NO APARADOR, UM COPO D’ÁGUA COM UMA DENTADURA. NA MESA DE JANTAR, UMA CESTA VAZIA. MIGALHAS DE DOCES PELO CHÃO. O ASSOALHO DE MADEIRA RANGIA A CADA INVESTIDA. ENTREI EM UM DOS QUARTOS. NA CAMA, UMA SENHORA DORMIA PROFUNDAMENTE E NA MESA DE CABECEIRA HAVIA UM APARELHO AUDITIVO. CONTINUEI ANDANDO PELO CORREDOR E ENTREI NO QUARTO DOS FUNDOS, DE ONDE VINHA O BARULHO. FOI QUANDO VI... UM LOBO DE CAMISOLA, LACINHOS DE VÁRIAS CORES, BLUSH, RÍMEL, UM BATOM VERMELHO ESCARLATE E UNHAS VERMELHAS, E UMA MENINA COM UMA CAPA VERMELHA RINDO SEM PARAR, UM RISO MALDOSO, EXAGERADO E UMA CAIXA DE MAQUIAGEM NA MÃO.

CHIRRIAR: PIOS AGUDOS, BARULHO FINO, ALTO E DEMORADO.

REIS, FABÍOLA. MISTÉRIO NA ESTRADA AFORA. IN: REIS, FABÍOLA. ALCATEIA. SÃO PAULO: ÔZÉ, 2021. P. 59-60.

para a vovozinha”, muito conhecida pelas crianças, cantada pela personagem Chapeuzinho Vermelho, que faz parte da mesma história do Lobo Mau (EF15LP02).

Orientações didáticas

• Antes da leitura, prepare-se previamente testando diferentes entonações, ritmos e pausas que reforcem a atmosfera de mistério do conto. Na leitura expressiva para a turma, valorize as modulações de voz, os silêncios e os efeitos

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da oralidade para despertar a curiosidade e a atenção (EF15LP12).

• Depois da leitura, conduza uma conversa com os estudantes para identificar os elementos da narrativa: os personagens (investigador, senhora, lobo, menina de capa vermelha etc.); o enredo (a investigação, as pistas e o desfecho misterioso); o tempo (madrugada/amanhecer nebuloso); e os espaços (delegacia, floresta e casa da vovó, incluindo sala, quartos e corredor) (EF01LP26).

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF01LP25 , EF01LP26 , EF15LP01 , EF15LP02 , EF15LP12 , EF15LP15 , EF15LP16 , EF15LP18 , EF15LP19), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10, EF15LP11).

SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL

• Prepare os estudantes para a leitura, explicando que eles escutarão uma história famosa, com uma criatura imaginária conhecida em muitos lugares do mundo. Informe que a história representa um conto (EF15LP01) e permita que falem sobre o conhecimento prévio deles sobre esse gênero, compreendendo que o texto faz parte do mundo do imaginário e apresenta uma dimensão lúdica e de encantamento, valorizando-o como patrimônio artístico da humanidade (EF15LP15). Incentive-os a adivinhar que personagem seria esse. Use algumas palavras ou expressões para descrever o Lobo Mau e peça-lhes que levantem hipóteses sobre o personagem. Depois, leia o título da história e solicite que avaliem se esse elemento ajuda a confirmar ou não as suposições feitas. A expressão “estrada afora” pode remeter à canção “Pela estrada afora / eu vou bem sozinha / levar esses doces /

• Releia o texto em voz alta, desta vez orientando a turma a prestar atenção a como os lugares são descritos e como eles ajudam a construir o suspense. Pergunte, por exemplo: “Onde tudo começa?”; “O que aparece no caminho até a casa da vovó?”; “Como é a casa por dentro?”; “Quais objetos chamam a atenção?”.

• Organize os estudantes em pequenos grupos e defina com eles quais partes da narrativa cada grupo vai ilustrar: a delegacia com o telefone tocando; a estrada com neblina e pegadas; a floresta escura com corujas; a casa da vovó por fora; a sala com sofá, dentadura e cesta vazia; um quarto com a senhora adormecida; ou o quarto dos fundos com o lobo e a menina.

• Cada grupo deve representar o espaço escolhido com atenção aos detalhes. Em seguida, exponha os desenhos no mural na ordem em que os fatos acontecem, formando um percurso visual que servirá como guia para o reconto oral (EF15LP18).

• Convide cada grupo a recontar oralmente (EF15LP19) a parte da narrativa correspondente ao espaço que desenhou, podendo incluir falas ou sons para marcar personagens e intensificar o suspense.

• Depois que todos os grupos tiverem feito o reconto de sua parte, proponha o reconto coletivo da história inteira, usando os desenhos como um “mapa narrativo”.

• Neste momento, assuma o papel de escriba e registre por escrito o que os estudantes forem narrando. Ao final de cada trecho, leia em voz alta o que escreveu e verifique se os estudantes desejam modificar ou acrescentar algo (EF01LP25).

• Por fim, desafie-os a recontar toda a história sem o apoio das imagens, incentivando a memória, a oralidade e a autonomia narrativa (EF15LP19).

FABÍOLA REIS NASCEU EM SÃO PAULO E SEMPRE GOSTOU DE HISTÓRIAS. ELA É PROFESSORA E ESCREVE CONTOS INSPIRADOS NAS CRIANÇAS COM QUEM CONVIVE. QUEM PRODUZIU?

CRIAR PARA RECONTAR COM DESENHOS!

O CONTO DESCREVE DIFERENTES LUGARES ONDE A HISTÓRIA ACONTECE. É HORA DE DESENHAR ESSES ESPAÇOS E, DEPOIS, RECONTAR A HISTÓRIA COLETIVAMENTE.

O PROFESSOR VAI RELER O TEXTO. ENQUANTO OUVE A HISTÓRIA, PENSE: ONDE TUDO COMEÇA? EM QUE LUGAR AS PEGADAS SÃO ENCONTRADAS? COMO É A CASA DA VOVÓ? E O

QUE TEM NOS QUARTOS?

VAMOS ILUSTRAR!

1. O PROFESSOR VAI ORGANIZAR A TURMA EM GRUPOS. DECIDAM O QUE CADA UM VAI ILUSTRAR: A DELEGACIA COM O TELEFONE TOCANDO; A ESTRADA COM NEBLINA E PEGADAS; A FLORESTA ESCURA E COM CORUJAS; A CASA DA VOVÓ POR FORA; A SALA COM O SOFÁ, A DENTADURA E A CESTA VAZIA; UM DOS QUARTOS.

2. CADA GRUPO DEVE DESENHAR UM DOS ESPAÇOS DEFINIDOS. GALERIA DE IMAGENS DA TURMA

1. O PROFESSOR VAI PRENDER, NO MURAL DA SALA, OS DESENHOS NA ORDEM EM QUE OS ESPAÇOS APARECEM NA HISTÓRIA.

2. APRECIEM AS IMAGENS COLETIVAMENTE.

É HORA DE RECONTAR!

1. AGORA É SÓ RECONTAR A HISTÓRIA OLHANDO PARA OS DESENHOS!

2. CADA GRUPO PODE CONTAR A PARTE DA HISTÓRIA QUE COMBINA COM O LUGAR QUE DESENHOU. SE QUISEREM, INVENTEM FALAS PARA OS PERSONAGENS

UMA AMOSTRA DE MONSTROS!

RODA DE LEITURA: FICHA INFORMATIVA LITERÁRIA

JÁ PENSOU EM COMO SERIA DIVERTIDO SER UM PESQUISADOR DE MONSTROS E OUTRAS CRIATURAS IMAGINÁRIAS?

A SEGUIR, VOCÊ VAI LER UM TRECHO DE UMA FICHA

INFORMATIVA SOBRE MAIS UMA CRIATURA BRASILEIRA E DESCOBRIR CURIOSIDADES A RESPEITO DELA.

SERÁ QUE ESSA LEITURA É O PRIMEIRO PASSO PARA VOCÊ VIRAR UM VERDADEIRO ESTUDIOSO DESSES SERES?

ANTES DE LER, TENTE IMAGINAR O QUE VAI ENCONTRAR.

ANTES DE LER Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor.

VIRE A PÁGINA E REPARE EM COMO O TEXTO ESTÁ ORGANIZADO. DEPOIS, LEIA AS PALAVRAS EM DESTAQUE QUE INICIAM CADA PARTE DA FICHA E RESPONDA: VOCÊ JÁ OUVIU FALAR DO CURUPIRA? SABE OU IMAGINA ALGO SOBRE ESSA CRIATURA QUE PODERIA APARECER EM CADA PARTE DA FICHA? CONVERSE COM OS COLEGAS.

diferente, voltada a entreter, instigar reflexões e favorecer a livre fruição estética, fazendo parte do mundo do imaginário (EF15LP01, EF15LP15).

ANTES DE LER

Conduza os estudantes a observarem a organização gráfica da ficha informativa antes da leitura, chamando a atenção para os efeitos de sentido produzidos pelo uso de recursos expressivos gráfico-visuais (EF15LP04, EF15LP18). Aponte as palavras e expressões em destaque que nomeiam cada parte do texto. Pergunte se já ouviram falar no Curupira e o que sabem ou

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF15LP01 , EF15LP02 , EF15LP04 , EF15LP12 , EF15LP15, EF15LP18), os estudantes desenvolverão habilidades da oralidade ( EF15LP09 , EF15LP10 , EF15LP11, EF15LP13).

Orientações didáticas • Leia o texto introdutório, motivando os estudantes a perceberem que o gênero em foco, embora geralmente encontrado no Campo das práticas de estudo e pesquisa, aparece aqui no Campo artístico-literário, configurando-se como ficha informativa literária. Comente que esse deslocamento mostra como os gêneros podem circular em diferentes contextos e ganhar novos sentidos. Ressalte que algo semelhante já aconteceu quando exploraram um verbete. Assim como a ficha informativa, o verbete costuma estar associado ao Campo das práticas de estudo e pesquisa, mas foi apresentado em sua forma literária, como um verbete de livro de monstrengos brasileiros. Destaque, por fim, que a finalidade dos gêneros, nesses casos, é bem distinta: nos contextos de estudo e pesquisa, esses textos costumam ter como objetivo principal informar de maneira objetiva e sistematizada dados da realidade e no Campo artístico-literário eles assumem uma função

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imaginam dessa criatura. Incentive-os a levantar hipóteses sobre o que pode aparecer em cada parte da ficha, apoiando-se em seus conhecimentos prévios. Registre na lousa algumas das hipóteses do grupo, informando aos estudantes que eles poderão retomar essas informações durante e depois da leitura para avaliar as hipóteses levantadas. Explique que esse levantamento inicial ajudará a comparar, depois da leitura, o que eles imaginavam com as informações trazidas pelo autor. Valorize as respostas pessoais, mostrando que não há certo ou errado neste momento, mas expectativas que serão confirmadas ou não durante a leitura (EF15LP02).

Orientações didáticas

• Faça a leitura da ficha informativa do Curupira, mantendo a entonação firme e pausada, de modo a ressaltar o caráter misterioso e curioso desse personagem do folclore (EF15LP12). Enquanto lê, destaque como o texto está dividido em partes, reforçando que cada uma delas traz uma informação diferente sobre o personagem e relacionando a forma de organização do texto às fichas que os estudantes porventura conheçam no universo da pesquisa (EF15LP01).

CURUPIRA

CATEGORIA – GÊNIO DAS MATAS.

TIPO – CRIATURA MASCULINA MEIO HUMANOIDE, MEIO ANIMAL.

DE ONDE É – FLORESTA AMAZÔNICA. ANTIGAMENTE ESTAVA POR TODO O BRASIL. COM O DESMATAMENTO CADA VEZ MAIOR, MATAS COMO A ATLÂNTICA FORAM DEIXANDO DE TER SEU

PROTETOR E POR ISSO MESMO FORAM SENDO CADA VEZ MAIS DESTRUÍDAS.

ASPECTO – É DO TAMANHO DE UM MENINO, TEM O CORPO MUITO PELUDO [...] E MUITO, MUITO FORTE. TEM CABELOS VERMELHOS COR DE FOGO, DENTES VERDES PONTIAGUDOS E OS PÉS COM OS DEDOS VOLTADOS PARA TRÁS, OU SEJA, COM O

CALCANHAR PARA A FRENTE.

SEUS PODERES – CONFUNDE OS CAÇADORES COM PEGADAS QUE PARECEM QUE ESTÃO INDO MAS ESTÃO VINDO, OU VICE-VERSA, POR CAUSA DOS PÉS VIRADOS AO CONTRÁRIO. SEUS CHAMADOS, ASSOBIOS E GRITOS AGUDOS PODEM FAZER UMA PESSOA FICAR ATORDOADA POR VÁRIAS HORAS OU PARA SEMPRE. [...]

SOUZA, FLAVIO DE. CURUPIRA. IN: SOUZA, FLAVIO DE. NOVE MONSTROS PERIGOSOS, PODEROSOS, FABULOSOS DO BRASIL: LENDAS FOLCLÓRICAS BRASILEIRAS ADAPTADAS POR FLAVIO DE SOUZA. SÃO PAULO: COMPANHIA DAS LETRINHAS, 2015. P. 12.

QUEM PRODUZIU?

FLAVIO DE SOUZA NASCEU EM SÃO PAULO, EM 1955. ELE ADORA CONTAR HISTÓRIAS E JÁ TRABALHOU COMO AUTOR, DIRETOR E ATOR EM PEÇAS DE TEATRO, FILMES E PROGRAMAS DE TELEVISÃO. TAMBÉM ESCREVE LIVROS INFANTIS E GOSTA MUITO DE CRIAR PERSONAGENS DIVERTIDOS E CURIOSOS.

PAPO DE LEITOR

1. ANTES DA LEITURA, VOCÊ E SEUS COLEGAS CONVERSARAM SOBRE O QUE ESPERAVAM ENCONTRAR EM CADA PARTE DA FICHA. SUAS SUPOSIÇÕES FORAM BOAS? TROQUEM IDEIAS SOBRE ISSO.

Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor

2. O QUE O TEXTO APRESENTA? MARQUE UM X

UM ANIMAL MUITO COMUM NA FAUNA BRASILEIRA.

UMA CRIATURA IMAGINÁRIA DA CULTURA POPULAR BRASILEIRA.

UM PERSONAGEM DE DESENHO ANIMADO.

Resposta: UMA CRIATURA IMAGINÁRIA DA CULTURA POPULAR BRASILEIRA.

3. DE ACORDO COM O TEXTO, DE ONDE O CURUPIRA É?

Resposta: Da Floresta Amazônica.

4. RESPONDA ÀS QUESTÕES DE ACORDO COM A FICHA INFORMATIVA.

A ) DE QUE TAMANHO ELE É?

Resposta: Do tamanho de um menino.

B ) COMO É SEU CORPO?

Resposta: Seu corpo é muito peludo e muito, muito forte.

C ) QUAL É A COR DO SEU CABELO?

Resposta: Seu cabelo é vermelho cor de fogo.

D) COMO SÃO SEUS DENTES?

Resposta: Seus dentes são verdes pontiagudos.

E ) COMO SÃO SEUS PÉS?

Resposta: Seus pés têm os dedos para trás e o calcanhar para frente.

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Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF01LP02 , EF12LP01 , EF12LP02 , EF15LP01 , EF15LP02 , EF15LP03 , EF15LP05 , EF15LP06 , EF15LP07), os estudantes serão levados a desenvolver habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10, EF15LP11, EF15LP13).

Respostas e orientações didáticas

1. Depois da leitura da ficha informativa, retome com a turma o levantamento de hipóteses feito no início da atividade. Relembre o que os estudantes tinham imaginado sobre cada parte da ficha e peça-lhes que comparem com as informações apresentadas no texto. Incentive-os a refletir coletivamente: “Quais hipóteses se confirmaram?”; “O que vocês descobriram de novo sobre o Curupira?”; “Alguma informação surpreendeu vocês?”. Valorize todas as contribuições, destacando que levantar hipóteses antes e durante a leitura é uma estratégia importante para ativar conhecimentos prévios e preparar a compreensão. (EF15LP02).

3. De acordo com o texto, o Curupira vivia em todo o Brasil, porém, com o desmatamento, deixou de proteger outras matas, como a Mata Atlântica. Mostre aos estudantes que essa resposta está no trecho logo abaixo do subtítulo “De onde é” e não precisa ser inventada, mas recuperada da leitura. Ressalte que localizar informações explícitas no texto é parte essencial da compreensão leitora (EF15LP03). 4. Além de localizarem as informações no texto, os estudantes são convidados a escreverem essa informação, articulando as habilidades de leitura e escrita (EF01LP02, EF12LP01).

5. Incentive os estudantes a justificarem oralmente suas escolhas, reforçando a importância da leitura atenta e da checagem das informações no texto (EF15LP03).

6. Esta atividade contribui para o desenvolvimento da habilidade de identificar a finalidade dos textos e o gênero trabalhado (EF15LP01).

7. Valorize a atenção aos detalhes da descrição e incentive que recuperem aspectos como cabelo vermelho, dentes verdes e pés virados.

8. Oriente os estudantes a compartilharem seus desenhos com os colegas, valorizando a apreciação das produções uns dos outros. Incentive a conversa sobre as semelhanças e as diferenças encontradas, retomando quais elementos do texto serviram de base para as características que cada um escolheu representar. Essa troca ajuda a reconhecer diferentes interpretações de uma mesma descrição e promove a escuta atenta e o respeito às ideias do grupo.

ARTICULANDO CONHECIMENTOS

• Retome com a turma o trecho que fala do desmatamento e do desaparecimento de seu protetor em algumas matas. Esse tema pode ser ampliado em diálogo com o componente curricular de Ciências, pois o desmatamento é um problema atual que afeta tanto os animais e as plantas como a vida das pessoas. Proponha uma conversa inicial com os estudantes, levantando questões como “Quando uma floresta é desmatada, a vida nas cidades sofre alguma consequência ou quem sofre é apenas quem vive próximo da floresta?”; “Por que podemos dizer que o Curupira representa a defesa da natureza?”.

5. MARQUE V PARA INDICAR AS ALTERNATIVAS VERDADEIRAS E F PARA AS FALSAS SOBRE OS PODERES DO CURUPIRA.

Resposta: F; V; V.

ELE FICA INVISÍVEL PARA CONFUDIR OS CAÇADORES.

ELE CONFUNDE OS CAÇADORES COM SUAS PEGADAS AO CONTRÁRIO.

SEUS CHAMADOS, GRITOS E ASSOBIOS ATORDOAM AS PESSOAS.

6. QUAL É O OBJETIVO DA FICHA INFORMATIVA LIDA? MARQUE UM X NA RESPOSTA MAIS ADEQUADA.

ENSINAR A REGRA DE UM JOGO QUE O MONSTRENGO JOGA.

APRESENTAR INFORMAÇÕES SOBRE O CURUPIRA.

Resposta: APRESENTAR INFORMAÇÕES SOBRE O CURUPIRA.

7. DEPOIS DE TUDO O QUE VOCÊ FICOU SABENDO SOBRE O CURUPIRA, DESENHE A SUA PRÓPRIA VERSÃO DESSE MONSTRENGO.

Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor.

8. MOSTRE SEU DESENHO AOS COLEGAS E APRECIE OS DELES. DEPOIS, CONVERSEM: OS MONSTRENGOS QUE VOCÊS DESENHARAM SÃO PARECIDOS? QUAIS SÃO AS SEMELHANÇAS?

Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor

AGORA QUE JÁ LEMOS

QUAL PARTE DA FICHA INFORMATIVA MAIS AJUDOU VOCÊ A IMAGINAR COMO É O CURUPIRA? POR QUÊ?

Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor

• Organize os estudantes em pequenos grupos e oriente-os a pesquisar em fontes adequadas, como livros de ciência, vídeos educativos e reportagens voltadas ao público infantil para descobrirem os impactos do desmatamento no Brasil, identificando, por exemplo, animais e plantas ameaçados de extinção, mudanças no clima e ações de preservação, como reservas ambientais e reflorestamento. Com base nas descobertas, cada grupo pode produzir um cartaz informativo, combinando palavras e desenhos com o título “Se o Curupira pudesse falar hoje...”, registrando mensagens que representem

a voz do personagem como defensor da floresta e trazendo informações que aprenderam na pesquisa. Ressalte a importância das etapas de planejamento, releitura, revisão e edição do texto antes da entrega à circulação. A atividade pode ser disparadora de um trabalho interdisciplinar entre Língua Portuguesa e Ciências, mobilizando o tema contemporâneo transversal Educação ambiental e favorecendo o desenvolvimento de uma reflexão crítica sobre a importância de preservar as florestas brasileiras (EF12LP02, EF15LP05, EF15LP06, EF15LP07).

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BNCC

É LÍNGUA, É LINGUAGEM

MAIS SENTIDOS PARECIDOS

1. RELEIA UM TRECHO DA FICHA INFORMATIVA SOBRE O CURUPIRA.

TEM CABELOS VERMELHOS COR DE FOGO, DENTES VERDES PONTIAGUDOS [...]

A ) VOCÊ JÁ SABIA QUAL ERA O SENTIDO DA PALAVRA PONTIAGUDOS? TROQUE IDEIAS COM OS COLEGAS.

Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor

B ) COM O PROFESSOR E OS COLEGAS, PESQUISEM O SIGNIFICADO DESSA PALAVRA NESSE TEXTO. REGISTRE O QUE DESCOBRIU.

Resposta: Neste texto, essa palavra significa pontudos, afiados

2. AS FRASES A SEGUIR FORAM ESCRITAS COM TERMOS RETIRADOS DA FICHA DO CURUPIRA. COMPLETE CADA UMA, SUBSTITUINDO AS PARTES DESTACADAS POR SINÔNIMOS. SE FOR PRECISO, CONSULTE O QUADRO COM PALAVRAS E EXPRESSÕES AO FINAL DA PÁGINA.

A ) AS FLORESTAS FORAM CADA VEZ MAIS DESTRUÍDAS AS FLORESTAS FORAM CADA VEZ MAIS:

Sugestões de resposta: Devastadas, destroçadas.

B ) ELE PODE DEIXAR AS PESSOAS ATORDOADAS

ELE PODE DEIXAR AS PESSOAS:

Sugestões de resposta: Confusas, tontas, desorientadas.

C ) ELE ESTAVA NO BRASIL TODO ANTIGAMENTE.

ELE ESTAVA NO BRASIL TODO:

Sugestões de resposta: No passado, há muito tempo, anteriormente.

CONFUSAS • NO PASSADO • DEVASTADAS ARRUINADAS • ATRAPALHADAS • OUTRORA

de apoio, destacando que os termos podem ser usados sem alterar o sentido central. Se considerar pertinente, registre no quadro algumas substituições como exemplo, evidenciando a variedade de escolhas possíveis (EF01LP15, EF12LP17).

ATIVIDADE EXTRA: JOGO

• Na lousa ou em um cartaz grande, desenhe uma malha (um quadro com várias casas) e distribua nele, em ordem aleatória, palavras que formam pares de sentidos semelhantes. Utilize palavras conhecidas pelos estudantes, como feliz, contente, forte, resistente, rápido e veloz

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• Explique as regras do jogo: um estudante de cada vez (sorteado por uma parlenda de escolher) será chamado para selecionar uma palavra e procurar outra de sentido próximo ao dela na malha. Quando encontrar o par, deverá pintar as duas palavras com a mesma cor. Os colegas podem ajudar, dando dicas ou confirmando a escolha.

• À medida que os pares forem descobertos, a malha ficará colorida, representando o aprendizado coletivo. Para aumentar o desafio, estipule um tempo curto para encontrar os pares ou organize rodadas em que dois estudantes joguem ao mesmo tempo (EF12LP01, EF01LP15).

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF01LP15 , EF12LP01 , EF12LP17), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10 , EF15LP11 , EF15LP13).

Respostas e orientações didáticas

1. Incentive os estudantes a mobilizarem seus conhecimentos prévios e o contexto para inferirem o significado da palavra “pontiagudos”, caso ainda não a conheçam. Valorize as hipóteses levantadas e, em seguida, confirme o sentido com o apoio de dicionários, destacando que a palavra significa “pontudos, afiados”. Depois, abra um momento para discutir os sentidos encontrados, perguntando, por exemplo: “Como será um dente pontudo e afiado?”. Por fim, promova uma conversa coletiva para que os estudantes avaliem se suas hipóteses iniciais sobre o significado da palavra estavam corretas ou precisaram ser ajustadas. 2. Verifique se os estudantes compreendem que a atividade consiste em substituir palavras e expressões por outras de sentido semelhante, ampliando o vocabulário e reconhecendo como as palavras podem ser agrupadas por aproximação de significados (sinonímias). Antes do registro individual, promova uma leitura coletiva das frases e das opções do quadro

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF01LP02 , EF01LP03 , EF01LP08 , EF01LP12 , EF01LP13, EF15LP18), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade ( EF15LP09 , EF15LP10 , EF15LP11, EF15LP13).

SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL

Antes de iniciar o ditado, é importante contextualizar para os estudantes que a ideia será registrar informações sobre outras criaturas do folclore brasileiro, para além daquela que exploraram na seção Roda de leitura. Leia o nome das criaturas, destacado nas fichas, e proponha uma conversa inicial para que os estudantes compartilhem o que sabem delas. Explique que eles poderão ampliar ou validar o que sabem com base no registro das frases.

JANELAS PARA A ESCRITA

DITADO

1. EM CADA QUADRO, ESCREVA A FRASE QUE O PROFESSOR VAI DITAR, COM AS CARACTERÍSTICAS DE DIFERENTES CRIATURAS DA CULTURA POPULAR BRASILEIRA. DEPOIS, FAÇA UMA ILUSTRAÇÃO PARA MOSTRAR COMO VOCÊ IMAGINA CADA UMA DELAS.

CAIPORA

Resposta: O Caipora é tristonho.

Resposta: A Iara tem cabelos longos.

Respostas e orientações didáticas

1. As frases indicadas para o ditado foram inspiradas no livro Personagens encantados, de Ingrid Biesemeyer Bellinghausen, da editora Difusão Cultural do Livro. Além de conterem palavras que caracterizam os personagens e favorecem a identificação de outras com sentidos parecidos, foco de trabalho da unidade, há palavras com diferentes padrões silábicos, como consoante-vogal-consoante (CVC) e consoante-consoante-vogal (CCV): tristonho, veloz etc. Essas palavras podem representar um desafio

IARA

interessante para os estudantes com escritas em nível de conceitualização alfabética que precisarão pensar em como registrar esses padrões silábicos de forma convencional (EF01LP02). Para os estudantes em todos os níveis de conceitualização, há o desafio de pensarem em como representar as palavras ditadas, fazer uso do que sabem e estão pensando para produzir a escrita; refletirem sobre os espaços entre as palavras para a formação das frases (EF01LP12); e a retomada ao final para o desenho, considerando as informações registradas.

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BOITATÁ

Resposta: O Boitatá é uma cobra enorme.

2. COMBINE COM O PROFESSOR UM MOMENTO PARA MOSTRAR SUAS CRIATURAS AOS COLEGAS E CONFERIR AS QUE ELES FIZERAM. DEPOIS, CONVERSEM EM GRUPO: O QUE CADA UM FEZ PARA APRESENTAR AS CARACTERÍSTICAS DAS CRIATURAS?

Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor

3. RELEIA AS FRASES QUE VOCÊ ESCREVEU NA ATIVIDADE 1 E FAÇA O QUE SE PEDE EM CADA ITEM.

A ) CONTORNE EM CADA FRASE A PALAVRA QUE REPRESENTA A CARACTERÍSTICA DE CADA CRIATURA.

B ) DAS PALAVRAS QUE VOCÊ CONTORNOU NO ITEM ANTERIOR, COPIE AQUELAS QUE TÊM SENTIDOS PARECIDOS COM AS PALAVRAS A SEGUIR.

2. Convide os estudantes a compartilharem seus desenhos e a contarem como os criaram, destacando de que forma representaram a característica central indicada na frase. Incentive-os a relacionar, em suas falas, os elementos da ilustração ao texto de cada item (EF15LP18).

o Caipora), LONGOS (na frase sobre a Iara) e ENORME (na frase sobre o Boitatá).

• JURURU:

3. A) Resposta: Espera-se que os estudantes contornem as palavras: TRISTONHO (na frase sobre Resposta: TRISTONHO.

• COMPRIDOS:

Resposta: LONGOS.

• GIGANTE:

Resposta: ENORME..

C ) VOCÊ CONHECIA ALGUMA DAS CRIATURAS QUE APARECERAM NA ATIVIDADE 1? SABE DIZER OUTRAS CARACTERÍSTICAS DELAS? COMPARTILHE COM OS COLEGAS E O PROFESSOR.

Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor

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3. Proponha que os estudantes compartilhem as palavras que contornaram no item a e, em seguida, discutam, coletivamente ou em pequenos grupos, quais delas se encaixam nas palavras de sentido parecido do item b. No item c, abra espaço para que contem o que sabem da Caipora, da Iara e do Boitatá. Se considerar pertinente, registre na lousa o nome desses personagens e, com a turma, liste as características mencionadas, conversando sobre seus sentidos como se escreve cada uma delas. Faça perguntas que despertem reflexões sobre o sistema de escrita, especialmente em palavras mais desafiadoras, como “Vocês pediram que fosse escrita a palavra preguiçoso Com que letra ela começa? Qual letra vem depois? Será que existe algum nome na turma que pode nos ajudar nessa escrita?”. Os estudantes podem, por exemplo, sugerir o nome Guilherme como apoio para a escrita da segunda sílaba, ampliando as estratégias de todos e favorecendo novas reflexões ( EF01LP03 , EF01LP08 , EF01LP13). Ao concluir o levantamento das características, comente com os estudantes que, na seção de produção desta unidade, eles terão a oportunidade de pesquisar mais sobre essas e outras criaturas fabulosas.

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF01LP02 , EF01LP15 , EF12LP01 , EF12LP05 , EF12LP18, EF15LP03), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade ( EF15LP09 , EF15LP10 , EF15LP11, EF15LP13).

Respostas e orientações didáticas

1. Em um primeiro momento, incentive os estudantes a tentarem ler o texto com autonomia, organizando a turma em duplas, se achar necessário (EF12LP01). Chame a atenção para o fato de o trecho caracterizar uma narrativa em versos (EF12LP18), incentivando a livre apreciação. Considere níveis de leitura parecidos para essa configuração, a fim de que as reflexões sejam próximas e as trocas produtivas para a leitura. No item a, há uma oportunidade de acompanhamento das habilidades de oralidade dos estudantes, na conversa sobre a leitura e sobre como imaginam que a história continua. Se achar oportuno, registre na lousa a história que eles criarem coletivamente e, se manifestarem interesse, proponha uma forma de circulação real para o texto (EF12LP05). Nessa mesma discussão, aproveite para contextualizar o item b, propondo aos estudantes que cheguem à palavra medonho para que então possam identificar onde ela está no texto (EF15LP03). No item c, incentive-os a ler todas as palavras e a buscarem com autonomia as que têm sentidos parecidos com a palavra medonho (EF01LP15). Retome coletivamente quais foram as palavras encontradas e convide os estudantes a explicitarem suas estratégias e eventuais dúvidas.

SABERES EM FOCO

SENTIDOS PARECIDOS E DITADO

1. LEIA O TRECHO DE UMA NARRATIVA RIMADA SOBRE UM PERSONAGEM QUE TAMBÉM É UMA CRIATURA FABULOSA.

ERA UMA VEZ UM BICHO MEDONHO

QUE MORAVA NO BANHADO.

NÃO ERA MONSTRO OU DRAGÃO, NÃO ERA COBRA OU JACARÉ, NÃO ERA ASSIM OU ASSADO.

SÓ ERA MEDONHO.

ELE COZINHAVA: FAZIA NHOQUE DE LENHA

E BOLINHO DE MINHOCA.

NÃO ERA MUITO BOM, MAS ERA SÓ

O QUE ELE TINHA... [...]

ROSANA. MEDONHO. ILUSTRAÇÕES ORIGINAIS DE JUAN CHAVETTA. SÃO PAULO: JUJUBA, 2014. P. 6.

A ) COMO VOCÊ IMAGINA QUE ESSA HISTÓRIA CONTINUA? JUNTO COM OS COLEGAS E O PROFESSOR, CRIEM, ORALMENTE, UM FINAL BEM LEGAL PARA ESSA AVENTURA.

Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor.

B ) CONTORNE, NO TEXTO, A PALAVRA QUE NOMEIA A PRINCIPAL CARACTERÍSTICA DO PERSONAGEM.

Resposta: Espera-se que os estudantes contornem a palavra MEDONHO

C ) AGORA, PINTE OS QUADRINHOS QUE TIVEREM PALAVRAS COM SIGNIFICADOS PARECIDOS COM AQUELA QUE VOCÊ CONTORNOU.

Resposta: ASSUSTADOR, HORRIPILANTE, APAVORANTE, TERRÍVEL.

ASSUSTADOR GENTIL

QUIETO APAVORANTE HORRIPILANTE TERRÍVEL

Para mapear as habilidades relacionadas à oralidade, no item a, observe como os estudantes participam dessa troca, verificando se explicitam suas ideias com clareza; se escutam e consideram as colocações dos colegas; se contribuem com possíveis continuidades e desfechos de forma coerente. Nos momentos de leitura, aproveite

para acompanhar alguns estudantes mais de perto e observar as estratégias para localizar a palavra: se leem convencionalmente; se levantam hipóteses pertinentes sobre onde está escrito; se buscam palavras de referência; entre outras. Procure fazer anotações sobre como está o progresso em leitura da turma, tanto de forma mais coletiva como destacando aspectos mais relevantes das trajetórias individuais.

RIOS,

2. ESCREVA, NO QUADRO CORRESPONDENTE, CADA PALAVRA QUE O PROFESSOR VAI DITAR. O DESAFIO É FORMAR PARES DE PALAVRAS COM SENTIDOS PARECIDOS.

Sugestão de resposta: ENGRAÇADO; FAMINTO.

DIVERTIDO

ESFOMEADO

3. REVISE AS ATIVIDADES DESTA SEÇÃO E REGISTRE SUAS IMPRESSÕES, PINTANDO OS QUADRINHOS DE ACORDO COM O QUE PERCEBEU SOBRE SEU PROGRESSO EM LEITURA E ESCRITA.

Respostas pessoais. Confira nas orientações ao professor sugestões de uso desta atividade como instrumento de avaliação.

COMO EU ME SAÍ...

NAS ATIVIDADES DE LEITURA?

ENCONTREI FACILMENTE AS PALAVRAS COM SENTIDOS PARECIDOS.

PRECISEI DE AJUDA PARA ENCONTRAR AS PALAVRAS COM SENTIDOS PARECIDOS.

COMO EU ME SAÍ...

NAS ATIVIDADES DE ESCRITA?

ESCREVI COM FACILIDADE AS PALAVRAS DITADAS PELO PROFESSOR.

PRECISEI DE AJUDA PARA ESCREVER ALGUMAS PALAVRAS DITADAS PELO PROFESSOR.

Aproveite para acompanhar a escrita das palavras e conferir se há avanços em relação ao nível de conceitualização da escrita, considerando este e outros registros feitos pelos estudantes recentemente. Procure observar alguns estudantes mais de perto para acompanhar o processo de escrita e, se possível, retomar com eles o que escreveram,

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especialmente os que ainda não escrevem de forma convencional. Essa retomada pode dar pistas sobre como estão pensando e motivar possíveis intervenções e conflitos necessários para que avancem, como no caso de estudantes com escritas em nível silábico-alfabético, que estão próximos de compreenderem a relação entre fonemas e letras e podem explicitar isso enquanto escrevem.

Respostas e orientações didáticas

2. Antes de fazer o ditado, leia com os estudantes as palavras em destaque, explicitando que eles precisam localizar onde “encaixar” cada palavra ditada. Se considerar necessário, enfatize essa ação novamente quando for ditar, por exemplo: “Atenção, turma, no primeiro quadro está escrito divertido. Qual das palavras que vou ditar tem um sentido parecido com esta?” (EF01LP15). Depois, dite as palavras faminto e engraçado para que os estudantes as escrevam nos quadros correspondentes (EF01LP02).

BNCC

Além das habilidades listadas junto às orientações ( EF01LP02 , EF12LP05 , EF12LP06 , EF15LP05 , EF15LP06 , EF15LP07 , EF15LP08), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10).

Orientações didáticas

• Antes de os estudantes preencherem as fichas de identificação de seus monstrengos, promova uma conversa coletiva para que troquem ideias sobre as características de cada criatura, ampliem referências e se inspirem com as contribuições dos colegas. Para apoiar a mediação, faça perguntas como “Como será possível reconhecer o seu monstro?”; “Quais são as características físicas dele?”; “O que ele faz de especial?”; “Como é a personalidade, o temperamento e os hábitos de vida dele?”.

• Com base nessa conversa, combine com os estudantes que cada um deverá selecionar três características principais para o seu mostrengo entre as que foram discutidas. Reforce também a importância de criar um nome, de modo que cada criatura possa ser identificada na coleção da turma.

• Ressalte que o registro intermediário, na ficha de identificação do livro, é uma etapa muito importante da produção e servirá de base para a composição do texto a ser entregue.

• Antes de os estudantes iniciarem a produção dos textos, promova uma conversa coletiva sobre como utilizar as características escolhidas. Retome, se julgar pertinente, a leitura do verbete sobre a anta-cachorro e peça aos estudantes que observem como as carac-

HORA DE PRODUZIR

LIVRO DE MONSTRENGOS DA TURMA

VOCÊ CONHECEU MUITOS MONSTRENGOS E IMAGINOU

AVENTURAS PARA ELES.

O QUE VAI PRODUZIR

AGORA, CHEGOU A HORA DE INVENTAR A SUA CRIATURA: VOCÊ VAI ESCREVER UM VERBETE PARA O LIVRO DE MONSTRENGOS DA TURMA.

PLANEJAR

PENSE EM TODAS AS CARACTERÍSTICAS DO SEU MONSTRENGO, PREENCHENDO A FICHA DE IDENTIFICAÇÃO DELE. APROVEITE PARA DAR ASAS À IMAGINAÇÃO!

NOME DO MONSTRENGO:

TIPO DA CRIATURA:

MORADA:

PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS FÍSICAS:

TEMPERAMENTO:

PRODUZIR

1. O PROFESSOR VAI ENTREGAR UMA

FOLHA COM DOIS ESPAÇOS PARA VOCÊ CRIAR O SEU VERBETE: UM PARA O SEU DESENHO E OUTRO PARA O SEU TEXTO.

terísticas do monstrengo foram descritas nele. Em seguida, incentive-os a decidir de que forma querem contar sobre as criaturas que vão criar.

• Escreva na lousa um pequeno texto de referência, transformando as características de um personagem em uma descrição. Esse trabalho pode ser feito com a participação da turma, tomando como base um personagem conhecido, como o Lobo Mau. Pergunte, por exemplo, como seria possível escrever um texto sobre ele con-

siderando características como ser comilão, ter uma boca grande e ser esperto, incentivando o uso de palavras com sentidos semelhantes para reforçar as características ou variar a escolha lexical, evitando repetições desnecessárias no texto (EF15LP05). Registre as contribuições dos estudantes até chegarem a uma versão coerente e validada coletivamente. Exemplo: “O Lobo Mau tem uma boca gigante e adora comer. Ele também é muito esperto!”.

2. NA PARTE DO TEXTO, DESCREVA O SEU MONSTRENGO COM FRASES CURTAS E IMPACTANTES. USE AS ANOTAÇÕES QUE VOCÊ FEZ NA FICHA DE IDENTIFICAÇÃO DA ETAPA DO PLANEJAMENTO.

3. NA PARTE DO DESENHO, FAÇA UMA ILUSTRAÇÃO BEM CAPRICHADA E COM DETALHES QUE MOSTREM ESSA CRIATURA.

4. O PROFESSOR VAI REUNIR TODOS OS VERBETES CRIADOS E MONTAR O LIVRO DE MONSTRENGOS DA TURMA

COMPARTILHAR

DICA: LEMBRE-SE DE COLOCAR O NOME DO MONSTRENGO NO INÍCIO DO TEXTO, USANDO RECURSOS PARA DESTACAR ESSA INFORMAÇÃO!

COMBINE COM OS COLEGAS E O PROFESSOR O DIA DO

LANÇAMENTO DO LIVRO. NESSA DATA, SE POSSÍVEL, DISTRIBUAM CÓPIAS AOS CONVIDADOS E FAÇAM UMA SESSÃO DE AUTÓGRAFOS!

PAPO DIGITAL

LIVRO DIGITAL DA TURMA

CONVERSE COM O PROFESSOR SOBRE A POSSIBILIDADE DE CRIAR UMA VERSÃO DIGITAL DO LIVRO. DESSA FORMA, VOCÊS PODERÃO COMPARTILHAR O MATERIAL COM MAIS PESSOAS, ALÉM DE ACESSAR SEMPRE QUE QUISEREM.

AVALIAR

Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor

FAÇAM UMA RODADA DE LEITURA DO LIVRO E CONVERSEM SOBRE O QUE VOCÊS ENCONTRARAM NELE.

1. TODOS OS VERBETES TÊM UMA DESCRIÇÃO E UMA ILUSTRAÇÃO DA CRIATURA?

2. O NOME DA CRIATURA ESTÁ EM DESTAQUE NO TEXTO?

3. CADA VERBETE APRESENTA O MONSTRENGO DE FORMA CLARA, PARA QUE O LEITOR ENTENDA BEM COMO ELE É?

4. O LIVRO DEIXA O LEITOR COM VONTADE DE SABER MAIS SOBRE AS CRIATURAS?

diferentemente do livro físico, que só pode ser levado por uma família de cada vez. Se possível, mostre para a turma como acessar o material em casa, em diferentes dispositivos, destacando que o livro digital pode ser enviado por e-mail ou publicado em alguma página da escola. Outra possibilidade é que os próprios estudantes, com a sua mediação, editem a versão final do texto em um software de edição, inserindo também ilustrações, quando for o caso. Esse processo permite não apenas revisar e aprimorar os textos em colaboração, mas também explorar

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os recursos multissemióticos disponíveis nos programas digitais, refletindo sobre o sistema de escrita alfabética em diferentes suportes (EF15LP07, EF15LP08).

• Promova um lançamento com sessão de autógrafos para transformar a produção em um acontecimento especial e dar sentido ao trabalho realizado. Combine com a turma os detalhes desse dia, valorizando as conquistas de cada estudante. Proponha a criação coletiva de um convite para familiares e colegas (EF12LP06).

• Observe o processo de produção, valorizando a escrita espontânea (EF01LP02), incentivando trocas entre os estudantes e intervindo quando necessário para favorecer reflexões e avanços nas hipóteses deles. Avalie aspectos como a coerência do texto. Não é preciso que escrevam de forma convencional, o mais importante é que o ato de escrever favoreça a compreensão do sistema de escrita e o progresso rumo à escrita convencional, apoiados pela sua mediação e pelas interações com os colegas. Para futuras leituras, registre a forma convencional apenas quando necessário, mantendo a produção original dos estudantes em destaque.

• Possibilite que os estudantes revisem o texto produzido depois de fazerem a leitura. Se achar oportuno, organize a turma em duplas para que os estudantes leiam para o colega, com atenção às palavras utilizadas e às sugestões do ouvinte (EF15LP06).

• Ao reunir as produções, combine com a turma de que forma o material será organizado. Uma possibilidade é ordenar os textos alfabeticamente, considerando as letras iniciais do nome dos monstrengos, o que também reforça o contato com a ordem alfabética e amplia as estratégias de sistematização da escrita.

• Explique que a proposta do Papo digital possibilita aos familiares acessarem o material ao mesmo tempo,

BNCC

Desta seção ao Agora na pauta, os estudantes avançarão na apropriação do sistema alfabético ao diferenciarem e relacionarem letras em diversos formatos e treinarem o traçado das letras trabalhadas (EF01LP10, EF01LP11).

Orientações didáticas

• As atividades desta seção até o Agora na pauta podem ser distribuídas ao longo da unidade, de acordo com o ritmo da turma. Essa organização evita que o trabalho fique cansativo e garante que os estudantes tenham tempo para explorar cada proposta com atenção e interesse. Intercale essas atividades com outras práticas de leitura e escrita, favorecendo a retomada dos conteúdos de forma progressiva e significativa.

• Proponha a realização do Letra na mão, incentivando os estudantes a experimentarem, em duplas ou em pequenos grupos (a depender do material disponível), a formação de todas as letras do alfabeto em bastão de maneira lúdica e tátil. Oriente-os a modelar cada letra de A a Z, por exemplo, com massinha, argila ou outros materiais, explorando as formas e reforçando tanto a coordenação motora fina como a memorização das formas gráficas. Em seguida, retome com eles o alfabeto em Libras, demonstrando os sinais e orientando a prática coletiva, de modo que possam reconhecer e reproduzir as letras de A a Z. Finalize propondo o registro escrito do abecedário, pedindo que copiem o alfabeto em letra bastão no espaço indicado na Hora do traçado, consolidando a relação entre a percepção visual, a formação manual e a escrita convencional.

TIRANDO DE LETRA... DE A A Z!

CHEGOU A HORA DE REVISAR O TRAÇADO DAS LETRAS DO ALFABETO EM BASTÃO. MAS, ANTES, QUE TAL BRINCAR COM O ALFABETO?

LETRA NA MÃO

1. Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes consigam formar as letras de A a Z com massinha de modelar.

1. USANDO MASSINHA DE MODELAR, FORME AS LETRAS DE A A Z EM BASTÃO

2. COM A AJUDA DO PROFESSOR, RETOME O ALFABETO EM LIBRAS, FORMANDO AS LETRAS DE A A Z

Resposta pessoal. Se necessário, auxilie os estudantes a fazerem as letras de A a Z no alfabeto em Libras.

HORA DO TRAÇADO

REGISTRE O ALFABETO EM LETRA BASTÃO, COPIANDO CADA

Resposta: Espera-se que os estudantes escrevam cada letra do alfabeto em bastão.

A E C G B F D H I

J N L P K O M Q R

LETRA NO QUADRINHO LOGO ABAIXO DELA. S W U Y T X V Z

LÁPIS NA MÃO

• Na Hora do traçado que encerra este volume, os estudantes retomam o traçado das letras já trabalhadas, em formato bastão, mas em quadrinhos, escrevendo à mão livre.

• Observe se os estudantes conseguem manter a proporção entre as letras, sem o apoio da pauta, e se utilizam os dedos como fonte principal do movimento, com o punho estável.

• Para quem apresenta dificuldades, modele a pega em três pontos de forma natural, sem exigir correção imediata. Permita que os estudantes observem sua demonstração ou a de colegas que já se apropriaram da pega mais madura, favorecendo a aprendizagem por observação.

• Se notar traçados inseguros, incentive a repetição em quadrinhos maiores, em folhas avulsas, reduzindo gradualmente o tamanho, até alcançar mais precisão nos quadrinhos menores.

Orientações didáticas

LIGADO NAS LETRAS

PARA RELEMBRAR OS DIFERENTES TIPOS DE LETRA QUE APRENDEU, PINTE OS CAMINHOS DE ACORDO COM AS INDICAÇÕES.

1. PINTE DE VERDE O CAMINHO QUE APRESENTA APENAS LETRA BASTÃO (MAIÚSCULA DE IMPRENSA).

2. PINTE DE AMARELO O CAMINHO QUE APRESENTA APENAS LETRA MINÚSCULA DE IMPRENSA.

3. PINTE DE AZUL O CAMINHO QUE APRESENTA APENAS LETRA CURSIVA MINÚSCULA.

4. PINTE DE ALARANJADO O CAMINHO QUE APRESENTA APENAS LETRA CURSIVA MAIÚSCULA. caminho de alaranjado; o segundo, de verde; o terceiro, de azul e o quarto, de amarelo.

Resposta: Os estudantes devem pintar o primeiro

5. QUAL DESSES CAMINHOS LEVA UM MONSTRINHO ATÉ O OUTRO?

Resposta: O caminho que tem apenas letra cursiva minúscula, pintado de azul.

ATIVIDADE EXTRA: JOGO

No pátio ou em sala de aula, organize as letras do alfabeto em cartões grandes, dispostos no chão em ordem embaralhada. Explique as regras: cada estudante, ao ser chamado, deverá pisar nas letras e recitá-las em sequência correta, do A ao Z, seguindo o caminho. Caso erre, os colegas podem ajudar, retomando juntos a ordem. Para variações, é possível sortear apenas um

08/10/2025 10:20:28

trecho do alfabeto (por exemplo, de M a R) para os estudantes percorrerem; organizar rodadas coletivas, em que a turma toda diz o alfabeto em coro enquanto um colega percorre as letras; propor desafios de velocidade, marcando o tempo em que cada estudante consegue completar a sequência. A proposta alia movimento e oralidade, tornando o treino da nomeação e da ordem das letras mais divertido e participativo.

• Nesta atividade, os estudantes retomam os diferentes tipos de letra, pintando os caminhos do labirinto conforme as indicações. A proposta mobiliza o reconhecimento e a diferenciação entre letras maiúsculas e minúsculas, de imprensa e cursiva. No 1º ano, o foco permanece na letra bastão (letra de imprensa maiúscula) para a leitura e a escrita, mas o contato com os demais tipos amplia o repertório e prepara os estudantes para reconhecê-los em diferentes suportes. Ao percorrerem os caminhos, eles consolidam essa percepção de modo lúdico e visual, favorecendo a memorização e a comparação entre formas gráficas.

Orientações didáticas

• Nesta atividade, os estudantes completam as palavras que nomeiam as imagens, mobilizando a relação palavra-objeto e, portanto, a articulação entre imagem e escrita. A proposta também favorece o trabalho com a composição e a decomposição de letras, sílabas e palavras, ajudando-os a perceber como as unidades menores se combinam para formar palavras.

LIGADO NAS PALAVRAS

COMPLETE A PALAVRA QUE NOMEIA CADA IMAGEM A SEGUIR. PARA ISSO, ESCREVA UMA LETRA EM CADA QUADRINHO.

Resposta: Os estudantes devem

completar as seguintes palavras com as letras que faltam: ABELHA, BOLO, COBRA, DADO, ESTOJO, FOCA, GORRO, HIPOPÓTAMO, IOIÔ, JARRA, KIWI, LUVA, MOLA

Resposta: Os estudantes devem completar as seguintes palavras com as letras que faltam: NUVEM, OVO, PENA, QUEIJO, ROSA, SAPO, TELEFONE, UVA, VELA, WEBCAM, XADREZ, YAKISOBA, ZEBRA.

08/10/2025 10:20:45

ATIVIDADE EXTRA

Se considerar pertinente, proponha aos estudantes que utilizem letras móveis para formar as palavras que nomeiam as imagens, sobretudo aquelas em que tiverem mais dúvida. Primeiro, peça-lhes que escolham uma imagem e montem a palavra correspondente, observando a ordem e a quantidade de letras. Depois, incentive-os a desmontar e recompor a palavra, reforçando o movimento de composição e decomposição. Essa prática lúdica ajuda a consolidar a relação palavra-objeto, amplia o contato com a estrutura das palavras e favorece a compreensão de que as letras, ao se reorganizarem, criam combinações que podem ser lidas e reconhecidas. Para potencializar o aprendizado, organize a turma em duplas, agrupando estudantes em níveis próximos de conceitualização da escrita, de modo que possam desestabilizar hipóteses e avançar juntos, trocando estratégias e fazendo descobertas.

Orientações didáticas

• Nesta atividade, os estudantes são convidados a completar o carômetro, escrevendo, nos limites da pauta e em letra bastão, os nomes que se iniciem com cada letra indicada. A proposta retoma o conhecimento do alfabeto, a nomeação das letras e a identificação de sua posição na ordem alfabética. É importante incentivá-los a perceber que a letra inicial funciona como parâmetro de organização, de modo que o carômetro está disposto em ordem alfabética. Ao propor a escolha dos nomes para os personagens, incentive a criatividade dos estudantes, convidando-os a observar as imagens e a criar nomes que “combinem” com elas, sempre considerando a letra inicial indicada. Chame a atenção também para a extensão dos nomes, sugerindo que escolham nomes pequenos, que caibam nas pautas dadas. É possível sugerir que escrevam apelidos, mais curtos, por exemplo.

COMPLETE O CARÔMETRO A SEGUIR, ESCREVENDO UM NOME, À SUA

ESCOLHA, PARA CADA PERSONAGEM.

AGORA NA PAUTA Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor

DICA: OBSERVE A LETRA INICIAL INDICADA PARA CADA PERSONAGEM, PENSE EM NOMES QUE COMBINEM COM ELES E ESCREVA ESSES NOMES.

movimentos soltos e controlados. Aos poucos, proponha que os estudantes treinem em pautas de tamanho intermediário, reduzindo gradualmente o espaço entre as linhas. Esse processo ajuda a manter a legibilidade e a proporção das letras, mesmo em áreas menores. Quando os estudantes apresentarem maior segurança, convide-os a escrever nas pautas em espessura como as do livro. Esse trabalho favorece a adaptação progressiva e o refinamento do traçado, além de dar confiança aos estudantes.

LÁPIS NA MÃO

• Neste momento, os estudantes já treinaram o traçado de todas as letras do alfabeto em formato bastão e registraram palavras e nomes que começam com cada uma delas. Esta é uma boa oportunidade para observar a consolidação do traçado e propor pequenas intervenções individuais, quando necessário.

• Observe se as letras são registradas de forma legível, mantendo o alinhamento entre linhas e a proporção entre letras nos limites da pauta.

• Caso perceba que algum estudante ainda utiliza movimentos do braço inteiro ou tensiona o punho, incentive-o a soltar a mão e a priorizar movimentos dos dedos como fonte principal do traçado.

• Para aqueles que ainda não estabilizaram a pega em três pontos (pega trípode dinâmica), ofereça pequenas orientações, como demonstrar a posição correta dos dedos com o próprio lápis ou usar recursos de apoio simples. Respeite as adaptações funcionais de cada estudante, incentivando que experimentem ajustes até encontrarem a forma mais confortável e eficiente.

• Se houver cansaço ou rigidez, sugira pausas rápidas para alongar dedos e mãos, favorecendo maior fluidez no retorno à escrita.

• Se notar traçados inseguros, incentive a prática inicial em pautas ampliadas, que oferecem mais espaço para

08/10/2025 10:20:47

BNCC

Além da habilidade destacada junto às orientações (EF12LP01), os estudantes mobilizarão habilidades da oralidade (EF15LP09, EF15LP10 , EF15LP11 , EF15LP13).

SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL

Separe um tempo para que os estudantes recortem as cartas e o quadro com as palavras. Verifique previamente os materiais necessários.

Orientações didáticas

• Faça a leitura das etapas e combine as regras do jogo com os estudantes, retomando-as sempre que necessário. Caso seja pertinente, explique que, no momento de mostrar a figura, não vale falar em voz alta o nome da criatura. Cada estudante deverá identificar e procurar a palavra correspondente no quadro, o que torna o desafio maior.

• Se achar necessário, faça previamente a leitura coletiva das palavras que aparecem no quadro.

• Procure observar as estratégias utilizadas pelos estudantes para localizarem as palavras: se fazem a leitura de cada uma, se olham para as letras iniciais, para o tamanho delas, entre outras (EF12LP01). Faça anotações sobre o que as escolhas revelam sobre o processo de aprendizagem dos estudantes.

• Ao final, proponha uma conversa sobre o jogo, perguntando sobre as palavras mais difíceis, as mais fáceis de localizar e as estratégias utilizadas. Além de fornecer pistas importantes sobre as aprendizagens, é uma oportunidade potente de trocas entre os estudantes.

É JOGO, É BRINCADEIRA

Comentários nas orientações ao professor

JOGO DAS CRIATURAS FABULOSAS

EXISTEM CRIATURAS FABULOSAS QUE APARECEM EM MUITAS HISTÓRIAS. VAMOS BRINCAR DE ASSOCIAR OS NOMES ÀS IMAGENS DELAS?

1. JUNTE-SE A UM COLEGA PARA JOGAR.

2. RECORTEM AS CARTAS COM AS FIGURAS DE CRIATURAS FABULOSAS E O QUADRO COM AS PALAVRAS DA PÁGINA 283 DO MATERIAL COMPLEMENTAR.

3. ORGANIZEM AS FIGURAS COM AS FACES VOLTADAS PARA BAIXO NA MESA E EMBARALHEM BEM.

4. A CADA RODADA, UM DE VOCÊS FARÁ O SORTEIO DE UMA FIGURA.

5. QUANDO ELA FOR REVELADA, VOCÊS DEVERÃO PROCURAR RAPIDAMENTE, NO QUADRO, A PALAVRA ASSOCIADA A ELA.

6. LOCALIZADA A PALAVRA, UM DE VOCÊS DEVE ENCAIXAR A FIGURA SOBRE O NOME. O PRIMEIRO A ACHAR E ENCAIXAR A IMAGEM NO LOCAL CORRETO DEVERÁ DIZER EM VOZ ALTA: “ACHEI!”.

7. O PROFESSOR VAI ANUNCIAR O FINAL DO JOGO. GANHA QUEM TIVER ENCAIXADO MAIS IMAGENS.

BNCC

VAMOS AVALIAR O APRENDIZADO

1. VOCÊ APRENDEU MUITA COISA NESTA UNIDADE. É HORA DE RELEMBRAR ALGUNS CONTEÚDOS E PENSAR SOBRE SEUS ESTUDOS. PARA ISSO, PINTE OS QUADRINHOS DE ACORDO COM A LEGENDA:

Respostas pessoais. Comentários nas orientações ao professor

ENTENDI BEM. PRECISO REVER.

VERBETE. SINÔNIMOS.

CONTO (ABRACADABRA).

2. COMPLETE A FRASE A SEGUIR.

EU QUERO APRENDER MAIS SOBRE:

FICHA INFORMATIVA. DITADO.

LETRAS DE A A Z (REVISÃO).

Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor

SAIBA MAIS

UM FILME PARA SE DIVERTIR!

QUEM TEM MEDO DO ESCURO? DESCUBRA NESSEFILME QUE OS MONSTROS NÃO SÃO TÃO ASSUSTADORES COMO PENSAMOS.

MONSTROS S.A., DE PETE DOCTER. ESTADOS UNIDOS, 2001 (92 MIN).

EXPLORANDO A CULTURA POPULAR

QUE TAL CONHECER UM POUCO MAIS A CULTURA POPULAR BRASILEIRA? SE POSSÍVEL, COMBINE COM O PROFESSOR E OS COLEGAS UMA VISITA GUIADA A UM MUSEU DE CULTURA POPULAR, CENTRO CULTURAL OU OUTRO ESPAÇO DE SUA REGIÃO RELACIONADO À CULTURA POPULAR

Ao final da unidade, espera-se que os estudantes tenham ampliado as possibilidades de exploração do universo literário, ouvindo e criando histórias, conhecendo novos personagens e inventando outros, brincando com as palavras, os sentidos e as possibilidades, pautados principalmente na dimensão do encantamento. Considerando a autonomia construída progressivamente no decorrer do ano, espera-se que todos tenham vivenciado muitas práticas voltadas à leitura e à escrita, avançando

no processo de alfabetização. Este é um momento importante de verificação das aprendizagens, de elaboração de instrumentos que apoiem nesse mapeamento e de propostas de retomadas que possam apoiar os avanços dos estudantes antes de seguirem para o 2º ano.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

CASCUDO, Luís da Câmara. Dicionário do folclore brasileiro: 70 anos. São Paulo: Global, 2024.

Os estudantes terão a oportunidade de ler e compreender enunciados e tarefas escolares com o seu apoio e o dos colegas (EF12LP17), além de escutar com atenção e fazer perguntas pertinentes durante as trocas orais (EF15LP10).

SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL

Considerando que esse será um dos momentos de encerramento da última unidade do livro, possibilite que os estudantes troquem ideias sobre todo o percurso vivido no 1º ano, especialmente com foco nas aprendizagens e nos desafios.

Respostas e orientações didáticas

1. Organize os estudantes em pequenos grupos para que façam a leitura dos conteúdos e retomem aspectos das trajetórias individuais e coletivas. 2. Incentive os estudantes a compartilharem suas impressões e memórias e ouvirem com atenção as considerações dos colegas.

SAIBA MAIS

O filme indicado traz personagens interessantes, que dialogam com as ideias de criaturas construídas no decorrer da unidade. Se possível, organize com a turma uma visita guiada a um lugar de sua região relacionado à cultura popular.

08/10/2025 10:20:51

A obra é uma referência fundamental sobre as manifestações culturais populares do país, com personagens, lendas, festas, brincadeiras e tradições do folclore. Por meio da exploração dos verbetes, é possível enriquecer projetos didáticos, planejar momentos de contação de histórias e aproximar os estudantes dos saberes transmitidos oralmente de geração em geração.

Orientações didáticas

• As atividades desta seção constituem uma proposta de avaliação das aprendizagens dos estudantes, compondo, junto a outros registros produzidos pela turma, um material que apoia a identificação de conhecimentos e habilidades desenvolvidos no decorrer do ano, além de possíveis defasagens que necessitem de mais atenção antes da conclusão do período letivo.

• Como este será um momento de avaliação, procure planejar a melhor forma de acompanhar de perto a realização das atividades. Se possível, organize uma situação em pequenos grupos, em que parte da turma esteja envolvida na atividade e a outra focalize em uma proposta com mais autonomia.

• O registro das observações feitas durante a aula será de grande importância para o planejamento de intervenções com base nas informações coletadas. Escolha e separe previamente os recursos que melhor atendem à sua realidade, como gravador, caderno de anotações e pautas de observação, entre outras possibilidades.

• A situação sugerida para este momento avaliativo é uma retomada dos estudantes sobre as memórias e aprendizagens vividas ao longo do ano e pode ser parte dos rituais de encerramento do ano letivo. Explicite a eles que o registro possibilitará documentar momentos importantes dessa fase, tanto para compartilhar com os colegas e recordar o que foi vivido como para retomar futuramente, o que pode tornar tudo mais significativo.

• Nas atividades 1 e 2, os estudantes são desafiados a escrever por si mesmos, em um contexto conhecido, de brincadeiras e momentos da rotina. Ao longo do ano, eles

VAMOS CONCLUIR

DEPOIS DE TANTAS EXPERIÊNCIAS VIVIDAS NO 1º ANO, CHEGOU A HORA DE REGISTRAR ALGUMAS MEMÓRIAS E APRENDIZAGENS

QUE VOCÊ LEVARÁ PARA O PRÓXIMO ANO. APROVEITE PARA LER ESSAS ANOTAÇÕES SEMPRE QUE QUISER SE LEMBRAR DAS MUITAS

LEITURAS, BRINCADEIRAS, TROCAS E ATIVIDADES QUE FEZ.

1. ESCREVA UM MOMENTO DA ROTINA DO 1º ANO QUE FOI ESPECIAL PARA VOCÊ.

Resposta pessoal.

2. REGISTRE NO QUADRO AS TRÊS BRINCADEIRAS MAIS LEGAIS QUE VOCÊ APRENDEU.

Resposta pessoal.

BRINCADEIRAS FAVORITAS QUE APRENDI NO 1º ANO

3. ESCREVA TRÊS NOMES DE COLEGAS DE SUA TURMA QUE TENHAM LETRAS INICIAIS DIFERENTES. USE A ORDEM ALFABÉTICA PARA ORGANIZAR A LISTA.

Resposta pessoal.

tiveram muitas oportunidades de se aproximar desses temas e de diferentes estratégias e reflexões sobre o sistema de escrita. Avalie como se dá essa produção escrita: se os estudantes escrevem com autonomia, se segmentam corretamente as palavras e em que nível de conceitualização da escrita parecem estar. Consulte suas anotações e os registros anteriores para verificar quais foram os avanços de cada estudante nesse sentido, bem como os pontos de atenção.

• Na atividade 3, eles deverão mobilizar conhecimentos sobre os nomes próprios dos colegas, palavras estáveis que foram referências para as situações de leitura e escrita ao longo de todo o ano. Além disso, partirão do critério da letra inicial para escolher os nomes e terão de organizá-los em ordem alfabética. Verifique se escrevem convencionalmente e com autonomia esses nomes, se contemplam as diferentes letras iniciais e se compreendem o critério da ordem alfabética.

4. ESCREVA O TÍTULO DA HISTÓRIA QUE VOCÊ MAIS GOSTOU DE LER COM SUA TURMA.

Resposta pessoal.

5. REGISTRE BREVEMENTE: DO QUE VOCÊ MAIS GOSTOU NA HISTÓRIA QUE LEMBROU NA ATIVIDADE ANTERIOR?

Resposta pessoal.

6. NO BAÚ DE TEXTOS, VOCÊ CONHECEU MUITOS TEXTOS DA TRADIÇÃO ORAL, COMO PARLENDAS, QUADRINHAS E DITADOS POPULARES. ESCOLHA UM TEXTO QUE VOCÊ SAIBA DE MEMÓRIA E REGISTRE A SEGUIR.

Resposta pessoal.

08/10/2025 10:17:04

• As atividades 4 e 5 exigem uma escrita mais extensa dos estudantes e permitem avaliar habilidades mais complexas, como a capacidade de organizar ideias em sequência, separar as palavras corretamente e demonstrar domínio crescente da escrita convencional. Não se espera que todos escrevam convencionalmente, mas que tenham avançado em suas hipóteses e estejam se aproximando dessa escrita convencional.

• A proposta de escrita de um texto conhecido de memória, na atividade 6, favorece a retomada dos estudantes sobre a relação entre a oralidade e a escrita e possibilita que o foco esteja na forma de escrever, mais do que em criar algo para comunicar. Além disso, permite acompanhar o quanto a turma se apropriou das propostas com textos da tradição oral, que serão retomados e explorados com mais profundidade no próximo ano.

• Se possível, organize um momento de compartilhamento das memórias registradas, incentivando os estudantes a lerem em voz alta o que escreveram e a escutarem com atenção os momentos especiais relatados pelos colegas. Essa troca fortalece a autoestima e o vínculo com o grupo e possibilita mapear habilidades relacionadas à oralidade.

• A análise dos registros desta seção, junto a outros instrumentos que possam complementar o processo avaliativo, permite identificar quais estudantes já consolidaram determinadas habilidades e quais ainda precisam de mais acompanhamento. Assim, é possível planejar estratégias de continuidade e reforço para o próximo ano, garantindo que todos avancem em suas trajetórias de aprendizagem.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMENTADAS

BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Versão final. Brasília: MEC, 2018. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/ BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf. Acesso em: 5 set. 2025.

Documento que determina as competências gerais e específicas, as habilidades e as aprendizagens que os estudantes brasileiros da Educação Básica precisam desenvolver e colocar em prática ao longo de sua trajetória escolar.

BRASIL. Ministério da Educação. Compromisso Nacional Criança Alfabetizada 2023. Disponível em: https://www.gov.br/mec/pt-br/centrais-de-conteudo/ publicacoes/institucionais/compromisso-nacional-crianca-alfabetizada.pdf. Acesso em: 23 set. 2025.

Documento de apresentação do programa Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, política pública que visa garantir o direito à alfabetização de todas as crianças brasileiras até o final do 2º ano do Ensino Fundamental e prevê ações para recuperar aprendizagens de crianças de 3º, 4º e 5º anos.

COELHO, Nelly Novaes. Literatura infantil: teoria, análise, didática. São Paulo: Moderna, 2000.

Essa obra trata de importantes problemáticas relativas à literatura infantil, buscando não apenas responder às questões, mas também promover uma reflexão sobre a literatura infantil.

CUNHA, Celso Ferreira da; CINTRA, Luís Filipe Lindley. Nova gramática do português contemporâneo. 2. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1975.

Obra de referência que descreve e explica o funcionamento da língua portuguesa, equilibrando tradição normativa e abordagem científica moderna.

FERREIRO, Emilia; TEBEROSKY, Ana. Psicogênese da língua escrita . 5. ed. Porto Alegre: Artmed, 1999.

Com base nos estudos de Piaget, a obra investiga como as crianças compreendem e se apropriam da língua escrita, construindo hipóteses sobre a escrita antes mesmo do ensino formal.

KOCH, Ingedore Villaça; ELIAS, Vanda Maria. Ler e compreender: os sentidos do texto. São Paulo: Contexto, 2006.

A obra explica os processos de construção de sentidos na leitura, mostrando que compreender um texto vai muito além da mera decodificação de palavras, pois envolve a construção de sentidos mediante a interação de texto, leitor e contexto.

SCHNEUWLY, Bernard et al. Gêneros orais e escritos na escola . Tradução de Roxane Rojo e Glaís Sales Cordeiro. Campinas: Mercado de Letras, 2004.

Esse livro traz reflexões sobre os gêneros textuais, compreendendo sua importância no ensino escolar e na construção do senso crítico.

SOLÉ, Isabel. Estratégias de leitura . Tradução de Claudia Schilling. 6. ed. Porto

Alegre: Artmed, 1998.

Com o objetivo de incentivar os docentes a ponderarem acerca da importância de formar um leitor crítico, esse livro traz estratégias de leitura como ferramentas importantes para o desenvolvimento de uma leitura autônoma e reflexiva.

08/10/2025 10:15:49

CRACHÁ DE MESA

RECORTE E MONTE O CRACHÁ DE MESA QUE VOCÊ VAI UTILIZAR NA

SEÇÃO HORA DE PRODUZIR DA UNIDADE 1, PÁGINA 24.

RECORTAR

08/10/2025 10:14:11

LETRAS DO ALFABETO

RECORTE AS LETRAS MÓVEIS QUE VOCÊ VAI

USAR PARA FAZER DIVERSAS ATIVIDADES

DESTE LIVRO.

RECORTAR

A G M S Y E K Q B H N T Z F L R C I O U A G M S D J P V B H N T E K Q W C I O U F L R X D J P V 271

08/10/2025 10:14:11

A Á E Ê Í Ó U X A Á E Ê Í Ó U

08/10/2025 10:14:11

ENVELOPE

RECORTE E MONTE O ENVELOPE PARA GUARDAR AS LETRAS DO ALFABETO QUE VOCÊ RECORTOU NAS PÁGINAS

ANTERIORES E AS PEÇAS DOS JOGOS QUE AINDA VAI RECORTAR.

RECORTAR

DOBRAR

COLAR

11/10/2025 12:51:29

VINÍCIUS COSTA/ARQUIVO DA EDITORA

TRILHA DO ALFABETO

RECORTE A TRILHA, AS CARTAS E AS FICHAS QUE VOCÊ VAI UTILIZAR NA SEÇÃO É JOGO, É BRINCADEIRA DA UNIDADE 2, PÁGINA 76

RECORTAR

HIJKL AVANCE DUAS CASAS

PERCA SUA VEZ

VWXYZ

PARTIDA CHEGADA

08/10/2025 10:14:11

RECORTAR

08/10/2025 10:14:11

GABRIELLA

QUE PROFISSIONAL É?

RECORTE AS CARTAS QUE VOCÊ VAI UTILIZAR NA SEÇÃO É JOGO, É BRINCADEIRA DA UNIDADE 4, PÁGINA 138

ATOR

ESCRITOR

RECORTAR

PROFESSOR BABÁ FOTÓGRAFA

VETERINÁRIO

10:14:13

RECORTE AS CARTAS E O QUADRO QUE VOCÊ VAI UTILIZAR NA SEÇÃO É JOGO, É

BRINCADEIRA DA UNIDADE 8, PÁGINA 264

UNICÓRNIO DRAGÃO FADA

08/10/2025 10:14:13

JULIANA

ALFABETO DOS BICHOS

RECORTE ESTA PARTE PARA MONTAR O SEU ALFABETO.

AVESTRUZ

ELEFANTE IGUANA BALEIA FOCA JAVALI

RECORTAR

RECORTE E JUNTE ESTA PARTE À PARTE QUE VOCÊ RECORTOU NA PÁGINA 285. DEPOIS, MONTE O SEU ALFABETO, QUE PODERÁ SER CONSULTADO SEMPRE QUE NECESSÁRIO.

RECORTAR

09/10/2025 18:01:43

MANUAL DO PROFESSOR

Este Manual do Professor é um complemento à primeira parte do Livro do Professor, oferecendo um suporte para o desenvolvimento docente e para o dia a dia em sala de aula.

A BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR (BNCC)

A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) propõe uma progressão de aprendizagens que visa à formação humana integral dos estudantes e à construção de uma sociedade mais justa, democrática e inclusiva. O documento estabelece um aprendizado mínimo e comum, orientado por competências e habilidades que devem ser desenvolvidas em cada etapa de ensino.

Na BNCC, as áreas de conhecimento são compostas de componentes curriculares. Por meio de unidades temáticas, objetos de conhecimento e habilidades, esses componentes têm o objetivo de desenvolver as competências gerais e específicas.

AS COMPETÊNCIAS GERAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA

A BNCC orienta que, ao longo da Educação Básica, os estudantes desenvolvam dez competências gerais, que envolvem a mobilização de conhecimentos, habilidades, atitudes e valores. Essas competências são o alicerce, definindo o que se espera que o estudante desenvolva em toda a Educação Básica. Nesta coleção, elas são trabalhadas por meio de temas, discussões e atividades que incentivam a reflexão crítica.

A BNCC propõe que o conteúdo chegue à sala de aula de forma contextualizada, o que exige novas estratégias do professor, como a transposição didática. Isso significa converter o conteúdo científico em uma linguagem acessível e adaptada à realidade dos estudantes. Para isso, o estudo e a reavaliação constante da prática docente são essenciais.

AS COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS

Para que as competências gerais se manifestem em cada componente, a BNCC estabelece as competências específicas. A organização dessas competências no Ensino Fundamental varia: em áreas como Matemática, Ciências Naturais, cujas competências específicas são as mesmas para o componente. Em áreas como Linguagens e Ciências Humanas, há competências específicas por área e também para cada componente curricular que as compõem (Língua Portuguesa, Arte, Educação Física, Língua Inglesa, Geografia e História), reconhecendo as particularidades de cada um. Em todos os casos, as competências específicas colaboram com os objetivos de aprendizagem sejam claros e coerentes, do nível mais amplo ao mais específico.

PRÁTICAS DE LINGUAGEM, OBJETOS

DE CONHECIMENTO E HABILIDADES

Para garantir o desenvolvimento das competências gerais e específicas, a BNCC organiza o currículo de Língua

Portuguesa em três elementos interligados: práticas de linguagem (oralidade; leitura/escuta; produção; análise linguística/semiótica), objetos de conhecimento e habilidades. Além das práticas de linguagem, a BNCC apresenta os campos de atuação como categoria organizadora do currículo. Nos Anos Iniciais são quatro campos de atuação considerados: Campo da vida cotidiana, Campo artístico-literário, Campo das práticas de estudo e pesquisa e Campo da vida pública

Nesta coleção, os códigos das habilidades desenvolvidas em textos, atividades e seções são destacados nas orientações ao professor e listados no Quadro de distribuição dos conteúdos. O texto das habilidades, na íntegra, é apresentado nas orientações ao professor no início do volume. Para consultar os objetos de conhecimento, as práticas de linguagem e os campos de atuação, você pode verificar a BNCC.

OS TEMAS CONTEMPORÂNEOS TRANSVERSAIS

Para enriquecer o trabalho com as habilidades e competências da BNCC e contextualizar o ensino, as propostas pedagógicas devem abordar os temas contemporâneos transversais (TCT). Esses temas são assuntos relevantes para a formação cidadã dos estudantes e para a construção de uma sociedade mais justa, ética e sustentável. São temas com caráter interdisciplinar, que conectam os conteúdos escolares com o cotidiano dos estudantes e com questões importantes em discussão na sociedade.

De acordo com o documento Temas Contemporâneos Transversais na BNCC, publicado em 2019, esses temas são de relevância local, regional e global e estão organizados em seis macroáreas: Meio ambiente (Educação ambiental e Educação para o consumo), Economia (Trabalho, Educação financeira e Educação fiscal), Saúde (Saúde e Educação alimentar e nutricional), Cidadania e civismo (Vida familiar e social, Educação para o trânsito, Educação em direitos humanos, Direitos da criança e do adolescente e Processo de envelhecimento, respeito e valorização do idoso), Multiculturalismo (Diversidade cultural e Educação para valorização do multiculturalismo nas matrizes históricas e culturais brasileiras) e Ciência e tecnologia (Ciência e tecnologia).

Nesta coleção, esses temas são explorados em diferentes momentos no desenvolvimento dos conteúdos e recebem destaque na seção Coletivamente, contribuindo para a formação cidadã dos estudantes por meio de reflexões e propostas de resoluções para problemas, de modo que eles sejam atuantes na sociedade onde vivem.

INTEGRAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES CURRICULARES

Ao integrar os diversos componentes, amplia-se a compreensão da realidade e contribui para a formação integral dos estudantes como cidadãos. No ambiente escolar, essa abordagem gera resultados positivos, pois incentiva a colaboração e a contextualização de temas, garantindo que o aprendizado esteja alinhado à vivência dos estudantes.

No desenvolvimento de um trabalho interdisciplinar, tanto o professor quanto os estudantes devem estabelecer conexões entre saberes mais amplos e os conteúdos específicos dos diferentes componentes curriculares. Com base nessa articulação, espera-se que consigam construir uma síntese que amplie sua compreensão, superando o nível de entendimento inicial.

Além disso, para realizar um trabalho interdisciplinar de maneira significativa, é essencial que ele esteja pautado nas experiências, no cotidiano e nos interesses dos estudantes. Isso implica aproveitar as situações que emergem em sala de aula, por exemplo: perguntas formuladas por eles, projetos em andamento, investigações e demais práticas pedagógicas, como oportunidades para articular diferentes saberes.

Nas propostas interdisciplinares, é comum que os estudantes atuem em grupo, promovendo a interação entre eles. Essa prática fortalece habilidades importantes como a argumentação, a escuta ativa e a organização de ideias.

Essa abordagem exige metodologias mais dinâmicas e colaborativas, favorecendo a construção coletiva do saber. Ao promover a articulação entre os conteúdos curriculares, ela amplia as possibilidades de leitura e interpretação do mundo, tanto para os professores quanto para os estudantes, permitindo uma compreensão do conhecimento como algo vivo, em constante transformação.

Nesta coleção, você encontrará atividades cujo propósito é integrar diferentes componentes curriculares. A seção Coletivamente, por exemplo, traz temas e reflexões que possibilitam um trabalho integrado. Além disso, o boxe Articulando conhecimentos detalha algumas integrações nas orientações ao professor, contribuindo para o aumento da criatividade e para a formação crítica e responsável dos estudantes na construção de seu conhecimento.

Avaliação diagnóstica

AVALIAÇÃO

A avaliação tem papel fundamental nos processos de ensino e aprendizagem pois é uma oportunidade de investigar, diagnosticar, refletir e intervir sobre o processo e acompanhar o desenvolvimento dos estudantes e sua atuação enquanto docente.

A você, a avaliação possibilita observar e refletir sobre sua prática docente e a oportunidade de readequar e reajustar atividades, práticas e estratégias para alcançar determinados objetivos, com a participação ativa dos estudantes nesse processo. Desse modo, é de grande importância a interpretação dos resultados para que, com base neles, você possa refletir sobre intervenções a serem feitas para sanar possíveis defasagens e, assim, auxiliar no processo de construção do conhecimento, identificando possibilidades de recuperação e progressão do aprendizado.

É essencial que a avaliação seja compreendida como uma ferramenta de inclusão e de apoio aos processos de ensino e aprendizagem, evitando que seja usada apenas como forma de analisar a eficiência e classificar os estudantes. Avaliar não deve ser sinônimo de rotular ou excluir, mas sim de compreender os diferentes percursos formativos.

Para que a avaliação realmente contribua para identificar os progressos, as dificuldades e as possíveis lacunas no desenvolvimento das aprendizagens, é necessário que os critérios sejam previamente compartilhados e discutidos com os estudantes, pois isso favorece a compreensão dos objetivos da avaliação e promove uma participação mais ativa por parte deles.

É essencial considerar a diversidade de perfis entre os estudantes e os distintos percursos de aprendizagem, para planejar as intervenções mais adequadas às necessidades de cada um. Além disso, é recomendável diversificar os instrumentos utilizados, não se restringindo a provas e testes, e incluir diferentes formas de expressão do conhecimento. Entre as possibilidades, destacam-se atividades em grupo, debates, produções escritas e orais, atividades práticas, questões objetivas e dissertativas, entre outros formatos que respeitem as múltiplas formas de aprender e se comunicar dos estudantes.

Nesta coleção, a ação avaliativa dos processos de ensino e de aprendizagem propõe três tipos principais: a avaliação diagnóstica, a avaliação formativa e a avaliação somativa.

A avaliação diagnóstica é o momento de identificar os conhecimentos que os estudantes trazem consigo, além de suas necessidades e dificuldades.

Essa etapa é fundamental para você reajustar as rotas e os objetivos de ensino. É importante ressaltar que a avaliação diagnóstica não precisa de um registro formal; a observação de uma atividade em sala de aula, por exemplo, já permite que você identifique as habilidades que precisam ser desenvolvidas ou aperfeiçoadas.

Nesta coleção, um exemplo de avaliação diagnóstica está na seção Vamos iniciar, no início de cada volume. Nela, são propostas atividades que possibilitam determinar se será necessário retomar conteúdos, estabelecer objetivos e definir as práticas e as estratégias didáticas. Nas orientações ao professor, você encontra sugestões de intervenção com base na análise das respostas e nas dificuldades dos estudantes.

A avaliação diagnóstica também pode ser feita no início de cada unidade, pois as atividades das páginas de abertura possibilitam diagnosticar os conhecimentos prévios dos estudantes sobre os temas e os conteúdos que serão abordados.

Avaliação formativa

A avaliação formativa acontece ao longo do período letivo. São os processos contínuos pelos quais você obtém indicadores a respeito da aprendizagem dos estudantes.

Desse modo, esse tipo de avaliação possibilita que você realize intervenções, propondo novas estratégias e procedimentos que visam à melhoria e/ou ao aprofundamento dos conhecimentos por parte dos estudantes.

Nesta coleção, a avaliação formativa é um processo contínuo e integrado. A seção Vamos avaliar o aprendizado, ao final de cada unidade do Livro do Estudante, oferece atividades que retomam os principais conceitos e noções trabalhados para verificar a aprendizagem com relação aos objetivos estabelecidos. A seção Saberes em foco apresenta atividades de avaliação formativa em relação à leitura e à escrita.

Nas orientações ao professor, o boxe Avaliando complementa essa prática com propostas de atividades avaliativas adicionais. Ele inclui objetivos e estratégias de intervenção, caso seja necessária a retomada de conteúdos e conceitos. Além disso, é importante o hábito de transitar pela sala de aula e observar os estudantes durante as atividades propostas. Esse acompanhamento mais próximo contribui para que eles se reconheçam como parte do processo de ensino-aprendizagem, desenvolvam sua autonomia e busquem aprimoramento contínuo.

Avaliação somativa

A avaliação somativa é realizada ao final de um período de estudos, em consonância com as práticas pedagógicas da escola. Com base nas respostas a essa avaliação, você poderá refletir sobre ações a serem tomadas para sanar possíveis dificuldades dos estudantes.

Por ser comumente associada a testes e notas que visam classificar o desempenho dos estudantes, é fundamental que ela não seja o único foco do processo avaliativo. A nota é apenas uma das muitas formas de representar os resultados, e essa etapa deve ser considerada como a consequência natural das avaliações diagnóstica e formativa já realizadas.

Ao analisar os resultados, você pode refletir sobre as ações necessárias para sanar possíveis dificuldades, utilizando o desempenho como um indicativo para a retomada de conteúdos e a definição de novas estratégias. Dessa forma, resultados abaixo do esperado não são uma sentença, mas sim um ponto de partida para aprimorar o processo de ensino-aprendizagem. Nesta coleção, a avaliação somativa acontece ao final de cada volume, na seção Vamos concluir. Essa seção, oferece atividades que permitem a você verificar os conhecimentos adquiridos pelos estudantes no decorrer do ano letivo. Nas orientações ao professor, você encontra sugestões de intervenção para analisar as respostas e identificar a necessidade de estratégias de remediação, garantindo que os objetivos pedagógicos sejam alcançados.

Para um sistema de avaliação eficiente, é recomendável a combinação das três modalidades, além de usar diferentes instrumentos que auxiliem a obter informações

sobre o desenvolvimento da aprendizagem dos estudantes. Apresentamos a seguir alguns exemplos.

Instrumentos de avaliação

Provas e testes: Podem ser elaborados com questões abertas, análise de situações, questões objetivas e quizzes e realizados de forma regular, abordando conteúdos específicos ou referentes a determinado período.

Seminários e debates: Possibilitam a você perceber o desenvolvimento de habilidades relacionadas a tarefas como pesquisa, síntese das informações, pensamento crítico e comunicação.

Portfólios: A elaboração de portfólios com base em suas observações e registros em fichas avaliativas contribui não só para analisar o desenvolvimento cognitivo dos estudantes, mas também a maneira como cada um aprende, com atenção especial às habilidades que eles desenvolvem com mais facilidade e as que demandam mais atenção e auxílio para serem desenvolvidas.

Saraus: Permitem a você verificar o desenvolvimento de habilidades relacionadas a interação social, capacidade de expressão, criatividade, sensibilidade e conhecimento cultural.

Ditados: Possibilitam que você acompanhe as principais dificuldades dos estudantes com relação à escrita.

Autoavaliação: Incentiva o desenvolvimento da autonomia dos estudantes levando-os a refletir sobre sua participação nas atividades, suas dificuldades e aspectos que devem ser melhorados. Com base nessas informações, você pode debater com eles os caminhos para gerar mudanças no planejamento e melhorias para toda a turma.

A AVALIAÇÃO NO CONTEXTO DA ALFABETIZAÇÃO

No decorrer do processo de alfabetização, as práticas de avaliação têm como principal objetivo acompanhar as aprendizagens dos estudantes e organizar situações didáticas que permitam que eles avancem. Para isso, é fundamental que elas estejam presentes no dia a dia da sala de aula, como ferramentas para o planejamento e a intervenção docente.

Conhecer quem são os estudantes, o que já sabem e no que precisam avançar é uma tarefa docente regular e contínua, especialmente porque partimos da premissa de que as crianças carregam bagagens e saberes distintos, se relacionam com os objetos de conhecimento de formas variadas e têm seus próprios ritmos e necessidades de aprendizagem ao longo do caminho. Assim, será variado também o apoio dado a cada um para avançar.

No início da alfabetização, essa heterogeneidade pode representar um desafio para o trabalho coletivo, mas também uma vantagem pedagógica, a depender de como são pensadas as situações de aprendizagem. Em primeiro lugar, é preciso saber o que sabem as crianças, as investigações que fazem e as ideias que têm sobre os diferentes objetos de conhecimento.

[...] investigar e explorar essas ideias e representações prévias é importante porque permite saber de onde vai partir a aprendizagem que queremos que aconteça. Conhecer essas ideias e representações prévias ajuda muito na hora de construir uma situação na qual o aluno terá de usar o que já sabe para aprender o que ainda não sabe.

WEISZ, Telma. O diálogo entre o ensino e a aprendizagem. São Paulo: Ática, 2009. p. 93.

Esse mapeamento pode ser feito de diferentes formas, considerando situações contextualizadas que façam sentido para os estudantes e que favoreçam a identificação do que estão pensando sobre a escrita. É importante também que a ação de investigar a construção da escrita alfabética pela turma seja constante, não uma atividade única no início do ano ou em períodos isolados. Uma das tarefas mais importantes no processo avaliativo nessa perspectiva é selecionar, regularmente, produções escritas que possam ilustrar aspectos relevantes sobre a trajetória de cada criança.

No início de cada volume da coleção, há uma proposta que mobiliza os conhecimentos prévios dos estudantes sobre a escrita e a leitura, no contexto de inauguração do uso do livro e com questões pertinentes a esse momento do ano letivo. O objetivo das atividades e das orientações que as acompanham é apresentar uma possibilidade de levantamento de saberes, que pode ser parte de outras propostas ajustadas ao contexto de cada território e inspirar outras situações avaliativas no decorrer do ano.

Há também uma sugestão de mapeamento dos conhecimentos prévios nas orientações que acompanham a abertura de cada unidade, considerando diferentes habilidades, conhecimentos e temas que farão parte do percurso de estudos em cada momento.

Para que os estudantes aprendam mais e melhor e se alfabetizem no tempo certo, é preciso que os processos avaliativos sejam inclusivos, menos classificatórios e seletivos, com foco no diálogo, na construção da autonomia das crianças e na responsabilidade coletiva.

Outro ponto importante sobre avaliação no contexto da alfabetização é que, para além de identificar o que as crianças já sabem e estão pensando, precisa estar claro o que elas precisam aprender e quais são as intervenções necessárias para que isso aconteça. Identificar os saberes e registrá-los é fundamental, mas é preciso também

interpretá-los e ter clareza sobre como intervir durante o processo de produção e reflexão das crianças.

Avaliar de forma processual, acompanhando os percursos de cada estudante, tomando notas e refletindo sobre suas investigações, fornece subsídios valiosos para o planejamento de situações didáticas potentes. No decorrer das orientações ao professor dos dois volumes da coleção, há sugestões de encaminhamentos a partir dos mapeamentos realizados e dos níveis de conceitualização de escrita identificados, alinhados aos conteúdos e às expectativas de aprendizagem de cada momento.

VERIFICANDO APRENDIZAGENS

A verificação das aprendizagens é uma atividade permanente no contexto de alfabetização, a partir de um olhar apurado para as trajetórias e para as produções das crianças. Para que seja possível acompanhar a diversidade de saberes e percursos em sala de aula, é importante que sejam criados instrumentos de registros para coleta de dados, que possibilitem mapear as demandas individuais e coletivas, como pautas de acompanhamento com critérios de análise acerca do que se espera que os estudantes aprendam. Essas pautas podem acompanhar diferentes momentos e situações do planejamento anual, mas uma das possibilidades é que esteja atrelada a uma atividade com esse propósito.

A seguir, apresentamos dois modelos de testes de verificação dos níveis de aprendizagem, um voltado à escrita, e outro, à compreensão leitora, cada um com quatro variações de situações possíveis. As propostas trazem suas bases teóricas, exemplos de aplicação e quadros de interpretação das produções, acompanhados de sugestões de encaminhamentos pedagógicos que permitam identificar avanços e necessidades de aprendizagem.

Esses testes devem ser adaptados às especificidades de cada contexto e aplicados de forma sistemática, em situações significativas e contextualizadas, de modo que os estudantes se envolvam nas propostas e mobilizem seus conhecimentos.

Sugestão de modelo de teste de verificação de aprendizagem da escrita

MODELO

ORIENTAÇÕES GERAIS: Ao planejar atividades de avaliação das aprendizagens, é fundamental manter, no dia a dia, o olhar investigativo sobre as ações e reflexões dos estudantes, levantando continuamente informações que apoiem a mediação e intervenção docente. Mesmo em atividades voltadas exclusivamente à avaliação, como o diagnóstico dos níveis de conceitualização da escrita, é importante que eles participem ativamente do processo – tomando decisões, mobilizando conhecimentos e refletindo sobre o sistema de escrita. Contextos comunicativos significativos favorecem o envolvimento e a aplicação do que já sabem.

OBJETIVO: Identificar aprendizagens sobre a escrita no registro dos estudantes, verificando nível de conceitualização e possibilidades para propor boas intervenções e agrupamentos produtivos em atividades futuras.

EMBASAMENTO TEÓRICO: Essa proposta avaliativa tem como base pesquisas sobre as escritas produzidas por crianças em processo de alfabetização, com foco nos diferentes níveis de conceitualização, tendo como referência o marco psicogenético. As propostas e sugestões de análise pautam-se principalmente em:

ZEN, Giovana Cristina; MOLINARI, María Claudia; SOTO, Arizbeth. A construção da escrita no português brasileiro a partir da perspectiva psicogenética construtivista. Práxis Educacional, Vitória da Conquista, v. 20, n. 51, e14871, 2024. Disponível em: https://doi.org/10.22481/praxisedu.v20i51.14871. Acesso em: 4 ago. 2025.

Teste de verificação de aprendizagem da habilidade de escrita Orientações para aplicação Conteúdo da avaliação

PREPARAÇÃO DA ATIVIDADE:

• Prepare uma ficha para cada estudante, com 3 a 5 espaços para escrita, conforme a variação da atividade escolhida.

DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE: No início do ano letivo, proponha que os estudantes registrem por escrito seu nome, sua fruta preferida e a brincadeira de que mais gostam, usando esses registros como apoio para se apresentar para o grupo.

Teste de verificação de aprendizagem da habilidade de escrita

Orientações para aplicação

ANTES DA ATIVIDADE:

• Certifique-se de que o ambiente tenha materiais de consulta, como lista de nomes da turma e outros textos.

• Comunique aos estudantes o propósito da atividade, contextualizando-a.

DURANTE A ATIVIDADE:

• Acompanhe os estudantes enquanto fazem os registros, de preferência individualmente ou com pequenos grupos. Faça anotações sobre aspectos que considerar relevantes, como o uso de apoios para a escrita.

• Incentive que escrevam à sua maneira e usem referências visuais da sala, se necessário.

• Evite interromper as crianças para problematizar a escrita durante a atividade.

• Ao final, peça que leiam o que escreveram, revisem se desejarem e registre aspectos relevantes da leitura, revisão e reescrita.

APÓS A ATIVIDADE:

• Analise os registros dos estudantes, considerando também as anotações que você fez durante a atividade.

• Utilize o Quadro de apoio à interpretação da escrita a seguir como referência para identificar o que o estudante revela saber sobre a escrita. Registre observações sobre cada um e aplique novos testes, quando necessário, para documentar e acompanhar os avanços a partir das intervenções propostas.

Conteúdo da avaliação

DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE (VARIAÇÃO 1): No primeiro semestre, proponha que os estudantes escrevam uma lista dos itens do estojo. Eles usarão o registro para organizar seus pertences e verificar regularmente se falta algo.

DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE (VARIAÇÃO 2): No início do segundo semestre, é possível propor que escrevam uma lista de brincadeiras que apreciem e que gostariam de brincar com a turma até o final do ano.

DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE (VARIAÇÃO 3): Em algum momento do ano, proponha que cada estudante escreva uma cantiga conhecida de memória. Depois, eles poderão compor o repertório da turma para cantorias no início ou no final do dia, um ritual muito apreciado nessa faixa etária.

Quadro de apoio à interpretação da escrita

O que o estudante já sabe?Nível de conceitualizaçãoSugestões de intervenções para que os estudantes avancem

• Sabe que para escrever é preciso usar marcas gráficas diferentes do desenho.

• Procura diferenciar as escritas, variando letras entre palavras e dentro de uma mesma palavra.

Pré-fonetizante

Esse período antecede a fonetização da escrita, ou seja, o estudante não faz relações entre os sons da fala e o registro escrito.

Se os estudantes utilizarem desenhos ou outros elementos gráficos para o registro escrito é possível:

• intensificar as propostas de leitura por meio do professor, que mostra o texto conforme lê e chama a atenção para a forma como ele é escrito.

• propor situações para explorar, reconhecer e comparar o próprio nome como referência estável da escrita para organizar situações do cotidiano (lista de presença, objetos de uso individual).

Se os estudantes já diferenciam a escrita, mas sem correspondência sonora, é válido:

• propor que leiam apontando com o dedo o que escreveram, reconhecendo partes da palavra e refletindo sobre as letras usadas e a relação entre o escrito e o falado. Nesse processo, podem querer acrescentar ou retirar letras.

• Corresponde partes do escrito com partes do oral. Demonstra ter controle da quantidade de letras.

Silábica

As relações sonoras começam a ser percebidas, e geralmente a quantidade de sons equivale às sílabas. Pode acontecer de representar uma sílaba por letra, sem valor sonoro convencional. A continuidade das reflexões pode levar à escolha de letras pertinentes com relação ao som.

Caso os estudantes representem cada emissão sonora com uma letra, é interessante:

• formar duplas produtivas, agrupando quem escreve de forma silábica sem valor sonoro convencional com quem escreve de forma silábica com valor sonoro convencional, para que troquem questionamentos e sugestões sobre letras e ordem e avançar nas hipóteses.

• incentivar o uso de palavras conhecidas como apoio, como nomes de colegas, personagens ou títulos de histórias. Exemplo: “Que parte do nome CAMILA ajuda a escrever CAJU, sua fruta favorita?”. Se os estudantes usam uma letra pertinente (vogal ou consoante) para cada emissão sonora, é válido:

• propor a leitura de textos conhecidos de memória, como parlendas e cantigas, para que identifiquem palavras que tenham partes iguais, como CORRE e COTIA; XERETA e CHUPETA, desafiando-os a observar também sílabas mediais e finais.

Quadro de apoio à interpretação da escrita

O que o estudante já sabe?Nível de conceitualizaçãoSugestões de intervenções para que os estudantes avancem

• Utiliza letras com alguma pertinência sonora.

• Reconhece que é possível escrever mais de uma letra para cada sílaba da palavra.

Silábico-alfabética

Trata-se de uma nova possibilidade que começa a ser explorada, com uma busca por completar a sílaba com mais de uma letra, em que a sequência consoante-vogal passa a ser entendida como uma alternativa possível.

• sugerir que, em situações contextualizadas do cotidiano, estudantes no mesmo nível conceitual escrevam palavras registradas de forma igual ou muito parecida, como CAVALO e MACACO (no caso de predominância de vogais: AAO). Diante dos registros, é possível problematizar: “Vocês acham que duas palavras podem ser escritas da mesma forma?”; “Como podemos fazer?”; “O que acham de consultar a lista de nomes, para ver se algum nome nos ajuda e pensar sobre isso?”.

Se os estudantes passam a usar mais letras para representar a sílaba, de forma pertinente ou aleatória, é oportuno:

• ampliar, em situações contextualizadas, o desafio, pedindo para que escrevam palavras monossílabas, por exemplo, para que reflitam sobre ser ou não possível o uso de uma só letra e possam pensar em alternativas.

• propor que leiam os próprios registros e comparem com outras escritas que já conhecem na lista de nomes da turma. A própria leitura, nesse nível, pode gerar incômodos e a necessidade de se apoiar em outras palavras.

• apoiar a reflexão sobre uma mesma letra representar sons diferentes, a depender das investigações e hipóteses.

• Compreende que cada um dos caracteres da escrita corresponde a valores menores que a sílaba, escrevendo a maior parte das vezes convencionalmente.

• Começa a pensar sobre as diferentes formas de escrever um mesmo som.

Alfabética

É esperado que ainda existam omissões de letras na escrita, já que o estudante está em processo de consolidar seus saberes. Nesse período, ainda há o desafio de representar diferentes padrões silábicos, como a consoante-vogal-consoante (C-V-C) e consoante-consoante-vogal (C-C-V).

Se já escrevem convencionalmente na maior parte das vezes, é indicado:

• sugerir a consulta de textos expostos na sala ou em outros lugares, como referências confiáveis para tirar dúvidas sobre a escrita, como usar a palavra BORBOLETINHA, da cantiga, como apoio para escrever FARINHA, em uma receita, com atenção ao NHA, que tem padrão silábico consoante-consoante-vogal (CCV).

• fornecer um conjunto de letras móveis para formar determinadas palavras, em uma atividade contextualizada, com desafios relacionados aos diferentes padrões silábicos.

Sugestão de modelo de teste de verificação da compreensão leitora

MODELO

ORIENTAÇÕES GERAIS: Além dos dados obtidos nos diagnósticos de escrita, é importante identificar regularmente os conhecimentos dos estudantes em leitura. Para isso, mantenha a observação das situações em que são desafiados a ler, mesmo sem leitura convencional. Em atividades específicas para esse fim, preserve os contextos comunicativos e registre os saberes observados para orientar novas intervenções.

OBJETIVO: Identificar os conhecimentos dos estudantes com foco em leitura e compreensão leitora, verificando aprendizagens e necessidades de ajustes nas propostas de ensino.

EMBASAMENTO TEÓRICO: A proposta baseia-se em pesquisas que mostram que as crianças constroem saberes sobre a leitura antes da leitura convencional, desenvolvendo estratégias semelhantes às de leitores experientes — selecionar, antecipar, inferir e verificar informações do texto e do contexto. Para isso, é essencial criar condições didáticas que favoreçam a mobilização desses conhecimentos no processo de alfabetização. Utilizamos, como referência principal:

CASTEDO, Mirta Luisa. Situações de leitura na alfabetização inicial: a continuidade na diversidade. In: SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Ler e escrever: guia de planejamento e orientações didáticas: professor alfabetizador: 1º ano. 4. ed. rev. atual. São Paulo: FDE, 2014. p. 313-323.

Teste de verificação da leitura e da compreensão leitora Orientações para aplicação Conteúdo da avaliação

PREPARAÇÃO DA ATIVIDADE: Defina qual será o texto de leitura a ser trabalhado com os estudantes e de que maneira ele será apresentado, se em folhas avulsas, para testes individuais, ou no registro na lousa, para leitura e discussão em grupo, mantendo atenção às trajetórias individuais, mesmo nas atividades coletivas.

DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE: No início do ano, proponha aos estudantes que leiam a rotina do dia, novidade para quem ingressa nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental. A leitura pode abranger um ou mais momentos, conforme o desafio adequado à turma.

Teste de verificação da leitura e da compreensão leitora

Orientações para aplicação

ANTES DA ATIVIDADE:

• Verifique se o ambiente em que a atividade será realizada dispõe de materiais de consulta, como lista de nomes da turma e outros textos.

• Comunique aos estudantes o propósito da atividade, contextualizando-a.

• Quando leem de forma não convencional, os estudantes coordenam informações do texto e do contexto. Por isso, as orientações devem incluir um contexto verbal (dizer o que está ou pode estar escrito sem apontar) e gráfico-visual, favorecendo antecipações a partir de pistas e saliências do texto e da organização do gênero.

DURANTE A ATIVIDADE:

• Procure acompanhar os estudantes enquanto fazem a leitura, de preferência individualmente ou em pequenos grupos, anotando aspectos relevantes, como os indícios que utilizam para ler.

• Intervenha de modo a favorecer a coordenação de informações para a construção de sentido, promovendo momentos de troca que permitam confirmar ou descartar hipóteses e antecipações sobre o que pode estar escrito.

APÓS A ATIVIDADE:

• Organize seus registros sobre os saberes dos estudantes, identificados durante a leitura.

• Utilize o Quadro de apoio à interpretação da leitura a seguir para acompanhar os conhecimentos construídos pelos estudantes. Registre observações sobre cada um e aplique novos testes, quando necessário, para documentar e acompanhar os avanços a partir das intervenções propostas.

O que o estudante já sabe?

• Busca imagens como recurso para identificação do que está escrito e outras informações sobre o texto.

• Apoia-se em pistas visuais atreladas à organização do gênero para identificá-lo.

Conteúdo da avaliação

DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE (VARIAÇÃO 1): Em outro momento do ano, proponha a leitura do cardápio da turma, do dia ou da semana. Além de favorecer reflexões sobre o sistema de escrita, é um texto presente no cotidiano infantil e que possibilita discussões sobre escolhas saudáveis.

DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE (VARIAÇÃO 2): No segundo semestre, proponha a leitura de uma ficha de leitura de um livro que será emprestado da biblioteca, incluindo o nome da obra e outras informações.

DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE (VARIAÇÃO 3): Em algum momento do ano, proponha a leitura de textos de origem oral, como parlendas, trava-línguas e quadrinhas, para selecionar aqueles que farão parte do acervo de brincadeiras da tradição oral da turma.

Quadro de apoio à interpretação da leitura

Que conhecimentos com foco em leitura estes saberes evidenciam?

• Entendimento de que o texto comunica algo, mesmo sem ler convencionalmente.

• Uso da imagem como estratégia principal para identificação e compreensão do que está escrito.

• Compreensão de diferentes possibilidades de organização dos textos, a depender do gênero, situação comunicativa e finalidade.

Sugestões de intervenções para que os estudantes avancem

Se buscam a imagem como recurso para identificação do que está escrito, é válido:

• planejar situações de leitura em que conheçam de memória o texto, como uma letra de canção afixada na parede. A partir da leitura incidental, oferecer suporte para leituras autônomas com correspondência grafofonêmica intencional. Ao acompanhar a leitura enquanto cantam, podem relacionar o que pronunciam à escrita correspondente.

Se identificam pistas visuais para identificar o gênero, é possível:

• ampliar as possibilidades de antecipação leitora atreladas ao gênero e sua forma de organização, para que os estudantes possam aprofundar essa investigação valiosa para a formação leitora. Para isso, promova conversas sobre o que eles percebem a partir das pistas visuais e saliências textuais, como a organização em versos nos poemas ou as palavras embaixo uma da outra em listas.

• Apoia-se na extensão das palavras para identificar o que está escrito.

• Observa partes das palavras, como letras ou sílabas, para identificar o que está escrito (“Começa como o nome da MARIA.”).

• Busca de indícios quantitativos e qualitativos para leitura em diferentes contextos.

Caso se apoiem somente na extensão do texto, recomenda-se:

• propor situações contextualizadas em que há palavras/textos com a mesma extensão, para que sejam desafiados a considerar indícios também qualitativos, como a letra inicial ou a sílaba final. Se apenas se apoiam nas sílabas iniciais e finais, é viável:

• procurar desafiá-los usando palavras/textos que iniciam e terminam da mesma forma, seja pela letra ou sílaba, para que precise usar outros critérios.

• sugerir que busquem palavras conhecidas para ajudar na leitura: “Algum nome da nossa lista ajuda a saber o que está escrito aqui?”.

O que o estudante já sabe?

• Busca palavras conhecidas e/ou memorizadas para ler novas palavras.

• Consegue ler textos breves sem imagens, apoiando-se no sentido, mesmo que sem fluência.

• Consegue reconhecer ou inferir o tema, mesmo sem ler convencionalmente.

• Consegue localizar e/ou recuperar informações no texto lido.

• Consegue ler textos convencionalmente e com fluência.

Quadro de apoio à interpretação da leitura

Que conhecimentos com foco em leitura estes saberes evidenciam?

• Investigação que envolve regularidades do sistema de escrita, com a referência de palavras estáveis.

• Uso do contexto para compreender o texto.

• Estratégias de antecipação e leitura significativa, mesmo ainda não tendo fluência.

• Compreensão, localização e/ou inferência de informações específicas do texto com apoio do contexto e da memória visual.

• Leitura autônoma e com fluência verbal, compreensão do que foi lido e capacidade de leitura expressiva.

O PAPEL DO PROFESSOR E A PRÁTICA

DOCENTE

A PRÁTICA DOCENTE NA ALFABETIZAÇÃO

Um dos elementos centrais para que os estudantes avancem em seus conhecimentos sobre o sistema de escrita é a mediação feita pelo professor nas diferentes situações de ensino e de aprendizagem. Em primeiro lugar, a prática na alfabetização requer consistência teórica e articulação com a prática, para que seja possível intervir e tomar decisões diante da variedade de investigações e trajetórias presentes na sala de aula. Para além de estarem imersos no universo da escrita e poderem escrever em muitas oportunidades, é importante que os estudantes também possam refletir sobre o que escrevem ou leem, mais do que fariam por conta própria. Cabe ao professor, então, problematizar continuamente os saberes e reflexões da turma, para que todos tenham oportunidades de avançar em suas investigações.

Cabe ao professor também oferecer variadas condições de investigação e ampliação de repertório, como informações sobre aspectos quantitativos e qualitativos da escrita, sobre palavras que possam servir como fonte de informação, sobre

Sugestões de intervenções para que os estudantes avancem

Se buscam palavras estáveis para se apoiar na leitura de novas palavras, pode-se:

• promover o acesso a novas referências para ampliar o repertório de investigações na leitura, como nomes de personagens de histórias conhecidas, nomes de pessoas para além da turma etc.

Se leem textos breves, mesmo que sem fluência, é interessante:

• propor a leitura de textos com estrutura repetitiva ou cumulativa, como parlendas, a fim de que tenham mais segurança para arriscar a leitura e posam ampliar seus repertórios.

Se reconhecem o tema e localizam informações no texto lido com facilidade, pode ser apropriado:

• possibilitar a leitura de livros não ficcionais para responder a questionamentos surgidos em momentos de pesquisa e estudo. Nessas situações, aprende-se sobre uma prática leitora enquanto se mobilizam conhecimentos sobre o sistema de escrita, avançando rumo à leitura convencional.

Se o estudante lê convencionalmente e com fluência, pode ser oportuno:

• ampliar seu repertório de gêneros, suportes e linguagens, promovendo situações de aprendizagem de procedimentos leitores, como a indicação de leituras literárias, que favorece o pertencimento a uma comunidade de leitura.

repertório de letras, de palavras, de textos e de oportunidades de pensar e experimentar a leitura e a escrita.

A

DIMENSÃO DO PLANEJAMENTO

O planejamento é uma das principais frentes de atuação docente, já que marca a intencionalidade do processo educativo. No percurso de refletir, registrar, projetar e articular as ações que serão colocadas em prática com os estudantes, volta-se a atenção para a realidade que se pretende transformar, ampliando a percepção para as necessidades deles e para as possibilidades de intervenção para que avancem.

O plano de aula como ferramenta pedagógica

Para que o planejamento ocupe esse lugar e seja efetivamente orientador do fazer pedagógico cotidiano, faz-se necessário pensar em como as ideias e propostas serão materializadas e documentadas, em diálogo com as necessidades dos estudantes. Uma das possibilidades para esse registro é o plano de aula, que pode ser usado como ferramenta para organizar os objetivos de aprendizagem, os conteúdos, as atividades, os recursos didáticos, o tempo previsto e os instrumentos de avaliação. A sugestão a seguir pode ser uma referência de estrutura para o planejamento de cada aula, considerando as necessidades de ajustes a depender do tema, das especificidades de cada realidade e do currículo local.

Sugestão de plano de aula

Investigando nomes próprios – Jogo da cartela com nomes

Turma: 1º ano do Ensino Fundamental

Duração: 60 minutos

Componente curricular: Língua Portuguesa

Conteúdo: Comparação de nomes próprios, com foco em aspectos quantitativos e qualitativos.

Objetivos: Reconhecer o próprio nome e o dos colegas. MODELO

Comparar nomes com base em aspectos quantitativos (como extensão, quantidade de letras) e qualitativos (sílabas e letras iniciais e finais).

Ampliar conhecimentos sobre as letras do alfabeto por meio da análise de nomes próprios.

Materiais:

folhas para cartelas lápis para produzir cartelas e marcar os nomes sorteados

Etapas:

1. Conversa inicial (10 min)

Fazer levantamento prévio dos conhecimentos dos estudantes sobre os nomes da turma, especialmente os que são parecidos com relação à extensão ou sílabas iniciais/mediais e finais.

Usar tarjetas de nomes para fazer perguntas, como: “Que nome é este que estou mostrando?”; “Há alguém na turma com nome parecido?”; “O que tem de parecido?”; “Vamos falar em voz alta essas partes que se parecem?”.

2. Construção das cartelas para o jogo (10 min)

Distribuir folhas e solicitar que os estudantes dobrem em quatro ou mais partes, a depender do tempo disponível. Depois, eles deverão escolher na lista da turma os nomes para copiar, um em cada quadro, de forma bem clara e legível.

3. Hora do jogo (30 min)

Perguntar se alguém já jogou esse jogo de marcar nomes ou números sorteados em cartelas e se pode explicar como se joga. Contar que nessa versão o professor vai dar pistas sobre o nome da rodada, comparando com outros nomes e palavras. Por exemplo: “O nome sorteado começa do mesmo jeito que o nome do JOSÉ.”. Caso alguém diga o nome correto, todos que

A ORGANIZAÇÃO DO AMBIENTE

ALFABETIZADOR

Para que a sala de aula seja um ambiente alfabetizador, é preciso haver presença e circulação de material escrito, para que os estudantes tenham oportunidades de explorar e interagir com esse universo. Os livros devem estar acessíveis e disponíveis para que eles possam ver, explorar e manipular em diferentes momentos. Outros materiais, como o alfabeto e a lista de nomes da turma, são bem-vindos e importantes nesse processo, por serem fontes de informação e referência para novas escritas.

Além disso, é fundamental que os comportamentos que fazem parte da cultura da escrita façam parte também deste ambiente, com incentivo às potentes relações que podem se estabelecer entre estudantes, professor e o ambiente. Não basta ter os materiais escritos, é preciso dar significado e funcionalidade para esses recursos, e isso ocorre com o apoio do professor, que também faz uso dos materiais, chama a atenção para eles, discute o uso, explica finalidades, entre tantas outras ações que transformam o espaço da sala de aula em um lugar de múltiplas trocas e aprendizagens.

Atuação junto ao estudante

Cabe ao professor articular o olhar para o coletivo e para as individualidades, considerando cada estudante e sua história, seu ritmo, suas necessidades e conquistas.

Ao longo da coleção, há orientações sobre estratégias e ferramentas para que essa atuação seja ajustada às diferentes necessidades e para que a heterogeneidade seja uma vantagem pedagógica. Há também uma diversidade

têm o nome na cartela podem marcar. Caso não acertem, dar mais uma pista: “Além de começar como o de JOSÉ, esse nome termina como o da ANA”. (JOANA).

O jogo termina quando alguém preencher toda a cartela ou chegar no limite do tempo. Nesse caso, ganha quem marcou mais nomes.

4. Reflexão / sistematização (10 min)

Ao final, organizar uma conversa, retomando o jogo com base em questões que ajudem a pensar sobre as aprendizagens e que possam ampliá-las, como: “Qual foi a parte mais difícil?”; “Como vocês fizeram para resolver o desafio em cada rodada?”; “Que nome não foi sorteado?”; “Quais pistas poderiam ser dadas para esse nome?”.

Registro e avaliação:

No momento de conversa inicial, anotar conhecimentos prévios, avanços e dificuldades que já são possíveis antecipar.

Após a atividade, para facilitar a avaliação do progresso dos estudantes, utilizar rubrica para verificar se identificam os nomes com base nas pistas, sendo capazes de comparar aspectos quantitativos e qualitativos, por exemplo:

Iniciante: demonstra dificuldade em identificar o nome com base em pistas que convidem a comparar as palavras.

Intermediário: identifica alguns nomes, especialmente se tratando de comparações com aspectos quantitativos e qualitativos que envolvem sílabas iniciais, com mais dificuldade com relação às em mediais e finais.

Avançado: identifica com facilidade os nomes, apoiando-se em aspectos tanto quantitativos como qualitativos, relacionando inclusive as letras e sílabas com os sons correspondentes, ao comparar as palavras.

de propostas para contemplar as quatro situações didáticas fundamentais para que todos aprendam a ler e a escrever: escrita por meio do professor, escrita pelo estudante, leitura por meio do professor e leitura pelo estudante. Planejar propostas considerando o equilíbrio e a articulação entre essas situações é fundamental no processo de alfabetização. Recursos potentes para as atividades de alfabetização

Alguns materiais podem ser um apoio importante no processo de alfabetização, pois permitem que os estudantes experimentem possibilidades, observem, façam comparações e possam testar novos caminhos, enquanto os manipulam e exploram. Além disso, há uma diversidade nos ritmos e formas de aprender que precisa ser considerada, e uso de recursos que ampliem as oportunidades de aprendizagem podem ser muito valiosos. As letras e sílabas móveis e o prisma com o nome são alguns exemplos desses materiais que podem ser confeccionados e usados em diversas atividades disponíveis ao longo do 1º e 2º anos. Com as letras móveis, por exemplo, os estudantes podem montar o próprio nome e os dos colegas, formar outras palavras que façam sentido nos estudos que estejam em andamento e participar de desafios que instiguem a usar uma quantidade de letras para formar certas palavras. As sílabas móveis podem ser impressas ou escritas em cartões, cubos ou peças para que eles possam manipular e experimentar diferentes possibilidades de formação de palavras. Uma atividade que pode favorecer a percepção sobre as partes sonoras e comparação entre sílabas iniciais, mediais e finais, por exemplo, é o jogo de trocas, em

que os estudantes são desafiados a mudar uma sílaba de lugar para formar uma nova palavra ou retirar uma delas.

O prisma com o nome é uma peça triangular, que pode ser feita com uma folha dobrada, em que cada face apresenta o nome do estudante escrito de uma maneira. Para explorar os tipos de letra, por exemplo, é possível deixar de um lado o nome em letra bastão e do outro em letra cursiva. O prisma pode ser mantido na mesa para consulta durante produções escritas, pode ser usado em atividades de comparação entre nomes, entre outros. Vale destacar que a coleção apresenta propostas de confecção de crachá de mesa logo no 1º ano, bem como dispõe de letras móveis, em material complementar.

Situações de escrita por meio do professor

As situações nas quais os estudantes escrevem por meio do professor são importantes para que eles ocupem o papel de autores e possam tomar decisões sobre a linguagem escrita, enquanto ditam o que pretendem registrar. Quando eles ainda não escrevem convencionalmente, estar nessas situações possibilita que o foco não esteja nas questões sobre o sistema de escrita em si, mas nos problemas relativos à composição do texto. Quando já escrevem convencionalmente, esses momentos seguem potentes para que explorem gêneros menos conhecidos e tenham a referência de procedimentos que envolvem a escrita, como o planejamento do texto, a organização das ideias e a revisão textual. Nos dois volumes da coleção, há diversas propostas de produção em que o professor atua como escriba, e os estudantes são desafiados a pensar e propor soluções para as questões que envolvem os textos.

Situações de escrita pelo estudante

Nas situações nas quais os estudantes são convidados a escrever por si mesmos, a proposta é que o façam da forma como souberem. Estas são oportunidades valiosas, que se iniciam antes de escreverem convencionalmente, para que possam mobilizar conhecimentos e tomar decisões sobre quantas e quais letras usar, em que ordem, e de que forma. Para isso, é fundamental que aprendam a consultar fontes seguras de informações, que consistem principalmente nas referências que vão sendo construídas na sala de aula e virando lugar conhecido e estável para as investigações, como as listas de nomes, em que saibam que as palavras estão escritas convencionalmente. Nos dois volumes da coleção, há orientações didáticas sobre o trabalho com essas fontes seguras, especialmente com os nomes próprios, que geralmente é a primeira referência estável, e que possibilita o levantamento de indícios para a escrita de outras palavras.

Situações de leitura por meio do professor

Outra situação didática fundamental no cotidiano das salas de alfabetização é a leitura por meio do professor. Nela, os estudantes podem aprender comportamentos leitores que são mobilizados em diferentes práticas comunicativas, ao lidar com diversos gêneros que circulam socialmente. Além disso, quando atua como mediador da leitura, o professor favorece a participação dos estudantes em práticas comunicativas, com finalidades específicas e na interlocução com gêneros que respondam a essa finalidade. Nos dois volumes da coleção, há propostas de leitura com orientações sobre essa mediação e sobre como potencializá-la para que eles se envolvam e participem

ativamente, mesmo não lendo convencionalmente.

Situações de leitura pelo estudante

No início da alfabetização, as situações de leitura predominantes serão aquelas mediadas pelo professor. Porém, é importante que sejam planejados momentos para leitura em pequenos grupos, duplas ou individualmente, com foco nas aprendizagens sobre o sistema de escrita. Nesses momentos, é possível propor, de forma contextualizada, a localização de palavras ou informações contidas em diferentes textos.

A PRÁTICA PEDAGÓGICA EM AÇÃO

A sala de aula reúne estudantes diversos, cada um com experiências, saberes e modos de aprender que influenciam diretamente a forma como cada um constrói o conhecimento. É seu papel e da equipe escolar acolher essas diferenças. Compreender o desenvolvimento dos estudantes requer atenção ao contexto de vida e ao significado que atribuem às experiências. O grande desafio docente é planejar intervenções que atendam à heterogeneidade, especialmente em turmas numerosas. Para isso, é necessário adotar práticas pedagógicas flexíveis e inclusivas, de modo a garantir oportunidades reais de aprendizagem e desenvolvimento. A seguir, apresentamos sugestões para apoiar a adequação das atividades e favorecer a progressão dos estudantes em seu próprio ritmo.

A PEGA DO LÁPIS NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO

A pega de três pontos, também conhecida como pega tripoide ou trípode, é uma técnica considerada funcional, pois favorece movimentos mais precisos, fluidos e controlados, o que é essencial para o desenvolvimento da escrita. Você terá o papel de acompanhar como os estudantes se apropriam dos gestos e movimentos, em que polegar, indicador e dedo médio sustentam o lápis com cada vez mais leveza. Para apoiá-los, você pode modelar, por meio de sua própria pega de forma visível, oferecendo referências concretas, sem intervir de maneira corretiva ou rígida. Mais importante do que encaixar a mão em um modelo ideal é garantir que a pega seja funcional, confortável e permita o desenvolvimento de uma escrita legível e fluida. Para auxiliar nesse processo, é importante também incluir atividades lúdicas e variadas, que ajudem no desenvolvimento da coordenação motora fina e no fortalecimento da musculatura das mãos e dos dedos, como brincar com massinha de modelar ou argila e desenvolver atividades que trabalhem com o movimento de “pinça”.

No volume 1, em que os estudantes treinam o traçado das letras em bastão, a observação se concentra na transição do uso amplo do braço para os movimentos mais finos dos dedos. Já no volume 2, com o exercício da letra cursiva, a atenção se volta à continuidade do traçado, às ligações entre letras e ao conforto da escrita, que passa a exigir fluidez e ritmo. Ao longo de todo o percurso, a mediação deve valorizar conquistas individuais, respeitar tempos e apoiar ajustes graduais, permitindo a cada estudante encontrar a maneira mais eficiente de conduzir sua própria escrita.

O LETRAMENTO MATEMÁTICO

Com relação ao letramento matemático, é fundamental que ele ocorra de forma integrada com todos os componentes curriculares. Para isso, ao abordar os conteúdos, procure

criar situações didáticas contextualizadas que incentivem os estudantes a desenvolverem o raciocínio lógico e a aplicarem o conhecimento matemático na busca de soluções para situações-problema do cotidiano. Essa abordagem facilita a compreensão dos conceitos e reforça sua relevância.

Além disso, as atividades a seguir contribuem para o letramento matemático, por exemplo:

• contagem de objetos usando materiais concretos, como tampinhas e lápis;

• uso e escrita de algarismos por meio de jogos e brincadeiras;

• compreensão do conceito de números; realização de operações básicas; reconhecimento de formas geométricas na identificação de quantidades e na ordenação de elementos;

• leitura e interpretação de gráficos e tabelas com dados reais sobre a turma e a escola.

A INCLUSÃO NAS ESCOLAS

Garantir a inclusão de estudantes com deficiência na escola regular não é apenas um dever legal, mas um compromisso ético e pedagógico com a equidade e a justiça social. A legislação brasileira, incluindo a Constituição Federal (1988), a Lei Brasileira de Inclusão (LBI) (2015) e as Diretrizes da Política Nacional de Educação Especial (2008), reforça o papel da escola em assegurar que todos os estudantes tenham acesso a uma educação de qualidade. Contudo, a inclusão vai além de permitir o acesso físico à sala de aula. Ela exige a participação ativa dos estudantes no cotidiano escolar, promovendo aprendizagens significativas e respeitando suas particularidades. Para isso, é essencial o envolvimento de toda a comunidade escolar na construção de um ambiente que valorize as diferenças e que favoreça as interações e o respeito à diversidade. Nesse contexto, o papel do professor é central, como mediador e agente de transformação.

O primeiro passo mais importante é levar ao professor o reconhecimento das diversas dificuldades que deverá encontrar, suas especificidades, suas formas de atuação e como identificá-las em seus alunos. Neste processo, ao professor caberá a autonomia de reconhecer as dificuldades e intervencionar, em sala de aula, para a aplicação de novas metodologias e saberes, para a chegada da cognição.

JOIA, Michele. A inclusão de crianças na escola: o papel do educador diante das dificuldades de aprendizagem. 2. ed. Rio de Janeiro: Wak Editora, 2023. p. 41.

A prática pedagógica inclusiva deve reconhecer que todo estudante tem a capacidade de aprender, desde que seja incentivado por vínculos afetivos e em um ambiente acolhedor. Para isso, as estratégias precisam ser flexíveis e adaptadas às necessidades individuais.

Práticas pedagógicas inclusivas

A seguir, sugerimos algumas ações que podem ser aplicadas em sala de aula para promover a inclusão.

• Materiais concretos e táteis: utilize materiais com diferentes texturas e relevos para que os estudantes possam explorar o conteúdo de forma sensorial. Ao utilizar recursos visuais, sempre descreva as imagens com clareza, indicando posições e características dos objetos.

• Comunicação clara: apresente os enunciados das atividades de forma clara e direta, evitando ambiguidades, figuras de linguagem ou construções muito complexas. Divida as tarefas em etapas menores e forneça uma instrução por vez. Durante as explicações, posicione-se de frente para os estudantes, facilitando a atenção à sua fala.

• Flexibilização e ritmo: ofereça prazos flexíveis para a entrega de atividades, respeitando o tempo de aprendizagem de cada estudante. Incentive a leitura compartilhada de textos e enunciados para promover a compreensão coletiva e o apoio mútuo.

• Incentivo à expressão: incentive a expressão oral, quando possível, e a organização do pensamento dos estudantes, auxiliando na estruturação das ideias. Ferramentas como alfabeto móvel e banco de palavras são ótimas aliadas para a alfabetização e o fortalecimento da participação dos estudantes no processo de aprendizagem.

A ORGANIZAÇÃO DO ESPAÇO

Para a organização do trabalho pedagógico em sala de aula, é essencial considerar a disposição do espaço e promover um ambiente pautado pela empatia, pelo respeito mútuo e pela valorização do coletivo, o que contribui para a construção de uma sala de aula acolhedora, na qual o desenvolvimento da autonomia dos estudantes seja incentivado de forma constante.

A fim de promover um ambiente mais dinâmico, inclusivo e colaborativo, você pode alterar a organização tradicional da sala de aula, que tem carteiras enfileiradas e o professor ocupando o papel central como único detentor do saber. Ao repensar a organização da sala de aula como um recurso pedagógico, você amplia as possibilidades de interação, cooperação e construção coletiva do conhecimento, aproximando a prática docente das demandas reais da turma. A seguir, apresentamos algumas sugestões para organizar a sala de aula de diferentes maneiras.

Disposição em grupo: indicada para atividades que exigem colaboração direta e trocas constantes entre os estudantes, como trabalhos em equipe, debates e projetos que precisam de divisão de tarefas, pois a proximidade física facilita a comunicação e o apoio mútuo, incentivando a resolução de problemas de forma coletiva.

Disposição em círculo: indicada para atividades que priorizam a participação de todos, a escuta ativa e a criação de um ambiente de igualdade, como rodas de conversa, discussões sobre temas específicos, contação de histórias e compartilhamento de experiências, permitindo que a construção do conhecimento, a troca de experiências e a comunicação sejam mais diretas e isonômicas entre você e os estudantes.

Representação de carteiras dispostas em grupo.

Representação de carteiras dispostas em círculo.

Além da organização do espaço físico, é fundamental atentar à gestão do tempo e da rotina em sala de aula. Estabelecer uma rotina clara e bem estruturada favorece a execução do planejamento pedagógico, garantindo que os horários e as atividades sejam conduzidos de forma sequencial e coerente, sempre respeitando as particularidades e os diferentes ritmos de aprendizagem dos estudantes. Planejar a prática pedagógica de acordo com a proposta curricular proporciona um ambiente mais estável e acolhedor, no qual os estudantes sabem o que esperar e se sentem mais seguros diante das estratégias utilizadas no dia a dia. Além de facilitar a condução do trabalho docente, essa organização contribui para equilibrar e diversificar as atividades ao longo da semana, ampliando as possibilidades de aprendizagem.

Além das aulas nas quais os conteúdos e as atividades são abordados, é importante que você inclua atividades diversificadas em seu planejamento de rotina, como as sugeridas a seguir.

• Rodas de conversa: podem ser realizadas no começo ou no final da aula para solicitar aos estudantes que relatem alguma vivência pessoal (como forma de explorar os conhecimentos prévios) ou exponham o que aprenderam, quais dificuldades tiveram ou o que gostariam de aprender na próxima aula.

• Momentos de registro: essa estratégia consiste em reservar, ao final das aulas, alguns minutos para que os estudantes expressem o que aprenderam. Esse

Escola: preencher com o nome da escola.

Professor(a): preencher com o nome do professor.

registro pode ser feito por meio da escrita, de esquemas visuais, de desenhos ou até pela oralidade, com gravações em áudio ou vídeo. Essa etapa funciona como uma forma de verificação da aprendizagem, permitindo a você identificar o que foi compreendido e o que ainda precisa ser retomado em aulas futuras ou em atividades de reforço. Os registros podem ser realizados individualmente, em duplas ou em pequenos grupos, de acordo com os objetivos da proposta.

• Visitas guiadas a diferentes espaços de aprendizagem: a sala de aula não é o único ambiente para o aprendizado dos estudantes, por isso é importante sugerir atividades em outros espaços na escola, como laboratórios, bibliotecas, pátio, auditório e jardim, e fora da escola, como teatros, museus, espaços públicos, centros de pesquisas, cinema e centros culturais. Em casos de atividades em espaços fora da escola, é necessário que você solicite, com antecedência, as autorizações para a direção e para os pais ou responsáveis dos estudantes, e com o acompanhamento de outros profissionais da escola, bem como a orientação do uso de filtro solar, da ingestão de água e do uso de repelentes e de vestimentas e calçados adequados, visando à segurança, à integridade física e ao bem-estar dos estudantes. Além dessas atividades, o planejamento de rotina deve incluir atividades lúdicas que incentivem a interação social e momentos que envolvam alimentação e higiene pessoal. Apresentamos a seguir um exemplo de planejamento de rotina, que pode ser adaptado de acordo com as suas necessidades, as dos estudantes e as da escola.

MODELO

Componente curricular: preencher com o nome do componente curricular. Turma: preencher com a indicação da turma.

Data: preencher com o período do planejamento.

Planejamento de rotina

Horário Local Atividade Objetivos

7h30 – 8h Sala de aulaAcolhimento e roda de conversa. Promover a socialização e desenvolver a oralidade.

Outro recurso pedagógico que pode auxiliar a gestão do tempo e o planejamento de rotina é a sequência didática. Uma sequência didática é um plano de ensino estruturado, composto de um conjunto de atividades ordenadas e interligadas que são desenvolvidas ao longo de várias aulas. A elaboração de sequências didáticas é um recurso pedagógico que pode tornar o planejamento mais eficaz e alinhado às necessidades dos estudantes. Por meio delas, você consegue organizar o processo de ensino de maneira intencional e progressiva, estruturando atividades e estratégias de forma coerente e articulada. Ao planejar uma sequência didática, você estabelece etapas claras e encadeadas que favorecem a construção do conhecimento ao longo do tempo, seja em alguns dias, semanas ou até meses. Essa organização permite flexibilizar o percurso, ajustando-o conforme o ritmo de aprendizagem da turma e as particularidades do contexto escolar.

É fundamental que as sequências estejam alinhadas aos objetivos de ensino, considerando também os recursos didáticos disponíveis e a realidade da escola. Outro aspecto essencial é a inclusão de estratégias de avaliação que permitam acompanhar e refletir sobre o avanço dos estudantes ao longo do processo, verificando seu envolvimento e observando as dificuldades que possam surgir. Sempre que julgar necessário, faça intervenções que contribuam para ampliar a compreensão dos conteúdos.

Ao término da sequência didática, registre suas considerações sobre o processo de aprendizagem dos estudantes, destacando avanços e aspectos que ainda precisam ser desenvolvidos.

A seguir, apresentamos uma sugestão de modelo de sequência didática que pode servir como referência. Sinta-se à vontade para adaptá-lo conforme as necessidades da sua turma e os conteúdos que pretende desenvolver.

Escola: preencher com o nome da escola.

Planejamento de sequência didática

Professor(a): preencher com o nome do professor.

Componente curricular: preencher com o nome do componente curricular.

Turma: preencher com a indicação da turma.

Data: preencher com o período estimado para o desenvolvimento da sequência didática.

Assunto/conteúdo: preencher com os assuntos ou conteúdos a serem desenvolvidos.

Quantidade de aulas: preencher com a estimativa da quantidade de aulas que será necessária para desenvolver todas as atividades.

1. Objetivos gerais: definir o que se espera que os estudantes sejam capazes de fazer ao final da sequência didática.

2. Competências e habilidades da BNCC: identificar as habilidades da BNCC que serão trabalhadas.

3. Materiais necessários: fazer uma lista detalhada de todos os materiais que serão necessários para desenvolver as atividades.

4. Etapas da sequência didática: detalhar as etapas de cada aula, organizando as atividades em uma ordem lógica e progressiva.

• Aula 1: descrever o início do trabalho com a sequência didática, que pode ser uma atividade para verificar o que os estudantes já sabem sobre o assunto; pode ser uma roda de conversa, uma dinâmica ou uma pergunta deflagradora para despertar a curiosidade deles.

• Aula 2 em diante: descrever as atividades intermediárias que ajudarão os estudantes a construírem o novo conhecimento; podem ser pesquisas, leituras, discussões, atividades práticas, entre outras dinâmicas.

• Aula final: descrever a última aula, a culminância da sequência didática; planejar uma atividade final para que os estudantes coloquem em prática tudo o que aprenderam; pode ser a produção de um texto, a apresentação de um trabalho ou a criação de um projeto.

5. Avaliação: definir os critérios (o que será observado) e os instrumentos (como será registrado) que serão utilizados para avaliar a aprendizagem dos estudantes ao longo da sequência didática; a avaliação deve ser contínua e não apenas ao final.

6. Autoavaliação: após a execução da sequência didática, verificar se ela foi eficaz, se os objetivos foram alcançados, quais desafios surgiram, o que pode ser mudado para a próxima vez e anotar essas reflexões para aprimorar suas práticas pedagógicas.

O USO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS

O uso das tecnologias digitais, especialmente de celulares, tem crescido entre crianças e adolescentes e gerado debates no ambiente escolar. Pesquisas apontam efeitos negativos do uso inadequado, como distração, ansiedade, distúrbios do sono e dificuldades de atenção, o que motivou a criação da Lei nº 15.100/2025, que estabelece diretrizes para o uso de celulares nas escolas. De fato, o excesso de recursos digitais sem propósito pode causar isolamento social, dependência de redes sociais e dispersão nas aulas.

Contudo, quando utilizada de forma planejada e pedagógica, a tecnologia pode se tornar uma ferramenta poderosa para os processos de ensino e aprendizagem, promovendo acesso à informação, favorecendo o desenvolvimento de habilidades críticas e éticas e ampliando o alcance da educação. Assim, a proposta não é excluir a tecnologia, mas incorporá-la com responsabilidade e intencionalidade pedagógica. A seguir, apresentamos algumas dicas para que a utilização de ferramentas tecnológicas seja eficaz e enriquecedora.

Planejamento pedagógico do uso de recursos tecnológicos

• Definir com clareza os objetivos de aprendizagem.

• Escolher as ferramentas tecnológicas adequadas para alcançar esses objetivos.

• Garantir que o uso dos recursos esteja articulado aos conteúdos e às competências curriculares.

Desenvolvimento de habilidades críticas

• Propor atividades que incentivem a análise crítica de fontes de informação pelos estudantes.

• Levar os estudantes a refletirem sobre o impacto da tecnologia no cotidiano.

• Incentivar o uso consciente, seguro e responsável da internet.

Integração com outras metodologias

• Combinar o uso de tecnologias com estratégias convencionais, como leitura, escrita e pesquisa de campo.

• Incentivar experiências interativas, como a visita a museus virtuais e o uso de acervos digitais, que ampliam o repertório cultural dos estudantes e fortalecem vínculos com a memória coletiva.

Para auxiliar na utilização de recursos digitais em consonância com seu planejamento pedagógico, a fim de complementar e enriquecer o desenvolvimento dos conteúdos, esta coleção apresenta alguns objetos educacionais digitais, como infográficos clicáveis.

A lista com os objetos digitais sugeridos em cada volume encontra-se no sumário. Além disso, os momentos de utilização desses recursos foram indicados nas páginas do Livro do Estudante por meio de ícones. Para acessá-los, basta clicar sobre os ícones indicados nas páginas da versão digital do Livro do Estudante

O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA

FUNDAMENTOS TEÓRICO-METODOLÓGICOS NO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA

Alguns conceitos foram centrais para o planejamento das propostas educativas e orientações didáticas apresentadas. Nesse sentido, houve o cuidado em contemplar tanto as especificidades de cada etapa como as continuidades e progressões necessárias, em consonância com as diretrizes, os documentos e os programas oficiais do Governo Federal junto às Secretarias de Educação dos Estados e Municípios do país para a melhoria da qualidade da Educação no Brasil.

A coleção apresenta, então, projeto alinhado a tais diretrizes e documentos, estando de acordo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e com o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, programa lançado em junho de 2023 com a finalidade de garantir o direito à alfabetização das crianças brasileiras até o final do 2º ano do Ensino Fundamental e focar na recuperação das aprendizagens das crianças do 3º, 4º e 5º ano . Os fundamentos que embasaram e pautaram as escolhas e caminhos metodológicos ao longo dos volumes dialogam com as premissas que sustentam as estratégias de formação dos profissionais no âmbito do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, como:

Reconhecimento da alfabetização como processo discursivo, que reconhece que as crianças nascem e vivem em um mundo construído a partir de múltiplos letramentos, atravessado e constituído por práticas sociais de leitura e de escrita, organizadas a partir de certas estruturas regulares, que convidam/convocam cada pessoa a manejar a linguagem escrita para diferentes e diversificadas finalidades [...].

BRASIL. Ministério da Educação. Compromisso Nacional Criança Alfabetizada: orientações para a formulação e implementação das estratégias de formação continuada no âmbito do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada. 2023. Disponível em: https://www.gov.br/mec/ pt-br/crianca-alfabetizada/pdf/orientacoes_formacao_continuada.pdf.

Acesso em: 23 set. 2025. p. 16.

Um dos conceitos centrais para entendimento da concepção que fundamenta a obra é a visão de alfabetização, detalhada a seguir, bem como outros conceitos que estão diretamente relacionados: o de letramento, de consciência fonológica e de cultura da escrita. Outro ponto central na obra é o papel do brincar e da literatura na formação dos estudantes, como promotores da dimensão do encantamento na escola e impulsionadores das aprendizagens nessa faixa etária. O olhar para os percursos individuais de aprendizagem e para a importância de estratégias que contemplem a diversidade de saberes é outro ponto contemplado em toda a coleção e, da mesma forma, pode ser considerado um ponto fundante.

A centralidade da prática docente nos processos de alfabetização é também uma premissa que se desdobra em diversas orientações ao longo dos volumes, com foco na atuação qualificada junto aos estudantes, na transformação

de espaços em ambientes alfabetizadores e na intervenção que apoia o avanço nas aprendizagens.

Outro conceito central na estruturação da obra é o de avaliação formativa. Além de ser balizador à abordagem, ancorou decisões metodológicas que podem ser estruturalmente identificáveis.

A seguir, serão apresentados mais detalhadamente cada um dos aspectos elencados até aqui, com contextualização dos referenciais que norteiam o trabalho pedagógico na coleção.

ALFABETIZAÇÃO

Um dos grandes consensos nos debates mundiais sobre educação diz respeito ao papel da escola em assegurar que os estudantes aprendam a ler e a escrever. Considerando que o acesso à alfabetização é um direito que impacta o crescimento pessoal, a compreensão do mundo, a participação social e o uso eficiente de informações, faz-se necessário refletir sobre como as instituições educativas têm assegurado oportunidades de experimentar e aprender as práticas de leitura, escrita e oralidade, assim como as concepções que sustentam essa mediação.

É preciso mudar os pontos por onde nós fazemos passar o eixo central das nossas discussões. Temos uma imagem empobrecida da língua escrita: é preciso reintroduzir, quando consideramos a alfabetização, a escrita como sistema de representação da linguagem. Temos uma imagem empobrecida da criança que aprende: a reduzimos a um par de olhos, um par de ouvidos, uma mão que pega um instrumento para marcar e um aparelho fonador que emite sons. Atrás disso há um sujeito cognoscente, alguém que pensa, que constrói interpretações, que age sobre o real para fazê-lo seu.

FERREIRO, Emilia. Reflexões sobre a alfabetização. 18. ed. São Paulo: Cortez, 2011. p. 41.

Acreditamos que os pontos de partida levantados por Ferreiro (2011, p. 41) são fundamentais para pensar a alfabetização na escola. Em primeiro lugar, a concepção que se tem da escrita interfere diretamente nos caminhos e nas decisões pedagógicas. Como a pesquisadora ressalta, a escrita não é um código de transcrição gráfica das unidades sonoras, e sim um sistema de representação da linguagem. Isso implica considerar a escrita como um objeto conceitual, sobre o qual os estudantes pensam e cuja aprendizagem se dá pela interação dialética.

A autora destaca ainda uma concepção de estudante ativo, que, no esforço de compreender o mundo que o rodeia, levanta problemas, busca respostas e constrói objetos complexos de conhecimento. O sistema de escrita é um desses objetos, e cabe à escola o papel de assegurar as condições necessárias para que eles possam interagir, explorar e pensar sobre a complexidade desse objeto cultural.

As crianças são construtoras de conhecimentos desde que nascem, apropriando-se criativamente das relações sociais que estabelecem para produzir suas próprias culturas. Essa concepção de infância aparece nas Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Infantil (2009) e é reforçada pela Base Nacional Comum Curricular (2018), que apresenta a criança como:

[...] sujeito histórico e de direitos, que, nas interações, relações e práticas cotidianas que vivencia, constrói sua identidade pessoal e coletiva, brinca, imagina, fantasia, deseja, aprende, observa, expe-

rimenta, narra, questiona e constrói sentidos sobre a natureza e a sociedade, produzindo cultura.

BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular Versão final. Brasília: MEC, 2018. p. 37. Disponível em: http:// basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_ versaofinal_site.pdf. Acesso em: 14 ago. 2025. Sendo assim, o processo de alfabetização, entendido como o ingresso nas culturas do escrito, precisa considerar o ponto de vista das crianças e suas tentativas de compreender o sistema de escrita.

A perspectiva teórica que toma as atividades intelectuais das crianças como ponto de partida para o processo de alfabetização tem origem nas investigações conduzidas, a partir da década de 1970, por Emilia Ferreiro em parceria com Ana Teberosky, Susana Fernández, Ana Maria Kaufman, Alicia Lenzi e Liliana Tolchinsky.

Essas pesquisas permanecem ativas, apontando que, desde cedo, as crianças elaboram hipóteses e reflexões sobre a escrita, experimentando e revisando suas concepções iniciais. Esse processo contínuo de experimentação aproxima gradualmente o estudante das convenções do sistema de escrita, ampliando sua compreensão sobre como ela funciona.

Com base nessas investigações, Ferreiro e Teberosky (1999) destacaram três grandes períodos no processo de aquisição da escrita:

1. Diferenciação entre desenho e escrita.

2. Diferenciação entre escritas (controle progressivo das variações sobre os eixos qualitativos e quantitativos).

3. Fonetização da escrita.

Os dois períodos iniciais também podem ser chamados nível pré-fonetizante (ou pré-silábico), isto é, a escrita não é regida pela propriedade sonora: não há busca de correspondência entre emissão oral e segmentos gráficos.

O último período inicia-se com o período silábico e culmina no período alfabético.

Em 2022, as pesquisadoras Emilia Ferreiro e Giovana Zen fizeram uma pesquisa de análise sobre as especificidades do processo de apropriação da escrita no português brasileiro. O estudo possibilitou afirmar que os mesmos níveis de evolução psicogenética, anteriormente analisados em espanhol, aparecem entre as crianças brasileiras, conforme descritos a seguir.

• Escritas pré-fonetizantes: no início, as crianças produzem garatujas que imitam a escrita e, progressivamente, aprendem características fundamentais para o processo de aquisição do sistema de escrita alfabética, como a estabilidade (cada coisa tem uma forma fixa de escrita) e a legibilidade (variação de letras dentro da palavra e diferenças na quantidade e no repertório de letras que utiliza de uma escrita para outra). O termo “pré-fonetizante” indica um período anterior à fonetização da escrita.

• Escritas silábicas iniciais: marcam os primeiros esforços de relacionar partes do escrito com partes da emissão oral, representando um avanço importante. Essa correspondência pode aparecer tanto na quantidade de letras quanto no uso de sons pertinentes, geralmente no início das palavras.

• Escritas silábicas: caracterizam-se pela correspondência estrita entre partes do oral e partes do escrito,

com e sem pertinência sonora das letras. Apesar de coerente, essa hipótese gera contradições — como na escrita de palavras curtas ou na alternância grafofônica em situações de revisão — que levam à revisão e evolução do conceito de escrita.

• Escritas silábico-alfabéticas: a criança reconhece que uma sílaba pode ser representada por mais de uma letra e começa a explorar novas combinações, como a sequência consoante-vogal (CV). Esse processo não é plenamente alfabético, mas evidencia busca por maior precisão sonora.

• Escritas alfabéticas: a criança compreende que cada letra corresponde a um fonema, realizando uma análise mais detalhada dos sons da palavra. Ainda assim, precisa enfrentar desafios para representar diferentes padrões silábicos além do CV, como CVC e CCV.

Tais níveis, chamados aqui de níveis de conceitualização da escrita, representam as ideias que as crianças elaboram sobre o que é a escrita e como ela funciona, evoluindo gradualmente à medida que experimentam, erram, refletem e reorganizam seus pensamentos. É importante ressaltar, no entanto, que esses níveis não são estanques, já que as crianças podem transitar entre eles durante o processo de alfabetização, e até mesmo apresentar características de mais de um nível simultaneamente.

Compreender os níveis, a dinamicidade de processo e a importância de estabelecer um acompanhamento contínuo das produções infantis com base nesses norteadores possibilita o planejamento de intervenções ajustadas às diferentes necessidades dos estudantes, com situações didáticas que possam desafiar suas hipóteses atuais e incentivar avanços. Isso evita práticas mecânicas e descontextualizadas e valoriza o papel ativo da criança como sujeito pensante, respeitando seu ritmo e suas descobertas. Por isso, ao longo da coleção, são propostas diferentes situações contextualizadas para que façam seus registros, mesmo antes da escrita convencional, valorizando a escrita espontânea, a troca entre pares e a mediação do professor. Desse modo, busca-se garantir oportunidades variadas para mobilizar e construir conhecimentos sobre o sistema de escrita e, ao mesmo tempo, possibilitar que você, professor, identifique, nos registros, na leitura e na fala de cada um, indicadores do processo de aprendizagem. Assim, será possível oferecer estratégias para avanços e promover o compartilhamento das hipóteses em um ambiente seguro e acolhedor.

Para apoiar esse trabalho, as orientações didáticas que acompanham as atividades apresentam sugestões de mediação para os diferentes níveis de conceitualização da escrita e para o avanço progressivo das habilidades de leitura, de modo que, ao legitimar e interpretar as produções e formas de atuação, seja possível planejar intervenções potentes para que todos avancem.

Em toda a coleção, a escrita é concebida como objeto social e parte do patrimônio cultural, reforçando o papel da escola como espaço promotor de interações e investigações sobre esse universo, de forma articulada ao que se faz fora dela. Essa concepção se traduz em atividades com diferentes propósitos comunicativos, variados destinatários, diversidade de gêneros e suportes. Assim, os

estudantes podem exercer práticas de linguagem enquanto exploram a pluralidade de gêneros discursivos presentes em nossa cultura e compreendem, progressivamente, o funcionamento do sistema de escrita convencional. Assim, a proposta de alfabetização que fundamenta a coleção é contextualizada e reflexiva (BRASIL, 2025). Nela, os estudantes são instigados a refletirem sobre a escrita em diferentes situações, e o professor é motivado a planejar intervenções didáticas personalizadas, ajustadas às necessidades e potencialidades de cada um, garantindo que todos avancem.

LETRAMENTO

O termo letramento, no contexto da língua escrita, começou a ser difundido no Brasil na década de 1980, inicialmente associado ao conhecimento sobre os usos sociais da escrita e, mais tarde, à proficiência no uso da língua para ler e escrever. Surgiu como resposta às discussões sobre como pessoas já alfabetizadas revelavam “incapacidade de responder adequadamente às muitas e variadas demandas de leitura e de escrita nas práticas não só escolares, mas também sociais e profissionais” (SOARES, 2020, p. 11).

Esse debate evidenciou que uma concepção restrita de alfabetização – centrada apenas no domínio do sistema de escrita – não seria suficiente diante das múltiplas demandas de leitura e escrita presentes na vida social. A partir daí, consolidou-se o sentido de letramento hoje predominante, que enfatiza o desenvolvimento de habilidades e estratégias para ler, interpretar e produzir textos, articulando o conhecimento do sistema alfabético aos usos sociais da escrita.

Na concepção que fundamenta a coleção, a alfabetização é compreendida como um processo integrado, que envolve tanto os usos sociais da leitura e da escrita quanto os conhecimentos que as crianças já construíram sobre essas práticas e sobre o sistema de escrita. Trata-se de uma abordagem que valoriza a articulação entre os diferentes saberes mobilizados na apropriação das culturas da escrita, sem recorrer à distinção entre alfabetização e letramento.

No decorrer dos volumes, as atividades estão amplamente pautadas na ideia de uso social da escrita. As propostas têm como foco o desenvolvimento de habilidades necessárias para que os estudantes sejam praticantes ativos da linguagem, fazendo uso da língua escrita em diversos contextos sociais.

Além disso, reconhece-se que o conceito de letramento, hoje, expande-se para outros campos, como o digital, o científico, o racial e o ambiental, incorporando questões sociais, éticas e políticas. Considerar esses novos sentidos nas práticas contemporâneas de linguagem é essencial para favorecer a participação ativa, crítica e socialmente engajada dos estudantes.

CULTURA DA ESCRITA

A participação progressiva das crianças na cultura da escrita é parte fundamental de seu processo de alfabetização, e isso ocorre antes mesmo de elas compreenderem o funcionamento do sistema de escrita. Como sujeitos que produzem sentidos nas relações que estabelecem com o mundo, elas exercem um papel ativo na produção de cultura de seu contexto social. Seja no ambiente familiar ou na escola, as crianças desde muito cedo convivem com situações em que as escritas têm significado, considerando que “a escrita não se reduz apenas a um conjunto

de habilidades para ler e escrever, mas se constitui como um aspecto valioso da nossa cultura através do qual nos constituímos como sujeitos históricos e sociais” (ZEN; MOLINARI; NASCIMENTO, 2020, p. 259).

Imersas nessa cultura em que as pessoas produzem e interpretam a escrita nos mais diversos contextos, as crianças vão progressivamente buscando compreender a natureza desse universo, e o lugar e a importância que a escrita representa. Tudo isso corresponde à cultura da escrita, que é formada por comportamentos, significados, costumes, práticas, rituais, entre tantos outros elementos da ação humana que são mediados pela escrita em um tempo histórico. Inseridas nesse contexto, as crianças aprendem e elaboram ideias sobre a escrita muito antes do ensino formal e explícito, sobretudo quando participam de situações reais em que se lê ou se escreve de diferentes maneiras e com propósitos variados.

Na realidade da escola, desde que os estudantes dão início às suas trajetórias, é fundamental que esse processo ganhe outro lugar, agora com situações planejadas e intencionais. Ao longo da coleção, há uma diversidade de propostas que oportunizam a leitura e a escrita pelo professor e pelos estudantes, em diferentes situações e contextos. Dessa forma, eles podem progressivamente compreender por que se escreve, por que se lê, quais são as finalidades dessas práticas e por que elas ocupam lugar central em nossa cultura. Além disso, enquanto atuam e aprendem sobre o que fazem leitores e escritores nas diferentes situações comunicativas, eles também analisam o funcionamento do sistema de escrita. Imersos na cultura da escrita e se apropriando dela de forma contextualizada e reflexiva, podem mobilizar conhecimentos, como o uso e reconhecimento das letras, para participar de situações em que ler e escrever façam sentido.

Para estar de acordo com essa perspectiva, todas as unidades da coleção foram planejadas para manter vínculo com um contexto significativo para os estudantes, integrando o tema e o campo de atuação envolvidos, bem como articulando as seções com encadeamento e possibilidades de continuidade.

Nesse sentido, a sala de aula torna-se um espaço privilegiado para que as crianças vivenciem a cultura da escrita, com experiências significativas em ambientes que favoreçam sua participação.

CONSCIÊNCIA FONOLÓGICA

Uma das dimensões que envolve o processo de alfabetização inicial das crianças é a consciência fonológica da linguagem. Trata-se da construção de conhecimentos sobre o funcionamento sonoro da língua, envolvendo a capacidade de perceber, refletir e manipular os sons da fala em diferentes níveis — palavras, sílabas e fonemas. Essa habilidade contribui para compreender as relações entre sons e sua representação na escrita.

À medida que avançam em suas hipóteses sobre o sistema de escrita, os estudantes exploram aspectos sonoros da linguagem oral, como segmentar e combinar sons para formar novas palavras. Esse conhecimento envolve identificar e manipular unidades abstratas que compõem as palavras pronunciadas (sílabas, rimas, fonemas, partes maiores e menores que a sílaba) e se desenvolve de forma processual, acompanhando a elaboração e reelaboração

das ideias da criança sobre a escrita: quantas e quais letras usar e em que ordem?

Ao longo da coleção, o desenvolvimento da consciência fonológica é entendido como parte integrante do processo de alfabetização, e não como resultado do treino ou do ensino explícito de fonemas, mas articulado às hipóteses que as crianças formulam sobre a escrita.

Nesse processo, é importante acompanhar o que os estudantes estão pensando e como estão avançando, para entender quais intervenções podem dialogar com suas hipóteses e contribuir com suas aprendizagens sobre a língua, considerando também a dimensão da consciência fonológica. Assim, apresentamos orientações voltadas a possíveis relações que podem aparecer nas investigações dos estudantes com relação aos elementos fonológicos da língua. As questões sobre isso podem aparecer em situações em que eles relacionam o que ouvem ao que veem escrito, por exemplo, ou ao que escrevem. Nesse sentido, você poderá avaliar a pertinência da oferta de informações mais dirigidas inclusive sobre as relações entre grafema e fonema, a depender do que fizer sentido em cada momento do processo de aquisição do sistema alfabético.

Buscando destacar a atenção aos sons considerando as hipóteses que envolvem o nível da letra no processo desse ensino e levando em conta que uma mesma letra pode representar diferentes sons e que um mesmo som pode ser representado por diferentes letras ou encontro de letras, optou-se por apresentar o quadro a seguir, com alguns símbolos fonéticos que aparecem algumas vezes nas orientações ao professor, principalmente no boxe Sons e letra

Quadros com notações fonéticas utilizadas na coleção*

Vogais

Letra Notação com exemplo Observações

A /a/ (lá)

/ã/ (lã)

E /e/ (dedo)

/ɛ/ (café)

/ẽ/ (penta)

I /i/ (bico)

/ĩ/ (brinco)

O /o/ (porto)

/õ/ (ponta)

/ɔ/ (pote)

U /u/ (pula)

/ũ/ (sunga)

A letra Y pode se comportar como “vogal” (como em chantilly) ou “semivogal” (no caso de motoboy).

O W pode representar ora um som vocálico (como em Welington, em que representa o /u/ ou /w/) e ora um som consonantal, como em Wagner, em que representa o /v/).

F /f/ (faca)

G /g/ (gato)

/ʒ/ (girafa)

H –

Consoantes

Letra Notação com exemplo Observações

B /b/ (bico)

C /k/ (capa)

/s/ (cenoura)

D /d/ (dado) Em algumas regiões brasileiras, temos o d representando /dʒ/ (ex.: dia /dʒˈia/).

• Usaremos /ʎ/ para fazer referência ao som representado pelo lh em colher

• Usaremos /ʃ/ para fazer referência ao som representado pelo ch em chá

• Usaremos /ɲ/ para fazer referência ao som ao som representado pelo nh em lenha

J /ʒ/ (jato)

L /l/ (lata) Na fala, muitas vezes o l final tem som /w/, como em mal

M /m/ (mato)

N /n/ (nata)

P /p/ (pato)

Q /k/ (quiabo)

R /r/ (cara)

/h/ (carro)

S /s/ (sapo)

/z/ (casa)

Consoantes

T /t/ (tatu) Em algumas regiões brasileiras, temos o t representando tʃ (ex.: tia / tʃia/).

V /v/ (vaca)

X /ʃ/ (xícara) /ks/ (tórax) /s/ (texto) /z/ (exame)

Z /z/ (zebra) /s/ (nariz)

*As notações deste quadro apresentam, de forma simplificada, alguns fonemas do português brasileiro e seus respectivos grafemas. Servem como referência para indicar os diferentes sons que uma mesma letra pode representar, auxiliando o professor a identificar os sons mencionados nas intervenções que envolvem consciência fonêmica para estudantes em nível de hipótese da letra. O referencial foi elaborado com base em diversos pesquisadores, priorizando as notações de Silva (2003). As letras k, w e y não foram incluídas por serem pouco frequentes nas principais palavras do português, embora apareçam em nomes próprios e termos de origem estrangeira. Quando essas letras forem abordadas na coleção, as correspondências grafema-fonema serão apresentadas, se necessário, usando as mesmas notações já previstas para outras letras. Quanto à letra h, não há fonema indicado na segunda coluna, pois, em nossa língua, no início de uma palavra, ela não representa som. No entanto, no campo “observações” do quadro, não se deixou de considerar o h nos dígrafos.

O BRINCAR E A LITERATURA NA ALFABETIZAÇÃO

As dimensões da imaginação e do encantamento ganham ainda mais profundidade quando vivenciadas coletivamente, entre pares. Sendo assim, é na escola que o imaginário de cada estudante poderá dialogar com a construção de um imaginário comum, para partilhar sentidos, significados e aprendizagens, ultrapassando a perspectiva individual.

Na proposta de alfabetização da coleção – contextualizada, reflexiva e articulada à cultura da escrita – essas dimensões ocupam lugar central. A brincadeira e a literatura são compreendidas como experiências fundamentais para que o processo de alfabetização seja consistente e significativo. É por meio da ludicidade, da fruição e do acesso ao patrimônio artístico e cultural da humanidade que os estudantes se constituem como sujeitos imersos na cultura, incluindo a cultura da escrita. Por isso, a coleção valoriza e integra esses pilares em suas atividades, criando oportunidades para que o aprender a ler e a escrever esteja sempre vinculado ao prazer, à descoberta e ao diálogo com diferentes expressões culturais.

A importância da brincadeira no contexto escolar

A brincadeira é hoje reconhecida como um direito das crianças e como eixo do currículo na Educação Infantil. Na transição para o Ensino Fundamental, ela segue tendo um papel central na aprendizagem e no desenvolvimento.

Por meio da brincadeira e das interações lúdicas com o entorno, com os pares e com os ambientes, as crianças vão dando sentido ao que vivem, explorando possibilidades de criação e ampliação de repertórios, imaginação e linguagem. Além disso, o espaço de segurança e estímulo para se desenvolver, propiciado pelo jogo, segue como uma ferramenta importante nessa etapa da escolaridade.

[...] a “ludicidade” abre janelas para que as crianças façam associações, construam significados e usem a imaginação para potencializar suas possibilidades de compreensão. Assim, podemos relacionar algumas brincadeiras: jogos de linguagem (rimas, trava-línguas, adivinhas, invenção de palavras; parlendas; poesias; bingos, caça-palavras etc.); jogos de trilhas, dominós, quebra-cabeças e muitos outros.

BORBA, Angela. Brincar é coisa de criança, e de adulto também! O valor da brincadeira na vida e nos espaços de Educação Infantil. In: BRASIL. Ministério da Educação. Educação Infantil: participação, autoria e aprendizagem. Brasília: MEC, 2012. p. 70.

Considerando essa concepção, os dois volumes da coleção foram elaborados pensando na transição vivida pelos estudantes nesse momento da escolaridade e no papel do lúdico na aprendizagem dos novos conteúdos.

A leitura literária e a contação de

histórias

Os momentos cotidianos de escutar histórias, manusear livros e participar de rodas de leitura são valiosos para a construção de vínculo com a cultura da escrita, para aprendizagens sobre a organização dos textos, para o reconhecimento de elementos como repetições, rimas,

personagens, narradores, diferentes tempos e espaços, além de outros recursos que rompem os limites da linguagem referencial e a visão estritamente utilitária da linguagem.

O contato com o literário, nesse sentido, contribui de múltiplas formas: amplia o vocabulário, possibilita compreender o texto como fonte de livre fruição estética, sem uma utilidade que vá além dele mesmo, e oferece acesso a um universo que transcende o pensamento lógico. Ao refinar relações e associações por meio do pensamento, digamos, analógico, favorece a superação de construções óbvias, incentivando a criatividade e a imaginação, elementos essenciais para a formação do sujeito cognoscente em diferentes esferas do saber.

No caso da leitura literária, a contação de histórias e a mediação de leitura funcionam como portas de acesso a esse campo de experiências, já que despertam a curiosidade, motivam a participação e convidam à exploração ativa da literatura. Nessas práticas, as crianças observam como o adulto interage com o livro, percebem a leitura como atividade significativa e o reconhecem como objeto de valor.

As situações de contação de histórias também são muito importantes no dia a dia da sala de aula, pois além de toda a dimensão do imaginário e do encantamento, há ainda a valorização do conhecimento transmitido pela oralidade e a potencialidade dessa experiência para o coletivo. Nesse sentido, alguns recursos e instrumentos podem ajudar, como os apresentados a seguir.

Recursos e instrumentos que podem incentivar a leitura e a manipulação de livros literários na sala de aula

• Acervo da turma, em espaço convidativo e com obras de qualidade para a faixa etária.

• Propostas para levar livros para leitura compartilhada em família.

• Rodas de leitura e conversas literárias para troca de impressões.

• Variação de ambientes de leitura, incluindo espaços ao ar livre.

• Registros sobre livros lidos, como diários de leitura.

Ao unir palavra, entonação, expressão corporal e olhar, o professor cria uma experiência viva, que aproxima o texto do ouvinte e intensifica a imersão no campo literário. É nesse ambiente de partilha e encantamento que se ampliam as possibilidades de formação de leitores ativos e críticos. Para apoiar e potencializar esses momentos, vale recorrer a técnicas que ajudem a explorar plenamente a dimensão performática da contação de histórias. A seguir, algumas ideias que podem inspirar o planejamento dessas situações.

Técnicas para a contação de histórias ou declamação de textos poéticos na escola

• Escolha de textos que gerem identificação com quem vai contar. Cada contador coloca nas histórias um pouco de si, então quanto mais identificação, mais fluida e significativa será a experiência.

• Preparação da leitura com antecedência, testando entonações, ritmos, timbres e aspectos paralinguísticos e cinésicos que enriqueçam os sons e sentidos do texto.

• Variação de entonação, ritmo e voz para deixar o texto

mais envolvente e manter a atenção dos ouvintes.

• Valorização da linguagem poética, explorando rimas, repetições e jogos sonoros que convidem à fruição estética.

• Exploração de gestos, expressões faciais e movimentos corporais para dar vida aos personagens e situações, tornando a experiência mais teatral e visual.

• Utilização de objetos, adereços ou fantoches para criar conexão visual com o texto.

• Oferta de espaço aos ouvintes que queiram comentar o texto ou participar da contação ou declamação.

• Criação de atmosferas mágicas e estímulo à imagina-

Ao longo da coleção, são propostas diversas experiências literárias voltadas à formação do leitor, com textos que podem ser explorados de múltiplas formas — pela leitura compartilhada ou autônoma, pela memorização e contação, pela encenação, entre outras possibilidades.

Projeto de leitura

O trabalho com projetos didáticos favorece que as práticas de leitura e escrita sejam vividas de forma contex-

Sugestão

ção, utilizando pausas expressivas, mudanças sutis de tom e elementos surpresas para manter o encantamento e a curiosidade até o final.

tualizada, com significado social. Essa abordagem também permite articular propósitos comunicativos e didáticos, integração essencial para o planejamento das propostas que os estudantes vão vivenciar.

A seguir apresentamos duas sugestões de projetos de leitura voltados à formação literária, que podem — e devem — ser adaptados conforme as demandas, objetivos e especificidades de cada localidade e objetivos.

de projeto de leitura para o 1º ano

Projeto de leitura: Mural de indicações de livros de autores brasileiros negros e indígenas

Objetivos

• Escolher e folhear obras de prosa de ficção de autoras e autores negras/os e/ou indígenas do Brasil, orientando-se por temas e ilustrações, e tentando identificar palavras conhecidas nas capas, quartas capas e demais paratextos.

• Observar informações visuais e textuais das capas e paratextos, levantando hipóteses sobre o conteúdo das obras e reconhecendo os elementos que compõem os textos, identificando na capa, por exemplo, título do livro, autor e editora.

• Avançar na compreensão do sistema de escrita, explorando capas e textos, considerando indícios qualitativos (letras, partes de palavras) e quantitativos (tamanho e quantidade de palavras).

• Acompanhar a leitura compartilhada, feita pelo professor, das histórias selecionadas depois das explorações iniciais, identificando personagens, cenários e acontecimentos principais.

• Expressar opiniões, sentimentos e preferências sobre os textos lidos, dialogando com colegas e professor.

• Participar de conversas para relacionar as hipóteses feitas antes da leitura com as informações descobertas durante e após a leitura.

• Colaborar na produção coletiva das indicações literárias, ditando textos ao professor, escrevendo informações das obras lidas e contribuindo com ilustrações para o mural.

Tempo: 6 meses – 1º semestre do 1º ano.

Materiais

• obras literárias de autores negros e/ou indígenas brasileiros

• cartazes para registro das indicações que serão ditadas ao professor, com partes escritas pelos estudantes já alfabéticos

• folhas e canetinhas para as ilustrações produzidas pelos estudantes

Culminância

Apresentação do Mural de Indicações Literárias para a comunidade escolar, com as obras lidas, informações pesquisadas e ilustrações.

Etapas e atividades

1. Abertura: Apresentação do projeto e leitura inicial

• Seleção e leitura compartilhada de uma narrativa de autoria negra ou indígena brasileira.

• Conversa sobre o propósito do projeto: pesquisar capas e paratextos para escolher as leituras da turma, dentro dos critérios indicados para autoria e gênero textual: prosa ficcional, que pode abarcar principalmente contos.

• Registro das etapas em um cartaz para consulta.

• Definição do local onde ficará o mural e do público que se espera alcançar.

2. Ampliação de repertório de obras de autoria negra e indígena: Pesquisa e exploração de capas e paratextos

• Apresentação de diferentes livros pré-selecionados pelo professor ou em pesquisa coletiva envolvendo toda a turma e familiares.

• Observação detalhada de capas, quartas capas e outros elementos (sinopse, imagens, orelhas).

• Levantamento coletivo de hipóteses sobre a história e sobre os autores.

• Leitura coletiva da capa, com incentivo à leitura feita pelos estudantes.

• Registro das hipóteses em fichas coletivas.

3. Indicação das preferências da turma: Seleção das obras para leitura

• Discussão sobre quais livros despertaram maior interesse.

• Votação coletiva para definir as leituras do semestre.

• Organização de um cronograma para leitura compartilhada.

4. Momentos de leitura: Leitura e apreciação das obras

• Leitura compartilhada, feita pelo professor, com pausas para verificar hipóteses e discutir impressões.

• Registro oral ou escrito das descobertas sobre enredo, personagens, temas e elementos culturais das narrativas.

5. Construção dos textos: Produção das indicações literárias

• Apresentação de exemplos de indicações literárias e conversa sobre sua função.

• Produção coletiva dos textos de indicação, ditados ao professor, com breve resumo e opinião, dando oportunidade aos estudantes alfabéticos de registrem partes dos dados, como títulos das narrativas, nome do autor e da editora.

• Produção de ilustrações inspiradas nas obras lidas.

6. Preparação do produto: Construção coletiva do mural

• Revisão e finalização dos textos e das ilustrações.

• Montagem do mural em local visível da escola.

• Elaboração de convites para a comunidade escolar.

• Apresentação do mural para a comunidade escolar, com participação ativa dos estudantes na explicação do projeto e das obras indicadas. Durante a socialização, podem sugerir a leitura de alguns dos livros para colegas de outras turmas.

Sugestão de projeto de leitura para o 2º ano

Projeto de leitura: Livro poético – Antologia poética do 2º ano Objetivos

• Participar de situações de leitura, fruição e produção de textos literários e artísticos, representativos de uma diversidade cultural e linguística.

• Observar rimas, sonoridades, jogos de palavras e outros recursos poéticos, reconhecendo seu pertencimento ao campo da imaginação e sua dimensão lúdica e estética.

• Utilizar elementos disponíveis nos poemas para fazer antecipações e verificá-las durante a leitura.

• Avançar na compreensão do sistema de escrita ao ler poemas, considerando progressivamente indícios qualitativos (letras) e quantitativos (tamanho e quantidade de palavras).

• Compreender que todas as partes declamadas estão escritas no texto do poema, na ordem em que são ditas.

• Ampliar a fluência de leitura, no caso de estudantes que já leem com autonomia.

• Experimentar a criação de textos poéticos explorando livremente ideias, palavras e formatos, reconhecendo que, na poesia, não há limites para a imaginação.

Tempo: 6 meses – 2º semestre do 2º ano.

Materiais

• livros de poemas, com diversidade de autoria e estilo, incluindo gêneros da tradição popular e poemas visuais

• folhas, lápis e canetas coloridas

Culminância

Lançamento do livro poético e entrega dele como presente para outra turma, com apresentação oral de trechos escolhidos pelos autores.

Etapas e atividades

1. Abertura: Leitura de um poema e apresentação do projeto

• Seleção de um poema e roda de conversa para compartilhar impressões e sensações.

• Apresentação do propósito e das etapas, registrando-as em um cartaz de acompanhamento para a turma.

• Definição da turma que receberá o livro como presente.

2. Ampliação de repertório poético: Leitura e apreciação de diferentes poemas

• Leitura e apreciação de poemas variados, que apresentem diferentes recursos poéticos e formas de organização.

• Elaboração de lista dos poemas preferidos da turma.

• Roda de versos: declamação em grupo ou individual, com memorização de trechos, conforme extensão e complexidade.

3. Preparação: Planejamento das criações poéticas

• Escolha, em pequenos grupos, de ideias e formatos de textos poéticos que poderão compor o livro, com base nas referências lidas.

• Discussão coletiva sobre possibilidades de rimas, jogos de palavras, versos livres, poemas visuais e outras formas criativas.

4. Produção e revisão: Criação dos textos e das ilustrações

• Produção individual ou em duplas dos poemas ou brincadeiras poéticas, com ou sem ilustração, com mediação do professor.

• Definição de forma de apresentação do texto: se terá título, se será composto apenas por palavras ou terá imagem, se haverá apenas um verso, se apresentará rimas etc.

• Criação dos textos em folha de rascunho.

• Revisão e registro do texto na folha que comporá o livro da turma.

5. Compartilhamento: Preparação do livro e da apresentação à turma que será presenteada

• Escolha da ordem em que os textos aparecerão no livro.

• Montagem coletiva da publicação.

• Preparação da apresentação: ensaio de declamações ou leituras que serão feitas no lançamento.

6. Culminância: Lançamento do livro

• Apresentação do livro para a turma a ser presenteada, com declamação de alguns textos.

• Entrega simbólica da antologia como presente, incentivando que a turma receptora explore as criações.

QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO

DOS CONTEÚDOS

O quadro apresentado a seguir mostra a progressão dos conteúdos deste volume, destacando as habilidades e os temas contemporâneos transversais da BNCC trabalhados em cada unidade.

Unidade

1 – Tantos nomes quantas letras

2 – Letras em festa!

3 – Parar, olhar, atravessar

4 – Pesquisando profissões

Trata-se de um quadro que pode ser utilizado para ter uma visão geral dos conteúdos das unidades, assim como facilitar a busca por orientações e comentários de práticas pedagógicas sugeridas nas orientações ao professor correspondentes ao Livro do Estudante

Quadro de distribuição dos conteúdos – 1º ano

Conteúdos

Brincadeiras com nomes (Palavras de brincar)

Quadrinha

Partes parecidas nas palavras

Nomes e rimas

Crachá de mesa (Hora de produzir)

Poema (Abracadabra)

Letra de canção

Alfabeto e ordem alfabética

Letras do nome

Letras A, B, C, D (Tirando de letra)

Jogo dos nomes (É jogo, é brincadeira)

Roda de cantiga (Palavras de brincar)

Convite

Letras e outros sinais gráficos

Letra inicial

Poema (Abracadabra)

Convite para roda de indicação de poemas (Hora de produzir)

Parlenda

Sons e letras no alfabeto

Brincando de adivinhar letras

Letras E, F, G, H (Tirando de letra)

Trilha do alfabeto (É jogo, é brincadeira)

Brincadeira Faixa vermelha (Palavras de brincar)

Texto de campanha

Imagens e palavras na comunicação

Lendo placas de trânsito

Arte de rua (Abracadabra)

Dicas de segurança para pedestres

Números para organizar informações em textos

Criando outras placas

Regras e combinados da turma (Hora de produzir)

Letras I, J, K, L (Tirando de letra)

Seu mestre mandou (É jogo, é brincadeira)

Passa-passa, gavião (Palavras de brincar)

Entrevista

Além das letras: sinais de pontuação

Pontuação e entonação

Verbetes

Formatação e organização de informações em verbetes

Grafite (Abracadabra)

Espaços entre as palavras

Entrevista (Hora de produzir)

Letras M, N, O, P (Tirando de letra)

Que profissional é? (É jogo, é brincadeira)

Habilidades da BNCC

EF15LP01; EF15LP02; EF15LP03; EF15LP05; EF15LP06; EF15LP07; EF15LP08; EF15LP09; EF15LP10; EF15LP11; EF15LP12; EF15LP13; EF15LP15; EF15LP18; EF12LP01; EF12LP02; EF12LP03; EF12LP04; EF12LP05; EF12LP06; EF12LP07; EF12LP17; EF12LP18; EF12LP19; EF01LP01; EF01LP02; EF01LP03; EF01LP04; EF01LP05; EF01LP06; EF01LP07; EF01LP08; EF01LP09; EF01LP10; EF01LP11; EF01LP13; EF01LP14; EF01LP16; EF01LP17; EF01LP18; EF01LP19; EF01LP20.

EF15LP01; EF15LP02; EF15LP03; EF15LP05; EF15LP06; EF15LP07; EF15LP08; EF15LP09; EF15LP10; EF15LP11; EF15LP12; EF15LP13; EF15LP15; EF15LP18; EF12LP01; EF12LP02; EF12LP03; EF12LP04; EF12LP06; EF12LP07; EF12LP17; EF12LP18; EF12LP19; EF01LP01; EF01LP02; EF01LP04; EF01LP05; EF01LP07; EF01LP08; EF01LP09; EF01LP10; EF01LP11; EF01LP13; EF01LP14; EF01LP15; EF01LP16; EF01LP17; EF01LP18; EF01LP19; EF01LP20; EF01LP25.

EF15LP01; EF15LP02; EF15LP03; EF15LP04; EF15LP05; EF15LP06; EF15LP07; EF15LP09; EF15LP10; EF15LP11; EF15LP13; EF15LP18; EF12LP01; EF12LP02; EF12LP03; EF12LP09; EF12LP10; EF12LP12; EF12LP15; EF12LP16; EF12LP17; EF01LP01; EF01LP02; EF01LP03; EF01LP04; EF01LP05; EF01LP07; EF01LP09; EF01LP10; EF01LP11; EF01LP12; EF01LP13; EF01LP19; EF01LP20; EF01LP21.

Temas contemporâneos transversais

Diversidade cultural

Educação para o trânsito

EF15LP01; EF15LP02; EF15LP03; EF15LP04; EF15LP05; EF15LP06; EF15LP07; EF15LP08; EF15LP09; EF15LP10; EF15LP11; EF15LP12; EF15LP13; EF15LP15; EF12LP01; EF12LP02; EF12LP03; EF12LP07; EF12LP17; EF01LP01; EF01LP02; EF01LP03; EF01LP04; EF01LP05; EF01LP07; EF01LP08; EF01LP09; EF01LP10; EF01LP11; EF01LP12; EF01LP14; EF01LP16; EF01LP19; EF01LP22; EF01LP23; EF01LP24. Trabalho

Vida familiar e social

Unidade Conteúdos

5 – Vida de criança

Batata-quente: qual é a sua brincadeira preferida? (Palavras de brincar)

Texto de campanha

Slogan de campanha

Chuva de palavras

Matéria de jornal

Fotografias com legendas

Letra de cantiga (Abracadabra)

Legendas criativas

Fotolegendas: brincadeiras divertidas (Hora de produzir)

Letras Q, R, S, T (Tirando de letra)

É de brincar? (É jogo, é brincadeira)

6

7 – Brincando com os avessos

Brincadeira das sílabas (Palavras de brincar)

Curiosidade

Variação de nomes

Uma brincadeira, diferentes nomes

Regras de brincadeira (com diagrama)

Esquema para organizar informações

Registro de pesquisa em diagrama

Abayomi (Abracadabra)

Mural de curiosidades da turma (Hora de produzir)

Letras U, V W, X (Tirando de letra)

Jogo das brincadeiras brasileiras (É jogo, é brincadeira)

Brincadeira do sim-não! (Palavras de brincar)

História curta

Sentidos opostos

Separando palavras por sentidos opostos

Livro dos opostos (Hora de produzir)

Poema

Mais sentidos opostos

Opostos criativos

Letra de canção (Abracadabra)

Letras Y, Z (Tirando de letra)

Personagens às avessas (É jogo, é brincadeira)

Habilidades da BNCC Temas contemporâneos transversais

EF15LP01; EF15LP02; EF15LP03; EF15LP04; EF15LP05; EF15LP06; EF15LP07; EF15LP08; EF15LP09; EF15LP10; EF15LP11; EF15LP12; EF15LP13; EF12LP01; EF12LP02; EF12LP03; EF12LP07; EF12LP08; EF12LP09; EF12LP11; EF12LP12; EF12LP13; EF12LP14; EF12LP15; EF12LP16; EF12LP17; EF01LP01; EF01LP02; EF01LP03; EF01LP05; EF01LP06; EF01LP07; EF01LP08; EF01LP09; EF01LP10; EF01LP11; EF01LP12; EF01LP13; EF01LP15; EF01LP16; EF01LP17; EF01LP18; EF01LP19; EF01LP20.

EF15LP01; EF15LP02; EF15LP03; EF15LP04; EF15LP05; EF15LP06; EF15LP07; EF15LP08; EF15LP09; EF15LP10; EF15LP11; EF15LP12; EF15LP13; EF12LP01; EF12LP02; EF12LP03; EF12LP04; EF12LP07; EF12LP14; EF12LP17; EF01LP01; EF01LP02; EF01LP03; EF01LP05; EF01LP06; EF01LP07; EF01LP08; EF01LP09; EF01LP10; EF01LP11; EF01LP12; EF01LP13; EF01LP16; EF01LP19; EF01LP20; EF01LP22; EF01LP23; EF01LP24.

EF15LP01; EF15LP02; EF15LP03; EF15LP04; EF15LP05; EF15LP06; EF15LP07; EF15LP08; EF15LP09; EF15LP10; EF15LP11; EF15LP12; EF15LP13; EF15LP15; EF15LP16; EF15LP18; EF15LP19; EF12LP01; EF12LP02; EF12LP03; EF12LP04; EF12LP05; EF12LP07; EF12LP17; EF12LP18; EF12LP19; EF01LP01; EF01LP02; EF01LP03; EF01LP04; EF01LP05; EF01LP07; EF01LP08; EF01LP09; EF01LP10; EF01LP11; EF01LP13; EF01LP14; EF01LP15; EF01LP16; EF01LP17; EF01LP20; EF01LP26.

Direitos da criança e do adolescente Educação ambiental Processo de envelhecimento, respeito e valorização do idoso

Diversidade cultural

Educação para valorização do multiculturalismo nas matrizes históricas e culturais brasileiras

Educação para o consumo

Diversidade cultural Educação para valorização do multiculturalismo nas matrizes históricas e culturais brasileiras

8 – Criaturas fabulosas

Passa-chapéu: continue a história! (Palavras de brincar)

Verbete de livro de monstrengos brasileiros

Sentidos parecidos

Agrupando palavras com sentidos parecidos

Conto (Abracadabra)

Ficha informativa literária

Mais sentidos parecidos

Ditado

Livro de monstrengos da turma (Hora de produzir)

Letras de A a Z (Tirando de letra)

Jogo das criaturas fabulosas (É jogo, é brincadeira)

EF15LP01; EF15LP02; EF15LP03; EF15LP04; EF15LP05; EF15LP06; EF15LP07; EF15LP08; EF15LP09; EF15LP10; EF15LP11; EF15LP12; EF15LP13; EF15LP15; EF15LP16; EF15LP18; EF15LP19; EF12LP01; EF12LP02; EF12LP03; EF12LP04; EF12LP05; EF12LP06; EF12LP17; EF12LP18; EF01LP01; EF01LP02; EF01LP03; EF01LP08; EF01LP10; EF01LP11; EF01LP12; EF01LP13; EF01LP15; EF01LP17; EF01LP18; EF01LP20; EF01LP25; EF01LP26.

Diversidade cultural

Educação para valorização do multiculturalismo nas matrizes históricas e culturais brasileiras Educação ambiental

– Meu Brasil brincante

SUGESTÕES DE CRONOGRAMAS

As propostas de cronogramas apresentadas a seguir têm como objetivo orientar a distribuição das unidades em planejamentos bimestrais, trimestrais e semestrais, respeitando a organização dos volumes anteriormente mencionada.

Cabe destacar que essas sugestões não contemplam outras atividades que possam surgir ao longo do ano letivo, como projetos, eventos escolares ou avaliações institucio-

Sugestão de planejamento bimestral

BimestreUnidades

1º bimestre

2º bimestre

3º bimestre

4º bimestre

Unidade 1

Unidade 2

Unidade 3

Unidade 4

Unidade 5

Unidade 6

Unidade 7

Unidade 8

nais, e que devem ser incorporadas ao planejamento de forma articulada.

Para elaborar essas sugestões, consideramos 200 dias letivos de aula, ou 40 semanas; no entanto, o cronograma deve ser ajustado conforme as especificidades de cada turma, levando em consideração o contexto, o ritmo de aprendizagem dos estudantes e o uso de diferentes recursos e estratégias pedagógicas, que vão além do livro didático.

Sugestão de planejamento trimestral

TrimestreUnidades

1º trimestre

Unidade 1

Unidade 2

Unidade 3 (p. 78-89)

2º trimestre

Unidade 3 (p. 90-105)

Unidade 4

Unidade 5

Unidade 6 (p. 174-184)

3º trimestre

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

COMENTADAS - LIVRO DO PROFESSOR

BORBA, Angela. Brincar é coisa de criança, e de adulto também! O valor da brincadeira na vida e nos espaços de Educação Infantil. In: BRASIL. Ministério da Educação. Educação Infantil: participação, autoria e aprendizagem. Brasília: MEC, 2012. p. 41-72.

Nesse texto, a autora discute a importância do brincar na infância, destacando o papel da brincadeira no desenvolvimento das crianças.

BRASIL. Ministério da Educação. Alfabetização contextualizada e reflexiva: percurso formativo para 1º e 2º anos: fascículo 1 do/a professor/. Teresina: Editora CEAD, 2025.

Coletânea do Programa Compromisso Nacional Criança Alfabetizada que apresenta textos para apoiar o trabalho docente nos 1º e 2º anos do Ensino Fundamental.

BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Versão final. Brasília: MEC, 2018. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.

Sugestão de planejamento semestral

SemestreUnidades

1º semestre

Unidade 1

Unidade 2

Unidade 3

Unidade 4

2º semestre

Unidade 5

Unidade 6

Unidade 7

Unidade 8

Unidade 6 (p. 185-205)

Unidade 7

Unidade 8

br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf. Acesso em: 14 ago. 2025. Documento que determina as competências gerais e específicas, as habilidades e as aprendizagens que os estudantes brasileiros da Educação Básica precisam desenvolver e colocar em prática ao longo de sua trajetória escolar.

BRASIL. Ministério da Educação. Compromisso Nacional Criança Alfabetizada: orientações para a formulação e implementação das estratégias de formação continuada no âmbito do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada. 2023. Disponível em: https://www.gov. br/mec/pt-br/crianca-alfabetizada/pdf/orientacoes_ formacao_continuada.pdf. Acesso em: 23 set. 2025. É um guia elaborado para orientar estados, municípios e a União no planejamento, organização e execução de políticas de formação continuada para profissionais da educação inseridos no Compromisso Nacional Criança Alfabetizada.

BRASIL. Ministério da Educação. Conscientização para o uso de celulares na escola: por que precisamos falar sobre isso? Brasília: MEC, 2025. Disponível em: https://www.gov.br/mec/pt-br/celula r-escola/guia-escolas.pdf. Acesso em: 9 ago. 2025.

Traz orientações práticas que ajudam o professor na implantação da Lei nº 15.100, que regulamenta o uso de dispositivos eletrônicos portáteis pelos estudantes nas escolas.

BRASIL. Ministério da Educação. Resolução nº 5, de 17 de dezembro de 2009. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_ docman&view=download&alias=2298 -rceb005-09&category_slug=dezembro-2009pdf&Itemid=30192. Acesso em: 23 set. 2025.

Resolução que estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil, definindo princípios, objetivos e fundamentos para a organização pedagógica desta etapa da Educação Básica.

BRASIL. Ministério da Educação. Temas contemporâneos transversais na BNCC: contexto histórico e pressupostos pedagógicos. Brasília: MEC, 2019. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec. gov.br/images/implementacao/contextualizacao_ temas_contemporaneos.pdf. Acesso em: 5 set. 2025.

Esse documento apresenta os temas contemporâneos transversais da BNCC e explica a importância de sua utilização no processo de ensino-aprendizagem.

CASTEDO, Mirta Luisa. Situações de leitura na alfabetização inicial: a continuidade na diversidade. In: SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Ler e escrever: guia de planejamento e orientações didáticas: professor alfabetizador: 1º ano. 4. ed. rev. atual. São Paulo: FDE, 2014. p. 313-323.

O texto trata da importância da diversidade de situações de leitura na alfabetização inicial e da importância de se manterem em processo de continuidade.

CORDEIRO, Claudia Talochinski; OLIVEIRA, Ivanete da Rosa Silva de (org.). Educação e políticas inclusivas: ressignificando a diversidade. Londrina: Syntagma Editores, 2020.

Nessa obra, as autoras discutem a inclusão de estudantes com deficiência na escola regular.

FERREIRO, Emilia. Alfabetização em processo. 21. ed. São Paulo: Cortez, 2015.

Nesse livro, a autora explica como o processo de alfabetização ocorre no cérebro dos estudantes e sua influência no desenvolvimento dos conhecimentos de outras áreas.

FERREIRO, Emilia. Reflexões sobre a alfabetização 18. ed. São Paulo: Cortez, 2011.

A obra apresenta as reflexões da autora sobre o processo de alfabetização com base em suas pesquisas a respeito da construção da escrita pelas crianças, deslocando a investigação do “como se ensina” para “o que se aprende”.

HAYDT, Regina Cazaux. Avaliação do processo ensino-aprendizagem. São Paulo: Ática, 2008.

Nesse livro, a autora explicita que a avaliação deve ser uma ação contínua, pois faz parte do processo de ensino-aprendizagem.

HOFFMANN, Jussara. Avaliar para promover: as setas do caminho. Porto Alegre: Mediação, 2005. Aborda as relações entre uma concepção dialética de avaliação e os caminhos da aprendizagem.

JOIA, Michele. A inclusão de crianças na escola: o papel do educador diante das dificuldades de aprendizagem. 2. ed. Rio de Janeiro: Wak, 2023.

Nesse livro, a autora fornece dicas sobre a inclusão na escola com base em conhecimentos que ela construiu com base em sua experiência em sala de aula.

SILVA, Thaïs Cristófaro. Fonética e fonologia do português: roteiro de estudos e guia de exercícios. 7. ed. São Paulo: Contexto, 2003.

A obra é um guia didático sobre fonética e fonologia do português, apresentando teoria e exercícios práticos.

SOARES, Magda Becker. Alfaletrar: toda criança pode aprender a ler e a escrever. São Paulo: Contexto, 2020.

A autora defende que toda criança pode aprender a ler e a escrever. Ao longo dos capítulos, ela expõe um projeto de alfabetização e letramento bem-sucedido.

WEISZ, Telma. O diálogo entre o ensino e a aprendizagem. São Paulo: Ática, 2009.

A obra articula pesquisa, experiência e reflexão crítica e questiona qual é a responsabilidade da escola e do professor na mediação entre o sujeito que aprende e a cultura escrita.

ZEN, Giovana Cristina; MOLINARI, María Claudia; NASCIMENTO, Aline Carvalho. As práticas cotidianas de leitura e escrita na escola como um direito da infância. Práxis Educacional, Vitória da Conquista, v. 16, n. 41, p. 255-277, 2020. Disponível em: https:// www.memoria.fahce.unlp.edu.ar/art_revistas/pr.11971/ pr.11971.pdf. Acesso em: 24 set. 2025.

O artigo defende a alfabetização como um direito da infância. Trata das interfaces entre infância, cultura e escrita.

ZEN, Giovana Cristina; MOLINARI, Maria Claudia; SOTO, Arizbeth. A construção da escrita no português brasileiro a partir da perspectiva psicogenética construtivista. Revista Práxis Educacional, Vitória da Conquista, v. 20, n. 51, e14871, 2024. Disponível em: https://doi.org/10.22481/praxisedu.v20i51.14871. Acesso em: 4 ago. 2025.

O artigo apresenta os resultados de um estudo com o objetivo de identificar aspectos específicos do português brasileiro no processo de construção da escrita por crianças brasileiras.

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