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Anos Iniciais do Ensino Fundamental
Editora responsável: Kelly Cristina dos Santos
Organizadora:
EDITORA NOVO RUMO Obra coletiva concebida, desenvolvida e produzida pela Editora Novo Rumo.
Componente curricular: Interdisciplinar de Ciências da Natureza, História e Geografia
Organizadora:
EDITORA NOVO RUMO
Obra coletiva concebida, desenvolvida e produzida pela Editora Novo Rumo.
Editora responsável:
Kelly Cristina dos Santos
Mestra, licenciada e bacharela em Ciências Biológicas pela Universidade Estadual de Londrina (UEL-PR). Editora e elaboradora de materiais didáticos.
Componente curricular: Interdisciplinar de Ciências da Natureza, História e Geografia
1ª edição Londrina, 2025
Copyright © Editora Novo Rumo, 2025.
Edição Kelly Cristina dos Santos
Assistência editorial Isabella Teodoro Machado, Marissa Kimura
Preparação e revisão Moisés Manzano da Silva (coord.)
Gerência de produção editorial Camila Rumiko Minaki Hoshi
Supervisão de produção editorial Priscilla de Freitas Cornelsen Rosa
Assistência de produção editorial Lorena França Fernandes Pelisson
Coordenação de produção de arte Tamires Rose Azevedo
Edição de arte Rafaela Panissa
Projeto gráfico e design Dayane Barbieri, Keithy Mostachi, Laís Garbelini
Projeto de capa Marcela Pialarissi
Ilustrações de capa Cajila Barbosa
Coordenação de diagramação Adenilda Alves de França Pucca - Nil
Diagramação EfeDois Editoração Ltda., JSDesign, Leda Cristina Silva Teodorico
Autorização de recursos João Henrique Pedrão Feliciano
Iconografia Alessandra Roberta Arias, Vinícius Costa (trat. imagens)
Objetos digitais
Gerência de produção Erick Lopes de Almeida
Roteiros Renan Alves
Edição de imagens Vitor Ueno
Desenvolvimento Ohanna Schmitt Bolfe, Tatiana Tissa Kawakami
Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)
Plantar ciências da natureza, história e geografia : 2º ano : anos iniciais do ensino fundamental / organizadora Editora Novo Rumo ; obra coletiva concebida, desenvolvida e produzida pela Editora Novo Rumo ; editora responsável Kelly Cristina dos Santos. -- 1. ed. -- Londrina, PR : Editora Novo Rumo, 2025.
Componente curricular: Interdisciplinar de ciências da natureza, história e geografia.
ISBN 978-65-5158-020-8(livro do estudante)
ISBN 978-65-5158-023-9(livro do professor)
ISBN 978-65-5158-022-2(livro do estudante HTML5)
ISBN 978-65-5158-013-0(livro do professor HTML5)
1. Ciências da natureza (Ensino fundamental) 2. Geografia (Ensino fundamental) 3. História (Ensino fundamental) I. Santos, Kelly Cristina dos. II. Série.
25-299047.0
Índices para catálogo sistemático:
1. Ensino integrado : Livros-texto : Ensino fundamental 372.19
Eliete Marques da Silva - Bibliotecária - CRB-8/9380
Reprodução proibida: Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998. Todos os direitos reservados à EDITORA NOVO RUMO.
Avenida Doutor Adhemar Pereira de Barros, 1500, sala 804 - Bela Suíça - Londrina-PR CEP 86047-250 - Tel. (43) 3367-2030 contato@editoranovorumo.com.br
Elaboração de originais
Kelly Cristina dos Santos Mestra, licenciada e bacharela em Ciências Biológicas pela Universidade Estadual de Londrina (UEL-PR).
Editora e elaboradora de materiais didáticos.
Natália Figueiredo Cirino de Moura
Licenciada em História pela Universidade Estadual de Londrina (UEL-PR).
Elaboradora e editora de materiais didáticos.
Valquiria Pires Garcia
Mestra e licenciada em Geografia pela Universidade Estadual de Londrina (UEL-PR).
Especialista em História e Filosofia da Ciência pela Universidade Estadual de Londrina (UEL-PR).
Especialista em Educação Especial e Inclusiva pela Faculdade de Educação São Luís (FESL-SP).
Licenciada em Pedagogia pelo Centro Universitário Facvest (Unifacvest-SC).
Professora dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental. Editora e elaboradora de materiais didáticos.
Em respeito ao meio ambiente, as folhas deste livro foram produzidas com fibras obtidas de árvores de florestas plantadas, com origem certificada.
Impresso no Parque Gráfico da Editora FTD CNPJ 61.186.490/0016-33
Avenida Antonio Bardella, 300 Guarulhos-SP – CEP 07220-020 Tel. (11) 3545-8600 e Fax (11) 2412-5375
Acreditamos que o aprendizado em Ciências da Natureza, História e Geografia é essencial para que os estudantes se tornem cidadãos ativos, capazes de pensar de forma autônoma e crítica e de compreender o mundo ao seu redor. Esta coleção foi cuidadosamente pensada para ser uma parceira nessa missão, proporcionando uma abordagem integrada e relevante.
A coleção interdisciplinar de Ciências da Natureza, História e Geografia foi elaborada com a intenção de apoiar o trabalho docente nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, oferecendo uma proposta que valoriza a aprendizagem significativa e o protagonismo do estudante e aproxima os conteúdos escolares da realidade vivida por ele.
Ao longo de cada unidade, o conteúdo se conecta diretamente com a realidade dos estudantes, valorizando o que já sabem e incentivando a construção de novos conhecimentos. Essa abordagem busca superar a fragmentação tradicional dos componentes curriculares — Ciências da Natureza, História e Geografia — e propõe um ensino interdisciplinar, respeitando as especificidades de cada área, mas promovendo conexões reais entre os saberes.
O material foi estruturado para funcionar como instrumento de apoio à prática pedagógica em sala de aula, facilitando a organização das aulas e a mediação dos conteúdos com os estudantes. Para isso, as unidades temáticas estão estruturadas com base em temas comuns aos três componentes curriculares, o que possibilita identificar o ponto de partida para o desdobramento gradual de habilidades e competências gerais e específicas de cada componente curricular, previstas, sobretudo, na BNCC.
Nessa dinâmica, o professor não é apenas um detentor do saber, mas um guia e um mediador, orientando os estudantes a serem os protagonistas de sua aprendizagem.
Para apoiar essa jornada, apresentamos este Livro do Professor. Na primeira parte dele, você encontra informações sobre a estrutura da coleção e a Reprodução do Livro do Estudante com as orientações ao professor nas laterais e nos rodapés das páginas reproduzidas, com comentários práticos para auxiliar no dia a dia em sala de aula, como orientações sobre os conteúdos das unidades, atividades extras, sugestões de momentos de avaliação, entre outros subsídios. Na segunda parte, apresentamos o Manual do Professor, em que você encontra desde a estrutura da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e fundamentos teórico-metodológicos da coleção até recursos práticos, como estratégias de avaliação diversificadas, modelos de planejamento de rotina e de sequência didática, quadro de distribuição dos conteúdos e sugestões de cronogramas, que contribuem para o desenvolvimento docente e para a atuação em sala de aula.
É importante ressaltar que as sugestões podem ser adequadas de acordo com a realidade da turma e da escola. Assim, esperamos que o Livro do Professor seja uma ferramenta útil e enriquecedora no processo de ensino-aprendizagem, possibilitando a formação de cidadãos críticos e participativos na sociedade. Desejamos a você um ótimo ano letivo!
UNIDADE 1 - MARCANDO A PASSAGEM DO TEMPO ........................................................... 18
UNIDADE 2 - NOSSO COTIDIANO ..................... 58
UNIDADE 3 - CONTANDO A NOSSA HISTÓRIA ........................................................... 100
UNIDADE 4 - A VIDA NA COMUNIDADE ........ 138
UNIDADE 5 - O SER HUMANO E O MEIO AMBIENTE ............................................... 182
UNIDADE 6 - VAMOS CUIDAR DO MEIO AMBIENTE ............................................... 228
MANUAL DO PROFESSOR ...................... VII
A BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR (BNCC) ........................................ VII AS COMPETÊNCIAS GERAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA ................................................ VII
AS COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS........................ VIII
AS UNIDADES TEMÁTICAS, OS OBJETOS DE CONHECIMENTO E AS HABILIDADES ...................... X OS TEMAS CONTEMPORÂNEOS TRANSVERSAIS .......................................................... X
INTEGRAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES CURRICULARES .................................................... X
A PRÁTICA INTERDISCIPLINAR E O TRABALHO COM PROJETOS INTERDISCIPLINARES..................XI
AVALIAÇÃO ........................................................ XII
O PAPEL DO PROFESSOR E A PRÁTICA DOCENTE .......................................... XIV
A PRÁTICA PEDAGÓGICA EM AÇÃO .................... XIV
FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA NO ENSINO DE CIÊNCIAS DA NATUREZA, HISTÓRIA
E GEOGRAFIA ................................................... XIX
QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DOS CONTEÚDOS.....................................................XXV
SUGESTÕES DE CRONOGRAMAS .................XXIX
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES PARA A PRÁTICA DOCENTE ......................................... XXX
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMENTADAS ................................................. XXX
Esta coleção é composta de dois volumes, sendo 1º e 2º anos destinados a estudantes e professores dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental. Cada volume é organizado em seis unidades que, por sua vez, são subdivididas em temas e seções que possibilitam desenvolver as habilidades relacionadas aos objetos de conhecimento e às competências gerais e específicas propostas pela BNCC. Além disso, durante o desenvolvimento dos conteúdos, a coleção aborda os temas contemporâneos transversais, contribuindo para a formação de cidadãos críticos e atuantes na sociedade.
Além dos volumes impressos, a coleção apresenta a versão digital do Livro do Estudante e do Livro do Professor Esses materiais digitais contam com recursos acessíveis, favorecendo a utilização por todos os estudantes. Nos livros digitais, também há alguns recursos, como infográficos e mapas clicáveis, que podem ser acessados, por meio do sumário e de ícones indicados nas páginas dos livros.
A seguir, apresentamos a estrutura do Livro do Estudante, explicando as características das seções e de outros elementos que compõem a coleção.
VAMOS INICIAR
Essa seção, presente no início de cada volume, tem o objetivo de avaliar os estudantes com relação aos conhecimentos prévios referentes aos conteúdos que serão abordados no ano letivo, permitindo a você fazer uma avaliação diagnóstica da turma.
Têm como objetivos marcar o início de cada unidade, despertar a atenção dos estudantes para o que será abordado e relacionar os conteúdos aos conhecimentos prévios e à sua realidade próxima.
DESENVOLVIMENTO DOS CONTEÚDOS
Os conteúdos são desenvolvidos por meio dos textos, das imagens, das atividades e das seções presentes nas unidades. Com o objetivo de tornar as aulas mais dinâmicas e envolventes, incentivando a participação dos estudantes, as atividades relacionadas aos conteúdos são apresentadas ao longo da teoria, de modo integrado. As atividades têm estruturas variadas e auxiliam no desenvolvimento das habilidades e das competências da BNCC, bem como no processo de alfabetização, por meio do incentivo à escrita em diferentes tipos de letras.
VOCABULÁRIO
Apresenta o significado de termos que os estudantes podem desconhecer e que são importantes para a compreensão do texto.
BOXE COMPLEMENTAR
Apresenta textos e imagens com informações complementares aos conteúdos da unidade.
COLETIVAMENTE
Explora os temas contemporâneos transversais, contribuindo para a formação cidadã dos estudantes por meio de reflexões e propostas de resoluções de problemas, embasados em temas atuais e relevantes, de modo que eles sejam atuantes
na sociedade em que vivem. É subdividida em Conhecendo o problema, Organizando as ideias e Buscando soluções para que, assim, os estudantes tenham contato com uma situação-problema, reflitam sobre ela e busquem uma solução prática. O tema contemporâneo transversal desenvolvido é identificado nas orientações ao professor
Promove o trabalho com diferentes gêneros textuais, possibilitando o desenvolvimento de habilidades relacionadas à leitura, à escrita, à oralidade e aos processos gerais de compreensão de leitura: localizar e extrair informação explícita de textos; fazer inferências diretas; interpretar e relacionar ideias e informações; analisar e avaliar conteúdos e elementos textuais. A seção apresenta as subdivisões Explorando o texto e Além do texto, a fim de que os estudantes possam ampliar a abordagem do tema para além do explorado no gênero textual.
VAMOS AVALIAR O APRENDIZADO
Essa seção tem como objetivo sugerir uma avaliação formativa, de modo que você possa avaliar a aprendizagem dos estudantes com relação aos conteúdos abordados na unidade, possibilitando informações para intervenções, caso haja defasagens ou dificuldade de aprendizagem.
SAIBA MAIS
Apresenta sugestões que auxiliam no ensino ativo, como livros, filmes, visitas guiadas e sites. Cada sugestão é acompanhada por uma breve sinopse.
VAMOS CONCLUIR
Presente no final de cada volume, essa seção contém atividades cujo objetivo é sugerir uma avaliação somativa, de modo que você possa avaliar os estudantes quanto aos conhecimentos adquiridos durante o processo de ensino no ano letivo, identificando a necessidade ou não de intervenções no caso de defasagens ou dificuldade de aprendizagem.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
COMENTADAS
Presente ao final do livro, apresenta referências comentadas de livros, artigos e sites que foram consultadas na elaboração do Livro do Estudante
ÍCONE CARTOGRAFIA
Indica um conteúdo ou uma atividade que colabora para a alfabetização cartográfica dos estudantes.
ÍCONE DE RESPOSTA ORAL
Indica que os estudantes devem responder à atividade oralmente.
ÍCONE DE RESPOSTA NO CADERNO
Indica que os estudantes devem registrar as respostas da atividade no caderno.
OBJETO DIGITAL
Indica que há Objeto Educacional Digital relacionado aos temas que estão sendo trabalhados e que pode ser acessado na versão digital do livro.
Este Livro do Professor é organizado em duas partes. Esta primeira parte apresenta a estrutura da coleção e a Reprodução do Livro do Estudante, que se refere à reprodução das páginas do Livro do Estudante em tamanho reduzido, com respostas e possíveis comentários para você. Nas laterais e nos rodapés dessas páginas, as orientações ao professor propõem comentários, atividades extras, possíveis momentos de avaliação, indicação de materiais complementares, sugestões de condução para as atividades e respostas de algumas atividades que não foram apresentadas na reprodução da página do Livro do Estudante Essas orientações possibilitam acompanhar e avaliar o processo de aprendizagem dos estudantes ao longo de todo o volume, colaboram para a prática docente e seu dia a dia em sala de aula e foram elaboradas de modo a explicitar os procedimentos das aulas de forma prática e ao mesmo tempo detalhada, oferecendo suporte à prática docente.
A segunda parte, apresentada após a Reprodução do Livro do Estudante, é intitulada Manual do Professor. Ela apresenta a estrutura da BNCC, a fundamentação teórico-metodológica da coleção e aborda diversos assuntos que contribuem para o desenvolvimento docente e para o dia a dia em sala de aula. Além disso, apresenta um quadro de distribuição dos conteúdos com as habilidades e as competências da BNCC que estão sendo desenvolvidas em cada unidade e sugestões de cronogramas bimestrais, trimestrais e semestrais. Ao final dessa parte, são apresentadas sugestões de referências complementares para a prática docente e as referências bibliográficas comentadas utilizadas como consulta para a produção das orientações ao professor e do Manual do Professor.
Observe a seguir como as orientações ao professor, que constam na primeira parte deste Livro do Professor, estão estruturadas.
VAMOS INICIAR
Nas orientações ao professor da seção Vamos iniciar, você encontra os objetivos pedagógicos e as sugestões de intervenção, com base nas possíveis dificuldades dos estudantes, considerando os conhecimentos prévios deles.
OBJETIVOS DA UNIDADE
Destaca os objetivos pedagógicos de cada unidade do Livro do Estudante.
SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL
Fornece dicas para que você possa iniciar as aulas, abordar alguns conteúdos ou realizar uma avaliação diagnóstica de maneira diferente da que foi apresentada no Livro do Estudante.
BNCC
Apresenta habilidades, competências gerais e específicas e temas contemporâneos transversais da BNCC que estão sendo desenvolvidos em cada conteúdo, destacando as relações entre esses elementos e o conteúdo.
COMENTÁRIOS DIVERSOS
Referem-se aos comentários e às explicações de
caráter prático relacionados às atividades do Livro do Estudante e as considerações pedagógicas a respeito de possíveis dificuldades dos estudantes na resolução das atividades, bem como alternativas para consolidar conhecimentos, são inseridos em tópicos ao longo da unidade.
Apresenta as sugestões de respostas de algumas atividades e questões indicadas no Livro do Estudante
Apresenta sugestões de atividades complementares que contribuem para diversificar as estratégias de aprendizagem.
Lista os objetivos pedagógicos de algumas seções do Livro do Estudante
Destaca atividades do Livro do Estudante que podem ser utilizadas para avaliações formativas, possibilitando a você acompanhar a aprendizagem dos estudantes em diferentes momentos e, se for o caso, realizar intervenções no ensino. Para facilitar a avaliação, esse boxe apresenta os objetivos das atividades e as sugestões de intervenção, com foco na recuperação da aprendizagem.
Destaca momentos em que é possível desenvolver determinados temas e conteúdos de maneira articulada com outros componentes curriculares de diferentes áreas do conhecimento, além de orientações práticas sobre como realizar as articulações entre os conteúdos.
Fornece sugestões de livros, sites, artigos, documentários, entre outros recursos, contribuindo para a sua formação docente.
Nas orientações ao professor da seção Coletivamente, apresentamos os objetivos pedagógicos da seção, o(s) tema(s) contemporâneo(s) transversal(is) e as orientações sobre como desenvolver os conteúdos e as atividades da seção com os estudantes.
Nas orientações ao professor da seção Entre textos, apresentamos os objetivos pedagógicos e as orientações sobre como desenvolver a competência leitora e a competência da escrita por meio do trabalho com essa seção.
Nas orientações ao professor da seção Vamos avaliar o aprendizado, apresentamos os objetivos pedagógicos e as sugestões de intervenção para você, considerando possíveis dificuldades na resolução das atividades, bem como alternativas para consolidar aprendizagens.
Nas orientações ao professor da seção Vamos concluir, apresentamos os objetivos pedagógicos e as sugestões de intervenção para você, considerando possíveis dificuldades na resolução das atividades, bem como alternativas para consolidar aprendizagens.
Organizadora: EDITORA NOVO RUMO
Obra coletiva concebida, desenvolvida e produzida pela Editora Novo Rumo.
Editora responsável: Kelly Cristina dos Santos
Mestra, licenciada e bacharela em Ciências Biológicas pela Universidade Estadual de Londrina (UEL-PR). Editora e elaboradora de materiais didáticos.
Componente curricular: Interdisciplinar de Ciências da Natureza, História e Geografia
1ª edição Londrina, 2025
08/10/2025 07:57:19
Esta parte do Livro do Professor contém a Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido, com respostas das atividades e possíveis comentários para você. Além disso, nas laterais e rodapés há as orientações ao professor que servem como um guia para a prática pedagógica apresentando sugestões sobre como trabalhar as atividades, além de apresentar as respostas que não foram incluídas na reprodução das páginas. Para deixar mais evidente o sentido de leitura, em algumas páginas utilizamos as indicações e .
Copyright © Editora Novo Rumo, 2025.
Edição Kelly Cristina dos Santos
Assistência editorial Isabella Teodoro Machado, Marissa Kimura
Preparação e revisão Moisés Manzano da Silva (coord.)
Gerência de produção editorial Camila Rumiko Minaki Hoshi
Supervisão de produção editorial Priscilla de Freitas Cornelsen Rosa
Assistência de produção editorial Lorena França Fernandes Pelisson
Coordenação de produção de arte Tamires Rose Azevedo
Edição de arte Rafaela Panissa
Projeto gráfico e design Dayane Barbieri, Keithy Mostachi, Laís Garbelini
Projeto de capa Marcela Pialarissi
Ilustrações de capa Cajila Barbosa
Coordenação de diagramação Adenilda Alves de França Pucca - Nil
Diagramação EfeDois Editoração Ltda., JSDesign, Leda Cristina Silva Teodorico
Autorização de recursos João Henrique Pedrão Feliciano
Iconografia Alessandra Roberta Arias, Vinícius Costa (trat. imagens)
Objetos digitais
Gerência de produção Erick Lopes de Almeida
Roteiros Renan Alves
Edição de imagens Vitor Ueno
Desenvolvimento Ohanna Schmitt Bolfe, Tatiana Tissa Kawakami
Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)
Plantar ciências da natureza, história e geografia : 2º ano : anos iniciais do ensino fundamental / organizadora Editora Novo Rumo ; obra coletiva concebida, desenvolvida e produzida pela Editora Novo Rumo ; editora responsável Kelly Cristina dos Santos. -- 1. ed. -- Londrina, PR : Editora Novo Rumo, 2025.
Componente curricular: Interdisciplinar de ciências da natureza, história e geografia.
ISBN 978-65-5158-020-8(livro do estudante)
ISBN 978-65-5158-023-9(livro do professor)
ISBN 978-65-5158-022-2(livro do estudante HTML5)
ISBN 978-65-5158-013-0(livro do professor HTML5)
1. Ciências da natureza (Ensino fundamental)
2. Geografia (Ensino fundamental) 3. História (Ensino fundamental) I. Santos, Kelly Cristina dos. II. Série.
CDD-372.19
25-299047.0
Índices para catálogo sistemático:
1. Ensino integrado : Livros-texto : Ensino fundamental 372.19
Eliete Marques da Silva - Bibliotecária - CRB-8/9380
Reprodução proibida: Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998. Todos os direitos reservados à EDITORA NOVO RUMO.
Avenida Doutor Adhemar Pereira de Barros, 1500, sala 804 - Bela Suíça - Londrina-PR CEP 86047-250 - Tel. (43) 3367-2030 contato@editoranovorumo.com.br
Elaboração de originais
Kelly Cristina dos Santos
Mestra, licenciada e bacharela em Ciências Biológicas pela Universidade Estadual de Londrina (UEL-PR).
Editora e elaboradora de materiais didáticos.
Natália Figueiredo Cirino de Moura
Licenciada em História pela Universidade Estadual de Londrina (UEL-PR).
Elaboradora e editora de materiais didáticos.
Valquiria Pires Garcia
Mestra e licenciada em Geografia pela Universidade Estadual de Londrina (UEL-PR).
Especialista em História e Filosofia da Ciência pela Universidade Estadual de Londrina (UEL-PR).
Especialista em Educação Especial e Inclusiva pela Faculdade de Educação São Luís (FESL-SP). Licenciada em Pedagogia pelo Centro Universitário Facvest (Unifacvest-SC).
Professora dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental. Editora e elaboradora de materiais didáticos.
Em respeito ao meio ambiente, as folhas deste livro foram produzidas com fibras obtidas de árvores de florestas plantadas, com origem certificada.
Impresso no Parque Gráfico da Editora FTD CNPJ 61.186.490/0016-33
Avenida Antonio Bardella, 300 Guarulhos-SP – CEP 07220-020 Tel. (11) 3545-8600 e Fax (11) 2412-5375
OLÁ, ESTUDANTE!
NA VIDA, A GENTE APRENDE E ENSINA O TEMPO TODO. PROVAVELMENTE, VOCÊ JÁ APRENDEU MUITO COM SUA FAMÍLIA, SEUS PROFESSORES E SEUS AMIGOS. QUE TAL
APRENDER MAIS SOBRE O MUNDO AO SEU REDOR E SER CAPAZ DE ENTENDER E EXPLICAR DIVERSAS SITUAÇÕES
QUE OCORREM EM SEU DIA A DIA?
NESTE LIVRO, OS CONHECIMENTOS DE CIÊNCIAS
DA NATUREZA, HISTÓRIA E GEOGRAFIA VÃO AJUDAR NESSA TRAJETÓRIA. VOCÊ TERÁ MOMENTOS TANTO PARA COMPARTILHAR O QUE JÁ SABE E O QUE JÁ VIVEU QUANTO PARA FAZER DESCOBERTAS.
COM A AJUDA DE SEU PROFESSOR E DE SEUS FAMILIARES, VOCÊ VAI LER E PRODUZIR TEXTOS E BUSCAR RESPOSTAS PARA QUESTÕES RELACIONADAS AO SEU COTIDIANO, ALÉM DE REFLETIR SOBRE ELAS E PROPOR SOLUÇÕES. TAMBÉM VAI INVESTIGAR ALGUNS FENÔMENOS NATURAIS E APRENDER COMO ELES OCORREM, CONHECER COMO FUNCIONAM CERTOS PROCESSOS SOCIAIS E CULTURAIS, ENTRE OUTROS ASSUNTOS.
ESPERAMOS QUE VOCÊ INTERAJA COM SEUS COLEGAS E PARTICIPE DAS ATIVIDADES DE MANEIRA DEDICADA, DESENVOLVENDO A CURIOSIDADE E O GOSTO PELAS DESCOBERTAS. LEMBRE-SE DE QUE PODERÁ TIRAR AS SUAS DÚVIDAS COM O PROFESSOR.
APROVEITE CADA MOMENTO DOS ESTUDOS PARA TORNAR ESSE APRENDIZADO MAIS AMPLO E DIVERTIDO.
BOM ESTUDO!
08/10/2025 09:48:35
A seguir, apresentamos as unidades temáticas, os objetos de conhecimento e as habilidades da BNCC dos componentes curriculares de Ciências da Natureza, História e Geografia referentes ao 2º ano do Ensino Fundamental. Eles podem ser consultados sempre que necessário, tanto para nortear os planejamentos de aula como para esclarecer dúvidas a respeito dos objetos de conhecimento trabalhados nas unidades do volume.
UNIDADES TEMÁTICAS, OBJETOS DE CONHECIMENTO E HABILIDADES DE CIÊNCIAS DA NATUREZA, HISTÓRIA E GEOGRAFIA DA BNCC • 2º ANO
CIÊNCIAS DA NATUREZA
Unidade temática
• Matéria e energia
Objetos de conhecimento
• Propriedades e usos dos materiais
• Prevenção de acidentes domésticos
Habilidades
(EF02CI01) Identificar de que materiais (metais, madeira, vidro etc.) são feitos os objetos que fazem parte da vida cotidiana, como esses objetos são utilizados e com quais materiais eram produzidos no passado.
(EF02CI02) Propor o uso de diferentes materiais para a construção de objetos de uso cotidiano, tendo em vista algumas propriedades desses materiais (flexibilidade, dureza, transparência etc.).
(EF02CI03) Discutir os cuidados necessários à prevenção de acidentes domésticos (objetos cortantes e inflamáveis, eletricidade, produtos de limpeza, medicamentos etc.).
Unidade temática
• Vida e evolução
Objetos de conhecimento
• Seres vivos no ambiente
• Plantas
A SEGUIR, APRESENTAMOS A ORGANIZAÇÃO DO SEU LIVRO E INDICAMOS COMO ELE VAI AJUDAR EM SEUS ESTUDOS.
Habilidades
VAMOS INICIAR
ESSA SEÇÃO É APRESENTADA NO INÍCIO DO LIVRO E É COMPOSTA DE ATIVIDADES DIVERSAS. ELAS AJUDAM A IDENTIFICAR O QUE VOCÊ JÁ SABE SOBRE OS CONTEÚDOS QUE SERÃO ESTUDADOS AO LONGO DO LIVRO.







PÁGINAS
NESSAS PÁGINAS, SÃO APRESENTADAS UMA OU MAIS IMAGENS RELACIONADAS AOS CONTEÚDOS QUE SERÃO ESTUDADOS NA UNIDADE. ALÉM DISSO, HÁ ATIVIDADES QUE EXPLORAM A IMAGEM E ESSES CONTEÚDOS.
(EF02CI04) Descrever características de plantas e animais (tamanho, forma, cor, fase da vida, local onde se desenvolvem etc.) que fazem parte de seu cotidiano e relacioná-las ao ambiente em que eles vivem.
(EF02CI05) Investigar a importância da água e da luz para a manutenção da vida de plantas em geral.
(EF02CI06) Identificar as principais partes de uma planta (raiz, caule, folhas, flores e frutos) e a função desempenhada por cada uma delas, e analisar as relações entre as plantas, o ambiente e os demais seres vivos.
Unidade temática
• Terra e Universo
Objetos de conhecimento
• Movimento aparente do Sol no céu
• O Sol como fonte de luz e calor
Habilidades
(EF02CI07) Descrever as posições do Sol em diversos horários do dia e associá-las ao tamanho da sombra projetada.
(EF02CI08) Comparar o efeito da radiação solar (aquecimento e reflexão) em diferentes tipos de superfície (água, areia, solo, superfícies escura, clara e metálica etc.).
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular Versão final. Brasília: MEC, 2018. p. 334-335. Disponível em: https://www.gov.br/mec/pt-br/escola-em-tempo-integral/ BNCC_EI_EF_110518_versaofinal.pdf. Acesso em: 16 set. 2025.
DESENVOLVIMENTO DO CONTEÚDO
OS CONTEÚDOS ESTÃO ORGANIZADOS EM UNIDADES E TEMAS E SÃO EXPLORADOS POR MEIO DE TEXTOS, IMAGENS DIVERSAS E ATIVIDADES, POR EXEMPLO. ESSES RECURSOS INCENTIVAM SUA PARTICIPAÇÃO NAS AULAS, APROXIMAM O CONTEÚDO DA SUA REALIDADE E AUXILIAM NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM.






Unidade temática
• A comunidade e seus registros
Objetos de conhecimento
• A noção do “Eu” e do “Outro”: comunidade, convivências e interações entre pessoas
Habilidades
(EF02HI01) Reconhecer espaços de sociabilidade e identificar os motivos que aproximam e separam as pessoas em diferentes grupos sociais ou de parentesco. (EF02HI02) Identificar e descrever práticas e papéis sociais que as pessoas exercem em diferentes comunidades.
(EF02HI03) Selecionar situações cotidianas que remetam à percepção de mudança, pertencimento e memória.
Objetos de conhecimento
VAMOS INVESTIGAR
ESSA SEÇÃO APRESENTA
UMA PROPOSTA DE ATIVIDADES EXPERIMENTAIS RELACIONADAS AO CONTEÚDO ESTUDADO NA UNIDADE. NELAS, VOCÊ DESENVOLVE CERTOS PROCEDIMENTOS DA INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA, COMO OBSERVAÇÃO, ELABORAÇÃO E TESTE DE HIPÓTESES E MANIPULAÇÃO DE MATERIAIS.
Objetos de conhecimento
• O tempo como medida
Habilidades
(EF02HI06) Identificar e organizar, temporalmente, fatos da vida cotidiana, usando noções relacionadas ao tempo (antes, durante, ao mesmo tempo e depois).
(EF02HI07) Identificar e utilizar diferentes marcadores do tempo presentes na comunidade, como relógio e calendário.
Unidade temática
• As formas de registrar as experiências da comunidade
Objetos de conhecimento
• As fontes: relatos orais, objetos, imagens (pinturas, fotografias, vídeos), músi-


ENTRE AS AMOSTRAS DE ÁGUA (A E B) E ENTRE AS AMOSTRAS DE AREIA C E D)? EM CASO AFIRMATIVO, COMO VOCÊ EXPLICA ESSA DIFERENÇA?
2. EXPLIQUE A DIFERENÇA DE TEMPERATURA ENTRE A ÁGUA E A AREIA QUE FICARAM EXPOSTAS DIRETAMENTE À LUZ SOLAR.
3. APÓS A REALIZAÇÃO DA ATIVIDADE, EM SUA OPINIÃO, OS MATERIAIS PODEM SOFRER ALTERAÇÕES DE TEMPERATURA QUANDO FICAM EXPOSTOS DIRETAMENTE À
cas, escrita, tecnologias digitais de informação e comunicação e inscrições nas paredes, ruas e espaços sociais.
Habilidades
(EF02HI08) Compilar histórias da família e/ou da comunidade registradas em diferentes fontes.
(EF02HI09) Identificar objetos e documentos pessoais que remetam à própria experiência no âmbito da família e/ou da comunidade, discutindo as razões pelas quais alguns objetos são preservados e outros são descartados.
Unidade temática
• O trabalho e a sustentabilidade na comunidade
08/10/2025 09:48:37
• A noção do “Eu” e do “Outro”: registros de experiências pessoais e da comunidade no tempo e no espaço
Habilidades
(EF02HI04) Selecionar e compreender o significado de objetos e documentos pessoais como fontes de memórias e histórias nos âmbitos pessoal, familiar, escolar e comunitário.
Objetos de conhecimento
• Formas de registrar e narrar histórias (marcos de memória materiais e imateriais)
Habilidades
(EF02HI05) Selecionar objetos e documentos pessoais e de grupos próximos ao seu convívio e compreender sua função, seu uso e seu significado.
Objetos de conhecimento
• A sobrevivência e a relação com a natureza
Habilidades
(EF02HI10) Identificar diferentes formas de trabalho existentes na comunidade em que vive, seus significados, suas especificidades e importância.
(EF02HI11) Identificar impactos no ambiente causados pelas diferentes formas de trabalho existentes na comunidade em que vive.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Versão final. Brasília: MEC, 2018. p. 408-409. Disponível em: https://www.gov.br/mec/pt-br/escola -em-tempo-integral/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal. pdf. Acesso
Unidade temática
• O sujeito e seu lugar no mundo
Objetos de conhecimento
• Convivência e interações entre pessoas na comunidade
Habilidades
(EF02GE01) Descrever a história das migrações no bairro ou comunidade em que vive.
(EF02GE02) Comparar costumes e tradições de diferentes populações inseridas no bairro ou comunidade em que vive, reconhecendo a importância do respeito às diferenças.
Objetos de conhecimento
• Riscos e cuidados nos meios de transporte e de comunicação
Habilidades
(EF02GE03) Comparar diferentes meios de transporte e de comunicação, indicando o seu papel na conexão entre lugares, e discutir os riscos para a vida e para o ambiente e seu uso responsável.
Unidade temática
• Conexões e escalas
Objetos de conhecimento
• Experiências da comunidade no tempo e no espaço
Habilidades
(EF02GE04) Reconhecer semelhanças e diferenças nos hábitos, nas relações com a natureza e no modo de viver de pessoas em diferentes lugares.
Objetos de conhecimento
• Mudanças e permanências
Habilidades
(EF02GE05) Analisar mudanças e permanências, comparando imagens de um mesmo lugar em diferentes tempos.
Unidade temática
• Mundo do trabalho
Objetos de conhecimento
• Tipos de trabalho em lugares e tempos diferentes
Habilidades

c ) De acordo com o cartum, quais são as causas do problema retratado?
d ) Cite alguns trabalhos da sua comunidade que são realizados com veículos, como motos, carros, ônibus e caminhões. e ) Explique, com suas palavras, como alguns veículos podem poluir o meio ambiente.
a ) Em grupo e com a ajuda de um adulto da família, realizem uma pesquisa sobre atitudes que podemos adotar no dia a dia que contribuem para reduzir a poluição do ar.
b ) Com os resultados da pesquisa, elaborem cartazes para a conscientização da comunidade escolar sobre esse assunto. Nesses cartazes, apresentem medidas e atitudes que cada um pode exercer para contribuir com a melhoria da qualidade do ar na comunidade.
c ) Exponham os cartazes em lugares comuns da escola, como os corredores e o pátio. Com a autorização do professor, convidem pessoas da comunidade para ver a exposição dos cartazes. Imagem com elementos sem proporção entre si. Cores fantasia. Parte de uma rua da cidade, com veículo e pessoas.

PARA
VOCABULÁRIO ESSE BOXE APRESENTA O SIGNIFICADO DE ALGUMAS PALAVRAS, DESTACADAS NO TEXTO, PARA AJUDAR EM SUA COMPREENSÃO.
BOXE COMPLEMENTAR NESSE BOXE, VOCÊ ENCONTRA INFORMAÇÕES QUE COMPLEMENTAM O CONTEÚDO ESTUDADO.
(EF02GE06) Relacionar o dia e a noite a diferentes tipos de atividades sociais (horário escolar, comercial, sono etc.).
(EF02GE07) Descrever as atividades extrativas (minerais, agropecuárias e industriais) de diferentes lugares, identificando os impactos ambientais.





VAMOS AVALIAR O APRENDIZADO
ESSA SEÇÃO ESTÁ LOCALIZADA AO FINAL DE CADA
UNIDADE E APRESENTA ATIVIDADES QUE POSSIBILITAM AVALIAR O QUE VOCÊ COMPREENDEU DOS CONTEÚDOS ESTUDADOS AO LONGO DA UNIDADE. ELAS TAMBÉM
AJUDAM VOCÊ A IDENTIFICAR POSSÍVEIS DIFICULDADES E IMPRECISÕES NESSES CONTEÚDOS E RETOMAR O QUE FOR NECESSÁRIO.

VAMOS CONCLUIR
ESSA SEÇÃO É APRESENTADA AO FINAL DO LIVRO E É COMPOSTA DE DIFERENTES ATIVIDADES QUE
POSSIBILITAM AVALIAR O SEU PROGRESSO NA APRENDIZAGEM AO LONGO DO ANO LETIVO.
08/10/2025 09:48:38
Unidade temática
• Formas de representação e pensamento espacial Objetos de conhecimento
• Localização, orientação e representação espacial Habilidades
(
EF02GE08) Identificar e elaborar diferentes formas de representação (desenhos, mapas mentais, maquetes) para representar componentes da paisagem dos lugares de vivência.
(EF02GE09) Identificar objetos e lugares de vivência (escola e moradia) em imagens aéreas e mapas (visão vertical) e fotografias (visão oblíqua).
(EF02GE10) Aplicar princípios de localização e posição de objetos (referenciais espaciais, como frente e atrás, esquerda e direita, em cima e embaixo, dentro e fora) por meio de representações espaciais da sala de aula e da escola.
Unidade temática
• Natureza, ambientes e qualidade de vida Objetos de conhecimento
• Os usos dos recursos naturais: solo e água no campo e na cidade
Habilidades
(EF02GE11) Reconhecer a importância do solo e da água para a vida, identificando seus diferentes usos (plantação e extração de materiais, entre outras possibilidades) e os impactos desses usos no cotidiano da cidade e do campo.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular Versão final. Brasília: MEC, 2018. p. 372-373. Disponível em: https:// www.gov.br/mec/pt-br/escola -em-tempo-integral/BNCC_EI_ EF_110518_versaofinal.pdf. Acesso em: 16 set. 2025.



SAIBA MAIS
ESSA SEÇÃO APRESENTA SUGESTÕES DE LIVROS, SITES, FILMES E OUTROS RECURSOS RELACIONADOS COM OS CONTEÚDOS ESTUDADOS AO LONGO DO LIVRO.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMENTADAS
ESSA SEÇÃO CONTÉM AS REFERÊNCIAS DE LIVROS, REVISTAS E SITES QUE FORAM UTILIZADOS NA ELABORAÇÃO DESTE LIVRO.
RESPOSTA ORAL
INDICA ATIVIDADES E QUESTÕES A QUE VOCÊ PODE RESPONDER ORALMENTE.
RESPOSTA NO CADERNO
INDICA ATIVIDADES E QUESTÕES QUE VOCÊ PODE RESPONDER NO CADERNO.
APRESENTA DICAS QUE PODEM FACILITAR A REALIZAÇÃO DE ALGUMAS ATIVIDADES.
ATENÇÃO
APRESENTA CUIDADOS QUE DEVEM SER TOMADOS AO REALIZAR ALGUMAS ATIVIDADES.
CARTOGRAFIA
CONTEÚDO OU ATIVIDADE QUE CONTEMPLA CONCEITOS, NOÇÕES OU HABILIDADES DE CARTOGRAFIA.
INDICA QUE EXISTE, NA VERSÃO DIGITAL DESTE LIVRO, UM INFOGRÁFICO OU MAPA CLICÁVEL, RELACIONADO AOS CONTEÚDOS DO LIVRO. OBJETOS DIGITAIS
OS SITES INDICADOS NESTE LIVRO PODEM MOSTRAR IMAGENS E TEXTOS DIFERENTES DOS QUE FORAM PENSADOS PARA O SEU ESTUDO. ISSO ACONTECE PORQUE O CONTEÚDO DISPONÍVEL ON-LINE PODE SER ALTERADO COM O TEMPO E VARIAR CONFORME O HISTÓRICO DE PESQUISA DO USUÁRIO. POR ISSO, NÃO TEMOS COMO CONTROLAR AS IMAGENS E OS TEXTOS QUE APARECEM NESSES SITES
VAMOS INICIAR 12
1
MARCANDO A PASSAGEM DO TEMPO ............ 18
DIFERENTES TEMPOS 20
O TEMPO PODE SER MEDIDO 22
RELÓGIOS: PASSADO E PRESENTE 24
A TERRA EM MOVIMENTO 26
VAMOS INVESTIGAR 26
OS DIAS E A SEMANA 32
O ANO E A PASSAGEM DOS MESES 34
DIFERENTES TIPOS DE CALENDÁRIO 36
CALENDÁRIOS INDÍGENAS 36
CALENDÁRIO MAIA 37
CALENDÁRIO CHINÊS 37
EFEITO ESTUFA NATURAL 38
VAMOS INVESTIGAR 38
COLETIVAMENTE • A PELE E A LUZ SOLAR ............................ 44 AS TRANSFORMAÇÕES EM NOSSO DIA A DIA 46 AS TRANSFORMAÇÕES AO LONGO DO TEMPO 47
VAMOS AVALIAR O APRENDIZADO 52
2
NOSSO COTIDIANO ................ 58
O MEU COTIDIANO 60
DIFERENTES COTIDIANOS 63 ENTRE TEXTOS 66
NOÇÕES DE TEMPO 69
ANTES E DEPOIS, DURANTE E AO MESMO TEMPO 69
O DIA A DIA DA FAMÍLIA 72
O DIA A DIA NO ESPAÇO DA ESCOLA 76
VAMOS REPRESENTAR O ESPAÇO DA ESCOLA 78 UTILIZANDO SÍMBOLOS NAS REPRESENTAÇÕES 82
OBJETOS DO COTIDIANO 85 MATERIAIS E OBJETOS 86 A EXTRAÇÃO DE MATERIAIS 90 EM BUSCA DE NOVAS APLICAÇÕES 93 DESENVOLVENDO NOVOS MATERIAIS 94
VAMOS AVALIAR O APRENDIZADO 96
MEUS DOCUMENTOS E OBJETOS PESSOAIS 102 NARRANDO MINHAS HISTÓRIAS 105 MEMÓRIAS DA FAMÍLIA 106 CONTANDO A NOSSA HISTÓRIA .............................. 100
3 9 08/10/2025 08:00:46
OBJETOS E DOCUMENTOS ESCOLARES 108
MEMÓRIAS DA COMUNIDADE 110
MATERIAIS DO PASSADO, DO PRESENTE E DO FUTURO 112
OBJETOS PESSOAIS: PRESERVAR OU DESCARTAR? 114
LEMBRANÇAS DA FAMÍLIA: FONTES HISTÓRICAS 118 AS TRADIÇÕES DA FAMÍLIA 120 OS RELATOS ORAIS 122
CONVIVÊNCIA NA FAMÍLIA 124
A PREVENÇÃO É O MELHOR CUIDADO! 127 VAMOS INVESTIGAR 133
DE TRANSPORTE 163
TIPOS DE MEIOS DE TRANSPORTE 164 OS
DO
166 O TRÂNSITO EM NOSSO DIA A DIA 167 CUIDADOS NO TRÂNSITO 168 COLETIVAMENTE • SEGURANÇA PARA TODOS 172
MEIOS DE COMUNICAÇÃO EM NOSSO DIA A DIA 174 OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO AO LONGO DO TEMPO 176 CUIDADOS COM A ENERGIA ELÉTRICA 178
VAMOS AVALIAR O APRENDIZADO 179
OBERVANDO A MINHA RUA 159 A VIDA NA COMUNIDADE ....................... 138 UNIDADE 4 O
VAMOS AVALIAR O APRENDIZADO 134 10
GRUPOS DE CONVIVÊNCIA 140
CONVIVÊNCIA NA COMUNIDADE ESCOLAR 141 COMUNIDADES INDÍGENAS 142 COMUNIDADES QUILOMBOLAS 143
LEMBRANÇAS DA COMUNIDADE 146
COTIDIANO E HISTÓRIA DA COMUNIDADE 148
TRANSFORMAÇÃO DOS BAIRROS 151
AS TRANSFORMAÇÕES E A HISTÓRIA DAS PESSOAS 152
OBSERVANDO O LUGAR ONDE EU VIVO 154 EM CADA LUGAR, UM CAMINHO DIFERENTE 155 AS RUAS SÃO DIFERENTES 158
O AR E O SERES VIVOS
INVESTIGAR 187 A ÁGUA, A LUZ SOLAR E OS
A NATUREZA E AS ATIVIDADES ECONÔMICAS 201 O SER HUMANO E AS ATIVIDADES ECONÔMICAS 203
O COMÉRCIO E A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS 208 AS ATIVIDADES ECONÔMICAS
EM NOSSO DIA A DIA 209
TRABALHO NA COMUNIDADE 211
TRABALHADORES NO PASSADO 214
AS ATIVIDADES ECONÔMICAS
E A NATUREZA 216
POLUIÇÃO DAS ÁGUAS 216
POLUIÇÃO DO SOLO 217 POLUIÇÃO DO AR 218 DESMATAMENTO 219
OS TRABALHOS E OS IMPACTOS AMBIENTAIS 220
COLETIVAMENTE • CHEGA DE POLUIÇÃO! 222
VAMOS AVALIAR O APRENDIZADO 224
VAMOS CUIDAR DO MEIO AMBIENTE ...................228
CARACTERÍSTICAS DOS AMBIENTES 230
OS DIFERENTES AMBIENTES DA TERRA 231
OS ANIMAIS NO AMBIENTE 235 OS ANIMAIS SÃO DIFERENTES 237
AS PLANTAS NO AMBIENTE 244
VAMOS INVESTIGAR 244
PARTES DAS PLANTAS 250
VAMOS INVESTIGAR 252
AS PLANTAS E OS OUTROS SERES VIVOS 255
EU E A NATUREZA 258 CONSUMO CONSCIENTE 259
DIFERENTES FORMAS DE CUIDAR DA NATUREZA 262
COLETIVAMENTE • CUIDANDO DA ÁGUA NA ESCOLA 264
DIFERENTES POVOS E SUA RELAÇÃO COM A NATUREZA 266
OS POVOS INDÍGENAS 266
OS POVOS RIBEIRINHOS 268
VAMOS AVALIAR O APRENDIZADO 271
VAMOS CONCLUIR 276
SAIBA MAIS 282
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMENTADAS 286
OBJETOS DIGITAIS
INFOGRÁFICO CLICÁVEL: DURAÇÃO DO DIA E DA NOITE EM DIFERENTES
REGIÕES DA TERRA 30
INFOGRÁFICO CLICÁVEL: OS
DIFERENTES PONTOS DE VISTA 78
INFOGRÁFICO CLICÁVEL: OBJETOS PESSOAIS: PRESERVAR OU DESCARTAR?.... 116
MAPA CLICÁVEL: MUSEUS LOCAIS PELO BRASIL 117
INFOGRÁFICO CLICÁVEL: SEGURANÇA EM CADA CÔMODO DA CASA 128
INFOGRÁFICO CLICÁVEL: GRUPOS DE CONVIVÊNCIA 140
MAPA CLICÁVEL: PLANTAS EM UM JARDIM BOTÂNICO 254
INFOGRÁFICO CLICÁVEL: EM CASA, PODEMOS CUIDAR DO MEIO AMBIENTE.... 259
MAPA CLICÁVEL: ALGUNS DOS POVOS TRADICIONAIS DO BRASIL 266
08/10/2025 08:00:46
1. Objetivos
• Desenvolver a leitura oral e a compreensão de textos.
• Perceber aspectos do crescimento das pessoas.
Sugestão de intervenção
Se algum estudante tiver dificuldade no item A, releia o trecho da música com a turma, destacando palavras-chave, como cresce e adulto. Ajude-os a associar essas palavras à ideia de crescimento humano. No item B, se não se lembrarem de situações do próprio desenvolvimento, ofereça exemplos simples, como aprender a escrever ou a andar de bicicleta. Incentive-os a compartilhar suas memórias oralmente antes do registro escrito, pois isso facilita a percepção de mudanças ao longo do tempo.
BNCC
• A atividade 1 contribui para o desenvolvimento da Competência específica de História 2 e da Competência geral 8
1. LEIA EM VOZ ALTA O TRECHO DA LETRA DE MÚSICA A SEGUIR.
SEM PARAR O TEMPO SEGUE SEU CAMINHO
E A GENTE CRESCE POUQUINHO A POUQUINHO
OS PRIMEIROS PASSOS
PRIMEIROS SORRISOS
LOGO, LOGO TÁ NA ESCOLA
FAZENDO NOVOS AMIGOS
DEPOIS FICA ADULTO
[...]
A GENTE CRESCE. INTÉRPRETE: MUNDO BITA. EM: BITA E O CORPO HUMANO. MR. PLOT PRODUÇÕES, 2016. FAIXA 10.
A ) MARQUE UM X NO QUADRO QUE APRESENTA O TEMA DA MÚSICA.
Resposta: O CRESCIMENTO DAS PESSOAS.
O CRESCIMENTO DAS PLANTAS.
O CRESCIMENTO DAS PESSOAS.
B ) AGORA QUE VOCÊ ESTÁ NO 2º ANO, TENTE SE LEMBRAR DE ALGO QUE VOCÊ NÃO SABIA FAZER QUANDO ESTAVA NO 1º ANO, MAS AGORA SABE. DEPOIS, ESCREVA O QUE VOCÊ PERCEBEU.
Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é que os estudantes percebam aspectos do crescimento deles por meio de lembranças particulares.
2. RELACIONE CADA BRINCADEIRA À SUA DESCRIÇÃO CORRETA. PARA ISSO, ESCREVA A LETRA DA IMAGEM NO QUADRO CORRESPONDENTE.
Professor, professora: As legendas das imagens não foram inseridas para não comprometerem a realização da atividade.



• Relacionar os diferentes tipos de brincadeira à sua descrição.
Sugestão de intervenção
Se houver dúvidas, peça aos estudantes que descrevam oralmente o que veem em cada fotografia antes de associar com a respectiva legenda. Retome oralmente as regras básicas de cada brincadeira e convide-os a contar se já participaram delas, estabelecendo vínculos entre a experiência pessoal e a atividade proposta. Se necessário, faça coletivamente a associação de uma imagem com sua legenda como exemplo e incentive os estudantes a completarem os demais pares.
Resposta: A — 3; B — 1; C — 2
3. CITE UMA REGRA IMPORTANTE PARA A BOA CONVIVÊNCIA NA SALA DE AULA.
Resposta pessoal. Os estudantes podem responder o uso de palavras de gentileza, o respeito à opinião dos colegas, entre outras regras.
4. ANALISE AS IMAGENS E, DEPOIS, ESCREVA O NOME DA PROFISSÃO REPRESENTADA EM CADA UMA DELAS.
As legendas das Professor, professora:
imagens não foram inseridas para não comprometerem a realização da atividade.


Resposta: A – mecânico; B – professora.
4. Objetivo
• Reconhecer atividades realizadas por diferentes profissionais.
Sugestão de intervenção
Resgate conhecimentos prévios dos estudantes a respeito dos tipos de profissão. Explique que elas podem ser tanto atividades realizadas por familiares quanto por profissionais com os quais têm contato no dia a dia. Incentive-os a citar esses exemplos e contar o que sabem sobre essas profissões e onde elas são realizadas. Se nenhuma das profissões evidenciadas na atividade forem citadas, promova a observação
• Identificar a importância de regras de convivência na sala de aula.
Sugestão de intervenção
Explique aos estudantes que, para identificar regras de convívio na sala de aula, eles deverão reconhecer ações positivas e negativas que podem melhorar ou prejudicar a qualidade do ambiente e das relações entre as pessoas. Para incentivá-los, organize uma conversa e inicie com um exemplo simples, questionando-os de forma que reconheçam os motivos pelos quais não devemos jogar resíduos sólidos no chão da sala de aula. Incentive-os, então, a identificar qual seria a atitude correta, isto é, jogar o lixo na lixeira.
08/10/2025 08:03:46
detalhada das imagens e a leitura em voz alta de cada uma. Caso alguém tenha dificuldades no processo de escrita, sugere-se que seja incentivado a participar da atividade por meio de expressão oral ou em dupla.
BNCC
• A atividade 2 contribui para a Competência geral 3. Já a questão 3 permite o desenvolvimento das Competências gerais 9 e 10
• A atividade 4 favorece o desenvolvimento da habilidade EF02HI10 e da Competência específica de Geografia 1
• Reconhecer os efeitos da radiação solar em materiais de diferentes cores.
• Identificar materiais utilizados na fabricação de objetos do cotidiano.
• Conhecer algumas características de materiais de objetos do cotidiano.
Sugestão de intervenção
Caso os estudantes tenham dificuldade de realizar os itens A e B da atividade, questione-os sobre experiências pessoais que tiveram ao utilizar roupas claras e escuras em dias ensolarados, perguntando em qual das situações sentiram mais calor.
No item C, caso algum estudante tenha dificuldade de identificar o material das camisetas, apresente a ele objetos feitos de plástico, papel e tecido. Permita que manipule esses materiais e, em seguida, pergunte qual é o mais indicado para a confecção das camisetas, levando-o a identificá-lo intuitivamente.
No item D, apresente aos estudantes um retalho de tecido de malha e permita que eles o manipulem, a fim de identificarem as características no material. Incentive-os a relatar suas percepções e, se necessário, auxilie-os citando diferentes características, para que selecionem a que melhor representa a malha. Por exemplo, pergunte se o tecido é macio ou áspero e se é rígido ou maleável.
6. Objetivo
• Reconhecer diferentes objetos e identificar a qual cômodo de uma moradia eles pertencem. Sugestão de intervenção
Caso os estudantes tenham dificuldades, promova uma roda de conversa e incentive a leitura em voz alta dos objetos e dos cômodos destacados. Primeiro, eles devem identificar esses elementos; depois,
5. OBSERVE AS IMAGENS E FAÇA O QUE SE PEDE.
A. B. C. D.

VERDE.



A ) MARQUE UM X NO QUADRO DA CAMISETA CUJA TEMPERATURA AUMENTARÁ MAIS RAPIDAMENTE SE EXPOSTA DIRETAMENTE À LUZ SOLAR.
Resposta: Camiseta preta (B).
B ) PINTE O QUADRO DA CAMISETA CUJA TEMPERATURA AUMENTARÁ MAIS LENTAMENTE SE EXPOSTA DIRETAMENTE À LUZ SOLAR.
Resposta: Camiseta branca (C).
C ) CONTORNE O NOME DO MATERIAL QUE, GERALMENTE, É UTILIZADO NA PRODUÇÃO DE ROUPAS, COMO AS CAMISETAS.
Resposta: TECIDO.
PLÁSTICO TECIDO PAPEL
D ) CITE UMA CARACTERÍSTICA DO MATERIAL QUE VOCÊ
IDENTIFICOU NO ITEM ANTERIOR.
6. IDENTIFIQUE OS CÔMODOS ONDE, GERALMENTE, FICAM OS OBJETOS MENCIONADOS A SEGUIR. PARA ISSO, ESCREVA NO QUADRO A LETRA CORRESPONDENTE A CADA CÔMODO.
QUARTO Q. COZINHA C. BANHEIRO B.
Resposta: PANELA - C; CHUVEIRO - B; CAMA - Q; FOGÃO - C; ESCOVA DENTAL - B; TRAVESSEIRO - Q
PANELA. CHUVEIRO.
IMAGENS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CAMA. FOGÃO.
ESCOVA DENTAL. TRAVESSEIRO.
5. D) Resposta pessoal. O objetivo desta questão é levantar os conhecimentos prévios dos estudantes sobre as propriedades de materiais usados no cotidiano, nesse caso, o tecido. Eles podem citar que o tecido é maleável e macio.
vão citar exemplos de usos para esses objetos, resgatando conhecimentos e experiências prévias. Em seguida, incentive-os a reconhecer em qual cômodo de suas casas eles são usados. Se algum estudante tiver dificuldades na leitura, sugira que a atividade seja feita em duplas.
BNCC
• A atividade 5 favorece o desenvolvimento das habilidades EF02CI01, EF02CI02 e EF02CI08.
• A atividade 6 contribui para o desenvolvimento de aspectos da Competência específica de Geografia 3
7. ESCREVA O NOME DE UMA ATIVIDADE QUE VOCÊ REALIZA EM CADA PERÍODO DO DIA.
PERÍODO DA MANHÃ
Resposta pessoal. Os estudantes podem responder atividades como tomar café da manhã, tomar banho, escovar os dentes, ir para a escola, brincar e fazer tarefa.
PERÍODO DA TARDE
Resposta pessoal. Os estudantes podem responder atividades como almoçar, escovar os dentes, tomar banho, ir para a escola, brincar e fazer tarefa.
PERÍODO DA NOITE
Resposta pessoal. Os estudantes podem responder atividades como jantar, escovar os dentes, tomar banho, fazer tarefa e dormir.
8. IDENTIFIQUE O ANIMAL A QUE SE REFERE CADA UMA DAS DESCRIÇÕES A SEGUIR. PARA ISSO, ESCREVA A LETRA DA DESCRIÇÃO NO QUADRO DA IMAGEM CORRESPONDENTE.
A.
TENHO O CORPO COBERTO POR ESCAMAS. POSSUO NADADEIRAS, QUE ME AJUDAM A NADAR NO AMBIENTE.
B.
TENHO O CORPO ALONGADO, QUE AJUDA A ME DESLOCAR NO INTERIOR DO SOLO.
C.
TENHO O CORPO COBERTO POR PENAS DE DIFERENTES CORES, POSSUO BICO E POSSO VOAR PELO AR.
IMAGENS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI.
8. Professor, professora: As legendas das imagens não foram inseridas para não comprometerem a realização da atividade.

Resposta: A – 2; B – 3; C – 1

interação entre os estudantes, de modo que compartilhem com o restante da turma os conhecimentos prévios deles sobre cada animal e a percepção individual sobre as características de cada um desses seres vivos. Para isso, oriente-os a observar as imagens dos animais 1, 2 e 3 e pergunte o que sabem sobre eles. Componha um quadro na lousa com três colunas, intituladas animal 1, animal 2 e animal 3, e anote as informações fornecidas pelos estudantes para cada animal na respectiva coluna, de modo que eles possam acessá-las ao longo da atividade.

Após a realização da atividade, se julgar pertinente, comente com os estudantes o nome e a medida dos animais apresentados: 1 – papagaio-alexandrino (Psittacula eupatria – pode atingir cerca de 60 centímetros de comprimento); 2 – peixe-palhaço (Amphiprion ocellaris – pode atingir cerca de 11 centímetros de comprimento); 3 – minhoca (Lumbricus terrestris – pode atingir cerca de 25 centímetros de comprimento). Caso apresente essas informações, aproveite para explorar a variação de tamanho dos animais.
7. Objetivo
• Identificar atividades realizadas em diferentes períodos do dia (manhã, tarde e noite).
Sugestão de intervenção
Incentive os estudantes a contarem aos colegas o que fazem logo ao acordar, logo depois do almoço ou antes de dormir. Identificando essas ações e esses momentos específicos, eles podem ter mais facilidade em verificar o período do dia em questão. Para incentivá-los, dê um exemplo pessoal do que você faz nesses períodos. Uma alternativa para tornar a dinâmica mais interessante é produzir três colunas na lousa, uma para cada período do dia. Faça, então, o levantamento das atividades mais realizadas pelos estudantes nesses períodos, incentivando-os a compartilhar as respostas e anotando-as na lousa. Intervenha quando achar que um estudante errou ao relacionar a atividade ao período em questão. Caso alguém tenha dificuldade na escrita, oriente-o a realizar a atividade por meio da linguagem visual, utilizando o desenho como recurso, por exemplo.
8. Objetivo
• Reconhecer as características físicas de animais (forma, cor) e os relacionar ao ambiente onde vivem.
Sugestão de intervenção
Caso haja dificuldade em realizar os itens A e B da atividade, promova uma
08/10/2025 08:03:51
BNCC
• A atividade 7 permite o desenvolvimento da habilidade EF02GE06. Já a atividade 8 contribui para o desenvolvimento da habilidade EF02CI04
• Localizar pessoas e elementos na sala de aula, utilizando referenciais espaciais e tendo como referência o próprio corpo.
Sugestão de intervenção
Caso os estudantes tenham dificuldade, realize em sala de aula atividades que desenvolvam noções de lateralidade. Oriente-os, por exemplo, a levantar a mão direita e, depois, a mão esquerda; em seguida, instrua-os a estender as mãos para a frente e, depois, colocar os braços para trás. Verifique se todos desenvolvem essas noções corretamente e, caso persistam dificuldades, verifique qual é o lado dominante para a escrita e incentive-os a identificar que lado é esse. Ao perceberem a dominância lateral, poderão desenvolver mais facilmente as noções de lateralidade. Caso algum estudante tenha dificuldade na escrita, ofereça apoio, fornecendo algumas sílabas para facilitar o processo, ou incentive-o a expressar suas ideias por meio de desenhos.
10. Objetivos
• Identificar o movimento aparente do Sol no céu e seu efeito em um observador.
• Reconhecer a importância da luz solar para a manutenção da vida das plantas.
Sugestão de intervenção
Auxilie os estudantes com uma demonstração simples, utilizando um foco de luz, como uma lanterna ou uma luminária, para simular o Sol e um lápis para simular a árvore. Ao mover o foco de luz (representando o movimento do Sol), os estudantes podem observar o que acontece com a sombra do lápis, compreendendo o que ocorreria com a sombra da árvore. Comente que a percepção que temos de que o Sol está se movimentando no céu se deve ao movimento de rotação da Terra.
9. PENSE NO LUGAR ONDE VOCÊ SE SENTA NA SALA DE AULA E COMPLETE AS INFORMAÇÕES A SEGUIR.
A ) AO MEU LADO DIREITO FICA:
Resposta pessoal. Auxilie os estudantes a identificarem uma pessoa ou um objeto localizado imediatamente ao lado direito deles.
B ) AO MEU LADO ESQUERDO FICA:
Resposta pessoal. Auxilie os estudantes a identificarem uma pessoa ou um objeto localizado imediatamente ao lado esquerdo deles.
C ) À MINHA FRENTE FICA:
Resposta pessoal. Auxilie os estudantes a identificarem uma pessoa ou um objeto localizado imediatamente à frente deles.
D ) ATRÁS DE MIM FICA:
10. OBSERVE A IMAGEM A SEGUIR.
Resposta pessoal. Auxilie os estudantes a identificarem uma pessoa ou um objeto localizado imediatamente atrás deles.

MANGUEIRA: PODE ATINGIR CERCA DE 30 METROS DE ALTURA.
10. B) Resposta: Espera-se que os estudantes respondam que a sombra projetada pela árvore mudará de posição, de formato e de tamanho à medida que o Sol aparentemente mudar de posição no céu.
MANGUEIRA.
A ) CONSIDERANDO A POSIÇÃO DA SOMBRA PROJETADA PELA ÁRVORE NO SOLO, QUAL É A POSIÇÃO APARENTE APROXIMADA DO SOL NO CÉU? MARQUE UM X NA OPÇÃO CORRETA.
POSIÇÃO A
Resposta: POSIÇÃO B
POSIÇÃO B POSIÇÃO C
B ) O QUE ACONTECERÁ COM A SOMBRA DESSA ÁRVORE AO LONGO DO DIA?
C ) A PLANTA ESTÁ SOB INCIDÊNCIA DIRETA DA LUZ SOLAR. CONTORNE AS DUAS OPÇÕES QUE MELHOR REPRESENTAM A IMPORTÂNCIA DESSA LUZ PARA AS PLANTAS.
PRODUÇÃO DE ALIMENTO
ABSORÇÃO DE GÁS OXIGÊNIO
16
RESPIRAÇÃO
FIXAÇÃO AQUECIMENTO
Resposta: PRODUÇÃO DE ALIMENTO; FOTOSSÍNTESE.
Caso os estudantes tenham dificuldade em realizar o item C, pergunte-lhes onde a maioria das plantas se fixa e de onde elas obtêm o gás oxigênio utilizado na respiração. Verifique se relacionam a fixação das plantas ao solo e a obtenção de oxigênio por elas do ar atmosférico. Pergunte também de onde os seres vivos obtêm os nutrientes e a energia de que necessitam para crescer e se desenvolver e verifique se mencionam os alimentos ou a alimentação. Em seguida, questione a turma a respeito de como as plantas obtêm os nutrientes necessários para crescerem e se desenvolverem. Em caso de dificuldade em identificar a relação entre a
FOTOSSÍNTESE
luz solar e a produção de alimento pelas plantas, pergunte se algum deles já vivenciou uma situação em que um vaso de planta foi deixado em um local sem incidência de luz solar por um longo período e o que aconteceu com a planta na ocasião.
BNCC
• A atividade 9 favorece a habilidade EF02GE10. Já a atividade 10 contribui para desenvolver as habilidades EF02CI05 e EF02CI07
11. DESENHE EM UMA FOLHA AVULSA UM TIPO DE ALIMENTO OU DE ROUPA MAIS ADEQUADO PARA UM DIA:
12. Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é que os estudantes identifiquem alguns elementos que existem no caminho que fazem de casa à escola.
DE FRIO OU DE CHUVA.
DE SOL E CALOR.
11. Objetivo
estudantes podem desenhar roupas ou alimentos que auxiliem a aquecer o corpo. Para dias de sol e calor, os estudantes podem desenhar alimentos ou roupas que os auxiliem a se refrescarem.
12. CONTORNE, ENTRE OS ELEMENTOS A SEGUIR, O QUE VOCÊ OBSERVA NO CAMINHO QUE FAZ DE CASA À ESCOLA.
SEMÁFORO
ÁRVORE RIO CASAS
LOJA PRAÇA PONTE PLANTAÇÃO
13. ENCONTRE E CONTORNE NO DIAGRAMA OS NOMES DAS TRÊS FESTAS DE COMUNIDADE APRESENTADAS A SEGUIR.
Resposta:
Espera-se que os estudantes contornem as palavras: CONGADA, CARNAVAL E CAVALHADA.
CAVALHADA
A ) ESCREVA O NOME DE UMA FESTA DE COMUNIDADE QUE ACONTECE NO MUNICÍPIO OU NA REGIÃO ONDE VOCÊ VIVE.
Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é aproximar o conteúdo da realidade próxima dos estudantes.
• Identificar manifestações culturais que fazem parte do cotidiano.
Sugestão de intervenção
Caso algum estudante tenha dificuldade em localizar as palavras no diagrama, leia-as em voz alta com a turma, destacando suas letras iniciais e finais, e registre-as na lousa. Em seguida, aponte visualmente no diagrama a direção em que as palavras podem aparecer (horizontal).
No item A, se os estudantes não se lembrarem de festas locais, dê exemplos da região ou utilize imagens de festejos populares para incentivar a memória. Incentive-os a compartilhar
Resposta pessoal. Para dias frios ou de chuva, os 17
08/10/2025 08:03:52
experiências pessoais ou relatos de familiares sobre a participação nessas festas, valorizando a diversidade cultural.
BNCC
• A atividade 11 propicia o desenvolvimento das Competências específicas de Geografia 1 e 6
Já a atividade 12 contribui para o desenvolvimento da Competência específica de Geografia 3
• A atividade 13 favorece o desenvolvimento da Competência específica de História 4 e da Competência geral 3.
• Reconhecer alimentos e peças de vestuário adequados a dias frios e chuvosos e a dias quentes e ensolarados.
Sugestão de intervenção
Se os estudantes tiverem dificuldade, selecione previamente e mostre a eles imagens que evidenciem pessoas vestidas ou se alimentando em condições de frio ou calor, chuva ou sol. Se o município onde estiver localizada a escola não apresentar variações consideráveis de temperatura, incentive-os a considerar para a resposta tempos chuvoso e seco e com muito ou pouco vento.
12. Objetivo
• Reconhecer elementos presentes no caminho de casa para a escola.
Sugestão de intervenção
Incentive os estudantes a se imaginarem realizando o percurso de casa para a escola. Para incentivar, conte a eles como é o caminho entre sua moradia e a escola e quais dos elementos citados você observa. Peça a cada estudante que desenhe um elemento desse caminho e apresente à turma, para saber se ele também é observado pelos demais. Auxilie quem tiver dificuldade em ler, incentivando uma leitura lenta e pausada para melhor compreensão.
• Reconhecer festas de comunidade presentes em diferentes regiões do Brasil.
• Diferenciar as categorias de tempo da natureza, tem po cronológico e tempo his tórico.
• Identificar e reconhecer as unidades de medida do tempo cronológico.
• Perceber as semelhanças e as diferenças entre os re lógios do passado e do pre sente.
• Organizar as atividades es colares nos dias da semana.
• Identificar elementos tem porais no calendário anual.
• Interagir com diferentes tipos de calendário.
• Compreender o movimen to de rotação da Terra e sua relação com o movimento aparente do Sol no céu e com a ocorrência dos dias e das noites.
• Compreender o efeito es tufa natural e sua importân cia para a manutenção da temperatura do planeta.
• Identificar os efeitos da radiação solar ao incidir em materiais com diferentes características.
• Compreender que os lu gares estão em constantes transformações, rápidas ou lentas.
• Verificar que os lugares são transformados pela ação da natureza e pelas atividades humanas.
Organize uma conver sa inicial com a pergunta: “Como sabemos que o tem po está passando?”. Anote as respostas na lousa, valorizando todas as ideias. Depois, leve imagens de diferentes formas de medir o tempo (Sol, ampulheta, calendário, relógio de ponteiro, digital, cuco etc.) e promova uma observação coletiva. Faça perguntas aos estudantes como: “Qual desses instrumentos vocês já viram?”. Em seguida, proponha uma atividade prática.

PARTE DO CENTRO HISTÓRICO DO MUNICÍPIO DE TIRADENTES, MINAS GERAIS, EM 2024.
Peça que observem a sombra de um objeto ou do próprio corpo em diferentes horários ao longo do dia (se possível, em casa ou no pátio da escola) e registrem com desenho ou anotação como ela muda. Isso introduz a ideia de como o Sol já foi (e ainda é) usado como marcador do tempo.
• Explore com os estudantes as imagens das páginas de abertura desta unidade. Auxilie-os na análise da imagem A e oriente-os a ler a legenda com a mesma atenção que deram à imagem, pois ela traz informações importantes. Leve-os a refletir sobre a fotografia questionando: “Como as pessoas faziam para se orientar com esse
relógio?”; “Qual é o material utilizado para construir o relógio?”; “Como as pessoas faziam para se orientar em dias nublados?”. Por meio dessas questões, converse com eles a respeito da importância dos marcadores de tempo para a organização da vida pessoal e em comunidade.
• Promova um momento para que todos tenham a oportunidade de verbalizar seu raciocínio e acolha todas as respostas.
1.
Respostas nas orientações ao professor
PODEMOS MEDIR A PASSAGEM DO TEMPO UTILIZANDO DIFERENTES
INSTRUMENTOS. DECIFRE O ENIGMA E DEPOIS ESCREVA O NOME DO INSTRUMENTO A INDICADO NA FOTOGRAFIA.
2. 3. - CABI
EM SUA OPINIÃO, COMO O INSTRUMENTO APRESENTADO
NA IMAGEM AJUDA A MARCAR A PASSAGEM DO TEMPO? MARQUE UM X NO QUADRO DA RESPOSTA CORRETA.
SOBRE A SUPERFÍCIE PLANA
DESSE INSTRUMENTO, HÁ UMA HASTE QUE SE MOVE AO LONGO DO DIA, MARCANDO AS HORAS.
QUANDO A LUZ DO SOL INCIDE SOBRE A HASTE, A SOMBRA PROJETADA NA SUPERFÍCIE DO INSTRUMENTO INDICA A HORA.
COMO VOCÊ ACHA QUE ERA O LUGAR
RETRATADO NA IMAGEM ANTES DAS CONSTRUÇÕES EXISTENTES? CONTE PARA OS COLEGAS.

• A atividade 1 tem como objetivo introduzir a temática da passagem do tempo por meio da identificação do nome do instrumento da imagem A. Caso algum deles tenha dificuldade em decifrar o enigma, incentive-o a começar pelas imagens, reconhecendo-as.
A atividade 1 pode ser articulada com o componente curricular de Língua Portuguesa por meio do trabalho com separação de sílabas, auxiliando os estudantes a identificarem a proposta da atividade.
• O objetivo da atividade 2 é avaliar se os estudantes compreendem a marcação do tempo utilizando a luz solar. Ajude-os a compreender que essa marcação pode ser medida por minutos, horas, dias, meses e anos e que para cada uma dessas escalas existem diferentes instrumentos de medição. As horas, por exemplo, podem ser medidas por diversos tipos de relógio, sendo um deles o de sol, representado na imagem. Chame a atenção para o local onde está situado o relógio de sol e pergunte-lhes se ele poderia estar no interior de uma residência e por qual motivo não seria possível. Espera-se que identifiquem que o relógio de sol necessita da incidência dos raios solares para marcar a passagem do tempo, fazendo que a sombra da haste se movimente.
• O objetivo da atividade 3 é avaliar se os estudantes compreendem que a passagem do tempo também pode ser identificada pelas mudanças ocorridas em um lugar. Convide-os a compartilhar suas hipóteses, engajando-os na atividade por meio de perguntas como: “As casas parecem mais novas do que o relógio de sol?”; “Quem você acha que pode ter construído esse instrumento?”. Em seguida, promova um ambiente acolhedor e tranquilo, permitindo a participação da turma. Comente
que os lugares podem ter sido habitados em diferentes momentos e que os vestígios materiais podem ajudar a compreender seus modos de vida, incluindo a forma de marcar a passagem do tempo.
Respostas
1. Relógio de sol.
2. Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é levar os estudantes a refletirem sobre a relação entre a projeção de sombras na superfície terrestre e a marcação do tempo, levantando seus conhecimentos prévios sobre o tema. Espera-se que
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eles identifiquem como resposta correta: Quando a luz do sol incide na haste, sua sombra projetada na superfície do instrumento indica a hora.
3. Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é que os estudantes analisem a imagem e reflitam sobre as alterações que ocorreram no ambiente por ação humana. Espera-se que eles comentem que o lugar poderia apresentar áreas de vegetação, por exemplo.
• Ao abordar a passagem do tempo com os estudantes, é importante diferenciar o tempo da natureza, marcado pelos ciclos naturais (como o nascer e o pôr do sol, as fases da lua, as estações do ano, o crescimento de plantas e animais), do tempo histórico, que está relacionado às mudanças nas formas de viver das pessoas, aos acontecimentos e às transformações ao longo dos anos. O tempo da natureza segue um ritmo cíclico e contínuo. Já o tempo histórico é construído pelas ações humanas, pelas memórias e pelos registros que nos ajudam a compreender o passado e suas relações com o presente. Para facilitar essa compreensão, proponha comparações simples como: “As estações do ano sempre voltam, mas a infância de cada pessoa acontece só uma vez”. Isso ajuda os estudantes a perceberem que, embora ambos os tempos coexistam, têm naturezas diferentes.
• Se considerar pertinente, ao citar o tempo da natureza, comente com os estudantes que o crescimento e o desenvolvimento das plantas fazem parte do ciclo de vida desses organismos. O ciclo de vida é característico dos seres vivos e envolve nascimento, crescimento, possível reprodução e morte. Esta abordagem colabora com o desenvolvimento da habilidade EF02CI04 da BNCC ao incentivar os estudantes a identificarem características das plantas. O ciclo de vida das plantas será explorado com mais detalhes na unidade 5 deste volume.
OBSERVE AS IMAGENS E LEIA OS TEXTOS A SEGUIR.
BRUNA E SUA FAMÍLIA CONSEGUEM PERCEBER A PASSAGEM DO TEMPO OBSERVANDO O CRESCIMENTO DOS VEGETAIS DA HORTA QUE CULTIVAM.
A PASSAGEM DO TEMPO PERCEBIDA AO ACOMPANHARMOS O CRESCIMENTO DAS PLANTAS É CHAMADA DE TEMPO DA NATUREZA
IMAGEM COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.
RITA E OS IRMÃOS PERCEBERAM COMO A FAMÍLIA DELES
MUDOU AO LONGO DO TEMPO AO ANALISAREM OBJETOS E FOTOGRAFIAS ANTIGAS, CONVERSAREM COM PESSOAS DE MAIS IDADE DA FAMÍLIA, COMO OS AVÓS, E OUVIREM SUAS HISTÓRIAS.
QUANDO COMPREENDEMOS O QUE MUDA E O QUE PERMANECE NAS SOCIEDADES AO LONGO DO TEMPO, ESTAMOS ANALISANDO O TEMPO HISTÓRICO.
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IMAGENS COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.
1. A) Resposta: Os estudantes podem citar a observação de fenômenos naturais (dia, noite, estações do ano etc.) e de transformações biológicas (crescimento e desenvolvimento de plantas e animais).
RITA, OS IRMÃOS E O AVÔ FOLHEANDO UM ÁLBUM DE FOTOGRAFIAS.
JONAS TREINA BASQUETE COM SEU TIME DA ESCOLA TODAS AS QUARTAS-FEIRAS, ÀS 8 HORAS DA MANHÃ. ELES SABEM QUE O TREINO ACABA QUANDO O RELÓGIO MARCA 9 HORAS DA MANHÃ. O TEMPO CRONOLÓGICO É AQUELE QUE PODE SER MEDIDO POR INSTRUMENTOS COMO RELÓGIOS E CALENDÁRIOS.
JONAS E OS COLEGAS JOGANDO BASQUETE.
1. CITE OUTROS EXEMPLOS DE SITUAÇÕES COTIDIANAS EM QUE PODEMOS PERCEBER OS DIFERENTES TIPOS DE TEMPO A SEGUIR.
A ) TEMPO DA NATUREZA.
B ) TEMPO HISTÓRICO.
C ) TEMPO CRONOLÓGICO.
1. B) Resposta: Os estudantes podem citar a compreensão de mudanças e permanências observadas na sociedade em determinado espaço de tempo, como costumes, vestimentas e hábitos.
1. C) Resposta: Os estudantes podem citar a duração de atividades cotidianas e compromissos que podem ser medidos por instrumentos como relógios ou calendários.
o tempo esquentando ou esfriando, plantas crescendo ou animais mudando com o tempo. No item B, tempo histórico, ajude-os a pensar em mudanças que aconteceram ao longo do tempo, como o modo de se vestir, os tipos de brincadeiras ou o jeito como as pessoas se comunicam hoje e antigamente. No item C, tempo cronológico, oriente-os a citar momentos organizados por horários e datas, como o horário de dormir, de ir para a escola, os dias da semana ou o uso do calendário para contar o tempo. A ideia é que percebam que os três tempos estão presentes em diferentes situações, e que todos eles nos ajudam a entender melhor o mundo e a organizar a vida.
BNCC
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• O conteúdo abordado nas páginas 20 e 21 auxilia o desenvolvimento das habilidades EF02HI03 e EF02HI07 ao permitir que os estudantes tenham contato com diferentes formas de entender o tempo, identificando suas características, mudanças e permanências.
• O tempo cronológico é a forma como organizamos a passagem do tempo por meio de uma sequência linear usando instrumentos como o relógio e o calendário. Ele nos ajuda a marcar horários, datas, meses e anos, facilitando a organização da vida cotidiana e dos acontecimentos históricos. Esse conceito pode ser trabalhado com situações do dia a dia dos estudantes. Fale sobre a ordem dos dias da semana, o horário das aulas, o momento do recreio ou o tempo que falta para o aniversário de cada um chegar. Esses exemplos ajudam a entender que os acontecimentos têm uma ordem: algo acontece antes, outra coisa vem depois e há o que está acontecendo agora. Também é importante mostrar que o tempo cronológico é diferente da nossa sensação do tempo — às vezes o tempo parece passar rápido, outras vezes, devagar — mas no relógio e no calendário ele segue uma ordem certa.
• O objetivo da questão 1 é avaliar o entendimento dos estudantes sobre as diferenças entre tempo da natureza, tempo histórico e tempo cronológico. Convide-os a pensar em exemplos do cotidiano que se relacionam com os três tipos de tempo que acabaram de aprender. No item A, tempo da natureza, incentive os estudantes a se lembrarem de situações em que observaram o dia mudando,
• Analise as imagens desta página com os estudantes para que eles explorem as próprias percepções a respeito da passagem do tempo.
• Organize-os em duplas e peça que analisem as imagens e leiam as legendas, explicando um ao outro o que podem observar. É importante que eles identifiquem que, com base na legenda das imagens, pode-se compreender de que forma a passagem do tempo é medida em cada uma das situações.
• O item A da atividade 2 tem como objetivo permitir que os estudantes identifiquem e reconheçam diferentes formas de medição do tempo, tendo como exemplos situações cotidianas. Para facilitar a compreensão dos conceitos apresentados, retome com a turma outros exemplos encontrados nas páginas anteriores da unidade.
REFERÊNCIAS
COMPLEMENTARES
SILVA, Kalina Vanderlei; SILVA, Maciel Henrique. Tempo. In: SILVA, Kalina Vanderlei; SILVA, Maciel Henrique. Dicionário de conceitos históricos. São Paulo: Contexto, 2009. p. 390-393.
O trabalho com o verbete tempo auxilia na definição de cada uma das categorias exploradas na atividade.
O TEMPO PODE SER MEDIDO
2. LEIA OS TEXTOS E OBSERVE AS IMAGENS A SEGUIR.
IMAGENS COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.
A.
BRUNA É ATRIZ E ESTÁ
ENCENANDO UMA PEÇA DE TEATRO DE 1 HORA DE DURAÇÃO.

BRUNA ENCENANDO PEÇA TEATRAL.
B.
NA ESCOLA ONDE TADEU ESTUDA, O RECREIO DURA 20 MINUTOS. NESSE TEMPO, ELE GOSTA DE BRINCAR COM OS AMIGOS.

TADEU E O COLEGA DURANTE O RECREIO.
AVALIANDO
Objetivo
C.
AMANDA É NADADORA E COSTUMA ATRAVESSAR A PISCINA EM 40 SEGUNDOS.

NADANDO.
A ) MARQUE UM X NO QUADRO QUE APRESENTA AS UNIDADES DE TEMPO UTILIZADAS NAS SITUAÇÕES APRESENTADAS.
HORAS, MINUTOS E SEGUNDOS.
DIAS, SEMANAS, MESES E ANOS.
Resposta: HORAS, MINUTOS E SEGUNDOS.
• A atividade 2 permite avaliar se os estudantes conseguem identificar e diferenciar situações relacionadas à medição do tempo.
Sugestão de intervenção
Para verificar se os estudantes compreenderam as diferentes formas de identificar a passagem do tempo, leve para a sala de aula diferentes relógios que marquem horas, minutos e segundos. Em cada relógio, engaje os estudantes na identificação de quais marcam segundos, minutos e horas. Pergunte sobre as diferenças
nas marcações, nos movimentos e na contagem numérica. Espera-se que eles identifiquem uma contagem mais rápida nos marcadores de segundos e mais lenta no das horas, por exemplo.
• A atividade 2 contribui para o desenvolvimento de aspectos da Competência específica de História 2, pois os estudantes poderão compreender a historicidade no tempo e no espaço, bem como problematizar as lógicas de organização cronológica.
B ) CONTORNE APENAS O INSTRUMENTO QUE PODE SER USADO PARA MEDIR O TEMPO DAS ATIVIDADES APRESENTADAS ANTERIORMENTE.
Resposta: Imagem B (relógio).
IMAGENS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI.


A. B. C.
RELÓGIO.
RÉGUA. FITA MÉTRICA.

HORAS, MINUTOS E SEGUNDOS
AS HORAS, OS MINUTOS E OS SEGUNDOS SÃO UNIDADES DE MEDIDA DE TEMPO.
3. COMPLETE CORRETAMENTE O TEXTO COM AS PALAVRAS MOSTRADAS A SEGUIR.
SEGUNDO • MINUTOS • HORA
3. A) Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é incentivar a leitura e a oralidade dos estudantes. Aproveite para avaliar esses aspectos.
UM É MAIS OU MENOS O TEMPO DE UM ESPIRRO. [...]
EM DOIS , DÁ PARA FALAR DE DUZENTAS A TREZENTAS PALAVRAS! [...]
EM UMA , MUITAS PESSOAS ANDAM DOIS OU TRÊS QUILÔMETROS. [...]
DUNBAR, JAMES. TIQUE-TAQUE: O TEMPO NÃO PÁRA. SÃO PAULO: ÁTICA, 2002. P. 8, 10, 12.
A ) LEIA O TEXTO EM VOZ ALTA.
3. Resposta: UM SEGUNDO É MAIS OU MENOS O TEMPO DE UM ESPIRRO. [...]; EM DOIS MINUTOS, DÁ PARA FALAR DE DUZENTAS A TREZENTAS PALAVRAS! [...]; EM UMA HORA, MUITAS PESSOAS ANDAM DOIS OU TRÊS QUILÔMETROS.
Proponha aos estudantes que, em casa e com a ajuda de um familiar ou adulto responsável, utilizem um relógio para medir o tempo gasto com algumas atividades cotidianas, listadas no quadro a seguir. Para isso, reproduza o quadro na lousa e peça aos estudantes que o copiem no caderno. Eles devem preenchê-lo com as informações obtidas.
• O objetivo do item B da atividade 2 é identificar se os estudantes reconhecem o objeto utilizado para medir o tempo. Para ajudá-los, analise as imagens e leia as legendas com eles. Pergunte se conhecem os objetos A, B e C, se já os utilizaram e para quais atividades. Explique que existem diversos objetos que auxiliam em diferentes medições: distância, tempo, peso etc. Caso algum estudante tenha dificuldade, convide-o a refletir sobre o que cada objeto pode medir. É possível comparar a régua, objeto presente em sala de aula, e o relógio, levando-os a perceber que um mede tamanho e outro, o tempo.
• O objetivo da atividade 3 é avaliar se os estudantes conseguem identificar corretamente as unidades de medida de tempo correspondentes às atividades mencionadas no texto. Caso apresentem alguma dificuldade, leia o texto com eles e comente cada uma das situações apresentadas. Questione-os, por exemplo, sobre a possibilidade de andarmos dois ou três quilômetros em um segundo ou um minuto. Pergunte a eles quantas palavras podem ser faladas em minutos, exemplificando com a própria leitura do texto da página. Se possível, cronometre com um relógio o tempo da leitura do texto até o seu término e diga aos estudantes o tempo que ela levou.
A duração de algumas atividades do cotidiano
Atividades
Tomar banho
Almoçar
Escovar os dentes
Ir à escola
Dormir
Tempo gasto (em horas/minutos)
Oriente os estudantes a utilizarem um relógio de ponteiros ou digital para fazer esta atividade. Explique que eles poderão
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usar também equipamentos eletrônicos que marcam as horas, como celulares, tablets e computadores. Incentive-os a interagir com os familiares e, em sala de aula, compartilhar suas impressões com os colegas.
BNCC
• A atividade 3 promove o desenvolvimento de aspectos da habilidade EF02HI07, pois os estudantes identificarão o relógio como um marcador de tempo e refletirão sobre a medição em segundos, minutos e horas.
• Diga aos estudantes que o relógio de sol e a clepsidra são invenções de milhares de anos (4 000 anos) atrás e que eles foram alguns dos principais instrumentos utilizados durante um longo período (Antiguidade e Idade Média) para marcar a passagem do tempo. Entre os povos que usavam esses relógios destacam-se os babilônios, os egípcios, os gregos, os romanos, os árabes, os chineses e os indianos. Como eles ainda não estudaram esses povos, se considerar oportuno, leve para a sala de aula algumas imagens, de maneira que identifiquem pelas vestimentas ou pelos tipos de construções que esses povos viveram há muito tempo. Com relação às ampulhetas, comente também que são relógios do passado (estima-se que tenham surgido no século VIII) e, em razão de seu tamanho, elas eram mais fáceis de ser transportadas, sobretudo nas viagens marítimas.
ATIVIDADE EXTRA
Proponha aos estudantes a construção de uma ampulheta. Para isso, providencie antecipadamente os materiais a seguir.
• 4 garrafas PET de 600 mL com tampa (2 por grupo)
• 2 pares de tampas unidas com fita adesiva (1 com furo fino, 1 com furo mais largo)
• areia fina e seca
• funil
• copo medidor plástico
• fita adesiva
• caneta permanente
• cronômetro (pode ser de celular)
• martelo e pregos (para o preparo prévio dos furos, fora do alcance dos estudantes)
1. Preparação prévia: Antes da aula, una os pares de tampas com fita adesiva e faça os furos (um furo fino e outro maior).
2. Organização da turma: Divida a turma em dois
ALGUNS RELÓGIOS DO PASSADO AINDA FAZEM PARTE DO NOSSO COTIDIANO E UTILIZAM ELEMENTOS DA NATUREZA PARA FUNCIONAR. ACOMPANHE OS EXEMPLOS A SEGUIR.
IMAGENS COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.
A AMPULHETA, TAMBÉM CONHECIDA COMO RELÓGIO DE AREIA, ERA UTILIZADA POR NAVEGADORES HÁ CERCA DE 600 ANOS. NELA, A PASSAGEM DO TEMPO É MARCADA PELA QUANTIDADE DE AREIA QUE SE MOVE DE UM LADO DO OBJETO PARA O OUTRO. O PERÍODO DE TEMPO MARCADO POR ESSE INSTRUMENTO PODE VARIAR DE UMA AMPULHETA PARA OUTRA.
O RELÓGIO DE SOL FOI
USADO POR VÁRIOS POVOS AO LONGO DA HISTÓRIA. A MARCAÇÃO DAS HORAS
NESSE TIPO DE RELÓGIO DEPENDE DA SOMBRA
PROJETADA PELA HASTE QUE FICA EM SUA SUPERFÍCIE.

REPRESENTAÇÃO DE RELÓGIO DE SOL.

REPRESENTAÇÃO DE AMPULHETA.
A CLEPSIDRA, TAMBÉM CONHECIDA COMO RELÓGIO DE ÁGUA, ERA USADA POR POVOS ANTIGOS, COMO OS EGÍPCIOS, HÁ MILHARES DE ANOS. NESSE INSTRUMENTO, O TEMPO É MARCADO PELA PASSAGEM DA ÁGUA DE UM RECIPIENTE PARA OUTRO.

REPRESENTAÇÃO DE CLEPSIDRA.
HASTE: TIPO DE PINO FIXADO NO SOLO OU SOBRE ALGUMA ESTRUTURA.
grupos: Grupo A (ampulheta com furo menor) e Grupo B (com furo maior).
3. Medida da areia: Oriente os grupos a medirem a mesma quantidade de areia e colocarem nas garrafas usando o funil.
4. Montagem: Ajude os grupos a rosquearem as tampas nas garrafas com areia e a fixarem a garrafa vazia por cima. Identifique como A e B.
5. Teste e observação: Vire a ampulheta A, acione o cronômetro e anote o tempo. Depois, repita com a ampulheta B
6. Discussão final: Pergunte qual levou mais tempo e por quê. Incentive a reflexão sobre o que mudou entre as montagens.
Organize uma roda de conversa para que a turma proponha jogos e brincadeiras. Ressalte a importância de ouvir e respeitar a opinião de todos. Selecione as brincadeiras de acordo com o tempo disponível e sugira que mudem cada vez que a areia passar completamente de uma garrafa para outra.
BNCC
• A abordagem de diferentes tipos de relógios do passado que ainda fazem parte do cotidiano, possibilita aos estudantes conhecerem materiais utilizados nesses instrumentos de marcação do tempo ao longo do tempo, desenvolvendo a habilidade EF02CI01.
1. RELACIONE CADA TIPO DE RELÓGIO (1, 2, 3) AO ELEMENTO DA NATUREZA NECESSÁRIO PARA O SEU FUNCIONAMENTO (A, B, C) ESCREVENDO OS PARES DE NÚMEROS E LETRAS.
RELÓGIO DE SOL 1.
CLEPSIDRA 2.
AMPULHETA 3.
Resposta: 1 – B; 2 – C; 3 – A
AREIA A.
SOL B. ÁGUA C.
2. VOCÊ JÁ CONHECIA ALGUM DOS INSTRUMENTOS CITADOS NA ATIVIDADE ANTERIOR? CONTE AOS COLEGAS.
Resposta nas orientações ao professor.
3. RELACIONE CADA LETRA INDICADA NA IMAGEM À DESCRIÇÃO CORRETA SOBRE OS COMPONENTES DE UM RELÓGIO DE SOL.

RELÓGIO DE SOL.
HASTE SOBRE A SUPERFÍCIE PLANA DO RELÓGIO.
SUPERFÍCIE DO RELÓGIO, ONDE SÃO FEITAS AS MARCAÇÕES COM NÚMEROS E TAMBÉM ONDE ESTÁ FIXADA A HASTE.
NÚMEROS DISPOSTOS AO REDOR DA HASTE, PARA IDENTIFICAR A HORA MARCADA.
SOMBRA PROJETADA QUANDO A LUZ DO SOL INCIDE NA HASTE, INDICANDO A HORA.
Resposta: A; D; B; C
• Se julgar pertinente, leve para a sala de aula imagens de diferentes tipos de relógios usados na atualidade e que podem fazer parte do cotidiano dos estudantes. Pergunte a eles se reconhecem esses objetos e qual é sua finalidade. Em seguida, peça-lhes que comparem esses objetos com as imagens dos instrumentos usados na antiguidade para marcar a passagem do tempo, apresentados na página 24 do Livro do Estudante . Verifique se eles percebem que, ao longo do tempo, tais instrumentos sofreram modificações, tanto no formato quanto nos materiais utilizados em sua fabricação.
• A atividade 1 busca identificar os instrumentos de medida de tempo por meio dos elementos da natureza que eles utilizam. Retome com os estudantes o conceito de tempo da natureza e comente a importância da passagem do tempo para a manutenção da vida. Destaque os materiais utilizados e engaje-os na identificação de onde mais esses elementos da natureza podem ser encontrados.
• O objetivo da atividade 2 é aproximar o tema abordado da realidade próxima dos estudantes. Incentive-os a comentar quais instrumentos eles já conheciam. Explique que, em algumas situações, eles são utilizados apenas como peças decorativas, perdendo sua função de marcar a passagem do tempo. Chame a atenção deles para o fato de que, na atualidade, a representação da ampulheta é muito usada para simbolizar a passagem do tempo.
• A atividade 3 permite que os estudantes aprofundem seus conhecimentos sobre o funcionamento de um relógio de sol. Aproveite a atividade para retomar os conteúdos das páginas 18 e 19 com a turma, caso haja dificuldades.
Resposta
2. Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é propiciar que os estudantes compartilhem suas vivências e seus
conhecimentos prévios com os colegas. É possível que eles já tenham visto e até manuseado uma ampulheta, pois alguns jogos de tabuleiro trazem esse tipo de instrumento como marcador de tempo. Além disso, os relógios de sol podem ser vistos em espaços públicos, como ruas, parques e praças, de alguns municípios brasileiros.
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• Por meio da atividade 1 é desenvolvida a habilidade EF02HI07, pois os estudantes deverão diferenciar os marcadores de tempo, como a clepsidra, o relógio de sol e a ampulheta, além de identificar que esses marcadores de tempo do passado podem permanecer na atualidade. O conteúdo das páginas 24 e 25 também contempla a habilidade EF02CI01 ao permitir que os estudantes comparem e identifiquem os diferentes materiais utilizados para a construção dos instrumentos, relacionando-os com a vida cotidiana.
BNCC
• Verificar a mudança de posição e de tamanho da sombra projetada por um objeto ao longo do dia.
• Construir um relógio de sol.
• Compreender a relação entre as mudanças observadas nas sombras projetadas e a marcação da passagem do tempo.
• Relacionar diferentes horários do dia às diferentes posições e tamanhos das sombras projetadas.
A) Resposta pessoal. O objetivo desta questão é levar os estudantes a refletirem sobre as mudanças observadas em sombras projetadas ao longo do dia, levantando hipóteses sobre essas mudanças e relacionando-as ao movimento aparente do Sol no céu.
• Inicie a abordagem desta página com a pergunta que introduz a atividade, trabalhando os conhecimentos prévios dos estudantes na elaboração da resposta.
• Após a conversa, organize a atividade prática, de modo que todos participem da construção do relógio.
• Na etapa A, auxilie os estudantes, caso necessário. Para isso, trace as duas diagonais do quadrado; o centro será o encontro delas.
• Na etapa B, ajude os estudantes a fixarem o espeto de madeira no pedaço de papelão ou, caso julgue pertinente, corte previamente as extremidades pontiagudas dos espetos.
• Na etapa C, oriente os estudantes a posicionarem o aparato em um local que não atrapalhe o trânsito de pessoas. Mantenha o aparato em um local fixo e na mesma posição para fazer as marcações das horas, pois a alteração da posição do aparato interfere na indicação da posição das sombras e, consequentemente,
COMO VOCÊ ESTUDOU, O SOL PODE NOS AJUDAR A MARCAR O TEMPO POR MEIO DO CHAMADO RELÓGIO DE SOL. MAS, AFINAL, COMO FUNCIONA ESSE TIPO DE RELÓGIO? REALIZE A ATIVIDADE A SEGUIR.
Resposta nas orientações ao professor
A ) EM SUA OPINIÃO, A SOMBRA PROJETADA POR UM OBJETO EXPOSTO DIRETAMENTE À LUZ SOLAR SOFRE
MUDANÇAS AO LONGO DO DIA? EXPLIQUE.
MATERIAIS NECESSÁRIOS
• QUADRADO DE PAPELÃO COM 20 CENTÍMETROS DE LADO
• ESPETO DE MADEIRA DO TIPO PARA CHURRASCO
COM A RÉGUA, MEÇA O CENTRO DO PEDAÇO DE PAPELÃO E MARQUE UM X NO LOCAL.
• RELÓGIO DIGITAL
• MASSA DE MODELAR
• LÁPIS GRAFITE
• RÉGUA
DICA: O APARATO QUE VOCÊ VAI MONTAR NESTA ATIVIDADE É CHAMADO DE RELÓGIO DE SOL.
COM A AJUDA DO PROFESSOR, FIXE O ESPETO DE MADEIRA NO X FEITO NO PEDAÇO DE PAPELÃO, UTILIZANDO A MASSA DE MODELAR.
D. E.
POSICIONE SEU APARATO EM UM LOCAL QUE RECEBA LUZ SOLAR DIRETAMENTE DURANTE TODO O PERÍODO DO DIA. ÀS 8 HORAS DA MANHÃ, TRACE UMA LINHA SOBRE
A SOMBRA PROJETADA PELO ESPETO DE MADEIRA, UTILIZANDO A RÉGUA E O LÁPIS. ANOTE O HORÁRIO
SOBRE A LINHA.
REPITA O PROCEDIMENTO DESCRITO NA ETAPA D A CADA HORA E ENQUANTO HOUVER INCIDÊNCIA DIRETA DE LUZ SOLAR SOBRE O RELÓGIO DE SOL.
na indicação dos horários. Caso não seja possível fazer a medição no mesmo dia, guarde o relógio em local protegido da chuva e do vento e, no dia seguinte, coloque-o no mesmo local e posição. Auxilie os estudantes com os itens D e E.
• Eles também podem realizar as marcações de tempo com intervalos de meia hora.
BNCC
• A abordagem do tema A Terra em movimento contribui para desenvolver a Competência específica de Ciências da Natureza 3, pois incentiva os estudantes a construírem argumentos com base em informações científicas para explicar fenômenos do cotidiano. Além disso,
colabora com o desenvolvimento da habilidade EF02CI07 ao possibilitar que os estudantes relacionem as mudanças de posição aparente do Sol no céu ao tamanho e à posição das sombras projetadas pelos objetos.
• Esta atividade prática contribui para desenvolver a habilidade EF02CI07, a Competência geral 2 e as Competências específicas de Ciências da Natureza 2 e 3, pois incentiva os estudantes a exercitarem a curiosidade e a investigação para compreender a relação entre as diferentes posições aparentes do Sol no céu e o tamanho das sombras projetadas por um objeto em diferentes horários do dia.
LINHA COM INDICAÇÃO DA HORA
ESPETO DE MADEIRA

MASSA DE MODELAR
SOMBRA
ATENÇÃO: PERMANEÇA EXPOSTO À LUZ SOLAR
SOMENTE PELO TEMPO
NECESSÁRIO PARA FAZER CADA MARCAÇÃO.
USE BONÉ E PROTETOR SOLAR E NÃO OLHE
DIRETAMENTE PARA O SOL.
IMAGEM REFERENTE À ETAPA D
F. AS HORAS E AS SOMBRAS
A CADA HORA, MEÇA O TAMANHO DA SOMBRA PROJETADA COM A RÉGUA. ANOTE ESSAS INFORMAÇÕES NO CADERNO, EM UM QUADRO SEMELHANTE AO APRESENTADO A SEGUIR.
HORATAMANHO DA SOMBRA 8 HORAS 20 CENTÍMETROS
MODELO
AGORA, RESPONDA ORALMENTE ÀS QUESTÕES A SEGUIR.
Respostas nas orientações ao professor JOSÉ
1. EM SUA OPINIÃO, POR QUE É PRECISO MANTER O RELÓGIO DE SOL NO MESMO LOCAL E NA MESMA POSIÇÃO EM QUE FORAM REALIZADAS AS MARCAÇÕES?
2. COM BASE NESTA ATIVIDADE, VOCÊ CONSIDERA POSSÍVEL UTILIZAR O RELÓGIO DE SOL À NOITE? POR QUÊ?
3. O QUE OCORREU COM O TAMANHO E COM A POSIÇÃO DAS SOMBRAS AO LONGO DA ATIVIDADE?
4. CONVERSE COM OS COLEGAS SOBRE OS RESULTADOS OBTIDOS POR VOCÊS. COMPARE SEU RESULTADO COM O DE SEUS COLEGAS.
5. APÓS A REALIZAÇÃO DA ATIVIDADE, EM SUA OPINIÃO, A SOMBRA PROJETADA POR UM OBJETO EXPOSTO DIRETAMENTE À LUZ SOLAR SOFRE MUDANÇAS AO LONGO DO DIA?
• Na etapa F, enfatize a importância de utilizar protetor solar e bonés para proteção da pele e da visão e oriente-os a permanecer expostos à luz solar apenas o tempo necessário para fazer a marcação. Ressalte que não devem olhar diretamente para o Sol, pois isso pode causar danos à visão.
• Caso necessário, auxilie-os na reprodução do quadro As horas e as sombras e ajude-os no registro das informações.
• Converse sobre as dificuldades que tiveram durante a atividade. A cada dificuldade mencionada, incentive-os a trocar ideias a fim de encontrarem possíveis soluções. Essa estratégia contribui para desenvolver a autonomia e a resolução de problemas.
A atividade desta seção favorece um trabalho interdisciplinar com o componente curricular de Matemática, pois explora a leitura e o registro de horas, uma vez que os estudantes deverão indicar na montagem os horários em que as sombras foram observadas. Se possível, forneça a eles um relógio digital para que façam a leitura e o registro das horas ao longo da atividade.
do relógio de sol, sua sombra será projetada em outra região do aparato e, assim, a hora e as marcações não serão correspondentes aos horários consultados.
2. Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes respondam que não, pois o relógio de sol necessita da luz solar incidindo diretamente na haste para que as sombras sejam projetadas e, assim, indiquem os horários.
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4. Resposta pessoal. O objetivo desta questão é levar os estudantes a perceberem que as horas marcadas em diferentes relógios de sol são semelhantes.
5. Resposta pessoal. O objetivo desta questão é fazer os estudantes refletirem sobre o funcionamento do relógio de sol com base nas observações do funcionamento desse aparato durante a investigação, alterando ou não a resposta dada antes da atividade.
• Caso haja na turma estudantes com deficiência visual, na etapa F, cole barbantes no papelão sobre as sombras projetadas pelo espeto de madeira, entre as 8 e as 16 horas, possibilitando que os estudantes percebam por meio do tato a diferença de tamanho das sombras projetadas pelo objeto ao longo do dia. Nesse caso, o papelão deverá ser maior. Para estabelecer o tamanho do papelão, meça previamente a sombra projetada pelo espeto no horário de início da atividade, às 8 horas da manhã e, com base nessa medida, determine a medida do papelão.
Respostas
1. Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes respondam que, ao mudar o local
3. Espera-se que os estudantes verifiquem que o tamanho e a posição das sombras variaram ao longo da atividade, com o passar das horas.
• Leia com os estudantes os textos apresentados na página e peça-lhes que observem atentamente as imagens.
• Ao abordar o movimento de rotação da Terra, explique aos estudantes que o eixo de rotação é uma linha imaginária ao redor da qual a Terra se movimenta. Diga a eles que essa linha imaginária passa pelos Polos Norte e Sul geográficos, atravessando o centro da Terra. Se possível, leve um globo terrestre para a sala de aula e simule o movimento de rotação terrestre, identificando o eixo de rotação.
• Ao abordar as imagens da página, peça aos estudantes que imaginem que a bola de poliestireno expandido representa a Terra, o palito corresponde a uma árvore na superfície da Terra, por exemplo, e a lanterna representa a luz que o Sol emite. Oriente-os a atentar ao tamanho e à posição da sombra projetada pelo palito.
• Se julgar conveniente, realize com os estudantes na prática a simulação apresentada na página, relacionando-a ao movimento de rotação da Terra. A bola de poliestireno expandido pode ser substituída por um globo terrestre.
ATIVIDADE EXTRA
Desenhe na lousa uma árvore, o Sol em determinada posição no céu e o chão. Peça aos estudantes que reproduzam esse desenho no caderno e que desenhem a posição da sombra da árvore.
AO REALIZAR A ATIVIDADE DA PÁGINA ANTERIOR, VOCÊ DEVE TER PERCEBIDO QUE A POSIÇÃO E O TAMANHO DAS SOMBRAS PROJETADAS PELO ESPETO DE MADEIRA MUDARAM COM A PASSAGEM DAS HORAS. ESSAS MUDANÇAS ESTÃO RELACIONADAS AO MOVIMENTO APARENTE DO SOL NO CÉU.
NO INÍCIO DA MANHÃ, PERCEBEMOS QUE O SOL ESTÁ POSICIONADO EM UMA DIREÇÃO NO CÉU. AO LONGO DO DIA, APARENTEMENTE, ESSA DIREÇÃO SE ALTERA.
NO ENTANTO, NÃO É O SOL QUE SE MOVIMENTA, E SIM A TERRA QUE GIRA AO REDOR DO PRÓPRIO EIXO, NO CHAMADO MOVIMENTO DE ROTAÇÃO. A SEGUIR, ACOMPANHE A ATIVIDADE REALIZADA PELA PROFESSORA DE CIÊNCIAS.
IMAGENS COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.

MOMENTO A DA SIMULAÇÃO DE ROTAÇÃO DA TERRA.
SENTIDO DO MOVIMENTO DA BOLA

MOMENTO B DA SIMULAÇÃO DE ROTAÇÃO DA TERRA.

MOMENTO C DA SIMULAÇÃO DE ROTAÇÃO DA TERRA.

MOMENTO D DA SIMULAÇÃO DE ROTAÇÃO DA TERRA.
Professor, professora: Ao analisar a imagem C, enfatize que, nessa posição, o palito não recebe a luz da lanterna diretamente.
BNCC
• A situação apresentada nesta página possibilita desenvolver a Competência geral 2 e as Competências específicas de Ciências da Natureza 2 e 3, uma vez que incentiva os estudantes a averiguarem o movimento de rotação da Terra por meio de procedimentos de investigação científica, além de desenvolver a habilidade EF02CI07
AO ANALISAR AS IMAGENS ANTERIORES, VOCÊ DEVE TER NOTADO QUE À MEDIDA QUE A BOLA GIRA AO REDOR DO PRÓPRIO EIXO, A SOMBRA PROJETADA PELO PALITO MUDA DE POSIÇÃO E DE TAMANHO.
1. PINTE O SOL NA POSIÇÃO CORRETA EM CADA UMA DAS SITUAÇÕES A SEGUIR, DE ACORDO COM A SOMBRA PROJETADA PELA CAIXA DE PRESENTE.
Resposta: A – 2; B – 3

CAIXA DE PRESENTE SOB A LUZ SOLAR.
IMAGENS COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.

CAIXA DE PRESENTE SOB A LUZ SOLAR.
CONFORME A TERRA REALIZA O MOVIMENTO DE ROTAÇÃO, DIFERENTES PARTES DE SUA SUPERFÍCIE SÃO ILUMINADAS
DIRETAMENTE PELA LUZ SOLAR. ALÉM DISSO, A POSIÇÃO APARENTE DO SOL NO CÉU SE ALTERA. OBSERVE A SEGUIR.
IMAGEM COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.
ROTAÇÃO DA TERRA

SOL
DE
• Ao explorar as imagens do movimento de rotação da Terra com os estudantes, se julgar conveniente, represente-o com uma lanterna e um globo terrestre para que os estudantes observem como ocorre a transição dia-noite. Pergunte a eles o que a lanterna acesa e o globo terrestre representam e perceba se eles respondem que são o Sol e a Terra, respectivamente.
• Solicite a eles que localizem o Brasil e o Japão e comparem a incidência da luz da lanterna nesses países ao mesmo tempo. Gire lentamente o glo-
NESSA SITUAÇÃO, A PORÇÃO DA TERRA ONDE SE LOCALIZA O BRASIL ESTÁ SENDO ILUMINADA DIRETAMENTE PELO SOL. PORTANTO, OCORRE O PERÍODO DO DIA NO BRASIL.
REPRESENTAÇÃO DO MOVIMENTO DE ROTAÇÃO DA TERRA.
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bo terrestre no sentido anti-horário e peça a eles que observem a incidência da luz da lanterna em diferentes partes do globo. Aproveite para questionar o que as partes iluminadas e não iluminadas representam; novamente avalie as respostas dos estudantes. É esperado que eles respondam que a iluminada representa a parte do planeta na qual é dia; a não iluminada, a parte do planeta na qual é noite. Permita que os estudantes escolham outros pontos do globo terrestre para analisar, trabalhando a ocorrência dos dias e das noites.
• Leia com os estudantes a atividade 1 desta página e peça a eles que respondam individualmente. Caso necessário, auxilie-os a localizar a posição aparente do Sol no céu explorando a formação das sombras dos objetos.
• A atividade 1 possibilita avaliar se os estudantes reconhecem a relação entre a posição aparente do Sol no céu e a posição e o tamanho da sombra projetada por um objeto.
Caso algum estudante tenha dificuldade de identificar a posição aparente do Sol no céu em cada situação, simule-as em sala de aula. Para isso, posicione um objeto sobre a carteira, de preferência de formato semelhante ao da caixa de presente da imagem, e utilize uma lanterna acesa para formar a sombra do objeto. Varie a posição da lanterna conforme as posições aparentes do Sol no céu representadas na atividade e oriente-os a observar a posição e o tamanho da sombra projetada pelo objeto em cada uma delas. Solicite que eles identifiquem qual das posições da lanterna corresponde às sombras projetadas nas situações A e B e que pintem o Sol de acordo com as posições identificadas.
A questão 2 permite um trabalho interdisciplinar com o componente curricular de Língua Portuguesa ao explorar o gênero textual tirinha. Trabalhe com os estudantes as linguagens visual e verbal, a organização da história em quadros e sua composição, que contém imagens e balões de fala. Além disso, ao promover o aprendizado por meio de diferentes linguagens, a abordagem com a tirinha possibilita o desenvolvimento da Competência geral 4 da BNCC.
• Leia com os estudantes em voz alta a tirinha; depois, pergunte a eles se já viram uma tirinha e o que sabem sobre ela. Em seguida, pergunte-lhes como está organizada a história apresentada na tirinha. Verifique se eles perceberam que a história é apresentada em quadros, um ao lado do outro, com imagens e textos.
• Comente que tirinha é uma história narrativa curta, derivada das histórias em quadrinhos, geralmente formada por três ou quatro quadros. Elas costumam ter imagens e podem ou não ter textos.
• Explique-lhes que os personagens da tirinha são Armandinho e um adulto que conversa com ele.
• Pergunte se eles já vivenciaram algo parecido com a história de Armandinho e de seu pai. Em seguida, peça a eles que respondam individualmente aos itens A e B da questão 2, acolhendo as respostas de todos e fazendo as correções necessárias.
• Na questão 2, se considerar pertinente, explore o terceiro quadro da tirinha com os estudantes. Pergunte a eles se o personagem Armandinho compreendeu o que o pai dele
2. A) Resposta pessoal. O objetivo desta questão é incentivar os estudantes a interpretarem textos. Espera-se que eles respondam que o nascer do sol se refere ao surgimento dele no horizonte.
IMAGEM COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.
ROTAÇÃO DA TERRA

SOL
FONTE DE PESQUISA: COMINS, NEIL F.; KAUFMANN III, WILLIAM J. DESCOBRINDO O UNIVERSO. 8. ED. PORTO ALEGRE: BOOKMAN, 2010.
NESSA SITUAÇÃO, A PORÇÃO DA TERRA
ONDE SE LOCALIZA O BRASIL NÃO ESTÁ SENDO ILUMINADA DIRETAMENTE
PELO SOL. PORTANTO, OCORRE O PERÍODO DA NOITE NO BRASIL.
REPRESENTAÇÃO DO MOVIMENTO DE ROTAÇÃO DA TERRA.
INFOGRÁFICO CLICÁVEL: DURAÇÃO DO DIA E DA NOITE EM DIFERENTES
REGIÕES DA TERRA
APROXIMADAMENTE 24 HORAS PARA REALIZAR UMA VOLTA COMPLETA EM TORNO DO PRÓPRIO EIXO. ESSE MOVIMENTO É RESPONSÁVEL PELA SUCESSÃO DOS PERÍODOS DO DIA E DA NOITE.
2. LEIA A TIRINHA EM VOZ ALTA. EM SEGUIDA, RESPONDA ORALMENTE ÀS QUESTÕES.

A ) EXPLIQUE O QUE O PERSONAGEM QUIS DIZER COM A FRASE: “HOJE ACORDEI ANTES DO SOL NASCER!”.
B ) EXPLIQUE, COM SUAS PALAVRAS, COMO OCORRE A SUCESSÃO DOS PERÍODOS DO DIA E DA NOITE.
Resposta nas orientações ao professor
quis dizer no primeiro quadro. Espera-se que os estudantes comentem que não, pois, enquanto o pai do personagem estava se referindo ao surgimento do Sol no horizonte, Armandinho estava se referindo ao nascimento, à origem do Sol, que ocorreu há bilhões de anos.
Resposta
2. B) Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes respondam que, enquanto a Terra realiza o movimento de rotação, diferentes partes de sua superfície são iluminadas diretamente pela luz solar. As transições entre os dias e as noites
ocorrem quando as regiões da superfície terrestre passam a ser iluminadas diretamente pelo Sol e quando deixam de receber luz solar diretamente.
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• Se julgar adequado, aproveite a oportunidade do estudo da página 30 para questionar os estudantes sobre a relação entre os períodos do dia e da noite e suas atividades diárias. Essa conversa possibilita explorar noções introdutórias da habilidade EF02GE06 da BNCC ao relacionar o dia e a noite a diferentes tipos de atividades sociais.
ANOS BISSEXTOS
AO LONGO DO TEMPO, DIVERSOS CALENDÁRIOS FORAM
DESENVOLVIDOS POR MEIO DA OBSERVAÇÃO DOS ASTROS, COMO O SOL E A LUA, E DOS MOVIMENTOS DA TERRA.
O CALENDÁRIO QUE UTILIZAMOS ATUALMENTE SE BASEIA NO CICLO SOLAR, OU SEJA, NO PERÍODO QUE A TERRA LEVA
PARA COMPLETAR UMA VOLTA EM TORNO DO SOL. POR ISSO, ELE É CHAMADO DE CALENDÁRIO SOLAR
O MOVIMENTO DA TERRA EM TORNO DO SOL NÃO DURA EXATAMENTE 365 DIAS, E SIM, APROXIMADAMENTE, 365 DIAS E 6 HORAS. ESSAS HORAS A MAIS SÃO ACUMULADAS AO LONGO DE QUATRO ANOS, RESULTANDO EM 24 HORAS, OU SEJA, UM DIA COMPLETO.
PORTANTO, A CADA QUATRO ANOS, ESSE DIA É ADICIONADO AO MÊS DE FEVEREIRO, QUE PASSA A TER 29 DIAS. DESSA FORMA, O ANO EM QUESTÃO É COMPOSTO DE 366 DIAS E CHAMADO DE ANO BISSEXTO.
CALENDÁRIO DO MÊS DE FEVEREIRO DE 2028.
AGORA, RESPONDA ÀS QUESTÕES A SEGUIR.
1. QUAL FOI O ÚLTIMO ANO BISSEXTO QUE OCORREU?
Resposta pessoal. A resposta depende do ano em que os estudantes estiverem respondendo à questão.
2. QUAL SERÁ O PRÓXIMO ANO BISSEXTO A OCORRER?
Resposta pessoal. A resposta depende do ano em que os estudantes estiverem respondendo à questão. Caso necessário, auxilie-os e liste na lousa alguns anos bissextos para que os estudantes identifiquem o anterior e o posterior ao ano vigente.
a organização dos dias, meses e anos. Faça a leitura de qual mês do ano a imagem representa e ressalte que se trata de um ano bissexto.
• Se achar pertinente, peça aos estudantes que pesquisem diferentes calendários usados até hoje e as principais diferenças em relação ao calendário utilizado pela maioria da população brasileira.
BNCC
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• O tema deste boxe contribui para desenvolver a Competência específica de Ciências da Natureza 4, pois leva os estudantes a reconhecerem as aplicações e implicações da Ciência e de suas tecnologias, como o desenvolvimento dos calendários que são utilizados até hoje.
• Incentive os estudantes a lerem o texto do boxe complementar Anos Bissextos individualmente. Em seguida, promova uma conversa com eles sobre o uso de calendários na rotina de cada um, para que compartilhem seus conhecimentos prévios e relatos do cotidiano.
• Monte um calendário na lousa ou trabalhe com um calendário de papel ou digital durante a conversa. Compare dois calendários, sendo um deles de ano bissexto.
• Peça aos estudantes que indiquem os eventos mais importantes para eles em três escalas de tempo do calendário: as atividades e/ou eventos mais importantes da semana, do mês e do ano.
• Explique aos estudantes que o calendário que geralmente utilizamos em nosso cotidiano é chamado gregoriano . Explique que, a cada quatro anos, o ano tem um dia a mais. Isso ocorre porque, na realidade, a Terra leva 365 dias, 5 horas, 48 minutos e 46 segundos para dar uma volta completa ao redor do Sol. Para facilitar os cálculos, esse valor é arredondado para 365 dias e 6 horas. Diga a eles que o calendário gregoriano é um calendário solar que se baseia no movimento que a Terra realiza ao redor do Sol.
• Explore a imagem da página com os estudantes a fim de que percebam a importância desse tipo de contagem de tempo para a determinação das atividades diárias, bem como para
• A leitura do planejamento semanal de Davi auxilia no processo de alfabetização ao possibilitar que os estudantes se familiarizem com a letra cursiva. Caso os estudantes tenham dificuldade de ler esse tipo de letra, escreva na lousa os textos em letra cursiva e os seus respectivos correspondentes em letra bastão. Em seguida, faça a leitura do texto em letra cursiva.
• O objetivo da atividade 1 é avaliar os conhecimentos prévios dos estudantes em relação aos dias da semana. Caso algum deles não saiba os dias da semana ou confunda seus nomes, escreva-os em ordem na lousa e, depois, peça-lhes que faça uma leitura em voz alta. Aproveite o momento para explorar as noções de temporalidade de antes e depois. Para isso, faça alguns questionamentos como: “Qual é o primeiro e o último dia da semana?”; “Qual dia vem antes de sábado? E qual vem depois?”. Repita os questionamentos até que as dúvidas estejam sanadas.
• Promova um momento para que todos tenham a oportunidade de verbalizar seu raciocínio e acolha suas respostas.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
GÓES, Lúcia Pimentel. Quem faz os dias da semana? Ilustrações de Graça Lima e Roger Mello. São Paulo: Larousse Júnior, 2005. (Coleção Banquete Folclórico).
Nessa obra, a autora mostra como diferentes povos vivem os dias da semana por meio de contos populares e parlendas, fazendo o leitor refletir sobre o próprio cotidiano.
1. Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes identifiquem os dias da semana como domingo, segunda-feira, terça-feira, quarta-feira, quinta-feira, sexta-feira e sábado.
1. EM VOZ ALTA, DIGA AOS COLEGAS E AO PROFESSOR OS NOMES DOS DIAS DA SEMANA QUE VOCÊ CONHECE.
DAVI TEM MUITOS COMPROMISSOS DURANTE A SEMANA.
OBSERVE A SEGUIR COMO ELE ORGANIZA A ROTINA.
PLANEJAMENTO SEMANAL
DOMINGO
Vou visitar minha avó.
SEGUNDA-FEIRA
Tenho aula de arte.
TERÇA-FEIRA
Meu amigo vem brincar em casa.
QUARTA-FEIRA
Tenho aula de teclado.
QUINTA-FEIRA
Vou à aula de remo.
SEXTA-FEIRA
Tenho sessão de fisioterapia.
SÁBADO
Vou fazer um piquenique com meus amigos.
Para ampliar o trabalho com este tema, peça aos estudantes que façam um quadro de planejamento semanal como o de Davi. Oriente-os a utilizar uma régua para desenhar o quadro no caderno ou em uma folha de papel sulfite. Depois, eles deverão preenchê-lo com os dias da semana e escrever seus compromissos semanais. Caso não tenham uma rotina, instrua-os a escrever as atividades e compromissos que se repetem com mais frequência. Comente também que é possí-
IMAGEM COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.
DAVI.
vel que tenhamos mais de um compromisso por dia, devendo todos ser listados. Por fim, incentive-os a mostrar aos colegas e comparar as atividades que eles têm em comum.
BNCC
• Este conteúdo contribui para o desenvolvimento da habilidade EF02HI07 ao engajar os estudantes na identificação dos dias da semana por meio de seus conhecimentos prévios, aplicando-os nas atividades propostas.
2. A SUA SEMANA É PARECIDA COM A DE DAVI? CONTE AOS COLEGAS.
Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes comentem os compromissos que têm ao longo da semana e que os comparem aos de Davi, identificando semelhanças e diferenças.
DIAS E SEMANAS
DIAS E SEMANAS SÃO UNIDADES DE MEDIDA DE TEMPO. UM DIA COMPLETO TEM 24 HORAS, E SETE DIAS CORRESPONDEM A UMA SEMANA.
3. LEIA O RELATO A SEGUIR E DESCUBRA COMO É A SEMANA DE JÚLIO. DEPOIS, RESPONDA ORALMENTE ÀS QUESTÕES.
TODO FINAL DE SEMANA, VOU À
CASA DOS MEUS AVÓS! UM DIA, VAMOS
À CASA DA VOVÓ DEOLINDA COMER
BOLO E OUVIR SUAS HISTÓRIAS! NO DIA SEGUINTE, PASSAMOS NA VOVÓ
JOANA PARA BRINCAR NO QUINTAL... É MUITO DIVERTIDO!
DEPOIS, CHEGA A SEGUNDA ‑FEIRA E JÁ É DIA DE ESTUDAR. CLARO, SEMPRE TEM UM TEMPINHO PARA BRINCAR TAMBÉM. NO FIM DA
TARDE, ENCONTRO MEUS AMIGOS DO PRÉDIO PARA BRINCAR NA QUADRA. QUINTA‑FEIRA É O DIA DO JANTAR ESPECIAL, PAPAI SEMPRE FAZ MACARRONADA! AÍ CHEGA A SEXTA‑FEIRA E JÁ FICO PENSANDO... AMANHÃ TEM BOLO DA VOVÓ...

JÚLIO.
3. A) Resposta pessoal. Incentive os estudantes a comentarem as atividades que fazem parte da rotina deles, como ir à escola, praticar esportes, brincar, visitar amigos e familiares e frequentar cursos.
ELABORADO ESPECIALMENTE PARA ESTA OBRA.
A ) JÚLIO DESCREVEU PARTE DA ROTINA DELE. CONTE AOS COLEGAS ALGUMAS ATIVIDADES QUE VOCÊ REALIZA TODAS AS SEMANAS.
B ) QUAIS SÃO OS DIAS DA SEMANA EM QUE JÚLIO COSTUMA VISITAR SEUS AVÓS?
Resposta: Sábado e domingo.
C ) EM SUA OPINIÃO, POR QUE É IMPORTANTE CONVIVERMOS COM PESSOAS IDOSAS? CONVERSE COM OS COLEGAS.
Resposta nas orientações ao professor
• No item B, verifique se os estudantes conseguem identificar no texto quais são os dias da semana em que Júlio visita seus avós. Caso algum deles apresente dificuldade, convide os estudantes a refletirem sobre quais dias compõem o fim de semana. Explique que, em geral, o sábado e o domingo são dias de descanso e podem ser dedicados a atividades de lazer, visitas familiares, passeios etc.
• No item C, explore a importância do convívio e respeito com as pessoas idosas. Destaque que as pessoas mais velhas apresentam mais experiência de vida e
vivenciaram épocas diferentes das pessoas mais jovens. Convide a turma a refletir sobre como é possível aprender com as pessoas idosas e ressalte que a convivência envolve afeto, conversas, respeito e ajuda, quando necessário.
Resposta
3. C) Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes reconheçam que pessoas idosas têm mais experiência de vida, assim a convivência com essas pessoas pode nos proporcionar conhecimentos novos.
• O objetivo da atividade 2 é fazer os estudantes analisarem os compromissos da semana de Davi, relacionando-os com o seu dia a dia. Ao comparar sua semana com a de Davi, espera-se que eles comentem quais atividades e compromissos têm em comum e com que frequência. Converse com eles sobre a importância de termos responsabilidade com nossos compromissos. Aproveite para trabalhar a leitura do texto em letra cursiva, explicando que esse tipo de escrita será progressivamente utilizado ao longo dos anos escolares. Caso perceba dificuldade, transcreva o texto na lousa em letra bastão e cursiva, auxiliando-os a reconhecer a correspondência entre as formas gráficas.
• No item A da atividade 3, espera-se que eles leiam o relato e, com base nas experiências de Júlio, reflitam e comentem a própria rotina semanal. Explique que as atividades que eles têm todas as semanas formam uma rotina semanal. Organize uma roda de conversa para que compartilhem com os colegas sua rotina semanal familiar. Ao longo da conversa, promova um ambiente de respeito às experiências relatadas, enfatizando que toda família tem a própria rotina, de acordo com suas necessidades e preferências.
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• A atividade proposta contempla a habilidade EF02HI06 por meio do trabalho com a noção de rotina e dias da semana, permitindo aos estudantes identificarem a marcação semanal do tempo. A questão 3 permite o desenvolvimento da Competência específica de História 3 ao propor o levantamento de hipóteses com base no texto apresentado, exercitando a reflexão e a empatia sobre a convivência com pessoas idosas.
• Para trabalhar o tema, providencie um calendário anual do ano vigente para apresentar aos estudantes, contendo os dias, os meses e o ano. Explique aos estudantes que o calendário que geralmente utilizamos em nosso cotidiano é chamado gregoriano. Explique que, a cada quatro anos, o ano tem um dia a mais, sendo denominado ano bissexto, conforme estudado anteriormente. Comente que o calendário gregoriano se baseia no movimento que a Terra realiza ao redor do Sol.
• A atividade 1 tem como objetivo apresentar as principais características de um calendário gregoriano aos estudantes, bem como avaliar se eles compreenderam seu funcionamento. Caso algum deles apresente dificuldade, faça uma análise detalhada do calendário com a turma, começando pelos nomes dos meses.
• Para realizar os itens A, B, C e D, os estudantes devem atentar para a organização dos dias das semanas e dos meses, assim como para as indicações dos feriados. Por fim, instigue-os a localizar outras datas e informações no calendário, para que eles possam exercitar o reconhecimento de dias, semanas e meses. Você poderá anotar a comemoração do aniversário da cidade ou outros feriados municipais.
• Explique aos estudantes que, assim como os relógios, os calendários podem apresentar diferentes modelos para se adequar às necessidades das pessoas. Comente que eles podem ser impressos ou digitais, ter uma folha para cada mês ou apresentar todos os meses em uma mesma folha, ser de mesa ou de parede, por exemplo. Retome com eles que, apesar de o calendário gregoriano ser amplamente utilizado, existem outros calendários com
UMA MANEIRA DE CONHECER OS MESES E REGISTRAR A PASSAGEM DE UM ANO É UTILIZANDO O CALENDÁRIO. SOBRE ESSE INSTRUMENTO DE MARCAÇÃO DO TEMPO, LEIA AS INFORMAÇÕES A SEGUIR.
O ANO É APRESENTADO NO TÍTULO DO CALENDÁRIO.
TODO ANO COMEÇA NO DIA 1º DE JANEIRO E TERMINA NO DIA 31 DE DEZEMBRO, E TEM 12 MESES NO TOTAL.
OS MESES TÊM 30 OU 31 DIAS. SOMENTE O MÊS DE FEVEREIRO PODE TER 28 OU 29 DIAS.
O CALENDÁRIO TAMBÉM REGISTRA AS SEMANAS, QUE SÃO COMPOSTAS DE SETE DIAS.
DIAS DE FERIADO SÃO DESTACADOS NO CALENDÁRIO.
1. EM DUPLAS, OBSERVEM UM CALENDÁRIO DO ANO ATUAL E RESPONDAM ÀS QUESTÕES A SEGUIR.
A ) AS AULAS ESCOLARES DE VOCÊS COMEÇARAM EM QUAL MÊS?
Resposta: Os estudantes devem responder de acordo com o mês em que iniciaram as aulas na escola.
B ) O PRIMEIRO DIA DO ANO FOI EM QUAL DIA DA SEMANA?
Resposta: O dia da semana pode variar conforme o ano vigente.
C ) QUANTOS DIAS TEM O MÊS DE FEVEREIRO?
Resposta: A resposta pode variar conforme o ano do calendário, tendo em vista a ocorrência ou não de ano bissexto. Por exemplo, o mês de fevereiro de 2027 tem 28 dias. Já em 2028, tem 29 dias, pois se trata de um ano bissexto.
D ) O QUE É COMEMORADO NO DIA 1º DE MAIO?
Resposta: No dia 1º de maio é comemorado o Dia do Trabalho.
FERIADO: DIA DE DESCANSO OU DE CELEBRAÇÃO DE DATAS COMEMORATIVAS, DETERMINADO POR GOVERNANTES DO PAÍS, DO ESTADO OU DO MUNICÍPIO.
início em datas religiosas ou culturais importantes, seguidos por pessoas de religiões e origens diversas.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
CARLE, Eric. Uma lagarta muito comilona. Tradução de Renato Moriconi. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2025.
Nessa obra, o autor conta como é a semana de uma lagarta que come de tudo, até transformar-se em uma linda borboleta.
BNCC
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• Os conteúdos e as atividades deste tema promovem o desenvolvimento de aspectos da habilidade EF02HI07, pois os estudantes vão utilizar o calendário e conhecer suas principais características.
2. CONSULTE UM CALENDÁRIO DO ANO ATUAL E FAÇA O QUE SE PEDE.
A ) PREENCHA CORRETAMENTE AS FRASES COM OS MESES A SEGUIR. DEPOIS, RELACIONE CADA FRASE À IMAGEM
QUE MELHOR REPRESENTA ESSA DATA COMEMORATIVA, FORMANDO PARES DE LETRAS E NÚMEROS.
2. A) Resposta: A – 1; B – 2
Aproveite para avaliar a capacidade de leitura dos estudantes.
JANEIRO • JUNHO
Professor, professora: As legendas das imagens não foram inseridas para não comprometerem a realização da atividade.
Resposta: JANEIRO.
NO DIA 1º DE , COMEMORA-SE A CHEGADA DO ANO-NOVO.
Professor, professora: Na atividade 3, oriente os estudantes a analisarem as letras que formam o nome do mês em questão e a reproduzi-las nos
B.
locais adequados. Auxilie-os escrevendo as palavras na lousa, caso necessário.
Resposta: JUNHO.
É O MÊS EM QUE, GERALMENTE, OCORREM AS FESTAS JUNINAS.


3. REFLITA SOBRE OS ACONTECIMENTOS DE SUA VIDA OCORRIDOS NO ANO QUE PASSOU E COMENTE COM OS COLEGAS AQUILO QUE VOCÊ CONSIDERA MAIS IMPORTANTE.
Resposta nas orientações ao professor.
08:27:42
• A atividade 2 permite avaliar se os estudantes são capazes de localizar informações em um calendário, pois eles vão relacionar os meses do ano às festas e aos feriados correspondentes. Caso os estudantes apresentem dificuldade, comente que alguns calendários trazem apenas os feriados destacados, enquanto outros destacam as principais datas comemorativas. Dessa forma, as festas juninas podem não aparecer em todos os calendários.
• Caso necessário, frise novamente a eles que essas datas foram estudadas no 1º ano, quando foram abordadas as festas da comunidade e da escola. Se a dúvida persistir, comente que, embora as datas variem, geralmente as festas juninas são celebradas no dia de São João (24 de junho). Explique ainda que o feriado de Ano-Novo pode ser incluído no calendário com o nome de Confraternização Universal.
• A atividade 3 tem como objetivo levar os estudantes a refletirem sobre determinado período de sua vida, para que desenvolvam a noção de passagem dos anos. Caso eles demonstrem dificuldade em compreender o conceito de ano passado, ajude-os a identificar um marco temporal que sirva de referência, como a idade que eles tinham no ano que se passou ou o ano escolar cursado. Caso algum estudante apresente algum evento delicado ou sensível, encoraje o exercício da empatia pelos colegas e destaque que nem sempre um evento é alegre, pois isso pode gerar sentimentos de tristeza. Além de acolher os sentimentos, é importante convidar o estudante para uma conversa privada, na qual seja possível identificar as questões e abordá-las.
Objetivo
• Avaliar a compreensão dos estudantes sobre os diferentes instrumentos de medição do tempo e suas funções e/ou adequações específicas.
Construa um mapa mental com os estudantes. Nele, devem ser indicados quais instrumentos marcadores do tempo foram estudados até agora, ligando-os à sua função e à medida de tempo que marcam (horas, dias, semanas, meses).
BNCC
• As atividades contemplam a habilidade EF02HI06 ao levarem os estudantes a colocarem em prática seus conhecimentos sobre a marcação do tempo em meses e anos. A atividade 3 propicia ainda o apri-
moramento da Competência específica de História 3 ao promover o exercício da empatia e do diálogo sobre acontecimentos importantes na vida dos estudantes.
Resposta
3. Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é levar os estudantes a compartilharem suas vivências com os colegas. Conforme eles forem se manifestando, escreva na lousa os acontecimentos citados e incentive uma conversa em sala de aula sobre eles. Durante esse momento, promova um ambiente de respeito entre a turma.
• Na questão 1, analise o calendário com os estudantes. Comente o que foi representado em cada mês e o que isso significa para os povos indígenas. Explique que esse calendário indígena foi construído levando em conta o cultivo de alimentos e as características da natureza em cada mês do ano. Faça a leitura das legendas coletivamente e solicite que identifiquem no calendário as imagens correspondentes a elas, de maneira que possam comparar o texto verbal às representações feitas no calendário. Faça também a leitura da fonte do calendário, explicando aos estudantes que o Parque Indígena do Xingu, localizado no estado do Mato Grosso, é considerado a maior terra indígena do mundo, onde as diferentes comunidades indígenas podem manter suas tradições e seus modos de vida.
• Destaque que os calendários indígenas não são iguais em todas as comunidades: eles variam de acordo com a etnia, o modo de vida e o lugar onde vivem. Em algumas regiões, por exemplo, as marcações podem estar ligadas ao regime das chuvas, às cheias dos rios ou às épocas de caça e coleta. Essa diversidade mostra que cada povo organiza o tempo de acordo com sua relação com a natureza e com as práticas culturais de seu cotidiano.
• Se considerar pertinente, após a realização do item A, apresente aos estudantes mais informações sobre o calendário indígena apresentado. Para isso, leia para eles o texto a seguir.
[…] Janeiro, mês que as matas ficam bem crescidas. As árvores ficam todas com as folhas bem verdes. Os capins ficam grandes. As plantas crescidas na roça ficam no ponto de colher como: o milho, que as mulheres colhem para fazer cozido, mingau, beiju, torrado ou assado. É o mês que chove muito.
EXISTEM DIFERENTES TIPOS DE CALENDÁRIO. A SEGUIR, VAMOS CONHECER ALGUNS DELES.
1. OBSERVE A SEGUIR O CALENDÁRIO ELABORADO POR
PROFESSORES E ESTUDANTES EM ESCOLAS DO PARQUE INDÍGENA DO XINGU, ESTADO DO MATO GROSSO.

FONTE DE PESQUISA: KAYABI, ATURI ET AL GEOGRAFIA INDÍGENA: PARQUE INDÍGENA DO XINGU. BRASÍLIA: MEC, 1996. P. 55.
CALENDÁRIO INDÍGENA.
A ) OS MESES DOS CALENDÁRIOS INDÍGENAS COSTUMAM ESTAR RELACIONADOS AOS COSTUMES DESSES POVOS E ÀS ATIVIDADES QUE ELES PRATICAM AO LONGO DO ANO. QUAIS ATIVIDADES FORAM REPRESENTADAS NESSE CALENDÁRIO?
1. A) Resposta: Os estudantes podem comentar as atividades relacionadas ao cultivo de alimentos, como a preparação do solo, o plantio e a colheita, além da pesca e da celebração de festas.
Fevereiro, mês que tem muita chuva ainda. Mês que dá mais mosquito. Os rios continuam cheios e as frutas estão caindo. Nesse mês comemos muito matrinchã.
Março, os homens começam a preparar as foices e machados para dar início à roçada.
Abril, as orquídeas estão em flores. Os rios começam a baixar e a chuva já começa a parar.
Maio, as praias estão bem grandes, têm muitas gaivotas e os peixes estão fáceis de serem pescados. Junho, tem muita arara comendo cocos, que nesse mês dá muito.
Julho é onde realizamos o curso dos monitores de saúde no PI Diauarum. Mês de brincar nas praias e de comer muito ovo de tracajá.
Agosto é o mês de plantar a roça. Outubro, época de pequi. Novembro, mês que as plantas já estão brotando. Dezembro, mês que dá muita melancia.
[…]
SUYÁ, Thiayu. Calendário indígena. In: KAYABI, Aturi et al Geografia indígena: Parque Indígena do Xingu. Brasília: Instituto Socioambiental, MEC, Pnud, 1996. p. 55.
CALENDÁRIO MAIA
UM DOS CALENDÁRIOS MAIAS SE BASEAVA NO CICLO SOLAR. ESSE CALENDÁRIO ERA DIVIDIDO EM 365 DIAS E USADO PARA MARCAR AS ESTAÇÕES DO ANO E OS PERÍODOS DE PLANTIO E DE COLHEITA.

CALENDÁRIO CHINÊS
IMAGENS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI.
ANTIGO CALENDÁRIO MAIA EM UM SÍTIO ARQUEOLÓGICO EM CHIAPAS, NO MÉXICO, EM 2020.
O CALENDÁRIO CHINÊS É LUNISSOLAR E USADO PARA MARCAR AS FESTIVIDADES NA CHINA. NESSE CALENDÁRIO, O ANO É DIVIDIDO EM 12 MESES LUNARES DE 29 OU 30 DIAS, TOTALIZANDO 354 OU 355 DIAS.

2. Resposta pessoal. Incentive os estudantes a compartilharem com os colegas as impressões que tiveram acerca dos diferentes tipos de calendário estudados.
ANTIGO CALENDÁRIO CHINÊS, NO MUSEU DE HISTÓRIA NATURAL, EM NOVA YORK, ESTADOS UNIDOS.
2. SOBRE OS CALENDÁRIOS ESTUDADOS, QUAL CHAMOU MAIS A SUA ATENÇÃO? CONTE AOS COLEGAS O PORQUÊ.
3. POR QUE É IMPORTANTE CONHECER DIFERENTES TIPOS DE CALENDÁRIO? CONVERSE COM OS COLEGAS.
3. Resposta: Espera-se que os estudantes mencionem a importância de conhecer outros tipos de calendários como forma de valorizar e respeitar as diferentes culturas.
• Explique aos estudantes que diferentes povos ao longo da história desenvolveram maneiras próprias de organizar o tempo, de acordo com suas necessidades, tradições e modos de vida. Mostre que, assim como os calendários indígenas, os calendários maias e o calendário chinês também têm relação com o cultivo, as estações e as celebrações culturais. Ressalte a importância de reconhecer e valorizar a diversidade cultural e leve-os a perceber que não existe apenas uma forma de organizar a vida em sociedade.
• A atividade 2 tem como objetivo incentivar os estudantes a expressarem suas preferências pessoais e a justificarem suas escolhas diante dos calendários apresentados. Se houver dificuldade, retome com eles os elementos principais de cada calendário (marcação do tempo, relação com a natureza, datas comemorativas etc.) e ajude-os a compará-los. Incentive a escuta entre os colegas, valorizando a diversidade de opiniões e percepções.
• O objetivo da atividade 3 é levar os estudantes a compreenderem a importância de conhecer diferentes formas de organização do tempo. Caso tenham dificuldade, destaque que os calendários refletem modos de vida e tradições culturais distintos e que isso mostra como os povos se relacionam de maneiras variadas com a natureza, o trabalho e as celebrações. Promova uma roda de conversa para que eles percebam como essa diversidade contribui para ampliar a visão de mundo e desenvolver o respeito às diferentes culturas.
• Os conteúdos e as atividades das páginas 36 e 37 promovem o desenvolvimento da habilidade EF02HI07, pois os estudantes conhecerão diferentes calendários,
identificando-os como um instrumento utilizado para marcar a passagem do tempo. Além disso, contemplam aspectos da Competência específica de História 2, uma vez que, ao estudarem diferentes calendários, os estudantes serão levados a problematizar os significados das lógicas de organização cronológica. Ainda contemplam os temas contemporâneos transversais Diversidade cultural e Educação para valorização do multiculturalismo nas matrizes históricas e culturais
08/10/2025 08:21:43
brasileiras ao mostrarem que os calendários variam conforme os modos de vida, as tradições e os valores de diferentes povos.
• A abordagem dos diferentes tipos de calendários contribui para desenvolver a Competência específica de Ciências da Natureza 4, levando os estudantes a reconhecerem as aplicações e implicações da Ciência e de suas tecnologias, como o desenvolvimento dos calendários que são utilizados até hoje.
• Perceber o que ocorre quando a luz solar incide sobre materiais com diferentes características.
• Comparar a interação da luz solar em diferentes materiais.
• Manusear e ler temperatura em um termômetro.
A) Resposta pessoal. O objetivo desta questão é levar os estudantes a refletirem sobre um dos efeitos da interação da radiação solar com as superfícies e os materiais (aquecimento), formulando hipóteses para a questão levantada.
• Providencie os materiais para a realização da prática. A quantidade de água deve ser suficiente para completar, com a mesma quantidade, dois dos copos de plástico. O mesmo é válido para a quantidade de areia.
• Na etapa C, oriente os estudantes a passarem protetor solar. Diga a eles que, durante a realização desta etapa e das etapas E e F, devem permanecer expostos à luz solar somente o tempo necessário para posicionar os copos no local especificado ou realizar as medições de temperatura.
• Os assuntos abordados ao longo do tema Efeito estufa natural colaboram para o desenvolvimento da habilidade EF02CI08 ao permitirem que os estudantes compreendam e comparem os efeitos da radiação solar em diferentes superfícies.
• A atividade da seção Vamos Investigar contribui para desenvolver as Competências específicas de Ciências da Natureza 2 e 3 ao levar os estudantes a
ALÉM DE AJUDAR A MARCAR A PASSAGEM DO TEMPO, A LUZ SOLAR É IMPORTANTE PARA A TERRA E SEUS COMPONENTES POR DIVERSOS MOTIVOS.
A LUZ SOLAR PODE INFLUENCIAR A VIDA DOS SERES VIVOS DE DIFERENTES MANEIRAS, COMO POR MEIO DO EFEITO ESTUFA NATURAL.
VAMOS INVESTIGAR
A ) EM SUA OPINIÃO, OS MATERIAIS PODEM SOFRER ALTERAÇÕES DE TEMPERATURA QUANDO ELES FICAM EXPOSTOS DIRETAMENTE À LUZ SOLAR? EXPLIQUE.
MATERIAIS NECESSÁRIOS
• 4 COPOS TRANSPARENTES DE PLÁSTICO
• ÁGUA
A. B. C.
Resposta nas orientações ao professor
• TERMÔMETRO DE ÁLCOOL
• CANETA PERMANENTE
• AREIA
COM A CANETA, IDENTIFIQUE OS COPOS COM AS LETRAS A, B, C E D.
COLOQUE A MESMA QUANTIDADE DE ÁGUA NOS COPOS A E B E A MESMA QUANTIDADE DE AREIA NOS COPOS C E D
POSICIONE OS COPOS A E C EM UM LOCAL QUE RECEBA LUZ SOLAR DIRETAMENTE.
IMAGEM REFERENTE À ETAPA C

analisarem, compreenderem e explicarem características, fenômenos e processos relativos à luz solar, exercitando a curiosidade para fazer perguntas e buscar respostas. Ao tratar desse assunto, esta atividade também contribui para desenvolver a habilidade EF02CI08 ao comparar e registrar o efeito da radiação solar em diferentes materiais que são expostos a diferentes situações.
D.
POSICIONE OS COPOS B E D EM UM LOCAL PROTEGIDO DA LUZ SOLAR, OU SEJA, À SOMBRA.
IMAGEM REFERENTE À ETAPA D

E.
UTILIZANDO O TERMÔMETRO, MEÇA A TEMPERATURA DO CONTEÚDO DOS COPOS A, B, C E D. REGISTRE OS RESULTADOS NO QUADRO A SEGUIR.
TEMPERATURA NO INÍCIO DA INVESTIGAÇÃO
COPOS COPO A COPO B COPO C COPO D
TEMPERATURA (°C)
F.
APÓS 2 HORAS, MEÇA NOVAMENTE A TEMPERATURA DOS CONTEÚDOS DOS COPOS. REGISTRE OS RESULTADOS A SEGUIR.
Professor, professora: Auxilie os estudantes no uso do termômetro e na leitura dos dados nesse instrumento, comentando que as temperaturas são apresentadas em graus Celsius (°C).
TEMPERATURA APÓS 2 HORAS
COPOS COPO A COPO B COPO C COPO D
TEMPERATURA (°C)
AGORA, RESPONDA ORALMENTE ÀS QUESTÕES A SEGUIR.
Respostas nas orientações ao professor
1. HOUVE DIFERENÇA DE TEMPERATURA ENTRE AS AMOSTRAS DE ÁGUA (A E B) E ENTRE AS AMOSTRAS DE AREIA (C E D)? EM CASO AFIRMATIVO, COMO VOCÊ EXPLICA ESSA DIFERENÇA?
2. EXPLIQUE A DIFERENÇA DE TEMPERATURA ENTRE A ÁGUA E A AREIA QUE FICARAM EXPOSTAS DIRETAMENTE À LUZ SOLAR.
3. APÓS A REALIZAÇÃO DA ATIVIDADE, EM SUA OPINIÃO, OS MATERIAIS PODEM SOFRER ALTERAÇÕES DE TEMPERATURA QUANDO FICAM EXPOSTOS DIRETAMENTE À LUZ SOLAR? EXPLIQUE.
1. As respostas dependem dos resultados obtidos. De modo geral, espera-se que os estudantes respondam que as amostras que ficaram expostas diretamente à luz solar absorveram mais calor proveniente do Sol, resultando em aumento de sua temperatura, quando comparadas com as amostras mantidas à sombra.
2. As respostas dependem dos resultados obtidos. De modo geral, espera-se que os estudantes comentem que a areia
e a água absorvem calor de maneira diferente. Nesse caso, a temperatura da areia eleva-se mais rapidamente que a temperatura da água.
3. Resposta pessoal. O objetivo desta questão é fazer os estudantes refletirem sobre um dos efeitos da interação da radiação solar com as superfícies e os materiais (aquecimento) com base nas observações durante a investigação, aceitando ou não as hipóteses formuladas no início da atividade.
• Se necessário, para a realização das etapas E e F, explique aos estudantes como fazer a leitura das temperaturas em um termômetro de álcool. Explique que devemos deixar o instrumento em contato com a água e a areia dos copos até que a temperatura indicada no termômetro se estabilize, ou seja, até que o líquido no interior do termômetro pare de subir. Na sequência, devemos comparar a posição atingida pelo líquido em seu interior com a escala grafada no termômetro.
• Realize a medição de cada material e mostre aos estudantes o valor obtido ou, caso julgue pertinente, permita que os estudantes realizem a medição. Oriente-os a ter cuidado para manipular o termômetro, pois ele é delicado e pode quebrar facilmente.
• Peça-lhes que, a cada aferição, registrem o valor obtido nos respectivos quadros: Temperatura no início da investigação e Temperatura após 2 horas
• Após os estudantes realizarem as etapas E e F , pergunte como eles podem verificar a diferença de temperatura final entre as amostras de um mesmo material. Verifique se eles comentam que essa diferença pode ser obtida pela subtração entre a temperatura da água do copo A e a temperatura da água do copo B. Para a areia, deve-se realizar a subtração entre a temperatura da areia do copo C e a do copo D
08/10/2025 08:21:45
• Ao final da atividade, solicite aos estudantes que elaborem uma conclusão coletiva. O objetivo é que eles reflitam sobre as observações feitas durante a investigação. Espera-se que reconheçam que a exposição direta à luz solar provoca aumento de temperatura nos materiais. Esse aumento, no entanto, é variável, a depender do tipo de material. De modo geral, sob as mesmas condições, o aumento de temperatura da areia ocorre mais rapidamente que o da água.
• Leia o texto inicial e a atividade 1 com os estudantes e solicite a eles que citem outros exemplos em que podemos perceber a diferença de aquecimento de materiais com diferentes características ao ficarem expostos à luz solar. Eles podem citar, por exemplo, roupas brancas e roupas pretas, já que as pretas absorvem mais quantidade de luz solar, aquecendo mais rapidamente que as brancas.
Objetivo
• A atividade 1 permite verificar se os estudantes reconhecem que diferentes materiais absorvem calor de maneira distinta.
Sugestão de intervenção
Caso os estudantes tenham dificuldade em realizar esta atividade, retome com eles os valores de temperatura registrados na atividade prática das páginas 38 e 39 para a água e para a areia. Incentive-os a comparar os valores obtidos para esses dois materiais após exposição à luz solar e pergunte em qual material foi aferida maior temperatura. Em seguida, peça-lhes que calculem, para a água no copo A, a diferença dos valores de temperatura obtidos para esse material no início da investigação e após duas horas de exposição à luz solar. Na sequência, solicite que eles façam o mesmo com relação às medidas de temperatura da areia do copo C. Verifique se eles constatam que, em um mesmo intervalo de tempo, a temperatura da areia se elevou mais que a da água e que esses materiais absorvem calor de maneira diferente.
Na questão 2, se julgar conveniente, pergunte aos estudantes se eles já vivenciaram situações semelhantes à de Carol e Talita e oriente-os a trabalhar em duplas, a fim de que possam
QUANDO OBJETOS E MATERIAIS SÃO EXPOSTOS DIRETAMENTE À LUZ SOLAR, A TEMPERATURA DELES AUMENTA. ISSO ACONTECE PORQUE A LUZ QUE ATINGE UM MATERIAL PODE SER ABSORVIDA E/OU REFLETIDA, DE ACORDO COM AS CARACTERÍSTICAS DESSE MATERIAL.
A ABSORÇÃO DA LUZ ESTÁ RELACIONADA AO AQUECIMENTO DOS MATERIAIS.
1. Resposta: A DIFERENÇA DE TEMPERATURA ENTRE OS MATERIAIS EXPOSTOS À LUZ SOLAR OCORRE PORQUE ELES ABSORVEM CALOR DE MANEIRA DIFERENTE
1. COMPLETE A FRASE A SEGUIR COM AS PALAVRAS ADEQUADAS ENTRE PARÊNTESES.
A DIFERENÇA DE TEMPERATURA ENTRE OS MATERIAIS EXPOSTOS À LUZ SOLAR OCORRE PORQUE ELES
(ABSORVEM/PRODUZEM) CALOR
DE MANEIRA (IGUAL/DIFERENTE).
2. OBSERVE AS SITUAÇÕES A SEGUIR.
IMAGENS COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.
DE MANHÃ, CAROL ESTAVA
BRINCANDO DE BOLA COM A IRMÃ TALITA DENTRO DA PISCINA.

compartilhar suas vivências com um colega ao realizar a atividade.
• As atividades sugeridas nesta página incentivam os estudantes a analisarem o efeito da luz solar em diferentes materiais, contribuindo para desenvolver a habilidade EF02CI08.
• A questão 2 incentiva os estudantes a explicarem o que ocorre em uma situação com base em seus conhecimentos científicos, contribuindo para desenvolver a Competência específica de Ciências da Natureza 3
APÓS UMA HORA, ELAS SAÍRAM DA PISCINA PARA TOMAR SUCO DE LARANJA.
NOSSA, COMO O CHÃO ESTÁ QUENTE!

ONDE SERÁ QUE DEIXAMOS NOSSOS CHINELOS?
ESPECTROFOTOMETRIA: absorção da luz. UFRGS. Disponível em: https://www.ufrgs.br/ leo/site_espec/absorcaodacor.html. Acesso em: 10 set. 2025.
ESPECTROFOTOMETRIA: espectro de absorção. UFRGS. Disponível em: https://www.ufrgs. br/leo/site_espec/espectrodeabsorcao.html. Acesso em: 10 set. 2025.
Nesses sites, confira mais informações sobre a absorção de luz por materiais de diferentes características.
A ) POR QUE A TEMPERATURA DO PISO AO REDOR DA PISCINA ESTAVA MAIS ELEVADA DO QUE A TEMPERATURA DA ÁGUA DA PISCINA?
A LUZ DO SOL É BRANCA. ESSA COR É COMPOSTA
POR UMA MISTURA DE CORES, QUE PODEM SER OBSERVADAS NO ARCO-ÍRIS.
POR CAUSA DESSA CARACTERÍSTICA, A COR DA SUPERFÍCIE DOS OBJETOS TAMBÉM INFLUENCIA NA ABSORÇÃO E NA REFLEXÃO DA LUZ.

ARCO-ÍRIS NAS CATARATAS DO IGUAÇU, PARANÁ, EM 2020.
ASSIM, OBJETOS DE MESMO MATERIAL PODEM SE AQUECER DE MANEIRA DIFERENTE, DEPENDENDO DA COR. OBSERVE A SEGUIR.
2. A) Resposta: Espera-se que os estudantes respondam que o piso e a água da piscina recebem calor proveniente da luz solar, mas a temperatura do piso aumenta mais rapidamente do que a da água.
URSO DE PELÚCIA SOB INCIDÊNCIA DIRETA DE LUZ SOLAR.

SUPERFÍCIES DE COR PRETA ABSORVEM A MAIOR PARTE DA LUZ. POR ISSO, A TEMPERATURA DELAS AUMENTA MAIS RAPIDAMENTE DO QUE EM OUTRAS CORES.
SUPERFÍCIES BRANCAS REFLETEM A MAIOR PARTE DA LUZ. POR ISSO, A TEMPERATURA DELAS MUDA MAIS LENTAMENTE.
• Se julgar conveniente, realize com os estudantes a Atividade extra sugerida a seguir.
ATIVIDADE
Passo a passo
a) Pinte uma garrafa plástica com tinta guache branca e a outra com tinta guache preta. Coloque um termômetro no interior de cada garrafa e tampe-as.
b) Posicione as duas em um local que receba luz solar diretamente. Deixe-as nesse local por 2 horas.
08/10/2025 08:21:47
c) Após esse período, retire os termômetros e, imediatamente, anote no caderno as temperaturas registradas. Não se esqueça de indicar a cor da garrafa na anotação.
Em seguida, peça aos estudantes que respondam: “Qual das garrafas PET ficou com temperatura mais alta?”. “Por que isso ocorreu?”. Espera-se que os estudantes comentem que a garrafa pintada com tinta preta estava com temperatura mais alta, porque a cor preta absorve mais luz e calor que a cor branca.
• Pergunte aos estudantes quantas cores diferentes eles conseguem identificar no arco-íris mostrado na fotografia desta página. Explique a eles que a luz branca é composta de uma variedade de cores e que, quando ocorre sua decomposição, como na formação do arco-íris, geralmente conseguimos identificar 7 cores: vermelho, alaranjado, amarelo, verde, azul, anil e violeta. Incentive os estudantes a identificarem essas cores na fotografia e, se julgar pertinente, leve para a sala de aula outras fotografias do arco-íris em outras paisagens, além da mostrada no Livro do estudante, para que eles identifiquem as cores.
• Depois de abordar o exemplo do urso de pelúcia, explorando as diferenças na interação da luz com superfícies de cor preta e de cor branca, trabalhe os conhecimentos prévios dos estudantes. Pergunte se eles já haviam percebido, em situações cotidianas, a diferença de aquecimento de objetos com diferentes cores quando expostos à luz solar. Deixe que eles exponham livremente suas vivências, permitindo o engajamento da turma no estudo do assunto. Eles podem citar a percepção desse efeito nas roupas de cores claras e escuras.
• Explique a eles que, no caso do urso de pelúcia em um quarto infantil, com uma luz utilizada em residências, esse aquecimento não será perceptível ao toque.
• Ao abordar a interação da luz com objetos de diferentes cores, exemplifique usando objetos disponíveis em sala de aula.
• Caso algum estudante questione a cor branca da luz solar, uma vez que eles a enxergam mais amarelada ou mais alaranjada, confira uma explicação para esse fato no site do Centro de Referência do Ensino de Física, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, indicado a seguir.
• DA SILVEIRA, Fernando Lang. Diz-se que a luz do Sol é branca, mas ele sempre nos parece amarelado e até avermelhado. Por quê? CREF, 4 out. 2010. Disponível em: https://cref.if.ufrgs. br/?contact -pergunta=diz-se-que -a-luz-do-sol-e-branca -mas-ele-sempre-nos -parece-amarelado-e-ate -avermelhado-por-que. Acesso em: 10 set. 2025.
• O conteúdo das páginas 41 e 42 incentiva os estudantes a analisarem o efeito da luz solar em materiais com diferentes características, auxiliando no aprimoramento da habilidade EF02CI08.

BLOCOS DE MADEIRA DE DIFERENTES CORES SOB INCIDÊNCIA
DIRETA DE LUZ SOLAR.
QUANDO A LUZ SOLAR INCIDE SOBRE UMA SUPERFÍCIE VERMELHA, A COR VERMELHA DA LUZ É REFLETIDA E AS OUTRAS CORES SÃO ABSORVIDAS PELA SUPERFÍCIE.
QUANDO A LUZ SOLAR INCIDE SOBRE UMA SUPERFÍCIE AMARELA, A COR AMARELA DA LUZ É REFLETIDA E AS OUTRAS CORES SÃO ABSORVIDAS PELA SUPERFÍCIE.
3. OBSERVE AS IMAGENS E COMPLETE O TEXTO COM AS PALAVRAS CORRETAS.

3. Resposta: O BLOCO DE COR PRATA REFLETE A MAIOR PARTE DA LUZ INCIDENTE.

BLOCO DE MADEIRA NA COR PRATA.
IMAGENS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI.
O BLOCO DE COR
REFLETE A MAIOR
PARTE DA LUZ INCIDENTE. POR ISSO, SUA TEMPERATURA AUMENTA MAIS LENTAMENTE DO QUE A TEMPERATURA DO BLOCO DE COR
BLOCO DE MADEIRA NA COR PRETA.
POR ISSO, SUA TEMPERATURA AUMENTA MAIS LENTAMENTE DO QUE A TEMPERATURA DO BLOCO DE COR PRETA
O SOL É FONTE DE LUZ E CALOR PARA A TERRA, MAS O AQUECIMENTO DO PLANETA NÃO DEPENDE SOMENTE DA LUZ SOLAR. NO SÉCULO 19, A CIENTISTA ESTADUNIDENSE EUNICE NEWTON FOOTE (1819-1888) VERIFICOU QUE A LUZ SOLAR AQUECIA CERTOS GASES, COMO O GÁS CARBÔNICO, EXISTENTE NA ATMOSFERA DA TERRA.
A ATMOSFERA TERRESTRE É UMA CAMADA DE AR QUE ENVOLVE A TERRA E É FUNDAMENTAL PARA O AQUECIMENTO DO PLANETA, POR MEIO DO EFEITO ESTUFA NATURAL.
ESSE FENÔMENO AJUDA A RETER PARTE DO CALOR DA LUZ SOLAR, EVITANDO GRANDES VARIAÇÕES NA TEMPERATURA MÉDIA DA TERRA. ACOMPANHE A SEGUIR.
IMAGEM COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.
EFEITO ESTUFA

Professor, professora: Ao citar a cientista Eunice Newton Foote, se considerar pertinente, apresente aos estudantes mais informações sobre esse trabalho e a cientista. Comentários nas orientações ao professor
REPRESENTAÇÃO DO EFEITO ESTUFA NATURAL DA TERRA.
FONTE DE PESQUISA: SADAVA, DAVID ET AL VIDA: A CIÊNCIA DA BIOLOGIA. 11. ED. PORTO ALEGRE: ARTMED, 2020. V. 2. P. 718.
PARTE DA LUZ SOLAR ATINGE A SUPERFÍCIE TERRESTRE, ONDE É ABSORVIDA E CONVERTIDA EM CALOR.
OUTRA PARTE DA LUZ PROVENIENTE DO SOL É REFLETIDA PARA O ESPAÇO.
PARTE DO CALOR SOLAR QUE NÃO É ABSORVIDO PELA SUPERFÍCIE TERRESTRE É IRRADIADA PELA TERRA. PARTE DESSA PORÇÃO IRRADIADA É RETIDA POR ALGUNS GASES ATMOSFÉRICOS.
OUTRA PARTE DO CALOR, QUE FOI IRRADIADO PELA TERRA, É PERDIDA PARA O ESPAÇO.
ATIVIDADE EXTRA
Materiais necessários
• dois copos com a mesma quantidade de água
• caixa de sapato
• fita adesiva
• filme plástico
• termômetro
Passo a passo
a) Coloque um dos copos com água dentro da caixa e a tampe com o filme plástico. Vede a lateral com fita adesiva.
b) Coloque a caixa de sapato em um local que receba luz solar diretamente.
c) Coloque o outro copo ao lado da caixa de sapato. Certifique-se de que ambos recebam luz solar diretamente por pelo menos uma hora.
d) Após uma hora, abra a caixa e afira a temperatura da água dos dois copos usando um termômetro.
Pergunte aos estudantes o que eles observaram e concluíram com esse experimento. Espera-se que eles identifiquem uma simulação do efeito estufa, com a
• Explique aos estudantes que o século XIX corresponde ao período de 1801 a 1900.
• Ao abordar este conteúdo com os estudantes, leia o texto em voz alta e explique que o trabalho da cientista estadunidense Eunice Newton Foote (1819-1888) não foi reconhecido na época. Seu estudo sobre a relação do gás carbônico com o aquecimento da atmosfera terrestre foi creditado a outro cientista, o físico irlândes John Tyndall (1820-1893), no ano de 1859.
• Esclareça a eles que o efeito estufa é um fenômeno que ocorre naturalmente no planeta, sendo fundamental para a manutenção da temperatura média da Terra. No entanto, ele pode ser intensificado por diversas atividades humanas que liberam gases poluentes, como o gás carbônico, na atmosfera, provocando o aumento da temperatura média global.
• Faça a leitura do esquema com os estudantes, reproduza na lousa um esquema semelhante ao apresentado na página e, conforme fizer a leitura dos textos, peça a eles que ajudem a identificar na imagem a parte que representa cada um dos textos.
• Se julgar pertinente, promova a Atividade extra proposta a seguir com os estudantes.
08/10/2025 08:21:49
água do copo que está dentro da caixa com temperatura mais alta que a do copo de fora.
BNCC
• O trabalho com o esquema sobre o efeito estufa natural possibilita que os estudantes utilizem conhecimentos expressos em diferentes linguagens, como a verbal e a visual, aperfeiçoando a Competência geral 4
• Reconhecer a importância de ter cuidados para proteger a pele da luz solar.
• Conhecer alguns cuidados que devemos ter com a pele ao nos expormos à luz solar.
• Realizar uma campanha de conscientização sobre os cuidados necessários à manutenção da saúde ao se expor à luz solar.
• Leia com os estudantes em voz alta o trecho da história em quadrinhos que explora problemas associados à exposição excessiva à luz solar e peça a eles que respondam aos itens A e B
• Diga-lhes que a exposição excessiva à luz solar sem os devidos cuidados pode causar diversos problemas na pele, como queimaduras, manchas e até mesmo câncer de pele.
• Explique que câncer é um grupo de doenças caracterizado pelo crescimento anormal de células, que são as unidades formadoras dos seres vivos. Diga a eles que o câncer de pele é caracterizado por manchas com formatos e cores diferentes, que podem aumentar de tamanho com o tempo. Se julgar pertinente, acesse com os estudantes o documento disponível no site do Instituto Nacional do Câncer, indicado a seguir, e confira com eles informações sobre fatores que aumentam o risco de câncer de pele, como identificá-lo e cuidados que ajudam a evitá-lo.
• O QUE é o câncer de pele? Inca . Disponível em: https://www.inca. gov.br/sites/ufu.sti. inca.local/files/media/ document/salvar_vidas_ cancer_pele_impressao_ corrigido_web_0.pdf. Acesso em: 10 set. 2025.
Respostas
A) Espera-se que os estudantes citem que a tirinha
CONHECENDO O PROBLEMA 1
LEIA O TRECHO DA HISTÓRIA EM QUADRINHOS A SEGUIR.


SOUSA, MAURICIO DE. TURMA DA MÔNICA EM: O SOL E A SUA PELE. TURMA DA MÔNICA: A PELE E O SOL, SÃO PAULO, 2013. P. 7, 16. DISPONÍVEL EM: https://turmadamonica.uol.com.br/ revistasespeciais/?ed=a-pele-e-o-sol. ACESSO EM: 12 JUL. 2025.
A ) QUAL É O PRINCIPAL PROBLEMA ABORDADO NO TRECHO DA HISTÓRIA EM QUADRINHOS?
B ) VOCÊ JÁ VIVENCIOU ALGUM PROBLEMA SEMELHANTE AO DE MÔNICA E MAGALI? CONTE AOS COLEGAS.
Respostas nas orientações ao professor
explora os problemas associados à exposição excessiva à luz solar sem os devidos cuidados.
B) Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é que os estudantes compartilhem suas vivências com os colegas. Caso algum deles tenha vivenciado uma situação envolvendo exposição excessiva à luz solar, enfatize a importância de cuidar para que essas situações não ocorram.
O trecho da história em quadrinhos permite um trabalho interdisciplinar com o componente curricular de Língua Portuguesa. Trabalhe com os
estudantes a organização da história em quadros compostos de imagens e textos (balões de fala).
08/10/2025 08:21:50
BNCC
• O tema abordado nesta seção está relacionado ao tema contemporâneo transversal Saúde e à habilidade EF02CI08. Além disso, a reflexão sobre a importância dos cuidados com a pele ao nos expormos à luz solar e a elaboração da campanha de conscientização com o uso de tecnologias digitais contribuem para desenvolver as Competências gerais 5 e 8 e as Competências específicas de Ciências da Natureza 3, 6, 7 e 8
EXPOR-SE À LUZ SOLAR É IMPORTANTE PARA A MANUTENÇÃO DA SAÚDE. NO ENTANTO, A SAÚDE É PREJUDICADA QUANDO A EXPOSIÇÃO À LUZ SOLAR É EXCESSIVA E SEM OS DEVIDOS CUIDADOS.
ORGANIZANDO AS IDEIAS 2
AGORA, RESPONDA ORALMENTE ÀS QUESTÕES A SEGUIR.
Respostas nas orientações ao professor
A ) EM SUA OPINIÃO, QUAIS CUIDADOS DEVEMOS TER AO NOS EXPOR À LUZ SOLAR?
B ) DE ACORDO COM A SUA RESPOSTA À QUESTÃO ANTERIOR, VOCÊ TEM TOMADO OS CUIDADOS ADEQUADOS AO SE EXPOR À LUZ SOLAR? POR QUÊ?
C ) REALIZE UMA PESQUISA COM A AJUDA DE SEUS FAMILIARES SOBRE OS PROBLEMAS QUE A EXPOSIÇÃO EXCESSIVA AO SOL, SEM OS CUIDADOS NECESSÁRIOS, PODE CAUSAR.

PESSOAS EM UMA PRAIA.
BUSCANDO SOLUÇÕES 3
Resposta nas orientações ao professor
IMAGEM COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.
A ) COM A AJUDA DO PROFESSOR, PROMOVAM NA ESCOLA UMA CAMPANHA DE CONSCIENTIZAÇÃO SOBRE OS PROBLEMAS DA EXPOSIÇÃO EXCESSIVA E INADEQUADA À LUZ SOLAR.
• No item A, organize-os em grupos de três integrantes e solicite a eles que produzam cartazes com as informações obtidas por meio da pesquisa proposta no item C do tópico Organizando as ideias Oriente-os a incluir nesse material informações sobre os prejuízos que a exposição excessiva e sem proteção adequada à luz solar pode causar, bem como os cuidados que devemos ter para proteção da pele e dos olhos ao ficarmos expostos à luz solar.
• Oriente-os a utilizar editores de textos e programas de elaboração de apresentações para montar os materiais da campanha. Essa estratégia possibilita o uso pedagógico de tecnologias digitais, incentivando o uso delas para a divulgação de informações científicas. Caso não seja possível o uso de tecnologias digitais, oriente-os a montar cartazes com imagens e textos, que podem ser recortados de jornais e revistas e colados.
• Divulgue o material produzido para a comunidade escolar expondo-o em murais da escola.
• No item C, oriente os estudantes a pesquisarem com a ajuda de um familiar ou adulto responsável. Enfatize a importância de pesquisar os cuidados adequados ao se expor à luz solar em sites com informações oficiais, por exemplo, o site da Sociedade Brasileira de Dermatologia ou do Instituto Nacional de Câncer Ressalte a importância dos cuidados ao selecionar as fontes de pesquisa.
A) Resposta pessoal. O objetivo desta questão é levantar os conhecimentos prévios dos estudantes sobre os cuidados com a exposição à luz solar. Eles podem citar cuidados como usar filtro solar, boné ou chapéu e evitar a exposição entre as 10 horas da manhã e as 16 horas.
B) Resposta pessoal. O objetivo desta questão é levar os estudantes a fazerem uma autoavaliação sobre os cuidados em relação à exposição à luz solar.
C) Resposta pessoal. O objetivo desta questão é incentivar a participação dos familiares e promover o acesso a informações que auxiliem na manutenção da saúde. Os estudantes podem citar problemas de saúde como queimaduras e manchas na pele, além de câncer de pele.
08/10/2025 08:21:51
• Caso julgue pertinente, organize uma palestra sobre esse tema na escola com um dermatologista. Verifique com a direção o dia mais adequado para que ela ocorra.
A) Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é que os estudantes atuem como cidadãos ativos, elaborando materiais de divulgação de informações e incentivando a adoção de hábitos que promovam a saúde da comunidade escolar e dos familiares.
• No estudo do tema As transformações em nosso dia a dia, ressalte que os lugares estão em constantes transformações tanto pela ação dos elementos da natureza quanto pelas ações dos seres humanos.
• Explique que as transformações podem proporcionar benefícios, como a melhoria da infraestrutura dos lugares, mas também malefícios quando as transformações resultam em destruição de construções com valor histórico e cultural. Providencie com antecedência imagens que exemplifiquem as transformações de lugares por meio da ação humana assim como por ação da natureza e exponha-as para a turma. Descreva os elementos retratados de forma detalhada para que estudantes cegos ou com baixa visão identifiquem a permanência ou não de alguns dos elementos citados. Promova a contextualização para a realidade próxima dos estudantes e incentive-os a observar as transformações do entorno da escola e do lugar de moradia. Acolha os comentários e aproveite para resgatar conhecimentos prévios. • Na atividade 1, verifique se os estudantes identificam que os lugares apresentados nas fotografias vão se transformar ao longo do tempo. Leve-os a refletir sobre o tempo que levará para cada transformação acontecer. Incentive-os a se lembrarem se já observaram o desenvolvimento de alguma planta, de modo que concluam que, a cada etapa de crescimento, ocorre a alteração do aspecto do lugar. Proponha ainda que se recordem das transformações ocorridas em razão do tempo atmosférico, como o retratado na fotografia, e incentive-os a citar as adaptações que foram necessárias, como a utilização de agasalhos em dias de frio e a retirada destes em razão
COM O PASSAR DO TEMPO, OBSERVAMOS DIVERSAS TRANSFORMAÇÕES NO LUGAR ONDE VIVEMOS. ELAS ACONTECEM, POR EXEMPLO, PORQUE AS PESSOAS MODIFICAM OS LUGARES PARA ATENDER A DIFERENTES NECESSIDADES.
A AÇÃO DA NATUREZA TAMBÉM TRANSFORMA OS LUGARES. LONGOS PERÍODOS DE SECA OU DE CHUVAS, POR EXEMPLO, CAUSAM TRANSFORMAÇÕES NA PAISAGEM DOS LUGARES.
1. RELACIONE CADA IMAGEM AO TEXTO QUE MELHOR EXPLICA
A MODIFICAÇÃO RETRATADA NELA. PARA ISSO, ESCREVA OS PARES DE LETRAS E NÚMEROS.
A.

COLHEITA DE CANA-DE-AÇÚCAR NO MUNICÍPIO DE IVINHEMA, MATO GROSSO DO SUL, EM 2024.
B. A OCORRÊNCIA DE CHUVAS MODIFICOU A PAISAGEM DO LUGAR, DEIXANDO AS RUAS E AS CALÇADAS MOLHADAS E LEVANDO AS PESSOAS A USAREM GUARDA-CHUVAS. 1.

PESSOAS CAMINHANDO EM UMA PRAÇA, EM BUDAPESTE, NA HUNGRIA, EM 2024.
Resposta: A – 2; B – 1.
do aumento da temperatura no decorrer do dia. Oriente-os na observação das fotografias e na leitura dos textos, indicando precisamente a transformação, para que a associação entre eles seja facilitada.
BNCC
• Este tema favorece o desenvolvimento da Competência específica de Geografia 1, pois possibilita que os estudantes utilizem o conhecimento geográfico para entender a interação sociedade/natureza.
A LAVOURA ESTÁ SENDO COLHIDA POR UMA COLHEITADEIRA, TRANSFORMANDO A PAISAGEM DO LUGAR. 2.
AS TRANSFORMAÇÕES QUE OBSERVAMOS NOS LUGARES NÃO ACONTECEM SEMPRE COM A MESMA RAPIDEZ. ALGUMAS SÃO MAIS RÁPIDAS QUE OUTRAS.
TRANSFORMAÇÕES RÁPIDAS
2. RELACIONE CADA IMAGEM A SEGUIR AO TEXTO QUE MELHOR EXPLICA A MODIFICAÇÃO APRESENTADA NELA. PARA ISSO, ESCREVA A LETRA DA IMAGEM NO QUADRO DO TEXTO CORRESPONDENTE.
A.
Resposta: Os estudantes devem escrever nos quadros dos textos, respectivamente, B e A

B.

ÁREA RESIDENCIAL EM ENGLEWOOD, NA FLÓRIDA, ESTADOS UNIDOS, EM 2024.
FEIRA LIVRE EM UMA RUA DA CIDADE DE BELO HORIZONTE, MINAS GERAIS, EM 2023.
A RUA FOI TRANSFORMADA AO RECEBER BARRACAS DE VÁRIOS PRODUTOS, COMO FRUTAS E VERDURAS, PARA SEREM VENDIDOS À POPULAÇÃO LOCAL.
O LUGAR FOI TRANSFORMADO QUANDO FORTES VENTOS E GRANDES ONDAS DO MAR DESTRUÍRAM ALGUMAS RESIDÊNCIAS.
Durante a atividade, conduza as observações e, depois, promova uma conversa em sala de aula sobre elas. Os estudantes podem fazer desenhos mostrando a rua antes e durante a feira. É importante esclarecer que o tipo de ocupação promovido pelas pessoas, ainda que temporário, altera os lugares. Ao representarem as transformações da rua visitada, os estudantes desenvolverão aspectos da habilidade EF02GE08 da BNCC, pois estarão retratando componentes da paisagem dos lugares de vivência.
08/10/2025 08:28:47
• A respeito da área residencial transformada após um vendaval, explique aos estudantes que a natureza transforma os lugares em ritmos diferentes; rapidamente, por meio de ventos e chuvas fortes, ou de forma lenta, como com o acúmulo de sedimentos nas áreas mais baixas do relevo pela ação do vento ou das águas das chuvas. Esses processos serão abordados no decorrer da unidade. Peça aos estudantes que contem se já observaram alterações como essas no lugar em que vivem.
• Na atividade 2, é importante chamar a atenção dos estudantes para o tempo em que as transformações mostradas nos exemplos ocorrem. Uma feira livre, como no exemplo, é montada em algumas horas e altera todo o aspecto de uma rua ou praça. Na rua, os carros não podem trafegar e são as pessoas que transitam para fazer suas compras; os sons das conversas e os odores dos produtos também dão outro aspecto ao lugar.
• Se possível, promova uma visita guiada com os estudantes a uma feira livre em seu município, mostrando como a rua fica ocupada. Para isso, informe a direção e a equipe pedagógica, providencie transporte, solicite autorizações por escrito dos familiares ou responsáveis, combine regras com a turma, assim como calçados e vestimentas adequadas e o uso de boné e filtro solar. Antes da visita, leve para a sala de aula fotografias dessa mesma rua em dias sem feira para que eles observem as diferenças. Caso haja estudantes com baixa visão ou cegos, realize a atividade com auxílio de um colega de referência que possa conduzi-los aos locais da atividade. Sempre que possível, descreva detalhadamente seus elementos. Além disso, permita aos estudantes com deficiência que toquem e ouçam os elementos do ambiente para percebê-los.
• Comente com os estudantes a importância das fotografias antigas como registro histórico das paisagens e como documentos que podem auxiliar a compreender as transformações do espaço, como as ruas.
LIMA, Solange Ferraz de; CARVALHO, Vânia Carneiro de. Usos sociais e historiográficos. In: PINSKY, Carla Bassanezi; LUCA, Tania Regina de (org.). O historiador e suas fontes. São Paulo: Contexto, 2012. p. 29-33.
O livro sugerido traz informações interessantes sobre a história da fotografia e sua relevância no registro de aspectos das famílias e das cidades ao longo do tempo, confirmando sua importância como fonte histórica.
Faça um trabalho de campo com os estudantes. Para isso, será necessária a autorização dos familiares ou responsáveis por escrito, além da comunicação e do auxílio da direção e coordenação da escola. Organize uma visita a um museu localizado no município onde vocês moram ou em uma cidade próxima. Peça a colaboração de um ou mais professores para ajudar na segurança da turma nesse trabalho de campo. Organize-os em grupos de três ou quatro integrantes e oriente-os a observar e anotar o que acharem importante em relação a objetos e fotografias do passado, observando transformações em comparação com a atualidade. Se o museu possuir setores com diferentes temas, peça a cada participante do grupo que fique responsável por fazer anotações sobre um tema diferente. Façam a visita devagar, para que eles possam
AS TRANSFORMAÇÕES TAMBÉM PODEM SER PERCEBIDAS COM O PASSAR DE UM LONGO PERÍODO DE TEMPO.
UMA MANEIRA DE OBSERVAR ESSAS TRANSFORMAÇÕES QUE
OCORREM NOS LUGARES É COMPARAR FOTOGRAFIAS ANTIGAS E ATUAIS DE UM MESMO LOCAL.
OBSERVE E COMPARE AS FOTOGRAFIAS A SEGUIR.

E
DO

E MORRO DA URCA, NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, CAPITAL DO ESTADO, EM 2023.
observar atentamente os elementos presentes no museu. Se houver estudantes com deficiência física, providencie que recebam o apoio necessário dos colegas, promovendo a cooperação e a inclusão durante a atividade. Verifique antecipadamente a acessibilidade do lugar visitado. Além disso, permita que os estudantes com deficiência toquem, quando permitido, e ouçam os elementos do ambiente para percebê-los. Incentive-os a fazer perguntas sobre o que observarem ou perceberem do local. Para finalizar esta atividade, promova um debate sobre as informações percebidas sobre o passado e o presente do município durante o trabalho de observação do
museu.
BNCC
• Ao identificarem as transformações na paisagem do lugar por meio da comparação das fotografias, os estudantes estão explorando a habilidade EF02GE05
3. DE ACORDO COM AS IMAGENS DA PÁGINA ANTERIOR, RESPONDA ÀS QUESTÕES.
A ) QUAL FOTOGRAFIA É MAIS ANTIGA?
Resposta: Fotografia A
B ) DE QUE ANO É A FOTOGRAFIA MAIS RECENTE?
Resposta: A fotografia mais recente é de 2023.
C ) ENTRE UMA IMAGEM E OUTRA, PASSARAM-SE 115 ANOS. QUAL TRANSFORMAÇÃO MAIS CHAMOU A SUA ATENÇÃO?
4. DESENHE NOS ESPAÇOS A SEGUIR UM LUGAR QUE VOCÊ CONHECE, DA FORMA COMO ELE É ATUALMENTE. DEPOIS, DESENHE COMO VOCÊ ACHA QUE ESSE LUGAR SERÁ DAQUI A 100 ANOS.
4. Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes desenhem algumas transformações na paisagem do lugar daqui a 100 anos.
ATUALMENTE
3. C) Resposta pessoal. Os estudantes podem comentar as transformações relacionadas à quantidade e ao formato das construções. Também podem citar a grande quantidade de embarcações na fotografia mais recente.
DAQUI A 100 ANOS
49
08/10/2025 08:28:50
• Faça uma análise das fotografias com os estudantes e pergunte-lhes se conhecem algum lugar semelhante ao das fotografias mostradas na página anterior.
• A atividade 4 possibilita ao professor verificar se os estudantes percebem que os lugares se transformam, seja de maneira rápida, seja de maneira lenta.
Sugestão de intervenção
Divida os estudantes em dois grupos e peça a um deles que faça representações de um lugar que conheçam cuja transformação tenha sido rápida; e ao outro, de um lugar em que se pode observar transformações lentas. Se houver dificuldade para a realização da atividade, providencie fotografias do município com transformações dos lugares. Promova um momento de conversa com eles e instigue-os em uma reflexão sobre possíveis questões ambientais decorrentes da transformação dos lugares, aproveite a oportunidade para esclarecer dúvidas. Avalie individualmente as dificuldades e permita que estudantes com deficiências sensoriais se expressem da maneira que se sentirem mais confortáveis. Promova um momento para que todos tenham a oportunidade de verbalizar seu raciocínio e acolha as respostas dos estudantes.
• Ao realizarem a representação da paisagem atual e de sua possível transformação, os estudantes elaboram e representam componentes da paisagem do lugar em diferentes períodos, desenvolvendo, dessa maneira, aspectos da habilidade EF02GE08.
Organize antecipadamente imagens de formas de relevo formadas pela ação da natureza em ritmo lento, como cânions, vales e falésias (erosão marinha). Mostre-as aos estudantes e promova uma conversa questionando sobre como eles acham que aquelas formas de relevo se formaram. Esta atividade, além de investigar o conhecimento prévio dos estudantes, promove o desenvolvimento das Competências gerais 1 e 2 e da Competência específica de Geografia 3 da BNCC.
• Nesta página, são apresentados processos naturais da geomorfologia, resultantes da interação de agentes de transformação que atuam em diferentes ritmos e em diversas escalas. Nesse momento, tal abordagem desenvolve noções iniciais que serão gradativamente aprofundadas no decorrer dos anos de estudo.
• Auxilie os estudantes na leitura do texto e na observação das fotografias. Ressalte o tempo de atuação dos agentes responsáveis pelas transformações nelas retratadas. O arco, ou a ponte, formado por meio da ação de processos erosivos causados principalmente pela ação dos ventos (erosão eólica), que remove partículas da rocha de modo a formar a abertura característica, ocorre também em diversos lugares do planeta, assim como a formação de cânions pela ação das águas dos rios, escavando as rochas, formando vales profundos ao longo de milhares de anos. Se possível, leve para a sala de aula imagens de formações semelhantes às que exemplificam o assunto e que podem ser facilmente obtidas na internet.
A NATUREZA TAMBÉM TRANSFORMA OS LUGARES LENTAMENTE. ESSAS MODIFICAÇÕES PODEM DEMORAR CENTENAS OU ATÉ MILHARES DE ANOS PARA ACONTECER.
A AÇÃO CONSTANTE DE ELEMENTOS DA NATUREZA, COMO VENTO, ÁGUA E MUDANÇAS DE TEMPERATURA PROVOCADAS
PELO CALOR DO SOL, PODE MODIFICAR UMA PAISAGEM. VAMOS CONHECER ALGUNS EXEMPLOS.
AO LONGO DE MUITOS
ANOS, A AÇÃO DE ELEMENTOS COMO VENTO E ÁGUA DESGASTA A SUPERFÍCIE DE PAREDES ROCHOSAS, MODIFICANDO SUAS FORMAS E ORIGINANDO ARCOS.
PAISAGEM DE PONTE ALTA DO TOCANTINS, TOCANTINS, EM 2025.

A AÇÃO CONSTANTE, PRINCIPALMENTE DAS ÁGUAS DOS RIOS, AO LONGO DE MUITOS ANOS, DESGASTA E CAVA NA SUPERFÍCIE DOS TERRENOS VALES PROFUNDOS, FORMANDO OS CÂNIONS.
VALES: ÁREAS MAIS
BAIXAS DO TERRENO RODEADAS POR TERRENOS MAIS ALTOS, GERALMENTE COM FORMA ALONGADA PERCORRIDA POR UM RIO.
PAISAGEM DO GRAND CANYON, NOS ESTADOS UNIDOS, EM 2024.

• Explique aos estudantes que as transformações apresentadas na página 50 fazem parte da dinâmica externa do planeta Terra, realizadas por elementos externos a ele, como ventos, calor do Sol e água. No entanto, as paisagens também são transformadas pela ação da dinâmica interna, por meio de forças provenientes do interior do planeta, como vulcanismos, terremotos, dobramentos e falhamento do relevo.
5. Respostas pessoais. Antes de solicitar aos estudantes que realizem esta atividade, leia com eles em voz alta as perguntas.
5. SABIA QUE O BAIRRO ONDE VOCÊ MORA TAMBÉM É RESULTADO DE TRANSFORMAÇÕES RÁPIDAS E LENTAS QUE OCORRERAM NA PAISAGEM? CONVERSE COM SEUS PAIS OU RESPONSÁVEIS E MARQUE UM X NAS RESPOSTAS CORRETAS.
A ) NAS ÚLTIMAS SEMANAS OU MESES, VOCÊS NOTARAM CONSTRUÇÕES NOVAS NO BAIRRO?
SIM. NÃO.
B ) HÁ ALGUMA FESTA TÍPICA OU COMEMORAÇÃO EM QUE AS RUAS SÃO DECORADAS?
SIM. NÃO.
C ) NOS ÚLTIMOS MESES, ALGUM ESTABELECIMENTO COMERCIAL DIFERENTE INSTALOU-SE NO BAIRRO?
SIM. NÃO.
D ) HÁ ALGUMA FEIRA OU OUTRA ATIVIDADE REALIZADA QUE GERA TRANSFORMAÇÕES RÁPIDAS NOS ARREDORES?
SIM. NÃO.
E ) HÁ ALGUMA ALTERAÇÃO QUE VEM OCORRENDO GRADUALMENTE NO BAIRRO, COMO AMPLIAÇÃO DE RUAS E MORADIAS, E OCASIONANDO TRANSFORMAÇÕES LENTAS NOS ARREDORES?
SIM. NÃO.
F ) ACONTECEU ALGUMA TRANSFORMAÇÃO RÁPIDA OCASIONADA PELA AÇÃO DE ELEMENTOS DA NATUREZA, COMO CHUVA E VENTO?
SIM. NÃO.
6. APRESENTE SUAS RESPOSTAS DA ATIVIDADE ANTERIOR AOS COLEGAS. DEPOIS, CONVERSEM SOBRE OS TIPOS DE TRANSFORMAÇÃO QUE MAIS TÊM SIDO NOTADAS NO BAIRRO ONDE CADA UM DE VOCÊS VIVE.
6. Resposta pessoal. Auxilie os estudantes a apresentarem suas respostas e oriente-os a perceber que os lugares estão em constante transformação. 51
08/10/2025 08:28:52
• Na atividade 5, incentive os estudantes a interagirem com seus familiares ou responsáveis questionando-os a respeito dos processos de transformação ocorridos no bairro onde moram. Organize uma roda de conversa para que exponham o resultado da atividade e complemente com exemplos relacionados ao seu cotidiano, para auxiliar em caso de dúvidas.
• Dê exemplos locais de expressões culturais que possam ser observadas no lugar onde vivem. Caso grupos de imigrantes façam parte da formação inicial da população do município, essas expressões podem ser percebidas em festas que sazonalmente transformam o lugar. Promova momentos de debate e valorização da formação histórica do lugar em que vivem.
• Buscando identificar transformações rápidas ou lentas ocorridas no bairro onde vivem, peça aos estudantes que identifiquem, no roteiro da atividade 5, quais transformações podem ser consideradas rápidas e quais delas são lentas. Faça uma lista na lousa com algumas transformações que ocorrem com o passar do tempo na paisagem do lugar onde moram e, alternando entre os estudantes, questione-os sobre a sua opinião a respeito de cada uma delas, para que eles digam se a transformação sobre a qual foram questionados foi rápida ou lenta. Outra forma de realizar esta atividade é levar para a sala de aula fotografias que demonstrem essas transformações. Exemplos visuais são grandes auxiliadores do processo de ensino-aprendizagem.
1. Objetivo
• Compreender o conceito de temporalidade.
Sugestão de intervenção
Caso algum estudante tenha dificuldade em contextualizar os conceitos de tempo da natureza, tempo histórico e tempo cronológico, retome com ele os exemplos apresentados nas páginas 20 e 21. Se necessário, comente outras situações em que as diferentes temporalidades estão presentes em nosso cotidiano.
2. Objetivo
• Identificar e diferenciar os instrumentos utilizados para medir a passagem do tempo.
Sugestão de intervenção
Caso alguns estudantes se confundam quanto aos instrumentos apresentados, explique que há mais de uma opção correta. Ajude-os a perceber que foram apresentados três modelos diferentes de relógio: despertador, digital e uma ampulheta. Assim, são recuperados os conteúdos das páginas 22, 23 e 24. Relembre-os de que, embora possam possuir diferentes formatos, funções e modos de funcionamento, todos servem para medir a passagem do tempo.
1. ANALISE AS SITUAÇÕES APRESENTADAS E ESCREVA A QUAL TEMPO CADA UMA DELAS SE REFERE: TEMPO DA NATUREZA, TEMPO HISTÓRICO OU TEMPO CRONOLÓGICO.
A ) PODEMOS SENTIR A PASSAGEM DO TEMPO OBSERVANDO AS MUDANÇAS NO NOSSO CORPO.
Resposta: Tempo da natureza.
B ) COM O PASSAR DO TEMPO, ALGUMAS BRINCADEIRAS DEIXARAM DE EXISTIR, ENQUANTO OUTRAS SE MODIFICARAM.
Resposta: Tempo histórico.
C ) PODEMOS USAR O CALENDÁRIO PARA SABER QUANTO TEMPO FALTA PARA O NOSSO ANIVERSÁRIO.
Resposta: Tempo cronológico.
2. MARQUE UM X NOS QUADROS DOS INSTRUMENTOS QUE PODEM SER USADOS PARA MEDIR A PASSAGEM DO TEMPO.
IMAGENS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI.

RELÓGIO DESPERTADOR.

RELÓGIO DIGITAL.




Resposta: Imagens A (relógio despertador), D (relógio digital) e E (ampulheta).
BNCC
• A atividade 1 promove o desenvolvimento de aspectos da Competência específica de História 2, pois os estudantes reconhecerão a historicidade no tempo e no espaço ao identificarem contextos históricos que podem ser compreendidos no tempo histórico. Já a atividade 2 promove o desenvolvimento de aspectos da habilidade EF02HI07, pois os estudantes identificarão os instrumentos utilizados para medir a passagem do tempo, diferenciando-os de outros objetos.
3. LEIA O TEXTO A SEGUIR E RESPONDA ÀS ATIVIDADES.
[...] GRAÇAS AO CALENDÁRIO, SOMOS CAPAZES DE
OS ACONTECIMENTOS: “EU NASCI NO DIA TAL DO ANO TAL”.
TAMBÉM PODEMOS SITUÁ-LOS EM RELAÇÃO A OUTROS FATOS: “MEU AMIGO NASCEU UM ANO DEPOIS DE MIM”. [...]
BAUSSIER, SYLVIE. PEQUENA HISTÓRIA DO TEMPO SÃO PAULO: EDIÇÕES SM, 2005. P. 42.
3. Objetivo
• Compreender o uso do calendário e avaliar a habilidade de compreensão de texto.
Sugestão de intervenção
A ) SUBLINHE NO TEXTO QUAL É O INSTRUMENTO UTILIZADO PARA MEDIR A PASSAGEM DO TEMPO.
Resposta: CALENDÁRIO.
B ) CONTORNE NO TEXTO AS PALAVRAS QUE INDICAM UNIDADES DE MEDIDA DE TEMPO PRESENTES NO CALENDÁRIO.
Resposta: DIA; ANO.
4. COMPLETE O DIAGRAMA DE ACORDO COM AS DICAS A SEGUIR.
NOME DO 9º MÊS DO ANO.
NOME DO MÊS QUE TEM 28 OU 29 DIAS.
NOME DO ÚLTIMO MÊS DO ANO.
NO DIA 15 DE OUTUBRO COMEMORAMOS O DIA DESSE PROFISSIONAL.
DATA FESTIVA CELEBRADA NO DIA 1º DE JANEIRO
Resposta: A: SETEMBRO; B: FEVEREIRO; C: DEZEMBRO; D: PROFESSOR; E: ANO-NOVO.
• As atividades desta página favorecem o desenvolvimento da habilidade EF02HI07, pois os estudantes vão progredir em seus conhecimentos ao identificarem e diferenciarem marcadores do tempo, como o calendário.
Nesta atividade, organize a turma em duplas para a leitura do texto. Solicite a cada uma que destaque suas dúvidas de vocabulário e procure suas definições. Em seguida, os estudantes devem resolver a atividade. Dessa forma, podem ser confrontadas as diferentes compreensões e as dúvidas podem ser solucionadas pelos próprios colegas.
4. Objetivo
• Demonstrar de forma lúdica aos estudantes os conhecimentos a respeito do calendário e da organização temporal utilizados em nossa sociedade.
Sugestão de intervenção
Oriente os estudantes a lerem cada uma das questões e a tentarem responder individualmente. Assim que tiverem as respostas, eles devem procurar encaixá-las no diagrama. Indique-lhes que o próprio diagrama vai dar dicas sobre os acertos e erros. Uma vez que todos tenham preenchido os diagramas, se julgar pertinente, peça-lhes que troquem os livros didáticos entre si, para averiguar se acertaram ou erraram.
08/10/2025 08:28:58
5. Objetivo
• Avaliar se os estudantes reconhecem que objetos de cores diferentes aquecem de maneira distinta ao serem expostos à luz solar.
Sugestão de intervenção
Caso algum estudante não reconheça o uso da camiseta branca, retome com ele como ocorre a absorção da luz em materiais de cores claras e escuras, assunto abordado na página 41. Verifique se ele percebe que materiais de cores escuras absorvem mais luz que os de cores claras, aumentando sua temperatura mais rapidamente.
6. Objetivo
• Relacionar o movimento de rotação da Terra à ocorrência do dia e da noite, por meio da elaboração de frases com o uso das palavras secretas.
Sugestão de intervenção
Caso algum estudante tenha dificuldade em relacionar o movimento de rotação da Terra à ocorrência do dia e da noite, trabalhe novamente com a bola de poliestireno expandido e a lanterna, para que ele visualize melhor o fenômeno apresentado.
Respostas
5. B) Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é levar os estudantes a refletirem sobre os efeitos da radiação solar em superfícies de diferentes cores (clara e escura). Espera-se que os estudantes respondam que escolheram a camiseta branca porque essa cor reflete a maior parte da radiação solar e, portanto, aquece mais lentamente do que a camiseta de cor preta, que absorve a maior parte da radiação solar e aquece mais rapidamente.
5. LEIA A MANCHETE A SEGUIR.
5. A) Resposta: Imagem A (camiseta branca). Se necessário, comente com os estudantes que a malha é um tipo de tecido.
GELANI, FELIPE. NITERÓI, CIDADE MAIS QUENTE: TERMÔMETROS REGISTRAM 42,2 GRAUS. O GLOBO. NITERÓI, 23 FEV. 2025. P. 2.
A ) MARQUE UM X NA
COR DE CAMISETA
MAIS ADEQUADA PARA PASSEAR NAS RUAS DE NITERÓI NESSE DIA E AJUDAR A DIMINUIR O AQUECIMENTO DO CORPO.

CAMISETA BRANCA DE MALHA.

CAMISETA PRETA DE MALHA.
IMAGENS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI.
B ) CONVERSE COM UM COLEGA SOBRE SUA ESCOLHA NO ITEM ANTERIOR.
Resposta nas orientações ao professor
6. UTILIZE O CÓDIGO NUMÉRICO A SEGUIR E DESCUBRA QUATRO PALAVRAS SECRETAS.
6. Resposta: ROTAÇÃO; DIA; NOITE; TERRA.
A ) COM OS COLEGAS DA TURMA, ELABOREM UMA FRASE COLETIVA UTILIZANDO TODAS AS PALAVRAS DESCOBERTAS E RELACIONANDO-AS AOS CONTEÚDOS DA UNIDADE. EM SEGUIDA, ESCREVA ESSA FRASE NO CADERNO.
Resposta nas orientações ao professor
6. A) Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é incentivar os estudantes a elaborarem em conjunto uma frase, atentando à organização dos elementos para transmitir informações precisas. Eles devem mencionar que o movimento de rotação da Terra está relacionado à ocorrência dos períodos do dia e da noite. Após a elaboração da frase pela turma, redija-a na lousa para que os estudantes a copiem no caderno.
• A atividade 5 permite o desenvolvimento da habilidade EF02CI08 ao possibilitar que os estudantes comparem os efeitos da radiação solar em superfícies de cores claras e escuras. Já a atividade 6 contribui para aperfeiçoar a habilidade EF02CI07, pois incentiva os estudantes a relacionarem o movimento de rotação da Terra aos períodos de dia e noite.
7. Objetivo
7. AS FOTOGRAFIAS A SEGUIR MOSTRAM UM CACTO XIQUE-XIQUE EM DIFERENTES MOMENTOS DO MESMO DIA.
Professor, professora: As legendas das imagens não foram inseridas para não comprometerem a realização da atividade.
XIQUE-XIQUE: PODE ATINGIR CERCA DE 130 CENTÍMETROS DE ALTURA.


A. B. C.

A ) ANALISANDO AS IMAGENS, DESCREVA ORALMENTE O QUE OCORREU COM A SOMBRA DO CACTO.
Resposta nas orientações ao professor
B ) MARQUE UM X NA OPÇÃO QUE EXPLICA O QUE CAUSOU AS MUDANÇAS OBSERVADAS NA SOMBRA DO CACTO.
MUDANÇA APARENTE DA POSIÇÃO DO SOL NO CÉU.
MUDANÇA DE POSIÇÃO DO CACTO NO AMBIENTE.
Resposta: MUDANÇA APARENTE DA POSIÇÃO DO SOL NO CÉU.
C ) EXPLIQUE A UM COLEGA COMO AS SOMBRAS PROJETADAS POR OBJETOS NA SUPERFÍCIE TERRESTRE PODEM AJUDAR A MARCAR A PASSAGEM DO TEMPO.
Resposta nas orientações ao professor
8. TRACE LINHAS SOBRE OS PONTILHADOS DA PALAVRA A QUE SE REFERE A AFIRMATIVA A SEGUIR.
Resposta: Absorção.
PROCESSO QUE A LUZ SOFRE AO ATINGIR AS SUPERFÍCIES E QUE ESTÁ RELACIONADO AO AQUECIMENTO DELAS.
ferentes momentos em que foram capturadas. Espera-se que eles citem que a sombra projetada pelo cacto sofreu mudança de tamanho, posição e formato nos diferentes momentos do mesmo dia.
08/10/2025 08:29:01
• Possibilitar aos estudantes descreverem a mudança de posição e tamanho das sombras projetadas por uma planta ao longo de um mesmo dia, associando-a à mudança aparente de posição do Sol no céu e à passagem do tempo.
Sugestão de intervenção
Caso algum estudante tenha dificuldade para responder a esta atividade, retome com ele o conteúdo das páginas 26 e 27, assim como a atividade prática sugerida nestas páginas. Peça a ele que reflita sobre a mudança na posição e no tamanho da sombra projetada pelos objetos ao longo de um dia. Verifique se ele identifica que essas mudanças estão relacionadas ao movimento aparente do Sol no céu e à passagem do tempo. Se considerar pertinente, após a realização da atividade, aproveite para comentar com os estudantes que as fotografias foram registradas na Serra do Capivari, no estado do Piauí, em 2024, no período da manhã (imagem A), ao meio-dia (imagem B) e no período da tarde (imagem C).
8. Objetivo
• Relacionar o aquecimento das superfícies à absorção da luz solar.
Caso algum estudante apresente dificuldade para responder a esta atividade, verifique se ele relaciona a absorção da luz solar ao aumento da temperatura dos materiais. Se necessário, retome com os estudantes o conteúdo das páginas 40, 41 e 42. Durante a escrita, enfatize aos estudantes a direção da escrita de cada letra e a pega tripoide no lápis. Caso também mostrem dificuldade de ler a palavra em letra cursiva, reproduza-a na lousa, apresentando o termo correspondente em letra bastão.
Respostas
7. A) O objetivo desta questão é levar os estudantes a analisarem as imagens, comparando-as e refletindo sobre os di-
7. C) Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes reconheçam que conforme o Sol aparentemente muda de posição no céu, como resultado do movimento de rotação da Terra, o tamanho, o formato e a posição das sombras projetadas na superfície da Terra variam. Essas mudanças estão, portanto, relacionadas à passagem do tempo.
• A atividade 7 promove o desenvolvimento da habilidade EF02CI07 ao levar os estudantes a relacionarem as mudanças da posição aparente do Sol no céu ao tamanho e à posição da sombra projetada por uma planta ao longo do período do dia.
• Já a atividade 8 permite o trabalho com a habilidade EF02CI08, pois incentiva os estudantes a analisarem o efeito da luz solar ao incidir nos materiais.
• Identificar as transformações que ocorrem na paisagem, na ordem em que acontecem, ao longo do tempo.
Sugestão de intervenção
Leve para a sala de aula sementes de algumas plantas, como de feijão e girassol, e solicite aos responsáveis pela escola um espaço para que os estudantes possam plantá-las. Separe uma aula para realizar essa ação com os estudantes e diga que todos serão responsáveis por seus cuidados. Ao plantá-las, separe um momento para refletir sobre a mudança que essas plantas vão proporcionar na paisagem assim que crescerem e se desenvolverem. É importante enfatizar que isso levará tempo e que, até lá, os cuidados com ela serão muito importantes. Registre com eles o crescimento e o desenvolvimento das plantas, para que assim possam se sentir parte dessa transformação.
• A atividade proposta nesta página permite o uso da linguagem iconográfica para explorar o pensamento espacial dos estudantes ao exercitar o reconhecimento das transformações das paisagens dos lugares. Assim, favorece o desenvolvimento da habilidade EF02GE05 e da Competência específica de Geografia 4
9. AS IMAGENS A SEGUIR RETRATAM A TRANSFORMAÇÃO QUE OCORREU EM UMA RUA DA CIDADE DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO, SÃO PAULO, EM 2019.
A ) ENUMERE-AS DE 1 A 4, NA ORDEM EM QUE A TRANSFORMAÇÃO OCORREU, DA MAIS ANTIGA PARA A MAIS RECENTE.
Professor, professora: As legendas das imagens não foram inseridas para não comprometerem a realização da atividade.
B.




B ) LEIA AS FRASES A SEGUIR E MARQUE UM X NA ALTERNATIVA QUE DESCREVE CORRETAMENTE A TRANSFORMAÇÃO RETRATADA EM CADA IMAGEM.
A RUA TINHA ASFALTO, MAS OS MORADORES O RETIRARAM.
A RUA ERA DE TERRA E FOI TRANSFORMADA AO SER ASFALTADA.
Resposta: A RUA ERA DE TERRA E FOI TRANSFORMADA AO SER ASFALTADA.
10. OBSERVE AS FOTOGRAFIAS

B.

VISTA DOS ARREDORES DO VIADUTO DO CHÁ, NA CIDADE DE SÃO PAULO, CAPITAL DO ESTADO, EM 1892.
10. Objetivo • Avaliar se os estudantes reconhecem transformações lentas na paisagem analisando mudanças e permanências ao longo do tempo.
VIADUTO DO CHÁ, NA CIDADE DE SÃO PAULO, CAPITAL DO ESTADO, EM 2021.
A ) ESCREVA O NOME DE DOIS ELEMENTOS DA IMAGEM MAIS ANTIGA.
Resposta: Espera-se que os estudantes escrevam o nome de
elementos da imagem A. Eles podem escrever o aqueduto e as casas; as casas e os casarões; a vegetação e a casa etc.
B ) ESCREVA O NOME DE DOIS ELEMENTOS DA IMAGEM MAIS RECENTE.
Resposta: Espera-se que os estudantes escrevam o nome de
elementos da imagem B. Eles podem escrever o aqueduto e os edifícios; os edifícios e as árvores; o aqueduto e as árvores etc.
C ) A TRANSFORMAÇÃO APRESENTADA NAS IMAGENS PODE SER CONSIDERADA RÁPIDA OU LENTA? POR QUÊ?
Resposta: Lenta, porque ocorreu ao longo de muitos anos.
D ) CONVERSE COM OS COLEGAS E, JUNTOS, COMENTEM POR QUE, NA OPINIÃO DE VOCÊS, AS TRANSFORMAÇÕES FORAM REALIZADAS NO LUGAR RETRATADO NAS IMAGENS.
Resposta nas orientações ao professor
10. D) Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes respondam que a paisagem foi sendo alterada porque a presença humana foi se intensificando e transformando os lugares de acordo com as suas necessidades (construindo casas, edifícios, comércio etc.). Caso os estudantes não cheguem sozinhos a essa conclusão, instigue-os a refletir sobre essas informações.
08/10/2025 08:29:08
• Ao conduzir os estudantes na percepção e na análise de mudanças e permanências ao longo do tempo em lugares distantes e próximos de sua realidade, a atividade desenvolve a habilidade EF02GE05. O item D explora aspectos da Competência geral 1 e da Competência específica de Geografia 1 ao permitir que os estudantes utilizem conhecimentos construídos para explicar aspectos da realidade em que vivem envolvendo a interação sociedade/natureza.
Sugestão de intervenção Proponha uma conversa questionando os estudantes sobre qual é a sua opinião a respeito do motivo pelo qual as paisagens são transformadas ao longo do tempo. Reproduza para eles um vídeo que represente outras transformações. Uma sugestão é o vídeo “Aprendendo com as transformações da natureza”, disponível em: https://cultura.uol.com.br/ videos/32041_aprendendo -com-as-transformacoes -da-natureza.html. Acesso em: 10 set. 2025. Ele retrata transformações da paisagem que levaram milhares de anos para acontecer e podem ser vistas em um parque. Além disso, o vídeo mostra que esse parque é visitado por estudantes. Providencie com antecedência imagens do município que retratam mudanças e permanências ao longo do tempo e apresente-as aos estudantes. Então, promova uma conversa para que expressem livremente suas ideias acerca dos motivos que impulsionaram tais transformações. Acolha os comentários e realize intervenções caso seja necessário.
• Identificar o uso de diferentes instrumentos marcadores do tempo na organização das tarefas cotidianas.
• Aprender sobre a organização de fatos da vida cotidiana, individual e coletivamente.
• Refletir sobre práticas e papéis sociais exercidos no cotidiano em diferentes comunidades.
• Identificar as atividades realizadas em cada período do dia.
• Compreender noções relacionadas ao tempo (antes, durante, ao mesmo tempo e depois).
• Reconhecer e comparar diferentes cotidianos.
• Reconhecer os espaços da escola.
• Observar e interpretar representações do espaço escolar sob diferentes pontos de vista.
• Compreender o uso de símbolos no dia a dia e em representações.
• Reconhecer objetos que utilizamos no dia a dia e identificar suas funções.
• Identificar e diferenciar os materiais de que alguns objetos são feitos.
• Relacionar as propriedades de um material utilizado na produção de um determinado objeto à sua funcionalidade.
• Conhecer a origem de alguns materiais e suas propriedades.
• Refletir sobre a importância do desenvolvimento de novos materiais.
• Entender como as novas tecnologias podem ajudar a diminuir os impactos nocivos ao ambiente.
Para iniciar o estudo desta unidade, se possível, leve para a sala de aula objetos como relógio, calendário e agenda, e escreva na lousa o tema: “Organizando o cotidiano”. Questione os

CRIANÇA ESCREVENDO EM UM CALENDÁRIO SOBRE UMA MESA.
estudantes sobre como esses objetos podem estar relacionados ao tema que será estudado ao longo desta unidade. Incentive-os a levantar hipóteses e verifique seus conhecimentos prévios sobre a função de cada objeto. Peça que comentem se utilizam algum deles em seus cotidianos. Após as contribuições, ressalte a importância de cada um dos itens apresentados e explique que eles podem auxiliar na organização de nossas tarefas e afazeres diários, tornando nossa vida mais prática e fácil. Por fim, escreva o nome dos objetos na lousa e leia-os com os estudantes.
• Para explorar as páginas de abertura, proponha uma análise dos objetos que aparecem na imagem, destacando a agenda e o calendário. Questione a turma sobre o que eles têm em comum. Espera-se que reconheçam que todos esses itens contribuem para a organização das tarefas cotidianas. Incentive-os a se expressarem sobre suas formas de utilização. Comente que, na atualidade, além desses objetos, o celular também costuma ser usado para a organização cotidiana por meio de aplicativos como o despertador, a agenda, o calendário e o relógio.
1.

Respostas nas orientações ao professor.
ENCONTRE E CONTORNE NO DIAGRAMA OS NOMES DE CINCO OBJETOS QUE APARECEM NA FOTOGRAFIA.
AGENDABKSTY
RFZSGCNVAQG
LVTRMEQPBRG
UXÇRQCANETA
NJYLZQASÇYH
CALCULADORA PNKGFAÇXBZW
LÁPISWTUBNM
IMPOWPUMSFT CALENDÁRIOX
QUAL DOS OBJETOS IDENTIFICADOS NA ATIVIDADE
ANTERIOR PODE SER USADO PARA ORGANIZAR AS ATIVIDADES DO COTIDIANO?
QUAL MATERIAL, NORMALMENTE, É UTILIZADO PARA PRODUZIR AS PÁGINAS DE UMA AGENDA E OS CALENDÁRIOS IMPRESSOS?
IR PARA A ESCOLA FAZ PARTE DA SUA ROTINA. CONVERSE COM OS COLEGAS SOBRE O QUE VOCÊS COSTUMAM FAZER NA ROTINA ESCOLAR.
os intervalos e para as refeições. Acolha as respostas e relembre a importância das regras para a convivência no espaço escolar.
• Se julgar pertinente, aproveite o momento para explorar o cotidiano dos estudantes na escola. Para isso, proponha uma conversa sobre as brincadeiras de que mais gostam. Liste na lousa todas as citadas e leve-os a identificar a preferida. Para finalizar, realize com eles a contagem das três brincadeiras mais mencionadas pela turma. Depois, incentive-os a produzir um desenho de uma delas ou promova
um momento para que eles brinquem.
• As brincadeiras no ambiente escolar podem ser consideradas como parte do aprendizado, pois exercitam o raciocínio, a coordenação motora, o respeito às regras e ao próximo, facilitando, assim, a aprendizagem e a convivência.
Respostas
1. Agenda, caneta, calculadora, lápis e calendário.
2. Resposta pessoal. Os estudantes podem citar a agenda e o calendário.
3. Madeira.
08/10/2025 08:31:58
• Na atividade 1, caso os estudantes apresentem dificuldades na associação entre nomes e objetos, mostre novamente as imagens da agenda, caneta, calculadora, lápis e calendário, repetindo o nome de cada um e explicando como podem ser utilizados para organizar nosso cotidiano em várias situações. Na sequência, solicite que realizem a atividade, procurando essas palavras no diagrama. Por fim, incentive a leitura das palavras encontradas. Aproveite o momento para verificar as habilidades de leitura oral da turma. A atividade favorece o desenvolvimento da leitura oral e do vocabulário dos estudantes.
• O objetivo da atividade 2 é investigar o conhecimento prévio dos estudantes a respeito dos instrumentos apresentados e suas funções. Verifique se eles identificam os usos dos objetos, como a agenda e o calendário, em situações do cotidiano. Promova um momento para que todos tenham a oportunidade de verbalizar seu raciocínio e acolha as respostas dos estudantes.
• Durante a atividade 3, explique aos estudantes que o papel, que compõe as páginas internas de uma agenda ou um caderno, é feito de fibras vegetais, principalmente da celulose, tendo como fonte a madeira.
• Na atividade 4, engaje a turma a expor os elementos da rotina escolar, como os horários para as aulas, para
4. Resposta pessoal. Os estudantes podem responder que, na rotina escolar, costumam realizar várias atividades na sala de aula, no pátio ou na quadra de esportes, além de brincar durante o recreio.
• Para iniciar a abordagem deste tema com a turma, apresente o personagem Juliano e faça uma leitura atenta das ilustrações e das legendas de forma coletiva. Na sequência, solicite que descrevam as atividades cotidianas realizadas por Juliano ao longo do dia. Por fim, incentive-os a estabelecer relações de comparação entre o cotidiano deles e o do personagem. Promova um momento para que todos tenham a oportunidade de verbalizar seu raciocínio, acolhendo todas as respostas dos estudantes.
• Na atividade 1, é possível verificar a capacidade dos estudantes de reconhecer e descrever as atividades que fazem parte do seu dia a dia, além de incentivar a expressão oral. Caso apresentem dificuldades, peça-lhes que comentem suas atividades diárias, em ordem cronológica, desde o momento em que acordam até a hora de dormir. Com base nesse reconhecimento, eles terão mais subsídios para estabelecer relações de comparação entre seus cotidianos e o do personagem apresentado na página.
• A atividade 1 promove o desenvolvimento de aspectos da habilidade EF02HI06, pois os estudantes vão identificar e organizar, temporalmente, fatos da vida cotidiana, usando noções relacionadas ao tempo (antes, durante, ao mesmo tempo e depois), ao analisarem o cotidiano do personagem Juliano e comentarem o próprio.
AS ATIVIDADES QUE REALIZAMOS TODOS OS DIAS FAZEM PARTE DO NOSSO COTIDIANO.
1. CONTE AOS COLEGAS QUAIS ATIVIDADES VOCÊ REALIZA NO SEU DIA A DIA.
Resposta pessoal. Incentive os estudantes a compartilharem sua realidade próxima.
A SEGUIR, VAMOS CONHECER UM POUCO O COTIDIANO DE JULIANO.
IMAGENS COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.
JULIANO ACORDA ÀS 7 HORAS DA MANHÃ. ELE SEMPRE USA O DESPERTADOR PARA NÃO SE ATRASAR.
JULIANO ACORDANDO.
DEPOIS DE TOMAR
BANHO E DE SE ARRUMAR, ELE TOMA CAFÉ DA MANHÃ COM A FAMÍLIA. ESSE É UM DOS MOMENTOS DO DIA DE QUE JULIANO MAIS GOSTA.


JULIANO E A FAMÍLIA DELE TOMANDO CAFÉ DA MANHÃ.
DEPOIS DE TOMAR CAFÉ DA MANHÃ, JULIANO VAI PARA A ESCOLA.
JULIANO ESTUDANDO NA SALA DE AULA.

IMAGENS COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.
QUANDO VOLTA DA ESCOLA, JULIANO ALMOÇA E FAZ O DEVER DE CASA.
JULIANO FAZENDO O DEVER DE CASA.
DEPOIS, NO PERÍODO DA TARDE, JULIANO BRINCA COM O AMIGO JOSÉ.

JULIANO JOGANDO BOLA COM JOSÉ.

APÓS O JANTAR, JULIANO PASSA UM TEMPO COM A FAMÍLIA E SE PREPARA PARA DORMIR.

JULIANO ASSISTINDO A UM FILME COM A FAMÍLIA DELE.
ASSIM COMO JULIANO, REALIZAMOS DIARIAMENTE DIVERSAS ATIVIDADES. MUITAS DELAS SE REPETEM AO LONGO DOS DIAS, FORMANDO NOSSA ROTINA. MANTER UMA ROTINA AJUDA A ORGANIZAR NOSSO DIA A DIA E FAVORECE NOSSO BEM-ESTAR.
SOBRE ESSE TEMA, FAÇA A ATIVIDADE PROPOSTA A SEGUIR.
08/10/2025 08:32:01
Incentive os estudantes a compartilharem momentos do seu cotidiano que se assemelham e que se diferenciam da rotina do personagem Juliano, visando estabelecer comparações que os auxiliem na compreensão sobre a organização do tempo. Caso apresentem dificuldades, retome a leitura das ilustrações e das legendas, destacando as atividades cotidianas do personagem. Depois, peça-lhes que recontem quais situações estão ilustradas nas páginas. Por fim, auxilie-os a identificar situações de seus cotidianos que são semelhantes e outras que são diferentes das vividas pelo personagem. Peça que escolham uma ou mais atividades cotidianas de que mais gostam e as representem por meio de desenhos. Sugira a inclusão de objetos do cotidiano e/ ou de detalhes que possam ajudar na identificação de locais ou atividades. Depois, incentive-os a mostrar o desenho aos colegas e comentar sobre a(s) atividade(s) escolhida(s). Se houver dificuldades, comente que o nosso cotidiano é formado por atividades que realizamos todos os dias. Depois, faça alguns questionamentos para que eles reconheçam quais atividades são essas. Instigue-os a comentar, por exemplo, qual horário costumam acordar, o que fazem antes e depois de ir à escola, em qual horário costumam dormir e o que fazem antes disso. Dessa forma, eles também vão desenvolver algumas noções relacionadas ao tempo, como antes e depois.
• A atividade 2 tem como objetivo verificar se os estudantes são capazes de organizar temporalmente os fatos da vida cotidiana do personagem Juliano. Oriente-os a identificar os períodos do dia em que ocorre cada atividade.
• Explore a atividade e organize na lousa uma linha do tempo com as atividades apresentadas nas páginas 60 e 61, para que a turma possa visualizar de forma linear a sucessão de acontecimentos no decorrer do dia do personagem. Incentive a colaboração de todos na produção da linha do tempo. Questione, por exemplo, sobre a primeira atividade realizada por Juliano no começo do dia. Na sequência, peça-lhes que identifiquem o que ele faz depois de acordar, e assim sucessivamente. Dessa forma, eles vão desenvolver algumas noções relacionadas ao tempo, como antes e depois. Caso algum estudante não alcance o objetivo, uma possibilidade é retomar a leitura das páginas 60 e 61 individualmente, destacando as atividades realizadas pelo personagem em ordem cronológica. Aproveite para fazer questionamentos que aproximem as situações cotidianas vividas pelo personagem à realidade do estudante. Questione-o, por exemplo, sobre o que ele faz primeiro: almoça ou janta? Toma café da manhã ou acorda? Por fim, solicite que realize novamente a atividade.
• O objetivo da atividade 3 é analisar a percepção dos estudantes sobre a passagem do dia e seus períodos, levando-os a identificar as atividades que são realizadas em cada período do dia e aquelas que se repetem. Acolha as respostas dos estudantes e reforce a importância de atividades de autocuidado, como es-
2. RELEIA AS PÁGINAS ANTERIORES E ENUMERE AS ATIVIDADES DO COTIDIANO DE JULIANO, DE 1 A 6, NA ORDEM EM QUE ELAS OCORRERAM AO LONGO DO DIA.
Professor, professora: Caso necessário,
retome a leitura das páginas 60 e 61 com os estudantes para a realização desta atividade.
ALMOÇA E FAZ O DEVER DE CASA.
JANTA E PASSA UM TEMPO COM A FAMÍLIA.
TOMA CAFÉ DA MANHÃ COM A FAMÍLIA.
ACORDA COM O DESPERTADOR.
VAI PARA A ESCOLA.
BRINCA COM O AMIGO.
Resposta: 4, 6, 2, 1, 3, 5.
3. PENSE EM COMO FOI O SEU DIA ONTEM. DEPOIS, DESENHE UMA ATIVIDADE QUE SE REPETE EM PELO MENOS DOIS PERÍODOS DO DIA. ESCREVA O NOME DA ATIVIDADE QUE VOCÊ DESENHOU.
Resposta pessoal. Auxilie os estudantes a identificarem as atividades que realizaram, como comer e escovar os dentes.
covar os dentes, lavar as mãos e tomar banho. Caso apresentem dificuldades, faça um quadro na lousa com os períodos da manhã, tarde e noite. Em seguida, retome a leitura das páginas 60 e 61 e, com a ajuda da turma, complete o quadro com as atividades feitas por Juliano em cada um desses períodos. Depois, solicite que realizem novamente a atividade, usando como exemplo o quadro construído por vocês.
• Ao final da atividade, peça que leiam para os colegas o nome da atividade representada e contem em quais períodos do dia ela se repete.
Promova um momento para que todos tenham a oportunidade de verbalizar seu raciocínio, acolhendo as respostas.
BNCC
• O estudo do tema abordado nas páginas 60 a 62 favorece o desenvolvimento de aspectos da habilidade EF02GE06, pois os estudantes são orientados a refletir sobre diferentes atividades diárias realizadas nos períodos da manhã, tarde e noite.
CADA PESSOA TEM UM COTIDIANO DIFERENTE, DEPENDENDO DE ONDE MORA E DAS TRADIÇÕES FAMILIARES, POR EXEMPLO.
4. LEIA O TEXTO A SEGUIR SOBRE PARTE DA ROTINA DE UMA CRIANÇA DO POVO MUNDURUKU.
MANHUARI SE ESPREGUIÇOU, MAS CONTINUOU DEITADO NA URU. OLHOU PARA O LADO E VIU QUE SUA IXI JÁ ESTAVA DE PÉ NO LADO DE FORA DA UK’A. SABIA QUE ELA PREPARAVA A PRIMEIRA REFEIÇÃO DO DIA, COMPOSTA DE MINGAU DE AKOBÁ, MUSUKTÁ E WIXIK’A. TAMBÉM PODERIA TER MELANCIA, ABACAXI, MANGA – DEPENDIA DA ÉPOCA DO ANO. O CÉU AINDA ESTAVA CHEIO DE KASOPTAS. O KAXI AINDA ESTAVA LONGE DE APARECER. FAZIA PARTE DA TRADIÇÃO MUNDURUKU ACOMPANHAR O CAMINHO DO KAXI PELO CÉU.

URU: REDE. IXI: MÃE.
UK’A: CASA.
ACORDAR MUITO CEDO, TOMAR O PRIMEIRO BANHO NO CABITUTU E FAZER
REFEIÇÃO
NATURAL QUE SE REPETIA TODO DIA. [...]
MUNDURUKU, DANIEL. UM DIA NA ALDEIA: UMA HISTÓRIA MUNDURUKU. SÃO PAULO: MELHORAMENTOS, 2012. E-BOOK
MANHUARI COM PASSARINHO.
AKOBÁ: BANANA.
MUSUKTÁ: MANDIOCA.
WIXIK’A: BATATA-DOCE.
IMAGEM COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.
KASOPTAS: ESTRELAS.
KAXI: SOL.
CABITUTU: IGARAPÉ, CÓRREGO.
A ) QUAL PARTE DO DIA DA ROTINA DE MANHUARI É DESCRITA NO TRECHO?
Resposta: Período da manhã, logo após acordar.
B ) A SUA ROTINA SE PARECE COM A DE MANHUARI? CONVERSE COM OS COLEGAS E CITEM ALGUMAS SEMELHANÇAS E DIFERENÇAS ENTRE A ROTINA DE VOCÊS E A DE MANHUARI.
Resposta pessoal. Incentive os estudantes a compartilharem sua realidade próxima.
Professor, professora: Confira mais informações sobre como conduzir a abordagem do texto e das atividades nas orientações ao professor
termos. O objetivo da atividade é engajá-los a reconhecer e valorizar a diversidade cultural, inclusive linguística, incorporando termos indígenas em seu vocabulário.
08/10/2025 08:32:02
• O estudo da página 63 incentiva os estudantes a refletirem sobre um exemplo de rotina de uma criança indígena do povo Munduruku e perceberem que as rotinas não são as mesmas em todos os lugares, evidenciando a grande diversidade cultural.
• Inicie a abordagem do tema explicando aos estudantes como as diferenças culturais também interferem na rotina dos indivíduos. Apresente exemplos e incentive-os a comentar outros tipos de organização da rotina. Durante a conversa, enfatize a diversidade de culturas presente em nosso país e a importância do respeito às diferentes vivências, pois cada família tem a própria rotina, que varia conforme suas necessidades e costumes.
• O objetivo do item A da atividade 4 é levar os estudantes a reconhecerem a divisão de períodos dos dias em rotinas diferentes daquela que ele vive. Caso algum estudante apresente dificuldades, retome as palavras destacadas na língua munduruku e reconstrua o texto com ele trocando os termos indígenas por seu equivalente em português, de forma que ele perceba que a cena ocorre durante a manhã, pouco depois de Manhuari acordar.
• O item B da atividade 4 tem como objetivo estabelecer um paralelo entre o cotidiano dos estudantes e o de Manhuari. Caso haja dificuldades, crie na lousa um quadro e solicite que os estudantes narrem as atividades destacadas no texto. Em seguida, peça que comparem quais dessas atividades também estão presentes em seu cotidiano e quais diferem de suas práticas.
ARTICULANDO CONHECIMENTOS
Faça a leitura dos termos em munduruku destacados no texto. Em conjunto com o componente curricular de Língua Portuguesa, solicite que os estudantes descrevam suas atividades em um período do dia, usando pelo menos dois desses
• O conteúdo e as atividades desse tema favorecem o desenvolvimento de aspectos da habilidade EF02HI02 e da Competência específica de História 4, pois os estudantes vão identificar e valorizar diferentes cotidianos, bem como reconhecer e descrever práticas e papéis sociais
exercidos por crianças em diferentes comunidades.
• Ainda promove o desenvolvimento de aspectos da habilidade EF02GE04 ao favorecer a comparação e o reconhecimento de semelhanças e diferenças nos hábitos, nas relações com a natureza e no modo de viver dos estudantes e de uma criança do povo Munduruku.
• Neste momento, reforce com os estudantes a capacidade de identificar diferentes escalas de tempo, com destaque para os períodos diários (manhã, tarde e noite). Se considerar necessário, resgate seus conhecimentos prévios sobre o assunto e incentive-os a citar, durante a conversa, atividades que costumam realizar nesses períodos.
• Caso considere pertinente, leve para a sala de aula imagens de diversas atividades sendo realizadas em momentos diferentes do dia. Mostre-as aos estudantes e, juntos, realizem a classificação em manhã, tarde e noite. Depois de terminarem, explique que as atividades classificadas no período do dia podem ser organizadas em manhã ou tarde.
• A atividade 5 permite explorar a rotina das atividades dos estudantes, tornando-se uma importante ferramenta para que desenvolvam o domínio sobre as medidas de tempo e, consequentemente, trabalhando a consciência temporal que lhes permita aproveitar melhor o próprio tempo.
Objetivo
• A atividade 5 permite avaliar se os estudantes são capazes de relacionar diferentes atividades cotidianas aos períodos da manhã, da tarde e da noite.
Sugestão de intervenção
Se os estudantes tiverem dificuldades, oriente-os a registrar suas atividades ao longo de uma semana. Comente que, sempre que realizarem uma atividade, como brincar, ler, estudar, alimentar-se, tomar banho ou assistir à televisão, deverão anotá-la. Para o registro, explique que eles podem reunir sete folhas de papel sulfite e dividir cada uma delas em três colunas, uma para cada período (manhã, tarde e noite). Demonstre na lousa um exemplo para que pos-
EM CADA PERÍODO DO DIA, PODEMOS REALIZAR DIFERENTES ATIVIDADES. VAMOS CONHECER AQUELAS QUE VOCÊ E SEUS
COLEGAS REALIZAM.
5. MARQUE UM X NOS QUADROS DAS LETRAS QUE INDICAM EM QUAL PERÍODO DO DIA VOCÊ REALIZA AS ATIVIDADES
DESCRITAS, CONFORME A INDICAÇÃO A SEGUIR.
IMAGENS COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.



A.
M – MANHÃ T – TARDE N – NOITE BRINCAR. JANTAR. F.
TOMAR CAFÉ DA MANHÃ. B. FAZER O DEVER DE CASA. G.
IR PARA A ESCOLA. C. ENCONTRAR OS AMIGOS. H.
DORMIR. D. CONVERSAR COM A FAMÍLIA. I.
ASSISTIR À TELEVISÃO. E. AJUDAR NAS TAREFAS DE CASA. J.
Resposta pessoal. Auxilie os estudantes a identificarem o período do dia em que geralmente realizam as atividades mencionadas. Comente que podem marcar mais de um período do dia em cada item.
sam reproduzir nas folhas antes de iniciar o registro. Oriente que seja realizada a produção de uma folha para cada dia da semana. Após a realização dessas marcações, separe um momento em sala de aula para que os estudantes possam compartilhar o registro de suas atividades durante uma semana e aproveite para conduzir uma conversa sobre atividades cotidianas que costumamos realizar apenas em determinados períodos.
• O estudo realizado nas páginas 64 e 65 favorece o desenvolvimento da habilidade EF02GE06, pois os estudantes terão a possibilidade de relacionar os períodos do dia à realização de diferentes atividades sociais.
NO LUGAR ONDE MORAMOS, EXISTEM LOCAIS QUE FUNCIONAM APENAS DURANTE O DIA, COMO ALGUNS TIPOS DE COMÉRCIO. OUTROS FUNCIONAM TAMBÉM DURANTE A NOITE, COMO HOSPITAIS E ALGUMAS ESCOLAS.
MUITAS VEZES, ESSES ESTABELECIMENTOS QUE FUNCIONAM DURANTE OS PERÍODOS DO DIA E DA NOITE FORNECEM SERVIÇOS NECESSÁRIOS ÀS PESSOAS EM QUALQUER MOMENTO DO DIA.
6. OBSERVE OS ESTABELECIMENTOS A SEGUIR.

FARMÁCIA EM ITATINGA, SÃO PAULO, EM 2025.

CORREIOS EM CORUMBÁ DE GOIÁS, GOIÁS, EM 2023.
A ) QUAL DOS LUGARES APRESENTADOS FUNCIONA APENAS NO PERÍODO DO DIA?
Resposta: CORREIOS.
B ) QUAL DOS LUGARES APRESENTADOS PODE FUNCIONAR NOS PERÍODOS DO DIA E DA NOITE?
Resposta: FARMÁCIA.
7. COM OS COLEGAS, IDENTIFIQUEM NO LUGAR ONDE CADA UM DE VOCÊS MORA OS TIPOS DE ESTABELECIMENTOS A SEGUIR.
A ) ESTABELECIMENTO QUE FUNCIONA APENAS DURANTE O PERÍODO DO DIA.
Resposta pessoal. Auxilie os estudantes a
B ) ESTABELECIMENTO QUE FUNCIONA DURANTE OS PERÍODOS DO DIA E DA NOITE.
Resposta pessoal. Auxilie os estudantes a identificarem lugares próximos de onde moram, como lojas e algumas escolas.
identificarem lugares próximos de onde moram, como algumas farmácias, mercados e escolas com ensino noturno.
realizadas pelas pessoas ocorre de dia, pois durante a noite a maior parte delas descansa. Também se espera que eles entendam que existem muitos lugares que funcionam à noite para atender às necessidades das pessoas, inclusive em emergências médicas e hospitalares. Explique que muitas pessoas trabalham à noite ou, mesmo as que trabalham de dia, usam o período da noite para estudar.
• Pode-se ainda trabalhar com fotografias da própria cidade ou município de dia e à noite, para que os estudantes encontrem diferenças relacionadas aos estabelecimentos que estão fechados ou abertos e às atividades realizadas
08/10/2025 08:32:04
pelas pessoas nos bairros. Para tanto, selecione previamente imagens que atendam a esse objetivo e verifique a possibilidade de usar um projetor para exibi-las, promovendo uma conversa e reflexão sobre atividades sociais e cotidianas desenvolvidas em diferentes períodos.
• Considerando que é sempre recomendável utilizar os lugares de vivência dos estudantes como espaço a ser analisado, pesquise previamente o horário de funcionamento de alguns estabelecimentos nos arredores da escola, como padaria, farmácia, supermercado, hospital e parques. Se preferir, oriente os estudantes a pesquisarem o horário de funcionamento dos estabelecimentos que eles visitarem com os familiares ou responsáveis e anotarem no caderno ao longo de uma semana. Separe um momento em sala de aula para conversar sobre o assunto e faça uma lista dos estabelecimentos que funcionam de dia e daqueles que funcionam de dia e à noite, auxiliando-os na resolução das atividades 6 e 7
• Na atividade 6, caso considere necessário, escreva cada letra na lousa evidenciando aos estudantes o movimento com a mão e a direção do traçado para a escrita das letras.
• Ressalte que existem estabelecimentos que funcionam à noite por algumas horas, encerrando suas atividades para somente reabrir no dia seguinte. No entanto, diga que há muitos lugares que funcionam durante toda a noite, como hospitais, algumas farmácias e supermercados.
• Espera-se que os estudantes percebam, ao final deste estudo, que a maioria das atividades de trabalho
OBJETIVOS
• Reconhecer a importância da agenda como instrumento que possibilita a organização cotidiana, promovendo o desenvolvimento da responsabilidade e da capacidade de planejamento.
• Favorecer o desenvolvimento de vocabulário.
• Incentivar o aprimoramento da fluência em leitura oral.
• Desenvolver a produção de escrita.
• Aprimorar a compreensão de textos.
• Para abordar o tema proposto nesta seção, leve para a sala de aula uma agenda. Mostre-a aos estudantes, explicando de que formas esse objeto pode auxiliar na organização de tarefas e afazeres diários. Explore o material com eles e apresente suas partes principais, como calendários e marcações de dias, semanas, meses e ano. Explique que existem vários tipos de agenda, cada uma voltada para um planejamento de tarefas específico, podendo ser diário, semanal, mensal ou anual. Destaque que é cada vez mais comum o uso das agendas dos dispositivos móveis, como tablets e celulares, pois os recursos desses aparelhos tornam mais prática a organização do cotidiano. Comente também que algumas famílias utilizam outros métodos de organização, como lousas e notas adesivas. Estas últimas servem para lembretes de compromissos e para anotação de recados, podendo ser afixadas em locais onde as pessoas costumam transitar. Outra forma bastante usada é a agenda digital. Aproveite o momento para explicar sobre a importância de termos responsabilidade, de cumprirmos com os nossos deveres e comparecermos aos compromissos.
A AGENDA É UM INSTRUMENTO QUE PODE SER USADO PARA ORGANIZAR O DIA A DIA. POR EXEMPLO, QUANDO FAZEMOS ANOTAÇÕES EM UMA AGENDA É MAIS FÁCIL NOS LEMBRARMOS DOS COMPROMISSOS COTIDIANOS E DOS HORÁRIOS DELES.
VOCÊ COSTUMA UTILIZAR UMA AGENDA PARA ORGANIZAR AS SUAS ATIVIDADES? SABE COMO FUNCIONA ESSE RECURSO? ACOMPANHE A SEGUIR OS PRINCIPAIS ELEMENTOS QUE COMPÕEM UMA AGENDA.
SEGUNDA-FEIRA
Ir ao dentista.
Terminar o tra lho de Arte. tre r o tra lho de Hist ia.
MÊS. ANO.
DIA DO MÊS. DIA DA SEMANA.
PÁGINA DE UMA AGENDA DO ANO DE 2027.
PARA QUE A AGENDA SEJA UM INSTRUMENTO ÚTIL EM NOSSO DIA A DIA, É IMPORTANTE MANTÊ-LA ORGANIZADA E ATUALIZADA.
• Explique que, na reprodução da página da agenda, as anotações estão em letra cursiva. Leia-as com a turma e, se houver dificuldade de compreensão, escreva o mesmo conteúdo em letra bastão na lousa para comparação.
• Durante a realização das atividades propostas nesta seção, adote estratégias que assegurem a participação da turma toda. Descreva oralmente os conteúdos da agenda para estudantes cegos ou com baixa visão e, se necessário, ofereça versões ampliadas ou com maior contraste. Para aqueles que apresentam dificuldades de escrita, disponibilize cartões com símbolos ou imagens que representem as atividades, possibilitando que
façam colagens na cartolina. Estudantes com dificuldade de expressão oral podem contribuir por meio de desenhos ou esquemas. Valorize diferentes formas de participação e assegure que todos os grupos encontrem meios acessíveis de registrar e compartilhar suas ideias, promovendo um ambiente de cooperação e respeito.
08/10/2025 08:32:04
EXPLORANDO O TEXTO
Respostas nas orientações ao professor
JUNTE-SE A UM COLEGA E RESPONDAM ÀS QUESTÕES A SEGUIR.
A ) QUAIS SÃO O DIA DO MÊS, O DIA DA SEMANA, O MÊS E O ANO QUE APARECEM NA AGENDA DA PÁGINA ANTERIOR?
• Nos itens A, B e C, auxilie a turma na leitura e interpretação das informações que constam na agenda da página 66
B ) QUAIS COMPROMISSOS ESTÃO MARCADOS PARA O PERÍODO DA MANHÃ?
C ) QUAL COMPROMISSO ESTÁ MARCADO PARA O PERÍODO DA TARDE?
ALÉM DO TEXTO
Resposta nas orientações ao professor
D ) PARA ORGANIZAR AS ATIVIDADES DIÁRIAS DA TURMA DURANTE A SEMANA, CONFECCIONE COM OS COLEGAS UMA AGENDA COLETIVA. PARA ISSO, SIGAM OS PASSOS A SEGUIR.
• SEPAREM CINCO CARTOLINAS, UMA PARA CADA DIA DA SEMANA EM QUE VOCÊS TÊM AULA.
• ESCREVAM EM CADA UMA DAS CARTOLINAS O NOME DO DIA DA SEMANA E UMA TABELA DE HORÁRIOS. FAÇAM LINHAS PARA ANOTAR AS ATIVIDADES DIÁRIAS E DEIXEM UM ESPAÇO PARA A DATA.
• COM A AJUDA DO PROFESSOR, PREENCHAM NAS CARTOLINAS AS ATIVIDADES DIÁRIAS DA TURMA DE VOCÊS.
• ESCOLHAM UM LOCAL NA SALA DE AULA PARA AFIXAR AS CARTOLINAS.
• VOCÊS PODERÃO ACOMPANHAR A AGENDA DA TURMA DIARIAMENTE, ORGANIZANDO MELHOR SUAS ATIVIDADES.
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• Oriente-os a fazer a releitura dessa agenda com um adulto da família. Eles devem questionar se esse adulto utiliza uma agenda e qual é a importância dela em seu cotidiano. Essa abordagem permite a participação familiar na construção do conhecimento.
Resposta
D) O objetivo desta questão é que os estudantes confeccionem uma agenda coletiva da turma que mostre as atividades diárias pelo período de uma semana, e que possam consultá-la, posteriormente, sempre que necessário.
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• Depois, organize-os em duplas, permitindo a troca de conhecimentos e experiências. A abordagem favorece a socialização e a expressão dos estudantes com necessidades educacionais específicas.
A) Resposta: Dia 8, segunda-feira, março, 2027.
B) Resposta: Ir ao dentista e terminar o trabalho de Arte.
C) Resposta: Entregar o trabalho de História.
• No item D, oriente os estudantes na construção de uma agenda coletiva que inclua as atividades diárias da turma. Incentive-os a compartilhar oralmente suas sugestões e escreva-as na lousa. Se necessário, auxilie na identificação das atividades cotidianas que devem ser lembradas e registradas. Em seguida, sugira que se dividam em cinco grupos, cada um responsável por construir a agenda de um dia da semana. Para isso, forneça uma cartolina para cada grupo, orientando que sigam o modelo da agenda da página 66. Caso julgue oportuno, providencie um relógio e um calendário, pois, com o auxílio desses instrumentos, serão identificadas as horas e as datas das atividades que devem ser registradas na agenda. Incentive-os a decorar as cartolinas com desenhos, recortes e ilustrações que representem as atividades. Ao finalizarem, auxilie-os na escolha de um local na sala de aula para afixar as cartolinas e, ao longo dos dias, retome a agenda com eles, incentivando os estudantes a se organizarem por meio dela. Por fim, com o auxílio de todos, elabore um sistema de rodízio em que, a cada semana, uma dupla ficará responsável pela atualização da agenda da turma.
• O item D desenvolve aspectos da habilidade EF02HI06, pois os estudantes poderão identificar e organizar, temporalmente, compromissos que compõem o cotidiano escolar, ao produzirem e utilizarem a agenda. Além disso, desenvolverão noções de temporalidade, identificando a hora para cada compromisso, bem como o senso de responsabilidade e cooperação, pois trabalharão em grupo e utilizarão o material produzido para facilitar o cotidiano escolar.
• Ao trabalhar o boxe complementar Organizando o dia a dia, retome os conteúdos estudados anteriormente, como a agenda, instrumento que contribui para a organização do cotidiano em várias situações. Peça aos estudantes que analisem as imagens desta página, buscando identificar os objetos apresentados.
• A atividade 1 tem como objetivo levar os estudantes a reconhecerem as características dos instrumentos que podem ser utilizados na organização do cotidiano e a identificarem o nome de cada um deles. Caso surjam dificuldades em escrever os nomes dos instrumentos, retome com eles quais são as vogais do alfabeto e faça uma nova leitura das legendas, destacando cada fotografia.
• Para ampliar o trabalho com as noções de tempo relacionadas ao uso do relógio, realize uma articulação com o componente curricular de Matemática
ARTICULANDO CONHECIMENTOS
Essa abordagem permite a articulação com o componente curricular de Matemática. Para isso, proponha aos estudantes que leiam e identifiquem medidas e intervalos de tempo, utilizando relógios para informar horários. Explique, de forma introdutória, o funcionamento do relógio e como identificar as horas. Depois, organize os estudantes em quatro grupos e desenhe na lousa relógios de ponteiro com diferentes marcações, para que os grupos identifiquem os horários representados. A cada resposta correta, eles ganharão um ponto, e o grupo que obtiver maior pontuação será o vencedor. Promova um momento para que todos tenham a oportunidade de verbalizar seu raciocínio e acolha as respostas dos estudantes.
IMAGENS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI.
PARA ORGANIZAR O NOSSO DIA A DIA, PODEMOS UTILIZAR DIVERSOS INSTRUMENTOS.
Professor, professora: As legendas das imagens não foram inseridas para não comprometerem a realização da atividade.
1. OBSERVE AS FOTOGRAFIAS E LEIA OS TEXTOS. DEPOIS, COMPLETE OS ESPAÇOS COM AS VOGAIS QUE ESTÃO FALTANDO NAS PALAVRAS.
A ) INSTRUMENTO IMPORTANTE PARA ACOMPANHARMOS A PASSAGEM DO TEMPO DURANTE O DIA.
Resposta: RELÓGIO.

B ) NELA ANOTAMOS AS TAREFAS, OS COMPROMISSOS E AS INFORMAÇÕES IMPORTANTES DOS QUAIS NÃO PODEMOS NOS ESQUECER.
Resposta: AGENDA

C ) COM ELE, ACOMPANHAMOS A PASSAGEM DOS DIAS E O DECORRER DAS SEMANAS E DOS MESES.
Resposta: CALENDÁRIO

D ) É UM INSTRUMENTO QUE TORNA A ORGANIZAÇÃO MAIS PRÁTICA, POIS REÚNE RECURSOS COMO AGENDA, CALENDÁRIO, RELÓGIO E DESPERTADOR.

Resposta: CELULAR.
• O tema estudado nesta página promove o desenvolvimento de aspectos da habilidade EF02HI07, pois os estudantes identificarão diferentes tipos de instrumentos de marcação da passagem do tempo, percebendo que eles podem ajudar na organização das atividades cotidianas.
VOCÊ JÁ NOTOU QUE, DURANTE O PERÍODO DE UM DIA, PODEMOS FAZER VÁRIAS ATIVIDADES? ESSAS ATIVIDADES PODEM SER REALIZADAS EM DIFERENTES MOMENTOS: ANTES, DEPOIS, DURANTE OU AO MESMO TEMPO QUE OUTRA ATIVIDADE.
ANTES E DEPOIS, DURANTE E AO MESMO TEMPO
Professor, professora: Aproveite o momento para enfatizar que as atividades retratadas estão acontecendo ao mesmo tempo, sendo, portanto, simultâneas.
PELA MANHÃ, JULIANO VAI À ESCOLA. ANTES DO INTERVALO, ELE FAZ ATIVIDADES DE MATEMÁTICA. DEPOIS DO INTERVALO, A PROFESSORA CORRIGE AS ATIVIDADES DOS ESTUDANTES E ELES PARTICIPAM DE UMA RODA DE LEITURA.
QUANDO DOIS ACONTECIMENTOS OCORREM AO MESMO TEMPO, DIZEMOS QUE ELES SÃO SIMULTÂNEOS.
IMAGENS COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.
DURANTE O PERÍODO DA MANHÃ, JULIANO ESTÁ NA ESCOLA, AO MESMO TEMPO QUE SUA MÃE ESTÁ TRABALHANDO, SEU IRMÃO ESTÁ NA AULA DE NATAÇÃO E SEU PAI ESTÁ FAZENDO COMPRAS NO SUPERMERCADO.

JULIANO E SEUS
AMIGOS EM UMA
RODA DE LEITURA NA ESCOLA.

MÃE DE JULIANO NO TRABALHO.

IRMÃO DE JULIANO NA NATAÇÃO.

PAI DE JULIANO NO MERCADO.
1. CONTE PARA OS COLEGAS O QUE OS SEUS FAMILIARES FAZEM ENQUANTO VOCÊ ESTÁ NA ESCOLA.
Resposta pessoal. Espera-se que os
estudantes relatem atividades que seus familiares desenvolvem durante o tempo em que eles estão na escola. Incentive-os a compartilhar sua realidade próxima.
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• O conteúdo e as atividades desse tema favorecem o desenvolvimento da habilidade EF02HI06, pois os estudantes vão interpretar ilustrações sobre atividades cotidianas de sua faixa etária e identificar situações do próprio cotidiano que contribuem para a compreensão de noções de tempo.
• Nesta página, os estudantes continuam acompanhando o cotidiano do personagem Juliano, agora com foco na compreensão de noções básicas de conceitos de temporalidade (antes, depois, durante e ao mesmo tempo). Nesse contexto, é priorizado o trabalho com noções de tempo percebido e vivido, com base nas experiências da turma. Por meio da leitura e análise das ilustrações das páginas 69 e 70, convide-os a refletir sobre as atividades cotidianas que eles e seus familiares realizam. Ao estabelecer relações de comparação entre sua realidade e a realidade de Juliano, os estudantes desenvolvem a percepção da passagem do tempo e aprendem as noções de simultaneidade. Explique que a expressão durante está relacionada a um determinado período de tempo em que várias situações ocorrem simultaneamente, exemplificando com expressões como: durante a manhã, durante o dia, durante a noite, durante a brincadeira e durante o almoço. Enfatize que, quando dois ou mais acontecimentos ocorrem ao mesmo tempo, dizemos que eles são simultâneos, e exemplifique com a ilustração das situações de simultaneidade.
• O objetivo da atividade 1 é verificar se os estudantes compreendem noções básicas de tempo, como o conceito de ao mesmo tempo em seu cotidiano e no dos colegas. Caso alguns tenham dificuldade em compreender esse conceito, explique que vários acontecimentos podem ocorrer ao mesmo tempo durante um determinado período, sendo, por isso, simultâneos. Exemplifique com base na realidade deles, comentando que, enquanto ocorre a aula de História, vários outros eventos acontecem ao mesmo tempo na escola. Desse modo, temos profissionais cuidando da limpeza, estudantes na quadra, outros na aula de Educação Física e pedagogos atendendo aos pais ou responsáveis, por exemplo.
• Ao abordar esta página, convide os estudantes a observarem as imagens e lerem as legendas. Chame a atenção deles para a noção de ao mesmo tempo. Incentive a leitura silenciosa e, em seguida, peça que comentem sobre as atividades realizadas pelos familiares de Juliano enquanto ele brinca no período da tarde. Use as imagens para analisar, junto da turma, os objetos utilizados pelo personagem e sua família, fazendo uma leitura detalhada dos contextos apresentados. Dessa maneira, eles poderão compreender de que forma seu cotidiano está relacionado ao de seus familiares e ampliar a noção de simultaneidade.
NÓS JÁ ESTUDAMOS QUE NO PERÍODO DA TARDE JULIANO GOSTA DE BRINCAR. MAS O QUE SERÁ QUE OS FAMILIARES DELE FAZEM ENQUANTO ISSO? ACOMPANHE A SEGUIR.
ENQUANTO JULIANO BRINCA COM UM AMIGO, A MÃE FAZ UMA PESQUISA NA INTERNET, O IRMÃO ESTÁ NA ESCOLA E O PAI DÁ AULA.
IMAGENS COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA. JULIANO BRINCANDO COM O AMIGO JOSÉ.




MÃE DE JULIANO FAZENDO UMA PESQUISA NA INTERNET.
IRMÃO DE JULIANO NA ESCOLA.
PAI DE JULIANO DANDO AULA.
2. SOBRE O DIA A DIA DA FAMÍLIA DE JULIANO, MARQUE UM X NOS QUADROS DAS ATIVIDADES QUE ACONTECEM SIMULTANEAMENTE.
A ) ENQUANTO JULIANO ESTÁ NA ESCOLA:
O IRMÃO ESTÁ NA NATAÇÃO.
Resposta: O IRMÃO ESTÁ NA NATAÇÃO.
B ) ENQUANTO JULIANO ESTÁ BRINCANDO:
A MÃE ESTÁ DORMINDO.
Resposta: O IRMÃO ESTÁ NA ESCOLA.
SAINDO DA ROTINA
O PAI ESTÁ DANDO AULA.
O IRMÃO ESTÁ NA ESCOLA.
ALGUMAS VEZES, AS FAMÍLIAS FAZEM ATIVIDADES
DIFERENTES, COMO UMA VIAGEM, UMA FESTA OU OUTRO ACONTECIMENTO QUE, GERALMENTE, NÃO FAZ PARTE DO COTIDIANO.
QUANDO FICAMOS DOENTES, POR EXEMPLO, ÀS VEZES NÃO PODEMOS IR PARA A ESCOLA NEM BRINCAR, E ISSO MUDA A NOSSA ROTINA. OUTRO EXEMPLO DE MUDANÇA NA ROTINA É O DIA DO NOSSO ANIVERSÁRIO, QUE SÓ ACONTECE UMA VEZ AO ANO. TER UMA ROTINA ORGANIZADA É IMPORTANTE, MAS TAMBÉM PODEMOS APROVEITAR MOMENTOS DIFERENTES DAQUELES COM QUE ESTAMOS ACOSTUMADOS.
IMAGEM COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.
CRIANÇAS EM FESTA DE ANIVERSÁRIO.

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• O objetivo da atividade 2 é verificar se os estudantes conseguem identificar atividades que ocorrem de forma simultânea, tendo como referência o dia a dia da família do personagem Juliano. Caso apresentem dificuldades, retome a leitura das páginas 69 e 70 e destaque as ações simultâneas desenvolvidas pelos membros da família.
• Ao trabalhar o boxe complementar Saindo da rotina, peça que leiam atentamente o texto apresentado, buscando identificar as diferenças entre tarefas realizadas no cotidiano e outras que provocam mudanças no dia a dia. Incentive a turma a compartilhar atividades recentes em suas vidas que provocaram mudanças na rotina familiar.
• Promova um momento para que todos tenham a oportunidade de verbalizar seu raciocínio e acolha as respostas dos estudantes.
• A atividade 1 propõe aos estudantes a realização de uma entrevista com um familiar, possibilitando o contato com realidades cotidianas diferentes.
• Ao compartilharem os resultados de suas entrevistas com os colegas, na atividade 2, os estudantes poderão identificar semelhanças e diferenças entre os cotidianos de diferentes famílias, com o objetivo de valorizar a diversidade e refletir sobre a própria rotina familiar. Um dos objetivos da atividade é que, uma vez na sala de aula, eles consigam expressar oralmente os resultados obtidos na entrevista e escutar os dos colegas, reconhecendo possíveis semelhanças e diferenças entre os cotidianos de cada um.
• Faça a leitura prévia do roteiro de entrevista com os estudantes. Explique que parentesco é o nome dado à relação entre pessoas da mesma família, como tios, avós ou primos.
• A proposta ajuda no engajamento familiar na produção do conhecimento conjunto, visto que, durante a realização da atividade, um adulto da família deverá acompanhar a leitura e a produção escrita da entrevista.
• A realização da entrevista promove o desenvolvimento de aspectos da habilidade EF02HI08, pois os estudantes deverão registrar histórias de sua família, bem como da Competência específica de História 3, já que poderão elaborar interpretações e proposições com base nas informações coletadas na entrevista.
PARA INICIARMOS O ESTUDO, VAMOS CONHECER O COTIDIANO DA SUA FAMÍLIA.
1. Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é que os estudantes conheçam um pouco da rotina da família.
1. ESCOLHA UM DE SEUS FAMILIARES PARA FAZER UMA
ENTREVISTA SOBRE O COTIDIANO DA FAMÍLIA. PARA ISSO, COMPLETE O ROTEIRO A SEGUIR COM AS RESPOSTAS DO ENTREVISTADO.
ROTEIRO DA ENTREVISTA
NOME DO ENTREVISTADO:
GRAU DE PARENTESCO:
A QUE HORAS VOCÊ COSTUMA ACORDAR?
COMO VOCÊ ORGANIZA SUAS ATIVIDADES DIÁRIAS?
CITE ALGUMAS ATIVIDADES QUE FAZEM PARTE DO SEU COTIDIANO.
QUAL É A ATIVIDADE DO SEU COTIDIANO DE QUE VOCÊ MAIS GOSTA?
2. COMPARTILHE AS INFORMAÇÕES DA ENTREVISTA COM OS COLEGAS E CONHEÇA O COTIDIANO DE MEMBROS DAS FAMÍLIAS DELES.
Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é levar os estudantes a perceberem que cada família tem um cotidiano. Durante a conversa, incentive-os a respeitar os diferentes hábitos.
3. COMPLETE AS FRASES A SEGUIR DE ACORDO COM O SEU DIA A DIA.
A ) EU ACORDO ÀS:
Resposta pessoal. A resposta depende do horário em que os estudantes acordam.
B ) ANTES DE IR PARA A ESCOLA, EU:
Resposta pessoal. Os estudantes podem responder que tomam café da manhã, almoçam, entre outras atividades.
C ) NA ESCOLA, DURANTE O INTERVALO, EU:
Resposta pessoal. Os estudantes podem responder que comem um lanche, brincam com os colegas, entre outras atividades.
D ) À NOITE, QUANDO ESTOU EM CASA, EU:
Resposta pessoal. Os estudantes podem responder que dormem, escovam os dentes, leem livros, entre outras atividades.
4. FAÇA DOIS DESENHOS: UM REPRESENTANDO VOCÊ NA ESCOLA E O OUTRO REPRESENTANDO UMA ATIVIDADE FEITA POR UM DE SEUS FAMILIARES ENQUANTO VOCÊ ESTÁ NA ESCOLA.
VOCÊ
SEU FAMILIAR
Resposta pessoal. Incentive os estudantes a compartilharem seus desenhos com os colegas. Oriente-os a perguntar previamente a um dos familiares o que ele faz enquanto estão na escola. 73
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• As atividades 3 e 4 favorecem o desenvolvimento de aspectos da habilidade EF02HI06, pois os estudantes vão aprofundar noções básicas de tempo com base na percepção das ações que ocorrem no próprio cotidiano.
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• O objetivo da atividade 3 é levar os estudantes a utilizarem noções relacionadas ao tempo, como antes, durante e depois, para identificar e descrever situações de seus cotidianos. Para tirar melhor proveito desta atividade, incentive-os a comentar com os colegas suas respostas, a fim de que possam comparar as atividades realizadas nos períodos de tempo indicados. Oriente-os a utilizar a expressão ao mesmo tempo quando for cabível, ao comentarem atividades que realizam no mesmo momento que os colegas (na escola, de noite em casa etc.).
Objetivo
• Avaliar se os estudantes conseguiram apreender diferentes noções sobre o tempo, com ênfase no conceito de ao mesmo tempo Sugestão de intervenção Durante a realização da atividade 4, os estudantes poderão aprofundar noções relacionadas ao conceito de ao mesmo tempo Caso eles apresentem dificuldades com a noção de simultaneidade, peça que releiam as páginas 69 e 70, retomando as explicações sobre acontecimentos que ocorrem ao mesmo tempo. Retome também os exemplos a respeito das situações do cotidiano escolar. Se for viável, após essa explicação, faça um passeio com os estudantes pela escola, para que percebam as atividades que estão sendo realizadas simultaneamente em outros espaços durante o período de aula.
• Para a realização da atividade 5, proponha aos estudantes uma leitura atenta das imagens e legendas que compõem a história da personagem Paula. Questione-os para que identifiquem se na história aparecem palavras que sugerem as noções de tempo trabalhadas anteriormente, como antes, durante e depois.
• A atividade 5 favorece o desenvolvimento da habilidade EF02HI06, pois, com base na leitura e interpretação das ilustrações e legendas, os estudantes identificarão noções relacionadas à passagem do tempo.
AGORA, VAMOS CONHECER PAULA E COMO FOI PARTE DE SUA SEMANA. A FAMÍLIA DELA ACOMPANHOU A COMPETIÇÃO DE CORRIDA ORGANIZADA PELA ESCOLA.
OBSERVE A SEGUIR ALGUNS DETALHES DESSE ACONTECIMENTO.
1.
PAULA ADORA ESPORTES E DECIDIU PARTICIPAR DE UMA COMPETIÇÃO DE CORRIDA NA ESCOLA ONDE ESTUDA.
IMAGENS COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.
2.
DURANTE A SEMANA, PAULA TREINOU BASTANTE E SE PREPAROU PARA A COMPETIÇÃO.
3.
ANTES DA COMPETIÇÃO, PAULA FICOU IMAGINANDO SUA VITÓRIA.
PAULA IMAGINANDO SUA VITÓRIA NA COMPETIÇÃO DE CORRIDA.
PAULA CONSEGUIU CHEGAR EM PRIMEIRO LUGAR E FOI PREMIADA COM UMA MEDALHA E UM TROFÉU.
PAULA VENCENDO A COMPETIÇÃO DE CORRIDA.
PAULA TREINANDO CORRIDA.
4.
O DIA DA COMPETIÇÃO FINALMENTE CHEGOU E A CORRIDA COMEÇOU ÀS 14 HORAS.
PAULA CORRENDO DURANTE A COMPETIÇÃO.
6.
DEPOIS DA PREMIAÇÃO, PAULA COMEMOROU COM OS PAIS, QUE FICARAM MUITO FELIZES COM A SUA DEDICAÇÃO.
PAULA E OS PAIS COMEMORANDO A VITÓRIA DELA NA COMPETIÇÃO DE CORRIDA.
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5. COM RELAÇÃO ÀS ATIVIDADES REALIZADAS POR PAULA E SEUS PAIS, RESPONDA ÀS QUESTÕES A SEGUIR.
A ) PINTE OS QUADROS REFERENTES AOS NÚMEROS DAS CENAS QUE OCORRERAM ANTES DA COMPETIÇÃO DE CORRIDA.
Resposta: 1; 2; 3
B ) PINTE OS QUADROS QUE MOSTRAM OS NÚMEROS DAS CENAS QUE OCORRERAM DEPOIS QUE PAULA IMAGINOU SUA VITÓRIA NA COMPETIÇÃO DE CORRIDA. 3 4 5 6
Resposta: 4; 5; 6
C ) PINTE O QUADRO QUE MOSTRA A HORA QUE SE INICIOU A CORRIDA.
Resposta: 14 HORAS.
12 HORAS.
13 HORAS. 14 HORAS. 15 HORAS.
D ) DESCREVA O QUE PAULA FEZ DURANTE A SEMANA.
Resposta: Durante a semana, Paula treinou e se preparou para a competição de corrida.
Resposta: 5
E ) PINTE O QUADRO QUE MOSTRA O NÚMERO DA CENA DO MOMENTO DA VITÓRIA DE PAULA. 3 4 5 6
F ) DESCREVA O QUE ACONTECEU DEPOIS DA PREMIAÇÃO.
Resposta: Depois da premiação, Paula comemorou a vitória da competição de corrida com os pais. 75
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
SOUZA, Daniela dos Santos; CRUZ, Gisele Thiel
Della. Fundamentos teóricos e práticos do ensino de História. Curitiba: IESDE Brasil S.A., 2013.
Nesse livro, as autoras abordam o conceito de tempo, além de formas interessantes de dinamizar o estudo desse tema em sala de aula.
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• Nos itens A e B será observada a habilidade dos estudantes em identificar as noções de antes e depois, com base na leitura das ilustrações e legendas da página 74.
• O item C busca averiguar a capacidade dos estudantes de utilizar marcadores do tempo, como a leitura de horas em um relógio.
• Os itens D e F permitem que os estudantes identifiquem e interpretem, com as próprias palavras, a história da página 74, de maneira sucinta.
• O item E busca compreender se os estudantes conseguem identificar na ilustração e na legenda o momento em que a personagem cruzou a linha de chegada da corrida.
• Explique aos estudantes a diferença entre os sistemas de marcação do tempo. Mostre que o formato de 12 horas, mais comum no cotidiano, é usado com o complemento do período em que se está (como manhã, tarde e noite). Já o formato de 24 horas, usado em relógios digitais, é empregado em registros oficiais e cronogramas de eventos. Indique, por exemplo, que 14 horas corresponde a 2 horas da tarde e que 20 horas é o mesmo que 8 horas da noite. Para facilitar a compreensão, você pode construir com a turma uma tabela com as equivalências entre os dois formatos (ex.: 13h = 1h da tarde, 14h = 2h da tarde etc.). Esse conhecimento é importante para a leitura e interpretação de horários em diferentes contextos.
• Ao abordar este tema, ressalte a importância que o espaço escolar adquire no desenvolvimento de parte da rotina dos estudantes, pois nele são vivenciadas experiências múltiplas que vão contribuir para sua formação crítica. O diálogo sobre o espaço escolar, sua organização, limites e regras pode ser um momento deflagrador para noções iniciais sobre o conceito de território como espaço de poder definido por limites e fronteiras. Esse conceito é abordado de forma progressiva nos anos escolares seguintes, de acordo com o nível de compreensão e desenvolvimento cognitivo da turma.
• Recomendamos a leitura do texto a seguir como suporte teórico para o estudo desse conceito.
Território: conceito e objeto
[...] território é um espaço social, que não pode existir sem uma sociedade que o crie e qualifique, logo inexiste como realidade puramente natural, sendo construído com base na apropriação e transformação dos meios criados pela natureza.
Assim, o território é um produto socialmente produzido, um resultado histórico da relação de um grupo humano com o espaço que o abriga. Tal característica diferencia esse conceito na comparação com outros comumente utilizados pela Geografia (como região ou paisagem), que podem manifestar-se adjetivados por fenômenos naturais. O território é, portanto, uma expressão da relação sociedade/ espaço, sendo impossível de ser pensado sem o recurso aos processos sociais. [...]
Nesse sentido, o território é antes de tudo uma escala de análise da sociedade e da relação sociedade/espaço,
1. A) Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes percebam que as regras auxiliam no bom funcionamento da escola e promovem um convívio agradável entre os frequentadores.
IR PARA A ESCOLA FAZ PARTE DA ROTINA DE MUITOS ESTUDANTES, PORTANTO A CONVIVÊNCIA NO ESPAÇO ESCOLAR CERTAMENTE FAZ PARTE DESSA ROTINA.
O ESPAÇO DA ESCOLA É IMPORTANTE PARA OS ESTUDANTES E OS PROFISSIONAIS QUE NELE TRABALHAM. É NESSE ESPAÇO QUE ELES APRENDEM JUNTOS E CONVIVEM, POR EXEMPLO.
OS MUROS E/OU CERCAS DELIMITAM ONDE COMEÇA E TERMINA ESSE ESPAÇO. TAMBÉM ESTABELECEM O TERRITÓRIO DESSE ESPAÇO, QUE TEM AS PRÓPRIAS REGRAS.
ESSAS REGRAS CONTRIBUEM PARA TORNAR A ESCOLA UM ESPAÇO MAIS ACOLHEDOR, ASSIM COMO PARA ORGANIZAR A ROTINA DE TRABALHO E A CONVIVÊNCIA.

VISTA DO ESPAÇO ESCOLAR EM UMA ESCOLA DE DA LAT, VIETNÃ, EM 2023.
1. CONVERSE COM OS COLEGAS SOBRE AS QUESTÕES A SEGUIR.
A ) QUAL É A IMPORTÂNCIA DAS REGRAS EXISTENTES NO AMBIENTE ESCOLAR?
B ) O QUE DIFERENCIA AS REGRAS DA ESCOLA DAS REGRAS DE OUTROS LUGARES QUE VOCÊS CONHECEM?
Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes diferenciem as regras do ambiente escolar das regras de outros lugares, como parques, ruas e hospitais.
isto é, um recorte analítico que objetiva uma visão angular específica da história. Em tal entendimento, o território emerge como uma totalidade para a Geografia, um espaço dotado de uma historicidade própria, que corresponderia à espacialidade de uma dada “formação econômica e social”. [...]
MORAES, Antonio Carlos Robert. Bases da formação territorial do Brasil: o território colonial brasileiro no “longo” século XVI. São Paulo: Hucitec, 2000. p. 18-21. (Estudos históricos).
4. Resposta pessoal. Auxilie os estudantes a identificarem atividades que geralmente realizam quando chegam em casa, como fazer tarefa, brincar e ajudar na organização da casa.
AGORA, VOCÊ E OS COLEGAS VÃO CONTAR AO PROFESSOR
COMO É A ROTINA DE IR PARA A ESCOLA. PARA ISSO, RESPONDA ÀS QUESTÕES A SEGUIR.
2. EM QUE PERÍODO DO DIA VOCÊ ESTUDA?
Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes respondam de manhã (matutino) ou à tarde (vespertino).
3. QUAL ATIVIDADE VOCÊ MAIS REALIZA QUANDO ESTÁ NA ESCOLA?
4. O QUE VOCÊ FAZ LOGO APÓS SAIR DA ESCOLA?
5. OBSERVE AS IMAGENS E LEIA AS LEGENDAS. DEPOIS, MARQUE UM X NAQUELAS QUE RETRATAM ESPAÇOS QUE EXISTEM NA SUA ESCOLA.
Resposta pessoal. Comente com os estudantes que existem diversos espaços nas escolas e que nesta página estão representados alguns deles.




3. Resposta pessoal. Auxilie os estudantes a identificarem atividades como ler, escrever, calcular e brincar.
que possam relembrar as características do espaço escolar e ainda auxiliar estudantes cegos ou com baixa visão na construção de imagens mentais que representem esses ambientes.
Convide um funcionário que trabalhe na escola há bastante tempo para conversar com os estudantes sobre esse espaço hoje e no passado, investigando as transformações pelas quais a escola passou ao longo dos anos. Oriente-os a elaborar previamente algumas perguntas ao entrevis-
tado, a fim de descobrir como era a escola em outros tempos. Acrescente perguntas se eles tiverem dificuldades. Incentive a participação de todos durante a conversa e, se houver a possibilidade, apresente fotografias antigas da escola.
Criança indígena. TV UESC. 27 ago. 2010. Disponível em: https://www.youtube. com/watch?v=uSFICzGSRDA. Acesso em: 26 set. 2025.
O vídeo apresenta a rotina de uma crian-
• O estudo sobre a rotina, proposto nas atividades 2, 3 e 4, incentiva os estudantes a refletirem sobre as atividades realizadas em diferentes períodos e aquelas realizadas na escola, além de permitir uma conversa sobre diversidade cultural. Peça que eles se questionem se as rotinas das crianças são iguais em todos os lugares e apresente exemplos de como é a rotina de crianças indígenas, por exemplo. Dessa forma, espera-se que, gradualmente, tornem-se aptos a comparar suas rotinas com a rotina de crianças que vivem em outros lugares.
• Aproveite a atividade 3 e faça um levantamento das atividades preferidas dos estudantes na escola e em qual dependência escolar costumam realizá-las. Registre na lousa as respostas. Caso algum estudante apresente dificuldade de se expressar oralmente, oriente-o realizar sua atividade por meio de desenho.
• Incentive os estudantes a perceberem que, quando estão com outras pessoas na escola, eles podem trocar ideias e experiências, comemorar datas, celebrar conquistas, ajudar em dificuldades etc.
• A atividade 5 será realizada com base na observação da escola em que estudam. Direcione perguntas que levem a turma a descrever a estrutura do prédio, o pátio, as salas de aula e outros detalhes pertinentes, de modo
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ça indígena do povo Tupinambá e pode ser reproduzido aos estudantes para incentivar uma conversa sobre o dia a dia de crianças em diferentes lugares.
BNCC
• A discussão sobre a organização da rotina para ir à escola favorece o desenvolvimento da habilidade EF02HI06, pois os estudantes devem refletir sobre as noções relativas à passagem do tempo ao discutirem o que fazem antes e depois de irem para a escola.
Objetivo
• As atividades 6 a 8 das páginas 78 a 81 permitem avaliar se os estudantes são capazes de reconhecer e comparar representações em diferentes pontos de vista (visão frontal, visão oblíqua e visão vertical), identificando os elementos que compõem o espaço representado.
Sugestão de intervenção É importante que os estudantes comparem as representações e reconheçam as diferenças entre as imagens vistas do alto e de lado (visão oblíqua) e exatamente de cima para baixo (visão vertical). Promova a observação direcionada das representações para que notem tratar-se do mesmo espaço, com elementos fixos, mudando apenas o posicionamento do observador. Utilize um elemento que possa ser observado de todos os pontos de vista como referência e incentive-os a descrever as diferenças de como ele é representado em cada caso. Para estudantes cegos ou com baixa visão, auxilie o desenvolvimento dessas percepções propondo a percepção tátil do mesmo elemento (utilizando o objeto confeccionado em miniatura) e conduzindo a manipulação com sua descrição detalhada do elemento do lado de cima, lateralmente, do alto e de frente.
• O tema abordado nas páginas 78 a 81 favorece o desenvolvimento das habilidades EF02GE08 e EF02GE09, pois os estudantes são levados a interpretar e comparar representações espaciais que representam componentes de uma paisagem em diferentes pontos de vista, tornando-se aptos a interpretar e elaborar representações semelhantes de seus lugares de vivência.
O ESPAÇO DE UMA ESCOLA PODE SER OBSERVADO E REPRESENTADO POR MEIO DE DIFERENTES PONTOS DE VISTA.
6. COM OS COLEGAS E O PROFESSOR, OBSERVEM AS REPRESENTAÇÕES DA ESCOLA DE FELIPE. EM SEGUIDA, CONTORNEM A ALTERNATIVA QUE COMPLETA A DESCRIÇÃO CORRETA DE CADA PONTO DE VISTA.
INFOGRÁFICO
IMAGENS COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.
A ) NA VISÃO FRONTAL, A ESCOLA É OBSERVADA:
Resposta: DE FRENTE.

DE CIMA PARA BAIXO. DO ALTO E DE LADO. DE FRENTE.
B ) NA VISÃO OBLÍQUA, A ESCOLA É OBSERVADA:
Resposta: DO ALTO E DE LADO.

DE CIMA PARA BAIXO. DO ALTO E DE LADO. DE FRENTE.
Professor, professora: As legendas das imagens não foram inseridas para não comprometerem a realização da atividade.
• A representação da escola com base em diferentes pontos de vista, proposta nas páginas 78 a 81, incentiva o desenvolvimento da percepção espacial, essencial para o entendimento das representações cartográfica, para a elaboração de desenhos simples, mapas mentais e até mesmo maquetes. A Atividade extra apresentada na página 79 deste manual pode contribuir auxiliando no desenvolvimento de noções espaciais. O texto a seguir poderá fundamentar essa proposta.
[...]
O principal objetivo do trabalho com a maquete é chegar ao ponto de vista vertical, por isso não é ne-
cessário construí-la em escala. Os tamanhos da maquete e dos objetos que figuram dentro dela devem ser definidos por comparação e aproximações entre o real e os materiais disponíveis (caixa de papelão, de sapato, de fósforos, embalagens de remédios, creme dental, sabonete etc.). A questão da redução, da escala, certamente estará presente, mas não como um conceito preciso, acabado. [...]
Mas, o mais importante quanto ao domínio sobre o espaço é que o uso da maquete projeta o observador fora do contexto espacial no qual ele se insere, permitindo-lhes estabelecer, inicialmente, relações espaciais topológicas entre a sua posição
Professor, professora: A legenda da imagem C não foi inserida para não comprometer a realização da atividade.
IMAGENS COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.
C ) NA VISÃO VERTICAL, A ESCOLA É OBSERVADA:
Resposta: DE CIMA PARA BAIXO.

DE CIMA PARA BAIXO. DO ALTO E DE LADO. DE FRENTE.
É COM BASE NA VISÃO VERTICAL QUE DIFERENTES
REPRESENTAÇÕES, COMO PLANTAS E MAPAS, SÃO ELABORADAS.
OBSERVE A SEGUIR A PLANTA DA ESCOLA DE FELIPE E ATENTE AOS ELEMENTOS IDENTIFICADOS NA LEGENDA DA PLANTA.
PLANTA DA ESCOLA DE FELIPE

PRÉDIO GRAMA
Promova com os estudantes a produção de uma maquete do espaço da escola. Providencie com antecedência materiais como papel colorido, tesoura com pontas arredondadas, isopor ou papelão, papel pardo ou de embrulho, cola ou fita adesiva, além de diferentes tipos de sucatas. A atividade pode ser realizada junto do componente curricular de Arte. Para a produção da maquete, siga as etapas descritas a seguir.
Oriente e organize os estudantes a percorrerem a escola, observando o formato do prédio onde ela está instalada, a existência ou não da quadra de esportes, jardim, parque etc., bem como a localização de cada espaço.
Ao retornarem à sala de aula, forme grupos de cinco estudantes e, com base nas informações coletadas e materiais disponíveis, inicie a construção da maquete da escola.
Oriente-os a compor uma base de isopor ou papelão, deixando-a pronta para receber os elementos da maquete.
Instrua-os a selecionar as caixinhas e os outros objetos com formatos semelhantes e tamanhos proporcionais ao prédio da escola e aos demais elementos presentes no espaço que será representado.
MURO
CALÇAMENTO PARQUE ÁRVORES
e a dos elementos da maquete. Porém, com seu deslocamento ao redor do modelo, deverá assumir perspectivas diferentes. Terá que se descentrar ao estabelecer referenciais na própria maquete, referenciais que definirão a localização dos objetos. Dessa forma, o modelo permite certa manipulação dos elementos, deslocando-os conforme o interesse do observador e criando um jogo que provoca a de-
sequilibração do sujeito na busca das soluções para contínuas alterações de localização: primeiro, do observador em relação à maquete, e depois, dos elementos da maquete uns em relação aos outros.
08/10/2025 08:36:54
[...]
ALMEIDA, Rosângela Doin de. Do desenho ao mapa: iniciação cartográfica na escola. São Paulo: Contexto, 2001. p. 78. (Caminhos da Geografia).
Oriente-os a encapar ou pintar cada objeto e desenhar portas e janelas para que fiquem semelhantes ao elemento representado.
Oriente-os na distribuição e localização de cada elemento ou ambiente da escola na base.
Caso haja estudantes com deficiência física, incentive a atividade de maneira colaborativa, promovendo o apoio entre os colegas de forma solidária e respeitosa, garantindo a participação plena e significativa de todos.
Reserve um espaço na escola para que os estudantes possam expor a maquete.
• Ao interpretarem imagens na visão oblíqua e na visão vertical, os estudantes desenvolvem a transposição de imagens tridimensionais para bidimensionais, algo que lhes permitirá, futuramente, interpretar plantas e mapas simples. Dê atenção em especial à identificação de elementos por meio da visão vertical, que costuma ser mais desafiadora.
• É sempre importante lembrar que os estudantes desenvolvem melhor a percepção de representações espaciais quando são incentivados a analisar representações de espaços com os quais têm familiaridade. Se possível, separe um momento em sala de aula para exibir a eles, usando um projetor ou outro equipamento que julgar mais adequado, imagens aéreas e imagens obtidas por satélite do município e do bairro da escola, mostrando esses espaços nas visões oblíqua e vertical.
• Na atividade 7, caso haja estudantes com dificuldades no processo de escrita, sugere-se que sejam incentivados a participar por meio da oralidade ou de desenhos.
ATIVIDADE EXTRA
Para complementar o trabalho com a atividade 7, faça uma lista na lousa de elementos inseridos nas representações da escola. Solicite aos estudantes que copiem no caderno apenas os elementos que puderem observar em cada visão. Dessa maneira, na listagem geral deverão aparecer: JARDIM, PRÉDIO, PARQUE, ÁRVORES, CALÇAMENTO, BANCOS, PORTA, MURO, PORTÃO.
Já em cada ponto de vista, deverão constar: VISÃO FRONTAL: JARDIM, PRÉDIO, PORTA, ÁRVORES, CALÇAMENTO, BANCOS, PORTÃO E MURO; VISÃO OBLÍQUA: JARDIM, PRÉDIO, ÁRVORES, CALÇA-
7. ESCREVA O NOME DE DOIS ELEMENTOS QUE VOCÊ PODE OBSERVAR EM CADA PONTO DE VISTA DA ESCOLA DE FELIPE. IMAGENS COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.
A ) VISÃO FRONTAL.

B ) VISÃO OBLÍQUA.

C ) VISÃO VERTICAL.

MENTO, BANCOS, PORTÃO E MURO; VISÃO VERTICAL: JARDIM, PRÉDIO, ÁRVORES, CALÇAMENTO, BANCO, PORTÃO E MURO.
7. A) Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes escrevam elementos como BANCOS, ÁRVORES, PORTÃO, MURO e PORTA.
ESCOLA DE FELIPE EM VISÃO FRONTAL.
.
7. B) Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes escrevam elementos como PARQUE, BANCOS, ÁRVORES, PORTÃO e MURO.
ESCOLA DE FELIPE EM VISÃO OBLÍQUA.
7. C) Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes escrevam elementos como PARQUE, BANCOS, ÁRVORES, PORTÃO e MURO.
ESCOLA DE FELIPE EM VISÃO VERTICAL.
8. RELACIONE OS OBJETOS REPRESENTADOS NA VISÃO FRONTAL
(A, B, C) À SUA RESPECTIVA IMAGEM NA VISÃO VERTICAL (1, 2, 3). PARA ISSO, ESCREVA OS PARES DE LETRAS E NÚMEROS.
Resposta: A – 3; B – 1; C – 2
IMAGENS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. A.



Professor, professora: As legendas das imagens não foram inseridas para não comprometerem a realização da atividade.



9. ESCOLHA UM OBJETO ENTRE OS MATERIAIS ESCOLARES E FAÇA UM DESENHO DELE, CONSIDERANDO OS PONTOS DE VISTA A SEGUIR.
A ) FRONTAL.
Resposta pessoal. Auxilie os estudantes a desenharem o material escolar escolhido em cada ponto de vista indicado.
B ) OBLÍQUO. C ) VERTICAL.
08/10/2025 08:36:56
peça no chão. Em seguida, chame outro para dar sequência ao caminho, pegando uma peça para tentar encaixá-la corretamente à anterior. Repita o procedimento com os demais e, se a peça que pegaram não proporcionar o encaixe, oriente-os a pegar outra.
• Para complementar as atividades 7 e 8, organize uma atividade de observação dos objetos disponíveis na sala de aula, alterando a posição dos estudantes para que possam observar esses objetos sob diferentes pontos de vista e perceber as diferenças. Depois, oriente-os a desenhar um dos objetos, atendendo ao objetivo da atividade 9. Proporcione a percepção tátil dos objetos e descreva, em voz alta, a posição de observação de cada um, para que estudantes cegos ou com baixa visão formulem a percepção dos pontos de vista.
Organize com os estudantes uma atividade de jogo de dominó com o tema Pontos de vista. Ela deve incluir tanto a produção das peças como, em um segundo momento, a realização do jogo. Providencie cartolina, tesoura com pontas arredondadas e cola, para eles trabalharem em grupos. Depois, siga as etapas propostas a seguir.
Providencie com antecedência imagens de objetos representados de diferentes pontos de vista. Organize os estudantes em grupos e distribua a eles fotocópias dessas imagens. Oriente-os, então, a recortá-las e, utilizando pedaços de cartolina cortados em retângulos, a produzir peças de dominó, colando duas imagens em cada peça, uma em cada ponta. Todos os grupos deverão produzir 10 peças de dominó. Faça as intervenções necessárias para que sejam produzidas corretamente, considerando que as peças devem ter, preferencialmente (mas não obrigatoriamente), imagens de pelo menos dois pontos de vista diferentes em cada uma, assim como abranger uma boa diversidade de imagens sob cada ponto de vista.
Quando todos os grupos tiverem produzido as peças, várias dinâmicas são possíveis. Por exemplo, junte-as e incentive os estudantes a comporem um caminho com elas, realizando os encaixes corretamente. Para tanto, oriente um participante a iniciar o jogo posicionando uma
• A elaboração e leitura de símbolos, ou seja, de signos relacionados à realidade, é fundamental para desenvolver a linguagem cartográfica com os estudantes. A princípio, eles desenvolvem a ligação entre os símbolos e o que eles representam sobre o mundo concreto. Com base nisso, os estudantes têm condições de estabelecer essa mesma conexão em relação às representações cartográficas, relacionando suas legendas ao que representam na superfície da Terra, ou seja, relacionando o símbolo ao seu significado.
Objetivo
• As atividades 10 e 11 permitem avaliar se os estudantes são capazes de reconhecer e identificar diferentes símbolos usados no dia a dia.
Sugestão de intervenção
Se tiverem dificuldades, oriente-os a observar as fotografias e identificar os símbolos. Resgate os conhecimentos prévios, incentivando-os a refletir se já viram esses símbolos e, se a resposta for afirmativa, onde eles podem ser encontrados. Caso considere necessário, ajude-os a identificar a finalidade desses símbolos, explicando que um deles está relacionado à necessidade de estacionar veículos e o outro, à circulação segura de pedestres pelas vias públicas. Para complementar a atividade, providencie com antecedência imagens de outros tipos de símbolos usados em nosso cotidiano e apresente-as aos estudantes.
AS PLANTAS E OS MAPAS SÃO FORMADOS POR CORES E SÍMBOLOS, QUE REPRESENTAM OS ELEMENTOS DA REALIDADE NESSAS IMAGENS.
NA PLANTA DA ESCOLA DE FELIPE, QUE ESTUDAMOS ANTERIORMENTE, FORAM USADAS FORMAS E CORES PARA REPRESENTAR AS PARTES DA ESCOLA.
PERCEBEMOS E UTILIZAMOS SÍMBOLOS DIARIAMENTE. VAMOS OBSERVAR ALGUNS EXEMPLOS.
10. COM OS COLEGAS, COMENTEM O QUE CADA UM DOS SÍMBOLOS A SEGUIR REPRESENTA.
foram inseridas para não comprometerem a realização da atividade.

B. Professor, professora: As legendas das imagens não

11. DESENHE UM SÍMBOLO QUE VOCÊ OBSERVA EM SEU DIA A DIA. DEPOIS, MOSTRE-O AOS COLEGAS E EXPLIQUE O QUE ELE SIGNIFICA.
11. Resposta pessoal. Caso os estudantes demonstrem dificuldades, auxilie-os a identificar, por exemplo, símbolos de trânsito, de acessibilidade e em rótulos de produtos.
10. Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes respondam que o símbolo da imagem A indica que a vaga de estacionamento é reservada para pessoas em cadeira de rodas. Já na imagem B, o símbolo representa a faixa de pedestres e indica o local adequado para o pedestre atravessar a via pública.
• Para ampliar os conhecimentos da turma sobre esse tema, leia o texto a seguir.
Símbolo. Indicação gráfica, numérica, alfabética ou abreviatura, representada num mapa, ou noutros documentos gráficos, a qual, por convenção, uso ou referência a uma legenda, representa uma característica específica ou um acidente.
OLIVEIRA, Cêurio de. Dicionário cartográfico. 4. ed. Rio de Janeiro: IBGE, 1993. p. 511.
12. COM BASE NO EXEMPLO APRESENTADO, DESENHE UM SÍMBOLO PARA CADA ELEMENTO IDENTIFICADO NAS IMAGENS A SEGUIR.

CRIANÇAS BRINCANDO EM UM PARQUE ACOMPANHADAS POR UM ADULTO.

ESTUDANTES E PROFESSORA EM UMA BIBLIOTECA.

ESTUDANTES E PROFESSORA EM UMA SALA DE AULA.
• Por meio do estudo deste tema, espera-se que os estudantes percebam que os símbolos têm muitas funções e possam identificar lugares, profissões, ações que devem ser evitadas ou regras que devem ser seguidas, entre muitos outros exemplos. Também é importante que eles percebam que alguns símbolos são estabelecidos por convenções. Assim, incentive-os a se perguntarem como seria o trânsito nas vias públicas se, por exemplo, as pessoas não reconhecessem os sinais de trânsito.
12. A) Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes desenhem símbolos que remetam ao ambiente de uma biblioteca, como livros e estantes.
SALA DE AULA
12. B) Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes desenhem símbolos que remetam ao ambiente de uma sala de aula, como carteiras e cadernos.
• Na atividade 12, auxilie os estudantes a pensarem em um símbolo para identificar esses lugares. Comente que eles podem representar um elemento ou objeto existente nesses lugares, de forma que quem observar o símbolo logo associe ao local. Por exemplo, um refeitório pode ser representado com um prato ao lado de um garfo e uma faca.
• A atividade 12 favorece o desenvolvimento da habilidade EF02GE08, pois os estudantes são levados a elaborar símbolos por meio de desenhos para representar lugares e componentes da paisagem dos lugares de vivência.
08/10/2025 08:39:11
• O estudo da página propicia um momento para avaliar o desempenho da turma em relação ao desenvolvimento das relações espaciais dos referenciais esquerda e direita, perto e longe, que são exigidos na atividade. Desenvolver essas noções é fundamental para a alfabetização cartográfica, já que, dessa forma, os estudantes estarão se preparando para ler e interpretar mapas ou mesmo compreender conceitos, como território, limite, fronteira e região.
Objetivo
• A atividade 13 permite avaliar se os estudantes são capazes de utilizar pontos de referência para localizar elementos em uma ilustração, considerando referenciais de perto e longe, esquerda e direita.
Sugestão de intervenção
Se tiverem dificuldades, promova atividades com o objetivo de trabalhar as relações espaciais projetivas (direita e esquerda) e topológicas (perto e longe). O ideal é fazer demonstrações que permitam à turma usar o próprio corpo como referência. Por exemplo, peça que um estudante identifique quem está sentado mais perto ou mais longe dele. Depois, mude-o de posição e repita o procedimento. Assim, eles perceberão que esses referenciais (perto e longe) mudam de acordo com a perspectiva de quem observa. Caso haja estudantes com deficiência física, auxilie-os a realizar os deslocamentos, se necessário. Realize os comandos em voz alta para auxiliar estudantes cegos ou com baixa visão na identificação das posições. Outras atividades similares podem ser realizadas,
13. A IMAGEM A SEGUIR MOSTRA A ESCOLA ONDE ESTUDAM ALGUMAS CRIANÇAS. OBSERVE-AS BRINCANDO NO PARQUE. IMAGEM COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.

ESTUDANTES NA ESCOLA.
A ) COMPLETE AS FRASES COM DIREITA OU ESQUERDA
• CLARICE ESTÁ À DE CAMILA.
Resposta: CLARICE ESTÁ À ESQUERDA DE CAMILA. CAMILA ESTÁ À DIREITA DE CLARICE.
• CAMILA ESTÁ À DE CLARICE.
B ) COMPLETE AS FRASES COM PERTO OU LONGE
• ANDRÉ ESTÁ MAIS DE PAULO.
Resposta: ANDRÉ ESTÁ MAIS PERTO DE PAULO. CLARICE ESTÁ MAIS LONGE DE PAULO.
• CLARICE ESTÁ MAIS DE PAULO.
C ) COMPLETE A FRASE COM ATRÁS OU À FRENTE
Resposta: A ESCOLA ESTÁ ATRÁS DO PROFESSOR.
• A ESCOLA ESTÁ DO PROFESSOR.
objetivando o desenvolvimento das relações espaciais projetivas (esquerda e direita). Uma vez que achar que assimilaram o conteúdo, oriente-os a realizar a atividade em duplas e a conversar com o colega para sanar as próprias dúvidas. Se considerar necessário, promova a observação guiada da ilustração. Em seguida, incentive os estudantes a encontrarem as respostas coletivamente.
• A atividade 13 favorece o desenvolvimento da habilidade EF02GE10, pois os estudantes são incentivados a aplicar princípios de localização e referenciais espaciais (frente e atrás, esquerda e direita) para identificar elementos com base na observação da representação espacial de uma escola.
EM NOSSO COTIDIANO, UTILIZAMOS DIFERENTES OBJETOS PARA AS MAIS VARIADAS FINALIDADES.
IMAGENS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI.
1. CECÍLIA PRECISA ESCREVER UM POEMA NO CADERNO. CONTORNE OS OBJETOS QUE ELA DEVE USAR PARA FAZER ESSA TAREFA.
Resposta: Imagens A (caderno) e C (lápis grafite).

CADERNO.


OS OBJETOS SÃO PRODUZIDOS COM MATERIAIS DISTINTOS E, MUITAS VEZES, COM MAIS DE UM.
2. RELACIONE CADA OBJETO A SEGUIR AOS PRINCIPAIS MATERIAIS UTILIZADOS NA FABRICAÇÃO DELE. PARA ISSO, FORME PARES DE LETRAS E NÚMEROS.
Resposta: D – 2; E – 3; F – 1


METAL E PLÁSTICO.
BORRACHA E TECIDO.
• Promova um momento para que todos tenham a oportunidade de verbalizar seu raciocínio e acolha as respostas dos estudantes.
• Se julgar pertinente, após a realização da atividade 2, incentive-os a desenhar no caderno objetos semelhantes aos apresentados e indicar, por meio de setas, o material utilizado na fabricação de cada parte deles.

E MADEIRA.
08/10/2025 08:39:16
• Esse tema possibilita aos estudantes identificar os materiais utilizados em diferentes objetos de uso cotidiano, bem como conhecer e analisar suas características e a relação com a funcionalidade, considerando algumas propriedades como flexibilidade, maciez e transparência. Dessa forma, permite o trabalho com as habilidades EF02CI01 e EF02CI02
Para iniciar a abordagem com este tema, se julgar conveniente, realize o jogo Stop, no qual os estudantes devem citar nomes de objetos que usam no dia a dia e que são fabricados com determinados materiais.
Leve para a sala de aula objetos do cotidiano dos estudantes feitos de diferentes materiais, como argila, madeira, vidro, plástico, algodão, metal e borracha.
Organize a turma em grupos de três integrantes. Em seguida, mostre um objeto e peça que identifiquem o material do qual ele é feito. Após a identificação conjunta, solicite aos estudantes que escrevam os nomes de cinco outros objetos feitos, na totalidade ou em parte, com esse mesmo material. Eles devem começar a escrever somente após o seu comando. O grupo que escrever os cinco nomes primeiro precisa dizer “stop”, e os demais devem parar de escrever imediatamente. Caso não consigam listar cinco objetos, determine um tempo máximo para cada rodada.
• Ao abordar este tema, leia com a turma a atividade 1 e peça que descrevam as imagens apresentadas. Depois, questione em quais tarefas do dia a dia usariam cada um dos objetos descritos.
• Para iniciar a atividade 3, escreva as perguntas a seguir na lousa: “Como seria seu travesseiro se ele fosse feito de madeira?” e “Como seria se suas roupas fossem feitas de papel?”. Peça aos estudantes que respondam às questões e acolha as respostas. Se julgar pertinente, anote-as na lousa. O objetivo desses questionamentos é que os estudantes reflitam sobre as características dos materiais e a função dos objetos nos quais são utilizados.
• Verifique se mencionam que é recomendável que o travesseiro seja leve e macio e que, se fosse de madeira, seria rígido e desconfortável. Já as roupas de papel seriam pouco resistentes, sobretudo à tração e à água, podendo rasgar com facilidade, além de serem menos macias que as de tecido. Pergunte quais características do tecido possibilitam que façamos diversos movimentos com o corpo sem que ele rasgue e quais permitem que esse material seja lavado sem que estrague. Espera-se que respondam que os tecidos geralmente são maleáveis, resistentes e podem ser molhados. Em seguida, pergunte se os papéis têm essas características. Verifique se os estudantes percebem que não.
• Na sequência, solicite que realizem a atividade 3, desenvolvida nesta página e na seguinte, e oriente-os a escrever o nome do material em letra cursiva. Esse formato de atividade auxilia no processo de alfabetização, pois proporciona o exercício da escrita com esse tipo de letra. Antes de escreverem as respostas, leia em voz alta os textos com os estudantes. Peça que citem oralmente o nome do material em questão e, em seguida, oriente-os a escrever a resposta no local adequado. Enfatize a importância de atentar à direção de escri-
IMAGENS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI.
OS MATERIAIS USADOS PARA FABRICAR OS OBJETOS TÊM
CARACTERÍSTICAS ADEQUADAS ÀS FUNÇÕES DE CADA UM DELES.
3. IDENTIFIQUE E ESCREVA O NOME DO MATERIAL A QUE SE REFERE CADA UMA DAS DESCRIÇÕES A SEGUIR E QUE É UTILIZADO EM CADA OBJETO APRESENTADO.
A.
ESSE MATERIAL É RESISTENTE E FLEXÍVEL. ELE RETORNA À FORMA ORIGINAL APÓS SER ESTICADO E PODE SER USADO NA FABRICAÇÃO DE OBJETOS, COMO CERTOS PNEUS, BORRACHAS ESCOLARES E LUVAS CIRÚRGICAS.

LUVAS CIRÚRGICAS.
B.
ESSE MATERIAL É FLEXÍVEL E MACIO. ELE PODE SER USADO NA FABRICAÇÃO DE ITENS DE VESTUÁRIO, COMO CAMISETAS.

CAMISETA.
ESSE MATERIAL É IMPERMEÁVEL E LEVE. ELE PODE SER FLEXÍVEL OU NÃO E É UTILIZADO EM ITENS COMO EMBALAGENS, GARRAFAS, PARTES DE AUTOMÓVEIS E COMPUTADORES. C.

GARRAFA.
FLEXÍVEL: QUE PODE SER DOBRADO OU CURVADO COM FACILIDADE, SEM SE DANIFICAR. IMPERMEÁVEL: QUE IMPEDE A PASSAGEM DA ÁGUA, POR EXEMPLO.
ta de cada letra e à pega tripoide do lápis. Caso considere pertinente, reproduza uma linha caligráfica na lousa e escreva o nome do material em letra cursiva. Você também pode aproveitar para escrever o correspondente em letra bastão.
• Se julgar necessário, providencie antecipadamente objetos feitos com os materiais trabalhados na atividade 3: borracha, tecido, plástico, madeira, aço, vidro e papel. Permita que a turma manuseie esses materiais a fim de perceber algumas de suas características. No caso de objetos de vidro, segure-os e permita apenas que os estudantes os toquem.
• Ao realizar com os estudantes o item A da ati-
vidade 3, se achar adequado, comente que a borracha mencionada no texto é a natural e que existe também a borracha sintética.
D.
ESSE MATERIAL É RESISTENTE E PODE SER ESCULPIDO. GERALMENTE, É USADO NA FABRICAÇÃO DE MÓVEIS, CASAS E UTENSÍLIOS.
E.
ESSE MATERIAL É RESISTENTE E RÍGIDO. ELE PODE SER UTILIZADO NA FABRICAÇÃO DE TRILHOS, MÓVEIS, FERRAMENTAS E CONSTRUÇÕES, POR EXEMPLO.
BANCO.

IMAGENS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI.

VERGALHÕES PARA CONSTRUÇÃO.
VERGALHÕES:
F.
ESSE MATERIAL PERMITE A PASSAGEM DA LUZ. ELE PODE SER UTILIZADO EM OBJETOS COMO LENTES DE ÓCULOS, JANELAS E LOUÇAS.
BARRAS USADAS PARA REFORÇAR ESTRUTURAS DE CONCRETO EM CONSTRUÇÕES.

G.
ESSE MATERIAL É FEITO COM A MADEIRA DE ALGUMAS ÁRVORES.
EXISTEM DIFERENTES TIPOS DELE, COM CARACTERÍSTICAS DISTINTAS DE TEXTURA, RESISTÊNCIA E TRANSPARÊNCIA, POR EXEMPLO. ELE PODE SER USADO EM EMBALAGENS E CADERNOS.
3. Resposta: A – BORRACHA; B – TECIDO; C – PLÁSTICO; D – MADEIRA; E - AÇO; F – VIDRO; G – PAPEL.
Você vai precisar de pedaços de diversos materiais (papel, plástico, algodão, lã, metal e argila), de objetos feitos desses diferentes materiais e de fita-crepe. Para evitar acidentes, não utilize vidro.
Faça quadrados no chão com a fita-crepe e distribua em cada um amostras dos materiais; depois, coloque os objetos dentro de uma caixa.
Peça a cada estudante que pegue um objeto aleatoriamente e o coloque no qua-

drado com o material correspondente.
Ao final da atividade, pergunte o que sabem a respeito desses objetos e converse sobre suas origens, características e usos. Promova um momento para que todos tenham a oportunidade de verbalizar seu raciocínio e acolha as respostas dos estudantes.
• No item E, comente com a turma que aço é um tipo de material (liga metálica) que contém ferro em sua composição.
• Ao realizar com os estudantes o item G da atividade 3, comente que o papel é feito da celulose, que é encontrada nas plantas. Diga que a extração da celulose do tronco das árvores, ou seja, da madeira, envolve uma série de processos, e aborde alguns deles de forma simplificada. Explique que, após a extração da madeira do ambiente, o tronco das árvores é levado até as indústrias de papel e celulose, onde é cortado em pequenos pedaços. Depois, esses pedaços são cozidos em uma mistura de água e outras substâncias para obter a polpa de celulose. A polpa passa por diversos processos, como lavagem, branqueamento e secagem, até que o papel produzido, que pode ter diferentes espessuras ou texturas, seja enrolado em bobinas de papel. Ao final do processo, o papel é cortado e empacotado.
• Para incentivar a identificação dos materiais que compõem objetos que fazem parte das atividades cotidianas e suas características, realize a Atividade extra a seguir.
BNCC
• A atividade 3, desenvolvida ao longo das páginas 86 e 87, permite trabalhar a
08/10/2025 08:39:23
habilidade EF02CI01 ao encorajar os estudantes a identificarem os materiais de que são feitos alguns objetos. Além disso, essa atividade colabora para o desenvolvimento da habilidade EF02CI02, pois incentiva a análise das características dos materiais e sua relação com as funções dos objetos, considerando propriedades como flexibilidade, resistência, maciez e transparência.
• Após os estudantes concluírem a atividade 4, converse com eles sobre o fogão a lenha e o fogão elétrico, este mais comumente usado nos dias atuais. Pergunte qual tipo de fogão eles têm em casa e se já tinham ouvido falar a respeito do fogão a lenha.
• Levante com a turma as principais diferenças entre o fogão a lenha e os mais modernos, identificando de que materiais são compostos, como funcionam e as vantagens e desvantagens de cada um.
Objetivo
• A atividade 4 permite avaliar se os estudantes reconhecem a razão de escolhermos diferentes materiais para cada tipo de objeto, de acordo com sua função.
Sugestão de intervenção
Caso algum estudante tenha dificuldade em responder à atividade, comece indagando sobre o que é necessário acontecer quando colocamos uma panela no fogo e os alimentos dentro dela para que eles cozinhem. Verifique se eles respondem que o calor proveniente do fogo deve ser transportado para os alimentos e que, portanto, a panela deve resistir a altas temperaturas. Em seguida, pergunte aos estudantes o que não deve ocorrer quando encostamos no cabo da panela. Verifique se eles respondem que não deve haver transferência de calor para o cabo, para evitar queimaduras nas mãos.
ALGUNS MATERIAIS PERMITEM A PASSAGEM DE CALOR ATRAVÉS DELES. POR ISSO, SÃO CHAMADOS DE BONS CONDUTORES DE CALOR. OUTROS MATERIAIS SÃO CHAMADOS DE MAUS CONDUTORES DE CALOR, PORQUE DIFICULTAM A PASSAGEM DE CALOR ATRAVÉS DELES.
ESSAS CARACTERÍSTICAS TAMBÉM INFLUENCIAM NA ESCOLHA DE MATERIAIS PARA A FABRICAÇÃO DE OBJETOS.
4. OBSERVE A IMAGEM A SEGUIR.

UTENSÍLIOS DE FERRO, UM TIPO DE METAL, SOBRE FOGÃO A LENHA.
A ) COMPLETE OS TEXTOS COM AS PALAVRAS ADEQUADAS ENTRE PARÊNTESES.
4. A) Resposta: 1. O METAL É UM BOM CONDUTOR DE CALOR. POR ESSE MOTIVO, MUITAS PANELAS SÃO FEITAS DESSE METAL.
O METAL É UM (BOM/MAU)
CONDUTOR DE CALOR. POR ESSE MOTIVO, MUITAS PANELAS SÃO FEITAS DESSE MATERIAL.
A MADEIRA É UM (BOM/MAU)
CONDUTOR DE CALOR. POR ESSE MOTIVO, GERALMENTE O CABO DAS PANELAS É FEITO DESSE MATERIAL.
4. A) Resposta: 2. A MADEIRA É UM MAU CONDUTOR DE CALOR. POR ESSE MOTIVO, GERALMENTE O CABO DAS PANELAS É FEITO DESSE MATERIAL.
• A atividade 4 possibilita aos estudantes identificar os materiais de que são feitos alguns objetos, analisar suas características e relacioná-las ao uso do objeto, contribuindo para desenvolver as habilidades EF02CI01 e EF02CI02
5. IDENTIFIQUE E ESCREVA O NOME DO MATERIAL QUE PODE SER UTILIZADO EM CADA OBJETO, CONSIDERANDO SUA FINALIDADE, E COMPLETANDO ADEQUADAMENTE O DIAGRAMA.
A.
OS PNEUS TORNAM O TRANSPORTE MAIS CONFORTÁVEL, ALÉM DE SEREM RESISTENTES E DURÁVEIS.
B. C.
D.
AS MOCHILAS ESCOLARES SÃO UTILIZADAS PARA O TRANSPORTE DOS MATERIAIS USADOS NA ESCOLA.
OS JORNAIS IMPRESSOS SÃO FEITOS DE MATERIAL QUE POSSIBILITA PRODUZIR PÁGINAS FINAS E DOBRÁVEIS.
AS CAMAS SERVEM PARA DORMIR E DESCANSAR E SÃO FEITAS DE MATERIAIS RESISTENTES USADOS NA FABRICAÇÃO DE MÓVEIS.
E. F.
G.
AS LENTES DE ALGUNS TIPOS DE ÓCULOS DE GRAU SÃO FEITAS DE MATERIAL TRANSPARENTE E RESISTENTE.
OS PREGOS SÃO RESISTENTES E USADOS PARA AFIXAR OBJETOS.
AS TAMPAS DE GARRAFAS DE ÁGUA MINERAL SÃO RESISTENTES E RECICLÁVEIS.
Resposta: A: BORRACHA; B: TECIDO; C: PAPEL; D: MADEIRA; E: VIDRO; F: AÇO; G: PLÁSTICO. 89
aos apresentados em cada item do diagrama e descrevam oralmente as características dos materiais de que são feitos. Para isso, verifique a possibilidade de levar para a sala de aula alguns objetos fabricados com esses materiais, a fim de que possam manipulá-los, sempre sob sua supervisão.
• No item A, se julgar pertinente, explique aos estudantes que os pneus podem ser feitos tanto com borracha natural (látex) quanto com borracha sintética, produzida do petróleo. Além disso, os pneus não são compostos apenas de borracha, mas também de outros materiais, cujas
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quantidades variam de acordo com a utilização que será dada ao produto final. De uma maneira geral, os pneus são compostos de borracha natural, borracha sintética, aço e tecidos, além de alguns produtos químicos.
• A atividade 5 possibilita o trabalho com as habilidades EF02CI01 e EF02CI02, pois incentiva os estudantes a analisarem as características dos materiais de que são feitos alguns objetos de uso cotidiano, além de identificarem os materiais utilizados na fabricação desses objetos.
• Ao trabalhar a atividade 5, leia as afirmativas com os estudantes e peça a eles que citem de quais materiais são feitos os objetos. Anote na lousa as respostas para cada uma das afirmativas e convide-os para que, juntos, verifiquem se as respostas com os nomes dos materiais completam o diagrama.
• Se julgar necessário, faça adaptações para que a atividade possa ser trabalhada com todos os estudantes e forneça mais dicas para que cheguem às respostas corretas de cada um dos itens do diagrama. Você pode, por exemplo, reproduzir o diagrama na lousa e inserir apenas algumas letras em itens nos quais os estudantes tenham dificuldade de identificar o material. Confira outra possibilidade de intervenção no boxe Avaliando a seguir.
• A atividade 5 permite avaliar a capacidade dos estudantes em identificar os materiais presentes em objetos de uso cotidiano, tendo em vista algumas de suas propriedades.
Sugestão de intervenção
Caso algum dos estudantes tenha dificuldade em apresentar as respostas esperadas para as afirmativas, promova atividades em que eles possam observar na prática objetos iguais ou semelhantes
• Se julgar adequado, antes de realizar com os estudantes a atividade 6, verifique o conhecimento prévio deles sobre a extração de materiais dos ambientes naturais.
• Para isso, providencie objetos feitos com diferentes materiais, por exemplo, uma meia de lã natural, uma régua de madeira e um prego de ferro, e leve-os para a sala de aula.
• Primeiramente, peça aos estudantes que identifiquem o material de que é feito cada objeto. Em seguida, solicite que os estudantes digam de onde esses materiais podem ser obtidos na natureza. Verifique se mencionam que a lã natural pode ser obtida dos pelos de animais como a ovelha, a madeira, de certas árvores e o ferro, de um minério extraído das rochas.
• Se julgar pertinente, anote as respostas dos estudantes na lousa e retome-as após a abordagem do conteúdo das páginas 90 e 91
• Ao abordar a extração de petróleo no item A, pergunte aos estudantes que outros materiais podem ser produzidos com ele, além da borracha. Podem citar derivados do petróleo, como a gasolina, o gás liquefeito de petróleo (conhecido como gás de cozinha) ou produtos petroquímicos finais, como fios e fibras sintéticas e diversos tipos de plástico.
• Caso julgue pertinente, acesse com os estudantes o vídeo do canal
• De onde vem?, no qual a personagem Kika quer saber de onde vem o plástico. Disponível em: https://www.youtube. com/watch?v=uV0R0f1 sy4Q&t=10s. Acesso em: 10 set. 2025.
O vídeo explica a origem do plástico e ainda discute a importância da coleta seletiva e da reciclagem.
O SER HUMANO EXTRAI DIVERSOS MATERIAIS DOS AMBIENTES NATURAIS PARA PRODUZIR OBJETOS UTILIZADOS NO COTIDIANO.
6. COMPLETE OS TEXTOS COM AS PALAVRAS APRESENTADAS A SEGUIR. DEPOIS, LEIA AS LEGENDAS EM VOZ ALTA COM O PROFESSOR.
MADEIRA • TECIDO • VIDRO • BORRACHA
A. A SINTÉTICA É FEITA COM PETRÓLEO, QUE É EXTRAÍDO DO SUBSOLO.
6. Resposta: A – A BORRACHA SINTÉTICA É FEITA COM PETRÓLEO, QUE

EXTRAÇÃO DE PETRÓLEO NO MUNICÍPIO DE MACAU, RIO GRANDE DO NORTE, EM 2019.
B. O É FEITO COM AREIA EXTRAÍDA DO SOLO DE ALGUNS LOCAIS.

6. Resposta: B – O VIDRO É FEITO COM AREIA EXTRAÍDA DO SOLO DE ALGUNS LOCAIS. É EXTRAÍDO DO SUBSOLO.
EXTRAÇÃO DE MATERIAIS, COMO AREIA, EM BOA VISTA, RORAIMA, EM 2022.
C. O LINHO É UM TIPO DE PRODUZIDO COM UMA PLANTA CONHECIDA PELO MESMO NOME.
Linho: pode atingir cerca de 120 centímetros de altura.

D.
6. Resposta: C –O LINHO É UM TIPO DE TECIDO PRODUZIDO COM UMA PLANTA CONHECIDA PELO MESMO NOME.
PLANTAÇÃO DE LINHO NO CANADÁ, EM 2023.
PARTE DO LÁPIS É FEITA DE , QUE É EXTRAÍDA DE ÁRVORES COMO O PINUS.

6. Resposta: D – O LÁPIS É FEITO DE MADEIRA, QUE É EXTRAÍDA DE ÁRVORES COMO O PINUS.
VISTA AÉREA DE PLANTAÇÃO DE PINUS NO MUNICÍPIO DE BROTAS, SÃO PAULO, EM 2020.
MUITAS VEZES, O MATERIAL EXTRAÍDO DO AMBIENTE
PASSA POR PROCESSOS INDUSTRIAIS ANTES DE SER USADO NA FABRICAÇÃO DE UM OBJETO.
DIFERENTES PROCESSOS INDUSTRIAIS PODEM RESULTAR EM MATERIAIS TAMBÉM DISTINTOS. POR EXEMPLO, DEPENDENDO DOS PROCESSOS PELOS QUAIS O PETRÓLEO PASSA, ALGUNS TIPOS DE PLÁSTICO PODEM SER PRODUZIDOS COM CARACTERÍSTICAS DIVERSAS.
Objetivo
• A atividade 6 permite avaliar se os estudantes reconhecem a importância da redução do consumo de produtos a fim de contribuir para a conservação dos ambientes.
Sugestão de intervenção
Após realizarem a atividade 6, pergunte à turma o que o consumo excessivo de objetos feitos de borracha, vidro, linho e
madeira causa no ambiente. Verifique se percebem que o aumento desse consumo eleva a demanda por extração dos materiais ou provoca alta na demanda de áreas plantadas, o que acaba gerando prejuízos ao ambiente.
Em seguida, pergunte aos estudantes de que maneira podemos, em nosso cotidiano, contribuir para evitar esses prejuízos. Verifique se eles citam medidas relacionadas ao consumo consciente de objetos feitos com esses materiais, evitando desperdícios e compras desnecessárias.
• Ao explorar esta página, comente que da planta Linum usitatissimum, que dá origem ao tipo de tecido linho, também são aproveitadas pelos seres humanos as sementes, utilizadas diretamente na alimentação (sementes de linhaça) e na obtenção do óleo.
• Se julgar pertinente, realize com os estudantes a Atividade extra a seguir.
Proponha aos estudantes que explorem a composição de alguns objetos do dia a dia.
Para isso, peça que, com a ajuda de um familiar ou adulto responsável, identifiquem do que são feitas as roupas que usam diariamente. Oriente-os a checar as etiquetas dessas roupas e registrar o tipo de tecido usado na sua fabricação em seu caderno.
Em sala de aula, separe os estudantes em duplas para que compartilhem sua pesquisa e listem os materiais identificados nos tecidos. Ao final da atividade, peça que compartilhem suas listas e experiências ao checar a composição das roupas que usam diariamente com os demais colegas da sala. Se julgar pertinente, anote na lousa a composição dos tecidos levantada pelos estudantes e, caso ache necessário, comente com eles as origens desses materiais: animal, vegetal ou sintética, por exemplo.
08/10/2025 08:43:36
Promova um momento para que todos tenham a oportunidade de verbalizar seu raciocínio e acolha as respostas dos estudantes.
• A reflexão sugerida no boxe Avaliando contribui para desenvolver a Competência geral 7 e as Competências específicas de Ciências da Natureza 4 e 5 da BNCC, ao levar os estudantes a refletirem sobre implicações ambientais do consumo excessivo de materiais, promovendo a consciência socioambiental.
• Se julgar pertinente, após abordar o conteúdo desta página, conduza os estudantes a refletirem sobre o consumo do plástico. Pergunte a eles se já pararam para pensar em quantos objetos são feitos de plástico, quantos fazem parte do uso cotidiano e quantos usamos apenas uma vez e jogamos fora.
• Comente com os estudantes que, conforme estudado, o plástico é um material utilizado na fabricação de diversos produtos e que, em contrapartida, alguns tipos de plásticos podem demorar séculos para se decompor ao serem descartados no ambiente. Por isso, é importante que todos tenham atitudes conscientes quanto ao seu uso e descarte. Convide a turma a refletir sobre o uso consciente desse material, contribuindo para abordar os temas contemporâneos transversais Educação ambiental e Educação para o consumo, preconizados pela BNCC.
• Para isso, liste algumas atitudes na lousa que podem contribuir na redução do uso de plástico, como:
• avaliar a necessidade de comprar um novo produto feito de plástico;
• reutilizar objetos de plástico para finalidades diferentes de seu uso original;
• fazer o descarte adequado de objetos feitos de plástico, destinando-os à reciclagem.
• Em seguida, conversem sobre quais atitudes os estudantes já realizam e quais podem começar a adotar. Permita que citem outras formas de contribuir para a conservação do ambiente ao usarem de forma consciente materiais feitos de diferentes tipos de plásticos.
CADA TIPO DE PLÁSTICO TEM CARACTERÍSTICAS ESPECÍFICAS DE RESISTÊNCIA, FLEXIBILIDADE, TRANSPARÊNCIA E RESISTÊNCIA ÀS MUDANÇAS DE TEMPERATURA, CONFORME APRESENTADO A SEGUIR.
IMAGENS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI.
PLÁSTICOS TRANSPARENTES, RESISTENTES E RECICLÁVEIS
PODEM SER USADOS NA FABRICAÇÃO DE GARRAFAS PET, POR EXEMPLO.

PLÁSTICOS RÍGIDOS E RESISTENTES PODEM SER USADOS NA FABRICAÇÃO DE BALDES, POR EXEMPLO.

PLÁSTICOS FLEXÍVEIS E RESISTENTES A IMPACTOS PODEM SER USADOS NA FABRICAÇÃO DE CANOS E OUTRAS PEÇAS PARA A CONFECÇÃO DE TUBULAÇÕES DE ÁGUA, POR EXEMPLO.

PEÇAS PLÁSTICAS DE TUBULAÇÃO.
PLÁSTICOS LEVES E MALEÁVEIS
PODEM SER USADOS NA FABRICAÇÃO DE SACOS PARA EMBALAR ALIMENTOS, POR EXEMPLO.

ROLO DE SACOS PLÁSTICOS PARA EMBALAGEM.
PESQUISAS BUSCAM IDENTIFICAR NOVAS APLICAÇÕES
PARA OS MATERIAIS EXISTENTES. ISSO AJUDA, POR EXEMPLO, A RECICLÁ-LOS, REDUZINDO A EXTRAÇÃO DE RECURSOS NATURAIS E O DESCARTE DE MATERIAIS NO AMBIENTE.
AS GARRAFAS PET, POR EXEMPLO, PODEM SER USADAS PARA PRODUZIR TECIDOS, REDUZINDO O DESCARTE DE PLÁSTICO NO AMBIENTE E DIMINUINDO A NECESSIDADE DE PLANTIO DE ALGODÃO.
ROUPAS FEITAS DE GARRAFA PET.

JÁ NA CONSTRUÇÃO CIVIL, OS RESÍDUOS PLÁSTICOS PODEM SER USADOS PARA A PRODUÇÃO DA MADEIRA PLÁSTICA, TAMBÉM CONHECIDA COMO MADEIRA ECOLÓGICA.
O USO DE RESÍDUOS PLÁSTICOS COM ESSA FINALIDADE AJUDA A REDUZIR O DESCARTE DE PLÁSTICO NO AMBIENTE E COLABORA PARA DIMINUIR O DESMATAMENTO PARA OBTENÇÃO DE MADEIRA.

https://www.educacao.sp.gov.br/ aprenda-a-transformar-uma-garrafa-pet -em-brinquedo-no-faca-voce-mesmo -da-semana/. Acesso em: 10 set. 2025.
Promova com os estudantes uma campanha de conscientização na escola sobre o descarte adequado de resíduos sólidos e a importância da reciclagem.
Divida a sala em dois grupos e oriente-os na elaboração de cartazes com informações que chamem a atenção de todos sobre o descarte inadequado de resíduos
sólidos e formas corretas de destinar objetos de uso cotidiano à reciclagem. Oriente-os na elaboração dos cartazes, chamando a atenção deles para a importância de separar resíduos por tipos de materiais.
Ao final da atividade, compartilhe as informações com toda a comunidade escolar, fixando os cartazes em um local da escola visível para todos.
BNCC
• O conteúdo desta página incentiva os estudantes a conhecerem de que forma
• Inicie a abordagem desta página perguntando aos estudantes como podemos usar uma garrafa PET vazia. Anote os exemplos apresentados e encaminhe-os para a leitura do texto inicial, perguntando se já conheciam roupas feitas de plástico reciclado (desde que não tenham dado esse exemplo inicialmente).
• Se considerar pertinente, trabalhe os aspectos positivos e os negativos das roupas de algodão, mencionando a quantidade de água que é necessária para produzir uma peça de roupa, bem como daquelas feitas de PET, que embora sejam provenientes da reciclagem de plástico, em sua lavagem, liberam micropartículas, podendo causar a poluição da água. Assim, leve-os a uma reflexão sobre o consumo consciente de todo e qualquer produto, reciclado ou não.
• Ao abordar a madeira plástica, comente com os estudantes outras vantagens desse material, como o baixo custo de manutenção e o fato de não necessitar de tratamento para exposição em áreas externas e sua maior resistência à água.
• Se julgar interessante, amplie a abordagem desta página sobre a reutilização de garrafas PET, elaborando com os estudantes um brinquedo. Para isso, acesse o site da Secretaria da Educação do Governo do Estado de São Paulo, disponível em:
08/10/2025 08:43:42
materiais que seriam descartados podem ser usados para fabricar novos objetos de uso cotidiano, desenvolvendo a habilidade EF02CI02, a Competência específica de Ciências da Natureza 4 e o tema contemporâneo transversal Ciência e tecnologia
• A atividade sugerida no boxe Atividade extra desenvolve o tema contemporâneo transversal Educação Ambiental e a Competência geral 7 da BNCC, ao incentivar a reflexão sobre hábitos em relação aos cuidados com o ambiente.
• Inicie a abordagem deste tópico lendo em voz alta os textos com a turma. Em seguida, comente a importância das pesquisas científicas no desenvolvimento de novos materiais que melhoram o dia a dia das pessoas e contribuem para maior segurança em determinadas atividades, o que pode contribuir para a conservação do ambiente.
• Se julgar pertinente, comente com os estudantes sobre a Engenharia de Materiais, uma área de conhecimento que tem por objetivo o estudo e o desenvolvimento de novos materiais. Ao estudar as estruturas, propriedades e aplicações de materiais novos e existentes, o profissional dessa área, o engenheiro de materiais, pode desenvolver novos materiais.
• Comente que o aerogel, em situações cotidianas, pode ser usado como isolante térmico em janelas e em calçados para caminhar na neve.
• Se considerar pertinente, leve para a sala de aula um ou mais exemplares de dente-de-leão (Taraxacum officinale) com frutos, como o mostrado na fotografia desta página, e permita que os estudantes o manipulem, para que percebam a fragilidade dessa parte da planta. Você pode sugerir que os estudantes simulem colocar pequenos objetos de diferentes materiais sobre os frutos, de modo a perceberem intuitivamente a leveza do aerogel (apresentada na imagem).
• Se considerar pertinente, ao abordar a segunda imagem da página, comente com os estudantes que, para essa situação, foi utilizado um bico de Bunsen, cuja chama pode atingir mais de 1 000 °C. Dessa forma, o fato de o aerogel e, consequentemente, a flor se manterem intactos mesmo
Professor, professora: Se considerar pertinente, comente com os estudantes que novos materiais podem, por exemplo, melhorar a eficiência de dispositivos e diminuir a poluição e a extração de recursos da natureza.
O SER HUMANO BUSCA CONSTANTEMENTE DESENVOLVER NOVOS MATERIAIS. CONHEÇA ALGUNS EXEMPLOS A SEGUIR.
O AEROGEL TEM ESTRUTURA SEMELHANTE À DE UMA ESPONJA PREENCHIDA POR AR. ISSO O FAZ SER CONSIDERADO UM DOS MATERIAIS MAIS LEVES DO MUNDO.
AEROGEL

DENTE-DE-LEÃO
O AEROGEL É UM EXCELENTE ISOLANTE TÉRMICO, OU SEJA, DIFICULTA A PASSAGEM DE CALOR ATRAVÉS DELE. ALÉM DISSO, ABSORVE MUITO BEM A ÁGUA.
AS CARACTERÍSTICAS DESSE MATERIAL PERMITEM QUE ELE TENHA DIVERSAS APLICAÇÕES, INCLUSIVE NA INDÚSTRIA AEROESPACIAL.
CHAMA ATINGINDO PEDAÇO DE AEROGEL, COM UMA FLOR SOBRE ELE.
sob temperatura elevada demonstra a eficácia desse material como isolante térmico.
AEROGELS: thinner, lighter, stronger. NASA Disponível em: https://www.nasa.gov/ aeronautics/aerogels-thinner-lighter-stronger/. Acesso em: 10 set. 2021.
Nessa página, em inglês, você encontra mais informações sobre o aerogel, suas características e algumas de suas aplicações e inovações.
PESSOA SEGURANDO PARTE DE UM DENTE-DE-LEÃO COM PEDAÇO DE AEROGEL SOBRE ELE.

O GRAFENO É UM MATERIAL FLEXÍVEL E RESISTENTE. ELE É MAIS
FORTE DO QUE O AÇO E CONDUZ MUITO BEM O CALOR E A ELETRICIDADE, SENDO UM DOS MELHORES CONDUTORES ELÉTRICOS.
RECIPIENTE COM PÓ DE GRAFENO.

ESSE MATERIAL TEM APLICAÇÃO EM DIVERSOS SETORES, ESPECIALMENTE O TECNOLÓGICO, PODENDO SER UTILIZADO, POR EXEMPLO, NA PRODUÇÃO DE TELAS SENSÍVEIS AO TOQUE, BATERIAS E CHIPS. A APLICAÇÃO DO GRAFENO ESTÁ CONSTANTEMENTE SE INOVANDO.
POR EXEMPLO, UMA EQUIPE DE CIENTISTAS BRASILEIROS DESENVOLVEU UM NOVO TIPO DE MEMÓRIA DE COMPUTADOR
QUE UTILIZA GRAFENO. ESSE DISPOSITIVO EVITA A PERDA DE INFORMAÇÕES QUANDO O COMPUTADOR FICA SEM ENERGIA ELÉTRICA. ALÉM DISSO, COMBINA MATERIAIS ATÉ ENTÃO NUNCA COMBINADOS PARA ESSA FINALIDADE.

PESSOA SEGURANDO CHIP COM GRAFENO.
7. CONVERSE COM OS COLEGAS SOBRE A IMPORTÂNCIA DAS PESQUISAS QUE BUSCAM DESENVOLVER NOVOS MATERIAIS. Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é levar os estudantes a refletirem sobre o tema e exporem suas opiniões e conhecimentos a respeito dele.
MATERIAIS do futuro: grafeno. Jornal da USP
Disponível em: https://jornal.usp.br/podcast/ viacast-11-materiais-do-futuro-grafeno-bruno -ipaves/. Acesso em: 10 set. 2025. Nesse podcast, você encontra mais informações sobre o grafeno.
JONES, Frances. O grafeno chega ao mercado. Revista Pesquisa Fapesp . Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/o-grafeno -chega-ao-mercado/. Acesso em: 10 set. 2025. Nessa página, você encontra mais informações
08:43:44
sobre o grafeno, suas diferentes formas, produção e aplicação.
BNCC
• O conteúdo das páginas 94 e 95 incentiva os estudantes a conhecerem características de novos materiais que podem ser utilizados para fabricar objetos do uso cotidiano, contribuindo para desenvolver a habilidade EF02CI02, a Competência específica de Ciências da Natureza 4 e o tema contemporâneo transversal Ciência e tecnologia
• Ao abordar o texto do grafeno com os estudantes, se considerar pertinente, apresente mais informações sobre o estudo citado. Para isso, acesse a reportagem publicada no site da
• Universidade de São Paulo (USP), disponível em: https:// jornal.usp.br/ciencias/ pesquisadora-da-usp -cria-memoria-de -computador-inovadora -com-potencial-para -substituir-dispositivos -de-silicio/. Acesso em: 10 set. 2025.
• Leia o texto da página com a turma e comente que o grafeno se refere a um material versátil e com diversas possibilidades de aplicações.
• Em diversos outros materiais, quando incorporado, oferece mais resistência e durabilidade, entre outras propriedades como:
• flexibilidade, leveza, transparência;
• resistência mecânica;
• excelente condutor térmico e elétrico;
• resistência a altas temperaturas;
• impermeabilidade.
• As características desse material e dos materiais feitos com ele permitiram, e ainda permitem, a ampliação tecnológica em diversos campos da indústria, impactando de forma importante o desenvolvimento de novos materiais.
1. Objetivo
• Relacionar as tarefas cotidianas aos períodos dos dias correspondentes.
Sugestão de intervenção
Auxilie os estudantes a organizarem as atividades de acordo com os horários correspondentes. Se algum deles apresentar dificuldade em identificar os períodos do dia, retome com ele o que foi estudado nas páginas 60 a 62. Comente também a importância da organização das tarefas e atividades e como o planejamento auxilia no cumprimento das responsabilidades cotidianas.
2. Objetivo
• Relacionar os instrumentos às atividades do cotidiano, entendendo como os objetos podem auxiliá-los na organização das tarefas do dia a dia.
Sugestão de intervenção
Caso algum estudante apresente dificuldades em associar as tarefas ao instrumento utilizado, auxilie-o a refletir sobre o que se pede na atividade por meio de exemplos. Uma sugestão é mostrar uma agenda e questionar se ela poderia ajudar a despertar pela manhã. Depois, indague sobre qual seria a função do instrumento. Essa sugestão pode ser repetida com os demais instrumentos.
• As atividades 1 e 2 contribuem para o desenvolvimento das habilidades EF02HI06 e EF02HI07 , pois os estudantes vão identificar os diferentes marcadores da passagem do tempo e organizar temporalmente eventos de sua vida relacionados à passagem do tempo.
1. AJUDE LETÍCIA A PREENCHER A AGENDA DELA COM OS COMPROMISSOS QUE DEVE CUMPRIR.
ASSISTIR AO MEU CANAL FAVORITO ÀS 19 HORAS.
IR PARA A ESCOLA ÀS 13 HORAS.

LETÍCIA PENSANDO EM SEUS COMPROMISSOS.
A ) 8 HORAS:
Resposta: IR AO DENTISTA.
B ) 10 HORAS:
C ) 12 HORAS:
Resposta: TREINO DE FUTEBOL.
TREINO DE FUTEBOL ÀS 10 HORAS.
IR AO DENTISTA ÀS 8 HORAS.
ALMOÇAR NA CASA DA VOVÓ ÀS 12 HORAS.
Resposta: ALMOÇAR NA CASA DA VOVÓ.
D ) 13 HORAS:
Resposta: IR PARA A ESCOLA.
E ) 19 HORAS:
Resposta: ASSISTIR AO MEU CANAL FAVORITO.
2. ESCOLHA O MELHOR INSTRUMENTO PARA ORGANIZAR SEUS COMPROMISSOS EM DIFERENTES SITUAÇÕES. PARA ISSO, RELACIONE CADA SITUAÇÃO AO INSTRUMENTO MAIS ADEQUADO, FORMANDO PARES DE LETRAS E NÚMEROS.
ACORDAR NO HORÁRIO CORRETO. A.
B.
C. AGENDA. 1. DESPERTADOR. 2. CALENDÁRIO. 3.
SABER EM QUE DIA SERÁ FERIADO.
SABER O DIA DO ANIVERSÁRIO DO COLEGA.
Resposta: A – 2; B – 3; C – 1.
3. A) Resposta pessoal. Explique aos estudantes que eles podem marcar um ou mais quadros em cada opção.
3. REALIZE AS ATIVIDADES A SEGUIR.
A ) PREENCHA O QUADRO MARCANDO UM X NOS PERÍODOS DO DIA EM QUE VOCÊ REALIZA CADA UMA DAS ATIVIDADES INDICADAS.
MANHÃ M. TARDE T. NOITE N.
ATIVIDADES E PERÍODOS DO DIA
ATIVIDADES MTN
ESCOVAR OS DENTES.
ASSISTIR À TELEVISÃO.
FAZER TAREFA ESCOLAR.
LER UM LIVRO. DORMIR. IR À ESCOLA.
BRINCAR COM AMIGOS.
B ) NAS DUAS ÚLTIMAS LINHAS DO QUADRO, ESCREVA O NOME DE DUAS OUTRAS ATIVIDADES E INDIQUE EM QUAL PERÍODO DO DIA VOCÊ AS REALIZA.
4. DESENHE UM SÍMBOLO PARA IDENTIFICAR A IMAGEM A SEGUIR.

QUADRA DE ESPORTES EM ESCOLA.
QUADRA DE ESPORTES
4. Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes desenhem símbolos que remetam ao ambiente de uma quadra de esportes, como um retângulo com uma bola no centro ou um retângulo com duas traves.
3. B) Resposta pessoal. Os estudantes podem responder atividades como auxiliar na organização da casa, visitar um parente e ir ao mercado.
Se os estudantes tiverem dificuldades, incentive-os a se perguntarem qual é a primeira atividade, elemento ou objeto que lhes vem à mente ao pensarem em uma biblioteca ou uma quadra de esportes. Espera-se que, dessa forma, relacionem a biblioteca à leitura e aos livros, assim como a quadra de esportes, a um esporte específico ou uma bola, por exemplo. Decorrido o tempo para a criação, peça que compartilhem com os colegas, de modo a chegarem a uma conclusão sobre os símbolos que melhor representam o espaço mostrado na fotografia.
08/10/2025 08:43:45
• Ao relacionar suas atividades diárias aos diferentes períodos do dia, a atividade 3 permite que aspectos da habilidade EF02GE06 sejam exploradas pelos estudantes. Na atividade 4, há a possibilidade de desenvolver a habilidade EF02GE08 ao criar um símbolo. Essa proposta oferece condições para que realizem o processo de codificação de determinado espaço, permitindo que futuramente possam realizar o processo inverso de decodificação, ou seja, fazer a leitura de legendas e sua correspondência com o mapa.
3. Objetivo
• Reconhecer diferentes atividades do dia a dia e as relacionam aos diferentes períodos (manhã, tarde e noite).
Sugestão de intervenção
Escreva na lousa algumas atividades que podem ser realizadas na rotina de uma pessoa, na sequência, identifique em qual período do dia elas geralmente podem ser realizadas. Mostrar exemplos de uma rotina pode ajudar os estudantes a reconhecerem suas atividades diárias. Aproveite o momento e questione-os sobre quais das atividades eles mais gostam e por quê. Caso os estudantes tenham dificuldade no item B, organize uma roda de conversa e incentive-os a identificar, em voz alta, atividades que podem ser realizadas em cada período do dia. Se tiverem dificuldades, dê exemplos, como almoçar, jantar ou tomar café da manhã. Liste na lousa as atividades citadas pelos estudantes e os períodos nos quais costumam realizá-las. Depois, oriente-os a escolher dois dos exemplos e completar o quadro disponível na atividade.
• Criar um símbolo como forma de representar um espaço da escola.
5. Objetivo
• Reconhecer e identificar os pontos de vista frontal, oblíquo e vertical, por meio da observação de fotografias.
Sugestão de intervenção
Caso considere necessário, escreva as palavras que aparecem com letra cursiva na lousa, mas em letra de caixa-alta (bastão) para que os estudantes façam as correspondências necessárias e assim avancem na aquisição e domínio da leitura e escrita da letra cursiva.
Se os estudantes tiverem dificuldades, escreva na lousa a descrição de como enxergamos os objetos de cada um dos pontos de vista evidenciados (de frente, do alto e de lado, exatamente de cima para baixo). Então, incentive-os a se imaginarem na posição do observador em cada uma das paisagens e leia em voz alta uma das definições, orientando-os a identificar qual é a fotografia que representa a paisagem vista desse ponto de vista. Repita o procedimento com os demais pontos de vista, até que eles consigam identificar e relacionar todas as fotografias.
• A atividade 5 favorece o desenvolvimento da habilidade EF02GE09, pois os estudantes são orientados a identificar os pontos de vista por meio da observação de fotografias, incluindo imagens aéreas e nas visões vertical e oblíqua, tornando-se aptos a observar representações semelhantes de seus lugares de vivência.
5. OBSERVE AS FOTOGRAFIAS A SEGUIR E RELACIONE CADA UMA DELAS AO RESPECTIVO PONTO DE VISTA EM QUE FOI REGISTRADA, ESCREVENDO OS PARES DE LETRAS E NÚMEROS.



Resposta: A – 2; B – 3; C – 1
VISTA DO PALÁCIO DA PAZ EM HAIA, HOLANDA, EM 2025.
VISTA DO PALÁCIO DE BELAS ARTES NO MÉXICO, EM 2025.
VISTA DO CASTELO POLONÊS EM LANCUT, POLÔNIA, EM 2021.
6. MARQUE UM X NO MATERIAL MAIS ADEQUADO EM CADA SITUAÇÃO.
A ) MATERIAL RESISTENTE, PORÉM FLEXÍVEL, PARA PRODUZIR LUVAS CIRÚRGICAS.
Resposta: A – BORRACHA; B – VIDRO; C – METAL.
B ) MATERIAL TRANSPARENTE E RESISTENTE PARA PRODUZIR UM AQUÁRIO.
METAL. ARGILA. VIDRO. VIDRO. METAL. BORRACHA.
C ) MATERIAL RESISTENTE QUE SUPORTA TEMPERATURAS ELEVADAS PARA PRODUZIR UMA PANELA.
METAL. ALGODÃO. BORRACHA.
7. LEIA COM O PROFESSOR O TRECHO DE REPORTAGEM A SEGUIR.
[...]
MISTURA DE MASSA ASFÁLTICA COM PÓ DE BORRACHA RECICLADA, O ASFALTO ECOLÓGICO VEM SENDO EMPREGADO NAS OBRAS PÚBLICAS DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS DESDE 2018. A VIA CAMBUÍ – LIGAÇÃO ENTRE AS REGIÕES LESTE, SUDESTE E CENTRO – FOI A PRIMEIRA A RECEBER O PRODUTO, QUE UTILIZOU CERCA DE 22 MIL PNEUS VELHOS. [...]
RIBEIRO, CLÁUDIO FERREIRA. OBRAS COM ASFALTO ECOLÓGICO DÃO NOVA VIDA A PNEUS USADOS. PREFEITURA DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS, 20 AGO. 2024. DISPONÍVEL EM: https://www.sjc.sp.gov.br/noticias/2022/fevereiro/07/obras-com-asfalto-ecologico-dao -nova-vida-a-pneus-usados/. ACESSO EM: 19 MAIO 2025.
A ) SUBLINHE NO TEXTO OS MATERIAIS USADOS PARA FAZER O ASFALTO ECOLÓGICO.
Resposta: Os estudantes devem sublinhar MASSA ASFÁLTICA e PÓ DE BORRACHA RECICLADA.
B ) COM BASE NO TEXTO, CONVERSE COM OS COLEGAS SOBRE OS BENEFÍCIOS DO USO DO ASFALTO ECOLÓGICO PARA O AMBIENTE.
MASSA ASFÁLTICA: MISTURA DE DIFERENTES MATERIAIS USADOS NO ASFALTAMENTO DE RUAS E RODOVIAS.
Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes reconheçam que para produzir o asfalto ecológico são reciclados pneus usados, evitando que eles sejam descartados no ambiente.
Caso a dificuldade seja no item B, trabalhe com ele as características da borracha, como é feita e quais são os prejuízos ambientais de seu descarte inadequado. Também conversem sobre a composição do asfalto. Se achar interessante, faça um quadro na lousa anotando as vantagens e desvantagens do uso desse material para o asfalto ecológico.
BNCC
• A atividade 6 incentiva os estudantes a identificarem os materiais adequados para produção de objetos com base na descrição de suas proprie-
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dades, contribuindo para desenvolver a habilidade EF02CI02
• A atividade 7 relaciona-se à habilidade EF02CI02 ao abordar o uso de um material resistente e durável, a borracha de pneus reciclados, na produção do asfalto. Além disso, a abordagem sobre os benefícios do uso dos pneus para a fabricação do asfalto, com relação à conservação do ambiente, contribui para desenvolver a Competência geral 7 e as Competências específicas de Ciências da Natureza 4 e 5, estando também relacionada ao tema contemporâneo transversal Educação ambiental
6. Objetivo
• Relacionar os materiais mais adequados à produção de cada objeto, de acordo com suas propriedades.
Sugestão de intervenção
Caso algum estudante tenha dificuldades em uma das respostas, leve para a sala de aula objetos feitos de vidro, metal, borracha, argila e algodão. Permita que observem esses objetos e identifiquem as características dos materiais. Em seguida, faça as seguintes perguntas:
• Que características teria uma luva de vidro? E de metal? Ela seria adequada para manipular objetos?
• Que características teria um aquário de metal? E de argila? Ele seria adequado para observarmos os peixes em seu interior?
• Que características teria uma panela de algodão? E de borracha? Ela suportaria altas temperaturas e conduziria o calor de maneira eficiente para o cozimento dos alimentos?
• Reconhecer o material utilizado na produção do asfalto ecológico e os benefícios do uso desse material para o ambiente.
Caso algum estudante tenha dificuldade no item A, leia novamente o texto com ele e questione sobre o material de que são feitos os pneus.
• Interagir com os documentos e objetos pessoais.
• Produzir narrativas e perceber que elas preservam memórias pessoais.
• Compreender que os documentos e objetos preservam e transmitem memórias familiares.
• Estabelecer relações entre os documentos e objetos escolares do presente e do passado.
• Observar a tradição oral como forma de registrar e transmitir as memórias comunitárias.
• Perceber que alguns objetos e documentos pessoais preservam memórias afetivas.
• Identificar o aperfeiçoamento de alguns objetos de uso cotidiano ao longo do tempo.
• Reconhecer acidentes que podem ocorrer em locais que geralmente frequentamos.
• Identificar cuidados que ajudam a prevenir esses acidentes.
Peça a cada estudante que escolha um objeto de sua mochila ou estojo (borracha, chaveiro, pulseira, desenho etc.) e conte brevemente o que aquele objeto representa ou como ele chegou até ali. Ajude a turma a perceber que todos os objetos contam histórias – seja o presente de alguém especial, uma lembrança de viagem, seja algo comprado com a família. Finalize reforçando que esses objetos, assim como documentos e fotografias, ajudam a contar a história de quem somos, seja por meio de informações importantes, como nome, data e local de nascimento, seja por questões afetivas.

Exposição de objetos antigos na Casa da Cultura Aureliano Machado dos Santos, no município de Cascalho Rico, Minas Gerais, 2021.
• Convide os estudantes a observarem atentamente os objetos expostos retratados na imagem A. Pergunte se já viram algum deles em casa de familiares ou em museus. Explique que esses utensílios — como máquinas de costura, toca-discos e discos de vinil — eram comuns em moradias no passado e hoje ajudam a conhecer hábitos cotidianos de outras épocas. Incentive-os a comparar com objetos semelhantes que utilizamos atualmente, refletindo sobre permanências e mudanças. Oriente a turma a ler a legenda, que traz informações adicionais sobre o local e o contexto da imagem.
• A respeito da imagem B, verifique se os estudantes reconhecem a Carteira de Trabalho. Caso
eles não saibam o nome desse documento ou confundam com outro, como o passaporte, destaque que as informações sobre o tipo de documento estão impressas na capa do documento, mas também disponíveis na legenda da imagem. Se possível, leve uma Carteira de Trabalho para eles interagirem com o documento. Explique que essa carteira, além de fornecer informações como o nome e a fotografia, também disponibiliza o histórico profissional de seu portador, como os locais onde trabalhou e a profissão que exerceu durante sua vida. Caso eles questionem sobre o celular, explique que, em 2019, entrou em vigor a Carteira de Trabalho Digital, que tem a mesma função do documento impresso.


1. 2. 3.
Respostas nas orientações ao professor
Na fotografia A, é possível observar objetos que fizeram parte do cotidiano familiar no passado. Em sua opinião, por que esses objetos foram preservados e expostos em um museu?
Documentos também são importantes fontes para conhecer a nossa história. Em sua opinião, quais informações podemos descobrir sobre uma pessoa por meio dos documentos apresentados na fotografia B?
Os objetos mostrados na fotografia A são semelhantes aos objetos que utilizamos atualmente? Explique.
costura, por exemplo, funcionavam por meio de pedal ou manivela, enquanto atualmente a maior parte das máquinas de costura é elétrica, o que facilita o trabalho. Comente também que o toca-discos e os discos de vinil eram usados para reproduzir músicas, mas, no decorrer do tempo, passaram a ser menos utilizados, embora ainda sejam apreciados por algumas pessoas. Promova uma conversa com a turma para que citem outros objetos do cotidiano que também mudaram com o tempo, destacando permanências e transformações.
• Promova um momento para que todos tenham a oportunidade de verbalizar seu raciocínio e acolha as respostas dos estudantes.
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1. Resposta pessoal. O objetivo desta questão é levantar os conhecimentos prévios dos estudantes sobre o tema.
2. Resposta pessoal. O objetivo desta questão é levantar os conhecimentos prévios dos estudantes sobre documentos pessoais e sua função como fontes de informação.
3. Espera-se que os estudantes reconheçam que a maioria dos objetos apresentados na fotografia são diferentes dos que utilizamos atualmente. Essas variações estão relacionadas tanto ao formato quanto aos materiais utilizados.
• Na questão 1, espera-se que os estudantes percebam que, quando foram produzidos, os objetos apresentados na imagem A tinham funções específicas de uso doméstico. A partir do momento que foram preservados como fontes de memória da comunidade, eles passaram a ter uma função de fonte histórica. Reforce que a História é feita por todos nós e, dessa forma, preservar os objetos nos ajuda a compreender o cotidiano dos antepassados e de nossa sociedade em outro período.
• O objetivo da questão 2 é avaliar o conhecimento prévio dos estudantes quanto aos usos da Carteira de Trabalho. Comente que a Carteira de Trabalho e Previdência Social é o documento em que são registradas informações sobre as atividades profissionais de uma pessoa. Por meio dela, são garantidos ao trabalhador direitos como aposentadoria e seguro-desemprego. Se possível, comente que esse documento foi instituído em 1969, substituindo a antiga Carteira Profissional de 1932, criada no governo do presidente Getúlio Vargas.
• A respeito da questão 3, convide os estudantes a observarem os objetos da fotografia A e refletirem sobre quais deles são semelhantes a utensílios usados atualmente. Explique que, no passado, os modelos antigos das máquinas de
• Antes de realizar a atividade, solicite aos pais e/ou responsáveis a autorização. Explique aos estudantes que a certidão de nascimento é emitida logo após o nascimento de uma pessoa. Quando nasce um bebê, seus familiares ou responsáveis procuram um cartório e fazem o seu registro. Destaque a importância da certidão de nascimento como um documento de identidade pessoal que será utilizado até o registro de outros documentos, como o Registro Geral (RG) e o Cadastro de Pessoa Física (CPF). Explique que os documentos são importantes para que o Estado tenha conhecimento da população e que é importante mantê-los atualizados e em bom estado. Ressalte, ainda, que os documentos pessoais, além de comprovarem a identidade de uma pessoa, possibilitam o acesso a importantes direitos, como saúde, educação, trabalho etc.
REFERÊNCIAS
COMPLEMENTARES
FREINET, Célestin. Para uma escola do povo. São Paulo: Martins Fontes, 2001. Na obra, o autor aborda uma prática pedagógica conhecida como Livro da Vida, por meio da qual os estudantes registram, em um caderno coletivo, suas impressões e descobertas sobre o cotidiano escolar e sobre si.
A sua certidão de nascimento é um documento pessoal que registra seu histórico familiar.
1. Cole no espaço a seguir uma cópia da sua certidão de nascimento.
Resposta pessoal. Se necessário, solicite previamente aos pais ou responsáveis a cópia da certidão de nascimento dos estudantes. É provável que haja uma cópia desse documento na secretaria da escola. Caso eles não tenham condições, providencie uma cópia da certidão de nascimento de cada um para que possam fazer a atividade.
• O conteúdo abordado favorece o desenvolvimento de aspectos da habilidade EF02HI04, interagindo com objetos e documentos pessoais dos estudantes como fontes de memória no âmbito pessoal e familiar, e da habilidade EF02HI05, permitindo que eles reflitam sobre a função, o uso e o significado desses documentos e objetos. A atividade 1 favorece a percepção dos estudantes sobre a análise de documentos e o levantamento de hipóteses, abordando, assim, aspectos da Competência específica de História 6
a ) Com a ajuda de uma pessoa da família, analise a sua certidão de nascimento e escreva, a seguir, duas informações que ela apresenta.
Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é que os estudantes analisem as informações presentes nesse documento. Auxilie-os nessa análise para que percebam que entre as informações que constam nesse documento estão o nome completo da pessoa, sua nacionalidade, a data, o horário e o local de nascimento, a filiação, entre outras. Esteja atento caso algum deles não tenha o nome do pai e dos avós paternos na certidão de nascimento e conduza a atividade de modo a não constrangê-lo.
b ) Em sua opinião, qual é a importância da certidão de nascimento?
Resposta pessoal. Confira mais informações sobre a atividade nas orientações ao professor
A certidão de nascimento é um exemplo de documento pessoal. Os documentos pessoais são importantes fontes de informação. Observe os exemplos a seguir.
A certidão de nascimento é o primeiro documento de uma pessoa. É esse documento que comprova a sua nacionalidade, assim como traz informações sobre a data, o horário e o local de nascimento dela. A primeira via da certidão de nascimento é gratuita e um direito de toda criança. Com ela, é possível obter vários direitos importantes, como ser matriculado em uma escola pública ou participar de programas sociais do governo.
A carteira de vacinação tem a função de registrar as vacinas tomadas pela pessoa desde o nascimento. As principais vacinas são gratuitas e estão disponíveis em postos de saúde públicos. Geralmente, esse documento também é exigido na maioria das escolas para a matrícula dos estudantes.
Imagens com elementos sem proporção entre si. Cores fantasia.

Representação de certidão de nascimento.

Representação de carteira de vacinação.
2. Além da certidão de nascimento, quais outros documentos pessoais você conhece?
Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é levantar os conhecimentos prévios dos estudantes sobre o assunto. Comentários nas orientações ao professor
quando ela nasce. Sugira-lhes que analisem suas carteiras de vacinação, com o auxílio dos pais ou dos responsáveis.
• Ao abordar a questão 2 com os estudantes, comente que a certidão de nascimento possibilita que a pessoa exista oficialmente e, dessa forma, tenha acesso a alguns direitos importantes, como ser matriculada em uma escola e participar de programas sociais do governo. Cite outros documentos pessoais como o RG (também chamado de carteira de identidade) e explique que é um dos documentos de identificação mais utilizados em nosso país, trazendo informações se-
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melhantes às contidas na certidão de nascimento, como o nome do portador e sua data e local de nascimento. Além disso, ele traz a fotografia e a assinatura do portador. Diga que o Título de Eleitor é um documento que garante ao portador o direito de votar para escolher seus representantes nas eleições municipais, estaduais e federais. Explique que todos os brasileiros podem tirar esse título a partir de 16 anos e que entre as informações que constam nele estão o nome completo do eleitor, sua data de nascimento e o local em que vota.
• A atividade 1 permite que os estudantes interajam com um documento pessoal, considerado fonte histórica. No item a, oriente-os a ler suas certidões de nascimento e identificar informações pertinentes, como a filiação, data, horário e município de nascimento. Após isso, peça-lhes que listem as informações encontradas em seus cadernos. Averigue se eles desconhecem algum vocábulo, por exemplo, filiação e nacionalidade, e explique o significado de cada um. Para o item b, comente que a certidão de nascimento é o primeiro documento oficial de todo cidadão brasileiro. Sem a posse dela, ele não tem acesso à obtenção de outros documentos, como Título de Eleitor, Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS), Registro Geral (RG) e Cadastro de Pessoa Física (CPF), inviabilizando o direito ao voto, ao trabalho formal e ao cadastro no Sistema Único de Saúde (SUS), por exemplo.
• Destaque para os estudantes a importância das vacinas e da carteira de vacinação. Explique-lhes que as vacinas são muito importantes para a manutenção de nossa saúde, pois previnem várias doenças e, as que tomamos ao longo da nossa vida, devem ser registradas na carteira de vacinação. Ela é um dos primeiros documentos de uma criança e seus pais ou responsáveis a recebem logo
• Na questão 3, oriente os estudantes a identificarem objetos pessoais que eles utilizam frequentemente, como brinquedos, livros, roupas específicas etc. No caderno, peça-lhes que escrevam o nome, as características materiais e, por fim, como eles utilizam esse objeto. Incentive-os a compartilhar o texto com os colegas e motive-os a refletir sobre outros aspectos relacionados ao objeto escolhido, como quando e de quem o ganharam. Caso seja um brinquedo, pergunte com quem eles se divertem e, se for um livro, com quem eles fazem a leitura. Diga a eles que muitos objetos pessoais podem fornecer informações sobre a história de uma pessoa, suas características, hábitos, gostos e preferências.
• Explore com os estudantes a imagem dos objetos encontrados por Enzo na casa de seus avós. Sobre o acordeom, verifique se algum deles o conhece. Comente que o acordeom é um instrumento aerofone (cuja vibração sonora principal se dá pelo ar) e que os primeiros registros dele no país datam do final do século 19, quando foi trazido por imigrantes italianos e alemães que se fixaram no Sul do país. Ressalte que esse instrumento pode receber diferentes nomes, variando de acordo com a região do Brasil, como gaita de duas conversas e gaita de dois botões, no Sul. No Nordeste, pode ser chamado de concertina, realejo e pé-de-bode.
• A respeito da máquina de escrever, verifique se eles reconhecem semelhanças entre ela e algum objeto da atualidade, como os computadores. Caso desconheçam o funcionamento de uma, incentive-os a refletir sobre como seria possível escrever uma carta em uma máquina de escrever.
3. Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é levantar os conhecimentos prévios dos estudantes sobre o tema. Comentários nas orientações ao professor
3. Além dos documentos pessoais, cite alguns objetos que você usa no dia a dia e que podem fornecer informações sobre a sua história de vida.
Analisar os objetos pessoais de alguém pode nos ajudar a conhecer sua memória e sua história.
Enzo, um menino de 8 anos de idade, observou alguns objetos na casa de seus avós. Curioso, ele descobriu diversos fatos novos sobre a história de sua família e o cotidiano no passado. Acompanhe a seguir.
Imagens sem proporção entre si.
Enzo observou um acordeom, também chamado de sanfona ou gaita em algumas regiões. Ao conversar com a família, soube que seu bisavô morava no campo e gostava de tocar esse instrumento em festas e comemorações. Aprendeu ainda que esse instrumento musical é muito usado em músicas tradicionais do interior.
Ao conhecer a máquina de escrever da avó, Enzo ficou curioso sobre seu funcionamento. Achou prático escrever direto no papel, mas percebeu que era difícil corrigir erros. A avó contou que é jornalista e usou muito a máquina para escrever seus textos.


Enzo leu cartas antigas trocadas entre seus avós, que moravam em cidades diferentes. A avó explicou que eles as guardaram como lembrança do carinho um pelo outro. Enzo achou curioso como demoravam a chegar, e a avó contou que, antigamente, a comunicação era bem mais lenta do que nos dias atuais.

4. Sua família também tem o costume de preservar objetos pessoais antigos? Cite um exemplo e reflita com os colegas sobre o motivo desse hábito.
Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes expressem o tratamento dado aos objetos pessoais antigos de sua família. Confira mais informações sobre a atividade nas orientações ao professor
• Sobre as cartas, comente que, antes do advento da internet, era comum a comunicação por meio delas e que, dependendo da distância, elas poderiam demorar semanas ou meses para chegar ao destinatário, pois dependiam dos serviços postais. Pontue que, no passado recente, as pessoas escreviam suas cartas nas máquinas de escrever ou de próprio punho.
AVALIANDO
Objetivo
• A questão 4 permite identificar e historicizar antigos objetos do ambiente familiar.
Sugestão de intervenção
Para realização da questão 4, oriente-os a elaborar um roteiro de entrevista com os familiares, incluindo o nome do objeto, sua função/ uso, quando o familiar recebeu ou o comprou e, por último, por que ele o guarda até os dias de hoje. Na sala de aula, promova um ambiente acolhedor e respeitoso, convidando a turma a compartilhar as informações coletadas na entrevista. Verifique se eles compreendem que alguns objetos fazem parte da história das pessoas e que sua manutenção está relacionada à preservação da memória familiar.
1. Resposta pessoal. Oriente os estudantes a escreverem o relato como em um diário, incluindo informações como data e local. Para a realização desta atividade, incentive-os a interagir com seus familiares.
1. Tente se lembrar de algum momento marcante em sua vida. Depois, com a ajuda de um adulto da sua família, escreva no caderno um breve relato dessa história.
2. Resposta pessoal. Organize
uma roda de conversa para que os estudantes possam contar suas histórias.
2. Leia o relato que você escreveu para os colegas e o professor. Existem muitas maneiras de narrar nossas histórias e deixar registrados os acontecimentos que consideramos importantes em nossa vida. Acompanhe os exemplos a seguir.
O álbum de recordações serve para registrarmos nossas histórias com fotografias e textos.
Criança observando um álbum de fotografias com os pais.
Em um diário, podemos escrever os acontecimentos da nossa vida que consideramos importantes.
Criança escrevendo em seu diário.
Ao gravarmos um vídeo ou um relato oral narrando nossas histórias, estamos registrando nossas memórias.
Pessoa gravando um vídeo com uma câmera.



3. Como você costuma registrar suas histórias pessoais? Comente com os colegas.
Narrar: contar um acontecimento real ou imaginário por meio de escrita, de imagens ou oralmente.
3. Resposta pessoal. Os estudantes poderão
comentar que registram suas histórias escrevendo em um diário, organizando um álbum de fotografia, gravando um relato oral, fazendo um desenho etc.
formas de narrar e documentar a própria história.
Na atividade 1, forneça subsídios para que os estudantes produzam seus relatos com os familiares. Peça-lhes que destaquem a data do acontecimento, como dia, mês e ano, e o motivo pelo qual ela se tornou importante. Além disso, oriente-os a descrever com detalhes o local, quem eram as pessoas que estavam presentes e o que fizeram naquele dia.
Para aprofundar o trabalho com o tema das histórias pessoais, crie uma Cápsula do Tempo com os estudantes. Separe uma caixa de papelão, papel sulfite e papel kraft. Embale a caixa de papelão com o papel kraft e, no lado de fora dela, escreva “Cápsula do Tempo”. Deixe um pequeno espaço para que os estudantes depositem suas cartas. Entregue uma folha de papel sulfite para cada um e peça que escrevam sobre si, de qual componente curricular escolar mais gostam, quantos
• Na atividade 2, comente que, ao narrarmos nossas histórias pessoais, estamos compartilhando o que vivemos com outras pessoas. Durante a conversa, enfatize a importância de respeitarmos a história de vida de cada um, bem como seus gostos e preferências. Convide a turma a refletir sobre as diferenças entre o que foi escrito e a forma como foi narrado, destacando que existem formas diferentes de comunicarmos o mesmo acontecimento.
• Na atividade 3 , caso os estudantes não tenham a prática de manter um diário ou outra forma de registro escrito e/ou imagético, comente que o caderno escolar pode ser considerado uma maneira de registrar acontecimentos, uma vez que contém a data e o registro do conhecimento que o estudante adquiriu. Engaje-os em uma conversa sobre as diferentes formas de registrar suas histórias, seja de forma escrita, verbal, seja por meio de fotografias, desenhos e outras linguagens. Destaque que o diário, muitas vezes, pode ser usado para escrever textos, colar imagens, criar desenhos e outras formas de manter o registro das histórias pessoais.
• A atividade 1 permite aos estudantes reconhecerem
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dentes de leite já caíram e/ou qual brincadeira mais realizam. Saliente que é importante eles colocarem na carta o dia, mês e ano do relato. Solicite que dobrem o papel e coloquem o nome na parte de fora. Combine com eles a data de abertura da cápsula, como o último dia de aula. Se possível, coloque a data em que a cápsula será aberta no lado de fora da caixa. No dia da abertura, peça-lhes que comentem o que mudou e o que permaneceu no presente em relação ao relato que fizeram no passado.
• Comente com os estudantes que os álbuns de família são considerados fontes históricas porque registram e fornecem informações sobre o passado da família. Pergunte se eles conhecem ou já interagiram com um álbum de família e explique que é um livro de folhas em cartão, destinado a receber retratos e fotografias, dispostas de forma a recontar a história de um acontecimento. Diga-lhes que, no passado, as pessoas tinham o hábito de guardar as fotografias como forma de lembranças familiares de eventos festivos ou cotidianos. Todavia, com o advento das câmeras fotográficas digitais e dos celulares, as pessoas foram aos poucos deixando de revelar as fotografias em papel e passaram a manter o registro memorial familiar nas redes sociais. Comente que, independentemente do formato, digital ou físico, os álbuns de família, como portadores de memórias familiares, podem ser considerados um elemento de coesão social. Sobre esse tema, leia o texto a seguir.
[...] A memória possui um papel específico na coesão social da família que a constrói e transmite, uma memória que, ao definir o que é comum ao grupo e o que o diferencia dos outros, fundamenta e reforça os sentimentos de pertencimento e as fronteiras socioculturais. Geralmente tal coesão é realizada pela adesão do grupo a uma “comunidade afetiva”, criada a partir de um processo de conciliação entre memória individual e coletiva, alcançada através da preservação de determinadas lembranças narradas de geração em geração, de objetos preciosos e das próprias fotografias familiares.
[...]
MAUAD, Ana Maria. Poses e flagrantes: ensaios sobre história e fotografias. Niterói: UFF, 2008. p. 58.
Como estudamos, há várias maneiras de preservar e narrar histórias pessoais e familiares. Um objeto muito comum para guardar as memórias da família é a fotografia.
4. Na camiseta apresentada a seguir, cole uma fotografia de você com a sua família. Caso não tenha uma fotografia, você pode fazer um desenho.

Resposta pessoal. Atualmente, tem se tornado mais comuns as famílias registrarem e armazenarem fotografias digitais. Por isso, é possível que os estudantes não tenham uma fotografia impressa da família. Nesse caso, incentive-os a fazer o desenho, de modo que não se sintam constrangidos.
Imagem com elementos sem proporção entre si. Cores fantasia.
Camiseta.
SONTAG, Susan. Sobre fotografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2004.
Na obra, a autora analisa a fotografia como um fenômeno de transformação da sociedade ocidental, desde a criação do daguerreótipo, no século XIX até sua popularização, no final do século XX.
Objetivo
• A atividade 4 leva os estudantes a perceberem
que as fotografias podem preservar e transmitir memórias.
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Sugestão de intervenção
Na atividade 4, pergunte aos estudantes em que condições essa fotografia familiar foi retratada, e se eles se lembram do local em que ela foi tirada; de quem a fotografou (se foi um fotógrafo profissional ou um membro da família) e se ela foi tirada em um momento de festividade (aniversário, casamento ou formatura) ou durante uma atividade cotidiana. Durante a atividade, avalie se eles perceberam que a fotografia pode conter informações sobre o momento em que foi retratada.
As fotografias são documentos usados para registrar as memórias das famílias. Elas podem ser armazenadas em álbuns virtuais ou impressos, colocadas em porta-retratos ou até mesmo aplicadas em diferentes objetos, como camisetas, bonés, ímãs de geladeira, canecas, copos e cartões de lembrança de aniversário.
Giovana e seus pais adoram fotografias. Eles usam essas imagens de diferentes maneiras, como em objetos e porta-retratos.


fotografia.

Pai de Giovana buscando itens com a fotografia da família aplicada em uma loja.
Imagens com elementos sem proporção entre si. Cores fantasia.
Família de Giovana e diferentes itens com a fotografia deles.
5. Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes percebam que esses objetos servem principalmente para preservar a memória da família.
5. Converse com os colegas sobre a utilização da fotografia da família de Giovana nos itens pessoais e da casa.
6. Em casa, converse com seus familiares e descubra se sua família tem o costume de tirar fotografias com celular ou máquina fotográfica. Pergunte também onde essas fotografias ficam guardadas e o que costumam fazer com elas, por exemplo, se colocam em álbuns, imprimem ou usam em objetos. Depois, compartilhe com os colegas o que descobriu.
Resposta pessoal. Confira mais informações sobre a atividade nas orientações ao professor
diversidade de práticas familiares e o valor das fotografias como registros de memória. Incentive-os a perceber que, independentemente da forma de guardar ou exibir as imagens, todas elas cumprem a função de preservar lembranças importantes.
• Comente com os estudantes que por meio das fotografias podemos também analisar a memória das paisagens. Os registros fotográficos permitem a identificação e comparação detalhada das transformações ocorridas no decorrer do tempo nas áreas retratadas. A análise das mudanças e permanências de imagens de lugares
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em diferentes épocas permitem o exercício da habilidade EF02GE05 da BNCC.
• Os conteúdos e atividades deste tema promovem o desenvolvimento de aspectos da habilidade EF02HI04, pois propiciam a reflexão sobre os objetos e documentos pessoais do estudante como fontes de memória no âmbito familiar, e da habilidade EF02HI05, ao permitirem a percepção da função e o uso e significado desses documentos e objetos.
• A respeito da atividade 5, explique que, ao inserir a fotografia familiar nos objetos pessoais, os membros da família passaram a preservar suas memórias coletivas. Retome as imagens da página e comente que, após produzir uma selfie, a família imprimiu a fotografia em vários objetos de uso cotidiano: a mãe imprimiu-a em uma camiseta para se lembrar da família sempre que a vestir; a filha imprimiu-a em seu copo e toda vez que beber água ela se lembrará de seus pais; o pai colocou a fotografia da família no chaveiro para sempre se lembrar delas quando abrir ou fechar a porta da casa. Convide-os a refletir sobre os objetos listados no texto verbal, como o boné, o ímã de geladeira e os cartões de lembrança de aniversário. Pergunte-lhes como esses objetos podem ajudar a preservar as lembranças familiares.
• Na atividade 6, oriente os estudantes a conversarem em casa com seus familiares sobre os costumes relacionados às fotografias, investigando se a família utiliza celular ou máquina fotográfica, onde as fotografias ficam guardadas e o que costumam fazer com elas (como imprimir, organizar em álbuns ou usar em objetos decorativos). Ao retornar à sala de aula, promova um momento de socialização para que compartilhem suas descobertas com os colegas, destacando a
• Explique aos estudantes que os objetos escolares também fazem parte da nossa história de vida e servem de fonte de memória. Comente que algumas pessoas guardam uniformes, cadernos e outros objetos da época em que frequentavam a escola como forma de preservar as lembranças desse período.
• Na atividade 1, explique-lhes que um objeto ser de uso pessoal não significa que não podemos emprestar ou compartilhar com os colegas. Incentive a participação de todos nesta atividade e promova um ambiente de respeito entre eles, não permitindo comentários preconceituosos de qualquer tipo. Caso julgue pertinente, aproveite a oportunidade para trabalhar o conceito de consumo consciente explorando com eles as atividades da Turma da Mônica no site do Procon Campinas:
• TURMA da Mônica protagoniza campanha de consumo consciente. Prefeitura Municipal de Campinas , 21 out. 2015. Disponível em: https://campinas.sp.gov. br/noticias/turma-da -monica-protagoniza -campanha-de-consumo -consciente-78553. Acesso em: 27 set. 2025.
• Na atividade 2, oriente os estudantes a estabelecerem comparações entre os objetos pessoais escolares do passado e do presente. No item a, peça-lhes que apontem nas duas fotografias os objetos parecidos com aqueles que atualmente utilizam na escola. No item b, comente que a fotografia das estudantes na sala de aula mostra aspectos da época em que ela foi tirada, 1908, sendo, portanto, uma fonte de história e memória sobre a vida escolar no passado. Em outra abordagem, destaque as semelhanças entre o passado e o presente e verifique se eles percebem que, tal como costuma ser no presente, as carteiras estão dispostas em fileiras e que
2. a) Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes reconheçam alguns materiais escolares presentes nas fotografias, comparando-os com aqueles que eles têm.
Os materiais escolares fazem parte do nosso dia a dia na escola. Alguns são de uso pessoal, outros são compartilhados com os colegas. Agora, responda às atividades a seguir oralmente.
1. Mostre aos colegas alguns dos seus objetos escolares de uso pessoal. Depois, comente quais são as funções desses objetos e como você os utiliza.
Resposta nas orientações ao professor.
2. Observe as fotografias e responda às atividades.

Estudantes com seus materiais escolares, em São Paulo, capital do estado, em 1908.
Imagens sem proporção entre si.

Materiais escolares de 1955.
a ) Nas fotografias aparecem diversos objetos pessoais escolares. Você tem objetos semelhantes a esses?
b ) Em sua opinião, a fotografia A pode servir de fonte histórica e de memória sobre a vida escolar no passado? Comente com os colegas e o professor.
2. b) Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes reflitam sobre o uso da fotografia como fonte histórica no cotidiano escolar no passado, além de servir de objeto de memória escolar.
3. Se você pudesse escolher um objeto escolar para guardar de recordação, qual seria? Conte aos colegas as razões pelas quais você escolheria esse objeto.
Resposta nas orientações ao professor
os cadernos são produzidos com papel e servem para anotar os ensinamentos escolares do dia a dia.
1. Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes selecionem objetos pessoais escolares e comentem seus usos, suas funções e seus significados. Eles podem citar, por exemplo, lápis para escrever, borracha para apagar, caderno para registrar as atividades e estojo para guardar os materiais. Os estudantes também podem mencionar objetos de uso coletivo, como livros da sala de aula, jogos, tesouras com pontas arredondadas ou materiais de arte compartilhados com os colegas.
3. Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes escolham um material escolar de uso pessoal como uniforme, agenda, estojo, mochila, caderno, entre outros. Incentive-os a comentar a história do objeto escolhido, perguntando, por exemplo, sobre como e quando eles adquiriram esse objeto e se ele tem um valor afetivo.
BNCC
• As atividades 1 e 2 levam os estudantes a refletirem sobre objetos do cotidiano, nesse caso, os escolares, e sobre seus usos, desenvolvendo a habilidade EF02CI01
Além dos objetos pessoais escolares, outra fonte de informações sobre a história e a memória dos estudantes são os documentos escolares, como a ficha de matrícula e o boletim escolar.
O boletim escolar é um documento que permite acompanhar o desempenho do estudante na escola. Ele apresenta informações como notas e frequência nas aulas durante cada período do ano letivo.
4. Cite outros documentos escolares que você conhece.
5. Com a ajuda de um adulto da sua família, escolha um dos seus documentos escolares para analisar. Depois, preencha a ficha a seguir com as informações que você descobriu.
Documento analisado: A. Data e local em que foi emitido: B. Função do documento: C. Informações apresentadas: D.
5. Resposta pessoal. Confira mais informações sobre a atividade nas orientações ao professor
4. Resposta pessoal. Comente sobre outros documentos escolares que fazem parte da vida dos estudantes, como certificados e diplomas, atividades e avaliações, histórico escolar, entre outros. Se possível, mostre alguns desses documentos, explicando as funções, os usos e os significados de cada um.
6. Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes reflitam sobre as funções, os usos e os significados dos documentos escolares e concluam que, assim como os objetos pessoais escolares, esses documentos também podem servir de fonte de informações sobre a nossa história no ambiente escolar.
6. Agora que você aprendeu um pouco mais sobre os documentos escolares, comente com os colegas por que eles são importantes.
em preto e branco e o preenchimento do documento à mão. Na sala de aula, solicite que compartilhem as informações com os colegas e verifique se eles perceberam permanências e mudanças entre seus documentos escolares e os documentos de seus familiares.
• Para a atividade 6, utilize as informações da questão 4 e da atividade 5 para proporcionar uma roda de conversa pautada em acolhimento. Engaje os estudantes a refletirem sobre a importância dos diversos documentos escolares e, com base nas
contribuições, aprofunde as explicações sobre cada um. Por exemplo: o boletim é utilizado para acompanhamento do desempenho escolar, mas todos os boletins de uma mesma turma podem indicar o desempenho do aprendizado coletivo. Em seguida, faça algumas perguntas hipotéticas sobre a utilização dos documentos no futuro. Questione qual deles seria necessário para saber se o estudante concluiu o primeiro ano escolar (diploma), qual registra os livros que ele leu durante o ano (carteirinha da biblioteca), qual apon-
• O objetivo da questão 4 é abordar os documentos escolares como fontes históricas. Incentive os estudantes a refletirem sobre eles com base em seus usos e funções. Pergunte-lhes qual é o documento que registra, todos os dias, a presença e a ausência dos estudantes (livro de pauta/chamada) e questione qual documento indica as notas (boletim). Observe se eles se lembram do nome do documento que registra quais livros eles emprestaram da biblioteca (ficha da biblioteca) ou do documento que permite entrar na escola todos os dias de aula (carteirinha de identificação escolar). Conforme citarem o nome dos documentos, peça que descrevam suas funções no caderno.
• Na atividade 5 , oriente os estudantes a utilizarem a lista que produziram em sala de aula (questão 4 ) como apoio para a realização da atividade com os familiares. Além dos dados solicitados nos itens A, B, C e D, sugira a eles que descrevam os materiais do documento analisado, indicando se ele tem fotografia colorida de identificação, se é feito de papel sulfite, plástico ou papel-cartão e se é impresso ou escrito à mão. Além disso, incentive-os a perguntar aos familiares como eram esses documentos nos anos em que frequentaram a escola, buscando diferenças, como a fotografia de identificação
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ta se ele obteve poucas faltas no bimestre (boletim) e, por fim, qual indica se ele tirou boas notas no segundo ano escolar (histórico escolar).
BNCC
• As atividades contemplam a habilidade EF02HI04 ao permitirem a identificação de diversos documentos escolares e ao promoverem a reflexão sobre a relevância e utilização destes de modo individual e coletivo.
• Ao abordar este conteúdo, explique aos estudantes que a tradição oral é uma entre várias maneiras de preservar e transmitir o conhecimento. A escola, por exemplo, é um ambiente onde o conhecimento costuma ser preservado e transmitido por meio da escrita e os museus são ambientes que preservam e transmitem a memória coletiva por meio dos objetos. Nas comunidades de tradição oral, tais como alguns povos indígenas que vivem no Brasil, a preservação e a transmissão do conhecimento ocorrem por meio da oralidade. Por conta disso, as pessoas idosas têm papel relevante nessas sociedades, pois, ao longo do tempo, vivenciam experiências e transformações, escutam histórias e aprendem novos saberes que compartilham com os membros mais novos da comunidade.
• A atividade 1 permite avaliar o conhecimento prévio dos estudantes sobre cantigas populares. No item a, caso não reconheçam essa cantiga, cite outras, como “Peixe vivo” e “Se essa rua fosse minha”. Destaque que as cantigas populares fazem parte da tradição oral e que, possivelmente, eles as aprenderam com algum familiar. Em relação ao item b, antes de organizar a ciranda, convide-os a interagir com a letra da cantiga. Peça-lhes que contornem as palavras que rimam, por exemplo, “cirandar/dar” e “quebrou/acabou”. Diga que existem muitas versões diferentes da cantiga de ciranda no Brasil, que se adaptaram ao longo dos anos às características das diferentes regiões. Pergunte se algum deles conhece alguma dessas versões. Por fim, propicie a reflexão e o diálogo sobre a letra da cantiga.
1. b) Resposta: Espera-se que os estudantes comentem o que entenderam dos versos da cantiga e participem da roda de ciranda com a turma. Incentive-os a cantar a cantiga em conjunto. Caso algum deles não a conheça, cante-a para a turma.
1. a) Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é que os estudantes percebam que as cantigas populares fazem parte da tradição oral da comunidade e são passadas de geração em geração.
1. O trecho a seguir é de uma cantiga popular conhecida entre diversas crianças no passado e no presente. Em duplas, leiam esse trecho em voz alta.
Professor, professora: Ao realizar a atividade 1, aproveite para avaliar a capacidade de leitura dos estudantes.
Imagem com elementos sem proporção entre si. Cores fantasia.
Ciranda, cirandinha, Vamos todos cirandar,
Vamos dar a meia-volta,
Volta e meia vamos dar.
O anel que tu me destes Era de vidro e se quebrou
O amor que tu me tinhas
Era pouco e se acabou. [...]
Origem popular.

Crianças brincando de ciranda.
a ) Você já conhecia essa cantiga? Se sim, com quem você aprendeu? b ) Em grupo e com o professor, façam uma interpretação da letra dessa cantiga. Depois organizem uma ciranda e cantem a cantiga juntos.
As cantigas populares fazem parte da tradição oral de uma comunidade. Com elas, podemos aprender sobre o cotidiano e as brincadeiras de outras épocas.
2. Em casa, leia a cantiga para um adulto da sua família. Depois, conversem sobre as cantigas populares que ele conhece e se elas fazem parte das lembranças de sua infância.
Tradição oral: conhecimentos e saberes de uma comunidade, transmitidos de geração em geração por meio de histórias, cantigas, mitos etc.
2. Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é aproximar o conteúdo estudado da vivência da família e levar os estudantes a perceberem que as cantigas populares fazem parte da história e da memória de uma comunidade. Incentive-os a interagir com seus familiares.
AVALIANDO
Objetivo
• A atividade 2 permite aos estudantes compreenderem as tradições orais enquanto fontes de conhecimento.
Sugestão de intervenção
Para complementar a atividade 2, oriente os estudantes a organizarem um roteiro de pesquisa com os familiares. Para isso, liste na lousa algumas possíveis perguntas, como: “Qual é o nome da cantiga?”; “Com quem o familiar aprendeu a letra da cantiga?” Por fim, eles devem transcrever a letra da cantiga no caderno. Na sala
de aula, convide-os para uma roda de conversa e pergunte quais cantigas eles aprenderam com os familiares. Durante a conversa, verifique se eles perceberam que, por meio da transmissão oral, seus familiares aprenderam as cantigas na infância por intermédio de outros familiares.
BNCC
• O conteúdo apresentado contempla a habilidade EF02HI02 por meio da reflexão sobre a relevância da tradição oral em diferentes contextos, identificando-a enquanto prática de preservação da memória.
Assim como as cantigas, os objetos usados para armazenar e reproduzir músicas são uma fonte de informação sobre o cotidiano das pessoas em outras épocas. Observe alguns desses objetos a seguir.
Imagens sem proporção entre si.
toca-fitas

Gramofone.
O gramofone foi inventado em 1887 e reproduzia músicas gravadas em um disco plano. Esse objeto possibilitava que as pessoas pudessem ouvir músicas em casa.

fone de ouvido
Toca-fitas portátil com fone de ouvidos e fita cassete.
As fitas cassete foram criadas na década de 1960. Além de reproduzirem sons, elas permitiam gravar as músicas de um disco ou mesmo da rádio. Na década de 1980, foi inventado o primeiro toca-fitas portátil.

Reprodutor de MP3.
No início dos anos 2000 já era possível armazenar, baixar e compartilhar arquivos digitais de música, como o formato MP3. As músicas nesse formato podem ser reproduzidas em tocadores portáteis de MP3, computadores, celulares, tablets e outros.
3. Cite algumas semelhanças e diferenças entre os objetos apresentados anteriormente.
Resposta nas orientações ao professor
4. Faça uma pesquisa com um adulto da sua família sobre os aparelhos usados por ele para reproduzir músicas nas diferentes fases de sua vida. Depois, reproduza o quadro a seguir no caderno e preencha com as informações da pesquisa.
Resposta nas orientações ao professor
Aparelhos de reprodução de músicas em diferentes fases da vida
Fases da vidaNome do aparelho usado Funções e usos
Infância MODELO
• Na questão 3, explore as imagens da página e ajude os estudantes a identificarem semelhanças e diferenças entre esses objetos. Sobre o gramofone, pergunte-lhes de que material ele é produzido e qual é o nome do outro objeto que ele utiliza para reproduzir as músicas (disco de vinil). Questione também por qual parte do gramofone o som é expandido. Acerca do toca-fitas, verifique se eles reconhecem os componentes do objeto e o material utilizado na sua fabricação. Sobre o reprodutor de MP3, pergunte de qual material ele foi fabricado e quais componentes podem ser identificados, como os fones de ouvido auriculares e o aparelho de MP3. Saliente que os três aparelhos têm a mesma função, que é a reprodução de músicas, e, em contrapartida, destaque as diferenças nos usos. A buzina do gramofone permitia que as pessoas ouvissem música na sala de uma casa, o fone de ouvido em arco do toca-fitas facilitava escutar músicas enquanto as pessoas caminhavam e, por fim, o fone de ouvido auricular do MP3 permite, por exemplo, que o seu usuário compartilhe o fone com um amigo. Comente que, ao passo que diminuíam de tamanho, os aparelhos expandiam a capacidade de armazenar músicas. Por exemplo, o disco de vinil armazenava em média 40 minutos de música, a fita cassete permitia cerca de 1 hora de música e o reprodutor de MP3 varia conforme o tamanho do seu armazenamento. Se possível, leve para a sala de aula alguns desses objetos para que a turma os conheça.
• Em relação à atividade 4, oriente-os a reproduzir o quadro no caderno e a inserir as fases da vida de acordo com o adulto pesquisado. Caso esse adulto esteja na fase de pessoa idosa, por exemplo, deverão ser incluídas as quatro fases da vida: infância, adolescência, fase adulta e fase de pessoa idosa. Peça a cada um que cite o nome dos aparelhos identificados pelos
familiares. Em seguida, verifique quais foram os nomes que mais apareceram na pesquisa e levante algumas hipóteses, por exemplo, porque esse aparelho apareceu com mais frequência ou por qual motivo o outro apareceu com menos frequência.
Respostas
3. Espera-se que os estudantes identifiquem que uma das semelhanças está no uso dos aparelhos, que permitem reproduzir músicas. Já as diferenças podem ser os diferentes suportes de armaze-
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namento e reprodução e a liberdade dos usuários que aumentou com o desenvolvimento de novas tecnologias, as quais permitem ouvir música em diferentes momentos, lugares e dispositivos.
4. Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é aproximar o conteúdo estudado das memórias familiares e levar os estudantes a perceberem como os modos de reproduzir música mudaram ao longo do tempo.
• Inicie a abordagem deste tema questionando os estudantes acerca das transformações dos meios de comunicação apresentados como exemplo. Se possível, apresente com o auxílio de um projetor, ou outro equipamento, imagens de versões antigas dos mesmos meios de comunicação para que eles observem as transformações ocorridas ao longo do tempo. Instigue-os a refletir sobre o papel de conexão entre os lugares e a transmissão de informações proporcionadas por meio da utilização deles. Questione-os acerca do uso responsável dos meios de comunicação em questão e leve-os a refletir sobre os prejuízos que o uso em excesso pode ocasionar. Essa abordagem favorece o desenvolvimento da habilidade EF02GE03 da BNCC.
• Na atividade 1, peça a eles que respondam à questão, incentivando-os a comentar com os colegas sobre as mudanças pelas quais os televisores e telefones celulares passaram ao longo do tempo. Verifique se eles citam alterações nas dimensões, na massa desses objetos, na função e nos materiais utilizados na fabricação desses objetos.
• Se julgar pertinente, leve para a sala de aula imagens de outros objetos, como geladeiras, automóveis e brinquedos, retratando que os objetos usados na atualidade nem sempre foram fabricados com os mesmos materiais no passado. Comente com os estudantes que essas trocas de materiais e mudanças nos objetos ao longo do tempo, geralmente, trazem diversos benefícios para o uso deles, como leveza, tecnologia e melhor rendimento, proporcionando melhorias nas funções e na segurança dos objetos de uso cotidiano.
• Ressalte com os estudantes a importância das pesquisas científicas sobre materiais e tecnologias, que
Muitos objetos que fazem parte da vida cotidiana foram mudando ao longo do tempo. Por exemplo, objetos que nossos avós utilizavam antigamente podem não fazer mais parte do nosso cotidiano ou ter uma aparência diferente.
1. Em sua opinião, objetos que utilizamos atualmente, como telefones celulares e televisores, sempre foram semelhantes aos mostrados nas imagens a seguir? Comente com os colegas.
1. Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é levar os estudantes a refletirem sobre esse assunto expondo seus conhecimentos prévios. Espera-se que eles comentem que alguns objetos nem existiam há certo tempo e que outros foram aperfeiçoados com o passar dos anos.


Imagens sem proporção entre si.
Diversos outros objetos mudaram ao longo do tempo, como máquinas fotográficas, brinquedos e automóveis. E as mudanças observadas nesses objetos não ocorreram apenas no formato e no tamanho deles, mas também nos materiais utilizados em sua fabricação.
Em geral, os objetos são modificados ao longo do tempo visando facilitar seu uso e melhorar seu desempenho, por exemplo.
permitem que, ao longo do tempo, sejam desenvolvidos novos objetos que possam atender às necessidades humanas. Essa abordagem colabora com o desenvolvimento da Competência específica de Ciências da Natureza 1 da BNCC ao possibilitar que eles reconheçam o conhecimento científico como um empreendimento humano e como algo provisório.
• Aproveite para comentar sobre os métodos de fabricação dos objetos que também mudaram ao longo do tempo. Muitos deles eram produzidos no passado de forma manual e, com o passar do tempo, passaram a ser fabricados em máquinas nas indústrias.
BNCC
• Esse tema possibilita desenvolver parcialmente a habilidade EF02CI01, pois incentiva os estudantes a verificarem como alguns objetos eram feitos no passado e como são fabricados atualmente, destacando as mudanças nos materiais e comentando algumas mudanças em suas características, como formato, tamanho e massa. Esse assunto também está relacionado ao tema contemporâneo transversal Ciência e tecnologia
Professor, professora: As legendas das imagens não foram inseridas para não comprometerem a realização da atividade.
2. Observe as imagens a seguir.

2. a) Resposta: A – 2; B – 3; C – 1


Imagens sem proporção entre si.

Após a realização desse item, peça aos estudantes que identifiquem e nomeiem os objetos apresentados. Espera-se que eles reconheçam os objetos A e 2 como carrinhos de brinquedo; B e 3 como ferro de passar roupas; e C e 1 como televisores.


a ) Relacione cada um dos objetos antigos (A, B e C) às suas versões atuais (1, 2 e 3), escrevendo os pares de letras e números.
b ) Junte-se a um colega e citem os principais materiais que vocês conseguem identificar em cada objeto.
Ao realizar as atividades anteriores, você deve ter percebido que, de maneira geral, os objetos modernos são mais leves, como no caso do ferro de passar e do televisor. Para isso, materiais como ferro e madeira foram substituídos por materiais como plástico e borracha.
2. b) Resposta: A: madeira; B: ferro e madeira; C: madeira, vidro, metal e plástico; 1: plástico, metal e vidro; 2: plástico, borracha e metal; 3: plástico, metal e borracha.
ocorreu um aumento nas funcionalidades da televisão.
• Se possível, leve para a sala de aula objetos antigos e seus correspondentes atuais para que os estudantes os comparem. Caso não haja essa possibilidade, leve e mostre a eles imagens e informações relacionadas às características desses objetos. Promova uma troca de ideias destacando o que melhorou e os principais aspectos que fizeram os pesquisadores desenvolverem novas tecnologias. Essa discussão contribui para desenvolver a Competência específica de Ciências da Natureza 4 da BNCC, pois leva-os a
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refletir sobre implicações socioambientais e culturais da ciência no desenvolvimento de novas tecnologias.
BNCC
• Na atividade 2, além de identificarem de que materiais são feitos os objetos que fazem parte da vida cotidiana, os estudantes reforçam seus conhecimentos sobre como esses objetos são utilizados e com quais materiais eram produzidos no passado, contribuindo para desenvolver a habilidade EF02CI01
• Leia com os estudantes a atividade 2 e explore com eles as imagens da página. Depois, peça que respondam aos itens a e b. Promova um momento para que todos tenham a oportunidade de verbalizar seu raciocínio e acolha as respostas deles.
• De acordo com as respostas, peça aos estudantes que troquem ideias com os colegas sobre o que acham que mudou nas características desses objetos. Anote os objetos da atividade na lousa e discuta sobre cada um deles. Se julgar pertinente, peça a eles que levem mais exemplos de objetos que se modificaram ao longo do tempo. Verifique se percebem que, além das alterações nos materiais usados na fabricação dos objetos antigos e novos, houve outras mudanças importantes. Pergunte-lhes o que era necessário para o carrinho de madeira funcionar (criança empurrando) e o que é necessário para o funcionamento do carrinho de controle remoto (pilhas ou baterias). Faça o mesmo questionamento com relação ao ferro de passar (o ferro antigo usava brasa e o atual, energia elétrica).
• Com relação ao televisor, peça-lhes que citem como era a espessura da televisão antiga e como é a da atual. Comente que com o desenvolvimento de novas tecnologias e melhorias no consumo de energia elétrica,
• Inicie a abordagem verificando o conhecimento prévio dos estudantes sobre o conceito de preservação. Explique que preservar é manter algo seguro e longe da destruição. Diga-lhes que, quando plantamos uma árvore e protegemos os animais, estamos colaborando para conservar o meio ambiente. Promova um ambiente acolhedor e respeitoso para uma roda de conversa, convidando a turma a refletir, com base nos conteúdos anteriores, se é possível preservar memórias de acontecimentos, lugares e pessoas que fizeram parte de nosso passado. Caso eles tenham dificuldades em compreender sobre a possibilidade de guardar lembranças, peça-lhes que digam com qual brinquedo eles mais gostam de brincar atualmente. Depois, ajude-os a se lembrar de quem lhes deu aquele brinquedo (pais, avôs, alguém da comunidade) e de quando eles o ganharam. Sobre o tema, leia o texto a seguir. [...]
Leia a história em quadrinhos a seguir para saber o que Ana descobriu sobre as memórias e histórias de sua família, analisando alguns objetos pessoais guardados por seu pai.
Imagens com elementos sem proporção entre si. Cores fantasia.
Pai, o que é isso?

Esse é o ingresso de um show a que fui com meus amigos na adolescência. Foi um dia inesquecível!
Neste pen drive estão salvos os vídeos com registros que fiz do seu primeiro ano de vida.
É uma caixa de recordações, onde guardo alguns objetos importantes.

E essas fotografias? De quem é esse casamento?

[...]
LOWENTHAL, David. Como conhecemos o passado. Tradução de Lúcia Haddad. Projeto História, São Paulo, v. 17, nov. 1998. p. 64. Disponível em: https://revistas.pucsp.br/index.php/ revph/article/view/11110/8154. Acesso em: 26 jul. 2025.
ATIVIDADE EXTRA
Para aprofundar o trabalho com o tema, crie com os estudantes uma caixa de memórias. Distribua a eles pequenos pedaços de papel e solicite a cada um que escreva neles uma lembrança
Como tomamos conhecimento do passado? Como adquirimos esse background imprescindível? A resposta é simples: lembramo-nos das coisas, lemos ou ouvimos histórias e crônicas, e vivemos entre relíquias de épocas anteriores. O passado nos cerca e nos preenche; cada cenário, cada declaração, cada ação conserva um conteúdo residual dos tempos pretéritos. Toda consciência atual se funda em percepções e atitudes do passado; reconhecemos uma pessoa, uma árvore, um café da manhã, uma tarefa, porque já o vimos ou já o experimentamos. E o acontecido também é parte integral de nossa própria existência: “Somos a qualquer momento a soma de todos os nossos momentos, o produto de todas as nossas experiências”, como coloca A. A. Mendilow. Séculos de tradição subjazem a cada momento de percepção e criação, permeando não somente artefatos e cultura, mas as próprias células de nosso corpo.
Dos seus bisavós. Essas são as únicas recordações que temos deles. Os outros objetos pessoais foram doados para o museu da cidade.
importante que tiveram na escola no ano anterior, como a realização de uma atividade, a feira de ciência ou a formatura. No verso do papel, o estudante deve escrever seu nome. Combine com eles um dia para abrir a caixa. Esta atividade permite a eles perceberem que determinadas memórias permanecem como mais importantes que outras em nossa lembrança. Destaque que essa seleção de memórias também compõe a forma como as pessoas entendem as histórias de cada um.
1. Com base na história em quadrinhos apresentada na página anterior, responda às atividades.
a ) Marque um X na afirmativa que descreve o que Ana encontrou na caixa de recordações de seu pai.
Apenas objetos pessoais da época de infância e adolescência do pai.
1. a) Resposta: Alguns objetos pessoais que guardam recordações da história de sua vida e de sua família.
Seus objetos pessoais escolares antigos.
Alguns objetos pessoais que guardam recordações da história de sua vida e de sua família.
b ) Escreva o nome dos objetos encontrados na caixa de recordações.
Resposta: Ingresso de show, pen drive e fotografias antigas.
c ) Relacione os objetos aos motivos pelos quais o pai de Ana preservou cada um deles. Para isso, escreva o número da imagem no quadro do texto correspondente.


Pen drive Fotografias. Ingresso.

Imagens com elementos sem proporção entre si. Cores fantasia.
Guarda o registro do primeiro ano de vida da filha.
É uma forma de recordação dos seus avós.
É uma lembrança de um dia inesquecível com os amigos.
Resposta: 3, 2, 1.
celulares, as pessoas revelavam-nas em papel. As fotografias mais antigas eram geralmente reveladas em preto e branco e, com o transcorrer do tempo, passaram a ser reveladas em cores.
• Por último, no item c, destaque que os objetos preservados pelo pai da Ana estão relacionados às pessoas e/ou aos acontecimentos. Para isso, oriente os estudantes a relacionarem os artefatos com suas respectivas lembranças. Se possível, comente sobre o significado emocional desses objetos para o pai de Ana. Destaque que o ingresso, o pen drive e as fotografias não
teriam o mesmo apelo sentimental e emocional para outras pessoas. Dessa forma, para uma pessoa qualquer, o ingresso poderia ser considerado um simples pedaço de papel, mas, para o pai de Ana, ele carrega sentido emocional próprio.
BNCC
• O conteúdo abordado favorece o desenvolvimento da habilidade EF02HI08, pois permite aos estudantes compreenderem que é possível compilar histórias familiares e da comunidade por meio de fontes históricas diversas, neste caso, o ingresso
• A respeito da atividade 1, oriente os estudantes a relacionarem as lembranças do pai de Ana com os objetos que ele preservou em sua caixa de recordações. No item a, comente que as recordações podem corresponder às lembranças de experiências vividas e de entes queridos do passado. Dessa forma, a caixa de recordações do pai de Ana pode conter objetos e documentos que o ajudem a preservar as memórias de pessoas e acontecimentos que ele considera importantes para sua vida.
• No item b, peça-lhes que voltem ao texto e contornem o nome dos objetos que o pai de Ana preserva em sua caixa de recordações. Caso os estudantes tenham dificuldades em saber o significado de cada um, explique que o ingresso de um show corresponde ao documento que permite a pessoa entrar em um espetáculo, que nele pode estar escrito o nome da banda ou artista que tocou, o local em que foi realizado o evento e, por fim, a data e o horário em que o show aconteceu. Sobre o pen drive, comente que é um dispositivo de armazenamento de dados digitais, o qual possibilita ao seu usuário carregar e acessar fotografias, textos e documentos em qualquer microcomputador. Acerca das fotografias antigas, elucide que, no passado, antes do advento dos computadores individuais e dos
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de um show, um pen drive e fotografias antigas. Além disso, a atividade 1 contempla a habilidade EF02HI09, delimitando objetos pessoais que remetam às experiências familiares e comunitárias, investindo-os de significados que legitimam a sua preservação.
• Para a atividade 2, caso os estudantes tenham suas caixas de recordações, peça-lhes que desenhem os objetos preservados dentro delas, explicando por que mantiveram esses objetos conservados até os dias de hoje. Caso não tenham caixas de recordações, ajude-os a selecionar objetos, documentos e fotografias que gostariam de preservar. Para isso, elabore uma lista na lousa para auxiliá-los na escolha dos objetos. Convide-os a retomar os temas abordados anteriormente e verifique, por exemplo, se eles guardariam documentos pessoais.
• A atividade 3 permite aos estudantes identificarem e refletirem sobre os objetos pessoais antigos que podem ser preservados e os que podem ser descartados.
Sugestão de intervenção
Incentive a reflexão sobre como alguns objetos podem conter significados afetivos e outros não. Para isso, exemplifique por meio de três objetos: certidão de nascimento, papel de bala e cartão de aniversário. Pergunte quais seriam preservados e descartados. Retome que a certidão registra informações importantes sobre o nascimento, além de ser um documento obrigatório de identificação. Sobre o papel de bala, caso haja consenso no descarte, instigue a reflexão, propondo que alguém pode querer guardar como lembrança de uma pessoa ou um momento. Por fim, sobre o cartão de aniversário, comente que pode ser preservado ou descartado a depender da importância atribuída às informações e de quem foi recebido. A preservação e o descarte ocorrem de acordo com a importância pessoal atribuída aos objetos.
2. Você tem ou gostaria de ter uma caixa de recordações? Faça um desenho para representar os objetos que você guarda ou guardaria nessa caixa.
Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes desenhem objetos que façam parte da sua história e/ou tenham algum valor afetivo.
Imagem com elementos sem proporção entre si. Cores fantasia.

3. Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes respondam que alguns objetos pessoais são guardados porque são fontes de memória que ajudam a contar a história das pessoas e das famílias. Além disso, eles podem comentar que muitos desses objetos são guardados por questões de afeto.
Professor, professora: Se julgar pertinente, para auxiliar os estudantes a responderem às atividades 3 e 4, oriente-os a reler a história em quadrinhos apresentada na página 114
4. Resposta: Espera-se que os estudantes concluam que o museu é um lugar de memória, em que os objetos e documentos pessoais antigos ajudam a contar a história da comunidade. Explique-lhes que, analisando elementos que pertenceram a pessoas que viveram no passado, podemos conhecer vários aspectos do cotidiano em outras épocas, como quais eram os hábitos e costumes, como era a vida dessas pessoas, em que elas trabalhavam e quais eram seus sonhos.
Caixa de recordações.
Agora, responda oralmente às atividades a seguir.
a ) Mostre o desenho para um colega e comente por que você escolheu cada um desses objetos.
3. Em sua opinião, por que alguns objetos pessoais antigos são guardados e outros são descartados? Converse com os colegas sobre o assunto.
4. Em dupla, levantem hipóteses para explicar as razões pelas quais alguns objetos pessoais podem ser doados para um museu.
INFOGRÁFICO
CLICÁVEL: OBJETOS PESSOAIS: PRESERVAR OU DESCARTAR?
2. a) Resposta pessoal. Incentive os estudantes a comentarem as histórias dos objetos escolhidos e as memórias relacionadas a cada um deles.
• Na atividade 4, oriente-os a refletir sobre o papel dos museus. Verifique se algum deles já visitou um museu. Em caso positivo, engaje-os a compartilhar suas experiências com os colegas e o que foi visto durante a visita. Comente que os museus são locais de preservação de memórias coletivas por meio de objetos, imagens, documentos etc. Aproveite a atividade para delimitar a diferença entre a preservação da memória individual e a preservação das memórias coletivas. Ressalte que na caixa de recordação são guardadas memórias individuais, enquanto nos museus
pode ser preservada a memória coletiva das pessoas que viveram em um mesmo local ou fazem parte de grupos específicos.
• Se possível, apresente aos estudantes exemplos de museus com diferentes abordagens, como o Museu Afro-Brasileiro, em Salvador, que preserva a memória da cultura africana e sua importância na identidade cultural brasileira; o Museu da Língua Portuguesa (SP), dedicado a valorizar o idioma e sua diversidade; e o Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba, voltado para a preservação e valorização da obra do arquiteto.
O museu é um lugar de memória que tem, entre suas funções, o objetivo de contar a história de vida de uma pessoa, uma comunidade, uma cidade ou mesmo de um país. No museu, os objetos e documentos selecionados e preservados servem como fonte de conhecimento dessas histórias.

MAPA CLICÁVEL: MUSEUS LOCAIS PELO BRASIL
Estudantes durante visita ao Museu Casa dos Contos, em Ouro Preto, Minas Gerais, em 2023.
a ) Você já visitou um museu? Conte aos colegas e ao professor como foi essa experiência.
Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é que os estudantes compartilhem suas vivências
Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor com os colegas. Durante a conversa, incentive-os a comentar as características dos museus visitados. Em seguida, questione-os sobre os objetos e documentos expostos e o que eles descobriram analisando esses materiais.
5. Agora que você já estudou as diversas funções, usos e significados dos objetos e documentos pessoais, em grupo e com o professor, organizem uma exposição com seus objetos pessoais. Para isso, sigam as instruções a seguir.
a ) Selecionem objetos pessoais que tenham um significado especial e uma relação com suas histórias de vida.
b ) Com a ajuda do professor, façam etiquetas com informações de cada objeto, como nome do objeto, nome da pessoa a quem ele pertence e data em que foi adquirido.
c ) Escolham um nome para a exposição e convidem outras turmas para uma visita. Vocês também podem convidar seus familiares.
• Na atividade 5, converse previamente com os responsáveis para que eles possam ajudar os estudantes na seleção dos objetos que serão levados para a escola. Explique que, ao final da atividade, eles serão devolvidos. Oriente-os a fazer a exposição de objetos e documentos pessoais. No item a, diga-lhes que podem usar os exemplos citados durante a unidade. No item b, indique a função e o tipo de objeto a ser exposto, como “objeto pessoal escolar” e “documento pessoal de identificação”. Explique que a exposição pode ser organizada por tipos de objetos/documentos, agrupando artefatos
e documentos com características semelhantes. No item c, incentive a confecção de um cartaz convidando a comunidade escolar para participar da exposição, contendo o nome, o local e o horário.
POULOT, Dominique. Museu e museologia. São Paulo: Autêntica, 2013.
Na obra, o autor aborda a importância dos museus para a preservação da memória coletiva e a transformação desta instituição ao longo do tempo.
• Na questão a, converse com os estudantes sobre os diferentes tipos de museus (histórico, artístico, de ciências, entre outros) e suas características. Indique museus no município onde vivem para que eles possam visitá-los, com um familiar ou responsável, e comente que muitos deles disponibilizam visitas virtuais aos seus acervos. Explore a imagem das crianças visitando o Museu.
• Sobre esse tema, leia o texto a seguir.
[...]
Os lugares de memória não devem ser compreendidos como algo alheio, distante e desprovido de significado. Ao contrário, o ensino de história pautado nessa prerrogativa deve contribuir para fazer com que os estudantes percebam as diferentes relações existentes entre os monumentos, museus, praças e diferentes lugares que guardam memórias e suas trajetórias de vida. Devem ser levados a questionar “os porquês” desses lugares, “quem foram” os vultos representados e “como foram parar” nesses ambientes que procuram guardar uma memória, que por sua vez não deve cair no esquecimento.
[...]
GEVEHR, Daniel Luciano. A crise dos lugares de memória e dos espaços identitários no contexto da modernidade: questões para o ensino de história. Revista Brasileira de Educação. v. 21, n. 67, out./dez. 2016. p. 949. Disponível em: https:// www.scielo.br/j/rbedu/a/3BwvJb PMpDKvB6L7pGGScvd/?lang=pt Acesso em: 28 jul. 2025.
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• O conteúdo das páginas 116 e 127 contempla o desenvolvimento da habilidade EF02HI09 ao proporcionar reflexões sobre as formas de seleção de informações que compõem as histórias individuais.
• Para realizar a atividade 1, faça com os estudantes a análise das imagens apresentadas e a leitura do texto verbal.
• Na realização da atividade 1, retome as imagens com os estudantes. Se necessário, faça novamente a leitura das legendas com eles. Ajude-os a identificar a câmera na primeira imagem, o álbum de fotografias na segunda imagem e o celular registrando uma selfie na terceira imagem. Para a atividade 2, pergunte se os seus momentos em família também são registrados por meio de vídeos ou fotografias. Instigue-os a refletir sobre se já viram álbuns de fotografias na casa de avós, tios, tias ou outro familiar.
• A compreensão sobre o que são fontes históricas é essencial para dar seguimento aos estudos, não só nos anos iniciais do Ensino Fundamental, mas também em toda a continuidade do ensino da História. Dessa maneira, sugere-se que o primeiro contato com fontes seja com as fontes referentes à história familiar.
• Esse tema favorece o desenvolvimento de aspectos da habilidade EF02HI08, pois os estudantes terão a oportunidade de compilar histórias da família registradas em diferentes fontes. As atividades 1 e 2 favorecem o desenvolvimento da habilidade EF02HI04 ao levarem os estudantes a selecionarem e compreenderem o significado de objetos e documentos pessoais como fontes de memória nos âmbitos próximos deles, como o familiar, o escolar e o comunitário.
Cada família tem suas formas de registrar momentos vividos e guardar as lembranças. Além das histórias que são transmitidas oralmente, as famílias podem guardar documentos, cartas, fotografias, vídeos e outros objetos. Esses registros produzidos e guardados nos permitem conhecer melhor a história delas. Acompanhe os exemplos a seguir.
Algumas famílias gravam vídeos de momentos de convívio familiar para guardar como lembrança.

Vários momentos podem ser registrados e guardados em álbuns de fotografias digitais como uma lembrança de família.

Mãe gravando vídeo de seus filhos. Mãe e filha tirando uma fotografia juntas.
Outras famílias guardam álbuns de fotografias impressas que retratam momentos importantes, como nascimentos, aniversários, casamentos e reuniões familiares. Assim, é possível conhecer e recordar momentos do passado. C.
Mãe e filha observando juntas um álbum de fotografias.
A. 1. De acordo com os exemplos apresentados, como as histórias das famílias foram registradas?

Resposta: A – gravação de vídeo; B – álbum de fotografias digitais; C – álbum de fotografias impressas.
2. A sua família tem o hábito de registrar histórias do cotidiano e eventos marcantes? Em caso afirmativo, como vocês fazem o registro?
Resposta pessoal. Caso a família de algum estudante não tenha o hábito de registrar suas histórias, conduza a situação de maneira
que ele não se sinta constrangido. Comente que existem muitas famílias que não têm o hábito de registrar suas histórias. Depois, oriente-o a conversar com as pessoas da família de modo a incentivá-las a registrar suas histórias.
3. Agora, você vai escrever um acontecimento que viveu em família e fazer um desenho para representá-lo. Para isso, você pode usar diferentes fontes históricas, como relatos orais, fotografias impressas ou digitais, pinturas, vídeos, músicas, documentos e objetos diversos. Você também pode usar as suas memórias!
Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é incentivar os estudantes a reconhecerem que a história também é construída por meio de vivências familiares. Oriente os estudantes a selecionarem um ou mais acontecimentos que vivenciaram em família para compilar, utilizando diferentes fontes históricas.
• Na atividade 3, os estudantes devem produzir um texto histórico a respeito de sua família, consultando diferentes fontes históricas. O objetivo da atividade é que eles compreendam a importância da diversidade de fontes para a produção histórica, nesse caso, em especial, dos registros familiares para a produção de um relato histórico familiar. • Algumas fontes históricas que a turma pode mencionar são relatos orais, objetos, pinturas, fotografias digitais ou impressas, vídeos, músicas, textos escritos, inscrições nas paredes, entre outras. Observe se os estudantes indicam apenas fontes históricas que remetem às memórias coletivas da família.
a ) Anote quais foram as fontes que você utilizou para contar um pouco sobre as histórias da sua família.
Resposta pessoal. Os estudantes podem mencionar fontes como conversa com pessoas da família, uma fotografia de um aniversário, uma carta antiga, um brinquedo guardado, uma receita de família, entre outras.
• Ao selecionarem e analisarem fontes de memória de âmbito pessoal, assim como documentos pessoais, os estudantes são incentivados a refletir a respeito dos significados desses objetos e da importância das fontes históricas, o que favorece o desenvolvimento da habilidade EF02HI04. Além disso, eles desenvolverão aspectos da habilidade EF02HI08, pois compilarão histórias da família registradas em diferentes fontes.
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Para ampliar o trabalho com o tema, faça uma exposição com os resultados da atividade 3. As produções podem ser expostas para a comunidade escolar. Para isso, oriente-os a fazer a produção do texto e os desenhos em cartolina. Os desenhos devem ser bastante criativos e representativos do evento (ou eventos) que for(em) escolhido(s). Em dia combinado, eles vão expor seus cartazes no pátio da escola (ou em outro lugar que seja mais adequado à sua realidade) e apresentarão para os colegas e membros da comunidade escolar. Se achar pertinente, convide os familiares para esse momento. Explique que a apresentação deverá ser breve e, para isso, eles deverão selecionar as informações principais para transmitir aos colegas ou membros da comunidade escolar/familiar.
• No estudo das páginas 120 e 121, os estudantes conhecerão algumas características de diferentes regiões do Brasil. Após a análise de cada uma das imagens, questione se conhecem todas essas tradições e promova a interação, instigando-os a refletir e a comentar sobre as semelhanças e diferenças entre as tradições apresentadas nas imagens e as tradições de seus familiares e pessoas próximas. Valorize a diversidade, incentive o respeito e não permita comentários que possam causar constrangimentos.
• Engaje a participação dos estudantes questionando se eles conhecem outras tradições regionais além das apresentadas e se têm conhecimento de tradições que ocorram em suas comunidades, municípios ou regiões. Destaque que, enquanto algumas tradições podem ocorrer no cotidiano, como tomar uma bebida específica ou preparar um determinado alimento, outras tradições podem ocorrer em datas específicas ou em momentos significativos para determinada comunidade ou região.
• Explique que os diferentes costumes e tradições presentes em seus ambientes de vivência devem ser respeitados e valorizados.
• Incentive-os a reconhecer que essas expressões, como comemorações religiosas, danças, comidas típicas, formas de se vestir ou até expressões da linguagem local, mostram a diversidade cultural em que estamos inseridos. Essa abordagem favorece o desenvolvimento da habilidade EF02GEO2, das Competências gerais 3 e 6 da BNCC e do tema contemporâneo transversal Diversidade Cultural da BNCC.
4. Em sua opinião, o que é uma tradição? Converse com os colegas sobre o assunto.
Resposta nas orientações ao professor
Muitas famílias têm costumes que se mantêm ao longo dos anos. Esses costumes, que são passados de geração em geração, são chamados de tradições
Existem tradições relacionadas, por exemplo, ao modo de se vestir, à culinária, à religião, às festas e às celebrações.
5. Observe as imagens e leia as legendas a seguir.

Indígena fazendo pintura corporal em uma criança Guarani, na aldeia Rio Silveira, em Bertioga, São Paulo, em 2021.

Pessoa que se mudou do Rio Grande do Sul para a Bahia, com seu chimarrão, em Salvador, Bahia, em 2021.

Pessoas usando trajes considerados típicos de baiana, em Salvador, Bahia, em 2025.
NADER, Maria Beatriz. Tradição e Costumes. Laboratório de Estudos de Gênero, Poder e Violência. Disponível em: https://legpv.ufes.br/ tradi%C3%A7%C3%A3o-e-costumes. Acesso em: 28 jul. 2025.
No texto, a autora aborda os conceitos de tradição e de costumes por meio de um panorama
Resposta 4. Resposta pessoal. Após analisar as imagens e conversar sobre elas, é possível que os estudantes consigam formular comentários sobre o conceito de tradição. Se julgar necessário, auxilie-os na resposta, explorando as imagens e conversando sobre o que elas têm em comum: são atividades realizadas com frequência e passadas de geração em geração pelas pessoas.
crítico à reprodução de preconceitos ao longo do tempo.
• O conteúdo das páginas 120 e 121 contribui para o desenvolvimento da habilidade EF02HI03 ao apresentar as tradições brasileiras e promover a reflexão sobre pertencimento e memória em diferentes contextos. O conteúdo também favorece a articulação da Competência geral 9 por meio do exercício de respeito à diversidade e da promoção da empatia em relação às diferentes tradições.

Pessoa produzindo queijo Canastra, em São Roque de Minas, Minas Gerais, em 2021.

5. a) Resposta: Fotografia A: pessoa com chimarrão; fotografia B: pessoa fazendo pintura corporal em criança; fotografia C: pessoas usando traje típico de baiana; fotografia D: pessoa fazendo artesanato com buriti; fotografia E: produção de queijo canastra; fotografia F: pessoa produzindo panela de barro.
Indígena da etnia Iny Karajá fazendo artesanato com buriti, aldeia Santa Isabel do Morro, na Ilha do Bananal, Tocantins, em 2025.
E.

Pessoa aplicando tinta de origem vegetal para finalização de panelas de barro artesanais na Associação Paneleiras de Goiabeiras, em Vitória, Espírito Santo, em 2023.
Buriti: tipo de planta cuja fibra das folhas pode ser usada para fazer artesanato.
a ) Descreva o que foi retratado em cada uma das imagens dessa página e da página anterior.
b ) Há alguma tradição que a sua família segue? Em caso afirmativo, cite qual é essa tradição.
É importante respeitarmos as tradições de todas as famílias, mesmo que os nossos costumes sejam diferentes.
5. b) Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é que os estudantes compartilhem suas vivências com os colegas. Incentive-os a falar sobre sua realidade próxima.
08/10/2025 08:55:45
• A análise das imagens das páginas 120 e 121 tem por objetivo favorecer a compreensão a respeito do conceito de tradição. Aborde outras tradições que possam fazer referência a saberes e práticas, a músicas e danças, a festas e vestimentas, apresentando as muitas variações de tradições que existem na cultura brasileira. Caso considere pertinente, trabalhe com a turma as principais tradições da região onde vivem, tais como festas regionais, alimentos típicos, danças e elementos da cultura imaterial específicos da sua localidade.
• Na atividade 5 , ao trabalhar com tradições de diferentes povos, é importante reforçar o respeito a diferentes culturas e à diversidade. Ao fazer o item a, reforce que cada uma das imagens mostra uma tradição de uma região diferente do Brasil, indicando como nosso país é rico em saberes, práticas e diferentes manifestações culturais. Caso algum estudante utilize algum termo pejorativo ou inadequado, reforce o termo correto e destaque que o respeito à diversidade inclui atitudes de empatia.
• No item b, os estudantes deverão refletir a respeito das tradições de sua família. Caso não identifiquem as tradições familiares, destaque a variedade de tradições existentes, como visitar os avós no final de semana, comer uma comida específica, frequentar determinado local ou celebrar acontecimentos importantes. É importante que eles reflitam sobre as tradições tanto no âmbito familiar quanto no social e cultural.
• As fontes orais são importantes recursos para o estudo da História. Ao trabalhar com os conteúdos da página 122, auxilie os estudantes a compreenderem essa importância e a identificarem pistas da História que só podem ser percebidas por meio de relatos orais.
• No item a, da atividade 6, após a leitura da legenda em voz alta, que pode ser feita em duplas, convide a turma a explicar o que entendeu. Analise os elementos da legenda, elucidando possíveis dúvidas e ressaltando que as informações sobre a imagem permitem compreender melhor, por exemplo, o contexto histórico em que foi produzida. Para a realização dos itens b e c, explique que as informações podem ser encontradas na legenda. Destaque que os elementos da imagem, como as roupas dos personagens e a estrutura da casa, não servem para indicar se a obra é antiga ou atual, pois alguém poderia decidir pintar uma cena do passado. No item d, peça que observem o conteúdo da imagem, como a disposição das crianças ao redor do homem adulto e o que cada um dos personagens está fazendo. Verifique se eles percebem que o homem adulto está falando com as crianças, provavelmente contando uma história, o que caracteriza uma transmissão oral de conhecimento.
• Ao trabalhar o item e, chame a atenção da turma para as expressões das pessoas representadas. Destaque a concentração das crianças ao ouvir a história e a expressão corporal do avô, que faz um gesto com a mão. Instigue a imaginação deles sobre o que o avô estaria contando aos netos e evidencie que, por causa da atenção deles, deveria ser algo interessante. Incentive-os a formular hipóteses.
6. Analise a pintura a seguir e responda às atividades.

O avô conta uma história, de Albert Anker. Óleo sobre tela, 74 centímetros × 109 centímetros, 1884.
a ) Leia em voz alta o título da pintura.
Resposta pessoal. O objetivo
desta atividade é avaliar a capacidade de leitura dos estudantes.
b ) Marque um X no quadro que indica se a pintura é antiga ou atual.
Resposta: Antiga.
Antiga.
Atual.
c ) Explique como você descobriu se a pintura era antiga ou atual.
Possível resposta: Observando a data da pintura na legenda (1884).
d ) Marque um X no quadro que indica a maneira que o avô está transmitindo histórias às crianças na pintura.
De forma escrita.
Resposta: De forma oral.
De forma oral.
e ) Descreva o que as pessoas representadas na pintura estão fazendo.
Resposta: Espera-se que os estudantes citem que a pessoa
idosa está contando uma história para as crianças, possivelmente seus netos; as duas mulheres parecem estar cuidando de afazeres gerais; e as crianças estão escutando o avô atentamente.
• A atividade 6 favorece o desenvolvimento da Competência específica de História 3 por meio da leitura de uma fonte imagética que permite a proposição de hipóteses e o trabalho com a oralidade em diferentes contextos históricos.
Os relatos orais são fontes que nos permitem conhecer histórias das famílias. Conversar com as pessoas idosas, como nossos avós ou bisavós, pode nos ajudar a descobrir informações sobre o passado e nos fazer perceber as mudanças no cotidiano das famílias.
Porém, nem todo mundo tem a oportunidade de conhecer e conviver com os avós e bisavós. Às vezes, eles moram longe ou até mesmo já são falecidos. Leia, a seguir, o relato de Eduardo.
Eu e minha irmã não conhecemos nenhum dos nossos avós pessoalmente. Quando nascemos, o nosso avô e a nossa avó paternos e o nosso avô materno já tinham falecido. A nossa avó materna mora em outro país. Mesmo distantes fisicamente, nos falamos por chamada de vídeo sempre que possível.

Eduardo, sua mãe e sua irmã conversando com a avó por chamada de vídeo, em 2021.
7. Agora, vamos coletar relatos de avós, bisavós ou pessoas idosas da comunidade. Para isso, siga as orientações a seguir.
• Acompanhado de um adulto responsável, converse com uma pessoa idosa sobre como era a infância dela. Pergunte sobre as atividades do cotidiano, as brincadeiras e a escola, por exemplo.
• Com a autorização da pessoa, anote as principais informações da conversa no caderno ou registre-as com gravador ou em vídeo, com a supervisão de um adulto. Peça autorização também para apresentar o seu registro para os colegas.
• Compartilhe o relato com a turma em uma roda de conversa.
Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é incentivar a escuta de relatos orais como forma de acessar memórias do passado e valorizar o saber de pessoas idosas da comunidade. Comentários nas orientações ao professor
Objetivo
• Avaliar a compreensão dos estudantes a respeito de fontes históricas.
Sugestão de intervenção
Construa jogos de memória com cartões-imagens que fazem referência aos diferentes tipos de fontes históricas (fotografia, vídeo, monumento, diário, jornal etc.) e com cartões-textos com os tipos de fonte. Organize a turma em duplas ou trios e distribua os cartões para a turma.
Explique que devem relacionar as imagens aos textos correspondentes e a atividade deve ocorrer como um jogo de memória. Assim que cada grupo finalizar a atividade, você deve conferir os pares montados pelos estudantes e sinalizar os acertos. As conexões não correspondentes devem ser refeitas pelos grupos. Após o fim do jogo, incentive a turma a compartilhar exemplos de como cada elemento do jogo pode ser utilizado como fonte histórica.
• Explique de quais formas os relatos orais podem contribuir para a compreensão das histórias familiares. Em seguida, peça que resgatem informações e lembranças da família que alguém tenha lhes contado, e não algo que presenciaram ou que viram por imagens. Eles podem lembrar de um fato inusitado que aconteceu em alguma comemoração, de uma brincadeira que aprenderam com primos mais velhos etc.
• Na leitura do relato de Eduardo, auxilie os estudantes na compreensão do texto.
• A atividade 7 exige a participação de um adulto da família. É importante que esse adulto ajude na escolha da pessoa idosa para garantir que o estudante tenha acesso ao entrevistado, e que ele possa compartilhar relatos. A forma de registro também deve ser acordada entre os adultos, de forma a não constranger nenhum dos envolvidos e a utilizar os recursos que estejam disponíveis. Ressalte a importância da autorização da entrevista, que pode ser concedida em vídeo, por exemplo.
• O álbum digital é uma das possibilidades, mas as entrevistas podem ser expostas aos colegas de diversas maneiras: por apresentações em sala de aula, por uma exposição com cartazes em cartolina na escola, ou mesmo por um livro de relatos, no caso de não haver registros digitais.
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BNCC
• A atividade 7 contribui para o desenvolvimento das habilidades EF02HI03, ao selecionar situações cotidianas que remetam à percepção de mudança, pertencimento e memória, e EF02HI04, ao compreender o significado de objetos e documentos pessoais como fontes de memórias e histórias nos âmbitos pessoal e familiar. Além disso, eles desenvolverão aspectos da habilidade EF02HI08, pois compilarão histórias da família e/ou da comunidade registradas em diferentes fontes.
• A atividade 1 tem por objetivo demonstrar que cada família tem uma rotina e diferentes maneiras na organização de suas tarefas, de acordo com a sua realidade. Ouça os estudantes a respeito das atividades e situações representadas nas imagens. Pergunte se essas atividades também fazem parte de sua rotina em família. Em caso positivo, convide-os a compartilhar como são organizadas. Promova um momento para que todos tenham a oportunidade de verbalizar seu raciocínio e acolha as respostas dos estudantes.
• No trabalho com a imagem A, explique aos estudantes que todos os membros da família têm responsabilidade com as tarefas domésticas. Indague se eles têm responsabilidades nas tarefas domésticas cotidianas, como organizar os brinquedos e ajudar a tirar a mesa. Ao trabalharem a imagem B, destaque a autonomia da criança de cadeira de rodas e que cada um pode contribuir com as rotinas da casa com tarefas que estejam alinhadas com sua idade e habilidades.
• Ao apresentar as imagens C e D, comente a existência de diferentes arranjos e configurações familiares, reforçando que todas são igualmente válidas e merecem ser respeitadas. Ao abordar esses conteúdos, é necessário explorar competências socioemocionais voltadas à empatia e ao respeito à diversidade.
Como estudamos, cada família tem suas histórias e tradições, muitas delas compartilhadas de geração em geração. Mas, mesmo com algumas semelhanças, o dia a dia das famílias pode variar de acordo com as pessoas e o lugar onde elas vivem.
Assim, cada família tem uma rotina e um jeito próprio de organizar as tarefas cotidianas.
1. Observe as imagens a seguir.
Imagens com elementos sem proporção entre si. Cores fantasia.



Pai lavando a louça na cozinha com a família.
Mãe trabalhando no escritório em casa, junto à família.
Criança arrumando a cama com o pai e o irmão.
Imagem com elementos sem proporção entre si. Cores fantasia.

a ) Associe cada imagem com a descrição correspondente. Para isso, escreva a letra da imagem no texto referente a ela.
Ana mora com o pai e o irmão, que ainda é bebê. Para colaborar, ela ajuda o pai com algumas tarefas da casa, como arrumar a cama. Assim, ele tem mais tempo para cuidar do bebê.
Na casa da Raquel, as pessoas da família realizam atividades diferentes durante o dia. Na hora do jantar, todos se reúnem e conversam sobre o que fizeram ao longo do dia. Depois, todos ajudam na limpeza e na organização da cozinha.
Pietro mora com a avó. Eles adoram gatos e, por isso, têm esse animal de estimação. A criança é responsável por trocar a água do pote e colocar ração para o gato todos os dias.
A mãe de Lucas é escritora e trabalha em casa. Dessa maneira, os membros da família passam grande parte do dia juntos e sempre procuram ajudar uns aos outros nas atividades diárias.
Resposta: C; A; D; B
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• No item a da atividade 1, os estudantes devem relacionar as imagens analisadas nas páginas 124 e 125 às frases apresentadas.
• Essa atividade pode ser feita em duplas ou com toda a turma. Sugere-se que, após analisarem e discutirem as situações representadas nas imagens, os estudantes leiam as frases e entrem em consenso a respeito de qual frase se adequa melhor a cada imagem.
• Promova um momento para que todos tenham a oportunidade de verbalizar seu raciocínio e acolha as respostas dos estudantes.
• A atividade 1 propõe a correlação entre imagens e textos e contribui para o desenvolvimento das habilidades EF02HI01 e EF02HI02, pois incentiva o reconhecimento de espaços de sociabilidade e a identificação de práticas e papéis sociais.
• O boxe complementar permite aos estudantes conhecerem o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e identificarem alguns dos direitos que são previstos para as crianças por meio desse estatuto. No texto apresentado, são destacados dois direitos essenciais das crianças: o direito à educação e o direito à família. Aproveite esses temas para problematizar situações nas quais esses direitos não são cumpridos ou respeitados e pensar em formas como os órgãos responsáveis deveriam agir nesses casos.
• Na atividade 1, aproveite para proporcionar um momento acolhedor e respeitoso, pautado na escuta ativa. Indague se todas as crianças têm acesso à educação, à saúde e se têm famílias que cuidam delas. Caso algum estudante responda negativamente, acolha a questão e, se for o caso, procure orientação da direção da escola para auxiliar o caso. Ressalte a importância da educação pública gratuita e o significado de assistência médica.
• Na questão 2, resgate o que foi conversado sobre os direitos à educação, saúde e família. Se julgar pertinente, sistematize os pontos levantados pelos estudantes na lousa. Com essa atividade, espera-se que identifiquem a adoção como uma forma de garantir que esse direito seja respeitado. Promova um momento de reflexão e diálogo sobre a importância da família para as crianças e como isso representa um direito fundamental de todos.
Respostas
1. Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes reconheçam que significa que todas as crianças devem ter a oportunidade de estudar em escolas públicas que ofereçam ensino de qualidade e possam receber atendimento médico por meio dos serviços públicos de saúde, sem precisar pagar por isso.
Você sabia que todas as crianças têm direitos? Sim! No Brasil, alguns dos principais direitos das crianças estão reunidos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que entrou em vigor no ano de 1990.
Entre os direitos garantidos pelo ECA estão ter acesso à educação pública de qualidade, receber assistência médica gratuita e ter uma família.
No entanto, por razões diferentes, muitas crianças não têm uma família ou não podem viver com ela. Assim, para terem os direitos respeitados, essas crianças podem ser adotadas por uma família substituta.
Sobre esse assunto, leia um trecho do ECA a seguir. […]
Art. 19. É direito da criança e do adolescente ser criado e educado no seio de sua família e, excepcionalmente, em família substituta, assegurada a convivência familiar e comunitária, em ambiente que garanta seu desenvolvimento integral.
[...]
BRASIL. Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990 Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ ccivil_03/leis/L8069.htm. Acesso em: 18 jul. 2025.
Excepcionalmente: em que há exceção; que é raro ou incomum.
Mãe, filho e pai. Respostas nas orientações ao professor
Imagem com elementos sem proporção entre si. Cores fantasia.

1. Explique com suas palavras o que significa ter direito de acesso à educação pública de qualidade e direito a receber assistência médica gratuita.
2. Por que é importante que as crianças que não têm família possam viver com uma nova família que cuide delas?
2. Espera-se que os estudantes compreendam que toda criança tem o direito de crescer em um ambiente com afeto, cuidado e proteção. Quando não é possível viver com a família de origem, outra família deve assumir esse cuidado, garantindo o bem-estar e o desenvolvimento da criança.
ROCHA, Ruth. Os direitos das crianças: segundo Ruth Rocha. Ilustrações de Eduardo Rocha. São Paulo: Salamandra, 2014. Na obra, a autora apresenta a Declaração Universal dos Direitos da Criança, proclamada pela
ONU e pela UNICEF em 1959, mostrando como esses direitos estão inseridos no cotidiano das crianças.
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BNCC
• A atividade 1 e a questão 2 desenvolvem aspectos da Competência específica de História 4 ao incentivarem os estudantes a identificarem interpretações que expressem visões de diferentes sujeitos sobre a situação da criança, exercitando a empatia e progredindo no conhecimento do conceito de cidadania.
Várias situações do nosso dia a dia e diferentes objetos podem provocar acidentes e causar danos ao ser humano. Alguns deles podem acontecer dentro de nossa casa, os chamados acidentes domésticos
A seguir, vamos conhecer os cuidados que Jamile e sua família têm em casa para evitar acidentes domésticos.
Imagens com elementos sem proporção entre si. Cores fantasia.
Os brinquedos e os objetos são recolhidos após o uso, para não ficarem espalhados pelo chão.
B.
Os tapetes estão sempre esticados.
Jamile fazendo tarefa em seu quarto.

O avô de Jamile tem dificuldade de locomoção. Por isso, foram instaladas barras de apoio nos banheiros.
Nos banheiros, também existem tapetes antiderrapantes

E.
Avô de Jamile utilizando barra de apoio no banheiro.

Os produtos de limpeza e os remédios ficam guardados em armários altos, fora do alcance de crianças.
Parte da lavanderia da casa de Jamile.
Estudante. Solicite que alguns estudantes voluntariamente leiam em voz alta para a turma cada um dos cuidados apresentados nestas páginas.
• Ressalte a eles a importância dos cuidados citados nos textos e retratados nas imagens e explique aos estudantes que não devem se sentir amedrontados com aquilo que os cercam, destacando apenas a importância em manter os cuidados necessários para que não ocorram acidentes ao fazer as atividades diárias.
Antiderrapantes: que ajudam a evitar que se escorregue.
• Diga aos estudantes que algumas tarefas e a manipulação de determinados objetos devem ser feitas apenas por adultos, pois eles já têm as habilidades necessárias, e que quando adultos também poderão realizá-las, mantendo sempre os cuidados necessários.
• Ao longo do estudo desse tema, os estudantes são incentivados a analisar imagens e a reconhecer nelas situações que representem risco de acidentes domés-
Se julgar conveniente, faça uma visita guiada com os estudantes pelo pátio da escola a fim de identificar locais e objetos que podem causar acidentes, como escadas, chão escorregadio, buracos na calçada, tomadas e locais escuros. Durante a visita, oriente-os a anotar os locais encontrados e os acidentes que podem ocorrer.
• Inicie a abordagem deste tema perguntando aos estudantes se eles sabem a definição da palavra acidente. Conduza-os a entender que se trata de um acontecimento imprevisto e inesperado, que pode envolver algum dano ou sofrimento. Explique-lhes que, no entanto, isso não significa que um acidente não possa ser evitado com a prevenção e os cuidados necessários, como é destacado no título da página.
• Diga-lhes que acidentes domésticos como quedas, queimaduras e choques elétricos são uma importante causa de hospitalização de crianças e adolescentes. No caso dos idosos, a maior parte dos acidentes domésticos ocorre por quedas.
• A melhor forma de prevenir que acidentes como esses ocorram é fazer adaptações na casa e manter os ambientes organizados, conforme ilustram as páginas 127 e 128 do Livro do
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ticos, assim como identificar cuidados que possam prevenir esse tipo de acidente, colaborando com o desenvolvimento da habilidade EF02CI03. Além disso, a prevenção de acidentes contribui indiretamente para a manutenção da saúde e bem-estar, favorecendo o trabalho com o tema contemporâneo transversal Saúde, a Competência geral 8 e a Competência específica de Ciências da Natureza 7
• Comente com os estudantes que, além dos acidentes domésticos como quedas, intoxicação, choques elétricos, cortes e queimaduras, existem outros como sufocamentos e afogamentos.
• Pergunte aos estudantes se eles concordam com a importância dos cuidados apresentados e se acham que a organização dos ambientes é um fator que influencia na segurança. Promova uma roda de conversa, para que eles manifestem suas opiniões e ideias sobre o assunto, orientando-os a constatar que todos têm deveres e responsabilidades com relação à manutenção de ambientes de uso coletivo, como a casa deles ou a escola.
• Aproveite para questionar sobre os cuidados que os estudantes e seus familiares têm para a prevenção de acidentes e se consideram que alguns dos cuidados abordados ao longo das páginas 127 e 128 poderiam ser incluídos em sua rotina. Oriente-os a compartilhar os cuidados necessários à prevenção de acidentes domésticos com seus familiares.
Desenvolva um projeto na escola sobre prevenção de acidentes domésticos junto aos estudantes e familiares. Para isso, organize palestras com profissionais como bombeiros e profissionais da saúde como médicos pediatras, a fim de conscientizar os estudantes e os familiares sobre situações que podem representar riscos de acidentes nas residências e no ambiente escolar e como prevenir tais acidentes.
Avalie, junto à coordenação da escola, a possibilidade de outras turmas e da comunidade escolar de modo geral participarem das palestras, tendo em vista a importância do tema.
Imagens com elementos sem proporção entre si. Cores fantasia.
Em cada tomada é conectado apenas um aparelho eletrônico.
Foram colocados protetores nas tomadas que não estão sendo usadas.
Como na casa há animais de estimação e crianças, foram instaladas telas de proteção nas janelas.

Os objetos cortantes ficam guardados em gavetas com trava.
Os cabos das panelas ficam virados para a parte interna do fogão.

Como você pôde perceber, é possível prevenir certos acidentes domésticos, adotando alguns cuidados em nosso dia a dia.
Entre os acidentes domésticos mais comuns estão as quedas, as queimaduras, as intoxicações e os cortes.
INFOGRÁFICO CLICÁVEL: SEGURANÇA EM CADA CÔMODO DA CASA
Após as palestras, solicite-lhes que confeccionem cartazes com imagens e frases que alertem sobre os acidentes que podem ocorrer nas residências, como queimaduras, choques elétricos, quedas, intoxicações e cortes, e se conscientizem sobre a importância de cuidados que possam prevenir esses tipos de acidente. Oriente-os a incluir também nos cartazes possíveis acidentes que possam ocorrer no ambiente escolar, como as quedas, e cuidados que possam preveni-los. Verifique se eles reconhecem que alguns comportamentos como deixar o chão molhado próximo aos lavatórios e bebedouros e correr no
intervalo sem atentar aos obstáculos do pátio podem aumentar as chances de queda.
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Ao finalizar a atividade, exponha os cartazes em um local da escola onde todos possam observá-los.
Professor, professora: As legendas das imagens não foram inseridas para não comprometerem a realização da atividade.
1. Junte-se a um colega e marquem um X no principal tipo de acidente que é evitado em cada situação da casa de Jamile a seguir. Imagens com elementos sem proporção entre si. Cores fantasia.
A.

Queda.
Intoxicação
Queimadura.
Corte.

Queda.
Intoxicação.
Queimadura.
Corte.
Intoxicação: estado prejudicial ao corpo humano, caracterizado por sintomas como náusea, vômito e tontura; em casos mais graves, pode causar morte.

Queda.
Intoxicação.
Queimadura.
Corte.

Queda.
Intoxicação.
Queimadura.
Corte.
Resposta: A – Queimadura; B – Queda; C – Intoxicação; D – Corte.
esse motivo, muitas vezes é necessária a hospitalização para medicar e manter o paciente hidratado. Em casos de intoxicação mais severa, podem ocorrer febre, convulsões, parada respiratória e cardíaca. Por isso, é muito importante buscar serviço médico ao constatar a possibilidade de uma intoxicação.
AVALIANDO
Objetivo
• A atividade 1 permite avaliar se os estudantes identificam possíveis acidentes
Professor, professora: Ao abordar a situação B, comente com os estudantes que essa medida evita tanto queda de animais de estimação quanto de pessoas.
que certos cuidados evitam, estabelecendo uma relação entre eles.
Sugestão de intervenção
Caso algum estudante tenha dificuldades para fazer a atividade, confira a seguir sugestões de estratégias para cada situação.
No item A, pergunte aos estudantes o que pode acontecer se uma criança tiver acesso ao cabo das panelas ou mesmo se um adulto esbarrar nesses cabos, se estivessem voltados para fora do fogão.
• Se julgar pertinente, organize os estudantes em duplas e oriente-os a responder à atividade 1. Peça que observem e interpretem as situações para responder à questão. Posteriormente, oriente-os que discutam a respeito dos ambientes em que é necessário ter os tipos de cuidados representados nas imagens. Por fim, peça que compartilhem suas conclusões com os colegas, respeitando a opinião de todos.
• Ao explorar o vocabulário da página com os estudantes, aproveite o momento para verificar o conhecimento deles sobre substâncias tóxicas, incentivando-os a citar exemplos dessas substâncias. Se necessário, complemente as respostas comentando alguns exemplos dessas substâncias, como produtos de limpeza, agrotóxicos, medicamentos e alimentos contaminados com toxinas produzidas por bactérias.
• Explique-lhes que substâncias tóxicas fazem mal à saúde e que os sintomas da intoxicação estão relacionados ao tipo de substância e à quantidade com a qual a pessoa entrou em contato.
• Comente que ao ingerir substâncias tóxicas o corpo humano pode apresentar algumas reações, como o vômito e a diarreia, as quais colaboram para eliminar essas substâncias do organismo. Tais sintomas podem levar a pessoa à desidratação. Por
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No item B, pergunte-lhes o que poderia acontecer com o cachorro se não houvesse a tela de proteção na janela, considerando uma casa térrea e também um apartamento ou sobrado.
No item C, questione os estudantes sobre o que poderia acontecer se os produtos de limpeza estivessem em armários ou prateleiras baixas e ao alcance de crianças.
No item D, pergunte aos estudantes o que poderia acontecer se os objetos cortantes fossem guardados em gavetas sem travas e ao alcance de crianças.
• Caso julgue interessante, antes de fazer a atividade 2 com os estudantes, organize a turma em quatro grupos e sorteie entre eles o nome dos acidentes citados na atividade: intoxicações, cortes, quedas e queimaduras.
• Organize os grupos mesclando estudantes de diferentes perfis, para que possam compartilhar conheci mentos e habilidades. Depois, oriente cada grupo a conversar sobre as causas desse acidente, registrando uma síntese dessa conversa no caderno. Oriente os grupos a lerem o nome do acidente que sortearam e o breve texto sobre as causas desse acidente para a turma.
• Na atividade 3, se julgar pertinente, promova uma roda de conversa entre os estudantes de forma que aqueles que se sintam à vontade possam compartilhar suas respostas, falando sobre suas experiências com acidentes domésticos e as maneiras de evitá-los. Promova um momento para que todos tenham a oportunidade de verbalizar seu raciocínio e acolha as respostas dos estudantes.
2. Resposta: A – círculo (queimaduras); B – coração (quedas); C – quadrado (intoxicações); D – triângulo (cortes).
2. Identifique o tipo de acidente a que se refere cada texto. Para isso, desenhe o símbolo adequado no quadro de cada texto, de acordo com a legenda a seguir.
Intoxicações Cortes Queimaduras Quedas
Em geral, são causadas pelo contato com fogo ou objetos e líquidos em alta temperatura.
Em geral, ocorrem quando escorregamos em pisos lisos e molhados, tropeçamos em objetos espalhados no chão ou subimos em móveis ou objetos inadequados.
Em geral, são causadas pela ingestão, contato ou inalação de produtos de limpeza ou medicamentos inadequados.
Atenção: A automedicação é prejudicial à saúde. Medicamentos devem ser consumidos apenas com indicação médica e seguindo as orientações do profissional da saúde.
Em geral, são causadas pela manipulação de objetos cortantes, como facas, tesouras ou vidro quebrado.
3. Com a ajuda de seus pais ou responsáveis, responda às atividades a seguir.
a ) Você já sofreu algum acidente doméstico? Em caso afirmativo, escreva qual foi o acidente.
Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é levar os estudantes a compartilharem com os colegas as próprias vivências.
b ) Você acha que esse acidente poderia ter sido evitado? Se sim, converse de que maneira.
Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é levar os estudantes a perceberem que existem maneiras de prevenir acidentes, tendo alguns cuidados.
SISTEMA Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas. Disponível em: https://sinitox. icict.fiocruz.br/. Acesso em: 27 set. 2025. Por meio do Sinitox (Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas), que é coordenado pela Fiocruz, você pode acessar mais informações sobre intoxicações, envenenamentos, agentes tóxicos e recomendações básicas, além de materiais educativos sobre formas de prevenção de acidentes.
08/10/2025 09:00:28
• Na atividade 2, a análise das causas a fim de identificar os acidentes domésticos correspondentes contribui para desenvolver a habilidade EF02CI03
4. Observe a cena a seguir.
Imagens com elementos sem proporção entre si. Cores fantasia.

Criança no cômodo de uma casa.
a ) Utilize as palavras listadas a seguir para localizar alguns objetos na cena.
em frente • em cima • à esquerda
• O gato está do sofá.
• O televisor está à criança.
• Os quadros estão da criança.
Resposta: O gato está em cima do sofá; O televisor está em frente à criança; Os quadros estão à esquerda da criança.
08/10/2025 09:00:29
• Ao explorar a atividade 4, se julgar oportuno e para uma ampliação da atividade, explore outros princípios de localização espacial na imagem e no espaço da sala de aula. Exercite com os estudantes referenciais, como dentro, embaixo, direita e atrás usando objetos da sala de aula. Caso haja estudantes com deficiência física, incentive a atividade de maneira colaborativa, promovendo o apoio entre os colegas de forma solidária e respeitosa, garantindo a participação plena e significativa de todos.
• Em seguida, oriente-os a observar atentamente a ilustração da página e pergunte a eles qual é o cômodo da casa representado e quais moradores estão representados na cena. Espera-se que os estudantes respondam que se trata de uma sala de estar e que os moradores representados são uma criança e um gato.
• No item a , caso julgue pertinente, explore outros princípios de localização na imagem.
BNCC
• O item a da atividade 4 permite desenvolver a habilidade EF02GE10 visto que os estudantes são incentivados a aplicar princípios de localização e de referenciais espaciais (frente, em cima, esquerda) para identificar elementos em uma imagem.
• No item b, da atividade 4, oriente-os a colorir apenas as partes que completam a ilustração da página anterior, priorizando a prevenção de acidentes domésticos.
• Pergunte aos estudantes se eles sabem dizer o que está ilustrado na alternativa A e verifique se eles compreendem que se trata de uma caixa de medicamentos, que deve ser mantida fora do alcance das crianças para evitar intoxicação.
• Peça a eles que expliquem por que escolheram cada opção.
• Pergunte-lhes quais outras medidas preventivas, que não estão ilustradas, podem ser adotadas na casa para evitar acidentes. Espera-se que eles indiquem, por exemplo, a instalação de barras de apoio, a proteção de quinas e os cuidados com a rede elétrica.
• Aproveite o momento para verificar se todos estão acompanhando o conteúdo adequadamente. É importante observar a participação de cada estudante para se certificar de que eles compreenderam os conceitos. Se ainda houver dúvidas a respeito dos principais acidentes domésticos, suas causas e formas de prevenção, esse é um bom momento para esclarecê-las.
b ) Considerando os cuidados para evitar acidentes, pinte apenas as partes que completam adequadamente os espaços A, B e C da cena da página anterior Imagens com elementos sem proporção entre si.

Estante com caixa de medicamentos em prateleira baixa, sem trava.


Estante com caixa de medicamentos em prateleira alta e com trava.


Tapete esticado no chão.

Tapete com dobra e brinquedos no chão.
Resposta: Espera-se que os estudantes pintem as imagens A – 2, B – 1 e C –
BRASIL. Ministério da mulher, da família e dos direitos humanos. Prevenção aos acidentes domésticos & guia rápido de primeiros socorros. Disponível em: https://www.gov.br/ mdh/pt-br/assuntos/noticias/2020-2/abril/ ministerio-publica-guia-de-prevencao-a -acidentes-domesticos-e-primeiros-socorros/ SNDCA_PREVENCAO_ACIDENTES_A402.pdf. Acesso em: 12 set. 2025.
Essa cartilha apresenta informações e dicas para a prevenção de acidentes domésticos com crianças e adolescentes. O documento também
apresenta informações técnicas sobre os primeiros socorros em caso de ocorrência desse tipo de acidente.
BNCC
• Na atividade 4, a análise dos cuidados para evitar acidentes domésticos contribui para desenvolver a habilidade EF02CI03
a ) Você e seus familiares têm atitudes adequadas para a prevenção de acidentes domésticos na casa onde moram? Explique aos colegas.
Resposta nas orientações ao professor
MATERIAIS NECESSÁRIOS
• caderno
A.
B. C.
• lápis grafite
No caderno, elabore uma lista dos itens que devem ser observados na residência em relação à prevenção de acidentes.
Acompanhado de um responsável, visite os diferentes cômodos da casa e os ambientes externos dela, se houver, analisando-os com relação ao risco de acidentes.
Elabore uma ficha em seu caderno, como a apresentada a seguir. Nela, registre suas conclusões a respeito do risco de acidentes nos diferentes cômodos da casa.
AmbienteRisco de acidente
Sala:
Cozinha: Sim Sim Não Não
Dica: Na ficha, para cada cômodo da casa, você pode inserir informações extras que considerar necessárias para a melhor análise do risco de acidente, como especificar o estado de determinados itens.
Agora, responda oralmente às questões a seguir.
Respostas nas orientações ao professor observações em sala de aula, oriente os estudantes a compartilharem tais informações com os pais ou responsáveis de modo a incentivar a adoção de medidas adequadas à prevenção de acidentes domésticos na residência onde vivem.
1. Após a realização da atividade, em sua opinião, você e seus familiares têm atitudes adequadas para a prevenção de acidentes domésticos? Explique aos colegas.
2. Compartilhe com os colegas o resultado das suas observações. Em seguida, juntos, proponham atitudes que poderiam adotar para tornar as residências mais adequadas à prevenção de acidentes domésticos.
Professor, professora: Após a discussão das 133
• Reconhecer se a sua residência é um lugar seguro.
• Identificar situações que podem oferecer riscos de acidentes em casa.
• Compreender alguns cuidados e atitudes que devemos ter para evitar acidentes domésticos.
• Avaliar se os hábitos pessoais e os dos familiares contribuem para a prevenção de acidentes domésticos ou se precisam ser adequados.
• Leia com os estudantes a questão inicial e incentive-os a compartilhar suas respostas com os colegas. Acolha as respostas de todos e permita que possam compartilhar sua percepção quanto aos cuidados e aos hábitos diários que podem ser identificados em sua casa para que os acidentes domésticos sejam evitados.
a) Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é que os estudantes reflitam sobre as atitudes que eles e seus responsáveis mantêm na residência, fazendo uma avaliação e levantando hipóteses sobre tais atitudes serem ou não adequadas à prevenção de acidentes.
• Na etapa A, entre os itens a serem analisados, você pode sugerir tomadas, objetos no chão, tapetes, locais onde objetos cortantes, produtos de limpeza e medicamentos são armazenados, acesso a panelas e fogões e presença ou ausência de telas nas janelas.
• Oriente os estudantes a realizarem as etapas da atividade, fazerem os registros das observações e preencherem a ficha que deve ser reproduzida no caderno, sobre a prevenção de acidentes, com o auxílio de um familiar ou de um adulto responsável.
• Na etapa C, se julgar pertinente, aproveite para retomar com os estudantes quais são os cômodos de uma casa, assunto abordado no 1º ano desta coleção.
• Caso julgue conveniente, avalie a mudança de estratégia dos registros das
observações de acordo com as características da turma e diga a eles que o registro também pode ser feito por meio de fotografias, de desenhos, de maneira oral, entre outras formas.
Respostas
1. Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é que os estudantes reflitam criticamente sobre as informações coletadas durante a atividade, aceitando ou rejeitando as hipóteses levantadas antes da realização da atividade.
2. Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é que os estudantes compartilhem
08/10/2025 09:00:30
suas percepções sobre a realidade em que vivem e reflitam coletivamente sobre ações que poderiam ser tomadas a fim de melhorar as condições à prevenção de acidentes domésticos.
BNCC
• A atividade desenvolvida nesta seção contempla a habilidade EF02CI03, pois permite aos estudantes explorarem e discutirem cuidados necessários à prevenção de acidentes domésticos.
1. Objetivo
• Possibilitar aos estudantes interagirem com documentos e fontes históricas.
Sugestão de intervenção
Nesta atividade, auxilie os estudantes a analisarem o cartaz da campanha de vacinação. Para isso, no item a, peça-lhes que identifiquem na campanha a informação de quando ela é importante. No item b, sugira-lhes que retomem os principais documentos pessoais estudados, assim como a função de cada um deles. Em relação ao item c, caso tenham dúvidas, explique que a carteira de vacinação é solicitada para atualizar e verificar se as pessoas tomaram as vacinas necessárias e, consequentemente, estão protegidas contra vários tipos de doenças, como sarampo, poliomielite e COVID-19. Por último, no item d, ajude-os a identificar os documentos pessoais; para isso, liste alguns deles na lousa, por exemplo, certidão de nascimento, Registro Geral (RG), Cadastro de Pessoa Física (CPF), carteira de identificação escolar, certificado de conclusão de curso, carteira da biblioteca e boletim. Em seguida, se julgar necessário, verifique se os estudantes sabem a função de cada documento, e em caso negativo, explique cada um deles.
Propicie um ambiente acolhedor e convide os estudantes a se organizarem em duplas. Em seguida, promova um momento de reflexão entre as duplas, solicitando que cada estudante pense no(a) colega escolhido(a) e no que aprendeu sobre sua história ao longo da unidade. Aproveite para recuperar os temas abordados em sala de aula, destacando os momentos de compartilhamento de memórias familiares. Cada
1. Leia as informações apresentadas no cartaz e responda às atividades.

a ) O cartaz chama a atenção para uma campanha nacional de vacinação. Marque um X na resposta correta.
A vacinação é importante às vezes.
A vacinação é importante sempre.
1. a) Resposta: A vacinação é importante sempre.
Cartaz de campanha nacional de vacinação contra a gripe, do Ministério da Saúde, 2025.
b ) Qual documento pessoal deveria ser apresentado no dia da vacinação?
Resposta: Carteira de vacinação.
c ) Qual é a principal função do documento citado no item anterior? Pinte o quadro da resposta correta.
Comprovar a nacionalidade de uma pessoa e trazer informações sobre a data, o horário e o local de nascimento dela.
Registrar as vacinas tomadas pela pessoa desde o nascimento.
Resposta: Registrar as vacinas tomadas pela pessoa desde o nascimento.
d ) Cite o nome de alguns de seus documentos pessoais.
Resposta pessoal. Os estudantes deverão responder de acordo com os documentos pessoais que eles têm no momento.
estudante deverá compor uma carta afetuosa para sua dupla, contemplando memórias de momentos vivenciados juntos e o que aprendeu sobre as histórias familiares. Destaque que a carta deve conter, em seu início, o local e a data. Ao final, eles podem fazer envelopes com papel sulfite e decorá-los como quiserem. Recolha todas as cartas envelopadas e escolha um dia para distribuí-las, simulando a espera pelo correio. Após a leitura das cartas, destaque como elas se tornaram fontes históricas que têm informações sobre quem escreveu e quem recebeu.
2. Objetivo
2. Associe as fontes históricas a seguir às suas descrições correspondentes. Para isso, escreva a letra da imagem no quadro do texto que se refere a ela.
Professor, professora: As legendas das imagens não foram inseridas para não
Imagens sem proporção entre si.



Ao observar fotografias antigas, é possível, por exemplo, conhecer mais sobre o cotidiano no passado e sobre a história de nossos familiares.
Por meio da observação e análise de antigos objetos pessoais, temos a oportunidade de conhecer mais sobre como as pessoas viviam e como era o seu cotidiano, por exemplo.
Ao ler antigos diários, podemos, por exemplo, ter acesso a diferentes fatos e histórias de nossa família, assim como temos a oportunidade de perceber como as pessoas viviam no passado.
Resposta: C; A; B. comprometerem a realização da atividade.
08/10/2025 09:00:32
• Possibilitar aos estudantes constatarem que os objetos e documentos são fontes históricas e fornecem informações sobre o passado. Sugestão de intervenção Oriente os estudantes a levantarem hipóteses sobre cada objeto. Por exemplo, sobre o relógio antigo, pergunte como as pessoas o utilizavam, visto que não tem pulseira para colocar no braço. Além disso, questione se ele poderia ser considerado um artigo de luxo ou um objeto popular. Em relação ao diário, incentive-os a pensar sobre quais informações do passado podem ser obtidas mediante sua leitura, como o que as pessoas faziam no tempo livre, como elas celebravam suas festas e o que elas gostavam de fazer durante o dia. Por fim, sobre as fotografias antigas, pergunte-lhes se é possível saber como as pessoas se vestiam no passado e se há diferenças entre as fotografias reveladas em preto e branco e as fotografias coloridas.
• A atividade 1 da página anterior e a atividade 2 favorecem o desenvolvimento das habilidades EF02HI04 e EF02HI05 ao incentivarem os estudantes a reconhecerem objetos e documentos pessoais como fontes de memória e história, compreendendo suas funções e significados. Contribuem também para a Competência específica de História 3 ao incentivarem a análise de registros e vestígios que ajudam a compreender o passado.
3. Objetivo
• Avaliar se os estudantes identificam fontes históricas de acervos pessoais e familiares.
Sugestão de intervenção
Oriente os estudantes a retomarem as atividades da abertura da unidade, assim como os temas que trabalham com documentos familiares para explorar memórias e histórias das famílias. Dessa forma, ao relembrarem as atividades, sugira que listem os documentos que foram utilizados como fontes históricas. Com a lista em mãos, peça que façam a atividade 3. Ao final, comente que todas as opções podem ser entendidas como fontes históricas de uma família e forneça exemplos de cada opção.
4. Objetivo
• Possibilitar aos estudantes progredir nos conhecimentos sobre o conceito de tradição.
Sugestão de intervenção
Para essa atividade, recupere o significado de tradição e peça que exemplifiquem as tradições de sua família. Na sequência, solicite que façam a leitura do relato de Dílvia Ludvichak. Alguns questionamentos podem auxiliar na interpretação do texto, como: “O que o texto aborda?”; “Quais trechos demonstram que se trata de um saber/conhecimento?”; “Quais trechos demonstram a importância que a tradição tem para a família da autora?”; “Qual é a tradição familiar citada no texto?”. Por fim, peça que respondam às atividades. Caso algum estudante apresente dificuldades, convide a turma para compartilhar outros exemplos de tradições familiares, auxiliando no aprendizado de forma coletiva.
3. Marque um X nas fontes históricas que podem ser usadas para contar as histórias da sua família.
Imagem com elementos sem proporção entre si. Cores fantasia.
Vídeos.
Fotografias impressas.
Fotografias digitais.
Documentos.
Objetos diversos.
Relatos orais.
Resposta pessoal. Oriente os estudantes a marcarem um X nas fontes históricas que podem ser usadas para contar as histórias da família deles.
Família posando para uma fotografia.
4. Leia o relato a seguir e responda às atividades.

Minha bisavó fazia um famoso pão de ló: aprendeu “de ver fazer”, na cozinha de minha tataravó. [...] Minha mãe tem menos tempo, sai bem cedo pra trabalhar; mas, vez ou outra, faz uma surpresa, com a tal receita familiar. Quando isso acontece, a gente faz festa e se diverte, pois a receita de família é razão pra comemorar.
LUDVICHAK, Dílvia. Chef Brasil: saboreando histórias. São Paulo: Paulus, 2016. p. 13.
a ) Qual é a tradição familiar citada no relato?
Resposta: A receita familiar de pão de ló.
b ) Contorne no texto três pessoas que sabem fazer essa tradição familiar.
Resposta: Espera-se que os estudantes contornem as palavras bisavó, tataravó e mãe
• As atividades 3 e 4 favorecem o desenvolvimento de aspectos das habilidades EF02HI03, ao selecionarem situações cotidianas que remetem à percepção de mudança e memória, EF02HI04, ao identificarem e compreenderem o significado de objetos e documentos pessoais como fontes de memórias e histórias nos âmbitos pessoal, familiar e comunitário, e EF02HI08, ao perceberem as diferentes fontes que podem ser usadas para compilar histórias da família.
Professor, professora: As legendas das imagens não foram inseridas para não comprometerem a realização das atividades 5 e 6
5. Observe, a seguir, dois tipos de fogões.

Imagens sem proporção entre si.

a ) Identifique o tipo de fogão a que se refere cada uma das afirmativas, escrevendo a letra da imagem correspondente.
É feito, principalmente, de vidro.
Funciona à base de lenha.
Funciona à base de energia elétrica.
5. Objetivo
• Avaliar se os estudantes identificam os materiais que compõem os objetos e o aperfeiçoamento deles ao longo dos tempos, bem como situações que possam causar acidentes domésticos como queimaduras.
Sugestão de intervenção
6. b) Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é que os estudantes reflitam sobre o tema. Espera-se que eles reconheçam que as placas de sinalização nos alertam sobre possíveis riscos de acidentes. Enfatize que tão importante quanto a existência desse tipo de sinalização é a obediência a ela.
Ocupa mais espaço no ambiente e necessita de uma chaminé para eliminar a fumaça.
É feito, principalmente, de metal, como o ferro.
5. a) Resposta: B; A; B; A; A
b ) Qual dos fogões apresentados é o mais atual?
Resposta: Fogão B
c ) Cite o nome do principal tipo de acidente doméstico associado ao uso inadequado dos fogões.
Resposta: Queimadura.
6. Observe a placa de sinalização a seguir.

a ) Que tipo de acidente a placa ajuda a evitar?
Resposta: Queda.
b ) Converse com os colegas sobre a importância das placas de sinalização. A.
6. Objetivo
• Avaliar se os estudantes identificam o risco de acidente representado em uma placa de sinalização.
Sugestão de intervenção
No item a, verifique se os estudantes reconhecem que o piso molhado aumenta a chance de quedas. Para isso, questione-os sobre o que pode acontecer quando pisamos em pisos molhados e aproveite para reforçar a importância de respeitarmos as placas de sinalização.
Caso os estudantes tenham dificuldade em identificar os materiais de que é feito cada fogão, como o vidro e o ferro, verifique a possibilidade de levar para a sala de aula objetos fabricados com esses materiais para que eles possam observar suas características.
Caso eles tenham dificuldade de identificar o funcionamento de cada fogão, oriente-os a observar com atenção detalhes nas fotografias, como a lenha queimando no fogão da imagem A e o painel digital no fogão da imagem B. Após a identificação do modo como cada fogão funciona, questione os estudantes sobre qual deles necessitaria de uma chaminé para eliminar a fumaça e verifique se eles associam a produção de fumaça à queima da lenha utilizada para o funcionamento do fogão a lenha.
Caso os estudantes tenham dificuldade em identificar o tipo de acidente doméstico relacionado ao uso inadequado de fogões, retome com eles o conteúdo das páginas 127 e 128 e a atividade 2 da página 130
No item b, caso os estudantes tenham dificuldade em identificar a importância desse tipo de placa, leve imagens de outras placas para serem avaliadas por eles que informem sobre risco de queimadura, choques elétricos e substâncias tóxicas, por exemplo. Para cada uma das placas, questione os estudantes sobre o que poderia acontecer se esse risco não fosse sinalizado.
Aproveite para avaliar as dificuldades de cada estudante e a necessidade de revisar o conteúdo trabalhado sobre a prevenção de acidentes.
• Na atividade 5, além de identificarem de que materiais são feitos os objetos que fazem parte da vida cotidiana, os estudantes reforçam seus conhecimentos sobre objetos utilizados no presente e no passado, contribuindo para desenvolver a habilidade EF02CI01
• A atividade 6 incentiva os estudantes a identificarem riscos de acidentes e os cuidados que devem ser tomados em um ambiente para evitá-los, contribuindo para desenvolverem a habilidade EF02CI03
• Reconhecer grupos de convívio e espaços de sociabilidade.
• Identificar diferentes formas de registro de experiências pessoais e da comunidade no tempo e no espaço.
• Reconhecer que povos tradicionais elaboram representações cartográficas de seus territórios, denominadas etnomapas, com base em vivências e saberes culturais.
• Identificar papéis sociais que as pessoas desempenham em diferentes comunidades.
• Verificar transformações e permanências de elementos dos bairros, observadas ao longo do tempo.
• Compreender que costumes e tradições das pessoas influenciam o modo que os lugares são transformados.
• Identificar características dos caminhos de diferentes lugares.
• Reconhecer as características que diferenciam o espaço das ruas.
• Analisar as características da rua onde moram.
• Compreender e valorizar atitudes de cuidados com o espaço das ruas.
• Reconhecer acidentes que podem ocorrer em locais que geralmente frequentamos.
• Identificar diferentes meios de transporte e sua importância.
• Identificar e compreender as principais sinalizações do trânsito.
• Refletir sobre a importância de seguir as regras e sinalizações de trânsito.
• Identificar cuidados que ajudam a prevenir acidentes.
• Identificar os diferentes meios de comunicação e sua importância.
• Reconhecer acidentes que podem ocorrer com energia elétrica e identificar cuidados para evitálos.

Organize os estudantes em duplas e conduza uma conversa sobre o caminho que eles percorrem de casa até a escola, de forma que sejam levados a identificar características de ruas ou mesmo estradas rurais pelas quais transitam no dia a dia. Para iniciar essa dinâmica, conte a eles como era o caminho que você percorria da sua casa até a escola quando estava no 2º ano e como é o caminho que faz atualmente. Em seguida, incentiveos a contar aos colegas como eles se deslocam até a escola (se a pé ou utilizando algum meio de transporte), o tempo que levam
para fazer esse caminho, bem como alguns aspectos das ruas pelas quais passam nesse trajeto (se são largas ou estreitas, de terra ou pavimentadas, se estão em bom estado de conservação ou não, se são ou não arborizadas, entre outros exemplos).
Promova um momento para que todos tenham a oportunidade de verbalizar seu raciocínio e acolha as respostas dos estudantes.



Respostas nas orientações ao professor
Crianças indígenas Kuikuro no pátio de uma aldeia do Parque Indígena Xingu, município de Gaúcha do Norte, Mato Grosso, em 2024.
Crianças quilombolas em sala de aula no quilombo Arequipá, município de Bequimão, Maranhão, em 2024.
Escolha um dos locais de convívio que aparecem nas fotografias B ou C. Em seguida, comente quais atividades podem ser realizadas pelas crianças no local que você escolheu. 1. 2. 3. 4.
Com os colegas,identifiquem algumas características do trecho da avenida mostrada na imagem A. A via pública da imagem A tem alguma semelhança com a rua onde você mora? Conte para os colegas e o professor.
Em nosso dia a dia, observamos muitas ruas diferentes, seja na comunidade onde moramos ou em outras que conhecemos. Você observa as ruas por onde passa? Conte para os colegas o que mais chama sua atenção nelas.
• Sobre a atividade 4, incentive os estudantes a reconhecerem que, apesar de os locais representados nas imagens B e C serem diferentes e terem normas de convivência específicos, existem atividades que ocorrem em ambos os espaços. Com base em exemplos de atividades como “brincar”, “participar de festas” e “aprender”, são fornecidos elementos para que a turma compare e identifique os espaços apresentados.
Respostas
1. Resposta pessoal. Esperase que os estudantes reconheçam características,
como asfaltada, arborizada, longa, com muitas moradias e pouco movimento quando foi fotografada.
2. Resposta pessoal. Oriente os estudantes a observarem características como asfalto, arborização, movimento de veículos e moradias.
3. Resposta pessoal. Verifique se os estudantes comentam elementos geralmente presentes nas ruas, como movimento de pessoas e automóveis, sinalização de trânsito, comércios, moradias, entre outros.
4. Resposta pessoal. Na aldeia indígena, os estudantes podem mencionar ativida
• Aproveite o momento para resgatar conhecimentos e experiências prévias sobre o tema. Converse com os estudantes sobre cuidados básicos que devemos ter ao percorrer as vias do município. Ressalte que sempre que for possível eles devem caminhar na calçada e atravessar a rua na faixa de segurança. Enfatize que não devem conversar com pessoas desconhecidas, desviarse do caminho que fazem costumeiramente nem ir a lugares não autorizados pelos familiares ou responsáveis. Comente ainda a importância de sempre ter a companhia de um adulto responsável e prestar atenção nos caminhos percorridos, principalmente no tráfego de veículos.
• Antes de os estudantes responderem às atividades propostas, oriente os a observar atentamente os detalhes da imagem A, verificando os elementos que a compõem. Descrevaos para auxiliar na construção da imagem para aqueles cegos ou com baixa visão, citando os detalhes dos elementos evidenciados, ruas, moradias, vegetação, movimento de veículos etc. Retome conteúdos como o uso dos espaços do município para que eles reconheçam que a rua é um local público, ou seja, todas as pessoas têm direito de ir e vir por ela.
08/10/2025 09:04:20
des como brincar, aprender com as pessoas de mais idade e participar de festas, rituais e outras vivências da comunidade. Na escola, podem citar ações como estudar, brincar no recreio e participar de apresentações e comemorações escolares.
• Para iniciar a abordagem do tema, faça uma sondagem inicial para diagnosticar o conhecimento prévio dos estudantes sobre o termo comunidade. Para isso, escreva a palavra no centro da lousa, pergunte o que eles sabem sobre o significado dessa palavra e registre a contribuição deles. Complemente com palavras como grupos sociais, cooperação, convívio e papel social. Explique que uma comunidade é formada por diferentes grupos de pessoas que desempenham vários papéis, contribuindo para o funcionamento da sociedade. Destaque que o ser humano é um ser social, ou seja, não vive sozinho.
• Após a abordagem inicial, oriente os estudantes na observação das imagens das crianças e das suas respectivas falas, as quais descrevem as atividades feitas em diferentes grupos de convivência. Aproveite esse momento para engajálos em identificar atividades que realizam nas diferentes comunidades em que convivem.
• Se julgar necessário, convide os estudantes para explorarem novamente as imagens das crianças que ilustram a página. Verifique se eles identificam que há diversidade física e étnica entre elas, por exemplo: Paulo, o menino loiro; Júlia, a menina com cabelos castanhos; Vitória, a menina loira; e Carlos, o menino com cabelos pretos. Após a observação sobre as diferenças físicas, perguntelhes sobre a diversidade étnica e peça que comentem sobre elas. Em seguida, diga que, tal como a pluralidade de crianças representadas nesta página, há também uma diversidade de pessoas em nosso convívio. Explique que, independentemente do ambiente, é importante respeitar as normas e agir com respeito em relação à diversidade étnica, religiosa, cultural etc.
Conviver significa viver junto com alguém, nos relacionarmos com outras pessoas. A família é o nosso primeiro grupo de convivência. Conforme crescemos, convivemos com outros grupos de pessoas.
1. Leia os balões de fala das crianças a seguir.
Eu sou Paulo! Sempre jogo futebol com os amigos que moram no meu bairro.
Eu sou a Júlia! Na aula de Educação Física, brinco de bola com meus amigos.
Imagens com elementos sem proporção entre si. Cores fantasia.
Eu me chamo Vitória! Meu irmão e eu sempre visitamos nossos avós aos domingos.
Eu sou o Carlos! Todos os sábados, faço aulas de música na minha comunidade.
a ) Relacione cada criança com seu grupo de convívio. Para isso, escreva o nome da criança no respectivo grupo.
• Grupo de amigos do bairro:
• Grupo de música:
• Grupo da família:
INFOGRÁFICO CLICÁVEL: GRUPOS DE CONVIVÊNCIA
• Grupo da escola:
1. a) Resposta: Paulo, Carlos, Vitória, Júlia.
• No item a da atividade 1, oriente os estudantes a escreverem as respostas em letra cursiva, aproveitando a atividade para aprimorar as habilidades motoras da turma.
AVALIANDO
Objetivo
• A atividade 1 avalia a capacidade de reconhecimento dos diversos espaços de sociabilidade e de relacionamento com os diferentes grupos de convivência dos indivíduos.
Sugestão de intervenção
Faça a mediação da realização da atividade 1 com os estudantes, avaliandoos de forma
individualizada. Se eles apresentarem dificuldades, retome a leitura dos balões de fala e destaque o papel de cada criança e do grupo do qual ela participa. Leia com eles as falas de cada um dos personagens, ressaltando, por exemplo, as expressões: “amigos que moram no meu bairro”, “nossos avós”, “amigos na aula”, “aula de música da comunidade”.
A escola é um local importante em nossa vida. Nela aprendemos a ler e a escrever, conversamos sobre diversos assuntos e convivemos com várias pessoas.
2. Resposta: Estudantes, professores e demais funcionários, além dos familiares dos estudantes (principalmente pais e/ou responsáveis) e de membros da comunidade local que interagem com a instituição.
2. Que pessoas fazem parte da comunidade escolar?
Para um bom convívio na escola, precisamos cuidar dos ambientes escolares, como sala de aula, pátio, refeitório, quadra, biblioteca e sala de informática, mantendo-os limpos e organizados.

Estudantes na sala de informática de uma aldeia Xavante na Terra Indígena São Marcos, no município de Barra do Garças, Mato Grosso, em 2025.
Eu, você, os funcionários da escola e nossos familiares fazemos parte de uma comunidade escolar!
Imagem com elementos sem proporção entre si. Cores fantasia.
Precisamos obedecer às regras da escola e participar das atividades propostas. Também devemos ser gentis e respeitar todos os colegas e funcionários.
escola (equipe pedagógica e porteiro), quem prepara o alimento saudável que é oferecido no intervalo (equipe da cozinha), quem mantém a escola limpa e organizada (equipe de limpeza) e quem ensina novos conhecimentos (professores). Por fim, saliente que, além das pessoas que estão dentro da escola, várias outras também contribuem para manter ativa a comunidade escolar.
ATIVIDADE EXTRA
Organize os estudantes em grupos e proponha a realização de uma entrevista
com diferentes funcionários da escola. Destaque com a turma a importância de pedir autorização das pessoas entrevistadas e conversar de forma respeitosa. Peçalhes que sigam este roteiro:
a) Qual é seu nome completo?
b) Qual é sua função na escola?
c) Há quanto tempo você trabalha aqui?
d) Quais são suas atividades favoritas de lazer?
Após as entrevistas, propicie um ambiente tranquilo e respeitoso para o compartilhamento das respostas. Destaque que, assim como os estudantes, os
• Comente que a escola é um local de encontro de diferentes identidades, onde se estabelecem relações que potencializam o encontro das diferenças, e ainda um espaço em que os estudantes passam grande parte de seu tempo, desempe nhando papéis sociais relacionados ao ensino e à aprendizagem; por isso, o respeito e a cooperação devem permear essas relações.
• Explique a importância das regras de comportamento do ambiente escolar, destacando como elas facilitam o convívio e organizam o cotidiano desse espaço. Faça a leitura da legenda da imagem das crianças reunidas na sala de leitura e do texto verbal. Evidencie a importância de cada membro da comunidade escolar, de forma que os estudantes possam reconhecer e valorizar o papel de cada um no funcionamento da comunidade escolar e na sua formação.
• A respeito da questão 2, oriente os estudantes a refletirem sobre as pessoas que contribuem para a formação e manutenção da comunidade escolar. Proponha que elaborem um diário com informações relacionadas às atividades escolares e seus grupos de convivência. Instigueos a refletir sobre quem os acorda para ir à escola (familiares), quem os acompanha até a escola (familiares, motorista da van, do ônibus), quem os recepciona na entrada da
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funcionários também convivem em diferentes espaços e têm momentos de lazer. Ressalte a importância de cada funcionário para o bom funcionamento da escola. Converse também sobre o papel deles como estudantes, o que fazem e como contribuem para o bom funcionamento da escola. Esta atividade permite o contato com o ofício do historiador, pois durante a realização da entrevista eles terão contato com fontes orais.
• Explore com os estudantes a imagem de uma assembleia em uma aldeia indígena, destacando a atividade realizada. Explique que uma assembleia é um momento de decisão coletiva e destaque como as comunidades podem ser espaços de convivência dinâmicos, onde várias ações e relações comunitárias ocorrem. Destaque que as tarefas feitas pelos membros dessas comunidades indígenas contribuem para o funcionamento da aldeia, com base em suas necessidades e costumes.
• Converse sobre o impacto da colonização nas comunidades indígenas. Explique que, durante séculos, os colonizadores invadiram terras indígenas e escravi za ram seus habitantes, destruindo populações e costumes e infligindo sofrimento. Ressalte como os processos de resistência à violência colonizadora permitiram a preservação de povos e culturas que sobrevivem até hoje.
• Ressalte que, atualmente, as terras indígenas são as áreas mais preservadas do país, pois seus habitantes mantêm uma relação de respeito com a natureza. Comente como os povos indígenas ajudam a proteger as florestas, os rios e a biodiversidade, colaborando para a redução dos efeitos das mudanças climáticas, já que as florestas conservadas armazenam grandes quantidades de carbono. Essa atuação tem impacto direto sobre o clima e o bem estar das gerações atuais e futuras.
Os povos indígenas foram os primeiros habitantes do território que hoje chamamos de Brasil. Desde muito antes da chegada dos colonizadores, esses povos já viviam aqui, cultivavam o solo, construíam moradias, produziam objetos e organizavam suas comunidades. Ainda hoje, os povos indígenas continuam contribuindo para a história, a cultura e a organização dos espaços onde vivem.
Nas aldeias e em outros locais, é comum a realização de atividades coletivas, como o plantio e a divisão de tarefas. A convivência em grupo é essencial para esses povos e faz parte da maneira como constroem suas comunidades. Observe a fotografia a seguir.

3. Resposta pessoal. Os estudantes podem comentar, por exemplo, que a tomada de decisões em grupo é importante porque permite ouvir diferentes opiniões e buscar soluções justas para todos.
Grupos indígenas reunidos durante uma assembleia na aldeia urbana Maracanã, Rio de Janeiro, capital do estado, em 2024.
3. Nas aldeias indígenas, muitas das decisões que envolvem a comunidade costumam ser tomadas em conjunto. Em sua opinião, por que é importante que essas decisões sejam tomadas em grupo?
Raoni Metuktire (c. 1930), cacique do povo Kayapó, é uma das principais lideranças indígenas do Brasil. Participou das mobilizações que garantiram os direitos indígenas na Constituição de 1988 e atua na defesa da Amazônia e das terras indígenas. Em 2020, ele foi indicado ao Prêmio Nobel da Paz por sua luta em favor da floresta e dos povos originários.

POVOS e Comunidades Tradicionais. Ministério do Meio Ambiente e Mudança Climática Disponível em: https://www.gov.br/mma/ptbr/ assuntos/povosecomunidadestradicionais. Acesso em: 15 set. 2025.
Página com diversas informações sobre povos e comunidades tradicionais presentes no território brasileiro, bem como aspectos culturais e econômicos. Reconhecidos oficialmente pelo Decre
• Sobre a questão 3, observe se os estudantes reconhecem práticas e papéis sociais que as pessoas exercem para o funcionamento da comunidade indígena. Explique que, na imagem, os indígenas estão reunidos em assembleia, em uma aldeia, e que esse é um momento importante para conversas e decisões coletivas que afetam toda a comunidade. Comente que essas práticas fortalecem os laços entre os membros da aldeia e garantem sua organização.
to 6.040, de fevereiro de 2007, e representados pelo Conselho Nacional dos Povos e Comunidades Tradicionais, esses grupos representam parte das raízes culturais do povo brasileiro.
• O conteúdo desta página promove as habilidades EF02HI01 e EF02HI02, pois os estudantes desenvolvem noções que dizem respeito ao reconhecimento e à valorização dos espaços de sociabilidade, aos papéis sociais que exercem em diferentes comunidades e às especificidades das comunidades indígenas.
As comunidades quilombolas são importantes na história e na cultura do Brasil. Essas comunidades são formadas, em sua maioria, por descendentes de pessoas escravizadas e mantêm vivas as tradições que ajudaram a construir a identidade do país.
Os quilombos eram locais para onde os africanos e seus descendentes escravizados iam ao fugir da escravidão. Além desses povos, os quilombos também recebiam indígenas, mestiços e brancos pobres.
Quilombola em plantação de feijão no Quilombo da Lapinha, em Matias Cardoso, Minas Gerais, em 2022.

Atualmente, nas comunidades quilombolas, as pessoas procuram manter as tradições dos ancestrais africanos. Festas, celebrações religiosas e modos de cultivar e preparar alimentos são alguns dos costumes mantidos.
4. Existem comunidades quilombolas no município ou na região onde você mora? Comente com os colegas. Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é incentivar os estudantes a comentarem sua realidade próxima e conhecerem a realidade dos demais colegas.
A liderança de mulheres sempre foi muito marcante nas comunidades quilombolas. No século 18, por exemplo, Tereza de Benguela (1700-1770) liderou o Quilombo do Quariterê, no atual estado do Mato Grosso.
A atuação de Benguela garantiu mais de vinte anos de autonomia para a comunidade, formada por afrodescendentes e indígenas. Em sua homenagem, foi criado o Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra, comemorado em 25 de julho.
a comunidade com alimentos frescos e saudáveis. Comente também que, muitas vezes, o excedente pode ser vendido no mercado, ajudando na geração de renda.
• Na atividade 4, pergunte aos estudantes se sabem da existência do espaço, se já visitaram alguma comunidade quilombola ou se são membros dela. Caso algum deles responda de forma positiva, peçalhe que compartilhe sua experiência com os colegas. Em caso negativo, consulte o portal da
• Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais
Quilombolas (CONAQ). Disponível em: https://conaq.org.br/. Acesso em:
18 set. 2025. Na seção “Coordenações Estaduais”, é possível encontrar informações sobre as associações e os conselhos quilombolas de cada estado e, assim, verificar a existência de algum na região escolar.
ANDRADE, Patrícia Gomes Rufino. A educação no quilombo e os saberes do quilombo na escola. Vitória: Edufes, 2012. (Coleção Educação e Culturas).
Nessa obra, a autora apresenta reflexões educacionais com base na educação quilombola, priorizando o diálogo de
• De acordo com a Fundação Palmares, existem cerca de 3 mil comunidades quilombolas no Brasil. Porém, é possível que as comunidades remanescentes de quilombos possam chegar a 6 mil, pois ainda lutam pelo reconhecimento de suas terras. Essas comunidades desempenham um papel muito importante na manutenção de tradições e modos de vida dos afrodescendentes, além de simbolizarem uma forma de resistência. Muitas delas passam por dificuldades, como falta de saneamento, outras lutam pelo reconhecimento e posse de suas terras e pelo direito de preservar seu modo de vida. Entre esses e outros desafios, as comunidades quilombolas da atualidade buscam sair da invisibilidade. Assim, é possível trabalhar com os estudantes a importância das tradições quilombolas e sua influência na cultura brasileira, valorizando seus costumes, músicas, histórias, danças, artesanatos e outros elementos.
• Destaque a relevância da oralidade nas comunidades quilombolas para a manutenção de saberes e tradições. Aproveite para comentar também a importância desses espaços de resistência para a manutenção da autonomia e da identidade cultural de seus habitantes.
• Sobre a imagem apresentada, explique aos estudantes que a produção agrícola, como a do feijão, abastece
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conteúdos interculturais que possam ser aplicados em sala de aula.
• O conteúdo abordado favorece o desenvolvimento das habilidades EF02HI01, EF02HI02 e EF02HI03, fornecendo elementos que permitem aos estudantes aprofundarem seus conhecimentos sobre os espaços de sociabilidade e as comunidades quilombolas e refletirem sobre o contexto de resistência desses locais e populações.
• Durante a leitura da página 144, auxilie os estudantes na interpretação do texto, ressaltando a relação dos povos indígenas e quilombolas e demais povos tradicionais com a natureza e com os espaços em que vivem. Observe se compreendem a relação de respeito e cuidado que esses povos têm com os lugares em que vivem e explique que, de modo geral, eles se apropriam dos recursos naturais de que necessitam de modo sustentável, sem causar prejuízos ao meio ambiente.
• Ajude os estudantes a fazerem a leitura do mapa produzido por um membro do povo Kaingang com a intenção de desenvolver noções cartográficas. Explique a legenda com calma, mostran do os diferentes símbolos e ajudando a turma a entender o que eles representam. Peça que observem e comparem os ícones usados para representar os rios, as estradas, as áreas de mata e as moradias. As perguntas realizadas sobre o mapa vão ajudálos a pensar sobre como os elementos espaciais estão distribuídos e quais são as diferenças entre as áreas mostradas. Isso contribui para que desenvolvam o raciocínio geográfico de forma simples e prática. • Explique aos estudantes que esse tipo de representação, denominado etnomapa, é elaborado com base em observações dos elementos significativos e conhecimentos construídos ao longo do tempo de vivência que esses povos têm no espaço que habitam e podem ou não apresentar elementos cartográficos convencionais.
Os povos indígenas, quilombolas, assim como outros povos tradicionais, costumam representar os espaços de vivência da comunidade.
Essas representações, geralmente, mostram lugares importantes para esses povos, como a localização de casas e escolas, onde preparam e compartilham alimentos e onde realizam celebrações religiosas. Nessas representações, muitas vezes, são registrados diferentes caminhos, como aqueles que levam a áreas de cultivo, de pesca ou de exploração de recursos da floresta.
Observe no Mapa da aldeia principal uma representação feita por um indígena do povo Kaingang, que mostra parte do espaço de vivência de sua comunidade.

Fonte de pesquisa: ALMEIDA, Cleber Kronum. Os Kaingang do Apucaraninha e suas histórias. Centro de Memória e Cultura Kaingang. Curitiba: Renê Wagner Ramos, 2021. p. 24-25. Mapa da aldeia principal

Imagem ampliada cerca de 2 vezes em relação ao Mapa da aldeia principal
1. Com os colegas, identifiquem de que maneira o morador da comunidade indígena representou a área de mata no mapa.
Resposta: A área de mata foi representada pelo desenho de várias árvores.
2. Além da mata, citem o nome de mais três lugares representados no mapa pelo integrante dessa comunidade.
Resposta pessoal. Os estudantes podem citar igrejas, rios, cemitério, campo de futebol, moradias, entre outros lugares.
KAINGANG. Povos Indígenas no Brasil
Disponível em: https://pib.socioambiental.org/ pt/Povo:Kaingang. Acesso em: 25 jul. 2025. Informe que os povos indígenas Kaingang, que habitam áreas dos estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, estão entre os mais numerosos povos indígenas do Brasil.
Leve para a sala de aula o mapa político do Brasil para que os estudantes localizem os estados onde estão distribuídos. Conduzaos até a sala de informática, se existir esse espaço na escola, e acesse o conteúdo sobre os povos Kaingang disponibilizado no site apresentado.
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Outros povos tradicionais também representam os espaços de vivência de suas comunidades. Os ribeirinhos, que vivem próximo às margens dos rios, e os caiçaras, que habitam áreas do litoral do Brasil, por exemplo, também representam os lugares de convivência de seu povo. Ao representar os espaços de vivência da comunidade, esses povos deixam registrado parte do conhecimento construído ao longo do tempo para as próximas gerações.
5. Você faz parte da comunidade do bairro onde mora. Escolha um lugar que costuma frequentar dessa comunidade e faça o que se pede a seguir.
a ) Desenhe o lugar escolhido neste espaço. Não se esqueça de identificar os lugares que você colocar no desenho.
Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é aproximar o conteúdo estudado da realidade dos estudantes.
b ) Apresente para os colegas sua representação contando os elementos que incluiu nela. Em seguida, escute com atenção a apresentação deles.
Resposta pessoal. Oriente os estudantes a apresentarem os desenhos explicando os elementos inseridos na representação. Promova um ambiente de respeito durante as apresentações. 145
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
KATUTA, Ângela Massumi. As geografias e as cartografias como instrumentos de emancipação e lutas em defesa da dignidade das existências. In: CATTANEO, Dilermando; CÂMARA, Marcelo A.; SILVEIRA, Renata F. (org.). Geografias das R-existências. Ponta Grossa: Monstro dos Mares, 2021. p. 201202.
Nesse texto, a autora discute a importância de conhecer as formas de produção e representação do espaço elaboradas por diferentes grupos, como povos originários, comunidades tradicionais e populações das periferias urbanas. Esse estudo permite compreender as dinâmicas
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das relações sociais no interior desses grupos e, consequentemente, a diversidade de espaços que constroem por meio de suas vivências e perspectivas.
• O estudo das páginas 144 e 145 desenvolve aspectos da habilidade EF02GE08 e da Competência específica de Geografia 4, pois os estudantes são incentivados a reconhecer e elaborar diferentes formas de representação de componentes da paisagem de seus lugares de vivência.
• Considerando a representação do espaço geográfico como um dos temas centrais do componente curricular de Geografia , é importante conhecer e valorizar as formas de representação espacial elaboradas por povos tradicionais, como indígenas, quilombolas, seringueiros e por outras comunidades que vivem, sentem e interpretam o território onde estão inseridas. Conhecidas como cartografia social ou etnocartografia, essas representações do espaço vivido trazem contribuições valiosas para o aprendizado dos estudantes.
• O texto a seguir contribui para ampliar o entendimento sobre o tema.
A maneira dos grupos sociais se relacionarem com o território implica a afirmação de uma identidade específica. Nesse sentido, conhecer o território através da representação que cada grupo constrói sobre ele é identificar também as diversas identidades e conformações desse território.
A cartografia social, como meio técnico, busca registrar relatos e as representações no processo de automapeamento, além de identificar situações de conflitos na forma de uso do território em questão. [...]
LIMA, Marcos Vinícius da Costa; COSTA, Solange Maria Gayoso da. Cartografia social das crianças e adolescentes ribeirinhas/ quilombolas da Amazônia. Geografares, Vitória, UFES, n. 12, jul. 2012. p. 80. Disponível em: https://periodicos.ufes.br/ geografares/article/view/3189. Acesso em: 15 set. 2025.
• Destaque para os estudantes como cada pessoa pode ter uma lembrança diferente de um mesmo acontecimento. Assim, é importante ter contato com diferentes fontes históricas para a compreensão do contexto. Após a leitura do texto da página, oriente a análise da pintura. Ressalte que a obra contém informações textuais (legenda) e não textuais (pintura), sendo importante fazer sua leitura completa.
• Na questão 1 , os estudantes poderão interagir com a pintura Empinando pipas. No item a, comente que a legenda pode fornecer pistas sobre a pintura e peçalhes que identifiquem o título e a data da obra. No item b, perguntelhes por que essa imagem é considerada antiga. Caso tenham dificuldades, explique que a pintura não pode ser considerada atual, pois foi feita no ano de 1941, representando as lembranças do pintor em sua infância. Para o item c, verifique se os estudantes perceberam que as pessoas representadas na pintura são crianças e estão brincando (empinando pipas), caracterizando um ambiente de convívio e lazer na comunidade.
• Para auxiliar na atividade, comente que o pintor Candido Portinari nasceu em Brodowski, município do interior de São Paulo, em 1903, sendo reconhecido por representar em suas obras temas sobre o cotidiano brasileiro e seus problemas sociais. Destaque que a obra foi pintada quando Portinari tinha entre 20 e 21 anos e, por isso, pode fornecer informações sobre a juventude do pintor. Explore os elementos da pintura, como a vestimenta das pessoas, suas posturas e ações. Destaque a presença do músico no fundo da tela e verifique se os estudantes percebem que ele está tocando um acordeom. Caso desconheçam esse
Os lugares guardam histórias e lembranças. Para conhecê-las, podemos, por exemplo, conversar com as pessoas idosas da comunidade, visitar construções antigas e observar fotografias, pinturas e objetos diversos.
Várias obras do artista brasileiro Candido Portinari (1903-1962), por exemplo, fazem referência às suas vivências na comunidade e às suas memórias de infância no município de Brodowski, no estado de São Paulo, lugar onde ele nasceu.
1. Observe a seguir uma pintura de Candido Portinari.

a ) Qual é o ano de produção da pintura?
Resposta: O ano de produção da pintura é 1941.
b ) A pintura representa uma época antiga ou atual?
Resposta: A pintura representa uma época antiga.
c ) Marque um X no quadro que indica o tipo de momento que está sendo representado na pintura.
Convívio no trabalho. Convívio e lazer da comunidade.
Resposta: Convívio e lazer da comunidade.
instrumento musical, comente que ele também é conhecido como sanfona ou gaita e é utilizado em festividades tradicionais, como quadrilhas de festa junina, e em diferentes estilos musicais. Ressalte o que as pessoas estão fazendo, mostrando que elas estão dançando em um baile típico do interior de alguns municípios brasileiros, onde os momentos de convivência comunitários estão geralmente ligados a festas religiosas, bailes e outros eventos.
BNCC
• O conteúdo contempla aspectos da habilidade EF02HI08 ao propor a análise de uma pintura
como fonte histórica, visando reconhecer diferentes formas de recordar histórias da comunidade. As expressões artísticas podem introduzir noções de tempo, mudanças, permanências, semelhanças e diferenças e contribuem para a compreensão do passado e de suas relações com o presente.
As praças são construídas em espaços públicos para uso da população. Elas são espaços que guardam histórias e memórias dos munícipios e de seus moradores, além de serem locais de convívio, lazer e outras atividades.
2. Observe a fotografia a seguir.

a ) Onde fica a praça apresentada na imagem?
Busto em homenagem a Candido Portinari e capela Santo Antônio na praça Candido Portinari, no município de Brodowski, São Paulo, em 2024.
Resposta: No município de Brodowski, estado de São Paulo.
b ) Em sua opinião, por que Candido Portinari foi homenageado nesse município?
Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes respondam que ele foi homenageado nesse município porque foi o lugar onde ele nasceu.
3. a) Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes pesquisem alguma praça no município onde moram.
3. Com a ajuda de um adulto da sua família, faça a pesquisa a seguir.
a ) Existe alguma praça onde você vive?
3. c) Resposta pessoal. Os estudantes podem citar eventos
oficiais e atividades informais, como passeios e brincadeiras.
b ) Qual é o nome dessa praça?
c ) Quais atividades acontecem nessa praça?
d ) Como você pode contribuir para a conservação desse espaço público?
Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes comentem, por exemplo, a importância de manter esses lugares limpos e de não danificá-los. Resposta pessoal. Os estudantes devem citar o nome da praça.
respeito do item c, sugiralhes que visitem esses locais com os seus responsáveis e levem seus cadernos. Durante a coleta de informações para a pesquisa, orienteos a anotar as atividades que estiverem acontecendo, por exemplo, piqueniques, práticas de esportes, feiras e a presença de vendedores ambulantes, como pipoqueiros. Por fim, no item d, peçalhes que descrevam a limpeza e a manutenção desses ambientes, por exemplo, se as pessoas jogam os resíduos sólidos no chão, se há lixeiras e se havia trabalhadores em sua manutenção.
Faça um tour virtual no museu a seguir:
• MUSEU Casa de Portinari. Disponível em: https://www.museucasadeportinari. org.br/TOURVIRTUAL/. Acesso em: 15 set. 2025.
O museu possibilita uma visita virtual em 360 graus na antiga residência de Portinari, em Brodowski, interior de São Paulo, que preserva pinturas nas paredes, coleções e variados objetos de uso cotidiano, que guardam memórias e histórias da vida e obra do artista e são de grande
• Destaque para a turma que o item a da atividade 2 pode ser resolvido com a leitura completa da imagem, incluindo sua legenda. Caso não identifiquem o local como uma praça, orienteos na leitura da fotografia, destacando a presença da igreja ao fundo, as árvores que rodeiam as calçadas e o espaço aberto. No item b, incentive os estudantes a compartilharem suas hipóteses. Em seguida, comente que, por ter sido reconhecido dentro e fora do Brasil pelo conjunto de sua obra, o pintor foi homenageado no município onde nasceu. Nesse momento, se eles não reconhecerem Portinari como um famoso pintor brasileiro, apresentelhes algumas obras, como O lavrador de café (1934) e Mestiço (1934).
• Nos itens a e b da atividade 3, incentiveos a lembrar de praças e monumentos históricos do município. Se possível, anote os nomes dos locais e o endereço na lousa. Pergunte aos estudantes se há alguma praça ou monumento histórico no seu trajeto de casa para a escola. Caso não haja, faça previamente um levantamento das praças e monumentos do município e registreos na lousa. Se possível, leve fotografias desses locais para a sala de aula e comente que neles geralmente há placas informativas que contemplam sua história e seu nome. A
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relevância nacional. O contato com esse patrimônio histórico permite o entendimento de que sua preservação está relacionada, entre outras coisas, à identidade local. Durante a visita, oriente a percepção dos estudantes para as características das obras e objetos e relacioneas com o modo de vida daquela época. Incentive também a percepção de mudanças e permanências, fazendo relações com o próprio cotidiano deles.
• Para iniciar a abordagem do tema, desloque a atenção dos estudantes do “eu e os outros” para o “nós” e destaque as relações de interdependência entre os membros da comunidade. Para isso, trabalhe com o trecho do livro A rua do Marcelo. Após a contribuição da turma sobre os profissionais que frequentam e trabalham em sua rua, destaque a importância dos serviços públicos para uma boa qualidade de vida da população. Incentiveos a falar sobre como são os serviços de iluminação, saneamento e limpeza pública em seu bairro. Comente que também devemos seguir regras quando andamos pelas ruas, pois elas são um local de convivência, onde as pessoas trabalham, encontramse, praticam atividades de lazer e circulam. Assim, é necessário atravessar a rua na faixa de pedestres, respeitar os sinais de trânsito e não jogar lixo na rua. • O objetivo da questão 1 avalia o conhecimento dos estudantes sobre as relações que permeiam o cotidiano comunitário. No item a, peçalhes que contornem com lápis de cor os profissionais que identificarem no texto verbal. Em seguida, solicite que escrevam no caderno essas profissões e descrevam a contribuição de cada um à comunidade, como a relevância do coletor de resíduos ao manter as ruas limpas e organizadas, do carteiro que entrega as correspondências e do fruteiro que oferece frutas frescas. Para o item b, pergunte se na rua onde moram passa o entregador de gás, o funcionário da companhia elétrica para a manutenção da rede de altatensão e o gari que varre as ruas.
• Compreender o papel e a relevância dos indivíduos para a manutenção da comunidade.
A maioria das comunidades nas quais moramos são chamadas de bairros ou vilas. Elas são organizadas em ruas, com locais onde as pessoas trabalham e convivem, como praças, escolas, hospitais e lojas.
1. Leia o texto a seguir e responda às questões.
Na minha rua passa [...] o carteiro, que traz as cartas, e o fruteiro, que vende frutas.
Mas o homem que entrega a água na casa do alemão não se chama aguadeiro, como eu acho que devia.
Ele é o entregador de água. [...]
ROCHA, Ruth. A rua do Marcelo. Ilustrações de Alberto Llinares. São Paulo: Salamandra, 2011. p. 19. (Marcelo, marmelo, martelo).
a ) Quais são os trabalhadores citados no texto?
Resposta: Carteiro, fruteiro e entregador de água.
Resposta pessoal. Incentive os estudantes a comentarem sua realidade próxima.
b ) Cite um trabalhador que você costuma observar na rua onde mora. Vários elementos que observamos atualmente nos bairros não existiam no passado. A energia elétrica, por exemplo, só chegou ao Brasil por volta de 1900. Antes disso, as ruas eram iluminadas por lampiões.
Lampiões: nesse contexto, objetos de iluminação, que funcionavam com a queima de materiais, como óleo.
As primeiras ocupações da manhã, de Thierry Frères a partir de Jean-Baptiste Debret. Gravura, 18 centímetros × 24 centímetros 1839.

Professor, professora: Ao analisar a tela, auxilie os estudantes a identificarem o lampião na imagem.
Sugestão de intervenção
Explore a gravura do pintor frânces JeanBaptiste Debret (17681848) e peça aos estudantes que localizem o lampião na cena. Comente que esse objeto servia para iluminar as vias públicas e que, com o passar do tempo, foi substituído pelos postes de iluminação elétricos. Em seguida, perguntelhes por quais motivos a pessoa escravizada estaria segurando uma corda ao lado do lampião. Caso tenham dúvidas, digalhes que ela está descendo o lampião para abastecêlo com óleo. Se possível, destaque a presença de outra pessoa escravizada, neste caso, apoiando sobre sua cabeça um galão de óleo. Em seguida,
verifique se eles perceberam que o trabalho desses lampioneiros era importante, pois consistia na manutenção da iluminação pública do Brasil naquela época.
BNCC
• O conteúdo contempla aspectos da habilidade EF02HI10 por meio de elementos que permitem aos estudantes identificarem diferentes trabalhadores de suas comunidades e suas contribuições para a vida em sociedade.
2. Leia a seguir o relato do senhor Ariosto e depois analise as duas fotografias.
Nasci na avenida paulista, em 1900 [...] de noite, os “lampioneiros” vinham acender os lampiões e de madrugada voltavam para apagar. Minha rua tinha poucas casas [...] naquela época faziam casas bem grandes [...] nós brincávamos o dia todo, livremente, nunca me machuquei porque a rua não tinha carros. [...]
BOSI, Ecléa. Memória e sociedade: lembranças de velhos. São Paulo: Companhia das Letras, 1994. p. 154-155.


a ) Qual é a imagem mais antiga?
Resposta: Imagem A.
b ) Com base no relato e nas duas fotografias, cite as principais mudanças que aconteceram na avenida Paulista.
c ) Cite também alguma mudança que aconteceu no seu bairro ou em outro local do seu município.
Resposta pessoal. A resposta depende da realidade local dos estudantes.
Lampioneiros: profissionais que acendiam os lampiões.
2. b) Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes citem, por exemplo, a construção de vários edifícios e a diminuição da quantidade de árvores.
manualmente, e a ausência de carros e de grandes edifícios. Em seguida, convideos a estabelecer comparações entre as duas fotografias, por exemplo: na fotografia de 1902, saliente as grandes casas entre as árvores e as ruas quase desertas (relacione essa imagem com o relato do senhor Ariosto); na fotografia mais atual, chame a atenção para os grandes edifícios e a menor quantidade de árvores. Em relação ao item c, elabore uma tabela comparativa na lousa, contendo uma coluna para passado e outra para presente. Se possível, destaque uma praça ou monumento do município e ajudeos a descrever esses locais no presente e a pensar como eram no passado.
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• Esse tema contempla a habilidade EF02HI03, pois os estudantes terão contato com exemplos de situações cotidianas que remetem à percepção de mudança, pertencimento e memória.
• Para estabelecer relações de comparação entre o cotidiano atual dos estudantes e o cotidiano de pessoas que viveram no passado, faça a leitura coletiva do relato do senhor Ariosto, que viveu na Avenida Paulista, na cidade de São Paulo, no início dos anos 1900. Destaque que o relato é uma fonte histórica que permite conhecer melhor o modo de vida de pessoas e os lugares do passado. Peçalhes que destaquem no texto as palavras que não conhecem e explique como era feita a iluminação e como eram as moradias e a forma de brincar. Fale que naquela época havia poucos carros, meio de transporte muito usado na atualidade, e que no passado eram utilizados principalmente carruagens e bondes.
• A atividade 2 , além de permitir que os estudantes interajam com fontes históricas, estabelece relações entre o passado e o presente. No item a, destaque a diferença entre as duas fotografias, evidenciando que a mais antiga foi revelada em preto e branco e a segunda é colorida. Em outra abordagem, peçalhes que observem a legenda e ajudeos a reconhecer a diferença de mais de 100 anos entre uma imagem e a outra. Para o item b, orienteos a localizar elementos que representem a passagem do tempo no texto, como os lampiões, que eram acesos
Leve para a sala de aula imagens, previamente selecionadas, de diferentes bairros com predominância de moradias, estabelecimentos comerciais ou indústrias. Organize os estudantes em duplas e distribua uma imagem para cada dupla. Orienteos a observar as principais características e os elementos predominantes no bairro retratado na imagem que receberam. Incentive as duplas a apresentarem suas observações para os colegas, de modo que todos tenham a oportunidade de observar e apontar as semelhanças e diferenças retratadas. Comente que os bairros surgem com o crescimento do espaço urbano de um município e que, geralmente, adquirem características distintas, de acordo com a região em que se localizam dentro do município.
• De forma geral, entendese que uma região é uma porção do espaço terrestre, com tamanho variável, que se diferencia das áreas ao seu redor por apresentar características próprias, sejam elas naturais, econômicas ou culturais, o que lhe confere uma identidade distinta. Esse conceito é abordado de forma progressiva nos anos escolares seguintes, de acordo com o nível de compreensão e desenvolvimento cognitivo das crianças.
• Para a realização da atividade 1, organize uma roda de conversa com os estudantes e incentiveos a relatar as características do bairro em que a escola se localiza. Peçalhes que o classifiquem em residencial, industrial ou comercial e explique que há bairros mistos, onde se observa a existência de mais de uma atividade, além de indústrias, por exemplo.
1. Resposta pessoal. Auxilie os estudantes a refletirem sobre a atividade e a identificarem situações em que já ouviram ou leram as expressões como: essa é a região onde eu nasci, naquela região chove pouco durante o inverno, naquela região da cidade há poucas escolas, entre outras.
Com o professor e os colegas, leiam a conversa entre a professora Marlene e os estudantes.
O bairro onde eu moro e mais dois bairros próximos têm muitas moradias.
O bairro onde meu pai trabalha e mais um outro bairro vizinho têm muitas indústrias.
Os bairros com características semelhantes entre si podem formar regiões dentro do município. Os exemplos que vocês deram podem ser de uma região residencial ou de uma região industrial do município.

Professora conversando com os estudantes.
Alguns bairros do município podem ser semelhantes entre si por apresentarem muitas fábricas, outros por possuírem mais moradias, e tem aqueles em que predominam estabelecimentos comerciais. Assim, podemos dizer que nesses casos os bairros formam uma região residencial, uma região industrial e uma região comercial, respectivamente. As características de uma região a tornam diferente de outras áreas.
1. Conte ao professor e aos colegas o que você sabe sobre o termo região em relação ao lugar onde você vive.
LENCIONI, Sandra. Região e geografia. São Paulo: Edusp, 2017. Esse livro apresenta um estudo aprofundado a respeito do conceito de região como um dos conceitos centrais da Geografia.
BNCC
• Ao solicitar que os estudantes reflitam, ainda que de forma inicial, a respeito do conceito de região, desenvolvemos aspectos da Competência específica de Geografia 3, pois eles são incenti
vados a aplicar o raciocínio geográfico na análise da ocupação humana e produção do espaço, envolvendo os princípios de analogia, conexão, diferenciação, distribuição, extensão, localização e ordem.
Ao longo do tempo, as comunidades e os bairros vão sendo formados e transformados pelas pessoas que vivem neles.
Em geral, no início da formação de um bairro, surgem algumas ruas e moradias. Aos poucos, as pessoas vão construindo outras moradias e estabelecimentos e o bairro vai crescendo. Observe a seguir.

1. Converse com os colegas e o professor e, juntos, descrevam o processo de transformação que pode ser observado no lugar mostrado na imagem.
Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes comentem, por exemplo, que há abertura de novas
ruas no bairro em construção, edifícios de apartamentos estão sendo construídos e parte da área rural está se transformando em área urbana.
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• Antecipadamente, convide os estudantes para dar uma volta pelo bairro onde moram acompanhados dos familiares ou responsáveis. Peça lhes que observem os lugares, se há paisagens sendo transformadas ou que registram aspectos peculiares, como construções importantes para os moradores ou que apresentam expressão artística ou histórica. Oriente os que moram no espaço rural a fazer o passeio pelos arredores de onde vivem ou escolher um bairro com que tenham maior convivência, para verificar transformações como as citadas na página e outras possíveis alterações, como construções de casas, cercas, estradas e pontes. Em sala de aula, promova uma conversa com eles, incentivando os a contar aos colegas o que encontraram. Aproveite as falas para dar andamento ao conteúdo, acrescentando que a formação e as transformações ocorrem para suprir as necessidades das pessoas que vivem nos lugares.
• Na atividade 1, pergunte aos estudantes se já viram em alguma parte do município onde moram o mesmo processo de transformação que o mostrado na fotografia. Se sim, pergunte a eles se recordam de como era anteriormente esse lugar e como ele ficou.
• Promova um momento para que todos tenham a oportunidade de verbalizar seu raciocínio e acolha as respostas dos estudantes.
• Para abordar este tema, apresente aos estudantes exemplos locais da expressão cultural que possam ser observados no lugar onde vivem. Caso grupos de imigrantes façam parte da formação inicial da população do município, essas expressões podem ser percebidas em festas, comidas típicas, estilo das construções ou praças e monumentos.
• Outros grupos, como os povos tradicionais, indígenas, quilombolas, ribeirinhos ou caiçaras, também podem estar presentes no bairro ou município, e a influência cultural pode ser percebida em vários aspectos. Chame a atenção dos estudantes para esses aspectos e promova momentos de debate e valorização da formação histórica do lugar onde vivem.
Se possível, convide um morador antigo do bairro ou do município para contar aos estudantes um pouco da história do lugar. Se considerar pertinente, convide uma pessoa que represente um grupo cultural de destaque para conversar com eles. Incentiveos a questionar o nome e a idade do entrevistado e há quanto tempo vive no bairro ou município. Peça ao convidado que explique a influência cultural que o lugar apresenta e o modo como a ocupação ocorreu.
O modo de vida e os elementos da nossa cultura geram marcas em nossos lugares de vivência. Assim, os bairros apresentam expressões da cultura de seus moradores, suas semelhanças e suas diferenças.
É possível notar características nos tipos de moradias e nas festas típicas de pessoas que vieram de outros estados do país ou de outros países do mundo e foram inserindo seus costumes e tradições no lugar onde passaram a viver. Conheça alguns exemplos a seguir.


• Ao trabalharem como os costumes e tradições trazidos pelos povos imigrantes influenciam o modo como o lugar é transformado ao longo do tempo, os estudantes desenvolvem as habilidades EF02GE01 , EF02GE04 e EF02GE05 e o tema contemporâneo transversal Educação para valorização do multiculturalismo nas matrizes históricas e culturais brasileiras. Além disso, também favorece o desenvolvimento da Competência Específica de História 5, ao incentivar a análise dos movimentos de populações e de seus efeitos na formação e transformação dos lugares.
Na casa mostrada na fotografia, a marca da cultura de imigrantes alemães pode ser observada na arquitetura, isto é, no modo como ela foi planejada e construída.
Moradia em estilo alemão em Pomerode, Santa Catarina, em 2024.
Na praça mostrada na fotografia, a homenagem aos imigrantes japoneses está presente na arquitetura do monumento, que remete à cultura japonesa.
Praça Riugi Kojima, em São José dos Campos, São Paulo, em 2025.

Alguns bairros possuem centros de tradições de alguns grupos. Os Centros de Tradições Gaúchas (CTGs), por exemplo, são voltados à preservação dos hábitos e do folclore da cultura gaúcha, ou seja, das pessoas que saíram do Rio Grande do Sul para viver em outro estado.
2. Resposta pessoal. Os estudantes
podem citar, por exemplo, festas e feiras típicas. Auxilie-os a refletir sobre os elementos culturais do lugar onde vivem.

Alguns bairros possuem estabelecimentos comerciais especializados em produtos típicos de algum lugar. No estabelecimento mostrado na fotografia, por exemplo, são vendidos produtos e comidas típicos do Nordeste do Brasil.
Centro Luiz Gonzaga de Tradições Nordestinas na cidade do Rio de Janeiro, capital do estado, em 2025.
2. Você conhece outros exemplos de como a cultura de um grupo pode deixar marcas no espaço dos bairros? Conte para os colegas.
3. Demonstrar respeito à cultura de outros grupos, à diversidade e às diferenças no lugar onde vivemos é uma forma de contribuir para uma boa convivência. Converse com os colegas e o professor sobre a importância dessas atitudes.
Resposta nas orientações ao professor
• Uma sugestão para o desenvolvimento das atividades 2 e 3 é levar para a sala de aula fotografias de representações culturais que existam no município onde moram e de outras culturas, como a dos povos indígenas, quilombolas, caboclos e portugueses.
3. Resposta pessoal. Caso considere interessante, apresente exemplos de diver sidade, como expressões religiosas, usos de roupas tradicionais ou de diferentes estilos e consumo de alimentos típicos de uma cultura. Ressalte que esses e todos os outros tipos de diversidade devem ser respeitados para um bom convívio em comunidade.
MUNDO Bita – Todos os Povos [clipe infantil]. Mundo Bita, 5 jan. 2018. Disponível em: https://youtu.be/ 1TuiHeNltbo?si=jeDFq9jS 6koM8JP2. Acesso em: 15 set. 2025.
08/10/2025 09:09:27
Esse vídeo traz exemplos de como a população do mundo é diferente, mostrando que vários aspectos culturais de diferentes povos estão próximos de nós, por exemplo, na música e na culinária. Pergunte se conhecem uma cultura diferente da deles e peça que façam um desenho da importância de respeitar as diferentes culturas. Em seguida, orienteos a apresentar aos colegas e comentar sobre ele.
Objetivo
• A atividade 4 permite verificar a percepção dos estudantes em relação à influência da cultura dos moradores expressa no bairro ou município.
Sugestão de intervenção
Se houver dificuldade para a realização da atividade, promova uma pesquisa na internet, se possível no laboratório de informática, se existir esse espaço na escola, sobre as características do município, geralmente presentes no site da prefeitura municipal. Caso eles tenham feito a atividade em casa, comente que, ao realizarem uma pesquisa na internet em casa, façam isso acompanhados de um familiar ou um adulto responsável. Fale também que não se deve conversar com pessoas desconhecidas enquanto estiver usando a internet.
Se houver possibilidade, convide alguma pessoa relacionada à secretaria de cultura do município para explicar aos estudantes quais aspectos culturais são promovidos e preservados no município. Com antecedência, formule perguntas para serem feitas ao convidado.
4. a) Resposta pessoal. Caso os estudantes tenham dúvidas, dê exemplos, como feiras ou festas culturais e estabelecimentos comerciais com venda de produtos culturais de determinados
No município onde você vive é possível perceber expressões culturais ou marcas deixadas ao longo do tempo pelos moradores. Esses moradores podem ser de diferentes origens e formar grupos em que você e sua família estejam incluídos.
4. b) Resposta pessoal. Aproveite a oportunidade e leve para a sala de aula um mapa político do povos.
Brasil e um planisfério político para localizar com os estudantes as possíveis respostas.
4. Converse com seus familiares ou responsáveis e peça a eles para ajudarem você a preencher a ficha a seguir no caderno.
4. c) Resposta pessoal. Caso os estudantes respondam que sim, incentive-os a descrever as construções mencionadas.
a ) No município onde vivem, é possível observar expressões culturais dos moradores?
4. d) Resposta pessoal. Caso
os estudantes respondam que sim, incentive-os a descrever os eventos mencionados.
b ) Os moradores sempre viveram no bairro ou vieram de outras cidades, de outro estado do Brasil ou de outro país? Anote de onde vieram.
c ) No município, existem construções (casas, edifícios públicos, museus, praças, monumentos etc.) em que se observe alguma marca cultural deixada por esses grupos de moradores?
d ) No município, são comemoradas festas ou feiras típicas organizadas por esses grupos?
e ) Na cidade, existe algum comércio (loja, restaurante etc.) de produtos ou comidas típicas de outro país, estado ou região?
f ) Escolha uma das expressões culturais observadas no lugar onde você vive e a represente por meio de desenho ou cole uma fotografia.
4. e) Resposta pessoal. Caso os estudantes respondam que sim, incentive-os a descrever os comércios mencionados.
4. f) Resposta pessoal. Realize uma apresentação dos desenhos ou fotografias organizados pelos estudantes.
Ao nos deslocarmos de um local para outro, seja dentro ou fora da comunidade onde vivemos, percorremos diferentes caminhos. Os caminhos são os trajetos que fazemos de um local para outro. Vamos conhecer alguns exemplos.


Pedro vive em uma cidade grande. O caminho que ele percorre de sua casa até a escola passa por ruas e avenidas asfaltadas. Ele observa muitos prédios, diversas pessoas e veículos.


Salete vive em um sítio. O caminho que ela percorre de sua casa até a mercearia onde a família faz compras passa por uma estrada de terra pouco movimentada. Ela observa pastos, animais, cercas e árvores.
melhor convívio entre as pessoas. Esse tema será abordado mais adiante no estudo desta unidade, mas é importante que reconheçam, mesmo neste momento inicial, que todos nós compartilhamos a responsabilidade de cuidar dos caminhos do município. Desse modo, jogar resíduos sólidos no local adequado, respeitar as regras, cuidar das plantas e respeitar as pessoas e os animais são exemplos de atitudes elementares que devemos tomar ao percorrer esses caminhos em nosso dia a dia.
08/10/2025 09:09:28
• O estudo das páginas 155 a 157 favorece o desenvolvimento da habilidade EF02GE04, pois os estudantes são levados a reconhecer semelhanças e diferenças no modo de viver de pessoas em diferentes lugares.
Inicie o estudo do tema Em cada lugar um caminho diferente incentivando os estudantes a se perguntarem por que fazem diferentes caminhos no dia a dia. Esperase que eles reconheçam que as pessoas se deslocam por diferentes razões e passam por diferentes lugares. Por exemplo, vamos de casa para a escola, para o mercado ou visitar um amigo. Conduza uma conversa com base nas respostas da turma, incentivandoos a perceber que essas diferenças podem ser compreendidas observandose o modo de vida das pessoas e como elas ocupam e transformam os lugares. Esse é um momento propício ao resgate de experiências pessoais dos estudantes com seus lugares de vivência. Esperase que eles reconheçam, ao final deste estudo, exemplos de como os lugares e os caminhos são diferentes entre si. Por exemplo, há caminhos tranquilos e movimentados; estreitos e largos; pavimentados e de terra; arborizados e não arborizados; na cidade e no campo; que passam por ruas residenciais e/ou comerciais.
• Comente com os estudantes, após a leitura dos textos e a observação das fotografias, que os cuidados com os caminhos por onde passamos proporcionam um
• Ao fazer com os estudantes a atividade 1, orienteos a observar todos os elementos de cada imagem para, então, definir qual delas mais se destaca. Chame a atenção para os lugares mostrados: cidade pequena, cidade grande, área rural e aldeia indígena. Diga que a maneira como as pessoas utilizam e transformam esses espaços os tornam diferentes e que os elementos podem evidenciar essas diferenças.
• Caso os estudantes apresentem dificuldade de retomar as imagens e os textos, auxilieos. Para isso, você pode elaborar um quadro na lousa com as imagens A, B, C e D e, com a ajuda da turma, inserir algumas características de cada um desses ambientes.
ATIVIDADE EXTRA
Para complementar o estudo, providencie fotocópias do texto a seguir ou leiao em voz alta para os estudantes quantas vezes forem necessárias. Orienteos a acompanhar a leitura. Depois, siga o passo a passo para a realização da atividade.
“Otávio mora às margens de um rio. Para ir com seus familiares ou responsáveis nos finais de semana à casa dos avós, o rio serve como caminho. No trajeto, eles percorrem de barco aproximadamente 5 000 metros. As margens do rio são repletas de árvores grandes. Depois, caminham por uma estrada de terra que passa por um pasto com bois e vacas. Antes de chegar à casa dos avós de Otávio, é preciso caminhar por uma ponte para atravessar um rio. Em volta da casa, há um pomar e um jardim florido.”
Para a realização da atividade, providencie, antecipadamente, folhas de papel sulfite e lápis de cor. Solicite que façam um desenho em uma folha separada, representando o caminho


Caio vive em uma cidade pequena. Para ir da casa onde mora até a casa do seu primo, ele passa por ruas e calçadas com pedras e pouco movimentadas, com subidas e descidas. Ele observa casas antigas ao longo do caminho.

em 2022.

1. Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes citem prédios e veículos no caminho de Pedro; estrada de terra, pasto e cerca no caminho de Salete; rua de pedras e casas antigas no caminho de Caio; árvores e trilha de terra no caminho de Moara.
Moara vive em uma aldeia. O caminho que ela percorre da sua moradia até o riacho é uma pequena trilha em meio à floresta. Ela observa alguns animais, árvores e outros tipos de plantas.
1. Conte para os colegas quais elementos mostrados nas fotografias A, B, C e D mais se destacam em cada paisagem.
descrito no texto. Orienteos a inserir símbolos para representar o máximo possível dos elementos citados. Verifique se eles conseguem representar o caminho descrito. Oriente que estudantes cegos ou com baixa visão sentemse em duplas para contribuir com um colega, e que juntos façam o desenho. Reserve um tempo para cada um apresentar seu desenho aos colegas. Se considerar oportuno, organize uma exposição dos desenhos. Essa atividade oportuniza o desenvolvimento da habilidade EF02GE08 da BNCC ao explorar o desenho de um caminho por meio de um mapa mental.
2. a) Resposta pessoal. Explique aos estudantes que embora eles possam percorrer vários caminhos no dia a dia, devem escolher aquele mais comum em sua rotina.
2. De acordo com os caminhos observados nas fotografias A, B, C e D, das páginas anteriores, responda às atividades a seguir.
a ) Qual dos caminhos apresentados nas fotografias mais se parece com algum dos caminhos que você faz em seu dia a dia?
b ) Cite o nome de dois elementos semelhantes entre o seu caminho e os caminhos observados nas fotografias.
2. b) Resposta pessoal. Os estudantes podem mencionar rua asfaltada, estrada
3. Realize a atividade a seguir.
de terra, pouco ou muito movimento de pessoas e veículos, subida ou descida, mata, trilha etc.
a ) Desenhe no espaço a seguir a paisagem de um caminho que você costuma percorrer em seu dia a dia.
3. a) Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é aproximar o conteúdo estudado da realidade dos estudantes.
3. c) Resposta pessoal. Auxilie os estudantes a apresentarem os desenhos incentivando-os a descrever os elementos presentes no caminho representado, a explicar o local de partida e de destino do percurso, a frequência em que realizam esse trajeto etc.
b ) Escreva o nome de dois elementos presentes na paisagem que você desenhou.
Resposta pessoal. Verifique se os estudantes realizam a correspondência correta entre o nome de cada elemento escolhido e o desenho da paisagem.
c ) Apresente seu desenho aos colegas e conte a eles de qual caminho se trata, qual é o seu destino e quando você costuma passar por esse caminho.
são capazes de identificar elementos e componentes que observam em seus itinerários diários, reproduzindoos em um desenho.
Sugestão de intervenção
Em caso de dificuldades, orienteos a fechar os olhos e recordar um caminho específico que costumam fazer com frequência, relembrando os locais por onde passam, suas características e quais elementos se destacam nesse caminho, tanto os naturais como os culturais. Estudantes cegos ou com baixa visão poderão falar sobre sons e odores presentes em seus
trajetos; incentiveos a relatar oralmente essas percepções.
08/10/2025 09:09:29
• A atividade 2 favorece o desenvolvimento da habilidade EF02GE09, pois os estudantes são orientados a reconhecer elementos da paisagem por meio de representações fotográficas, tornandose aptos a fazer procedimentos semelhantes em imagens de seus lugares de vivência. Na atividade 3, são explorados aspectos da habilidade EF02GE08 ao trabalhar o
• A atividade 2 permite verificar a aprendizagem dos estudantes a respeito da análise de imagens em relação aos elementos característicos dos diferentes lugares. Trabalhando a observação das paisagens e seus elementos nas representações fotográficas apresentadas, eles terão mais facilidade ao fazerem a observação de seus lugares de vivência.
• Vale ressaltar que o aprendizado nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental sempre se desenvolve melhor tendo como referência o espaço vivido pelos estudantes, que fazem melhor a leitura do espaço com base na analogia ou contextualização com situações cotidianas.
• A atividade 3 deve ser feita com base na memória dos estudantes em relação aos seus lugares de vivência. Incentiveos a ser criativos e usar experiências pessoais para reproduzir os elementos que conhecem na realidade, de forma livre. Permita que aqueles com deficiências sensoriais se expressem do modo que se sentirem mais confortáveis.
• Promova um momento para que todos tenham a oportunidade de verbalizar seu raciocínio e acolha as respostas dos estudantes.
Objetivo
• A atividade 3 permite avaliar se os estudantes
desenho como forma de representação dos lugares de vivência. Também favorece o desenvolvimento da Competência específica de Geografia 3 ao utilizar o desenho para expressar e partilhar informações e percepções referentes ao espaço vivido e percebido.
Um modo de iniciar o estudo do tema As ruas são diferentes é incentivar os estudantes a criarem uma rua imaginária. É importante que todos participem apresentando pelo menos uma sugestão de elemento dessa rua. Pergunte qual poderia ser o nome da rua, se ela teria ou não casas e prédios, quais seriam as cores das casas e quantos seriam os andares dos prédios. Orienteos a identificar se a rua teria árvores e pássaros, ponto de ônibus, estabelecimentos comerciais, praças, parquinhos etc. Peça que insiram elementos invisíveis possivelmente presentes na rua, como sons e odores. Escreva na lousa todos os elementos mencionados e, para finalizar, instruaos a desenhar essa rua imaginária em uma folha de papel avulsa. Incentiveos a mostrar seus desenhos aos colegas e comparar as semelhanças e diferenças entre as ruas desenhadas.
• Complemente a atividade 1 comentando com os estudantes que as ruas são identificadas por nomes ou números e que as casas e os prédios localizados em suas margens têm uma sequência numerada. Explique que, em geral, as ruas recebem nomes de pessoas como forma de homenagear moradores que tiveram histórias marcantes na vida social, econômica ou política do bairro, do município, do estado ou do país.
• Se considerar pertinente, apresente aos estudantes nomes de algumas ruas do bairro onde a escola está localizada ou do município onde moram que tenham o nome de pessoas conhecidas localmente.
• A observação de imagens e a leitura de textos, propostas na atividade 1, deverão incentivar os estudantes a
O espaço das ruas é usado para o trânsito de pessoas e veículos, como carros, caminhões, ônibus, bicicletas e motocicletas. Nos caminhos que percorremos, passamos por ruas com características diferentes.
1. Observe as fotografias e leia as legendas.


Rua residencial em Pirenópolis, Goiás, em 2025.
Rua comercial na cidade de Tubarão, Santa Catarina, em 2025.
a ) Identifique a qual das imagens se refere cada um dos textos a seguir. Para isso, escreva A ou B nos quadros correspondentes.
Rua menos movimentada, pois apresenta tráfego menos intenso de pessoas e veículos.
Professor, professora: Informe os estudantes que uma das imagens será associada a dois dos textos apresentados.
Rua onde há maior concentração de lojas, escritórios e restaurantes.
Rua mais movimentada, onde transitam muitas pessoas e veículos.
Resposta: A, B e B
perceberem que as atividades realizadas pelas pessoas e os tipos de estabelecimentos tornam as ruas diferentes umas das outras, mas que também existem transformações que são temporárias. Aproveite as imagens da página 158 e cite possíveis exemplos de transformações temporárias nas ruas e o uso do espaço das vias públicas para atividades, como competições esportivas e atividades de lazer, desfiles, apresentações culturais e passeatas. Resgate conhecimentos e experiências prévias sobre o tema para enriquecer a discussão.
OBSERVANDO
Com os seus pais ou responsáveis, observe a rua onde você vive e responda às atividades a seguir.
2. Marque um X nos quadros das respostas que descrevem sua rua.
a ) A rua tem várias outras moradias além da sua?
Sim. Não.
2. a) Resposta pessoal. Caso os estudantes tenham dúvida em alguma resposta, promova uma conversa na sala de aula para que troquem ideias com os colegas.
b ) Que tipos de moradias são essas?
2. b) Resposta pessoal.
• Na atividade 2, peça que leiam atentamente todas as questões e depois respondam uma a uma. Compartilhe o resultado com a turma, destacando semelhan ças e diferenças e valorizando a diversidade.
Casas. Sobrados.
Caso os estudantes tenham dúvidas, comente as características de cada tipo de moradia.
Prédios de apartamentos.
c ) A rua onde você mora tem estabelecimentos comerciais?
Sim. Não.
2. c) Resposta pessoal. Os estudantes podem citar mercado, padaria, farmácia, loja de roupas, entre outros.
Se sim, cite um exemplo para os colegas.
d ) A rua onde você mora é de que tipo?
2. d) Resposta pessoal. Caso os estudantes tenham dúvidas, comente as características de uma rua residencial e de uma rua comercial.
Residencial. Comercial.
e ) A rua onde você mora recebe alguma feira ou festa cultural?
Sim. Não.
2. e) Resposta pessoal. Os estudantes podem citar feiras populares que, geralmente, vendem frutas e verduras, feiras de automóveis, entre
Se sim, cite um exemplo para os colegas.
outras. Podem também citar variados tipos de festas populares, como as juninas.
f ) A rua onde você mora é de que tipo?
• A relação entre as crianças e a rua de sua moradia é um tema que tem se transformado ao longo do tempo, em função da falta de segurança de muitas ruas de municípios brasileiros, causada pelo fluxo intenso de veículos e pessoas e pela violência urbana. Assim, enquanto muitas crianças ainda brincam e convivem com os vizinhos no espaço da rua, criando com esse espaço uma relação de afeto, outras passam a maior parte do tempo em espaços internos ou que não são públicos, tendo pouca ou nenhuma convivência com a própria rua. Esse é um momento apropriado para incentivar os estudantes a prestarem atenção nesse espaço de convivência e de trânsito e refletirem sobre a importância da nossa rua para o convívio social.
ATIVIDADE EXTRA
Terra. Asfalto. Pedras.
2. f) Resposta pessoal. Caso algum
estudante more no espaço rural, oriente-o a desenvolver esta atividade com base em alguma estrada rural próxima à sua moradia ou na rua onde está localizada a escola.
159
Para complementar o estudo da página 159, faça uma atividade de pesquisa com os estudantes. Conduzaos à sala de informática, caso exista esse espaço na escola, e orienteos a pesquisar exemplos de feiras ou festas típicas no seu município ou em municípios
vizinhos. Ajudeos a pesquisar, mostrando como usar sites e ferramentas de busca, ou então selecionando previamente alguns sites ou reportagens para eles acessarem. Solicite que anotem as informações pesquisadas, como o nome da rua e as características do evento.
• A atividade 2 favorece o desenvolvimento parcial da habilidade EF02GE02 e das Competências específicas de Geografia 3 e 5, pois utilizam o procedimento da observação para investigar e compreender aspectos da realidade
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vivida. Além disso, ao identificarem o uso dos espaços públicos para a realização de atividades artísticas e culturais, eles poderão comparar costumes e tradições de diferentes populações inseridas no município e desenvolver autonomia e senso crítico para compreensão da produção do espaço, envolvendo princípios como analogia, diferenciação, distribuição e localização.
• Desenvolver a leitura geográfica dos lugares e de suas características.
• Produzir um modelo de parte da comunidade em que mora, confeccionando uma maquete.
• Desenvolver noções elementares de redução e escala durante a representação.
• Identificar os componentes da comunidade em que mora, explorando os elementos da paisagem.
• Para a realização desta atividade, providencie ante cipadamente os materiais com a ajuda dos estu dantes. Oriente os a solicitar ajuda dos familiares ou responsáveis para separar alguns materiais recicláveis diversos, como tampinhas de garrafa PET, copos plásticos e embalagens de papelão vazias e limpas, para a realização da atividade, e que os tragam no dia combinado. Providencie outros materiais que julgar necessários.
• Na realização da etapa A, orienteos a observar formatos e componentes da paisagem, como as ruas, os meios de transporte e a sinalização de trânsito, como são os prédios comerciais e residenciais, se existem praças e parques, entre outros. Caso na turma haja estudantes com baixa visão ou cegos, eles devem realizála com auxílio de um colega de referência que possa conduzilos aos locais da atividade e fazer para esses estudantes a descrição detalhada dos elementos.
• Na realização da etapa B, além de registrarem os elementos por meio de um croqui, que são desenhos com traços simples e rápidos, diga a eles que os registros dos elementos e das características do entorno da escola também podem ser feitos por meio de fotografias e vídeos, desde que os aparelhos para esse fim se
Você já deve ter percebido que, ao percorrer diferentes caminhos, você conhece diversos lugares e suas paisagens. O ser humano sempre buscou representar de diferentes maneiras lugares e paisagens que conhecia, por meio de desenhos, pinturas em telas, letras de músicas, vídeos, por exemplo.
Agora, realize a atividade a seguir.
a ) Em sua opinião, é possível representar um espaço, como a casa, a escola, a praça ou a rua, em tamanho reduzido, por exemplo, em uma maquete? Explique aos colegas de que maneira.
Resposta nas orientações ao professor
• tesoura com pontas arrendadas
• cola escolar
• fita adesiva
• papel sulfite
• lápis grafite
• prancheta
A. B.
C.
• canetas hidrográficas de diferentes cores
• tintas guache de diferentes cores
• pincéis para pintura
• caixa de papelão grande
• materiais recicláveis variados
Acompanhado do professor, percorra as dependências da escola e as ruas ao redor dela, observando atentamente os elementos que compõem esse ambiente, como os tipos de ruas e de residências, as praças e os estabelecimentos comerciais.
Registre os elementos observados por meio de textos e desenhos na folha de papel sulfite, presa à prancheta.
Em sala de aula e com a ajuda do professor, organizem-se em grupos.
Maquete: representação de um determinado espaço, como casa, escola ou sala de aula, em tamanho reduzido, ou seja, em miniatura.
jam usados por um adulto e com fins pedagógicos, como no registro dos elementos observados para posterior reprodução.
• Para a realização da etapa C, organize os estudantes em grupos. Com base nas informações coletadas e com os materiais disponíveis, orienteos a iniciar a construção da maquete.
• Ao fazer essa atividade, leve em consideração que os estudantes não produzirão a maquete respeitando as questões de escala e redução exatas. Os objetos que farão parte da representação serão escolhidos por comparação e aproximação.
Resposta a) Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é aferir se os estudantes compreendem a possibilidade de representação de espaços do cotidiano por meio de maquetes, desenvolvendo, ainda que de forma preliminar, a noção de escala. Esperase que eles reflitam sobre as possibilidades de elaborar diferentes formas de representação dos componentes da paisagem dos locais de vivência, como as maquetes, expondo seus conhecimentos prévios sobre o tema e formulando hipóteses sobre o problema apresentado.
E.
F.
Com os colegas do grupo, verifiquem os registros e, com base neles, planejem uma maquete. Selecionem o espaço e os elementos que serão representados, bem como os materiais necessários.

Estudantes planejando uma maquete.
G. H. I.
Identifiquem as etapas que envolvem o uso de objetos cortantes e solicitem a ajuda de um adulto.
• Para a realização da etapa D, orienteos a escolher materiais com formatos semelhantes e tamanhos proporcionais aos elementos presentes no espaço que será representado na maquete, bem como a atentar às características deles, para que sejam adequados à sua finalidade.
Distribuam as tarefas entre os membros do grupo e iniciem a construção da maquete.
Atenção: Somente o adulto deve realizar as etapas que envolvem o uso de objetos cortantes, como a tesoura.
Iniciem a construção compondo a base da maquete. Selecionem objetos com formatos semelhantes e tamanhos proporcionais aos elementos presentes no espaço que será representado na maquete.
Distribuam esses elementos na base conforme a localização aproximada do espaço que vocês observaram e planejaram na etapa D
Agora, responda oralmente às questões a seguir.
Respostas nas orientações ao professor
1. Você encontrou dificuldade para representar algum elemento na maquete? Se sim, qual foi a solução encontrada?
2. Em sua opinião, após realizar a atividade, por que é importante conhecer e explorar os espaços que conhecemos no dia a dia?
3. Após a realização da atividade, em sua opinião, é possível representar um espaço e seus elementos por meio de uma maquete?
4. Você conhece outra forma de representar diferentes espaços, como a rua ou a escola, além da maquete? Conte aos colegas. D.
1. Resposta pessoal. A resposta depende dos elementos representados pelos estudantes. Esperase que eles relatem dificuldades relacionadas à disponibilidade dos materiais, bem como a necessidade de adequação das dimensões destes para a representação.
2. Resposta pessoal. O objetivo desta questão é que os estudantes percebam que observar e conhecer o espaço em que vivemos é essencial para reconhecer sua diversidade ambiental, cultural e social, bem como perceber que as paisagens podem ser compostas de elementos
• Orienteos a encapar ou pintar cada objeto, se necessário, desenhando portas e janelas, para que fiquem semelhantes aos elementos representados, assim como na representação de elementos da vegetação, ruas, placas de sinalização, entre outros, e que os distribuam na base conforme registros feitos na etapa B
• Não permita que manipulem objetos cortantes, auxiliandoos nessa etapa.
• Após a confecção das maquetes, promova um momento de observação dos trabalhos. Explore aspectos, como: dentro/fora e perto/longe (relações topológicas); proporção entre o real e o representado, o tamanho e a forma dos objetos (relações euclidianas); diferentes pontos de vista a partir dos quais podem observar a maquete e o que observam em diferentes ângulos (relações projetivas). Essas observações contribuem para o avanço da alfabetização cartográfica dos estudantes.
• Por fim, reserve um espaço para que possam expor suas maquetes, compartilhandoas com os demais grupos e com toda a comunidade escolar.
naturais e por aqueles feitos por ação humana, onde cada elemento tem seu papel específico na dinâmica da vida e das relações humanas.
3. Resposta pessoal. Esperase que os estudantes reconheçam que a maquete é uma forma de representação dos elementos da paisagem, como a comunidade, em escala reduzida.
4. Resposta pessoal. Os estudantes podem responder que os lugares podem ser representados por desenhos, croquis, plantas, mapas, fotografias, fotografias aéreas, vídeos, imagens de satélite, entre outros.
08/10/2025 09:13:32
• Esta seção contempla as habilidades EF02GE08 e EF02GE10, pois permite aos estudantes que explorem os componentes das paisagens dos lugares de vivência e elaborem diferentes formas de representação desses lugares, como a maquete. Além disso, ao trabalharem em grupo desenvolvendo a empatia e o diálogo, agindo com respeito, promovese a Competência geral 9
• Aproveite o estudo do tema Vamos cuidar bem das ruas para verificar se os estudantes costumam observar, no local onde vivem, resíduos sólidos jogados no chão, dejetos de animais, brinquedos de parques em mau estado de conservação, quadras de esportes e praças depredadas, entre outros exemplos de problemas envolvendo os cuidados com os equipamentos urbanos no espaço público. Pergunte como eles se sentem ao presenciar esse tipo de situação.
• Se os estudantes tiverem dificuldades na realização da atividade 3, promova a observação conjunta das imagens e a leitura das legendas em voz alta. Leia cada uma das frases que denotam cuidados que devemos ter com as ruas e incentiveos a identificar qual é a imagem correspondente. Oriente os a justificar essa escolha e aproveite suas respostas para conduzir uma conversa sobre a importância de cada uma dessas atitudes tanto para as pessoas que residem na rua como para as demais pessoas que circulam pelas vias do bairro.
• Na atividade 4, esperase que os estudantes citem atitudes como cuidar de árvores e plantas, pintar muros e equipamentos urbanos em mau estado e ajudar pessoas com necessidades especiais. Orienteos a compartilhar exemplos de atitudes que já vivenciaram, resgatando conhecimentos prévios.
• Acrescente que, além das ruas, as praças e os parques são espaços de todos. Sempre que usamos e frequentamos esses espaços, estamos assumindo o compromisso de cuidar deles. Outra forma de cuidar bem de ruas e outros espaços públicos são os mutirões, em que os moradores se unem para fazer ações coletivas de cuidado, como
Vamos cuidar bem das ruas
As ruas são espaços públicos, isto é, espaços que podem ser frequentados e utilizados por todas as pessoas. Cuidar dos espaços públicos é, portanto, um dever compartilhado por todos nós.
Com atitudes individuais e simples, podemos ajudar a cuidar das ruas. Vamos conhecer alguns exemplos.
3. Relacione as imagens a seguir aos textos que descrevem os cuidados com as ruas mostrados em cada imagem. Para isso, escreva a letra da imagem na linha do texto correspondente.



Resposta: A – 3; B – 2; C – 1
4. Converse com os colegas sobre outras possíveis maneiras de ajudarmos a cuidar das ruas. A.
Recolher os dejetos de seu animal de estimação.
1. Solicitar reparos da pavimentação junto à prefeitura do município.
Professor, professora: As legendas das imagens não foram inseridas para não comprometerem a realização da atividade.
3.
2. Descartar os resíduos sólidos nas lixeiras adequadas.
Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes citem ações como plantio de mudas de plantas, manutenção da iluminação pública, fixação de cartazes para conscientizar moradores de temas importantes, entre outros exemplos.
coleta de resíduos sólidos de ruas e calçadas, podas de árvores, entre outras ações que ajudam a melhorar a qualidade de vida dos moradores.
• Ao apresentar ações que possibilitam uma reflexão sobre os cuidados que devemos ter com as ruas, relacionados à conservação do meio ambiente e à responsabilidade social, a página explora os temas contemporâneos transversais Educação ambiental e Vida familiar e social. A proposta também favorece o desenvolvimento das Competências específicas de Geografia 6 e 7, pois, além de possibilitar aos
estudantes argumentar e valorizar ideias que promovam o respeito ao outro e a consciência socioambiental, também permite que se posicionem individual e coletivamente com autonomia, propondo ações com base em princípios sustentáveis e solidários.
Diariamente, nos deslocamos pelas ruas do município onde moramos. Podemos nos deslocar a pé ou utilizando algum meio de transporte.
1. Desenhe a seguir um meio de transporte que você utiliza em seu dia a dia.
2. Leia o nome dos meios de transporte a seguir em voz alta. Em seguida, pinte o nome do meio de transporte que você desenhou, caso esteja na lista.
Resposta pessoal. Oriente os estudantes a respeitarem as respostas dos colegas.
Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é levantar os conhecimentos prévios dos estudantes sobre os meios de transporte, aproximando o conteúdo do dia a dia dos estudantes. 163
• Ao desenharem um meio de transporte que utilizam na atividade 1, cuide para que o ambiente seja de respeito e empatia entre os estudan tes. Permita que estudantes com deficiências sensoriais se expressem do modo que se sentirem mais confortáveis.
• Aproveite os meios de transporte identificados na atividade 2 e faça um levantamento entre os estudantes para descobrir quais são os mais conhecidos ou usados pela turma. Para tanto, anote os nomes de cada um dos meios de transporte na lousa e marque um X ou traço para cada estudante que conhecer ou já tiver utilizado cada um deles. Se algum deles ainda apresentar dificuldades na leitura, sugira que a atividade seja feita em duplas.
• O estudo integrado das páginas 163 a 166 favorece o desenvolvimento da habilidade EF02GE03, pois os estudantes são orientados a reconhecer diferentes meios de transporte no cotidiano das pessoas, assim como seu papel na conexão entre lugares.
Carro
Motocicleta
Ônibus Caminhão
Barco
Helicóptero
Avião Bicicleta
Metrô
Pesquise previamente imagens de alguns dos meios de transporte citados na página e imprima pelo menos duas cópias de cada, usando folhas de papel tamanho A4. Em sala de aula, organize os estudantes em um círculo e disponha as cópias (duas de cada imagem) no chão com as imagens viradas para cima. Promova a observação delas para garantir que todos os estudantes
Trem
• As atividades 1 e 2 favorecem o trabalho com a habilidade EF02GE08, pois os estudantes são incentivados a elaborar um desenho para representar e depois nomear componentes da paisagem dos lugares de vivência.
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identifiquem os meios de transporte elencados na atividade. Depois, orienteos a observar, uma vez mais e com atenção, a posição das imagens que representam cada meio de transporte e suas correspondências. Vire, então, as cópias de cabeça para baixo e incentiveos a encontrar os pares de imagens. Se conseguirem, podem tentar identificar outro par; senão, será a vez do outro grupo. Repita o procedimento até que todos os pares sejam identificados.
• Ainda no estudo do tema, chame a atenção dos estudantes para os diferentes meios de transporte utilizados pelas pessoas, de acordo com o lugar onde vivem. Exemplifique o uso de embarcações nos lugares em que os rios são importantes vias de deslocamento, como na região da Floresta Amazônica, onde quase não existem rodovias para conectar os lugares e as pessoas necessitam de embarcações para isso.
• Comente com os estudantes que o transporte aquático pode ser subdividido entre transporte fluvial ou marítimo, isto é, pode ser feito por embarcações ao longo de rios ou então em águas oceânicas.
• Explique que no Brasil o meio de transporte de mercadorias mais utilizado é o caminhão e, dessa maneira, a principal via de transporte são as rodovias.
• Na atividade 3, para auxiliar os estudantes no processo de unir as sílabas, oriente os na sequência de leitura: primeira linha, da esquerda para a direita, seguindo para a segunda linha, da esquerda para a direita. Se eles ainda demonstrarem dificuldade em resolver a atividade, reproduza os símbolos com as sílabas na lousa e faça a atividade com a turma.
• Essa atividade possibilita retomar o tipo de letra bastão, auxiliando no processo de alfabetização dos estudantes.
Os meios de transporte são usados para o deslocamento, por exemplo, de pessoas e mercadorias entre os lugares. Podemos classificar os meios de transporte de acordo com as vias pelas quais se deslocam. Vamos conhecer alguns exemplos.
3. Junte as sílabas com símbolos iguais, coloque-as na ordem correta e descubra três tipos de meios de transporte diferentes. Em seguida, escreva o nome de cada um deles no espaço correspondente.



Tipo de meio de transporte que se desloca por terra, como ônibus, bicicleta e automóvel. RES CO QUÁ TI A
Avenida Rei Pelé na cidade do Rio de Janeiro, capital do estado, em 2024.
Resposta: TERRESTRE.
Tipo de meio de transporte que se desloca pelas águas, como barco, navio e lancha.
Embarcação no Rio Tapajós, em Santarém, Pará, em 2024.
Resposta: AQUÁTICO.
Tipo de meio de transporte que se desloca pelo ar, como avião e helicóptero.
Aeroporto de Guarulhos, cidade de Guarulhos, São Paulo, em 2024.
• O estudo do tema Tipos de meios de transporte contribui para o desenvolvimento parcial da habilidade EF02GE04, pois os estudantes são orientados a observar semelhanças e diferenças nos hábitos e modos de vida de pessoas em diversos lugares.
Resposta: AÉREO.
Os meios de transporte também se diferenciam entre individuais e coletivos. A bicicleta e os automóveis, por exemplo, são meios de transporte individuais. Já os ônibus e metrôs são meios de transporte coletivos.
4. Resposta: Motocicleta – A; Navio – C; Trem – A; Lancha – C; Helicóptero – B; Ônibus – A
4. Observe as fotografias e classifique os meios de transporte de acordo com o tipo. Para isso, escreva nos quadros das imagens a letra correspondente, de acordo com as indicações a seguir.
Terrestre. A. Aéreo. B. Aquático. C. Imagens sem proporção entre si.



Helicóptero.



Ônibus.
a ) Contorne a imagem dos meios de transporte coletivos.
Resposta: Navio, trem e ônibus.
• Complemente o assunto da página 165 perguntando aos estudantes se costumam utilizar transportes coletivos. Se a resposta for afirmativa, perguntelhes se já observaram que existem assentos reservados para idosos, pessoas com deficiência e gestantes. Comente que é importante as pessoas não ocuparem esses assentos, caso não façam parte desses grupos. Diga que eles são reservados para pessoas com algum tipo de deficiência ou para dar mais conforto durante o transporte para essas pessoas. Enfatize que, mesmo que eles já estejam ocupados por pessoas idosas ou com deficiência, outras pessoas desses grupos que entrarem no transporte público ainda devem ter prioridade aos demais assentos.
• A atividade 4 permite avaliar se os estudantes são capazes de reconhecer diferentes tipos de meios de transporte.
Sugestão de intervenção
Se os estudantes não alcançarem o objetivo, organize uma roda de conversa e resgate seus conhecimentos e experiências prévias sobre os meios de transporte identificados na atividade 3. Incentiveos a identificar em quais situações viram esses meios de transporte e por onde se deslocam. Se tiverem dificuldade, inicie dando um exemplo e identifique o tipo de um dos meios de transporte evidenciados. Vale ressaltar que também existem serviços de balsas inseridos no transporte público em muitos locais. Neste caso, em geral, explique que essas balsas transportam veículos particulares e passageiros para a travessia de rios e canais, por exemplo.
• O tema abordado na página 166 permite aos estudantes um olhar comparativo entre as características do passado e as atuais, presentes nas ruas, como a circulação de pedestres, a pavimentação e, sobretudo, os meios de transporte. Desse modo, eles podem analisar o desenvolvimento e o aperfeiçoamento dos meios de transporte ao longo do tempo. Descreva de modo detalhado os meios de transporte retratados na fotografia para auxiliar estudantes cegos ou com baixa visão na percepção das principais diferenças entre esses e os meios de transporte atuais.
• A atividade 5 permite avaliar se os estudantes são capazes de comparar meios de transporte de diferentes épocas, observando semelhanças e diferenças.
Sugestão de intervenção
Se os estudantes não alcançarem o objetivo, apresente a eles outras imagens, selecionadas previamente, de meios de transporte de diferentes épocas, utilizando um projetor. Conduza uma conversa objetivando analisar as semelhanças e diferenças entre eles. Dê exemplos e orienteos a se perguntarem quais são as transformações mais significativas em cada caso.
REFERÊNCIAS
COMPLEMENTARES
PILAGALLO, Oscar; DIWAN, Pietra. Transportes: a história dos nossos caminhos. São Paulo: Folha de S.Paulo, 2012. (Coleção Folha Fotos Antigas do Brasil, 12).
O livro indicado pode ser usado para ampliar os estudos a respeito da história dos meios de transporte.
Os meios de transporte que observamos atualmente são diferentes daqueles que existiam no passado.
Ao longo do tempo, os meios de transporte passaram por diversas mudanças. Tornaram-se mais modernos, mais rápidos e sua capacidade de transportar pessoas e mercadorias aumentou.
Observe as imagens a seguir, que mostram exemplos de meios de transporte usados em diferentes épocas.


Resposta: Espera-se que os estudantes identifiquem as diferenças entre os veículos apresentados nas fotografias, como o trem, a charrete e o carro. Eles também podem comparar o tamanho (das rodas, das portas, das carrocerias etc.) e a diferença de capacidade e velocidade desses transportes no passado e no presente.
Estação ferroviária em Berlim, na Alemanha, em 1913.
do
5. Observe novamente as fotografias e converse com os colegas sobre as semelhanças e diferenças entre os meios de transporte apresentados, comparando os do passado e os da atualidade.
BNCC
• O estudo da atividade 5 favorece o desenvolvimento de aspectos do tema contemporâneo transversal Ciência e tecnologia, pois, ao compararem e discutirem as transformações nos meios de transporte, os estudantes terão oportunidade de refletir sobre os avanços tecnológicos nos transportes e suas consequências, como mudanças nas paisagens e no modo de vida das pessoas.
trânsito é mais calmo, com alguns veículos estacionados e pouco movimento de pedestres nas calçadas.
O trânsito é o movimento de pessoas e veículos pelas vias públicas, como ruas, avenidas e rodovias.
As pessoas que se locomovem a pé são chamadas de pedestres, e as pessoas que estão nos veículos são chamadas de condutores ou passageiros.
O trânsito pode apresentar características diferentes de acordo com o lugar e o período do dia. Observe alguns exemplos a seguir.
A.

B.

Rua da cidade de Maceió, Alagoas, em 2022.
Rua da cidade de Cunha, São Paulo, em 2024.
1. Com os colegas, descreva o trânsito nas ruas mostradas nas fotografias e as diferenças entre elas.
2. Como é o trânsito nas ruas pelas quais você passa no dia a dia? Ele se torna diferente de acordo com os períodos do dia? Conte aos colegas.
1. Resposta: Na fotografia A, o trânsito é mais intenso, com vários veículos nas ruas e pessoas nas calçadas e faixas de pedestre. Na fotografia B, o Resposta pessoal. Auxilie os estudantes a reconhecerem as possíveis mudanças no trânsito conforme os períodos do dia.
Pergunte a eles sobre o movimento de veículos e pedestres no período da manhã, no período da tarde e no período da noite.
e aspectos da habilidade EF02GE03, pois os estudantes terão oportunidade de conhecer diversos aspectos a respeito de trânsito, sobretudo alguns cuidados que as pessoas devem tomar para garantir a própria segurança e a dos outros. A atividade 2 ainda favorece o desenvolvimento parcial da habilidade EF02GE06, pois eles são incentivados a refletir sobre as características do trânsito em diferentes períodos do dia.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
SOUSA, Mauricio de. A Turma da Mônica : Educação no trânsito não tem idade. Disponível
08/10/2025 09:13:48
em: https://portaldotransito.guarulhos.sp.gov. br/sites/default/files/file/arquivos/monica_ transito_0.pdf. Acesso em: 15 set. 2025. Complemente o assunto das páginas 172 e 173 apresentando aos estudantes a história em quadrinhos. Nela, Mônica e seus amigos aprendem a respeitar as regras de trânsito e descobrem os cuidados que necessitam ser tomados para uma boa direção.
Neste momento, os estudantes farão algumas reflexões a respeito do tema Trânsito. Para isso, mostre a eles algumas imagens, selecionadas previamente, de veículos e pedestres trafegando pelas vias de diferentes cidades, de algumas placas de trânsito, de semáforos e faixas de segurança. Aproveite a observação das imagens para conduzir uma conversa com o objetivo de resgatar conhecimentos e experiências prévias sobre o trânsito e a necessidade de as pessoas obedecerem às regras e respeitarem o próximo quando trafegam pelas vias públicas.
• Ao desenvolver as atividades 1 e 2, faça perguntas aos estudantes contextualizando o trânsito vivenciado por eles, por exemplo, quem são condutores em sua moradia, como é o trânsito no lugar onde vivem e quais são as características do trânsito nos diferentes períodos do dia.
• Promova um momento para que todos tenham a oportunidade de verbalizar seu raciocínio e acolha as respostas dos estudantes.
• O estudo do tema O trânsito em nosso dia a dia, nas páginas 167 a 173, favorece o desenvolvimento do tema contemporâneo transversal Educação para o trânsito
• Ao abordar este tema com os estudantes, verifique os conhecimentos prévios deles perguntando se sabem para que servem as leis de trânsito e se conhecem alguma.
• Explique lhes que nas ruas há muitos veículos e pedestres, indo e vindo, e que as leis de trânsito servem para organizar as vias e manter todos em segurança. Questione os se já presenciaram ou se souberam de alguém que se acidentou em razão de desrespeito a uma lei de trânsito. Promova um momento para que todos possam compartilhar suas vivências com os colegas.
• Em seguida, leia com os estudantes o gráfico que mostra o trânsito de veículos e pedestre em frente a escola no período de uma hora, analisando com eles os valores para cada um dos integrantes do trânsito apresentados nas colunas do gráfico.
O trabalho com o gráfico possibilita articular a abordagem com o componente curricular de Matemática. Para isso, explore com os estudantes os elementos do gráfico (títulos, eixos, tipo, fonte) e a leitura dos dados. Durante a análise do gráfico, proponhalhes o registro dos dados apresentados em uma tabela, trabalhando, assim, a organização de dados e explorando diferentes formas de apresentação desses valores.
• A abordagem desta página permite trabalhar o tema contemporâneo transversal Educação para o trânsito Por meio da conscientização sobre o trânsito, os estudantes se tornam mais preparados para construir valores baseados no respeito à vida e ao próximo.
Acompanhados da professora Roberta e de alguns monitores, os estudantes do 2º ano realizaram uma atividade de observação, contando os veículos e os pedestres que passaram em frente à escola onde estudam. Em seguida, eles organizaram os dados em um gráfico. Observe a seguir.
Trânsito em frente à escola durante 1 hora
Quantidade de pessoas
3. Resposta: Espera-se que os estudantes pintem de vermelho o quadro da modalidade carro e de azul, o quadro da modalidade caminhão. Oriente-os a conversar entre si sobre os resultados obtidos.
3. Com base nos dados do gráfico, pinte de vermelho o quadro do elemento que teve maior ocorrência em frente à escola. Depois, pinte de azul, o quadro daquele que teve menor ocorrência.
Carro. Ônibus.
Bicicleta. Caminhão. Moto. Pedestre.
Como podemos perceber, a rua da escola onde as crianças estudam é movimentada. O intenso movimento de pedestres e veículos no trânsito pode torná-lo perigoso, com riscos de acidentes. No entanto, motoristas e pedestres podem contribuir para reduzir esses riscos. Isso é possível principalmente ao se respeitarem as leis e sinalizações de trânsito.
4. Em sua opinião, os motoristas e pedestres costumam respeitar as sinalizações no bairro onde você mora? Explique aos colegas.
Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é levar os estudantes a refletirem sobre o tema ao mesmo tempo que podem compartilhar vivências com os colegas.
Essa abordagem contribui para desenvolver a Competência específica de Ciências da Natureza 8
• O gráfico apresentado possibilita aos estudantes acesso a informações por meio da linguagem matemática e visual, o que favorece o trabalho com a Competência específica de Ciências da Natureza 6
08/10/2025 09:13:48
Professor, professora: Ao abordar a sinalização de velocidade máxima, informe aos estudantes que a sigla km/h é a unidade de medida de velocidade. Ela é lida como “quilômetros por hora” e indica a
Pedestres, condutores e passageiros devem conhecer e respeitar as regras de trânsito para garantir a segurança de todos.
As sinalizações de trânsito servem para orientar as pessoas sobre como cumprir essas regras, informando, por exemplo, a direção em que os veículos devem ou não seguir ao trafegar pelas ruas.
Observe alguns exemplos de sinalização a seguir.
Siga em frente.
5. A sinalização de trânsito fornece muitas informações. Observe as imagens a seguir e, usando as palavras do quadro, indique o significado de cada uma das placas.
Professor, professora: As legendas das distância percorrida (em quilômetros) no período de uma hora.
imagens não foram inseridas para não comprometerem a realização da atividade.
Proibido estacionar • Vire à esquerda • Sentido proibido • Lombada
Resposta: Vire à esquerda.
C. B.
Resposta: Lombada.
Resposta: Proibido estacionar.
D.
Resposta: Sentido proibido.
Organize a turma em grupos para produzir um Jogo da memória com os modelos de placas de trânsito. Para tanto, serão necessários modelos impressos de placas de trânsito, cartolina ou papelão, para serem utilizados na produção das cartas, e tesoura com pontas arredondadas.
Acesse, com antecedência, o site a seguir e imprima dez (ou mais) modelos de placas de trânsito, um par de cada uma, e seus significados:
• MANUAIS brasileiros de sinalização de trânsito. Ministério dos Transportes.
• Conhecer as principais regras e os usos das sinalizações de trânsito é o objetivo deste estudo, sendo fundamental que os estudantes compreendam que essas regras servem para organizar o movimento de pedestres e motoristas, buscando a segurança de todos nas ruas. O trabalho com a atividade 5 permite que eles expressem o que sabem. Orienteos sobre o significado de placas que eles não conheçam.
• Ao analisar a placa de sinalização que indica velocidade máxima de 40 km/h, auxilie os na leitura e na interpretação da unidade de medida de velocidade. Explique a eles que a sigla km/h é lida “quilômetros por hora” e indica a distância, em quilômetros, percorrida a cada hora. Nesse exemplo, a velocidade limite permite que os veículos percorram 40 quilômetros em uma hora, caso essa velocidade seja mantida constante. Se pertinente, comente com os estudantes que nos veículos essa velocidade pode ser controlada pela leitura do velocímetro presente no painel. Você pode apresentar a imagem de um velocímetro a eles.
• Ressalte que as regras de trânsito, assim como outras regras, são importantes e precisam ser observadas com atenção e cumpridas com cuidado. Elas também podem ser analisadas e repensadas, ajustadas ou mesmo substituídas.
Disponível em: https://www.gov.br/ transportes/ptbr/assuntos/transito/ senatran/manuais brasileiros de sinalizacaodetransito. Acesso em: 15 set. 2025.
Depois, orienteos a recortar e a colar as imagens das placas e seus significados na cartolina ou no papelão. Reserve um tempo para cada grupo brincar com seu jogo.
BNCC
• O estudo das páginas 169 e 170 explora os temas contemporâneos transversais
08/10/2025 09:13:49
Educação para o trânsito e Vida familiar e social, pois os estudantes são incentivados a reconhecer a importância do uso das regras e sinalizações do trânsito no dia a dia. Também contribui para o trabalho com a habilidade EF02GE03 e a Competência específica de Geografia 7 ao propiciar que reconheçam, além das regras de trânsito, riscos a si e aos outros, de maneira que se tornem aptos a agir com autonomia e responsabilidade, tomando decisões com base em princípios solidários, coletivos e com respeito.
• Na atividade 6, solicite aos estudantes que citem se esse tipo de sinalização está presente nos caminhos que percorrem diariamente ou em outros lugares. Verifique com eles se essa regra vem sendo cumprida ou não nos lugares onde a observaram e quais são os benefícios dessa regra para o trânsito. Na atividade 7, apresente o semáforo e faça os mesmos questionamentos.
• Cite algumas leis de trânsito e explique aos estudantes que o Código de Trânsito Brasileiro contribui para a conscientização de motoristas, motociclistas e pedestres no trânsito.
• Comente que o descumprimento das leis previstas no Código de Trânsito Brasileiro acarreta punições a motoristas e pedestres, muitas vezes na forma de multas, ou seja, um valor monetário que deve ser pago aos órgãos que administram o trânsito. Outra forma é o acúmulo de pontos na carteira nacional de habilitação de motoristas e motociclistas, que, atingindo determinado limite, pode suspender a permissão de dirigir.
AVALIANDO
Objetivo
• As atividades 6 e 7 permitem avaliar se os estudantes reconhecem os cuidados necessários para atravessar a rua.
Sugestão de intervenção
Se não alcançarem o objetivo, organize uma atividade prática para encenar a travessia de uma rua na sala de aula ou no pátio da escola. Para tanto, desenhe duas linhas paralelas para representar uma via ou utilize barbantes para a mesma finalidade. Depois, desenhe uma faixa de pedestres e providencie cartões ou pedaços de cartolina nas cores verde e vermelho. Explique que um estudante deverá sinalizar as cores do
6. Algumas sinalizações de trânsito são pintadas no chão. Observe a fotografia e escreva o significado dessa sinalização.

Resposta esperada: Espera-se que os estudantes escrevam que essas faixas de pedestres servem para sinalizar o local mais seguro para que os pedestres atravessem a rua.
Também existem sinalizações de trânsito luminosas. Os semáforos, por exemplo, indicam aos condutores dos veículos e aos pedestres os momentos em que devem parar ou que podem seguir adiante.
7. Você sabe dizer o que as cores dos semáforos indicam? Observe nas imagens a seguir.

Semáforo para condutores.
Atenção!

Semáforo para pedestres.
a ) Pinte as indicações com as cores correspondentes. Imagens sem proporção entre si.
Pare! Atenção! Siga!
Resposta: Vermelho: Pare! Amarelo: Atenção! Verde: Siga!
semáforo e outro deverá atravessar a rua simulando uma situação do dia a dia.
ATIVIDADE EXTRA
Complemente o assunto tratado nas páginas 169 e 170 incentivando os estudantes a produzirem desenhos e textos que mostrem os cuidados que as pessoas devem ter no trânsito e atitudes que podem ocasionar riscos a si e a outras pessoas. Providencie folhas de cartolina e materiais como lápis de cor. Dividaos em grupos e orienteos a representar na cartolina ao menos duas atitudes negativas e duas positivas
no trânsito, identificandoas com pequenas frases e com os desenhos. Monte um mural com as produções da turma, exponhao na sala de aula e promova um debate sobre o assunto.
08/10/2025 09:13:50
1. Resposta pessoal. A acessibilidade é necessária para que todas as pessoas possam utilizar os espaços e os serviços do município, como as vias públicas,
os hospitais, as escolas e também os meios de transporte.
Acessibilidade significa ter condições de acessar diferentes lugares ou transitar por eles, podendo usufruir dos espaços e serviços públicos.
Desde o ano 2000, a acessibilidade se tornou obrigatória e garantida por lei em todo o Brasil. Isso significa que os espaços públicos devem oferecer infraestrutura para garantir acessibilidade às pessoas com deficiências ou que, por algum motivo, tenham a mobilidade reduzida. Observe a seguir alguns exemplos.

A. B.
Vagas de estacionamento reservadas para pessoas idosas (A) e pessoas com deficiência física (B) em Santa Maria, Rio Grande do Sul, em 2022.


piso tátil
Pessoa cega caminhando sobre piso tátil, com auxílio de bengala, em São Caetano do Sul, São Paulo, em 2019.
Assentos preferenciais em trem na cidade de São Paulo, capital do estado, em 2024.
1. Converse com os colegas sobre os motivos pelos quais a acessibilidade é necessária.
2. Em algum dos caminhos que você percorre no dia a dia existe alguma infraestrutura para atender às pessoas com dificuldade de locomoção? Conte aos colegas.
Resposta pessoal. Auxilie os estudantes a identificarem rampas de acesso a lugares diversos, pisos táteis, semáforos sonoros, ônibus com elevador ou rampa, vagas exclusivas e sinalizadas, entre outros exemplos.
Para isso, comunique a equipe pedagógica e providencie autorização por escrito dos familiares ou responsáveis para a realização de um passeio pelas vias públicas no entorno da escola; peça auxílio de membros da comunidade escolar para garantir a segurança dos estudantes. Combine regras, trajes e calçados adequados, assim como o uso de bonés e filtro solar. Orienteos a observar com cuidado e anotar as condições de pavimentação da rua e das calçadas, rampas de acesso, piso tátil, sinalização adequada, semáforos sonoros, vagas sinalizadas, entre
outras condições oferecidas às pessoas com restrições e dificuldades de locomoção, deficiências sensoriais em geral, e não apenas em cadeira de rodas. Faça a caminhada sem pressa, para que eles possam observar detalhes, como o rebaixamento de calçadas e a presença de buracos, degraus ou raízes de árvores nas calçadas. Ao se deparar com essa situação, pergunte a eles se consideram possível uma pessoa em cadeira de rodas ou com outras dificuldades de locomoção se deslocar com segurança e facilidade por aquela via. Ao retornar para a sala de aula,
• Ao abordar a imagem da pessoa cega, se considerar pertinente, informe aos estu dantes que a bengala utilizada para auxiliar no deslocamento de pessoas com deficiência visual pode apresentar diferentes cores indicativas.
BRASIL. Lei nº 14.951, de 2 de agosto de 2024. Disponível em: https://www.in.gov. br/en/web/dou/ /lei n 14.951 de 2 de agosto de 2024 576296725. Acesso em: 5 set. 2025.
Lei que dispõe sobre o uso da bengala longa para identificação da condição do usuário.
TORTTATO, Carla. Saiba identificar o significado das cores das bengalas utilizadas por pessoas com deficiência visual. Tribunal Regional Eleitoral – PR, 27 ago. 2021. Disponível em: https://www. trepr.jus.br/comunicacao/ noticias/2021/Agosto/saiba identificar o significado das cores das bengalas utilizadas por pessoas com deficiencia visual. Acesso em: 5 set. 2025.
Texto que traz informações a respeito do uso e significado das diferentes cores de bengalas longas.
Faça um trabalho de campo com os estudantes no entorno da escola.
08/10/2025 09:13:53
promova um debate sobre as informações percebidas durante a caminhada.
• O boxe complementar Acessibilidade no trânsito contempla o tema contemporâneo transversal Educação em direitos humanos ao promover a conscientização e a importância de equipamentos e de serviços públicos que ofereçam acessibilidade a pessoas com necessidades especiais, permitindo que elas possam viver sem que a sua condição seja um fator de restrição.
OBJETIVOS
• Reconhecer atitudes incorretas no trânsito.
• Refletir e propor soluções para alguns problemas do trânsito.
• Refletir sobre cuidados que contribuem para evitar acidentes de trânsito.
• Divulgar atitudes que ajudam a evitar acidentes no trânsito para a comunidade escolar.
• Incentive os estudantes a observarem a primeira imagem da página com atenção. Orienteos a conversar entre si e apontar qual atitude incorreta está sendo tomada e por quem.
• Depois, pergunte aos estudantes se eles sabem o que é um cartum e se já viram algum. Relembre que um cartum é um gênero textual que, por meio de ilustrações, geralmente satiriza situações do cotidiano com humor, apresentando um ou mais personagens.
• Oriente os a observar aten tamente o cartum, descrevendo a situação. Pergunte a eles qual dos personagens está agindo de forma incorreta e leveos a concluir que ambos estão errados e que a segurança no trânsito é um dever de motoristas e pedestres. Ao olhar para o celular, o pedestre deixou de perceber que o sinal estava verde para o carro e atravessou fora da faixa de pedestres, cometendo três infrações. O motorista, por sua vez, está cometendo duas infrações: ao olhar para o celular e ao tirar as mãos do volante, correndo o risco de perder o controle do veículo e não enxergar o pedestre, podendo causar um acidente grave.
Respostas
a) Esperase que os estudantes citem os comportamentos: do motorista, que está distraído usando o telefone celular enquanto dirige; e o do pedestre, utilizando o
Conhecendo o problema 1
Respostas nas orientações ao professor
Observe o cartum e responda oralmente as questões a seguir.

ARIONAURO. Celular trânsito. Arionauro cartuns, 2 dez. 2020. Disponível em: http://www.arionaurocartuns. com.br/2020/12/charge -celular-transito.html.
Acesso em: 23 jul. 2025.
a ) Que comportamentos os personagens mostrados no cartum não deveriam ter, pois representam riscos de acidente?
b ) Por que os comportamentos citados no item anterior representam risco de acidente?
Organizando as ideias 2
Respostas nas orientações ao professor
a ) Relacione cada cuidado no trânsito às imagens da página seguinte que melhor representa esse cuidado. Para isso, escreva o número do texto no quadro da imagem adequada.
1. 2. 3. 4.
Motociclistas e passageiros devem usar capacetes ajustados à cabeça e com viseira.
O motorista deve obedecer às sinalizações, como placas e semáforos.
Tanto motoristas quanto passageiros devem usar cinto de segurança.
O pedestre tem prioridade ao atravessar a rua, o que deve ser feito sempre na faixa de pedestres.
celular enquanto atravessa a rua, além de fazer essa travessia fora da faixa de pedestres.
b) Esperase que os estudantes respondam que o uso de celular no trânsito é um ato irresponsável, pois ele desvia a atenção de motoristas e pedestres. Nesse caso, o comportamento inadequado aumenta as chances de ocorrer atropelamento do pedestre e outros acidentes no trânsito.
• No item a, leia com os estudantes todos os cuidados que os pedestres e os motoristas devem ter no trânsito e questione sobre os cuidados
que eles mesmos praticam como pedestres e passageiros.
BNCC
• O tema abordado na seção incentiva os estudantes a identificarem as principais causas de acidentes de trânsito e a refletirem sobre possíveis cuidados para evitálos, contribuindo para desenvolver a habilidade EF02CI03. Além disso, atitudes adequadas para evitar acidentes no trânsito contribuem indiretamente para a manutenção da saúde e do bemestar, favorecendo o trabalho com a Competência específica de Ciências da Natureza 7 e o tema contemporâneo transversal Saúde




Professor, professora: As legendas das imagens não foram inseridas para não comprometerem a realização da atividade.
b ) Converse com os colegas sobre outras atitudes que poderiam ser adotadas por pedestres e motoristas para evitar acidentes e outros problemas de trânsito.
Buscando soluções 3
Respostas nas orientações ao professor
a ) Com os colegas, elaborem frases com as atitudes que ajudam a evitar acidentes no trânsito. Escrevam essas frases em pedaços de cartolina e organizem varais de consciência em locais comuns na escola.
b ) Converse com seus familiares ou responsáveis sobre as atitudes que ajudam a tornar o trânsito mais seguro, que você estudou na escola. Juntos, verifiquem se vocês precisam melhorar os hábitos em relação à segurança no trânsito.
173
Aproveite a oportunidade e faça um trabalho interdisciplinar com o componente curricular de Língua Portuguesa com a produção de cartazes partindo do tema: Trânsito seguro salva vidas!. Na produção dos cartazes, os estudantes podem apresentar informações como regras e atitudes necessárias para um trânsito seguro e, ainda, textos curtos que tenham função social, como frases de impacto ou slogans.
Respostas
a) Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é desenvolver a escrita dos estudantes ao mesmo tempo que se incentivam a proatividade em questões sociais e o trabalho em grupo. Você pode sugerir que eles escrevam previamente as frases no caderno e depois as transcrevam aos pedaços de cartolina que serão expostos. Sugerese variar a escrita com letra bastão e com letra cursiva.
b) Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é levar os estudantes e seus familiares ou responsáveis a fazerem uma análise
• Explore as imagens apresentadas, solicitando aos estudantes que descrevam as situações e expliquem como elas se associam aos textos.
• Enfatize aos estudantes que, de acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, crianças com idade menor que 10 anos e que tenham menos de 1,45 metro de altura devem ser transportadas no banco traseiro com cinto de segurança afivelado.
a) A – 1; B – 3; C – 4; D – 2
b) Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é levantar os conhecimentos prévios dos estudantes sobre o tema e incentivar a troca de informações entre eles. Eles podem citar que os pedestres devem andar na calçada e os ciclistas devem usar equipamentos de segurança e trafegar em ciclovias, sempre que disponíveis; não se deve ultrapassar o limite de velocidade da via; e é preciso obedecer à sinalização do semáforo de pedestres.
• Utilize a resposta do item b da etapa Organizando as ideias como base para que os estudantes possam elaborar as frases sobre as atitudes adequadas, identificadas por eles, de motoristas e pedestres contribuírem para evitar acidentes de trânsito. Para incentiválos, crie uma frase inicial para servir de exemplo.
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crítica dos hábitos no trânsito, de modo a incentivar a adoção de hábitos seguros.
• O tema da seção contempla os temas contemporâneos transversais Educação para o trânsito e Vida familiar e social e aspectos da habilidade EF02GE03, pois os estudantes são orientados a refletir sobre problemas no trânsito causados por atitudes incorretas, propor soluções para eles e compartilhar com seus pais ou responsáveis atitudes adequadas para um trânsito seguro.
Inicie o estudo do tema questionando e orientando os estudantes a identificarem como as pessoas se comunicam com outras em diferentes lugares. Resgate experiências e conhecimentos prévios e incentiveos a citar os meios de comunicação que conhecem.
• O estudo integrado das páginas 174 a 177 favorece o desenvolvimento da habilidade EF02GE03, pois propicia aos estudantes reconhecerem diferentes meios de comunicação usados pelas pessoas, atualmente e no passado, refletindo sobre seu papel na conexão entre os lugares.
Os meios de comunicação representam formas diferentes de se comunicar.
1. Escreva a primeira letra do nome de cada imagem e descubra diferentes meios de comunicação utilizados atualmente.
1. A) Resposta: TELEFONE.
1. B) Resposta: RÁDIO.
1. C) Resposta: INTERNET.
1. D) Resposta: TELEVISÃO.
a ) Relacione o nome de cada meio de comunicação que você descobriu à imagem correspondente a seguir, formando pares de letras e números. 1. A) Resposta: A – 3; B – 4; C – 1; D – 2.




Professor, professora: As legendas das imagens não foram inseridas para não comprometerem a realização da atividade.
Os meios de comunicação podem ser classificados em dois tipos: meio de comunicação de massa e meio de comunicação individual. Observe os exemplos a seguir.


Com os meios de comunicação de massa, a exemplo dos jornais, as informações são transmitidas para uma grande quantidade de pessoas ao mesmo tempo.
Pessoa lendo jornal digital em um tablet
Com os meios de comunicação individuais, a exemplo das cartas, as informações são transmitidas de uma pessoa para outra.
Pessoa colocando uma carta no envelope.
2. Preencha o quadro classificando os meios de comunicação a seguir conforme seu tipo: de massa ou individual.
2. Resposta: Individual: internet; telefone; carta; e-mail. De
internet • revista • carta • rádio telefone • televisão • e-mail
Meios de comunicação
• Questione os estudantes para saber se, em sua moradia, seus familiares costumam ler notícias em jornais e revistas impressos ou pela internet, usando, por exemplo, um tablet ou telefone celular. Comente que a internet em si pode ser usada tanto para acessar meios de comunicação de massa como para a comunicação individual, por meio de correio eletrônico e aplicativos de mensagens.
• Se achar interessante, faça um contraponto histórico sobre a moderna comunicação pela internet e as comunicações no passado por mensagens escritas e enviadas por portadores. Comente com os estudantes que o correio é considerado um dos meios de comunicação mais antigos do mundo, usado pelos antigos egípcios e romanos, que enviavam correspondências transportadas por mensageiros. Para essa finalidade (transporte das correspondências), comente que, no passado, já foram usados pombos e corvos treinados.
3. Quais meios de comunicação você mais usa no dia a dia? Conte aos colegas e ao professor.
3. Resposta pessoal. Os estudantes podem massa: internet; televisão; rádio; revista. responder televisão, internet, telefone, entre outros. Enfatize a importância de o uso desses meios de comunicação ser com supervisão de pais ou responsáveis.
finalidade e possibilidades de uso. Também é possível comparálos de acordo com suas particularidades, por exemplo, alguns são escritos, outros, sonoros ou audiovisuais.
AVALIANDO
Objetivo
• A atividade 2 permite avaliar se os estudantes diferenciam meios de comunicação individuais e de massa.
Sugestão de intervenção
Se os estudantes não alcançarem o objetivo, orienteos a fazer a atividade em duplas ou
• Para abordar a atividade 3, oriente os estudantes a contarem aos colegas que meios de comunicação individuais e coletivos eles já utilizaram no dia a dia e incentiveos a explicar em que contexto fizeram uso desse meio. Orienteos, ao longo deste estudo, a comparar os diferentes meios de comunicação que já utilizaram, de acordo com sua
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grupos, trocando ideias entre si para identificar e classificar os meios de comunicação apresentados. Inicie dando exemplo de um dos meios de comunicação evidenciados e, se ainda tiverem dificuldades, orienteos a se perguntarem quais desses meios servem para que pessoas se comuniquem e quais são direcionados para informar ou se comunicar com uma grande quantidade de pessoas.
Para complementar a reflexão sugerida na atividade 4, organize com os estudantes uma atividade de entrevista com pessoas mais velhas, de preferência idosas, sobre a transformação nos meios de comunicação. Orienteos e ajudeos a elaborar, previamente, um roteiro de perguntas que deve ser seguido durante a entrevista. As questões devem estar relacionadas aos meios de comunicação do passado e suas transformações ao longo do tempo. Deixe que os estudantes se manifestem para a elaboração desse roteiro. Sugerimos algumas questões: “Como era a comunicação entre pessoas que estavam em lugares distantes quando eram crianças?”; “Havia telefone, televisão, computador, celular ou tablet?”; “Quanto tempo uma correspondência levava para chegar ao destino?”; “Qual meio de comunicação mais costumava utilizar? Por quê?”. Orienteos a fazer anotações quando necessário, mas peça a eles que deixem o entrevistado contar sua história livremente. Dessa maneira, além de informações sobre os meios de comunicação, eles poderão ampliar seus conhecimentos sobre diversos aspectos do dia a dia das pessoas no passado.
Após a entrevista, proporcione um momento de diálogo para que os estudantes compartilhem suas impressões sobre as informações que obtiveram a respeito dos meios de comunicação no passado.
• O estudo da página 176 permite o desenvolvimento do tema contemporâneo transversal Ciência e tecnologia ao oferecer condições para que os estudan tes leiam textos e comparem imagens, de
O desenvolvimento de novas tecnologias nos meios de comunicação transforma a maneira como as pessoas transmitem e acessam as informações.
Atualmente, as informações circulam quase que instantaneamente. Assim, as pessoas podem se comunicar entre si com grande rapidez, mesmo estando em lugares distantes.
No passado, porém, os meios de comunicação eram mais lentos e, em geral, levava muito tempo até que as informações fossem transmitidas para as pessoas, principalmente entre lugares distantes. Observe a seguir alguns exemplos que representam esse desenvolvimento.
Em 1876, foi inventado o telefone.

Telefone antigo.
Em 1946, foi inventado o primeiro computador digital eletrônico.
Em 1970, o telefone celular foi inventado.


Primeiro computador eletrônico.
Telefone celular.
Em 1992, surgiram os primeiros smartphones

Smartphone
Atualmente, computadores pessoais são sofisticados e de pequeno porte.

Imagens sem proporção entre si.
Notebook. Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes reconheçam que teriam dificuldade para se comunicar. Também não teriam acesso a informações via jornais, televisão ou internet, entre outras dificuldades sem o uso dos meios de comunicação.
4. Em sua opinião, como seria um dia sem os meios de comunicação? Converse com os colegas sobre isso.
maneira a refletirem sobre as transformações tecnológicas pelas quais passaram os meios de comunicação ao longo do tempo.
A internet pode ser considerada um meio de comunicação individual e de massa, dependendo do uso que fazemos dela.
Por meio de computadores, tablets e alguns tipos de telefone celular com acesso à internet, as pessoas podem se comunicar por mensagens ou por correio eletrônico (e-mail). Também podem, por exemplo, enviar e receber áudios, imagens e vídeos, fazer compras, acessar sites de notícias e entretenimento e redes sociais.
No entanto, são necessários alguns cuidados quando utilizamos a internet. Para ficarmos atentos à grande quantidade de informações e aos perigos aos quais somos expostos, existem algumas dicas que podemos seguir. Confira a seguir.
• Evite passar muitas horas na internet, pois pode ser prejudicial à saúde e você deixa de brincar com os colegas ou praticar esportes.
• Não converse com pessoas desconhecidas pela internet e aplicativos de mensagens. Não divulgue dados e informações pessoais a desconhecidos.
• Sempre conte aos seus pais ou responsáveis o que você faz na internet e acesse apenas sites confiáveis.
• Se estiver em dúvida, pergunte. Informações publicadas na internet podem ser falsas, alteradas ou perigosas.
Ana, você já jogou por 1 hora hoje. Agora, chame seus amigos para brincar!

Criança jogando em um computador, acompanhada pela mãe.
a ) Converse com os colegas e o professor sobre os motivos pelos quais as medidas apresentadas são importantes.
Resposta pessoal. Oriente os estudantes a reconhecerem que os cuidados com a internet buscam evitar problemas com a segurança e a privacidade. Além disso, a exposição a conteúdos inadequados e o cyberbullying são perigos que todos devem evitar.
leg.br – Câmara dos Deputados, 11 fev. 2020. Disponível em: https://plenarinho.leg.br/index. php/2020/02/navegue com seguranca na internet/. Acesso em: 30 jul. 2025. Se considerar oportuno, apresente informações encontradas no site sugerido para os estudantes. Sugira que eles anotem no caderno algumas regras de segurança que devem ser tomadas quando usarem a internet.
• O boxe complementar Cuidados com a internet possibilita o desenvolvimento dos temas
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contemporâneos transversais Ciência e tecnologia e Vida familiar e social por discorrer sobre a utilização da internet, assim como os perigos que o uso imprudente ou desorientado da web pode causar na vida familiar e social dos estudantes. Também incentiva o desenvolvimento da Competência geral 8 e da Competência específica de Geografia 7, uma vez que promove o uso desse meio de comunicação de forma crítica, consciente, reflexiva e ética e os incentiva a agir de forma pessoal e coletiva, com respeito, autonomia e responsabilidade.
• Comente com os estudantes que o uso em excesso de computadores e outros meios de comunicação, como celulares ou tablets, pode ocasionar alguns problemas sociais e de saúde, como os listados no quadro a seguir.
Os perigos do uso excessivo da internet
Aumento de chances de obesidade infantil por falta de exercícios físicos.
Lesões em dedos, ombros e pescoço por má postura e esforço repetitivo.
Problemas como solidão, depressão, ansiedade, baixa autoestima e agressividade.
• Pergunte aos estudantes se seus familiares ou responsáveis já conversaram com eles sobre os cuidados que devem ser tomados na internet.
• Incentive a participação de todos. Para isso, organize a turma em um círculo e conversem sobre o tema. Com base nas discussões em sala de aula, é possível fazer uma campanha na escola alertando os estudantes sobre os perigos do mau uso da internet.
COMPLEMENTARES
NAVEGUE com segurança na internet. plenarinho.
• Ao abordar este tema, pergunte aos estudantes se concordam com as afirmações do texto e questione se eles acham que a energia elétrica é importante e qual é a sua principal utilidade. Direcione a discussão perguntandolhes como ficam suas casas quando estão sem energia elétrica, o que pode ocorrer quando há alguma pane do sistema ou tempestade, por exemplo.
• É interessante ressaltar que muitas pessoas vivem sem acesso à energia elétrica. A iluminação, nesses casos, durante o dia, depende da luz solar; à noite, podem ser utilizadas lamparinas e velas, que usam o fogo para iluminar. Nessa situação também não é possível usar aparelhos eletrônicos, como celular, televisão ou computador.
• Questione-os se concordam que a energia elétrica pode causar acidentes e se eles já presenciaram ou souberam de algum caso no qual ela causou danos.
• Na atividade 5, leia em voz alta os textos com os estudantes e permita que eles explorem as imagens. Pergunte se eles ou seus familiares costumam ter os cuidados apresentados e quais outros cuidados com a energia elétrica são recorrentes em sua residência, como desligar a chave geral da casa para trocar lâmpadas elétricas ou para trocar um chuveiro elétrico.
• Ressalte a importância de termos cuidado com o uso da energia elétrica, pois em algumas situações um acidente pode ser fatal ou provocar lesões graves, como queimaduras pelo corpo.
• Ao abordar o cuidado com a brincadeira de soltar pipa, comente com os estudantes que também é necessário evitar locais com trânsito de veículo, para evitar acidentes de trânsito.
A energia elétrica é fundamental ao funcionamento de equipamentos como televisores, telefones celulares e computadores. Ela também é necessária para a iluminação artificial dos ambientes com o uso de lâmpadas elétricas.
Em algumas situações, no entanto, a energia elétrica pode causar acidentes, como incêndios e choques elétricos. Para prevenir esse tipo de acidente, são necessários alguns cuidados.
5. Relacione cada cuidado à imagem que melhor o representa. Para isso, pinte os quadros das imagens com as cores correspondentes.
Soltar pipa somente em locais afastados da rede elétrica.
Cobrir com protetor as tomadas que estão ao alcance de crianças.
Ligar um único equipamento em cada tomada, evitando o uso de adaptadores do tipo benjamin.
5. Resposta: A – vermelho; B – verde; C – amarelo; D – azul.
Não utilizar telefones celulares enquanto estiverem carregando, conectados a uma tomada elétrica.




Professor, professora: As legendas das imagens não foram inseridas para não comprometerem a realização da atividade.
MOURA, Bruno de Freitas. Rede elétrica teve 685 acidentes em 2024, menor número em oito anos. Agência Brasil, 22 maio 2025. Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/ noticia/2025 05/rede eletrica teve 685 acidentesem2024menornumeroemoito anos. Acesso em: 15 set. 2025.
A matéria mostra que, mesmo com a queda no número de acidentes, o de mortes aumentou em relação ao ano anterior, o que sugere uma intensificação nos trabalhos de orientação sobre os perigos da rede elétrica.
• Os cuidados com a eletricidade citados nesta página se relacionam à habilidade EF02CI03, pois permitem aos estudantes que debatam sobre a prevenção de acidentes domésticos relacionados ao uso da energia elétrica.
1. Escolha um dos grupos de convívio de que você faz parte e faça um desenho para representar algumas atividades que você realiza com esse grupo.
1. Resposta pessoal. Os estudantes podem representar atividades de estudo, brincadeiras, entre outras. Incentive-os a compartilhar os desenhos com os colegas.
2. Complete as frases com as palavras a seguir. Em seguida, leia em voz alta as frases que você completou.
comunidades • conviver • mudanças • memórias
a ) é se relacionar com as pessoas.
Resposta: Conviver é se relacionar com as pessoas.
b ) Existem vários tipos de com modos de vida próprios.
Resposta: Existem vários tipos de comunidades com modos de vida próprios.
c ) Com o passar do tempo, os lugares e as pessoas passam por d ) Os lugares e as pessoas guardam e histórias.
Resposta: Com o passar do tempo, os lugares e as pessoas passam por mudanças
Resposta: Os lugares e as pessoas guardam memórias e histórias.
179
1. Objetivo
• Avaliar como os estudantes reconhecem os papéis sociais dentro dos grupos de convívio dos quais fazem parte.
Sugestão de intervenção
Peça aos estudantes que retomem a página 140 e relembrem os ambientes de convívio social. Conforme eles identificarem os locais, liste os na lousa, como o grupo de amigos do bairro, o grupo de música, o grupo da família e o grupo da escola. Verifique se eles identificam outros ambientes de convívio, como os locais de prática de esportes, a biblioteca municipal e os espaços de convivência com familiares. Em seguida, para orientálos em seus desenhos, perguntelhes quais são as atividades praticadas pelas pessoas que fazem parte desses grupos. Durante as ilustrações, verifique se eles percebem que os grupos de convívio social são formados por uma diversidade de pessoas e pelas relações que mantêm entre si.
• Avaliar se os estudantes identificam e reconhecem os vários tipos de comunidade e as transformações pelas quais os indivíduos e lugares passam ao longo do tempo.
Sugestão de intervenção
Para esta atividade, explore o cotidiano dos estudantes e o conteúdo abordado nesta unidade. No item a, peçalhes que falem quem são as pessoas com quem eles convivem nos ambientes em que transitam, como familiar, escolar e comunitário. Para o item b, solicite que relembrem quais foram os locais de convivência que estudaram nesta unidade, como as comunidades indígenas e quilombolas. Se possível, convideos a citar outros tipos de comunidade, como as religiosas e as assistenciais. No item c, peça que recuperem os conteúdos das páginas 148 e 149 e verifique se eles perceberam as mudanças
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advindas com a passagem do tempo nos lugares, como a Avenida Paulista, e nas pessoas. Por fim, para o item d, caso tenham dúvidas, solicitelhes que releiam o depoimento do senhor Ariosto e saliente as memórias relatadas por ele, como a lembrança das grandes casas e da rua tranquila para brincar.
• Identificar e descrever elementos de uma paisagem de rua.
• Diferenciar diferentes tipos de meios de transporte.
• Reconhecer sinais de trânsito.
• Perceber a importância de respeitar regras de trânsito como prevenção de acidentes.
Sugestão de intervenção
Caso os estudantes não alcancem os objetivos, faça a descrição e a leitura passo a passo dos elementos a serem identificados nas questões da atividade, resgatando conhecimentos e experiências prévios. Orienteos a identificar se já viram esses elementos em algum lugar e, em seguida, se esse lugar faz parte de algum caminho percorrido no dia a dia. Se considerar necessário, utilize um projetor e apresente imagens de caminhos onde esses elementos sejam evidenciados. Promova uma roda de conversa para debater acerca da importância e do respeito às leis e sinalizações de trânsito para a manutenção da segurança de pedestres e condutores.
BNCC
• A atividade 3 explora aspectos da habilidade EF02GE03 ao propor aos estudantes, além da identificação de meios de transporte, uma reflexão a respeito da importância do seu uso responsável.
3. Observe a fotografia a seguir.

a ) Escreva duas características da rua apresentada na imagem.
Resposta pessoal. Os estudantes podem escrever rua movimentada, comercial, arborizada, asfaltada etc.
b ) Que tipo de meio de transporte é mostrado na fotografia: aéreo, aquático ou terrestre?
Resposta: Terrestre.
c ) Qual sinalização de trânsito pode ser observada na fotografia?
Resposta: Faixa de pedestre.
d ) Para que serve essa sinalização?
Resposta: Espera-se que os estudantes citem que essas faixas servem para sinalizar o local mais seguro para os pedestres atravessarem a rua.
e ) Converse com os colegas e o professor sobre os motivos pelos quais as pessoas devem respeitar as leis e sinalizações de trânsito.
Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes percebam
que respeitar as leis e sinalizações de trânsito o tornam mais seguro para pedestres, condutores e passageiros.
4. Pinte os quadros dos textos que apresentam cuidados que ajudam a evitar acidentes domésticos com a energia elétrica.
Não colocar as mãos e nem introduzir objetos em tomadas elétricas.
B. C.
D.
E.
F.
G.
Remover os equipamentos da tomada segurando pelo fio elétrico.
Ligar um único aparelho em cada tomada, evitando o uso de adaptador tipo benjamin.
Manipular aparelhos elétricos com as mãos e outras partes do corpo molhadas.
Utilizar adaptadores de tomadas a fim de conectar diversos aparelhos em uma única tomada.
Remover os equipamentos da tomada, segurando pelo plugue e não pelo fio elétrico.
Manipular aparelhos elétricos com as mãos e outras partes do corpo secas.
4. Resposta: Os estudantes devem pintar os quadros das afirmativas A, C, F, G
5. Além do choque elétrico, o uso de energia elétrica sem os devidos cuidados pode resultar em outros tipos de acidentes. Decifre o código a seguir e descubra dois deles.
Resposta: A – INCÊNDIO; B – QUEIMADURA.
o uso inadequado da energia elétrica pode causar queimaduras e até incêndios. Apresentelhe algumas dessas situações.
Aproveite o momento para revisar os conceitos abordados e avaliar se todos os estudantes estão participando devidamente e se não restam dúvidas sobre esse assunto tão importante e presente no cotidiano deles.
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• As atividades desta página contemplam a habilidade EF02CI03, pois abordam cuidados que devemos ter para evitar acidentes, além de favorecerem a Competência específica de Ciências da Natureza 7
4. Objetivo
• Verificar se os estudantes identificam cuidados que têm em casa para evitar acidentes com a energia elétrica.
Sugestão de intervenção
Caso algum estudante tenha dificuldades nesta atividade, peçalhe que cite os cuidados para evitar acidentes com energia elétrica. Liste na lousa os cuidados citados e peçalhe que os registre no caderno. Faça uma lista completa de cuidados que devemos ter em casa para evitar esse tipo de acidente. Em seguida, peçalhe que complemente a lista com os cuidados que faltaram, usando caneta vermelha. Para finalizar, deverá refletir sobre os hábitos que precisa mudar para passar a ter esses cuidados listados em vermelho.
5. Objetivo
• Avaliar se os estudantes relacionam outras situações em que podem ocorrer acidentes decorrentes do uso da energia elétrica quando ela é usada de forma inadequada.
Sugestão de intervenção Caso algum estudante tenha dificuldades nesta atividade, peça a ele que escreva no caderno situações que podem levar ao risco de acidentes decorrentes do uso inadequado da energia elétrica. Depois, auxilieo a decifrar o código dos itens A e B e verifique se consegue perceber que
• Conhecer a importância do solo, do ar, da água e da luz solar para os seres vivos.
• Identificar as atividades econômicas e descrever, de modo elementar, em que consistem.
• Compreender que as atividades econômicas transformam os lugares.
• Reconhecer diferentes atividades profissionais e sua importância para a vida em comunidade.
• Identificar a diversidade e a importância de atividades profissionais presentes nas comunidades das quais fazem parte.
• Entender como as transformações e permanências sociais impactam diretamente nas atividades de trabalho e seus contextos.
• Refletir sobre os impactos ambientais resultados das ações do trabalho humano.
• Compreender as relações entre os impactos ambientais e o contexto local, entendendo a importância de conservar o meio ambiente.
Prepare previamente um experimento para os estudantes investigarem a diferença entre seres vivos e elementos não vivos. Dez dias antes desta aula, coloque três rochas e terra vegetal em um pequeno vaso. Depois plante três grãos de feijão.
Mantenha o solo úmido até que as sementes germinem. Borrife água no solo do vaso e leve-o para a sala de aula. Peça-lhes que digam quais são os seres vivos e os elementos não vivos presentes no vaso. Espera-se que eles reconheçam que as plantas de feijão são seres vivos e que o solo e a água são elementos não vivos.
Verifique os conhecimentos dos estudantes perguntando o que diferencia o

Colheita, de Leon Augustin Lhermitte. Óleo sobre tela, 122 centímetros × 205 centímetros. 1874.

As pessoas representadas na tela estão colhendo partes de plantas. Cite componentes do ambiente da cena que são essenciais para o desenvolvimento das plantas.
A imagem representa uma atividade econômica. Cite o nome dessa atividade.
Os trabalhadores apresentados na imagem fazem parte do seu dia a dia? Comente com os colegas.
feijoeiro da rocha. Espera-se que eles citem algumas características dos seres vivos, como o ciclo de vida.
Pergunte-lhes se consideram os elementos não vivos importantes para a existência da vida. Questione o que eles acham que ocorreria se não houvesse ar, água, solo ou luz solar, por exemplo. Explique que esses fatores são essenciais para a existência de vida na Terra.
• Se julgar pertinente, comente com os estudantes que a pintura apresentada nas páginas de abertura desta unidade mostra o cotidiano do trabalhador do campo, tema bastante retrata-
do pelo pintor francês Léon-Augustin Lhermitte (1844-1925) durante sua carreira.
• Se julgar pertinente, comente que no espaço urbano e no espaço rural são desenvolvidas atividades econômicas específicas e que elas, geralmente, alteram a paisagem dos lugares. Diga, por exemplo, que a atividade agrícola e a pecuária são características do campo e explique que, da mesma forma que acontece no campo, existem atividades e lugares que são característicos do espaço urbano, como bancos, lotéricas e shopping centers
4.
Na obra de arte foram representados diferentes componentes do ambiente. Classifique em seres vivos ou componentes não vivos os elementos do ambiente listados a seguir. Para isso, pinte o quadro de cada elemento com a cor correspondente, de acordo com a legenda a seguir.
Resposta nas orientações ao professor
Seres vivos. Componentes não vivos.
Ser humano.
Luz solar. Nuvens. Solo. Plantas. Cestos.

2. Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes reconheçam que a imagem retrata o cultivo de plantas, mais especificamente a etapa de sua colheita.
3. Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é levar os estudantes a refletirem sobre a realidade deles. Eles podem comentar que existem ou não pessoas que cultivam plantas em sua realidade, mas possivelmente esses trabalhadores serão distintos dos apresentados na cena, por se tratar de trabalhadores do século XIX.
4. Espera-se que os estudantes pintem: de vermelho – Ser humano e plantas; de azul – Luz solar, cestos, nuvens e solo.
Faça um passeio com os estudantes por diferentes locais da escola para que eles identifiquem alguns elementos do ambiente.
Antes do passeio, monte um quadro com três colunas na lousa. A primeira coluna deve apresentar os ambientes observados, como a sala de aula, o pátio, a quadra poliesportiva e a horta da escola. A segunda deve ser preenchida com os elementos não vivos observados. Já a terceira coluna deve ser preenchida com os seres vivos observados em cada ambiente.
• Ao abordar a questão 1, destaque a importância dos componentes não vivos para a manutenção da vida. Incentive-os a responder à questão oralmente, questionando o que aconteceria com as plantas se elas não recebessem a luz do Sol nem água, ou se não houvesse o solo, por exemplo.
• Na questão 2, caso os estudantes desconheçam o objeto que alguns dos camponeses retratados estão segurando, comente que se trata de uma foice, um objeto feito geralmente com um cabo de madeira e uma lâmina curva de metal. Explique que na agricultura, esse objeto é geralmente utilizado para cortar partes das plantas, como o caule do trigo.
• Na atividade 3, incentive os estudantes a compartilharem suas vivências a respeito do tema com os demais colegas de turma. Peça a eles que citem semelhanças e diferenças entre os trabalhadores do campo que eles conhecem e os do século XIX, retratados na pintura destas páginas de abertura.
• Na atividade 4, auxilie-os a reconhecer os seres vivos e os componentes não vivos do ambiente.
1. Espera-se que os estudantes citem o solo, o ar e a luz solar. Além desses elementos visíveis na obra, as plantas também necessitam de água.
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Peça a eles que copiem o quadro em seus cadernos e que os levem ao passeio, além de lápis e borracha.
Faça uma pausa em cada ambiente visitado e peça que observem ao seu redor e que completem o quadro.
Ao retornar para a sala de aula, complete o quadro da lousa com as contribuições dos estudantes. Incentive a participação deles e corrija possíveis incorreções.
• As páginas 184 a 186 abordam a importância do solo para os seres vivos, dessa forma, o tema promove o desenvolvimento de aspectos da habilidade EF02GE11.
• Ao abordar a importância das raízes para a fixação das plantas e a absorção de água e de nutrientes por esse ser vivo, o conteúdo desta página colabora com o trabalho da habilidade EF02CI06 e fornece subsídios para o desenvolvimento da habilidade EF02CI05.
• Peça aos estudantes que observem a fotografia da atividade 1. Explique-lhes que a água é essencial para o desenvolvimento das plantas, mas a maioria delas não sobrevive com as raízes encharcadas. Por esse motivo, geralmente são colocadas rochas nos fundos dos vasos, que são furados, contribuindo para a drenagem do excesso de água no solo. Quando as plantas recebem água em excesso, podem ocorrer o apodrecimento de raízes e o aparecimento de fungos, que prejudicam seu desenvolvimento.
• Ressalte que, como o terrário não tem furos para a drenagem da água, é importante colocar pequenas rochas e areia no fundo, irrigando com cuidado para não encharcar o solo.
• Mesmo com o recipiente fechado, a quantidade de ar e de água é suficiente para o desenvolvimento da planta. A vedação do recipiente isola o ambiente interno, impedindo que os componentes sejam perdidos para o ambiente externo.
Durante a aula de Ciências, Gabriela montou um terrário. Ela colocou rochas, diferentes tipos de solos e algumas plantas em um recipiente de vidro e o fechou com tampa. Observe a seguir.

1. Marque um X nas alternativas que indicam a importância do solo para as plantas do terrário.
Abrigo.
Resposta: Fonte de nutrientes; fixação; fonte de água.
Fonte de nutrientes.
Locomoção.
Fixação.
Fonte de água.
O solo é popularmente chamado de chão ou terra. Ele é um componente não vivo do ambiente e essencial a diversos seres vivos, como as plantas e os animais.
Algumas plantas se desenvolvem com as raízes fixadas no solo. Dessa forma, a planta tem sustentação e pode absorver água e nutrientes, que ficam disponíveis entre as partículas do solo.
Ervilheira: pode atingir cerca de 2 metros de altura.
Ervilheira se desenvolvendo no solo em corte.

raízes solo
ATIVIDADE EXTRA
Leve para a sala de aula algumas amostras de solo e de pedriscos (pedriscos, areia grossa, terra vegetal e terra argilosa) para que os estudantes possam observar, manusear e verificar a diferença na granulometria. Os pedriscos facilitam a drenagem e devem ser colocados no fundo do vaso; a areia também ajuda a água a permear e deve ser depositada sobre os pedriscos. A terra vegetal é rica em matéria orgânica e nutrientes e
• Pergunte a eles se conhecem plantas que não se fixam no solo. Diga que algumas plantas vivem sobre outras plantas, como as epífitas, ou sobre as rochas, como as rupícolas. Tais plantas absorvem a água e nutrientes principalmente da água da chuva, como é o caso de muitas orquídeas e bromélias.
deve ser misturada com o solo argiloso em proporções iguais, pois a argila tem menor granulometria, auxiliando na retenção de um pouco de água no solo para disponibilizá-la para as raízes. Explique-lhes que, geralmente, um solo adequado deve ter proporções equilibradas de cada um destes elementos, no entanto, há algumas exceções. Certas plantas não toleram muita água, como os cactos, portanto, nesses casos, o solo deve conter maior proporção de areia. Já as plantas que se desenvolvem melhor em solos úmidos precisam de mais terra vegetal e argilosa.
O solo também é importante para diversos animais, pois fornece a eles alimento e abrigo, por exemplo. Além disso, diversos animais se locomovem sobre o solo e no interior dele.
2. Relacione cada imagem ao modo como o ser vivo está se relacionando com o solo. Para isso, forme pares de letras e números.
Cavalo: pode atingir cerca de 3 metros de comprimento.

Coruja-buraqueira: pode atingir cerca de 28 centímetros de altura.

Coruja-buraqueira.
Obter alimentos. 2.
Resposta: A – 3; B – 2; C – 4; D – 1
toupeira e ariranha, que constroem abrigos no solo, como galerias, tocas e locas, e saem para se alimentar e se reproduzir, em alguns casos. Os animais que vivem sobre o solo, como os seres humanos, os cachorros, os gatos e as vacas, utilizam o solo para se locomover.
• Ressalte que todos os seres vivos dependem do solo direta ou indiretamente. A vida como conhecemos em nosso planeta não existiria se não houvesse um
Tamanduá-bandeira: pode atingir cerca de 2 metros de comprimento.

Minhoca: pode atingir cerca de 25 centímetros de comprimento.

substrato para as plantas se fixarem e obterem água e nutrientes. Como as plantas são produtoras na cadeia alimentar, responsáveis pela produção de gás oxigênio e de compostos orgânicos por meio da fotossíntese, sem elas os animais não poderiam se alimentar. Dessa forma, espera-se que os estudantes compreendam a importância do solo e como todos os fatores estão interligados e garantem a manutenção da vida tal qual a conhecemos.
• Leia o primeiro parágrafo desta página em voz alta com os estudantes e peça-lhes que expliquem, com as próprias palavras, o conteúdo dele. Se julgar pertinente, aproveite esse momento para explorar o conhecimento prévio dos estudantes sobre o assunto, pedindo a eles que citem exemplos de animais que eles conhecem que vivem no interior do solo, se locomovem sobre ele ou utilizam esse componente para construir abrigo ou obter alimento.
• Promova um momento para que todos tenham a oportunidade de verbalizar seu raciocínio e acolha as respostas dos estudantes.
• Caso julgue pertinente, amplie a abordagem da atividade 2. Para isso, desenhe um quadro na lousa com quatro colunas, divididas em locomoção, alimentação, abrigo e onde vive. Leve para a sala de aula algumas imagens de outros animais que dependem diretamente do solo, de forma que os estudantes possam classificar a relação estabelecida. Caso não seja possível utilizar imagens, elabore na lousa uma lista com o nome de diferentes animais. Cite animais invertebrados, como caracol, minhoca, besouro e formiga, que podem viver no solo e se alimentar de matéria orgânica, contribuindo para a ciclagem de nutrientes e fertilidade do substrato. Animais vertebrados, como cobra-cega, tatu,
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• A atividade 2 desta página incentiva os estudantes a observarem características de alguns animais e destacarem como se relacionam com um dos componentes do ambiente: o solo. Essa estratégia contribui para desenvolver a habilidade EF02CI05
• Ao trabalhar com os estudantes a atividade 3, incentive-os a descrever a imagem e a identificar os elementos indicados pelas letras A, B e C antes de realizarem a atividade. Se julgar pertinente, faça com eles o item a, reproduzindo o código na lousa e formando com eles as palavras indicadas pelas letras A, B e C.
• Após decodificar as palavras com os estudantes, solicite a eles que leiam em voz alta as frases formadas identificando os diferentes usos de solo pelo ser humano. Oriente-os a retomar a imagem, associando as frases descobertas aos elementos indicados na fotografia.
• Enfatize que, no caso da construção de prédios, o solo é utilizado não só como matéria-prima, mas também para fixação da estrutura, já que os alicerces que sustentam as paredes precisam estar inseridos no solo para dar suporte à construção.
• Se julgar adequado, pergunte aos estudantes se já ouviram falar em bioconstrução. É um conceito recente que define a forma de construir da maneira mais sustentável possível, buscando minimizar os danos ambientais. Para tanto, os materiais utilizados são extraídos do próprio local, como o solo, as rochas, a palha e a madeira.
O solo também é utilizado pelos seres humanos de diferentes maneiras.
3. Observe a imagem a seguir.

a ) Utilize o código a seguir e descubra três possíveis usos do solo pelos seres humanos, indicados na imagem.
de moradias, como casas.
de animais, como bois.
de plantas, como arroz.
Resposta: A – CONSTRUÇÃO; B – CRIAÇÃO; C – CULTIVO. 186
• Na bioconstrução, o telhado pode ser feito de palha. Também há estruturas de telhado feitas para o cultivo de plantas, que são chamados de telhados verdes.
• Comente com os estudantes que algumas formas de cultivo de plantas não utilizam o solo, como na técnica de hidroponia. Nelas, as plantas ficam em tubos plásticos com suas raízes inseridas em uma mistura de solo e nutrientes, necessários para seu desenvolvimento.
• A técnica de adobe utiliza areia, argila e a palha seca naturalmente para fazer os tijolos, que podem ser assentados sobre essa mesma mistura. O superadobe substitui os tijolos por sacos de ráfia preenchidos com solo úmido compactado, que são enfileirados e empilhados para formar as paredes. A técnica de cob consiste em moldar as paredes com argila, areia e palha. A taipa de mão e a taipa de pilão são técnicas tradicionais que consistem em construir as paredes com grelhas de galhos ou bambus trançados, que são preenchidos com solo úmido, o que pode ser feito à mão ou com o auxílio de um pilão.
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Solicite aos estudantes que desenhem dois alimentos que consomem diariamente e que são produzidos no solo. Em seguida, identifique-os, escrevendo o nome dos alimentos logo após o desenho.
Eles podem desenhar alimentos que costumam consumir no dia a dia, como arroz, feijão, hortaliças, legumes etc.
Essa atividade explora a importância do solo para a alimentação e, assim, explora a habilidade EF02GE11 da BNCC.
a ) Você acha que existe algo no interior de uma garrafa aparentemente vazia? Como você investigaria isso?
Resposta nas orientações ao professor
MATERIAIS NECESSÁRIOS
• garrafa PET de 2 litros
• balão de festa
• balde com água
A.
Peça a um adulto que corte o fundo da garrafa plástica utilizando a tesoura.
• tesoura com pontas arredondadas
• fita adesiva
Atenção: Não manipule a tesoura. Somente o adulto deverá realizar a etapa A
B.
Encaixe o balão de festa na menor abertura da garrafa PET. Com a fita adesiva, fixe o balão na garrafa.
Dica: Encha e esvazie o balão de festa várias vezes antes de encaixá-lo na garrafa, para deixá-lo mais flexível.
C.
Mergulhe a garrafa com o balão de festa no balde com água, de modo que o balão fique voltado para cima. Observe o que acontece.

Agora, responda oralmente às questões a seguir.
Respostas nas orientações ao professor
1. O que aconteceu com o balão de festa na etapa C?
2. Explique, com suas palavras, o resultado observado.
• Verifique se percebem que, ao mergulhar a garrafa no balde, parte da água entrou nela e empurrou o ar de seu interior para dentro do balão de festa, inflando-o.
• Caso os estudantes não obtenham o resultado esperado, peça-lhes que verifiquem se o balão está furado ou que retirem o balão e, para deixá-lo mais flexível, encham-no e esvaziem-no várias vezes. Em seguida, oriente-os a montar novamente o experimento.
Respostas a) Resposta pessoal. O objetivo desta questão é levar os estudantes a refletirem sobre
a existência do ar e, ainda que intuitivamente, algumas de suas características, ao mesmo tempo em que formulam hipóteses sobre como verificar sua existência no interior de um objeto aparentemente vazio.
1. Espera-se que os estudantes respondam que o balão de festa ficou parcialmente ocupado por ar.
2. Resposta pessoal. O objetivo desta questão é que eles reflitam criticamente sobre as observações da atividade. Espera-se que reconheçam que, ao mergulhar a garrafa PET com o balão de festa no interior do balde, parte da água desse reci-
• Observar a existência de ar no interior de uma garrafa aparentemente vazia.
• Perceber que o ar ocupa lugar no espaço.
• Caso julgue pertinente, desenvolva essa atividade com os estudantes em grupo. Para isso, oriente a formação dos grupos mesclando diferentes perfis, para que possam compartilhar conhecimentos e habilidades, e disponibilize os materiais necessários entre os grupos.
• Ao abordar a questão a, anote as respostas dos estudantes na lousa e se achar conveniente, incentive-os a fazer, sob a supervisão de um adulto, a atividade prática investigativa que citaram.
• Na etapa A, enfatize que o corte da garrafa deve ser feito por um adulto, e que não devem passar as mãos na região cortada da garrafa para evitar ferimentos.
• Na etapa C , peça-lhes que mergulhem a garrafa no balde, como mostra a imagem da página, pois, se ela for colocada em posição inclinada, o ar que está no interior dela pode sair.
• Oriente-os a mergulhar a garrafa em diferentes profundidades e a observar o que acontece com o balão de festa. Espera-se que eles verifiquem que, quanto maior a profundidade da garrafa, mais inflado fica o balão de festa.
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piente se deslocou para o interior da garrafa plástica. Esse espaço era ocupado pelo ar, que foi empurrado para o interior do balão de festa, inflando-o.
BNCC
• A realização desta atividade prática investigativa possibilita aos estudantes averiguar uma propriedade do ar por meio de procedimentos científicos, contribuindo para desenvolver a Competência geral 2 e as Competências específicas de Ciências da Natureza 2 e 3
• Inicie a abordagem desta página fazendo a leitura do parágrafo inicial com os estudantes em voz alta. Leia o enunciado da atividade 4, que propõe evidenciar que o ar também está dentro de nosso corpo, e incentive-os a realizá-la. Simule os movimentos de inspiração e expiração da respiração, para que os estudantes os associem com a entrada e a saída do ar pelas vias aéreas.
• Se julgar pertinente, explique aos estudantes que todas as partes vivas de nosso corpo (células) precisam receber gás oxigênio e que é o sangue que capta essa molécula nos pulmões e a transporta, distribuindo-a por todo o organismo. Além de levar o gás oxigênio, o sangue coleta o gás carbônico dos tecidos do corpo e o leva aos pulmões. Dessa forma, ocorre a troca de gases.
• Explique a eles que a respiração por brânquias permite obter o gás oxigênio dissolvido na água e ocorre em muitos animais aquáticos, como peixes, crustáceos, ouriços e estrelas-do-mar. Animais terrestres podem apresentar respiração pulmonar, como os seres humanos, cutânea (como ocorre em anfíbios e minhocas) ou traqueal (como ocorre em insetos).
• Comente com os estudantes que existem algumas espécies de peixe conhecidas como peixes pulmonados, como a piramboia, caracterizados por apresentar estruturas que funcionam como pulmões. Diga-lhes que, por isso, esses animais sobem até a superfície da água para respirar.
4. Resposta: Espera-se que os estudantes respondam que é possível perceber o ar entrando e saindo pelas narinas.
O ar é uma mistura de gases e um dos componentes não vivos dos ambientes. Ele geralmente não tem cheiro nem é visível, mas está ao nosso redor, na água, no solo, no interior de objetos aparentemente vazios e até mesmo nos seres vivos.
4. Posicione uma de suas mãos próximo às suas narinas, mantenha a boca fechada e respire normalmente. O que você percebeu?
Entre os gases presentes no ar, o gás oxigênio é essencial a diversos seres vivos, tanto terrestres quanto aquáticos.
O ser humano obtém o gás oxigênio por meio da respiração, inspirando o ar. É também por meio da respiração que o ser humano libera o gás carbônico do corpo para o ambiente durante a expiração.
Por meio de estruturas especializadas chamadas brânquias, muitos animais aquáticos absorvem o gás oxigênio que está presente na água.
Na maioria dos peixes, por exemplo, a água entra pela boca e passa pelas brânquias. Nessas estruturas, o gás oxigênio é absorvido e o gás carbônico é eliminado do animal para a água do ambiente.
Picão-verde: pode atingir cerca de 55 centímetros de comprimento.


• Outro peixe interessante é o pirarucu, que vive na bacia Amazônica. Além das brânquias, o pirarucu apresenta uma estrutura chamada bexiga natatória que, no caso desse animal, funciona como um pulmão. Esse peixe vai à superfície a cada 20 minutos para captar o ar atmosférico. A população ribeirinha costuma utilizar esse conhecimento tradicional para pescar o pirarucu com arpão quando ele sai para respirar, servindo-lhes como uma importante atividade econômica.
• Após a leitura desta página com os estudantes, se julgar pertinente, comente a importância da respiração e das trocas de gases que ocorrem entre o organismo e o ambiente. Verifique se eles relacionam a respiração à obtenção de energia pelo organismo e que, durante a respiração, absorve-se o gás oxigênio do ambiente e libera-se o gás carbônico.
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• A abordagem da respiração branquial nesta página contribui para desenvolver a habilidade EF02CI04 ao possibilitar que os estudantes identifiquem uma estrutura característica da maioria dos peixes, as brânquias, relacionada ao ambiente onde esses animais vivem.
O vento é o ar em movimento e pode contribuir para o ciclo de vida de diversas plantas.
Professor, professora: As partes das plantas serão estudadas com mais detalhes na próxima unidade.
5. Observe a fotografia a seguir.

frutos
Professor, professora: As legendas das fotografias não foram inseridas para não comprometerem a realização da atividade.
Dente-de-leão: pode atingir cerca de 45 centímetros de altura.
Frutos do dente-de-leão sendo carregados pelo vento.
a ) Marque um X no quadro que apresenta a etapa do ciclo da vida da planta dente-de-leão, que substitui e completa corretamente o texto.
Os frutos e sementes de algumas plantas, como o dente-de-leão, podem ser carregados pelo vento. Essas partes da planta estão relacionadas à formação de novos indivíduos, portanto ajudam no processo de das plantas.
• Ao fazer com os estudantes a atividade 5 , se julgar pertinente, comente com eles outras formas de dispersão de frutos e sementes. Explique-lhes que muitas plantas com frutos contam com a colaboração de animais, como as aves, que deles se alimentam e espalham suas sementes, ajudando em sua reprodução. Diga a eles que outras plantas, que não apresentam flores nem frutos, como musgos e samambaias, dependem da água e do vento para a reprodução.
6. Leia as descrições e observe as fotografias. Em seguida, contorne o texto que melhor representa como o ar está sendo utilizado em cada situação. crescimento
reprodução morte
O ser humano também utiliza o ar em outras diversas situações, como para gerar energia elétrica, para se locomover e para o lazer.
hélices gerador elétrico
1.
O vento pode ser utilizado para movimentar as hélices nas usinas eólicas. Essas hélices estão associadas aos geradores elétricos.
Resposta: Geração de energia elétrica.
locomoção • lazer • geração de energia elétrica

Aerogeradores.
5. a) Resposta: Os frutos e sementes de algumas plantas, como o dente-de-leão, podem ser carregados pelo vento. Essas partes da planta estão relacionadas à formação de novos indivíduos, portanto ajudam no processo de reprodução das plantas.
ao pátio da escola em um dia que estiver ventando e apresente-lhes o funcionamento de um cata-vento. Verifique se eles relacionam seu funcionamento ao dos geradores eólicos.
• Pergunte aos estudantes se eles sabem como a energia elétrica é gerada no município onde eles vivem. Se julgar pertinente, explique que há outras formas de gerar energia elétrica que não dependam do vento, como a energia hidrelétrica, que depende do movimento da água; e a energia solar, que depende da luz do Sol. Além dessas formas, e energia elétrica também pode ser gerada em usinas termelétricas, por meio da
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queima de combustíveis fósseis, por exemplo, ou usinas termonucleares nas quais a energia elétrica é gerada com materiais radioativos.
• A atividade 5 contribui para desenvolver a habilidade EF02CI04, pois apresenta características do fruto de uma planta e sua relação com o ambiente. Além disso, colabora com o desenvolvimento da habilidade EF02CI06 ao citar partes das plantas, os frutos e as sementes, envolvidas na reprodução desses seres vivos.
• Comente com os estudantes que as plantas também utilizam o ar atmosférico no processo de fotossíntese. Explique que, nesse processo, elas absorvem o gás carbônico do ar e produzem o gás oxigênio, liberando-o para a atmosfera terrestre. Além disso, as plantas também realizam a respiração e nesse processo elas absorvem o gás oxigênio do ar e liberam o gás carbônico. A fotossíntese será abordada na unidade 6 deste volume. No entanto, caso julgue pertinente, comente que, nesse processo, as plantas utilizam a luz solar para transformar água e gás carbônico e produzir o alimento necessário para o seu crescimento e desenvolvimento.
• Ao abordar a atividade 6, questione se já observaram pessoalmente uma usina eólica. Se julgar conveniente, para mostrar aos estudantes a ação do vento nas pás de uma hélice, leve-os
• Diga aos estudantes que as formas de transporte utilizadas pelo ser humano podem ser terrestres, aquáticas ou aéreas. Peça-lhes que citem outros exemplos de transporte aéreo, como o helicóptero, o dirigível, o balão ou o ultraleve. Explique a eles que em cada tipo de transporte aéreo utiliza-se uma propriedade específica do ar. Por exemplo, balões e dirigíveis flutuam por serem cheios de gás ou de ar quente, que é mais leve que o ar. Diferentemente do balão, o dirigível apresenta uma hélice e um leme, que possibilitam direcionar seu voo. O helicóptero é capaz de voar na vertical por ter uma hélice na parte superior. Ao girar, a hélice empurra o ar para baixo, agindo como propulsora. Já o ultraleve, como diz o nome, é um avião com pouca massa, que flutua graças à aerodinâmica de suas asas que se apoiam em massas de ar, como uma ave planando no céu ou um avião de papel. Mas, para sair do chão, o ultraleve precisa utilizar um motor.
• Explique aos estudantes que, além das brincadeiras, o vento é fundamental na realização de alguns esportes, como o paraquedismo, a navegação com barco a vela, o balonismo, o windsurf e o kitesurf.
Fazer aviões de papel pode parecer uma brincadeira infantil, mas existe uma teoria envolvida nessa prática e há até mesmo um campeonato mundial que avalia a distância percorrida, tempo no ar e manobras de cada modelo.
Para esta atividade, serão necessárias folhas de papel sulfite A4. De preferência, reutilize folhas de rascunho para reduzir o desperdício. Também pode ser utilizado papel-cartão para reforçar os protótipos.
O ar é essencial para que os aviões se sustentem no ar e possam voar.
Resposta: Locomoção.
2. Algumas brincadeiras também dependem do ar para serem realizadas.

locomoção • lazer • geração de energia elétrica Avião decolando.
7. Pinte o quadro das imagens que apresentam brincadeiras que dependem diretamente da ação do ar.


Resposta: Os estudantes deverão pintar os quadros das imagens A, B e D


7. Professor, professora: Ao analisar a imagem D, comente com os estudantes que pipa também é conhecida como papagaio, pandorga e raia.
Esta atividade pode ser feita individualmente ou em grupos.
Oriente os estudantes a confeccionarem os aviões de papel mostrando a eles as dobraduras necessárias. Se julgar necessário, acesse com eles o vídeo da Biblioteca Infantojuvenil da UNIRIO, indicado a seguir, que ensina como fazer um modelo de avião de papel.
• AVIÃO de papel. Biblioteca Infantojuvenil da UNIRIO, 26 jun. 2020. Disponível em: https:// www.youtube.com/watch?v=AickcGvcUnY. Acesso em: 17 set. 2025.
Se julgar conveniente, promova um campeonato de distância, de tempo de voo ou de manobras entre os estudantes. Escolha um local aberto na escola onde eles possam fazer os lançamentos com segurança.
A água é essencial aos seres vivos e é utilizada de diversas maneiras pelo ser humano. Mas onde podemos encontrar água no ambiente? É esse assunto que estudaremos a seguir.
A maior parte da superfície da Terra é coberta por água. Essa água está distribuída em diferentes locais do ambiente. Conheça alguns desses lugares a seguir.
A água está presente nas geleiras, na neve e nos mares e oceanos.

A água está presente no ar, nas nuvens, na chuva e nos rios.

A água também está presente no solo e nos seres vivos, em quantidades variáveis. O corpo humano adulto, por exemplo, é composto, em média, de 70% de água.
1. Represente a quantidade média de água de um ser humano adulto. Para isso, pinte os 70 primeiros quadros a seguir.
Resposta: Os estudantes devem pintar 70 quadros.
dos oceanos e mares, que apresenta elevada salinidade. A água doce é fundamental para a sobrevivência das plantas, dos seres humanos e de outros animais que habitam o planeta. No dia a dia, nós a utilizamos em diversas tarefas, como limpeza, higiene pessoal, no preparo de alimentos e em bebidas.
Além do uso direto, muitos produtos, como roupas, calçados e eletrodomésticos, também dependem da água durante a sua fabricação.
• Para exemplificar a porcentagem de água doce e salgada na Terra, desenhe
na lousa 100 quadrinhos e pinte somente dois quadrinhos e meio. Diga que a parte não pintada, ou seja, 97 quadrinhos e meio, representa o total de água salgada, distribuída em mares e oceanos, e enfatize que somente uma pequena parte, a parte colorida, representa a água doce, encontrada em rios, lagos, lagoas, geleiras e águas subterrâneas. Ressalte a importância do consumo consciente da água, destacando a importância desse recurso para os seres humanos e os demais seres vivos.
• A abordagem deste tema possibilita o desenvolvimento da habilidade EF02CI05, ao incentivar os estudantes a refletirem sobre a importância da água e da luz solar para os seres vivos.
• Ao abordar este tema, explique aos estudantes, durante o estudo das páginas 191 a 193, que a água disponível na Terra é composta, em sua maioria, de água salgada.
• Ao abordar a distribuição da água nos ambientes terrestres, leia para eles o texto a seguir.
[...]
Estima-se que 97,5% da água existente no mundo é salgada e não é adequada ao nosso consumo direto nem à irrigação da plantação. Dos 2,5% de água doce, a maior parte (69%) é de difícil acesso, pois está concentrada nas geleiras, 30% são águas subterrâneas (armazenadas em aquíferos) e 1% encontra-se nos rios. [...]
AGÊNCIA Nacional de Águas e Saneamento Básico. Água no mundo. Gov.br. Disponível em: https://www.gov.br/ana/ pt-br/acesso-a-informacao/ acoes-e-programas/ cooperacao-internacional/ agua-no-mundo. Acesso em: 17 set. 2025.
• Em seguida, comente que a água doce, da qual fazemos uso diariamente, é classificada dessa forma em razão da baixa concentração de sais minerais dissolvidos nela, especialmente quando comparada à água
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• Durante a realização da atividade 1, comente com os estudantes que a quantidade de água no corpo humano pode variar de acordo com diferentes fatores, a depender da fase da vida, do gênero e do estado de saúde do indivíduo.
• Ressalte que a água é essencial para a sobrevivência, e que o organismo humano pode ficar dias sem alimento, mas sem água ele sobrevive apenas por cerca de três a cinco dias.
• O conteúdo trabalhado nesta página possibilita investigar a importância da água para a manutenção da vida de plantas em geral por meio de procedimentos científicos, contemplando a habilidade EF02CI05 e contribuindo para desenvolver a Competência geral 2 e as Competências específicas de Ciências da Natureza 2 e 3
• Leia, em voz alta, o texto desta página com os estudantes e oriente-os a observar as ilustrações. Explore a segunda e a terceira imagem, solicitando-lhes que expliquem, com as próprias palavras, o que ocorreu em cada uma das situações representadas nas imagens. Verifique se eles comentam que a água é essencial para as plantas, não apenas para a germinação da semente, mas também para o seu desenvolvimento posterior.
2. Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é que os estudantes reflitam sobre os resultados apresentados e reconheçam, ainda que intuitivamente, a importância da água para as plantas. Espera-se que eles comentem que a semente que não recebeu água desde o início do experimento (copo 3 ) nem germinou. Já a planta do copo 2, apesar de ter tido um desenvolvimento inicial, a falta de água ao longo do experimento fez que ela secasse. A única planta que se desenvolveu adequadamente foi a do copo 1, que recebeu água em quantidade adequada ao longo de todo o experimento.
• Se julgar pertinente, desenvolva com os estudantes um experimento semelhante ao desta página. Para isso, faça a Atividade extra sugerida a seguir.
Agora, acompanhe o experimento que Cláudia fez em uma aula de Ciências.
Imagens com elementos sem proporção entre si. Cores fantasia.
Cláudia plantou três sementes em diferentes copos transparentes com solo. Ela adicionou água somente nos copos 1 e 2

Cláudia adicionando água ao solo do copo 1
Após duas semanas, Cláudia verificou que as sementes que receberam água (copos 1 e 2) germinaram e a semente que não recebeu água (copo 3) não germinou.
Germinaram: no sentido do texto, iniciaram seu desenvolvimento em uma nova planta.
Nas semanas seguintes, até completar um mês de experimento, Cláudia continuou colocando água diariamente somente no copo 1

Olha só! As sementes que receberam água germinaram!
Cláudia observando o experimento após duas semanas.
Que pena! Somente a planta do copo 1 se desenvolveu.

Cláudia observando o experimento após um mês.
2. Converse com seus colegas sobre os resultados observados por Cláudia em seu experimento.
Resposta nas orientações ao professor
Providencie três garrafas plásticas descartáveis de 2 L, fita-crepe, caneta hidrográfica, terra vegetal e sementes de feijão.
Corte as garrafas a uma altura de 10 cm a partir da base e utilize-as como vasos. Etiquete os vasos, enumerando-os de 1 a 3. Coloque a mesma quantidade de terra vegetal em cada vaso e plante uma semente em cada um deles. Se julgar pertinente, plante mais de uma semente em cada vaso, para o caso de a semente não germinar por outros fatores além das condições testadas no experimento.
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Mantenha os vasos em um local que receba incidência indireta de luz solar.
Incentive os estudantes a adicionarem água nos vasos 1 e 2, diariamente, ao longo de duas semanas. Depois desse período, oriente-os a colocar água apenas no vaso 1 por mais duas semanas.
Ao final da prática, incentive-os a descrever oralmente os resultados observados e a compararem com os resultados da situação vivenciada por Cláudia, descrita no Livro do estudante
O experimento realizado por Cláudia demonstrou que a água é essencial para a germinação das sementes e para o desenvolvimento das plantas.
Assim como as plantas, os animais, inclusive o ser humano, também precisam de água para viver.
Nas plantas, a água é essencial em diversos processos, como a fotossíntese. Nela, as plantas utilizam a água, a luz solar e o gás carbônico para produzir o próprio alimento.
Além disso, algumas plantas vivem e se reproduzem na água ou dependem dela para sua reprodução.
Tomateiro: pode atingir cerca de 120 centímetros de altura.
Nos animais, a água é essencial em diversos processos que ajudam a manter o organismo funcionando adequadamente. Além disso, alguns animais vivem na água ou passam parte de seu ciclo de vida em ambientes aquáticos. Muitos também se reproduzem na água.
Peixe-palhaço: pode atingir cerca de 10 centímetros de comprimento.


Os seres humanos utilizam a água de diversas maneiras e em várias atividades do cotidiano, como higienizar o corpo e cozinhar. Além disso, a água também é fundamental para algumas atividades econômicas, como o cultivo de plantas, a criação de animais e certos tipos de transporte.
• A abordagem desta página leva os estudantes a refletirem sobre a importância da água para as plantas, contribuindo para desenvolver a habilidade EF02CI05 Além disso, ao citar plantas e animais aquáticos e a importância da água para a vida e reprodução desses seres vivos, o conteúdo da página relaciona-se com a habilidade EF02CI04
• Buscando explorar a habilidade EF02GE11 da BNCC, antes de iniciar o estudo da página 193, verifique se os estudantes reconhecem que para produzir os alimentos é necessário o uso de alguns elementos da natureza, sobretudo do solo e da água. Diga que para consumir alguns alimentos também é necessário, novamente, o uso da água para higienização e preparo. Por fim, explique a importância desses dois elementos naturais para a sobrevivência do ser humano. Caso considere necessário, peça que citem outros usos dos recursos apresentados (água e solo).
• Promova um momento para que todos tenham a oportunidade de verbalizar seu raciocínio e acolha as respostas dos estudantes.
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• Ao abordar a importância da água para a reprodução de algumas plantas, explique aos estudantes que algumas delas têm frutos e sementes que são carregados pela água para outros locais, muitas vezes distantes da planta que os originou. Comente sobre o coqueiro ou coco-da-bahia ( Cocos nucifera ). Diga a eles que a semente e o fruto dessa planta flutuam na água e são carregados por correntes oceânicas para outros locais. Ao germinarem nesse novo local, darão origem a uma nova planta, colaborando no processo de reprodução do coqueiro.
• Conhecer as características de um cordel.
• Reconhecer a importância da água para as plantas.
• Identificar a influência da chuva na vida das pessoas.
• Comente com os estudantes que o cordel é um gênero textual literário com características marcantes, que são descritas a seguir.
• Oralidade: a rima e o ritmo da literatura de cordel são elaborados conforme a sonoridade que se quer alcançar nos versos. Isso ajuda na memorização de um gênero literário que, tradicionalmente, costuma ser recitado oralmente, passando de pessoa para pessoa.
• Musicalidade: a cadência do cordel também possibilita que o gênero seja acompanhado de instrumento musical. Assim, é comum que cordelistas declamem o poema de cordel acompanhados de viola, por exemplo.
• Poesia popular: o cordel costuma abordar aspectos da cultura popular em seus versos e os folhetos impressos com baixo custo são ilustrados com xilogravuras.
Resposta
a) Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é que os estudantes compartilhem suas vivências com os colegas.
• Esta seção aborda a pluralidade de tradições no Brasil e incentiva os estudantes a refletirem sobre a importância de valorizar e respeitar a cultura nacional desenvolvendo o tema contemporâneo transversal Diversidade cultural Também contribui para desenvolver as Competências gerais 3, 4 e 6 e a Competência específica de Ciências da Natureza 6 ao incentivar a valorização de diversidade de saberes e
A água é um tema comum na literatura de cordel. Esse gênero textual é um tipo de contação de história típico da Região Nordeste do Brasil, que apresenta características de poema, como a métrica e a rima. Os temas do cordel são bastante variáveis, podendo tratar de política, de fantasia, de episódios históricos e da realidade social, por exemplo.
O termo cordel tem origem relacionada à maneira como essas histórias eram divulgadas, os livretos de cordel, que eram pendurados em cordões para serem vendidos.
a ) Você já leu algum cordel? Conte aos seus colegas.
Resposta nas orientações ao professor
Leia o cordel a seguir em voz alta com o professor e os colegas.
[...]
Eu, em menino, morava num lugar desprotegido Onde a chuva raramente molhava o chão ressequido. Mas quando o céu derramava esperança em forma d’água a tristeza evaporava,
Imagem com elementos sem proporção entre si.
Representação de pessoa aguardando a chuva.
Caía por terra a mágoa.
O cinza ficava verde, Os rios ganhavam vida, Nos trazendo, em abundância, Os frutos da nossa lida.
[...]

manifestações culturais e utilizar diferentes linguagens para acessar informações. Além disso, a abordagem desse cordel leva os estudantes a refletirem sobre a importância da água para as plantas, promovendo a habilidade EF02CI05
O gênero literário abordado nesta seção possibilita o trabalho articulado com os componentes curriculares de Língua Portuguesa e Arte
A estrutura do texto bem como o uso de rimas no cordel podem ser trabalhados junto ao componente de Língua Portuguesa, analisando os textos em grupo, e identificando seus versos e rimas.
Já as ilustrações em xilogravuras, características dos folhetos de cordel, podem ser trabalhadas junto ao componente curricular de Arte Expliquem aos estudantes que as xilogravuras são feitas com uma espécie de carimbo esculpido em madeira. Se julgar pertinente, produza com os estudantes gravuras utilizando poliestireno expandido. Para isso, façam um desenho sobre um pedaço de poliestireno expandido, pressionando os traços com uma caneta. Aplique sobre o desenho uma fina camada de tinta e pressione-o contra uma folha de papel para fazer a impressão.
Respostas nas orientações ao professor
Responda oralmente às questões a seguir de acordo com o texto.
b ) Quais características da literatura de cordel você conseguiu identificar no texto?
c ) Qual componente não vivo do ambiente tem sua importância citada no texto?
d ) Como o ambiente ficava quando não chovia?
e ) Como o ambiente ficava após a chuva?
f ) Com o professor e os colegas, pesquisem como a falta de água afeta a vida das pessoas e conversem sobre o tema. Em seguida, elaborem um pequeno cordel coletivo abordando temas relacionados à água, como a importância dela para as pessoas, as formas de evitar seu desperdício e como reaproveitar a água da chuva.
Resposta nas orientações ao professor 195
recurso. Anote na lousa as ideias dos estudantes sobre o tema e, com base nelas, incentive-os a compor os versos do cordel. Oriente-os a identificar palavras-chave sobre o assunto e a propor outras, do mesmo contexto, que possam rimar com elas para comporem os versos.
• Registre na lousa os versos formados por eles em letra cursiva, compondo o cordel, e peça que as transcrevam na pauta caligráfica no Livro do Estudante
Essa atividade pode auxiliar no processo de alfabetização ao possibilitar a prática da escrita em letra cursiva e a verificação
do domínio desse tipo de escrita pelos estudantes. Aproveite esse momento para verificar se realizam corretamente a pega tripoide do lápis e o uso correto da pauta caligráfica. Se julgar pertinente, caso eles tenham dificuldade com a letra cursiva, transcreva o cordel na lousa também em letra bastão e auxilie-os a reconhecer a correspondência entre as duas formas gráficas.
Resposta f) Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é incentivar a criatividade, a
• Se julgar pertinente, comente que o conteúdo do cordel está relacionado à realidade climática e social do semiárido brasileiro, localizado em grande parte na Região Nordeste do país.
Respostas
b) Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes citem a métrica e as rimas.
c) Espera-se que os estudantes respondam que é a água, sob a forma de chuva.
d) Os estudantes podem citar que o solo ficava seco (chão ressequido) e as pessoas ficavam tristes.
e) Os estudantes podem citar que o ambiente ficava verde, os rios ganhavam vida e as plantas produziam frutos.
• Auxilie os estudantes na atividade f. Para isso, leve-os ao laboratório de informática a fim de que façam a pesquisa sobre os impactos da escassez de água na vida das pessoas. Incentive-os a pesquisar o tema em sites com informações confiáveis. Caso não seja possível, leve para a sala de aula textos impressos sobre o tema e auxilie-os na identificação das informações necessárias.
• Promova uma discussão entre eles, levando-os a identificar a importância da água para o ser humano e atitudes que promovam o consumo consciente desse
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coletividade e a escrita dos estudantes, ao mesmo tempo em que se trabalha a temática da importância da água para os seres humanos.
• Se julgar pertinente, amplie a abordagem proposta no item f. Para isso, solicite aos estudantes que elaborem individualmente um cordel sobre a importância da água para os seres humanos e outros seres vivos e monte um varal de cordéis em um mural da escola como culminância dessa atividade, expondo os trabalhos para a comunidade escolar.
• Observar a influência da luz solar no crescimento e desenvolvimentos das plantas.
• A atividade prática trabalhada nesta seção permite investigar a importância da luz solar para o desenvolvimento das plantas, contemplando a habilidade EF02CI05. Além disso, essa atividade permite aplicar processos, práticas e procedimentos da investigação científica para explicar fenômenos relativos ao mundo natural, permitindo, assim, o trabalho com a Competência geral 2 e as Competências específicas de Ciências da Natureza 2 e 3
a) Resposta pessoal. O objetivo desta questão é levar os estudantes a refletirem sobre o tema e formularem hipóteses sobre a importância da luz solar para as plantas, ao mesmo tempo em que se levantam, os conhecimentos prévios dos estudantes.
• Ao abordar a questão inicial, promova um momento para que todos tenham a oportunidade de verbalizar seu raciocínio e acolha as respostas dos estudantes. Em seguida, se julgar pertinente escreva na lousa a afirmação: “A ausência de luz solar prejudica o desenvolvimento das plantas.”. Depois, reproduza o quadro a seguir.
Para iniciarmos nosso estudo sobre a importância da luz solar para os seres vivos, realize a investigação a seguir.
a ) Em sua opinião, a luz solar interfere no desenvolvimento das plantas?
Resposta nas orientações ao professor
• 3 vasos pequenos com plantas da mesma espécie e de mesmo porte
• 2 caixas de sapato vazias com tampa
A. B.
• tesoura com pontas arredondadas
• etiquetas adesivas
• água
• caneta
Peça a um adulto que, utilizando a tesoura, recorte uma abertura na lateral de uma das caixas de sapato.
Etiquete os vasos com os números 1, 2 e 3
Imagem com elementos sem proporção entre si. Cores fantasia.
Imagem referente às etapas A e B
Atenção: Somente o adulto deve manipular a tesoura e realizar a etapa A

abertura lateral
Concordo totalmente Discordo totalmente Não concordo, nem discordo
• Pergunte aos estudantes se eles concordam ou discordam da afirmação escrita na lousa e peça que justifiquem suas respostas a fim de levantar os conhecimentos prévios deles sobre o tema. Explique a eles que, caso estejam em dúvida, podem declarar que não concordam nem discordam da afirmação. Permita que se manifestem individualmente, justificando sua escolha, e faça um traço na coluna
D.
Escolha um local da sala de aula ou da escola que tenha incidência de luz solar e sem intensa circulação de pessoas. Posicione as caixas no local escolhido. Coloque o vaso 1 dentro da caixa sem abertura lateral, o vaso 2 dentro da caixa com abertura lateral e o vaso 3, fora das caixas.
correspondente na lousa, a fim de quantificar a resposta dos estudantes. Ao final da atividade prática, retome o quadro e colete novamente as respostas dos estudantes. Caso mudem de posicionamento, peça-lhes que argumentem o motivo dessa mudança, justificando-a com base nos resultados observados na prática.
• Na etapa A, enfatize aos estudantes que eles não devem manipular a tesoura com pontas arredondadas e oriente-os a solicitar a um adulto para que faça um recorte na lateral de uma das caixas de sapato.
• Se julgar pertinente, oriente os estudan-
tes a desenharem a aparência das plantas no início da prática (após a etapa B e antes da etapa C) a fim de que eles possam comparar os desenhos iniciais e finais e o aspecto das plantas no início e ao final da atividade prática.
• Na etapa C, atente para que as caixas de sapato, com e sem furo, e o vaso de planta fora da caixa sejam posicionados de forma a receberem a mesma luminosidade. A quantidade de luz deve variar apenas por conta das diferenças nas caixas ou da ausência desse objeto.
Professor, professora: Ao abordar a etapa G, se considerar pertinente, oriente os estudantes a, se julgarem necessário, usarem lápis de cor para representar as possíveis mudanças de cor.
Imagem com elementos sem proporção entre si. Cores fantasia.
Imagem referente à etapa D
E.
F. G.
Feche as caixas e observe o que acontece durante duas semanas.

Regue as plantas conforme a necessidade.
Desenhe nos espaços a seguir a aparência das plantas dos três vasos ao final do experimento.
Vaso 1
Vaso 2
Vaso 3
Agora, responda oralmente às questões a seguir.
Respostas nas orientações ao professor
1. Qual das plantas teve melhor desenvolvimento? Como você explica esse resultado?
2. O que ocorreu com a planta da caixa com a abertura lateral? Como você explica o desenvolvimento dessa planta?
3. Considerando que as três plantas receberam água em quantidade suficiente, como você explica os resultados observados?
4. Após a realização da atividade, em sua opinião, a luz solar interfere no desenvolvimento das plantas?
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• Oriente os estudantes a adicionarem a mesma quantidade de água nos três vasos durante a rega das plantas. Para isso, você pode utilizar um copo medidor. Enfatize a importância desse rigor, comentando que quantidades diferentes de água podem influenciar os resultados observados.
• Na etapa G, oriente os estudantes a observarem aspectos como altura e coloração das plantas e quantidade e tamanho das folhas para realizarem os desenhos.
1. Espera-se que os estudantes respondam a planta do vaso 3, por, além de receber água, estar exposta à luz solar.
2. Espera-se que os estudantes comentem que a planta cresceu em direção à abertura na lateral da caixa para acessar a luz solar. Como resultado, o caule ficou maior do que o das outras plantas.
3. Espera-se que os estudantes respondam que as variações no desenvolvimento das plantas são resultado da diferença de exposição à luz solar, que influenciou o desenvolvimento das plantas.
4. Resposta pessoal. O objetivo desta questão é que os estudantes reflitam sobre a importância da luz solar para as plantas, com base nas observações feitas durante a investigação, validando ou não as hipóteses levantadas no início da atividade.
• Ao trabalhar a importância da luz solar para a produção do próprio alimento pelas plantas e as relações alimentares entre as plantas e certos animais, a abordagem desta página colabora com o desenvolvimento da habilidade EF02CI06, pois permite que os estudantes analisem as relações entre as plantas, o ambiente e outros seres vivos.
• Durante a realização da atividade 3, oriente os estudantes a observarem as imagens dos animais. Esclareça que animais que se alimentam de partes de plantas são chamados herbívoros; animais que se alimentam de partes de outros animais são chamados carnívoros; enquanto animais que se alimentam tanto de partes de plantas quanto de animais são chamados onívoros.
• Se julgar pertinente, represente na lousa o Sol, uma planta e um animal herbívoro, como o gafanhoto, e explore as relações entre eles. Explique que as plantas utilizam a luz solar para transformar água e gás carbônico e produzir o próprio alimento. Comente que parte do alimento produzido pela planta pode ser utilizado por ela para gerar energia para que ela cresça e se desenvolva, por exemplo. Comente que diferente das plantas, os animais precisam se alimentar de outros seres vivos para obter os nutrientes e a energia de que necessitam. Ao consumir partes das plantas, o gafanhoto obtém os nutrientes e a energia necessária ao seu crescimento e desenvolvimento. Assim, a energia da luz solar é fundamental para a manutenção de diversas formas de vida na Terra.
Como você pôde perceber, as plantas necessitam da luz solar para crescer e se desenvolver adequadamente. Isso porque essa luz é utilizada pelas plantas para produzir o próprio alimento, por meio da fotossíntese.
O alimento produzido pelas plantas pode ser utilizado por elas ou pelos seres vivos que as consomem, como certos animais. Dessa forma, a luz solar também se torna essencial aos animais.
3. Marque um X no quadro dos animais que se alimentam de plantas.
Resposta: Animal B (gafanhoto-do-campo).


A luz solar ilumina e aquece os ambientes da Terra, ajudando a manter a temperatura média do planeta adequada à manutenção da vida.
Além disso, alguns animais, como iguanas, lagartos, cobras e tartarugas, utilizam o calor proveniente da luz solar para se aquecerem.
• Ao abordar a importância da luz solar no aquecimento dos ambientes, se julgar pertinente, retome com os estudantes o efeito estufa natural da Terra, abordado anteriormente na unidade 1 deste volume, e enfatize a importância da atmosfera terrestre na manutenção da temperatura média do planeta adequada à manutenção da vida na Terra.

Jacaré-de-papo-amarelo: pode atingir cerca de 350 centímetros de comprimento.
Gafanhoto-do-campo: pode atingir cerca de 7 centímetros de comprimento.
Onça-pintada: pode atingir cerca de 180 centímetros de comprimento.
Iguana: pode atingir cerca de 180 centímetros de comprimento.

A exposição adequada à luz solar é essencial à saúde. Um dos benefícios dessa exposição está relacionada à produção de um nutriente no organismo que desempenha diversos papéis, como auxiliar na saúde dos ossos.
5. Resposta: Espera-se que os estudantes citem cuidados como usar protetor solar, óculos de sol, chapéus e bonés e atentar aos horários de exposição à luz solar, evitando os horários entre 9 h e 15 h.
4. Trace uma linha sobre os pontilhados a seguir e descubra o nutriente cuja produção no organismo está relacionada à luz solar.
Em seguida, leia essa palavra em voz alta.
4. Resposta: Espera-se que os estudantes descubram a palavra
Vitamina D. Aproveite o momento para avaliar a capacidade de leitura dos estudantes.
5. Que cuidados devemos ter ao nos expormos diretamente à luz solar?
A energia solar também pode ser utilizada pelo ser humano.
6. Relacione os textos a seguir às imagens correspondentes e descubra exemplos de como o ser humano pode utilizar a luz solar. Em seguida, escreva os pares de letras e números.
Geração de energia elétrica por meio de painéis fotovoltaicos.
Evaporação de água para obtenção de sal.


Resposta: A – 3; B – 2; C – 1; D – 4.
Aquecimento de água para uso doméstico. C.
Iluminação natural de ambientes.


Professor, professora: As legendas das imagens não foram inseridas para não comprometerem a realização da atividade.
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melétricas durante seu funcionamento, emitem para a atmosfera gases que podem intensificar o efeito estufa natural da Terra, contribuindo para o aumento das temperaturas médias globais.
BNCC
• A abordagem inicial desta página, a atividade 4 e a questão 5 colaboram com o desenvolvimento do tema contemporâneo transversal Saúde , da Competência geral 8 e da Competência específica de Ciências da Natureza 7 ao trabalharem a importância da vitamina D para a saúde dos ossos e os cuidados que devemos ter ao nos expormos à luz solar.
• A atividade 4 pode contribuir com o processo de alfabetização dos estudantes. Verifique se ao fazerem o traço sobre os pontilhados eles realizam corretamente a pega tripoide no lápis.
• Explique-lhes que a vitamina D é importante para a absorção do cálcio e para a saúde dos ossos, e que a exposição à luz solar faz com que a vitamina D seja convertida em sua forma ativa e essa forma auxilia na absorção do cálcio e do fósforo no intestino.
• Esclareça que na presença de luz solar, a vitamina D pode ser produzida no organismo, sendo essa a principal fonte desse tipo de vitamina. No entanto, a vitamina D também está presente em certos alimentos, como óleos de fígado de peixe, gema de ovo e leite enriquecido com a vitamina D. Porém, seriam necessárias quantidades muito grandes desses alimentos para suprir a necessidade do organismo.
• Na questão 5, liste na lousa alguns dos cuidados que devemos ter ao nos expor à luz solar: evitar exposição à luz solar entre as 9 h e as 16 h; usar protetor solar; utilizar bonés e óculos de sol e roupas de cores claras; e beber bastante líquido para manter o corpo hidratado.
• Após a realização da atividade 6, diga aos estudantes que os aquecedores de água solares e a geração de energia elétrica por meio de painéis fotovoltaicos contribuem para a conservação ambiental. Verifique se eles reconhecem que os aquecedores solares contribuem para reduzir o consumo de energia elétrica e os painéis fotovoltaicos reduzem a necessidade de gerar energia elétrica por meio de usinas como as hidrelétricas e as termelétricas. Comente que as usinas ter-
• Diga que o aproveitamento da luz solar para iluminar os ambientes ajuda a reduzir o consumo de energia elétrica. Por isso, durante o período do dia, as janelas e cortinas devem permanecer abertas e as lâmpadas elétricas, apagadas. Além disso, pintar as paredes com cores claras pode ajudar na economia de energia elétrica com ar-condicionado, já que as cores claras refletem a luz solar, diferentemente das cores escuras, que absorvem grande parte da luz solar e contribuem para o aumento da temperatura dos ambientes.
• A abordagem desta página contribui para o desenvolvimento da Competência específica de Ciências da Natureza 1 ao levar os estudantes a reconhecerem o conhecimento científico como um empreendimento humano, além de contribuir para o trabalho com o tema contemporâneo transversal Ciência e tecnologia
• Se julgar pertinente, comente com os estudantes outros dispositivos criados pela biofísica húngara Mária Telkes (1900-1995). Diga que entre suas invenções, destacam-se um dispositivo portátil que utilizava a energia da luz solar para dessalinizar a água do mar e a criação de um forno solar, que utilizava a energia do Sol para cozinhar alimentos.
• Comente que a Dover Sun House foi um dos maiores projetos de sua carreira e a primeira residência aquecida exclusivamente por energia solar. O projeto foi desenvolvido em conjunto com a arquiteta estadunidense Eleanor Raymond (1887-1989) e foi finan ciado pela filantropa e escultora estadunidense Amelia Peabody (1890-1984). A casa foi construída em 1948, na cidade de Massachussetts, nos Estados Unidos.
• Seu sistema de aquecimento contava com um grande painel coletor solar, o qual absorvia a radiação solar, posicionado no segundo andar da residência. Esses painéis tinham o seu interior preenchido com ar que ao ser aquecido pela luz solar era encaminhado para compartimentos cheios de um material chamado de sal de Glauber. Esses compartimentos possibilitavam que o calor fosse armazenado para ser utilizado posteriormente. Ao absorver calor, o sal de Glauber passava do estado físico sólido para o líquido. Quando a temperatura do ar circundante di-
No século 20, algumas mulheres se destacaram no estudo e na aplicação da luz solar. Entre elas, podemos citar a biofísica húngara
Mária Telkes (1900-1995) que, junto à arquiteta estadunidense Eleanor Raymond (1887-1989) e à escultora estadunidense Amelia Peabody (1890-1984), projetou e executou a primeira casa aquecida exclusivamente com energia solar, a Dover Sun House, nos Estados Unidos.




A Dover Sun House contava com diversos sistemas que garantiam não apenas o aquecimento, mas também o armazenamento do calor para ser usado em dias nublados, por exemplo.
Embora atualmente seja comum o uso da luz solar no aquecimento de água em residências, por exemplo, à época, a construção da Dover Sun House foi um marco de inovação e de aplicação da ciência no dia a dia.
Professor, professora: Confira mais informações sobre a Dover Sun House e seu sistema de aquecimento nas orientações ao professor
minuía, o material passava novamente ao estado sólido, liberando o calor absorvido, que era então distribuído pela residência por meio de dutos e ventiladores.
Professor, professora: Incentive os estudantes a responderem à questão proposta no texto inicial, de modo a refletirem sobre o tema e possibilitar o levantamento de conhecimentos prévios. Espera-se que os estudantes percebam que a natureza está ao nosso redor, como no ar que respiramos, na água que usamos diariamente, no solo onde pisamos e plantamos e na luz do Sol que nos aquece.
Ao longo da história, o ser humano vem explorando os elementos da natureza para atender às diversas necessidades do dia a dia.
Mas onde está a natureza? Se alguém lhe fizesse essa pergunta, o que você responderia? É sobre esse tema que vamos estudar a seguir.
1. Observe a seguir a imagem de uma paisagem.

Paisagem na Patagônia, Argentina, em 2021.
a ) Identifique cada um dos elementos que fazem parte da natureza indicados na paisagem da fotografia. Para isso, relacione as letras (A a F) aos números (1 a 6) a seguir, formando pares de letras e números.
Vegetação. 1.
Solo. 2.
Resposta: A – 4; B – 3; C – 2; D – 6; E – 5; F – 1
Ar. 3.
Luz do Sol. 4.
natureza presentes no dia a dia, como os utilizados na fabricação dos objetos de suas casas e dos objetos usados na escola.
• Promova um momento para que todos tenham a oportunidade de verbalizar seu raciocínio e acolha as respostas dos estudantes.
• Proponha a observação guiada da imagem da atividade 1, descreva detalhadamente os elementos para auxiliar estudantes cegos ou com
Água. 5. Animais. 6.
baixa visão na construção mental da imagem. Proponha a reflexão acerca da importância da natureza como fornecedora de inúmeros elementos que o ser humano necessita para sobreviver, como o fornecimento de matérias-primas para a produção do que necessitamos ter no cotidiano. Portanto, sua conservação também é importante.
• As páginas 201 e 202 abordam noções introdutórias do conceito de natureza. Esse conceito é trazido de forma progressiva nos anos escolares seguintes, de acordo com o nível de compreensão e desenvolvimento cognitivo dos estudantes.
• Quando se aborda o conceito de natureza com os estudantes, é comum que eles associem imediatamente a ideia a elementos naturais, como plantas, rios, mares, vento, luz solar, calor e animais – incluindo tanto os insetos quanto os seres humanos. É importante, no entanto, ampliar essa compreensão, mostrando que a natureza também está presente nos objetos e construções que fazem parte do cotidiano. Esses itens, ainda que transformados pela ação humana, têm origem em materiais naturais extraídos do meio ambiente. Essa abordagem ajuda os estudantes a perceberem a interdependência entre as ações humanas e os recursos naturais, promovendo uma reflexão sobre o uso consciente desses recursos.
• Promova uma conversa com os estudantes questionando-os acerca dos elementos da natureza observados por eles em seus lugares de vivência. Resgate conhecimentos prévios e proporcione reflexões por meio da questão norteadora apresentada nesta página. Questione-os sobre quais são os elementos da
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• Conduza os estudantes na leitura do texto da página 202 e ressalte os elementos da natureza nele citados e peça que descrevam a importância de cada um para os seres humanos e demais seres vivos. Questione-os acerca da importância da natureza e as formas como ela vem sendo utilizada. A exploração intensa desses recursos propõe uma reflexão sobre a disponibilidade deles para as gerações futuras.
• Quando o desenho da atividade 2 estiver pronto, promova uma conversa com os estudantes solicitando que os apresente aos colegas. Cuide para que o ambiente seja de respeito durante as apresentações.
• Caso julgue necessário, após a realização do item a da atividade 2, para reforçar a prática e o direcionamento da escrita das letras, utilize o caderno de caligrafia, de forma que eles possam desenvolver progressivamente a escrita da letra cursiva.
• Verifique se os estudantes reconheceram apenas elementos naturais como pertencentes à natureza. Relembre que elementos construídos, como casas, escolas e comércios, também fazem parte da natureza, pois foram produzidos com materiais naturais extraídos do meio ambiente, porém, foram transformados pela ação humana. Caso considere interessante, sugira àqueles que não desenharam elementos construídos que o façam agora.
• Relembre a relação que os povos originários e tradicionais têm com a natureza, utilizando-a de modo a garantir a sua conservação.
Os elementos da paisagem que você identificou na fotografia anterior fazem parte da natureza. Então, os seres humanos, o ar que respiramos, a água que usamos diariamente, assim como a que está nos rios e oceanos, a luz e o calor do Sol que nos ilumina e aquece e o solo em que pisamos, cultivamos as plantas e criamos alguns animais, são exemplos de partes da natureza.
Os elementos construídos pelos seres humanos que podemos observar nas paisagens, como casas, escolas e ruas, são produzidos com elementos da natureza, os quais são transformados em diferentes materiais e objetos.
2. Desenhe no espaço a seguir uma paisagem que você conheça e que tenha elementos da natureza.
Resposta pessoal. Oriente os estudantes a desenharem uma paisagem que contenha elementos da natureza como a luz do Sol, o ar, a água, o solo, as plantas e os animais. Caso eles desenhem elementos construídos pelo ser humano, explique que neles estão presentes materiais extraídos da natureza.
a ) Escreva nas linhas a seguir os nomes dos elementos da natureza que você desenhou.
Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes escrevam elementos como árvores, rio, animais, Sol, nuvens e solo.
• Informe aos estudantes que podemos chamar de natureza o conjunto dos elementos que compõem o meio ambiente e cuja existência independe da ação do ser humano. A referência a seguir poderá auxiliar na reflexão acerca da conceitualização do conceito de natureza.
[...] deduz-se que não é fácil, talvez nem desejável, buscar um único entendimento sobre o conceito de natureza. Ao contrário, é preciso levar em conta a multiplicidade de significados na ciência e no senso comum e buscar, no ensino, entender a natureza como um elemento fundamental do ambiente. Ou
seja, é preciso construir no ensino um conceito de natureza que seja instrumentalizador das práticas cotidianas dos alunos, em seus vários níveis, o que requer inserir esse conceito num quadro da problemática ambiental da atualidade. Por ser assim, é útil a análise geográfica do ambiente, envolvendo a relação sociedade/natureza [...]
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CAVALCANTI, Lana de Souza. Geografia, escola e construção de conhecimentos. Campinas: Papirus, 2013. p. 114. (Magistério, Formação e Trabalho Pedagógico).
Por meio do trabalho e das atividades econômicas, o ser humano produz o que necessita e ao mesmo tempo transforma constantemente a natureza.
A seguir, vamos estudar algumas atividades econômicas desenvolvidas pelo ser humano.
A agricultura é a atividade responsável pelo cultivo de plantas para a produção de alimentos, como arroz, feijão, frutas e verduras. Mas não é apenas isso. Materiais, como o algodão, também são obtidos por meio dessa atividade econômica.
3. Observe as fotografias a seguir, que retratam duas etapas do cultivo na agricultura.


a ) Converse com os colegas sobre o que está retratado em cada uma das fotografias.
b ) Leia as etapas de cultivo a seguir e, depois, relacione-as às fotografias, escrevendo a letra de cada imagem no quadro correspondente.
Colher.
3. b) Resposta: Colher: B; Semear o solo: A
Semear o solo.
3. a) Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes identifiquem que a fotografia A retrata o plantio mecanizado de uma lavoura e a fotografia B mostra uma área de colheita mecanizada.
ALMANAQUE Horta&Liça: agricultura na cidade? Embrapa Hortaliças, Brasília, 2011. Disponível em: https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/bitstream/doc/984247/1/cartilhainfantil2. pdf. Acesso em: 17 set. 2025.
Avalie a possibilidade de apresentar aos estudantes, com o auxílio de um aparelho projetor, a história em quadrinhos desta página, que aborda o tema olericultura (cultivo de hortaliças) em espaços urba-
nos. Explique-lhes que existem pessoas que praticam atividades agrícolas nas cidades utilizando áreas preparadas para este fim, em quintais ou até mesmo em apartamentos.
Comente com os estudantes que, caso decidam acessar a publicação em casa, o façam acompanhados de um familiar ou responsável. Fale também que não se deve conversar com pessoas desconhecidas enquanto estiver usando a internet.
Antes da abordagem deste tema, investigue o conhecimento prévio dos estudantes, organizando um momento de conversa a respeito dos recursos da natureza e do desenvolvimento das atividades econômicas que os utilizam. Peça-lhes que citem exemplos de produtos que conhecem. Anote na lousa alguns deles e, em seguida, pergunte qual é a origem de tais produtos. Verifique se eles reconhecem que o consumo está relacionado ao plantio de alimentos, à criação de animais, à extração de materiais e sua transformação realizada pela indústria. Explique que diferentes atividades econômicas são responsáveis pelo processo de produção, sendo elas a agricultura, a pecuária, o extrativismo e a indústria. Caso algum estudante apresente dificuldades na expressão oral, oriente-o a fazer a atividade por meio da linguagem visual, utilizando o desenho como recurso para manifestar suas ideias.
BNCC
• O estudo proposto entre as páginas 203 a 210 trabalha com as definições e importância das atividades agropecuárias, extrativas, industriais, de comércio e prestação de serviços, contemplando parte da habilidade EF02GE07.
• Auxilie os estudantes na atividade 4, aproveitando para incentivar a escrita e o conhecimento alfabético. Incentive-os a soletrar as palavras e depois lê-las em voz alta. Questione se eles conheciam o nome dessas práticas e quais outras conhecem relacionadas à pecuária.
• Promova um momento para que todos tenham a oportunidade de verbalizar seu raciocínio e acolha as respostas dos estudantes.
ATIVIDADE EXTRA
Complemente com uma dinâmica, passando para os estudantes algumas palavras para buscarem o significado no dicionário e descobrirem que se trata de um tipo de pecuária. Sugira a pesquisa de palavras como: ranicultura (criação de rãs), sericicultura (criação de bicho-da-seda) e apicultura (criação de abelhas). Avalie as dificuldades e, se julgar necessário, permita que façam a atividade em duplas.
• Comente com os estudantes que existem atividades econômicas realizadas tanto no espaço urbano quanto no espaço rural, como a medicina veterinária, que trata de animais na cidade, como cães e gatos, e na área rural, como o gado bovino e equino.
A pecuária é a atividade responsável pela criação de animais, como bois, vacas, porcos e frangos.
Por meio da pecuária, são obtidos alimentos como carnes, ovos e leite. Além disso, materiais de origem animal, como a lã e o couro, também são obtidos por meio dessa atividade econômica.
4. Escreva a primeira letra do nome de cada imagem e descubra os nomes dos tipos de criação mostrados nas imagens.

Resposta: BOVINOCULTURA.

Resposta: PISCICULTURA.
O extrativismo é a atividade econômica por meio da qual são obtidos diferentes recursos diretamente da natureza. O extrativismo é uma atividade da qual dependem muitas famílias brasileiras.
De acordo com o material explorado, podemos classificar a atividade extrativista em três tipos principais.
O extrativismo vegetal é a atividade responsável pela coleta de recursos vegetais, como frutos, folhas, flores, sementes, raízes e madeira.

Muitas pessoas dependem do extrativismo vegetal para garantir sua subsistência, principalmente em áreas naturais, como as florestas.
Pessoa coletando castanha-do-brasil, em Uarini, Amazonas, em 2021.
O extrativismo animal é a atividade responsável pela captura ou coleta de diferentes espécies de animais, por meio da caça e da pesca, por exemplo.

A pesca em rios e mares é um exemplo de extrativismo animal.
Pessoa realizando pesca artesanal em Cananeia, São Paulo, em 2024.
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• Questione os estudantes sobre o que sabem a respeito de atividades extrativas. Exemplifique para eles alguns produtos oriundos dessas atividades, como palmito, açaí, castanha-do-pará (extrativismo vegetal), alumínio de que são feitas as latas de refrigerantes e sucos (extrativismo mineral), peixes, camarões e outros animais obtidos por meio da pesca ou da caça legalizada (extrativismo animal).
• Cite exemplos de extrativismo que seja feito no município ou no estado em que vivem, a fim de aproximar e contextualizar o assunto para os estudantes.
• Reforce a necessidade da conservação da natureza para que o extrativismo seja realizado. Desse modo, essa atividade deve ser praticada de maneira sustentável, sem exaurir os recursos naturais. Informe aos estudantes de que muitas famílias dependem desses recursos para sobreviver.
FRUTUROS. Disponível em: https://fruturos.museudoamanha.org.br/amazonia -secular/. Acesso em: 18 set. 2025.
O site apresenta vários relatos de povos tradicionais não indígenas que sobrevivem do extrativismo na região da Floresta Amazônica. Nele também são disponibilizados materiais educativos que auxiliam explorar o tema extrativismo na sala de aula.
• Explique aos estudantes que uma jazida mineral é uma área na qual existe a concentração de um ou mais minerais com valor econômico. Na realização da atividade 5, oriente-os a observar os elementos das imagens, a fim de identificar qual tipo de extrativismo cada uma delas retrata. Descreva detalhadamente os elementos retratados a fim de auxiliar a formação das imagens para os estudantes cegos ou com baixa visão. Peça a eles que digam em voz alta qual elemento, de cada fotografia, identifica o tipo de extrativismo que está sendo realizado. Em seguida, eles devem fazer as devidas associações entre as imagens e os nomes que identificam os tipos de extrativismo.
• Ao propor a atividade 6, oriente os estudantes a definirem um momento de conversa com os familiares ou responsáveis e fazer com eles, em casa, a leitura das páginas 203 a 206. Desse modo, os familiares podem se inteirar do assunto e identificar com eles estabelecimentos ou lugares (como chácaras, sítios ou fazendas) em que observam ou sabem que existem as atividades mencionadas no município. Peça que, com os familiares ou responsáveis, os estudantes façam anotações no caderno e levem para a sala de aula a fim de apresentar aos colegas. Faça as correções e dê as explicações necessárias.
O extrativismo mineral é a exploração de diferentes minerais do solo ou das rochas, como ferro, ouro, prata, carvão mineral e pedras preciosas (por exemplo, o diamante). Quando o mineral tem valor econômico, ele é chamado de minério.
5. Observe as fotografias e depois relacione cada imagem ao tipo de extrativismo correspondente, formando pares de letras e números.

Extração de calcário em Almirante
Tamandaré, Paraná, em 2025.

Extração de látex de seringueira, em Xapuri, Acre, em 2022.
Extrativismo animal. 1. Extrativismo mineral. 2.
Resposta: A – 2; B – 3; C – 1

de ostras, em Itapissuma,
em 2025.
Extrativismo vegetal. 3.
6. Com a ajuda de seus pais ou responsáveis, escreva um exemplo de atividade econômica do local onde vocês moram que seja relacionada ao cultivo agrícola, à pecuária ou ao extrativismo.
Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é aproximar o conteúdo da realidade dos estudantes.
Elisa Leonida Zamfirescu (1887-1973) nasceu na Romênia e foi uma das primeiras mulheres engenheiras do mundo. Trabalhando em laboratórios e exercendo uma profissão inovadora para mulheres, Elisa trouxe diversas contribuições aos estudos de minerais presentes na natureza.
Elisa Leonida Zamfirescu.

Proponha aos estudantes que investiguem atividades extrativas desenvolvidas no estado ou na região onde vivem. Organize-os em grupos e trabalhem na sala de informática, caso exista esse espaço na escola, em sites previamente selecionados, anotando informações obtidas no caderno. Depois, na sala de aula, façam a leitura das informações pesquisadas para todos os colegas.
CATEGORIA: Mulheres na Ciência. ACDMIN Disponível em: https://acdmin.com.br/category/ mulheres-na-ciencia/. Acesso em: 18 set. 2025. O site apresenta informações a respeito de Elisa Leonida Zamfirescu. Além da engenheira, são apresentadas as histórias de várias outras mulheres que transformaram o conhecimento científico no Brasil e no mundo.
7. a) Resposta: O algodão é produzido por meio da agricultura. Na indústria, ele é transformado em fios e tecidos usados na fabricação de roupas, toalhas etc.
A indústria é a atividade responsável pela transformação de diferentes materiais, como os extraídos da natureza, em novos produtos, muitas vezes utilizando máquinas e outros equipamentos.
7. Observe os exemplos de atividades industriais retratados nas fotografias. Depois, complete os textos com as palavras adequadas apresentadas a seguir.
pecuária • extrativismo • agricultura

Indústria têxtil


7. b) Resposta: O ferro é obtido por meio do extrativismo. Algumas indústrias utilizam esse material para fabricar produtos usados em outras indústrias ou na construção civil, como os vergalhões de ferro.
a ) O algodão é produzido por meio da . Na indústria, ele é transformado em fios e tecidos usados na fabricação de roupas, toalhas etc.
b ) O ferro é obtido por meio do
Algumas indústrias utilizam esse material para fabricar produtos usados em outras indústrias ou na construção civil, como os vergalhões de ferro.
c ) O leite é obtido por meio da Ele é usado nas indústrias para a fabricação de queijos, iogurtes e manteiga, por exemplo.
7. c) Resposta: O leite é obtido por meio da pecuária. Ele é usado nas indústrias para a fabricação de queijos, iogurtes e manteiga, por exemplo.
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• Ao abordar este tema, comente com os estudantes que na atividade industrial, as matérias-primas extraídas da natureza podem ser de origem vegetal, animal ou mineral. Cite exemplos de matérias-primas e suas origens para auxiliar na realização da atividade 7. Exemplos: matéria-prima vegetal: sementes, algodão, trigo, soja e cana-de-açúcar; matéria-prima animal: lã, couro, carne, ovos e leite; matéria-prima mineral: ferro, alumínio, petróleo e cobre.
Solicite aos estudantes que observem em casa pelo menos cinco produtos industrializados presentes em seu dia a dia e façam uma lista no caderno. Solicite que digam em voz alta os produtos que anotaram e vá escrevendo-os na lousa. Ao final, faça uma análise com eles sobre quais dos produtos industrializados foram mais citados e se alguns deles são fabricados no município ou no estado onde vivem.
• Converse com os estudantes sobre atividades industriais existentes no município ou nos arredores, incluindo geração de empregos, produtos fabricados e se eles cuidam do meio ambiente local.
ROCHA, Ruth. A máquina maluca. Ilustrações de Mariana Massarani. São Paulo: Salamandra, 2010.
Por meio de uma linguagem descontraída, o livro apresenta a relação entre máquinas e seres humanos. Ele permite que as crianças reflitam a respeito do uso responsável das descobertas científicas, como das máquinas, pela sociedade.
• Antes de iniciar o estudo da página 208, providencie, antecipadamente, fotografias de alguns estabelecimentos que estão presentes no município ou região onde moram. Revele ou imprima as fotografias; outra opção é projetá-las. Apresente-as aos estudantes e auxilie-os a identificar a qual atividade econômica se refere cada estabelecimento.
• Ao propor a atividade 9, oriente os estudantes a definirem um momento de conversa com os familiares ou responsáveis e fazerem com eles, em casa, a leitura das páginas 207 e 208. Desse modo, os familiares podem se inteirar do assunto e identificar, com eles, estabelecimentos (lojas, fábricas e prestadores de serviços) em que observam ou sabem que existem as atividades mencionadas no município. Peça que, com os familiares, eles façam anotações no caderno, levem-nas para a sala de aula e apresentem aos colegas. Faça as correções e dê as explicações necessárias. Caso entre os estudantes haja aqueles que apresentem dificuldades no processo de escrita, sugere-se que sejam incentivados a fazer a atividade por meio de desenhos.
Proponha aos estudantes uma atividade de completar palavras e relacioná-las às atividades econômicas. Para isso, desenhe na lousa um quadro com cinco colunas, nomeando cada uma delas com os nomes das atividades econômicas: agricultura, pecuária, extrativismo, indústria, comércio e prestação de serviços. Em outro espaço da lousa, escreva palavras relacionadas a cada uma das atividades, deixando-as incompletas para que eles insiram as letras que faltam. Se algum estudante ainda apresentar
O comércio consiste na comercialização dos mais diversos produtos. Já a prestação de serviços diz respeito a atividades relacionadas, por exemplo, ao transporte, à educação e à saúde.
8. Relacione cada uma das descrições a seguir à imagem que melhor representa a atividade descrita. Para isso, escreva a letra da definição (A, B) no quadro da imagem correspondente.
A prestação de serviços é a atividade que oferece serviços à população, realizados por profissionais como médicos, dentistas, professores e advogados.
O comércio é a atividade em que diferentes tipos de produto são vendidos para os consumidores em lojas, feiras, mercados e outros estabelecimentos.
Resposta: B

Resposta: A

Dentista atendendo paciente, em Kiev, Ucrânia, em 2023.
9. Com seus pais ou responsáveis, escrevam um exemplo de indústria, comércio ou prestação de serviços existente no lugar onde vocês moram. Caixa de supermercado, em Cremona, Itália, em 2024.
Resposta pessoal. Sugira aos estudantes que identifiquem exemplos existentes na rua onde moram ou nas proximidades de sua casa.
dificuldades na escrita, sugira que a atividade seja feita em duplas ou, então, escreva as palavras por inteiro, porém com as sílabas separadas e desordenadas para que ele faça as organizações e junções necessárias.
Depois de finalizarem a escrita das palavras, peça-lhes que as relacionem às atividades econômicas correspondentes. Conforme eles forem respondendo, reescreva as palavras nas colunas adequadas. Peça que copiem no caderno essas palavras, organizadas em grupos de atividades econômicas.
Em nosso dia a dia, dependemos das atividades econômicas para obter produtos e serviços dos quais precisamos.
10. Observe as fotografias a seguir. Depois, marque um X no quadro da alternativa que corresponde à atividade econômica responsável pela produção de cada elemento descrito.
Professor, professora: As legendas das imagens não foram inseridas para não comprometerem a realização da atividade.
A. Agricultura.
B.


C.

Possibilita a produção das frutas que comemos em nosso dia a dia.
Pecuária.
Possibilita a produção das roupas que vestimos e dos sapatos que calçamos no dia a dia.
Extrativismo.
Indústria.
Possibilita a obtenção de sementes coletadas das florestas.
Extrativismo vegetal.
Extrativismo animal.
econômica, mas guarde-a em segredo. De modo muito discreto, converse com as duplas para saber qual atividade elas escolheram e se necessitam de alguma ajuda para pensar em como vão representá-la. Peça a cada dupla que faça apresentações de produção ou de consumo de produtos oriundos dessa atividade econômica. Enquanto isso, os demais tentam adivinhar qual
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atividade os colegas estão representando. Faça correções e explicações necessárias. Se houver estudantes com deficiência física, oriente para que recebam o apoio necessário dos colegas, promovendo a cooperação e a inclusão durante a atividade. Ao fazer uso da linguagem corporal para expressar suas ideias, eles estão explorando aspectos da Competência geral 4 da BNCC.
• Inicie o estudo sobre o assunto As atividades econômicas em nosso dia a dia, perguntando aos estudantes sobre os produtos que utilizam e consomem em seu dia a dia. Ajude-os a compreender que todos os bens que usufruímos são provenientes de recursos disponíveis na natureza e envolvem direta ou indiretamente o trabalho feito pelas pessoas em alguma atividade econômica. Aproveite o diálogo e ressalte que é por meio do trabalho que os seres humanos obtêm os recursos da natureza. Esse trabalho faz parte de uma cadeia produtiva formada por atividades que se articulam. Para os estudantes compreenderem melhor quais são essas atividades, peça-lhes que observem as fotografias das páginas 209 e 210 e as atividades econômicas que aparecem nelas.
Objetivo
• A atividade 10 viabiliza ao professor avaliar se os estudantes conseguem distinguir as atividades econômicas, reconhecendo-as por meio de fotografias.
Sugestão de intervenção
Caso os estudantes ainda apresentem dificuldades em descrever e definir as diferentes atividades econômicas, ou algumas delas, proponha-lhes um jogo de Mímica . Organize-os em duplas e peça a cada uma que escolha uma atividade
• Para a realização da atividade 11, peça aos estudantes que escolham um estabelecimento comercial que a família costuma frequentar diariamente. Solicite a eles que anotem no caderno o endereço do local e algum ponto de referência que auxilie a sua localização no município. Na sala de aula, promova uma conversa em que cada estudante apresente o endereço ou explique a localização por meio dos pontos de referência citados. Auxilie nesse momento as apresentações, identificando, se possível, o estabelecimento mencionado e apresentando outros pontos de referência para que eles consigam identificar o local. Essa dinâmica contribui para seja explorada a elaboração de mapas mentais entre os estudantes, favorecendo a habilidade EF02CI08 e a Competência específica de Geografia 3 da BNCC, ao exercitar princípios como localização, extensão e distribuição. Cuide para que durante a atividade exista um ambiente de respeito diante das respostas dos colegas.
REFERÊNCIAS
COMPLEMENTARES
GOOGLE Maps. Disponível em: https://www.google. com/maps/. Acesso em: 18 set. 2025.
Para ampliar a atividade 11, localize alguns estabelecimentos comerciais próximos da escola para que os estudantes os observem. Nesse site é possível apresentar à turma imagens de satélite dos locais procurados e, assim, chamar a atenção para as imagens vistas a partir de diferentes pontos de vistas, como vertical e horizontal. Essa dinâmica explora aspectos da habilidade EF02CI09 da BNCC ao possibilitar a eles que identifiquem lugares de vivência em imagens aéreas e mapas.
Professor, professora: As legendas das imagens não foram inseridas para não comprometerem a realização da atividade.

E.

F.

Possibilita a produção dos ovos que comemos nas refeições.
Agricultura.
Pecuária.
Possibilita a aquisição de roupas, calçados, produtos de limpeza e alimentos.
Prestação de serviços.
Comércio.
Possibilita às pessoas obterem assistência médica.
Prestação de serviços.
Comércio.
Resposta: A – Agricultura; B – Indústria; C – Extrativismo vegetal; D – Pecuária; E – Comércio; F – Prestação de serviços.
11. Com seus pais ou responsáveis, escrevam o nome de um tipo de estabelecimento comercial onde vocês costumam comprar produtos ou solicitar algum tipo de prestação de serviços.
Resposta pessoal. Auxilie os estudantes a identificarem estabelecimentos comerciais e prestações de serviços disponíveis no dia a dia, como mercados, farmácias, postos de combustíveis, médicos, cabeleireiros, pedreiros e eletricistas.
As atividades econômicas envolvem o trabalho de muitas pessoas. Algumas tarefas também podem ser feitas com a ajuda de máquinas, em sistemas automatizados.
Para possibilitar boa qualidade de vida para a população, é necessário que as comunidades tenham alguns serviços públicos realizados por diversos trabalhadores.
1. Relacione cada uma das imagens a seguir com o nome do serviço público correspondente. Para isso, escreva a letra da imagem no quadro do texto correspondente.
Imagens com elementos sem proporção entre si. Cores fantasia.
Professor, professora: As legendas das imagens não foram inseridas para não comprometerem a realização da atividade.



Entrega de correspondências.
Fiscalização de trânsito.
Coleta de resíduos sólidos.
Resposta: C, B, A
2. Comente com os colegas a importância de cada um dos serviços públicos apresentados na atividade anterior.
Resposta nas orientações ao professor.
3. Sua comunidade tem serviços públicos como entrega de correspondência, fiscalização de trânsito e coleta de resíduos sólidos? Em caso afirmativo, conte aos colegas como ocorrem esses serviços.
Resposta nas orientações ao professor
• Sobre a atividade 3, incentive os estudantes a compartilharem com os colegas, de forma ordenada e respeitosa, suas realidades. Caso algum estudante tenha dificuldades em identificar a existência desses serviços, convide a turma a fornecer exemplos de atividades feitas pelos profissionais e pergunte se alguma delas é observada em sua comunidade.
Respostas
2. A coleta de resíduos sólidos recolhe os materiais gerados e descartados nas residências, nos estabelecimentos co-
merciais, entre outros locais, e os destina a locais corretos (aterro sanitário), evitando acúmulo de resíduos e proliferação de agentes que podem causar doenças aos seres humanos; a fiscalização de trânsito mantém o trânsito organizado e faz a população atentar ao cumprimento de leis e sinalizações; e a entrega de correspondências contribui para a comunicação entre as pessoas.
3. Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é aproximar o conteúdo da realidade dos estudantes. Eles podem citar a coleta de resíduos sólidos produzidos nas
• Para iniciar a abordagem com a turma, converse sobre a importância do serviço público. Destaque que, de maneira geral, os governos oferecem serviços que são executados por trabalhadores de diversas áreas. Dê exemplos que contemplem a pluralidade de serviços e sua importância. Comente ainda que os serviços públicos oferecidos podem variar de uma região para outra, com vistas a atender às necessidades das diferentes comunidades.
• O objetivo da atividade 1 é promover o reconhecimento de alguns dos serviços públicos básicos, relacionando-os aos profissionais responsáveis por essas atividades. Explore as ilustrações, incentivando a turma a descrever as cenas representadas nas imagens. Convide os estudantes a compartilharem se reconhecem alguma das profissões apresentadas ou se conhecem alguém que faça os trabalhos apresentados.
• Na atividade 2, engaje os estudantes a refletirem sobre outros exemplos que destaquem a importância dos serviços ilustrados. Promova um ambiente acolhedor, ressaltando a importância do respeito e do cuidado ao comentar sobre os tipos de trabalho. Caso algum deles faça uso de linguagem pejorativa, explique por que não se deve utilizá-la, uma vez que é carregada de preconceitos.
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casas, nos estabelecimentos comerciais, entre outros locais; a fiscalização de trânsito mantém o trânsito organizado; e a entrega de correspondências contribui para a comunicação entre as pessoas.
BNCC
• O conteúdo abordado contempla aspectos da habilidade EF02HI10 por meio da identificação de diferentes serviços públicos pelos estudantes e da reflexão sobre a importância desses serviços em suas comunidades.
• Ao abordar esta página, explique aos estudantes que, durante muito tempo, aconteceram divisões de trabalho entre homens e mulheres, em diversas sociedades. Com as transformações sociais ocorridas nas últimas décadas, essa diferenciação tem diminuído. Os trabalhos antes feitos apenas por mulheres em nossa sociedade no passado hoje são realizados por homens, como: cozinheiros, faxineiros, entre outros. O contrário também acontece, mulheres desempenham atividades antes consideradas masculinas: pilotos de avião, motoristas etc.
• Diga a eles que o trabalho é considerado uma atividade essencial para os seres humanos, seja de natureza intelectual ou física. Incentive os estudantes a refletirem se consideram um trabalho mais importante que outro e por quê. Destaque que todos os trabalhos são importantes para a construção de uma sociedade melhor.
• Na imagem A, explique que, com a popularização da internet e dos aplicativos, o número de entregadores aumentou consideravelmente. Comente que esses trabalhadores, muitas vezes, encontram dificuldades, pois enfrentam o risco do trânsito e têm poucos direitos trabalhistas.
• Convide os estudantes a compartilharem se reconhecem os trabalhos apresentados nas imagens; se identificam quem são os responsáveis pela entrega de pedidos (A), se já foram ao dentista (B), se percebem quem mantém o ambiente limpo (C) e quem é responsável pela organização de produtos em comércios variados (D).
ATIVIDADE EXTRA
Proponha aos estudantes que façam entrevistas com até dois familiares sobre o trabalho que fazem atualmente ou já fizeram em algum momento. Elabore um
Existem diferentes tipos de trabalho nas comunidades. Além dos serviços públicos, diversos outros serviços podem ser ofertados nas comunidades e, para isso, é necessário o trabalho de muitas pessoas. Conheça alguns exemplos a seguir.
O entregador é o trabalhador responsável por fazer entregas de produtos diversos, como alimentos.

O faxineiro é o trabalhador responsável pela limpeza de diferentes ambientes.

O dentista é o trabalhador responsável por cuidar da saúde bucal das pessoas.

O repositor de produtos é o trabalhador responsável por repor os produtos que estão faltando nas prateleiras dos mercados, por exemplo.

Repositores repondo alimentos em prateleira.
Professor, professora: Ressalte para os estudantes que todos os trabalhos citados podem ser exercidos por mulheres e por homens.
roteiro em conjunto com eles que contemple:
• Nome da pessoa;
• Idade;
• Parentesco com o estudante;
• Profissão;
• Atividades cotidianas realizadas no trabalho;
• Conhecimentos necessários para fazer as atividades desse trabalho;
• Razões pelas quais a atividade desempenhada é importante para a comunidade em que vive.
Se achar pertinente, elabore outras questões que demonstrem a importância dos diferentes tipos de trabalho para a sociedade em que vivemos. Após a realização das entrevistas, promova
uma roda de conversa para que os estudantes compartilhem os resultados com os colegas.
• O conteúdo promove o desenvolvimento de aspectos da habilidade EF02HI10, uma vez que propõe aos estudantes a identificação de diferentes formas de trabalho existentes na comunidade em que vivem, reconhecendo suas especificidades e importância. O tema também favorece o desenvolvimento de aspectos da habilidade EF02HI02, pois eles refletirão sobre os papéis sociais exercidos por esses profissionais em suas comunidades.
O agricultor é o trabalhador responsável por diversos tipos de plantações.
O pedreiro é o trabalhador que constrói muros, paredes, pisos e telhados de casas e prédios.

E. F.

Agricultora cuidando da plantação. Pedreiros colocando revestimento no piso.
O farmacêutico é o trabalhador responsável por controlar a comercialização de medicamentos nas farmácias. Também pode trabalhar na produção de medicamentos e cosméticos.

O artesão é o responsável pela produção de diferentes objetos de uso cotidiano. Também pode produzir obras de arte.

Farmacêutica atendendo cliente. Artesã produzindo peça de argila.
4. Marque um X no nome dos trabalhadores citados anteriormente que atuam na comunidade onde você mora.
Resposta pessoal.
• Comente as imagens e profissões desta página, perguntando se os estudantes conhecem alguém que exerce as funções apresentadas. Reforce que o pedreiro exerce diferentes funções em uma obra, e que trabalha em conjuntos com outros profissionais, como o mestre de obras, o arquiteto e o engenheiro. Ressalte a importância do trabalho do agricultor, responsável por plantar e colher frutas, legumes e tantos outros alimentos. Destaque que a profissão de artesão também existe em muitos lugares e que ele pode utilizar diversos materiais em suas produções: fios, tecidos, barro, miçangas, metais, vidros etc.
Entregador. Dentista. Faxineiro. Repositor.
O objetivo desta atividade é aproximar o conteúdo da realidade dos estudantes, levando-os a conhecer a comunidade onde vivem.
E.
A. B. C. D. Agricultor. Pedreiro. Farmacêutico. Artesão.
F. G. H.
ocorrem de acordo com a necessidade de construir ou reformar em diferentes locais. Por fim, os agricultores geralmente atuam nas áreas rurais, apesar de, nos últimos anos, ter sido observada a popularização de hortas urbanas e comunitárias, cultivadas por pessoas que vivem nas cidades. Incentive os estudantes a comentarem o trabalho de profissionais que atuam na região onde moram.
AVALIANDO
Objetivo
• A atividade 4 permite avaliar se os estu-
dantes identificam a diversidade de atividades profissionais presentes nas comunidades das quais fazem parte, reconhecendo sua importância e particularidades.
Sugestão de intervenção
Caso algum estudante tenha dificuldades para fazer a atividade, oriente-o a analisar atentamente as imagens das páginas 211 a 213, relendo também as legendas. Depois, instigue-o a pensar no trajeto entre sua casa e a escola, tentando identificar se já teve contato com alguns dos profissionais presentes nas imagens.
• Na atividade 4, os estudantes deverão marcar apenas os trabalhadores presentes em suas comunidades. Reforce que, em alguns casos, as atividades são desenvolvidas apenas em locais específicos, caso dos farmacêuticos (farmácias, laboratórios) e dentistas (consultórios ou hospitais odontológicos). Já outras atividades são necessárias em todos os locais, caso dos faxineiros. Explique que também existem trabalhos que podem ser desempenhados independentemente dos locais, como é o caso dos artesãos. E, finalmente, há trabalhos que estão presentes em lugares mais abrangentes: motoristas e entregadores (ruas das cidades) e repositores de produtos (lojas e comércios); e pedreiros, cujas atividades
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• A abordagem do conteúdo possibilitará aos estudantes conhecer e visualizar diferentes trabalhadores em seu dia a dia, favorecendo o desenvolvimento de aspectos da habilidade EF02HI02 . A realização da atividade promove o desenvolvimento de aspectos da habilidade EF02HI10, uma vez que eles deverão identificar quais das atividades profissionais apresentadas estão presentes na comunidade onde vivem.
• Explique aos estudantes a noção de século, comentando que o termo é utilizado para falar de um período de cem anos, sempre começando no ano “um” de cada período. Assim, o século XX compreende do ano 1901 ao ano 2000, por exemplo. Após esta contextualização, comente como as transformações ocorridas com as Revoluções Industriais a partir do século XVIII impactaram muito as sociedades ocidentais ao longo do século XX, promovendo a criação de novas profissões e a diminuição de outras. Enfatize que as atividades de trabalho dependem das formas como a sociedade é organizada. Deste modo, as transformações ocorridas podem resultar tanto no aumento de demanda de algumas profissões quanto na diminuição de outras, que podem ser até mesmo extintas.
• Para abordar os conteúdos das páginas 214 e 215, convide os estudantes para uma roda de conversa acolhedora e que respeite os momentos de escuta e fala de todos. Analise as imagens com a turma e ressalte que elas são em preto e branco pois no início do século a tecnologia de fotografia em cores ainda não existia e que as fotografias retratam momentos do cotidiano dos profissionais. Caso algum deles tenha dificuldades, destaque que muitas dessas profissões deixaram de existir com o tempo e o avanço tecnológico, por isso pode ser difícil reconhecê-las.
No início do século 20, existiam nas comunidades diferentes tipos de trabalho. Observe alguns exemplos a seguir.
Os automóveis eram raros e caros. Por isso, muitas pessoas dependiam dos serviços dos cocheiros para se locomoverem pelas ruas de diferentes comunidades.

Cocheiro no início do século 20.
O leiteiro era um entregador de leite. Pela manhã, bem cedo, ele deixava o leite na porta das casas das famílias para que elas tivessem o produto para o café da manhã.
Cocheiros: pessoas que conduziam veículos puxados por animais, como cavalos. Entregador de leite no início do século 20.
• Ao abordar os cocheiros, comente com os estudantes que no passado esse tipo de trabalho era predominante. No entanto, atualmente, em alguns locais do mundo, esse tipo de trabalho ainda pode ocorrer, mas com finalidade turística e de costume do povo, não por falta de acesso a veículos. Também é possível o uso de transporte movido por animais, como cavalos, os chamados carroceiros, em algumas áreas do Brasil e do mundo.
No passado, outro meio de transporte comum eram os bondes. O motorneiro era o trabalhador responsável pela condução dos bondes.

Motorneira em um bonde no início do século 20.

Proponha uma visita ao laboratório de informática da escola e organize a turma em grupos para que pesquisem atividades profissionais antigas que ainda existem nas sociedades atuais, como agricultura, comércio, medicina e artesanato. Peça aos estudantes que identifiquem em quais sociedades antigas elas aparecem e qual é a importância delas ao longo do tempo. Ao retornarem à sala de aula, auxilie cada grupo na confecção de cartazes que contenham as informações pesquisadas, bem como desenhos e imagens recortadas das diferentes representações destas atividades ao longo do tempo. Ao final, promova uma apresentação de cada grupo e exponha todos os trabalhos em sala de aula.
O telegrafista era um trabalhador que operava o telégrafo, um equipamento de comunicação a distância que, por meio de sinais elétricos, recebe mensagens usando um código próprio.

Telegrafista operando um telégrafo no início do século 20.
A iluminação nas ruas era feita por lampiões acendidos manualmente. No início da noite, alguns profissionais passavam acendendo um a um os lampiões e os apagavam quando amanhecia.

Acendedor de lampiões no início do século 20.
5. Compare os exemplos de tipos de trabalho no passado com os trabalhos exercidos na sua comunidade atualmente. É possível notar alguma diferença? Use as imagens apresentadas anteriormente como exemplos e converse sobre isso com os colegas. Depois, escreva quais foram suas principais conclusões. Resposta pessoal. A resposta depende da realidade local dos estudantes. Comentários nas orientações ao professor
Objetivo
• A atividade 5 permite avaliar se os estudantes compreenderam como as transformações e permanências sociais impactam diretamente as atividades de trabalho e seus contextos.
Sugestão de intervenção
A partir da atividade 5, apresente algumas profissões surgidas recentemente, tais como: designer, biomédico, analista de dados, engenheiro geneticista, gestor de redes sociais, entre outras. Escreva na
lousa as profissões escolhidas e incentive a participação da turma, pedindo que indiquem quais são as atividades feitas, onde esses profissionais trabalham e o que fazem no cotidiano. Em seguida, oriente-os a comentar semelhanças e diferenças em relação às atividades apresentadas nos conteúdos anteriores, trabalhando as noções de permanência e transformação.
BNCC
• A atividade 5 promove as habilidades EF02HI02 e EF02HI10, ao possibilitar a
• Na atividade 5, oriente os estudantes na interpretação das imagens destacando os motivos pelos quais os trabalhos de cocheiro, motorneiro, entregador de leite, telegrafista e acendedor de lampiões deixaram de ser praticados. Comente que o uso dos automóveis, dos ônibus e dos metrôs diminuiu significativamente as funções dos cocheiros e dos motorneiros. O entregador de leite perdeu sua função com a industrialização desse produto. O telegrafista perdeu suas funções com a invenção do telefone e o acendedor de lampiões deixou de ser necessário com a instalação de postes de luz elétricos. Ressalte, ainda, as transformações dos trabalhos: no lugar dos cocheiros e dos motorneiros, por exemplo, passou a existir o trabalho dos motoristas de carro e de ônibus, além dos operadores de metrô. No lugar do telegrafista, apareceu a profissão do telefonista (que perdeu sua função com o aprimoramento tecnológico dos telefones e dos celulares). Do mesmo modo, existem hoje os técnicos que fazem reparos nos postes de energia elétrica.
• É importante que os estudantes percebam que os trabalhos se transformam ao mesmo tempo que ocorrem transformações nas sociedades. Aponte, ainda, algumas permanências: os motorneiros, por exemplo, ainda existem, mas seu trabalho está mais ligado ao turismo.
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identificação de práticas, papéis sociais e diferentes trabalhos realizados nas comunidades no passado e no presente. Ao refletirem sobre as diferenças entre os trabalhos exercidos na comunidade no passado e no presente, os estudantes desenvolverão aspectos da Competência específica de História 3. Incentive-os a refletir também sobre as transformações sociais que causaram as mudanças nas atividades profissionais presentes nas comunidades, abordando, desse modo, aspectos da Competência específica de História 1
Ao iniciar a abordagem com esse tema, questione os estudantes sobre o que é poluição, a fim de verificar os conhecimentos prévios deles sobre o assunto.
Se possível, leve para a sala de aula imagens que representem tanto locais poluídos como conservados e mostre-as aos estudantes. Solicite a eles que identifiquem as imagens que mostram um local poluído e peça a eles que justifiquem a escolha de cada uma delas.
Enfatize que muitas vezes a poluição não é visível.
Se julgar pertinente, ao final desta dinâmica inicial, apresente a definição de poluição, para isso, considere o trecho da Lei nº 6.938 a seguir.
[…]
Art 3º – Para os fins previstos nesta Lei, entende-se por:
III – poluição, a degradação da qualidade ambiental resultante de atividades que direta ou indiretamente:
a) prejudiquem a saúde, a segurança e o bem-estar da população;
b) criem condições adversas às atividades sociais e econômicas;
c) afetem desfavoravelmente a biota;
d) afetem as condições estéticas ou sanitárias do meio ambiente;
e) lancem matérias ou energia em desacordo com os padrões ambientais estabelecidos;
IV – poluidor, a pessoa física ou jurídica, de direito público ou privado, responsável, direta ou indiretamente, por atividade causadora de degradação ambiental;
BRASIL. Lei nº 6.938, de 31 de agosto de 1981. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ ccivil_03/Leis/L6938.htm. Acesso em: 18 set. 2025.
• Comente com os estudantes que ainda existem muitas culturas em que o uso de
As atividades econômicas transformam o meio ambiente e, quando praticadas sem atenção à conservação, acabam prejudicando a natureza. A seguir, vamos conhecer alguns dos possíveis danos das atividades econômicas à natureza.
Algumas atividades econômicas podem causar a poluição das águas.
1. Observe as fotografias a seguir. Em seguida, marque um X no quadro da alternativa que corresponde à atividade econômica que cada uma das imagens representa.
a ) O uso excessivo e incorreto de agrotóxicos nas plantações associado a outros fatores, como ocorrência de chuvas, desloca parte desses produtos para rios e lagos, causando a poluição das águas.
Extrativismo.
Agricultura.
Resposta: Agricultura.
Pulverização de agrotóxicos em lavoura do município de Pirassununga, São Paulo, em 2025.

b ) O despejo de substâncias tóxicas e sem tratamento em rios, lagos e oceanos polui essas fontes de água.
Indústria.
Pecuária.
Resposta: Indústria.
Derramamento de resíduo industrial não tratado em área industrial e portuária da Irlanda, em 2020.

Agrotóxicos: produtos utilizados na prevenção ou na eliminação de agentes, como certos seres vivos, que podem causar doenças e prejudicar os cultivos e sua produção.
agrotóxicos na produção é intenso, garantindo menor perda, produtos maiores e mais bonitos e, consequentemente, melhor produtividade. Por outro lado, a produção agrícola também tem se baseado em melhoramento genético e seleção de sementes que geram plantas e frutos mais resistentes a pragas e doenças, reduzindo a necessidade de defensivos químicos. Assim, a ciência e a tecnologia vêm contribuindo amplamente para a melhoria da produção.
• Explique que existe a produção de alimentos orgânicos, que são livres de agrotóxicos, entre outros critérios necessários para ganhar essa certificação. Porém, diga que o custo para pro-
duzi-lo é mais elevado e, consequentemente, seu custo para o consumidor também é mais alto.
BNCC
• Os assuntos apresentados nas páginas 216 e 217 abordam questões ambientais que atingem o campo e a cidade decorrentes do uso diverso da água e do solo em diferentes atividades. Esse estudo favorece o desenvolvimento da habilidade EF02GE11.
Professor, professora: Comente com os estudantes que os resíduos sólidos são popularmente chamados de lixo.
A poluição do solo pode ocorrer pelo contato com resíduos sólidos descartados diretamente e de maneira inadequada sobre ele. O solo também é poluído por despejo de esgoto sem tratamento e pelo uso de fertilizantes agrícolas sem orientação e de modo excessivo.
O solo poluído pode, por exemplo, provocar doenças, alterar o desenvolvimento das plantas e de outros seres vivos que vivem no solo e contaminar as fontes de água subterrâneas.
Despejo incorreto de resíduos sólidos em área de vegetação no Rio de Janeiro, capital do estado, em 2024.

Os agrotóxicos são produtos que, quando utilizados de maneira adequada e consciente, auxiliam a atividade agrícola. No entanto, como estudamos anteriormente, seu uso indevido pode estar relacionado à poluição do ambiente e a prejuízos aos seres vivos.
Dessa maneira, as pesquisas científicas são essenciais para alertar sobre esses possíveis riscos, bem como sugerir alternativas ao uso de agrotóxicos.
A cientista brasileira Mariangela Hungria da Cunha (1958-), por exemplo, realiza estudos que buscam, entre outros objetivos, reduzir o uso de produtos químicos para aumentar a produtividade das lavouras. Em 2025, Mariangela ganhou um prêmio internacional graças à importância de suas pesquisas para a agricultura mundial.

Mariangela discursando durante o 21º Congresso Brasileiro de Agronegócio, em São Paulo, 1º de agosto de 2022.
Professor, professora: Ao abordar a fotografia da pesquisadora Mariangela, comente com os estudantes que no evento citado na legenda, a pesquisadora recebeu o prêmio Norman Borlaug de Sustentabilidade, que reconhece pesquisadores que contribuem para a sustentabilidade na agricultura.
Para ampliar seu conhecimento sobre a poluição do solo, sugerimos a leitura anterior, que aborda as diversas utilizações do solo e seus impactos.
MARIANGELA Hungria: a microbiologista que semeia futuro e colhe reconhecimento. Gov.br , 21 mar. 2025. Disponível em:
08/10/2025 09:42:20
https://www.gov.br/mcti/pt-br/acompanhe-o -mcti/noticias/2025/03/mariangela-hungria -a-microbiologista-que-semeia-futuro-e-colhe -reconhecimento. Acesso em: 18 set. 2025. Nesse site você terá acesso a maiores informações sobre a carreira da pesquisadora Mariangela Hungria da Cunha.
• Auxilie os estudantes na leitura dos textos da página 217 e informe o significado de palavras que ainda não conhecem de modo a auxiliar a compreensão do conteúdo. Comente que o descarte de resíduos sólidos sem os devidos cuidados acarreta graves problemas ao ambiente e muitos riscos à saúde do ser humano.
• Ao abordar o boxe Ciência a favor do cultivo e do ambiente , se considerar pertinente, cite outro exemplo de pesquisa científica a favor dos seres vivos e do ambiente. Comente com os estudantes sobre a cientista estadunidense Rachel Louise Carson (1907-1964), responsável por evidenciar em seus estudos os efeitos prejudiciais do inseticida DDT (sigla de: diclorodifeniltricloroetano) ao ambiente e aos seres vivos. Seus estudos foram essenciais para que esse produto fosse proibido em diversos locais do mundo, inclusive no Brasil. Os resultados de seus trabalhos são apresentados no livro Primavera silenciosa, de 1962, considerado um alerta mundial sobre os efeitos nocivos de produtos químicos utilizados na agricultura.
COMPLEMENTARES
POLUIÇÃO. CETESB Disponível em: https:// cetesb.sp.gov.br/solo/ poluicao/. Acesso em: 18 set. 2025.
• Na atividade 2, pergunte aos estudantes se eles identificam alguma das atividades que causam poluição do ar, retratadas na página, no município onde moram. Comente com eles que esse tipo de poluição pode causar doenças respiratórias no ser humano. Se considerar pertinente, cite outros exemplos.
• Promova uma observação intencional com os estudantes dos elementos que compõem as imagens. Peça que destaquem, inclusive contornando, o elemento que mais se destaca em cada uma delas. Solicite que identifiquem qual tipo de atividade pode ser observada em cada uma (A –transporte; B – indústria; C – queimada para limpeza de campo para pasto ou plantio). Incentive a leitura das descrições em voz alta, pedindo que leiam em duplas ou fileiras de carteiras. Depois, incentive a associação entre imagens e textos.
Algumas atividades econômicas também podem resultar na poluição do ar, por meio do lançamento de poluentes
Poluentes: por exemplo, materiais que alteram as características do meio, como o ar, a água e o solo, tornando-o poluído.
Quando isso ocorre, o ar poluído prejudica a qualidade de vida dos seres vivos e pode causar doenças respiratórias nas pessoas.
2. Identifique a fonte de poluição nas situações apresentadas a seguir. Para isso, escreva a letra da imagem (A, B, C) no texto correspondente.

Veículos trafegando por rodovia em Solidaridad, México, em 2023.


Poluição causada por queimadas.
Poluição gerada pelo funcionamento de veículos, como carros, caminhões, motocicletas e ônibus.
Poluição gerada por indústrias.
Resposta: C; A; B
O desmatamento é a retirada da vegetação natural de uma área. Geralmente, ele é realizado a fim de explorar madeira ou abrir espaço para lavouras e pastagens.
Outras atividades que podem causar o desmatamento são o extrativismo mineral, a expansão das cidades e as obras de infraestrutura, como construção de represas ou estradas.

Vista de área de floresta (ao fundo) e área desmatada (à frente), em Caracaraí, Roraima, em 2024.
3. Considerando que o desmatamento prejudica o meio ambiente, marque um X nos quadros que mostram alternativas que descrevem alguns dos possíveis problemas causados por essa prática.
Redução na quantidade de espécies de animais que existem na área desmatada.
Resposta: Redução na quantidade de espécies de animais que existem na área desmatada; Redução na quantidade de espécies de plantas que existem na área desmatada.
Poluição do solo por resíduos industriais.
Redução na quantidade de espécies de plantas que existem na área desmatada.
Acúmulo de resíduos sólidos no ambiente.
08/10/2025 09:42:21
• Na atividade 3 é importante explicar aos estudantes e orientá-los a refletir sobre as necessidades que as atividades econômicas suprem. Portanto, é fundamental compreender que é necessário optar por uma exploração sustentável dos recursos e por cuidados com o meio ambiente no desenvolvimento das atividades econômicas.
Solicite aos estudantes que em casa, com os familiares ou responsáveis, façam uma pesquisa na internet para identificar algumas das principais causas do desmatamento em nosso país e anotem no caderno. Em sala de aula, promova uma roda de conversas com eles e incentive-os a contar aos colegas o que encontraram na pesquisa. Aproveite para corrigir possíveis distorções, complementar e esclarecer dúvidas. Comente com eles que, ao fazerem uma pesquisa na internet em casa, o façam acompanhados de um familiar ou responsável. Fale também que não se deve conversar com pessoas desconhecidas enquanto estiver usando a internet.
• O estudo sobre o desmatamento, abordado na página 219 , desenvolve nos estudantes a habilidade EF02GE07 e a Competência específica de Geografia 6, pois relaciona os impactos ambientais à retirada de vegetação natural para a formação de lavouras e de pastagens e à exploração descontrolada de madeira, assim como promove uma reflexão sobre os pontos de vista que respeitam e promovem a consciência socioambiental.
Para iniciar o estudo deste tema, promova uma reflexão sobre os impactos das ações humanas no meio ambiente. Inicie a conversa, comentando que toda atividade humana gera um impacto no planeta, podendo ser em maior ou menor grau, a depender de fatores como intensidade e frequência. Depois, escreva na lousa alguns exemplos de impactos ambientais resultantes das ações humanas. Na sequência, peça que conversem entre si e os classifiquem como negativos ou positivos. Como exemplo negativo, destaque o acúmulo de resíduos sólidos nas vias urbanas, que resulta na proliferação e doenças, no aumento da população de pragas, na contaminação do solo e da água. Como exemplos positivos, apresente as ações comunitárias de plantio de árvores nativas em regiões urbanas, que buscam diminuir a erosão do solo e melhorar a qualidade do ar e da água; a criação de áreas de proteção permanente, que visa proteger as espécies nativas da região; e a utilização de meios de transporte coletivos e/ou não poluentes, que ao diminuir a quantidade de veículos nas ruas, promove a melhoria da qualidade de vida da população, bem como da qualidade do ar que respiramos. Por fim, incentive os estudantes a pensarem em ações que eles promovem no dia a dia que buscam minimizar os impactos da ação humana no meio ambiente, como descartar resíduos sólidos nos locais adequados, não desperdiçar água, consumir produtos de forma consciente, entre outras ações.
1. Resposta pessoal. O objetivo desta questão é levar os estudantes a refletirem sobre o tema, aproximando-os de sua realidade. Espera-se que de trabalho na comunidade. eles reflitam sobre os impactos ambientais dos diferentes tipos
Você já estudou que o trabalho está presente em muitas atividades do dia a dia e que diferentes formas de trabalho podem transformar o ambiente em que vivemos.
1. Em sua opinião, de que maneira os trabalhos realizados em sua comunidade podem afetar o meio ambiente?
O trabalho humano pode causar diversos impactos ambientais.
Porém, algumas atitudes tornam possível diminuir esses impactos. Conheça alguns exemplos a seguir.
Imagens com elementos sem proporção entre si. Cores fantasia.
Júlia trabalha fazendo entregas com seu automóvel. Às vezes, o motor de seu veículo desregulava, o que aumentava a emissão de poluentes no ar. Assim, Júlia adotou o hábito de fazer a revisão de veículo com frequência, contribuindo para reduzir os impactos ambientais de seu trabalho.

Júlia e seu caminhão usado para realizar entregas.
Mauro é marceneiro e, por vários anos, construiu móveis sem conhecer a origem da madeira que utilizava. Atualmente, ele só utiliza madeiras de reflorestamento certificadas, ou seja, de árvores que são plantadas para esse fim, contribuindo para reduzir o impacto de seu trabalho no meio ambiente.

• O objetivo da questão 1 é promover a reflexão entre os estudantes sobre os possíveis impactos do trabalho humano no meio ambiente, com base em suas realidades. É possível que eles nunca tenham refletido sobre o assunto e apresentem dificuldades para identificar esses problemas. Se for o caso, oriente-os a pensar nos diferentes trabalhos que conhecem, nos materiais e nas matérias-primas utilizados em cada um deles, na necessidade de descarte de materiais e de resíduos sólidos e em como eles são feitos, entre outros.
Mauro trabalhando com madeira em sua oficina.
• Analise as imagens e leia os textos das páginas 220 e 221 com a turma. Depois, convide os estudantes para uma conversa em um ambiente acolhedor e cite outros exemplos de impactos ambientais causados pelo trabalho humano, como o rompimento de barragens de rejeitos de mineração, a chuva ácida provocada pela emissão de gases poluentes e as inundações de vias urbanas ocasionadas pelo descarte incorreto de resíduos sólidos. Esse estudo favorece o desenvolvimento de aspectos da habilidade EF02GE04 da BNCC, ao propiciar uma reflexão sobre diferentes maneiras de se relacionar com a natureza por meio do trabalho.
Rodrigo e Mariana são agricultores. Eles costumavam utilizar uma grande quantidade de agrotóxicos nas plantações, pois acreditavam que essa era a única forma de aumentar a produtividade e reduzir perdas causadas por certos agentes, que danificam as plantas. Porém, descobriram recentemente que existem alternativas naturais que possibilitam aumentar a produção, além de reduzir ou eliminar o uso de agrotóxicos. Afinal, quando utilizados em excesso ou de maneira incorreta, esses produtos podem poluir o ambiente e contaminar o solo e os alimentos.

Imagem com elementos sem proporção entre si. Cores fantasia.
Mariana e Rodrigo junto às suas plantações.
2. Com a ajuda de um adulto, pesquisem quais possíveis impactos ambientais são causados por alguns dos trabalhos exercidos na comunidade onde vocês moram. Em seguida, pensem em possíveis ações para diminuir esses impactos. Anote um exemplo pesquisado nos espaços a seguir.
Tipo do trabalho:
Resposta pessoal. A resposta pode variar de acordo com o lugar e a atividade pesquisada pelo estudante.
Impacto ambiental que pode causar:
Professor, professora: Se julgar necessário, oriente os estudantes a pesquisarem, acompanhados do adulto, em sites, revistas e jornais locais, algumas notícias sobre impacto ambiental. Diga-lhes para escolher um dos trabalhos pesquisados e preencher os espaços da atividade.
Ideias para reduzir esses impactos ambientais:
• Em sala de aula, converse com os colegas sobre os impactos ambientais pesquisados, como poluição e desmatamento. Depois, compartilhe suas ideias para reduzi-los.
Resposta nas orientações ao professor
pela ação humana e outra, com impactos negativos. Com as listas individuais, peça que proponham soluções para os impactos negativos identificados pela turma. Caso algum deles apresente dificuldades, retome o conteúdo das páginas 220 e 221, pedindo que releia e destaque as palavras utilizadas para representar os impactos negativos, como: poluentes, desmatamento, agrotóxicos, entre outras.
Resposta
2. Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é que os estudantes compartilhem
informações entre si. Auxilie-os no momento da conversa e da troca de ideias, de modo que todos participem apresentando suas sugestões para reduzir os impactos ambientais dos trabalhos na comunidade.
BNCC
• O conteúdo abordado favorece o desenvolvimento da habilidade EF02HI11, uma vez que os estudantes identificarão os impactos ambientais causados pela ação humana, refletindo sobre possíveis soluções de forma coletiva
• Se considerar pertinente, ao abordar o texto sobre Rodrigo e Mariana, explique aos estudantes a diferença entre contaminação e poluição. Comente com eles que ambos os termos são utilizados para fazer referência à presença não desejada de um material no ambiente. No entanto, o termo poluição se refere a um material que causa efeitos prejudiciais ao ambiente e aos seres vivos que nele vivem. Já a palavra contaminação se refere a um material ou substância, que pode ou não causar prejuízos aos seres vivos e ao ambiente, a depender da concentração desse material no ambiente.
• Na atividade 2, oriente os estudantes a pesquisarem de três a cinco exemplos de impactos ambientais. Comente a importância de analisar as possíveis causas e consequências de cada exemplo. Desse modo, eles poderão identificar problemas ambientais em sua realidade próxima e pensar em medidas para solucioná-los.
Objetivo
• A atividade 2 possibilita aos estudantes refletirem sobre os impactos ambientais que resultam das ações humanas.
Sugestão de intervenção
Após a discussão da temática, solicite aos estudantes que elaborem duas listas: uma contendo impactos positivos promovidos
08/10/2025 09:42:22
e compreendendo os benefícios de ações que protejam o meio ambiente e suas comunidades. A atividade 2 favorece o desenvolvimento de aspectos da Competência específica de Geografia 5, ao conduzir a pesquisa como procedimento de investigação para identificar e compreender possíveis impactos ambientais existentes no local onde se vive e, na sequência, propor ideias de ações para resolver o problema detectado.
• Identificar atividades antrópicas que poluem o ar atmosférico.
• Reconhecer que a poluição do ar atmosférico prejudica a saúde dos seres humanos.
• Refletir sobre hábitos que colaboram para a redução da poluição atmosférica e melhora da qualidade do ar.
• O conteúdo desta seção colabora com o desenvolvimento da Competência geral 7 e da Competência específica de Ciências da Natureza 5 e promove o trabalho com o tema contemporâneo transversal Educação ambiental, pois incentiva os estudantes a refletirem e reconhecerem hábitos que colaboram com a redução da poluição atmosférica, promovendo a consciência socioambiental. Além disso, favorece o aprimoramento da habilidade EF02HI11, pois eles identificarão as causas da poluição derivada dos combustíveis fósseis, refletindo sobre suas realidades e criando hipóteses para minimizar o problema.
• Investigue se os estudantes sabiam que os automóveis em geral são poluentes. Explique que a fumaça que sai do escapamento é prejudicial para o meio ambiente e para os seres humanos, sendo tóxica em altas quantidades. Instigue-os a pensar na quantidade de carros, motos, ônibus e afins presentes no nosso cotidiano e na quantidade de poluentes expelidos por eles.
O cartum abordado nesta seção permite o trabalho articulado com o componente
Conhecendo o problema 1
Atualmente, existem muitos trabalhos que são realizados com o uso de veículos, como motos, carros, ônibus e caminhões.
Além disso, as pessoas geralmente dependem desses veículos para se deslocarem, como ir ao trabalho e à escola e voltar para casa.
Uma das causas da poluição do ar é a liberação no ambiente de poluentes por esses veículos.
Observe o cartum a seguir.

ARIONAURO. Poluição Exercício Físico. Arionauro Cartuns, 12 set. 2018. Disponível em: http://www.arionaurocartuns.com.br/2018/09/charge-poluicao-exercicio-fisico.html. Acesso em: 25 jul. 2025.
Organizando as ideias 2
Respostas nas orientações ao professor
a ) Qual é o principal problema abordado no cartum?
b ) Em que o personagem do cartum está pensando?
curricular de Língua portuguesa. Para isso, explore com os estudantes as características do cartum, como o uso de imagem (linguagem não verbal) e a abordagem característica desse gênero textual que geralmente promove críticas ou provoca reflexões sobre temas universais.
2. ORGANIZANDO AS IDEIAS
• Para os itens a e b, oriente os estudantes a analisarem os detalhes do cartum de Arionauro. Chame a atenção deles para a poluição ao redor do personagem e para a limpeza no ambiente em que ele está imaginando.
• Na questão d, oriente os estudantes a citarem exemplos da própria comunidade, como motoristas de ônibus, entregadores, taxistas, motoristas de aplicativo, caminhoneiros ou coletores de resíduos sólidos, relacionando esses trabalhos ao uso de veículos e seus possíveis impactos no ambiente.
08/10/2025 17:59:43
• Se julgar pertinente, comente com os estudantes que a queima de combustíveis fósseis libera na atmosfera gases como o dióxido de carbono que intensificam o efeito estufa natural da Terra, contribuindo com o aumento das temperaturas médias globais.
3
c ) De acordo com o cartum, quais são as causas do problema retratado?
d ) Cite alguns trabalhos da sua comunidade que são realizados com veículos, como motos, carros, ônibus e caminhões.
e ) Explique, com suas palavras, como alguns veículos podem poluir o meio ambiente.
Além de alguns trabalhos estarem relacionados com a poluição do ar, diversas outras atividade humanas também contribuem para esse tipo de prejuízo aos ambientes. No entanto, hábitos diários podem ajudar a reduzir esse tipo de poluição.
Respostas nas orientações ao professor
a ) Em grupo e com a ajuda de um adulto da família, realizem uma pesquisa sobre atitudes que podemos adotar no dia a dia que contribuem para reduzir a poluição do ar.
b ) Com os resultados da pesquisa, elaborem cartazes para a conscientização da comunidade escolar sobre esse assunto. Nesses cartazes, apresentem medidas e atitudes que cada um pode exercer para contribuir com a melhoria da qualidade do ar na comunidade.
c ) Exponham os cartazes em lugares comuns da escola, como os corredores e o pátio. Com a autorização do professor, convidem pessoas da comunidade para ver a exposição dos cartazes.
Imagem com elementos sem proporção entre si. Cores fantasia.

• A proposta do item b favorece um trabalho interdisciplinar envolvendo os componentes curriculares de Ciências Humanas e da Natureza, Arte e Língua Portuguesa, com base no tema contemporâneo transversal Educação Ambiental. Para isso, os cartazes mencionados na atividade podem conter ilustrações e textos curtos com função social, como frases de impacto ou slogans que tragam informações sobre atividades econômicas e a poluição do ar, além de apresentar atitudes individuais ou coletivas que podem ser adotadas para melhorar a qualidade do ar na comunidade.
Parte de uma rua da cidade, com veículo e pessoas.
a) Resposta pessoal. Os estudantes podem incluir em suas respostas atitudes como, sempre que possível, fazer trajetos a pé ou de bicicleta, por exemplo, priorizar transportes coletivos em vez de individuais, incentivar o hábito de carona entre conhecidos e familiares e não realizar queimadas.
b) Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é divulgar as informações aos demais membros da comunidade escolar e incentivar a atuação de estudantes e familiares como cidadãos ativos.
Respostas
a) O principal problema abordado no cartum é a poluição do ar nas cidades, causada por indústrias e veículos, bem como alguns dos efeitos dessa poluição nos seres humanos, como irritação dos olhos e tosse. Eles também podem citar a poluição por resíduos sólidos descartados incorretamente e o fato de a atividade física não estar sendo saudável por ser feita em ambiente poluído.
b) O personagem está pensando em um lugar com vegetação e sem poluição do ar para praticar atividade física.
c) Os poluentes emitidos por veículos e indústrias.
d) Resposta pessoal. O objetivo desta questão é aproximar o conteúdo da realidade do estudante.
e) Resposta pessoal. Os estudantes podem citar que alguns veículos (que utilizam combustível fóssil) podem liberar gases poluentes durante seu funcionamento, que envolve a queima de certos materiais (combustível), o que causa a poluição do ar.
• No item a, é possível acolher os interesses dos estudantes e agrupá-los ou incentivá-los para que se organizem de forma autônoma. Caso algum deles tenha dificuldades em trabalhar em grupo, acolha-o e sugira alternativas.
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c) Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é divulgar informações tanto entre os membros da comunidade escolar como da comunidade onde vivem.
BNCC
• A seção desenvolve a Competência geral 2 ao propor que os estudantes encontrem soluções para o problema, e que as divulguem, posteriormente, no ambiente escolar.
1. Objetivo
• Identificar como o solo pode ser usado pelos seres vivos.
Sugestão de intervenção
Caso algum estudante tenha dificuldade para resolver a atividade, questione-o se já observou um ninho de joão-de-barro e se conhece alguma história sobre essa ave. Leve-os a explorar a imagem e a perceber o uso do solo pela ave. Depois, comente que a fêmea e o macho do joão-de-barro trabalham juntos na construção do ninho, moldando camadas de barro úmido, palha e esterco sobre galhos de árvore ou postes.
No item b, se julgar necessário, retome com os estudantes as imagens da página 185 e verifique se eles identificam outros usos do solo pelos seres vivos.
Após a realização da atividade 1, comente que o animal apresentado na fotografia é a ave joão-de-barro (Furnarius rufus).
2. Objetivo
• Avaliar se os estudantes identificam a importância dos componentes não vivos do ambiente para a vida e o desenvolvimento das plantas e dos animais.
Sugestão de intervenção
Caso algum estudante tenha dificuldade para resolver a questão, explore a imagem com eles ou, se preferir, represente na lousa os componentes não vivos (luz solar, água e solo) e os seres vivos (capivara, grama) trabalhados na atividade. Retome a importância do solo, da água e da luz solar para o desenvolvimento das plantas, e a importância de cada um desses elementos para o desenvolvimento e para a manutenção da vida dos animais.
1. Observe a fotografia a seguir e responda às atividades.

Animal adulto: pode atingir cerca de 25 centímetros de comprimento.
a ) Como o solo está sendo utilizado pelo animal na fotografia? Marque um X na resposta correta.
Para locomoção.
Para construção do ninho.
Resposta: Para construção do ninho.
Para obter água e nutrientes. Professor, professora:
A legenda da imagem não foi inserida para não comprometer a realização da atividade.
b ) Cite outro tipo de uso do solo pelos animais.
Resposta nas orientações ao professor
2. Observe a imagem a seguir. Em seguida, responda às questões em seu caderno.
2. b) Resposta: Além de utilizar o solo para se deslocar no
ambiente, a capivara consome alguns alimentos que se desenvolvem nele, como a grama.

a ) Qual é a importância do solo para a grama?
Resposta: A grama absorve água e nutrientes do solo.
b ) Qual é a importância do solo para a capivara?
Capivara: pode atingir cerca de 150 centímetros de comprimento.
Capivara se alimentando de grama.
c ) Como a capivara está se relacionando com a grama nessa imagem?
Resposta: A capivara está utilizando a grama como alimento.
d ) Qual é a importância da luz solar para a grama?
Resposta: A luz solar é utilizada pela grama para realizar a fotossíntese.
e ) Qual é a importância da luz solar para a capivara?
Resposta nas orientações ao professor.
f ) Qual é a importância da água existente no ambiente para a capivara?
Resposta: A água é consumida pela capivara, sendo também o local onde ela se refresca, bem como onde ela se alimenta de certas plantas aquáticas.
1. b) Os estudantes podem citar o uso do solo como abrigo, no caso de animais que vivem no interior dele; como fonte de alimento, no caso de animais herbívoros ou de animais que se alimentam de outros que vivem no solo; como fonte de materiais, como base para a construção de moradias e outras edificações e para o cultivo de plantas, no caso dos seres humanos.
2. e) A luz solar aquece o ambiente em que a capivara vive e possibilita que as plantas, como a grama, utilizadas como alimento pelas capivaras, cresçam e se desenvolvam.
• Ao trabalhar a importância da água e da luz solar para a manutenção da vida das plantas e a relação entre elas e o ambiente e outros seres vivos, a questão 2 possibilita o trabalho com as habilidades EF02CI05 e EF02CI06
3. Como a luz solar está sendo utilizada pelo ser humano no ambiente retratado na fotografia a seguir? Pinte o quadro da resposta correta.
Professor, professora: A legenda da imagem não foi inserida para não comprometer a

3. Objetivo
• Avaliar se os estudantes identificam a importância da utilização da luz solar pelos seres humanos.
Para geração de energia elétrica.
Para iluminação do ambiente.
Para aquecimento de água.
4. Observe as fotografias e escreva o nome da atividade econômica que está representada em cada uma das imagens.
3. Resposta: Para iluminação do ambiente. Resposta: A – Agricultura; B – Pecuária; C – Indústria. realização da atividade.
Videira: pode atingir cerca de 7 metros de altura.

Lagoa Grande, Pernambuco, em 2020.
Boi: pode atingir cerca de 130 centímetros de altura.


em
Professor, professora: Auxilie os estudantes na interpretação da fotografia da atividade 3, se necessário, levando-os a identificar a garrafa PET com água fixada no teto.
Resgate os conhecimentos adquiridos com a releitura das páginas 203 a 208. Retome com os estudantes as principais características de cada atividade econômica. Separe-os em duplas e entregue a eles imagens, previamente selecionadas, de atividades econômicas para que identifiquem por meio da observação qual é a atividade econômica retratada. Oriente-os também a elaborar uma legenda explicativa descrevendo de forma curta e simplificada a atividade. Ao final, trace na lousa uma coluna para cada tipo de atividade econômica e peça que, com fita adesiva,
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fixem cada imagem na coluna a que pertence. Proporcione, ao final, um momento para que as duplas façam a observação das imagens na lousa e retome a realização da atividade.
BNCC
• A atividade 4 trabalha com a identificação, por meio da análise iconográfica, das atividades econômicas: agricultura, pecuária e indústria. Dessa maneira, contempla parte da habilidade EF02GE07 e aspectos da Competência específica de Geografia 4.
Sugestão de intervenção
Caso algum estudante tenha dificuldade para resolver a atividade, peça a eles que retomem as fotografias da página 199 e identifiquem nelas os painéis fotovoltaicos e o aquecedor de água solar. Em seguida solicite a eles que comentem o uso desses dispositivos e verifique se eles associam os painéis fotovoltaicos à geração de energia elétrica e o aquecedor de água solar doméstico ao aquecimento da água nas residências. Após essa intervenção, solicite a eles que façam a atividade. Se julgar pertinente, após a realização da atividade, comente que a lâmpada mostrada na fotografia é feita de garrafa PET e tem água em seu interior. Trata-se de uma tecnologia de baixo custo que permite iluminar ambientes internos de moradias e de outras construções. Aproveite essa atividade e trabalhe com os estudantes a importância de aproveitar a luz solar na iluminação dos ambientes internos para a redução do consumo de energia elétrica.
• Avaliar se os estudantes reconhecem e nomeiam atividades econômicas.
5. Objetivo
• Reconhecer qual atividade econômica é responsável pela produção de produtos consumidos no cotidiano.
Sugestão de intervenção
Solicite aos estudantes que peçam aos seus familiares ou responsáveis uma lista de produtos que consumiram recentemente em casa e que derivam do extrativismo, da agricultura, da pecuária e da indústria. Proponha-lhes que compartilhem, de forma oral, os principais produtos da lista de produtos e as atividades econômicas que eles conseguem identificar. Cuide que durante o momento das apresentações os colegas respeitem os hábitos de consumo de cada um.
Caso queira fazer o trabalho em sala de aula, leve panfletos de supermercados e peça aos estudantes que recortem e nomeiem de cinco a dez produtos no caderno. Depois, peça que indiquem as atividades econômicas responsáveis por tais produtos.
6. Objetivo
• Reconhecer diferentes formas de trabalho existentes na comunidade onde vive.
Sugestão de intervenção
5. Convide seus pais ou responsáveis para ajudá-lo a realizar as atividades a seguir.
a ) Cite dois produtos da agricultura que você consome em seu dia a dia.
Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes escrevam o nome de produtos como frutas, verduras e legumes.
b ) Cite dois produtos da pecuária que você consome em seu dia a dia.
Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes escrevam o nome de produtos como carnes, leite, ovos e lã.
c ) Cite dois produtos da indústria que você consome em seu dia a dia.
Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes escrevam o nome de produtos como roupas, calçados e materiais escolares.
6. Pense no caminho que você faz da sua casa até a escola. Depois escreva quais tipos de trabalhadores você já encontrou nesse percurso.
Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes possam indicar trabalhadores dos serviços públicos ou privados, como porteiro, motorista de ônibus, comerciante, carteiro, faxineiro, agente de trânsito, policial, jornaleiro etc.
a ) Agora, escolha um dos trabalhadores que você citou e comente a função e a importância desse trabalho para a comunidade.
Resposta pessoal. A resposta vai depender do trabalhador escolhido pelos estudantes. O objetivo desta atividade é levá-los a reconhecer a função social do trabalho e sua importância para o funcionamento e bem-estar da comunidade.
Oriente os estudantes a refazerem mentalmente o trajeto escola-casa. É possível engajá-los em uma proposta lúdica que facilite a visualização do trajeto. Propicie um ambiente calmo e peça que todos fechem seus olhos e sigam a narrativa proposta por você. Convide-os a recordar o momento em que acordam até a chegada na escola, pensando nos serviços oferecidos, comércios e atividades desenvolvidas, para que consigam relacionar os locais de trabalhos às respectivas profissões. Retome o conteúdo, destacando a relevância de todos os trabalhos e a importância do tratamento respeitoso com as pessoas. Caso apresentem dificuldades, liste na lousa alguns exemplos de trabalhadores que atuam nos arredores da escola e peça que busquem recordar quais desses profissionais eles possam ter visto no caminho de casa para a escola. Ao escolherem o profissional sobre o qual vão escrever, incentive-os a recuperar os conteúdos das páginas 211 a 213, refletindo sobre as discussões em sala de aula. Desse modo, eles poderão progredir no aprendizado por meio de reflexões aprofundadas sobre o tema.
08/10/2025 09:42:31
• A atividade 5 propicia que os estudantes identifiquem a atividade econômica responsável pela origem de alguns produtos, utilizando princípios como analogia, conexão e diferenciação, contemplando aspectos da Competência específica da Geografia 3 e parte da habilidade EF02GE07.
• Já a atividade 6 contempla aspectos da habilidade EF02HI10, permitindo que os estudantes retomem o assunto sobre os trabalhadores de suas comunidades, identificando características que valorizem esses trabalhos.
7. Siga os comandos para descobrir o nome de alguns problemas ambientais. Depois escreva os nomes que você identificou.
Número
Resposta: DESMATAMENTO.
Resposta: POLUIÇÃO DO SOLO.
• Escreva as letras A, B ou C em cada quadro que descreve o problema ambiental correspondente.
Problema ambiental causado pelo lançamento de poluentes no ar.
Problema ambiental causado pela retirada da vegetação natural de uma área.
Problema ambiental causado pelo descarte inadequado de resíduos sólidos diretamente sobre o solo.
Resposta: C; A; B
Resposta: POLUIÇÃO DO AR. 227
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7. Objetivo
• Identificar o nome de problemas ambientais e associá-los à sua definição. Sugestão de intervenção É possível identificar os problemas ambientais listados próximo à realidade dos estudantes, caso existam. Quando falamos de problemas ambientais, costuma-se ter a ideia de que são problemas distantes e associados apenas às grandes capitais ou ainda às áreas de vegetação natural, mas ainda que passem despercebidos eles estão presentes em nosso cotidiano. Dê uma volta por sua cidade e fotografe os problemas ambientais encontrados. Apresente os resultados de suas fotografias durante as aulas para os estudantes e separe um momento da aula para propor uma reflexão sobre quais possíveis soluções poderiam ser adotadas para evitar os problemas encontrados.
BNCC
• Ao identificar diferentes problemas ambientais e relacioná-los corretamente às suas respectivas descrições, o estudante mobiliza aspectos da habilidade EF02GE11. Essa atividade também contribui para o desenvolvimento da Competência específica de Geografia 2 ao promover a leitura crítica e a compreensão dos impactos socioambientais presentes no cotidiano.
• Descrever características de plantas e animais.
• Identificar semelhanças e diferenças entre plantas e entre animais.
• Identificar e diferenciar os ambientes onde vivem os seres vivos.
• Conhecer diferentes características dos ambientes da Terra e sua influência nos seres vivos que os habitam.
• Conhecer possíveis relações das plantas com o ambiente e com outros seres vivos.
• Reconhecer a importância do solo para as plantas.
• Identificar as principais partes das plantas e seus papéis nesses seres vivos.
• Compreender o modo como os povos tradicionais se relacionam com a natureza.
• Refletir sobre a importância de adotar hábitos que contribuam para a conservação da natureza.
• Conhecer e valorizar diferentes práticas sustentáveis.
• Desenvolver noções e valorizar ações em favor da natureza.
• Reconhecer a relação entre os seres vivos e os diferentes ambientes naturais, identificando como fatores, como o clima, influenciam a distribuição da vida na Terra.
Inicie o conteúdo desta unidade explorando com os estudantes a imagem que mostra uma paisagem do Pantanal. Peça a eles que observem a fotografia destas páginas e digam se o local onde ela foi registrada é um ambiente urbano ou um ambiente menos alterado pelo ser humano. Pergunte quais seres vivos, além dos tuiuiús, estão presentes em toda a imagem e podem ser facilmente identificados.
Tuiuiú: pode atingir cerca de 115 centímetros de altura.

Explique aos estudantes, caso eles não entendam a que você está se referindo, que os questionamentos dizem respeito às plantas e pergunte-lhes se na cidade e no ambiente em que vivem existem plantas, como gramados e árvores. Diga que apesar de animais selvagens, como os da fotografia, comumente não viverem em áreas urbanas, existem muitos seres vivos nesse tipo de ambiente.
Peça aos estudantes que citem outros seres vivos que fazem parte dos ambientes do cotidiano deles. Você pode sugerir a eles que escrevam individualmente em uma folha quais são esses seres vivos. Auxilie-os caso necessário.
Em seguida, oriente-os a formar duplas e a comparar os seres vivos listados, complementando suas listas, quando adequado. Se julgar conveniente, peça aos estudantes que compartilhem suas anotações com o restante da turma. Promova um momento para que todos tenham a oportunidade de verbalizar seu raciocínio e acolha as respostas deles.

Respostas nas orientações ao professor
Observe a fotografia a seguir. 1. 2. 3. 4.
Quais seres vivos você identifica na imagem A?
Descreva, com suas palavras, o animal presente na paisagem da fotografia A.
Cite o nome de uma parte de planta que pode ser identificada na imagem A e o papel que essa parte desempenha nas plantas.
Professor, professora: A legenda da imagem B não foi inserida para não comprometer a realização da atividade.

a ) Que atitude está sendo praticada na fotografia B?
b ) Como a atitude citada no item a pode ajudar a cuidar da natureza?
são capazes de voar, e as penas são basicamente de três cores (branco, preto e vermelho).
3. Resposta pessoal. O objetivo desta questão é levantar os conhecimentos prévios dos estudantes sobre as diferentes partes das plantas e os respectivos papéis desempenhados por elas nesses seres vivos. Os estudantes podem citar as folhas, principais locais de realização da fotossíntese e da respiração das plantas, e os caules, responsáveis por distribuir água e nutrientes para as diferentes partes da planta. É possível também que eles citem as flores, que auxiliam na reprodução das plantas.
4.a) Pessoas plantando muda de árvore.
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b) Resposta pessoal. Verifique se os estudantes percebem a importância do plantio de árvores. Eles podem citar que as plantas, nesse caso, as árvores, são importantes para diversos outros seres vivos, pois fornecem abrigo e são fonte de alimento. Além disso, eles podem comentar que as árvores ajudam a manter as temperaturas amenas ao possibilitar sombra, interferem na composição do ar ao liberar vapor de água e gás oxigênio no ambiente e absorver gás carbônico. Além disso, o plantio de árvores ajuda a proteger o solo da ação das chuvas, por exemplo, e pode fornecer alimento (frutas) e materiais aos seres humanos.
• Para que os estudantes respondam às questões propostas nesta página, oriente-os a observar com atenção a fotografia e incentive-os a contar aos colegas se já praticaram essa ação alguma vez junto de seus pais ou responsáveis. Se algum estudante já tiver praticado essa ação, incentive-o a descrever aos colegas como foi essa experiência.
• Converse com eles sobre o plantio de árvores ou outras plantas, perguntando se já viveram essa experiência e as transformações que essa ação promove nos lugares.
• Incentive-os a refletir sobre as atitudes praticadas em favor do meio ambiente no lugar onde vivem. Apresente a eles outras atitudes que podem adotar para conservar os recursos naturais, além da apresentada na fotografia, como evitar o desperdício de água e de energia elétrica e descartar corretamente os resíduos sólidos.
1. Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes identifiquem as plantas e os animais, nesse caso os tuiuiús.
2. Resposta pessoal. O objetivo desta questão é que os estudantes analisem a imagem e apresentem seus conhecimentos sobre aves, citando algumas das características físicas dos tuiuiús. Eles podem citar, por exemplo, que têm bico longo, asas, corpo coberto por penas, que nascem de ovos,
Para iniciar a abordagem desse tema, leve para a sala de aula imagens de diferentes ambientes naturais, tanto aquáticos quanto terrestres. Organize os estudantes em uma roda e distribua as imagens entre eles, incentivando-os a analisá-las atentamente. Em seguida, promova uma conversa sobre as percepções a respeito dos ambientes analisados. Faça-lhes perguntas sobre os ambientes de modo a levá-los a reconhecer que a Terra apresenta diferentes ambientes, aquáticos e terrestres, e que esses ambientes apresentam semelhanças e diferenças entre si.
Se considerar pertinente, amplie a abordagem, incluindo imagens de diferentes seres vivos, como animais e plantas, de ambientes aquáticos e terrestres, e solicite aos estudantes que digam em quais dos ambientes apresentados nas imagens cada ser vivo possivelmente é encontrado. Essa abordagem permite explorar, ainda que intuitivamente, os conhecimentos prévios dos estudantes a esse respeito, de acordo com as características dos ambientes.
• Após a dinâmica inicial, faça a leitura do texto da página e realize a atividade 1 Ao final dessa atividade, explique aos estudantes que ela explora o principal ambiente em que os seres vivos apresentados podem ser encontrados. No entanto, alguns desses seres vivos são capazes de ocupar diferentes locais do ambiente. Por exemplo, a onça-pintada é um animal terrestre que pode caçar no ambiente aquático; a arara-vermelha é uma ave que se locomove no céu, mas se alimenta e se abriga nas árvores. Outros seres vivos, no entanto, são restritos a
Como estudamos anteriormente, o ser humano é um dos principais agentes modificadores dos ambientes.
Muitas dessas modificações podem ser prejudiciais aos ambientes e seus componentes. No entanto, o ser humano também pode agir de modo a reduzir os danos causados por suas atividades.
Para entendermos como podemos cuidar dos ambientes naturais e de seus componentes, é preciso conhecê-los.
1. Na imagem a seguir estão indicados três locais (A, B, C) do ambiente. Identifique em qual desses locais, geralmente, podemos encontrar cada um dos seres vivos apresentados (1, 2, 3), formando pares de letras e números.
1. Resposta: A – 3; B – 1; C – 2
Professor, professora: Ao abordar a medida da arara-vermelha com os estudantes,

explique a eles que envergadura se refere ao comprimento máximo entre as extremidades das asas abertas. Se necessário, faça uma representação dessa medida na lousa.
Vista de ambiente do Pantanal em Aquidauana, Mato Grosso, em 2019.



Aguapé. Onça-pintada. Arara-vermelha.
Aguapé: pode atingir cerca de 1 metro de altura.
Onça-pintada: pode atingir cerca de 180 centímetros de comprimento.
certos locais do ambiente, como o aguapé, que só pode ocupar o ambiente aquático.
AVALIANDO
Objetivo
• A atividade 1 permite avaliar se os estudantes reconhecem que os seres vivos são encontrados em diferentes locais dos ambientes.
Sugestão de intervenção
Caso algum estudante tenha dificuldade para responder à atividade, retome com ele questões principais da conversa inicial se tiver desenvolvido com a turma a sugestão de
Arara-vermelha: pode atingir cerca de 90 centímetros de envergadura.
estratégia inicial. Nessa atividade, é provável que alguns estudantes associem a planta ao solo, pois estão familiarizados com as plantas terrestres. Diga a eles que também existem plantas aquáticas, como o aguapé. Apresente à turma imagens de outras plantas aquáticas, como a vitória-régia.
BNCC
• Esse tema contribui para o desenvolvimento da habilidade EF02CI04, pois incentiva os estudantes a relacionarem algumas plantas e alguns animais aos ambientes onde eles vivem.
Professor, professora: Se considerar pertinente, apresente informações complementares aos estudantes sobre umidade e a classificação de água doce e salgada. Comentários nas orientações ao professor
Você já percebeu que o planeta Terra apresenta uma diversidade de ambientes, com características específicas de quantidade de água, temperatura média e umidade, por exemplo? É esse assunto que vamos estudar a seguir.
Os ambientes podem ser aquáticos ou terrestres. Os ambientes aquáticos são aqueles compostos em sua maior parte de água. De modo geral, neles são encontrados seres vivos que dependem diretamente da água para viver. Oceanos, mares, rios, lagos e lagoas são exemplos de ambientes aquáticos.
2. Escreva a palavra entre parênteses que completa corretamente as frases a seguir.
Respostas nas orientações ao professor
a ) Os oceanos e os mares são exemplos de ambientes de água (doce/salgada). Diversos peixes, golfinhos, baleias, tartarugas-marinhas e estrelas-do-mar são alguns dos animais que podem viver nos mares e oceanos.
Tartaruga-verde: pode atingir cerca de 120 centímetros de comprimento.

Tartaruga-verde no mar do Parque Nacional Marinho Fernando de Noronha, Pernambuco, em 2023.
b ) Os rios e os lagos são exemplos de ambientes de água (doce/salgada). Certos peixes, botos, jacarés e peixes-boi são exemplos de animais que podem viver em rios e lagos.
Arte, no trabalho com artes visuais contemporâneas.
Apresente aos estudantes uma porção de sal de cozinha e solicite a eles que pesquisem em casa, acompanhados de um adulto, ou no laboratório de informática da escola, qual é a relação desse sal com os ambientes aquáticos.
Com as informações das pesquisas, peça aos estudantes que expliquem essa
relação. Espera-se que eles reconheçam que entre os sais dissolvidos na água salgada está o cloreto de sódio. Esse sal é extraído da água e, após procedimentos em indústria (adição de iodo), dá origem ao sal de cozinha. Apresente aos estudantes imagens de salinas no Brasil.
2.a) Os oceanos e os mares são exemplos de ambientes de água salgada. Diversos peixes, golfinhos, baleias, tartarugas
• Ao comentar a existência de água doce e salgada, explique aos estudantes que essa classificação das águas considera a concentração de sais dissolvidos nelas (salinidade). Assim, de maneira simplificada, água doce é aquela que apresenta menor concentração de sais, quando comparada com os demais tipos de água, que apresentam maior concentração desses sais. Ou seja, todos os tipos de água apresentam sais dissolvidos, o que varia é a concentração deles.
• Após a leitura do texto inicial da página, caso tenha desenvolvido com a turma a sugestão de estratégia inicial , apresente a eles novamente as imagens dos ambientes e peça que identifiquem quais desses ambientes são aquáticos. Você também pode solicitar aos estudantes que citem outros exemplos de seres vivos que vivem nesse tipo de ambiente. Anote as respostas na lousa.
• Se possível, apresente imagens de outros seres vivos encontrados em ambientes de água doce e de água salgada.
• Verifique a possibilidade de assistir com os estudantes ao filme Procurando Nemo (2003, 100 min). Caso não seja possível, priorize a parte inicial, que mostra alguns aspectos do ambiente marinho. Essa abordagem permite uma conexão com o componente curricular de
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marinhas e estrelas-do-mar são alguns dos animais que podem viver nos mares e oceanos.
b) Os rios e os lagos são exemplos de ambientes de água doce. Certos peixes, botos, jacarés e peixes-boi são exemplos de animais que podem viver em rios e lagos.
• Ao abordar os ambientes terrestres, caso tenha desenvolvido com a turma a sugestão de estratégia inicial , apresente a eles novamente as imagens dos ambientes e peça que identifiquem quais desses ambientes são terrestres. Você também pode solicitar aos estudantes que citem outros exemplos de seres vivos que vivem nesse tipo de ambiente. Anote as respostas na lousa.
• Se possível, apresente imagens de outros seres vivos encontrados em ambientes terrestres.
• Se achar conveniente, antes de fazer a leitura dos textos das páginas 232 e 233, peça aos estudantes que analisem as imagens e diferenciem os ambientes terrestres apresentados. Para isso, você pode, por exemplo, solicitar que identifiquem qual ambiente apresenta a maior temperatura média (desertos) e qual apresenta a menor temperatura média (regiões polares), qual ambiente apresenta maior quantidade de tipos (espécies) de seres vivos (Floresta Amazônica), entre outros questionamentos.
• Leve-os a perceber que a variação dessas características se reflete nos tipos de seres vivos encontrados em cada um desses ambientes, uma vez que os seres vivos apresentam algumas características que lhes possibilitam viver nos respectivos hábitats.
Professor, professora: Se considerar pertinente, ao abordar as fotografias mostrando diferentes regiões do mundo, localize-as em um mapa-múndi para os estudantes.

Dourado: pode atingir cerca de 60 centímetros de comprimento.
Piraputanga: pode atingir cerca de 40 centímetros de comprimento.
Peixes piraputanga (A) e dourado (B) no Rio Triste, em Rosário Oeste, Mato Grosso, em 2024.
Os ambientes terrestres são aqueles que apresentam predomínio de porções sólidas, como solos e rochas.
Em alguns ambientes da Terra, as temperaturas médias são bastante baixas praticamente o ano todo. Além disso, as chuvas são pouco frequentes e, quando ocorrem, geralmente a água é congelada, sob a forma de neve. Por isso, nesses locais, as paisagens frequentemente ficam cobertas por gelo. Observe a seguir.

Nesses locais da Terra, os ambientes aquáticos também apresentam temperaturas bastante baixas. Por isso, a superfície de muitos deles fica congelada em grande parte do ano.
• A apresentação de imagens que possibilitam reconhecer ambientes e suas características leva os estudantes a acessarem informações por
• Chame a atenção dos estudantes para a presença humana na área polar, comente que as moradias são construídas de forma a se ajustarem às condições do ambiente em que se encontram. Alguns fatores naturais, como as características do relevo e do clima, por exemplo, influenciam diversos aspectos da cultura, como o modo de construir estradas, edifícios e casas. Em regiões com clima muito frio, onde há grande ocorrência de neve, é comum que as casas tenham telhados bastante inclinados. Essa inclinação ajuda a impedir o acúmulo de neve, que poderia causar o desabamento do telhado e influenciar negativamente a temperatura interna das construções.
meio da linguagem visual (análise de imagens), possibilitando o desenvolvimento da Competência geral 4 e da Competência específica de Ciências da Natureza 6.
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• A observação da fotografia que retrata Nuuk, na Groenlândia, favorece explorar as Competências específicas de Geografia 2 e 3, pois propicia que os estudantes reflitam, utilizando o senso crítico, a respeito dos conhecimentos técnicos necessários para que o ser humano ocupe diferentes espaços da superfície terrestre.
Há também ambientes onde as chuvas são escassas e, de modo geral, as temperaturas médias são elevadas ao longo de todo o ano. Nesses locais, os ambientes aquáticos são escassos. Alguns deles se formam nas épocas de chuvas, enquanto outros se restringem aos oásis


Oásis: áreas isoladas, com disponibilidade de água e vegetação, em meio a ambientes desérticos.
Em outros locais da Terra, ao longo de todo o ano, as chuvas são frequentes e as temperaturas médias são elevadas. Além disso, esses locais apresentam grande variedade de ambientes aquáticos de água doce.
Em função de diversos fatores, como as condições ambientais citadas anteriormente, as paisagens desses locais são dominadas por florestas e vegetação densa.

As diferenças das condições ambientais, como de temperatura e umidade, podem influenciar os tipos de seres vivos encontrados nos ambientes. De modo geral, os seres vivos são adaptados para viverem em determinados ambientes da Terra.
• Leve para a sala de aula um globo terrestre ou um planisfério terrestre e mostre aos estudantes a localização de cada uma das imagens apresentadas nesta página e na anterior. Se necessário, faça uma pesquisa prévia sobre as localizações para apontá-las no globo ou no planisfério terrestre.
• Explique a eles que em regiões de clima quente e chuvoso (tropicais e equatoriais) da Terra podemos encontrar as maiores e mais ricas quantidades de seres vivos no planeta, como a região da Floresta Amazônica, onde a biodiversidade se deve a uma combinação de fatores que, além do clima e da disponibilidade de água, também conta com um solo rico em nutrientes em virtude da decomposição de matéria orgânica. Você pode complementar a abordagem dos diferentes ambientes, apresentando outros exemplos aos estudantes.
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• Diga aos estudantes que os conteúdos abordados nas páginas 231 a 234 estão relacionados à Biogeografia, área da Geografia responsável por estudos sobre a distribuição geográfica dos seres vivos, bem como os fatores ambientais, como clima, vegetação e relevo responsáveis por essa distribuição. O texto a seguir pode ajudar o entendimento do tema.
Se pensarmos um pouco acerca da distribuição dos organismos, facilmente podemos perceber que a diversidade de seres vivos não é a mesma sobre a superfície da Terra. Pelo contrário, existem áreas que possuem uma diversidade de espécies maior que outras, enquanto há espécies diferentes ocupando áreas semelhantes. Além disso, alguns grupos são restritos a uma determinada área, enquanto outros apresentam ampla distribuição. Foi a partir da tentativa de se compreender os padrões gerais de distribuição das espécies, a relação da biota com suas áreas de distribuição e a própria relação entre as áreas que surgiu a Biogeografia [...]
[...] Em suma, a Biogeografia é a ciência que estuda a distribuição geográfica dos seres vivos no espaço através do tempo, com o objetivo de entender os padrões de organização espacial dos organismos e os processos que resultaram em tais padrões. [...]
GILLUNG, Jéssica Paula. Biogeografia: a história da vida na Terra. Revista da Biologia, São Paulo, v. esp., p. 1–5, dez. 2011. Disponível em: https:// revistas.usp.br/revbiologia/issue/ view/8247/508. Acesso em: 17 set. 2025.
• Ao abordar as imagens dos animais desta página, comente com os estudantes que, em alguns animais que vivem em ambientes com baixas temperaturas, como o boi-almiscarado, a pelagem espessa ajuda
Professor, professora: Comentários sobre os seres vivos apresentados nesta página e suas adaptações às condições extremas nas orientações ao professor.
Nos ambientes caracterizados por temperaturas baixas extremas, de modo geral, os seres vivos apresentam características que possibilitam a sobrevivência nessas condições. Por exemplo, os animais podem ter acúmulo de gordura e cobertura corporal adequados a manter o corpo aquecido.
Foca-baikal: pode atingir cerca de 140 centímetros de comprimento.

Foca-baikal sobre superfície congelada do Lago Baikal, na Sibéria, em 2023.
Nos ambientes de deserto, por outro lado, há seres vivos com características que possibilitam a eles suportarem as temperaturas elevadas e a escassez de água.
Mandacaru: pode atingir cerca de 10 metros de comprimento.

a manter a temperatura corporal do animal, ao impedir que parte do calor seja perdido para o ambiente. Já as focas têm uma pelagem pouco espessa, mas apresentam uma camada de gordura abaixo da pele que ajuda a diminuir a perda de calor para o ambiente.
• Explique que os anfíbios, como o sapo-pitanga, de modo geral, vivem em ambientes úmidos. Comente que a pele desses animais é muito fina, sem pelos ou escamas, e é permeável, por isso
Boi-almiscarado: pode atingir cerca de 260 centímetros de comprimento.

Boi-almiscarado no Parque Nacional Dovre, na Noruega, em 2023.
Nos ambientes caracterizados por temperatura média e umidade elevadas, por exemplo, os seres vivos apresentam características que são favorecidas por essas condições.
Sapo-pitanga: pode atingir cerca de 14 milímetros de comprimento.

esses animais são mais suscetíveis a desidratação. Além disso, os anfíbios dependem da água para reprodução.
• Comente que algumas plantas que vivem em regiões com longos períodos de seca, como o semiárido brasileiro, apresentam adaptações que permitem armazenar água. Um exemplo é o cacto mandacaru, que armazena água em seus tecidos e tem uma camada de cera sobre sua superfície que ajuda a evitar a perda de água para o ambiente.
1. Resposta: Os estudantes deverão pintar os quadros das letras C (árvore), E (capivara), F (ave), G (jabuti), H (sapo), I (aguapé), J (arbusto), K (serpente), L (grilo), M (peixe), N (cogumelos), O (lagarto).
Observe a cena a seguir.
Imagem com elementos sem proporção entre si. Cores fantasia.

Representação de seres vivos em um ambiente.
1. Pinte de verde o quadro das letras que indicam seres vivos.
Observando o ambiente
Ambiente Seres vivos Componentes não vivos
Sala de aula
Pátio da escola
Horta da escola
Quadra poliesportiva
Oriente-os a contemplar os componentes vivos e não vivos dos ambientes durante a visita e a fazer anotações, incentivando a observação, etapa fundamental da investigação científica.
Em sala de aula, após a visita guiada pela escola, solicite aos estudantes que preencham o quadro com o nome dos seres vivos e dos componentes não vivos identificados durante a atividade de observação. Se considerar pertinente, a depender do perfil da turma, você pode orientá-los a preencher as informações do quadro durante o passeio. Atente apenas para que isso não disperse a atenção da turma para a atividade guiada.
• Antes de iniciarem a resolução da atividade 1, peça aos estudantes que descre-
Para iniciar o conteúdo sobre as relações entre os componentes vivos e não vivos do ambiente, realize com os estudantes um passeio por diferentes ambientes da escola para que eles identifiquem elementos desses lugares. Para realizar esta atividade, elabore na lousa um quadro semelhante ao apresentado a seguir e peça aos estudantes que o reproduzam no caderno ou em uma folha de papel avulsa.
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vam a cena. Incentive-os a citar os nomes dos seres vivos que aparecem na cena. Auxilie-os nessa identificação, caso necessário.
• Aproveite esse momento e peça a eles que observem o cogumelo da ilustração. Pergunte como o cogumelo é classificado. É provável que eles digam que se trata de uma planta. Faça novos questionamentos para ajudá-los a perceber que o cogumelo não é uma planta. Explique-lhes que os cogumelos não são animais nem plantas, são classificados biologicamente como fungos. Comente que eles não são capazes de produzir o próprio alimento.
Objetivo
• A atividade 3 possibilita avaliar se os estudantes reconhecem alguns tipos de interações entre os seres vivos e destes com os componentes não vivos do ambiente.
Sugestão de intervenção
Caso algum estudante tenha dificuldade para identificar o tipo de relação apresentada em cada imagem, peça a ele que descreva o que está ocorrendo em cada fotografia. Com base nessa descrição, incentive-o a identificar o objetivo da interação (obtenção de alimento, de abrigo, de água ou de suporte e nutrientes).
Promova um momento para que todos tenham a oportunidade de verbalizar seu raciocínio e acolha as respostas.
• A atividade 3 possibilita aos estudantes identificar diferentes tipos de relações entre os seres vivos e destes com os componentes não vivos, possibilitando o desenvolvimento da habilidade EF02CI06. Além disso, ao possibilitar que os estudantes reconheçam relações que se estabelecem entre os componentes do mundo natural, com base em conhecimentos das Ciências da Natureza, possibilita-se o trabalho com a Competência específica de Ciências da Natureza 3
2. Quantos animais há no ambiente apresentado na página anterior?
Resposta: 8 animais (capivara, lagarto, jabuti, serpente, sapo, peixe, ave e grilo).
3. A seguir são apresentados alguns tipos de relação entre os seres vivos e o ambiente. Leia-os com o professor.
a ) Identifique e escreva o tipo de relação entre ser vivo e ambiente apresentado em cada imagem. Obter abrigo. Fixar-se e obter água e nutrientes. Obter água. Obter alimento.
Professor, professora: As legendas das
imagens não foram inseridas para não comprometerem a realização da atividade.
Tatu-peba: pode atingir cerca de 50 centímetros de comprimento.

Resposta: Obter abrigo.
Leão: pode atingir cerca de 3 metros de comprimento.

Resposta: Obter água.
Ariranha: pode atingir cerca de 180 centímetros de comprimento.

Resposta: Obter alimento.
Grama: pode atingir cerca de 15 centímetros de altura.

Resposta: Fixar-se e obter água e nutrientes.
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Além de viverem em ambientes variados, os animais diferem uns dos outros. Afinal, o que os torna diferentes entre si? A seguir, vamos fazer uma atividade de observação.
4. Escolha quatro animais que vivem nos ambientes que você frequenta. Escreva o nome deles e os desenhe nos espaços a seguir.
Nome:
Nome:
BNCC
• O conteúdo das páginas 237 e 238 contribui para o desenvolvimento da habilidade EF02CI04 e das Competências específicas de Ciências da Natureza 2 e 3, pois leva os estudantes a observarem as características de alguns animais de seu cotidiano e a realizarem os registros dessas características, procedimento que faz parte das práticas da investigação científica.
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• Na atividade 4, oriente os estudantes a escreverem os nomes dos animais com letra cursiva. Para isso, enfatize que devem prestar atenção na direção de escrita de cada letra e na pega tripoide no lápis. Caso os estudantes demonstrem dificuldade para escrever esse tipo de letra, reproduza uma linha de pauta caligráfica na lousa e, com a ajuda da turma, escreva os nomes em questão nessa pauta. Se considerar pertinente, você pode, inicialmente, escrever na lousa os nomes citados em letra bastão e, em seguida, o correspondente em letra cursiva. Dessa forma, essa atividade auxilia o processo de alfabetização dos estudantes.
• As atividades 4 e 5 possibilitam avaliar se os estudantes são capazes de identificar alguns animais que fazem parte de seu cotidiano e suas respectivas características, por meio da observação, representando-os por meio de desenhos. Sugestão de intervenção
Caso algum estudante apresente dificuldade para realizar estas atividades, auxilie-o perguntando se ele tem animal de estimação ou se conhece alguém que tenha. Peça a ele que pense em sua rotina, refletindo se próximo à sua casa ou no trajeto de ida e volta da escola ele interage com algum animal ou o observa. Você também pode sugerir que a turma cite alguns exemplos de animais presentes no cotidiano deles e, em seguida, incentive o estudante em questão a refletir se alguns dos animais citados fazem parte de seu cotidiano.
• Após a realização da atividade 5, peça aos estudantes que compartilhem com a turma algumas das características identificadas nos animais observados. Anote as principais informações na lousa, a fim de retomá-las posteriormente.
• Promova um momento para que todos tenham a oportunidade de verbalizar seu raciocínio e acolha as respostas dos estudantes.
ATIVIDADE EXTRA
Utilizando o alfabeto, leia as letras uma de cada vez, instruindo previamente os estudantes a dizer o nome de algum animal que comece com a letra lida por você, caso conheçam. Escreva na lousa cada nome que eles disserem, perguntando em seguida as características do animal. Leia todas as letras do alfabeto, anotando no mínimo um nome de animal por letra. Depois, peça aos estudantes que copiem os nomes no caderno.
Nome:
Nome:
4. Resposta pessoal. O objetivo desta questão é que os estudantes identifiquem diferentes animais nos ambientes que frequentam. A resposta depende dos ambientes que os estudantes frequentam. Oriente-os a atentar ao formato, à cor e ao tamanho dos animais, buscando representar nos desenhos essas características.
5. Com base em seus desenhos, conte a um colega como são o formato, o tamanho e a cor do corpo dos animais que você representou.
Ao fazer a atividade anterior, você deve ter percebido que o formato, o tamanho e as cores do corpo dos animais são diferentes.
Além disso, esses animais se locomovem de maneiras também diferentes, e o corpo de cada um apresenta um determinado tipo de cobertura.
5. Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é levar os estudantes a perceberem que os animais apresentam diferentes características, como de formato, de cor e de tamanho do corpo.
6. Leia as palavras das listas a seguir com o professor. Em seguida, utilize-as para completar as informações de cada animal.
Cobertura do corpo
pele • penas • pelos escamas • carapaça
Rã-leopardo: pode atingir cerca de 9 centímetros de comprimento.

Rã-leopardo.
Arara-canindé: pode atingir cerca de 86 centímetros de comprimento.

Arara-canindé.
Piraputanga: pode atingir cerca de 40 centímetros de comprimento.

Piraputanga.
Locomoção rastejar • nadar • saltar caminhar • voar
Professor, professora: Diga aos estudantes que eles podem usar a mesma palavra mais de uma vez.
• Cobertura do corpo: .
• Principal forma de locomoção: .
• Cobertura do corpo: .
• Principal forma de locomoção: .
• Cobertura do corpo:
• Principal forma de locomoção:
estudante conhece os tipos de cobertura do corpo citados na atividade e, se julgar necessário, mostre-lhe imagens de cada uma delas, principalmente escamas e carapaças.
Se essas questões iniciais não auxiliarem os estudantes a identificarem a cobertura do corpo e a forma de locomoção dos animais, volte a conversar com a turma sobre os diferentes tipos de ambiente em que os animais são encontrados e as diferentes características que eles podem apresentar. Se julgar conveniente, solicite aos estudantes que pesquisem as características de cada animal apresentado.
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• A atividade 6 das páginas 239 e 240 contribui para o desenvolvimento da habilidade EF02CI04, pois leva os estudantes a observarem e descreverem as características da cobertura do corpo e o modo de locomoção de diferentes animais.
Você pode complementar a abordagem das características dos animais explorando as informações sobre as medidas dos seres vivos apresentados nas páginas 239 e 240. Essa abordagem possibilita um trabalho articulado com o componente curricular de Matemática Para isso, inicie questionando os estudantes sobre a unidade de medida utilizada (centímetros). Em seguida, compare essas medidas, a fim de que eles percebam as variações de tamanho entre os animais apresentados. Para facilitar essa abordagem, com o auxílio de uma régua, represente na lousa cada uma das medidas apresentadas. Em seguida, solicite que os estudantes identifiquem o maior e o menor animal.
Objetivo
• A atividade 6 permite avaliar se os estudantes são capazes de identificar a cobertura do corpo e a forma de locomoção de diferentes animais.
Sugestão de intervenção
Caso algum estudante apresente dificuldade para realizar a atividade, peça a ele que observe, primeiro, o ambiente em que se encontra cada animal. Depois, questione-o sobre como esses animais se locomovem no ambiente em que vivem. Além disso, verifique se o
Objetivo
• A atividade 7 permite avaliar se os estudantes são capazes de identificar as diferentes estruturas relacionadas aos modos de locomoção distintos dos animais apresentados.
Sugestão de intervenção
Acompanhe as respostas dos estudantes e, caso algum deles apresente dificuldade para resolver esta atividade, peça-lhe que leia novamente as respostas da atividade 6. Peça a ele que atente ao ambiente em que os animais estão, pois por meio dele é possível identificar a forma de locomoção e as partes do corpo que os animais utilizam para se locomover.
• Se considerar pertinente, pergunte aos estudantes como, geralmente, os animais apresentados fazem trocas de gases com o ambiente onde vivem. Verifique se respondem que os animais que vivem nos ambientes aquáticos (animais C e E) realizam as trocas de gases por meio de estruturas como brânquias e pulmões, respectivamente. Já os animais terrestres (animais A, B, D e F) fazem trocas gasosas principalmente por meio dos pulmões. No entanto, essas trocas também podem ocorrem por meio da pele (animal A) e de estruturas que ficam preenchidas por ar (sacos aéreos) no caso do animal B
• Promova um momento para que todos tenham a oportunidade de verbalizar seu raciocínio e acolha as respostas dos estudantes.
D.
Lobo-guará: pode atingir cerca de 150 centímetros de comprimento.

Lobo-guará.
E.
• Cobertura do corpo: .
• Principal forma de locomoção: .
Tartaruga-cabeçuda: pode atingir cerca de 135 centímetros de comprimento.

F.
• Cobertura do corpo:
• Principal forma de locomoção:
Falsa-coral: pode atingir cerca de 80 centímetros de comprimento.

• Cobertura do corpo:
• Principal forma de locomoção: . Falsa-coral.
6. Resposta: A – pele, saltar; B – penas, voar; C – escamas, nadar; D – pelos, caminhar; E – carapaça, nadar; F – escamas, rastejar.
7. Relacione cada animal à principal estrutura do corpo que ele usa para se locomover. Para isso, forme e escreva os pares de letras e números.
Resposta: A – 2; B – 2; C – 1; D – 4; E – 1; F – 3
Professor, professora: Diga aos estudantes que as
Tartaruga-cabeçuda. estruturas apresentadas na coluna da direita (1 a 4) podem ser relacionadas a mais de um animal das colunas da esquerda (A a F).
Lobo-guará. A. Rã-leopardo. B. Piraputanga. C. Falsa-coral. D. Tartaruga-cabeçuda. E. Arara-canindé. F. Nadadeiras. 1. Pernas. 2. Asas. 3. Corpo todo. 4.
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Os animais são seres vivos que não produzem o próprio alimento. Por isso, eles precisam se alimentar de outros seres vivos. Como são seres vivos, os animais têm um ciclo de vida: eles nascem, crescem e se desenvolvem, podem se reproduzir e morrem. Observe os exemplos a seguir.



• Diga a eles que a primeira imagem do ciclo de vida de um sapo representa os ovos, a segunda e a terceira imagem representam o estágio de vida do sapo conhecido como girino, e as últimas imagens apresentam o sapo na forma adulta. Peça a eles que anotem o nome das fases no caderno, responda às possíveis dúvidas e solicite que tentem realizar a atividade novamente.
Imagens com elementos sem proporção entre si. Cores fantasia.






Representação das diferentes etapas (A, B, C, D, E) do ciclo de vida de um sapo.
8. Compare as etapas do ciclo de vida da gata com as etapas do ciclo de vida do sapo. Converse com um colega sobre o que você percebeu.
Representação de diferentes etapas (A, B, C, D) do ciclo de vida de uma gata. Resposta: Espera-se que os estudantes percebam que as etapas do ciclo de vida são variáveis. No ciclo de vida do sapo, há ovos, e o novo indivíduo é bem diferente do adulto, sofrendo grandes mudanças físicas. Já no caso da gata, não há ovos, e os filhotes são semelhantes ao adulto.
os ovos e os girinos no ciclo de vida do sapo. Em seguida, peça que ele estabeleça relações entre as fases de vida da gata e do sapo. Pergunte-lhe onde os filhotes da gata se desenvolvem antes de nascer (no abdome da gata) e onde os filhotes de sapo se desenvolvem (no interior de ovos, mantidos no ambiente). Pergunte sobre a aparência do filhote da gata e do filhote do sapo, conhecido como girino. Leve-os a perceber as mudanças pelas quais os filhotes de sapo e os filhotes da gata passam até atingirem a fase adulta.
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• A abordagem dos diferentes tipos de ciclo de vida contribui para o desenvolvimento da habilidade EF02CI04, pois incentiva os estudantes a conhecerem algumas características das fases do ciclo de vida de um animal, onde ele se desenvolve e o ambiente em que vive.
• Se considerar pertinente, leve para a sala de aula outros exemplos de animais cujo desenvolvimento ocorre no interior do útero materno ou que passam por metamorfose. Você também pode apresentar exemplos de animais que se desenvolvem no interior de ovos, mas não sofrem metamorfose, como é o caso da galinha.
• A atividade 8 tem o objetivo de levar os estudantes a reconhecerem a variação dos ciclos de vida de diferentes animais, identificando semelhanças e diferenças entre esses ciclos. Sugestão de intervenção Caso algum estudante tenha dificuldade para responder a essa atividade, auxilie-o solicitando que descreva, com suas palavras, cada um dos ciclos apresentados. Auxilie-o a nomear alguns elementos, caso desconheça, como
• Para iniciar a abordagem desta página e da seguinte, solicite aos estudantes que observem as imagens das páginas 242 e 243 e conversem sobre as diferenças e as semelhanças que existem entre as fases da vida de Joaquim. Verifique se eles percebem que se trata da mesma pessoa, com diferentes idades. Explique-lhes que os seres humanos, assim como os outros seres vivos, nascem, crescem, podem se reproduzir e morrem.
• Comente que, durante o ciclo de vida, os seres humanos passam por várias fases e apresentam mudanças físicas e comportamentais em cada uma delas. Nas imagens apresentadas nestas páginas, é possível observar as mudanças das características físicas de Joaquim e outras mudanças no modo de vida, como descrito nos textos.
• Peça aos estudantes que citem atividades que não conseguiam fazer sozinhos quando eram bebês e que atualmente conseguem. Sugira a eles que peçam ajuda aos pais ou aos responsáveis para lembrar as atividades que não conseguiam fazer sozinhos, anotando-as no caderno.
Objetivo
• A atividade 9 permite avaliar se os estudantes compreenderam que as pessoas passam por mudanças físicas e comportamentais ao longo da vida.
Sugestão de intervenção
Caso algum estudante tenha dificuldade, leve-o a identificar se algumas das mudanças que ocorreram com Joaquim também acontecerão com ele com o passar do tempo. Observe se os estudantes estão citando mudanças previsíveis e naturais, que serão comuns a todos.
Como você pôde perceber, as etapas do ciclo de vida podem ser variáveis entre os animais.
No ciclo de vida dos seres humanos, podemos identificar diferentes fases da vida. Ao longo dessas fases, ocorrem diversas mudanças físicas em nosso corpo, além de mudanças em nosso jeito de ser e em nossos hábitos e gostos, por exemplo.
Acompanhe a seguir algumas fases da vida de Joaquim.
Imagens sem proporção entre si.
Joaquim já foi bebê.

Joaquim com 1 ano.
Joaquim já foi criança.

Joaquim com 4 anos.
Período: do nascimento do bebê até os 12 anos de idade.
Principais mudanças:
• crescimento rápido do corpo;
• surgimento dos dentes de leite, que serão substituídos pelos dentes permanentes;
• desenvolvimento intelectual acelerado, com muitos aprendizados, como falar, alimentar-se sozinho, andar, ler e escrever.
9. Por quais mudanças você acha que vai passar nos próximos anos? Conte aos colegas.
Resposta pessoal. O objetivo desta questão é levar os estudantes a refletirem sobre a atual fase da vida em que se encontram e as mudanças esperadas. Eles podem citar, por exemplo, que crescerão em estatura, ganharão mais dentes permanentes e aprenderão novas atividades.
• O trabalho com as páginas 242 e 243 permite o desenvolvimento da habilidade EF02CI04, identificando as fases da vida do ser humano, reconhecendo-o como parte integrante do reino dos animais e, como tal, um ser vivo que tem um ciclo de vida.
• Essa abordagem ainda colabora com o desenvolvimento das Competências específicas de Ciências da Natureza 3 e 7, pois incentiva os estudantes a conhecerem mais sobre o próprio corpo e a entenderem as características dos processos de mudanças naturais que ocorrem nele.
Joaquim já foi adolescente.

Joaquim já foi adulto com menos de 60 anos.

Joaquim com 50 anos.
Período: dos 12 aos 18 anos de idade.
Principais mudanças:
• alterações no formato do corpo, na voz e na estatura;
• mudanças na maneira de pensar e de agir. É uma fase de decisões, como a escolha da profissão.
Joaquim com 17 anos.
Imagens sem proporção entre si.
Atualmente, Joaquim é uma pessoa idosa de 70 anos.

Joaquim com 70 anos.
Período: dos 19 anos até o final da vida.
Principais mudanças:
• geralmente, os adultos têm uma profissão e planejam a vida familiar; nessa fase as pessoas têm novas responsabilidades;
• após os 60 anos, o adulto é chamado de pessoa idosa, quando, em geral, é mais fácil observar rugas e cabelos brancos nele, por exemplo.
a) Fixe, com fita adesiva, folhas de papel sulfite na parede, mais ou menos na altura da cabeça dos estudantes, para anotar a medida da altura deles. Procure uma parede sem rodapé para facilitar as medições.
b) Posicione os estudantes, um a um, com as costas apoiadas na parede e olhando para a frente.
c) Utilize as medidas em centímetros para facilitar a comparação dos valores, por exemplo, se o estudante tiver 1,30 m de altura, utilize 130 cm d) Auxilie os estudantes a calcularem a diferença entre a altura atual e a de quando
eles nasceram. Para isso, oriente-os a subtrair a altura que tinham quando nasceram da altura atual.
e) Anote os resultados na lousa para compará-los com a ajuda dos estudantes. Durante a análise das informações, incentive os estudantes a perceberem as diferenças de alturas entre eles e enfatize o respeito a essas diferenças.
Essa atividade incentiva os estudantes a investigarem o desenvolvimento de seu corpo utilizando procedimentos científicos, contribuindo para desenvolver as Competências específicas de Ciência
• Nessa obra, as faixas etárias de cada fase da vida estão de acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e com o Estatuto da Pessoa Idosa, e podem variar a depender da fonte considerada. A Organização Mundial da Saúde (OMS), por exemplo, considera a adolescência entre 10 e 19 anos.
• Ao abordar a fase de pessoa idosa, comente a importância de valorizar as pessoas e seus conhecimentos nessa fase da vida. Diga que, assim como as crianças e os adolescentes, a pessoa idosa possui um estatuto, o chamado Estatuto da Pessoa Idosa, em que são previstos direitos das pessoas nessa fase da vida.
• Se considerar pertinente, apresente aos estudantes alguns desses direitos, acessando o Estatuto da Pessoa Idosa, disponível em: https:// www.planalto.gov.br/ ccivil_03/leis/2003/l10.741. htm. Acesso em: 17 set. 2025.
• Essa abordagem possibilita o trabalho com o tema contemporâneo transversal Processo de envelhecimento, respeito e valorização do idoso
243
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Peça aos estudantes que perguntem aos pais ou responsáveis a medida da altura, em centímetros, que eles tinham no dia em que nasceram para juntos anotarem a informação no caderno.
da Natureza 2 e 3 da BNCC. Ela também faz conexão com o componente curricular de Matemática, pois explora problemas envolvendo subtração simples e medidas de comprimento, e com o componente curricular de Educação Física quanto às medições antropométricas. A avaliação da constituição corporal é importante para acompanhar o crescimento das crianças e seu desenvolvimento físico.
• Investigar a importância do solo para o desenvolvimento das plantas.
• Verificar a importância da água e da luz solar para o desenvolvimento das plantas.
• Observar as relações entre as plantas e os componentes não vivos de um ambiente.
• Com base na questão inicial, peça aos estudantes que levantem hipóteses sobre as condições necessárias para que as plantas terrestres possam se desenvolver adequadamente. Eles podem comentar que, para as plantas se desenvolverem adequadamente, elas precisam de água, solo, luz solar e gás carbônico presente no ar. Retome essa questão ao final da atividade, para que os estudantes considerem suas hipóteses iniciais.
• Ao selecionar os materiais para a atividade, certifique-se de que a planta é terrestre e, se possível, utilize o mesmo tipo de planta em ambos os recipientes.
• Oriente os estudantes a seguirem todos os passos em ordem, de modo a seguirem o mesmo método.
• Explique que as raízes das plantas devem ficar encobertas pela areia e pela terra vegetal, para que possam se fixar corretamente. Para isso, na etapa E, oriente-os a fazer pequenos buracos na areia (recipiente 1) e na terra vegetal (recipiente 2) e, em cada um deles, colocar a raiz de uma muda de planta ou a parte de uma planta.
• Durante a montagem do terrário, enfatize para os estudantes que, caso os recipientes sejam de vidro, todas as etapas que envolvem o manuseio deles deverão ser realizadas por um adulto.
Para iniciarmos nosso estudo sobre as plantas, realize a atividade proposta a seguir.
a ) Em sua opinião, o solo é um componente não vivo essencial a algumas plantas? Justifique sua resposta.
Resposta nas orientações ao professor.
• 2 recipientes grandes e transparentes com tampa
• terra vegetal
• rochas pequenas
A.
B.
C.
D.
• areia
• mudas de plantas pequenas
• borrifador com água
• caneta permanente
Atenção: Somente o adulto deve manipular o recipiente, caso ele seja de vidro.
Utilizando a caneta permanente, identifique um dos recipientes com o número 1, e o outro, com o número 2 Coloque as rochas pequenas no fundo dos recipientes 1 e 2, cobrindo-os.


terra vegetal
rochas rochas areia areia Coloque uma camada de areia sobre as rochas de ambos os recipientes, preenchendo os espaços vazios. Adicione terra vegetal sobre a areia do recipiente 2
referente à etapa B
referente à etapa D
Resposta a) Resposta pessoal. O objetivo desta questão é levantar os conhecimentos prévios dos estudantes sobre a importância do solo para o desenvolvimento adequado de algumas plantas, as terrestres.
BNCC
• Essa atividade incentiva os estudantes a perceberem a importância da água, do solo e da
luz solar para o desenvolvimento das plantas, possibilitando o trabalho com as habilidades EF02CI05 e EF02GE11. Além disso, ao incentivar a realização de processos relacionados à investigação científica, como identificação de problema, formulação e teste de hipóteses e elaboração de conclusão, a presente atividade possibilita o trabalho com as Competências específicas de Ciências da Natureza 2 e 3 e com a Competência geral 2
Coloque as plantas na areia do recipiente 1 e na terra vegetal do recipiente 2. E.
planta

F. G. H. I.
terra vegetal
areia
rochas
Imagem referente ao recipiente 2 na etapa E
Borrife água na terra vegetal e na areia até que fiquem úmidas, sem encharcar.
Tampe os recipientes e os coloque em um local que receba luz solar diretamente somente no período da manhã.
Observe as mudanças nos terrários ao longo de duas semanas.
Registre a aparência dos terrários 1 e 2 no caderno com desenhos.
Agora, responda às questões a seguir oralmente.
Respostas nas orientações ao professor
1. Cite os seres vivos e os componentes não vivos presentes nos terrários que você montou.
2. Por que foi necessário borrifar água no terrário?
3. Por que é importante que o terrário fique em um local que receba luz solar diretamente em um período do dia?
4. Após duas semanas, os resultados observados nos terrários 1 e 2 foram semelhantes? Explique aos colegas.
5. Após a realização da atividade, em sua opinião, o solo é um componente não vivo essencial a algumas plantas? Justifique sua resposta.
2. Porque a água é essencial ao desenvolvimento das plantas. Assim, se ela não fosse adicionada aos terrários, a areia e a terra ficariam secas e a falta desse recurso afetaria o desenvolvimento das plantas, podendo causar a morte delas.
3. Porque a luz solar é essencial à fotossíntese, processo que possibilita que as plantas produzam o próprio alimento. Dessa forma, a falta de acesso a essa luz prejudica a produção de alimento pela planta e, consequentemente, seu desenvolvimento.
4. Resposta pessoal. A resposta pode variar entre os experimentos. De modo geral, espera-se que os estudantes identifiquem que as plantas do terrário 2 se mantiveram mais saudáveis, uma vez que tinham acesso a nutrientes e água presentes no solo. As plantas do terrário 1, por outro lado, foram prejudicadas por não terem acesso especialmente aos nutrientes existentes na terra vegetal.
5. Resposta pessoal. O objetivo desta questão é levar os estudantes a refletirem sobre a importância do solo para as
• Na questão 4, caso algum dos terrários não tenha se desenvolvido adequadamente, auxilie os estudantes a identificarem os fatores que podem ter contribuído para esse resultado. Questione-os sobre o local escolhido, a incidência de luz solar ou a quantidade de água. O tipo de planta e as condições das mudas utilizadas também podem interferir nos resultados.
Explique que mesmo que os resultados não saiam como o esperado, eles também permitem reavaliar as etapas do método escolhido e a sua correção.
• O objetivo da questão 5 é que os estudantes verifiquem as hipóteses formuladas no início da atividade, aceitando-as ou refutando-as, por meio da análise crítica dos resultados. Questione-os sobre a importância da terra vegetal para esta atividade. Observe se eles perceberam a importância do solo como substrato onde as plantas se fixam e retiram os nutrientes necessários para o seu desenvolvimento.
1. Seres vivos: plantas; componentes não vivos: areia, pequenas rochas, terra vegetal (recipiente 2), ar, luz solar e água. Se considerar pertinente, comente com os estudantes que, além das plantas, possivelmente existem seres vivos que não conseguimos enxergar a olho nu.
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plantas, com base nas observações da atividade, analisando e validando as hipóteses elaboradas no início da atividade. De modo geral, espera-se que eles reconheçam que o solo é um componente não vivo importante para as plantas que vivem fixadas nele. Informe-lhes que o solo não tem essa importância para todas as plantas, como as plantas aquáticas, epífitas (que vivem sobre outras plantas) e parasitas, que não dependem do solo para sua fixação e como fonte de água e nutrientes.
• Na atividade 1, os estudantes podem apresentar dificuldade para identificar as fases intermediárias do ciclo de vida do milheiro. Questione-os sobre o tamanho das estruturas da planta, se o caule e as folhas aumentam de tamanho com o passar do tempo, e se os frutos e as flores aparecem no mesmo momento das folhas e do caule. Essa atividade pode ter suporte da prática de plantio de semente de feijoeiro ou milheiro em solo, para que eles acompanhem o desenvolvimento da planta, desde a germinação da semente.
• Se os estudantes apresentarem dificuldade para identificar as palavras no diagrama da atividade 2, auxilie-os dizendo que as palavras contidas no diagrama estão relacionadas à forma de alimentação das plantas. Faça questionamentos sobre o nome do processo que as plantas realizam, qual é a finalidade dele e os componentes do ambiente que participam desse processo.
• Caso a dificuldade persista, oriente-os a, primeiro, separar os símbolos semelhantes em grupos e, depois, ordenar as sílabas seguindo a ordem numérica crescente. Você pode realizar esse processo em conjunto com a turma, fazendo as anotações necessárias na lousa.
• Caso na turma haja algum estudante cego ou com baixa visão, você pode demonstrar os símbolos onde estão as sílabas de modo perceptível pelo tato, usando um barbante, ou outro material sensível ao toque.
ATIVIDADE EXTRA
Apresente aos estudantes algumas situações-problema e peça a eles que identifiquem o possível motivo que causou a morte ou o desenvolvimento inadequado da planta.
• Uma muda de planta foi removida do solo e colocada sobre uma calçada, onde recebia incidência de luz solar.
As plantas são seres vivos e, portanto, apresentam ciclo de vida.
1. Numere as imagens a seguir, de 1 a 4, ordenando as fases do ciclo de vida de um milheiro.
Resposta: A – 4; B – 1; C – 3; D – 2
Imagens com elementos sem proporção entre si. Cores fantasia.




Professor, professora: As legendas das imagens não foram inseridas para não comprometerem a realização da atividade.
Diferentemente dos animais, a maioria das plantas produz o próprio alimento.
2. Ordene os símbolos iguais, seguindo a ordem numérica crescente, e descubra três componentes não vivos do ambiente.
a ) Reescreva a frase a seguir, substituindo os símbolos pelos nomes dos componentes não vivos que você descobriu.
Professor, professora: Ao realizar a atividade 2, oriente os estudantes a escreverem a frase em letra cursiva, a fim de incentivar o processo de escrita.
R: Espera-se que os estudantes comentem que a planta morreu, pois, apesar de receber luz solar e ter acesso ao gás carbônico do ar, ela não estava no solo, sendo impedida de absorver nutrientes e água para produzir o próprio alimento.
• Uma muda de planta em um vaso com solo umedecido foi mantida no interior de uma caixa de papelão totalmente fechada.
R: Espera-se que os estudantes associem essa situação à impossibilidade de acesso à luz solar e comentem que isso prejudicou a produção de alimento e o desenvolvimento da planta. Eles também devem identificar que, em longos períodos de tempo, a falta de água limita a produção de alimento pela planta.
Essa atividade incentiva a investigação sobre a importância da água e da luz solar para as plantas com base em procedimentos e conhecimentos científicos, desenvolvendo as Competências específicas de Ciências da Natureza 2 e 3 da BNCC.
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BNCC
• A atividade 2 incentiva os estudantes a refletirem sobre a importância da água e da luz solar para as plantas, contribuindo para desenvolver a habilidade EF02CI05
Na fotossíntese, as plantas utilizam a para transformar e e produzir seu alimento.
2. a) Resposta: Na fotossíntese, as plantas utilizam a luz solar para transformar água e gás carbônico e produzir seu alimento.
Assim, a água, a luz solar e o gás carbônico são componentes não vivos essenciais ao desenvolvimento das plantas. Além disso, o solo é importante para muitos desses seres vivos, pois possibilita sua fixação e é fonte de diversos nutrientes às plantas que vivem nele.
Algumas plantas não realizam fotossíntese e absorvem os nutrientes de que necessitam de outras plantas. Por isso, elas são conhecidas como plantas-parasitas. O cipó-chumbo é um exemplo de planta-parasita.
Cipó-chumbo: tamanho variável de acordo com a espécie.

• O assunto abordado nesta página incentiva os estudantes a refletirem sobre a importância da água e da luz solar para as plantas, contribuindo para desenvolver a habilidade EF02CI05
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• Oriente os estudantes a reescreverem a frase em letra cursiva e enfatize a importância de atentar à direção de escrita de cada letra e à pega tripoide do lápis, auxiliando, assim, no processo de alfabetização dos estudantes.
• Caso os estudantes tenham dificuldade para reescrever a frase em letra cursiva, reproduza na lousa uma linha de pauta caligráfica. Com a ajuda da turma, reescreva a frase em letra bastão na lousa e, em seguida, escreva o correspondente em letra cursiva para que os estudantes a copiem.
• Se considerar pertinente, ao abordar as plantas parasitas, comente com os estudantes que o cipó-chumbo é considerado holoparasita porque não realiza fotossíntese e, portanto, absorve os nutrientes diretamente das plantas hospedeiras. Além deste, existem diversas outras espécies de plantas holoparasitas, como Rafflesia arnoldii
No entanto, há também plantas conhecidas como hemiparasitas. Elas realizam fotossíntese, mas precisam absorver água e nutrientes de outras plantas, como a erva-de-passarinho (Struthanthus flexicaulis). Apresente aos estudantes imagens de plantas hemiparasitas e holoparasitas.
• Explique a eles que as plantas podem apresentar diversas outras adaptações para obter os nutrientes de que necessitam, além dos estudados nesta unidade. As plantas carnívoras, por exemplo, além de realizarem fotossíntese, obtêm os nutrientes de que necessitam de animais capturados por elas. Apresente aos estudantes imagens de plantas carnívoras, como as dos gêneros Nepenthes e Dionaea
• As atividades 3 e 4 contribuem para o desenvolvimento da habilidade EF02CI04, pois incentivam os estudantes a observarem as características das plantas que fazem parte de seu cotidiano e o ambiente em que elas vivem. Ao representar tais seres vivos por meio de desenhos, os estudantes são incentivados a utilizar a linguagem visual para expressar e compartilhar informações, possibilitando o trabalho com a Competência geral 4. O trabalho com as Competências específicas de Ciências da Natureza 2 e 3 é possibilitado ao incentivar os estudantes a utilizarem práticas e procedimentos de investigação científica durante os registros de suas observações sobre as plantas e a explicarem como conseguiram identificá-las.
Objetivo
• A atividade 3 permite avaliar se os estudantes reconhecem a existência de plantas nos diferentes ambientes do cotidiano.
Sugestão de intervenção
Caso algum estudante tenha dificuldade para identificar plantas em seu cotidiano, pergunte a ele se há em sua casa jardins ou vasos de plantas. Diga-lhe que pode relatar também a existência de plantas no trajeto de sua casa para a escola.
• Na atividade 3, oriente-os a escrever em letra cursiva os nomes das plantas e dos locais onde elas são encontradas, enfatizando a importância de observar a direção da escrita de cada letra e a pega tripoide do lado, auxiliando, assim, no processo de alfabetização dos estudantes.
3. Escreva o nome e o local onde são encontradas duas plantas que existem nos ambientes que você costuma frequentar. Depois, desenhe essas plantas.
Nome:
Local:
3. Resposta pessoal. O objetivo desta questão é que os estudantes identifiquem diferentes plantas nos ambientes que frequentam. A resposta depende dos ambientes que os estudantes frequentam e das plantas selecionadas. Oriente-os a prestar atenção ao formato, à cor e ao tamanho das plantas, buscando representar nos desenhos essas características.
Nome:
Local:
4. Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é levar os estudantes a perceberem que as plantas apresentam diferenças entre si como de formato, cor e tamanho, e são encontradas em ambientes distintos.
4. Com base em seus desenhos, o que você pode concluir a respeito das características das plantas, como formato, cor e tamanho, e o ambiente onde elas vivem?
Ao fazer a atividade anterior, você deve ter percebido que as plantas apresentam as mais variadas formas, cores e tamanhos e podem ser encontradas em diferentes locais do ambiente.
Caso eles tenham dificuldade para reescrever a frase em letra cursiva, reproduza na lousa uma linha de pauta caligráfica. Com a ajuda da turma, escreva os nomes em letra bastão na lousa e, em seguida, escreva os correspondentes em letra cursiva para que os estudantes copiem.
AVALIANDO
Objetivo
• A atividade 4 permite avaliar se os estudantes reconhecem que as plantas apresentam diferentes formatos, tamanhos e cores, por exemplo, e que são encontradas em diferentes ambientes.
Sugestão de intervenção
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Caso algum estudante tenha dificuldades para elaborar uma conclusão, auxilie-o fazendo perguntas que incentivem percepções específicas, como: “As folhas das plantas têm o mesmo formato?”; “As plantas apresentam as mesmas cores?”; “Todas as plantas são do mesmo tamanho?”; “As plantas estavam todas no mesmo lugar?”; “As plantas são aquáticas ou terrestres?”.
• Ao final da atividade 4, peça aos estudantes que apresentem seus desenhos para os colegas.
Professor, professora: As legendas das imagens e os nomes dos seres vivos nos boxes de medidas não foram inseridos para não comprometerem a realização da atividade.
5. Escreva no quadro de cada fotografia a letra da característica correspondente apresentada a seguir.
A.
Algumas plantas, como as bromélias, vivem fixadas a outras plantas.
C.
Há plantas muito pequenas, como os musgos, que podem atingir alturas inferiores a 1 centímetro.
1. Planta adulta: pode atingir cerca de 220 centímetros de diâmetro.

3. Planta adulta: pode atingir cerca de 8 centímetros de altura.

Resposta: A – 2; B – 1; C – 3; D – 4
Há plantas que vivem na superfície da água, como a vitória-régia.
Há plantas muito altas, como a sequoia-gigante, que pode atingir mais de 80 metros de de altura.
Planta adulta: pode atingir cerca de 40 centímetros de altura.

Planta adulta: pode atingir cerca de 84 metros de altura. 4.

Professor, professora: Ao abordar a medida da planta B (vitória-régia), explique aos estudantes a medida de diâmetro. Se necessário, represente um círculo na lousa e identifique o diâmetro.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
GUIMARÃES, Maria. Pesquisadores investigam os mistérios das árvores gigantes da Amazônia. Pesquisa Fapesp , 5 fev. 2024. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/ pesquisadores-investigam-os-misterios-das -arvores-gigantes-da-amazonia/. Acesso em: 17 set. 2025.
Esse artigo explora as características gerais da maior árvore do Brasil, o angelim-vermelho.
• A atividade 5 contribui para o desenvolvimento da habilidade EF02CI04, pois possibilita aos estudantes observarem as características distintas de certas plantas e os ambientes em que elas vivem.
• A comparação do tamanho das plantas apresentada por meio de informações numéricas com suas respectivas unidades de medida auxilia no processo de alfabetização matemática, identificando indivíduos maiores e menores dentro de um certo grupo.
• Antes de os estudantes realizarem a atividade 5, caso haja plantas na escola, se possível, leve-os para que observem as diferentes plantas e identifiquem algumas de suas características. Leia previamente as características que serão abordadas na atividade e auxilie-os a perceber se há alguma planta semelhante na escola. Ao retornar à sala de aula, inicie a atividade, orientando-os a associar as plantas com características similares àquelas observadas no ambiente escolar, seguidas das demais plantas.
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• Leia em voz alta com os estudantes cada descrição, enfatizando as características que lhes permitem identificá-las nas fotografias. Ao citar a sequoia-gigante como uma das maiores árvores do mundo, comente que no Brasil também existem espécies que atingem grandes alturas, como o angelim-vermelho (Dinizia excelsa), cuja altura pode exceder 80 metros.
• Esse tema possibilita o trabalho da habilidade EF02CI06, pois leva os estudantes a conhecerem e identificarem algumas partes das plantas, como o caule, as folhas, os frutos, as raízes e suas relações com o ser humano, bem como o papel que desempenha cada uma dessas partes na planta. Além disso, a abordagem de uso de diferentes materiais de origem natural para a construção de moradias indígenas possibilita o trabalho com a habilidade EF02CI01.
• A abordagem das partes das plantas utilizadas pelos seres humanos de modo contextualizado com os costumes de uma comunidade indígena possibilita o trabalho com o tema contemporâneo transversal Educação para valorização do multiculturalismo nas matrizes históricas e culturais brasileiras, bem como promove o trabalho com a Competência geral 6 e com a Competência específica de Ciências da Natureza 5, ao promover a valorização da diversidade de saberes e vivências culturais, bem como a pluralidade de indivíduos e de grupos sociais, sem preconceitos de qualquer natureza.
A abordagem dos grafismos indígenas pode ser desenvolvida de maneira articulada com o componente curricular de Arte. Nesse contexto, é possível que esse componente explore a importância da linguagem visual como forma de comunicação entre esses povos. Além disso, é possível propor uma atividade de produção de tintas naturais, como à base de urucum, e posterior elaboração de um desenho.
Professor, professora: Se considerar pertinente, apresente aos estudantes mais informações sobre os povos Yawanawá. Comentários nas orientações ao professor
As plantas fazem parte da nossa vida de diversas maneiras. Para entender como interagimos com as plantas, vamos conhecer um pouco a comunidade indígena do povo Yawanawá, onde vive Ceci.
Imagem com elementos sem proporção entre si. Cores fantasia.

Na comunidade Yawanawá, as moradias são construídas com madeira do caule de árvores e são cobertas por folhas.
Os indígenas dessa comunidade extraem um corante vermelho das sementes do fruto urucum. Esse corante é utilizado na pintura do corpo com diferentes finalidades, como para festividades.
GIL, Laura Pérez; NAVEIRA, Miguel Carid. Yawanawá. Povos Indígenas no Brasil, 13 jul. 2018. Disponível em: https://pib.socioambiental. org/pt/Povo:Yawanaw%C3%A1. Acesso em: 17 set. 2025. Site que apresenta informações diversas sobre o povo Yawanawá, como organização social e política, distribuição geográfica, língua, atividades e demografia.
ROCHA, Rebeca. Pinturas corporais indígenas são marcas de identidade cultural. Universidade Federal do Pará, 15 jan. 2019. Disponível em: https://ufpa.br/pinturas-corporais-indigenas -sao-marcas-de-identidade-cultural/. Acesso em: 17 set. 2025.
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Esse texto aborda a importância da pintura corporal para as culturas indígenas.

Indígenas preparando beiju e consumindo açaí.
Com a mandioca, as mulheres Yawanawá fazem a farinha e a massa usada no preparo do beiju, que é um alimento de origem indígena.
O açaí é uma fruta nutritiva, consumida por todos da comunidade Yawanawá. O extrativismo dessa fruta é uma das atividades que geram renda para a família de Ceci.
D. Como você pôde perceber, diferentes partes das plantas são utilizadas pelos integrantes do povo Yawanawá. Além deles, diversos outros povos indígenas usam as plantas em seu dia a dia, como na alimentação, no artesanato e na construção de ferramentas e brinquedos.
• Em um mapa do Brasil, mostre o estado do Acre, onde se localiza a comunidade indígena Yawanawá. Diga aos estudantes que essa comunidade ocupa as cabeceiras do Rio Gregório, localizado no município de Tarauacá, no Acre.
• Se considerar pertinente, amplie a abordagem em torno da pluralidade das culturas indígenas e realize com os estudantes uma pesquisa sobre os tipos de moradia e o modo de vida de diferentes etnias. Leve a turma para a sala de informática
251
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e faça uma pesquisa no site do Instituto Socioambiental. Disponível em: https://pib. socioambiental.org/pt/P%C3%A1gina_principal. Acesso em 19 set. 2025.
• Organize a turma em duplas e peça para que cada uma delas escolha um dos povos indicados na página do instituto. Ao final da atividade, solicite que os estudantes compartilhem suas anotações com os colegas, por meio de uma roda de conversa e de desenhos.
• Após explorar as imagens das páginas 250 e 251 com os estudantes, comente com eles que a mandioca e o açaí são apenas alguns dos alimentos da nossa culinária cujas receitas foram influenciadas pelos indígenas. Diga-lhes que muitos outros pratos e modos de preparo tiveram influência indígena, como a moqueca, o caruru, a paçoca, a tapioca e o mingau. Aproveite para valorizar as influências indígenas na culinária brasileira.
• Se considerar pertinente, explore com os estudantes o conceito de extrativismo, retomando conteúdos abordados anteriormente. Peça que relacionem esse conceito à situações apresentadas da comunidade indígena de Ceci.
• Enfatize que o extrativismo é uma importante atividade econômica para muitas comunidades, sendo sua principal fonte de renda. O extrativismo é um tipo de atividade realizada pelo ser humano que visa à extração de recursos da natureza de maneira sustentável, ou seja, garantindo a conservação dos recursos naturais e contribuindo para a manutenção da biodiversidade. Pode ser desenvolvido, inclusive, em reservas ambientais, as chamadas Resex (reservas extrativistas), que visam à conservação dos ambientes naturais, permitindo a exploração controlada de seus recursos.
OBJETIVO
• Compreender o papel do caule nas plantas.
• Auxilie os estudantes a elaborarem suas hipóteses com base na questão inicial.
• Na etapa A, oriente-os a misturar corante em um copo com água na quantidade suficiente para obter uma coloração intensa.
• Na etapa B, explique que o corte no caule deve ser diagonal, em um ângulo de aproximadamente 45°. Se não houver o cravo, outra opção é o copo-de-leite.
• Lembre os estudantes de que a parte do caule cortada deve permanecer o tempo todo no líquido com corante, para que não se formem bolhas de ar no caule. Caso se formem bolhas, repita o procedimento, atentando para o contato do caule cortado com a água e o corante. Mantenha a planta em um local da sala de aula em que não haja circulação dos estudantes.
• Após o tempo de, no mínimo, oito horas, oriente-os a observar a coloração da planta.
• Caso não obtenha o resultado esperado para esse experimento, uma possível causa pode ser a formação de bolhas de ar no caule. Nesse caso, o experimento deverá ser refeito, tomando cuidado na etapa em que o caule é cortado, o que deve ser feito com ele mergulhado na água com corante.
As diferentes partes das plantas desempenham papéis específicos nesses seres vivos. Para continuarmos nosso estudo sobre esse tema, realize a atividade a seguir.
a ) Em sua opinião, qual é o papel do caule nas plantas?
Resposta nas orientações ao professor
MATERIAIS NECESSÁRIOS
• copo transparente com água
• tesoura com pontas arredondadas
A. B.
C.
• flor de cravo branco
• corante alimentício azul
• relógio
Pingue algumas gotas de corante alimentício na água do copo.
Peça a um adulto que, usando a tesoura, corte o caule na diagonal.
Coloque o cravo dentro do copo e aguarde cerca de oito horas.
Observe o resultado.

Imagem referente à etapa B
Imagem referente à etapa C orientação do corte

Agora, responda às questões a seguir oralmente.
Respostas nas orientações ao professor
Atenção: Somente o adulto deve manipular a tesoura.
1. O que aconteceu com a flor de cravo após oito horas?
2. Após a realização da atividade, em sua opinião, qual é o papel do caule nas plantas?
Respostas a) Resposta pessoal. O objetivo desta questão é levantar os conhecimentos prévios dos estudantes sobre o papel do caule para as plantas, formulando hipóteses sobre essa importância.
1. Espera-se que eles relatem que as pétalas da flor do cravo mudaram de cor, ficando azuladas, de forma aproximada à cor do corante usado na atividade.
2. Espera-se que eles percebam que o corante presente na água chegou até as pétalas por meio do caule. E concluam que, assim, o caule desempenha o papel de transporte de água e de outros nutrientes para as demais partes das plantas.
• A atividade prática desta página permite desenvolver as habilidades EF02CI04 e EF02CI06, pois incentiva os estudantes a observar as características de uma planta, a função desempenhada por uma de suas partes e sua relação com o ambiente. Além disso, a análise dos resultados do experimento com base em procedimentos científicos contribui para desenvolver as Competências específicas de Ciências da Natureza 2 e 3
As plantas são compostas de raízes, caule e folhas. Muitos desses seres vivos produzem flores, frutos e sementes, as quais, geralmente, ficam dentro dos frutos.
1. Na imagem a seguir estão indicadas diferentes partes da planta. Observe.

Representação de uma laranjeira em solo em corte.
Imagens com elementos sem proporção entre si. Cores fantasia.

Representação de uma das partes da planta em corte.
a ) Identifique o nome de cada uma das partes da planta indicadas na imagem. Para isso, use as palavras a seguir.
caule • raiz • folha • flor • fruto • semente
Resposta: A – folha; B – flor; C – caule; D – raiz; E – fruto; F – semente.
• As atividades das páginas 253 e 254 contribuem para o desenvolvimento da habilidade EF02CI06, uma vez que os estudantes são incentivados a identificar as diferentes partes de uma planta e, em seguida, reconhecer suas respectivas funções.
• A atividade 1 permite avaliar se os estudantes reconhecem as diferentes partes de uma planta.
Sugestão de intervenção
Caso algum estudante tenha dificuldade para realizar a atividade, se houver uma árvore na escola, leve-o para observá-la. Peça que identifique as partes dessa árvore. Se ela tiver flores ou frutos, questione sua importância.
• Ao abordar as sementes, pergunte a eles se todos os frutos têm várias sementes, como a laranja, ou se existem frutos com apenas uma semente. Em seguida, peça-lhes que exemplifiquem. Eles podem citar frutos como o abacate e a manga, que apresentam uma semente apenas. Se possível, leve alguns frutos cortados para a sala de aula, para que os estudantes as observem.
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SOUZA, Vinicius Castro; FLORES, Thiago Bevilacqua; LORENZI, Harri. Introdução à botânica: morfologia. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2013. Esse livro apresenta os termos utilizados para as partes das plantas, bem como suas origens, as relações com o meio ambiente e os aspectos da evolução.
Objetivo
• A atividade 2 permite avaliar se os estudantes relacionam as diferentes partes das plantas à sua importância nesses seres vivos. Sugestão de intervenção Caso algum estudante tenha dificuldade para realizar a atividade, escreva na lousa o nome das partes das plantas. Em seguida, conversem sobre cada uma dessas partes citando algumas características e a importância delas para as plantas. Por fim, solicite aos estudantes que analisem as opções apresentadas no livro e realizem a atividade.
• Ao explicar a importância das flores, diga que nem todas as plantas têm essas estruturas e, por isso, apresentam outros mecanismos para sua reprodução. Da mesma maneira, os frutos e as sementes também não estão presentes em todas as plantas. Diga-lhes que há plantas pequenas, como as briófitas, que não apresentam qualquer uma das estruturas apresentadas nessa atividade, mas dependem da água para sua sobrevivência. Já as samambaias e avencas apresentam estruturas que se assemelham a raízes, caule e folhas, desempenhando funções similares a essas partes, mas não apresentam flores, frutos ou sementes. Relembre que os pinheiros têm raízes, caule, folhas e sementes, mas não têm flores ou frutos. Assim, há uma diversidade muito ampla de plantas na Terra.
Cada parte da planta desempenha papéis específicos nesses seres vivos.
2. Relacione cada uma das partes de plantas à sua importância. Para isso, escreva a letra da parte da planta no texto correspondente.
Raiz A. Caule B. Folha C. Flor D. Fruto E. Semente F.
Resposta: E, F, D, C, B e A
Protege a semente e, em alguns casos, ajuda a dispersá-la no ambiente.
Ao germinar, origina outra planta.
Participa da reprodução de algumas plantas.
Principal local de produção de alimento, via fotossíntese, de muitas plantas.
Participa do transporte de substâncias, como água e nutrientes, e da sustentação de outras partes da planta. Possibilita a absorção de água e de nutrientes e a fixação de algumas plantas no solo.
Em algumas plantas, os papéis desempenhados por partes, como folhas, raízes, caule e flores, podem variar. Confira os exemplos a seguir.
Na batata-inglesa, os caules são modificados para armazenar nutrientes.
Batateiro: pode atingir cerca de 60 centímetros de altura.

• Você pode citar outras modificações das partes das plantas, além das apresentadas. Explique que algumas plantas apresentam reserva de nutrientes em suas raízes e caules, por exemplo. Nas raízes tuberosas, os nutrientes são acumulados nas raízes que ficam embaixo do solo, enquanto o caule fica acima dele, por exemplo, a beterraba e a cenoura. Nos tubérculos, os nutrientes são armazenados em um caule subterrâneo, e as raízes apenas fixam a planta no solo, como a batata-inglesa. Já nos bulbos, o caule também é subterrâneo, mas apresenta um formato de disco ou cone achatado, por exemplo, a cebola e o alho.
Nos cactos, as folhas são modificadas para reduzir a perda de água e auxiliar na proteção da planta.
Cacto: pode atingir cerca de 80 centímetros de diâmetro.

• Apresente outros alimentos que são raízes. Se possível, leve alguns deles para os estudantes verem, como: mandioca e cenoura, beterraba, batata-doce, rabanete e nabo. Cite também alguns exemplos de caules comestíveis, como palmito, aspargo, batata-inglesa e cebola.
• Aproveite para conversar com os estudantes sobre a importância de consumirmos caules e raízes, visto que neles há muitos nutrientes, como vitaminas, magnésio e fibras alimentares, incentivando a alimentação equilibrada e abordando os temas contemporâneos transversais Educação alimentar e nutricional e Saúde da BNCC. Pergunte quais caules e raízes eles têm o hábito de consumir regularmente.
As plantas se relacionam com diferentes componentes vivos e não vivos dos ambientes.
1. Identifique o tipo de relação entre plantas e animais apresentado em cada imagem. Para isso, pinte o quadro da imagem com a cor correspondente, de acordo com a legenda a seguir.
Planta servindo de alimento. Planta servindo de abrigo. Professor, professora: As legendas das imagens não foram inseridas para
não comprometerem a realização da atividade.
Abelha-europeia: pode atingir cerca de 150 milímetros de comprimento.

Cutia: pode atingir cerca de 60 centímetros de comprimento.

Macaco-de-cauda-longa: pode atingir cerca de 1 metro de comprimento.

Pica-pau-de-topete-vermelho: pode atingir cerca de 30 centímetros de comprimento.

Resposta: Os estudantes devem pintar com a cor azul os quadros das imagens A, B e C e, de vermelho, o quadro da imagem D
Objetivo
• A atividade 1 permite avaliar se os estudantes reconhecem alguns tipos de relações das plantas com outros seres vivos.
Sugestão de intervenção
Caso algum estudante tenha dificuldade para realizar a atividade, leiam juntos novamente a legenda e oriente-o a observar e a descrever o que os animais estão fazendo em cada fotografia. Peça-lhe também que identifique as partes das plantas envolvidas em cada atividade que os animais estão realizando.
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• O tema das páginas 255 a 257 contribui para desenvolver a habilidade EF02CI06, pois incentiva os estudantes a observarem algumas partes das plantas e suas relações com o ambiente e outros seres vivos.
Para iniciar o trabalho com esse tema, realize uma visita guiada dos estudantes a um parque do município ou outra área onde exista diversidade de plantas e animais. O objetivo dessa visita é que os estudantes observem o ambiente e identifiquem possíveis relações das plantas com os demais seres vivos no ambiente, como os animais. Entre essas relações, podemos citar insetos polinizando plantas, outros se alimentando de partes delas, outros utilizando plantas como abrigo. Para essa atividade, solicite previamente a autorização dos pais ou responsáveis e faça uma visita prévia ao espaço, para garantir a segurança e a acessibilidade dos estudantes. Se possível, conte com um guia no local, para orientar a visita. Providencie, em conjunto com a direção da escola, transporte adequado para todos os estudantes.
Ao final da visita, organize uma roda de conversa com os estudantes para saber como se relacionam com as plantas no dia a dia. Espera-se que eles reconheçam a importância das plantas na alimentação, no ar que respiram, na sombra projetada, em algumas roupas que usamos, entre outras situações.
• Na atividade 2, verifique se os estudantes perceberam que, em algumas das situações mostradas na atividade 1 da página anterior, as plantas também estão sendo beneficiadas.
• Quanto à relação entre a abelha e a planta, caso eles não entendam do que se trata, explique-lhes que alguns insetos transportam grãos de pólen de uma planta a outra. Esses grãos participam da reprodução de muitas plantas. Auxilie-os a compreender que o pólen fica grudado no corpo do animal, que, ainda que não haja intenção, acaba levando-o às outras plantas. As abelhas são polinizadoras.
• Em relação à participação dos animais na reprodução das plantas, pergunte aos estudantes o que geralmente ocorre com as sementes dos frutos de que muitos animais se alimentam. Verifique se eles percebem que muitas das sementes podem cair no solo em locais diferentes e podem germinar, dando origem a novas plantas. Algumas sementes podem ainda passar pelo trato digestório do animal e ser eliminadas pelas fezes, germinando em outro local. Dessa forma, esses animais ajudam a dispersar as sementes.
2. Nas relações mostradas na atividade anterior, os animais estão obtendo alimento e abrigo das plantas. Marque um X nos quadros que apresentam a importância dessas relações para as plantas.
As plantas estão obtendo alimento dos animais.
2. Resposta: A abelha ajuda na reprodução da planta.; A cutia e o macaco ajudam na reprodução da planta, espalhando as sementes.
A abelha ajuda na reprodução da planta.
A cutia e o macaco ajudam na reprodução da planta, espalhando as sementes.
Muitos dos alimentos que os seres humanos consomem são partes de plantas.
3. Observe a seguir a refeição que Felipe vai consumir no almoço.

a ) Marque um X nos alimentos da refeição de Felipe que são obtidos de plantas.
Alimento A
Alimento B
Alimento C
Alimento D
3. a) Resposta: Alimentos B, C, D, E. Ao final da atividade, solicite aos estudantes que nomeiem os alimentos que compõem a refeição de Felipe.
Alimento E
A: carne bovina (bife); B: arroz; C: feijão; D: alface; E: suco natural de laranja.
4. Cite um exemplo de planta ou parte dela que você consome em seu cotidiano.
Refeição de Felipe. Resposta pessoal. O objetivo desta questão é que os estudantes reconheçam as plantas em sua alimentação.
Após os estudantes realizarem a atividade 3, peça a eles que identifiquem de que partes das plantas os alimentos do prato e do copo são provenientes. Elabore na lousa um quadro como o apresentado.
As plantas e a alimentação humana
Alimento Parte da planta consumida
Arroz
Feijão
Alface
Suco de laranja
Certifique-se de que os estudantes percebem que a carne é o único alimento de origem animal. Verifique se eles identificam arroz e feijão como sementes, alface como folha e suco de laranja como um fruto espremido.
Além dos alimentos, muitas plantas fornecem matéria-prima para a fabricação de diversos produtos. Os tecidos de algumas roupas, por exemplo, são produzidos com algodão. Alguns medicamentos também são produzidos com base em plantas.

Assim como outros seres vivos, as plantas podem ser acometidas por doenças.
O cancro cítrico, por exemplo, é uma das principais doenças que acometem plantas produtoras de frutos como laranja, limão e tangerina.

Imagens sem proporção entre si.

Essa e diversas outras doenças podem prejudicar o fornecimento de materiais e de alimentos aos seres humanos e a outros animais, além de gerar prejuízos econômicos.
Conhecer as doenças e seus agentes causadores é essencial para identificar medidas de combate a elas. Por isso, as pesquisas científicas são de extrema importância. A botânica americana Clara Henriette Hasse (1880-1926), por exemplo, foi a responsável por descobrir o agente causador do cancro cítrico.
as sementes como as de soja, girassol e milho são utilizadas na produção de óleos vegetais. A cana-de-açúcar origina o etanol. Algumas plantas são utilizadas nas indústrias farmacêutica e cosmética. Relembre que diversas culturas do Brasil utilizam as sementes também para fazer adornos.
• Ao abordar o boxe complementar desta página, enfatize para os estudantes a importância do reconhecimento e da valorização do papel da mulher na sociedade e na ciência.

• O uso das plantas e de suas partes como fonte de matéria-prima pelos seres humanos leva os estudantes a conhecerem uma possível maneira de interação dos seres humanos com elas, possibilitando a abordagem da habilidade EF02CI06.
• O conteúdo do boxe A ciência das plantas permite a abordagem dos temas contemporâneos transversais Ciência e tecnologia e Trabalho ao possibilitar o reconhecimento da importância das pesquisas científicas e a valorização da profissão de botânico. Além disso, ao citar o trabalho da pesquisadora Clara Henriette Hasse, os estudantes são levados a refletir sobre a Ciência como uma construção humana e sobre a importância dos conhecimentos historicamente construídos para explicar a realidade atual, promovendo o trabalho com a Competência geral 1 e com a Competência específica de Ciências da Natureza 1
• Ao abordar esta página relembre com os estudantes outras partes de plantas que são utilizadas como matérias-primas.
Diga que muitas casas são feitas de madeira, bem como diversos móveis, os quais advêm de cortes no caule de árvores. Os troncos também contêm fibras que são usadas na produção de papel. Além disso,
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Diga a eles que o cancro cítrico é considerado uma praga que afeta várias espécies cítricas importantes. Ele pode ser propagado por roupas e veículos contaminados, ser disperso pelo vento ou por animais. O estudo da bactéria causadora permite buscar formas de eliminá-la.
Explique que é importante incentivar as pesquisas científicas a fim de buscar soluções para os problemas da sociedade atual.
• Ao abordar este tema, explique que as sociedades atuais possuem demandas que levam a intervenções profundas na natureza, causando uma série de ameaças à sua preservação. Enfatize que a relação dos povos tradicionais com a natureza tem servido de exemplo para que essas sociedades encontrem alternativas para reduzir os impactos ambientais de suas ações.
• Aproveite para garantir que os estudantes reconheçam a água doce como um recurso fundamental para os seres humanos, mas que essa dependência vai muito além da água que usamos diretamente para consumo ou em nossas atividades diárias, como a higiene e o preparo de alimentos. Ressalte que a água também é usada em cultivos agrícolas, para a geração de energia elétrica, entre outros exemplos.
• Aproveite a questão 1 para enfatizar que no desperdício de alimentos também há desperdício de água.
• Incentive os estudantes a responderem ao item b da questão 1 e acrescente que as opções de alimento são pessoais e devem ser respeitadas. Certifique-se de que não ocorram comentários constrangedores.
• Promova um momento para que todos tenham a oportunidade de verbalizar seu raciocínio e acolha as respostas dos estudantes.
BNCC
• O estudo do tema Eu e a natureza, nas páginas 258 a 261, favorece o desenvolvimento da habilidade EF02GE11 e também dos temas contemporâneos transversais Educação ambiental e Educação para o consumo, pois os estudantes são levados a reconhecer o uso da água na produção de alimentos, assim como seu emprego incorreto, e a refletir sobre o desperdício e o consumo excessivo nas sociedades atuais.
1. b) Resposta pessoal. Caso alguns estudantes não consumam os produtos apresentados, oriente-os a escolher algum alimento que normalmente costumam observar em casa ou na merenda escolar.
1. a) Resposta: Para 1 quilograma de carne bovina foram utilizados 15 400 litros de água. Para 1 litro de leite foi utilizado 1 000 litros de água.
Atualmente, utilizamos muitos recursos da natureza para produzir alimentos e outros produtos essenciais em nosso dia a dia.
A seguir são mostrados quantos litros de água são necessários para que alguns alimentos sejam produzidos. Os valores apresentados consideram o processo completo de produção.
Imagens com elementos sem proporção entre si. Cores fantasia.
15 400 litros de água para 1 quilograma de carne bovina.
B. C. D.
125 litros de água para 1 maçã média.
1 000 litros de água para 1 litro de leite.
1 849 litros de água para 1 quilograma de macarrão.
Fonte de pesquisa: PRODUCT gallery. Water Footprint Network. Disponível em: https://www.waterfootprint.org/resources/interactive-tools/product-gallery/. Acesso em: 28 jul. 2025.
1. Com base nos dados apresentados, responda às questões a seguir.
a ) Quantos litros de água são usados para produzir 1 quilograma de carne bovina? E para produzir 1 litro de leite?
b ) Qual dos alimentos mostrados você costuma consumir? Conte para seus colegas quantos litros de água são usados para produzi-lo.
Como você pôde perceber, a produção de alimentos envolve o uso de grande quantidade de água. Assim, quanto mais consumimos diferentes produtos, mais recursos da natureza, como a água, precisam ser explorados.
Por isso, é importante não desperdiçar água nem alimentos e consumir de maneira consciente os diversos outros produtos que utilizamos em nosso dia a dia.
• O estudo também favorece o desenvolvimento das Competências específicas de Geografia 6 e 7, pois os estudantes são incentivados a criar argumentos que promovam a sustentabilidade, de modo que se tornem aptos a agir de forma responsável e a desenvolver a consciência socioambiental.
Há muitas maneiras de ajudar a conservar os recursos da natureza no dia a dia, como evitando o consumo excessivo e o desperdício. Atitudes como essas contribuem para que os recursos da natureza não se esgotem e ajudam a reduzir a geração de resíduos sólidos, por exemplo.
Conheça, a seguir, atitudes que podemos adotar em nosso cotidiano para evitar o consumo sem necessidade e o desperdício de recursos da natureza.

Família fazendo compras em supermercado.
Não desperdiçar alimentos
Para evitar o desperdício de alimentos, coloque no prato o que realmente vai comer. Combine com os familiares para cuidarem para que os alimentos não estraguem antes de serem consumidos.
Não comprar sem necessidade
Muitas vezes, fazemos compras desnecessárias de produtos que já temos ou que não estamos certos de que realmente vamos usar ou consumir. Refletir antes de fazer qualquer compra é uma boa dica para economizar recursos da natureza, além de dinheiro.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
CONSCIENTE Coletivo 07/10 – Impactos do Consumo. Instituto Akatu , 30 set. 2010. Disponível em: https://akatu.org.br/consciente -coletivo-impactos-do-consumo/. Acesso em: 17 set. 2025.
O vídeo indicado é interessante para a faixa etária dos estudantes por ser uma animação sobre os impactos do consumo.
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DESPERDÍCIO de Alimentos. Instituto Akatu, 28 jun. 2016. Disponível em: https://www.youtube. com/watch?v=eLq3GzSDnZc. Acesso em: 17 set. 2025.
Esse vídeo é uma animação sobre o desperdício de alimentos e também pode ser exibido aos estudantes para uma conversa sobre o tema.
• No estudo das páginas 259 a 261, espera-se que os estudantes percebam que uma grande quantidade de recursos naturais precisa ser explorada diariamente e que, quanto maior o consumo e o desperdício, mais resíduos são gerados e maior é a necessidade de explorar ainda mais esses recursos, gerando impactos ambientais. É importante incentivá-los a refletir e avaliar o impacto gerado pelo próprio consumo. Vale ressaltar que o consumismo é considerado um comportamento que se desenvolve a partir da infância e que pode gerar hábitos negativos e endividamento, contemplando aspectos do tema contemporâneo transversal Educação financeira
• Organize uma conversa com os estudantes com base na leitura dos textos. Sobre o consumo, incentive-os a identificar o que é comprar um produto sem a real necessidade e quais são as pressões que levam as pessoas a realizarem esse tipo de compra impulsiva. Acrescente que ter em mãos uma lista dos itens de que se necessita ajuda a evitar compras por impulso ou desnecessárias quando vamos ao mercado. Sobre a alimentação, aproveite para encorajá-los a contar aos colegas o que mais gostam de comer e incentive-os a se perguntarem o que sentem ao ver que resta comida no prato ou quando alimentos precisam ser jogados fora. Lembre-os de que, para muitas pessoas, ter o que comer é um desafio diário.
Objetivo
• A atividade 2 permite avaliar se os estudantes identificam atitudes que demonstrem cuidados com a natureza.
Sugestão de intervenção
Para que os estudantes possam compartilhar suas atitudes, faça uma roda de conversa da qual todos participem e inicie com exemplos, como fechar a torneira enquanto escovar os dentes, não jogar resíduos sólidos no chão, reutilizar os papéis como folhas para desenhos ou anotações, refletir antes de consumir, plantar mudas, respeitar as plantas e os animais. Verifique se eles identificam as atitudes que já praticam e as que podem praticar. Liste na lousa as atitudes que eles citarem e, para complementar a atividade, oriente-os a produzir frases de incentivo ao consumo consciente ou descrever ações que evitem o desperdício e demonstrem respeito com a natureza.
• No item c da questão 3, peça aos estudantes que apresentem o desenho aos colegas, contando o seu significado, e aproveite o momento para esclarecer dúvidas. Avalie as dificuldades de modo individualizado e permita que estudantes com deficiências sensoriais se expressem da forma que se sentirem mais confortáveis. Após a realização da atividade, explique que o consumidor consciente é aquele que não compra nada de forma impulsiva, pois reflete sobre o impacto do consumo antes de adquirir os produtos. É importante ressaltar que isso não significa que as pessoas não possam consumir, mas que devem evitar adquirir itens desnecessários.
2. Resposta pessoal. Auxilie os estudantes a pensarem em atitudes diárias em casa, como fechar torneira e chuveiro quando não estiverem usando água e desligar as lâmpadas elétricas dos ambientes que não estão sendo utilizados.

Economizar no uso dos recursos
Água, energia elétrica, papel, lápis, entre outros exemplos, chegam até nós porque recursos da natureza foram utilizados. Desse modo, um uso adequado, econômico e sem desperdício é indispensável para ajudar na conservação dos recursos da natureza.
Criança desligando o interruptor de lâmpada elétrica.
2. Leia novamente com os colegas as situações e dicas sobre consumo e desperdício. Citem um exemplo de atitude que vocês já praticam ou que vão passar a praticar para ajudar na conservação dos recursos naturais.
3. a) Resposta: A criança está querendo um par de tênis parecido com o que já tem.
3. Observe a ilustração e converse com os colegas e o professor para responder oralmente às questões a seguir.
Olha, pai, que tênis legal! Quero um!

Mas, João, você não ganhou um desses no seu aniversário?
Imagem com elementos sem proporção entre si. Cores fantasia.
João e seu pai em uma loja de calçados.
a ) O que está ocorrendo na cena mostrada?
b ) Podemos dizer que a atitude de João é um exemplo de consumo excessivo? Por quê?
c ) Imagine que a criança, depois de refletir sobre a pergunta do pai, desistiu de comprar o tênis. Em uma folha avulsa, faça um desenho e crie uma resposta à pergunta do pai, que demonstrem a nova atitude do menino, agora preocupado em evitar o consumo excessivo e desnecessário.
3. b) Resposta: Sim. Porque o garoto já tem um par de tênis semelhante àquele e não necessita de mais um par. Resposta pessoal. Espera-se que o estudante crie um desenho e
escreva uma fala abordando a importância de evitar o consumo de produtos sem necessidade, praticando um consumo consciente.
4. Escreva a primeira letra do nome de cada imagem e descubra uma dica secreta que ajuda a evitar o desperdício de recursos da natureza.
Resposta: Economizar água e energia.
a ) Leia os textos e observe as fotografias a seguir. Em seguida, contorne apenas aquelas que mostrem atitudes que contribuem para evitar o desperdício, conforme a dica secreta que descobriu anteriormente.
Desligar aparelhos que não estão sendo utilizados.

C.
Fechar a torneira enquanto escova os dentes.

Fechar a torneira enquanto ensaboa as louças.

Aproveitar a luz solar para reduzir o uso de lâmpadas durante o período do dia.

por
Resposta: Os estudantes devem contornar as imagens A, B, C e D
08/10/2025 09:28:06
• Em relação ao uso da água e sua economia, incentive os estudantes a identificarem de onde vem a água que chega às torneiras de suas moradias. Resgate conhecimentos prévios e converse com eles sobre o longo caminho que a água percorre, desde sua captação nos mananciais até as estações de tratamento e de lá para as residências das pessoas. Ressalte que uma grande quantidade de equipamentos de infraestrutura e o trabalho de inúmeros profissionais permitem que a água chegue às nossas residências, por isso ela não deve ser desperdiçada.
Para auxiliar na compreensão dos conteúdos estudados nas páginas 258 a 261, promova uma brincadeira com os estudantes no pátio da escola. Desenhe uma linha de partida, conte alguns passos e desenhe uma linha de chegada. Divida a turma em grupos e oriente-os a mandar um representante para a “corrida da sustentabilidade”. Explique que você vai sortear um grupo cujos integrantes deverão identificar uma atitude de cuidado com a natureza. Se o grupo identificar uma atitude corretamente, o representante deverá dar um passo à frente; se não, ele deve permanecer parado. Repita o procedimento com os demais grupos, até que todos sejam sorteados. Repita a ordem dos sorteios para estabelecer a vez de cada grupo. O vencedor será aquele cujo representante cruzar primeiro a linha de chegada.
Leve para a sala de aula um caixa e insira nela palavras relacionadas ao assunto Diferentes formas de cuidar da natureza. Algumas sugestões: reflorestamento, silvicultura, reciclagem, sustentável, mata ciliar. Em seguida, solicite aos estudantes que retirem uma palavra da caixa e façam a leitura. Peça que digam o que sabem sobre aquela palavra ou procurem juntos o significado dela no dicionário. O processo deve se repetir até finalizar as palavras. Depois, ao longo do estudo, vá retomando com os estudantes o significado e o que já sabem sobre os termos, conforme forem aparecendo, e anote as palavras-chave na lousa. Aproveite os textos para inserir o conteúdo.
• O conteúdo do boxe Bertha Becker permite a abordagem do tema contemporâneo transversal Trabalho ao possibilitar o reconhecimento da importância das pesquisas científicas e a valorização da profissão de geógrafo. Além disso, ao citar o trabalho da pesquisadora Becker, os estudantes são levados a refletir sobre a Ciência como uma construção humana e sobre a importância dos conhecimentos historicamente construídos para explicar a realidade atual, promovendo o trabalho com a Competência geral 1 e com a Competência específica de Ciências da Natureza 1 da BNCC.
Há muitas maneiras de realizar atividades econômicas de forma sustentável, sem prejudicar a natureza. Confira alguns exemplos a seguir.

Eucalipto: pode atingir cerca de 60 metros de altura.
A silvicultura é o cultivo de espécies florestais, como o eucalipto e o pinus. Em vez de extrair madeira de florestas naturais para fabricar produtos, como papel, lápis e móveis, cultivam-se essas árvores. Desse modo, o uso desse recurso é controlado, atendendo às necessidades da indústria sem desmatar áreas de floresta natural.
A Floresta Amazônica é uma área que, ao longo dos anos, vem sofrendo com desmatamento e outras ações humanas. A geógrafa brasileira Bertha K. Becker (1930-2013) é conhecida como “a cientista da Amazônia”. Durante décadas, ela estudou maneiras de explorar os recursos naturais da região amazônica aliadas aos conhecimentos de moradores tradicionais e locais da área, como indígenas, ribeirinhos e agricultores familiares. Para Bertha, essas populações têm conhecimentos essenciais sobre o ambiente da floresta, que podem auxiliar na realização de atividades econômicas menos prejudiciais à Amazônia.

FIORAVANTI, Carlos. Bertha Koiffmann Becker: Amazônia sem extremismo. Revista Fapesp, ed. 102, ago. 2004. Disponível em: https:// revistapesquisa.fapesp.br/amazonia-sem -extremismo/. Acesso em: 17 set. 2025. Nessa entrevista, a geógrafa Bertha K. Becker apresenta um caminho para o desenvolvimento econômico da região Amazônica de modo sustentável e incluindo as populações que nela habitam.
• O estudo do tema Diferentes formas de cuidar bem da natureza, nas páginas 262 e 263, contempla o tema contemporâneo transversal Educação ambiental, pois trata de aspectos relacionados a práticas sustentáveis. O conteúdo também favorece o desenvolvimento da habilidade EF02HI11 ao apresentar aos estudantes exemplos de práticas sustentáveis e de personalidades que contribuíram para a preservação do meio ambiente.
Nas propriedades rurais, onde se pratica a agricultura, a pecuária e o extrativismo, a manutenção da mata ciliar ajuda a proteger os cursos de água. Essas matas são áreas de vegetação, localizadas às margens dos rios, que evitam, por exemplo, que grandes quantidades de sedimentos sejam carregadas pela chuva e se depositem nesses ambientes aquáticos, prejudicando sua manutenção. Nas nascentes, a mata ciliar ajuda a evitar que a fonte de água seque.

Mata ciliar nas margens do Rio Paranapanema, em Piraju, São Paulo, em 2025.
Ao consumirmos diferentes produtos, geramos resíduos. O descarte correto desses resíduos também ajuda a cuidar do meio ambiente. Sempre que possível, eles devem ser destinados à reciclagem. Essa atividade consiste em reaproveitar os materiais descartados para dar origem a novos produtos. Por sua vez, indústrias e estabelecimentos comerciais, além de cada um de nós, podem optar por produtos recicláveis ou que foram produzidos com materiais reciclados.


Produtos feitos com papel reciclado.
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• Valorizar a preservação das matas ciliares e a coleta seletiva para a reciclagem é uma maneira de contribuir para a educação ambiental e de levar os estudantes a se interessarem mais pelo tema. Para incentivar esse interesse, questione-os de maneira a identificar se no município em que vivem existem rios e se a mata ciliar se encontra preservada ou se existe coleta seletiva e reciclagem de materiais.
• Explique que, no Brasil, a maioria dos municípios oferece pontos de coleta de resíduos com recipientes para cada tipo de material destinado à reciclagem. Os resíduos orgânicos precisam ser separados desses materiais, assim como pilhas, baterias e lâmpadas, que contêm substâncias tóxicas e nocivas à saúde. Após os materiais serem separados para a reciclagem, e higienizados, eles são conduzidos a uma cooperativa de reciclagem, onde são separados uma vez mais e então vendidos para indústrias de reciclagem. Explique o que é uma cooperativa de reciclagem e que o ganho das atividades é dividido entre todos os cooperados.
• Ao tratar do tema da separação de resíduos para reciclagem, é muito importante incentivar essa prática nas residências e também valorizar os profissionais que atuam na coleta de resíduos sólidos, assim como frisar a necessidade de embalar com cuidado os resíduos nas residências, principalmente se neles houver materiais cortantes que possam colocar em risco a segurança desses profissionais.
ARTICULANDO CONHECIMENTOS
O estudo da página 263 propicia um trabalho interdisciplinar com o componente curricular de Arte, partindo dos temas contemporâneos transversais Educação ambiental e Educação para o consumo. Neste trabalho, proponha aos estudantes a confecção de brinquedos utilizando materiais recicláveis, incentivando a criatividade e a consciência ambiental. A turma pode
produzir diversos tipos de brinquedos, como carrinhos, bonecas, bilboquês, jogos da memória, entre outros, de acordo com o interesse e os materiais disponíveis.
Após a finalização dos brinquedos, organize um momento para que os estudantes brinquem coletivamente no pátio da escola, valorizando suas criações e promovendo a socialização.
Como outra opção, realize uma exposição com os brinquedos produzidos, convidando outras turmas, incentivando toda a comunidade escolar a reutilizar materiais no cotidiano.
OBJETIVOS
• Reconhecer os cuidados que podem ser tomados para economizar água e evitar o desperdício.
• Identificar o desperdício de água na escola e buscar soluções para esse problema.
• Durante a leitura do texto, incentive os estudantes a debaterem a quantidade de água desperdiçada no mundo e a refletirem sobre a quantidade de pessoas que não têm acesso à água tratada e encanada, por exemplo. Aproveite para reforçar que evitar o desperdício é uma forma de garantir que não falte água para muitas pessoas, uma condição de extrema gravidade. Para explorar esse problema, apresente a eles o site indicado a seguir, que tem como personagem principal o Juca, que sofre com a falta de água.
• Juca Pingo d’Água. Plenarinho: o jeito criança de ser cidadão – Câmara dos deputados, 21 mar. 2019. Disponível em: https:// plenarinho.leg.br/index. php/2019/03/juca-pingo -dagua/. Acesso em: 17 set. 2025.
• Caso tenha na turma estudantes surdos, a página apresenta também uma versão em libras.
• É muito importante que a escola aborde diversos temas que incentivem os estudantes a compreenderem melhor o mundo e a desenvolverem a capacidade de atuar nele de maneira consciente, buscando transformá-lo com base em conhecimentos científicos e suas relações com a sociedade. Nesse sentido, é necessário chamar a atenção dos estudantes para a questão da água no Brasil e no mundo. Desse modo, refletir e tomar atitudes que evitam o desperdício e tornam a economia desse precioso recurso
O desperdício de água é um problema que afeta vários lugares do Brasil e do mundo. Além dos vazamentos e problemas nas redes de distribuição, o uso excessivo de água contribui para o desperdício desse recurso.
Porém, algumas atitudes simples do dia a dia podem ajudar no combate ao desperdício de água. Vamos conhecer algumas dessas atitudes a seguir.
Conhecendo o problema 1 […]
• Durante o banho, procure fechar o chuveiro enquanto se ensaboa.
• Deve-se manter a torneira fechada enquanto se escovam os dentes ou se faz a barba.
• Se houver necessidade de lavar o carro, não se deve utilizar esguicho, mas água em um balde.
• Manter sem vazamentos as torneiras, as descargas, os chuveiros, as boias de caixa d’água e as tubulações é uma ótima atitude para se evitar o desperdício.
• Os jardins e os gramados devem ser regados com moderação, pela manhã ou à noite.
Pronto para fazer a sua parte?
Imagem com elementos sem proporção entre si. Cores fantasia.

Pessoa fechando uma torneira.
DIA mundial da água. plenarinho.leg.br – Câmara dos Deputados, 21 mar. 2019. Disponível em: https://plenarinho.leg.br/index.php/2019/03/dia-mundial-da-agua/. Acesso em: 28 jul. 2025.
um hábito cotidiano merecem destaque em sala de aula.
Os temas contemporâneos transversais Educação ambiental e Educação para o consumo podem ser desenvolvidos de maneira articulada com o componente curricular de Matemática Isso porque o consumo de água está diretamente relacionado ao valor pago nas faturas de água. Para isso, proponha aos estudantes a análise de uma fatura de água, identificando seus elementos.
BNCC
• O estudo sobre o uso incorreto da água e o reconhecimento de práticas que contribuem para a redução desse tipo de desperdício contemplam a habilidade EF02GE11 e a Competência específica de Geografia 6, pois os estudantes são levados a argumentar e a tomar decisões com base em princípios sustentáveis e solidários, reconhecendo formas de desperdício de água e propondo ações que visam evitar que esse problema ocorra. Esse estudo também contempla os temas contemporâneos transversais Educação ambiental e Educação para o consumo
Organizando as ideias 2
Respostas nas orientações ao professor
a ) O texto anterior apresenta diferentes cuidados que podem ser assumidos, individualmente ou em grupo, para evitar o desperdício de água. Quais desses cuidados podem ser adotados na escola? Copie-os a seguir.
3
b ) Com os colegas e o professor, façam um passeio pela escola e observem se os cuidados mencionados na questão anterior já são tomados.
c ) Verifique, com os colegas e o professor, se há alguma melhoria que possa ser feita na escola para evitar desperdício de água.
Buscando soluções
Resposta nas orientações ao professor
a ) Converse com os colegas sobre como vocês podem colaborar para reduzir o desperdício de água. Uma possibilidade é promover uma campanha com cartazes em lugares como banheiros e bebedouros. Vocês também podem conversar com a direção da escola sugerindo consertos de vazamentos que tenham encontrado, entre outras iniciativas. Imagem com elementos sem proporção entre si. Cores fantasia.
Estudantes reunidos conversando sobre como reduzir o desperdício de água.

peitosa, garantindo a participação plena e significativa de todos.
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• Faça a leitura do texto da página anterior, de maneira que todos os estudantes participem. Se necessário, faça-a mais de uma vez. Para tanto, leia em voz alta ou oriente diferentes estudantes a se revezarem na leitura.
a) Verifique se os estudantes identificam os cuidados mencionados no texto. Depois, pergunte a eles se existem outras atitudes que podem colaborar com a conservação da água na escola.
b) Resposta pessoal. Peça aos estudantes que durante o passeio anotem os cuidados que já são tomados na escola. Depois, promova uma conversa com eles.
c) Resposta pessoal. Promova um debate com os estudantes sobre o desperdício de água encontrado na escola e incentive-os a levantar hipóteses para soluções.
• Desenvolva um projeto na escola sobre economia de água junto aos estudantes e, se possível, estenda a toda comunidade escolar e familiares. Para isso, levante as ações identificadas pelos estudantes para reduzir o desperdício de água citadas anteriormente e liste-as na lousa. Depois, em grupos, peça a cada um que escolha uma ação para confeccionar cartazes, com o objetivo de promover uma campanha de conscientização informando a importância de economizar água. Organize os grupos e distribua a eles folhas de papel avulsas. Comente que eles podem fazer desenhos para complementar os textos e colorir os cartazes usando lápis de cor, entre outros itens que julgar adequados. Disponibilize os materiais necessários para eles.
• Caso haja estudantes com dificuldade de escrita, incentive a atividade de maneira colaborativa, promovendo o apoio entre os colegas de forma solidária e res-
• Ao finalizar a atividade, promova um momento para que os estudantes compartilhem e divulguem esse material para a comunidade escolar e os familiares.
Resposta
a) Resposta pessoal. Auxilie os estudantes na confecção de cartazes com a produção de frases curtas e impactantes ou então de slogans sobre o tema. Depois, coloque-os em locais de maior circulação de pessoal pela escola. Os estudantes também podem passar pelas demais classes comentando a importância de combater o desperdício de água na escola.
• Para complementar o trabalho e se considerar pertinente, convide um(a) especialista sobre a preservação de água para conversar com todos da escola. Oriente os estudantes a elaborarem perguntas e ajude-os a identificar questões para fazer ao entrevistado, investigando a questão do desperdício e como evitá-lo.
• Aproveite o conteúdo abordado nas páginas 266 a 270 e comente com os estudantes a respeito das diferentes maneiras que os povos tradicionais se apropriam da natureza. Explique que cada povo interage com o ambiente de acordo com os próprios conhecimentos, costumes e necessidades, desenvolvidos ao longo de sua história por meio da relação direta com o meio natural. Dentre esses povos, estão grupos indígenas, ribeirinhos, caiçaras, quilombolas e seringueiros, que não se apropriam da natureza de forma padronizada, mas de maneiras múltiplas, de modo geral sustentável e alinhada às necessidades de sua comunidade.
• Inicie a aula conversando com os estudantes sobre o uso de diferentes recursos da natureza e ressalte que sua exploração exagerada gera graves problemas ambientais. Espera-se que, ao realizar o estudo das páginas 266 e 267 , eles compreendam que os povos indígenas dependem diretamente da natureza e entendam a necessidade de usufruir de seus recursos de maneira responsável. Uma forma pela qual eles demonstram respeito com a natureza é retirando dela apenas os recursos de que necessitam para sobreviver.
• Na atividade 1, organize os estudantes em roda e incentive-os a comentar com os colegas o que sabem, resgatando seus conhecimentos prévios. Promova um momento para que todos tenham a oportunidade de verbalizar seu raciocínio e acolha as respostas deles.
Muitas vezes, ao explorar os recursos da natureza, o ser humano prejudica o meio ambiente. Isso pode ocorrer a depender do modo como interferimos e provocamos transformações nela.
Há diferentes maneiras de explorar os recursos da natureza sem provocar danos irreversíveis. Vamos conhecer exemplos de como alguns povos tradicionais fazem isso.
conhecimentos a respeito desses povos tradicionais. Incentive-os a falar sobre
1. Resposta pessoal. Promova uma conversa entre os estudantes para que exponham os aspectos culturais, modos de vida, entre outros temas.
Os indígenas, em geral, exploram os recursos da natureza apenas para garantir o sustento da aldeia. Eles praticam a agricultura em pequenas roças de mandioca e de outros alimentos. Também dependem de atividades, como a caça, a pesca e a coleta de madeira, raízes, frutos e sementes, dos quais obtêm alimentos e materiais. No entanto, esses recursos são coletados somente em quantidades necessárias para fornecer alimentos para os moradores da aldeia.
Desde a infância, as crianças indígenas aprendem com as pessoas idosas a importância do respeito à natureza e aos demais seres vivos.

Mulheres indígenas da etnia Kuikuro descascando mandioca para o preparo de alimento, no Parque Indígena do Xingu, Mato Grosso, em 2023.
1. O que mais você sabe dos povos indígenas do Brasil e sua relação com a natureza? Conte aos seus colegas e ao professor.
• O estudo das páginas 266 a 270 favorece o desenvolvimento da habilidade EF02GE04, pois os estudantes são levados a reconhecer o modo de viver de povos indígenas e ribeirinhos, identificando semelhanças e diferenças nas suas relações com a natureza. Também favorece o desenvolvimento da Competência específica de Geografia 6, pois eles são incentivados a reconhecer
aspectos do modo de vida dos povos tradicionais que evidenciam a sustentabilidade, desenvolvendo assim a consciência socioambiental. Por meio do trabalho com essas habilidades e competências, são igualmente contemplados os temas contemporâneos transversais Diversidade cultural, Educação ambiental e Educação para valorização do multiculturalismo nas matrizes históricas e culturais brasileiras
2. Observe as fotografias a seguir, que mostram algumas atividades realizadas por indígenas.

Indígenas da etnia Iny Karajá fazendo pintura corporal com jenipapo, na aldeia Santa Isabel do Morro, Tocantins, em 2025.

Indígenas da etnia Yanomami produzindo cestos de palha, na aldeia Maturacá, em São Gabriel da Cachoeira, Amazonas, em 2022.
a ) Marque um X no quadro que descreve de onde os indígenas obtêm a maior parte dos materiais de que necessitam no dia a dia.
Resposta: Principalmente por meio da coleta e da agricultura.
Principalmente das atividades industriais.
Principalmente por meio da coleta e da agricultura.
Principalmente por meio do comércio.
3. Leia as frases a seguir e contorne somente aquelas que descrevem corretamente a relação dos indígenas com a natureza.
3. Resposta: Espera-se que os estudantes contornem as frases A, C e D
Objetivo
• As atividades 2 e 3 permitem avaliar se os estudantes identificam atividades relacionadas ao modo de viver dos povos indígenas e se reconhecem aspectos de sustentabilidade.
Sugestão de intervenção
Na atividade 2 faça a análise das fotografias com os estudantes e relembre-os das atividades extrativistas. Escreva na lousa uma breve definição para as atividades do extrativismo, do comércio e da indústria. Se encontrarem dificuldades, apresente outras fotografias de atividades extrativistas realizadas por povos indígenas e que evidenciem a coleta de recursos da natureza de forma sustentável.
Para a atividade 3, promova a leitura das frases em voz alta e, se os estudantes tiverem dificuldades, incentive-os a identificar, inversamente, a ação que não demonstra respeito com a natureza, por meio de uma conversa para que troquem ideias entre si.
B.
A. A natureza é vista apenas como uma fonte de recursos a serem explorados livremente.
A madeira é cortada somente quando é necessário fazer construções, como de casas ou canoas.
A natureza é respeitada porque a aldeia depende dela para sua subsistência e manutenção.
C. As áreas cultivadas são, geralmente, pequenas roças de mandioca e de outros alimentos.
ALIMENTAÇÃO. Povos Indígenas no Brasil Mirim. Disponível em: https://mirim.org/pt-br/ como-vivem/alimentacao. Acesso em: 17 set. 2025.
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Para ampliar o tema abordado, conheça o site indicado que trata principalmente da alimentação entre os diversos povos indígenas. Vale ressaltar que a alimentação indígena tem como base o extrativismo e que a busca por alimentos toma grande parte do tempo destinado ao trabalho entre esses povos.
• Ao abordar esse tema, explique que o Decreto nº 6.040, de 2007, institui a Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais e define os povos tradicionais, indígenas, ribeirinhos, caiçaras, quilombolas, entre outros, como “grupos culturalmente diferenciados e que se reconhecem como tais, que possuem formas próprias de organização social, que ocupam e usam territórios e recursos naturais como condição para sua reprodução cultural, social, religiosa, ancestral e econômica, utilizando conhecimentos, inovações e práticas gerados e transmitidos por tradição” (BRASIL, 2007).
• No caso dos povos ribeirinhos, espera-se que os estudantes possam reconhecer que a proximidade e a relação estreita com os rios são os elementos principais que conferem uma identidade própria a esse povo tradicional, presente em diferentes regiões brasileiras, principalmente, na Região Norte.
• Se houver dificuldade na realização da atividade 4, convide os estudantes para irem à sala de informática, caso exista esse espaço na escola, e a pesquisarem mais informações sobre a relação dos povos ribeirinhos com a natureza, auxiliando-os nessa busca. Leve-os a debater o tema, anote na lousa as ideias e faça apontamentos ou correções que julgar necessárias. Promova um momento para que todos tenham a oportunidade de verbalizar seu raciocínio e acolha as respostas dos estudantes.
O respeito à natureza também está presente no modo de vida dos ribeirinhos, povos que vivem às margens de alguns rios brasileiros. Os ribeirinhos praticam atividades extrativistas, como a pesca, a caça e a coleta. Também cultivam pequenas roças de alimentos, que utilizam para complementar a renda e a alimentação das famílias.
Essas atividades são realizadas de modo que a natureza tenha condições de repor seus recursos, possibilitando que eles estejam disponíveis para gerações futuras.
Um exemplo é o respeito à piracema, fenômeno em que algumas espécies de peixe seguem em direção à nascente do rio em busca de um local adequado para sua reprodução. Nesse período, que ocorre uma vez ao ano, os ribeirinhos não realizam a pesca desses peixes.


no Rio
Ribeirinho da comunidade quilombola Mangabeira coletando açaí, em Mocajuba, Pará, em 2025.
4. Por que as práticas dos povos ribeirinhos não prejudicam a natureza? Converse com os colegas sobre isso.
4. Resposta: Espera-se que os estudantes respondam que as práticas dos ribeirinhos não danificam a natureza porque são feitas de modo a não extrair os
recursos naturais excessivamente, ou seja, sem alterar a capacidade de recuperação da natureza, além de respeitar os períodos adequados para a exploração dos recursos.
• O conteúdo das páginas 268 a 270 contempla aspectos da habilidade EF02HI11, permitindo que os estudantes identifiquem características pertinentes aos povos ribeirinhos e os impactos de suas relações com o ambiente em que vivem.
5. Leia as frases a seguir e contorne somente aquelas que descrevem corretamente a relação dos ribeirinhos com a natureza.
• Na atividade 5, caso algum estudante ainda apresente dificuldade na leitura, sugira que a atividade seja feita em duplas.
Vivem principalmente nas grandes cidades brasileiras.
C.
A. Vivem às margens de alguns rios.
Dependem principalmente do extrativismo e da pesca.
D.
B. Cultivam pequenas roças.
Resposta: Espera-se que os estudantes contornem as frases B, C e D.
6. Em dupla, conversem sobre uma das maneiras como alguns povos tradicionais se relacionam com a natureza, sem prejudicá-la, e desenhem no espaço a seguir. Depois, apresentem seus desenhos aos colegas.
Resposta pessoal. Os estudantes podem desenhar algumas das práticas mencionadas durante o estudo do tema. Além dos povos indígenas e ribeirinhos, sugira a eles outros povos tradicionais, como quilombolas, caiçaras, andirobeiros e cipozeiros.
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• Além dos povos indígenas e ribeirinhos estudados no desenvolvimento do tema, anote na lousa os nomes de outros povos tradicionais como andirobeiros, apanhadores de sempre-vivas, caboclos, caiçaras, catadores de mangaba, catingueiros, cipozeiros e quilombolas, para que os estudantes se inspirem.
• A atividade 6 permite avaliar se os estudantes expressam, por meio de um desenho, um aspecto que traduza a relação dos povos tradicionais com a natureza. Sugestão de intervenção
Se houver dificuldade, ajude-os a identificar ações ou atividades que demonstrem cuidados dos povos indígenas e outros povos tradicionais com a natureza. Comente que eles podem desenhar atitudes que evidenciem respeito e uma relação harmoniosa com a natureza. Para incentivá-los, selecione previamente e mostre, usando um projetor, imagens de povos indígenas e de ribeirinhos em meio à natureza, como crianças brincando ou pessoas realizando atividades extrativistas.
• Auxilie os estudantes na leitura e interpretação das frases de modo que resgatem os conhecimentos adquiridos nas páginas 266 a 269
• A atividade 7 permite avaliar a compreensão dos estudantes sobre as relações dos povos indígenas e ribeirinhos com a natureza. Ao utilizarem o desenho como linguagem, eles poderão explorar a imaginação e a criatividade para representarem o que aprenderam. Antes da atividade, ressalte que, independentemente da linguagem utilizada, seja oral, escrita, seja artística, sempre é preciso ter cuidado para não reproduzir preconceitos existentes na sociedade.
• Incentive os estudantes a identificarem o extrativismo como principal atividade dos povos indígenas e também a piracema como a época de reprodução dos peixes. Exemplos visuais são importantes nesse momento, portanto convém mostrar aos estudantes imagens pré-selecionadas de indivíduos indígenas praticando o extrativismo, assim como do fenômeno da piracema. Ajude-os a relembrar que os indígenas dependem da natureza e não exploram mais recursos além do que necessitam.
7. Leia com atenção as frases a seguir sobre como os indígenas e os ribeirinhos cuidam da natureza. Faça um desenho para representar cada uma delas.
Os indígenas retiram da natureza apenas o necessário para sua subsistência.
Resposta pessoal. Verifique se o desenho dos estudantes tem relação com a frase apresentada.
Os ribeirinhos evitam pescar durante a piracema, pois respeitam o tempo de reprodução dos peixes.
Resposta pessoal. Verifique se o desenho dos estudantes tem relação com a frase apresentada.
• As atividades 6, da página 269, e 7, da página 270, propõem o uso do desenho como forma de representar populações indígenas e ribeirinhas de forma respeitosa e apropriada, contemplando a Competência geral 4 por meio do uso de diferentes formas de comunicação que expressem seus aprendizados com base na empatia e nos princípios éticos.
• Busque na internet imagens que exemplifiquem o modo de vida dos povos indígenas e ribeirinhos e a forma como se relacionam com a natureza e exponha para os estudantes. Caso tenha na turma estudantes cegos ou com baixa visão, forneça material moldável como massa de modelar ou argila para que se expressem. Avalie de modo individualizado as dificuldades e permita que estudantes com deficiências sensoriais se expressem do modo que se sentirem mais confortáveis. Organize uma roda de conversa para que exponham os resultados de seus trabalhos. Cuide para que o ambiente seja de respeito durante as apresentações.
1. Identifique a qual dos animais apresentados nas fotografias se refere cada uma das adivinhas. Para isso, escreva o número da adivinha na fotografia correspondente, formando pares de números e letras.
2. 3.
O que é, o que é? Tem o corpo alongado e coberto por uma estrutura úmida. 1.
O que é, o que é? Tem o corpo coberto por penas e pode voar.
O que é, o que é? Tem o corpo coberto por escamas, tem nadadeiras e vive em ambiente aquático.
Resposta: 1 – B; 2 – C; 3 – A



Minhoca Beija-flor-de-peito-preto. Peixe dourado.
Minhoca: pode atingir cerca de 25 centímetros de comprimento.
Beija-flor-de-peito-preto: pode atingir cerca de 10 centímetros de comprimento.
Dourado: pode atingir cerca de 1 metro de comprimento.
2. Enumere as imagens de 1 a 4, na ordem em que ocorre o processo de formação da nova planta.
Resposta: A – 4; B – 2; C – 3; D – 1.
Imagens com elementos sem proporção entre si. Cores fantasia.




Professor, professora: As legendas das imagens não foram inseridas para não comprometerem a realização da atividade.
explique que a formação de uma nova planta normalmente acontece por meio da germinação de sementes ou do desenvolvimento de uma parte vegetal. Peça a eles que identifiquem qual das duas possibilidades está representada nesta atividade. Na sequência, oriente-os a identificar a semente e o crescimento das partes da planta. Pergunte a eles acerca do tamanho das raízes e do caule, da quantidade de folhas e do aparecimento dos frutos.
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BNCC
• As atividades 1 e 2 contribuem para o desenvolvimento da habilidade EF02CI04
1. Objetivo
• Avaliar se os estudantes identificam características de alguns animais.
Sugestão de intervenção
Se algum estudante tiver dificuldade para fazer as associações, verifique inicialmente se ele identifica os diferentes ambientes das imagens: o solo, o ar e o meio aquático. Em seguida, peça que observe as características dos animais e as maneiras como cada um se locomove no ambiente, verificando se reconhece as estruturas do corpo desses animais e suas funções. Peça, então, ao estudante que observe como é a cobertura do corpo de cada animal, perguntando-lhe, por exemplo: “Qual desses animais tem penas?”; “Qual deles tem escamas?”, “Qual deles tem o corpo coberto por pele úmida?”.
2. Objetivo
• Avaliar se os estudantes compreendem e reconhecem as etapas de desenvolvimento de uma planta.
Sugestão de intervenção
Se algum estudante apresentar dificuldade para numerar as imagens na sequência correta, pergunte a eles como se inicia o desenvolvimento de uma nova planta. Pergunte se já viram alguém plantando algo e
• A atividade 3 possibilita o trabalho com a habilidade EF02CI06. Já a atividade 4 desta página contribui para o desenvolvimento da habilidade EF02CI04
3. Objetivo
• Verificar se os estudantes reconhecem os papéis desempenhados pelas diferentes partes das plantas. Sugestão de intervenção
Se algum estudante tiver dificuldade nesta atividade, pergunte-lhe se o palmito é um caule ou uma raiz. Faça a mesma pergunta em relação à mandioca. Após responder a esta questão, peça a ele que relacione o alimento à parte da planta. Em seguida, questione-o sobre qual parte da planta é responsável por fixá-la no ambiente e por absorver água e nutrientes. Pergunte também qual é a parte da planta que transporta a água e os nutrientes absorvidos para outras partes dela. Por fim, incentive-o a relacionar as informações corretamente.
4. Objetivo
• Avaliar se os estudantes reconhecem algumas relações das plantas com outros seres vivos. Sugestão de intervenção Caso algum estudante não perceba a relação estabelecida entre a palmeira tucumã e o peixe, peça-lhe que leia novamente a descrição da situação representada na atividade. Leve imagens do pacu e do tucumã para os estudantes conhecerem esses seres vivos. Averigue se eles constatam que o pacu auxilia na dispersão das sementes de tucumã, sendo fundamental à sua reprodução. Pergunte-lhes do que se alimenta o pacu, segundo essa descrição, e o que acontece com a semente da palmeira após o pacu se alimentar de seus frutos. Depois, explique-lhes que as palmeiras
3. Contorne a parte da planta a que se refere cada uma das informações a seguir.
a ) Estrutura que ajuda na fixação das plantas terrestres e é responsável por absorver água e nutrientes do solo.
Resposta: Raiz.
folha raiz caule
b ) Estrutura que ajuda no transporte e na distribuição de substâncias pela planta e, geralmente, sustenta as folhas.
Resposta: Caule.
folha raiz caule
c ) Estrutura, geralmente, de cor verde e a principal responsável pelas trocas de gases entre a planta e o ambiente. É também o principal local de realização da fotossíntese na maioria das plantas.
Resposta: Folha.
folha flor raiz
d ) Estrutura que, geralmente, fica protegida no interior do fruto e, em condições adequadas, origina uma nova planta.
Resposta: Semente.
semente fruto flor
4. Com o professor, leiam o texto a seguir e respondam às questões no caderno.
Algumas plantas, como a palmeira tucumã, são encontradas em áreas que ficam alagadas durante parte do ano. Por isso, os frutos delas podem ficar submersos ou caírem na água. Certos peixes, como o pacu, alimentam-se dos frutos dessas plantas. Após consumir o fruto, o peixe libera a semente da palmeira na água, muitas vezes em locais distantes da planta de origem. No período da seca, essas sementes germinam, dando origem a outras plantas.

Imagem com elementos sem proporção entre si. Cores fantasia.
Representação de um ambiente com palmeiras tucumã e pacus.
4. Professor, professora: Ao abordar a relação do pacu com os frutos da palmeira tucumã, informe aos estudantes que, de modo geral, os animais consomem os frutos e liberam as sementes em suas fezes.
precisam de uma distância mínima entre si para crescerem sem prejudicar umas às outras e como o pacu contribui para essa situação ao nadar longas distâncias. Diga também que quando caem na água do rio, as sementes podem ser carregadas para outros lugares. No entanto, os pacus carregam as sementes para locais em que a água não é capaz de levar, favorecendo a dispersão das sementes em diferentes áreas do ambiente. Para que eles entendam a importância da palmeira para o pacu, diga que a dispersão das sementes não é feita propositalmente, pois isso ocorre porque o pacu obtém alguma vantagem da palmeira.
4. a) Resposta: O pacu auxilia na dispersão das sementes da palmeira, uma vez que, quando os frutos estão sob a água, os peixes são animais que as alcançam.
a ) Qual é a importância do pacu para a palmeira tucumã?
b ) Qual é a importância da palmeira para o pacu?
Resposta: A palmeira fornece alimento (frutos) ao peixe.
5. Observe as plantas a seguir.
Alface: pode atingir cerca de 30 centímetros de altura.

Araucária: pode atingir cerca de 35 metros de altura.

Coqueiro: pode atingir cerca de 20 metros de altura.

a ) Identifique a silhueta de cada uma das plantas apresentadas nas fotografias. Para isso, escreva a letra da fotografia no quadro da silhueta correspondente, formando pares de letras e números Imagens com elementos sem proporção entre si. Cores fantasia.
5. b) Resposta: Araucária. Se
necessário, oriente os estudantes a observarem os quadros de medidas de cada fotografia e auxilie-os a interpretar e comparar os valores e as unidades de medida.
• A atividade 5 permite desenvolver a habilidade EF02CI04
5. Objetivo
• Verificar se os estudantes reconhecem a diversidade de formato das plantas, com base em sua sombra projetada.
Sugestão de intervenção
Caso algum estudante tenha dificuldade para realizar a atividade, solicite a ele que desenhe, em uma folha de papel avulsa ou no caderno, cada uma das plantas apresentadas nas fotografias A, B e C Em seguida, peça a ele que analise os desenhos e identifique aquele que mais se assemelha aos exemplos apresentados em 1, 2 e 3 Essa abordagem incentiva o estudante a estabelecer uma comparação e relação entre os formatos apresentados e as representações feitas por ele, tendo em vista que vai selecionar, ainda que intuitivamente, os elementos principais de cada fotografia, como o formato da planta.
5. a) Resposta: A – 2; B – 3; C – 1
b ) Qual das plantas apresentadas atinge maior altura?
c ) Qual das plantas apresentadas atinge menor altura?
5. c) Resposta: Alface. Se necessário, oriente os
estudantes a observarem os quadros de medidas de cada fotografia e auxilie-os na interpretação e comparação dos valores e das unidades de medida.
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6. Objetivo
• Formar palavras pela junção das sílabas e relacioná-las às atividades que promovem ações de cuidado com a natureza.
Sugestão de intervenção
Promova a leitura das sílabas em voz alta e escreva-as na lousa se os estudantes encontrarem dificuldade. Incentive-os a fazer diferentes combinações com as sílabas e ler em voz alta o resultado da palavra. Assim, eles poderão reconhecer a palavra que existe entre as combinações. Aproveite para relembrar os aspectos dessas atividades, conduzindo uma conversa que objetive a retomada de conteúdo. Na sequência, promova a leitura dos textos dos quadros e peça aos estudantes que indiquem a quais termos se referem.
7. Objetivo
• Criar uma frase sobre a importância dos cuidados com a natureza.
Sugestão de intervenção
1.
6. Ordene corretamente as sílabas e descubra palavras referentes aos temas que você estudou. Depois, escreva esses nomes nos espaços correspondentes
6.Resposta: A: silvicultura; B: mata ciliar; C: reciclagem.
VI SIL TU
CUL RA
TA MA LI CI AR
RE GEM CLA
a ) Relacione cada uma das palavras que você descobriu ao respectivo texto de seu significado. Para isso, forme pares de letras e números e os escreva no espaço correspondente.
2. Vegetação às margens de rios, importante para a conservação desses ambientes.
3. Processo que reutiliza materiais para a fabricação de novos produtos.
Atividade responsável pelo cultivo de árvores florestais, ajudando a reduzir a exploração das florestas.
6. a) Resposta: A – 3; B – 1; C – 2
7. Agora é a sua vez! Com base no que estudou, crie uma frase sobre a importância dos cuidados com a natureza.
Para auxiliar o desenvolvimento da atividade, comente com os estudantes que eles não devem apenas citar um exemplo de cuidado com a natureza, mas explicar uma razão pela qual é importante esse cuidado. Eles podem explicar, por exemplo, que é importante conservar as plantas e os animais ou então a água doce para cuidar dos recursos naturais ou garantir a qualidade de vida das pessoas e preservar o planeta para as gerações futuras. Se eles tiverem dificuldade, inicie dando um exemplo e, com base nele, converse sobre como produzir uma frase curta que incentive as pessoas a cuidarem da natureza. Para complementar esta atividade, incentive-os a criar cartazes com essas frases e a fixá-los em um local onde possam ser apreciados pela comunidade escolar. Caso julgue necessário, após a atividade, para reforçar a prática e o direcionamento da escrita das letras, utilize o caderno de caligrafia, de forma que eles possam desenvolver progressivamente a escrita da letra cursiva. Para estudantes que ainda apresentem dificuldade no processo de escrita, sugere-se que sejam incentivados a participar da atividade por meio de desenhos ou de outras formas visuais de expressão.
Resposta pessoal. Se necessário, retome com os estudantes os conteúdos estudados a respeito das ações de cuidados com a natureza, como atitudes individuais ou condutas na prática de atividades econômicas.
• As atividades 6 e 7 favorecem o desenvolvimento de aspectos das habilidades EF02GE07 e EF02GE11, pois os estudantes são levados a identificar e a refletir a respeito dos impactos ambientais estudados e também das ações humanas em benefício da natureza.
8. Marque um X no quadro que apresenta o principal dano ao meio ambiente que pode ser evitado com a prática da silvicultura.
Poluição do solo.
Desmatamento.
Resposta: Desmatamento.
9. Marque um X no quadro que apresenta o recurso natural que é diretamente conservado com a manutenção das matas ciliares.
Minerais.
Água.
Resposta: Água.
10. Marque um X no quadro que apresenta uma importante vantagem da prática da reciclagem.
Reduz a extração de recursos naturais.
Reduz a produção de alimentos.
Resposta: Reduz a extração de recursos naturais.
11. Pinte de verde os quadros que indicam as atitudes de quem cuida da natureza e reflete sobre o consumo. Pinte de vermelho os quadros que indicam as atitudes de quem é consumista e não se preocupa com a natureza.
Compra produtos que já tem e que não são necessários.
Não pensa antes de realizar uma compra e depois não usa o produto.
Compra produtos porque vê em anúncios de publicidade.
Compra apenas os produtos de que realmente necessita.
Prefere produtos cujos fabricantes adotam boas práticas de conservação do meio ambiente.
Resposta: Vermelho, vermelho, vermelho, verde, verde. 275
quiser falar e respeitar a fala dos amigos e do convidado. Se julgar adequado, estenda a entrevista para toda a comunidade escolar.
11. Objetivo
• Reconhecer atitudes de cuidado com a natureza por meio da redução do consumo.
Sugestão de intervenção
Proponha uma encenação do conteúdo de cada frase apresentada na atividade; verifique os estudantes que se sentem à vontade com essa prática, avalie as dificul-
dades de forma individualizada e incentive a participação de todos. Auxilie-os a criar as encenações e reserve um tempo para que se organizem. Após as apresentações, proponha a formação de uma roda de conversa para debater sobre práticas que evitam o consumismo, como comprar somente o necessário e escrever uma lista de compras com itens essenciais.
BNCC
• As atividades 8 a 11 promovem a reflexão sobre os impactos das ações humanas no meio ambiente. Ao abordar tam-
8. Objetivo
• Identificar o principal problema ambiental evitado com a prática da silvicultura. Sugestão de intervenção
Revisite a página 262 e retome as características da prática de silvicultura. Providencie imagens, com antecedência, de áreas de plantio por meio da prática citada e áreas desmatadas, e solicite aos estudantes que realizem a análise e citem as diferenças por eles observadas.
9. Objetivo
• Reconhecer a importância das matas ciliares, sobretudo para a proteção das águas dos rios.
Sugestão de intervenção
Apresente aos estudantes vídeos curtos que podem ser facilmente encontrados na internet de rios que apresentem assoreamento e outros em que a mata ciliar se mantém preservada e instigue um debate acerca das condições observadas em cada um dos rios.
10. Objetivo
• Identificar a importância da reciclagem para a preservação dos recursos naturais.
Sugestão de intervenção
Entre em contato com uma cooperativa de reciclagem de seu município e agende uma entrevista. Providencie um roteiro de perguntas com antecedência e combine com a turma algumas regras de conduta e respeito, como erguer a mão quando
08/10/2025 09:25:18
bém diferentes situações que envolvem a conservação ambiental, essas atividades contribuem para o desenvolvimento da habilidade EF02GE11
• Ao estabelecer conexões entre temas como poluição e consumo consciente diante da preservação da natureza, as questões também favorecem o desenvolvimento das Competências específicas de Geografia 2 e 6, incentivando o pensamento crítico das interações entre sociedade e natureza.
1. Objetivo
• Avaliar se os estudantes conseguem identificar diferentes marcadores de tempo.
Sugestão de intervenção
Se algum estudante apresentar dificuldades nesta atividade, auxilie-o na leitura e interpretação de cada frase. Em seguida, com auxílio de um calendário, peça-lhe que identifique o primeiro mês, o segundo, e assim por diante. Oriente-o também a identificar os dias e as semanas, fazendo a contagem.
Retome o conteúdo sobre outras formas de contar o tempo, como os relógios, mostrando-lhe exemplos para observar e analisar. Se ele tiver dificuldade em identificar os diferentes marcadores de tempo, provavelmente não desenvolveu plenamente as noções de tempo. Nesse caso, realize com ele um trabalho de aprimoramento sobre o tema.
2. Objetivo
• Avaliar o conhecimento dos estudantes sobre o movimento de rotação da Terra e seus efeitos sobre um observador na Terra.
Sugestão de intervenção
Caso os estudantes tenham dificuldade em fazer o item a, simule a situação na prática. Leve-os ao pátio da escola e fixe, com o auxílio de uma fita adesiva, a bola ao chão. Peça a um voluntário que contorne, com giz, a sombra projetada pela bola no chão. Repita esse processo em diferentes horários ao longo do dia. Oriente os estudantes a utilizarem protetor solar e bonés durante a exposição à luz solar. Eles devem ficar expostos à luz solar somente o tempo necessário para a realização da atividade.
No item b, se julgar necessário, retome o conteúdo das páginas 28 e 29
No item c, caso faça a sugestão de intervenção proposta no item a e tenha à disposição um termômetro
1. Complete o diagrama de acordo com as afirmações a seguir.
A. B. C. D. E.
Nome do 10º mês do ano.
Resposta: A: OUTUBRO; B: CALENDÁRIO; C: SEMANA; D: AMPULHETA; E: RELÓGIO.
Instrumento que marca os dias da semana e os meses do ano.
Período de sete dias.
Instrumento que marca o tempo pela passagem de areia de um compartimento ao outro.
Instrumento que marca os segundos, os minutos e as horas.
a ) Leia em voz alta a palavra que se formou no destaque.
2. Observe a imagem a seguir e responda às questões no caderno.
Respostas nas orientações ao professor
a ) Considere que a bola foi mantida na mesma posição ao longo de todo o período do dia. Explique o que é esperado que ocorra com a sombra projetada pela bola.
b ) Qual é a causa dos efeitos na sombra projetada pela bola ao longo do período do dia, que você citou no item a?

c ) Considere que a bola de basquete foi mantida sob incidência direta de luz solar ao longo de todo o período do dia. O que é esperado que ocorra com a temperatura da bola? Explique.
1. a) Espera-se que os estudantes leiam a palavra TEMPO. O objetivo desta atividade é avaliar a capacidade de leitura dos estudantes.
digital infravermelho, mensure a temperatura da bola antes de expor o objeto à luz solar e depois da exposição. Você pode solicitar a eles que toquem na bola nesses dois momentos para que percebam, por meio do tato, a mudança de temperatura do objeto.
Respostas 2. a) Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes reconheçam que, nessas condições, a sombra projetada pela bola mudará de posição, tamanho e formato ao longo do período do dia.
b) Espera-se que os estudantes reconheçam que as mudanças na sombra projetada pela bola de basquete são resultado do movimento apa-
rente do Sol no céu, efeito do movimento de rotação da Terra.
c) Espera-se que os estudantes reconheçam que a temperatura da bola tende a aumentar ao longo do período do dia. Isso porque o material da bola absorve parte do calor da energia solar incidente.
BNCC
• A atividade 1 possibilita o desenvolvimento da habilidade EF01HI07. A questão 2 favorece o desenvolvimento da habilidade EF02CI07 e relaciona-se à habilidade EF02CI08
3. Escreva o nome de uma atividade que você observa que ocorre nos períodos diários a seguir.
Durante o período do dia.
Resposta pessoal. Auxilie os estudantes a identificarem a atividade em questão.
Durante o período da noite.
Resposta pessoal. Auxilie os estudantes a identificarem a atividade em questão.
Durante os períodos do dia e da noite.
Resposta pessoal. Auxilie os estudantes a identificarem a atividade em questão.
4. Como é a sua rotina nos dias que tem aula na escola? Preencha o quadro a seguir com o horário e uma atividade que você costuma fazer em cada período do dia.
Período do dia
Horário
Manhã : Tarde : Noite :
Minha rotina
Nome da atividade
Resposta pessoal. As respostas dependem da rotina dos estudantes.
5. Conte para os colegas uma atitude que você pode ter para economizar água no dia a dia.
Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes escrevam atitudes, como fechar a torneira enquanto escovam os dentes, tomar banhos rápidos, fechar o chuveiro enquanto se ensaboam no banho e regar o jardim com regador. 277
5. Objetivo
• Expressar atitudes praticadas no dia a dia para a economia de água.
Sugestão de intervenção
Organize uma conversa sobre a água que chega às residências e seus usos, a fim de resgatar conhecimentos prévios. Incentive os estudantes a identificarem para quais fins e por quantas vezes ao dia usam água, e a reconhecerem quais, entre as atividades que fazem, gastam mais água. Com base nos diferentes usos da água identificados por eles, desafie-os a reconhecer e a recordar de maneiras de economizar água ao utilizá-la para esse fim.
08/10/2025 09:22:32
• A atividade 3 permite o desenvolvimento da habilidade EF02GE06 e da Competência específica de Geografia 1
• Já atividade 4 desenvolve aspectos da habilidade EF02HI06 e promove o trabalho com a Competência geral 8
• A atividade 5 promove o desenvolvimento da habilidade EF02GE11 e da Competência específica de Geografia 7.
3. Objetivo
• Associar atividades feitas pelas pessoas aos períodos do dia e da noite.
Sugestão de intervenção
Caso algum estudante apresente dificuldades nesta atividade, liste atividades cotidianas na lousa e, ao lado, crie três colunas para representar as opções de períodos. Para cada atividade, incentive-os a identificar em quais períodos as realizam; marque um X na coluna correspondente e avalie com eles quais foram as mais citadas.
4. Objetivo
• Avaliar se os estudantes são capazes de identificar e organizar temporalmente atividades da vida cotidiana.
Sugestão de intervenção
Caso algum estudante apresente dificuldade, leia novamente o enunciado com ele e proponha exemplos de atividades comuns aos períodos da manhã, da tarde e da noite (como tomar café da manhã, estudar ou jantar). Em seguida, oriente-os a preencher a tabela com base na própria rotina, respeitando suas experiências pessoais. Valorize a diversidade das respostas, pois cada um pode ter horários e atividades diferentes.
6. Objetivo
• Relacionar imagens obtidas de diferentes pontos de vista e sua descrição.
Sugestão de intervenção
Leve para a sala de aula algum objeto que seja fácil de desenhar, como uma caixa de sapatos. Posicione esse objeto em um local onde possa ser visto por todos os estudantes e ajude-os a observá-lo para desenhá-lo nos pontos de vista frontal, oblíquo e vertical. Para facilitar, separe a turma em grupos, de maneira que tenham espaço para mudar de posição livremente. Desenhe na lousa o objeto em cada um dos três pontos de vista, se achar que eles demonstram dificuldades em fazer essa representação. Promova a análise das imagens e incentive-os a identificar o ponto de vista em cada uma delas. Caso haja estudantes com baixa visão ou cegos, sugere-se disponibilizar um objeto tátil individual, que represente os diferentes pontos de vista trabalhados na proposta. Dessa forma, ele poderá explorar o conteúdo por meio do tato, reconhecendo formas, posições e dimensões.
7. Objetivo
• Identificar mudanças e permanências em uma rua, comparando características apresentadas entre texto e imagem.
Sugestão de intervenção
Professor, professora: As legendas das imagens não foram inseridas para não comprometerem a realização da atividade.
6. Relacione cada uma das imagens a seguir ao ponto de vista correspondente. Para isso, forme pares de letras e números e os escreva no espaço correspondente.


Resposta: A – 2; B – 1; C – 3

Visão oblíqua (do alto e de lado).
Visão frontal (de frente).
Visão vertical (do alto e de cima para baixo).
7. Leia o texto sobre como era uma rua no passado e observe a fotografia dessa mesma rua atualmente. Depois, faça o que se pede.
Quando nos mudamos para esta rua, ela era de terra, as árvores ainda eram pequenas. Existiam poucas casas, quase não passavam carros por ali, e as crianças brincavam nas calçadas.
Rua no município de São Paulo, capital do estado, em 2025.

a ) Marque um X no quadro dos itens que mudaram ao longo do tempo na rua descrita. Em seguida, contorne o nome do item que permaneceu semelhante nesse período.
Rua pavimentada.
Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes marquem um X no quadro de rua pavimentada, casas e árvores e contornem as palavras carros e prédios.
Árvores. Carros. Prédios. Casas.
BNCC
• A atividade 6 promove o desenvolvimento da habilidade EF02GE10. Já a atividade 7 trabalha aspectos da Competência geral 4 e da Competência específica de Geografia 4.
Promova a leitura em voz alta do texto e a observação coletiva da imagem apresentada. Oriente os estudantes a identificarem na imagem as permanências, incentivando-os a citar os elementos que continuam a existir na rua. Dessa forma, eles poderão eliminar as possibilidades, uma a uma, para localizar a transformação. Se tiverem dificuldades, facilite o processo e questione-os sobre o movimento da rua (pedestres e veículos), orientando-os a localizar elementos relacionados a esse aspecto tanto no texto como na imagem.
8. Observe as fotografias a seguir.
Professor, professora: As legendas das imagens não foram inseridas para não comprometerem a realização da atividade.

objeto objeto

a ) Como é o nome dos objetos indicados nas imagens?
Resposta: Filtro para café (A) e coador para café (B). Auxilie os estudantes, caso necessário.
b ) Pinte o quadro da opção que apresenta a utilidade desse objeto.
Reter o pó de café e permitir a passagem do líquido.
Resposta: Reter o pó de café e permitir a passagem do líquido.
Reter o líquido e permitir a passagem do pó de café.
c ) Os objetos apresentados nas imagens foram criados em diferentes épocas. Escreva em cada uma das opções a seguir a letra da imagem que apresenta o objeto criado há mais tempo e o objeto mais recente.
Resposta: Objeto mais antigo: fotografia B; objeto mais recente: fotografia A
Objeto mais antigo. Objeto mais recente.
d ) Identifique o material usado na produção dos objetos indicados nas fotografias A e B
Resposta: Papel (fotografia A) e tecido (fotografia B).
e ) Marque um X na principal característica dos materiais dos objetos indicados, que possibilita o uso para a finalidade citada no item b
Transparente.
Impermeável. Rígido.
Resposta: Permeável.
Permeável.
08/10/2025 09:22:35
8. Objetivo
• Avaliar o conhecimento dos estudantes a respeito dos materiais que compõem objetos do dia a dia e as propriedades desses materiais, além de verificar o conhecimento deles sobre o uso desses objetos e como eram no passado.
Sugestão de intervenção
Caso algum estudante tenha dificuldade em identificar o nome dos objetos no item a e o uso deles no item b, mostre fotografias do preparo do café usando filtro e coador, ou permita que ele leia as instruções de uso geralmente mostradas nas embalagens desses produtos.
Se possível, mostre o funcionamento deles na prática durante o preparo de café na cozinha da escola.
Caso os estudantes tenham dificuldade em identificar o objeto mais antigo utilizado no preparo do café, no item c, se julgar conveniente, leve-os ao laboratório de informática da escola para que façam uma pesquisa sobre a criação desses dois objetos.
Nos itens d e e, caso os estudantes tenham dificuldade em identificar os materiais que compõem o filtro de papel e o coador de pano e as características desses materiais, leve esses objetos para a sala de aula e permita que eles os manipulem.
• A atividade 8 contribui para desenvolver as habilidades EF02CI01 e EF02CI02
9. Objetivo
• Avaliar se os estudantes reconhecem diferentes grupos sociais e comunidades estudadas ao longo do ano.
Sugestão de intervenção
Caso algum estudante apresente dificuldades, retome com a turma os grupos e comunidades já estudados (família, comunidade escolar, comunidade indígena, comunidade quilombola, moradores do bairro etc.). Escreva-os na lousa e converse sobre as características de cada um. Incentive-os a responder à atividade registrando ao menos dois exemplos.
10. Objetivo
• Representar em um desenho uma expressão relacionada à cultura e ao modo de vida do bairro onde vive.
Sugestão de intervenção
Oriente previamente os estudantes a conversarem com seus pais ou responsáveis sobre exemplos de expressões culturais ou relacionadas ao modo de vida dos moradores do bairro. Dessa forma, é possível incentivar a literacia familiar. Instrua-os a desenhar, de preferência, alguma atividade ou evento que já tenham observado ou participado. Em sala de aula, faça um levantamento dos exemplos encontrados e oriente-os a mostrar o desenho aos colegas. Caso haja estudantes com baixa visão ou cegos, adapte a atividade para que ele apresente sua atividade oralmente ou, então, por meio de materiais tridimensionais, como palitos, massinhas, barbantes, papel texturizado, entre outros recursos táteis.
11. Objetivo
• Descrever exemplo da relação de povos tradicionais com a natureza.
Sugestão de intervenção
Converse com os estudantes sobre o respeito à natureza e incentive-os a se perguntar o que ocorreria se os animais e plantas fossem
9. Escreva o nome de alguns grupos sociais e algumas comunidades que estudamos ao longo do ano letivo.
Resposta pessoal. Possíveis respostas: família, comunidade escolar, comunidade quilombola, comunidade indígena, moradores do bairro, entre outras.
10. Desenhe um costume ou uma tradição que expressa o modo de vida no bairro onde você vive, como uma festa, uma comemoração etc.
10. Resposta pessoal. Auxilie os estudantes caso tenham dificuldade em identificar o costume ou a tradição, promovendo uma conversa e escrevendo na lousa alguns exemplos de festas ou comemorações.
11. Resposta pessoal. Os estudantes podem citar que os indígenas coletam da natureza apenas o necessário para sua subsistência, respeitando o tempo da natureza de repor seus recursos. Os ribeirinhos, por exemplo, não pescam na época da piracema.
11. Estudamos como os povos tradicionais, por exemplo, indígenas e ribeirinhos, têm relação respeitosa com a natureza. Lembre de algum exemplo dessa relação e conte para os colegas.
12. Classifique os itens a seguir como meio de transporte ou meio de comunicação. Para isso, pinte os quadros com as cores correspondentes, de acordo com a legenda.
Meio de transporte.Meio de comunicação.
televisão bicicleta jornal trem internet ônibus barco telefone
Resposta: Os estudantes devem pintar de azul as palavras televisão, jornal, internet e telefone, e de amarelo, bicicleta, trem, ônibus e barco
extraídos da natureza sem cuidados, sem que seu ciclo reprodutivo fosse respeitado, incentivando-os a recordar o que aprenderam sobre a piracema, por exemplo. Se possível, dê exemplos locais.
12. Objetivo
• Diferenciar meios de transporte de meios de comunicação.
Sugestão de intervenção
Faça sorteios com os nomes desses meios e peça aos estudantes que relatem o que aprenderam sobre eles, como são usados ou por onde eles circulam. Liste os aspectos citados na lousa, ao lado de cada meio correspondente. Se ainda
tiverem dificuldades, incentive-os a identificar quais deles são usados para locomoção e quais são usados para comunicação.
08/10/2025 09:22:35
BNCC
• As atividades 9 e 10 favorecem o desenvolvimento da habilidade EF02HI01, e a atividade 10 ainda promove a habilidade EF02GE02 e a Competência geral 3
• A atividade 11 contribui para o desenvolvimento da habilidade EF02HI02 e aspectos da habilidade EF02GE04
• A atividade 12 contribui para o desenvolvimento da habilidade EF02GE03
13. No caderno, escreva o nome do profissional responsável pelas atividades a seguir.
a ) Profissional responsável por apagar incêndios e proteger a comunidade.
Resposta: Bombeiro.
b ) Profissional responsável por plantar e colher alimentos, como frutas, verduras e legumes.
Resposta: Agricultor.
c ) Profissional responsável pelo cuidado da saúde bucal das pessoas.
Resposta: Dentista.
d ) Profissional responsável por ministrar aulas aos estudantes na escola.
Resposta: Professor.
14. Observe os alimentos a seguir.



a ) Escreva o nome da parte da planta que, geralmente, utilizamos na alimentação em cada um dos alimentos das imagens.
Resposta: A – semente; B – folha; C – caule.
b ) Relacione cada uma das partes das plantas identificadas no item a aos principais papéis desempenhados por elas nas plantas.
1. 2. 3.
Ocorrência da fotossíntese e da respiração.
Sustentação de outras partes da planta, transporte e distribuição de nutrientes.
Formação de novo indivíduo.
Caso julgue pertinente, após a realização do item a, comente com os estudantes que a fotografia A mostra o fruto do amendoinzeiro, uma vagem, e que a semente, parte da planta da qual nos alimentamos, está no interior do fruto.
No item b, represente na lousa todas as partes de uma planta, raiz, caule, folha, flor, fruto e semente, e retome a função de cada uma delas.
Resposta: A – 3; B – 1; C – 2
08/10/2025 09:22:38
• A atividade 13 permite o desenvolvimento da habilidade EF01HI10. Já a atividade 14 favorece o desenvolvimento da habilidade EF02CI06
13. Objetivo
• Avaliar se os estudantes são capazes de identificar diferentes atividades de trabalho na comunidade com base em suas principais características.
Sugestão de intervenção
Se houver dificuldades na realização desta atividade, leia cada frase em voz alta e, com a turma, associe-a às profissões correspondentes. Para reforçar a compreensão, peça exemplos de situações em que esses profissionais atuam no dia a dia da comunidade (como bombeiros em emergências, agricultores no campo, dentistas em consultas e professores na escola). Incentive os estudantes a registrarem no caderno o nome de cada profissão.
• Avaliar se os estudantes reconhecem partes das plantas que usamos como alimento em nosso cotidiano.
Sugestão de intervenção
Caso os estudantes apresentem dificuldade em fazer o item a, mostre a eles imagens de refeições que levem em seu preparo a semente do amendoim, a folha da alface e o caule da cana-de-açúcar. Em seguida, apresente-lhes imagens dessas plantas completas, com todas as suas partes, e identifique cada uma delas com eles. Oriente-os a comparar as imagens e a identificar, em cada refeição, a planta e a parte dela que foi utilizada.
A seguir, apresentamos sugestões para você ampliar seus conhecimentos sobre os temas abordados ao longo deste volume. Aproveite a oportunidade para interagir com os seus familiares! Leia com eles os livros, acessem os sites, assistam juntos aos filmes e conversem sobre os novos conhecimentos adquiridos.
Nesse livro, você vai perceber como um único dia pode guardar muitas descobertas. Nele, os pequenos detalhes, como a chuva caindo, o Sol brilhando ou a Lua visível no céu, revelam toda a beleza ao nosso redor.
FREITAS, Irena. Um dia. Rio de Janeiro: HarperKids, 2024.


Nesse livro, Carla procura uma solução para organizar seu cotidiano e vai contar com a ajuda de sua mãe e de Renata, sua amiga, para deixar o quarto sem nenhuma bagunça.
NIEMEYER, Aline. O quarto de Carla Novo Hamburgo: Sinopsys, 2020.
Esse livro conta a história de Martim, que sempre passava domingos iguais. Mas, em um deles, tudo muda: com a companhia de seu cachorro Fubá, ele transforma o dia em aventuras cheias de imaginação e fantasia.
TOLENTINO, Marcelo. Domingo. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2023.

Escolas como a sua: um passeio pelas escolas ao redor do mundo
Nas páginas desse livro, você vai conhecer a realidade de diferentes escolas ao redor do mundo, por meio de fotografias que retratam a rotina e a cultura das crianças de mais de 30 países.
SMITH, Penny; SHALEV, Zahavit (ed.). Escolas como a sua: um passeio pelas escolas ao redor do mundo. Tradução de Lavínia Fávero. Unicef/Ática, 2020.

Qual é o nome disso?
Nesse livro, você vai conhecer como funcionam e de que são feitos objetos utilizados no cotidiano, além de viajar no tempo e descobrir como esses objetos eram feitos e utilizados no passado.
MOLINA, Eder Cassola. Qual é o nome disso? (Objetos de ontem e de hoje) Rio de Janeiro: Alfa e Beto, 2018.
Pequenas grandes líderes: mulheres importantes da história negra
Esse livro conta a trajetória de várias mulheres negras ao redor do mundo que realizaram conquistas extraordinárias, superaram desafios e se transformaram em exemplo e inspiração para muitas pessoas.
HARRISON, Vashti. Pequenas grandes líderes: mulheres importantes da história negra. Rio de Janeiro: HarperKids, 2022.


Eu escapo do perigo
Nesse livro, você vai aprender a reconhecer algumas situações perigosas e atitudes importantes para manter a segurança em sua moradia e em outros locais.
ALMEIDA, Danielle. Eu escapo do perigo
Atibaia: Coleção Conto com Você, 2024.
08/10/2025 09:19:27
Aldeias, palavras e mundos indígenas
Conheça um pouco das comunidades indígenas Yanomami, Krahô, Kuikuro e Guarani Mbya por meio de suas línguas, suas festas, seus enfeites e seus modos de vida.
MACEDO, Valéria. Aldeias, palavras e mundos indígenas. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2019.


Caminho dos gigantes
Esse filme apresenta Oquirá, uma criança indígena de 6 anos de idade que vive em uma floresta de árvores gigantes. Em sua jornada, ela descobre a força da natureza e aprende sobre o ciclo da vida.
O que você quer ser quando crescer?
Esse livro traz uma pergunta que desperta a imaginação das crianças: “O que você quer ser quando crescer?”. As respostas revelam que pensar no futuro pode ser cheio de surpresas e muita criatividade, mostrando que toda criança tem um jeito próprio de sonhar.
SCHIMEL, Lawrence. O que você quer ser quando crescer? Rio de Janeiro: Pallas, 2024.
A menina da placa

Joana aprendeu muito sobre a aula de sinalização de trânsito na escola e quer contar tudo para a família quando chegar em casa.
GORSKI, Michel. A menina da placa. São Paulo: Escala, 2012.

A primavera chegou na floresta! Ao saírem de seus abrigos, onde permaneceram por um longo inverno, os animais percebem que mudanças ocorreram em seu ambiente: a floresta deu espaço a um imenso condomínio. Como esses animais vão lidar com essa transformação?
OS SEM-floresta, de Tim Johnson e Karey Kirkpatrick. Estados Unidos, 2006 (85 min).
Os ambientes naturais são diversos! Nesse site, acessando a aba “parques”, visite virtualmente diferentes parques do estado de São Paulo e conheça os componentes não vivos e os seres vivos desses ambientes.
TOUR virtual 360°. Governo do Estado de São Paulo. Disponível em: https://s.ambiente.sp.gov.br/ ecoturismo/fotos-360/ilha_bela/portugues.html. Acesso em: 19 set. 2025.
A menina Ema e a vida secreta do Espinhaço
Nesse livro, você vai conhecer Ema e a amizade dela com uma planta que vive na Serra do Espinhaço, um local especial no Parque Nacional da Serra do Cipó.
Acompanhe Ema nessa aventura, em que ela conhece outras plantas e animais que vivem nesse lugar único no Brasil.
A MENINA Ema e a vida secreta do Espinhaço. Brasília: ICMBio, 2023.


O planeta Terra merece todos os cuidados. Assim como cuidamos de casa, devemos preservar a natureza, o solo, a água, o ar e todos os demais componentes dos ambientes. Esse livro fala da importância de cuidar da casa de todos nós: o planeta Terra.
ROCHA, Ruth; ROTH, Otávio. Azul e lindo: planeta Terra, nossa casa. São Paulo: Salamandra, 2015.
08/10/2025 09:19:30
ALMEIDA, Rosângela Doin de; PASSINI, Elza Yasuko. O espaço geográfico: ensino e representação. 4. ed. São Paulo: Contexto, 1992. (Repensando o Ensino). As autoras abordam, nesse livro, a importância do trabalho escolar na construção de espaço pela criança, do aprendizado espacial no contexto sociocultural e da escola como sendo o ambiente para desenvolver o domínio espacial, a língua escrita, o raciocínio matemático e o pensamento científico.
AZEVEDO, Celicina Borges. Metodologia científica ao alcance de todos. 4. ed. Barueri: Manole, 2018. Esse livro apresenta as principais etapas do método científico de maneira didática, além de abordar a importância do desenvolvimento de projetos e feiras de ciências para formação do estudante.
BARROS, José D’Assunção. Fontes históricas: introdução aos seus usos historiográficos. Petrópolis: Vozes, 2019. Nesse livro, o autor discute o papel das fontes históricas no ofício do historiador, debatendo a historicidade das fontes, a introdução de novas abordagens, os usos e os métodos.
BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Disponível em: https://www.planalto. gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm. Acesso em: 16 set. 2025.
Conjunto de leis fundamentais do Brasil, a Constituição de 1988 determina os direitos e os deveres dos cidadãos. Estabelece também o papel do Estado nacional, delineando regras de funcionamento dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.
BRASIL. Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990 Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ ccivil_03/leis/l8069.htm. Acesso em: 16 set. 2025. Estatuto que dispõe sobre os direitos da criança e do adolescente.
BRASIL. Lei nº 11.645, de 10 de março de 2008 Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ ccivil_03/_ato2007-2010/2008/lei/l11645.htm. Acesso em: 16 set. 2025.
A lei determina a inclusão de conteúdos sobre as histórias e as culturas afro-brasileira e indígena nos currículos da Educação Básica, discutindo temas diversos que resgatam a sua contribuição na formação econômica, política, social, étnica e cultural do Brasil. BRASIL. Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015 Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ ccivil_03/_ato2015-2018/2015/lei/l13146.htm. Acesso em: 16 set. 2025.
A lei determina os processos de inclusão da pessoa com deficiência no Brasil, incluindo o status de igualdade e de não discriminação, a necessidade de tratamento prioritário, seus direitos fundamentais (incluindo a educação) e a garantia à acessibilidade, à mobilidade, ao fomento científico e tecnológico e ao direito à justiça.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Versão final. Brasília: MEC, 2018. Disponível em: https://www.gov.br/mec/pt-br/ escola-em-tempo-integral/BNCC_EI_EF_110518_ versaofinal.pdf. Acesso em: 16 set. 2025. Documento que estabelece as aprendizagens essenciais, as competências e as habilidades que os estudantes de todas as escolas públicas e particulares do Brasil devem desenvolver ao longo da Educação Básica (Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio).
BRASIL. Ministério da Educação. Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais da Educação Básica. Brasília: MEC: SEB: Dicei, 2013. Documento que regulamenta princípios relacionados às diversas modalidades da Educação Básica nacional.
BRASIL. Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos. Prevenção aos acidentes domésticos e guia rápido de primeiros socorros Brasília: Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, 2020. Esse documento traz informações sobre a prevenção de acidentes domésticos e como oferecer os primeiros socorros em cada caso.
BRASIL. Resolução nº 2, de 15 de junho de 2012 . Disponível em: https://portal.mec.gov.br/ dmdocuments/rcp002_12.pdf. Acesso em: 16 set. 2025.
O texto reúne os princípios para o trabalho com a Educação Ambiental no Brasil, identificando seus objetivos, sua organização curricular e conteúdos, além da forma de inserção nos componentes curriculares da Educação Básica.
CALLAI, Helena Copetti (org.). Educação geográfica: reflexão e prática. 2. ed. Ijuí: Unijuí, 2014. (Coleção Ciências Sociais).
A obra discute e convida os docentes a pensarem, fazerem e produzirem uma educação geográfica que promova o ensino da Geografia por intermédio da análise espacial.
CALLISTER, William D.; RETHWISCH, David G. Ciência e engenharia de materiais: uma introdução. 9. ed. Tradução de Sergio Murilo Stamile Soares. Rio de Janeiro: LTC, 2016. Livro que aborda fundamentos e conceitos sobre os materiais, além de discutir temas ambientalmente relevantes como a reciclagem e o descarte de materiais.
CARLOS, Ana Fani Alessandri (org.). A geografia na sala de aula. Goiânia: Alternativa, 2002. Essa obra, composta de artigos de vários autores, trabalha métodos de ensino e temas diversos que tratam sobre cidadania, história do pensamento geográfico, Cartografia, cinema, televisão, metrópole e responsabilidades sociais para a compreensão do espaço geográfico.
CASTROGIOVANNI, Antonio Carlos (org.). Ensino de geografia: práticas e textualizações no cotidiano. 11. ed. Porto Alegre: Mediação, 2014.
Por meio de discussões teóricas e reflexões sobre algumas práticas no ensino de Geografia, os autores sugerem práticas pautadas no cotidiano dos estudantes, visando a uma construção ativa e significativa dos conhecimentos geográficos.
CAVALCANTI, Lana de Souza. Geografia e práticas de ensino. Goiânia: Alternativa, 2002.
O livro apresenta textos que vão contribuir com vários aspectos relacionados à prática pedagógica e a questões teóricas ligadas à Geografia, defendendo a escola como lugar de encontro de culturas e de formação cidadã.
COMINS, Neil F.; KAUFMANN III, William J. Descobrindo o Universo. Tradução de Eduardo Neto Ferreira. 8. ed. Porto Alegre: Bookman, 2010. Esse é um livro completo que aborda os principais temas de Astronomia e de Astrofísica.
FAZENDA, Ivani Catarina Arantes (org.). Didática e interdisciplinaridade. Campinas: Papirus, 2012. (Coleção Práxis).
O livro apresenta as contribuições de vários autores sobre temáticas que envolvem interdisciplinaridade e didática, em que o professor, com base no cotidiano de suas práticas, segue o caminho da invenção, da descoberta da pesquisa e da construção.
FUNARI, Pedro Paulo; PIÑÓN, Ana. A temática indígena na escola: subsídios para os professores. São Paulo: Contexto, 2011.
A obra contribui com propostas de estudos para a formação dos professores, com informações mais aprofundadas sobre a questão indígena no Brasil e sua representação nas escolas.
GARY, Thomas; PRING, Richard. Educação baseada em evidências: a utilização dos achados científicos para a qualificação da prática pedagógica. Tradução de Roberto Cataldo Costa. Porto Alegre: Artmed, 2007. Nesse livro, são apresentadas práticas educacionais baseadas em evidências científicas e casos que funcionam dentro de uma sala de aula.
HERNANDEZ, Leila Leite. A África na sala de aula: visita à história contemporânea. São Paulo: Selo Negro, 2005.
Obra que propõe um olhar para a história da África enquanto um continente diversificado, com grande variedade política, cultural e étnica. A autora procura mostrar que parte significativa dos problemas da África contemporânea é reflexo de questões históricas do período de colonização desse continente.
HEWITT, Paul G. Física conceitual. 11. ed. Porto Alegre: Bookman, 2011. O livro apresenta textos atrativos e com muitas ilustrações sobre o conhecimento conceitual dos princípios da Física.
HICKMAN JR., Cleveland P.; ROBERTS, Larry S.; LARSON, Allan. Princípios integrados de zoologia Tradução de Antonio Carlos Marques et al. 11. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. Esse livro de Zoologia integra diferentes áreas da Biologia, trabalhando a questão dos animais e suas relações com o ambiente de maneira multidisciplinar.
KATUTA, Ângela Massumi. As geografias e as cartografias como instrumentos de emancipação e lutas em defesa da dignidade das existências.
In: CATTANEO, Dilermando; CÂMARA, Marcelo A.; SILVEIRA, Renata F. (org.). Geografias das R-existências. Ponta Grossa: Monstro dos Mares, 2021. A autora apresenta uma reflexão sobre a importância de valorizar a produção e a representação do espaço elaboradas por diferentes grupos sociais, como os povos tradicionais e as populações das periferias urbanas.
KAYABI, Aturi et al Geografia indígena: Parque Indígena do Xingu. Brasília: MEC, 1996.
Livro que aborda o saber geográfico indígena escrito e ilustrado por professores indígenas do Parque Indígena do Xingu.
LESANN, Janine. Geografia no ensino fundamental I Belo Horizonte: Argvmentvm, 2009. Esse livro aborda diversas atividades práticas e orientações pedagógicas e didáticas para o ensino de Geografia.
MAGALHÃES, Marcelo de Souza et al Ensino de história: usos do passado, memória e mídia. Rio de Janeiro: FGV, 2014. Livro que reúne textos de diversos estudiosos sobre o ensino de História. Tem como objetivo apresentar reflexões sobre a História e as relações entre passado e presente no cotidiano escolar, assim como no âmbito acadêmico.
MALUF, Maria R.; CARDOSO-MARTINS, Cláudia (org.). Alfabetização no século XXI: como se aprende a ler e a escrever. Porto Alegre: Penso, 2013. Obra que reúne pesquisas de diversos estudiosos sobre o ensino e a aprendizagem de leitura e escrita na educação brasileira. Apresenta evidências científicas de diferentes áreas do conhecimento.
MILLER, George T.; SPOOLMAN, Scott E. Ciência ambiental. São Paulo: Cengage Learning, 2008. O livro apresenta estudos com base científica e estudos de caso sobre a natureza, sua interação com o ser humano e uma maneira sustentável de viver.
MORAIS, José. Criar leitores: para professores e educadores. Barueri: Manole, 2013. Nesse livro, o autor orienta professores, pais e profissionais a compreenderem o processo cerebral na criança que está aprendendo a ler, levando em consideração seus processos cognitivos e as dificuldades da faixa etária e sugerindo intervenções e estratégias para facilitar a alfabetização.
MUNANGA, Kabengele (org.). Superando o racismo na escola. 2. ed. Brasília: MEC, 2005. Obra que reúne textos de vários estudiosos, destinada principalmente a professores da Educação Básica. Os textos apresentam subsídios para os professores enfrentarem o racismo no cotidiano escolar brasileiro.
ODUM, Eugene P.; BARRETT, Gary W. Fundamentos de ecologia. 5. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2011.
O livro aborda a Ecologia como um todo, dando ênfase aos dilemas humanos. 287
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OLIVEIRA, João Batista Araujo e. ABC do alfabetizador. 8. ed. Brasília: Instituto Alfa e Beto, 2008.
Esse livro traz ao professor uma síntese dos conhecimentos científicos em relação à alfabetização, com foco na aplicação prática. Apresenta a fundamentação e os conceitos básicos que todo professor alfabetizador necessita conhecer.
PASSINI, Elza Yasuko. Alfabetização cartográfica e o livro didático: uma análise crítica. 2. ed. Belo Horizonte: Lê, 1998.
A autora trabalha questões sobre conteúdo e metodologia com relação à leitura de mapas nos livros didáticos.
PINSKY, Jaime; PINSKY, Carla Bassanezi (org.). História da cidadania. São Paulo: Contexto, 2003.
A obra reúne textos de vários intelectuais brasileiros que discutem os processos históricos que permitiram que a sociedade ocidental garantisse o pleno exercício dos direitos políticos, sociais e civis, assim como os elementos que ainda faltam para a integração daqueles que não exercem a cidadania.
PONTUSCHKA, Nídia Nacib; PAGANELLI, Tomoko lyda; CACETE, Núria Hanglei. Para ensinar e aprender geografia. São Paulo: Cortez, 2007. (Docência em Formação: Ensino Fundamental).
O principal objetivo do livro é apresentar como a Geografia pode contribuir para o processo da formação docente, sendo capaz de fornecer uma linguagem articulada com os conhecimentos prévios e geográficos científicos e a vivência do espaço geográfico dos estudantes.
PRODUCT gallery. Water Footprint Network Disponível em: https://www.waterfootprint.org/ resources/interactive-tools/product-gallery/. Acesso em: 28 jul. 2025.
Esse site informa a quantidade de água necessária para a produção de alguns alimentos e de outros produtos utilizados no cotidiano do ser humano.
RAVEN, Peter; EVERT, Ray; EICHHORN, Susan. Biologia vegetal. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001.
Livro totalmente ilustrativo sobre Biologia Vegetal, com textos objetivos, mas muito explicativos.
RUA, João et al Para ensinar geografia: contribuição para o trabalho com 1º e 2º graus. Rio de Janeiro: Access, 1993.
Esse livro reúne um conjunto de conteúdos programáticos, enfatizando a metodologia com exemplos práticos que permitem a construção de um raciocínio crítico e reflexivo.
SADAVA, David et al Vida: a ciência da biologia. 11. ed. Porto Alegre: Artmed, 2020. 3 v. Uma coleção em três volumes que contempla diferentes áreas da Biologia, como Biologia Celular, Genética, Microbiologia, Botânica, Zoologia, Ecologia e outras áreas.
SANTOS, Milton. Metamorfoses do espaço habitado: fundamentos teóricos e metodológicos de geografia. 6. ed. São Paulo: Edusp, 2021.
Milton Santos aborda o dinamismo do espaço geográfico como resultado das ações humanas e das relações
sociais. Além disso, apresenta reflexões essenciais para a Geografia, destacando categorias de análise fundamentais para a compreensão dessa ciência.
SCHÄFFER, Neiva Otero et al Um globo em suas mãos: práticas para a sala de aula. Porto Alegre: UFRGS, 2003.
A obra aborda o trabalho com diversos temas do ensino de Geografia utilizando o globo terrestre em situações de aprendizagem.
SILVA, Janssen Felipe da; HOFFMANN, Jussara; ESTEBAN, Maria Teresa (org.). Práticas avaliativas e aprendizagens significativas: em diferentes áreas do currículo. Porto Alegre: Mediação, 2003. Os autores discutem práticas avaliativas em diferentes áreas do currículo, com destaque para a elaboração dessas práticas articuladas ao fazer pedagógico.
SILVA, Kalina Vanderlei; SILVA, Maciel Henrique. Dicionário de conceitos históricos. São Paulo: Contexto, 2006.
Obra que reúne uma série de conceitos que fazem parte do dia a dia dos profissionais e estudantes das Ciências Humanas.
SOUZA, Marina de Mello e. África e Brasil africano São Paulo: Ática, 2006.
Com rica iconografia, a obra apresenta um panorama sobre a formação do continente africano e de suas sociedades diversas.
STRAFORINI, Rafael. Ensinar geografia: o desafio da totalidade-mundo nas séries iniciais. 2. ed. São Paulo: Annablume, 2004.
O autor trabalha o conceito de espaço geográfico nas séries iniciais, enfocando a leitura de mundo com base nas especificidades do cotidiano.
TAIZ, Lincoln; ZEIGER, Eduardo. Fisiologia vegetal Tradução de Eliane Romanato Santarém et al. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2004.
Esse livro apresenta um estudo completo sobre a fisiologia vegetal, com muitas imagens e um glossário, além de artigos de variados temas.
TURAZZI, Maria Inez; GABRIEL, Carmen Teresa. Tempo e história. São Paulo: Moderna, 2000. Obra que diferencia o tempo da vivência individual e o tempo compartilhado entre os grupos sociais, conceituando as principais representações do tempo pelas diversas sociedades e destacando os instrumentos de medição do tempo ao longo da história. As autoras também discutem os principais conceitos sobre tempo histórico e tempo cronológico.
ZACARIAS, Armando Kóvíg Prág et al Os Kaingang do Apucaraninha e suas histórias. Curitiba: Renê Wagner Ramos, 2021.
Livro escrito em português e kaingang que aborda histórias e memórias do povo indígena Kaingang, retratando o cotidiano no passado e no presente.
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Este Manual do Professor é um complemento à primeira parte do Livro do Professor, oferecendo um suporte para o desenvolvimento docente e para o dia a dia em sala de aula. Neste manual, você encontrará uma série de informações importantes para o dia a dia em sala de aula, como a estrutura da BNCC, sugestões para desenvolver um trabalho interdisciplinar, informações sobre conceitos, objetivos e instrumentos de avaliação, reflexões sobre o papel do professor e a prática docente, e a fundamentação teórico-metodológica da coleção. Além disso, encon-
trará um quadro de distribuição dos conteúdos com as habilidades, competências gerais e específicas de cada componente curricular e os temas contemporâneos transversais da BNCC que estão sendo desenvolvidos em cada unidade, além de sugestões de cronogramas bimestrais, trimestrais e semestrais. Ao final desta parte, são também apresentadas sugestões de referências complementares para a prática docente e as referências bibliográficas comentadas utilizadas como consulta para a produção das orientações ao professor e deste Manual do Professor
Desde a publicação da Constituição Federal de 1988, o artigo 210 já previa a necessidade de uma base comum para a educação brasileira. Em 1996, com a aprovação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), as discussões sobre um documento que orientasse os currículos da Educação Básica em todo o Brasil ganharam ainda mais força. Em 2018, após um amplo processo de debates e contribuições de educadores e da sociedade, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) foi homologada.
A BNCC propõe uma progressão de aprendizagens que visa à formação humana integral dos estudantes e à construção de uma sociedade mais justa, democrática e inclusiva. O documento estabelece um aprendizado mínimo e comum, orientado por competências e habilidades que devem ser desenvolvidas em cada etapa de ensino.
Na BNCC, as áreas de conhecimento são compostas de componentes curriculares. Por meio de unidades temáticas, objetos de conhecimento e habilidades, esses componentes têm o objetivo de desenvolver as competências gerais e específicas.
A BNCC orienta que, ao longo da Educação Básica, os estudantes desenvolvam dez competências gerais, que envolvem a mobilização de conhecimentos, habilidades, atitudes e valores. Essas competências são o alicerce, definindo o que se espera que o estudante desenvolva ao longo da Educação Básica. Nesta coleção, as competências gerais da Educação Básica são trabalhadas por meio de temas, discussões e atividades que incentivam a reflexão crítica, com sugestões nas orientações ao professor
A seguir, apresentamos as competências gerais da Educação Básica.
Competências gerais da Educação Básica
1. Valorizar e utilizar os conhecimentos historicamente construídos sobre o mundo físico, social, cultural e digital para entender e explicar a realidade, continuar aprendendo e colaborar para a construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva.
2. Exercitar a curiosidade intelectual e recorrer à abordagem própria das ciências, incluindo a investigação, a reflexão, a análise crítica, a imaginação e a criatividade, para investigar causas, elaborar e testar hipóteses, formular e resolver problemas e criar soluções (inclusive tecnológicas) com base nos conhecimentos das diferentes áreas.
3. Valorizar e fruir as diversas manifestações artísticas e culturais, das locais às mundiais, e também participar de práticas diversificadas da produção artístico-cultural.
4.Utilizar diferentes linguagens – verbal (oral ou visual-motora, como Libras, e escrita), corporal, visual, sonora e digital – bem como conhecimentos das linguagens artística, matemática e científica, para se expressar e partilhar informações, experiências, ideias e sentimentos em diferentes contextos e produzir sentidos que levem ao entendimento mútuo.
5. Compreender, utilizar e criar tecnologias digitais de informação e comunicação de forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais (incluindo as escolares) para se comunicar, acessar e disseminar informações, produzir conhecimentos, resolver problemas e exercer protagonismo e autoria na vida pessoal e coletiva.
6. Valorizar a diversidade de saberes e vivências culturais e apropriar-se de conhecimentos e experiências que lhe possibilitem entender as relações próprias do mundo do trabalho e fazer escolhas alinhadas ao exercício da cidadania e ao seu projeto de vida, com liberdade, autonomia, consciência crítica e responsabilidade.
7. Argumentar com base em fatos, dados e informações confiáveis, para formular, negociar e defender ideias, pontos de vista e decisões comuns que respeitem e promovam os direitos humanos, a consciência socioambiental e o consumo responsável em âmbito local, regional e global, com posicionamento ético em relação ao cuidado de si mesmo, dos outros e do planeta.
8. Conhecer-se, apreciar-se e cuidar de sua saúde física e emocional, compreendendo-se na diversidade humana e reconhecendo suas emoções e as dos outros, com autocrítica e capacidade para lidar com elas.
9. Exercitar a empatia, o diálogo, a resolução de conflitos e a cooperação, fazendo-se respeitar e promovendo o respeito ao outro e aos direitos humanos, com acolhimento e valorização da diversidade de indivíduos e de grupos sociais, seus saberes, identidades, culturas e potencialidades, sem preconceitos de qualquer natureza. 10. Agir pessoal e coletivamente com autonomia, responsabilidade, flexibilidade, resiliência e determinação, tomando decisões com base em princípios éticos, democráticos, inclusivos, sustentáveis e solidários.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular Versão final. Brasília: MEC, 2018. p. 9-10. Disponível em: http:// basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_ versaofinal_site.pdf. Acesso em: 14 ago. 2025.
A BNCC propõe que o conteúdo chegue à sala de aula de maneira contextualizada, o que exige novas estratégias do professor, como a transposição didática. Isso significa converter o conteúdo científico em uma linguagem acessível e adaptada à realidade dos estudantes. Para isso, o estudo e a reavaliação constante da prática docente são essenciais.
A seguir, apresentamos algumas ações que podem ser aplicadas para desenvolver as competências gerais em sala de aula.
Sugestões de ações docentes para as competências gerais
Competência geral 1: Incentive os estudantes a reconhecerem a importância dos conhecimentos já adquiridos, mostrando como eles servem de base para a compreensão da realidade e para a construção de novos saberes.
Competência geral 2: Exercite a curiosidade intelectual, levando os estudantes a usarem a abordagem científica para investigar, levantar hipóteses, resolver problemas e analisar os resultados por meio de experiências e observações.
Competência geral 3: Proporcione o contato com diferentes manifestações culturais em âmbito local, regional e global e promova atividades artísticas, como grupos de dança, elaboração de roteiros e atuação em peças de teatro, festivais musicais e saraus.
Competência geral 4: Dê subsídios para que os estudantes se comuniquem por meio de diferentes linguagens, ajudando-os a selecionar a mais apropriada para cada situação.
Competência geral 5: Utilize de forma intencional e pedagógica diversas tecnologias em sala de aula, verificando o conhecimento prévio dos estudantes e diversificando os recursos metodológicos.
Competência geral 6: Ajude os estudantes a refletirem sobre o futuro e a importância da liberdade, autonomia e consciência crítica em suas escolhas profissionais e pessoais, valorizando a diversidade de saberes e experiências.
Competência geral 7: Ofereça subsídios para que os estudantes desenvolvam a capacidade de argumentar com base em fatos e dados confiáveis, sabendo selecionar e verificar a origem de diferentes fontes para negociar pontos de vistas e defender ideias.
Competência geral 8: Leve os estudantes a se compreenderem e se valorizarem dentro da diversidade, reconhecendo suas emoções e as dos outros, e exercitando a autocrítica.
Competência geral 9: Promova o exercício da empatia, do diálogo e da cooperação, incentivando os estudantes a resolverem conflitos de forma respeitosa e democrática.
Competência geral 10: Contribua para que os estudantes ajam de modo responsável, guiados por princípios éticos e de cidadania, e conscientes de que suas ações devem estar alinhadas à tomada de decisões inclusivas, sustentáveis e solidárias.
Nesta coleção, as competências gerais são destacadas nas orientações ao professor, principalmente no quadro BNCC, e são listadas no Quadro de distribuição dos conteúdos
Para que as competências gerais se manifestem em cada componente curricular, a BNCC estabelece as competências específicas. A organização dessas competências no Ensino Fundamental varia. Em áreas como Matemática e Ciências da Natureza, as competências específicas são as mesmas para o componente. Em áreas como Linguagens e Ciências Humanas, há competências específicas por área e para cada componente curricular que as compõem (Língua Portuguesa, Arte, Educação Física, Língua Inglesa, Geografia e História), reconhecendo as particularidades de cada um. Em todos os casos, as competências específicas colaboram para que os objetivos de aprendizagem sejam claros e coerentes, do nível mais amplo ao mais específico.
A seguir, apresentamos as competências específicas de Ciências da Natureza, História e Geografia.
AS COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS DE CIÊNCIAS DA NATUREZA PARA O ENSINO FUNDAMENTAL
De acordo com a BNCC, ao longo do Ensino Fundamental, os estudantes devem desenvolver as seguintes Competências específicas de Ciências da Natureza, descritas no quadro a seguir.
Competências específicas de Ciência da Natureza
1. Compreender as Ciências da Natureza como empreendimento humano, e o conhecimento científico como provisório, cultural e histórico.
2. Compreender conceitos fundamentais e estruturas explicativas das Ciências da Natureza, bem como dominar processos, práticas e procedimentos da investigação científica, de modo a sentir segurança no debate de questões científicas, tecnológicas, socioambientais e do mundo do trabalho, continuar aprendendo e colaborar para a construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva.
3. Analisar, compreender e explicar características, fenômenos e processos relativos ao mundo natural, social e tecnológico (incluindo o digital), como também as relações que se estabelecem entre eles, exercitando a curio-
sidade para fazer perguntas, buscar respostas e criar soluções (inclusive tecnológicas) com base nos conhecimentos das Ciências da Natureza.
4. Avaliar aplicações e implicações políticas, socioambientais e culturais da ciência e de suas tecnologias para propor alternativas aos desafios do mundo contemporâneo, incluindo aqueles relativos ao mundo do trabalho.
5. Construir argumentos com base em dados, evidências e informações confiáveis e negociar e defender ideias e pontos de vista que promovam a consciência socioambiental e o respeito a si próprio e ao outro, acolhendo e valorizando a diversidade de indivíduos e de grupos sociais, sem preconceitos de qualquer natureza.
6. Utilizar diferentes linguagens e tecnologias digitais de informação e comunicação para se comunicar, acessar e disseminar informações, produzir conhecimentos e resolver problemas das Ciências da Natureza de forma crítica, significativa, reflexiva e ética.
7. Conhecer, apreciar e cuidar de si, do seu corpo e bem-estar, compreendendo-se na diversidade humana, fazendo-se respeitar e respeitando o outro, recorrendo aos conhecimentos das Ciências da Natureza e às suas tecnologias.
8. Agir pessoal e coletivamente com respeito, autonomia, responsabilidade, flexibilidade, resiliência e determinação, recorrendo aos conhecimentos das Ciências da Natureza para tomar decisões frente a questões científico-tecnológicas e socioambientais e a respeito da saúde individual e coletiva, com base em princípios éticos, democráticos, sustentáveis e solidários.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular Versão final. Brasília: MEC, 2018. p. 324. Disponível em: http:// basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_ versaofinal_site.pdf. Acesso em: 14 ago. 2025.
AS COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS DE HISTÓRIA PARA
A seguir, apresentamos as competências específicas de História.
Competências específicas de História
1. Compreender acontecimentos históricos, relações de poder e processos e mecanismos de transformação e manutenção das estruturas sociais, políticas, econômicas e culturais ao longo do tempo e em diferentes espaços para analisar, posicionar-se e intervir no mundo contemporâneo.
2. Compreender a historicidade no tempo e no espaço, relacionando acontecimentos e processos de transformação e manutenção das estruturas sociais, políticas, econômicas e culturais, bem como problematizar os significados das lógicas de organização cronológica.
3. Elaborar questionamentos, hipóteses, argumentos e proposições em relação a documentos, interpretações e contextos históricos específicos, recorrendo a diferentes linguagens e mídias, exercitando a empatia, o diálogo, a resolução de conflitos, a cooperação e o respeito.
4. Identificar interpretações que expressem visões de
diferentes sujeitos, culturas e povos com relação a um mesmo contexto histórico, e posicionar-se criticamente com base em princípios éticos, democráticos, inclusivos, sustentáveis e solidários.
5. Analisar e compreender o movimento de populações e mercadorias no tempo e no espaço e seus significados históricos, levando em conta o respeito e a solidariedade com as diferentes populações.
6. Compreender e problematizar os conceitos e procedimentos norteadores da produção historiográfica.
7. Produzir, avaliar e utilizar tecnologias digitais de informação e comunicação de modo crítico, ético e responsável, compreendendo seus significados para os diferentes grupos ou estratos sociais.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular Versão final. Brasília: MEC, 2018. p. 402. Disponível em: http:// basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_ versaofinal_site.pdf. Acesso em: 14 ago. 2025.
De acordo com a BNCC, ao longo do Ensino Fundamental, os estudantes devem desenvolver as seguintes Competências específicas de Geografia, descritas no quadro a seguir.
Competências específicas de Geografia
1. Utilizar os conhecimentos geográficos para entender a interação sociedade/natureza e exercitar o interesse e o espírito de investigação e de resolução de problemas.
2. Estabelecer conexões entre diferentes temas do conhecimento geográfico, reconhecendo a importância dos objetos técnicos para a compreensão das formas como os seres humanos fazem uso dos recursos da natureza ao longo da história.
3. Desenvolver autonomia e senso crítico para compreensão e aplicação do raciocínio geográfico na análise da ocupação humana e produção do espaço, envolvendo os princípios de analogia, conexão, diferenciação, distribuição, extensão, localização e ordem.
4. Desenvolver o pensamento espacial, fazendo uso das linguagens cartográficas e iconográficas, de diferentes gêneros textuais e das geotecnologias para a resolução de problemas que envolvam informações geográficas.
5. Desenvolver e utilizar processos, práticas e procedimentos de investigação para compreender o mundo natural, social, econômico, político e o meio técnico-científico e informacional, avaliar ações e propor perguntas e soluções (inclusive tecnológicas) para questões que requerem conhecimentos científicos da Geografia.
6. Construir argumentos com base em informações geográficas, debater e defender ideias e pontos de vista que respeitem e promovam a consciência socioambiental e o respeito à biodiversidade e ao outro, sem preconceitos de qualquer natureza.
7. Agir pessoal e coletivamente com respeito, autonomia, responsabilidade, flexibilidade, resiliência e determinação, propondo ações sobre as questões socioambientais,
com base em princípios éticos, democráticos, sustentáveis e solidários.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular Versão final. Brasília: MEC, 2018. p. 366. Disponível em: http:// basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_ versaofinal_site.pdf. Acesso em: 14 ago. 2025.
Nesta coleção, os principais momentos em que as competências específicas podem ser desenvolvidas com os estudantes são destacados nas orientações ao professor, principalmente no quadro BNCC, e listados no Quadro de distribuição dos conteúdos
Para garantir o desenvolvimento das competências gerais e específicas, a BNCC organiza o currículo em três elementos interligados: unidades temáticas, objetos de conhecimento e habilidades.
As unidades temáticas são os grandes blocos de conhecimento que orientam a organização curricular. Elas funcionam como eixos estruturantes que agrupam temas e conceitos de forma mais ampla, garantindo uma abordagem contextualizada e progressiva ao longo dos anos escolares.
Dentro de cada unidade temática, os objetos de conhecimento são os conteúdos, conceitos e processos que devem ser ensinados.
As habilidades indicam ações, processos e competências a serem desenvolvidos e representam o que o estudante deve ser capaz de fazer com o conhecimento.
Embasado nesses elementos, o processo de ensino-aprendizagem dos estudantes não ocorre como uma mera transmissão de conteúdos. A unidade temática fornece o contexto, o objeto de conhecimento define o tema, e a habilidade define a ação que o estudante precisa executar, garantindo um aprendizado significativo e o desenvolvimento das competências.
Nesta coleção, os principais momentos em que as habilidades podem ser desenvolvidas com os estudantes
são destacados nas orientações ao professor, principalmente no quadro BNCC, e listados no Quadro de distribuição dos conteúdos
Para enriquecer o trabalho com as habilidades e competências gerais e específicas da BNCC e contextualizar o ensino, as propostas pedagógicas devem abordar os temas contemporâneos transversais (TCTs). Esses temas são assuntos relevantes para a formação cidadã dos estudantes e para a construção de uma sociedade mais justa, ética e sustentável. São temas com caráter interdisciplinar, que conectam os conteúdos escolares com o cotidiano dos estudantes e com questões atuais e relevantes em discussão na sociedade.
De acordo com o documento Temas contemporâneos transversais da BNCC, publicado em 2019, esses temas são de relevância local, regional e global e estão organizados em seis macroáreas.
• Meio ambiente: Educação ambiental; Educação para o consumo.
• Economia: Trabalho; Educação financeira; Educação fiscal.
• Saúde: Saúde; Educação alimentar e nutricional.
• Cidadania e civismo: Vida familiar e social; Educação para o trânsito; Educação em direitos humanos; Direitos da criança e do adolescente; Processo de envelhecimento, respeito e valorização do idoso.
• Multiculturalismo: Diversidade cultural; Educação para valorização do multiculturalismo nas matrizes históricas e culturais brasileiras.
• Ciência e tecnologia: Ciência e tecnologia.
Nesta coleção, esses temas são explorados em diferentes momentos no desenvolvimento dos conteúdos e recebem destaque na seção Coletivamente, contribuindo para a formação cidadã dos estudantes por meio de reflexões e propostas de resoluções para problemas, de modo que eles sejam atuantes na sociedade em que vivem.
Desde a década de 1990, o trabalho interdisciplinar tem ganhado relevância no Brasil, sendo incentivado em todos os níveis da Educação Básica. A interdisciplinaridade é a relação entre dois ou mais componentes curriculares que se unem para promover um conhecimento mais amplo e unificado. Essa abordagem vai além da simples comunicação de ideias: ela integra conceitos, metodologias e terminologias para que o conhecimento se torne mais significativo e conectado à realidade dos estudantes.
Ao integrar os conteúdos de diversos componentes curriculares, a interdisciplinaridade amplia a compreensão da realidade e contribui para a formação integral dos estudantes como cidadãos. No ambiente escolar, essa abordagem gera resultados positivos, pois incentiva a co-
laboração e a contextualização de temas, garantindo que o aprendizado esteja alinhado à vivência dos estudantes. No desenvolvimento de um trabalho interdisciplinar, tanto o professor quanto os estudantes devem estabelecer conexões entre os saberes mais amplos e os conteúdos específicos dos diferentes componentes curriculares. Com base nessa articulação, espera-se que consigam construir uma síntese que amplie sua compreensão, superando o nível de entendimento inicial.
Para que esse processo ocorra de forma efetiva, é imprescindível que o professor assuma um papel mediador nesse percurso, sendo o primeiro a exercitar esse movimento de integração. Nesse contexto, o professor deve mobilizar algumas competências, como:
• diferenciação, comparação e contraste entre diferentes perspectivas disciplinares, profissionais e interdisciplinares;
• identificação de pontos comuns e esclarecimento de como as diferenças se relacionam com a tarefa a ser cumprida;
• delineamento de um entendimento holístico baseado nos pontos comuns, mas que continua suscetível às diferenças.
[...]
KLEIN, Julie Thompson. Ensino interdisciplinar: didática e teoria. In: FAZENDA, Ivani Catarina Arantes (org.). Didática e interdisciplinaridade 17. ed. Campinas: Papirus, 2017. E-book. (Coleção Práxis).
Além disso, para realizar um trabalho interdisciplinar de maneira significativa, é essencial que ele esteja pautado nas experiências, no cotidiano e nos interesses dos estudantes. Isso implica aproveitar as situações que emergem naturalmente em sala de aula, por exemplo: perguntas formuladas por eles, projetos em andamento, investigações e demais práticas pedagógicas, como oportunidades para articular diferentes saberes.
Nas propostas interdisciplinares, é comum que os estudantes atuem em grupo, promovendo a interação entre eles. Essa prática fortalece habilidades importantes, como a cooperação, a argumentação, a escuta ativa e a organização de ideias.
Essa abordagem interdisciplinar exige metodologias mais dinâmicas e colaborativas, favorecendo a construção coletiva do saber. Ao promover a articulação entre os conteúdos curriculares, essa abordagem amplia as possibilidades de leitura e interpretação de mundo, tanto para os professores quanto para os estudantes, possibilitando uma compreensão do conhecimento como algo dinâmico, em constante construção e transformação.
Nesta coleção, você encontrará atividades cujo propósito é integrar diferentes componentes curriculares. As seções Coletivamente e Entre textos, por exemplo, podem trazer temas e reflexões que possibilitam um trabalho interdisciplinar. Além disso, o boxe Articulando conhecimentos detalha algumas integrações nas orientações ao professor, contribuindo para o aumento da criatividade e para a formação crítica e responsável dos estudantes na construção de seu conhecimento.
E O TRABALHO COM PROJETOS
INTERDISCIPLINARES
Para planejar um trabalho interdisciplinar, o ponto de partida é definir os objetivos de aprendizagem. Com base nisso, se for o caso, é importante dialogar com o professor de outros componentes curriculares para planejar estratégias conjuntas, considerando os objetivos previamente levantados, os conhecimentos prévios dos estudantes e como os conteúdos podem ser abordados de forma integrada. Quando não for possível contar com a colaboração do professor de outros componentes curriculares, cabe a você orientar os estudantes nas pesquisas, ensinando-os a bus-
car fontes confiáveis e adequadas à proposta, a fazer registros relevantes, a organizar as informações obtidas e a planejar como os resultados das pesquisas serão entregues.
Projetos investigativos e pesquisas também são exemplos de atividades que favorecem o trabalho interdisciplinar em sala de aula, pois envolvem tarefas que integram conhecimentos de diferentes áreas, como planejamento, levantamento de hipóteses, coletas de dados, análises, deduções e conclusões.
Os projetos oferecem aos estudantes oportunidades concretas de participação ativa no processo de construção do conhecimento, contribuindo diretamente para o desenvolvimento de diversas competências, como o pensamento crítico e reflexivo, a argumentação, a valorização do pluralismo de ideias, a criatividade, a cooperação, a autonomia e a comunicação.
Nesse contexto, você continua sendo o mediador, orientando e acompanhando os estudantes para que atuem com autonomia e sejam protagonistas do desenvolvimento do projeto.
É importante ressaltar que a estrutura de um projeto não deve ser encarada como um modelo fixo ou engessado. Os projetos podem assumir diferentes formatos, conforme os objetivos e os contextos de aplicação. Em geral, iniciam-se com uma situação-problema ou uma questão orientadora, que dá origem a um conjunto de etapas organizadas de forma lógica. A seguir, apresentamos um modelo com etapas fundamentais que podem nortear a elaboração de um projeto interdisciplinar.
• Definição da situação-problema ou da questão norteadora.
• Conversa sobre o tema e levantamento de hipóteses.
• Elaboração de questões norteadoras com base na situação-problema.
• Formação das equipes, distribuição de tarefas e estabelecimento de metas e prazos.
• Consulta de diversas fontes e coleta de informações.
• Organização, testes e execução do trabalho.
• Realização de ajustes finais.
• Avaliação durante o processo.
• Definição da participação dos integrantes que conduzirão a apresentação.
• Apresentação dos resultados para a comunidade escolar.
• Publicação do trabalho final.
• Avaliação dos resultados do projeto.
• Realização de autoavaliação.
• Verificação do desempenho e do desenvolvimento das aprendizagens dos estudantes.
Fonte de pesquisa: BENDER, William N. Aprendizagem baseada em projetos: educação diferenciada para o século XXI. Tradução de Fernando de Siqueira Rodrigues. Porto Alegre: Penso, 2014. p. 61.
A avaliação tem papel fundamental no processo de ensino-aprendizagem, pois é uma oportunidade de investigar, diagnosticar, refletir e intervir sobre o processo e acompanhar o desenvolvimento dos estudantes e sua atuação enquanto docente.
É fundamental compreender que a avaliação não deve ocorrer apenas em situações isoladas. O acompanhamento do percurso de aprendizagem dos estudantes precisa ser contínuo, tendo como base observações frequentes e diversificadas. Nesse sentido, o processo avaliativo deve fazer parte das práticas pedagógicas do dia a dia, de modo integrado ao planejamento e às atividades desenvolvidas em sala de aula.
A você, a avaliação possibilita observar e refletir sobre sua prática docente e a oportunidade de readequar e reajustar atividades, práticas e estratégias para alcançar determinados objetivos, com a participação ativa dos estudantes nesse processo. Desse modo, é de grande importância a interpretação dos resultados para que, com base neles, você possa refletir sobre intervenções a serem feitas para sanar possíveis defasagens e, assim, auxiliar no processo de construção do conhecimento, identificando possibilidades de recuperação e progressão do aprendizado.
É essencial que a avaliação seja compreendida como uma ferramenta de inclusão e de apoio ao processo de ensino-aprendizagem, evitando que seja usada apenas como
Avaliação diagnóstica
forma de analisar a eficiência e classificar os estudantes. Avaliar não deve ser sinônimo de rotular ou excluir, mas sim de compreender os percursos formativos dos estudantes. Para que a avaliação realmente contribua para identificar os progressos, as dificuldades e as possíveis lacunas no desenvolvimento das aprendizagens, é necessário que os critérios sejam previamente compartilhados e discutidos com os estudantes, pois isso favorece a compreensão dos objetivos da avaliação e promove uma participação mais ativa por parte deles.
O planejamento das avaliações deve estar alinhado aos conteúdos e às atividades efetivamente trabalhados em sala de aula, com uma abordagem reflexiva e contextualizada. É essencial considerar os processos de aprendizagem mais adequados à turma e a diversidade de perfis entre os estudantes. Além disso, é recomendável diversificar os instrumentos utilizados, não se restringindo a provas e testes, e incluir diferentes formas de expressão do conhecimento. Entre as possibilidades, destacam-se atividades em grupo, debates, produções escritas e orais, atividades práticas, questões objetivas e dissertativas, entre outros formatos, que respeitem as múltiplas formas de aprender e se comunicar dos estudantes.
Nesta coleção, a ação avaliativa do processo de ensino-aprendizagem propõe três tipos principais: a avaliação diagnóstica, a avaliação formativa e a avaliação somativa.
A avaliação diagnóstica é o momento de identificar os conhecimentos que os estudantes trazem consigo, além de suas necessidades e dificuldades.
Essa etapa é fundamental para você reajustar as rotas e os objetivos de ensino. É importante ressaltar que a avaliação diagnóstica não precisa de um registro formal; a simples observação de uma atividade em sala de aula, por exemplo, já permite que você identifique as habilidades que precisam ser desenvolvidas ou aperfeiçoadas.
Onde ocorre
Nesta coleção, um exemplo de avaliação diagnóstica está na seção Vamos iniciar, no início de cada volume. Nela, são propostas atividades que possibilitam estabelecer objetivos e definir as práticas e as estratégias didáticas, além de determinar se será necessário retomar conteúdos. Nas orientações ao professor, você encontra sugestões de intervenção com base nas possíveis dificuldades dos estudantes em realizar as atividades.
A avaliação diagnóstica também pode ser feita no início de cada unidade, pois as atividades das páginas de abertura possibilitam diagnosticar os conhecimentos prévios dos estudantes sobre os temas e os conteúdos que serão abordados.
Avaliação formativa
A avaliação formativa acontece ao longo do período letivo e são processos contínuos pelos quais você obtém indicadores a respeito da aprendizagem dos estudantes.
Desse modo, esse tipo de avaliação possibilita que você realize intervenções, quando necessárias, propondo novas estratégias e procedimentos que visam à melhoria e/ou ao aprofundamento dos conhecimentos por parte dos estudantes.
[…]
A avaliação formativa pode ter um papel fundamental na melhoria das aprendizagens de todos os alunos. A sua utilização sistemática deve permitir que os alunos conheçam bem: a) o que têm de aprender no final de um dado período de tempo; b) a situação em que se encontram quanto às aprendizagens que têm de desenvolver; e c) os esforços que têm de fazer para aprenderem o que está previsto e descrito nos documentos curriculares. Para tal, a comunicação entre professores e alunos é fundamental, pois é através dela que os alunos podem receber orientações que os ajudam a aprender. [...]
FERNANDES, Domingos. Avaliação formativa. Lisboa: Universidade de Lisboa/Instituto de Educação, 2021. p. 4. Disponível em: https:// apoioescolas.dge.mec.pt/sites/default/files/2021-02/folha_avaliacao_formativa.pdf. Acesso em: 6 set. 2025.
Onde ocorre
Nesta coleção, a avaliação formativa é um processo contínuo e integrado. A seção Vamos avaliar o aprendizado, ao final de cada unidade do Livro do Estudante, oferece atividades que retomam os principais conceitos e noções trabalhados para verificar a aprendizagem com relação aos objetivos estabelecidos.
Nas orientações ao professor, o boxe Avaliando complementa essa prática indicando atividades do Livro do Estudante que possibilitam esse tipo de avaliação. Ele inclui objetivos e estratégias de intervenção, caso seja necessária a retomada de conteúdos e conceitos.
Além disso, procure observar as respostas dos estudantes às práticas propostas ao longo das aulas, e não apenas em um momento específico definido como avaliação. Também é importante transitar pela sala de aula e observar os estudantes durante as atividades propostas. Esse acompanhamento mais próximo contribui para que eles se reconheçam como parte do processo de ensino-aprendizagem, desenvolvam sua autonomia e busquem aprimoramento contínuo.
Avaliação somativa
A avaliação somativa é realizada ao final de um período de estudos, em consonância com as práticas pedagógicas da escola. Com base nas respostas a essa avaliação, você poderá refletir sobre ações a serem tomadas para sanar possíveis dificuldades dos estudantes.
Por ser comumente associada a testes e notas que visam classificar o desempenho dos estudantes, é fundamental que ela não seja o único foco do processo avaliativo. A nota é apenas uma das muitas formas de representar os resultados, e essa etapa deve ser considerada como a consequência natural das avaliações diagnóstica e formativa já realizadas.
Ao analisar os resultados, você pode refletir sobre as ações necessárias para sanar possíveis dificuldades, utilizando o desempenho como um indicativo para a retomada de conteúdos e a definição de novas estratégias. Dessa forma, resultados abaixo do esperado não são uma sentença, mas sim um ponto de partida e de atenção para aprimorar o processo de ensino-aprendizagem.
Onde ocorre
Nesta coleção, a avaliação somativa acontece ao final de cada volume, na seção Vamos concluir. Essa seção, oferece atividades que permitem a você verificar os conhecimentos adquiridos pelos estudantes no decorrer do ano letivo. Nas orientações ao professor, você encontra sugestões de intervenção para os casos de estudantes que demonstram dificuldade em realizar a atividade e requerem estratégias de remediação, colaborando para que os objetivos pedagógicos sejam alcançados.
Para um sistema de avaliação eficiente, é recomendável a combinação das três modalidades de avaliação, além de usar diferentes instrumentos que auxiliem a obter
Provas e testes
Seminários e debates
Portfólios
informações sobre o desenvolvimento da aprendizagem dos estudantes. Apresentamos a seguir alguns exemplos desses instrumentos de avaliação.
Podem ser elaborados com questões abertas, análise de situações, questões objetivas e quizzes e realizados de forma regular, abordando conteúdos específicos ou referentes a determinado período.
Possibilitam a você perceber o desenvolvimento de habilidades relacionadas a tarefas como pesquisa, síntese das informações, pensamento crítico e comunicação.
A elaboração de portfólios com base em suas observações e registros em fichas avaliativas contribui não só para analisar o desenvolvimento cognitivo dos estudantes, mas também a maneira como cada um aprende, com atenção especial às habilidades que eles desenvolvem com mais facilidade e as que demandam mais atenção e auxílio para serem desenvolvidas.
Saraus Permitem a você verificar o desenvolvimento de habilidades relacionadas à interação social, à capacidade de expressão, à criatividade, à sensibilidade e ao conhecimento cultural.
Ditados
Autoavaliações
Possibilitam que você acompanhe as principais dificuldades dos estudantes com relação à escuta e à escrita.
Incentivam o desenvolvimento da autonomia dos estudantes, levando-os a refletir sobre sua participação nas atividades, suas dificuldades e aspectos que devem ser melhorados. Com base nessas informações, você pode debater com eles os caminhos para gerar mudanças no planejamento e melhorias para toda a turma.
Para auxiliar no monitoramento das aprendizagens, sugerimos a utilização de uma ficha de avaliação de acompanhamento individual. Essa ferramenta permite registrar a trajetória de cada estudante, observando seu desenvolvimento com relação às habilidades e aos objetivos trabalhados.
A ficha usa um sistema de marcação simples para
identificar o nível de desenvolvimento do estudante.
• S (Sim): o estudante demonstrou ter alcançado o objetivo.
• P (Parcialmente): o estudante atingiu o objetivo de forma incompleta, necessitando de intervenção para avançar.
• N (Não): o estudante não alcançou o objetivo, sendo necessária uma intervenção imediata.
Quando o objetivo é alcançado e marcado com S, você deve incentivar o estudante a aprofundar seus saberes. Se a marcação for P ou N, a ficha serve como um diagnóstico claro, indicando a necessidade de planejar intervenções para que o estudante progrida nos estudos.
Você pode usar esse tipo de ficha para registrar observações feitas durante o trabalho com as seções Vamos iniciar, Vamos avaliar o aprendizado e Vamos concluir do Livro do Estudante e com o boxe Avaliando das orientações ao professor
preencher com o nome do professor.
Escola: Professor(a):
Estudante:
preencher com o nome da escola. preencher com o nome do estudante. preencher com a indicação da turma.
Turma: Período letivo do registro:
preencher com o período do planejamento.
Ficha de acompanhamento individual das aprendizagens
Objetivos ou habilidades avaliados
Preencher com o objetivo ou a habilidade.
Preencher com o objetivo ou a habilidade.
No contexto atual da educação, o papel do professor vai além da transmissão de conteúdo, especialmente nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental. Ele deve atuar como mediador do conhecimento, incentivando a autonomia dos estudantes e formando leitores e pensadores críticos. Acima de tudo, o professor é um agente essencial na construção da base educacional e emocional dos estudantes.
Essa etapa da escolarização é marcada por profundas transformações no desenvolvimento cognitivo, afetivo e social dos estudantes. Por isso, a prática pedagógica exige sensibilidade e escuta ativa. Você deve estar atento às necessidades individuais dos estudantes, respeitando seus ritmos de aprendizagem e suas realidades. A construção de vínculos afetivos é fundamental para fortalecer a autoestima e a autonomia, pois são eles que criam um ambiente acolhedor, onde o erro é considerado como parte do processo de aprendizagem e todos os estudantes se sentem seguros para se expressarem.
Sua atuação docente envolve uma reflexão constante sobre os conteúdos, as metodologias e, principalmente, sobre como os estudantes aprendem. Ao aproximar o conteúdo escolar dos conhecimentos prévios deles, você torna o aprendizado mais significativo e prazeroso. Essa abordagem, que valoriza a bagagem cultural e as experiências dos estudantes, é fundamental na construção de uma relação positiva deles com o ato de estudar.
O planejamento pedagógico é o ponto de partida, mas a prática em sala de aula é dinâmica e não linear. É no dia a dia que você conhece os perfis, as necessidades e os ritmos da turma, e que a flexibilidade e a capacidade de adaptação se tornam essenciais. O diálogo constante com a equipe pedagógica e a participação em formações continuadas são atitudes que favorecem o desenvolvimento de uma prática docente mais eficaz e alinhada às reais demandas da turma.
Nessa jornada, você é o principal organizador das
Observações
ações pedagógicas. É quem acolhe, engaja e dá oportunidade para que os estudantes verbalizem seu raciocínio, escrevam e desenvolvam, no coletivo da turma, a compreensão sobre os motivos das atividades e a realização das respostas. O livro didático não é apenas um guia, mas um instrumento cultural que o auxilia em seu trabalho como mediador no processo de construção do conhecimento dos estudantes. Com autonomia, é você quem dá vida a esse material, ajustando-o às necessidades de cada turma para que os estudantes se tornem os protagonistas de sua aprendizagem.
A sala de aula é marcada pela diversidade. Cada estudante traz consigo um conjunto de experiências, saberes e modos de aprender. Essa diversidade se expressa em aspectos comportamentais, cognitivos, afetivos e socioculturais, que influenciam diretamente o modo como cada um constrói o conhecimento. Já as trajetórias individuais são moldadas por fatores como o contexto familiar, as vivências culturais e o ambiente social em que estão inseridos. É seu papel e da equipe escolar acolher essas diferenças. Nesse sentido, compreender o desenvolvimento dos estudantes exige atenção ao contexto em que vivem, às suas práticas cotidianas e à maneira como atribuem significado às suas experiências. Por isso, uma das grandes questões que se impõe ao trabalho docente é: como planejar intervenções pedagógicas que deem conta da heterogeneidade presente em sala de aula, especialmente em turmas numerosas?
Diante desse desafio, é essencial que você reconheça que não há um único caminho para a aprendizagem. As interações, os ritmos e os interesses variam, e é seu papel estar atento a essas diferenças, promovendo práticas pedagógicas flexíveis e inclusivas. Só assim será possível criar oportunidades reais para todos os estudantes,
respeitando suas singularidades sem comprometer a qualidade do processo de ensino-aprendizagem.
A seguir, apresentamos sugestões para auxiliar seu dia a dia, promovendo a adequação de atividades e a progressão do aprendizado, para que os estudantes avancem no próprio ritmo, com o apoio necessário para superar desafios.
Como os estudantes dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental estão no processo de alfabetização, é importante que você os auxilie na apropriação do sistema de escrita. Uma das intervenções relevantes nesse processo é a orientação sobre a pega funcional do lápis. A pega de três pontos, também conhecida como pega tripoide ou trípode, é uma técnica considerada funcional, pois favorece movimentos mais precisos, fluidos e controlados, o que é essencial para o desenvolvimento da escrita e evita fadiga muscular. Para orientar os estudantes, incentive-os a:
• posicionar o lápis de forma relaxada, sem forçar os dedos;
• segurar o lápis entre a ponta do polegar e a lateral do dedo indicador;
• apoiar o lápis no dedo médio para dar suporte e estabilidade;
• deixar os outros dedos (anelar e mínimo) levemente dobrados na palma da mão, servindo de apoio.
É fundamental acompanhar o processo de apropriação da escrita individualmente, observando se a pega está firme, mas não tensa. No entanto, trata-se de um desenvolvimento, desse modo, inicialmente não é recomendada a correção direta da pega, mas sim uma observação atenta para compreender como cada estudante está se apropriando desses movimentos e o que pode ser feito para progredir.
O desenvolvimento da pega do lápis não se resume apenas a segurar o instrumento. Ele é resultado de uma coordenação motora fina bem desenvolvida. Para auxiliar nesse processo, é importante incluir atividades lúdicas e variadas na rotina da sala de aula que ajudam a fortalecer a musculatura das mãos e dos dedos, como brincar com massinha de modelar ou argila, rasgar papel com as mãos, rasgar papel em pedaços pequenos e fazer bolinhas com as pontas dos dedos, cortar com tesoura de pontas arredondadas e colar pedaços de papel pequenos.
Com relação ao letramento matemático, é fundamental que ele ocorra de forma integrada com todos os componentes curriculares. Para isso, ao abordar os conteúdos, procure criar situações didáticas contextualizadas que incentivem os estudantes a desenvolverem o raciocínio lógico e a aplicarem o conhecimento matemático na busca de soluções para situações-problema do cotidiano. Essa abordagem facilita a compreensão dos conceitos e reforça sua relevância.
Além disso, as atividades a seguir contribuem para o letramento matemático, por exemplo:
• contagem de objetos usando materiais concretos, como tampinhas e lápis;
• uso e escrita de algarismos por meio de jogos e brincadeiras;
• compreensão do conceito de números; realização de operações básicas; reconhecimento de formas geométricas na identificação de quantidades e na ordenação de elementos;
• comparação de medidas com o uso de instrumentos não
padronizados, como palmos e passos;
• leitura e interpretação de gráficos e tabelas com dados reais sobre a turma e a escola.
Garantir a inclusão de estudantes com deficiência na escola regular não é apenas um dever legal, mas um compromisso ético e pedagógico com a equidade e a justiça social. A legislação brasileira, incluindo a Constituição Federal, de 1988, a Lei Brasileira de Inclusão (LBI), de 2015, e as Diretrizes da Política Nacional de Educação Especial, de 2008, reforça o papel da escola em assegurar que todos os estudantes tenham acesso a uma educação de qualidade.
Contudo, a inclusão vai além de permitir o acesso físico à sala de aula. Ela exige a participação ativa dos estudantes no cotidiano escolar, promovendo aprendizagens significativas e respeitando suas particularidades. Para isso, é essencial o envolvimento de toda a comunidade escolar na construção de um ambiente que valorize as diferenças e que favoreça as interações e o respeito à diversidade. Nesse contexto, o papel do professor é central, como mediador e agente de transformação.
[…]
O primeiro passo mais importante é levar ao professor o reconhecimento das diversas dificuldades que deverá encontrar, suas especificidades, suas formas de atuação e como identificá-las em seus alunos. Neste processo, ao professor caberá a autonomia de reconhecer as dificuldades e intervencionar, em sala de aula, para a aplicação de novas metodologias e saberes, para a chegada da cognição.
[…]
JOIA, Michele. A inclusão de crianças na escola: o papel do educador diante das dificuldades de aprendizagem. 2. ed. Rio de Janeiro: Wak, 2023. p. 41.
A prática pedagógica inclusiva deve reconhecer que todo estudante tem a capacidade de aprender, desde que seja incentivado por vínculos afetivos e em um ambiente acolhedor. Para isso, as estratégias precisam ser flexíveis e adaptadas às necessidades individuais.
A seguir, sugerimos algumas ações que podem ser aplicadas em sala de aula para promover a inclusão.
• Materiais concretos e táteis: utilize materiais com diferentes texturas e relevos para que os estudantes possam explorar o conteúdo de forma sensorial. Ao utilizar recursos visuais, sempre descreva as imagens com clareza, indicando posições e características dos objetos.
• Comunicação clara: apresente os enunciados das atividades de forma clara e direta, evitando ambiguidades, figuras de linguagem ou construções muito complexas. Divida as tarefas em etapas menores e forneça uma instrução por vez. Durante as explicações, posicione-se de frente para os estudantes, facilitando a atenção à sua fala.
• Flexibilização e ritmo: ofereça prazos flexíveis para a entrega de atividades, respeitando o tempo de aprendizagem
de cada estudante. Incentive a leitura compartilhada de textos e enunciados para promover a compreensão coletiva e o apoio mútuo.
• Incentivo à expressão: incentive a expressão oral, quando possível, e a organização do pensamento dos estudantes, auxiliando na estruturação das ideias. Ferramentas como alfabeto móvel e banco de palavras são ótimas aliadas para a alfabetização e o fortalecimento da participação dos estudantes no processo de aprendizagem.
• Uso de tecnologia: quando possível, adote recursos tecnológicos que atendem às necessidades específicas dos estudantes, ampliando as possibilidades de acesso ao conteúdo e tornando o aprendizado mais dinâmico e acessível.
• Valorização de estratégias de resolução de problemas: apresente e valorize diferentes estratégias para a resolução de problemas, respeitando a forma única de compreensão e de elaboração de soluções.
Para a organização do trabalho pedagógico em sala de aula, é essencial considerar a disposição do espaço e promover um ambiente pautado pela empatia, pelo respeito mútuo e pela valorização do coletivo, o que contribui para a construção de uma sala de aula acolhedora, na qual o desenvolvimento da autonomia dos estudantes seja incentivado de forma constante.
A fim de promover um ambiente mais dinâmico, inclusivo e colaborativo, você pode alterar a organização tradicional da sala de aula, que tem carteiras enfileiradas e o professor ocupando o papel central como único detentor do saber. Ao repensar a organização da sala de aula como um recurso pedagógico, você amplia as possibilidades de interação, cooperação e construção coletiva do conhecimento, aproximando a prática docente das demandas reais da turma. A seguir, apresentamos algumas sugestões para organizar a sala de aula de diferentes maneiras.
Disposição em grupo: indicada para atividades que exigem colaboração direta e trocas constantes entre os estudantes, como trabalhos em equipe, debates e projetos que precisam de divisão de tarefas, pois a proximidade física facilita a comunicação e o apoio mútuo, incentivando a resolução de problemas de forma coletiva.


Representação de carteiras dispostas em círculo.
Disposição em U: indicada para apresentações orais, demonstrações, debates supervisionados ou quando você precisa caminhar entre as carteiras para dar assistência individual, pois combina sua visibilidade com a possibilidade de interação entre os estudantes, permitindo que todos mantenham o foco na atividade.
IVY NUNES/ ARQUIVO DA EDITORA

Representação de carteiras dispostas em U.
Outra estratégia que ajuda a aproximar o currículo da vida dos estudantes é incentivar a utilização de outros espaços dentro e fora da sala de aula para divulgar o trabalho desenvolvido pela turma, como os murais e as paredes, explorando diferentes recursos e estratégias.
Além da organização do espaço físico, é fundamental atentar à gestão do tempo e da rotina em sala de aula. Estabelecer uma rotina clara e bem estruturada favorece a execução do planejamento pedagógico, garantindo que as atividades e os horários sejam conduzidos de forma sequencial e coerente, sempre respeitando as particularidades e os diferentes ritmos de aprendizagem dos estudantes.
Planejar a prática pedagógica de acordo com a proposta curricular proporciona um ambiente mais estável e acolhedor, no qual os estudantes sabem o que esperar e se sentem mais seguros diante das estratégias utilizadas no dia a dia. Além de facilitar a condução do trabalho docente, essa organização contribui para equilibrar e diversificar as atividades ao longo da semana, ampliando as possibilidades de aprendizagem.
Além das aulas nas quais os conteúdos e as atividades são abordados, é importante que você inclua atividades diversificadas em seu planejamento de rotina, como as sugeridas a seguir.
Representação de carteiras dispostas em grupo.
Disposição em círculo: indicada para atividades que priorizam a participação de todos, a escuta ativa e a criação de um ambiente de igualdade, como rodas de conversa, discussões sobre temas específicos, contação de histórias e compartilhamento de experiências, permitindo que a construção do conhecimento, a troca de experiências e a comunicação sejam mais diretas e isonômicas entre você e os estudantes.
• Rodas de conversa: podem ser realizadas no começo ou no final da aula para solicitar aos estudantes que relatem alguma vivência pessoal (como forma de explorar os conhecimentos prévios) ou exponham o que aprenderam, quais dificuldades tiveram ou o que gostariam de aprender na próxima aula.
• Momentos de leitura: esses momentos podem ser conduzidos tanto por você, por meio da leitura em voz alta, quanto pelos próprios estudantes, com a leitura compartilhada ou um de cada vez. É importante reservar intervalos
de tempo específicos na rotina para a leitura de diferentes textos com a intenção de proporcionar momentos de apreciação e, ao mesmo tempo, ampliar o repertório e os conhecimentos dos estudantes.
• Momentos de registro: essa estratégia consiste em reservar, ao final das aulas, alguns minutos para que os estudantes expressem o que aprenderam. Esse registro pode ser feito por meio da escrita, de esquemas com textos e imagens, de desenhos ou até pela oralidade, com gravações em áudio ou vídeo. Essa etapa funciona como uma forma de verificação da aprendizagem, permitindo a você identificar o que foi compreendido e o que ainda precisa ser retomado em aulas futuras ou em atividades de reforço. Os registros devem ser feitos no ambiente escolar, com a sua supervisão, e podem ser realizados individualmente, em duplas ou em pequenos grupos, de acordo com os objetivos da proposta.
• Visitas guiadas a diferentes espaços de aprendizagem: a sala de aula não é o único ambiente para o aprendizado dos estudantes. Por isso, é importante sugerir atividades
Escola:
preencher com o nome da escola.
Professor(a):
em outros espaços na escola, como laboratórios, bibliotecas, pátio, auditório e jardim, e fora da escola, como teatros, museus, espaços públicos, centros de pesquisas, parques, cinema e centros culturais. Em casos de atividades em espaços fora da escola, é necessário que você solicite, com antecedência, as autorizações à direção e aos pais ou responsáveis dos estudantes, o acompanhamento de outros profissionais da escola, bem como a orientação de cuidados específicos ao ambiente visitado, como uso de filtro solar, ingestão de água e uso de repelentes e de vestimentas e calçados adequados, visando à segurança, à integridade física e ao bem-estar dos estudantes.
Além dessas atividades, o planejamento de rotina deve incluir atividades lúdicas que incentivem a interação social e momentos que envolvam alimentação e higiene pessoal. Apresentamos a seguir um exemplo de planejamento de rotina, que pode ser adaptado de acordo com as suas necessidades, as dos estudantes e as da escola.
preencher com o nome do professor. preencher com o nome do componente curricular. preencher com o período do planejamento.
preencher com a indicação da turma.
Componente curricular: Turma:
Data:
Planejamento de rotina
Horário Local Atividade
Objetivos
7h30 – 8h00Sala de aulaAcolhimento e roda de conversa.Promover a socialização e a oralidade.
8h00 – 9h30Sala de aula
Leitura compartilhada de textos e atividades dirigidas de escrita.
9h30 – 10h00 Refeitório, banheiro e pátio Lanche, escovar os dentes, lavar as mãos e recreio.
10h00 – 11h00 Quadra
Brincadeiras tradicionais e jogos cooperativos.
11h00 – 11h30 Sala de aulaRoda de leitura e fechamento.
Outro recurso pedagógico que pode auxiliar na gestão do tempo e no planejamento de rotina é a sequência didática. Uma sequência didática é um plano de ensino estruturado, composto de um conjunto de atividades ordenadas e interligadas que são desenvolvidas ao longo de várias aulas. A elaboração de sequências didáticas é um recurso pedagógico que pode tornar o planejamento mais eficaz e alinhado às necessidades dos estudantes. Por meio delas, você consegue organizar o processo de ensino de maneira intencional e progressiva, estruturando atividades e estratégias de forma coerente e articulada. Ao planejar uma sequência didática, você estabelece etapas claras e encadeadas que favorecem a construção do conhecimento ao longo do tempo, seja em alguns dias, semanas ou até meses. Essa organização permite flexibilizar o percurso, ajustando-o conforme o ritmo de aprendizagem da turma e as particularidades do contexto escolar.
Desenvolver habilidades de leitura e de escrita.
Momento de descanso, alimentação, higiene e interação livre.
Desenvolver a expressão corporal e a coordenação motora.
Desenvolver a escuta ativa, retomar as aprendizagens do dia e organizar a sala de aula.
É fundamental que as sequências didáticas estejam alinhadas aos objetivos de ensino, considerando também os recursos didáticos disponíveis e a realidade da escola. Outro aspecto essencial é a inclusão de estratégias de avaliação que permitam acompanhar e refletir sobre o avanço dos estudantes ao longo do processo, verificando seu envolvimento e observando as dificuldades que possam surgir. Sempre que julgar necessário, faça intervenções que contribuam para ampliar a compreensão dos conteúdos. Ao término da sequência didática, registre suas considerações sobre o processo de aprendizagem dos estudantes, destacando avanços e aspectos que ainda precisam ser desenvolvidos.
A seguir, apresentamos uma sugestão de modelo de sequência didática que pode servir como referência. Sinta-se à vontade para adaptá-lo conforme as necessidades da sua turma e os conteúdos que pretende desenvolver.
Escola: preencher com o nome da escola.
Planejamento de sequência didática
Professor(a): preencher com o nome do professor.
Componente curricular: preencher com o nome do componente curricular.
Turma: preencher com a indicação da turma.
Data: preencher com o período estimado para o desenvolvimento da sequência didática.
Assunto/conteúdo: preencher com os assuntos ou conteúdos a serem desenvolvidos.
Quantidade de aulas: preencher com a estimativa da quantidade de aulas que será necessária para desenvolver todas as atividades.
1. Objetivos gerais: definir o que se espera que os estudantes sejam capazes de fazer ao final da sequência didática.
2. Competências e habilidades da BNCC: identificar as habilidades da BNCC trabalhadas.
3. Materiais necessários: fazer uma lista de todos os materiais que serão necessários para desenvolver as atividades.
4. Etapas da sequência didática: detalhar as etapas de cada aula, organizando as atividades de maneira progressiva.
• Aula 1: descrever o início do trabalho com a sequência didática, que pode ser uma atividade para verificar o que os estudantes já sabem sobre o assunto; pode ser uma roda de conversa, uma dinâmica ou uma pergunta deflagradora para despertar a curiosidade deles.
• Aula 2 em diante: descrever as atividades intermediárias que ajudarão os estudantes a construírem o novo conhecimento; podem ser pesquisas, leituras, discussões, atividades práticas, entre outras dinâmicas.
• Aula final: descrever a última aula, a culminância da sequência didática; planejar uma atividade final para que os estudantes coloquem em prática tudo o que aprenderam; pode ser a produção de um texto, a apresentação de um trabalho ou a criação de um projeto.
5. Avaliação: definir os critérios (o que será observado) e os instrumentos (como será registrado) que serão utilizados para avaliar a aprendizagem dos estudantes ao longo da sequência didática; a avaliação deve ser contínua e não apenas ao final.
6. Autoavaliação: após a execução da sequência didática, verificar se os objetivos foram alcançados, quais desafios surgiram, o que pode ser mudado para a próxima vez e anotar essas reflexões para aprimorar suas práticas pedagógicas.
A presença das tecnologias digitais no cotidiano das pessoas é cada vez mais comum, inclusive entre crianças e adolescentes. No entanto, a maneira como esses recursos, especialmente os dispositivos móveis como os celulares, têm sido utilizados dentro das escolas tem gerado muitos debates. O foco dessas discussões recai, principalmente, sobre os efeitos negativos do uso inadequado desses aparelhos no processo de aprendizagem e no desenvolvimento integral dos estudantes.
Estudos recentes reforçam essas preocupações, apontando prejuízos que vão desde a distração em sala de aula até impactos mais sérios, como problemas de saúde física e mental, que incluem aumento da ansiedade, distúrbios do sono, dificuldades de atenção, entre outros. Essas evidências contribuíram para a criação da Lei nº 15.100, de 13 de janeiro de 2025, que estabelece diretrizes para o uso de celulares nas escolas brasileiras.
Os desafios enfrentados com o uso inadequado e desregulado das tecnologias digitais não se restringem ao ambiente escolar. A Unesco destaca riscos que vão desde o enfraquecimento das relações humanas até ameaças à democracia e aos direitos fundamentais, como a disseminação de discursos de ódio e a violação da privacidade. Tais aspectos mostram que a tecnologia, sem orientação adequada, pode acentuar desigualdades e comprometer valores essenciais.
No contexto escolar, o uso excessivo e sem propósito de recursos digitais tem mostrado efeitos prejudiciais, como o isolamento social, a dependência de redes sociais e a dispersão durante as aulas. Por isso, torna-se indispensável repensar o papel desses recursos na educação.
Por outro lado, quando inserida de maneira planejada e intencional no cotidiano escolar, a tecnologia pode se tornar uma ferramenta poderosa para o processo de ensino-aprendizagem. Recursos como computadores, tablets e celulares, quando utilizados com orientação pedagógica, promovem o acesso à informação, favorecem o desenvolvimento de habilidades críticas e éticas e ampliam o alcance da educação, especialmente em contextos de vulnerabilidade.
A proposta, portanto, não é excluir a tecnologia do ambiente escolar, mas sim incorporá-la com responsabilidade, sempre pautada em objetivos pedagógicos claros e alinhados às competências e aos conteúdos previstos no currículo.
Você tem um papel fundamental nesse processo. Cabe a você planejar atividades que façam uso significativo da tecnologia, promovendo a aprendizagem ativa e a reflexão crítica por parte dos estudantes. A intencionalidade no uso desses recursos deve estar presente desde o momento da escolha da ferramenta até a avaliação dos resultados.
Além disso, é importante lembrar que tecnologias educacionais não se limitam às mais recentes. Televisão, rádio, lousa, projetores e outros dispositivos já fazem parte da rotina escolar há décadas e desempenham papel importante na mediação pedagógica.
Para que a utilização de ferramentas tecnológicas seja eficaz e enriquecedora, é fundamental adotar algumas práticas pedagógicas intencionais. A seguir, apresentamos algumas dicas.
Planejamento pedagógico do uso de recursos tecnológicos
• Definir com clareza os objetivos de aprendizagem.
• Escolher as ferramentas tecnológicas adequadas para alcançar esses objetivos.
• Garantir que o uso dos recursos esteja articulado aos conteúdos e às competências curriculares.
Desenvolvimento de habilidades críticas
• Propor atividades que incentivem a análise crítica de fontes de informação pelos estudantes.
• Levar os estudantes a refletirem sobre o impacto da tecnologia no cotidiano.
• Incentivar o uso consciente, seguro e responsável da internet.
Integração com outras metodologias
• Combinar o uso de tecnologias com estratégias convencionais, como leitura, escrita e pesquisa de campo.
• Incentivar experiências interativas, como visita virtuais a museus e outros espaços e o uso de acervos digitais, que ampliam o repertório cultural dos estudantes e fortalecem vínculos com a memória coletiva.
Em resumo, o uso da tecnologia na educação não deve ser encarado como uma solução isolada ou um fim em si mesmo. Ela deve estar a serviço do processo de ensino-aprendizagem e contribuir para a formação crítica, ética e cidadã dos estudantes. Seu olhar pedagógico enquanto docente é essencial para transformar esses recursos em verdadeiros aliados do conhecimento.
Para auxiliar na utilização de recursos digitais em consonância com seu planejamento pedagógico, a fim de complementar e enriquecer o desenvolvimento dos conteúdos, esta coleção apresenta alguns objetos educacionais digitais, como infográficos e mapas clicáveis.
A lista com os objetos digitais sugeridos em cada volume encontra-se no sumário. Além disso, os momentos de utilização desses recursos foram indicados nas páginas do Livro do Estudante por meio de ícones. Para acessá-los, basta clicar sobre os ícones indicados nas páginas da versão digital do Livro do Estudante
A curiosidade é uma característica marcante nos primeiros anos de vida, uma fase de intenso desenvolvimento cognitivo, permeada por inúmeros questionamentos sobre si mesmo, o próprio corpo e o mundo ao redor, como os seres vivos, as comunidades às quais pertence, os lugares frequentados e transformados ao longo do tempo, os fenômenos naturais e os objetos de uso cotidiano.
Nesse contexto, o ensino de Ciências da Natureza, História e Geografia, além de promover o letramento científico dos estudantes, contribui para que eles desenvolvam habilidades para interpretar e compreender o mundo ao seu redor, refletir sobre suas ações e compreender as relações entre sociedade, natureza e tempo histórico.
A proposta apresentada neste livro articula os conteúdos dessas três áreas por meio de temas comuns, buscando oferecer subsídios para que os estudantes possam interpretar a realidade, fazer perguntas relevantes e propor soluções. Essa atuação deve ocorrer de maneira consciente, baseada em princípios éticos e práticas sustentáveis.
A seguir, são apresentadas informações teóricas e metodológicas que podem orientar o trabalho docente na busca pela integração de habilidades e competências das áreas de Ciências da Natureza, História e Geografia, com o objetivo de promover um ensino mais global e significativo.
Ao longo do Ensino Fundamental, o ensino de Ciência da Natureza deve possibilitar aos estudantes dominar alguns dos processos inerentes ao método científico. Nesta coleção, os estudantes são incentivados a desenvolver e dominar processos como observação, identificação de problemas, elaboração e teste de hipóteses, análise de resultados e reflexão sobre procedimentos que auxiliam na resolução de problemas e na elaboração de respostas.
Além disso, a vivência do saber científico se manifesta no confronto, na discussão e na argumentação de ideias e opiniões com os colegas.
Para que os estudantes possam alcançar o raciocínio científico, o processo de alfabetização científica é fundamental. O uso da terminologia científica e da interpretação de informação apropriada estabelece relações entre Ciência, Sociedade, Saúde, Tecnologia e Ambiente e mostra como essas áreas impactam o conhecimento científico e sua aplicação.
[...]
De modo geral, pode-se dizer que alfabetização científica é um conceito que reflete um objetivo educacional contemporâneo.
É o domínio, por parte da população em geral, de conhecimentos básicos sobre ciência, para capacitar as pessoas a se comportarem como consumidores de forma responsável e eficaz, bem como posicionar-se acerca de questões relativas a políticas científicas, garantindo às ações governamentais voltadas para a ciência uma natureza democrática com participação efetiva dos cidadãos (Miller, 2000a; 2000b).
[...]
SCHULZE, Clélia Nascimento; CAMARGO, Brigido; WACHELKE, João. Alfabetização científica e representações sociais de estudantes de ensino médio sobre ciência e tecnologia. Arquivos Brasileiros de Psicologia, v. 58, n. 2, 2006. p. 26. Disponível em: http://pepsic.bvsalud.org/pdf/arbp/ v58n2/v58n2a04.pdf. Acesso em: 15 set. 2025. Os conhecimentos científico e tecnológico são
essenciais na formação integral dos estudantes, a fim de que se tornem cidadãos críticos e capazes de compreender o mundo e suas transformações, bem como invalidar informações não científicas e inviabilizar sua veiculação. Essa criticidade, no entanto, deve estar acompanhada do respeito a diferentes opiniões para promover uma sociedade justa, igualitária e pluralista.
Ao considerar o papel do ensino de Ciências da Natureza na formação integral dos estudantes, é preciso ter em mente a importância do livro didático como uma ferramenta de apoio em sala de aula. Nesse sentido, a presente coleção foi planejada especialmente para os Anos Iniciais do Ensino Fundamental, de modo a possibilitar o avanço gradual na complexidade dos conteúdos, apoiados por atividades e procedimentos investigativos, permitindo aos estudantes entrar em contato de maneira elementar com alguns conceitos que envolvem o conhecimento científico.
Ao longo dos volumes da coleção, os estudantes são expostos a situações desafiadoras, adequadas ao nível de ensino, que promovem a curiosidade científica. Além disso, a coleção apresenta algumas sugestões metodológicas que se alinham à proposta pedagógica e que podem auxiliar no trabalho docente, podendo ser adaptável à realidade social e cultural de cada estudante.
A ação docente na sala de aula deve proporcionar aos estudantes momentos de reflexão e incentivo à investigação científica e à formação cidadã, dando a eles oportunidade para fazer questionamentos e expressar suas opiniões e ideias, suprindo as necessidades de respostas por parte dos estudantes. O professor pode, portanto, auxiliar os estudantes na busca e na construção de conhecimentos.
Nesse contexto, a presente obra busca propiciar a reflexão sobre a prática docente, ressaltando que, na formação cidadã, o papel do professor como mediador da aprendizagem é essencial, auxiliando os estudantes a desenvolverem uma postura crítica e ativa na construção do conhecimento.
[...]
No processo de mediação entre o aluno e o objeto do conhecimento, o professor atua, intencionalmente, como agente cultural externo, possibilitando aos alunos o contato com a realidade científica. Como mediador, o trabalho do professor consiste em ações intencionais que conduzem os alunos à reflexão sobre os conceitos que estão sendo propostos (GASPARIN, 2005, p. 116).
Ao propor situações concretas como problemas, o professor cria um ambiente desafiador, que [produz] respostas tanto no âmbito intelectual quanto no âmbito da ação, desestabilizando conhecimentos existentes e criando situações para a apropriação de novos conhecimentos. [...] CAMPOS, Raquel Sanzovo Pires de; CAMPOS, Luciana Maria Lunardi. A formação do professor de ciências para os anos iniciais do ensino fundamental e a compreensão de saberes científicos. Amazônia –Revista de Educação em Ciências e Matemáticas, v. 13, n. 25, jul./ dez. 2016. p. 138. Disponível em: https://periodicos.ufpa.br/index.php/ revistaamazonia/article/view/3812/4048. Acesso em: 16 set. 2025. Quando falamos de ensino de Ciência, é essencial destacar a importância dos conhecimentos prévios dos estudantes com relação aos objetos científicos obtidos fora da escola, que não devem ser descartados pelo
professor, mas sim utilizados como base para a construção da compreensão dos fenômenos naturais.
[...] Os conhecimentos prévios formam-se a partir de concepções espontâneas e intuitivas acerca de situações e fenômenos da vida cotidiana, de representações sociais transmitidas culturalmente e a partir de analogias: quando o aluno não possui imagens concretas para determinado conhecimento, faz determinadas associações, cria modelos para entendê-lo. [...]
HOFFMANN, Jussara. Avaliar para promover: as setas do caminho. 15. ed. Porto Alegre: Mediação, 2014. p. 101. Com base na identificação dos conhecimentos prévios, o professor pode planejar e rever suas ações pedagógicas, adaptando seu planejamento. Para tal, é necessário utilizar estratégias, como as apresentadas a seguir, que o auxiliam no desenvolvimento didático dos conteúdos.
Problematização
A análise de conceitos ou situações-problema no cotidiano é a problematização. Essa abordagem coloca suposições não científicas frente a explicações coerentes aos fenômenos e acontecimentos que ocorrem na sociedade e no mundo que cerca a realidade dos estudantes. Os conhecimentos prévios deles, por vezes insuficientes, podem ser confrontados com situações reais. Para buscar determinadas respostas, os conhecimentos não científicos podem ser insatisfatórios e não responder adequadamente às indagações. Com isso, há a necessidade de desenvolver novos conhecimentos para resolver os problemas, possibilitando a reconstrução das ideias e a elaboração de novas explicações.
As situações-problema apresentadas também devem ser instigantes, motivando os estudantes a reelaborar hipóteses e explicações. Além disso, o papel docente é fundamental na mediação e na desestabilização dos modelos prévios deles. O professor de Ciências pode ajudá-los em situações de conflito e na mobilização de novos conhecimentos, tornando a aprendizagem um processo ativo e significativo.
A observação é uma estratégia fundamental no ensino de Ciências, podendo ser direta ou indireta. Além dos conhecimentos prévios, os estudantes têm capacidade natural de perceber o mundo por meio dos sentidos. Essa percepção se relaciona à observação direta, que se baseia em aspectos visuais, cheiros, gostos, texturas e diferentes sensações. Nesse processo, é fundamental que eles possam manipular objetos e visitar diferentes espaços de ensino, tanto formais como informais.
A observação indireta pode utilizar diferentes instrumentos, como fotografias, filmes, micrografias e telescópios. Atividades envolvendo esse tipo de observação podem ser registradas textualmente ou por meio de desenhos.
Dessa maneira, o processo de observação utiliza a curiosidade dos estudantes, associando-os à sua capacidade de sentir o mundo ao redor e manipulá-lo quando possível, de modo a esclarecer suas dúvidas e a responder a seus questionamentos. Nesse tipo de atividade, o professor atua como mediador, solicitando a eles que façam registros, discussões e debates, confrontando suas percepções e conclusões.
Essa estratégia pode ser utilizada no início do trabalho
com determinados temas ou pode ser parte de um trabalho em grupo ou uma atividade investigativa.
Trabalho em grupo
O trabalho em grupo é uma estratégia bastante adotada em sala de aula, envolvendo a interação e a cooperação entre diferentes indivíduos.
É importante oportunizar diferentes formatos do trabalho em grupo, incluindo salas de aula invertidas, aprendizagem baseada em equipe, entre outras maneiras, de modo que todos os estudantes possam interagir e, dessa forma, colaborar uns com os outros na construção dos conhecimentos, tornando a aprendizagem um processo ativo.
O trabalho em grupo pode garantir momentos de fala, reflexão, discussão, troca de ideias e argumentação. Pela necessidade de diálogo e conclusões comuns ao grupo, os indivíduos precisam negociar e dialogar entre si, oportunizando a participação ativa de todos. Em grupo, o docente deve permitir que os estudantes se defrontem com situações que possibilitam a reorganização e a reconstrução de ideias pelo trabalho colaborativo.
Atividades de experimentação investigativa
Entre as possibilidades do ensino de Ciências está a de oportunizar aos estudantes o levantamento de hipóteses, bem como a de testá-las por meio da experimentação. Nessa estratégia, o estudante pode manipular diferentes materiais, construir objetos e ferramentas e levantar diferentes questionamentos, o que lhe permite vivenciar o saber científico.
[...]
A experimentação pode ocupar um papel essencial na consolidação de conceitos a serem apreendidos, a partir da maneira como o docente desenvolve sua metodologia durante as aulas, baseando-se naquilo que o discente já conhece e o que está apto a descobrir, já que ao se estabelecer um problema criado pelo professor que será o mediador desse processo, cabe ao aluno realizar alguns experimentos e, por meio da observação cuidadosa e da coleta de dados, obter possíveis soluções (Carvalho et al., 2009; Sasseron & Machado, 2017).
[...]
COELHO, Antonia Ediele de Freitas; MALHEIRO, João Manoel da Silva. O ensino de ciências para os anos iniciais do ensino fundamental: a experimentação como possibilidade didática. Research, Society and Development, v. 8, n. 6, 2019. Disponível em: https://rsdjournal.org/rsd/ article/view/1071/879. Acesso em: 15 set. 2025. Nesse tipo de estratégia, o professor auxilia os estudantes, levantando situações-problema e questionando como elas podem ser resolvidas. Para tal, eles levantam hipóteses e o docente os direciona a testar suas ideias. Assim, o processo de investigação científica torna-se essencial à construção de conhecimentos e o papel do professor é essencial para motivar e orientar os estudantes.
O professor deve anotar seus resultados, comparando suas observações e como elas respondem aos questionamentos iniciais. Ao confrontarem diferentes resultados, eles precisam observar as etapas e o procedimento adotado, assim como argumentar suas conclusões.
O uso de atividades de experimentação investigativa pode ter apoio de diferentes Tecnologias de Informação e
Comunicação para o Ensino (TICE).
[…]
3. As principais TICE utilizadas em atividades investigativas
Estudos em que os alunos desenvolvem atividades investigativas mediadas por tecnologias educativas vêm ganhando destaque nos últimos anos. Existem estudos que utilizam simulações e software de simulações, laboratórios virtuais, hipermídias, multimídias, internet, laboratórios remotos, smartphones, tablets e outras tecnologias digitais […] como apoio na realização de atividades de investigativas em situações de ensino aprendizagem. […]
FERNANDES, Geraldo W. Rocha; RODRIGUES, António M.; FERREIRA, Carlos Alberto Rosa. Aproximando o ensino de ciências por investigação com as Tice. In: FERNANDES, Geraldo W. Rocha; RODRIGUES, António M.; FERREIRA, Carlos Alberto Rosa. Olhares para o ensino de ciências: tecnologias digitais, atividades investigativas, concepções e argumentação. São Paulo: Livraria da Física, 2021. p. 25.
Outra alternativa ao ensino de Ciências é a visitação a espaços não formais de ensino, como planetários, herbários, parques e museus. Além de sair do ambiente de sala de aula, os estudantes vivenciam, nesses lugares, os conhecimentos científicos, tomando como base a observação. Essa experiência pode ser significativa, contribuindo para o desenvolvimento cognitivo deles.
O ensino de História tem como uma de suas premissas o trabalho com as noções de tempo e de espaço. O estudo de diferentes culturas e sociedades, localizadas em diferentes espaços e períodos históricos, permite a interação dos estudantes com diferentes contextos e organizações sociais, possibilitando a reflexão acerca da diversidade de modos de vida, valores, tradições e culturas. Ao observarem que, ao longo do processo histórico, os diferentes grupos desenvolveram percepções distintas do espaço que ocupam e diferentes percepções sobre o tempo, os estudantes podem compreender que os seres humanos pautaram suas ações cotidianas de acordo com as condições e necessidades culturais, sociais, técnicas e econômicas da realidade que vivenciavam. Dessa maneira, o estudo da História oferece subsídios para os estudantes reconhecerem características que compartilham com determinados grupos e outros que os diferenciam, favorecendo, assim, a capacidade de acolher, respeitar e valorizar as diferenças culturais e sociais.
[...] O estudo de sociedades de outros tempos e lugares pode possibilitar a constituição da própria identidade coletiva na qual o cidadão comum está inserido, à medida que introduz o conhecimento sobre a dimensão do “outro”, de uma “outra sociedade”, “outros valores e mitos”, de diferentes momentos históricos. Identidade e diferença se complementam para a compreensão do que é ser cidadão e suas reais possibilidades de ação política e de autonomia intelectual no mundo da globalização, em sua capacidade de manter e gerar diferenças econômicas, sociais e culturais como as do nosso país. [...]
ALMEIDA, Adriana Mortara et al O saber histórico na sala de aula Organização de Circe Bittencourt. São Paulo: Contexto, 2002. p. 27. (Repensando o Ensino).
Buscando valorizar a diversidade cultural, os conteúdos abordados nesta coleção privilegiam a interação com culturas de diferentes origens, destacando as histórias, os saberes e os conhecimentos dos múltiplos sujeitos históricos e dos grupos sociais que participam, direta ou indiretamente, dos processos de mudanças e permanências. Além disso, os temas propostos nesta coleção buscam promover o pensamento autônomo e crítico, considerando os estudantes sujeitos históricos que, ao longo de suas vidas, se apropriaram de diversos conhecimentos e saberes por meio das relações sociais e familiares. Nas propostas de atividades, tais conhecimentos são mobilizados para desenvolver a consciência histórica, possibilitando que os estudantes reflitam com base nos eventos do passado, compreendendo como determinadas práticas culturais foram construídas ao longo do tempo e, assim, desnaturalizar hábitos e costumes do presente, manifestados nas práticas cotidianas, para a promoção de uma sociedade mais justa e igualitária no futuro. Compreender que o presente também é resultado das práticas de outros sujeitos históricos que transformaram a sociedade por meio de suas ações cotidianas qualifica os estudantes a intervirem de maneira consciente e responsável na sociedade em que vivem. Esse contexto, por sua vez, promove a autopercepção dos indivíduos como sujeitos históricos transformadores da realidade.
[...]
Nesse contexto, um dos importantes objetivos de História no Ensino Fundamental é estimular a autonomia de pensamento e a capacidade de reconhecer que os indivíduos agem de acordo com a época e o lugar nos quais vivem, de forma a preservar ou transformar seus hábitos e condutas. A percepção de que existe uma grande diversidade de sujeitos e histórias estimula o pensamento crítico, a autonomia e a formação para a cidadania.
[...]
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular Versão final. Brasília: MEC, 2018. p. 400. Disponível em: https://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_ versaofinal_site.pdf. Acesso em: 28 ago. 2025.
Por meio do ensino de História, espera-se que os estudantes desenvolvam uma atitude historiadora durante o Ensino Fundamental. Para tal atitude e com o objetivo de aprimorar a autonomia deles, a BNCC recomenda que sejam desenvolvidos os seguintes processos: identificação, comparação, contextualização, interpretação e análise dos objetos de estudo, que serão contemplados por meio das atividades desta coleção. Acreditamos que essas intervenções são fundamentais na formação da consciência histórica, uma vez que, além de estudarem a História enquanto componente curricular, os estudantes podem compreender que também fazem parte do processo histórico, constituindo, dessa forma, verdadeiros sujeitos históricos.
A forma como os sujeitos históricos foram compreendidos pela historiografia passou por transformações significativas ao longo do tempo. Até meados do século XX, privilegiou-se a narrativa centrada em grandes acontecimentos, líderes políticos e heróis nacionais, alinhados à noção de identidade nacional. Esse modelo foi progressivamente questionado, abrindo espaço para a valorização de diferentes atores, experiências coletivas e pontos
de vista. Assim, sujeitos históricos e grupos sociais, bem como seus saberes e conhecimentos que foram esquecidos ou silenciados, passaram, cada vez mais, a enriquecer as narrativas sobre o passado. Refletir sobre uma noção ampla de sujeitos históricos possibilita que as vozes de indígenas, afro-brasileiros, mulheres, crianças, pessoas idosas e pessoas com deficiência, por exemplo, reivindiquem o protagonismo nas narrativas históricas. Não é apenas a possibilidade de reescrever os fatos com a presença dessas populações, mas viabilizar que essas histórias sejam contadas e escritas pelos próprios grupos que foram marginalizados e silenciados no processo histórico. Em vez de compreender “a história”, somos então convidados a conhecer “as histórias”.
As histórias importam. Muitas histórias importam. As histórias foram usadas para espoliar e caluniar, mas também podem ser usadas para empoderar e humanizar. Elas podem despedaçar a dignidade de um povo, mas também podem reparar essa dignidade despedaçada.
[...]
ADICHIE, Chimamanda. O perigo de uma história única. São Paulo: Companhia das Letras, 2019. p. 32.
Desse modo, há um deslocamento na compreensão tradicional da História, que, antes centrada em grandes heróis e feitos das elites econômicas e políticas, passa a privilegiar uma perspectiva que reconhece a ação cotidiana de diferentes grupos sociais como agentes de transformação. Para o Ensino Fundamental, essa abordagem implica ensinar que “fazer história” não é privilégio de alguns, mas um processo plural e coletivo, no qual os estudantes e suas famílias também se inserem como sujeitos e agentes das mudanças sociais.
Assim, por meio da apreciação de diferentes fontes históricas, sobretudo os relatos orais, buscamos oferecer uma narrativa polifônica, com diferentes pontos de vista sobre a história, no qual diferentes indivíduos compartilham seus saberes, seus conhecimentos e suas tradições.
As fontes históricas são consideradas as matérias-primas do ofício do historiador. Por meio delas, eles analisam vestígios e indícios da presença humana em determinados períodos históricos e, com base nessas evidências, produzem a escrita da História. Ao longo do desenvolvimento da ciência histórica, a relação entre os historiadores e as fontes passaram por transformações significativas, sobretudo na passagem do século XIX para o século XX. Inicialmente, os registros oficiais e formais, como documentos administrativos e diplomáticos, correspondências reais, crônicas ou outros registros produzidos pelas elites, eram considerados fontes históricas por excelência. A escolha desse universo restrito de vestígios sobre o passado delimitou a compreensão dos acontecimentos históricos, uma vez que privilegiava, em sua maioria, as experiências de determinados grupos sociais, como a elite política e econômica.
Com o passar do tempo, novas correntes historiográficas, como a Escola dos Annales, a História Cultural e a História Social, ampliaram esse escopo, reconhecendo a relevância de diferentes fontes para a prática do historiador. A partir de então, relatos orais, registros comunitários,
fotografias, processos criminais, livros, histórias em quadrinhos, filmes e objetos do cotidiano passaram a fazer parte das matérias-primas da História.
O reconhecimento dessa variedade de fontes históricas possibilitou que novos objetos, como práticas culturais, e novas abordagens, como a história vista de baixo, fossem explorados pelos historiadores, pluralizando a compreensão dos processos de mudanças e permanências. Nesta coleção, buscando apresentar diferentes pontos de vista sobre os acontecimentos históricos, selecionamos uma variedade de fontes, como representações cartográficas, registros de relatos orais, fotografias e gravuras, muitas delas produzidas por diferentes sujeitos históricos e que fornecem informações sobre realidades sociais e culturais distintas. Além disso, as atividades propostas no material visam promover a interação e a análise de fontes históricas pelos estudantes, possibilitando que eles reconheçam diferentes vestígios e resquícios das práticas humanas no passado e façam perguntas e questionamentos problematizando a construção da narrativa histórica.
Dessa maneira, a coleção contempla discussões sobre diversidade de fontes alinhadas à BNCC, reforçando a análise crítica, a interpretação de múltiplas narrativas e o protagonismo de professores e estudantes. Vale destacar que, ao trabalhar com fontes próximas da realidade dos estudantes, como memórias familiares, registros da comunidade ou manifestações culturais locais, o ensino se torna mais significativo, promovendo o desenvolvimento do senso de pertencimento e a autonomia.
AFRO -BRASILEIRA E POPULAÇÕES INDÍGENAS
O ensino de História da África, da cultura afro-brasileira e das populações indígenas é fundamental para promover uma compreensão plural do passado e conhecer a diversidade das relações sociais no Brasil. As leis nº 10.639 de 2003 e nº 11.645 de 2008 estabelecem a obrigatoriedade desses conteúdos nos currículos escolares, reconhecendo a importância de valorizar narrativas historicamente invisibilizadas ou marginalizadas. Tal perspectiva amplia as abordagens do ensino de História em sala de aula, pluralizando os sujeitos históricos, uma vez que introduz africanos, afro-brasileiros e indígenas como protagonistas da história, permitindo que os estudantes percebam múltiplas formas de atuação social ao longo do tempo.
O reconhecimento das heranças culturais afro-indígenas não se limita à transmissão de fatos ou datas; trata-se de compreender saberes, conhecimentos e resistências que configuram identidades coletivas. Exemplos de manifestações culturais, histórias e saberes transmitidos pelas tradições orais e relatos comunitários podem aproximar os estudantes das culturas africanas e indígenas. Dessa forma, o ensino deixa de privilegiar uma narrativa colonizadora única, promovendo o pensamento crítico e a reflexão ética sobre as desigualdades históricas, os silenciamentos e a diversidade cultural presente na sociedade contemporânea. Historicamente, afrodescendentes e indígenas foram representados como coadjuvantes, indivíduos oprimidos ou invisibilizados, reforçando a perspectiva eurocêntrica da história brasileira. Discutir essas representações em sala de aula, por meio de comparações entre diferentes fontes históricas, permite que os estudantes identifiquem
brechas e questionem a ideia de uma história única. No contexto brasileiro, isso inclui conhecer líderes comunitários, tradições regionais, datas comemorativas e ações de preservação territorial, destacando que a história foi construída por múltiplos grupos sociais e não apenas pelas elites econômicas e políticas do país. Essas intervenções favorecem o processo de autoconhecimento dos estudantes, que passam a compreender as próprias origens, as trajetórias familiares e os vínculos com a comunidade como parte integrante da História.
O ensino de Geografia tem um papel muito importante na preparação dos estudantes para compreenderem melhor o mundo em que vivem, sobretudo com relação às suas transformações. Essa compreensão deve ir além da descrição dos fenômenos, fundamentando-se no exercício de questionamentos e explicações com base conceitual, a fim de que a realidade seja desvendada, construída e melhorada com a participação de todos.
Com o objetivo de que nossos estudantes estabeleçam uma relação eficaz entre o senso comum e o saber científico, é imprescindível instrumentalizá-los para que possam obter e interpretar informações, analisá-las e articulá-las de modo significativo com a realidade em que vivem, a fim de interferir nela, atuando e reconhecendo-se como sujeitos no processo de produção e reprodução do espaço geográfico.
A presente coleção foi planejada especialmente para os Anos Iniciais do Ensino Fundamental. Considerando as possibilidades de conhecimentos anteriores dos estudantes, assim como a adequação à fase cognitiva deles, essa proposta visa avançar gradualmente na complexidade dos conteúdos, permitindo que os estudantes entrem em contato de maneira elementar com alguns conceitos e noções que envolvem o conhecimento geográfico.
Segundo Cavalcanti (2003, p. 24), ensinar Geografia tem o intuito de “ajudar a formar raciocínios e concepções mais articulados e aprofundados a respeito do espaço”. Ela defende que os estudantes precisam aprender a pensar sobre os acontecimentos com base nas múltiplas explicações, considerando os diversos fatores que influenciam o espaço em que vivem. Esse conhecimento contribui para formar cidadãos mais conscientes e críticos. Essa proposta visa a um trabalho mais integrado entre os aspectos físicos e os aspectos humanos para que os estudantes tenham uma formação mais integrada do mundo, reconhecendo a interdependência entre a natureza e a sociedade. Assim, eles podem compreender que as paisagens estão sempre mudando, pois o espaço geográfico é constantemente transformado pelas ações humanas. O objetivo é desenvolver habilidades que permitam aos estudantes compreender como as sociedades se relacionam entre si e com a natureza, ao longo do tempo. Para isso, é importante que se familiarizem e criem bases para compreender os principais conceitos da Geografia: lugar, paisagem, região, território e espaço geográfico Com esses conceitos, é possível estabelecer relações, ainda que elementares, entre as particularidades do local onde vivem e suas ligações com outras partes do mundo. Também se valoriza o ensino de atitudes éticas e de cuidado com o meio ambiente. A proposta visa contribuir com a formação de sujeitos críticos, capazes de refletir e agir em favor de um mundo melhor. A respeito dos principais conceitos da Geografia:
LUGAR
• O lugar é o espaço vivenciado pelas pessoas, onde elas constroem suas relações mais próximas, como a casa, a rua, a escola ou a praça. São lugares com os quais elas acabam estabelecendo algum tipo de afetividade. Embora compartilhem elementos comuns, cada lugar é único, com características físicas, culturais e sociais que o tornam especial.
PAISAGEM
• A paisagem é aquilo que se observa em um lugar, em determinado momento. Ela é formada tanto por elementos naturais (como montanhas e rios) quanto por elementos construídos pelo ser humano (como prédios e ruas). A paisagem muda com o tempo e expressa as relações entre as pessoas e a natureza.
REGIÃO
• A região é uma parte do espaço que se diferencia das outras por um conjunto de características, por exemplo, o clima, a vocação econômica, a cultura ou a organização social. Ou seja, uma região pode ser definida com base em diferentes critérios.
TERRITÓRIO
• O território é uma porção do espaço definida por relações de domínio e poder. Pode ser o espaço controlado por um país, mas também pode estar em escalas menores, como uma comunidade, uma rua ou um bairro. Souza (1995, p. 81) afirma que os territórios “são construídos (e desconstruídos)” em diferentes escalas e tempos. Isso mostra que o território existe enquanto houver relações de poder.
PRINCÍPIO
• O espaço geográfico é o resultado das relações entre sociedade e natureza ao longo do tempo. É onde as ações humanas acontecem e se materializam: como as cidades, as estradas, os campos e as indústrias. Para Santos (2021, p. 71), o espaço é o cenário onde a história acontece e está sempre sendo transformado.
• A proposta desta coleção é contribuir para que os estudantes desenvolvam um olhar crítico e atento sobre o espaço em que vivem, compreendendo que ele está em constante mudança e que elas são resultado das ações humanas. Ao compreenderem e vivenciarem os conceitos da Geografia de forma progressiva e integrada, os estudantes podem se tornar capazes de compreender melhor o mundo e atuar nele de forma consciente, ética e responsável.
No ensino de Geografia, o raciocínio geográfico refere-se à capacidade de analisar criteriosamente o espaço geográfico por meio da observação, comparação e compreensão das interações entre a sociedade. No Ensino Fundamental, seu desenvolvimento é essencial para a formação do pensamento e das noções espaciais dos estudantes, a fim de que sejam capazes de compreender a organização e as dinâmicas do espaço vivido.
De acordo com a BNCC (2018):
O raciocínio geográfico, uma maneira de exercitar o pensamento espacial, aplica determinados princípios (Quadro 1) para compreender aspectos fundamentais da realidade: a localização e a distribuição dos fatos e fenômenos na superfície terrestre, o ordenamento territorial, as conexões existentes entre componentes físico-naturais e as ações antrópicas.
Quadro 1 – Descrição dos princípios do raciocínio geográfico
Analogia Um fenômeno geográfico sempre é comparável a outros. A identificação das semelhanças entre fenômenos geográficos é o início da compreensão da unidade terrestre.
Conexão Um fenômeno geográfico nunca acontece isoladamente, mas sempre em interação com outros fenômenos próximos ou distantes.
Diferenciação É a variação dos fenômenos de interesse da Geografia pela superfície terrestre (por exemplo, o clima), resultando na diferença entre áreas.
Distribuição Exprime como os objetos se repartem pelo espaço.
Extensão Espaço finito e contínuo delimitado pela ocorrência do fenômeno geográfico.
Localização
Posição particular de um objeto na superfície terrestre. A localização pode ser absoluta (definida por um sistema de coordenadas geográficas) ou relativa (expressa por meio de relações espaciais topológicas ou por interações espaciais).
Ordem Ordem ou arranjo espacial é o princípio geográfico de maior complexidade. Refere-se ao modo de estruturação do espaço de acordo com as regras da própria sociedade que o produziu.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Versão final. Brasília: MEC, 2018. p. 359-360. Disponível em: https://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf. Acesso em: 28 ago. 2025. O trabalho com o raciocínio geográfico é transversal e interdisciplinar e pode ser mobilizado em diferentes componentes curriculares, como Ciências, História, Matemática e Língua Portuguesa, ao sugerir estratégias que acionem seus princípios.
No contexto da Geografia escolar, o raciocínio geográfico promove o desenvolvimento das noções espaciais, além de favorecer a alfabetização cartográfica. Alguns exemplos de situações didáticas que possibilitam o de-
senvolvimento desse raciocínio, tendo como base os lugares de vivência do estudante, são a análise do percurso casa-escola, a leitura crítica do entorno da escola, a observação de elementos naturais e antrópicos na paisagem e a comparação de diferentes espaços conhecidos.
Os estudos de Geografia contam, em muitos momentos, com a linguagem cartográfica como articuladora da
formação do conhecimento geográfico dos estudantes. Ler, interpretar, compreender e elaborar representações cartográficas confere a eles habilidades muito importantes para o estudo do espaço, das características físicas, da dinâmica e das transformações que são ocasionadas por agentes naturais ou humanos.
O domínio de noções cartográficas também contribui para a formação de indivíduos autônomos com relação à localização e à orientação, assim como em seu deslocamento no espaço.
Nesta coleção, essas noções são desenvolvidas de maneira elementar e estruturante, preparando os estudantes por meio dos mais diferentes procedimentos, como observação, análise, descrição, síntese, analogia e representação, para que estejam aptos a obter e registrar as mais diferentes informações por meio de representações cartográficas. Em vários momentos também são propostas temáticas e atividades que propiciam o desenvolvimento de noções de lateralidade, proporcionalidade, deslocamento, orientação e localização e pontos de vista. Esse conjunto de habilidades e noções colabora com a alfabetização cartográfica dos estudantes.
No Ensino Fundamental, o professor pode propor atividades simples, como desenhar o trajeto até a escola, criar mapas afetivos da escola ou do bairro, ouvir histórias de familiares sobre o lugar de vivência e representá-lo em diferentes épocas. Essas práticas, inspiradas também na etnocartografia, ou seja, nos mapas sociais produzidos por indivíduos ou grupos de uma comunidade tradicional, não utilizam obrigatoriamente conhecimento técnico avançado e ajudam os estudantes a reconhecer e valorizar seu lugar no mundo, fortalecendo a relação entre o conteúdo escolar e a vida cotidiana.
Ao conceber a cartografia como linguagem geográfica e, sempre que possível, utilizá-la como mediadora pedagógica, o professor amplia as possibilidades de ensino de Geografia e de outros componentes. Ao compreenderem o espaço, refletirem sobre ele e se expressarem por meio de representações, os estudantes deixam de ser apenas leitores de mapas e se tornam seus produtores. A cartografia, assim, torna-se ponte entre o conteúdo escolar e o espaço vivido, contribuindo para formar sujeitos autônomos, críticos e capazes de atuar no mundo tendo como base seus lugares de vivência.
O quadro apresentado a seguir mostra a progressão dos conteúdos deste volume, destacando as habilidades dos componentes curriculares Geografia, História e Ciências da Natureza, as competências gerais (CG), as competências específicas de Geografia (CEG), as competências específicas de História (CEH) e as competências específicas de Ciências da Natureza (CEC), bem como os temas
contemporâneos transversais da BNCC trabalhados em cada unidade.
Trata-se de um quadro que pode ser utilizado para ter uma visão geral dos conteúdos das unidades, assim como facilitar a busca por orientações e comentários de práticas pedagógicas sugeridas nas orientações ao professor correspondentes ao Livro do Estudante.
Unidade 1 – Marcando a passagem
Tema Conteúdos
1 – Diferentes tempos
2 – Relógios: passado e presente
3 – A terra em movimento
• Tempos histórico, cronológico e da natureza
• Horas, minutos e segundos
• Marcadores de tempo
• Ampulheta, relógio de sol e clepsidra
• Mudanças de posição e tamanho das sombras
• Passagem do tempo
• Posição aparente do Sol no céu
• Movimento de rotação da Terra
• Períodos do dia e da noite
4 – Os dias e a semana
5 – O ano e a passagem dos meses
6 – Diferentes tipos de calendário
• Dias e semanas
• Calendário
• Semanas e meses do ano
• Feriados e datas comemorativas
• Tipos de calendários
• Calendários indígenas, maia e chinês
Habilidades da BNCC Competências gerais e específicas
EF02CI04; EF02HI03; EF02HI07
EF02CI01; EF02HI07
EF02CI07; EF02GE06
CEH: 2
Temas contemporâneos transversais
CG: 2, 4 CEC: 2, 3, 4
EF02HI06; EF02HI07 CEH: 3
EF02HI06; EF02HI07 CEH: 3
EF02HI07 CEC: 4
CEH: 2
Diversidade cultural Educação para valorização do multiculturaalismo nas matrizes históricas e culturais brasileiras
Unidade 1 – Marcando a passagem do tempo
Tema Conteúdos Habilidades da BNCC
7 – Efeito estufa natural
• Efeito da luz solar em diferentes materiais
• Absorção e reflexão da luz solar
• Composição da luz branca
• Interação da luz com objetos de diferentes cores
• Efeito estufa natural
• A pele e a luz solar
8 – As transformações em nosso dia a dia
• Lugares transformados pelas pessoas
• Lugares transformados pela ação da natureza
• Transformações rápidas e transformações lentas dos lugares
Tema Conteúdos
9 – O meu cotidiano
10 – Noções de tempo
11 – O dia a dia da família
12 – O dia a dia no espaço da escola
13 – Objetos do cotidiano
• Atividades do cotidiano
• Rotinas
• Organização do cotidiano
• Diversidade de cotidianos
• Períodos do dia e as atividades diárias
• Noções temporais: antes, durante, ao mesmo tempo e depois
• Cotidiano da família.
• Noções de tempo
• Espaço da escola
• Diferentes pontos de vista: frontal, oblíquo e vertical
• Símbolos nas representações
• Objetos do cotidiano
• Materiais dos objetos
• Características dos materiais
• Extração de materiais do ambiente
• Desenvolvimento de novos materiais
EF02CI08
Competências gerais e específicas
CG: 4, 5, 8
CEC: 2, 3, 6, 7, 8
EF02GE05; EF02GE08
CG: 1, 2
CEG: 1, 3
EF02HI02; EF02HI06; EF02HI07; EF02GE04; EF02GE06
EF02HI06
EF02HI06; EF02HI08
EF02HI06; EF02GE08; EF02GE09; EF02GE10
EF02CI01; EF02CI02
CEH: 4
CEH: 3
CG: 7
CEC: 4, 5
Unidade 3 – Contando a nossa história
Tema Conteúdos
14 – Meus documentos e objetos pessoais
15 – Narrando minhas histórias
16 – Objetos e documentos escolares
17 – Memórias da comunidade
18 – Materiais do passado, do presente e do futuro
• Documentos pessoais
• Objetos pessoais
• Memória e fontes históricas
• Histórias pessoais
• Registros e memórias
• Histórias da família
• Objetos e documentos escolares como fontes históricas
• Tradições orais
• Diferentes registros sobre as histórias da comunidade
• Mudanças nos objetos ao longo do tempo: tamanho, formato e materiais utilizados em sua fabricação
Temas contemporâneos transversais
Saúde
Habilidades da BNCC
EF02HI04; EF02HI05
EF02HI04; EF02HI05; EF02GE05
EF02HI04; EF02CI01
EF02HI02
EF02CI01; EF02GE03
Competências gerais e específicas
CEH: 6
Temas contemporâneos transversais
CEC: 1, 4
Educação ambiental Educação para o consumo Ciência e tecnologia
Temas contemporâneos transversais
Ciência e tecnologia
Unidade 3 – Contando a nossa história
Tema Conteúdos
19 – Objetos pessoais: preservar ou descartar?
20 – Lembranças da família: fontes históricas
21 – Convivência na família
22 – A prevenção é o melhor cuidado!
• Objetos como fontes de memória e história
• Preservação de objetos e registros
• Memória
• Museus
• Fontes históricas
• Histórias e tradições da família e da comunidade
• Relatos orais como fontes históricas
• Diversidade de histórias e cotidianos das famílias
• Prevenção de acidentes domésticos
Habilidades da BNCC
EF02HI08; EF02HI09
Competências gerais e específicas
Temas contemporâneos transversais
EF02GE02; EF02HI03; EF02HI04; EF02HI08
EF02HI01; EF02HI02
EF02CI03; EF02GE10
CG: 3, 6, 9
CEH: 3
CEH: 4
CG: 8
CEC: 7
Tema Conteúdos
23 – Grupos de convivência
• Grupos de convivência na comunidade e na escola
• Comunidades indígenas e quilombolas
• Representação do espaço da comunidade
24 – Lembranças da comunidade
25 – Cotidiano e história da comunidade
26 – Transformação dos bairros
• Espaços de memória da comunidade
• Lembranças e memórias da comunidade
• Cotidiano das comunidades em diferentes épocas
• Transformação dos bairros
• Expressões culturais no município
27 – Em cada lugar, um caminho diferente
28 – As ruas são diferentes
29 – Os caminhos e os meios de transporte
30 – O trânsito em nosso dia a dia
• Diferentes caminhos no dia a dia
Habilidades da BNCC
EF02HI01; EF02HI02; EF02HI03; EF02GE08
EF02HI08
Competências gerais e específicas
CEG: 4
31 – Meios de comunicação em nosso dia a dia
• As ruas e suas características
• Construção de uma maquete
• Cuidados com as ruas
• Meios de transporte
• Tipos de meios de transporte
• Meios de transporte ao longo do tempo
• Trânsito
• Cuidados no trânsito
• Regras e sinalização de trânsito
• Meios de comunicação
• Meios de comunicação ao longo do tempo
• Cuidados com a energia elétrica
EF02HI03; EF02HI10
EF02GE01; EF02GE04; EF02GE05
EF02GE04; EF02GE08; EF02GE09
EF02GE02; EF02GE08; EF02GE10
EF02GE03; EF02GE04; EF02GE08
EF02GE03; EF02GE06; EF02CI03
EF02GE03; EF02CI03
CEG: 3
CEH: 5
Diversidade cultural
Saúde
Temas contemporâneos transversais
Educação para valorização do multiculturalismo nas matrizes históricas e culturais brasileiras
CEG: 3
CG: 9
CEG: 3, 5, 6, 7
Educação ambiental Vida familiar e social
Ciência e tecnologia
CEG: 7 CEC: 6, 7, 8
Educação para o trânsito Vida familiar e social Saúde
Educação em direitos humanos
CG: 8 CEG: 7
Ciência e tecnologia
Vida familiar e social
Unidade 5 – O ser humano e o meio ambiente
Tema Conteúdos Habilidades da BNCC
32 – O solo, o ar e os seres vivos
• A importância do solo para as plantas e os animais
• Uso do solo pelos seres humanos
• A importância do ar para os animais e as plantas
• O ar e as atividades humanas
33 – A água, a luz solar e os seres vivos
34 – A natureza e as atividades econômicas
35 – Trabalho na comunidade
36 – As atividades econômicas e a natureza
37 – Os trabalhos e os impactos ambientais
Tema
38 – Características dos ambientes
39 – Os animais no ambiente
40 – As plantas no ambiente
41 – Partes das plantas
• A importância da água para as plantas e os animais
• Uso da água pelos seres humanos
• A importância da luz solar para as plantas e os animais
• O uso da luz solar pelos seres humanos
• Atividades econômicas: agricultura, pecuária, extrativismo, indústria, comércio e prestação de serviços
• Atividades econômicas no cotidiano
• Diferentes tipos de trabalho na comunidade
• Tipos de trabalho ao longo do tempo
• Atividades econômicas e as transformações do meio ambiente
• Poluição das águas, dos solos e do ar
• Desmatamento
• Impactos no ambiente causados por diferentes formas de trabalho
EF02GE11; EF02CI04; EF02CI05; EF02CI06
EF02GE11; EF02CI04; EF02CI05; EF02CI06
Competências gerais e específicas
CG: 2 CEC: 2, 3
EF02CI08; EF02CI09; EF02GE07
EF02HI02; EF02HI10
EF02GE07; EF02GE11
CG: 2, 3, 4, 6, 8
CEC: 1, 2, 3, 6, 7
Temas contemporâneos transversais
Diversidade cultural Saúde
Ciência e tecnologia
CG: 4
CEG: 3
CEH: 1, 3
CEG: 6
EF02HI11; EF02GE04
CG: 2, 7
CEG: 5
CEC: 5
Unidade 6 – Vamos cuidar do meio ambiente
Conteúdos
• Diferentes ambientes da Terra
• Relação entre os seres vivos e o ambiente
• Características dos animais
• Ciclo de vida dos animais
• Ciclo de vida das plantas
• A importância do solo, da água e da luz solar para as plantas
• As plantas e os ambientes
• Partes das plantas e suas funções
• Uso das plantas pelo ser humano
Educação ambiental
Habilidades da BNCC Competências gerais e específicas Temas contemporâneos transversais
EF02CI04
CG: 4
CEG: 2, 3
CEC: 6
EF02CI04; EF02CI06
EF02GE11; EF02CI04; EF02CI05
EF02CI01; EF02CI04; EF02CI06
CEC: 2, 3, 7 Processo de envelhecimento, respeito e valorização do idoso
CG: 2, 4
CEC: 2, 3
CG: 6
CEC: 2, 3, 5
Educação para valorização do multiculturalismo nas matrizes históricas e culturais brasileiras
Educação alimentar e nutricional Saúde
Unidade 6 – Vamos cuidar do meio ambiente
Tema Conteúdos
42 – As plantas e os outros seres vivos
43 – Eu e a natureza
44 – Diferentes povos e sua relação com a natureza
• A relação das plantas com outros seres vivos
• Consumo consciente
• Atividades econômicas e alguns cuidados com a natureza
• Povos indígenas e povos ribeirinhos e a relação com a natureza
Habilidades da BNCC
EF02CI06
EF02HI11; EF02GE11
Competências gerais e específicas
CG: 1
CEC: 1
CG: 1
CEG: 6, 7
CEC: 1
EF02HI11; EF02GE04
CG: 4 CEG: 6
Temas contemporâneos transversais
Ciência e tecnologia
Trabalho
Educação ambiental Educação para o consumo
Trabalho
Educação financeira
Diversidade cultural Educação ambiental Educação para valorização do multiculturalismo nas matrizes históricas e culturais brasileiras
As propostas de cronogramas apresentadas a seguir têm como objetivo orientar a distribuição das unidades em planejamentos bimestrais, trimestrais e semestrais, respeitando a organização dos volumes anteriormente mencionada. Cabe destacar que essas sugestões não contemplam outras atividades que possam surgir ao longo do ano letivo, como projetos, eventos escolares ou avaliações institucionais, e que devem ser incorporadas ao planejamento de forma articulada. Para elaborar essas sugestões, consideramos 200 dias letivos de aula, ou 40 semanas; no entanto, o cronograma deve ser ajustado conforme as especificidades de cada turma, levando em consideração o contexto, o ritmo de aprendizagem dos estudantes e o uso de diferentes recursos e estratégias pedagógicas, que vão além do livro didático.
Sugestão de planejamento bimestral
Bimestre Unidades
Vamos iniciar
1º bimestre
2º bimestre
Unidade 1 - Marcando a passagem do tempo
Unidade 2 - Nosso cotidiano
Unidade 3 - Contando a nossa história
Unidade 4 - A vida na comunidade
3º bimestre
4º bimestre
Sugestão de planejamento trimestral
TrimestreUnidades
Vamos Iniciar
1º trimestre
2º trimestre
Unidade 5 - O ser humano e o meio ambiente
Unidade 6 - Vamos cuidar do meio ambiente
Vamos Concluir
3º trimestre
Unidade 1 - Marcando a passagem do tempo
Unidade 2 - Nosso cotidiano
Unidade 3 - Contando a nossa história
Unidade 4 - A vida na comunidade
Unidade 5 - O ser humano e o meio ambiente
Unidade 6 - Vamos cuidar do meio ambiente
Vamos Concluir
Sugestão de planejamento semestral
SemestreUnidades
Vamos Iniciar
Unidade 1 - Marcando a passagem do tempo
1º semestre
Unidade 2 - Nosso cotidiano
Unidade 3 - Contando a nossa história
Unidade 4 - A vida na comunidade
Unidade 5 - O ser humano e o meio ambiente
2º semestre
Unidade 6 - Vamos cuidar do meio ambiente
Vamos Concluir
COSTA, Renato Pinheiro da; CASSIMIRO, Élida Estevão; SILVA, Rozinaldo Ribeiro da. Tecnologias no processo de alfabetização nos anos iniciais do ensino fundamental. Docência e Cibercultura, Rio de Janeiro, v. 5, n. 1, jan./abr. 2021. Disponível em: https://www.e-publicacoes.uerj.br/re-doc/article/ view/53068/36747. Acesso em: 16 ago. 2025.
Nesse artigo, os autores abordam a influência da tecnologia no desenvolvimento do processo de alfabetização.
FERNANDES, Geraldo W. Rocha; RODRIGUES, António M.; FERREIRA, Carlos Alberto Rosa. Olhares para o ensino de ciências: tecnologias digitais, atividades investigativas, concepções e argumentações. São Paulo: Livraria da Física, 2021.
Livro que explora a importância e os modos de aplicação das tecnologias no ensino de Ciências.
FERREIRA, Marieta de Moraes; OLIVEIRA, Margarida Maria Dias de (coord.). Dicionário de ensino de história. Rio de Janeiro: FGV, 2019.
Obra que reúne verbetes que abordam diferentes aspectos do ensino de História, como a produção do currículo e as relações com a historiografia, além de conhecimentos e atividades relacionados à prática docente.
HAYDT, Regina Cazaux. Avaliação do processo ensino-aprendizagem. São Paulo: Ática, 2008.
Nesse livro, a autora explicita que a avaliação deve ser uma ação contínua, pois faz parte do processo de ensino-aprendizagem. Por isso, a ação avaliativa também deve ser aplicada de diversas maneiras para diagnosticar, controlar e classificar esse processo.
KINDEL, Eunice Aita Isaia. Práticas pedagógicas em ciências: espaço, tempo e corporeidade. Porto Alegre: Edelbra, 2012.
Esse livro apresenta sugestões lúdicas de como desenvolver em sala de aula conceitos de Ciências, valorizando os conhecimentos que os estudantes levam consigo para a sala de aula e tomando como base aquilo que desperta a curiosidade deles.
LESANN, Janine. Geografia no ensino fundamental I. Belo Horizonte: Fino Traço, 2010.
Esse livro aborda diversas atividades práticas e orientações pedagógicas e didáticas para o ensino de Geografia, com o intuito de contribuir para o trabalho dos professores em sala de aula.
LIMA, Aurilia de Brito et al. (org.). Políticas de inclusão na educação básica. Curitiba: Appris, 2024.
Coletânea de textos que abordam os principais marcos das políticas públicas relacionadas à inclusão, desde as temáticas mais amplas até as mais específicas.
NACARATO, Adair Mendes et al. (org.). Práticas de letramento matemático nos anos iniciais: experiências, saberes e formação docente. Campinas: Mercado de Letras, 2018.
Esse livro apresenta informações referentes a uma pesquisa desenvolvida no âmbito do programa Observatório da Educação, no período de 2013 a 2017, de modo a promover a formação docente e a prática do letramento matemático em sala de aula.
PICCOLI, Luciana; CAMINI, Patrícia. Práticas pedagógicas em alfabetização: espaço, tempo e corporeidade. Porto Alegre: Edelbra, 2012.
Esse livro apresenta sugestões de práticas pedagógicas que possibilitam desenvolver a oralidade, a escrita e a leitura de maneira aliada entre si.
RIOS, Zoé; LIBÂNIO, Márcia. Da escola para casa. Belo Horizonte: RHJ, 2018.
Livro que apresenta sugestões, explicações e orientações a respeito de atividades extraescolares, auxiliando professores no processo de alfabetização nos Anos Iniciais.
VICKERY, Anitra. Aprendizagem ativa nos anos iniciais do ensino fundamental. Porto Alegre: Penso, 2016.
O livro aborda a importância da aprendizagem ativa e do protagonismo do estudante para a concretização do processo de aprendizagem em sala de aula. Além disso, traz a teoria e a prática da aprendizagem ativa, reunindo pesquisas e estudos de casos que vão inspirar os professores a criarem e explorarem estratégias para desenvolver a própria abordagem de ensino.
ADICHIE, Chimamanda. O perigo de uma história única. São Paulo: Companhia das Letras, 2019.
Nesse texto, a escritora nigeriana Chimamanda Adichie critica a estereotipação e a narrativa eurocêntrica da história, convidando os leitores a refletirem sobre a importância da pluralização dos pontos de vista com relação aos eventos históricos.
ALMEIDA, Adriana Mortara et al. O saber histórico na sala de aula. Organização de Circe Bittencourt. São Paulo: Contexto, 2002. (Repensando o Ensino).
Nessa obra, os autores promovem a reflexão acerca das práticas de ensino de História, discutindo a relevância dos métodos de ensino.
ALMEIDA, Rosângela Doin de. Do desenho ao mapa: iniciação cartográfica na escola. 5. ed. São Paulo: Contexto, 2016. (Caminhos da Geografia).
A autora aborda o processo de construção da percepção espacial pelas crianças e os caminhos que elas percorrem até conseguirem representá-lo, iniciando pelo desenho e avançando para formas mais complexas de representação cartográfica.
BACICH, Lilian; MORAN, José (org.). Metodologias ativas para uma educação inovadora: uma abordagem teóricoprática. Porto Alegre: Penso, 2018. Esse livro apresenta a importância das estratégias de metodologias ativas para desenvolver a autonomia dos estudantes, valorizando a participação efetiva deles no processo de aprendizado.
BARROS, José D’Assunção. Fontes históricas: introdução aos seus usos historiográficos. Petrópolis: Vozes, 2019. Nesse livro, o autor discute o papel das fontes históricas no ofício do historiador, debatendo a historicidade das fontes, a introdução de novas abordagens, os usos e os métodos.
BENDER, William N. Aprendizagem baseada em projetos: educação diferenciada para o século XXI. Tradução de Fernando de Siqueira Rodrigues. Porto Alegre: Penso, 2014.
Nesse livro, o autor destaca as diretrizes práticas para o trabalho com projetos em sala de aula, fornecendo subsídios para o professor planejar aulas mais eficazes e motivadoras.
BNCC na prática: tudo que você precisa saber sobre história. São Paulo/Rio de Janeiro: Nova Escola: Fundação Lemann, 2018.
A obra, resultado da parceria entre a revista Nova Escola e a Fundação Lemann, contém capítulos voltados para estratégias de ensino, objetivos de aprendizagem, dicas de materiais e tópicos explicativos sobre a BNCC. O material apresenta, ainda, discussões acerca das mudanças ocorridas e a prática do professor em sala de aula com a implantação da BNCC.
BRASIL. Congresso Nacional. Grupo de trabalho Alfabetização infantil: os novos caminhos: relatório final. Brasília: Câmara dos Deputados, 2019. Disponível em: http:// alfabetizacao.mec.gov.br/images/pdf/alfabetizacao_infanti_ novos_caminhos_gastao_vieira.pdf. Acesso em: 5 set. 2025. Esse relatório é um dos primeiros documentos produzidos no país sobre a temática e apresenta as pesquisas de cientistas internacionais da Ciência Cognitiva da Leitura que poderiam contribuir de modo significativo para a política de alfabetização do Brasil.
BRASIL. Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8069.htm. Acesso em: 5 set. 2025.
Também conhecido como ECA, esse documento visa garantir os direitos fundamentais de crianças e adolescentes, assegurando proteção integral, saúde, educação e dignidade.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Versão final. Brasília: MEC, 2018. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_ EF_110518_versaofinal_site.pdf. Acesso em: 5 set. 2025.
Documento que determina as competências gerais e específicas, as habilidades e as aprendizagens que os estudantes brasileiros da Educação Básica precisam desenvolver e colocar em prática ao longo de sua trajetória escolar.
BRASIL. Ministério da Educação. Conscientização para o uso de celulares na escola: por que precisamos falar sobre isso?
Brasília: MEC, 2025. Disponível em: https://www.gov.br/mec/ pt-br/celular-escola/guia-escolas.pdf. Acesso em: 9 ago. 2025.
Esse documento traz orientações práticas que ajudam o professor na implantação da Lei nº 15.100, que regulamenta o uso de dispositivos eletrônicos portáteis pelos estudantes nas escolas.
BRASIL. Ministério da Educação. Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais da Educação Básica. Brasília: MEC: SEB: Dicei, 2013. Disponível em: https://portal.mec.gov.br/docman/ julho-2013-pdf/13677-diretrizes-educacao-basica-2013-pdf/ file. Acesso em: 5 set. 2025.
Esse documento traz princípios, fundamentos e procedimentos que norteiam as políticas públicas de educação e auxiliam o professor a elaborar, planejar, executar e avaliar práticas pedagógicas na Educação Básica.
BRASIL. Ministério da Educação. Temas contemporâneos transversais na BNCC: contexto histórico e pressupostos pedagógicos. Brasília: MEC, 2019. Disponível em: http:// basenacionalcomum.mec.gov.br/images/implementacao/ contextualizacao_temas_contemporaneos.pdf. Acesso em: 5 set. 2025.
Esse documento apresenta os temas contemporâneos transversais da BNCC e explica a importância de sua utilização no processo de ensino-aprendizagem.
BRITO, Giseli Artioli; FLORES, Maria Marta Lopes. A inclusão de alunos com deficiência intelectual: em foco as práticas pedagógicas. Boletim de Conjuntura, Boa Vista, ano V. 16, n. 48, 2023. Disponível em: https://revista.ioles.com.br/ boca/index.php/revista/article/view/2879/966. Acesso em: 18 ago. 2025.
Nesse artigo, as autoras abordam os principais aspectos que influenciaram os resultados de uma pesquisa sobre a inclusão escolar e a qualidade da educação.
CARLOS, Ana Fani Alessandri (org.). A geografia na sala de aula. 9. ed. São Paulo: Contexto, 2018.
Essa obra, composta de artigos de vários autores de destaque, trabalha abordagens sobre o ensino de Geografia para estudantes da atualidade, contemplando temas diversos, como cidadania, história do pensamento geográfico, cartografia, cinema, televisão, metrópole e responsabilidades sociais para a compreensão do espaço geográfico.
SOUZA, Marcelo José Lopes. O território: sobre espaço e poder, autonomia e desenvolvimento. In: CASTRO, Iná Elias de; GOMES, Paulo Cesar da Costa; CORRÊA, Roberto Lobato (org.). Geografia: conceitos e temas. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1995.
O autor aborda o conceito de território considerando-o como o resultado de uma construção social marcada por relações de poder.
CAVALCANTI, Lana de Souza. Geografia, escola e construção de conhecimentos. 4. ed. Campinas: Papirus, 2003. (Magistério: Formação e Trabalho Pedagógico).
O livro discute como o ensino de Geografia pode ir além da memorização de mapas e conteúdos, ajudando os estudantes a entenderem a realidade em que vivem. A autora propõe uma Geografia escolar que valoriza o pensamento crítico, o cotidiano dos estudantes e o papel ativo do professor na construção do conhecimento.
COELHO, Antonia Ediele de Freitas; MALHEIRO, João Manoel da Silva. O ensino de ciências para os anos iniciais do ensino fundamental: a experimentação como possibilidade didática. Research, Society and Development, v. 8, n. 6, 2019. Disponível em: https://www.redalyc.org/ jatsRepo/5606/560662197022/html/index.html. Acesso em: 15 set. 2025.
Esse trabalho apresenta uma investigação sobre a concepção de experimentação como didática no ensino de Ciências.
CORDEIRO, Claudia Talochinski; OLIVEIRA, Ivanete da Rosa Silva de (org.). Educação e políticas inclusivas: ressignificando a diversidade. Londrina: Syntagma Editores, 2020.
Nessa obra, as autoras discutem a inclusão de estudantes com deficiência na escola regular.
DIAS, Genebaldo Freire. Dinâmicas e instrumentação para educação ambiental. São Paulo: Gaia, 2010.
Estratégias e sugestões de trabalho em sala de aula são apresentadas nesse livro, que apoia o professor em abordagens com noções e conceitos que envolvem a Educação Ambiental.
DINIZ, Margareth; VASCONCELOS, Renata Nunes (org.). Pluralidade cultural e inclusão na formação de professores e professoras. Belo Horizonte: Formato Editorial, 2004.
Nessa obra, as autoras propõem reflexões sobre as práticas educativas e as ações pedagógicas voltadas para uma postura inclusiva.
FAZENDA, Ivani (org.). O que é interdisciplinaridade? 2. ed. São Paulo: Cortez, 2013.
Nesse livro, a autora destaca como são feitas e articuladas diferentes áreas de conhecimento, sob a mediação do professor, ao longo de etapas de projetos que nascem e se desenvolvem dentro das salas de aula.
FAZENDA, Ivani (coord.). Práticas interdisciplinares na escola. 8. ed. São Paulo: Cortez, 2017.
Nessa obra, os organizadores reúnem diversos textos sobre práticas docentes interdisciplinares no espaço escolar. FERNANDES, Domingos. Avaliação formativa. Lisboa: Universidade de Lisboa/Instituto de Educação, 2021. Disponível em: https://apoioescolas.dge.mec.pt/sites/ default/files/2021-02/folha_avaliacao_formativa.pdf. Acesso em: 6 set. 2025.
Esse material apresenta ações práticas que podem auxiliar o professor no planejamento das estratégias de avaliação.
FERNANDES, Geraldo W. Rocha; RODRIGUES, António M.; FERREIRA, Carlos Alberto Rosa. Aproximando o ensino de ciências por investigação com as Tice. In: FERNANDES, Geraldo W. Rocha; RODRIGUES, António M.; FERREIRA, Carlos Alberto Rosa. Olhares para o ensino de ciências: tecnologias digitais, atividades investigativas, concepções e argumentação. São Paulo: Livraria da Física, 2021.
Livro que explora como a tecnologia pode ser uma aliada no método de atividades investigativas para o ensino de Ciências.
FERREIRO, Emilia. Alfabetização em processo. 21. ed. São Paulo: Cortez, 2015.
Nesse livro, a autora explica como o processo de alfabetização ocorre no cérebro dos estudantes e sua influência no desenvolvimento dos conhecimentos de outras áreas.
FRISCH, Michael. A história pública não é uma via de mão única, ou, de a Shared Authority à cozinha digital, e viceversa. In: MAUAD, Ana Maria; ALMEIDA, Juniele Rabêlo de; SANTHIAGO, Ricardo (org.). História pública no Brasil: sentidos e itinerários. São Paulo: Letra e Voz, 2016.
Nesse capítulo, o autor promove a reflexão sobre a importância da autoridade compartilhada e do papel do historiador na esfera pública.
HAYDT, Regina Cazaux. Avaliação do processo ensinoaprendizagem. São Paulo: Ática, 2008.
Nesse livro, a autora explicita que a avaliação deve ser uma ação contínua, pois faz parte do processo de ensino-aprendizagem. Por isso, a ação avaliativa também deve ser aplicada de diversas maneiras para diagnosticar, controlar e classificar esse processo.
HOFFMANN, Jussara. Avaliar para promover: as setas do caminho. 15. ed. Porto Alegre: Mediação, 2014.
Aborda as relações entre uma concepção dialética de avaliação e os caminhos da aprendizagem.
JOIA, Michele. A inclusão de crianças na escola: o papel do educador diante das dificuldades de aprendizagem. 2. ed. Rio de Janeiro: Wak, 2023.
Nesse livro, a autora fornece dicas sobre a inclusão na escola com base em conhecimentos que ela construiu com base em sua experiência em sala de aula.
MAGALHÃES, Marcelo de Souza et al Ensino de história: usos do passado, memória e mídia. Rio de Janeiro: FGV, 2014. Livro que reúne textos de diversos estudiosos sobre o ensino de História. Tem como objetivo apresentar reflexões sobre a História e as relações entre passado e presente no cotidiano escolar, assim como no âmbito acadêmico.
MAINGAIN, Alain; DUFOUR, Barbara. Abordagens didáticas da interdisciplinaridade. Lisboa: Instituto Piaget, 2008.
Essa obra propõe uma reflexão a respeito da interdisciplinaridade e das condições favoráveis para a transdisciplinaridade.
MARTINELLI, Marcello. Mapas da geografia e cartografia temática. São Paulo: Contexto, 2003.
Nesse livro, o trabalho com gráficos e mapas é desmistificado e orientações práticas são apresentadas por meio de exemplos. Importantes noções elementares e complexas fundamentam o trabalho do professor em sala de aula.
MELLO, Fabiane de Oliveira; ALLIPRANDINI, Paula Mariza Zedu. Estratégias de aprendizagem de alunos do ensino fundamental em processo de alfabetização. Revista de Psicología, Lima, v. 40, n. 2, 2022. Disponível em: https:// revistas.pucp.edu.pe/index.php/psicologia/article/ view/25503/24038. Acesso em: 16 ago. 2025.
Nesse artigo, as autoras fazem uma análise qualitativa
de algumas estratégias de ensino comumente utilizadas no processo de alfabetização.
MOREIRA, Antonio Flávio; CANDAU, Vera Maria (org.). Multiculturalismo: diferenças culturais e práticas pedagógicas. Petrópolis: Vozes, 2008.
O termo multiculturalismo tem sido amplamente usado e envolve distintas instâncias. Na escola, apresenta relação direta com a pluralidade cultural e a realidade cultural contemporânea. A obra tem como objetivo incentivar discussões, estudos e pesquisas que instiguem práticas renovadas em prol de uma sociedade mais justa e solidária.
REIS, Ana Valéria Sampaio de Almeida; DAROS, Thuinie; TOMELIN, Karina Nones. Layouts criativos para aulas inovadoras. Maringá: B42, 2023.
Nesse livro, as autoras sugerem diferentes estratégias de layout das salas de aula a fim de envolver e criar experiências marcantes para os estudantes.
SANTOS, Milton. Metamorfoses do espaço habitado: fundamentos teóricos e metodológicos de geografia. 6. ed. São Paulo: Edusp, 2021.
Milton Santos explica que o espaço onde vivemos muda constantemente, pois está sempre sendo transformado pelas ações humanas e pelas relações sociais. Ajuda a pensar o espaço como algo vivo, ligado à vida cotidiana.
SCHULZE, Clélia Nascimento; CAMARGO, Brigido; WACHELKE, João. Alfabetização científica e representações sociais de estudantes de ensino médio sobre ciência e tecnologia. Arquivos Brasileiros de Psicologia, v. 58, n. 2, 2006. Disponível em: http://pepsic.bvsalud.org/pdf/arbp /v58n2/v58n2a04.pdf. Acesso em: 15 set. 2025.
O artigo apresenta uma pesquisa que caracteriza o conhecimento científico de estudantes e suas representações sociais sobre ciência e tecnologia.
SILVA, Eva Aparecida Gomes da. O desenvolvimento do processo de ensino-aprendizagem do aluno com necessidades educacionais especiais. Revista IberoAmericana de Humanidades, Ciências e Educação, São Paulo, v. 9, n. 3, mar. 2023. Disponível em: https:// periodicorease.pro.br/rease/article/view/8972/3542. Acesso em: 14 ago. 2025.
Nesse artigo, a autora destaca a importância das atividades lúdicas no processo de ensino-aprendizagem dos estudantes com necessidades educacionais especiais.
SOARES, Magda. Alfabetização e letramento. 5. ed. São Paulo: Contexto, 2018.
Nesse livro, a autora incentiva a releitura de artigos que discutem as práticas escolares de alfabetização e letramento.
SOUTO, Raquel Dezidério; MENEZES, Paulo Márcio Leal de; FERNANDES, Manoel do Couto (org.). Mapeamento participativo e cartografia social: aspectos conceituais e trajetórias de pesquisa. Rio de Janeiro: IVIDES.org, 2021. Disponível em: https://pantheon.ufrj.br/ bitstream/11422/19350/3/MapeamentoPartcipativo.pdf. Acesso em: 13 set. 2025.
Esse material aborda o mapeamento participativo e a cartografia social como ferramentas de ensino e pesquisa, apresentando experiências em que comunidades ajudam a construir mapas do próprio território, o que promove o diálogo entre saberes locais e acadêmicos.
VIOLÊNCIA escolar e bullying: relatório sobre a situação mundial. Brasília: Unesco, 2019. Disponível em: https:// unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000368092/ PDF/368092por.pdf.multi. Acesso em: 5 set. 2025.
Nesse relatório, são apresentados dados sobre a violência escolar e o bullying, além de iniciativas que podem contribuir para a redução dessas ocorrências.