Ciências da Natureza, História e Geografia

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Anos Iniciais do Ensino Fundamental
Editora responsável: Kelly Cristina dos Santos
Organizadora:
EDITORA NOVO RUMO Obra coletiva concebida, desenvolvida e produzida pela Editora Novo Rumo.
Componente curricular: Interdisciplinar de Ciências da Natureza, História e Geografia

Organizadora:
EDITORA NOVO RUMO
Obra coletiva concebida, desenvolvida e produzida pela Editora Novo Rumo.
Editora responsável:
Kelly Cristina dos Santos
Mestra, licenciada e bacharela em Ciências Biológicas pela Universidade Estadual de Londrina (UEL-PR). Editora e elaboradora de materiais didáticos.
Componente curricular: Interdisciplinar de Ciências da Natureza, História e Geografia
1ª edição Londrina, 2025
Copyright © Editora Novo Rumo, 2025.
Edição Kelly Cristina dos Santos
Assistência editorial Isabella Teodoro Machado, Marissa Kimura
Preparação e revisão Moisés Manzano da Silva (coord.)
Gerência de produção editorial Camila Rumiko Minaki Hoshi
Supervisão de produção editorial Priscilla de Freitas Cornelsen Rosa
Assistência de produção editorial Lorena França Fernandes Pelisson
Coordenação de produção de arte Tamires Rose Azevedo
Edição de arte Rafaela Panissa
Projeto gráfico e design Dayane Barbieri, Keithy Mostachi, Laís Garbelini
Projeto de capa Marcela Pialarissi
Ilustrações de capa Cajila Barbosa
Coordenação de diagramação Adenilda Alves de França Pucca - Nil
Diagramação EfeDois Editoração Ltda., JSDesign, Leda Cristina Silva Teodorico
Autorização de recursos João Henrique Pedrão Feliciano
Iconografia Alessandra Roberta Arias, Vinícius Costa (trat. imagens)
Objetos digitais
Gerência de produção Erick Lopes de Almeida
Roteiros Renan Alves
Edição de imagens Vitor Ueno
Desenvolvimento Ohanna Schmitt Bolfe, Tatiana Tissa Kawakami
Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)
Plantar ciências da natureza, história e geografia : 1º ano : anos iniciais do ensino fundamental / organizadora Editora Novo Rumo ; obra coletiva concebida, desenvolvida e produzida pela Editora Novo Rumo ; editora responsável Kelly Cristina dos Santos. -- 1. ed. -- Londrina, PR : Editora Novo Rumo, 2025.
Componente curricular: Interdisciplinar de ciências da natureza, história e geografia.
ISBN 978-65-5158-015-4(livro do estudante)
ISBN 978-65-5158-021-5(livro do professor)
ISBN 978-65-5158-018-5(livro do estudante HTML5)
ISBN 978-65-5158-019-2(livro do professor HTML5)
1. Ciências da natureza (Ensino fundamental) 2. Geografia (Ensino fundamental) 3. História (Ensino fundamental) I. Santos, Kelly Cristina dos. II. Série.
25-299041.0
Índices para catálogo sistemático:
1. Ensino integrado : Livros-texto : Ensino fundamental 372.19
Eliete Marques da Silva - Bibliotecária - CRB-8/9380
Reprodução proibida: Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998. Todos os direitos reservados à EDITORA NOVO RUMO.
Avenida Doutor Adhemar Pereira de Barros, 1500, sala 804 - Bela Suíça - Londrina-PR CEP 86047-250 - Tel. (43) 3367-2030 contato@editoranovorumo.com.br
Elaboração de originais
Kelly Cristina dos Santos Mestra, licenciada e bacharela em Ciências Biológicas pela Universidade Estadual de Londrina (UEL-PR).
Editora e elaboradora de materiais didáticos.
Natália Figueiredo Cirino de Moura
Licenciada em História pela Universidade Estadual de Londrina (UEL-PR).
Elaboradora e editora de materiais didáticos.
Valquiria Pires Garcia
Mestra e licenciada em Geografia pela Universidade Estadual de Londrina (UEL-PR).
Especialista em História e Filosofia da Ciência pela Universidade Estadual de Londrina (UEL-PR).
Especialista em Educação Especial e Inclusiva pela Faculdade de Educação São Luís (FESL-SP).
Licenciada em Pedagogia pelo Centro Universitário Facvest (Unifacvest-SC).
Professora dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental. Editora e elaboradora de materiais didáticos.
Em respeito ao meio ambiente, as folhas deste livro foram produzidas com fibras obtidas de árvores de florestas plantadas, com origem certificada.
Impresso no Parque Gráfico da Editora FTD CNPJ 61.186.490/0016-33
Avenida Antonio Bardella, 300 Guarulhos-SP – CEP 07220-020 Tel. (11) 3545-8600 e Fax (11) 2412-5375
Acreditamos que o aprendizado em Ciências da Natureza, História e Geografia é essencial para que os estudantes se tornem cidadãos ativos, capazes de pensar de forma autônoma e crítica e de compreender o mundo ao seu redor. Esta coleção foi cuidadosamente pensada para ser uma parceira nessa missão, proporcionando uma abordagem integrada e relevante.
A coleção interdisciplinar de Ciências da Natureza, História e Geografia foi elaborada com a intenção de apoiar o trabalho docente nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, oferecendo uma proposta que valoriza a aprendizagem significativa e o protagonismo do estudante e aproxima os conteúdos escolares da realidade vivida por ele.
Ao longo de cada unidade, o conteúdo se conecta diretamente com a realidade dos estudantes, valorizando o que já sabem e incentivando a construção de novos conhecimentos. Essa abordagem busca superar a fragmentação tradicional dos componentes curriculares — Ciências da Natureza, História e Geografia — e propõe um ensino interdisciplinar, respeitando as especificidades de cada área, mas promovendo conexões reais entre os saberes.
O material foi estruturado para funcionar como instrumento de apoio à prática pedagógica em sala de aula, facilitando a organização das aulas e a mediação dos conteúdos com os estudantes. Para isso, as unidades temáticas estão estruturadas com base em temas comuns aos três componentes curriculares, o que possibilita identificar o ponto de partida para o desdobramento gradual de habilidades e competências gerais e específicas de cada componente curricular, previstas, sobretudo, na BNCC.
Nessa dinâmica, o professor não é apenas um detentor do saber, mas um guia e um mediador, orientando os estudantes a serem os protagonistas de sua aprendizagem.
Para apoiar essa jornada, apresentamos este Livro do Professor. Na primeira parte dele, você encontra informações sobre a estrutura da coleção e a Reprodução do Livro do Estudante com as orientações ao professor nas laterais e nos rodapés das páginas reproduzidas, com comentários práticos para auxiliar no dia a dia em sala de aula, como orientações sobre os conteúdos das unidades, atividades extras, sugestões de momentos de avaliação, entre outros subsídios. Na segunda parte, apresentamos o Manual do Professor, em que você encontra desde a estrutura da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e fundamentos teórico-metodológicos da coleção até recursos práticos, como estratégias de avaliação diversificadas, modelos de planejamento de rotina e de sequência didática, quadro de distribuição dos conteúdos e sugestões de cronogramas, que contribuem para o desenvolvimento docente e para a atuação em sala de aula.
É importante ressaltar que as sugestões podem ser adequadas de acordo com a realidade da turma e da escola. Assim, esperamos que o Livro do Professor seja uma ferramenta útil e enriquecedora no processo de ensino-aprendizagem, possibilitando a formação de cidadãos críticos e participativos na sociedade. Desejamos a você um ótimo ano letivo!
GERAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA ................................................ VII AS COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS........................ VIII AS UNIDADES TEMÁTICAS, OS OBJETOS DE CONHECIMENTO E AS HABILIDADES ...................... X OS TEMAS CONTEMPORÂNEOS TRANSVERSAIS .......................................................... X INTEGRAÇÃO ENTRE OS COMPONENTES CURRICULARES .................................................... X A PRÁTICA INTERDISCIPLINAR E O TRABALHO COM PROJETOS INTERDISCIPLINARES..................XI AVALIAÇÃO ........................................................ XII O PAPEL DO PROFESSOR E A PRÁTICA DOCENTE .......................................... XIV A PRÁTICA PEDAGÓGICA EM AÇÃO .................... XIV FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA NO ENSINO DE CIÊNCIAS DA NATUREZA, HISTÓRIA E GEOGRAFIA ................................................... XIX QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DOS CONTEÚDOS.....................................................XXV SUGESTÕES DE CRONOGRAMAS .................XXIX
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES PARA A PRÁTICA DOCENTE ......................................... XXX
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMENTADAS ................................................. XXX
Esta coleção é composta de dois volumes, sendo 1º e 2º anos destinados a estudantes e professores dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental. Cada volume é organizado em seis unidades que, por sua vez, são subdivididas em temas e seções que possibilitam desenvolver as habilidades relacionadas aos objetos de conhecimento e às competências gerais e específicas propostas pela BNCC. Além disso, durante o desenvolvimento dos conteúdos, a coleção aborda os temas contemporâneos transversais, contribuindo para a formação de cidadãos críticos e atuantes na sociedade.
Além dos volumes impressos, a coleção apresenta a versão digital do Livro do Estudante e do Livro do Professor Esses materiais digitais contam com recursos acessíveis, favorecendo a utilização por todos os estudantes. Nos livros digitais, também há alguns recursos, como infográficos e mapas clicáveis, que podem ser acessados, por meio do sumário e de ícones indicados nas páginas dos livros.
A seguir, apresentamos a estrutura do Livro do Estudante, explicando as características das seções e de outros elementos que compõem a coleção.
VAMOS INICIAR
Essa seção, presente no início de cada volume, tem o objetivo de avaliar os estudantes com relação aos conhecimentos prévios referentes aos conteúdos que serão abordados no ano letivo, permitindo a você fazer uma avaliação diagnóstica da turma.
Têm como objetivos marcar o início de cada unidade, despertar a atenção dos estudantes para o que será abordado e relacionar os conteúdos aos conhecimentos prévios e à sua realidade próxima.
DESENVOLVIMENTO DOS CONTEÚDOS
Os conteúdos são desenvolvidos por meio dos textos, das imagens, das atividades e das seções presentes nas unidades. Com o objetivo de tornar as aulas mais dinâmicas e envolventes, incentivando a participação dos estudantes, as atividades relacionadas aos conteúdos são apresentadas ao longo da teoria, de modo integrado. As atividades têm estruturas variadas e auxiliam no desenvolvimento das habilidades e das competências da BNCC, bem como no processo de alfabetização, por meio do incentivo à escrita em diferentes tipos de letras.
VOCABULÁRIO
Apresenta o significado de termos que os estudantes podem desconhecer e que são importantes para a compreensão do texto.
BOXE COMPLEMENTAR
Apresenta textos e imagens com informações complementares aos conteúdos da unidade.
COLETIVAMENTE
Explora os temas contemporâneos transversais, contribuindo para a formação cidadã dos estudantes por meio de reflexões e propostas de resoluções de problemas, embasados em temas atuais e relevantes, de modo que eles sejam atuantes
na sociedade em que vivem. É subdividida em Conhecendo o problema, Organizando as ideias e Buscando soluções para que, assim, os estudantes tenham contato com uma situação-problema, reflitam sobre ela e busquem uma solução prática. O tema contemporâneo transversal desenvolvido é identificado nas orientações ao professor
Promove o trabalho com diferentes gêneros textuais, possibilitando o desenvolvimento de habilidades relacionadas à leitura, à escrita, à oralidade e aos processos gerais de compreensão de leitura: localizar e extrair informação explícita de textos; fazer inferências diretas; interpretar e relacionar ideias e informações; analisar e avaliar conteúdos e elementos textuais. A seção apresenta as subdivisões Explorando o texto e Além do texto, a fim de que os estudantes possam ampliar a abordagem do tema para além do explorado no gênero textual.
VAMOS AVALIAR O APRENDIZADO
Essa seção tem como objetivo sugerir uma avaliação formativa, de modo que você possa avaliar a aprendizagem dos estudantes com relação aos conteúdos abordados na unidade, possibilitando informações para intervenções, caso haja defasagens ou dificuldade de aprendizagem.
SAIBA MAIS
Apresenta sugestões que auxiliam no ensino ativo, como livros, filmes, visitas guiadas e sites. Cada sugestão é acompanhada por uma breve sinopse.
VAMOS CONCLUIR
Presente no final de cada volume, essa seção contém atividades cujo objetivo é sugerir uma avaliação somativa, de modo que você possa avaliar os estudantes quanto aos conhecimentos adquiridos durante o processo de ensino no ano letivo, identificando a necessidade ou não de intervenções no caso de defasagens ou dificuldade de aprendizagem.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
COMENTADAS
Presente ao final do livro, apresenta referências comentadas de livros, artigos e sites que foram consultadas na elaboração do Livro do Estudante
ÍCONE CARTOGRAFIA
Indica um conteúdo ou uma atividade que colabora para a alfabetização cartográfica dos estudantes.
ÍCONE DE RESPOSTA ORAL
Indica que os estudantes devem responder à atividade oralmente.
ÍCONE DE RESPOSTA NO CADERNO
Indica que os estudantes devem registrar as respostas da atividade no caderno.
OBJETO DIGITAL
Indica que há Objeto Educacional Digital relacionado aos temas que estão sendo trabalhados e que pode ser acessado na versão digital do livro.
Este Livro do Professor é organizado em duas partes. Esta primeira parte apresenta a estrutura da coleção e a Reprodução do Livro do Estudante, que se refere à reprodução das páginas do Livro do Estudante em tamanho reduzido, com respostas e possíveis comentários para você. Nas laterais e nos rodapés dessas páginas, as orientações ao professor propõem comentários, atividades extras, possíveis momentos de avaliação, indicação de materiais complementares, sugestões de condução para as atividades e respostas de algumas atividades que não foram apresentadas na reprodução da página do Livro do Estudante Essas orientações possibilitam acompanhar e avaliar o processo de aprendizagem dos estudantes ao longo de todo o volume, colaboram para a prática docente e seu dia a dia em sala de aula e foram elaboradas de modo a explicitar os procedimentos das aulas de forma prática e ao mesmo tempo detalhada, oferecendo suporte à prática docente.
A segunda parte, apresentada após a Reprodução do Livro do Estudante, é intitulada Manual do Professor. Ela apresenta a estrutura da BNCC, a fundamentação teórico-metodológica da coleção e aborda diversos assuntos que contribuem para o desenvolvimento docente e para o dia a dia em sala de aula. Além disso, apresenta um quadro de distribuição dos conteúdos com as habilidades e as competências da BNCC que estão sendo desenvolvidas em cada unidade e sugestões de cronogramas bimestrais, trimestrais e semestrais. Ao final dessa parte, são apresentadas sugestões de referências complementares para a prática docente e as referências bibliográficas comentadas utilizadas como consulta para a produção das orientações ao professor e do Manual do Professor.
Observe a seguir como as orientações ao professor, que constam na primeira parte deste Livro do Professor, estão estruturadas.
VAMOS INICIAR
Nas orientações ao professor da seção Vamos iniciar, você encontra os objetivos pedagógicos e as sugestões de intervenção, com base nas possíveis dificuldades dos estudantes, considerando os conhecimentos prévios deles.
OBJETIVOS DA UNIDADE
Destaca os objetivos pedagógicos de cada unidade do Livro do Estudante.
SUGESTÃO DE ESTRATÉGIA INICIAL
Fornece dicas para que você possa iniciar as aulas, abordar alguns conteúdos ou realizar uma avaliação diagnóstica de maneira diferente da que foi apresentada no Livro do Estudante.
BNCC
Apresenta habilidades, competências gerais e específicas e temas contemporâneos transversais da BNCC que estão sendo desenvolvidos em cada conteúdo, destacando as relações entre esses elementos e o conteúdo.
COMENTÁRIOS DIVERSOS
Referem-se aos comentários e às explicações de
caráter prático relacionados às atividades do Livro do Estudante e as considerações pedagógicas a respeito de possíveis dificuldades dos estudantes na resolução das atividades, bem como alternativas para consolidar conhecimentos, são inseridos em tópicos ao longo da unidade.
Apresenta as sugestões de respostas de algumas atividades e questões indicadas no Livro do Estudante
Apresenta sugestões de atividades complementares que contribuem para diversificar as estratégias de aprendizagem.
Lista os objetivos pedagógicos de algumas seções do Livro do Estudante
Destaca atividades do Livro do Estudante que podem ser utilizadas para avaliações formativas, possibilitando a você acompanhar a aprendizagem dos estudantes em diferentes momentos e, se for o caso, realizar intervenções no ensino. Para facilitar a avaliação, esse boxe apresenta os objetivos das atividades e as sugestões de intervenção, com foco na recuperação da aprendizagem.
Destaca momentos em que é possível desenvolver determinados temas e conteúdos de maneira articulada com outros componentes curriculares de diferentes áreas do conhecimento, além de orientações práticas sobre como realizar as articulações entre os conteúdos.
Fornece sugestões de livros, sites, artigos, documentários, entre outros recursos, contribuindo para a sua formação docente.
Nas orientações ao professor da seção Coletivamente, apresentamos os objetivos pedagógicos da seção, o(s) tema(s) contemporâneo(s) transversal(is) e as orientações sobre como desenvolver os conteúdos e as atividades da seção com os estudantes.
Nas orientações ao professor da seção Entre textos, apresentamos os objetivos pedagógicos e as orientações sobre como desenvolver a competência leitora e a competência da escrita por meio do trabalho com essa seção.
Nas orientações ao professor da seção Vamos avaliar o aprendizado, apresentamos os objetivos pedagógicos e as sugestões de intervenção para você, considerando possíveis dificuldades na resolução das atividades, bem como alternativas para consolidar aprendizagens.
Nas orientações ao professor da seção Vamos concluir, apresentamos os objetivos pedagógicos e as sugestões de intervenção para você, considerando possíveis dificuldades na resolução das atividades, bem como alternativas para consolidar aprendizagens.
Organizadora: EDITORA NOVO RUMO
Obra coletiva concebida, desenvolvida e produzida pela Editora Novo Rumo.
Editora responsável: Kelly Cristina dos Santos
Mestra, licenciada e bacharela em Ciências Biológicas pela Universidade Estadual de Londrina (UEL-PR). Editora e elaboradora de materiais didáticos.
Componente curricular: Interdisciplinar de Ciências da Natureza, História e Geografia
1ª edição Londrina, 2025
11/09/2025 14:20:09
Esta parte do Livro do Professor contém a Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido, com respostas das atividades e possíveis comentários para você. Além disso, nas laterais e rodapés há as orientações ao professor que servem como um guia para a prática pedagógica apresentando sugestões sobre como trabalhar as atividades, além de apresentar as respostas que não foram incluídas na reprodução das páginas. Para deixar mais evidente o sentido de leitura, em algumas páginas utilizamos as indicações e .
Copyright © Editora Novo Rumo, 2025.
Edição Kelly Cristina dos Santos
Assistência editorial Isabella Teodoro Machado, Marissa Kimura
Preparação e revisão Moisés Manzano da Silva (coord.)
Gerência de produção editorial Camila Rumiko Minaki Hoshi
Supervisão de produção editorial Priscilla de Freitas Cornelsen Rosa
Assistência de produção editorial Lorena França Fernandes Pelisson
Coordenação de produção de arte Tamires Rose Azevedo
Edição de arte Rafaela Panissa
Projeto gráfico e design Dayane Barbieri, Keithy Mostachi, Laís Garbelini
Projeto de capa Marcela Pialarissi
Ilustrações de capa Cajila Barbosa
Coordenação de diagramação Adenilda Alves de França Pucca - Nil
Diagramação EfeDois Editoração Ltda., JSDesign, Leda Cristina Silva Teodorico
Autorização de recursos João Henrique Pedrão Feliciano
Iconografia Alessandra Roberta Arias, Vinícius Costa (trat. imagens)
Objetos digitais
Gerência de produção Erick Lopes de Almeida
Roteiros Renan Alves
Edição de imagens Vitor Ueno
Desenvolvimento Ohanna Schmitt Bolfe, Tatiana Tissa Kawakami
Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)
Plantar ciências da natureza, história e geografia : 1º ano : anos iniciais do ensino fundamental / organizadora Editora Novo Rumo ; obra coletiva concebida, desenvolvida e produzida pela Editora Novo Rumo ; editora responsável Kelly Cristina dos Santos. -- 1. ed. -- Londrina, PR : Editora Novo Rumo, 2025.
Componente curricular: Interdisciplinar de ciências da natureza, história e geografia.
ISBN 978-65-5158-015-4(livro do estudante)
ISBN 978-65-5158-021-5(livro do professor)
ISBN 978-65-5158-018-5(livro do estudante HTML5)
ISBN 978-65-5158-019-2(livro do professor HTML5)
1. Ciências da natureza (Ensino fundamental) 2. Geografia (Ensino fundamental) 3. História (Ensino fundamental) I. Santos, Kelly Cristina dos. II. Série.
CDD-372.19
25-299041.0
Índices para catálogo sistemático:
1. Ensino integrado : Livros-texto : Ensino fundamental 372.19
Eliete Marques da Silva - Bibliotecária - CRB-8/9380
Reprodução proibida: Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998. Todos os direitos reservados à EDITORA NOVO RUMO.
Avenida Doutor Adhemar Pereira de Barros, 1500, sala 804 - Bela Suíça - Londrina-PR CEP 86047-250 - Tel. (43) 3367-2030 contato@editoranovorumo.com.br
Elaboração de originais
Kelly Cristina dos Santos
Mestra, licenciada e bacharela em Ciências Biológicas pela Universidade Estadual de Londrina (UEL-PR).
Editora e elaboradora de materiais didáticos.
Natália Figueiredo Cirino de Moura
Licenciada em História pela Universidade Estadual de Londrina (UEL-PR).
Elaboradora e editora de materiais didáticos.
Valquiria Pires Garcia
Mestra e licenciada em Geografia pela Universidade Estadual de Londrina (UEL-PR).
Especialista em História e Filosofia da Ciência pela Universidade Estadual de Londrina (UEL-PR).
Especialista em Educação Especial e Inclusiva pela Faculdade de Educação São Luís (FESL-SP). Licenciada em Pedagogia pelo Centro Universitário Facvest (Unifacvest-SC).
Professora dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental. Editora e elaboradora de materiais didáticos.
Em respeito ao meio ambiente, as folhas deste livro foram produzidas com fibras obtidas de árvores de florestas plantadas, com origem certificada.
Impresso no Parque Gráfico da Editora FTD CNPJ 61.186.490/0016-33
Avenida Antonio Bardella, 300 Guarulhos-SP – CEP 07220-020 Tel. (11) 3545-8600 e Fax (11) 2412-5375
OLÁ, ESTUDANTE!
NA VIDA, A GENTE APRENDE E ENSINA O TEMPO TODO. PROVAVELMENTE, VOCÊ JÁ APRENDEU MUITO COM SUA FAMÍLIA, SEUS PROFESSORES E SEUS AMIGOS. QUE TAL
APRENDER MAIS SOBRE O MUNDO AO SEU REDOR E SER CAPAZ DE ENTENDER E EXPLICAR DIVERSAS SITUAÇÕES
QUE OCORREM EM SEU DIA A DIA?
NESTE LIVRO, OS CONHECIMENTOS DE CIÊNCIAS
DA NATUREZA, HISTÓRIA E GEOGRAFIA VÃO AJUDAR NESSA TRAJETÓRIA. VOCÊ TERÁ MOMENTOS TANTO PARA COMPARTILHAR O QUE JÁ SABE E O QUE JÁ VIVEU QUANTO PARA FAZER DESCOBERTAS.
COM A AJUDA DE SEU PROFESSOR E DE SEUS FAMILIARES, VOCÊ VAI LER E PRODUZIR TEXTOS E BUSCAR RESPOSTAS PARA QUESTÕES RELACIONADAS AO SEU COTIDIANO, ALÉM DE REFLETIR SOBRE ELAS E PROPOR SOLUÇÕES. TAMBÉM VAI INVESTIGAR ALGUNS FENÔMENOS NATURAIS E APRENDER COMO ELES OCORREM, CONHECER COMO FUNCIONAM CERTOS PROCESSOS SOCIAIS E CULTURAIS, ENTRE OUTROS ASSUNTOS.
ESPERAMOS QUE VOCÊ INTERAJA COM SEUS COLEGAS E PARTICIPE DAS ATIVIDADES DE MANEIRA DEDICADA, DESENVOLVENDO A CURIOSIDADE E O GOSTO PELAS DESCOBERTAS. LEMBRE-SE DE QUE PODERÁ TIRAR AS SUAS DÚVIDAS COM O PROFESSOR.
APROVEITE CADA MOMENTO DOS ESTUDOS PARA TORNAR ESSE APRENDIZADO MAIS AMPLO E DIVERTIDO.
BOM ESTUDO!
03/10/2025 11:56:47
A SEGUIR, APRESENTAMOS A ORGANIZAÇÃO DO SEU LIVRO E
INDICAMOS COMO ELE VAI AJUDAR EM SEUS ESTUDOS.
VAMOS INICIAR ESSA SEÇÃO É APRESENTADA NO INÍCIO DO LIVRO E É COMPOSTA DE ATIVIDADES DIVERSAS. ELAS AJUDAM A IDENTIFICAR O QUE VOCÊ JÁ SABE SOBRE OS CONTEÚDOS QUE SERÃO ESTUDADOS AO LONGO DO LIVRO.




PÁGINAS DE ABERTURA
2. 3. 4.
CONTORNE O LUGAR DA COMUNIDADE REPRESENTADO NA IMAGEM. 1. QUAIS ATIVIDADES AS PESSOAS ESTÃO REALIZANDO NESSE LUGAR? VOCÊ E SEUS FAMILIARES COSTUMAM FREQUENTAR LUGARES COMO ESSE ONDE MORAM? CONTE AOS COLEGAS EM NOSSO DIA A DIA, UTILIZAMOS OBJETOS QUE SÃO FEITOS DE DIFERENTES MATERIAIS. IDENTIFIQUE E DESENHE NO ESPAÇO A SEGUIR UM OBJETO QUE FOI REPRESENTADO NA OBRA DE ARTE.
5. PRAÇA RUA ESCOLA 185 03/10/2025 11:31:13 4
APÓS CERTO TEMPO DE USO, MUITOS OBJETOS DEIXAM DE SER ÚTEIS E SÃO DESCARTADOS. EM SUA OPINIÃO, TUDO O QUE UTILIZAMOS E CONSUMIMOS EM NOSSO DIA A DIA DEVE SER DESCARTADO DA MESMA MANEIRA? EXPLIQUE AOS COLEGAS.
03/10/2025 11:31:12
NESSAS PÁGINAS, SÃO APRESENTADAS UMA OU MAIS IMAGENS RELACIONADAS AOS CONTEÚDOS QUE SERÃO ESTUDADOS NA UNIDADE. ALÉM DISSO, HÁ ATIVIDADES QUE EXPLORAM A IMAGEM E ESSES CONTEÚDOS.
03/10/2025 11:56:49
DESENVOLVIMENTO DO CONTEÚDO








ESTUDADO
VAMOS INVESTIGAR
ESSA SEÇÃO APRESENTA
UMA PROPOSTA DE ATIVIDADES EXPERIMENTAIS RELACIONADAS AO CONTEÚDO ESTUDADO NA UNIDADE. NELAS, VOCÊ DESENVOLVE CERTOS PROCEDIMENTOS DA INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA, COMO OBSERVAÇÃO, ELABORAÇÃO E TESTE DE HIPÓTESES E MANIPULAÇÃO DE MATERIAIS.
OS CONTEÚDOS ESTÃO ORGANIZADOS EM UNIDADES E TEMAS E SÃO EXPLORADOS POR MEIO DE TEXTOS, IMAGENS DIVERSAS E ATIVIDADES, POR EXEMPLO. ESSES RECURSOS INCENTIVAM SUA PARTICIPAÇÃO NAS AULAS, APROXIMAM O CONTEÚDO DA SUA REALIDADE E AUXILIAM NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM. 5
Habilidades
(EF01CI02): Localizar, nomear e representar graficamente (por meio de desenhos) partes do corpo humano e explicar suas funções.
(EF01CI03) : Discutir as razões pelas quais os hábitos de higiene do corpo (lavar as mãos antes de comer, escovar os dentes, limpar os olhos, o nariz e as orelhas etc.) são necessários para a manutenção da saúde.




(EF01CI04): Comparar características físicas entre os colegas, reconhecendo a diversidade e a importância da valorização, do acolhimento e do respeito às diferenças.
Unidade temática
• Terra e Universo
Objetos de conhecimento
• Escalas de tempo Habilidades
A seguir, apresentamos as unidades temáticas, os objetos de conhecimento e as habilidades da BNCC dos componentes curriculares Ciências da Natureza, História e Geografia referentes ao 1º ano do Ensino Fundamental. Eles podem ser consultados sempre que necessário para nortear os planejamentos de aula ou esclarecer dúvidas a respeito dos objetos de conhecimento trabalhados nas unidades do volume.
UNIDADES
TEMÁTICAS, OBJETOS DE CONHECIMENTO E HABILIDADES DE CIÊNCIAS DA NATUREZA, HISTÓRIA E GEOGRAFIA DA BNCC • 1º ANO
CIÊNCIAS DA NATUREZA
Unidade temática
• Matéria e energia
Objetos de conhecimento
• Características dos materiais
Habilidades
(EF01CI01): Comparar características de diferentes materiais presentes em objetos de uso cotidiano, discutindo sua origem, os modos como são descartados e como podem ser usados de forma mais consciente.
Unidade temática
• Vida e evolução
Objetos de conhecimento
• Corpo humano
• Respeito à diversidade
03/10/2025 11:56:50
(EF01CI05): Identificar e nomear diferentes escalas de tempo: os períodos diários (manhã, tarde, noite) e a sucessão de dias, semanas, meses e anos.
(EF01CI06) : Selecionar exemplos de como a sucessão de dias e noites orienta o ritmo de atividades diárias de seres humanos e de outros seres vivos.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Versão final. Brasília: MEC, 2018. p. 332-333. Disponível em: https://www.gov.br/mec/ pt-br/escola-em-tempo-integral/BNCC_EI _EF_110518_versaofinal.pdf. Acesso em: 16 set. 2025.
Unidade temática
• Mundo pessoal: meu lugar no mundo
Objetos de conhecimento
• As fases da vida e a ideia de temporalidade (passado, presente e futuro)
Habilidades
(EF01HI01): Identificar aspectos do seu crescimento por meio do registro das lembranças particulares ou de lembranças dos membros de sua família e/ou de sua comunidade.
Objetos de conhecimento
• As diferentes formas de organização da família e da comunidade: os vínculos pessoais e as relações de amizade
Habilidades
(EF01HI02): Identificar a relação entre as suas histórias e as histórias de sua família e de sua comunidade.
(EF01HI03): Descrever e distinguir os seus papéis e responsabilidades relacionados à família, à escola e à comunidade.
Objetos de conhecimento
• A escola e a diversidade do grupo social envolvido Habilidades
(EF01HI04): Identificar as diferenças entre os variados ambientes em que vive (doméstico, escolar e da comunidade), reconhecendo as especificidades dos hábitos e das regras que os regem.
Unidade temática
• Mundo pessoal: eu, meu grupo social e meu tempo
Objetos de conhecimento
• A vida em casa, a vida na escola e formas de representação social e espacial: os jogos e brincadeiras como forma de interação social e espacial
Habilidades
(EF01HI05): Identificar semelhanças e diferenças entre jogos e brincadeiras atuais e de outras épocas e lugares.
COLETIVAMENTE
CONSUMO CONSCIENTE
CONHECENDO O PROBLEMA 1
OBSERVE O CARTUM A SEGUIR.

AGORA, RESPONDA ORALMENTE ÀS QUESTÕES A SEGUIR.
A ) EM SUA OPINIÃO, QUAL É O ASSUNTO ABORDADO NO CARTUM?
B ) DE ACORDO COM O CARTUM, POR QUE O PERSONAGEM ESTÁ FELIZ?
C ) EXPLIQUE COM SUAS PALAVRAS QUAIS SÃO AS POSSÍVEIS
CONSEQUÊNCIAS DO PROBLEMA AMBIENTAL REPRESENTADO NO CARTUM
D ) CONVERSE COM OS COLEGAS SOBRE O QUE VOCÊS
ENTENDEM POR CONSUMO CONSCIENTE. COMO ESTUDAMOS ANTERIORMENTE, A EXTRAÇÃO DE MATERIAIS DO AMBIENTE E A PRODUÇÃO DE DIFERENTES OBJETOS, POR EXEMPLO, PODEM CAUSAR DANOS AMBIENTAIS. POR ISSO, PRECISAMOS ATENTAR À EXTRAÇÃO DE MATERIAIS E AO CONSUMO DE OBJETOS E OUTROS PRODUTOS.
ORGANIZANDO AS IDEIAS 2 A ) EXPLIQUE COM SUAS PALAVRAS A AFIRMAÇÃO A SEGUIR. O AUMENTO NO CONSUMO DE PRODUTOS NO COTIDIANO AJUDA A AUMENTAR OS DANOS AO AMBIENTE E AOS SEUS COMPONENTES.
PARA AQUELES QUE NECESSITAM.
A ) JUNTE-SE A UM COLEGA E CONVERSEM SOBRE OUTRAS ATITUDES
COM A AJUDA DE SEUS PAIS OU RESPONSÁVEIS, SEPARE BRINQUEDOS E ROUPAS EM BOM ESTADO PARA DOAÇÃO. EM SEGUIDA, ESCOLHAM UMA OU MAIS INSTITUIÇÕES



VOCABULÁRIO ESSE BOXE APRESENTA O SIGNIFICADO DE ALGUMAS PALAVRAS, DESTACADAS NO TEXTO, PARA AJUDAR EM SUA COMPREENSÃO.
BOXE COMPLEMENTAR NESSE BOXE, VOCÊ ENCONTRA INFORMAÇÕES QUE COMPLEMENTAM O CONTEÚDO ESTUDADO.



Objetos de conhecimento
• A vida em família: diferentes configurações e vínculos
Habilidades
(EF01HI06): Conhecer as histórias da família e da escola e identificar o papel desempenhado por diferentes sujeitos em diferentes espaços. (EF01HI07): Identificar mudanças e permanências nas formas de organização familiar. Objetos de conhecimento
• A escola, sua representação espacial, sua história e seu papel na comunidade
Habilidades
(EF01HI08): Reconhecer o significado das comemorações e festas escolares, diferenciando-as das datas festivas comemoradas no âmbito familiar ou da comunidade.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Versão final. Brasília: MEC, 2018. p. 406-407. Disponível em: https://basenacionalcomum.mec.gov.br/ images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf Acesso em: 16 set. 2025.




VAMOS AVALIAR O APRENDIZADO
ESSA SEÇÃO ESTÁ LOCALIZADA AO FINAL DE CADA
UNIDADE E APRESENTA ATIVIDADES QUE POSSIBILITAM AVALIAR O QUE VOCÊ COMPREENDEU DOS CONTEÚDOS ESTUDADOS AO LONGO DA UNIDADE. ELAS TAMBÉM
AJUDAM VOCÊ A IDENTIFICAR POSSÍVEIS DIFICULDADES E IMPRECISÕES NESSES CONTEÚDOS E RETOMAR O QUE FOR NECESSÁRIO.
1.

2.




AS UNHAS.
3. CUBRA O PONTILHADO DO NOME DA FASE DA VIDA EM QUE VOCÊ ESTÁ.
Ad o les c ên cia Fas e adult a FOTOS: PROSTOCK-STUDIO/ISTOCK/GETTY
VAMOS CONCLUIR
ESSA SEÇÃO É APRESENTADA AO FINAL DO LIVRO E É COMPOSTA DE DIFERENTES ATIVIDADES QUE
POSSIBILITAM AVALIAR O SEU PROGRESSO NA APRENDIZAGEM AO LONGO DO ANO LETIVO.
Unidade temática
• O sujeito e seu lugar no mundo
Objetos de conhecimento
• O modo de vida das crianças em diferentes lugares
Habilidades
(EF01GE01): Descrever características observadas de seus lugares de vivência (moradia, escola etc.) e identificar semelhanças e diferenças entre esses lugares.
(EF01GE02): Identificar semelhanças e diferenças entre jogos e brincadeiras de diferentes épocas e lugares. Objetos de conhecimento
• Situações de convívio em diferentes lugares
Habilidades
(EF01GE03): Identificar e relatar semelhanças e diferenças de usos do espaço público (praças, parques) para o lazer e diferentes manifestações.
(EF01GE04): Discutir e elaborar, coletivamente, regras de convívio em diferentes espaços (sala de aula, escola etc.).
Unidade temática
• Conexões e escalas Objetos de conhecimento
• Ciclos naturais e a vida cotidiana
Habilidades
(EF01GE05) : Observar e descrever ritmos naturais (dia e noite, variação de temperatura e umidade etc.) em diferentes escalas espaciais e temporais, comparando a sua realidade com outras.
Unidade temática
• Mundo do trabalho Objetos de conhecimento
• Diferentes tipos de trabalho existentes no seu dia a dia
Habilidades
03/10/2025 11:56:51
(EF01GE06): Descrever e comparar diferentes tipos de moradia ou objetos de uso cotidiano (brinquedos, roupas, mobiliários), considerando técnicas e materiais utilizados em sua produção. (EF01GE07): Descrever atividades de trabalho relacionadas com o dia a dia da sua comunidade.
Unidade temática
• Formas de representação e pensamento espacial Objetos de conhecimento
• Pontos de referência
Habilidades
(EF01GE08): Criar mapas mentais e desenhos com base em itinerários, contos literários, histórias inventadas e brincadeiras.
(EF01GE09) : Elaborar e utilizar mapas simples para localizar elementos do local de vivência, considerando referenciais espaciais (frente e atrás, esquerda e direita, em cima e embaixo, dentro e fora) e tendo o corpo como referência.
Unidade temática
• Natureza, ambientes e qualidade de vida Objetos de conhecimento
• Condições de vida nos lugares de vivência
Habilidades
(EF01GE10) : Descrever características de seus lugares de vivência relacionadas aos ritmos da natureza (chuva, vento, calor etc.).
(EF01GE11): Associar mudanças de vestuário e hábitos alimentares em sua comunidade ao longo do ano, decorrentes da variação de temperatura e umidade no ambiente.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular Versão final. Brasília: MEC, 2018. p. 370-371. Disponível em: https:// basenacionalcomum.mec.gov.br/ images/BNCC_EI_EF_110518 _versaofinal_site.pdf. Acesso em: 16 set. 2025.



SAIBA MAIS
ESSA SEÇÃO APRESENTA SUGESTÕES DE LIVROS, SITES, FILMES E OUTROS RECURSOS RELACIONADOS COM OS CONTEÚDOS ESTUDADOS AO LONGO DO LIVRO.
REFERÊNCIAS
BIBLIOGRÁFICAS COMENTADAS
ESSA SEÇÃO CONTÉM AS REFERÊNCIAS DE LIVROS, REVISTAS E SITES QUE FORAM UTILIZADOS NA ELABORAÇÃO DESTE LIVRO.
RESPOSTA ORAL INDICA ATIVIDADES E QUESTÕES A QUE VOCÊ PODE RESPONDER ORALMENTE.
RESPOSTA NO CADERNO INDICA ATIVIDADES E QUESTÕES QUE VOCÊ PODE RESPONDER NO CADERNO.
DICA
APRESENTA DICAS QUE PODEM FACILITAR A REALIZAÇÃO DE ALGUMAS ATIVIDADES.
ATENÇÃO
APRESENTA CUIDADOS QUE DEVEM SER TOMADOS AO REALIZAR ALGUMAS ATIVIDADES.
CARTOGRAFIA
CONTEÚDO OU ATIVIDADE QUE CONTEMPLA CONCEITOS, NOÇÕES OU HABILIDADES DE CARTOGRAFIA.
INDICA QUE EXISTE, NA VERSÃO DIGITAL DESTE LIVRO, UM INFOGRÁFICO OU MAPA CLICÁVEL, RELACIONADO AOS CONTEÚDOS DO LIVRO. OBJETOS DIGITAIS
OS SITES INDICADOS NESTE LIVRO PODEM MOSTRAR IMAGENS E TEXTOS DIFERENTES DOS QUE FORAM PENSADOS PARA O SEU ESTUDO. ISSO ACONTECE PORQUE O CONTEÚDO DISPONÍVEL ON-LINE PODE SER ALTERADO COM O TEMPO E VARIAR CONFORME O HISTÓRICO DE PESQUISA DO USUÁRIO. POR ISSO, NÃO TEMOS COMO CONTROLAR AS IMAGENS E OS TEXTOS QUE APARECEM NESSES SITES
03/10/2025 11:56:53
VAMOS INICIAR 12
EU, VOCÊ, NÓS .........................18
CONHECENDO O CORPO HUMANO 20
VAMOS INVESTIGAR 20
PERCEBENDO O AMBIENTE 26
VAMOS INVESTIGAR 26
IGUAIS E DIFERENTES: COMO ASSIM? 28 EU GOSTO, E VOCÊ? 34
VALORIZAR, ACOLHER E RESPEITAR! 38
COLETIVAMENTE • ACESSIBILIDADE 40
AS FASES DA VIDA 42
TODO MUNDO TEM HISTÓRIA 46
SÃO TANTAS MUDANÇAS 49
ENTRE TEXTOS 52
VAMOS AVALIAR O APRENDIZADO 54 UNIDADE 1
COMO ERAM AS FAMÍLIAS ANTIGAMENTE? ......................................... 62 AS MULHERES NO PASSADO E NO PRESENTE 64
HISTÓRIAS DA MINHA FAMÍLIA 67
DIVERSIDADE DE FAMÍLIAS 70
MINHAS, SUAS, NOSSAS RESPONSABILIDADES NA FAMÍLIA 72
COLETIVAMENTE • TODOS PODEM COLABORAR 74
SAÚDE: HIGIENE DO CORPO 78 VAMOS INVESTIGAR 78 HIGIENE DA BOCA 83
SAÚDE: LAZER, SONO E ALIMENTAÇÃO 87 SONO 88 ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL .................. 89
ENTRE TEXTOS 94
VAMOS AVALIAR O APRENDIZADO 96 A FAMÍLIA ................................ 60
2 9 03/10/2025 10:07:58
DIA A DIA NA
CASA ......................... 102
DIFERENTES LUGARES PARA VIVER 104
PERÍODOS DO DIA 106
OS PERÍODOS DO DIA E AS ATIVIDADES COTIDIANAS 112
VAMOS INVESTIGAR 112
OS PERÍODOS DO DIA E OUTROS SERES VIVOS 115
CONTAGEM DO TEMPO 118
VIVENDO EM MORADIAS DIFERENTES 121
MINHA CASA, MEU ABRIGO .................... 126 AS PARTES DA MORADIA 128
CADA COISA EM SEU LUGAR 131
CUIDO DA MINHA CASA 133 VAMOS AVALIAR O APRENDIZADO 135
3 COMO É A MINHA ESCOLA 142 EU CONHEÇO O ESPAÇO DA ESCOLA 144 ESTUDANDO OS AMBIENTES ................ 146 VAMOS INVESTIGAR 146 CUIDANDO DOS AMBIENTES 151
OBSERVANDO O CAMINHO DE CASA ATÉ A ESCOLA 153
OBJETOS DA SALA DE AULA 162 OBJETOS E SEUS MATERIAIS 163 OBSERVANDO OS OBJETOS 165 EU E AS PESSOAS NA ESCOLA 170
RESPONSABILIDADES, HÁBITOS E REGRAS NO AMBIENTE ESCOLAR 172
COLETIVAMENTE • PARA CONVIVER MELHOR 174
HISTÓRIAS DA ESCOLA 176 ESCOLAS NO PASSADO 178
VAMOS AVALIAR O APRENDIZADO 180
5 NA SALA DE AULA 157 MEU LUGAR NA SALA DE AULA 160
CONVIVÊNCIA 200 AS PESSOAS DA COMUNIDADE 201 O QUE EXISTE EM CADA LUGAR 202 OBSERVANDO AS TRANSFORMAÇÕES NOS LUGARES 205 QUANTOS LUGARES DIFERENTES ......................... 184
03/10/2025 10:07:58
EXTRAÇÃO DE MATERIAIS 212
PENSANDO EM DESCARTE 216
PENSANDO EM CONSUMO 221
ENTRE TEXTOS 224
VAMOS INVESTIGAR 226
COLETIVAMENTE • CONSUMO CONSCIENTE 228
VAMOS AVALIAR O APRENDIZADO 230
BRINCADEIRAS E FESTAS ... 236
BRINCAR EM DIFERENTES ÉPOCAS ... 238
BRINCADEIRAS INDÍGENAS 245
BRINCADEIRAS DE OUTROS PAÍSES 247
BRINQUEDOS DE OUTROS PAÍSES 251
VAMOS INVESTIGAR 252 O IMPORTANTE É BRINCAR! 253 É FEITO DE QUÊ? 255
COMEMORAÇÕES E FESTAS ESCOLARES 258
FORMATURA 258
DIA DA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL 259
DIA DOS POVOS INDÍGENAS 260
DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE 261
DIA INTERNACIONAL DA PESSOA IDOSA 262
DIA DA CRIANÇA 263
DIA INTERNACIONAL
DAS MULHERES E MENINAS NA CIÊNCIA 264
DIA NACIONAL DE ZUMBI E DA CONSCIÊNCIA NEGRA 265
FESTAS DA FAMÍLIA E DA COMUNIDADE 266
FESTAS FAMILIARES INDÍGENAS 266
FESTAS POPULARES NO BRASIL 267
FESTAS REGIONAIS
DAS COMUNIDADES ............................ 271
VAMOS CONCLUIR 276
SAIBA MAIS 282
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMENTADAS 286
OBJETOS DIGITAIS
MAPA CLICÁVEL: PARQUE OLÍMPICO DA TIJUCA E OS JOGOS PARALÍMPICOS RIO 2016 32
INFOGRÁFICO CLICÁVEL: AS PESSOAS MUDAM 49
INFOGRÁFICO CLICÁVEL: SABORES DO BRASIL 92
INFOGRÁFICO CLICÁVEL: VIVENDO NA MINHA CASA 123
MAPA CLICÁVEL:
MINHA ESCOLA VISTA DE CIMA! 165
INFOGRÁFICO CLICÁVEL:
COMO ESTÁ O TEMPO HOJE? 207
INFOGRÁFICO CLICÁVEL:
REUTILIZANDO OS MATERIAIS 219
MAPA CLICÁVEL:
BRINCADEIRAS PELO BRASIL 244
INFOGRÁFICO CLICÁVEL: FESTA JUNINA, UMA TRADIÇÃO BRASILEIRA 270
VAMOS AVALIAR O APRENDIZADO 272 11
03/10/2025 10:07:58
1. Objetivo
• Localizar e nomear algumas partes do corpo humano.
Sugestão de intervenção
Caso algum estudante tenha dificuldade em completar as palavras no item A, reproduza na lousa os termos apresentados no Livro do Estudante. Retome quais são as vogais e, em seguida, solicite aos estudantes que citem algumas partes do corpo humano. Anote os nomes mencionados na lousa. Caso não tenham citado nenhuma das partes apresentadas, sugira os nomes dessas partes e anote-os na lousa.
Se algum estudante tiver dificuldade no item B desta atividade, peça a ele que leia em voz alta as partes do corpo que identificou ao completar as palavras com as vogais que estavam faltando. Depois, solicite que localize no próprio corpo ou que aponte no corpo de um colega cada parte que você pronunciar em voz alta. Para finalizar, oriente-o a representar essas partes elaborando um desenho do corpo humano, que destaque cada parte trabalhada.
• A atividade 1 possibilita o desenvolvimento da habilidade EF01CI02, da Competência geral 8 e da Competência específica de Ciências da Natureza 7
1. FAÇA O QUE SE PEDE.
1. A) Resposta: A – PESCOÇO; B – BRAÇO; C – MÃO; D – PERNA; E – CABEÇA; F – ANTEBRAÇO; G – COXA; H – PÉ.
A ) ESCREVA AS VOGAIS QUE ESTÃO FALTANDO E DESCUBRA OS NOMES DE OITO PARTES DO CORPO.
B ) IDENTIFIQUE O NOME DE CADA UMA DAS PARTES DO CORPO INDICADAS NA IMAGEM. PARA ISSO, ESCREVA EM CADA QUADRO A LETRA DO NOME DA PARTE DO CORPO, DESCOBERTO NO ITEM ANTERIOR.
1. B) Resposta: No lado esquerdo da imagem, de cima para baixo, nesta ordem: A (PESCOÇO); B (BRAÇO); C (MÃO); D (PERNA). No lado direito da imagem, de cima para baixo: E (CABEÇA); F (ANTEBRAÇO); G (COXA); H (PÉ).
CRIANÇA VISTA DE FRENTE.

2. OBSERVE A IMAGEM A SEGUIR. IMAGEM COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.

CRIANÇAS BRINCANDO EM UM PARQUE, ACOMPANHADAS DE UM ADULTO.
A ) CONTORNE DE VERMELHO A CRIANÇA QUE ESTÁ EM FRENTE À CASA DA ÁRVORE.
Resposta: 3
B ) MARQUE UM X NO ANIMAL QUE ESTÁ NO GALHO EM CIMA DA ÁRVORE.
Resposta: 6.
C ) CONTORNE DE AZUL A CRIANÇA QUE ESTÁ MAIS PERTO DO CACHORRO.
Resposta: 5
D ) CONTORNE DE VERDE AS CRIANÇAS QUE ESTÃO ATRÁS DO CACHORRO.
Resposta: 1 e 2
3. PINTE NOS DESENHOS A SEGUIR A MÃO ESQUERDA DE AZUL E A MÃO DIREITA DE AMARELO.
Resposta: A: azul; B: amarelo.
Professor, professora: As legendas das imagens não foram inseridas para não comprometerem a realização da atividade.
03/10/2025 10:10:53
2. Objetivo
• Utilizar referenciais espaciais (frente e atrás, em cima e embaixo, dentro e fora) para localizar elementos em uma representação.
Sugestão de intervenção
Se necessário, promova a realização de desenhos com comandos específicos para compor elementos dentro ou fora, em cima ou embaixo de algum objeto. Peça aos estudantes que se organizem em duplas e apresentem suas produções uns aos outros e, depois, para a turma toda.
3. Objetivo
• Desenvolver noções de lateralidade (direita e esquerda) tendo o próprio corpo como referência.
Sugestão de intervenção
Se os estudantes demonstrarem dificuldade, incentive-os a reconhecer o próprio lado dominante e identificar a mão com a qual escrevem ou desenham. Promova também atividades em que necessitem localizar as mãos direita e esquerda. Uma possibilidade é distribuir a eles plaquinhas com duas cores: amarela para a mão direita e azul para a mão esquerda. Escreva na lousa as palavras DIREITA e ESQUERDA e a cor correspondente a elas. Depois, aponte para cada uma delas a fim de que os estudantes levantem os cartões com as mãos indicadas.
• As atividades 2 e 3 viabilizam o desenvolvimento da habilidade EF01GE09
4. Objetivo
• Diferenciar as fases da vida.
Sugestão de intervenção
Se houver dificuldade, retome com a turma as características que diferenciam cada fase da vida explicando que as pessoas mudam conforme o tempo passa. Utilize exemplos próximos, como irmãos mais novos, pais e avós, para apoiar a compreensão. Em seguida, apresente imagens variadas e peça que indiquem quem tem mais idade e quem tem menos idade, comentando os sinais que observam nessas diferenças.
5. Objetivo
• Identificar o cuidado com a higiene do corpo e a importância da lavagem das mãos para a manutenção da saúde.
Sugestão de intervenção
Caso algum estudante pinte o quadro relacionado a “escovar os dentes”, questione-o sobre os objetivos dessa ação (remover restos de alimentos dos dentes). Em seguida, peça ao estudante que, com base no que ele respondeu, analise novamente o enunciado da atividade. Explique a ele que lavar as mãos contribui para eliminar a sujeira e possíveis agentes causadores de doenças. Verifique se ele percebeu que devemos escovar os dentes após as refeições, pois essa ação contribui para eliminar os restos de alimentos dos dentes.
6. Objetivo
• Identificar os materiais de que são feitos alguns objetos de uso cotidiano e reconhecer que alguns podem ser reaproveitados.
Sugestão de intervenção
Se algum estudante tiver dificuldade para realizar esta atividade, peça a ele que observe outros objetos na sala de aula que são constituídos por esses materiais e compare a imagem com esse objeto. Caso al-
4. OBSERVE AS IMAGENS A SEGUIR. IMAGENS COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.
TAINÁ.
A ) CONTORNE DE AZUL A PESSOA COM MENOS IDADE.
Resposta: TAINÁ.
B ) CONTORNE DE VERMELHO A PESSOA COM MAIS IDADE.
Resposta: JOANA.
5. PINTE O QUADRO DO CUIDADO QUE DEVEMOS TER ANTES DE ALMOÇAR. EM SEGUIDA, EXPLIQUE A UM COLEGA COMO ESSE CUIDADO AJUDA A MANTER A SAÚDE.
ESCOVAR OS DENTES. LAVAR AS MÃOS.
Resposta nas orientações ao professor
6. IDENTIFIQUE O MATERIAL USADO NA FABRICAÇÃO DE CADA PARTE DOS OBJETOS, DE ACORDO COM A LEGENDA A SEGUIR.
MADEIRA PLÁSTICO METAL
IMAGENS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI.
CARTEIRA ESCOLAR.

PORTA-CANETAS. PEDRO. JOANA.

Resposta: A: laranja (madeira); B: verde (metal); C: verde (metal); D: azul (plástico).
A ) CONTORNE A LEGENDA DO OBJETO QUE FOI PRODUZIDO REUTILIZANDO OUTRO OBJETO. EM SEGUIDA, EXPLIQUE SUA ESCOLHA A UM COLEGA.
Resposta nas orientações ao professor
gum estudante não identifique os materiais feitos de plástico que estão no porta-canetas, verifique outros materiais feitos de plástico e peça a ele que os manipule. Por fim, verifique se a turma identifica que o porta-canetas apresentado é um objeto que foi reaproveitado e que tem nova função.
Respostas
5. LAVAR AS MÃOS. Espera-se que os estudantes reconheçam que esse cuidado ajuda a eliminar possíveis agentes causadores de doenças das mãos. Dessa forma, ao nos alimentarmos, evitamos que eles sejam ingeridos com os alimentos ou por meio de talheres contaminados, por exemplo.
6. A) Espera-se que os estudantes contornem a legenda d a imagem do PORTA-CANETAS e reconheçam que, para a produção dele, foi usada uma lata de alimento vazia.
03/10/2025 10:10:55
BNCC
• A atividade 4 possibilita o desenvolvimento da habilidade EF01HI01
• A atividade 5 permite o desenvolvimento da habilidade EF01CI03, da Competência geral 8 e da Competência específica de Ciências da Natureza 7
• A atividade 6 possibilita o desenvolvimento da habilidade EF01CI01.
7. AS IMAGENS A SEGUIR MOSTRAM DIFERENTES LUGARES. RELACIONE CADA LUGAR COM SEU NOME, FORMANDO PARES DE LETRAS E NÚMEROS.
Resposta: A – 2; B – 1; C – 3.
PRAÇA A.
9. Resposta pessoal. Dia: Os estudantes podem desenhar atividades como estudar, ver televisão, alimentar-se, brincar com colegas na escola etc. Noite: Os estudantes podem desenhar atividades como ler, conversar com os pais, fazer a lição de casa, brincar com o animal de estimação ou dormir.
SALA DE AULA B.

MUNICÍPIO DE ALEGRE, ESPÍRITO SANTO, EM 2025.

MUNICÍPIO DE ITU, SÃO PAULO, EM 2022.
8. Resposta pessoal. Promova uma dinâmica em que os estudantes descrevam lugares semelhantes aos que assinalaram e que conheçam.

MUNICÍPIO DE PIATÃ, BAHIA, EM 2024.
8. VOCÊ CONHECE LUGARES COMO OS MOSTRADOS NA ATIVIDADE ANTERIOR? ESCOLHA UM DELES, MARQUE UM X E CONTE AO PROFESSOR E AOS COLEGAS COMO É ESSE LUGAR QUE VOCÊ CONHECE.
9. DESENHE EM UMA FOLHA AVULSA ALGO QUE VOCÊ FAZ EM CADA UM DOS MOMENTOS DO DIA A SEGUIR.
todas as atividades que realiza durante o período de um dia, como brincar com os colegas, ir à escola, ajudar nas tarefas de casa e fazer as tarefas escolares. Depois, solicite que indique em qual hora do dia ele faz cada uma. Em seguida, pergunte quais delas são realizadas no período do dia e quais no período da noite.
BNCC
03/10/2025 10:10:56
• As atividades 7 e 8 permitem explorar aspectos das habilidades EF01GE01 e EF01GE03
• A atividade 9 favorece o desenvolvimento das habilidades EF01CI06 e EF01GE05
7. Objetivo
• Reconhecer diferentes lugares e suas funções.
Sugestão de intervenção
Caso os estudantes não reconheçam ou não relacionem os nomes dos lugares à sua respectiva imagem, faça uma observação cuidadosa das imagens e incentive-os a descrever os elementos que nelas existem. Brincadeiras que envolvem dramatizações também promovem de forma lúdica o trabalho sobre características dos lugares e as atividades que neles são realizadas.
8. Objetivo
• Descrever as principais características de lugares conhecidos.
Sugestão de intervenção
Oriente os estudantes a identificarem a presença de praças, escolas e lavouras nos lugares que eles conhecem e descreverem os elementos que neles existem. Se necessário, inicie com um exemplo e conte uma experiência pessoal que você teve em algum dos lugares destacados. Depois, permita-lhes que contem as experiências que tiveram nos lugares citados.
9. Objetivo
• Relacionar diferentes atividades cotidianas com os períodos do dia.
Sugestão de intervenção
Se algum estudante apresentar dificuldade para realizar esta atividade, oriente-o a elaborar uma lista de
10. Objetivo
• Identificar e nomear algumas escalas de tempo e diferenciar o período do dia do período da noite.
Sugestão de intervenção
Se algum estudante tiver dificuldade para realizar esta atividade, mostre a ele imagens de outros ambientes durante o dia e durante a noite. Ajude-o a identificar as características de cada um deles, como os astros visíveis no céu e a iluminação desses ambientes.
Trabalhe também com instrumentos que nos permitem marcar a passagem do tempo e organizar as atividades diárias, como o relógio e a agenda. Verifique se ele percebe que o relógio ajuda na contagem do tempo e das horas e promova uma conversa sobre a importância do uso de relógios para a contagem do tempo. Mostre a ele que a duração de um dia é de 24 horas.
11. Objetivo
• Reconhecer objetos que fazem parte do ambiente escolar.
Sugestão de intervenção
Se houver dificuldade, retome coletivamente os nomes dos objetos mais comuns em sala de aula. Aponte para os objetos presentes no espaço físico da escola, comparando-os com as imagens da atividade. Pergunte, por exemplo: “Onde usamos a carteira e a cadeira?”; “Para que serve a lousa?”. Incentive a turma a relacionar cada objeto com sua função. Caso algum estudante ainda confunda objetos da escola com os do ambiente doméstico, leve-o a descrever como cada espaço é organizado e para que serve. Se a dificuldade estiver ligada à leitura das legendas, proponha a leitura em voz alta, com apoio da turma, e monitore individualmente o avanço no processo de alfabetização ao longo do ano.
10. OBSERVE A IMAGEM E RESPONDA ÀS ATIVIDADES MARCANDO UM X NAS OPÇÕES CORRETAS.

PARQUE NACIONAL DOS LENÇÓIS MARANHENSES, MARANHÃO, EM 2021.
A ) A IMAGEM FOI REGISTRADA EM QUE PERÍODO DIÁRIO?
PERÍODO DO DIA.
Resposta: PERÍODO DO DIA.
PERÍODO DA NOITE.
B ) O PERÍODO DE UM DIA É COMPOSTO DE QUANTAS HORAS?
12 HORAS. 24 HORAS.
Resposta: 24 HORAS.
C ) QUE OBJETO AJUDA A MARCAR A PASSAGEM DAS HORAS?
CALENDÁRIO.
Resposta: RELÓGIO.
RELÓGIO.
11. MARQUE UM X NO QUADRO DOS OBJETOS QUE PODEM SER ENCONTRADOS EM UMA SALA DE AULA.

CADERNO.
IMAGENS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI.

Resposta: CADERNO; LOUSA ; LÁPIS DE COR.

BICICLETA.

BNCC
• A atividade 10 contribui para desenvolver a habilidade EF01CI05
• A atividade 11 possibilita o aperfeiçoamento da habilidade EF01HI04
A. B.
12. RELACIONE CADA IMAGEM AO NOME
DO AMBIENTE QUE ELA REPRESENTA.
IMAGENS COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.
12. Resposta: A – AMBIENTE ESCOLAR; B – AMBIENTE DOMÉSTICO.
Professor, professora: As legendas das imagens não foram inseridas para não comprometerem a realização da atividade.
AMBIENTE ESCOLAR
13. ESCREVA A LETRA INICIAL DO NOME DE CADA IMAGEM A SEGUIR.
Resposta: BOLA.
Resposta: BONECA.
Resposta: PETECA.
A ) LEIA EM VOZ ALTA AS PALAVRAS QUE SE FORMARAM E DESCUBRA OS NOMES DE TRÊS BRINQUEDOS.
Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é incentivar a oralidade dos estudantes. Aproveite para avaliar a capacidade de leitura deles.
• Diferenciar o ambiente escolar do ambiente doméstico.
Sugestão de intervenção
Caso algum estudante tenha dificuldade, promova uma observação coletiva: peça à turma que cite o que está na sala de aula (carteiras, lousa, materiais coletivos) e compare com elementos da casa (cama, sofá, utensílios domésticos). Encoraje a formulação de frases simples, como: “Na escola, tem... ”e “Em casa, tem...”. Se necessário, utilize imagens de apoio para reforçar a distinção entre os dois ambientes. Retome essas comparações em diferentes momentos do ano, monitorando se o estudante amplia sua compreensão sobre a função e a organização de cada espaço.
• Descobrir o nome de brinquedos.
• Praticar a leitura e escrita. Sugestão de intervenção
Caso algum estudante tenha dificuldade na realização da atividade, retome os sons iniciais de cada palavra e incentive a turma a pronunciá-los em voz alta. Se houver insegurança na leitura, transcreva as palavras na lousa e destaque a letra inicial em cada caso. Se a dificuldade estiver no reconhecimento dos brinquedos, apresente exemplares reais ou imagens adicionais. Em seguida, promova uma conversa sobre quais brinquedos os estudantes utilizam atualmente e se reconhecem permanências ou mudanças em relação aos brinquedos da atividade. Essa discussão permite articular o exercício de leitura com a reflexão sobre práticas culturais da infância. Procure acompanhar a aprendizagem individualmente e retomar os pontos necessários ao longo do ano.
03/10/2025 10:11:06
• A atividade 12 contribui para o desenvolvimento da habilidade EF01HI04
• Identificar, localizar e nomear as partes que formam o corpo humano.
• Associar as diferentes partes do corpo às atividades que realizamos.
• Relacionar algumas partes do corpo à percepção do que está ao redor.
• Reconhecer as características físicas do próprio corpo.
• Perceber que as pessoas têm semelhanças e diferenças e aprender a respeitá-las.
• Valorizar e desenvolver o respeito às diferenças físicas e culturais.
• Reconhecer e diferenciar as fases da vida do ser humano.
• Perceber que a história do indivíduo está relacionada às histórias do grupo familiar e da comunidade dele.
• Refletir sobre as mudanças físicas e comportamentais pelas quais as pessoas passam.
• Exercitar noções de lateralidade para distinguir o lado direito do lado esquerdo do corpo.
• Desenvolver noções de reversibilidade.
• Identificar brinquedos e brincadeiras de outras épocas.
Se julgar pertinente, peça aos estudantes que voluntariamente descrevam em voz alta as características físicas do próprio corpo de forma breve
Durante a descrição, anote na lousa as partes do corpo mencionadas por eles e as características singulares de cada um, como cor dos olhos e dos cabelos, tonalidade da pele, estatura, formato do rosto, dos olhos e do nariz.

Solicite aos estudantes que identifiquem na lousa as partes do corpo semelhantes (braços, mãos, cabelos etc.) e as diferentes (cabelos lisos ou encaracolados, cabelos loiros ou pretos, olhos azuis, verdes, castanhos ou pretos etc.).
Sugira aos estudantes que usem uma folha de papel sulfite para ilustrar um familiar, amigo ou vizinho, indicando as semelhanças e as diferenças físicas existentes entre eles.
Promova um momento para que todos tenham a oportunidade de verbalizar seu raciocínio e acolha as respostas dos estudantes.

3.
Respostas nas orientações ao professor
IDENTIFIQUE UMA CRIANÇA DA FOTOGRAFIA QUE TENHA AO MENOS UMA DAS CARACTERÍSTICAS FÍSICAS
SEMELHANTE ÀS SUAS. DESCREVA COMO ELA É.
PINTE O QUADRO COM O NOME DA FASE DA VIDA EM QUE ESTÃO AS CRIANÇAS RETRATADAS NA FOTOGRAFIA.
INFÂNCIA. FASE ADULTA.
ADOLESCÊNCIA.
FASE DE PESSOA IDOSA
COM A AJUDA DO PROFESSOR, LEIA EM VOZ ALTA A ADIVINHA E DESCUBRA A RESPOSTA.
O QUE É O QUE É? “FAÇO PARTE DOS MEMBROS
SUPERIORES. POSSO SER DIREITA OU ESQUERDA E , GERALMENTE, SOU USADA PARA ESCREVER. QUEM SOU EU?”
ESCREVA O NOME DA PARTE DO CORPO QUE VOCÊ
DESCOBRIU E A DESENHE NO ESPAÇO A SEGUIR.
1. Resposta pessoal. O objetivo desta questão é levar os estudantes a analisarem a imagem e refletirem sobre as próprias características físicas, buscando identificar possíveis semelhanças.
2. INFÂNCIA. Auxilie os estudantes a identificarem as fases da vida e a compreenderem sua atual fase, se necessário.
3. MÃO. Oriente os estudantes a desenharem a mão que utilizam para escrever, levando-os a perceber se são destros ou canhotos.
COMPLEMENTARES
03/10/2025 10:15:52
TURMINHA em defesa da tolerância. Turminha do MPF. Disponível em: https://turminha.mpf. mp.br/explore/respeito-e-tolerancia. Acesso em: 12 ago. 2025.
Para explorar a importância do respeito ao próximo, leia o artigo disponível nesse link, que aborda as formas mais comuns de intolerância.
• Se julgar pertinente, ao trabalhar a atividade 1, convide os estudantes a realizarem a atividade em dupla, orientando-os a observar atentamente as características físicas das crianças na imagem. Destaque as diferenças entre as texturas e as cores dos cabelos, bem como o formato de olhos, nariz e boca. Apresente possíveis diferenças relacionadas a deficiências físicas, como o uso de cadeiras de rodas, próteses, aparelhos auditivos e bengalas de orientação e mobilidade. Em seguida, convide as duplas a se olharem e a identificarem as características dos colegas, ressaltando a importância do respeito à diversidade. Ao fim da atividade, convide os estudantes a compartilharem quais características acreditam ter em comum com as crianças representadas. • Ao abordar a atividade 3, trabalhe a noção de temporalidade com os estudantes com base nas diferentes fases da vida. Incentive-os a identificar cada fase e sua sequência, começando pela infância, passando pela adolescência, vida adulta e fase de pessoa idosa.
• Identificar as partes do corpo humano.
• Comparar características físicas entre o próprio corpo e o dos colegas.
• O tamanho do papel kraft solicitado para a realização da atividade considera o tamanho médio de crianças com idade de 7 anos. Avalie a necessidade de esse comprimento ser maior do que o solicitado.
• Na etapa A , oriente os estudantes a, mesmo ao afastarem os membros superiores e inferiores, ainda os manterem sobre o papel kraft, não ultrapassando as margens do papel.
• Na etapa B, oriente os estudantes deitados sobre o papel kraft a permanecerem imóveis na mesma posição até que os colegas finalizem o contorno do corpo deles.
• Na etapa D, peça a cada estudante que identifique e escreva as partes do corpo em seu desenho. Caso eles apresentem dificuldade para escrever o nome das partes do corpo, solicite que digam esses nomes em voz alta e, com a ajuda da turma, escreva-os na lousa para que eles os copiem.
• Caso na turma haja estudantes cegos, é possível que a percepção do formato do corpo ocorra com o auxílio do tato. Proporcione a acessibilidade e a inclusão ao realizar o contorno do corpo de modo que fique tátil. Cole barbante ou papel kraft torcido para criar o contorno do corpo desenhado. Permita uma experiência sensorial utilizando texturas diferentes para identificar a mão direita e a mão esquerda, a parte da frente e atrás do mapa do corpo
A) Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é incentivar os estudantes a refletirem sobre a questão, identificarem o problema, elaborarem hipóteses sobre
PARA INICIARMOS NOSSO ESTUDO SOBRE O CORPO HUMANO, FAÇA A ATIVIDADE A SEGUIR.
VAMOS INVESTIGAR
A ) O SEU CORPO E O DOS SEUS COLEGAS SÃO IGUAIS? COMO VOCÊ PODE INVESTIGAR ISSO?
Resposta nas orientações ao professor
MATERIAIS NECESSÁRIOS
• PAPEL KRAFT COM 150 CENTÍMETROS DE COMPRIMENTO
• CANETA HIDROGRÁFICA PRETA
A.
JUNTE-SE A UM COLEGA DA TURMA. DEPOIS, DEITE-SE SOBRE O PEDAÇO DE PAPEL KRAFT, COM OS BRAÇOS E AS PERNAS AFASTADOS.
B.
COM A CANETA HIDROGRÁFICA PRETA, O SEU COLEGA VAI DESENHAR NO PAPEL O CONTORNO DO SEU CORPO.

IMAGEM REFERENTE À ETAPA B
C.
D.
AGORA, É A VEZ DO COLEGA SE DEITAR SOBRE OUTRO PAPEL KRAFT PARA SER DESENHADO.
IDENTIFIQUE E ESCREVA OS NOMES DAS PARTES DO CORPO EM SEU DESENHO.
AGORA, RESPONDA ORALMENTE ÀS QUESTÕES A SEGUIR.
Respostas nas orientações ao professor
1. O DESENHO FEITO POR VOCÊ APRESENTA O TAMANHO REAL DO SEU COLEGA? EXPLIQUE.
2. COMPARE O SEU DESENHO COM O DO COLEGA, INDICANDO SEMELHANÇAS E DIFERENÇAS ENTRE O CORPO DE VOCÊS.
ele e proporem maneiras de investigá-lo.
1. Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é que os estudantes analisem o desenho produzido. Espera-se que eles respondam que sim.
2. Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é que os estudantes reconheçam a existência de semelhanças e diferenças entre eles. Auxilie-os na comparação dos desenhos e na percepção do próprio corpo, desenvolvendo noções de lateralidade e espacialidade.
• Este tema contribui para o desenvolvimento da Competência geral 4 e da habilidade EF01CI02, pois incentiva os estudantes a localizarem, nomearem e representarem partes do corpo humano por meio de desenhos. Além disso, leva-os a dominar processos, práticas e procedimentos da investigação científica, o que favorece a Competência específica de Ciências da Natureza 2. O tema também os incentiva a construir argumentos, negociar e defender ideias que promovam o respeito a si próprio e ao outro, acolhendo e valorizando a diversidade de indivíduos, desenvolvendo a Competência específica de Ciências da Natureza 5.
A ATIVIDADE QUE VOCÊ E SEUS COLEGAS FIZERAM
DURANTE A INVESTIGAÇÃO PODE SER CHAMADA DE MAPA DO CORPO.
AGORA, VAMOS FAZER ALGUMAS ATIVIDADES COM SEU MAPA DO CORPO.
A ) RECORTE O CONTORNO DO SEU DESENHO FEITO NO PAPEL KRAFT
CRIANÇA RECORTANDO O MAPA DO CORPO.
• A construção e a exploração do mapa do corpo são fundamentais para a iniciação cartográfica, garantindo a percepção do espaço com mais autonomia e de noções de espacialidade como direção e sentido.

1. COM OS COLEGAS, FAÇAM O QUE SE PEDE A SEGUIR
IMAGEM COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA Respostas nas orientações ao professor
A ) IDENTIFIQUE, ENTRE OS MAPAS DOS COLEGAS, UM MAIOR, UM MENOR E UM DO MESMO TAMANHO QUE O SEU, SE HOUVER.
B ) DISPONHAM OS MAPAS DO CORPO EM UMA PAREDE OU NO CHÃO, ORGANIZANDO-OS EM ORDEM CRESCENTE OU DECRESCENTE DE TAMANHO.
2. FAÇA EXERCÍCIOS COM SEU MAPA DO CORPO. PARA ISSO, SIGA AS ORIENTAÇÕES DO PROFESSOR.
Respostas nas orientações ao professor
A ) IDENTIFIQUE QUAL É A MÃO DIREITA DO SEU MAPA DO CORPO E ESCREVA NELA A LETRA D
B ) IDENTIFIQUE QUAL É A MÃO ESQUERDA DO SEU MAPA DO CORPO E ESCREVA NELA A LETRA E.
C ) COM O MAPA DO CORPO DE FRENTE PARA VOCÊ, LEVANTE A SUA MÃO DIREITA. QUAL MÃO DO MAPA DO CORPO FOI LEVANTADA?
D ) MANTENDO O MAPA DE FRENTE PARA VOCÊ, LEVANTE A SUA MÃO ESQUERDA. QUAL MÃO DO MAPA DO CORPO FOI LEVANTADA?
os estudantes exploram as noções de referências espaciais, como frente e atrás, esquerda e direita, tendo o próprio corpo como referência.
• Na atividade 1, os estudantes podem manusear o boneco que confeccionaram e perceberem se eles se identificam com sua representação, o que se reflete em vínculos de afetividade e segurança e compreensão da própria lateralidade.
• No item A da atividade 2, auxilie os estudantes a identificarem a mão direita do mapa do corpo. Peça-lhes que posicionem o mapa do corpo de costas para si, pois assim identificarão a mão direita tendo o próprio corpo como referência. Aplique essa mesma estratégia no item B.
• Leia o texto a seguir para ampliar seus conhecimentos sobre o assunto.
Mapa do corpo [...] Segundo Piaget, a criança constrói o conhecimento novo utilizando estruturas conhecidas. Entendemos, portanto, que através de um trabalho com o esquema corporal, explorando as noções de lateralidade e proporcionalidade através do mapa do próprio corpo, a criança constrói a ligação concreto × representação e se prepara para a utilização dessas noções em outras representações.
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os mapas do corpo em ordem crescente ou decrescente de tamanho.
2. A) Espera-se que os estudantes identifiquem a mão direita do mapa do corpo escrevendo nela a letra D
Ao mapear o próprio corpo, o aluno toma consciência de sua estatura, da posição de seus membros, dos lados de seu corpo. Ao representá-los terá necessidade de se utilizar de procedimentos de mapeador – generalizar, observar a proporcionalidade, selecionar elementos mais significativos –, para que a representação não perca a característica de sua imagem. [...]
ALMEIDA, Rosângela Doin de; PASSINI, Elza Yasuko. O espaço geográfico: ensino e representação. 4. ed. São Paulo: Contexto, 1992. p. 47. (Coleção Repensando o Ensino).
BNCC
• Esta abordagem favorece o desenvolvimento da habilidade EF01GE09, pois
1. A) Resposta pessoal. O objetivo desta questão é que os estudantes comparem seu mapa do corpo com os dos colegas, tendo o seu como referência, assim como percebendo semelhanças e diferenças quanto ao tamanho.
B) Resposta pessoal. O objetivo desta questão é que os estudantes organizem
B) Espera-se que os estudantes identifiquem a mão esquerda do mapa do corpo escrevendo nela a letra E
C) Espera-se que os estudantes levantem a mão esquerda do mapa do corpo.
D) Espera-se que os estudantes levantem a mão direita do mapa do corpo.
• Antes de iniciar a atividade 1, leia com os estudantes em voz alta o texto que precede esta atividade. Em seguida, oriente-os a realizá-la escrevendo o nome das partes do corpo em letra bastão maiúscula, de modo que esta atividade auxilie no processo de apropriação desse tipo de escrita. Para isso, simule uma pauta caligráfica na lousa e, com a participação da turma, escreva cada nome da parte do corpo nessa pauta. Chame a atenção dos estudantes para a direção da escrita de cada letra. Verifique também a pega correta no lápis (preensão tripoide).
• Caso na turma haja algum estudante cego, faça uso de ferramentas alternativas para trabalhar a escrita do nome das partes do corpo. Uma possibilidade é o uso de caixas de areia para que eles façam o traçado da letra com a mão.
• Se julgar interessante, para auxiliar a identificação e a nomeação das partes indicadas na imagem, peça a um estudante que, de maneira voluntária, fique à frente da turma na mesma posição que a criança mostrada na fotografia. Indique no estudante voluntário cada uma das partes indicadas na imagem e solicite que a turma nomeie cada uma delas.
• Na atividade 2, atente para que todos os estudantes participem da leitura em voz alta e para possíveis dificuldades de leitura.
Objetivo
• As atividades 1 e 2 possibilitam avaliar se os estudantes identificam as diferentes partes do corpo humano, gerando informações úteis sobre etapas vencidas e dificuldades encontradas, bem como dados sobre pontos frágeis na aprendizagem dos conceitos abordados.
COMO VOCÊ PÔDE PERCEBER, O CORPO HUMANO É FORMADO POR DIFERENTES PARTES. ELE PODE SER DIVIDIDO EM QUATRO REGIÕES PRINCIPAIS: CABEÇA, PESCOÇO, TRONCO E MEMBROS
1. ESCREVA NOS ESPAÇOS CORRESPONDENTES AS PARTES DO CORPO INDICADAS NA IMAGEM.

Resposta: CABEÇA.
Resposta: PESCOÇO.
Resposta: TRONCO.
Resposta: MEMBROS. incentivar a linguagem oral dos estudantes. Auxilie-os, caso necessário.
2. LEIA EM VOZ ALTA AS PARTES DO CORPO INDICADAS NA ATIVIDADE ANTERIOR.
Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é
de intervenção
Caso algum estudante apresente dificuldade de localizar ou nomear alguma parte do corpo, trabalhe o assunto relacionando as partes do corpo às atividades preferidas do estudante.
Peça-lhes que desenhem e nomeiem as partes do corpo e indiquem as atividades prediletas que realizam com as partes nomeadas.
Promova um momento para que todos tenham a oportunidade de verbalizar seu raciocínio e acolha as respostas dos estudantes, realizando as intervenções que julgar necessárias.
OS MEMBROS DO CORPO HUMANO PODEM SER SUPERIORES OU INFERIORES.

MEMBRO SUPERIOR
CRIANÇA VISTA DE FRENTE. A. B.
FOTOS: GELPI/SHUTTERSTOCK.COM

RAFAEL VISTO DE FRENTE.

RAFAEL VISTO DE COSTAS.
A ) NA FOTOGRAFIA A, CONTORNE DE AZUL O MEMBRO SUPERIOR ESQUERDO DE RAFAEL.
Resposta: Os estudantes devem
B ) NA FOTOGRAFIA B, CONTORNE DE LARANJA O MEMBRO INFERIOR DIREITO DE RAFAEL.
MEMBRO INFERIOR contornar de azul o membro superior localizado à direita na fotografia. contornar de laranja o membro inferior localizado à direita na fotografia.
Resposta: Os estudantes devem
Organize os estudantes em uma roda e em pé. Diga comandos relacionados às partes do corpo e à lateralidade como: “Toque no seu pé direito.”; “Levante sua mão esquerda.”. Para estudantes que tenham dificuldade ou limitações em realizar movimentos, faça-os para que eles possam perceber e identificar a diferença entre direita e esquerda. Também aproveite para trabalhar o respeito e a valorização das diferenças.
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• Ao trabalhar a atividade 3, caso os estudantes tenham dificuldade na resolução, oriente-os na identificação da direita e da esquerda do menino da fotografia. Para isso, peça aos estudantes que fiquem em pé e se organizem em duplas. No item A, oriente que um dos estudantes de cada dupla fique de frente para o outro integrante da dupla (representando a criança da fotografia) e peça-lhe que movimente o membro superior esquerdo. Com isso, fica mais fácil para o estudante identificar a esquerda do menino. Repita o procedimento para o item B, porém o colega deve ficar de costas para o outro integrante da dupla (representando a criança da fotografia) e movimentar o membro inferior direito.
• A atividade 3 possibilita avaliar a identificação de partes do corpo e a compreensão dos estudantes a respeito da lateralidade.
Sugestão de intervenção Caso algum estudante apresente dificuldade em diferenciar e identificar a direita e a esquerda, reconhecendo e utilizando o lado esquerdo e o lado direito do próprio corpo de uma forma coordenada, trabalhe esse assunto de maneira lúdica, como por meio de uma brincadeira.
• Ao trabalhar a atividade 4, peça aos estudantes que localizem no próprio corpo as partes indicadas na imagem enquanto as nomeiam em voz alta. É importante que as reconheçam no próprio corpo, contribuindo, assim, para o processo de aprendizagem.
• Durante a atividade, observe se os estudantes tocam a parte correta do corpo, questionando aqueles que podem se equivocar e incentivando-os a verificar qual seria o correto em cada caso.
• Se considerar pertinente, ao analisar a imagem da criança e das partes do corpo dela, identifique com os estudantes o cotovelo, o punho, o joelho e os dedos das mãos e dos pés, que não foram indicados nela.
• Se julgar conveniente, aproveite o momento para questionar os estudantes sobre as funções dos órgãos e das estruturas que podem ser identificados nas diferentes partes do corpo humano, bem como as atividades que podemos realizar com cada uma delas. Anote as principais informações na lousa e retome-as em um momento oportuno da aula. Além de possibilitar a avaliação dos conhecimentos prévios dos estudantes sobre o tema que será abordado na sequência, essa abordagem favorece o desenvolvimento da habilidade EF01CI02 da BNCC.
ATIVIDADE EXTRA
Desenhe em um papel-cartão as partes do corpo estudadas (cabeça, olhos, orelhas, nariz, boca, pescoço, tronco, braços, antebraços, mãos, coxas, pernas e pés) ou, se preferir, faça impressões de imagens dessas estruturas e cole-as no papel-cartão. Distribua essas partes do corpo entre os estudantes e trabalhe com
CADA UMA DAS QUATRO REGIÕES PRINCIPAIS DO CORPO HUMANO APRESENTA PARTES ESPECÍFICAS.
NA CABEÇA, ESTÃO OS OLHOS, AS ORELHAS, O NARIZ E A BOCA.
O PESCOÇO UNE
A CABEÇA AO TRONCO
O TRONCO É DIVIDIDO EM TÓRAX E ABDÔMEN.
OS BRAÇOS, OS ANTEBRAÇOS E AS MÃOS FAZEM PARTE DOS MEMBROS SUPERIORES.
AS COXAS, AS PERNAS E OS PÉS FAZEM PARTE DOS MEMBROS INFERIORES.
OLHO
ORELHA NARIZ BOCA
PESCOÇO
TÓRAX
ABDÔMEN
MÃO
COXA PÉ

CRIANÇA VISTA DE FRENTE.
PERNA
4. LEIA EM VOZ ALTA O NOME DE CADA PARTE DO CORPO INDICADA NA IMAGEM ANTERIOR.
Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é incentivar a linguagem oral dos estudantes. Auxilie-os, caso necessário.
eles a montagem do corpo humano utilizando essas peças como um quebra-cabeça. Além das partes do corpo desenhadas, leve cartões com o nome de todas as partes desenhadas.
Organize os estudantes em duplas. Em seguida, oriente cada dupla a sortear um cartão com o nome de uma parte do corpo e a pegar a parte designada. Com fita adesiva, cole a parte em uma lousa ou na parede. Oriente cada dupla a montar o corpo até ficar completo.
Caso opte por ampliar a abordagem, levantando os conhecimentos prévios dos estudantes
a respeito das funções das partes do corpo e as atividades que realizamos com elas, é possível incluir desenhos e imagens de objetos comuns (lápis, bola, tênis, boné, óculos etc.) para que os estudantes posicionem nas partes do corpo. Esta atividade favorece a compreensão e a identificação das partes do corpo humano, além de permitir aos estudantes que sejam personagens ativos do aprendizado.
AS DIFERENTES PARTES DO CORPO HUMANO NOS AJUDAM A REALIZAR DIVERSAS ATIVIDADES DO DIA A DIA. OS MEMBROS INFERIORES, POR EXEMPLO, PODEM NOS AJUDAR A ANDAR E A CORRER. JÁ OS MEMBROS SUPERIORES, MAIS ESPECIFICAMENTE AS MÃOS, GERALMENTE NOS AJUDAM A SEGURAR OBJETOS.
5. CONTORNE O CAMINHO QUE LEVA JOSÉ À FESTA DE LÍVIA E QUE APRESENTE APENAS AS PARTES DO CORPO QUE USAMOS PARA BATER PALMAS NO MOMENTO DO PARABÉNS.
Resposta: Caminho B

JOSÉ
REPRESENTAÇÃO DOS POSSÍVEIS CAMINHOS QUE LEVAM JOSÉ À FESTA DE LÍVIA.
Resposta: MEMBROS SUPERIORES.
A. B. C. CABEÇA.
IMAGENS COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.
6. MARQUE UM X NA REGIÃO DO CORPO EM QUE SE LOCALIZAM AS PARTES DO CORPO QUE UTILIZAMOS PARA BATER PALMAS. MEMBROS INFERIORES.
MEMBROS SUPERIORES.
7. MARQUE UM X NAS PRINCIPAIS PARTES DO CORPO QUE A CRIANÇA DA FOTOGRAFIA UTILIZA PARA CONSUMIR A MELANCIA.
Resposta: BOCA, MÃOS, BRAÇOS, ANTEBRAÇOS.
COXAS. BRAÇOS. ANTEBRAÇOS. BOCA. PÉS. MÃOS.

• Ao realizar a atividade 5 com os estudantes, oriente-os a ficar em pé e cante com eles a canção “Parabéns pra você”. Peça-lhes que batam palmas enquanto cantam a canção. Em seguida, pergunte a eles quais foram as partes do corpo que utilizaram enquanto batiam palmas. Anote na lousa o nome dessas partes e, em seguida, oriente-os a encontrar o caminho que contém todas essas partes. Depois, pergunte a eles qual é o membro do corpo humano formado por essas partes.
• Caso haja algum estudante com deficiência física na turma, aproveite o momento para explicar a eles que algumas pessoas podem utilizar diferentes partes do corpo para realizar certas atividades. Se possível apresente exemplos, como o pintor francês Louis Joseph César Ducornet (18061856), que utilizava os pés para fazer suas pinturas.
• Conheça outros artistas que utilizam a boca ou os pés para pintar no site a seguir.
• ASSOCIAÇÃO dos Pintores com a Boca e os Pés (APBP). Disponível em: https://apbp.com.br/. Acesso em: 12 ago. 2025.
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Objetivo
• As atividades desta página possibilitam verificar se os estudantes conseguem identificar as partes superiores do corpo e relacioná-las a algumas atividades, evidenciando possíveis dificuldades deles na abordagem dos conceitos trabalhados.
Sugestão de intervenção
Na atividade 5, caso algum estudante tenha dificuldade na identificação das partes do corpo que geralmente são utilizadas para bater
palmas, peça-lhe que observe novamente as imagens do livro, com foco nos membros e nas atividades descritas. Se julgar pertinente, peça aos estudantes que batam palmas novamente e oriente-os a segurar algum objeto. Em seguida, questione-os sobre as partes do corpo que estão utilizando e onde elas se localizam (parte de cima: superior; parte de baixo: inferior).
Na atividade 7, peça aos estudantes que simulem estar comendo algum alimento (ou forneça um alimento a eles) e solicite que movimentem as partes do próprio corpo envolvidas nessa ação.
• Construir um tapete sensorial com objetos de diferentes texturas e identificá-los por meio do tato.
• Constatar a importância da pele para a percepção de objetos presentes ao nosso redor.
• Organize os estudantes em grupos, de modo que fiquem diversos, e distribua a cada um materiais diferentes. Caso haja estudantes com algum tipo de deficiência, atente para que façam grupo com estudantes sem deficiência.
• Na etapa D, organize-os em fila, de modo que todos passem descalços pelo tapete. Oriente-os a parar por um momento sobre o tapete, concentrando-se no que estão sentindo, e peça-lhes que descrevam essas sensações em voz alta, promovendo a verbalização de percepções e a comunicação oral. Caso alguns estudantes fiquem desconfortáveis em tirar os sapatos, incentive-os a participar, mas sem forçá-los. Neste caso, você pode orientá-los a realizar a atividade utilizando as mãos.
• Após a realização da etapa D, pergunte aos estudantes por que eles devem tirar os sapatos nesta etapa. Espera-se que percebam que, com os olhos vendados, precisam usar outro sentido para perceber os materiais; no caso, o tato. Assim, eles podem responder que, por meio da pele, é possível sentir o que tocamos e as texturas, por isso os pés devem estar expostos, para entrar em contato com os materiais.
Respostas
AS PARTES DO CORPO HUMANO PODEM NOS AJUDAR A PERCEBER O AMBIENTE AO NOSSO REDOR. REALIZE A ATIVIDADE A SEGUIR.
VAMOS INVESTIGAR
A ) COMO É POSSÍVEL IDENTIFICAR OS MATERIAIS E SUAS TEXTURAS SEM UTILIZAR A VISÃO?
MATERIAIS NECESSÁRIOS
• PAPEL SULFITE
• COLA ESCOLAR
• VENDA PARA OS OLHOS
• FITA ADESIVA
Resposta nas orientações ao professor
• FIOS DE LÃ
• LIXA DE PAREDE
• PALITOS DE SORVETE
• TAMPAS DE GARRAFA PET
RETIREM OS SAPATOS E COLOQUEM A VENDA NOS OLHOS. EM SEGUIDA, UM ESTUDANTE POR VEZ DEVERÁ ANDAR SOBRE O TAPETE E IDENTIFICAR OS MATERIAIS COM OS PÉS. A. B. C. D.
COM A ORIENTAÇÃO DO PROFESSOR, ORGANIZEM-SE EM GRUPOS. COLEM NO PAPEL SULFITE O MATERIAL QUE O PROFESSOR
DISTRIBUIU PARA CADA GRUPO.
JUNTEM O PAPEL SULFITE COM O MATERIAL COLADO DO SEU GRUPO COM OS DOS OUTROS GRUPOS, FORMANDO UM TAPETE.

IMAGEM REFERENTE À ETAPA C
AGORA, RESPONDA ORALMENTE ÀS QUESTÕES A SEGUIR.
Respostas nas orientações ao professor.
1. CONTE AOS COLEGAS O NOME DOS MATERIAIS QUE VOCÊ
CONSEGUIU IDENTIFICAR DURANTE A ETAPA D
2. CONVERSE COM OS SEUS COLEGAS DO GRUPO SOBRE COMO É A TEXTURA DOS MATERIAIS IDENTIFICADOS.
1. Resposta pessoal. Os estudantes podem responder fios de lã, tampas de garrafa PET, lixa de parede e palitos de sorvete. Incentive o respeito às possíveis dificuldades dos estudantes em reconhecerem os objetos.
2. Resposta pessoal. A resposta depende da percepção de cada estudante. Sugestões de respostas: fios de lã são macios; palitos de sorvete são lisos e duros; a lixa de parede é áspera; as tampas de garrafa PET são rígidas.
A) Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é incentivar os estudantes a refletirem sobre a questão, identificarem o problema e proporem maneiras de investigá-lo. Leve-os a refletir sobre cada um dos sentidos do corpo humano e sobre seus conhecimentos prévios a respeito do assunto.
• Ao levar os estudantes a utilizarem determinada parte do corpo para perceberem o ambiente ao redor, esta seção amplia a abordagem da habilidade EF01CI02 e permite que dominem processos e práticas da investigação científica, desenvolvendo a Competência específica de Ciências da Natureza 2. Além disso, ao trabalharem em grupo desenvolvendo a empatia e o diálogo, agindo com respeito, autonomia e responsabilidade e recorrendo aos conhecimentos das Ciências da Natureza para tomarem decisões, os estudantes exercitam a Competência específica de Ciências da Natureza 8 e a Competência geral 9
AO REALIZAR A ATIVIDADE ANTERIOR, VOCÊ DEVE TER NOTADO
QUE É POSSÍVEL PERCEBER O AMBIENTE UTILIZANDO DIFERENTES PARTES DO CORPO.
8. COMPLETE OS ESPAÇOS COM AS VOGAIS QUE ESTÃO FALTANDO E DESCUBRA O NOME DE CINCO PARTES DO CORPO HUMANO.
Resposta: A – OLHOS; B – LÍNGUA; C – PELE; D – ORELHAS; E – NARIZ.
A ) OLH S
B ) LÍNG A
C ) P LE
D ) OR LH S
9. ESCREVA A PALAVRA DESCOBERTA NA ATIVIDADE ANTERIOR QUE COMPLETA CORRETAMENTE CADA FRASE A SEGUIR.




A ) OS POSSIBILITAM ENXERGAR O QUE ESTÁ AO NOSSO REDOR.
Resposta: OLHOS.
CRIANÇA LENDO LIVRO.
B ) AS POSSIBILITAM OUVIR OS SONS DO AMBIENTE.
CRIANÇAS TOCANDO INSTRUMENTOS MUSICAIS.
C ) O
Resposta: ORELHAS. Resposta: NARIZ.
D ) A
• Caso considere pertinente, desenvolva com os estudantes um projeto de elaboração de um jardim sensorial. Explique a eles que, ao visitar um jardim sensorial, os sentidos do corpo humano são despertados de forma individual, ao sentir os cheiros, tocar em diferentes texturas, ouvir os sons, perceber os sabores e admirar a paisagem.
• Verifique se a escola tem ambientes externos com um jardim ou uma horta e, inicialmente, explore-os com os estudantes.
• Depois, proponha e elaboração do projeto na escola ou em uma área da comunidade local, com autorização prévia, envolvendo tanto os membros da escola quanto da comunidade escolar, como a equipe gestora, professores, funcionários e familiares ou responsáveis pelos estudantes.
POSSIBILITA SENTIR OS CHEIROS DO AMBIENTE.
POSSIBILITA SENTIR A TEXTURA DO QUE TOCAMOS.
CRIANÇA CHEIRANDO E TOCANDO UMA FLOR.
E ) A
POSSIBILITA SENTIR O GOSTO DOS ALIMENTOS. E ) NAR Z
Resposta: PELE. Resposta: LÍNGUA.
CRIANÇA COMENDO UMA MAÇÃ.
• Atividades que exploram a ideia de um jardim sensorial, além de trabalharem o contato com a natureza e a ideia de conservação ambiental, promovem a inclusão e a valorização de todos os estudantes ao permitirem a percepção do ambiente por meio de diferentes estímulos, desenvolvendo ainda o tema contemporâneo transversal Educação ambiental
• Caso os estudantes apresentem dificuldade para identificar as vogais que estão
faltando na atividade 8, escreva na lousa o nome de diferentes partes do corpo humano. Depois, peça-lhes que observem esses nomes e os comparem com as palavras que devem descobrir na atividade.
• Após completarem as frases na atividade 9, peça aos estudantes que, com você, façam a leitura das frases em voz alta. Aproveite o momento para avaliar a capacidade leitora da turma, identificando possíveis dificuldades.
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• Peça ajuda a um profissional e permita aos estudantes e aos outros membros da comunidade escolar a experiência de plantar, cultivar, descobrir os detalhes de plantas, cheiros, texturas, cores e sabores cultivando ervas. Ressalte a importância de áreas verdes para as cidades e comente que o projeto promove a cidadania e o cuidado com o ambiente. Incentive todos os envolvidos nos cuidados posteriores ao andamento do projeto. No tópico Projetos interdisciplinares da parte geral deste Livro do Professor, há mais informações sobre como desenvolver um projeto.
• As atividades apresentadas nesta página incentivam os estudantes a conhecerem melhor seu corpo e os sentidos, ajudando na percepção do ambiente ao seu redor e conscientizando-os da importância de respeitarem possíveis diferenças entre os colegas, o que contribui para o desenvolvimento da Competência específica de Ciências da Natureza 7 e da Competência geral 8, além de trabalhar a habilidade EF01CI02
Proponha aos estudantes uma atividade em que eles descrevam oralmente para a turma como são fisicamente (tom da pele, cor e tipo dos cabelos, cor dos olhos, estatura etc.). Eles podem utilizar o desenho que fizeram nesta página como base para as características que querem descrever.
Oriente-os a organizar as apresentações orais. Uma opção é organizá-los em roda e, um a um, se levantarem e se apresentarem. Eles também podem permanecer sentados durante a apresentação, o importante é se sentirem confortáveis para falar.
Durante a apresentação, também é possível que os estudantes falem sobre do que mais gostam em si. Pode ser algo relacionado a aspectos físicos, aptidões, preferências ou sentimentos.
Promova um momento para que todos tenham a oportunidade de verbalizar seu raciocínio e acolha suas respostas.
Finalize com uma conversa sobre as semelhanças e as diferenças entre a turma. Converse com os estudantes sobre o respeito à diversidade física, de saberes, de identidades, de culturas e de potencialidades, explicando-lhes a importância de valorizar as diferenças. O desenvolvimento da atividade potencializa o trabalho com a Competência específica de Ciências da Natureza 7 e a Competência geral 8 da BNCC, além de trabalhar a habilidade EF01CI04 da BNCC, pois leva os estudantes a se conhecerem, se apreciarem e se entenderem como parte da diversidade humana, além de compararem características físicas com os colegas.
PODEMOS SER SEMELHANTES OU DIFERENTES UNS DOS OUTROS POR CAUSA DE ALGUMAS CARACTERÍSTICAS. A SEGUIR, VAMOS DESCOBRIR COMO ISSO PODE OCORRER ENTRE VOCÊ E OS COLEGAS.
1. FAÇA UM DESENHO PARA REPRESENTAR COMO VOCÊ É AGORA, NO TEMPO PRESENTE. EM SEGUIDA, PINTE SEU DESENHO.
Resposta pessoal. Com esta atividade, além da percepção sobre si, espera-se que os estudantes desenvolvam a percepção de tempo presente. Diga a eles para se representarem de corpo inteiro. Eles podem usar, por exemplo, lápis de cor e giz de cera para colorir o desenho.
• O objetivo da atividade 1 é promover o reconhecimento da identidade individual dos estudantes em relação ao tempo presente. Durante a execução da atividade, incentive-os a destacar suas características físicas, como o comprimento e o tipo dos cabelos (liso, ondulado, crespo), a cor dos olhos e o tom da pele. Além disso, peça-lhes que ilustrem suas vestimentas ou os objetos que usam, como óculos de grau, aparelho auditivo e aparelho odontológico.
BNCC
• Este tema leva os estudantes a compararem características físicas entre si, reconhecendo a diversidade e a importância da valorização, do acolhimento e do respeito às diferenças, trabalhando a habilidade EF01CI04. Além disso, o tema leva-os a se conhecerem, se apreciarem e se entenderem como parte da diversidade humana, desenvolvendo a Competência específica de Ciências da Natureza 7 e a Competência geral 8
2. MARQUE UM X NAS CARACTERÍSTICAS DOS COLEGAS QUE SÃO SEMELHANTES ÀS SUAS OU ESCREVA ALGUMAS DE SUAS CARACTERÍSTICAS.
Resposta pessoal. A resposta depende das características do estudante.
A ) COR DO CABELO: LOIRO. PRETO. CASTANHO. RUIVO.
OUTRO:
Resposta pessoal. A resposta depende das características do estudante.
B ) COR DOS OLHOS: AZUL. VERDE. CASTANHO.
OUTRO:
C ) IDADE:
Resposta pessoal. A resposta depende da idade do estudante.
5 ANOS.
6 ANOS.
7 ANOS.
8 ANOS.
3. COM OS COLEGAS E O PROFESSOR, ESCOLHAM UMA CARACTERÍSTICA FÍSICA, COMO A COR DO CABELO. DEPOIS, FAÇAM O QUE SE PEDE A SEGUIR.
Resposta pessoal. A resposta depende
A ) FORMEM GRUPOS COM OS COLEGAS QUE TÊM ESSA CARACTERÍSTICA IGUAL ENTRE SI.
B ) CONTEM QUANTOS GRUPOS SE FORMARAM.
C ) CONTEM QUANTOS INTEGRANTES HÁ EM CADA GRUPO.
D ) FORMEM OUTROS GRUPOS ESCOLHENDO OUTRAS CARACTERÍSTICAS E FAÇAM AS MESMAS CONTAGENS.
Professor, professora: Incentive a socialização do conhecimento, a troca de informações e o questionamento entre os estudantes, fatores que favorecem a aprendizagem. das características escolhidas pelos estudantes. 29
• Na atividade 2, leve um espelho à sala de aula para cada estudante se observar por alguns instantes. Incentive-os a refletir sobre o autoconhecimento, a identificação das características físicas e a percepção da noção de tempo presente. Aproveite os itens A e B para retomar o nome das cores, apresentando-as uma de cada vez. No caso de estudantes cegos, é possível trabalhar com diferentes texturas para cada cor. Para o caso de estudantes com daltonismo, tanto o ColorADD (disponível em: https://www.coloraddsocial. org/code/pt; acesso em: 12 ago. 2025) quanto outros sistemas de acessibilidade cromática podem ser utilizados. No item C da atividade 2, os estudantes refletirão sobre a temporalidade em relação à própria idade. Se algum deles tiver dificuldade em identificar a idade, ajude-o a relacionar o ano de seu nascimento à sua respectiva idade, construindo uma tabela na lousa para ilustrar a situação.
• Na atividade 3, auxilie os estudantes a formarem os grupos e a contarem os integrantes, nomeando as características de cada agrupamento. No item D, eles podem selecionar características como idade, cor dos olhos ou preferências relacionadas a brincadeiras ou esportes, entre outras.
• Se julgar adequado, aproveite para trabalhar o raciocínio de classificação e a contagem, a fim de identificarem os grupos mais numerosos ou menos numerosos.
ARTICULANDO CONHECIMENTOS
Desenvolva a atividade 3 com o componente curricular de Matemática, visando promover noções de contagem de números, bem como organização de dados. Para isso, auxilie os estudantes na organização dos grupos e na identificação das características, e, posteriormente, nas contagens solicitadas nos itens B e C
Os dados podem ser anotados na lousa de maneira simples ou em formato de tabela, incentivando-os na organização de dados.
Objetivo
• A atividade 3 possibilita avaliar se os estudantes identificam as características físicas nos colegas e em si próprios e a quantidade de estudantes que formam os grupos com características semelhantes.
03/10/2025 10:16:03
Sugestão de intervenção
Caso eles apresentem dificuldade no reconhecimento das próprias características ou dos colegas, cite alguma característica física, como a cor do cabelo. Depois, ajude-os a identificar quais deles têm essa mesma característica, a fim de formarem o respectivo grupo. Em seguida, reúna um dos grupos à frente da turma. Peça a um de cada vez que faça a contagem com os demais colegas. Se necessário, repita o procedimento com outro grupo antes de orientá-los a continuar a atividade.
• Ao apresentar o conceito de autorretrato, comente que é uma forma autobiográfica de arte, ou seja, quando o artista tem a intenção de produzir o próprio retrato. Explique aos estudantes que os motivos podem ser variados: o aprimoramento das habilidades de pintura, a expressão de emoções, o questionamento do papel do artista na sociedade etc.
• Incentive os estudantes a observarem as três pinturas e a partilharem suas percepções sobre as escolhas dos artistas ao se representarem. Comente que os três artistas se colocaram no centro da pintura, mas na obra do holândes Van Gogh (1853-1890) há uma distância que permite ver os ombros e parte do tronco do artista. Destaque o uso de tons escuros na obra do estadunidense Horace Pippin (1888-1946) em contraste com os tons frios e azuis de Van Gogh.
• Comente que a mexicana Frida Kahlo (1907-1954), teve poliomielite aos 6 anos, levando-a ao uso de prótese na perna direita. Após um grave acidente na adolescência, que a deixou acamada, dedicou-se ao desenho e à pintura. Produziu cerca de 55 autorretratos ao longo da vida e, em muitos deles, buscou representar seus sentimentos e as dores que sentia.
ARTICULANDO CONHECIMENTOS
O conteúdo apresentado nesta página promove a integração com o componente curricular de Arte ao relacionar obras artísticas à identificação de semelhanças e diferenças entre as pessoas. Incentive os estudantes a atentarem à legenda das imagens, que fornecem pistas importantes para a compreensão da obra em seu contexto cultural, social e histórico.
• O conteúdo da página favorece o desenvolvimento
TIPO DE RETRATO QUE A
PESSOA FAZ DE SI MESMA.
DIVERSOS ARTISTAS
FIZERAM SEUS AUTORRETRATOS.
VAMOS CONHECER ALGUNS
DELES?
AUTORRETRATO, DE VINCENT VAN GOGH. ÓLEO SOBRE TELA, 65 CENTÍMETROS × 54 CENTÍMETROS 1889.

AUTORRETRATO COM COLAR, DE FRIDA KAHLO. ÓLEO SOBRE METAL, 35 CENTÍMETROS × 29 CENTÍMETROS 1933.
da Competência geral 3 ao apresentar aos estudantes formas de representações individuais por meio da arte, incentivando-os a refletir sobre a diversidade no mundo e na sociedade por meio de elementos culturais.
ERA uma vez... Frida Kahlo. Desartes Kids, 15 dez. 2020. Disponível em: https://www.youtube. com/watch?v=oaUg5nGvUig&t=27s&ab_ channel=DasartesKids. Acesso em: 13 ago. 2025. Vídeo que conta, de forma resumida e lúdica, a vida de Frida Kahlo e sua trajetória artística.


AUTORRETRATO II, DE HORACE PIPPIN. ÓLEO SOBRE TELA, 22 CENTÍMETROS × 16 CENTÍMETROS 1944.
O AUTORRETRATO ao longo da história da arte. Ampliart. Disponível em: https://ampliart.com/ blog/174/o-autorretrato-ao-longo-da-historiada-arte. Acesso em: 13 ago. 2025.
03/10/2025 10:16:06
O texto traça um panorama histórico dos usos do autorretrato na história, fornecendo imagens e exemplos.
• STOK, Barbara. Vincent: a história de Vincent van Gogh. Porto Alegre: L&PM, 2014. Nessa história em quadrinhos, a autora representa os últimos dias de vida do pintor holandês em sua mudança para Arles, na França. Uma das fontes de inspiração da autora foram as cartas trocadas entre Vincent e seu irmão, Theo.
AO REALIZAR AS ATIVIDADES ANTERIORES, PERCEBEMOS QUE NÓS, SERES HUMANOS, SOMOS DIFERENTES UNS DOS OUTROS. ALGUMAS PESSOAS SÃO MAIS ALTAS DO QUE VOCÊ. OUTRAS
SÃO MAIS BAIXAS. A COR DOS OLHOS, O TIPO DE CABELO E A COR DA PELE TAMBÉM PODEM SER DIFERENTES ENTRE AS PESSOAS.
4. AS DICAS A SEGUIR DESCREVEM ALGUMAS CARACTERÍSTICAS DO MELHOR AMIGO DE PAULA. LEIA ESSAS DICAS E DESCUBRA QUEM É ESSA CRIANÇA.
DICA:
• TEM A COR DE CABELO DIFERENTE DO CABELO DE PAULA.
• TEM CABELO CASTANHO.
• TEM CABELO CRESPO.
• NÃO É A LUANA.

E SEUS AMIGOS NA ESCOLA.
DESCOBRIU QUAL DAS CRIANÇAS É O MELHOR AMIGO DE PAULA? ENTÃO, ESCREVA O NOME DELE NO ESPAÇO A SEGUIR.
Resposta: GAEL.
ALGUMAS PESSOAS PODEM APRESENTAR ALGUM TIPO DE DEFICIÊNCIA EM CERTAS PARTES DO CORPO, COMO PAULA. POR ISSO, ELA SE MOVIMENTA COM A AJUDA DE UMA CADEIRA DE RODAS.
• Antes de iniciar a atividade 4, converse com os estudantes sobre pessoas que utilizam cadeira de rodas para se locomover. Pergunte se eles conhecem alguém que se locomove dessa maneira, trabalhando com a turma os conhecimentos prévios dos estudantes sobre essa temática. Caso conheçam alguma pessoa com deficiência que utilize cadeira de rodas, pergunte a eles se essas pessoas trabalham e/ou estudam, se têm dificuldades para realizar certas atividades do dia a dia e se locomoverem nos ambientes. Caso os estudantes respondam que sim, peça-lhes que compartilhem com os colegas quais são essas dificuldades, conduzindo-os a responder à atividade proposta.
• Oriente os estudantes a observarem com atenção a fotografia, percebendo as principais características de cada personagem para, com base nas dicas, descobrir o nome do melhor amigo de Paula. Caso os estudantes apresentem dificuldade, sugira que a cada dica lida eles excluam as crianças que não possuem essa característica, trabalhando com a ideia de exclusão de opções.
• Após a identificação da criança em questão, oriente os estudantes a preencherem cada espaço com uma letra.
• Se considerar pertinente, aproveite o momento para enfatizar a eles a direção da escrita de cada uma das letras reproduzindo-as na lousa.
03/10/2025 10:16:08
• A atividade 4, bem como as abordagens das páginas 32 e 33 incentivam os estudantes a construírem argumentos e a defenderem ideias e pontos de vista que promovam o respeito a si próprios e ao outro, acolhendo e valorizando a diversidade de indivíduos, o que contribui para o desenvolvimento da Competência específica
de Ciências da Natureza 5. Além disso, o desenvolvimento deste tema leva-os a exercitar a empatia, fazendo-se respeitar e promovendo o respeito aos outros e aos direitos humanos, com acolhimento e valorização da diversidade de indivíduos, possibilitando o trabalho com a Competência geral 9, bem como com a habilidade EF01CI04, pois reconhecem a diversidade e a importância da valorização, do acolhimento e do respeito às diferenças.
• Ao abordar esta página, oriente os estudantes a observarem as imagens com os personagens Ana e Henrique. Converse com eles sobre como os personagens se locomovem no ambiente. O objetivo é que percebam que uma pessoa que não se locomove com os membros inferiores ou que tem algum tipo de comprometimento consegue se locomover com o auxílio de alguns instrumentos e utilizando outras partes do corpo. Ana, por exemplo, usa os braços e as mãos, enquanto Henrique utiliza uma prótese ortopédica.
• Peça aos estudantes que observem a imagem do personagem Paulo e converse com eles sobre como esse personagem percebe o ambiente ao seu redor. O objetivo é que os estudantes reconheçam que uma pessoa que não enxerga pode perceber o ambiente ao seu redor por meio do toque e de outros estímulos, como o cheiro.
O SISTEMA braille. Gov.br, 22 fev. 2022. Disponível em: https://www.gov.br/ibc/ pt-br/pesquisa-e-tecnolo gia/materiais-especializa dos-1/livros-em-braille -1/o-sistema-braille. Acesso em: 13 ago. 2025. SOUZA, Ritchelle Teixeira de; MIRANDA, Jean Carlos. Práticas e instrumentos de inclusão: libras, braille e mediação escolar. Educação Pública, Rio de Janeiro, v. 20, n. 11, 24 março 2020. Disponível em: https://app.uff.br/riuff/ bitstream/handle/1/15469/ Pr%C3%A1ticas%20e%20 instrumentos%20de%20 inclus%C3%A3o%20-%20 libras%2C%20braille%20 e%20media%C3%A7% C3%A3o%20escolar.pdf? sequence=1&isAllowed=y. Acesso em: 30 ago. 2025. Sites que apresentam mais informações sobre o sistema Braille e a Língua
AS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA PODEM REALIZAR ATIVIDADES E PERCEBER OS AMBIENTES AO SEU REDOR DE DIFERENTES MANEIRAS. CONFIRA OS EXEMPLOS A SEGUIR.
IMAGENS COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.
ANA SE LOCOMOVE UTILIZANDO
UMA CADEIRA DE RODAS, QUE MOVIMENTA COM OS MEMBROS SUPERIORES.
ANA BRINCANDO DE BOLA

UM DOS MEMBROS INFERIORES DE HENRIQUE FOI SUBSTITUÍDO POR UMA PRÓTESE ORTOPÉDICA. ESSA PRÓTESE AJUDA HENRIQUE A SE MOVIMENTAR E A JOGAR FUTEBOL, SUA BRINCADEIRA PREFERIDA.
HENRIQUE JOGANDO BOLA COM SUA AMIGA.

PRÓTESE ORTOPÉDICA: DISPOSITIVO UTILIZADO PARA SUBSTITUIR PARTES DO CORPO HUMANO.
PAULO É CEGO. ELE PERCEBE O AMBIENTE AO SEU REDOR TOCANDO AS SUPERFÍCIES, OUVINDO OS SONS E SENTINDO OS CHEIROS DO QUE ESTÁ AO REDOR DELE.
MAPA CLICÁVEL: PARQUE OLÍMPICO DA TIJUCA E OS JOGOS PARALÍMPICOS RIO 2016
PAULO BRINCANDO COM SEU CACHORRO NO QUINTAL DE CASA.
Brasileira de Sinais (Libras), auxiliando no processo de inclusão em sala de aula.
Leve para a sala de aula reportagens sobre jogos e atletas paralímpicos e leia-as para os estudantes. Mostre a eles algumas imagens desses atletas em suas modalidades esportivas. Incentive-os a contar aos colegas se já conheciam essa modalidade olímpica e a conversar sobre a importância da prática de esportes para esses atletas, momentos de superação, treinamento, disciplina e respeito.

Promova um momento para que todos tenham a oportunidade de verbalizar seu raciocínio e acolha suas respostas.
Esta atividade leva os estudantes a exercitarem a empatia, promovendo o respeito ao outro e aos direitos humanos, com acolhimento e valorização da diversidade de indivíduos e potencialidades, sem preconceitos de qualquer natureza, promovendo, assim, a Competência geral 9 da BNCC.
Você pode obter mais informações sobre as paralimpíadas acessando o site do COMITÊ Paralímpico Brasileiro. Disponível em: https://cpb. org.br/. Acesso em: 13 ago. 2025.
IMAGENS COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.
AS PESSOAS TAMBÉM PODEM
APRENDER E SOCIALIZAR COM OS DEMAIS DE MANEIRAS DIFERENTES.
RODRIGO É SURDO E SE COMUNICA
COM OS AMIGOS POR MEIO DA LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS (LIBRAS).
RODRIGO E SUA AMIGA JÚLIA CONVERSANDO EM LIBRAS.

ALICE APRESENTA TRANSTORNO DE ESPECTRO AUTISTA (TEA).
ELA TEM CERTA DIFICULDADE DE EXPRESSAR SUAS EMOÇÕES E DE SE COMUNICAR, MAS ISSO NÃO A IMPEDE DE APRENDER E SOCIALIZAR COM SEUS AMIGOS.
PARA AJUDAR A INFORMAR AS PESSOAS SOBRE SUA CONDIÇÃO, ALICE USA UM CORDÃO DE FITA COM DESENHOS DE QUEBRA-CABEÇA.
ALICE REALIZANDO ATIVIDADES ESCOLARES COM UM DE SEUS COLEGAS

PATRICIA BATH
AS PESSOAS PODEM NASCER CEGAS OU PERDER A VISÃO AO LONGO DA VIDA POR DIFERENTES MOTIVOS. EM ALGUNS CASOS, A PERDA DA VISÃO PODE SER REVERTIDA POR MEIO DE CIRURGIAS.
ENTRE OS PROFISSIONAIS QUE CONTRIBUÍRAM PARA O SUCESSO
DESSE TIPO DE CIRURGIA, TEMOS A OFTALMOLOGISTA AFRO-AMERICANA PATRICIA ERA BATH (1942-2019). ELA É RESPONSÁVEL POR DESENVOLVER UMA TÉCNICA CIRÚRGICA INOVADORA QUE UTILIZA LASER. PATRICIA ERA BATH.

BRASIL. Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2015/ lei/l13146.htm. Acesso em: 13 ago. 2025.
BRASIL. Lei nº 14.624, de 17 de julho de 2023. Disponível em: https://www. planalto.gov.br/ccivil_03/_ato20232026/2023/lei/l14624.htm. Acesso em: 13 ago. 2025.
Sites que apresentam, respectivamente, a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência e a Lei que institui do uso
de cordão de fita com desenhos de girassóis para a identificação de pessoas com deficiências ocultas.
• Caso haja algum estudante com deficiência na turma, peça-lhe que compartilhe suas vivências, potencialidades e possíveis dificuldades com os colegas, caso se sinta confortável. Ressalte o respeito a si próprio e ao outro, acolhendo e valorizando a diversidade de indivíduos.
• Ao abordar as contribuições da estadunidense Patricia Era Bath (1942-2019), destaque a importância dos trabalhos de-
• Peça aos estudantes que observem a imagem de Júlia e seu amigo. Comente que Rodrigo é surdo e questione-os sobre como ele se comunica com os colegas. O objetivo é que eles reconheçam que existem diferentes maneiras de se comunicar, além da fala, como por meio do uso da Língua Brasileira de Sinais (Libras).
• Solicite aos estudantes que observem a imagem da personagem Alice e seu amigo. Pergunte se eles sabem por que ela está usando um cordão com quebra-cabeça.
• Explique sobre os cordões de identificação que podem ser usados por pessoas que apresentam deficiências que não podem ser identificadas visualmente (deficiências ocultas). O cordão de girassol, por exemplo, pode ser utilizado por pessoas que têm deficiências ocultas, como surdez, autismo, diabetes, asma, limitações intelectuais e deficiências cognitivas.
• Ressalte que o uso desses cordões ajuda a informar outras pessoas sobre a condição e contribui para que os deficientes tenham acesso mais rapidamente aos direitos assegurados por lei, como o atendimento preferencial. As pessoas que optarem por não fazer o uso desses cordões não perdem os direitos já adquiridos.
03/10/2025 10:20:41
senvolvidos por mulheres na ciência, desenvolvendo os temas contemporâneos transversais Ciência e tecnologia, Diversidade cultural e Trabalho
• Bath e seus colaboradores desenvolveram um dispositivo para cirurgia de catarata que ficou conhecido como laserphaco, fundamental nas cirurgias atuais para a correção de catarata. Mesmo sofrendo com a desigualdade e com o racismo, ela foi a primeira mulher negra a registrar patente médica, além de ser conhecida por lutar pela prevenção e correção da cegueira.
• Durante a leitura das páginas 34 e 35, pergunte aos estudantes quais tipos de diferença, além das físicas, são apresentados no texto. Espera-se que eles reconheçam que são os gostos e as preferências de cada personagem que diferem entre si.
• Ao abordar este tema, ressalte que as pessoas são diferentes umas das outras, seja fisicamente, seja nos modos de agir e de pensar.
• Oriente os estudantes a observarem e conversarem com os colegas sobre as imagens das páginas 34 e 35. Peça-lhes que observem que as características físicas podem variar entre as pessoas, por exemplo, cor e tipo de cabelo, cor dos olhos, altura e peso.
• Depois que os estudantes observarem a imagem, leia com eles a história contada nestas páginas.
ATIVIDADE EXTRA
Se julgar conveniente, trabalhe com eles as representações físicas das pessoas do convívio familiar deles na forma de álbum.
Para realizar esta atividade, você vai precisar de folhas de papel sulfite divididas em quatro partes, para formar um álbum. A quantidade de folhas necessárias poderá variar de estudante para estudante, dependendo da quantidade de ilustrações feitas por eles.
Em cada página do álbum, o estudante deve ilustrar uma pessoa, considerando suas características físicas e seu gosto.
Com os álbuns completos, os estudantes podem trocar com os colegas e conversar sobre eles.

BNCC
ALÉM DAS CARACTERÍSTICAS FÍSICAS, TEMOS GOSTOS DIVERSOS, AGIMOS E PENSAMOS DE MANEIRAS DIFERENTES.
EU GOSTO DE PRATICAR ATIVIDADES
FÍSICAS COM OS MEUS COLEGAS DA ESCOLA.
PAULO E FELIPE, EU GOSTO DE CONVERSAR COM VOCÊS. VOCÊS SÃO BEM-HUMORADOS!
• Este tema permite o trabalho com a habilidade EF01CI04, ao possibilitar que os estudantes reflitam e reconheçam a diversidade e a importância da valorização, do acolhimento e do respeito às diferenças. Além disso, leva os estudantes a conhecerem-se, apreciarem-se e se entenderem como parte da diversidade humana, desenvolvendo a Competência específica de Ciências da Natureza 7 e a Competência geral 8
IMAGEM COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.
BIA E FELIPE, EU ADORO CONVERSAR E FAZER NOVAS AMIZADES!
CRIANÇAS NO PÁTIO DA ESCOLA.
ALICE, EU GOSTO MUITO DE LER LIVROS.
IMAGEM COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA. JÚLIA
EU GOSTO DE MONTAR
QUEBRA-CABEÇA. E VOCÊ, LUÍSA?

EU TAMBÉM, JÚLIA! GOSTO DE LIVROS SOBRE ANIMAIS.
EU GOSTO DE BRINCAR DE JOGO DA MEMÓRIA.
CRIANÇAS NO PÁTIO DA ESCOLA.
1. COM A AJUDA DO PROFESSOR, LEIA E SIGA OS COMANDOS PARA DESCOBRIR QUAIS SÃO OS PERSONAGENS COM QUEM VOCÊ MAIS SE IDENTIFICA.
Professor, professora: Oriente os estudantes para que analisem os personagens desta página e da anterior.
A ) ESCREVA O NOME DO PERSONAGEM QUE TEM CARACTERÍSTICAS FÍSICAS SEMELHANTES ÀS SUAS.
Resposta pessoal. A resposta pode variar de acordo com as características físicas de cada estudante.
B ) ESCREVA O NOME DO PERSONAGEM QUE TEM O GOSTO IGUAL AO SEU.
Resposta pessoal. A resposta pode variar de acordo com a preferência de cada estudante.
07/10/2025 17:25:05
• Na atividade 1, caso os estudantes tenham dificuldade em retomar as informações das imagens, antes de realizá-la e com a ajuda deles, faça um quadro na lousa com os seguintes tópicos: nome do personagem, características físicas e preferências. Em seguida, faça outro quadro semelhante, agora com o nome de cada estudante, características físicas e preferências. Peça a cada estudante que cite algumas características físicas dele e seus gostos. Escreva na lousa o nome de cada um e as respectivas informações citadas.
• Após a exposição das informações de cada estudante na lousa, peça-lhes que respondam à atividade 1. Caso algum deles diga que não se identifica com nenhum personagem do livro, peça-lhe que observe o quadro na lousa e cite o nome de um colega com quem ele partilhe semelhanças físicas e gostos. Se mesmo assim houver dificuldade, auxilie-o buscando outra referência.
• Nos itens A e B, oriente os estudantes a escreverem os nomes utilizando letra bastão. Auxilie-os na escrita dos nomes em questão na pauta caligráfica e, caso necessário, reproduza os nomes escolhidos na lousa, enfatizando a direção de escrita de cada letra. Perceba também se os estudantes estão pegando corretamente no lápis, com a preensão tripoide.
• Caso julgue conveniente, peça a cada estudante que escolha o nome de um colega e ilustre o gosto dele.
• Após todos completarem suas ilustrações, faça uma exposição e peça aos estudantes que olhem e indiquem quais são os gostos em comum com os colegas, promovendo, assim, um momento para que todos possam compartilhar experiências e verbalizar o raciocínio.
Organize os estudantes em uma roda, de preferência em algum ambiente externo. Oriente-os a se apresentar aos colegas de turma dizendo seu nome, sua idade e suas preferências sobre determinado assunto: prato, fruta, cor, brincadeira etc. Garanta que nenhum estudante faça comentários ofensivos e ressalte a importância do respeito ao outro e à diversidade, evitando qualquer tipo de preconceito.
Promova um momento para que todos tenham a oportunidade de verbalizar seu raciocínio e acolha as respostas dos estudantes, realizando as intervenções que julgar necessárias.
A atividade 2 permite um trabalho integrado com o componente curricular de Educação Física. Pergunte aos estudantes por que eles gostam ou não dessas brincadeiras e desenvolva uma delas com a turma.
• Destaque que algumas pessoas gostam de praticar atividades ou brincadeiras individualmente. No entanto, é preciso respeitar e dar a oportunidade de participação em tudo o que é proposto, pois todos têm a capacidade de aprender e de se adaptar a novas situações. Promover o acolhimento e a valorização da diversidade de indivíduos e de grupos sociais, seus saberes, identidades, culturas e potencialidades, sem preconceitos de qualquer natureza, contempla a Competência geral 9 da BNCC.
AS PREFERÊNCIAS POR ALGUMAS BRINCADEIRAS TAMBÉM PODEM SER SEMELHANTES OU DIFERENTES ENTRE AS PESSOAS. VAMOS DESCOBRIR O NOME DE ALGUMAS BRINCADEIRAS E SABER DE QUAL DELAS VOCÊ E OS COLEGAS MAIS GOSTAM.
2. COMPLETE AS PALAVRAS COM AS VOGAIS QUE FALTAM.
Professor, professora: As legendas das imagens não foram inseridas para não comprometerem a realização da atividade.


Resposta: JOGAR FUTEBOL.
4. Resposta pessoal. Oriente os estudantes para que as respostas expressem suas preferências, ainda que elas sejam gostar de todas ou não gostar de nenhuma. Nesses casos, converse com eles para que se expressem ainda mais.
Resposta: PULAR CORDA

ANDAR DE B CICL T .
Resposta: ANDAR DE BICICLETA
3. COM A AJUDA DO PROFESSOR, LEIA EM VOZ ALTA AS FRASES COMPLETAS DA ATIVIDADE ANTERIOR.
Resposta pessoal.
Auxilie os estudantes na leitura das frases descritas anteriormente.
4. ENTRE AS BRINCADEIRAS APRESENTADAS NESTA PÁGINA, CONTORNE AQUELA DE QUE VOCÊ MAIS GOSTA E MARQUE
UM X NA DE QUE NÃO GOSTA.
5. FORME DUPLA COM UM DOS COLEGAS E APRESENTE SUAS RESPOSTAS À ATIVIDADE ANTERIOR PARA QUE ELE AS CONHEÇA TAMBÉM.
Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é incentivar a socialização do conhecimento, a troca de informações e o questionamento.
Organize os estudantes em grupos e proponha uma brincadeira de mímica. Para isso, eles devem escolher uma cor para representar o nome da sua equipe. Escreva na lousa o nome de todas as equipes, a fim de anotar a pontuação de cada uma durante a brincadeira.
Oriente os estudantes a conversarem com os membros da equipe para escolher uma brincadeira. Em seguida, um estudante de cada grupo
deve fazer a mímica para os colegas descobrirem a qual brincadeira ela se refere. Cada equipe terá apenas uma chance, ganhando 1 ponto se acertar. Defina a quantidade de rodadas de acordo com o interesse dos estudantes. Ao fim da atividade, vence a equipe que somar mais pontos. A mímica auxilia no desenvolvimento da linguagem, promovendo o engajamento e a verbalização do raciocínio, além de melhorar a coordenação motora.
CONVIVER COM PESSOAS QUE TÊM GOSTOS
OU PREFERÊNCIAS DIFERENTES DOS NOSSOS
PODE NOS APRESENTAR ALGO QUE AINDA NÃO
CONHECEMOS. ACOMPANHE A SEGUIR.
AGORA EU GOSTO DE SOPA, PORQUE APRENDI COM MINHA AVÓ NEUZA.

IMAGENS COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.

APRENDI A GOSTAR DE LIVROS DE HISTÓRIA COM MINHA VIZINHA CAMILA, QUE É PROFESSORA.
CAIO E SUA AVÓ NEUZA. TAMIRES COM CAMILA E SEUS AMIGOS.
6. DESENHE ALGO QUE VOCÊ CONHECEU OU APRENDEU COM UM AMIGO OU PARENTE.
Resposta pessoal. A resposta depende do conhecimento adquirido pelo estudante.
Professor, professora: Promova uma dinâmica com os estudantes em que eles apresentem os desenhos para a turma.
03/10/2025 10:20:48
Proponha uma conversa aos estudantes para que citem as principais conclusões a que eles chegaram com o estudo dos temas Iguais e diferentes: como assim? e Eu gosto, e você?
Elabore uma lista na lousa com as informações cedidas pelos estudantes.
Para evitar que eles falem ao mesmo tempo, solicite-lhes que levantem a mão para falar. Após anotar a informação na lousa, peça que o próximo estudante com a mão levantada diga sua conclusão. Oriente que cada um cite apenas
uma conclusão, a fim de possibilitar a participação de mais estudantes.
Aproveite a atividade para verificar a aprendizagem dos estudantes em relação à diversidade das pessoas e quanto à importância do respeito e da valorização das diferenças.
A atividade pode auxiliar a identificar possíveis dificuldades dos estudantes em relação aos conteúdos trabalhados. Atente a informações centrais dos conteúdos que eles possam deixar de citar e retome-as brevemente com a turma por meio de perguntas.
• Se considerar pertinente, ao realizar a atividade 6, promova uma roda de conversa e oriente os estudantes a identificarem exemplos de algo que aprenderam ou conheceram com amigos ou familiares. Se considerar necessário, apresente alguns exemplos do que podemos aprender na infância com as pessoas de mais idade, como idosos, ou com os colegas da mesma idade. Incentive a participação de todos e questione-os sobre as dificuldades a fim de intervir se necessário. Oriente-os a criar o desenho proposto ao identificar algo que conheceram ou apreenderam com alguém.
• Caso considere pertinente, é possível orientar os estudantes a terem uma conversa prévia com os familiares ou amigos sobre o tema, para, então, compartilharem com os colegas no momento da conversa em sala de aula.
• Ao possibilitar que os estudantes utilizem a linguagem visual para se expressarem e partilharem informações, experiências e ideias, bem como para se comunicarem com os colegas, a atividade 6 promove o desenvolvimento da Competência geral 4 e da Competência específica de Ciências da Natureza 6 da BNCC.
• Leia as tirinhas com os estudantes, incentivando-os a ler a história em voz alta.
• Para responder à atividade 1, você pode sugerir que os estudantes se organizem em duplas (como orientado no enunciado da questão) ou sugerir uma roda de conversa sobre as tirinhas, permitindo que todos participem e exponham suas percepções. Anote na lousa as principais informações citadas por eles.
• Aproveite o momento para enfatizar a importância de refletir sobre o direito que todas as pessoas têm de serem respeitadas, acolhidas e valorizadas, independentemente de etnia, tom da pele, características físicas, grupo social, gostos e preferências ou jeito de ser.
• Ressalte que o convívio escolar com as diferenças permite ampliar nossas relações pessoais e conhecer diferentes realidades sociais.
• Ao trabalhar a tirinha B com os estudantes, é importante chamar a atenção deles para o trecho que cita “socialmente iguais”, ou seja, com os mesmos direitos e deveres de todos os cidadãos. Garantir que todas as crianças tenham acesso aos seus direitos é fundamental para a promoção do bem-estar e da igualdade a todas elas.
ARTICULANDO CONHECIMENTOS
A atividade 1 permite um trabalho interdisciplinar com o componente curricular de Língua Portuguesa ao explorar o gênero textual tirinha. Para isso, explore com os estudantes as linguagens visual e verbal das tirinhas e a organização da história em quadrinhos com imagens e textos de fala.
1. Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é que os estudantes troquem conhecimentos e vivências entre si que os levem a perceber a diversidade de características que existem entre os seres
COM A AJUDA DO PROFESSOR, LEIA AS TIRINHAS A SEGUIR.


1. CONVERSE COM OS COLEGAS SOBRE O QUE VOCÊ ENTENDEU
AO LER AS TIRINHAS A E B
Professor, professora: Auxilie os estudantes na humanos, tanto físicas quanto sociais, e a reconhecer, acolher e valorizar o respeito a essas diferenças.
análise e reflexão sobre as tirinhas, se necessário.
MESMO TENDO SEMELHANÇAS UNS COM OS OUTROS, EXISTEM TAMBÉM MUITAS DIFERENÇAS ENTRE NÓS. OU SEJA, CADA SER HUMANO É ÚNICO.
VOCÊ PODE NÃO GOSTAR, POR EXEMPLO, DA MESMA BRINCADEIRA QUE O SEU COLEGA, OU NÃO CONCORDAR COM OS PENSAMENTOS DELE, MAS É PRECISO VALORIZAR E RESPEITAR AS DIFERENÇAS QUE EXISTEM ENTRE VOCÊS.
• Este tema permite o trabalho com a habilidade
EF01CI04 ao possibilitar que os estudantes reflitam e reconheçam a diversidade e a importância da valorização, do acolhimento e do respeito às diferenças. Além disso, ao levar os estudantes a construírem argumentos e a defenderem ideias que promovam o respeito a si próprio e ao outro, acolhendo e valorizando a diversidade de indivíduos e de grupos sociais, sem preconceitos de qualquer natureza, bem como exercitarem a em-
patia, fazendo-se respeitar e promovendo o respeito ao outro e aos direitos humanos, o presente tema possibilita o desenvolvimento da Competência geral 9 e da Competência específica de Ciências da Natureza 5. • Ao analisarem as tirinhas, os estudantes entram em contato com um tipo de linguagem visual que visa expressar e partilhar informações, produzindo conhecimento de forma crítica, significativa, reflexiva e ética, o que aperfeiçoa a Competência geral 4 e a Competência específica de Ciências da Natureza 6
2. CONVERSE COM OS COLEGAS SOBRE O QUE SIGNIFICA, PARA VOCÊ, RESPEITAR AS DIFERENÇAS.
Professor, professora: Auxilie os estudantes nesta reflexão, se necessário.
IMAGINE SE TODOS NÓS FÔSSEMOS IGUAIS FISICAMENTE E TIVÉSSEMOS PENSAMENTOS E GOSTOS EXATAMENTE IGUAIS. CERTAMENTE, O MUNDO NÃO SERIA TÃO INTERESSANTE.
RESPEITAR A DIVERSIDADE POSSIBILITA QUE NOS COLOQUEMOS NO LUGAR DO OUTRO, DESENVOLVENDO EMPATIA E APRENDENDO A CONVIVER EM SOCIEDADE.
• Ao realizar a atividade 2, aproveite o momento para avaliar se os estudantes são capazes de refletir e argumentar sobre o respeito às diferenças, desenvolvendo a empatia.

2. Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é que os estudantes reflitam sobre o tema e compartilhem com os à diversidade pode se manifestar de diferentes maneiras, como aceitando, valorizando e acolhendo as diferenças, não julgando aquilo que é diferente e não considerando uma característica ou opinião como a melhor ou a correta, por exemplo.
colegas seus conhecimentos e suas vivências. Espera-se que eles reconheçam que o respeito
ESTUDANTES SE DIRIGINDO À SALA DE AULA.
VIVER EM UM AMBIENTE DE INCLUSÃO, ONDE TODOS SE SINTAM ACOLHIDOS E RESPEITADOS, NOS DÁ SEGURANÇA PARA EXPRESSAR NOSSA OPINIÃO E NOSSOS GOSTOS SEM JULGAMENTOS. ALÉM DISSO, PODEMOS SER NÓS MESMOS E NOS AMAR DA MANEIRA QUE SOMOS.

suas formas e sem julgamentos. Isso nos ajuda a conviver em sociedade, nos aceitando e nos amando da maneira que somos.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
LAGO, Myrian; GOMES, Flávia (coord.). Declaração universal dos direitos humanos para crianças. Teresina: Ministério Público do Estado
CRIANÇAS NA ESCOLA
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do Piauí, CAODEC. Disponível em: https:// turminha.mpf.mp.br/publicacoes-e-documentos -para-links/declaracao-dos-direitos-humanos -para-criancas. Acesso em: 13 ago. 2025. Material com informações sobre como trabalhar os direitos humanos com os estudantes de maneira simples e lúdica.
• Se julgar adequado, reúna os estudantes e peça-lhes que pensem em suas rotinas e vivências e procurem relembrar se já passaram por situações em que não foram respeitados, seja pelo seu jeito de ser, seja pelos seus gostos e preferências. Pergunte a eles se gostariam de compartilhar com os colegas como se sentiram.
• Permita que todos se manifestem, contem suas histórias e verbalizem seu raciocínio, acolhendo as respostas. Se possível, conte a eles também sobre suas experiências. O objetivo dessa dinâmica é incentivar o compartilhamento de vivências, conhecendo o que o outro sentiu nessas situações e se colocando no lugar dele.
• Em seguida, pergunte aos estudantes se eles já deixaram de respeitar um colega, um familiar ou outra pessoa apenas por não gostarem das mesmas coisas que eles ou por não pensarem da mesma forma. Todos devem ter a sua vez de contar sobre suas histórias.
• Por fim, diga aos estudantes que devemos refletir sobre nossas atitudes e sempre nos colocarmos no lugar do outro, respeitando a diversidade em todas as
• Conhecer o direito de ir e vir dos cidadãos.
• Entender o conceito de acessibilidade.
• Refletir sobre a importância da acessibilidade para as pessoas com deficiência física.
• Propor soluções para a falta de acessibilidade.
• Oriente os estudantes a observarem as cenas ilustradas e a conversarem com os colegas sobre o assunto que está sendo abordado na história. Incentive-os a perceber as dificuldades enfrentadas pelo personagem amigo de Mônica ao se locomover até a sala de aula, bem como a maneira que ele encontrou de enfrentá-las. Em seguida, auxilie-os na leitura da história.
• Pergunte-lhes se já presenciaram alguém nas mesmas situações vivenciadas pelo personagem. Em caso afirmativo, peça-lhes que compartilhem essa situação com os colegas.
ARTICULANDO
CONHECIMENTO
A seção propicia abordar o tema contemporâneo transversal Educação em direitos humanos de modo interdisciplinar com o componente curricular de Língua Portuguesa ao explorar o gênero textual história em quadrinhos. Explore com os estudantes as linguagens visual e verbal da história em quadrinhos, sua organização em quadros sequenciais e o suporte de imagens e balões de fala. Na sequência os estudantes podem produzir, em duplas, uma história em quadrinho sobre o tema acessibilidade.
COMPLEMENTARES
CONHECENDO O PROBLEMA 1
A SEGUIR.

MINISTÉRIO PÚBLICO DO PARANÁ. A TURMA DA MÔNICA: ACESSIBILIDADE.
DISPONÍVEL EM: https://web.archive.org/web/20230407230649/http://site.mppr.mp.br/ sites/hotsites/arquivos_restritos/files/migrados/File/publi/turma_da_monica/ monica_acessibilidade.pdf. ACESSO EM: 12 SET. 2025.
BNCC
• A seção apresentada nesta página favorece o trabalho com o tema contemporâneo transversal Educação em direitos humanos.
• As atividades desta seção incentivam os estudantes a agirem pessoal e coletivamente para tomarem decisões sobre questões a respeito da saúde individual e coletiva. Dessa forma, favore-
MINISTÉRIO PÚBLICO DO PARANÁ. Publicações : acessibilidade. Disponível em: https://site.mppr.mp.br/crianca/Pagina/ Publicacoes-Acessibilidade. Acesso em: 13 ago. 2025. Site com diversos materiais sobre acessibilidade.
cem o desenvolvimento da Competência específica de Ciências da Natureza 8 e da Competência específica de Ciências da Natureza 5, pois encoraja-os a construir argumentos e a defender ideias e pontos de vista que promovam o respeito a si próprios e aos outros, acolhendo e valorizando a diversidade de indivíduos, sem preconceitos de qualquer natureza.
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• A leitura da história em quadrinhos apresentada nesta página favorece o desenvolvimento da Competência específica de Ciências da Natureza 6, pois leva os estudantes a utilizarem diferentes linguagens para acessarem informações, produzirem conhecimentos e resolverem problemas das Ciências da Natureza de forma crítica, significativa, reflexiva e ética.
ORGANIZANDO AS IDEIAS 2
Respostas nas orientações ao professor
TODOS OS SERES HUMANOS TÊM O DIREITO DE IR E VIR E TÊM DIREITO À IGUALDADE, SEM DISCRIMINAÇÃO. SOBRE ESSE ASSUNTO, RESPONDA ORALMENTE ÀS QUESTÕES A SEGUIR.
A ) NA HISTÓRIA EM QUADRINHOS, QUAL É A DIFICULDADE ENFRENTADA PELO AMIGO DE MÔNICA?
B ) EM SUA OPINIÃO, O DIREITO DE IR E VIR FOI GARANTIDO AO AMIGO DE MÔNICA? EXPLIQUE.
C ) EM SUA OPINIÃO, O QUE POSSIBILITA A ACESSIBILIDADE DE LOCOMOÇÃO NOS AMBIENTES PARA PESSOAS QUE UTILIZAM CADEIRA DE RODAS?
BUSCANDO SOLUÇÕES 3
Respostas nas orientações ao professor
A ) COM OS PAIS OU RESPONSÁVEIS, PASSEIE PELO BAIRRO ONDE VOCÊS MORAM. JUNTOS, IDENTIFIQUEM SITUAÇÕES QUE FAVOREÇAM OU PREJUDIQUEM A ACESSIBILIDADE. DEPOIS, FAÇA UM DESENHO DESSAS SITUAÇÕES EM SEU CADERNO.
B ) DE QUE MANEIRA É POSSÍVEL PROMOVER A ACESSIBILIDADE NO BAIRRO ONDE VOCÊS MORAM OU NOS LOCAIS QUE FREQUENTAM? CONVERSE COM SEUS PAIS OU RESPONSÁVEIS E, EM SEGUIDA, REGISTRE POR MEIO DE DESENHO O QUE VOCÊS DISCUTIRAM.
IMAGEM COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.

CRIANÇAS BRINCANDO EM UM PARQUINHO COM ALGUNS BRINQUEDOS ADAPTADOS.
• Após a leitura da história em quadrinhos e a conversa com os estudantes, auxilie-os na resolução das questões. Caso necessário, releia a história com a turma de maneira pausada e fazendo intervenções e observações durante a leitura, de modo a identificar informações importantes para a elaboração das respostas.
A) Espera-se que os estudantes reconheçam que o personagem em questão tem dificuldade de acessar a escola e de chegar à sala de aula, pois existem vários obstáculos, como a escada e a porta estreita, que dificultam sua locomoção com o uso de uma cadeira de rodas.
B) Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes reconheçam que não, pois ele precisou pedir ajuda à amiga para chegar à sala de aula. Se houvesse rampas de acesso ao lado das escadas e portas mais largas nas salas de aula, ele conseguiria se locomover sem precisar pedir ajuda.
C) Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes respondam que a acessibilidade a essas pessoas é possível por meio de adaptações nos ambientes e nas construções, de modo que possibilitem o deslocamento da cadeira de rodas sem dificuldade. Isso é possível com a inclusão de rampas de acesso, espaços adequados em todos os ambientes, incluindo banheiros e elevadores, carteiras amplas e em altura adequada, entre outras medidas
• Na atividade A, oriente os estudantes a observarem se existem ou não adaptações que permitam mais acessibilidade na vizinhança do lugar onde vivem, como piso tátil, calçadas amplas e rampas de acesso.
• Oriente-os a, se possível, solicitar aos responsáveis que fotografem as adaptações ou a falta de acessibilidade.
• Se julgar necessário, oriente-os a ler com os pais ou responsáveis esta seção e as
respectivas respostas, a fim de que todos se familiarizem com o tema em questão.
• Depois, em sala de aula, peça a cada um que apresente aos colegas os desenhos feitos sobre a acessibilidade do bairro e as possíveis melhorias.
• Se julgar conveniente, você também pode realizar esta atividade em conjunto com a turma, levando os estudantes para observarem as condições de acessibilidade no bairro onde a escola está situada.
Respostas
A) Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é aproximar o conteúdo traba-
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lhado da vivência dos estudantes, além de envolver os familiares nesse processo.
B) Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é levar os estudantes a refletirem criticamente sobre o tema.
BNCC
• Ao realizarem o item A, os estudantes são levados a observar e descrever as características de lugares de vivência, possibilitando o trabalho com a habilidade EF01GE01.
• O objetivo da atividade 1 é incentivar os estudantes a identificar as mudanças ocorridas ao longo do tempo. Incentive-os a compartilhar características de cada imagem que forneçam indicações das fases da vida da pessoa apresentada.
• A atividade 2, ao identificar o momento da fase de pessoa idosa, pode ser aproveitada para promover o diálogo sobre o respeito aos mais velhos e as necessidades de acessibilidade para pessoas idosas. Converse com eles sobre pessoas idosas próximas de seu convívio, incentivando o compartilhamento de experiências.
• Ao abordar o conceito de mudanças com os estudantes, propicie uma roda de conversa entre eles. Durante o diálogo, incentive-os a perceber as transformações que aconteceram no corpo deles, como o aumento da estatura. Outra possível abordagem é explorar os hábitos e as atividades de que eles gostam. Por exemplo, pergunte-lhes o que mudou em suas brincadeiras e em suas vestimentas com a passagem do tempo, instigando-os, sempre que possível, a estabelecer comparações entre o passado e o presente.
• O conteúdo apresentado desenvolve aspectos da habilidade EF01HI01 por meio da identificação da passagem do tempo de acordo com as fases da vida, promovendo reflexões sobre passado e presente.
1. Resposta: O objetivo desta atividade é levar os estudantes a analisarem as imagens atentamente.
1. OBSERVE AS IMAGENS A SEGUIR. ELAS REPRESENTAM DIFERENTES MOMENTOS DA VIDA DE JOANA.
IMAGENS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI.

JOANA COM 1 ANO DE IDADE.

JOANA COM 16 ANOS DE IDADE.

JOANA COM 30 ANOS DE IDADE.

COM 70 ANOS DE IDADE.
2. CONTORNE APENAS A IMAGEM QUE REPRESENTA JOANA NA FASE DE PESSOA IDOSA.
Resposta: Os estudantes devem contornar a imagem D.
NAS IMAGENS APRESENTADAS, JOANA ESTÁ EM DIFERENTES FASES DA VIDA.
AS FASES DA VIDA COSTUMAM SER DIVIDIDAS EM: INFÂNCIA, ADOLESCÊNCIA, FASE ADULTA E FASE DE PESSOA IDOSA
• NA IMAGEM A, JOANA ESTÁ NA INFÂNCIA.
• NA IMAGEM B, JOANA ESTÁ NA ADOLESCÊNCIA.
• NA IMAGEM C, JOANA ESTÁ NA FASE ADULTA.
• NA IMAGEM D, JOANA ESTÁ NA FASE DE PESSOA IDOSA.
NO BRASIL, O ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE (ECA) DEFINE A IDADE DE INÍCIO E FIM DA INFÂNCIA E DA ADOLESCÊNCIA. JÁ O ESTATUTO DA PESSOA IDOSA INDICA A FAIXA ETÁRIA DA FASE DE PESSOA IDOSA
3. COM A AJUDA DO PROFESSOR, LEIA AS FRASES A SEGUIR. DEPOIS, ESCREVA A PRIMEIRA LETRA DO NOME DE CADA IMAGEM E DESCUBRA QUAL FASE DA VIDA O TEXTO DESCREVE.
Resposta: INFÂNCIA.
• Segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), a faixa etária de crianças e adolescentes é disposta da seguinte forma:
Art. 1º Esta Lei dispõe sobre a proteção integral à criança e ao adolescente.
Art. 2º Considera-se criança, para os efeitos desta Lei, a pessoa até doze anos de idade incompletos, e adolescente aquela entre doze e dezoito anos de idade.
Parágrafo único. Nos casos expressos em lei, aplica-se excepcionalmente este Estatuto às pessoas entre dezoito e vinte e um anos de idade.
[...]
TEM INÍCIO AOS 19 ANOS E SEGUE ATÉ OS 59 ANOS. NESTA FASE DA VIDA, GERALMENTE, TRABALHAMOS NA PROFISSÃO QUE ESCOLHEMOS E PODEMOS DECIDIR SE VAMOS NOS CASAR E TER FILHOS, POR EXEMPLO. B.
Resposta: FASE ADULTA.
INICIA NO NASCIMENTO E TERMINA AOS 11 ANOS DE IDADE. NESTA FASE DA VIDA, GERALMENTE, APRENDEMOS A FALAR, A ANDAR, COMEÇAMOS NOSSOS ESTUDOS E CONHECEMOS AS PRIMEIRAS REGRAS DE CONVIVÊNCIA. D.
ESSA FASE COMEÇA AOS 60 ANOS DE IDADE. NELA, GERALMENTE, OS CABELOS FICAM BRANCOS E AS RUGAS FICAM APARENTES, ESPECIALMENTE NO ROSTO. ALÉM DISSO,TEMOS BASTANTE EXPERIÊNCIA DE VIDA
Resposta: PESSSOA IDOSA.
INICIA AOS 12 ANOS E TERMINA AOS 18 ANOS DE IDADE. ESTA FASE É MARCADA POR MUITAS MUDANÇAS NO CORPO E, GERALMENTE, É NELA QUE ESCOLHEMOS A PROFISSÃO.
Resposta: ADOLESCÊNCIA.
Ao trabalhar a atividade 3, que busca aprofundar os conhecimentos dos estudantes sobre as fases da vida, é possível articular uma integração com o componente curricular de Língua Portuguesa, visando a identificação de palavras desconhecidas e a busca por seus significados, ou por meio da avaliação do nível de leitura dos estudantes.
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• A atividade 3 também promove a identificação das diferentes fases da vida nos contextos dos próprios estudantes. Convide-os a compartilhar suas respostas e falar sobre as características de seus familiares, como pratos preferidos, hobbies, gostos musicais etc. Proponha que comparem as respostas entre si, identificando pessoas de suas famílias que estão nas mesmas fases da vida. É importante proporcionar um ambiente em que os estudantes se sintam confortáveis para a conversa.
BRASIL. Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990. Disponível em: https:// www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/ l8069.htm. Acesso em: 20 abr. 2025.
• Já o Estatuto da Pessoa Idosa apresenta a informação sobre faixa etária em seu artigo primeiro: Art. 1º É instituído o Estatuto da Pessoa Idosa, destinado a regular os direitos assegurados às pessoas com idade igual ou superior a 60 (sessenta) anos.
BRASIL. Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ ccivil_03/leis/2003/l10.741.htm. Acesso em: 20 abr. 2025.
• O objetivo da atividade 4 é promover a reflexão sobre formas de análise do passado utilizando fontes diversas. Explique que todas as alternativas apresentam respostas corretas, a depender do contexto de cada estudante. Comente que as fotografias podem ser digitais ou impressas em papel. Os vídeos, por sua vez, também podem ser digitais, em formato VHS ou em rolos, como no caso dos primórdios do cinema. Explique que eles são considerados fontes documentais. Já os relatos de familiares e amigos são fontes orais e podem ser registrados em áudio ou por meio de transcrições, que são registros escritos do que foi contado oralmente. Destaque que as fontes históricas são importantes para compreendermos a passagem do tempo em nossa vida e sociedade. • Na atividade 5, avalie a necessidade de adaptar a atividade de acordo com o perfil dos estudantes e seus familiares. É possível combinar com os responsáveis o envio prévio dos arquivos digitais para impressão na escola ou alinhar que cada estudante trará de casa sua fotografia impressa. Caso não seja possível a versão física da fotografia, o estudante poderá fazer um desenho com base na observação da fotografia escolhida.
ATIVIDADE EXTRA
Aprofunde a discussão sobre as noções de passado, presente e futuro por meio da exibição do curta-metragem A casa de pequenos cubinhos em sala de aula. Organize a turma e, após a exibição, convide os estudantes para uma roda de conversa. É possível trabalhar com perguntas instigadoras como:
a) Em qual fase da vida está o personagem principal?
b) Ele estava no passado, no presente ou no futuro?
4. DESDE QUANDO NASCEU ATÉ ATUALMENTE, VOCÊ CRESCEU. COMO É POSSÍVEL VERIFICAR ESSE CRESCIMENTO? MARQUE UM X EM SUA RESPOSTA.
ANALISANDO FOTOGRAFIAS.
Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é que os estudantes reflitam sobre as mudanças físicas que ocorrem ao longo dos anos e como elas podem ser percebidas.
ASSISTINDO A VÍDEOS.
CONVERSANDO COM A FAMÍLIA.
CONVERSANDO COM OUTRAS PESSOAS CONHECIDAS, COMO VIZINHOS E AMIGOS DA FAMÍLIA.
5. COMO VOCÊ ERA NO PASSADO? COLE UMA FOTOGRAFIA SUA QUE RETRATE COMO VOCÊ ERA MAIS NOVO.
Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes desenvolvam a percepção de passado por meio da própria experiência de vida. Peça que analisem e identifiquem suas características na fotografia colada por eles. Oriente-os a solicitar o auxílio dos pais ou responsáveis para a escolha da fotografia. Em casa, eles também podem conferir outras fotografias, assistir a vídeos ou conversar com familiares ou pessoas da comunidade.
c) Quais fases da vida do protagonista são apresentadas no filme?
Incentive os estudantes a compartilharem suas percepções e destaque que são justamente os objetos, as construções, os documentos, as fotografias, os relatos etc. utilizados como fontes históricas que permitem analisar as mudanças e permanências em nossa sociedade.
• A CASA de pequenos cubinhos. Direção de Kunio Kato. 1 vídeo (12 min), 2009. Disponível em: https://www.dailymotion.com/video/ x2p868w. Acesso em: 13 ago. 2025.
COMPLEMENTARES
TURAZZI, Maria Inez; GABRIEL, Carmen Teresa. Tempo e história. São Paulo: Moderna, 2000. Nessa obra, as autoras abordam a temporalidade histórica oferecendo suportes básicos para a compreensão do presente, do passado e do futuro.
BNCC
• Ao explorar fontes históricas como fotografias, objetos variados, monumentos, mapas, vídeos, obras de arte, ferramentas, textos e relatos, a abordagem desenvolve aspectos da Competência específica de História 6
Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes desenvolvam a percepção de futuro, imaginando-se na fase adulta e na fase de pessoa idosa. Converse com eles sobre o que muda da infância para a fase adulta, e depois da fase adulta para a fase de pessoa idosa, como a estatura, a cor dos cabelos, entre outros aspectos.
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A atividade 6, ao promover um exercício imaginativo e incentivar o uso de linguagens artísticas, permite uma integração com o componente curricular de Arte Ao trabalharem os desenhos, os estudantes devem saber identificar diferenças entre as fases da vida e representá-las. Caso ache pertinente, convide-os a compartilhar seus desenhos em sala de aula, falando sobre suas escolhas e seus motivos.
Promova um momento para que todos tenham a oportunidade de verbalizar seu raciocínio e acolha suas respostas, realizando as intervenções que julgar necessárias.
• Converse com os estudantes sobre as diferenças entre as fases da vida, retomando o conteúdo das páginas 42 e 43. Incentive-os a utilizar os recursos da escola para pesquisar diferentes atividades que gostariam de praticar nas fases de vida adulta e pessoa idosa. Destaque que, para além da profissão, é possível desenvolver atividades de lazer (viagens e esportes, por exemplo) e aprender novos hobbies (idiomas, artes, mecânica, astronomia etc.).
• A atividade 6 promove o desenvolvimento da Competência geral 4 ao incentivar o uso do desenho enquanto linguagem artística, visando o compartilhamento de informações sobre as fases da vida adulta e a noção de futuro.
• Explore com os estudantes a linha do tempo da vida do personagem Lucas. Destaque com eles os acontecimentos da história de Lucas que têm relação com a história da família (nascimento, aniversário de 1 ano, alimentando-se sozinho, nascimento da irmã, ele e sua irmã ganhando um cachorro e o dente de leite que caiu e seus pais o guardaram de recordação). Ressalte também os acontecimentos que têm relação com a história da comunidade (passou a frequentar a escola do bairro e participou de um campeonato de futebol local).
• Ao abordar as transformações ocorridas com o personagem Lucas ao longo dos anos, explique aos estudantes que, com o decorrer do tempo, os seres humanos desenvolvem algumas habilidades motoras que possibilitam executar tarefas que não conseguiam fazer quando eram bebês, como comer sozinho, se vestir e ter hábitos de higiene pessoal, tal qual escovar os dentes e lavar as mãos antes das refeições. Além disso, o corpo passa por transformações: a estatura, geralmente, aumenta e os dentes de leite caem.
REFERÊNCIAS
COMPLEMENTARES
URBAN, Ana Claudia; LUPORINI, Teresa Jussara. Aprender e ensinar história nos anos iniciais do ensino fundamental . São Paulo: Cortez, 2015. (Coleção Biblioteca Básica de Alfabetização e Letramento).
Nesse trabalho, as autoras abordam possibilidades de intervenções reflexivas e ações literárias e práticas para trabalhar o componente curricular de História com estudantes dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental.
Professor, professora: Auxilie os estudantes na leitura da linha do tempo apresentada nesta página e na seguinte. Para isso, oriente-os a identificar a fase da vida na linha do tempo, iniciando de cima para baixo, e identificar a imagem e a legenda referentes a cada fase da vida.
TODAS AS PESSOAS TÊM UMA HISTÓRIA E ELA É FORMADA POR TUDO AQUILO QUE OCORREU NA VIDA DE CADA UMA DELAS.
CONFIRA A SEGUIR ALGUNS ACONTECIMENTOS DA HISTÓRIA DE LUCAS.
NASCIMENTO

LUCAS COM SEUS PAIS.
1 ANO
2 ANOS

LUCAS APRENDENDO A COMER SOZINHO.
3 ANOS
PARTE DA LINHA DO TEMPO COM ALGUNS ACONTECIMENTOS DA VIDA DE LUCAS.
BNCC
• Este tema favorece o desenvolvimento da habilidade EF01HI02, destacando as relações entre as histórias da vida dos estudantes com as histórias da família e da comunidade. A linha do tempo da vida do personagem Lucas é um recurso que pode facilitar o desenvolvimento das
IMAGENS COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.
NASCIMENTO

1 ANO
PRIMEIRA FESTA DE ANIVERSÁRIO DE LUCAS.
2 ANOS
3 ANOS

PRIMEIRO DIA DE AULA DE LUCAS, NA ESCOLA DO BAIRRO.
noções temporais dos estudantes, pois permite visualizar graficamente acontecimentos ocorridos na vida de uma pessoa. Comente com eles que a linha do tempo é uma maneira de organizar fatos em ordem cronológica, possibilitando o desenvolvimento da Competência específica de História 2
4 ANOS

NASCEU A IRMÃ DE LUCAS.
6 ANOS
5 ANOS

LUCAS PARTICIPOU DE UM CAMPEONATO DE FUTEBOL NO BAIRRO.
7 ANOS
PARTE DA LINHA DO TEMPO COM ALGUNS ACONTECIMENTOS DA VIDA DE LUCAS.
4 ANOS
IMAGENS COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.
5 ANOS

LUCAS E SUA IRMÃ GANHARAM UM CACHORRO.
6 ANOS
7 ANOS

CAIU O PRIMEIRO DENTE DE LUCAS.
AGORA, RESPONDA ORALMENTE ÀS QUESTÕES A SEGUIR.
1. QUANTOS ANOS LUCAS TINHA QUANDO COMEÇOU A ESTUDAR?
Resposta: Lucas tinha 3 anos de idade quando começou a estudar.
2. QUANTOS ANOS LUCAS TINHA QUANDO PARTICIPOU DE UM CAMPEONATO DE FUTEBOL NO BAIRRO?
Resposta: Ele tinha 6 anos de
idade quando participou de um campeonato de futebol no bairro.
3. O QUE ACONTECEU PRIMEIRO NA VIDA DE LUCAS: O NASCIMENTO DE SUA IRMÃ OU O SEU PRIMEIRO DIA DE AULA?
Resposta: O seu primeiro dia de aula.
• As questões propostas nesta página têm como objetivo abordar a percepção dos estudantes em relação à temporalidade. Na questão 1, eles devem identificar que Lucas começou a estudar com 3 anos de idade. Se algum estudante apresentar dificuldade para localizar a ilustração relacionada ao primeiro dia de aula, oriente-o a observar os objetos que aparecem na imagem; no caso, o papel e o giz de cera. Na questão 2, espera-se que eles percebam a relação entre os eventos da vida de
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Lucas com a comunidade de que ele faz parte. Destaque a imagem em que ele está com chuteiras e uma bola de futebol. Por fim, na questão 3, os estudantes precisarão identificar a ordenação cronológica e progressiva dos acontecimentos, exercitando as noções de antes e depois. Caso apresentem dificuldade, explique-lhes que a linha temporal serve para nos orientar em relação ao tempo e que os acontecimentos mais antigos da vida de Lucas estão à esquerda; os eventos mais recentes, à direita.
• Sobre o desenvolvimento do conceito de noções temporais no ensino de História, leia o texto a seguir e conheça outras maneiras de explorá-lo em sala de aula.
É a experiência que dá aos indivíduos a percepção dos intervalos de tempo – da medida do tempo –, a qual é adquirida por meio das atividades sensoriais, intelectuais e pragmáticas. Assim, compreende-se que o tempo histórico ultrapassa o tempo medido pelo movimento dos astros. Trata-se de considerar o tempo subjetivo, que, em suas diferentes dimensões e ritmos, passa pela experiência psicológica. Assim considerado, “o tempo se torna-se [...] humano na medida em que está articulado num modo narrativo e que o relato atinge sua significação plena quando se torna uma condição da existência temporal” (Ricoeur, 1997, p. 105).
A relação entre tempo passado e tempo presente, realizada mediante as atitudes de comparar, analisar e relacionar, contribui para que as pessoas se percebam como membros de uma sociedade, sujeitos da história e responsáveis pela construção do futuro. É por meio do estabelecimento dessas relações, a partir das experiências cotidianas, que as pessoas podem aprofundar a compreensão da dimensão histórica do viver em sociedade e verificar a existência de múltiplas dimensões temporais.
MALATIAN, Teresa. Quanto tempo o tempo tem? Conteúdos e Didática de História, Unesp, São Paulo, 28 maio 2012. Disponível em: http://acervodigital.unesp.br/ handle/123456789/46185. Acesso em: 13 ago. 2025.
• Na atividade 4, os estudantes identificarão acontecimentos do tempo histórico passado em seu âmbito familiar. Se possível, leve-os a recordar de acontecimentos importantes vinculados ao convívio com os pais ou adultos responsáveis. Se alguns estudantes apresentarem dificuldade em compreender quais eventos podem ser retratados, retome com eles a linha do tempo das páginas 46 e 47 e ajude-os a estabelecer comparações com a história de Lucas. Por exemplo, esclareça que eles poderão representar o próprio nascimento ou a queda do primeiro dente.
• Na atividade 5, o foco será a percepção dos estudantes em relação aos eventos do passado ligados à comunidade a que pertencem. Se julgar necessário, ajude-os a identificar acontecimentos vinculados ao convívio comunitário, como participações em eventos esportivos ou festividades típicas na comunidade.
4. CONVERSE COM SEUS FAMILIARES PARA DESCOBRIR ALGUM ACONTECIMENTO QUE ENVOLVA A SUA HISTÓRIA E A HISTÓRIA DA SUA FAMÍLIA. DESENHE ALGO QUE DESCOBRIU.
Resposta pessoal. Oriente os estudantes a conversarem com seus pais ou adultos responsáveis, avós, tios ou irmãos. É importante que eles percebam que suas histórias de vida estão relacionadas com as histórias de sua família.
5. CONVERSE COM SEUS VIZINHOS OU PESSOAS AMIGAS DA SUA FAMÍLIA PARA DESCOBRIR ALGUM ACONTECIMENTO QUE ENVOLVA A SUA HISTÓRIA E A HISTÓRIA DA SUA COMUNIDADE. EM SEGUIDA, DESENHE ALGO QUE VOCÊ DESCOBRIU.
Resposta pessoal. Oriente os estudantes a conversarem com pessoas conhecidas da família, como vizinhos ou amigos. Ressalte que eles devem estar acompanhados dos pais ou responsáveis durante a conversa. É importante que eles percebam que suas histórias de vida estão relacionadas com as histórias de sua comunidade.
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Professor, professora: Se necessário, explique aos estudantes que bebês não usam caderno nem lápis de cor.
1. CONTORNE APENAS OS OBJETOS QUE SÃO USADOS POR BEBÊS.
Resposta: CHOCALHO; SAPATOS DE CROCHÊ
IMAGENS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI.

CHOCALHO.

LÁPIS DE COR.

SAPATOS DE CROCHÊ.
INFOGRÁFICO CLICÁVEL: AS PESSOAS MUDAM

CADERNO.
2. CONVERSE COM SEUS FAMILIARES OU PESSOAS AMIGAS DA FAMÍLIA E IDENTIFIQUE OBJETOS QUE VOCÊ USAVA QUANDO ERA BEBÊ. DEPOIS, DESENHE UM DESSES OBJETOS A SEGUIR
Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é que os estudantes identifiquem aspectos de seu crescimento por meio das próprias lembranças e das lembranças dos familiares e de amigos da família (pessoas da comunidade). Ressalte que as conversas com pessoas da comunidade devem sempre ser acompanhadas dos pais ou responsáveis.
• A atividade 1 permite aos estudantes a reflexão sobre o passado individual por meio de objetos. Caso apresentem dificuldade em identificá-los, incentive-os a pensar em quais desses objetos já fizeram parte da vida deles e hoje não são mais utilizados. Em outra abordagem possível, motive-os a perceber quais desses objetos mostrados na página fazem parte de sua vida na atualidade, por exemplo, o lápis de cor e o caderno que utilizam na escola. Mediante a comparação entre o passado e o presente, espera-se que eles consigam identificar quais são os objetos utilizados por bebês e quais são utilizados por crianças na escola.
• A atividade 2 leva os estudantes a pensarem e rememorarem o passado por meio de objetos e relatos familiares ou de pessoas de sua comunidade. Se tiverem dúvidas para executar esta atividade, ajude-os a produzir uma lista ou um roteiro de objetos com os quais eles possivelmente interagiram no passado, como brinquedos, mamadeira, chocalho e fraldas. Em seguida, instrua-os a perguntar aos familiares ou adultos responsáveis qual foi a relação que tiveram com esses objetos.
• As atividades 1 e 2 possibilitam avaliar a percepção dos estudantes em relação aos aspectos do seu crescimento mediante o registro de lembranças particulares.
Sugestão de intervenção
Solicite previamente a autorização dos pais ou responsáveis e explique a proposta da atividade. Peça que cada estudante traga para a sala de aula um objeto utilizado quando era bebê, guardado pela família como recordação. Caso não seja possível, oriente que tragam uma fotografia ou um breve relato feito em casa sobre algum objeto significativo dessa fase. Oriente-os
sobre os cuidados com os objetos, tanto os seus como os de seus colegas. Organize uma exposição dos objetos na sala de aula, identificando com etiquetas a quem pertence cada objeto. Se possível, afixe um cartaz na parede próxima dos objetos contendo o nome da exposição, que pode ser definido com eles. Durante a atividade, promova um momento de observação coletiva, em que os estudantes possam comentar sobre os objetos, suas funções e as lembranças que despertam. Conclua a atividade com uma roda de conversa,
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destacando que esses registros (como objetos, fotografias e relatos) também são formas de conhecer a história de cada um. Esta atividade favorece o desenvolvimento da habilidade EF01HI01 da BNCC ao incentivar os estudantes a identificarem aspectos do seu crescimento por meio de lembranças particulares. Além disso, contribui para a Competência específica de História 6 da BNCC, pois os estudantes entram em contato com o conceito de fonte histórica e com os procedimentos norteadores da produção historiográfica.
• Ao abordar o conceito de mudanças com os estudantes, propicie uma roda de conversa entre eles. Durante o diálogo, incentive-os a perceber as transformações que aconteceram em seus corpos, como o aumento da estatura. Outra possível abordagem é explorar os hábitos e as atividades de que eles gostam. Por exemplo, pergunte-lhes o que mudou em suas brincadeiras e em suas vestimentas com a passagem do tempo, instigando-os, sempre que possível, a estabelecer comparações entre o passado e o presente.
• Confira as sugestões a seguir sobre como explorar com os estudantes as ilustrações da questão 3
• Ilustração A: Ao calçarmos sapatos e vestirmos roupas que não nos servem mais, podemos perceber que nosso corpo muda com o tempo.
• Ilustração B: Como mostra a imagem, vestir-se e preparar-se para a escola são tarefas que muitas crianças dessa faixa etária já fazem sozinhas. Converse sobre isso com a turma e explique que também adquirimos responsabilidades quando crescemos.
• Ilustração C: Por meio das fotografias dos álbuns de família, podemos perceber que nossas características físicas mudam com o tempo.
• Ilustração D : Nossos gostos e preferências podem mudar com o passar dos anos. Nessa ilustração, por exemplo, a garota comenta com a amiga as atividades de lazer de que mais gosta atualmente.
NO DECORRER DO TEMPO, AS PESSOAS PASSAM POR MUDANÇAS. ALGUMAS DELAS OCORREM EM NOSSO CORPO, POR EXEMPLO. OUTRAS MUDANÇAS ESTÃO RELACIONADAS AOS NOSSOS GOSTOS E PREFERÊNCIAS. TAMBÉM PODEM ACONTECER MUDANÇAS NAS ATIVIDADES QUE CONSEGUIMOS FAZER, COMO APRENDER A PULAR, ESCREVER OU CORRER MELHOR.
3. OBSERVE AS IMAGENS E RESPONDA ÀS QUESTÕES A SEGUIR.
MÃE, OS MEUS TÊNIS ESTÃO APERTADOS.


MUDANÇAS: NESSE CASO, MUDANÇAS SÃO TODAS AS TRANSFORMAÇÕES QUE PODEM OCORRER EM NOSSA VIDA.
IMAGENS COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.

NOSSA, PAI! COMO VOCÊ ERA DIFERENTE!

AMIGAS CONVERSANDO.
HOJE EM DIA GOSTO MAIS DE LER DO QUE DE TOCAR VIOLÃO.
IMAGENS COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.
A ) FORME DUPLA COM UM COLEGA E LEIAM EM VOZ ALTA OS BALÕES DE FALA DOS PERSONAGENS.
Resposta pessoal. Auxilie os
estudantes na formação das duplas e avalie sua capacidade de leitura.
B ) QUE MUDANÇA OCORREU COM A CRIANÇA DA ILUSTRAÇÃO A?
Resposta: A criança cresceu e seus tênis ficaram apertados.
C ) QUE MUDANÇA OCORREU COM A CRIANÇA DA ILUSTRAÇÃO B?
Resposta: A criança cresceu e aprendeu a se vestir sozinha.
D ) QUE MUDANÇA OCORREU COM A PESSOA DA ILUSTRAÇÃO D?
Resposta: A pessoa passou a gostar mais de ler do que de tocar violão.
E ) LEMBRE-SE DE MUDANÇAS PELAS QUAIS VOCÊ PASSOU AO LONGO DOS ANOS E FALE SOBRE ALGUMAS DELAS AOS COLEGAS.
Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes comentem com os colegas sobre mudanças físicas e comportamentais relacionadas ao crescimento.
Confira a seguir orientações sobre como conduzir uma atividade de entrevista em que os estudantes poderão conhecer as transformações pelas quais um de seus colegas já passou.
Passo a passo
a) Organize os estudantes em duplas.
b) Depois, elabore com eles o roteiro da entrevista. Confira algumas sugestões de perguntas a seguir.
1. Qual é seu nome e sua idade?
2. Quais mudanças aconteceram com seu corpo no decorrer do tempo?
3. O que você não conseguia fazer quando mais novo, mas agora consegue?
4. Você acha que adquiriu mais responsabilidades quando ficou mais velho? Cite alguns exemplos.
5. Seus gostos e preferências continuam os mesmos ou também mudaram ao longo dos anos?
c) Escreva as perguntas na lousa. Em se-
• Na questão 3, os estudantes poderão perceber as mudanças físicas e comportamentais ocasionadas pela passagem do tempo em diferentes situações. No item A, forme duplas e avalie a capacidade de leitura de cada um. No item B, destaque que o menino teve uma mudança física que fez com que seu pé crescesse, consequentemente, o tênis ficou apertado para ele. Em relação ao item C, explique que, ao observar fotografias antigas da família, a personagem percebe mudanças físicas no pai, comparando sua aparência no passado e no presente. Aproveite para incentivar os estudantes a observarem fotografias de familiares e identificarem transformações que ocorreram ao longo do tempo. Ao trabalhar o item D, saliente que a mudança ocorrida com a menina não foi física, mas sim comportamental, pois ela passou a ter novas preferências. Por fim, em relação ao item E, motive os estudantes a rememorarem as transformações físicas e comportamentais que ocorreram em suas vidas. Se necessário, pergunte-lhes se já passaram por situações como as representadas nas imagens e peça-lhes que compartilhem com os colegas como foram essas experiências.
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guida, leia cada pergunta e promova a conversa entre as duplas.
d) Ao finalizarem as entrevistas, organize-os em círculos para que compartilhem com o restante da turma os resultados da atividade.
e) Promova uma reflexão de modo que os estudantes percebam que nem todas as pessoas passam pelas mesmas mudanças ao longo da vida.
• Avaliar a percepção dos estudantes em relação às mudanças de fases da vida.
• Incentivar o aprimoramento da fluência em leitura oral.
• Desenvolver a habilidade de compreensão de texto.
• No item A, auxilie os estudantes a lerem o balão em voz alta. Se necessário, promova uma leitura compartilhada com eles.
• No item B, ajude os estudantes a identificarem o tema central do relato.
• Se necessário, no item C, ajude-os a localizar essas informações no enunciado do relato.
• No item D, leia as alternativas em voz alta e promova uma votação na qual os estudantes deverão escolher qual acreditam estar correta. Caso haja estudantes que escolheram a alternativa “a pessoa que fez o relato não passou por nenhuma mudança”, releia o relato de Alice ressaltando os momentos que indicam as mudanças ocorridas em sua vida. Peça aos estudantes que sublinhem expressões como “tudo muda”, “fui crescendo”, “como você está grande!” e “fui aprendendo”, como forma de reforçar a passagem do tempo e as mudanças ocorridas.
ARTICULANDO CONHECIMENTOS
O item E pode ser articulado com o componente curricular de Língua Portuguesa por meio da compreensão de texto, uma vez que os estudantes deverão, além de ler em voz alta, contar aos adultos o que aprenderam.
LEIA O RELATO DE ALICE, UMA CRIANÇA DE 6 ANOS DE IDADE.
COM O TEMPO, TUDO MUDA. QUANDO EU ERA PEQUENA, SEMPRE PRECISAVA DE AJUDA
PARA COMER, ANDAR, IR AO BANHEIRO E ATÉ PARA ME TROCAR. COM O TEMPO, FUI CRESCENDO, SEM NEM PERCEBER DIREITO. MINHAS ROUPAS JÁ
NÃO ME SERVIAM E MINHA TIA SEMPRE DIZIA: “COMO VOCÊ ESTÁ GRANDE!”. NESSE TEMPO TAMBÉM FUI APRENDENDO
MUITAS COISAS. HOJE SEI DESENHAR, FALAR, DANÇAR, CORRER E ATÉ LER E ESCREVER!
EXPLORANDO O TEXTO

IMAGEM COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA. ALICE.
AGORA, RESPONDA ORALMENTE ÀS QUESTÕES A SEGUIR.
Respostas nas orientações ao professor
A ) LEIA O RELATO EM VOZ ALTA.
B ) QUAL É O TEMA PRINCIPAL DO RELATO?
C ) QUAL É O NOME E A IDADE DA PESSOA QUE FEZ ESSE RELATO?
D ) DE ACORDO COM A PESSOA QUE FEZ O RELATO, MARQUE
UM X NAS MUDANÇAS QUE ACONTECERAM NA VIDA DELA.
ELA CRESCEU E APRENDEU A DESENHAR, FALAR, DANÇAR, CORRER, LER E ESCREVER.
ELA NÃO PASSOU POR NENHUMA MUDANÇA.
Respostas
A) Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é incentivar e avaliar a capacidade de leitura dos estudantes.
B) O tema principal do relato são as mudanças físicas e comportamentais da criança que ocorrem durante o processo de crescimento.
C) O nome da pessoa que fez o relato é Alice e ela tem 6 anos de idade.
D) Resposta: Os estudantes devem assinalar a sentença: ELA CRESCEU E APRENDEU A DESENHAR, FALAR, DANÇAR, CORRER, LER E ESCREVER.
E) Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é que os estudantes compartilhem com seus familiares o que aprenderam sobre mudanças físicas e comportamentais que podem ocorrer ao longo do processo de crescimento.
E ) EM SUA RESIDÊNCIA, COM A AJUDA DE UM ADULTO, FAÇAM
A LEITURA DO RELATO DE ALICE. EM SEGUIDA, CONTE A ESSE ADULTO O QUE APRENDEU COM O RELATO.
Resposta nas orientações ao professor
ALÉM DO TEXTO
Respostas nas orientações ao professor
F ) CHEGOU A HORA DE VOCÊ CONTAR SOBRE AS MUDANÇAS
EM SUA VIDA. PARA ISSO, SIGA O ROTEIRO A SEGUIR.
• PENSE NAS MUDANÇAS QUE ACONTECERAM.
• DESENHE UMA MUDANÇA QUE VOCÊ QUEIRA
COMPARTILHAR COM OS COLEGAS.
CONTE PARA A TURMA A MUDANÇA QUE DESENHOU
G ) EM SUA RESIDÊNCIA, COMPARTILHE A EXPERIÊNCIA DA ATIVIDADE COM SEUS FAMILIARES. ESCREVAM JUNTOS UMA LISTA DAS MUDANÇAS PELAS QUAIS VOCÊ PASSOU.
• Antes de iniciar o item F, convide os estudantes a se recordarem de algumas mudanças importantes que aconteceram na vida deles. Caso tenham dificuldade, cite exemplos de mudanças físicas e comportamentais e, por fim, organize uma roda de conversa entre eles e incentive-os a compartilhar com os colegas os motivos pelos quais escolheram a mudança que desenharam.
• No item G, para auxiliar os estudantes no compartilhamento de experiências com os familiares, ajude-os a descrever a mudança física ou comportamental que produziram no item F Depois, oriente-os a explicar aos familiares que ocorreram mudanças físicas e comportamentais em suas vidas e que a conversa com eles pode ajudá-los a compreender outras que ainda desconhecem.
F) Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é que os estudantes se recordem de mudanças que ocorrem em sua vida e representem a que mais os impactou.
G) Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é que os estudantes possam elencar mudanças importantes na vida deles e de seus familiares.
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• A atividade F propõe a utilização de linguagem artística como forma de comunicar as mudanças ocorridas na vida dos estudantes, o que contribui para o desenvolvimento da Competência geral 4
1. Objetivo
• Identificar, localizar, diferenciar e nomear as partes do corpo humano.
• Representar o corpo humano por meio de colagens de diferentes partes do corpo.
Sugestão de intervenção
Se algum estudante apresentar dificuldade para realizar esta atividade, primeiro, conduza-o a observar o próprio corpo. Se pertinente, faça uso de um espelho para essa observação. Em seguida, oriente-o a colar as imagens seguindo o seu corpo ou o do colega como exemplo. Escreva na lousa o nome de todas as partes do corpo. Depois, oriente-o a realizar a atividade.
Pergunte que tipo de atividade ele mais desempenha com alguma parte do corpo, por exemplo, as mãos são utilizadas para escrever ou segurar algum objeto.
2. Objetivo
• Associar os diferentes sentidos às respectivas partes do corpo relacionadas a eles.
Sugestão de intervenção
Caso os estudantes apresentem dificuldade para realizar esta atividade, peça-lhes que reflitam sobre os órgãos que possibilitam: enxergarem o que está escrito na lousa; escutarem a sua voz e a dos colegas; sentirem o cheiro da merenda escolar; perceberem a textura e o formato do lápis na mão; sentirem o gosto dos alimentos que consomem no recreio. Leia com eles as sentenças e oriente-os a indicar com as mãos as partes do corpo responsáveis por cada sentido. Depois, escreva na lousa o nome desses órgãos e oriente-os a copiar as letras nos espaços adequados.
1. B) Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes incluam na colagem imagens das pescoço, tronco, membros superiores e inferiores, além de estruturas específicas
diferentes partes do corpo, como cabeça,
1. LEIA OS ITENS A SEGUIR. DEPOIS, FAÇA O QUE SE PEDE.
dessas
partes, como boca, orelhas, nariz, olhos, pés e mãos.
A ) RECORTE DE REVISTAS E JORNAIS IMAGENS DE PARTES DO CORPO HUMANO E COLE-AS EM UMA FOLHA DE PAPEL SULFITE, FORMANDO A IMAGEM DO CORPO DE UMA PESSOA.
B ) ESCREVA O NOME DE CADA PARTE DO CORPO NA IMAGEM FORMADA COM AS COLAGENS.
C ) MOSTRE A SUA COLAGEM PARA O SEU COLEGA E PEÇA PARA CONFERIR A DELE. COMPAREM AS IMAGENS E ANALISEM SE OS NOMES DAS PARTES DO CORPO ESTÃO CORRETOS.
2. COMPLETE OS ESPAÇOS COM AS LETRAS QUE FORMAM O NOME DA PRINCIPAL PARTE DO CORPO QUE NOS POSSIBILITA PERCEBER CADA UMA DAS SENSAÇÕES A SEGUIR.
A ) SENTIR OS CHEIROS.
Resposta: NARIZ.
1. C) Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é que os estudantes reflitam sobre as partes do corpo e desenvolvam a autonomia de avaliar se as informações apresentadas estão corretas ou não, sanando possíveis dúvidas com a ajuda do colega.
B ) ENXERGAR O QUE ESTÁ AO NOSSO REDOR.
Resposta: OLHOS.
C ) OUVIR OS SONS DO AMBIENTE EM QUE ESTAMOS.
Resposta: ORELHAS.
D ) PERCEBER A TEXTURA DAQUILO QUE TOCAMOS.
Resposta: PELE.
E ) SENTIR O GOSTO DAQUILO QUE COMEMOS.
Resposta: LÍNGUA.
AGORA, LEIA EM VOZ ALTA CADA UMA DESSAS PARTES DO CORPO.
Resposta pessoal. Incentive os estudantes a praticarem a leitura e a oralidade.
1. A) Resposta pessoal. Auxilie os estudantes na realização desta atividade, orientando-os a utilizar tesoura com pontas arredondadas e cola escolar.
Ao abordar a atividade 2, se houver algum estudante com deficiência sensorial na sala de aula, incentive-o a compartilhar com os colegas o modo como percebe o ambiente e inclua a informação na resposta ao sentido em questão. Por exemplo, no caso de estudante cego, ele pode citar que percebe o ambiente ao seu redor pelo tato e pela audição; o estudante surdo percebe o ambiente pelo tato e pela visão.
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• As atividades 1 e 2 incentivam os estudantes a nomearem e localizarem as partes do corpo humano, bem como identificarem suas funções, contribuindo para o desenvolvimento da habilidade EF01CI02 da BNCC.
3. COM A AJUDA DO PROFESSOR, LEIA EM VOZ ALTA A PARLENDA A SEGUIR.
LÁ VAI A BOLA
GIRAR NA RODA
PASSEAR DEPRESSA
E SEM DEMORA
E SE NO FIM
DESTA CANÇÃO
VOCÊ ESTIVER
COM A BOLA NA MÃO
DEPRESSA PULE FORA.

ORIGEM POPULAR.
IMAGEM COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.
CRIANÇAS BRINCANDO COM BOLA.
A ) CONTORNE NO TEXTO O NOME DA PARTE DO CORPO CITADA NA PARLENDA.
Resposta: MÃO.
B ) COLE NO ESPAÇO A SEGUIR UMA IMAGEM DA PARTE DO CORPO QUE VOCÊ IDENTIFICOU NO ITEM A
Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é que os estudantes trabalhem a capacidade de relacionar palavra e imagem, bem como a coordenação motora. Se necessário, forneça aos estudantes revistas e jornais para que eles possam recortar a parte do corpo trabalhada na atividade.
C ) CONVERSE COM OS COLEGAS SOBRE A IMPORTÂNCIA DA PARTE DO CORPO QUE VOCÊ IDENTIFICOU NOS ITENS ANTERIORES.
Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes respondam que, geralmente, as mãos nos possibilitam segurar e manipular diferentes objetos.
A atividade 3 é uma oportunidade de enfatizar os conhecimentos de Ciências e de Língua Portuguesa desenvolvendo o gênero textual parlenda. Para isso, trabalhe com os estudantes a estrutura desse gênero textual e as rimas, orientando-os a identificar as palavras que rimam entre si.
Se considerar pertinente, também é possível desenvolver a atividade com o componente curricular de Educação Física. Para isso, realize a brincadeira de passar a bola durante a aula. An-
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tes de iniciar a brincadeira, faça a leitura da parlenda. Depois, explore a brincadeira de modo que eles identifiquem a parte do corpo em questão.
BNCC
• A atividade 3 leva os estudantes a localizarem e a nomearem partes do corpo humano e explicarem suas funções, promovendo, dessa forma, o desenvolvimento da habilidade EF01CI02.
3. Objetivo
• Ler e interpretar o gênero textual.
• Identificar o papel da parte do corpo humano citada no texto.
Sugestão de intervenção
Caso os estudantes apresentem dificuldade para realizar a atividade, explique a eles que parlendas são textos da tradição oral brasileira, feitos para serem falados. Incentive-os a ler o texto da parlenda em voz alta, interpretando qual parte do corpo é citada nele. Verifique se os estudantes acompanham a leitura do texto e expressam seus conhecimentos sobre o tema. Caso ainda apresentem dificuldade de identificar a parte do corpo em questão, peça-lhes que observem a imagem da página e a descrevam, de modo a incentivar a identificação das mãos utilizadas para passar a bola.
Aproveite o momento e peça-lhes que localizem no corpo de um colega as regiões do corpo humano como os membros superiores e os membros inferiores e falem em voz alta as partes de cada região. Depois, oriente-os a realizar a atividade fazendo a colagem da imagem da parte do corpo citada na parlenda e a partilhar seus conhecimentos ao trabalharem o item C.
• Identificar diferentes características físicas, comparando-as entre as pessoas e reconhecendo a diversidade e a importância do respeito às diferenças.
Sugestão de intervenção
Caso alguns estudantes apresentem dificuldade em localizar ou nomear alguma parte do corpo, trabalhe o assunto relacionando as partes do corpo às atividades preferidas deles. Retome as atividades feitas sobre as semelhanças e as diferenças entre as pessoas. Pergunte sobre as comparações que fizeram entre seus colegas e auxilie-os nas respostas. Por exemplo, pergunte a eles qual é a cor dos cabelos deles, se eles acham que é igual ou diferente dos cabelos de Bruna, menina representada na imagem.
Em seguida, solicite aos estudantes que descrevam oralmente as características das crianças ilustradas, como a cor dos cabelos e as cores de suas vestimentas. Caso tenham dificuldade, aborde uma parte da ilustração de cada vez e incentive-os a identificar as cores que utilizaram na pintura. Após a leitura do nome das crianças, se possível, promova um debate, a fim de conscientizá-los da existência das diferenças físicas e comportamentais entre os seres humanos e da importância de respeitá-las para o bom convívio.
Nos itens A e B, chame a atenção dos estudantes para a direção da escrita de cada letra. Verifique também a pega correta no lápis (preensão tripoide).
4. PINTE O DESENHO DE ACORDO COM AS DESCRIÇÕES.
IMAGEM COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI.
BRUNA TEM CABELOS
CASTANHOS E ESTÁ DE VESTIDO VERMELHO.
CAIO TEM CABELOS
LOIROS, USA
ÓCULOS E ESTÁ DE MACACÃO AZUL.
JOÃO TEM CABELOS
RUIVOS, É ALTO, VESTE ROUPAS COLORIDAS E UM BONÉ VERDE.
A ) ESCREVA OS NOMES DAS CRIANÇAS NAS LINHAS CORRESPONDENTES.
Resposta: 1 – CAIO; 2 – BRUNA; 3 – JOÃO.
B ) AS CRIANÇAS DA IMAGEM ESTÃO BRINCANDO DE RODA. VOCÊ
GOSTA DESSA BRINCADEIRA? TRACE UMA LINHA SOBRE O PONTILHADO DA PALAVRA QUE REPRESENTA SUA RESPOSTA.
Resposta pessoal. A resposta pode variar de acordo com a preferência de cada estudante.
C ) COMPARE A SUA RESPOSTA DA ATIVIDADE ANTERIOR COM UM COLEGA. O GOSTO DE VOCÊS É IGUAL OU DIFERENTE EM RELAÇÃO A ESSA BRINCADEIRA?
Resposta pessoal. A resposta pode
D ) EM CASA, LEIA OS NOMES DAS CRIANÇAS PARA UM ADULTO DA SUA FAMÍLIA.
Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é incentivar variar a depender do gosto de cada estudante.
os estudantes a interagirem com os familiares e trabalharem a oralidade
• A atividade 4 favorece o desenvolvimento da habilidade EF01CI04, pois incentiva os estudantes a compararem as características físicas e os gostos com os colegas, reconhecendo a diversidade e a importância da valorização, do acolhimento e do respeito às diferenças.
5. FRIDA KAHLO (1907-1954) FOI UMA PINTORA MEXICANA
RECONHECIDA MUNDIALMENTE POR REPRESENTAR ASPECTOS DA PRÓPRIA VIDA EM SUAS OBRAS. UM MOMENTO MARCANTE
NA VIDA DA ARTISTA FOI UM ACIDENTE OCORRIDO EM 1925, QUE TEVE CONSEQUÊNCIAS COM AS QUAIS
FRIDA CONVIVEU PELO RESTO DE SUA VIDA. UMA DELAS FOI A SUBSTITUIÇÃO
DE UMA DE SUAS PERNAS POR UMA PRÓTESE ORTOPÉDICA.
A ) MARQUE UM X NA PARTE DO CORPO HUMANO QUE A PRÓTESE ORTOPÉDICA USADA PELA PINTORA
SUBSTITUIU.
Resposta: MEMBRO INFERIOR.
MEMBRO SUPERIOR.
MEMBRO INFERIOR.
B ) GERALMENTE, QUAL É A FUNÇÃO DA PARTE DO CORPO QUE VOCÊ IDENTIFICOU NA ATIVIDADE ANTERIOR?

PRÓTESE ORTOPÉDICA USADA POR FRIDA KAHLO, EM EXPOSIÇÃO NO MUSEU FRIDA KAHLO, CIDADE DO MÉXICO, EM 2012.
6. PINTE, A SEGUIR, A IMAGEM QUE REPRESENTA O QUE VOCÊ MAIS GOSTA. DEPOIS, MOSTRE O QUE PINTOU AOS COLEGAS E CONHEÇA O QUE ELES PINTARAM.


5. B) Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes respondam Resposta pessoal. A resposta pode variar de acordo com a preferência de cada estudante. que, geralmente, os membros inferiores permitem aos seres humanos caminhar e correr.


a pintora Frida Kahlo, enfatizando que a deficiência dela não a impediu de desenvolver sua arte. Destaque também sua resiliência e sua determinação frente aos obstáculos na vida.
Você pode retomar a obra dessa artista apresentada na página 30 e mostrar aos estudantes outras obras dela. Essa abordagem leva-os a valorizar um tipo de manifestação artística, o que favorece o desenvolvimento da Competência geral 3 da BNCC.
IMAGENS COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI.


MUSEU Frida Kahlo. Disponível em: https://www.museofridakahlo.org.mx/ frida/. Acesso em: 13 ago. 2025. Site em espanhol no qual é possível acessar diversas informações a respeito da artista Frida Kahlo. Ao clicar na aba “OBRAS”, você tem acesso a uma linha do tempo com diversas obras da artista e as respectivas informações.
• Identificar onde se localiza a parte do corpo que foi substituída por uma prótese ortopédica na pintora e qual é a função dessa parte.
Sugestão de intervenção
Caso algum estudante apresente dificuldade para relacionar e localizar a parte do corpo que, neste caso, foi substituída pela prótese, coloque-o em dupla com um colega. Em seguida, peça-lhes que observem a imagem e apontem no corpo do colega qual seria essa parte do corpo em questão. Eles também devem dizer se ela está localizada no membro inferior ou superior e o que, geralmente, ela nos permite fazer, como caminhar e correr.
• Identificar e expressar diferentes gostos e preferências, promovendo o respeito às opiniões divergentes.
Sugestão de intervenção
Organize os estudantes em duplas a fim de adivinharem as brincadeiras preferidas do colega. Incentive-os a comparar os resultados e oriente-os a conversar entre si sobre os motivos pelos quais preferem algumas brincadeiras. Promova a valorização da diversidade de gostos e opiniões e incentive-os a respeitar as preferências dos colegas. Ao abordar a atividade 5, se considerar pertinente, apresente aos estudantes mais informações sobre
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• A atividade 5 promove o desenvolvimento da habilidade EF01CI02 ao levar os estudantes a localizarem e nomearem partes do corpo humano e explicarem suas funções.
7. Objetivo
• Desenvolver referenciais espaciais de lateralidade tendo o corpo como referência.
Sugestão de intervenção
Para auxiliar no processo de obtenção das respostas deste exercício, peça aos estudantes que durante cerca de 5 minutos observem suas mãos para identificar as diferenças e as semelhanças entre elas. Se achar necessário, oriente-os a posicionar uma das mãos sobre uma folha de papel para desenhar seu contorno, fazendo depois o mesmo com a mão oposta. Em seguida, incentive-os a realizar a atividade, intervindo e esclarecendo dúvidas se necessário.
8. Objetivo
• Localizar elementos com base em referenciais espaciais (esquerda e direita).
Sugestões de intervenção
Se apresentarem dificuldade, organize os estudantes em círculo, assim como está representado na imagem. Depois, faça perguntas a cada um deles para desenvolver referenciais espaciais (esquerda e direita). Por exemplo: “Quem está à sua direita?”; “Quem está à sua esquerda?”. Promova também brincadeiras de comando, a fim de auxiliar os estudantes com dificuldades de utilizar o próprio corpo como referência. Peça-lhes que se levantem, balancem e segurem objetos alternadamente, com a mão direita e a mão esquerda.
Resposta
8. Os estudantes devem contornar a mão direita de Paulo e marcar um X na mão esquerda de Talita; em seguida devem contornar Felipe.
7. COM A AJUDA DO PROFESSOR, ESCREVA A LETRA D PARA MÃO DIREITA E A LETRA E PARA MÃO ESQUERDA.
7. Resposta: A – E; B – D; C – E; D – D; E – E; F – D.
8. CONTORNE A MÃO DIREITA DE PAULO E MARQUE UM X NA MÃO ESQUERDA DE TALITA. DEPOIS, CONTORNE A CRIANÇA QUE ESTÁ À DIREITA DE TALITA.
Resposta nas orientações ao professor
IMAGENS COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.
• Atividade lúdicas e com comandos orais incentivam a participação de estudantes com dificuldades de socialização, contemplando aspectos da Competência geral 8, pois possibilitam momentos para conhecer-se e apreciar-se.
9. CADA UM DE NÓS TEM O PRÓPRIO RITMO PARA APRENDER UMA ATIVIDADE. COM A AJUDA DE UM MEMBRO DA FAMÍLIA, REGISTRE COM QUANTOS ANOS APROXIMADAMENTE VOCÊ
APRENDEU CADA UMA DAS ATIVIDADES A SEGUIR.

IMAGENS COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.
Resposta pessoal. A resposta pode variar entre os estudantes.
ANOS.

TOMAR BANHO SOZINHO.
Resposta pessoal. A resposta pode variar entre os estudantes.
ANOS.
9. Objetivo
• Observar se os estudantes identificam que cada pessoa tem um ritmo próprio para aprender e desempenhar diferentes atividades. Além disso, contribui para que percebam semelhanças e diferenças entre esses ritmos e compreendam que vários fatores podem influenciar no processo de aprendizagem.
Sugestão de intervenção


ESCREVER SEU NOME.
Resposta pessoal. A resposta pode variar entre os estudantes.
ANOS.
AMARRAR OS SAPATOS.
Resposta pessoal. A resposta pode variar entre os estudantes.
ANOS.
10. DESENHE UM OBJETO QUE VOCÊ PASSOU A USAR QUANDO CRESCEU E COMEÇOU A ESTUDAR NA ESCOLA.
Resposta pessoal. É possível que os estudantes desenhem materiais escolares, como lápis de cor, giz de cera, caderno, mochila, entre outros. Eles também podem desenhar o uniforme escolar.
Promova uma roda de conversa para os estudantes compartilharem suas respostas e as dificuldades que enfrentaram ao aprender algo novo. Assim, é possível recuperar o conteúdo sobre mudanças, enfatizando que cada um tem características que influenciam na forma de aprender. Aborde a inclusão de pessoas neurodivergentes e com deficiências como uma forma de valorização da diversidade e explique que, além do respeito à diversidade e da identificação das diferenças, também é importante oferecer suporte e ajuda de forma solícita e não invasiva.
10. Objetivo
• Incentivar o reconhecimento de mudanças na vida dos estudantes tendo como referência objetos que passaram a usar quando começaram a estudar na escola, favorecendo a percepção de que certos elementos e hábitos são incorporados com o crescimento e a vivência escolar.
Oriente os estudantes a escolherem um objeto que represente o momento em que ingressaram na escola. Incentive-os a representar o objeto escolhido de forma a conter detalhes que o identifiquem. Caso algum estudante apresente dificuldade, convide-o a observar os materiais escolares que levou para a escola: estojo, lápis, borracha, mochila, livros, lancheira etc. Comente que todos esses objetos são importantes para o aprendizado e incentive-o a escolher o de que mais gosta. Em seguida, auxilie-o no desenvolvimento do desenho.
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• A atividade 9 auxilia no desenvolvimento da habilidade EF01HI01 ao favorecer a identificação de diferenças e semelhanças entre os ritmos de aprendizagem das pessoas e a valorização dessas diferenças. A atividade 10 contribui para o desenvolvimento da Competência geral 4 e para a habilidade EF01HI02 ao levar os estudantes a reconhecerem mudanças ocorridas na vida deles e a representá-las por meio da linguagem artística.
• Conhecer como eram constituídas as famílias no passado.
• Perceber as mudanças e as permanências no papel das mulheres na família ao longo do tempo.
• Conhecer diferentes documentos que podem ajudar a contar a história das famílias.
• Conhecer e respeitar as diferentes composições familiares.
• Identificar suas responsabilidades na família.
• Reconhecer um ambiente doméstico e suas regras de convivência.
• Reconhecer a importância de manter a higiene e a organização da moradia onde vive.
• Compreender a importância da higiene do corpo para a manutenção da saúde.
• Conhecer hábitos que contribuem para a higiene do corpo.
• Relacionar a saúde ao bem-estar do corpo e da mente e ao bom convívio social.
• Reconhecer a importância do lazer, do sono e da alimentação saudável para manter a saúde.
• Representar, por meio de mapas mentais, elementos e lugares dos espaços de vivência.
• Desenvolver noções preliminares de representação cartográfica.
• Identificar objetos e materiais utilizados na higiene do corpo, nas refeições e no preparo de alimentos.

Para iniciar o trabalho com esta unidade, promova uma roda de conversa com base na fotografia apresentada nas páginas de abertura. Oriente os estudantes a observarem a imagem com atenção e a levantarem hipóteses de quando ela pode ter sido registrada. Ajude-os a identificar elementos que indicam diferenças de época, como a forma como as pessoas estão vestidas, a composição da imagem ou o estilo do retrato.
Em seguida, proponha que levem uma fotografia de família para a sala de aula ou, se preferi-
rem, que descrevam oralmente a composição familiar deles. Durante esse momento, incentive os estudantes a falarem sobre quem são as pessoas retratadas, quais atividades costumam fazer juntos e do que gostam na convivência familiar. Aproveite o momento para valorizar as diferentes formas de organização familiar e reforçar que todas devem ser respeitadas, independentemente de sua configuração. Caso algum estudante não tenha uma fotografia ou prefira não a levar, acolha sua escolha e promova outras formas de participação, como desenhos ou relatos orais.

Respostas nas orientações ao professor
A FOTOGRAFIA RETRATA UMA FAMÍLIA DO PASSADO OU DOS
TEMPOS ATUAIS? COMO VOCÊ CHEGOU A ESSA CONCLUSÃO?
EM SUA OPINIÃO, QUAIS MEMBROS DA FAMÍLIA SÃO RETRATADOS NESSA
FOTOGRAFIA?
OLÍVIA É UMA CRIANÇA DE 6 ANOS
QUE MORA COM OS PAIS E A AVÓ. A FAMÍLIA DELA COMBINOU QUE TODOS DEVEM PARTICIPAR DA ORGANIZAÇÃO E HIGIENE DA CASA ONDE MORAM.
IMAGENS COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.
EM CASA, TODOS COLABORAM! OLÍVIA.
A ) NA SUA FAMÍLIA, TODOS AJUDAM NA ORGANIZAÇÃO E HIGIENE DA CASA ONDE MORAM? CONTE PARA OS COLEGAS COMO VOCÊS CUIDAM DA MORADIA.
B ) CUIDAR DA HIGIENE DE NOSSA CASA E DO NOSSO CORPO AJUDA A MANTER A SAÚDE. CONTE PARA SEUS COLEGAS QUAIS ATITUDES DE HIGIENE COM O CORPO VOCÊ ADOTA QUE FAVORECEM SUA SAÚDE.
• Se julgar adequado, ao trabalhar a questão 3, peça aos estudantes que pensem nas responsabilidades de cada membro da família e nos hábitos de higiene que costumam ter. Permita que compartilhem os papéis de cada um e questione de que forma eles contribuem para a organização da casa, se guardam seus brinquedos e arrumam o quarto, ajudando, assim, nas atividades domésticas.
• Comente com eles que a limpeza e a organização dos ambientes domésticos contribuem para a manutenção da saúde, já que superfícies limpas podem evitar o contato com agentes causadores de doenças.
• Ressalte aos estudantes a importância dos hábitos de higiene pessoal e aproveite para associá-los à manutenção da saúde do corpo, destacando que devem ser realizados de forma regular.
1. A fotografia retrata uma família do passado. É possível que os estudantes respondam que chegaram a essa conclusão ao lerem a data 1940 na legenda ou citem características da fotografia (o fato de não ser colorida) e das roupas das pessoas.
2. Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes identifiquem pai, mãe e filhos.
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3. A) Resposta pessoal. O objetivo desta questão é incentivar os estudantes a expressarem hábitos de organização e de higiene da moradia onde vivem com base em suas vivências.
3. B) Resposta pessoal. O objetivo desta questão é incentivar os estudantes a reconhecerem seus hábitos relacionados à higiene do corpo com base em suas vivências e refletirem sobre a importância deles para a manutenção da saúde.
• A atividade 1 tem como objetivo incentivar os estudantes a imaginarem como eram as famílias no passado e investigarem seus conhecimentos prévios sobre o assunto. Caso apresentem dificuldade, faça um exercício com a turma. Organize uma roda de conversa e peça a cada um que diga um aspecto do que acredita ser uma família do passado. Anote-os na lousa e, por fim, comente as mudanças estruturais nas famílias, seja pelo contexto social, seja pelas particularidades de cada uma delas.
• O objetivo da atividade 2 é promover uma reflexão sobre as mudanças e as permanências nas estruturas familiares. Explore as duas imagens com os estudantes. No item A, eles podem identificar a fotografia mais antiga por meio da análise da imagem ou da leitura da legenda. No item B, eles devem identificar que as famílias costumavam ser mais numerosas no passado, enquanto as famílias atuais geralmente são compostas de menos pessoas. No item C, em duplas, os estudantes devem identificar as semelhanças e as diferenças entre as famílias apresentadas. Lembre-os de respeitar o momento de fala do colega. Peça-lhes que anotem o que identificaram e, depois, solicite que compartilhem as observações com os colegas.
• Ressalte que há uma diversidade de arranjos familiares e peça aos estudantes que pensem em alguns exemplos. Engaje-os em reflexões sobre como uma família pode ser formada por laços consanguíneos e por laços de amor, respeito e união entre seus membros.
• Promova um momento para que todos tenham a oportunidade de verbalizar seu raciocínio e acolha suas respostas, realizando as intervenções que julgar necessárias.
1. COMO VOCÊ IMAGINA QUE ERAM AS FAMÍLIAS NO PASSADO? COMENTE COM OS COLEGAS.
Resposta pessoal. Incentive os estudantes a comentarem se já viram fotografias antigas
de família ou se ouviram alguma história de como eram as famílias no passado.
2. ANALISE AS FOTOGRAFIAS A SEGUIR, QUE APRESENTAM FAMÍLIAS DE DIFERENTES ÉPOCAS.


FAMÍLIA EM 1950.
Professor, professora: No item C da atividade 2, auxilie os estudantes na formação das duplas.
FAMÍLIA EM 2021.
A ) PINTE O QUADRO DA FOTOGRAFIA QUE APRESENTA A FAMÍLIA MAIS ANTIGA.
Resposta: Os estudantes devem pintar o quadro da fotografia A
B ) QUANTAS PESSOAS FORMAM AS FAMÍLIAS A E B?
Resposta: 7 pessoas. Resposta: 3 pessoas.
• FAMÍLIA A:
• FAMÍLIA B:
C ) FORME DUPLA COM UM COLEGA E ANALISEM AS FOTOGRAFIAS. O QUE ESSAS FAMÍLIAS TÊM EM COMUM? E O QUE ELAS TÊM DE DIFERENTE?
Resposta nas orientações ao professor.
Resposta 2. C) Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes identifiquem semelhanças como o fato de ambas as famílias serem formadas por pai, mãe e filhos. Entre as diferenças, podem observar que a família retratada na fotografia A é composta de mais pessoas e apresenta roupas e expressões mais formais, características de uma época diferente. Já na fotografia B, é possível notar uma composição menor, um ambiente doméstico mais contemporâneo e vestimentas atuais.
• As atividades desta página contribuem para o desenvolvimento da habilidade EF01HI07, ao proporem a comparação entre imagens e a análise de mudanças e permanências nas formas de organização familiar.
• As propostas também mobilizam as Competências específicas de História 1 e 2 ao articularem passado e presente e promoverem a compreensão de transformações sociais. Relacionam-se ainda às Competências gerais 1 e 9, por promoverem o respeito à diversidade familiar e valorizarem experiências pessoais.
ALGUMAS CARACTERÍSTICAS DAS FAMÍLIAS NO PASSADO COSTUMAVAM SER DIFERENTES DAS CARACTERÍSTICAS DAS FAMÍLIAS DOS DIAS DE HOJE. É SOBRE ESSE ASSUNTO QUE VAMOS
ESTUDAR A SEGUIR.
3. CONSIDERE A QUANTIDADE DE PESSOAS QUE COMPÕEM CADA UMA DAS FAMÍLIAS APRESENTADAS ANTERIORMENTE. COM QUAL DELAS A SUA FAMÍLIA É MAIS PARECIDA?
4. CONVERSE COM SEUS FAMILIARES E VIZINHOS SOBRE COMO ERAM AS FAMÍLIAS NO PASSADO. DEPOIS, FAÇA UM DESENHO PARA REPRESENTAR O QUE DESCOBRIU.
3. Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes comparem a quantidade de membros de sua família com as apresentadas nas fotografias. Aproveite o momento e explique a eles que atualmente há tipos diferentes de organização familiar, como pais que moram em casas separadas; crianças que moram com avós ou outros parentes; famílias formadas por mãe ou pai solo; famílias com dois pais ou duas mães. Durante a conversa, promova um ambiente de respeito e acolhimento às diferentes configurações familiares da atualidade.
4. Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes perguntem a seus familiares e vizinhos sobre as organizações familiares no passado. Para falar com os vizinhos, eles devem estar acompanhados dos pais ou responsáveis e perguntar sobre a quantidade de pessoas que faziam parte da família, a rotina das crianças, as responsabilidades atribuídas a cada membro da família, entre outros questionamentos. Em sala de aula, promova uma roda de conversa para que possam socializar seus desenhos com os colegas e comentar a respeito de suas descobertas.
• Comente que a estrutura das famílias brasileiras vem se alterando bastante com o passar dos anos. Há cerca de cem anos, por exemplo, as famílias costumavam ter mais membros do que na atualidade. Leve os estudantes a perceberem como a estrutura familiar se alterou com o passar do tempo para atender às demandas de transformações ocorridas na sociedade ao longo da história.
AVALIANDO
Objetivo
• Avaliar se os estudantes compreendem como eram os diferentes tipos de família no passado.
Sugestão de intervenção
Peça aos estudantes que escrevam uma legenda no caderno explicando como se constitui a família representada no desenho feito por eles na atividade 4. Depois, peça-lhes que leiam em voz alta o que escreveram, auxiliando-os individual-
• A atividade 3 permite retomar as discussões realizadas para a abertura da unidade. Destaque que a diversidade de pessoas e famílias demonstra a variedade da sociedade atual. Acolha as falas dos estudantes e explique que o ambiente familiar, em qualquer formato, deve ser pautado em relações respeitosas e amorosas com todos os seus membros. Explique a eles que nem todas as famílias são constituídas de pai, mãe e filhos e que essa estrutura familiar é uma entre tantas outras existentes. Dê exemplos de famílias em que as crianças são criadas por avós ou tios, em que convivem e moram com primos, outros irmãos por parte de pai ou mãe, por exemplo, e ressalte que todas são configurações familiares. Nesse momento, é importante que a turma demonstre respeito à configuração de cada família.
• A atividade 4 tem como objetivo permitir aos estudantes conhecerem como eram as famílias do passado por meio da conversa com familiares ou vizinhos, identificando diferenças e permanências. Incentive-os a representar em seus desenhos não somente as pessoas, mas também objetos, locais, profissões, entre outros elementos que possam caracterizar o período em que viveram.
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mente se tiverem alguma dificuldade em escrever a legenda e na leitura em voz alta.
REFERÊNCIA COMPLEMENTAR
ARIÈS, Philippe. História social da criança e da família. São Paulo: LTC, 2017. Nessa obra, o autor mostra como as transformações da sociedade ocorrem de acordo com as mudanças de atitudes das pessoas que a compõem. Assim, demonstra como o conceito de infância corresponde ao momento da queda de natalidade entre as mulheres no mundo.
• Leia o trecho a seguir, que apresenta dados estatísticos sobre a composição das famílias ao longo dos anos. Caso considere pertinente, compartilhe as informações com os estudantes.
No projeto de construção de toda família, são fundamentais as decisões sobre o número de filhos e o momento de sua chegada. Essas escolhas de vida são muito significativas para a sociedade em geral, pois a estrutura etária da população é definida, principalmente, pelo comportamento da fecundidade. De fato, a alta velocidade da queda da fecundidade acarreta mudanças rápidas no ritmo de crescimento da população e na distribuição etária, com consequências econômicas e sociais de longo prazo.
[...]
A taxa de fecundidade é a medida de quantos filhos, em média, as mulheres têm ao longo de sua vida reprodutiva. O número médio de filhos por mulher vem se reduzindo no Brasil desde a década de 1960. Os dados reais até 2010, com projeções para as décadas seguintes, demonstram que a taxa de fecundidade no Brasil reduziu-se de 6,16 em 1940 para 1,87 em 2010. Por volta de 2030, deve ser alcançado o patamar de 1,5, que permanecerá estável até 2050 [...] BRASIL. Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos. Secretaria Nacional da Família. Fatos e números: famílias e filhos no Brasil. Disponível em: https://www.gov.br/mdh/pt-br/ navegue-por-temas/observatorio -nacional-da-familia/fatos-e -numeros/familias-e-filhos -no-brasil.pdf. Acesso em: 9 maio 2025.
COMO FOI POSSÍVEL PERCEBER, A ESTRUTURA DAS FAMÍLIAS MUDOU AO LONGO DO TEMPO. POR EXEMPLO, ATUALMENTE É COMUM QUE AS FAMÍLIAS TENHAM UMA MENOR QUANTIDADE DE FILHOS.
DO MESMO MODO, O PAPEL DOS MEMBROS DA FAMÍLIA TAMBÉM MUDOU AO LONGO DO TEMPO.
VITÓRIA ESTÁ CURSANDO O 1º ANO E PRECISOU FAZER UMA PESQUISA SOBRE A VIDA DAS MULHERES EM OUTRAS ÉPOCAS.
ACOMPANHE A SEGUIR O QUE ELA DESCOBRIU CONVERSANDO COM SUA AVÓ.
COMO ERA A VIDA DAS MULHERES
QUANDO A SENHORA ERA CRIANÇA, VOVÓ?

AS TAREFAS DA CASA NÃO ERAM DIVIDIDAS?
A VIDA DAS MULHERES ERA MUITO DIFERENTE. ALÉM DE TRABALHAR COMO CONFEITEIRA, MINHA MÃE CUIDAVA DOS OITO FILHOS E DA CASA.


NÃO! NAQUELA ÉPOCA, ERA COMUM QUE O CUIDADO DOS FILHOS E OS AFAZERES DOMÉSTICOS FOSSEM RESPONSABILIDADES APENAS DAS MULHERES.
AINDA BEM QUE A DIVISÃO DAS TAREFAS ESTÁ MUDANDO!
VITÓRIA E SUA AVÓ CONVERSANDO.
IMAGENS COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.
• Antes da leitura da sequência de quadrinhos, converse com os estudantes sobre relatos familiares que já tenham ouvido, especialmente relacionados à infância de suas avós, mães ou outras mulheres próximas. Essa conversa inicial pode aproximá-los do tema e ativar conhecimentos prévios de maneira significativa. Caso julgue pertinente, compartilhe com a turma uma situação fictícia ou real (sem expor dados pessoais) que ajude a contextualizar o papel das mulheres em outros tempos.
• Durante a leitura coletiva, realizada em voz alta, chame a atenção dos estudantes para expressões como “naquela época” e “as coisas estão mudando”. Essas indicações ajudam os estudantes a identificarem as comparações entre passado e presente feitas no diálogo. Mostre como os papéis sociais mudam ao longo do tempo e destaque que hoje é cada vez mais comum que as tarefas domésticas e o cuidado com os filhos sejam compartilhados entre os membros da família.
QUANDO A AVÓ DE VITÓRIA ERA CRIANÇA, AS TAREFAS DOMÉSTICAS GERALMENTE ERAM RESPONSABILIDADE DAS MULHERES. JÁ OS HOMENS ERAM RESPONSÁVEIS PELO TRABALHO
FORA DE CASA E PELO SUSTENTO DO LAR.
COM O PASSAR DO TEMPO, MUDANÇAS ACONTECERAM E OS PAPÉIS MUDARAM. ATUALMENTE, É COMUM QUE HOMENS E MULHERES DIVIDAM AS TAREFAS DOMÉSTICAS. AMBOS CUIDAM DOS FILHOS, DA LIMPEZA DA CASA E DO PREPARO DE ALIMENTO, POR EXEMPLO, OU SEJA, ELES COMPARTILHAM RESPONSABILIDADES. ALÉM DISSO, EM MUITOS CASOS, HOMENS E MULHERES TÊM EMPREGOS E AUXILIAM NO SUSTENTO DA FAMÍLIA.

HOMEM LIMPANDO SUA CASA.
5. EM SUA OPINIÃO, POR QUE É IMPORTANTE A DIVISÃO DAS TAREFAS DOMÉSTICAS?
Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor.
6. FAÇA COMO VITÓRIA E CONVERSE COM SEUS FAMILIARES PARA DESCOBRIR COMO ERA A VIDA DAS MULHERES DA FAMÍLIA EM OUTRAS ÉPOCAS. DEPOIS, CONTE PARA OS COLEGAS O QUE VOCÊ DESCOBRIU.
Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor
com esta atividade, peça-lhes que escolham uma dessas mulheres, escrevam um pequeno texto sobre a história de vida dela e façam um desenho para representá-la.
5. Resposta pessoal. O objetivo desta questão é levar os estudantes a refletirem sobre a importância da participação de todos nas tarefas domésticas, compartilhando responsabilidades e construindo uma sociedade mais justa e democrática.
6. Resposta pessoal. O objetivo desta questão é levar os estudantes a conhe-
cerem, por meio de familiares ou responsáveis, a história das mulheres da família deles e compartilharem as descobertas com os colegas.
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PRIORE, Mary del. Sobreviventes e guerreiras: uma breve história da mulher no Brasil de 1500 a 2000. São Paulo: Planeta, 2020.
Nessa obra, a autora discute a luta das mulheres por igualdade de direitos. Para isso, a historiadora volta às raízes históri-
• A atividade 5 propõe uma reflexão sobre a importância da divisão das tarefas domésticas, incentivando a cooperação e o senso de responsabilidade. Incentive os estudantes a compartilharem exemplos de como as tarefas podem ser organizadas em casa e a pensarem em formas de colaboração entre os membros da família. Caso haja dificuldade, conduza uma conversa coletiva listando tarefas e discutindo como elas podem ser distribuídas de maneira equilibrada e adequadas às possibilidades de cada pessoa.
• O objetivo da atividade 6 é incentivar os estudantes a conhecerem mais sobre a história das mulheres de sua família. Incentive-os a perguntar sobre o tempo que viveram, se moraram sempre no mesmo local, quais atividades gostavam de desempenhar, o que gostavam de fazer nas horas de lazer, como se vestiam etc. Auxilie-os na elaboração das perguntas, por exemplo: “Qual o grau de parentesco dessas mulheres com você?”; “Qual era a profissão delas?”; “Eram casadas ou solteiras?”; “Tiveram filhos?”; “Qual era o seu nível de escolaridade?”. Caso algum familiar tenha uma fotografia dessas mulheres, solicite que a peçam ao responsável para que eles possam levá-la à escola e compartilhá-la com os colegas. Se julgar pertinente, para aprofundar o trabalho
cas de desigualdade entre homens e mulheres e busca dar voz a elas.
• A abordagem do papel das mulheres no passado e no presente favorece o desenvolvimento da habilidade EF01HI06 ao promover a valorização de diferentes sujeitos e suas contribuições na história. Também promove o desenvolvimento da habilidade EF01HI07, favorecendo a identificação de permanências e mudanças nas relações sociais.
• Aborde as transformações sociais ocorridas nas estruturas familiares retomando com os estudantes o conteúdo das páginas 62 e 63. Destaque que as mulheres, no passado, ocupavam um lugar estritamente doméstico, sendo responsáveis pela geração, criação e educação dos filhos, preparação dos alimentos, administração da vida doméstica etc. Ressalte que essa condição foi diferente para mulheres negras, que tiveram seu trabalho explorado como escravizadas e, mesmo após o fim da escravidão, costumavam ter acesso apenas a trabalhos que envolviam o ambiente doméstico, de cuidados com a casa e a criação dos filhos de outras famílias.
• Explique que o acesso a educação era restrito e que o direito ao voto só foi garantido em 1932, por meio de reivindicações lideradas pela feminista Bertha Lutz. Outros direitos como a autonomia financeira e jurídica só foram assegurados na década de 1960. A ausência desses direitos tornava as mulheres dependentes de homens próximos, como maridos, pais e familiares. Com o passar do tempo e a conquista de direitos, as mulheres puderam ter acesso a educação, serviços de saúde, trabalho e autonomia.
• Na atividade 7, convide os estudantes para uma roda de conversa, destacando a importância do respeito e promovendo um ambiente de acolhimento. Incentive-os a escutar atentamente as diferentes opiniões, refletindo sobre o que foi dito e aguardando sua vez. Ressalte que ainda existem muitas desigualdades entre homens e mulheres na sociedade, como as diferenças salariais. Proponha, após a roda de conversa, que eles produzam um desenho imaginando possíveis mudanças sociais em
AO LONGO DO TEMPO, ALÉM DA DIVISÃO DAS TAREFAS
DOMÉSTICAS ENTRE OS DEMAIS MEMBROS DA FAMÍLIA, AS MULHERES CONQUISTARAM DIFERENTES ESPAÇOS NA SOCIEDADE. ATUALMENTE, ELAS SÃO CIENTISTAS, PILOTAS, ENGENHEIRAS, E EXERCEM MUITAS OUTRAS PROFISSÕES QUE ANTES POUCAS COSTUMAVAM EXERCER. CONHEÇA ALGUNS EXEMPLOS.


EM 1945, A PARANAENSE ENEDINA ALVES MARQUES (1913-1981) FOI A PRIMEIRA MULHER A SE FORMAR EM ENGENHARIA NO ESTADO DO PARANÁ E A PRIMEIRA ENGENHEIRA NEGRA DO BRASIL. ELA PARTICIPOU DE VÁRIOS PROJETOS IMPORTANTES, PRINCIPALMENTE EM OBRAS QUE ENVOLVIAM O USO DA ÁGUA E A GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA.
ENEDINA ALVES MARQUES, POR VOLTA DE 1940.
ANÉSIA PINHEIRO MACHADO (19041999) NASCEU NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO E FOI UMA DAS PRIMEIRAS MULHERES A PILOTAR AVIÕES NO BRASIL. EM 1922, REALIZOU O PRIMEIRO VOO INTERESTADUAL FEMININO, ENTRE SÃO PAULO E RIO DE JANEIRO. TAMBÉM FOI A PRIMEIRA BRASILEIRA A PILOTAR UM AVIÃO COM PASSAGEIRO.
ANÉSIA PINHEIRO MACHADO, 1982.
7. EM SUA OPINIÃO, POR QUE AS MUDANÇAS QUE OCORRERAM SOBRE OS PAPÉIS DE HOMENS E MULHERES NA SOCIEDADE FORAM IMPORTANTES? CONVERSE COM OS COLEGAS SOBRE O ASSUNTO.
Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes reconheçam a importância dessas mudanças para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária.
relação ao papel das mulheres. Incentive-os a pensar em situações que observam no cotidiano e nas mulheres com quem convivem na escola, na família e nos demais espaços que frequentam. Permita que verbalizem seu raciocínio e acolha suas respostas.
SCHATZ, Kate; STAHL, Miriam K. Mulheres incríveis. [S. l.]: Astral Cultural, 2017. Nessa obra, as autoras apresentam biografias, acompanhadas de ilustrações, retratando histórias de mulheres de várias partes do mundo.
• O conteúdo das páginas 64, 65 e 66 favorece o desenvolvimento das habilidades EF01HI06 e EF01HI07, auxiliando na percepção dos estudantes sobre os papéis desempenhados pelas mulheres nos ambientes doméstico e comunitário e na identificação de mudanças e permanências nas formas de organização familiar. Também favorece o desenvolvimento da Competência específica de História 1, possibilitando aos estudantes compreenderem os mecanismos de transformação na sociedade que permitiram às mulheres, por meio de suas lutas, conquistarem direitos e ocuparem espaços.
Professor, professora: As legendas das imagens não foram inseridas para não comprometerem a realização da atividade 2
1. VOCÊ CONHECE ALGUMA HISTÓRIA DA SUA FAMÍLIA? CONTE PARA OS COLEGAS.

A.
B.
1. Resposta pessoal. Incentive todos os estudantes a compartilharem alguma história familiar. Caso seja necessário, explique-lhes que as histórias
familiares são formadas por acontecimentos marcantes envolvendo os membros da família. Uma viagem, o casamento dos avós e o
É POSSÍVEL CONHECER AS HISTÓRIAS DA NOSSA FAMÍLIA DE DIFERENTES MANEIRAS. CONHEÇA ALGUMAS DELAS A SEGUIR. IMAGENS COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.

dia em que os pais se conheceram são apenas alguns exemplos de acontecimentos que fazem parte das histórias familiares.
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• Na atividade 1, retome os conteúdos das páginas 62 e 63, engajando os estudantes a escolherem uma história familiar para compartilhar. Ajude-os a se lembrarem de exemplos contando uma história da sua família. Comente que nem sempre as melhores histórias são fatos extraordinários, mas eventos que podem ocorrer no dia a dia.
• Caso algum estudante apresente dificuldade em participar da atividade oralmente, convide-o a se expressar de uma forma que se sinta confortável. No trabalho com estudantes neurodivergentes, é possível que um ambiente silencioso e respeitoso, evitando contato visual e acolhendo as estereotipias, contribua para a participação deles. Destaque o respeito à diversidade e a responsabilidade de todos na promoção de um ambiente respeitoso. Caso perceba alguma emoção como medo, tristeza ou angústia, acolha os sentimentos e explique que as memórias podem despertar ou reavivar emoções antigas. Após a aula, converse em particular com os estudantes e, se necessário, verifique a possibilidade de envolver outros profissionais da escola no caso ou conversar com a família.
• Proponha uma leitura coletiva das imagens das páginas 67 e 68, incentivando os estudantes a identificarem as ações realizadas pelas crianças. Pergunte-lhes por que a realização dessas ações permite conhecer melhor as histórias familiares. Explique que os registros deixados pelas pessoas são formas de entender como conviviam, as ações que praticavam, momentos importantes, individuais ou coletivos etc. Comente que conhecer melhor as histórias familiares ajuda a compreender os contextos atuais e as transformações ocorridas.
• Diga aos estudantes que conhecer e preservar as memórias e as histórias familiares são maneiras de fortalecer o sentimento de pertencimento e identidade, assim como dar continuidade a determinados valores e costumes, considerando que cada família tem a própria maneira de estar no mundo, de acordo com sua cultura e o lugar em que está inserida.
• Aproveite a atividade 2 para comentar com os estudantes os diferentes usos das fontes históricas. Explique que, ao pesquisar sua história familiar, foi possível ter acesso a diferentes materiais que contavam essa história. Ressalte que, de modo similar, o trabalho do historiador utiliza diferentes fontes históricas visando compreender acontecimentos, modos de vida, trajetórias, saberes, entre outros. As fontes históricas podem ser as mais diversas, como documentos, relatos, fotografias, vídeos, obras de arte, objetos, jornais e muitos outros vestígios humanos.
• A atividade 2 permite avaliar a capacidade dos estudantes de analisar imagens e relacioná-las aos textos correspondentes.
Sugestão de intervenção
Peça aos estudantes que comentem quais fontes as crianças estão utilizando para saber a história de suas famílias. Explore os conhecimentos deles sobre a história de suas famílias. Retome o conceito de diversidade familiar, pois pode haver estudantes com modelos diferenciados de família.

Professor, professora: As legendas das imagens não foram inseridas
IMAGENS COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.

2. ESCREVA NOS QUADROS AS LETRAS DAS IMAGENS CORRESPONDENTES ÀS AÇÕES A SEGUIR QUE POSSIBILITAM CONHECER AS HISTÓRIAS DAS FAMÍLIAS
Resposta: D, A, B, C para não comprometerem a realização da atividade.
CONVERSAR COM FAMILIARES.
ASSISTIR A VÍDEOS.
ANALISAR DOCUMENTOS PESSOAIS.
ANALISAR FOTOGRAFIAS.
Explique-lhes que cada imagem pode ser uma fonte histórica: na imagem A, um filme; na B, uma certidão de nascimento; na C, um álbum de família; e, na D, um relato oral. Escreva na lousa alguns tipos de fontes históricas existentes: fontes escritas, visuais, materiais e orais. Pergunte-lhes se eles têm algum objeto especial na família que pertenceu a alguém que consideram importante ou que passa de geração em geração.
Por fim, pergunte-lhes que tipo de informações sobre a história da família é possível obter por meio da análise dessas fontes. Comente que as diferentes fontes históricas podem ser complementares; por exemplo, é possível conversar com familiares sobre fotografias e vídeos antigos, pedindo aos membros mais velhos da família que contem mais sobre seus contextos.
• A temática das páginas 67 e 68 favorece o desenvolvimento das habilidades EF01HI01 e EF01HI02 ao possibilitar que os estudantes identifiquem formas de aprender sobre as mudanças e permanências ocorridas na sociedade com base no conhecimento de sua história familiar. Também promove o desenvolvimento da habilidade EF01HI07 por meio do reconhecimento e da comparação de fontes históricas que os auxiliem a refletir sobre as diferentes organizações familiares e as mudanças ocorridas com o tempo.
3. AGORA, VAMOS CONHECER AS HISTÓRIAS DA SUA FAMÍLIA.
3. Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor.
A ) COM A AJUDA DE UM ADULTO, FAÇA UMA PESQUISA DE ACORDO COM O ROTEIRO A SEGUIR.
• CONVERSE COM SEUS FAMILIARES SOBRE ALGUMAS HISTÓRIAS DA FAMÍLIA QUE ELES CONSIDEREM IMPORTANTES.
• PEÇA PARA CONHECER REGISTROS DESSES ACONTECIMENTOS, COMO FOTOGRAFIAS, VÍDEOS OU DOCUMENTOS.
• PESQUISE OBJETOS PESSOAIS QUE FAÇAM PARTE DESSAS HISTÓRIAS, COMO CARTAS E ACESSÓRIOS.
B ) ESCOLHA UMA DESSAS HISTÓRIAS PARA CONTAR AOS COLEGAS.
DICA: CASO TENHA ALGUMA SITUAÇÃO TRISTE QUE NÃO QUEIRA CONTAR PARA TODOS OS COLEGAS, VOCÊ PODE CONTAR OUTRA HISTÓRIA OU CHAMAR APENAS UM COLEGA MAIS PRÓXIMO PARA CONVERSAR. PENSE NISSO!
IMAGEM COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.
SE A SUA FAMÍLIA PERMITIR, LEVE PARA A SALA DE AULA FOTOGRAFIAS, OBJETOS E DOCUMENTOS QUE AJUDEM A CONTAR A HISTÓRIA DE VOCÊS.
CRIANÇA.
AO CONVERSAR COM SEUS FAMILIARES, VOCÊ TALVEZ TENHA PERCEBIDO QUE HÁ HISTÓRIAS ALEGRES E HISTÓRIAS TRISTES. ISSO FAZ PARTE DAS HISTÓRIAS DE TODAS AS FAMÍLIAS AFINAL, A VIDA É FEITA NÃO SÓ DE MOMENTOS FELIZES, MAS TAMBÉM DE SITUAÇÕES TRISTES.
• No item B, comente que cartas, diários, jornais, fotografias, gravuras, utensílios domésticos, brinquedos, construções e relatos orais podem ser fontes históricas e são vestígios que servem de base para a construção da memória de um povo, de uma comunidade ou de uma família. Oriente-os a anotar pontos importantes dessa história ou a pedir a um membro da família que o faça, de modo que não se esqueçam na hora de contar. Ajude-os a revisar as histórias.
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• Sobre o boxe Dica, é importante proporcionar um ambiente de acolhimento e respeito. Esteja à disposição dos estudantes e deixe claro que, se precisarem de ajuda ou quiserem conversar sobre seus sentimentos, podem procurá-lo. Caso eles relatem uma situação de risco na moradia onde vivem, peça auxílio ao coordenador pedagógico da escola.
• Reforce aos estudantes a importância da memória e da trajetória de cada família. Se julgar pertinente, ao trabalhar os conteúdos desta página, insira a questão do respeito aos idosos e a importância de conversarmos e ouvirmos o que essas pessoas têm a dizer. Ressalte que muitas histórias não têm registros físicos, daí a importância dos relatos orais.
• A atividade 3 tem o objetivo de promover a interação dos estudantes com suas famílias por meio de histórias familiares. No item A, peça-lhes que conversem com seus familiares ou responsáveis sobre algum momento que consideram importante, como o nascimento de alguém, uma festa, um encontro, uma viagem ou mesmo algum momento que não foi tão feliz. Converse com eles sobre como as famílias têm histórias antes mesmo de eles nascerem e comente que muitas delas ainda influenciam no cotidiano dos estudantes, incentivando a percepção da continuidade temporal. Se possível e com a autorização e a ajuda dos familiares ou responsáveis, peça aos estudantes que gravem essas histórias por meio de vídeo ou de um gravador de voz. No dia marcado, solicite que compartilhem uma dessas histórias com os colegas.
• Leia os trechos a seguir e, caso julgue pertinente, compartilhe as informações em sala de aula.
[...]
Nos últimos 20 anos, a principal alteração na composição familiar da população brasileira consistiu em uma redução significativa da proporção de casais com filhos e em um correspondente aumento dos casais sem filhos. Uma maior participação da mulher no mercado de trabalho, a redução das taxas de fecundidade e o envelhecimento da população refletiram-se no aumento do percentual de casais sem filhos no período de 1995 a 2015, que passou de 12,9% para 19,9% do total de famílias. E, embora os casais com filhos permaneçam como a forma predominante dentre os tipos de composição familiar, sua participação caiu de 57,7% para 42,3% nas últimas duas décadas [...] BRASIL. Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos. Secretaria Nacional da Família. Fatos e números: arranjos familiares no Brasil. Disponível em: https://www.gov.br/mdh/pt-br/ navegue-por-temas/observatorio -nacional-da-familia/fatos-e -numeros/ArranjosFamiliares.pdf.
Acesso em: 20 ago. 2025.
[...]
No Brasil do século XXI, a família patriarcal e extensa tem cedido espaço para a família nuclear, com maior pluralidade de arranjos, com alta mobilidade espacial e social e com as mulheres tendo um protagonismo cada vez maior na dinâmica familiar. Com o aumento do custo e a diminuição dos benefícios, os filhos deixam de ser um seguro para os pais na velhice. Os casais passam a contar menos com os descendentes e mais com o sistema (público e privado) de proteção social na aposentadoria e na cobertura de riscos.
[...]
ALVES, José Eustáquio. Brasil tem famílias menores, diversas, plurais e complexas. Projeto Colabora, 15 ago. 2022. Disponível em: https://projetocolabora.com.br/ ods4/brasil-tem-familias-menores -diversas-plurais-e-complexas/. Acesso em: 20 ago. 2025.
1. COMO É A SUA FAMÍLIA? FAÇA UM DESENHO PARA REPRESENTÁ-LA NO ESPAÇO A SEGUIR
1. Resposta pessoal. Oriente os estudantes na execução desta atividade. Se necessário, explique a eles que família é a união de pessoas que são ligadas por laços sanguíneos ou afetivos. Comente que nem sempre os membros da família moram na mesma residência. Em alguns casos, por exemplo, os pais podem morar em casas separadas, mas nem por isso deixam de fazer parte da família.
2. Resposta pessoal. Caso julgue oportuno, organize os estudantes em círculo e peça-lhes que mostrem seus desenhos e comentem com os colegas quem são as pessoas da família que foram representadas. Aproveite o momento para conversar com eles sobre as diferentes configurações familiares, enfatizando que todas devem ser respeitadas e valorizadas.
2. MOSTRE SEU DESENHO PARA OS COLEGAS E COMPARE AS SEMELHANÇAS E DIFERENÇAS ENTRE AS FAMÍLIAS DE VOCÊS.
• O objetivo da atividade 1 é levar os estudantes a representarem a família deles por meio de um desenho. Caso apresentem dificuldade em desenhar, comente que eles podem se inspirar em uma fotografia para compor suas produções.
• O objetivo da atividade 2 é incentivar os estudantes a perceberem as semelhanças e as diferenças nas organizações familiares. Durante a conversa, crie um ambiente de respeito e empatia e oriente-os a respeitar a configuração familiar dos colegas.
• Promova um momento para que todos tenham a oportunidade de verbalizar seu raciocínio e acolha suas respostas, realizando as interven-
ções que julgar necessárias.
REFERÊNCIA COMPLEMENTAR
CARELLI, Rita. Minha família enauenê. Ilustrações de Anabella López. São Paulo: FTD, 2018. Nessa obra, a autora conta sua infância na aldeia indígena Enauenê-Nauê, no estado de Mato Grosso, e como se impressionou com os papéis rígidos estabelecidos para homens e mulheres. Essa edição conta com um texto da antropóloga Ana Paula Ratto Rodgers, especialista nos Enauenê-Nauê, no qual explica um pouco de suas tradições e de seus costumes.
3. FORME DUPLA COM UM COLEGA E LEIAM O TEXTO A SEGUIR
EM VOZ ALTA.
MINHA FAMÍLIA É ASSIM
OUTRAS FAMÍLIAS ASSADO
MAS FAMÍLIA HOJE É BOM
COMO ERA NO PASSADO
EU AMO MINHA FAMÍLIA
DA CABEÇA ATÉ O PÉ
TODA FAMÍLIA É PERFEITA
DO JEITINHO QUE ELA É
TEM FAMÍLIA QUE É GRANDE
E FAMÍLIA QUE É PEQUENA
TEM FAMÍLIA SÓ DE DOIS
E MESMO ASSIM VALE A PENA [...].
TÁRCIO COSTA. CORDEL DA FAMÍLIA. TÁRCIO COSTA
CORDEL & ARTE, 18 ABR. 2019. DISPONÍVEL EM: https:// cordeispedagogicos.blogspot.com/2019/04/cordel-da-familia. html. ACESSO EM: 17 ABR. 2025.
IMAGENS COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI.

Objetivo
• A atividade 3 permite avaliar a leitura e a compreensão de textos dos estudantes.
Sugestão de intervenção
Peça a cada estudante que leia uma linha do cordel em voz alta. Caso necessário, quando a última linha for lida, solicite a eles que voltem ao começo do texto até todos terem lido. Se possível, apresente a eles o vídeo do artista e compositor do cordel, Tárcio Costa, em que ele apresenta o cordel falado. No item A, o objetivo é incentivar os estudantes a identificarem a mensagem principal do texto, que é a diversidade das formações familiares. Oriente-os a observar os trechos “minha família é assim, outras famílias assado”; “tem família que é grande e família que é pequena” e relacioná-los às imagens da página. Leia com eles a referência do texto, na qual é possível identificar o título e o autor do cordel, assim como onde o texto foi publicado. No item B, o objetivo é levar os estudantes a lerem o texto com a família deles e a conversarem sobre o tema. Caso algum estudante apresente dificuldade em relação ao significado de figuras de linguagem usadas do texto, como “assado”, “da cabeça até o pé”, explique que alguns autores utilizam termos não literais, ou seja, expressões que não significam exatamente o que dizem, mas ajudam a dar mais emoção, ritmo ou graça ao texto.

DIFERENTES ESTRUTURAS FAMILIARES.
A ) QUAL É A MENSAGEM PRINCIPAL DO TEXTO?
Resposta: O texto estudo da temática familiar. Incentive os estudantes a interagirem com os familiares deles.
B ) EM CASA, LEIA O TEXTO PARA UM ADULTO DA SUA FAMÍLIA E CONVERSEM SOBRE O TEMA.
Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é envolver os familiares no aborda a diversidade de famílias, procurando enaltecer essa característica.
• Para promover a valorização das diversas formações familiares, proponha a elaboração de um painel com a turma sobre o tema. Confira as orientações a seguir.
ATIVIDADE EXTRA
Materiais necessários
• papel kraft
• revistas para recorte
• cola
• tesoura com pontas arredondadas
Passo a passo
a) Separe um pedaço grande de papel kraft para formar o painel.
b) Oriente os estudantes a pesquisarem imagens de famílias nas revistas ou a figura de pessoas para a composição de diferentes arranjos familiares. É possível que eles queiram incluir animais domésticos nas famílias e, caso isso ocorra, é importante respeitar a decisão, pois é comum que esses animais façam parte da convivência familiar, sendo considerados membros da família.
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c) Lembre os estudantes de prestarem atenção à diversidade de formações familiares.
d) Em seguida, eles deverão recortar as imagens e colá-las no painel. Ajude os estudantes que tiverem dificuldade em manusear a tesoura e em usar a cola.
e) Por fim, peça-lhes que elaborem em conjunto um título para o painel, como “Diversidade de famílias” ou “Famílias de todos os jeitos” e o exponham na sala de aula.
• O conteúdo das páginas 72 e 73 contribui para desenvolver noções de responsabilidade e cuidado no âmbito familiar. Inicie a aula questionando aos estudantes quais tarefas eles geralmente assumem na organização da moradia, o que mais gostam ou menos gostam de fazer, enfatizando que ter responsabilidade implica em nem sempre fazermos somente o que gostamos, pois também temos deveres a cumprir. Converse com eles sobre as vantagens de um espaço organizado, como a sensação de bem-estar que ele provoca, a facilidade de encontrar objetos e os bons momentos que a família pode ter se todos cooperarem. Explique que a divisão de tarefas e responsabilidades permite que todos tenham mais tempo para atividades de lazer e de descanso.
AVALIANDO
Objetivo
• A atividade 1 permite avaliar se os estudantes reconhecem as responsabilidades deles em atividades do dia a dia.
Sugestão de intervenção
Crie na lousa um calendário semanal e peça aos estudantes que o copiem no caderno. Em seguida, explique a eles que devem colocar nos dias da semana as tarefas que costumam fazer ou aquelas com as quais poderiam contribuir de alguma maneira. Procure apresentar exemplos diferentes dos que estão no livro, como regar as plantas. Comente com eles que planejar e compartilhar as tarefas diárias são ações que podem tornar mais fácil a organização de seus afazeres, além de melhorar a convivência familiar, evitando a sobrecarga de trabalho de um dos membros da família.
1. CONFIRA AS ILUSTRAÇÕES A SEGUIR. DEPOIS, MARQUE UM X NO QUADRO DAS AÇÕES QUE VOCÊ PRATICA NO DIA A DIA.
IMAGENS COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.
A.

CRIANÇA ORGANIZANDO OS BRINQUEDOS.
C.
D. B. ORGANIZAR OS BRINQUEDOS.
ALIMENTAR O ANIMAL DE ESTIMAÇÃO.

CRIANÇA ALIMENTANDO O ANIMAL DE ESTIMAÇÃO.
ARRUMAR A CAMA.

CRIANÇA ARRUMANDO A CAMA.
COMPARTILHAR OS BRINQUEDOS.

CRIANÇA COMPARTILHANDO BRINQUEDOS.
1. Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é levar os estudantes a refletirem sobre suas responsabilidades no convívio familiar.
• O conteúdo deste tema favorece o desenvolvimento de aspectos da habilidade EF01HI03, contribuindo para que os estudantes compreendam seus papéis e suas responsabilidades relacionadas à família. Permite também que eles identifiquem que todos têm de contribuir de forma responsável no ambiente familiar com base em princípios de cooperação, fortalecendo os vínculos e o sentimento de pertencimento, o que colabora para o desenvolvimento da habilidade EF01HI04
INDEPENDENTEMENTE DA ESTRUTURA FAMILIAR, TODOS DEVEM TER RESPONSABILIDADES.
2. Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é levar os estudantes e familiares a fazerem uma autoavaliação sobre as responsabilidades na residência.
2. CONVERSE COM OS FAMILIARES SOBRE COMO É FEITA A DIVISÃO DAS TAREFAS EM SUA RESIDÊNCIA.
A ) ESCREVA O NOME DA PESSOA RESPONSÁVEL PELAS TAREFAS DESCRITAS A SEGUIR.
• RETIRAR A MESA DO CAFÉ DA MANHÃ:
• ALIMENTAR O ANIMAL DE ESTIMAÇÃO:
• LAVAR A LOUÇA:
• GUARDAR OS BRINQUEDOS:
2. a) Resposta pessoal. Estabeleça o prazo que julgar necessário para a finalização da atividade e, no dia da entrega, promova uma conversa em sala de aula. Enfatize aos estudantes que dividir as tarefas é uma maneira de não sobrecarregar apenas uma pessoa da família, incentivando, assim, a boa convivência com os familiares.
• OUTRAS TAREFAS:
• O objetivo da atividade 2 é engajar os estudantes no diálogo com suas famílias sobre as divisões de tarefas no ambiente doméstico. Em sala de aula, proponha uma reflexão sobre quem desempenha a maior parte das tarefas domésticas e o que poderia ser feito para mudar essa situação. Pergunte-lhes se a maior parte das tarefas domésticas recai sobre as mulheres da família e, em caso afirmativo, engaje-os a refletir sobre por que isso ocorre. Caso reproduzam opiniões que reforcem a responsabilidade das mulheres nas tarefas da moradia, pergunte os motivos que os fazem pensar dessa forma e convide-os a imaginar um ambiente doméstico no qual todos colaboram, questionando o que eles entendem por positivo e negativo nessa situação. Destaque que as tarefas domésticas são responsabilidade de todos os que vivem na moradia e, quando todos colaboram, ninguém fica sobrecarregado.
• Atividades como lavar a louça e retirar a mesa podem ser perigosas para crianças dessa faixa etária, pois elas podem se cortar com facas ou quebrar copos e pratos de vidro. Oriente os estudantes a não fazerem esse tipo de tarefa doméstica sem a supervisão de um adulto.
Exiba o vídeo Campanha pela justa divisão do trabalho doméstico, que apresenta a história de Rosa, uma mulher do campo que se encontra sobrecarregada com as tarefas domésticas. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?
v=N4-Gzv78Bc0. Acesso em: 20 ago. 2025.
Caso não seja possível apresentar o vídeo em sala de aula, narre para os estudantes a história de Rosa. Em uma roda de conversa, convide-os a compartilhar se observaram semelhanças com a divisão
de tarefas feita na moradia deles. Ao fim, sugira que pensem em alternativas para uma redistribuição mais justa de tarefas.
NASCIMENTO, Francisco Elionardo de Melo et al. A relação família e escola no processo educativo: uma revisão integrativa. Oikos: Família e Sociedade em Debate, Viçosa, v. 32, n. 2, 2021. Disponível em: https://periodicos.ufv.br/oikos/article/ view/11824/6824. Acesso em: 20 ago. 2025. Os autores fazem uma revisão da litera-
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tura sobre as relações entre família e escola no desenvolvimento de estudantes.
MARINHO-ARAÚJO, Claisy Maria; OLIVEIRA, Cynthia Bisinoto Evangelista. A relação família-escola: intersecções e desafios. Estudos de Psicologia, Campinas, v. 27, n. 1, jan./mar. 2010. Disponível em: https://www.scielo.br/j/estpsi/a/CM3Hj6VLtm7ZMxD33pRyhkn/abstract/?lang=pt. Acesso em: 20 ago. 2025. Por meio de um enfoque sociológico e psicológico, esse artigo analisa com base na revisão bibliográfica a relação família-escola e sua interdependência.
• Conscientizar os estudantes sobre a importância de organizar e limpar o lugar em que vivemos.
• Promover o diálogo com familiares ou responsáveis sobre a divisão de tarefas e as regras de boa convivência familiar.
• Pergunte aos estudantes como seria a moradia se ninguém a organizasse nem a limpasse. Com isso, leve-os a reconhecer a importância de ajudar nas tarefas da moradia para não sobrecarregar apenas uma pessoa.
• Auxilie os estudantes na leitura das imagens e dos textos desta página, da página 75 e da questão A, promovendo um momento para que todos possam verbalizar seu raciocínio. Acolha as respostas dos estudantes e, se julgar pertinente, retome as ilustrações da página 72 a fim de que eles tenham exemplos de atividades que podem ser desempenhadas por uma criança, sempre com a supervisão de um adulto. Caso eles mencionem tarefas perigosas para a faixa etária, comente os possíveis riscos e reforce que todas as tarefas diárias que eles exercem no ambiente doméstico devem ser combinadas e supervisionadas pelos familiares ou responsáveis.
A) Resposta pessoal. O objetivo desta questão é levar os estudantes a refletirem sobre a divisão de tarefas diárias na moradia e compartilharem suas vivências com os colegas, a fim de refletirem se todos participam da limpeza e da organização do lugar onde vivem.
CONHECENDO O PROBLEMA 1
MANTER UMA MORADIA ORGANIZADA, LIMPA E BEM CUIDADA NÃO DEVE SER TAREFA DE APENAS UMA PESSOA OU DA MINORIA
DAS PESSOAS QUE VIVEM NELA. TODOS PODEM FAZER ALGO PARA AJUDAR, INCLUSIVE PEQUENAS TAREFAS.
A ) NA RESIDÊNCIA ONDE VOCÊ MORA, AS TAREFAS SÃO
REALIZADAS SOMENTE POR ALGUMAS PESSOAS OU TODOS COLABORAM? CONTE AOS COLEGAS COMO É ESSA DIVISÃO.
Resposta nas orientações ao professor
IMAGEM COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.
NA FAMÍLIA DE PAULO, TODOS COLABORAM COM A LIMPEZA E ORGANIZAÇÃO DA CASA.

BNCC
• O assunto abordado nesta seção permite o desenvolvimento do tema contemporâneo transversal Vida familiar e social e da habilidade EF01GE04, pois conduz os estudantes a identificarem regras de convívio e ações como desempenhar algumas tarefas domésticas, para conviverem melhor com seus familiares e amigos. Também possibilita desenvolver as Competências específicas de Geografia 6 e 7 ao promover a reflexão e a elaboração de argumentos sobre respeito mútuo e construção de uma boa convivência.
IMAGEM COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.

ORGANIZANDO AS IDEIAS 2
Respostas nas orientações ao professor
AGORA, RESPONDA ORALMENTE ÀS QUESTÕES A SEGUIR.
A ) CONVERSE COM SEUS PAIS OU RESPONSÁVEIS E AS DEMAIS PESSOAS QUE VIVEM COM VOCÊ SOBRE COMO TEM SIDO A DIVISÃO DE TAREFAS NA CASA ONDE MORAM.
B ) DE ACORDO COM A CONVERSA DE VOCÊS, AVALIE COM SEUS PAIS OU RESPONSÁVEIS SE ALGUÉM ESTÁ SOBRECARREGADO OU SE AS TAREFAS ESTÃO BEM DIVIDIDAS.
BUSCANDO SOLUÇÕES 3
Respostas nas orientações ao professor
AGORA, RESPONDA ORALMENTE ÀS QUESTÕES A SEGUIR.
A ) CONSIDERE AS INFORMAÇÕES QUE VOCÊS DESCOBRIRAM SOBRE A DIVISÃO DE TAREFAS EM CASA. DEPOIS, CONVERSE COM SEUS FAMILIARES SOBRE UMA NOVA DISTRIBUIÇÃO DESSAS ATIVIDADES, CASO SEJA NECESSÁRIO.
B ) COMO VOCÊ VAI AJUDAR NA NOVA DIVISÃO DAS TAREFAS DA RESIDÊNCIA?
com quem eles moram está sobrecarregada com as tarefas diárias ou se elas estão bem divididas para todos.
• Ao trabalhar a questão A, oriente os estudantes nessa conversa explicando que os critérios para dividir as tarefas domésticas devem levar em consideração as habilidades, a idade e a disponibilidade de tempo dos membros da moradia. Por meio do diálogo, tudo isso
pode ser considerado. Aproveite para ressaltar que todas as tarefas domésticas são importantes.
• Na questão B, proponha a cada um contar aos colegas alguma tarefa pela qual se responsabilizou na moradia. Ressalte que as tarefas devem ser adequadas à idade deles, a fim de não oferecerem qualquer risco. Permita que estudantes com dificuldades na oralidade possam se expressar por meio de desenhos, acolhendo as respostas de todos.
• A trabalhar a questão A, proponha aos estudantes uma conversa com os familiares ou responsáveis explicando que ela deve ser propositiva e colaborativa para que todos os membros da moradia contribuam nas tarefas domésticas.
• Ao trabalhar a questão B, pergunte aos estudantes se eles já identificaram quem se responsabiliza pela maioria das tarefas ilustradas nas páginas e quais são as outras tarefas diárias dessa pessoa. Com base nisso, oriente-os a dialogar com os familiares a respeito de sobrecarregar alguém com os cuidados da moradia. Explique que nas famílias do passado geralmente essa função era delegada às mulheres e que na atualidade todos os membros devem ser responsáveis pelas tarefas de organização e limpeza da moradia.
A) Resposta pessoal. O objetivo desta questão é que os estudantes dialoguem com seus familiares ou responsáveis e com as demais pessoas com as quais convivem diariamente sobre como ocorre a divisão de tarefas no lugar onde moram e reflitam se ela acontece de maneira adequada.
B) Resposta pessoal. O objetivo desta questão é que os estudantes reflitam junto aos familiares ou responsáveis se alguma das pessoas
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Respostas
A) Resposta pessoal. O objetivo desta questão é que os estudantes avaliem junto aos familiares ou responsáveis a necessidade de uma nova divisão das tarefas diárias entre as pessoas com quem vivem. B) Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes compartilhem com os colegas quais tarefas domésticas fazem parte de suas responsabilidades diárias.
• O estudo desta página explora o trabalho com mapa mental e busca desenvolver noções de pontos de referência, importante para a orientação e a localização no espaço. Ressalte a importância em identificar elementos presentes nos caminhos percorridos diariamente.
• Antes de iniciar a atividade, realize exercícios de elaboração imaginárias de mapas mentais de algum percurso comum entre os estudantes da sala, como o caminho da sala de aula até o refeitório, o banheiro ou o portão da escola. Assim, os estudantes terão oportunidade de explorar exercícios de projeções de elementos existentes no espaço, o que é necessário para executar uma representação como a proposta da atividade.
• Comente que em caminhos que percorremos diariamente podemos reconhecer elementos na paisagem por meio de outros sentidos humanos além da visão, como audição e olfato. Informe que pessoas cegas ou com baixa visão, conseguem perceber elementos presentes em seus trajetos por meio desses sentidos.
• Atividades que exploram o desenho de itinerários de percursos conhecidos propiciam o reconhecimento e a representação de referenciais do pensamento espacial, como extensão e localização. Além disso, permite que os estudantes desenvolvam gradualmente a noção espacial, importante para o conhecimento cartográfico.
Auxilie os estudantes na leitura do texto que cita os elementos observados por Laura no caminho que realiza nos finais de semana. Depois, auxilie os estudantes a identificarem cada um do elementos mencionados pela criança no seu desenho.
DESENHANDO O CAMINHO
NOS FINAIS DE SEMANA, LAURA E SUA FAMÍLIA COSTUMAM IR AO CINEMA. NO CAMINHO, ELA GOSTA DE OBSERVAR OS LUGARES POR ONDE PASSAM.
OBSERVE A SEGUIR O DESENHO
QUE LAURA FEZ MOSTRANDO PARTE DO TRAJETO DE SUA CASA ATÉ O CINEMA.


DESENHO FEITO POR LAURA.
1. JUNTE-SE AOS COLEGAS E IDENTIFIQUEM NO DESENHO DE LAURA OS LUGARES QUE ELA OBSERVA NO CAMINHO, MARCADOS COM OS NÚMEROS 1, 2, 3 E 4. LAURA.
Resposta: Laura observa 1: espetaria; 2: farmácia; 3: escola; 4: cinema.
Professor, professora: As legendas das imagens não foram inseridas para não comprometerem a realização da atividade.
2. COMPLETE AS PALAVRAS COM AS VOGAIS QUE ESTÃO FALTANDO E DESCUBRA OS NOMES DOS LUGARES QUE CHAMAM A ATENÇÃO DE LAURA AO LONGO DO CAMINHO.
ESPETINHOS
IMAGENS COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.
C. • SPET RI •F RMÁC A • SC L
Resposta: ESPETARIA
FARMÁCIA
Resposta: FARMÁCIA.
Resposta: ESCOLA
3. AGORA, É A SUA VEZ! DESENHE EM UMA FOLHA AVULSA UM CAMINHO QUE VOCÊ COSTUMA FAZER COM A FAMÍLIA. NESSE DESENHO, COLOQUE DOIS LUGARES QUE MAIS CHAMAM A SUA ATENÇÃO. DEPOIS, MOSTRE O DESENHO PARA OS COLEGAS.
Resposta pessoal. Caso os estudantes tenham dificuldade na elaboração do desenho, converse com eles, perguntando nomes de alguns lugares que costumam observar pelos caminhos que fazem. Caso considere interessante, escreva na lousa os nomes dos lugares mencionados.
DICA: MUITOS LUGARES QUE FAZEM PARTE DOS CAMINHOS QUE PERCORREMOS PODEM NOS OFERECER ÓTIMAS OPORTUNIDADES DE APRENDIZADO. CINEMAS, ESPAÇOS CULTURAIS, MUSEUS, TEATROS E PARQUES SÃO EXEMPLOS DE LUGARES ONDE PODEMOS APRENDER SOBRE DIVERSOS ASSUNTOS. COM SEUS PAIS OU RESPONSÁVEIS, ORGANIZEM UMA VISITA A UM DESSES LOCAIS.
• Ajudá-los no registro das letras que faltam para completar os nomes dos lugares que chamam a atenção da garota é uma forma de auxiliar os estudantes que apresentam alguma dificuldade de aprendizagem. Escreva na lousa ou permita que façam duplas. Ao fim, faça as intervenções necessárias. Ao promover a interação e a troca de saberes, eles desenvolvem a empatia, o diálogo e a cooperação, descritos na Competência geral 9
• Oriente os estudantes a perceberem que cada um dos lugares desenhados por Laura possui uma função específica. Questione-os acerca das funções dos lugares, estabelecendo princípios
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básicos de compreensão e aplicação do raciocínio geográfico, que levam à análise da ocupação humana e produção do espaço, citadas na Competência específica de Geografia 3
• Ao solicitar, na atividade 3, que pensem em um caminho que fazem com suas famílias, os estudantes são conduzidos na formulação de mapas mentais de seus itinerários, requisitando referências espaciais, garantindo a possibilidade de descrever para seus pares as características observadas em seus lugares de vivência. São exploradas nessa prática as habilidades EF01GE01, EF01GE08 e EF01GE09
• Na atividade 3, peça aos estudantes que identifiquem diferentes caminhos que, possivelmente, realizam com sua família, como ir ao mercado, farmácia, praça, escola etc. Auxilie-os a reconhecer o que há no trajeto e que chamam a sua atenção, como árvores, construções, comércios etc. • O texto a seguir contribui para o conhecimento a respeito de mapas mentais.
Mapas mentais são imagens espaciais que as pessoas têm de lugares conhecidos, direta ou indiretamente. As representações espaciais mentais podem ser do espaço vivido no cotidiano, como, por exemplo, os lugares construídos do presente ou do passado; de localidades espaciais distantes ou, ainda, formadas a partir de acontecimentos sociais, culturais, históricos e econômicos, divulgados nos meios de comunicação. [...] Os mapas mentais são representações do vivido, são os mapas que trocamos ao longo de nossa história com os lugares experienciados. No mapa mental (representação do saber percebido), o lugar se apresenta tal como ele é, com sua forma, histórias concretas e simbólicas, cujo imaginário é reconhecido como uma forma de apreensão do lugar (NOGUEIRA, 1994 apud SIMIELLI, 1999). Os mapas mentais revelam como o lugar é compreendido e vivido. [...] ARCHELA, Rosely Sampaio; GRATÃO, Lucia Helena B; TROSTDORF, Maria A. S. O lugar dos mapas mentais na representação do lugar. Geografia, Londrina, v. 13, n. 1, p. 127-141, jan./jun. 2004. Disponível em: https://ojs.uel.br/revistas/ uel/index.php/geografia/article/ view/6794. Acesso em: 21 ago. 2025. p. 127-128.
• Investigar se a lavagem das mãos é feita de maneira correta.
• Aprender a lavar as mãos da maneira correta.
• Reconhecer a importância da lavagem correta das mãos para a manutenção da saúde.
Antes de iniciar a atividade, organize os estudantes em uma roda e promova uma conversa entre eles a respeito da lavagem das mãos. Pergunte sobre a importância da lavagem das mãos, se eles consideram que existe uma maneira correta de fazer essa lavagem, quando costumam lavá-las, como fazem (apenas com água ou utilizando água e sabão), entre outros questionamentos. Você pode ampliar a abordagem e perguntar a eles que outras atitudes ajudam a manter a higiene do corpo, levantando os conhecimentos prévios dos estudantes sobre o tema e desenvolvendo o senso crítico deles acerca da higiene pessoal.
Anote na lousa as principais informações citadas pelos estudantes, elaborando uma lista.
A) Resposta pessoal. O objetivo desta questão é levar os estudantes a refletirem sobre a lavagem das mãos, levantando hipóteses sobre sua adequação e eficácia em relação à manutenção da saúde.
• Este tema contribui para o desenvolvimento da habilidade EF01CI03, pois leva os estudantes a conhecerem e refletirem sobre diferentes hábitos de higiene, discutindo as razões pelas quais esses hábitos ajudam a man-
ALÉM DAS ATIVIDADES DOMÉSTICAS, A VIDA FAMILIAR ENVOLVE OUTRAS RESPONSABILIDADES. CUIDAR DA PRÓPRIA SAÚDE E TER ATENÇÃO À SAÚDE DOS DEMAIS MEMBROS DA FAMÍLIA É RESPONSABILIDADE DE CADA UM DE NÓS.
A HIGIENE DO CORPO É UM DOS CUIDADOS QUE AJUDA A MANTER A SAÚDE. PARA INICIARMOS NOSSO ESTUDO, REALIZE A ATIVIDADE A SEGUIR.
VAMOS INVESTIGAR
A ) EM SUA OPINIÃO, VOCÊ LAVA AS MÃOS DE MANEIRA
ADEQUADA, CONTRIBUINDO, ASSIM, PARA A MANUTENÇÃO DA SAÚDE?
Resposta nas orientações ao professor.
MATERIAIS NECESSÁRIOS
• TINTA GUACHE
• VENDA DE TECIDO
• COLHER
A. B.
C.
• SABONETE
• PAPEL-TOALHA
DICA: EVITE TOCAR EM PAREDES OU OBJETOS DURANTE A ATIVIDADE.
REALIZE A ATIVIDADE EM UMA PIA COM TORNEIRA.
FORME DUPLA COM UM COLEGA.
PEÇA AO COLEGA QUE COLOQUE A VENDA NOS SEUS OLHOS.
PEÇA A SEU COLEGA QUE COLOQUE UM POUCO DE TINTA GUACHE EM UMA DE SUAS MÃOS, UTILIZANDO A COLHER.
ter a saúde. Esta abordagem também contribui para o desenvolvimento do tema contemporâneo transversal Saúde. Além disso, os estudantes são levados a se conhecerem, apreciarem-se e cuidarem de sua saúde física e emocional, o que promove o aprimoramento da Competência geral 8 e da Competência específica de Ciências da Natureza 7
• A seção leva os estudantes a exercitarem a curiosidade e desenvolverem a observação, a identificação de um problema, a elaboração de hipóteses e a realização de procedimentos investigativos para resolverem problemas e criarem soluções e conclusões, promovendo o trabalho
com a Competência geral 2 e com a Competência específica de Ciências da Natureza 2. O trabalho coletivo ao longo da atividade leva os estudantes a exercitarem a empatia, o respeito, o diálogo, a responsabilidade, a resolução de conflitos e a cooperação, possibilitando o aperfeiçoamento da Competência geral 9 e da Competência específica de Ciências da Natureza 8
FOTOS: JOSÉ VITOR ELORZA/ASC IMAGENS
D. E. F.
ESFREGUE AS MÃOS COM A TINTA, COMO SE FOSSE LAVÁ-LAS.
SOLICITE AO COLEGA QUE RETIRE A VENDA. OBSERVE ATENTAMENTE AS MÃOS E IDENTIFIQUE PARTES DELAS QUE ESTÃO SEM TINTA GUACHE.
LAVE AS MÃOS, CONFORME OS PASSOS A SEGUIR.
PEÇA AO COLEGA QUE ABRA A TORNEIRA E MOLHE SUAS MÃOS.
DICA: MANTENHA A TORNEIRA FECHADA ENQUANTO ENSABOA AS MÃOS. NÃO DESPERDICE ÁGUA.
ENSABOE E ESFREGUE AS PALMAS DAS MÃOS.
PESSOA ESFREGANDO AS PALMAS DAS MÃOS, NA ETAPA F


• Na etapa F, identifique com os estudantes a palma e o dorso das mãos. Se necessário, auxilie-os na interpretação das imagens, demonstrando para a turma como deve ser feito cada um dos passos de lavagem das mãos.
• Ao longo de toda a atividade, atente para que não haja desperdício de água e papel-toalha.
• Caso na turma haja algum estudante cego ou com baixa visão, uma possibilidade é substituir a tinta por outro material que possibilite a per-
ENTRELACE OS DEDOS E ESFREGUE OS DORSOS DAS MÃOS.
PESSOA ESFREGANDO OS DORSOS DAS MÃOS, NA ETAPA F
• Oriente os estudantes a não levarem as mãos à boca e a não tocarem nas roupas durante a atividade e certifique-se de que ela seja realizada sobre uma pia para evitar respingos de tinta no ambiente.
• Questione os estudantes sobre a razão de cobrirem os olhos com a venda. Averigue se eles percebem que se trata de uma maneira de a pessoa que está lavando as mãos não ver como elas estão sendo lavadas, mas fazê-lo de maneira intuitiva, como procedem todas as vezes.
• Na etapa E, se considerar pertinente, oriente o estudante que não está com as mãos sujas a registrar a distribuição da tinta na mão do colega por meio de desenhos no caderno. Nesse tipo de registo, ele desenha duas mãos (direita e esquerda) com os dorsos voltados para cima e duas mãos (direta e esquerda) com as palmas voltadas para cima. Eles podem tanto indicar nos desenhos apenas as partes que não têm tinta como pintar apenas as partes que foram cobertas por tinta.
• Outra forma de registo é por meio de fotografias, com o uso de câmeras fotográficas ou smartphones. Nesse caso, você pode permitir o uso pedagógico desses equipamentos pelos estudantes durante a realização da atividade prática ou ficar responsável por fazer os registros dos diferentes grupos.
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cepção de textura de modo mais claro do que a tinta, como o glitter. Prefira aqueles que tenham textura e que possam ser percebidos com o toque das mãos. Confira a possibilidade de usar o glitter ecológico para atividades educacionais, pois são biodegradáveis e menos prejudiciais ao ambiente do que o glitter tradicional.
• Atente para que durante a organização das duplas o estudante com deficiência visual fique acompanhado de um estudante vidente.
• Após a realização da atividade, faça um levantamento dos principais procedimentos que os estudantes precisam aprimorar durante a lavagem das mãos e incentive-os a conversar com seus familiares e amigos sobre a importância da lavagem correta das mãos. Para auxiliar na fixação desse hábito, é possível organizar uma lavagem de mãos coletiva após a merenda da escola ou após o intervalo.
REFERÊNCIAS
COMPLEMENTARES
BOECHAT, Jacqueline; GOMES, Haendel. Ignaz Semmelweis: as lições que a história da lavagem das mãos ensina. Casa de Oswaldo Cruz, 13 abr. 2020. Disponível em: https:// agencia.fiocruz.br/ignaz -semmelweis-licoes-que -historia-da-lavagem-das -maos-ensina. Acesso em: 21 ago. 2025.
Texto que aborda a construção do conceito de importância da lavagem das mãos para a manutenção da saúde ao longo do tempo e a relação entre a falta desse cuidado e a transmissão de doenças, destacando o caráter coletivo das pesquisas científicas e a aplicação do método científico.
GIACOMINI, Maria de Lourdes. Importância da lavagem de mãos para prevenir a disseminação da COVID-19. Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 25 out. 2021. Disponível em: https:// www.ufrgs.br/das/ importancia-da-lavagem -de-maos-para-prevenir-a -disseminacao-da-covid-19/. Acesso em: 21 ago. 2025.
Texto que aborda a importância da lavagem das mãos para a manutenção da saúde, especialmente para a prevenção na transmissão de doenças contagiosas como a COVID-19.
COM UMA DAS MÃOS, SEGURE O POLEGAR DA OUTRA E FAÇA MOVIMENTOS CIRCULARES. REPITA COM A OUTRA MÃO.
Respostas
PESSOA ESFREGANDO O POLEGAR DE UMA DAS MÃOS, NA ETAPA F


G. H.
ESFREGUE AS PONTAS DOS DEDOS DE UMA DAS MÃOS NA PALMA DA OUTRA, FAZENDO MOVIMENTOS CIRCULARES.
PESSOA ESFREGANDO AS PONTAS DOS DEDOS, NA ETAPA F
ENXÁGUE AS MÃOS E SEQUE-AS COM O PAPEL-TOALHA.
TROQUE DE LUGAR COM O COLEGA E REPITAM OS PROCEDIMENTOS DAS ETAPAS B A G
AGORA, RESPONDA ORALMENTE ÀS QUESTÕES A SEGUIR.
Respostas nas orientações ao professor
1. VOCÊ NOTOU ALGUMA ÁREA SEM TINTA APÓS REALIZAR A ETAPA E? EXPLIQUE POR QUE ISSO ACONTECEU.
2. COMO AS ÁREAS DAS MÃOS NÃO COMPLETAMENTE PINTADAS COM A TINTA GUACHE PODEM AFETAR A HIGIENE E A SAÚDE DE UMA PESSOA?
3. COMO FICARAM AS MÃOS APÓS A REALIZAÇÃO DA ETAPA F?
4. APÓS A REALIZAÇÃO DA ATIVIDADE, VOCÊ CONSIDERA QUE LAVA SUAS MÃOS DE MANEIRA ADEQUADA?
1. Resposta pessoal. O objetivo desta questão é que os estudantes associem as possíveis regiões sem tinta ou com menos tinta ao fato de não terem sido “esfregadas” corretamente durante a lavagem das mãos com a tinta.
2. Espera-se que os estudantes reconheçam que as áreas que não foram completamente cobertas com tinha guache não foram esfregadas durante a lavagem. Assim, essas áreas podem continuar sujas e com possíveis agentes causadores de doenças, os quais podem prejudicar tanto a saúde da própria pessoa como serem transmitidos a outras.
3. Resposta pessoal. O objetivo desta questão é que os estudantes reflitam sobre a importância da lavagem correta das mãos, seguindo as orientações para esse processo. Espera-se que eles verifiquem que a tinta guache foi totalmente ou em grande parte removida, significando que as mãos foram lavadas corretamente.
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4. Resposta pessoal. O objetivo desta questão é que os estudantes reflitam sobre a lavagem das mãos com base nas observações feitas durante a investigação, alterando ou não a autoavaliação feita antes da realização da atividade.
QUANDO LAVAMOS AS MÃOS ADEQUADAMENTE, REMOVEMOS A SUJEIRA E POSSÍVEIS AGENTES CAUSADORES DE DOENÇAS. ASSIM, EVITAMOS QUE ELES SEJAM TRANSMITIDOS A OBJETOS QUE TOCAMOS E A OUTRAS PESSOAS, POR EXEMPLO.
ALÉM DA HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS, OUTRAS PARTES DO CORPO TAMBÉM PRECISAM SER LIMPAS.
1. COMPLETE AS PALAVRAS COM AS VOGAIS QUE ESTÃO FALTANDO E DESCUBRA OUTROS CUIDADOS COM A HIGIENE DO CORPO. IMAGENS COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.
Resposta: ESCOVAR OS DENTES.
ESCOVAR OS D NT S
É IMPORTANTE ESCOVAR OS DENTES AO ACORDAR, ANTES DE DORMIR E APÓS CADA REFEIÇÃO. A ESCOVAÇÃO DOS DENTES AJUDA A REMOVER RESTOS DE ALIMENTOS QUE FICAM SOBRE OS DENTES.

CRIANÇA ESCOVANDO OS DENTES.
Resposta: HIGIENIZAR A PARTE EXTERNA DAS ORELHAS.
HIGIENIZAR A PARTE EXTERNA
DAS R LH S
A HIGIENIZAÇÃO DEVE SER FEITA COM A PONTA ÚMIDA DE UMA TOALHA. NÃO DEVEMOS INTRODUZIR OBJETOS NAS ORELHAS, POIS ELES PODEM CAUSAR FERIMENTOS E EMPURRAR A SUJEIRA PARA O INTERIOR DAS ORELHAS.
Resposta: HIGIENIZAR OS OLHOS.
HIGIENIZAR OS LH S
A REGIÃO AO REDOR DOS OLHOS DEVE SER LAVADA CUIDADOSAMENTE E SECA COM TOALHAS LIMPAS E MACIAS. LEMBRE-SE DE LAVAR AS MÃOS CORRETAMENTE ANTES DE TOCAR NOS OLHOS E EVITE COÇÁ-LOS.
• Comente com os estudantes que, de modo geral, o ato de higienizar as diferentes partes do corpo remove excesso de materiais que acumulam sujeira e possíveis agentes causadores de doenças. Entre esses materiais, podemos citar o cerume das orelhas (popularmente chamado cera), o muco das narinas e a secreção ocular. No caso da higienização do corpo no banho, ocorre a remoção de sebo e suor liberados na pele. Enfatize que esses materiais são essenciais ao organismo.
• A respeito da importância da secreção das orelhas, leia o texto a seguir.

CRIANÇA HIGIENIZANDO PARTE EXTERNA DA ORELHA.

CRIANÇA HIGIENIZANDO OS OLHOS.
[…] A secreção combinada das glândulas ceruminosas e sebáceas é uma secreção amarelada chamada cerume ou cera de ouvido. O cerume, em conjunto com os pelos no meato acústico externo, fornece uma barreira viscosa que impede a entrada de corpos estranhos e insetos. O cerume impermeabiliza o meato e também evita que bactérias e fungos entrem nas células.
[…]
TORTORA, Gerard; DERRICKSON, Bryan. Corpo humano: fundamentos de anatomia e fisiologia. 10. ed. Porto Alegre: Artmed, 2017. p. 106.
• Antes de iniciar a leitura dos textos desta página e da seguinte, retome com os estudantes os outros hábitos de higiene (além da lavagem das mãos) que eles citaram no início do tema, caso você tenha desenvolvido a abordagem na seção Sugestão de estratégia inicial, da página 7. Caso essa abordagem não tenha sido desenvolvida, peça aos estudantes que citem outros hábitos, além da higienização das mãos, que ajudam a manter a higiene do corpo.
• Depois, liste na lousa os principais hábitos de higiene do corpo citados pelos estudantes. Em seguida, pergunte a eles a razão de cada um desses cuidados citados ajudarem a manter a saúde. Anote as principais informações na lousa e inicie a leitura do texto da página com eles.
• Na atividade 1 , caso os estudantes tenham dificuldade de completar as palavras com as vogais, escreva na lousa os cuidados apresentados no livro e complete com a ajuda da turma. Oriente-os, então, a copiar as vogais que estão faltando.
• Ao abordar as ações de higienização que envolvem uso de água diretamente, como lavar os olhos e as áreas ao redor deles, escovar os dentes e tomar banho, enfatize a importância de evitar o desperdício de água.
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• Os conteúdos abordados nas páginas 81 e 82 levam os estudantes a discutirem as razões pelas quais os hábitos de higiene como escovar os dentes, limpar os olhos, o nariz e as orelhas são necessários para a manutenção da saúde, possibilitando o desenvolvimento da habilidade EF01CI03. Além disso, os estudantes são levados a cuidar de si, do corpo e de seu bem-estar, favorecendo o trabalho da Competência geral 8 e da Competência específica de Ciências da Natureza 7
• A respeito da importância do muco nasal, leia o texto a seguir.
[…] A cavidade nasal é revestida pelo epitélio colunar ciliado pseudoestratificado e por células caliciformes que revestem a cavidade nasal. O muco secretado pelas células caliciformes umedece o ar e aprisiona as partículas de poeira. Os cílios movem o muco carregado de poeira em direção à faringe (mecanismo mucociliar de defesa), na qual é deglutido ou cuspido, removendo, assim, as partículas do trato respiratório.
[…]
TORTORA, Gerard; DERRICKSON, Bryan. Corpo humano: fundamentos de anatomia e fisiologia. 10. ed. Porto Alegre: Artmed, 2017. p. 450.
• A respeito da importância do banho, leia o texto a seguir.
[…]
Glândulas sebáceas ou glândulas oleosas, com raras exceções, estão conectadas aos folículos pilosos […]. As partes secretoras da glândula se situam na derme e se abrem nos folículos pilosos ou diretamente na superfície da pele. Não existem glândulas sebáceas nas palmas das mãos e nem nas plantas dos pés.
As glândulas sebáceas secretam uma substância oleosa chamada sebo. O sebo mantém o pelo hidratado, evita a evaporação excessiva de água da pele, mantém a pele macia e inibe o crescimento de determinadas bactérias. A atividade das glândulas sebáceas aumenta durante a adolescência.
[…]
O suor produzido pelas glândulas sudoríferas écrinas (aproximadamente 600 mL por dia) é formado por água, íons (basicamente Na + e Cl ), ureia, ácido úrico, amônia, aminoácidos, glicose e ácido lático. A principal função das glândulas sudoríferas écrinas é ajudar na regulação da temperatura do corpo por meio da evaporação. Com a evapo-
IMAGENS COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.
HIGIENIZAR O N R Z
Resposta: HIGIENIZAR O NARIZ.
DEVEMOS ASSOAR LEVEMENTE O NARIZ EM UM LENÇO DE PAPEL DESCARTÁVEL OU HIGIENIZÁ-LO COM SORO FISIOLÓGICO. LEMBRE-SE DE LAVAR AS MÃOS APÓS HIGIENIZAR O NARIZ.
Resposta: TOMAR BANHO
TOMAR B NH
QUANDO TOMAMOS BANHO, A ÁGUA E O SABÃO AJUDAM A REMOVER A SUJEIRA E MUITOS AGENTES QUE PODEM CAUSAR DOENÇAS, INCLUSIVE NA PELE.

CRIANÇA ASSOANDO O NARIZ.

CRIANÇA TOMANDO BANHO.
OUTROS CUIDADOS TAMBÉM AJUDAM A MANTER O CORPO LIMPO.
Resposta: ANDAR CALÇADO
ANDAR C LÇ D
O USO DE CALÇADOS AJUDA A PROTEGER OS PÉS. ALÉM DISSO, ESSE CUIDADO EVITA QUE OS PÉS ENTREM EM CONTATO COM SUPERFÍCIES QUE PODEM ESTAR SUJAS E CONTER AGENTES CAUSADORES DE DOENÇAS.
Resposta: CORTAR AS UNHAS.
CORTAR AS NH S
CORTAR AS UNHAS AJUDA A RETIRAR A SUJEIRA ACUMULADA EMBAIXO DELAS E ELIMINAR AGENTES CAUSADORES DE DOENÇAS. PEÇA A UM ADULTO QUE CORTE SUAS UNHAS SEMPRE QUE NECESSÁRIO.
ATENÇÃO: SOMENTE O ADULTO DEVE UTILIZAR A TESOURA.
ração do suor, grandes quantidades de energia calórica deixam a superfície do corpo. As glândulas sudoríferas écrinas também liberam suor em resposta a um estresse emocional, como medo ou vergonha. […]
Comparada com a secreção écrina, a secreção apócrina é ligeiramente viscosa e apresenta coloração leitosa ou amarelada. A secreção apócrina contém os mesmos componentes da secreção écrina, mais lipídeos e proteínas. O suor secretado a partir das glândulas sudoríferas apócrinas não tem odor. No

CRIANÇA VESTINDO CALÇADOS.

ADULTO CORTANDO AS UNHAS DE UMA CRIANÇA.
entanto, quando a secreção apócrina interage com as bactérias na superfície da pele, as bactérias metabolizam seus componentes, deixando a secreção apócrina com um odor almiscarado que, frequentemente, é chamado de odor corporal. As glândulas sudoríferas écrinas estão ativas logo após o nascimento, mas as glândulas sudoríferas epócrinas só começam a funcionar na puberdade.
TORTORA, Gerard; DERRICKSON, Bryan. Corpo humano: fundamentos de anatomia e fisiologia. 10. ed. Porto Alegre: Artmed, 2017. p. 105-106.
HIGIENE DA BOCA
COMO VOCÊ ESTUDOU, ESCOVAR OS DENTES É UM DOS CUIDADOS COM A HIGIENE DO CORPO. VAMOS CONHECER MAIS SOBRE ESSE CUIDADO.
A MÃE DE MARTA ENCONTROU UMA MANCHA ESCURA NO DENTE DE SUA FILHA E A LEVOU À DENTISTA.
IMAGEM COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.
VOCÊ ESTÁ COM CÁRIES, MARTA PRECISA MELHORAR A ESCOVAÇÃO DE SEUS DENTES.

QUANDO NOS ALIMENTAMOS, RESTOS DE COMIDA PODEM FICAR PRESOS NOS DENTES. ESSES ALIMENTOS SÃO UTILIZADOS POR CERTAS BACTÉRIAS ENCONTRADAS EM NOSSAS BOCAS. ESSAS BACTÉRIAS PRODUZEM MATERIAIS QUE ENFRAQUECEM E DANIFICAM OS DENTES, CAUSANDO A CÁRIE.
SE NÃO FOR TRATADA, A CÁRIE
PODE FAZER COM QUE O DENTE SEJA PERFURADO OU QUEBRE, CAUSANDO DOR E ATÉ MESMO PERDA DO DENTE EM ALGUNS CASOS.
A HIGIENE DOS DENTES É ESSENCIAL PARA EVITAR AS CÁRIES.

COM CÁRIES.
BACTÉRIAS: SERES VIVOS QUE, GERALMENTE, NÃO SÃO VISÍVEIS A OLHO NU E QUE SÃO ENCONTRADOS EM PRATICAMENTE TODOS OS AMBIENTES DA TERRA, INCLUSIVE NOS SERES HUMANOS.
• Ao fazer a leitura da definição de bactérias com os estudantes, se considerar pertinente, leve imagens desses seres vivos para a sala de aula e apresente-as. Você pode, por exemplo, levar imagens de Streptococcus mutans, uma das principais causadoras de cáries em seres humanos.
• Se considerar pertinente, desenvolva um projeto sobre higiene bucal na escola junto à comunidade escolar e familiar.
• Este projeto tem como objetivos promover a conscientização de estudantes e familiares sobre a importância da saúde bucal, incentivar a adoção de hábitos que favorecem a saúde bucal e incentivar a participação de familiares em assuntos escolares.
• Organize com a direção a visita de um dentista à escola para que ele apresente mais orientações a respeito da higiene bucal. Essas orientações devem explorar temas como importância da escovação dos dentes e da língua, do uso de fio dental, de visitas frequentes ao dentista, dentição decídua (dentes de leite) e dentição permanente, cáries, entre outros assuntos. A abordagem destes temas pode ser feita por meio de palestras, oficinas ou rodas de conversa.
• Convide membros da família dos estudantes a participarem do projeto, de modo a envolver os familiares em assuntos escolares e no cuidado com a saúde.
• Verifique junto à Prefeitura Municipal e à Secretaria Municipal de Saúde a possibilidade de distribuição gratuita de itens de higiene aos participantes do projeto.
• Como produto do projeto, sugira a produção de um folheto sobre saúde bucal pelos estudantes e seus familiares, sintetizando o que foi abordado durante o projeto. Oriente-os a incluir textos sucintos sobre o tema e recursos de imagem, como desenhos e recortes de revistas.
• Para finalizar o projeto, organize um café da tarde com estudantes e familiares,
a fim de promover a socialização e uma exposição dos folhetos produzidos. Você também pode promover uma prática de higienização bucal ao fim da refeição, em que os participantes colocarão em prática o passo a passo da escovação correta, a higienização da língua e o uso de fio dental, por exemplo.
• No tópico Projetos interdisciplinares da parte geral deste manual, há mais informações sobre como desenvolver um projeto.
BNCC
• A abordagem da saúde bucal leva os es-
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tudantes a desenvolverem hábitos de cuidado com a própria saúde, possibilitando o trabalho com a Competência geral 8 e a Competência específica de Ciências da Natureza 7. Além disso, esclarece as razões pelas quais os atos de escovar os dentes e usar fio dental favorecem a manutenção da saúde, contribuindo, assim, para o desenvolvimento da habilidade EF01CI03. Ao citar o trabalho do profissional dentista e sua importância para a saúde bucal, a presente abordagem também possibilita o trabalho com o tema contemporâneo transversal Trabalho
• Enfatize a importância do uso de fio dental. Ele deve ser usado nos espaços entre os dentes que estão em contato. Nesses espaços podem se acumular bactérias e restos de alimentos. Ressalte que crianças pequenas precisam do auxílio e da supervisão de adultos na higiene bucal.
• Depois, leia em voz alta com os estudantes o enunciado da atividade 2. Em seguida, peça-lhes que citem o nome dos objetos apresentados para se certificar de que todos identificaram o que é apresentado nas imagens. Questione os estudantes sobre como cada um dos objetos pode ser usado para auxiliar na higienização das partes do corpo. Elabore uma lista na lousa organizando os itens utilizados para a higiene do corpo em uma coluna e os utilizados para a higiene da boca em outra. Após completar o quadro, peça-lhes que identifiquem e contornem apenas os objetos utilizados para higienizar os dentes.
• Caso os estudantes não reconheçam o objetivo apresentado na imagem D da atividade 2, comente que é um objeto em que o fio dental é preso em uma haste de plástico. Geralmente, é utilizado por crianças, por facilitar o uso do fio dental.
• Inicie a atividade 3 perguntando aos estudantes o que é cárie. Em seguida, leia as opções em voz alta com eles.
2. CONTORNE OS OBJETOS USADOS PARA HIGIENIZAR OS DENTES. IMAGENS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI.





FIO DENTAL. SABONETE. CREME DENTAL.

Resposta: Os estudantes deverão contornar as imagens C, D e F
3. MARQUE UM X NA FRASE QUE MELHOR EXPLICA POR QUE UTILIZAR O FIO DENTAL CONTRIBUI PARA EVITAR AS CÁRIES.
O FIO DENTAL AJUDA A REMOVER RESTOS DE ALIMENTOS QUE ESTÃO ENTRE OS DENTES, EVITANDO A FORMAÇÃO DE CÁRIE.
O FIO DENTAL ELIMINA RESTOS DE ALIMENTOS E SALIVA DA SUPERFÍCIE DOS DENTES, EVITANDO AS CÁRIES. ALÉM DA CÁRIE, A ESCOVAÇÃO AJUDA A EVITAR MAU HÁLITO E PROBLEMAS NAS GENGIVAS.
Resposta: O FIO DENTAL AJUDA A REMOVER RESTOS DE ALIMENTOS QUE ESTÃO ENTRE OS DENTES, EVITANDO A FORMAÇÃO DE CÁRIE.
Objetivo
• A atividade 2 permite avaliar se os estudantes reconhecem e diferenciam adequadamente os diferentes tipos de objetos relacionados aos variados hábitos de higiene.
Sugestão de intervenção
Caso algum estudante tenha dificuldade em relacionar corretamente os objetos, verifique
se ele tem familiaridade com os objetos das fotografias. Pergunte para que são usados cada objeto, um a um. Com base na resposta do estudante, incentive-o a relacionar à escovação dos dentes e a tomar banho.
Diferencie com ele os objetos em questão e reforce a importância de reconhecer os produtos adequados para cada atividade, pois o uso incorreto pode ser prejudicial à saúde.
PARA RETIRAR OS RESTOS DE ALIMENTOS DOS DENTES, DEVEMOS FAZER A ESCOVAÇÃO DE MANEIRA ADEQUADA.
4. AS IMAGENS A SEGUIR REPRESENTAM OS DIFERENTES PASSOS PARA UMA ESCOVAÇÃO ADEQUADA.
A ) COM A AJUDA DO PROFESSOR E DOS COLEGAS, EXPLIQUEM CADA UMA DAS IMAGENS A SEGUIR.
ESCOVAÇÃO ADEQUADA


Resposta nas orientações ao professor.


IMAGENS COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.
Professor, professora: As legendas das imagens não foram inseridas para não comprometerem a realização da atividade.
FONTE DE PESQUISA: ESCOVAÇÃO CORRETA EVITA MAU HÁLITO E FORMAÇÃO DE PLACAS NOS DENTES. GOV.BR, 3 NOV. 2022. DISPONÍVEL EM: https://www.gov.br/saude/ pt-br/assuntos/noticias/2022/outubro/escovacao-correta-evita-mau-halito-e -formacao-de-placas-nos-dentes. ACESSO EM: 10 JUN. 2025.
B ) ESCREVA A LETRA DA IMAGEM A QUE SE REFERE CADA UM DOS PASSOS DA ESCOVAÇÃO ADEQUADA.
ESCOVE OS DENTES DO FUNDO COM MOVIMENTOS DE VAIVÉM.
• Na atividade 4, explique aos estudantes a importância de higienizar a língua, pois ela contém estruturas rugosas, que podem acumular saliva, muco, bactérias, células descamadas e restos de alimentos. O acúmulo desses materiais pode levar à formação de uma placa chamada saburra lingual, que geralmente apresenta coloração esbranquiçada ou amarelada. A presença dessa placa pode ser associada à halitose, popularmente conhecida como mau hálito. Assim, é fundamental escovar essa região diariamente a fim de remover a saburra lingual.
4. A) Resposta pessoal. O objetivo desta questão é levar os estudantes a analisarem e interpretarem as imagens. Auxilie-os, caso necessário, orientando-os a, por exemplo, conferir os sentidos das setas nas imagens, que indicam os movimentos da escova.
ESCOVE A LÍNGUA CUIDADOSAMENTE COM
MOVIMENTOS DE DENTRO DA BOCA PARA FORA.
Resposta: Imagem D. Resposta: Imagem C
ESCOVE A PARTE DA FRENTE DOS DENTES SUPERIORES DE CIMA PARA BAIXO E DOS INFERIORES, DE BAIXO PARA CIMA.
Resposta: Imagem A
ESCOVE A PARTE DE TRÁS DOS DENTES SUPERIORES DE CIMA PARA BAIXO E DOS INFERIORES, DE BAIXO PARA CIMA.
Resposta: Imagem B
SILVA, Israel Lima et al. Etiologia e fatores associados à halitose: uma revisão integrativa da literatura. Revista da Faculdade de Odontologia, Passo Fundo, Rio Grande do Sul, v. 25, n. 2, p. 319-326, 2020. Disponível em: https://www.researchgate.net/publication/352072183_Etiologia _e_fatores_associados_a_halitose_uma _revisao_integrativa_da_literatura. Acesso em: 21 ago. 2025.
Artigo que trata dos possíveis fatores associados à halitose, incluindo higiene bucal inadequada.
Providencie embalagens e/ou recipientes vazios de diversos itens de higiene (escova de dentes, fio dental, embalagem de xampu, sabonete, entre outros). Providencie também uma caixa de papelão vazia, com tamanho adequado à quantidade de embalagens selecionadas.
Organize estações com diferentes hábitos de higiene, como banho, lavagem das mãos e higienização da boca. Identifique essas estações com placas de papel. Coloque todos os itens na caixa e peça aos estudantes que os classifiquem de
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acordo com seu uso na higiene pessoal.
Ao fim da separação, verifique com os estudantes se concordam com a separação e converse com eles sobre os resultados.
Após a atividade, os itens utilizados podem ser separados para a coleta seletiva.
Antes de iniciar a leitura dos textos da página, leia aos estudantes o trecho do texto a seguir.
O que significa ter saúde?
Muito além da ausência de doenças, é preciso considerar o bem-estar físico, mental e social
Pode parecer óbvio dizer que uma pessoa está saudável quando não está doente. Essa ideia não está totalmente errada, mas o conceito de saúde pode ser ainda mais amplo. Principalmente levando em consideração o que pode provocar o surgimento das doenças.
Seguindo essa linha mais abrangente, a Organização Mundial da Saúde (OMS), em 1946, definiu saúde como um estado de completo bem-estar físico, mental e social, e não apenas como a ausência de doença ou enfermidade.
A percepção do conceito de qualidade de vida também tem muitos pontos em comum com a definição de saúde. Desse modo, percebe-se a necessidade de analisar o corpo, a mente e até mesmo o contexto social no qual o indivíduo está inserido para conceituar melhor o estado de saúde.
[…] um conjunto de bons hábitos, quando combinados, contribuem para o menor risco de desenvolvimento de doenças, sejam elas físicas ou mentais. […].
BRASIL. Ministério da Saúde. O que significa ter saúde? Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/ assuntos/saude-brasil/eu-quero -me-exercitar/noticias/2021/o-que -significa-ter-saude. Acesso em: 21 ago. 2025. Após a leitura do texto, promova uma conversa com os estudantes sobre o que eles entenderam da leitura. Anote as principais informações na lousa à medida que realiza a leitura do texto a eles.
PARA CONTINUARMOS NOSSO ESTUDO SOBRE SAÚDE, REALIZE A ATIVIDADE A SEGUIR.
5. RELACIONE AS ATIVIDADES MOSTRADAS NAS IMAGENS À SUA DESCRIÇÃO, CRIANDO PARES DE LETRAS E NÚMEROS.
IMAGENS COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.

C. A. D. B. E.

Professor, professora: As legendas das imagens não foram inseridas para não comprometerem a realização da atividade.



ESCOVAR OS DENTES. BRINCAR.
1. 2. 3. LAVAR AS MÃOS. LAVAR FRUTAS E VERDURAS. 4. 5.
5. Resposta: A –
LER.
6. EM SUA OPINIÃO, QUAIS DAS SITUAÇÕES APRESENTADAS NA ATIVIDADE ANTERIOR AJUDAM A CUIDAR DA SAÚDE?
A SAÚDE ESTÁ RELACIONADA AO BEM-ESTAR DO CORPO E DA MENTE E AO BOM RELACIONAMENTO COM AS PESSOAS. QUANDO ESTAMOS SAUDÁVEIS, CONSEGUIMOS REALIZAR AS ATIVIDADES DO DIA A DIA COM DISPOSIÇÃO.
6. Resposta pessoal. O objetivo desta questão é levar os estudantes a refletirem sobre o tema. Espera-se que eles reconheçam que todas as situações favorecem o cuidado com a saúde.
A depender do perfil dos estudantes, se considerar pertinente, elabore um texto simplificado abordando o conteúdo apresentado na citação.
AVALIANDO
Objetivo
• A atividade 5 permite avaliar os conhecimentos prévios dos estudantes a respeito do conceito amplo de saúde e dos hábitos que ajudam a manter a saúde.
Sugestão de intervenção
Caso os estudantes tenham dificuldade em identificar as situações que ajudam a cuidar da saúde, analise cada uma delas com eles. Peça a eles que descrevam a situação em questão e expliquem como ela faz bem às pessoas, promovendo uma conversa sobre cada uma das situações. Caso você desenvolva a estratégia inicial sugerida anteriormente, relacione cada situação aos principais conceitos citados no texto.
PRATICAR ESPORTES PODE SER DIVERTIDO E AJUDA A MANTER A SAÚDE.
1. Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é fazer os estudantes compartilharem suas preferências com os colegas. Incentive o respeito às diferenças.
1. CONTE AOS COLEGAS O ESPORTE DE QUE VOCÊ MAIS GOSTA.
2. COM A AJUDA DO PROFESSOR, ESCREVA O NOME DO ESPORTE DE QUE VOCÊ MAIS GOSTA.
Resposta pessoal. Auxilie os estudantes, caso necessário, escrevendo o nome do esporte na lousa e solicitando a eles que o copiem.
HÁ ESPORTES QUE EXIGEM O USO DE EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA.
3. ORDENE AS LETRAS DE ACORDO
COM AS SETAS E DESCUBRA OS NOMES DE ALGUNS DESSES EQUIPAMENTOS.
CRIANÇA ANDANDO DE PATINS.

)
Resposta: CAPACETE.
)
Resposta: JOELHEIRAS.
Resposta: COTOVELEIRAS.
4. LEIA EM VOZ ALTA OS NOMES DOS EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA.
Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é desenvolver a oralidade dos estudantes.
bastante sensíveis a lesões, como cabeça, joelhos e cotovelos. Indague sobre os cuidados que eles têm durante a prática dos seus esportes favoritos. Reforce que o cuidado é muito importante, pois, não havendo certas precauções, o que seria benéfico à saúde pode ser prejudicial.
Aproveite para ressaltar a importância da higiene após a prática dos esportes, como lavar as mãos e tomar banho.
• Na atividade 4, após a leitura de cada item de segurança, questione os estudantes sobre a parte do corpo em que cada um deles é usado. Se possível, peça-lhes
que identifiquem esse item de segurança na criança da fotografia.
• Promova uma conversa sobre a importância do profissional de Educação Física. Comente com eles que as atividades físicas devem ser realizadas com a orientação de um profissional para evitar lesões e outros danos a músculos, ossos e articulações. Esta abordagem permite trabalhar o tema contemporâneo transversal Trabalho
BNCC
• Este tema leva os estudantes a conhe-
• Leia o primeiro parágrafo da página e questione os estudantes sobre como a prática de esportes pode contribuir para uma boa saúde. Auxilie-os nas respostas, abordando os benefícios não só para a saúde física, mas também para a mente e as relações interpessoais, sempre reforçando a importância do respeito e da empatia durante essas práticas.
• Anote na lousa os esportes citados pelos estudantes na atividade 1, enfatizando a diversidade de gostos e preferências.
• Caso necessário, auxilie-os a identificar os equipamentos de proteção a serem utilizados na prática de esportes na atividade 3 Para isso, reproduza pelo menos um dos códigos na lousa e o faça com os estudantes.
• Retome a lista de esportes citados pelos estudantes na atividade 1 e questione-os sobre quais necessitam do uso de equipamentos de segurança, semelhantes aos mencionados na atividade 3. Aproveite o momento e reforce que as práticas de esportes não estão obrigatoriamente ligadas à competição, mas podem ser apenas ações de cuidado com o corpo e a mente.
• Pergunte aos estudantes qual é a importância do uso de equipamentos de proteção. Espera-se que eles respondam que esses acessórios ajudam a proteger partes do corpo humano
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cerem hábitos que auxiliam na manutenção da saúde, incentivando o cuidado com a saúde em seu sentido amplo, o que favorece o trabalho com a Competência geral 8 e a Competência específica de Ciências da Natureza 7, bem como o trabalho com o tema contemporâneo transversal Saúde
• Além disso, por possibilitar o trabalho com o conceito amplo de saúde, o presente tema complementa a abordagem da habilidade EF01CI03
• Caso os estudantes apresentem dificuldade para responder à atividade 5 , oriente-os a consultar seus pais ou responsáveis para uma resposta mais precisa.
• Com base nas respostas da atividade 5 , reforce a importância do sono adequado para o crescimento, o desenvolvimento, a aprendizagem e para que tenham mais disposição para desempenhar as atividades do dia seguinte.
Apresente aos estudantes o conceito de higiene do sono e cite alguns cuidados que ajudam a ter um sono de qualidade.
Organize os estudantes em grupos e peça-lhes que escrevam cada um dos cuidados em uma folha de papel sulfite e ilustrem o cuidado apresentado.
Exponha as representações na sala de aula e em outros locais comuns da escola, de modo a incentivar o cuidado com o sono de qualidade.
Em sala de aula, promova uma roda de conversa para avaliar se os hábitos abordados já fazem parte da rotina dos estudantes, incentivando a adoção daqueles que ainda não são rotina.
Esta abordagem permite o desenvolvimento do tema contemporâneo transversal Saúde
• Se considerar interessante, apresente aos estudantes mais informações sobre a recomendação de sono em diferentes faixas etárias para que eles compreendam que essa recomendação é variável. 0-3 meses 4-11 meses 1-2
NO FINAL DO DIA, TODOS PRECISAM DORMIR POR ALGUMAS HORAS PARA DESCANSAR O CORPO E A MENTE. ISSO PORQUE DURANTE O SONO, O CORPO PRODUZ SUBSTÂNCIAS QUE AUXILIAM
EM SEU DESENVOLVIMENTO.

CRIANÇA DORMINDO.
RECOMENDA-SE QUE CRIANÇAS COM IDADE ENTRE 6 E 13 ANOS DE IDADE DURMAM ENTRE 9 E 11 HORAS POR DIA PARA MANTER A SAÚDE. PESSOAS QUE NÃO DORMEM O SUFICIENTE PODEM ADOECER MAIS FACILMENTE. ALÉM DISSO, ELAS GERALMENTE SE SENTEM CANSADAS E TÊM DIFICULDADE EM SE CONCENTRAR E APRENDER, POR EXEMPLO.
5. ESCREVA NO ESPAÇO A SEGUIR QUANTAS HORAS VOCÊ COSTUMA DORMIR POR DIA.
HORAS.
Resposta pessoal. Oriente os estudantes a conversarem com os pais ou responsáveis para obter essa informação, caso eles não a conheçam.
6. DESENHE UM OBJETO QUE VOCÊ USA PARA DORMIR.
Resposta pessoal. Os estudantes podem desenhar objetos como cama, rede, travesseiro, lençol, coberta, edredom, entre outros.
Não recomendado. Pode ser aproriado. Faixa Recomendada.
Fonte de pesquisa: HOW Much Sleep Do You Really Need? National Sleep Foundation, 1º out. 2020. Disponível em: https://www.thensf.org/how-many-hours-of-sleep-do-you-really-need/. Acesso em: 15 jun. 2025.
OS CUIDADOS COM A ALIMENTAÇÃO SÃO ESSENCIAIS PARA MANTER A SAÚDE.
7. PINTE OS QUADROS COM OS NOMES DOS ALIMENTOS QUE VOCÊ ESCOLHERIA PARA COMER EM CADA REFEIÇÃO.
A ) CAFÉ DA MANHÃ
OVO SUCO PÃO FRUTAS CUZCUZ LEITE
QUEIJO
TAPIOCA MANTEIGA
B ) ALMOÇO/JANTAR
• Inicie a atividade 7 lendo com os estudantes em voz alta o nome de cada alimento e esclarecendo possíveis dúvidas sobre os tipos de alimento citados. Em seguida, peça-lhes que respondam à atividade.
ACHOCOLATADO
PIZZA FRANGO ARROZ LEGUMES FEIJÃO PEIXE
BATATAS FRITAS
C ) LANCHE
MACARRÃO SALADA BIFE
COXINHA SUCO ÁGUA SANDUÍCHE QUIBE FRITO
BOLO BOLACHA PÃO FRUTAS TORTA
8. ESCREVA O NOME DE OUTRO ALIMENTO QUE VOCÊ COSTUMA COMER NAS REFEIÇÕES. DEPOIS, CONTE AOS COLEGAS.
Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é possibilitar aos estudantes conhecer os hábitos alimentares dos colegas, bem como alimentos diferentes daqueles que eles geralmente
consomem e que podem ser influenciados pela cultura ou costumes familiares de cada estudante.
9. MARQUE UM X NO TEXTO QUE MELHOR COMPLETA A FRASE A SEGUIR, DE ACORDO COM A SUA OPINIÃO.
VOCÊ ESCOLHE OS ALIMENTOS QUE VAI COMER:
POR SEREM GOSTOSOS.
Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é levar os estudantes a refletirem sobre a alimentação consciente.
PORQUE OS ADULTOS ORIENTAM A COMER.
POR SEREM SAUDÁVEIS.
Respostas nas orientações ao professor 89
tros alimentos que ele escolheria em cada refeição. No caso de um estudante com Transtorno do Espectro Autista (TEA) que tenha esse tipo de seletividade, você pode auxiliá-lo nas respostas perguntando o que ele mais gosta de comer em cada uma das refeições.
• O mesmo cuidado vale para a atividade 9. No caso de estudantes com restrições alimentares ou seletividade alimentar, a escolha está associada a outros fatores, além dos apresentados no livro. Neste caso, oriente-os a escrever o motivo no caderno ou relatar aos colegas, caso se sintam confortáveis. Atente para não expor os estudantes.
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• Se julgar interessante, peça aos estudantes que levem para a sala de aula imagens (desenhos ou recortes de revistas, por exemplo) do alimento citado na atividade 8 para que possam compartilhar com os colegas.
• A questão 9 tem por objetivo incentivar a consciência alimentar dos estudantes a respeito daquilo que consomem. Você pode solicitar que eles compartilhem as respostas com os colegas e, no caso daqueles que escolherem a opção “por ser saudável”, incentive-os a explicar aos colegas o que eles consideram alimentos saudáveis. Esta abordagem favorece a discussão da página seguinte.
7. A) Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é conhecer as escolhas dos estudantes em relação aos alimentos que eles consomem no café da manhã. De modo geral, espera-se que eles escolham alimentos variados.
7. B) Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é conhecer as escolhas dos estudantes em relação aos alimentos que eles consomem no almoço/jantar. De modo geral, espera-se que eles escolham alimentos variados.
7. C) Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é conhecer as escolhas dos estudantes em relação aos alimentos que eles consomem no lanche. De modo geral, espera-se que eles escolham alimentos variados.
• Ao realizar a atividade 7, se na turma houver algum estudante com restrições alimentares, como intolerância à lactose ou ao glúten, assim como seletividade alimentar, ou seja, que tenha dificuldade de escolher alimentos entre os apresentados, oriente-o a escrever no caderno o nome de ou-
• Na atividade 10, comente com os estudantes que a água que ingerimos é essencial para o funcionamento do organismo. Essa água pode ser obtida tanto por meio da ingestão de água como de alimentos e sucos naturais. A água ingerida ajuda a repor aquela que é eliminada do corpo por meio da urina, da transpiração, da respiração e das fezes, por exemplo.
• A quantidade de água a ser ingerida diariamente varia de acordo com diferentes fatores, como idade, gênero e estado de nutrição e de atividade. De modo geral, a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que uma pessoa adulta ingira pelo menos 2 litros de água por dia.
• Aproveite o momento da aula para incentivar o hábito de consumo de água entre os estudantes.
• Ao abordar a questão 11, diga aos estudantes que uma alimentação variada é aquela que inclui diversidade de alimentos. Por questões didáticas, os grupos alimentares não serão abordados neste ano letivo. No entanto, você pode trabalhar a diversidade alimentar de maneira intuitiva, por meio de diferentes tipos de alimentos e de pratos “coloridos”.
• Se considerar pertinente, ao abordar o último parágrafo da página, apresente aos estudantes mais informações sobre alimentos ultraprocessados, minimamente processados e in natura. Este tema será explorado em mais detalhes na seção Entre textos das páginas 94 e 95
REFERÊNCIA COMPLEMENTAR
HOWARD, Guy et al.
Domestic water quantity, service level and health. World Health Organization, 2020. Disponível em:
10. VOCÊ TEM O HÁBITO DE TOMAR ÁGUA AO LONGO DO DIA? CONVERSE COM UM COLEGA SOBRE A IMPORTÂNCIA DESSE HÁBITO.
Resposta nas orientações ao professor
OS ALIMENTOS QUE CONSUMIMOS FORNECEM ENERGIA PARA REALIZARMOS AS DIVERSAS ATIVIDADES DO NOSSO DIA A DIA. ENTRE ELAS, BRINCAR, IR À ESCOLA, ESTUDAR, FAZER A TAREFA DE CASA, NOS MOVIMENTARMOS E ATÉ MESMO RESPIRAR.
ALÉM DE ENERGIA, OS ALIMENTOS E A ÁGUA FORNECEM SUBSTÂNCIAS USADAS PARA COMPOR AS DIFERENTES PARTES DE NOSSO CORPO, COMO A PELE, OS CABELOS E OS MÚSCULOS.
CADA TIPO DE ALIMENTO TEM UMA IMPORTÂNCIA NO FUNCIONAMENTO DO CORPO HUMANO. POR ISSO, PARA CRESCER E SE DESENVOLVER DE MANEIRA SAUDÁVEL, É NECESSÁRIO COMER ALIMENTOS VARIADOS E EM QUANTIDADES ADEQUADAS.
11. ANALISE A IMAGEM A SEGUIR. EM SUA OPINIÃO, LETÍCIA ESTÁ CONSUMINDO UMA REFEIÇÃO VARIADA? EXPLIQUE.
Resposta nas orientações ao professor

PARA UMA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL, TAMBÉM É RECOMENDADO EVITAR ALIMENTOS ULTRAPROCESSADOS, FRITURAS E DOCES. ALÉM DISSO, DEVEMOS DAR PREFERÊNCIA A ALIMENTOS IN NATURA. LETÍCIA ALMOÇANDO.
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Comentários sobre alimentos ultraprocessados e in natura nas orientações ao professor
https://www.who.int/publications/i/item/ 9789240015241.
Nas páginas 5 a 15 desse documento (em inglês), você tem acesso a informações complementares a respeito do consumo de água e os possíveis fatores interferentes.
Respostas
10. Resposta pessoal. O objetivo desta questão é levar os estudantes a refletirem sobre seu consumo diário de água e, ainda que intuitivamente, incentivá-los a fazer uma autoavaliação. Após a conversa, espera-se que eles reconheçam que a
água é essencial para manter o organismo vivo e funcionando adequadamente.
03/10/2025 11:07:17
11. Resposta pessoal. O objetivo desta questão é levar os estudantes a analisarem os alimentos presentes no prato da criança da imagem e expor seus conhecimentos prévios a respeito do que é uma alimentação variada. De maneira simplificada, espera-se que eles reconheçam que uma alimentação variada inclui alimentos diferentes. Sendo assim, a refeição de Letícia pode ser considerada variada, pois é composta de alface, tomate, arroz, feijão e carne.
DIARIAMENTE, DEVEMOS FAZER PELO MENOS TRÊS REFEIÇÕES
PRINCIPAIS: CAFÉ DA MANHÃ, ALMOÇO E JANTAR.
12. AS IMAGENS A SEGUIR MOSTRAM PIETRA EM TRÊS REFEIÇÕES
AO LONGO DO DIA.
A ) ESCREVA O NOME DA REFEIÇÃO QUE PIETRA ESTÁ FAZENDO EM CADA IMAGEM.
A.

Professor, professora: As legendas das imagens não foram inseridas para não comprometerem a realização da atividade.
C.

B.

IMAGENS COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.
A.
B.
C.
Resposta: CAFÉ DA MANHÃ.
Resposta: ALMOÇO.
Resposta: JANTAR.
B ) O QUE VOCÊ CONSIDEROU NAS IMAGENS PARA IDENTIFICAR CADA UMA DAS REFEIÇÕES? ENTRE AS REFEIÇÕES PRINCIPAIS, PODEMOS FAZER PEQUENOS LANCHES.
Resposta nas orientações ao professor
• Antes de iniciar a atividade 12, leia com os estudantes em voz alta o texto que precede esta atividade. Em seguida, oriente-os a realizá-la escrevendo o nome dos períodos do dia em letra bastão maiúscula, de modo que a atividade auxilie no processo de apropriação desse tipo de escrita. Para isso, simule uma pauta caligráfica na lousa e, com a participação da turma, escreva o nome dos períodos do dia na lousa. Chame a atenção dos estudantes para a direção da escrita de cada letra. Verifique também a pega correta no lápis (preensão tripoide).
• Caso na turma haja algum estudante cego, faça o uso de ferramentas alternativas para trabalhar a escrita do nome dos períodos do dia. Uma possibilidade é o uso de caixas de areia para que os estudantes façam o traçado da letra com a mão.
• Ao abordar o item B desta atividade, averigue se os estudantes observam os alimentos para identificar qual é a refeição, bem como os astros no céu.
• Se houver dúvidas sobre os períodos do dia e os hábitos alimentares, converse com os estudantes sobre essas variações explicando a rotina particular de cada família em razão de hábitos e rotinas de trabalho. Reforce que, mesmo havendo variação de horários, o importante é que as três refeições principais sejam realizadas com alimentos variados e, de preferência, pouco processados.
Resposta
12. B) Resposta pessoal. Os estudantes podem comentar que observaram os tipos de alimentos consumidos em cada refeição, bem como, ainda que intuitivamente, o período do dia em que a refeição estava sendo realizada. Neste caso, eles podem citar que observaram o astro que estava visível no ambiente, como o Sol e a Lua, fazendo relação com suas vivências diárias.
Trabalhe com os estudantes a análise crítica dos hábitos diários. Para isso, peça-lhes que escrevam um diário com os cuidados que eles têm com a saúde.
Encoraje-os a anotar hábitos diários que favorecem a saúde e, se possível, a frequência com que praticam cada um desses cuidados. Oriente-os a considerar o conceito amplo de saúde.
Após a análise desses diários, confira se há a necessidade de abordar algum desses hábitos de maneira mais efetiva em sala de aula.
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03/10/2025 11:20:11
• Ao levar os estudantes, com base em seus conhecimentos prévios, a identificarem e nomearem diferentes períodos diários, bem como refletirem, ainda que intuitivamente, sobre a influência desses períodos nas atividades cotidianas, neste caso os tipos de alimento consumidos, a atividade 12 contribui para o desenvolvimento das habilidades EF01CI05 e EF01CI06
• Se considerar pertinente, antes de iniciar a atividade 13 , promova uma prática de percepção dos objetos apresentados. Para isso, leve para a sala de aula exemplares dos objetos apresentados na página para que os estudantes possam manuseá-los. Possibilite que eles toquem os objetos e analisem suas características, como os materiais de que os objetos são feitos e a finalidade deles. Em seguida, realize a atividade.
• Caso na turma haja algum estudante daltônico, que tenha dificuldade de identificar as cores da legenda, você pode adaptar a atividade sugerindo a substituição das cores da legenda por símbolos variados em preto.
Se possível, leve para a sala de aula utensílios de cozinha (ou outros) feitos de materiais diferentes, como colheres de plástico, metal e madeira; copos de plástico, cerâmica e vidro; panelas de vidro e aço inox; e pratos de plástico, cerâmica e vidro.
Peça aos estudantes que inicialmente classifiquem e agrupem os objetos de acordo com o material de que são feitos. Como eles não podem manipular objetos de vidro ou cortantes, vão apontar ou citar o nome do objeto em questão e você será responsável por executar a ação de agrupar.
DURANTE AS REFEIÇÕES E O PREPARO DOS ALIMENTOS, SÃO UTILIZADOS DIFERENTES OBJETOS.
13. IDENTIFIQUE O MATERIAL DE CADA OBJETO. PARA ISSO, PINTE OS QUADROS DAS IMAGENS DE ACORDO COM A LEGENDA A SEGUIR.
Resposta: A – azul; B – laranja; C – vermelho; D – amarelo; E – azul; F – verde; G – marrom; H – laranja.
ARGILA. MADEIRA. METAL.




VIDRO. PAPEL. PLÁSTICO.
IMAGENS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI.




COMO VOCÊ PÔDE PERCEBER, OS OBJETOS QUE UTILIZAMOS NO PREPARO DE ALIMENTOS E NAS REFEIÇÕES, POR EXEMPLO, SÃO FEITOS DE DIFERENTES MATERIAIS.
INFOGRÁFICO CLICÁVEL: SABORES DO BRASIL
Peça aos estudantes que observem atentamente os grupos que se formaram.
Ao fim da atividade, peça-lhes que elaborem conclusões a respeito da atividade realizada. Auxilie-os, se necessário, de modo que reconheçam que um mesmo objeto pode ser feito de diferentes materiais e um mesmo material pode ser usado para produzir diferentes objetos.
Peça aos estudantes que observem atentamente os grupos que se formaram. Em seguida, desfaça os grupos de materiais, junte todos os objetos e peça-lhes que classifiquem e agrupem os objetos considerando sua finalidade. Novamente, os estudantes vão apontar o objeto a ser classificado e o grupo em que será incluído, e você ficará responsável por executar a ação, evitando a manipulação dos objetos pelos estudantes.
BNCC
• O conteúdo desta página leva os estudantes a identificarem diferentes materiais presentes em objetos de uso cotidiano, possibilitando o trabalho com a habilidade EF01CI01
CERTOS OBJETOS PODEM SER PRODUZIDOS COM MAIS DE UM TIPO DE MATERIAL. OS COPOS, POR EXEMPLO, PODEM SER FEITOS DE PLÁSTICO, METAL, VIDRO OU ARGILA.
IMAGENS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI.

COPO DE METAL.

COPO DE VIDRO.

COPO DE CERÂMICA.
A ARGILA É UM TIPO DE MATERIAL COMUM NA PRODUÇÃO DE OBJETOS DE DIFERENTES POVOS INDÍGENAS DO BRASIL. ENTRE ELES, OS MACUXI, DO ESTADO DO PARÁ.
A PRODUÇÃO DE OBJETOS DE ARGILA TEM RELAÇÃO COM A HISTÓRIA, AS TRADIÇÕES E A CULTURA DESSE POVO INDÍGENA.
INDÍGENA DA ETNIA MACUXI PRODUZINDO PANELA DE ARGILA, RORAIMA, EM 2019.


PESSOA PRODUZINDO PEÇA COM PALHA DE TUCUMÃ, PARÁ, EM 2017.
ENTRE DIFERENTES POVOS, TAMBÉM É COMUM O USO DA PALHA NA FABRICAÇÃO DE OBJETOS. UM EXEMPLO É O TRANÇADO EM PALHA DE TUCUMÃ, UTILIZADO PARA PRODUZIR OBJETOS PARA A PESCA, TRANSPORTE E ARMAZENAMENTO, POR EXEMPLO.
Professor, professora: Se necessário, ao abordar a imagem do copo de cerâmica, comente que, depois de modelada, a argila passa por um processo de queima em forno e se transforma em cerâmica, um tipo de material mais duro e resistente.
MACUXI. Povos indígenas no Brasil. Disponível em: https://pib.socioambiental.org/pt/ Povo:Macuxi. Acesso em: 22 ago. 2025. Site com informações complementares a respeito do povo Macuxi.
03/10/2025 11:20:19
• A abordagem do uso de diferentes materiais de origem natural por povos tradicionais, a fim de produzir objetos de uso cotidiano, enfatizando a importância cultural dessa prática, possibilita o trabalho com a habilidade EF01CI01 e com os temas contemporâneos transversais Diversidade cultural e Educação para valorização do multiculturalismo nas matrizes históricas e culturais brasileiras. Além disso, leva os estudantes a valorizarem as diversas manifestações artísticas e culturais, promovendo o aperfeiçoamento da Competência geral 3
Ao abordar o trançado em palha de tucumã, promova um trabalho de trançado com papel. Para isso, separe folhas de papel sulfite de diferentes cores e corte na vertical em tiras de mesma espessura. Oriente os estudantes a trançarem as tiras, de modo a formarem um desenho quadriculado colorido. Como referência, você pode consultar o artigo O trançado em papel colorido como estratégia de ensino-aprendizagem de matemática e geometria. Disponível em: http://w3.ufsm. br/ceem/eiemat/Anais/arquivos/PO/PO_Souza_Danilo_Santos.pdf. Acesso em: 22 jun. 2025.
Esta atividade possibilita aos estudantes desenvolverem o senso estético e a representação por meio da arte, propiciando um trabalho em conjunto com o componente curricular de Arte. Neste caso, você pode propor ao professor desse componente curricular que promova a produção de imagens por meio do trançado de papel, uma forma de utilizar diferentes tipos de materiais para fazer arte. Realize uma exposição dos trabalhos dos estudantes na escola.
• Explorar o gênero textual tirinha.
• Diferenciar alimentos in natura de alimentos ultraprocessados.
• Incentivar hábitos alimentares que favorecem a saúde.
A seção utiliza uma tirinha como recurso deflagrador, o que possibilita o trabalho com o gênero textual e uma articulação com o componente curricular de Língua Portuguesa. Para essa articulação, explore os elementos verbais e não verbais da tirinha, como textos e imagens, bem como sua organização em quadrinhos.
Resposta
A) Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é incentivar os estudantes a compartilharem com os colegas seus conhecimentos prévios sobre as tirinhas.
• Inicialmente, pergunte aos estudantes se eles já leram uma tirinha e o que sabem sobre esse gênero textual. Comente que tirinha é um gênero textual organizado em quadrinhos, que apresenta uma narrativa curta e trata de temas diversos, geralmente com humor. Pode ter textos e imagens ou somente imagens.
• Em seguida, pergunte a eles quantos quadrinhos há nessa tirinha e oriente-os na identificação da sequência desses quadrinhos, auxiliando no processo de alfabetização matemática.
AS HISTÓRIAS PODEM SER CONTADAS DE DIVERSAS MANEIRAS. A TIRINHA, POR EXEMPLO, POSSIBILITA APRESENTAR HISTÓRIAS RÁPIDAS, GERALMENTE COM HUMOR, CONTENDO TEXTOS E IMAGENS OU SOMENTE IMAGENS.
A ) VOCÊ JÁ LEU ALGUMA TIRINHA? CONTE AOS SEUS COLEGAS.
Resposta nas orientações ao professor.
AGORA, LEIA COM O PROFESSOR UMA TIRINHA QUE ESTÁ RELACIONADA À ALIMENTAÇÃO.

EXPLORANDO O TEXTO
Respostas nas orientações ao professor
B ) MARQUE UM X NA ALTERNATIVA CORRETA.
CADA QUADRINHO REPRESENTA UMA CENA DA HISTÓRIA.
CADA QUADRINHO REPRESENTA UMA HISTÓRIA DIFERENTE.
C ) O QUE ARMANDINHO ESTAVA QUERENDO COMER?
D ) O QUE A MÃE DE ARMANDINHO ORIENTOU QUE ELE COMESSE NO CAFÉ DA MANHÃ?
• Leve os estudantes a identificarem a ideia central do texto e, em seguida, oriente-os a responder às questões.
Respostas
B) Cada quadrinho representa uma cena da história.
C) Bolachas recheadas sabor morango.
D) Frutas.
• Prossiga lendo os textos da tirinha com os estudantes e peça-lhes que sublinhem as palavras que não conhecem. Procurem no dicionário o significado dessas palavras.
03/10/2025 11:20:20
• Esta seção leva os estudantes a refletirem sobre a relação entre certos hábitos alimentares e a manutenção da saúde, possibilitando complementar a abordagem da habilidade EF01CI03. A abordagem também leva os estudantes a atentarem a hábitos que possam prejudicar sua saúde, de modo a incentivar o cuidado de si, do seu corpo e do seu bem-estar, o que contempla a Competência específica de Ciências da Natureza 7 e a Competência geral 8
ALÉM DO TEXTO Respostas nas orientações ao professor.
E ) EM SUA OPINIÃO, COMER BISCOITOS COM RECHEIO SABOR MORANGO É O MESMO QUE COMER A FRUTA MORANGO? CONVERSE COM UM COLEGA SOBRE ESSE ASSUNTO.
F ) O BISCOITO DE MORANGO É UM ALIMENTO ULTRAPROCESSADO. COM A AJUDA DO PROFESSOR E DA TURMA, PROVIDENCIEM OU PESQUISEM NA INTERNET O RÓTULO DE UMA EMBALAGEM DE BISCOITOS DE MORANGO. LEIAM JUNTOS OS INGREDIENTES UTILIZADOS NO PRODUTO. EM SEGUIDA, MARQUE UM X NA FRASE QUE MELHOR REPRESENTA ESSE TIPO DE ALIMENTO ULTRAPROCESSADO.
ESSE BISCOITO É FEITO COM A FRUTA (MORANGO).
ESSE BISCOITO É FEITO COM SUBSTÂNCIAS QUE IMITAM O SABOR DA FRUTA (MORANGO).
G ) CONSIDERE QUE O PERSONAGEM ARMANDINHO COMPREENDEU O QUE É ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL. PARA ISSO, FAÇA UM DESENHO QUE REPRESENTE ESSE PERSONAGEM E UMA FALA DELE, ABORDANDO ESSE TEMA.
• Na atividade E, se necessário, conduza a conversa entre os estudantes. De acordo com a variedade de respostas, confira as argumentações de cada estudante e trabalhe com elas de modo a organizar os conhecimentos prévios deles e os adquiridos durante o estudo do assunto.
• Após a discussão, peça aos estudantes que respondam à atividade F. Para isso, leia os rótulos (físicos ou pesquisados na internet) com eles, anotando as principais informações na lousa. Pergunte quantos ingredientes listados ali eles conhecem, levando-os a perceber que se trata de alimento ultraprocessado.
• Após todas as atividades feitas e as reflexões, peça aos estudantes que trabalhem na ilustração da atividade G, de acordo com os conhecimentos adquiridos e a criatividade de cada um. Auxilie-os na escrita das falas, caso queiram incluir esse item no desenho.
E) Resposta pessoal. O objetivo desta questão é levantar os conhecimentos prévios dos estudantes a respeito dos diferentes tipos de alimento. Espera-se que, durante a conversa, eles comentem que comer biscoito de morango não é o mesmo que comer a fruta morango, pois trata-se de um alimento que não é feito
de morango, e sim de compostos que imitam o sabor, a cor e o odor do morango.
F) Esse biscoito é feito com substâncias que imitam o sabor da fruta (morango).
G) Resposta pessoal. O objetivo desta questão é incentivar a criatividade dos estudantes e a transmissão de informações por meio de textos e imagens.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de
Atenção Básica. Guia alimentar para a população brasileira. 2. ed. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2014. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/ publicacoes/guia_alimentar_populacao_ brasileira_2ed.pdf. Acesso em: 22 ago. 2025.
Cartilha do Ministério da Saúde que apresenta diversas orientações sobre alimentação saudável, incluindo informações sobre alimentos in natura, minimamente processados, processados e ultraprocessados.
LOUZADA, Maria Laura da Costa et al
03/10/2025 11:20:20
Alimentação e saúde: a fundamentação científica do guia alimentar para a população brasileira. São Paulo: Faculdade de Saúde Pública da USP, 2019. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd. usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/ download/339/298/1248?inline=1. Acesso em: 22 jun. 2025.
Livro com informações sobre saúde e alimentação, além de um capítulo comentado destinado à fundamentação científica que apoiou a elaboração do Guia alimentar para a população brasileira
• Identificar semelhanças e diferenças nas composições familiares do passado e do presente.
Sugestões de intervenção
Retome com os estudantes a importância de observar atentamente todos os elementos da imagem: cores das fotografias, objetos, vestimentas e locais representados. Engaje os estudantes também na análise das legendas das imagens (se houver) para que eles possam compreender outros contextos não observáveis nas imagens. Em caso de estudantes cegos ou com baixa visão, sugira que estudantes voluntários façam duplas para descrever as imagens. Essa interação pode auxiliar na progressão do aprendizado sobre semelhanças e diferenças entre famílias do passado e do presente.
• A atividade 1 desenvolve a habilidade EF01HI07 ao favorecer a identificação de mudanças e permanências nas formas de organização familiar. A atividade 2 está alinhada à habilidade EF01HI02, pois promove a reflexão sobre diferentes maneiras de conhecer a história da família. A atividade 3 contempla a habilidade EF01HI04 ao recuperar as responsabilidades dos estudantes na moradia. A atividade extra sugerida na página 97 contempla a Competência específica de História 3 ao instigar a reflexão sobre a relevância e a variedade de fontes históricas.




A ) MARQUE UM X NA LETRA DA FOTOGRAFIA QUE RETRATA A FAMÍLIA MAIS ANTIGA.
Resposta: C Resposta: B
B ) MARQUE UM X NA LETRA DA FOTOGRAFIA QUE RETRATA A FAMÍLIA MAIS RECENTE.
.
C ) QUANTAS PESSOAS FORMAM CADA UMA DAS FAMÍLIAS A SEGUIR?
• MAIS ANTIGA: PESSOAS.
Resposta: A família mais antiga (fotografia C) é formada por seis pessoas. Já a família mais recente (fotografia B) é formada por quatro pessoas.
• MAIS RECENTE: PESSOAS.
2. PINTE OS QUADROS QUE APRESENTAM AÇÕES QUE POSSIBILITAM CONHECER A HISTÓRIA DA SUA FAMÍLIA.
ASSISTINDO A VÍDEOS.
Resposta pessoal. Oriente os estudantes a pintarem os quadros correspondentes às ações que realizaram para conhecer as histórias da família.
CONVERSANDO COM FAMILIARES.
CONVERSANDO COM VIZINHOS E AMIGOS.
PESQUISANDO NA INTERNET.
ANALISANDO DOCUMENTOS E OBJETOS PESSOAIS.
ANALISANDO FOTOGRAFIAS ANTIGAS.
3. FAÇA UM DESENHO PARA REPRESENTAR UMA ATIVIDADE QUE VOCÊ REALIZA EM CASA PARA MANTER UMA BOA CONVIVÊNCIA COM SEUS FAMILIARES.
Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes desenhem atividades que representam hábitos e responsabilidades relacionados ao convívio familiar no ambiente doméstico.
Convide os estudantes a participarem de uma atividade chamada “Baú do tempo”. Para isso, prepare uma caixa com objetos ou imagens que representem fontes históricas (fotografias, cartas, brinquedos, receitas, áudios, vídeos, objetos etc.) e, em outra caixa, coloque perguntas simples como: “O que esse objeto pode contar sobre o passado?”; “Por que é importante termos muitos jeitos diferentes de lembrar do passado?”. Apresente o “Baú do tempo” e diga que dentro dele há pistas sobre o passado.
03/10/2025 11:20:23
Explique que essas pistas são chamadas fontes históricas
Convide cada estudante a abrir o “Baú do tempo”, retirar um item e responder a uma pergunta. Engaje os estudantes a imaginarem o que cada item pode nos contar sobre o passado ou sobre a vida de alguém. Em roda, converse com a turma sobre os diferentes tipos de fontes e sua importância. Finalize perguntando: “Que tipo de item presente no seu dia a dia pode virar uma pista sobre sua história no futuro?”.
2. Objetivo
• Identificar fontes históricas.
Sugestões de intervenção
Recupere com os estudantes as atividades relacionadas às pesquisas sobre suas famílias. Instigue-os a se lembrarem de quais fontes foram utilizadas tanto por eles como pelos colegas. Caso algum estudante apresente dificuldade, peça-lhe que retome o conteúdo das páginas 67, 68 e 69.
3. Objetivo
• Identificar responsabilidades na moradia.
Sugestões de intervenção
• Proponha um ambiente acolhedor e respeitoso, convidando os estudantes para uma escuta ativa. Convide-os a, antes de produzir os desenhos, pensar em cada uma das atividades que praticam na moradia. Incentive-os a desenhar quadrinhos representando diversas atividades ou a escolher a que preferem. Quando todos finalizarem, peça-lhes que mostrem seus desenhos, explicando as atividades representadas e por que são importantes.
• Refletir sobre os hábitos de higiene.
• Identificar aspectos a serem melhorados quanto à higiene pessoal por meio de autoavaliação de hábitos cotidianos.
Sugestão de intervenção
Se algum estudante apresentar dificuldade para realizar esta atividade, retome com ele cada atividade na qual teve dificuldade e ajude-o a relacionar cada hábito aos benefícios para a saúde. No caso de “tomar banho”, reveja com ele a página 80; já no caso de “escovar os dentes” e “passar fio dental”, retome com ele as páginas 81 a 83; para o cuidado “lavar as mãos”, retome com ele as orientações de como lavar as mãos da seção Vamos investigar das páginas 78, 79 e 80
Oriente os estudantes a responderem ao item B com o auxílio de um dos responsáveis. É importante refletir sobre os hábitos e buscar orientação com os familiares, visando o autocuidado e a saúde.
BNCC
• A atividade 4 contribui para o aprimoramento da habilidade EF01CI03 , da Competência geral 8, da Competência específica de Ciências da Natureza 7 e do tema contemporâneo transversal Saúde, pois leva os estudantes a identificarem hábitos que contribuem para sua saúde, bem como avaliarem criticamente esses hábitos, promovendo o cuidado de si, do seu corpo e do seu bem-estar.
4. VAMOS AVALIAR SUA ROTINA DE HIGIENE.
A ) CLASSIFIQUE OS CUIDADOS A SEGUIR DE ACORDO COM SEUS HÁBITOS DE HIGIENE.
Resposta pessoal. As respostas podem
variar a depender dos hábitos de higiene de cada estudante.
ESTOU DE PARABÉNS!
TOMAR BANHO. A.

LAVAR AS MÃOS. C.

PODERIA SER MELHOR!
PRECISO MELHORAR!
ESCOVAR OS DENTES. B.

CRIANÇA ESCOVANDO OS DENTES.
USAR FIO DENTAL. D.

CRIANÇA LAVANDO AS MÃOS. CRIANÇA USANDO FIO DENTAL.
B ) COM A AJUDA DE UM RESPONSÁVEL, REFLITA SOBRE COMO VOCÊ PODE MELHORAR AS ATITUDES QUE FORAM CLASSIFICADAS COM “PODERIA SER MELHOR” E “PRECISO MELHORAR”.
Resposta pessoal. As respostas dependem dos hábitos de higiene de cada estudante. Auxilie-os, caso necessário, e incentive o respeito à diversidade de respostas.
5. IDENTIFIQUE O CAMINHO QUE EMANUEL
DEVE SEGUIR PARA PASSAR APENAS POR HÁBITOS QUE CONTRIBUEM PARA A SAÚDE.
Resposta: Caminho A
DORMIR BEM.
TER UMA ALIMENTAÇÃO VARIADA E EM QUANTIDADE SUFICIENTE.
ESCOVAR OS DENTES APÓS AS REFEIÇÕES, AO SE LEVANTAR E ANTES DE DORMIR.
DORMIR TARDE TODAS AS NOITES.
ALIMENTAR-SE APENAS DE DOCES E FRITURAS.
ESCOVAR OS DENTES APÓS AS REFEIÇÕES.
DORMIR BEM.
TER UMA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL.
ESCOVAR OS DENTES SOMENTE ANTES DE DORMIR.
SAÚDE
5. Objetivo

EMANUEL EM FRENTE ÀS TRÊS OPÇÕES DE CAMINHO (A, B, C).
6. IDENTIFIQUE O MATERIAL DE CADA OBJETO A SEGUIR. EM SEGUIDA, ESCREVA O NOME DO OBJETO NO LOCAL CORRESPONDENTE.

IMAGEM COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA. IMAGENS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI.

ROLO DE MACARRÃO.
21/10/2025 17:05:48
• Identificar hábitos que contribuem para a manutenção da saúde.
Sugestão de intervenção
Caso algum estudante apresente dificuldade para realizar esta atividade, verifique se a resposta tem relação com a rotina dele. Leve-o a refletir sobre a razão pela qual cada cuidado contribui com a saúde, de modo a possibilitar que o estudante reveja sua resposta e seja capaz de reconhecer o caminho correto na atividade.
BNCC
• A atividade 5 contribui para o desenvolvimento da habilidade EF01CI03 e o tema contemporâneo transversal Saúde, pois leva os estudantes a refletirem e identificarem hábitos que contribuem para sua saúde. Esta abordagem também leva os estudantes a atentarem a hábitos que possam prejudicar sua saúde, de modo a incentivar o cuidado de si, do seu corpo e do seu bem-estar, o que contempla o trabalho com a Competência específica de Ciências da Natureza 7 e a Competência geral 8
• Identificar os materiais de que são feitos alguns objetos de cozinha.
Sugestão de intervenção
Caso algum estudante tenha dificuldade de identificar os materiais dos objetos apresentados, leve exemplares desses objetos para a sala de aula e permita que os analisem. Visualizar e manipular alguns desses objetos pode ajudar o estudante a identificar os materiais que os compõem. Atente para que ele não manipule objetos cortantes ou que possam se quebrar, como aqueles feitos de vidro e o ralador.
Caso na sala de aula haja algum estudante cego, você pode elaborar pistas sobre o material de cada objeto, a fim de possibilitar que ele o identifique com base nessas informações.
• A atividade 6 contribui para o desenvolvimento da habilidade EF01CI01, por levar os estudantes a identificarem os materiais utilizados em objetos de uso cotidiano, reconhecendo a diversidade de materiais no dia a dia.


IMAGENS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI.

• PLÁSTICO
Resposta: ESPUMADEIRA.
• METAL
Resposta: RALADOR, FRIGIDEIRA.
• MADEIRA
Resposta: ROLO DE MACARRÃO.
• VIDRO
Resposta: XÍCARA, JARRA.

NO CAMINHO QUE EU E MINHA FAMÍLIA FAZEMOS PARA CHEGAR AO MERCADO, PASSAMOS POR UMA PRAÇA E UM HOSPITAL.
DAVI.

A ) O DESENHO A SEGUIR MOSTRA O CAMINHO QUE A FAMÍLIA DE DAVI FAZ ATÉ O MERCADO. CONSIDERANDO A FALA DE DAVI, DESENHE O QUE ESTÁ FALTANDO NO TRAJETO PARA IR AO MERCADO.
Resposta: Espera-se que os estudantes desenhem uma praça e um hospital, seguindo essa ordem e saindo da casa em direção ao mercado.

TRAJETO PARA DAVI E SUA FAMÍLIA IREM AO MERCADO.
IMAGEM COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.
7. Objetivos
• Exercitar a representação de mapas mentais.
• Desenvolver noções preliminares de representação cartográfica.
Sugestões de intervenção
Solicite aos estudantes que realizem um exercício de memória recordando-se de um caminho que costumam percorrer no dia a dia com os familiares. Peça-lhes que se lembrem dos lugares presentes nesse trajeto e de suas percepções com base nos outros sentidos, além da visão. Comente que recordar-se de um trajeto, dos lugares e elementos que nele estão presentes auxilia a elaboração de um desenho, ou seja, na representação dele. Caso considere interessante, promova um momento de contação de histórias e apresente textos literários que contenham percursos, como Chapeuzinho Vermelho e Os três porquinhos Na sequência, solicite aos estudantes que representem desenhos com base nos caminhos presentes nos contos literários.
• Ao desenhar os elementos mencionados por Davi no caminho que percorre, o estudante elabora um mapa mental, representando graficamente os elementos observados. Dessa forma, a atividade contribui para o desenvolvimento da habilidade EF01GE08
• Identificar os períodos do dia (manhã, tarde e noite).
• Associar os períodos do dia à realização de atividades diárias.
• Perceber como os períodos do dia influenciam as atividades dos seres vivos.
• Diferenciar animais de hábitos diurnos de animais de hábitos noturnos.
• Reconhecer a importância do relógio e do calendário como instrumentos de contagem do tempo e para a organização das atividades.
• Localizar informações em um calendário.
• Conhecer a duração de semanas, meses e anos.
• Identificar diferentes tipos de moradia.
• Perceber o que torna o lugar onde vivemos diferente de outros lugares.
• Reconhecer os diferentes materiais utilizados na construção das moradias.
• Reconhecer e valorizar a moradia como abrigo e lugar de convivência.
• Identificar os objetos pertencentes aos diferentes cômodos da moradia.
• Compreender que manter a moradia limpa e organizada a torna um lugar agradável para viver.
• Reconhecer um ambiente doméstico e suas regras de convivência.
Inicie o tema desta unidade propondo aos estudantes que desenhem sua moradia. Organize-os em grupos e distribua uma folha de papel avulsa para cada estudante, explicando que devem desenhar os diferentes cômodos que fazem parte de suas casas. Oriente-os a representar os elementos que compõem cada ambiente. Ao finalizarem, peça-lhes que conversem sobre as funções de cada

um dos cômodos e identifiquem as diferenças e semelhanças entre os lugares retratados. Se julgar adequado, aproveite a atividade para verificar a noção de espacialidade dos estudantes e o desenvolvimento da coordenação motora fina.
• Oriente os estudantes a observarem a rua retratada na fotografia de abertura da unidade, atentando aos elementos que fazem parte da paisagem. Questione acerca das características das casas retratadas.
• Peça a eles que citem os diferentes tipos de casas que conhecem e verifique se identificam semelhanças e diferenças entre elas e as moradias
da fotografia. Se apresentarem dificuldade nessa tarefa, providencie material de recorte a fim de pesquisarem e recortarem diferentes tipos de casas para classificarem conforme os materiais, os tamanhos e as formas de cada um.
Respostas nas orientações ao professor
QUE TIPO DE CONSTRUÇÃO
MAIS SE DESTACA NA FOTOGRAFIA?
PENSE EM UM ESPAÇO
DA SUA CASA DE QUE
VOCÊ GOSTA OU ONDE
COSTUMA PASSAR MAIS TEMPO. CONTE O QUE VOCÊ COSTUMA FAZER NESSE ESPAÇO. A LUMINOSIDADE NOS AMBIENTES MUDA COM O PASSAR DAS HORAS, INFLUENCIANDO AS ATIVIDADES DOS SERES VIVOS. CONTE AOS COLEGAS O QUE VOCÊ
COSTUMA FAZER DURANTE O PERÍODO DO DIA E DURANTE O PERÍODO DA NOITE.
MARQUE UM X NO QUADRO DO PERÍODO DO DIA EM QUE A FOTOGRAFIA FOI REGISTRADA.
DIA.
O QUE VOCÊ ANALISOU NA
IMAGEM PARA RESPONDER À ATIVIDADE ANTERIOR?

não ocorra nenhum tipo de comentário que cause constrangimento entre eles. Acolha as respostas dos estudantes e ressalte como as famílias e as residências podem ser diversas.
• Inicie o assunto da atividade 3 perguntando se já perceberam que ao longo do dia ocorrem mudanças no céu; relate diferenças na luminosidade dos ambientes ao amanhecer e ao anoitecer. Demonstre essas diferenças exibindo imagens previamente selecionadas de atividades que geralmente ocorrem durante o dia ou à noite e questione-os sobre os períodos em que é comum desenvolver atividades relacionadas às
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suas rotinas. Permita que se expressem e aproveite para identificar os conhecimentos prévios sobre a alternância entre dia e noite.
• Caso os estudantes apresentem dificuldade para responder às atividades 3 e 4 e à questão 5, leve-os para um local aberto da escola e peça-lhes que observem a iluminação natural, orientando-os a não olhar diretamente para o Sol e nem a ficar expostos à luz solar. Questione-os a respeito do período do dia e de suas características. Na sequência, retome a observação da fotografia de abertura da unidade para perceberem a luminosidade de quando ela foi registrada.
Respostas
1. Moradias ou casas. Auxilie os estudantes a identificarem que a maior parte das construções retratadas são casas.
2. Resposta pessoal. Incentive os estudantes a descreverem suas casas, garantindo que haja respeito durante os relatos.
3. Resposta pessoal. As respostas podem variar de acordo com a rotina e com a realidade de cada estudante. De modo geral, eles podem citar que, no período do dia, tomam café da manhã, almoçam e vão à escola. Já no período da noite, eles podem citar, por exemplo, que jantam, tomam banho e dormem.
4. DIA.
5. Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes respondam que observaram a iluminação do ambiente, que, neste caso, está sendo iluminado naturalmente pela luz solar.
• Para a questão 1, caso necessário, retorne à observação da fotografia de abertura da unidade para questionar os estudantes sobre qual tipo de construção se destaca nela.
• A atividade 2 sugere uma interação entre os estudantes. Se julgar interessante, organize-os em uma roda de conversa para que descrevam suas moradias, o cômodo por eles escolhido e o que costumam fazer nele. Certifique-se de que
• Explore o conhecimento prévio dos estudantes abordando os elementos que caracterizam um lugar. Antes de iniciar o estudo da página 104, pergunte a eles o nome de alguns lugares que conhecem e escreva-os na lousa. Espera-se que eles citem o nome de espaços de vivência como escola, parque, clube e praça. Em seguida, leve-os a perceber que frequentam diferentes lugares diariamente.
• Na atividade 1, auxilie os estudantes na distinção dos diferentes elementos que caracterizam o lugar onde vivem. Esta atividade busca desenvolver as primeiras noções de representação espacial, conforme elucida o texto a seguir.
A partir do momento em que a criança percebe que seus rabiscos servem para representar objetos, e que é ela quem estabelece a relação entre ambos, inicia-se a construção de um amplo sistema gráfico de representação, no qual engendram-se a escrita e outras formas de representação gráfica, como os mapas.
[...]
Desde bem pequenas, as crianças percebem que desenho e escrita são formas de dizer coisas. Por esses meios elas podem “dizer” algo, podem representar elementos da realidade que observam e, com isso, ampliar seu domínio e influência sobre o ambiente. [...]
ALMEIDA, Rosângela Doin de. Do desenho ao mapa: iniciação cartográfica na escola. 5. ed. São Paulo: Contexto, 2001. p. 27. (Caminhos da Geografia).
AS PESSOAS VIVEM EM DIFERENTES LUGARES. ALGUMAS DELAS VIVEM PRÓXIMAS DE RUAS COM CASAS, EDIFÍCIOS E MOVIMENTO DE AUTOMÓVEIS E PEDESTRES. JÁ OUTRAS PESSOAS VIVEM PRÓXIMAS
DE PRAIAS, RIOS, MATAS ETC.
1. DESENHE UM LUGAR QUE VOCÊ COSTUMA FREQUENTAR PRÓXIMO DE ONDE VOCÊ VIVE.
Resposta pessoal. Se necessário, oriente os estudantes a escolherem um lugar que frequentam ou já frequentaram, próximo do lugar onde vivem, e que tenha algum motivo para essa escolha, como gostar do lugar, considerá-lo bonito ou importante por alguma razão. Eles podem desenhar a rua onde moram, a casa, o prédio, o sítio, chácara ou fazenda, parte do bairro da cidade etc.
1. B) Resposta pessoal. Auxilie os estudantes na escrita do nome do lugar que representaram e, se possível, escreva esse nome na lousa para que os demais acompanhem o modo como essa palavra é escrita. Eles podem escrever o nome do município, da rua, do bairro, da comunidade, do edifício, do condomínio, do sítio ou da fazenda.
A ) APRESENTE SEU DESENHO AOS COLEGAS E CONHEÇA O DESENHO DELES TAMBÉM.
Resposta pessoal. Incentive os estudantes
a apresentarem os desenhos descrevendo seus elementos aos colegas.
B ) COM A AJUDA DO PROFESSOR, ESCREVA O NOME DO LUGAR QUE VOCÊ DESENHOU.
• Verifique se a apresentação dos desenhos no item A proporcionou aos estudantes a identificação de semelhanças e diferenças entre seus lugares de vivência. Em caso de dificuldade, retome a apresentação de seus desenhos com uma descrição detalhada dos elementos que foram representados por eles.
• Caso considere necessário, para o item B, escreva cada letra na lousa evidenciando aos estudantes o movimento com a mão e a direção do traçado para a escrita das letras. Verifique também a pega correta no lápis (preensão trípode).
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• O estudo das páginas 104 e 105 favorece o desenvolvimento da habilidade EF01GE01, pois incentiva os estudantes a descreverem as características de seus lugares de vivência, possibilitando fazer comparações.
• Ao incentivar os estudantes a se expressarem artisticamente, partilhando informações sobre seus lugares de vivência, o desenho proposto na página 104 promove aspectos da Competência geral 4
2. MARQUE UM X NOS QUADROS DOS ELEMENTOS A SEGUIR QUE VOCÊ OBSERVA NO LUGAR ONDE VIVE.
PLANTAS.
CASAS.
ANIMAIS.
PONTE. PRÉDIOS. CARROS. RIO OU LAGO. PRAIA.
Resposta pessoal. Explique aos estudantes que eles podem marcar um X em mais de um elemento.
3. MARQUE UM X NO QUADRO DA FOTOGRAFIA QUE MAIS SE PARECE COM O LUGAR ONDE VOCÊ VIVE.

PRAIA DE TAMBAÚ, EM JOÃO PESSOA, PARAÍBA, EM 2024.

VISTA DA CIDADE DE GOIÂNIA, NO ESTADO DE GOIÁS, EM 2024.

PROPRIEDADE RURAL NO MUNICÍPIO DE TURVO, SANTA CATARINA, EM 2025.

VISTA DA CIDADE DE MORUNGABA, SÃO PAULO, EM 2024.
Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes considerem os tipos de elementos existentes no lugar onde vivem para identificar semelhanças com alguma fotografia.
Objetivo
• Nas atividades 2 e 3, é possível avaliar a compreensão dos estudantes sobre a existência de diferentes lugares para viver.
Sugestão de intervenção
Verifique se os estudantes percebem os elementos do lugar onde moram. Se apresentarem dificuldade, organize um trabalho de campo com eles pela cidade. Solicite previamente autorização da equipe pedagógica e dos familiares ou responsáveis, verifique qual será o meio de trans-
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porte e combine regras quanto ao uso de uniformes, calçados adequados e alimentação. Faça um passeio de ônibus com os estudantes, desenvolvendo um trabalho de campo a partir da apresentação dos elementos urbanos. Explique-lhes que devem observar os espaços com atenção, pois terão que registrá-los. Se considerar pertinente, escolha um local para visitação como uma praça, de forma que os estudantes não tenham que caminhar pelas ruas e possam visitar mais locais. Ao retornarem para a escola, divida-os em duplas e peça que desenhem os elementos urbanos que conheceram.
• Ao trabalhar as atividades 2 e 3, explique aos estudantes que os municípios têm uma área urbana que se caracteriza pelas construções adensadas, como ruas, moradias, comércios, escolas e outros. Já a área rural, geralmente, apresenta poucas moradias, pois são afastadas umas das outras, além de criações de animais, plantações para comércio e consumo, entre outros exemplos. Esses aspectos descrevem os elementos que os estudantes provavelmente observam no lugar onde vivem.
Proponha aos estudantes uma brincadeira em grupo. Para isso, leve à sala de aula alguns jogos com peças de encaixe para construírem uma casa de forma coletiva. Além de incentivar a criatividade, essa brincadeira amplia a socialização e a colaboração no trabalho em equipe. O objetivo desta atividade é fazer os estudantes perceberem que muitos brinquedos e brincadeiras incluem o tema casa, um dos ambientes mais importante para as pessoas.
Antes de ler os textos desta página, peça aos estudantes que observem as imagens da história em quadrinhos e troquem ideias com os colegas sobre o assunto tratado nela. Pergunte a eles como a HQ pode se relacionar com o tema Períodos do dia, de modo que eles exponham seus conhecimentos prévios sobre isso.
Anote na lousa as principais informações citadas por eles e as retome ao longo da aula.
• Ao trabalhar a questão 2, pergunte aos estudantes de onde vem a luz que está entrando pela janela no 1º quadrinho. Espera-se que eles comentem que a luz provém das estrelas e da Lua. Comente que a Lua reflete a luz do Sol, que durante a noite não é observado no céu.
• Se considerar pertinente, faça perguntas aos estudantes como qual cômodo da casa está representado nessa história e o que, geralmente, costumamos fazer nele. Pergunte também como a ocorrência do dia e da noite está influenciando a rotina do personagem Chico Bento.
ARTICULANDO CONHECIMENTOS
O uso da história em quadrinhos como recurso possibilita articular o conteúdo com o componente curricular de Língua Portuguesa Para isso, o docente desse componente curricular pode trabalhar com os estudantes as características desse gênero textual, como a organização em quadros e o suporte de imagens com ou sem textos, além dos recursos de linguagem apresentados no 2º, 3º e 5º quadrinhos, como a onomatopeia.
AS CARACTERÍSTICAS DOS DIFERENTES LUGARES E SEUS
ELEMENTOS PODEM SOFRER MUDANÇAS DEVIDO A CERTOS RITMOS DA NATUREZA, COMO OS PERÍODOS DO DIA.
AFINAL, O QUE SÃO OS PERÍODOS DO DIA? LEIA A SEGUIR UM TRECHO DE UMA HISTÓRIA EM QUADRINHOS.
1. Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes expliquem que o personagem (Chico Bento) acordou pensando que já havia amanhecido, mas notou a Lua e as estrelas pela janela e voltou a dormir.
2. Resposta: Espera-se que os estudantes respondam que Chico Bento achou que a claridade em seu quarto no primeiro quadrinho era em razão da luz proveniente do Sol. e, portanto, seria dia.

AGORA RESPONDA ORALMENTE ÀS QUESTÕES A SEGUIR.
1. CONTE A UM COLEGA O QUE ACONTECEU NESSE TRECHO DA HISTÓRIA EM QUADRINHOS.
2. POR QUE O PERSONAGEM CHICO BENTO ACHOU QUE JÁ HAVIA AMANHECIDO?
3. O QUE FEZ CHICO BENTO PERCEBER QUE AINDA ERA NOITE E VOLTAR PARA A CAMA?
Resposta: Espera-se que os estudantes reconheçam que Chico Bento notou a Lua e as estrelas no céu pela janela.
• O tema leva os estudantes a identificarem e a nomearem diferentes períodos diários (manhã, tarde e noite), o que desenvolve a habilidade EF01CI05 e aspectos da habilidade EF01GE05 Além disso, permite o trabalho com a Competência específica de Ciências da Natureza 3, visto que incentiva os estudantes a analisarem, compreenderem e explicarem os fenômenos e processos relativos ao mundo natural, como as ocorrências dos períodos diários, com base nos conhecimentos das Ciências da Natureza.
NO PERÍODO DO DIA, OBSERVAMOS O SOL EM DIFERENTES POSIÇÕES APARENTES NO CÉU. DEPOIS DE CERTO TEMPO, O SOL SE PÕE NO HORIZONTE E NÃO CONSEGUIMOS MAIS VÊ-LO.
4. DESENHE UM SOL NO QUADRO DA FOTOGRAFIA QUE FOI CAPTURADA NO PERÍODO DO DIA.
A.
Resposta: Espera-se que os estudantes desenhem um Sol no quadro da fotografia A

B.

SERRA DA CAPIVARA, NO MUNICÍPIO CORONEL JOSÉ DIAS, PIAUÍ, EM 2024.
• Ao ler o parágrafo inicial, certifique-se de que os estudantes compreenderam que a posição aparente do Sol se refere ao que observamos no céu durante o dia. A mudança de posição do Sol no céu está relacionada à movimentação aparente desse astro. Caso algum estudante comente que o Sol se move no céu durante o dia, corrija-o informando que é a Terra que gira ao redor do próprio eixo. Se necessário, demonstre essa informação por meio de modelos.
• Se julgar adequado, acesse com os estudantes o vídeo a seguir.
• SOL vai, noite vem!
O Show da Luna, 3 abr. 2020. Disponível em: https://www.youtube.com/ watch?v=nnbCMqnvvy8 Acesso em: 23 ago. 2025.
SERRA DA CAPIVARA, NO MUNICÍPIO CORONEL JOSÉ DIAS, PIAUÍ, EM 2024.
5. EM QUAL DAS FOTOGRAFIAS (A OU B) A LUZ SOLAR ESTÁ ILUMINANDO DIRETAMENTE O AMBIENTE?
Resposta: Fotografia A
O PERÍODO EM QUE A LUZ DO SOL ILUMINA DIRETAMENTE OS AMBIENTES AO AR LIVRE CORRESPONDE AO PERÍODO DO DIA. ESSE PERÍODO PODE SER DIVIDIDO EM MANHÃ E TARDE.
QUANDO A LUZ SOLAR DEIXA DE ILUMINAR DIRETAMENTE OS AMBIENTES AO AR LIVRE É O PERÍODO DA NOITE.
• O vídeo conta a história de quando a personagem Luna e seus amigos viajam ao espaço para descobrir para onde vai o Sol depois que ele se põe no horizonte e quando começa o período da noite. O próprio Sol e a Terra explicam a eles que sempre há um lado da Terra sendo iluminado pela luz solar e mostram como acontece o movimento de rotação, o que demonstra que o Sol nunca se esconde.
• A atividade 4 permite avaliar se os estudantes compreendem as diferenças entre os períodos diurno e noturno e se sabem identificá-los, nomeá-los e caracterizá-los.
Sugestão de intervenção
Caso algum estudante tenha dificuldade na diferenciação e caracterização dos períodos diurno e noturno, trabalhe com ele as atividades comumente desempenhadas em ambientes claros, iluminados naturalmente, e as feitas durante a noite, quando usamos iluminação artificial.
• Se julgar conveniente, após ler o último parágrafo desta página, peça aos estu-
dantes que avaliem as respostas que deram à atividade 4 e verifiquem se precisam revê-las.
• Se julgar interessante, faça uma atividade interativa em que os estudantes se cumprimentam de acordo com o período do dia. De um lado da lousa, desenhe um Sol (os estudantes se cumprimentarão com “bom dia”) e, do outro lado, desenhe estrelas (os estudantes se cumprimentarão com “boa noite”).
ATIVIDADE EXTRA
Sugira aos estudantes que, com a ajuda
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dos pais ou responsáveis, registrem duas fotografias de um mesmo local (de preferência ao ar livre), uma durante o dia e outra durante a noite, utilizando uma câmera fotográfica digital ou um smartphone
Oriente-os a não olhar diretamente para o Sol, pois isso prejudica a visão, e a atentar aos cuidados de exposição à luz solar durante a atividade.
Esta atividade incentiva o uso pedagógico de tecnologia.
Solicite aos estudantes que compartilhem seus registros com os colegas em sala de aula.
• Na atividade 6, se considerar pertinente, comente com os estudantes que o período do dia é também conhecido como período diurno, enquanto o período da noite é chamado período noturno. Já o período da manhã também é conhecido como matutino; o da tarde, vespertino.
AVALIANDO
Objetivo
• A atividade 6 permite avaliar se os estudantes identificam e nomeiam corretamente os períodos da manhã, da tarde e da noite. Sugestão de intervenção
Caso algum estudante tenha dificuldade para completar o texto da atividade, sugira que responda às seguintes questões:
Como sabemos que se iniciou o dia?
Como sabemos que se iniciou a noite?
O que você geralmente faz no fim da manhã?
O que você geralmente faz no início da tarde?
6. A) Resposta: O PERÍODO DA MANHÃ SE INICIA QUANDO O SOL SURGE NO HORIZONTE E TERMINA MEIO-DIA.
6. LEIA AS FRASES A SEGUIR COM O PROFESSOR. EM SEGUIDA, SUBLINHE A PALAVRA ENTRE PARÊNTESES QUE COMPLETA CORRETAMENTE O TEXTO.
A ) O PERÍODO DA MANHÃ SE INICIA QUANDO O SOL (SURGE/ SE PÕE) NO HORIZONTE E TERMINA MEIO-DIA.

AMANHECER EM PRAIA NO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO, EM 2024.
6. B) Resposta: O PERÍODO DA TARDE É AQUELE ENTRE O MEIO-DIA E O PÔR DO SOL NO HORIZONTE.
B ) O PERÍODO DA TARDE É AQUELE ENTRE O MEIO-DIA E O (SURGIMENTO/PÔR) DO SOL NO HORIZONTE.
C ) O PERÍODO DA NOITE SE INICIA QUANDO O SOL (SURGE/ SE PÕE) NO HORIZONTE E DURA ATÉ O SOL SURGIR NO HORIZONTE NO DIA SEGUINTE.

6. C) Resposta: O PERÍODO DA NOITE SE INICIA QUANDO O SOL SE PÕE NO HORIZONTE E DURA ATÉ O SOL SURGIR NO HORIZONTE NO DIA SEGUINTE.
Professor, professora: Diga aos estudantes que alguns astros, como a Lua, também podem ser vistos durante o dia em determinadas épocas do ano.
NO PERÍODO NOTURNO PODEMOS OBSERVAR DIFERENTES ASTROS NO CÉU, COMO A LUA, AS ESTRELAS E ALGUNS PLANETAS.

CÉU NOTURNO NA LAGOA RODRIGO DE FREITAS, MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO, EM 2019.
7. AS IMAGENS A SEGUIR MOSTRAM DIFERENTES CIDADES BRASILEIRAS.

VISTA DA CIDADE DE CURITIBA, PARANÁ, EM 2024.

VISTA DA CIDADE DE BELÉM, PARÁ, EM 2024.
A ) PINTE A MOLDURA DA FOTOGRAFIA EM QUE O AMBIENTE ESTÁ ILUMINADO COM LUZ NATURAL.
Resposta: Espera-se que os estudantes pintem a moldura da fotografia A.
DURANTE O PERÍODO DO DIA PODEMOS APROVEITAR A ILUMINAÇÃO NATURAL DO SOL. ISSO AJUDA A ECONOMIZAR ENERGIA ELÉTRICA. JÁ DURANTE O PERÍODO DA NOITE, UTILIZAMOS A LUZ ARTIFICIAL DE LÂMPADAS ELÉTRICAS, POR EXEMPLO, PARA ILUMINAR AMBIENTES INTERNOS E EXTERNOS.
Professor, professora: Se
considerar pertinente, pergunte aos estudantes de que maneira podemos aproveitar a luz solar para iluminar os ambientes internos durante o dia. Verifique se eles respondem que devemos abrir as janelas e cortinas, por exemplo.
• Ao analisarem a primeira imagem desta página, peça aos estudantes que identifiquem nela o astro que está relacionado ao período da noite (Lua). Pergunte também que outras características do ambiente retratado indicam que se trata desse período do dia (céu escuro e luzes artificiais acesas).
• Comente que, durante o dia, não conseguimos observar as estrelas no céu porque a luz emitida pelo Sol ofusca a luz emitida pelas outras estrelas.
• Ao trabalhar a iluminação natural dos ambientes usando a luz solar e estudar sobre economia de energia elétrica, pergunte aos estudantes se seus pais ou responsáveis costumam cobrar deles algumas atitudes diárias para economizar energia elétrica. Se sim, indague como fazem isso. Promova um momento para que todos compartilhem suas experiências cotidianas relacionadas ao uso de energia elétrica e acolha suas respostas.
Promova, junto à direção da escola, dois momentos para observar os astros, bem como as características dos ambientes, um no período noturno e outro no diurno. A observação pode ser feita tanto em um ambiente da escola quanto em outro ambiente. Providencie previamente a autorização para essas observações e, se considerar pertinente, inclua os pais ou responsáveis nesta atividade.
Se possível, providencie instrumentos de observação para o período noturno, como binóculos e telescópios. Câmeras fotográficas ou câmeras de smarthphones também podem ser utilizadas para registrar as observações, como recursos pedagógicos.
Organize previamente um roteiro para essa ocasião, que pode incluir análise das
características dos ambientes e dos astros visíveis no céu em cada período. Enfatize aos participantes a importância de não olhar diretamente para o Sol no período do dia.
Ao fim da atividade, proponha aos estudantes a produção de um vídeo breve com informações obtidas durante as observações, as quais identificam os diferentes períodos do dia. Ajude-os nessa produção.
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BNCC
• A abordagem sobre o aproveitamento da luz solar para iluminar os ambientes e economizar energia elétrica leva os estudantes a refletirem sobre o tema de modo a promover a consciência socioambiental e desenvolver a Competência específica de Ciências da Natureza 5. A abordagem também está relacionada aos temas contemporâneos transversais Educação ambiental e Educação para o consumo
• Inicie o trabalho com esta página explorando as imagens A e B com os estudantes. Peça a eles que observem os estabelecimentos comerciais abertos nos diferentes períodos do dia, as pessoas que circulam pelas ruas do bairro no período do dia e as que circulam no período da noite, os astros visíveis nesses diferentes períodos, entre outras características, como o tipo de iluminação em cada uma das imagens (por exemplo, a luz solar durante o período do dia e a iluminação artificial com lâmpadas elétricas no período da noite).
• Aproveite o momento para perguntar aos estudantes quais estabelecimentos comerciais ou serviços, geralmente, ficam abertos durante a noite no bairro onde moram, levando-os a perceber as diferentes mudanças que podem ocorrer na rotina do ser humano ao considerar os diferentes períodos do dia.
• Questione-os sobre a importância de haver estabelecimentos e serviços que funcionem 24 horas, como hospitais e farmácias, além de muitas profissões que podem ser exercidas em diferentes períodos do dia. Verifique se na cidade onde moram existem estabelecimentos que funcionam 24 horas por dia e cite-os para servir de exemplo à turma.
• Explore a criatividade dos estudantes levando-os a imaginar a rua da escola em diferentes momentos, por exemplo: durante o dia, durante a noite, em dia chuvoso, em dia ensolarado, com pessoas andando nas calçadas ou sem ninguém transitando nela.
• Para auxiliá-los nas observações, se possível leve fotografias da rua onde a escola se localiza, retratando tanto o período do dia quanto o da noite a fim de identificarem as diferenças no lugar.
OBSERVE A SEGUIR A MESMA RUA DO BAIRRO ONDE MÁRCIA MORA EM DOIS PERÍODOS DIFERENTES DO DIA.
A.
B.
IMAGENS COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.

Professor, professora: As legendas das imagens não foram inseridas para não comprometerem a realização da atividade.

• Se considerar oportuno, aproveite as diferentes grafias dos nomes dos estabelecimentos das imagens para explorar com os estudantes as variações de tipos de letras na alfabetização. As palavras ESCOLA e ROUPAS estão escritas em letra bastão maiúscula. Já a palavra Farmácia é apresentada em letra de imprensa maiúscula e minúscula.
• O estudo das páginas 110 e 111 desenvolve parte da habilidade EF01GE05, uma vez que os
estudantes identificam correlações entre as mudanças nos ambientes onde vivem conforme os ritmos naturais (dia e noite). Também desenvolve a habilidade EF01GE07 ao abordar as atividades de trabalho relacionadas ao dia a dia das pessoas.
• Além disso, favorece o desenvolvimento da habilidade EF01CI06 ao explorar exemplos de como a sucessão de dias e noites orienta o ritmo de atividades humanas cotidianas.
8. PINTE DE AMARELO O QUADRO DA IMAGEM QUE APRESENTA A RUA DO BAIRRO DURANTE O PERÍODO DO DIA.
Resposta: Os estudantes deverão pintar o quadro da imagem A de amarelo
9. PINTE DE AZUL O QUADRO DA IMAGEM QUE APRESENTA A RUA DO BAIRRO DURANTE O PERÍODO DA NOITE.
Resposta: Os estudantes deverão pintar o quadro da imagem B de azul
10. ESCREVA A LETRA D PARA AS CARACTERÍSTICAS DO BAIRRO DE MÁRCIA DURANTE O DIA E A LETRA N, PARA AS CARACTERÍSTICAS DESSE LUGAR DURANTE A NOITE
ENTREGADOR TRABALHANDO.
A. D. B. E.
LUZ DO POSTE ACESA.
C.
F.
LOJA DE ROUPAS FECHADA.
Resposta: A – D; B – N; C – N; D – D; E – N; F – D.
LOJA DE ROUPAS ABERTA.
ESCOLA FECHADA
PESSOA PASSEANDO COM CACHORRO.
11. O QUE VOCÊ PODE CONCLUIR A RESPEITO DAS CARACTERÍSTICAS DOS AMBIENTES EM DIFERENTES PERÍODOS DO DIA?
Resposta nas orientações ao professor
COMO VOCÊ PÔDE PERCEBER, AO OBSERVAR AS IMAGENS DO BAIRRO EM QUE MÁRCIA MORA, AS CARACTERÍSTICAS DOS AMBIENTES PODEM MUDAR EM DIFERENTES PERÍODOS DO DIA.
12. COM A AJUDA DE UM ADULTO DA FAMÍLIA, ESCREVA UMA CARACTERÍSTICA QUE PODE SER IDENTIFICADA NO BAIRRO ONDE VOCÊS MORAM DURANTE O PERÍODO DO DIA E UMA CARACTERÍSTICA IDENTIFICADA NO PERÍODO DA NOITE.
• PERÍODO DO DIA:
Resposta pessoal. A resposta depende das atividades que ocorrem no bairro em que os estudantes moram.
• PERÍODO DA NOITE:
Leve para a sala de aula alguns recortes de imagens de diferentes lugares retratando o período do dia e da noite, além de apresentarem atividades relacionadas aos dois períodos. Encontre essas imagens em revistas ou jornais e entregue-as à turma. Também disponibilize cartolina, cola e papel pardo ou papel kraft. Organize os estudantes em duplas e corte as imagens ao meio, a fim de distribuí-las de modo que as duplas fiquem com partes diferentes delas. Em seguida, as duplas devem
completar sua imagem com a parte que está com outra equipe. Quando todos estiverem com as imagens completas, oriente-os a colá-las nas cartolinas, as quais serão dispostas, posteriormente, em um mural. Faça as intervenções necessárias para ajudá-los e incentive a socialização e a interação entre os estudantes. Por fim, organize uma conversa para compartilharem como foi a experiência de reconhecer a outra metade das imagens.
• Nas atividades 8 e 9, peça aos estudantes que observem atenciosamente as ilustrações da página 110, levando-os a identificar as diferenças entre elas, assim como os elementos que as caracterizam.
• Na atividade 10, o objetivo é que os estudantes analisem criticamente as imagens, comparando-as e refletindo, ainda que intuitivamente, sobre as mudanças que ocorrem nos ambientes por influência dos períodos do dia.
• Auxilie os estudantes na leitura da questão 11 e incentive-os a conversar sobre as características dos ambientes em diferentes períodos do dia. Deixe-os citar atividades que, geralmente, são desenvolvidas no período do dia ou da noite nas proximidades dos seus lugares de vivência, em seus bairros, e solicite que relatem experiências vivenciadas com seus familiares durante o dia e a noite. Aproveite para desenvolver o tema contemporâneo transversal Vida familiar e social da BNCC.
• Com base nos relatos, peça-lhes que citem características que observaram em seus bairros no período do dia e no período da noite. Construa na lousa duas colunas distintas e registre as características que eles citaram como forma de auxiliá-los na escrita, garantindo também que os estudantes com dificuldades sejam incluídos na atividade 12.
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Resposta 11. Resposta pessoal. O objetivo desta questão é que os estudantes reflitam criticamente sobre as imagens que analisaram. Espera-se que eles reconheçam que as características dos ambientes podem variar a depender do período do dia, como as atividades que as pessoas desempenham, as atividades do comércio em cada período, as diferenças nas paisagens durante o dia e durante a noite, os hábitos dos seres humanos e de outros animais, entre outros aspectos.
• Investigar a influência dos períodos do dia nas atividades cotidianas.
• Reconhecer que algumas atividades diárias podem ser desempenhadas preferencialmente em um período do dia.
• Reconhecer que algumas atividades diárias podem ser exercidas em diferentes períodos do mesmo dia.
• Reconhecer, por meio de exemplos do cotidiano, que os períodos diários orientam o ritmo de certas atividades humanas.
• Proponha aos estudantes que leiam a atividade inicial e discutam sobre as diferentes respostas, levando-os a refletir e a comparar as diversas atividades desempenhadas no período de um dia. Reserve um tempo da aula para todos terem a oportunidade de verbalizar seu raciocínio e compartilharem suas respostas com a turma. Anote na lousa suas principais conclusões.
A) Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é levar os estudantes a refletirem sobre o tema compartilhando com os colegas suas experiências quanto à influência dos períodos do dia em suas tarefas diárias. Ao mesmo tempo, eles levantam hipóteses sobre a influência dos períodos do dia nas atividades cotidianas.
• Na etapa A, oriente os estudantes no preenchimento do quadro MINHAS ATIVIDADES DIÁRIAS. Como eles ainda não estudaram os dias da semana, oriente-os a identificar os dias como “dia 1”, “dia 2”, e assim sucessivamente, até que se completem os cinco dias, propostos na atividade.
• Em seguida, eles devem registrar as atividades do 1º dia em sala de aula. Auxilie-os a escrever as atividades
COMO ESTUDAMOS ANTERIORMENTE, OS PERÍODOS DO DIA PODEM INTERFERIR NAS CARACTERÍSTICAS DOS AMBIENTES. PARA CONTINUARMOS NOSSO ESTUDO, FAÇA A ATIVIDADE A SEGUIR.
VAMOS INVESTIGAR
A ) DIARIAMENTE, FAZEMOS DIVERSAS ATIVIDADES. EM
SUA OPINIÃO, OS PERÍODOS DO DIA INTERFEREM NAS ATIVIDADES QUE REALIZAMOS? EXPLIQUE AOS COLEGAS.
Resposta nas orientações ao professor
MATERIAIS NECESSÁRIOS
• LÁPIS GRAFITE
• CADERNO
• COLA ESCOLAR
A.
• TESOURA COM PONTAS ARREDONDADAS
• REVISTAS E JORNAIS
REGISTRE NO QUADRO A SEGUIR CINCO ATIVIDADES QUE VOCÊ FAZ AO LONGO DE UM DIA. EM SEGUIDA, MARQUE UM X NA COLUNA CORRESPONDENTE AO PERÍODO DO DIA EM QUE CADA ATIVIDADE É FEITA.
MINHAS ATIVIDADES DIÁRIAS ATIVIDADES DIANOITE
e a identificar o período do dia em que cada uma delas é desenvolvida.
• A seção incentiva os estudantes a identificarem e nomearem as diferentes escalas de tempo (manhã, tarde e noite) e a refletirem sobre a influência dos períodos do dia em suas atividades cotidianas e nas mudanças do ambiente onde vivem conforme os ritmos naturais, contribuindo, assim, para desenvolver as habilidades EF01CI05, EF01CI06 e EF01GE05.
• Além disso, ao expor os estudantes a um pro-
blema e incentivar sua investigação com base em observação, reflexão e análise crítica, apresentando os resultados tanto na forma escrita quanto por meio de desenhos (linguagem visual), esta atividade desenvolve as Competências gerais 2 e 4. A Competência específica de Ciências da Natureza 3 também é desenvolvida nesta seção, pois leva os estudantes a analisarem, compreenderem e explicarem características relativas ao mundo social, nesse caso a rotina de atividades cotidianas, com base em conhecimentos das Ciências da Natureza (ocorrência dos dias e das noites).
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B.
REPRODUZA NO CADERNO O QUADRO “MINHAS ATIVIDADES DIÁRIAS” E REPITA O ITEM A PARA OS PRÓXIMOS QUATRO DIAS.
B ) CONSIDERE AS INFORMAÇÕES DOS CINCO QUADROS
PRODUZIDOS NA ETAPA B. COLE, NOS ESPAÇOS A SEGUIR, UMA IMAGEM QUE REPRESENTA UMA ATIVIDADE QUE
VOCÊ SÓ FAZ NO PERÍODO DO DIA E OUTRA IMAGEM DE UMA ATIVIDADE QUE SÓ É FEITA NO PERÍODO DA NOITE.
Resposta nas orientações ao professor
PERÍODO DO DIA
PERÍODO DA NOITE
AGORA, RESPONDA ORALMENTE ÀS QUESTÕES A SEGUIR.
Respostas nas orientações ao professor.
1. COMPARE SUAS ANOTAÇÕES COM AS DE UM COLEGA. O QUE VOCÊS PODEM CONCLUIR?
2. ALGUMA DAS ATIVIDADES ACONTECE TANTO NO PERÍODO DO DIA QUANTO NO PERÍODO DA NOITE? CONTE AOS COLEGAS.
3. QUAIS ATIVIDADES LISTADAS SÃO REALIZADAS EM SUA MORADIA?
4. APÓS A REALIZAÇÃO DA ATIVIDADE, EM SUA OPINIÃO, OS PERÍODOS DO DIA INTERFEREM NAS ATIVIDADES QUE FAZEMOS AO LONGO DE UM DIA?
tomadas e priorizar a luz natural durante o dia, deixando janelas e cortinas abertas. Esta abordagem contribui para desenvolver a Competência específica de Ciências da Natureza 5 e a Competência geral 7 da BNCC.
Respostas
B) Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é que os estudantes associem determinada atividade a uma imagem que a represente e reflitam, ainda que intuitivamente, sobre os respectivos períodos do dia.
1. Resposta pessoal. O objetivo desta questão é que os estudantes compartilhem sua rotina com os colegas e reflitam, ainda que intuitivamente, sobre a influência dos períodos do dia nas atividades cotidianas e reconheçam que essas atividades podem variar a depender da rotina de cada um.
2. Resposta pessoal. O objetivo desta questão é que os estudantes percebam que algumas atividades são desempenhadas em ambos os períodos do dia. Eles podem citar, por exemplo, certos hábitos de higiene.
• Ao longo dos dias de registro das diversas atividades, confira as anotações diariamente, a fim de orientar os estudantes no caso de nomes novos e de outras possíveis dúvidas e dificuldades.
• Se considerar pertinente, avalie o perfil da turma a fim de solicitar que façam em casa tanto a atividade proposta quanto os registros com o auxílio de um familiar ou de um adulto responsável. Para isso, verifique se é necessário reservar um tempo no fim da aula para conferir os registros das indicações do dia.
• Comente que algumas atividades de nossa rotina são importantes para cuidar da saúde (escovar os dentes, lavar as mãos, almoçar, entre outras), as quais devem ser praticadas diariamente e em diferentes períodos do dia. Essa abordagem contempla a Competência específica de Ciências da Natureza 7 e a Competência geral 8 da BNCC, pois leva-os a cuidar do próprio corpo e bem-estar.
• Caso julgue pertinente, ao abordar as atividades referentes ao período da noite, em ambientes iluminados artificialmente por lâmpadas elétricas, explique sobre as atitudes para economizar energia elétrica, a fim de incentivar o consumo consciente. Aborde práticas simples como apagar a luz dos cômodos vazios, solicitar aos familiares que retirem os aparelhos das
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3. Resposta pessoal. O objetivo desta questão é levar os estudantes a reconhecerem que as atividades cotidianas podem ser exercidas em diferentes ambientes, como nas moradias.
4. Resposta pessoal. O objetivo desta questão é que os estudantes reflitam sobre a influência dos períodos do dia nas atividades diárias com base nas observações feitas durante a investigação, alterando ou não a resposta dada antes de realizarem a atividade.
• Inicie o trabalho com a atividade 1 solicitando aos estudantes que analisem e descrevam as imagens, tanto as atividades das personagens (Joana e sua mãe) quanto o período do dia em que elas ocorrem. Em seguida, faça a leitura dos textos relacionados a cada imagem. Nesta atividade 1, pode-se avaliar a capacidade de leitura dos estudantes. Se identificar alguma dificuldade inesperada nessa fase, proponha mais momentos de leitura em voz alta em sala de aula.
• Promova uma discussão com os estudantes sobre as diferentes atividades diárias deles, levando-os a perceber as diferenças e as similaridades entre as rotinas de cada um, o que os conduzirá à atividade 2.
• Se jugar adequado, no decorrer do estudo desta página, explore as habilidades EF01GE05 e EF01GE07 da BNCC ao abordar atividades relacionadas ao trabalho com base em diferentes períodos do dia.
• As atividades 1 e 2 contribuem para desenvolver as habilidades EF01CI05 e EF01CI06, pois levam os estudantes a identificarem e nomearem as diferentes escalas de tempo e a refletirem sobre a influência dos períodos do dia em atividades cotidianas.
Objetivo
• A atividade 2 possibilita avaliar se os estudantes são capazes de identificar e nomear as diferentes escalas de tempo, relacionando-as a uma de suas atividades cotidianas (ir à escola).
Sugestão de intervenção
AO FAZER A ATIVIDADE ANTERIOR, VOCÊ DEVE TER PERCEBIDO QUE ALGUMAS ATIVIDADES DO COTIDIANO SÃO FEITAS
PREFERENCIALMENTE NO PERÍODO DO DIA, ENQUANTO OUTRAS ATIVIDADES SÃO REALIZADAS PREFERENCIALMENTE NO PERÍODO DA NOITE. HÁTAMBÉM AQUELAS QUE ACONTECEM EM AMBOS OS PERÍODOS DO DIA.
1. LEIA EM VOZ ALTA COM O PROFESSOR AS ATIVIDADES DE UM DIA NA ROTINA DE JOANA E SUA MÃE.
JOANA VAI À ESCOLA NO PERÍODO DA MANHÃ E SUA MÃE TRABALHA DE MANHÃ E À TARDE.

JOANA E SUA MÃE SAINDO DE CASA PELA MANHÃ.
IMAGENS COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.
NO PERÍODO DA TARDE, A MÃE DE JOANA A LEVA PARA TREINAR FUTEBOL E APROVEITA PARA ASSISTIR AO TREINO DA FILHA.

JOANA E SEUS AMIGOS NO TREINO DE FUTEBOL.

MÃE DE JOANA LENDO UM LIVRO PARA ELA ANTES DE DORMIR
1. Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é incentivar a leitura dos estudantes.
NO PERÍODO DA NOITE, JOANA FICA EM CASA COM SUA MÃE, TOMA BANHO E DORME.
2. JOANA VAI À ESCOLA NO PERÍODO DA MANHÃ. PINTE O QUADRO DO PERÍODO DO DIA EM QUE VOCÊ VAI À ESCOLA.
PERÍODO DA MANHÃ. PERÍODO DA TARDE.
Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é que os estudantes reconheçam no seu dia a dia o conteúdo abordado em sala de aula.
Se algum estudante não conseguir identificar os períodos do dia em que vai à escola, pergunte algumas características do período em que está na escola, retomando informações da página 108 sobre o início e o fim dos períodos da manhã e da tarde. Anote as informações citadas na lousa e auxilie-o a identificar o respectivo período do dia.
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COMO ESTUDAMOS ANTERIORMENTE, OS PERÍODOS DO DIA PODEM INTERFERIR NAS ATIVIDADES QUE NÓS, SERES HUMANOS, REALIZAMOS. MAS, SERÁ QUE OS DIFERENTES PERÍODOS DO DIA INTERFEREM EM OUTROS SERES VIVOS? É SOBRE ESSE ASSUNTO QUE VAMOS ESTUDAR A SEGUIR.
CAROL É BIÓLOGA E VISITOU UM LOCAL ONDE PÔDE ANALISAR DIVERSAS PLANTAS E ANIMAIS. ACOMPANHE A SEGUIR.
IMAGEM COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.

MACACO-BARRIGUDO JAPUAÇU
GAVIÃO-REAL
DAMA-DA-NOITE
COMO AS FLORES DE ONZE-HORAS ESTÃO BONITAS!
COBRA-CORAL
ONZE-HORAS
CAROL VISITANDO O AMBIENTE DURANTE O PERÍODO DO DIA.
TOMOTANI, Barbara M.; ODA, Gisele A. Diurnos ou noturnos? Discutindo padrões temporais de atividade. Revista de Biologia, v. 9, n. 3, p. 1-6,2012. Disponível em: https://www.revistas. usp.br/revbiologia/article/view/114817/112559. Acesso em: 25 ago. 2025.
A matéria aborda os hábitos dos animais e discute mecanismos fisiológicos que definem tais hábitos.
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• Este tema contribui para desenvolver a habilidade EF01CI06, pois leva os estudantes a reconhecerem como a sucessão de dias e noites orienta o ritmo das atividades diárias de outros seres vivos, além dos seres humanos. A abordagem também desenvolve a Competência específica de Ciências da Natureza 3, pois incentiva os estudantes a compreenderem fenômenos naturais com base em conhecimentos científicos.
• Leia o primeiro parágrafo desta página e incentive os estudantes a responderem à questão proposta no texto, visando levantar os conhecimentos prévios deles a respeito da influência dos períodos diários em outros seres vivos, além dos seres humanos. Garanta que todos tenham a oportunidade de verbalizar seu raciocínio e acolha suas respostas.
• Depois, leia o texto desta e da próxima página com eles, reforçando que os períodos do dia são importantes para os seres humanos, mas também para outros seres vivos, como as plantas e os animais.
• A cena apresentada nesta página se trata de uma situação hipotética, com objetivos pedagógicos. Por isso, comente com eles que dificilmente todos esses animais seriam encontrados no mesmo local ao mesmo tempo.
• Pergunte a eles se conhecem animais ou plantas com hábitos diurnos, além dos citados no texto.
• Se considerar pertinente, leve para a sala de aula algumas imagens dos seres vivos representados na cena.
• Assim como na página anterior, a imagem apresentada nesta página se trata de uma situação hipotética, com objetivos pedagógicos. Por isso, comente com os estudantes que dificilmente todos esses animais seriam encontrados no mesmo local ao mesmo tempo.
• Se considerar pertinente, leve para a sala de aula algumas imagens dos seres vivos representados na cena.
• Antes de trabalhar a atividade 1, peça aos estudantes que releiam em voz alta o texto que cita os animais e as plantas nas páginas 115 e 116. Com a ajuda da turma, organize os nomes na lousa, em colunas separadas por períodos (diurno e noturno). Oriente-os a comparar as colunas e a identificar o animal que exerce suas atividades no período do dia e o que as exerce à noite.
• Em seguida, oriente-os a realizar a atividade escrevendo o nome do animal em letra bastão maiúscula, a fim de se apropriarem desse tipo de escrita. Para isso, simule uma pauta caligráfica na lousa e, com a participação da turma, escreva o nome do animal em questão.
• Chame a atenção dos estudantes para a direção da escrita de cada letra. Verifique também a pega correta no lápis (preensão trípode).
IMAGEM COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.

PREGUIÇA-DE-BENTINHO
AGORA SÃO AS FLORES DA DAMA-DA-NOITE QUE ESTÃO ABERTAS.
COBRA-CORAL
1. ESCREVA O NOME DO ANIMAL OBSERVADO POR CAROL TANTO NO PERÍODO DO DIA QUANTO NO PERÍODO DA NOITE.
Resposta: COBRA-CORAL.
2. CONTORNE DE AMARELO O NOME DA PLANTA QUE ESTAVA COM AS FLORES ABERTAS NO PERÍODO DO DIA. EM SEGUIDA, CONTORNE DE AZUL O NOME DA PLANTA QUE ESTAVA COM AS FLORES ABERTAS NO PERÍODO DA NOITE.
DAMA-DA-NOITE ONZE-HORAS
Resposta: Espera-se que os estudantes contornem de amarelo o nome ONZE-HORAS e de azul o nome DAMA-DA-NOITE
O GAVIÃO-REAL, O JUPUAÇU E O MACACO-BARRIGUDO SÃO ANIMAIS DIURNOS, POIS REALIZAM ATIVIDADES COMO CAÇAR E PROCURAR ALIMENTO E ÁGUA, PRINCIPALMENTE, NO PERÍODO DO DIA.
A ANTA, A JAGUATIRICA, O JUPARÁ E A CUTIA SÃO ANIMAIS NOTURNOS, POIS FAZEM SUAS ATIVIDADES PREFERENCIALMENTE NO PERÍODO DA NOITE.
EXISTEM TAMBÉM ANIMAIS, COMO A COBRA-CORAL, QUE TÊM ATIVIDADES NOS PERÍODOS DO DIA E DA NOITE.
JÁ AS PLANTAS APRESENTADAS ABREM SUAS FLORES NO PERÍODO DO DIA EM QUE OS ANIMAIS QUE AJUDAM EM SUA REPRODUÇÃO SÃO MAIS ATIVOS.
3. LEIA COM O PROFESSOR O TRECHO DO TEXTO A SEGUIR. IMAGEM COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.

SSSSSSS: UM BARULHO DA MATA
COMEÇOU A ESCURECER. O SOM DOS GRILOS, DAS CIGARRAS E DOS SAPOS ERA ENSURDECEDOR.
UMA CORUJA PIOU. RODRIGO, SILENCIOSO, PRESTAVA ATENÇÃO EM TODOS OS BARULHOS. [...]
IACOCCA, LILIANA. SSSSSSS: UM BARULHO DA MATA. ILUSTRAÇÕES DE MICHELE. 5. ED. SÃO PAULO: ÁTICA, 2000. P. 11.
AMBIENTE COM CIGARRA, SAPO, CORUJA E GRILO.
A ) CONTORNE, NO TEXTO, OS NOMES DOS ANIMAIS QUE RODRIGO OUVIU NA MATA.
Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes contornem as palavras GRILOS, CIGARRAS, SAPOS e CORUJA
B ) OS ANIMAIS QUE VOCÊ CONTORNOU NO ITEM ANTERIOR SÃO, PRINCIPALMENTE, DE HÁBITO NOTURNO OU DE HÁBITO DIURNO?
Resposta: HÁBITO NOTURNO.
Se considerarem pertinente, vocês podem apresentar os sons emitidos por outrosanimais, de preferência classificando-os em diurnos ou noturnos.
Objetivo
• A atividade 3 permite avaliar se os estudantes diferenciam seres vivos de hábitos diurnos de seres vivos de hábitos noturnos.
No item B, caso os estudantes tenham dificuldade de identificar o hábito dos animais citados no texto, leia novamente o trecho apresentado para que identifiquem o período do dia, citado no texto, em que os animais emitem os sons na mata. Pergunte a eles qual é o nome dado aos animais que exercem suas atividades, principalmente, no período da noite, levando-os a associar com os animais de hábito noturno. Você também pode apre-
• Se considerar oportuno, comente com os estudantes que a abertura das flores da planta conhecida popularmente como onze-horas (Portulaca spp.) no período diurno favorece sua reprodução, pois esse é o período de atividade de seus polinizadores, como certas abelhas e borboletas. Já a planta conhecida popularmente como dama-da-noite ( Cestrum nocturnum ) abre suas flores no período de atividade de seus polinizadores, como morcegos e mariposas. Ao citar os polinizadores, você pode explicar aos estudantes que são animais que visitam as flores e carregam pólen para outras flores. Também é possível apresentar imagens das flores de Cestrum nocturnum e Portulaca grandiflora sendo visitadas por seus respectivos polinizadores.
O trabalho com o texto da atividade 3 possibilita articular o conteúdo com o componente curricular de Língua Portuguesa. Para isso, explore o significado da onomatopeia apresentada no título do texto e os sons emitidos por diferentes animais. Por meio de uma brincadeira que simule que os estudantes estão no meio da mata, vocês podem apresentar os sons emitidos pelos animais noturnos citados no texto para que identifiquem o animal correspondente a cada um.
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sentar imagens dos animais citados no texto em ambientes naturais no período da noite para que a turma analise as imagens e, por meio da interpretação delas, identifique os hábitos deles.
• Ao iniciar o trabalho com esta página, ressalte aos estudantes que a contagem das horas ao longo de um dia nos ajuda a organizar as atividades diárias.
• Pergunte a eles se em casa os pais ou responsáveis estabelecem horários para determinadas atividades diárias, como para estudar e fazer a tarefa da escola, para brincar, para se alimentar e dormir. Por fim, pergunte se eles seguem esses horários.
• Pergunte se eles têm relógio em casa e se sabem ler as horas. Se sim, pergunte em qual tipo de relógio identificam as horas. Aproveite este conteúdo para levar à sala de aula alguns tipos de relógio (ou imagens correspondentes), tanto analógicos como digitais, a fim de explorá-los com os estudantes, incentivando a curiosidade. Também é possível apresentar relógios de diferentes épocas com o intuito de abordar as mudanças nos objetos ao longo do tempo.
• Para explicar como identificar as horas, leve para a sala de aula um relógio de parede. Demonstre aos estudantes o movimento dos ponteiros e represente a volta completa de ambos os ponteiros, enfatizando o que cada uma delas representa (60 segundos ou 12 horas).
• Caso julgue adequado, mantenha um relógio de parede em um local da sala de aula onde todos possam observar e acompanhe com os estudantes o horário de entrada e o de saída da aula, incluindo os horários dos intervalos, por exemplo.
A SEQUÊNCIA DE UM PERÍODO DO DIA E DE UM PERÍODO DA NOITE CORRESPONDE A UM DIA E DURA CERCA DE 24 HORAS.
ASSIM, A SUCESSÃO DE PERÍODOS DO DIA E DA NOITE REPRESENTA A SEQUÊNCIA DE DIAS, UM APÓS O OUTRO, E NOS
POSSIBILITA PERCEBER A PASSAGEM DO TEMPO.
PARA AJUDAR NA CONTAGEM DO TEMPO, PODEMOS NOS BASEAR NAS HORAS. ELAS PODEM SER REGISTRADAS EM RELÓGIOS, QUE SÃO OBJETOS QUE NOS AJUDAM A CONTAR AS HORAS.
AFINAL, COMO PODEMOS USAR OS RELÓGIOS PARA IDENTIFICAR AS HORAS? ACOMPANHE A SEGUIR.
IMAGEM COM ELEMENTOS SEM
PROPORÇÃO
ENTRE SI. CORES FANTASIA.
PONTEIRO DAS HORAS
PONTEIRO DOS MINUTOS
REPRESENTAÇÃO DE UM RELÓGIO ANALÓGICO
MARCANDO 9 HORAS.
O PONTEIRO MENOR DO RELÓGIO É O QUE MARCA AS HORAS E O PONTEIRO MAIOR É O QUE MARCA OS MINUTOS.
CADA VOLTA COMPLETA DO PONTEIRO MAIOR MARCA 60 MINUTOS OU UMA HORA. CADA VOLTA COMPLETA DO PONTEIRO MENOR MARCA 12 HORAS.
A SEQUÊNCIA DE SETE DIAS CORRESPONDE A UMA SEMANA. OS DIAS DE UMA SEMANA SÃO: SEGUNDA-FEIRA, TERÇA-FEIRA, QUARTA-FEIRA, QUINTA-FEIRA, SEXTA-FEIRA, SÁBADO E DOMINGO. Professor, professora: Comente com os estudantes que, em um dia, o ponteiro menor dá duas voltas completas. Isso ocorre porque a duração de um dia é de 24 horas.
BARCELOS, Gabriel. Calendários, relógios e alguns inventores do tempo: uma história das formas de contar a passagem do tempo. Espaço do conhecimento UFMG , 4 jul. 2023. Disponível em: https://www.ufmg.br/ espacodoconhecimento/calendarios-relogios -e-alguns-dos-inventores-do-tempo/. Acesso em: 25 ago. 2025.
O texto trata sobre a história de como o ser humano faz a contagem do tempo, bem como sua necessidade de descobrir formas de regis-
trar e contar a passagem do tempo. Nesse link, também está disponível um podcast sobre esse tema.
BNCC
• O tema leva os estudantes a identificarem e reconhecerem a sucessão de dias, semanas, meses e anos, bem como a reconhecerem a relação entre diferentes escalas de tempo e o ritmo de certas atividades humanas, desenvolvendo, assim, as habilidades EF01CI05 e EF01CI06
AO LONGO DA SEMANA, REALIZAMOS DIVERSAS ATIVIDADES EM DIFERENTES HORÁRIOS.
1. ESCOLHA UMA ATIVIDADE DO SEU DIA A DIA E FAÇA O QUE SE PEDE.
A ) ESCREVA O NOME DA ATIVIDADE NA LINHA A SEGUIR.
B ) DESENHE NO RELÓGIO OS PONTEIROS QUE INDICAM O HORÁRIO EM QUE VOCÊ, GERALMENTE, FAZ ESSA ATIVIDADE.
1. A) Resposta pessoal. Se considerar pertinente, solicite aos estudantes que retornem aos quadros que produziram na seção Vamos investigar no início deste tema, identifiquem uma das atividades listadas durante a investigação e reproduzam o nome na presente atividade.
IMAGEM COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.
1. B) Resposta pessoal. Auxilie os estudantes, caso necessário. Se considerar pertinente, enfatize que o relógio analógico não diferencia horas do período diurno e noturno, como ocorre no sistema de 24 horas.
REPRESENTAÇÃO DE UM RELÓGIO ANALÓGICO.
C ) MARQUE UM X NO DIA DA SEMANA QUE VOCÊ FAZ ESSA ATIVIDADE. DOMINGO.
QUINTA-FEIRA.
SEGUNDA-FEIRA.
TERÇA-FEIRA.
QUARTA-FEIRA.
SEXTA-FEIRA.
SÁBADO.
Resposta pessoal. A resposta pode variar de acordo com a atividade selecionada pelo estudante e com a rotina dele.
2. EM QUAIS DIAS DA SEMANA VOCÊ NÃO VAI À ESCOLA?
Resposta pessoal. Embora algumas atividades extracurriculares possam ser realizadas aos fins de semana, espera-se que os estudantes respondam sábado e domingo.
Espera-se que eles respondam duas voltas (12 horas para cada volta completa).
• Ao compreenderem o funcionamento do relógio, trabalhe com os estudantes os dias da semana. Peça a eles que digam os dias de aula e os dias de descanso, como preparo para a questão 2
ATIVIDADE EXTRA
Se julgar conveniente, proponha a elaboração de um planner semanal da turma. Para isso, elabore um quadro em uma cartolina composto de sete colunas (dias da semana) e duas linhas
(período da manhã e período da tarde). Em seguida, com a ajuda da turma, identifique atividades feitas na escola ao longo da semana, além do período e do horário correspondentes. Se as atividades variarem ao longo das semanas, elaborem cartões com as atividades e fixe-os temporariamente com fita adesiva, a fim de mudá-las conforme a rotina da turma. Se for pertinente, incentive-os a analisar a hora marcada de cada atividade para acompanhar no relógio da sala o momento de executar cada uma, promovendo, assim, a autonomia e a responsabilidade deles. 12 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11
• Na atividade 1, se considerar pertinente, oriente os estudantes a conversarem previamente com seus pais ou responsáveis a fim de identificar alguma atividade cotidiana com o horário e o dia da semana em que, geralmente, ela é desempenhada.
• No item A, caso os estudantes tenham dificuldade de escrever o nome da atividade em questão, auxilie-os escrevendo o nome na lousa para que copiem no livro.
• Para o item B, se não houver um relógio de parede na sala de aula, ilustre um relógio analógico na lousa. Retome a identificação dos ponteiros das horas e dos minutos com exemplos familiares aos estudantes, como horário da aula, do almoço e de dormir. Represente esses horários com a ajuda dos estudantes, conferindo se eles reconhecem as horas e os minutos no relógio analógico.
• Promova uma conversa sobre a importância de usar relógio para a contagem do tempo. O intuito é fazê-los perceber que os relógios ajudam a organizar as tarefas do dia a dia, como marcar o início e o fim de cada aula. Pergunte se eles já passaram por alguma situação em que precisavam saber as horas, mas não tinham relógio. Nesse caso, pergunte como procederam.
• A respeito de um relógio analógico, pergunte aos estudantes quantas voltas o ponteiro das horas dá durante um dia completo.
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• Ao iniciar o trabalho com esta página, converse com os estudantes sobre a importância dos calendários e das agendas. Verifique se eles percebem que as agendas são feitas com base nos calendários, facilitando as anotações dos compromissos. Como exemplo, apresente as datas das atividades escolares, incluindo provas, férias, início e fim do ano letivo, datas comemorativas, entre outras. Incentive-os a anotar em agendas as tarefas escolares, os trabalhos e os dias de avaliação.
• Oriente os estudantes a lerem atentamente todas as informações do calendário, apresentando os dias da semana, os meses que compõem o ano e quantos são. Se possível, leve um calendário para a sala de aula para auxiliar na explicação da estrutura dessa ferramenta de contagem do tempo.
• Peça aos estudantes que comparem os meses do ano e digam o que perceberam de diferente. O objetivo é que percebam a variação na quantidade de dias dos meses, podendo ser 28, 29, 30 ou 31 dias.
• Escreva os meses do ano na lousa e, seguindo com a atividade 3, escreva o nome e o dia de cada aniversariante do mês.
Objetivo
• Na atividade 3, é possível avaliar se os estudantes identificam determinado dia e mês no calendário.
Sugestão de intervenção
Caso algum estudante tenha dificuldade em identificar a data do aniversário no calendário, inicie perguntando o respectivo mês e oriente-o a localizá-lo no calendário. Em seguida, pergunte o dia e peça a ele que o localize também. Além disso, ele deve identificar o respectivo dia da semana no ano vigente e conferir qual será o dia da semana no próximo ano. Verifique se
ALÉM DOS DIAS DA SEMANA, NOSSAS ATIVIDADES PODEM SER ORGANIZADAS AO LONGO DE MESES. AO TODO SÃO DOZE MESES DISTRIBUÍDOS NO DECORRER DE UM ANO.
A QUANTIDADE DE DIAS EM UM MÊS VARIA, PODENDO SER DE 28, 29, 30 OU 31 DIAS.
OS DIAS DA SEMANA, OS MESES E OS ANOS PODEM SER ORGANIZADOS EM CALENDÁRIOS. OBSERVE A SEGUIR O CALENDÁRIO DO ANO DE 2027.
INDICA O ANO

INDICA O MÊS
INDICA FERIADO NACIONAL
INDICA OS DIAS DA SEMANA
INDICA CADA DIA DO MÊS
IDENTIFICA O FERIADO NACIONAL DO MÊS
REPRESENTAÇÃO DO CALENDÁRIO DE 2027.
3. CONTORNE NO CALENDÁRIO O DIA E O MÊS DO SEU ANIVERSÁRIO.
Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é incentivar os estudantes a identificarem um dia e um mês específicos no calendário.
ele percebe que o dia da semana varia de um ano para outro.
Faça a leitura citando exemplos de datas fixas (como Dia da Consciência Negra, Dia da Árvore, Dia das Crianças) e de datas variáveis (como Dia das Mães, Dia dos Pais). Cite também exemplos de feriados municipais.
Comente que, geralmente, os feriados são destacados com uma coloração diferente nos calendários. Leve um calendário do ano e peça aos estudantes que localizem os principais feriados.
Anote na lousa os feriados citados pelos estudantes e peça a eles que destaquem as datas comemorativas preferidas.
Solicite aos estudantes que pesquisem com os pais ou responsáveis mais informações sobre a origem de suas datas comemorativas preferidas. Peça-lhes que tragam essas informações para a sala de aula e as apresentem aos colegas.
Depois, peça a eles que produzam os próprios calendários e indiquem neles suas atividades mais importantes e os aniversários de colegas e familiares. Incentive-os a utilizar esse calendário durante o ano letivo.
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A MORADIA É O LUGAR ONDE, GERALMENTE, VIVEMOS COM NOSSA FAMÍLIA. VOCÊ JÁ OBSERVOU COMO EXISTEM DIFERENTES TIPOS DE MORADIAS? OBSERVE AS FOTOGRAFIAS A SEGUIR.

CASA TÉRREA, EM PORTO ALEGRE, RIO GRANDE DO SUL, EM 2023.

PRÉDIO DE APARTAMENTO EM UBERLÂNDIA, MINAS GERAIS, EM 2025.

SOBRADO NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, EM 2024.
1. Resposta pessoal. Oriente os estudantes a contornarem a imagem que apresenta a moradia mais semelhante possível a em que eles vivem.
1. CONTORNE A IMAGEM QUE APRESENTA O TIPO DE MORADIA QUE MAIS SE ASSEMELHA AO LOCAL ONDE VOCÊ VIVE.
2. CASO NÃO SEJA NENHUM DESSES TIPOS, DESENHE NO ESPAÇO EM BRANCO DESTA PÁGINA O TIPO DE MORADIA ONDE VOCÊ VIVE.
Resposta pessoal. Nesse espaço, os estudantes que não
identificaram suas moradias nos exemplos mais comuns mostrados nas fotografias podem representar a moradia onde vivem.
nem pelos próprios familiares, portanto, fique atento às reações ao abordar o tema moradia.
Se julgar adequado, proponha aos estudantes que, junto de seus familiares ou responsáveis, observem as casas perto das suas. Para isso, oriente-os a atentar para as diferenças de estrutura, de materiais, tamanho, entre outros aspectos, os quais caracterizam as diversas moradias que compõem o bairro ou a região em que moram. Em seguida, eles devem desenhar
essas moradias, um conjunto de casas, uma rua etc., destacando o que acharam interessante. Finalize com uma conversa em sala de aula para valorizar a diversidade das moradias e discutir como ela reflete diferentes histórias e modos de vida.
MURRAY, Roseana. Casas. 9. ed. Belo Horizonte: Formato, 2019. Esse livro é um compilado de poesias que falam de diferentes tipos de moradia, inclusive a falta delas. Portanto, é um mate-
• Aproveite a abordagem deste tema para conversar com os estudantes sobre os diferentes tipos de moradia e a relação entre as pessoas e esses espaços. Explique que as casas não são todas iguais, pois podem variar bastante: são construídas com diferentes materiais; algumas têm muitos ambientes, outras contam apenas com um cômodo; em algumas, o banheiro fica do lado de fora, em outras, dentro. Explique também que as formas de organização variam de acordo com o tempo, o lugar e as necessidades de cada família. Comente que cada ambiente da casa reflete muito a história de cada um, seja no modo de organizar, seja nas atividades exercidas nele.
• Na atividade 1, explique aos estudantes que suas moradias não são necessariamente idênticas às das fotografias, uma vez que o objetivo é identificar de que tipo elas são. Se considerar pertinente, providencie fotografias de moradias características do município onde vivem a fim de familiarizá-los com a atividade.
• Na atividade 2, se os estudantes não identificarem sua moradia entre as imagens expostas, oriente-os a representar outro tipo de casa que conheçam e que seja semelhante à sua.
• Ao abordar o tema moradias cuide para que todos se sintam à vontade para responder sem se sentirem constrangidos. Muitas crianças não se sentem protegidas na própria casa
03/10/2025 11:29:22
rial que apresenta textos pequenos e contextualizados ao tema desta unidade, podendo ser trabalhado de modo a incentivar a turma a conhecer ou produzir poemas.
BNCC
• O conteúdo desenvolve a habilidade EF01HI04 ao contemplar a diversidade de moradias, permitindo aos estudantes identificarem as relações entre as diferentes formas de viver e sua relevância para a compreensão da História.
As atividades 3, 4 e 5 possibilitam um trabalho integrado com o componente curricular de Matemática. A atividade 3 explora noções de construção de gráficos simples com base na quantidade de moradias de onde os estudantes vivem, contempla a associação do número à quantidade que ele representa, sendo representações visuais que facilitam a leitura e interpretação de dados.
• Na atividade 4, faça a contagem das respostas na lousa com os estudantes, auxiliando-os com os números.
• Auxilie-os na atividade 5 anotando na lousa e no espaço destinado o tipo de moradia onde vive a maior parte dos estudantes.
• O trabalho com gráfico de colunas se justifica por ser de fácil compreensão, como esclarece o texto a seguir.
Os gráficos mais simples de elaborar são os de barras (retângulos horizontais) e os de colunas (retângulos verticais). [...] Esses gráficos são indicados para comparar grandezas e, ao mesmo tempo que evidenciam extremos, permitem avaliar as diferenças, pequenas ou grandes, entre os valores.
[...]
MARTINELLI, Marcello. Mapas, gráficos e redes: elabore você mesmo. São Paulo: Oficina de Textos, 2014. p. 73.
BNCC
• Incentivar os estudantes a reconhecerem e compararem diferentes tipos de moradia desenvolve a habilidade EF01GE06. Além disso, contempla-se a Competência específica de Geografia 5 ao promover processos de investigação e representação de informações em diferentes linguagens.
3. COM A AJUDA DO PROFESSOR, VOCÊ E SEUS COLEGAS DIRÃO EM QUAL TIPO DE MORADIA VIVEM, CONFORME IDENTIFICARAM NA ATIVIDADE ANTERIOR. O PROFESSOR VAI ANOTAR NA LOUSA.
A ) PINTE UM QUADRINHO PARA CADA RESPOSTA DA TURMA.
Respostas pessoais. Auxilie os estudantes a pintarem um quadrinho para cada resposta.
IMAGENS COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.

4. CONTE QUANTOS ESTUDANTES MORAM EM CADA UM DOS TIPOS DE MORADIAS. DEPOIS, COMPLETE OS ESPAÇOS COM AS INFORMAÇÕES CORRETAS.
Resposta pessoal. Auxilie os estudantes na contagem dos quadrinhos.
• CASA TÉRREA:
• APARTAMENTO:
• SOBRADO:
• OUTRO:
5. COM A AJUDA DO PROFESSOR, ESCREVA O NOME DO TIPO DE MORADIA ONDE VIVE A MAIOR PARTE DOS COLEGAS DA TURMA.
Resposta pessoal. Auxilie os estudantes a contarem e compararem os resultados de cada tipo de moradia.
AS MORADIAS TAMBÉM SÃO DIFERENTES POR CAUSA DOS MATERIAIS COM QUE SÃO CONSTRUÍDAS. VAMOS CONHECER ALGUNS EXEMPLOS.

AS PALAFITAS SÃO CASAS CONSTRUÍDAS SOBRE ESTACAS DE MADEIRA, EM LUGARES MUITO PRÓXIMOS AOS RIOS.
CASA PALAFITA EM MELGAÇO, PARÁ, EM 2023.
INFOGRÁFICO CLICÁVEL: VIVENDO NA MINHA CASA
EM ALGUMAS MORADIAS, OS PRINCIPAIS MATERIAIS SÃO TIJOLOS, CIMENTO E AREIA. ELAS SÃO CHAMADAS CASAS DE ALVENARIA

CASA DE ALVENARIA EM OEIRAS, PIAUÍ, EM 2022.

AS CASAS DE PAU A PIQUE SÃO CONSTRUÍDAS COM MADEIRA E BARRO.
CASA DE PAU A PIQUE EM PEDRO DO ROSÁRIO, MARANHÃO, EM 2024.
NO LUGAR ONDE VOCÊ VIVE, EXISTEM MORADIAS COMO AS APRESENTADAS NAS IMAGENS ANTERIORES? CONVERSE COM OS COLEGAS SOBRE ISSO.
Resposta nas orientações ao professor
Resposta
6. Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é levar os estudantes a refletirem sobre os tipos de moradias mais comuns no lugar onde vivem, destacando os materiais com que são construídas.
07/10/2025 17:25:43
• Explique aos estudantes que as moradias são construídas com diferentes materiais e, por isso, podem apresentar tamanhos, cores e formatos variados. Explore as imagens da página com eles para que identifiquem os tipos de materiais usados nas construções das moradias apresentadas.
• Se julgar adequado, comente que, embora a moradia seja um direito garantido pela Constituição Brasileira, muitos não possuem casa ou vivem em habitações precárias, geralmente construídas com materiais frágeis e inadequados e em local de risco à saúde e à segurança.
• Na atividade 6, interfira se houver preconceito entre os estudantes em relação às moradias apresentadas, ressaltando o acolhimento e o respeito às diferenças.
• A atividade 6 permite avaliar se os estudantes compreenderam as diferenças entre as moradias, conforme os materiais usados na construção.
Sugestão de intervenção
Para explorar o assunto, promova a produção de cartazes. Para isso, leve para a sala de aula alguns jornais e revistas para recortarem imagens de moradias construídas com diferentes materiais. Em seguida, auxilie-os a montar os cartazes. Eles devem inserir informações sobre os respectivos materiais e locais, se as casas são térreas, sobrados ou prédio de apartamentos etc. Depois, organize a apresentação desse trabalho e exponha os cartazes na sala de aula.
• Amplie o caráter lúdico da atividade 7 desenvolvendo-a de forma coletiva. Reúna os estudantes em dois grupos e determine um tempo para escreverem os materiais usados em construções de moradias. Para isso, eles devem utilizar as letras de um alfabeto móvel.
Objetivo
• A atividade 7 permite avaliar se os estudantes identificam os diferentes materiais usados na construção de alguns tipos de moradia, inclusive da própria casa. Sugestão de intervenção
Providencie fotografias de variados tipos de moradia, construídos com diferentes materiais. Em papéis avulsos, escreva o nome dos materiais. Em seguida, distribua as imagens e os papéis; cada estudante deve receber uma fotografia ou uma palavra. Reserve um tempo para formarem os pares, de modo que conversem entre si para identificar a moradia e o material correspondente. Faça a correção coletiva e forneça as explicações necessárias. Uma maneira de incluir estudantes cegos ou com baixa visão é usar texturas diferenciadas, que se aproximem da realidade tátil, para indicar os materiais de construção.
• O envolvimento de familiares ou responsáveis é essencial e confere significado ao que é desenvolvido no ambiente escolar. Com o objetivo de facilitar a identificação dos materiais utilizados na construção da moradia dos estudantes, a atividade 8 deve ser realizada como tarefa. Ao investigar os materiais da construção da moradia, desenvolve-se o pensamento investigativo, descrito na Competência geral 2 da BNCC.
7. ESCREVA A PRIMEIRA LETRA DE CADA IMAGEM E DESCUBRA DIFERENTES MATERIAIS USADOS NA CONSTRUÇÃO DE MORADIAS.
Resposta: MADEIRA.
A. B. A ) IDENTIFIQUE, ESCREVENDO A OU B, EM QUAL DAS
Resposta: TIJOLO.
MORADIAS A SEGUIR CADA UM DESSES MATERIAIS FOI UTILIZADO EM MAIOR QUANTIDADE.
Resposta: B

MORADIAS EM SANTA MARIA DA VITÓRIA, BAHIA, EM 2023.
Resposta: A

MORADIA EM PRUDENTÓPOLIS, PARANÁ, EM 2025.
8. LEIA AS PALAVRAS A SEGUIR E MARQUE UM X NOS QUADROS DOS MATERIAIS QUE NÃO FORAM UTILIZADOS NA CONSTRUÇÃO DA SUA MORADIA. MADEIRA. TELHA. PAPELÃO. BARRO. TIJOLO. CIMENTO. AREIA. CORDA.
8. Resposta pessoal. Auxilie os estudantes a identificarem materiais que não reconhecerem.
TODAS AS PESSOAS TÊM O DIREITO A UMA MORADIA
ADEQUADA. NO ENTANTO, NO BRASIL E NO MUNDO, MUITAS PESSOAS VIVEM EM SITUAÇÃO DE RUA.
ALGUMAS PESSOAS DORMEM EM LUGARES COMO PRAÇAS, EMBAIXO DE MARQUISES OU DE PONTES. ESSA É UMA
SITUAÇÃO QUE PRECISA SER MUDADA. PARA ISSO, TODA A SOCIEDADE PODE SE MOBILIZAR.
ALÉM DISSO, EM DIFERENTES LUGARES DO MUNDO, INCLUSIVE EM NOSSO PAÍS, PODEMOS OBSERVAR CONTRASTES NA CONSTRUÇÃO DAS MORADIAS.
ENQUANTO ALGUMAS PESSOAS VIVEM EM CASAS GRANDES E LUXUOSAS, OUTRAS UTILIZAM RESTOS DE MATERIAIS, COMO MADEIRA, METAL OU ATÉ PAPELÃO PARA CONSTRUIR A CASA ONDE MORAM. CONFIRA AS IMAGENS A SEGUIR.


1. VOCÊ JÁ PENSOU NAS DIFICULDADES QUE ALGUMAS PESSOAS ENFRENTAM QUANDO NÃO TÊM UMA MORADIA ADEQUADA? CONVERSE COM OS COLEGAS SOBRE ISSO.
Resposta nas orientações ao professor
MARQUISES: COBERTURAS CONSTRUÍDAS NA FACHADA DE DIVERSOS TIPOS DE ESTABELECIMENTOS COMERCIAIS E INDUSTRIAIS, E EDIFÍCIOS RESIDENCIAIS, ABERTAS LATERALMENTE COM O OBJETIVO DE PROTEGER DA CHUVA, DO SOL, ENTRE OUTROS.
-os sobre quais dificuldades eles acreditam que pessoas em situação de rua podem enfrentar. Se considerar pertinente, apresente programas e espaços no município ou na região que auxiliem as pessoas em situação de rua a terem uma vida mais digna, como programas de emissão de documentos, abrigos públicos etc.
03/10/2025 11:29:26
• A atividade 1 desenvolve o tema contemporâneo transversal Educação em direitos humanos, as Competências gerais 9 e 10 e a Competência específica de Geografia 3, pois os estudantes são orientados a exercitar a empatia, o respeito ao próximo, o senso crítico e o raciocínio geográfico na análise da ocupação humana e da falta de acesso a moradia, levando-os a pensar coletivamente com responsabilidade ao exporem suas opiniões.
• Ao abordar este tema, comente com os estudantes que as moradias construídas de forma improvisada podem estar em locais inadequados, como encostas de morros ou embaixo de viadutos, oferecendo riscos à segurança das pessoas que ali habitam.
• Ao trabalhar a atividade 1, questione-os sobre as dificuldades enfrentadas e o que deveria ser feito para essas pessoas terem o direito a moradia, garantido por lei. Oriente-os a conversar com os colegas sobre esse assunto.
• Ao longo deste volume, são abordados diversos temas que incentivam os estudantes a compreenderem melhor o mundo e a desenvolverem a capacidade de atuar nele de maneira consciente, buscando transformá-lo com base em conhecimentos científicos e em suas relações com a sociedade. A questão da falta de moradia, no Brasil e no mundo, assim como a reflexão sobre as pessoas em situação de rua, está entre os temas que merecem destaque em sala de aula.
1. Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é que os estudantes reflitam sobre as dificuldades enfrentadas pelas pessoas que não têm acesso a moradia adequada, que lhes ofereça bem-estar e segurança. Incentive um debate entre os estudantes questionando-
Se julgar adequado, inicie este tema apresentando aos estudantes um vídeo divertido sobre uma pessoa e as partes da casa onde vive.
• A CASA é sua – Arnaldo Antunes. Três Clipes , 31 jul. 2013. Disponível em: https://www. youtube.com/watch?
v=Y-xVpQ1KRWw&list= RDY-xVpQ1KRWw&s tart_radio=1. Acesso em: 22 set. 2025.
Em seguida, converse com eles a respeito das principais ideias explicando que o vínculo sentimental que estabelecemos com nossa moradia também pode ser refletido na relação com os nossos familiares ou responsáveis.
• Questione-os sobre as moradias de familiares que costumam frequentar e os sentimentos que experimentam nesses lugares. Em seguida, peça-lhes que representem um lugar que gostam de frequentar, escrevendo uma frase sobre seus sentimentos em relação a ele.
• Aproveite o trabalho com este tema para resgatar as experiências e os conhecimentos prévios dos estudantes, a fim de conhecer um pouco mais sua realidade.
• Para complementar a atividade 1, comente com os estudantes que tanto a nossa moradia quanto as de alguns animais nos protegem das ações da natureza. Além disso, a moradia é o local onde convivemos com as pessoas que amamos e com as quais aprendemos algo novo, diariamente. Caso os estudantes apresentem dificuldade nesta atividade, escreva na lousa as palavras adequadas para as respostas dos itens A, B e C e as leia com eles pausadamente e em voz alta.
EM NOSSA MORADIA, VIVEMOS COM PESSOAS DA NOSSA FAMÍLIA, COMO NOSSOS PAIS, IRMÃOS, TIOS, AVÓS OU COM OUTRAS PESSOAS RESPONSÁVEIS POR CUIDAR DE NÓS.
OBSERVE A SEGUIR ALGUMAS SITUAÇÕES QUE MOSTRAM A IMPORTÂNCIA DA MORADIA.
1. USE UMA DAS PALAVRAS SUGERIDAS PARA COMPLETAR CORRETAMENTE CADA FRASE DE ACORDO COM A RESPECTIVA IMAGEM.
Professor, professora: As legendas das imagens não foram inseridas para não comprometerem a realização da atividade.
A ) EM NOSSA MORADIA, PODEMOS E DESCANSAR.
IMAGENS COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.
Resposta: EM NOSSA MORADIA, PODEMOS DORMIR E DESCANSAR.

B ) A MORADIA NOS PROTEGE DO FRIO, DO CALOR E DA
Resposta: A MORADIA NOS PROTEGE DO FRIO, DO CALOR E DA CHUVA

IMAGEM COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.
C ) NOSSA MORADIA TAMBÉM É O LUGAR DE FAZER
NOSSAS
Resposta: NOSSA MORADIA TAMBÉM É O LUGAR DE FAZER NOSSAS REFEIÇÕES
Professor, professora: A legenda da imagem não foi inserida para não comprometer a realização da
atividade.
REFEIÇÕES
DORMIR

2. DESENHE A PARTE DA SUA CASA DE QUE MAIS GOSTA.
Resposta pessoal. Oriente os estudantes a desenharem objetos que caracterizam a parte da casa que escolheram. Cuide para que todos respeitem os desenhos dos colegas.
Organize os estudantes em círculo e entregue a eles uma bola. Nesta atividade, quem pegar a bola deve responder aos itens A, B e C da atividade 2. Se necessário, faça outros questionamentos para investigar a relação deles com o espaço citado. Por exemplo, pergunte quais objetos e elementos esse espaço apresenta, se ele é grande ou pequeno, entre outros questionamentos. Garanta que haja respeito entre eles e incentive a participação de todos.
• O estudo das páginas 126 e 127 contempla aspectos da habilidade EF01GE01 ao conduzir os estudantes a compreenderem a importância da moradia e identificarem as características do seu lugar de vivência.
2. A) Resposta pessoal. Peça aos estudantes que escrevam próximo ao desenho o nome dessa parte da casa. Se necessário, ajude-os escrevendo na lousa para que eles copiem.
2. B) Resposta pessoal. Oriente os estudantes a explicarem aos colegas sua preferência, respeitando os turnos de fala.
AGORA, RESPONDA ORALMENTE ÀS QUESTÕES A SEGUIR.
A ) QUAL PARTE DA CASA VOCÊ DESENHOU?
B ) CONTE AOS COLEGAS POR QUE GOSTA DESSA PARTE DA CASA.
C ) O QUE VOCÊ E SUA FAMÍLIA COSTUMAM FAZER NESSA
PARTE DA CASA?
Resposta pessoal. Incentive os estudantes a falarem o que costumam fazer nesse lugar e a expressarem suas noções de espaço conhecido e percebido.
03/10/2025 11:29:27
• Ao tratar das diferentes partes da moradia, nas páginas 128 a 130, explique aos estudantes que esses ambientes devem ser preservados a fim de desfrutarmos deles com saúde e harmonia, pois fazem parte do nosso dia a dia.
• Na atividade 3, pergunte aos estudantes o nome dos cômodos internos e das partes externas da moradia. Conversem sobre os móveis que caracterizam cada cômodo, como a cama no quarto, o sofá na sala, e assim por diante. Explique a eles que muitas famílias não têm condições econômicas para terem uma moradia com muitos cômodos ou elementos em cada ambiente. Nesta abordagem, evite o constrangimento entre os estudantes, promovendo o respeito às diferenças.
• Se os estudantes apresentarem dificuldade para responderem aos itens da atividade 3, escreva as palavras na lousa para que identifiquem as primeiras letras, formando, assim, as palavras solicitadas.
3. ESCREVA A PRIMEIRA LETRA DE CADA IMAGEM E DESCUBRA O NOME DE ALGUMAS PARTES QUE PODEM EXISTIR EM UMA MORADIA.
Professor, professora: As legendas das imagens não foram inseridas para não comprometerem a realização da atividade.
Resposta: SALA.
Resposta: QUARTO.
Resposta: COZINHA.




Resposta: BANHEIRO.

Professor, professora: As legendas das imagens não foram inseridas para não comprometerem a realização da atividade.
4. Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes leiam em voz alta as palavras SALA, QUARTO, COZINHA, BANHEIRO e JARDIM Auxilie-os, caso apresentem dificuldades na leitura.
• Na atividade 4, peça aos estudantes que leiam os nomes das partes de uma moradia que descobriram na atividade 3. Se apresentarem dificuldade, reforce letra por letra e leia pausadamente para identificarem o som de cada uma, associando-as à forma de escrevê-las.
• Na atividade 5 , amplie a abordagem explicando aos estudantes que a área externa da moradia, geralmente, é chamada de quintal, onde é comum haver jardim, horta ou apenas um espaço que pode ser, em alguns casos, amplo e vazio. Explique também que as moradias podem ter partes organizadas de maneira mais ampla, como salas que servem também de quarto, cozinhas e salas que dividem o mesmo espaço, entre outras divisões. Aproveite o momento para iniciar a atividade 6, valorizando todas as possibilidades de moradia.
Resposta: JARDIM.
4. LEIA EM VOZ ALTA OS NOMES DAS PARTES DE UMA MORADIA QUE VOCÊ DESCOBRIU NA ATIVIDADE ANTERIOR.
5. CONTORNE O NOME DA PARTE DA MORADIA QUE FICA DO LADO DE FORA DELA. SALA
Resposta: Espera-se que os estudantes contornem a palavra JARDIM podem ter cômodos diferentes ou utilizados de diferentes maneiras. Comente que o importante é respeitar o tipo de moradia de cada um, suas condições e seus costumes.
6. CONTE PARA OS COLEGAS QUAIS PARTES DE UMA MORADIA EXISTEM EM SUA CASA.
Resposta pessoal. Explique que algumas moradias
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Auxilie os estudantes na produção de uma maquete de algum cômodo de sua moradia. Para isso, eles precisarão de uma caixa de sapatos e alguns materiais como tampinhas, retalhos, caixas de remédio etc. Oriente-os a observar algum cômodo de sua casa a fim de usar a caixa de sapato como base para representá-lo. Com o restante do material eles devem representar os mobiliários. Por fim, organize uma exposição dos trabalhos para compartilharem suas criações com os demais colegas da turma.
• A atividade 6 possibilita desenvolver aspectos da habilidade EF01GE06, pois os estudantes comparam as características de algumas formas de moradias com as da casa onde vivem.
• Antes da atividade 7, explique aos estudantes que nem todas as moradias têm jardim ou horta, embora tenham algum espaço para exercer atividades ao ar livre. Pergunte o que eles conseguem ver da janela do seu quarto, por exemplo. Com base nas respostas, explore as diferenças entre as paisagens descritas. Questione-os sobre as percepções desses ambientes com base em outros sentidos, para incluir os estudantes cegos ou com baixa visão.
7. Resposta pessoal. Incentive os estudantes a descreverem como é a parte externa da moradia deles, informando se ela tem uma varanda ou um quintal, o que há nesse espaço e como ele é utilizado pela família. Comente que as pessoas que vivem em apartamentos têm uma área externa, como pátio, quadra e jardins, que é comum a todos os moradores.
• Na atividade 8, os estudantes podem associar algumas atividades (funções do espaço) a mais de uma das partes da casa, desde que seja adequado e faça parte dos costumes da família, como ver televisão no quarto ou dormir na sala. Avalie a ocorrência através do relato das rotinas dos estudantes e realize as intervenções necessárias.
ATIVIDADE EXTRA
Entregue folhas de papel sulfite para os estudantes para que representem o local externo da casa de que mais gostam. Considerando que nem todas as moradias apresentam área externa, explique que podem representar a vista da janela, algum espaço de lazer, uma quadra esportiva, entre outros exemplos.
7. EM SUA MORADIA, HÁ JARDIM OU HORTA? CONTE AOS COLEGAS COMO É A PARTE DE FORA DA SUA CASA.
Resposta nas orientações ao professor
8. EM CADA UMA DAS PARTES DE UMA MORADIA, FAZEMOS DIFERENTES ATIVIDADES. RELACIONE, A SEGUIR, CADA ATIVIDADE QUE PODEMOS FAZER EM UMA MORADIA À IMAGEM QUE APRESENTA O CÔMODO EM QUE, NORMALMENTE, COSTUMAMOS FAZER CADA UMA DELAS. PARA ISSO, FORME DUPLAS DE LETRAS E NÚMEROS.
IMAGENS COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.
DORMIR. A.
PREPARAR OS ALIMENTOS.
TOMAR BANHO. C.
Resposta: A – 2; B – 3; C – 1
B. BANHEIRO. QUARTO. COZINHA.



REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
JÚNIOR, Otávio. Da minha janela. Rio de Janeiro: Pequena Zahar, 2001. Nessa obra, o narrador conta o que pode observar na paisagem vista da janela de sua casa, como pessoas, sons e objetos. A obra oferece um convite para olharmos ao nosso redor e enxergar as belezas que, muitas vezes, são ignoradas.
Em seguida, oriente-os a contar para os colegas algum acontecimento marcante que vivenciaram nesse lugar, como uma brincadeira ou festa. Incentive a participação de todos nessa conversa e apresente exemplos pessoais para inspirá-los.
IMAGEM COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI.
ALGUNS INDÍGENAS NÃO TÊM O COSTUME DE DORMIR EM UMA CAMA. VOCÊ SABE ONDE ELES DORMEM?
Professor, professora: A legenda da imagem não
foi inserida para não comprometer a realização da atividade.
1. LIGUE OS NÚMEROS SEGUINDO A ORDEM CRESCENTE E DESCUBRA O LUGAR ONDE ALGUNS INDÍGENAS DORMEM OU DESCANSAM.
Resposta: Ligar do ponto 1 ao ponto 20, seguindo a ordem numérica crescente, formando a imagem de uma rede.
2. PINTE O DESENHO COM AS CORES DE QUE VOCÊ GOSTA.
CADA COISA EM SEU LUGAR
IMAGENS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI.
CADA OBJETO TEM SEU LUGAR EM UMA MORADIA.
9. OBSERVE OS OBJETOS A SEGUIR E ESCREVA O NOME DA PARTE DE SUA MORADIA ONDE ELES SÃO ENCONTRADOS.
COZINHA • QUARTO • BANHEIRO • SALA

Resposta pessoal. Possíveis respostas na sequência das imagens.
Resposta: QUARTO.

Resposta: COZINHA.


Resposta: BANHEIRO.
Resposta: SALA OU QUARTO.
Professor, professora: As legendas da imagens não foram inseridas para não comprometerem a realização da atividade.
POVOS Indígenas no Brasil Mirim. Disponível em: https://mirim.org/pt-br. Acesso em: 27 ago. 2025. O site PIB Mirim apresenta muitas informações importantes em linguagem acessível aos estudantes do Ensino Fundamental. Os estudantes podem acessá-lo para pesquisar as moradias indígenas e outras informações sobre o modo de vida e a cultura desses povos no Brasil.
03/10/2025 11:31:40
• O estudo sobre as diferenças culturais entre as partes da casa e os objetos geralmente utilizados nelas, assim como o costume dos indígenas de dormir em redes, possibilita desenvolver os temas contemporâneos transversais Diversidade cultural e Educação para valorização do multiculturalismo nas matrizes históricas e culturais brasileiras.
• Ao abordar o tema do boxe complementar, explique aos estudantes que o hábito de dormir em redes é bem comum nas regiões Norte e Nordeste do país. Trata-se de um costume de origem indígena que faz parte do cotidiano de muitos brasileiros.
• Comente que o modo de vida das crianças pelo mundo é diferente e varia de acordo com as tradições culturais de cada povo. Se possível, apresente algumas imagens ilustrando determinados exemplos. Uma possibilidade é levar os estudantes até o laboratório de informática (caso tenha na escola) para pesquisar algumas imagens que retratem diferentes modos de vida. Comente que, ao realizarem uma pesquisa na internet em casa, eles devem estar acompanhados de um familiar ou responsável. Fale também que não se deve conversar com pessoas desconhecidas pela internet.
• Da mesma forma, explique a eles que o modo de se vestir, de se alimentar e brincar também segue a cultura do respectivo povo. Assim, ressalte que devemos respeitar e valorizar todos os costumes e tradições.
• Nas atividades 1 e 2 do boxe complementar, depois de ligarem os números, descobrindo o elemento em que os indígenas descansam, eles podem escrever o respectivo nome do objeto que se formou ao lado do desenho.
• Caso na atividade 9 as respostas sejam divergentes em razão da organização da moradia, cuide para que respeito prevaleça entre os estudantes.
• O objetivo da atividade 1 é que os estudantes escrevam a palavra “cozinha” por meio da associação com os números apresentados. Caso algum deles tenha dificuldade, forneça a dica de que a resposta pode ser encontrada na imagem e nos detalhes dela. Explique que os números da tabela superior estão organizados em ordem crescente, cada um representando uma letra. Comente que, ao identificar as letras representadas nos números, é possível preencher a tabela inferior.
• Na questão 3, oriente-os a conversar com os familiares ou responsáveis em casa sobre as atividades que geralmente ocorrem em uma cozinha. Em sala de aula, promova um ambiente acolhedor e participativo pedindo aos estudantes que compartilhem o que descobriram.
Ao trabalhar este tema, comente com os estudantes que as pinturas de ambientes domésticos eram muito comuns no Brasil nos séculos XIX e XX. Chamadas de pinturas de interior, retratavam cenas do cotidiano doméstico. No Brasil, um dos artistas que mais se destacou nesse gênero foi Almeida Júnior (1850-1899), com pinturas como Quarto do artista em Paris (1886). Outra artista que retratou o cotidiano e ambientes internos foi Maria Auxiliadora da Silva (1935-1974), com destaque para Refeição (1970). Caso seja possível, leve para a sala de aula as duas pinturas para que os estudantes observem e analisem as imagens. Destaque a variedade de estilos e cores, a importância de ler as informações que acompanham a obra para entender os diferentes contextos em que foram produzidas e o que cada artista escolheu retratar. Esta abordagem
MUITAS OBRAS DE ARTE REPRESENTAM AMBIENTES DOMÉSTICOS. VAMOS CONHECER UMA DELAS? OBSERVE O EXEMPLO A SEGUIR.

1. DECIFRE O CÓDIGO A SEGUIR PARA FORMAR O AMBIENTE DOMÉSTICO REPRESENTADO NA PINTURA.
Resposta: COZINHA.
INTERIOR DE UMA FAZENDA, DE ADOLPH TIDEMAND. ÓLEO SOBRE TELA, 31 CENTÍMETROS × 43 CENTÍMETROS. 1848. CÓDIGO
AGORA, RESPONDA ORALMENTE ÀS QUESTÕES A SEGUIR.
Respostas nas orientações ao professor
2. LEIA EM VOZ ALTA O NOME DO AMBIENTE QUE VOCÊ ESCREVEU.
3. ANALISE A PINTURA E CITE ALGUNS ELEMENTOS CARACTERÍSTICOS DO AMBIENTE QUE ELA REPRESENTA.
4. EM CASA, CONVERSE COM UM ADULTO SOBRE O QUE VOCÊS COSTUMAM FAZER NA COZINHA.
permite uma articulação com o componente curricular de Arte
Respostas
2. Resposta pessoal. O objetivo desta questão é avaliar a capacidade de leitura dos estudantes. Auxilie-os na leitura em voz alta da palavra descoberta e, em seguida, peça-lhes que leiam a legenda da imagem.
3. Resposta pessoal. O objetivo desta questão é incentivar o diálogo com os familiares ou responsáveis sobre a função da cozinha e as atividades que nela ocorrem. Na sala de aula, os estudantes podem compartilhar os relatos,
reconhecendo semelhanças e diferenças entre as rotinas familiares.
4. Resposta pessoal. O objetivo desta questão é levar os estudantes a observarem a pintura e citarem elementos que caracterizem o ambiente representado, como utensílios, móveis ou a disposição do espaço.
BNCC
• O conteúdo desenvolve a Competência geral 3, promovendo reflexões e incentivando os estudantes a reconhecerem, por meio da linguagem artística, diferentes representações de ambientes domésticos e seus usos.
Professor, professora: Incentive os estudantes a responderem à questão proposta no texto inicial do tema, de modo que exponham seus conhecimentos prévios sobre os cuidados com a moradia.
TODA MORADIA É IMPORTANTE. POR ISSO, TEMOS DE CUIDAR
BEM DELA. TER ATITUDES DE RESPEITO ENTRE AS PESSOAS QUE VIVEM EM NOSSA CASA TORNA O AMBIENTE MELHOR.
COMO PODEMOS FAZER ISSO? ACOMPANHE A LEITURA DO PROFESSOR E CONHEÇA ALGUNS EXEMPLOS DE COMO PODEMOS CUIDAR DA NOSSA MORADIA.
1. OBSERVE AS CENAS A SEGUIR E DESCREVA PARA O PROFESSOR E OS COLEGAS O QUE ESTÁ ACONTECENDO EM CADA UMA DELAS.
A.
LIMPEZA E ORGANIZAÇÃO DA NOSSA CASA.
Professor, professora: As legendas das imagens não foram inseridas para não comprometerem a realização da atividade.
1. Resposta pessoal. Incentive os estudantes a descreverem oralmente as atitudes de cooperação relacionadas aos cuidados com a moradia mostrados nas imagens.

MANUTENÇÃO E REPAROS QUANDO NECESSÁRIO. B.

Se julgar adequado, organize os estudantes em grupos para dividirem as tarefas de organização e limpeza da sala de aula. Instrua a turma de modo que em cada semana um grupo de estudantes seja responsável por essa tarefa. Para finalizar, apresente a eles o vídeo a seguir:
• ORGANIZAÇÃO. Animazoo_KIDS, 8 jan. 2020. Disponível em: https://www. youtube.com/watch?v=eBOST3DAH DE&list=RDeBOST3DAHDE&start_ra dio=1. Acesso em: 22 set. 2025. Nele, alguns amigos brincam e organizam seus brinquedos depois da atividade, incentivando o envolvimento de todos para evitar que apenas uma pessoa se encarregue dessa tarefa.
• Nesta página, espera-se que os estudantes identifiquem algumas regras de boa convivência relacionadas ao ambiente doméstico. Caso não se lembrem de nenhuma, sugira a eles que conversem com seus familiares para combinar algumas regras que poderão ser implementadas, a fim de melhorar o convívio familiar.
• A abordagem do tema pode ser ampliada por meio de uma conversa sobre as relações entre os espaços de convívio e as experiências pessoais, familiares ou locais. Incentive os estudantes a refletirem sobre como o cuidado com a casa envolve memórias, práticas e relações construídas ao longo do tempo, valorizando o papel de cada membro da família na organização e preservação desse espaço.
• Complemente a atividade 1 explicando aos estudantes que manter os espaços higienizados e organizados contribui para o cuidado da nossa saúde física e mental, pois desenvolvemos melhor as atividades em ambientes limpos e agradáveis.
• Ressalte que toda criança tem o direito de brincar e se divertir. Além disso, elas podem desempenhar algumas tarefas referentes aos cuidados na organização da casa.
• Oriente os estudantes a observarem as fotografias das páginas 133 e 134. Em seguida, eles devem contar aos colegas se ajudam a limpar e organizar su a moradia. Esclareça que essas tarefas são deveres de todos, no entanto algumas devem ser exercidas somente por adultos.
03/10/2025 11:31:44
BNCC
• O conteúdo desenvolve aspectos da habilidade EF01HI04, pois incentiva os estudantes a reconhecerem a importância das relações familiares e das práticas cotidianas, compreendendo como esses elementos fazem parte da sua história de vida e da construção do seu pertencimento a um grupo social.
Objetivo
• Nas questões 2 e 3, é possível verificar a compreensão dos estudantes a respeito dos cuidados com a moradia.
Sugestão de intervenção
Apresente aos estudantes mais fotografias que retratem crianças organizando o quarto e a própria cama. Organize a turma em: grupo A, responsável pelos afazeres diários; e grupo B, que apenas observará a outra equipe. Assim, o grupo A demonstrará ao grupo B como desempenham as tarefas, explicando a importância de ajudar nos afazeres. Demonstre como devem manter limpas as mesas da sala de aula. Ao fim, inverta as funções dos grupos.
• A abordagem sobre a participação das crianças em alguns afazeres domésticos, nas páginas 133 e 134, desenvolve a habilidade EF01GE04 ao levar os estudantes a conversarem e elaborarem regras de bom convívio em diferentes espaços. Além disso, ao discutirem o tema proposto, eles desenvolverão aspectos da Competência geral 10, pois vão refletir e agir com base em princípios éticos e democráticos.
Professor, professora: As legendas das imagens desta página não foram inseridas para não comprometerem a realização das atividades.
A BOA
CONVIVÊNCIA TAMBÉM
TORNA NOSSA
MORADIA
UM LUGAR
MELHOR PARA
VIVER.

AGORA RESPONDA ORALMENTE ÀS QUESTÕES A SEGUIR.
2. CONTE PARA OS COLEGAS QUAIS ATITUDES RETRATADAS NAS FOTOGRAFIAS A, B e C OCORREM EM SUA MORADIA. FALE TAMBÉM A FREQUÊNCIA EM QUE ELAS OCORREM.
Resposta nas orientações ao professor
3. COMO AS CRIANÇAS PODEM AJUDAR NOS CUIDADOS
COM A CASA? CONVERSE COM OS COLEGAS SOBRE AS POSSIBILIDADES MOSTRADAS A SEGUIR.
Resposta nas orientações ao professor


A ) QUAIS CUIDADOS COM A MORADIA SÃO MOSTRADOS NAS IMAGENS?
B ) VOCÊ FAZ ALGUMA DESSAS TAREFAS EM CASA?
C ) BRINQUE DE MÍMICA COM OS COLEGAS E REPRESENTE ALGUMAS TAREFAS QUE VOCÊ E SEUS COLEGAS PODEM FAZER PARA AJUDAR EM CASA. VAMOS VER QUEM ADIVINHA QUAIS TAREFAS SÃO ESSAS?
2. Resposta pessoal. O objetivo desta questão é que os estudantes compartilhem suas vivências com os colegas sobre atitudes de cuidados com a moradia. Explique a eles que as imagens são exemplos de cuidados e de boa convivência em nossa moradia. Elas podem representar outras ações como guardar os brinquedos após a brincadeira, auxiliar os familiares ou responsáveis quando necessário, dizer palavras gentis no dia a dia etc.
3. A) Imagem A – criança guardando brinquedos. Imagem B – criança cuidando do animal de estimação.
B) Resposta pessoal. Incentive os estudantes a contarem o que fazem em casa. Caso não façam essas tarefas, oriente-os a perguntar aos responsáveis como se faz.
C) Resposta pessoal. O objetivo desta questão é incentivar a criatividade e a expressão dos estudantes por meio de linguagem não verbal. Incentive-os a dramatizar ações como organizar o quarto, os brinquedos e os materiais escolares, cuidar do animal de estimação e fazer pequenas tarefas como separar os recicláveis e secar a louça.
Professor, professora: As legendas das imagens não foram inseridas
para não comprometerem a realização da atividade.


A –


1. Objetivo
• Identificar as diferentes partes de uma moradia. Sugestão de intervenção
Se os estudantes apresentarem dificuldade para identificar as partes de uma moradia, retome com eles as páginas 128 a 130 e faça uma leitura coletiva para se recordarem de que as moradias são compostas de diferentes partes, chamadas também de cômodos ou dependências.
Durante a atividade, oriente os estudantes quanto às alternativas da legenda. Explique que, embora as moradias sejam diferentes, elas podem ter cômodos em comum, como cozinha, banheiro, quarto e sala. Nesse momento, leve-os a compreender que nem todos vivem em uma moradia com essas divisões ou sequer possuem uma moradia. Portanto, promova uma roda de conversa com esta temática. Se necessário, mostre algumas fotografias para facilitar a compreensão, de maneira que desenvolvam o senso de valorização e respeito às particularidades de cada família e à organização de sua moradia.
• Ao explorar o ambiente doméstico e suas características, a atividade favorece o desenvolvimento das habilidades EF01GE01 e EF01GE06
• Identificar as diferentes atividades realizadas durante o dia e durante a noite.
Sugestão de intervenção
Este também é um bom momento para apresentar algumas fotografias aos estudantes, porém, desta vez, mostre imagens de cidades pequenas, médias e grandes em diferentes períodos do dia. Para isso, providencie fotografias que retratem atividades exercidas em diferentes períodos ou mostrem fluxo de pessoas, profissões e veículos também em diferentes períodos no mesmo local. Se possível, exiba as imagens com um projetor. Conduza uma conversa para a turma perceber que, de acordo com o período do dia, os lugares apresentam características distintas.
• Reconhecer mudanças de vestuário decorrentes da variação da temperatura e umidade dos ambientes.
Sugestão de intervenção
BNCC
2. DESENHE ALGUMA SITUAÇÃO QUE ACONTECE NO LUGAR ONDE
VOCÊ VIVE EM CADA UM DOS PERÍODOS DO DIA A SEGUIR.
PERÍODO DO DIA
Resposta pessoal. Para o período do dia, oriente os estudantes a pensarem em acontecimentos diários em casa, na rua, nas proximidades e que eles percebem apenas durante o dia. Já para o período da noite, oriente os estudantes a pensarem em acontecimentos diários em casa, na rua, nas proximidades e que eles percebem apenas durante a noite.
PERÍODO DA NOITE
3. RELACIONE AS ROUPAS E OS ALIMENTOS MAIS ADEQUADOS ÀS CONDIÇÕES DO DIA REPRESENTADOS NAS IMAGENS, CRIANDO PARES DE LETRAS E NÚMEROS.
Resposta: A – 1; B – 2; C – 1; D – 2




IMAGENS COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.

Se os estudantes apresentarem dúvidas, incentive-os a identificar as características referentes ao dia em que a atividade é desenvolvida. Por exemplo, se está calor ou frio, se está chovendo ou não e com qual fotografia o tempo se assemelha. Comente que, para observar o tempo, é necessário identificar a sensação térmica, conferir se há nuvens ou não, bem como vento, sol, chuva, entre outras condições que percebemos por meio dos sentidos. Dessa forma, eles devem relacionar essas condições às roupas que estão usando e aos alimentos que consumiram recentemente, a fim de reconhecerem as interferências da natureza nesses hábitos. Ao concluir essa conversa, desenvolva a atividade, fazendo as intervenções que julgar necessárias. Troque algum dos elementos da ilustração por outros mais próximos de sua realidade, considerando as condições climáticas e o tempo atmosférico em seu município.

EM BELÉM, PARÁ, EM 2025.
Professor, professora: As legendas das imagens A, B, C e D não foram inseridas para não comprometerem a realização da atividade.
• A atividade 2 leva os estudantes a identificarem e nomearem diferentes escalas de tempo, refle-
tirem sobre a influência dos períodos do dia em situações cotidianas e no ritmo das atividades humanas, promovendo o trabalho com as habilidades EF01CI05 e EF01CI06. As atividades 2 e 3 possibilitam o desenvolvimento das habilidades EF01GE05, EF01GE10 e EF01GE11 ao abordarem os ritmos naturais, como o dia e a noite, a chuva, o frio e o calor. Possibilitando os estudantes fazer relações com seu cotidiano.
03/10/2025 11:31:53
Professor, professora: Oriente os estudantes a iniciarem pelo número 1
4. NUMERE AS CENAS DE 1 A 6 NA SEQUÊNCIA EM QUE ELAS FORAM REALIZADAS POR MATEUS AO LONGO DE UM DIA. PARA ISSO, LEIA AS LEGENDAS DE CADA IMAGEM.
Resposta: A – 3; B – 6; C – 4; D – 1; E –2; F – 5.

MATEUS ALMOÇANDO ÀS 11 HORAS DA MANHÃ.

MATEUS TOMANDO CAFÉ ÀS 4 HORAS DA TARDE.

MATEUS TOMANDO CAFÉ ÀS 9 HORAS DA MANHÃ.
IMAGENS COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.

MATEUS DORMINDO ÀS 9 HORAS DA NOITE.

MATEUS ACORDANDO ÀS 8 HORAS DA MANHÃ.

MATEUS JANTANDO ÀS 7 HORAS DA NOITE.
03/10/2025 11:31:54
4. Objetivo
• Identificar os diferentes períodos do dia de maneira cronológica, tanto com base na descrição dos períodos como nos horários citados, relacionando os diferentes períodos do dia a atividades específicas. Sugestão de intervenção
Caso algum estudante apresente dificuldade nesta atividade, oriente-o a observar os horários indicados na descrição das imagens para identificar os períodos do dia com base neles. Esse estudante também pode comparar essas tarefas com as que ele geralmente exerce em seu cotidiano. Aproveite esta atividade para perguntar aos estudantes quais hábitos de higiene eles precisam ter antes e após cada refeição. Espera-se que eles reconheçam a necessidade de lavar as mãos antes das refeições e escovar os dentes após cada uma delas.
BNCC
• A atividade 4 contribui para desenvolver as habilidades EF01CI05 e EF01CI06, pois incentiva os estudantes a identificarem os períodos do dia e a reconhecerem como a sucessão de dias e noites influencia o ritmo dos seres humanos.
5. Objetivo
• Compreender como são organizados os dias, as semanas e os meses.
Sugestão de intervenção
Caso algum estudante tenha dificuldade em completar esta atividade, leve um calendário para que ele o consulte. Peça-lhe que identifique uma semana e conte a quantidade de dias. Peça-lhe também que identifique o dia em que começa e termina cada semana. Por fim, solicite a ele que diga os nomes dos meses do ano e quantos são.
6. Objetivo
• Compreender as diferenças entre os períodos diurno e noturno.
Sugestão de intervenção
Se algum estudante sentir dificuldade em completar esta atividade, leve outras imagens de ambientes naturais retratados nos períodos do dia e da noite, em que seja possível identificar elementos que os caracterizam. Peça-lhe também que identifique e nomeie esses elementos e verifique a necessidade de retomar os conteúdos já trabalhados sobre os períodos do dia.
• A atividade 6 contribui para desenvolver a habilidade EF01CI05 ao levar os estudantes a identificarem os períodos do dia.
5. CONTORNE O TEXTO QUE COMPLETA CORRETAMENTE CADA UMA DAS FRASES A SEGUIR.
A ) UM ANO COMPLETO TEM:
Resposta: UM ANO COMPLETO TEM: 12 MESES
24 HORAS. 7 DIAS. 12 MESES.
B ) UM DIA COMPLETO TEM APROXIMADAMENTE:
Resposta: UM DIA COMPLETO TEM APROXIMADAMENTE: 24 HORAS
24 HORAS. 7 DIAS. 12 MESES.
C ) A SEMANA COMPLETA TEM:
Resposta: A SEMANA COMPLETA TEM: 7 DIAS
24 HORAS. 7 DIAS. 12 MESES.
6. OBSERVE AS IMAGENS A SEGUIR.

VISTA DO MUNICÍPIO DE FLORIANÓPOLIS, SANTA CATARINA, EM 2024.

VISTA DA PRAIA DO MEIRELES, NO MUNICÍPIO DE FORTALEZA, CEARÁ, EM 2019.
A ) IDENTIFIQUE O PERÍODO DO DIA EM QUE FOI REGISTRADA CADA UMA DAS FOTOGRAFIAS. PARA ISSO, ESCREVA A LETRA DA FOTOGRAFIA NO ESPAÇO ADEQUADO.
PERÍODO DO DIA.
PERÍODO DA NOITE.
Resposta: Fotografia A Resposta: Fotografia B
B ) CONTE A UM COLEGA O QUE VOCÊ OBSERVOU PARA IDENTIFICAR O PERÍODO DO DIA DE CADA FOTOGRAFIA NO ITEM ANTERIOR.
Resposta pessoal. Os estudantes podem citar que observaram os astros visíveis no céu e as características dos ambientes, como a iluminação (natural ou artificial).
7. JUNTE AS SÍLABAS DOS NOMES DE ALGUNS OBJETOS QUE, GERALMENTE, EXISTEM EM UMA MORADIA. DEPOIS, ESCREVA O NOME DE CADA OBJETO QUE VOCÊ IDENTIFICOU NA PARTE DA CASA ONDE ELE COSTUMA SER ENCONTRADO. CONFIRA O EXEMPLO.
• Relacionar os objetos e utensílios às partes correspondentes de uma moradia. Sugestão de intervenção
QUARTO
BANHEIRO SALA TELEVISÃO.
Resposta: CAMA.
Resposta: CHUVEIRO.
COZINHA
Resposta: PANELA.
8. PESQUISE EM JORNAIS E REVISTAS UMA IMAGEM DE UM OBJETO QUE ENCONTRAMOS EM ALGUMA DAS PARTES DE UMA MORADIA. DEPOIS, COLE-A NO ESPAÇO A SEGUIR.
ESCREVA O NOME DESSE OBJETO E DA PARTE DA CASA ONDE ELE GERALMENTE FICA.
Resposta pessoal. Se tiverem dificuldade com a escrita do nome do objeto e do cômodo da moradia, registre-o na lousa para que todos possam ver.
Se os estudantes apresentarem dúvidas, explique que, embora cada moradia apresente sua dinâmica, alguns utensílios são de uso comum entre os membros, como a geladeira e as panelas na cozinha, o sofá na sala, o chuveiro no banheiro. Após formarem as palavras com as sílabas, promova uma leitura coletiva, em voz alta, para conferir as respostas. Em seguida, oriente-os a identificar os elementos retratados na atividade que também exitem em sua moradia.
Para tratar deste tema, peça aos estudantes que representem outros objetos e utensílios de algum cômodo de sua casa. Por fim, leve-os a compartilhar suas representações com o intuito de corroborar a afirmação de que as moradias apresentam características próprias.
• Identificar imagens de objetos referentes a cada cômodo de uma moradia. Sugestão de intervenção Providencie com antecedência, ou peça aos estudantes que providenciem, alguns jornais ou revistas a fim de pesquisarem imagens de objetos referentes à moradia. Se apresentarem dificuldade, mostre alguns exemplos. Para complementar o tema estudado, mostre algumas imagens de objetos e eletrodomésticos antigos, como o ferro de passar roupa a brasa e um telefone e uma televisão com modelo antigo. Assim, pergunte se eles conhecem alguns desses itens ou se algum familiar tem um deles.
Auxilie os estudantes caso tenham dificuldade para escrever os nomes dos objetos. Se for necessário, escreva uma lista de nomes na lousa para auxiliá-los.
03/10/2025 11:31:55
Chame a atenção deles para a direção da escrita de cada letra. Verifique também a pega correta no lápis (preensão trípode).
BNCC
• As atividades 7 e 8 favorecem o desenvolvimento da habilidade EF01GE06, ao propor relações entre moradia e os objetos utilizados no cotidiano.
• Identificar as diferentes partes de uma escola.
• Identificar diferenças entre o ambiente escolar e os demais ambientes.
• Reconhecer os componentes dos ambientes.
• Identificar os seres vivos e os componentes não vivos dos ambientes.
• Conhecer as principais características dos seres vivos.
• Refletir sobre a importância de cuidar dos ambientes que frequentam e como fazer isso.
• Observar e representar os elementos existentes no caminho de casa até a escola.
• Conhecer o espaço da sala de aula.
• Reconhecer atividades e materiais escolares utilizados em sala de aula.
• Identificar objetos presentes no cotidiano, reconhecendo algumas de suas características, como os materiais de que são feitos.
• Associar a utilidade dos objetos às principais características dos materiais de que eles são feitos.
• Exercitar noções de lateralidade usando o próprio corpo como referência.
• Conhecer o papel desempenhado por diferentes profissionais da escola.
• Reconhecer algumas regras da escola, refletindo sobre os papéis e responsabilidades relacionados ao ambiente escolar.
• Conhecer a história da escola.
• Perceber mudanças e permanências relacionadas à escola ao longo do tempo.
Antes de os estudantes responderem às questões da página 141, incentive-os a falar o que pensam sobre a escola. Instrua-os a escolher algo que tenha na escola e

que consideram importante, justificando essa escolha. Fomente a participação de todos e destaque que os elementos citados não podem ser repetidos. Vá anotando na lousa os componentes que eles mencionarem e incentive-os a comentar o que tem de diferente na sala de aula onde estudam atualmente em relação à sala na qual estudaram no ano anterior. Pergunte-lhes como ela era, se havia muitos estudantes, seu tamanho, como eram organizadas as carteiras e quais objetos havia nela. Se considerar pertinente, dê uma volta pela sala de aula para que todos observem os detalhes. Por fim, peça-lhes que digam qual é o artigo existente nela de que mais gostam.
• Na questão 2, o intuito é incentivar entre os estudantes atitudes de reconhecimento e respeito que contribuam para uma convivência harmônica na escola, bem como para a valorização de todos os profissionais do ambiente escolar. Explique-lhes que os professores são funcionários da escola e pergunte-lhes quais outros funcionários existem nela, como inspetor, faxineiro, zelador, porteiro, entre outros. Convide-os a compartilhar quais atividades cada profissional desempenha e qual a importância dos trabalhos para o ambiente escolar.
1.
2. 3.
Respostas nas orientações ao professor.
A FOTOGRAFIA MOSTRA QUAL
PARTE DA ESCOLA?
QUAL FUNCIONÁRIO DA ESCOLA
APARECE NA FOTOGRAFIA?
DIGA QUAL É O PAPEL DELE NO
AMBIENTE ESCOLAR.
ENCONTRE E CONTORNE NO DIAGRAMA A SEGUIR O NOME DE CINCO COMPONENTES DO AMBIENTE QUE VOCÊ OBSERVOU
NA FOTOGRAFIA. DEPOIS, LEIA ESSAS PALAVRAS EM VOZ ALTA.
PROFESSORA OCARTEIRAS
LOUSACARRO
PAREDEBOLA
4. 5.
SUA SALA DE AULA SE PARECE COM A MOSTRADA NA FOTOGRAFIA? COM OS COLEGAS, INDIQUEM SEMELHANÇAS E DIFERENÇAS.
CONTE PARA SEUS COLEGAS UMA ATIVIDADE QUE VOCÊ GOSTA DE FAZER NA SALA DE AULA.
ESTUDANTES DO POVO INDÍGENA PATAXÓ NA ESCOLA INDÍGENA COROA VERMELHA, EM SANTA CRUZ CABRÁLIA, BAHIA, EM 2024.

de aula pode variar em uma mesma escola, de acordo com a faixa etária e as atividades desenvolvidas.
Respostas
1. Sala de aula.
2. Professora. O papel do professor é auxiliar a aprendizagem dos estudantes.
3. Estudantes, professora, carteira, lousa e parede. No diagrama, também estão escondidas as palavras carro e bola.
4. Resposta pessoal. Auxilie os estudantes a observarem quais são os objetos presentes na sala de aula e a sua organização, como lousa, carta-
zes, carteiras, entre outros.
03/10/2025 11:34:45
5. Resposta pessoal. Incentive os estudantes a refletirem sobre as atividades que podem ser desenvolvidas dentro da sala de aula, assim como expressarem como percebem a interação e a convivência com os colegas. Convide-os a se expressarem livremente para responder às questões. Auxilie-os no que for necessário.
• Incentive a observação, a análise e a comparação entre os elementos do espaço da sala de aula. Espera-se que os estudantes identifiquem as semelhanças e as diferenças entre a sala de aula retratada na fotografia e a sala em que estudam.
• Questione-os sobre outras formas de organização da sala de aula e, se considerar pertinente, organize as carteiras de jeitos diferentes, levando em consideração os vários tipos de atividades a serem desenvolvidas. Depois, pergunte qual das maneiras utilizadas facilita a realização dos trabalhos escolares, torna a aula mais divertida e incentiva a convivência harmoniosa entre os estudantes e o professor.
• Pergunte aos estudantes se, na opinião deles, as salas de aula de todas as escolas são organizadas de modo semelhante. Aproveite o momento e explique que a organização e as formas de realização das atividades nas salas de aula podem ser diferentes por diversos fatores, inclusive pelos modos e tradições culturais. Em alguns países, por exemplo, os estudantes não utilizam carteiras e ficam sentados ao chão. Em outros casos, essa organização não está relacionada a questões culturais, mas sim com questões econômicas que impedem as escolas de oferecer estruturas mínimas necessárias aos estudantes. Além disso, a organização da sala
• Inicie o estudo da página 142 perguntando aos estudantes se, na opinião deles, as escolas são todas iguais. Verifique as respostas deles e comente que, em algumas escolas, a organização varia de acordo com o tipo de ensino. Questione-os sobre as outras escolas em que já estudaram e quais são as semelhanças e diferenças com a atual.
• Na atividade 1, convide a turma a observar as imagens e conversar sobre os diferentes espaços da escola. Explore com os estudantes o que costumam fazer em cada local, relacionando-os com a organização dos tempos e dos espaços no cotidiano escolar. No item A, destaque que a sala de aula é o espaço onde se aprende em grupo, ouvindo, compartilhando ideias e respeitando o tempo de cada um. No item B, ressalte que a quadra é um espaço de movimento e convivência, importante para as brincadeiras, os jogos e os esportes. Ela também faz parte da história cotidiana dos estudantes na escola. Já no item C (página 143), frise que a biblioteca é um espaço de pesquisa, leitura e imaginação. Ela guarda muitos saberes construídos ao longo do tempo e permite que os estudantes descubram mais sobre o mundo e sobre si mesmos, ampliando suas experiências e repertórios. Aproveite para reforçar atitudes de cuidado e respeito consigo mesmo, com os colegas e todos os funcionários nesses espaços. Isso ajuda os estudantes a perceberem como os ambientes escolares têm funções específicas e contribuem para a vida coletiva.
A ESCOLA É COMPOSTA DE DIFERENTES PARTES. VAMOS CONHECER ALGUMAS DELAS.
1. COMPLETE AS FRASES QUE DESCREVEM CADA PARTE DA ESCOLA. PARA ISSO, ANALISE AS IMAGENS E UTILIZE UMA DAS PALAVRAS APRESENTADAS.
A ) AS CRIANÇAS ESTUDAM NA .
Resposta: AS CRIANÇAS ESTUDAM NA SALA DE AULA
SALA DE AULA
BIBLIOTECA

MUNICÍPIO DE UNIÃO DOS PALMARES, ALAGOAS, EM 2022.
B ) NA , OS ESTUDANTES PRATICAM ESPORTES.
Resposta: NA QUADRA, OS ESTUDANTES PRATICAM ESPORTES.
QUADRA
BANHEIRO

MUNICÍPIO DE PIRAPOZINHO, SÃO PAULO, EM 2025.
BNCC
• Ao estudarem sobre o tema Como é a minha escola, os estudantes desenvolvem a habilidade
EF01GE01, pois identificam semelhanças e diferenças entre os lugares de vivência.
• O conteúdo das páginas 142 e 143 também favorece o desenvolvimento da habilidade
EF01HI04 por meio da comparação entre diferentes espaços da escola, permitindo aos estudantes identificarem a diversidade de ambientes que ocupam enquanto sujeitos históricos.
• Antes de realizar a atividade 2, explique que, assim como as casas, as escolas são diferentes, sendo construídas para atender às necessidades dos estudantes que lá estudam. Complemente questionando-os sobre qual é a parte da escola de que mais gostam e por quê.
• Para a atividade 3, leve os estudantes a um passeio pela escola e oriente-os a reconhecer as diferentes partes que citaram. Em cada lugar visitado, leve-os a investigar quais atividades são realizadas nele.
C
Resposta: OS ESTUDANTES LEEM LIVROS NA BIBLIOTECA.
PÁTIO
BIBLIOTECA

MUNICÍPIO DE SALVADOR, BAHIA, EM 2024.
2. DESENHE NO ESPAÇO A SEGUIR UMA DAS PARTES DA SUA ESCOLA E ESCREVA O NOME DELA.
Resposta pessoal. Combine com os estudantes um momento de apresentação dos desenhos para os colegas. Se necessário, escreva o nome das partes da escola na lousa.
3. COM OS COLEGAS, DIGAM O NOME DE OUTRAS PARTES QUE EXISTEM NA ESCOLA ONDE VOCÊS ESTUDAM E QUAIS ATIVIDADES ACONTECEM NELAS.
Resposta pessoal. Auxilie os estudantes a reconhecerem as partes que compõem a escola.
03/10/2025 11:34:47
ATIVIDADE EXTRA
• Caso tenha possibilidade, organize um trabalho de campo com uma visita guiada com os estudantes a outra escola do município que apresente características semelhantes, como quantidade de estudantes, presença de pátio ou refeitório, biblioteca, entre outros. Solicite previamente autorização da equipe pedagógica, assim como de familiares ou responsáveis, verifique qual será o meio de transporte, combine regras quanto ao uso de uniforme, calçados adequados e alimentação. Durante a visitação, reforce aos estudantes a importância de se evitar comparações depreciativas de ambas as escolas e respeitar a individualidade dos ambientes escolares, como condições prediais e das comunidades escolares que formam ambas as instituições. Finalize a atividade promovendo uma conversa a respeito das diferenças entre as escolas conhecidas, incentivando-os a comentar suas observações. Esta atividade propicia o desenvolvimento de aspectos da habilidade EF01GE01 da BNCC ao promover a descrição e a comparação entre lugares de vivência dos estudantes.
• Na atividade 4, observe se os estudantes conseguem se localizar no labirinto e, se houver dificuldade, auxilie-os dando dicas e fazendo perguntas.
• Se considerar pertinente, providencie folhas de papel avulsas e organize os estudantes em duplas. Oriente-os a produzir um labirinto simples para o colega encontrar o caminho entre duas partes da escola que eles mesmos devem desenhar.
• Para apoiar o trabalho com as representações espaciais da próxima página, sugerimos a leitura do texto a seguir.
[…]
Os mapas das crianças trazem elementos do pensamento infantil, são representações de seu modo de pensar o espaço, as quais persistem mesmo que, na escola, as crianças tenham entrado em contato com conteúdos relativos aos “mapas dos adultos”. Conhecer como as crianças percebem e representam o espaço pode auxiliar muito o trabalho docente. Especialmente na preparação de atividades de ensino que contribuam para a aquisição gradativa de diferentes modos de representação espacial, cada vez mais próximos daqueles dos adultos.
[…]
ALMEIDA, Rosangela Doin de. Do desenho ao mapa: iniciação cartográfica na escola. 5. ed. São Paulo: Contexto, 2001. p. 11. (Caminhos da Geografia).
• A realizar o item A da atividade 4 com os estudantes, chame a atenção deles para a direção da escrita de cada letra. Verifique também a pega correta no lápis (preensão trípode).
OBSERVE O LABIRINTO E TRACE O CAMINHO QUE LEVA PAULO ATÉ A SALA DE AULA, PASSANDO PELAS OUTRAS QUATRO PARTES DA ESCOLA APRESENTADAS
IMAGEM COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.
PAULO LABIRINTO.

A ) ESCREVA O NOME DAS PARTES DA ESCOLA POR ONDE PAULO PASSOU.
Resposta: ENTRADA, PÁTIO, BIBLIOTECA, QUADRA DE ESPORTES, SALA DE AULA.
5. PENSE NO CAMINHO QUE VOCÊ FAZ DA ENTRADA DA ESCOLA ATÉ A SALA DE AULA ONDE ESTUDA.
A ) MARQUE UM X NAS PARTES DA ESCOLA PELAS QUAIS VOCÊ PASSA ATÉ CHEGAR À SALA DE AULA. CASO NA SUA ESCOLA EXISTAM OUTRAS PARTES PELAS QUAIS VOCÊ PASSA NESSE TRAJETO, ESCREVA O NOME DELAS NOS ESPAÇOS EM BRANCO.
JARDIM. QUADRA DE ESPORTES.
BANHEIROS. . SALAS DE AULA. PÁTIO.
DIRETORIA. .
Resposta pessoal. Auxilie os estudantes a escreverem o nome de outras partes que existam na escola.
6. DESENHE NO ESPAÇO A SEGUIR O CAMINHO QUE VOCÊ FAZ DO PORTÃO DA ESCOLA ATÉ A SALA DE AULA ONDE ESTUDA.
Resposta pessoal. Caso seja necessário, faça o trajeto descrito na atividade com os estudantes e, durante o percurso, pergunte o que eles podem observar.
• A atividade 5 ressalta a importância da percepção espacial pelos estudantes. Incentive-os a atentar aos caminhos que percorrem diariamente de um lugar para outro, dentro ou fora da escola.
• A atividade 6 permite avaliar se os estudantes reconhecem o espaço da escola e se são capazes de localizar em um desenho elementos desse espaço com base em um itinerário.
Caso tenham dificuldade em representar o caminho da entrada da escola até a sala onde estudam com base na memória em uma espécie de mapa mental, leve-os para fazer esse trajeto novamente e peça-lhes que observem atentamente o caminho percorrido. Em seguida, oriente-os a mostrar seus desenhos aos colegas e questione-os sobre as características específicas representadas em cada um deles, como a distância percorrida, a existência de jardins, o pátio, a quantidade de edificações etc.
Esta atividade também pode ser realizada com outros percursos no espaço da escola, por exemplo, entre a biblioteca e os banheiros, entre a sala de aula e o refeitório. Pode-se solicitar aos estudantes que registrem diferentes percursos e, depois, troquem entre si as representações. Verifique se, após as trocas, eles conseguem identificar qual percurso o colega desenhou. Caso haja um estudante com baixa visão ou cego, promova a atividade de forma que um colega de referência possa conduzi-lo aos locais da atividade e, na sequência, descrevê-lo detalhando seus elementos. Além disso, permita que o estudante toque e ouça os elementos do ambiente para percebê-los.
145
03/10/2025 11:34:47
• Ao elaborarem um desenho retratando os elementos observados no caminho percorrido entre o portão da escola e a sala onde estudam, na atividade 6 os estudantes desenvolvem parte das habilidades EF01GE08 e EF01GE09 , assim como a Competência específica de Geografia 3
• Esta atividade prática contribui para desenvolver a Competência geral 2 e as Competências específicas de Ciências da Natureza 2 e 8, pois, além de exercitar a curiosidade para investigar os componentes presentes no ambiente, promove o agir coletivamente, assim como o diálogo e o respeito durante o trabalho em grupo.
• Identificar os componentes presentes em diferentes ambientes.
• Classificar os componentes do ambiente em seres vivos e componentes não vivos.
Resposta
A) Resposta pessoal. O objetivo desta questão é levar os estudantes a refletirem sobre os componentes de diferentes ambientes escolares, levantando hipóteses sobre quais são esses componentes e as possíveis semelhanças e diferenças entre eles.
• Antes de iniciar esta atividade prática, organize os estudantes em grupos e determine o ambiente escolar que será avaliado por cada grupo. Para isso, selecione previamente alguns ambientes da escola, de modo que eles apresentem semelhanças e diferenças entre si no que diz respeito aos componentes. Distribua os ambientes selecionados entre os grupos de estudantes formados, para que cada grupo fique responsável por um ambiente. A quantidade de integrantes dos grupos poderá variar, a depender da quantidade de estudantes na turma e da quantidade de ambientes escolares selecionados previamente.
AO NOSSO REDOR, EXISTEM VÁRIOS AMBIENTES. EM CADA UM DELES PODEMOS ENCONTRAR DIVERSOS COMPONENTES. SOBRE ESSE TEMA, FAÇA A ATIVIDADE A SEGUIR.
A ) EM SUA OPINIÃO, OS DIFERENTES AMBIENTES DA ESCOLA APRESENTAM OS MESMOS COMPONENTES?
Resposta nas orientações ao professor
MATERIAIS NECESSÁRIOS
• LUPA • LÁPIS GRAFITE
ATENÇÃO: NÃO TOQUE NOS ANIMAIS NEM NAS PLANTAS.
A. B. C.
COM A AJUDA DO PROFESSOR, ORGANIZEM-SE EM GRUPOS E SE DESLOQUEM AO PÁTIO DA ESCOLA.
OBSERVEM COM ATENÇÃO O QUE ESTÁ PRESENTE NO AMBIENTE ESCOLAR INDICADO PELO PROFESSOR.
UTILIZANDO A LUPA, OBSERVEM DETALHADAMENTE OS LOCAIS QUE O PROFESSOR INDICAR.

IMAGEM REFERENTE À ETAPA C
1. MARQUE UM X NAS OPÇÕES A SEGUIR QUE VOCÊ E SEUS COLEGAS OBSERVARAM NO AMBIENTE ANALISADO
Respostas nas orientações ao professor
• Nesta atividade, o uso da tecnologia digital pode contribuir para o processo de ensino e aprendizagem. Assim, junto com os estudantes e em ambiente escolar, utilize uma câmera digital ou um celular para capturar imagens dos componentes do ambiente identificados por eles, assim como dos procedimentos que foram desenvolvidos.
• Enfatize a importância de não tocar em animais e plantas durante a observação. Diga a eles que algumas espécies podem conter substâncias prejudiciais aos seres humanos. Além disso, os
estudantes não devem ficar expostos por longos períodos de tempo à luz solar. Por isso, dê preferência a locais sombreados ou oriente-os previamente a usar bonés e filtro solar.
• Durante a identificação dos componentes do ambiente, saliente aos estudantes que eles não devem olhar diretamente para o Sol, pois isso pode causar danos à visão.
RESÍDUOS SÓLIDOS.
CARRO.
AR. CACHORRO. LUZ SOLAR. ÁRVORE.
COMPUTADOR. JOANINHA.
SOLO. RIO. FORMIGA.
PESSOAS.
CASO VOCÊ TENHA OBSERVADO ELEMENTOS NO AMBIENTE ANALISADO QUE NÃO FORAM LISTADOS ANTERIORMENTE, ESCREVA OS NOMES DELES NOS ESPAÇOS A SEGUIR
AGORA, RESPONDA ORALMENTE ÀS QUESTÕES A SEGUIR.
Respostas nas orientações ao professor
2. COMPARE OS RESULTADOS DE SUAS OBSERVAÇÕES COM OS DOS DEMAIS GRUPOS, IDENTIFICANDO OS COMPONENTES QUE SÃO COMUNS AOS AMBIENTES E OS QUE SÃO DIFERENTES.
3. APÓS A REALIZAÇÃO DA ATIVIDADE, VOCÊ CONSIDERA QUE OS DIFERENTES AMBIENTES DA ESCOLA APRESENTAM OS MESMOS COMPONENTES?
A PROFESSORA DE MATIAS LANÇOU UM DESAFIO PARA A TURMA. ELES DEVERIAM INVESTIGAR QUAL DOS COMPONENTES DO AMBIENTE É UM SER VIVO: UMA ROCHA OU UM FEIJOEIRO. OBSERVE O QUE MATIAS FEZ.
• Na atividade 1, incentive os estudantes a relatarem outros componentes que eles observaram, além daqueles que estão na lista apresentada nesta atividade.
• Na questão 2, proponha uma roda de conversa para que eles relatem as observações que fizeram e troquem ideias sobre as características dos componentes identificados por eles nos diferentes ambientes. Caso julgue pertinente, incentive-os a classificar os componentes que eles observaram em “seres vivos” e “componentes não vivos”, favorecendo, assim, o levantamento dos conhecimentos prévios para a abordagem das páginas subsequentes a esta seção prática.
1. Resposta pessoal. Auxilie os estudantes a identificarem os componentes do ambiente analisado, caso necessário.
2. Resposta pessoal. A resposta depende dos itens observados.
3. Resposta pessoal. O objetivo desta questão é fazer os estudantes refletirem sobre os componentes dos diferentes ambientes analisados com base nas observações durante a investigação, alterando ou não a autoavaliação feita antes da atividade.
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• Leia com os estudantes os procedimentos realizados por Matias. Na sequência, faça as perguntas a seguir a eles, a fim de que analisem criticamente o experimento. Deixe que os estudantes exponham livremente suas ideias ao responderem cada uma das perguntas, permitindo o engajamento da turma na análise do experimento.
• Por que Matias fixou etiquetas nos copos? Verifique se os estudantes reconhecem que as etiquetas ajudam a identificar o que tem dentro dos copos.
• Por que Matias adicionou água aos copos? Analise se os estudantes percebem que a água é necessária para o desenvolvimento dos seres vivos.
• Por que foi necessário esperar 15 dias para observar os resultados? Espera-se que os estudantes percebam que demora um tempo para que o feijoeiro se desenvolva.
Resposta
1. Espera-se que os estudantes respondam que Matias deve ter percebido que o feijoeiro se desenvolveu, ocorrendo mudanças perceptíveis em seu aspecto, como o surgimento de caule, folhas e raízes. Já a rocha não sofreu alterações aparentes ao longo de todo o experimento.
• A situação mostrada nesta página pode ser desenvolvida na prática em sala de aula, possibilitando o desenvolvimento da Competência geral 2 e da Competência específica de Ciências da Natureza 2. A prática incentiva os estudantes a exercitarem a curiosidade, a elaborarem e testarem hipóteses, assim como a compreenderem conceitos fundamentais por meio da investigação científica, uma abordagem própria da Ciência. Além disso,
IMAGENS COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.
MATIAS COLOCOU UM POUCO DE SOLO NO FUNDO DE DOIS COPOS PLÁSTICOS. NO COPO A, ELE ADICIONOU UMA ROCHA, E NO COPO B, UM GRÃO DE FEIJÃO.

MATIAS ADICIONANDO O GRÃO DE FEIJÃO NO COPO B
EM SEGUIDA, MATIAS ADICIONOU UM POUCO DE ÁGUA EM CADA COPO E OS DEIXOU EM UM AMBIENTE QUE RECEBIA LUZ SOLAR DIRETAMENTE.

MATIAS ADICIONANDO ÁGUA AO COPO B
DURANTE 15 DIAS, MATIAS ADICIONOU UM POUCO DE ÁGUA EM CADA UM DOS COPOS.


1. OBSERVANDO O EXPERIMENTO DE MATIAS, O QUE ELE DEVE TER PERCEBIDO AO FINAL DO EXPERIMENTO?
Resposta nas orientações ao professor
2. QUAL DOS ITENS É UM SER VIVO? MARQUE UM X NA RESPOSTA CORRETA. ROCHA. FEIJOEIRO.
Professor, professora: Ao trabalhar o experimento realizado por Matias, comente com os estudantes que o dia da montagem é considerado o dia 1 do experimento. Resposta: FEIJOEIRO.
a questão 1 incentiva os estudantes a exporem suas reflexões para chegar à resposta, promovendo o desenvolvimento da capacidade investigativa de modo crítico-reflexivo.
Para realizar esta atividade, você vai precisar de dois copos transparentes de 200 mL, um pouco de solo, pequenas rochas, grãos de feijão, uma garrafa com água, caneta hidrográfica e fita adesiva. Etiquete um copo com a palavra rocha e outro copo com a palavra feijão. Em seguida, despeje um pouco de solo no fundo dos copos
e coloque a rocha e os grãos de feijão nos respectivos copos.
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Utilizando a tampa da garrafa, adicione três medidas de água no solo de cada copo, umedecendo-os sem encharcá-los. Repita esse procedimento durante 15 dias.
Coloque ambos os copos em um local iluminado, mas que não receba incidência direta de luz solar. Ao fim do experimento, pergunte o que os estudantes acham que poderá acontecer aos feijoeiros daqui para frente. Incentive-os a refletir sobre as demais etapas do ciclo de vida do feijoeiro, como continuar seu desenvolvimento, dar frutos e, um dia, morrer.
ALGUNS COMPONENTES DO AMBIENTE SÃO SERES VIVOS, COMO AS PLANTAS, OS SERES HUMANOS E OS OUTROS ANIMAIS. NO ENTANTO, NEM TODOS OS COMPONENTES SÃO VIVOS.
3. MARQUE UM X NOS COMPONENTES DO AMBIENTE QUE NÃO SÃO SERES VIVOS.
Resposta: ROCHAS, AR, LUZ SOLAR, SOLO, ÁGUA.
ROCHAS. AR. ANIMAIS. LUZ SOLAR. SOLO. PLANTAS. ÁGUA.
OS SERES VIVOS TÊM ALGUMAS CARACTERÍSTICAS EM COMUM QUE OS DIFERENCIAM DOS COMPONENTES NÃO VIVOS.
OS SERES VIVOS NASCEM, CRESCEM, SE DESENVOLVEM, PODEM SE REPRODUZIR E MORREM. ESSAS ETAPAS COMPÕEM O CICLO DE VIDA.
4. ENUMERE DE 1 A 3, EM ORDEM CRESCENTE, AS DIFERENTES FASES DO CICLO DE VIDA DA GATA ZAZÁ.
IMAGENS COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.

ZAZÁ COM SEUS FILHOTES.
Resposta: A – 3; B – 1; C – 2.
Objetivo


ZAZÁ RECÉM-NASCIDA. ZAZÁ COM DOIS MESES DE VIDA.
• A atividade 3 permite avaliar se os estudantes compreender as diferenças entre os seres vivos e os componentes não vivos de um ambiente.
Sugestão de intervenção
Caso algum estudante deixe de marcar algum dos componentes não vivos, peça a ele que avalie se esse componente se desenvolve com o passar do tempo e se apresenta um ciclo de vida.
Leve os estudantes a perceberem que alguns dos componentes citados, tal qual
a água, o solo e a luz solar, são essenciais para o desenvolvimento das plantas e dos animais. Incentive-os a relacionar cada um dos componentes com o que foi observado no experimento realizado por Matias na página 148. Caso eles tenham alguma dificuldade, retome as observações e as conclusões obtidas na questão 1 e na atividade 2 da página 148.
• Na atividade 4, enfatize que nascer, crescer, desenvolver-se, reproduzir e morrer fazem parte do ciclo de vida dos seres vivos. Comente que na investigação feita por Matias, na página 148, foi possí-
• Se jugar adequado, para iniciar a abordagem do conteúdo desta página, desenvolva com os estudantes a atividade extra a seguir.
Leve para a sala de aula imagens de diferentes ambientes como praças, parques, praias, lavouras e centros urbanos, a fim de que sejam avaliadas pelos estudantes. Mostre uma fotografia de cada vez a eles e peça que identifiquem os componentes de cada um desses ambientes. Anote na lousa os componentes identificados pelos estudantes e solicite-lhes que classifiquem quais deles são seres vivos e quais são componentes não vivos. Deixe que exponham suas ideias livremente, permitindo o engajamento da turma no estudo do tema.
Após a classificação, questione-os sobre quais critérios eles utilizaram para separar os componentes vivos dos não vivos. Incentive-os a refletir sobre as características que os seres vivos têm em comum e que os diferenciam dos componentes não vivos. Verifique se eles citam características relacionadas ao ciclo de vida dos seres vivos, como o nascimento, o desenvolvimento, a reprodução e a morte.
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vel observar nascimento, crescimento e desenvolvimento da planta, um ser vivo. Relembre à turma que, assim como todos os seres vivos, o feijoeiro continua a se desenvolver e a dar frutos, até que um dia morra. O mesmo acontece com a gata Zazá, pois ela nasceu, se desenvolveu, se reproduziu e vai morrer um dia. Caso algum estudante tenha dificuldade em ordenar as situações, oriente-o a observar o tamanho da gata amarela em cada situação, representando seu crescimento.
• Se julgar interessante, mostre aos estudantes o ciclo de vida de outros animais e plantas.
• Na atividade 5, auxilie os estudantes a refletirem sobre os seres vivos que podem estar presentes no ambiente que eles gostam de frequentar, destacando a presença de plantas e de animais. Caso o local escolhido não tenha qualquer ser vivo, incentive-os a pensar sobre outro ambiente que eles frequentam que pode ter esses componentes, como parques, praças ou o quintal de uma residência. É importante considerar que, dependendo do local que escolherem para fazer os seus desenhos, podem encontrar cogumelos e perguntar algo sobre esses seres vivos. Explique a eles que os cogumelos não são plantas nem animais, mas pertencem ao grupo de seres vivos chamados fungos. • Nas atividades 6 e 7 , oriente os estudantes a observarem as principais características de cada ser vivo que ele desenhou, indicando quais são comuns às plantas e quais são comuns aos animais. Caso julgue pertinente, pergunte a eles como podemos diferenciar esses dois grupos, incentivando-os a refletir sobre características que os distinguem. Nesse momento, eles podem dizer que as plantas vivem fixas nos ambientes, enquanto a maioria dos animais se locomove, pois tanto o formato quanto as estruturas do corpo das plantas são diferentes dos dos animais. Aproveite o momento e promova uma reflexão sobre o fato de a maioria das plantas serem capazes de produzir o próprio alimento, enquanto os animais geralmente não têm essa capacidade e se alimentam de outros seres vivos. Se julgar interessante, peça a cada estudante que cite os nomes dos seres vivos que representaram em seu desenho e escreva na lousa esses nomes. Em seguida, faça um quadro na lousa dividido em plantas e
OS ANIMAIS E AS PLANTAS SÃO EXEMPLOS DE SERES VIVOS QUE PODEMOS ENCONTRAR NOS AMBIENTES. OS AMBIENTES SÃO DIFERENTES UNS DOS OUTROS E APRESENTAM COMPONENTES VIVOS E NÃO VIVOS DISTINTOS
5. ESCOLHA UM AMBIENTE QUE VOCÊ GOSTA DE FREQUENTAR E DESENHE NO ESPAÇO A SEGUIR OS SERES VIVOS PRESENTES NELE.
5. Resposta pessoal. A resposta depende do ambiente escolhido pelos estudantes.
6. Resposta pessoal. A resposta depende do desenho feito pelos estudantes na atividade anterior. O objetivo é fazê-los classificar os seres vivos em plantas e animais, reconhecendo, ainda que intuitivamente, as principais características de cada um desses grupos de seres vivos.
7. Resposta: A resposta depende do desenho feito pelos estudantes na atividade anterior. O objetivo é fazê-los classificar os seres vivos em plantas e animais, reconhecendo, ainda que intuitivamente, as principais características de cada um desses grupos de seres vivos.
6. HÁ PLANTAS NO AMBIENTE QUE VOCÊ REPRESENTOU NA ATIVIDADE ANTERIOR? TRACE AS LINHAS SOBRE OS PONTILHADOS NA RESPOSTA CORRETA.
7. HÁ ANIMAIS NO AMBIENTE QUE VOCÊ REPRESENTOU? TRACE AS LINHAS SOBRE OS PONTILHADOS NA RESPOSTA CORRETA.
animais e peça-lhes que classifiquem todos os seres vivos que citaram.
• Chame a atenção dos estudantes para a direção da escrita de cada letra, ao realizar as atividades 6 e 7, e verifique também a pega correta no lápis (preensão trípode).
CUIDANDO DOS AMBIENTES
OS AMBIENTES QUE FREQUENTAMOS, COMO A ESCOLA, PRECISAM DE CUIDADOS.
8. DE QUE MANEIRA VOCÊ COLABORA PARA MANTER A SUA ESCOLA BEM CUIDADA? CONTE UMA DE SUAS ATITUDES A UM COLEGA.
Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é levar os estudantes a refletirem sobre esses cuidados, levantando seus conhecimentos prévios sobre o tema.
ACOMPANHE A SEGUIR ALGUMAS ATITUDES QUE AJUDAM A CUIDAR DOS AMBIENTES.
IMAGEM COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.

PESSOAS REALIZANDO ALGUNS CUIDADOS NO AMBIENTE.
NÃO CORTAR AS ÁRVORES SEM NECESSIDADE E NÃO PROVOCAR QUEIMADAS.
NÃO RABISCAR BANCOS, PAREDES E CALÇADAS.
CUIDAR DAS PLANTAS, E NÃO QUEBRAR NEM RETIRAR PARTE DELAS.
MANTER OS BRINQUEDOS ORGANIZADOS.
MANTER OS AMBIENTES LIMPOS.
JOGAR OS RESÍDUOS SÓLIDOS NAS LIXEIRAS.
9. Resposta pessoal. Aproveite o momento e promova uma conversa, com base nas respostas dos estudantes, tendo como objetivo incentivar as boas atitudes.
9. CONTE AOS COLEGAS QUAIS DOS CUIDADOS APRESENTADOS NA ATIVIDADE ANTERIOR VOCÊ COSTUMA TER COM OS AMBIENTES QUE FREQUENTA.
Professor, professora: Ao abordar o
cuidado F, comente com os estudantes que “lixo” é um termo popularmente usado para se referir a todos os resíduos sólidos gerados pelo ser humano.
Proponha uma análise do ambiente escolar e do bairro próximo à escola. Para isso, solicite a autorização dos pais ou responsáveis e faça uma aula de campo com os estudantes pela escola e pelo bairro ao redor dela. Se possível, fotografe os ambientes visitados, analisando se estão ou não bem cuidados. Discuta com os estudantes sobre os problemas que podem ser identificados nos ambientes e suas causas (depredação, descaso, vandalismo, falta de manutenção, entre outros) e identifique os tipos de dano nesses locais (itens que-
brados, pichações, resíduos sólidos descartados em local inadequado etc.).
Identifique com os estudantes as possíveis soluções para os problemas observados, por exemplo, remoção de resíduos sólidos de locais inadequados, instalações de lixeiras, pintura de bancos e paredes, restauração de jardins etc. Se julgar pertinente, como culminância desta atividade, organize um mutirão envolvendo membros da escola e familiares para restaurar esses locais. Verifique a possibilidade de executar algumas das ações sugeridas pelos estudantes para solucionar os pro-
• Inicie a abordagem deste tópico promovendo uma roda de conversa, a fim de que os estudantes comentem como gostam de encontrar o ambiente escolar quanto à organização e à limpeza, diariamente, ao chegarem à escola. Com base nas respostas, leve-os a perceber que a escola é um local de uso coletivo e que todos têm deveres com relação à sua manutenção.
• Ajude-os a ler em voz alta cada uma das atitudes representadas na imagem. Em seguida, questione-os sobre a importância de cada uma delas. Incentive-os a perceber que a água é essencial para o desenvolvimento e a sobrevivência das plantas; o descarte correto de resíduos sólidos evita tanto seu acúmulo no ambiente quanto atrair animais que podem transmitir doenças; a organização e a conservação dos objetos e a limpeza ajudam a manter os ambientes mais agradáveis.
• Na atividade 9, caso algum estudante não costume ter algum dos cuidados citados nesta página, incentive-o a refletir sobre a importância desses cuidados e peça-lhe que comente algumas das atitudes que ele acha que conseguirá passar a ter.
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blemas. Após as adequações do ambiente, faça registros fotográficos das reformas e mudanças.
BNCC
• O conteúdo desta página possibilita trabalhar a autoanálise e a importância do agir pessoal e coletivamente com responsabilidade para cuidar e conservar os ambientes frequentados por todos, contribuindo, assim, para o desenvolvimento da Competência geral 10 e da Competência específica de Ciências da Natureza 8.
• Se julgar pertinente, para iniciar o trabalho com a atividade 10, leve para a sala de aula reportagens abordando a relação entre alagamentos e o acúmulo de resíduos sólidos em bueiros. Em seguida, questione os estudantes sobre essa relação e verifique se eles comentam que, ao acumularem-se nos bueiros, os resíduos sólidos prejudicam o escoamento da água da chuva, favorecendo situações de alagamento.
• Pergunte aos estudantes se já observaram, nas proximidades da escola ou no bairro onde moram, o acúmulo de resíduos sólidos em bueiros, incentivando-os a refletir sobre as condições de saneamento dos locais que costumam frequentar. Promova uma discussão sobre o assunto e leve-os a perceber que, em muitos casos, essa situação ocorre pelo descarte incorreto dos resíduos sólidos pela própria população. Nesse momento, destaque a importância de não jogar resíduos sólidos no chão e do trabalho dos garis.
Resposta 10. Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes relacionem a atividade desses profissionais à manutenção da limpeza de ruas, calçadas e praças, além de evitar o entupimento dos bueiros e das galerias de água.
É DEVER DE CADA UM DESCARTAR OS RESÍDUOS SÓLIDOS NA LIXEIRA, AJUDANDO A MANTER OS AMBIENTES LIMPOS.
10. CONVERSE COM UM COLEGA
SOBRE A IMPORTÂNCIA DO TRABALHO DOS PROFISSIONAIS MOSTRADOS NA FOTOGRAFIA DESTA PÁGINA.
Resposta nas orientações ao professor
GARIS LIMPANDO UMA RUA, EM MARECHAL DEODORO, ALAGOAS, EM 2022.

COM O PASSAR DO TEMPO, MESMO COM CUIDADOS, ALGUNS AMBIENTES PRECISAM PASSAR POR REFORMAS. NELAS, AS ESTRUTURAS E OS EQUIPAMENTOS DANIFICADOS PODEM SER TROCADOS, CONSERTADOS OU RESTAURADOS.
11. AS IMAGENS A SEGUIR MOSTRAM UM MESMO AMBIENTE EM DUAS SITUAÇÕES. MARQUE UM X NO QUADRO DA IMAGEM QUE APRESENTA O AMBIENTE BEM CUIDADO.
IMAGENS COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.
Professor, professora: As legendas das imagens não foram inseridas para não comprometerem a realização da atividade.
B.
Resposta: Imagem B.


• A atividade 10 desta página favorece o desenvolvimento do tema contemporâneo transversal Trabalho, da Competência geral 7 e da Competência específica de Ciências da Natureza 5, pois incentiva os estudantes a promoverem a consciência socioambiental, a refletirem sobre determinadas profissões e a valorizarem a diversidade de saberes e vivências, respeitando a si próprios e aos outros, bem como promove o exercício da cidadania e o seu projeto de vida.
• Na atividade 11, caso os estudantes tenham dificuldade, oriente-os a comparar as condições de cada objeto nas imagens separadamente.
• Ao promover a reflexão que todos devem respeitar regras de convívio em diferentes ambientes que frequentamos, o tema explora aspectos da habilidade EF01GE03
NO CAMINHO DE CASA ATÉ A ESCOLA, PODEMOS PERCEBER DIFERENTES ELEMENTOS. ALGUNS DELES SÃO SERES VIVOS; OUTROS, COMPONENTES NÃO VIVOS PRESENTES NO PERCURSO.
VAMOS OBSERVAR OS ELEMENTOS QUE EXISTEM NO CAMINHO QUE JAIRO PERCORRE ATÉ A ESCOLA. ELE MORA NO CAMPO, OU SEJA, NO ESPAÇO RURAL.
CASA DE JAIRO

JAIRO
IMAGEM COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.
VISTA DE PARTE DA ÁREA ONDE JAIRO MORA.
1. CONTORNE O NOME DOS ELEMENTOS QUE JAIRO OBSERVA EM SEU CAMINHO.
Resposta: PONTE, ANIMAIS, RIO, PLANTAÇÃO e ÁRVORES.
Edifícios Rio Ponte Plantação Animais Árvores
153
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• Oriente os estudantes a observarem as ilustrações das páginas 153 e 154. Destaque a eles que, no caminho percorrido pelos personagens, há muitos elementos que caracterizam o lugar onde moram. Assim, verifique se os estudantes identificam corretamente esses itens.
• Na atividade 1, pergunte se, no caminho que eles percorrem de casa até a escola, há elementos semelhantes aos que Jairo observou em seu percurso. Promova uma conversa com a turma e permita que todos tenham a oportunidade de verbalizar seu raciocínio, acolhendo as respostas dos estudantes.
• Caso considere necessário, escreva as palavras que aparecem com letra cursiva na lousa, no entanto com letra caixa-alta (bastão), para que os estudantes façam as correspondências necessárias e, assim, avancem na aquisição e no domínio da leitura e da escrita de letra cursiva.
• Na atividade 2, pergunte aos estudantes se, no caminho que eles percorrem de casa até a escola, há elementos semelhantes aos que Lucila observou em seu percurso. Depois, promova uma conversa para todos participarem.
• Caso considere necessário, escreva as palavras que aparecem com letra cursiva na lousa, no entanto com letra caixa-alta bastão, para que os estudantes façam as correspondências necessárias e, assim, avancem na aquisição e no domínio da leitura e da escrita de letra cursiva.
• Organize uma roda de conversa com os estudantes a fim de compartilharem suas observações em relação aos espaços urbanos e aos espaços rurais retratados nas páginas. Promova uma conversa para que eles possam comparar as imagens e identificar elementos das paisagens que diferenciam as áreas, como lavoura e criação de animais (espaço rural), concentração de construções e ruas asfaltadas (espaço urbano).
• Aproveite as atividades para conversar com os estudantes sobre o trajeto que percorrem diariamente de casa até a escola. Proponha que refaçam mentalmente o caminho que percorrem de sua casa até a escola e quais elementos observam nesse percurso. Investigue o conhecimento deles em relação à maneira como percebem e representam o espaço geográfico. Pergunte-lhes se os elementos identificados auxiliam na orientação espacial do caminho percorrido. Explique que fazer mentalmente um trajeto facilita o registro dele no papel, na forma de um mapa do caminho percorrido.
AGORA, VAMOS OBSERVAR OS ELEMENTOS QUE EXISTEM NO CAMINHO QUE LUCILA PERCORRE ATÉ A ESCOLA. ELA MORA NA CIDADE, OU SEJA, NO ESPAÇO URBANO.
CASA DE LUCILA

IMAGEM COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.
2. CONTORNE O NOME DOS ELEMENTOS QUE LUCILA VÊ EM SEU CAMINHO.
Resposta: CASA, HOSPITAL, MERCADO, ÁRVORES e PADARIA.
Casa Hospital Árvores Rio Mercado Padaria
3. DA SUA CASA ATÉ A ESCOLA, HÁ ALGUNS DOS ELEMENTOS QUE JAIRO E LUCILA OBSERVAM NO CAMINHO QUE ELES FAZEM? CONTE AOS COLEGAS.
Resposta pessoal. Os elementos citados pelos estudantes dependem do caminho que eles percorrem de casa até a escola.
• Caso os estudantes tenham dificuldade na realização da atividade 3, promova uma conversa sobre o que eles observam no caminho mencionado e escreva uma lista na lousa. Se achar conveniente, escreva uma lista do que você observa quando vem para o trabalho na escola.
4. O LUGAR ONDE VOCÊ VIVE SE PARECE MAIS COM O LUGAR ONDE VIVE JAIRO OU LUCILA? POR QUÊ?
Resposta nas orientações ao professor
5. PINTE OS ELEMENTOS QUE VOCÊ VÊ NO CAMINHO DE SUA CASA ATÉ A ESCOLA.
Resposta nas orientações ao professor
IMAGENS COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI.

ÁRVORE.

PRAIA


SEMÁFORO. PRÉDIO

RIO


LAVOURA. CASA.

PONTE.

FAIXA DE PEDESTRES
Objetivo
• As atividades 4 e 5 possibilitam avaliar a percepção dos estudantes sobre o lugar onde vivem e seus itinerários.
Sugestão de intervenção
Se apresentarem dificuldade para identificar os elementos no caminho que percorrem, organize-os em duplas. Eles devem fechar os olhos e descrever para o
colega o caminho percorrido e os respectivos elementos. Enquanto isso, o colega deverá pintar os elementos citados que corresponderem aos ilustrados na atividade. Repita o procedimento invertendo as funções da dupla. Este exercício auxiliará o trabalho com a atividade 6 da página 156.
Respostas
4. Resposta pessoal. O objetivo desta questão é que os estudantes identifiquem
• Na questão 4, observe se os estudantes que moram no espaço urbano fazem a devida correspondência com a imagem da área da cidade apresentada na página 154 e o mesmo com os estudantes do espaço rural com a imagem da página 153
Organize um Jogo do Caminho com os estudantes. Oriente-os a observar os elementos no caminho para a escola (casa, poste, rua, calçada, árvore, semáforo, entre outros).
No dia da atividade, peça a eles que citem um dos elementos que observaram no caminho para a escola. Faça uma lista deles na lousa e aproveite para abordar as palavras, levando-os a identificar a letra inicial, a quantidade de letras em cada palavra e as respectivas sílabas. Em seguida, entregue uma folha de papel avulsa para cada estudante dividi-la em quatro partes. Eles devem escolher quatro elementos da lista e anotar um em cada parte da folha. Enquanto isso, escreva todos os elementos em pedaços de papel, dobre-os e coloque-os em uma caixinha. Sorteie as palavras para que os estudantes confiram se a escreveram, a fim de fazer uma marcação nela. Quem escreveu todas as palavras sorteadas é o vencedor. Continue o sorteio até finalizarem as palavras.
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semelhanças entre o lugar onde vivem e os mostrados nos exemplos de Jairo e Lucila. Desse modo, também podem identificar se vivem no espaço rural ou no espaço urbano.
5. Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é que os estudantes observem atentamente esses elementos para que identifiquem os que são semelhantes aos que observam no caminho que fazem de casa até a escola. Explique que eles também podem citar outros elementos.
Objetivo
• A atividade 6 permite avaliar se os estudantes são capazes de representar um itinerário e os respectivos elementos por meio de um desenho.
Sugestão de intervenção
Oriente os estudantes a retomarem os elementos identificados nas atividades da página 155 antes de desenharem. Auxilie-os a criar diferentes símbolos e significados que representem os elementos que percebem no caminho de casa até a escola, conferindo se eles criam imagens coerentes. Por fim, eles devem apresentar seus desenhos aos colegas, explicando as características representadas, como a distância percorrida, a arborização, a quantidade de edificações, entre outros exemplos.
• Para fundamentar o trabalho com desenhos no desenvolvimento da linguagem cartográfica, sugerimos a leitura do texto a seguir.
[…]
O mapa mental permite observar se o aluno tem a percepção efetiva da ocorrência do fenômeno no espaço e condições de transpor essa informação para o papel. Através dessa atividade, ele trabalha com todos os elementos essenciais da cartografia quanto à sua forma de expressão, através da linguagem gráfica. […]
ARCHELA, Rosely Sampaio; GRATÃO, Lucia Helena B.; TROSTDORF, Maria A. S. O lugar dos mapas mentais na representação do lugar. Geografia, Londrina, v. 13, n. 1, jan./jun. 2004, p. 140. Disponível em: https://ojs.uel.br/revistas/uel/index. php/geografia/article/view/6794. Acesso em: 29 ago. 2025.
• Se julgar adequado, ao trabalhar o boxe complementar sobre a geógrafa e professora Rosângela Doin de Almeida (1953-), comente com os estudantes que um
6. CONSIDERANDO OS ELEMENTOS QUE VOCÊ OBSERVA NO CAMINHO DE SUA CASA ATÉ A ESCOLA, DESENHE ESSE CAMINHO NO ESPAÇO A SEGUIR. DEPOIS, APRESENTE SEU
DESENHO PARA OS COLEGAS.
Resposta pessoal. Caso considere necessário, pergunte aos estudantes o que eles observam no caminho de casa até a escola. Escreva os nomes dos elementos na lousa, formando uma lista. Depois, oriente-os a se guiarem por essa lista ao produzirem o desenho, identificando os elementos que percebem nesse caminho. Na sequência, auxilie a turma na apresentação dos desenhos.
ROSÂNGELA DOIN DE ALMEIDA
A BRASILEIRA ROSÂNGELA DOIN DE ALMEIDA (1953-) É GEÓGRAFA E PROFESSORA. OS ESTUDOS DELA VALORIZAM A REPRESENTAÇÃO DOS LUGARES PELAS CRIANÇAS, POR MEIO DE DESENHOS OU MAPAS.
ROSÂNGELA VERIFICOU QUE É MAIS
FÁCIL ELAS APRENDEREM A FAZER ESSAS REPRESENTAÇÕES COMEÇANDO PELO DESENHO DOS LUGARES QUE JÁ CONHECEM, COMO A CASA, A ESCOLA OU O CAMINHO QUE PERCORREM TODOS OS DIAS.
ROSÂNGELA DOIN DE ALMEIDA
dos objetivos de seus estudos é fomentar a produção e o uso de mapas com jovens e crianças na sala de aula, resgatando a importância desse tipo de representação. Para saber mais sobre seus trabalhos, acesse o site da Revista Brasileira de Educação em Geografia. Disponível em: https:// revistaedugeo.com.br/revistaedugeo/article/ view/483/224. Acesso em: 29 ago. 2025.
• A atividade 6 favorece o trabalho com as habilidades EF01GEO1, EF01GE08 e EF01GE09 e com a Competência específica de Geografia 4, pois os estudantes são orientados a explorar

o pensamento espacial ao produzir um mapa mental simples, com base em um itinerário, retratando e descrevendo elementos do caminho percorrido de casa até a escola.
COMPLEMENTARES
ALMEIDA, Rosângela Doin de. Do desenho ao mapa: iniciação cartográfica na escola. 5. ed. São Paulo: Contexto, 2001. (Caminhos da Geografia). Nesse livro, a autora apresenta o processo de construção do conhecimento cartográfico pelas crianças, partindo do desenho infantil dos espaços vividos.
A SALA DE AULA É O AMBIENTE DA ESCOLA ONDE PASSAMOS A MAIOR PARTE DO NOSSO TEMPO.
NEM TODAS AS SALAS DE AULA SÃO IGUAIS. ALGUMAS SÃO PEQUENAS, OUTRAS SÃO GRANDES. ALGUMAS TÊM CARTEIRAS INDIVIDUAIS E, EM OUTRAS, AS CARTEIRAS SÃO MAIORES, PODENDO ACOMODAR DOIS OU MAIS ESTUDANTES.
1. OBSERVE A FOTOGRAFIA A SEGUIR.

SALA DE AULA.
A ) DIGA EM VOZ ALTA OS NOMES DE ALGUNS OBJETOS INDICADOS COM AS LETRAS NA FOTOGRAFIA E QUE TAMBÉM SÃO ENCONTRADOS EM SUA SALA DE AULA.
Resposta pessoal. Os objetos citados pelos estudantes dependem das características da sala de aula em que eles estudam.
• Para uma abordagem mais inclusiva e sensível às diferenças, procure adaptar a atividade às possibilidades da turma. Por exemplo, com estudantes com deficiência visual, descreva oralmente os elementos principais da fotografia, mas também valorize o que eles percebem no espaço real em que estão. Para estudantes com deficiência auditiva, assegure que as discussões contem com apoio visual — palavras-chave na lousa, legendas em imagens ou até a escrita coletiva das observações da turma. No caso de estudantes com deficiência física, a conversa pode ser ampliada para que reflitam sobre como os ambientes escolares podem ser adaptados
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trazendo exemplos práticos de acessibilidade. Já para crianças com deficiência intelectual ou dificuldades de aprendizagem, proponha perguntas simples e objetivas, de modo a favorecer a participação e a valorização das contribuições de cada um.
BNCC
• Os conteúdos e as atividades deste tema promovem o desenvolvimento de aspectos da habilidade EF01HI04, pois os estudantes irão identificar as características dos ambientes escolares.
• O objetivo da atividade 1 é analisar se os estudantes reconhecem os objetos presentes na sala de aula da fotografia e se conseguem relacioná-los aos encontrados em sua sala de aula, quando for o caso. No desenvolvimento da atividade, oriente-os a observar o ambiente ao redor e a descrever sua estrutura. Caso julgue pertinente, comente com eles que em muitas regiões do Brasil as escolas têm recursos limitados. Dessa forma, as salas de aula nem sempre são como a mostrada na fotografia.
• Explique aos estudantes que nem todas as escolas brasileiras possuem salas de aula com a estrutura da que foi apresentada na fotografia. Em muitas regiões do Brasil, existem escolas com poucos recursos materiais e sem condições de ter uma estrutura com diversos recursos disponíveis aos estudantes e ao professor, por exemplo. Incentive o senso crítico deles quanto a essas questões comentando que, para melhorar essa situação, são necessários mais investimentos dos governantes, como prefeitos, governadores e o presidente, assim como a gestão mais eficiente dos recursos.
• Diga a eles que em algumas salas há a necessidade de adaptar o mobiliário para garantir a acessibilidade necessária para atender a estudantes que apresentem algum tipo de deficiência.
• Comente com os estudantes que a sala de aula é um ambiente onde vão passar grande parte do tempo, conviver com os amigos e com os professores, assim como exercitar regras de convívio e adquirir conhecimentos.
CONHECIMENTOS
Trabalhe as páginas 158 e 159 de maneira integrada com o componente curricular de Língua Portuguesa. Na atividade 2, os estudantes devem relacionar as ilustrações com as palavras que as descrevem; auxilie-os nesse processo, caso haja necessidade. Ao acompanharem sua leitura, eles podem ter o desenvolvimento de sua competência leitora incentivado, pois poderão observar as ilustrações e identificar as palavras referentes a elas. Conduza a leitura de forma pausada e faça-a repetidas vezes, para que os estudantes identifiquem as letras e a junção delas com o som pronunciado.
A SALA DE AULA É UM DOS LUGARES ONDE REALIZAMOS DIFERENTES ATIVIDADES E APRENDEMOS SOBRE VÁRIOS ASSUNTOS.
2. MARQUE UM X NA ALTERNATIVA QUE DESCREVE O QUE PODEMOS APRENDER NA SALA DE AULA EM CADA CENA. ACOMPANHE O PROFESSOR NA LEITURA DAS ALTERNATIVAS.
Professor, professora: As legendas das imagens não foram inseridas para não comprometerem a realização da atividade.
A ) COM DIFERENTES MATERIAIS, APRENDEMOS A: CONTAR. ESCREVER.
Resposta: CONTAR.
B ) COM TINTAS E PINCÉIS, APRENDEMOS A: PINTAR. JOGAR.
Resposta: PINTAR.
C ) CONHECENDO MELHOR AS LETRAS, APRENDEMOS A: PINTAR. ESCREVER.
Resposta: ESCREVER.
IMAGENS COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.



D ) JUNTANDO AS LETRAS E AS PALAVRAS, APRENDEMOS A: PINTAR. LER.
Resposta: LER.
IMAGEM COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.
Professor, professora: A legenda da imagem não foi inserida para não comprometer a realização da atividade.

Resposta pessoal. Promova uma conversa entre os estudantes para que eles citem as diferentes atividades que aprenderam em sala de aula, como escrever, contar, ler etc.
03/10/2025 11:38:30
• Para a realização da atividade 3, instigue os estudantes em uma roda de conversa sobre as diferentes atividades que desempenham na sala de aula. Questione-os sobre a atividade preferida e o motivo pela preferência, acolhendo suas opiniões. Informe-lhes que todas as atividades são importantes e planejadas para alcançar o desenvolvimento de cada um da turma.
• Converse com os estudantes sobre as atitudes e as regras de convivência que devemos ter dentro da sala de aula. Explique que essas regras são importantes para o bom convívio entre todos. Pergunte se eles estão seguindo as regras existentes ou se são necessárias algumas mudanças. Incentive-os a expor suas opiniões e respeitar a dos colegas.
BNCC
• As atividades 2 e 3 favorecem o desenvolvimento parcial da habilidade EF01GE01 , pois os estudantes são incentivados a identificar as características e as atividades desenvolvidas na sala de aula, o que possibilita a comparação desse espaço com outros ambientes de vivência. Ao conversarem a respeito das regras existentes na sala de aula, os estudantes desenvolvem a habilidade EF01GE04 e ainda exploram as Competências gerais 8 e 10
• Para fundamentar o trabalho sobre Meu lugar na sala de aula, sugerimos a leitura do texto a seguir.
ESPACIAL
[…] A lateralidade é reconhecida no próprio sujeito, aproximadamente aos seis anos, e nos outros, mais ou menos aos oito anos. Por volta dos 4-5 anos, a criança compreende que tem uma direita e uma esquerda, mas não sabe distinguir entre elas nos membros do corpo. Aos 6-7 anos, já sabe distinguir suas duas mãos, seus dois pés, e, depois, seus dois olhos. Aproximadamente aos 8-9 anos reconhece com precisão as partes direita e esquerda do corpo.
Quanto à orientação espacial, aos 5-6 anos a criança confunde-se ao seguir um referencial no próprio corpo (para a direita ou esquerda), mas não tem dúvida se o referencial for um objeto. Por exemplo, não sabe que direção tomar quando lhe solicitam que caminhe para a direita, mas não tem dúvida se lhe pedirem para ir em direção a uma árvore que está à direita. Isso evidencia a existência de duas operações intelectuais diferentes: uma, que consiste em orientar-se em sua própria topografia corporal, e outra, que consiste em utilizar seu corpo como meio para orientar-se no espaço; o que está em jogo são as passagens do espaço postural ao espaço circundante, as quais realizam a construção propriamente dita do esquema corporal. O esquema corporal é o resultado da relação estabelecida entre o espaço postural e o espaço ambiente. […]
ALMEIDA, Rosângela Doin de. Do desenho ao mapa: iniciação cartográfica na escola. 5. ed. São Paulo: Contexto, 2001. p. 39. (Caminhos da Geografia).
CADA ESTUDANTE OCUPA SEU LUGAR NA SALA DE AULA.
OBSERVE ONDE MARA E SEUS COLEGAS ESTUDAM.
IMAGEM COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.

SALA DE AULA ONDE MARA E SEUS COLEGAS ESTUDAM
• O assunto Meu lugar na sala de aula, desenvolvido nas páginas 160 e 161, favorece o aprimoramento da habilidade EF01GE09 e das Competências específicas de Geografia 3 e 4, pois os estudantes são incentivados a utilizar mapas simples para localizar elementos na sala de aula por meio de referenciais espaciais (frente e atrás, esquerda e direita) tendo o próprio corpo como referência.
4. CONTORNE MARA NA SALA DE AULA DA PÁGINA ANTERIOR.
Resposta: O estudante deve contornar a criança número 2
5. LOCALIZE ALGUNS COLEGAS DE MARA DE ACORDO COM AS INSTRUÇÕES A SEGUIR. AO IDENTIFICAR CADA UM DESSES COLEGAS, ESCREVA O NOME DELE NO LOCAL ADEQUADO DA IMAGEM DA PÁGINA ANTERIOR.
A ) VERA ESTÁ SENTADA À FRENTE DE DIEGO E AO LADO
DIREITO DE MARA.
Resposta: Os estudantes devem escrever o nome VERA na criança 3.
B ) CAIO ESTÁ SENTADO ATRÁS DE MARA.
Resposta: Os estudantes devem escrever o nome CAIO na criança 5
C ) LUANA ESTÁ SENTADA AO LADO ESQUERDO DE MARA.
Resposta: Os estudantes devem escrever o nome LUANA na criança 1
D ) TIAGO ESTÁ SENTADO AO LADO ESQUERDO DE CAIO.
Resposta: Os estudantes devem escrever o nome TIAGO na criança 4
6. NOS QUADROS A SEGUIR, DESENHE VOCÊ SENTADO EM SUA CARTEIRA. DESENHE TAMBÉM O QUE HÁ OU QUEM SENTA AO SEU REDOR.
À FRENTE
À ESQUERDA VOCÊ
ATRÁS
Resposta pessoal. Incentive os estudantes a, primeiramente, observarem o que há ao seu redor e, em seguida, a representarem as pessoas ou os objetos que os cercam na sala de aula. Eles podem optar por escrever o nome das pessoas ou objetos, o que pode requerer auxílio.
• As atividades 4 e 5 desenvolvem nos estudantes referenciais espaciais importantes que podem ser aplicados na atividade 6 . Se houver dificuldade, faça uma simulação com eles das posições dos personagens das atividades, facilitando a compreensão.
Para complementar as noções espaciais, organize os estudantes em grupos e peça-lhes que montem uma maquete da sala de aula. Para isso, providencie uma caixa de sapatos para servir de base e materiais diversos (caixas de fósforo e de remédios, tampinhas de garrafa etc.) para representar as carteiras, as mesas, os armários e demais elementos. Já as portas e as janelas podem ser simbolizadas por recortes na caixa.
Oriente-os durante a produção da maquete e incentive-os a representar os elementos que existem na sala de aula na posição correta em relação aos demais. Realize as intervenções necessárias para que alcancem o objetivo e, para finalizar, peça-lhes que observem a maquete e conversem sobre ela.
Caso na sala tenha estudantes com baixa visão ou cegos, certifique-se de que tenham uma percepção do espaço da sala de aula por meio do tato. Eles podem tatear a maquete e obter auxílio na identificação dos elementos representados.
Objetivo
• A atividade 6 permite avaliar o desenvolvimento de noções de lateralidade e da localização de elementos por meio de referenciais espaciais (frente e atrás, esquerda e direita) tendo o corpo como referência.
Sugestão de intervenção
Se considerar interessante, organize uma brincadeira de caça ao tesouro com os estudantes. Para isso, providencie uma folha de papel para os roteiros, caneta ou lápis e diferentes objetos
03/10/2025 11:38:31
para servirem de tesouro. Organize-os em grupos e esconda os tesouros na sala de aula ou na escola. Elabore roteiros de instruções que descrevam o caminho utilizando diferentes orientações, como: três passos à direita, cinco passos à esquerda, quatro passos para trás etc. Oriente os grupos a procurarem o tesouro de acordo com as instruções.
Inicie o estudo deste assunto orientando os estudantes a citarem palavras que, para eles, descrevem a sala de aula em que estudam e os objetos presentes nela; anote-as na lousa. Esclareça a eles que também podem expressar suas opiniões com relação à sala de aula por meio dessas palavras. Aproveite o que for dito por eles para estabelecer um diálogo esclarecedora respeito dos diversos objetos existentes nesse ambiente que auxiliam em nossos estudos e são importantes para o nosso bem-estar.
• Convide os estudantes a darem uma volta pela sala de aula e a observarem todos os objetos para identificar seus respectivos nomes.
• Se considerar pertinente, apresente aos estudantes o vídeo do canal Plocky Show indicado a seguir.
• OBJETOS da escola. Plocky Show , 28 abr. 2017. Disponível em: https://www.youtube. com/watch?v=-b3HS gjLbS0. Acesso em: 28 ago. 2025.
• O vídeo apresenta uma animação na qual o personagem principal mostra objetos usados na escola enquanto os espectadores devem adivinhar de que objeto se trata.
ARTICULANDO CONHECIMENTOS
Para complementar as atividades 1 e 2, oriente os estudantes a fazerem a contagem das letras e, em seguida, separarem as sílabas das palavras que nomeiam os objetos. Esta atividade pode ser realizada em conjunto com o componente curricular de Língua Portuguesa.
PODEMOS OBSERVAR DIFERENTES OBJETOS NA SALA DE AULA. COM SEUS COLEGAS, OBSERVEM O QUE EXISTE NA SALA DE AULA DE VOCÊS.
1. Resposta pessoal. Incentive os estudantes a observarem os objetos da sala de aula.
1. DESENHE NOS QUADROS A SEGUIR DOIS OBJETOS DA SALA DE AULA ONDE VOCÊ ESTUDA.
1. a) Resposta pessoal. Oriente os estudantes a dizerem os nomes dos objetos que desenharam e escreva esses nomes na lousa para que eles copiem.
2. Resposta pessoal. Oriente os estudantes a observarem todos os objetos da sala de aula e, depois, a responderem a esta atividade.
A ) COM A AJUDA DO PROFESSOR, ESCREVA O NOME DOS OBJETOS QUE VOCÊ DESENHOU.
2. OBSERVE OS OBJETOS A SEGUIR. DEPOIS, CONTORNE AQUELES QUE EXISTEM EM SUA SALA DE AULA.



VENTILADOR. LIXEIRA.
IMAGENS COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.

ARMÁRIO.

A ) LEIA EM VOZ ALTA O NOME DOS OBJETOS QUE VOCÊ CONTORNOU.
2. a) Resposta pessoal. A resposta pode variar a depender dos objetos contornados. Auxilie os estudantes na leitura das palavras, se necessário.
Objetivo
• A atividade a seguir permite avaliar os estudantes com relação à localização deles para com os objetos na sala de aula.
Caso julgue necessário, após a realização da atividade 1, para reforçar a prática e o direcionamento da escrita das letras, utilize o caderno de caligrafia, de forma que eles possam desenvolver progressivamente a escrita de letra cursiva.
Sugestão de intervenção
Providencie folhas de papel tamanho A4, uma para cada estudante, e oriente-os a desenhar a sala de aula vista de cima, posicionando os objetos identificados na atividade 2 de forma correta. Após a finalização, recolha todos os desenhos. Em seguida, sorteie alguns e reproduza-os na lousa, identificando de maneira similar a posição dos objetos na sala de aula. Organize uma conversa para que eles possam trocar ideias entre si e aferir se os objetos estão localizados da forma correta. Enfatize que não é necessário nomear os desenhos. Cuide para que todos respeitem os desenhos dos colegas.
OBJETOS E SEUS MATERIAIS
NA SALA DE AULA, EXISTEM DIFERENTES OBJETOS. ELES SÃO FEITOS DE MATERIAIS VARIADOS, COMO TECIDO, MADEIRA, PLÁSTICO, PAPEL E BORRACHA.
3. COMPLETE OS TEXTOS COM O NOME DO MATERIAL DE CADA OBJETO.
ESTA TESOURA É FEITA DE A.
Resposta: METAL.

IMAGENS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI.
ESTE ESTOJO É FEITO DE B.
Resposta: MADEIRA.

TESOURA. ESTOJO.
ALGUNS OBJETOS UTILIZADOS PARA A MESMA FINALIDADE PODEM SER FEITOS DE MATERIAIS DIFERENTES. OBSERVE O EXEMPLO A SEGUIR.
RÉGUA DE MADEIRA. RÉGUA DE PLÁSTICO. RÉGUA DE METAL.
4. A RÉGUA QUE VOCÊ UTILIZA NA ESCOLA É FEITA DE QUAL MATERIAL?
Resposta pessoal. O objetivo desta questão é levar os estudantes a observarem as características da sua régua e identificarem o tipo de material de que ela é feita.
DREZZA, Érika. Adaptação de materiais pedagógicos para educandos com deficiência visual. Fundação Dorina Nowill para Cegos, 2022. Disponível em: https://trocandosaberes.com.br/wp-content/ uploads/2022/07/Adaptacao-de-Materiais -semarca_compressed-2_compressed -compactado.pdf. Acesso em: 28 ago. 2025. Nesse documento, leia sobre como produzir e confeccionar materiais adaptados para estudantes com deficiência visual, incluindo materiais que possibilitam, por exemplo, o trabalho com a discriminação e percepção táteis.
03/10/2025 11:38:32
• Este tópico permite o desenvolvimento da habilidade EF01CI01 ao abordar os materiais de que são feitos alguns objetos usados na escola e em atividades cotidianas, tendo como objetivo levar os estudantes a identificarem e a compreenderem as características de diferentes materiais.
• Ainda permite que os estudantes comparem diferentes tipos de objetos de uso cotidiano no espaço escolar, considerando técnicas e materiais utilizados em sua produção, o que explora a habilidade EF01GE06.
• Se julgar interessante, leve para a sala de aula objetos feitos de papel, metal, plástico e madeira e, depois, peça aos estudantes que os toquem e observem detalhadamente. Leve também exemplos de um mesmo objeto, porém feito com materiais diferentes, como régua, estojo e copo feitos de metal, madeira e plástico. Aproveite o momento e incentive-os a citar outros objetos que podem ser feitos de outros materiais.
• Na questão 4, peça aos estudantes que segurem a régua deles nas mãos e observem de qual material ela é feita.
• A fim de possibilitar a acessibilidade de estudantes com deficiência visual, se possível, providencie réguas de plástico, madeira e metal semelhantes às mostradas na página e permita que eles manipulem esses objetos, para que possam reconhecer semelhanças e diferenças entre esses materiais, como flexibilidade, textura e temperatura.
• Ao abordar com os estudantes que um mesmo objeto pode ser feito com mais de um material, oriente-os a observar a mochila e o apontador deles, entre outros objetos escolares que apresentam essa característica. Peça a eles que identifiquem e conversem com os colegas sobre os materiais que compõem esses objetos.
• Comente que o plástico é um material relativamente recente e, antigamente, os objetos rígidos feitos pelo ser humano eram constituídos basicamente de madeira e metais. Para mostrar o aumento do uso de plástico na fabricação de objetos ao longo das últimas décadas, cite exemplos como os automóveis, que tinham grande parte de seu interior constituído de madeira; ou televisores e aparelhos de som, cuja estrutura também era feita de madeira.
• Comente com os estudantes o motivo de cada material apresentar características diferentes e ser aplicado em locais e situações distintas. A madeira, por exemplo, não costuma ser utilizada em ambientes externos, sem proteção (tinta ou verniz), pois, nessas condições, sua durabilidade é reduzida. Já móveis de plástico costumam ser deixados no jardim, pois apresentam maior durabilidade.
• Proponha outras questões para exercitar a imaginação dos estudantes. Por exemplo: “O que aconteceria se a bola de futebol fosse de madeira?”; “O que aconteceria se a sola do sapato fosse de vidro?”; “O que aconteceria se o pneu do carro fosse de metal?”.
• Caso os estudantes apresentem dificuldade para realizar as questões 5 e 6, pergunte a eles se já tomaram chuva e o que aconteceu com a roupa deles. Se nunca tiveram essa experiência, indague o que eles acham que aconteceria
5. Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes respondam que a capa de chuva serve para proteger nosso corpo e nossas roupas quando está chovendo, evitando molhá-los.
UM MESMO OBJETO PODE SER FEITO COM MAIS DE UM MATERIAL. OBSERVE A SEGUIR.
6. Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes
respondam que as capas de chuva são feitas de plástico porque esse material não permite a passagem da água, ou seja, é impermeável.
IMAGENS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI.


OS MATERIAIS APRESENTAM DIFERENTES CARACTERÍSTICAS. ALGUNS SÃO MACIOS AO TOQUE, COMO CERTOS TIPOS DE TECIDO. OUTROS SÃO FLEXÍVEIS E PODEM SER CURVADOS COM FACILIDADE, COMO A BORRACHA. JÁ OUTROS, COMO O VIDRO, SÃO DUROS E NÃO PODEM SER CURVADOS.
OS MATERIAIS UTILIZADOS NA FABRICAÇÃO DE UM OBJETO SÃO SELECIONADOS DE ACORDO COM SUAS CARACTERÍSTICAS, PARA ATENDER ÀS FUNÇÕES DESSE OBJETO.

5. PARA QUE SERVE A CAPA DE CHUVA?
6. POR QUE AS CAPAS DE CHUVA SÃO FEITAS DE PLÁSTICO?
AO RESPONDER ÀS QUESTÕES ANTERIORES, VOCÊ DEVE TER RECONHECIDO QUE O PLÁSTICO NÃO PERMITE A PASSAGEM DE LÍQUIDOS, COMO ÁGUA DA CHUVA, OU SEJA, É UM MATERIAL IMPERMEÁVEL. JÁ O TECIDO DE ALGODÃO É PERMEÁVEL, OU SEJA, PERMITE A PASSAGEM DE LÍQUIDOS, COMO A ÁGUA DA CHUVA.
com a roupa se ficassem expostos à chuva sem um guarda-chuva ou uma capa de chuva.
• Após a questão 6, pergunte aos estudantes o que aconteceria com uma capa de chuva feita de tecido de algodão. Verifique se eles respondem que a capa não evitaria que as pessoas se molhassem, pois o tecido de algodão é um material permeável.
ATIVIDADE EXTRA
Faça um quadro na lousa com o nome dos seguintes materiais: plástico, papel, madeira, metal, vidro e tecido. Em seguida, peça a cada estudante que cite um objeto feito com um desses
materiais. Escreva os objetos citados por eles no quadro feito na lousa no espaço referente ao material de que ele é feito.
Depois, faça uma roda e incentive-os a explicar a razão pela qual esses objetos são feitos desses materiais, refletindo sobre suas características. Observe a participação de cada estudante e certifique-se de que todos compreenderam o conteúdo.
OS OBJETOS DA SALA DE AULA PODEM SER OBSERVADOS DE DIFERENTES PONTOS DE VISTA. ACOMPANHE O EXEMPLO DA LIXEIRA.

LIXEIRA VISTA DE FRENTE.

LIXEIRA VISTA DO ALTO E DE LADO.
IMAGENS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI.

LIXEIRA VISTA DO ALTO E DE CIMA PARA BAIXO.
7. ESCOLHA UM DOS OBJETOS QUE VOCÊ UTILIZA NA ESCOLA, COMO A LIXEIRA, A BORRACHA OU UM COPO. OBSERVE-O NOS PONTOS DE VISTA A SEGUIR.
• DE FRENTE.
• DO ALTO E DE LADO.
Resposta pessoal. Verifique se os estudantes estão posicionados corretamente para observarem o objeto em cada um dos pontos de vista.
• DO ALTO E DE CIMA PARA BAIXO.
MAPA CLICÁVEL: MINHA ESCOLA VISTA DE CIMA!
8. O QUE VOCÊ E OS COLEGAS PODEM PERCEBER DE DIFERENTE AO OBSERVAREM O OBJETO ESCOLHIDO A PARTIR DESSES PONTOS DE VISTA?
Resposta pessoal. Incentive os estudantes a pensarem nas partes dos objetos que conseguem ou não observar a partir de cada ponto de vista.
escola. Outra sugestão é levar os estudantes à sala de informática ou, se considerar conveniente, usar um projetor para apresentar a imagem da escola disponível no site Google Earth.
GOOGLE Earth. Disponível em: https:// mapsplatform.google.com/maps-products/earth/ capabilities/?utm_source=google_earth&utm_ medium=site&utm_campaign=next-25&utm_ content=legacy. Acesso em: 28 ago. 2025.
03/10/2025 11:39:29
O site mencionado possibilita a visualização da escola em imagens obtidas por satélites. Considere a possibilidade de localizar a escola vista de cima e imprimir a imagem para distribuir aos estudantes, de modo que possam localizar diferentes construções ou espaços.
Nas atividades 7 e 8, auxilie os estudantes no posicionamento dos objetos, para que consigam observá-los em diferentes ângulos. Em seguida, oriente-os a desenhar no caderno o objeto que escolheram nos diferentes pontos de vista. Comente que alguns objetos têm lados com formatos geométricos, como círculos, quadrados, triângulos e outros. É possível desenvolver esta atividade com o componente curricular de Matemática, pois envolve temas relacionados a figuras espaciais (tridimensionais) e figuras planas (bidimensionais)
Explique que há várias formas de representar os objetos. Para ampliar a abordagem, se julgar conveniente, fotografe um objeto de diferentes pontos de vista e apresente-o aos estudantes por meio de um projetor ou outro equipamento.
Solicite aos estudantes que façam um registro da escola vista do alto. Incentive-os a pensar na posição das construções da escola desse ponto de vista. Você pode sugerir que imaginem, por exemplo, como seria sobrevoar a escola e olhá-la de cima para baixo. Se possível, apresente-lhes fotografias aéreas mostrando uma
Para explorar o assunto Observando os objetos , tratado nas páginas 165 a 167, promova com os estudantes a atividade a seguir.
Serão necessários os seguintes materiais: folha de papel, lápis de cor, caixa com uma cor diferente de cada lado e fotografias ou imagens de um mesmo objeto visto de diferentes ângulos.
Mostre aos estudantes as fotografias do objeto e discuta como o contorno, a forma e as cores mudam, dependendo do ponto de vista de observação, para que sirvam de inspiração e exemplo ao que será desenvolvido em seguida.
Disponha as carteiras dos estudantes em um círculo em torno da caixa multicolorida. Dessa forma, cada estudante verá a caixa de um ângulo diferente.
Oriente-os a desenhar a caixa e, usando apenas as cores que enxergam de onde estão sentados, a colorir seu desenho com lápis de cor. Mostre os desenhos aos estudantes quando todos estiverem completos. Questione-os sobre a experiência da atividade e as cores que enxergaram do lugar onde estavam sentados.
• Se houver dificuldade na identificação dos pontos de vista, incentive-os a encontrar objetos semelhantes na sala de aula e a manusear o objeto em questão. Ajude-os a visualizá-lo de diferentes ângulos e comparar cada ponto de vista com as fotografias. Amplie a atividade proporcionando o manuseio de outros objetos da sala de aula.
9. COMPLETE O NOME DE CADA OBJETO COM AS SÍLABAS QUE ESTÃO FALTANDO. PARA ISSO, UTILIZE AS SÍLABAS A SEGUIR.
Professor, professora: As legendas das imagens não foram inseridas para não comprometerem a realização da atividade.
CA JO TA

B.
A. ESTO
Resposta: CANECA.
IMAGENS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI.
DO ALTO E DE CIMA PARA BAIXO.
DO ALTO E DE LADO.

Resposta: ESTOJO
C. APON DOR NECA

Resposta: APONTADOR.
DE FRENTE.
DO ALTO E DE LADO.
DO ALTO E DE LADO.
DO ALTO E DE CIMA PARA BAIXO.
9. A) Resposta pessoal. Auxilie os estudantes na leitura das palavras CANECA, ESTOJO e APONTADOR.
A ) LEIA EM VOZ ALTA O NOME DE CADA OBJETO.
B ) MARQUE UM X NO PONTO DE VISTA DE CADA OBJETO REPRESENTADO NAS IMAGENS.
Resposta: A: DO ALTO E DE LADO; B: DE FRENTE; C: DO ALTO E DE CIMA PARA BAIXO.
• O trabalho com diferentes pontos de vista cria situações que incentivam a construção gradual do pensamento e de representações cartográficas pelos estudantes. Para que as crianças dos anos iniciais caminhem no processo de alfabetização cartográfica, é importante oferecer oportunidades para que possam construir suas próprias representações. Objetos e espaços mais próximos podem ser utilizados como recursos deflagradores desse processo.
Professor, professora: As legendas das imagens não foram inseridas para não comprometerem a realização da atividade.
10. OBSERVE A SEGUIR UMA SEQUÊNCIA DE IMAGENS DE UM MESMO OBJETO EM TRÊS PONTOS DE VISTA DISTINTOS.
DE FRENTE.


A ) OBSERVE AS SEQUÊNCIAS A SEGUIR E DESENHE OS OBJETOS NOS PONTOS DE VISTA QUE ESTÃO FALTANDO.

Resposta: O desenho da esquerda da imagem deve apresentar um armário visto de frente. Já o desenho da direita da imagem deve apresentar um armário visto do alto e de cima para baixo.
Resposta: O desenho da esquerda da imagem deve apresentar uma carteira vista de frente. Já o desenho da direita da imagem deve apresentar uma carteira vista do alto e de cima para baixo.



Resposta: O desenho deve apresentar uma panela vista do alto e de cima para baixo.
Objetivo
• A atividade 10 permite avaliar se os estudantes compreendem como a percepção visual se altera conforme a posição do objeto ou do observador.
Sugestão de intervenção Esclareça as dúvidas que surgirem. Se possível, promova uma dinâmica com os estudantes imprimindo as imagens dos objetos ou desenhando na lousa as que estão faltando para completar a sequência. Oriente-os a ajudar na realização da atividade na lousa.
Instrua os estudantes a desenharem três objetos que existem em sua moradia, mostrando-os dos seguintes ângulos: de frente; do alto e de lado; e do alto e de cima para baixo. Incentive a participação e o engajamento dos pais ou responsáveis no desenvolvimento da atividade.
03/10/2025 11:39:39
• Ao longo deste volume, são abordados diversos temas que incentivam os estudantes a compreenderem melhor o mundo e a desenvolverem sua capacidade de atuar nele de maneira consciente, buscando transformá-lo com base em conhecimentos científicos e suas relações com a sociedade. Entre eles destacam-se alguns temas de relevância nacional e mundial que envolvem aspectos sociais, culturais, econômicos e ambientais. A importância da alfabetização, assim como a oportunidade de manter a escolaridade, valorizando e reconhecendo os benefícios dos estudos e os prejuízos com a falta dele, estão entre os temas que merecem destaque em sala de aula.
• Comente com os estudantes que muitas pessoas não tiveram a oportunidade de frequentar a escola por diversas circunstâncias. Atualmente, existe uma modalidade de ensino chamada Educação de Jovens e Adultos (EJA), que auxilia pessoas que não conseguiram estudar quando criança a voltar a estudar. Resgate conhecimentos prévios sobre o assunto e peça aos estudantes que identifiquem, caso exista, alguma pessoa adulta que conheçam que frequente ou tenha frequentado a escola na modalidade EJA.
• Explique aos estudantes que ir à escola possibilita ler o mundo de diferentes formas. Incentive-os a se perguntarem como seria sua vida sem frequentar a escola.
TODAS AS PESSOAS TÊM O DIREITO DE ESTUDAR, ESSE É UM DIREITO GARANTIDO POR LEI, ESPECIALMENTE PARA AS CRIANÇAS.
QUANDO UMA PESSOA, CRIANÇA, ADOLESCENTE OU ADULTO, NÃO FREQUENTA A ESCOLA, PODE ENFRENTAR DESAFIOS NO DIA
A DIA, COMO TER DIFICULDADE PARA LER UMA PLACA, ASSINAR UM DOCUMENTO OU PREENCHER UM FORMULÁRIO.
APESAR DE ISSO GERAR
ALGUMAS DIFICULDADES NO DIA A DIA, ESSAS PESSOAS RECORREM A OUTROS RECURSOS VÁLIDOS E RECONHECIDOS, COMO UTILIZAR A DIGITAL PARA SE IDENTIFICAR AO ASSINAR DOCUMENTOS.

PESSOA ASSINANDO DOCUMENTO COM A DIGITAL.
MESMO QUE ALGUMAS PESSOAS NÃO TENHAM
CONSEGUIDO ESTUDAR OU CONCLUIR SEUS ESTUDOS NA INFÂNCIA OU NA ADOLESCÊNCIA, ELAS PODEM RETORNAR À ESCOLA QUANDO ADULTAS, MOSTRANDO CORAGEM E VONTADE DE APRENDER.

ESTUDANTES DO ENSINO DE JOVENS E ADULTOS
DURANTE AULA NA ESCOLA EM UNIÃO DOS PALMARES, ALAGOAS, EM 2022.
OS ADULTOS TAMBÉM TÊM TODO O DIREITO DE CONTINUAR A ESTUDAR!
BNCC
• O boxe complementar Todos têm o direito de estudar aborda a importância do estudo para a sociedade e como direito humano, favorecendo o desenvolvimento do tema contemporâneo transversal Direitos da criança e do adolescente.
LINHA do tempo dos direitos da infância e da adolescência no Brasil. plenarinho.leg.br –Câmara dos Deputados, 17 ago. 2020.
Disponível em: https://plenarinho.leg.br/index. php/2020/08/linha-tempo-dos-direitos-da -infancia-e-da-adolescencia-no-brasil/. Acesso em: 28 ago. 2025.
O link mencionado permite acessar uma linha do tempo sobre os direitos da criança e do adolescente, de forma a ampliar seus conhecimentos sobre o tema. É possível verificar, por exemplo, o ocorrido do dia 5 de outubro de 1988, quando o artigo 227 da Constituição Federal assegurou como dever do Estado, da família e da sociedade o acesso à educação e outros elementos.
11. COM OS COLEGAS E O PROFESSOR, ENTREVISTEM UMA PESSOA QUE VOLTOU A ESTUDAR DEPOIS DE ADULTA. PARA ISSO, UTILIZEM O ROTEIRO A SEGUIR. SE POSSÍVEL, PEÇAM QUE A PESSOA VENHA ATÉ A ESCOLA.
A ) ANOTEM A DATA DA ENTREVISTA.
11. Respostas pessoais. Confira mais informações nas orientações ao professor
B ) ANOTEM O NOME E A IDADE DA PESSOA ENTREVISTADA.
C ) FAÇAM AS PERGUNTAS A SEGUIR.
• POR QUE VOCÊ NÃO CONCLUIU SEUS ESTUDOS ANTERIORMENTE?
• COM QUANTOS ANOS VOCÊ PAROU DE ESTUDAR?
• O QUE FEZ VOCÊ DECIDIR VOLTAR A ESTUDAR?
• COM QUE IDADE VOCÊ VOLTOU A ESTUDAR?
• O QUE VOCÊ MAIS GOSTA DE APRENDER HOJE EM DIA?

ESTUDANTES ENTREVISTANDO ADULTO EM SALA DE AULA.
IMAGEM COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.
D ) FAÇAM UM DESENHO EM UMA FOLHA DE PAPEL E ENTREGUEM À PESSOA ENTREVISTADA, AGRADECENDO PELA CONVERSA.
Objetivo
• A atividade 11 permite avaliar se os estudantes identificam as causas que levam algumas pessoas a abandonarem a escola e a voltarem a estudar.
Sugestão de intervenção
Verifique se os estudantes perceberam o que deve ser feito e, se houver dificuldade na execução da atividade, intervenha conduzindo a leitura
169
03/10/2025 11:39:41
das perguntas. Incentive a participação de todos e avalie a possibilidade de dividir as questões entre os estudantes ou convidar duas ou mais pessoas que tenham voltado a estudar depois de adultos. Assim, todos terão a oportunidade de fazer perguntas aos entrevistados. Se eles quiserem elaborar mais perguntas, instigue-os a identificar possíveis questões e enfatize a necessidade do respeito ao outro e aos mais velhos.
• Para ajudar os estudantes nos itens A e B da atividade 11, escreva na lousa a data e o nome da pessoa entrevistada, para que eles copiem nos campos de resposta.
• Para a realização da entrevista, combine com a direção da escola e agende uma data para a atividade. Solicite apoio se necessário.
• No item C, é importante revisar antecipadamente com os estudantes o roteiro de perguntas que pode ser seguido durante a entrevista. Além das questões propostas, eles podem se manifestar livremente, mas fique atento para que não se distanciem da pertinência do assunto.
• Cuide para que, durante a atividade, o ambiente seja acolhedor e de respeito entre os estudantes e a pessoa entrevistada.
• Caso tenham a possibilidade de registrar a entrevista por meio de vídeo ou áudio, solicite autorização do convidado para iniciar o registro. Se for possível, disponibilize também o material para que outras pessoas da comunidade escolar ou familiares dos estudantes possam conhecer.
Organize um jogo da memória com os estudantes. Prepare previamente as peças do jogo com imagens de diferentes lugares da escola e dos profissionais que, geralmente, trabalham neles, como salas de aula e professor, cantina e cozinheiro, biblioteca e bibliotecária, pátio e zelador, quadra e professor de Educação Física, secretaria e secretária, diretoria e diretora, local de entrada e saída dos estudantes e porteiro, entre outros espaços. O objetivo do jogo é levá-los a perceber que determinadas atividades são desempenhadas em lugares específicos. Além disso, a brincadeira possibilita que socializem possíveis informações sobre as atividades profissionais dos funcionários da escola. Comente com os estudantes que toda convivência deve ser baseada na educação e no respeito. Por fim, instigue-os a falar de outras profissões que conhecem.
• Na atividade 1, explique aos estudantes que em todas as profissões mencionadas há possibilidades para todos desempenhá-las. Enfatize, principalmente, que não existem profissões que sejam desempenhadas unicamente por homens ou mulheres.
• Peça a eles que descrevam as roupas, os instrumentos e as ações de cada profissional presente em cada uma das ilustrações. Incentive-os a descrever as atividades que cada um dos profissionais exerce no ambiente escolar e sua importância para que a escola funcione corretamente. É possível que identifiquem tais profissionais com aqueles da própria escola. Mostre-lhes como o trabalho desses profissionais deve ser valorizado e como ele é importante para que as atividades da escola sejam executadas da forma correta. Comente também sobre outros funcionários da
NA ESCOLA CONVIVEMOS COM DIFERENTES PESSOAS, ENTRE ELAS OS NOSSOS COLEGAS E OS PROFISSIONAIS QUE NOS AUXILIAM EM NOSSOS ESTUDOS E EM OUTRAS ATIVIDADES DA ROTINA ESCOLAR.
Professor, professora: As legendas das imagens não foram inseridas para não comprometerem a realização da atividade.
1. COMPLETE COM AS VOGAIS QUE ESTÃO FALTANDO OS NOMES DE ALGUNS PROFISSIONAIS QUE GERALMENTE TRABALHAM NA ESCOLA.

B ) A P RTE RA ORGANIZA A ENTRADA E A SAÍDA DAS PESSOAS NA ESCOLA.
Resposta: PORTEIRA.
IMAGENS COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.
A ) O PR F SSOR AUXILIA OS ESTUDANTES EM SUA APRENDIZAGEM.
Resposta: PROFESSOR.


C ) A ZEL DOR CUIDA DA LIMPEZA DA ESCOLA.
Resposta: ZELADORA
escola, como o inspetor escolar e o coordenador pedagógico. Explique que entre as funções do inspetor está zelar pela segurança do ambiente escolar, orientando a todos sobre as regras da escola. O coordenador pedagógico, por sua vez, tem a função de mediar o diálogo entre os pais dos estudantes e os professores, elaborar o currículo escolar, em parceria com os docentes, seguindo a linha pedagógica da escola.
A atividade 1 pode ser integrada ao componente curricular de Língua Portuguesa, explorando o uso das palavras e o reconhecimento das
vogais ausentes nos nomes das profissões. Para isso, proponha a leitura coletiva das palavras formadas e a identificação de sons e letras, reforçando o processo de alfabetização.
• A abordagem deste tema desenvolve aspectos da habilidade EF01HI06, promovendo a percepção sobre a relevância do trabalho de diferentes sujeitos no ambiente escolar e a reflexão sobre a necessidade do respeito e do cuidado nas relações estabelecidas com esses profissionais.
Professor, professora: As legendas das imagens não foram inseridas para não comprometerem a realização da atividade.
D ) O JARDIM É BEM
CUIDADO PELO
JARD NEIR .
Resposta: JARDINEIRO


E ) A DIR TOR CUIDA DO FUNCIONAMENTO DE TODA A ESCOLA.
Resposta: DIRETORA
IMAGENS COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.
2. DESENHE NO ESPAÇO A SEGUIR OUTRO PROFISSIONAL QUE TRABALHA EM SUA ESCOLA.
Resposta pessoal. Auxilie os estudantes a identificarem outros profissionais que geralmente trabalham na escola, como cozinheira(o), secretária(o), bibliotecária(o).
3. COM A AJUDA DO PROFESSOR, ESCREVA O NOME DA PROFISSÃO QUE VOCÊ DESENHOU.
• Após a execução da atividade 1, peça aos estudantes que identifiquem os profissionais que trabalham na escola onde estudam e que foram citados nas páginas 170 e 171. Eles podem citar outros profissionais que não forem mencionados. Se possível, escreva na lousa a profissão e o nome dos profissionais da escola onde estudam. Esta dinâmica ajudará nas atividades 2 e 3.
• Na atividade 4, comente com os estudantes a importância de cada profissional e explique suas funções quando for necessário. Aproveite esta atividade para explorar a organização do trabalho no cotidiano escolar, ajudando-os a compreender a escola como um espaço coletivo, onde diferentes pessoas têm funções complementares. Se considerar pertinente, convide alguns profissionais da escola para uma conversa com a turma sobre os seus afazeres diários, a importância do que fazem, as dificuldades encontradas, entre outros aspectos. Essa vivência contribui para a valorização da diversidade de funções dentro da escola e para o fortalecimento do respeito às pessoas que fazem parte desse espaço.
Resposta pessoal. Caso considere
Resposta pessoal. Escreva na lousa o nome das profissões lembradas pelos estudantes para que eles copiem. necessário, retome cada profissional citado nas páginas 170 e 171. Em seguida, promova uma conversa sobre a importância do trabalho de cada profissional.
4. COM OS COLEGAS E O PROFESSOR, CONVERSEM SOBRE A IMPORTÂNCIA DO TRABALHO DOS PROFISSIONAIS QUE VOCÊS ESTUDARAM PARA O DIA A DIA DA ESCOLA.
171
Organize os estudantes em grupos e oriente-os a identificar as dúvidas existentes sobre as atividades de diferentes profissionais que trabalham na escola.
Cada grupo deve escolher um profissional que trabalhe na escola para uma entrevista. Peça-lhes que formulem questões a serem feitas a esse profissional com base em suas dúvidas. Separe um tempo para a realização da atividade e acompanhe-os durante as entrevistas, caso considere necessário. Para finalizar, incentive-os a compartilhar com os demais grupos o que descobriram na entrevista.
Aproveite a oportunidade para produzir um cartão e presentear o profissional da escola que participar da entrevista com os estudantes. Esta atividade pode ser desenvolvida em conjunto com os componentes curriculares de Língua Portuguesa e Arte. Os estudantes podem produzir um texto agradecendo a entrevista e o trabalho do profissional no ambiente escolar. Além disso, podem escolher alguma expressão artística (desenho, pintura, colagem, dobradura etc.) para a produção do cartão.
03/10/2025 11:39:43
• O desenvolvimento do tema Eu e as pessoas na escola, nas páginas 170 e 171, favorece o desenvolvimento da habilidade EF01GE07 ao levar os estudantes a conhecerem os tipos de profissionais da comunidade escolar. Também contempla o tema contemporâneo transversal Trabalho, reconhecendo a importância dos diferentes tipos de trabalhos realizados por esses profissionais.
• Ao trabalhar a atividade 1, incentive a turma a observar as imagens, nomear os espaços e descrever as ações desenvolvidas em cada um. Pergunte aos estudantes se vivenciam essas situações em seu cotidiano escolar, promovendo identificação e reflexão. Ao relacionarem hábitos e condutas aos ambientes da escola, eles reconhecem que cada espaço tem funções e formas próprias de organização.
• As atividades 1 e 2 convidam os estudantes a refletirem sobre regras e hábitos relacionados aos diferentes ambientes da escola. Ao observarem as imagens e relacionarem as ações aos espaços, eles reconhecem situações que fazem parte do seu cotidiano, compreendendo que cada lugar tem modos específicos de uso e convivência. Promova uma conversa sobre como essas regras ajudam a manter a organização e o bem-estar coletivo. Reforce que o ambiente escolar é também um espaço de construção de relações com outras pessoas e com o mundo, indo além da convivência familiar. Caso algum estudante apresente dificuldade em associar as ações aos espaços ou em compreender o papel das regras, retome o uso de cada ambiente escolar trazendo exemplos concretos do cotidiano. Procure promover um ambiente acolhedor, valorizando as vivências e incentivando a participação de todos. • Na atividade 2, incentive uma conversa coletiva sobre a importância das regras para a boa convivência. Reforce que respeitar hábitos e combinados nos diferentes ambientes — como biblioteca, sala de aula ou parquinho — contribui para um ambiente acolhedor, seguro e justo para todas as pessoas da escola.
TODA ESCOLA TEM REGRAS QUE GARANTEM SEU BOM FUNCIONAMENTO E UMA BOA CONVIVÊNCIA ENTRE TODOS.
1. RELACIONE AS REGRAS E OS HÁBITOS AOS AMBIENTES ESCOLARES CORRESPONDENTES, FORMANDO PARES DE LETRAS E NÚMEROS.
Resposta: A – 3; B – 4; C – 1; D – 2
A.
SENTAR-SE À MESA PARA FAZER AS REFEIÇÕES.
CRIANÇAS LANCHANDO.
B.
UTILIZAR OS BRINQUEDOS DE MODO COLABORATIVO PARA QUE TODOS POSSAM BRINCAR.
CRIANÇAS BRINCANDO.
C.
MANTER ORGANIZADOS OS LIVROS DAS PRATELEIRAS.
CRIANÇA ESCOLHENDO LIVROS.
D.
ESPERAR A SUA VEZ DE FALAR.
CRIANÇAS DURANTE AULA.




BIBLIOTECA. 1.
SALA DE AULA. 2.
REFEITÓRIO. 3.
PARQUINHO. 4.
Professor, professora: Na atividade 1, oriente os estudantes a escreverem os pares de letras e números na linha ao final da atividade.
2. EM SUA OPINIÃO, AS REGRAS DE BOA CONVIVÊNCIA NO AMBIENTE ESCOLAR SÃO IMPORTANTES?
Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes reflitam
sobre o assunto e concluam que a escola é um ambiente de aprendizagem, com hábitos e regras que devem ser respeitados por todos.
• Os conteúdos deste tema possibilitam o desenvolvimento de aspectos da habilidade EF01HI03 ao promoverem a reflexão dos estudantes sobre suas responsabilidades na escola, incentivando atitudes de cuidado, respeito e colaboração no dia a dia. As páginas 172 e 173 também contemplam aspectos das habilidades EF01HI04 e EF01GE07, pois, ao relacionarem hábitos e regras aos diferentes ambientes escolares, os estudantes reconhecem que cada espaço tem formas específicas de uso e convivência, aspectos fundamentais para o bem-estar coletivo.
03/10/2025 11:39:52
3. MARQUE UM X NOS QUADROS QUE APRESENTAM ATITUDES RESPONSÁVEIS QUE VOCÊ PRATICA NO SEU DIA A DIA NA ESCOLA.
PRESTAR ATENÇÃO NAS AULAS.
Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é levar os estudantes a identificarem suas responsabilidades no ambiente escolar.
PARTICIPAR DAS ATIVIDADES PROPOSTAS PELO PROFESSOR.
RESPEITAR OS MOMENTOS DE BRINCAR E OS MOMENTOS DE ESTUDAR.
4. Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes citem algumas atitudes responsáveis que praticam no
ambiente escolar, como cuidar de livros e materiais utilizados na escola e devolver os livros emprestados na biblioteca no prazo correto.
COLABORAR COM A LIMPEZA E A ORGANIZAÇÃO DOS DIFERENTES AMBIENTES DA ESCOLA.
4. CITE OUTRAS AÇÕES PRATICADAS POR VOCÊ QUE CONTRIBUEM PARA O BOM FUNCIONAMENTO DA ESCOLA.
5. OBSERVE A CENA A SEGUIR.
5. Professor, professora: A legenda da imagem não foi inserida para não comprometer a realização da atividade.
IMAGEM COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI.
• As atividades 3 e 4 permitem avaliar se os estudantes se percebem como detentores de responsabilidades no ambiente escolar. O objetivo destas atividades é fazê-los identificar suas responsabilidades e se conscientizarem sobre elas.
Após a realização das atividades, converse com os estudantes sobre as atitudes responsáveis mencionadas. Pergunte quais delas eles já conseguem praticar com facilidade no dia a dia da escola e quais ainda são um desafio. Incentive-os a pensar coletivamente em maneiras de tornar essas atitudes mais fáceis para todos. Se perceber que o grupo tem dificuldade em sugerir ideias, apresente algumas possibilidades e convide-os a escolher ou adaptar aquelas que fizerem mais sentido para a realidade da turma.
• Na atividade 5, trabalhe com os estudantes a importância do descarte correto dos resíduos destacando que jogar resíduos na lixeira contribui para a limpeza, a saúde de todos e a organização da escola.
A ) QUE ATITUDE RESPONSÁVEL ESTÁ REPRESENTADA NA CENA? B ) PINTE A CENA.
Resposta: Descarte de resíduos sólidos na lixeira. Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é trabalhar a coordenação motora dos estudantes.
Como complemento do tema Responsabilidades, hábitos e regras no ambiente escolar, converse com os estudantes sobre a importância de sermos responsáveis tanto na escola como em outros ambientes. Caso algum estudante não perceba essa importância, organize uma roda de conversa sobre o tema permitindo que todos os estudantes expressem seus pontos de vista. Engaje a turma na conversa para que entenda que, quando cada um cumpre suas responsabilidades, a convivência fica mais harmoniosa e segura para todos, evitando problemas e facilitando o cuidado com o lugar onde vivem.
03/10/2025 11:39:52
Promova um momento para que todos tenham a oportunidade de verbalizar seu raciocínio e acolha suas respostas.
OBJETIVOS
• Compreender que o respeito e a educação são valores importantes para a boa convivência entre as pessoas.
• Valorizar o uso de palavras de gentileza para melhorar a convivência com as outras pessoas.
• Compreender que as regras estão presentes em diversos lugares, com o intuito de oferecer modos seguros e adequados para o convívio das pessoas.
• Oriente os estudantes a identificarem o que pensam sobre respeito e educação. Incentive-os a analisar as próprias atitudes e questione-os sobre o uso de palavras de gentileza com outras pessoas.
• Ressalte as respostas que forem convenientes e motive-os a citar atitudes que consideram desrespeitosas. Promova um momento para que todos tenham a oportunidade de verbalizar seu raciocínio e acolha as respostas dos estudantes.
Respostas
A) Resposta pessoal. Incentive o debate entre os estudantes sobre esse ou outro possível problema relativo à convivência na sala de aula. B) Resposta pessoal. Caso haja algum problema com relação à convivência na sala de aula, promova um debate sobre as razões do problema. Incentive-os a conversar entre si para resolvê-lo.
2. ORGANIZANDO AS IDEIAS
• Nesta etapa, são apresentadas palavras e expressões consideradas agradáveis, respeitosas e educadas para se dirigir às pessoas no dia a dia. Incentive os estudantes a refletirem sobre a
CONHECENDO O PROBLEMA 1
A PROFESSORA SARA E SEUS ESTUDANTES PERCEBERAM UM PROBLEMA NA SALA DE AULA: ALGUNS COLEGAS NÃO ESTAVAM
UTILIZANDO PALAVRAS DE GENTILEZA, COMO COM LICENÇA, OBRIGADO(A)
Respostas nas orientações ao professor
A ) ESSE PROBLEMA OCORRE ENTRE OS COLEGAS COM QUEM VOCÊS ESTUDAM?
B ) EXISTE ALGUM OUTRO PROBLEMA QUE PREJUDICA A BOA CONVIVÊNCIA ENTRE OS ESTUDANTES DA SUA TURMA? COMPARTILHE COM OS COLEGAS.
É POSSÍVEL CONVERSAR COM OS COLEGAS PARA DEFINIR UMA REGRA QUE PODE RESOLVER UM PROBLEMA NA SALA DE AULA.
ORGANIZANDO AS IDEIAS 2
A ) QUAL PALAVRA DE GENTILEZA PODE SER UTILIZADA EM CADA UMA DAS SITUAÇÕES A SEGUIR? EM CADA CENA, ESCOLHA A PALAVRA MAIS ADEQUADA E COMPLETE O TEXTO DOS BALÕES DE FALA.
Resposta nas orientações ao professor
IMAGEM COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.
A.
CRIANÇAS CONVERSANDO.

própria maneira de se dirigirem às pessoas. Peça-lhes que contem aos colegas se eles têm o costume de usar essas palavras. Também é possível perguntar que outras palavras e expressões eles consideram agradáveis e respeitosas.
• Caso julgue pertinente, monte com os estudantes um painel intitulado Boa convivência. Leve para a sala de aula revistas e jornais e oriente-os a buscar imagens que mostrem atitudes de boas maneiras. Eles devem também criar legendas para explicá-las. Use esse momento para reforçar a importância da educação e do respeito no contexto escolar, tanto com relação ao professor e aos funcionários da escola quanto aos colegas.
PODE ME EMPRESTAR UM LÁPIS, ?
OBRIGADO
POR FAVOR
Promova um ambiente positivo na hipótese de algum estudante decidir se retratar de algum desentendimento ou atitude desrespeitosa.
Respostas
A) Por favor e obrigada.
B) Resposta pessoal. Incentive os estudantes a comentarem quais palavras costumam utilizar e em que situações diárias as utilizam.

CRIANÇAS CONVERSANDO.
QUERO DEVOLVER SEU LIVRO, MUITO
Respostas nas orientações ao professor
COM LICENÇA OBRIGADA
IMAGEM COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.
B ) EXISTEM OUTRAS PALAVRAS DE GENTILEZA QUE TAMBÉM PODEMOS USAR EM NOSSO DIA A DIA. LEIA ALGUMAS DELAS A SEGUIR. DEPOIS, CONTORNE AQUELAS QUE VOCÊ COSTUMA UTILIZAR DIARIAMENTE.
Resposta nas orientações ao professor
BUSCANDO SOLUÇÕES 3
Respostas nas orientações ao professor
A ) CONVERSEM SOBRE ALGUMAS REGRAS DO NOSSO DIA A DIA QUE PODEM SER COMBINADAS E QUE SÃO IMPORTANTES PARA UMA BOA CONVIVÊNCIA:
• QUANDO FREQUENTAMOS A BIBLIOTECA;
• SOBRE OS HORÁRIOS DA ESCOLA;
• AO CUIDARMOS DA ORGANIZAÇÃO DA SALA DE AULA.
B ) CITEM UMA REGRA QUE PODE SER COMBINADA COM A TURMA PARA MELHORAR A CONVIVÊNCIA ENTRE VOCÊS.
C ) PRODUZAM CARTAZES PARA DIVULGAR A NOVA REGRA COMBINADA UTILIZANDO DESENHOS. O PROFESSOR PODE AJUDAR NA PRODUÇÃO DOS TEXTOS.
• Inicie o tema investigando o conhecimento prévio dos estudantes no que diz respeito a regras. Pergunte a eles se conhecem algumas regras e para que elas servem. Em seguida, aprofunde a conversa explicando que as regras são necessárias para estabelecer organização, orientação, auxílio, entre outros objetivos. Destaque, por exemplo, que nas escolas existem regras para auxiliar o aprendizado e estabelecer a boa convivência entre as pessoas.
A) Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes mencionem que, nas bibliotecas escolares, deve-se permanecer em silêncio para não atrapalhar a leitura de outras pessoas. Explique sobre a importância de se manter a sala de aula e outros ambientes organizados, além de ter um horário determinado para a entrada e a saída dos estudantes, para evitar que o atraso prejudique o andamento da aula.
B) Resposta pessoal. A situação geradora do problema precisa ser discutida e algumas soluções devem ser sugeridas. Pode-se fazer uma votação para que uma delas seja escolhida pela maioria.
C) Resposta pessoal. Auxilie-os na elaboração dos cartazes e promova a divulgação da regra definida. Incentive os estudantes a cuidarem para que ela seja cumprida por todos e que os benefícios sejam reconhecidos. Essa atividade favorece uma abordagem integrada com o componente curricular de Língua Portuguesa, ao permitir que os alunos explorem o gênero textual cartaz.
• Comente com eles que as regras são elaboradas para serem respeitadas por todas as pessoas e, quando isso acontece, garantem um convívio social harmonioso, seguro e mais justo.
• Se considerar necessário, sugira uma atividade que envolva a família dos estudantes. Oriente-os a conversar com seus familiares ou responsáveis sobre alguma regra que facilita o convívio entre eles e, depois, apresentá-la aos colegas. Em sala de aula, promova um momento para essa troca de experiências.
BNCC
• O estudo desta seção favorece o desenvolvimento da habilidade EF01GE04, das Competências gerais 7, 9 e 10, das
Competências específicas de Geografia 1, 6 e 7, assim como dos temas contemporâneos transversais Vida familiar e social e Educação em direitos humanos ao incentivar os estudantes a identificarem, debaterem e construírem ideias que promovam o respeito ao outro e às regras de convívio em diferentes lugares.
• O objetivo da atividade 1 é incentivar os estudantes a pesquisarem informações sobre a escola, recorrendo à investigação. Além disso, ao identificarem a data de fundação da escola, eles irão reconhecer marcos históricos, aproximando-se da história da escola em que estudam.
• Ao preencherem a ficha com informações como nome, data de fundação e idade da escola, eles exercitam a observação, a pesquisa e o vínculo com o espaço escolar. Caso algum estudante apresente dificuldade em compreender noções de temporalidade, proponha uma comparação simples com a própria idade, favorecendo uma compreensão mais concreta da passagem do tempo. Por fim, proponha a criação de um mural coletivo com fotografias, desenhos e registros que contenham um pouco da trajetória da escola. Essa construção favorece o compartilhamento de memórias e experiências entre os estudantes, além de ampliar o sentido de comunidade escolar.
MINHA ESCOLA
NOME:
DATA DE FUNDAÇÃO:
IDADE:
DESENHO DA ESCOLA:
Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é que os estudantes conheçam algumas informações relacionadas à história da escola onde estudam.
Professor, professora: Auxilie os estudantes na realização da atividade. Caso julgue oportuno, organize um passeio pelas dependências da escola. Eles poderão encontrar as informações solicitadas na fachada do edifício, analisando a placa de fundação, em conversa com funcionários etc. Verifique se o nome da escola foi copiado corretamente. Caso seja necessário, escreva na lousa todos os dados da ficha para que eles possam copiar. Por fim, ajude-os a identificar o ano de fundação e faça a conta na lousa para que eles possam conhecer há quantos anos a escola existe no local.
2. VOCÊ CONHECE ALGUÉM QUE ESTUDOU NA SUA ESCOLA NO PASSADO? COMENTE SOBRE ISSO COM SEUS COLEGAS.
Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é incentivar os estudantes a reconhecerem que as pessoas fazem parte da história da escola.
ASSIM COMO AS PESSOAS E AS FAMÍLIAS, AS ESCOLAS TAMBÉM TÊM HISTÓRIAS.
3. ESCREVA A PRIMEIRA LETRA DO NOME DE CADA IMAGEM A SEGUIR.
Resposta: JORNAIS.
Resposta: FOTOGRAFIAS.
A ) LEIA EM VOZ ALTA AS PALAVRAS QUE SE FORMARAM E DESCUBRA ONDE PODEMOS ENCONTRAR MAIS INFORMAÇÕES SOBRE AS HISTÓRIAS DA ESCOLA.
Resposta: JORNAIS, FOTOGRAFIAS.
4. VAMOS DESCOBRIR MAIS SOBRE AS HISTÓRIAS DA SUA ESCOLA? PARA ISSO, SIGA O ROTEIRO A SEGUIR.
A ) EM GRUPO, E ACOMPANHADOS DE UM ADULTO, FAÇAM UMA PESQUISA SOBRE UM DOS TÓPICOS A SEGUIR.
• HISTÓRIA DO NOME DA ESCOLA.
• MUDANÇAS QUE OCORRERAM NA ESCOLA AO LONGO TEMPO.
Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é que os estudantes desenvolvam autonomia na busca por informações, em fontes de pesquisa confiáveis, ao mesmo tempo em que conhecem mais sobre a escola onde estudam.
• EVENTOS E COMEMORAÇÕES REALIZADAS PELA ESCOLA NO PASSADO.
B ) COMPARTILHEM COM OS COLEGAS, EM VOZ ALTA, AS INFORMAÇÕES QUE VOCÊS DESCOBRIRAM NA PESQUISA DO ITEM ANTERIOR.
Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é que os estudantes compartilhem com os colegas as informações que obtiveram na pesquisa e, assim, ampliem seus conhecimentos sobre a história da escola onde estudam.
Independentemente do formato, conduza as exposições com perguntas norteadoras: “Qual é o tema do trabalho?”; “Quais materiais e fontes foram utilizados?”; “Quais dificuldades encontraram?”; “O que aprenderam?”; “O que ainda precisamos aprender?”.
03/10/2025 11:34:12
• Na atividade 2, oriente os estudantes a se lembrarem de pessoas conhecidas que estudaram na mesma escola no passado, como familiares, para que recordem e compartilhem aspectos da história da escola com os colegas. A atividade os encoraja a reconhecer que a escola tem uma história viva, construída pelas pessoas que passaram por ela ao longo do tempo.
• A atividade 3 tem como objetivo analisar se os estudantes são capazes de identificar jornais e fotografias como fontes históricas por meio do conhecimento alfabético. Caso algum estudante apresente dificuldade, conduza a conversa de forma lúdica e retome com ele as imagens que compõem as palavras perguntando: “Jacaré começa com que som?”. Em seguida, proponha uma nova tentativa, reforçando que aprender envolve ritmo próprio, prática e escuta atenta. • Na atividade 4, incentive os estudantes a pesquisarem a história da escola em documentos, entrevistas e relatos. Organize a turma em três grupos de acordo com os tópicos sugeridos (história do nome da escola, mudanças ocorridas ao longo do tempo, eventos e comemorações no passado). Oriente-os a buscar informações com o auxílio de um adulto no site da escola, em jornais antigos, nos arquivos da biblioteca da escola ou municipal e por meio de entrevistas com funcionários antigos, previamente agendadas. Peça que levem para a sala de aula documentos, fotografias e jornais para análise em conjunto. Se houver dificuldade, divida a tarefa em etapas e acompanhe cada uma, ajudando na seleção de materiais adequados à faixa etária. Se a turma optar por entrevistas, apoie a elaboração das perguntas e combine o comportamento esperado. No dia das apresentações, defina regras de participação (esperar a vez, escutar os colegas, valorizar o esforço dos grupos).
• O conteúdo abordado contempla a habilidade EF01HI06 por meio do reconhecimento das histórias da escola e das pessoas que fizeram parte dela, valorizan-
do diferentes memórias e experiências. Também favorece o desenvolvimento da habilidade EF01HI08 ao incentivar os estudantes a pesquisarem festividades realizadas pela comunidade escolar. Além disso, a proposta contribui para o desenvolvimento da Competência específica de História 3 ao promover a formulação de perguntas e hipóteses com base em documentos, entrevistas e registros, ampliando a capacidade investigativa dos estudantes.
• O objetivo da questão 5 é promover a análise crítica dos documentos históricos, conhecendo informações sobre as escolas no passado e comparando-as à realidade das escolas no presente. Caso os estudantes apresentem dificuldade, uma estratégia é promover uma análise conjunta das fotografias. Confira a seguir algumas orientações para conduzir a análise.
• Na fotografia A, peça aos estudantes que observem a posição rígida do professor ao fundo da sala e a postura dos estudantes. Diga que eles estão concentrados na atividade e não interagem uns com os outros durante a aula. Instrua-os a observar o uniforme, mostrando que todos estão vestindo camisas. Por fim, leve-os a perceber que só há meninos nessa turma.
• Na fotografia B, oriente-os a observar a atitude da professora em relação às estudantes, destacando a falta de interação entre elas. Chame a atenção para a atividade desenvolvida e instigue-os a identificar o que elas estão fazendo. Instrua-os a observar a roupa da professora e das meninas. Ressalte que, ao contrário da outra fotografia, a turma é composta apenas de meninas e a professora é uma mulher.
• Ao responderem às questões, espera-se que identifiquem semelhanças entre as imagens, como a estrutura física da sala e o período em que foram registradas, e percebam diferenças quanto à composição das turmas, à organização das carteiras e à forma como as aulas eram conduzidas.
• Por fim, peça aos estudantes que comparem as salas de aula do passado com as atuais. Promova a conversa com um ambiente acolhedor, cuidando para que todos se expressem de forma respeitosa.
COMO ESTUDAMOS ANTERIORMENTE, AS ESCOLAS TÊM
UMA HISTÓRIA. POR ISSO, ELAS TAMBÉM PODEM PASSAR POR MUDANÇAS AO LONGO DO TEMPO.
5. OBSERVE AS FOTOGRAFIAS A SEGUIR, QUE MOSTRAM EXEMPLOS DE SALAS DE AULA NO PASSADO.
A.

B.

SALA DE AULA DE MENINAS NA CIDADE DE SÃO PAULO, EM 1908.
5. A) Resposta pessoal. Os estudantes podem citar, por exemplo, que as salas de aula apresentam como semelhanças a estrutura física e a organização das carteiras.
5. B) Resposta pessoal. Os estudantes podem citar, por exemplo, que na sala de aula da fotografia A estudam apenas meninos, e na da fotografia B, apenas meninas.
AGORA, RESPONDA ORALMENTE ÀS QUESTÕES A SEGUIR.
A ) O QUE AS SALAS DE AULA APRESENTADAS NAS FOTOGRAFIAS A E B TÊM EM COMUM?
B ) O QUE AS SALAS DE AULA APRESENTADAS NAS FOTOGRAFIAS A E B TÊM DE DIFERENTE?
C ) AS SALAS DE AULA MOSTRADAS NAS FOTOGRAFIAS SE PARECEM COM A SUA? EXPLIQUE.
Resposta nas orientações ao professor
Resposta 5. C) Resposta pessoal. O objetivo desta questão é levar os estudantes a refletirem sobre as características da sala de aula onde estudam, comparando-a com as apresentadas nas fotografias. As respostas podem variar a depender da sala de aula onde estudam. No entanto, é esperado que eles citem que não há a separação de meninos e meninas.
• A abordagem desta página desenvolve aspectos da habilidade EF01HI06, pois os estudantes poderão comparar informações entre o passado e a atualidade das escolas. Também favorece o desenvolvimento da Competência específica de História 3 ao permitir a elaboração de hipóteses, argumentos e proposições em relação a documentos, interpretações e contextos históricos específicos. Além disso, dialoga com a Competência geral 9, uma vez que promove o respeito à diversidade de experiências e a valorização das mudanças sociais que transformaram a escola ao longo do tempo.
6. OBSERVE OS OBJETOS ESCOLARES A SEGUIR.
Professor, professora: As legendas das imagens não foram inseridas para não comprometerem a realização da atividade.
A.
B.

C.


D.


E. F.
6. C) Resposta pessoal. O objetivo desta questão é que os estudantes analisem as imagens dos objetos criticamente, visando identificar mudanças que ocorreram ao longo do tempo. Eles podem citar diferenças relacionadas ao formato e aos materiais, por exemplo.

A ) CONTORNE APENAS OS OBJETOS ESCOLARES UTILIZADOS NO PASSADO.
Resposta: D, E, F
B ) DIGA EM VOZ ALTA OS NOMES DOS OBJETOS APRESENTADOS NAS FOTOGRAFIAS.
Resposta: A, E: estojo escolar; C, D: carteira escolar; B, F: apontador.
C ) EM SUA OPINIÃO, O QUE MUDOU NOS OBJETOS ESCOLARES, SE COMPARARMOS OS DO PASSADO COM OS ATUAIS?
7. CONVERSE COM UMA PESSOA QUE TENHA MAIS DE 60 ANOS DE IDADE. PERGUNTE A ELA COMO ERA A ESCOLA DELA, COMO ERAM AS SALAS DE AULA, OS MATERIAIS ESCOLARES E O UNIFORME ESCOLAR. DEPOIS, CONTE AOS SEUS COLEGAS O QUE VOCÊ ACHOU MAIS INTERESSANTE DESSA CONVERSA.
Resposta nas orientações ao professor
mento para instigar o pensamento crítico e a imaginação deles. Pergunte-lhes: “O que mais o surpreendeu?”; “Você gostaria de estudar em uma escola como a do passado?”. Esses questionamentos ajudam a ampliar a reflexão sobre passado e presente, aproximando os conteúdos escolares da vida cotidiana e promovendo o reconhecimento do conhecimento das pessoas mais velhas. Valorize os relatos e incentive que façam perguntas uns aos outros, fortalecendo a escuta e o respeito às experiências.
7. Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é aproximar o conteúdo trabalhado em sala de aula do cotidiano dos estudantes, além de levá-los a conhecer e valorizar os conhecimentos de pessoas com mais idade. Visa-se também que os estudantes reconheçam por meio de relatos as mudanças que ocorreram nas escolas ao longo do tempo.
• Na atividade 6, promova a comparação dos objetos por meio de perguntas como: “Qual desses você usa hoje?”; “Qual parece mais antigo?”. No item A, avalie se os estudantes conseguem identificar objetos escolares utilizados no passado. Oriente-os a observar o aspecto visual dos objetos e associá-los ao tempo em que foram utilizados. Caso algum estudante apresente dificuldade, sugira que identifique quais objetos nas imagens se parecem com os que ele utiliza no seu dia a dia. O objetivo do item B é promover a correspondência entre objetos do presente e do passado. Em caso de dificuldade, uma sugestão de intervenção é explicar que, embora os objetos escolares apresentados nas imagens apresentem formatos diferentes e sejam feitos de outros materiais, eles possuem a mesma função. No item C, avalie a percepção dos estudantes sobre as transformações ocorridas no ambiente escolar. Caso apresentem dificuldade, incentive-os a comentar o que acharam diferente entre os pares de objetos, como o material ou o formato. Aproveite também para instigá-los a observar os formatos e os materiais dos objetos escolares do passado.
• Na atividade 7, promova uma roda de conversa para que compartilhem os resultados da conversa com os familiares. Aproveite o mo-
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BNCC
• As atividades 6 e 7 contemplam aspectos da habilidade EF01HI02 ao promoverem a identificação de semelhanças e diferenças entre objetos escolares do passado e do presente com base na observação de imagens e no diálogo com colegas e familiares. Também favorecem o desenvolvimento da habilidade EF01HI04 ao proporcionarem a escuta e a valorização das memórias de pessoas mais velhas, o que propicia a construção de noções iniciais sobre as transformações no cotidiano escolar ao longo do tempo.
• Identificar e nomear diferentes espaços da escola. Sugestão de intervenção
Para auxiliar os estudantes na compreensão do tema, antes de promover esta atividade, separe um momento para que eles recordem os diferentes ambientes da escola. Avalie a possibilidade de solicitar a todos os profissionais que integram a escola que os recebam e expliquem sua função e o que é desenvolvido em cada um desses espaços. Aproveite o momento para conversar sobre os cuidados que devem ser adotados com relação à escola. Se considerar interessante, peça aos estudantes que desenhem outros espaços da escola que não foram retratados na página. Auxilie-os a escrever o nome das partes desenhadas. Após os desenhos finalizados, organize uma apresentação onde cada estudante mostre seus desenhos explicando as partes da escola desenhadas e de que maneira elas costumam ser utilizadas diariamente.
• A atividade 1 desenvolve aspectos da habilidade EF01GE01 ao abordar a identificação e as características de lugares de vivência, como a escola.
Professor, professora: No item A da atividade 1, oriente os estudantes a escreverem os pares de letras e números nas linhas apresentadas.
Resposta: PÁTIO.
Resposta: SALA DE AULA.
Resposta: BIBLIOTECA.
A ) RELACIONE OS NOMES DAS PARTES DA ESCOLA ÀS FOTOGRAFIAS CORRESPONDENTES. PARA ISSO, FORME PARES DE LETRAS E NÚMEROS.
Professor, professora: As legendas das imagens não foram inseridas para não comprometerem a realização da atividade.

Resposta: B – 1.

Resposta: A – 3

Resposta: C – 2.
Professor, professora: As legendas das imagens não foram inseridas para não comprometerem a realização da atividade.
2. ESCREVA O NOME DE DOIS PROFISSIONAIS APRESENTADOS A SEGUIR E QUE, GERALMENTE, TRABALHAM NA ESCOLA.

Resposta: PROFESSORA.
3. OBSERVE A IMAGEM A SEGUIR.

Resposta: ZELADOR.

IMAGEM COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.
2. Objetivo
• Identificar e nomear diferentes profissionais que atuam no ambiente escolar.
Sugestão de intervenção
Promova uma roda de conversa e incentive cada estudante a comentar sobre os profissionais da escola que conhecem e sua importância. Para auxiliar os estudantes na escrita dos nomes, apresente na lousa uma lista de profissionais que trabalham na escola, assim podem localizar o que precisam. Outra opção é escrever algumas letras ou sílabas de cada profissão para que eles completem as que faltam.
3. Objetivo
• Desenvolver e exercitar as noções de lateralidade dos estudantes.
Sugestão de intervenção
PROFESSORA E ESTUDANTES EM SALA DE AULA.
A ) MARQUE UM X NOS NÚMEROS DOS OBJETOS QUE ESTÃO DENTRO DO ARMÁRIO.
Resposta: Os estudantes devem marcar X nos objetos 6 e 7.
B ) CONTORNE DE VERDE A CRIANÇA QUE ESTÁ IMEDIATAMENTE À ESQUERDA DA PROFESSORA.
Resposta: Os estudantes devem contornar a criança 4
C ) DESENHE UMA BOLA EMBAIXO DA MESA.
Resposta: O estudante deve desenhar uma bola embaixo da mesa.
D ) DESENHE UM LIVRO EM CIMA DA MESA.
Resposta: O estudante deve desenhar um livro em cima da mesa.
tudantes apresentem mais dúvidas, retome a atividade 6 da página 161. Peça a eles que falem sobre o desenho que fizeram e comentem quais são os colegas que estão à sua direita, à sua esquerda, à sua frente e atrás deles.
BNCC
• A atividade 2 explora aspectos da habilidade EF01GE07 ao abordar os trabalhos no dia a dia da comunidade escolar. Na atividade 3, aspectos da habilidade EF01GE09 são abordados ao envolver referenciais de espaciais no ambiente da sala de aula.
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Para auxiliar a tratar o tema, uma sugestão é a brincadeira Quem está lá fora? . Escolha um estudante para ficar vendado na frente da turma. Após vendá-lo, escolha outro estudante para ficar do lado de fora. Mude alguns estudantes de lugar, de maneira que se misturem e a sala de aula fique “diferente”. Em seguida, tire a venda do estudante que está à frente da turma e pergunte: “Quem está lá fora?”. Oriente-o a identificar o estudante que está faltando observando a sala. Ele deve, então, chamá-lo após a observação e adivinhação. Caso os es-
4. Objetivo
• Identificar o material de que é feito o objeto.
• Identificar de que outro material o objeto poderia ser fabricado, levando em consideração as características dos diferentes materiais e a função do objeto.
Sugestão de intervenção
No item A, caso algum estudante não reconheça o vidro como sendo o material do copo, leve um copo de vidro para a sala de aula e peça que o compare com a fotografia da página. Em seguida, incentive-o a citar características dos outros materiais apresentados no item A, levando-o a perceber que não são semelhantes ao material do copo da fotografia.
No item B, caso algum estudante responda que seria possível fabricar um copo de tecido, mostre a ele que o tecido é maleável e permeável. Se possível, mostre essas características na prática.
• A atividade 4 colabora com o desenvolvimento da habilidade EF01CI01 ao levar os estudantes a reconhecerem características dos materiais de que são feitos objetos de uso cotidiano.
• Diferenciar os seres vivos dos componentes não vivos em um ambiente.
Sugestão de intervenção
Se algum estudante tiver dificuldade em realizar esta atividade, peça a ele que primeiramente observe a imagem. Depois, peça à turma que faça sua descrição detalhada. Em seguida, pergunte que tipo de ambiente está sendo retratado e quais são os componentes desse ambiente. Escreva na lousa o nome de todos os componentes que eles citarem: peixes e plantas, água e luz
4. OBSERVE O OBJETO A SEGUIR.

COPO.
IMAGENS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI.
A ) MARQUE UM X NO MATERIAL DE QUE É FEITO O OBJETO APRESENTADO.
MADEIRA. VIDRO. ARGILA. METAL.
Resposta: VIDRO.
B ) SERIA POSSÍVEL FABRICAR O OBJETO APRESENTADO COM TECIDO DE ALGODÃO? MARQUE UM X NA RESPOSTA MAIS ADEQUADA.
SIM, POIS O TECIDO DE ALGODÃO É UM MATERIAL IMPERMEÁVEL.
NÃO, POIS O TECIDO DE ALGODÃO É PERMEÁVEL. ALÉM DISSO, ELE É MALEÁVEL E, POR ISSO, NÃO SE MANTÉM NO FORMATO DO COPO.
Resposta: NÃO, POIS O TECIDO DE ALGODÃO É PERMEÁVEL. ALÉM DISSO, ELE É MALEÁVEL E, POR ISSO, NÃO SE MANTÉM NO FORMATO DO COPO.
5. OBSERVE A IMAGEM A SEGUIR.
Professor, professora: A legenda e as medidas dos seres vivos não foram inseridas para não comprometerem a realização da atividade. Confira mais informações nas orientações ao professor

A ) ESCREVA O NOME DE UM COMPONENTE NÃO VIVO IDENTIFICÁVEL NA IMAGEM.
Resposta pessoal. Os estudantes podem citar a água e a luz solar.
B ) IDENTIFIQUE E ESCREVA O NOME DE UM COMPONENTE VIVO IDENTIFICÁVEL NA IMAGEM.
Resposta pessoal. Os estudantes podem citar animais (peixes) e plantas. Neste caso, não é esperado que os estudantes identifiquem as espécies dos seres vivos.
solar. Por fim, oriente-o a realizar a atividade. Para não comprometer a realização da atividade, o nome e a medida dos seres vivos mostrados na fotografia, bem como a legenda da fotografia não foram inseridos no Livro do Estudante. Se julgar pertinente, após a realização da atividade, comente estas informações com os estudantes: o peixe é da espécie Sarpa salpa, conhecida como salema; e as plantas são da espécie Posidonia oceanica
• Sarpa salpa: pode atingir cerca de 50 centímetros de comprimento.
• Posidonia oceanica: pode atingir cerca de 156 centímetros de comprimento.
• Legenda: Peixe Sarpa salpa nadando em meio a plantas marinhas no Mar Mediterrâneo perto de Marselha, ao sul da França, em 2012.
FAÇA
Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é que os estudantes retomem parte do conteúdo abordado sobre a história da escola. Aproveite o momento para relembrar com eles algumas histórias da escola descobertas durante as pesquisas.
6. Objetivo
• Identificar e representar transformações ocorridas na escola ao longo do tempo por meio de linguagem artística.
Sugestão de intervenção
Inicie a atividade convidando os estudantes a recontarem em voz alta o que se lembram sobre a história da escola. Incentive-os a recuperar fatos, imagens, personagens ou objetos que lhes chamaram a atenção. Aproveite a atividade para explicar que as histórias de um mesmo lugar podem ser muitas, progredindo na reflexão sobre conhecimento histórico. Exemplifique retomando o que foi observado nas pesquisas: diferentes sujeitos possuem diferentes narrativas de um mesmo período histórico; uma mesma narrativa pode ser compartilhada por diferentes sujeitos de diferentes épocas; um objeto pode ter sido utilizado no passado e ainda o ser no presente ou ser substituído por outro modelo; um acontecimento marcante pode ter sido interpretado de diferentes formas etc. Durante a atividade, o conteúdo pode ser articulado com o componente curricular de Artes por meio do incentivo à criatividade dos estudantes, destacando diferentes formas, estilos e composições para as representações. Convide-os a utilizar histórias em quadrinhos, retratos, paisagens, objetos e pinturas como fontes de inspiração. Acolha as possíveis dificuldades adaptando a atividade conforme a necessidade apresentada pelo estudante. Ao compartilharem os desenhos, incentive a valorização dos trabalhos dos colegas, destacando detalhes, uso de cores, formas e histórias escolhidas. Promova o engajamento deles em uma escuta ativa que promova diálogos saudáveis e respeitosos.
A ) FORME DUPLA COM UM COLEGA E MOSTRE SEU DESENHO PARA ELE.
Resposta: Auxilie os estudantes na formação das duplas e no compartilhamento dos desenhos.
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• A atividade 6 contempla a habilidade EF01HI06 ao promover a apropriação das histórias da escola e o reconhecimento de diferentes sujeitos que atuaram nesse espaço. A produção artística e o diálogo entre pares incentivam a reconstrução de memórias e o entendimento de que a escola é formada por experiências diversas ao longo do tempo.
• Reconhecer que os lugares são diferentes uns dos outros.
• Distinguir os diferentes lugares que frequentam.
• Refletir sobre atitudes para uma boa convivência em diversos lugares.
• Identificar os elementos que existem na paisagem dos lugares.
• Diferenciar as transformações ocasionadas pelas pessoas das que ocorrem pela ação da natureza na paisagem dos lugares.
• Conhecer as histórias da comunidade e como elas se relacionam com a sua vivência pessoal.
• Reconhecer os ambientes da comunidade como espaços de convívio entre os seus membros.
• Identificar hábitos e regras da comunidade, refletindo sobre ações para uma boa convivência comunitária e sobre suas responsabilidades.
• Identificar diferentes papéis sociais de membros da comunidade.
• Conhecer de onde são obtidos alguns materiais.
• Reconhecer os principais problemas ambientais causados pela extração dos materiais do ambiente.
• Discutir sobre como são descartados os resíduos gerados em nosso cotidiano.
• Refletir sobre medidas que podem ser tomadas para reduzir a produção de resíduos e a extração de materiais dos ambientes.
• Avaliar medidas relacionadas ao consumo consciente.
Se possível, promova uma aula em um espaço público próximo à escola, como uma praça ou um parque. Nessa aula, você pode explorar temas como lateralidade, períodos do dia e


A VILA DE SANTA LUZIA PARANÁ, DE CONSTÂNCIA NERY. ÓLEO SOBRE TELA, 74 CENTÍMETROS × 54 CENTÍMETROS. 2012
atividades do cotidiano, tipos de elementos que existem no lugar (moradia, árvores, comércio etc.). Para isso, solicite a autorização dos pais ou responsáveis por escrito e coordene com a direção da escola a saída com os estudantes. Este tipo de atividade requer planejamento antecipado e auxílio de outros funcionários. Depois da experiência extraclasse, converse com os estudantes sobre as diferentes maneiras de usufruir dos espaços públicos. Pergunte se eles já frequentaram os diferentes espaços públicos que existem no município onde vivem. O intuito é resgatar as experiências e os conhecimentos prévios dos estudantes.

• Leia o texto a seguir, que discorre sobre a importância dos espaços públicos.
Respostas nas orientações ao professor
CONTORNE O LUGAR DA COMUNIDADE REPRESENTADO NA IMAGEM.
1. QUAIS ATIVIDADES AS PESSOAS ESTÃO REALIZANDO NESSE LUGAR?
2. 3. 4.
VOCÊ E SEUS FAMILIARES COSTUMAM FREQUENTAR
LUGARES COMO ESSE ONDE MORAM? CONTE AOS COLEGAS
EM NOSSO DIA A DIA, UTILIZAMOS OBJETOS QUE SÃO
FEITOS DE DIFERENTES MATERIAIS.
IDENTIFIQUE E DESENHE NO ESPAÇO A SEGUIR UM OBJETO QUE FOI REPRESENTADO NA OBRA DE ARTE.
5.
APÓS CERTO TEMPO DE USO, MUITOS OBJETOS DEIXAM DE SER ÚTEIS E SÃO DESCARTADOS. EM SUA OPINIÃO, TUDO
O QUE UTILIZAMOS E CONSUMIMOS EM NOSSO DIA A DIA DEVE SER DESCARTADO DA MESMA MANEIRA? EXPLIQUE AOS COLEGAS.
1. Uma praça ou parque próximo de algumas moradias. Auxilie os estudantes a perceberem os vários elementos da imagem que, geralmente, existem nas praças e nos parques.
2. A maioria das pessoas está praticando atividades de lazer, como brincar, caminhar, conversar. Verifique se os estudantes percebem que a imagem mostra atividades referentes a um espaço público de lazer.
3. Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é incentivar os estudantes a compartilharem suas vivências e identificarem os ambientes da comunidade que frequentam no dia a dia.
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03/10/2025 11:31:13
4. Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é levar os estudantes a analisarem a imagem e seus elementos, desenvolvendo habilidade de concentração e atenção. Eles podem desenhar objetos como bancos, cordas, guardachuva, saxofone, bolsa, chapéu.
5. Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é levar os estudantes a refletirem sobre o tema e a exporem sua opinião sobre os diferentes modos de descarte de resíduos. É importante que eles reconheçam que alguns objetos podem ser reutilizados e outros podem ser reciclados, para que haja reaproveitamento do material.
O uso do espaço público foi se modificando ao longo dos séculos a partir de mudanças sociais, econômicas e espaciais. A rua, outrora espaço de socialização e brincadeira, foi tornando-se espaço de perigo, principalmente para as crianças […].
Os espaços públicos como as praças e os parques infantis, além do papel de socialização, mostram-se importantes para o desenvolvimento infantil por oportunizar habilidades físicas (força, agilidade, motricidade ampla), cognitivas (concentração, atenção, noção espacial), sociais (interação, socialização, diversidade) e psicológicas (regular emoções, criatividade, autonomia) […].
O brincar é um comportamento que foi selecionado pela espécie; contudo sofre influência de fatores culturais, sociais, econômicos e espaciais, modificando-se no tempo e no espaço […]. Neste sentido, o comportamento do brincar pode ser inibido ou estimulado dependendo das características do espaço onde ocorre. Desta forma, o desenvolvimento psicológico ocorre conforme a pessoa se envolve ativamente com o ambiente físico e social […]
LUZ, Giordana Machado da; KUHNEN, Ariane. O uso dos espaços urbanos pelas crianças: explorando o comportamento do brincar em praças públicas. Psicologia: Reflexão e Crítica. Porto Alegre, v. 26. n. 3, 2013. p. 552553. Disponível em: https://www.scielo.br/j/prc/a/ BXgFzng5YT59BBk9jHCQvWn/ ?format=pdf&lang=pt. Acesso em: 2 set. 2025.
• Auxilie os estudantes no desenvolvimento da atividade 1 . Solicite lhes que observem atenciosamente as ilustrações. Descreva detalhadamente os elementos das imagens para ajudar estudantes com baixa visão ou cegos. Aponte as imagens uma por uma, perguntando quais são suas impressões e os lugares representados. Se algum estudante ainda apresentar dificuldade na leitura, sugira que a atividade seja feita em duplas.
• Após cada resposta, pergunte quais atividades podem ser exercidas nesses locais e quais deles costumam frequentar.
• A fim de complementar o estudo, motive os estudantes a compartilharem o que geralmente observam nas pessoas que frequentam esses locais e o que elas fazem ali.
• O conteúdo das páginas 186 e 187 favorece o estudo do tema contemporâneo transversal Vida familiar e social, uma vez que discorre sobre a convivência com as pessoas do bairro, incluindo os profissionais que trabalham nele e suas atividades.
REFERÊNCIAS
COMPLEMENTARES
CUNHA, Leo. Domingo na praça. Rio de Janeiro: J.O., 2021.
Nesse livro, por meio de versos e belas ilustrações, o autor apresenta momentos felizes que podemos ter em uma praça acompanhados por familiares e amigos.
CONHECEMOS DIFERENTES LUGARES E FREQUENTAMOS VÁRIOS DELES NO DIA A DIA.
VAMOS NOS LEMBRAR DE ALGUNS EXEMPLOS.
1. FORME DUPLA COM UM COLEGA E, JUNTOS, DESCREVAM CADA LUGAR REPRESENTADO NAS IMAGENS. EM SEGUIDA, MARQUEM UM X NO NOME QUE IDENTIFICA CADA LUGAR.


Resposta: ESCOLA.
ESCOLA PRAÇA
CASA DE PARENTES
Professor, professora: As legendas das imagens não foram inseridas para não comprometerem a realização da atividade. Incentive os estudantes a descreverem
IMAGENS COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA. A. B.
oralmente os lugares mostrados nas imagens desta página e da seguinte, atentando às características de cada um deles, para, então, escolherem a resposta correta.
CASA DE PARENTES PRAÇA LOJA
Resposta: PRAÇA.

D.
ESCOLA
CASA DE PARENTES PRAÇA
Resposta: CASA DE PARENTES.
Professor, professora: As legendas das imagens não foram inseridas para não comprometerem a realização da atividade.

• Para complementar a atividade 2 , encoraje os estudantes a compartilharem com os colegas de que mais gostam nos lugares que frequentam diariamente. Fique atento para evitar qualquer manifestação de preconceito entre eles. Promova um momento para que todos tenham a oportunidade de verbalizar seu raciocínio e acolha as respostas dos estudantes.
ESCOLA PRAÇA LOJA
Resposta: LOJA.
2. PINTE OS QUADRINHOS NOS QUAIS VOCÊ MARCOU UM X INDICANDO A FREQUÊNCIA COM QUE VISITA ESSES LUGARES. PARA ISSO, UTILIZE A LEGENDA A SEGUIR.
TODOS OS DIAS
UMA VEZ POR SEMANA NUNCA
Resposta pessoal. Cada
estudante vive uma realidade e uma rotina diferente, e todas devem ser respeitadas.
3. COMPAREM OS LUGARES MOSTRADOS NAS IMAGENS DA ATIVIDADE 1 E CONVERSEM SOBRE AS DIFERENÇAS E AS SEMELHANÇAS EXISTENTES ENTRE ELES.
Resposta nas orientações ao professor
4. COM OS COLEGAS, CONVERSEM SOBRE O QUE VOCÊS FAZEM EM CADA UM DESSES LUGARES QUE FREQUENTAM.
Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor
4. Esperase que os estudantes reconheçam que, na escola, eles estudam, encontramse com os colegas e professores; na casa de parentes, eles fazem visitas e conversam; na praça, eles podem caminhar, andar de bicicleta, interagir com outras pessoas; na loja, eles fazem compras do que necessitam.
Objetivo
• A atividade 4 possibilita avaliar se os estudantes são capazes de reconhecer atividades atribuídas a diferentes lugares que frequentam no dia a dia.
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03/10/2025 11:31:15
Organize uma roda de conversa e escreva na lousa as atividades citadas e o lugar em que são desenvolvidas. Caso considere necessário, faça questionamentos que conduzam os estudantes a identificarem outros lugares que geralmente frequentam. Se alguém citar algum local interessante ou diferente do habitual, comente um pouco mais sobre ele e pergunte se os demais já o visitaram ou o conhecem. Aproveite o momento para esclarecer possíveis dúvidas e para resgatar experiências e conhecimentos prévios.
• Na atividade 3, ressalte aos estudantes que, embora todo lugar tenha sua especificidade, entre eles também há semelhanças. Organizeos, então, em um círculo para identificarem uma semelhança e uma diferença entre os lugares retratados. Anoteos na lousa para que a turma acompanhe a escrita das palavras e sua respectiva leitura. Incentive estudantes cegos ou com baixa visão a expressarem suas percepções sobre os lugares mostrados e peçalhes que citem como diferenciam os lugares pelos ruídos e odores, assim como pelas percepções táteis, por exemplo.
3. Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é que os estudantes reflitam sobre elementos que diferenciam os lugares, como a casa de uma escola, que tem salas de aula, e a loja de uma praça, que tem árvores e bancos. Como semelhanças eles podem indicar elementos como árvores e objetos.
• Nesta página, os estudantes terão a oportunidade de refletir sobre os vínculos afetivos que estabelecemos com alguns lugares que vivenciamos no dia a dia. Esta proposta envolve noções do conceito de lugar, fundamental para os estudos em Geografia.
• O texto apresentado a seguir contribui para ampliar o entendimento desse conceito, visto em diferentes abordagens.
[…]
Na Geografia Humanística, lugar é o espaço que se torna familiar ao indivíduo, é o espaço do vivido, do experienciado. Esse conceito está, na verdade, no cerne da problemática discutida nessa orientação teórica, como afirma Tuan: “A Geografia Humanística procura um entendimento do mundo humano através do estudo das relações das pessoas com a natureza, do seu comportamento geográfico bem como dos seus sentimentos e ideias a respeito do espaço e do lugar” (1982, p. 143).
[…]
Na concepção histórico-dialética, lugar pode ser considerado no contexto do processo de globalização. A globalização indica uma tensão contraditória entre a homogeneização das várias esferas da vida social e fragmentação, diferenciação e antagonismos sociais. Por ser assim, a compreensão da globalização requer a análise das particularidades dos lugares, que permanecem, mas que não podem ser entendidas nelas mesmas. O que há de específico nas particularidades deve ser encarado na mundialidade, ou seja, o problema local deve ser analisado como problema global, pois há na atualidade um “deslocamento” (no sentido de deslocar) das relações sociais.
[…]
CAVALCANTI, Lana de Souza. Geografia, escola e construção de conhecimentos. 4. ed. Campinas: Papirus, 2003. p. 8990. (Magistério: Formação e Trabalho Pedagógico).
EXISTEM LUGARES, COMO A NOSSA CASA, A ESCOLA ONDE ESTUDAMOS E A RUA ONDE MORAMOS, QUE SÃO ESPECIAIS PARA NÓS.
NESSES LUGARES, VIVENCIAMOS, POR EXEMPLO, MOMENTOS AGRADÁVEIS E SITUAÇÕES IMPORTANTES DE NOSSA VIDA.
5. DESENHE NO ESPAÇO A SEGUIR UM LUGAR QUE CONHECE E QUE É ESPECIAL PARA VOCÊ. DEPOIS, COM A AJUDA DO PROFESSOR, ESCREVA O NOME DESSE LUGAR.
Resposta pessoal.
LÍVIA DE OLIVEIRA (1927-2020) FOI UMA IMPORTANTE GEÓGRAFA BRASILEIRA E UMA DAS PRIMEIRAS MULHERES DO PAÍS A ESTUDAR A GEOGRAFIA DOS LUGARES. OS ESTUDOS DELA AJUDAM A COMPREENDER QUE ALGUNS LUGARES SÃO MAIS IMPORTANTES DO QUE OUTROS PARA CADA UM DE NÓS. POR EXEMPLO, LUGARES DOS QUAIS GUARDAMOS LEMBRANÇAS E SENTIMENTOS EM RAZÃO DOS MOMENTOS E DAS PESSOAS COM QUEM VIVEMOS ALI.
• Na atividade 5, diga aos estudantes o nome de algum lugar que seja especial para você. Comente os detalhes, de maneira que eles também falem sobre os lugares que conhecem. Permita que estudantes com deficiências sensoriais se expressem da forma que se sentirem mais confortáveis, na faixa etária atendida; provavelmente a representação darseá por meio de relatos orais.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
MARANDOLA JUNIOR, Eduardo; GRATÃO, Lúcia Helena Batista. Do sonho à memória: Lívia de Oliveira e a geografia humanista no Brasil.
Geografia (Londrina), v. 12, n. 2, p. 520, 2010. Disponível em: https://ojs.uel.br/revistas/uel/ index.php/Geografia/article/view/6668. Acesso em: 2 set. 2025.
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O artigo apresenta os principais momentos da trajetória acadêmica da geógrafa Lívia de Oliveira e sua contribuição para a Geografia Humanística no Brasil.
2. Resposta pessoal. Os objetivos desta questão são valorizar os ambientes que fazem parte do cotidiano dos estudantes e fortalecer sua relação com a comunidade. Comentários nas orientações ao professor
1. Resposta: A, B, C e D. Leve os estudantes a reconhecerem que todas as imagens representam ambientes da comunidade e oriente-os a marcar um X nos quadrinhos correspondentes.
1. ANALISE AS IMAGENS A SEGUIR. EM SEGUIDA, MARQUE UM X NO QUADRO DAS IMAGENS QUE APRESENTAM AMBIENTES QUE PODEM FAZER PARTE DE UMA COMUNIDADE.

PÁTIO DA ALDEIA AIHA, NO PARQUE INDÍGENA DO XINGU, MATO GROSSO, EM 2024.

ACADEMIA AO AR LIVRE NO MUNICÍPIO DE LONDRINA, PARANÁ, EM 2023.

PARQUE INFANTIL NO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE, SÃO PAULO, EM 2022.

BIBLIOTECA PARQUE DA ROCINHA, NO MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO, CAPITAL DO ESTADO, EM 2024.
2. CITE O NOME DE ALGUNS AMBIENTES DA SUA COMUNIDADE.
3. EM SUA OPINIÃO, OS AMBIENTES MOSTRADOS NAS FOTOGRAFIAS SÃO IGUAIS AOS AMBIENTES DOMÉSTICOS? COMENTE COM OS COLEGAS.
Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é incentivar a comparação entre ambientes comunitários e domésticos, promovendo a reflexão sobre suas funções e seus usos. Comentários nas orientações ao professor
a existência de academias como essa no local onde vivem e se conhecem pessoas que as frequentam. Na imagem D, comente com eles que as bibliotecas comunitárias são ambientes criados com o objetivo de democratizar o acesso à informação e à cultura. Explique que muitas dessas bibliotecas costumam ser geridas e mantidas pela própria comunidade.
• Na questão 2, promova reflexões que permitam aos estudantes identificarem ambientes comunitários próximo de sua realidade. Proponha um ambiente
acolhedor para a participação de todos. Esperase que eles identifiquem ambientes comunitários presentes no local ondem vivem, tais como praças, parques, bibliotecas públicas, parquinhos, quadras de esporte comunitárias, entre outros. Caso algum estudante apresente dificuldade, incentiveo a pensar na palavra comunidade, qualidade daquilo que é comum e que pertence a todos, e relacionála com os ambientes que ele conhece.
• Na atividade 3, promova o engajamento dos estudantes na comparação e na identificação dos ambientes comunitários e
• Explore com os estudantes as fotografias apresentadas propondo questionamentos como: “Quais locais as fotografias retratam?”; “Há semelhanças entre as comunidades retratadas? Quais?”; “Há diferenças?”; “Em quais aspectos você nota as diferenças entre as comunidades?”.
• A atividade 1 permite avaliar se os estudantes conseguem reconhecer ambientes de comunidades variadas.
Sobre a imagem A, comente que o pátio da aldeia (também chamado de praça) é um lugar comunitário onde são realizadas festas e cerimônias, além de servir como centro de convivência da comunidade. Na imagem B, destaque que as pessoas estão reunidas em um parque comunitário. Convide os estudantes a compartilharem se já foram a um parque e o que fizeram lá. Destaque que, nesse local, as pessoas podem praticar exercícios físicos e ter momentos de lazer, mas é preciso estar atento às regras de convivência e aos cuidados com o ambiente. Na imagem C, saliente que as academias ao ar livre são ambientes públicos voltados para a prática de exercícios físicos. Questione os sobre
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domésticos. Peçalhes que reflitam sobre as diferenças entre esses ambientes. Eles poderão comentar, por exemplo, que o ambiente doméstico é restrito ao convívio familiar, enquanto os ambientes da comunidade são públicos e podem ser frequentados por todos os membros que a compõem. Caso algum estudante tenha dificuldade, retome as discussões da atividade 1 e da questão 2, sobre ambientes comunitários. Explore com eles esses tipos de ambientes levando fotografias que os diferenciem.
• O objetivo da atividade 4 é apresentar aos estudantes diferentes festividades e eventos que podem ocorrer em espaços comunitários. Comente que essas atividades são promovidas em ruas ou praças, com dia e horário predeterminados, assim como com a autorização da Prefeitura Municipal. Caso eles apresentem dificuldade em identificar as atividades das imagens, proponha que, utilizando os recursos da escola e com sua supervisão, pesquisem brevemente exemplos de feiras livres, festivais e desfiles de rua. Em seguida, convideos a compartilhar suas descobertas, citando exemplos e características. Complemente a pesquisa explicando que as feiras livres podem ocorrer com frequência diária ou semanal, sendo um local de comércio de alimentos, artesanatos, produtos típicos etc. Já os festivais e desfiles ocorrem, geralmente, em datas específicas pontuais (uma vez por ano, por exemplo) e são eventos dedicados a celebrações e comemorações coletivas.
• Promova um ambiente confortável e acolhedor para o engajamento dos estudantes em uma conversa sobre a temática. Convideos a compartilhar situações em que participaram de atividades na rua. Eles poderão citar ida a uma feira livre, brincadeiras, festas, eventos comunitários, prática de esportes, momentos de lazer, entre outros. Incentive a escuta entre os estudantes, ressaltando a empatia e o respeito às diferentes experiências que podem ser relatadas.
• Após a realização da atividade 4, apresente aos estudantes mais informações sobre as atividades apresentadas nas fotografias.
• A fotografia A apresenta a Feira Ecológica na Rua José Bonifácio. Esse tipo de feira costuma reunir pequenos
A RUA É UM IMPORTANTE AMBIENTE DE CONVIVÊNCIA ENTRE AS PESSOAS DA COMUNIDADE.
NELA, PODEMOS INTERAGIR COM OUTROS MORADORES DO BAIRRO E PARTICIPAR DE FESTAS E EVENTOS DA COMUNIDADE, COMO DESFILES E FESTIVAIS.
4. QUAIS SÃO OS NOMES DAS ATIVIDADES APRESENTADAS NAS FOTOGRAFIAS A SEGUIR? MARQUE UM X NA RESPOSTA CORRETA.

MUNICÍPIO DE PORTO ALEGRE, RIO GRANDE DO SUL, EM 2023. B.

MUNICÍPIO DE SAUBARA, BAHIA, EM 2024.
C.

MUNICÍPIO DE SÃO PAULO, CAPITAL DO ESTADO, EM 2022.
produtores que comercializam itens produzidos de modo sustentável, como frutas, verduras e legumes cultivados sem o uso de agrotóxicos, e pessoas interessadas em adquirir esses produtos. A fotografia B mostra um grupo cultural marujada vestido com roupas típicas durante um Encontro de Cheganças. Comente com os estudantes que as manifestações de Cheganças, juntamente com as Marujadas e Embaixadas, foram reconhecidas em 2019 como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado (Decreto nº 18.905). A fotografia C apresenta as festividades na rua durante o festival Tanabata Matsuri, também conhecido por festival das estrelas, porque, inspirado em
DESFILE DE RUA
FEIRA LIVRE
FESTIVAL
Resposta: FEIRA LIVRE.
DESFILE DE RUA
FEIRA LIVRE
FESTIVAL
Resposta: DESFILE DE RUA.
DESFILE DE RUA
FEIRA LIVRE
FESTIVAL
Resposta: FESTIVAL.
uma lenda japonesa, celebra o encontro das estrelas Orihime e Hikoboshi.
BNCC
• Os conteúdos das páginas 189 e 190 favorecem a abordagem da habilidade EF01HI04, pois permitem a comparação entre ambientes comunitários e domésticos com base em reflexões sobre seus usos.
NA RUA, TAMBÉM PODEMOS PARTICIPAR DE APRESENTAÇÕES ARTÍSTICAS E APRECIAR DIFERENTES
FORMAS DE ARTE.
CONECTADAS, DE LAÍS DA LAMA. PROJETO MUSEU DE ARTE DE RUA (MAR), SECRETARIA MUNICIPAL DE CULTURA, SÃO PAULO. 2023.

5. ESCREVA A PRIMEIRA LETRA DO NOME DE CADA IMAGEM A SEGUIR.
Resposta: GRAFITE.
A ) LEIA EM VOZ ALTA A PALAVRA QUE SE FORMOU E DESCUBRA O TIPO DE ARTE MOSTRADO NA FOTOGRAFIA APRESENTADA ANTERIORMENTE.
Resposta pessoal. Aproveite o momento para avaliar a capacidade de leitura dos estudantes.
6. FAÇA UM DESENHO PARA REPRESENTAR A RUA ONDE FICA A SUA MORADIA.
Resposta pessoal. Incentive os estudantes a compartilharem o desenho com os colegas.
festividades, feiras livres, pessoas conhecidas, expressões artísticas nas paredes e muros, procissões, entre outros.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
SILVA, Diana A. S.; VILAS BOAS, Naylor B.
As mulheres no graffiti e nas ruas: marcas da luta pelo direito à cidade na cartografia da paisagem simbólica do centro do Rio de Janeiro. Thésis, Rio de Janeiro, v. 9, n. 17, p. 93105, ago. 2024. Disponível em: https://thesis.anparq.org.br/revista thesis/article/view/493/401. Acesso em: 2 set. 2025.
O artigo apresenta o contexto de fortalecimento da atuação de mulheres no grafite no Rio de Janeiro por meio de um estudo cartográfico da cidade.
BNCC
• O conteúdo favorece o desenvolvimento da Competência específica de História 3 por meio da elaboração de questionamentos, argumentos e proposições sobre o grafite como documento histórico, exercitando a elaboração de hipóteses. Também incentiva o desenvolvimento de
• Converse com os estudantes sobre o grafite. Destaque que se trata de uma manifestação artística urbana. Pergunte a eles se conhecem ou já viram obras de grafite, engajandoos no conteúdo. Se achar pertinente, cite que na cidade de Belo Horizonte nasceu o CURA (Circuito Urbano de Arte), organizado por mulheres e responsável pela realização de obras de grande porte na cidade e também em Manaus. Outro exemplo é o Museu Aberto de Arte Urbana (MAAU), localizado nas ruas da cidade de São Paulo, entre as estações Tietê, Santana e Carandiru, que pode ser apreciado por todos que trafegam pela região: pedestres, ciclistas, motoristas etc.
• O objetivo da atividade 5 é relacionar imagens a letras, revelando a palavra grafite. Caso algum estudante demonstre dificuldade, explore as imagens do alfabeto ilustrado e promova um ambiente acolhedor para que a turma possa contribuir na aprendizagem de modo coletivo.
• O objetivo da atividade 6 é trabalhar o conteúdo por meio da linguagem artística do desenho. Explore com a turma quais elementos caracterizam a rua onde moram, como o formato e as cores das casas, incentivandoos a expressar como veem o local onde moram. Encoraje os estudantes a incluírem nos desenhos
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aspectos da Competência específica de História 4 ao permitir a identificação de diferentes visões sobre o contexto histórico em que vivem e progredindo no exercício de um posicionamento crítico pautado na ética e na solidariedade.
• Comente com os estudantes que as ruas são espaços físicos onde pessoas convivem e transitam diariamente, seja para ir à escola, seja para ir ao trabalho ou desenvolver outro tipo de atividade. Promova um ambiente acolhedor e engaje os em uma conversa sobre os diferentes registros que podem ser utilizados para conhecer as ruas no passado, como fotografias, vídeos, pinturas, desenhos, textos descritivos etc.
• Na atividade 1, promova a análise das pinturas com base no contato com fontes históricas. Explore com os estudantes uma imagem por vez e deixe que expressem suas percepções. Explique que as imagens são representações de diferentes ruas da cidade de Recife no século XIX. Se possível, leve imagens que mostrem a cidade atualmente para eles perceberem as mudanças ocorridas ao longo do tempo.
• Adote estratégias que assegurem a participação de todos, considerando diferentes formas de acesso e expressão. Personalize a atividade conforme os diferentes ritmos e necessidades da turma: organize grupos que identifiquem elementos mais concretos (casas, ruas, pessoas) e outros que avancem para interpretações sobre o que esses elementos revelam sobre o período.
Resposta
AS RUAS REPRESENTADAS NA ARTE EXISTEM MUITAS OBRAS DE ARTE QUE REPRESENTAM RUAS ANTIGAS DO BRASIL. A SEGUIR, VAMOS CONHECER DUAS DELAS, AS QUAIS RETRATAM DIFERENTES RUAS DE RECIFE, NO ESTADO DE PERNAMBUCO, POR VOLTA DE 170 ANOS ATRÁS.

RUA DO CRESPO, DE EMIL BAUCH. GRAVURA, 45 CENTÍMETROS × 68 CENTÍMETROS 1852.
CÃES DA RUA DO TRAPICHE, DE LUIS SCHLAPPRIZ. GRAVURA, 25 CENTÍMETROS × 35 CENTÍMETROS 1863.

Professor, professora: Aproveite a atividade 1 para avaliar a capacidade leitora dos estudantes.
1. FORME DUPLA COM UM COLEGA E ANALISEM AS GRAVURAS APRESENTADAS. DESCREVAM AS RUAS, AS CONSTRUÇÕES, OS MEIOS DE TRANSPORTE E AS PESSOAS REPRESENTADAS.
Resposta nas orientações ao professor
Peça aos estudantes que perguntem aos seus familiares ou a um vizinho mais antigo no bairro onde vivem se eles se lembram de como eram as ruas antigamente. Depois, solicite que desenhem o que descobriram. Em sala, orienteos a compartilhar os desenhos com os colegas. Elaborem coletivamente uma exposição de arte com os desenhos deles. Instigueos a dar um
1. As duas obras de arte representam ruas antigas, com diversos elementos que indicam a época ou o contexto em que foram produzidas, como os tipos de construções, pavimentação, meios de transportes e atividades exercidas pelas pessoas. Auxilie os estudantes na formação das duplas. É importante que eles percebam o tipo de pavimentação das ruas (paralelepípedo), a arquitetura das construções, os meios de transporte (carruagem e cavalos) e as vestimentas dos indivíduos. Sobre os meios de transporte, os estudantes podem comentar também sobre a presença de diferentes tipos de embarcações, no caso da rua perto do cais.
nome à exposição, o qual deverá ser escolhido por todos de forma democrática.
BNCC
• A atividade 1 propicia a análise de imagens por meio da identificação e comparação de fontes históricas, favorecendo o desenvolvimento de aspectos da Competência específica de História 3. Também contribui para a Competência geral 3 ao incentivar a leitura e a apreciação de manifestações artísticas e culturais, promovendo a compreensão das diferentes formas de representar o passado.
COMO FOI POSSÍVEL PERCEBER, EXISTEM MUITOS AMBIENTES
IMPORTANTES NA COMUNIDADE, COMO A PRAÇA E A RUA. NELES, AS PESSOAS CONVIVEM E REALIZAM DIFERENTES ATIVIDADES. POR ISSO, ESSES LUGARES PODEM GUARDAR MUITAS HISTÓRIAS E LEMBRANÇAS.
7. FORME DUPLA COM UM COLEGA E LEIAM O TEXTO A SEGUIR.
MORÁVAMOS DEFRONTE A UMA PRAÇA, BEM CUIDADA E QUE FORA LUGAR DE MUITAS BRINCADEIRAS. [...] NA RUA, BRINCÁVAMOS DE AMARELINHA, QUEIMADA, [....] PEGA-PEGA E ESSAS BRINCADEIRAS ATRAÍAM OUTRAS CRIANÇAS, AUMENTANDO NOSSO CÍRCULO DE AMIZADES. QUE TEMPO BOM ERA ESSE... [...]
DEFRONTE: EM FRENTE.
GOMES, JANI CÉLIA SANTOS. BRINCAR: UMA HISTÓRIA DE ONTEM E DE HOJE. 2006. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (LICENCIATURA EM PEDAGOGIA) – PROGRAMA ESPECIAL DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES EM EXERCÍCIO NOS MUNICÍPIOS DA REGIÃO METROPOLITANA DE CAMPINAS, FACULDADE ESTADUAL DE CAMPINAS, CAMPINAS. P. 10.
A ) QUE HISTÓRIAS DA COMUNIDADE FORAM RELEMBRADAS NO RELATO DA AUTORA? MARQUE UM X NA RESPOSTA CORRETA.
Resposta: AS BRINCADEIRAS COM AS CRIANÇAS DO BAIRRO.
AS BRINCADEIRAS COM AS CRIANÇAS DO BAIRRO.
AS FESTAS COMUNITÁRIAS ORGANIZADAS PELOS VIZINHOS.
B ) SUBLINHE NO TEXTO OS LUGARES EM QUE AS CRIANÇAS BRINCAVAM JUNTAS.
Resposta: Os estudantes devem sublinhar no texto as palavras PRAÇA e RUA

Objetivo
• A atividade 7 permite avaliar se os estudantes compreendem a importância das histórias da comunidade por meio de brincadeiras promovidas em tempos e espaços diferentes.
Sugestão de intervenção
Explique aos estudantes que diferentes brincadeiras que fazem parte da cultura popular divertiam seus pais e avós. Comente que o nome das brincadeiras pode variar de um lugar para outro. Peçalhes que recontem o relato lido em
IMAGEM COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.
CRIANÇAS BRINCANDO DE AMARELINHA.
• O objetivo da atividade 7 é desenvolver a fluência oral dos estudantes e apresentar um exemplo de convivência entre crianças de uma comunidade. Por meio desta atividade, é possível estabelecer uma articulação com o componente curricular de Língua Portuguesa com uma leitura conjunta do texto. Na sequência, peça aos estudantes que expliquem com suas palavras qual é o assunto abordado no texto. Se necessário, ajudeos a identificar que se trata de um relato pessoal sobre a infância da autora. Os itens A e B contribuem para desenvolver a capacidade dos estudantes de localizar informações implícitas e explícitas no texto. Caso apresentem alguma dificuldade, auxilieos na realização destas atividades.
• Ao abordar o conteúdo desta página, incentive os estudantes a comentarem se conhecem as brincadeiras citadas no relato e se já brincaram de alguma delas. Orienteos a observar a ilustração da página e comentar qual das brincadeiras citadas no texto foi representada na imagem. Caso eles não reconheçam a brincadeira, explique que se trata da Amarelinha. Incentiveos a explicar como aprenderam a brincar e a compartilhar suas experiências. Proponha que, em grupos, organizem as regras básicas dessa brincadeira e comentem por que essas regras são importantes para que ela aconteça.
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sala para seus familiares. Depois, orienteos a conversar com eles sobre as lembranças que possuem do bairro onde viviam quando eram crianças. Eles poderão perguntar, por exemplo, se os familiares brincavam na rua, se tinham amizade com as crianças do bairro e quais eram as brincadeiras preferidas naquele tempo. Para finalizar a atividade, peçalhes que representem suas descobertas por meio de um desenho. Promova uma roda de conversa para que apresentem para os colegas as brincadeiras que descobriram. Se possível, escolha uma das brincadeiras para ser desenvolvida em sala de aula.
• O objetivo da atividade 8 é promover o reconhecimento de aspectos da história da comunidade, relacionandoos com as histórias pessoais dos estudantes. No item A, eles poderão conhecer mais sobre seu bairro ao descobrirem o nome dele, caso ainda não o saibam. Já no item B, vão investigar quando sua família se mudou para esse local, se antes ou depois de seu nascimento. Caso algum estudante apresente dificuldade em compreender noções de temporalidade, é possível pedir a ele que compare sua idade ao tempo em que a família mora no bairro. Antes da realização do item C, promova um ambiente acolhedor e reúna os estudantes em uma roda de conversa, instigandoos a relembrar momentos que passaram em comunidade, seja com os colegas, seja com os vizinhos. No item D, incentive a turma a valorizar e identificar as diferentes representações feitas pelos colegas.
• O item A da atividade 8 ainda pode auxiliar no processo de desenvolvimento do domínio da escrita. Para isso, oriente os estudantes a escreverem o nome do bairro utilizando letra bastão maiúscula e minúscula. Verifique se, ao executarem a escrita, eles realizam a pega de três pontos no lápis.
• Ao abordar o conteúdo, explique que as comunidades podem ser formadas por grupos de pessoas que vivem no mesmo local, que compartilham histórias em comum ou que possuem os mesmos interesses e crenças. Comente que, ao longo de nossa vida, podemos participar de diferentes comunidades: locais, religiosas, esportivas, digitais etc.
COMPLEMENTARES
VOCÊ E AS PESSOAS QUE MORAM NA SUA RUA, NO SEU BAIRRO E NO SEU MUNICÍPIO FAZEM PARTE DE UMA COMUNIDADE.
8. PARA CONHECER MAIS SOBRE A SUA COMUNIDADE, FAÇA UMA PESQUISA COM SEUS FAMILIARES E RESPONDA ÀS QUESTÕES A SEGUIR.
A ) QUAL É O NOME DO BAIRRO ONDE VOCÊ MORA?
Resposta pessoal. Verifique se os estudantes escreveram corretamente o nome do bairro onde vivem.
B ) QUANDO SUA FAMÍLIA SE MUDOU PARA ESSE LUGAR?
MARQUE UM X NA RESPOSTA CORRETA.
ANTES DO MEU NASCIMENTO.
Resposta pessoal. Oriente os estudantes a consultarem os pais ou responsáveis para obterem essa informação.
DEPOIS DO MEU NASCIMENTO.
C ) QUE MEMÓRIAS VOCÊ TEM DA VIDA NO SEU BAIRRO? TENTE SE LEMBRAR DE MOMENTOS DE DIVERSÃO QUE VOCÊ
VIVEU NELE E FAÇA UM DESENHO PARA REPRESENTAR UM DESSES MOMENTOS.
Resposta pessoal. Caso algum estudante tenha dificuldade em se lembrar de um momento alegre que tenha vivido no bairro onde mora, oriente-o a pensar em momentos em que tenha participado de atividades comunitárias ou mesmo situações de interação com vizinhos e outros moradores. Caso algum estudante tenha se mudado recentemente para o atual bairro, oriente-o a considerar as vivências que teve no bairro em que viveu anteriormente.
8. D) Resposta pessoal. Incentive os estudantes a comentarem a realidade próxima deles e a compartilharem com os colegas as experiências que tiveram. Caso julgue interessante, comente com a turma algumas memórias relacionadas à vivência comunitária no bairro onde você passou sua infância.
D ) MOSTRE SEU DESENHO AOS COLEGAS E CONVERSEM SOBRE O ASSUNTO.
BNCC
• O tema apresentado possibilita o desenvolvimento da habilidade EF01HI02, pois permite aos estudantes refletirem sobre as experiências vividas no bairro onde moram, relacionandoas à sua história de vida.
MONTEIRO, Ana Maria; GASPARELLO, Arlete Medeiros; MAGALHÃES, Marcelo Souza (org.). Ensino de história, saberes e práticas. Rio de Janeiro: Mauad, 2007. Nesse livro, os autores dialogam com os professores da Educação Básica sobre os saberes e as práticas relacionados ao ensino de História em diversas problemáticas educacionais do mundo contemporâneo.
1. IDENTIFIQUE AS AÇÕES PRATICADAS PELAS CRIANÇAS
INDICADAS NA CENA. PARA ISSO, ESCREVA A LETRA DA CRIANÇA NO QUADRO DA DESCRIÇÃO CORRESPONDENTE.
IMAGEM COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.

CRIANÇAS BRINCANDO EM UM PARQUE.
BRINCAR COM CUIDADO E RESPONSABILIDADE, RESPEITANDO O ESPAÇO PÚBLICO E AS OUTRAS CRIANÇAS.
RESPEITAR AS REGRAS DE TRÂNSITO AO ATRAVESSAR A RUA.
PRATICAR ESPORTES AO AR LIVRE EM ESPAÇOS
PERMITIDOS E COM A COMPANHIA DE UM ADULTO.
Resposta: C, B, A
195
03/10/2025 11:31:27
• O conteúdo apresentado possibilita o desenvolvimento da habilidade EF01HI03 ao destacar os papéis sociais e as responsabilidades para o convívio em comunidade, progredindo no entendimento do conceito de cidadania.
• Explore com os estudantes o conceito de cidadania, engajandoos na discussão sobre o tema. Comente que cidadania é a prática dos direitos e dos deveres de todos os cidadãos na sociedade; alguns aspectos dela são garantir o direito de votar e ser votado, de acesso à educação justa e igualitária, assim como de saúde de qualidade para todos e, por fim, a igualdade de oportunidades.
• O objetivo da atividade 1 é investigar se os estudantes conseguem relacionar as frases às atividades representadas na ilustração. Explorea com os estudantes chamando a atenção para as situações que estão acontecendo. Na sequência, orienteos a relacionar as situações apresentadas às ações listadas na atividade.
• A atividade 1 permite avaliar se os estudantes compreendem as regras de convivência cidadã no ambiente da comunidade.
Sugestão de intervenção
Solicite aos estudantes que, em duplas, criem pequenas histórias envolvendo regras de convivência cidadã que devem ser seguidas por toda a turma no ambiente da comunidade. Orienteos a não criar narrativas longas e deixar as regras de convivência claras. Depois, eles devem contar a história criada para o restante da turma. Após cada apresentação, pergunte quais são as regras de convivência expressas na história contada. Procure criar um ambiente respeitoso durante as apresentações para que todos os estudantes se sintam confortáveis para expor a história que criaram. Comente que o respeito ao próximo é uma regra de convivência válida para todos os ambientes.
• O objetivo da atividade 2 é promover uma reflexão sobre atitudes que contribuem para a boa convivência na comunidade. Retome o conteúdo da página 195 e pergunte como as ações representadas e as citadas pelos estudantes contribuem para a boa convivência de todos. Eles podem mencionar exemplos de cuidado com os espaços da comunidade, de respeito e cuidado com o bemestar das outras pessoas e de respeito às regras de trânsito.
• Para a atividade 3, solicite previamente a autorização dos pais ou responsáveis, explicando o propósito da atividade e orientando que os estudantes venham preparados com calçados adequados, protetor solar e repelente, se for o caso. Antes do passeio, oriente os estudantes sobre o que deverá ser observado no trabalho de campo. Informe à direção da escola e aos pais ou responsáveis o trajeto que a turma vai percorrer. É fundamental garantir a segurança de todos, por isso certifiquese de que o passeio será acompanhado de um ou mais adultos responsáveis. Peça que atentem a possíveis problemas encontrados nesses ambientes e pensem em maneiras de solucionálos.
• Após o passeio, organize uma roda de conversa para que os estudantes possam comentar o que foi observado. Destaque a importância da escuta atenta e do respeito por meio de um ambiente acolhedor. Anote na lousa os problemas observados e as possíveis soluções sugeridas por eles. Caso não tenham observado problemas, incentiveos a pensar em sugestões relacionadas a acessibilidade, por exemplo. Explique que é muito importante estarmos atentos aos cuidados com os ambientes da comunidade como uma forma de exercer a cidadania.
2. PINTE OS QUADROS QUE APRESENTAM EXEMPLOS DE ATITUDES QUE CONTRIBUEM PARA UMA BOA CONVIVÊNCIA ENTRE OS MEMBROS DA COMUNIDADE.
JOGAR OS RESÍDUOS NAS LIXEIRAS.
ESPERAR A VEZ NA FILA DO ESCORREGADOR.
ATRAVESSAR A RUA ACOMPANHADO DE UM ADULTO E UTILIZANDO A FAIXA DE PEDESTRES.
CORTAR A FILA NO PARQUINHO.
2. Resposta: JOGAR OS RESÍDUOS NAS LIXEIRAS; ESPERAR A VEZ NA FILA DO ESCORREGADOR; ATRAVESSAR A RUA ACOMPANHADO DE UM ADULTO E UTILIZANDO A FAIXA DE PEDESTRES.
PRATICAR A CONVIVÊNCIA CIDADÃ É ESTAR ATENTO AO BEM-ESTAR DAS OUTRAS PESSOAS, RESPEITANDO AS NECESSIDADES E OS DIREITOS DELAS.
UMA BOA CONVIVÊNCIA COMUNITÁRIA DEPENDE TAMBÉM DO CUIDADO COM OS DIFERENTES AMBIENTES DA COMUNIDADE.
3. COM OS COLEGAS E O PROFESSOR, FAÇAM UM PASSEIO PELAS RUAS EM TORNO DA ESCOLA. OBSERVEM OS AMBIENTES E ANOTEM NO CADERNO INFORMAÇÕES COMO CONDIÇÃO DAS RUAS E DAS CALÇADAS, SINALIZAÇÃO DE TRÂNSITO E PRESENÇA DE LIXEIRA PARA DESCARTE DE RESÍDUOS.
Resposta nas orientações ao professor
A ) VOCÊ TAMBÉM PODE FAZER UMA INVESTIGAÇÃO
PARECIDA EM OUTROS AMBIENTES DA SUA COMUNIDADE, COMO PARQUES, TEATROS E CINEMAS, VERIFICANDO COMO É A CONVIVÊNCIA NESSES ESPAÇOS. COM UM ADULTO DE SUA FAMÍLIA, VISITE UM DESSES AMBIENTES E , DEPOIS, EM SALA DE AULA, CONTE AOS COLEGAS O QUE VOCÊ OBSERVOU.
Resposta pessoal: A resposta é variável de acordo com o ambiente visitado e a realidade de cada região.
• Se possível, utilizem recursos tecnológicos da escola para registrar os eventuais problemas encontrados durante a atividade de observação. Os registros poderão ser utilizados na produção dos cartazes de conscientização da comunidade, ou como forma de acionar as autoridades responsáveis.
• No item A da atividade 3, oriente os estudantes a fazerem a observação com um adulto da família. Depois, em sala de aula, promova a socialização das percepções e registre alguns exemplos na lousa, destacando que cada ambiente da comunidade tem formas próprias de organização e convivência. Caso algum estudante não tenha conseguido fazer a visita, permita que comparti
lhe experiências anteriores em ambientes semelhantes, garantindo que todos possam contribuir.
Resposta
3. Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é incentivar o reconhecimento do cuidado com os ambientes no bairro em que se localiza a escola.
BNCC
• A atividade 3 favorece o trabalho com a Competência específica de História 7 ao propor a utilização de recursos tecnológicos de forma crítica e significativa.
4. EM SUA OPINIÃO, AS REGRAS SÃO IMPORTANTES PARA CONVIVER EM COMUNIDADE? COMENTE COM OS COLEGAS.
5. OBSERVE A IMAGEM A SEGUIR.
Professor, professora: A legenda da imagem não foi inserida para não comprometer a realização da atividade.
IMAGEM COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.
A ) EM SUA OPINIÃO, COMO A SITUAÇÃO REPRESENTADA NA IMAGEM CONTRIBUI PARA UMA BOA CONVIVÊNCIA NA COMUNIDADE?
O TRÂNSITO SEGURO É UM DIREITO E UM DEVER DE TODOS. LEIA A SEGUIR ALGUMAS REGRAS DO CÓDIGO DE TRÂNSITO BRASILEIRO. 4. Resposta pessoal. Incentive os estudantes a comentarem suas opiniões
• USAR O CINTO DE SEGURANÇA.
• ATRAVESSAR A RUA NA FAIXA DE PEDESTRES.
5. A) Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes compreendam que respeitar os pedestres sobre o tema. Durante a conversa, oriente-os a citar exemplos de situações em que as regras contribuem para uma boa convivência entre as pessoas.
• NÃO DISTRAIR O MOTORISTA.
• RESPEITAR AS SINALIZAÇÕES.
no trânsito é uma forma de cuidado com a vida e o bem-estar de outras pessoas.
03/10/2025 11:27:51
• O objetivo da atividade 4 é incentivar a reflexão sobre a relevância das regras para a vida comunitária. Incentive os a pensar em situações em que as regras de convivência comunitária são desrespeitadas, seja no trânsito, seja no cuidado com os espaços públicos etc. Depois, questioneos sobre os problemas que essas situações podem gerar e de quais formas é possível solucionálos.
• A atividade 5 pretende proporcionar o reconhecimento das regras para um trânsito seguro. Incentiveos a refletir sobre a importância das regras de trânsito com posicionamento ético em relação ao cuidado de si mesmo e dos outros. No item A, convide os estudantes a compartilharem suas opiniões, destacando a importância do respeito entre os colegas.
• Ao abordar esta página, explore com os estudantes algumas regras do Código de Trânsito Brasileiro. Explique a eles que, desde 1997, o trânsito no Brasil é regulamentado pela Lei nº 9.503, que estabelece normas de conduta e penalidades para os usuários do sistema de trânsito em nosso país.
• O tema abordado nas páginas 197 a 199 propicia que os estudantes reflitam e discutam a respeito de regras de convívio na comunidade, desenvolvendo a habilidade EF01GE04
• Já o trabalho com a página 197 possibilita a abordagem da habilidade EF01HI04, pois permite a identificação e o desenvolvimento do pensamento crítico sobre as regras e hábitos que regem os ambientes da comunidade. Além disso, dialoga com a Competência geral 10 ao incentivar atitudes de responsabilidade e cuidado com a vida coletiva e os espaços públicos.
• O objetivo da atividade 6 é incentivar o desenvolvimento do pensamento crítico dos estudantes quanto às situações apresentadas. Engajeos na comparação das imagens A e B , destacando elementos que chamem a atenção. Esperase que eles comentem, por exemplo, que, na imagem A, o ciclista está utilizando equipamentos de segurança e andando em uma ciclovia, espaço destinado à circulação de bicicletas. Já na imagem B, os sacos de lixo foram descartados fora das lixeiras, de maneira inadequada, o que pode causar danos ao meio ambiente e problemas de saúde para a população. Expliquelhes que o descarte incorreto de resíduos pode causar diversos problemas, como: aumento da poluição ambiental; obstrução de ruas e calçadas, atrapalhando a circulação de veículos e pedestres; acúmulo de sujeira nas vias públicas, que pode resultar em alagamentos e inundações; entre outros.
• A atividade 7 permite aos estudantes expressarem artisticamente elementos e ambientes da comunidade que eles costumam frequentar e a importância das regras de convivência. Antes da produção do desenho, incentiveos a lembrar dos lugares que frequentam e a escolher um deles para ser representado. Instigueos a desenhar detalhes e características desses lugares, a variedade de pessoas que convivem ali e o que os estudantes gostam de fazer.
• Verifique se os estudantes compreenderam quais são os ambientes da comunidade que costumam frequentar, diferenciandoos de outros ambientes, como o escolar e o doméstico. Caso algum estudante apresente dificuldade, retome a diferenciação entre espaços públicos e privados, destacando locais de convívio comunitário.
6. OBSERVE AS FOTOGRAFIAS A SEGUIR.


CICLISTAS EM CICLOFAIXA NO MUNICÍPIO DE PORTO UNIÃO, EM SANTA CATARINA, EM 2025.
RESÍDUOS DESCARTADOS INCORRETAMENTE NAS PROXIMIDADES DE UMA RUA, NO AMAZONAS, EM 2024.
A ) CONTORNE DE VERDE A FOTOGRAFIA QUE RETRATA UMA SITUAÇÃO DE RESPEITO ÀS REGRAS COMUNITÁRIAS.
Resposta: Fotografia A
B ) CONTORNE DE VERMELHO A FOTOGRAFIA QUE RETRATA UMA SITUAÇÃO DE DESRESPEITO ÀS REGRAS COMUNITÁRIAS.
Resposta: Fotografia B
7. FAÇA UM DESENHO PARA REPRESENTAR UM AMBIENTE DA COMUNIDADE QUE VOCÊ COSTUMA FREQUENTAR E AS ATIVIDADES QUE VOCÊ REALIZA NESSE LOCAL
Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor
8. MOSTRE O DESENHO QUE VOCÊ PRODUZIU NA ATIVIDADE ANTERIOR AOS COLEGAS. DEPOIS, COMENTE O QUE PODE E O QUE NÃO DEVE SER FEITO NESSE AMBIENTE PARA PROMOVER A BOA CONVIVÊNCIA NA COMUNIDADE.
Resposta pessoal. A resposta poderá variar de acordo com o desenho de cada estudante e com a região onde vive.
• Na atividade 8, promova um ambiente respeitoso e incentive os estudantes a compartilharem as regras e os hábitos dos espaços representados. Pergunte se já viram situações em que as regras não foram respeitadas e como agiriam diante disso. Peça que respeitem a fala dos colegas, indicando a escuta e o respeito como hábitos a serem mantidos.
AVALIANDO
Objetivo
• A atividade 8 permite avaliar se os estudantes compreendem a importância de respeitar as regras da comunidade.
Sugestão de intervenção
Proponha aos estudantes que observem como é o descarte de resíduos sólidos na rua onde moram e se a região onde vivem tem coleta de lixo reciclável. Em caso afirmativo, incentiveos a conversar com seus familiares a fim de verificar se a separação dos resíduos sólidos é feita de forma correta. Caso não seja, orienteos a explicar aos familiares a importância da coleta seletiva e do descarte.
AS MINHAS RESPONSABILIDADES NA COMUNIDADE
9. CONFIRA A LISTA E AS IMAGENS A SEGUIR, QUE APRESENTAM ALGUMAS RESPONSABILIDADES DE CECÍLIA NO DIA A DIA DELA.
• Alimentar o animal de estimação.
• Ficar atenta ao trânsito.
• Organizar os brinquedos em casa.
• Usar a faixa de pedestres.
• Fazer as tarefas da escola com atenção.
• Ser gentil com os moradores do bairro.
IMAGENS COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.
CECÍLIA E SUA MÃE AGUARDANDO PARA ATRAVESSAR NA FAIXA DE PEDESTRES.
CECÍLIA GUARDANDO OS BRINQUEDOS EM SEU QUARTO.
A ) SUBLINHE NA LISTA APENAS AS RESPONSABILIDADES QUE CECÍLIA TEM NA COMUNIDADE.
Resposta: Ficar atenta ao trânsito, usar a faixa de pedestres, ser gentil com os moradores do bairro.
10. QUAIS SÃO AS SUAS RESPONSABILIDADES NA COMUNIDADE? COMENTE COM OS COLEGAS.
Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor
b) Responsabilidades com a escola: fazer as tarefas da escola com atenção.
c) Responsabilidades com a comunidade: ficar atento ao trânsito, usar a faixa de pedestres e ser gentil com os moradores do bairro.
• O objetivo da atividade 10 é investigar se os estudantes conseguem identificar suas responsabilidades na comunidade. Converse com eles sobre a importância das responsabilidades nos espaços coletivos que frequentamos e convivemos, o que inclui o respeito às regras de convivência. Incentive os a comentar
sobre sua realidade próxima. Dentre as responsabilidades, eles poderão citar o dever de preservar, cuidar e manter limpos os ambientes comunitários, participar de forma responsável das atividades comunitárias e respeitar as regras de convivência da comunidade.
• Antes da realização da atividade 9, leia a lista de responsabilidades com os estudantes em voz alta, incentivandoos a acompanhar cada item. Valorize a oralidade e assegure que compreendam o sentido de cada frase antes de passarem para a parte escrita. Como o texto está apresentado em letra cursiva, aproveite o momento para reforçar a familiarização com diferentes formas de escrita. Se houver dificuldade de leitura, transcrevao na lousa em letra bastão ou de imprensa, colocando abaixo de cada linha a frase em letra cursiva. Essa prática auxilia na transição gradual entre os diferentes formatos de letras e favorece a fluência leitora.
Objetivo
• A atividade 9 permite avaliar se os estudantes são capazes de identificar diferentes tipos de responsabilidades cotidianas.
Sugestão de intervenção
Organize uma leitura conjunta da lista de responsabilidades de Cecília. Explore os elementos citados pedindo aos estudantes que identifiquem nela as responsabilidades relacionadas à família, à escola e à comunidade. Peça que façam a distinção da seguinte forma: a) Responsabilidades com a família: alimentar o animal de estimação e organizar os brinquedos em casa.
03/10/2025 11:27:54
• O tema possibilita a abordagem da habilidade EF01HI03 ao permitir a identificação dos papéis e das responsabilidades dos estudantes relacionadas à comunidade.
• A atividade 10 favorece o trabalho com a Competência específica de História 4, pois instiga os estudantes a identificarem suas responsabilidades em relação à comunidade, refletindo sobre diferentes contextos de vida e possibilitando a comparação de regras e responsabilidades em diferentes contextos.
• Explique aos estudantes que devemos exercer nossos direitos e deveres a fim de garantir a boa convivência em sociedade, tendo sempre como base o respeito e a educação. Nesse contexto, pergunte quais palavras e atos podem adotar a fim de demonstrarem respeito e educação. Se apresentarem dificuldade, forneça dicas como: pedir desculpa sempre que necessário, dizer “obrigado”, ceder o lugar no transporte coletivo ou na fila para idosos, grávidas ou alguém que esteja fisicamente incapacitado, entre outros exemplos.
• Na atividade 11, oriente os estudantes a observarem as imagens antes de descreverem oralmente o comportamento das pessoas retratadas. Descreva detalhadamente e de forma pausada os elementos representados nas imagens, de modo a auxiliar estudantes cegos ou com baixa visão na construção mental das imagens. Em seguida, cite e escreva na lousa algumas palavras que designam gentileza e, depois, pergunte se já usaram essas palavras e em que contexto.
• Na atividade 12 , se for conveniente, promova uma conversa entre os estudantes para identificarem as regras pertinentes a esses espaços. Listeas na lousa e organize a turma em grupos. Providencie folhas de cartolina para cada equipe produzir um cartaz com essas regras em forma de avisos, incluindo imagens e desenhos para ilustrar as ações. Por fim, exponha os trabalhos no mural da escola, onde toda a comunidade escolar possa consultar as regras de convivência.
Resposta 12. O objetivo desta atividade é que os estudantes reflitam sobre regras de convivência. Inicie a atividade perguntando aos estudantes se já conhecem as regras desses lugares. Quan
NOS DIFERENTES LUGARES QUE FREQUENTAMOS, SEJA EM NOSSA COMUNIDADE, SEJA FORA DELA, CONVIVEMOS COM VÁRIAS PESSOAS.
ESSA CONVIVÊNCIA É IMPORTANTE, POIS PODEMOS CONVERSAR, NOS DIVERTIR, FAZER COMPRAS OU APRENDER ALGO NOVO NESSES MOMENTOS.
O QUE PODEMOS FAZER PARA QUE ESSA CONVIVÊNCIA SEJA CADA
VEZ MELHOR? É SOBRE ESTE ASSUNTO QUE VAMOS ESTUDAR A SEGUIR.
11. RELACIONE OS TEXTOS ÀS IMAGENS CORRESPONDENTES, FORMANDO PARES DE LETRAS E NÚMEROS.
IMAGENS COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.
A.
AUXILIAR AS PESSOAS SEMPRE QUE POSSÍVEL.
B.
UTILIZAR PALAVRAS DE GENTILEZA.

EU AJUDO A REGAR AS PLANTAS, VOVÓ!
DOIS PÃES, POR FAVOR.
CRIANÇA E SEU PAI COMPRANDO PÃO NA PADARIA.
Resposta: A – 2; B – 1
OBRIGADA!

CRIANÇA E SUA AVÓ CUIDANDO DO JARDIM.
EM VÁRIOS LUGARES, EXISTEM REGRAS QUE AJUDAM A MELHORAR A CONVIVÊNCIA.
12. COM O PROFESSOR E OS COLEGAS, CONVERSEM SOBRE AS REGRAS QUE PODEM MELHORAR A CONVIVÊNCIA NOS LUGARES CITADOS A SEGUIR.
Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor
NA ESCOLA • EM UM HOSPITAL • EM UM PARQUE OU UMA PRAÇA
to à escola, eles podem citar chegar no horário, usar palavras gentis para solicitar algo ou agradecer. Quanto ao hospital, caso não conheçam as regras, diga que devemos ficar em silêncio ou falar baixo, a fim de não incomodar os pacientes em recuperação, além de respeitar a ordem de chegada ou o horário marcado para atendimento. Para os parques ou praças, eles podem citar regras como não correr ou andar de bicicleta onde as pessoas estejam descansando, recolher a sujeira do animal de estimação nos gramados, nas calçadas ou onde outras pessoas caminham e brincam, descartar o resíduo sólido adequadamente, entre outros exemplos.
BNCC
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• A atividade 12 incentiva os estudantes a elaborarem regras de convívio na escola e em outros espaços, contemplando, assim, a habilidade EF01GE04. Também aborda a Competência específica de Geografia 7 ao promover a reflexão e a elaboração de argumentos sobre respeito mútuo e construção de uma boa convivência.
13. QUEM FAZ PARTE DA SUA COMUNIDADE?
Resposta pessoal. Incentive os estudantes a compartilharem a realidade próxima deles.
14. ENTREVISTE UM MEMBRO DA SUA COMUNIDADE E PREENCHA O ROTEIRO A SEGUIR.
Resposta nas orientações ao professor
ROTEIRO DA ENTREVISTA
• DATA DA ENTREVISTA: _________ / _________ / _________
• NOME DO ENTREVISTADO:
Professor, professora: Oriente os estudantes a completarem as informações, escrevendo as respostas ou marcando um X no quadro da opção escolhida.
• VOCÊ: MORA NA COMUNIDADE.
TRABALHA NA COMUNIDADE.
A ) VOCÊ GOSTA DE FAZER PARTE DESSA COMUNIDADE?
SIM NÃO
POR QUÊ?
B ) CITE UMA ATIVIDADE DO DIA A DIA QUE VOCÊ PRATICA NO BAIRRO OU LOCALIDADE.
C ) COMO VOCÊ CONTRIBUI PARA A COMUNIDADE?
pessoas que vivem e trabalham na comunidade e a desenvolverem habilidades de escuta e registro. Auxilieos na execução desta atividade. Informe previamente os responsáveis pelos estudantes sobre a atividade, para que eles possam acompanhálos. A pessoa entrevistada poderá ser um morador ou uma pessoa que trabalha no bairro. Orienteos a se apresentar, explicar à pessoa entrevistada o motivo da entrevista, prestar atenção no que for dito, anotar corretamente as informações obtidas e agradecer pela entrevista. Por fim, motiveos a compartilhar as informações com os colegas.
• O trabalho com este tema possibilita a abordagem da habilidade EF01HI03, pois destaca os papéis sociais e as responsabilidades dos membros da comunidade, o que permite aos estudantes se perceberem como sujeitos ativos das comunidades em que vivem.
Objetivo
• Avaliar se os estudantes identificam os membros de sua comunidade.
• Na questão 13, avalie o conhecimento prévio dos estudantes a respeito das pessoas que integram a comunidade local. Verifique se eles se incluíram como membros da comunidade. Comente que tanto eles quanto seus familiares, outros moradores e pessoas que trabalham no bairro fazem parte da comunidade e têm responsabilidades com os outros, com o ambiente em que vivem e com os diferentes espaços comunitários.
• Na atividade 14, orienteos a respeito dos cuidados para a realização da entrevista, incluindo a autorização de quem será entrevistado e estarem acompanhados de familiares ou responsáveis. Aproveite a atividade para proporcionar aos estudantes um momento de troca de experiências, convidandoos a apresentar os resultados da entrevista. Proporcione um ambiente respeitoso, pautado na escuta ativa e na valorização de cada comunidade, acolhendo os relatos e as experiências de vida trazidos por eles. Organize as apresentações de modo que todos participem. Incentive os estudantes a utilizarem as anotações e apresentarem outras informações, por exemplo: como eles conheceram essa pessoa, há quanto tempo ela mora ou trabalha no bairro etc.
14. Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é levar os estudantes a conhecerem melhor as
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Sugestão de intervenção
Solicite aos estudantes que façam um desenho de dois membros de sua comunidade, podendo ser uma pessoa que trabalha no bairro ou alguém com quem convivam de forma mais próxima. Incentive a representação de detalhes sobre eles, onde trabalham, como se vestem e outras características que eles observam. Depois, reúnaos e peçalhes que compartilhem os desenhos com os colegas.
Apresente aos estudantes algumas imagens impressas de lugares variados (praias, serras, fazendas, florestas, rios, cidades de diferentes tamanhos etc.). Se possível, exiba as imagens em um aparelho adequado. Se preferir, peçalhes que levem fotografias ou jornais e revistas com imagens de diferentes paisagens. Avalie necessidades individuais e descreva detalhadamente as imagens apresentadas, de modo a auxiliar estudantes com deficiências sensoriais.
Ao selecionarem as imagens, os estudantes devem descrever suas características e os elementos que as compõem. Com a intenção de resgatar experiências e conhecimentos prévios referentes aos lugares de vivência, pergunte se eles conhecem lugares semelhantes a esses.
Para finalizar, peçalhes que representem o local que mais chamou sua atenção, destacando os principais elementos que o compõem.
• Na atividade 1, oriente os estudantes a lerem as palavras que identificam diferentes elementos nas paisagens, acompanhandoos na detecção dos que faltam e auxiliandoos na escrita.
OS LUGARES QUE FREQUENTAMOS EM NOSSA COMUNIDADE E OS QUE ESTÃO LONGE DELA SÃO DIFERENTES UNS DOS OUTROS.
ISSO ACONTECE POR CAUSA DOS ELEMENTOS QUE EXISTEM EM CADA UM DELES.
POR EXEMPLO, EM ALGUNS LUGARES, NOTAMOS MUITAS ÁRVORES E PLANTAÇÕES. EM OUTROS, HÁ VÁRIAS CASAS E EDIFÍCIOS.
1. OBSERVE AS IMAGENS E LEIA OS NOMES DE ALGUNS
ELEMENTOS PRESENTES EM CADA LUGAR. DEPOIS, ESCREVA OS NOMES DOS ELEMENTOS QUE ESTÃO FALTANDO. PARA ISSO, UTILIZE AS PALAVRAS A SEGUIR.

VEGETAÇÃO

AREIA
ROCHAS
PRAIA, EM KOH SAMUI, NA TAILÂNDIA, EM 2025.

LAGO
CASA ESTRADA
ÁREA RURAL, EM POÇÕES, BAHIA, EM 2025.
Resposta: A – EDIFÍCIO; B – MAR; C – PLANTAÇÃO.
2. CONTORNE OS NOMES DOS ELEMENTOS APRESENTADOS A SEGUIR QUE EXISTEM NO LUGAR ONDE VOCÊ VIVE.
Resposta pessoal. Auxilie os estudantes a identificarem os elementos que existem no lugar onde vivem. Caso considere necessário, escreva na lousa uma lista de elementos citados pela turma.
3. COPIE A SEGUIR OS NOMES DOS ELEMENTOS QUE VOCÊ CONTORNOU.
Resposta pessoal. Sugira aos estudantes que verifiquem se a grafia das palavras copiadas está correta e que as corrijam, se necessário.
203
• Na atividade 2, instrua os estudantes a lerem com atenção as palavras escritas. Se necessário, escreva o nome dos elementos na lousa para lerem em voz alta. Incentive os a citar outros elementos não listados que existem em seus lugares de vivência e anote na lousa para complementar. Proporcione a estudantes cegos ou com baixa visão e com dificuldades relacionadas à aquisição da escrita que a atividade se dê por meio da oralidade.
Objetivo
• As atividades 1 e 2 permitem avaliar a capacidade descritiva e de observação dos estudantes ao analisarem os elementos que compõem as paisagens de seus lugares de vivência.
Sugestão de intervenção
Inicie a atividade 2 identificando os elementos do local onde você vive. Em seguida, converse com os estudantes sobre os mesmos elementos no lugar onde eles moram, explorando as diferenças entre os lugares que citarem. Se identificar alguma dificuldade, auxilie os a escrever o nome dos elementos que identificaram na atividade 3. Para isso, escrevaos na lousa.
• Para apoiar o trabalho da página 203, leia o texto a seguir.
Identidade
[…] Eis aí um outro conceito que é fundamental na análise do lugar: o conceito de identidade. […] Os costumes, os valores, as tradições são elementos que, no seu conjunto, estruturam a identidade de um lugar.
[…]
Cada lugar tem uma força, tem uma energia, que lhe é própria e que decorre do que ali acontece. Esta não vem de fora, nem é dada pela natureza. É
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resultado de uma construção social, na vivência diária dos homens que habitam no lugar, do grau de consciência das pessoas como sujeitos de um mundo em que vivem, e dos grupos sociais que constituem ao longo de sua trajetória de vida. É resultado do somatório de tempos curtos e tempos longos que deixam marcas nos espaços. […]
CALLAI, Helena Copetti. Estudar o lugar para compreender o mundo. In: CASTROGIOVANNI, Antonio Carlos (org.). Ensino de geografia: práticas e textualizações no cotidiano. 2. ed. Porto Alegre: Mediação, 2002. p. 119120.
• Esta página aborda noções introdutórias do conceito de paisagem. Durante o estudo, comente que as paisagens são compostas de elementos naturais (formados pela natureza, como relevo, florestas, rios e fauna) e culturais (elementos construídos pelo ser humano, como casas, ruas, edifícios e escolas). Ao longo das atividades, os estudantes aprenderão que os componentes das paisagens estão em constante transformação, o que altera tanto a própria paisagem quanto a forma como ela é percebida por quem a observa.
• O texto a seguir auxilia no entendimento teórico a respeito do conceito de paisagem.
[…] Tudo aquilo que nós vemos, o que nossa visão alcança, é a paisagem. Esta pode ser definida como o domínio do visível, aquilo que a vista abarca. Não é formada apenas de volume, mas também de cores, movimentos, odores, sons etc. […] Não há, na verdade, paisagem parada, inerme, e se usamos este conceito é apenas como recurso analítico. A paisagem é materialidade, formada por objetos materiais e não materiais.
[…] A paisagem é diferente do espaço. A primeira é materialização de um instante da sociedade. Seria, numa comparação ousada, a realidade de homens fixos, parados como numa fotografia. O espaço resulta do casamento da sociedade com a paisagem. O espaço contém o movimento. Por isso, paisagem e espaço são um par dialético. […]
SANTOS, Milton. Metamorfoses do espaço habitado: fundamentos teóricos e metodológicos de Geografia. 6. ed. 3. reimpressão. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2021. p. 61, 7172.
• Na atividade 4, explore a imagem e comente a respeito da importância da percepção na análise geográfica das paisagens. Descreva detalhada e pausada mente os elementos representados, de modo a auxiliar estudantes cegos
COM BASE NAS IMAGENS QUE OBSERVAMOS NAS PÁGINAS ANTERIORES, PODEMOS DIZER QUE OS LUGARES SÃO DIFERENTES PORQUE SUAS PAISAGENS NÃO SÃO IGUAIS. ACOMPANHE A SEGUIR
A CONVERSA DE ANA E SUA PROFESSORA.
ANA, PAISAGEM É TUDO O QUE EXISTE EM DETERMINADO
LUGAR. CASAS, EDIFÍCIOS, RUAS, RIOS, ANIMAIS E LAVOURAS FAZEM PARTE DE UMA PAISAGEM.
ANA E SUA PROFESSORA CONVERSANDO.

ENTENDI, PROFESSORA! E PODEMOS PERCEBER OS ELEMENTOS DA PAISAGEM POR MEIO DE OUTROS SENTIDOS, ALÉM DA VISÃO?
SIM, ANA! NA PAISAGEM DA FOTOGRAFIA A POR EXEMPLO, O CHEIRO DAS FLORES E O SOM DOS AUTOMÓVEIS TAMBÉM INDICAM A PRESENÇA DESSES ELEMENTOS NA PAISAGEM.


TRABALHADORES CUIDANDO DAS PLANTAS EM PRAÇA NO MUNICÍPIO DE COLOMBO, PARANÁ, EM 2025.
4. COM OS COLEGAS, IDENTIFIQUE OUTROS ELEMENTOS, ALÉM DOS MENCIONADOS PELA PROFESSORA, QUE PODEMOS OBSERVAR NA PAISAGEM MOSTRADA NA IMAGEM A.
Resposta: Os estudantes podem citar rua, pessoas trabalhando e automóveis.
ou com baixa visão na construção mental da paisagem retratada. Comente que os elementos presentes nas paisagens não são apenas visíveis, mas também podem ser sentidos por meio da audição, do olfato e de outros sentidos humanos.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
SOUSA, Maurício de. Vendo sem enxergar… São Paulo: Globo, 2009. Nesse livro, o garoto Tonico, que é cego, descreve com grande riqueza de detalhes a paisagem do lugar onde mora por meios da percepção de seus sentidos.
OS LUGARES PODEM SER TRANSFORMADOS TANTO PELA AÇÃO DA NATUREZA QUANTO PELA AÇÃO DAS PESSOAS. PODEMOS
OBSERVAR ESSAS TRANSFORMAÇÕES POR MEIO DE SUAS PAISAGENS.
OBSERVE AS IMAGENS DESTA PÁGINA E DA PÁGINA SEGUINTE
E CONHEÇA DIFERENTES TIPOS DE TRANSFORMAÇÕES NAS PAISAGENS DOS LUGARES PELA AÇÃO DA NATUREZA. AS IMAGENS A SEGUIR RETRATAM A AÇÃO DA NATUREZA
MODIFICANDO A PAISAGEM POR MEIO DA CHUVA.
A.

B.

PAISAGEM DE BREJO SANTO, NO CEARÁ, EM ABRIL DE 2022.
PAISAGEM DE BREJO SANTO, NO CEARÁ, EM SETEMBRO DE 2022.
5. COMO O LUGAR RETRATADO NAS IMAGENS FOI TRANSFORMADO PELA AÇÃO DA NATUREZA?
Resposta: Pela ocorrência ou não de chuva.
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• Na abordagem dos conteúdos das páginas 205 a 211, os estudantes são orientados a perceberem que as modificações na paisagem são imprescindíveis para a compreensão da dinâmica do espaço geográfico.
• Comente com os estudantes que a quantidade de chuvas influencia o desenvolvimento da vegetação de um lugar. A água é fundamental para a vida das plantas, pois faz parte de processos vitais como a fotossíntese, a absorção de nutrientes e o crescimento.
• Explique que entre as ações da natureza que podem transformar uma paisagem estão atividades provenientes do interior da Terra, como terremotos e vulcanismos, e atividades externas de nosso planeta, como águas das chuvas, força dos ventos e a variação das temperaturas.
• O estudo das páginas 205 a 211 explora aspectos das habilidades EF01GE05 e EF01GE10 ao abordar temas que possibilitam aos estudantes identificarem características dos lugares de vivência, realizarem comparações e fazerem analogias relacionando esses lugares e diferentes ritmos da natureza.
• Na atividade 7, verifique se os estudantes descrevem outros exemplos além dos que identificaram na resposta da atividade 5 da página anterior e na atividade 6 desta página, como mudanças na vegetação e na paisagem, em razão da ocorrência ou não de chuva ou as diferenças ocorridas pela variação do volume da água do rio.
• Explique aos estudantes que as mudanças no volume da água de um rio, devido às alterações da quantidade de chuvas (regime fluvial), interferem nas transformações das paisagens do lugar.
• Comente com os estudantes que os rios cujas águas não secam, nem mesmo nos períodos de poucas chuvas, são chamados de rios perenes. Já os rios que secam nos períodos de seca são conhecidos como rios intermitentes ou temporários. No Brasil, a maior parte dos rios são rios perenes.
Objetivo
• A atividade 5 da página anterior e a 6 desta página possibilitam avaliar se os estudantes identificam as alterações nas características dos lugares referentes ao ritmo da natureza.
Sugestão de intervenção
AGORA, OBSERVE COMO O VOLUME DAS ÁGUAS DO RIO PODE MUDAR UMA PAISAGEM.
A. B.

RIO TARUMÃ-AÇU, EM MANAUS, AMAZONAS, EM 2024.

RIO TARUMÃ-AÇU, EM MANAUS, AMAZONAS, EM 2025.
6. COMO O LUGAR MOSTRADO NAS IMAGENS ANTERIORES FOI TRANSFORMADO PELA AÇÃO DA NATUREZA?
Resposta: Pela ocorrência de chuva, que possibilitou aumento do volume da água do rio.
7. AS TRANSFORMAÇÕES QUE VOCÊ CITOU NAS QUESTÕES ANTERIORES OCORREM NO LUGAR ONDE VOCÊ VIVE? COMO VOCÊ OBSERVA ESSAS INFLUÊNCIAS? CONVERSE COM OS COLEGAS SOBRE ISSO.
Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor
AZIZ AB’SÁBER (1924-2012) FOI UM GEÓGRAFO QUE ESTUDOU MUITAS PAISAGENS BRASILEIRAS, IDENTIFICANDO CARACTERÍSTICAS DE VÁRIOS AMBIENTES NATURAIS, PRINCIPALMENTE DA FLORESTA AMAZÔNICA.
OS ESTUDOS DE AZIZ CONTRIBUÍRAM, POR EXEMPLO, PARA QUE PUDÉSSEMOS CONHECER E RESPEITAR A NATUREZA DO BRASIL. ALÉM DISSO, AJUDARAM NA ELABORAÇÃO DE MEDIDAS PARA PROTEGER A NATUREZA DO PAÍS.

AZIZ Ab’Sáber: visionário da biodiversidade: geógrafo decifrou as paisagens naturais brasileiras e lutou pela conservação dos nossos biomas. Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), 30 set. 2024. Disponível em:
Promova uma roda de conversa com os estudantes e orienteos a observar as imagens das páginas. Eles devem identificar as diferenças entre elas e comparálas com seus lugares de vivência. Se apresentarem dificuldade, destaque elementos como o rio ou a vegetação. Se preferir, oriente os a descrever o que difere essas paisagens levando em consideração apenas esses elementos. Avalie as dificuldades de maneira individualizada. Descreva detalhadamente e de forma pausada os elementos das imagens, para que estudantes cegos ou com baixa visão consigam construir as imagens mentalmente. Se for necessário, cite algum exemplo. Em seguida, peçalhes que encontrem outras diferenças. Aplique esse mesmo raciocínio para eles analisarem a ação da natureza no local em que vivem.
AZIZ AB’SÁBER, EM 2011.
https://portal.sbpcnet.org.br/noticias/aziz absabervisionariodabiodiversidade/. Acesso em: 2 set. 2025.
Nessa publicação, é possível conhecer importantes contribuições do geógrafo Aziz Ab’Sáber para os estudos da natureza em nosso país, principalmente de sua conservação.
INFOGRÁFICO CLICÁVEL: COMO ESTÁ O TEMPO HOJE?
VOCÊ SABIA QUE A OCORRÊNCIA DE CHUVAS E A MUDANÇA DE TEMPERATURA DO AR, OU SEJA, AS CONDIÇÕES DO TEMPO ATMOSFÉRICO, TAMBÉM PODEM ALTERAR A PAISAGEM DOS LUGARES?
QUANDO OBSERVAMOS CARACTERÍSTICAS DE UM LUGAR EM DETERMINADO MOMENTO, COMO CÉU NUBLADO, CHUVOSO OU ENSOLARADO, SE A TEMPERATURA DO AR ESTÁ ALTA OU BAIXA, OU SE O VENTO ESTÁ FORTE OU FRACO, ESTAMOS OBSERVANDO O TEMPO ATMOSFÉRICO.
8. OLHE PELA JANELA DA SALA DE AULA NESTE MOMENTO. DEPOIS, PINTE, ENTRE OS DESENHOS A SEGUIR, AQUELE QUE MELHOR SIMBOLIZA O TEMPO ATMOSFÉRICO QUE VOCÊ OBSERVOU.
IMAGENS COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI.
ENSOLARADO.
NUBLADO.
SOL COM NUVENS. CHUVOSO.
AS CONDIÇÕES DO TEMPO ATMOSFÉRICO PODEM INFLUENCIAR AS ATIVIDADES DO NOSSO DIA A DIA, COMO AS BRINCADEIRAS, OS PASSEIOS, A ROUPA QUE DEVEMOS USAR OU OS ALIMENTOS MAIS ADEQUADOS PARA CONSUMIRMOS.
Resposta pessoal. Os estudantes devem fazer a observação e colorir o símbolo que melhor representa o tempo atmosférico do momento da aula. Peça que o descrevam oralmente antes de colorirem o desenho. ILUSTRAÇÕES: HELOÍSA PINTARELLI/ ARQUIVO DA EDITORA 207
acontecem com mais frequência em um lugar em aproximadamente 30 anos.
BNCC
• As atividades das pági nas 207 e 208 favorecem o desenvolvimento da habi lidade
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EF01GE10 e EF01GE11 pois os estudantes são levados a identificar as características e transformações em seus locais de vivência e também em seus hábitos do dia a dia, como o vestuário, relacionadas à ação da natureza.
• Antes de iniciar o estudo desta página, se possível, leve os estudantes até uma área aberta do pátio da escola ou à janela da sala de aula, se esta permitir ver o lado externo da escola. Convide os a observar o tempo atmosférico, perguntando se o dia está ensolarado ou chuvoso, frio ou quente. Se for pertinente, orienteos a representar o dia em um desenho.
• Solicite aos estudantes que identifiquem as atividades que costumam fazer nos dias ensolarados e nos dias chuvosos. Listeas na lousa, separando as em duas colunas. Em seguida, orienteos a identificar atividades que somente fazem em um dos casos e as que fazem em ambos. Caso considere interessante, peça que desenhem a atividade preferida em cada um dos dias. Depois, podem apresentar seus desenhos aos colegas, explicando sua preferência. Cuide para que o ambiente seja de respeito diante das preferências e opiniões dos estudantes.
• Comente com os estudantes que, ao observarmos se está chovendo ou se faz sol, se está calor ou frio, estamos verificando como está o tempo atmosférico. Assim, tempo atmosférico corresponde às condições momentâneas da atmosfera em um determinado lugar. Já o clima é definido como o conjunto de condições atmosféricas que
• Para ampliar o estudo do tema, desenvolva com os estudantes, de forma coletiva, uma descrição das condições atmosféricas do dia anterior, ajudandoos a identificar suas características. Se julgar necessário, repita o procedimento usando algumas imagens de paisagens retratadas em dois momentos contrastantes em relação ao tempo atmosférico. Nesse caso, verifique a possibilidade de exibir essas imagens com um projetor. O intuito é levar os estudantes a reconhecerem o tempo atmosférico em cada fotografia. Após desenvolverem suficientemente essa percepção, orienteos a realizar a atividade.
• Caso considere interessante, solicite aos estudantes que realizem uma pesquisa de imagens que mostrem paisagens onde seja possível identificar as condições do tempo atmosférico. Solicite que as tragam para a sala de aula e, juntos, observem e identifiquem o tempo atmosférico retratado em cada uma.
Realize uma dinâmica diária de observação das condições do tempo atmosférico. Desenhe em uma cartolina ou em um papel kraft uma tabela com número de campos proporcional ao número de estudantes. Determine que em cada dia um estudante fique responsável pelo preenchimento das condições atmosféricas da tabela. Auxilieos na identificação do tempo atmosférico perguntando se o dia está ensolarado ou chuvoso, frio ou calor. Orienteos a representar em um desenho as atividades que foram possíveis de ser executadas nesse dia em relação às condições atmosféricas e, se julgar necessário, acrescente o tipo de roupa que utilizaram.
9. DESENHE UM TIPO DE ATIVIDADE QUE VOCÊ COSTUMA
REALIZAR EM DIAS COMO OS MOSTRADOS A SEGUIR.
IMAGENS COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.
A.

CRIANÇA OBSERVANDO ATRAVÉS DA JANELA EM DIA ENSOLARADO.

CRIANÇA OBSERVANDO ATRAVÉS DA JANELA EM DIA CHUVOSO.
Ao término das observações e representações, organize uma roda de conversa e peça que observem a quantidade de dias em que as condições do tempo foram favoráveis para o desenvolvimento de brincadeiras ou atividades ao ar livre, os dias em que se agasalharam com roupas mais quentes e ainda em que precisaram se proteger da chuva. Conduza a uma reflexão sobre a influência das condições do tempo em nossas atividades diárias.
Resposta pessoal. Promova uma dinâmica em que os estudantes compartilhem as respostas com os colegas, demonstrando como o tempo atmosférico influencia em suas atividades nos dias ensolarados.
Resposta pessoal. Promova uma dinâmica em que os estudantes compartilhem as respostas com os colegas, demonstrando como o tempo atmosférico influencia em suas atividades nos dias chuvosos.
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OS LUGARES TAMBÉM SE DIFERENCIAM POR CAUSA DE AÇÕES
DAS PESSOAS. VAMOS CONHECER ALGUNS EXEMPLOS.
OBSERVE AS IMAGENS A SEGUIR, QUE MOSTRAM COMO AS PESSOAS MODIFICAM OS LUGARES PARA ATENDER A ALGUMAS DE SUAS NECESSIDADES.
A.

B.

MUNICÍPIO DE SÃO BERNARDO DO CAMPO, SÃO PAULO, EM 2025.
• No estudo do tema abordado nas páginas 209 e 210, comente com os estudantes que a transformação realizada pelas pessoas nas paisagens não acontece sempre no mesmo ritmo; algumas são rápidas, como a colheita de uma lavoura, já o crescimento dos bairros de uma cidade, geralmente, leva vários anos.
• Comente que as mudanças promovidas pelas pessoas nas paisagens ocorrem por meio do trabalho que o ser humano realiza para atender às suas necessidades no decorrer do tempo.
• Leia o texto a seguir, que explica como a observação de imagens é importante para a analisarmos as transformações nas paisagens.
Utilização de imagens
[…] A utilização de imagens tem como objetivo nortear os estudantes, para que [eles] possam adquirir ou identificar as paisagens atuais e antigas. […]
MUNICÍPIO DE CARACARAÍ, RORAIMA, EM 2024.
10. COMO OS LUGARES MOSTRADOS NAS IMAGENS ANTERIORES FORAM TRANSFORMADOS PELAS PESSOAS?
Resposta: Na imagem A, foi construído um túnel para criar uma rodovia que possibilitasse o trânsito para o outro lado do morro. Na imagem B, a formação vegetal foi retirada para dar lugar ao cultivo de uma lavoura.
sua capacidade crítica e interpretativa, através das imagens que expressam as paisagens. As categorias como território e paisagem são imprescindíveis para a análise da cidade e as modificações da paisagem. […]
LIMA, Marley Trajano et al. A geografia escolar e o conceito de paisagem. In: SIMPÓSIO DE GEOGRAFIA FÍSICA APLICADA, 17., 2017, Campinas. Anais... Campinas: Unicamp, 28 jun./2 jul. 2017. p. 36713672. Disponível em: https://ocs.ige.unicamp.br/ojs/sbgfa/article/view/2372. Acesso em: 3 set. 2025.
209
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Para tratar o tema e relacionar a atividade à realidade dos estudantes, orienteos a consultar seus familiares ou responsáveis para identificar alguma pessoa que resida na cidade há muito tempo. Incentiveos a conversar com ela sobre as transformações que ocorreram na paisagem da cidade com o passar dos anos. Relembreos de que as paisagens vão se transformando conforme as ações do ser humano e dos elementos da natureza.
A utilização de fotografias como recurso didático é indispensável em várias áreas da ciência, em especial para a Geografia, que pode ajudar [a] desenvolver no aluno a capacidade de analisar o espaço geográfico de uma forma diferenciada, pois dá a este aluno a oportunidade de visualizar aquilo que imaginou. Dessa forma, o aluno apreende um conhecimento mais apurado, podendo assim desenvolver a
• Ao abordar as diferentes maneiras de usufruir dos espaços públicos, oriente os estudantes a se imaginarem protagonistas das respectivas modificações, e não apenas espectadores que observam as mudanças e se adaptam a elas. Para ampliar seus conhecimentos sobre a relação dos estudantes com os lugares, leia o texto a seguir.
Entender como se relacionam as vivências dos estudantes, as experiências cotidianas no seu lugar e a produção de conhecimento em Geografia por eles é muito importante uma vez que esse estudante pertence a um lugar que deixou marcas em sua formação. Consideramos ainda ser imprescindível que o estudante seja considerado como ator participante do processo de (re)construção do espaço, não sendo tratado como mero espectador de um espaço neutro, que não interfere em sua vida. O ensino de Geografia, portanto, pode ser uma resposta para que esse estudante entenda seu papel nesse contexto.
[…]
SANTOS, Laudenides Pontes dos. O estudo do lugar no ensino de geografia: os espaços cotidianos na geografia escolar. 2010. Dissertação (Mestrado em Geografia) –Programa de Pósgraduação em Geografia, Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”, Rio Claro, 2010. p. 13, 15. Disponível em: https://repositorio.unesp.br/server/ api/core/bitstreams/96e19a5a2ed9451fb8084e20d254fbf7/ content. Acesso em: 2 set. 2025.
BNCC
• O estudo das páginas 210 e 211 promove o desenvolvi mento da habilidade EF01GE03 , pois os estudantes são incentivados a identificar as diferentes maneiras de usufruir dos espaços públicos e conversar a respeito.
AS PESSOAS UTILIZAM OS LUGARES PARA DIVERSAS FINALIDADES. ESSES USOS TAMBÉM MODIFICAM OS LUGARES. AS IMAGENS A SEGUIR MOSTRAM UM MESMO LUGAR SENDO UTILIZADO DE MANEIRAS DIFERENTES. OBSERVE-AS.


MUNICÍPIO DE PIRAPORA DO BOM JESUS, SÃO PAULO, EM 2022.
MUNICÍPIO DE PIRAPORA DO BOM JESUS, SÃO PAULO, EM 2019.
11. ALÉM DA FORMA HABITUAL, COMO A PRAÇA RETRATADA NA IMAGEM B FOI UTILIZADA?
Resposta: A praça mostrada na imagem B foi utilizada para uma apresentação cultural.
12. CONVERSE COM SEUS COLEGAS E, JUNTOS, IDENTIFIQUEM NO MUNICÍPIO ONDE MORAM ALGUNS LUGARES QUE SÃO UTILIZADOS DE MANEIRAS DIFERENTES, COMO LOCAL DE APRESENTAÇÕES CULTURAIS OU DE ATIVIDADES DE LAZER.
13. DESENHE NO ESPAÇO A SEGUIR UM DOS LUGARES QUE VOCÊ E SEUS COLEGAS IDENTIFICARAM NA ATIVIDADE ANTERIOR.
12. Resposta pessoal. Auxilie os estudantes a identificarem lugares como praças, ruas ou parques que também são usados de diferentes maneiras.
Resposta pessoal. Promova um momento de conversa com os estudantes para que eles representem no desenho elementos como as ruas ou outros lugares públicos de onde vivem que são modificados de acordo com o uso do espaço. Peça-lhes que compartilhem os desenhos entre si.
OS LUGARES ONDE AS PESSOAS VIVEM EM COMUNIDADE, COMO BAIRROS, VILAS, SÍTIOS, FAZENDAS, ALDEIAS E TERRAS QUILOMBOLAS, FORMAM O ESPAÇO GEOGRÁFICO.
ATÉ MESMO AS PRAÇAS, A ESCOLA ONDE ESTUDAMOS E AS RUAS COM FEIRAS OU FESTAS FAZEM PARTE DO ESPAÇO GEOGRÁFICO.
OS LUGARES QUE VOCÊ E OS COLEGAS REPRESENTARAM TAMBÉM SÃO EXEMPLOS DO ESPAÇO GEOGRÁFICO.
ocupado pelo ser humano onde ele age ou de certa forma exerce alguma influência é chamado de espaço geográfico. As sociedades humanas estão constantemente modificando os lugares e as paisagens acabam refletindo essas transformações. Por isso, podemos afirmar que o espaço geográfico está em constante processo de construção e mudança.
• O texto a seguir auxilia no entendimento teórico a respeito do conceito.
O homem é ativo. A ação que realiza sobre o meio que o rodeia, para suprir as condições necessárias
211
• Nas atividades 12 e 13 , oriente os estudantes a conversarem com os familiares ou responsáveis sobre como usufruem do espaço público em seu bairro, em festas, feiras, atividades esportivas ou de lazer, entre outros exemplos. Encorajeos a compartilhar essas informações com os colegas. Realize uma roda de conversa na sala de aula e pergunte aos estudantes quais lugares públicos eles e seus familiares costumam frequentar, como igrejas, praças, feiras livres, teatros etc.
• Caso considere interessante, leve para a sala de aula imagens de espaços públicos existentes no município onde moram. Mostre as imagens aos estudantes e questione como aqueles espaços normalmente são usados pelas pessoas. Seria interessante apresentar imagens dos espaços sendo utilizados para fins diferentes, como aparece nas imagens da página 210
• Aproveite a oportunidade e aborde as regras de convívio que devemos respeitar ao frequentar diferentes espaços públicos.
• A página 211 aborda noções introdutórias do conceito de espaço geográfico. Esse conceito é abordado de forma progressiva nos anos escolares seguintes, de acordo com o nível de compreensão e desenvolvimento cognitivo das crianças. Comente com os estudantes que todo lugar
03/10/2025 11:28:07
à manutenção da espécie, chama-se ação humana.
Toda ação humana é trabalho e todo trabalho é trabalho geográfico.
Não há produção que não seja produção do espaço, não há produção do espaço que se dê sem o trabalho. Viver, para o homem, é produzir espaço.
Como o homem não vive sem trabalho, o processo de vida é um processo de criação do espaço geográfico. A forma de vida do homem é o processo de criação do espaço. Por isso, a geografia estuda a ação do homem. […]
SANTOS, Milton. Metamorfoses do espaço habitado: fundamentos teóricos e metodológicos de Geografia. 6. ed. 3. reimpressão. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2021. p. 8889.
• A abordagem deste tema possibilita o desenvolvimento da habilidade EF01CI01, pois os estudantes são incentivados a discutir sobre a origem de materiais presentes em objetos de uso cotidiano.
Inicie a abordagem deste tema solicitando a cada estudante que escolha um objeto que costuma utilizar na escola.
Em seguida, organize esses itens na lousa e peça a cada um que descreva de que material o item escolhido é feito e para que ele é utilizado no cotidiano. Destaque todos os materiais verbalizados pelos estudantes. Caso alguns materiais como papel, metal, vidro e plástico não tenham sido citados, inclua na lousa objetos de uso cotidiano produzidos com esses materiais.
Pergunte aos estudantes de onde eles acham que são obtidos esses materiais. Permita que eles verbalizem as ideias, promovendo seu engajamento no estudo do tema.
• Ao solicitar que os estudantes observem a fotografia da mina de bauxita, pergunte a eles de onde esse minério está sendo retirado.
• Expliquelhes que os metais são extraídos do solo. Já o vidro leva areia em sua composição. Comente que o papel é extraído, geralmente, de madeira de árvores. Aproveite para conversar com eles sobre a importância de usar madeira de árvores que são plantadas para esse fim. Diga que os diferentes tipos de plásticos são feitos de petróleo.
• Caso julgue pertinente, explique aos estudantes que o petróleo é um óleo natural de coloração escura, extraído de regiões profundas do solo, que podem
COMO VOCÊ PÔDE PERCEBER, OS AMBIENTES PODEM SER MODIFICADOS DE DIFERENTES MANEIRAS.
O SER HUMANO É O PRINCIPAL CAUSADOR DE MUDANÇAS
AMBIENTAIS. DIVERSAS ATIVIDADES HUMANAS MODIFICAM OS AMBIENTES, SENDO UMA DELAS A EXTRAÇÃO DE MATERIAIS.
OBSERVE A FOTOGRAFIA A SEGUIR.

VISTA DE ÁREA DESMATADA PARA A ABERTURA DE MINA DE BAUXITA, PARÁ, EM 2024.
OS DIFERENTES MATERIAIS EXTRAÍDOS DOS AMBIENTES PODEM SER UTILIZADOS PARA DIVERSAS FINALIDADES, COMO PARA PRODUZIR OBJETOS.
1. Professor, professora: As legendas das imagens não foram
1. CONTORNE O OBJETO QUE UTILIZA EM SUA PRODUÇÃO O MESMO MATERIAL OBTIDO NAS MINAS DE BAUXITA.
IMAGENS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI.


A. B. C.

MINA: ABERTURA NO SOLO E EM ALGUMAS CAMADAS ABAIXO DO SOLO DE ONDE SE EXTRAI CERTOS MATERIAIS.
BAUXITA: ROCHA DE ONDE SE EXTRAI O METAL ALUMÍNIO.
Resposta: Espera-se que os estudantes contornem a xícara A. inseridas para não comprometerem a realização da atividade.
estar em terra firme ou no mar. Além do plástico, o petróleo é matériaprima de diversos objetos de uso cotidiano.
• Oriente os estudantes a lerem o vocabulário na página antes da realização da atividade 1. Após a atividade, retome os objetos citados pelos estudantes e anotados na lousa e pergunte se algum deles pode ser feito de outros materiais, assim como o exemplo da caneca.
Oriente os estudantes a procurarem em sua moradia objetos com mesma função feitos de materiais diferentes e objetos diferentes feitos
com os mesmos materiais.
Peça que descrevam ou ilustrem os objetos e discutam na sala de aula com os colegas os achados de cada um. Pergunte se eles sabem qual a origem dos materiais usados na fabricação desses objetos.
Conduza a discussão, anotando alguns desses objetos na lousa. Peça aos estudantes que citem as principais diferenças entre os objetos que têm a mesma função, mas que são feitos de diferentes materiais. A intenção é incentivar a reflexão sobre a qualidade dos materiais e as vantagens e desvantagens de cada um.
OS MATERIAIS EXTRAÍDOS DO AMBIENTE SÃO GERALMENTE OBTIDOS DE PARTES DE PLANTAS E ANIMAIS, DAS ROCHAS, DO SOLO E DO SUBSOLO
SUBSOLO: CAMADA LOCALIZADA ABAIXO DO SOLO.
2. RELACIONE O MODO DE OBTENÇÃO DE CADA MATERIAL AO OBJETO QUE É PRODUZIDO COM ELE. PARA ISSO, ESCREVA EM CADA QUADRO A LETRA CORRESPONDENTE.
A.
A LÃ NATURAL É OBTIDA DE PELOS DE OVELHAS.
OVELHA: PODE ATINGIR CERCA DE 180 CENTÍMETROS DE COMPRIMENTO.
OVELHA SENDO TOSQUIADA.
B.
VÁRIOS METAIS, COMO O OURO, SÃO EXTRAÍDOS DE ROCHAS.
PESSOA SEPARANDO O OURO DE OUTROS MATERIAIS.
C.
O LÁTEX É EXTRAÍDO DA ÁRVORE SERINGUEIRA E USADO PARA PRODUZIR BORRACHA NATURAL.
EXTRAÇÃO DE LÁTEX.



Professor, professora: Ao explorar a imagem da extração do látex, comente com os estudantes que a borracha também pode ser do tipo sintética, ou seja, elaborada de maneira artificial pelo ser humano e com o uso de diferentes matérias-primas.
IMAGENS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI.

ANEL.


LUVAS CIRÚRGICAS. MEIAS. Resposta: Anel - B; luvas cirúrgicas - C; meias - A.
• Na atividade proposta nesta página, os estudantes poderão comparar as características de diversos materiais e suas origens, o que contribui para o desenvolvimento da habilidade EF01CI01. Além disso, incentiva os estudantes a analisarem, compreenderem e explicarem
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características presentes no mundo natural, associando as relações que se estabelecem entre eles, o que exercita a curiosidade, levandoos a fazer perguntas e buscar respostas, abordagem que colabora para o desenvolvimento da Competência geral 2 e da Competência específica de Ciências da Natureza 3
• Na atividade 2, peça aos estudantes que explorem as imagens, que leiam com atenção os textos dos quadros e que os relacionem. Caso algum estudante tenha dificuldade, fale sobre os materiais apresentados e suas origens por meio de perguntas que possam se relacionar ao cotidiano deles, por exemplo: “Você tem alguma roupa de lã?”; “Já observou algum profissional da saúde usando luvas?”; “Alguém na sua família tem costume de usar brincos, anéis e colares?”.
• Se julgar interessante, mos tre aos estudantes mais exemplos de objetos feitos com esses materiais, além dos apresentados na atividade.
• Explique aos estudantes que a atividade de extração de minerais da crosta terrestre é conhecida como mineração, para a qual existem diversas técnicas, como acontece na extração de ouro. Comente que, na técnica usada na fotografia B da atividade 2, a obtenção de ouro é feita com o uso de bateia.
• A bateia é um instrumento parecido com uma bacia, no qual o garimpeiro deposita sedimentos nos quais seja possível encontrar ouro. Depois, com a bateia em água, ele faz movimentos circulares, separando o metal, que é mais denso, de outros elementos, depositandose no fundo e na lateral do instrumento.
• A abordagem destas páginas contribui para desenvolver a habilidade EF01CI01 ao apresentar aos estudantes a origem dos materiais e os prejuízos que a extração desses materiais pode causar aos seres vivos e ao ambiente.
• Leia em voz alta com os estudantes os textos das páginas 214 e 215. A cada trecho, orienteos a observar atentamente as ilustrações correspondentes, antes de prosseguir a leitura.
• Pergunte aos estudantes se eles já ouviram falar dos danos causados ao ambiente pela extração de seus materiais. Caso respondam afirmativamente, peça que citem exemplos. Trabalhe com eles esses exemplos, identificando os materiais extraídos e que objetos podem ser produzidos deles.
• Enfatize a importância de se ter consciência desses danos ao consumirmos produtos, a fim de nos questionarmos se realmente precisamos de determina dos produtos. Esse e outros ques tionamentos contribuem para desenvolver os temas contemporâneos transversais Educação para o consumo e Educação ambiental, preconizados pela BNCC.
• Se julgar adequado, incentive os estudantes a cuidarem de seus materiais escolares e objetos de uso cotidiano, evitando substituílos por outros se não houver necessidade. Leveos a refletir sobre as coisas que consomem e sobre a necessidade de adquirilas explicando que reduzir o consumo de objetos é uma atitude que contribui para a redução da extração de materiais do ambiente.
OS MATERIAIS PODEM SER DE ORIGEM VEGETAL, ANIMAL OU MINERAL.
OS MATERIAIS OBTIDOS DE PARTES DE PLANTAS, COMO O LÁTEX, TÊM ORIGEM VEGETAL.
OS MATERIAIS OBTIDOS DE PARTES DO CORPO DE ANIMAIS, COMO A LÃ, TÊM ORIGEM ANIMAL.
OS MATERIAIS EXTRAÍDOS DE ROCHAS, SOLO E SUBSOLO, COMO O OURO, TÊM ORIGEM MINERAL.
A EXTRAÇÃO DE MATERIAIS É IMPORTANTE PARA DIVERSAS ATIVIDADES HUMANAS. NO ENTANTO, ESSA EXTRAÇÃO PODE
CAUSAR DANOS AOS COMPONENTES DO AMBIENTE. ACOMPANHE OS EXEMPLOS A SEGUIR.
A MADEIRA É UTILIZADA, POR EXEMPLO, NA INDÚSTRIA DE MÓVEIS E DE PAPEL. EM MUITOS CASOS, ELA É EXTRAÍDA DE ÁREAS FLORESTAIS, CAUSANDO DESMATAMENTO.

ALGUNS ANIMAIS UTILIZAM AS PLANTAS PARA MORADIA, PROTEÇÃO E COMO FONTE DE ALIMENTOS. POR ISSO, A RETIRADA DA VEGETAÇÃO PODE
PREJUDICAR OUTROS SERES VIVOS, INCLUINDO O PRÓPRIO SER HUMANO.
REPRESENTAÇÃO DE PICA-PAU PRÓXIMO À SUA MORADIA EM UMA ÁRVORE.
IMAGENS COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.
REPRESENTAÇÃO DE ÁREA DE EXTRAÇÃO DE MADEIRA.


IMAGENS COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA. OS MATERIAIS EXTRAÍDOS DAS ROCHAS, DO SOLO E DO SUBSOLO PODEM SER UTILIZADOS PARA CONSTRUIR RESIDÊNCIAS, POR EXEMPLO. ESSA EXTRAÇÃO PODE CAUSAR DANOS AO SOLO E AO SUBSOLO. ALÉM DISSO, PODE PREJUDICAR OS SERES VIVOS QUE UTILIZAM ESSES COMPONENTES COMO FONTE DE ALIMENTO E ABRIGO.
REPRESENTAÇÃO DA EXTRAÇÃO DE MATERIAIS DO SOLO.
VÁRIOS MATERIAIS EXTRAÍDOS DO AMBIENTE PRECISAM SER TRANSFORMADOS PARA SEREM UTILIZADOS NA PRODUÇÃO DE OBJETOS DO COTIDIANO.
ESSA TRANSFORMAÇÃO PODE SER FEITA EM INDÚSTRIAS E GERAR DIVERSOS RESÍDUOS. QUANDO ESSES RESÍDUOS SÃO LIBERADOS NO AMBIENTE DE FORMA INADEQUADA, PODEM CAUSAR DANOS, COMO A POLUIÇÃO DO AR, DA ÁGUA E DO SOLO.
REPRESENTAÇÃO DE LIBERAÇÃO INADEQUADA DE RESÍDUOS INDUSTRIAIS NA ÁGUA E NO AR.

• Após finalizar a leitura dos textos, promova uma roda de conversa, a fim de que os estudantes comentem como imaginam que esses danos podem impactar sua vida ou o local onde vivem. Com base nas respostas, leve os a perceber que a degradação dos ambientes provoca a morte de diversos seres vivos, incluindo plantas e animais. Além disso, a poluição do solo, da água e do ar prejudica diretamente a saúde do ser humano.
• Se julgar pertinente, diga aos estudantes que, apesar de muitas vezes a extração de matéria prima causar impactos negativos aos seres vivos e ao ambiente, alguns materiais podem ser obtidos com baixo impacto. Comente sobre o extrativismo sustentável. Explique a eles que alguns materiais como o látex e óleos vegetais podem ser obtidos para a fabricação de produtos sem causar prejuízos à vegetação. Digalhes que essas atividades muitas vezes são realizadas por povos tradicionais e geram renda para muitas comunidades. Caso julgue interessante, acesse com eles o site indicado a seguir e apresentelhes alguns povos e comunidades tradicionais que desenvolvem atividades extrativistas sustentáveis, como andirobeiros, quebradeiras de cocobabaçu e extrativistas.
COMPLEMENTARES
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POVOS e comunidades tradicionais. Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima. Disponível em: https://www.gov.br/mma/ pt br/assuntos/povos e comunidadestradicionais. Acesso em: 2 set. 2025. Esse site aborda o modo de vida de povos e comunidades tradicionais do Brasil.
• Ao trabalhar o descarte mais adequado para cada material de acordo com suas características e apresentar possibilidades de gestão dos resíduos que colaboram com a redução de prejuízos ambientais, como a reciclagem e a reutilização, este tema possibilita o desenvolvimento da habilidade EF01CI01 , além de colaborar com o desenvolvimento do tema contemporâneo transversal Educação ambiental
• Incentive os estudantes a refletirem sobre a quantidade de resíduos sólidos gerados por dia nos ambientes que frequentam, por exemplo, na escola ou em sua moradia. Se julgar pertinente, comente que, segundo dados da Associação Brasileira de Resíduos e Meio Ambiente, em 2023, cada brasileiro gerou em média 1 kg de resíduos sólidos por dia.
• Pergunte aos estudantes se já pararam para pensar sobre o que acontece com os objetos e materiais depois de descartados. Permita que exponham livremente seus conhecimentos sobre a destinação de resíduos, engajandoos no estudo do assunto. Se possível, anote as informações na lousa e, caso julgue necessário, retome as anotações após o estudo deste tema.
• Peça a eles que reflitam sobre os resíduos sólidos gerados diariamente na escola ou em casa, questionando se eles poderiam ser reaproveitados de alguma forma ou se acham que foram descartados de maneira adequada.
• Se julgar conveniente, comente com os estudantes que, quando descartado incorretamente, os resíduos sólidos podem gerar diversos problemas para o ambiente e para os seres vivos. Se julgar pertinente, mostre a eles fotografias de resíduos depositados de forma inadequada em ruas e terrenos baldios. Explique que o descarte inadequado de resíduos sólidos pode causar a poluição do solo e da água,
QUANDO OBJETOS E MATERIAIS SÃO DESCARTADOS, RECEBEM O NOME DE RESÍDUOS E DEVEM TER A DESTINAÇÃO CORRETA.
1. COM A AJUDA DO PROFESSOR, LEIA AS FRASES A SEGUIR. DEPOIS, ESCREVA A PRIMEIRA LETRA DE CADA IMAGEM E DESCUBRA OS NOMES DE ALGUNS TIPOS DE RESÍDUOS.
A ) TIPO DE RESÍDUO QUE, GERALMENTE, NÃO PODE SER REAPROVEITADO NEM RECICLADO, COMO FRALDAS E PAPEL HIGIÊNICO USADOS.
Resposta: REJEITO.
B ) TIPO DE RESÍDUO FORMADO POR RESTOS DE ALIMENTOS.
Resposta: ORGÂNICO.
C ) TIPO DE RESÍDUO QUE PODE SER TRANSFORMADO E UTILIZADO PARA A PRODUÇÃO DE NOVOS OBJETOS.
Resposta: RECICLÁVEL.
CADA TIPO DE RESÍDUO TEM UM MODO ESPECÍFICO DE DESCARTE.
POR EXEMPLO, OS RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE, COMO SERINGAS E AGULHAS, DEVEM SER DESCARTADOS EM COLETORES ESPECÍFICOS E INCINERADOS
INCINERADOS: QUEIMADOS, TRANSFORMADOS EM CINZAS.
acúmulo de água em recipientes que propiciam a proliferação de insetos transmissores de doenças, além do entupimento de bueiros e galerias que conduzem a água da chuva.
AVALIANDO
Objetivo
• A atividade 1 permite avaliar se os estudantes diferenciam os vários tipos de resíduos e sua destinação.
Sugestão de intervenção
Caso algum estudante tenha dificuldade, anote na lousa a resposta dos itens A, B e C em
colunas separadas. Retorne ao texto de cada item e peça aos estudantes que separem os exemplos de resíduos mencionados no livro em suas respectivas colunas. Em seguida, solicite que mencionem outros exemplos e anoteos na lousa. Verifique se o estudante percebe a diferença entre rejeitos, resíduos orgânicos e resíduos recicláveis.
• Por fim, questione os estudantes sobre por que resíduos dos serviços de saúde devem ser incinerados, não podendo ser descartados em lixeiras comuns. Verifique se eles percebem que esses resíduos podem conter substâncias que contaminam as plantas, os rios, os seres humanos e outros animais.
OS RESÍDUOS RECICLÁVEIS DEVEM SER SEPARADOS E DESTINADOS PARA A COLETA SELETIVA. EM SEGUIDA, ESSES RESÍDUOS SÃO ENCAMINHADOS PARA USINAS DE RECICLAGEM.

2. A COLETA SELETIVA ENVOLVE A SEPARAÇÃO DOS RESÍDUOS DE ACORDO COM O MATERIAL DE QUE SÃO FEITOS. PARA ISSO, EXISTEM LIXEIRAS COM CORES ESPECÍFICAS.
LIXEIRAS DE COLETA SELETIVA.
NAS USINAS DE RECICLAGEM, OS MATERIAIS SÃO TRANSFORMADOS E PODEM SER USADOS NA FABRICAÇÃO DE OUTROS PRODUTOS.
USINA DE RECICLAGEM NO MUNICÍPIO DE MOGI DAS CRUZES, SÃO PAULO, EM 2022.

A ) DESCARTE CORRETAMENTE CADA UM DOS RESÍDUOS A SEGUIR. PARA ISSO, PINTE O QUADRO DE CADA RESÍDUO COM A COR DA LIXEIRA ONDE ELE DEVE SER DESCARTADO.


COPO. GARRAFA.


LATA DE ALIMENTO. JORNAIS.
IMAGENS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI.
Resposta: Copo – verde; garrafa – vermelho; lata de alimento – amarelo; jornais – azul.
marcando cada uma com sua respectiva cor. Pergunte aos estudantes com qual frequência eles veem essas lixeiras e se observam se o descarte é feito adequadamente nelas.
• Caso os estudantes relatem que as pessoas descartam os resíduos de forma inadequada nas lixeiras, converse com eles a respeito do acesso à informação sobre o descarte de resíduos: como é feito na sua cidade, se as pessoas sabem da importância do descarte correto e se há ações promovendo o acesso a esse tipo de informação.
Escreva na lousa a seguinte pergunta aos estudantes: “Em sua residência, você e sua família contribuem para a reciclagem?”. Então, explique como eles podem fazer isso.
Peça aos estudantes que copiem a pergunta no caderno e respondamna com os pais ou responsáveis.
Caso a resposta seja negativa, orienteos a conversar com eles sobre o que, juntos, poderiam fazer para contribuir para a reciclagem de objetos e de materiais.
• Trabalhe as imagens da página com os estudantes e pergunte se há coleta seletiva no bairro onde moram e campanhas de incentivo à reciclagem e separação de materiais. Não havendo, pensem juntos em alternativas possíveis de serem feitas de acordo com a realidade do local onde os estudantes moram. Dependendo das respostas, a Atividade extra pode ser proposta depois dessa discussão.
• Na atividade 2, oriente os estudantes a observarem as lixeiras de coleta seletiva, identificando as cores e o nome dos materiais escritos nelas. Caso haja algum estudante com daltonismo na turma, auxilieo a identificar o lápis de cor correspondente à cor de cada material. Caso julgue pertinente, etiquete o lápis das cores verde, vermelho, azul e amarelo desse estudante com o nome dos materiais, vidro, plástico, papel e metal, respectivamente.
• Após realizar a atividade 2, se considerar pertinente, comente que outros resíduos também podem ter lixeiras com coloração específica para o seu descarte. As lixeiras de cor cinza recebem os rejeitos; e as de coloração marrom, resíduos orgânicos. Apresente aos estudantes imagens dessas lixeiras.
• Se for viável e pertinente, façam suas lixeiras seletivas para a sala de aula, utilizando caixas ou baldes e
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Para isso, promova um momento para que os estudantes possam compartilhar suas vivências com os colegas, sem constrangimento ou sentimento de culpa em relação a hábitos que precisam ser repensados sobre a reciclagem de materiais usados nas atividades cotidianas.
Esta atividade incentiva os estudantes a refletirem sobre como mudar os hábitos em casa, na escola, em seu bairro, contribuindo para desenvolver a Competência específica de Ciências da Natureza 5 da BNCC.
• Ao trabalhar os aterros sanitários como destino adequado para os rejeitos, esta página colabora com o desenvolvimento do tema contemporâneo transversal Educação ambiental
• Além disso, ao possibilitar que os estudantes reconheçam a importância dos aterros sanitários para minimizar prejuízos que a decomposição e o acúmulo de rejeitos possam causar ao ambiente e à saúde pública, esta abordagem favorece o desenvolvimento das Competências gerais 7 e 10, assim como da Competência específica de Ciências da Natureza 8. Assim, colabora para que os estudantes sejam capazes de agir pessoal e coletivamente em relação a questões socioambientais e de saúde individual e coletiva, baseado nos conhecimentos de Ciências da Natureza.
• Se considerar pertinente, comente com os estudantes que, em alguns municípios brasileiros, os resíduos são inadequadamente destinados a lixões.
• Após os estudantes realizarem a atividade 3 desta página, mostre a eles imagens de um lixão. Comente com eles que, diferentemente dos aterros sanitários, nos lixões os resíduos ficam depositados diretamente sobre o solo, a céu aberto, provocando mau cheiro, atraindo insetos e outros animais, além de alguns objetos acumularem água da chuva e contribuírem para a proliferação de mosquitos transmissores de doenças como a dengue. Adicionalmente, nos lixões não há material impermeabilizante entre o solo e os resíduos. Com isso, o chorume formado contamina o solo e as águas subterrâneas. Apesar de serem inadequados, existem muitos lixões no Brasil.
EM GERAL, OS RESÍDUOS DO TIPO REJEITO DEVEM SER COLETADOS NAS RESIDÊNCIAS E ENCAMINHADOS PARA ATERROS SANITÁRIOS.
NESSES ATERROS, OS RESÍDUOS SÃO DEPOSITADOS EM LOCAIS COM SOLO IMPERMEABILIZADO. ALÉM DISSO, AS CAMADAS DE RESÍDUOS SÃO COBERTAS COM SOLO PARA EVITAR O MAU CHEIRO E REDUZIR A PRESENÇA DE CERTOS ANIMAIS QUE PODEM TRANSMITIR DOENÇAS.
CAMADA IMPERMEÁVEL
IMPERMEABILIZADO: QUE IMPEDE A PASSAGEM DE CERTOS MATERIAIS, COMO LÍQUIDOS.
ATERRO SANITÁRIO NO MUNICÍPIO DE CURITIBA, PARANÁ, EM 2024.

RESÍDUOS SÓLIDOS
3. ESCREVA A LETRA CORRESPONDENTE A CADA NÚMERO NO CÓDIGO A SEGUIR E DESCUBRA UMA PALAVRA SECRETA.
Resposta: CHORUME.
A ) ESCREVA A PALAVRA SECRETA NO ESPAÇO A SEGUIR. A CAMADA IMPERMEÁVEL NO ATERRO SANITÁRIO EVITA
QUE O , MATERIAL ESCURO POLUENTE FORMADO PELA TRANSFORMAÇÃO DOS RESÍDUOS ORGÂNICOS, CONTAMINE O SOLO E AS ÁGUAS SUBTERRÂNEAS, POR EXEMPLO.
Resposta: A CAMADA IMPERMEÁVEL EVITA QUE O CHORUME, MATERIAL ESCURO POLUENTE FORMADO PELA TRANSFORMAÇÃO DOS RESÍDUOS ORGÂNICOS, CONTAMINE O SOLO E AS ÁGUAS SUBTERRÂNEAS, POR EXEMPLO.
BRASIL. Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima. Lixão Zero. Brasília: MMA, 2019. Disponível em: https://www.gov.br/mma/pt br/acessoainformacao/acoeseprogramas/ programaprojetosacoesobrasatividades/ agendaambientalurbana/lixaozero. Acesso em: 2 set. 2025. Nesse material, você encontra informações estatísticas sobre os lixões e programas para erradicação dos lixões no Brasil, além de um infográfico que pode ser trabalhado com os estudantes.
ALÉM DA DESTINAÇÃO CORRETA DOS RESÍDUOS, É PRECISO ATENTAR À REDUÇÃO NA GERAÇÃO DELES.
4. QUE DESTINO VOCÊ DARIA A CADA UM DOS ITENS MOSTRADOS NAS FOTOGRAFIAS A SEGUIR?
Resposta nas orientações ao professor
IMAGENS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI.

A. B.

GARRAFA PLÁSTICA VAZIA.
CASCA DE BANANA.
MUITOS DOS RESÍDUOS GERADOS PODEM SER RECICLADOS OU REAPROVEITADOS.
5. PINTE O QUADRO DO TEXTO QUE MELHOR EXPLICA A IMAGEM A SEGUIR.
Professor, professora: A legenda da imagem não foi inserida para não comprometer a realização da atividade.

B.
A. A GARRAFA PLÁSTICA FOI REUTILIZADA, OU SEJA, FOI UTILIZADA NOVAMENTE PARA UMA FINALIDADE DIFERENTE DA ORIGINAL.
Resposta: B
INFOGRÁFICO CLICÁVEL: REUTILIZANDO OS MATERIAIS
A GARRAFA PLÁSTICA FOI RECICLADA, POIS O SEU MATERIAL FOI TRANSFORMADO E UTILIZADO NA FABRICAÇÃO DE UM NOVO PRODUTO.
planta, como mostrado na atividade 5. Para isso, corte parte da lateral da garrafa plástica e, na parte oposta da lateral, faça pequenos furos para o escoamento da água.
Com os estudantes, coloquem solo no interior da garrafa e espalhem sementes de alguma planta, como salsinha, feijões, alpiste, entre outras.
Umedeça o solo e amarre um pedaço de barbante no fundo e na boca da garrafa, formando uma alça para que possa ser pendurada.
Oriente os estudantes a, diariamente, umedecerem o solo sem encharcálo. Deixe a planta
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em um local que receba luz solar durante o período da manhã e a que os estudantes da sala tenham acesso.
BNCC
• As atividades desta página incentivam os estudantes a refletirem sobre as formas adequadas de descarte e o reaproveitamento de objetos de uso cotidiano, promovendo ações que possibilitam o uso consciente dos materiais, colaborando, desse modo, com o desenvolvimento da habilidade EF01CI01
• Realize a leitura coletiva da atividade 4 e verifique possíveis dúvidas dos estudantes quanto ao descarte adequado de materiais. Incentiveos a refletir sobre a correta separação de resíduos sólidos e quais deles podem ser reciclados se dada a destinação correta. Em seguida, peça que respondam à atividade.
4. Resposta pessoal. O objetivo desta questão é levar os estudantes a refletirem, ainda que intuitivamente, sobre formas alternativas de descartar diferentes tipos de resíduos. Eles podem mencionar que a garrafa PET é separada para a coleta seletiva ou utilizada para outra finalidade. Já as cascas de banana podem ser descartadas em lixeiras de resíduos orgânicos e destinadas a aterros sanitá rios, incorporadas ao solo ou depositadas em composteiras.
• Na atividade 5, converse com os estudantes sobre quais ações eles acreditam que possam incluir no seu dia a dia e se eles já fazem algo do que foi discutido anteriormente sobre reciclagem e reaproveitamento de materiais e objetos de uso cotidiano.
Se houver espaço na escola, proponha o reaproveitamento de garrafas plásticas para cultivar uma
• Caso algum estudante tenha dificuldade em realizar a atividade 6, transcreva o código na lousa e, com a turma, remova as letras B e reescreva as letras restantes.
• Se julgar pertinente, comente com os estudantes que quase metade dos resíduos sólidos urbanos gerados no país é constituída de material orgânico. De acordo com o Plano Nacional de Resíduos Sólidos publicado em 2022, cerca de 45% dos resíduos sólidos urbanos gerados em 2020 era formado por sobras e perdas de alimentos e outros materiais orgânicos. Comente com eles que, ao se acumularem nos aterros sanitários, os resíduos orgânicos diminuem o tempo de vida útil desses espaços. Digalhes também que uma alternativa ao descarte de resíduos orgânicos é a compostagem.
• Na atividade 6, pergunte aos estudantes se conhecem o processo de compostagem e se já viram uma composteira. Explique a eles que a compostagem, se realizada de maneira correta, colabora com a decomposição de resíduos orgânicos, gerando um composto que pode ser retornado ao solo, adicionando, assim, substâncias ao solo que podem favorecer o desenvolvimento e o crescimento das plantas.
• Caso a escola tenha uma composteira, organize uma visita para que os estudantes possam conhecêla. Se possível, promova um momento de perguntas ao responsável pelos cuidados e pela manutenção dela. Para isso, organize previamente um roteiro com a turma.
ATIVIDADE EXTRA
Se julgar adequado, proponha aos estudantes a construção de uma composteira.
A TRANSFORMAÇÃO DOS RESÍDUOS ORGÂNICOS DÁ ORIGEM A
PRODUTOS QUE PODEM SER UTILIZADOS PARA ADUBAR O SOLO.
6. RETIRE AS LETRAS B DO CÓDIGO, COPIE AS LETRAS
RESTANTES NO ESPAÇO E DESCUBRA O NOME DA TÉCNICA QUE POSSIBILITA O REAPROVEITAMENTO DE CERTOS RESÍDUOS ORGÂNICOS, COMO CASCAS DE BANANA.
Resposta: COMPOSTAGEM.
7. LUCIANA ESTÁ CONFUSA SOBRE O QUE DEVE FAZER COM OS
OBJETOS QUE SEPAROU PARA DESCARTE.
A ) AJUDE LUCIANA A IDENTIFICAR OS DOIS TIPOS DE OBJETOS QUE PODEM SER DESTINADOS À COLETA SELETIVA. PARA ISSO, CONTORNE ESSES OBJETOS.


LATA VAZIA.
IMAGENS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI.
Resposta: Objetos A e C tema e a compartilharem seus hábitos com os colegas, de modo que possam incentivar a adoção de atitudes que visam ao consumo consciente de objetos e materiais.

CADERNOS USADOS. LUCIANA.

BONECA DE TECIDO.
B ) O QUE VOCÊ GERALMENTE FAZ COM O QUE NÃO UTILIZA MAIS? CONTE AOS COLEGAS.
ADUBAR: NO SENTIDO DO TEXTO, ADICIONAR AO SOLO MATERIAIS QUE AJUDAM NO DESENVOLVIMENTO E NO CRESCIMENTO DAS PLANTAS.
7. B) Resposta
pessoal. O objetivo desta atividade é levar os estudantes a refletirem sobre o
• COM postagem #1 – mini composteira. Cepagro, 23 abr. 2020. Disponível em: https:// www.youtube.com/watch?v=e2FZq1I2Ca8. Acesso em: 2 set. 2025.
Providencie antecipadamente os materiais necessários descritos no vídeo, como garrafas PET, grama verde, serragem ou folhas secas, cascas de frutas e verduras variadas, terra preta e tesoura com pontas arredondadas.
• Ao trabalhar a atividade 7, chame a atenção dos estudantes para a importância da reciclagem
Para isso, assista com eles ao vídeo a seguir, com o passo a passo da montagem de uma mini composteira.
como processo de reaproveitamento de materiais que seriam descartados e, consequentemente, para a diminuição de recursos naturais que seriam extraídos do ambiente para fabricação de novos produtos. Após responderem ao item A da atividade, perguntelhes se, além da reciclagem, poderiam dar outro destino à lata de metal após o uso. Incentiveos a pensar na reutilização desse objeto. Eles podem mencionar que poderiam utilizála como portacanetas, para produzir um brinquedo do tipo telefone sem fio, entre outras formas.
PARA INICIARMOS O ESTUDO, RESPONDA À ATIVIDADE A SEGUIR COM A AJUDA DE SEUS PAIS OU RESPONSÁVEIS.
1. MARQUE UM X NO QUADRO DAS OPÇÕES QUE APRESENTAM OS HÁBITOS QUE VOCÊS TÊM EM CADA UMA DAS SITUAÇÕES A SEGUIR.
A ) QUANDO VOCÊS VÃO AO MERCADO, GERALMENTE:
Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é levar os estudantes e familiares a avaliarem seus hábitos com relação à geração de resíduos e ao consumo.
LEVAM A PRÓPRIA SACOLA.
UTILIZAM SACOLAS PLÁSTICAS DO MERCADO.
B ) QUANDO UM ELETRODOMÉSTICO DEIXA DE FUNCIONAR, VOCÊS GERALMENTE:
O LEVAM PARA O CONSERTO.
COMPRAM OUTRO, DE PREFERÊNCIA DE UM MODELO MAIS NOVO.
C ) AO COMPRAREM BEBIDAS, GERALMENTE VOCÊS OPTAM POR:
EMBALAGENS DE PLÁSTICO.
EMBALAGENS RETORNÁVEIS DE VIDRO.
D ) AO COMPRAREM DETERMINADO PRODUTO, GERALMENTE VOCÊS:
ATENTAM AO TIPO DE MATERIAL DAS EMBALAGENS, DANDO PREFERÊNCIA A RECICLADOS.
NÃO ATENTAM AO MATERIAL DAS EMBALAGENS.
Antes de iniciar a abordagem deste tema, escreva na lousa as seguintes palavras: reduzir, repensar, reciclar, reutilizar e recusar. Sugira que trabalhem em duplas para consultar o significado dessas palavras no dicionário. Em seguida, eles devem conversar com sua dupla sobre o significado delas no contexto dos cuidados com o ambiente. Se necessário, auxilieos na consulta das palavras e na explicação. Por fim, elaborem coletivamente um texto com a definição de cada uma das palavras consultadas, escrevendoo na lousa junto das respectivas palavras.
• Após a realização da atividade 1, solicite aos estudantes que identifiquem em cada uma das situações apresentadas na atividade qual das opções de resposta corresponde a ações benéficas ao ambiente. Peça a eles que justifiquem a opção escolhida em cada situação. Caso eles tenham dificuldade em indicar e justificar as opções menos prejudiciais ao ambiente, retome com eles o significado das palavras reduzir, repensar, reciclar, reutilizar e recusar.
• Incentive os estudantes a refletirem sobre os hábitos deles e de seus familiares nas situações abordadas na atividade 1
221
• Se algum estudante se sentir desconfortável com relação aos seus hábitos, por não serem os mais adequados para o cuidado com o ambiente, converse com ele sobre possíveis mudanças que pode adotar. Se julgar pertinente, explique a eles que as práticas ambientais estão diretamente ligadas a contextos sociais, econômicos e culturais diversos, e que oferecer informação de forma empática e respeitosa é o caminho mais eficaz para promover mudanças conscientes e possíveis, dentro da realidade de cada estudante.
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• Ao incentivar os estudantes a refletirem sobre os hábitos de consumo deles e de seus familiares e sobre os prejuízos ambientais causados pelo consumo excessivo de materiais, a abordagem deste tema colabora com o desenvolvimento da habilidade EF01CI01, além de propiciar o trabalho com os temas contemporâneos transversais Educação para o consumo e Educação ambiental
• Antes de abordar as medidas que ajudam a reduzir o consumo de certos produtos, pergunte aos estudantes o que acontece com os resíduos que são descartados no ambiente. Verifique se eles percebem que esses resíduos permanecem no ambiente por um determinado tempo, dependendo dos materiais que os constituem.
• Promova uma reflexão sobre o porquê de alguns materiais se acumularem no ambiente. Trabalhe com os conhecimentos prévios dos estudantes, verificando se eles já ouviram falar sobre o tempo de decomposição desses materiais, sendo mais um motivo para refletirmos sobre o consumo em excesso. Pergunte a eles o que acontece quando um objeto de plástico é jogado sobre o solo. Note se eles percebem que esse objeto permanece sobre o solo por muitos anos se ninguém o retirar de lá.
• Em seguida, mostre aos estudantes uma sacola de compras reutilizável e inicie uma conversa sobre os benefícios ao ambiente que o uso desse tipo de sacola promove. Averigue se eles percebem que isso reduz o descarte de sacolinhas plásticas e a extração dos materiais usados na fabricação delas.
• Ao trabalhar atitudes que ajudam a reduzir o consumo de certos tipos de materiais, a abordagem desta página ajuda a promover a consciência socioambiental e o consumo responsável, favorecendo o aperfeiçoamento da Competência geral 7 e das Competências específicas de Ciências da Natureza 5 e 8
E ) AO COMPRAREM DETERMINADO PRODUTO, GERALMENTE VOCÊS:
OPTAM PELA EMBALAGEM COMPLETA DO PRODUTO.
OPTAM PELO REFIL DO PRODUTO.
AO RESPONDER À ATIVIDADE ANTERIOR, VOCÊ DEVE TER
PERCEBIDO QUE ALGUMAS ATITUDES DO DIA A DIA AJUDAM A REDUZIR O CONSUMO DE CERTOS PRODUTOS E MATERIAIS.
A SEGUIR, VAMOS CONHECER ALGUMAS MEDIDAS QUE AJUDAM A REDUZIR O CONSUMO DE CERTOS PRODUTOS.
IMAGENS COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.

EM VEZ DE COMPRAR NOVOS OBJETOS, PODEMOS LEVÁ-LOS PARA CONSERTAR.
PESSOA LEVANDO CALÇADO PARA SER CONSERTADO.
PODEMOS RECUSAR O USO DE SACOLAS PLÁSTICAS, OPTANDO PELAS REUTILIZÁVEIS.
PESSOA USANDO UMA SACOLA REUTILIZÁVEL PARA FAZER COMPRAS.

O CONSUMO EXCESSIVO DE PRODUTOS GERA MAIOR QUANTIDADE DE RESÍDUOS DESCARTADOS NO AMBIENTE. ALÉM DISSO, AUMENTA A NECESSIDADE DE EXTRAÇÃO DE MATERIAIS PARA PRODUZIR NOVOS PRODUTOS PARA O CONSUMO. POR ISSO, É IMPORTANTE REFLETIR ANTES DE ADQUIRIR ALGUM PRODUTO OU DE DESCARTÁ-LO NO AMBIENTE.
2. AJUDE GIOVANA A CHEGAR ATÉ AS PERGUNTAS SOBRE AS QUAIS ELA DEVE REFLETIR ANTES DE COMPRAR UM PRODUTO.
EU REALMENTE PRECISO DE UM BRINQUEDO NOVO?
Resposta: Os estudantes devem marcar os caminhos que levam Giovana até as quatro reflexões apresentadas sobre consumo.
QUE TIPOS DE MATERIAIS SÃO USADOS NO BRINQUEDO NOVO E EM SUA EMBALAGEM?

QUANTAS EMBALAGENS TEM ESSE BRINQUEDO NOVO?
GIOVANA NO LABIRINTO.
QUAL SERÁ O DESTINO DO BRINQUEDO QUE JÁ TENHO SE EU O DESCARTAR?
223
Objetivo
• A atividade 2 permite avaliar se os estudantes são capazes de reconhecer reflexões que ajudam a promover o consumo responsável dos materiais.
Sugestões de intervenção
Caso os estudantes tenham dificuldade em realizar a atividade 2, anote na lousa as quatro perguntas grafadas na atividade e discuta, separadamente, as implicâncias ambientais de cada uma das reflexões.
Ao abordar a questão “Eu realmente preciso de um brinquedo novo?”, verifique se os estudantes associam a produção de um novo brinquedo à extração de materiais do ambiente.
Ao abordar a questão “Quantas embalagens têm esse brinquedo novo?”, incentiveos a refletir sobre o fato de muitas embalagens serem descartadas imediatamente após um único uso. Comente que essas embalagens muitas vezes são feitas de plástico, um material que demora centenas de anos para se decompor no ambiente.
Ao abordar a questão “Qual será o destino do brinquedo que eu já tenho se eu descartá lo?”, incentive os estudantes a compararem os impactos ambientais de um material quando ele é destinado a aterros sanitários e quando
é encaminhado à coleta seletiva. Verifique se eles identificam que, quando possível, destinar um brinquedo à coleta seletiva é a opção menos prejudicial ao ambiente dentre essas duas opções.
Ao abordar a questão “Que tipos de materiais são usados no brinquedo novo e em sua embalagem?”, questioneos sobre as vantagens ambientais de se optar por materiais que possam ser reciclados, por exemplo, ao adquirir um novo produto.
• A atividade 2 desta página incentiva os estudantes a refletirem sobre ações alternativas que contribuam para solucionar os desafios do mundo contemporâneo, dialogando diretamente com a Competência específica de Ciências da Natureza 4
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JULIANO, Marcio de Cássio. Consumo excessivo e o modelo de economia de materiais. Terceiro Setor, v. 3, n. 1, p. 56 58, 2009. Disponível em: https:// revistas.ung.br/index.php/3setor/article/ view/519/614. Acesso em: 2 set. 2025. Esse artigo aborda o consumo desenfreado e suas consequências para o ser humano e o meio ambiente. Além disso, mostra a cadeia produtiva desde a obtenção da matériaprima até o descarte dos bens produzidos.
• Esta seção incentiva os estudantes a reaproveitarem alimentos que seriam descartados, promovendo o uso mais consciente desses recursos e o consumo responsável, o que colabora com o aperfeiçoamento da habilidade EF01CI01 e da Competência geral 7. Além disso, a abordagem sobre o compartilhamento de receitas nas famílias relacionase à Competência geral 6 ao promover a valorização da diversidade de saberes e vivências culturais.
• Conhecer a estrutura do gênero textual receita
• Reconhecer a importância de evitar o desperdício de alimentos.
• Conhecer exemplos de aproveitamento de partes de alimentos que seriam descartadas.
• Inicie o trabalho com esta seção perguntando aos estudantes se eles já viram alguma receita ou já ajudaram um adulto a preparar um alimento seguindo uma receita. Acolha as respostas de todos e permita que troquem suas experiências com os colegas.
• Depois, leia a receita em voz alta e peça a eles que identifiquem os ingredientes, destacando as quantidades.
• Enfatize que as receitas devem ser preparadas por adultos. As crianças podem ajudar em algumas etapas, sempre com supervisão, mas somente as que não envolvam fogo, aquecimento e objetos cortantes e de vidro.
• Ao apresentar a receita com o uso de letra cursiva maiúscula e minúscula, o texto auxilia no processo de alfabetização dos estudantes, de modo a familiarizálos com esse tipo de escrita. Caso os estudantes tenham dificuldade de ler o texto em letra cursiva,
ALGUMAS PARTES DE ALIMENTOS QUE GERALMENTE SÃO DESCARTADAS PODEM SER UTILIZADAS EM RECEITAS CULINÁRIAS.
VÁRIAS FAMÍLIAS TÊM O HÁBITO DE COMPARTILHAR RECEITAS. EM MUITAS, HÁ RECEITAS QUE ACOMPANHAM GERAÇÕES.
A RECEITA APRESENTA INSTRUÇÕES SOBRE COMO PREPARAR DETERMINADO ALIMENTO.
A ) VOCÊ CONHECE ALGUMA RECEITA CULINÁRIA? CONVERSE
COM SEUS COLEGAS SOBRE ELA.
Resposta nas orientações ao professor
COM A AJUDA DO PROFESSOR, LEIA A RECEITA A SEGUIR.
Suco de casca de abacaxi com couve
Ingredientes
Casca de 1 abacaxi
1 litro de água filtrada Meia folha de couve com talo
4 colheres (sopa) de mel
Modo de preparo
Ferver a casca do abacaxi em 1 litro de água. Bater no liquidificador a água com as cascas de abacaxi, a couve picada e o mel. Coar e servir com gelo.
BANCO DE ALIMENTOS E COLHEITA URBANA: APROVEITAMENTO INTEGRAL DOS ALIMENTOS. RIO DE JANEIRO: SESC: DN, 2003. P. 43. (ADAPTAÇÃO NOSSA).
transcrevao na lousa em letra bastão ou de imprensa, colocando abaixo de cada linha a frase em letra cursiva.
Resposta
A) Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é levar os estudantes a compartilharem suas experiências pessoais com relação a receitas.
Se considerar pertinente, desenvolva com a turma um projeto sobre alimentação saudável e reaproveitamento de alimentos, promovendo com a comunidade escolar um evento sobre o tema.
Organize oficinas culinárias para o evento. Para isso, escolha as receitas a serem preparadas com enfoque no aproveitamento de alimentos e no preparo de alimentos saudáveis.
Convide um profissional da área de nutrição para proferir uma palestra sobre a importância de uma alimentação equilibrada e rica em nutrientes para a manutenção da saúde e sobre como podemos aproveitar ao máximo os alimentos no preparo das refeições.
Ao longo do evento, exponha o livro de receitas proposto no item F
Se julgar pertinente, organize junto à direção do colégio a abertura do evento para os familiares dos estudantes.
O TEXTO
IMAGEM COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.
OTÁVIO E SUA AVÓ FAZENDO SUCO DE CASCA DE ABACAXI COM COUVE.
EXPLORANDO O TEXTO ALÉM DO TEXTO

Respostas nas orientações ao professor
B ) ESCREVA O TÍTULO DA RECEITA.
C ) QUAIS SÃO AS ETAPAS DE UMA RECEITA?
D ) ESCREVA A QUANTIDADE DE CADA INGREDIENTE.
E ) INFELIZMENTE, MUITOS ALIMENTOS SÃO DESPERDIÇADOS NO MUNDO. COMO VOCÊ ACHA QUE A RECEITA DESCRITA PODE AJUDAR A REDUZIR O DESPERDÍCIO DE ALIMENTOS?
Resposta nas orientações ao professor
F ) COM SEUS PAIS OU RESPONSÁVEIS, ESCREVAM EM UMA FOLHA DE PAPEL UMA RECEITA QUE REAPROVEITE ALIMENTOS. DEPOIS, JUNTE SUA RECEITA COM AS DOS COLEGAS E ELABOREM UM LIVRO DE RECEITAS DA TURMA.
nos resíduos orgânicos e diminuindo o consumo de novos produtos. Além disso, essas partes dos alimentos que descartamos possuem muitos nutrientes, por isso é importante o seu aproveitamento total.
Resposta
F) Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é desenvolver a escrita, o trabalho em grupo e socializar receitas culinárias de valor cultural e familiar.
• A atividade proposta no item F desta seção incentiva a participação dos pais ou responsáveis no aprendizado dos estudantes, promovendo vínculos afetivos na convivência familiar, o que contribui para o desenvolvimento do tema contemporâneo transversal Vida familiar e social
A elaboração de um livro de receitas possibilita articular este conteúdo com o
• Ao trabalhar o item D, se julgar conveniente, mostre na prática aos estudantes as quantidades indicadas.
• No item E, promova uma conversa sobre desperdício de alimentos. Explore situações em que podem ocorrer desperdícios de alimentos em nosso cotidiano:
• ao colocarmos mais alimentos no prato do que conseguimos comer;
• quando compramos alimentos em excesso e não os consumimos dentro do prazo de validade;
• ao descartar partes dos alimentos, como cascas, que muitas vezes podem ser usadas para preparar outras receitas.
B) Suco de casca de abacaxi com couve.
C) Esperase que os estudantes citem o nome da receita, os ingredientes usados e o modo de preparo. Alguns deles podem mencionar ainda o tempo de preparo e o rendimento, além de outras informações que costumam aparecer em receitas.
D) Esperase que os estudantes escrevam 1 litro, meia folha e 4 colheres (sopa).
E) O objetivo desta questão é que os estudantes constatem que o aproveitamento integral de alimentos (por exemplo, partes de plantas que seriam descartadas) e o reaproveitamento de sobras de comida evitam o desperdício, gerando me
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componente curricular de Língua Portuguesa. Para isso, explore o livro de receitas como gênero textual, mais especificamente do tipo instrucional, abordando seu objetivo e sua estrutura. Aproveite a oportunidade para explorar o tema contemporâneo transversal Vida familiar e social, valorizando receitas preferidas pelos familiares ou responsáveis das crianças.
OBJETIVOS
• Compreender a importância da reciclagem de materiais.
• Reconhecer que alguns materiais podem ser reaproveitados.
• Conhecer as etapas da reciclagem de papel que seria descartado.
• Refletir sobre consumo consciente.
• Produzir papel reciclado.
• Faça a leitura da atividade inicial com os estudantes e questioneos sobre o que sabem a respeito de onde vem o papel. Perguntelhes se já perceberam que muitos papéis que usamos em atividades escolares e também em atividades do cotidiano que são descartados poderiam ser reciclados e reutilizados.
• Aproveite para verificar se os estudantes já compreendem a importância de separar os materiais para reciclagem e se já entenderam seu processo.
• Separe antecipadamente os materiais que serão usados na atividade e, se julgar pertinente, peça aos estudantes que tragam de casa papéis que já não possuem mais utilidade e que seriam descartados, como cadernos já usados, revistas, entre outros.
• Para a realização da atividade, organize os estudantes de modo que todos possam participar da investigação e acompanhar as etapas do experimento. Não permita que nenhum deles manipule o liquidificador. Também é importante ficar atento aos estudantes que são sensíveis a ruídos. Informeos sobre o uso do aparelho antes de iniciálo.
• Para realizar a etapa A , peça aos estudantes que piquem os papéis e coloquem nos em um balde plástico.
VAMOS INVESTIGAR
Resposta nas orientações ao professor.
A ) EM SUA OPINIÃO, É POSSÍVEL RECICLAR PAPEL EM CASA? EXPLIQUE AOS COLEGAS COMO VOCÊ FARIA ESSE PROCESSO.
MATERIAIS NECESSÁRIOS
• PAPÉIS USADOS PICADOS
(FOLHAS SULFITE, DE CADERNO OU JORNAL)
• LIQUIDIFICADOR
• ÁGUA
• BALDE DE PLÁSTICO
B.
C.
• BANDEJA DE PLÁSTICO
• MOLDURA COM TELA MOSQUITEIRO
DICA: CASO NÃO TENHA UMA MOLDURA, SUBSTITUA-A POR UMA PENEIRA.
COLOQUE OS PAPÉIS PICADOS NO BALDE E CUBRA-OS COM ÁGUA. DEIXE-OS DE MOLHO POR 24 HORAS. PEÇA A UM ADULTO QUE COLOQUE NO LIQUIDIFICADOR O PAPEL QUE FICOU DE MOLHO, ACRESCENTE ÁGUA E BATA ATÉ FORMAR UMA MASSA.
DICAS:
• A PROPORÇÃO DA MISTURA NO LIQUIDIFICADOR DEVE SER DE TRÊS PARTES DE ÁGUA PARA UMA DE PAPEL.
• OS PAPÉIS DEVEM SER COLOCADOS E BATIDOS AOS POUCOS, PARA NÃO DANIFICAR O LIQUIDIFICADOR.
• SE QUISER PRODUZIR PAPEL COLORIDO, PINGUE ALGUMAS GOTAS DE CORANTE DE TECIDO NA MISTURA.

IMAGEM REFERENTE À ETAPA A. IMAGEM REFERENTE À ETAPA C

DESPEJE A MISTURA DO LIQUIDIFICADOR NA BANDEJA. CUBRA-A COM ÁGUA E MEXA COM AS MÃOS.
• Após mostrar como se manipula a tela com a moldura nas etapas seguintes, convide alguns dos estudantes para fazerem as demais molduras seguindo o passo a passo apresentado.
• Quando as amostras de papel reciclado estiverem prontas, se necessário, recorteas em pedaços e forneça aos estudantes para que todos tenham uma folha.
• Em seguida, proponha aos estudantes a leitura em voz alta das questões e leveos a
• Verifique a possibilidade de os estudantes participarem das etapas da atividade. Caso a quantidade de material seja suficiente para que todos ajudem, orienteos em cada etapa, como ao mexer a mistura com as mãos na etapa C.
compartilhar suas respostas, ressaltando a importância da reciclagem para promover um consumo consciente. A reciclagem colabora para a diminuição do descarte de resíduos sólidos no ambiente e também o consumo de matériaprima para a sua fabricação.
Resposta
A) Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é levar os estudantes a refletirem sobre o processo de reciclagem, levantando hipóteses sobre sua realização.
D. E.
SEGURE COM AS DUAS MÃOS A MOLDURA COM
TELA E LEVE-A AO FUNDO DA BANDEJA.
MOVIMENTE A MOLDURA, ESPALHANDO A MISTURA
SOBRE A TELA.
F.
ERGA A MOLDURA
LENTAMENTE. UMA
CAMADA DA MISTURA DEVE FICAR SOBRE A TELA.
G.
COLOQUE A MOLDURA COM A MISTURA DE PAPEL EM UM LOCAL AREJADO
PARA SECAR DURANTE 24 HORAS.
H.
APÓS A SECAGEM, RETIRE COM CUIDADO A FOLHA DE PAPEL DA MOLDURA.

IMAGEM REFERENTE À ETAPA D.

IMAGEM REFERENTE À ETAPA F
AGORA, RESPONDA ORALMENTE ÀS QUESTÕES A SEGUIR.
Respostas nas orientações ao professor
1. EXPLIQUE COM SUAS PALAVRAS POR QUE A ATIVIDADE QUE VOCÊ REALIZOU É UM TIPO DE RECICLAGEM.
2. CITE UM EXEMPLO DE COMO VOCÊ PODERIA UTILIZAR O PAPEL RECICLADO.
3. CONVERSE COM UM COLEGA E, JUNTOS, REFLITAM SOBRE COMO A PRODUÇÃO DE PAPEL RECICLADO PODE CONTRIBUIR PARA A CONSERVAÇÃO DAS FLORESTAS.
4. APÓS REALIZAR A ATIVIDADE, VOCÊ CONSIDERA QUE A RECICLAGEM DE PAPEL PODE SER FEITA EM CASA?
2. Resposta pessoal. O objetivo desta questão é levar os estudantes a refletirem sobre as possibilidades de uso de papel reciclado.
3. Esperase que os estudantes reconheçam que, ao reciclar papéis, reduzse a necessidade de extração de matériaprima do ambiente, ou seja, a derrubada de árvores. Além disso, ao reciclar papéis usados, evitase o descarte no ambiente.
4. Resposta pessoal. O objetivo desta questão é fazer os estudantes refletirem sobre o processo de reciclagem com base nas observações durante a investigação, alterando ou não a percepção so
bre esse processo antes da realização da atividade.
03/10/2025 11:19:56
• A atividade desenvolvida nesta seção contempla a habilidade EF01CI01, pois incentiva os estudantes a refletirem sobre formas de reciclagem e de reaproveitamento de materiais, promovendo um consumo mais consciente e a conservação dos ambientes naturais. Da mesma forma, desenvolve o tema contemporâneo transversal Educação ambiental
Caso julgue pertinente, esta atividade pode ser realizada com componente curricular de Arte, incentivando a criatividade e o senso estético ao propor diversificados usos para o papel que foi reciclado. Eles podem fazer um desenho que representa a conservação do ambiente, montagem de cartões, de portaretratos, entre outras propostas que contemplem o perfil da turma.
Verifique a possibilidade de trabalhar a abordagem de técnicas com o papel reciclado e outros materiais que possibilitam obter texturas variadas.
Ao fim da atividade, faça um mural com as artes dos estudantes que foram feitas usando o papel reciclado e deixe exposto em um local visível da sala de aula, para que todos possam compartilhar seus desenhos com os colegas.
• O trabalho interdisciplinar com Arte promove a criatividade e o senso estético, desenvolvendo a Competência geral 3 da BNCC.
Respostas
1. Resposta pessoal. Esperase que os estudantes citem em suas respostas que a atividade pode ser considerada um tipo de reciclagem porque o material dos papéis usados foi transformado e utilizado como material de um novo papel.
• Além disso, ao permitir que exercitem a curiosidade, a imaginação e a criatividade para propor formas de reciclar materiais como papel e entendam a importância da reciclagem para a conservação ambiental, esta seção colabora com o desenvolvimento das Competências gerais 2 e 7 e da Competência específica de Ciências da Natureza 8. O trabalho em grupo permite o exercício do diálogo e da empatia, assim como o levantamento de hipóteses e de argumentos importantes para subsidiar a atividade prática, promovendo a Competência geral 9
• Argumentar sobre os prejuízos ao ambiente causados pela extração de materiais do ambiente.
• Relacionar o aumento do consumo de produtos ao aumento da demanda de extração de materiais do ambiente.
• Refletir sobre a importância do consumo consciente.
• Inicie o trabalho com esta página orientando os estudantes a observarem o cartum. Explique que o cartum é uma imagem, algumas vezes com textos, que costuma apresentar críticas e reflexões sobre situações da sociedade e pode ou não apresentar humor. Geralmente, é veiculado em jornais, revistas, sites e televisão.
• Promova uma troca de ideias sobre o que está sendo mostrado na imagem. Pergunte o que representam os troncos cortados e por que o personagem está comemorando. Em seguida, incentive os estudantes a responderem às questões em grupo.
Respostas
A) Esperase que os estudantes relacionem o excesso de extração de árvores ao uso da matériaprima na produção de produtos e o consumo exagerado desses produtos.
B) Esperase que os estudantes respondam que o personagem está feliz porque uma nova árvore está nascendo no ambiente depois da devastação.
C) Esperase que os estudantes respondam que a devastação das florestas prejudica os seres vivos que dependem, por exemplo, das árvores para se alimentar e se abrigar.
CONSUMO CONSCIENTE
CONHECENDO O PROBLEMA 1
OBSERVE O CARTUM A SEGUIR.

Professor, professora: O título do cartum foi omitido para não interferir na realização do item A Após a realização desse item, comente com os estudantes que o título do cartum é Desmatamento da floresta
ARIONAURO. ARIONAURO CARTUNS, 16 MAR. 2020. DISPONÍVEL EM: http://www.arionaurocartuns.com. br/2020/03. ACESSO EM: 26 AGO 2025.
AGORA, RESPONDA ORALMENTE ÀS QUESTÕES A SEGUIR.
Respostas nas orientações ao professor
A ) EM SUA OPINIÃO, QUAL É O ASSUNTO ABORDADO NO CARTUM?
B ) DE ACORDO COM O CARTUM, POR QUE O PERSONAGEM ESTÁ FELIZ?
C ) EXPLIQUE COM SUAS PALAVRAS QUAIS SÃO AS POSSÍVEIS CONSEQUÊNCIAS DO PROBLEMA AMBIENTAL REPRESENTADO NO CARTUM.
D ) CONVERSE COM OS COLEGAS SOBRE O QUE VOCÊS ENTENDEM POR CONSUMO CONSCIENTE.
COMO ESTUDAMOS ANTERIORMENTE, A EXTRAÇÃO DE MATERIAIS DO AMBIENTE E A PRODUÇÃO DE DIFERENTES OBJETOS, POR EXEMPLO, PODEM CAUSAR DANOS AMBIENTAIS.
POR ISSO, PRECISAMOS ATENTAR À EXTRAÇÃO DE MATERIAIS E AO CONSUMO DE OBJETOS E OUTROS PRODUTOS.
• Após a resposta dos estudantes às questões, incentiveos a trocar ideias sobre a relação entre o consumo excessivo de produtos, o aumento da demanda de extração de materiais dos ambientes e as consequências dessas ações. Leveos a perceber a importância de evitar o desperdício e o consumismo, além de procurar o destino adequado aos objetos que não vamos mais utilizar.
BNCC
• A seção promove uma reflexão relacionada ao tema contemporâneo transversal Educação
D) Resposta pessoal. O objetivo desta questão é levar os estudantes a refletirem sobre o tema. Não é esperado que citem definições exatas, mas que exponham o que entendem desse tipo de consumo. Anote as principais informações na lousa.
para o consumo. Além disso, essa reflexão contribui para desenvolver a habilidade EF01CI01
03/10/2025 11:19:57
• As questões do tópico Conhecendo o problema favorecem o desenvolvimento do tema contemporâneo transversal Educação ambiental e da Competência específica de Ciências da Natureza 5, pois promovem a consciência socioambiental dos estudantes. Ademais, incentivamnos a expor aos colegas sua reflexão para chegar à resposta. Ao incentivar a análise de uma situaçãoproblema em grupo, o tópico Conhecendo o problema desta seção também colabora com o desenvolvimento da Competência geral 9
ORGANIZANDO AS IDEIAS 2
Respostas nas orientações ao professor
A ) EXPLIQUE COM SUAS PALAVRAS A AFIRMAÇÃO A SEGUIR.
O AUMENTO NO CONSUMO DE PRODUTOS NO COTIDIANO AJUDA A AUMENTAR OS DANOS AO AMBIENTE E AOS SEUS COMPONENTES.
B ) ALGUMAS PESSOAS COMPRAM PRODUTOS SEM NECESSIDADE, USAM POUCAS VEZES E OS DESCARTAM. EM SUA OPINIÃO, ESSA ATITUDE AJUDA A CONSERVAR O AMBIENTE? POR QUÊ?
ALGUMAS ATITUDES EM NOSSO DIA A DIA AJUDAM A REDUZIR O CONSUMO EXCESSIVO DE PRODUTOS.
UMA DESSAS ATITUDES É REFLETIR SE REALMENTE PRECISAMOS COMPRAR DETERMINADO OBJETO OU PRODUTO. A OUTRA É DOAR OBJETOS EM BOAS CONDIÇÕES QUE NÃO UTILIZAMOS MAIS PARA AQUELES QUE NECESSITAM.
BUSCANDO SOLUÇÕES 3
Respostas nas orientações ao professor
A ) JUNTE-SE A UM COLEGA E CONVERSEM SOBRE OUTRAS ATITUDES QUE VOCÊS PODEM ADOTAR NO DIA A DIA PARA UM CONSUMO MAIS CONSCIENTE DE PRODUTOS. COMPARTILHE AS INFORMAÇÕES COM OS DEMAIS COLEGAS.
B ) COM A AJUDA DE SEUS PAIS OU RESPONSÁVEIS, SEPARE BRINQUEDOS E ROUPAS EM BOM ESTADO PARA DOAÇÃO. EM SEGUIDA, ESCOLHAM UMA OU MAIS INSTITUIÇÕES PARA RECEBER AS DOAÇÕES.
MARINA E SEU PAI SEPARANDO BRINQUEDOS PARA DOAÇÃO.
IMAGEM COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.

• Incentive os estudantes a serem agentes ativos na ação e na consciência socioambiental com a campanha de doação de brinquedos. Ajudeos a organizar a campanha e prepare um local da escola para receber as doações. Faça também contato com instituições para recebêlas.
Respostas
A) Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é desenvolver a capacidade de trabalho em grupo, bem como a autonomia na busca de informações em fontes
confiáveis. Eles podem citar atitudes que promovam o consumo consciente como não desperdiçar alimentos; sempre que possível, reutilizar itens antes de descartálos; separar resíduos sólidos recicláveis corretamente; comprar novos produtos apenas quando necessário; optar por consertar determinados produtos, antes de trocálos por novos, entre outras atitudes.
B) Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é incentivar a participação de familiares em atividades escolares, bem como a adoção de atitudes de consumo consciente no dia a dia. É importante que
• Inicie a abordagem desta página perguntando aos estudantes quais atitudes de nosso cotidiano contribuem para o consumo excessivo de produtos. Com base nas respostas deles, aproveite para enfatizar o papel das propagandas, que, muitas vezes, acabam incentivando as pessoas a comprarem produtos por impulso. Ressalte a quantidade excessiva de embalagens de muitos produtos, principalmente alimentícios.
A) Resposta pessoal. O objetivo desta questão é levar os estudantes a refletirem sobre a relação entre consumo e meio ambiente. Esperase que eles comentem que o aumento do consumo de produtos causa o aumento da necessidade de extrair materiais do ambiente, intensificando o desmatamento e a degradação do solo, assim como provocando a redução de alimentos disponíveis para os animais. Além disso, o descarte dos produtos após seu uso contribui para aumentar a contaminação do solo e das águas.
B) Resposta pessoal. Espera se que os estudantes respondam que não, pois essa atitude aumenta a quantidade de resíduos descartados no ambiente, provocando a contaminação do solo e das águas de rios e mares. Além disso, essa atitude aumenta a necessidade de extrair matériaprima do ambiente.
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os estudantes desenvolvam empatia e solidariedade. Além disso, que percebam que a doação ajuda na redução do consumo e do descarte de produtos duráveis, como roupas e brinquedos.
BNCC
• Ao promover o debate sobre ações que promovem o consumo responsável e ao levar os estudantes a agirem com base em princípios sustentáveis e solidários, esta seção desenvolve as Competências gerais 7 e 10.
1. Objetivo
• Relacionar a própria história de vida à história da família.
Sugestão de intervenção
Oriente os estudantes a se lembrarem de momentos vividos com sua família. Comente que pode ser uma situação cotidiana relevante para eles, sem a necessidade de expressar grandes acontecimentos. É importante que eles se sintam pertencentes a uma família e que compreendam que ela passa por mudanças ao longo do tempo. Incentiveos a expressar no desenho detalhes do momento escolhido, como o lugar onde estavam e o que acontecia naquele momento. Caso algum estudante apresente dificuldade, recupere os conteúdos das páginas 189 e 190, possibilitando a comparação entre o ambiente familiar e o comunitário.
2. Objetivo
• Relacionar a própria história de vida à comunidade escolar.
Sugestão de intervenção
Oriente os estudantes a se lembrarem de momentos vividos na escola e aproveite para retomar situações marcantes vivenciadas durante o ano letivo. É importante que eles percebam a escola como um ambiente no qual convivem diferentes pessoas de forma justa e solidária. Incentiveos a expressar no desenho detalhes desse momento, como sua localização e os elementos presentes nela. Comente que o desenho pode representar um momento em outra escola também, caso os estudantes tenham estudado em outras instituições antes da atual.
Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes desenhem um momento vivido com seus familiares.
2.
Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes desenhem um momento vivido na escola.
• As atividades 1 e 2 favorecem a abordagem da habilidade EF01HI02, pois levam os estudantes a identificarem a relação entre sua história e a história de sua família e de sua comunidade.
3. FAÇA UM DESENHO PARA REPRESENTAR UM MOMENTO QUE VOCÊ TENHA VIVIDO COM A COMUNIDADE.
Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes desenhem um momento vivido com a comunidade.
4. FORME DUPLA COM UM COLEGA E COMENTEM TRÊS RESPONSABILIDADES QUE VOCÊS TÊM EM CADA UM DOS GRUPOS A SEGUIR.
A ) NA FAMÍLIA.
B ) NA ESCOLA.
C ) NA COMUNIDADE.
Resposta pessoal. Oriente os estudantes a se organizarem em duplas. 231
Convide os estudantes a desenharem três casinhas em uma folha, nomeadas como Minha casa, Minha escola e Minha comunidade. Em cada casinha, eles devem representar uma regra ou um hábito que consideram importante naquele espaço. A produção pode ser feita com desenhos ou frases simples. Em seguida, promova uma roda de conversa em que os estudantes compartilhem suas casinhas. Perguntelhes: “Por que essa regra existe?”; “O que acontece quando todo mundo
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3. Objetivo
• Relacionar a própria história de vida à história da comunidade.
Sugestão de intervenção
Oriente os estudantes a se lembrarem de momentos vividos na comunidade. É significativo que eles identifiquem a importância de respeitar o espaço público como um ambiente coletivo. Incentiveos a pensar em festas, encontros com vizinhos ou trabalhadores do bairro. Eles também podem se recordar de regras de convivência que achem importantes e costumam seguir. Caso algum estudante apresente dificuldade, retome os conteúdos da página 199 e destaque a importância de cada um reconhecer, valorizar e respeitar a comunidade em que vive.
4. Objetivo
• Identificar suas responsabilidades na família, na escola e na comunidade.
Sugestão de intervenção
Oriente os estudantes a respeitarem o momento de fala dos colegas. Caso algum estudante tenha dificuldade para realizar a atividade, promova uma conversa para trocarem ideias sobre o tema antes da formação das duplas, assim eles podem coletivamente falar sobre suas responsabilidades e progredir no entendimento das regras e dos hábitos em diferentes espaços.
a respeita?”; “As regras são parecidas nos três lugares?”. A proposta pode ser ampliada com um mural coletivo e com o incentivo para que os estudantes conversem em casa sobre as regras da família, levando novas ideias para compartilhar com a turma. Ao representarem essas regras por meio de desenhos ou frases, os estudantes têm a oportunidade de expressar suas vivências e perceber semelhanças e diferenças entre os contextos. A roda de conversa favorece o desenvolvimento da escuta, da argumentação e do respeito à diversidade de experiências, além de fortalecer a noção de pertencimento e responsabilidade coletiva.
• As atividades 1, 2, 3 e 4 favorecem a abordagem da habilidade EF01HI04 ao contribuírem para que os estudantes identifiquem as diferenças entre os variados ambientes onde vivem (doméstico, escolar e da comunidade), reconhecendo as especificidades dos hábitos e das regras que os regem.
5. Objetivo
• Perceber a influência do tempo atmosférico em atividades do dia a dia.
Sugestões de intervenção
Se possível, construa um dominó com o tema tempo atmosférico. Para isso, um lado das peças deve ter um desenho representando o estado do tempo e o outro lado o respectivo significado em uma ou poucas palavras. Assim, os jogadores deverão associar o desenho ao significado a fim de encaixar as peças. Ao aplicar os conteúdos por meio de jogos, o ensino tornase lúdico e, consequentemente, o processo de aprendizagem é facilitado.
Peça aos estudantes que descrevam alguma situação semelhante à mostrada na história em quadrinhos que já tenham vivenciado, contando inclusive o que fizeram nessa ocasião.
6. Objetivo
• Reconhecer como as mudanças nos ritmos da natureza podem influenciar o cotidiano.
Sugestão de intervenção
Solicite que retomem a observação e a leitura da tirinha da atividade 5. Em seguida, pergunte quais roupas costumam usar em dias como o representado na tirinha, acrescentando a necessidade de adequação para garantir o conforto térmico e bemestar para realização das atividades diárias. Providencie com antecedência imagens que retratam dias de calor e ensolarados e outras que retratam dias de chuva ou frio. Oriente a formação de duplas e entregue uma imagem para cada dupla. Peça lhes que representem com desenhos ou palavras as roupas mais adequadas para as condições atmosféricas retratadas nas imagens. Determine um
5. A) Resposta: Sim. Espera-se que os estudantes indiquem que a capa de chuva, as botas e o guarda-chuva prepararam o personagem para se proteger da chuva.
5. QUANDO CHOVE, OS LUGARES SE MODIFICAM E AS PESSOAS, MUITAS VEZES, MUDAM ALGUNS HÁBITOS, COMO O TIPO DE ROUPAS QUE USAM. LEIA A TIRINHA A SEGUIR.

A ) CONTE PARA OS COLEGAS DE QUE MANEIRA O PERSONAGEM SE PREPAROU PARA SAIR DE CASA DE ACORDO COM AS CARACTERÍSTICAS DO TEMPO ATMOSFÉRICO.
B ) ESCREVA OS NÚMEROS DOS QUADRINHOS DA TIRINHA QUE MOSTRAM QUE ESTÁ CHOVENDO.
Resposta: Quadrinhos 1 e 2
C ) ESCREVA O NÚMERO DO QUADRINHO DA TIRINHA ONDE O SOL APARECE NO CÉU.
Resposta: Quadrinho 3
6. ESCREVA AS LETRAS QUE IDENTIFICAM AS VESTIMENTAS E OS ACESSÓRIOS MAIS SEMELHANTES AOS QUE O PERSONAGEM DA TIRINHA USOU PARA SAIR DE CASA.
IMAGENS COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.



Professor, professora: As legendas das imagens não foram inseridas para não comprometerem a realização da atividade.
tempo para a realização da atividade e, ao fim, incentiveos a apresentar para os colegas a imagem e suas representações.
Professor, professora: As legendas das imagens não foram inseridas para não comprometerem a realização da atividade.


F.

IMAGENS COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.
Resposta: Imagens A, C e E. Comentários nas orientações ao professor
A ) CONVERSE COM OS COLEGAS SOBRE QUAIS ROUPAS SERIAM ADEQUADAS PARA O PERSONAGEM VESTIR DE ACORDO COM O TEMPO MOSTRADO NO QUADRINHO 3 DA TIRINHA.
Resposta
pessoal. Espera-se que os estudantes indiquem roupas leves, como camiseta, bermuda e boné.
B ) VOCÊ COSTUMA AVALIAR SE SUA ROUPA ESTÁ ADEQUADA PARA SAIR DE CASA, DE ACORDO COM O TEMPO ATMOSFÉRICO? CONTE PARA OS COLEGAS.
Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor
7. OBSERVE A SEGUIR AS IMAGENS DE UM MESMO LUGAR EM MOMENTOS DIFERENTES.

AVENIDA SETE DE SETEMBRO, NO RIO DE JANEIRO, CAPITAL DO ESTADO, EM 1905.

AVENIDA SETE DE SETEMBRO, NO RIO DE JANEIRO, CAPITAL DO ESTADO, EM 2022.
A ) COM OS COLEGAS, COMPAREM AS IMAGENS E IDENTIFIQUEM UM ELEMENTO IGUAL OU SEMELHANTE E UM ELEMENTO DIFERENTE ENTRE ELAS.
Sugestão de resposta: Elemento igual ou semelhante: igreja; elemento diferente: prédio, avenida, árvores.
Sugestão de intervenção
Explore um aspecto mais próximo da realidade dos estudantes. Assim, providencie algumas imagens antigas e atuais de uma rua da cidade onde moram que tenha sido muito alterada com o passar dos anos. Se preferir, pode ser a imagem de um espaço rural. Em seguida, peça-lhes que identifiquem as transformações aparentes analisando os elementos originais e as ações do ser humano. Certifique-se de que eles sejam capazes de fazer essa identificação. Por fim, oriente-os a realizar a atividade.
03/10/2025 11:20:03
• No item A, explore a imagem novamente com os estudantes e peça a eles que identifiquem elementos que permitam reconhecer as condições do tempo naquele momento. Em seguida, solicite que relacionem com o tipo de roupa mais adequado para aquela situação.
• No item B, incentive os estudantes a compartilharem suas vivências com os colegas sobre como escolhem que tipo de roupa usar no dia a dia de acordo com as condições do tempo, além de como avaliam se elas estão adequadas para a condição do tempo.
• As atividades 5 e 6 contribuem para o desenvolvimento das habilidades
EF01GE05 , EF01GE10 e EF01GE11, pois exploram as mudanças nos lugares provocadas por ações da natureza, como o frio e o calor, além da influência em hábitos referentes a vestuário e alimentação. Também contemplam a Competência específica de Geografia 5 ao promoverem processos de investigação e avaliação que fazem uso do conhecimento geográfico.
7. Objetivo
• Identificar as transformações de um lugar ao observarem fotografias de diferentes épocas.
8. Objetivo
• Relacionar a matériaprima com suas utilizações e as consequências ambientais da extração desses materiais do ambiente.
Sugestões de intervenção
Inicie a atividade mostrando aos estudantes fotografias de desmatamento e questioneos sobre o conteúdo das fotografias.
No item A, caso algum estudante marque que a extração excessiva de árvores no ambiente não provoca danos, mostre novamente a fotografia do desmatamento e peçalhe que comente sobre os prejuízos para os seres vivos da área desmatada. Explique que muitas empresas que fabricam papel extraem matériaprima de plantações de árvores como pínus e eucalipto, no entanto a vegetação dessas áreas foi eliminada, o que já provocou danos aos seres vivos desses locais.
No item B, caso algum estudante marque o item “usar apenas um lado da folha de papel”, mostre a quantidade de folhas usadas para fazer o livro de Ciências. Em seguida, pergunte qual seria essa quantidade se usássemos apenas um lado do papel. Esperase que ele perceba que seria o dobro, aumentando a demanda de papel.
No item C, sugira questões extras aos estudantes como: “O que é preciso fazer para que o papel seja destinado às usinas de reciclagem?”. Verifique se eles respondem que o papel deve ser separado de forma adequada para a coleta seletiva. Pergunte: “Qual é a cor da lixeira de coleta seletiva que recebe esse tipo de material?”. Observe se eles respondem que é a lixeira de cor azul. Você pode fazer outros questionamentos que julgar pertinentes.
8. O PAPEL É FEITO DE CELULOSE, UM MATERIAL PRESENTE EM ÁRVORES.
IMAGENS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI.

MADEIRA DE EUCALIPTO PARA A PRODUÇÃO DE PAPEL, NO MUNICÍPIO DE SUZANO, SÃO PAULO, EM 2024. FOLHAS DE PAPEL SULFITE.

A ) MARQUE UM X NAS INFORMAÇÕES ADEQUADAS SOBRE O EFEITO DA EXTRAÇÃO EXCESSIVA DE ÁRVORES NO AMBIENTE.
PROVOCA O DESMATAMENTO.
NÃO PROVOCA DANOS AO AMBIENTE.
REDUZ A FONTE DE ALIMENTO E O ABRIGO DE MUITOS ANIMAIS.
B ) PINTE O QUADRO QUE DESCREVE UMA ATIVIDADE QUE AJUDA A REDUZIR O CONSUMO DE PAPEL.
Resposta: USAR OS DOIS LADOS DA FOLHA DE PAPEL.
USAR OS DOIS LADOS DA FOLHA DE PAPEL.
USAR APENAS UM LADO DA FOLHA DE PAPEL.
C ) CONTORNE O DESTINO MAIS ADEQUADO À FOLHA DE PAPEL SULFITE USADA. EM SEGUIDA, EXPLIQUE SUA ESCOLHA.
Resposta: PROVOCA O DESMATAMENTO; REDUZ A FONTE DE ALIMENTO E O ABRIGO DE MUITOS ANIMAIS. Resposta nas orientações ao professor
USINA DE RECICLAGEMATERRO SANITÁRIO
Resposta 8. C) Os estudantes devem contornar USINA DE RECICLAGEM. Esperase que eles reconheçam que a destinação de um papel usado à usina de reciclagem possibilita que o material dele seja transformado e reaproveitado na elaboração de novos papéis. Isso não seria possível se o papel fosse descartado com outros resíduos, como rejeitos, e destinado a aterros sanitários.
BNCC
• A atividade 8 incentiva os estudantes a refletirem sobre atitudes relacionadas ao tema contemporâneo transversal Educação para o consumo e que ajudam a conservar os ambientes, contribuindo para desenvolver as Competências específicas de Ciências da Natureza 4 e 5.
USO E COMERCIALIZAÇÃO DE PLÁSTICOS EM JERICOACOARA ESTÁ PROIBIDO. GOVERNO MUNICIPAL DE JIJOCA DE JERICOACOARA, 9 NOV. 2023. DISPONÍVEL EM: https://www. jijocadejericoacoara.ce.gov.br/informa/1681/uso-ecomercializa-o-de-pl-sticos-em-jericoacoara. ACESSO EM: 13 JUN. 2025.
9. A) Resposta nas orientações ao professor.
9. COM A AJUDA DO PROFESSOR, LEIA A MANCHETE E OBSERVE A FOTOGRAFIA A SEGUIR.

SACO PLÁSTICO
TARTARUGA-VERDE PERTO DE UM SACO PLÁSTICO.
TARTARUGA-VERDE: PODE ATINGIR CERCA DE 120 CENTÍMETROS DE COMPRIMENTO.
A ) CONVERSE COM UM COLEGA SOBRE COMO A AÇÃO
DESCRITA NA MANCHETE AJUDA A EVITAR A SITUAÇÃO MOSTRADA NA FOTOGRAFIA.
10. LIGUE OS PONTOS E DESCUBRA UM OBJETO.
Professor, professora: A legenda da imagem não foi inserida para não comprometer a realização da atividade.
IMAGEM COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI.
Resposta: O estudante deve ligar os pontos de 1 a 30, formando a imagem de um apontador.
A ) DE QUE MATERIAIS GERALMENTE É FEITO O OBJETO DESCOBERTO?
Resposta: O apontador geralmente é feito de plástico e metal ou somente de metal.
B ) CONTE AOS COLEGAS O QUE PODEMOS FAZER COM ESSE OBJETO QUANDO NÃO O UTILIZAMOS MAIS.
Resposta nas orientações ao professor
03/10/2025 11:20:06
• Refletir sobre as consequências do acúmulo e do descarte inadequado de alguns materiais, especialmente os que demoram muitos anos para se decompor, como o plástico.
Caso os estudantes apresentem dificuldade para discutir sobre a situação mostrada na manchete, verifique se eles compreendem como esses materiais chegam aos mares e por que são perigosos para os animais. Se julgar pertinente, retome o exemplo dos bueiros cheios e mostre imagens de águas poluídas chegando aos mares. Exponha também águasvivas no mar, evidenciando que as tartarugas podem confundir as sacolas com elas, que são um de seus alimentos. Ao ingerirem as sacolas, as tartarugas podem não se alimentar mais ou ainda morrer sufocadas. Reforce que esse é apenas um exemplo, e outros tipos de resíduos causam diferentes danos ao ambiente e também aos animais.
9. A) Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é levar os estudantes a refletirem sobre os efeitos do consumo e do descarte inadequado de determinados materiais, como o plástico, no ambiente. Esperase que eles ponderem sobre como os produtos de plástico, ao serem descartados incorretamente, podem chegar a rios e mares, prejudicando os seres vivos aquáticos. Por isso, a redução do uso desses objetos evita que resíduos plásticos cheguem até esses ambientes e prejudique os seres vivos que vivem neles.
• Avaliar se os estudantes reconhecem os materiais que compõem o objeto representado na imagem.
Inicialmente, verifique se os estudantes identificaram corretamente o objeto. No item A, caso algum estudante tenha dificuldade em identificar os materiais de que é feito um apontador, leve para a sala de aula os modelos mais comuns no mercado, de plástico com lâmina de metal e de metal com lâmina também de metal. No item B, caso algum estudante tenha dificuldade em responder sobre o destino do objeto, mostre modelos de apontadores que ainda estão em bom estado e que podem ser doados. Ressalte quais
materiais podem ser reciclados, como apontador, lápis grafite, lápis colorido, lapiseira, caneta, caneta hidrográfica, borracha, marcatexto, entre ouros, desde que o descarte seja feito de maneira adequada, usando as lixeiras de coleta seletiva.
Resposta 10. B) Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é levar os estudantes a ponderarem sobre o descarte do objeto. Eles podem citar que o objeto pode ser doado, caso esteja em bom estado, ou descartado na coleta seletiva.
• Reconhecer brinquedos e brincadeiras de outras épocas e observar que eles ainda são comuns na atualidade.
• Conhecer brincadeiras e brinquedos indígenas.
• Conhecer brincadeiras e brinquedos de outros países e de diferentes culturas.
• Reconhecer a possibilidade e a importância de reutilizar objetos e materiais.
• Reconhecer e valorizar as diversas formas de brincar.
• Identificar os materiais de que são feitos alguns objetos de uso cotidiano.
• Relacionar a função dos objetos às principais características dos materiais de que eles são feitos.
• Diferenciar e caracterizar as comemorações no ambiente escolar, familiar e comunitário.
• Refletir sobre o significado e a importância das comemorações escolares.
• Estabelecer comparações entre as festas familiares do passado e as do presente.
• Identificar elementos da cultura material e da cultura imaterial nas comemorações da comunidade.
• Perceber a diversidade cultural brasileira por meio de suas festas e comemorações.
Para iniciar o estudo desta unidade, explore com os estudantes as imagens das páginas de abertura e conversem sobre as atividades propostas. Sobre a imagem A, solicite que façam uma descrição dos elementos da pintura, como as cores, o cenário, os personagens e os brinquedos que estão segurando. Pergunte se eles já brincaram com cavalinho de pau e boneca. Comente que esses brinquedos são

bastante antigos, mas fazem parte da vida das crianças até os dias de hoje. A respeito da imagem B, peça aos estudantes que falem quais são os brinquedos representados e que comentem com quais deles já brincaram ou gostariam de brincar. Pergunte os tipos de brincadeiras que podem ser feitas com esses brinquedos Promova um momento para que todos tenham a oportunidade de verbalizar o próprio raciocínio e acolha suas respostas.
Apresente aos estudantes informações sobre o artista Ivan Cruz (1947-). Comente que ele é bra-
sileiro, natural do município do Rio de Janeiro, e produz obras que têm como principal temática o universo infantil. Além das brincadeiras e dos brinquedos representados por Ivan Cruz, fale sobre as cores fortes e vibrantes utilizadas pelo artista para produzir suas obras. Se julgar necessário, explore a temática das cores por meio do material escolar; por exemplo, incentive-os a realizar as atividades com desenhos desta unidade utilizando lápis de cor, giz de cera e/ou tinta guache.
1. 2. 3. 4. 5.
DIFERENTES DESENHOS DE BRINQUEDOS.
Respostas nas orientações ao professor
CITE BRINCADEIRAS QUE VOCÊ COSTUMA REALIZAR EM
SUA MORADIA E NA ESCOLA.
QUAIS SÃO OS BRINQUEDOS REPRESENTADOS NA IMAGEM A?
EM SUA OPINIÃO, QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS MATERIAS DE QUE
SÃO FEITOS OS BRINQUEDOS REPRESENTADOS NA IMAGEM A?
NA IMAGEM B, PINTE OS BRINQUEDOS COM OS QUAIS
VOCÊ JÁ BRINCOU E CONTORNE AQUELES COM OS QUAIS GOSTARIA DE BRINCAR.
CONTE AOS COLEGAS ALGUMA BRINCADEIRA ANTIGA QUE VOCÊ APRENDEU COM UMA PESSOA IDOSA.
• Em relação à questão 2, instigue a curiosidade dos estudantes sobre os brinquedos antigos. Estabeleça comparações entre o presente e o passado. Para isso, verifique se eles reconhecem esses brinquedos e se já brincaram com eles em algum momento da vida. Depois, incentive-os a estabelecer comparações entre os brinquedos que utilizam na atualidade e os brinquedos representados na imagem A
• Sobre a atividade 4 , converse sobre a pluralidade de brinquedos. Explique
que há brinquedos que se parecem com pessoas, no caso a boneca; outros com animais, no caso do urso de pelúcia, o coelho e o macaco; e aqueles que se assemelham a objetos, como o helicóptero, o violão, o avião e o caminhão. Pergunte quais foram os brinquedos que eles pintaram e também quais foram os brinquedos que contornaram como aqueles com que gostariam de brincar. Motive-os a compartilhar com os colegas as razões pelas quais escolheram esses brinquedos.
Respostas
1. Resposta pessoal. Incentive os estudantes a falarem sobre a realidade próxima a eles. Espera-se que eles percebam que as brincadeiras podem acontecer em diferentes espaços de interação social, como a casa (sozinhos, com os familiares, com os vizinhos) e a escola (principalmente com os colegas).
2. CAVALINHO DE PAU E BONECA.
3. Resposta pessoal. O objetivo desta questão é levar os estudantes a refletirem sobre os materiais de que são feitos os brinquedos. Eles podem citar que o cavalinho de pau é feito de madeira; e a boneca, de tecido.
4. Resposta pessoal. É possível que os estudantes pintem vários brinquedos que aparecem na imagem B. Espera-se que eles contornem os brinquedos com os quais gostariam de brincar.
5. Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes mencionem alguma brincadeira que aprenderam com uma pessoa idosa da família ou próxima.
237
03/10/2025 11:17:20
• Sobre a questão 1, é importante que os estudantes identifiquem brincadeiras praticadas tanto no ambiente doméstico quanto no ambiente escolar. Verifique a percepção deles sobre a existência de brincadeiras que podem ser desenvolvidas individualmente e de outras que podem ser praticadas em conjunto com os colegas.
COMPLEMENTARES
SCHLINDWEIN, Luciane Maria; LATERMAN, Ilana; PETERS, Leila (org.). A criança e o brincar nos tempos e espaços da escola. Florianópolis: NUP, 2017.
Essa obra reúne artigos de diversos autores que versam sobre o brincar enquanto prática de ensino tanto na Educação Infantil quando no Ensino Fundamental. Entre os temas debatidos pelos autores estão o espaço escolar e o papel do professor nas práticas lúdicas.
• Ao trabalhar o tema Brincar em diferentes épocas, compartilhe sua infância com os estudantes contando quais eram as brincadeiras de que você gostava e quais eram as mais comuns em sua escola, em seu bairro ou entre seus familiares. Lembre-se de ouvir as percepções deles para esclarecer as dúvidas sobre como as brincadeiras eram no passado. Em seguida, pergunte quais brincadeiras antigas eles conhecem e com quais costumam brincar.
• Incentive a observação atenta da imagem da página 238 e descreva detalhadamente a cena retratada, auxiliando estudantes cegos ou com baixa visão na construção de imagens. Se houver possibilidade, leve para a sala de aula bolinhas de gude para que tenham a percepção tátil do objeto e, com o auxílio de um colega, permita que brinquem entre si para que ocorra mais interação.
• Solicite que a atividade 1 seja realizada com familiares ou responsáveis e oriente os estudantes a apresentarem a imagem a eles em uma conversa familiar. Peça que recordem a brincadeira que foi retratada, onde e com quem brincavam, as regras da brincadeira e também se a conhecem por outros nomes. Organize uma roda de conversa para que as respostas sejam compartilhadas com os colegas, em sala de aula.
• Caso considere interessante, na atividade 1, além da brincadeira retratada na imagem, incentive os estudantes a perguntarem aos familiares ou responsáveis quais outras brincadeiras eles praticavam na infância. Depois, peça a eles que compartilhem as respostas em sala de aula, anotando as brincadeiras na lousa e perguntando se eles também se divertem com elas.
ALGUMAS BRINCADEIRAS QUE VOCÊ CONHECE JÁ PODEM TER DIVERTIDO SEUS PAIS E AVÓS NO PASSADO. OBSERVE O EXEMPLO A SEGUIR.

CRIANÇAS BRINCANDO COM BOLINHAS DE GUDE EM 1970.
1. APRESENTE A IMAGEM DESTA PÁGINA AOS SEUS PAIS, AVÓS OU RESPONSÁVEIS E PEÇA A ELES QUE DIGAM SE CONHECEM ESSA BRINCADEIRA. COMPARTILHE AS RESPOSTAS COM OS COLEGAS.
AINDA QUE SEJAM ANTIGAS, ALGUMAS BRINCADEIRAS SÃO ENSINADAS POR PESSOAS IDOSAS OU COMPARTILHADAS ENTRE AMIGOS AO LONGO DO TEMPO.
1. Resposta pessoal. Incentive os estudantes a compartilharem a conversa que tiveram com os familiares ou responsáveis, promovendo a troca de experiências entre os colegas.
100 BRINCADEIRAS para ensinar/aprender brincando. Brasileirinhos. Disponível em: https:// brasileirinhos.wordpress.com/brincadeiras/. Acesso em: 1 set. 2025.
Complemente este trabalho mostrando aos estudantes exemplos de brincadeiras antigas, que podem ser encontrados no link sugerido.
• As atividades das páginas 238 e 239 favorecem o desenvolvimento da habilidade EF01GE02, pois possibilita que os estudantes reconheçam jogos e brincadeiras de diferv ventes épocas e que identifiquem semelhanças e diferenças entre elas.
COM AS MESMAS CARACTERÍSTICAS OU APRESENTANDO ALGUMAS MUDANÇAS, MUITOS BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS DO PASSADO AINDA ESTÃO PRESENTES ENTRE AS CRIANÇAS HOJE EM DIA.
OBSERVE O EXEMPLO A SEGUIR, QUE RETRATA DUAS BICICLETAS DE ÉPOCAS DIFERENTES.

IMAGENS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI.

BICICLETA DA DÉCADA DE 1860.
BICICLETA EM 2024.
2. OBSERVE OS BRINQUEDOS A SEGUIR. MARQUE UM X NA IMAGEM DOS BRINQUEDOS QUE ERAM MAIS COMUNS NAS BRINCADEIRAS DE ANTIGAMENTE.
Resposta: A e B

ROLIMÃ.

CRIANÇA ANDANDO DE SKATE

CINCO-MARIAS.

CRIANÇA JOGANDO VIDEOGAME
3. COM A AJUDA DO PROFESSOR, LEIA EM VOZ ALTA OS NOMES DOS BRINQUEDOS RETRATADOS NAS FOTOGRAFIAS.
Resposta pessoal. Auxilie os estudantes na leitura dos nomes dos brinquedos descritos anteriormente.
duas horas por dia; entre 11 e 18 anos até três horas por dia.
• MANUAL de orientação: grupo de trabalho saúde na era digital (20192021). Rio de Janeiro: SBP, dez. 2019. Disponível em: https://portaldeboas praticas.iff.fiocruz.br/biblioteca/ manual-de-orientacao-grupo -de-trabalho-saude-na-era-digital -2019-2021-menos-telas-mais-saude/. Acesso em: 30 ago. 2025.
• Auxilie os estudantes na leitura dos nomes dos brinquedos na atividade 3
JOGOS eletrônicos, aplicativos e RPG. Gov.br . Disponível em: https:// classindportal.mj.gov.br/consulta-jogos. Acesso em: 27 ago. 2025. Portal de consultas públicas da classificação indicativa de jogos eletrônicos, aplicativos e RPG.
BRASIL. Crianças, adolescentes e telas: guia sobre usos de dispositivos digitais. Brasília: Secom, 2024.
• Pergunte aos estudantes se conhecem todos os brinquedos retratados na atividade 2 e peça-lhes que identifiquem quais deles já usaram. Comente que o nome de algumas brincadeiras pode variar de acordo com a região do país. Uma delas é Cinco Marias, que também é conhecida pelos nomes Jogo das pedrinhas, Jogo da bugalha, entre outros. Se considerar pertinente, ensine-os a jogar Cinco Marias. Para tanto, use pedrinhas ou confeccione-as com tecido e sementes de milho.
• Caso haja estudantes com deficiência física, incentive a atividade de maneira colaborativa, promovendo o apoio entre os colegas de forma solidária e respeitosa, garantindo a participação plena e significativa de todos.
• Ao trabalhar a imagem D da atividade 2 , comente com os estudantes que é preciso atentar para o tempo de uso de jogos eletrônicos, como o videogame Além disso, é preciso verificar a classificação etária do jogo. Oriente-os a, sempre que possível, dar preferência a brincadeiras ao ar livre.
• O tempo de exposição a telas varia conforme a faixa etária. A Sociedade Brasileira de Pediatria orienta que menores de 2 anos de idade não tenham contato com telas ou videogames; entre 2 e 5 anos, é indicado até uma hora por dia; entre 6 e 10 anos, orienta-se até
03/10/2025 11:17:26
Disponível em: https://www.gov.br/ secom/pt-br/assuntos/uso-de-telas -por-criancas-e-adolescentes/guia/guia -de-telas_sobre-usos-de-dispositivos -digitais_versaoweb.pdf. Acesso em: 4 set. 2025.
Guia com orientações e informações gerais a respeito do uso de dispositivos eletrônicos por crianças e adolescentes.
• Na atividade 4 , organize uma roda de conversa com os estudantes a fim de que eles listem brincadeiras ou brinquedos antigos. Explique-lhes que alguns brinquedos da atualidade tiveram origem no passado e, com o tempo, foram aprimorados tecnologicamente, como os carrinhos de controle remotos, bonecas eletrônicas ou mesmo alguns jogos de videogame Verifique se são capazes de identificá-los e intervenha sempre que necessário.
• A fim de ampliar a abordagem, oriente-os a conversar com familiares ou responsáveis mais velhos sobre ao menos cinco brincadeiras ou brinquedos antigos, compartilhando depois esses exemplos com os colegas. Promova um momento de socialização, de preferência no pátio da escola, propondo que realizem uma das brincadeiras por eles citadas. Questione-os acerca das regras da brincadeira e, se julgar adequado, promova uma reflexão sobre a importância do brincar para o desenvolvimento do corpo e da mente. Durante as brincadeiras, adote estratégias que assegurem a participação de todos, considerando diferentes formas de acesso e expressão. Se houver estudantes com deficiência física, facilite a eles a recepção do apoio necessário dos colegas, promovendo a cooperação e a inclusão durante a atividade.
BNCC
• Na atividade 4, ao produzirem representações com base em brincadeiras antigas e atuais, os estudantes desenvolvem as habilidades EF01GE02 e EF01GE08 , assim como a Competência específica de Geografia 2
4. DESENHE BRINQUEDOS OU BRINCADEIRAS DE DIFERENTES ÉPOCAS, DE ACORDO COM AS INDICAÇÕES A SEGUIR.
Resposta pessoal. Caso os estudantes tenham dificuldade, dê alguns exemplos, como corda de pular, bambolê, dominó e bolinhas de gude. Comentários nas orientações ao professor
Resposta pessoal. Atente para que todos os estudantes respeitem os gostos e as preferências dos colegas.
Professor, professora: As legendas das imagens não foram inseridas para não comprometerem a realização da atividade.
5. RELACIONE CADA IMAGEM À SUA LEGENDA CORRESPONDENTE, FORMANDO PARES DE LETRAS E NÚMEROS. IMAGENS COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.
Resposta: A – 2; B – 4; C – 3; D – 1
BRINCAR DE BOLA. 1.
BRINCAR DE ESCORREGAR. 2.
BRINCAR DE DESENHAR. 3.
5. A) Resposta pessoal. Incentive os estudantes a falarem sobre a realidade próxima deles, comentando com quais das atividades mostradas na página já brincaram. Se possível, vá com eles até a quadra ou o pátio da escola para promover essas brincadeiras.
BRINCAR DE AMARELINHA. 4.
A ) DE QUAIS DESSAS BRINCADEIRAS VOCÊ JÁ BRINCOU?
Para isso, é possível organizar durante a aula desse componente a prática das brincadeiras abordadas no conteúdo, incentivando a coletividade e o respeito às diferentes preferências dos estudantes.
AVALIANDO
Objetivo
• Avaliar se os estudantes identificam permanências e transformações nas brincadeiras ao longo do tempo.
Ajude a turma a elaborar um roteiro de entrevista sobre as brincadeiras apresentadas na página com o objetivo de conversar com alguns funcionários da escola. Proponha perguntas como: “Você brincava assim quando criança?”; “Essas brincadeiras eram comuns?”; “De qual você mais gostava?”; “Você brincava de maneira diferente da que as crianças brincam atualmente?”; “Quais outras brincadeiras faziam parte da sua infância?”. Em sala de aula, proponha um ambiente acolhedor e
• A atividade 5 permite aos estudantes perceberem diferentes formas de interação social realizadas por meio de brincadeiras coletivas. Comente que as brincadeiras representadas nesta página configuram formas de entretenimento e podem ser promovidas de modo coletivo e individual. Verifique se eles conhecem outras brincadeiras coletivas e individuais e de quais delas eles mais gostam e por qual motivo.
• No item A, convide os estudantes a observarem as imagens da página, destacando as ações das crianças. Engaje-os a comentar as brincadeiras perguntando a eles se as conhecem, se já brincaram ou se brincam delas em casa, no bairro ou na escola. Indague se elas são comuns nos lugares que frequentam e entre as crianças que conhecem. Comente que gerações anteriores já brincavam dessa forma e que, apesar das transformações na sociedade, as brincadeiras ainda permanecem atuais. Destaque que brincar é um momento de lazer, descontração e interação social, além de ajudar a construir e manter relações e ensinar regras e normas de uma forma lúdica.
A abordagem das diferentes brincadeiras pode ser articulada ao componente curricular Educação Física
03/10/2025 11:17:27
converse sobre as respostas que os estudantes obtiveram, instigando-os a comparar e identificar as respostas com seu contexto de vida na atualidade.
BNCC
• O conteúdo abordado contribui para o desenvolvimento da habilidade EF01HI05 ao fornecer elementos de identificação e comparação que permitam aos estudantes reconhecerem mudanças e permanências nas formas de brincar no passado e no presente.
• A respeito do item A da atividade 6 , os estudantes poderão diferenciar os vocábulos referentes aos brinquedos balanço e gangorra. Explore semelhanças e diferenças entre esses dois brinquedos. Explique que, apesar de as crianças se balançarem para cima e para baixo na gangorra, ela é diferente do brinquedo balanço, no qual as crianças balançam para frente e para trás.
• No item B , mediante a interação da fotografia enquanto fonte/documento histórico, os estudantes poderão estabelecer comparações entre o presente e o passado. Ao realizar a leitura das fotografias com eles, convide-os para uma roda de conversa. Estabeleça comparações entre os elementos que constituem a imagem A em relação aos componentes materiais da imagem B Destaque elementos materiais das imagens como as roupas que as crianças estão vestindo e o material que foi utilizado para a confecção das gangorras. Por exemplo, saliente que as crianças da fotografia de 1920 utilizaram um barril de madeira e uma tábua para produzir o brinquedo. Ressalte, porém, que nem todas as gangorras na década de 1920 eram necessariamente feitas dessa maneira, assim como as gangorras atuais podem ser feitas de outros materiais, como madeira.
• O objetivo do item C consiste em avaliar a percepção dos estudantes sobre as permanências e transformações ao longo do tempo. Comente que, entre as fotografias A e B, há cerca de um século de diferença e que é possível identificar elementos que auxiliem nessa percepção. Engaje-os a identificar, por exemplo, as vestimentas das crianças e os materiais de composição dos brin-
6. OBSERVE AS FOTOGRAFIAS A SEGUIR E RESPONDA ÀS ATIVIDADES.

CRIANÇAS BRINCANDO, EM 1920.

CRIANÇAS BRINCANDO, EM 2025.
A ) QUE BRINCADEIRA FOI RETRATADA NAS FOTOGRAFIAS?
MARQUE UM X NA RESPOSTA CORRETA.
BALANÇO
GANGORRA
Resposta: GANGORRA.
B ) QUAL DAS FOTOGRAFIAS É A MAIS ANTIGA?
FOTOGRAFIA A FOTOGRAFIA B
Resposta: FOTOGRAFIA A
C ) QUAIS ELEMENTOS DAS FOTOGRAFIAS AJUDARAM A RESPONDER À ATIVIDADE B? CONVERSE COM SEUS COLEGAS.
Resposta pessoal. Alguns elementos que podem ser citados pelos estudantes são: as roupas das crianças, os materiais dos brinquedos e as datas das fotografias.
quedos. Destaque também que as legendas das imagens apresentam informações importantes sobre local e data, além de outros possíveis detalhes. Incentive-os a ler as legendas e, em caso de dificuldade, proponha que a turma forme duplas para que eles se ajudem mutuamente.
• Caso julgue necessário, peça-lhes que utilizem lápis de cor para identificar as cores das fotografias A e B; por exemplo, na fotografia de 1920, eles devem escolher as cores cinza, preto e branco e, para a fotografia de 2025, devem separar outras cores. Em seguida, diga que, mesmo distantes temporalmente, as crianças podem praticar brincadeiras semelhantes.
BNCC
• O item C da atividade 6 possibilita o desenvolvimento de aspectos da Competência específica de História 3, uma vez que leva os estudantes a elaborarem argumentos e proposições em relação a documentos e contextos históricos, recorrendo à linguagem oral e exercitando o diálogo.
7. LEIA O TEXTO A SEGUIR E OBSERVE A IMAGEM. DEPOIS, RESPONDA ÀS ATIVIDADES.
ALGUMAS BRINCADEIRAS REALIZAMOS SOZINHOS, SEM A COMPANHIA DOS AMIGOS. OUTRAS, SÓ PODEM ACONTECER QUANDO ESTAMOS EM GRUPO, OU NECESSITAM DE BRINQUEDOS, COMO A BOLA E A BONECA. MAS PODEMOS INVENTAR BRINCADEIRAS QUE NÃO UTILIZAM NADA ALÉM DA IMAGINAÇÃO E DA VONTADE DE BRINCAR. [...]
COLL, CÉSAR; TEBEROSKY, ANA. APRENDENDO HISTÓRIA E GEOGRAFIA SÃO PAULO: ÁTICA, 2000. P. 34. como objetivo explorar o texto citado e propiciar um momento de diálogo entre os estudantes, de modo a exporem suas preferências e gostos.
IMAGEM COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.
CRIANÇAS BRINCANDO EM UM PARQUE. A ) VOCÊ COSTUMA BRINCAR SOZINHO OU EM GRUPO? QUAL DESSAS DUAS OPÇÕES VOCÊ PREFERE? CONVERSE SOBRE ISSO COM OS COLEGAS.
Resposta pessoal. Esta atividade tem
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• Para a atividade 7, proponha uma leitura silenciosa do texto citado nesta página. Em seguida, realize a leitura em voz alta e convide os estudantes a identificarem na imagem elementos citados no texto. Destaque que, tanto no texto quanto na imagem, são apresentadas diversas brincadeiras que podem ser desenvolvidas em grupo ou individualmente, em diferentes ambientes.
• O item A da atividade 7 favorece o diálogo entre os estudantes e permite averiguar suas preferências em relação às brincadeiras individuais e/ou coletivas. Pergunte do que eles mais gostam em suas brincadeiras. Indague se gostam de brincar em grupo ou se preferem brincar sozinhos, por quais motivos, se gostam de correr, pular, brincar de roda, jogar bola, jogar jogo da memória etc.
BARBOZA, Georgete Moura. Agora, acabou a brincadeira?: a transição da educação infantil para o ensino fundamental. 2. ed. Curitiba: CRV, 2020.
Nessa obra, a autora aborda formas de trabalhar o lúdico com crianças que estão no processo de transição entre a Educação Infantil e o Ensino Fundamental.
• A atividade 7 contempla o desenvolvimento da habilidade EF01HI05 ao proporcionar aos estudantes elementos de comparação e identificação que ajudem no entendimento dos diferentes tipos de brincadeira, das transformações ocorridas no brincar ao longo do tempo e das formas de brincar individuais e coletivas.
• No item B, é possível avaliar o conhecimento dos estudantes sobre as brincadeiras apresentadas. Incentive-os a compartilhar as brincadeiras que eles conhecem e anote-as na lousa. Caso tenham dificuldade em identificá-las, retome a imagem da página 241 e descreva cada brincadeira; se necessário, explique cada uma delas. Comente também que os nomes das brincadeiras podem variar de acordo com as regiões do Brasil.
• No item C, promova um ambiente respeitoso e acolhedor no qual os estudantes poderão exercitar a criatividade ao elaborar as próprias brincadeiras. Organize a turma de forma que todos se sintam confortáveis para criar brincadeiras que possam ser promovidas individualmente, em dupla ou em grupos maiores, respeitando o ritmo de cada estudante. Caso apresentem dificuldade, solicite que citem suas brincadeiras favoritas e as anote na lousa. Se julgar conveniente, incentive-os a mesclar elementos de brincadeiras conhecidas, por exemplo: transformar o Pega-pega e o Esconde-esconde em Esconde-pega
• Em relação ao item D, promova um ambiente lúdico no qual os estudantes se sintam acolhidos. Antes de iniciarem o desenho, convide-os a pensar no passo a passo da brincadeira inventada e em quais elementos gostariam de representar. Incentive o uso do espaço todo destinado ao desenho, de forma que eles explorem suas habilidades de representação ao ilustrar a brincadeira que inventaram. Destaque que, no caso de brincadeiras individuais, podem ser desenhadas duas crianças brincando sozinhas lado a lado ou apenas uma, por exemplo. Porém, no caso de brincadeiras coletivas, eles precisarão mostrar ao menos duas crianças interagindo.
B ) CITE O NOME DE ALGUMAS DAS BRINCADEIRAS REPRESENTADAS NA IMAGEM DA PÁGINA ANTERIOR.
C ) INVENTE UMA BRINCADEIRA PARA SE DIVERTIR COM SEUS COLEGAS DURANTE O RECREIO. CONTE ESSA BRINCADEIRA A ELES.
D ) FAÇA UM DESENHO NO ESPAÇO A SEGUIR SOBRE A BRINCADEIRA QUE VOCÊ INVENTOU.
7. B) Resposta pessoal. Os estudantes podem citar, por exemplo, pega-pega, balanço, desenhar, pular corda, jogar bola e cavalinho. É possível que eles não conheçam todas as brincadeiras representadas na imagem. Caso isso ocorra, permita que perguntem aos colegas o nome dela e troquem ideias sobre como ela é feita.
7. C) Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é fazer os estudantes refletirem sobre a possibilidade de usar a criatividade para inventar novas brincadeiras.
7. D) Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é explorar as habilidades de representação dos estudantes, além de incentivar a criatividade. Espera-se que produzam os desenhos de acordo com a brincadeira inventada por eles. Se julgar necessário, peça-lhes que contem como foi compartilhar esse momento com a turma.
BRINCAR É MUITO DIVERTIDO! NAS BRINCADEIRAS, PODEMOS DESENVOLVER NOSSA CRIATIVIDADE E FAZER NOVAS AMIZADES. ALÉM DISSO, É UMA ATIVIDADE QUE AJUDA A MANTER A NOSSA SAÚDE.
MAPA CLICÁVEL: BRINCADEIRAS PELO BRASIL
O item C da atividade 7 pode ter sua abordagem ampliada e ser desenvolvido de maneira articulada ao componente curricular de Educação Física. Para isso, é possível propor aos estudantes que promovam as brincadeiras inventadas por eles durante a aula desse componente. Caso considere pertinente, para reduzir a quantidade de brincadeiras a serem desenvolvidas, você pode sugerir, antecipadamente, que os estudantes compartilhem com os colegas as brincadeiras que eles inventaram. Em seguida, proponha uma votação e selecione algumas das brinca-
deiras mais votadas para serem feitas na aula de Educação Física.
BNCC
• O conteúdo contempla o desenvolvimento da habilidade EF01HI05 por meio da identificação de diferentes brincadeiras e da proposição de criação de novas brincadeiras. Também contempla a Competência geral 4 ao propiciar o uso de diferentes formas de comunicação para a progressão do aprendizado sobre brincadeiras.
ALGUNS BRINQUEDOS E ALGUMAS BRINCADEIRAS QUE
DIVERTEM AS CRIANÇAS ATUALMENTE TIVERAM ORIGEM NOS MAIS DIFERENTES POVOS. CONHEÇA DOIS EXEMPLOS A SEGUIR.
A PETECA É UM BRINQUEDO INVENTADO PELOS POVOS INDÍGENAS QUE VIVEM NO BRASIL. ELE FAZ PARTE, POR EXEMPLO, DA VIDA DAS CRIANÇAS DOS POVOS XAVANTE E KALAPALO, QUE VIVEM ATUALMENTE NO ESTADO DO MATO GROSSO.
IMAGEM COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.

CRIANÇAS INDÍGENAS BRINCANDO COM PETECA.
A BRINCADEIRA COMEÇA COM A CONSTRUÇÃO DA PETECA. AS PRÓPRIAS CRIANÇAS INDÍGENAS SEPARAM A PALHA (DE MILHO, POR EXEMPLO) E OS OUTROS MATERIAIS E FAZEM O BRINQUEDO.
DEPOIS, DOIS PARTICIPANTES PASSAM A DISPUTAR UMA PARTIDA. VENCE QUEM DESVIAR MELHOR DOS ARREMESSOS DO ADVERSÁRIO E ACERTAR MAIS VEZES O OUTRO PARTICIPANTE COM A PETECA!
VOCÊ SABIA QUE PODEMOS BRINCAR DE RIMA COM A PALAVRA PETECA? LEIA A SEGUIR.
PETECA RIMA COM... SONECA.
PETECA RIMA COM... PANQUECA.
Inicie conversando com a turma sobre a mandioca. Pergunte se gostam desse alimento e como ele costuma ser consumido na família de cada um. Comente que ela pode receber diferentes nomes dependendo da região do Brasil, como macaxeira e aipim. Mencione também que a mandioca é um alimento muito importante para diversas culturas indígenas. Com ela, fazem farinha, beiju, tucupi e diversas bebidas. Explique como a mandioca nasce e é colhida. Ela é uma raiz que nas-
ce embaixo da terra e, para ser colhida, precisa ser puxada até ser arrancada da terra. Destaque que muitas brincadeiras surgem da observação de atividades desenvolvidas nas comunidades. Se possível, articule a atividade com componente curricular de Educação Física e oriente-os na brincadeira.
a) Os estudantes devem formar uma fila única em frente a uma árvore ou a uma coluna de ferro ou cimento.
b) Depois, devem se sentar e segurar na cintura uns dos outros.
• Explique aos estudantes que o vocábulo peteca (pe’teka) tem origens linguísticas no tupi, cujo verbo peté significa “bater ou golpear com as mãos”. Alguns povos indígenas que vivem no Brasil geralmente as confeccionavam com palha de milho no passado. As petecas atuais podem ser confeccionadas com pano, couro, algodão, borracha etc. Nos dias de hoje, além de um objeto lúdico muito difundido na cultura popular brasileira, a peteca é considerada uma modalidade esportiva.
• Se possível, leve materiais como semente de tucumã e palha de milho para mostrar aos estudantes como eles são tradicionalmente usados para a confecção da peteca. Aproveite e mostre aos estudantes em um mapa do Brasil a localização dos povos indígenas citados nas páginas 245 e 246 Os Xavante e os Kalapalo habitam o Mato Grosso. Os Galibi vivem no estado do Amapá; e os Wapishana, no estado de Roraima.
• Se julgar pertinente, promova com os estudantes a brincadeira Arranca-mandioca, tradicional entre alguns povos indígenas do Brasil. Confira as orientações a seguir.
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c) Um dos participantes deve puxar o último da fila pela cintura (como se estivesse colhendo mandioca) até que alguém se solte do colega.
d) Quando alguém se soltar, o participante que estava puxando vai para o primeiro lugar da fila e o último da fila é quem vai “colher a mandioca”.
Ressalte aos estudantes os cuidados que devem ser tomados durante a realização da brincadeira para que ninguém se machuque. Comente que é responsabilidade de todos cuidar uns dos outros.
• Na questão 1 , comente que rima é a repetição de sons iguais ou semelhantes em uma ou mais sílabas. Caso apresentem dificuldade em reconhecer os sons que rimam com peteca, escreva as palavras na lousa e contorne com giz colorido o fim de cada vocábulo: ECA.
• Explique que as crianças indígenas da imagem produziram seus piões com materiais encontrados na natureza; neste caso, a semente da palmeira tucumã. Comente que muitas crianças constroem os próprios brinquedos reutilizando materiais como caixas de sapatos, tampas de garrafas e tecido, ou aproveitando elementos da natureza, tal qual cascas, folhas e sementes. Por fim, pergunte se algum estudante já produziu algum brinquedo com objetos recicláveis ou provenientes da natureza e incentive-o a compartilhar a experiência.
• As atividades 2 e 3 permitem a identificação de elementos indígenas presentes na cultura brasileira por meio da ampliação do vocabulário dos estudantes. Caso apresentem dificuldade em reconhecer palavras que rimem com o sufixo -ÃO, produza na lousa uma lista de palavras variadas, entre as quais você deve inserir tanto vocábulos que rimam quanto palavras que não rimam com pião. Depois, faça a separação silábica das palavras e solicite-lhes que circulem somente aquelas que rimam. Instigue-os a escolher palavras com o sufixo -ÃO que prezem pelo convívio no ambiente escolar, como colaboração.
AVALIANDO
Objetivo
• Avaliar o conhecimento dos estudantes sobre brinquedos e atividades lúdicas indígenas.
Sugestão de intervenção Promova um ambiente acolhedor e respeitoso
1. CITE O NOME DE TRÊS ELEMENTOS QUE RIMAM COM A PALAVRA PETECA OUTRO BRINQUEDO QUE FAZ PARTE DAS CULTURAS INDÍGENAS É O PIÃO. AS CRIANÇAS DOS POVOS GALIBI (ESTADO DO AMAPÁ) E WAPICHANA (ESTADO DE RORAIMA), POR EXEMPLO, GOSTAM MUITO DESSA BRINCADEIRA!
Possíveis respostas: Boneca, caneca, biblioteca.
IMAGEM COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.

CRIANÇAS INDÍGENAS BRINCANDO COM PIÃO.
AS CRIANÇAS SEPARAM AS MELHORES SEMENTES DA PALMEIRA TUCUMÃ, MONTAM SEUS PIÕES E ORGANIZAM OS TORNEIOS. O OBJETIVO É VER QUEM CONSEGUE DEIXAR O PIÃO RODANDO POR MAIS TEMPO.
2. ESCREVA O NOME DE TRÊS ELEMENTOS QUE RIMAM COM A PALAVRA PIÃO
Possíveis respostas: Pão, mão, chão.
3. LEIA EM VOZ ALTA AS PALAVRAS QUE VOCÊ ESCREVEU NA ATIVIDADE ANTERIOR. Resposta pessoal. Aproveite para avaliar a capacidade de leitura dos estudantes.
para convidar os estudantes a conversarem sobre brincadeiras indígenas. Comente as brincadeiras apresentadas e engaje-os a compartilhar outros exemplos. Caso apresentem dificuldade, convide-os a compartilhar brincadeiras que façam em casa, na escola ou na comunidade. Saliente que muitas brincadeiras e brinquedos que eles possuem ou com os quais estão habituados a brincar podem ter relações com práticas culturais e brinquedos indígenas. Em seguida, produza uma lista na lousa que contenha brinquedos ou brincadeiras que fazem parte do cotidiano de diferentes povos indígenas, como: queimada, peteca, cabo de guerra, corrida de um
pé só e bolinha de gude. Pergunte se essas brincadeiras fazem parte do cotidiano deles. Ao fim, peça-lhes que escolham uma das brincadeiras na lousa e pesquisem suas características.
• Os conteúdos das páginas 245 e 246 contemplam o desenvolvimento da habilidade EF01HI05, pois levam os estudantes a progredirem no conhecimento sobre formas de brincar em diferentes contextos, favorecendo sua percepção sobre diferentes brincadeiras indígenas.
Professor, professora: Em um mapa-múndi, mostre aos estudantes a localização dos países citados neste tema.
1. VAMOS CONHECER BRINCADEIRAS DE OUTROS PAÍSES?
A ) ESCREVA A PRIMEIRA LETRA DO NOME DE CADA IMAGEM A SEGUIR E DESCUBRA O NOME DE UM PAÍS.
Resposta: JAPÃO.
B ) LEIA EM VOZ ALTA A PALAVRA QUE SE FORMOU NO ITEM ANTERIOR E DESCUBRA O NOME DO PAÍS DE ORIGEM DA BRINCADEIRA MOSTRADA A SEGUIR.
IMAGEM COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.

1. B) Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é trabalhar a capacidade de leitura e oralidade dos estudantes.
CRIANÇAS BRINCANDO.
O NOME DA BRINCADEIRA APRESENTADA NA IMAGEM É JOKENPÔ, TAMBÉM CONHECIDA COMO PEDRA, PAPEL E TESOURA. NESSA BRINCADEIRA, OS PARTICIPANTES DEVEM FAZER O MOVIMENTO DE PEDRA (MÃO FECHADA), PAPEL (MÃO ABERTA) OU TESOURA (DEDO INDICADOR E MÉDIO COMO UMA TESOURA).
OS PARTICIPANTES DIZEM “JÔ-QUEM-PÔ!” E MOSTRAM SUAS MÃOS COM A FORMA QUE ESCOLHERAM. PARA SABER QUEM VENCEU, LEMBRE-SE DOS CÓDIGOS: O PAPEL EMBRULHA A PEDRA, A PEDRA QUEBRA A TESOURA E A TESOURA CORTA O PAPEL.
bandeira é branca com um círculo vermelho no centro. Se considerar pertinente, solicite-lhes que desenhem e pintem a bandeira do Japão no caderno. Abaixo da bandeira, ajude-os a separar as sílabas do vocábulo Japão.
• O objetivo do item B é fazer com que os estudantes leiam a palavra Japão. Se possível, incentive-os a ler em conjunto o texto verbal sobre a brincadeira Pedra-papel-tesoura. Durante a leitura, peça-lhes que contornem as palavras que desconhecem. Por exemplo, algum estudante pode ter dificuldade em identificar o nome dos dedos da mão, e, caso isso aconteça,
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desenhe na lousa uma mão e descreva o nome de cada dedo.
• Para explicar o jogo Pedra-papel-tesoura, explore a materialidade e a interação entre a pedra, o papel e a tesoura. Comente que a pedra é sólida e dura e, por isso, ela pode entortar ou quebrar a tesoura, mas que a tesoura, com sua lâmina afiada, pode cortar o papel. Por sua vez, o papel, que é fino e maleável, pode embrulhar a pedra. Explore a imagem desta página e pergunte aos estudantes quem eles acham que venceu a partida de Pedra-papel-tesoura, a garota que fez a tesoura ou o garoto que fez a pedra.
Inicie a abordagem deste tema perguntando aos estudantes se eles conhecem algum brinquedo ou brincadeira de outro país. Comente que conhecerão brincadeiras de países diferentes e descobrirão o nome dos dois primeiros países ao fazerem a atividade 1. Após descobrirem o nome dos países de origem do Pedra-papel-tesoura (o jô-quem-pô) e do Esconde-esconde ao contrário, comente com eles sobre o Japão e a Alemanha. Se possível, mostre em um globo terrestre ou mapa-múndi a localização desses países. Diga que, em diferentes momentos da história, muitos imigrantes japoneses e alemães vieram morar no Brasil, razão pela qual as culturas desses povos estão presentes em nosso país. Para enriquecer a abordagem deste tema, se possível, promova as brincadeiras citadas nas páginas 247 e 248. Pedra-papel-tesoura funciona bem em sala de aula, em dupla ou pequenos grupos. Já a brincadeira Esconde-esconde ao contrário funciona melhor em uma área ampla da escola que não apresente riscos para os estudantes.
• O item A da atividade 1 tem o objetivo de apresentar aos estudantes a palavra Japão . Comente com eles que o Japão fica no continente asiático e sua
• O objetivo do item C consiste em apresentar a palavra Alemanha aos estudantes. Comente com eles que a Alemanha está situada no continente europeu e sua bandeira tem três listas horizontais paralelas, nas cores preta, vermelha e amarela, de cima para baixo. Caso julgue necessário, peça-lhes que identifiquem palavras que rimem com Alemanha; por exemplo, lasanha, castanha e montanha.
• No item D, convide os estudantes a conhecerem um pouco mais sobre a Alemanha. Pesquise preliminarmente alguns aspectos característicos da cultura alemã, por exemplo, imagens de pessoas com vestimentas tradicionais e comidas típicas. Na sala de aula, verifique se algum estudante conhece alguma curiosidade sobre o país e o incentive a compartilhar o próprio conhecimento com os demais colegas.
• Ao explorar o conteúdo desta página, verifique se todos os estudantes conhecem a brincadeira Esconde-esconde. Caso alguém desconheça, explique como é a brincadeira. Depois do comentário, verifique se eles entenderam por que a brincadeira mostrada nesta página é chamada de Esconde-esconde ao contrário
BNCC
• O conteúdo apresentado nas páginas 247 e 248 favorece o desenvolvimento da habilidade EF01HI05 ao promover o conhecimento sobre brincadeiras oriundas de diferentes países, permitindo aos estudantes progredirem no conhecimento a respeito das brincadeiras no Brasil e no mundo.
C ) ESCREVA A PRIMEIRA LETRA DO NOME DE CADA IMAGEM A SEGUIR E DESCUBRA O NOME DE UM PAÍS.
Resposta: ALEMANHA.
D ) LEIA EM VOZ ALTA A PALAVRA QUE SE FORMOU NO ITEM ANTERIOR E DESCUBRA O NOME DO PAÍS DE ORIGEM DA BRINCADEIRA MOSTRADA A SEGUIR.
IMAGEM COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.

Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é trabalhar a capacidade de leitura e oralidade dos estudantes.
CRIANÇAS BRINCANDO.
O NOME DA BRINCADEIRA APRESENTADA NA IMAGEM É ESCONDE-ESCONDE AO CONTRÁRIO
NESSA BRINCADEIRA, APENAS UM PARTICIPANTE VAI SE ESCONDER E TODOS OS OUTROS VÃO PROCURAR. QUEM ENCONTRAR O PARTICIPANTE ESCONDIDO SE UNE A ELE NA PRÓXIMA RODADA E FICARÁ COM ELE NO ESCONDERIJO ENQUANTO OS OUTROS OS PROCURAM.
ISSO SE MANTÉM ATÉ QUE SOBRE APENAS UM PARTICIPANTE PARA PROCURAR OS DEMAIS. ELE SERÁ O PRÓXIMO A SE ESCONDER E, DESSA MANEIRA, O JOGO RECOMEÇA.
VAMOS BRINCAR DE LABIRINTO DE MOÇAMBIQUE. PARA ISSO, LEIA AS ORIENTAÇÕES A SEGUIR.
Professor, professora: Confira mais informações sobre a brincadeira Labirinto de Moçambique nas orientações ao professor.
EM DUPLAS, USEM O CAMINHO A SEGUIR PARA BRINCAR. A.
B.
ENCONTREM DOIS OBJETOS PEQUENOS PARA SERVIR DE PEÇAS.
C.
D.
COLOQUEM OS DOIS OBJETOS NA PALAVRA INÍCIO
TIREM PAR OU ÍMPAR PARA VER QUEM GANHA E AVANÇA UMA CASA DO CAMINHO.
E.
REPITAM O PAR OU ÍMPAR VÁRIAS VEZES, ATÉ UMA DAS PEÇAS CHEGAR AO FIM DO CAMINHO.
REPRESENTAÇÃO DO CAMINHO USADO NA BRINCADEIRA LABIRINTO DE MOÇAMBIQUE
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• Ao abordar esta página, compartilhe com os estudantes algumas informações sobre Moçambique. Explique que é um país da África que apresenta grande diversidade cultural e mostre sua localização em um globo terrestre ou mapa-múndi. Destaque que o idioma oficial do país é o português e que a bandeira de Moçambique apresenta as cores vermelho, verde, preto, amarelo e branco.
Antes de iniciar a brincadeira, explique para os estudantes o conceito de números pares e ímpares. Caso considere pertinente, é possível promover articulação com o componente curricular de Matemática ao explicar que números pares são aqueles que, ao serem divididos por 2, têm resto 0 e ímpares são aqueles que, ao serem divididos por 2, têm resto diferente de 0. Caso algum estudante apresente dificuldade, explique que os números pares e ímpares podem ser identificados pelo seu algarismo final. Assim, um número par sempre terminará em 0, 2, 4, 6 ou 8, enquanto um número ímpar em 1, 3, 5, 7 ou 9. Atividades que exploram brincadeiras de outros países permitem que os estudantes conheçam práticas culturais diversas, valorizem diferentes formas de expressão lúdica e ampliem sua compreensão sobre a infância em diferentes contextos. Dessa forma, contribuem para o desenvolvimento do tema contemporâneo transversal Diversidade cultural
• Para a realização da brincadeira proposta, auxilie os estudantes na organização das duplas. Caso haja na escola jogos de tabuleiro com peças pequenas, elas podem ser usadas nessa brincadeira. Reforce com eles que as peças não devem ser levadas à boca. Explique que o objetivo do jogo é percorrer primeiro todo o caminho, do início até o fim. Incentive-os a praticar essa brincadeira também em casa, com as pessoas da família ou com os vizinhos.
• Os conteúdos deste tema favorecem o desenvolvimento de aspectos da Competência específica de História 4, pois abordam brincadeiras de outros países, identificando visões de diferentes sujeitos, culturas e povos. A abordagem dessas brincadeiras favorece o aprendizado de maneira que agregue aos estudantes o conhecimento e o respeito pelas culturas e sociedades citadas.
• Na atividade 2, leve os estudantes ao pátio da escola ou a outro ambiente externo com espaço suficiente para brincarem de ciranda. Reproduza alguma cantiga conhecida para que os estudantes a escutem, como “Ciranda, cirandinha”; “Cai, cai, balão”; “Ai, eu entrei na roda”; entre outras. Se na turma houver estudantes surdos, possibilite que participem imitando e sentindo a vibração do movimento dos demais colegas. Para isso, oriente-os a bater pés e mãos no ritmo da ciranda.
• Anote as palavras embaralhadas na lousa, questionando-os sobre a ordenação das letras e sílabas que formam cada uma delas, e promova a leitura das legendas explicativas de modo coletivo, esclarecendo dúvidas acerca da origem de cada brinquedo e brincadeira. Acrescente que os bambolês tiveram origem há, aproximadamente, 3 mil anos e eram fabricados com ramos secos de parreiras, planta que produz as uvas e cujos ramos se desenvolvem apoiados em estacas. Se julgar necessário, leve imagens ilustrativas de parreiras e seus ramos.
• Converse com eles sobre algumas das brincadeiras dos povos indígenas, como a Heiné kuputisü, que pode ser praticada no pátio ou na quadra da escola com algumas adaptações na distância da corrida. O texto a seguir pode ser lido aos estudantes.
[…]
Neste jogo de resistência e equilíbrio, o corredor deve correr num pé só, feito um saci, e não pode trocar de pé. Uma linha é traçada na terra para definir o local da largada e um outro, uns 100 metros de distância, aponta a meta a ser atingida.
Se o jogador conseguir ultrapassar a meta é considerado um vencedor, mas se parar
2. ORDENE AS LETRAS DE ACORDO COM AS SETAS E DESCUBRA O NOME DE UMA BRINCADEIRA E DE DOIS BRINQUEDOS DE DIFERENTES POVOS. A ) C R I A D N A
BRINCADEIRA DANÇANTE QUE TEVE ORIGEM ENTRE OS ADULTOS EM PORTUGAL E PASSOU A SER PRATICADA PELAS CRIANÇAS.
Resposta: CIRANDA. Confira nas orientações ao professor como promover uma ciranda com os estudantes, com exemplos de cantigas de roda.
BRINQUEDO ORIGINADO NA CHINA, ONDE ERA CONSTRUÍDO EM TAMANHO GRANDE.
Resposta: PIPA.
C )
BRINQUEDO ORIGINADO NO EGITO, ONDE ERA CONSTRUÍDO COM RAMOS SECOS DAS PARREIRAS.
Resposta: BAMBOLÊ. 250
antes de chegar na linha final, é sinal de que ainda não tem a capacidade esperada e precisa treinar mais. Apesar de a velocidade não ser o mais importante, todos tentam fazer o caminho o mais rápido que podem, mas, no fim, vence quem foi mais longe. […]
BRINCADEIRAS. Povos Indígenas no Brasil Mirim. Disponível em: https://mirim.org/pt-br/como-vivem/brincadeiras. Acesso em: 12 jun. 2025.
A atividade 2 pode ser desenvolvida de maneira articulada com o componente curricular de Língua Portuguesa ao incentivar o processo de
alfabetização e escrita. Oriente os estudantes na escrita das palavras usando a pauta caligráfica e letra cursiva.
Reproduza na lousa uma pauta caligráfica e peça a eles que citem oralmente as palavras, anotando-as na lousa, em letra bastão. Em seguida, escreva o correspondente de cada palavra usando letra cursiva na pauta caligráfica da lousa. Enfatize a direção de escrita de cada letra e a pega tripoide no lápis. Ao fim, solicite que eles copiem as palavras no livro.
VAMOS CONHECER ALGUNS BRINQUEDOS TRADICIONAIS DE OUTROS PAÍSES? ACOMPANHE A SEGUIR.
IMAGENS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI.

SAPO CANTOR.
O SAPO CANTOR É UM BRINQUEDO MUSICAL DA TAILÂNDIA. PARA BRINCAR, É NECESSÁRIO PASSAR A VARINHA DE MADEIRA NAS COSTAS DO SAPO, RESULTANDO EM UM SOM PARECIDO COM UM COAXAR.


MATRIOSCAS.
AS MATRIOSCAS SÃO UM CONJUNTO DE BONECAS DE DIFERENTES TAMANHOS, ORIGINADAS NA RÚSSIA. UMA DAS FORMAS DE BRINCAR É ENCAIXAR UMA DENTRO DA OUTRA.
• Explore as imagens dos brinquedos da página, incentivando a participação dos estudantes no reconhecimento das brincadeiras. Engaje-os a imaginar como se brinca, quais são as regras, quantos são os participantes etc. Explore a curiosidade deles ao instigá-los a dizer se há interesse nos brinquedos e mostrar quais são os motivos para isso. Destaque a importância do respeito à diversidade cultural em relação a outros indivíduos, mas também a outras culturas e países, e incentive os estudantes a refletirem sobre formas de respeito às diferenças.
• Ao abordar o texto do brinquedo conhecido como sapo cantor, explique aos estudantes que coaxar se refere ao som emitido por certos animais, como os sapos. Se possível, apresente a eles o áudio do coaxar de sapos.
• Explore a imaginação dos estudantes sobre a tradição e os usos dos brinquedos em relação às sociedades a que pertencem. Pergunte, por exemplo, se acham que existem muitos sapos na Tailândia ou o que podem significar as bonecas matrioscas. Instigue a curiosidade dos estudantes sobre esses brinquedos; por exemplo, questione se o bumerangue não poderia ser utilizado para outras atividades, como caçar ou cavar a terra para plantio, ou se é possível formar várias imagens com os pedacinhos do tangram. A respeito da correspondência entre os brinquedos e o mundo que os rodeia, leia o texto a seguir.
[…]
BUMERANGUE. TANGRAM.
O BUMERANGUE É UM BRINQUEDO VOADOR QUE TEM ORIGEM NA AUSTRÁLIA. PARA BRINCAR, É NECESSÁRIO ARREMESSÁ-LO NO AR. O OBJETIVO É FAZÊ-LO VOLTAR PARA A SUA MÃO.

O TANGRAM É UM JOGO DE QUEBRA-CABEÇA QUE TEM ORIGEM CHINESA, COM SETE PEÇAS COM FORMATOS GEOMÉTRICOS. O OBJETIVO É ORGANIZAR AS PEÇAS DE MODO QUE ELAS FORMEM UM QUADRADO.
Nas sociedades pré-capitalistas, a produção de brinquedos estava circunscrita ao trabalho artesanal. Da sobra dos materiais utilizados em seu trabalho, marceneiros, ferreiros, entalhadores, etc. produziam objetos em miniatura que acabaram por transformarem-se em brinquedo para as crian-
ças. Isso fazia com que alguns brinquedos, pelo material e técnica utilizados, se tornassem típicos de determinadas regiões onde aquele material era mais abundante ou onde havia tradição de determinadas técnicas de trabalho. Brinquedos com materiais variados – a exemplo das casas de boneca feitas com madeira, ferro, latão, bonecas de porcelana e vestidos de seda – exigiam uma circulação de materiais que encareciam o custo desses objetos, fazendo com que eles
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ficassem restritos às classes mais abastadas. Simultaneamente nos fornecem pistas sobre os meandros da economia, da política, da estrutura de mercado de uma determinada época.
[...]
PEREIRA, Rita Marisa Ribes. Uma história cultural dos brinquedos. Teias, Rio de Janeiro, v. 10, n. 20, 2009, p. 3-4. Disponível em: https://www.e-publicacoes. uerj.br/index.php/revistateias/article/view/24079. Acesso em: 17 jun. 2025.
• Reutilizar objetos que seriam descartados.
• Reconhecer a possibilidade e a importância de reutilizar objetos e materiais.
• Confeccionar um brinquedo com a utilização de objetos/materiais recicláveis.
• Entre os materiais recicláveis possíveis de serem usados na atividade, você pode incluir garrafas PET vazias com tampas, caixas de leite vazias, caixas de ovos e rolos de papel higiênico, por exemplo.
• Na etapa A, auxilie os estudantes a identificarem os demais materiais necessários à construção do brinquedo, como cola escolar, fita adesiva e tesoura com pontas arredondadas. Atente para o tipo de material sugerido a fim de que não sejam usados aqueles que representem risco aos estudantes, como itens cortantes ou perfurantes.
• Na etapa C, atente para as etapas de construção dos brinquedos. Quaisquer etapas que representem risco aos estudantes, como uso de tesoura e outros objetos cortantes ou perfurantes, devem ser desempenhadas por um adulto.
• Questione-os sobre o processo de criação do brinquedo e promova uma exposição dos brinquedos feitos por eles, incentivando-os a socializar suas produções.
Respostas
A) Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é levar os estudantes a refletirem e formularem hipóteses sobre a possibilidade de fabricar um brinquedo utilizando objetos e materiais que seriam descartados.
QUE TAL PRODUZIR SEU PRÓPRIO BRINQUEDO? REALIZE A ATIVIDADE A SEGUIR.
A ) EM SUA OPINIÃO, É POSSÍVEL TRANSFORMAR CERTOS MATERIAIS RECICLÁVEIS, COMO GARRAFAS PET E TAMPAS DE GARRAFA, EM BRINQUEDOS? EXPLIQUE AOS COLEGAS.
Resposta nas orientações ao professor
MATERIAIS NECESSÁRIOS
• ITENS RECICLÁVEIS VARIADOS
COM A AJUDA DO PROFESSOR, ORGANIZEM-SE EM GRUPOS E SELECIONEM ALGUNS DOS MATERIAIS RECICLÁVEIS.
CONVERSEM COM OS DEMAIS MEMBROS DO GRUPO E PROPONHAM A CONSTRUÇÃO DE UM BRINQUEDO COM OS MATERIAIS SELECIONADOS. LISTEM E PROVIDENCIEM, COM A AJUDA DO PROFESSOR, OS DEMAIS MATERIAIS NECESSÁRIOS À CONSTRUÇÃO DO BRINQUEDO.

D.
ORGANIZEM-SE E CONSTRUAM O BRINQUEDO.
BRINQUEDO FEITO DE MATERIAL RECICLÁVEL.
AGORA, RESPONDA ORALMENTE ÀS QUESTÕES A SEGUIR.
Respostas nas orientações ao professor
1. CONVERSE COM OS COLEGAS SOBRE QUAL SERIA A DESTINAÇÃO DOS MATERIAIS RECICLÁVEIS SE VOCÊS NÃO OS TIVESSEM UTILIZADO NA CONFECÇÃO DO BRINQUEDO.
2. APÓS A ATIVIDADE, VOCÊ CONSIDERA QUE É POSSÍVEL UTILIZAR CERTOS MATERIAIS RECICLÁVEIS PARA A CONSTRUÇÃO DE BRINQUEDOS?
2. Resposta pessoal. O objetivo desta questão é fazer os estudantes refletirem sobre a possibilidade de uso de materiais recicláveis para outras finalidades, como a produção de um brinquedo, com base nas percepções feitas após a realização da investigação.
BNCC
• Esta atividade incentiva os estudantes a avaliarem aplicações e implicações socioambientais
1. Resposta pessoal. A resposta depende dos materiais utilizados na confecção dos brinquedos. No entanto, de modo geral, por serem recicláveis, é esperado que os estudantes citem que esses materiais seriam separados para a coleta seletiva. Aproveite para enfatizar a importância de os materiais serem separados corretamente quanto ao tipo de resíduo e ao tipo de composição.
da Ciência, propondo alternativas para a redução de descarte de resíduos sólidos e incentivando o consumo consciente, o que desenvolve os temas contemporâneos transversais Educação Ambiental e Educação para o Consumo, além das Competências específicas de Ciências da Natureza 2 e 4. A reflexão sobre o uso mais consciente de materiais que seriam descartados contempla a habilidade EF01CI01 e trabalha ainda as Competências gerais 2 e 10, exercitando a curiosidade intelectual e recorrendo à abordagem própria das ciências para elaborar e testar hipóteses, realizando trabalho em grupos.
ATUALMENTE, É COMUM AS CRIANÇAS BRINCAREM
COM TECNOLOGIAS DIGITAIS, COMO COMPUTADORES, VIDEOGAMES, CELULARES E TABLETS
1. PINTE A ILUSTRAÇÃO A SEGUIR COM VÁRIAS CORES.
Resposta pessoal.
• Ao abordar as brincadeiras que utilizam tecnologias digitais, enfatize aos estudantes os cuidados citados na página 239 deste Manual do Professor.
IMAGEM COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI.
PESSOA SEGURANDO UM TABLET COM JOGO DIGITAL.
AS BRINCADEIRAS DO MUNDO DIGITAL SÃO DIVERTIDAS, MAS NÃO PODEM SUBSTITUIR AS TRADICIONAIS, FEITAS AO AR LIVRE, COMO PEGA-PEGA, ESCONDE-ESCONDE, AMARELINHA, PULAR CORDA E JOGAR BOLA.
AS BRINCADEIRAS AO AR LIVRE FAZEM MUITO BEM PARA A SAÚDE DAS CRIANÇAS!

CRIANÇAS JOGANDO FRESCOBOL, EM PRESIDENTE PRUDENTE, SÃO PAULO, EM 2025.

CRIANÇA BRINCANDO DE AMARELINHA, EM MATA DE SÃO JOÃO, BAHIA, EM 2022.
2. VOCÊ PREFERE JOGOS DIGITAIS OU BRINCADEIRAS AO AR LIVRE? COMPARTILHE SUA OPINIÃO COM OS COLEGAS. Resposta pessoal. Comentários nas orientações ao professor
Desenvolva um projeto com a turma e os familiares a respeito do uso de dispositivos eletrônicos pelas crianças, com o objetivo de orientar e conscientizar estudantes e pais ou responsáveis sobre o uso consciente desses dispositivos.
Convide um profissional da saúde, como médico ou psicólogo, para conversar com os participantes sobre os efeitos e riscos do uso excessivo de telas, especialmente por crianças.
Organize oficinas participativas com
sugestões de atividades que podem ser desenvolvidas com as crianças a fim de reduzir o uso de dispositivos eletrônicos, como atividades ao ar livre, que envolvam as crianças e os familiares (favorecendo o vínculo familiar) e que podem ser desenvolvidas somente pelos estudantes. Para essas oficinas, você pode incluir a ajuda de outros professores, psicólogos infantis, recreadores e outros profissionais.
Se considerar pertinente, é possível incluir nesse projeto a abordagem da Lei Federal nº 15.100/2025, que trata da restrição do uso de celulares em sala de
• Propicie um ambiente acolhedor para conversar com os estudantes sobre os diferentes tipos de brincadeiras. Engaje-os a compartilhar quais são os brinquedos preferidos deles e o que gostam de fazer nas horas de lazer. Ressalte a importância de brincar ao ar livre, pois faz bem à mente e ao corpo humano. Diga que jogos e brincadeiras digitais são divertidos e também têm aspectos positivos, mas é importante explorar outras formas de brincar. Comente sobre a importância de se relacionar com outras pessoas durante as brincadeiras e que a saúde física e mental depende de diversos fatores, entre eles exercitar o corpo com brincadeiras e atividades físicas e incentivar o raciocínio de forma descontraída.
• A atividade 1 promove a criatividade em sala de aula, ao mesmo tempo que coloca os estudantes em contato com brincadeiras que conseguem reconhecer em seu contexto histórico, progredindo no conhecimento sobre diferentes formas de brincar ao longo do tempo.
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aula, limitando-se apenas ao uso pedagógico.
Durante o projeto, é importante enfatizar a importância da supervisão dos pais ou responsáveis durante o uso de dispositivos eletrônicos.
Ao fim do projeto, proponha aos participantes a elaboração de um planejamento semanal na família que possibilite reduzir o uso de dispositivos eletrônicos. Esse planejamento deve aplicar o que foi abordado ao longo do projeto, considerando as especificidades de cada família.
• A atividade 3 possibilita desenvolver referenciais espaciais (direita e esquerda) tendo o corpo como referência.
• Para explorar o tema, convide alguns estudantes para se posicionar à frente da turma segurando objetos e alternando as mãos. Oriente os demais a identificarem em qual mão está o objeto. Os estudantes podem ficar em diferentes posições, como estão as crianças na imagem.
BNCC
• Ao explorarem referenciais espaciais tendo o corpo como referência, os es tudantes desenvolvem aspectos da habilidade EF01GE09
O OBJETO COM QUE MAIS GOSTA DE BRINCAR.
IMAGENS COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.

VICENTE. Resposta: JOEL – mão esquerda; CAMILA – mão esquerda; VICENTE – mão direita.
OS BRINQUEDOS PODEM SER FEITOS DE DIFERENTES MATERIAIS, COMO PLÁSTICO, METAL, MADEIRA E BORRACHA.
1. COMPLETE OS ESPAÇOS COM AS VOGAIS QUE ESTÃO FALTANDO E DESCUBRA OS PRINCIPAIS MATERIAIS DE QUE SÃO FEITOS OS BRINQUEDOS A SEGUIR.
IMAGENS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI.

BOLA DE BASQUETE.
CARRINHO DE BRINQUEDO. A ) B ) C )
Resposta: Borracha.

Resposta: Madeira e metal.

oriente-os a observar a palavra e identificar as vogais que estão faltando para, então, completar o nome do material.
• Caso os estudantes tenham dificuldade em realizar a atividade 1, reproduza uma pauta caligráfica na lousa, copie cada nome de material e o complete com a ajuda da turma. Durante a escrita, enfatize aos estudantes a direção da escrita de cada letra e a pega tripoide no lápis. Caso também mostrem dificuldade de ler a palavra em letra cursiva, reproduza-a na lousa, apresentando o termo correspondente em letra bastão.
• Se considerar pertinente, leve para a sala de
Resposta: Plástico
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aula os objetos apresentados na atividade 1 e permita aos estudantes que os manipulem, visando auxiliar na identificação dos materiais de que os objetos são feitos.
BNCC
• Este tema fornece subsídios para que os estudantes identifiquem os tipos de materiais de objetos cotidianos e comparem as características de diferentes materiais presentes nesses e em outros objetos do dia a dia, contribuindo para o desenvolvimento da habilidade EF01CI01
Leve para a sala de aula alguns brinquedos feitos de diferentes materiais, por exemplo: carrinho de madeira, de plástico e de metal; boneca de tecido e de plástico; pião de madeira e de metal; bola de couro e de borracha. Mostre esses objetos aos estudantes, um de cada vez, incentivando-os a apalpar e identificar o tipo de materiais e descrevendo suas diferenças e semelhanças.
Faça um quadro na lousa com o nome dos materiais citados pelos estudantes e as características desses materiais relatadas por eles. Retome essas informações em momentos oportunos da aula.
Além de trabalhar a identificação de materiais com os estudantes, esta abordagem auxilia o levantamento de conhecimentos prévios sobre as características dos materiais, conteúdo abordado na sequência.
• A atividade 1 auxilia no processo de alfabetização ao explorar diferentes tipos de letras, neste caso a cursiva minúscula. Em cada um dos itens, antes de os estudantes completarem as palavras, pergunte a eles qual objeto é apresentado na imagem, peça a eles que leiam a legenda e, em seguida, solicite-lhes que citem o material de que o objeto em questão é feito. Depois,
• Ao abordar as características de diferentes materiais, leve para a sala de aula objetos feitos de papel, metal, plástico e madeira e, depois, peça aos estudantes que toquem e observem detalhadamente esses objetos. Leve também exemplos de um mesmo objeto, porém feito com materiais diferentes, como régua, estojo e copo feitos de metal, madeira e plástico. Aproveite o momento e incentive-os a citar outros objetos que podem ser feitos de outros materiais, destacando a importância da característica da composição deles para a fabricação de objetos a fim de atender à sua função.
• Se julgar conveniente, ao trabalhar as características dos materiais que compõem os objetos, apresente mais informações a respeito dos tipos de materiais ao longo do tempo. Comente com os estudantes que o plástico é um material relativamente recente e que, antigamente, os objetos rígidos feitos pelo ser humano eram constituídos basicamente de madeira e metais.
• Para ilustrar o aumento na aplicação do plástico em objetos, cite exemplos como o dos automóveis, que tinham grande parte de seu interior constituído de madeira; ou televisores e aparelhos de som, cuja estrutura era feita de madeira e depois foi substituída por plástico. Se possível, apresente imagens desses objetos feitos em outros tempos.
Resposta: Tecido
IMAGENS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI.
D ) E ) t c d


Resposta: Vidro
URSO DE BRINQUEDO.
COMO VOCÊ ESTUDOU ANTERIORMENTE, OS MATERIAIS TÊM DIFERENTES CARACTERÍSTICAS, QUE DEVEM SER CONSIDERADAS QUANDO SE FABRICAM OBJETOS, COMO OS BRINQUEDOS.
A SEGUIR, VAMOS CONHECER ALGUMAS CARACTERÍSTICAS GERAIS DE CERTOS MATERIAIS.
• A BORRACHA É UM MATERIAL CONHECIDO POR SUA FLEXIBILIDADE E ELASTICIDADE. ELA É MALEÁVEL, FÁCIL DE MOLDAR, RESISTENTE E COM A CAPACIDADE DE VOLTAR AO SEU FORMATO ORIGINAL QUANDO DEFORMADA.
• A MADEIRA É UM MATERIAL RESISTENTE E DURÁVEL, MUITO UTILIZADO EM MÓVEIS E ESTRUTURAS DE SUSTENTAÇÃO, POR EXEMPLO.
• JÁ O METAL É CONHECIDO POR SER UM MATERIAL DURO E RESISTENTE, QUE SUPORTA ALTAS TEMPERATURAS. POR ISSO, É COMUM SER USADO EM OBJETOS QUE COSTUMAM SER AQUECIDOS.
• A PELÚCIA É UM TIPO DE TECIDO DE TEXTURA AVELUDADA E MACIA AO TOQUE. ESSE MATERIAL PODE SER USADO NA FABRICAÇÃO DE ROUPAS E OUTROS ACESSÓRIOS.
• No entanto, o uso excessivo de plástico em diversas aplicações tornou-se também um problema ambiental, tanto pelo excesso de descarte e pelo acúmulo desse material no ambiente quanto pela contaminação de seres vivos por partículas plásticas, os chamados microplásticos.
• Proponha outras questões para exercitar a imaginação dos estudantes. Por exemplo: “O que aconteceria se a bola de futebol fosse de madeira?”; “O que aconteceria se a sola do sapa-
• Explique que, com o desmatamento, a madeira passou a ser um material de difícil acesso. Concomitantemente, pesquisas levaram ao desenvolvimento do plástico, que poderia substituir a madeira em grande parte de suas atribuições. Rapidamente, o plástico tomou o lugar não apenas da madeira, mas também do papel, em embalagens e sacolas, e do metal, em muitas peças de equipamentos.
to fosse de vidro?”; “O que aconteceria se o pneu do carro fosse de metal?”.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
JONES, France. A ameaça dos microplásticos. Pesquisa Fapesp, ed. 281, jul. 2019. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp. br/a-ameaca-dos-microplasticos/. Acesso em: 31 ago. 2025.
Esse artigo aborda o conceito de microplástico e os riscos ambientais e aos seres vivos associados a eles.
• O VIDRO É CONHECIDO POR SUA DUREZA E TRANSPARÊNCIA. POR SER RESISTENTE AO AQUECIMENTO ATÉ DETERMINADAS TEMPERATURAS, DIVERSOS OBJETOS DO COTIDIANO SÃO FABRICADOS COM ESSE TIPO DE MATERIAL, COMO COPOS, TRAVESSAS E JARRAS.
• O PLÁSTICO É UM MATERIAL USADO NA FABRICAÇÃO DE DIVERSOS OBJETOS DE USO COTIDIANO. DE MODO GERAL, É MALEÁVEL E FACILMENTE MOLDÁVEL, ASSUMINDO DIFERENTES FORMATOS.
CADA TIPO DE PLÁSTICO TEM CARACTERÍSTICAS ESPECÍFICAS, ADEQUADAS PARA A FINALIDADE DOS DIFERENTES OBJETOS.
IMAGENS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI.

2. Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é permitir aos estudantes compartilharem suas vivências e identificarem o uso de alguns materiais nos objetos que eles utilizam em atividades do cotidiano como as brincadeiras.



PLÁSTICA.
2. ESCOLHA UM BRINQUEDO QUE VOCÊ COSTUMA USAR EM SUAS BRINCADEIRAS E CONTE A UM COLEGA DE QUE MATERIAIS ELE É FEITO.
COMO VOCÊ PÔDE PERCEBER, O TIPO DE MATERIAL USADO NA FABRICAÇÃO DE DETERMINADO OBJETO É SELECIONADO CONSIDERANDO SUAS CARACTERÍSTICAS. ISSO PORQUE ELAS DEVEM SER ADEQUADAS À FUNÇÃO DO OBJETO PRODUZIDO.
• Ao trabalhar o conteúdo desta página, incentive os estudantes a refletirem sobre a escolha dos materiais utilizados na produção de determinados objetos, que pode levar em consideração diferentes objetivos. Além da funcionalidade do objeto, a melhora na qualidade, a facilitação do uso, a economia de recursos naturais, a sustentabilidade dos materiais ou até mesmo questões financeiras podem ser considerados no momento da escolha dos materiais.
• A atividade 2 permite avaliar se os estudantes identificam os materiais de que são fabricados objetos de uso cotidiano, como os brinquedos, e ainda possibilita relacionar o uso dos materiais de acordo com a sua propriedade.
Sugestão de intervenção
Selecione alguns objetos escolares, como borracha escolar, lápis grafite, canetas hidrográficas, estojo, régua, caderno, giz escolar, livros, cola escolar, entre outros. Em seguida, disponha-os sobre a mesa da sala de aula.
Peça a um estudante que escolha um dos objetos e fale sobre suas características, mencionando o material de que ele é feito, as propriedades dele e a respectiva função.
Depois, pergunte a ele se, no caso de ter sido feito de outro material, esse objeto poderia ser usado para a mesma função e de qual outro material ele poderia ser feito.
Incentive a participação de todos e promova uma discussão sobre a origem dos materiais usados na fabricação de objetos de uso cotidiano.
Faça um quadro na lousa com o nome dos seguintes materiais: plástico, papel, madeira, metal, vidro e tecido. Em seguida, peça a cada estudante que cite um objeto do cotidiano feito com um desses materiais. Conforme citam o objeto, escreva o
nome no quadro feito na lousa no espaço referente ao material de que ele é feito.
Depois, faça uma roda e incentive-os a explicar a razão pela qual esses objetos são feitos desses materiais, refletindo sobre as características deles. Observe a participação de cada estudante e certifique-se de que todos compreenderam o conteúdo.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
MIODOWNIK, Mark. De que são feitas as coisas: 10 materiais que constroem o nosso mundo. São Paulo: Blucher, 2015.
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O livro aborda a história de diversos objetos que fazem parte do cotidiano e explica por que eles são feitos de determinados materiais, por que têm aquele formato e como foram se transformando ao longo da história.
BNCC
• A abordagem desta página fornece subsídios para que os estudantes identifiquem e comparem as características de diferentes materiais presentes em objetos utilizados em seu dia a dia, contribuindo para o desenvolvimento da habilidade EF01CI01
• Aborde a temática destacando que as comemorações escolares contribuem para o desenvolvimento de novos laços. Ressalte o envolvimento da comunidade escolar nessas festas, explicando que elas incentivam a convivência entre estudantes, professores, funcionários e pais, promovem a elaboração de trabalhos artísticos e momentos de sociabilidade e cooperação.
• Na atividade 1, explore o conhecimento prévio dos estudantes sobre festas e comemorações no ambiente escolar. Diga-lhes que são datas que comemoram acontecimentos importantes ou alguma situação significativa. Explique que o Dia do Professor comemora uma profissão; e o Dia da Independência do Brasil, um evento histórico. Lembre-os de que existem datas para celebrar e conscientizar sobre o papel de grupos e movimentos sociais, como o Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra.
• Na atividade 2, explique aos estudantes que um diploma escolar corresponde a um documento emitido pela escola ou por outras instituições de ensino a fim de legitimar a formação de um estudante em determinada área de ensino, entre outros usos. Destaque que é usual o diploma ser preenchido em letra cursiva com as informações do formando. Caso julgue necessário, escreva cada letra na lousa evidenciando aos estudantes o movimento com a mão e a direção do traçado para a escrita das letras.
• O conteúdo abordado favorece o desenvolvimento da habilidade EF01HI08 por meio de informações que permitem a identificação e a valorização das festividades pelos estudantes.
E COMEMORAÇÕES TAMBÉM SÃO UMA IMPORTANTE FORMA DE DESCONTRAÇÃO E DIVERTIMENTO.
1. QUAIS FESTAS E COMEMORAÇÕES ACONTECEM NA SUA ESCOLA? CONVERSE COM OS COLEGAS SOBRE ELAS.
A SEGUIR, VAMOS CONHECER ALGUNS EXEMPLOS DE EVENTOS E DATAS COMEMORATIVAS COMUNS NO AMBIENTE ESCOLAR.
2. PREENCHA O DIPLOMA COM OS SEUS DADOS PESSOAIS.
IMAGEM COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.

Nome do estudante:
1. Resposta pessoal. Oriente os estudantes a falarem sobre a realidade deles. Se necessário, auxilie-os na conversa citando eventos, festas e comemorações da escola, como formatura, feira cultural e celebração de datas comemorativas.
Nome da escola:
2. Resposta pessoal. Oriente os estudantes a preencherem o diploma. Explique-lhes que
essa é uma representação do diploma da Educação Infantil, etapa de ensino que eles encerraram antes de começar o 1º ano do Ensino Fundamental.
Data da formatura:
QUANDO AS CRIANÇAS SE FORMAM NA EDUCAÇÃO INFANTIL, GERALMENTE RECEBEM UM DIPLOMA. COM ISSO, ELAS ESTÃO PREPARADAS PARA CURSAR O 1º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL.
A INDEPENDÊNCIA DO BRASIL FOI UM ACONTECIMENTO IMPORTANTE DA NOSSA HISTÓRIA. ELA MARCOU O MOMENTO EM QUE O PAÍS DEIXOU DE SER GOVERNADO POR PORTUGAL, TORNANDO-SE INDEPENDENTE, EM 7 DE SETEMBRO DE 1822. PORÉM, MESMO DEPOIS DESSE ACONTECIMENTO, HAVIA TROPAS PORTUGUESAS EM VÁRIAS PARTES DO TERRITÓRIO BRASILEIRO. DURANTE MESES, ACONTECERAM CONFLITOS EM DIFERENTES LOCAIS DO BRASIL, EM ESTADOS COMO BAHIA, PARÁ, MARANHÃO E PIAUÍ.
EM 2 DE JULHO DE 1823, NA BAHIA, AS TROPAS PORTUGUESAS FORAM DERROTADAS E EXPULSAS DO TERRITÓRIO. POR CAUSA
DA IMPORTÂNCIA DESSE EVENTO, EM 2025, O GOVERNO FEDERAL PROPÔS QUE O DIA 2 DE JULHO SEJA LEMBRADO COMO O DIA NACIONAL DA CONSOLIDAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL.
3. EM SUA OPINIÃO, POR QUE O DIA 2 DE JULHO TAMBÉM É IMPORTANTE PARA A HISTÓRIA DO PAÍS?
incentivar os estudantes a refletirem sobre a importância de reconhecer acontecimentos
Resposta pessoal. Esta questão tem como objetivo históricos que marcaram a formação do Brasil. Espera-se que compreendam que essa data valoriza a luta do povo brasileiro pela liberdade e reforça seu papel na história do país.
DIVERSOS GRUPOS SOCIAIS PARTICIPARAM DAS GUERRAS PELA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL, COMO MULHERES, INDÍGENAS E AFRODESCENDENTES. ENTRE AS MULHERES, DESTACARAM-SE MARIA FELIPA DE OLIVEIRA (c.1800-1873), MARIA QUITÉRIA DE JESUS (17921853) E JOANA ANGÉLICA DE JESUS (1761-1822).
MARIA FELIPA, POR EXEMPLO, LIDEROU UM GRUPO FORMADO POR CERCA DE DUZENTAS PESSOAS QUE LUTOU CONTRA OS PORTUGUESES NO LITORAL DE ITAPARICA, NA BAHIA.
MONUMENTO EM HOMENAGEM A MARIA FELIPA, EM SALVADOR, BAHIA, EM 2023.
a) Divida a turma em pequenos grupos e proponha que, com o auxílio de um adulto da família, pesquisem em casa sobre uma destas personagens: Maria Felipa de Oliveira, Maria Quitéria de Jesus ou Joana Angélica de Jesus.
b) Cada grupo deve levar para a sala um registro simples do que descobriu: um desenho, uma frase escrita com ajuda de um adulto ou um breve relato oral.
c) Em sala de aula, organize uma roda de conversa para que os grupos compartilhem suas descobertas.

Referências complementares
STARLING, Heloisa M.; PELLEGRINO, Antonia (org.). Independência do Brasil – as mulheres que estavam lá. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo, 2022. Nessa obra, diversos autores tratam da luta das mulheres para conquistar seus direitos básicos ao longo dos séculos no Brasil. A VERDADEIRA história da independência do Brasil. EBC Rádio, 6 set. 2013. Disponível em: https://radios.ebc.com. br/conteudo/verdadeira-historia-da -independencia-do-brasil. Acesso em: 5 set. 2025.
• Explique aos estudantes que o processo de Independência do Brasil não aconteceu de forma imediata em todo o território após o grito de 7 de setembro de 1822, proclamado pelo imperador do Brasil dom Pedro I (17981834). Em várias províncias ainda ocorreram confrontos, como na Bahia, no Pará, no Maranhão e no Piauí, até a expulsão definitiva das tropas portuguesas. Ressalte que 2 de julho de 1823 é lembrado como a data que consolidou a Independência do Brasil, pois marcou a vitória popular na Bahia e a retirada das forças portuguesas. Mostre que esse episódio evidencia a participação de diferentes grupos sociais — negros, indígenas, mulheres, soldados e trabalhadores — que tiveram papel decisivo na luta.
• Na questão 3, incentive os estudantes a expressarem as próprias opiniões sobre o porquê de 2 de julho também ser importante para a história do Brasil. Oriente-os a refletir sobre a relevância de reconhecer datas históricas que reforçam e valorizam a luta popular e a pluralidade de sujeitos que fizeram parte da Independência do Brasil, como as mulheres que também participaram dela.
Explique aos estudantes que, por muito tempo, as mulheres que participaram da Independência não receberam destaque nos registros oficiais. Hoje, pesquisas ajudam a recuperar suas contribuições.
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Nesse programa, o historiador Antônio Barbosa explica que a Independência do Brasil não ocorreu de forma imediata e que foram necessárias guerras contra as tropas portuguesas.
BNCC
• O trabalho com este tema contribui para o desenvolvimento da Competência específica de História 4, uma vez que incentiva os estudantes a identificarem interpretações que expressem visões de diferentes sujeitos e povos em relação a um mesmo contexto histórico.
• Ao abordar esta página, explique que, antes, essa data era chamada de Dia do Índio, mas o nome foi alterado visando o reconhecimento e a valorização da diversidade cultural e étnica indígena. A data incentiva uma reflexão, pois se refere à luta pelo reconhecimento e pela demarcação das terras indígenas no Brasil, fundamentais para a autonomia e a sobrevivência das culturas, dos costumes e das tradições indígenas. Sobre esse tema, leia o trecho do artigo 231 da Constituição Federal que trata dos indígenas.
[...] Art. 231. São reconhecidos aos índios sua organização social, costumes, línguas, crenças e tradições, e os direitos originários sobre as terras que tradicionalmente ocupam, competindo à União demarcá-las, proteger e fazer respeitar todos os seus bens.
1º São terras tradicionalmente ocupadas pelos índios as por eles habitadas em caráter permanente, as utilizadas para suas atividades produtivas, as imprescindíveis à preservação dos recursos ambientais necessários a seu bem-estar e as necessárias à sua reprodução física e cultural, segundo seus usos, costumes e tradições.
2 º As terras tradicionalmente ocupadas pelos índios destinam-se a sua posse permanente, cabendo-lhes o usufruto exclusivo das riquezas do solo, dos rios e dos lagos nelas existentes.
[…]
BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. 5 out. 1988. Disponível em: https://www.planalto. gov.br/ccivil_03/constituicao/ constituicaocompilado.htm. Acesso em: 17 set. 2025.
• Na atividade 4, comente que os artefatos indígenas podem ser confeccionados para uso cotidiano ou em rituais e exigem conhecimentos específicos acerca dos materiais empregados e das respectivas ocasiões para serem produzidos.
Professor, professora: As legendas das imagens não foram inseridas para não comprometerem a realização da atividade.
4. RELACIONE CADA OBJETO À LEGENDA CORRESPONDENTE, FORMANDO PARES DE LETRAS E NÚMEROS.



IMAGENS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI.
TIGELA DE CERÂMICA FEITA PELOS MARAJOARA.
CHOCALHOS FEITOS PELOS INDÍGENAS GUARANI.
3.
ENFEITE DE CABEÇA FEITO COM PLUMAS PELOS INDÍGENAS BORORO.
Resposta: A – 3; B – 1; C – 2
O DIA DOS POVOS INDÍGENAS É COMEMORADO EM 19 DE ABRIL. A CONSTITUIÇÃO DE 1988 GARANTE A ESSES POVOS VÁRIOS DIREITOS. CONHEÇA ALGUNS DELES A SEGUIR.
• DIREITO ÀS TERRAS QUE TRADICIONALMENTE OCUPAM.
• DIREITO DE TER SEUS PRÓPRIOS COSTUMES.
• DIREITO DE TER SUAS PRÓPRIAS LÍNGUAS, CRENÇAS E TRADIÇÕES.
CRIANÇA PATAXÓ NA ALDEIA JAQUEIRA, NO MUNICÍPIO DE PORTO SEGURO, BAHIA, EM 2024.
Cada povo possui particularidades na sua maneira de expressar e dar sentido às próprias produções. A imagem A é um cocar feito de plumas, do povo bororo, que vive principalmente no estado de Mato Grosso. A imagem B é um artefato arqueológico da cultura marajoara, cujos povos viveram na Ilha de Marajó, no estado do Pará. Alguns estudiosos definem que a existência dessa cultura provavelmente ocorreu entre cerca de 400 a 1300. Os objetos da imagem C são chocalhos produzidos pelos Guarani que vivem na aldeia do Ribeirão Silveira, no município de Bertioga, no estado de São Paulo. Explique a

eles que há outras aldeias guaranis em diferentes regiões do Brasil e de países como Argentina e Paraguai.
BNCC
• A atividade 4 promove a Competência específica de História 4, pois os estudantes desenvolvem noções de reconhecimento e de valorização da diversidade cultural de diferentes povos indígenas.
DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE
5. MARQUE UM X NAS AÇÕES A SEGUIR QUE, EM SUA OPINIÃO, PODEM CONTRIBUIR PARA A CONSERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
PLANTAR ÁRVORES.
DESCARTAR CORRETAMENTE OS RESÍDUOS SÓLIDOS.
CUIDAR DAS PLANTAS.
RESPEITAR OS ANIMAIS.
Respostas: PLANTAR ÁRVORES; DESCARTAR OS RESÍDUOS SÓLIDOS DE MANEIRA ADEQUADA; CUIDAR DAS PLANTAS; RESPEITAR OS ANIMAIS.
6. OBSERVE O CARTUM A SEGUIR.

ARIONAURO. ARIONAURO CARTUNS, 9 AGO. 2018. DISPONÍVEL EM: http://www. arionaurocartuns.com.br/2018/08/charge-plantando-arvore.html. ACESSO EM: 3 ABR. 2025.
A ) O QUE AS CRIANÇAS REPRESENTADAS NO CARTUM ESTÃO FAZENDO?
Resposta: Estão plantando uma árvore.
B ) EM QUE AS CRIANÇAS REPRESENTADAS NO CARTUM ESTÃO PENSANDO? CONVERSE COM OS COLEGAS SOBRE ISSO.
O DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE É COMEMORADO EM 5 DE JUNHO. ESSA DATA NOS AJUDA A LEMBRAR A IMPORTÂNCIA DE CUIDAR DA NATUREZA!
Professor, professora: O título do cartum foi omitido para não interferir na realização do 6. B) Resposta: A criança da esquerda da imagem está item A da atividade 6. Após a realização desse item, comente com os estudantes que o título do cartum é Plantando árvore.
pensando que terá sombra quando a árvore crescer e a criança da direita da imagem está pensando que terá frutas para comer quando a árvore estiver grande.
• Este tema é de atual relevância nacional e mundial, pois aborda questões relacionadas à conservação ambiental. Trata-se de uma das maiores comemorações anuais da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), que tem por objetivo conscientizar, sensibilizar e promover a proteção do planeta. Desde 1974, o evento, que se tornou uma data importante para divulgar medidas que priorizam a salvaguarda do meio ambiente em mais de 100 países, levanta a preocupação com a degradação deste, que se intensificou nos últimos anos. Em 1972, dois anos antes de comemorar pela primeira vez a data, a Unesco institucionalizava o meio ambiente como Patrimônio Natural e instaurava medidas para sua proteção. Sobre isso, leia o texto a seguir.
[...] Em 1972, a Conferência geral adotou a “Convenção para a Proteção do Patrimônio Mundial Cultural e Natural”. O texto parece não deixar nada fora de sua perspectiva: o patrimônio mundial, ele é cultural e natural. Por que uma Convenção internacional? Porque, o preâmbulo parte desta constatação, o patrimônio universal é cada vez mais ameaçado de destruição “não somente pelas causas tradicionais de degradação, mas ainda pela evolução da vida social e econômica que os agrava por fenômenos de alteração ou de destruição ainda mais temíveis”. Estas considerações conduzem também à introdução de uma noção nova: a de proteção, que incumbe a toda a coletividade internacional.
[…]
HARTOG, François. Tempo e patrimônio. Varia História, Belo Horizonte, v. 22, n. 36, jul./dez. 2006. p. 271. Disponível em: https://www.scielo.br/j/vh/a/ qhLrpqw77Bgwq8Gv3wbRX4x/?format=pdf&lang=pt. Acesso em: 17 jun. 2025.
• O objetivo da atividade 5 é conscientizar os estudantes sobre práticas sociais que visem à conservação do ambiente. Explique que plantar árvores é uma forma de
interagir com a natureza, conservando o hábitat de vários animais. Comente que descartar resíduos sólidos em local inadequado pode contaminar mares e rios, uma vez que são levados aos leitos-d’água pela chuva. Cuidar das plantas, por sua vez, melhora o ar que respiramos. Por fim, explique que os animais sentem fome, frio e medo, assim como os seres humanos, razão pela qual precisam ser cuidados e respeitados.
• No item A da atividade 6, explique que algumas plantas passam por um longo
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processo de crescimento para se tornarem uma árvore. Quanto à imagem, comente que as crianças estão plantando uma muda, que necessita de água e luz solar para crescer e se tornar uma árvore.
• No item B, comente que as crianças estão pensando nos benefícios a longo prazo dessa atitude, como sombra e frutos. Nesse momento, verifique se os estudantes reconhecem outros benefícios da árvore.
• Ao debater o tema em sala de aula, reflita com os estudantes sobre a importância de comemorar o Dia Internacional da Pessoa Idosa. Comente que a ONU instituiu a data em 1991 com o objetivo de conscientizar e sensibilizar a sociedade mundial para as questões relacionadas ao envelhecimento, enfatizando a necessidade de proteção e cuidados em relação à comunidade idosa. Explique que no Brasil, conforme as leis nº 8.842/1994 e nº 10.741/2003, toda pessoa acima de 60 anos de idade é considerada idosa. Em seguida, promova um ambiente de debate com o intuito de promover práticas sociais que valorizem essas pessoas.
• Na atividade 7, comente com os estudantes que as duas pessoas representadas na página estão na fase da velhice. Se não forem capazes de relacioná-las a essa fase da vida, ajude-os a identificar características físicas como os cabelos grisalhos no homem e na mulher. Explique que eles estão fazendo exercícios físicos para manter a boa saúde e obter melhor qualidade de vida.
• A respeito da atividade 8, pergunte quais são as pessoas idosas com as quais eles se relacionam. Verifique se identificaram pessoas com características semelhantes com as representadas na imagem da atividade 7. Em seguida, comente que, por meio do diálogo com pessoas idosas, obtemos novos conhecimentos sobre o passado e o presente.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
CALENDÁRIO de diversidade. Muda Disso Disponível em: https:// www.mudadisso.com.br/ calendario-de-diversidade. Acesso em: 17 jun. 2025. No site, são apresentadas datas que celebram e
DIA INTERNACIONAL DA PESSOA IDOSA
7. MARQUE UM X NA FASE DA VIDA EM QUE ESTÃO AS PESSOAS IDOSAS.
Resposta: FASE DA PESSOA IDOSA. Se necessário, retome com os estudantes os conteúdos sobre as fases da vida, abordados na unidade 1
INFÂNCIA.
ADOLESCÊNCIA.
FASE ADULTA.
FASE DE PESSOA IDOSA.
O DIA INTERNACIONAL DA PESSOA IDOSA É COMEMORADO EM 1º DE OUTUBRO. ESSAS PESSOAS TÊM VÁRIOS DIREITOS
GARANTIDOS EM UM DOCUMENTO CHAMADO ESTATUTO DA PESSOA IDOSA. LEIA A SEGUIR UM TRECHO DESSE ESTATUTO. […]
ART. 3º É OBRIGAÇÃO DA FAMÍLIA, DA COMUNIDADE, DA SOCIEDADE E DO PODER PÚBLICO ASSEGURAR À PESSOA IDOSA, COM ABSOLUTA PRIORIDADE, A EFETIVAÇÃO DO DIREITO À VIDA, À SAÚDE, À ALIMENTAÇÃO, À EDUCAÇÃO, À CULTURA, AO ESPORTE, AO LAZER, AO TRABALHO, À CIDADANIA, À LIBERDADE, À DIGNIDADE, AO RESPEITO E À CONVIVÊNCIA FAMILIAR E COMUNITÁRIA.
[…]
BRASIL. LEI Nº 10.741, DE 1º DE OUTUBRO DE 2003. DISPONÍVEL EM: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2003/l10.741.htm.
ACESSO EM: 3 ABR. 2025.
ASSEGURAR: GARANTIR.
IDOSOS PRATICANDO ATIVIDADE FÍSICA.
IMAGEM COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.
8. VOCÊ CONVIVE COM PESSOAS IDOSAS DA SUA FAMÍLIA OU COMUNIDADE? COMENTE COM OS COLEGAS.
Resposta pessoal. Incentive os estudantes a falarem sobre a realidade próxima deles.
valorizam diferentes formas de ser no mundo com base em recortes sociais e também nos meses do ano.
ATIVIDADE EXTRA
Para ampliar o trabalho sobre o Dia Internacional da Pessoa Idosa, crie um painel com os estudantes a respeito dos direitos da comunidade com mais de 60 anos. Para isso, elaborem um breve roteiro de questões para cada estudante entrevistar algum idoso da própria família ou comunidade. Nesse questionário, eles devem perguntar a respeito das atividades que os
idosos desenvolvem no tempo livre, dos lugares que costumam frequentar, do que gostam de comer, de alguma atividade física que praticam, além de perguntar se ainda trabalham. Em sala de aula, organize uma roda de conversa para socializarem o resultado das entrevistas. Para isso, classifique os assuntos referentes aos direitos de: alimentação, proteção à saúde, lazer, entre outros. Ao fim, disponibilize papel kraft, lápis de cor e canetas hidrográficas para ilustrarem esses direitos, nomeando cada um deles em um mural a ser exposto para toda a comunidade escolar.
9. OBSERVE A FOTOGRAFIA A SEGUIR.

CRIANÇAS BRINCANDO EM UM PARQUE.
A ) A FOTOGRAFIA REPRESENTA A GARANTIA DE QUAL DIREITO? MARQUE UM X NA RESPOSTA CORRETA.
À ALIMENTAÇÃO.
À
O DIA DA CRIANÇA É COMEMORADO EM 12 DE OUTUBRO. AS CRIANÇAS E OS ADOLESCENTES TÊM DIREITOS, OS QUAIS ESTÃO REGISTRADOS NO ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE. CONHEÇA A SEGUIR ALGUNS DESSES DIREITOS.
AS CRIANÇAS E OS ADOLESCENTES TÊM DIREITO A:
• PROTEÇÃO ESPECIAL;
• CRESCER COM SAÚDE;
• CONVIVER COM A FAMÍLIA;
• RECEBER CUIDADOS DO GOVERNO;
• EDUCAÇÃO PÚBLICA DE QUALIDADE;
• ALIMENTAÇÃO;
• CULTURA E LAZER;
• PRÁTICA DE ESPORTES.
CAPA DO ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE (ECA).
Resposta: À CULTURA E AO LAZER.

direitos pontuados no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
03/10/2025 11:11:30
Sugestão de intervenção
• Comente com os estudantes que essa é uma data importante para celebrar as conquistas adquiridas na luta pelos direitos das crianças e dos adolescentes. O primeiro marco na história mundial dos direitos da infância aconteceu em 1924, quando a extinta Liga das Nações adotou a Declaração de Genebra sobre os Direitos da Criança. Em relação às crianças, essa declaração anunciava que todos devem: ajudar em momentos de necessidade; prover liberdade econômica; proteger contra a exploração do trabalho infantil; fornecer meios para se desenvolver; fornecer educação de qualidade que proponha a consciência e o dever social. No Brasil, a primeira iniciativa nesse sentido ocorreu no dia 12 de outubro de 1927, quando foi aprovada a Lei de Assistência e Proteção aos Menores, conhecida como Código de Menores. Entre suas medidas, a lei determinava que a maioridade penal no país se daria aos 18 anos, determinação essa que vigora até os dias atuais. Sobre a história do direito das crianças, leia o texto a seguir. […] Nos países industrializados do início do século XX, não havia padrões de proteção para crianças. Era comum elas trabalharem ao lado de adultos em condições insalubres e inseguras. O crescente reconhecimento das injustiças de sua situação, impulsionado por uma maior compreensão das necessidades de desenvolvimento das crianças, levou a um movimento para melhor protegê-las. Os padrões internacionais de direitos da criança avançaram fortemente ao longo do século passado, mas ainda existem lacunas na realização desses ideais. [...].
HISTÓRIA dos direitos da criança. UNICEF Brasil Disponível em: https://www.unicef.org/brazil/historia -dos-direitos-da-crianca. Acesso em: 17 jun. 2025.
Objetivo
• Avaliar se os estudantes reconhecem medidas que contribuem para garantir os
Explore os direitos das crianças pontuados nesta página. Comente que o ECA, criado em 1990, dispõe da proteção integral à criança e ao adolescente. Em seguida, na lousa, produza uma tabela que contenha, em uma coluna, os direitos das crianças; e, na outra, espaços vazios. Para cada direito, peça à turma que cite alguma medida a ser adotada para garanti-lo. Por exemplo, no direito à alimentação, eles podem mencionar alimentos que
sejam saudáveis e tenham boa qualidade na merenda escolar. Espera-se que os estudantes reflitam sobre esse contexto a fim de reconhecer a necessidade de criar estratégias para garantir essas conquistas.
• Na atividade 9, auxilie os estudantes a analisarem a imagem e associarem o conteúdo dela à opção correta. Destaque que a outra opção também constitui um direito que deve ser assegurado a todas as crianças.
• Ao abordar a imagem da engenheira química estadunidense Mae Carol Jemison (1956-), apresente aos estudantes mais informações sobre essa cientista. Aproveite o momento para perguntar-lhes se conhecem outro exemplo de cientista mulher, incentivando-os a compartilhar as informações com a turma.
• Sobre o Dia Internacional de Mulheres e Meninas na Ciência e a participação desses grupos nessa área, leia o trecho do texto a seguir.
[…]
Estimular meninas e mulheres a ingressarem na ciência é essencial para combater a desigualdade de gênero que ainda persiste nesses campos. Dados da UNESCO indicam que apenas cerca de 30% dos pesquisadores no mundo são mulheres. Esse cenário reflete barreiras históricas e culturais que restringem o acesso feminino às ciências, desde estereótipos de gênero até a falta de modelos inspiradores. Garantir um ambiente igualitário não só amplia o potencial científico como também beneficia toda a sociedade com perspectivas mais diversas e inclusivas.
[…]
Ao celebrar a data, é fundamental reconhecer que avançar em igualdade na ciência é uma jornada coletiva. Políticas públicas, apoio institucional e conscientização social devem caminhar lado a lado para garantir que meninas e mulheres não apenas entrem, mas permaneçam e prosperem no meio acadêmico. Afinal, promover equidade de gênero na ciência não é apenas uma questão de justiça social, mas também de avanço para a humanidade como um todo.
[…]
CIÊNCIA para todas: celebrando o Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência. Revista Ciência e Cultura. Disponível em: https://revistacienciaecultura.org. br/?p=7847. Acesso em: 29 ago. 2025.
LEIA A TIRINHA
A SEGUIR.

DURANTE MUITO TEMPO, AS CONTRIBUIÇÕES DAS MULHERES NA CIÊNCIA NÃO ERAM RECONHECIDAS E VALORIZADAS. O ACESSO DELAS ÀS ÁREAS DA CIÊNCIA TAMBÉM ERA RESTRITO.
FELIZMENTE, ISSO FOI MUDANDO AO LONGO DO TEMPO. UM EXEMPLO É MAE CAROL JEMINSON (1956-), A PRIMEIRA MULHER NEGRA A IR AO ESPAÇO. MAE CAROL JEMISON.
10. CONVERSE COM OS COLEGAS
SOBRE O QUE VOCÊ ENTENDEU DA TIRINHA.
Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é que os estudantes analisem criticamente a tirinha e reconheçam que ela aborda a importância das mulheres para a ciência.
SCHIAVON, NATÁLIA. ONDE ESTÃO AS CIENTISTAS? In: WALLITER, CAROLINA. CAPITOLINA: O MUNDO É DAS GAROTAS. SÃO PAULO: SEGUINTE, 2016. V. 2.

Professor, professora: Confira mais informações sobre Mae Jemison nas orientações ao professor
O DIA INTERNACIONAL DE MULHERES E MENINAS NA CIÊNCIA É COMEMORADO NO DIA 11 DE FEVEREIRO. ESSA DATA DÁ VISIBILIDADE À IMPORTÂNCIA DO PAPEL DA MULHER NO CAMPO CIENTÍFICO E VISA PROMOVER A IGUALDADE NO ACESSO À CIÊNCIA.
LUSTOSA, Ana Cláudia et al. Brasileiras inspiradoras. Brasília: Câmara do Deputados, 2025. E-book. Disponível em: https://plenarinho.leg. br/wp-content/uploads/2025/03/Brasileiras -Inspiradoras-Marco-2025.pdf. Acesso em: 29 ago. 2025.
Esse livro digital apresenta exemplos de mulheres brasileiras que se destacaram em diferentes áreas da sociedade e suas contribuições. Nas páginas 52 a 78, são apresentadas algumas cientistas brasileiras.
BARCELOS, Gabriel. A primeira mulher negra que dançou no espaço. Espaço do conhecimento UFMG, 29 nov. 2022. Disponível em: https://www.ufmg.br/espacodoconhecimento/ a-primeira-mulher-negra-que-dancou-no -espaco/. Acesso em: 29 ago. 2025. Nesse texto, há conteúdo escrito e em áudio que apresentam informações pessoais e contribuições à ciência da cientista Mae Carol Jemison.
DIA NACIONAL DE ZUMBI E DA CONSCIÊNCIA NEGRA
11. O DIA NACIONAL DE ZUMBI E DA CONSCIÊNCIA NEGRA É COMEMORADO NO DIA 20 DE QUAL MÊS? PARA DESCOBRIR, PINTE O PENÚLTIMO MÊS DO ANO.
Resposta: Os estudantes devem pintar o mês de NOVEMBRO.
JANEIRO
FEVEREIRO
MARÇO ABRIL MAIO JUNHO JULHO AGOSTO SETEMBRO OUTUBRO NOVEMBRO DEZEMBRO
ESSA DATA FOI CRIADA COM O OBJETIVO DE VALORIZAR A CULTURA AFRO-BRASILEIRA E RECORDAR AS LUTAS E CONQUISTAS DAS PESSOAS NEGRAS NO BRASIL.
12. A DATA ESCOLHIDA PARA COMEMORAR O DIA NACIONAL DE ZUMBI E DA CONSCIÊNCIA NEGRA HOMENAGEIA UM IMPORTANTE LÍDER NEGRO DA HISTÓRIA DO NOSSO PAÍS. PREENCHA A CRUZADINHA E DESCUBRA O NOME DESSE LÍDER.
IMAGENS COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.
Resposta: A – ZEBRA; B – UVA; C – MÃO; D – BOLA; E - IOIÔ.
A ) ESCREVA A SEGUIR O NOME QUE VOCÊ DESCOBRIU.
Resposta: ZUMBI.
• Ao abordar este tema, comente com os estudantes que, durante o período da escravidão no Brasil (cerca de 1530 a 1888), as pessoas negras não tinham acesso a direitos básicos, como vida digna, saúde, liberdade, educação e moradia. É fundamental valorizar o papel das culturas africanas na formação da cultura brasileira e proporcionar um ambiente de respeito e acolhimento durante a conversa. As questões raciais são parte estruturante das sociedades e da construção das relações sociais. A Constituição Federal de 1988 trouxe avanços fundamentais ao criar mecanismos antidiscriminatórios. Em 1989, foi sancionada a Lei nº 7.716, que define os crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor. Ela passou a ser conhecida como Lei Caó, em homenagem a seu autor, o militante brasileiro Carlos Alberto Caó de Oliveira (1941-2018). Leia a seguir alguns artigos dessa lei.
[…]
Art. 1º Serão punidos, na forma desta Lei, os crimes resultantes de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional.
[…]
Art. 3º Impedir ou obstar o acesso de alguém, devidamente habilitado, a qualquer cargo da Administração Direta ou Indireta, bem como das concessionárias de serviços públicos.
Art. 4º Negar-se ou obstar emprego em empresa privada.
[…]
Art. 5º Recusar ou impedir acesso ao estabelecimento comercial, negando-se a servir, atender ou receber cliente ou comprador.
[…]
BRASIL. Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989 Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/ leis/l7716.htm. Acesso em: 17 jun. 2025.
A atividade 10 permite a articulação com o componente curricular de Matemática, mais especificamente o conteúdo
de números ordinais. Para isso, escreva na lousa os nomes dos doze meses. Em seguida, com a ajuda da turma, ordene esses meses, de janeiro a dezembro, do 1º ao 12º Faça a leitura dos números ordinais com os estudantes e, ao fim, pergunte a eles qual é o último mês do ano e qual é o penúltimo, ou seja, o que vem antes do último.
• Na atividade 11, comente que o Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra homenageia, tal como o nome revela, o brasileiro Zumbi dos Palmares (16551695), que morreu em 20 de novembro defendendo o quilombo do qual era líder.
03/10/2025 11:11:32
Zumbi se tornou símbolo da luta pelos direitos das pessoas negras, razão pela qual esse dia corresponde ao combate pela inserção social e política dessas pessoas na sociedade brasileira.
BNCC
• As atividades 10 e 11 contemplam aspectos da Competência específica de História 1, pois incentivam o reconhecimento e a valorização das lutas e conquistas das pessoas negras no Brasil para construir uma sociedade mais justa e democrática.
• Ao abordar as imagens desta página, explore as fotografias referentes a festas familiares. Incentive a participação dos estudantes pedindo-lhes que identifiquem as características dessas festas.
• Na atividade 1, os estudantes deverão relacionar as fotografias às respectivas comemorações familiares. Se apresentarem dificuldade, ajude-os a explorar os elementos materiais das imagens, como vestimentas e alimentos específicos. Caso algum estudante não comemore o Natal, questione-o sobre as festividades que a família dele celebra e incentive-o a compartilhar a experiência com os colegas.
• Sobre as festas familiares indígenas, explique que as celebrações indígenas também são momentos de transmissão de valores, conhecimentos e experiências. Destaque que há diversos povos indígenas no Brasil, razão pela qual há uma grande diversidade cultural representada em diferentes festas familiares.
COMPLEMENTARES
TINHORÃO, José Ramos. As festas no Brasil Colonial. São Paulo: Editora 34, 2000.
Nessa obra, o autor apresenta as festas características do Período Colonial, mostrando as heranças indígenas, portuguesas e africanas na formação da cultura brasileira.
1. Resposta: A – NATAL; B – ANIVERSÁRIO. Caso algum estudante diga que a família dele não comemora o Natal, trate a situação com naturalidade e aproveite a oportunidade para verificar se essa família comemora outro tipo de festa religiosa. Promova
Professor, professora: As legendas das um ambiente de respeito pela diversidade de religiões.
1. IDENTIFIQUE A CELEBRAÇÃO FAMILIAR APRESENTADA EM CADA FOTOGRAFIA. PARA ISSO, PINTE O QUADRO DE CADA IMAGEM DE ACORDO COM A LEGENDA.
imagens não foram inseridas para não comprometerem a realização da atividade.


PARA OS VÁRIOS POVOS INDÍGENAS DO BRASIL, AS CELEBRAÇÕES FAMILIARES COSTUMAM ENVOLVER TODA A COMUNIDADE. MUITOS INDÍGENAS CONSIDERAM AS PESSOAS DA COMUNIDADE COMO SE FOSSEM DA FAMÍLIA.

Para ampliar o trabalho com o tema Festas da família e da comunidade, se possível, leve para a sala de aula um álbum fotográfico de sua família. Comente que, nesse tipo de álbum, as pessoas, geralmente, guardam fotografias de festas familiares, como aniversários, casamentos e festas natalinas, pois são lembranças de momentos especiais. Feito isso, compartilhe com a turma as fotografias do seu próprio álbum e comente que, atualmente, é comum armazenar as fotografias em arquivos no celular ou computador e compartilhá-las nas redes sociais. Pergunte aos estudantes como os familiares deles registravam
INDÍGENAS XAVANTE DURANTE CERIMÔNIA DE ESCOLHA DE PADRINHOS ALDEIA DO BAIXÃO, NO MUNICÍPIO DE CAMPINÁPOLIS, MATO GROSSO, EM 2022.
PADRINHOS: GERALMENTE SÃO PESSOAS QUE SE COMPROMETEM A CUIDAR DOS AFILHADOS.
antes as próprias fotografias e como registram atualmente as festas comemoradas em família. Depois, explique que as festas familiares podem promover e fortalecer vínculos afetivos entre os participantes, pois são momentos de união, confraternização e continuidade de tradições.
BNCC
• O conteúdo abordado nesta página favorece o desenvolvimento da habilidade EF01HI08 ao fornecer elementos e informações que permitem aos estudantes diferenciarem festas familiares e festividades escolares.
2. A SUA FAMÍLIA COSTUMA COMEMORAR O ANO-NOVO E O CARNAVAL? COMENTE COM OS COLEGAS COMO VOCÊS COMEMORAM ESSAS DATAS.
ANO-NOVO
A CELEBRAÇÃO DO ANO-NOVO ACONTECE NA PASSAGEM DO DIA 31 DE DEZEMBRO PARA O DIA 1º DE JANEIRO. É COMUM AS PESSOAS SOLTAREM FOGOS DE ARTIFÍCIO DURANTE ESSA FESTA.
SOMENTE ADULTOS PODEM MANIPULAR FOGOS DE ARTIFÍCIO, POIS ELES SÃO PERIGOSOS E PODEM CAUSAR ACIDENTES, COMO QUEIMADURAS. ALÉM DISSO, SUA QUEIMA EMITE SONS INTENSOS. POR ISSO, EM VÁRIOS LUGARES DO BRASIL SÃO PERMITIDOS SOMENTE FOGOS DE ARTIFÍCIO SILENCIOSOS. OBSERVE O CARTAZ A SEGUIR.
2. Resposta pessoal. Incentive os estudantes a falarem sobre a realidade próxima deles. Preste atenção caso algum deles comente que a família não

te que, apesar de serem populares nas festividades de fim de ano, os animais não entendem que as luzes e o barulho emitidos pelos fogos estão relacionados a uma comemoração e, por isso, podem ficar muito assustados. Sobre esse tema, leia o texto a seguir.
[…]
Toda espécie animal possui características e particularidades que precisam ser respeitadas para que seu bem-estar seja garantido, destacando-se a sensibilidade auditiva. Possivelmente o som dos fogos não pertur-
comemora o Ano-Novo nem o Carnaval. Isso pode acontecer, por exemplo, no caso de famílias islâmicas ou judaicas, que seguem calendários próprios para a celebração de eventos religiosos. É possível também que algumas famílias não celebrem essas datas por outros motivos – talvez por não gostarem, por exemplo. Aborde esses casos com naturalidade, promovendo um ambiente de respeito pelas diferenças.
CARTAZ DE CAMPANHA SOBRE FOGOS DE ARTIFÍCIO SILENCIOSOS, DA PREFEITURA DE CONTAGEM, MINAS GERAIS, EM 2024.
be os seres humanos por estar associado a situações comemorativas e simbólicas. No entanto, para os animais não há esse aspecto atenuante, além disso, alguns animais domésticos, como cão, gato, porco, cavalo, boi e carneiro são mais sensíveis a ruídos de alta frequência do que o homem.
[…]
CAPILÉ, Karynn Vieira; LIMA, Mariana Cortes de; FISCHER, Marta Luciane. Bioética ambiental: refletindo o uso de fogos de artifício e suas consequências para a fauna. Revista Bioethikos, São Camilo, v. 8, n. 4, 2014. p. 407. Disponível em: https:// saocamilo-sp.br/assets/artigo/bioethikos/155567/ A04.pdf. Acesso em: 17 jun. 2025.
• Inicie a abordagem utilizando um calendário para mostrar que a festa de Ano-Novo ocorre na passagem do dia 31 de dezembro para o dia 1º de janeiro. Contorne essas datas com caneta colorida e explique que, no dia 1º, se inicia um novo calendário anual.
• A respeito da atividade 2, comente que as festas de Ano-Novo marcam o início de um novo ciclo temporal no calendário gregoriano. Sobre o Carnaval, comente que ele é uma festa popular no Brasil que antecede o período religioso cristão da Quaresma. Explore a composição material dessas festividades, engajando-os a compartilhar como são as roupas e os alimentos que suas famílias usam e consomem durante o Ano-Novo e o Carnaval. Explique a simbologia do branco, das cores e das fantasias, além de alguns alimentos específicos como as lentilhas e as romãs. Por conta da diversidade cultural e religiosa, alguns estudantes podem dizer que não celebram essas datas. Se possível, promova um ambiente acolhedor e convide-os a compartilhar as festividades que comemoram em família ou na comunidade religiosa. Lembre-se de que o Ano-Novo judaico ocorre em meados de setembro e o muçulmano varia a cada ano no calendário gregoriano.
• Sobre a campanha contra os fogos de artifício, comen-
03/10/2025 10:57:31
• Comente que, além dos animais, o barulho causado por esses fogos também pode causar problemas para crianças, pessoas idosas e pessoas neurodivergentes.
BNCC
• Este tema contempla aspectos da habilidade EF01HI08, com destaque para as festas populares no Brasil, seus significados e sua importância no âmbito comunitário.
• Outra festa muito comemorada no país é o Carnaval, que tem características regionais próprias. Ele tem início três dias antes da Quarta-feira de Cinzas e pode englobar bailes, folguedos, folias, desfiles e fantasias. Sobre este tema, questione se os estudantes conhecem ou já participaram de alguma festa onde há desfiles, músicas e pessoas fantasiadas, se onde eles moram há programação de Carnaval e se o cotidiano deles é alterado em decorrência dessa festa.
• Ao abordar o tema, promova valores cívicos com os estudantes como respeito, responsabilidade e patriotismo. Ressalte a importância de todos se comportarem de maneira respeitosa e responsável durante as celebrações. Além disso, destaque que devemos valorizar a riqueza da cultura nacional e sua diversidade.
• Na atividade 3, comente que o Carnaval é uma festa marcada pela musicalidade e que o samba é uma das várias manifestações artísticas desse período de comemorações. Se os estudantes não conhecerem o pandeiro, explique que é um instrumento de percussão como a bateria e o chocalho.
Objetivo
• Avaliar se os estudantes percebem a pluralidade de maneiras de comemorar o Carnaval.
Sugestão de intervenção
Explore as imagens do Carnaval nos municípios de São Paulo e Olinda. Na lousa, produza uma tabela que contenha uma coluna para semelhanças e outra para diferenças. Comente com os estudantes que essas são manifestações carnavalescas e pergunte quais das duas fotografias os fazem se lembrar do Carnaval. Em seguida, peça-lhes que
3. PINTE A ILUSTRAÇÃO A SEGUIR, QUE MOSTRA UM DOS INSTRUMENTOS MUSICAIS TÍPICOS DO SAMBA.
IMAGEM COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI.

PANDEIRO.
3. A) Resposta pessoal. Aproveite a atividade para avaliar a capacidade de leitura dos estudantes.
A ) LEIA EM VOZ ALTA A LEGENDA DA ILUSTRAÇÃO.
O CARNAVAL ACONTECE EM VÁRIAS REGIÕES DO BRASIL, GERALMENTE NOS MESES DE FEVEREIRO OU MARÇO. NESSA FESTA, AS PESSOAS GOSTAM DE SE FANTASIAR E DANÇAR AO SOM DE SAMBA, FREVO, MARCHINHA, AFOXÉ, ENTRE OUTROS RITMOS.
OBSERVE NAS FOTOGRAFIAS A SEGUIR A COMEMORAÇÃO DO CARNAVAL EM DIFERENTES REGIÕES DO BRASIL.


identifiquem semelhanças e diferenças entre o Carnaval de São Paulo e o de Olinda. Por exemplo, a presença de foliões nas duas festividades (semelhança) e o uso de carro alegórico no Carnaval de São Paulo e do boneco no Carnaval de Olinda (diferenças). Comente que, em um mesmo município, pode haver diversas maneiras de comemorar essa data. Espera-se que eles compreendam que as duas imagens representam a celebração do Carnaval, progredindo no entendimento das diversas maneiras de celebrá-lo pelo Brasil.
O CARNAVAL NO BRASIL O COSTUME DE CELEBRAR O CARNAVAL FOI TRAZIDO AO BRASIL PELOS PORTUGUESES HÁ PELO MENOS 400 ANOS. COM O PASSAR DO TEMPO, ESSA FESTA FOI SE TORNANDO CADA VEZ MAIS POPULAR E HOJE FAZ PARTE DA CULTURA BRASILEIRA. OBSERVE AS IMAGENS A SEGUIR, QUE MOSTRAM O CARNAVAL EM TRÊS MOMENTOS DIFERENTES NO BRASIL.
1. ENUMERE DE 1 A 3 AS IMAGENS, DA MAIS ANTIGA PARA A MAIS RECENTE.
Resposta: A – 2; B – 1; C – 3.

CARNAVAL NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, CAPITAL DO ESTADO, EM 1963.

CENA DE CARNAVAL, DE JEAN-BAPTISTE DEBRET. GRAVURA, 11 CENTÍMETROS × 9 CENTÍMETROS 1835.

CARNAVAL NO MUNICÍPIO DE CORNÉLIO PROCÓPIO, PARANÁ, EM 2024.
• Faça a leitura das imagens da atividade 1 com os estudantes. Se necessário, auxilie-os a identificar a imagem de Jean-Baptiste Debret, destacando-a, neste caso, como a mais antiga das três (imagem B), já que se trata de uma gravura de 1835. Comente que uma das primeiras formas de comemorar o Carnaval no Brasil foi o entrudo, trazido pelos imigrantes portugueses no século XVI. Ele é caracterizado pela brincadeira de jogar uns nos outros limões de cheiro e pó de sapato, polvilho ou farinha de trigo. Na imagem, é possível observar uma pessoa à esquerda que segura um limão a ser jogado em outra e uma mulher ao centro com o rosto branco, possivelmente sujo de farinha de trigo.
• Destaque que a segunda imagem de Carnaval mais antiga é aquela que está em preto e branco (imagem A ). Explique que os foliões estão vestidos com trajes carnavalescos em uma rua da cidade do Rio de Janeiro no ano de 1963. A década de 1960 marca a transição entre as marchinhas de Carnaval e a maior popularização do samba-enredo e dos desfiles das escolas de samba.
• Sobre a imagem C, comente que ela é a mais recente. Leia a legenda com eles para verificar a data e o local onde a fotografia foi produzida. Peça-lhes que observem a imagem e que identifiquem os elementos carnavalescos retratados.
03/10/2025 10:57:35
• O boxe O Carnaval no Brasil permite a interação entre gravura e fotografias que retratam o Carnaval em períodos distintos, favorecendo o desenvolvimento da Competência específica de História 3.
• Compartilhe com a turma que as festas juninas, muito populares no Brasil, têm origem na Europa, onde inicialmente celebravam-se a chegada da primavera e a abertura a novos ciclos agrícolas. Posteriormente, essas comemorações foram incorporadas à Igreja Católica em celebração dos santos populares de Portugal. Comemorada essencialmente em junho, recebe o nome junina embora já tenha sido chamada de joanina, remetendo a São João. Geralmente, são realizadas ao ar livre, pois as fogueiras são elementos comuns nesse evento. Além disso, há quadrilhas, comidas típicas e encenações de casamentos no campo.
• Na atividade 4, o objetivo é promover a identificação de elementos comuns nas festas juninas. Além das palavras no diagrama, pergunte aos estudantes quais outros elementos materiais e imateriais eles conhecem sobre essas festas. Se apresentarem dificuldade em identificar outros elementos, explore as vestimentas, como as estampas xadrez e florida, o chapéu de palha e os remendos nas roupas. Outra abordagem se refere à culinária. Por essa razão, confira se eles reconhecem as comidas típicas, como o milho assado, o bolo de milho, a pamonha, o bolo de fubá, o bolo de mandioca, a canjica, o caruru, o amendoim torrado, a paçoca doce e o pé de moleque. Destaque que as comidas típicas desse período podem receber diferentes nomes de acordo com as regiões do Brasil.
4. ENCONTRE E CONTORNE NO DIAGRAMA O NOME DOS QUATRO ELEMENTOS MOSTRADOS NAS IMAGENS, QUE FAZEM PARTE DAS FESTAS JUNINAS.
IMAGENS COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.
QUADRILHA. BARRACA.
FOGUEIRA. PIPOCA.
Resposta: BARRACA, PIPOCA, FOGUEIRA, QUADRILHA.
AS FESTAS JUNINAS SÃO POPULARES NO BRASIL E ACONTECEM, GERALMENTE, NO MÊS DE JUNHO. ELAS
INFOGRÁFICO CLICÁVEL: FESTA JUNINA, UMA TRADIÇÃO BRASILEIRA
SÃO MARCADAS POR DANÇAS, MÚSICAS E COMIDAS TÍPICAS.
5. NO BAIRRO OU MUNICÍPIO ONDE VOCÊ MORA, COSTUMAM SER REALIZADAS FESTAS JUNINAS? EM CASO AFIRMATIVO, CONTE AOS COLEGAS O QUE VOCÊ SABE SOBRE ELAS.
Resposta pessoal. Incentive os estudantes a comentarem sobre a realidade deles. Caso algum deles não conheça essas festas, conte quais são as principais características dessa comemoração.
• Na atividade 5 , convide os estudantes para um momento de conversa, destacando o respeito ao próximo e o acolhimento de diferentes opiniões. Incentive-os a compartilhar os próprios conhecimentos sobre as festas juninas, mesmo que não participem diretamente delas. Caso apresentem dificuldade, comente que nas festas juninas são comuns as brincadeiras de jogar argolas, acertar a boca do palhaço, correr com saco, além da pescaria de brindes. É possível que algum estudante diga que nunca participou de uma festa junina, razão pela qual é preciso tratar a situação com naturalidade e explicar como essa celebração costuma acontecer.
COMPLEMENTARES
SANTOS, Mário Ribeiro dos. Noites festivas de junho: histórias e representações do São João no Recife (1910-1970). Recife: UFPE, 2018. Nessa obra, o autor explora a pluralidade das festas juninas em Pernambuco, mostrando como essas festividades se transformaram ao longo das décadas e como se tornaram um dos mais importantes patrimônios imateriais do estado.
NO BRASIL, TAMBÉM HÁ OUTRAS FESTAS QUE ACONTECEM EM CADA REGIÃO, COM MÚSICAS, DANÇAS E COSTUMES DIVERSOS. AGORA, VAMOS CONHECER ALGUMAS DESSAS FESTAS QUE FAZEM PARTE DA CULTURA EM DIFERENTES COMUNIDADES.
OBSERVE AS FOTOGRAFIAS A SEGUIR, QUE MOSTRAM FESTAS DA COMUNIDADE.



INDÍGENAS WAURÁ, DA ALDEIA PIYULAGA, PARTICIPANDO DO KUARUP. MUNICÍPIO DE GAÚCHA DO NORTE, MATO GROSSO, EM 2024.
APRESENTAÇÃO DE DANÇA DURANTE FESTA DO MORANGUINHO E DA CUCA, NO MUNICÍPIO DE AGUDO, RIO GRANDE DO SUL, EM 2024.
PESSOAS PARTICIPANDO DE UMA CONGADA, NA CIDADE DE SÃO PAULO, CAPITAL DO ESTADO, EM 2023.
6. LEIA EM VOZ ALTA OS NOMES DAS FESTAS DA COMUNIDADE RETRATADAS ANTERIORMENTE NAS FOTOGRAFIAS.
Resposta pessoal. Oriente os estudantes a identificarem nas legendas das fotografias os nomes das festas (Kuarup, Festa do Moranguinho e da Cuca e Congada). Aproveite para avaliar a capacidade de leitura deles.
• Analise as imagens de forma conjunta com a turma, convidando os estudantes a compartilharem características de cada uma delas, como as vestimentas, as cores e os adornos. Ressalte que a cultura popular brasileira é composta de várias festividades que refletem a diversidade de seu povo.
• O Kuarup é celebrado, geralmente, pelos povos que vivem no Parque Indígena do Xingu, no estado do Mato Grosso. Trata-se de um ritual em que se homenageiam os ancestrais falecidos. Nesse ritual, celebra-se o Mawutzinin, considerado o primeiro homem do mundo segundo a religiosidade dos povos do Xingu.
• Destaque que, na região Sul do Brasil, diversas celebrações envolvem tradições disseminadas durante o período da colonização, desde as Cavalhadas até as festas de celebração de colheita que envolvem danças e encenações com trajes e comidas típicas.
• A Congada faz parte das festas e tradições católicas e africanas, pois muitas pessoas trazidas à força do continente africano para o Brasil se convertiam ao catolicismo sem abandonar sua religiosidade original. Com danças e cantos ao som de vários instrumentos, essa celebração mostra a coroação de um rei e de uma rainha do Congo. É tradicional que os grupos de Congadas sejam compostos de diferentes instrumentos de percussão, cores específicas e cantos em homenagem aos padroeiros da festa.
• Além das festas apresentadas, comente com a turma que existem muitas outras festividades tradicionais no país, como a festa do Bumba meu boi, que tem origem no Nordeste do Brasil. Outro exemplo é o Círio de Nazaré, que ocorre anualmente em Belém, no Pará.
BNCC
• Os conteúdos abordados ao longo deste tema contribuem para o desenvolvimento
da habilidade EF01HI08, destacando aspectos mais específicos das festas regionais e permitindo aos estudantes diferenciarem comemorações que ocorrem no âmbito da comunidade.
Para ampliar o trabalho com as festas regionais, leve os estudantes para a sala de informática para pesquisarem as principais festas da região onde a escola se situa. Selecione previamente alguns sites com essa temática a fim de direcionar
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a pesquisa. Em seguida, promova uma roda de conversa sobre os principais elementos das festas. Pergunte a eles se já participaram delas e, por fim, solicite que desenhem os elementos das festividades de que mais gostaram. Para isso, disponibilize lápis de cor e canetas hidrocor. Exponha os desenhos em um varal na sala de aula.
1. Objetivo
• Identificar a permanência de uma brincadeira ao longo do tempo.
Sugestão de intervenção
Pergunte aos estudantes se eles já brincaram de ciranda e comente que essa brincadeira é também uma forma de dança que se popularizou na cultura popular brasileira com o passar do tempo. Caso tenham dificuldade em identificar a ciranda enquanto atividade lúdica, apresente algumas cantigas que talvez eles possam conhecer, como “Fui ao Tororó”, “A barata diz que tem” e “Alecrim”. Aproveite para recuperar com a turma outras brincadeiras antigas que permanecem no cotidiano, visando aprofundar os conhecimentos dos estudantes.
2. Objetivo
• Estabelecer comparações entre brincadeiras do passado e do presente.
Sugestão de intervenção
É possível ampliar a atividade por meio da vivência das brincadeiras compartilhadas pelos estudantes. Incentive-os a comentar a conversa em casa e mencionar quais brincadeiras mais chamaram sua atenção. Caso julgue pertinente, providencie alguns materiais de brincadeiras antigas, como bolinhas de gude, para propiciar aos estudantes a progressão no conhecimento sobre brincadeiras ao longo do tempo. Também é possível promover momentos de reflexão sobre como adaptar as brincadeiras para diferentes contextos, como no caso de pessoas com deficiência e/ou neurodivergentes.
1. OBSERVE A IMAGEM A SEGUIR, QUE MOSTRA UMA BRINCADEIRA ANTIGA PRATICADA ATÉ OS DIAS ATUAIS.
Professor, professora: O título da gravura não foi inserido para não comprometer a

realização da atividade. Após a realização do item B, comente com os estudantes que o nome da obra é A ciranda dos limpadores de chaminés
GRAVURA, DE ÉDOUARD ALEXANDRE SAIN, 1857.
A ) ESCREVA A PRIMEIRA LETRA DO NOME DE CADA IMAGEM A SEGUIR.
Resposta: CIRANDA.
B ) LEIA EM VOZ ALTA A PALAVRA QUE SE FORMOU E DESCUBRA O NOME DA BRINCADEIRA REPRESENTADA NA PINTURA.
Resposta pessoal. Aproveite para avaliar a capacidade de leitura dos estudantes.
C ) EM CASA, LEIA A PALAVRA EM VOZ ALTA PARA UM ADULTO DA SUA FAMÍLIA.
Resposta pessoal. Incentive os estudantes a interagirem com seus familiares.
2. EM CASA, CONVERSE COM SEUS PAIS OU RESPONSÁVEIS E PEÇA A ELES QUE ENSINEM A VOCÊ UMA BRINCADEIRA COM
A QUAL SE DIVERTIAM NO PASSADO. EM SALA DE AULA, EXPLIQUE ESSA BRINCADEIRA AOS COLEGAS. DEPOIS, SIGAM AS ORIENTAÇÕES DO PROFESSOR E TENTEM BRINCAR COM ELA. ANOTE A SEGUIR O NOME DELA.
Resposta pessoal. Incentive os estudantes a terem essa conversa em casa e trazerem a brincadeira para compartilhar com os colegas. Promova um momento para que possam brincar com as dinâmicas levadas pela turma, por exemplo, escolhendo uma ou duas brincadeiras por dia, ao final do período.
Na atividade 2, oriente os estudantes a escreverem o nome da brincadeira em letra cursiva, a fim de incentivar a familiarização com esse tipo de letra e com o processo de alfabetização. Faça-os atentar para a direção de escrita das letras, bem como para a pega tripoide no lápis. Caso os estudantes tenham dificuldade em escrever o nome da brincadeira, reproduza uma linha de pauta caligráfica na lousa e, com a ajuda deles, escreva a palavra para que a copiem. Para esta abordagem, você pode, primeiramente, escrever a palavra em questão em letra bastão e, posteriormente, o correspondente em letra cursiva.
• As atividades 1 e 2 promovem o desenvolvimento da habilidade EF01HI05 e EF01GE02 ao fornecerem para os estudantes elementos de reconhecimento e informações para comparação entre brincadeiras do passado e do presente.


FAMILIARES COMEMORANDO O ANIVERSÁRIO DE UMA CRIANÇA EM CASA, NO MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO, CAPITAL DO ESTADO, EM 2024.
Professor, professora: Se necessário, retome com os estudantes os conteúdos sobre os diferentes tipos de ambientes, abordados nas unidades 2, 3 e 4
APRESENTAÇÃO TEATRAL EM HOMENAGEM AO DIA INTERNACIONAL DA MULHER EM UMA ESCOLA QUILOMBOLA, NO MUNICÍPIO DE NOSSA SENHORA DO LIVRAMENTO, MATO GROSSO, EM 2020.
C.

PESSOAS PARTICIPANDO DE CONGADA EM UMA RUA NO MUNICÍPIO DE CONTAGEM, MINAS GERAIS, EM 2025.
A ) EM QUAL AMBIENTE ACONTECEU CADA UMA DAS CELEBRAÇÕES RETRATADAS NAS FOTOGRAFIAS?
• FOTOGRAFIA A:
• FOTOGRAFIA B:
• FOTOGRAFIA C:
Resposta: Fotografia A: ambiente escolar; fotografia B: ambiente doméstico; fotografia C: ambiente comunitário.
B ) QUEM COSTUMA PARTICIPAR DAS CELEBRAÇÕES EM CADA UM DESSES AMBIENTES?
• FOTOGRAFIA A:
• FOTOGRAFIA B:
• FOTOGRAFIA C:
Resposta: Fotografia A: comunidade escolar; fotografia B: familiares e amigos; fotografia C: pessoas da comunidade.
3. Objetivo
• Estabelecer comparações entre os diferentes ambientes comemorativos. Sugestão de intervenção
Convide os estudantes a explorarem as imagens e, em duplas, descreverem elementos que chamem a atenção deles, como: local, vestimentas, decorações etc. Na imagem A, destaque as crianças no pátio da escola e as salas de aula atrás delas. Peça-lhes que digam exemplos de festividades que ocorrem na escola. Na imagem B, explore a composição do bolo com os doces e os balões coloridos em cima da mesa. Destaque que, nos ambientes domésticos, acontecem comemorações mais restritas aos familiares e amigos, como as festas de aniversário. Por fim, na imagem C, as pessoas estão de pé, vestindo roupas coloridas e segurando diferentes elementos. Comente que as festividades comunitárias englobam toda a sociedade e podem comemorar tanto as celebrações de âmbito nacional, como o desfile do Dia da Independência, quanto as de âmbito regional, como a Congada. Espera-se que os estudantes observem que, nos ambientes comemorativos, há características específicas, além da variedade de pessoas que participam das festividades.
Aproveite a atividade para comentar que, apesar de cada festividade ter um ambiente apropriado, há celebrações que variam de local. Exemplifique-as com base nas comemorações de aniversário em escolas ou locais comunitários, como parques. Destaque que, pelo respeito e pelo cuidado com o ambiente e com os outros, é possível ter momentos agradáveis de celebrações em diferentes ambientes.
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• A atividade 3 contempla o desenvolvimento da habilidade EF01HI08 ao propor a identificação de diferentes festividades e sua relação com os diferentes ambientes da vida dos estudantes.
• Perceber que um mesmo objeto – neste caso, os brinquedos – pode ser feito de diferentes materiais, dependendo do tipo e das características dos materiais.
Sugestão de intervenção
Se algum estudante apresentar dificuldade nesta atividade, primeiro, peça a ele que reflita sobre a principal forma de uso dos brinquedos apresentados nas imagens. Em seguida, incentive-o a refletir sobre as características dos materiais que possibilitam esse tipo de uso. Por exemplo, o avião de papel precisa ser feito de um material leve que lhe possibilite planar no ar. Por sua vez, o pião precisa ser feito de um material resistente ao impacto, considerando que ele é lançado ao chão durante a brincadeira. É possível levar exemplares desses brinquedos para a sala de aula e simular com a turma o uso deles. Ao fim da atividade, você pode permitir que eles brinquem com os brinquedos. Para isso, organize-os em grupos e promova a rotação dos brinquedos na turma.
A atividade 4 leva os estudantes a analisarem os brinquedos apresentados e, com base em suas funções/ usos e nas características dos materiais, a identificarem aqueles que podem ser usados em sua produção, possibilitando o desenvolvimento da habilidade EF01CI01 da BNCC.
4. OBSERVE AS IMAGENS A SEGUIR E REFLITA SOBRE O USO DE CADA BRINQUEDO. EM SEGUIDA, MARQUE UM X NO NOME DOS MATERIAIS QUE PODEM SER UTILIZADOS PARA FABRICAR CADA UM DELES.
IMAGENS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. B.

PEÇAS DE MONTAR.

ROBÔ.

PIÃO.

AVIÃO.
Proponha uma caminhada pelos ambientes da escola, observando, por exemplo, os materiais de que são feitos os brinquedos das salas e do parque (caso haja na escola); a construção do prédio da escola, como o telhado, as paredes e as janelas. Depois, proponha uma roda de conversa no pátio da escola, incentivando os estudantes a compartilharem os tipos de materiais identificados e algumas características desses materiais. Aproveite o momento para avaliar a compreensão deles sobre o tema e para corrigir eventuais equívocos. A.
METAL
PAPEL ARGILA TECIDO VIDRO PLÁSTICO
Resposta: METAL; ARGILA; PLÁSTICO.
PLÁSTICO
PAPEL METAL VIDRO
Resposta: PLÁSTICO; METAL.
PAPEL
MADEIRA METAL TECIDO
Resposta: MADEIRA; METAL.
MADEIRA PAPEL VIDRO METAL
Resposta: PAPEL.
5. MARQUE UM X NAS IMAGENS QUE REPRESENTAM EVENTOS QUE GERALMENTE SÃO REALIZADOS NO AMBIENTE ESCOLAR.
Resposta: FORMATURA; FEIRA CULTURAL ESCOLAR.
IMAGENS COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.




COMEMORAÇÃO DE ANO-NOVO. FEIRA CULTURAL ESCOLAR.
A ) LEIA EM VOZ ALTA AS LEGENDAS DAS IMAGENS.
Resposta pessoal. Aproveite para avaliar a capacidade de leitura dos estudantes.
B ) EM CASA, LEIA AS LEGENDAS EM VOZ ALTA PARA UM ADULTO DA SUA FAMÍLIA.
Resposta pessoal. Incentive os estudantes a interagirem com seus familiares.
5. Objetivo
• Compreender os ambientes festivos como locais de interação e sociabilização. Sugestão de intervenção
Nesta atividade, promova uma roda de conversa para os estudantes discutirem e analisarem atentamente as quatro ilustrações. Ajude-os a identificar a professora na formatura entregando o diploma a uma estudante que veste uma beca. Na festa de aniversário, aponte os familiares e amigos que cantam parabéns ao aniversariante. Nas imagens referentes à comemoração de Ano-Novo, destaque as crianças e os adultos na rua, vestidos de branco e celebrando o ano que se inicia. Por fim, diga-lhes que na feira cultural escolar os estudantes estão uniformizados, apresentando seus trabalhos para os colegas. Em seguida, verifique se eles perceberam as relações sociais retratadas em cada imagem.
• A atividade 5 contribui para o desenvolvimento da habilidade EF01HI08 ao possibilitar a identificação de diferentes festividades e sua relação com os diversos ambientes.
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1. Objetivo
• Reconhecer e diferenciar a mão esquerda e a mão direita por meio da observação de fotografias.
Sugestão de intervenção
Oriente-os a colocar uma das mãos sobre uma folha de papel avulsa e traçar o contorno com a outra mão.
Repita o procedimento com a outra mão e, em seguida, promova uma conversa sobre os desenhos e as diferenças entre as mãos. Caso haja estudantes com deficiência física, oriente-os a realizar a atividade em duplas, recebendo o apoio necessário do colega e promovendo a cooperação e a inclusão durante a atividade.
2. Objetivo
• Identificar hábitos que contribuem para a higiene do corpo e para a manutenção da saúde.
Sugestão de intervenção
Caso algum estudante tenha dificuldade para realizar esta atividade, leia com ele os hábitos de higiene do corpo listados e, para cada um deles, questione qual é a razão de realizarmos esse hábito. Pergunte: “Por que lavamos as mãos com água e sabão?” Conclusão: Porque isso ajuda a remover sujeira e possíveis agentes causadores de doenças. Use a mesma estratégia para os outros hábitos de higiene. Esta abordagem, além de auxiliar os estudantes na identificação dos hábitos que ajudam a cuidar da saúde, possibilita retomar as razões pelas quais esses hábitos ajudam nesse cuidado com a saúde. Por isso, é uma abordagem que pode ser aplicada com toda a turma após a realização da atividade.
3. Objetivo
• Reconhecer em que fase da vida ele está.
Sugestão de intervenção
Caso algum estudante tenha dificuldade para realizar a atividade, retome
1. CONTE QUANTAS MÃOS DIREITAS E QUANTAS MÃOS ESQUERDAS ESTÃO REPRESENTADAS A SEGUIR. DEPOIS, ANOTE A RESPOSTA.
Professor, professora: As legendas das imagens não foram inseridas para não comprometerem a realização da atividade.
IMAGENS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI.




Resposta: 3 MÃOS ESQUERDAS; 2 MÃOS DIREITAS.

MÃOS ESQUERDAS MÃOS DIREITAS
2. COM O PROFESSOR, LEIA OS TEXTOS A SEGUIR. DEPOIS, PINTE OS QUADROS QUE APRESENTAM HÁBITOS QUE CONTRIBUEM PARA A HIGIENE DO CORPO E PARA A MANUTENÇÃO DA SAÚDE.
LAVAR AS MÃOS COM ÁGUA E SABÃO.
ESCOVAR OS DENTES.
USAR FIO DENTAL. TOMAR VACINAS. TOMAR BANHO. CORTAR AS UNHAS.
3. CUBRA O PONTILHADO DO NOME DA FASE DA VIDA EM QUE VOCÊ ESTÁ.
Resposta: Infância.
2. Resposta: LAVAR AS MÃOS COM ÁGUA E SABÃO; ESCOVAR OS DENTES; USAR FIO DENTAL; TOMAR VACINAS; TOMAR BANHO; CORTAR AS UNHAS.
coletivamente as fases da vida utilizando recursos visuais ou situações do cotidiano. Pergunte “Quando somos bebês, o que conseguimos fazer?”; “Na infância, o que já aprendemos a fazer sozinhos?”; “Na fase adulta, quais são as principais responsabilidades?”. Relacione as perguntas às imagens ou aos exemplos próximos para facilitar a compreensão. Se a dificuldade estiver na escrita, escreva o termo correspondente na lousa, demonstrando o movimento da letra cursiva e pedindo que eles repitam no caderno. Esta abordagem contribui para reforçar tanto o reconhecimento das fases da vida quanto a prática da escrita cursiva.
BNCC
• A atividade 1 explora aspectos da habilidade EF01GE09
• A atividade 2 possibilita o desenvolvimento da Competência geral 8 e da Competência específica de Ciências da Natureza 7, além da habilidade EF01CI03
• A atividade 3 possibilita o desenvolvimento da habilidade EF01HI01
4. DESENHE NO ESPAÇO A SEGUIR UMA MANEIRA DE CONHECER A HISTÓRIA DE UMA FAMÍLIA.
Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes desenhem atividades que representam maneiras de conhecer a história de uma família, como conversar com os familiares, realizar tarefas domésticas cotidianas, ver fotografias antigas, assistir a vídeos antigos e analisar documentos e objetos pessoais.
5. COMPLETE O DIAGRAMA COM AS PALAVRAS A QUE SE REFEREM AS AFIRMATIVAS A SEGUIR.
A.
PERÍODO DO DIA QUE ABRANGE APÓS O MEIO-DIA ATÉ O MOMENTO EM QUE O SOL SE PÕE NO HORIZONTE.
B. C.
D.
PERÍODO DE TEMPO FORMADO POR SETE DIAS, DE DOMINGO A SEGUNDA-FEIRA.
PERÍODO DO DIA ENTRE O MOMENTO EM QUE O SOL SURGE NO HORIZONTE E O MEIO-DIA.
PERÍODO DO DIA EM QUE O SOL SE PÕE ATÉ ELE SURGIR NOVAMENTE NO HORIZONTE, NO DIA SEGUINTE.
A. T
B. E C. M P
D. O
6. CONTE PARA OS COLEGAS UMA ATIVIDADE QUE VOCÊ FAZ:
4. Objetivo
• Identificar tipos de fontes históricas que permitem conhecer a história de uma família.
Sugestão de intervenção
Se algum estudante não realizar de forma correta esta atividade, retome com ele o conceito de fonte histórica e explique-lhe que as fontes são vestígios analisados com o objetivo de compreender o passado, logo, para conhecer a história de uma família, é possível conversar com os familiares, ver fotografias, vestimentas, móveis, documentos e vídeos antigos que revelam informações sobre o modo de vida das pessoas. Em seguida, escreva na lousa esses exemplos e solicite-lhe que leia com você o nome de cada um.
5. Objetivo
• Reconhecer e diferenciar diversas escalas de tempo e reconhecer sua relação com a passagem do tempo.
Sugestão de intervenção
Resposta: A – TARDE; B – SEMANA; C – MANHÃ; D – NOITE. atividades em lugares fechados e utilizam roupas que mantenham o corpo aquecido.
A ) EM UM DIA CHUVOSO E FRIO. B ) À NOITE.
Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes contem que realizam
Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes contem que realizam atividades como fazer a lição da escola, brincar, conversar com os pais ou responsáveis ou dormir.
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6. Objetivo
• Identificar e relatar oralmente atividades desempenhadas de acordo com o período do dia ou com o tempo atmosférico.
Sugestão de intervenção
Organize uma conversa sobre o assunto e incentive os estudantes a identificarem diferentes atividades que exercem no dia a dia. Depois, pergunte-lhes em qual período eles fazem cada uma: se durante o dia ou à noite. Repita o procedimento, orientando-os a identificar se praticam essas atividades quando está frio e chuvoso ou quando o tempo está quente e ensolarado. Caso haja algum estudante que tenha dificuldade de se expressar oralmente, oriente-o a fazer a atividade por meio de desenho.
• A atividade 4 favorece o desenvolvimento de aspectos da habilidade EF01HI02
• A atividade 5 favorece o aprimoramento das habilidades EF01CI05 e EF01CI06
• A atividade 6 permite o desenvolvimento das habilidades EF01GE05, EF01GE10 e EF01GE11
Se algum estudante apresentar dificuldade para realizar esta atividade, reproduza na lousa o diagrama e leia com ele as sentenças em voz alta, incentivando-o a identificar a qual período do dia ou passagem do tempo elas se referem. Avalie, por exemplo, se o estudante percebe que após o pôr do sol começa o período da noite e que os ambientes deixam de ser iluminados diretamente pela luz solar; questione-o sobre qual período do dia se inicia quando o Sol surge no horizonte. Ajude-o a preencher corretamente o diagrama e, caso necessário, retome os conceitos já trabalhados sobre os períodos do dia e a contagem do tempo. Se julgar conveniente, relacione as atividades diárias a cada afirmativa a fim de incentivar os estudantes a reconhecerem os períodos do dia.
7. Objetivo
• Identificar materiais usados na construção da própria moradia.
Sugestão de intervenção
Apresente imagens de diferentes moradias e peça que identifiquem os materiais usados nessas construções. Incentive-os a reconhecer se essa parte de suas moradias também é feita com esse mesmo material. Caso haja algum estudante com dificuldade de se expressar oralmente, oriente-o a desenvolver sua atividade por meio de desenho.
8. Objetivo
• Reconhecer e relacionar diferentes objetos aos lugares onde eles são encontrados.
Sugestão de intervenção
Promova a observação coletiva dos objetos ilustrados e motive os estudantes a identificarem cada um deles. Depois, incentive-os a ler em voz alta os lugares destacados na atividade e a se recordarem do que, normalmente, observam neles. Peça-lhes que conversem entre eles para relacionar cada objeto ao lugar correspondente e faça as intervenções necessárias.
9. Objetivo
• Identificar os materiais de objetos de uso cotidiano, reconhecer as características desses materiais e relacioná-las ao uso de determinados objetos.
Sugestão de intervenção
No item A, caso algum estudante cite materiais inadequados, leve para a sala de aula dois garfos, sendo um de plástico e outro de metal, e mostre-os a ele. Se julgar pertinente, permita que ele manipule esses objetos, sob sua supervisão, a fim de evitar acidentes com as pontas dos objetos.
No item B, caso algum
7. Resposta pessoal. Comente que, na construção da moradia, foram utilizados vários materiais e que, nesta atividade, eles devem contornar apenas um deles.
7. CONTORNE O NOME DE UM TIPO DE MATERIAL UTILIZADO NA CONSTRUÇÃO DA SUA MORADIA.
CIMENTO TIJOLO MADEIRA PALHA TELHA BARRO
8. RELACIONE OS OBJETOS AOS LUGARES DA MORADIA EM QUE GERALMENTE ENCONTRAMOS CADA UM DELES. PARA ISSO, FORME PARES DE LETRAS E NÚMEROS.
IMAGENS COM ELEMENTOS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI. CORES FANTASIA.



A. B. C. D.

FOGÃO. CARTEIRA. CHUVEIRO. SEMÁFORO.
Resposta: A – 3; B – 1; C – 4; D – 2
9. OBSERVE OS OBJETOS A SEGUIR.

IMAGENS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI.
GARFO. GARFO. A. B.

A ) CONTE A UM COLEGA DE QUE MATERIAL É FEITO CADA UM DESSES GARFOS.
Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes respondam que o garfo A é feito de metal e o garfo B é feito de plástico.
B ) CONTORNE O GARFO QUE É MENOS RESISTENTE E QUE, EM ALGUNS CASOS, SE QUEBRA QUANDO O USAMOS EM ALIMENTOS MAIS DUROS.
Resposta: Garfo B
C ) QUE PARTE DO CORPO, GERALMENTE, UTILIZAMOS PARA MANIPULAR OS OBJETOS MOSTRADOS NAS FOTOGRAFIAS?
Resposta: As mãos.
estudante marque o garfo A, mostre na prática a resistência de um garfo de plástico e a de um de metal simulando o uso deles em um alimento mais duro, para que o estudante compare a resistência dos dois.
No item C, caso algum estudante tenha dificuldade de identificar a parte do corpo usada na manipulação desses objetos, solicite a ele que descreva quais atividades diárias ele exerce usando as partes do corpo já estudadas.
• As atividades 7 e 8 favorecem o desenvolvimento das habilidades EF01GE01 e EF01GE06
• A atividade 9 permite o aprimoramento da habilidade EF01CI01
D ) É ACONSELHÁVEL FAZER UM GARFO DE PAPELÃO PARA SE ALIMENTAR? POR QUÊ? MARQUE UM X NA RESPOSTA MAIS ADEQUADA.
NÃO, PORQUE O PAPELÃO NÃO É RESISTENTE E, AO SE MOLHAR, ELE PODE FICAR FRÁGIL E NÃO PERFURAR OS ALIMENTOS.
Resposta: NÃO, PORQUE O PAPELÃO NÃO É RESISTENTE E, AO SE MOLHAR, ELE PODE FICAR FRÁGIL E NÃO PERFURAR OS ALIMENTOS.
SIM, PORQUE O PAPELÃO É MUITO DURO E RESISTENTE.
10. ESCREVA O NOME DE UMA PROFISSÃO QUE EXISTE NA ESCOLA.
Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes citem, por exemplo, professor/professora, zelador/zeladora, cozinheiro/cozinheira, diretor/diretora etc.
11. CONTE AO PROFESSOR E AOS COLEGAS UMA REGRA QUE EXISTE NA ESCOLA E QUE VOCÊ CONSIDERA IMPORTANTE.
12. DESENHE UM ELEMENTO QUE VOCÊ OBSERVA NO CAMINHO DE SUA CASA ATÉ A ESCOLA. ESCREVA O NOME DELE.
Resposta pessoal. Os estudantes podem desenhar elementos, como casas, comércios, árvores, edifícios, rios e lavouras.
11. Resposta pessoal. Auxilie os estudantes a identificarem regras existentes e que contribuem para um bom convívio na escola.
estiverem inicialmente previstas, desde que façam sentido no contexto da escola.
11. Objetivo
• Explicar a importância de uma regra da escola.
Sugestão de intervenção
Liste com os estudantes algumas regras de funcionamento da escola e solicite a eles que imaginem o que aconteceria na rotina se essas regras não existissem ou não fossem cumpridas por todos.
12. Objetivo
• Reconhecer e representar em um dese-
nho elementos presentes no percurso entre a casa onde mora e a escola.
Sugestão de intervenção
Incentive os estudantes a se imaginarem realizando o percurso entre a casa e a escola. Para ajudá-los a relembrar os aspectos desse caminho, oriente-os a contar aos colegas como e com quem percorrem esse trajeto, se ele é rápido ou demorado e por quais lugares passam. Se achar necessário, cite elementos que você observa no trajeto de sua moradia até a escola. Comente que eles podem desenhar construções, elementos naturais, objetos
9. (continuação)
Sugestão de intervenção
No item D, caso algum estudante tenha dificuldade de responder à atividade, leve para a sala de aula um pedaço de papelão. Se possível, recorte o papelão no formato de um garfo. Repita o procedimento anterior de simular o uso do garfo em alimentos e permita que os estudantes manipulem esse objeto, comparando com os garfos dos outros materiais.
10. Objetivo
• Avaliar se os estudantes reconhecem e nomeiam diferentes profissões que fazem parte do cotidiano escolar.
Sugestão de intervenção
Caso algum estudante tenha dificuldade, retome com a turma uma lista de profissões presentes na escola. Pergunte quem são as pessoas que encontram diariamente nesse espaço e quais funções elas desempenham. Incentive-os a citar exemplos como professor(a), diretor(a), merendeiro(a), inspetor(a) e porteiro(a). Para apoiar a compreensão, convide-os a compartilhar situações em que interagiram com esses profissionais ou proponha uma observação atenta da rotina escolar. Oriente-os também a registrar o nome da profissão de forma autônoma; se necessário, escreva algumas palavras na lousa como referência, favorecendo o processo de escrita. Valorize todas as respostas, mesmo as que não
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ou mesmo pessoas que observam durante o percurso. Caso haja estudantes com alguma deficiência física que os impeça de desenhar, solicite que respondam oralmente ou por outra forma de expressão que considerar pertinente.
BNCC
• As atividades 7 e 8 favorecem o desenvolvimento das habilidades EF01GE01 e EF01GE06
• Já a atividade 9 permite o desenvolvimento da habilidade EF01CI01.
13. Objetivo
• Relacionar frases e complementos, ao mesmo tempo que reflete sobre a importância das regras de convivência no ambiente escolar.
Sugestão de intervenção
Se algum estudante tiver dificuldade para realizar esta atividade, reproduza as frases na lousa e leia-as em voz alta com a turma. Incentive-o a identificar o complemento adequado, verificando se a frase formada faz sentido. Retome com exemplos práticos como a importância de respeitar regras no uso dos materiais escolares ou de colaborar com a limpeza da sala de aula. Caso seja necessário, debata com a turma situações cotidianas em que essas atitudes favorecem a convivência, reforçando o entendimento das sentenças.
14. Objetivo
• Identificar e diferenciar as características de ambientes que fazem parte da comunidade.
Sugestão de intervenção
Se algum estudante não desenvolver de forma correta a atividade do item A, auxilie-o a analisar a fotografia presente na página e questione-lhe sobre o que as pessoas estão fazendo, com qual objetivo elas vão até esse local e se ele já frequentou algum lugar parecido com esse. Conforme o estudante levanta hipóteses, peça-lhe que escreva novamente o nome desse local. No item B, auxilie-o caso tenha dificuldade em continuar a análise da imagem, identificando os produtos que estão à venda, e peça-lhe que leia novamente o enunciado da atividade. No item C, retome com ele quais são os ambientes que fazem parte da comunidade, como as ruas, e o que as diferencia de um ambiente doméstico. Utilize outros
13. A) Resposta pessoal. O objetivo desta atividade é incentivar a oralidade dos estudantes. Aproveite para avaliar a capacidade de leitura deles.
13. RELACIONE CADA INÍCIO DE FRASE AO SEU COMPLEMENTO, FORMANDO PARES DE LETRAS E NÚMEROS.
Resposta: A – 2; B – 1
1.
A. ORGANIZAÇÃO DOS AMBIENTES ESCOLARES.
RESPEITAR AS REGRAS DA ESCOLA É
TODOS DEVEM COLABORAR COM A LIMPEZA E A
2.
B. IMPORTANTE PARA A BOA CONVIVÊNCIA ENTRE TODOS.
A ) LEIA EM VOZ ALTA AS FRASES QUE SE FORMARAM.
14. OBSERVE A FOTOGRAFIA A SEGUIR.

MUNICÍPIO DE SALVADOR, BAHIA, EM 2024.
A ) QUE LOCAL A FOTOGRAFIA RETRATA? CONTE AOS COLEGAS.
Resposta: Uma feira livre.
B ) MARQUE UM X NO QUADRO QUE APRESENTA QUAIS PRODUTOS ESTÃO À VENDA NESSE LOCAL.
BRINQUEDOS FRUTAS E LEGUMES
Resposta: FRUTAS E LEGUMES.
exemplos da realidade do estudante, como a casa e a rua da escola. Após a comparação, peça-lhe que analise novamente a fotografia e que leia a atividade.
BNCC
• A atividade 13 favorece o desenvolvimento da habilidade EF01HI03 e da Competência geral 9
• A atividade 14 possibilita o aprimoramento da habilidade EF01HI04.
15. Resposta pessoal. Promova uma conversa com os estudantes identificando com eles algumas atividades, como as citadas na atividade, realizadas nas ruas ou praças do
C ) MARQUE UM X NO QUADRO QUE INDICA EM QUAL AMBIENTE ESSE TIPO DE LOCAL COSTUMA FICAR.
município onde moram.
EM AMBIENTES DA COMUNIDADE, COMO AS RUAS.
EM AMBIENTES DOMÉSTICOS, COMO QUINTAIS DE MORADIAS.
Resposta: EM AMBIENTES DA COMUNIDADE, COMO AS RUAS.
15. CONTE AO PROFESSOR E AOS COLEGAS UMA ATIVIDADE DE LAZER OU CULTURAL QUE JÁ ACONTECEU EM UMA RUA, PRAÇA OU UM PARQUE NO LUGAR ONDE VOCÊ VIVE.
16. PINTE O QUADRO DE CADA OBJETO COM A COR DA LIXEIRA ONDE ELE DEVE SER DESCARTADO.
Resposta: A – amarelo; B – vermelho; C – verde; D – azul.

IMAGENS SEM PROPORÇÃO ENTRE SI.
LATA VAZIA.


GARRAFAS E POTES.

17. CONVERSE COM OS COLEGAS SOBRE A AFIRMATIVA A SEGUIR. EM SEGUIDA, MARQUE UM X NO TEXTO QUE A COMPLETA ADEQUADAMENTE.
A RECICLAGEM É IMPORTANTE PORQUE:
PERMITE REUTILIZAR O OBJETO PARA OUTRA FINALIDADE, EVITANDO SEU DESCARTE.
PERMITE UTILIZAR OS MATERIAIS DE QUE SÃO FEITOS OS OBJETOS PARA FABRICAR OUTROS OBJETOS, DIMINUINDO A EXTRAÇÃO DE RECURSOS DO AMBIENTE.
Resposta: A RECICLAGEM É IMPORTANTE PORQUE: PERMITE UTILIZAR OS MATERIAIS DE QUE SÃO FEITOS OS OBJETOS PARA FABRICAR OUTROS OBJETOS, DIMINUINDO A EXTRAÇÃO DE RECURSOS DO AMBIENTE.
fia da página 217 ou apresente uma nova imagem dessas lixeiras. Anote na lousa a correspondência entre a cor da lixeira e o material que deve ser descartado nela.
Caso a dificuldade do estudante esteja em relacionar o objeto ao coletor adequado por ter identificado de maneira incorreta o material de que é feito cada objeto, leve para a sala de aula o objeto que ele não identificou para que o manipule e observe suas características. No caso da garrafa de vidro, apenas mostre o objeto e
não permita que o estudante o manuseie. No caso da lata, leve uma que ainda esteja fechada, a fim de evitar acidentes.
17. Objetivo
• Diferenciar reciclagem de reaproveitamento.
Sugestão de intervenção
Se algum estudante apresentar dificuldade para realizar esta atividade e marcar um X na primeira sentença, é provável que não esteja claro para ele a diferença entre
15. Objetivo
• Reconhecer atividades culturais e de lazer promovidas em espaços públicos da comunidade, distinguindo-as das práticas que acontecem em ambientes domésticos.
Sugestão de intervenção
Se algum estudante tiver dificuldade em responder, retome a diferença entre atividades que costumam ocorrer dentro de casa, como festas de aniversário em família, e aquelas que acontecem em ruas, praças ou parques, como festas juninas, feiras culturais ou apresentações musicais. Para apoiar a compreensão, pergunte se já participaram ou ouviram falar de algum desses eventos comunitários e peça que relatem como foi a experiência. Caso não tenham exemplos, apresente imagens ou cite festividades conhecidas em diferentes regiões, incentivando-os a perceber a diversidade cultural das comunidades.
16. Objetivo
• Identificar os materiais de que são feitos os objetos, bem como o modo de descarte; neste caso, a coleta seletiva.
Sugestão de intervenção
Se algum estudante tiver dificuldade para identificar as cores das lixeiras de coleta seletiva e os materiais que cada uma delas recebe, retome com ele essas informações. Se julgar pertinente, retome a fotogra-
03/10/2025 10:50:19
reaproveitamento e reciclagem. Nesse caso, retome os conceitos sobre reciclagem e reaproveitamento e realize novamente a atividade 5 da página 219
BNCC
• A atividade 15 permite o desenvolvimento da habilidade EF01HI08
• As atividades 16 e 17 colaboram para o aperfeiçoamento da habilidade EF01CI01
A SEGUIR, APRESENTAMOS SUGESTÕES PARA VOCÊ AMPLIAR SEUS
CONHECIMENTOS SOBRE OS TEMAS ABORDADOS AO LONGO DESTE VOLUME. APROVEITE A OPORTUNIDADE PARA INTERAGIR COM OS SEUS FAMILIARES! LEIA COM ELES OS LIVROS, ACESSEM OS SITES, ASSISTAM JUNTOS AOS FILMES E CONVERSEM SOBRE OS NOVOS CONHECIMENTOS ADQUIRIDOS.
O JEITO DE CADA UM: O RESPEITO À DIVERSIDADE
NO CONTEXTO ESCOLAR, ESSE LIVRO RESSALTA A IMPORTÂNCIA DAS ATITUDES DE RESPEITO ÀS DIFERENÇAS E PREFERÊNCIAS INDIVIDUAIS, VALORIZANDO O JEITO DE SER DE CADA PESSOA. GARCIA, EDSON GABRIEL. O JEITO DE CADA UM: O RESPEITO À DIVERSIDADE. SÃO PAULO: FTD, 2021.
ESTA CASA É MINHA

BETO E PAULA MORAVAM EM UM APARTAMENTO, MAS UM DIA MUDARAM-SE COM A FAMÍLIA PARA UMA CASA COM QUINTAL. DESCUBRA COMO ELES VÃO SE ADAPTAR À NOVA MORADIA.
MACHADO, ANA MARIA. ESTA CASA É MINHA! SÃO PAULO: MODERNA, 2008.
DUAS MAMÃES
O LIVRO APRESENTA PEDRO E SUAS DUAS MÃES. JUNTOS, ELES VIVEM MOMENTOS DE CARINHO, CUIDADO E DIVERSÃO, MOSTRANDO QUE O QUE FAZ UMA FAMÍLIA ESPECIAL NÃO É SER IGUAL ÀS OUTRAS, MAS O AMOR QUE UNE AS PESSOAS.
CAMPOS, CAROL. DUAS MAMÃES. SÃO PAULO: SEMENTE EDITORIAL, 2021.
O QUE ACONTECERIA COM A NOSSA SAÚDE SE DEIXÁSSEMOS DE LAVAR AS MÃOS? NESSE LIVRO, ACOMPANHE JOÃO, UMA CRIANÇA QUE SE ESQUECE SEMPRE DE LAVAR AS MÃOS DEPOIS DE BRINCAR, E DESCUBRA A IMPORTÂNCIA DESSE HÁBITO PARA A MANUTENÇÃO DA SAÚDE.

RENATO, ROBSON. JOÃO, LAVE AS MÃOS NATAL: TIMBÚ, 2021.

NOITE E DIA NA ALDEIA O DIA NA ALDEIA É CHEIO DE ATIVIDADES. À NOITE, REUNIÕES ACONTECEM EM VOLTA DA FOGUEIRA COM MÚSICA E DANÇA.
VAMOS CONHECER COMO O DIA E A NOITE
INFLUENCIAM A ROTINA EM UMA ALDEIA INDÍGENA?
HAKIY, TIAGO. NOITE E DIA NA ALDEIA CURITIBA: MARALTO, 2020.
A CASA DE CANDIDO PORTINARI
AVENTURE-SE EM UMA VISITA VIRTUAL À ANTIGA CASA ONDE
VIVEU CANDIDO PORTINARI, NO MUNICÍPIO DE BRODOWSKI, ESTADO DE SÃO PAULO. NESSA VISITA, VOCÊ PODE CONHECER
PARTE DA VIDA E DA OBRA
DESSE ARTISTA BRASILEIRO.


MUSEU CASA DE PORTINARI. DISPONÍVEL EM: https://www.museucasadeportinari.org.br/ tour-virtual/. ACESSO EM: 4 SET. 2025.
POVOS INDÍGENAS NO BRASIL MIRIM
NESSE SITE, VOCÊ IRÁ CONHECER ALGUMAS CURIOSIDADES SOBRE AS MORADIAS INDÍGENAS.
CASAS. POVOS INDÍGENAS NO BRASIL MIRIM. DISPONÍVEL EM: https://mirim.org/pt-br/como-vivem/casas. ACESSO EM: 4 SET. 2025.
INHOS E INHAS
INFELIZMENTE, ÀS VEZES, ALGUÉM PODE
SOFRER PRECONCEITO NA ESCOLA, SENDO TRATADO DE FORMA INJUSTA. ESSE LIVRO
MOSTRA COMO A AMIZADE E O CUIDADO AJUDAM A MUDAR ESSA SITUAÇÃO. VAMOS
JUNTOS DESCOBRIR COMO PEQUENAS
ATITUDES PODEM DEIXAR A ESCOLA MAIS
ALEGRE E ACOLHEDORA PARA TODOS?
CAZELLA, MARIANA. INHOS E INHAS. CURITIBA: INVERSO, 2020.

03/10/2025 10:48:00
PONTO DE VISTA
NESSE LIVRO, VOCÊ VAI ENTENDER POR QUE OS OBJETOS PARECEM DIFERENTES QUANDO OS OBSERVAMOS DE ALGUMAS POSIÇÕES.
FORJAZ, SONIA SALERNO. PONTO DE VISTA. SÃO PAULO: MODERNA, 2014.
O BAIRRO DO MARCELO
NO LIVRO, MARCELO PASSEIA PELOS

ESTABELECIMENTOS COMERCIAIS DO BAIRRO ONDE MORA, MOSTRANDO A VIDA EM SUA COMUNIDADE. NO FINAL, HÁ VÁRIAS BRINCADEIRAS PARA VOCÊ SE DIVERTIR!
ROCHA, RUTH. O BAIRRO DO MARCELO SÃO PAULO: SALAMANDRA, 2012.
ESSE LIVRO DESCREVE O DIA A DIA DE CAUÃ E INAUÊ, DOIS IRMÃOS QUE VIVEM EM UMA PEQUENA VILA ÀS MARGENS DO RIO JARI, NO ESTADO DO PARÁ.
VILELA, FERNANDO. TAPAJÓS. SÃO PAULO: BRINQUE-BOOK, 2012.


UM ROBÔ COM UMA IMPORTANTE MISSÃO
O CONSUMO EXAGERADO DE MATERIAIS FEZ A TERRA FICAR LOTADA DE RESÍDUOS SÓLIDOS E SE TORNAR INABITÁVEL, LEVANDO A HUMANIDADE A TER QUE SE ABRIGAR EM UMA NAVE NO ESPAÇO. SERÁ QUE ALGUM DIA OS SERES HUMANOS PODERÃO RETORNAR AO SEU LAR? NESSE FILME, ACOMPANHE A JORNADA DE UM ROBÔ QUE RECEBE UMA IMPORTANTE MISSÃO: LIMPAR E RECUPERAR A TERRA.
WALL-E, DE ANDREW STANTON. DISNEY E PIXAR, 2008 (97 MIN).

GRANDES MULHERES QUE SALVARAM O PLANETA NESSE LIVRO, CONHEÇA A HISTÓRIA DE MULHERES QUE CRIARAM SOLUÇÕES PARA TORNAR A TERRA UM LUGAR MELHOR PARA VIVER, ENTRE ELAS ISATOU CEESAY. PREOCUPADA COM O DESCARTE INADEQUADO DO PLÁSTICO NA GÂMBIA, ÁFRICA, ONDE VIVIA, ISATOU ENSINOU VÁRIAS MULHERES A REAPROVEITAREM O PLÁSTICO E FABRICAREM PRODUTOS QUE PUDESSEM SER VENDIDOS.
PANKHURST, KATE. GRANDES MULHERES QUE SALVARAM O PLANETA. COTIA: VR EDITORA, 2021.
MUSEU BRINQUEDIM

NO SITE DO MUSEU BRINQUEDIM, VOCÊ PODE PASSEAR SEM SAIR DE CASA E CONHECER BRINQUEDOS, ESCULTURAS E PINTURAS CRIADOS PELO ARTISTA CEARENSE DIM BRINQUEDIM (1967- ) AO LONGO DE 40 ANOS. CADA PEÇA MOSTRA COMO A IMAGINAÇÃO E A BRINCADEIRA
PODEM ENCHER A VIDA DE COR, ALEGRIA E CRIATIVIDADE. QUE TAL FAZER ESSA VISITA VIRTUAL?
MUSEU BRINQUEDIM. DISPONÍVEL EM: https://www.museubrinquedim.org.br/tour-virtual/. ACESSO EM: 4 SET. 2025.
KAKOPI, KAKOPI: BRINCANDO E JOGANDO COM CRIANÇAS DE VINTE PAÍSES AFRICANOS
VOCÊ VAI SE DIVERTIR COM A HISTÓRIA DE KORIR E CHENTAI, DOIS IRMÃOS QUE VIVEM NO QUÊNIA, PAÍS DA ÁFRICA, QUE, EM UMA PESQUISA ESCOLAR, CONHECEM VÁRIAS BRINCADEIRAS AFRICANAS.
BARBOSA, ROGÉRIO ANDRADE. KAKOPI, KAKOPI!: BRINCANDO E JOGANDO COM CRIANÇAS DE VINTE PAÍSES AFRICANOS. SÃO PAULO: MELHORAMENTOS, 2019.
NESSE FILME, CONHECEMOS DONA DORINHA, QUE RELEMBRA AS FESTAS JUNINAS DE SUA CIDADE. EM SUAS MEMÓRIAS, SURGEM DANÇAS, COMIDAS E BRINCADEIRAS QUE FAZEM DESSA CELEBRAÇÃO UM MOMENTO TÃO ESPECIAL. VAMOS ASSISTIR À OBRA E ENTRAR NO CLIMA DESSA FESTA?
ERA UMA NOITE DE SÃO JOÃO, DE BRUNA VELDEN. BRASIL, 2022 (11 MIN).


03/10/2025 10:48:03
ALMEIDA, Rosângela Doin de; PASSINI, Elza Yasuko. O espaço geográfico: ensino e representação. 4. ed. São Paulo: Contexto, 1992. (Repensando o Ensino).
As autoras abordam, nesse livro, a importância do trabalho escolar na construção de espaço pela criança, do aprendizado espacial no contexto sociocultural e da escola como sendo o ambiente para desenvolver o domínio espacial, a língua escrita, o raciocínio matemático e o pensamento científico.
AZEVEDO, Celicina Borges. Metodologia científica ao alcance de todos. 4. ed. Barueri: Manole, 2018.
Esse livro apresenta as principais etapas do método científico de maneira didática, além de abordar a importância do desenvolvimento de projetos e feiras de ciências para formação do estudante.
BARROS, José D’Assunção. Fontes históricas: introdução aos seus usos historiográficos. Petrópolis: Vozes, 2019. Nesse livro, o autor discute o papel das fontes históricas no ofício do historiador, debatendo a historicidade das fontes, a introdução de novas abordagens, os usos e os métodos.
BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Disponível em: https://www. planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao. htm. Acesso em: 16 set. 2025.
Conjunto de leis fundamentais do Brasil, a Constituição de 1988 determina os direitos e os deveres dos cidadãos. Estabelece também o papel do Estado nacional, delineando regras de funcionamento dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.
BRASIL. Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990 Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ ccivil_03/leis/l8069.htm. Acesso em: 16 set. 2025. Estatuto que dispõe sobre os direitos da criança e do adolescente.
BRASIL. Lei nº 11.645, de 10 de março de 2008 Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ ccivil_03/_ato2007-2010/2008/lei/l11645.htm. Acesso em: 16 set. 2025.
A lei determina a inclusão de conteúdos sobre as histórias e as culturas afro-brasileira e indígena nos currículos da Educação Básica, discutindo temas diversos que resgatem a sua contribuição na formação econômica, política, social, étnica e cultural do Brasil. BRASIL. Resolução nº 2, de 15 de junho de 2012. Disponível em: https://portal.mec.gov.br/ dmdocuments/rcp002_12.pdf. Acesso em: 16 set. 2025.
O texto reúne os princípios para o trabalho com a Educação Ambiental no Brasil, identificando seus objetivos, sua organização curricular e conteúdos, além da forma de inserção nos componentes curriculares da Educação Básica.
BRASIL. Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015 Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ ccivil_03/_ato2015-2018/2015/lei/l13146.htm. Acesso em: 16 set. 2025.
A lei determina os processos de inclusão da pessoa com deficiência no Brasil, incluindo o status de igualdade e de não discriminação, a necessidade de tratamento prioritário, seus direitos fundamentais (incluindo a educação) e a garantia à acessibilidade, à mobilidade, ao fomento científico e tecnológico e ao direito à justiça.
BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Segurança do paciente em serviços de saúde: higienização das mãos. Brasília: Anvisa, 2009. Esse documento apresenta orientações sobre a prática de higienização das mãos bem como a importância dessa prática para manutenção da saúde.
BRASIL. Ministério da Educação. Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais da Educação Básica. Brasília: MEC: SEB: Dicei, 2013. Documento que regulamenta princípios relacionados às diversas modalidades da Educação Básica nacional.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Versão final. Brasília, DF: MEC, 2018. Disponível em: https://basenacionalcomum. mec.gov.br/. Acesso em: 16 set. 2025.
Documento que estabelece as aprendizagens essenciais, as competências e as habilidades que os estudantes de todas as escolas públicas e particulares do Brasil devem desenvolver ao longo da educação básica (Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio).
BRASIL. Ministério da saúde. Guia alimentar para a população brasileira. 2. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2014.
Esse documento fornece orientações sobre práticas alimentares que promovem a alimentação adequada e saudável.
CALLAI, Helena Copetti (org.). Educação geográfica: reflexão e prática. 2. ed. Ijuí: Unijuí, 2014. (Coleção Ciências Sociais).
A obra discute e convida os docentes a pensar, fazer e produzir uma educação geográfica que promova o ensino da Geografia por intermédio da análise espacial.
CARLOS, Ana Fani Alessandri (org.). A geografia na sala de aula. Goiânia: Alternativa, 2002. Essa obra, composta de artigos de vários autores, trabalha métodos de ensino e temas diversos que tratam sobre cidadania, história do pensamento geográfico, Cartografia, cinema, televisão, metrópole e responsabilidades sociais para a compreensão do espaço geográfico.
CASTROGIOVANNI, Antonio Carlos (org.). Ensino de geografia: práticas e textualizações no cotidiano. 11. ed. Porto Alegre: Mediação, 2014. Por meio de discussões teóricas e reflexões sobre algumas práticas no ensino de Geografia, os autores
03/10/2025 10:44:53
sugerem práticas pautadas no cotidiano dos estudantes, visando a uma construção ativa e significativa dos conhecimentos geográficos.
CAVALCANTI, Lana de Souza. Geografia e práticas de ensino. Goiânia: Alternativa, 2002. O livro apresenta textos que vão contribuir com vários aspectos relacionados à prática pedagógica e a questões teóricas ligadas à Geografia, defendendo a escola como lugar de encontro de culturas e de formação cidadã.
CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE (Conama). Resolução n° 275, de 25 de abril de 2001. Disponível em: https://conama. mma.gov.br/index.php?option=com_ sisconama&task=documento.download&id=13871. Acesso em: 24 set. 2025.
Resolução que estabelece as cores das lixeiras para os diferentes resíduos sólidos da coleta seletiva.
ESCOVAÇÃO correta evita mau hálito e formação de placas nos dentes. Gov.br, 3 nov. 2022. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/ assuntos/noticias/2022/outubro/escovacao -correta-evita-mau-halito-e-formacao-de-placas -nos-dentes. Acesso em: 24 set. 2025. Esse site apresenta informações sobre a escovação adequada dos dentes.
FAZENDA, Ivani Catarina Arantes (org.). Didática e interdisciplinaridade. Campinas: Papirus, 2012. (Coleção Práxis).
O livro apresenta as contribuições de vários autores sobre temáticas que envolvem interdisciplinaridade e didática, em que o professor, com base no cotidiano de suas práticas, segue o caminho da invenção, da descoberta da pesquisa e da construção.
FUNARI, Pedro Paulo; PIÑÓN, Ana. A temática indígena na escola: subsídios para os professores. São Paulo: Contexto, 2011.
A obra contribui com propostas de estudos para a formação dos professores, com informações mais aprofundadas sobre a questão indígena no Brasil e sua representação nas escolas.
HERNANDEZ, Leila Leite. A África na sala de aula: visita à história contemporânea. São Paulo: Selo Negro, 2005.
Obra que propõe um olhar para a história da África enquanto um continente diversificado, com grande variedade política, cultural e étnica. A autora procura mostrar que parte significativa dos problemas da África contemporânea é reflexo de questões históricas do período de colonização daquele continente.
HICKMAN JR., Cleveland; ROBERTS, Larry; LARSON, Allan. Princípios integrados de zoologia. Tradução de Antonio Carlos Muques et al. 11. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009.
Esse livro de Zoologia integra diferentes áreas da Biologia trabalhando a questão dos animais e suas relações com o ambiente de maneira multidisciplinar.
JULIANO, Marcio de Cássio. Consumo excessivo e o modelo de economia de materiais. Revista Terceiro Setor & Gestão - UNG-SER, Guarulhos, v. 3. n. 1, 2009. Disponível em: https://revistas.ung.br/index. php/3setor/article/view/519. Acesso em: 6 jul. 2021. Esse artigo trata do consumo desenfreado e suas consequências para o ser humano e o meio ambiente. Apresenta a cadeia produtiva desde a obtenção da matéria-prima ao descarte dos bens produzidos.
KATUTA, Ângela Massumi. As geografias e as cartografias como instrumentos de emancipação e lutas em defesa da dignidade das existências.
In: CATTANEO, Dilermando; CÂMARA, Marcelo A.; SILVEIRA, Renata F. (org.). Geografias das R-existências. Ponta Grossa: Monstro dos Mares, 2021. p. 201-202.
A autora apresenta uma reflexão sobre a importância de valorizar a produção e representação do espaço elaboradas por diferentes grupos sociais, como os povos tradicionais e as populações das periferias urbanas.
LESANN, Janine. Geografia no ensino fundamental I. Belo Horizonte: Argvmentvm, 2009. Esse livro aborda diversas atividades práticas e orientações pedagógicas e didáticas para o ensino de Geografia.
LONGHINI, Marcos Daniel. (org.). Ensino de astronomia na escola: concepções, ideias e práticas. Campinas: Átomo, 2014. O livro discorre sobre concepções, ideias e práticas voltadas para o ensino de Astronomia na escola e aborda diversos temas da área.
MAGALHÃES, Marcelo de Souza et al Ensino de história: usos do passado, memória e mídia. Rio de Janeiro: FGV, 2014.
Livro que reúne textos de diversos estudiosos sobre o ensino de História. Tem como objetivo apresentar reflexões sobre a História e as relações entre passado e presente no cotidiano escolar, assim como no âmbito acadêmico.
MALUF, Maria R.; CARDOSO-MARTINS, Cláudia (org.). Alfabetização no século XXI: como se aprende a ler e a escrever. Porto Alegre: Penso, 2013. Obra que reúne pesquisas de diversos estudiosos sobre o ensino e a aprendizagem de leitura e escrita na educação brasileira. Apresenta evidências científicas de diferentes áreas do conhecimento.
MELLO, Ana Paula Barbieri de; SUDBRACK, Edite Maria. BNCC e a consciência fonológica: aportes para a leitura e a escrita? Curitiba: CRV, 2019. A obra disserta sobre o lugar da consciência fonológica nas Políticas Públicas Educacionais, principalmente na BNCC para a educação infantil, e valoriza a consciência fonológica como um mecanismo de contribuição na construção da leitura e da escrita.
MILLER, George; SPOOLMAN, Scott. Ciência ambiental. São Paulo: Cengage Learning, 2008. O livro apresenta estudos sobre a natureza, sua interação com o ser humano e uma maneira sustentável de viver. Tudo com base científica e estudos de caso.
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04/10/2025 15:31:40
MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE GOIÁS. Cartilhas, livros e manuais - pessoas com deficiência. Disponível em: https://www.mpgo. mp.br/portal/conteudo/cartilhas-livros-e-manuais -pessoas-com-deficiencia#.YGXbWa9KjIX. Acesso em: 24 set. 2025. Este site traz diversas cartilhas, guias e manuais com informações sobre vários tipos de deficiências e inclusão.
MIODOWNIK, Mark. De que são feitas as coisas: 10 materiais que constroem o nosso mundo. Tradução de Marcelo Barbão. São Paulo: Blucher, 2015. Nesse livro, o autor ensina Química explicando as propriedades de diferentes materiais do cotidiano, apresentando a Ciência de um modo acessível a todos.
MUNANGA, Kabengele (org.). Superando o racismo na escola. 2. ed. Brasília, DF: MEC, 2005. Obra que reúne textos de vários estudiosos, destinada principalmente a professores da Educação Básica. Os textos apresentam subsídios para os professores enfrentarem o racismo no cotidiano escolar brasileiro.
ODUM, Eugene P.; BARRETT, Gary. W. Fundamentos de ecologia. São Paulo: Cengage Learning, 2011. O livro aborda a Ecologia como um todo com ênfase nos dilemas humanos.
PASSINI, Elza Yasuko. Alfabetização cartográfica e o livro didático: uma análise crítica. 2. ed. Belo Horizonte: Lê, 1998.
A autora trabalha questões sobre conteúdo e metodologia em relação à leitura de mapas nos livros didáticos.
PINSKY, Jaime; PINSKY, Carla Bassanezi (org.). História da cidadania. São Paulo: Contexto, 2003.
A obra reúne textos de vários intelectuais brasileiros que discutem os processos históricos que permitiram que a sociedade ocidental garantisse o pleno exercício dos direitos políticos, sociais e civis, assim como os elementos que ainda faltam para a integração daqueles que não exercem a cidadania.
PONTUSCHKA, Nídia Nacib; PAGANELLI, Tomoko lyda; CACETE, Núria Hanglei. Para ensinar e aprender geografia. São Paulo: Cortez, 2007. (Docência em Formação: Ensino Fundamental). O principal objetivo do livro é apresentar como a Geografia pode contribuir para o processo da formação docente, sendo capaz de fornecer uma linguagem articulada com os conhecimentos prévios e geográficos científicos e a vivência do espaço geográfico dos estudantes.
RAVEN, Peter; EVERT, Ray; EICHHORN, Susan. Biologia vegetal. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001.
Livro totalmente ilustrativo sobre Biologia Vegetal com textos objetivos, mas muito explicativos.
RUA, João et al Para ensinar geografia: contribuição para o trabalho com 1º e 2º graus. Rio de Janeiro: Access, 1993.
Esse livro reúne um conjunto de conteúdos programáticos, enfatizando a metodologia com exemplos práticos que permitem a construção de um raciocínio crítico e reflexivo.
SADAVA, David et al Vida: a ciência da biologia. 11. ed. Porto Alegre: Artmed, 2020. Uma coleção em três volumes que contempla diferentes áreas da Biologia como Biologia Celular, Genética, Microbiologia, Botânica, Zoologia, Ecologia e outras áreas.
SANTOS, Milton. Metamorfoses do espaço habitado: fundamentos teóricos e metodológicos de geografia. 6. ed. São Paulo: Edusp, 2021. Milton Santos aborda o dinamismo do espaço geográfico como resultado das ações humanas e das relações sociais. Além disso, apresenta reflexões essenciais para a geografia, destacando categorias de análise fundamentais para a compreensão dessa ciência.
SCHÂFFER, Neiva Otero et al Um globo em suas mãos: práticas para a sala de aula. Porto Alegre: UFRGS, 2003.
A obra aborda o trabalho com diversos temas do ensino de Geografia utilizando o globo terrestre em situações de aprendizagem.
SILVA, Janssen Felipe da; HOFFMANN, Jussara; ESTEBAN, Maria Teresa (org.). Práticas avaliativas e aprendizagens significativas: em diferentes áreas do currículo. Porto Alegre: Mediação, 2003. Os autores discutem práticas avaliativas em diferentes áreas do currículo, com destaque para a elaboração dessas práticas articuladas ao fazer pedagógico.
SILVA, Kalina Vanderlei; SILVA, Maciel Henrique. Dicionário de conceitos históricos. São Paulo: Contexto, 2006.
Obra que reúne uma série de conceitos que fazem parte do dia a dia dos profissionais e estudantes das Ciências Humanas.
SOUZA, Marina de Mello e. África e Brasil africano. São Paulo: Ática, 2006. Com rica iconografia, a obra apresenta um panorama sobre a formação do continente africano e de suas sociedades diversas.
STRAFORINI, Rafael. Ensinar geografia: o desafio da totalidade-mundo nas séries iniciais. 2. ed. São Paulo: Annablume, 2004.
O autor trabalha o conceito de espaço geográfico nas séries iniciais, enfocando a leitura de mundo com base nas especificidades do cotidiano.
TORTORA, Gerard; DERRICKSON, Bryan. Corpo humano: fundamentos de anatomia e fisiologia. Tradução de Alexandre Lins Wernek et al. 10. ed. Porto Alegre: Artmed, 2017.
O livro apresenta textos que abordam a estrutura e a função dos órgãos do corpo humano e alguns de seus distúrbios.
TURAZZI, Maria Inez; GABRIEL, Carmen Teresa. Tempo e História. São Paulo: Moderna, 2000. Obra que diferencia o tempo da vivência individual e o tempo compartilhado entre os grupos sociais, conceituando as principais representações do tempo pelas diversas sociedades e destacando os instrumentos de medição do tempo ao longo da história. As autoras também discutem os principais conceitos sobre tempo histórico e tempo cronológico.
04/10/2025 15:31:40
Este Manual do Professor é um complemento à primeira parte do Livro do Professor, oferecendo um suporte para o desenvolvimento docente e para o dia a dia em sala de aula. Neste manual, você encontrará uma série de informações importantes para o dia a dia em sala de aula, como a estrutura da BNCC, sugestões para desenvolver um trabalho interdisciplinar, informações sobre conceitos, objetivos e instrumentos de avaliação, reflexões sobre o papel do professor e a prática docente, e a fundamentação teórico-metodológica da coleção. Além disso, encon-
trará um quadro de distribuição dos conteúdos com as habilidades, competências gerais e específicas de cada componente curricular e os temas contemporâneos transversais da BNCC que estão sendo desenvolvidos em cada unidade, além de sugestões de cronogramas bimestrais, trimestrais e semestrais. Ao final desta parte, são também apresentadas sugestões de referências complementares para a prática docente e as referências bibliográficas comentadas utilizadas como consulta para a produção das orientações ao professor e deste Manual do Professor
Desde a publicação da Constituição Federal de 1988, o artigo 210 já previa a necessidade de uma base comum para a educação brasileira. Em 1996, com a aprovação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), as discussões sobre um documento que orientasse os currículos da Educação Básica em todo o Brasil ganharam ainda mais força. Em 2018, após um amplo processo de debates e contribuições de educadores e da sociedade, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) foi homologada.
A BNCC propõe uma progressão de aprendizagens que visa à formação humana integral dos estudantes e à construção de uma sociedade mais justa, democrática e inclusiva. O documento estabelece um aprendizado mínimo e comum, orientado por competências e habilidades que devem ser desenvolvidas em cada etapa de ensino.
Na BNCC, as áreas de conhecimento são compostas de componentes curriculares. Por meio de unidades temáticas, objetos de conhecimento e habilidades, esses componentes têm o objetivo de desenvolver as competências gerais e específicas.
A BNCC orienta que, ao longo da Educação Básica, os estudantes desenvolvam dez competências gerais, que envolvem a mobilização de conhecimentos, habilidades, atitudes e valores. Essas competências são o alicerce, definindo o que se espera que o estudante desenvolva ao longo da Educação Básica. Nesta coleção, as competências gerais da Educação Básica são trabalhadas por meio de temas, discussões e atividades que incentivam a reflexão crítica, com sugestões nas orientações ao professor
A seguir, apresentamos as competências gerais da Educação Básica.
Competências gerais da Educação Básica
1. Valorizar e utilizar os conhecimentos historicamente construídos sobre o mundo físico, social, cultural e digital para entender e explicar a realidade, continuar aprendendo e colaborar para a construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva.
2. Exercitar a curiosidade intelectual e recorrer à abordagem própria das ciências, incluindo a investigação, a reflexão, a análise crítica, a imaginação e a criatividade, para investigar causas, elaborar e testar hipóteses, formular e resolver problemas e criar soluções (inclusive tecnológicas) com base nos conhecimentos das diferentes áreas.
3. Valorizar e fruir as diversas manifestações artísticas e culturais, das locais às mundiais, e também participar de práticas diversificadas da produção artístico-cultural.
4.Utilizar diferentes linguagens – verbal (oral ou visual-motora, como Libras, e escrita), corporal, visual, sonora e digital – bem como conhecimentos das linguagens artística, matemática e científica, para se expressar e partilhar informações, experiências, ideias e sentimentos em diferentes contextos e produzir sentidos que levem ao entendimento mútuo.
5. Compreender, utilizar e criar tecnologias digitais de informação e comunicação de forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais (incluindo as escolares) para se comunicar, acessar e disseminar informações, produzir conhecimentos, resolver problemas e exercer protagonismo e autoria na vida pessoal e coletiva.
6. Valorizar a diversidade de saberes e vivências culturais e apropriar-se de conhecimentos e experiências que lhe possibilitem entender as relações próprias do mundo do trabalho e fazer escolhas alinhadas ao exercício da cidadania e ao seu projeto de vida, com liberdade, autonomia, consciência crítica e responsabilidade.
7. Argumentar com base em fatos, dados e informações confiáveis, para formular, negociar e defender ideias, pontos de vista e decisões comuns que respeitem e promovam os direitos humanos, a consciência socioambiental e o consumo responsável em âmbito local, regional e global, com posicionamento ético em relação ao cuidado de si mesmo, dos outros e do planeta.
8. Conhecer-se, apreciar-se e cuidar de sua saúde física e emocional, compreendendo-se na diversidade humana e reconhecendo suas emoções e as dos outros, com autocrítica e capacidade para lidar com elas.
9. Exercitar a empatia, o diálogo, a resolução de conflitos e a cooperação, fazendo-se respeitar e promovendo o respeito ao outro e aos direitos humanos, com acolhimento e valorização da diversidade de indivíduos e de grupos sociais, seus saberes, identidades, culturas e potencialidades, sem preconceitos de qualquer natureza. 10. Agir pessoal e coletivamente com autonomia, responsabilidade, flexibilidade, resiliência e determinação, tomando decisões com base em princípios éticos, democráticos, inclusivos, sustentáveis e solidários.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular Versão final. Brasília: MEC, 2018. p. 9-10. Disponível em: http:// basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_ versaofinal_site.pdf. Acesso em: 14 ago. 2025.
A BNCC propõe que o conteúdo chegue à sala de aula de maneira contextualizada, o que exige novas estratégias do professor, como a transposição didática. Isso significa converter o conteúdo científico em uma linguagem acessível e adaptada à realidade dos estudantes. Para isso, o estudo e a reavaliação constante da prática docente são essenciais.
A seguir, apresentamos algumas ações que podem ser aplicadas para desenvolver as competências gerais em sala de aula.
Sugestões de ações docentes para as competências gerais
Competência geral 1: Incentive os estudantes a reconhecerem a importância dos conhecimentos já adquiridos, mostrando como eles servem de base para a compreensão da realidade e para a construção de novos saberes.
Competência geral 2: Exercite a curiosidade intelectual, levando os estudantes a usarem a abordagem científica para investigar, levantar hipóteses, resolver problemas e analisar os resultados por meio de experiências e observações.
Competência geral 3: Proporcione o contato com diferentes manifestações culturais em âmbito local, regional e global e promova atividades artísticas, como grupos de dança, elaboração de roteiros e atuação em peças de teatro, festivais musicais e saraus.
Competência geral 4: Dê subsídios para que os estudantes se comuniquem por meio de diferentes linguagens, ajudando-os a selecionar a mais apropriada para cada situação.
Competência geral 5: Utilize de forma intencional e pedagógica diversas tecnologias em sala de aula, verificando o conhecimento prévio dos estudantes e diversificando os recursos metodológicos.
Competência geral 6: Ajude os estudantes a refletirem sobre o futuro e a importância da liberdade, autonomia e consciência crítica em suas escolhas profissionais e pessoais, valorizando a diversidade de saberes e experiências.
Competência geral 7: Ofereça subsídios para que os estudantes desenvolvam a capacidade de argumentar com base em fatos e dados confiáveis, sabendo selecionar e verificar a origem de diferentes fontes para negociar pontos de vistas e defender ideias.
Competência geral 8: Leve os estudantes a se compreenderem e se valorizarem dentro da diversidade, reconhecendo suas emoções e as dos outros, e exercitando a autocrítica.
Competência geral 9: Promova o exercício da empatia, do diálogo e da cooperação, incentivando os estudantes a resolverem conflitos de forma respeitosa e democrática.
Competência geral 10: Contribua para que os estudantes ajam de modo responsável, guiados por princípios éticos e de cidadania, e conscientes de que suas ações devem estar alinhadas à tomada de decisões inclusivas, sustentáveis e solidárias.
Nesta coleção, as competências gerais são destacadas nas orientações ao professor, principalmente no quadro BNCC, e são listadas no Quadro de distribuição dos conteúdos
Para que as competências gerais se manifestem em cada componente curricular, a BNCC estabelece as competências específicas. A organização dessas competências no Ensino Fundamental varia. Em áreas como Matemática e Ciências da Natureza, as competências específicas são as mesmas para o componente. Em áreas como Linguagens e Ciências Humanas, há competências específicas por área e para cada componente curricular que as compõem (Língua Portuguesa, Arte, Educação Física, Língua Inglesa, Geografia e História), reconhecendo as particularidades de cada um. Em todos os casos, as competências específicas colaboram para que os objetivos de aprendizagem sejam claros e coerentes, do nível mais amplo ao mais específico.
A seguir, apresentamos as competências específicas de Ciências da Natureza, História e Geografia.
AS COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS DE CIÊNCIAS DA NATUREZA PARA O ENSINO FUNDAMENTAL
De acordo com a BNCC, ao longo do Ensino Fundamental, os estudantes devem desenvolver as seguintes Competências específicas de Ciências da Natureza, descritas no quadro a seguir.
Competências específicas de Ciência da Natureza
1. Compreender as Ciências da Natureza como empreendimento humano, e o conhecimento científico como provisório, cultural e histórico.
2. Compreender conceitos fundamentais e estruturas explicativas das Ciências da Natureza, bem como dominar processos, práticas e procedimentos da investigação científica, de modo a sentir segurança no debate de questões científicas, tecnológicas, socioambientais e do mundo do trabalho, continuar aprendendo e colaborar para a construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva.
3. Analisar, compreender e explicar características, fenômenos e processos relativos ao mundo natural, social e tecnológico (incluindo o digital), como também as relações que se estabelecem entre eles, exercitando a curio-
sidade para fazer perguntas, buscar respostas e criar soluções (inclusive tecnológicas) com base nos conhecimentos das Ciências da Natureza.
4. Avaliar aplicações e implicações políticas, socioambientais e culturais da ciência e de suas tecnologias para propor alternativas aos desafios do mundo contemporâneo, incluindo aqueles relativos ao mundo do trabalho.
5. Construir argumentos com base em dados, evidências e informações confiáveis e negociar e defender ideias e pontos de vista que promovam a consciência socioambiental e o respeito a si próprio e ao outro, acolhendo e valorizando a diversidade de indivíduos e de grupos sociais, sem preconceitos de qualquer natureza.
6. Utilizar diferentes linguagens e tecnologias digitais de informação e comunicação para se comunicar, acessar e disseminar informações, produzir conhecimentos e resolver problemas das Ciências da Natureza de forma crítica, significativa, reflexiva e ética.
7. Conhecer, apreciar e cuidar de si, do seu corpo e bem-estar, compreendendo-se na diversidade humana, fazendo-se respeitar e respeitando o outro, recorrendo aos conhecimentos das Ciências da Natureza e às suas tecnologias.
8. Agir pessoal e coletivamente com respeito, autonomia, responsabilidade, flexibilidade, resiliência e determinação, recorrendo aos conhecimentos das Ciências da Natureza para tomar decisões frente a questões científico-tecnológicas e socioambientais e a respeito da saúde individual e coletiva, com base em princípios éticos, democráticos, sustentáveis e solidários.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular Versão final. Brasília: MEC, 2018. p. 324. Disponível em: http:// basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_ versaofinal_site.pdf. Acesso em: 14 ago. 2025.
AS COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS DE HISTÓRIA PARA
A seguir, apresentamos as competências específicas de História.
Competências específicas de História
1. Compreender acontecimentos históricos, relações de poder e processos e mecanismos de transformação e manutenção das estruturas sociais, políticas, econômicas e culturais ao longo do tempo e em diferentes espaços para analisar, posicionar-se e intervir no mundo contemporâneo.
2. Compreender a historicidade no tempo e no espaço, relacionando acontecimentos e processos de transformação e manutenção das estruturas sociais, políticas, econômicas e culturais, bem como problematizar os significados das lógicas de organização cronológica.
3. Elaborar questionamentos, hipóteses, argumentos e proposições em relação a documentos, interpretações e contextos históricos específicos, recorrendo a diferentes linguagens e mídias, exercitando a empatia, o diálogo, a resolução de conflitos, a cooperação e o respeito.
4. Identificar interpretações que expressem visões de
diferentes sujeitos, culturas e povos com relação a um mesmo contexto histórico, e posicionar-se criticamente com base em princípios éticos, democráticos, inclusivos, sustentáveis e solidários.
5. Analisar e compreender o movimento de populações e mercadorias no tempo e no espaço e seus significados históricos, levando em conta o respeito e a solidariedade com as diferentes populações.
6. Compreender e problematizar os conceitos e procedimentos norteadores da produção historiográfica.
7. Produzir, avaliar e utilizar tecnologias digitais de informação e comunicação de modo crítico, ético e responsável, compreendendo seus significados para os diferentes grupos ou estratos sociais.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular Versão final. Brasília: MEC, 2018. p. 402. Disponível em: http:// basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_ versaofinal_site.pdf. Acesso em: 14 ago. 2025.
De acordo com a BNCC, ao longo do Ensino Fundamental, os estudantes devem desenvolver as seguintes Competências específicas de Geografia, descritas no quadro a seguir.
Competências específicas de Geografia
1. Utilizar os conhecimentos geográficos para entender a interação sociedade/natureza e exercitar o interesse e o espírito de investigação e de resolução de problemas.
2. Estabelecer conexões entre diferentes temas do conhecimento geográfico, reconhecendo a importância dos objetos técnicos para a compreensão das formas como os seres humanos fazem uso dos recursos da natureza ao longo da história.
3. Desenvolver autonomia e senso crítico para compreensão e aplicação do raciocínio geográfico na análise da ocupação humana e produção do espaço, envolvendo os princípios de analogia, conexão, diferenciação, distribuição, extensão, localização e ordem.
4. Desenvolver o pensamento espacial, fazendo uso das linguagens cartográficas e iconográficas, de diferentes gêneros textuais e das geotecnologias para a resolução de problemas que envolvam informações geográficas.
5. Desenvolver e utilizar processos, práticas e procedimentos de investigação para compreender o mundo natural, social, econômico, político e o meio técnico-científico e informacional, avaliar ações e propor perguntas e soluções (inclusive tecnológicas) para questões que requerem conhecimentos científicos da Geografia.
6. Construir argumentos com base em informações geográficas, debater e defender ideias e pontos de vista que respeitem e promovam a consciência socioambiental e o respeito à biodiversidade e ao outro, sem preconceitos de qualquer natureza.
7. Agir pessoal e coletivamente com respeito, autonomia, responsabilidade, flexibilidade, resiliência e determinação, propondo ações sobre as questões socioambientais,
com base em princípios éticos, democráticos, sustentáveis e solidários.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular Versão final. Brasília: MEC, 2018. p. 366. Disponível em: http:// basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_ versaofinal_site.pdf. Acesso em: 14 ago. 2025.
Nesta coleção, os principais momentos em que as competências específicas podem ser desenvolvidas com os estudantes são destacados nas orientações ao professor, principalmente no quadro BNCC, e listados no Quadro de distribuição dos conteúdos
Para garantir o desenvolvimento das competências gerais e específicas, a BNCC organiza o currículo em três elementos interligados: unidades temáticas, objetos de conhecimento e habilidades.
As unidades temáticas são os grandes blocos de conhecimento que orientam a organização curricular. Elas funcionam como eixos estruturantes que agrupam temas e conceitos de forma mais ampla, garantindo uma abordagem contextualizada e progressiva ao longo dos anos escolares.
Dentro de cada unidade temática, os objetos de conhecimento são os conteúdos, conceitos e processos que devem ser ensinados.
As habilidades indicam ações, processos e competências a serem desenvolvidos e representam o que o estudante deve ser capaz de fazer com o conhecimento.
Embasado nesses elementos, o processo de ensino-aprendizagem dos estudantes não ocorre como uma mera transmissão de conteúdos. A unidade temática fornece o contexto, o objeto de conhecimento define o tema, e a habilidade define a ação que o estudante precisa executar, garantindo um aprendizado significativo e o desenvolvimento das competências.
Nesta coleção, os principais momentos em que as habilidades podem ser desenvolvidas com os estudantes
são destacados nas orientações ao professor, principalmente no quadro BNCC, e listados no Quadro de distribuição dos conteúdos
Para enriquecer o trabalho com as habilidades e competências gerais e específicas da BNCC e contextualizar o ensino, as propostas pedagógicas devem abordar os temas contemporâneos transversais (TCTs). Esses temas são assuntos relevantes para a formação cidadã dos estudantes e para a construção de uma sociedade mais justa, ética e sustentável. São temas com caráter interdisciplinar, que conectam os conteúdos escolares com o cotidiano dos estudantes e com questões atuais e relevantes em discussão na sociedade.
De acordo com o documento Temas contemporâneos transversais da BNCC, publicado em 2019, esses temas são de relevância local, regional e global e estão organizados em seis macroáreas.
• Meio ambiente: Educação ambiental; Educação para o consumo.
• Economia: Trabalho; Educação financeira; Educação fiscal.
• Saúde: Saúde; Educação alimentar e nutricional.
• Cidadania e civismo: Vida familiar e social; Educação para o trânsito; Educação em direitos humanos; Direitos da criança e do adolescente; Processo de envelhecimento, respeito e valorização do idoso.
• Multiculturalismo: Diversidade cultural; Educação para valorização do multiculturalismo nas matrizes históricas e culturais brasileiras.
• Ciência e tecnologia: Ciência e tecnologia.
Nesta coleção, esses temas são explorados em diferentes momentos no desenvolvimento dos conteúdos e recebem destaque na seção Coletivamente, contribuindo para a formação cidadã dos estudantes por meio de reflexões e propostas de resoluções para problemas, de modo que eles sejam atuantes na sociedade em que vivem.
Desde a década de 1990, o trabalho interdisciplinar tem ganhado relevância no Brasil, sendo incentivado em todos os níveis da Educação Básica. A interdisciplinaridade é a relação entre dois ou mais componentes curriculares que se unem para promover um conhecimento mais amplo e unificado. Essa abordagem vai além da simples comunicação de ideias: ela integra conceitos, metodologias e terminologias para que o conhecimento se torne mais significativo e conectado à realidade dos estudantes.
Ao integrar os conteúdos de diversos componentes curriculares, a interdisciplinaridade amplia a compreensão da realidade e contribui para a formação integral dos estudantes como cidadãos. No ambiente escolar, essa abordagem gera resultados positivos, pois incentiva a co-
laboração e a contextualização de temas, garantindo que o aprendizado esteja alinhado à vivência dos estudantes. No desenvolvimento de um trabalho interdisciplinar, tanto o professor quanto os estudantes devem estabelecer conexões entre os saberes mais amplos e os conteúdos específicos dos diferentes componentes curriculares. Com base nessa articulação, espera-se que consigam construir uma síntese que amplie sua compreensão, superando o nível de entendimento inicial.
Para que esse processo ocorra de forma efetiva, é imprescindível que o professor assuma um papel mediador nesse percurso, sendo o primeiro a exercitar esse movimento de integração. Nesse contexto, o professor deve mobilizar algumas competências, como:
• diferenciação, comparação e contraste entre diferentes perspectivas disciplinares, profissionais e interdisciplinares;
• identificação de pontos comuns e esclarecimento de como as diferenças se relacionam com a tarefa a ser cumprida;
• delineamento de um entendimento holístico baseado nos pontos comuns, mas que continua suscetível às diferenças.
[...]
KLEIN, Julie Thompson. Ensino interdisciplinar: didática e teoria. In: FAZENDA, Ivani Catarina Arantes (org.). Didática e interdisciplinaridade 17. ed. Campinas: Papirus, 2017. E-book. (Coleção Práxis).
Além disso, para realizar um trabalho interdisciplinar de maneira significativa, é essencial que ele esteja pautado nas experiências, no cotidiano e nos interesses dos estudantes. Isso implica aproveitar as situações que emergem naturalmente em sala de aula, por exemplo: perguntas formuladas por eles, projetos em andamento, investigações e demais práticas pedagógicas, como oportunidades para articular diferentes saberes.
Nas propostas interdisciplinares, é comum que os estudantes atuem em grupo, promovendo a interação entre eles. Essa prática fortalece habilidades importantes, como a cooperação, a argumentação, a escuta ativa e a organização de ideias.
Essa abordagem interdisciplinar exige metodologias mais dinâmicas e colaborativas, favorecendo a construção coletiva do saber. Ao promover a articulação entre os conteúdos curriculares, essa abordagem amplia as possibilidades de leitura e interpretação de mundo, tanto para os professores quanto para os estudantes, possibilitando uma compreensão do conhecimento como algo dinâmico, em constante construção e transformação.
Nesta coleção, você encontrará atividades cujo propósito é integrar diferentes componentes curriculares. As seções Coletivamente e Entre textos, por exemplo, podem trazer temas e reflexões que possibilitam um trabalho interdisciplinar. Além disso, o boxe Articulando conhecimentos detalha algumas integrações nas orientações ao professor, contribuindo para o aumento da criatividade e para a formação crítica e responsável dos estudantes na construção de seu conhecimento.
E O TRABALHO COM PROJETOS
INTERDISCIPLINARES
Para planejar um trabalho interdisciplinar, o ponto de partida é definir os objetivos de aprendizagem. Com base nisso, se for o caso, é importante dialogar com o professor de outros componentes curriculares para planejar estratégias conjuntas, considerando os objetivos previamente levantados, os conhecimentos prévios dos estudantes e como os conteúdos podem ser abordados de forma integrada. Quando não for possível contar com a colaboração do professor de outros componentes curriculares, cabe a você orientar os estudantes nas pesquisas, ensinando-os a bus-
car fontes confiáveis e adequadas à proposta, a fazer registros relevantes, a organizar as informações obtidas e a planejar como os resultados das pesquisas serão entregues.
Projetos investigativos e pesquisas também são exemplos de atividades que favorecem o trabalho interdisciplinar em sala de aula, pois envolvem tarefas que integram conhecimentos de diferentes áreas, como planejamento, levantamento de hipóteses, coletas de dados, análises, deduções e conclusões.
Os projetos oferecem aos estudantes oportunidades concretas de participação ativa no processo de construção do conhecimento, contribuindo diretamente para o desenvolvimento de diversas competências, como o pensamento crítico e reflexivo, a argumentação, a valorização do pluralismo de ideias, a criatividade, a cooperação, a autonomia e a comunicação.
Nesse contexto, você continua sendo o mediador, orientando e acompanhando os estudantes para que atuem com autonomia e sejam protagonistas do desenvolvimento do projeto.
É importante ressaltar que a estrutura de um projeto não deve ser encarada como um modelo fixo ou engessado. Os projetos podem assumir diferentes formatos, conforme os objetivos e os contextos de aplicação. Em geral, iniciam-se com uma situação-problema ou uma questão orientadora, que dá origem a um conjunto de etapas organizadas de forma lógica. A seguir, apresentamos um modelo com etapas fundamentais que podem nortear a elaboração de um projeto interdisciplinar.
• Definição da situação-problema ou da questão norteadora.
• Conversa sobre o tema e levantamento de hipóteses.
• Elaboração de questões norteadoras com base na situação-problema.
• Formação das equipes, distribuição de tarefas e estabelecimento de metas e prazos.
• Consulta de diversas fontes e coleta de informações.
• Organização, testes e execução do trabalho.
• Realização de ajustes finais.
• Avaliação durante o processo.
• Definição da participação dos integrantes que conduzirão a apresentação.
• Apresentação dos resultados para a comunidade escolar.
• Publicação do trabalho final.
• Avaliação dos resultados do projeto.
• Realização de autoavaliação.
• Verificação do desempenho e do desenvolvimento das aprendizagens dos estudantes.
Fonte de pesquisa: BENDER, William N. Aprendizagem baseada em projetos: educação diferenciada para o século XXI. Tradução de Fernando de Siqueira Rodrigues. Porto Alegre: Penso, 2014. p. 61.
A avaliação tem papel fundamental no processo de ensino-aprendizagem, pois é uma oportunidade de investigar, diagnosticar, refletir e intervir sobre o processo e acompanhar o desenvolvimento dos estudantes e sua atuação enquanto docente.
É fundamental compreender que a avaliação não deve ocorrer apenas em situações isoladas. O acompanhamento do percurso de aprendizagem dos estudantes precisa ser contínuo, tendo como base observações frequentes e diversificadas. Nesse sentido, o processo avaliativo deve fazer parte das práticas pedagógicas do dia a dia, de modo integrado ao planejamento e às atividades desenvolvidas em sala de aula.
A você, a avaliação possibilita observar e refletir sobre sua prática docente e a oportunidade de readequar e reajustar atividades, práticas e estratégias para alcançar determinados objetivos, com a participação ativa dos estudantes nesse processo. Desse modo, é de grande importância a interpretação dos resultados para que, com base neles, você possa refletir sobre intervenções a serem feitas para sanar possíveis defasagens e, assim, auxiliar no processo de construção do conhecimento, identificando possibilidades de recuperação e progressão do aprendizado.
É essencial que a avaliação seja compreendida como uma ferramenta de inclusão e de apoio ao processo de ensino-aprendizagem, evitando que seja usada apenas como
Avaliação diagnóstica
forma de analisar a eficiência e classificar os estudantes. Avaliar não deve ser sinônimo de rotular ou excluir, mas sim de compreender os percursos formativos dos estudantes. Para que a avaliação realmente contribua para identificar os progressos, as dificuldades e as possíveis lacunas no desenvolvimento das aprendizagens, é necessário que os critérios sejam previamente compartilhados e discutidos com os estudantes, pois isso favorece a compreensão dos objetivos da avaliação e promove uma participação mais ativa por parte deles.
O planejamento das avaliações deve estar alinhado aos conteúdos e às atividades efetivamente trabalhados em sala de aula, com uma abordagem reflexiva e contextualizada. É essencial considerar os processos de aprendizagem mais adequados à turma e a diversidade de perfis entre os estudantes. Além disso, é recomendável diversificar os instrumentos utilizados, não se restringindo a provas e testes, e incluir diferentes formas de expressão do conhecimento. Entre as possibilidades, destacam-se atividades em grupo, debates, produções escritas e orais, atividades práticas, questões objetivas e dissertativas, entre outros formatos, que respeitem as múltiplas formas de aprender e se comunicar dos estudantes.
Nesta coleção, a ação avaliativa do processo de ensino-aprendizagem propõe três tipos principais: a avaliação diagnóstica, a avaliação formativa e a avaliação somativa.
A avaliação diagnóstica é o momento de identificar os conhecimentos que os estudantes trazem consigo, além de suas necessidades e dificuldades.
Essa etapa é fundamental para você reajustar as rotas e os objetivos de ensino. É importante ressaltar que a avaliação diagnóstica não precisa de um registro formal; a simples observação de uma atividade em sala de aula, por exemplo, já permite que você identifique as habilidades que precisam ser desenvolvidas ou aperfeiçoadas.
Onde ocorre
Nesta coleção, um exemplo de avaliação diagnóstica está na seção Vamos iniciar, no início de cada volume. Nela, são propostas atividades que possibilitam estabelecer objetivos e definir as práticas e as estratégias didáticas, além de determinar se será necessário retomar conteúdos. Nas orientações ao professor, você encontra sugestões de intervenção com base nas possíveis dificuldades dos estudantes em realizar as atividades.
A avaliação diagnóstica também pode ser feita no início de cada unidade, pois as atividades das páginas de abertura possibilitam diagnosticar os conhecimentos prévios dos estudantes sobre os temas e os conteúdos que serão abordados.
Avaliação formativa
A avaliação formativa acontece ao longo do período letivo e são processos contínuos pelos quais você obtém indicadores a respeito da aprendizagem dos estudantes.
Desse modo, esse tipo de avaliação possibilita que você realize intervenções, quando necessárias, propondo novas estratégias e procedimentos que visam à melhoria e/ou ao aprofundamento dos conhecimentos por parte dos estudantes.
[…]
A avaliação formativa pode ter um papel fundamental na melhoria das aprendizagens de todos os alunos. A sua utilização sistemática deve permitir que os alunos conheçam bem: a) o que têm de aprender no final de um dado período de tempo; b) a situação em que se encontram quanto às aprendizagens que têm de desenvolver; e c) os esforços que têm de fazer para aprenderem o que está previsto e descrito nos documentos curriculares. Para tal, a comunicação entre professores e alunos é fundamental, pois é através dela que os alunos podem receber orientações que os ajudam a aprender. [...]
FERNANDES, Domingos. Avaliação formativa. Lisboa: Universidade de Lisboa/Instituto de Educação, 2021. p. 4. Disponível em: https:// apoioescolas.dge.mec.pt/sites/default/files/2021-02/folha_avaliacao_formativa.pdf. Acesso em: 6 set. 2025.
Onde ocorre
Nesta coleção, a avaliação formativa é um processo contínuo e integrado. A seção Vamos avaliar o aprendizado, ao final de cada unidade do Livro do Estudante, oferece atividades que retomam os principais conceitos e noções trabalhados para verificar a aprendizagem com relação aos objetivos estabelecidos.
Nas orientações ao professor, o boxe Avaliando complementa essa prática indicando atividades do Livro do Estudante que possibilitam esse tipo de avaliação. Ele inclui objetivos e estratégias de intervenção, caso seja necessária a retomada de conteúdos e conceitos.
Além disso, procure observar as respostas dos estudantes às práticas propostas ao longo das aulas, e não apenas em um momento específico definido como avaliação. Também é importante transitar pela sala de aula e observar os estudantes durante as atividades propostas. Esse acompanhamento mais próximo contribui para que eles se reconheçam como parte do processo de ensino-aprendizagem, desenvolvam sua autonomia e busquem aprimoramento contínuo.
Avaliação somativa
A avaliação somativa é realizada ao final de um período de estudos, em consonância com as práticas pedagógicas da escola. Com base nas respostas a essa avaliação, você poderá refletir sobre ações a serem tomadas para sanar possíveis dificuldades dos estudantes.
Por ser comumente associada a testes e notas que visam classificar o desempenho dos estudantes, é fundamental que ela não seja o único foco do processo avaliativo. A nota é apenas uma das muitas formas de representar os resultados, e essa etapa deve ser considerada como a consequência natural das avaliações diagnóstica e formativa já realizadas.
Ao analisar os resultados, você pode refletir sobre as ações necessárias para sanar possíveis dificuldades, utilizando o desempenho como um indicativo para a retomada de conteúdos e a definição de novas estratégias. Dessa forma, resultados abaixo do esperado não são uma sentença, mas sim um ponto de partida e de atenção para aprimorar o processo de ensino-aprendizagem.
Onde ocorre
Nesta coleção, a avaliação somativa acontece ao final de cada volume, na seção Vamos concluir. Essa seção, oferece atividades que permitem a você verificar os conhecimentos adquiridos pelos estudantes no decorrer do ano letivo. Nas orientações ao professor, você encontra sugestões de intervenção para os casos de estudantes que demonstram dificuldade em realizar a atividade e requerem estratégias de remediação, colaborando para que os objetivos pedagógicos sejam alcançados.
Para um sistema de avaliação eficiente, é recomendável a combinação das três modalidades de avaliação, além de usar diferentes instrumentos que auxiliem a obter
Provas e testes
Seminários e debates
Portfólios
informações sobre o desenvolvimento da aprendizagem dos estudantes. Apresentamos a seguir alguns exemplos desses instrumentos de avaliação.
Podem ser elaborados com questões abertas, análise de situações, questões objetivas e quizzes e realizados de forma regular, abordando conteúdos específicos ou referentes a determinado período.
Possibilitam a você perceber o desenvolvimento de habilidades relacionadas a tarefas como pesquisa, síntese das informações, pensamento crítico e comunicação.
A elaboração de portfólios com base em suas observações e registros em fichas avaliativas contribui não só para analisar o desenvolvimento cognitivo dos estudantes, mas também a maneira como cada um aprende, com atenção especial às habilidades que eles desenvolvem com mais facilidade e as que demandam mais atenção e auxílio para serem desenvolvidas.
Saraus Permitem a você verificar o desenvolvimento de habilidades relacionadas à interação social, à capacidade de expressão, à criatividade, à sensibilidade e ao conhecimento cultural.
Ditados
Autoavaliações
Possibilitam que você acompanhe as principais dificuldades dos estudantes com relação à escuta e à escrita.
Incentivam o desenvolvimento da autonomia dos estudantes, levando-os a refletir sobre sua participação nas atividades, suas dificuldades e aspectos que devem ser melhorados. Com base nessas informações, você pode debater com eles os caminhos para gerar mudanças no planejamento e melhorias para toda a turma.
Para auxiliar no monitoramento das aprendizagens, sugerimos a utilização de uma ficha de avaliação de acompanhamento individual. Essa ferramenta permite registrar a trajetória de cada estudante, observando seu desenvolvimento com relação às habilidades e aos objetivos trabalhados.
A ficha usa um sistema de marcação simples para
identificar o nível de desenvolvimento do estudante.
• S (Sim): o estudante demonstrou ter alcançado o objetivo.
• P (Parcialmente): o estudante atingiu o objetivo de forma incompleta, necessitando de intervenção para avançar.
• N (Não): o estudante não alcançou o objetivo, sendo necessária uma intervenção imediata.
Quando o objetivo é alcançado e marcado com S, você deve incentivar o estudante a aprofundar seus saberes. Se a marcação for P ou N, a ficha serve como um diagnóstico claro, indicando a necessidade de planejar intervenções para que o estudante progrida nos estudos.
Você pode usar esse tipo de ficha para registrar observações feitas durante o trabalho com as seções Vamos iniciar, Vamos avaliar o aprendizado e Vamos concluir do Livro do Estudante e com o boxe Avaliando das orientações ao professor
preencher com o nome do professor.
Escola: Professor(a):
Estudante:
preencher com o nome da escola. preencher com o nome do estudante. preencher com a indicação da turma.
Turma: Período letivo do registro:
preencher com o período do planejamento.
Ficha de acompanhamento individual das aprendizagens
Objetivos ou habilidades avaliados
Preencher com o objetivo ou a habilidade.
Preencher com o objetivo ou a habilidade.
No contexto atual da educação, o papel do professor vai além da transmissão de conteúdo, especialmente nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental. Ele deve atuar como mediador do conhecimento, incentivando a autonomia dos estudantes e formando leitores e pensadores críticos. Acima de tudo, o professor é um agente essencial na construção da base educacional e emocional dos estudantes.
Essa etapa da escolarização é marcada por profundas transformações no desenvolvimento cognitivo, afetivo e social dos estudantes. Por isso, a prática pedagógica exige sensibilidade e escuta ativa. Você deve estar atento às necessidades individuais dos estudantes, respeitando seus ritmos de aprendizagem e suas realidades. A construção de vínculos afetivos é fundamental para fortalecer a autoestima e a autonomia, pois são eles que criam um ambiente acolhedor, onde o erro é considerado como parte do processo de aprendizagem e todos os estudantes se sentem seguros para se expressarem.
Sua atuação docente envolve uma reflexão constante sobre os conteúdos, as metodologias e, principalmente, sobre como os estudantes aprendem. Ao aproximar o conteúdo escolar dos conhecimentos prévios deles, você torna o aprendizado mais significativo e prazeroso. Essa abordagem, que valoriza a bagagem cultural e as experiências dos estudantes, é fundamental na construção de uma relação positiva deles com o ato de estudar.
O planejamento pedagógico é o ponto de partida, mas a prática em sala de aula é dinâmica e não linear. É no dia a dia que você conhece os perfis, as necessidades e os ritmos da turma, e que a flexibilidade e a capacidade de adaptação se tornam essenciais. O diálogo constante com a equipe pedagógica e a participação em formações continuadas são atitudes que favorecem o desenvolvimento de uma prática docente mais eficaz e alinhada às reais demandas da turma.
Nessa jornada, você é o principal organizador das
Observações
ações pedagógicas. É quem acolhe, engaja e dá oportunidade para que os estudantes verbalizem seu raciocínio, escrevam e desenvolvam, no coletivo da turma, a compreensão sobre os motivos das atividades e a realização das respostas. O livro didático não é apenas um guia, mas um instrumento cultural que o auxilia em seu trabalho como mediador no processo de construção do conhecimento dos estudantes. Com autonomia, é você quem dá vida a esse material, ajustando-o às necessidades de cada turma para que os estudantes se tornem os protagonistas de sua aprendizagem.
A sala de aula é marcada pela diversidade. Cada estudante traz consigo um conjunto de experiências, saberes e modos de aprender. Essa diversidade se expressa em aspectos comportamentais, cognitivos, afetivos e socioculturais, que influenciam diretamente o modo como cada um constrói o conhecimento. Já as trajetórias individuais são moldadas por fatores como o contexto familiar, as vivências culturais e o ambiente social em que estão inseridos. É seu papel e da equipe escolar acolher essas diferenças. Nesse sentido, compreender o desenvolvimento dos estudantes exige atenção ao contexto em que vivem, às suas práticas cotidianas e à maneira como atribuem significado às suas experiências. Por isso, uma das grandes questões que se impõe ao trabalho docente é: como planejar intervenções pedagógicas que deem conta da heterogeneidade presente em sala de aula, especialmente em turmas numerosas?
Diante desse desafio, é essencial que você reconheça que não há um único caminho para a aprendizagem. As interações, os ritmos e os interesses variam, e é seu papel estar atento a essas diferenças, promovendo práticas pedagógicas flexíveis e inclusivas. Só assim será possível criar oportunidades reais para todos os estudantes,
respeitando suas singularidades sem comprometer a qualidade do processo de ensino-aprendizagem.
A seguir, apresentamos sugestões para auxiliar seu dia a dia, promovendo a adequação de atividades e a progressão do aprendizado, para que os estudantes avancem no próprio ritmo, com o apoio necessário para superar desafios.
Como os estudantes dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental estão no processo de alfabetização, é importante que você os auxilie na apropriação do sistema de escrita. Uma das intervenções relevantes nesse processo é a orientação sobre a pega funcional do lápis. A pega de três pontos, também conhecida como pega tripoide ou trípode, é uma técnica considerada funcional, pois favorece movimentos mais precisos, fluidos e controlados, o que é essencial para o desenvolvimento da escrita e evita fadiga muscular. Para orientar os estudantes, incentive-os a:
• posicionar o lápis de forma relaxada, sem forçar os dedos;
• segurar o lápis entre a ponta do polegar e a lateral do dedo indicador;
• apoiar o lápis no dedo médio para dar suporte e estabilidade;
• deixar os outros dedos (anelar e mínimo) levemente dobrados na palma da mão, servindo de apoio.
É fundamental acompanhar o processo de apropriação da escrita individualmente, observando se a pega está firme, mas não tensa. No entanto, trata-se de um desenvolvimento, desse modo, inicialmente não é recomendada a correção direta da pega, mas sim uma observação atenta para compreender como cada estudante está se apropriando desses movimentos e o que pode ser feito para progredir.
O desenvolvimento da pega do lápis não se resume apenas a segurar o instrumento. Ele é resultado de uma coordenação motora fina bem desenvolvida. Para auxiliar nesse processo, é importante incluir atividades lúdicas e variadas na rotina da sala de aula que ajudam a fortalecer a musculatura das mãos e dos dedos, como brincar com massinha de modelar ou argila, rasgar papel com as mãos, rasgar papel em pedaços pequenos e fazer bolinhas com as pontas dos dedos, cortar com tesoura de pontas arredondadas e colar pedaços de papel pequenos.
Com relação ao letramento matemático, é fundamental que ele ocorra de forma integrada com todos os componentes curriculares. Para isso, ao abordar os conteúdos, procure criar situações didáticas contextualizadas que incentivem os estudantes a desenvolverem o raciocínio lógico e a aplicarem o conhecimento matemático na busca de soluções para situações-problema do cotidiano. Essa abordagem facilita a compreensão dos conceitos e reforça sua relevância.
Além disso, as atividades a seguir contribuem para o letramento matemático, por exemplo:
• contagem de objetos usando materiais concretos, como tampinhas e lápis;
• uso e escrita de algarismos por meio de jogos e brincadeiras;
• compreensão do conceito de números; realização de operações básicas; reconhecimento de formas geométricas na identificação de quantidades e na ordenação de elementos;
• comparação de medidas com o uso de instrumentos não
padronizados, como palmos e passos;
• leitura e interpretação de gráficos e tabelas com dados reais sobre a turma e a escola.
Garantir a inclusão de estudantes com deficiência na escola regular não é apenas um dever legal, mas um compromisso ético e pedagógico com a equidade e a justiça social. A legislação brasileira, incluindo a Constituição Federal, de 1988, a Lei Brasileira de Inclusão (LBI), de 2015, e as Diretrizes da Política Nacional de Educação Especial, de 2008, reforça o papel da escola em assegurar que todos os estudantes tenham acesso a uma educação de qualidade.
Contudo, a inclusão vai além de permitir o acesso físico à sala de aula. Ela exige a participação ativa dos estudantes no cotidiano escolar, promovendo aprendizagens significativas e respeitando suas particularidades. Para isso, é essencial o envolvimento de toda a comunidade escolar na construção de um ambiente que valorize as diferenças e que favoreça as interações e o respeito à diversidade. Nesse contexto, o papel do professor é central, como mediador e agente de transformação.
[…]
O primeiro passo mais importante é levar ao professor o reconhecimento das diversas dificuldades que deverá encontrar, suas especificidades, suas formas de atuação e como identificá-las em seus alunos. Neste processo, ao professor caberá a autonomia de reconhecer as dificuldades e intervencionar, em sala de aula, para a aplicação de novas metodologias e saberes, para a chegada da cognição.
[…]
JOIA, Michele. A inclusão de crianças na escola: o papel do educador diante das dificuldades de aprendizagem. 2. ed. Rio de Janeiro: Wak, 2023. p. 41.
A prática pedagógica inclusiva deve reconhecer que todo estudante tem a capacidade de aprender, desde que seja incentivado por vínculos afetivos e em um ambiente acolhedor. Para isso, as estratégias precisam ser flexíveis e adaptadas às necessidades individuais.
A seguir, sugerimos algumas ações que podem ser aplicadas em sala de aula para promover a inclusão.
• Materiais concretos e táteis: utilize materiais com diferentes texturas e relevos para que os estudantes possam explorar o conteúdo de forma sensorial. Ao utilizar recursos visuais, sempre descreva as imagens com clareza, indicando posições e características dos objetos.
• Comunicação clara: apresente os enunciados das atividades de forma clara e direta, evitando ambiguidades, figuras de linguagem ou construções muito complexas. Divida as tarefas em etapas menores e forneça uma instrução por vez. Durante as explicações, posicione-se de frente para os estudantes, facilitando a atenção à sua fala.
• Flexibilização e ritmo: ofereça prazos flexíveis para a entrega de atividades, respeitando o tempo de aprendizagem
de cada estudante. Incentive a leitura compartilhada de textos e enunciados para promover a compreensão coletiva e o apoio mútuo.
• Incentivo à expressão: incentive a expressão oral, quando possível, e a organização do pensamento dos estudantes, auxiliando na estruturação das ideias. Ferramentas como alfabeto móvel e banco de palavras são ótimas aliadas para a alfabetização e o fortalecimento da participação dos estudantes no processo de aprendizagem.
• Uso de tecnologia: quando possível, adote recursos tecnológicos que atendem às necessidades específicas dos estudantes, ampliando as possibilidades de acesso ao conteúdo e tornando o aprendizado mais dinâmico e acessível.
• Valorização de estratégias de resolução de problemas: apresente e valorize diferentes estratégias para a resolução de problemas, respeitando a forma única de compreensão e de elaboração de soluções.
Para a organização do trabalho pedagógico em sala de aula, é essencial considerar a disposição do espaço e promover um ambiente pautado pela empatia, pelo respeito mútuo e pela valorização do coletivo, o que contribui para a construção de uma sala de aula acolhedora, na qual o desenvolvimento da autonomia dos estudantes seja incentivado de forma constante.
A fim de promover um ambiente mais dinâmico, inclusivo e colaborativo, você pode alterar a organização tradicional da sala de aula, que tem carteiras enfileiradas e o professor ocupando o papel central como único detentor do saber. Ao repensar a organização da sala de aula como um recurso pedagógico, você amplia as possibilidades de interação, cooperação e construção coletiva do conhecimento, aproximando a prática docente das demandas reais da turma. A seguir, apresentamos algumas sugestões para organizar a sala de aula de diferentes maneiras.
Disposição em grupo: indicada para atividades que exigem colaboração direta e trocas constantes entre os estudantes, como trabalhos em equipe, debates e projetos que precisam de divisão de tarefas, pois a proximidade física facilita a comunicação e o apoio mútuo, incentivando a resolução de problemas de forma coletiva.


Representação de carteiras dispostas em círculo.
Disposição em U: indicada para apresentações orais, demonstrações, debates supervisionados ou quando você precisa caminhar entre as carteiras para dar assistência individual, pois combina sua visibilidade com a possibilidade de interação entre os estudantes, permitindo que todos mantenham o foco na atividade.
IVY NUNES/ ARQUIVO DA EDITORA

Representação de carteiras dispostas em U.
Outra estratégia que ajuda a aproximar o currículo da vida dos estudantes é incentivar a utilização de outros espaços dentro e fora da sala de aula para divulgar o trabalho desenvolvido pela turma, como os murais e as paredes, explorando diferentes recursos e estratégias.
Além da organização do espaço físico, é fundamental atentar à gestão do tempo e da rotina em sala de aula. Estabelecer uma rotina clara e bem estruturada favorece a execução do planejamento pedagógico, garantindo que as atividades e os horários sejam conduzidos de forma sequencial e coerente, sempre respeitando as particularidades e os diferentes ritmos de aprendizagem dos estudantes.
Planejar a prática pedagógica de acordo com a proposta curricular proporciona um ambiente mais estável e acolhedor, no qual os estudantes sabem o que esperar e se sentem mais seguros diante das estratégias utilizadas no dia a dia. Além de facilitar a condução do trabalho docente, essa organização contribui para equilibrar e diversificar as atividades ao longo da semana, ampliando as possibilidades de aprendizagem.
Além das aulas nas quais os conteúdos e as atividades são abordados, é importante que você inclua atividades diversificadas em seu planejamento de rotina, como as sugeridas a seguir.
Representação de carteiras dispostas em grupo.
Disposição em círculo: indicada para atividades que priorizam a participação de todos, a escuta ativa e a criação de um ambiente de igualdade, como rodas de conversa, discussões sobre temas específicos, contação de histórias e compartilhamento de experiências, permitindo que a construção do conhecimento, a troca de experiências e a comunicação sejam mais diretas e isonômicas entre você e os estudantes.
• Rodas de conversa: podem ser realizadas no começo ou no final da aula para solicitar aos estudantes que relatem alguma vivência pessoal (como forma de explorar os conhecimentos prévios) ou exponham o que aprenderam, quais dificuldades tiveram ou o que gostariam de aprender na próxima aula.
• Momentos de leitura: esses momentos podem ser conduzidos tanto por você, por meio da leitura em voz alta, quanto pelos próprios estudantes, com a leitura compartilhada ou um de cada vez. É importante reservar intervalos
de tempo específicos na rotina para a leitura de diferentes textos com a intenção de proporcionar momentos de apreciação e, ao mesmo tempo, ampliar o repertório e os conhecimentos dos estudantes.
• Momentos de registro: essa estratégia consiste em reservar, ao final das aulas, alguns minutos para que os estudantes expressem o que aprenderam. Esse registro pode ser feito por meio da escrita, de esquemas com textos e imagens, de desenhos ou até pela oralidade, com gravações em áudio ou vídeo. Essa etapa funciona como uma forma de verificação da aprendizagem, permitindo a você identificar o que foi compreendido e o que ainda precisa ser retomado em aulas futuras ou em atividades de reforço. Os registros devem ser feitos no ambiente escolar, com a sua supervisão, e podem ser realizados individualmente, em duplas ou em pequenos grupos, de acordo com os objetivos da proposta.
• Visitas guiadas a diferentes espaços de aprendizagem: a sala de aula não é o único ambiente para o aprendizado dos estudantes. Por isso, é importante sugerir atividades
Escola:
preencher com o nome da escola.
Professor(a):
em outros espaços na escola, como laboratórios, bibliotecas, pátio, auditório e jardim, e fora da escola, como teatros, museus, espaços públicos, centros de pesquisas, parques, cinema e centros culturais. Em casos de atividades em espaços fora da escola, é necessário que você solicite, com antecedência, as autorizações à direção e aos pais ou responsáveis dos estudantes, o acompanhamento de outros profissionais da escola, bem como a orientação de cuidados específicos ao ambiente visitado, como uso de filtro solar, ingestão de água e uso de repelentes e de vestimentas e calçados adequados, visando à segurança, à integridade física e ao bem-estar dos estudantes.
Além dessas atividades, o planejamento de rotina deve incluir atividades lúdicas que incentivem a interação social e momentos que envolvam alimentação e higiene pessoal. Apresentamos a seguir um exemplo de planejamento de rotina, que pode ser adaptado de acordo com as suas necessidades, as dos estudantes e as da escola.
preencher com o nome do professor. preencher com o nome do componente curricular. preencher com o período do planejamento.
preencher com a indicação da turma.
Componente curricular: Turma:
Data:
Planejamento de rotina
Horário Local Atividade
Objetivos
7h30 – 8h00Sala de aulaAcolhimento e roda de conversa.Promover a socialização e a oralidade.
8h00 – 9h30Sala de aula
Leitura compartilhada de textos e atividades dirigidas de escrita.
9h30 – 10h00 Refeitório, banheiro e pátio Lanche, escovar os dentes, lavar as mãos e recreio.
10h00 – 11h00 Quadra
Brincadeiras tradicionais e jogos cooperativos.
11h00 – 11h30 Sala de aulaRoda de leitura e fechamento.
Outro recurso pedagógico que pode auxiliar na gestão do tempo e no planejamento de rotina é a sequência didática. Uma sequência didática é um plano de ensino estruturado, composto de um conjunto de atividades ordenadas e interligadas que são desenvolvidas ao longo de várias aulas. A elaboração de sequências didáticas é um recurso pedagógico que pode tornar o planejamento mais eficaz e alinhado às necessidades dos estudantes. Por meio delas, você consegue organizar o processo de ensino de maneira intencional e progressiva, estruturando atividades e estratégias de forma coerente e articulada. Ao planejar uma sequência didática, você estabelece etapas claras e encadeadas que favorecem a construção do conhecimento ao longo do tempo, seja em alguns dias, semanas ou até meses. Essa organização permite flexibilizar o percurso, ajustando-o conforme o ritmo de aprendizagem da turma e as particularidades do contexto escolar.
Desenvolver habilidades de leitura e de escrita.
Momento de descanso, alimentação, higiene e interação livre.
Desenvolver a expressão corporal e a coordenação motora.
Desenvolver a escuta ativa, retomar as aprendizagens do dia e organizar a sala de aula.
É fundamental que as sequências didáticas estejam alinhadas aos objetivos de ensino, considerando também os recursos didáticos disponíveis e a realidade da escola. Outro aspecto essencial é a inclusão de estratégias de avaliação que permitam acompanhar e refletir sobre o avanço dos estudantes ao longo do processo, verificando seu envolvimento e observando as dificuldades que possam surgir. Sempre que julgar necessário, faça intervenções que contribuam para ampliar a compreensão dos conteúdos. Ao término da sequência didática, registre suas considerações sobre o processo de aprendizagem dos estudantes, destacando avanços e aspectos que ainda precisam ser desenvolvidos.
A seguir, apresentamos uma sugestão de modelo de sequência didática que pode servir como referência. Sinta-se à vontade para adaptá-lo conforme as necessidades da sua turma e os conteúdos que pretende desenvolver.
Escola: preencher com o nome da escola.
Planejamento de sequência didática
Professor(a): preencher com o nome do professor.
Componente curricular: preencher com o nome do componente curricular.
Turma: preencher com a indicação da turma.
Data: preencher com o período estimado para o desenvolvimento da sequência didática.
Assunto/conteúdo: preencher com os assuntos ou conteúdos a serem desenvolvidos.
Quantidade de aulas: preencher com a estimativa da quantidade de aulas que será necessária para desenvolver todas as atividades.
1. Objetivos gerais: definir o que se espera que os estudantes sejam capazes de fazer ao final da sequência didática.
2. Competências e habilidades da BNCC: identificar as habilidades da BNCC trabalhadas.
3. Materiais necessários: fazer uma lista de todos os materiais que serão necessários para desenvolver as atividades.
4. Etapas da sequência didática: detalhar as etapas de cada aula, organizando as atividades de maneira progressiva.
• Aula 1: descrever o início do trabalho com a sequência didática, que pode ser uma atividade para verificar o que os estudantes já sabem sobre o assunto; pode ser uma roda de conversa, uma dinâmica ou uma pergunta deflagradora para despertar a curiosidade deles.
• Aula 2 em diante: descrever as atividades intermediárias que ajudarão os estudantes a construírem o novo conhecimento; podem ser pesquisas, leituras, discussões, atividades práticas, entre outras dinâmicas.
• Aula final: descrever a última aula, a culminância da sequência didática; planejar uma atividade final para que os estudantes coloquem em prática tudo o que aprenderam; pode ser a produção de um texto, a apresentação de um trabalho ou a criação de um projeto.
5. Avaliação: definir os critérios (o que será observado) e os instrumentos (como será registrado) que serão utilizados para avaliar a aprendizagem dos estudantes ao longo da sequência didática; a avaliação deve ser contínua e não apenas ao final.
6. Autoavaliação: após a execução da sequência didática, verificar se os objetivos foram alcançados, quais desafios surgiram, o que pode ser mudado para a próxima vez e anotar essas reflexões para aprimorar suas práticas pedagógicas.
A presença das tecnologias digitais no cotidiano das pessoas é cada vez mais comum, inclusive entre crianças e adolescentes. No entanto, a maneira como esses recursos, especialmente os dispositivos móveis como os celulares, têm sido utilizados dentro das escolas tem gerado muitos debates. O foco dessas discussões recai, principalmente, sobre os efeitos negativos do uso inadequado desses aparelhos no processo de aprendizagem e no desenvolvimento integral dos estudantes.
Estudos recentes reforçam essas preocupações, apontando prejuízos que vão desde a distração em sala de aula até impactos mais sérios, como problemas de saúde física e mental, que incluem aumento da ansiedade, distúrbios do sono, dificuldades de atenção, entre outros. Essas evidências contribuíram para a criação da Lei nº 15.100, de 13 de janeiro de 2025, que estabelece diretrizes para o uso de celulares nas escolas brasileiras.
Os desafios enfrentados com o uso inadequado e desregulado das tecnologias digitais não se restringem ao ambiente escolar. A Unesco destaca riscos que vão desde o enfraquecimento das relações humanas até ameaças à democracia e aos direitos fundamentais, como a disseminação de discursos de ódio e a violação da privacidade. Tais aspectos mostram que a tecnologia, sem orientação adequada, pode acentuar desigualdades e comprometer valores essenciais.
No contexto escolar, o uso excessivo e sem propósito de recursos digitais tem mostrado efeitos prejudiciais, como o isolamento social, a dependência de redes sociais e a dispersão durante as aulas. Por isso, torna-se indispensável repensar o papel desses recursos na educação.
Por outro lado, quando inserida de maneira planejada e intencional no cotidiano escolar, a tecnologia pode se tornar uma ferramenta poderosa para o processo de ensino-aprendizagem. Recursos como computadores, tablets e celulares, quando utilizados com orientação pedagógica, promovem o acesso à informação, favorecem o desenvolvimento de habilidades críticas e éticas e ampliam o alcance da educação, especialmente em contextos de vulnerabilidade.
A proposta, portanto, não é excluir a tecnologia do ambiente escolar, mas sim incorporá-la com responsabilidade, sempre pautada em objetivos pedagógicos claros e alinhados às competências e aos conteúdos previstos no currículo.
Você tem um papel fundamental nesse processo. Cabe a você planejar atividades que façam uso significativo da tecnologia, promovendo a aprendizagem ativa e a reflexão crítica por parte dos estudantes. A intencionalidade no uso desses recursos deve estar presente desde o momento da escolha da ferramenta até a avaliação dos resultados.
Além disso, é importante lembrar que tecnologias educacionais não se limitam às mais recentes. Televisão, rádio, lousa, projetores e outros dispositivos já fazem parte da rotina escolar há décadas e desempenham papel importante na mediação pedagógica.
Para que a utilização de ferramentas tecnológicas seja eficaz e enriquecedora, é fundamental adotar algumas práticas pedagógicas intencionais. A seguir, apresentamos algumas dicas.
Planejamento pedagógico do uso de recursos tecnológicos
• Definir com clareza os objetivos de aprendizagem.
• Escolher as ferramentas tecnológicas adequadas para alcançar esses objetivos.
• Garantir que o uso dos recursos esteja articulado aos conteúdos e às competências curriculares.
Desenvolvimento de habilidades críticas
• Propor atividades que incentivem a análise crítica de fontes de informação pelos estudantes.
• Levar os estudantes a refletirem sobre o impacto da tecnologia no cotidiano.
• Incentivar o uso consciente, seguro e responsável da internet.
Integração com outras metodologias
• Combinar o uso de tecnologias com estratégias convencionais, como leitura, escrita e pesquisa de campo.
• Incentivar experiências interativas, como visita virtuais a museus e outros espaços e o uso de acervos digitais, que ampliam o repertório cultural dos estudantes e fortalecem vínculos com a memória coletiva.
Em resumo, o uso da tecnologia na educação não deve ser encarado como uma solução isolada ou um fim em si mesmo. Ela deve estar a serviço do processo de ensino-aprendizagem e contribuir para a formação crítica, ética e cidadã dos estudantes. Seu olhar pedagógico enquanto docente é essencial para transformar esses recursos em verdadeiros aliados do conhecimento.
Para auxiliar na utilização de recursos digitais em consonância com seu planejamento pedagógico, a fim de complementar e enriquecer o desenvolvimento dos conteúdos, esta coleção apresenta alguns objetos educacionais digitais, como infográficos e mapas clicáveis.
A lista com os objetos digitais sugeridos em cada volume encontra-se no sumário. Além disso, os momentos de utilização desses recursos foram indicados nas páginas do Livro do Estudante por meio de ícones. Para acessá-los, basta clicar sobre os ícones indicados nas páginas da versão digital do Livro do Estudante
A curiosidade é uma característica marcante nos primeiros anos de vida, uma fase de intenso desenvolvimento cognitivo, permeada por inúmeros questionamentos sobre si mesmo, o próprio corpo e o mundo ao redor, como os seres vivos, as comunidades às quais pertence, os lugares frequentados e transformados ao longo do tempo, os fenômenos naturais e os objetos de uso cotidiano.
Nesse contexto, o ensino de Ciências da Natureza, História e Geografia, além de promover o letramento científico dos estudantes, contribui para que eles desenvolvam habilidades para interpretar e compreender o mundo ao seu redor, refletir sobre suas ações e compreender as relações entre sociedade, natureza e tempo histórico.
A proposta apresentada neste livro articula os conteúdos dessas três áreas por meio de temas comuns, buscando oferecer subsídios para que os estudantes possam interpretar a realidade, fazer perguntas relevantes e propor soluções. Essa atuação deve ocorrer de maneira consciente, baseada em princípios éticos e práticas sustentáveis.
A seguir, são apresentadas informações teóricas e metodológicas que podem orientar o trabalho docente na busca pela integração de habilidades e competências das áreas de Ciências da Natureza, História e Geografia, com o objetivo de promover um ensino mais global e significativo.
Ao longo do Ensino Fundamental, o ensino de Ciência da Natureza deve possibilitar aos estudantes dominar alguns dos processos inerentes ao método científico. Nesta coleção, os estudantes são incentivados a desenvolver e dominar processos como observação, identificação de problemas, elaboração e teste de hipóteses, análise de resultados e reflexão sobre procedimentos que auxiliam na resolução de problemas e na elaboração de respostas.
Além disso, a vivência do saber científico se manifesta no confronto, na discussão e na argumentação de ideias e opiniões com os colegas.
Para que os estudantes possam alcançar o raciocínio científico, o processo de alfabetização científica é fundamental. O uso da terminologia científica e da interpretação de informação apropriada estabelece relações entre Ciência, Sociedade, Saúde, Tecnologia e Ambiente e mostra como essas áreas impactam o conhecimento científico e sua aplicação.
[...]
De modo geral, pode-se dizer que alfabetização científica é um conceito que reflete um objetivo educacional contemporâneo.
É o domínio, por parte da população em geral, de conhecimentos básicos sobre ciência, para capacitar as pessoas a se comportarem como consumidores de forma responsável e eficaz, bem como posicionar-se acerca de questões relativas a políticas científicas, garantindo às ações governamentais voltadas para a ciência uma natureza democrática com participação efetiva dos cidadãos (Miller, 2000a; 2000b).
[...]
SCHULZE, Clélia Nascimento; CAMARGO, Brigido; WACHELKE, João. Alfabetização científica e representações sociais de estudantes de ensino médio sobre ciência e tecnologia. Arquivos Brasileiros de Psicologia, v. 58, n. 2, 2006. p. 26. Disponível em: http://pepsic.bvsalud.org/pdf/arbp/ v58n2/v58n2a04.pdf. Acesso em: 15 set. 2025. Os conhecimentos científico e tecnológico são
essenciais na formação integral dos estudantes, a fim de que se tornem cidadãos críticos e capazes de compreender o mundo e suas transformações, bem como invalidar informações não científicas e inviabilizar sua veiculação. Essa criticidade, no entanto, deve estar acompanhada do respeito a diferentes opiniões para promover uma sociedade justa, igualitária e pluralista.
Ao considerar o papel do ensino de Ciências da Natureza na formação integral dos estudantes, é preciso ter em mente a importância do livro didático como uma ferramenta de apoio em sala de aula. Nesse sentido, a presente coleção foi planejada especialmente para os Anos Iniciais do Ensino Fundamental, de modo a possibilitar o avanço gradual na complexidade dos conteúdos, apoiados por atividades e procedimentos investigativos, permitindo aos estudantes entrar em contato de maneira elementar com alguns conceitos que envolvem o conhecimento científico.
Ao longo dos volumes da coleção, os estudantes são expostos a situações desafiadoras, adequadas ao nível de ensino, que promovem a curiosidade científica. Além disso, a coleção apresenta algumas sugestões metodológicas que se alinham à proposta pedagógica e que podem auxiliar no trabalho docente, podendo ser adaptável à realidade social e cultural de cada estudante.
A ação docente na sala de aula deve proporcionar aos estudantes momentos de reflexão e incentivo à investigação científica e à formação cidadã, dando a eles oportunidade para fazer questionamentos e expressar suas opiniões e ideias, suprindo as necessidades de respostas por parte dos estudantes. O professor pode, portanto, auxiliar os estudantes na busca e na construção de conhecimentos.
Nesse contexto, a presente obra busca propiciar a reflexão sobre a prática docente, ressaltando que, na formação cidadã, o papel do professor como mediador da aprendizagem é essencial, auxiliando os estudantes a desenvolverem uma postura crítica e ativa na construção do conhecimento.
[...]
No processo de mediação entre o aluno e o objeto do conhecimento, o professor atua, intencionalmente, como agente cultural externo, possibilitando aos alunos o contato com a realidade científica. Como mediador, o trabalho do professor consiste em ações intencionais que conduzem os alunos à reflexão sobre os conceitos que estão sendo propostos (GASPARIN, 2005, p. 116).
Ao propor situações concretas como problemas, o professor cria um ambiente desafiador, que [produz] respostas tanto no âmbito intelectual quanto no âmbito da ação, desestabilizando conhecimentos existentes e criando situações para a apropriação de novos conhecimentos. [...] CAMPOS, Raquel Sanzovo Pires de; CAMPOS, Luciana Maria Lunardi. A formação do professor de ciências para os anos iniciais do ensino fundamental e a compreensão de saberes científicos. Amazônia –Revista de Educação em Ciências e Matemáticas, v. 13, n. 25, jul./ dez. 2016. p. 138. Disponível em: https://periodicos.ufpa.br/index.php/ revistaamazonia/article/view/3812/4048. Acesso em: 16 set. 2025. Quando falamos de ensino de Ciência, é essencial destacar a importância dos conhecimentos prévios dos estudantes com relação aos objetos científicos obtidos fora da escola, que não devem ser descartados pelo
professor, mas sim utilizados como base para a construção da compreensão dos fenômenos naturais.
[...] Os conhecimentos prévios formam-se a partir de concepções espontâneas e intuitivas acerca de situações e fenômenos da vida cotidiana, de representações sociais transmitidas culturalmente e a partir de analogias: quando o aluno não possui imagens concretas para determinado conhecimento, faz determinadas associações, cria modelos para entendê-lo. [...]
HOFFMANN, Jussara. Avaliar para promover: as setas do caminho. 15. ed. Porto Alegre: Mediação, 2014. p. 101. Com base na identificação dos conhecimentos prévios, o professor pode planejar e rever suas ações pedagógicas, adaptando seu planejamento. Para tal, é necessário utilizar estratégias, como as apresentadas a seguir, que o auxiliam no desenvolvimento didático dos conteúdos.
Problematização
A análise de conceitos ou situações-problema no cotidiano é a problematização. Essa abordagem coloca suposições não científicas frente a explicações coerentes aos fenômenos e acontecimentos que ocorrem na sociedade e no mundo que cerca a realidade dos estudantes. Os conhecimentos prévios deles, por vezes insuficientes, podem ser confrontados com situações reais. Para buscar determinadas respostas, os conhecimentos não científicos podem ser insatisfatórios e não responder adequadamente às indagações. Com isso, há a necessidade de desenvolver novos conhecimentos para resolver os problemas, possibilitando a reconstrução das ideias e a elaboração de novas explicações.
As situações-problema apresentadas também devem ser instigantes, motivando os estudantes a reelaborar hipóteses e explicações. Além disso, o papel docente é fundamental na mediação e na desestabilização dos modelos prévios deles. O professor de Ciências pode ajudá-los em situações de conflito e na mobilização de novos conhecimentos, tornando a aprendizagem um processo ativo e significativo.
A observação é uma estratégia fundamental no ensino de Ciências, podendo ser direta ou indireta. Além dos conhecimentos prévios, os estudantes têm capacidade natural de perceber o mundo por meio dos sentidos. Essa percepção se relaciona à observação direta, que se baseia em aspectos visuais, cheiros, gostos, texturas e diferentes sensações. Nesse processo, é fundamental que eles possam manipular objetos e visitar diferentes espaços de ensino, tanto formais como informais.
A observação indireta pode utilizar diferentes instrumentos, como fotografias, filmes, micrografias e telescópios. Atividades envolvendo esse tipo de observação podem ser registradas textualmente ou por meio de desenhos.
Dessa maneira, o processo de observação utiliza a curiosidade dos estudantes, associando-os à sua capacidade de sentir o mundo ao redor e manipulá-lo quando possível, de modo a esclarecer suas dúvidas e a responder a seus questionamentos. Nesse tipo de atividade, o professor atua como mediador, solicitando a eles que façam registros, discussões e debates, confrontando suas percepções e conclusões.
Essa estratégia pode ser utilizada no início do trabalho
com determinados temas ou pode ser parte de um trabalho em grupo ou uma atividade investigativa.
Trabalho em grupo
O trabalho em grupo é uma estratégia bastante adotada em sala de aula, envolvendo a interação e a cooperação entre diferentes indivíduos.
É importante oportunizar diferentes formatos do trabalho em grupo, incluindo salas de aula invertidas, aprendizagem baseada em equipe, entre outras maneiras, de modo que todos os estudantes possam interagir e, dessa forma, colaborar uns com os outros na construção dos conhecimentos, tornando a aprendizagem um processo ativo.
O trabalho em grupo pode garantir momentos de fala, reflexão, discussão, troca de ideias e argumentação. Pela necessidade de diálogo e conclusões comuns ao grupo, os indivíduos precisam negociar e dialogar entre si, oportunizando a participação ativa de todos. Em grupo, o docente deve permitir que os estudantes se defrontem com situações que possibilitam a reorganização e a reconstrução de ideias pelo trabalho colaborativo.
Atividades de experimentação investigativa
Entre as possibilidades do ensino de Ciências está a de oportunizar aos estudantes o levantamento de hipóteses, bem como a de testá-las por meio da experimentação. Nessa estratégia, o estudante pode manipular diferentes materiais, construir objetos e ferramentas e levantar diferentes questionamentos, o que lhe permite vivenciar o saber científico.
[...]
A experimentação pode ocupar um papel essencial na consolidação de conceitos a serem apreendidos, a partir da maneira como o docente desenvolve sua metodologia durante as aulas, baseando-se naquilo que o discente já conhece e o que está apto a descobrir, já que ao se estabelecer um problema criado pelo professor que será o mediador desse processo, cabe ao aluno realizar alguns experimentos e, por meio da observação cuidadosa e da coleta de dados, obter possíveis soluções (Carvalho et al., 2009; Sasseron & Machado, 2017).
[...]
COELHO, Antonia Ediele de Freitas; MALHEIRO, João Manoel da Silva. O ensino de ciências para os anos iniciais do ensino fundamental: a experimentação como possibilidade didática. Research, Society and Development, v. 8, n. 6, 2019. Disponível em: https://rsdjournal.org/rsd/ article/view/1071/879. Acesso em: 15 set. 2025. Nesse tipo de estratégia, o professor auxilia os estudantes, levantando situações-problema e questionando como elas podem ser resolvidas. Para tal, eles levantam hipóteses e o docente os direciona a testar suas ideias. Assim, o processo de investigação científica torna-se essencial à construção de conhecimentos e o papel do professor é essencial para motivar e orientar os estudantes.
O professor deve anotar seus resultados, comparando suas observações e como elas respondem aos questionamentos iniciais. Ao confrontarem diferentes resultados, eles precisam observar as etapas e o procedimento adotado, assim como argumentar suas conclusões.
O uso de atividades de experimentação investigativa pode ter apoio de diferentes Tecnologias de Informação e
Comunicação para o Ensino (TICE).
[…]
3. As principais TICE utilizadas em atividades investigativas
Estudos em que os alunos desenvolvem atividades investigativas mediadas por tecnologias educativas vêm ganhando destaque nos últimos anos. Existem estudos que utilizam simulações e software de simulações, laboratórios virtuais, hipermídias, multimídias, internet, laboratórios remotos, smartphones, tablets e outras tecnologias digitais […] como apoio na realização de atividades de investigativas em situações de ensino aprendizagem. […]
FERNANDES, Geraldo W. Rocha; RODRIGUES, António M.; FERREIRA, Carlos Alberto Rosa. Aproximando o ensino de ciências por investigação com as Tice. In: FERNANDES, Geraldo W. Rocha; RODRIGUES, António M.; FERREIRA, Carlos Alberto Rosa. Olhares para o ensino de ciências: tecnologias digitais, atividades investigativas, concepções e argumentação. São Paulo: Livraria da Física, 2021. p. 25.
Outra alternativa ao ensino de Ciências é a visitação a espaços não formais de ensino, como planetários, herbários, parques e museus. Além de sair do ambiente de sala de aula, os estudantes vivenciam, nesses lugares, os conhecimentos científicos, tomando como base a observação. Essa experiência pode ser significativa, contribuindo para o desenvolvimento cognitivo deles.
O ensino de História tem como uma de suas premissas o trabalho com as noções de tempo e de espaço. O estudo de diferentes culturas e sociedades, localizadas em diferentes espaços e períodos históricos, permite a interação dos estudantes com diferentes contextos e organizações sociais, possibilitando a reflexão acerca da diversidade de modos de vida, valores, tradições e culturas. Ao observarem que, ao longo do processo histórico, os diferentes grupos desenvolveram percepções distintas do espaço que ocupam e diferentes percepções sobre o tempo, os estudantes podem compreender que os seres humanos pautaram suas ações cotidianas de acordo com as condições e necessidades culturais, sociais, técnicas e econômicas da realidade que vivenciavam. Dessa maneira, o estudo da História oferece subsídios para os estudantes reconhecerem características que compartilham com determinados grupos e outros que os diferenciam, favorecendo, assim, a capacidade de acolher, respeitar e valorizar as diferenças culturais e sociais.
[...] O estudo de sociedades de outros tempos e lugares pode possibilitar a constituição da própria identidade coletiva na qual o cidadão comum está inserido, à medida que introduz o conhecimento sobre a dimensão do “outro”, de uma “outra sociedade”, “outros valores e mitos”, de diferentes momentos históricos. Identidade e diferença se complementam para a compreensão do que é ser cidadão e suas reais possibilidades de ação política e de autonomia intelectual no mundo da globalização, em sua capacidade de manter e gerar diferenças econômicas, sociais e culturais como as do nosso país. [...]
ALMEIDA, Adriana Mortara et al O saber histórico na sala de aula Organização de Circe Bittencourt. São Paulo: Contexto, 2002. p. 27. (Repensando o Ensino).
Buscando valorizar a diversidade cultural, os conteúdos abordados nesta coleção privilegiam a interação com culturas de diferentes origens, destacando as histórias, os saberes e os conhecimentos dos múltiplos sujeitos históricos e dos grupos sociais que participam, direta ou indiretamente, dos processos de mudanças e permanências. Além disso, os temas propostos nesta coleção buscam promover o pensamento autônomo e crítico, considerando os estudantes sujeitos históricos que, ao longo de suas vidas, se apropriaram de diversos conhecimentos e saberes por meio das relações sociais e familiares. Nas propostas de atividades, tais conhecimentos são mobilizados para desenvolver a consciência histórica, possibilitando que os estudantes reflitam com base nos eventos do passado, compreendendo como determinadas práticas culturais foram construídas ao longo do tempo e, assim, desnaturalizar hábitos e costumes do presente, manifestados nas práticas cotidianas, para a promoção de uma sociedade mais justa e igualitária no futuro. Compreender que o presente também é resultado das práticas de outros sujeitos históricos que transformaram a sociedade por meio de suas ações cotidianas qualifica os estudantes a intervirem de maneira consciente e responsável na sociedade em que vivem. Esse contexto, por sua vez, promove a autopercepção dos indivíduos como sujeitos históricos transformadores da realidade.
[...]
Nesse contexto, um dos importantes objetivos de História no Ensino Fundamental é estimular a autonomia de pensamento e a capacidade de reconhecer que os indivíduos agem de acordo com a época e o lugar nos quais vivem, de forma a preservar ou transformar seus hábitos e condutas. A percepção de que existe uma grande diversidade de sujeitos e histórias estimula o pensamento crítico, a autonomia e a formação para a cidadania.
[...]
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular Versão final. Brasília: MEC, 2018. p. 400. Disponível em: https://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_ versaofinal_site.pdf. Acesso em: 28 ago. 2025.
Por meio do ensino de História, espera-se que os estudantes desenvolvam uma atitude historiadora durante o Ensino Fundamental. Para tal atitude e com o objetivo de aprimorar a autonomia deles, a BNCC recomenda que sejam desenvolvidos os seguintes processos: identificação, comparação, contextualização, interpretação e análise dos objetos de estudo, que serão contemplados por meio das atividades desta coleção. Acreditamos que essas intervenções são fundamentais na formação da consciência histórica, uma vez que, além de estudarem a História enquanto componente curricular, os estudantes podem compreender que também fazem parte do processo histórico, constituindo, dessa forma, verdadeiros sujeitos históricos.
A forma como os sujeitos históricos foram compreendidos pela historiografia passou por transformações significativas ao longo do tempo. Até meados do século XX, privilegiou-se a narrativa centrada em grandes acontecimentos, líderes políticos e heróis nacionais, alinhados à noção de identidade nacional. Esse modelo foi progressivamente questionado, abrindo espaço para a valorização de diferentes atores, experiências coletivas e pontos
de vista. Assim, sujeitos históricos e grupos sociais, bem como seus saberes e conhecimentos que foram esquecidos ou silenciados, passaram, cada vez mais, a enriquecer as narrativas sobre o passado. Refletir sobre uma noção ampla de sujeitos históricos possibilita que as vozes de indígenas, afro-brasileiros, mulheres, crianças, pessoas idosas e pessoas com deficiência, por exemplo, reivindiquem o protagonismo nas narrativas históricas. Não é apenas a possibilidade de reescrever os fatos com a presença dessas populações, mas viabilizar que essas histórias sejam contadas e escritas pelos próprios grupos que foram marginalizados e silenciados no processo histórico. Em vez de compreender “a história”, somos então convidados a conhecer “as histórias”.
As histórias importam. Muitas histórias importam. As histórias foram usadas para espoliar e caluniar, mas também podem ser usadas para empoderar e humanizar. Elas podem despedaçar a dignidade de um povo, mas também podem reparar essa dignidade despedaçada.
[...]
ADICHIE, Chimamanda. O perigo de uma história única. São Paulo: Companhia das Letras, 2019. p. 32.
Desse modo, há um deslocamento na compreensão tradicional da História, que, antes centrada em grandes heróis e feitos das elites econômicas e políticas, passa a privilegiar uma perspectiva que reconhece a ação cotidiana de diferentes grupos sociais como agentes de transformação. Para o Ensino Fundamental, essa abordagem implica ensinar que “fazer história” não é privilégio de alguns, mas um processo plural e coletivo, no qual os estudantes e suas famílias também se inserem como sujeitos e agentes das mudanças sociais.
Assim, por meio da apreciação de diferentes fontes históricas, sobretudo os relatos orais, buscamos oferecer uma narrativa polifônica, com diferentes pontos de vista sobre a história, no qual diferentes indivíduos compartilham seus saberes, seus conhecimentos e suas tradições.
As fontes históricas são consideradas as matérias-primas do ofício do historiador. Por meio delas, eles analisam vestígios e indícios da presença humana em determinados períodos históricos e, com base nessas evidências, produzem a escrita da História. Ao longo do desenvolvimento da ciência histórica, a relação entre os historiadores e as fontes passaram por transformações significativas, sobretudo na passagem do século XIX para o século XX. Inicialmente, os registros oficiais e formais, como documentos administrativos e diplomáticos, correspondências reais, crônicas ou outros registros produzidos pelas elites, eram considerados fontes históricas por excelência. A escolha desse universo restrito de vestígios sobre o passado delimitou a compreensão dos acontecimentos históricos, uma vez que privilegiava, em sua maioria, as experiências de determinados grupos sociais, como a elite política e econômica.
Com o passar do tempo, novas correntes historiográficas, como a Escola dos Annales, a História Cultural e a História Social, ampliaram esse escopo, reconhecendo a relevância de diferentes fontes para a prática do historiador. A partir de então, relatos orais, registros comunitários,
fotografias, processos criminais, livros, histórias em quadrinhos, filmes e objetos do cotidiano passaram a fazer parte das matérias-primas da História.
O reconhecimento dessa variedade de fontes históricas possibilitou que novos objetos, como práticas culturais, e novas abordagens, como a história vista de baixo, fossem explorados pelos historiadores, pluralizando a compreensão dos processos de mudanças e permanências. Nesta coleção, buscando apresentar diferentes pontos de vista sobre os acontecimentos históricos, selecionamos uma variedade de fontes, como representações cartográficas, registros de relatos orais, fotografias e gravuras, muitas delas produzidas por diferentes sujeitos históricos e que fornecem informações sobre realidades sociais e culturais distintas. Além disso, as atividades propostas no material visam promover a interação e a análise de fontes históricas pelos estudantes, possibilitando que eles reconheçam diferentes vestígios e resquícios das práticas humanas no passado e façam perguntas e questionamentos problematizando a construção da narrativa histórica.
Dessa maneira, a coleção contempla discussões sobre diversidade de fontes alinhadas à BNCC, reforçando a análise crítica, a interpretação de múltiplas narrativas e o protagonismo de professores e estudantes. Vale destacar que, ao trabalhar com fontes próximas da realidade dos estudantes, como memórias familiares, registros da comunidade ou manifestações culturais locais, o ensino se torna mais significativo, promovendo o desenvolvimento do senso de pertencimento e a autonomia.
AFRO -BRASILEIRA E POPULAÇÕES INDÍGENAS
O ensino de História da África, da cultura afro-brasileira e das populações indígenas é fundamental para promover uma compreensão plural do passado e conhecer a diversidade das relações sociais no Brasil. As leis nº 10.639 de 2003 e nº 11.645 de 2008 estabelecem a obrigatoriedade desses conteúdos nos currículos escolares, reconhecendo a importância de valorizar narrativas historicamente invisibilizadas ou marginalizadas. Tal perspectiva amplia as abordagens do ensino de História em sala de aula, pluralizando os sujeitos históricos, uma vez que introduz africanos, afro-brasileiros e indígenas como protagonistas da história, permitindo que os estudantes percebam múltiplas formas de atuação social ao longo do tempo.
O reconhecimento das heranças culturais afro-indígenas não se limita à transmissão de fatos ou datas; trata-se de compreender saberes, conhecimentos e resistências que configuram identidades coletivas. Exemplos de manifestações culturais, histórias e saberes transmitidos pelas tradições orais e relatos comunitários podem aproximar os estudantes das culturas africanas e indígenas. Dessa forma, o ensino deixa de privilegiar uma narrativa colonizadora única, promovendo o pensamento crítico e a reflexão ética sobre as desigualdades históricas, os silenciamentos e a diversidade cultural presente na sociedade contemporânea. Historicamente, afrodescendentes e indígenas foram representados como coadjuvantes, indivíduos oprimidos ou invisibilizados, reforçando a perspectiva eurocêntrica da história brasileira. Discutir essas representações em sala de aula, por meio de comparações entre diferentes fontes históricas, permite que os estudantes identifiquem
brechas e questionem a ideia de uma história única. No contexto brasileiro, isso inclui conhecer líderes comunitários, tradições regionais, datas comemorativas e ações de preservação territorial, destacando que a história foi construída por múltiplos grupos sociais e não apenas pelas elites econômicas e políticas do país. Essas intervenções favorecem o processo de autoconhecimento dos estudantes, que passam a compreender as próprias origens, as trajetórias familiares e os vínculos com a comunidade como parte integrante da História.
O ensino de Geografia tem um papel muito importante na preparação dos estudantes para compreenderem melhor o mundo em que vivem, sobretudo com relação às suas transformações. Essa compreensão deve ir além da descrição dos fenômenos, fundamentando-se no exercício de questionamentos e explicações com base conceitual, a fim de que a realidade seja desvendada, construída e melhorada com a participação de todos.
Com o objetivo de que nossos estudantes estabeleçam uma relação eficaz entre o senso comum e o saber científico, é imprescindível instrumentalizá-los para que possam obter e interpretar informações, analisá-las e articulá-las de modo significativo com a realidade em que vivem, a fim de interferir nela, atuando e reconhecendo-se como sujeitos no processo de produção e reprodução do espaço geográfico.
A presente coleção foi planejada especialmente para os Anos Iniciais do Ensino Fundamental. Considerando as possibilidades de conhecimentos anteriores dos estudantes, assim como a adequação à fase cognitiva deles, essa proposta visa avançar gradualmente na complexidade dos conteúdos, permitindo que os estudantes entrem em contato de maneira elementar com alguns conceitos e noções que envolvem o conhecimento geográfico.
Segundo Cavalcanti (2003, p. 24), ensinar Geografia tem o intuito de “ajudar a formar raciocínios e concepções mais articulados e aprofundados a respeito do espaço”. Ela defende que os estudantes precisam aprender a pensar sobre os acontecimentos com base nas múltiplas explicações, considerando os diversos fatores que influenciam o espaço em que vivem. Esse conhecimento contribui para formar cidadãos mais conscientes e críticos. Essa proposta visa a um trabalho mais integrado entre os aspectos físicos e os aspectos humanos para que os estudantes tenham uma formação mais integrada do mundo, reconhecendo a interdependência entre a natureza e a sociedade. Assim, eles podem compreender que as paisagens estão sempre mudando, pois o espaço geográfico é constantemente transformado pelas ações humanas. O objetivo é desenvolver habilidades que permitam aos estudantes compreender como as sociedades se relacionam entre si e com a natureza, ao longo do tempo. Para isso, é importante que se familiarizem e criem bases para compreender os principais conceitos da Geografia: lugar, paisagem, região, território e espaço geográfico Com esses conceitos, é possível estabelecer relações, ainda que elementares, entre as particularidades do local onde vivem e suas ligações com outras partes do mundo. Também se valoriza o ensino de atitudes éticas e de cuidado com o meio ambiente. A proposta visa contribuir com a formação de sujeitos críticos, capazes de refletir e agir em favor de um mundo melhor. A respeito dos principais conceitos da Geografia:
LUGAR
• O lugar é o espaço vivenciado pelas pessoas, onde elas constroem suas relações mais próximas, como a casa, a rua, a escola ou a praça. São lugares com os quais elas acabam estabelecendo algum tipo de afetividade. Embora compartilhem elementos comuns, cada lugar é único, com características físicas, culturais e sociais que o tornam especial.
PAISAGEM
• A paisagem é aquilo que se observa em um lugar, em determinado momento. Ela é formada tanto por elementos naturais (como montanhas e rios) quanto por elementos construídos pelo ser humano (como prédios e ruas). A paisagem muda com o tempo e expressa as relações entre as pessoas e a natureza.
REGIÃO
• A região é uma parte do espaço que se diferencia das outras por um conjunto de características, por exemplo, o clima, a vocação econômica, a cultura ou a organização social. Ou seja, uma região pode ser definida com base em diferentes critérios.
TERRITÓRIO
• O território é uma porção do espaço definida por relações de domínio e poder. Pode ser o espaço controlado por um país, mas também pode estar em escalas menores, como uma comunidade, uma rua ou um bairro. Souza (1995, p. 81) afirma que os territórios “são construídos (e desconstruídos)” em diferentes escalas e tempos. Isso mostra que o território existe enquanto houver relações de poder.
PRINCÍPIO
• O espaço geográfico é o resultado das relações entre sociedade e natureza ao longo do tempo. É onde as ações humanas acontecem e se materializam: como as cidades, as estradas, os campos e as indústrias. Para Santos (2021, p. 71), o espaço é o cenário onde a história acontece e está sempre sendo transformado.
• A proposta desta coleção é contribuir para que os estudantes desenvolvam um olhar crítico e atento sobre o espaço em que vivem, compreendendo que ele está em constante mudança e que elas são resultado das ações humanas. Ao compreenderem e vivenciarem os conceitos da Geografia de forma progressiva e integrada, os estudantes podem se tornar capazes de compreender melhor o mundo e atuar nele de forma consciente, ética e responsável.
No ensino de Geografia, o raciocínio geográfico refere-se à capacidade de analisar criteriosamente o espaço geográfico por meio da observação, comparação e compreensão das interações entre a sociedade. No Ensino Fundamental, seu desenvolvimento é essencial para a formação do pensamento e das noções espaciais dos estudantes, a fim de que sejam capazes de compreender a organização e as dinâmicas do espaço vivido.
De acordo com a BNCC (2018):
O raciocínio geográfico, uma maneira de exercitar o pensamento espacial, aplica determinados princípios (Quadro 1) para compreender aspectos fundamentais da realidade: a localização e a distribuição dos fatos e fenômenos na superfície terrestre, o ordenamento territorial, as conexões existentes entre componentes físico-naturais e as ações antrópicas.
Quadro 1 – Descrição dos princípios do raciocínio geográfico
Analogia Um fenômeno geográfico sempre é comparável a outros. A identificação das semelhanças entre fenômenos geográficos é o início da compreensão da unidade terrestre.
Conexão Um fenômeno geográfico nunca acontece isoladamente, mas sempre em interação com outros fenômenos próximos ou distantes.
Diferenciação É a variação dos fenômenos de interesse da Geografia pela superfície terrestre (por exemplo, o clima), resultando na diferença entre áreas.
Distribuição Exprime como os objetos se repartem pelo espaço.
Extensão Espaço finito e contínuo delimitado pela ocorrência do fenômeno geográfico.
Localização
Posição particular de um objeto na superfície terrestre. A localização pode ser absoluta (definida por um sistema de coordenadas geográficas) ou relativa (expressa por meio de relações espaciais topológicas ou por interações espaciais).
Ordem Ordem ou arranjo espacial é o princípio geográfico de maior complexidade. Refere-se ao modo de estruturação do espaço de acordo com as regras da própria sociedade que o produziu.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Versão final. Brasília: MEC, 2018. p. 359-360. Disponível em: https://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf. Acesso em: 28 ago. 2025. O trabalho com o raciocínio geográfico é transversal e interdisciplinar e pode ser mobilizado em diferentes componentes curriculares, como Ciências, História, Matemática e Língua Portuguesa, ao sugerir estratégias que acionem seus princípios.
No contexto da Geografia escolar, o raciocínio geográfico promove o desenvolvimento das noções espaciais, além de favorecer a alfabetização cartográfica. Alguns exemplos de situações didáticas que possibilitam o de-
senvolvimento desse raciocínio, tendo como base os lugares de vivência do estudante, são a análise do percurso casa-escola, a leitura crítica do entorno da escola, a observação de elementos naturais e antrópicos na paisagem e a comparação de diferentes espaços conhecidos.
Os estudos de Geografia contam, em muitos momentos, com a linguagem cartográfica como articuladora da
formação do conhecimento geográfico dos estudantes. Ler, interpretar, compreender e elaborar representações cartográficas confere a eles habilidades muito importantes para o estudo do espaço, das características físicas, da dinâmica e das transformações que são ocasionadas por agentes naturais ou humanos.
O domínio de noções cartográficas também contribui para a formação de indivíduos autônomos com relação à localização e à orientação, assim como em seu deslocamento no espaço.
Nesta coleção, essas noções são desenvolvidas de maneira elementar e estruturante, preparando os estudantes por meio dos mais diferentes procedimentos, como observação, análise, descrição, síntese, analogia e representação, para que estejam aptos a obter e registrar as mais diferentes informações por meio de representações cartográficas. Em vários momentos também são propostas temáticas e atividades que propiciam o desenvolvimento de noções de lateralidade, proporcionalidade, deslocamento, orientação e localização e pontos de vista. Esse conjunto de habilidades e noções colabora com a alfabetização cartográfica dos estudantes.
No Ensino Fundamental, o professor pode propor atividades simples, como desenhar o trajeto até a escola, criar mapas afetivos da escola ou do bairro, ouvir histórias de familiares sobre o lugar de vivência e representá-lo em diferentes épocas. Essas práticas, inspiradas também na etnocartografia, ou seja, nos mapas sociais produzidos por indivíduos ou grupos de uma comunidade tradicional, não utilizam obrigatoriamente conhecimento técnico avançado e ajudam os estudantes a reconhecer e valorizar seu lugar no mundo, fortalecendo a relação entre o conteúdo escolar e a vida cotidiana.
Ao conceber a cartografia como linguagem geográfica e, sempre que possível, utilizá-la como mediadora pedagógica, o professor amplia as possibilidades de ensino de Geografia e de outros componentes. Ao compreenderem o espaço, refletirem sobre ele e se expressarem por meio de representações, os estudantes deixam de ser apenas leitores de mapas e se tornam seus produtores.
A cartografia, assim, torna-se ponte entre o conteúdo escolar e o espaço vivido, contribuindo para formar sujeitos autônomos, críticos e capazes de atuar no mundo tendo como base seus lugares de vivência.
O quadro apresentado a seguir mostra a progressão dos conteúdos deste volume, destacando as habilidades dos componentes curriculares Geografia, História e Ciências da Natureza, as competências gerais (CG), as competências específicas de Geografia (CEG), as competências específicas de História (CEH) e as competências específicas de Ciências da Natureza (CEC), bem como os temas
Tema Conteúdos
1 – Conhecendo o corpo humano
2 – Iguais e diferentes: como assim?
3 – Eu gosto, e você?
4 – Valorizar, acolher e respeitar!
5 – As fases da vida
• Partes do corpo
contemporâneos transversais da BNCC trabalhados em cada unidade.
Trata-se de um quadro que pode ser utilizado para ter uma visão geral dos conteúdos das unidades, assim como facilitar a busca por orientações e comentários de práticas pedagógicas sugeridas nas orientações ao professor correspondentes ao Livro do Estudante
Unidade 1 - Eu, você, nós
• Papéis das diferentes partes do corpo
• Sentidos do corpo humano
• Percepção dos ambientes
• Mapa do corpo: lateralidade
• Semelhanças e diferenças entre as pessoas
• Diversidade de características físicas
• Autorretrato
• Pessoas com deficiência
• Semelhanças e diferenças de gostos, preferências e pensamentos
• Diversidade entre as pessoas
• Importância da diversidade
• Respeito e acolhimento às diferenças
• Diferentes fases da vida dos seres humanos
• Formas de identificar aspectos do crescimento
Habilidades da BNCC
EF01CI02; EF01GE09
Competências gerais e específicas
CG: 4, 8, 9
CEC: 2, 5, 7, 8
Temas contemporâneos transversais
• Educação ambiental
EF01CI04
CG: 3, 8, 9
CEC: 5, 7
EF01CI04
EF01CI04; EF01GE01
EF01HI01
• Ciência e tecnologia
• Diversidade cultural
• Trabalho
CG: 4, 8, 9
CEC: 6, 7
CG: 4, 9
CEC: 5, 6, 8
CG: 4
CEH: 6
• Educação em direitos humanos
Tema Conteúdos
6 – Todo mundo tem história
7 – São tantas mudanças
• História da família
• Linha do tempo da vida
Habilidades da BNCC
EF01HI02
• Histórias de vida e da comunidade
• Mudanças ao longo da vida
• Percepção sobre as transformações que ocorrem ao longo do tempo
Tema Conteúdos
8 – Como eram as famílias antigamente?
9 – Histórias da minha família
10 – Diversidade de famílias
11 – Minhas, suas, nossas responsabilidades na família
12 – Saúde: higiene do corpo
Competências gerais e específicas
CEH: 2
EF01HI01
CG: 4
CEH: 6
• Mudanças e permanências na estrutura familiar ao longo tempo
• Mudanças nos papéis de mulheres e homens ao longo do tempo
• Histórias das famílias
• Diferentes fontes para conhecer as histórias das famílias
• Diferentes organizações e estruturas familiares
• Papéis e responsabilidades na família
• Cuidado e organização da moradia
Habilidades da BNCC
EF01HI06; EF01HI07
EF01HI01; EF01HI02; EF01HI07
Temas contemporâneos transversais
Competências gerais e específicas Temas contemporâneos transversais
CG: 1, 9
CEH: 1, 2
13 – Saúde: lazer, sono e alimentação
• Hábitos de higiene
• Importância da higiene do corpo para a saúde
• Razões pelas quais hábitos de higiene favorecem a saúde
• Objetos usados na higienização do corpo
• Hábitos que ajudam a manter a saúde
• Importância do sono, do lazer e da alimentação adequada para a saúde
• Diferentes objetos usados na alimentação e no preparo de alimentos
• Materiais usados em objetos usados na alimentação e no preparo de alimentos
EF01HI03; EF01HI04; EF01GE01; EF01GE04; EF01GE08; EF01GE09
EF01CI03
CG: 9
CEG: 3, 6, 7
• Vida familiar e social
CG: 2, 8, 9
CEC: 2, 7, 8
• Saúde
• Trabalho
EF01CI01; EF01CI03; EF01CI05; EF01CI06
CG: 3, 8
CEC: 7
• Saúde
• Trabalho
• Diversidade cultural
• Educação para valorização do multiculturalismo nas matrizes históricas e culturais brasileiras
Tema Conteúdos
14 – Diferentes lugares para viver
• Vivemos em diferentes lugares
Habilidades da BNCC
EF01GE01
Competências gerais e específicas
CG: 4
Temas contemporâneos transversais
Tema Conteúdos
15 – Períodos do dia
16 – Os períodos do dia e as atividades cotidianas
17 – Os períodos do dia e outros seres vivos
18 – Contagem do tempo
• Períodos do dia e da noite
• Manhã, tarde e noite
• Sucessão de dias
• Diferentes períodos diários e características observadas nos ambientes
• Influência dos períodos diários nas atividades humanas
• Influência dos períodos do dia nas atividades diárias de outros seres vivos, diferentes dos humanos
• Seres vivos de hábitos noturnos e/ ou diurnos
• Sucessão de dias, semanas, meses e anos
• Duração das diferentes escalas de tempo
• Calendário
19 – Vivendo em moradias diferentes
20 – Minha casa, meu abrigo
21 – Eu cuido da minha casa
• As moradias são diferentes
• Ambiente doméstico
• Partes da moradia
• Cuidados com a moradia
Tema Conteúdos
22 – Como é a minha escola
23 – Estudando os ambientes
24 –Observando o caminho de casa até a escola
25 – Na sala de aula
Habilidades da BNCC
EF01CI05; EF01CI06; EF01GE05; EF01GE07
EF01CI05; EF01CI06; EF01GE05; EF01GE07
EF01CI06
EF01CI05; EF01CI06
EF01GE06; EF01HI04
EF01GE01; EF01GE06
EF01GE04; EF01HI04
Habilidades da BNCC
Competências gerais e específicas
CEC: 3, 5
Temas contemporâneos transversais
• Educação ambiental
• Educação para o consumo
• Vida familiar e social
CG: 2, 4, 7, 8
CEC: 3, 5, 7
CEC: 3
CG: 2, 9, 10
CEG: 3, 5
CG: 3
• Educação em direitos humanos
• Diversidade cultural
• Educação para valorização do multiculturalismo nas matrizes históricas e culturais brasileiras
CG: 10
Competências gerais e específicas
Temas contemporâneos transversais
• Ambiente escolar
• Partes da escola
• Componentes dos ambientes
• Seres vivos e componentes não vivos
• Cuidados com os ambientes
• Caminho de casa para a escola
EF01GE01; EF01GE08; EF01GE09; EF01HI04
EF01GE03
EF01GE01; EF01GE08; EF01GE09
• Organização da sala de aula
EF01GE01; EF01GE04; EF01GE09; EF01HI04
CEG: 3
CG: 2, 7, 10
CEC: 2, 5, 8
CEG: 4
• Trabalho
CG: 8, 10
CEG: 3, 4
Tema Conteúdos Habilidades da BNCC
26 – Os objetos da sala de aula
27 – Eu e as pessoas na escola
28 – Responsabilidades, hábitos e regras no ambiente escolar
29 – Histórias da escola
• Objetos da sala de aula
• Materiais dos objetos da sala de aula
• Diferentes materiais de um mesmo objeto
• Características dos materiais
• Profissionais na escola
• Hábitos e regras na escola
• Regras de convivência no ambiente escolar
• Histórias das escolas
• Escolas de outras épocas
• Mudanças e permanências no ambiente escolar ao longo do tempo
EF01GE06; EF01CI01
EF01GE07; EF01HI06
EF01GE04; EF01GE07; EF01HI03; EF01HI04
EF01HI02; EF01HI04; EF01HI06; EF01HI08
Tema Conteúdos
30 – Os diferentes lugares que conheço
31 – Ambientes da comunidade
32 – Convivência cidadã
33 – O que existe em cada lugar
34 – Extração de materiais
• Diferentes espaços de convivência
• Diferentes ambientes da comunidade
• Convivência em diferentes espaços
• Histórias das comunidades
• Hábitos e regras na comunidade
• Responsabilidades na comunidade
• Lugares de convivência-Pessoas da comunidade
• Elementos que existem nos lugares
• Transformação dos lugares
• Extração de diferentes materiais dos ambientes
• Materiais de origem animal, vegetal e mineral
• Efeitos da extração de materiais dos ambientes
35 – Pensando em descarte
36 – Pensando em consumo
• Tipos de resíduos
• Descarte adequado de resíduos
• Aterro sanitário
• Coleta seletiva
• Reciclagem
• Reutilização
• Atitudes que favorecem o consumo consciente
• Consumo consciente
Competências gerais e específicas
Temas contemporâneos transversais
• Direitos da criança e do adolescente
Habilidades da BNCC
EF01HI02; EF01HI04
EF01GE04; EF01HI03; EF01HI04
EF01GE03; EF01GE05; EF01GE10; EF01GE11
EF01CI01
• Trabalho
CG: 7, 9, 10 CEG: 1, 6, 7
• Vida familiar e social
• Educação em direitos humanos
CG: 9 CEH: 3
Competências gerais e específicas
Temas contemporâneos transversais
• Vida familiar e social
CG: 3
CEH: 3, 4
CG: 10
CEG: 7
CEH: 4
CEH: 7
CG: 2
CEC: 3
• Educação ambiental
• Educação para o consumo
EF01CI01
CG: 7, 10
CEC: 5, 8
• Educação ambiental
EF01CI01
CG: 2, 3, 6, 7, 9, 10
CEC: 4, 5, 8
• Educação ambiental
• Educação para o consumo
• Vida familiar e social
Unidade 6 - Brincadeiras e festas
Tema Conteúdos
37 – Brincar em diferentes épocas
38 – Brincadeiras indígenas
39 – Brincadeiras de outros países
40 – O importante é brincar!
41 – É feito de quê?
42 – Comemorações e festas escolares
43 – Festas da família e da comunidade
• Brinquedos e brincadeiras de diferentes épocas
• Brincadeiras de origens indígenas
• Brincadeiras de outros povos
• Brinquedo de material reciclável
• Diferentes maneiras de brincar
• Diferentes tipos de materiais
• Materiais dos brinquedos
• Características dos materiais
• Diferentes festas e comemorações
• Datas comemorativas
• Festas familiares
• Festas populares
• Festas regionais da comunidade
Habilidades da BNCC
EF01GE02; EF01GE08; EF01HI05
EF01HI05
EF01HI05; EF01CI01
EF01GE09
EF01CI01
EF01HI08
EF01HI08
Competências gerais e específicas
CG: 4
CEG: 2
CEH: 3
CG: 2, 10
CEH: 4
CEC: 2, 4
Temas contemporâneos transversais
• Diversidade cultural
• Educação ambiental
• Educação para o consumo
CEH: 1, 4
CEH: 3
As propostas de cronogramas apresentadas a seguir têm como objetivo orientar a distribuição das unidades em planejamentos bimestrais, trimestrais e semestrais, respeitando a organização dos volumes anteriormente mencionada.
Cabe destacar que essas sugestões não contemplam outras atividades que possam surgir ao longo do ano letivo, como projetos, eventos escolares ou avaliações institucionais, e que devem ser incorporadas ao planejamento de forma articulada.
Para elaborar essas sugestões, consideramos 200 dias letivos de aula, ou 40 semanas; no entanto, o cronograma deve ser ajustado conforme as especificidades de cada turma, levando em consideração o contexto, o ritmo de aprendizagem dos estudantes e o uso de diferentes recursos e estratégias pedagógicas, que vão além do livro didático.
Sugestão de planejamento bimestral
Bimestre Unidades
Vamos Iniciar
1º bimestre
2º bimestre
3º bimestre
4º bimestre
Unidade 1 - Eu, você, nós
Unidade 2 - A família
Unidade 3 - O dia a dia na minha casa
Unidade 4 - Escola para todos
Unidade 5 - Quantos lugares diferentes
Unidade 6 - Brincadeiras e festas
Vamos Concluir
Sugestão de planejamento trimestral
TrimestreUnidades
Vamos Iniciar
1º trimestre
2º trimestre
3º trimestre
Unidade 1 - Eu, você, nós
Unidade 2 - A família
Unidade 3 - O dia a dia na minha casa
Unidade 4 - Escola para todos
Unidade 5 - Quantos lugares diferentes
Unidade 6 - Brincadeiras e festas
Vamos Concluir
Sugestão de planejamento semestral
SemestreUnidades
Vamos Iniciar
Unidade 1 - Eu, você, nós
1º semestre
2º semestre
Unidade 2 - A família
Unidade 3 - O dia a dia na minha casa
Unidade 4 - Escola para todos
Unidade 5 - Quantos lugares diferentes
Unidade 6 - Brincadeiras e festas
Vamos Concluir
COSTA, Renato Pinheiro da; CASSIMIRO, Élida Estevão; SILVA, Rozinaldo Ribeiro da. Tecnologias no processo de alfabetização nos anos iniciais do ensino fundamental. Docência e Cibercultura, Rio de Janeiro, v. 5, n. 1, jan./abr. 2021. Disponível em: https://www.e-publicacoes.uerj.br/re-doc/article/ view/53068/36747. Acesso em: 16 ago. 2025.
Nesse artigo, os autores abordam a influência da tecnologia no desenvolvimento do processo de alfabetização.
FERNANDES, Geraldo W. Rocha; RODRIGUES, António M.; FERREIRA, Carlos Alberto Rosa. Olhares para o ensino de ciências: tecnologias digitais, atividades investigativas, concepções e argumentações. São Paulo: Livraria da Física, 2021.
Livro que explora a importância e os modos de aplicação das tecnologias no ensino de Ciências.
FERREIRA, Marieta de Moraes; OLIVEIRA, Margarida Maria Dias de (coord.). Dicionário de ensino de história. Rio de Janeiro: FGV, 2019.
Obra que reúne verbetes que abordam diferentes aspectos do ensino de História, como a produção do currículo e as relações com a historiografia, além de conhecimentos e atividades relacionados à prática docente.
HAYDT, Regina Cazaux. Avaliação do processo ensino-aprendizagem. São Paulo: Ática, 2008.
Nesse livro, a autora explicita que a avaliação deve ser uma ação contínua, pois faz parte do processo de ensino-aprendizagem. Por isso, a ação avaliativa também deve ser aplicada de diversas maneiras para diagnosticar, controlar e classificar esse processo.
KINDEL, Eunice Aita Isaia. Práticas pedagógicas em ciências: espaço, tempo e corporeidade. Porto Alegre: Edelbra, 2012.
Esse livro apresenta sugestões lúdicas de como desenvolver em sala de aula conceitos de Ciências, valorizando os conhecimentos que os estudantes levam consigo para a sala de aula e tomando como base aquilo que desperta a curiosidade deles.
LESANN, Janine. Geografia no ensino fundamental I. Belo Horizonte: Fino Traço, 2010.
Esse livro aborda diversas atividades práticas e orientações pedagógicas e didáticas para o ensino de Geografia, com o intuito de contribuir para o trabalho dos professores em sala de aula.
LIMA, Aurilia de Brito et al. (org.). Políticas de inclusão na educação básica. Curitiba: Appris, 2024.
Coletânea de textos que abordam os principais marcos das políticas públicas relacionadas à inclusão, desde as temáticas mais amplas até as mais específicas.
NACARATO, Adair Mendes et al. (org.). Práticas de letramento matemático nos anos iniciais: experiências, saberes e formação docente. Campinas: Mercado de Letras, 2018.
Esse livro apresenta informações referentes a uma pesquisa desenvolvida no âmbito do programa Observatório da Educação, no período de 2013 a 2017, de modo a promover a formação docente e a prática do letramento matemático em sala de aula.
PICCOLI, Luciana; CAMINI, Patrícia. Práticas pedagógicas em alfabetização: espaço, tempo e corporeidade. Porto Alegre: Edelbra, 2012.
Esse livro apresenta sugestões de práticas pedagógicas que possibilitam desenvolver a oralidade, a escrita e a leitura de maneira aliada entre si.
RIOS, Zoé; LIBÂNIO, Márcia. Da escola para casa. Belo Horizonte: RHJ, 2018.
Livro que apresenta sugestões, explicações e orientações a respeito de atividades extraescolares, auxiliando professores no processo de alfabetização nos Anos Iniciais.
VICKERY, Anitra. Aprendizagem ativa nos anos iniciais do ensino fundamental. Porto Alegre: Penso, 2016.
O livro aborda a importância da aprendizagem ativa e do protagonismo do estudante para a concretização do processo de aprendizagem em sala de aula. Além disso, traz a teoria e a prática da aprendizagem ativa, reunindo pesquisas e estudos de casos que vão inspirar os professores a criarem e explorarem estratégias para desenvolver a própria abordagem de ensino.
ADICHIE, Chimamanda. O perigo de uma história única. São Paulo: Companhia das Letras, 2019.
Nesse texto, a escritora nigeriana Chimamanda Adichie critica a estereotipação e a narrativa eurocêntrica da história, convidando os leitores a refletirem sobre a importância da pluralização dos pontos de vista com relação aos eventos históricos.
ALMEIDA, Adriana Mortara et al. O saber histórico na sala de aula. Organização de Circe Bittencourt. São Paulo: Contexto, 2002. (Repensando o Ensino).
Nessa obra, os autores promovem a reflexão acerca das práticas de ensino de História, discutindo a relevância dos métodos de ensino.
ALMEIDA, Rosângela Doin de. Do desenho ao mapa: iniciação cartográfica na escola. 5. ed. São Paulo: Contexto, 2016. (Caminhos da Geografia).
A autora aborda o processo de construção da percepção espacial pelas crianças e os caminhos que elas percorrem até conseguirem representá-lo, iniciando pelo desenho e avançando para formas mais complexas de representação cartográfica.
BACICH, Lilian; MORAN, José (org.). Metodologias ativas para uma educação inovadora: uma abordagem teóricoprática. Porto Alegre: Penso, 2018. Esse livro apresenta a importância das estratégias de metodologias ativas para desenvolver a autonomia dos estudantes, valorizando a participação efetiva deles no processo de aprendizado.
BARROS, José D’Assunção. Fontes históricas: introdução aos seus usos historiográficos. Petrópolis: Vozes, 2019. Nesse livro, o autor discute o papel das fontes históricas no ofício do historiador, debatendo a historicidade das fontes, a introdução de novas abordagens, os usos e os métodos.
BENDER, William N. Aprendizagem baseada em projetos: educação diferenciada para o século XXI. Tradução de Fernando de Siqueira Rodrigues. Porto Alegre: Penso, 2014.
Nesse livro, o autor destaca as diretrizes práticas para o trabalho com projetos em sala de aula, fornecendo subsídios para o professor planejar aulas mais eficazes e motivadoras.
BNCC na prática: tudo que você precisa saber sobre história. São Paulo/Rio de Janeiro: Nova Escola: Fundação Lemann, 2018.
A obra, resultado da parceria entre a revista Nova Escola e a Fundação Lemann, contém capítulos voltados para estratégias de ensino, objetivos de aprendizagem, dicas de materiais e tópicos explicativos sobre a BNCC. O material apresenta, ainda, discussões acerca das mudanças ocorridas e a prática do professor em sala de aula com a implantação da BNCC.
BRASIL. Congresso Nacional. Grupo de trabalho Alfabetização infantil: os novos caminhos: relatório final. Brasília: Câmara dos Deputados, 2019. Disponível em: http:// alfabetizacao.mec.gov.br/images/pdf/alfabetizacao_infanti_ novos_caminhos_gastao_vieira.pdf. Acesso em: 5 set. 2025. Esse relatório é um dos primeiros documentos produzidos no país sobre a temática e apresenta as pesquisas de cientistas internacionais da Ciência Cognitiva da Leitura que poderiam contribuir de modo significativo para a política de alfabetização do Brasil.
BRASIL. Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8069.htm. Acesso em: 5 set. 2025.
Também conhecido como ECA, esse documento visa garantir os direitos fundamentais de crianças e adolescentes, assegurando proteção integral, saúde, educação e dignidade.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Versão final. Brasília: MEC, 2018. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_ EF_110518_versaofinal_site.pdf. Acesso em: 5 set. 2025.
Documento que determina as competências gerais e específicas, as habilidades e as aprendizagens que os estudantes brasileiros da Educação Básica precisam desenvolver e colocar em prática ao longo de sua trajetória escolar.
BRASIL. Ministério da Educação. Conscientização para o uso de celulares na escola: por que precisamos falar sobre isso?
Brasília: MEC, 2025. Disponível em: https://www.gov.br/mec/ pt-br/celular-escola/guia-escolas.pdf. Acesso em: 9 ago. 2025.
Esse documento traz orientações práticas que ajudam o professor na implantação da Lei nº 15.100, que regulamenta o uso de dispositivos eletrônicos portáteis pelos estudantes nas escolas.
BRASIL. Ministério da Educação. Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais da Educação Básica. Brasília: MEC: SEB: Dicei, 2013. Disponível em: https://portal.mec.gov.br/docman/ julho-2013-pdf/13677-diretrizes-educacao-basica-2013-pdf/ file. Acesso em: 5 set. 2025.
Esse documento traz princípios, fundamentos e procedimentos que norteiam as políticas públicas de educação e auxiliam o professor a elaborar, planejar, executar e avaliar práticas pedagógicas na Educação Básica.
BRASIL. Ministério da Educação. Temas contemporâneos transversais na BNCC: contexto histórico e pressupostos pedagógicos. Brasília: MEC, 2019. Disponível em: http:// basenacionalcomum.mec.gov.br/images/implementacao/ contextualizacao_temas_contemporaneos.pdf. Acesso em: 5 set. 2025.
Esse documento apresenta os temas contemporâneos transversais da BNCC e explica a importância de sua utilização no processo de ensino-aprendizagem.
BRITO, Giseli Artioli; FLORES, Maria Marta Lopes. A inclusão de alunos com deficiência intelectual: em foco as práticas pedagógicas. Boletim de Conjuntura, Boa Vista, ano V. 16, n. 48, 2023. Disponível em: https://revista.ioles.com.br/ boca/index.php/revista/article/view/2879/966. Acesso em: 18 ago. 2025.
Nesse artigo, as autoras abordam os principais aspectos que influenciaram os resultados de uma pesquisa sobre a inclusão escolar e a qualidade da educação.
CARLOS, Ana Fani Alessandri (org.). A geografia na sala de aula. 9. ed. São Paulo: Contexto, 2018.
Essa obra, composta de artigos de vários autores de destaque, trabalha abordagens sobre o ensino de Geografia para estudantes da atualidade, contemplando temas diversos, como cidadania, história do pensamento geográfico, cartografia, cinema, televisão, metrópole e responsabilidades sociais para a compreensão do espaço geográfico.
SOUZA, Marcelo José Lopes. O território: sobre espaço e poder, autonomia e desenvolvimento. In: CASTRO, Iná Elias de; GOMES, Paulo Cesar da Costa; CORRÊA, Roberto Lobato (org.). Geografia: conceitos e temas. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1995.
O autor aborda o conceito de território considerando-o como o resultado de uma construção social marcada por relações de poder.
CAVALCANTI, Lana de Souza. Geografia, escola e construção de conhecimentos. 4. ed. Campinas: Papirus, 2003. (Magistério: Formação e Trabalho Pedagógico).
O livro discute como o ensino de Geografia pode ir além da memorização de mapas e conteúdos, ajudando os estudantes a entenderem a realidade em que vivem. A autora propõe uma Geografia escolar que valoriza o pensamento crítico, o cotidiano dos estudantes e o papel ativo do professor na construção do conhecimento.
COELHO, Antonia Ediele de Freitas; MALHEIRO, João Manoel da Silva. O ensino de ciências para os anos iniciais do ensino fundamental: a experimentação como possibilidade didática. Research, Society and Development, v. 8, n. 6, 2019. Disponível em: https://www.redalyc.org/ jatsRepo/5606/560662197022/html/index.html. Acesso em: 15 set. 2025.
Esse trabalho apresenta uma investigação sobre a concepção de experimentação como didática no ensino de Ciências.
CORDEIRO, Claudia Talochinski; OLIVEIRA, Ivanete da Rosa Silva de (org.). Educação e políticas inclusivas: ressignificando a diversidade. Londrina: Syntagma Editores, 2020.
Nessa obra, as autoras discutem a inclusão de estudantes com deficiência na escola regular.
DIAS, Genebaldo Freire. Dinâmicas e instrumentação para educação ambiental. São Paulo: Gaia, 2010.
Estratégias e sugestões de trabalho em sala de aula são apresentadas nesse livro, que apoia o professor em abordagens com noções e conceitos que envolvem a Educação Ambiental.
DINIZ, Margareth; VASCONCELOS, Renata Nunes (org.). Pluralidade cultural e inclusão na formação de professores e professoras. Belo Horizonte: Formato Editorial, 2004.
Nessa obra, as autoras propõem reflexões sobre as práticas educativas e as ações pedagógicas voltadas para uma postura inclusiva.
FAZENDA, Ivani (org.). O que é interdisciplinaridade? 2. ed. São Paulo: Cortez, 2013.
Nesse livro, a autora destaca como são feitas e articuladas diferentes áreas de conhecimento, sob a mediação do professor, ao longo de etapas de projetos que nascem e se desenvolvem dentro das salas de aula.
FAZENDA, Ivani (coord.). Práticas interdisciplinares na escola. 8. ed. São Paulo: Cortez, 2017.
Nessa obra, os organizadores reúnem diversos textos sobre práticas docentes interdisciplinares no espaço escolar. FERNANDES, Domingos. Avaliação formativa. Lisboa: Universidade de Lisboa/Instituto de Educação, 2021. Disponível em: https://apoioescolas.dge.mec.pt/sites/ default/files/2021-02/folha_avaliacao_formativa.pdf. Acesso em: 6 set. 2025.
Esse material apresenta ações práticas que podem auxiliar o professor no planejamento das estratégias de avaliação.
FERNANDES, Geraldo W. Rocha; RODRIGUES, António M.; FERREIRA, Carlos Alberto Rosa. Aproximando o ensino de ciências por investigação com as Tice. In: FERNANDES, Geraldo W. Rocha; RODRIGUES, António M.; FERREIRA, Carlos Alberto Rosa. Olhares para o ensino de ciências: tecnologias digitais, atividades investigativas, concepções e argumentação. São Paulo: Livraria da Física, 2021.
Livro que explora como a tecnologia pode ser uma aliada no método de atividades investigativas para o ensino de Ciências.
FERREIRO, Emilia. Alfabetização em processo. 21. ed. São Paulo: Cortez, 2015.
Nesse livro, a autora explica como o processo de alfabetização ocorre no cérebro dos estudantes e sua influência no desenvolvimento dos conhecimentos de outras áreas.
FRISCH, Michael. A história pública não é uma via de mão única, ou, de a Shared Authority à cozinha digital, e viceversa. In: MAUAD, Ana Maria; ALMEIDA, Juniele Rabêlo de; SANTHIAGO, Ricardo (org.). História pública no Brasil: sentidos e itinerários. São Paulo: Letra e Voz, 2016.
Nesse capítulo, o autor promove a reflexão sobre a importância da autoridade compartilhada e do papel do historiador na esfera pública.
HAYDT, Regina Cazaux. Avaliação do processo ensinoaprendizagem. São Paulo: Ática, 2008.
Nesse livro, a autora explicita que a avaliação deve ser uma ação contínua, pois faz parte do processo de ensino-aprendizagem. Por isso, a ação avaliativa também deve ser aplicada de diversas maneiras para diagnosticar, controlar e classificar esse processo.
HOFFMANN, Jussara. Avaliar para promover: as setas do caminho. 15. ed. Porto Alegre: Mediação, 2014.
Aborda as relações entre uma concepção dialética de avaliação e os caminhos da aprendizagem.
JOIA, Michele. A inclusão de crianças na escola: o papel do educador diante das dificuldades de aprendizagem. 2. ed. Rio de Janeiro: Wak, 2023.
Nesse livro, a autora fornece dicas sobre a inclusão na escola com base em conhecimentos que ela construiu com base em sua experiência em sala de aula.
MAGALHÃES, Marcelo de Souza et al Ensino de história: usos do passado, memória e mídia. Rio de Janeiro: FGV, 2014. Livro que reúne textos de diversos estudiosos sobre o ensino de História. Tem como objetivo apresentar reflexões sobre a História e as relações entre passado e presente no cotidiano escolar, assim como no âmbito acadêmico.
MAINGAIN, Alain; DUFOUR, Barbara. Abordagens didáticas da interdisciplinaridade. Lisboa: Instituto Piaget, 2008.
Essa obra propõe uma reflexão a respeito da interdisciplinaridade e das condições favoráveis para a transdisciplinaridade.
MARTINELLI, Marcello. Mapas da geografia e cartografia temática. São Paulo: Contexto, 2003.
Nesse livro, o trabalho com gráficos e mapas é desmistificado e orientações práticas são apresentadas por meio de exemplos. Importantes noções elementares e complexas fundamentam o trabalho do professor em sala de aula.
MELLO, Fabiane de Oliveira; ALLIPRANDINI, Paula Mariza Zedu. Estratégias de aprendizagem de alunos do ensino fundamental em processo de alfabetização. Revista de Psicología, Lima, v. 40, n. 2, 2022. Disponível em: https:// revistas.pucp.edu.pe/index.php/psicologia/article/ view/25503/24038. Acesso em: 16 ago. 2025.
Nesse artigo, as autoras fazem uma análise qualitativa
de algumas estratégias de ensino comumente utilizadas no processo de alfabetização.
MOREIRA, Antonio Flávio; CANDAU, Vera Maria (org.). Multiculturalismo: diferenças culturais e práticas pedagógicas. Petrópolis: Vozes, 2008.
O termo multiculturalismo tem sido amplamente usado e envolve distintas instâncias. Na escola, apresenta relação direta com a pluralidade cultural e a realidade cultural contemporânea. A obra tem como objetivo incentivar discussões, estudos e pesquisas que instiguem práticas renovadas em prol de uma sociedade mais justa e solidária.
REIS, Ana Valéria Sampaio de Almeida; DAROS, Thuinie; TOMELIN, Karina Nones. Layouts criativos para aulas inovadoras. Maringá: B42, 2023.
Nesse livro, as autoras sugerem diferentes estratégias de layout das salas de aula a fim de envolver e criar experiências marcantes para os estudantes.
SANTOS, Milton. Metamorfoses do espaço habitado: fundamentos teóricos e metodológicos de geografia. 6. ed. São Paulo: Edusp, 2021.
Milton Santos explica que o espaço onde vivemos muda constantemente, pois está sempre sendo transformado pelas ações humanas e pelas relações sociais. Ajuda a pensar o espaço como algo vivo, ligado à vida cotidiana.
SCHULZE, Clélia Nascimento; CAMARGO, Brigido; WACHELKE, João. Alfabetização científica e representações sociais de estudantes de ensino médio sobre ciência e tecnologia. Arquivos Brasileiros de Psicologia, v. 58, n. 2, 2006. Disponível em: http://pepsic.bvsalud.org/pdf/arbp/ v58n2/v58n2a04.pdf. Acesso em: 15 set. 2025.
O artigo apresenta uma pesquisa que caracteriza o conhecimento científico de estudantes e suas representações sociais sobre ciência e tecnologia.
SILVA, Eva Aparecida Gomes da. O desenvolvimento do processo de ensino-aprendizagem do aluno com necessidades educacionais especiais. Revista IberoAmericana de Humanidades, Ciências e Educação, São Paulo, v. 9, n. 3, mar. 2023. Disponível em: https:// periodicorease.pro.br/rease/article/view/8972/3542. Acesso em: 14 ago. 2025.
Nesse artigo, a autora destaca a importância das atividades lúdicas no processo de ensino-aprendizagem dos estudantes com necessidades educacionais especiais.
SOARES, Magda. Alfabetização e letramento. 5. ed. São Paulo: Contexto, 2018.
Nesse livro, a autora incentiva a releitura de artigos que discutem as práticas escolares de alfabetização e letramento.
SOUTO, Raquel Dezidério; MENEZES, Paulo Márcio Leal de; FERNANDES, Manoel do Couto (org.). Mapeamento participativo e cartografia social: aspectos conceituais e trajetórias de pesquisa. Rio de Janeiro: IVIDES.org, 2021. Disponível em: https://pantheon.ufrj.br/ bitstream/11422/19350/3/MapeamentoPartcipativo.pdf. Acesso em: 13 set. 2025.
Esse material aborda o mapeamento participativo e a cartografia social como ferramentas de ensino e pesquisa, apresentando experiências em que comunidades ajudam a construir mapas do próprio território, o que promove o diálogo entre saberes locais e acadêmicos.
VIOLÊNCIA escolar e bullying: relatório sobre a situação mundial. Brasília: Unesco, 2019. Disponível em: https:// unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000368092/ PDF/368092por.pdf.multi. Acesso em: 5 set. 2025.
Nesse relatório, são apresentados dados sobre a violência escolar e o bullying, além de iniciativas que podem contribuir para a redução dessas ocorrências.