Mélega
Marisa Pelella Mélega
Virginia Bicudo (1978) – “Se os pais não resolvem seus édipos isso dificulta a criança. O pai não resolveu seu conflito edípico e capta o do filho. Este busca apoio na mãe e se vê rechaçado pelo pai”. A autora apresenta nove relatos de análise de crianças com supervisões da Virginia Bicudo, Vida Marberino de Prego, Wilfred Bion, Irma Brenman Pick, Donald Meltzer e Arthur Hyatt Wiliams.
Bion (1978) – “Quando o menino começou a desenhar” coisas colorida estaria acordado ou dormindo?
PSICANÁLISE
“A criança com seus recursos verbais limitados consegue expressar suas fantasias inconscientes durante o setting analítico em imagens geralmente visuais. Melanie Klein percebeu que o fluxo associativo da criança durante a sessão analítica era expresso no brincar, no desenhar e em formas de comportamentos." – Marisa Mélega
Psicanálise de crianças
Médica pela Universidade de São Paulo (USP) desde 1965. Analista didata da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo (SBPSP) desde 1988. Doutora em Língua e Literatura Italiana pela USP desde 2003. Autora dos livros: Criatividade poética e psicanálise (2001); Imagens oníricas e formas poéticas (2014); Psicanálise clínica (2021); Transtornos borderline (2021), Símbolos em psicanálise (2022); e Pós-autismo – 2ª Edição (2024).
Marisa Pelella Mélega
Psicanálise de crianças
Relatos à luz das teorias de Klein, Bion, Meltzer 2ª edição revista e atualizada PSICANÁLISE
Irma Pick (1987) – Faz conjectura acerca da fixação no ânus que teria a ver com a privação da compreensão humana levando ódio e sadismo. Donald Meltzer – A propósito do caso Gianni: “Teria sido preferível primeiro atender a família toda para gerar uma atmosfera familiar. Nestes atendimentos toma-se a atitude que vem da Observação-Mãe-Bebê...”. Arthur Hyatt Wiliams – “A negação da “doença da mãe” fez adoecer o paciente” (referindo-se ao caso Miro).