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ensaio com adriana birolli: “ter ciúme é fundamental”

istoegente.com.br

“faz três semanas que minha vida está mais alegre”, diz Giovanna ewbank uma entrevista com o polêmico humorista RaFinHa baSToS

Chegou Rafael! “ele parece um homenzinho”, diz Claudia Leitte

Cleo PIReS

aventura na turQuIa

22/ago/2012

ano 13 n° 676

R$ 9,90

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venda proibida

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exemplar de assinante

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a dois meses de fazer 30 anos, ela passou 40 dias em Istambul e na Capadócia para gravar a próxima novela das nove:

“fIz voos de balão e andava de moto entre uma CIdade e outra” SobRe o namoRado:

“a saudade do João vICente foI gIgantesCa”


Capa

SALVE CLEO!

Cleo Pires, protagonista da próxima novela das

oito da Globo, salve Jorge, mais sexy do que nunca, conta como foram os 40 dias que passou gravando na Turquia, com direito a cenas externas de madrugada, passeios de moto e muitos véus

POR fabiano mazzei

• Cleo Pires não está só loira. Está ainda mais sensual – e isso nada tem a ver com a mudança na coloração de seus cabelos. O novo aqui vem de sua personagem Bianca, protagonista do novo folhetim da Globo, Salve Jorge, que estreia em outubro no horário nobre da emissora. Quem a viu vestindo roupas de seda bordada, a barriga exposta, usando joias tribais locais e rodopiando com um grande véu roxo pelas areias do deserto da Capadócia, na Turquia, entendeu como a dança lhe deu um novo sex appeal. Tarefa nada fácil para quem é musa consagrada da tevê. “Foi muito desafiador. Tive de improvisar e usar a intuição. Fora que gravar as cenas ao ar livre tem muitos imprevistos como o vento e a poeira que entrava nos olhos”, lembra a atriz, que fez aulas de dança do ventre e de kasik oyunu – a lendária dança das colheres – aqui no Brasil antes de embarcar. Gente conversou com a atriz carioca, que faz 30 anos em outubro, bem quando estreará a novela. Na ocasião da entrevista, ela ainda estava na Turquia, onde passou 40 dias gravando as cenas iniciais da trama, escrita por Gloria Perez e dirigida por Marcos Shettman. Um staff de 150 pessoas acompanhou o elenco que também gravou em Istambul: Rodrigo Lombardi, Thiago Abravanel, Mariana Rios e Nanda Costa, entre outros.

• Happy hour turco

• Cleo conta da rotina puxada das gravações. “Acordávamos às 3 horas para fazer maquiagem e às 5 horas já estávamos gravando e só parávamos na hora do almoço”, lembra. O horário tinha razão de ser. Como o diretor queria tomadas do voo dos balões pela região, esporte comum no país, ele tirava todo mundo cedo da cama para aproveitar a decolagem e os ventos favoráveis do início da manhã. À tarde, a turma se dividia. Parte saía para passeios de moto pela vila de Goreme. Parte ficava no hotel mesmo, descansando. A trupe só voltava a se ver no final do período, no bar Fat Boys, uma espécie de point dos atores e técnicos. Ali, a turma revezava no comando do som, colocando seus aparelhos MP3 recheados de MPB para tocar enquanto travavam duelos na mesa de sinuca. Cleo tirava seus cochilos, mas também circulou de quadriciclo e era figura frequente no bar. Às 19 horas, todos já estavam de volta aos seus quartos. Afinal, a labuta começava cedo. Cleo lembra com saudosismo da temporada turca. Ela conta aqui do que mais gostou no país, do pão artesanal delicioso, do pouco que aprendeu a falar da língua local e do cair da tarde no bar, ouvindo MPB às bordas do deserto.


Fotos TV Globo / Jo達o Miguel Jr.


Capa

“Ao ar livre existem alguns imprevistos como vento, poeira, mas é desafiador também porque te obriga a improvisar e usar muito mais a intuição. Você acaba usando o que seu corpo realmente assimilou”


• Quarenta dias longe de casa. O que foi mais difícil? A saudade do namorado (João Vicente Castro, com quem está desde 2009)? • Cleo. Ah, a saudade dele foi gigantesca. Nos falamos menos do que queríamos porque o fuso não ajudava nada. • Complicado gravar as cenas no deserto, ao ar livre? • Ao ar livre existem alguns imprevistos como vento, poeira, mas é desafiador também porque te obriga a improvisar e usar muito mais a intuição. Você acaba usando o que seu corpo realmente assimilou. • Você fez aula aqui no Brasil antes de viajar. Qual dança é mais difícil: a do ventre turco ou a kasik oyunu (dança das colheres)? • Todas as danças são difíceis, mas muito prazerosas de aprender. Fiz aulas no Brasil e na Turquia, com uma dançarina brasileira que mora no país, a Clara Sussekind. • E como foi a rotina de trabalho por lá? • Foi bem intensa. Acordávamos às 3 horas para fazer maquiagem e às 5 horas já estávamos gravando, voando de balão, e só parávamos na hora do almoço. Em dias com cenas mais difíceis, o horário se estendia. Mas, se fosse só isso, seria fácil. O problema foi trabalhar assim com seis horas a mais de fuso horário. O organismo sente bastante. Mesmo assim, era muito gratificante estar ali, poder conhecer um mundo tão diferente, entender como as pessoas daquele lugar funcionam, o que faz sentido para eles. Para ajudar a encontrar o personagem também foi muito legal. • Quem é a Bianca, sua personagem na novela? • Adoro personagens com arcos bem marcados, que começa de um jeito e a vida vai transformando, sabe? Ela é bem assim: forte, voluntariosa, curiosa, determinada. Farei par com o Domingos (Montagner, no papel de Zyah). • Vi que você usa roupas típicas, exóticas, nas cenas. Um figurino bem diferente, não? • Tinha bastante roupa assim, clássicas, né? Os caftãs, as batas, os saruéis. Mas engraçado é que nas ruas as pessoas de lá não usam quase essas roupas. Tem mais nas lojas, para vender aos turistas.

• E você teve tempo de fazer algum programa mais turístico por lá? • Olha, eu não consigo muito ser turista não, de ficar indo nos pontos turísticos, essas coisas. Eu até me cobro de fazer isso, mas o que eu gosto mesmo é de conhecer a cidade meio solta ou com pessoas locais. Adoro ir descobrindo os lugares e, às vezes, até ficar de bobeira mesmo, que também é bom. Gosto de me sentir meio morando no lugar mais do que conhecendo “tudo ao mesmo tempo agora”. • E o que fazia nas horas vagas? • Eu encontrava muito com a Clara Sussekind, uma brasileira que mora na Turquia há anos e é dançarina. Ela me inspirou muito. Fazíamos aulas de dança, conversávamos, ou então ia com a equipe ao bar Fat Boys. Ficamos muito amigos do dono, eu chegava e colocava meu mp3 com músicas do Brasil para tocar, jogava uma sinuquinha, relaxava... era muito bom! Morro de saudades. Também peguei o quadriciclo para conhecer a parte alta de Goreme e descobrir as cidades vizinhas, que eram muito próximas. • O que mais gostou na Turquia? • O que eu mais gostei mesmo foi da Capadócia. A energia do lugar, a geografia, a forma de as pessoas viverem, o jeito como lidam com o dinheiro, com as amizades, com o trabalho. Me senti muito em casa, como se eu já conhecesse aquele lugar. Me senti muito “viva” o tempo todo, uma energia latente, abundante, intensa. Era época do Ramadã por lá, então, cinco vezes por dia as mesquitas soltavam uma cantoria tão linda! Depois fiquei sabendo que eram versos do Alcorão. Fiquei apaixonada por isso, embalava meus dias. • E de comida? • Ah, tinha um pão artesanal maravilhoso. Um docinho folheado de maçã com chá, hum! Comemos só coisas típicas: tinha azeitona, tomate e pepino no café da manhã, muito carneiro no almoço e um frango temperado feito em panela de barro que para comer tinha de quebrar a panela. • Aprendeu a falar alguma coisa em turco? • Só o básico: “oi”, “tchau”, “sim”, “obrigada’ e, óbvio, o “desculpe, eu não falo turco” (risos). Completamente monossilábica. • (COlabOROu Simone blaneS e thaíS botelho)

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“O que eu mais gostei foi a Capadócia. A energia do lugar, a forma das pessoas viverem (...) Me senti muito em casa, como se eu já conhecesse aquele lugar. Me senti muito ‘viva’ o tempo todo”

Capa


Capa

aventuRa na tuRquia Um time de estrelas da emissora desembarcou na Capadócia e em Istambul para as gravações de Salve Jorge. Foram 40 dias de trabalho, com expediente começando às 3 horas e locações externas deslumbrantes. Confira os cliques dos bastidores:

Cleo Pires, o estreante Tiago Abravanel e Rodrigo Lombardi, na Capadócia. À esq., o galã posa com o piloto de balão À esq., Antonio Calloni e Mariana Rios em Istambul. Abaixo, Nanda Costa faz a travessia do Mar Egeu

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Diversão & Arte

cinema • teatro • música • livros • televisão • gastronomia

avalia: ★★★★★ indispensável ★★★★ muito bom ★★★ bom ★★ RegulaR ★ fRaco

MÚSICA •

Tulipa Ruiz

Tulipa diz que o surgimenTo de novos canTores na cena paulisTana não é um movimenTo, mas um “momenTo”

Com um hit na trilha de Cheias de Charme, da Globo, cantora revelação de 2010 lança um ótimo segundo disco que reúne Criolo e Lulu Santos e se espanta com a repercussão pós-novela Mauro Ferreira

• Tulipa Ruiz já não corre o risco de ser nuvem passageira na música brasileira. Contrariando o título de seu primeiro CD, Efêmera, um dos discos mais elogiados de 2010, a cantora e compositora paulista dribla as especulações com um segundo álbum melhor do que o primeiro. Em edição independente, Tudo Tanto alinha nomes como Lulu Santos e Criolo na ficha técnica. Viabilizado graças ao patrocínio de uma marca de cosméticos, o disco chega ao mercado no momento em que a novela Cheias de Charme, exibida pela TV Globo às 19h, propaga quase diariamente “Só Sei Dançar Com Você”, um dos hits do álbum Efêmera. No embalo dessa projeção, Tulipa, que completa 34 anos em 19 de outubro, prepara-se para estrear sua primeira turnê

nacional, em 30 de agosto, em Salvador (BA). “A minha avó passou a entender minha música depois da novela”, conta nesta entrevista à Gente a artista nascida em Santos (SP), mas criada na cidade mineira de São Lourenço até os 22 anos. • Existe uma música em Tudo Tanto chamada “Expectativa”. Qual a sua expectativa pessoal para este segundo disco? • Eu queria curtir fazer este disco. Eu queria desfrutar o meu momento no estúdio. No meu primeiro disco, o momento da gravação foi muito difícil. Nesse segundo, foi mais fácil gravar. Vejo essa expectativa como uma coisa mais engraçada do que temerosa. Ela existe desde o primeiro dia em que eu apareci com o Efêmera, porque tem essa coisa

Fotos Rodrigo Schmidt/Divulgação

“A noVELA mudou minhA carreira”


de eu ter feito um primeiro disco com o nome Efêmera, mas ela nunca me deu medo, não. O Tudo Tanto é um disco mais seguro, mais relaxado. Foi um disco que eu fiz de jeito mais despretensioso.

impossível”. Mas eu descolei o e-mail dele, o convidei e ele aceitou.

• A inclusão de “Só Sei Dançar Com Você” na trilha sonora da novela Cheias de Charme, ocasionou alguma mudança na sua carreira? • Mudou totalmente! Dou um exemplo simples e prático: a minha avó passou a entender minha música somente a partir do momento em que ouviu a canção como tema de personagem da novela. Com a novela, eu consegui chegar num público que não necessariamente conhece a minha música. O alcance é mais global. A novela uniformiza o público.

• E como se deu a participação do Criolo em “Víbora”, uma música densa que nada tem a ver com o seu som habitual? • Essa faixa nasceu de uma jam no estúdio. O baixista começou a fazer um solo de baixo muito soturno. E eu disse: “Opa, é um mundo novo! É uma neblina que eu não conhecia.” E comecei a desenvolver uma música. Até que eu tive a sensação de que eu tinha chegado à beira de um precipício. E eu precisava de alguém que me chutasse, me empurrasse para o abismo. Foi aí que pensei no Criolo. Ele ficou meio cabreiro, disse: “Pô, essa música está pronta.” Mas fez a parte dele.

• Alguma música do Tudo Tanto tem a perspectiva de entrar em trilha de novela? • Não sei. Mas eu brinco dizendo que “Desinibida” (faixa de levada inicialmente bossanovista de Tudo Tanto) é a música mais Manoel Carlos deste novo disco. É a faixa que concentra o núcleo carioca dos músicos do disco.

• Considera que essa geração de cantores e compositores paulistas que vem se destacando na mídia forma um movimento musical? • Movimento, não! Gosto da palavra momento. A gente se cruza muito. O circuito acaba sendo o mesmo. As bandas acabam sendo parecidas. Tem um amálgama entre as pessoas. Mas nem acho

que isso fique restrito a São Paulo. Fazemos intercâmbio direto com os músicos do Rio. É tudo meio misturado. As pessoas estão mais próximas. Mas São Paulo acaba tendo esse destaque por conta do hiper-registro da imprensa daqui e também por ter como característica ser um lugar de encontros. • Como é sua relação com seu irmão Gustavo Ruiz, produtor de seus discos, fora dos estúdios? • A gente se dá muito bem. A gente cresceu ouvindo a mesma vitrola. Trabalhamos na mesma loja de discos. Temos essa cumplicidade de repertório. Quando eu escuto uma música, eu sei logo se ela é a praia do Gustavo. E vice-versa. Ele tem um lado prático muito bom. Gustavo consegue organizar e harmonizar o caos. Claro que, quando eu tinha 15 anos e ele 13, ele era um pirralho. Mas logo nossos amigos passaram a ser os mesmos. De irmão, a gente virou brother. •

Acesse o link pArA o downloAd do disco no site WWW.ISTOEGENTE.COM.BR

• Como se deu a conexão com Lulu Santos na faixa “Dois Cafés”? • Já tinha chegado até a mim a informação de que o Lulu tinha curtido o meu primeiro disco. Aí eu fiz um show em Salvador e ele foi ver a apresentação. Depois, ele fez um show em São Paulo e eu fui lá ver. Já tinha rolado um flerte, uma simpatia. Quando ficou pronta a música “Dois Cafés”, que tem esse nome porque foi feita entre um café e outro, eu e a minha banda percebemos que a música tinha muito a ver com o Lulu. Os músicos ficaram até imitando no estúdio o jeito de o Lulu cantar. Ficou aquela ideia no ar de chamá-lo, meio “sonho

‘‘Minha avó passou a entender minha música quando ouviu a canção ser tema de personagem da novela” 22/8/2012

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Romance

“Eu ErrEi. mE pErdoa” A frase teria sido dita por Bruno GAGliAsso em um almoço no dia 11, que marcou sua reconciliação com a atriz GiovAnnA EwBAnk. Gente apurou os bastidores que levaram a volta do casal

POR Simone BlaneS

• “Gio, eu errei. Eu assumo, mas você é o grande amor da minha vida. Não estou mais conseguindo ficar longe de você. Por favor, me perdoa.” O apelo, emocionado, teria sido dito por Bruno Gagliasso a sua então ex-mulher, a atriz Giovanna Ewbank, na tarde do sábado 11, em uma mesa reservada de um restaurante na zona oeste do Rio. A conversa selou a volta do casal, separado desde junho, após dois anos de casamento. Segundo uma amiga da dupla, o ator assumiu sua culpa na história – o affair que teve com a modelo Carol Francischini (leia quadro na página 40) – e teria implorado para reatar com Giovanna. No dia seguinte, Bruno postou em seu site oficial a notícia da reconciliação. “(...)Estamos juntos novamente. Acreditamos no amor que sentimos um pelo outro, e queremos passar por todas as dificuldades juntos. Todos erramos, uns mais, outros menos. (...) Amar é aparar arestas, e estamos passando por mais um obstáculo, difícil e doloroso, em nossas vidas, mas não impossível”, disse. Este teria sido o segundo encontro pessoal entre eles. Em 30 de julho, dois dias antes de a atriz surgir exuberante em um evento em São Paulo, o casal havia se encontrado no Rio às escondidas e se beijaram. “Foi a primeira vez que eles se viram e, como eles se gostam muito, não conseguiram segurar”, contou à Gente um amigo dele. No evento paulistano, Giovanna – usando um vestido sensual e batom vermelho – disse aos repórteres presentes que não pensava em ter um novo amor tão cedo. “Isso eu quero longe!”


Xande nolasco

Na noite da terça-feira 14, o casal volta de um restaurante perto da casa da atriz, no Rio. Foi a primeira vez que foram vistos juntos desde a separação em junho

22/8/2012

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Divulgação

Ag. news

Lorem Romance

Twitter

Super-sexy, a atriz foi com sua mãe, Deborah, a um evento em São Paulo, no início do mês

• Fim da tormenta

Em março, bem casados, Giovanna e Bruno não poderiam imaginar o furacão que passariam. Fase agora é de reconstrução

22/8/2012

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• Naquela época, a atriz já estava com o pedido de separação encaminhado com seus advogados e tinha o apoio de sua família. No paralelo, ela trocava mensagens de texto pelo celular várias vezes ao dia com Bruno e oscilava períodos de alegria com momentos de depressão. Com a volta, o astral melhorou e isso teria feito a mãe da atriz, Deborah, antes resistente ao entendimento entre eles, aceitar a decisão da filha. “Ela não aguentava mais ver a filha sofrer. Não tem jeito, Giovanna é apaixonada por ele. E ele por ela”, confidenciou um amigo da família Ewbank. Após reatarem, Bruno e Giovanna combinaram não tocar mais no assunto que gerou a crise. E querem se cercar apenas dos amigos que os apoiaram no momento difícil. Na noite da terça-feira 14, os dois já foram fotografados juntos de novo, saindo de um restaurante na zona oeste do Rio. “Bruno está feliz da vida. Ele quer aproveitar este momento como se fosse uma lua de mel”, testemunhou um amigo do ator. Em tempo, Bruno e Giovanna não voltaram a morar juntos. Ela continua no apartamento alugado com seu irmão, Luca. E ele, no imóvel onde foi morar depois de toda a confusão. •

O desabafO de CaROl Pivô da crise, a modelo Carol Francischini pede paz para terminar a gestação da menina que espera Grávida de sete meses de uma menina e hospedada na casa de sua família em Lindoia, no interior de São Paulo, Carol Francischini quer sossego. Pivô de toda a confusão envolvendo o casal Bruno e Giovanna – ao anunciar sua gravidez sem revelar o nome do pai, cujo ator seria um dos candidatos –, a modelo enviou nota à imprensa em que pede que parem de incomodar a ela e sua família na busca de mais detalhes da gestação. “Quero o respeito que todos devemos ter com qualquer ser humano. (...) Minha prioridade é a minha saúde e a do meu bebê”, afirmou.


Ensaio

C ares diva de

om

Caracterizada como Elizabeth Taylor neste ensaio para Gente, a atriz AdriAnA Birolli fala de sua ascensão rápida na carreira, de amor e da admiração pela estrela lendária do cinema mundial POR Simone BlaneS fOtOS Carol Beiriz/ag. iStoÉ StyliSt DuDu FariaS Beleza renner Souza/ aBÁ mgt

• Um papel pequeno no seriado Lassie – sim, aquele da cadela collie heroína – em 1943, despontou o talento e a paixão de Elizabeth Taylor pela dramaturgia. O final dessa história é mais do que sabido. A atriz londrina, falecida em 2011, fez memoráveis performances no cinema como em Cleópatra (1963) e A Megera Domada (1967), e faturou o Oscar de melhor atriz por duas vezes – em O Número do Amor (1961) e Quem Tem Medo de Virgínia Wolf? (1967). Com um retrospecto deste, inspiração não faltou para a atriz curitibana Adriana Birolli neste ensaio de Gente. “Assisti a interpretações de Liz, inclusive, para compor a Patrícia na novela Fina Estampa”, revelou Adriana no set.


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Ensaio

“Não adianta o sexo ser incrível e não ter o que conversar depois. Também não funciona ser um amigo incrível, mas você não desejar ir para a cama com ele” • Amor & sexo

• O temperamento de Adriana, 24 anos, também se faz notar quando ela expõe sua opinião sobre a relação entre homens e mulheres. Diferente de Liz, que se casou oito vezes e amou outras tantas, sempre incerta com os rumos do seu coração, a brasileira gosta mais do estilo preto no branco. E detesta “joguinhos” na hora da sedução. “Eu sou contra a mulher que finge não gostar do homem para atraí-lo. Ou a que fica esperando ele ligar no dia seguinte. Eu não! Se quero falar, eu ligo. Por que ficaria em casa sofrendo, roendo unha? Essa não sou eu”, dispara a morena, que está em cartaz no teatro com a comédia Manual Prático da Mulher Desesperada, com texto original de Dorothy Parker e direção de Ruiz Bellenda, na qual interpreta Alice, uma mulher insegura e atrapalhada no campo amoroso. Há um ano e meio namorando o ator e diretor Alexandre Contini, Adriana acredita que o equilíbrio entre o sexo e a amizade na relação é um dos segredos do seu sucesso. “Não adianta o sexo ser incrível e não ter o que conversar depois. Também não funciona ser um amigo incrível, mas você não desejar ir para a cama com ele”, ensina. E ainda há outro ingrediente que, para ela, é essencial na vida de qualquer casal: uma pitada de ciúme. “Aí fica perfeito”, conclui. •

Colar de pérolas H. Stern

Patrícia, em 2011, foi a segunda performance de Adriana no horário nobre da Globo – onde tem contrato até 2015. Antes dele, em 2009, ela já havia chamado a atenção do público e da crítica com a irritante Isabel, em Viver a Vida. Um papel que começou pequeno e se tornou essencial na trama. “Isabel tinha uma função limitada. Mas foi crescendo, crescendo... Eu não imaginava que em determinado momento ela fosse estourar e conquistar o que conquistou”, diz, orgulhosa com a repercussão. Voltando a Liz, Adriana diz que outro motivo de admiração é o temperamento forte da musa, que jamais se furtou em expor. Essa personalidade mais contundente, também encontrada em Adriana, serve de combustível para a atriz, que começou a estudar teatro aos 8 anos. “Quis cursar por vontade própria e meus pais sempre me apoiaram”, conta.


“Lesto odion ex enibh exeros autat, venim dolobor sum ip erit, sim in heto od tat augait utpat�

dolores donec,

nononnonono Pulseira mcor sum dolor Quat ut esed Dolore essim Hot pant eget Semper e top listrado Dolores azul donec e branco magnus Jo de eget Mer. Na pĂĄgina ao lado, colar e brincos de brilhantes H. Stern

Ensaio


“Assisti a interpretações de Liz Taylor para compor Patrícia, em Fina Estampa. Sempre a admirei por sua carreira e personalidade forte”

CONFIRA O MAKING OF EM WWW.ISTOEGENTE.COM.BR

agRadecimentO • Luciana Dixon/ H.Stern

14/01/2011

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“A comédia é sacana, mas esse não sou eu” Um ponderado e cuidadoso Rafinha Bastos fala sobre a fama de polêmico, diz que aprendeu que a piada depende do ambiente em que é contada e acha que o brasileiro se leva muito a sério POR BRUNA NARCIZO

• Rafinha Bastos estreou seu programa solo na RedeTV! já sendo alvo de piada. Afinal, seu programa Saturday Night Live (Sábado à Noite Ao Vivo) era exibido aos domingos. A partir do sábado 18, o comediante conquista um dia mais nobre na grade de programação da emissora. Em uma autocrítica, ele admite que jogaria fora o primeiro mês de seu programa, mas não toma para si o rótulo de piadista polêmico e agressivo. Por causa dele, os limites do humor e do bomsenso passaram a ser discutidos, após episódios como aquele em que fez piada grosseira com Wanessa Camargo. Ele diz que brasileiro se leva a sério demais, que não fica na frente do computador criando piadas com a intenção de agredir. Na entrevista a seguir, ele analisa a relação que tem com a audiência e a crítica e promete piada para o programa de estreia, falando sobre o casamento de Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbank.

• Agora o Saturday Night Live será exibido aos sábados. Acha que vai ser melhor para você e para o programa? • Rafinha. Não posso ser arrogante e dizer que o público não me entende (se não tenho audiência). Estamos desenvolvendo uma linguagem, fazendo adaptações importantíssimas. Tínhamos um formato que não deu muito certo e uma série de modificações fez o público chegar aos poucos. Jogaria fora o primeiro mês do programa. Os esquetes eram muito ruins, a gente estava aprendendo a fazer. • No último sábado, a reprise do SNL foi recorde de audiência com 2,5 pontos. No início você disse que audiência não importava. Nunca foi cobrado por resultados? • Nunca fomos ameaçados por causa da audiência. A emissora confiou em mim. Talvez eu tenha subestimado um pouco. O que aconteceu é que os anunciantes precisam (de audiência) e a imprensa pegou muito no pé. Recebemos poucas críticas ao programa. Quase todas as reportagens só falavam sobre a audiência e isso é ruim porque o programa ainda está em crescimento.


22/8/2012

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Fotos Wayne Camargo/Rede tV


“Não posso ser arrogante e dizer que o público não me entende (se não tenho audiência)”

“Se eu ficar chateadinho, eu não posso trabalhar, vou passar o dia inteiro me desculpando”, diz Rafinha


• Talvez tenha subestimado o quê? • Talvez eu tenha subestimado a importância do projeto. Esse não é o programa do Rafinha, em que eu falo o que penso. Sou mais executivo do que um rosto em frente da câmera. Preciso abraçar essas responsabilidades de ser executivo do programa. Não faríamos 14 pontos de audiência porque não utilizamos dos artifícios comuns a outros programas. A gente é contra utilizar suspense, mulher com a bunda de fora. É um programa sincero e, como não usamos essas artimanhas, a gente fica nu demais. A gente precisa entender o gosto popular. • Acha que os artistas se levam muito a sério no Brasil? Isso é um problema? • Realmente o brasileiro se leva muito a sério. Todas as emissoras têm uma lista de artistas que não podem ter nem o nome citado. Tirando isso, há alguns absurdos. É como o caso da (Daniella) Cicarelli transando na praia com o namorado. Ela tentou fechar o YouTube para não mostrarem mais o vídeo. Tem também aquela outra (Carolina Dieckmann) cujas fotos em que aparecia pelada foram divulgadas na internet. Ela deveria ter feito uma história brincando com isso. Mas ela foi a um programa de tevê e chorou. É como no caso de apelido, que só pega quando a pessoa não gosta. Se ela rir da situação, ninguém fala mais. Ninguém é obrigado a gostar do que se fala. Se eu ficar chateadinho, eu não posso trabalhar, vou passar o dia inteiro me desculpando.

• Depois daquele “episódio com a cantora” (Wanessa Camargo), como você costuma dizer, tem se policiado mais para fazer as piadas? • Não. Mas eu tenho restrições legais. Muitas delas eu acabo atropelando. Não pode falar de fulano, sicrano. Talvez eu precisasse tomar cuidado, ambientar melhor as piadas que eu crio. Tive de aprender isso à força. Não é legal que eu fale desse assunto na tevê, tal piada é melhor para o palco e outra para internet. No SNL, há piadas muito pesadas, que dariam processo. É que não incomodamos tanto, já que pouca gente vê. O CQC também era assim. Como o HomemAranha diz: “Com o poder, vêm maiores responsabilidades.” • Andrea Beltrão, que é reconhecida como boa humorista, disse que achava seu tipo de humor pesado. Isso pode ser fruto de um senso comum sobre você? • Acho que existe esse senso comum de que sou o cara que luta pela piada polêmica. Eu entendo. A comédia é sacana, mas esse não sou eu. Não passo o dia inteiro pensando em como agredir alguém. No show da Virada Cultural (deste ano), fiz minhas piadas de sempre e saiu uma notícia de que eu estava pegando mais leve nas piadas. Eu tomei decisões, criei brigas e xinguei. Juro que fiz isso me divertindo na frente do computador. Só me chateei quando vi que isso estava prejudicando o projeto e a galera que trabalha comigo. • Qual é a melhor piada do mensalão? • Concorrer com alguns depoimentos é difícil porque há piadas maravilhosas ali. •

CONFIRA A ENTREVISTA NA ÍNTEGRA EM WWW.ISTOEGENTE.COM.BR

“Não passo o dia inteiro pensando em como agredir alguém. No show da Virada Cultural (deste ano), fiz minhas piadas de sempre e saiu uma notícia de que eu estava pegando mais leve nas piadas. Eu tomei decisões, criei brigas e xinguei. Juro que fiz isso me divertindo na frente do computador”

‘‘No SNL, há piadas muito pesadas, que dariam processo. É que não incomodamos tanto, já que pouca gente vê. O CQC também era assim. Como o HomemAranha diz: ‘Com o poder, vêm maiores responsabilidades’’’

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Estilo Casa • Por Silviane Neno

A compilação de fotos de portas de Cartagena, na Colômbia, rendeu quadros que enfeitam a parede onde fica um dos bares. Na pág. ao lado, Felipe no sofá do escritório, em companhia do cãozinho Chopp

No comando DA FESTA Felipe Aversa organiza as melhores baladas da high society de São Paulo, mas em sua casa mantém o estilo low profile POR Júlia Leão FOTOS Marcelo Navarro / Ag.IstoÉ


14/01/2011 16/1/2012

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Estilo Casa

Como bom viajante, Felipe garimpa em cada viagem quadros e ilustrações que aglomera na parede da cozinha. Ao lado, o empresário com as luvas que conquistou no bastidor de um campeonato do UFC e abaixo, os bonecos de luta

• A Tudo começou como uma brincadeira. Felipe Aversa era apenas um jovem de 22 anos quando iniciou a trajetória como um dos melhores produtores de eventos de São Paulo. As festinhas animadas que comandava entre os amigos se tornaram os convites mais desejados da pauliceia. O mailing, de 18 mil pessoas, conta com nomes que vão desde famílias tradicionais da cidade, como Diniz e Trussardi, até uma turma de jet setters fãs de carteirinha das festas da Haute, empresa que mantém ao lado dos amigos Bruno Dias, Guga Guizelini e Dado Ribeiro. Logo após desistir da profissão de peão de rodeios – se afastou da atividade depois de quase perder uma perna e metade do rosto – Felipe saiu da casa dos pais em Bebedouro, no interior paulista, e veio morar na capital. Cursando quase como um turista a faculdade de Turismo, começou a fazer estágio em uma rede de hotéis, que recebe grandes empresários de multinacionais. Com muito traquejo e malemolência, o então aspirante a gerente conquistou seu espaço entre os executivos e fez uma cartela de clientes. “Eu era o mestre do entretenimento discreto em São Paulo. Conhecia o que cada um buscava para relaxar a cabeça depois de horas de reunião. Já levei muito piloto de Fórmula 1 para gastar energia por aí. Peguei esses contatos e trouxe para minha agência”, relembra Felipe. Hoje, ele diz que o foco da diversão mudou. A empresa trabalha o entretenimento para grupos segmentados, como o Spa Day – feito especialmente para mulheres do high society – Sports Day, que mescla eventos de kart, golfe e polo, e as famosas baladas e viagens.


Naessi el irit loboreet, sisl dolore vent nisl utet amconsequat non et, veril ullum dolenis euis alit lam, qui blamcon hent in

E se na vida profissional Felipe tem o status do homem mais badalado da noite, em casa assume que é low profile. “Não gosto de fazer grandes festas no meu ambiente pessoal. Prefiro petits comitès.” Reuniões que podem ir de 20 a 100 convidados, no apartamento de 190 m². Para receber os amigos com aconchego e liberdade de trânsito, Felipe reformou as salas e ampliou o ambiente. “Quebrei a parede de um dos quartos e transformei em mais um espaço de área comum, assim tenho um lugar mais arejado para receber amigos”, explica. É nesse espaço que mantém as duas adegas de vinho e o bar, recheado de garrafas internacionais, que garimpou em viagens. Mas assume não ser um dos consumidores dos drinques, já que não é fã de álcool. Workaholic, porém, Felipe também mantém um escritório em casa. E afirma que é seu lugar preferido, pois ali guarda a coleção de bonecos de luta livre, os capacetes de corrida de kart, a luva do UFC (campeonato de MMA) que conquistou nos bastidores em um dos eventos no Brasil e o quadro com autógrafos dos lutadores. “Sou uma criança adulta. Gosto de decorar o espaço com objetos que fazem parte do meu universo.” Casado há três anos com a pedagoga Lucila Cafaro, Felipe conta que apesar do espírito festeiro, quando volta para o apartamento, deixa no hall de entrada a capa de promoter. “Encarno o pai de família e me jogo nas brincadeiras com o Felippo (enteado) e o Chopp, nosso mascote.” •

A sala de televisão é um dos ambientes que recebe amigos para jogar videogame enquanto degustam drinques feitos especialmente pelo anfitrião da casa. À esq., rótulos de garrafas de vinho que coleciona com a esposa

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