Page 1

k6

k

Gustavo Bettini/Divulgação

José Paulo/Divulgação

k Contemporâneos de Pernambuco no Museu do Estado

k Livro estuda versões do horror japonês pelos EUA k 2

caderno C

Editores: Marcelo Pereira marcelop@jc.com.br Adriana Victor avictor@jc.com.br Fale conosco: (81) 3413.6180 Twitter: @jc_pe www.jconline.com.br/cultura

Recife I 18 de agosto de 2015 I terça-feira

Imagens que falam por si

FOTOGRAFIA

Moderna para Sempre é formada por obras produzidas no período que vai dos anos 1940 até a década de 1970, por fotógrafos como Ademar Manarini, Geraldo de Barros, German Lorca, José Yalenti, Marcel Giró e Paulo Pires. Já passou por Fortaleza, Porto Alegre, Belo Horizonte, Belém, Ribeirão Preto, São Paulo e Santos, além de cidades em outros países. Curador da mostra, o fotógrafo Iatã Cannabrava pesquisa sobre a fotografia modernista brasileira há um certo tempo. “Ajudei a montar esta exposição. Quando o Itaú Cultural adqui-

riu o primeiro lote dessas fotografias, me chamou para opinar em certas coisas, fazer uma curadoria”, relembra Iatã. “A cada cidade, ela muda completamente. Em alguns lugares cabiam umas 80 fotos, em outros 100. Aqui cabem 130. Estamos respeitando as características modernistas no jogo da montagem. A forma tem uma importância nestas fotografias, não maior que o conteúdo, mas substancial. Do mesmo jeito que é substancial na foto, daquele quadro para dentro, é substancial do quadro afora, nos conjuntos que criamos, no modo de brincar com as formas na montagem”, continua o curador. A coleção tem, até o momento, 138 obras. Aquisições recentes, como cinco fotos de José Oiticica Filho, serão exibidas no Recife, assim como a obra Bailarina do Balé da Juventude UNE, Rio de Janeiro - RJ (1947), de Thomaz Farkas, exposta pela primeira vez fora do instituto paulista. “Esses fotógrafos foram influenciados por movimentos de outros países, mas criaram algo com muita força aqui mesmo. Os fotoclubes rediscutiram uma linguagem para a fotografia e encontram um caminho próprio

Thomaz Farkas/Divulgação German Lorca/Divulgação

O QUE VER Série Inimigos, Bailarina do Balé da Juventude UNE - RIO, Paralelas e Diagonais e Homem Guarda-Chuva

José Yalenti/Divulgação

O

Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (Mamam) inaugura hoje duas mostras que estarão em cartaz simultaneamente. A primeira mostra é inédita no Recife, formada por obras de 29 artistas, é a Moderna pra Sempre – Fotografia Modernista na Coleção Itaú Cultural. A segunda, intitulada Inimigos, são exibidos ao público dez desenhos da série homônima feita por Gil Vicente e adquirida pelo Mamam através do Prêmio de Artes Plásticas Marcantonio Vilaça/Fundação Nacional de Artes (Funarte). O incentivo a acervos de instituições museológicas públicas e privadas sem fins lucrativos do Brasil é um objetivo da premiação. Esta é a terceira vez em que o Mamam é contemplado. Nas edições anteriores, o museu adquiriu obras de Rodrigo Braga e Lourival Cuquinha. “A gente sempre busca, de acordo com os interesses e o perfil do museu, receber essas propostas e concorrer junto com os artistas ao prêmio. O artista recebe o devido pagamento e a gente expõe as obras que depois ficam em nosso acervo”, resume a diretora do Mamam, Beth da Matta. “Além da importância desse conjunto, lembro que a gente sempre vive falando que nossos acervos saem muito de Pernambuco e que é preciso mantê-los aqui. Falo ‘a gente’ como gestora e os artistas. Eles têm essa preocupação de que parte significativa do seu trabalho fique em seus locais de origem”, completa Beth. Gil Vicente trabalhou com carvão sobre papel para representar a si mesmo mirando armas para várias lideranças políticas e religiosas, entre as quais o Papa Bento XVI, Rainha Elizabeth II, os ex-presidentes Lula (então no poder) e Fernando Henrique Cardoso, que podem ser vistas como símbolos do poder das posições nas quais elas estão ou estiveram (um convite para enxergar, a partir das figuras ali representadas com o traço apurado de Gil, o contexto das situações). Com este trabalho, e a série Suíte safada, ele foi selecionado para a 29ª Bienal de São Paulo (2010) – na ocasião, Inimigos recebeu uma solicitação de veto da Ordem dos Advogados do Brasil – Secção São Paulo. As obras também foram exibidas no Recife, em Natal, Campina Grande e Porto Alegre.

Gil Vicente/Divulgação

DOSE DUPLA Mamam expõe a série Inimigos, de Gil Vicente, recém-adquirida, e a mostra Moderna pra Sempre, do Itaú Cultural

para a fotografia brasileira naquele momento que basicamente está na desconstrução do referente. São como telas nas quais as escadas não são escadas, a arquitetura não é arquitetura, tudo participa de uma discussão da forma. Eles rompem o formalismo, a fotografia que era tida como um documento ou pictorial imitando o que se fazia na pintura”, opina o curador. Antes da abertura, às 18h30, Iatã e o curador e pesquisador Moacir dos Anjos, da Fundação Joaquim Nabuco, participam de um bate-papo no auditório sobre o tema Outras Modernidades. “Vamos falar sobre que sentido tem e de onde vem essa modernidade. No que ela culmina e o que a gente aprende com isso”, conclui Iatã. k Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães – Visitação: De terça a sexta, das 12h às 18h; sábados e domingos, das 13h às 17h. Gratuito. Rua Aurora, 265, Boa Vista. Fone: 3355-6870

q Mais na web Veja galeria de fotos no canal www.jconline.com.br/cultura


2 jornal do commercio

Recife I 18 de agosto de 2015 I terça-feira

caderno C

www.jconline.com.br/cultura

Diogo Guedes

dgduarte@jc.com.br twitter: @jc_escrita telefone: (81) 3413-6543

exemplo, em que “um argumento, para mim, se parece muito mais com os raios de uma roda do que com os elos de uma corrente”. “Não consigo conceber um pensamento que não tenha metáforas implícitas, mas o fato de tê-las revela seus limites”, também revela. Para quem é fascinado pelo pensamento de Sontag, é uma obra imperdível. É possível vê-la questionar a crítica ao modernismo e também discordar da existência de um forma feminina de escrever – um tema debatido ainda hoje. “Sinto uma lealdade intensa para com as mulheres, mas ela não se estende ao ponto de dar minha obra apenas para revistas feministas, porque também sinto uma lealdade intensa para com a cultura ocidental”, explica.

REMAKES Diferenças entre Ringu (à esquerda) e O Chamado (à direita) ganham análises comparativas na pesquisa

ebarros@jc.com.br

Ariano Suassuna

Celebrando 13 anos, o projeto apresenta seu novo site, com novas colunas, e a terceira edição de sua revista, amanhã, a partir das 20h30, no Bar Esquina Graças.

Homenageado na Fliporto em 2014, o autor paraibano é o mote do festival A Letra e a Voz, que acontece de 26 a 30 deste mês. A curadoria é de Sennor Ramos.

Lançamentos da editora Salto Quântico

Os textos do crítico Apirius são reunidos no e-book Confissões Íntimas (Cesárea), com prefácio de Renata Amaral e lançado amanhã. Betânia Menelau (O Instante e o Vazio) e Marco Menelau (Pai Nosso) fazem evento hoje, às 19h30, na Saraiva do RioMar.

Em Garanhuns

Nomes da Flipo

O escritor baiano e imortal da ABL Antônio Torres conversa com o colega Mário Rodrigues hoje, às 19h30, no Sesc Jaime Pincho.

A 3ª edição da Festa Literária Internacional de Ipojuca, a partir de 17 de setembro, terá nomes como Marcus Accioly, Carrero e Ernesto de Melo e Castro.

k Livro e leitura Debate sobre plano estadual começa A primeira reunião para formatar o Plano Estadual do Livro, Leitura, Literatura e Biblioteca (PELLLB) acontece hoje, às 14h, no Espaço Pasárgada. O foco desse primeiro encontro é escutar os mediadores do livro. No dia 26, é a vez da cadeia produtiva; por fim, no dia 2 de setembro, quem se reúne são os setores criativos. São os primeiros passos para a elaboração de uma política pública estadual para a leitura.

Divulgação

AUTOR Filipe (acima) lista outros filmes que ganharam versões, como Água Negra, de Walter Salles (no alto) ror – como o gênero japonês foi denominado – e a grande quantidade de remakes – 34, entre 2010 e 2014, segundo Filipe – acabou chamando a atenção dele. E, mais do que isso, levou-o a empreender a pesquisa para o doutorado em torno do fenômeno. “Foi como abrir o leque para o que está acontecendo agora. Mas remakes não são novidades no

cinema americano, já que filmes silenciosos foram refeitos com som e em cores. A ideia é que esses remakes contem as histórias sob uma nova ótica, mas pode ser que também apontem para falta de criatividade”, explica o pesquisador. Para escrever Fronteiras do Medo, Filipe reviu várias vezes as produções japonesas e

americanas, a maioria assistidas nos cinemas brasileiros ou vistas em vídeo. O ponto de partida é o longa-metragem Ringu, de Hideo Nakata, realizado em 1998, que foi refilmado como O Chamado, em 2002, por Gore Verbinski, sob a tutela da produtora Dreamworks, de Steven Spielberg. A partir de uma minuciosa análise comparativa, Filipe aponta as principais diferenças entre os filmes. “Visualmente, elas são muita perceptivas. No americano, a edição é muito fragmentada, enquanto que no japonês a construção é mais lenta, com plano mais longos. No uso da trilha e efeitos sonoros, a diferença se confunde com a noção de medo em ambos os cinemas. Ringu é silencioso e O Chamado, ao contrário, se baseia numa sucessão de sustos”, enumera. Além da análise, o pesquisador se debruça sobre outros filmes japoneses copiados por Hollywood, como O Grito, Uma Chamada Perdida e Água Negra. Este último foi dirigido pelo brasileiro Walter Salles, em 2005, mas não fez sucesso. Questões históricas relativas ao gênero nas duas cinematografias também estão presentes. Como o papel das mulheres, tanto as protagonistas quanto os fantasmas que as perseguem – também femininos –, que representam o lugar do mal em muitos filmes.

Das cinzas a uma nova vida Parcerias das mais sólidas do cinema alemão atual, o encontro entre o diretor Christian Petzold e a atriz Nina Hoss já rendeu seis longasmetragens. O mais novo é o drama romântico Phoenix, que estreia nesta quinta-feira, no Moviemax Rosa e Silva. Mais uma vez, a dupla faz uma incursão na dolorosa história da Alemanha. No penúltimo filme que fizeram juntos, o desconsolado Bárbara – prêmio de Melhor Diretor no Festival de Berlim, em 2012 – captava o olhar de uma médica (Nina) de Berlim Oriental, nos anos 1970, que reluta em mudar para o lado ocidental da cidade. Em Phoenix, a personagem vivida por Nina, a cantora judia Nelly, volta desfigurada de um campo de concentra-

Imovision/Divulgação

Café Colombo

a adolescência, o jornalista e professor universitário Filipe Falcão, 33 anos, era considerado pelos amigos como o patinho feio da turma. Tudo porque ele gostava de filmes de terror. Ao longo dos anos, a paixão ganhou ares de seriedade e Filipe se transformou num dos mais compenetrados pesquisadores brasileiros do gênero. Hoje, às 19h, na volta do Café Intercom, na Livraria Cultura do Paço Alfândega, no Bairro do Recife, ele lança o livro Fronteiras do Medo - Quando Hollywood Refilma o Horror Japonês (Editora Estronho, 174 páginas, R$ 40), resultado de uma tese de mestrado defendida na Universidade Federal da Paraíba. Doutorando do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFPE e docente da Faculdades Integradas Barros Melo – AESO, Felipe vai bater um papo com o também pesquisador e coordenador do Curso de Cinema da UFPE, Rodrigo Carreiro, sobre as adaptações dos filmes de horror japoneses por Hollywood, na década passada, e o atual boom de remakes, que tem atualizado o legado de vários longas americanos do gênero, realizados a partir dos anos 1970. Essa continuidade, entre as versões americanas do J Hor-

Gustavo Bettini/Divulgação

N

Divulgação

Um dos curadores da Bienal do Livro de Pernambuco, Schneider Carpeggiani confirma mais um nome internacional do evento: a escritora argentina Selva Almada, autora do romance O Vento Que Arrasa, lançado aqui pela Cosac Naify. A Bienal ocorre de 2 a 12 de outubro.

Touchstone Pictures/Divulgação

Ernesto Barros

k Prosa argentina na Bienal

Crônicas da gastronomia carioca

ESTUDO Pesquisador Filipe Falcão lança, hoje, na Livraria Cultura, livro sobre as refilmagens que o cinema americano fez de filmes de terror produzidos no Japão California Filmes/Divulgação

No intervalo entre os encontros com o jornalista Jonathan Cott, que a entrevistava para a Rolling Stone, a escritora e crítica americana Susan Sontag avisou: “Precisamos nos ver logo porque eu posso mudar demais”. Essa conversa antológica, publicada parcialmente em 1979, tornou-se o livro Susan Sontag: Entrevista Completa para a revista Rolling Stone (Autêntica). A obra mostra a firmeza e a multiplicidade da autora de títulos como Sobre a Fotografia e Contra a Interpretação, que escrevia, segundo ela mesmo, para poder abandonar um pensamento e passar para o outro. Realizada em 1978, a entrevista tem como um dos temas principais o câncer que acometeu Susan – sobre isso, ela havia feito Doença como Metáfora. “Você está lá, no hospital, pensando que vai morrer, e não pensar sobre isso teria exigido de mim um desprendimento enorme”, conta. Drogas, feminismo, fotografias, ficção e sexualidade são temas importantes da conversa, que tem um duplo valor: sim, tateia a raiz do pensamento da autora, mas também revela parte de sua personalidade pública. Lá ela comenta sua forma não linear de pensar, por

Divulgação

Sontag em suas palavras

O medo segundo o cinema japonês

Dreamworks Pictures/Divulgação

escrita

CASAL Nelly (Nina Hoss) e Johnny (Ronald Zehrfeld) ção. São os primeiros anos da reconstrução do país, com uma grande parte dos judeus preferindo trocar a Alemanha por outros países, principal-

mente Israel. Lene Winter (Nina Kunzendorf), a amiga que a resgatou do cativeiro, faz tudo para Nelly deixar o passado para trás

e reconstruir a vida. Apesar do rosto novo e da possibilidade da nova vida, Nelly quer ter certeza se foi traída ou não pelo marido, o pianista Johnny (Ronald Zehrfeld ). Ela vai encontrá-lo como garçom do bar Phoenix, uma espécie de réplica dos cabarés de Kurt Weil e Bertolt Brecht. Ainda apaixonada, ele sequer é reconhecida por Johnny, que tenta armar um plano ensinando-a a ser ela mesma para herdar uma grana da esposa que imaginava morta. Como o cinema feminino de Fassbinder e o thriller hitchcockiano (a trama, invertida, lembra a de Um Corpo que Cai), Phoenix é um filme um visualmente estilizado, feito a partir das sobras de uma personagem que renasce das próprias cinzas. (E.B.)


18.08.2015

TERÇA-FEIRA

DIVERSÃO & ARTE

www.destakjornal.com.br

GABRIEL DINIZ NO MIRANTE DO PAÇO

13

Nova casa de eventos do Recife, Mirante doPaço, às margens do rio Capibaribe, no Centro, vai abrir em 3 de outubro com show de Gabriel Diniz. A entrada custa R$ 120 (mulher) e R$ 140 (homem), à venda nas lojas Mr Cat e Vitabrasilnet.

Mostra explora estilos da fotografia modernista

Livro que revisa filmes de terror é lançado hoje GUSTAVO BETTINI/DIVULGAÇÃO

VEETMANO PREM/ AGÊNCIA JCMAZELLA

Exposição Moderna para Sempre entra em cartaz hoje no Mamam, centro do Recife, e conta com 130 obras de 29 artistas DA REDAÇÃO redacao.destak@gmail.com

Filipe é doutorando da UFPE, onde estuda remakes de filmes de horror

A partir de hoje, o Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (Mamam) recebe a exposição Moderna para Sempre – Fotografia Modernista Brasileira na Coleção Itaú Cultural. A inauguração contará com um coquetel, apenas para convidados, às 19h30, e e a mostra será aberta para visitação do público geral a partir de amanhã até 18 de outubro.

Hoje, também será inaugurada a mostra Inimigos, do artista Gil Vicente, composta por dez desenhos Já exibida em diferentes recortes em 10 cidades, a mostra chega ao Recife com quase a totalidade de obras da coleção, composta

Patrimônio cultural é tema para programação Para comemorar a 8ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco, o Centro de Formação, Pesquisa e Memória Cultural – Casa do Carnaval recebe hoje e amanhã rodas de diálogos, minicursos e apresentações de nações de maracatu. Ao todo, estão sendo disponibilizadas 120 vagas para as atividades. Para participar é necessário enviar um e-mail para casadocarnavalrecife@gmail.com ou entrar em contato pelo telefone 33554311. A Casa do Carnaval fica no anexo da Casa 38, no Pátio de São Pedro. Mais informações no site www2.recife.pe.gov.br.

Inauguração será realizada hoje em um coquetel para convidados; para o público geral, será aberta a partir de amanhã

por 138 obras. A mostra mergulha no movimento fotoclubista brasileiro, lançado no final da década de 1930, com um conjunto de 130 obras de 29 artistas, que remontam aos anos de 1940 a 1970. A entrada para visitação é gratuita e funciona de terça a sexta, das 12h às 18h. Já aos finais de se-

mana, é possível visitar a exposição aos sábados e domingos, das 13h às 17h.

Inimigos Também entra em cartaz hoje, no Mamam, Inimigos, do artista Gil Vicente. Composta por 10 desenhos em carvão sobre papel, a

mostra é agora parte do acervo fixo do Mamam, que a obteve ao vencer o Prêmio de Artes Plásticas Marcantonio Vilaça/Funarte 2014 para acervos públicos do Brasil. A visitação estará aberta ao público a partir de amanhã e segue até o dia 16 de fevereiro do próximo ano.

Burle Marx é homenageado em concerto de Banda Sinfônica DIVULGAÇÃO/PCR

Amanhã, a partir das 20h, a Banda Sinfônica da Cidade do Recife sobe ao palco do teatro de Santa Isabel e oferece um concerto em homenagem ao mês dedicado ao arquiteto, paisagista e artista plástico Burle Marx. O 6º Concerto Oficial da Temporada 2015, sob a regência do maestro Nenéu Liberalquino, apresenta de clássicos a bossa nova e integra as comemorações a Burle Marx, no Recife. Na apresentação, a Banda Sinfônica irá executar grandes nomes da música clássica mundial. Além disso, um medley só com composições da bossa nova foi montado especialmente para homenagear o paisagista Burle

Marx, conhecido pelas noites musicais que realizava em sua casa no Rio de Janeiro, juntamente com jantares supervisionados de perto por ele mesmo. O evento começa às 20h, mas os interessados devem se apressar para conseguir um ingresso para apresentação. Eles devem ser retirados na bilheteria do teatro a partir das 19h.

Entre as composições do repertório está medley apenas de bossa nova

6º CONCERTO OFICIAL DA BANDA SINFONICA DO RECIFE Amanhã, às 20h No teatro de Santa Isabel, praça da República, s/n, bairro de Santo Antônio, Centro Entrada franca Informações: 3355-3324/3322

O livro “Fronteiras do medo – Quando Hollywood Refilma o Horror Japonês”, do jornalista e pesquisador Filipe Falcão, será lançado hoje com um bate-papo sobre filmes de terror. O evento gratuito acontece às 19h, na Livraria Cultura do bairro do Recife. A obra é resultado de pesquisa sobre remakes de filmes de horror japoneses e suas refilmagens feitas em Hollywood. As tradições cinematografias do horror nos EUA e no Japão são as mais influentes. Porém, Hollywood só estabelece parceria com a indústria japonesa de forma contínua a partir de 2002, com o remake do sucesso japonês “O Chamado”. O evento acontece com a volta do Café Intercom, realizado mensalmente pelo Programa de PósGraduação em Comunicação da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). FRONTEIRAS DO MEDO Editora Estronho R$ 45


2 jornal do commercio

Recife I 17 de agosto de 2015 I segunda-feira

caderno C

www.jconline.com.br/cultura

Cinema como identidade

k rápidas Celebração do patrimônio cultural de PE

SELEÇÃO A partir de amanhã, a Caixa Cultural recebe a mostra Autorretratos – Documentários Autobiográficos Fotos: Divulgação

Ernesto Barros ebarros@jc.com.br

G

ênero dos mais renovados do cinema contemporâneo, o documentário vive uma de suas melhores fases. Do foco nas grandes questões sociais e políticas, o gênero ganhou vertentes mais íntimas. A partir de amanhã, a Caixa Cultural Recife sedia a mostra Autorretratos – Documentários Autobiográficos, com uma série de filmes em que o cineasta fica à frente da câmera para mostrar recortes de sua própria vida. Durante 12 dias, serão exibidos 13 longas, um média, cinco curtas-metragens e seis telefilmes, num vasto panorama de filmes estrangeiros e brasileiros consagrados pela crítica. A mostra tem curadoria do cineasta e crítico de cinema Aristeu Araújo, sócio da produtora Haver Filmes, de Curitiba. “Eu fui programador da sala de cinema do Sesc Paço da Liberdade, no centro de Curitiba, e venho observando esse tema há bastante tempo, principalmente quando assistiu ao documentário 33, de Kiko Goifman”, explica o curador. “Desde 2003 descobri alguns filmes corajosos que tinham seus diretores como assunto principal. Mas isso sempre foi um interesse ocasional, até o recorte da mostra.” Apesar de grande parte dos filmes terem sido produzidos na última década, a mostra traz exemplares pioneiros da tendência, que teve no lituanoamericano Jonas Mekas, atualmente com 92 anos, um dos seus maiores entusiastas.

DESTAQUE O filme Elena, de Petra Costa, faz parte da safra recente de documentários

PIONEIRO O cineasta lituano-americano Jonas Mekas, 92 anos, escreveu sua história no cinema

Em Walden: Diaries, Notes and Sketches, de 1967, Mekas fez um tipo de filme diferente, em que filmava seu cotidiano entrelaçado com um jorro de imagens de grande força poética, resultando em algo que fugia às classificações. Outro exemplo de cinema pessoal é a série de seis telefilmes da série Diários, que o diretor judeu-brasileiro David Perlov rodou em Israel, entre 1973 e 1983. Poucos conhecidos, os filmes voltaram a circular depois de exibidos na Mostra de São Paulo e lançados em DVD pelo Instituto Moreira Salles. Da safra mais recente, Aristeu Araújo destaca os documentários Elena, de Petra Costa, e Mataram Meu Irmão, de Cristiano Burlan. “Curiosamente, são dois filmes que têm a morte de irmãos como tema central. O primeiro, que ganhou o Festival É Tudo Verdade, trata do assassinato do irmão do diretor; o segundo, é sobre a relação da diretora com sua irmã, que morreu há 20 anos”, aponta. Além dos filmes supracitados, a mostra vai exibir os longas 33, de Kiko Goifman; Passaporte Húngaro, de Sandra Kogut; Tarnation, de Jonathan Caouette; Santiago, de João Moreira Salles; As Praias de Agnès; de Agnès Varda; Os Dias com Ele, de Maria Clara Escobar; e E agora? Lembra-me, de Joaquim Pinto. Nos dias 21 e 27, a mostra abre espaço para debates sobre os documentários, com a participação da pesquisadora Ilana Feldman e dos cineastas Cristiano Burlan, Raquel Valadares e Consuelo Lins.

O Dia Nacional do Patrimônio, comemorado hoje, será marcado com uma série de atividades, em sete cidades do Estado: além do Recife, Olinda, Jaboatão dos Guararapes, Igarassu, Paudalho, Caruaru e Brejo da Madre de Deus estão na programação. O Teatro de Santa Isabel sedia, hoje, a partir das 14h, a abertura oficial da VIII Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco. Além dos debates, haverá apresentação de três Patrimônios Vivos de Pernambuco: os maestros de frevo Ademir Araújo (Formiga), Duda e Nunes. No encerramento, às 17h30, haverá apresentação da Banda Sinfônica do Recife. Programação completa em www.jconline.com.br/cultura.

Crônicas de José do Patrocínio são lançadas hoje O escritor e pesquisador pernambucano Ricardo Japiassu lança hoje, às 18h30, o volume Viagem ao Norte – Apontamentos de José do Patrocínio. Na obra, ele reúne as crônicas feitas pelo abolicionista sobre o Nordeste assolado pela seca de 1877-1879. Entre as impressões do jornalista, estão a pujança de Maceió e a beleza do Recife, mas o que marcou seu texto foi a denúncia dos flagelados. O evento acontece na Livraria SBS, na Universidade Católica de Pernambuco, Rua Princesa Isabel, 129, Santo Amaro.

WORKSHOP – Abre inscrições para oficina de arterreciclagem que ocorre sábado, às 14h, no Museu da Cidade do Recife. Fone: 3355-3106. TRIBUTO – A Academia Pernambucana de Letras (APL) realiza, às 16h, sessão da saudade sobre a vida e obra do jurista e escritor Nelson Saldanha. Participam Alvacir Raposo e Gustavo Just. Avenida Rui Barbosa, 1596, Graças. Gratuito.

Felipe Ribeiro/JC Imagem

k Hoje,

Alexandre Belém/JC Imagem

q em pauta

k Amanhã, CINEMA – O Café Intercom UFPE apresenta, às 19h, o livro Fronteiras do Medo: Quando Hollywood Refilma o Horror Japonês, fruto da pesquisa de Filipe Falcão. O evento conta com bate-papo entre o autor e Rodrigo Carreiro, professor do curso de cinema da UFPE. Livraria Cultura do Paço Alfândega. Rua Madre de Deus, s/nº, Bairro do Recife. Fone: 2102-4033. HISTÓRIAS – A mostra de cinema Autorretratos: Documentários Autobiográficos vai até 29 de agosto, na Caixa Cultural, com filmes nacionais e internacionais. R$ 4 e R$ 2. Programação no site: caixacultural.com.br. EXPOSIÇÃO – O Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães abre a mostra da série Inimigos, de Gil Vicente, composta por dez desenhos em carvão sobre papel. Abertura às 19h30. Visitação desta quarta-feira até 16 de fevereiro, de terça a sexta-feira, das 12h às 18h; e sábado e domingo, das 13h às 17h. Gratuita. Rua da Aurora, 265, Boa Vista. ARTES PLÁSTICAS – Abre, às 19h, no Museu do Estado de Pernambuco, a exposição Pernambuco Cena Contemporânea, com obras de Paulo Bruscky, Carlos Mélo, Cristiano Lenhardt, Eudes Mota, Jonathas de Andrade, José Paulo, Lourival Cuquinha, Márcio Almeida, Oriana Duarte e Paulo Meira. Avenida Rui Barbosa, 960, Graças.

k Quarta-feira, 19 MOSTRA – O 13º Festival Estudantil de Teatro e Dança ocorre até domingo, no Teatro Apolo, com produções estudantis de cidades pernambucanas. R$ 10. Rua do Apolo, 121, Bairro do Recife. Fone: 3355-3321. Programação no site: festivalestudantil.blogspot.com.br. OBRA – João Câmara lança, às 19h30, em sua reserva técnica, o livro Litogravuras, com os registros de sua produção litográfica das décadas de 1970 e 1980. Rua das Pernambucanas, 420, Graças. PESQUISAS – A Editora Massangana apresenta seus cinco novos títulos, com destaque para a obra O Retrato e o Tempo: Coleção Francisco Rodrigues, de Rita de Cássia e Teresa Motta. O evento acontece às 19h,

CANTORES Billy Paul se apresenta no Manhattan Café Theatro e Céu faz o show de seu primeiro DVD no Baile Perfumado na Fundação Joaquim Nabuco de Casa Forte, com show do Quinteto SpokFrevo Orquestra. Gratuito. Avenida 17 de Agosto, 2187, Casa Forte. ALTERNATIVO – O Sonido Projeto recebe, na Rouge Creperia, o rock psicodélico e som experimental de Cosmo Grão, às 21h. R$ 15. Praça de Casa Forte, 570. SOLO – O instrumentista Gilú Amaral (Orquestra Contemporânea de Olinda, Ave Sangria) mostra seu trabalho solo Casbah, às 21h. O show Percursos resume sua trajetória na música. Gratuito. Praça São Pedro nº 7, Carmo, Olinda.

k Quinta-feira, 20 CÊNICAS – A Cia. The Paper Cinema recria Odisseia de Homero, na Caixa Cultural, utilizando fantoches, ilustrações cinematográficas e trilha sonora ao vivo. De quinta a sábado e de 27 a 29/8, às 20h – sábados também às 16h. R$ 20 e R$ 10 (meia). Ingressos à venda a partir das 10h desta quarta-feira na bilheteria do espaço. Av. Alfredo Lisboa, 505, Bairro do Recife. Fone: 3425-1900. LANÇAMENTO – O músico Zeca Viana faz pocket-show no lançamento de seu terceiro álbum solo, Estância, às 19h, no auditório da Livraria Cultura do Paço Alfândega. Rua Madre de Deus, s/n, Bairro do Recife. Fone: 2102-4033. TRADIÇÃO – Em comemoração aos 85

anos do Conservatório Pernambucano de Música, o Teatro de Santa Isabel recebe concerto SaGrama & Convidados com participação de Silvério Pessoa, Maciel Melo, maestro Spok, Beto Hortis e Cia. de Balé Perna de Palco, a partir das 20h. Praça da República, s/nº, Santo Antônio. Fone: 3355-3323. ANIVERSÁRIO – Comemorando 40 anos, o grupo pernambucano de teatro Vivencial apresenta, no Teatro Hermilo Borba Filho, às 20h, o espetáculo Cabaré Diversiones, com cenas e textos em parte encenados pelo Vivencial e atualizados tendo como fio condutor uma aula sobre a história do teatro. R$ 20 e R$ 10 (meia). Em cartaz quinta e sexta-feira e nos dias 27 e 28/8. Rua do Apolo, 121, Bairro do Recife. TRIO – Inconsciente Coletivo toca, às 21h, no Casbah Mourisco, temas autorais e standards de jazz revisitados. R$ 5. Praça de São Pedro nº 7, Carmo, Olinda. BLUES – A banda Motorciclano toca na Chivas Blues Night, às 20h, no Downtown Pier. R$ 10 (homem) e R$ 5 (mulher). Av. Alfredo Lisboa, s/nº, Armazém 13, loja 3B. Fones: 98316-3760/3424-6167.

k Sexta-feira, 21 SOUL – Billy Paul realiza show no Manhattan Café Theatro. A partir das 21h, com abertura dos Garçons Cantores. Ingressos a partir de R$ 200. Rua Francisco da Cunha, 881,

Boa Viagem. Fone: 3325-3372. FASHION – O consultor de estilo Arlindo Grund, apresentador do Esquadrão da Moda (SBT) faz sessão de autógrafos, às 19h30, na Livraria Cultura do RioMar, do livro Nada para Vestir. Avenida República do Líbano, 251, Pina. Fone: 3256-7500. MPB – Isabella Taviani se apresenta, às 21h, no Teatro RioMar, com o repertório do DVD/ CD Eu Raio-X, entre outros sucessos da carreira. R$ 120 e R$ 60 (meia). Avenida República do Líbano, 251, Pina. Fone: 4003-1212. TRADIÇÃO – Em comemoração aos 85 anos do Conservatório Pernambucano de Música há o concerto Orquestra Retratos & Convidado, com Antônio Carlos Nóbrega, no Teatro de Santa Isabel. Gratuito (os ingressos são distribuídos uma hora antes da apresentação). Praça da República, s/nº, Santo Antônio. Fone: 3355-3323. POESIA – Encerra a convocatória do Recitata 2015, do Festival Recifense de Literatura: A Letra e a Voz/Festa do Livro. Para participar os interessados precisam apresentar trabalho autoral em língua portuguesa e ser maior de 18 anos. Mais informações pelo e-mail: recitata2015@gmail.com. BAILE – A cantora Céu lança seu primeiro DVD, Ao Vivo, no Baile Perfumado. A partir das 22h, com participação de Academia da Berlinda, Manga Rosa e DJ Allana Marques. Ingressos: de R$ 40 e R$ 90. Rua Carlos Gomes, 390, Prado. Fone: 3033-4747.

k A programação, conteúdo das atrações e seus respectivos horários são de inteira responsabilidade das emissoras e sujeitas a alterações sem aviso.

HOMENAGEM – O Estelita recebe um tributo a Guns’n’Roses com Gustavo d’Almeida’s Raiga Band e Daniel Pinho, com abertura das bandas Monticelli e Motorciclano. R$ 30. Avenida Saturnino de Brito, 385, Cabanga. Fone: 3127-4143. BAILÃO – O Clube Metrópole promove, às 22h, a festa do selo Bailão Brega & Pop com show da Banda Divas, formada por Rhaysa Fontes e Brunessa França, ex-cantoras da Banda Sedutora. R$ 30 (revertido em consumo), R$ 25 e R$ 10 (meia). Rua das Ninfas, 125, Boa Vista. Fone: 3423-0123.

k Sábado, 22 ADOLESCENTES – As escritoras Paula Pimenta, Thalita Rebouças, Babi Dewet e Bruna Vieira lançam a obra conjunta Um Ano Inesquecível, da editora Gutemberg, na Livraria Cultura do RioMar, às 15h. Av. República do Líbano, 251, Pina. Fone: 3256-7500. INTERIOR – O Parque Rufina Borba recebe a 40ª edição da Vaquejada de Bezerros. Gabriel Diniz e as bandas Forró Pegado e Forró do Firma também se apresentam, a partir das 22h. Ingressos a partir de R$ 30. BR-232, Bezerros. Fone: 3728-0171. CARNAVAL – Rafa Mesquita, Citrus Clube, Seu Digão e Felipe e Gabriel agitam a festa Deu a Louca no Pega Vareta, edição fora de época da prévia carnavalesca Pega Vareta, às 20h, no Baile Perfumado. Rua Carlos Go-

mes, 390, Prado. R$ 70. Fone: 3314-5106. NOVO TRABALHO – O grupo instrumental Saracotia, lança seu segundo álbum, A Vista do Ponto, no Teatro de Santa Isabel, às 20h. Gratuito (ingressos distribuídos uma hora antes da apresentação). Praça da República, s/nº, Santo Antônio. Fone: 3355-3323. POP – O Manhattan Café Theatro recebe a Banda Dance Night, às 21h. Abertura: Garçons Cantores. Ingressos a partir R$ 60. Rua Francisco da Cunha, 881, Boa Viagem. Fone: 3325-3372. BREGA – Torpedo, Cheila & Swing do Pará e DJs Ladie Khekhe e Original DJ Copy são as atrações da Brega Naite, às 23h, no Catamaran. R$ 40 (antecipado). Cais das Cinco Pontas, s/nº, São José. SHOW – O musical ABBA: The History passa pelo palco do Teatro Guararapes, às 21h. Ingressos: de R$ 40 a R$ 100. Avenida Professor Andrade Bezerra, s/nº, Complexo de Salgadinho, Olinda. Fone: 3182-8020. ENCONTRO – Pedro Mariano, acompanhado de integrantes da SpokFrevo Orquestra, da Orquestra Sinfônica do Recife e do Conservatório Pernambucano de Música, apresenta-se no Teatro RioMar, às 21h30. Ingressos: de R$ 40 a R$ 100. Avenida República do Líbano, 251, Pina. Fone: 4003-1212. FREVO – O Bom Bistrô & Restaurante recebe, às 12h, a festa do Mulher na Vara, que este ano homenageia o cantor Claudionor Germano. O grupo Tudo Nosso e Dinah Santos também se apresentam. Rua do Bom Jesus, 163, Bairro do Recife. JAZZ – Daniel Podsk Quartet toca na Rouge Creperia, às 22h, instrumental com improviso do jazz incrementado por elementos brasileiros. Praça de Casa Forte, 570. FESTIVAL – As bandas Lupe de Lupe (MG), Troco em Bala (AL) e Le Freak (PE) se apresentam no Usina, em Santa Cruz do Capibaribe, com discotecagem de DJ Betto Skin. Av. Padre Zuzinha, 231, loja 1. FESTA – A banda Café Tinto é a atração da quinta edição da festa Seu Rei Mandou Tocar, no St. Paul Bar, a partir das 22h. No repertório, temas autorais e versões de canções de Tim Maia, Jorge Ben Jor, Stevie Wonder e outros. DJ Toni Lima comanda as picapes. R$ 30. Rua Conselheiro Nabuco, 21, Parnamirim.

k Domingo, 23 TEATRO – Personagens de Frozen Fever, Peppa Pig e Palhaço Chocolate estão no musical infantil O Grande Encontro, no Teatro Boa Vista, às 10h. R$ 40 e R$ 20 (meia). Rua Dom Bosco, 551, Boa Vista. Fone: 2129-5961. ESQUENTE – Às 17h, o Pernambouc Quartet faz concerto no Paço do Frevo com demonstração do repertório que o grupo apresentará na França. Praça do Arsenal da Marinha, s/nº, Bairro do Recife.


Profile for Dulce Reis

Clipping do lançamento do livrto Fronteiras do Medo  

Clipping do lançamento do livro "Fronteiras do medo – Quando Hollywood Refilma o Horror Japonês”, do jornalista e pesquisador Filipe Falcão....

Clipping do lançamento do livrto Fronteiras do Medo  

Clipping do lançamento do livro "Fronteiras do medo – Quando Hollywood Refilma o Horror Japonês”, do jornalista e pesquisador Filipe Falcão....

Profile for dulcereis
Advertisement