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REVISTA DIGITALKS . ano 02 . número 08


SoftLayer® é uma marca registrada de SoftLayer, Inc., uma IBM Company. IBM, o logo IBM, ibm.com e Smarter Planet são marcas registradas e de titularidade da International Business Machines Corporation em diversos países em todo o mundo. Uma lista atualizada das marcas registradas e de titularidade da IBM está disponível na internet, em www.ibm.com/legal/copytrade.shtml. © International Business Machines Corporation 2015.

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Expediente FLÁVIO HORTA Publisher PRISCILLA SALDANHA Chefe de Redação MARIA CARVALHAL Gerente de Relacionamento PAULINHO MOREIRA Projeto Gráfico COLABORADORES Antonio Borba, Adriano Brandão, Alessandro Gil, Alexander Greif Prudencio, Ariadne Cercal, Bruno Couto, Denis Casita, Eduardo Correia, Edvaldo Acir, Eric Tourtel, Francisco Cantão, Geraldo Santos, Gerson Ribeiro, Gonçalo Dumiense, Guilherme Soter, Gustavo Morale, Izabelle Mendonça, Jonathas Meller, João Dalla, Juliana Andrade, Mauro Lopes, Mauricio Brentano, Marcelo Varon, Rodrigo de Almeida, Thiago Sarraf. EMPRESAS MANTENEDORAS 80 20 MKT, AD.Dialeto, Apiki Wordpress, Baidu, Beats Brasil, ChannelAdvisor, Convert Rocks, Demo Brasil, +Digital Institute, Dinamize, Easy Easy Apps, Goobec, Iagente, IBM, IgnitionOne, Imasters, KingHost, LinkBrand, Live Target, Maple Brasil, Media Reponse, Performa Web, Putz Filmes, Siegel Press, Scup, Seekr, Twitter, Uol Host, Venda e Cia, Video Click, Vitrio, WebStorm, Zanox. DIGITALKS Organização > 1.000 exemplares

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Editorial Mais um ciclo se encerra para a Revista Digitalks. São dois anos de trabalho, pesquisa, aprendizados e muita gratidão. Além dos desafios que a Revista trouxe para mim como profissional, o #compartilharconhecimento está cada vez mais atuante em meu dia a dia e isso só me enche de felicidade. Só tenho a agradecer! O presente não é só do leitor (que logicamente é o grande beneficiado com essas 8 edições), mas pra mim também é, além de um presente estar junto com vocês, um encontro: trabalhar com o que amo, se uma forma simples, bem resolvida e transformadora. Querido leitor, obrigada por fazer com que a revista exista! Sem vocês não seríamos nada! E para fechar o ano com “chave de ouro”, no meio desse turbilhão de acontecimentos em nosso país está passando, esta edição traz uma ponta de esperança. Mostra o quanto o Marketing Digital pode te ajudar a passar pela “crise” sem grandes tropeços.

Tem forma melhor de fechar o ano? :)

Enjoy!

Priscilla Saldanha Gestora de Conteúdo


sumário

18

Capa> Marketing Digital na Contramão da Crise

08 #tecnologia

A Tecnologia que nos limita

Digitalks 6

38 #search

Otimizando seu site para ferramentas de busca

14 X 52 #tendência

Data Driven Marketing: conheça o conceito!


sumário

08

TECNOLOGIA

12

Mobile

14

A Tecnologia que nos limita

O valor do marketing mobile para as marcas

search

40

big data

42

consumo

46

marketing

48

empreendedorismo

52

tendência

E-MAIL MARKETING

E-mail Marketing e o Raio Gourmetizador

16

apps

18

capa

24

38

Mova-se para o mobile

Marketing Digital na Contramão da Crise publicidade

Crise, seja bem-vinda!

Otimizando seu site para ferramentas de busca

Como as marcas podem ganhar mais com uma presença multicanal ao utilizar estrategicamente o Big Data

Criação de Conteúdo aliado na Jornada de Consumo Digital

Marketing digital: uma infinidade de possibilidades

Empreendedor 3.0

Data Driven Marketing: conheça o conceito!

26

oportunidades

30

negócios

54

relacionamento

comportamento

57

Guia de Empresas

34

O mercado e as oportunidades

Cloud Computing: o melhor da tecnologia no seu negócio Medo: meu estagiário sabe mais que eu

Vamos falar sobre a assessoria de imprensa 2.0?

Quer colaborar com o Digitalks? Envie seu material por e-mail: redacao@digitalks.com.br Digitalks

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tecnologia

Por Antonio Borba

A Tecnologia que nos limita

Digitalks 8


tecnologia

Tecnologia é uma palavra sempre ligada à evolução. De forma ampla, este é como que um dogma imposto pela mídia, por entusiastas, pesquisadores e quase todo tipo de profissional vinculado, de alguma maneira, a áreas relacionadas com o desenvolvimento tecnológico. Eventualmente, ouvimos críticas de pessoas que consideram que a tecnologia foi longe demais, porém essa linha de pensamento é frequentemente relacionada a conceitos retrógrados ou correntes de protesto contra a sociedade de consumo. O que temos dificuldade para perceber é que, em realidade, muitos conceitos tecnológicos recentes nos escravizam e nos condicionam a um comportamento de manada. Se pararmos para pensar, na verdade não temos muitas escolhas para fugir disso.

Prelúdio: a tecnologia que realmente representa evolução Se levarmos em conta os primórdios da evolução humana, é difícil discordar que alguns inventos, de fato, alavancaram nosso desenvolvimento. Na era contemporânea, podemos citar a mudança na mobilidade proporcionada pelo automóvel, pelo avião e, nas últimas décadas, o ganho de produtividade advindo da evolução dos computadores e do surgimento da internet. Para falar somente de comunicação, quando a telefonia migrou da fixa para a móvel, tivemos um ganho notável de produtividade e qualidade de vida. Quando os computadores passaram a ser interligados por uma rede, e, posteriormente, pela rede mundial de computadores, ainda mais. A conexão wireless e a transmissão móvel de dados foram catalisadores do meio de comunicação instantânea em que vivemos hoje. Estes são exemplos claros em que a tecnologia pode ser considerada evolutiva.

A mudança de comportamento associada à tecnologia Se for para citar um único ícone da tecnologia que causou uma grande mudança comportamental no ser humano (com todos os problemas advindos disso), provavelmente a escolha seria o celular, mais precisamente o smartphone. Estudos indicam claramente que a organização do nosso cérebro mudou com relação ao aprendizado, tornando-o muito mais capacitado para realizar múltiplas tarefas, porém, com muito menos poder de concentração. A impaciência tornou-se característica de toda uma geração que não quer aguardar um segundo a mais pelo carregamento de uma página. A Mediative, recentemente, divulgou um estudo de mapas de calor e eye-tracking[1] indicando que o usuário médio mudou completamente seu comportamento de 2005 para 2014. A velha leitura horizontal e o “Triângulo Dourado” dos resultados de busca já se foram. Agora, a leitura é verticalizada com foco nos resultados exibidos no meio da página e também no rodapé. A mudança de comportamento é creditada ao uso intensivo de smartphones e ao próprio desejo do usuário de pular anúncios pagos e encontrar informação relevantes de forma mais ágil. Entretanto, o grande dilema é a mudança de comportamento social, a começar pela falta de socialização “em pessoa”, em troca de um tempo muito maior tempo dedicado à conectividade, seja por mensagens insDigitalks 9


tecnologia

tantâneas ou interações em redes sociais diversas. O extremo deste tipo de comportamento está no vício da tecnologia que todos nós temos, em diferentes graus, mas que em casos exagerados pode se transformar em um caso clínico.

Quando a tecnologia nos limita É precisamente pela mudança de comportamento estabelecida pelos dispositivos móveis que acabamos limitados pela tecnologia que nos é imposta, sem ao menos perceber isso. Um caso simples do tipo de adaptação desfavorável diz respeito à interface de comunicação homem-máquina. O início da era dos e-mails móveis e das mensagens instantâneas fez surgir os smartphones com teclado, levando a uma comunicação precisa e versátil. A evolução desta tecnologia deveria, em tese, caminhar para a libertação de movimentos que tanto precisamos para andar, dirigir e realizar uma série de atividades para as quais necessitamos das mesmas mãos que digitam no smartphone. Entretanto, a evolução tecnológica migrou para um mundo de touch screens em que o teclado passou a ser virtual. Agora, em plena era da mensagem instantânea, além da limitação de interface que continua sendo o teclado, ainda temos que conviver com menos precisão e dispositivos de correção automática que nem sempre funcionam da forma que desejamos. Ocorre que, na ânsia de acompanhar todas as notificações em nossas telinhas, dedicamos o tempo valioso que perdemos nos deslocando às mesmas atividades que são incompatíveis com a atenção necessária para evitar acidentes. Quase todos nós, em maior ou menor grau, teclamos ao andar, ao dirigir e em outras situações. Nesse caso, uma evolução desejável não deveria ser um celular com tela maior, mas sim uma interface verdadeiramente natural, Digitalks 10

que permitisse a comunicação sem utilizar nossas mãos. Como o reconhecimento de voz não pode ser feito com a privacidade necessária e os wearables nunca emplacaram, a tendência é que a solução definitiva venha a ser a leitura de nossos comandos cerebrais, tecnologia já existente em aplicações básicas. O setor de agências digitais sabe dessa involução há certo tempo, pois os web sites sofreram uma nítida regressão nos últimos anos. A era de pleno desenvolvimento artístico e criativo cedeu espaço para a era da compatibilidade, em que o conteúdo é mais importante do que o conceito. Os web sites e portais estão cada vez mais simples e padronizados, em um clássico exemplo de função que precede a forma. Se isso é bom, é difícil dizer, mas sem dúvida alguma tudo ficou um pouco mais chato enquanto esprememos nossos olhos para ler artigos de blog ou ampliar fotos nas diminutas telas de nossos smartphones. Estas são evidências claras de aplicações nas quais a tecnologia não está expandindo nossos horizontes, mas sim nos tornando escravos das mesmas interfaces existentes há décadas, com o agravante da perda de produtividade advinda da portabilidade e da miniaturização. Durante este processo, não estamos adquirindo consciência do quanto nos limitamos por certos tipos de tecnologia que, na verdade, não nos deixam chance para escolha. Certamente, ao estendermos esta análise para outras partes de nossas vidas, encontraremos mais exemplos que nos farão refletir sobre a verdadeira essência do livre-arbítrio e do que realmente queremos para a tecnologia em um futuro próximo. http://bit.ly/User-Behaviour

Antonio Borba Diretor de Alianças Estratégicas da gestão 2014-2016 da ABRADi


EASY EASY APPS

NÃO FIQUE FORA DA REVOLUÇÃO MOBILE! Veja como é simples criar aplicativos mobile para seus clientes

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mobile

Por Gustavo Morale

O valor do marketing mobile para as marcas Digitalks 12


mobile

Estamos vivendo o crescimento acelerado do mercado mobile no Brasil. Segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) o número de celulares no país chegou a 283,4 milhões em março deste ano. E o setor não cresce sozinho, com ele também são impulsionados os mercados que circundam esse negócio, como o caso dos aplicativos. Porém, mesmo com números tão positivos, ainda é possível perceber o conservadorismo de algumas empresas em relação aos investimentos em ações voltadas para estratégias de marketing mobile. Recentemente, em uma de suas entrevistas, Greg Stuart, CEO global da Mobile Marketing Association (MMA) mencionou: “Já faz uns dez anos que dizem que é o ano do mobile e parece que, na prática, esse ano nunca chega”. Medo de arriscar? Falta de bons profissionais no setor? Podemos citar diversas razões, mas a realidade é que as empresas precisam, de fato, despertar e perceber a importância do valor do mobile para sua marca.

Ele está em suas mãos O mobile tornou-se um canal importante para o aprimoramento da presença digital das empresas. Sua conectividade e proximidade com o consumidor mudaram os caminhos para fazer compras, interagir com os produtos e serviços. O aparelho não só facilitou a comunicação, como se tornou agenda pessoal, GPS e multifunções oferecidas por aplicativos. Ao contrário da televisão, rádio, revistas ou outras mídias, muitas vezes o smartphone é o canal mais próximo que podemos chegar do consumidor, pois ele acompanha a pessoa o dia inteiro. De acordo com uma recente pesquisa feita pela Mary Meeker, nós olhamos nossos celulares por mais de 150 vezes por dia. Ou seja, a guerra pela aten-

ção do consumidor também se dá pela tela do seu celular. Se uma marca não consegue descobrir como se colocar nesse papel, pode ser que ela já tenha perdido a batalha com aquele usuário.

O poder do mobile As instituições precisam entender o valor do mobile, e as agências e empresas desse segmento devem ajudar nesse processo. E nos dias de hoje, desenvolver essa percepção não é uma tarefa tão difícil como poderia ser antigamente. Os resultados que o mobile pode apresentar para uma marca são diversos. De acordo com a SMOX (pesquisa recém lançada pela MMA) os dispositivos móveis funcionam no funil de compra, nos quesitos percepção da marca, imagem e intenção de compra. A mesma instituição analisou grupos expostos ao mobile e grupos não expostos. O resultado é bem discrepante, onde o grupo que teve acesso ao mobile apresentou aumento de 40% no tráfego da loja, além de 7% a 15% no aumento das vendas. Ainda foi pontuado que existem muitas oportunidades no mobile que precisam ser mais exploradas, como o vídeo, aúdio e display ads. Agora é o momento de repensar a sua estratégia de mobile. As empresas precisam seguir seus clientes de maneira adequada, contextualizada e principalmente, eficaz, convertendo em engajamento e fidelização. E se isso for feito de maneira correta, o mobile pode facilmente lhe ajudar a atingir seus objetivos como marca.

Gustavo Morale CEO Media Response Group Brasil Digitalks 13


e-mail Marketing

Por Rodrigo de Almeida

E-mail marketing & O Raio Gourmetizador

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e-mail marketing

Vivemos uma época em que velhos hábitos gastronômicos estão ganhando uma nova roupagem sofisticada e, às vezes, exagerada. O cachorro-quente da mini-van da esquina virou Hot Dog Premium. O Hambúrguer agora tem inúmeras combinações de molho e, pasme: até o ponto da carne pode ser escolhido entre, pelo menos, cinco disponíveis. Exageros à parte, sou adepto do lema das boas cervejas puro malte: beba menos, beba melhor. Esse mesmo movimento está acontecendo com o e-mail marketing. A idéia de enviar menos e enviar melhor está começando a tomar força entre as empresas que compõem o meio e, até mesmo, a base da pirâmide corporativa do país. Graças à tecnologia, que se tornou mais acessível e simples de usar, fazer e-mail marketing baseado em réguas de relacionamento e campanhas automatizadas está deixando de ser uma tarefa utópica para ser prática diária. E não se trata apenas de uma nova roupagem para o bom e velho e-mail marketing: a automação traz, de fato, mais resultado. O principal motivo é óbvio: segmentação. Ações de e-mail marketing baseadas em segmentações demográficas e psicográficas trazem mais resultado. Se incluirmos o tal behavior targeting, então, em que o comportamento do cliente define que tipo de conteúdo ou abordagem deve ser feita, não tem como dar errado. Isso não é nenhuma novidade. O que há de novo é uma mudança de atitude em relação à maneira de fazer e-mail marketing. E essa mudança foi – e está – sendo feita a fórceps. Explico: fazer e-mail marketing do tipo “spray and pray”, em que as mensagens são massificadas, traz resultados cada vez menores. Os principais provedores de e-mail monitoram o engajamento da audiência em relação aos e-mails recebidos. E filtram como spam as mensagens cujos remetentes, rotineiramente,

não estão fazendo muito sucesso com seu público. Não por acaso, é o que acontece com a maioria das campanhas massificadas. E isso é mais verdadeiro quanto maior a frequência de envio. Outra novidade, conforme comentei anteriormente, é o maior acesso à tecnologia por parte de empresas médias e pequenas. Antes restrita a plataformas estrangeiras, a automação de campanhas vem ganhando terreno entre os principais players do e-mail marketing no Brasil. O orçamento dessas empresas agora comporta a contratação de ferramentas que permitem programar quantos fluxos de envio automáticos de e-mail forem necessários. E há várias situações de e-mails automatizados que, antes, seriam virtualmente impossíveis de serem feitos dado o imenso trabalho braçal que exigiam, como: série de envios de boas vindas, envios baseados em cliques específicos nas mensagens anteriores, envios para contatos que tenham alguma mudança no seu cadastro (lembrete de pagamento para inadimplente, por exemplo), mensagens de carrinho abandonado, páginas navegadas no site, reativação de contatos que há determinado tempo não interagem, etc. Não há limite. Num momento de recessão, em que concorrentes disputam agressivamente a preferência e o dinheiro do consumidor, faz todo o sentido mapear situações em que a mensagem enviada seja a mais certeira e no mais perfeito timing para gerar o resultado esperado, seja ele vendas ou branding. Isso representa para a empresa muito mais retorno para cada Real investido em e-mail marketing. Automação de campanhas é o raio gourmetizador do e-mail marketing. E está mais do que na hora de saborearmos essa realidade.

Rodrigo de Almeida Diretor Comercial na Dinamize Digitalks 15


APPS

Por Gonçalo Dumiense

Mova-se para o mobile A palavra estratégia sempre esteve ligada, por razões até certo ponto óbvias, ao ambiente bélico. São bastante conhecidas – e transmitidas ao longo da história - as batalhas onde, graças a uma perspicaz decisão estratégica, o exército menos numeroso e pior equipado foi capaz de derrotar a multidão aparelhada de soldados oponentes que já cantavam a vitória. Outro ambiente onde a palavra estratégia se sente confortável é no campo do marketing, no qual verdadeiras guerras são travadas em nome de territórios almejados por muitas marcas e empresas: a mente e o coração do consumidor. Digitalks 16

Tanto na esfera bélica quanto na mercadológica, o surgimento de novas tecnologias tornam-se fatores de vantagem, e aliadas a estratégias inovadoras, são elementos cruciais para uma campanha exitosa. Se antigamente a TV era o armamento pesado que garantia resultados no front, hoje temos as plataformas móveis, capazes de encontrar e impactar um público alvo muito mais disperso e heterogêneo, cujo dinamismo, por vezes, é demasiado veloz para ser alcançado pelo sinal da televisão. Em tempos de mobilidade, estratégias e armas devem ser adequadas. A boa notícia é que, ao contrário do que ocorria


APPS

com as mídias mais tradicionais, o acesso ao armamento mobile é muito mais aberto e democrático, e todos possuem uma chance. Lembra do pequeno exército que superou as hordas numerosas do adversário? É disso que estou falando. Um aplicativo móvel de uma marca pode ser a arma que vai fazer a diferença em sua estratégia de marketing. Com ele, seus produtos ou serviços estarão, literalmente, na mão de seu público. Não precisam mais ser encontrados pelo consumidor: já estarão no bolso dele. Pesquisas indicam o que já deveria estar claro para todos no mercado: o mobile não é uma tendência para o futuro, ele é a realidade de nossos dias. E mais: as pessoas passam cada vez mais tempo em seus smartphones utilizando aplicativos, e não navegando na web. Os apps muitas vezes substituem e até melhoram a experiência que o usuário teria no browser. Anunciantes, agências e os demais envolvidos no negócio devem encarar o mobile como uma possibilidade real, e não como uma ferramenta extra que serve para mostrar como são antenados. Desenvolver um app bacana, bonito, que funciona bem e engaja seus usuários pode ser a arma que irá mudar os rumos da batalha, especialmente para pequenos negócios ou empresas de porte médio, que não tem “bala na agulha” para veicular um comercial no horário nobre da TV ou acionar outras mídias que demandam aportes financeiros elevados. Além disso, como possuem verbas mais modestas, os investimentos em marketing de tais empresas devem ser certeiros, e as ferramentas mobile oferecem um controle sensivelmente maior dos resultados obtidos, ajudando a mapear ações que surtem melhores efei-

tos e otimizam o dinheiro aplicado. E falando em dinheiro, hoje em dia, as possibilidades de investimento nesse setor são inúmeras, e há campo para todos os perfis. Mesmo os custos impeditivos de criação de um aplicativo profissional já estão se tornando coisa do passado: hoje existem, por exemplo, serviços que oferecem tal possibilidade a qualquer um, com valores convidativos e resultados incríveis. Não precisa entender de programação: basta arrastar e colar para criar seu próprio app. Isso escancara as portas para muita gente que se sentia à margem da revolução mobile. Pequenos negócios e comércios locais podem estar presentes nas principais lojas de aplicativos. Agências ganham liberdade criativa e operacional, já que vislumbram a possibilidade de agregar o mobile dentro de suas próprias estruturas e oferecer a criação de apps como um diferencial. E o mercado sai fortalecido por mais players, por menores que sejam, se voltarem ao ambiente móvel, e mais consumidores terem acesso a produtos e serviços que antes ficavam restritos a nichos locais. Ferramentas como estas, que democratizam o acesso ao mundo móvel, só ajudam a mostrar como o mobile é forte, e como seus canais e ferramentas são peças fundamentais em qualquer estratégia de marketing que visa resultados. É hora de sua empresa também acessar esse universo e abrir um novo canal de contato, serviços e relacionamento com seus clientes. Crie seu app. Venha para o mobile.

Gonçalo Dumiense Co Founder na Easy Easy Apps Digitalks 17


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marketing digital na contramテグ da crise

Digitalks 18


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Noticiários em rádio, tv, jornal, internet e revista anunciam e reforçam a ‘crise’. Independente de onde vem a mensagem, as notícias trazem sempre como pauta a queda de produção industrial, o aumento da taxa de desemprego, a desvalorização da nossa moeda…. É uma realidade que o Brasil vive uma crise, econômica e política, com escândalos de corrupção e abalos financeiros. Isso acaba mexendo com todos os negócios e segmentos: indústria, varejo, serviços e produtos, até marcas que trabalham com a área de vendas, publicidade, marketing e comunicação. Em um ano extremamente difícil, tem mais chances de sobrevivência as empresas e marcas que conseguem manter a visibilidade e o relacionamento, aproveitando para se conectar com antigos e novos clientes. E o que fazer? Sentar e esperar a crise passar, ou procurar alternativas para ficar fora dela? Sim, existe uma saída, uma luz no fim do túnel! E o nome dessa luz é Marketing Digital. Em pesquisa realizada pela comScore, que levanta informações sobre o “Futuro Digital do Brasil” (2015 Brazil Digital Future in Focus), o investimento em Marketing Digital no Brasil deverá crescer 14% até o final de 2015, movimentando cerca de R$ 9,5 bilhões ainda este ano. Para um ano de crise em quase todos os outros setores, esse dado parece ser a prova de que a alternativa de comunicação para a grande maioria das empresas já está sendo o Digital. Somando isso ao crescimento dos usuários de internet no Brasil, podemos ver dois cenários para o segmento:

#1. O Marketing Digital pode ser um aliado importante para as empresas saírem da crise e buscar novos consumidores. #2. Agências e empresas do setor, ao contrário da maioria, estão em um momento incrível e “voando” com seus negócios.

Hora de aproveitar! Você, como agência ou empresa de soluções de marketing digital e tecnologia, precisa estar antenado nessa tendência e aproveitar a oportunidade dessa migração de investimento para o digital. As empresas e corporações, cada vez mais, estudam e conhecem o setor. Elas conseguem enxergar que existe uma grande oportunidade de aumentar o retorno sobre o investimento, de forma mais ágil e em curto prazo. Antigos e novos anunciantes apostam mais no investimento em marketing digital: mais mensurável, mais assertivo, menos disperso! Infelizmente, é apenas nesse momento que Digitalks 19


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a maioria das empresas apertam os cintos do desperdício e começam a cortar o que é desnecessário. Por exemplo, uma indústria automotiva tem a maior parte de sua verba publicitária focada em veicular um vídeo de 30 segundos no horário nobre da mídia eletrônica para um público que ‘talvez’ tenha acabado de comprar um carro e não vai comprar outro agora, ou que tenha comprado uma bicicleta para se locomover melhor na cidade, ou que tenha acabado de ver comentários negativos sobre aquela marca na internet. Esse formato publicitário não deve desaparecer em breve (pelo menos por enquanto), até porque pode cumprir um papel importante de branding e construção da marca dentro do mix de comunicação. Mas a comunicação digital bem feita pretende exatamente o oposto: ela chega diretamente em quem ‘quer” o seu produto. E é exatamente campanhas publicitárias de performance que os anunciantes procuram no momento em que as vendas estão caindo. Não deixe essa oportunidade de negócio escapar, principalmente porque sabemos o potencial das ferramentas e soluções digitais. Uma vez utilizada, de forma planejada e competente, o retorno é mensurável e visivel, fazendo com que nunca mais fiquem de fora do business plan das empresas. Isso é um ganho fantástico para o futuro e talvez o principal legado que a crise pode deixar no nosso meio. E esse fenômeno na contramão da crise está acontecendo por todo o Brasil. O Diretor do Digitalks, Flavio Horta, diz que “muitas agências e empresas fornecedoras de soluções para marketing digital estão surfando a onda do momento, como diz a famosa frase: ‘com crise é que se cresce’.” Horta, que tem acompanhado e mediado os debates dos eventos do Digitalks em todas as capitais do Brasil, acrescenta: “esse é o ano que estou vendo estourar as iniciativas de marketing digital em todas as capitais do país. Estados como Macapá, Rondônia, Acre e outros do Norte, Nordeste e CentroDigitalks 20

-Oeste que estavam demasiadamente defazados em relação ao uso da comunicação digital para se relacionar com o consumidor, em época de crise precisam inovar. As iniciativas digitais já são realidade em grande parte das empresas e marcas. O mercado em geral está migrando boa parte das verbas offline, de forma criativa e integrada na estratégia macro das companhias, para o online. Essa manobra traz o desafio de integrar as estratégias tradicionais com as soluções digitais, desafio esse que está fazendo muita empresa e agência pelo Brasil afora correr atrás de inovação, parcerias, fornecedores de outras regiões... O país está se interligando mais fortemente através do setor de comunicação digital.” Apesar de todos nós torcermos para os nossos governante ficarem honestos e competentes de uma hora para outra, acertando assim os eixos economicos e políticos do Brasil, não devemos ficar parados, senão vamos afundar junto com a crise. Apesar de cruzar os dedos para que a turbulência passe logo, esse é um momento que cada um de nós temos fazer mais, de muito aprendizado. “Tenho convicção de que o futuro vai nos mostrar o quão bom foi o legado que a crise deixou para o nosso setor digital”, finaliza o Diretor do Digitalks.

Outros dados importantes: ● O número de usuários de internet no Brasil é mais de 94,2 Milhões, segundo o Ibope Media; ● Os brasileiros passam 3 horas a mais assistindo a vídeos online do que os outros países da região (comScore); ● 74% das pessoas pesquisam na internet os produtos que irão comprar (Dados IAB Brasil); ● Os anúncios digitais cresceram 18% em


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minutos assistidos por viewer durante nos últimos 6 meses (comScore); ● Com o crescimento do uso móvel, o mercado brasileiro gastou R$ 721 milhões em publicidade móvel durante 2014 (comScore); Em época de turbulência, o papel da empresa ou do consultor de marketing digital ganha suma importância. É fundamental mostrar que seu trabalho traz soluções para todos os tipos e tamanhos de empresas, fazendo com que o mercado, o negócio e a vida das pessoas voltem ao curso “normal”. Assim todo mundo sai ganhando :)

As marcas e os executivos dão sua opinião sobre o assunto. Será que eles concordam com a gente? –

Bruno Couto, head de marketing e comunicação do Grupo Netshoes É inegável que a crise afeta o mercado como um todo, porém, o e-commerce ganha relevância nesse cenário. O digital e a atuação do marketing nesse contexto também são fortalecidos: o consumidor tem maior facilidade e agilidade na busca por opções mais vantajosas, além da possibilidade de se fazer ofertas adequadas ao perfil de cada cliente, levando-se em conta o histórico de navegação e de compras. –

Francisco Cantão, sócio diretor da Proxy Media Mesmo em tempos de baixo crescimento da economia global (e recessão aqui no Brasil), o mercado digital está crescendo a passos largos há muitos anos. No e-commerce brasileiro, por exemplo, nos últimos

10 anos, o crescimento médio é acima de 27%. O marketing digital, além de acompanhar essa tendência de crescimento do varejo eletrônico, vem se aproveitando de um momento de mudança cultural das empresas e agências, onde as mesmas buscam direcionar cada vez mais suas campanhas publicitárias, tornando-as mais mensuráveis e segmentadas. Por isso, o marketing digital é imprescindível para otimizar o budget e se comunicar melhor com um público cada vez mais ávido por um relacionamento digital e personalizado com as empresas. –

Alessandro Gil, Country Head da Rakuten Marketing Olhar o mercado como um todo sob o ponto de vista pessimista de qualquer crise, limita as oportunidades de crescimento e desenvolvimento de qualquer negócio em períodos mais prósperos. Tenho acompanhado diversas projeções, e mesmo as mais pessimistas projetam crescimento substancial dos investimentos em marketing, essencialmente o marketing digital, para o próximo ano. A questão é como os investimentos estão sendo empregados. A começar que marketing não pode mais ser tratado através de silos: online X offline, digital X tradicional, TV X Internet, o consumidor é um só, e o foco da comunicação deve acompanha-lo onde quer esteja. E, tão importante quanto, senão mais é o uso de tecnologia para sofisticar a execução e acompanhar os resultados, performance nunca esteve tão na moda como hoje. –

Thiago Sarraf, CEO da Dr. e-commerce O Marketing Digital encontra-se na contramão da crise por facilitar o crescimento das Digitalks 21


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empresas de maneira mais rápida e rentável. Com o Inbound Marketing, por exemplo, podemos investir em conteúdo para a captura de leads e também contar com tecnologias analíticas para aprimorar a eficiência das vendas. Além disso, na web tudo é mensurável. Temos a oportunidade de testar todas as opções disponíveis, e quando a ação de marketing realizada se transformar em leads, oportunidades ou vendas, saberemos exatamente qual caminho seguir.

mais precisa e científica. Até por isso temos visto uma retração no mercado como um todo, ao contrário do crescimento que se mantém na internet. A crise é valiosa para quem tem competência. A meu ver, ela contribui para acelerar uma possível queda de negócios que não estavam bem estruturados e evidenciar aqueles que entregam real valor e estão melhor preparados.

Juliana Andrade, gerente de marketing da Experimento Intercâmbio Cultural

Jonathas Meller, gerente de marketing de produtos SaaS e MaaS da Locaweb Acredito que o Marketing Digital é uma excelente alternativa para empresas em momentos de crise, pois diferentemente de mídias offline, no online é possível medir o retorno de cada ação, e como consequência definir com mais assertividade onde investir para obter melhores resultados. Em momentos onde as empresas precisam ficar de olho em gastos, ter clareza de onde investir melhor seu orçamento pode ser um importante diferencial competitivo. –

Adriano Brandão, fundador e diretor comercial da Navegg e membro do comitê de AdTech&Data do IAB É em momentos econômicos adversos como o que o Brasil está vivendo que as empresas se preocupam em medir de forma mais precisa se os investimentos que faz têm, de fato, resultados expressivos. E não é diferente com a avaliação que o mercado começou a fazer com relação aos seus investimentos em publicidade. Nesse sentido, a internet desponta como um meio valioso. Primeiro porque permite um investimento mais racional e uma medição de resultados Digitalks 22

Aqui na Experimento acreditamos que mesmo durante períodos mais difíceis e de crise econômica existem oportunidades para crescer e se diferenciar no mercado. Por meio dessa visão, foi possível o investimento que fizemos para a criação de novas plataformas digitais, como um aplicativo que facilita a vida dos intercambistas e atende as necessidades de nosso público. Precisamos sempre pensar em nosso público. –

Eric Tourtel, SVP da Teads para a América Latina O marketing digital tem crescido de maneira acelerada no Brasil. Ao longo dos próximos anos, entre 2015 e 2018, o investimento em publicidade deve crescer ainda mais fortemente, de acordo com as projeções do eMarketer. Os gastos com publicidade digital devem crescer 49%, alcançando quase US$ 5 bilhões. Esses números provam que a indústria está aprendendo como aproveitar esse grande canal para estar mais próximo dos clientes, não só no Brasil, mas em todo o mundo. Eu não acho que essa escolha (de investir mais em publicidade digital) seja apenas por causa da crise, mas porque as marcas


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e empresas realmente começaram a compreender a importância do mercado digital e como eles podem usar a favor dos seus negócios. –

Edvaldo Acir, Diretor Geral da Rocket Fuel para o Brasil e América Latina Em tempos de crise, o marketing digital é a melhor alternativa para as empresas se manterem competitivas, vendendo e conectadas com seu público alvo. Por isso aproveitar as ferramentas de marketing digital é fundamental para continuar crescendo. O varejo tem feito uso cada vez maior da mídia programática, analisando comportamentos na internet, prevendo uma possível intenção de compra e determinando qual anúncio dinâmico deve ser exibido para estimular a compra. –

Mauro Lopes, CEO do Bizoo Os usuários conectados estão cada vez mais atentos, pesquisando e comparando preços antes de realizarem suas compras. E diante do atual cenário macroeconômico as plataformas com histórico de preços servem como diferencial e dão a possibilidade de pechincha virtual, permitindo descontos reais. –

Guilherme Soter, CFO da ROIx e TVxtender

de vídeos. Por conta disso, atingimos em sete meses de 2015 o mesmo faturamento de todo o ano passado. Com o budget das campanhas publicitárias diminuindo, o marketing na internet acaba sendo excelente oportunidade para as companhias, pois cada estratégia executada pode ser totalmente direcionada para os públicos de interesse e o melhor é a possibilidade de mensuração precisa dos resultados. Contudo, o grande fator de crescimento do digital tem a ver com o comportamento do consumidor. Hoje, as pessoas estão cada vez mais conectadas, seja em seus computadores, celulares ou tablets. Consequentemente, os hábitos de consumo mudaram, e focar onde o usuário está é ser relevante. Por outro lado, tem muita gente que trabalha o marketing digital de forma errada, com ações mal feitas, atrapalhando totalmente a experiência do usuário. Essas atividades prejudicam o segmento e provocam movimentos como o dos adblockers. –

Isaac Ezra, diretor executivo da ShopBack Tanto as lojas virtuais quanto as grandes empresas que atuam na Internet em diversos segmentos têm procurado por novas ferramentas para aumentar a receita nesse momento de estagnação econômica por meio de ações mais assertivas. Uma das tendências é a demanda por alternativas que operem com remuneração somente sobre performance, com o objetivo de recuperar investimentos até então desperdiçados com geração de leads que não foram convertidos em vendas.

Mesmo com a crise econômica e as verbas das grandes empresas cada vez mais encolhidas, o share do digital não sofreu perdas. Ao contrário, ele vem aumentando e há perspectivas de que as empresas invistam ainda mais, especialmente no segmento Digitalks 23


publicidade

Por Alexander Greif Prudencio

Crise, seja bem-vinda! Digitalks 24


publicidade

Com a grande crise de confiança assoladora de nosso país há mais de ano, o mercado publicitário vive um momento único para mudanças estruturais e processuais. A exemplo de qualquer crise, a busca por tais mudanças carrega ônus e bônus para marcas e consumidores. Consequentemente, há grande dificuldade de escolhermos a melhor rota nessas horas. Dentre algumas decisões que acompanho e aplico como referência, considero três como bônus para o cenário digital. A primeira é uma mudança estratégica: branding ou performance? No caos, esta é uma dúvida frequente para a publicidade. Difícil encontrar o equilíbrio entre emoção e razão, mas duas verdades precisam ser ditas: seus estoques aumentaram e seus consumidores ficaram mais racionais. Em resumo, layouts cool e storytelling talvez não lhe ajudem a sobreviver trazendo os resultados exigidos em curto prazo. Agora é a hora de colher frutos do Branding, realizado no passado de forma eficaz. Esse é o primeiro bônus para o digital, tendo em vista sua boa relação custo-benefício frente às mídias mais tradicionais, além da disponibilidade de inúmeras tecnologias com alta precisão pela procura e impacto de seus consumidores. Mesmo com tantas ferramentas tecnológicas disponíveis, ainda enfrentamos um entrave no cenário publicitário: mão de obra qualificada. Ops! Mas o Brasil não é um dos países mais criativos e de visibilidade publicitária no mundo? Sim, mas é justamente daí que surge o obstáculo e, também, meu segundo exemplo. Temos bons publicitários, criativos, mas poucos são empreendedores, com foco no business. Criamos uma geração de “artistas” que vislumbra Cannes e agora as empresas pressionam para que as agências tenham profissionais mais analíticos e, principalmente, estatísticos. Vejam a dificuldade em encontrarmos um bom B.I. em nossas agências ou

clientes. Temos um vácuo. Com a pressão do mercado, emerge uma nova cena profissional na publicidade, com foco principal na mídia digital: a entrada de profissionais com perfil “binário” e “de planilha”, com visão mais racional e menos filosófica. A diversidade de estilos e opiniões dessa nova geração traz uma “evolução” a todos. Que grande bônus trazido por essa crise. Por último, sobrelevo a escolha dos meios. A demanda mudou e, para encontrarem o ponto de equilíbrio, grande parte dos anunciantes mudaram suas ofertas. Em alguns casos, literalmente, revolvendo o composto mais complicado: preço. Em paralelo, alguns meios de mídia ainda não alteraram a curva de demanda e oferta. Infelizmente, faltam recursos financeiros por parte do anunciante para investir na mesma proporção. Com essa premissa, a procura por rentabilidade virou obsessiva, o que nos força a refletir e encontrar soluções antes ofuscadas pela disponibilidade de budget. Novos meios, novas negociações e novos KPI´s. Estamos mais críticos, inclusive sobre o modelo atual. Procuramos substitutos de qualidade. Bônus track! A melhor hora para mudar é agora. Mudar inclusive todo o business model de uma indústria, se necessário. Nada melhor que uma amiga com costas largas para jogarmos a culpa, não? Amiga crise, seja bem-vinda!

Alexander Greif Prudencio Gerente de Marketing Citroën e membro do comitê de Performance do IAB Brasil Digitalks 25


OPORTUNIDADES

Por Geraldo Santos

O mercado & as oportunidades Digitalks 26


OPORTUNIDADES

Já estamos cansados de ouvir que em tempos de crise existem oportunidades! Enquanto uns choram, outros vendem lenço, não é mesmo? Então, faça de conta que não temos crise, não temos inflação, que o dólar está valendo R$ 1,00 e que o mercado está comprador. Neste cenário (fictício), o que você e sua empresa estão fazendo para conquistar novos clientes? E para expandir seus negócios fora de sua cidade? Afinal, em um mundo conectado, não existem mais barreiras físicas certo? Pois é, se a resposta foi: estou fazendo o mesmo de sempre, talvez aí esteja o real problema. Com crise ou sem crise, as médias e grandes empresas estão sempre em busca de duas alternativas importantes: VENDER MAIS e REDUZIR CUSTOS! Portanto, estamos vivendo um momento interessante no mercado pois os profissionais de vendas e marketing são cobrados por isso com muito mais pressão. Então, se você é uma Agência de Marketing Digital ou uma Startup de Tecnologia com soluções inovadoras, as oportunidades que já existem normalmente em um cenário econômico estável realmente estão muito mais abertas neste momento. Existe muito mais flexibilidade das empresas em receber propostas alternativas, buscar novos fornecedores para trocar ou mesmo dividir os jobs existentes e principalmente encontrar opções com NOVIDADES, INOVAÇÕES, CRIATIVIDADE, ENGAJAMENTO, INTERATIVIDADE, com capacidade de criar e gerar ações diferenciadas da concorrência, para VENDER MAIS e quem sabe GASTAR MENOS. Digitalks 27


OPORTUNIDADES

Se um movimento parecido está acontecendo dentro das grandes organizações, com funcionários seniores em cargos executivos e altos salários, sendo substituídos por talentos mais jovens, com maior engajamento e mais motivados, custando metade ou um terço do custo, por que não fariam com fornecedores externos? Nas reuniões semanais em grandes empresas já não se discute mais a crise e sim como criar um modelo de gestão mais eficaz para VENDER MAIS e REDUZIR CUSTOS. Note que este tema deveria ser debatido sempre independente do momento econômico certo? Se as empresas buscam substituir profissionais com deficiências de gestão por colaboradores dispostos a fazer a diferença, imagine se pudessem encontrar no mercado parceiros reais de negócios que sejam capazes de gerar muito mais leads, aumentar a taxa de conversão, fidelizar e interagir com clientes de uma forma muito mais criativa e estimulante para gerar up selling ou cross selling? Então, está esperando o que para se mexer, arregaçar as mangas e parar de reclamar da crise? Afinal, sempre teve e sempre vai ter uma perto de nós! Não existe fórmula mágica, então aqui vão apenas dicas com a intenção de ajudar:

1.

Pare de limitar sua atuação em torno de sua empresa. Comece a buscar oportunidades fora de sua cidade ou estado, busque pelo oceano azul.

identifique quem são os decisores e quem são os fornecedores (seus concorrentes) que os atendem; vejam os cases, as campanhas, o que eles estão fazendo no mercado.

4.

Crie uma campanha de marketing para abertura de portas nestas empresas: seja impactante, inovador, ousado, criativo.

5. Faça visitas, reuniões, ligações, não te-

nha medo de receber um não! E não aceite um não, insista, mostre que você tem um diferencial e que pode ajudar a VENDER MAIS, ofereça oportunidades de criar algo novo, sem se preocupar com quanto vai ganhar e sim em ocupar espaço em outros mercados.

6.

Construa um Pitch matador, apresente um portfolio que seja adequado às necessidades do mercado e das empresas com quem vai falar. Porém seja ousado, apresente um case do segmento de varejo para um prospect do setor de automóveis, as empresas buscam ações diferentes e não mais do mesmo!

7.

Acredite que você é melhor do que seu concorrente, que é possível fazer sempre mais e melhor, que você pode competir com Agências muito maiores que você...e muitas vezes ganhar delas. Se você não acreditar em você mesmo e em sua empresa, quem vai lhe dar uma oportunidade?

Seja feliz e bons negócios!

2.

Selecione seus melhores cases de sucesso, seus principais segmentos de atuação no mercado, testemunhais de clientes que te darão o respaldo para entrar em outros mercados.

3.

Faça um mapeamento das empresas,

Digitalks 28

Geraldo Santos Empreendedor e Diretor Geral do STARTUPI


Com a Goobec, parceiro oficial de educação do Google, você pode aumentar os conhecimentos da sua equipe ou deixar que nosso time de consultores avalie e cuide de suas campanhas e ações no Google.

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NEGócios

Por Marcelo Varon

Cloud Computing: o melhor da tecnologia no seu negócio

No decorrer da história, sempre acompanhamos previsões sobre como seria a sociedade na próxima década, no próximo século e por aí vai. A literatura e o cinema foram alguns dos responsáveis por alimentar essa obsessão. Passamos anos ansiosos para saber como a tecnologia seria capaz de invadir nossa vida, como seria o mundo nos “anos 2000”, quando nos transformaríamos nos Jetsons, sem perceber que a mudança acontecia sutilmente ao nosso redor. Hoje presenciamos um fenômeno, que ainda tem muito a crescer, chamado de “Internet das Coisas” (Internet of Things). Já Digitalks 30

é possível encontrarmos - além de smartphones - geladeiras, televisores e outros aparelhos que se conectam por meio de dispositivos eletrônicos. Apesar de fazer parte da realidade de uma pequena parcela da população - e estar presente em poucos gadgets -, especialistas afirmam que a Internet das Coisas vai crescer e muito. Em um futuro não muito distante, carros e tantos outros aparelhos estarão conectados por dispositivos eletrônicos. Mas, a base da sua operação já está fazendo diferença, principalmente no meio corporativo: o Cloud Computing.


negócios

A tecnologia em nuvem está inserida na categoria dos agentes transformadores do nosso tempo, que engloba os dispositivos de armazenamento. Desde os anos 1980, eles evoluíram de disquetes para CDs, cartões de memória, passando pelos pen drives até chegar ao que conhecemos hoje como Cloud. De repente, nossos arquivos se tornaram capazes de estar em todos os lugares, sem precisar de um dispositivo físico − tudo está sempre guardado em plataformas como Google Drive, Microsoft One Drive, Dropbox, entre outros. Mas essa é só a ponta do iceberg, são os

serviços mais populares a grande massa. A nuvem é capaz de nos oferecer muito mais, e vocês, que já mergulharam nas águas da tecnologia, sabem disso. O ouro dessa plataforma está na sua capacidade de facilitar e agilizar processos.

De aplicações simples a mais complexas Há algum tempo, a publicação americana The New York Times precisava digitalizar e disponibilizar na internet todo o seu acervo. No início, a empresa acreditava que o trabalho seria demorado e caro e não valeria a pena tocar esse projeto. No entanto, um Digitalks 31


negÓCIOS

engenheiro foi até um serviço de nuvem, criou 20 servidores virtuais, fez o upload dos arquivos e, em apenas um fim de semana, toda a história do jornal estava na internet. E o preço? 240 dólares! O The New York Times não joga sozinho no time que acerta ao usar a nuvem. Segundo a Harvard Business Review, 85% das novas empresas de serviços de internet contam com o Cloud para hospedar seu sistema. Entre os mais famosos estão Netflix e WhatsApp, que sustentam sua infraestrutura na leveza do Cloud e seus inúmeros benefícios, como escalabilidade, baixo custo inicial e segurança. A escalabilidade se resume à capacidade de adicionar licenças acompanhando as necessidades do negócio. Além disso, o gestor tem a vantagem de usufruir de um sistema que oferece controle de autenticação, permitindo que funcionários acessem o sistema em qualquer lugar, sem passar pelo firewall. Outra vantagem competitiva é que com o Cloud é possível compartilhar informações com mais facilidade entre parceiros de negócios, acelerando determinadas transações. É possível, também, facilitar a métrica dos serviços, oferecendo à empresa dados precisos sobre o uso da plataforma. O provedor de Cloud Computing disponibiliza recursos por segmento, como memória, disco, armazenamento, processador e rede. Esses recursos, geralmente, são combinados em planos que se encaixam com as necessidades dos clientes. Selecionada a memória, o plano adapta a capacidade de transferência e de disco, com a vantagem de que o suporte atende todos os planos 24 horas, todos os dias da semana − e a ativação ocorre em poucos minutos. Essa elasticidade deve ser considerada pelo cliente que pode vivenciar as oscilações da demanda. A administração da nuvem é feita pelo próprio usuário, sem precisar recorrer a Digitalks 32

intermediários, em diferentes gadgets: smartphones, laptops e tablets. Não é necessário adquirir outro equipamento para acessar a plataforma. O Cloud rompe com a infraestrutura convencional e facilita os processos, diminuindo os custos de tecnologia mesmo para microempresas. A plataforma supre a necessidade de ter um servidor dedicado para manter aplicações corporativas em funcionamento. Esses servidores exigem manutenção constante, mais energia e equipamento específico, que pode sair caro. Além de diminuir o custo, optar pela nuvem, em vez de um servidor dedicado próprio, permite que o empreendedor aumente ou diminua sua capacidade, caso precise ou troque o hardware com rapidez, apenas entrando em contato com a operadora do sistema. A agilidade está entre os principais motivos que levaram as empresas a migrar para a nuvem. Se você tem uma grande ideia para negócio e precisa colocá-la em prática com rapidez, garantindo sua fatia de mercado, a melhor opção é recorrer a essa tecnologia para montar o seu produto ou serviço. É clichê dizer que os negócios estão mudando em um ritmo cada vez mais frenético. No entanto, clichês geralmente contêm verdades. É tempo de se abrir para novas experiências tecnológicas e a computação em nuvem está com suas portas abertas, convidando-o a entrar nesse mundo.

Marcelo Varon Gerente Geral de Marketing e Comercial do UOL HOST


comportamento

Por João Dalla

Medo: meu estagiário sabe mais que eu

Alguns anos atrás fizemos uma reestruturação na Goobec e contratamos vários estagiários e entre eles um garoto que ainda estudava no colegial. Ele tinha sido um participante dos nossos cursos (talvez o mais jovem até então) e estava ajudando na construção do novo site e da divulgação no Google do negócio da sua tia - e por isso veio fazer o curso. Digitalks 34


comportamento

Ele tinha sido um participante dos nossos cursos (talvez o mais jovem até então) e estava ajudando na construção do novo site e da divulgação no Google do negócio da sua tia - e por isso veio fazer o curso. Muito esperto e muito rápido no aprendizado, chamou a atenção pela pouca idade e potencial. Passado alguns dias, nos perguntou se tínhamos alguma vaga pois estava muito interessado no assunto. E assim ele veio fazer parte do nosso time. Ficou durante um tempo e, assim como todas as grandes promessas, saiu em busca de um novo desafio (mesmo sob insistentes pedidos e propostas para ficar). Anos mais tarde, voltamos a nos encontrar e ele estava liderando um time de 8 pessoas como coordenador de marketing digital de uma empresa relacionada ao mercado imobiliário. E não havia terminado nem a faculdade. Me falou sobre os desafios do segmento, o que implementaram na empresa, o que deu certo, errado e o que estavam planejando fazer. Confesso que muito do que ele me falou eu já tinha ouvido falar, mas nunca havia usado ou testado. Me senti absolutamente engolido pelo “estagiário”. Talvez esse tipo de experiência quase todos gerentes e diretores já deve ter vivido: é perfeitamente normal pois a garotada, cada vez mais informada, nos surpreende com conhecimento e pontos de vistas. Eu me lembro de ser o único da família a conseguir programar a televisão e o vídeo-cassete dos meus avós e tios…. Esse tipo de situação permite que você tenha dois tipos de reação: a errada, de menosprezar e confiar que embora ele fale bastante sobre as ferramentas, a sua experiência funcionará como mágica e você sempre se manterá a frente do assunto. Ou manter a mente aberta e tirar proveito dessas situações: esses insights da vida corporativa nos alerta que estudar, praticar e buscar atualizar o conhecimento é como se alimentar: não é porque almoçamos ontem que a fome não vai vir hoje.

Acredito que esse é um dos grandes desafios dos gestores, principalmente dos que vivem no mercado digital que tem constantes atualizações: somar anos de experiência práticas com as novas tendências e caminhos que o mercado está se dirigindo. E para que isso ocorra, é fundamental estar em contato com os atuais players do mercado: empresas, profissionais, ferramentas…. um grande concentrador de tudo isso são eventos como, por exemplo, os que a Digitalks realiza: uma gama de ferramentas, estratégias e pessoas que estão fazendo acontecer do mercado digital. Além disso, muitas vezes é importante voltar a ser aluno: fazer treinamentos, conhecer o perfil das pessoas da sua sala, fazer exercícios….sair da caixa. Entender que a experiência te ajuda e sempre te ajudará na tomada das decisões - ele é o leme do seu barco - mas o conhecimento é e sempre será o motor das suas ações: ele que vai te direcionar para o caminho certo. Não se assuste com os termos do mercado digital: CPC, CPM, CPA, CPV, ROI, ROAS, in-bound marketing, DSP, ATD, SSP….calma! Respire fundo e absorva tudo a sua volta. Verá que não é um bicho de sete cabeças mas sim evoluções do mercado de atuação e que uma breve atualização te dará novas perspectivas do cenário e provavelmente abrirá sua mente para novas oportunidades. Recentemente Washington Olivetto disse que um dos segredos do seu sucesso foi que, quando era estagiário, pensava como dono. E agora que é dono, ele pensa como estagiário. E pensar como estagiário é correr atrás do conhecimento para crescer. Como dizia meu avô, “conhecimento não ocupa espaço”.

João Dalla Diretor Goobec Digitalks 35


search

Por Ariadne Cercal

Otimizando seu site para ferramentas de busca Digitalks 38


search

É importante compartilhar algumas dicas para quem está na jornada pela busca de melhores resultados orgânicos, e também para quem está pensando em começar a trilhar esse caminho. Diariamente, estudamos através de artigos, experiências e testes quais são as melhores práticas que poderão auxiliar nossos esforços em conquistar mais clientes, e além disso, alimentar a comunidade do marketing digital com mais informações e estudos relevantes. Portanto, aí vão alguns aprendizados com o SEO. Esperamos que as dicas possam ajudar você a extrair o melhor dos diagnósticos e o que precisa ser melhorado em seu site.

>>Planeje É natural que as tarefas que demandam investimentos mais altos tenham prioridade elevada. No entanto, é preciso disciplina e dedicação para cumprir tarefas que irão garantir retorno em longo prazo. Portanto, antes de iniciar qualquer tipo de tarefa relacionada a conteúdo e/ou SEO, crie um planejamento com um cronograma viável. Nessa etapa, é essencial compreender quais são as prioridades mais latentes do seu site, para que estas sejam atendidas em primeiro lugar. Dica: Ter uma ferramenta que determina essa lista de prioridades para você e sua equipe ajuda a garantir a credibilidade necessária para priorizar essas tarefas!

>>Produza Assim que você começar a colocar em prática seu planejamento de SEO, está na hora de entender qual será o melhor processo para a sua rotina de trabalho. Por mais que estudos de caso, artigos e todos os conteúdos possíveis revelem dicas valiosas para a criação de conteúdo e de SEO, saiba que somente os profissionais da sua empresa envolvidos com o cronograma é que poderão criar seus próprios processos. Mas é preciso haver um processo.

Saber quais são as palavras-chave mais valiosas para o seu negócio, assim como a pesquisa da concorrência, por exemplo, são atividades que obrigatoriamente devem acontecer antes do início de qualquer tipo de produção de texto, alterações, etc. Afinal, são essas análises e comparações que poderão indicar em que fase você está atualmente, e finalmente, aonde quer chegar.

>>Execute Um projeto de SEO não exige somente um profissional especializado. Exige que a análise do conteúdo existente seja observada por mais de um ângulo, assim como exige que os profissionais de desenvolvimento também tenham comprometimento com a tarefa. Por mais que as principais tarefas de SEO sejam executadas por um colaborador, esta pessoa precisa estar bem integrada e engajada com o setor de desenvolvedores, de criação, de produto, etc. Assim que toda a equipe entender sobre a importância do SEO e sobre os resultados que ele poderá trazer à empresa toda, fica muito mais fácil de praticar estratégias e técnicas que focam na otimização do site da sua empresa para as ferramentas de busca.

>>Analise Um bom projeto de SEO tem data de início e término. No entanto, sempre existirão atualizações e melhorias a serem cumpridas. A ajuda de uma ferramenta que automatiza a identificação dessas melhorias faz com que o trabalho seja muito mais focado em resoluções e alterações. Planeje, produza, execute e analise. Faça desse ciclo sua nova rotina. Opa! Mas isso é o que funciona por aqui. E onde você trabalha, o que funciona melhor?

Ariadne Cercal Analista de SEM na Kinghost Digitalks 39


bigdata

Por Mauricio Brentano

Como as marcas podem ganhar mais com uma presença multicanal ao utilizar estrategicamente o Big Data Há uma nítida transformação no comportamento do consumidor. E não falamos de um segmento ou faixa etária específicos, mas de uma mudança genérica vinculada à adoção cada vez maior da tecnologia, seja no uso profissional, seja no pessoal. O acesso a novos meios de comunicação dá voz ao consumidor, que deixa seu estado passivo para transformar-se em emissor. Com isso, geramos uma enorme quantidade de dados e informações. De acordo com a IBM, em 2012, 90% dos dados disponíveis no mundo haviam sido produzidos nos dois anos anteriores. E a estimativa é que, até o final de 2015, o volume de informação disponível terá aumentado, pelo menos, duas vezes. E o que fazer com o resultado da chamada “Era da Informação”? Com volume e riqueza de dados, é válido afirmar que avançamos para a “Era do Gerenciamento da Informação”. Nosso desafio é utilizar este mar azul Digitalks 40

de apontamentos, sensações e insights para planejar os próximos anos. No caso das marcas, o desafio é analisar as informações disponíveis para entender do simples “como estou atendendo” até cenários mais complexos, como indicações de mercado, necessidades do público e identificação de novos públicos. Toda esta ação tem um caráter preditivo, o que permite uma tomada de decisões com maior assertividade, representando eficiência operacional e redução de riscos e de custos. A importância estratégica do Big Data pode ser aplicada em diversos segmentos. Um case muito interessante é da UPS, que faz o acompanhamento diário de 16,3 milhões de entregas em todo o mundo. Mas não pense que o objetivo é apenas monitorar o deslocamento da carga para oferecer um rastreio eficiente ao cliente. Com sensores instalados na sua frota de mais de 46 mil veículos, a gigante de logística levanta dados como


bigdata

velocidade, percurso e frenagem. As informações são usadas não só para monitorar o desempenho diário, mas também para guiar uma reformulação de estruturas nas rotas dos motoristas, o que, sem dúvida, enquadra-se em um dos maiores projetos de pesquisa operacional do mundo. Em termos de retorno, o projeto já levou à economia de mais de 8,4 milhões de litros de combustível, o que representa uma estimativa de redução global de US$ 30 milhões ao ano. O próximo passo está em aplicar este mesmo tipo de análise para otimizar a eficiência de seus 2 mil voos de aeronaves por dia. Como escrevi anteriormente, o Big Data está presente em diversos segmentos e o varejo tem experimentado suas vantagens em função de uma realidade que inseriu um novo elemento fundamental para as interações e relacionamentos com clientes e consumidores: a multicanalidade. De acordo com um estudo publicado pelo The Economist, 72% dos varejistas estão coletando e analisando dados públicos, e 64% destes coletam dados provindos de mídias sociais, como o Facebook e o Twitter. Este mesmo estudo apontou que esses dados estão aumentando o retorno sobre investimento dos varejistas em três pontos específicos: abertura de novos mercados, direcionamento de novos investimentos e adequação de serviços de atendimento. Trazendo para a realidade do Brasil, o Pão de Açúcar tem uma aplicação que foca na fidelização dos seus clientes. Com o seu Clube Extra, que surgiu como uma evolução do programa que a rede de supermercados possui para acúmulo de pontos e troca por compras (nas lojas físicas ou online), foi criado um novo canal de relacionamento, tanto para consumidores, como para a sua cadeia de fornecedores. Neste instante, a multicanalidade soma-se ao Big Data. Os momentos em que as marcas podem impactar e ser requisitadas por seus consumidores são, atualmente, os mais diversos, e as informações gera-

das em cada uma destas interações devem compor, no final, um mesmo perfil de identificação que ofereça atendimento e soluções que atendam às necessidades específicas deste cliente. É impossível pensar, nos dias de hoje, em conexões separadas por ambientes – físico ou online –, ou plataformas – site, redes sociais, mensagens instantâneas, entre outros. O consumidor, agora, distribui suas interações com a marca em todos eles, produzindo dados e informações que permitem, em tempo real, o acompanhamento de comportamento, identificação de oportunidades e mesmo de prevenção de possíveis crises. Em minha experiência, algumas empresas estão reduzindo o valor estratégico da multicanalidade, pensando somente como uma forma a mais para gerar vendas. E aqui fica um conselho: ampliem sua visão. Uma equação onde temos Big Data e multicanalidade, juntos a variáveis próprias de cada marca, resulta em estratégias que devem ser customizadas de acordo com cada expectativa e realidade. E aqui aproveito para colocar uma última palavra neste novo glossário do mundo corporativo: o SAC 3.0. O conceito de disponibilidade para atendimento já é dominado. A questão, agora, é que precisamos atender na hora e onde o cliente estiver, conhecendo antecipadamente suas preferências e oferecendo agilidade e eficiência – instantânea, se possível – para soluções que representem satisfação no relacionamento. Contudo, como disse, este é um conselho para aqueles que ainda não ampliaram sua visão. Há um grande risco de pagar o preço por esta limitação (mas este também pode ser adquirido, analisado e classificado com alta probabilidade de gerar perdas e prejuízos – estes também mensuráveis) sempre que o cliente insatisfeito usar, por exemplo, as mídias sociais para divulgar sua insatisfação.

Mauricio Brentano CCO da Seekr Digitalks 41


consumo

Por Denis Casita

CRIAÇÃO DE CONTEÚDO APLICADO NA JORNADA DE CONSUMO DIGITAL

Digitalks 42


consumo

Se há um objetivo no marketing de conteúdo, este é atingir o consumidor exatamente nos momentos que mais influenciam suas decisões. É por isso, por exemplo, que os grandes fornecedores oferecem preços melhores ou, até mesmo, compram mídia em varejistas online para obter maior visibilidade. As empresas sempre estiveram à procura desses momentos em que o consumidor está aberto a influências, já que durante o processo de compra, o consumidor começa com várias marcas em mente, e vai reduzindo aos poucos esse número de opções até que, no final, ele fica com apenas uma marca. Se faz necessário atacar os quatro momentos principais da jornada de compra digital: aprendizado e descoberta, reconhecimento do problema, consideração da solução e decisão de compra. Abaixo descrevemos quais são elas e como podemos trabalhar.

RECONHECIMENTO DO PROBLEMA Seguindo o exemplo anterior, nesta etapa, o consumidor identificou que ele não possui alguns dos produtos chamados “sonho de consumo” das pessoas de sua idade, o que o leva a pesquisar mais sobre eles. Despertamos o interesse, agora, precisamos fornecer conteúdos com foco no público alvo, como por exemplo, “Melhores smartphones por menos de R$ 1.000,00”, “Como decidir qual smartphone comprar” ou “Cinco melhores modelos de smartphones Android”.

CONSIDERAÇÃO DA SOLUÇÃO Neste momento, o consumidor volta ao Google para comparar preços e vantagens. Agora é importante passar ao seu consumidor que o seu produto ou serviço tem a capacidade de atender suas necessidades. Vamos lá, já temos o seguinte cenário:

APRENDIZADO E DESCOBERTA Nesta etapa, o consumidor ainda não sabe muito bem que possui uma necessidade, por isso, são criadas informações que despertem o seu interesse para determinado produto. Um exemplo prático é o que Steve Jobs fez ao lançar os primeiros produtos da Apple, preenchendo os desejos e necessidades que as pessoas até então não haviam percebido que tinham. Nesse momento, conteúdos como um infográfico sobre “Quais produtos são o sonho de consumo dos adolescentes?”, ajudaria a iniciar essa jornada de compra.

– despertamos o interesse: quais produtos são o sonho de consumo dos adolescentes; – ajudamos a entender o problema: ele não tem um smartphone, que é sonho de consumo para seus pares; Agora temos um comprador em potencial, é a hora de mostrar qualidades e vantagens do seu serviço. Além disso, precisamos despertar senso de urgência na compra, já que, se não fizermos isso, ele pode identificar que seu problema tem solução, mas não vai se empenhar tanto assim para resolve-lo. Conteúdos, como “Por que comprar um Smartphone Android vai mudar sua vida?”, mostram onde a compra irá Digitalks 43


consumo

interferir no dia a dia do comprador, estimulando a necessidade da compra.

DECISÃO DE COMPRA Nesta última etapa, o futuro cliente está comparando as opções disponíveis e pesquisando qual delas é melhor para atendê-lo. É importante ressaltar os diferenciais de sua loja em relação à concorrência, mostrando as vantagens de comprar em sua loja. Textos como, “Por que você deve comprar um Smartphone na loja X? ”, por exemplo, evidenciam exclusividade dos produtos, agilidade na entrega, atendimento, valor do frete e sistema de troca. São todos aqueles detalhes finais para o fechamento de uma compra. Essas são as quatro etapas da jornada de compra digital. A maioria das pessoas acredita que o marketing de conteúdo influencia apenas nos resultados de SEO, mas, essa é uma visão um pouco limitada do trabalho a ser realizado. Vamos a um exemplo:

Nela, podemos lembrar o usuário da existência da sua marca e dos produtos, pelos quais ele já demonstrou interesse, só que de forma muito mais pessoal que os já batidos banners. Aqui vai uma curiosidade: segundo dados da Forrester Research, 46% dos visitantes que abandonam a compra retornam ao site para concluí-la ao serem impactados por uma estratégia de remarketing via e-mail.

Social: o principal alicerce de todo o su-

cesso ou fracasso é o conteúdo, sobretudo nas recentes mudanças no Edge Rank, que diminuíram o alcance orgânico. Sem conteúdo de qualidade e direcionado ao seu público-alvo, você não terá sucesso em nenhuma ação nessa mídia. É importante ressaltar que nem todo consumidor se inicia na fase um. Algumas pessoas já sabem seus desejos e necessidades ou até mesmo conhecem as soluções. Por isso, é fundamental que todo o planejamento de conteúdo e marketing digital seja feito pensando em todas essas etapas, com o objetivo de atingir o público em diferentes níveis.

Mídia: com conteúdo qualificado, é possível colocar o consumidor dentro do site de forma mais barata e incrementando a base para implementação de estratégias de remarketing e retargeting. Dessa forma, tiramos os links patrocinados apenas do final do funil e inserimos suas ações em todas as etapas. Além disso, se o usuário já está no seu site e todas as informações para a tomada da decisão de compra estão disponíveis, tornamos a chance de conversão muito maior. E-mail marketing:

estratégia similar à de mídia, já que basicamente trata-se de uma estratégia de remarketing/retargeting.

Digitalks 44

Denis Casita CEO Performa Web


marketing

Por Eduardo Correia

Marketing digital:

uma infinidade de possibilidades

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marketing

Não faz muito tempo que os consumidores brasileiros e de outros países se relacionavam apenas de forma passiva em relação ao marketing. Os meios de comunicação de massa – televisão, rádio e publicação impressa – eram os principais responsáveis por apresentar ofertas de produtos. Esse sistema, conhecido por Outbound Marketing, era (e ainda é) uma estratégia baseada na interrupção da atenção das pessoas. As empresas locam espaços publicitários para impactar as pessoas com seus anúncios. O problema é que esse método atinge não somente o público-alvo, mas sim interrompe uma grande parcela de consumidores que não quer ver o conteúdo. Quem nunca ficou perturbado ao ser interrompido com uma propaganda no momento mais importante de um filme, por exemplo? De bem ou mal, essa era a única forma para chamar a atenção há pouco tempo. Porém, para a felicidade de muitos, isso vem mudando. Atualmente, as pessoas têm o poder de consumir apenas o conteúdo que lhe interessam. Ao invés de depender da programação dos canais de TV, por exemplo, escolhem o que querem assistir, ouvir e ler no melhor momento. O sucesso dos canais do YouTube e do serviço de streaming de filmes Netflix são a prova disso. E esse comportamento não ficou apenas no entretenimento. Este poder de escolha fez com que as companhias começassem a repensar suas estratégias de marketing. Não existe mais aquele consumidor passivo. O que vemos hoje são pessoas exigentes e seletivas ao conteúdo que recebe. A empresa que não enxerga isso pode ter problemas à frente. Além de serem mais exigentes, os consumidores têm mais acesso à internet e realizam pesquisas de preços, comparam ofertas de produtos e serviços. O retorno para a empresa é muito mais rápido. Se a pessoa não gostou do produto, em menos de cinco minutos ela estará marcando o nome da fabricante no Facebook em uma crítica que, dependendo da lista de seguidores, pode se espalhar rapidamente. Portanto, é preciso enfatizar: os profissionais

de marketing têm de se adaptar. Segundo a Corporate Executive Board, 60% da decisão de compra ocorre antes do contato com o vendedor da empresa. Ou seja, dificilmente uma pessoa acessa um site de curso de ensino a distância e realiza a compra ao ver a oferta. Muitos produtos ou serviços exigem um processo de amadurecimento do potencial comprador antes de realizar a compra, pois a pessoa tem muitas objeções, dúvidas e receios antes de tomar a decisão. E este processo de decisão pode se tornar ainda mais complexo de acordo com o valor do investimento e o grau de complexidade da oferta. Por isso que as empresas que almejam resultados significativos na era digital precisam mais do que nunca entender o novo comportamento do consumidor e investir em estratégias de Marketing Digital que levem em consideração todos os estágios de compra do consumidor. Esse novo marketing possui uma série de vantagens em relação ao sistema tradicional. Ele é mais fácil de mensurar, tem métricas claras, além de atender as exigências do novo consumidor. Enquanto na televisão, por exemplo, a interatividade é uma via de mão única – quase zero –, neste novo sistema é muito rápida. A aproximação com o consumidor é mais veloz e atenciosa. Não vamos interromper mais o consumidor. Basicamente, vamos conversar com ele, explicar o produto e deixá-lo escolher naturalmente. Vamos dar todas as ferramentas, mas quem escolhe é ele. Na outra ponta, a empresa terá todo o “mapa” do consumidor (onde ele andou, o que buscou, quando ela vendeu, horários). Uma infinidade de possibilidades.

Eduardo Correia Country Director na SharpSpring Digitalks 47


empreendedorismo

Por Henrique von Atzingen

Empreendedor 3.0 Digitalks 48


empreendedorismo

Foi na faculdade de Administração da UFMG que meu lado empreendedor tomou doses cavalares de esteroides e anabolizantes. Junto com meu amigo de classe, Alexandre, tivemos uma idéia: Vamos aproveitar que estamos a um mês da páscoa e vender cestas de páscoa na faculdade? A idéia meio maluca, aproveitava a recente tendência de presentear as pessoas com experiências, na época, cestas de café da manhã eram total sucesso. Por que não fazer uma cesta de páscoa? Por que não focar em universitários em fase de namoro, para que possam presentear a pessoa amada? Por que não colocar ovos de páscoa e chocolates diversos na cesta? Por que não colocar também um coelhinho vivo? E foi assim que vendemos dezenas de cestas com coelhinhos vivos na Faculdade de Ciências Econômicas da UFMG. No domingo de páscoa, lá estávamos nós indo de casa em casa com várias cestas no carro emprestado, e muitos coelhos pulando em cima da gente. Se voltarmos muito no tempo, a algumas dezenas de anos atrás, víamos que empreender era para coisa para pessoas com muita propensão a risco. Os custos para se empreender eram demasiadamente altos. Grande parte destes custos vinham da infraestrutura necessária para empreender. Comprar equipamentos e aprender a operá-los gerava um paredão financeiro quase intransponível, poucos empreendedores tinha cacife para seguir em frente com suas ideias malucas. Mas agora estamos no século XXI. Muita coisa mudou. Agora empreender é quase que obrigatório nas mentes dos universitários, e para os mais velhinhos como eu, passa a ser um hobby. Ruim mesmo é não empreender. Vamos ver a jornada do novo empreendedor. Imagine que eu tenha uma idéia brilhante de App. Primeiro vou precisar ter uma infra para rodar a App. Hoje qualquer pessoa física

pode entrar na www.softlayer.com e contratar um ambiente de infraestrutura de TI com servidores, storage, etc a valores pífios. Se tiver um CNPJ recente se habilita como uma startup e ganha muita infraestrutura. Rodar um software na nuvem é praticamente de graça. Vou precisar de desenvolvedor, posso buscar freelancers para desenvolver para mim em plataformas como a www. fiverr.com, ou posso até mesmo aprender a desenvolver em cursos no www.udemy. com. Mas se eu tiver dúvidas de qual a melhor forma de empreender? Quais passos seguir? Como formatar minha idéia? Como fazer um pitch? Como conseguir investidores? Para responder essas perguntas posso me inscrever em programas como www. ideationbrasil.com.br ou buscar encontros de empreendedores na plataforma www. meetup.com. Enfim, estamos vivendo uma revolução muito mais impactante do que foi a revolução industrial. Hoje os custos e barreiras para a inovação ou para novos empreendedores são muito menores. Assim novos produtos e modelos de negócios surgirão em velocidades exponenciais. Essa revolução coloca as empresas já estabelecidas com duas opções nas mãos. Uma é reclamar, chorar, lamentar, dizendo que a concorrência é desleal. A outra opção é “pivotar”, criar células de inovação, criar hackathons, investir em garagem de inovação. Está muito claro pra mim, que hoje as empresas ainda se encontram em vantagem nessa briga. Mas essa vantagem vai sumir, se não agirem logo.

Henrique von Atzingen Head de Mobilidade na IBMT Digitalks 49


tendência

Por Gerson Ribeiro

Data driven marketing

Estou voltando de viagem de San Francisco e aproveitei para fazer algumas reuniões com empresas de tecnologia para marketing e também alguns clientes. Sempre que participo de eventos fora do Brasil eu volto com uma pergunta em minha cabeça: Por que o Brasil não consegue evoluir na cultura de dados?

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tendência

Ao assistir um jogo da NFL, NBA ou o que quer que seja na TV nos EUA somos metralhados por inúmeras estatísticas. Sempre que falo sobre algum jogo ou competição com qualquer americano, a resposta não é “vamos ganhar!” ou “será um jogo difícil”... mas sim números em cima de números. Isso não acontece no Brasil em nosso tradicional Campeonato Brasileiro ou em qualquer outro esporte. O máximo que vemos são chutes a gol e posse de bola. Levando para nosso dia a dia do Marketing, esta cultura de “Data Driven Marketing” em português “Marketing guiado por dados” faz toda diferença para as ações de Marketing e para a empresa como um todo. Uma empresa com cultura de métricas toma todas as suas decisões baseadas em números. E esta cultura vai do presidente para todos os departamentos: RH, Financeiro, etc. Escrevi recentemente um artigo sobre o Profissional de Marketing do futuro, aonde resumidamente este profissional precisa ter uma afinidade com tecnologia, ter foco em resultados e principalmente gostar de números. Este último é o grande problema. Nós, em geral, odiamos números. Quando pensamos em profissionais de Publicidade, Marketing, etc este ódio fica ainda maior. Mas por que odiar uma coisa que lhe trará tantos benefícios e resultados? Como de fato criar uma cultura de métricas dentro de uma empresa? Como implementar o “data driven marketing”? Confira 3 breves passos abaixo que irá mudar a sua forma de enxergar o marketing e, sem dúvidas, o rumo da sua empresa:

1 – Ter objetivos claros e estruturados:

O objetivo do Marketing deve estar totalmente alinhado com o objetivo da empresa. Se o objetivo é aumentar a venda de uma determinada linha de produtos, o marketing deve montar sua estratégia para este objetivo. Se o objetivo é reduzir custo com atendimento no call center, o marketing deve trabalhar para ajudar a empresa a atingir este objetivo. Um ponto importante e que precisamos sempre refletir é: este objetivo

deverá ser sempre financeiro: como eu aumento meu faturamento ou como eu reduzo meus custos.

2 – Definição de KPIs: Com o objetivo de-

finido, vamos definir quais são os key performance indicators que devem fazer parte do dia a dia da empresa. Não podem ser muitos KPIs. Costumo trabalhar com no máximo 3 em nível executivo e no máximo 6 em nível tático. Exemplo de KPIs para um e-Commerce: taxa de conversão, ROI das campanhas de Marketing, Taxa de Rejeição, Taxa de Aprovação de Pagamento, etc.

3 – Entender e Otimizar: Este para mim é o ponto mais importante. Muitas empresas dizem trabalhar métricas, mas simplesmente atuam com report de dados. São reports diários, semanais, mensais, anuais, etc. É PPT que não acaba mais! Isso não é uma cultura de métricas. Eu costumo dizer que uma empresa possui a cultura de métricas quando ela abre um novo projeto para otimização do seu negócio por semana. Com base nos KPIs, precisamos analisar as métricas e sempre buscar um incremento dos nossos KPIs e isso se resumirá a várias coisas, como ajustes no site, ajustes no plano de mídia, etc. Exemplo de Ação: Realização de um teste A/B para avaliar qual página converte mais. Mudança de algum campo no funil de conversão pois os números mostraram que aquele campo era impeditivo de venda, etc. Definido isso, o próximo passo é trabalhar o mesmo modelo para nível de departamentos ou campanhas. Ex. O objetivo e KPIs de Social Media não deve ser o mesmo de uma campanha de mídia de performance. O importante é fazer com que todos os objetivos estejam alinhados com o objetivo macro da empresa.

Gerson Ribeiro CEO da Vitrio Digitalks 53


relacionamento

Por Izabelle Mendonça

Vamos falar sobre a assessoria de imprensa 2.0? Apresentando um trabalho mais sofisticado, a profissão do assessor de imprensa acompanhou a evolução dos negócios digitais, bem como as mudanças nos hábitos dos consumidores e o surgimento de ferramentas e canais que se tornaram relevantes para atingi-los. Já não falamos mais da imprensa como o único canal-alvo, e essa mudança transformou o mercado de comunicação corporativa e os seus profissionais. Além de ter um bom texto e possuir um bom relacionamento com jornalistas e editores das principais mídias, o novo assessor também precisa conhecer bem o negócio de seus clientes e o perfil dos diversos públicos para criar as oportunidades certas de comunicação em diferentes canais. Após se adequar ao digital e transformá-lo em um importante aliado, o assessor passou a divulgar a marca do seu cliente junto aos influenciadores da web, em sites e hot sites, mídias sociais, entre outros. Na realidade, estamos falando de um novo profissional, que surge como um Especialista em Comunicação Corporativa, e que precisa dominar novos recursos da tecnologia, entender de relacionamentos e fazer a gestão da inteligência de comunicação de uma forma geral. O digital trouxe novas necessidades para as assessorias, que começaram a se especializar também em serviços voltados para o social media. No entanto, como as transformações no ambiente digital ocorrem em Digitalks 54

um ritmo acelerado, o que identificamos como a tendência do momento para atingir ainda mais resultados no meio online por meio da assessoria de imprensa é o link building, recurso diretamente ligado ao posicionamento orgânico nos mecanismos de busca. Sem esquecer da relevância que a imprensa possui, inclusive na web, o assessor entra em ação para garantir que o site ou negócio online do cliente, por exemplo, consiga links de portais com grandes números de acessos, o que influenciará diretamente no seu bom posicionamento nos buscadores. Vale lembrar que estamos falando de um dos diversos recursos que a assessoria 2.0 conta atualmente. Embora as ferramentas estejam mudando e evoluindo constantemente, o papel do assessor continua sendo o de criar e potencializar a boa imagem da marca perante os seus stakeholders (clientes, investidores, colaboradores, jornalistas e público em geral). Nesse novo cenário da comunicação corporativa, as empresas que desejam atuar como grandes players certamente não faram isso sozinhas. Desse modo, compete ao profissional acompanhar essa evolução.

Izabelle Mendonça Jornalista e Publicitária


O que esperar de uma agência digital que é a líder do mercado em performance? No mínimo, a melhor performance. Nós, da AD. Dialeto, trabalhamos todos os dias com um único objetivo: entregar sempre os melhores resultados em performance, engajamento e criatividade para os nossos clientes. Não é à toa que somos a líder do mercado e a agência digital full service de gigantes como Submarino, Rossi, Telhanorte, Electrolux, Terra, Polishop, Accor Hotels, Chilli Beans, Serasa Experian, entre outros. Nossos clientes crescem em média 105% a mais do que o mercado de e-commerce Brasileiro. Entendeu por que somos a agência líder em performance?

Se você, como nós, também gosta de números, anote aí o mais importante: 11 3938-5007. Acesse www.addialeto.net AD. Dialeto. Aqui tudo é performance.


guia de empresas

Guia de Empresas O Digitalks indica e traz para você uma seleção das melhores empresas do segmento de Marketing Digital. São corporações com renome, qualidade e foco em resultados.

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guia de empresas

OFERECIMENTO Baidu Inc. é o principal provedor de pesquisas na internet em língua chinesa e o segundo maior serviço global de buscas do mundo. Fundado em 2000, tem suas ações listadas na NASDAQ desde 2005. No Brasil, o Baidu Search - http://www.baidu.com.br/ - chega para se tornar uma alternativa para o mercado de internet.

SITE: global.baidu.com/?lang=pt E-MAIL: comercial@baidu.com TELEFONE: 11 2638-3176

Na IBM, mantemos a liderança em criação, desenvolvimento e manufatura das mais avançadas tecnologias de informação da indústria, incluindo sistemas de computadores, software, sistemas de rede, dispositivos de armazenamento e microeletrônica. E nossa rede mundial de soluções e serviços profissionais IBM traduz estas avançadas tecnologias em negócios para os nossos clientes.

SITE: www.ibm.com/br E-MAIL: robertoa@br.ibm.com TELEFONE: 11 3581-7648

O Twitter é uma plataforma aberta que permite o compartilhamento de conteúdo em tempo real entre seus 300 milhões de usuários em todo o mundo. Por meio de dispositivo móvel ou computador, qualquer pessoa pode se conectar ao Twitter e descobrir o que está acontecendo ao seu redor em texto, fotos e vídeos. Pessoas, instituições, entidades, governos, celebridades, imprensa e marcas estão no Twitter. SITE: www.twitter.com E-MAIL: ads.br@twitter.com TELEFONE: 11 3033-2900

AFILIADOS A zanox é a Rede de Publicidade de Performance líder na Brasil e na Europa. Juntos com as nossas parceiras, Affliate Window e eprofessional, contamos com mais de 4.300 anunciantes internacionais no marketing efetivo de produtos e serviços na internet. O crescimento positivo constante da empresa é baseado em um modelo de negócios focado na inovação, tecnologia avançada e serviço de qualidade. SITE: www.zanox.com/br E-MAIL: service.br@zanox.com TELEFONE: 11 3142-3400

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guia de empresas

AGÊNCIAS E ASSESSORIAS DE MARKETING DIGITAL E E-COMMERCE Como tantas outras dizem ser, a 80 20 MKT é uma agência de marketing com foco em resultados, mas é mais que isso. Infelizmente nossas formidáveis qualidades – que vão da criatividade das campanhas desenvolvidas até a entrega de resultados que levantariam suspeitas de dopping em competições esportivas – não cabem nos 400 caracteres que temos neste Guia. Entre em contato para saber mais. SITE: www.8020mkt.com.br E-MAIL: contato@8020mkt.com.br TELEFONE: 11 3938-9925

Nomeada a melhor agência digital do país no eAwards 2014, a AD.Dialeto conta com um time de mais de 110 profissionais quem fazem o Full Service Digital.Nossos clientes crescem, em média, 105% a mais que o mercado de e-commerce Brasileiro. Então, se você está procurando uma agência que faça diferente, sua próxima reunião será aqui!

SITE: www.addialeto.net E-MAIL: info@addialeto.net TELEFONE: 11 3938-5007

Formada por experientes instrutores e consultores, a Goobec oferece cursos AdWords e Analytics baseados nas melhores práticas de marketing de busca do mercado. É 1º parceira oficial do Google na América Latina. A Goobec possui uma divisão de consultoria Google, coordenada por uma equipe de instrutores que buscam resultados através de planejamento e estudo completo do negócio do cliente.

SITE: www.goobec.com.br E-MAIL: treinamento@goobec.com.br TELEFONE: 11 3266-6105 | 11 3263-1078

Atuando com o conceito de Sinergia, a LinkBrand é uma agência e consultoria especializada em marketing digital para pequenas e médias empresas. Por meio de projetos personalizados de Marketing Digital Integrado, desenvolvemos um trabalho diferenciado, focado na conquista dos melhores resultados para a potencialização dos negócios dos nossos clientes, independentemente da sua área de atuação. SITE: www.linkbrand.com.br E-MAIL: contato@linkbrand.com.br TELEFONE: 11 5087-8969

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guia de empresas

Agência de Marketing Digital full service, especializada em SEM com foco em performance. Atuação em Links Patrocinados, Mídia Display, Consultoria SEO, Web Analytics, E-mail Marketing, Social Media e Criação Web. Dedicação para atuar como o principal parceiro estratégico de Marketing Online dos clientes, foco em objetivos e metas, suporte transparente, relatórios práticos e os melhores resultados. SITE: www.performaweb.com.br E-MAIL: contato@performaweb.com.br TELEFONE: 11 3059-2950

A Siegel Press é uma empresa de comunicação que utiliza o conhecimento e vivência da equipe para atuar com propriedade na relação entre cliente, mídia e público-alvo. Atuamos com Assessoria de Imprensa, Comunicação Corporativa, Produção de Conteúdo, Mídias Sociais, Parcerias Estratégicas e Media Training. SITE: www.siegelpress.com.br E-MAIL: contato@siegelpress.com.br TELEFONE: 11 3628-4780 | 11 3230-1717

A Vendaecia.com, veio para atender clientes de pequeno e médio porte em ecommerce e preencher um espaço que precisa no mercado, ao aliar conhecimento e tecnologia. Buscando o aculturamento digital, juntamos Plataforma e ferramentas, a uma operação estruturada. Focamos em logística, experiência de compra, usabilidade, performance, marketing digital, com uma linguagem simples e focada em resultado. SITE: www.vendaecia.com E-MAIL: contato@vendaecia.com TELEFONE: 83 3506-0772

Agência Digital que oferece uma solução full service com foco em Performance. Nossos serviços são planejados e executados com base em métricas, atuando na geração de resultado com Links Patrocinados, Mídia de Performance, Comparadores de Preços, SEO, E-Mail Marketing e Mídias Sociais e no aumento da conversão do site através Testes, Eye-Tracking e UX. Não busque um fornecedor. Busque um parceiro! SITE: www.vitrio.com.br E-MAIL: comercial@vitrio.com.br TELEFONE: 11 4106-3925

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A WebStorm Internet é uma empresa completa no que se refere a soluções de Comércio Eletrônico. É uma das referências no mercado, com mais de 250 clientes ativos. Com diferenciais no mercado, como plataforma de e-commerce 100% customizável; design e arquitetura da informação; integração com diversos ERPs; acesso mobile – homologado na AppleStore; SEO; plano de negócios sob medida; e soluções customizadas. SITE: www.webstorm.com.br E-MAIL: brunoporto@webstorm.com.br TELEFONE: 41 3022-0029

E-MAIL MARKETING Com 18 mil clientes, cerca de mil canais autorizados e 10 filiais em todo o Brasil, a Dinamize é líder absoluta em e-mail marketing e possui um dos softwares de social media mais relevantes do país. Os principais diferenciais estão na qualidade da tecnologia empregada nos softwares e num atendimento único, personalizado através de gerentes de contas, franquias e canais em cada região do Brasil.

SITE: www.dinamize.com E-MAIL: comercial@dinamize.com TELEFONE: 11 4007-1251

Criamos, desenvolvemos e comercializamos soluções SAAS (software como serviço: o IAGENTEmail e o IAGENTEsms) e HAAS (hardware como serviço) bem como serviços agregados para o mercado corporativo. Possuímos infra-estrutura própria, oferecendo soluções de comunicação multi-plataforma de ponta, com alto nível de serviços, atendendo as expectativas de nossos clientes em ter somente um parceiro. SITE: www.iagente.com.br E-MAIL: digitalks@iagente.com.br TELEFONE: 51 3086-0262

A Live Target traz o E-Mail Retargeting, solução que possibilita reimpactar o consumidor que abandona o site da loja antes de realizar qualquer cadastro ou compra. A ferramenta identifica os usuários e seus interesses de navegação utilizando a inteligência própria baseada em behaviour, depois automaticamente envia um e-mail com as melhores ofertas da loja anunciante. E o melhor de tudo: para endereços de e-mail que o lojista não possui em sua própria base. SITE: www.live-target.com E-MAIL: contato@live-target.com TELEFONE: 11 4305-0355

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guia de empresas

MONITORAMENTO E MÍDIAS SOCIAIS As empresas estão sendo desafiadas a rever suas práticas e processos para se adequar a clientes e mercados cada vez mais conectados. Essa Transformação Digital é um caminho sem volta. O diagnóstico da +Digital identifica onde a empresa está perdendo em relação à transformação digital – seja em processos, negócios e até mesmo em recursos humanos – e onde há oportunidades de melhoria no uso da tecnologia. SITE: www.plusdigitalinstitute.com E-MAIL: francisco@plusdigitalinstitute.com TELEFONE: 11 2626-7057

O Scup é a ferramenta líder em monitoramento, gestão e análise de mídias sociais. Há 5 anos em atuação, o Scup está presente em três continentes e atende uma em cada quatro das 100 maiores e melhores empresas da revista Exame, tendo mais de 900 clientes e 35 mil usuários cadastrados. É a única tecnologia na América Latina certificada pelo Twitter e pelo Facebook.

SITE: www.scup.com E-MAIL: marketing@scup.com.br TELEFONE: 11 3509-1267

A Seekr é uma plataforma multicanal que atende sua empresa através dos pilares de Monitoramento, Atendimento (SAC 2.0) e Relacionamento nas mídias sociais. É possível acompanhar o que falam sobre a sua marca e mercado, gerenciar crises, identificar oportunidades, atender e se relacionar com agilidade com os usuários obtendo os resultados tão desejados para seu negócio. ​ SITE: www.seekr.com.br E-MAIL: contato@seekr.com.br​ TELEFONE: 47 3209-6628​

TECNOLOGIA PARA MARKETING E PERFORMANCE ChannelAdvisor (NYSE: ECOM) é um fornecedor líder de soluções de comércio eletrônico baseadas na nuvem que permitem aos varejistas e fabricantes que integrem, gerenciem e otimizem suas vendas através de centenas de canais on-line. Através de automação, análise e otimização, nossos clientes podem aproveitar de um único feed para listar e anunciar de forma mais eficiente os seus produtos on-line.

SITE: www.channeladvisor.com.br E-MAIL: salesbr@channeladvisor.com TELEFONE: 11 3818-8981

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A Convert.Rocks é uma empresa que nasceu para ajudar o mercado varejista a vender de forma mais saudável, pensando em ROI aplicados às ações de marketing, de verdade. Preparando o mercado para atender os clientes de maneira customizada, garantindo que o cliente final, receba a mensagem adequada para este, e nenhum outro. Nós convertemos e aumentamos sua margem. Convert.Rocks!

SITE: www.convert.rocks E-MAIL: faccio@convert.rocks TELEFONE: 11 5185-2800

A Easy Easy Apps é uma startup que nasceu com o objetivo de habilitar indivíduos e organizações a criar seus próprios aplicativos. A sua plataforma de criação de aplicativos online permite a qualquer pessoa criar o seu próprio app sem necessidade de programar e por uma fração do tempo e do custo. Com milhares de usuários no Brasil, pretende ser o principal motor de aplicativos da América Latina.t

SITE: www.easyeasyapps.net E-MAIL: info@easyeasyapps.com TELEFONE: 11 3230-4357

A IgnitionOne é líder global em soluções de marketing programático. A plataforma integrada de marketing digital e mobile permite a centralização e organização dos dados dos usuários da internet, entregando às marcas e agências a possibilidade de campanhas cross-channel muito mais eficazes. No Brasil, a IgnitionOne atua desde 2012 sob a direção de Edmardo Galli, pioneiro da internet no país.

SITE: www.ignitionone.com E-MAIL: info@ignitionone.com TELEFONE: 11 3588-4005

A Maple Brasil oferece soluções de marketing, com alta capacidade de segmentação, para presença on-line efetiva nas redes sociais Facebook, YouTube, Google, Twitter, além de serviços de geração de leads. Para tanto, utiliza tecnologias proprietárias avançadas e sob medida, com algoritmos complexos, gerenciamento de performance, equipe especializada, tudo em tempo real com Painel de controle e CRM. SITE: www.maplebrasil.com E-MAIL: eduardo@maplebrasil.net TELEFONE: 11 99529-8866 | 11 97462-6112

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O Grupo Media Response é formado por cinco empresas que trabalham de forma segmentada para as principais agências de comunicação e anunciantes da América Latina, simplificando a execução de mídia e operação de projetos digitais: HOTWords / Contextual Display, WEBZODES / Vídeo Delivery Advertising, Efficient Target / Data Driven Advertising, CanalMail / Email Marketing Leader e Efficient Mobile / Data Driven Mobile Advertising. SITE: www.mediaresponse.com E-MAIL: contato@hotwords.com.br TELEFONE: 11 3178-2500

SITES E HOSPEDAGEM A Apiki é a parceira estratégica de desenvolvimento para a sua agência. O seu time de criação com liberdade e autonomia para fazer o que sabem de melhor e a qualidade somada à agilidade de nossos especialistas para tornar o seu projeto real através dessa plataforma poderosa, o WordPress. Desenvolva conosco. SITE: www.apiki.com E-MAIL: atendimento@apiki.com TELEFONE: 33 3278-1002

A KingHost é uma das maiores empresas de hospedagem de sites do país. São mais de 270 mil sites, em 3 Data Centers no Brasil. Oferece os serviços de hospedagem compartilhada e soluções corporativas, incluindo cloud computing e servidores dedicados. Para seus clientes irem além, possui soluções de marketing digital como e-mail marketing e anúncios online, soluções de segurança, backup e streaming. SITE: www.kinghost.com.br E-MAIL: comunicacao@kinghost.com.br TELEFONE: 4003-5464 (capitais e regiões metropolitanas) 0800-881-5464 (interior)

É a empresa de hospedagem, serviços web e cloud computing do Grupo UOL. Criado em 2008, o UOL HOST é um dos principais players do mercado de hosting e oferece soluções como Registro de Domínios, Hospedagem de Sites, Loja Virtual, Cloud e E-mail Marketing, contando com a confiabilidade de uma moderna infraestrutura de TI, composta por uma das maiores redes de Data Center da América Latina. SITE: www.uolhost.com.br E-MAIL: lvale@uolinc.com TELEFONE: 11 3038 8961

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guia de empresas

PRODUÇÃO E EVENTOS A BEATS BRASIL cria, planeja e implementa eventos para empresas em todo Brasil. Desde pequenos eventos de relacionamento, convenções de vendas até grandes congressos e seminários, sempre com foco em inovação e resultados. Nos últimos 5 anos, já foram realizados mais de 500 eventos para clientes como Google, Salesforce, Exacttarget, UOL, Grupo Abril, Valor Econômico, entre outros importantes eventos voltados para promover o empreendedorismo. SITE: www.beatsbrasil.com.br E-MAIL: atendimento@beatsbrasil.com.br TELEFONE: 11 5095-1155

VÍDEOS PARA WEB A Putz Filmes é uma produtora focada em solucionar problemas de comunicação através de vídeos animados, atuando em diversos segmentos. Uma forma dinâmica e objetiva de apresentar um projeto ou produto e otimizar as suas vendas. Uma empresa mineira, que atende clientes em todo o Brasil e exterior. SITE: www.putzfilmes.com E-MAIL: atendimento@putzfilmes.com TELEFONE: 33 3021-3577

Transformar qualquer conteúdo em vídeo requer responsabilidade, profissionalismo e muito amor. Produtora especializada em vídeos para web, transmissões ao vivo, motion, video email, vídeos virais, institucionais, ensino a distância, video-commerce e muito mais. A Video Click trabalha para grandes marcas na internet gerando conteúdo relevante e de qualidade.

SITE: www.videoclick.com.br E-MAIL: kadu@videoclick.com.br TELEFONE: 11 3653-6426

ASSOCIAÇÕES DO SETOR A Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) surgiu para ser uma voz no setor de e-commerce e negócios digitais, contribuindo com seu crescimento no país. A ABComm reúne mais de 5 mil representantes de lojas virtuais e prestadores de serviços, atuando frente à criação e revisão de políticas públicas e capacitação de profissionais para o setor. A entidade sem fins lucrativos conta com diretorias regionais e temáticas. SITE: www.abcomm.org E-MAIL: contato@abcomm.com.br TELEFONE: 11 3285-4276

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guia de empresas

A ABRADi – Associação Brasileira de Agentes Digitais – é uma entidade de classe, sem fins lucrativos, que defende os interesses das empresas prestadoras de serviços digitais no Brasil. A entidade reúne cerca de 700 empresas, presentes em mais de doze estados. É a voz das agências e agentes do segmento, atuando em âmbito privado e público para promover as melhores práticas do mercado. SITE: www.abradi.com.br E-MAIL: abradi@abradi.com.br TELEFONE: 11 3034-4668

O CidadeMarketing é um veículo de comunicação interativo que visa produzir, informar, discutir e promover assuntos pertinentes a área de marketing. SITE: www.cidademarketing.com.br E-MAIL: contato@cidademarketing.com.br

A DEMO (www.demo.com ) é a mais importante Conferência de geração de negócios entre Startups e Investidores, com foco em inovação e empreendedorismo do Vale do Silício / Ca – EUA há 25 anos. É uma plataforma para anunciar tendências, novas tecnologias emergentes e um ponto de encontro entre empreendedores e investidores. Além dos EUA a Conferência acontece também no Brasil, Ásia, África e Europa. SITE: www.demobrasil.com.br E-MAIL: atendimento@demobrasil.com.br TELEFONE: 11 5095-1155

O IAB Brasil é uma entidade que tem como missão desenvolver o mercado de mídia interativa no País e incentivar a criação de normas e padrões para o planejamento, criação, compra, venda, veiculação e mensuração de mensagens comerciais. Também promove o intercâmbio de experiências e conhecimentos técnicos por meio de cursos, eventos, artigos e pesquisas, cujos resultados são de interesse do mercado. SITE: www.iabbrasil.net E-MAIL: josiane@iabbrasil.org.br TELEFONE: 11 2533-6108

WebCongress é um evento de Marketing Digital que abrange inovações e que acontece na Europa e América Latina. SITE: www.webcongress.com E-MAIL: ouali@webcongress.com

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Revista Digitalks - Edição 08  

Marketing Digital na contramão da crise.

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