Diário da Cuesta
Acompanhe as edições anteriores em: www.diariodacuesta.com.br
Rumo certo: nacionalismo:
![]()
Acompanhe as edições anteriores em: www.diariodacuesta.com.br
Rumo certo: nacionalismo:



“...Só se tornará possível quando de forma irreversível e intensa levantarmos a bandeira da brasilidade, a bandeira que se consubstancia na realização do ideal maior de levarmos o Brasil ao seu grande destino, ou seja, o Brasil, como Grande Potência, assumindo o comando político de toda a América Latina...”

O Brasil tem em sua juventude o seu maior e mais valioso capital, ou seja, tem este país o requisito principal para tornar-se aquilo para o qual sua própria grandeza territorial o predestina: o Estado líder da América Ltina. E para transformarmos o Brasil em uma Grande Potência é indispensável a participação da juventude. A juventude, hoje e urgentemente, tem que compenetrar-se de que é a equação e a solução de toda a problemática. Somente a juventude pode, sem o niilismo da esquerda e a inércia da direita, realizar a missão de sorguimento moral e estrutural da Nação Brasileira...
Leia nas páginas internas sobre a importância da Juventude e sobre o conceito sobre o Povo Brasileiro e sobre Os Tapetes Vermelhos do Poder...
Saiba sobre a Candidatura Nacionalista à Presidência da República!
“Dos

Entre os oficiais militares: (da esq. para dir.): Chefe Manolo, Laudo Brancato, Hélio Mota Filho, Marco Antonio Castelo Branco, Armando Moraes Delmanto e Roberto Vieira Wolf. 1968
Em política, eu cheguei naquela fase, daquela musiquinha: “o meu coração é só de Jesus, a minha alegria é a Santa Cruz...”
Quer dizer, o poder, a política... Eu trabalhei com 3 governadores do Estado de São Paulo e com um vice-governador. Foi um privilégio O Sodré, o Paulo Egydio e o Montoro e com o Almino Affonso (vice). Então, o Poder, esses tapetes vermelhos, poderosos, bonitos, eu conheço cada dobra... O Poder é absolutamente temporário e ilusório
FRANCO MONTORO: 43º ANIVERSÁRIO DE SUA POSSE (1983-2026)
O Governador Franco Montoro é uma das exceções em nossa política Iniciou sua carreira no Partido Democrata Cristão, ao lado de Plínio de Queiroz, Hélio Bicudo, Plínio de Arruda Sampaio, Carvalho Pinto e Jânio Quadros. Sim, Jânio da Silva Quadros. Depois seguiram caminhos diferentes, mas a origem é essa. Coincidentemente, são políticos de uma qualidade superior, leais, idealistas.
O primeiro contato que tive com o então Senador Franco Montoro foi em 1982. O governador era Paulo Maluf e, em visita a Botucatu, foi alvo de grande manifestação estudantil contra a presença do governador e a favor da redemocratização do país. Houve agressão, por parte da segurança do governador, aos estudantes e o campus da UNESP foi invadido pela polícia. Após o conflito, assumi como advogado a defesa dos estudantes juntamente com o deputado estadual e advogado José Yunes, por indicação do Senador Franco Montoro, no inquérito policial.


O segundo contato foi durante as eleições municipais de 1982. Na luta pela redemocratização, o PMDB tinha a preferência do eleitorado Mas como o PDS lançou a candidatura do ex-prefeito Plínio Paganini somada à uma sublegenda com a candidatura do empresário Mario Sartor, o PMDB decidiu lançar também uma sublegenda. Sendo o vereador com maior votação no partido, eu sai candidato a Prefeito com o Roberto Sogayar, a vice. Os votos da legenda e da sublegenda seriam somados. O PMDB estava em situação privilegiada. A
chapa Jamil Cury/Joel Spadaro trabalharia com Severo Gomes para o Senado Federal e com Pacheco Chaves para Deputado Federal. A chapa Armando Delmanto/Roberto Sogayar trabalharia para Almino Affonso para o Senado Federal e com Aldo Rebelo para Deputado Federal Franco Montoro teve uma vitória retumbante e a dupla Jamil/Joel foi eleita para a Prefeitura de Botucatu.

Este texto saiu no Blog do Delmanto (em 25 de agosto de 2013 e em 23 de setembro de 2017). Mostra o cenário político paulista por mais de 30 anos, com administrações conservadoras e administrações progressistas. Mas essencialmente nos mostra que as gestões públicas, tanto da chamada direita como da chamada esquerda seguiram tão só os mesmos modelos de promover o desenvolvimento do Estado. Mostra, dessa forma, a urgência de termos uma gestão compromissada com os grandes objetivos nacionais, na implantação da PÁTRIA GRANDE, com São Paulo se destacando como força motora importante para que o Brasil, transformando-se em GRANDE POTÊNCIA, assuma o seu destino e a liderança da América Latina.
Foi uma experiência de vida positiva e válida os anos em que trabalhei no Palácio dos Bandeirantes (4 anos em 1967/71, no Governo de Abreu Sodré) e novamente no Governo Montoro, em 1984/85 e 4 anos na assessoria do vice-governador Almino Affonso nos anos de 1987 a 1991, foram 10 anos que propiciaram a que eu conhecesse os meandros e os atalhos da política paulista. Da mesma forma, a minha atuação como advogado e assessor nas empresas públicas paulistas, no DERSA, na COPEME, na FRUTESP, na CAIC, na ENERGIA SÃO PAULO (CESP, CPFL, ELETROPAULO E CONGÁS) e no ANHEMBI (hoje Turismo São Paulo). (AMD)


Com Carlos Lacerda, ex-governador da Guanabara e líder da Frente Ampla, no lançamento do seu livro “Crítica & Autocrítica”- 1966

Na Frutesp, em Bebedouro, com o Governador Paulo Maluf – 1979

Com os candidatos a Governador, Franco Montoro e a Vice-Governador, Orestes Quércia - 1982









COM A CANDIDATURA DO EX-MINISTRO E EX-PRESIDENTE DA CÂMARA DOS DEPUTADOS, ALDO REBELO, À PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA (PDC – PARTIDO da DEMOCRACIA CRISTÃ), AS ELEIÇÕES DE 2026 TERÃO A DISCUSSÃO DE TEMAS RELEVANTES AO BRASIL, COMO TEM SIDO A PAUTA DE ALDO REBELO. ISSO IRÁ SUBIR O NÍVEL DA DISPUTA ELEITORAL ATÉ AGORA APRISIONADA ENTRE A FALSA POLARIZAÇÃO ENTRE A ESQUERDA E A DIREITA.
