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Mauro Holanda/Divulgação

AOS NOSSOS LEITORES, FELIZ PÁSCOA.

Ano 87 - Nº 23.840

Jornal do empreendedor

www.dcomercio.com.br

Conclusão: 23h55

R$ 1,40

São Paulo, quinta-feira, 28 de março de 2013

BACALHAU E CHOCOLATE Pág. 13 Dida Sampaio/Estadão Conteúdo

Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr

Valter Sampaio/ABr

Laycer Tomaz/Ag. Câmara

Dida Sampaio/Estadão Conteúdo

Tércio Teixeira/Estadão Conteúdo

Alex Silva/Estadão Conteúdo

O manifestante gritou para o deputado-pastor Marco Feliciano: "Racista!" E ele, que resiste às pressões para sair da comissão de direitos humanos, reagiu: "Racismo é crime. Quero que ele saia preso daqui". E saiu, com outro ativista acusado de agredir um dos guardas. Momentos depois, o pastor refletiu: "Democracia é isso!" E concluiu que nós (jornalistas) só publicamos besteiras. Página 6

A VIA SACRA DO PASTOR

Alexey Drugnyn/EFE

A procissão de falsos profetas COMISSÃO DE JUSTIÇA: João Paulo Cunha e José Genoino, mensaleiros. COMISSÃO DE ÉTICA: Marcos Rogério, que fez repasse ilegal de verbas. COMISSÃO DE FINANÇAS: João Magalhães, acusado de corrupção. AGRICULTURA: Antonio Andrade, apoio a matadouro clandestino. João Caldas/Divulgação

No prato de Dilma: inflação de manipulação. A presidente (carrancuda ao lado de Putin, em café da manhã dos BRICs na África) afirma que foi mal interpretada ao dizer que não se deve desacelerar a economia para controlar a inflação. Precisou da ajuda de Tombini, presidente do BC, para rebater "manipulação inadmissível" e acalmar o mercado. Pág. 15

Leão faz a festa 9 dias antes Impostômetro registra arrecadação de R$ 400 bilhões. Em 2012 Leão abocanhou o mesmo valor somente no dia 6 de abril. Pág. 28

IMPOSTO:NOSSA POSIÇÃO. Pág. 2

O Leão em cena

1ª Grande Guerra na Net A Spamhaus caça spamers a partir de seus QGs em Londres e na Suíça. E bloqueou a holandesa Cyberbunker, que então convocou suas reservas no leste europeu e bombardeou a Spamhaus até afundá-la. Tão pesada a artilharia, a navegação global na Net ficou lenta. Pág. 8

Após o primeiro sucesso na Broadway, há 16 anos, o musical O Rei Leão dançou e cantou em outros 21 países. Hoje, estreia em SP, com 53 atores em cena (11 da África). É a maior produção teatral do Brasil. Pág. 13

ISSN 1679-2688

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9 771679 268008


DIÁRIO DO COMÉRCIO

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quinta-feira, 28 de março de 2013

Mais aceitável é o argumento de que o fundo destina-se a financiar projetos de desenvolvimento. Roberto Fendt

pinião

NOSSA POSIÇÃO

IMPOSTO E BUROCRACIA

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regime tributário brasileiro não pode ser considerado um sistema, porque, ao longo do tempo, foi sendo emendado e remendado. Pode-se dizer, em linguagem popular, que ele está cheio de "puxadinhos"– alguns deles feitos por meio de lei, mas outros resultantes de interpretações do fisco que acabam, muitas vezes, sendo definidas apenas na Justiça. Recente decisão do Supremo Tribunal Federal definiu que não cabe a inclusão do ICMS no cálculo do PIS e da COFINS da importação, ao contrário do que pretendia a Receita, em uma contenda que se arrasta há muitos anos. A Justiça impôs nova derrota ao fisco, dessa vez através do Tribunal Regional Federal da 1ª região, que decidiu não caber a incidência de contribuição social sobre valores pagos a título de " reembolso de quilometragem", como

defendida pelo INSS. Divergências como essas acabam custando muito caro às empresas, que têm de recorrer à Justiça, onerando a máquina fiscal, que tem se defender e sobrecarrega o Judiciário. Podem ainda trazer sérios problemas às finanças públicas, quando a cobrança se baseia em atos de legalidade duvidosa, e o fisco precisa ressarcir os contribuintes, ou retirar dos cálculos da arrecadação os valores esperados.

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lém da elevada carga tributária – incompatível com o nível de renda do País – a superposição de impostos, a falta de clareza das regras e a complexidade da legislação geram uma parafernália burocrática que acarreta pesados custos para as empresas e causam grande insegurança e riscos. Parte importante da complexidade da tributação resul-

ta do ICMS, imposto sobre va- entre empresas localizadas lor adicionado utilizado inicial- em diferentes locais, como no mente em países europeus de caso das importações, por deregime federativo e que, ao terminados portos. A redução ser transposto para uma fede- significativa das alíquotas ração composta de 27 unida- prejudica a produção nacional des autônomas, acabou por e transfere crédito indevido na criar uma legistransação intelação diferente restadual. No momento em que para cada estaPara evitar a do, apesar das o Congresso discute c o n t i n u i d a d e tentativas de a reformulação mais da " guerra fisuniformização. cal" a Resoluampla do ICMS, Complicação ção 13/2012 do a d i c i o n a l d eSenado Federal é importante que corre das tranestabeleceu os empresários sações interesuma alíquota acompanhem com ú n i c a 4 % n a s taduais, que atenção os debates transferências transferem créditos fiscais interestaduais sobre o tema. de uma para de produtos imoutra unidade portados (anda federação, com alíquotas tes eram de 7% ou 12% ). Ocorinferiores às internas. re que a operacionalização A concessão de incentivos dessa decisão se mostrou fiscais com base no ICMS por muito complexa porque muiparte de alguns estados dis- tos produtos podem sofrer intorce a localização dos investi- dustrialização após a importamentos e afeta a concorrência ção incentivada, exigindo de-

monstração do grau de nacionalização adicionado. Para comprovar o valor nacional adicionado e se enquadrar na alíquota de 4% na transação interestadual, foi instituído um formulário de controle e, o mais grave, a exigência do CONFAZ de que as empresas demonstrem na nota fiscal (que vai para os clientes) o valor da parcela importada e o percentual de conteúdo de importação, abrindo informações comerciais sensíveis do ponto de vista dos negócios.

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ACSP e a FACESP discutiram o assunto, levando às autoridades fazendárias sua posição contrária à exigência de abertura de dados que representam segredo comercial, ao mesmo tempo em que muitas empresas recorreram ao Judiciário para não exporem esses dados. Anuncia-se agora que o CONFAZ, em sua reunião de

abril, vai alterar a exigência, estabelecendo que tais informações devam ser apresentadas apenas na FCI- Ficha de Conteúdo de Importação, que será enviada ao fisco. Essa mudança, se efetivada, representará uma vitória do bom senso, eliminando um dos pontos controversos da implementação da Resolução 13/2012. Entretanto, não resolve o problema das dificuldades de elaboração dos demonstrativos, representando mais um custo burocrático para as empresas. No momento em que o Congresso Nacional discute uma reformulação mais ampla do ICMS, é importante que os empresários fiquem atentos e que acompanhem as discussões sobre o tema, de maneira a evitar que somente os interesses do fisco venham a ser considerados na reforma, resultando em mais custos para os contribuintes.

SXC

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s reservas internacionais da República Popular da China ultrapassam 3,5 trilhões de dólares. A Rússia possui reservas acima de 500 bilhões de dólares; o Brasil, superiores a 373 bilhões; a Índia, a 294 bilhões; e a África do Sul, a 51 bilhões. Tudo somado, o grupo dos BRICS, formado por esses países, possui reservas internacionais superiores a 4,7 trilhões de dólares. Dado esse fato, a grande questão é: para que servirá o fundo de resgate no valor de 100 bilhões de dólares acertado entre os quatro países? Um dos objetivos do fundo consiste em assistir qualquer dos BRICS que enfrente uma situação de crise de liquidez. Em circunstâncias dessa natureza, um país membro poderá ver-se incapacitado de honrar compromissos externos, quer de caráter financeiro, como o pagamento de juros e de parcela do principal de seu endividamento externo, quer de natureza comercial, como o pagamento de importações de mercadorias e serviços.

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iante das reservas já detidas pelos países BRICS, o valor do fundo parece diminuto. Da mesma forma, é também pequeno diante do valor das importações desses países. De acordo com os dados disponíveis mais recentes (2011), a China importou naquele ano 1,7 trilhão de dólares. Suas reservas internacionais são suficientes para garantir o pagamento de dois anos importações. As reservas

ROBERTO FENDT aplicado em novos investimentos nos países em desenvolvimento, enquanto a China preferiria que os retornos fossem canalizados para projetos que potencializem o comércio exterior.

OS BRICS E O

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FUNDO DE RESGATE russas cobrem igualmente dois anos. No caso do Brasil, as reservas garantem o pagamento de 20 meses de importações. Em situação menos confortável estão a Índia e a África do Sul. No caso da Índia, as reservas asseguram o pagamento de sete meses de importações; as da África do Sul, oito meses. Essa cobertura, contudo, é suficientemente ampla para assegurar que, em uma situação de crise, haja tempo hábil para que se possam formatar pacotes de ajuda financeira para fazer face a um eventual desequilíbrio de pagamentos da Índia

ou da África do Sul. De qualquer forma, o fundo teria relevância para prover liquidez somente para a África do Sul, cuja necessidade de recursos externos para o pagamento em dias suas importações em uma situação de crise é compatível com os recursos disponíveis.

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ortanto, é preciso buscar outras razões para a constituição do fundo. O argumento geralmente apresentado é o de que os países BRICS pretendem estabelecer uma alternativa aos organismos multilaterais, a exemplo do Fundo Monetário Internacional, como financiador de última

instância de desequilíbrios dos balanços de pagamentos dos países envolvidos. Esse argumento, contudo, não se sustenta, já que todos os BRICS são membros do FMI e, como tal, têm acesso aos recursos do Fundo. Constituir uma segunda linha de defesa com reservas comuns para fazer face a problemas nos balanços de pagamentos não é uma alternativa aos recursos do FMI. Mais aceitável é o argumento de que o fundo destina-se a financiar projetos de desenvolvimento, de forma complementar aos recursos disponíveis em agências multilaterais de financiamento, como

Presidente Rogério Amato Vice-Presidentes Alfredo Cotait Neto Antonio Carlos Pela Carlos Roberto Pinto Monteiro Claudio Vaz Edy Luiz Kogut Érico Sodré Quirino Ferreira Francisco Mesquita Neto João de Almeida Sampaio Filho João de Favari Lincoln da Cunha Pereira Filho Luciano Afif Domingos Luís Eduardo Schoueri Luiz Gonzaga Bertelli Luiz Roberto Gonçalves Nelson Felipe Kheirallah Nilton Molina Paulo Roberto Pisauro Renato Abucham Roberto Faldini Roberto Mateus Ordine

o Banco Mundial e seus congêneres regionais.

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e esse é o objetivo, há pela frente um extenso rol de questões a serem respondidas antes que o fundo se torne realidade, entre elas o aporte de recursos pelos BRICS, conforme afirmou o ministro da fazenda russo, Anton Siluanov, e as regras de governança do fundo. Há significativas diferenças de opinião a respeito do que fazer com o futuro retorno dos investimentos dos recursos do fundo em projetos de desenvolvimento. A Índia, por exemplo, gostaria que esse retorno fosse

osso governo tem enfatizado o investimento na ampliação da infraestrutura. Já para o presidente Putin, o fundo constituirá um marco importante para a reforma do sistema financeiro e de reservas internacionais pela criação do que entende ser uma alternativa "mais representativa, estável e previsível" ao atual sistema herdado de Bretton Woods. Seja como for, a iniciativa reforça a percepção de que se buscam alternativas às instituições multilaterais que, por quase 60 anos, serviram de marco ao sistema internacional – o FMI e o Banco Mundial, no lado financeiro, e a OMC, herdeira do GATT, como órgão regulador do comércio. Resta testar a eficácia desse e de outros mecanismos que se estão a criar. ROBERTO FENDT É ECONOMISTA

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DIÁRIO DO COMÉRCIO

quinta-feira, 28 de março de 2013

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DECISÃO DO SUPREMO SOBRE PRECATÓRIOS RESTITUI UMA CIDADANIA U SU RP AD A.

pinião

Mister Shadow/Estadão Conteúdo

JOÃO CARLOS BELDA

MODERNIZANDO A GESTÃO PÚBLICA

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PRECATÓRIOS E CIDADANIA

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Supremo Tribunal Federal, mais uma vez em consonância com a opinião pública nacional e, sobretudo, com o respeito ao estado de direito, tomou há pouco uma muito acertada decisão de declarar inconstitucional a conhecida Emenda do Calote dos Precatórios. O próprio título dessa Emenda Constitucional, dita do calote, já diz muito sobre a forma como se tornou conhecida a irresponsabilidade de estados e municípios em quitarem as suas dívidas. Sob a pressão de prefeitos e governadores, os deputados e senadores terminaram aprovando uma emenda que destitui os cidadãos de um direito seu, o de receber integralmente e adequadamente o que lhes é de direito, seja por dívidas de pensões, trabalhistas, desapropriações ou outras. Curioso é o fato de os governantes envolvidos utilizarem "argumentos" de governabilidade e de impagabilidade de uma dívida reconhecida, como se eles não fossem responsáveis de seus próprios atos. Terminaram se dissociando dos cidadãos que os elegeram, como se o Estado, ou melhor, os seus governos fossem um fim em si mesmo, e não devessem atender aos cidadãos, que são os destinatários de quaisquer políticas públicas.

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a Emenda do Calote foram várias as arbitrariedade cometidas: a ordem de cronologia para os pagamentos não foi seguida, o prazo de pagamento estipulado foi de 15 anos e foi, ainda, instaurado o leilão da dívida. O rompimento da ordem cronológica pelos governantes falta com um respeito elementar em relação aos mais antigos credores, alguns há várias décadas, como se o valor do tempo pudesse ser simplesmente desconsiderado. Alguns governantes ainda pretendiam se passar de bonzinhos, dizendo que os precatórios mais recentes, de valor menor, deveriam ser quitados antes. Procuraram introduzir um suposto "argumento" social para velar o fato

DENIS ROSENFIELD maior de que pretendiam deixar para as calendas gregas os precatórios mais antigos.

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prazo estipulado de 15 anos é um adicional de falta de respeito. Uma pessoa, por exemplo, que possua um precatório de 15, 25, 35 ou 45 anos (há dívidas de muito mais tempo), demoraria a exercer o seu direito por 30, 40, 50 ou 60 anos. Nesse meio tempo, os gestores públicos continuariam governando com recursos alheios, colocando-se como "bons" administradores municipais ou estaduais, realizando obras "sociais", por exemplo. Falam do social, entretanto desconsideram os cidadãos da sociedade. O leilão da dívida, com deságio para o credor, seria feito – tais casos já aconteceram – de tal maneira que o estado ou o município, tendo disponibilizado um valor X para aquele ano, pagaria àquele que se disporia a receber o menor valor. Isto é, em vez de receber 100 reais do que lhe é devido, receberia somente 40 reais. Em situações normais, um leilão vale para aquele que mais paga. No caso específico, é um prêmio para o caloteiro, que pagaria apenas uma parte de sua dívida. Os governantes mais insensatos falam ainda de liberdade de escolha, como se o credor tivesse realmente optado por receber menos. Depois de décadas, uma pessoa acuada e com dívidas

pode, por necessidade, fazer qualquer negócio. "Optou" pressionado por circunstâncias como uma doença grave, por exemplo. Ou para ver a cor do dinheiro na véspera de sua morte, deixando em vida algo para os seus filhos. Falar de liberdade de escolha em tais circunstâncias só pode ser uma piada de mau gosto. Liberdade de escolha com a faca no pescoço merece outro nome: coação. Foi muito mencionado o fato de essa dívida pública de estados e municípios montar a 98 bilhões, sendo, por essa razão, impagável, salvo se o seu prazo fosse muito dilatado e uma redução sua, via leilões, uma possibilidade. Na verdade, o número assusta, não pelas razões aduzidas, mas, sobretudo, pelo fato de estados e municípios estarem dispondo arbitrariamente de tal montante privado, segundo suas próprias conveniências e interesses.

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u seja, os administradores públicos governariam com recursos alheios, que não lhes pertencem. Estariam, portanto, fazendo bondades com o chapéu alheio. Para além dos impostos eles estariam, literalmente, confiscando recursos privados de uma forma totalmente arbitrária. Seria uma gestão com o dinheiro de outros, que foram destituídos de suas posses ou daquilo que lhes é de direito. Os exemplos são vários e

Alguns governantes falam em liberdade de escolha, como se o credor tivesse realmente optado por receber menos. Liberdade de escolha com uma faca no pescoço é coação.

múltiplos. Pense-se em um servidor público que teve perdas salariais indevidas, lutou na Justiça e conquistou o direito de ter de volta aquilo que lhe pertence. Tudo pareceria normal.

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ontudo, a anormalidade já brota imediatamente. Ele não pode receber o que é seu, porque o estado ou o município simplesmente não obedece a uma sentença judicial. Muitas vezes, a pessoa precisa desses recursos para a sua saúde ou para melhorar a sua condição de vida. Nada pode fazer, pois o ente público não o considera enquanto cidadão, mas um mero servo que deve obedecer à arbitrariedade governamental. E processos desse tipo se arrastam por décadas, passando o precatório para os herdeiros dos que foram lesados. Aqui a justiça tardou e não chegou. Pense-se ainda em um proprietário que teve um bem desapropriado para a construção de uma rua ou de uma estrada. O lhe que é devido foi pago através de um precatório, um papel, cujo valor de face nada vale. É como se uma pessoa em vez de receber uma nota de 100 reais, recebesse uma de 50 ou de 20 reais. Seria absurdo ou não? Certamente, alguns governantes gostariam de passar a mensagem de que tudo está normal. Mas é normal uma pessoa ter um bem confiscado, não recebendo o que lhe é de direito? Estamos diante de um caso, diria clássico, de oposição do cidadão contra a arbitrariedade estatal. O Estado simplesmente pôs a mão no bolso alheio, exerceu, de fato, um ato de força, sem nenhum amparo legal, pelo simples fato de que a aparente legalidade inicial da operação ter sido substituída pelo calote, que é uma espécie de confisco. O cidadão se vê completamente desprotegido frente ao Estado, tendo máxima dificuldade em exercer o seu direito. Nesse sentido, a decisão do Supremo restitui uma cidadania usurpada. DENIS LERRER ROSENFIEL É PROFESSOR DE FILOSOFIA NA UFRS

ntre as boas marcas deixadas pela administração Gilberto Kassab, além das ações na Habitação (melhor e maior programa de urbanização de favelas da história, premiado até pela ONU); na Saúde (criação das AMAs, investimentos de mais de R$ 5 bi/ano); na Cultura (Theatro Municipal, Biblioteca Mário de Andrade, Paço das Artes etc.), no Planejamento (SP2040), na busca em tornar São Paulo uma cidade mais humana e sustentável (parques, ciclovias, controle da poluição, lei da cidade limpa), também se destaca a modernização da máquina administrativa, introduzindo ferramentas de gestão utilizadas no setor privado.

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xemplo foi o trabalho feito na área de uso e ocupação do solo. As políticas de reengenharia e informatização proporcionaram enorme salto qualitativo, facilitando o acesso, melhorando a eficiência, reduzindo prazos, aumentando a transparência e introduzindo o gerenciamento e controle dos serviços prestados. Com o apoio de entidades como Associação Comercial, Sinduscom e Secovi, foram desenvolvidos 3 programas de modernização: o Sistema de Licenciamento Eletrônico de Atividades (SLEA), com R$ 15 milhões investidos, o Sistema de Licenciamento de Construções (SLC), com R$ 20 milhões, e o Sistema de Gerenciamento da Fiscalização (SGF), com R$ 20 milhões. Os dois primeiros foram totalmente implantados e o último ficou em fase final de testes. O SLEA possibilita a emissão da Licença de Funcionamento de estabelecimentos comerciais via internet e, através da Consulta Prévia, verificar se certa atividade pode ser exercida em dado local. Vale lembrar um editorial do Jornal da Tarde de 24/4/2008: "Qualquer um que tenha sido obrigado a passar pelas agruras burocráticas para conseguir alvará de funcionamento, indispensável à abertura de um negócio, saberá avaliar a importância da medida tomada pela prefeitura para facilitar a vida dos cidadãos nesse caso."

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tempo médio para emissão do documento baixou de mais de 30 dias para até 5 dias. De 2010 a 2012 foram emitidos 13.500 documentos via internet. Esse sistema foi base para implantar a Licença de Funcionamento Condicionada, que proporcionou fôlego de 2 anos, renovável, para que milhares de comerciantes e profissionais liberais pudessem regularizar

suas instalações, observados os quesitos de segurança. Sem burocracia e sem "venda de facilidades".

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O SLC disponibiliza vários serviços via internet para facilitar a vida de quem quer licenciar uma obra ou obter outros documentos relacionados: Consulta Preliminar, com informações sobre o terreno (área contaminada, proteção ambiental, etc.); De Olho na Obra, que permite verificar se uma obra possui Alvará de Execução; Alvarás de Gruas e Tapumes; Ficha Técnica (dados cadastrais do lote); Certificado de Conclusão ("Habite-se") e a Aprovação Eletrônica de Projetos. No "Habite-se eletrônico", de julho a dezembro de 2012 foram protocolados 1.950 pedidos e emitidos 1.350 documentos. O tempo de emissão do documento passou de até 2 anos para 7 dias . A Aprovação Eletrônica de Projetos

foi disponibilizada na internet em 15/9/12. Até dezembro deram entrada 2.100 pedidos. O primeiro projeto aprovado, um prédio comercial, foi liberado em apenas 75 dias.

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odos os processos eletrônicos permitirão a integração da Sehab, das subprefeituras e demais secretarias envolvidas, e o andamento do processo poderá ser acompanhado pela internet. Já o SGF é um programa complexo que trata do controle de todas as ações fiscais na cidade. Tudo é definido pelo sistema, desde a entrada da solicitação, a programação e roteirização das atividades até a ação fiscal no local. Com essas informações, os fiscais farão suas tarefas equipados com tablets dotados de GPS. Foi necessária a disponibilização de recursos, envolvimento e treinamento dos técnicos da prefeitura e mudança de paradigmas. A administração Kassab deixa um legado de modernidade para a cidade e um exemplo de transformação e transparência que cabe ao novo prefeito consolidar e aperfeiçoar. JOÃO CARLOS BELDA É EMPRESÁRIO


DIÁRIO DO COMÉRCIO

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GibaUm

3 Amilcare

Dallevo, dono da RedeTV!, está convencido de que arrumou uma "arma matinal" contra Fátima Bernardes.

gibaum@gibaum.com.br

k “Não só se deveria aprovar o financiamento publico como tornar crime inafiançável o financiamento privado.”

3 MAIS: na próxima 2ª feira, lança, no mesmo horário, o programa Você na TV, com João Kleber, o mesmo do Teste de Fidelidade.

Outra Luciola Vera Fischer, 61 anos, está lançando Lucíola, um novo livro, dos “dez que escreveu em um ano e depois, resolveu parar”. Garante não ter nada a ver com a Luciola de José Alencar. A dela é prostituta de boate de strip-tease em Copacabana que entende de arte, é pintora (Vera já pintou 200 quadros), fala cinco idiomas e lê Ulysses. Ela escreve a lápis e levou apenas três semanas para terminar esse livro. Seus personagens favoritos, entre outros, são uma freira assassina, um pedófilo, um gay não assumido e dois irmãos que se amam, só para começo de conversa.

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LULA // esquecendo-se de que, nos últimos anos, o PT é que foi campeão de caixa dois. Fotos: BusinessNews / Divulgação

CHAVEZ DE CERA

Menos empolgação Deixando-se de lado quaisquer dados sobre a votação final do BBB 13, que elegeu a vencedora e mesmo sem falar de audiência ou faturamento, o que fica evidenciado no reality show, é que está a um passo de se esgotar. Um dos maiores sinalizadores é que, mesmo com uma ou duas aventuras no site paparazzo, até agora nenhuma revista masculina se interessou em apresentar uma das sisters toda nua em suas páginas. As que optaram pela nudez, extraídas do BBB anterior, deixaram as publicações do setor atônitas com as vendas reduzidas. Na outra ponta, as bonitonas acham que os brasileiros deliram com elas e pedem super-cachês. 333

QUEM TRAI MAIS Eduardo Borges, que trouxe para o Brasil o maior site de infidelidade, o Ashley Madison, sucesso em todo o mundo, já tem cadastrados por aqui um milhão de potenciais traidores. O maior número de mulheres cadastradas é do Rio e “os maiores traidores são os paulistas”. Segundo Borges, o Brasil “é a terra da infidelidade”, as mulheres procuram relacionamentos temporários e homens preferem “algo fixo”. Sua participação no programa de Fátima Bernardes foi cortada e ele acaba de ser entrevistado por Marília Gabriela.

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O cantor Naldo Benny (primeira foto à esquerda, com Ellen Cardoso, a Mulher-Moranguinho) foi a atração da segunda edição da noite de gala da Brazil Foundation, nos salões do Vizcaya Museum & Gardens, em Miami, que teve como apresentadores Pedro Andrade e Guilhermina Guinle (segunda foto à esquerda). O leilão que arrecada fundos para as entidades apoiadas pela Brazil Foundation levantou US$ 120 mil e a peça principal foi um par de brincos de Carla Amorim, arrematado por US$ 90 mil. Também lá, entre tantos, as modelos Adriana Lima e Raica de Oliveira (terceira foto) e Lauren e o piloto Tony Kannan (à direita). 333

Gala em Miami

Do alto de seus 79% de popularidade, a presidente Dilma Rousseff, que seria eleita, hoje, no primeiro turno, sem nenhuma dificuldade, poderia até perder menos tempo com manobras partidárias. Só que Lula tem lhe passado diversas reviravoltas nas urnas que viu ou sentiu na pele e a Chefe do Governo não quer descuidar. Um capítulo sempre lembrado pelo ex-presidente: em 2002, Anthony Garotinho tinha 4% nas pesquisas a menos de um mês da eleição. Obteve 19% dos votos e quase foi para o segundo turno. Ele também não esquece a virada de Gilberto Kassab para a prefeitura de São Paulo e o desembarque de Geraldo Julio no Recife. Vira e mexe, Lula repete: “Todo cuidado com o salto é pouco”. 333

Olho no salto

333 Está na edição online do jornal espanhol El País: no velório de Hugo Chávez, a presidente argentina Cristina Kirchner teria duvidado de que seria mesmo o presidente venezuelano que estava no caixão (fechado e com pequeno vidro). Desconfiou que seria um boneco de cera e teria recebido a informação sigilosa de que era mesmo. Aí, Cristina desistiu de fazer um discurso, virou as costas e foi para o aeroporto regressar a Buenos Aires.

MISTURA FINA MILLORES Que Te Quero é o nome provisório do filme que pretende reconstruir elementos da obras de Millôr Fernandes, com direção de Pedro Cezar. O projeto começou com Millôr ainda vivo que, quando conheceu o diretor, ouviu dele: “Quero avisar que sou uma farsa”. E Millôr, emendando rápido: “Eu também. Você sabia que sou vicecampeão mundial de pesca de atum?” E os dois rolaram de rir. 333

VETERANO cantor e humorista, Moacyr Franco, 76 anos, que trabalhou com Selton Mello no cinema em O Palhaço, acaba de ser convidado por ele para participar na segunda temporada da série Sessão de Terapia. Ídolo nacional no passado, Moacyr Franco vive só e há anos tenta emplacar uma série de humor no SBT, sem sucesso.

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MONICA Martelli, que está de volta a São Paulo com Os homens são de Marte e é para lá que eu vou e integra o novo grupo do Saia Justa, terá seu texto de sucesso virar série na GNT no ano que vem. E antes disso, rodará um filme baseado no mesmo espetáculo. 333

Pai da candidatura

NOVOS WANDOS Os sertanejos Munhoz e Mariano ficaram famosos em todo o país com Camaro Amarelo, só que a grande novidade de seus shows é a quantidade de calcinhas e sutiãs atirada ao palco. Munhoz diz que “eles são os Wandos do sertanejo” e ao contrário do cantor, não fazem coleções das peças. Wando colecionava as calcinhas numa grande urna de vidro, que permitia ver a variedade de cores. 333

Quem está em São Paulo para fotografar a campanha do Dia dos Namorados para a rede C&A é a cantora britânica Rita Ora, 22 anos (esquerda), nascida no Kosovo e hoje sucesso no Reino Unido, onde foi lançada com apoio do rapper Jay-Z. Rita é bissexual assumida e está tendo um Love affair com a modelo (também britânica) Cara Delevingne, 21 anos (à direita e com Rita no destaque), em fase de total ascensão e que acaba de ser eleita Modelo do Ano pela British Fashion Awards. No ranking mundial, ela está em 17º lugar. 333

Amigas íntimas

Só cansaço Durante palestra, esta semana, em São Paulo, o ex-presidente foi acometido por uma crise de tosse. Respirou fundo, segurou e depois, tomou água. E aproveitou para esclarecer: “É garganta. Estou falando muito, estou cansado e a garganta reclama. Mas não se preocupem: não é um câncer, não”. Nas últimas semanas, circulou um boato, devido à outra crise de tosse de Lula, que sua garganta teria sido atacada. Seu médico particular Roberto Kalil vive aconselhando o ex-presidente para não falar mais do que meia hora direto e sem dar empolgação à falação. Lula não obedece. 333

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O ex-presidente do Senado e acadêmico José Sarney considera-se o verdadeiro “pai” da candidatura de Fernando Henrique Cardoso à vaga de João de Scantimburgo na Academia Brasileira de Letras. Sarney almoçava com FHC em São Paulo, no La Casserole, quando recebeu a noticia da morte de Scantimburgo e, no ato, virouse para Fernando Henrique dizendo: “Agora, é a sua vez”. E FHC, sem esquecer que no passado Sarney boicotou uma outra tentativa sua de chegar ao fardão: “Só se você me apoiar”. Depois, entraram no bloco Nélida Piñon, há anos entusiasta dessa candidatura e Marcos Villaça, ex-presidente da Casa de Machado de Assis, que começou a telefonar para os demais acadêmicos.

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Plástico.

Madeira.

Receita de casório Totia Meirelles, 54 anos, a vilã Wanda de Salve Jorge, é casada há 21 anos com o médico Jaime Rabacov e moram em casas separadas: ele na Serra fluminense, ela no Rio e se encontram nos finais de semana. “Sou avó sem ter sido mãe”. É que participa da criação dos filhos de sua enteada, um de quatro anos, outra de seis meses (Totia carrega fotos em seu celular). E considera sua união com Jaime “uma grande formula de relacionamento”. Com referencia à Salve Jorge , brinca: “Já apanhei muito. Também queria bater um pouco”. 333

SECRETÁRIOS, presidentes de estatais e mesmo assessores que despacham com o governador Geraldo Alckmin já estão habituados com seu método de trabalho. Ele não dispensa um caderno simples, desses escolares mesmo, de espiral, onde vai fazendo anotações, usando uma esferográfica Bic.

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A CANDIDATURA de Fernando Henrique Cardoso à Academia Brasileira de Letras (deverá ser eleito com facilidade) inspira os blogueiros de humor: um deles acha que, quando FHC vencer e usar fardão, Lula exigirá da Casa de Machado de Assis um sistema de admissão por cota.

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333 PARA ESTREAR num evento internacional, o jantar de gala da Brazil Foundation, em Miami, o cantor Naldo Benny, usava um smoking confeccionado sob medida por Nedo Bellucci Napoli, de Nova York. Já sua mulher, Ellen Cardoso, a Mulher-Moraguinho, usava um modelo de Victor Dzenk.

Colaboração: Paula Rodrigues / A.Favero

quinta-feira, 28 de março de 2013


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quinta-feira, 28 de março de 2013

5 O CARA NA ABL Reinaldo Azevedo, em seu blog na Veja (http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/), sugere o nome de Lula para a Academia Brasileira de Letras por sua 'obra de ficção'.

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STJ nega recurso e Lalau continua preso

Com a palavra, Lula, o peregrino das empreiteiras. Ex-presidente justifica viagens ao exterior pagas por empresas privadas dizendo que vende produtos brasileiros

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ministro Og Fernandes, do Superior Tribunal de Justiça (STJ ), negou ontem pedido de liberdade feito pela defesa do ex-juiz Nicolau dos Santos Neto. Aos 84 anos, Lalau, como o ex-juiz é conhecido, foi reconduzido, segundafeira, à carceragem da Polícia Federal em São Paulo após o Tribunal Regional Federal (TRF) da 3ª região revogar sua prisão domiciliar. No habeas corpus, a defesa do ex-juiz pedia o restabelecimento de sua prisão domiciliar. O advogado Francisco de Assis Pereira pediu que o STJ aplicasse a Nicolau o mesmo critério dos réus do Mensalão. "Não há nenhuma condenação definitiva contra o dr. Nicolau. Se os réus do Mensalão não foram presos até que haja uma condenação definitiva, por que esse critério não é aplicado ao dr. Nicolau?". Segundo o advogado, o ex-juiz cumpre "a mais longa prisão provisória da história do Brasil". Lalau está preso há 13

anos e foi condenado a um total de 48 anos e 4 meses devido a desvios que somam R$ 169,5 milhões na construção do fórum trabalhista de São Paulo. Ex-presidente do TRT (Tribunal Regional do Trabalho), Nicolau dirigia a comissão de obras do fórum, em 1992. Ao negar o pedido, o ministro Og Fernandes, relator do habeas corpus no STJ, afirmou que não encontrou evidenciado o direito invocado pelo advogado de Lalau. A revogação da prisão domiciliar deveu-se à identificação de fatos que dizem respeito diretamente à prisão domiciliar então usufruída pelo ex-juiz, "cuja relevância, em sede de juízo preliminar, não pode ser ignorada", como disse o ministro, referindo-se à instalação de câmeras de vigilância para o monitoramento dos agentes policiais encarregados de sua fiscalização. A decisão do ministro é preliminar e o pedido ainda será analisado pela sexta turma do STJ, em data ainda não definida.

FHC, o mais novo candidato à imortalidade. Victor Moriyama/Folhapress - 12/3/13

Fernando Henrique Cardoso, candidato à cadeira de nº 36.

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ex-presidente Fernando Henrique Cardoso é candidato a ocupar a cadeira de número 36 da Academia Brasileira de Letras, que ficou vaga depois do falecimento do jornalista João de Scantimburgo (19152013), ex-diretor dos Diários Associados, na última sexta-feira, dia 22. A formalização da candidatura foi feita na tarde de ontem, depois da sessão da saudade em homenagem a Scantimburgo. O acadêmico Celso Lafer trouxe de São Paulo a carta formalizando a candidatura de FHC. O secretário geral da academia, Geraldo Holanda Cavalcanti, no exercício da presidência

da ABL, determinou à secretaria que considere oficialmente inscrito FHC. Na carta que escreveu à ABL, o candidato diz: "Depois de tantos amigos insistido comigo tantas vezes, acabei cedendo. Minha reticência sempre foi a de que não sou homem de letras e não queria criar constrangimentos por ter sido presidente da República. Mas agora, passados tantos anos da presidência e mantida, se não mesmo que ampliada, a convicção de vários membros da ABL de que eu deveria juntar-me a eles, acabei por concordar", O convite veio do senador José Sarney, 82, e da escritora Nélida Piñon, 75, no último dia 22, em restaurante m SP.

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ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva j u s t i f i c o u a s v i agens a países da América Latina e África pagas por empresas privadas ao afirmar que servem para "vender" os produtos brasileiros. "Se alguém tiver um produto brasileiro e tiver vergonha de vender, me dê que eu vendo. Não tenho nenhuma vergonha de continuar fazendo isso. Se for preciso vender carne, linguiça, carvão, faço com maior prazer. Só não me peça para falar mal do Brasil que eu não faço isso", afirmou o ex-presidente, em entrevista ao jornal Valor Econômico publicada ontem. Na semana passada, a Folha de S.Paulo revelou que 13 de suas 30 viagens ao exterior após deixar a Presidência foram bancadas por empreiteiras com interesses nos países visitados, conforme telegramas obtidos via Itamaraty. No exterior, Lula participou de encontros privados entre políticos locais e empresários brasileiros, além de prometer levar pedidos à Dilma Rousseff. Nessas viagens, o governo brasileiro também teve gastos, pois Lula recebeu apoio de embaixadas, por meio de funcionários locais ou diplomatas enviados do Brasil para acompanhá-lo. Há também pagamento de almoços e aluguéis de material para a comitiva. Na entrevista ao Valor, o petista lembra que costumava levar empresários nas suas viagens quando era presidente. "Viajo para vender confiança. Adoro fazer debate para mostrar que o Brasil vai dar certo. Compre no Brasil porque o País pode fazer as coisas. Esse é o meu lema." Lula aproveitou ainda para criticar o seu antecessor, Fernando Henrique Cardoso. "Fico com pena de ver uma figura de 82 anos como o Fernando Henrique Cardoso viajar falando que o Brasil não vai dar certo. Fico com pena." Ao falar das palestras remuneradas, Lula citou o caso de FHC e do americano Bill Clinton e disse ser uma das poucas pessoas com autoridade de ganhar dinheiro com isso por causa do governo que fez."Contam-se nos dedos quantos presidentes podem falar das boas experiências administrativas como eu."

Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), Lula afirma que considera normal que se apresente, mas diz que pretende ter uma conversa com ele. "Eu não misturo minha relação de amizade com as divergências políticas. Segundo, acho muito cedo pra falar da candidatura Eduardo. Ele é um jovem de 40 e poucos anos. Termina seu mandato no governo de Pernambuco muito bem avaliado. Me parece que não tem vontade de ser senador da República nem deputado. O que é que ele vai ser? Possivelmente esteja pensando em ser candidato para ocupar espaço na política brasileira, tão necessitada de novas lideranças."

ELEIÇÃO Ao comentar a eleição presidencial de 2014, Lula afirmou que a prioridade é a reeleição da presidente Dilma Rousseff, mesmo que o PT tenha que abrir a mão de candidaturas em Estados como Rio e São Paulo. "Não podemos permitir que a eleição da Dilma corra qualquer risco. Não podemos truncar nossa aliança com o PMDB. Acho que o PT trabalha muito com isso e que Lindbergh pode ser candidato sem causar problema. Acho que o Rio vai ter três ou quatro candidaturas e ele, certamente, vai ser uma candidatura forte", afirmou o

ex-presidente. Ele se refere ao senador Lindbergh Faria cuja candidatura sofre resistência do PMDB do governador Sérgio Cabral e do provável candidato da sigla, o vice-governador Luiz Fernando Pezão. Em São Paulo, o petista defende a aproximação com o PSD de Gilberto Kassab e o PTB para bater o PSDB. "Precisamos quebrar esse hegemonismo dos tucanos aqui em São Paulo, porque eles juntam todo mundo contra o PT. Precisamos quebrar isso. Acho que temos todas as condições." Sobre a possível candidatura presidencial do governador de

MENSALÃO Questionado sobre o julgamento do Mensalão, Lula diz que não fala sobre o assunto por respeito ao Judiciário. "Quando tiver a decisão final vou dar minha opinião como cidadão. Por enquanto vou aguardar o tribunal. Não é correto, não é prudente que um ex-presidente fique dizendo 'Ah, gostei de tal votação', 'Tal juiz é bom'." Sobre sua saúde, ele disse estar b e m e a f i rmou que não há mais câncer na laringe. "A fonoaudióloga diz que é como se fosse a erupção de um vulcão. Tem uma pele diferenciada na garganta que leva tempo para cicatrizar. Quando falo dá muita canseira na voz. Já tenho 67 anos." O petista disse que não está mais fumando nem bebendo. Apesar disso, o ex-presidente afirmou que não voltará a ser candidato. "Está na hora de ficar quieto, contando experiência. Mas meu medo é falar isso e ler na manchete. Não sei das circunstâncias políticas. Vai saber o que vai acontecer nesse País, vai que de repente eles precisam de um velhinho para fazer as coisas. Não é da minha vontade. Acho que já dei minha contribuição. Mas em política a gente não descarta nada."


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O que está em crise são vocês (imprensa), falando besteiras e coisas que não existem. Marcos Feliciano (PSC-SP), o pastor da discórdia.

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Ed Ferreira/Estadão Conteúdo

'Racista!' E pastor dá ordem de prisão. Para ele, que semeia discórdias, isso é democracia. de mostrarmos ao Brasil coisas interessantíssimas". Criticado por opiniões consideradas homofóbicas e racistas. Feliciano nega tudo. Diz defender posições comuns a evangélicos, como ser contra a união homossexual e culpa a imprensa por ciar sensação de crise. "O que está em crise são vocês, falando besteiras e coisas que não existem". FICO! – Na segunda-feira, o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), convocou Feliciano para reunião com os demais líderes para encontrar uma solução. O pastor "Não renuncio de jeito nenhum. O que os líderes podem fazer com a minha vida? Eu fui eleito pelo voto popular e pelo voto do colegiado." E o presidente da Câmara decidiu mantê-lo no cargo. Segundo a Folha de S.Paulo, assim como PR, o PMDB se recusou a divulgar, com os demais líderes, nota de repúdio pela permanência do pastor no cargo. O líder do PR na Casa, Eduardo Cunha (RJ), é da bancada evangélica. Anthony Garotinho (RJ), líder do PR, também. Qualquer deliberação oficial do colégio de líderes exige consenso. Embarreirados pelos partidos, restou a Alves e os demais líderes voltar a apelar pela saída do deputado PETIÇÃO – Ativistas que realizam uma petição online contra a presença do pastor no cargo fizeram ontem entrega simbólica de 455 mil assinaturas às lideranças do partido. Foram recebidos por André Moura, líder do PSC, Everaldo Dias Pereira, vice-presidente do partido, e outros integrantes da cúpula do partido. O partido pediu 30 dias para avaliar a conduta de Feliciano no comando da comissão. "O que o líder nos pediu foi que, como houve a decisão dele de continuar, seja dado um prazo de 30 dias para exercer o cargo e, se houver algum deslize, o próprio partido abrirá um processo disciplinar contra ele", disse Pedro Abramovay, diretor de campanhas da Avaaz, entidade de mobilizações pela internet. Os ativistas disseram não aceitar o prazo por entender que as atitudes anteriores de Feliciano já tiram sua condição de presidir o colegiado. "As declarações feitas por ele não podem ser taxadas como um deslize, há uma constatação de ofensas aos direitos humanos", afirmou Abramovay. Autor da petição, Bruno Maia diz que a pressão continua. Novos protestos de rua serão feitos em São Paulo.

SECRETARIA DA SAÚDE COORDENADORIA REGIONAL DE SAÚDE SUDESTE AVISO DE LICITAÇÃO Pregão Presencial 01/CRS-SE/2013. Proc. Adm. 2012-0.079.338-9. Objeto: CONTRATAÇÃO DE EMPRESAS ESPECIALIZADA EM PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE LIMPEZA HOSPITALAR, do tipo MENOR PREÇO GLOBAL MENSAL. Tendo em vista as impugnações ofertadas por SINDICATO DAS EMPRESAS DE ASSEIO E CONSERVAÇÃO NO ESTADO DE SÃO PAULO SEAC, WHITENESS CONSULTORIA E SERVIÇOS LTDA., TB SERVIÇOS, TRANSPORTE, LIMPEZA, GERENCIAMENTO E RECURSOS HUMANOS S/A, HIGIENIX HIGIENIZAÇÃO E SERVIÇOS LTDA., PERFECT CLEAN SERVIÇOS ESPECIALIZADOS LTDA. ME E SEI SERVIÇOS INTEGRADOS LTDA., foi revisto o edital, em especial os itens: Proposta, item 5.2.3.6.1; Habilitação Técnica, item 5.3.3; Habilitação Econômica Financeira, item 5.3.4; Termo de Referência item 11, letra Q e Minuta do Termo de Contrato, item 6.8 e 9.1.6, de modo a conferir maior clareza e objetividade ao seu conteúdo, de acordo com os princípios que informam a matéria de licitações, em especial o caráter de competividade que lhe é essencial, tudo com fundamento na Lei Federal nº 8.666/93, art. 3º e 27 à 30, c/c o Decreto Municipal nº 46.662/05. Em consequência, COMUNICAMOS aos interessados em participar do certame que a sessão pública de pregão anteriormente marcada para 27/03/2013, às 10:00h, fica transferida para o próximo dia 10/04/2013, às 13:00h, na sede da Coordenadoria Regional de Saúde Sudeste - Auditorio.

Deputado Jean Wyllys (PSol-RJ) discursa contra o pastor – que ouve de braços cruzados – na presidência da Comissão de Direitos Humanos.

Estes, tudo bem? Valter Campanato/ABr; Laycer Tomaz/Ag. Câmara; Dida Sampaio/Estadão Conteúdo; Tércio Teixeira/Estadão Conteúdo; Alex Silva/Estadão Conteúdo

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epois de ser chamado de racista, o presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, o deputado pastor Marco Feliciano (PSCSP), determinou ontem a prisão de um dos manifestantes que protestavam contra sua permanência no cargo. "Aquele senhor de barba, chama a segurança, me chamou de racista. Racismo é crime. Eu quero que ele saia preso daqui". O episódio ocorreu minutos depois de ele abrir os trabalhos da Comissão. O rapaz foi retirado do colegiado pela Polícia Legislativa da Câmara. Os manifestantes tentaram impedir a saída do colega e o abraçaram, mas ele foi levado para o departamento de Polícia da Câmara. "Vou pedir para os manifestantes que mantenham a calma. Não vou ceder à pressão. Pode gritar, pode espernear", disse Feliciano, que trocou de plenário para impedir a presença de manifestantes. O detido, Marcelo Reges Pereira, antropólogo, 35 anos, disse que foi alvo de discriminação "por ser negro, por ser pobre e por ser gay". O outro manifestante, que teria agredido um segurança, também foi detido e ambos prestaram depoimento na Polícia Legislativa. Apesar de Feliciano ter pedido a prisão, Pereira não poderia ser preso porque o crime de injúria, calúnia ou difamação não prevê prisão em flagrante. DEMOCRACIA E IMPRENSA – Após o incidente, reafirmando que não pretende deixar o posto, Feliciano reagiu à pergunta de um jornalista sobre se o momento era adequado para manter a agenda. "Essa é uma pergunta estúpida. E lá existe tempo para fazer pedido de clemência?" Irritado, acusou a imprensa de "ultrapassar seu limite". "Estou aqui por um assunto sério e vocês estão de brincadeira." Esvaziada a sessão, o deputado disse que conseguiu "vencer uma barreira" e "mostrar que democracia é isso. "Conseguimos vencer uma barreira e mostramos que democracia é isso". Ele ainda justificou o pedido de prisão dizendo que é preciso tomar medidas à luz do regimento interno. "Um parlamentar precisa ser respeitado como todo ser humano precisa ser respeitado". Terminada a sessão, ele comemorou: "Nossa força não é tão grande como se pensa até porque até ontem essa comissão era desconhecida. Quem sabe não foi a boa mão de Deus que nos deu essa oportunidade

Antônio Andrade (PMDB-MG)– Recém-nomeado, o ministro da Agricultura está envolvido com abatedouro clandestino em MG.

João Magalhães (PMDB-MG) – O deputado preside a Comissão de Finanças e Tributação. É acusado de corrupção passiva e fraude.

Marcos Rogério (PDT-RO) – O deputado, do Conselho de Ética, teria repassado verba para empresa de RO ligada a funcionários de seu gabinete.

José Genoino (PT-SP) – Condenado no processo do Mensalão, o deputado integra a CCJ – Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

João Paulo Cunha (PT-SS) – Condenado pelo STF no julgamento do Mensalão, o deputado integra a CCJ, a mais importante comissão da Câmara.

Abatedouro clandestino ligado a ministro é fechado

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edição eletrônica da revista Veja (http://veja.abril. com.br/) informou que Polícia Ambiental de Minas Gerais interditou o matadouro clandestino que tem como cliente o ministro da Agricultura, Antônio Andrade. A medida atende a um pedido do Ministério Público de Minas Gerais e foi tomada na terça-feira. A última edição de Veja mostrou as condições insalubres e ilegais em que os animais eram abatidos no local. O ministro, que é dono de 3.000 cabeças de gado na região de Vazante, utilizava o local para abater animais de seu rebanho. À reportagem, o dono do local, Rogério Martins da Fonseca, admitiu que os animais eram abatidos com a utilização de uma marreta. Ele não apresentou a documentação necessária para o funcionamento do abatedouro, que permanecerá fechado até que a situação seja regularizada.

Em 2006, Rogério chegou a assinar um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) em que se comprometeu a regularizar a situação do estabelecimento. Mas não cumpriu o acordo negociado com o promotor José Geraldo Rocha. De acordo com a revista, o dono do abatedouro é amigo do ministro há mais de duas décadas, e confirmou à Veja que Andrade é seu parceiro. "O último gado que comprei do ministro foi em dezembro. Foram 22 reses." Em nota, Antônio Andrade negou que seja parceiro comercial do abatedouro clandestino; disse que negocia seus animais apenas com grandes frigoríficos. A reportagem da Veja mostra que o novo ministro da Agricultura tem seis propriedades rurais em Vazante, sua base eleitoral, e um rebanho de mais de 3.000 cabeças de gado. Andrade fornece animais para o abate e usa a carne para alimentar funcionários de suas fazendas.


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Igrejas questionando leis no STF? CCJ diz sim. PEC amplia número de entidades aptas a propor ação direta de inconstitucionalidade. A Comissão também aprovou a criação de 2,7 mil cargos em carreiras do funcionalismo federal.

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Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou, ontem, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 99/11, do deputado João Campos (PSDB-GO), que inclui as entidades religiosas de âmbito nacional entre aquelas que podem propor ação direta de inconstitucionalidade e ação declaratória de constitucionalidade ao Supremo Tribunal Federal (STF). Entre estas entidades estão, por exemplo, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), o Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil e a Convenção Batista Nacional. A PEC será analisada por uma comissão especial e, em seguida, votada em dois turnos pelo plenário. Atualmente, só podem propor esse tipo de ação o presidente da República, a mesa do Senado Federal, a mesa da Câmara dos Deputados, a mesa de Assembleia Legislativa ou da Câmara Legislativa do Distrito Federal, governadores de Estado ou do Distrito Federal, o procurador-geral da República, o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, partidos políticos com representação no Congresso Nacional e confederações sindicais ou entidades de classe de âmbito nacional. Para João Campos, a PEC significa uma "ampliação da cidadania e do acesso à Justiça". "Alguns temas dizem respeito diretamente às entidades religiosas. A questão da imunidade tributária, por exemplo, assim como a liberdade religiosa e o ensino religioso facultativo, entre outros. Se tivermos em algum momento alguma lei que

Alexandra Martins/Câmara dos Deputados

Comissão de Constituição e Justiça da Câmara aprovou PEC que inclui as entidades religiosas de âmbito nacional entre as que podem propor ação direta de inconstitucionalidade

fere um desses princípios não teríamos como questionar isso no Supremo. Com a proposta, estamos corrigindo uma grave omissão em que o constituinte incorreu ao deixar essa lacuna", argumentou o autor da PEC 99/11. MAIS 2,7 MIL CARGOS Pela manhã, a CCJ do Senado aprovou, por unanimidade, projeto de lei de autoria da Presidência da República que cria mais de 2,7 mil cargos em várias carreiras do funcionalismo público federal. A proposta, que já foi aprovada pela Câmara dos Deputados, vai à votação em plenário na próxima semana. A iniciativa do governo

federal atende a compromisso firmado com o Ministério Público do Trabalho, que determinou a dispensa de mão de obra terceirizada e a troca por profissionais de carreira. Pelo projeto, 2.622 cargos serão preenchidos por meio de concurso público e outros 127 cargos em comissão. A maior parte das vagas que serão ocupadas por concurso – 1,2 mil postos – está reservada para a carreira de analistas de Controle Interno do Sistema Único de Saúde (SUS), vinculados ao Departamento Nacional de Auditoria do SUS (Denasus). Uma das presentes à reunião, a presidente do Sindicato de servidores do Sistema Nacional de Auditoria do SUS (Unasul

Sindical), Maria do Socorro Bezerra Mateus, comemorou a aprovação da matéria. Segundo ela, desde a extinção do Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência Social (o antigo Inamps), em 1993, jamais ocorreu um concurso público para a carreira. Maria do Socorro disse que atualmente há apenas 700 servidores na área de auditoria do SUS, dos quais, afirmou, 70% já têm tempo de serviço para se aposentar. "Nós queremos salvar o SUS", afirmou a presidente do Unasul Sindical. O senador Romero Jucá (PMDB-RR), afirmou que já há recursos reservados pelo Executivo para o início da realização de concursos para a carreira de auditor do SUS. "Está no orçamento", afirmou

Jucá, que foi relator da peça orçamentária de 2013. Questionado pela reportagem, o senador Gim Argello (PTB-DF), relator do projeto na CCJ, não soube informar qual o impacto da proposta aos cofres públicos, se aprovada. A informação não consta no parecer apresentado por ele na comissão. A proposta do governo prevê ainda a criação de cargos para outras sete áreas: 330 cargos da carreira de analista de comércio exterior; 89 de analista técnico administrativo da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa); 93 de técnicos administrativos da Agência Nacional de Saúde (Anvisa); 260 de agente administrativo no Departamento de Polícia

Rodoviária Federal (DPRF); 400 de técnico administrativo na carreira de especialista em Meio Ambiente; 100 de especialista de infraestrutura sênior; e 150 cargos de analista de infraestrutura, integrantes da carreira anterior. COMISSÃO O projeto ainda prevê a criação de outros 127 cargos em comissão, distribuídos da seguinte forma: 13 para a Secretaria de Direitos Humanos; 17 para a Agência Nacional de Cinema (Ancine); e 97 para o Ministério da Educação e órgãos vinculados à pasta. Esse último ministério ainda contará com outras oito novas funções gratificadas para serem distribuídas.


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Yonhap/Reuters

ISOLAMENTO VOLUNTÁRIO A Coreia do Norte anunciou ontem que cortou o último canal de comunicação com o vizinho ao Sul (à esq.) devido ao risco da retomada da guerra entre os dois países. O fim do contato militar é mais uma ameaça do país comunista, que advertiu Seul e os EUA de que pode fazer um ataque nuclear.

nternacional Reuters - 28/02/13

A GUERRA VIRTUAL VIROU MUNDIAL U Uma briga entre uma organização que luta contra spam e uma empresa que hospeda sites resulta no maior ciberataque da história da internet. Sites registram lentidão ao redor do mundo. E pode piorar.

m conflito virtual entre uma organização sediada na Inglaterra e na Suíça que combate spam (e-mails indesejados) e uma empresa holandesa de hospedagem de sites resultou em ciberataques à infraestrutura da internet, provocando lentidão ao redor do mundo ontem. As forças policiais de cinco países estão investigando o caso, segundo a rede BBC. O serviço de vídeos sob demanda Netflix e outros sites populares ficaram lentos ou inacessíveis para milhões de internautas. Especialistas temem que o incidente possa causar problemas em serviços de bancos e de e-mails. A disputa começou depois que a organização não-govern a m e n t a l S p a m h a u s b l oqueou a Cyberbunker porque a companhia estaria mantendo em seus servidores material usado por pessoas que enviam mensagens com propaganda ou golpes virtuais via e-mail. A Spamhaus também disse

que a empresa está ligada a grupos criminosos da Rússia e de países do leste europeu. Em seu website, a Cyberbunker afirma que hospeda serviços para qualquer site, "exceto pornografia infantil e qualquer material relacionado a terrorismo. Em suposta retaliação ao bloqueio, foram realizados ataques de origem ainda não divulgada a diferentes serviços de internet. Steve Linford, um executivo da Spamhaus, disse à BBC que os ataques têm "escala sem precedentes". Um porta-voz da Spamhaus declarou ao jornal The New York Times que os ataques começaram no dia 19 de março. Especialistas em segurança afirmaram que o problema é "preocupante" porque os ataques vêm aumentando em intensidade. "Essas coisas são essencialmente como bombas atômicas", disse Matthew Prince, CEO da Cloudflare, uma empresa de segurança na internet, ao The New York Times. "É muito fá-

cil causar danos expressivos." Os hackers estão usando ataques de negação de serviço (DDoS, na sigla em inglês), tática relativamente simples mas que pode "derrubar" praticamente qualquer site, dependendo do tamanho da investida. A estratégia inunda o alvo com enormes quantidades de tráfego, em uma tentativa de deixá-lo inacessível. Linford disse que ataques do tipo, quando realizados a grandes grupos bancários, atingem a largura de banda de 50 Gbytes por segundo, enquanto o que vem sendo realizado chegou ao pico de 300 Gbytes por segundo. "É um número real", garantiu Patrick Gilmore, arquitetochefe do Akamai Networks, um provedor de conteúdo digital. "Este é o maior ataque DDoS anunciado publicamen-

te na história da Internet", disse ele ao The New York Times. O jornal revelou ainda que, nas últimas semanas, os hackers vem realizando um ataque muito mais poderoso que afeta a infraestrutura básica da internet, chamada de Domain Name System (DNS), atingindo servidores no mundo todo. Ao ser questionado pelo jornal sobre os ataques, Sven Olaf Kamphuis, ativista virtual que se diz porta-voz dos hackers, declarou em mensagem: Estamos conscientes de que este é um dos maiores ataques DDos que o mundo já viu". Kamphuis disse que a Cyberbunker estava retaliando a ONG por "abuso de influência". "Ninguém nomeou a Spamhaus para decidir o que vai ou não na internet. Eles se colocaram nesta posição ao fingir lutarem contra spam." (Agências)


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BRADSEG PARTICIPAÇÕES S.A. CNPJ: 02.863.655/0001-19

RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Acionistas, Submetemos à apreciação de V.Sas. as Demonstrações Contábeis da Bradseg Participações S.A., relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012, preparadas em conformidade com as práticas contábeis adotadas no Brasil, acompanhadas das respectivas Notas Explicativas e do Relatório dos Auditores Independentes. Informamos que as demonstrações contábeis completas acompanhadas do relatório dos auditores encontram-se à disposição de V.Sas. na sede da Companhia. São Paulo, 14 de março de 2013. Diretoria BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de reais) Controladora Consolidado Controladora Consolidado 2012 2011 2012 2011 PASSIVO................................................................................ 2012 2011 2012 2011 ATIVO 1.030.242 1.349.016 18.630.652 16.144.568 CIRCULANTE ........................................................................ 2.310.933 4.458.946 98.973.055 90.749.365 CIRCULANTE ...................................................................... 1.030.242 1.349.016 2.934.270 2.869.689 Contas a Pagar ................................................................. Disponível ........................................................................ 16 6 137.502 263.341 Obrigações a pagar ........................................................... 1.025.846 1.346.109 1.683.003 1.809.511 Caixa e bancos ................................................................ 16 6 119.758 140.548 Impostos e encargos sociais a recolher ............................ 94 67 207.054 185.987 Equivalentes de caixa ...................................................... 17.744 122.793 Encargos trabalhistas ........................................................ 57.733 52.325 2.285.658 3.699.049 94.465.708 86.637.896 Aplicações ........................................................................ Impostos e contribuições .................................................. 4.302 2.838 983.894 819.180 Outras contas a pagar ....................................................... 2 2.586 2.686 1.840.002 1.663.607 Créditos das operações de seguros e resseguros ...... 366.967 462.233 Débitos de operações com seguros e resseguros ....... Prêmios a receber ............................................................ 1.808.011 1.604.602 Prêmios a restituir ............................................................. 8.199 6.643 Operações com seguradoras ........................................... 18.543 25.035 Operações com seguradoras ............................................ 29.270 45.737 Operações com resseguradoras ...................................... 13.448 33.970 Operações com resseguradoras ....................................... 107.314 106.402 224.991 210.778 Outros créditos operacionais ......................................... Corretores de seguros e resseguros ................................. 162.588 183.538 804.430 594.954 Ativos de resseguros - provisões técnicas ................... Outros débitos operacionais ............................................. 59.596 119.913 25.259 759.891 717.662 712.316 Títulos e créditos a receber............................................. 290.202 165.464 Depósitos de terceiros ..................................................... Títulos e créditos a receber............................................... 1.135 733.490 279.283 253.528 8.571.256 7.108.005 Provisões técnicas - seguros .......................................... Danos ................................................................................ 4.162.429 3.630.167 Créditos tributários e previdenciários ............................... 24.124 26.401 358.793 329.639 Pessoas ............................................................................ 1.377.272 1.095.893 Outros créditos ................................................................. 79.586 129.149 Vida individual ................................................................... 1.031.515 768.082 57.709 44.208 Outros valores e bens...................................................... Saúde ................................................................................ 1.884.261 1.527.277 Bens à venda .................................................................... 52.086 43.480 Vida com cobertura de sobrevivência ............................... 115.779 86.586 Outros valores................................................................... 5.623 728 1.019.256 967.883 Provisões técnicas - previdência complementar .......... 74.948 71.719 Despesas antecipadas ..................................................... Planos não bloqueados ..................................................... 916.419 892.521 650.103 550.546 Custos de aquisição diferidos ........................................ PGBL/PRGP ..................................................................... 102.837 75.362 Seguros............................................................................. 650.103 550.546 5.448.701 4.571.294 Provisões técnicas - capitalização .................................. Provisões para resgates ................................................... 5.206.899 4.321.150 18.521.218 12.897.355 54.251.283 35.842.691 NÃO CIRCULANTE .............................................................. Provisões para sorteios ..................................................... 64.032 76.051 65.036 105.493 50.590.138 32.713.932 Realizável a longo prazo.................................................. Outras provisões ............................................................... 177.770 174.093 46.936.580 30.000.328 Aplicações......................................................................... 3.167 2.607 114.157.961 93.799.440 PASSIVO NÃO CIRCULANTE .............................................. 70.663 66.222 Ativos de resseguros - provisões técnicas ................... 2.456.942 748.076 Contas a Pagar ................................................................. Títulos e créditos a receber............................................. 65.036 105.493 3.025.837 2.631.106 Contas a Pagar ................................................................. 58.419 617 Títulos e créditos a receber............................................... 369.670 4.294 Tributos diferidos ............................................................... 2.367.691 713.686 Créditos tributários e previdenciários................................ 61.778 102.842 419.267 550.241 Outras contas a pagar ....................................................... 30.832 33.773 72.072.064 58.016.565 Provisões técnicas - seguros .......................................... Depósitos judiciais e fiscais .............................................. 3.258 2.651 2.202.435 2.062.010 Danos ................................................................................ 910.067 706.805 Outros créditos.................................................................. 34.465 14.561 Pessoas ............................................................................ 1.055.171 1.015.946 2.072 793 Despesas antecipadas .................................................... Vida individual ................................................................... 969.915 711.502 554.986 15.483 Custo de aquisição diferidos .......................................... Saúde ................................................................................ 3.765.799 2.493.186 554.986 15.483 Seguros ............................................................................ Vida com cobertura de sobrevivência ............................... 65.371.112 53.089.126 18.456.182 12.791.862 2.394.125 2.198.155 Investimentos ................................................................... 37.106.146 32.997.566 Provisões técnicas - previdência complementar .......... Participações societárias - financeiras.............................. 18.456.182 12.791.862 1.814.983 1.679.441 Planos não bloqueados ..................................................... 16.600.481 15.728.326 Imóveis destinados à renda .............................................. 572.899 513.033 PGBL/PRGP ...................................................................... 20.505.665 17.269.240 3.167 2.607 2.522.809 2.037.233 Outros débitos .................................................................. Outros investimentos ........................................................ 6.243 5.681 Provisões judiciais ............................................................. 3.167 2.607 2.522.809 2.037.233 213.506 159.771 Imobilizado........................................................................ 19.798.742 16.004.678 20.435.725 16.648.048 PATRIMÔNIO LÍQUIDO......................................................... Imóveis de uso próprio...................................................... 55.390 47.725 19.798.742 16.004.678 19.798.742 16.004.678 Acionistas da controladora ............................................. Bens móveis...................................................................... 71.700 61.208 Capital social ..................................................................... 7.869.558 7.869.558 7.869.558 7.869.558 Imobilizações em curso..................................................... 43.525 7.336 Reserva de reavaliação .................................................... 142 143 142 143 Outras imobilizações......................................................... 42.891 43.502 Reservas de lucros ........................................................... 7.303.506 6.539.057 7.303.506 6.539.057 1.053.514 770.833 Intangível.............................................................................. Ajuste com títulos e valores mobiliários ............................ 4.625.536 1.595.920 4.625.536 1.595.920 Outros intangíveis ............................................................. 1.053.514 770.833 636.983 643.370 Participação dos acionistas minoritários ...................... 20.832.151 17.356.301 153.224.338 126.592.056 TOTAL DO PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO................. TOTAL DO ATIVO ................................................................ 20.832.151 17.356.301 153.224.338 126.592.056 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis. DEMONSTRAÇÕES DE RESULTADOS DOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de reais, exceto o lucro líquido por ação) Controladora 2012 -

2011 -

Prêmios emitidos líquidos.................................................... Contribuiçao para cobertura de risco ................................. Variação das provisões técnicas ......................................... Prêmios ganhos..................................................................... Receitas com emissão de apólices ..................................... Sinistros ocorridos................................................................ Custo de aquisição................................................................ Outras despesas operacionais ............................................ Resultado com resseguro .................................................... Receita com resseguro ......................................................... Despesa com resseguro ....................................................... OPERAÇÕES DE PREVIDÊNCIA Rendas de contribuições e prêmios ...................................... Constituição da provisão de benefícios a conceder ............. Receitas de contribuição e prêmios de VGBL.................... Rendas com taxas de gestão e outras taxas ........................ Variação de outras provisões técnicas ................................. Custo de aquisição ............................................................... Outras receitas e despesas operacionais ............................. OPERAÇÕES DE CAPITALIZAÇÃO Taxa de carregamento .......................................................... Custo de aquisição ............................................................... Outras receitas e despesas operacionais Despesas administrativas .................................................... (1.813) (1.203) Despesas com tributos ......................................................... (540) (658) Resultado patrimonial........................................................... 3.366.091 3.133.370 Outras receitas operacionais ............................................... 750 33 3.364.488 3.131.542 Resultado antes das receitas e despesas financeiras....... 319.459 87.490 Resultado Financeiro ............................................................ Receitas financeiras .............................................................. 370.934 104.625 Despesas financeiras ............................................................ (51.475) (17.135) 3.683.947 3.219.032 Resultado operacional .......................................................... Ganhos e perdas com ativos não correntes .......................... 148 1.098 3.684.095 3.220.130 Resultado antes de impostos............................................... Imposto de renda .................................................................. (71.284) (13.843) (26.171) (5.130) Contribuição social ................................................................ 3.586.640 3.201.157 LUCRO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO......................................... Quantidade de ações .............................................................. 7.680.339.661 7.680.339.661 Lucro líquido por ação ............................................................. 0,47 0,42 Atribuível a: Acionistas controladores........................................................ Acionistas minoritários ........................................................... As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.

DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA DOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de reais)

Consolidado 2012 2011 19.603.907 16.803.243 1.164.217 1.088.065 (3.291.677) (1.577.879) 17.476.447 16.313.429 131.304 167.899 (13.448.335) (11.351.469) (2.161.739) (1.720.317) (759.891) (636.273) 43.523 (74.799) 289.684 124.117 (246.161) (198.916) 19.706.008 (19.647.845) 58.163 1.241.349 (368.841) (169.120) (62.238)

16.697.159 (16.654.227) 42.932 1.086.078 33.396 (158.099) (110.042)

448.856 (63.413) 44.061 (2.096.265) (499.646) 530.109 5.988 350.312 5.513.646 14.320.626 (8.806.980) 5.863.958 (37.844) 5.826.114 (1.372.058) (788.783) 3.665.273

346.221 (52.787) 55.095 (2.110.721) (474.359) 354.486 2.819 1.713.489 3.485.260 10.903.511 (7.418.251) 5.198.749 (32.687) 5.166.062 (1.119.772) (698.599) 3.347.691

3.586.640 78.633

3.201.157 146.534

DEMONSTRAÇÕES DE RESULTADOS ABRANGENTES DOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de reais) 2012 2011 Lucro líquido do exercício - acionistas controladores ............................................................... 3.586.640 3.201.157 Realização da reserva de reavaliação ............................................................................................. 1 2 Ganhos /(perdas) não realizados de ativos financeiros disponíveis para venda 64.121 (97.585) Controladora .................................................................................................................................... 4.978.828 (396.411) Investidas ......................................................................................................................................... (21.801) 33.180 Efeitos dos impostos controladora .................................................................................................. (1.991.532) 158.578 Efeitos dos impostos controladas..................................................................................................... 6.616.257 2.898.921 Total do resultado abrangente do exercício - acionistas controladores .................................. Lucro líquido do exercício - acionista não controladores ......................................................... (78.633) (146.534) Ganhos/(perdas) não realizados de ativos financeiros disponíveis para venda ............................. 5.925 (78) (2.370) 31 Efeitos dos impostos ........................................................................................................................ (75.078) (146.581) Total do resultado abrangente - acionistas não controladores................................................. 6.541.179 2.752.340 Total do resultado abrangente ...................................................................................................... As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.

Controladora Consolidado 2012 2011 2012 2011 5.826.114 5.166.062 Resultado antes dos impostos e participações ............................................. 3.684.095 3.220.130 Ajustes para: Depreciações e amortizações .......................................................................... 115.532 71.770 Redução ao valor recuperável de títulos de renda variável ............................ 32.075 431.172 Resultado positivo de equivalência patrimonial ............................................... (3.366.091) (3.133.370) (203.178) (234.220) Despesas antecipadas .................................................................................... (4.508) (14.834) Custos de aquisição diferidas .......................................................................... (128.005) (97.748) Variações das provisões técnicas seguros ..................................................... 2.619.099 70.819 (34.873) (25.031) Provisão para riscos sobre créditos ................................................................ 350.079 86.760 8.621.353 4.936.818 Lucro ajustado do exercício............................................................................. Variações nas contas patrimoniais (aumento)/redução: Aplicações ....................................................................................................... 1.488.228 (2.403.071) (12.111.772) (14.785.082) Créditos das operações de seguros e resseguros ........................................... (143.780) (254.837) Outros créditos operacionais............................................................................ (14.213) (104.179) Ativos de resseguros provisões técnicas ......................................................... (174.068) 8.394 Títulos e créditos a receber .............................................................................. 44.141 (757.939) (2.082.533) (5.120.588) Outros valores e bens ...................................................................................... (13.501) (7.006) Custos de aquisição diferidos........................................................................... (511.055) (50.852) Contas a pagar ................................................................................................. (69.752) (2.357) 3.516.298 3.603.007 Débitos das operações de seguros e resseguros ............................................ (95.266) 188.379 Dépósitos de terceiros...................................................................................... 124.738 (61.054) Provisões técnicas ........................................................................................... - 17.899.420 16.358.591 Outros débitos .................................................................................................. 560 648 485.576 301.513 Combinação de negócios líquidos dos efeitos tributários na controladora (PL) .... 73.156 149.442 Caixa consumido/(gerado) pelas operações .................................................. 1.463.177 (3.162.719) 6.879.844 Imposto de renda sobre o lucro pago............................................................... (3.464) (15.675) (1.255.182) (1.137.278) (19.096) (3.843) (798.438) (702.104) Contribuição social sobre o lucro pago ............................................................ 3.246.878 Caixa líquido (consumido)/gerado nas atividades operacionais.................. 1.790.696 (3.095.477) 13.447.577 Atividades de investimento Dividendos e juros sobre capital próprio recebidos ......................................... 1.720.015 4.879.040 1.786.013 4.913.172 Dividendos pagos ............................................................................................. (3.146.109) (1.461.543) (4.861.459) (5.601.625) Aplicações - títulos disponíveis para venda ..................................................... (74.837) 60.276 (12.481.523) (1.772.537) Aplicações - títulos mantidos até o vencimento ............................................... (170.769) (208.779) Ajustes com titulos e valores mobiliários positivos........................................... 58.785 25.186 4.337.218 435.589 Ajustes com titulos e valores mobiliários negativos ......................................... (48.540) (89.593) (1.741.153) (737.822) Aquisição de investimentos .............................................................................. (300.000) (731.244) (64.177) (456.381) Aquisição de imobilizado .................................................................................. (83.346) (39.265) (372.853) (242.363) Ativo intangível desenvolvido internamente ..................................................... Caixa líquido (consumido)/gerado nas atividades de investimento ............ (1.790.686) 2.682.122 (13.652.049) (3.710.011) Atividades de financiamento Aumento de capital........................................................................................... 413.332 413.332 78.633 146.534 Participação de acionistas minoritários ............................................................ 413.332 78.633 559.866 Caixa líquido gerado nas atividades de financiamento................................. 10 (23) (125.839) 96.733 Redução/aumento líquido de caixa e equivalente de caixa .......................... Caixa e equivalente de caixa no início do exercício ....................................... 6 29 263.341 166.608 16 6 137.502 263.341 Caixa e equivalente de caixa no final do exercício ......................................... 10 (23) (125.839) 96.733 Redução/aumento líquido de caixa e equivalente de caixa .......................... As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.

DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO DOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de reais) Reservas de lucros

Discriminação Saldos em 1º de janeiro de 2011 .................................................................. Aumento de Capital ......................................................................................... Reserva de reavaliação: - Realização .................................................................................................. Combinação de negócios líquido dos efeitos tributários na controlada .......... Ajuste com títulos e valores mobiliários .......................................................... Lucro líquido do exercício ................................................................................ Destinação do lucro líquido ............................................................................. Dividendos propostos (R$ 0,17 por ação) ....................................................... Saldos em 31 de dezembro de 2011 ............................................................ Reserva de reavaliação : - Realização .................................................................................................. Ajustes com títulos e valores mobiliários ......................................................... Dividendos antecipados .................................................................................. Lucro líquido do exercício ................................................................................ Destinação do lucro líquido ............................................................................. Dividendos propostos (R$ 0,13 por ação) ....................................................... Saldos em 31 de dezembro de 2012 ............................................................

Capital Social 7.456.226 413.332 7.869.558

Reserva de reavaliação 145 (2) 143

Reserva legal 420.191 -

Reserva estatutária 4.231.993 -

160.058 580.249

1.726.815 5.958.808

Ajustes com títulos e valores mobiliários 1.898.158 (302.238) 1.595.920

(1) 3.029.616 (1.800.000) 179.332 2.385.117 7.869.558 142 759.581 6.543.925 4.625.536 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.

Lucros acumulados -

Total 14.006.713 413.332

Participação de acionistas minoritários 493.527 -

Total do patrimônio líquido 14.500.240 413.332

2 31.823 3.201.157 (1.886.873) (1.346.109) -

31.823 (302.238) 3.201.157 (1.346.109) 16.004.678

41.333 (47) 146.534 (37.977) 643.370

73.156 (302.285) 3.347.691 (1.384.086) 16.648.048

1 3.586.640 (2.564.449) (1.022.192) -

3.029.616 (1.800.000) 3.586.640 (1.022.192) 19.798.742

3.555 (86.089) 78.633 (2.486) 636.983

3.033.171 (1.886.089) 3.665.273 (1.024.678) 20.435.725

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS CONSOLIDADAS 1.

CONTEXTO OPERACIONAL A Bradseg Participações S.A. é uma sociedade por ações de capital fechado regida por Estatuto Social e disposições legais que lhes forem aplicadas, sediada em Osasco, e pode, para consecução de seus fins e por critério da Diretoria, instalar ou suprir sucursais, filiais, escritórios e dependências de qualquer natureza no País e no Exterior.

2.

APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS As demonstrações contábeis foram elaboradas com base nas práticas contábeis adotadas no Brasil, que incluem as práticas

contábeis emanadas da Lei das Sociedades por Ações - Lei nº 6.404/1976, alteradas pela Lei nº 11.638/2007 e pela Lei nº 11.941/2009, bem como os pronunciamentos, orientações e instruções emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC). As presentes demonstrações contábeis da Bradseg Participações S.A. foram aprovadas pela Diretoria da Companhia em 14 de março de 2013. A DIRETORIA Alberto Barcellos Miranda - Contador - CRC - 1RJ094195/O-2 S SP

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O Jornal do Empreendedor


DIÁRIO DO COMÉRCIO

10

quinta-feira, 28 de março de 2013

Há uma vontade internacional para que a revolução não triunfe. Ahmed Moaz al-Khatib, opositor sírio. nternacional Sana/EFE

EFE

Assad pede ajuda aos Brics... ... que isentam o regime sírio de ser o principal responsável pela violência.

D

iante da guerra civil na Síria, que em dois anos consumiu mais de 70 mil vidas segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), o grupo dos Brics, reunido ontem pelo último dia na cidade sul-africana de Durban, poupou o governo de Bashar al-Assad de críticas mais duras e não colocou sobre Damasco a responsabilidade principal pela violência. Assad enviou uma carta às

cinco potências emergentes – Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul – solicitando apoio em sua luta "contra os terroristas", maneira como se refere aos rebeldes, e denunciou a ingerência de países árabes e dos Estados Unidos no conflito. Ao falar sobre a violência na Síria, a declaração da cúpula de Durban não diferencia o regime de Assad dos grupos insurgentes e condena, de modo genérico, a "crescente violação dos di-

Enquanto a oposição síria ganha reconhecimento internacional (à esq., Al-Khatib inaugura embaixada no Catar), Assad pede apoio de seu gabinete (acima) e dos países-membros dos Brics reunidos na África do Sul. reitos humanos" no país. O texto ainda exige respeito à "independência da Síria" – recado aos países que apoiam, com armas e dinheiro, os rebeldes que tentam depor Assad.

Na terça-feira, a Liga Árabe deu carta branca a seus integrantes que querem ampliar o envio de armas aos insurgentes. Além disso, um dia após participar da cúpula árabe, a Coa-

lizão Nacional Síria, representada por Ahmed Moaz al-Khatib, abriu ontem sua primeira embaixada, no Catar, primeiro país a apoiar os rebeldes. Os Brics pedem ainda que

"todas as partes" envolvidas permitam que agentes humanitários tenham acesso de modo "imediato, seguro e completo" às zonas atingidas pela violência. A inclusão desse trecho pode ser vista como uma vitória parcial do Brasil, que vinha defendendo uma linguagem mais firme. Nas declarações sobre a crise, o Itamaraty vem colocando explicitamente a responsabilidade principal sobre o regime. (Agências)

BRADSEG PROMOTORA DE VENDAS S.A. CNPJ 10.428.992/0001-06

RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Acionistas, Submetemos à apreciação de V.Sas., as Demonstrações Contábeis da Bradseg Promotora de Vendas S.A., relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012, na forma da Legislação Societária e dos pronunciamentos contábeis emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis - CPC. Informamos que as demonstrações contábeis completas acompanhadas do relatório dos auditores encontram-se à disposição de V.Sas. na sede da Companhia. Cidade de Deus-SP, 28 de março de 2013 Diretoria BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de reais) ATIVO CIRCULANTE ..................................................................... Disponível .......................................................................... Caixa e bancos.................................................................... Aplicações.......................................................................... Títulos e créditos a receber.............................................. Títulos e créditos a receber ................................................. Créditos tributários e previdenciários .................................. NÃO CIRCULANTE ............................................................ Realizável a longo prazo................................................... Títulos e créditos a receber.............................................. Créditos tributários e previdenciários .................................. TOTAL DO ATIVO ..............................................................

2012 7.235 13 13 3.800 3.422 2.861 561 1 1 1 1 7.236

2011 5.838 8 8 3.976 1.854 1.655 199 1 1 1 1 5.839

2012

2011

CIRCULANTE .....................................................................

962

855

Contas a pagar...................................................................

962

855

Obrigações a pagar .............................................................

627

351

Impostos e encargos sociais a recolher ..............................

181

142

PASSIVO

Impostos e contribuições ....................................................

154

362

PATRIMÔNIO LÍQUIDO......................................................

6.274

4.984

Capital social .......................................................................

3.690

3.690

Reservas de lucros..............................................................

2.584

1.294

TOTAL DO PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO

7.236

5.839

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis. DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO DOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 2012 E 2011 (Em milhares de reais)

Discriminação Saldos em 31 de dezembro de 2010 ................................ Aumento de capital - AGE de 06.04.2011 ........................... Aumento de capital - AGE de 31.08.2011 ........................... Lucro líquido do exercício .................................................... Destinação do lucro líquido ................................................. Dividendos propostos ........................................................... Saldos em 31 de dezembro de 2011 ................................ Lucro líquido de exercício .................................................... Destinação do lucro líquido ................................................. Dividendos propostos .......................................................... Saldos em 31 de dezembro de 2012 ................................

Capital Social 101 89 3.500 3.690 3.690

Reservas de lucros Reserva legal 17 74 91 84 175

Reserva estatutária 245 (89) 1.047 1.203 1.206 2.409

Lucros acumulados 1.470 (1.121) (349) 1.692 (1.290) (402) -

Total 363 3.500 1.470 (349) 4.984 1.692 (402) 6.274

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis. NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 1.

2.

CONTEXTO OPERACIONAL

Sociedades por Ações - Lei nº 6.404/1976, alteradas pela Lei nº 11.638/2007 e

A Bradseg Promotora de Vendas S.A. (Sociedade) é uma sociedade por ações regidas por Estatuto Social e disposições legais que lhes forem aplicáveis, e pode, para a consecução de seus fins, instalar ou suprimir filiais, escritórios e dependências de qualquer natureza no País e no Exterior, a critério da Diretoria, observados os preceitos legais.

pela Lei nº 11.941/2009, bem como os pronunciamentos, orientações e instruções

Essas demonstrações contábeis foram aprovadas pelo Conselho de Administração do controlador final Banco Bradesco S.A. em 14 de março de 2013.

em 31 de dezembro de 2011 está sendo apresentado pelo método indireto.

emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC). Em 2012, a Companhia optou por apresentar as demonstrações dos fluxos de caixa (DFC) pelo método indireto. Para fins de comparabilidade, o exercício findo

A DIRETORIA

APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

Alberto Barcellos Miranda

As demonstrações contábeis foram elaboradas com base nas práticas contábeis adotadas no Brasil, que incluem as práticas contábeis emanadas da Lei das

Contador - CRC - 1RJ094195/O-2 S SP

DEMONSTRAÇÕES DE RESULTADOS DOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de reais, exceto o lucro líquido por ação) 2012 2011 Receita de prestação de serviços ................................................... 13.765 5.275 Despesas operacionais - comissões ............................................... (8.527) (2.489) Despesas administrativas ................................................................ (733) (60) Despesas tributárias ........................................................................ (2.204) (751) Receitas financeiras ......................................................................... 339 220 Despesas financeiras ....................................................................... (3) (1) 2.637 2.194 Resultado antes dos impostos e contribuições........................... Imposto de renda ............................................................................. (687) (527) (258) (197) Contribuição social ........................................................................... 1.692 1.470 LUCRO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO ................................................. Quantidade de ações ...................................................................... 430.262 430.262 3,93 3,42 Lucro líquido por ação em R$ ......................................................... Atribuível aos acionistas: 3,93 3,42 Controladores .................................................................................... As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis. DEMONSTRAÇÕES DE RESULTADOS ABRANGENTES DOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de reais) 2012 2011 1.692 1.470 Lucro líquido do exercício .............................................................. 1.692 1.470 Total do resultado abrangente do exercício .................................. Atribuível aos acionistas: Controladores ..................................................................................... 1.692 1.470 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis. DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA - MÉTODO INDIRETO EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de reais) 2012 2011 Resultado antes dos impostos e contribuições............................ 2.637 2.194 Lucro ajustado do exercício............................................................ 2.637 2.194 Variações nas contas patrimoniais (aumento)/redução: Aplicações ....................................................................................... 176 (3.427) Títulos e créditos a receber ............................................................. (1.568) (1.844) Contas a pagar ................................................................................ 119 79 Caixa consumido pelas operações: ............................................... (1.010) (416) Imposto de renda sobre o lucro pago.............................................. (718) (278) (292) (138) Contribuição social sobre o lucro pago ........................................... 354 (3.414) Caixa líquido gerado/(consumido) nas atividades operacionais..... Atividades de investimento (349) (82) Dividendos pagos ............................................................................ (349) (82) Caixa líquido gerado/(consumido) nas atividades de investimento Atividades de Financiamento Aumento de capital.......................................................................... - 3.500 - 3.500 Caixa líquido gerado nas atividades de financiamento................ 5 4 Aumento líquido de caixa e banco ................................................. Caixa e banco no ínicio do exercício ............................................. 8 4 13 8 Caixa e banco no final do exercício ............................................... 5 4 Aumento líquido de caixa e banco ................................................. As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.

EABS SERVIÇOS DE ASSISTÊNCIA E PARTICIPAÇÕES S.A CNPJ 09.060.236/0001-98

RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Acionistas, Submetemos à apreciação V.Sas. as Demonstrações Contábeis da EABS Serviços de Assistência e Participações S.A., relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012, na forma da Legislação Societária e dos pronunciamentos contábeis emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis – CPC. Informamos que as demonstrações contábeiscompletas acompanhadas do relatório dos auditores encontram-se à disposição de V.Sas. na sede da Companhia. Cidade de Deus-SP, 28 de março de 2013 Diretoria BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de reais) ATIVO 2012 2011 PASSIVO 7.162 7.397 CIRCULANTE .................................................................. CIRCULANTE .................................................................. 13 8 Disponível ....................................................................... Caixa e bancos................................................................. 13 8 Contas a pagar................................................................ 21 Aplicações....................................................................... Obrigações a pagar .......................................................... 7.149 7.368 Títulos e créditos a receber........................................... Títulos e créditos a receber .............................................. 7.130 7.351 Impostos e encargos sociais a recolher ........................... Créditos tributários e previdenciários ............................... 19 17 NÃO CIRCULANTE ......................................................... 72.655 64.731 NÃO CIRCULANTE ......................................................... 150 2.055 Realizável a longo prazo................................................ Contas a pagar................................................................ 150 2.055 Títulos e créditos a receber........................................... Contrato de mútuo............................................................ Créditos tributários e previdenciários ............................... 150 37 Contratos de mútuo .......................................................... 2.018 PATRIMÔNIO LÍQUIDO................................................... 40.809 30.980 Investimentos ................................................................. Participações societárias.................................................. 40.809 30.980 Capital social .................................................................... 31.696 31.696 Intangível......................................................................... Reserva de lucro .............................................................. 31.696 31.696 Ágio em investimento ...................................................... 79.817 72.128 TOTAL DO ATIVO ........................................................... TOTAL DO PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO........... As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.

2012

2011

7.053

7.107

7.053

7.107

7.052

7.069

1

38

-

2.018

-

2.018

-

2.018

72.764

63.003

46.247

46.247

26.517

16.756

79.817

72.128

DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO DOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 2012 E 2011 (Em milhares de reais) Reservas de lucros Discriminação Capital Social Reserva legal Reserva para expansão 46.247 895 8.162 Saldos em 31 de dezembro de 2010 ........................................................... Lucro líquido do exercício ............................................................................... Proposta para destinação do lucro líquido ...................................................... 733 6.966 Dividendos propostos (R$ 319,83 por ação) ................................................... 46.247 1.628 15.128 Saldos em 31 de dezembro de 2011 ........................................................... Ratificação de dividendos 2011 conforme ata de 29.08.2012 ........................ 2.027 Lucro líquido do exercício ............................................................................... Proposta para destinação do lucro líquido ...................................................... 737 6.997 Dividendos propostos (R$ 321,30 por ação) ................................................... 46.247 2.365 24.152 Saldos em 31 de dezembro de 2012 ............................................................ As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.

Lucros acumulados 14.665 (7.699) (6.966) 14.732 (7.734) (6.998) -

Total 55.304 14.665 (6.966) 63.003 2.027 14.732 (6.998) 72.764

DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS DOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de reais, exceto o lucro líquido por ação) 2012 2011 Outras receitas operacionais ...................................... 41 Despesas administrativas............................................ (101) (86) Despesas tributárias ................................................... (1) (39) Resultado financeiro.................................................... (279) 55 Resultado patrimonial.................................................. 14.958 14.711 14.618 14.641 Resultado antes dos impostos e contribuições..... Imposto de renda ........................................................ 84 18 30 6 Contribuição social ..................................................... 14.732 14.665 LUCRO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO............................. 21.780 21.780 Quantidade de ações ................................................. 676,40 673,32 Lucro líquido por ação em R$ .................................... As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis. DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA - MÉTODO INDIRETO EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de reais) 2012 2011 Resultado antes dos impostos ................................ 14.618 14.641 Ajustes para: Resultado positivo de equivalência patrimonial ...... (14.958) (14.711) Lucro líquido ajustado do exercício ........................ (340) (70) Variações nas contas patrimoniais (aumento)/redução: Aplicações................................................................ 21 936 Títulos e créditos a receber ..................................... 1.903 (2.058) Contas a pagar ........................................................ (1.891) 2.085 Caixa líquido gerado pelas operações:................... (2) Contribuição social sobre o lucro pago.................... (2) Caixa líquido gerado/(consumido) nas atividades operacionais........................................................... (307) 891 Atividades de Investimento Dividendos recebidos............................................... 7.351 5.250 Dividendos pagos .................................................... (5.039) (5.140) Aquisição de investimentos ..................................... (2.000) (1.000) Caixa líquido gerado/(consumido) nas atividades de investimentos.................................................... 312 (890) Aumento líquido de caixa e banco .......................... 5 1 Caixa e banco no ínicio do exercício ...................... 8 7 Caixa e banco no final do exercício ........................ 13 8 Aumento líquido de caixa banco ............................. 5 1 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.

NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 1.

2.

CONTEXTO OPERACIONAL A EABS Serviços de Assistência e Participações S.A. é uma sociedade por ações regidas por Estatuto Social e disposições legais que lhes forem aplicáveis, e pode, para a consecução de seus fins e por deliberação do Conselho de Administração, abrir, manter e fechar filiais, escritórios ou agências de representações, em qualquer parte do território nacional ou no exterior. APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS As demonstrações contábeis foram elaboradas com base nas práticas contábeis adotadas no Brasil, que incluem as práticas

contábeis emanadas da Lei das Sociedades por Ações - Lei nº 6.404/1976, alteradas pela Lei nº 11.638/2007 e pela Lei nº 11.941/2009, bem como os pronunciamentos, orientações e instruções emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC). As presentes demonstrações contábeis da EABS Serviços de Assistência e Participações S.A. foram aprovadas pela Diretoria da Companhia em 28 de março de 2013. A DIRETORIA Alberto Barcellos Miranda - Contador - CRC - 1RJ094195/O-2 S SP


DIÁRIO DO COMÉRCIO

quinta-feira, 28 de março de 2013

c

11 MAIS GRIPE Queda na temperatura provoca aumento dos casos de gripe.

idades

O friozinho já bate na porta. Com ele, a gripe. Queda na temperatura provocada pelo outono contribui para o aumento dos casos de gripes e resfriados. Em abril, começa a campanha de vacinação contra a doença. Mariana Missiaggia

O

frio já está chegando por aí. Com ele, o risco de doenças comuns na época. As diversas alterações de temperatura durante os dias de outono colaboram para que as defesas do corpo se reduzam e o organismo seja vítima de vírus da gripe e do resfriado. Por isso, é importante aproveitar a 15ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe, que irá acontecer entre os dias 15 e 26 de abril, para se imunizar contra a doença. Segundo o infectologista do Instituto Emílio Ribas Ralcyon Teixeira, a vacina oferece uma proteção de 70% a 85%. Porém, ela confere imunidade apenas para gripe. Teixeira explica que, enquanto a gripe é causada pelo vírus Influenza, o resfriado é provocado por outros agentes. O Rhinovírus, por exemplo, que é o responsável pela maioria dos resfriados, tem, pelo menos, 115 sorotipos diferentes já identificados, o que dificulta a produção de uma vacina para combatê-lo. "A vacinação é fundamental e o Brasil tem um mito que precisa ser quebrado. Muita gente não se vacina por acreditar que ela é uma ameaça à saú-

de. A vacina não oferece nenhum risco", explicou. O Ministério da Saúde pretende imunizar 31,3 milhões de brasileiros este ano, em 65 mil postos de saúde de todo o País. No ano passado, 26 milhões de pessoas receberam a vacina. A estudante Heloísa Cordeiro, 20 anos, está resfriada há uma semana e sofre com coriza, tosse e a garganta irritada. "Até minha voz mudou", disse. Filha de uma assistente social

que trabalha em posto de saúde, ela se vacina todos os anos contra a gripe e fica doente, no mínimo, duas vezes por ano. Chás – Já a artista Renata Roman, 44 anos, que está gripada desde o último sábado, prefere abusar dos métodos naturais, como chás, limão e suco de laranja para se curar. Renata prefere não tomar a vacina e nenhum tipo de remédio. "Os medicamentos não curam, só ajudam a lidar com os

sintomas. Por isso, prefiro repousar e ingerir muito líquido e, se a partir do quinto dia não melhorar, procuro um médico. Este ano o vírus deve estar mais poderoso porque a gripe está mais forte", observou Renata que está com dor de cabeça forte, dor no corpo, rouquidão e febre alta. Teixeira aconselha aos doentes que eles façam repouso e que se dirijam aos ambulatórios. "Só é aconselhável procurar um hospital, caso os sintomas persistam por mais de cinco dias e de maneira aguda. De maneira geral, as pessoas se recuperam em uma semana. Porém, há casos que se tornam síndrome gripal e até exigem internação", disse. Não há registros confiáveis no Brasil sobre a dimensão da gripe, pois a Secretaria Estadual de Saúde trata a gripe como uma doença subnotificada. Muitos dos infectados não procuram ajuda médica. Logo, o baixo número de casos que chegam à Secretaria não reflete a realidade. Infecções – O clima do outono também pode desencadear infecções de garganta. A laringite é provocada por vírus ou bactérias, causando a inflamação da laringe. Os sintomas apresentados são febre, dor de garganta, tosse seca e rouquidão.

The New York Times

BBD Participações S.A.

CNPJ no 07.838.611/0001-52 - NIRE 35.300.335.295

AVISO - Comunicamos que se encontram à disposição dos acionistas, a partir desta data, na sede social, na Cidade de Deus, Prédio Prata, 4 o andar, Vila Yara, Osasco, SP, Departamento de Contadoria Geral, os documentos de que trata o Artigo 133 da Lei no 6.404, de 15.12.1976, relativos ao exercício social encerrado em 31.12.2012. Osasco, SP, 25 de março de 2013. Diretoria. 26, 27 e 28.3.2013

Cidade de Deus - Companhia Comercial de Participações CNPJ no 61.529.343/0001-32 - NIRE 35.300.053.800 AVISO - Comunicamos que se encontram à disposição dos acionistas, a partir desta data, na sede social, na Cidade de Deus, Vila Yara, Osasco, SP, Departamento de Contadoria Geral, os documentos de que trata o Artigo 133 da Lei no 6.404, de 15.12.1976, relativos ao exercício social encerrado em 31.12.2012. Osasco, SP, 25 de março de 2013. Diretoria. 26, 27 e 28.3.2013

Bradespar S.A.

CNPJ n o 03.847.461/0001-92- NIRE 35.300.178.360 Companhia Aberta Assembleias Gerais Extraordinária e Ordinária Edital de Convocação Convidamos os senhores acionistas desta Sociedade a se reunirem em Assembleias Gerais Extraordinária e Ordinária, a serem realizadas cumulativamente no próximo dia 29 de abril de 2013, às 16h, na sede social, Avenida Paulista, 1.450, 9 o andar, Cerqueira César, São Paulo, SP, a fim de: Assembleia Geral Extraordinária -

examinar propostas do Conselho de Administração para: I. aumentar o Capital Social no valor de R$200.000.000,00, elevando-o de R$3.900.000.000,00 para R$4.100.000.000,00, mediante a capitalização de parte do saldo da conta “Reservas de Lucros – Reserva Legal”, sem emissão de ações, de acordo com o Parágrafo Primeiro do Artigo 169 da Lei no 6.404/ 76; e II. alterar parcialmente o estatuto social, conforme segue: a) no “caput” do Artigo 6o, em decorrência do item anterior; e b) no “caput” dos Artigos 9o e 13, aprimorando suas redações, relativamente à extensão do prazo de mandato dos membros do Conselho de Administração e da Diretoria, até a posse dos novos Administradores eleitos no ano subsequente.

Assembleia Geral Ordinária

Médicos aprovam vacina antigripe

I. tomar conhecimento do Relatório da Administração, do Parecer do Conselho Fiscal e do Relatório dos Auditores Independentes e examinar, discutir e votar as Demonstrações Contábeis relativas ao exercício social findo em 31.12.2012;

Jane E. Brody *

V. deliberar sobre proposta do Conselho de Administração para remuneração dos Administradores e verba para custear Plano de Previdência dos Administradores. _________________________________________________________________________________

m 20 de dezembro de 1968 peguei uma gripe. Eu ainda me lembro: o Natal foi um fiasco – eu não conseguia levantar da cama sem ajuda ou manter qualquer coisa no meu estômago, nem mesmo um pouco do ganso que outra pessoa teve que preparar. No dia de ano-novo, eu mal conseguia respirar e meu marido me carregou até o médico, que diagnosticou pneumonia dupla. Eu não me recuperei completamente durante três meses. E eu estava grávida – de gêmeos, nada mais. A gripe é coisa séria, especialmente para mulheres grávidas, crianças e idosos, pessoas com doenças crônicas e aqueles cujos sistemas imunológicos estejam suprimidos. Eu consegui contrair a gripe durante cada um dos três principais surtos do vírus tipo A, entre 1957 e 1977. Nunca mais quero ficar doente como daquela vez – e não tenho ficado. Eu tomo uma vacina todos os outonos antes que a temporada de gripe comece. Embora a vacinação anual contra a gripe seja recomendada para quase todo mundo com idade acima dos 6 meses, por um motivo ou outro apenas uma minoria de norte-americanos segue esse conselho. Recentemente, eu ouvi um pai dizendo: "Eu não vou vacinar meus filhos. Descobri que a vacina é mais para proteger os idosos, e não há pessoas de idade na minha casa". Eu pensei: "Talvez não, mas seus filhos nunca saem de casa? E quanto às pessoas que eles podem infectar na escola, na casa de outras pessoas, ou em um ônibus?". Em praticamente qualquer lugar que elas forem, essas crianças podem entrar em contato com um paciente com câncer em quimioterapia, uma mulher grávida, ou al-

Participação nas Assembleias: nos termos do Artigo 126 da Lei n o 6.404, de 15.12.1976, e alterações posteriores, para participar e deliberar nas Assembleias Gerais o acionista deve observar que:

II. deliberar sobre proposta do Conselho de Administração para destinação do lucro líquido do exercício de 2012 e ratificação da distribuição de juros sobre o capital próprio pagos; III. eleger os membros do Conselho de Administração, sendo necessário, nos termos das Instruções CVM nos 165, de 11.12.91, e 282, de 26.6.98, no mínimo, 5% (cinco por cento) do capital votante, para que os acionistas possam requerer a adoção do processo de voto múltiplo; IV. eleger os membros do Conselho Fiscal, nos termos do Artigo 161 da Lei n o 6.404/76 e fixar a respectiva remuneração; e

E

guém com asma, diabetes, bot e a esposa, a Dra. H. Keipp doenças do coração ou com al- Talbot, especialistas em doengum problema no fígado ou ças infecciosas na Escola de rim. Todos correm sérios ris- Medicina da Universidade Vancos de terem complicações ou derbilt, recentemente examimorrerem por causa da gripe. naram – e refutaram – muitos Vírus – De acordo com o Cen- dos argumentos mais comuns tro de Controle e Prevenção de sobre a vacina contra gripe. O Doenças, o vírus da gripe pode principal deles é que a vacina viajar praticamente 2 metros não funciona. Embora não seja no respingo de tosses, coriza ou tão eficaz quanto muitas vaciconversas. Os infectados po- nas populares (em média, a vadem espalhar o vírus antes de cina de gripe tem 56% de eficádesenvolver os sintomas e du- cia na prevenção da gripe), ela rante uma semana ou duas de- não é ineficaz. O vírus da gripe muda a cada pois de ficar doente. ano. A decisão M e n o s f r esobre quais vaquentemente, riantes incluir a gripe é espana vacina deve lhada ao se enAqueles que alegam s e r t o m a d a trar em contacom muita anto com uma suter ficado doentes tecedência em perfície contalogo após receber relação à temm i n a d a e a vacina, porada. A qualdepois esfreprovavelmente já quer momento, gar os olhos, estavam infectados. uma nova vanariz ou boca riante pode surde alguém. THOMAS R. TALBOT, MÉDICO gir ou uma antiMesmo que ga ressurgir. todos os do gruA eficácia da vacina varia de po de risco tomem a vacina, ela não funciona para todo mundo; acordo com a população tammuitos podem ainda pegar a bém. A deste ano foi apenas 9% gripe, desenvolver uma pneu- eficaz na proteção contra os monia ou piorar uma condição idosos, por exemplo. Ainda ascrônica, e morrer. Mas quanto sim, Thomas Talbot disse: "emmais pessoas são imunizadas, bora as pessoas de idade que menos elas ficam doentes e as foram imunizadas possam ficar chances de manter as outras doentes, não ficarão tão doenpessoas mais saudáveis au- tes. Eles ainda podem consultar menta, um fenômeno chama- o médico, mas não precisam ficar no hospital". do "imunidade coletiva". "Algumas populações não Mitos – O Dr. Thomas R. Tal-

respondem tão bem à vacina: os muito jovens ou muito idosos, pessoas que estão com o sistema imunológico suprimido e mulheres grávidas", completou. "Pessoas que respondem melhor deveriam ser imunizadas para que não espalhem a gripe para outras." De modo geral, a vacina deste ano provou ser 62% eficiente em prevenir doenças que preocupassem os médicos. Imunização é um bom jeito de reduzir os custos absurdos dos cuidados médicos. Outro mito, explica o médico, é o de que a vacina provoca a doença. "De jeito nenhum! Há dois tipos de vacinas contra a gripe licenciadas: um tipo inativo, feito com o vírus morto, e um preparado com vírus vivos "atenuados". Nenhum é capaz de se reproduzir no corpo humano. Aqueles que alegam ter ficado doentes logo após receber a vacina, provavelmente já estavam infectados. Ou desenvolveram outra infecção viral não relacionada à gripe." Para aqueles que dizem "eu nunca fico gripado", o casal de médicos também recomenda a imunização. Embora alguns dos infectados possam não desenvolver sintomas clássicos de gripe, como a febre, as dores no corpo, e a rouquidão, eles podem transmitir o vírus para outras pessoas. * The New York Times News Service/Syndicate

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além do documento de identidade, deve apresentar, também, comprovante de titularidade das ações de emissão da Sociedade expedido pelo custodiante;

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para o titular de ações escriturais custodiadas no Bradesco, é dispensada a apresentação do citado comprovante;

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caso não possa estar presente às Assembleias Gerais, o acionista poderá ser representado por procurador constituído há menos de um ano, desde que este seja acionista, administrador da Sociedade, advogado ou instituição financeira, cabendo ao administrador de fundos de investimento representar seus condôminos;

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as procurações lavradas em língua estrangeira, antes de seu encaminhamento à Sociedade, devem ser vertidas para o Português e registradas as suas traduções no Registro de Títulos e Documentos;

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com o objetivo de dar celeridade ao processo e facilitar os trabalhos das Assembleias, o comprovante de titularidade das ações, o instrumento de mandato e eventual declaração de voto podem, a critério do acionista, ser depositados na sede da Sociedade, preferencialmente, com até 2 (dois) dias úteis antes da data prevista para a realização das Assembleias Gerais, ou no Banco Bradesco S.A. - Instituição Financeira Depositária das Ações da Sociedade - Secretaria Geral - Área Societária - Cidade de Deus - 4o andar do Prédio Vermelho - Vila Yara - Osasco, SP - CEP 06029-900. Cópia da documentação poderá ainda ser encaminhada por intermédio do e-mail bradespar@bradespar.com e, alternativamente, pelo fax (11) 3684-4630 ou (11) 3683-2564.

Para informações mais detalhadas para o exercício de seu direito de voto, os acionistas poderão consultar o Manual para Participação nas Assembleias Gerais Extraordinária e Ordinária de 29 de abril de 2013 disponível no site www.bradespar.com – Comunicação – Fatos Relevantes, e nos sites da BM&FBOVESPA e CVM. _____________________________________________________________________________ Documentos à Disposição dos Acionistas: este Edital de Convocação e as Propostas do Conselho de Administração e das Acionistas Controladoras, bem como as demais informações exigidas pela regulamentação vigente, estão à disposição dos acionistas na Sede da Sociedade, Avenida Paulista, 1.450, 9 o andar, Cerqueira César, São Paulo, SP - CEP 01310-917; no Departamento de Ações e Custódia do Banco Bradesco S.A., Instituição Financeira Depositária das Ações da Sociedade, Cidade de Deus, Prédio Amarelo, Vila Yara, Osasco, SP, CEP 06029-900, e estão sendo, inclusive, disponibilizados no site www.bradespar.com Comunicação - Fatos Relevantes, e nos sites da BM&FBOVESPA e CVM. Eventuais esclarecimentos poderão ser obtidos por intermédio do e-mail bradespar@bradespar.com, no site www.bradespar.com - Investidores - Fale Conosco. São Paulo, SP, 25 de março de 2013 Lázaro de Mello Brandão Presidente do Conselho de Administração 26, 27 e 28.03.2013


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Queremos ser parceiros da administração municipal. Antonio Carlos Pela

idades

Uma nova cidade. Do comércio. Debate realizado na ACSP destaca a importância do comércio e do setor de serviços no uso e ocupação do solo paulistano Paulo Pampolin/Hype

André de Almeida

Ó RBITA

LADRÃO ARREPENDIDO

E

m um passado não muito distante, São Paulo tinha forte vocação industrial, fato que influenciou a ocupação do solo em diversas regiões do município. Atualmente, com o predomínio do comércio e do segmento de serviços, devese repensar a cidade e o uso do seu território, levando-se em consideração essas duas dinâmicas produtivas, cada vez mais importantes para a economia da metrópole. Esa é a opinião do novo secretário municipal de Desenvolvimento Urbano de São Paulo, Fernando de Mello Franco. Durante reunião-almoço promovida ontem pelo Conselho de Política Urbana (CPU) da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), o secretário falou sobre os principais desafios e perspectivas da pasta para a cidade. "A ocupação do solo no município, principalmente com as mudanças no mercado imobiliário, está se mesclando. A zona leste, por exemplo, está se valorizando bastante, sobretudo a região de Itaquera", disse Franco. O secretário afirmou trabalhar em parceria com outras secretarias para viabilizar o projeto Arco do Futuro. A iniciativa influenciará a lógica de crescimento da cidade, criando polos comerciais e priorizando a criação de vagas de trabalho em bairros distantes do centro expandido, entre outras medidas. Plano Diretor - Outro assunto debatido foi a revisão do Plano

U

m ladrão que havia arrombado uma casa em Porto Alegre, no início do mês, voltou ao lugar do crime para devolver documentos e deixar um bilhete de desculpas. "Discupa dona Maria (sic)", escreveu o ladrão. "Que Deus li abençoe. Foi pelos meus filhos que tive que robá (sic)." No papel, que foi deixado em um saquinho junto com os documentos da vítima e jogado no quintal da casa, o ladrão ainda pede que "Deus dê em dobro" à família. Segundo a polícia, o bilhete foi enviado cerca de cinco dias depois do roubo, ocorrido no dia 15 de março, num bairro de classe média de Porto Alegre. O ladrão entrou na casa enquanto a família dormia, por volta das 6h. Foram levados uma TV e uma bolsa com pertences pessoais. Apesar das desculpas, nenhum dos bens foi devolvido. A polícia suspeita que o crime tenha sido cometido por um andarilho viciado em crack, que já teria entrado em outra casa da região. (Folhapress)

Fernando de Mello Franco (à esquerda) e Antonio Carlos Pela durante a reunião do CPU: novas diretrizes para São Paulo.

A ocupação do solo no município, com as mudanças no mercado imobiliário, está se mesclando. FERNANDO DE MELLO FRANCO, SECRETÁRIO

Diretor Estratégico. O secretário defende que o Plano Diretor, que já está sendo revisado, seja redigido de forma sucinta e sintética, para que a sociedade tenha uma boa compreensão de seu conteúdo. A ideia é que, a partir de abril ou maio, sejam realizadas reuniões e audiências públicas para discutir o assunto e, em agosto ou setembro, o projeto seja apresentado à Câmara Municipal. "Para isso gostaríamos de contar com a participação da ACSP e toda a sua capilaridade na cidade", ressaltou Franco. Para o diretor de Urbanismo da Secretaria de Desenvolvimento Urbano, Kazuo Nakano, além de participativo, o Plano

Diretor deve ser elaborado levando em conta os aspectos sociais das diferentes regiões. "Os debates em torno da revisão do Plano Diretor ajudará a detalhar algumas estratégias para o desenvolvimento de novas localidades e centralidades. O projeto deve estar articulado com a lei de uso e ocupação do solo, além de contar com objetivos muito bem definidos", afirmou Nakano. Aprovação – O vice-presidente da ACSP e coordenador do CPU, Antonio Carlos Pela, aprovou a ideia de um Plano Diretor conciso. Na opinião dele, a revisão do Plano deveria levar em conta o conteúdo proposto no Plano SP 2040,

apresentado no final do ano passado e que traça uma visão estratégica de longo prazo para a cidade. "Queremos ser parceiros da administração municipal e estamos nos prontificando a apresentar sugestões, visando sempre o bem estar dos comerciantes e da população em geral", concluiu Pela. Além do coordenador do CPU, do secretário e do diretor de Urbanismo da secretaria, compuseram a mesa de trabalho o coordenador do Núcleo de Estudos Urbanos do CPU, Josef Barat, e o diretor da Faculdade de Arquitetura da Universidade Presbiteriana Mackenzie, Valter Caldana.

TERRENO É DESAPROPRIADO

P

ara impedir que centenas de famílias ficassem desabrigadas na zona leste, a Prefeitura desapropriou ontem o terreno de 133 mil metros quadrados no Jardim Iguatemi, em uma área conhecida como Pinheirinho 2. O prefeito Fernando Haddad afirmou que o decreto foi feito de maneira emergencial para evitar um "drama social". A medida foi tomada pela Prefeitura após confronto entre a Tropa de Choque e moradores, anteontem. Os policiais atiraram bombas de borracha e spray de pimenta contra a população, incluindo mulheres e crianças. A PM nega abuso durante a ação. Mas a repercussão do incidente fez com que Haddad ligasse para o governador Geraldo Alckmin, que, por sua vez, entrou em contato com o presidente do Tribunal de Justiça. Só então a ordem judicial para a desapropriação foi revista. (Estadão Conteúdo)

Reprodução

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la/Reu

o Bonil

Francisc

Fiéis católicos observam estátua de Cristo Crucificado durante cerimônia da Semana Santa em Almeria, sudeste da Espanha (acima). Ao lado, quadro Ecce Homo (1871), do italiano Antonio Ciseri.

Se não fosse Pilatos...

E

is o homem! Esta frase célebre – Ecce homo, em latim, como ficou conhecida – proferida por Pôncio Pilatos para referir-se a Jesus, poderia ser aplicada a si próprio. Não se trata de compará-lo à figura do Redentor, mas de ressaltar sua importância estratégica nos dramáticos acontecimentos daquela Sexta-Feira, há 1980 anos. Sem ele, a Paixão de Cristo não existiria, pelo menos da forma como a conhecemos, e, assim, a cruz não passaria para nós de duas traves de madeira. No entanto, para essa ideia ser melhor entendida, é necessário acompanhar o raciocínio e as decorrentes interpretações de um teólogo, no caso, Pedro Lima Vasconcellos, 48 anos. Pedro, graduado em Filosofia e Teologia, possuidor de mestrado em Ciências da Religião e doutorado de Ciências Sociais, é professor da Universidade Federal de Alagoas.

Pôncio Pilatos era prefeito da província romana da Judeia entre 26 e 36 d.C. Portanto, coube-lhe julgar aquele pregador chamado de Messias, de acordo com as prerrogativas do seu cargo: o prefeito acumulava funções administrativas, jurídicas e militares como representante do César, então Tibério

(42 a.C.-37 d.C.). O posto também o legitimava para estabelecer a pena de morte – atribuição das altas autoridades romanas – na qual estava embutida, a seu critério, a crucificação. Tal modalidade de pena era própria dos inimigos políticos de Roma, aqueles que contestavam seu poder. Não é difícil entender os motivos. Basta imaginar a carga intimidadora desse tipo de morte no sentido de pretender quebrar e desmoralizar a disposição dos seguidores. O teólogo Pedro Vasconcellos, como que a confirmar que o tempo dá voltas, conforme escreveu o colombiano Gabriel Garcia Marques, faz analogia com o nosso Tiradentes: além de ser enforcado por confrontar o poder português, teve o corpo esquartejado e sua descendência considerada infame até o final dos tempos que, ironia da História, chegou logo – exatamente 30 anos depois, em 1822. Alto lá, César - Os quatro evangelistas, na justificável iniciativa de realçar a inocência de Jesus de modo a dimensionar o martírio de um justo, não se detêm no aspecto político. Porém, Vasconcellos pensa que as autoridades romanas, zelosas como deviam ser, não gostariam de certas pregações de Jesus na sua jurisdição. Um exemplo: a frase "a César o que é de César e a Deus o que é de Deus". Ela é, diz ele, extremamente provocativa no

contexto da época e do lugar, agitado por rebeliões antirromanas. A utilização do verbo devolver, restituir a alguém algo que lhe foi tirado, implicava na devolução da Terra Prometida e do povo hebreu ao Senhor – admoestação a Roma que havia conquistado a Canaã bíblica pelas armas. Na crucificação eram utilizados três tipos de cruzes: no formato da letra X; da letra Y (aproveitando troncos em forma de forquilha); da letra T. O Novo Testamento não especifica qual foi a de Jesus. Mas é de supor que seria o modelo T, com o pouco usual prolongamento acima da cabeça, feito para abrigar a placa debochada INRI, reafirmando o destino dos inimigos dos romanos. (A crucificação produzia a morte lenta por asfixia ao reduzir a respiração devido à pressão do corpo sobre a caixa torácica, movimento que trazia dores atrozes ao quebrar ossos internos, particularmente as costelas – fenômeno descrito em manuais de Medicina Legal). Em 37 d.C. Pilatos caiu em desgraça junto a César, agora Calígula (12 d.C. - 41 d.C.) e, como era de praxe, foi-lhe ordenado o suicídio. Por um capricho do destino, sua mulher, Prócula, também chamada de Cláudia, tornou-se santa pela Igreja Ortodoxa. Teria, diz a tradição, intercedido por Jesus. Aliás, há um evangelho apócrifo que informa haver Jesus lhe curado Pilo, seu filho aleijado.


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O tamanho dessa floresta animada

cultura

- O maior animal do musical, com 4 metros de comprimento e 2m80 de largura, é o elefante Bertha. Quando não está em cena, parte do cenário é guardada em seu interior - O menor animal é um rato de 15 centímetros que surge no cajado de Scar - As máscaras usadas pelos personagens, apesar de grandes, pesam entre 120 e 342 gramas - Os atores sobem em escadas de quase 2 metros para manipular os bonecos das girafas - Os animais mais numerosos são as formigas, em número de 100. - Há 6 línguas africanas faladas durante o espetáculo - 22 quilos de grama são empregados na confecção das 20 perucas

Musical estreou

Fotos: João Caldas/Divulgação

há 16 anos na Broadway. Chega a SP após 21montagens em diversos países. É a produção mais cara do Brasil: R$ 50 milhões. Emprega 53 atores: 11 deles vindos da África.

Os passos do nosso leãozinho Sérgio Roveri

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canadense John Stefaniuk, diretor associado da versão brasileira de O Rei Leão, revelase humilde ao descrever, em poucas palavras, o enredo deste musical vitorioso que estreou na Broadway há 16 anos e chega nesta quinta (28) a São Paulo depois de ter tido 21 montagens em diversos países. "É apenas a história de um garoto tentando se encontrar no mundo." A descrição pode soar quase franciscana, mas o aparato utilizado para levar este enredo ao palco não deixa dúvidas de que, no terreno dos musicais, ninguém até hoje rugiu mais alto. A produção, a mais cara já realizada no Brasil, chega aos R$ 50 milhões, emprega 53 atores (11 deles vindos da África, onde a história se passa) e exigiu uma série de reformas para deixar o

Teatro Renault (antigo Teatro Abril) em condições técnicas de receber, entre outras estruturas, bonecos de girafas que chegam a medir cinco metros de altura e dois balões usados pelo grupo de percussionistas. "O Rei Leão representa um mestrado em termos de produção", diz Fernalto Altério, presidente da Time For Fun, empresa que produz a versão brasileira do espetáculo. "Nunca antes fizemos algo tão valioso e tão caro. É o maior musical já apresentado no Brasil." O musical é inspirado no desenho da Disney de 1994, que levou às lágrimas milhões de crianças (e outros tantos milhões de adultos) ao narrar a história do leãozinho Simba, injustamente acusado pela morte de seu pai, Mufasa, o Rei Leão, é banido de sua terra natal, para onde só

consegue voltar quando descobre história poderia chegar aos palcos sem ser uma mera as artimanhas de seu tio Scar, que transposição do filme." Taynor eliminou o irmão Mufasa para acredita que, dentre todos os dominar o reino. Na versão para o países em que O Rei Leão já foi teatro, dirigida por Julie Taymor, os montado, o Brasil é o que personagens da história foram transformados em seres humanos. mantém conexões mais fortes com África. "Acredito muito no "O maior desafio da adaptação foi justamente o de converter os animais em seres humanos", diz Taynor. "Você vê o filme e reconhece a expressão humanizada dos personagens, mas não se esquece de que está diante de um leão. Por outro lado, não poderíamos Claudio Manculi/Estadão Conteúdo simplesmente colocar humanos em cena sem respeitar sucesso do espetáculo aqui." toda aquela deslumbrante O Rei Leão, que no ano paisagem em que a história passado, ao atingir a cifra de US$ transcorre. Viajei por vários países 853 milhões foi considerado a da África e Ásia para finalmente maior bilheteria da história da entender de que maneira esta Broadway, tem músicas de Elton

John e letras de Tim Rice, que já havia escrito para os musicais Evita e Jesus Cristo Superstar. As letras de Rice foram traduzidas, ou recriadas, para o português por Gilberto Gil. "Eu ainda não o conheço pessoalmente", diz Rice, sobre o compositor baiano. "Mas gosto muito de sua obra e não o respeito apenas como músico, mas também por suas atividades políticas." Uma das mais rentáveis franquias da Disney, O Rei Leão deve seguir, em qualquer país em que venha a ser montado, as rigorosas orientações da matriz. O jeitinho brasileiro, no entanto, amoleceu um pouco os padrões americanos. "Tivemos liberdade de falar sobre nossas dificuldades de adaptação e a necessidade de tropicalizar um pouco a história", diz Stephanie Mayorkis, diretora de conteúdo

da divisão Family Entertainment, da produtora Time For Fun. "Os americanos se mostraram muito receptivos e aceitaram nossas sugestões." Assim, o público que for ver O Rei Leão (são esperadas 350 mil pessoas ao longo da temporada de quase um ano) vai se surpreender com os passos de samba e capoeira, a linguagem dos manos e até um toque de Carmen Miranda aqui e ali. O leão é africano, a criação original é americana mas o sotaque do felino, ao menos por aqui, é brasileiro dos bons. O Rei Leão. Quinta (28). Teatro Renault. Avenida Brigadeiro Luís Antônio, 411. Tel.: 4003-5588. Quartas, quintas e sextas. 21h. Sábados. 16h30 e 21h. Domingo. 15h30 e 20h. R$ 50 a R$ 280. Livre.

Bacalhau e chocolate à mesa

Os prazeres renovados de uma tradição Lúcia Helena de Camargo

Tadeu Brunelli/Divulgação

lgação

com salmão, casquinha de camarões, bacalhau a Gomes de Sá, entre outros pratos, além de sobremesas com chocolate. O kit de Páscoa serve até seis pessoas e custa R$ 179. www.paodeacucar.com.br O Cantaloup criou um cardápio para a comemoração em família no domingo. Serve mousseline fada de aspargos com ovo mollet (R$ 28), carrê de cordeiro com favas e cogumelos (R$ 79), trio de tartare de vieira, atum e salmão (R$ 31) e bacalhau à mediterrânea com batatas ao murro (R$ 65), entre outros pratos. Tel.: 3078-3445. O japonês Sassá Sushi também embarca no bacalhau, com o niguiri (bolinho de arroz moldado à mão, que ganha uma fatia do peixe por cima). Servido em dupla (R$ 18). Tel.: 3078-4538. A choperia Genuíno celebra a Páscoa oferecendo meia garrafa do vinho chileno Vistaña, tinto ou branco ao cliente que pedir, no domingo, o bacalhau na couve com batatas coradas (R$ 45). Tel.: 5083-4040. Já o prato festivo da churrascaria La Caballeriza é o salmão na brasa ao molho de manga com batata assada e arroz com brócolis (R$ 54). O prato será servido na sexta, sábado e no domingo de Páscoa. Tel.: 3541-2220. Para garantir a sobremesa, passe na Confeitaria Dama, que ven-

Fotos: Divu

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acalhau e chocolate à mesa. Chegou a Páscoa! Na Sexta-Feira Santa a atração é o peixe, mas, no domingo, chega a vez de abrir os ovos de Páscoa. Sugerimos algumas casas que oferecem menus especiais para as duas datas. O português Trindade Itaim prepara neste final de semana o arroz de bacalhau cremoso com lagostins e espinafres (R$ 85). No cardápio normal há ainda o Bacalhau Nunca Chega (desfiado, com presunto, azeitonas pretas, cebola, batata palha, azeite, pimenta, ovos e salsinha, a R$ 79), entre outros. Tel.: 3079-4819. Ilda Vinagre, que comanda a cozinha do A Bela Sintra, faz um menu especial que inclui carpaccio de bacalhau com vinagrete de frutas tropicais (R$ 45) e posta de bacalhau em lascas com miga de espinafres e pinoles (R$ 140). Tel.: 3891-0740. O Italy terá penne ao pomodoro com lascas de bacalhau, azeitona preta e alcaparra (R$ 49) na sexta; e cabrito assado com batata dourada e brócolis (R$ 63) no domingo. Tel.: 3167-7489. Quem preferir comprar e levar para a casa, pode encomendar a ceia de Páscoa no Pão de Açúcar. Com 18 opções de receitas, criadas pelo chef e consultor da rede, Alain Poletto, há salada de batata

alhau à loup: bac

ânea.

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: Canta

Luiz Ipólito/Divulgação

Italy: cabrito assado (acima). Genuíno: bacalhau na couve (alto) e pirulitos de chocolate belga da Confeitaria Dama.

Pão de Açúcar: ceia em casa. de ovos recheados para serem comidos de colher. A novidade este ano é o recheio de trufa com nozes, amêndoas e avelãs (R$ 68, pesando 250 gramas) e os pequenos ovos com especiarias - pimenta, gengibre e café, disponíveis no

kit com os três sabores (R$ 60, com 45 gramas cada um). Há, entre outros, os mini ovos maciços, vendidos na bombonière de vidro (R$ 55, com oito unidades). Tel.: 5182-5088. A rede Amor aos Pedaços, com

Antonio Rodrigues/Divulgação

60 lojas, chega com mais de dez lançamentos para a Páscoa. Entre eles, o meio ovo de chocolate ao leite, recheado com brigadeiro e decorado com flocos e fios de chocolate ao leite (R$ 59 - 250 gramas). Para as crianças, a su-

gestão é o ovo Bicho de Pé (75 gramas, R$ 15,50). O bolo de Páscoa, com massa de chocolate meio amargo, recheado com mousses de chocolate ao leite meio amargo, sai por R$ 114, com 1,5 quilo. Sac SP: 3506-0777.


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Arte para comer

Raridade gigante

É uma maçã ou uma borboleta? Veja mais obras:

Um ovo da extinta ave-elefante será leiloado na Christie's em abril. O objeto é cem vezes maior que um ovo de galinha comum. Preço inicial: US$ 30 mil.

www.dezignhd.com/2013/03/ awesome-food-ar t-for-inspiration.html

www.dcomercio.com.br

C IÊNCIA C HINA

P OPULARIDADE

15 anos de Viagra

A

Mais leve que uma pétala de flor Cientistas desenvolveram o material mais leve do mundo: o aerogel de grafeno, que pesa apenas 0,16 miligrama por centímetro cúbico.

pílula "Viagra" contra a impotência masculina completou ontem 15 anos desde que foi aprovada para sua comercialização pela Administração de Alimentos e Remédios dos Estados Unidos (FDA, na sigla em inglês). A companhia farmacêutica Pfizer descobriu acidentalmente o remédio enquanto trabalhava em um tratamento para a hipertensão e problemas cardíacos. Desde então, o medicamento se revelou uma de suas mais rentáveis invenções. A pílula azul se transformou

em um ícone e um sucesso de vendas que levou especialistas a alertar que é receitado com muita facilidade. Poucas semanas após ser aprovada em 1998, a pílula já tinha mais de 40 mil prescrições, já que não existia até então uma formula tão eficiente contra a impotência. O losango azul chegou a ser capa da revista Time e foi utilizado pela CIA (agência de inteligência norte-americana) como moeda de troca para obter informação sobre movimentos insurgentes em países co-

mo o Afeganistão. Em um primeiro momento, personalidades norte-americanas se mostraram publicamente encantadas com as virtudes do remédio, enquanto outras foram mais reservadas na hora de confessar terem recorrido ao "Viagra". A maior mudança do "Viagra", que agora concorre com remédios similares de outros laboratórios, como o "Cialis", aconteceu na vida privada dos cerca de milhões de homens que, mundo afora, sofrem de disfunção erétil. (EFE)

Kim Kyung-hoon/Reuters

I NTERNET

Portugal também quer 'taxa Google' Companhias de mídia portuguesas, que enfrentam a pior recessão desde a década de 1970, estão pressionando para que o Google pague pelo conteúdo disponibilizado em sua ferramenta de busca, espelhando demandas semelhantes em outros países europeus. O chefe da Confederação Portuguesa de Mídias de Comunicação Social, Alberico Fernandes, declarou que as unidades ibéricas e portuguesas do grupo global de serviços de Internet

Julio Iglesias, o galã recordista. Julio Iglesias receberá, na próxima segunda-feira, em Pequim, o prêmio do Guinness Book, o Livro dos Recordes, de "artista latino que mais discos vendeu no mundo", com um total de 300 milhões de cópias. Quase 20 anos depois, o cantor espanhol voltará a pisar em território chinês, onde também receberá homenagem como o artista internacional mais popular do país. Ele é o primeiro e único a receber premiação como estrangeiro que mais discos vendeu na China. O galã de 69 anos também é dono de outro recorde: ele já gravou músicas em 12 idiomas e recebeu em 1983, o Disco de Diamante, do Guinness, por ser o artista que mais álbuns venceu em maior número de idiomas. (EFE) R ETRATOS

rejeitaram a exigência em uma primeira reunião na semana passada, mas aceitaram continuar negociando. Ele disse que o Google "mostrou prontidão em colaborar com grupos da mídia para nos ajudar a modernizar e tornar nosso conteúdo mais lucrativo", o que já havia aceitado fazer na França mais cedo. As editoras de Portugal querem pagamento por links a artigos e pelo uso de parágrafos no serviço Google News. (Reuters)

À VENDA

A hiperinflação no Zimbábue resultou em medidas surreais como a emissão de notas como esta, de 100 trilhões de dólares. É possível comprá-la na Amazon. O valor: US$ 0,89.

Mark Zuckerberg na política

Nova York comemorou ontem dez anos sem fumaça em seus bares e restaurantes graças a uma lei pioneira que, segundo seu incentivador, o prefeito Michael Bloomberg, gerou uma onda de medidas similares no resto dos Estados Unidos e em outros países. Bloomberg lembrou que a porcentagem de fumantes em Nova York baixou de 21,5% em 2002 para 14,8% em 2011, a esperança média de vida alcançou um recorde histórico de 80,9 anos e o nível de emprego nos bares e restaurantes aumentou 48% durante esse período. (EFE)

O fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, está organizando um grupo para defender reformas nas leis de imigração e na educação nos EUA, entre outras políticas. Segundo fontes ligadas a Zuckerberg, ele estaria se associando a outros altos executivos do mundo da tecnologia e da comunicação para levantar US$ 50 milhões para a causa, segundo o jornal The Independent. As empresas do setor pressionam por mudanças nas leis para facilitar a obtenção de vistos por estrangeiros especializados. (Folhapress)

BEBÊ A BORDO O designer Didi Senft, conhecido como "El Diablo", circula pela Alemanha com a sua mais nova criação: uma bicicleta em homenagem ao futuro filho (ou filha?) do príncipe William e sua esposa Kate. A TÉ LOGO

Acesse www.dcomercio.com.br para ler a íntegra das notícias abaixo:

Para alguns, bicho também é gente. Algumas pessoas gostam de animais; outras, de moda. Já o fotógrafo de Barcelona Yago Partal gosta de ambos. Nas ruas, bichos de estimação desfilam com peças divertidas. Mas Partal prefere vestir animais com roupas humanas, como ternos e até camisas havaianas. www.zoopor traits.com

L OTERIAS Concurso 885 da LOTOFÁCIL 02

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Concurso 1480 da MEGA-SENA 09

ONU nomeia novo general brasileiro para comandar forças de paz no Haiti Primeira mulher a dirigir Serviço Secreto dos EUA assume o cargo

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Nova York contra o fumo

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TENDÊNCIA - Antes dominado pela moda europeia, o China Fashion Week deste ano homenageia estilistas locais. O desfile da Universidade de Minzu, realizado em Pequim, buscou inspiração nas máscaras da ópera tradicional.

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S AÚDE

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A maior cédula de dinheiro do mundo

Mergulhadores são flagrados cortando cabos da internet no Egito

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Concurso 3154 da QUINA 10

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DIÁRIO DO COMÉRCIO

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15 UNIÃO EUROPEIA Membros do Parlamento Europeu pediram que sejam facilitadas as políticas de vistos a fim de garantir o crescimento do setor turístico, que representa 10% do PIB da UE.

conomia

Dilma em queda de braço com mercado Presidente afirma, na reunião do Brics, que não se deve desacelerar economia para controlar a inflação, mas depois diz que frase foi manipulada e mal interpretada pelo mercado financeiro. Confusão só aumentou.

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ilma Rousseff e o mercado financeiro travaram ontem uma queda de braço em episódio que teve como ponto polêmico declaração da presidente sobre o crescimento do País e o controle da inflação. A frase foi dita na cidade de Durban, na África do Sul, onde participou da 5º cúpula dos países do Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul). Mas à tarde, Dilma Rousseff fez acusação de que houve "uma manipulação inadmissível" de sua entrevista. A presidente afirmara que discorda de políticas para controlar a inflação que visem um crescimento econômico menor, em um momento em que o governo busca impulsionar a atividade econômica e conter a alta de preços. "Eu não concordo com políticas de combate à inflação que olhem a questão da redução do crescimento econômico. Até porque, nós temos uma contraprova dada pela realidade", disse a presidente. "Nós tivemos um baixo crescimento no ano passado, e houve um aumento da inflação, porque teve um choque de oferta devido à crise. Um dos fatores era externo", argumentou a presidente. "Nós não achamos que há essa relação", acrescentou, referindose à inflação sob controle e crescimento baixo. O mercado financeiro, neste lado do Atlântico, reagiu imediatamente. A fala de Dilma reduziu as apostas de alta da Selic, a taxa básica da eco-

Economistas veem sinal negativo

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repercussão no Brasil das palavras da presidente Dilma dividiu os economistas e analistas de mercado. Na percepção de um economista-chefe de um grande banco, a não

Rogan Ward/Reuters

Aliados emergentes (a partir da esq.): primeiroministro da Índia, Manmohan Singh; presidentes da China, Xi Jinping, e da África do Sul, Jacob Zuma; Dilma Rousseff e o líder russo, Vladimir Putin.

nomia. No momento, as apostas são de que a Selic, hoje a 7,25% ao ano, será elevada. Os juros futuros caíam desde a abertura do mercado e acentuaram a baixa após a declaração de Dilma. À tarde, a presidente buscou jogar água para apagar o princípio de incêndio. Ela disse que suas declarações sobre inflação foram interpretadas de forma errada e que o combate à inflação é importante no seu governo.

elevação da Selic na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) de abril vai pressupor uma ata que justifique uma inflação de 5,2% a 5,3% neste ano. "Minha intuição é que o BC terá argumentos para dizer que, se for necessário, poderá agir, mas que não terá que necessariamente agir", diz a fonte. "Temos uma presidente que está dizendo: empresários, pau

"Foi uma manipulação inadmissível de minha fala. O combate à inflação é um valor em si mesmo e permanente do meu governo", afirmou. O blog do Planalto saiu em sua defesa: "a declaração foi feita após a presidente tomar conhecimento de que agentes do mercado financeiro estavam interpretando erroneamente seus comentários como expressão de leniência em relação à inflação". Mas ao sair de um encontro

na máquina, vamos lá, espírito animal, soltem-se, vamos investir... E o presidente do BC diz: nada disso pessoal, mão no freio... Para que serve aumento de juros se não for para dizer aos empresários para irem mansos?" O ex-secretário de Política Econômica Luiz Gonzaga Belluzzo deu razão à presidente, mas alertou que o governo não pode

bilateral com a comitiva de Moçambique, Dilma foi perguntada se gostaria de fazer algum esclarecimento sobre a questão da inflação. "Não, querido. Eu só repudio a manipulação de fala", disse. Em seguida, foi questionada sobre qual seria a manipulação. "A notícia que saiu, ela é manipulada. Eu sou uma pessoa que escrevi, até, e vocês anunciaram que a inflação, o combate à inflação, é um valor em si", acusou a presidente

descuidar da inflação. "De maneira nenhuma o governo pode descuidar da inflação e precisa observar eventuais sinais que apontem a aceleração dela", disse Belluzzo. Para o economista-chefe do BES Investimento, Jankiel Santos, o governo pode estar enviando ao mercado um sinal negativo sobre a condução da política monetária. (EC)

Tombini – Dilma solicitou ao presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, que a ajudasse nesta queda de braço com o mercado. Então, lá da África do Sul, Tombini garantiu que não há tolerância no governo com a inflação e acrescentou que a presidente lhe pediu para esclarecer o mercado de que "qualquer implicação na fala dela hoje (ontem), de que há tolerância com a inflação, é uma interpretação equivocada". Segundo Tombini, a presidente mencionou que "o governo não sacrificará o crescimento para colocar inflação no lugar, porque isso não é necessário". Em seguida, reafirmou a consistência da política monetária. "O que posso assegurar a vocês é que, se e quando for preciso usar o instrumento de política monetária para o controle da inflação, isso ocorrerá. Como tenho afirmado inúme-

Eu não concordo com políticas de combate à inflação que olhem a questão da redução do crescimento econômico. DILMA ROUSSEFF

ras vezes nas últimas quatro ou cinco semanas." Receituário – Na entrevista da manhã de ontem Dilma disse que o receituário de reduzir o crescimento e os estímulos à economia para combater a inflação é "uma política superada". "Então, eu acredito o seguinte: esse receituário que quer matar o doente, ao invés de curar a doença, ele é complicado. Eu vou acabar com o crescimento no País? Isso está datado, isso eu acho que é uma política superada." A presidente argumentou, porém, que o governo está atento para manter a inflação controlada. "Não achamos que a inflação está fora do controle, pelo contrário achamos que ela está controlada e o que há são alterações e flutuações conjunturais", disse. Em 2012, a economia brasileira cresceu apenas 0,9%, mas a inflação ficou bem acima do centro da meta do governo, de 4,5%, atingindo 5,84%. E no início deste ano, no acumulado em 12 meses, ela está bem próxima de 6,5%, o teto da meta. "Nós, neste ano, estamos na contracorrente. Se você for olhar o desempenho das economias vai ver que começou um decréscimo no final de 2012, nós começamos um levantar", disse a presidente Dilma. (Agências)

Duratex S.A. CNPJ. 97.837.181/0001-47

País defende novo banco e critica FMI Dilma Rousseff elogia iniciativa para novos financiamentos no grupo do Brics e reclama das injustiças do FMI

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presidente Dilma Rousseff defendeu durante a cúpula dos Brics a importância desses países criarem fontes de financiamento e afirmou que a retomada do crescimento no Brasil foi fruto da política econômica do governo em reação à crise financeira internacional. "Se faltam oportunidades de investimentos nas economias avançadas, vamos ampliar os nossos próprios investimentos, e se há escassez de financiamento, vamos criar fontes de financiamento de longo prazo", disse a presidente na cidade de Durban. Dilma disse que o banco de desenvolvimento pretendido pelos Brics vai ajudar a financiar projetos de infraestrutura com recursos de longo prazo, inclusive nos países considerados em desenvolvimento. Ela também ressaltou a importância de um fundo de reservas, como parte da cooperação do bloco. "Destaca-se na agenda da cooperação, um passo à frente, com contornos concretos, duas iniciativas importantes que são o banco Brics e o arranjo contingente de reservas", afirmou. Segundo ela, o banco de desenvolvimento

Alexey Drugnyn/EFE

Almoço frio: Dilma tomou chá de cadeira por causa de Vladimir Putin. vai também ajudar projetos em especial na África e na América do Sul. Poucos amigos – A presidente Dilma almoçou ontem ao lado do presidente da Rússia, Vladimir Putin, com cara de poucos amigos. Isso porque ao desembarcar em Durban, para a cúpula dos Brics, ela tomou um chá de cadeira no encontro com o presidente da África do Sul, Jacob Zuma. O anfitrião alongou em mais de uma hora a conversa com o líder russo que tem interesse em investir no continente. Mas ontem Dilma avaliou de maneira positiva a situação econômica dos países desen-

volvidos neste ano. "Embora o cenário de 2013 seja um pouco mais promissor que o de 2012, é visível que muitos dos países desenvolvidos e seus problemas permanecem comprometendo, principalmente, o bem estar de suas populações", afirmou a presidente. Dilma também falou que o acordo de contingente de reservas entre os bancos centrais dos Brics é um "mecanismo de estabilidade que, em momentos de dificuldade, pode criar linhas recíprocas de crédito entre nossos países, melhorando a liquidez e ajudando a prevenir crises, e for-

talecendo a solidez do mercado financeiro internacional." FMI – Dilma repetiu sua defesa por reformas nos organismos internacionais para refletir a maior representatividade econômica atual dos países emergentes. Brasil, China e outras potências emergentes há muito afirmam que o sistema atual de votação do Fundo Monetário Internacional (FMI) concede injustamente benefícios à Europa e aos Estados Unidos, que dominam o Fundo desde sua fundação na década de 1940. Acordo fechado em 2010 para implementar mudanças, inclusive elevando a China ao posto de terceiro país-membro com mais poder de voto na instituição, deveria ter sido aprovada por todos os paísesmembros do FMI em outubro de 2012, mas ainda não passou pelo Congresso dos EUA. "Seguimos unidos na defesa de reformas das estruturas de governança global. É necessário urgentemente atualizar e torná-las mais legítimas e representativas do mundo de hoje", afirmou. "O ano de 2013 é central para se implantar as reformas do Fundo Monetário, para adequá-lo à nova realidade mundial". (Agências)

Companhia Aberta NIRE 35300154410 Edital de Convocação ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA E EXTRAORDINÁRIA Os Senhores Acionistas da DURATEX S.A. são convidados a se reunirem em Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária, que será realizada em 22.04.2013, às 8:30 horas, no auditório da sede social, na Avenida Paulista, 1938 - 5º andar, em São Paulo (SP), a fim de: EM PAUTA ORDINÁRIA: 1. tomar conhecimento dos Relatórios da Administração, do Comitê de Auditoria e de Gerenciamento de Riscos e dos Auditores Independentes e examinar, discutir e deliberar sobre as Demonstrações Financeiras relativas ao exercício social encerrado em 31.12.2012; 2. deliberar sobre proposta para destinação do lucro líquido do exercício de 2012 e ratificação da distribuição antecipada de juros sobre o capital próprio; 3. fixar o número de membros titulares e suplentes e eleger os membros do Conselho de Administração para o próximo mandato anual; nos termos das Instruções CVM 165/91 e 282/98, os interessados em requerer a adoção do voto múltiplo nessa eleição deverão representar, no mínimo, 5% do capital social; e 4. deliberar sobre a verba destinada à remuneração dos integrantes do Conselho de Administração e da Diretoria. EM PAUTA EXTRAORDINÁRIA: Examinar proposta do Conselho de Administração para: 5. elevar o atual capital social, de R$ 1.550.246.461,69 para R$ 1.705.271.709,44, mediante capitalização de reservas de lucros e simultânea bonificação de 10% em ações, que serão atribuídas aos acionistas na proporção de 1 (uma) ação nova para cada lote de 10 (dez) ações de que forem titulares na posição final do dia 22.04.2013; 6. alterar e consolidar o Estatuto Social para: (i) no“caput” do Artigo 5º registrar a nova composição do capital social decorrente do item precedente e das conversões de debêntures em ações deliberadas pelo Conselho de Administração dentro do limite do capital autorizado; e (ii) excluir o Capítulo XI - Disposições Transitórias face o Diretor Presidente já ter atingido o limite etário de 67 anos. Informações Gerais: Os documentos a serem analisados na Assembleia encontram-se à disposição dos Acionistas no website de relações com investidores da Companhia (www.duratex.com.br/ri), bem como no website da CVM (www.cvm.gov.br) e da BM&FBOVESPA (www.bmfbovespa.com.br). Para exercer seus direitos, os Acionistas deverão comparecer à Assembleia portando documento de identidade e comprovante de depósito das ações emitido pela instituição depositária, contendo a respectiva participação acionária. Os Acionistas podem ser representados na Assembleia por procurador, nos termos do artigo 126 da Lei 6.404/76, desde que o procurador esteja com documento de identidade e os seguintes documentos comprovando a validade da procuração (para documentos produzidos no exterior, a respectiva tradução consularizada e juramentada): (a) Pessoas Jurídicas: cópia autenticada do contrato/estatuto social da pessoa jurídica representada, comprovante de eleição dos administradores e a correspondente procuração, com firma reconhecida em cartório; (b) Pessoas Físicas: a correspondente procuração, com firma reconhecida em cartório. De modo a facilitar os trabalhos na Assembleia, a Companhia sugere que os Acionistas representados por procuradores enviem, com antecedência mínima de 48 horas, cópia dos documentos acima elencados por correio ou portador para: Duratex S.A. - Assuntos Paralegais: Av. Paulista nº 1938 - 19º andar - Bela Vista, São Paulo-SP - CEP 01310-942 São Paulo (SP), 21 de março de 2013. CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO (26/27/28) Salo Davi Seibel - Presidente

AIG Seguros Brasil S.A. CNPJ nº 33.040.981/0001-50 DECLARAÇÃO DE PROPÓSITO Nelia Claudia Soares, brasileira, solteira, securitária, portadora da carteira de identidade RG nº 16.998.572-6/SSP e inscrita no CPF/MF sob o nº 094.457.508-02, residente e domiciliada na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo; Paulo Albert Holland, brasileiro, casado, securitário, portador da carteira de identidade RG nº 8531142X/SSP e inscrito no CPF/MF sob nº 075.983.128-93, residente e domiciliado na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo; Fabio Augusto Polonio, brasileiro, casado, securitário, portador da carteira de identidade RG nº 15.165.961-8/SSP e inscrito no CPF/MF sob nº 066.807.468-09, residente e domiciliado na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo; RobertoTadeu Ramos Carneiro, brasileiro, solteiro, securitário, portador da carteira de identidade RG nº 9965222/SSP e inscrito no CPF/MF sob nº 029.493.368-92, residente e domiciliado na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo; declaram sua intenção de exercer o cargo de Diretor na AIG Seguros Brasil S.A. e que preenchem as condições estabelecidas nos arts. 3º e 4º da Resolução CNSP nº 136, de 2005. Esclarecem que, nos termos da regulamentação em vigor, eventuais impugnações à presente declaração deverão ser comunicadas diretamente à Superintendência de Seguros Privados - SUSEP, no endereço abaixo, no prazo máximo de quinze dias, contados da data desta publicação, por meio de documento em que os autores estejam devidamente identificados, acompanhados da documentação comprobatória, observado que o declarante poderá, na forma de legislação em vigor, ter direito à vista do respectivo processo. São Paulo (SP), 26 de março de 2013 Nelia Claudia Soares Paulo Albert Holland Fabio Augusto Polonio RobertoTadeu Ramos Carneiro Superintendência de Seguros Privados - Coordenação-Geral de Registros e Autorizações - CGRAT Avenida PresidenteVargas, 730, 9º andar - Rio de Janeiro - RJ, CEP 20071-900.


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DIÁRIO DO COMÉRCIO

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DIÁRIO DO COMÉRCIO

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Pelas contas da BBDTVM, o PIB deve ter encerrado o primeiro trimestre deste ano com alta de 1% em relação ao período de outubro a dezembro de 2012.

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Rejane Aguiar*

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ara a economia, o primeiro trimestre de 2013 na prática termina hoje, último dia útil de março. E, de ponto de vista macroeconômico, os três primeiros meses do ano tiveram mais notícias positivas do que negativas, o que permite aos analistas montar um cenário relativamente animador para o próximo trimestre no Brasil, principalmente em termos de atividade e inflação. O comportamento dos preços – e o consequente rumo da política de juros – devem concentrar as atenções até junho. "Surpreendeu positivamente desde janeiro o cenário externo, com resultados de indicadores melhores que as expectativas dos analistas", destacou Marcelo Arnosti, economista-chefe da BBDTVM, gestora de recursos do Banco do Brasil. "Foram divulgados vários números positivos de atividade econômica nos Estados Unidos e na China. Além disso, a Europa gerou menos notícias negativas do que se viu nos meses anteriores, embora tenha surgido a crise do Chipre agora no fim do trimestre", observou. Esse ambiente, bem mais calmo que o de 2012, contribuiu, por exemplo, para a firme recuperação de algumas bolsas de valores no exterior – nos Estados Unidos, o índice Dow Jones da Bolsa de Valores de Nova York atingiu sua máxima histórica no primeiro trimestre deste ano. Para os próximos três meses, a expectativa da equipe da BBDTVM é de uma discreta piora desse cenário, mas não estão no radar problemas mais sérios. "A atividade deve desacelerar um pouco, à medida que os efeitos das políticas fiscais mais apertadas começam a

Desde janeiro, inflação dos alimentos foi mais resistente que o esperado.

E não é que 2013 começou melhor? Primeiro trimestre termina com cenário externo favorável e atividade em recuperação no Brasil. aparecer", disse o economista, destacando que, no caso da Europa, as preocupações se concentram na situação da Itália. Investimentos – No Brasil, o ano também começou melhor. O destaque, na avaliação de Arnosti, foi o reforço da taxa de investimentos observada desde janeiro. "A expansão dos investimentos no setor de bens de capital nos últimos meses provavelmente superou o avanço do consumo, o que não acontece há muito tempo." E essa tendência deve continuar. Um bom exemplo está na confiança dos industriais paulistas, apurada pelo indicador antecedente Sensor, da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). O

índice, divulgado ontem, atingiu 56,8 pontos em março, maior nível desde março de 2011 (56,9), sugerindo expectativa de melhora no Indicador do Nível de Atividade (INA) da indústria para este mês. Na pesquisa de fevereiro, o índice havia ficado em 52,2 pontos. Pelas contas da equipe da BBDTVM, o Produto Interno Bruto (PIB) deve ter encerrado o primeiro trimestre deste ano com alta de 1% em relação ao período de outubro a dezembro de 2012, o que equivale a uma taxa anual de 4%. Essa expansão, no entanto, tende a se acomodar no segundo trimestre, para uma taxa anualizada em torno de 3%. Nos primeiros três meses do ano

Com alta de 0,21% em março, IGP-M dá sinais de desaceleração. A Fábio D'Castro/Hype – 20/8/08

inflação medida pelo IGP-M dá sinais de ter entrado em trajetória de desaceleração mais firme. Pelo terceiro mês consecutivo, houve decréscimo na taxa de variação mensal do indicador – em março, o índice registrou alta de 0,21%. "Nos três primeiros meses deste ano, o IGP tem diminuído continuamente. Podemos perfeitamente imaginar uma trajetória de desaceleração seguindo um caminho um pouco mais regular", comentou o coordenador de Análises Econômicas da Fundação Getulio Vargas (FGV) e responsável pelo indicador, Salomão Quadros. Para ele, em 12 meses a taxa deve ter iniciado em março uma trajetória consistente de desaceleração. Em março do ano passado, o IGP-M havia ficado em 0,43%. O resultado deste mês ficou abaixo da mediana projetada pelo mercado e dos cálculos da FGV. Em fevereiro, o IGP-M já havia desacelerado para 0,29%, ante 0,34% em janeiro. "Tínhamos iniciado um processo de desaceleração em outubro de 2012, mas o repique no IGP-M de dezembro (0,68% na variação mensal) repercutiu na série de 12 meses, que agora volta a desacelerar", explicou o economista. Em 12 meses, o IGP-M acumula em março alta de 8,06%, taxa menor do que a apresentada em janeiro, de 8,29%. Nas variações mensais, segundo ele, é natural que haja ainda acréscimo nas taxas de variação, já que o IGP-M próximo a 0,20% é baixo. "Esse nível não é padrão, pode vir um mais alto em abril, mas ainda muito abaixo do patamar do ano passado " Em abril de 2012, o IGP-M subiu 0,85%.

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Christian Tragni/Folhapress

Salomão Quadros, da FGV, aposta em altas menores acumuladas em 12 meses – as taxas que servem para a correção de contratos de aluguel.

"Não me surpreenderia se tivermos no IPA uma taxa um pouquinho mais alta, resultante de um certo esgotamento da desaceleração forte em insumos industriais e no preço da soja) e um IPC um pouquinho mais brando", disse, referindo-se ao Índice de Preços no Atacado e ao Índice de Preços ao Consumidor, componentes do IGP-M ao lado do Índice Nacional da Construção Civil. O IPC também pode ceder. "Alimentação deve ajudar a desacelerar, mas a contribuição é bem gradativa, sem nenhuma virada mais radical", disse. Ainda com esses movimentos nos dois indicadores que compõem o IGP-M, a desaceleração que deve ser vista nos próximos meses na taxa acumulada em 12 meses está relacionada com os preços ao produtor (IPA), que chegaram a 0,01% em março ante 0,21%

em fevereiro. Sobre os preços ao consumidor (IPC), a dificuldade de previsão, de acordo com Quadros, é maior. De fevereiro para março, o IPC passou de 0,30% para 0,72%. De acordo com Quadros, o momento atual é de oferta agrícola mais abundante do que no início de 2012, quando houve problemas com a safra de soja (nacional e internacional). Além disso, o movimento do câmbio sugere um cenário mais favorável para o preço dos insumos industriais. "O câmbio em 2012 foi desvalorizado. Neste ano vemos o movimento oposto, não com a mesma intensidade, mas parte será devolvida. As taxas em 12 meses devem ser reduzidas por esses movimentos. Trocaremos taxas que ano passado foram grandes para algo em torno de 0,2% ao mês." (Estadão Conteúdo)

a surpresa negativa da economia brasileira veio da inflação ao consumidor, que superou as expectativas – o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve terminar o período com alta acumulada de 1,9%. "Os aumentos dos preços dos alimentos se mostraram muito resistentes. Além disso, preocupou o elevado índice de disseminação dos reajustes, próximo de 70%", afirmou Arnosti, referindo-se ao percentual de itens do IPCA que ficaram com preços mais altos. A expectativa da BBDTVM é de acomodação da inflação nos próximos três meses, para o patamar de 1,20%, principalmente por causa do fim do efeito da sazonalidade do início do ano e do reflexo das recentes desonerações de tributos determinadas pelo governo. Assim, de acordo com Arnosti, o Banco Central (BC) deve retomar as elevações do juro básico (Selic) apenas em maio. A mudança do discurso do BC, por sinal, foi outra surpresa do primeiro trimestre. Depois de passar meses aparentemente preocupado com o crescimento da economia, o BC passou a manifestar publicamente preocupação com os rumos dos preços, o que levou o mercado financeiro a voltar a apostar em alta da Selic, hoje ainda em seu menor patamar histórico (7,25% ao ano). (*com AE)

1,9 por cento deve ser a inflação de janeiro a março pelo IPCA, estima a BBDTVM.

Nas fábricas, deflação.

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s preços dos produtos brasileiros na porta de fábrica ficaram com preços menores pelo segundo mês consecutivo, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O Índice de Preços ao Produtor (IPP) registrou queda de 0,33% em fevereiro, puxada pela redução na atividade do setor de alimentos. Em janeiro, o IPP já havia recuado 0,10%. O movimento de deflação na indústria de transformação do País pode chegar aos indicadores de preços ao consumidor nas próximas leituras, na avaliação de Cristiano Santos, técnico do IPP na área de Coordenação de Indústria do IBGE. A transmissão dos preços mais baixos se daria por meio dos alimentos, que já ficaram 4,04% mais baratos em janeiro e fevereiro de 2013, mas também pelos equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos, que já tiveram redução de 3,52% no IPP do ano. "O IPP na sua metodologia é encarado como indicador antecedente. É possível que algum impacto nessa mensuração do nível de preços no IPP hoje possa ser sentido no futuro no varejo", disse Santos Os alimentos têm sido fundamentais para manter a deflação no indicador neste ano. A atividade contribuiu com -0,81 ponto percentual para o recuo de 0,43% no IPP do período. "Se hoje os alimentos são vilões no Índice de Preços ao Consumidor, são bons moços no IPP." No caso dos equipamentos de informática e produtos eletrônicos, o impacto negativo sobre o IPP no acumulado em janeiro e fevereiro foi de 0,11 ponto percentual. O principal recuo de preços foi verificado nos aparelhos de telefone celular, mas computadores pessoais de mesa e relógios de pulso também ficaram mais baratos. "São todos produtos de bens de consumo final. A variação negativa é refletida por esses produtos que chegam ao consumidor, ao varejo, principalmente por conta de telefones celulares, os smartphones." (Estadão Conteúdo)

MAIMELL SAÚDE EMPRESARIAL LTDA.

REGISTRO PROVISÓRIO CNPJ - 01.171.607/0001-05 ANS SOB Nº 33.507-0 Relatório da Administração Prezados Senhores, A diretoria da Maimell Saúde Empresarial Ltda. apresenta a V.Sas. as Demonstrações Financeiras da Empresa e respectivas Notas Explicativas, assim como o Relatório dos auditores independentes, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012, em cumprimento às disposições legais, estatutárias e atendimento à ANS Agência Nacional de Saúde Suplementar - Ministério da Saúde - Lei nº 9.656/98 de 03 de junho de 1998. A Operadora passou por um período de dificuldades, principalmente em virtude da Direção Fiscal, instituída pela a ANS, em fevereiro de 2012. No entanto apresentou uma melhora considerável neste final de exercício. Para 2013 esperamos continuar melhorando a cada dia. Permaneceremos ao inteiro dispor de V.Sas. para quaisquer esclarecimentos que eventualmente possam ser necessários. São Paulo, 24 de Janeiro de 2013. À Diretoria Balanço Patrimonial Demonstração do Resultado Ativo 2012 2011 Passivo 2012 2011 2012 2011 Circulante 2.486.134,25 1.113.200,70 Circulante 5.000.397,84 4.197.421,27 Contraprestações Efetivas 23.998.542,59 23.660.834,81 Disponível 44.202,69 60.290,27 Provisões Técnicas de Operações Contraprestações Líquidas 24.270.260,92 24.491.867,76 4.639.199,76 3.132.148,35 Tributos Diretos de Operações de Assistência à Saúde Realizável 2.441.931,56 1.052.910,43 Provisão de Eventos/ Aplicações Vinculadas c/Planos de Assistência à Sinistros a Liquidar 2.929.977,79 1.704.419,83 a Provisões Técnicas 1.385.032,70 895.830,18 Saúde da Operadora (271.718,33) (831.032,95) Provisão de Eventos/Sinistros Aplicações Não Vinculadas Eventos (20.564.848,87) (21.229.890,74) Ocorridos e Não Avisados 1.709.221,97 1.427.728,52 Eventos / Sinistros a Provisões Técnicas Tributos e Contribuições a Recolher 258.298,16 554.976,58 Créditos de Operações com Conhecidos ou Avisados (20.963.532,83) (21.415.927,83) Planos de Assistência à Saúde 226.048,21 61.424,54 Empréstimos e Recuperação de Eventos/Sinistros Financiamentos a Pagar 15.926,30 Contraprestação Pecuniária 226.048,21 61.424,54 Conhecidos ou Avisados 642.215,64 430.938,58 22.822,86 22.822,86 Variação da Provisão de Eventos/ Créditos Tributários 825.919,89 - Provisões 80.077,06 471.547,18 Despesas Antecipadas 4.930,76 - Débitos Diversos Sinistros Ocorridos e não Avisados (243.531,68) (244.901,49) 1.725.372,94 2.219.699,29 Resultado das Operações com Títulos e Créditos a Receber 80.895,86 Passivo não Circulante 1.725.372,94 2.219.699,29 Outros Valores e Bens 14.759,85 Exigível a Longo Prazo Planos de Assistência à Saúde 3.433.693,72 2.430.944,07 8.652,76 Resultado Bruto Ativo não Circulante 1.281.409,87 1.473.429,66 Tributos e Contribuições a Recolher 191.591,56 3.433.693,72 2.430.944,07 Empréstimos e Realizável a Longo Prazo Despesas de Comercialização (35.484,79) (105.311,91) Financiamentos a Pagar 608.410,94 1.100.260,62 (Depósitos Judiciais e Fiscais) 1.854,73 1.854,73 Despesas Administrativas (4.291.576,77) (3.906.199,57) Permanente 1.279.555,14 1.471.574,93 Provisões Outras Receitas Operacionais 925.370,44 1.110.785,91 Ivenstimentos 16.482,80 31.945,85 Débitos Diversos Outras Despesas Operacionais (53.850,61) (9.361,50) Outros Investimentos 16.482,80 31.945,85 Patrimônio Líquido / Provisão Para Perdas Sobre Créditos Patrimônio Social (2.958.226,66) (3.830.490,20) Imobilizado 1.263.072,34 1.439.629,08 (53.850,61) (9.361,50) Imóv.de Uso Próprio - Hospitalares 29.931,80 163.944,92 Capital Social ou Patrimônio Social 1.781.000,00 1.781.000,00 Outras Resultado Financeiro Líquido 2.947,32 (118.362,63) Imóveis de Uso Próprio Adiantamento Para Futuro 118.797,35 95.735,45 Não Hospitalares 1.009.000,00 1.009.000,00 Aumento de Capital 1.900.000,00 1.400.000,00 Receitas Financeiras Despesas Financeiras (115.850,03) (214.098,08) Bens Móveis - Hospitalares 166.765,08 201.616,77 Reservas (Reservas de (944.271,13) (1.708.291,54) Bens Móveis - Não Hospitalares 31.490,08 37.328,81 Recup. de Impostos) 802.514,82 - Resultado Operacional Resultado Patrimonial 120.000,00 Outras Imobilizações Prejuízos (Déficits) Acumulados 120.000,00 Não Hospitalares 25.885,38 27.738,58 ou Resultado (7.441.741,48) (7.011.490,20) Receitas Patrimoniais Resultado Antes dos Total do Ativo 3.767.544,12 2.586.630,36 Total do Passivo 3.767.544,12 2.586.630,36 Impostos e Participações (824.271,13) (1.708.291,54) Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido em 31 de Dezembro de 2011 e 2012 Imposto de Renda Capital Adto.P/F. Reserva de Lucros ou Prej. Social Aum.Capital Ajustes Reavaliação Acumulados Total Contribuição Social Resultado Líquido (824.271,13) (1.708.291,54) Saldos em 31/12/2010 1.781.000,00 600.000,00 1.061.632,04 1.011.290,88 (5.005.360,92) (551.438,00) Ajustes de Exercicios Anteriores( 1) - (1.061.632,04) (1.011.290,88) (297.837,74) (2.370.760,66) Inexistem controles individualizados dos bens do Ativo PermaAdto p/ futuro Aumentos de Capital - 800.000,00 800.000,00 nente - Imobilizado. Nota 7. Provisões Técnicas; b) Provisão Lucro/Superávit /Prej.Líq.do exerc. - (1.708.291,54) (1.708.291,54) para eventos ocorridos e não avisados: O valor da Provisão Saldos em 31/12/2011 1.781.000,00 1.400.000,00 - (7.011.490,20) (3.830.490,20) Para Eventos Ocorridos e Não Avisados - PEONA da empresa em Ajustes de Exercicios Anteriores( 1) - 802.514,82 394.019,85 1.196.534,67 dezembro de 2012 de acordo com os critérios estabelecidos no Adto p/ futuro Aumentos de Capital - 500.000,00 500.000,00 art. 19 da RN 160/07 e RN 209 é de R$ 1.709.221,97. Em função Lucro/Superávit /Prej.Líq.do exerc. (824.271,13) (824.271,13) desta ter iniciado suas operações antes de 19 de julho de 2001, a Saldos em 31/12/2012 1.781.000,00 1.900.000,00 802.514,82 - (7.441.741,48) (2.958.226,66) provisão passou a ser constituída a partir de janeiro de 2008, na Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis em 31 de Dezembro de 2012 (Em R$) proporção cumulativa mínima de 1/72 (um setenta e dois avos), Nota 1. Contexto Operacional: A Maimell Saúde Empresarial PPSC (Provisão para Perdas Sobre Créditos) e mensalidades a re- a cada mês, do valor calculado da PEONA, em obediência as boas Ltda. é uma entidade constituída sob a forma de sociedade civil, ceber, que estão de acordo com os critérios estabelecidos pelas práticas contábeis adotadas no Brasil. Nota 8. Contingências: com fins lucrativos, tendo como objetivo a prestação de serviços normas da Agencia Nacional de Saúde Suplementar, sobretudo Contingências Cíveis e Trabalhistas; a) Conforme relatórios de administração e execução de Planos privados de saúde e as- Plano de Contas padrão. b) Ativo Circulante: Demonstrados pe- fornecidos pelos advogados, em 31.12.2012 a empresa possui sistência médica hospitalar, mediante a contraprestação pecuni- los valores de custo ou aquisição, incluindo, quando aplicável, os ações trabalhistas cujo montante se dá como perdas possíveis ária pré-estabelecidas, sob a modalidade de Medicina de Grupo rendimentos e variações monetárias auferidos em base “pro-rata e prováveis o valor de R$ 30.600,00.(Trinta mil e Seiscentos Ree está habilitada à prática das atividades que lhe são atribuídas dia”, quando aplicável, ajustado por faturamento antecipado ao ais) No entanto essas perdas prováveis não foram contabilizadas pela regulamentação aplicável, está registrada na Agência Nacio- período de competência e provisão para créditos de liquidação por se tratar de processos transitados e não julgados, provisão nal de Saúde Suplementar sob Registro de Operadora nº. 33.507- duvidosa ou riscos. c) Imobilizado: Demonstrado pelo custo de ao SUS no valor R$786.057,57, (Setecentos e Oitenta e Seis mil 0, desde 28/01/1999. Nota 2. Elaboração e Apresentação das aquisição, deduzido da depreciação acumulada. As mesmas são Cinquenta e Sete Reais e Cinquenta e sete Centavos) referente a Demonstrações Contabeis: As demonstrações contábeis foram calculadas pelo método linear, com taxas anuais. d) Passivos Ressarcimento ao SUS - Sistema Único de Saúde, e provisionados elaboradas e estão apresentadas em conformidade com as práti- Circulante e não Circulante (Exigível a Longo Prazo): De- junto a ANS. Contingências Tributárias: b) As declarações de cas contábeis adotadas no Brasil, emanadas pela Lei n. º 9.656/98 monstrados por valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos, Imposto de Renda dos últimos cinco anos estão sujeitas a revisão de 03 de junho de 1998 e suas alterações e de acordo com as quando aplicável, dos correspondentes encargos e variações e lançamentos adicionais pelas autoridades fiscais. A empresa não tem conhecimento de nenhum lançamento complementar normas instituídas pela Agência Nacional de Saúde Suplemen- monetárias, exceto os impostos em atraso. que devesse ser efetuado nesta demonstração. Nota 9. Capital tar - ANS, Nota 3. Principais Práticas Contabéis: a) Regime de Nota 4. Aplicações Financeiras Escrituração: Adotado o regime de competência para o registro Composição 2012 2011 Social: O capital social está representado pelo montante de R$ das mutações patrimoniais ocorridas no exercício, o que implica Aplicações Vinculadas a ANS 1.385.032,70 895.830,18 1.781.000,00 (um milhão, setecentos e oitenta e um mil reais) no reconhecimento das receitas, custos e despesas no período Aplicações Não Vinculadas a ANS - e totalmente integralizado por quotistas domiciliados no país. em que efetivamente ocorrerem, independentemente de seu Total 1.385.032,70 895.830,18 Conforme Plano de Saneamento vem sendo colocado um aumento de capital e o mesmo será integralizado na conta capital pagamento ou recebimento. A apropriação das receitas de Nota 5. Contraprestações Pecuniarias a Receber contraprestações decorrentes de contratos com preços pré-es- Descrição 2012 2011 social logo que seja aprovado pela ANS, possuindo uma provisão constituída de reserva para aumento de capital social no montabelecidos é efetuada, considerando-se o período de cobertura Mensalidades a Receber do risco. A apropriação dos eventos indenizáveis foi efetuada, e Faturas a Receber 2.779.483,90 2.043.182,15 tante de R$1.900.000,00(Hum Milhão e Novecentos Mil Reais), reconsiderando-se a data de apresentação da conta médica ou do Outras - ferente aos aportes realizados e escriturados. Nota 10. Reserva aviso pelos prestadores, correspondente aos eventos ocorridos (-) Faturamento Antecipado (2.499.585,08) (1.940.888,02) Legal: Contingências Tributárias: A) Foi constituída uma proe não na data do atendimento, em observância ao Comunicado (-) Títulos descontados 0,00 0,00 visão como reserva legal de impostos a recuperar referente ao do IBRACON de nº. 3. Por atuar predominantemente com Planos (-) PPSC (53.850,61) (40.869,59) processo administrativo impetrado junto a prefeitura de POÁ no Coletivos a Operadora apresenta valores ínfimos nas contas de Total 226.048,21 61.424,54 valor de R$802.514,82 (Oitocentos e Dois Mil Quinhentos e Quatorze reais e Oitenta e Dois Centavos), como valor original, sem o Nota 6. Imobilizado Descrição Taxa de Deprec. Custo Corrigido Depreciação/Aquisição 2012 2011 efeito das correções monetárias, juros e demais acréscimos pecuEdificações 4% 112.589,06 (82.657,26) 29.931,80 163.944,92 niários, referente ao cálculo dos Impostos de Serviços Prestados, Prédio 4% 450.000,00 450.000,00 450.000,00 recolhidos a mais, devido a regularização e alteração na base de Prédio 4% 259.000,00 259.000,00 259.000,00 cálculo aprovada pela Prefeitura de POÁ, onde apresentamos os Terrenos 300.000,00 300.000,00 300.000,00 valores recebidos, deduzidos os efeitos dos eventos realizados e Instalações 10% 768,32 (15,68) 752,64 940,80 pagos no período, gerando uma base de cálculo do ISS menor, Máquinas e Equipamentos 10% 114.681,17 (1.681,94) 112.999,23 133.182,51 para apuração do referido imposto, estamos no aguardo de um Móveis e Utensílios 10% 10.501,20 (239,26) 10.261,94 12.374,86 Deferimento e restituição dos impostos recolhidos a mais. B) As Computadores Periféricos 20% 3.183,88 (55,86) 3.128,02 0,00 declarações de Imposto de Renda dos últimos cinco anos estão Veículos 20% 72.891,17 (1.777,84) 71.113,33 92.447,41 sujeitas a revisão e lançamentos adicionais pelas autoridades fisOutras Imobilizações 26.348,68 (463,30) 25.885,38 27.738,58 cais. A empresa não tem conhecimento de nenhum lançamento Total 1.349.963,48 (86.891,14) 1.263.072,34 1.439.629,08 complementar que devesse ser efetuado nesta demonstração. Gilberto Maida MeIIace Jr. CPF. 003.270.618-98 Luiz Antonio Ferreto - CPF 938.148.368-04 - CRC/CT-SP: 1SP140175/O-8 Relatório dos Auditores Independentes Aos administradores da Maimell Saúde Empresarial Ltda. São das demonstrações contábeis da companhia para planejar os pro- Patrimônio Líquido negativo R$ 2.958.226,66 e a Resolução NormaPaulo - SP. Examinamos as demonstrações contábeis da Maimell cedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, tiva 209 de 22 de dezembro de 2009 da ANS Art. 6º determina a Saúde Empresarial Ltda., que compreendem o balanço patrimo- mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses “Margem de Solvência à suficiência do Patrimônio Mínimo ajustado nial de 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações controles internos da companhia. Uma auditoria inclui, também, a por efeitos econômicos.” a operadora encerrou o exercício com um do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razo- déficit de PMA R$ 4.194.086,82. - Em 31/12/2012 a operadora não Caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das abilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem possuía ativos garantidores vinculados a ANS em montante sufiprincipais práticas contábeis e demais notas explicativas. Respon- como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis ciente para cobrir o valor apurado das Provisões Técnicas no valor sabilidade da administração sobre as demonstrações contá- tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria R$ 1.709.221,97, possuindo um saldo aplicado em 31/12/2012 de beis: A administração da empresa é responsável pela elaboração e obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. R$ 1.385.032,70, portanto com um déficit de R$ 324.189,27. - A Entiadequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acor- Base para opinião com ressalva sobre as demonstrações contá- dade optou por não efetuar os testes de recuperabilidade nas condo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles beis: A Administração da Maimell Saúde Empresarial Ltda., optou tas de seu ativo imobilizado, pois acredita não existirem perdas a internos que ela determinou como necessários para permitir a ela- pelo parcelamento da Provisão de Eventos Ocorridos e Não Avisa- serem contabilizadas. - As Demonstrações Financeiras foram apreboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, dos (PEONA), cujo valor contabilizado foi R$ 1.709.221,97, sendo sentadas no pressuposto da Continuidade de suas operações, no independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabi- que em 31.12.2012 totalizava R$ 2.083.564,77. Contudo, o setor entanto a ANS determinou uma nova direção fiscal em 15/02/2012 lidade dos auditores independentes: Nossa responsabilidade é de saúde suplementar tem uma legislação própria que permite a a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis constituição desta provisão parcelada para Operadoras de Plano de e a Transferência de sua carteira de Clientes no prazo de 30 dias, com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas Saúde, conforme a Resolução Normativa 209 de 22 de dezembro sendo que a operadora entrou com uma liminar evitando transfebrasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o de 2010, Art. 17 § 2º. Opinião com ressalva: Em nossa opinião, rência da carteira. Outros assuntos: Demonstrações do Fluxo de cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria exceto pelos efeitos do assunto descrito no parágrafo Base para caixa: Não examinamos as demonstrações do fluxo de caixa, visto seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança ra- opinião com ressalva sobre as demonstrações contábeis apresen- a dispensa desta publicação, para empresas reguladas pela Agênzoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção tam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição cia Nacional de Saúde Suplementar, que não atinjam o Patrimônio relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos patrimonial e financeira da Maimell Saúde Empresarial Ltda., em Liquido de 2 (dois) milhões. Auditoria dos valores correspondenselecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os tes ao exercício anterior: Os valores correspondentes ao exercício divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os pro- seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo findos em 31 de dezembro de 2011, apresentados para fins de comcedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, com as práticas contábeis adotadas no Brasil, e normas da ANS - paração, foram anteriormente por nós auditados de acordo com as incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demons- Agencia Nacional de Saude. Ênfase: - A Maimell Saúde Empresarial normas de auditoria vigentes por ocasião da emissão do relatório trações contábeis, independentemente se causada por fraude ou Ltda., por se tratar de Operadora de Plano de Saúde, deve atender em 23 de abril de 2012, com uma modificação sobre a Peona. São Paulo (SP),25 de fevereiro de 2013. erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles e cumprir as normas estabelecidas pela Agência Nacional de Saúinternos relevantes para a elaboração e adequada apresentação de Suplementar. A Operadora encerrou o exercício de 2012 com Luiz Carlos Sales - CRC - 1SP 048.626/0-4 - Responsável Técnico.


DIÁRIO DO COMÉRCIO

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e

quinta-feira, 28 de março de 2013

A receita publicitária do Twitter deste ano vai somar US$ 582,8 milhões, segundo o levantamento, quase o dobro do verificado em 2012.

conomia

Passageiro Vip

C

Turismo diferenciado Divulgação

destinos, com apoio de entidades, Prefeituras e Secretarias de Turismo locais. Nasceram assim circuitos na Capital como o "Além dos Túmulos", "Luzes de Natal", "Graffitis Paulistanos", "Lembranças da Itália", ou "Show de Bola". Já no interior e litoral, há o "Maria Fumaça", "Heranças Holandesas", "Nas Terras do Lobisomem", "Monteiro Lobato", "Nas Trilhas da Cachaça", e "Retratos da Inglaterra", entre outros. Há ainda o "Taypa de Pilão", que abrange seis municípios

paulistas. Há mais. Para os jovens, foi criado o "SP do Outro Mundo" e o "SP Musical", para os saudosistas, o "Nos Bailes da Vida", "Vilas de São Paulo", "Nostalgia Paulistana" e para os interessados na vida rural, o "Caminho da Roça" e "Circuito das Frutas". Silvério tampouco perde oportunidade para lançar produtos, como o "Bruxas Soltas na Serra", realizado em Vila de Paranapiacaba durante o Encontro de Magos e Bruxas em 2012. Ele explora ainda o filão do aumento da

criminalidade urbana. "Nosso próximo lançamento será o "Crimes Paulistanos", voltado especialmente para estudantes, estagiários e profissionais de Direito", ele revela. A equipe da Grafitt entendeu a mensagem. Diante da globalização, avanço da tecnologia da informação e o perfil atual do consumidor, seria impossível persistir no modelo anterior. "Não dá mais para vender de tudo para todos, sem foco ou busca de novos modelos. É preciso inovar, falar a linguagem do cliente, identificar necessidades e tendências", explica o fundador. A experiência de Carlos Silvério é útil não só para ele, mas serve de referência para empreendedores na área de viagens: "As pessoas querem o inusitado: vivenciar situações memoráveis, experimentar sensações e sabores, interagir, conhecer o estranho, e familiarizar-se com ele".

Rodrigo Jacob/Divulgação

omoditização é uma palavra complicada, mas que ironicamente se refere a um conceito simples. Trata-se da padronização de produtos ou serviços como se fosse a mesma coisa perante os olhos do consumidor. E que, em turismo, tem a capacidade de causar o maior estrago nos negócios. Afinal, não há agência, hotel, destino ou prestador de serviços que queira ser percebido como idêntico aos demais, diferenciado apenas pelos preços. A boa notícia é que as pessoas têm gostos próprios, e as empresas, necessidades diferentes. Portanto, a solução inteligente é identificar nichos que fujam ao lugar comum e permitam ao fornecedor se diferenciar da multidão. Há exemplos de sucesso nesta abordagem de agências que encontraram na tematização ou especialização a forma de marcar o seu território. Como a Graffit Projetos Turísticos de São Paulo, fundada em 1997 por Carlos Silvério, um profissional com 36 anos no mercado. A sua agência e operadora atua em São Paulo, com foco no turismo receptivo, cultural e público sênior. "Nosso diferencial é a segmentação e tematização de circuitos", ele explica. Hoje, a Grafitt oferece 107 roteiros, 84 deles na Capital, voltados para empresas, instituições de ensino, eventos e associações. Cada um deles surgiu a partir de pesquisa de

Dan Fonseca

D

an Fonseca, CEO da EmCorp e da BRAINN, que é o responsável por trazer ao Brasil, além de duas outras marcas da Wyndham, a rede de hotéis econômicos Super 8, nasceu em Belo Horizonte, capital de Minas Gerais. Casado e pai de quatro filhos, Dan é um empreendedor nato. Começou a carreira como design gráfico em Publicidade. Mais tarde, como empresário, ao viajar a negócios pelo Brasil, Estados Unidos e Europa, observou a inexistência no País de hotéis budget que combinassem conforto e qualidade. Há dois anos, apresen-

tou um ousado projeto à direção da Wyndham Hotels, chamando a atenção do imenso potencial do Brasil para o segmento. Em conjunto com investidores nacionais, ele quer implantar nos próximos dez anos 200 unidades Super 8 com 100 apartamentos cada, em geral em rodovias perto de cidades e centros industriais. As três primeiras unidades estão em construção, e outras 20 devem ser iniciadas neste ano. Empolgado, Dan aconselha os viajantes: "A partir de setembro, não deixem de consultar se a cidade a visitar já possui um Super 8".

Contatos com o autor pelo e-mail: fabio@steinberg.com.br

Reuters

Receita publicitária do Twitter pode chegar a US$ 1 bi

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Teste com novo sistema de bateria para aeronave da Boeing foi realizado na última segunda-feira com avião da Lot Polish Airlines.

787 da Boeing encara novo risco

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om a Boeing trabalhando para recuperar a permissão para seus 787 Dreamliner retomarem os voos, a empresa enfrenta o que poderia ser um custoso novo desafio: um banimento temporário das jornadas de longa distância para as quais a aeronave foi projetada. Especialistas do setor de aviação e autoridades do governo dizem que a Administra-

ção Federal de Aviação (FAA, na sigla em inglês) pode encurtar o tempo de voo permitido para o 787 em certas rotas ao aprovar um sistema de baterias redesenhado. "Caso a FAA aprove (somente) a operação sobre terra, isso seria um golpe muito destrutivo ao programa do 787", afirmou Scott Hamilton, analista de aviação na Leeham Co, em Seattle. "É completamente dentro das

expectativas que a FAA limite as extensões de operação para o 787", disse uma fonte reguladora do Japão. Um porta-voz da FAA afirmou ser muito cedo para discutir a aprovação de ETOPS já que o reparo da bateria da Boeing ainda está em testes. Em coletiva de imprensa recente no Japão, executivos da Boeing disseram não haver conversação com regulado-

res a respeito de extensões de operação. Para eles, o plano de certificação proposto não previa mais limitações pois o avião obtenha a permissão para retomar os voos. Na segunda-feira, passageiros da Lot Polish Airlines participaram de um voo teste, a partir de Washington (EUA), com um novo sistema de bateria que foi considerado satisfatório. (Reuters)

Twitter vai gerar quase US$ 1 bilhão em receita com publicidade no próximo ano por causa de um aumento no faturamento com anúncios em dispositivos móveis, afirma um estudo publicado ontem. Os anúncios móveis vão representar quase metade da receita do Twitter com publicidade neste ano e serão responsáveis por mais de 60% do faturamento publicitário do s i t e d e m i c r oblogs em 2015, afirma o levantamento produzido pela eMarketer. O aumento da popularidade dos anúncios móveis do Twitter, introduzidos em março de 2012, fez a eMarketer aumentar suas estimativas de receita publicitária do site em 2014 para US$ 950 milhões. A estimativa anterior era de quase US$ 800 milhões. A receita publicitária do Twitter deste ano vai somar US$ 582,8 milhões, segundo o levantamento, quase o dobro do verificado em 2012. Com mais de 200 milhões

de usuários mensais ativos, o Twitter está entre as redes sociais mais populares da Web e analistas esperam que a companhia venda ações ao público dentro de dois anos. Conforme aumenta o acesso à web por dispositivos móveis, como celulares inteligentes, os anúncios para este segmento se tornam cada v e z m a i s i mportantes para companhias de Internet. O Fac e b o o k i n f o rmou em janeiro que sua receita com publicidad e m ó v e l d obrou no quarto trimestre em relação aos três meses anteriores, representando cerca de 23% do faturamento total com anúncios, de US$ 1,33 bilhão. A eMarketer informou que suas estimativas de receita são baseadas em análises de relatórios que acompanham tendências de compra de mídia, dados de utilização do Twitter e entrevistas com executivos de agências de publicidade, sites e outras fontes. (Reuters)


DIÁRIO DO COMÉRCIO

quinta-feira, 28 de março de 2013

ECONOMIA/LEGAIS - 19

Itaú BBA Participações S.A. CNPJ nº 58.851.775/0001-50 RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Acionistas: Apresentamos as Demonstrações Contábeis da Itaú BBA Participações S.A., relativas aos períodos de 01/01 a 31/12 de 2012 e de 2011. As Demonstrações Contábeis foram preparadas conforme as práticas contábeis adotadas no Brasil, incluindo os pronunciamentos emitidos pelo CPC (Comitê de Pronunciamentos Contábeis). São Paulo, 27 de março de 2013. A Administração. BALANÇO PATRIMONIAL (Em Milhares de Reais)ATIVO NOTAS Circulante ........................................................... Disponibilidades .................................................. Ativos Financeiros Disponíveis para Venda......... Ativos Fiscais....................................................... Imposto de Renda e Contribuição Social Compensar..................................................... Outros ............................................................... Não Circulante ................................................... Ativos Financeiros Disponíveis para Venda......... Outros Ativos Financeiros ...................................

DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO (Em Milhares de Reais) 31/12/2012

31/12/2011

3b e 4 3c e 5a 3f

7.779 486 4.745 2.548

41.619 103 39.999 1.517

3c e 5a 5b

2.548 –.– 44.053 40.533 3.520

1.516 1 7.952 4.364 3.588

51.832

49.571

TOTAL DO ATIVO ...............................................

PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO

NOTAS

Circulante ........................................................... Obrigações Fiscais .............................................. Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos ......................................................... Outras ............................................................... Outros Passivos................................................... Total do Passivo ................................................ Capital Social....................................................... Reservas Integralizadas ...................................... Total do Patrimônio Líquido ............................. TOTAL DO PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO ...........................................................

31/12/2012

31/12/2011

2.866 727

1.549 185

350 377 2.139 2.866 25.195 23.771 48.966

185 –.– 1.364 1.549 25.195 22.827 48.022

51.832

49.571

3f

7b

7

DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO (NOTA 7) (Em Milhares de Reais) Capital Social

Reservas Integralizadas

Resultados Abrangentes

Distribuição de Dividendos Adicionais

807.765 (527.275) (280.164) (63.074) (101) –.– (326) –.–

377.511 (357.248) (20.589) –.– –.– 326 –.– –.–

–.– –.– –.– –.– –.– –.– –.– –.–

–.– –.– (180.000) –.– –.– –.– –.– 266.002

–.– –.– –.–

(5.039) (80.963) –.–

SALDOS EM 01/01/2011 ........................................................... Redução de Capital (Nota 3d) .................................................... Capitalização por Reservas - AGE 30/09/2011 (Nota 7a).......... Dividendos Pagos....................................................................... Dividendos Provisionados .......................................................... Variação de Valor Justo .............................................................. Outorga de Opções de Ações .................................................... Lucro Líquido.............................................................................. Destinações: Reserva Legal.......................................................................... Reserva Estatutária ................................................................. SALDOS EM 31/12/2011 ...........................................................

838.400 (1.339.614) 526.409 –.– –.– –.– –.– –.– –.– –.– 25.195

5.039 80.963 22.827

MUTAÇÕES DO PERÍODO .......................................................

(813.205)

(784.938)

SALDOS EM 01/01/2012 ........................................................... Lucro Líquido.............................................................................. Destinações: Reserva Legal.......................................................................... Reserva Estatutária ................................................................. Dividendos Provisionados........................................................ Juros sobre o Capital Próprio .................................................. SALDOS EM 31/12/2012 ...........................................................

25.195 –.–

22.827 –.–

–.– –.– –.– –.– 25.195

MUTAÇÕES DO PERÍODO .......................................................

–.–

–.– –.– –.– (377.511)

Lucros (Prejuízos) Acumulados

2.023.676 (2.224.137) 45.656 (63.074) (101) 326 (326) 266.002 –.– –.– 48.022

–.–

–.–

(1.975.654)

–.– –.–

–.– –.–

–.– 3.457

48.022 3.457

–.– 598 –.– (2.513) 20.912

–.– –.– –.– –.– –.–

–.– –.– 2.859 –.– 2.859

–.– (598) (2.859) –.– –.–

–.– –.– –.– (2.513) 48.966

(1.915)

–.–

2.859

944

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS - PERÍODO DE 01/01 A 31/12 DE 2012 E DE 2011 (Em Milhares de Reais) NOTA 1 - CONTEXTO OPERACIONAL A Itaú BBA Participações (ITAÚ BBA PART) é uma sociedade anônima de capital fechado, constituída e existente segundo as leis brasileiras e está localizada na Praça Alfredo Egydio de Souza Aranha, 100 - Torre Conceição - 7º andar - São Paulo - SP. A sociedade tem por objetivo deter participações em outras sociedades, na qualidade de acionista ou quotista. As Demonstrações Contábeis elaboradas para os exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e de 2011 foram aprovadas pela Diretoria em 27 de março de 2013. NOTA 2 - POLÍTICAS CONTÁBEIS SIGNIFICATIVAS As principais políticas contábeis aplicadas na preparação destas Demonstrações Contábeis estão descritas abaixo. 2.1 - BASES DE PREPARAÇÃO Demonstrações Contábeis As Demonstrações Contábeis individuais foram preparadas conforme as práticas contábeis adotadas no Brasil incluindo os pronunciamentos emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPCs). A preparação das Demonstrações Contábeis requer o uso de certas estimativas contábeis críticas e também o exercício de julgamento por parte da Administração da ITAÚ BBA PART no processo da aplicação das políticas contábeis. Aquelas áreas que requerem maior nível de julgamento e possuem maior complexidade estão divulgadas na nota 2.3. Em 31/12/2012, a ITAÚ BBA PART não possui: (i) planos de pensão; (ii) ganhos/perdas com ativos disponíveis para venda; (iii) operações com instrumentos derivativos; (iv) ganhos/perdas em conversões monetárias. Neste sentido não está sendo apresentada a Demonstração do Resultado Abrangente. 2.2 - PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS EMITIDOS RECENTEMENTE E APLICÁVEIS EM PERÍODOS FUTUROS Os pronunciamentos a seguir entrarão em vigor para períodos após a data destas Demonstrações Contábeis e não foram adotados antecipadamente: • Alteração do CPC 39 - “Instrumentos Financeiros: Apresentação” - Essa alteração foi emitida para esclarecer os requerimentos de offsetting de instrumentos financeiros no Balanço Patrimonial. Essa alteração é efetiva para exercícios iniciados em 1º de janeiro de 2014. Os possíveis impactos decorrentes da adoção dessa alteração estão sendo avaliados; • Alteração do CPC 40 - “Instrumentos Financeiros: Evidenciação” - Em dezembro de 2011 foi emitida nova alteração do pronunciamento requerendo divulgações adicionais sobre o processo de offsetting. Esses requerimentos são efetivos para exercícios iniciados após 1º de janeiro de 2013. Os possíveis impactos decorrentes da adoção dessas alterações estão sendo avaliados; • Alteração do CPC 38 - Introduz novos requerimentos para classificar e mensurar ativos financeiros e é esperado que afete a contabilização de instrumentos financeiros do ITAÚ BBA PART. Não é efetivo até 1º de janeiro de 2015, sua adoção antecipada é permitida pelo IASB; e • Alteração do CPC 12 - “Ajuste a Valor Presente” - O pronunciamento tem como objetivo um maior alinhamento entre IFRS e USGAAP, aumentando a consistência e diminuindo a complexidade das divulgações, utilizando definições precisas de valor justo. Não é efetivo até 1º de janeiro de 2013. Os possíveis impactos da adoção do pronunciamento estão sendo avaliados. Ciclo de Melhorias Anuais (2009-2011) - Anualmente o CPC faz pequenas alterações em uma série de pronunciamentos, com objetivo de esclarecer as normas atuais e evitar dupla interpretação. Nesse ciclo foram revisados o CPC 37 - “Adoção Inicial das Normas Internacionais de Contabilidade”, CPC 26 - “Apresentação das Demonstrações Contábeis”, CPC 27 - “Ativo Imobilizado”, CPC 39 - “Instrumentos Financeiros: Apresentação” e CPC 21 - “Demonstração Intermediária”. As alterações não são efetivas antes de 1º de janeiro de 2013. Não esperamos que existam impactos relevantes. 2.3 - ESTIMATIVAS CONTÁBEIS CRÍTICAS E JULGAMENTOS A preparação das Demonstrações Contábeis de acordo com os CPCs exige que a Administração realize estimativa e utilize premissas que afetam os saldos de ativos e passivos e passivos contingentes divulgados na data das demonstrações contábeis, bem como os montantes divulgados de receitas, despesas, ganhos e perdas durante os períodos apresentados e em períodos subsequentes, pois os resultados efetivos podem ser diferentes daqueles apurados de acordo com tais estimativas e premissas. Todas as estimativas e as premissas utilizadas pela Administração estão em conformidade com os CPCs e são as melhores estimativas atuais realizadas em conformidade com a norma aplicável. As estimativas e julgamentos são avaliados em base contínua, e consideram a experiência passada e outros fatores. As Demonstrações Contábeis incluem diversas estimativas e premissas utilizadas. As estimativas contábeis e premissas críticas que apresentam impacto mais significativo nos valores contábeis de ativos e passivos, estão descritas abaixo: a) Imposto de Renda e Contribuição Social Diferido Conforme explicado na Nota 3f, ativos fiscais diferidos são reconhecidos somente em relação as diferenças temporárias e créditos e prejuízos fiscais a compensar na medida em que se considera provável que a ITAÚ BBA PART irá gerar lucro tributável futuro em relação aos quais os ativos fiscais diferidos possam ser utilizados. A realização esperada do crédito tributário da ITAÚ BBA PART é baseada na projeção de receitas futuras e outros estudos técnicos. b) Valor Justo dos Instrumentos Financeiros A ITAÚ BBA PART classifica as mensurações de valor justo usando a herarquia de valor justo que reflete a siginificância dos inputs no processo de mensuração. Há três grandes níveis referentes à hierarquia de valor justos, que estão detalhados na Nota 9. A ITAÚ BBA PART acredita que todas as metodologias adotadas são apropriadas e consistentes com os participantes do mercado, independente disso, a adoção de outras metodologias ou o uso de pressupostos diferentes para apurar o valor justo pode resultar em estimativas diferentes dos valores justos. c) Provisões, Ativos Contingentes e Passivos Contingentes A ITAÚ BBA PART revisa periodicamente suas provisões e contingências que são avaliadas com base nas melhores estimativas da Administração, levando em consideração o parecer de assessores legais quando houver probabilidade que recursos financeiros sejam exigidos para liquidar as obrigações e que o montante das obrigações possa ser razoavelmente estimado. d) Redução ao Valor Recuperável de Ativos Segundo delineado na Nota 3e, a ITAÚ BBA PART avalia os ativos a fim de verificar se seus valores contábeis são plenamente recuperáveis. Este procedimento, realizado semestralmente, submete os ativos à análise tanto qualitativa quanto quantitativa, sendo que todos os ativos são avaliados, no mínimo, uma vez por ano. NOTA 3 - RESUMO DAS PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS a) Moeda Funcional e Moeda de Apresentação As Demonstrações Contábeis estão apresentadas em Reais, que é a moeda funcional e de apresentação. b) Caixa e Equivalentes de Caixa Caixa e Equivalentes de Caixa são representados por caixa e contas correntes em bancos (considerados na rubrica Disponibilidades), Aplicações em Depósitos Interfinanceiros e Aplicações em Operações Compromissadas - Posição Bancada com prazo original igual ou inferior a 90 dias, que apresentem risco insignificante de mudança de valor, conforme detalhado na Nota 4. c) Ativos e Passivos Financeiros De acordo com o CPC 38, todos os ativos e passivos financeiros, incluindo os instrumentos financeiros derivativos devem ser reconhecidos no Balanço Patrimonial e mensurados de acordo com a categoria no qual o instrumento foi classificado.

A ITAÚ BBA PART classifica seus Ativos e Passivos Financeiros da seguinte maneira: • Ativos Financeiros Disponíveis para Venda; e • Empréstimos e Recebíveis. A classificação depende da finalidade para a qual os ativos financeiros foram adquiridos ou os passivos financeiros foram assumidos. A Administração determina a classificação de seus instrumentos financeiros no reconhecimento inicial. Os ativos financeiros são baixados quando os direitos de receber os fluxos de caixa se expiram ou quando a ITAÚ BBA PART transfere substancialmente todos os riscos e benefícios de propriedade e tal transferência se qualifica para “desreconhecimento” de acordo com os requerimentos do CPC 38. Portanto, se os riscos e benefícios não foram substancialmente transferidos, a ITAÚ BBA PART deve avaliar o controle para determinar se o envolvimento contínuo relacionado com qualquer controle retido não impede a baixa. I. Ativos Financeiros Disponíveis para Venda De acordo com o CPC 38, os ativos financeiros são classificados como disponíveis para venda quando, no julgamento da Administração, eles podem ser vendidos em resposta ou em antecipação a alterações nas condições de mercado e que não foram classificados como ativos financeiros ao valor justo através do resultado, empréstimos e recebíveis ou mantidos até o vencimento. A ITAÚ BBA PART avalia na data do Balanço Patrimonial se existe evidência que um ativo financeiro ou grupo de ativos financeiros estão em situação de perda de seu valor recuperável. No caso de instrumentos de patrimônio classificados como ativos financeiros disponíveis para venda, um declínio prolongado e significativo no valor justo, abaixo de seu valor de custo é uma evidência de redução do valor recuperável, resultando no reconhecimento de uma perda por redução ao valor recuperável. As perdas por redução ao valor recuperável reconhecidas na Demonstração do Resultado de instrumentos de patrimônio não são revertidas através do resultado. No entanto, se em período subsequente, o valor justo de um instrumento de dívida classificado como ativo financeiro disponível para venda aumentar e este aumento puder ser objetivamente relacionado a um evento ocorrido após o reconhecimento da perda, tal perda é revertida através do Resultado. II. Empréstimos e Recebíveis A ITAÚ BBA PART classifica como Empréstimos e Recebíveis a seguinte rubrica do Balanço Patrimonial: Outros Ativos Financeiros. d) Participação em Coligadas e Controladas Os investimentos em coligadas e controladas são reconhecidos inicialmente pelo custo e seu valor contábil é aumentado ou diminuído pelo reconhecimento da participação do investidor nos lucros ou prejuízos do período, gerados pela investida após a aquisição, pelo método de equivalência patrimonial. Em 30/09/2011, foi entregue o investimento no Banco Itaú BBA S.A. à Itaú Unibanco Holding S.A., com o cancelamento de 473.082 ações nominativas, sendo 157.694 ordinárias e 315.388 preferenciais, que representavam a participação de 18,91% das ações no valor de R$ 2.224.137. e) Redução ao Valor Recuperável de Ativos De acordo com a Resolução BACEN nº 3.566/08, perdas por reduções ao valor recuperável são reconhecidas pelo montante no qual o valor contábil do ativo (ou grupo de ativos) excede seu valor recuperável. O valor recuperável de cada ativo é calculado como o maior valor entre o valor em uso (soma dos fluxos de caixa antes de impostos estimados descontados à data presente) e o valor justo menos seu custo de venda (preço de mercado subtraído das despesas de transação). Para fins de avaliar a redução ao valor recuperável, os ativos são agrupados ao nível mínimo para o qual podem ser identificados fluxos de caixa independentes (unidades geradoras de caixa). A avaliação pode ser feita em um ativo individualmente quando o valor justo menos seu custo de venda possa ser determinado de forma confiável. Nos períodos findos em 31/12/2012 e de 31/12/2011 não houve indicação de redução ao valor recuperável de ativos. f) Imposto de Renda e Contribuição Social Existem dois componentes na provisão para Imposto de Renda e Contribuição Social: corrente e diferido e são registrados no Balanço Patrimonial nas rubricas Obrigações Fiscais e Ativos Fiscais respectivamente. O componente diferido representado pelos créditos tributários e as obrigações fiscais diferidas é obtido pelas diferenças entre as bases de cálculo contábil e tributárias dos ativos e passivos no final de cada exercício. O benefício fiscal dos prejuízos fiscais a compensar é reconhecido como um ativo. Os créditos tributários somente são reconhecidos quando é provável que lucros tributáveis futuros estarão à disposição para sua compensação. A Despesa de Imposto de Renda e Contribuição Social é reconhecida na Demonstração do Resultado na rubrica Imposto de Renda e Contribuição Social, exceto quando se refere a itens reconhecidos diretamente no Resultado Abrangente, tais como: o imposto diferido sobre a mensuração ao valor justo de ativos financeiros disponíveis para venda e o imposto sobre hedges de fluxo de caixa. O Imposto de Renda e Contribuição Social são calculados às alíquotas abaixo demonstradas, consideram, para efeito de cálculo as respectivas bases conforme a legislação vigente pertinente a cada encargo. Imposto de Renda ............................................................................................. 15,00% Adicional de Imposto de Renda ........................................................................ 10,00% Contribuição Social............................................................................................ 9,00% PIS...................................................................................................................... 1,65% COFINS.............................................................................................................. 7,60% NOTA 4 - CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA 31/12/2012 Disponibilidades ..................................................................... 486 TOTAL.....................................................................................

31/12/2011 103

486

103

Em 31/12/2012 e 31/12/2011 não existiam equivalentes de caixa. NOTA 5 - ATIVOS FINANCEIROS a) Disponíveis para Venda - A carteira é composta por Títulos Privados - Certificados de Depósito Bancário com vencimento entre 181-365 no valor justo de R$ 4.745 e acima de 365 dias no valor justo de R$ 40.533 que totalizam R$ 45.278 (R$ 44.363 em 31/12/2011). b) Outros Ativos Financeiros - Depósitos em Garantia de Recursos - Fiscais e Previdenciarias R$ 3.520 (R$ 3.588 em 31/12/2011). NOTA 6 - TRIBUTOS Composição das Despesas com Impostos e Contribuições 01/01 a Devidos sobre as Operações do Período 31/12/2012 Resultado antes do Imposto de Renda e Contribuição Social............................................................. 3.875 Encargos (Imposto de Renda e Contribuição Social) às aliquotas vigentes (Nota 3f).............................................. (1.318) Acréscimos/Decréscimos aos encargos de Imposto de Renda e Contribuição Social decorrentes de: (Inclusões)/Exclusões Resultado de Participações em Coligadas e Controladas .... –.– Juros sobre o Capital Próprio................................................ 854 Outras Despesas Indedutíveis Líquidas das Receitas não Tributáveis.................................................................... 46 Total de Imposto de Renda e Contribuição Social .............

(418)

01/01 a 31/12/2011 267.715 (91.023)

89.286 –.– 24 (1.713)

As Despesas Tributárias estão representadas basicamente por PIS, COFINS e ISS.

Receitas Operacionais ............................................ Receitas Financeiras ................................................. 3c Resultado de Participação de Empresas Coligadas e Controladas......................................... 3d Despesas Operacionais .......................................... Despesas Gerais e Administrativas........................... Despesas Tributárias................................................. 3f e 6 Lucro Líquido antes de Imposto de Renda e Contribuição Social .............................................. Imposto de Renda e Constribuição Social............ 3f e 6 Imposto de Renda e Contribuição Social Correntes . Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos ... LUCRO LÍQUIDO...................................................... Nº DE AÇÕES........................................................... Lucro por lote de mil ações .......................................

Total

–.–

01/01 a 01/01 a NOTAS 31/12/2012 31/12/2011

7

3.991 3.991

267.826 5.220

–.– (116) (115) (1)

262.606 (111) (109) (2)

3.875 (418) (253) (165) 3.457

267.715 (1.713) (1.136) (577) 266.002

38.859 0,09

38.859 6,85

DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA (Em Milhares de Reais)

LUCRO LÍQUIDO AJUSTADO ............................................... Lucro Líquido:........................................................................ Ajustes ao Lucro Líquido:...................................................... Opções de Outorgas Reconhecidas ................................... Tributos Diferidos ................................................................ Resultado de Participação de Empresas Coligadas e Controladas....................................................................... VARIAÇÃO DE ATIVOS E OBRIGAÇÕES............................. (Aumento) Redução em Ativos Financeiros Disponíveis para Venda .......................................................................... (Aumento) Redução em Outros Ativos.................................. (Redução) Aumento em Obrigações Fiscais e Outros Passivos .................................................................. CAIXA LÍQUIDO PROVENIENTE/(APLICADO) NAS ATIVIDADES OPERACIONAIS ............................................ Dividendos Pagos ............................................................... AUMENTO/(DIMINUIÇÃO) LÍQUIDO EM CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA (Notas 3b e 4) ........................ Início do Período ................................................................. Final do Período ..................................................................

01/01 a 31/12/2012

01/01 a 31/12/2011

3.622 3.457 165 –.– 165

3.647 266.002 (262.355) (326) 577

–.– (3.138)

(262.606) 59.414

(915) (285)

(2.617) 117.745

(1.938)

(55.714)

484 (101)

63.061 (63.074)

383 103 486

(13) 116 103

NOTA 7 - PATRIMÔNIO LÍQUIDO a) Capital Social - Está representado por 38.859 ações nominativas, sem valor nominal, sendo 12.953 ordinárias e 25.906 preferenciais, estas sem direito a voto, mas com prioridade no reembolso do capital, sem prêmio, no caso de liquidação da sociedade. Em 30/09/2011 foi aprovado o Aumento de Capital no montante de R$ 526.409 mediante a capitalização das Reservas de Lucros no montante de R$ 280.164, Lucros Acumulados no montante de R$ 180.000 e reversão de dividendos no montante de R$ 66.245 provisionados em 2010 e declarados em 25/05/2011. b) Dividendos - Os acionistas têm direito a receber como dividendo mínimo obrigatório, em cada exercício, importância não inferior a 25% (vinte e cinco por cento) do lucro líquido ajustado, conforme disposto na Lei das Sociedades por Ações. Em AGO de 30/04/2012 foi aprovado o pagamento do montante de R$ 101 à razão de R$ 2,601910 por ação ordinária e preferencial, equivalente ao exercício de 2011, registrado em Outros Passivos. Em Reunião da Diretoria de 28/12/2012 foram creditados individualizadamente Juros sobre o Capital Próprio no montante líquido de R$ 2.136, sendo R$ 2.513 o valor bruto e de R$ 377 de Imposto de Renda Retido na Fonte. Em 31/12/2012 foi provisionado o montante de R$ 2.859 (R$ 63.074 em 29/12/2011) à razão de R$ 0,0647 por lote de mil ações. c) Reservas 31/12/2012 31/12/2011 Reservas Integralizadas.................................................... 20.912 22.827 Reserva Legal .................................................................... 5.039 5.039 Reserva Estatutária (*) ...................................................... 15.873 17.788 (*) Constituída para assegurar à sociedade adequada margem operacional, conforme o previsto em estatuto. NOTA 8 - PARTES RELACIONADAS a) As operações realizadas entre partes relacionadas são divulgadas em atendimento à Resolução nº 3.750 de 30/06/2009, do CMN. Essas operações, basicamente com o Banco Itaú BBA S.A., são efetuadas a valores, prazos e taxas médias usuais de mercado, vigentes nas respectivas datas, e em condições de comutatividade. Entre essas operações destacam-se: Títulos de Renda Fixa, R$ 45.278 (R$ 44.363 em 31/12/2011) com vencimento de 181 a 365 dias no montante de R$ 4.745 e acima de 365 dias no montante de R$ 40.533 e respectivo resultado R$ 3.718 (R$ 4.712 de 01/01 a 31/12/2011). b) Remuneração do Pessoal Chave da Administração - Os honorários atribuídos aos administradores do ITAU BBA PART são pagos pelo controlador Itaú Unibanco Holding S.A.. NOTA 9 - VALOR JUSTO DOS INSTRUMENTOS FINANCEIROS Nos casos em que não estão disponíveis preços cotados em mercado, os valores justos são baseados em estimativas, com a utilização de fluxos de caixa descontados ou outras técnicas de avaliação. Essas técnicas são afetadas de forma significativa pelas premissas utilizadas, inclusive a taxa de desconto e a estimativa dos fluxos de caixa futuros. O valor justo estimado obtido por meio dessas técnicas não pode ser substanciado por comparação com mercados independentes e, em muitos casos, não pode ser realizado na liquidação imediata do instrumento. A tabela a seguir resume o valor contábil e o valor justo estimado dos instrumentos financeiros: 31/12/2012 31/12/2011 Valor Contábil Níveis Valor Justo Estimado de Risco Ativos Financeiros Disponíveis para Venda....................................................... 45.278 44.363 2 Os métodos e premissas utilizados para a estimativa do valor justo estão definidos abaixo: a) Disponibilidades e Outros Ativos Financeiros - O valor contábil apresentado para esses instrumentos no Balanço Patrimonial se aproxima de seu valor justo. b) Ativos Financeiros Disponíveis para Venda - Sob condições normais, os preços cotados de mercado são os melhores indicadores dos valores justos dos instrumentos financeiros. Entretanto, nem todos os instrumentos possuem liquidez ou cotações e, nesses casos, faz-se necessário a adoção das estimativas de valor presente e outras técnicas para definição de preço. Os valores justos dos títulos públicos são apurados com base nas taxas de juros fornecidas por terceiros no mercado e validados comparando-se com as informações fornecidas pela ANBIMA. Os valores justos de títulos de dívida de empresas são calculados adotando-se critérios semelhantes aos das aplicações em depósitos interfinanceiros, conforme descrito acima. A entidade deve classificar as mensurações de valor justo usando uma hierarquia de valor justo que reflita a significância dos inputs usados no processo de mensuração. Nível 1: As informações observáveis que refletem os preços cotados (não ajustados) para ativos ou passivos idênticos em mercados ativos. Um mercado ativo é aquele no qual as transações para o ativo ou passivo que está sendo mensurado geralmente ocorre com a freqüência e volume suficientes para fornecer informações de precificação continuamente. Nível 2: As informações que não os preços cotados incluídas no Nível 1 que são observáveis para o ativo ou passivo direta ou indiretamente. O Nível 2 inclui geralmente: (i) preços cotados para ativos ou passivos semelhantes em mercados ativos; (ii) preços cotados para ativos ou passivos idênticos ou semelhantes em mercados que não são ativos, isto é, mercados nos quais há poucas transações para o ativo ou passivo, os preços não são correntes, ou as cotações de preço variam substancialmente ao longo do tempo ou entre os especialistas no mercado de balcão (market makers), ou nos quais poucas informações são divulgadas publicamente; (iii) as informações que não os preços cotados que são observáveis para o ativo ou passivo (por exemplo, taxas de juros e curvas de rentabilidade observáveis em intervalos cotados regularmente, volatilidades, etc.); (iv) as informações que são derivadas principalmente de ou corroboradas por dados do mercado observáveis através de correlação ou por outros meios. Nível 3: as informações não são observáveis para o ativo ou passivo. As informações não observáveis devem ser usadas para mensurar o valor justo na proporção em que as informações observáveis não estão disponíveis, permitindo, dessa forma, que as situações nas quais há pouca, se houver, atividade de mercado para o ativo ou passivo na data de mensuração. NOTA 10 - GERENCIAMENTO DE RISCO A ITAÚ BBA PART, por intermédio da instituição líder Itaú Unibanco Holding S.A., aderiu à estrutura de gerenciamento de risco operacional, de mercado e de crédito. As descrições dessas estruturas de gerenciamento de riscos, e dos demais riscos inerentes ao negócio, estão disponibilizadas no site de Relacionamento com Investidores da instituição líder (www.itau.com.br/ri) na rota: Governança Corporativa/Gerenciamento de Riscos.


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20 -.ECONOMIA/LEGAIS

quinta-feira, 28 de março de 2013

Itaú BBA Participações S.A. NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS - PERÍODO DE 01/01 A 31/12 DE 2012 E DE 2011 (Em Milhares de Reais) (Continuação) NOTA 11 - ANÁLISE DE SENSIBILIDADE da Carteira Trading ou Banking do conglomerado econômico-financeiro, conforme definido pela Resolução nº 3.464/07 e na Circular nº 3.354/07 do BACEN e no Novo Acordo de Capitais - Basileia II. Por esta razão, não está sendo apresentada uma análise de No Itaú Unibanco Holding S.A. (ITAÚ UNIBANCO HOLDING), os fatores de risco são controlados e geridos de forma consolidada. sensibilidade das posições individuais desta instituição. Desta forma, os instrumentos financeiros da ITAÚ BBA PART subsidiária integral do ITAÚ UNIBANCO HOLDING, são parte integrante DIRETORIA Diretores CAIO IBRAHIM DAVID OTTAVIO ALDO RONCO ROBERTO EGYDIO SETUBAL

Contador Carlos André Hermesindo da Silva 1SP281528/O-1

Sede: Praça Alfredo Egydio de Souza Aranha, 100 Torre Conceição - 7º andar - São Paulo - SP

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Aos Administradores e Acionistas Itaú BBA Participações S.A. Examinamos as demonstrações contábeis da Itaú BBA Participações S.A. (“Companhia”) que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, assim como o resumo das principais políticas contábeis e as demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou por erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelo auditor e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou por erro.

e

Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui também a avaliação da adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Itaú BBA Participações S.A. em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil São Paulo, 27 de março de 2013 PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes CRC 2SP000160/O-5

Paulo Sergio Miron Contador CRC1SP173647/O-5

Os casais que não têm criança ou idoso em casa já estão dizendo que não vão mais precisar de empregado doméstico. Margareth Galvão Carbinato, presidente de honra do Sindicato dos Empregadores Domésticos do Estado de São Paulo (Sedesp)

conomia

Domésticos em uma NOVA REALIDADE familiar O Karina Lignelli

avanço esperado nas relações trabalhistas entre e m p r e g a d o s d omésticos e patrões, com a promulgação da "PEC (Pr oposta de Emenda Constitucional) das domésticas" na próxima semana – que prevê hora extra, adicional noturno e jornada máxima de trabalho –, deve refletir as mudanças que vêm ocorrendo na estrutura socioeconômica das famílias. O aumento do número de idosos ante a diminuição da população economicamente ativa mostram como a nova realidade do País influencia esse tipo de relação de trabalho. "O Brasil de hoje é um País de pessoas de terceira idade, e de casais que têm, no máximo, um ou dois filhos ou não têm nenhum. Mas os que não têm criança ou idoso em casa já estão dizendo que não vão mais precisar de empregado doméstico", afirma Margareth Galvão Carbinato, presidente de honra do Sindicato dos Empregadores Domésticos do Estado de São Paulo (Sedesp), que lembra que há até uma saída para esses profissionais em um possível cenário de desemprego: ser Empreendedor Individual (EI). "Além de não ser oneroso (para eles), proporciona assistência previdenciária estendida aos dependentes (já previsto na atual legislação das domésticas através do recolhimento do INSS pelo patrão e pelo empregado)." Mas a mudança na legislação continua a gerar controvérsias entre os envolvidos – incluindo aí o possível aumento da informalidade, conforme sinalizado por Margareth, ou os benefícios que virão após a tão esperada equiparação da categoria ao trabalhador comum – uma briga antiga, mas "finalmente conquistada", ressalta Eliana Gomes Menezes, presidente do Sindicato das Empregadas e Trabalhadores Domésticos da Grande São Paulo (Sindoméstica). "A sociedade tem que entender que a doméstica é um trabalhador como qualquer outro", frisa. Sem susto Mesmo lembrando que "não se pode fugir" da alta informalidade no setor – em torno de 46%, segundo Eliana Menezes, do Sindoméstica –, a representante das trabalhadoras, que admite que esse número pode aumentar ("mas a categoria está "preparada para cobrar na

Justiça", diz), afirma que é normal os empregadores se assustarem. "Não precisa disso. Em um primeiro momento, a única coisa que será paga a mais são os 8% do FGTS. E a hora extra só será paga se realmente for preciso ter uma empregada por mais horas no dia. É que o costume é 'não pagar'. E se ela optar por ficar, ganhará mais por isso. O importante é ter a opção, e dentro da lei", frisa. A despeito das mudanças das condições econômicas no País – que incluem a nova classe média e a migração de m u i t a s t r a b a l h a d o r a s d omésticas para áreas mais qualificadas – Eliana acredita que, com a nova legislação, a profissão será valorizada e não haverá escassez desses profissionais, como se vem alardeando. "Muitas saíram por falta desses benefícios, de melhores condições de trabalho. Agora, as que estão devem ficar, e quem saiu deve voltar, porque muitas gostam do que fazem, se identificam com esse trabalho", aposta.

Para Eliana Menezes, do Sindicato das Empregadas e Trabalhadores Domésticos da Grande São Paulo , com a nova legislação, a profissão será valorizada e não haverá escassez desses profissionais, como se vem alardeando.

Utopia Margareth Carbinato, que também é advogada trabalhista, critica a aprovação da PEC, projeto combatido pelo Sedesp pela "inconsequência" da aprovação da proposta pelo Senado, que "cria leis para o Judiciário resolver contendas". Para ela, a medida é uma "utopia" que gera complicação ao empregador por onerá-lo "vertiginosamente", além de gerar desemprego. Na média, segundo ela, tudo isso (adicional noturno, horas extras, etc) será inserido no descanso semanal, nas férias, no 13º e no INSS, extrapolando o que o empregador já paga normalmente. "Mas esses trabalhadores já cobram um salário razoável, que funciona como se fosse um 'pacote' (que incluiria benefícios)", aponta. Para Margareth, os legisladores decidiram mexer logo na Constituição ao criar a emenda, mas o que deveria ter sido feito com algo tão complexo é um plebiscito. "A relação patrão-empregado não foi avaliada em nenhum aspecto. Se fosse assim, muitos itens da PEC não iriam vigorar. Há 7 milhões de domésticos, mas há mais de 7 milhões de patrões. Não adianta conceder direitos se não tiver quem empregue", finaliza.

Além de hora extra, burocracia. Rejane Tamoto

O

custo de manter um empregado doméstico em casa não aumentará substancialmente com a obrigatoriedade de recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), hoje de 8% sobre os ganhos mensais. Segundo especialistas, o maior impacto no bolso de quem contrata será o pagamento de horas extras, que correspondem ao valor da hora normal (valor do salário dividido por 220) mais 50%. "Quem tiver uma empregada que faça duas horas extras por dia, que é o limite da lei, todos os dias gastará cerca de 40% a mais em um mês. Isso porque a hora extra muda o valor do recolhimento do INSS (Instituto Nacional de Seguridade Social)", afirma o diretor da Direto, Contabilidade, Gestão e Consultoria, Silvinei Cordeiro

O peso no bolso do patrão Diferenças no custo mensal de ter um empregado doméstico Antes Depois Salário médio 1.000,00 1.000,00 Hora extra + 50% do valor da hora normal Provisão de férias 83,33 83,33 Provisão de 1/3 sobre férias 27,77 27,77 Provisão 13º salário 83,33 83,33 INSS sobre a Folha 120,00 120,00 INSS sobre 13º e férias 23,33 23,33 FGTS sobre todos os ganhos (8%) 95,55 Vale transporte 130,00 130,00 Total 1467,76 1563,31 Fonte: Alexandre de Almeida Gonçalves (advogado especializado em Direito Empresarial e Concorrencial) e Conselho Regional de Contabilidade de São Paulo (CRC-SP)

Toffanin. O advogado especializado em Direito Empresarial e Concorrencial, Alexandre de Almeida Gonçalves, diz que a mudança deve forçar os contratantes a respeitar os horários de trabalho e reduzir horas extras. Segundo ele, estas mudanças entram em vi-

gor no próximo dia 3. "Alguns pontos ainda precisam de regulamentação específica como o adicional noturno, salário-família e auxílio-creche", afirma Gonçalves. Outro ponto que deve entrar no cálculo do custo do funcionário doméstico é a provisão

de multa de 40% do FGTS, conforme o contador da Águia Contabilidade e vice-presidente de Fiscalização, Ética e Disciplina do Conselho Regional de Contabilidade de São Paulo (CRC-SP), Gildo Freire de Araújo. Segundo ele, o contratante terá de começar a preencher guias específicas para o FGTS e INSS e fazer o pagamento no banco ou pela Internet. "Será preciso preparar um recibo de pagamento. Todos esses procedimentos não são coisas do dia a dia para muitas pessoas que usam serviço doméstico e pode haver dificuldade de fazer o preenchimento corretamente", diz. De acordo com Toffanin, é possível fazer tudo sem o auxílio de um contador, mas será preciso dedicação. "Serão várias obrigações, entre elas a apuração de horas extras. Será preciso adquirir conhecimento para fazer os controles", afirma o contador.


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e

ECONOMIA/LEGAIS - 21

Deveria ser observado até quanto o empregador médio pode suportar. Do contrário, os dois lados perderão" Almir Pazzianotto, ex-ministro do Trabalho

conomia

Mudanças deveriam ser pontuais, diz ex-ministro.

PEC

dos empregados domésticos

Renato Carbonari Ibelli

O

ex-ministro do trabalho, Almir Pazzianotto Pinto, considerou preocupante as mudanças trazidas pela Proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos empregados domésticos, que ampliou os direitos trabalhistas dos profissionais do lar. De acordo com ele, qualquer mudança na Constituição Federal demanda grandes estudos, o que não teria sido feito neste caso. "Se espera que a Constituição seja duradoura. Quando ela é alterada, cria-se todo um ambiente de insegurança

Para especialista, a mudança acarretará demissões de domésticas e aumento de contratações ilegais.

jurídica", afirma o ex-ministro. Na opinião de Pazzianotto as mudanças deveriam ser mais pontuais, visando a realidade do mercado. "Deveria ser observado até quanto o empregador médio pode suportar. Do contrário, os dois lados perderão". O ex-ministro acredita que a alteração nesta relação trabalhista acarretará demissões de domésticas e aumento de contratações ilegais. A Constituição, de acordo com Pazzianotto, "não foi madrasta, pois estendeu uma série de direitos aos trabalhadores domésticos". Na opinião do ex-ministro, antes de ver

discrepâncias na comparação com o padrão do mercado de trabalho, é preciso observar que a profissão de doméstica é peculiar. "Se enquadra na mesma condição de jogadores de futebol ou funcionários de plataforma de petróleo. Não faz sentido ter descanso semanal remunerado para um jogador de futebol que fica na concentração, ou para alguém que passa meses em uma plataforma em altomar", diz Pazzianotto. Embora discorde da maneira como as alterações na Constituição foram trazidas, o ex-ministro do Trabalho acredita ser difícil ao congresso retroceder da PEC.

Itautec.com Serviços S.A. - Grupo Itautec CNPJ nº 52.731.577/0001-77 RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Submetemos à apreciação de V.Sas., as demonstrações contábeis da Itautec.com Serviço S.A. - Grupo Itautec relativas ao exercício de 2012 - São Paulo, março de 2013 - A Administração. BALANÇOS PATRIMONIAIS LEVANTADOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 (Em milhares de reais - R$)

Ativo _____ Circulante Caixa e equivalentes de caixa Clientes Estoques Tributos a recuperar Demais ativos Total do ativo circulante

Nota Explicativa __________

Não circulante Tributos a recuperar Imposto de renda e contribuição social diferidos Depósitos judiciais e outros créditos Outros investimentos Total do ativo não circulante

3 4 5 6

6 7

Total do ativo

Controladora 31 de 31 de Dezembro Dezembro de 2012 de 2011 _________ _________ 17 655 2.124 423 22 22 4.665 8.148 92 ________ _________ 6.828 _________ 9.340 ________

Consolidado 31 de 31 de Dezembro Dezembro de 2012 de 2011 _________ _________ 18 2.137 22 4.680 _________6.857 _________

659 423 22 8.179 92 ________ 9.375 ________

19.622

23.765

19.622

1.551 914 116 592 2.278 _________ 2.194 ________ 27.710 _________ 23.322 ________

1.551 410 1.973 _________ 27.699 _________

914 929 1.831 ________ 23.296 ________

23.765

Passivo _______ Circulante Fornecedores Valores a pagar partes relacionadas Impostos e contribuições a pagar Outras provisões e contas a pagar Total do passivo circulante Não circulante Valores a pagar partes relacionadas Provisões para contingências Total do passivo não circulante Patrimônio líquido Capital social Reservas de capital Ajustes de avaliação patrimonial Reservas de lucros Total do patrimônio líquido Total do passivo e patrimônio líquido

DEMONSTRAÇÕES DO RESULTADO PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 (Em milhares de reais - R$, exceto o lucro líquido por ação)

Nota Explicativa __________

34.538 32.662 34.556 32.671 ________ _________ ________ ________ _________ _________ _________ ________ As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras

9

9

8

Controladora 31 de 31 de Dezembro Dezembro de 2012 _________ de 2011 _________

Consolidado 31 de 31 de Dezembro Dezembro de 2012 de 2011 _________ _________

Controladora Nota Explicativa __________ Receita operacional líquida Custo dos produtos vendidos e serviços prestados (Prejuízo)/lucro bruto Despesas com vendas Despesas gerais e administrativas Resultado da equivalência patrimonial Outras perdas, líquidas Prejuízo operacional Resultado financeiro Receitas financeiras Despesas financeiras

7 9 2.339 698 232 21 2 ________- _________ 2.578 730 ________ _________

8 2.339 244 5 _________ 2.596 _________

8 698 21 12 ________ 739 ________

20.847 19.658 973 _________________ 21.820 _________ 19.658 ________

20.847 973 _________ 21.820 _________

19.658 ________19.658 ________

8.000 210 (249) 2.179 ________ 10.140 ________ 34.538 ________ ________

8.000 210 (249) 2.179 _________ 10.140 _________ 34.556 _________ _________

8.000 210 (237) 4.301 ________ 12.274 ________ 32.671 ________ ________

8.000 210 (237) 4.301 _________ 12.274 _________ 32.662 _________ _________

DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 (Em milhares de reais - R$)

Saldos em 31 de Dezembro de 2010 Prejuízo líquido do exercício Ajustes de avaliação patrimonial Destinação do prejuízo líquido do exercício: Compensação de prejuízos Saldos em 31 de Dezembro de 2011 Prejuízo líquido do exercício Ajustes de avaliação patrimonial Destinação do prejuízo líquido do exercício: Compensação de prejuízos Saldos em 31 de Dezembro de 2012

Reserva de capital _________ 210 _________ _________ -

Ajustes de avaliação patrimonial ___________________ (251) ___________________ ___________________ 14

Reserva de lucros ________ 4.700 ________ ________ -

Prejuízos acumulados ___________ ___________ ___________ (399) -

Total ______ 12.659 ______ ______ (399) 14

______8.000 ______ ______

_________210 _________ _________

___________________(237) ___________________ ___________________

(399) ________ 4.301 ________ ________

399 ___________ ___________ ___________

______12.274 ______ ______

-

-

(12)

-

(2.122) -

(2.122) (12)

______8.000 ______ ______

_________210 _________ _________

___________________(249) ___________________ ___________________

(2.122) ________ 2.179 ________ ________

2.122 ___________ ______________________

______10.140 ______ ______

14

Atribuível aos: Acionistas controladores Prejuízo por ação atribuível aos acionistas da Companhia durante o exercício (expresso em R$ por ação):

Prejuízo líquido do exercício Outros componentes do resultado abrangente Ajuste de conversão de investimentos no exterior Outros componentes do resultado abrangente do exercício Total do resultado abrangente do exercício

(7.270) ______ (784) (289) (673) 97 (2.066) ______ (3.715)

(8.218) ______ 274 (982) (779) 140 (294) ______ (1.641)

(7.270) ______ (784) (289) (747) 140 (2.066) ______ (3.746)

(8.218) ______ 274 (982) (819) 184 (297) ______ (1.640)

1.274 (318) ______ 956

1.420 (377) ______ 1.043

1.273 (286) ______ 987

1.432 (390) ______ 1.042

(2.759) 637 ______ (2.122) ______ ______

(598) 199 ______ (399) ______ ______

(2.759) 637 ______ (2.122) ______ ______

(598) 199 ______ (399) ______ ______

(2.122) ______ ______

(399) ______ ______

(2.122) ______ ______

(399) ______ ______

(0,17) ______ ______

(0,03) ______ ______

(0,17) ______ ______

(0,03) ______ ______

Controladora 2012 2011 _______ _______ (2.122) (399) ______ ______ (12) ______ (12) ______ (2.134) ______ ______

Consolidado 2012 2011 _______ _______ (2.122) (399) ______ ______

14 ______ 14 ______ (385) ______ ______

(12) ______ (13) ______ (2.134) ______ ______

14 ______ 14 ______ (385) ______ ______

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras DEMONSTRAÇÕES DO VALOR ADICIONADO PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 (Em milhares de reais - R$) Controladora 2012 2011 _______ _______

Controladora 31/12/2012 __________ 31/12/2011 __________ 17 4 651 __________ __________ 17 655 __________ __________ __________ __________

Consolidado 31/12/2012 __________ 31/12/2011 __________ 18 8 651 __________ __________ 18 659 __________ __________ __________ __________

Controladora 31/12/2012 __________ 31/12/2011 __________ 2.278 854 (154) __________ (431) __________ 2.124 423 __________ __________ __________ __________

Consolidado 31/12/2012 __________ 31/12/2011 __________ 2.291 854 (154) __________ (431) __________ 2.137 423 __________ __________ __________ __________

Controladora 31/12/2012 __________ 31/12/2011 __________ 22 __________ 22 __________ 22 __________ 22 __________ __________ __________

Consolidado 31/12/2012 __________ 31/12/2011 __________ 22 __________ 22 __________ 22 __________ 22 __________ __________ __________

NOTA 7 - IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL DIFERIDOS O imposto de renda e a contribuição social diferidos são calculados sobre os prejuízos fiscais do imposto de renda, a base negativa de contribuição social e as correspondentes diferenças temporárias entre as bases de cálculo do imposto sobre ativos e passivos e os valores contábeis das demonstrações financeiras. As alíquotas desses impostos, definidas atualmente para determinação dos tributos diferidos, são de 25% para o imposto de renda e de 9% para a contribuição social. Impostos diferidos ativos são reconhecidos na extensão em que seja provável que o lucro futuro tributável esteja disponível para ser utilizado na compensação das diferenças temporárias, com base em projeções de resultados futuros elaboradas e fundamentadas em premissas internas e em cenários econômicos futuros que podem, portanto, sofrer alterações. A Companhia, com base em projeções de resultados tributáveis de exercícios futuros, estima recuperar os créditos tributários registrados no ativo não circulante. A movimentação líquida da conta de impostos diferidos é a seguinte: Controladora /Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 __________ __________ Saldo Inicial 914 715 __________ __________ Encargo da demonstração do resultado 637 199 __________ __________ Saldo Final 1.551 914 __________ __________ __________ __________ A movimentação dos ativos e passivos de impostos diferidos durante o exercício, de acordo com a sua origem/ natureza, sem levar em consideração a compensação dos saldos é a seguinte: Prejuízos Ativo de imposto diferido (líquido) Fiscais Provisões Total ________ _________ _____ Em 31 de dezembro de 2011 902 12 914 ________ _________ _____ Creditado no resultado 418 219 637 ________ _________ _____ Em 31 de dezembro de 2012 1.320 231 1.551 ________ _________ _____ ________ _________ _____ NOTA 8 - PATRIMÔNIO LÍQUIDO a) Capital social O capital social subscrito e integralizado da Companhia é de R$ 8.000 representado por 12.725.686 ações ordinárias, nominativas sem valor nominal. O Estatuto Social determina a destinação de 5% do lucro líquido para a constituição da reserva legal e 25% para a distribuição do dividendo mínimo obrigatório, e que o saldo remanescente, seja transferido para reservas especiais até o limite de 95% do capital social. Controladora /Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 __________ __________ Incentivos fiscais Reservas de capital

210 __________ 210 __________ __________

210 __________ 210 __________ __________

Reserva legal Reservas especiais Reservas de lucro

766 1.413 __________ 2.179 __________ __________

766 3.535 __________ 4.301 __________ __________

NOTA 9 - PARTES RELACIONADAS As transações entre partes relacionadas foram realizadas em condições usuais de mercado e estão assim representadas: 31/12/2012 31/12/2011 Ativos Vendas Ativos Vendas (Passivos) __________ (Compras) (Passivos) __________ (Compras) __________ __________ A) Mútuos Itautec S.A. (14.170) (13.260) Itautec Participações e Comércio S.A. (6.677) __________- __________ (6.398) ____________________ Total (20.847) __________- __________ (19.658) ____________________ __________ __________ __________ __________ B) Fornecedores, valores a pagar Itautec S.A. (2.339) __________ (5.676) __________ (698) __________ (8.218) __________ Total (2.339) (5.676) (698) (8.218) __________ __________ __________ __________ __________ __________ __________ __________

NOTA 5 - ESTOQUES

NOTA 6 - TRIBUTOS A RECUPERAR A Companhia possui créditos tributários conforme composição demonstrada no quadro abaixo: Controladora 31/12/2012 __________ 31/12/2011 __________

Consolidado 31/12/2012 __________ 31/12/2011 __________

14.902 2.462 7 6.085 __________ 23.456 __________

13.371 2.657 7 6.476 __________ 22.511 __________

14.902 2.462 7 6.085 __________ 23.456 __________

13.371 2.657 7 6.476 __________ 22.511 __________

-

15

31

4.503

4.866

4.503

756 __________ 5.259 __________ 27.770 (19.622) __________ 8.148 __________ __________

108 __________ 4.989 __________ 28.445 (23.765) __________ 4.680 __________ __________

756 __________ 5.290 __________ 27.801 (19.622) __________ 8.179 __________ __________

Impostos a compensar Impostos a recuperar das empresas do exterior Antecipação de imposto de renda e contribuição social 4.866 Impostos sobre circulação de mercadorias e serviços 108 __________ 4.974 __________ Total 28.430 Menos: Parcela não circulante (23.765) __________ Parcela circulante 4.665 __________ __________

Receitas Receita de vendas e serviços Provisão para créditos de liquidação duvidosa Insumos adquiridos de terceiros Custo dos produtos vendidos Materiais, energia, serviços de terceiros e outros Valor adicionado bruto Valor adicionado líquido produzido Valor adicionado recebido em transferência Resultado da equivalência patrimonial Resultado financeiro Valor adicionado total a distribuir Distribuição do valor adicionado Impostos, taxas e contribuições Municipais Remuneração capital de terceiros Juros Remuneração dos acionistas Prejuízos compensados Valor adicionado total distribuído

Consolidado 2012 2011 _______ _______

7.570 276 ______ 7.846 ______

9.135 (289) ______ 8.846 ______

7.570 276 ______ 7.846 ______

9.135 (289) ______ 8.846 ______

(7.270) (3.378) ______ (10.648) ______ (2.802) (2.802) ______

(8.218) (1.763) ______ (9.981) ______ (1.135) (1.135) ______

(7.270) (3.452) ______ (10.722) ______ (2.876) (2.876) ______

(8.218) (1.806) ______ (10.024) ______ (1.178) (1.178) ______

97 1.274 ______ (1.431) ______ ______

140 1.420 ______ 425 ______ ______

140 1.273 ______ (1.463) ______ ______

184 1.432 ______ 438 ______ ______

373 ______ 373 ______

447 ______ 447 ______

373 ______ 373 ______

447 ______ 447 ______

318 ______ 318 ______

377 ______ 377 ______

286 ______ 286 ______

390 ______ 390 ______

(2.122) ______ (2.122) ______ (1.431) ______ ______

(399) ______ (399) ______ 425 ______ ______

(2.122) ______ (2.122) ______ (1.463) ______ ______

(399) ______ (399) ______ 438 ______ ______

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 (Em milhares de reais - R$) Controladora Consolidado 2012 2011 2012 2011 _______ _______ _______ _______ Fluxo de caixa das atividades operacionais Prejuízo líquido do exercício (2.122) (399) (2.122) (399) Ajustes para reconciliar o prejuízo líquido do exercício com o caixa líquido gerado pelas atividades operacionais: Resultado de equivalência patrimonial (97) (140) (140) (184) Provisões para devedores duvidosos (276) 289 (276) 289 Imposto de renda e contribuição social diferidos (637) (199) (637) (199) Variações nos ativos e passivos operacionais: Clientes (1.425) 891 (1.438) 891 Estoques 70 70 Demais ativos (184) (1.930) (140) (2.127) Fornecedores (2) (137) (189) Contas a pagar 1.640 (65) 1.635 228 Impostos e contribuições 211 (2) 223 (2) Demais passivos 2.162 3.476 2.162 3.476 ______ ______ ______ ______ Caixa gerado (aplicado) nas atividades operacionais (730) 1.854 (733) 1.854 ______ ______ ______ ______ Fluxo de caixa das atividades de investimentos Aumento de capital em investidas (1.317) (1.317) Dividendos recebidos 92 42 92 42 ______ ______ ______ ______ Caixa gerado (aplicado) nas atividades de investimento 92 (1.275) 92 (1.275) ______ ______ ______ ______ AUMENTO (REDUÇÃO) DO SALDO DE DISPONIBILIDADES (638) 579 (641) 579 ______ ______ ______ ______ DISPONIBILIDADES No início do exercício 655 76 659 80 No fim do exercício 17 655 18 659 ______ ______ ______ ______ AUMENTO (REDUÇÃO) DO SALDO DE DISPONIBILIDADES (638) 579 (641) 579 ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras

NOTA 10 - DESPESAS POR NATUREZA Controladora

Atividades terceirizadas Outras despesas

Industrial 31/12/2012 31/12/2011 __________ __________ 6.607 8.020 663 198 __________ __________ 7.270 8.218 __________ __________ __________ __________

31/12/2012 __________ 289 __________ 289 __________ __________

Atividades terceirizadas Outras despesas

Industrial 31/12/2012 31/12/2011 __________ __________ 6.607 8.020 663 198 __________ __________ 7.270 8.218 __________ __________ __________ __________

31/12/2012 __________ 289 __________ 289 __________ __________

NOTA 4 - CLIENTES

Impostos a ressarcir Tributos federais retidos na fonte sobre operações comerciais Pis e Cofins a recuperar IPI a recuperar Cofins a recuperar

Prejuízo antes do imposto de renda E da contribuição social Imposto de renda e contribuição social Prejuízo do exercício das operações

2011 _______ 8.492

Os itens na demonstração de resultado abrangente são apresentados líquidos de impostos.

NOTA 1 - CONTEXTO OPERACIONAL Com sede na cidade de São Paulo, a Itautec.com Serviços S.A. - Grupo Itautec (“Companhia” ou “Itautec. com”) é uma empresa controlada pela Itautec S.A. - Grupo Itautec, mantendo uma sucursal na Argentina. A Companhia atua no mercado de prestação de serviços de infraestrutura, instalação, assistência técnica e manutenção de produtos de informática, e participa do capital de outras sociedades no país e exterior. NOTA 2 - APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS E PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS As demonstrações financeiras foram preparadas e estão sendo apresentadas conforme as práticas contábeis adotadas no Brasil, com base nas disposições contidas na Lei das Sociedades por Ações e Normativos da Comissão de Valores Mobiliários. Na elaboração das demonstrações financeiras, foram utilizadas, quando necessário, estimativas contábeis determinadas pela Administração em função de fatores objetivos para provisões necessárias para contingências passivas e para créditos de liquidação duvidosa e outras similares. Principais práticas contábeis Caixa e equivalentes de caixa Inclui o caixa, os depósitos bancários, outros investimentos de curto prazo de alta liquidez e com risco insignificante de mudança de valor. Ativos financeiros A Companhia classifica seus ativos financeiros sob as seguintes categorias: (a) mensurados ao valor justo através do resultado, (b) empréstimos e recebíveis, (c) disponíveis para venda. A classificação depende da finalidade para a qual os ativos financeiros foram adquiridos. A Administração determina a classificação de seus ativos financeiros no reconhecimento inicial. (a) Ativos financeiros mensurados ao valor justo por meio do resultado São ativos financeiros mantidos para negociação adquiridos principalmente para fins de venda no curto prazo, inclusive derivativos que não tenham sido designados como instrumentos de hedge, e estão classificados como ativos circulantes. (b) Empréstimos e recebíveis Os empréstimos e recebíveis são ativos financeiros não-derivativos com pagamentos fixos ou determináveis, que não são cotados em um mercado ativo. São incluídos como ativo circulante, exceto aqueles com prazo de vencimento superior a 12 meses após a data de emissão do balanço (estes são classificados como ativos não circulantes). (c) Ativos financeiros disponíveis para venda Os ativos financeiros disponíveis para venda, que são designados nessa categoria ou que não são classificados em nenhuma outra, são incluídos em ativos não circulantes, a menos que a Administração pretenda alienar o investimento em até 12 meses após a data do balanço. Clientes As contas a receber de clientes são registradas pelo valor nominal dos títulos representativos desses créditos, o que não difere de forma relevante do valor presente dos títulos. A provisão para créditos de liquidação duvidosa foi constituída em montante considerado suficiente para fazer face às eventuais perdas na realização da conta clientes, o que envolveu análises individuais de clientes, nas situações aplicáveis. Estoques Os estoques são demonstrados ao custo médio das compras ou da produção, inferior aos custos de reposição ou aos valores de realização e, quando aplicável, reduzido por provisão de obsolescência. Demais Ativos Os demais ativos são apresentados ao valor de custo de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos, as variações nas taxas de câmbio e as variações monetárias auferidas. Investimentos Os investimentos são registrados e avaliados pelo método de equivalência patrimonial, reconhecido no resultado do exercício como receita (ou despesa) operacional. Provisões As provisões são reconhecidas quando a Companhia tem uma obrigação presente, legal ou não formalizada, como resultado de eventos passados e é provável que uma saída de recursos seja necessária para liquidar a obrigação e uma estimativa confiável do valor possa ser feita. Apuração do Resultado O resultado das operações é apurado em conformidade com o regime de competência. NOTA 3 - CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA

Produtos acabados

12 12

2012 _______ 6.486

DEMONSTRAÇÕES DO RESULTADO ABRANGENTE PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 (Em milhares de reais - R$)

NOTAS EXPLICATIVAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 (Em milhares de reais - R$)

Clientes no país Provisão para créditos de liquidação duvidosa

11

2011 _______ 8.492

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras

Capital Social ______ 8.000 ______ ______ -

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras

Bancos conta movimento Fundos de investimentos

10 10 10

Consolidado

2012 _______ 6.486

Vendas

Vendas

NOTA 11 - OUTRAS PERDAS, LÍQUIDAS

Outras Despesas com contingências

Controladora 31/12/2012 __________ 31/12/2011 __________ (590) (293) (1.476) (1) __________ __________ (2.066) (294) __________ __________ __________ __________

NOTA 12 - RECEITAS E DESPESAS FINANCEIRAS As receitas e despesas financeiras incorridas nos exercícios findos em 31 de dezembro de 2011 foram como segue: Controladora 31/12/2012 __________ 31/12/2011 __________ Receita financeira: Receita de aplicações financeiras 26 29 Variações monetárias ativas 1.248 1.388 Outras receitas financeiras 3 __________- __________ 1.274 __________ 1.420 __________ Despesa financeira: Juros pagos ou incorridos (95) Comissões e despesas bancárias (2) (2) Outras despesas financeiras (316) __________ (280) __________ (318) __________ (377) __________ Receitas financeiras, líquidas 956 __________ 1.043 __________ __________ __________

Administrativas 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 __________ __________ __________ 122 130 982 551 649 __________ __________ __________ 982 673 779 __________ __________ __________ __________ __________ __________ Consolidado

Consolidado 31/12/2012 __________ 31/12/2011 __________ (590) (296) (1.476) (1) __________ __________ (2.066) (297) __________ __________ __________ __________ dezembro de 2012 e 31 de Consolidado 31/12/2012 __________ 31/12/2011 __________ 26 1.247 __________1.273 __________

28 1.388 16 __________ 1.432 __________

(6) (280) __________ (286) __________ 987 __________ __________

(96) (8) (286) __________ (390) __________ 1.042 __________ __________

31/12/2011 __________ 982 __________ 982 __________ __________

Administrativas 31/12/2012 31/12/2011 __________ __________ 132 165 615 654 __________ __________ 747 819 __________ __________ __________ __________

Mário Anseloni Neto

Total 31/12/2012 __________ 6.739 1.567 __________ 8.306 __________ __________

31/12/2011 __________ 8.185 1.834 __________ 10.019 __________ __________

NOTA 14 - IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL Os valores de imposto de renda e contribuição social referentes aos exercícios de 31 de dezembro de 2012 e 31 de dezembro de 2011, demonstrados no resultado, apresentam a seguinte reconciliação em seus valores às alíquotas nominais: 31/12/2012 31/12/2011 ___________ ___________ Prejuízo contábil antes do imposto de renda e da contribuição social Expectativa de despesa de imposto de renda e contribuição social a alíquotas nominais (34%) Ajustes para obtenção da alíquota efetiva: Resultado de equivalência patrimonial Outros Benefício com imposto de renda e contribuição social total

(2.759)

(598)

938

203

33 (334) ___________ 637 ___________ ___________

(48) 44 ___________ 199 ___________ ___________

CONTADORA

DIRETORES VICE-PRESIDENTES Cláudio Vita Filho José Roberto Ferraz de Campos Ricardo Horácio Bloj

31/12/2011 __________ 8.150 1.829 __________ 9.979 __________ __________

NOTA 13 - PLANO DE PREVIDÊNCIA PRIVADA A Companhia é uma das patrocinadoras da Fundação Itaúsa Industrial, entidade sem fins lucrativos, com seus estatutos aprovados pela Portaria MPAS nº 862, em 18 de maio de 2001, e que tem por finalidade instituir e administrar planos privados de concessão de benefícios de pecúlios ou de renda complementares ou assemelhados aos da Previdência Social. O regulamento vigente prevê a contribuição das patrocinadoras, no entanto, em função da existência de fundos suficientes, não houve qualquer desembolso no exercício presente.

DIRETORIA DIRETOR PRESIDENTE

Total 31/12/2012 __________ 6.729 1.503 __________ 8.232 __________ __________

Silvio Roberto Direito Passos Wilton Ruas da Silva

DIRETOR Guilherme Tadeu Pereira Júnior

Sandra Oliveira Ramos Medeiros CRC 1SP 220957/O-9


DIÁRIO DO COMÉRCIO

22 -.ECONOMIA/LEGAIS

e

quinta-feira, 28 de março de 2013

Com direitos equiparados a trabalhadores celetistas, é possível até que a atividade volte a ser atraente para muitas pessoas. Alexandre Gaiofato, do escritório Gaiofato Advogados

conomia

Ações A judiciais devem aumentar

Sílvia Pimentel

ampliação dos direitos dos empregados domésticos, aprovada na última terçafeira pelo Senado Federal, poderá aumentar o número de processos trabalhistas, na opinião de advogados consultados pelo Diário do Comércio. "É um mercado com muita informalidade. E a PEC 66/2012 e sua ampla divulgação pela mídia está trazendo informações a respeito dos novos direitos

PEC

dos empregados domésticos

da categoria. É natural a busca do Judiciário caso esses direitos trabalhistas não sejam observados", analisa o advogado Alexandre Gaiofato, do escritório Gaiofato Advogados. Ao contrário da tese defendida pelos críticos da regulamentação, de que a ampliação dos direitos poderá reduzir a oferta de trabalho, o advogado ressalta que o efeito poderá justamente ser o contrário. "Não é de hoje que ocorre a redução do número de empregados domésticos no

Itautec Locação e Comércio de Equipamentos S.A. - Grupo Itautec CNPJ nº 62.209.820/0001-45 RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Submetemos à apreciação de V.Sas., as demonstrações contábeis da Itautec Locação e Comércio de Equipamentos S.A. - Grupo Itautec relativas ao exercício de 2012 - São Paulo, março de 2013 - A Administração. BALANÇOS PATRIMONIAIS LEVANTADOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 (Em milhares de reais)

Ativo Circulante Caixa e equivalentes de caixa Clientes Estoques Tributos a recuperar Total do ativo circulante Não circulante Valores a receber partes relacionadas Imposto de renda e contribuição social diferidos Parcelas a receber de locação Imobilizado Total do ativo não circulante

Total do ativo

Nota Explicativa 3 4 5 6

31 de Dezembro de 2012 25.057 7.484 673 2.020 _________ 35.234 _________

31 de Dezembro de 2011 22.736 6.894 1.845 1.258 ________ 32.733 ________

7

104

-

8 4

32 6.975 74 _________ 7.185 _________

360 7.127 180 ________ 7.667 ________

42.419 _________ _________

40.400 ________ ________

Passivo Circulante Fornecedores Valores a pagar partes relacionadas Imposto de renda e contribuição social diferidos Impostos e contribuições a pagar Outras provisões e contas a pagar Dividendos propostos Total do passivo circulante Não circulante Valores a pagar partes relacionadas Total do passivo não circulante Patrimônio líquido Capital social Reservas de capital Reservas de lucros Total do patrimônio líquido Total do passivo e patrimônio líquido

Nota Explicativa

31 de Dezembro de 2012 18 2.028

9 1.617

752 1.573 1 1.305 _________ 5.677 _________

690 1.336 1.029 761 ________ 5.442 ________

__________________-

2.405 ________ 2.405 ________

28.726 1 8.015 _________ 36.742 _________ 42.419 _________ _________

28.726 1 3.826 ________ 32.553 ________ 40.400 ________ ________

7 8 9

7

9

DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 (Em milhares de reais)

Lucro líquido do exercício Destinação do lucro liquido do exercício: Reserva legal Dividendos propostos Reserva estatutária Saldos em 31 de Dezembro de 2011 Lucro líquido do exercício Destinação do lucro liquido do exercício: Reserva legal Dividendos propostos Reserva estatutária Saldos em 31 de Dezembro de 2012

Capital social 28.726 _______ _______ -

Reserva de capital 1 ________ ________ -

Reserva de lucros 1.384 ________ ________ -

Lucros acumulados ___________ ___________ 3.203

Total 30.111 ______ ______ 3.203

_______28.726 _______ _______ -

________1 ________ ________ -

160 2.282 ________ 3.826 ________ ________ -

(160) (761) (2.282) __________ __________ __________ 5.494

(761) ______32.553 ______ ______ 5.494

_______28.726 _______ _______

________1 ________ ________

275 3.914 ________ 8.015 ________ ________

(275) (1.305) (3.914) __________ ____________________

(1.305) ______36.742 ______ ______

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras NOTAS EXPLICATIVAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 (Em milhares de reais) NOTA 1 - CONTEXTO OPERACIONAL Com sede social em São Paulo, a Itautec Locação e Comércio de Equipamentos S.A. Grupo Itautec (“Companhia” ou “Itautec Locação”) é uma empresa controlada pela Itautec S.A. e atua, basicamente, na comercialização e locação de equipamentos de informática. NOTA 2 - APRESENTAÇÂO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS As demonstrações financeiras foram preparadas e estão sendo apresentadas conforme as práticas contábeis adotadas no Brasil, com base nas disposições contidas na Lei das Sociedades por Ações e Normativos da Comissão de Valores Mobiliários. Na elaboração das demonstrações financeiras, foram utilizadas, quando necessário, estimativas contábeis determinadas pela Administração em função de fatores objetivos para provisões de créditos de liquidação duvidosa e outras similares. PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS Caixa e equivalentes de caixa Inclui o caixa, os depósitos bancários, outros investimentos de curto prazo de alta liquidez, com carência para resgate de até 90 dias ou com direito contratual outorgado pelo banco emissor de resgate imediato, e que estão sujeitos a mínimo risco de mudança de valor. Ativos financeiros O Grupo classifica seus ativos financeiros sob as seguintes categorias: (a) mensurados ao valor justo através do resultado, (b) empréstimos e recebíveis, (c) disponíveis para venda. A classificação depende da finalidade para a qual os ativos financeiros foram adquiridos. A Administração determina a classificação de seus ativos financeiros no reconhecimento inicial. (a) Ativos financeiros mensurados ao valor justo por meio do resultado São ativos financeiros mantidos para negociação adquiridos principalmente para fins de venda no curto prazo, inclusive derivativos que não tenham sido designados como instrumentos de hedge, e estão classificados como ativos circulantes. (b) Empréstimos e recebíveis Os empréstimos e recebíveis são ativos financeiros não-derivativos com pagamentos fixos ou determináveis, que não são cotados em um mercado ativo. São incluídos como ativo circulante, exceto aqueles com prazo de vencimento superior a 12 meses após a data de emissão do balanço (estes são classificados como ativos não circulantes). (c) Ativos financeiros disponíveis para venda Os ativos financeiros disponíveis para venda, que são designados nessa categoria ou que não são classificados em nenhuma outra, são incluídos em ativos não circulantes, a menos que a Administração pretenda alienar o investimento em até 12 meses após a data do balanço. Clientes As contas a receber de clientes são registradas pelo valor nominal dos títulos representativos desses créditos, o que não difere de forma relevante do valor presente dos títulos. A provisão para créditos de liquidação duvidosa foi constituída em montante considerado suficiente para fazer face às eventuais perdas na realização da conta clientes, o que envolveu análises individuais de clientes, nas situações aplicáveis. Os valores a receber das parcelas futuras de aluguéis de bens, estão reconhecidos a valor presente, deduzidos das parcelas de serviços a serem prestados, com base nas taxas médias praticadas nesses negócios. Estoques Os estoques são demonstrados ao custo médio das compras ou da produção, inferior aos custos de reposição ou aos valores de realização e, quando aplicável, reduzido por provisão de obsolescência. Demais Ativos Os demais ativos são apresentados ao valor de custo de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos, as variações nas taxas de câmbio e as variações monetárias auferidas. Passivos Circulantes e Não Circulantes Contas a pagar a fornecedores e provisões As contas a pagar aos fornecedores são obrigações a pagar por bens ou serviços que foram adquiridos de fornecedores no curso normal dos negócios, sendo classificadas como passivos circulantes se o pagamento for devido no período de até um ano. Caso contrário, as contas a pagar são apresentadas como passivo não circulante. As provisões são reconhecidas quando a Companhia tem uma obrigação presente, como resultado de eventos passados, e é provável que uma saída de recursos seja necessária para liquidar a obrigação e o valor puder ser estimado com segurança. Apuração do Resultado O resultado das operações é apurado em conformidade com o regime de competência. NOTA 3 - CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA 31/12/2012 31/12/2011 __________ ___________ Bancos - conta movimento 8 3 Fundos de investimento 25.049 22.733 __________ ___________ 25.057 22.736 __________ ___________ __________ ___________ O saldo de aplicações financeiras no Brasil está representado por fundos de investimentos, certificados de depósitos bancários e operações compromissadas com remuneração atrelada a variação do CDI. NOTA 4 - CLIENTES 31/12/2012 31/12/2011 __________ ___________ Clientes 797 571 Parcelas a receber de vendas a prazo (Locação) 16.938 17.228 AVP sobre parcelas a receber de vendas a prazo (3.273) (3.746) Provisão para devedores duvidosos de contas a receber (3) (32) _________ _________ 14.459 14.021 _________ _________ _________ _________ Menos: Parcela não circulante (6.975) (7.127) Parcela circulante 7.484 6.894 _________ _________ _________ _________ O ajuste a valor presente sobre as vendas a prazo (anteriormente denominada locação) foi calculado com base na taxa média de 2% a.m., praticada nos contratos de aluguéis vigentes. NOTA 5 - ESTOQUES Produtos a serem arrendados

31/12/2012 __________ 673 _________ 673 _________ _________

31/12/2011 ___________ 1.845 _________ 1.845 _________ _________

NOTA 6 - TRIBUTOS A RECUPERAR Impostos a ressarcir Tributos federais retidos na fonte sobre operações comerciais Pis e Cofins a recuperar Impostos a compensar Antecipação de imposto de renda e contribuição social Impostos sobre circulação de mercadorias e serviços Total

Mário Anseloni Neto

Cláudio Vita Filho José Roberto Ferraz de Campos

13 13 13

14 14

Lucro antes do imposto de renda e da contribuição social Imposto de renda e contribuição social Lucro do exercício das operações Atribuível aos: Acionistas controladores

15

31/12/2012 __________

31/12/2011 ___________

558 __________558 __________ __________

251 1 ___________ 252 ___________ ___________

1.435

979

27 __________ 1.462 __________ 2.020 __________ __________

27 ___________ 1.006 ___________ 1.258 ___________ ___________

NOTA 7 - PARTES RELACIONADAS As transações entre partes relacionadas foram realizadas em condições usuais de mercado e estão assim representadas: 31/12/2012 31/12/2011 ___________________________ _____________________ Ativos/Passivos Vendas Passivos Vendas ______________ ________ ________ ________ A) Mútuos Itautec S.A 104 (2.405) ______________ ________________ ________104 (2.405) ______________ ________ ________ ________ ______________ ________ ________ ________ B) Fornecedores Itautec. S.A (2.028) (5.072) (1.617) (7.722) ______________ ________ ________ ________ (2.028) (5.072) (1.617) (7.722) ______________ ________ ________ ________ ______________ ________ ________ ________ NOTA 8 - IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL DIFERIDOS O imposto de renda e a contribuição social diferidos são calculados sobre os prejuízos fiscais do imposto de renda, a base negativa de contribuição social e as correspondentes diferenças temporárias entre as bases de cálculo do imposto sobre ativos e passivos e os valores contábeis das demonstrações financeiras. As alíquotas desses impostos, definidas atualmente para determinação dos tributos diferidos, são de 25% para o imposto de renda e de 9% para a contribuição social. Impostos diferidos ativos são reconhecidos na extensão em que seja provável que o lucro futuro tributável esteja disponível para ser utilizado na compensação das diferenças temporárias, com base em projeções de resultados futuros elaboradas e fundamentadas em premissas internas e em cenários econômicos futuros que podem, portanto, sofrer alterações. A Companhia, com base em projeções de resultados tributáveis de exercícios futuros aprovados pelo Conselho de Administração para 31 de dezembro de 2012, estima recuperar os créditos tributários registrados no ativo não circulante dos seguintes períodos: 31/12/2012 31/12/2011 __________ ___________ Ativo de imposto diferido: Ativo de imposto diferido a ser recuperado em até 12 meses 32 360 __________ ___________ Ativo de imposto diferido (líquido) 32 360 __________ ___________ __________ ___________ Passivo de imposto diferido: Passivo de imposto diferido a ser recuperado em até 12 meses (752) (690) __________ ___________ (752) (690) __________ ___________ Imposto diferido (líquido) (720) (329) __________ __________ __________ ___________ A movimentação líquida da conta de impostos diferidos é a seguinte: 31/12/2012 31/12/2011 ___________ __________ Saldo inicial (329) 437 __________ __________ Encargo da demonstração do resultado (391) (766) __________ __________ Saldo final (720) (329) __________ __________ __________ __________ A movimentação dos ativos e passivos de impostos diferidos durante o exercício, de acordo com a sua origem/natureza, sem levar em consideração a compensação dos saldos é a seguinte: Imposto diferido (líquido) Provisões Total Em 31 de dezembro de 2011 (329) (329) _________ _________ Debitado no resultado (391) (391) _________ _________ Em 31 de dezembro de 2012 (720) (720) _________ _________ _________ _________ NOTA 9 - PATRIMÔNIO LÍQUIDO a) Capital social O capital social autorizado e integralizado da Companhia é de R$ 28.726, representado por 166.979.029 ações ordinárias nominativas, sem valor nominal. O Estatuto Social determina a destinação de 5% do lucro líquido para a constituição da Reserva legal e 25% para a distribuição do dividendo mínimo obrigatório, e que o saldo remanescente, seja transferido para Reservas especiais até o limite de 80% do capital social.

2012 ______ 10.194

2011 _____ 7.387

(6.746) ______ 3.448 (479) (1.119) 250 ______ 2.100

(6.975) _____ 412 (749) (985) 124 _____ (1.198)

5.365 (15) ______ 5.350

6.320 (31) _____ 6.289

7.450 (1.956) ______ 5.494 ______ 5.494 ______ ______

5.091 (1.888) _____ 3.203 _____ 3.203 _____ _____

0,04 ______ ______

0,02 _____ _____

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras DEMONSTRAÇÕES DO VALOR ADICIONADO PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 (Em milhares de reais) 2012 ______ Receitas Receita líquida de vendas e serviços Outras receitas Provisão para créditos de liquidação duvidosa Insumos adquiridos de terceiros Custo dos produtos vendidos Materiais, energia, serviços de terceiros e outros Valor adicionado bruto Depreciação Valor adicionado líquido produzido Valor adicionado recebido em transferência Resultado financeiro Valor adicionado total a distribuir Distribuição do valor adicionado Impostos, taxas e contribuições Federais Municipais Remuneração capital de terceiros Juros Remuneração dos acionistas Dividendos Lucros retidos Valor adicionado total distribuído

2011 _____

11.175 268 (125) ______ 11.318 ______

8.117 164 _____8.281 _____

(6.746) (3.578) ______ (10.324) ______ 994 (67) ______ 927 ______

(6.975) (2.481) _____ (9.456) _____ (1.175) (64) _____ (1.239) _____

5.365 ______ 6.292 ______

6.289 _____ 5.050 _____

782 ______782 ______

1.837 10 _____ 1.847 _____

16 ______ 16 ______

__________-

1.305 4.189 ______ 5.494 ______ 6.292 _____ _____

761 2.442 _____ 3.203 _____ 5.050 _____ _____

2012 ______

2011 ______

5.494

3.203

67 (125) 40 329

106 765

(465) 1.172 (715) 8 (617) 299 (2.405) ______ 3.082 ______

(325) 668 (2.960) 788 951 538 1.701 ______ 5.499 ______

As horas extras passam a ser computadas a partir do cumprimento da jornada de oito horas diárias. O ideal é que o empregador crie o hábito de registrar manualmente o horário do começo e término do trabalho.

(761) ______ (761) ______ 2.321 ______

(246) ______ (246) ______ 5.253 ______

ALEXANDRE GAIOFATO, GAIOFATO ADVOGADOS.

22.736 25.057 ______ 2.321 ______ ______

17.483 22.736 ______ 5.253 ______ ______

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 (Em milhares de reais) Fluxo de caixa das atividades operacionais Lucro líquido do exercício Ajustes para reconciliar o lucro líquido do exercício com o caixa líquido gerado pelas atividades operacionais: Depreciações Provisão para créditos de liquidação duvidosa Provisões, baixa de ativos Imposto de renda e contribuição social diferidos Variações nos ativos e passivos operacionais: Clientes Estoques Demais ativos Fornecedores Contas a pagar Impostos a recolher Demais passivos Caixa gerado nas atividades operacionais Fluxo de caixa das atividades de financiamento Dividendos pagos Caixa aplicado nas atividades de investimento AUMENTO DE CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA, LÍQUIDOS DISPONIBILIDADES No início do exercício No fim do exercício AUMENTO DE CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA, LÍQUIDOS

64

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras b) Cálculo dos Dividendos Lucro líquido do exercício 5.494 ( - ) Reserva legal (5%) (275) Base de cálculo dos dividendos 5.219 Dividendo mínimo obrigatório 1.305 NOTA 10 - PLANO DE PREVIDÊNCIA PRIVADA A Companhia é uma das patrocinadoras da Fundação Itaúsa Industrial, entidade sem fins lucrativos, com seus estatutos aprovados pela Portaria MPAS nº 862, em 18 de maio de 2001, e que tem por finalidade instituir e administrar planos privados de concessão de benefícios de pecúlios ou de renda complementares ou assemelhados aos da Previdência Social. O regulamento vigente prevê a contribuição das patrocinadoras, no entanto, em função da existência de fundos suficientes, não houve qualquer desembolso no exercício presente. NOTA 11 - SEGUROS Os valores segurados são determinados e contratados em bases técnicas que se estimam suficientes para cobertura de eventuais perdas decorrentes de sinistros com bens do ativo permanente. NOTA 12 - RECEITA LÍQUIDA DE VENDAS (a) Reconciliação A reconciliação entre a receita líquida e a receita bruta de vendas e serviços, está apresentada como segue: 31/12/2012 31/12/2011 ___________ ___________ Receita bruta de vendas e serviços 11.174 8.117 Impostos e contribuições sobre vendas e serviços (980) (730) ___________ __________ Receita líquida de vendas e serviços 10.194 7.387 ___________ __________ ___________ __________

NOTA 13 - DESPESAS POR NATUREZA

Custos de produção Despesas de transporte Atividades terceirizadas Outras despesas

Industrial 31/12/2012 31/12/2011 __________ ___________ 41 14 6.705 6.961 __________ ___________ 6.746 6.975 __________ ___________ __________ ___________

31/12/2012 ___________ 185 294 ___________ 479 ___________ ___________

Vendas 31/12/2011 ___________ 169 580 ___________ 749 ___________ ___________

NOTA 14 - RECEITAS E DESPESAS FINANCEIRAS As receitas e despesas financeiras incorridas nos exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 31 de dezembro de 2011 foram como segue: 31/12/2012 31/12/2011 __________ ___________ Receita financeira: Receitas de aplicações financeiras 1.916 2.303 Variações monetárias ativas 4 38 Outras receitas financeiras 3.413 3.956 Juros provisionados e recebidos 32 Descontos obtidos 23 __________________ 5.365 6.320 _________ _________ Despesa financeira: Juros pagos ou incorridos (2) Outras despesas financeiras (13) (31) _________ _________ (15) (31) _________ _________ Resultado financeiro 5.350 6.289 _________ _________ _________ _________

Administrativas 31/12/2012 31/12/2011 __________ ___________ 60 59 1.059 926 __________ ___________ 1.119 985 __________ ___________ __________ ___________

DIRETORES VICE-PRESIDENTES Ricardo Horácio Bloj Silvio Roberto Direito Passos

Total 31/12/2012 ___________ 41 185 60 8.058 ___________ 8.344 ___________ ___________

31/12/2011 ___________ 14 169 59 8.467 ___________ 8.709 ___________ ___________

NOTA 15 - IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL Os valores de imposto de renda e contribuição social referentes aos exercícios de 31 de dezembro de 2012 e 31 de dezembro de 2011, demonstrados no resultado, apresentam a seguinte reconciliação em seus valores às alíquotas nominais: 31/12/2012 31/12/2011 __________ ___________ Lucro contábil antes do imposto de renda e da contribuição social 7.450 5.091 Expectativa de despesa de imposto de renda e contribuição social a alíquotas nominais (34%) (2.533) (1.731) Ajustes para obtenção da alíquota efetiva: Regime Tributário de Transição - RTT ajustes Lei nº11.638/07 607 463 Outros (30) 754 Compensação de prejuízo fiscal (1.374) _________ _________ Despesa com imposto de renda e contribuição social total (1.956) (1.888) _________ _________ _________ _________ Imposto de renda e contribuição social - correntes Imposto de renda e contribuição social - diferidos

(1.565) _________ _________ (391) _________ _________

(1.122) _________ _________ (766) _________ _________

CONTADORA

DIRETORIA DIRETOR PRESIDENTE

Nota Explicativa 12

Receita operacional líquida Custo dos produtos vendidos e serviços prestados Lucro bruto Despesas com vendas Despesas gerais e administrativas Outros ganhos, líquidos Lucro/(Prejuízo) operacional Resultado financeiro Receitas financeiras Despesas financeiras

Lucro por ação atribuível aos acionistas da companhia durante o exercício (expresso em R$ por ação): Lucro básico por ação

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras

Saldos em 31 de Dezembro de 2010

DEMONSTRAÇÕES DO RESULTADO PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 (Em milhares de reais, exceto o lucro líquido por ação)

31 de Dezembro de 2011

DIRETOR Wilton Ruas da Silva

Guilherme Tadeu Pereira Júnior

País. Com direitos equiparados a trabalhadores celetistas, é possível até que a atividade volte a ser atraente para muitas pessoas", afirma o advogado. Sobre a polêmica levantada a respeito do pagamento das horas extras para os empregados que moram no local de trabalho, o especialista explica que dormir no emprego não significa que o empregado esteja trabalhando. "As horas extras passam a ser computadas a partir do cumprimento da jornada de oito horas diárias. O ideal é que o empregador crie o hábito de registrar manualmente o horário do começo e término do trabalho", recomenda o profissional. Na opinião do advogado Paulo Perrotti, do escritório Perrotti e Barrueco Advogados Associados, além de provocar um aumento das ações judiciais, a ampliação dos direitos dos domésticos vai mudar o perfil dos processos que chegam ao Judiciário. De acordo com Perrotti, uma prática comum no mercado, embora ilegal, é o pagamento de um valor mínimo e uma parte "por fora", o que tem gerado ações na Justiça. Muitos empregados recorrem ao Judiciário para reivindicar das horas extras e férias seja baseado no salário total. "Com a regulamentação, haverá um aumento de ações trabalhistas solicitando o vínculo da relação empregatícia", prevê. O mestre em Direito do Trabalho e professor de pós-graduação da PUC-SP,

Sandra Oliveira Ramos Medeiros CRC 1SP 220957/O-9

Ricardo Pereira de Freitas Guimarães, avalia que alguns pontos da proposta precisam ser discutidos com maior profundidade e dependem de regulamentação. É o caso do controle das horas extras, um dos direitos previstos. Guimarães lembra que a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) determina a necessidade de controle da jornada para empresas com mais de dez funcionários. O advogado ressalta que os conflitos entre trabalhadores domésticos e empregadores na Justiça do Trabalho estão entre os mais difíceis de serem julgados. "Os juízes trabalhistas têm uma enorme dificuldade em analisar os casos de empregados domésticos pois, normalmente, as partes não têm testemunhas para provar os fatos", analisa o advogado. Além disso, em geral, os acordos feitos entre as partes não costumam ser documentados. "Trata-se de uma relação mais informal, o que muitas vezes dificulta a busca da verdade no processo", conclui Guimarães.


DIÁRIO DO COMÉRCIO

quinta-feira, 28 de março de 2013

ECONOMIA/LEGAIS - 23

Itaú BBA Trading S.A. CNPJ nº 52.815.131/0001-20 RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO

Senhores Acionistas: Apresentamos as Demonstrações Contábeis do Itaú BBA Trading S.A. relativas aos períodos de 01/01 a 31/12 de 2012 e de 2011. As Demonstrações Contábeis foram preparadas conforme as práticas contábeis adotadas no Brasil, incluindo os pronunciamentos emitidos pelo CPC (Comitê de Pronunciamentos Contábeis). São Paulo, 27 de março de 2013. A Administração. BALANÇO PATRIMONIAL (Em Milhares de Reais) ATIVO NOTAS 31/12/2012 Circulante ........................................................... 17.111 Disponibilidades .................................................. 3b e 4 117 Ativos Financeiros Disponíveis para Venda......... 3c I, 5a e 11 8.541 Outros Ativos Financeiros ................................... 5b 283 Ativos Fiscais....................................................... 3f 8.170 Imposto de Renda e Contribuição Social Compensar..................................................... 7.728 Outros ............................................................... 442 Não Circulante ................................................... 68.543 Ativos Financeiros Disponíveis para Venda......... 3c I, 5a e 11 –.– Outros Ativos Financeiros ................................... 5b 31.150 Investimentos em Empresas não Consolidadas.. 3d e 7 37.393 Ativos Fiscais - Imposto de Renda e Contribuição Social - Diferidos.......................... 3f –.– TOTAL DO ATIVO ...............................................

85.654

31/12/2011 8.055 403 –.– –.– 7.652 7.338 314 72.820 15.182 –.– 57.547 91 80.875

PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO Circulante ............................................................... Provisões................................................................. Obrigações Fiscais .................................................. Imposto de Renda e Contribuição Social Correntes............................................................ Outras ................................................................... Outros Passivos....................................................... Não Circulante ....................................................... Obrigações Fiscais - Imposto de Renda e Contribuição Social - Diferidas.............................. Total do Passivo .................................................... Capital Social........................................................... Reservas Integralizadas .......................................... Resultado Abrangente Acumulado.......................... Total do Patrimônio Líquido ................................. TOTAL DO PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO....

NOTAS 3g 3f

8

31/12/2012 31/12/2011 1.613 810 548 509 1.033 235 1.029 4 32 449

235 –.– 66 –.–

449 2.062 46.442 37.002 148 83.592 85.654

–.– 810 46.442 33.623 –.– 80.065 80.875

DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO (NOTA 10) (Em Milhares de Reais) Reservas Integralizadas

Ajutes de Avaliação Patrimonial

Lucros Acumulados

Total

46.442 –.–

26.737 –.–

–.– –.–

–.– 6.952

73.179 6.952

–.– –.– –.– 46.442 –.– 46.442 –.– –.–

348 6.538 –.– 33.623 6.886 33.623 –.– –.–

–.– –.– –.– –.– –.– –.– 148 –.–

(348) (6.538) (66) –.– –.– –.– –.– 3.411

–.– –.– (66) 80.065 6.886 80.065 148 3.411

–.– –.– –.– 46.442 –.–

171 3.208 –.– 37.002 3.379

–.– –.– –.– 148 148

(171) (3.208) (32) –.– –.–

–.– –.– (32) 83.592 3.527

Capital Social SALDOS EM 01/01/2011 ............................................................................. Lucro Líquido................................................................................................ Destinações: Reserva Legal ............................................................................................ Reserva Estatutária.................................................................................... Dividendos Provisionados .......................................................................... SALDOS EM 31/12/2011 ............................................................................. MUTAÇÕES DO PERÍODO ......................................................................... SALDOS EM 01/01/2012 ............................................................................. Variação do Ajuste ao Valor de Mercado...................................................... Lucro Líquido................................................................................................ Destinações: Reserva Legal ............................................................................................ Reserva Estatutária.................................................................................... Dividendos Provisionados .......................................................................... SALDOS EM 31/12/2012 ............................................................................. MUTAÇÕES DO PERÍODO .........................................................................

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS PERÍODOS DE 01/01 A 31/12 DE 2012 E DE 2011 (Em Milhares de Reais) NOTA 1 - INFORMAÇÕES GERAIS Administração, levando em consideração o parecer de assessores legais quando houver probabilidade que recursos financeiros sejam exigidos para liquidar as obrigações e que O Itaú BBA Trading S.A. (ITAÚ BBA TRADING) é uma sociedade anônima de capital o montante das obrigações possa ser razoavelmente estimado. fechado, constituída e existente segundo as leis brasileiras e está localizada na Av. d) Redução ao Valor Recuperável de Ativos Brigadeiro Faria Lima, 3.400 - 8º andar, na cidade de São Paulo, Brasil. Segundo delineado na Nota 3e, o ITAÚ BBA TRADING avalia os ativos a fim de verificar O ITAÚ BBA TRADING tem por objeto o comércio interno e externo de produtos se seus valores contábeis são plenamente recuperáveis. Este procedimento, realizado manufaturados e primários, mediante compra, venda, exportação e intermediação de semestralmente, submete os ativos à análise tanto qualitativa quanto quantitativa, sendo negócios. que todos os ativos são avaliados, no mínimo, uma vez por ano. As Demonstrações Contábeis elaboradas para os exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e de 2011 foram aprovadas pela Diretoria em 27 de março de 2013. NOTA 3 - RESUMO DAS PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS NOTA 2 - PRÁTICAS CONTÁBEIS SIGNIFICATIVAS a) Moeda Funcional e Moeda de Apresentação As Demonstrações Contábeis estão apresentadas em Reais, que é sua moeda funcional As principais práticas contábeis aplicadas na preparação destas Demonstrações e de apresentação. Contábeis estão descritas abaixo. b) Caixa e Equivalentes de Caixa 2.1 - BASES DE PREPARAÇÃO Caixa e Equivalentes de Caixa são representados por caixa e contas correntes em bancos Demonstrações Contábeis (considerados na rubrica Disponibilidades), Aplicações em Depósitos Interfinanceiros e As Demonstrações Contábeis Individuais foram preparadas conforme as práticas Aplicações em Operações Compromissadas - Posição Bancada com prazo original igual contábeis adotadas no Brasil incluindo os pronunciamentos emitidos pelo Comitê de ou inferior a 90 dias, que apresentem risco insignificante de mudança de valor, conforme Pronunciamentos Contábeis (CPC). As Demonstrações Contábeis não estão sendo detalhado na Nota 4. consolidadas considerando o CPC 36, que estabelece que uma controladora pode c) Ativos e Passivos Financeiros deixar de apresentar as Demonstrações Contábeis Consolidadas, se a controladora é ela De acordo com o CPC 38 - Instrumentos Financeiros - Reconhecimento e Mensuração, própria uma controlada (integral ou parcial) de outra entidade (Itaú Unibanco Holding), todos os Ativos e Passivos Financeiros, incluindo os Instrumentos Financeiros a qual, em conjunto com os demais proprietários, incluindo aqueles sem direito a voto, Derivativos devem ser reconhecidos no Balanço Patrimonial e mensurados de acordo foram consultados e não fizeram objeção quanto a não apresentação das Demonstrações com a categoria no qual o instrumento foi classificado. Contábeis Consolidadas pela controladora. Nas Demonstrações Contábeis Individuais O ITAÚ BBA TRADING não possui Passivos Financeiros e classifica seus Ativos as controladas são contabilizadas pelo método de equivalência patrimonial. Financeiros nas seguintes categorias: A preparação das Demonstrações Contábeis requer o uso de certas estimativas • Ativos Financeiros Disponíveis para Venda; e contábeis críticas e também o exercício de julgamento por parte da Administração • Empréstimos e Recebíveis. do ITAÚ BBA TRADING no processo da aplicação das políticas contábeis. Aquelas A classificação depende da finalidade para a qual os Ativos Financeiros foram adquiridos. áreas que requerem maior nível de julgamento e possuem maior complexidade estão A Administração determina a classificação de seus Instrumentos Financeiros no divulgadas na nota 2.3. reconhecimento inicial. O ITAÚ BBA TRADING apresenta os eventos característicos de resultado abrangente Os Ativos Financeiros são baixados quando os direitos de receber os fluxos de caixa dentro da Mutação do Patrimônio Líquido, tal como permitido pelo CPC 26. se expiram ou quando o ITAÚ BBA TRADING transfere substancialmente todos os 2.2 - PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS EMITIDOS RECENTEMENTE E APLICÁVEIS riscos e benefícios de propriedade e tal transferência se qualifica para baixa de acordo EM PERÍODOS FUTUROS com os requerimentos do CPC 38. Portanto, se os riscos e benefícios não foram Os pronunciamentos a seguir entrarão em vigor para períodos após a data destas substancialmente transferidos, o ITAÚ BBA TRADING deve avaliar o controle para Demonstrações Contábeis e não foram adotados antecipadamente: determinar se o envolvimento contínuo relacionado com qualquer controle retido não • Alteração do CPC 39 - “Instrumentos Financeiros: Apresentação” - Essa alteração foi impede a baixa. emitida para esclarecer os requerimentos de offsetting de Instrumentos Financeiros no I. Ativos Financeiros Disponíveis para Venda Balanço Patrimonial. Essa alteração é efetiva para exercícios iniciados em 1º de janeiro De acordo com o CPC 38, os Ativos Financeiros são classificados como disponíveis de 2014. Os possíveis impactos decorrentes da adoção dessa alteração estão sendo para venda quando, no julgamento da Administração, eles podem ser vendidos em avaliados; resposta ou em antecipação a alterações nas condições de mercado e que não foram • Alteração do CPC 40 - “Instrumentos Financeiros: Evidenciação” - Em dezembro de classificados como Ativos Financeiros ao Valor Justo através do Resultado, Empréstimos 2011 foi emitida nova alteração do pronunciamento requerendo divulgações adicionais e Recebíveis ou Mantidos até o Vencimento. sobre o processo de offsetting. Esses requerimentos são efetivos para exercícios Os Ativos Financeiros Disponíveis para Venda são inicialmente e subseqüentemente iniciados após 1º de janeiro de 2013. Os possíveis impactos decorrentes da adoção contabilizados no Balanço Patrimonial pelo seu valor justo, que consiste inicialmente dessas alterações estão sendo avaliados; no montante pago incluindo quaisquer custos de transação. Os ganhos e perdas não • Alteração do CPC 38 - Introduz novos requerimentos para classificar e mensurar ativos realizados (exceto perdas por redução ao valor recuperável, diferenças cambiais, financeiros e é esperado que afete a contabilização de Instrumentos Financeiros do dividendos e receita de juros) são reconhecidos, líquidos dos impostos aplicáveis, no ITAÚ BBA TRADING. Não é efetivo até 1º de janeiro de 2015, sua adoção antecipada é Resultado Abrangente Acumulado. permitida pelo IASB, mas vedada pelo Banco Central do Brasil; O ITAÚ BBA TRADING avalia na data do Balanço Patrimonial se existe evidência que • Alteração do CPC 12 - “Ajuste a Valor Presente” - O pronunciamento tem como objetivo um Ativo Financeiro ou grupo de Ativos Financeiros estão em situação de perda de um maior alinhamento entre IFRS e USGAAP, aumentando a consistência e diminuindo seu valor recuperável. No caso de instrumentos de patrimônio classificados como Ativos a complexidade das divulgações, utilizando definições precisas de valor justo. Não é Financeiros Disponíveis para Venda, um declínio prolongado e significativo no valor efetivo até 1º de janeiro de 2013. Os possíveis impactos da adoção do pronunciamento justo, abaixo de seu valor de custo é uma evidência de redução do valor recuperável, estão sendo avaliados; e resultando no reconhecimento de uma perda por redução ao valor recuperável. Se existir • Ciclo de Melhorias Anuais (2009-2011) - Anualmente o CPC faz pequenas alterações evidência de perda para Ativos Financeiros Disponíveis para Venda, a perda acumulada, em uma série de pronunciamentos, com objetivo de esclarecer as normas atuais e mensurada pela diferença entre o custo de aquisição e o valor justo atual, menos evitar dupla interpretação. Nesse ciclo foram revisados o CPC 37 - “Adoção Inicial das qualquer perda por redução ao valor recuperável previamente reconhecida no resultado Normas Internacionais de Contabilidade”, CPC 26 - “Apresentação das Demonstrações como um ajuste de reclassificação do Resultado Abrangente Acumulado. Contábeis”, CPC 27 - “Ativo Imobilizado”, CPC 39 - “Instrumentos Financeiros: As perdas por redução ao valor recuperável reconhecidas na Demonstração do Resultado Apresentação” e CPC 21 - “Demonstração Intermediária”. As alterações não são efetivas de instrumentos de patrimônio não são revertidas através do resultado. No entanto, se em antes de 1º de janeiro de 2013. Não esperamos que existam impactos relevantes. período subseqüente, o valor justo de um instrumento de dívida classificado como Ativo 2.3 - ESTIMATIVAS CONTÁBEIS CRÍTICAS E JULGAMENTOS Financeiro Disponível para Venda aumentar e este aumento puder ser objetivamente A preparação das Demonstrações Contábeis de acordo com os CPCs exige que a relacionado a um evento ocorrido após o reconhecimento da perda, tal perda é revertida Administração realize estimativa e utilize premissas que afetam os saldos de Ativos e através do resultado. Passivos e Passivos Contingentes divulgados na data das Demonstrações Contábeis, II. Empréstimos e Recebíveis bem como os montantes divulgados de receitas, despesas, ganhos e perdas durante os O ITAÚ BBA TRADING classifica como Empréstimos e Recebíveis a seguinte rubrica do períodos apresentados e em períodos subsequentes, pois os resultados efetivos podem Balanço Patrimonial: Outros Ativos Financeiros. ser diferentes daqueles apurados de acordo com tais estimativas e premissas. d) Investimentos em Empresas não Consolidadas Todas as estimativas e as premissas utilizadas pela Administração estão em conformidade Os investimentos em coligadas e controladas são reconhecidos inicialmente pelo custo com os CPCs e são as melhores estimativas atuais realizadas em conformidade com e seu valor contábil é aumentado ou diminuído pelo reconhecimento da participação a norma aplicável. As estimativas e julgamentos são avaliados em base contínua, e do investidor nas variações patrimoniais do período, gerados pela investida após a consideram a experiência passada e outros fatores. aquisição, pelo método de equivalência patrimonial. As Demonstrações Contábeis incluem diversas estimativas e premissas utilizadas. As e) Redução ao Valor Recuperável de Ativos estimativas contábeis e premissas críticas que apresentam impacto mais significativo De acordo com o CPC 01, perdas por reduções ao valor recuperável são reconhecidas nos valores contábeis de Ativos e Passivos, estão descritas abaixo: pelo montante no qual o valor contábil do ativo (ou grupo de ativos) excede seu valor a) Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos recuperável. O valor recuperável de cada ativo é calculado como o maior valor entre o Conforme explicado na Nota 3e, Ativos Fiscais Diferidos são reconhecidos somente em valor em uso (soma dos fluxos de caixa antes de impostos estimados descontados à data relação as diferenças temporárias e créditos e prejuízos fiscais a compensar na medida presente) e o valor justo menos seu custo de venda (preço de mercado subtraído das em que se considera provável que o ITAÚ BBA TRADING irá gerar lucro tributável futuro despesas de transação). Para fins de avaliar a redução ao valor recuperável, os ativos em relação aos quais os Ativos Fiscais Diferidos possam ser utilizados. A realização são agrupados ao nível mínimo para o qual podem ser identificados fluxos de caixa esperada do crédito tributário do ITAÚ BBA TRADING é baseada na projeção de receitas independentes (unidades geradoras de caixa). A avaliação pode ser feita em um ativo futuras e outros estudos técnicos. individualmente quando o valor justo menos seu custo de venda possa ser determinado b) Valor justo dos Instrumentos Financeiros de forma confiável. O ITAÚ BBA TRADING classifica as mensurações de valor justo usando a hierarquia de Nos períodos findos em 31/12/2012 e de 31/12/2011 não houve indicação de redução ao valor justo que reflete a significância dos inputs usados no processo de mensuração. valor recuperável de ativos. Há três grandes níveis referentes à hierarquia de valor justo, que estão detalhados na f) Imposto de Renda e Contribuição Social Nota 12. Existem dois componentes na provisão para Imposto de Renda e Contribuição Social: O ITAÚ BBA TRADING acredita que todas as metodologias adotadas são apropriadas e corrente e diferido e são registrados no Balanço Patrimonial nas rubricas Obrigações consistentes com os participantes do mercado. Independentemente disso, a adoção de Fiscais e Ativos Fiscais respectivamente. outras metodologias ou o uso de pressupostos diferentes para apurar o valor justo pode O componente diferido, representado pelos créditos tributários, é obtido pela diferença resultar em estimativas diferentes dos valores justos na data-base. entre as bases de cálculo contábil e tributárias dos Ativos e Passivos no final de cada c) Provisões, Ativos Contingentes e Passivos Contingentes exercício. O benefício fiscal dos prejuízos fiscais a compensar é reconhecido como um Conforme detalhado na Nota 3g, o ITAÚ BBA TRADING revisa periodicamente suas Ativo. Os Créditos Tributários somente são reconhecidos quando é provável que lucros provisões e contingências que são avaliadas com base nas melhores estimativas da

DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO (Em Milhares de Reais) 01/01 a NOTAS 31/12/2012 Receitas Operacionais ................................ 5.549 Receitas Financeiras ..................................... 3c 2.916 Resultado de Participação de Empresas não Consolidadas ....................................... 3d e 7 2.459 Outras Receitas............................................. 174 Despesas Operacionais .............................. (450) Despesas Gerais e Administrativas............... (322) Despesas Tributárias ..................................... 3f e 6II (88) Outras Despesas........................................... (40) Lucro Líquido Antes de Imposto de Renda e Contribuição Social ................... 5.099 Imposto de Renda e Contribuição Social.. 3f e 6I (1.688) Imposto de Renda e Contribuição Social Correntes ......................................... (1.147) Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos ........................................... (541) LUCRO LÍQUIDO.......................................... 3.411 Nº DE AÇÕES............................................... 8 3.938.519 Lucro básico/diluído por ação........................ 0,87

01/01 a 31/12/2011 11.363 5.108 5.720 535 (3.215) (369) (3) (2.843) 8.148 (1.196) (743) (453) 6.952 3.938.519 1,77

DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO ABRANGENTE (Em milhares de reais) 01/01 a 01/01 a 31/12/2012 31/12/2011 LUCRO LÍQUIDO.................................................................. 3.411 6.952 Ajustes de Títulos e Valores Mobilíarios de Controlada ........ 148 –.– TOTAL DE RESULTADO ABRANGENTE ............................ 3.559 6.952 DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA (Em Milhares de Reais) 01/01 a 31/12/2012 LUCRO LÍQUIDO AJUSTADO ............................................... 1.493 Lucro Líquido......................................................................... 3.411 Ajustes ao Lucro Líquido....................................................... (1.918) Tributos Diferidos................................................................. 541 Resultado de Participação em Empresas não Consolidadas .................................................................... (2.459) VARIAÇÃO DE ATIVOS E OBRIGAÇÕES............................. (24.551) Redução em Ativos Financeiros Disponíveis para Venda... 6.524 (Aumento) em Outros Ativos Financeiros ........................... (31.433) (Aumento) em Outros Ativos ............................................... (1.419) Aumento em Provisões ....................................................... 39 (Redução) Aumento em Obrigações Fiscais e Outras Obrigações............................................................ 1.738 CAIXA LÍQUIDO PROVENIENTE/(APLICADO) NAS ATIVIDADES OPERACIONAIS ............................................ (23.058) Dividendos e Juros sobre o Capital Próprio Recebidos...... 22.838 CAIXA LÍQUIDO PROVENIENTE/(APLICADO) NAS ATIVIDADES DE INVESTIMENTO ....................................... 22.838 Dividendos e Juros sobre o Capital Próprio Pagos............. (66) CAIXA LÍQUIDO PROVENIENTE/(APLICADO) NAS ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO ........................... (66) AUMENTO/(REDUÇÃO) LÍQUIDO EM CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA (Notas 3b e 4) ........................ (286) Início do Período ................................................................. 403 Final do Período .................................................................. 117

01/01 a 31/12/2011 1.685 6.952 (5.267) 453 (5.720) (1.812) 1.018 –.– (595) –.– (2.235) (127) –.– –.– –.– –.– (127) 530 403

tributáveis futuros estarão à disposição para sua compensação. Os Créditos Tributários são reconhecidos no Balanço Patrimonial na rubrica Ativos Fiscais. A despesa de Imposto de Renda e Contribuição Social é reconhecida na Demonstração do Resultado na rubrica Imposto de Renda e Contribuição Social, exceto quando se refere ao imposto diferido sobre a mensuração ao valor justo de Ativos Financeiros Disponíveis para Venda. Os impostos diferidos destes itens são inicialmente reconhecidos no resultado e posteriormente reconhecidos no resultado conjuntamente com o reconhecimento do ganho/perda originalmente diferido. Alterações na legislação fiscal e nas alíquotas tributárias são reconhecidas na Demonstração do Resultado na rubrica Imposto de Renda e Contribuição Social no período em que entram em vigor. Os juros e multas são reconhecidos na Demonstração do Resultado na rubrica de Despesas Tributárias. O Imposto de Renda e a Contribuição Social são calculados às alíquotas abaixo apresentadas e consideram para efeito de cálculo as respectivas bases conforme a legislação vigente pertinente a cada encargo: Imposto de Renda ......................................................................................... Adicional de Imposto de Renda..................................................................... Contribuição Social........................................................................................ PIS................................................................................................................. COFINS .........................................................................................................

15,00% 10,00% 9,00% 1,65% 7,60%

g) Provisões, Ativos Contingentes e Passivos Contingentes São avaliados, reconhecidos e divulgados de acordo com o CPC 25 - “Provisões, Passivos Contingentes e Ativos contingentes”. Ativos contingentes e Passivos contingentes são direitos e obrigações potenciais decorrentes de eventos passados e cuja ocorrência depende de eventos futuros. • Ativos Contingentes - Não são reconhecidos, exceto quando da existência de evidências que assegurem elevado grau de confiabilidade de realização, usualmente representado pelo trânsito em julgado da ação e pela confirmação da capacidade de sua recuperação por recebimento ou compensação com outro exigível; • Provisões - Decorrem basicamente de processos judiciais e administrativos, inerentes ao curso normal dos negócios, movidos por terceiros, ex-funcionários e órgãos públicos, em ações cíveis, trabalhistas, de natureza fiscal e previdenciária e outros riscos. Essas provisões, coerentes com práticas conservadoras adotadas, são avaliadas por assessores legais e levam em consideração a probabilidade que recursos financeiros sejam exigidos para liquidar as obrigações e que o montante das obrigações possa ser estimado com suficiente segurança; e • Passivos Contingentes - Passivos que não são reconhecidos, pois a sua existência somente será confirmada pela ocorrência ou não de um ou mais eventos futuros e incertos que não estejam totalmente sob o controle da Administração. Os passivos contingentes não satisfazem os critérios de reconhecimento, pois são considerados como perdas possíveis, devendo ser apenas divulgados em notas explicativas, quando relevantes. As obrigações classificadas como remotas não são provisionadas e nem divulgadas; O montante dos depósitos judiciais é atualizado de acordo com a regulamentação vigente NOTA 4 - CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA 31/12/2012 31/12/2011 Disponibilidades ............................................................. 117 403 TOTAL ............................................................................

117

403

Em 31/12/2012 e 31/12/2011 não existiam equivalentes de caixa. NOTA 5 - ATIVOS FINANCEIROS a) Ativos Financeiros Disponíveis para Venda A carteira é composta por Títulos Privados - Certificados de Depósitos Bancários, sendo o valor justo R$ 8.541 (R$ 15.182 em 31/12/2011) com vencimento abaixo de 365 dias. b) Outros Ativos Financeiros Totalizam R$ 31.433 e estão compostos basicamente por Depósitos em Garantia de Recursos Fiscais e Previdenciários, no montante de R$ 31.150. NOTA 6 - TRIBUTOS I - Demonstramos a seguir o Imposto de Renda e Contribuição Social devidos sobre as Operações do Período decorrentes de adições e exclusões: 01/01 a 01/01 a Devidos sobre Operações do Período 31/12/2012 31/12/2011 Resultado antes do Imposto de Renda e Contribuição Social........................................................... 5.099 8.148 Encargos (Imposto de Renda e Contribuição Social) às aliquotas vigentes (Nota 3f) .............................................. (1.734) (2.770) Acréscimos/Decréscimos aos encargos de Imposto de Renda e Contribuição Social decorrentes de: (Inclusões) Exclusões ......................................................... 46 1.574 Participações em Empresas não Consolidadas .................... 772 1.945 Outras Despesas Indedutíveis líquidas de Receitas não Tributáveis...................................................... (726) (371) Total do Imposto de Renda e Contribuição Social ........... (1.688) (1.196) II - As Despesas Tributárias estão representadas basicamente por PIS, COFINS e ISS.

NOTA 7 - INVESTIMENTOS EM EMPRESAS NÃO CONSOLIDADAS

Empresas Nevada Woods S.A. .........................................................................................................................................

Saldos em 31/12/2011 57.547

Resultado de Participação em Empresas não Consolidadas 2.459

Dividendos Pagos/ Provisionados (22.838)

TOTAL ..............................................................................................................................................................

57.547

2.459

(22.838)

Empresas Nevada Woods S.A....................................................................................................................................................................

Capital 1.000

Patrimônio Líquido 37.393

Lucro Líquido do Período 2.459

NOTA 8 - PATRIMÔNIO LÍQUIDO

c) Reservas Integralizadas

a) Capital Social - Está representado por 3.938.519 mil ações ordinárias nominativas, sem valor nominal. b) Dividendos - Os acionistas têm direito a receber como dividendo mínimo obrigatório, em cada exercício, a importância não inferior de 1% (um por cento) do lucro líquido ajustado, conforme disposto na Lei das Sociedades por Ações. Em 31/12/2012 foi provisionado o montante de R$ 32 (R$ 66 em 31/12/2011) à razão de R$ 0,008 por lote de mil ações, equivalente ao dividendo mínimo, registrado em Outros Passivos.

31/12/2012 31/12/2011 Reservas de Lucros........................................................ 37.002 33.623 Legal............................................................................... 1.947 1.776 Estatutária (*).................................................................. 35.055 31.847 TOTAL ............................................................................ 37.002 33.623 (*) Constituída visando possibilitar a formação de recursos para o exercício do direito preferencial de subscrição em aumentos de capital da empresa participada, futuras incorporações desses recursos ao capital social e para o pagamento de dividendos intermediários, conforme previsto em estatuto.

Ajuste com Títulos e Valores Mobiliários/ Outros 225 225 Nº de Ações de Propriedade da ITAÚ BBA TRADING Ordinárias 1.000.000

Saldos em 31/12/2012 37.393

Resultado de Participação em Empresas não Consolidadas 01/01 a 31/12/2011 5.720

37.393

5.720

Participação no Capital Social (%) 100

Participação no Capital Votante (%) 100

NOTA 9 - PARTES RELACIONADAS a) As operações realizadas com partes relacionadas, basicamente com o Banco Itaú BBA S.A., são efetuadas a valores, prazos e taxas médias usuais de mercado, vigentes nas respectivas datas, e em condições de comutatividade. Entre essas operações incluem-se: Títulos e Valores Mobiliários - Certificados de Depósitos Bancários, que estão classificados em títulos disponíveis para venda R$ 8.541 (R$ 15.182 em 31/12/2011), com respectivo Resultado de R$ 905 (R$ 1.544 de 01/01 a 31/12/2011). b) Remuneração do Pessoal-Chave da Administração - Os honorários atribuídos aos Administradores do ITAÚ BBA TRADING são efetuados pelo controlador Itaú Unibanco Holding S.A..


DIÁRIO DO COMÉRCIO

24 -.ECONOMIA/LEGAIS

quinta-feira, 28 de março de 2013

Itaú BBA Trading S.A. NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS PERÍODOS DE 01/01 A 31/12 DE 2012 E DE 2011 (Em Milhares de Reais) (Continuação) NOTA 10 - VALOR JUSTO DOS INSTRUMENTOS FINANCEIROS Nível 1: As informações observáveis que refletem os preços cotados (não ajustados) para Ativos ou Passivos idênticos em mercados Ativos. Um mercado Ativo é aquele no qual as transações para o Ativo ou Passivo que está sendo mensurado geralmente ocorre com Nos casos em que não estão disponíveis preços cotados em mercado, os valores justos são baseados em estimativas, com a utilização a freqüência e volume suficientes para fornecer informações de precificação continuamente. de fluxos de caixa descontados ou outras técnicas de avaliação. Essas técnicas são afetadas de forma significativa pelas premissas Nível 2: As informações que não os preços cotados incluídas no Nível 1 que são observáveis para o Ativo ou Passivo direta ou utilizadas, inclusive a taxa de desconto e a estimativa dos fluxos de caixa futuros. O valor justo estimado obtido por meio dessas indiretamente. O Nível 2 inclui geralmente: (i) preços cotados para Ativos ou Passivos semelhantes em mercados Ativos; (ii) preços técnicas não pode ser substanciado por comparação com mercados independentes e, em muitos casos, não pode ser realizado na cotados para Ativos ou Passivos idênticos ou semelhantes em mercados que não são Ativos, isto é, mercados nos quais há poucas liquidação imediata do instrumento. transações para o Ativo ou Passivo, os preços não são correntes, ou as cotações de preço variam substancialmente ao longo do tempo A tabela a seguir resume o valor contábil e o valor justo estimado dos Instrumentos Financeiros: ou entre os especialistas no mercado de balcão (market makers), ou nos quais poucas informações são divulgadas publicamente; 31/12/2012 31/12/2011 (iii) as informações que não os preços cotados que são observáveis para o Ativo ou Passivo (por exemplo, taxas de juros e curvas de Valor Contábil Valor Contábil rentabilidade observáveis em intervalos cotados regularmente, volatilidades, etc.); (iv) as informações que são derivadas principalmente Valor Justo Níveis Valor Justo Níveis de ou corroboradas por dados do mercado observáveis através de correlação ou por outros meios. Estimado de Risco Estimado de Risco Nível 3: As informações não são observáveis para o Ativo ou Passivo. As informações não observáveis devem ser usadas para Ativos Financeiros Disponíveis para Venda ........................... 8.541 –.– 15.182 –.– mensurar o valor justo na proporção em que as informações observáveis não estão disponíveis, permitindo, dessa forma, que as Certificado de Depósito Bancário .............................................. 8.541 2 15.182 2 situações nas quais há pouca, se houver, atividade de mercado para o Ativo ou Passivo na data de mensuração. NOTA 11 - GERENCIAMENTO DE RISCO Os métodos e premissas utilizados para a estimativa do valor justo estão definidos abaixo: A ITAÚ BBA TRADING, por intermédio da instituição líder Itaú Unibanco Holding S.A., aderiu à estrutura de gerenciamento de risco a) Disponibilidades e Outros Ativos Financeiros - O valor contábil apresentado para esses instrumentos no Balanço Patrimonial se operacional, de mercado e de crédito. As descrições dessas estruturas de gerenciamento de riscos, e dos demais riscos inerentes aproxima de seu valor justo. ao negócio, estão disponibilizadas no site de Relacionamento com Investidores da instituição líder (www.itau.com.br/ri) na rota: b) Ativos Financeiros Disponíveis para Venda - Sob condições normais, os preços cotados de mercado são os melhores indicadores Governança Corporativa/Gerenciamento de Riscos. dos valores justos dos Instrumentos Financeiros. Entretanto, nem todos os instrumentos possuem liquidez ou cotações e, nesses casos, faz-se necessário a adoção das estimativas de valor presente e outras técnicas para definição de preço. Os valores justos NOTA 12 - ANÁLISE DE SENSIBILIDADE dos títulos públicos são apurados com base nas taxas de juros fornecidas por terceiros no mercado e validados comparando-se com No Itaú Unibanco Holding S.A. (ITAÚ UNIBANCO HOLDING), os fatores de risco são controlados e geridos de forma consolidada. as informações fornecidas pela ANBIMA. Os valores justos de títulos de dívida de empresas são calculados adotando-se critérios Desta forma, os instrumentos financeiros da ITAÚ BBA TRADING, subsidiária integral do ITAÚ UNIBANCO HOLDING, são parte semelhantes aos das aplicações em depósitos interfinanceiros, conforme descrito acima. integrante da Carteira Trading ou Banking do conglomerado econômico-financeiro, conforme definido pela Resolução nº 3.464/07 e na A entidade deve classificar as mensurações de valor justo usando uma hierarquia de valor justo que reflita a significância dos inputs Circular nº 3.354/07 do BACEN e no Novo Acordo de Capitais - Basileia II. Por esta razão, não está sendo apresentada uma análise de sensibilidade das posições individuais desta instituição. usados no processo de mensuração. DIRETORIA Diretor Presidente CANDIDO BOTELHO BRACHER Diretores ALBERTO FERNANDES JEAN-MARC ROBERT NOGUEIRA BAPTISTA ETLIN

Contador Carlos André Hermesindo da Silva CRC 1SP281528/O-1

Sede: Av. Brigadeiro Faria Lima, 3.400 - 8º andar - São Paulo-SP.

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Aos Administradores e Acionistas Itaú BBA Trading S.A. Examinamos as demonstrações contábeis1 da Itaú BBA Trading S.A. (“Companhia”) que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e as demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou por erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelo auditor e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos

e

riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou por erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui também a avaliação da adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião Em nossa opinião, as demonstrações contábeis anteriormente referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Itaú BBA Trading S.A. em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. São Paulo, 27 de março de 2013. PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes CRC 2SP000160/O-5

Paulo Sergio Miron Contador CRC 1SP173647/O-5

A indústria naval está com carteira lotada até 2017. Almirante Francisco Deiana, diretor de engenharia naval da Marinha

conomia

Petrobras leiloa participações na Nigéria Estatal petrolífera pretende levantar em leilão US$ 5 bilhões em recursos para seu plano de investimento

A

Petrobras lançou um leilão para vender suas participações em campos de petróleo na Nigéria, em uma operação que pode alcançar até US$ 5 bilhões, em meio aos planos da companhia para levantar recursos para seu plano de investimento, disseram fontes próximas do assunto. A companhia contratou a Standard Chartered para conduzir o processo, que deve começar nos próximos dois meses, segundo as fontes. Companhias petrolíferas da Ásia devem participar do leilão. Representantes da Petrobras e da Standard Chartered não comentaram o assunto. A Petrobras iniciou operações na Nigéria em 1998, em águas profundas do Delta do Níger. Os parceiros da Petrobras nos dois projetos nigerianos são Total e Chevron. A estatal brasileira do petróleo detém uma participação de 8% nos blocos em mar de Agbami, que são operados pela norte-americana Chevron, e 20% de participação no projeto de Akpo, operado pela francesa Total.

Fábio Mota/Estadão Conteúdo

Operações da Petrobras na Nigéria teve início em 1998, em águas profundas do Delta do Níger. A produção de petróleo nos campos de Agbami começou em 2008. A extração na área pode alcançar 250 mil barris por dia, num projeto com reservas estimadas em 900 milhões de barris. Akpo começou a produção em 2009 e a produção pode

Opção pelo afretamento

A

Petrobras e seus parceiros no consórcio BM-S-11, BG e Petrogal Brasil, assinaram carta de intenção com a SBM Offshore e a Queiroz Galvão Óleo e Gás para o afretamento de dois navios-plataformas do tipo FPSO. As embarcações serão direcionadas a projetos de desenvolvimento da produção das áreas de Lula Alto e Lula Central, localizadas no campo de Lula, no pré-sal da Bacia de Santos. A Petrobras não revelou o valor do acordo, porém no início da semana a SBM informou que se tratava de uma negociação avaliada em US$ 3,5 bilhões, por um prazo de 20 anos de afretamento. Este seria o maior acordo já firmado pela companhia holandesa. Na semana passada, a Petrobras havia comunicado ao mercado as negociações com a SBM e a Queiroz Galvão Óleo e Gás. Na oportunidade, a estatal brasileira informou que a contratação

das FPSOs contemplaria a interligação de 18 poços às embarcações. O início da produção em Lula Alto está previsto para janeiro de 2016. Cada navio-plataforma terá capacidade para processar até 150 mil barris de petróleo por dia (bpd) e 6 milhões de metros cúbicos diários (m?/d) de gás natural. As embarcações serão operadas pelas empresas responsáveis pela construção e afretados ao consórcio BMS-11, o qual tem como principal sócio a Petrobras, com 65% de participação. A BG detém 25% e a Petrogal Brasil os 10% restantes do consórcio. A carta de intenções foi assinada pela afiliada Tupi BV, afiliada da Petrobras. A expectativa da estatal é que o FPSO de Lula Alto seja entregue em até 31 meses após a assinatura da carta de intenção, e o FPSO de Lula Central em até 33 meses após essa assinatura. (EC)

atingir 175 mil barris diários de condensado de óleo leve e 9 milhões de metros cúbicos de gás. O ativo tem reservas provadas e prováveis de 620 milhões de barris de condensado e mais de 28 bilhões de metros cúbicos de gás, de acordo com a Total.

A Petrobras tem um programa de desinvestimentos de US$ 9,9 bilhões, de acordo com o plano de negócios de cinco anos atualizado neste mês. A estatal indicou os recursos totais das vendas de ativos devem entrar no caixa da empresa principalmente em 2013.

Os recursos das vendas de ativos ajudarão a Petrobras a fazer frente ao seu plano de negócios de US$ 236,7 bilhões, o maior programa de investimentos corporativos do mundo. No plano anunciado em 13 de março, a Petrobras indicou que focará a exploração e produção no Brasil, onde a estatal enfrenta o desafio de explorar as reservas do pré-sal. Do total de investimentos em cinco anos, o segmento de Exploração & Produção (E&P) receberá US$ 147,5 bilhões e, diferentemente do plano anterior, os recursos serão direcionados exclusivamente para o Brasil. O objetivo, segundo a empresa, é a "manutenção das metas de produção de óleo e gás natural". No plano de negócios, a meta de produção de petróleo e gás foi mantida, com expectativa de que em 2016 chegue a 3 milhões de barris de óleo equivalente/dia no Brasil, ante os 2,36 milhões de barris de janeiro. Para 2017, esse volume deverá subir para 3,4 milhões de barris (com 35 por cento tendo origem no pré-

sal). E, para 2020, a extração está prevista para subir a 5,2 milhões de barris. Realismo – A decisão de vender ativos na Nigéria aponta para um recuo na estratégia da companhia para mercados externos, antes considerados estratégicos, em favor dos objetivos do governo do Brasil em busca de uma autossuficiência em energia. A venda de ativos, no entanto, não tem sido fácil, com compradores potenciais detectando a necessidade de a empresa fazer dinheiro, e realizando lances baixos. A empresa recentemente cortou sua meta de venda de ativos para US$ 9,9 bilhões de dólares ante quase 15 bilhões, após não conseguir receber ofertas atraentes para seus ativos de energia no Golfo do México. A ConocoPhillips, por sua vez, está vendendo seu negócio na Nigéria para a Oando Energy por cerca de US$ 1,79 bilhão, a fim de conseguir focar seus projetos de menor custo de gás de xisto norteamericano e gás natural. (Reuters)

Sinaval: R$ 8,7 bi em novos estaleiros.

O

s investimentos nos nove estaleiros em construção no Brasil somam R$ 8,7 bilhões, segundo expôs o Sindicato da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore (Sinaval) em seminário promovido no Rio. O secretário-geral do Sinaval, Sergio Leal, reconhece que alguns dos estaleiros estão com o cronograma atrasado, mas diz acreditar que a indústria vai conseguir atender às demandas do setor. O diretor de engenharia naval da Marinha, Almirante Francisco Deiana, reclamou de dificuldades para conseguir abrir licitações, dado o alto número de encomendas para o setor de petróleo. A Marinha, diz, tem demanda por embarcações menores, mas com tecnologia avançada, como no caso de navios-patrulha. "A indústria naval está com carteira lotada até 2017, sem capacidade de absorver

Marcos de Paula/ EC - 24.06.10

Há demanda por embarcações menores, com tecnologia avançada. essas (demandas) de alto valor agregado", disse. "Não conseguimos espaço para colocar nossas encomendas". O almirante, responsável pela área de licitações, também fala da dificuldade de estaleiros estrangeiros fazerem parcerias com brasileiros para transferência de tecnologia. Leal, do Sinaval, reconhece que há um atraso nesta área, mas que o sindicato está

estudando o plano de reaparelhamento da Marinha e espera apresentar melhora no próximo ano. O secretário executivo informa que há cerca de duas semanas foi assinado o contrato de terraplenagem do novo estaleiro EBR, que será construído na pequena São José do Norte (RS). Hoje a cidade produz cebolas e pescado. "Uma cidade que praticamente parou no

século XIX e agora vai mudar sua vocação", disse. A empresa Estaleiros do Brasil (EBR) e a Technip/Techint venceram a concorrência da Petrobras para integração das plataformas P-74 e P-76, programadas para a área da cessão onerosa. O estaleiro tinha início de construção esperado para janeiro ou início de fevereiro, de forma a cumprir o cronograma de início de construção dos primeiros módulos em outubro. Emprego – O Sinaval também informou que o número de empregos gerados pela indústria naval caiu quase 10% no primeiro trimestre deste ano, de 62 mil postos até dezembro de 2012, para 54 mil postos em março de 2013. A previsão do sindicato é de que o emprego vai aumentar para 100 mil postos até 2017, considerando-se os nove estaleiros virtuais em implantação no Brasil. (EC)


DIÁRIO DO COMÉRCIO

quinta-feira, 28 de março de 2013

e Desemprego aberto avança no País, aponta pesquisa.

ECONOMIA/LEGAIS - 25 Normalmente não se contrata no início do ano. Ao contrário, demite-se. Alexandre Loloian, coordenador da pesquisa

conomia

Divulgação

Entre os ocupados, a renda média caiu, segundo levantamento feito pelo Dieese

M

esmo com o crescimento de 10% para 10,3%, entre janeiro e fevereiro, a taxa de desemprego na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) ainda é a menor para o mês dos últimos 23 anos. É o que diz a Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) da Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade) e o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). A menor taxa histórica é a de 8,1%, registrada em fevereiro de 1990. No ano passado, a taxa ficou em 10,4%. O destaque na Grande São Paulo, em fevereiro, foi o desemprego na região do ABC, de 9,5% – o menor desde que o indicador foi incluído na PED, em 1998. Segundo o coordenador da PED da Fundação Seade, Alexandre Loloian, o crescimento na taxa de desemprego em fevereiro é natural. "Normalmente não se contrata no início do ano. Ao contrário, demite-se gente", explicou. Na avaliação dele, o setor de serviços, após os ajustes iniciados em novembro, pode voltar a crescer. A indústria de transformação segue como a vilã na criação de empregos em termos anualizados, com uma redução de 72 mil postos – queda de 4,1% ante fevereiro de 2012. Foi o único setor com desempenho negativo. "Dos 67 mil postos fechados na indústria entre janeiro e fevereiro, 40 mil foram de postos na indústria metal-mecânica, uma queda de 6% no subsetor", ressaltou Loloian. Se consideradas todas as sete regiões metropolitanas analisadas, a indústria de transformação também foi o único setor com desempenho negativo anualizado no nível de ocupação, com uma redução de 16 mil pessoas, ou 0,5% – queda puxada principalmente pelo desempenho ruim do setor na região Metropolitana de São Paulo, no ano passado. O Seade e o Dieese informaram ainda que revisaram a base da População Economicamente Ativa (PEA) desde agosto de 2010, a partir do Censo daquele ano. Com isso, houve uma redução linear na PEA, para 10,813 milhões em fevereiro, uma queda de 200 mil pessoas se comparada ao número anterior. A população economicamente ativa nas sete regiões metropolitanas estudadas na pesquisa totalizou 22.163 milhões de pessoas, enquanto o contingente de desempregados chegou a 2,311 milhões de pessoas. Carteira – No setor privado, o número de empregados com registro em carteira permaneceu inalterado, e os trabalhadores sem carteira caíram 0,8%. Autônomos e empregados domésticos também diminuíram. Em relação às diferenças dos índices entre as regiões, enquanto a taxa de desemprego avançou em Belo Horizonte, no Distrito Federal, em Salvador, no Recife, em São Paulo e em

Fortaleza, ficou praticamente estável apenas em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Rendimento – A pesquisa Seade/Dieese também mostra queda no rendimento médio dos ocupados na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP). A queda, iniciada em outubro do ano passado, permaneceu em janeiro, último mês considerado no levantamento. A baixa no primeiro mês do ano foi de 4,5%, ante igual período de 2012 e atingiu 12,2%, sobre a base de janeiro de 2000. "Isso preocupa, porque o

aumento no rendimento é a galinha dos ovos de ouro da (presidente) Dilma (Rousseff)", resumiu o coordenador da pesquisa Alexandre Loloian. Desde outubro, houve ainda uma queda de 4,9% no volume da massa de rendimentos dos ocupados na Grande São Paulo. Já nas sete regiões avaliadas pelo Seade/Dieese o rendimento médio em janeiro ficou 2,6% acima de janeiro de 2012 e a massa dos rendimentos era 6,2% superior na mesma base de comparação. (Estadão Conteúdo)

Pesquisadores afirmam que a queda no número de contratações é normal nos primeiros meses do ano

COMPANHIA PAULISTANA DE SECURITIZAÇÃO – SP SECURITIZAÇÃO CNPJ Nº 14.693.925/0001-70

RELATÓRIO DE ADMINISTRAÇÃO Senhores Acionistas, A Companhia Paulistana de Securitização – SP Securitização, em cumprimento às disposições legais e estatutárias, submete à apreciação de V.Sas. o Relatório da Administração e as correspondentes Demonstrações Financeiras, com o respectivo parecer do Conselho Fiscal referente ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2012. A constituição da SP Securitização foi autorizada pela Lei Municipal nº 15.406, de 8 de julho de 2011, tendo sido constituída no dia 15 de agosto de 2011, pela Prefeitura do Município de São Paulo, acionista majoritária, e pela Companhia São Paulo de Desenvolvimento e Mobilização de Ativos - SPDA, com seus atos constitutivos arquivados na Junta Comercial do Estado de São Paulo – JUCESP, no dia 27 de setembro de 2011. A SP Securitização é uma sociedade de economia mista, integrante da administração indireta do Município de São Paulo, sob a forma de sociedade por ações, vinculada à Secretaria Municipal de Finanças e Desenvolvimento Econômico, cujo objeto social é a estruturação e implementação de operações que envolvam a emissão e distribuição de valores mobiliários ou outra forma de obtenção de recursos junto ao mercado de capitais, lastreadas nos direitos creditórios a que se refere o artigo 32 da mencionada Lei Municipal. A SP Securitização está na fase pré-operacional e a Diretoria Executiva está tomando todas as medidas administrativas necessárias para cumprir seu objeto social. O Relatório da Administração é parte integrante das Demonstrações Financeiras e deve ser lido em conjunto com as respectivas Notas Explicativas. Desta forma, a SP Securitização anuncia seu resultado referente ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2012, com os valores expressos em reais (R$), e de acordo com o disposto na Lei das Sociedades por Ações e demais normativos aplicáveis. A Companhia apresentou prejuízo de R$ 883.389,21 (oitocentos e oitenta e três

mil, trezentos e oitenta e nove reais e vinte e um centavos) em 2012 em decorrência de seu caráter pré-operacional, conforme destacado nas Notas Explicativas. Principais Destaques O principal projeto da SP Securitização é a estruturação, registro e distribuição no mercado de capitais de valores mobiliários lastreados nos direitos creditórios oriundos do PPI – Programa de Parcelamento Incentivado, de titularidade da Prefeitura do Município de São Paulo. Para viabilizar a operação de securitização dos recebíveis do PPI, a SP Securitização contratou, por meio do Pregão Eletrônico nº 03/2012 – SP SEC-01, Processo nº 2012-0.017.362-3, na data de 3 de abril de 2012, a J.P. Morgan Corretora de Câmbio e Valores Mobiliários, para prestar os serviços de estruturação, registro e distribuição de valores mobiliários a serem emitidos pela Companhia. Os trabalhos relativos à estruturação, registro e distribuição da operação de securitização dos recebíveis do PPI no mercado de capitais, estão distribuídos em quatro fases, a saber: Fase 1 - Análise de Viabilidade; Fase 2 - Estruturação Preliminar; Fase 3 - Formatação Final; Fase 4 - Captação de Recursos. Com o suporte técnico da Instituição Financeira contratada, foram concluídas as seguintes Fases: Fase 1, com a definição de securitização dos recebíveis por meio da emissão de Debêntures Simples, não conversíveis em ações, da espécie com Garantia Real, a ser colocada no mercado de capitais; Fase 2, com a definição da estruturação preliminar da operação e a identificação das minutas dos contratos exigidos para a operação pretendida. Paralelamente aos trabalhos desenvolvidos na Fase 2, foi protocolado junto à

Comissão de Valores Mobiliários – CVM para fins de registro de Companhia Aberta – Categoria B, emissor de valores mobiliários. A efetivação do registro da Companhia junto à CVM será pleiteada na Fase 3 da estruturação da operação, a ser desenvolvida. Governança Corporativa A gestão da SP Securitização é realizada com base na distinção entre as funções e responsabilidades do Conselho de Administração, do Conselho Fiscal e da Diretoria Executiva. O Conselho de Administração da SP Securitização, conforme estabelecido no seu estatuto social, é o órgão de deliberação responsável pela orientação superior da Companhia e compõe-se por 4 (quatro) membros efetivos. O Conselho Fiscal da Companhia é composto por 3 (três) membros efetivos e suas atribuições e competências são aquelas previstas na Lei Nº 6.404/1976. A Política de Divulgação de Atos ou Fatos Relevantes e Preservação de Sigilo da Companhia, aprovada pelo Conselho de Administração, fundamenta-se nos seguintes princípios: a) Obediência à legislação específica a que a Companhia esteja sujeita; b) Aderência às melhores práticas de relações com investidores; c) Transparência de tratamento com os investidores e o mercado de capitais em geral. Relacionamento com Auditores Em consonância com a Instrução CVM 381/2003, a Companhia contratou os serviços de auditoria independente da BDO RCS Auditores Independentes – Sociedade Simples. Durante o exercício findo em 31 de dezembro de 2012, não foram prestados pelos auditores independentes, ou por partes a eles relacionadas, outros serviços que não estivessem relacionados à auditoria externa. DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO - (Em reais)

BALANÇO PATRIMONIAL – EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E DE 2011 – (Em reais) ATIVO Circulante Caixa e equivalentes de caixa Impostos a Recuperar

Nota Explicativa 4 6

31/12/2012

31/12/2011

515.426,66 2.312,37 517.739,03

77.595,31 8,62 77.603,93

PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO Circulante Obrigações tributárias Obrigações trabalhistas e previdenciárias

Nota Explicativa

31/12/2012

7

25.177,50

8

8.331,38 33.508,88

Patrimônio líquido Capital social Capital social subscrito Prejuízos Acumulados Total do ativo

517.739,03

77.603,93

9 1.400.000,00 1.400.000,00 (915.769,85) 484.230,15 517.739,03

Total do passivo e do patrimônio líquido

15/08 a 2012 31/12/2011 (+/-) Despesas/receitas operacionais Gerais e administrativas (535.171,11) – Comerciais (365.903,90) (32.400,00) Tributárias (3.512,91) (295,00) 9.984,57 (904.587,92) (32.695,00) 9.984,57 (=) Prejuízo antes do resultado financeiro Despesas financeiras (238,85) (47,74) 21.437,56 362,10 100.000,00 Receitas financeiras (883.389,21) (32.380,64) - (=) Prejuízo antes do IRPJ e da CSLL – – (32.380,64) (-) Imposto de Renda e Contribuição Social (883.389,21) (32.380,64) 67.619,36 (=) Prejuízo líquido do exercício 77.603,93 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.

31/12/2011

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis. DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO – (Em reais) DEMONSTRAÇÃO DA MUTAÇÃO DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO – (Em reais)

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31/12/2012 1 - Contexto Operacional A COMPANHIA PAULISTANA DE SECURITIZAÇÃO – SP SECURITIZAÇÃO é uma sociedade de economia mista, integrante da administração indireta do Município de São Paulo, sob a forma de sociedade por ações, vinculada à Secretaria Municipal de Finanças e sua constituição foi autorizada pela Lei Municipal 15.406, de 8 de julho de 2011, tendo seus atos constitutivos arquivados na Junta Comercial do Estado de São Paulo – JUCESP em 27 de setembro de 2011. A SP Securitização tem como objeto social a estruturação e implementação de operações que envolvam a emissão e distribuição de valores mobiliários ou outra forma de obtenção de recursos junto ao mercado de capitais, lastreadas nos direitos creditórios a que se refere o artigo 32 da Lei Municipal acima mencionada. A SP Securitização está na fase pré-operacional, assim, de capital fechado junto a CVM – Comissão de Valores Mobiliários. 2 - Apresentações das Demonstrações Financeiras As Demonstrações Financeiras foram elaboradas com base nas práticas contábeis emanadas da legislação societária brasileira, em conformidade com a Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976 e com a Lei nº 11.638, de 28 de dezembro de 2007. As Demonstrações Financeiras foram aprovadas pelo Conselho de Administração da Companhia e autorizadas para emissão no dia 12/03/2013. 3 - Práticas Contábeis As principais práticas contábeis adotadas para a contabilização das operações são: a) Apuração de resultado: As receitas e despesas são apropriadas pelo regime de competência. b) Caixa e equivalente de caixa: representado pelo saldo em caixa e valores das aplicações financeiras de liquidez imediata. c) Ativo circulante: São demonstrados aos valores de custo, incluindo, quando aplicável, os rendimentos auferidos até a data do balanço patrimonial. d) Passivo circulante: São registrados pelos valores conhecidos até a data do balanço patrimonial. e) Moeda funcional: a moeda funcional para a preparação e a apresentação das demonstrações financeiras é o real. 4 - Caixa e equivalente de caixa Compreende o saldo em caixa acrescido dos valores das aplicações financeiras mantidas no fundo de investimento BB Milênio 32 FI RF junto ao Banco do Brasil. 5 - Aplicações Financeiras Referem-se às aplicações feitas no fundo de investimento BB Milênio 32 FI RF que foram registradas ao valor de custo, acrescidas dos rendimentos incorridos até a data do balanço, com base no valor da cota informado pelo Administrador. 6 - Impostos a recuperar Referem-se ao imposto de renda retido na fonte sobre os resgates de aplicações financeiras. 7 - Obrigações Tributárias Referem-se às retenções na fonte de impostos sobre pagamentos realizados aos contratados, cujos vencimentos ocorrerão no mês de janeiro/2013.

Saldos em 15/08/2011 Integralização de capital Prejuízo do exercício

Capital Social – 100.000,00 –

Saldos em 31/12/2011 Integralização de capital Prejuízo do exercício

100.000,00 1.300.000,00 –

Total 1. Receitas - 2. Despesa de Intermediação Financeira 100.000,00 3. Insumos Adquiridos de Terceiros (32.380,64) 4. Valor Adicionado Bruto (1-2-3) (32.380,64) 67.619,36 – 1.300.000,00 5. Depreciação, Amortização e Exaustão (883.389,21) 883.389,21) 6. Valor Adicionado Líquido Produzido

Saldos em 31/12/2012

1.400.000,00

(915.769,85)

484.230,15

pela Entidade (4-5)

8 - Obrigações Trabalhistas e Previdenciárias Referem-se às obrigações incidentes sobre a remuneração de Pró-Labore, cujos vencimentos ocorrerão no mês de janeiro/2013. 9 - Patrimônio Líquido a) Capital Social: em 31 de dezembro de 2012, o capital subscrito e integralizado em moeda corrente é de R$ 1.400.000,00 (um milhão e quatrocentos mil reais), dividido em 1.400.000 (um milhão e quatrocentas mil) ações ordinárias, todas nominativas e sem valor nominal, distribuídas entre os acionistas da seguinte forma: QTDE DE AÇÕES ORDINÁRIAS 1.390.000 10.000

b) Prejuízos Acumulados: A SP Securitização apresentou prejuízo no exercício de 2011 no valor de R$ 32.380,64 (trinta e dois mil, trezentos e oitenta reais e sessenta e quatro centavos), e no exercício de 2012 no valor de R$ 883.389,21 (oitocentos e oitenta e três mil, trezentos e oitenta e nove reais e vinte e um centavos), acumulando um prejuízo de R$ 915.769,85 (novecentos e quinze mil, setecentos e sessenta e nove reais e oitenta e cinco centavos) em função de sua organização e estruturação, características da fase pré-operacional. c) O Patrimônio Líquido em 31 de dezembro de 2012 é de R$ 484.230,15 (quatrocentos e oitenta e quatro mil, duzentos e trinta reais e quinze centavos). 10 - Contingências Não há litígio em andamento ou riscos que necessitem de provisão contábil. 11 - Partes Relacionadas – Controlador O capital social integralizado da SP Securitização é representado por 1.400.000 (um milhão e quatrocentas mil) ações ordinárias, tendo a Prefeitura do Município de São Paulo como sua controladora com 1.390.000 (um milhão e trezentas e noventa mil) ações ordinárias nominativas. A Companhia São Paulo de Desenvolvimento e Mobilização de Ativos – SPDA possui 10.000 (dez mil) ações ordinárias. A Diretoria Executiva da SP Securitização acumula a Diretoria Executiva da Companhia São Paulo de Desenvolvimento e Mobilização de Ativos – SPDA, também vinculada à Secretaria Municipal de Finanças.

15/08 a 31/12/2011 – –

(535.409,96)

(47,74)

(535.409,96)

(47,74)

7. Valor Adicionado Recebido em Transferência

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.

ACIONISTAS Prefeitura do Município de São Paulo Companhia São Paulo de Desenvolvimento e Mobilização de Ativos–SPDA

2012 –

Prejuízos acumulados – – (32.380,64)

(535.409,96)

(47,74)

21.437,56

362,10

8. Valor Adicionado Total a Distribuir (6+7)

(513.972,40)

314,36

9. Distribuição do Valor Adicionado

(513.972,40)

314,36

9.1 Pessoal 9.1.1 - Remuneração Direta 9.1.2 - Benefícios 9.1.3 - FGTS 9.2 Impostos, Taxas e Contribuições 9.2.1 - Federais 9.2.2 - Estaduais 9.2.3 - Municipais

295.833,88 281.777,76 – 14.056,12

27.000,00 27.000,00 – –

73.582,93 70.070,02 3.302,23 210,68

5.695,00 5.400,00 295,00 –

9.3 Remuneração de capitais de terceiros

9.4 Remuneração de Capitais Próprios (883.389,21) (32.380,64) 9.4.3 - Lucros retidos / Prejuízo do exercício (883.389,21) (32.380,64) As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis. DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA – (Em reais)

Prejuízo do exercício Fluxo de caixa das atividades operacionais (Aumento) diminuição em impostos a recuperar Aumento (diminuição) em obrigações tributárias Aumento (diminuição) em obrigações trabalhistas (=) Caixa líq. proveniente das atividades operacionais Fluxo de caixa das atividades de investimento Integralização de capital

2012 (883.389,21)

15/08 a 31/12/2011 (32.380,64)

(2.303,75) 25.177,50 (1.653,19)

(8,62) 9.984,57

21.220,56

9.975,95

1.300.000,00 100.000,00 1.300.000,00 100.000,00 (=) Diminuição líquido de caixa e equivalente de caixa 437.831,35 77.595,31 Caixa e equivalente de caixa no início do exercício 77.595,31 Caixa e equivalente de caixa no final do exercício 515.426,66 77.595,31 (=) Diminuição líquido de caixa e equivalente de caixa 437.831,35 77.595,31 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.

CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Antonio Donato Madormo

Leda Maria Paulani

Fernando de Mello Franco

Luis Fernando Massonetto

Marcos de Barros Cruz

DIRETORIA EXECUTIVA Antonio Paulo Vogel de Medeiros Diretor Presidente

CONTADOR

Rogério Perna Diretor Administrativo Financeiro:

Nanci Cortazzo Mendes Galuzio Diretora de Gestão Corporativa

Rodolfo Bezerra dos Santos CRC: 1SP241.390/O-2

PARECER DO CONSELHO FISCAL O Conselho Fiscal da Companhia Paulistana de Securitização – SP Securitização, dando cumprimento ao que dispõe o artigo 163 da Lei nº 6.404, de 15/12/1976 e as alterações subsequentes, examinou as Demonstrações Financeiras da Companhia, relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012, compreendendo: Balanço Patrimonial, Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido, Demonstração de Resultado, Demonstração do Fluxo de Caixa e Demonstração do Valor Adicionado, complementadas pelas Notas Explicativas e pelo Relatório

de Administração, sobre os negócios sociais e principais fatos administrativos do aspectos relevantes e recomendam a sua aprovação pelos Senhores Acionistas. exercício. É o Parecer. Com fundamento nas análises realizadas, no Parecer emitido pela auditoria indeSão Paulo, 28 de fevereiro de 2013. pendente, BDO RCS AUDITORES INDEPENDENTES – SOCIEDADE SIMPLES, e no Relatório da AUDITORIA GERAL do Município – AUDIG, bem como nos esclaJosé Maria Chapina Alcazar recimentos adicionais prestados pela Administração, este Conselho é de opinião Marcelo Rabioglio Amaral que as Demonstrações Financeiras estão adequadamente apresentadas em seus Rogério Ceron de Oliveira

Examinamos as demonstrações contábeis da Companhia Paulistana de Securitização (Companhia), em 31 de dezembro de 2012, compreendendo o balanço patrimonial e a respectiva demonstração do resultado, da mutação do patrimônio líquido e do fluxo de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da Administração sobre as demonstrações contábeis A Administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, que é conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de

evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Companhia, para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas, apresentam, adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Companhia Paulistana de Securitização em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES Outros assuntos Informações intermediárias do valor adicionado Examinamos, também, a demonstração individual do valor adicionado (DVA), referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essa demonstração foi submetida ao mesmo procedimento de auditoria descrito anteriormente e, em nossa opinião, está adequadamente apresentada, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto. São Paulo, 21 de fevereiro de 2013.

BDO RCS Auditores Independentes SS CRC 2 SP 013846/O-1 Francisco de Paula dos Reis Júnior Contador CRC 1 SP 139268/O-6


DIÁRIO DO COMÉRCIO

26

quinta-feira, 28 de março de 2013

e Vendas em supermercados caem 1,33% As perspectivas do início de 2012 acabaram não se concretizando. Flávio Taysa, economista-chefe da Abras

conomia

Patricia Cruz/ LUZ - 24.02.10

Retração de fevereiro é sazonal, na avaliação da Abras, pois o mês de fevereiro teve um número menor de dias úteis.

Os produtos que mais pesaram no carrinho de compras foram farinha de mandioca (19,29%), tomate (16,17%) e cebola (14,30%).

Paula Cunha

A

s vendas dos supermercados brasileiros em fevereiro registraram queda r e a l d e 1 , 3 3 % , e m f a t u r amento, em relação ao mesmo mês de 2012. Diante do mês anterior, a retração foi maior, de 3,16%, de acordo com a avaliação divulgada ontem pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras). Entretanto, no acumulado do primeiro bimestre, houve elevação de 0,25% ante igual período do ano passado, ligeiro avanço considerado positivo pela entidade supermercadista. Na avaliação do presidente da Abras, Fernando Yamada, a retração de fevereiro é sazonal, pois o mês teve um número menor de dias úteis. Ele lembrou que, além disso, o resultado do segundo mês do ano em 2012 foi considerado excepcional, com elevação de 11,58% nas vendas – impulsionadas pelo expressivo aumento na renda da população ocorrido naquele período, já que o salário mínimo foi reajustado em 14,1% em janeiro. Ele acredita que o desempenho de março deste ano deva ser estimulado pelas vendas de Páscoa, comemorada no final do mês, e pelas próximas datas comemorativas, como o Dia das Mães. Na avaliação de Flávio Taysa, economista-chefe da Abras, "o setor conseguiu captar imediatamente os efeitos do aumento do salário mínimo e as perspectivas no início de 2012 eram mais positivas em relação ao desempenho da economia brasileira, mas que acabaram não se concretizando". Neste ano, ele lembrou que alguns setores, como alguns segmentos da indústria,

ainda não registraram crescimento expressivo e os supermercados acompanham o resto do setor produtivo. Entretanto, a entidade mantém a expectativa de elevação de 3,5% no faturamento ao longo de 2013. A expectativa é de avanço de 10% nas vendas de Páscoa frente ao mesmo período do ano passado, na avaliação de Yamada. Segundo ele, a iniciativa da indústria de chocolate de diversificar a linha de ovos, em especial aqueles com brindes e brinquedos para as crianças, contribuiu para o aumento de preços destes produtos. Ele enfatizou que existem opções mais baratas ao consumidor, como as caixas

de bombons, que não registraram alteração de preços expressivas no período. Abrasmercado – No caso do Abrasmercado, cesta de 35 produtos de largo consumo, pesquisada pela GfK e analisada pelo Departamento de Economia e Pesquisa da Abras, houve elevação de 2,25% em fevereiro ante o mês anterior. Ela situou-se em R$ 356,75 e apresentou elevação de 4,38% no acumulado do ano. De acordo com a avaliação da GfK, ocorreram elevações constantes da cesta desde agosto do ano passado, reforçadas pelas alterações climáticas nas regiões produtoras. A expectativa é de estabilização a partir de março.

Grandes redes mantêm suas posições em 2012

Cesta básica – Quanto à desoneração de impostos sobre a cesta básica, a pesquisa ainda não detectou sinais expressivos de desaceleração de preços. A cesta analisada é composta por 35 itens, a maior parte de alimentos e alguns itens de higiene pessoal e limpeza. Os itens com maiores altas foram farinha de mandioca (19,29%), tomate (16,17%) e cebola (14,30%). O primeiro foi fortemente influenciado pela seca nas áreas produto-

ras na região Nordeste e os outros pelas variações climáticas que afetaram as culturas, como chuvas nos períodos de colheita. As quedas mais expressivas ficaram com arroz (2,42%), creme dental (1,74%) e óleo de soja (1,68%), todas provocadas por fatores sazonais. Na avaliação regional, a cesta da região Norte continuou a de maior valor no País em fevereiro, avaliada em R$ 416,04. Ela registrou au-

J.F.Dirio/Estadão Conteúdo - 12.11.12

mento de 6,1% sobre o mês anterior. Segundo a avaliação da GfK, Em seguida, veio a do Sul, que situou-se em R$ 380,99, com alta de 2,08% no período. A cesta básica do Sudeste ficou em R$ 343,18, com ligeiro recuo de 0,08%. A do CentroOeste terminou fevereiro em R$ 328,39, queda de 0,71% no período. No Nordeste, a majoração foi de 3,42% e o valor da cesta ficou em R$ 307,87. No Norte, ela ficou em R$ 416,06, com aumento de 6,1%. Estas duas últimas também foram impactadas pela alta dos preços da farinha de mandioca, produto considerado essencial na alimentação diária de suas populações.

Redes promovem reestruturação de suas unidades e conquistam mais consumidores

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Abras divulgou ontem a 36ª Pesquisa Ranking Abras, com os resultados dos 20 maiores supermercados do País. Na avaliação da entidade, o resultado foi positivo para o segmento e não registrou alteração nas cinco primeiras colocadas (veja quadro). O estudo indicou que o faturamento destes 20 empreendimentos registrou aumento de 11,3%, passando de R$ 139,8 bilhões em 2011 para R$ 155,7 bilhões no ano passado. Todo o segmento registrou faturamento de R$ 250 bilhões em 2012, cifra 11,4% superior à registrada no ano anterior e total de 3.283 lojas, le-

vando-se em conta as 20 maiores empresas. De acordo com a avaliação da Abras, elaborada pelo Departamento de Economia e Pesquisa da entidade em parceria com a Nielsen, os resultados positivos foram consequência não só do aumento do poder aquisitivo dos salários, mas também dos investimentos que as redes realizaram em ampliação e reestruturação de suas unidades. Flávio Taysa lembrou que não houve surpresa quanto à manutenção das cinco maiores do ranking. O estudo avaliou dados como faturamento, número de lojas, total de funcionários e che-

ck-outs, entre outros. A quarta colocada, a Cencosud, registrou 55,8% no seu faturamento, que foi de R$ 9,7 bilhões, porque incorporou o Prezunic. Este último foi classificado em sexto lugar no ranking de 2011. A única queda entre os dez primeiros empreendimentos foi a rede Angeloni, de Santa Catarina, que passou da oitava para a décima posição. De acordo com economista da Abras, outras redes do estado registraram crescimento mais expressivo, especialmente as de médio porte que conseguiram captar melhor o momento do mercado com performances melhores. (PC)


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conomia

Confiança do pequeno comerciante em alta Mercado de trabalho aquecido eleva expectativa para o aumento das vendas no próximo trimestre. Centro-Oeste é região mais otimista do País. Rejane Tamoto

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s pequenos e médios empresários entrarão no segundo trimestre deste ano mais otimistas em relação não apenas ao faturamento, lucro, contratações e investimentos nos negócios de seus ramos de atuação, mas também no que se refere à economia do País. É o que revela o Índice de Confiança do Empresário de Pequenos e Médios Negócios no Brasil (IC-PMN), indicador trimestral que procura capturar as expectativas para o futuro elaborado pelo Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper) em parceria com o banco Santander. Segundo o indicador, o aumento na confiança do empresário foi de 2,7%, atingindo 75,2 pontos (em uma escala que vai até 100) ante os 73,2 pontos da pesquisa do trimestre anterior. O resultado também é superior na comparação com igual período de 2012, quando o índice foi de 75 pontos. O ramo de atividade que apresentou mais otimismo foi o comércio, com um índice de confiança de 75,7 pontos, ante 74,6 pontos para o segundo trimestre de 2012. Depois do comércio, o ramo que mostrou mais otimismo foi a indústria, com 75 pontos, ante 75,3 pontos para o segundo trimestre de 2012. O setor de serviços teve 74,5 pontos, ante 75,6 pontos em igual período de 2012. Para o professor do Insper José Luiz Rossi o resultado mostrou que o empresário está confiante na recuperação da economia no próximo trimestre. Rossi explica que o comércio foi o setor de destaque porque o mercado de trabalho está aquecido e a renda do trabalhador continua aumentando, o que eleva a

possibilidade de mais vendas. "O setor de serviços, por outro lado, passa por um pouco de inércia em razão da queda de atividade do ano passado. A recuperação vai demorar um pouco mais porque este setor sofre com a parte de custos. No próximo trimestre devemos ver uma recuperação", explica. O indicador IC-PMN foi elaborado a partir de entrevistas com 1,319 empresários, nas quais foram realizadas perguntas sobre o próximo trimestre, entre os dias quatro e oito de março. A região mais otimista do País foi a Centro-Oeste, com 77,3 pontos, seguida por Norte (76,9 pontos) e Nordeste (75,4 pontos). No Sudeste, a melhora na confiança foi expressiva e passou de 72,9 pontos no primeiro trimestre para os atuais 74,9 pontos. No Sul, foi de 74,7 pontos ante 72,1 pontos. "O otimismo maior nas regiões em que prevalece o setor agrícola estão relacionados com as previsões de safra e de preços. Houve melhora, neste sentido, no CentroOeste e no Sul", explica o professor. Crédito – O diretor de Segmentos do Santander, Gilberto Abreu, diz que aproveitou a pesquisa para detectar as perspectivas dos empresários em relação ao crédito bancário. "Identificamos que 34% deles têm a expectativa de tomar mais empréstimos e financiamentos para investir no negócio", afirma. O diretor diz que a maioria pretende manter o nível de crédito bancário ou reduzir a tomada de recursos para liquidar dívidas. "É um cenário positivo porque mais empresas estão procurando desalavancar e reduzir sua exposição", diz Abreu.

Banco lança fundo para o caixa de empresas

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Caixa lançou um fundo de investimento em renda fixa voltado para empresas que querem investir os recursos de disponibilidades (do caixa) com aplicação inicial mínima de R$ 50 mil. Segundo o banco, o fundo Caixa Fic Giro Empresas Referenciado DI tem taxa de administração de 0,40% ao ano e oferece um retorno próximo ao CDI (Certificado de Depósito Interbancário, taxa que acompanha a Selic). De acordo com a instituição financeira, a aplicação é voltada para empresas que querem investir o dinheiro do caixa com menor risco e volatilidade. A carteira do produto, segundo o banco, será composta por títulos públicos pós-fixados e ativos privados de baixo risco de crédito. Segundo a Caixa, o

gestor do fundo buscará rentabilidade aderente à variação do CDI e as empresas terão a opção de adesão à funcionalidade de resgate automático para facilitar o gerenciamento do saldo em conta-corrente. Os investidores poderão contratar a aplicação financeira pessoalmente nas agências bancárias ou na página do banco na internet. Segundo a superintendente nacional de Desenvolvimento de Produtos para Ativos de Terceiros da Caixa, Alenir de Oliveira Romanello, o lançamento contribui para estreitar o relacionamento com os clientes do segmento de Pessoa Jurídica Privada. "O produto está alinhado ao plano estratégico da Caixa de possuir o melhor pacote de valor para as micro e pequenas empresas”, disse Alenir. (RT)

CIA. TRANSAMÉRICA DE HOTÉIS - SÃO PAULO C.N.P.J. Nº 43.212.943/0001-90 RELATÓRIO DA DIRETORIA Senhores Acionistas: Em cumprimento as disposições legais e estatutárias, temos a honra de submeter a sua apreciação as Demonstrações Financeiras relativo ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2012. São Paulo, 26 de fevereiro de 2013 Balanço Patrimonial em 31 de Dezembro de 2012 e 2011 (Em reais) Passivo 2012 2011 Ativo 2012 2011 Circulante Circulante Fornecedores................................................. 2.150.593 1.869.169 Caixa e equivalentes de caixa ...................... 5.748.043 11.743.434 Encargos e contribuições a pagar ................. 1.050.211 2.363.203 Duplicatas a receber ..................................... 4.392.143 3.533.015 Adiantamento de clientes............................... 1.178.083 2.829.356 (-) Provisão para devedores duvidosos ........ (258.664) (252.586) Outras contas a pagar (nota explicativa nº 6) 2.153.948 2.138.783 Estoques (nota explicativa nº 4).................... 755.225 649.432 9.200.511 Devedores diversos (nota explicativa nº 5)... 1.637.791 2.851.935 Total do Passivo Circulante.......................... 6.532.835 Despesas antecipadas.................................. 369.717 275.045 Total do Ativo Circulante ............................. 12.644.255 18.800.275 Não Circulante Não Circulante Exigível a Longo Prazo Realizável a Longo Prazo Provisão para contingência Impostos e Empréstimos compulsórios........................... 9.420 9.420 Contribuições................................................ 2.256.700 1.717.429 Empréstimos a coligadas.............................. 24.060.438 15.898.832 Provisão para contingência trabalhista .......... 626.000 645.632 Depósitos judiciais ........................................ 1.557.417 1.512.557 2.363.061 Opções por incentivos fiscais ....................... 2.914 42.201 Total do Passivo não Circulante .................. 2.882.700 25.630.189 17.463.010 Investimentos Aplicações em incentivos fiscais...................

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3.330 3.330

Imobilizado Edificações e instalações.............................. 92.608.980 89.078.759 Móveis e utensílios........................................ 9.516.522 8.602.452 Máquinas e equipamentos............................ 5.522.202 5.114.603 Materiais de servicos .................................... 1.008.627 944.791 Veículos......................................................... 549.743 386.748 Outros bens................................................... 300.174 231.627 (-) Depreciação acumulada........................... (80.848.204) (76.945.422) 28.658.044 27.413.558 Imobilizado Intangível Marcas e Patentes ........................................ 13.662 13.662 Cessão uso software .................................... 1.356.649 1.251.535 (-) Amortização acumulada ........................... (1.158.638) (1.082.020) 211.673 183.177 Total do Ativo não Circulante ...................... 54.503.100 45.063.075

Patrimônio Líquido Capital social (nota explicativa nº 7) .............. 64.571.171 64.571.171 Reservas de capital ....................................... 263.995 263.995 Prejuízos acumulados.................................... (7.103.346) (12.535.388) Total do Patrimônio Líquido ......................... 57.731.820 52.299.778

Total do Ativo ................................................ 67.147.355 63.863.350 Total do Passivo ............................................ 67.147.355 63.863.350 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido para os Exercícios Findos em 31 de Dezembro de 2012 e 2011 - (Em reais) Capital Social Reserva de Capital Prejuízos Acumulados Total Em 31 de Dezembro de 2010 ...................................... 64.571.171 263.995 (16.753.781) 48.081.385 Lucro Líquido do Exercício ........................................ 4.180.327 4.180.327 Outras Mutações Ajuste de Exercícios Anteriores ................................... 38.066 38.066 Em 31 de Dezembro de 2011 ...................................... 64.571.171 263.995 (12.535.388) 52.299.778 Lucro Líquido do Exercício ........................................ 5.399.434 5.399.434 Outras Mutações Ajuste de Exercícios Anteriores ................................... 32.608 32.608 Em 31 de Dezembro de 2012 ...................................... 64.571.171 263.995 (7.103.346) 57.731.820 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. Notas Explicativas às Demonstrações Financeiras Referentes aos Exercícios Findos em 31 de Dezembro de 2012 e de 2011 - (Em reais) 2012 2011 1 - Contexto Operacional: A Companhia tem por objeto a prática de 4 - Estoques: Os estoques são compostos: 246.524 exploração da atividade hoteleira e locação de salas; podendo participar, Gêneros alimentícios................................................ 281.853 Material de apartamentos......................................... 110.488 57.037 como sócia ou acionista, de outras sociedades. 89.665 82.225 2 - Apresentação das Demonstrações Financeiras: As demonstrações Material de manutenção e segurança ...................... 68.419 62.263 financeiras de 2012 foram elaboradas e estão sendo apresentadas em Material de escritório e impressos............................ Material de limpeza .................................................. 46.902 46.354 conformidade com as práticas contábeis adotadas no Brasil, as quais 15.823 15.208 abrangem a Legislação Societária e as normas emitidas pelo Conselho Bebidas alcoólicas.................................................... Vinhos e champagnes .............................................. 50.440 34.136 Federal de Contabilidade (CFC). Bebidas não alcoólicas............................................. 40.276 46.798 3 - Principais Práticas Contábeis Adotadas: Os critérios adotados para Material de alimentos e bebidas............................... 38.959 33.446 a elaboração das demonstrações financeiras consistem basicamente no Material promocional ................................................ 12.400 25.441 seguinte: 3.1 - Apuração do resultado, ativos circulantes e passivos 755.225 649.432 circulantes e de longo prazo: O resultado é apurado pelo regime de 5 - Devedores Diversos: competência do exercício. Os ativos circulantes são registrados pelos Composto em: 2012 2011 seus valores de aquisição e, quando aplicável, são reduzidos, mediante Locações a receber .................................................. 196.326 141.084 provisão, aos seus valores prováveis de realização. Os passivos Contas a receber ...................................................... 24.679 12.710 circulantes e a longo prazo são registrados pelos seus valores conhecidos Créditos em liquidação ............................................. 17.783 ou calculáveis e, quando aplicável, incluem os encargos incorridos. Impostos a compensar ............................................. 1.058.991 2.318.148 3.2 - Estoques: Os estoques são avaliados ao custo médio de aquisição Impostos a restituir ................................................... 104.756 104.756 92.984 que não supera o valor de mercado. 3.3 - Imobilizado: A depreciação Adiantamento a funcionários .................................... 105.615 159.012 do ativo imobilizado é calculada pelo método linear e são adotadas as Adiantamentos a fornecedores................................. 144.906 Adiantamentos diversos ........................................... 2.518 5.458 seguintes taxas anuais: edificações (4%), instalações, móveis e utensílios 1.637.791 2.851.935 e máquinas e equipamentos (10%), materiais de serviços e veículos (20%). A Diretoria

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Demonstração do Resultado para os Exercícios Findos em 31 de Dezembro de 2012 e 2011 - (Em reais) 2012 2011 Receitas........................................................... 60.739.925 54.502.553 (-) Custos das mercadorias vendidas e serviços prestados......................................... (41.218.138) (37.276.398) (=) Lucro Bruto ............................................... 19.521.787 17.226.155 (-) Despesas com Vendas, Gerais e Administrativas .............................................. (15.111.623) (14.825.163) (+) Outras Receitas e Despesas Operacionais ................................................ 2.311.797 1.850.729 (=) Resultado antes das Receitas e Despesas Financeiras .................................. 6.721.961 4.251.721 (+) Receitas e Despesas Financeiras ............. 380.166 1.273.496 (=) Resultado antes dos Tributos sobre Lucro ................................................... 7.102.127 5.525.217 (-) Despesas com Tributos sobre o Lucro....... (1.702.693) (1.344.890) (=) Resultado Líquido das Operações Continuadas .................................................. 5.399.434 4.180.327 (-) Resultado Líquido após os Tributos das Operações descontinuadas........................... (=) Resultado Líquido do Período................. 5.399.434 4.180.327 Lucro por Ações - (R$) ................................. 3,86 2,99 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. Demonstração do Fluxo de Caixa pelo Método Indireto para os Exercícios Findos em 31 de Dezembro de 2012 e 2011 - (Em reais) 2012 2011 Lucro Líquido do Exercício .............................. 5.399.434 4.180.327 Ajustes por:........................................................ 4.549.538 4.107.257 Depreciação e amortização................................. 4.513.857 3.994.869 Valor residual de baixa nos Ativos....................... 44.121 186.397 Reversão de Provisões ....................................... (66.904) Provisão para Contigências Trabalhistas ............ (19.632) 75.335 Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa 6.078 (44.375) Provisão para Desvalorização de Investimento .. 37.722 Ajuste de Exercícios Anteriores........................... (32.608) (38.065) Aumento / Redução nos Ativos: ...................... 109.691 (1.219.273) Contas a Receber de Clientes............................. (859.128) (217.402) Estoques.............................................................. (105.793) (13.273) Devedores Diversos ............................................ 1.214.144 (492.121) Despesas Antecipadas ........................................ (94.672) (82.994) Depósitos Judiciais.............................................. (44.860) (413.483) Aumento / Redução nos Passivos:.................. (477.132) (224.517) Fornecedores ...................................................... 281.424 (281.239) Encargos e Contribuições a Pagar...................... (1.312.992) (509.548) Contingências Fiscais.......................................... 539.271 375.241 Outras Contas a Pagar........................................ 15.165 191.029 Fluxo de Caixa Proveniente das Atividades Operacionais .................................................... 9.581.531 6.843.794 Fluxo de Caixa Proveniente das Atividades de Investimentos..............................................(15.576.922) (4.117.169) Aquisições de Imobilizado ................................... (5.830.960) (5.411.173) Empréstimos concedidos à partes relacionadas . (8.161.606) (1.065.000) Adiantamento de Clientes ................................... (1.651.273) 2.208.967 Venda de Ativo..................................................... 66.917 150.037 Fluxo de Caixa Proveniente das Atividades de Financiamento............................................. 1.036.000 Amortização de empréstimo por parte relacionada ........................................................ 1.036.000 Aumento Líquido de Caixa e Equivalência de Caixa ............................................................ (5.995.391) 3.762.625 Caixa e Equivalentes do início do período .......... 11.743.434 7.980.809 Caixa e Equivalentes do fim do período.............. 5.748.043 11.743.434 (5.995.391) 3.762.625 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras 6 - Outras Contas a Pagar Composto em: 2012 2011 Contas diversas a pagar........................................... 488.239 510.015 Permutas .................................................................. 117.223 Concessão de empréstimos a funcionário ............... 31.961 Outros Provisões Trabalhistas.................................. 1.548.486 1.596.807 2.153.948 2.138.783 7 - Capital Social: O Capital Social, totalmente subscrito e integralizado no valor de R$ 64.571.171,13 é composto por 1.400.187 ações escriturais, sem valor nominal, sendo 480.874 ações Ordinárias, 2.525 ações Preferenciais Classe “A” e 916.788 ações Preferenciais Classe “B”. O estatuto prevê a quota necessária ao pagamento de um dividendo que represente, no mínimo 25% do lucro líquido. As ações preferenciais terão, em cada exercício social, direito ao recebimento de dividendos, por ação, pelo menos 10% maior do que o atribuído a cada ação ordinária.

Juscelino Toyodi Hiroki - Contador - CRC 1.SP 150.131/O-7

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e Leão já tira R$ 400 bi do brasileiro O governo vem fazendo algumas desonerações, mesmo assim, a arrecadação deverá ser superior a do ano passado Rogério Amato, presidente da ACSP e da Facesp

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Mesmo com as desonerações tributárias feitas pelo governo, ritmo da arrecadação deste ano supera a do ano passado. A cifra foi atingida este ano 9 dias antes.

Renato Carbonari Ibelli

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Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) atinge R$ 400 bilhões nesta quintafeira. A cifra representa o montante em tributos arrecadado pela União, Estados e Municípios, do início do ano até então. O Leão está mais ligeiro: em 2012 igual valor só foi alcançado no dia 6 de abril, ou seja, nove dias mais tarde. O presidente da ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), Rogério Ama-

to, ressalta que a tendência é de aumento da arrecadação ao longo deste ano, comparado com o ano passado. “O governo vem fazendo algumas desonerações de impostos, mesmo assim, acreditamos que a arrecadação deverá ser superior a do ano passado, considerando que a economia também deverá crescer mais”, afirma Amato. O Leão não vai descansar no feriado da Semana Santa. Dados do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) revelam a carga tributária de itens de grande consumo no período, como o peixe, que tem em seu preço 34,48%

de tributos (veja tabela). O Impostômetro foi inaugurado em 20 de abril de 2005. Desde então pode ser visto na fachada da ACSP. A arrecadação tributária medida pelo Impostômetro também pode ser acompanhada pelo site www.impostometro.com.br. Ao longo do ano de 2012 os governos federal, estaduais e municipais arrecadaram um total de R$ 1,556 trilhão em tributos, pelas estimativas do Impostômetro. Para este ano, há a possibilidade de a arrecadação superar esse total, de acordo com projeções do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), que antevê o impacto da elevação dos preços dos combustíveis nos custos da indústria. A média da carga tributária do País é considerada uma das mais elevadas do mundo. Ela representa 35% do Produto Interno Bruto (PIB). O pior é que o peso dos tributos é maior principalmente sobre o consumo. O IBPT calcula que 65% da carga tributária recai sobre bens de consumo, o que acaba onerando os mais pobres, que despendem um percentual maior da renda, em relação aos mais ricos, para esta finalidade. No ano passado cada brasileiro pagou aproximadamente R$ 8 mil para o Leão. Apesar do peso dos impostos no dia a dia, muitos brasileiros ignoram que pagam tributos a cada compra feita. A Lei 12.741, sancionada no ano passado pela presidente Dilma Rousseff, tende a mudar isso. A lei obriga varejistas e prestadores de serviços a informarem na nota fiscal de venda, ou documento similar, a estimativa dos tributos embutidos nos produtos. A obrigação começa a vigorar no dia 6 de junho. O texto da Lei 12.741 nasceu dentro da ACSP, sendo que seus preceitos foram an-

35 por cento é quanto a carga tributária representa do Produto Interno Bruto (PIB) do País. É uma das mais elevadas do mundo.

A carga do feriadão Produto Carga Tributária Arroz 17,24% Batata 11,22% Buquê 17,71% Camarão 33,29% Frutas 11,78% Hospedagem em hotel 29,56% Hotel para animais 26,86% Passagem aérea 22,32% Peixes 34,48% Refrigerante 46,47% Teatro e cinema 30,25% Fonte: IBPT

tecipados pelo Movimento De Olho no Imposto , que percorreu diversos municípios para evidenciar o peso dos impostos no consumo do diário. O movimento também coletou 1,5 milhão de assinaturas pedindo a aprovação da lei, o que se efetivou ao final do ano passado. Neste momento, representantes de empresas e entidades de classe trabalham, junto com o governo, para elaborar a regulamentação da lei. O tributo que mais contribui para a arrecadação é o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que habitualmente responde por mais 20% do total arrecadado. Em seguida aparecem as contribuições previdenciárias para o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), o Imposto de Renda, e a Cofins. A Região Sudeste do País concentra a maior fatia da arrecadação tributária, com cerca de 65% do total. Outra arma do consumidor, que vem se somar à lei que previu o imposto na nota, é programada para o primeiro semestre deste ano. Trata-se do Gastômetro, que vem sendo elaborado pela ACSP em parceria com o IBPT. Com ele será possível ao consumidor acompanhar como o governo estará usando o dinheiro que arrecada por meio da cobrança de tributos.

Contas do governo têm pior resultado dos últimos cinco anos

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epois do recorde positivo registrado em janeiro, as contas do governo Federal fecharam fevereiro com o pior resultado da gestão de Dilma Rousseff. O Governo Central, que reúne as contas do Tesouro Nacional, INSS e Banco Central (BC), registrou déficit primário de R$ 6,41 bilhões. O saldo negativo foi o resultado mensal mais baixo desde setembro de 2009, ainda no governo de Luiz Inácio Lula da Silva, e o pior da história para meses de fevereiro. Com o avanço de 13,9% das despesas, a economia de recursos públicos no primeiro bimestre ficou R$ 6,4 bilhões menor do que a verificada no mesmo período de 2012. O governo começou o ano passado apertando o cinto para ajudar o Banco Central a derrubar os juros, o que de fato ocorreu. Este ano, mesmo com a inflação em alta, a política fiscal é muito diferente: o governo já anunciou que economizará menos, para abrir espaço para mais

investimentos e mais desonerações tributárias. Dados divulgados ontem mostraram que as despesas em janeiro e fevereiro cresceram quase o dobro do que as receitas, que tiveram alta de 7,4% no período. A evolução negativa ocorreu mesmo sem a sanção do Orçamento de 2013, o que na prática limita os gastos de custeio. O resultado da diferença na velocidade de crescimento de despesas e receitas foi que o superávit primário do Governo Central até fevereiro caiu de 3,87% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2012 para 2,67% do PIB. Para o secretário do Tesouro, Arno Augustin, o resultado de fevereiro não representa uma piora das contas públicas. Para ele, o correto é analisar janeiro e fevereiro juntos. Por exemplo: parte da arrecadação recorde registrada em janeiro foi repassada aos Estados e municípios em fevereiro. "Acho importante fazer estas ressalvas

para que não se tirem conclusões que não acho adequadas." O secretário avaliou que o efeito do crescimento econômico na arrecadação tende a se dar ao longo do tempo. Segundo ele, a queda da receita verificada no primeiro bimestre não representa tendência para 2013. "É evidente que têm impacto as desonerações, mas, mesmo com elas, entendemos que a receita deve apresentar um resultado bem positivo." Augustin previu o retorno das contas para o azul em março, mas evitou antecipar a estratégia de política fiscal que será adotada depois da sanção do Orçamento e publicação do decreto de programação de receitas e despesas, quando o governo tradicionalmente anuncia cortes nas despesas. Ele sequer descartou a possibilidade de mudança formal na meta fiscal, dizendo apenas que a política fiscal continua sólida. (Estadão Conteúdo)


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quinta-feira, 28 de março de 2013

ECONOMIA/LEGAIS - 29

HP Financial Services Arrendamento Mercantil S.A. Sociedade Anônima de Capital Fechado CNPJ/MF nº 97.406.706/0001-90 Internet - http://www.hp.com.br Tel.: (11) 4197-8000 Fax: (11) 4197-8356 RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Acionistas, Em cumprimento às disposições estatutárias e legislação em vigor, submetemos à apreciação de V.Sas., o Balanço Patrimonial, a Demonstração do Resultado, a Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido e a Demonstração do Fluxo de Caixa relativos aos exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011, juntamente com o Parecer dos Auditores Independentes. Carteira de Arrendamento e Mercado Arrendador O mercado arrendador brasileiro apresentou um volume em dezembro de 2012 de novos negócios de R$ 1.075 milhões contra R$ 1.433 milhões no mesmo periodo de 2011. O valor acumulado do ano foi de R$ 11.339 milhões registrando uma queda de 33,86% em comparação a 2011 que foi de R$ 17,144 milhões, segundo informações da ABEL – Associação Brasileira das Empresas de Leasing.

A Carteira de arrendamento financeiro da HP Financial Services Arrendamento Mercantil S.A. alcançou o montante em 31 de dezembro de 2012 de R$ 1.234.312 mil (R$ 1.080.992 mil em 2011), composta por contratos vinculados à variação cambial, certificados de depósitos interfinanceiros e taxas prefixadas, com prazos entre 24 e 60 meses. Fontes de Recursos A HP Financial Services Arrendamento Mercantil S.A. faz suas captações de recursos diretamente do exterior, tendo como política manter o casamento de prazos e indexadores entre as operações ativas e passivas se utilizando de instrumentos financeiros derivativos, quando necessário. A empresa está estruturada e capitalizada acreditando no crescimento da economia brasileira.

BALANÇOS PATRIMONIAIS 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de reais)

DEMONSTRAÇÕES DO RESULTADO Semestre findo em 31 de dezembro de 2012 e exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (Em milhares de reais, exceto lucro por ação)

PASSIVO

ATIVO Circulante Disponibilidades Títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos Carteira própria Operações de arrendamento mercantil Arrendamentos a receber - setor privado Rendas a apropriar de arrendamentos a receber Outros créditos Diversos Outros valores e bens Bens não de uso próprio Realizável a longo prazo Operações de arrendamento mercantil Arrendamentos a receber - setor privado Rendas a apropriar de arrendamentos a receber Provisão para créditos de arrendamento mercantil de liquidação duvidosa Outros créditos Diversos Permanente Imobilizado de arrendamento Bens arrendados Superveniência de depreciações Depreciações acumuladas Diferido Perdas em arrendamento a amortizar Amortizações acumuladas Total do ativo

2012 57.417 26.146

2011 77.571 446

– – 23.917 534.139 (510.222) 7.081 7.081 273 273 10.232 (29.034) 875.070 (875.070)

6.668 6.668 61.031 506.311 (445.280) 8.446 8.446 980 980 13.962 (18.339) 703.320 (703.320)

(29.034) 39.266 39.266 1.294.717 1.292.587 2.099.102 306.494 (1.113.009) 2.130 5.204 (3.074) 1.362.366

(18.339) 32.301 32.301 1.078.084 1.074.795 1.784.552 274.992 (984.749) 3.289 5.484 (2.195) 1.169.617

Circulante Obrigações por empréstimos Empréstimos no País – outras instituições Empréstimos no exterior Outras obrigações Fiscais e previdenciárias Sociais e estatutárias Diversas

2012 244.056 193.564 – 193.564 50.492 5.968 343 44.181

2011 197.011 153.716 9.004 144.712 43.295 8.167 951 34.177

Exigível a longo prazo Obrigações por empréstimos Empréstimos no exterior Outras obrigações Fiscais e previdenciárias Diversas

668.854 586.458 586.458 82.396 76.624 5.772

529.777 454.834 454.834 74.943 68.748 6.195

Patrimônio líquido Capital social – de domiciliados no exterior Reservas de lucros

449.456 267.251 182.205

442.829 267.251 175.578

Total do passivo e patrimônio líquido

1.362.366

1.169.617

DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO Semestre findo em 31 de dezembro de 2012 e exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (Em milhares de reais)

Saldos em 31 de dezembro de 2010 Lucro líquido do exercício Destinações: Reserva legal Dividendos propostos Reversão dos dividendos de exercícios anteriores Constituição de reservas de lucros – outras Saldos em 31 de dezembro de 2011 Lucro líquido do exercício Destinações: Reserva legal Dividendos propostos Reversão dos dividendos de exercícios anteriores Constituição de reservas de lucros – outras Saldos em 31 de dezembro de 2012 Saldos em 30 de junho de 2012 Prejuízo líquido do semestre Destinações: Reserva legal Dividendos propostos Reversão dos dividendos de exercícios anteriores Constituição de reservas de lucros – outras Saldos em 31 de dezembro de 2012

Reservas de lucros Legal Outras 9.386 148.999 – –

Lucros acumulados – 16.683

Total 425.636 16.683

– – – – 267.251 –

834 – – – 10.220 –

– – – 16.359 165.358 –

(834) (951) 1.461 (16.359) – 6.019

– (951) 1.461 – 442.829 6.019

– – – – 267.251 267.251 –

301 – – – 10.521 10.548 –

– – – 6.326 171.684 171.219 –

(301) (343) 951 (6.326) – – (544)

– (343) 951 – 449.456 449.018 (544)

– – – – 267.251

(27) – – – 10.521

– – – 465 171.684

27 31 951 (465) –

– 31 951 – 449.456

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de reais) 1. Contexto operacional O objetivo principal da HP Financial Services Arrendamento Mercantil S.A. (“Instituição”) é a prática de operações de arrendamento mercantil que são contratadas diretamente com os clientes corporativos da Hewlett Packard Brasil S.A., por meio do fornecimento de máquinas e equipamentos de informática e soluções tecnológicas e com clientes usuários de microcomputadores e periféricos por meio do canal de distribuição dos produtos HP. A sede social da Instituição é: Alameda Rio Negro, 750, 2º andar - Sala 3 - Alphaville - Barueri - SP - CEP 06454-000. Os contratos de arrendamento mercantil são efetuados a taxas pré-fixadas ou pós-fixadas. As operações com taxas pré-fixadas ou indexadas a variação dos Certificados de Depósitos Interfinanceiros (CDI) são efetuadas com recursos próprios e com recursos de empréstimos contraídos diretamente do exterior, e as operações vinculadas à variação cambial, exclusivamente com recursos de empréstimos contraídos diretamente no exterior. As operações são conduzidas no contexto de um conjunto de sociedades que atuam integradamente, e certas operações têm a intermediação de outras sociedades integrantes do Grupo HP (“Grupo”). Os benefícios dos serviços prestados entre as empresas do Grupo e os custos das estruturas operacional e administrativa são absorvidos, em conjunto ou individualmente, por essas empresas. 2. Base de preparação e apresentação das demonstrações financeiras As demonstrações financeiras foram preparadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, que incluem as diretrizes contábeis emanadas pela Lei nº 6.404/76, alterações introduzidas pelas Leis nº 11.638/07 e 11.941/09 e em conformidade com as Normas do Banco Central do Brasil e estão sendo apresentadas de acordo com o Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional (COSIF). As estimativas contábeis são determinadas pela Administração, considerando fatores e premissas estabelecidas com base em julgamento. Itens significativos sujeitos a essas estimativas e premissas incluem as provisões para ajuste dos ativos ao valor provável de realização ou recuperação, as provisões para perdas, as provisões para contingências, marcação a mercado de instrumentos financeiros, impostos diferidos, entre outros. A liquidação das transações envolvendo essas estimativas poderá resultar em valores divergentes em razão de imprecisões inerentes ao processo de sua determinação. A Administração revisa as estimativas e premissas pelo menos semestralmente. 3. Resumo das principais práticas contábeis a) Rendas de arrendamento mercantil e apuração do resultado As rendas de arrendamento são registradas quando dos vencimentos das parcelas contratuais, conforme determinado pela Portaria MF-140/84, não observando o regime de competência. As demais receitas e despesas são reconhecidas pelo regime de competência, sendo que as de natureza financeira são calculadas com base no método exponencial, exceto aquelas relativas a operações com o exterior, as quais são calculadas com base no método linear. As operações com taxas pré-fixadas são registradas pelo valor de resgate e as receitas e despesas, correspondentes ao período futuro, são registradas em conta redutora dos respectivos ativos e passivos. As operações com taxas pós-fixadas ou indexadas a moedas estrangeiras são atualizadas até a data do balanço. b) Títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos Os títulos e valores mobiliários são classificados de acordo com a intenção da Administração, nas seguintes categorias: • Títulos para negociação; • Títulos disponíveis para venda; • Títulos mantidos até o vencimento. Os títulos classificados como para negociação e os disponíveis para venda são avaliados, na data do balanço, pelo seu valor de mercado e os classificados como títulos mantidos até o vencimento são avaliados pelo seu custo de aquisição, acrescido dos rendimentos auferidos até a data do balanço. Os títulos para negociação estão classificados no ativo circulante, independente do prazo de vencimento. Os ajustes para o valor de mercado dos títulos classificados para negociação são reconhecidos no resultado do período. Os ajustes para o valor de mercado dos títulos classificados como disponíveis para venda são contabilizados em contrapartida a conta destacada do patrimônio líquido, deduzido dos efeitos tributários, sendo transferidos para o resultado do período quando da efetiva realização, através da venda definitiva dos respectivos títulos e valores mobiliários. Os instrumentos financeiros derivativos são contabilizados em conta de ativo ou passivo, respectivamente, apropriado como receita ou despesa “pro rata” até a data do balanço. As operações com instrumentos financeiros derivativos não considerados como “hedge accounting” são avaliadas, na data do balanço, a valor de mercado, contabilizando a valorização ou a desvalorização em conta de receita ou despesa, no resultado do período. A HP Financial Services Arrendamento Mercantil S.A. não tinha nenhuma operação de derivativos na data-base de 31 de dezembro de 2012 e 2011. c) Caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa, conforme Resolução Conselho Monetário Nacional (CMN) nº 3.604/08 inclui dinheiro em caixa, depósitos bancários, investimentos de curto prazo de alta liquidez, com risco insignificante de mudança de valor, com prazo de vencimento igual ou inferior a 90 dias. d) Operações de arrendamento mercantil e provisão para créditos de arrendamento mercantil de liquidação duvidosa As operações de arrendamento mercantil são classificadas de acordo com o julgamento da administração quanto ao nível de risco, levando em consideração a conjuntura econômica, a experiência passada e os riscos específicos em relação

Receitas da intermediação financeira Operações de arrendamento mercantil Resultado de operações de títulos e valores mobiliários Despesas da intermediação financeira Operações de empréstimos e repasses Operações de arrendamento mercantil Provisão para créditos de liquidação duvidosa Resultado bruto da intermediação financeira Outras receitas (despesas) operacionais Outras despesas administrativas Despesas tributárias Outras receitas operacionais Outras despesas operacionais Resultado operacional Resultado não operacional Resultado antes da tributação sobre o lucro Imposto de renda e contribuição social Imposto de renda Contribuição social Ativo fiscal diferido Lucro líquido/(prejuízo) do semestre/exercício Lucro por ação – R$

2º semestre 2012 296.187 296.022 165 (286.516) (40.186) (233.556) (12.774) 9.671 (9.976) (9.186) (2.077) 1.376 (89) (305) 857 552 (1.096) 414 (2.372) 862 (544) (0,002)

2012 593.892 593.547

Exercícios 2011 482.164 481.280

345 884 (564.396) (435.353) (83.050) (58.213) (467.885) (366.241) (13.461) (10.899) 29.496 46.811 (19.160) (19.026) (18.079) (15.877) (4.037) (4.273) 3.071 1.177 (115) (53) 10.336 27.785 1.166 (168) 11.502 27.617 (5.483) (10.934) 700 (553) (4.513) (6.358) (1.670) (4.023) 6.019 16.683 0,02 0,06

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras

Capital social 267.251 –

Capital Social e Patrimônio Líquido O Capital Social, no montante de R$ 267.251 mil, composto de 264.508.606 ações ordinárias e 1.001 ações preferenciais, nominativas, sem valor nominal, está totalmente subscrito e integralizado, sendo seu acionista majoritário a HPFS Brazil Holding B.V. O Patrimônio Líquido em 31 de dezembro de 2012 foi de R$ 449.456 mil. (2011 – R$ 442.829 mil). Agradecimentos Agradecemos aos clientes pela preferência, aos senhores acionistas pela confiança e apoio e aos funcionários e colaboradores pela dedicação e comprometimento de nossos objetivos e pelos resultados alcançados no exercício findo em 31 de dezembro de 2012. Barueri, 05 de março de 2013 A Administração

à operação, aos devedores e garantias, observando os parâmetros estabelecidos pela Resolução nº 2682, do (CMN) que requer a análise periódica da carteira e sua classificação em nove níveis distintos, sendo “AA” (risco mínimo) e “H” (risco máximo). As operações classificadas como nível “H” permanecem nessa classificação por seis meses, quando então são baixadas contra a provisão existente e controladas, por cinco anos, em contas de compensação, não mais figurando no balanço patrimonial. As operações renegociadas são mantidas, no mínimo, no mesmo nível em que estavam classificadas. As renegociações de operações de arrendamento mercantil que já haviam sido baixadas contra a provisão, e que estavam em contas de compensação, são classificadas como nível “H” e os eventuais ganhos provenientes da renegociação somente são reconhecidos como receita, quando efetivamente recebidos. e) Imobilizado de arrendamento Substancialmente representado por equipamentos de informática. A depreciação é calculada pelo método linear, contabilizada mensalmente, com base nos respectivos prazos usuais de vida útil, prazos estes considerados com redução de 30% conforme previsto pela legislação fiscal. f) Imposto e contribuição sobre a renda A provisão para imposto de renda foi constituída à alíquota de 15%, acrescida de adicional de 10% sobre o lucro real excedente a R$240 no ano, e a contribuição social foi calculada à alíquota de 15%, ambos calculados com base no lucro contábil ajustado pelas adições e exclusões de caráter permanente. O imposto de renda e a contribuição social diferidos, calculados sobre as adições temporárias, são registrados na rubrica “Outros créditos - diversos”, e as obrigações fiscais diferidas são registradas na rubrica “Outras obrigações - fiscais e previdenciárias”, respectivamente no realizável e exigível a longo prazo. g) Ativos e passivos contingentes e obrigações legais, fiscais e previdenciárias O reconhecimento, a mensuração e a divulgação dos ativos e passivos contingentes, e obrigações legais são efetuados de acordo com os critérios descritos abaixo: • Contingências ativas - não são reconhecidas nas demonstrações financeiras. Os direitos decorrentes são registrados somente quando da existência de evidências que propiciem a garantia de sua realização, sobre as quais não caibam mais recursos. • Contingências passivas - são reconhecidas nas demonstrações financeiras quando, baseado na opinião de assessores jurídicos e da Administração, for considerado provável o risco de perda de uma ação judicial ou administrativa, com uma provável saída de recursos para a liquidação das obrigações e quando os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança. Os passivos contingentes classificados como perdas possíveis pelos assessores jurídicos são apenas divulgados em notas explicativas, enquanto aquelas classificadas como perda remota não requerem provisão e divulgação. • As questões relacionadas às obrigações legais, fiscais e previdenciárias, onde estão sendo contestadas, através de demandas judiciais, a legalidade e a constitucionalidade de alguns tributos e contribuições, são tratadas como obrigações com efeito suspensivo. O montante discutido é quantificado, registrado e atualizado mensalmente. h) Redução do valor recuperável de ativos não financeiros - (impairment) É reconhecida uma perda por impairment se o valor de contabilização de um ativo ou de sua unidade geradora de caixa excede seu valor recuperável. Uma unidade geradora de caixa é o menor grupo identificável de ativos que gera fluxos de caixa substancialmente independentes de outros ativos e grupos. Perdas por impairment são reconhecidas no resultado do período. Os valores dos ativos não financeiros, exceto outros valores e bens e créditos tributários, são revistos, no mínimo, anualmente para determinar se há alguma indicação de perda por impairment. A HP Financial Services Arrendamento Mercantil S.A. realizou um estudo do valor recuperável de ativos, não sendo identificadas perdas por redução ao valor recuperável. 4. Ajustes nas operações de arrendamento mercantil Os registros contábeis da Instituição são mantidos conforme exigências legais. Os procedimentos adotados e sumariados na Nota Explicativa nº 3, principalmente os itens “a” e “d”, diferem das práticas contábeis emanadas da legislação societária brasileira, principalmente por não adotarem o regime de competência no registro das receitas e despesas relacionadas aos contratos de arrendamento mercantil. No sentido de considerar esses efeitos, de acordo com a Circular nº 1.429 do Banco Central do Brasil, foi calculado o valor atual das contraprestações em aberto, utilizando-se a taxa interna de retorno de cada contrato, registrando um ajuste contábil no resultado e o consequente aumento ou redução no ativo permanente (superveniência ou insuficiência de depreciação). Este ajuste gerou um crédito (superveniência) no resultado do exercício findo em 31 de dezembro de 2012 de R$32.889 (R$39.082 de superveniência em 2011). Em decorrência do registro contábil desse ajuste, o lucro líquido e o patrimônio líquido estão apresentados de acordo com as práticas contábeis emanadas da legislação societária brasileira, porém as rubricas de ativo e resultado de arrendamento permanecem inadequadamente apresentadas. 5. Títulos e valores mobiliários Em 31 de dezembro de 2011, a carteira de títulos e valores mobiliários estava classificada como para negociação, conforme estabelecido pela Circular nº 3.068, do Banco Central do Brasil, sendo composta por aplicações em cotas de fundos de investimento, administrados pelo Itaú Unibanco e HSBC Bank. As cotas de fundos de investimento são ajustadas a mercado pelo gestor dos fundos de acordo com a composição da carteira. 6. Operações de arrendamento mercantil As operações de arrendamento mercantil são contratadas de acordo com a opção feita pelo arrendatário, com cláusulas de atualização pós-fixada ou com taxa de juros prefixada, tendo o arrendatário a opção contratual de compra do bem, renovação do arrendamento ou devolução ao final do contrato. A garantia dos arrendamentos a receber está suportada pelos próprios bens arrendados.

DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA Semestre findo em 31 de dezembro de 2012 e exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (Em milhares de reais) 2º semestre 2012 Fluxo de caixa proveniente das atividades operacionais Prejuízo/lucro do semestre/exercícios Ajustes para reconciliar o lucro líquido ao caixa líquido proveniente de (aplicado em): Provisão para créditos de liquidação duvidosa Imposto de renda e contribuição social diferidos – ativo e passivo Provisão para perdas em bens não de uso próprio Depreciações e amortizações Provisão para perdas na venda de valor residual Superveniência de depreciação Lucro na alienação de BNDU Lucro na alienação de imobilizado de uso e de arrendamento Lucro líquido ajustado Variação de ativos e obrigações Redução em operações de arrendamento mercantil Redução em outros créditos Redução de outros valores e bens Aumento (redução) em outras obrigações Caixa líquido proveniente das atividades operacionais Fluxo de caixa proveniente das atividades de investimento: (Aquisição)/alienação de bens não de uso próprio Alienação de imobilizado de uso e de arrendamento (Aquisição) de imobilizado de uso e de arrendamento Aplicação no diferido Caixa líquido aplicado nas atividades de investimento Fluxo de caixa proveniente das atividades de financiamento: Redução em obrigações por empréstimos Juros sobre capital próprio e dividendos pagos e/ou provisionado Reversão de dividendos Caixa líquido proveniente das atividades de financiamento Aumento (redução) de caixa e equivalentes de caixa Modificações em caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa no início do semestre/exercícios Caixa e equivalentes de caixa no fim do semestre/exercícios Aumento (redução) de caixa e equivalentes de caixa Composição de caixa e equivalentes de caixa Disponibilidades Títulos e valores mobiliários Total

(544) 217.882 12.773

2012

Exercícios 2011

6.019

16.683

421.762 13.461

333.807 7.338

(1.276) 970 4.023 (2.335) (2.385) 692 230.096 440.070 362.203 3.098 6.941 4.334 (17.472) (32.889) (39.082) (695) (954) (524) (6.307) (3.452) (5.177) 217.338 427.781 350.490 109.906 42.428 19.647 90.054 34.348 1.449 1.564 1.306 1.460 36 – – 18.252 6.774 16.738 327.244 470.209 370.137

3.165 4.046 334 15.036 29.876 20.414 (391.426) (650.859) (605.457) (3.206) (6.320) (6.197) (376.431) (623.257) (590.906)

68.057 31 951

171.472

218.910

(343) 951

(951) 1.461

69.039 19.852

172.080 19.032

219.420 (1.349)

6.294

7.114

8.463

26.146 19.852

26.146 19.032

7.114 (1.349)

26.146 – 26.146

446 6.668 7.114

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras O valor dos contratos de arrendamento mercantil financeiros é representado pelo seu respectivo valor presente, apurado com base na taxa interna de cada contrato. Esse valor, em atendimento às normas do Banco Central do Brasil, é apresentado em diversas rubricas patrimoniais, as quais são resumidas a seguir: 2012 ArrendaArrendamento mento Balanço operacional financeiro Operações de arrendamentos a receber 1.409.209 98.866 1.310.343 Rendas a apropriar de arrendamento mercantil (1.385.292) (96.652) (1.288.639) Imobilizado de arrendamento 2.127.276 174.108 1.953.168 Depreciações acumuladas (1.113.010) (78.641) (1.034.369) Superveniência de depreciação 306.494 – 306.495 Provisão pra perdas de bens arrendados (28.174) (28.174) – Perdas em arrendamentos a amortizar 2.130 – 2.130 Credores por antecipação do valor residual (Nota 9.b) (14.816) – (14.816) 69.507 1.234.312 Valor presente 1.303.819 2011 ArrendaArrendamento mento Balanço operacional financeiro Operações de arrendamentos a receber 1.209.631 68.163 1.141.468 Rendas a apropriar de arrendamento mercantil (1.148.600) (67.467) (1.081.133) Imobilizado de arrendamento 1.805.785 128.949 1.676.836 Depreciações acumuladas (984.750) (61.830) (922.920) Superveniência de depreciação 274.992 – 274.992 Provisão pra perdas de bens arrendados (21.232) (21.232) – Perdas em arrendamentos a amortizar 3.289 – 3.289 Credores por antecipação do valor residual (Nota 9.b) (11.540) – (11.540) 46.583 1.080.992 Valor presente 1.127.575 Abaixo se encontram apresentadas algumas informações baseadas no valor presente dos contratos: a) Diversificação por vencimento 2012 2011 Vencidos A partir de 15 dias 6.222 1.446 6.222 1.446 A vencer Até 3 meses 133.214 116.721 De 3 a 12 meses 326.040 293.722 De 1 a 3 anos 564.173 449.194 De 3 a 5 anos 204.663 219.909 1.228.090 1.079.546 Total 1.234.312 1.080.992 b) Diversificação por segmento de mercado 2012 2011 % – Sobre % – Sobre R$ total R$ total Setor Público Federal Indústria 75.165 6,1 46.511 4,3 Setor privado Rural 13 – 155 – Indústria 187.063 15,2 133.513 12,4 Comércio 52.356 4,2 47.774 4,4 Instituição financeira 533.153 43,2 564.511 52,2 Outros serviços 386.562 31,3 288.528 26,7 Total 1.234.312 100,0 1.080.992 100,0 7. Provisão para créditos de arrendamento mercantil de liquidação duvidosa Em 31 de dezembro de 2012 e 2011, a provisão para créditos de arrendamento mercontinua na próxima página . . .


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30 -.ECONOMIA/LEGAIS

quinta-feira, 28 de março de 2013

HP Financial Services Arrendamento Mercantil S.A. Sociedade Anônima de Capital Fechado CNPJ/MF nº 97.406.706/0001-90 Internet - http://www.hp.com.br Tel.: (11) 4197-8000 Fax: (11) 4197-8356 … continuação das Notas Explicativas às Demonstrações Financeiras em 31 de dezembro de 2012 e 2011 ((Em milhares de reais) cantil de liquidação duvidosa apresentou as seguintes movimentações e respectivos eventos: 2º semestre Exercícios 2012 2012 2011 Saldo inicial 16.921 18.339 11.001 Complemento (reversão) da provisão 12.773 13.461 10.899 Baixas contra a provisão (660) (2.766) (3.561) 29.034 18.339 Saldo final 29.034 Nos exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011, com base no valor presente dos contratos, os níveis de risco da carteira estavam assim compostos: 2012 2011 Nível de Curso Ven- Total da Percentual Total da risco normal cidas Carteira de Provisão Provisão Carteira Provisão AA 723.665 – 723.665 – – 690.994 – A 275.235 711 275.946 0,5% 1.380 206.797 1.034 B 100.343 443 100.786 1,0% 1.008 111.638 1.116 C 63.217 16.784 80.001 3,0% 2.400 36.013 1.080 D 9.809 9.570 19.379 10,0% 1.938 12.444 1.244 E 3.650 8.516 12.166 30,0% 3.650 6.868 2.061 F 1.328 3.593 4.921 50,0% 2.460 3.559 1.779 G 723 3.443 4.166 70,0% 2.916 8.848 6.194 H 2.548 10.734 13.282 100,0% 13.282 3.831 3.831 Total 1.180.419 53.794 1.234.312 29.034 1.080.992 18.339 8. Outros créditos – diversos 2012 2011 Créditos tributários (Nota 8.a) 38.511 31.605 Imposto de renda a compensar 6.142 8.013 Devedores diversos – país 930 473 Outros devedores 764 656 Total 46.347 40.747 Parcela de curto prazo 7.081 8.446 Parcela de longo prazo 39.266 32.301 a) Créditos tributários No exercício findo em 31 de dezembro de 2012, os créditos tributários apresentaram a seguinte movimentação: Saldo ConstiReali Saldo inicial tuição zação final Créditos tributários de imposto de renda Crédito tributário sobre prejuízo fiscal 7.231 700 – 7.931 Provisão para perdas com bens de arrendamento operacional (a) 5.308 1.736 – 7.044 Provisão para créditos de arrendamento mercantil de liquidação duvidosa (a) 9.284 2.740 – 12.024 Passivos contingentes 7 – – 7 Imposto de renda sobre BNDU 634 – (596) 38 Subtotal 22.464 5.176 (596) 27.044 Créditos tributários de contribuição social Provisão para perdas com bens de arrendamento operacional (a) 3.185 1.041 – 4.226 Provisão para créditos de arrendamento mercantil de liquidação duvidosa (a) 5.571 1.643 – 7.214 Passivos contingentes 4 – – 4 (358) 23 Contribuição social sobre BNDU 381 – (358) 11.467 Subtotal 9.141 2.684 7.860 (954) 38.511 Total 31.605 (a) O Crédito tributário de Imposto de Renda e Contribuição Social sobre a provisão para créditos de liquidação duvidosa sobre os contratos de arrendamento financeiro é composto basicamente pela provisão existente de R$29.034 (2011 - R$18.339), acrescida dos créditos baixados para prejuízo que ainda não atendem aos critérios de dedutibilidade estabelecidos pela Lei nº 9.430. Com base no atual nível de capitalização e operações da Instituição, e considerando as expectativas de resultados futuros determinados com base em premissas que incorporam, entre outros fatores, a manutenção do nível de operações, o atual cenário econômico, e as expectativas futuras de taxas de juros, a Administração acredita que os créditos tributários, registrados em 31 de dezembro de 2012, tinham a sua realização futura da seguinte forma: Expectativa de realização 2013 2014 2015 2016 2017 Créditos tributários de imposto de renda Prejuízo fiscal 575 604 634 664 698 Provisão para perdas com bens de arrendamento operacional 560 588 618 647 681 Provisão para créditos de arrendamento mercantil de liquidação duvidosa 956 1.004 1.054 1.105 1.162 BNDU 3 3 3 4 4 Passivos contingentes 2 2 2 1 – 2.096 2.201 2.311 2.421 2.545 Valor presente 1.895 1.799 1.707 1.616 1.536 Créditos tributários de contribuição social Provisão para perdas com bens de arrendamento operacional 336 353 370 388 408 Provisão para créditos de arrendamento mercantil de liquidação duvidosa 573 602 633 663 697 BNDU 2 2 2 2 2 Passivos contingentes 1 1 1 1 – 912 958 1.006 1.054 1.107 783 743 704 668 Valor presente 824

Créditos tributários de imposto de renda Prejuízo fiscal Provisão para perdas com bens de arrendamento operacional Provisão para créditos de arrendamento mercantil de liquidação duvidosa BNDU Passivos contingentes Valor presente Créditos tributários de contribuição social Provisão para perdas com bens de arrendamento operacional Provisão para créditos de arrendamento mercantil de liquidação duvidosa BNDU Passivos contingentes Valor presente

2018

2019

2020

2021

2022

Total

734

770

809

850

893

7.231

715

750

788

828

869

7.044

1.220 4 – 2.673

1.281 4 – 2.805

1.345 4 – 2.946

1.413 4 – 3.095

1.484 12.024 5 38 – 7 3.251 26.344

1.458

1.384

1.313

1.247

1.184 15.139

429

450

473

497

732 2 – 1.163

768 2 – 1.220

807 3 – 1.283

848 3 – 1.348

635

602

572

543

522

4.226

891 7.214 3 23 – 4 1.416 11.467 516

6.590

Para fins de determinação do valor presente da realização futura estimada de créditos tributários em cada ano, foi adotada a taxa média de 10,467% ao ano, referente ao custo médio de captação da Instituição. 9. Outras obrigações a) Fiscais e previdenciárias 2012 2011 Provisão para imposto de renda 650 1.204 Provisão para contribuição social 4.826 6.671 Imposto de renda retido na fonte a recolher 29 27 PIS e COFINS 308 130 Imposto sobre serviços a recolher 155 135 Provisão para imposto de renda diferido (Nota 9.a1) 76.624 68.748 76.915 Total 82.592 Parcela de curto prazo 5.968 8.167 Parcela de longo prazo 76.624 68.748 a.1) Provisão para imposto de renda diferido As obrigações fiscais diferidas foram constituídas sobre o total de superveniência de depreciação apurado pela Instituição. No exercício findo em 31 de dezembro de 2012, a provisão para impostos diferidos apresentou a seguinte movimentação: Saldo Constituição Saldo inicial (reversão) final Imposto de renda diferido sobre superveniência de depreciação 68.748 7.876 76.624 Total 68.748 7.876 76.624 As obrigações fiscais diferidas terão sua realização com base na fluência dos prazos da carteira de arrendamento mercantil. Com base no atual nível de capitalização e operações da Instituição, e considerando as expectativas de resultados futuros determinados com base em premissas que incorporam, entre outros fatores, a manutenção do nível de operações, o atual cenário econômico, e as expectativas futuras de taxas de juros, a Administração acredita que as obrigações fiscais diferidas, registradas em 31 de dezembro de 2012, tenham a sua realização futura da seguinte forma: Expectativa de realização 2013 2014 2015 2016 2017 Imposto de renda diferido – Superveniência de depreciação 6.091 6.396 6.718 7.040 7.403 6.091 6.396 6.718 7.040 7.403 Valor presente

5.506

Imposto de renda diferido – Superveniência de depreciação Valor presente

4.700

4.468

2018

2019

2020

5.227

2021

4.963

2022

Total

7.775 7.775

8.163 8.163

8.575 8.575

9.005 9.005

9.458 9.458

76.624 76.624

4.242

4.026

3.822

3.629

3.445

44.028

Para fins de determinação do valor presente da realização futura estimada do imposto de renda diferido em cada ano, foi adotada a taxa média de 10,467% ao ano, referente ao custo médio de captação da Instituição. b) Outras obrigações – diversas 2012 2011 Credores por antecipação de valor residual 14.816 11.540 Obrigações por aquisição de bens e direitos 30.982 25.691 Provisão para pagamento a efetuar 2.592 2.916 Provisões para contingências (Nota 11) 28 28 Outros credores 1.536 197 40.372 Total 49.954 Parcela de curto prazo Parcela de longo prazo

44.181 5.773

34.177 6.195

10. Obrigações por empréstimos Empréstimos no país outras Instituições HSBC Subtotal Empréstimos no exterior HP Coordination Center HP Coordination Center Hewlett-Packard Financial Services Company Hewlett-Packard Financial Services Company Subtotal Total Parcela de curto prazo Parcela de longo prazo

Juros

Indexador

Vencimento

2012

2011

0,91 % a.a.

CDI

Até janeiro 2012

– –

9.004 9.004

4,92 % a.a. 19,4537% a.a. 101,5% do CDI a.a. 4,30% a.a.

US$ Pré-Fixado CDI US$

Até dezembro 2013 Até junho 2017 Até dezembro 2016 Até dezembro 2014

27.667 364.253 368.863 19.239 780.022 780.022 193.564 586.458

24.261 182.600 366.195 26.490 599.546 608.550 153.716 454.834

11. Contingências As provisões constituídas e as respectivas movimentações no exercício foram as seguintes: Saldo inicial Movimentação Saldo final Outras 28 – 28 28 – 28 Representam o valor provável das obrigações a serem cumpridas, segundo avaliação dos advogados, decorrentes dos processos movidos contra a Instituição. Em 31 de dezembro de 2012, a Instituição possuía passivos contingentes classificados como perda possível no total de R$487 oriundos de causas cíveis (ações fiscais e litígios). 12. Patrimônio líquido a) Capital social Em 31 de dezembro de 2012, e 2011, o capital social totalmente subscrito e integralizado estava representado por 264.509.607 ações, sendo 264.508.606 ações ordinárias e 1.001 ações preferenciais, nominativas, sem valor nominal. b) Dividendos Aos acionistas é assegurado dividendo mínimo obrigatório de 6% do lucro líquido anual ajustado de acordo com a lei: 2º semestre Exercício Exercício 2012 2012 2011 Lucro líquido do semestre/exercício (544) 6.019 16.683 Constituição de reserva legal (5%) (27) 301 834 Base para cálculo dos dividendos (517) 5.718 15.849 Constituição de dividendos (6%) (31) 343 951

Conforme AGE realizada em 30 de abril de 2012, os acionistas decidiram pela não distribuição dos dividendos referente ao exercício de 2011, sendo o saldo transferido para “Reservas de lucros - outras” para posterior alocação em novas operações de arrendamento mercantil. 13. Outras despesas administrativas Exercícios 2012 2011 Rateio de despesas administrativas (Nota 15) 14.718 12.665 Serviços prestados por terceiros 2.025 1.850 Processamento de dados 875 879 Publicações 198 198 Aluguéis 13 13 Despesas do sistema financeiro 56 45 Outras 194 227 15.877 18.079 14. Outras receitas (despesas) operacionais Exercícios 2012 2011 Outras receitas operacionais Multas e juros de mora sobre recebimentos em atraso 1.235 811 Outras 1.836 366 1.177 3.071 Outras despesas operacionais Multas e juros sobre impostos (4) (48) Diversos (111) (5) (53) (115)

CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Irving Harold Rothman Presidente

Ian Colin Fowlis Membro

DIRETORIA José Antonio Borges Diretor

George Daniel McCarthy Membro

CONTADOR Ismael Paes Gervásio Diretor

Ismael Paes Gervásio CRC 1SP130.437/O-0

15. Transações com partes relacionadas e remuneração da administração “Os saldos e resultados de operações com partes relacionadas, as quais são efetuadas com base em taxas e condições usuais de mercado, estão refletidos nas seguintes contas:” Exercícios 2012 2011 Passivo Sociais e estatutárias 343 951 Obrigações por empréstimos Hewlett-Packard Financial Services Company 391.920 392.685 HP Coordination Center 388.102 206.861 Outras obrigações - Valores a pagar ligadas 1.252 1.619 Resultado Despesas com operações de empréstimos (*) HP Coordination Center (*) 47.582 (19.127) Hewlett-Packard Financial Services Company (*) 29.011 (32.343) Despesas administrativas Rateio de despesas 14.718 12.665 (*) Inclui o resultado da variação cambial do período sobre as operações de empréstimos em moeda estrangeira. Os administradores da HP Financial Services Arrendamento Mercantil S.A. são remunerados através do regime de Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), sendo que eles estão alocados na entidade HP Financial Services Brasil Ltda. 16. Imposto de renda e contribuição social a) Demonstrativo do imposto de renda e contribuição social Constituição do crédito tributário diferido sobre provisão para perdas com bens de arrendamento operacional (Nota 8.a) Constituição do crédito tributário diferido sobre provisão para créditos de arrendamento mercantil de liquidação duvidosa (Nota 8.a) Constituição (realização) do crédito tributário diferido sobre BNDU (Nota 8.a) (Realização) do crédito tributário diferido sobre prejuízo fiscal (Nota 8.a) (Constituição) do imposto de renda diferido passivo sobre superveniência de depreciação (Nota 9.a1) Total ativo fiscal diferido Apuração do imposto de renda - corrente (Nota 16.b) Apuração da contribuição social - corrente (Nota 16.b)

2012

2011

2.777

1.237

4.383

4.026

(954) –

277 (247)

(7.876) (9.316) (1.670) (4.023) 700 (553) (4.513) (6.358) (10.934) (5.483) b) Demonstrativo da base de cálculo do imposto de renda e contribuição social 2012 2011 Imp. de Contrib. Imp. de Contrib. renda social renda social Resultado antes da tributação sobre o lucro 11.502 11.502 27.617 27.617 Adições (exclusões) Permanentes 134 134 83 83 Despesas/provisões dedutíveis e outras 134 134 83 83 Temporárias (14.436) 18.452 (24.398) 14.684 Provisão para créditos de liquidação duvidosa – Arrendamento financeiro 11.723 11.723 10.899 10.899 Provisão para créditos de liquidação duvidosa – Arrendamento operacional 6.941 6.941 3.094 3.094 Superveniência de depreciação (32.888) – (39.082) – Provisão para perdas em BNDU (212) (212) 691 691 Base de cálculo antes da compensação do prejuízo fiscal (2.800) 30.088 3.302 42.384 Compensação de prejuízo fiscal – – (991) – Base de calculo após compensações (2.800) 30.088 2.311 42.384 Encargos às alíquotas de 25% imposto de renda e 15% contribuição social - (Nota 3 item “f”) 700 (4.513) (553) (6.358) 17. Instrumentos financeiros derivativos As operações realizadas pela Instituição envolvendo derivativos visam à redução dos riscos de mercado, de moeda e de taxas de juros. A administração desses riscos é efetivada através de definição de estratégias de operação, estabelecimento de políticas e sistemas de controle e determinação de limites e acompanhamento de posições. A Instituição realiza operações envolvendo instrumentos financeiros derivativos, os quais são registrados e atualizados em contas patrimoniais ou de compensação, que se destinam a atender às suas necessidades próprias. Em 31 de dezembro de 2012 e de 2011 não havia operações com instrumentos financeiros derivativos. 18. Cobertura de seguros (não auditado) O seguro dos bens arrendados está incluso no custo do imobilizado de arrendamento, com cláusula de benefício em favor da arrendadora. 19. Limites operacionais (Acordo de Basileia) De acordo com a Resolução nº 2.844/1998 do Conselho Monetário Nacional o limite individual de risco por cliente ou grupo econômico é de 25% do patrimônio líquido ajustado. A HP Financial Services Arrendamento Mercantil S.A. realizou operações com um mesmo cliente cujo montante da dívida ultrapassou o limite permitido. No sentido de regularizar a situação, a Instituição vinculou parte dos empréstimos que mantém junto à sua matriz no exterior, Hewlett Packard Company, equivalente ao valor do excesso de limite apresentado, conforme previsto na Resolução nº 2921 do Conselho Monetário Nacional, mantendo, dessa forma, seu enquadramento de acordo com os limites operacionais estabelecidos pelo Banco Central do Brasil. Em 31 de dezembro de 2012 e 2011, a Instituição está enquadrada nos demais limites de risco estabelecidos pelo Banco Central do Brasil. O Banco Central do Brasil, através da Resolução nº 3.490 de 29 de agosto de 2007, instituiu nova forma de apuração do Patrimônio de Referência Exigido (PRE), com efeito a partir de 1º de julho de 2008. O índice da Basileia para 31 de dezembro de 2012 é de 35,86515% (44,59266% em 2011): 2012 2011 Risco de crédito 117.515 92.538 Taxa de juros – – Risco operacional 8.075 8.090 Patrimônio de Referência Exigido 125.590 100.628 Patrimônio de Referência (PR) 409.483 407.934 Excesso de patrimônio em relação ao limite 283.368 306.392 20. Gerenciamento de riscos a.1) Risco de mercado A HP Financial Services Arrendamento Mercantil S.A. participa de operações ativas - arrendamentos a receber, aplicações financeiras e operações passivas - captações no mercado interno e externo junto à Matriz, bem como operações com derivativos financeiros, se aplicável, com o objetivo de atender às necessidades próprias, no sentido de administrar exposições. O gerenciamento e o acompanhamento desses riscos são efetuados pela área financeira da Instituição através de políticas e estratégias de operação para posições assumidas, consoante as diretrizes estabelecidas pela Administração. a.2) Risco de liquidez A gestão de risco de liquidez tem como objetivo estabelecer níveis eficientes de recursos líquidos mantidos pelo Grupo com o objetivo de atender suas obrigações com clientes, parceiros e fornecedores, além de permitir que a instituição continue expandindo suas atividades com a estratégia da Administração. a.3) Risco de crédito A gestão de risco de crédito busca oferecer subsídios a definição de estratégias, além do estabelecimento de limites, abrangendo análises de exposições e tendências, bem como eficácia da política de crédito. a.4) Risco operacional O Conselho Monetário Nacional, através da Resolução nº 3.380 de 29/06/2006, determinou a implementação de estrutura de gerenciamento do risco operacional compatível com a natureza e complexidade dos produtos, serviços, atividades, processos e sistemas da instituição. Define-se como risco operacional a possibilidade de ocorrência de perdas resultantes de falha, deficiência ou inadequação de processos internos, pessoas e sistemas, ou de eventos internos. A HP Financial Services Arrendamento Mercantil S.A. implementou a estrutura de risco operacional, a qual está subordinada à diretoria da Instituição e tem como objetivo avaliar, monitorar, controlar e mitigar os riscos, bem como identificá-los e acompanhá-los tomando as devidas providências para que sejam eliminados ou monitorados pelos gestores de risco operacional.

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Ilmos. Srs. Diretores e Acionistas da HP Financial Services Arrendamento Mercantil S.A. Examinamos as demonstrações financeiras da HP Financial Services Arrendamento Mercantil S.A.(“Instituição”) que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da Administração sobre as demonstrações financeiras A Administração da Instituição é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segu-

rança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e a adequada apresentação das demonstrações financeiras da Instituição para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para expressar uma opinião sobre a eficácia dos controles internos da Instituição. Uma auditoria inclui também a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião com ressalva. Base para opinião com ressalva A Instituição registra as suas operações e elabora as suas demonstrações financeiras com observância das diretrizes contábeis estabelecidas pelo Banco Central do Brasil, que requerem o ajuste ao valor presente da carteira de arrendamento mercantil como provisão para superveniência de depreciação, classificada no ativo permanente (Nota 4). Essas

diretrizes não requerem a reclassificação das operações, que permanecem registradas de acordo com a disposição da Lei nº 6.099/74, para as rubricas do ativo circulante, realizável a longo prazo e rendas de arrendamento, mas resultam na adequada apresentação do resultado e do patrimônio líquido de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Opinião com ressalva Em nossa opinião, exceto quanto a não reclassificação referida no parágrafo anterior, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da HP Financial Services Arrendamento Mercantil S.A. em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. São Paulo, 22 de março de 2013.

Ernst & Young Terco Auditores Independentes S.S. CRC 2SP 015.199/O-6

Eduardo Braga Perdigão Contador CRC 1CE 013.803/O-8 “S” – SP Dario Ramos da Cunha Contador CRC 1SP 214.144/O-1


DIÁRIO DO COMÉRCIO

quinta-feira, 28 de março de 2013

ECONOMIA/LEGAIS - 31

e Lei da 'soneca' pode ficar mais branda Foi feito um acerto em Brasília e chegou-se a uma lei com maior maleabilidade Marcelo Marques da Rocha, diretor executivo da NTC

conomia

Diálogos avançam entre governo e empresários no sentido de reduzir o período de repouso obrigatório para motoristas das atuais 11 horas para 8 horas. Paulo Pampolin/Hype

Renato Carbonari Ibelli

G

overno e empresários chegaram a um consenso sobre a Lei 12.619/2012, que regulamentou a atividade de motorista profissional. Em uma reunião realizada na última terça-feira, em Brasília, houve entendimento a respeito da possibilidade de reduzir o período total de repouso, que hoje é de 11 horas, para 8 horas, além de elevar os períodos extras de trabalho das 2 horas atuais para 4 horas. As informações são de Marcelo Marques da Rocha, diretor executivo da Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC). Rocha esteve ontem em encontro do Comitê de Usuários dos Portos e Aeroportos do Es-

Rocha: consenso entre governo e empresas tornará lei mais maleável.

Senna: agendamento das entregas reduziria fila nos portos.

tado de São Paulo (Comus), da Associação Comercial de São Paulo (ACSP). Segundo ele, representantes do Ministério do Trabalho e dos Transportes entenderam que a lei, como está, estaria prejudicando a logística no País. “Foi feito um

mo setor tinha um posicionamento mais radical em relação a 12.619. A agroindústria queria prazo de cinco anos para que a lei passasse a valer, um período no qual seriam cobrados ajustes na infra-estrutura – como criação de esta-

acerto em Brasília e chegouse a uma lei com maior maleabilidade”, disse o diretor da NTC. Participaram da reunião realizada em Brasília representantes do comércio, indústria e agroindústria. Este últi-

cionamentos para os motoristas – para dar suporte às exigências da lei. Segundo Rocha, os agricultores recuaram deste posicionamento mais radical. O consenso, entretanto, não significa que a lei será al-

terada, "mas é um passo importante para que ela seja revista", disse o diretor da NTC. Ag end ame nto – No encontro do Comus foi discutida a necessidade de se programar melhor as chegadas de cargas ao Porto de Santos par a e v i t a r a s f i l a s d e c a m inhões. Para José Candido Senna, coordenador-geral do Comus, deveria ser implementado o agendamento das cargas de grãos já na origem, pelas trades. "São grandes empresas que não teriam dificuldade para implementar um controle pela internet e celular", afirmou Senna. A ideia é que se programe a saída e o embarque das cargas, dando mais sinergia às operações para evitar que os caminhões fiquem longos períodos ociosos nas filas.

RBC Brasil Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. CNPJ nº 50.650.241/0001-54 Av. Presidente Juscelino Kubitschek, 28 - 2º andar - CEP 04543-000 - São Paulo - SP Tel: 11 3383 5200 - Fax: 11 3383 5246 - Ouvidoria: 0800 707 5200 - E-mail Ouvidoria: ouvidoria@rbc.com Relatório da Administração A RBC Brasil Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. (“RBC DTVM”) é uma empresa Plano de Negócios, ou seja, o assessoramento a clientes que demandem propostas de investimento do grupo Royal Bank of Canada, o maior banco canadense, o 6º maior na América do Norte com diferenciadas, o gerenciamento constante e pró-ativo da carteira de investimento dos clientes e a patrimônio de 73,88 bilhões de dólares americanos (*). A RBC Brasil Distribuidora de Títulos e seleção cuidadosa e técnica de fundos e outros tipos de investimentos, de forma a obter lucratividaValores Mobiliários Ltda. tem como objetivo atuar na área de administração de fortunas, fundos e de superior para a base de clientes. Ainda com referência à Resolução 3.040 do Banco Central do assessoria de investimento. A Distribuidora obteve autorização de funcionamento do Banco Central Brasil, enfatizamos que no 1º semestre de 2009 e 1º semestre de 2011 efetuamos aumentos de cado Brasil em 09 de dezembro de 2008, com início efetivo de suas atividades em 09 de janeiro de pital superiores ao contido em nosso Plano de Negócios, demonstrando a conança do grupo Royal 2009. Apresentamos as demonstrações nanceiras da RBC Brasil Distribuidora de Títulos e Valores Bank of Canadá no projeto e no país. Nossa estimativa é de atingirmos o equilíbrio das nanças da Mobiliários Ltda. relativas ao 2º semestre de 2012 e 2011 (comparativamente), acompanhadas das RBC DTVM nos próximos 3 anos. Gestão de Risco de Mercado: Através de decisão realizada em Notas Explicativas e do Parecer dos Auditores Independentes. Objetivos Estratégicos estabelecidos Comitê Operacional, a RBC DTVM mantém seus recursos próprios alocados em títulos públicos ou no Plano de Negócios: A RBC DTVM continua seguindo os objetivos estratégicos contidos em nosso fundos de renda xa com perl conservador, alocado basicamente em títulos públicos. GerenciaBalanços Patrimoniais Levantados em 31.12.2012 e de 2011 (Em milhares de reais - R$) Nota Nota ATIVO explicativa _________ 2012 _________ 2011 PASSIVO explicativa _________ 2012 _________ 2011 __________ __________ Circulante ..................................................................................... 12.420 _________ 20.358 Circulante ..................................................................................... 4.421 _________ 3.065 _________ _________ Disponibilidades.......................................................................... 4 _________ 1.768 _________ 1.244 Outras obrigações....................................................................... 4.421 _________ 3.065 _________ Títulos e Valores Mobiliários ...................................................... 5 _________ 9.681 _________ 18.131 Sociais e Estatuárias.................................................................... 377 362 8 939 792 Carteira Própria ............................................................................ 9.681 18.131 Fiscais e previdenciárias .............................................................. 1.425 1.019 Outros Créditos ........................................................................... 947 _________ 886 Negociação e Intermediação de valores ...................................... _________ 9 1.680 892 Diversos ....................................................................................... 6 947 886 Diversas ....................................................................................... 8.626 _________ 18.161 _________ Outros Valores e Bens ................................................................ 24 _________ 97 Patrimônio Líquido...................................................................... _________ Capital Social ............................................................................... 47.773 47.773 _________ _________ Despesas antecipadas ................................................................. 24 97 11 _________ 47.773 _________ 47.773 Não Circulante ............................................................................. 627 _________ 868 De domiciliados no País............................................................... _________ (39.147) _________ (29.612) Realizável a Longo Prazo ........................................................... 96 _________ 184 Prejuízos Acumulados ................................................................ _________ _________ 13.047 _________ 21.226 Outros Créditos ........................................................................... 96 _________ 90 TOTAL DO PASSIVO.................................................................... _________ _________ As notas explicativas são parte integrante das demonstrações nanceiras. Diversos ....................................................................................... 6 96 90 Outros Valores e Bens................................................................... 94 _________- _________ 2012 ____________________________ Despesas antecipadas ................................................................. 94 Valor de Mercado ____________________________ Permanente .................................................................................. 531 _________ 684 _________ Sem Acima de Valor do Imobilizado de Uso...................................................................... 7 _________ 468 _________ 578 Vencimento 360 dias _______ Total ________ Custo ___________ _________ Outras imobilizações de uso ........................................................ 1.134 1.146 Letras Financeiras do Tesouro - LFT.............................. 6.538 6.538 5.595 ( - ) Depreciação Acumulada........................................................ (666) (568) Cotas de Fundos de Investimento Referenciados DI ..... ___________ 3.143 _________- _______ 3.143 ________ 3.143 Intangíveis.................................................................................... 63 _________ 106 Total ................................................................................ _________ 3.143 6.538 9.681 8.738 ___________ _________ _______ ________ Softwares ..................................................................................... 263 255 2011 ____________________________ ( - ) Amortização Acumulada ........................................................ (200) _________ (149) _________ Valor de Mercado ____________________________ Total do Ativo ............................................................................... 13.047 _________ 21.226 _________ Sem Acima de Valor do As notas explicativas são parte integrante das demonstrações nanceiras. Vencimento 360 dias _______ Total ________ Custo ___________ _________ Demonstrações das Mutações do Patrimônio Líquido para os exercícios findos em 31.12.2012 e Letras Financeiras do Tesouro - LFT.............................. 17.022 17.022 15.805 de 2011 e para o semestre findo em 31.12.2012 (Em milhares de reais - R$) Cotas de Fundos de Investimento Referenciados DI ..... ___________ 1.109 _________- _______ 1.109 ________ 1.109 Nota Capital Prejuízos Total ................................................................................ ___________ 1.109 _________ 17.022 _______ 18.131 ________ 16.914 Explicativa _______ Social ___________ Acumulados ______ Total Os títulos públicos são escriturais e estão registrados no Sistema Especial de Liquidação e Custódia __________ Saldos em 31 de Dezembro de 2010........................... 27.417 (19.282) 8.135 - SELIC. O valor de mercado foi apurado com base nas taxas médias divulgadas pela Associação Aumento de Capital - Alteração Contratual de 04.05.2011. 11 20.356 - 20.356 Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais - ANBIMA. As cotas de fundo de Prejuízo do Exercício...................................................... (10.330) (10.330) investimento são escriturais e seu controle é mantido na respectiva instituição administradora. As Saldos em 31 de Dezembro de 2011 ........................... 47.773 (29.612) 18.161 aplicações são atualizadas pelo respectivo valor da cota divulgada pelo administrador do fundo. 6. Prejuízo do Exercício...................................................... (9.535) (9.535) Outros Créditos - Diversos: 2012 _________ 2011 _________ Saldos em 31 de Dezembro de 2012........................... 47.773 (39.147) 8.626 Serviços Prestados a Receber - Administração da Carteira .............................. 362 250 Saldos em 30 de Junho de 2012 ................................. 47.773 (34.521) 13.252 Devedores por Depósito em Garantia - Outros .................................................. 96 90 Prejuízo do Semestre ..................................................... (4.626) (4.626) Valores a Receber de Sociedades Ligadas........................................................ 143 277 Saldos em 31 de Dezembro de 2012........................... 47.773 (39.147) 8.626 Serviços Prestados a Receber - Rebate ............................................................ 89 64 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações nanceiras. Devedores Conta Liquidações Pendentes ......................................................... 115 80 Valores a Receber por Reembolso a ser Efetuado por Ligadas ........................ 192 195 Notas explicativas às Demonstrações Financeiras para os exercícios findos em 31.12.2012 Distribuição de Títulos e Valores Mobiliários...................................................... 6 e de 2011 e para o semestre findo em 31.12.2012 (Valores expressos em milhares de reais) 40 _________ 20 1. Contexto Operacional: A RBC Brasil Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. (“DTVM”), é Adiantamento a Funcionários............................................................................. _________ 1.043 _________ 976 o resultado da transformação do Royal Bank of Canada Representações e Investimentos Ltda., Total .................................................................................................................... _________ sociedade limitada que tem como sócios a RBC Brasil Participações Ltda. com 99,99% das cotas e a Total Curto Prazo................................................................................................ _________ 947 _________ 886 RBC Servicios Financieros (Uruguay) Sociedad Anónima com 0,01% das cotas. Em 9 de dezembro de Total Longo Prazo............................................................................................... _________ 96 _________ 90 2008 o Banco Central do Brasil autorizou o início das operações da RBC Brasil Distribuidora de Títulos 7. Ativo Permanente: a) Imobilizado e Intangível: e Valores Mobiliários Ltda., como distribuidora de títulos e valores mobiliários. O início efetivo das Taxa Anual Depreciação/ _______ 2012 _______ 2011 atividades da RBC Brasil Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. ocorreu em 9 de janeiro de de depreamortização Valor Valor 2009. A RBC DTVM continua seguindo os objetivos estratégicos contidos no seu Plano de Negócios, ciação-% ______ Custo _____________ acumulada _______ líquido _______ líquido __________ buscando o crescimento dos negócios de prestação de serviços de assessoramento a clientes que Móveis e equipamentos de uso.................... 10% 578 (274) 304 364 demandem propostas de investimento diferenciadas, o gerenciamento constante e proativo da carteira 20% 56 de investimento dos clientes e a seleção cuidadosa e técnica de fundos e outros tipos de investimentos, Gastos em Imóveis de Terceiros - Benfeitorias Sistemas de Processamento de forma a obter lucratividade superior para a base de clientes. No decorrer dos exercícios de 2009 e de 20% 556 (392) 164 214 2011 o acionista controlador efetuou aumento de capital superior ao contido no Plano de Negócios, de Dados - Hardware.................................. (56) ______- _____________- _______ _______ demonstrando a conança do grupo Royal Bank of Canadá no projeto e no país. 2. Apresentação e Redução ao valor recuperável (i) ................. 1.134 _____________ (666) _______ 468 _______ 578 Elaboração das Demonstrações Financeiras: As demonstrações nanceiras foram elaboradas e Total do imobilizado ...................................... ______ estão apresentadas em conformidade com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com observância b) Diferido às disposições contidas na Lei das Sociedades por Ações que incorporam as alterações trazidas pela Gastos com a constituição da empresa ....... 20% 2.667 Lei nº 11.638/07 e nº 11.941/09, associadas às normas e instruções do Conselho Monetário Nacional Redução ao valor recuperável (i) ................. (2.667) ______- _____________- _______- _______ (CMN) e do Banco Central do Brasil (BACEN), no que for aplicável. A m de adequar-se às normas Total do diferido ............................................ ______- _____________- _______- _______internacionais de contabilidade, o Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) emitiu algumas normas, e suas respectivas interpretações, as quais serão aplicáveis às instituições nanceiras apenas quando (i) Durante o exercício de 2011, a DTVM efetuou a revisão do valor recuperável do ativo diferido aprovadas pelo BACEN. Os pronunciamentos contábeis já aprovados pelo BACEN, aplicáveis a DTVM, referente a gastos com a constituição da empresa e imobilizado referente a benfeitorias em imóveis são: • Resolução CMN nº 3.566/08 - Redução ao valor recuperável de ativos - CPC 01 (R1). • Resolução de terceiros, tendo em vista a estimativa da Administração de equilibrar suas nanças nos próximos CMN nº 3.604/08 - Demonstração do uxo de caixa - CPC 03 (R2). • Resolução CMN nº 3.750/09 - três anos. Esses ativos compunham os investimentos iniciais realizados na DTVM para colocar sua Divulgação sobre partes relacionadas - CPC 05 (R1). • Resolução CMN nº 3.989/11 - Pagamento operação em funcionamento. A revisão resultou no reconhecimento de uma perda por redução ao valor baseado em ações - CPC 10 (R1). • Resolução CMN nº 4.007/11 - Políticas contábeis, mudança de recuperável de 100% do seu remanescente do ativo diferido, no valor de R$ 2.723, reconhecida no estimativa e reticação de erro - CPC 23. • Resolução CMN nº 3.973/11 - Eventos subsequentes - CPC resultado do exercício, na conta de outras despesas operacionais (nota 14). 8. Outras Obrigações 2012 _________ 2011 _________ 24. • Resolução CMN nº 3.823/09 - Provisões, passivos contingentes e ativos contingentes - CPC 25. Fiscais e Previdenciárias: 350 298 • Resolução CMN nº 4.144/12 - Pronunciamento Conceitual Básico (R1) - Estrutura conceitual para Contribuição a Previdência Social - INSS a Recolher........................................ Imposto de Renda retido na fonte IRRF a Recolher ........................................ 379 339 elaboração e divulgação do relatório contábil-nanceiro. Atualmente não é possível estimar quando o 115 101 BACEN irá aprovar os demais pronunciamentos contábeis emitidos pelo CPC e se a utilização dos Fundo de Garantia por Tempo do Serviço - FGTS a Recolher .......................... Impostos sobre Serviços ISS ........................................................................... 12 17 mesmos será de maneira prospectiva ou retrospectiva. Estas demonstrações nanceiras foram 83 _________ 37 aprovadas pela diretoria e autorizadas a serem divulgadas em 11 de março de 2013. 3. Principais Outros................................................................................................................. _________ 939 _________ 792 Práticas Contábeis: a) Apuração do resultado: As receitas e despesas são apropriadas pelo regime Total .................................................................................................................... _________ de competência mensal. As receitas e despesas de natureza nanceira são apropriadas observando-se 9. Outras Obrigações - Diversas: 2012 _________ 2011 _________ o critério “pro rata temporis”, substancialmente com base no método exponencial. As operações com Provisão para Pagtos - Bônus............................................................................ 368 3 taxas pós-xadas são atualizadas até as datas dos balanços. b) Ativos circulante e realizável a longo Provisão para Pagamentos - Férias ................................................................... 581 562 prazo: São demonstrados pelos valores de custo, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as Provisão para Pagamentos - Diversos ............................................................... 290 159 variações monetárias auferidos, deduzidos, quando aplicável, das correspondentes provisões para Provisão para Pagamentos - Performance Deferred Share Program ................ 279 65 perdas ou ajustes ao valor de realização. c) Caixa e Equivalentes de Caixa: O caixa e equivalentes de Credores Diversos País - Fornecedores ............................................................ 30 16 caixa apresentados na Demonstração dos Fluxos de Caixa compreendem os depósitos bancários Provisão para Pagamentos - Auditoria ............................................................... 41 34 disponíveis e aplicações internanceiras com conversibilidade imediata ou com prazo original igual ou Credores Diversos País - Adiantamento para aumento de capital..................... 53 53 inferior a noventa dias, conforme prevê a Resolução BACEN nº 3.604/08. d) Títulos e valores Provisão para Pagamentos - 13º. salário ........................................................... 17 mobiliários: Os títulos e valores mobiliários foram classicados como “títulos para negociação”. São Valores a Pagar Sociedades Ligadas................................................................. _________ 21 _________contabilizados pelo custo de aquisição, acrescido dos rendimentos auferidos, e ajustados pelo valor de Total .................................................................................................................... 1.680 _________ 892 _________ mercado, com os ganhos e perdas não realizados reconhecidos no resultado do período. e) Ativos permanentes: O imobilizado é demonstrado pelo custo de aquisição, deduzido da respectiva conta de 10. Riscos Contingentes e Obrigações Legais, Fiscais e Previdenciárias: Em 31 de dezembro depreciação acumulada. A depreciação é calculada pelo método linear, com base em taxas anuais de 2012, a DTVM possui processos trabalhistas em andamento, que envolvem responsabilidades determinadas. O ativo intangível compõe-se de gastos relacionados com o desenvolvimento de contingentes. A administração, com base na opinião de seus assessores jurídicos, constitui provisão no aplicativos operacionais e infra-estrutura tecnológica, sendo amortizados de forma linear considerando montante de R$ 44, considerado suciente para cobrir os processos considerados com o risco de perda o prazo estipulado de sua utilização e benefícios a serem auferidos. O diferido era demonstrado ao “provável”. 11. Patrimônio Líquido: a) Capital Social: O capital social em dezembro de 2012 é de R$ custo, deduzido da amortização acumulada e, quando aplicável, da provisão para redução ao valor de 47.773, e seus quotistas e a quantidade de cotas são os seguintes: 47.772.506 realização, e era composto por gastos pré-operacionais necessários para o início das atividades da RBC Brasil Participações Ltda. .......................................................................................... 55 instituição. A amortização era calculada pelo método linear, pelo prazo de cinco anos a contar do início RBC Servicios Financieros (Uruguay) Sociedad Anónima................................................. Total .................................................................................................................................... 47.772.561 de suas operações normais. f) Avaliação ao valor de recuperação de ativos não monetários: Dos ativos não monetários a Resolução 3.566/08 determina o atendimento ao Pronunciamento Técnico CPC Conforme atas de reuniões registradas, os seguintes atos societários se sucederam: - Em 04 de maio de nº 1 (R1), o qual estabeleceu a avaliação ao valor recuperável anualmente, ou em maior frequência se 2011 a RBC Brasil Participações Ltda., aumentou o capital da Distribuidora, no montante de R$ 20.356, as condições ou circunstâncias indicarem a possibilidade de perda de seus valores. g) Passivos correspondente a 20.355.843 cotas, passando a RBC Brasil Participações Ltda. a deter 47.772.506. A circulante e exigível a longo prazo: São demonstrados por valores conhecidos ou calculáveis, RBC Brasil Participações Ltda. é controlada pela RBC Dominion Securities Inc., que detém 47.922.789 incluindo, quando aplicável, os encargos e as variações monetárias ou cambiais incorridos. h) Ativos e cotas do seu capital e a RBC Servicios Financieros (Uruguay) Sociedad Anónima detém 1 cota. b) Passivos Contigentes, provisões e Obrigações Legais: O reconhecimento, a mensuração e a Destinação do lucro: Consoante disposições contratuais, os lucros apurados terão a destinação que for divulgação dos ativos e passivos contingentes, e obrigações legais estão sendo efetuados, para o deliberada pelos sócios cotistas. 12. Receita de Prestação de Serviços: 2º Sem. semestre e exercício ndos em 31 de dezembro de 2011, de acordo com os critérios denidos na carta 2012 __________ 2012 __________ 2011 __________ circular BACEN nº 3.429/10 e na Resolução BACEN nº 3.823/09 que aprova o Pronunciamento Técnico 445 933 1.447 nº25 do Comitê de Pronunciamentos Contábeis - CPC. - Ativos Contingentes: não são reconhecidos nas Serviços de Assessoramento à ligadas..................................... 10 10 demonstrações nanceiras, exceto quando da existência de evidências que propiciem a garantia de sua Rendas Comissão Colocação de Títulos .................................. 1.977 3.513 2.137 realização, sobre as quais não cabem mais recursos. - Passivos Contingentes: são incertos e dependem Rendas Comissão Colocação de Títulos - Adm. Carteira ......... 768 1.303 1.031 de eventos futuros para determinar se existe probabilidade de saída de recursos; não são, portanto, Rendas Com. Col. Tit - Rebate.................................................. 132 __________ 255 __________ 137 provisionados, mas divulgados se classicados como perda possível, e não provisionados nem Rendas de Corretagem de Oper. de Bolsa ............................... __________ 3.332 __________ 6.014 __________ 4.752 divulgados se classicados como perda remota. • Provisões: são reconhecidas nas demonstrações Total ........................................................................................... __________ nanceiras quando, baseadas na opinião de assessores jurídicos e da Administração, levando em conta 13. Outras Despesas Administrativas: 2º Sem. a probabilidade de perda de uma ação judicial ou administrativa, for provável uma saída de recursos 2012 __________ 2012 __________ 2011 __________ para liquidação das obrigações e quando os montantes envolvidos sejam mensuráveis com suciente Despesas com amortização e depreciação............................... 115 228 1.122 segurança. As ações relativas a causas trabalhistas e cíveis classicadas como perdas prováveis ou Aluguéis, condomínios e IPTU .................................................. 322 632 599 possíveis pelos assessores jurídicos e prováveis pela Administração são contabilizados com base na Serviços técnicos especializados .............................................. 274 557 602 expectativa de perda da administração e divulgadas em notas explicativas. - Obrigações legais (scais Processamento de dados.......................................................... 278 538 470 e previdenciárias): referem-se a demandas judiciais ou administrativas em que está sendo contestada a Comunicações........................................................................... 136 272 365 legalidade ou a constitucionalidade de tributos e contribuições. Os depósitos judiciais são mantidos em Viagens no país/exterior............................................................ 224 364 241 conta de ativo, sem serem deduzidos das provisões para riscos no passivo, em atendimento às normas Serviços do sistema nanceiro.................................................. 376 668 331 do BACEN. i) Provisão para imposto de renda e contribuição social: As provisões para imposto de Despesas com Head Ofce....................................................... 140 191 28 renda e contribuição social são constituídas às alíquotas vigentes, sendo: imposto de renda - 15%, Manutenção site de contingência .............................................. 56 112 53 acrescidos de adicional de 10% para o lucro tributável excedente a R$ 20 mensais e contribuição social Conservação e Manutenção de Bens ....................................... 57 116 80 - 15%. 4. Disponibilidades: Seguros Diversos ...................................................................... 30 65 69 2012 _________ 2011 Água, energia e gás .................................................................. _________ 25 54 58 Depósitos em bancos ......................................................................................... _________ 1.768 _________ 1.244 Despesas de Promoções e Relações Públicas......................... 183 223 83 8 21 18 Total .................................................................................................................... _________ 1.768 _________ 1.244 Material de Escritório................................................................. 187 __________ 341 __________ 233 5. Títulos e Valores Mobiliários: Em 31 de dezembro de 2012 e de 2011 os títulos e valores mobiliários, Outras........................................................................................ __________ Total ........................................................................................... 2.411 4.382 4.352 __________ __________ __________ classicados como para negociação, estavam apresentados como segue: Diretoria:

Giovanni Catizzone - Diretor Presidente

Aos Cotistas e Administradores da RBC Brasil Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. - São Paulo – SP. Examinamos as demonstrações nanceiras da RBC Brasil Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. (“Distribuidora”), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos uxos de caixa referentes ao semestre e exercício ndos naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da Administração sobre as demonstrações financeiras: A Administração da Distribuidora é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações nanceiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil BACEN e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações nanceiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes: Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações nanceiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências

mento de Risco das Posições de Nossos Clientes: Com respeito a estrutura de gerenciamento de risco, utilizamos metodologia Rating de Risco, onde se estabelece uma nota para cada produto, que representa o potencial drawdown (“prejuízo pico-fundo”) num cenário atemporal. A análise consiste no cálculo de Stress Test de acordo com os cenários estabelecidos e, portanto, determina-se o potencial de drawdown (“prejuízo pico-fundo”) atemporal a que cada produto estaria sujeito em uma eventual situação fortemente adversa de mercado. Quando o produto oferece um risco indireto, como no caso de fundos de investimento, submete-se ao Stress Test a carteira histórica do fundo de investimento. Os relatórios encontram-se na sede da empresa para eventuais consultas. A Administração. (*) Data Base: MKT CAP 08/2012, fonte Bloomberg. Demonstrações dos Resultados para os Exercícios findos em 31.12.2012 e de 2011 e para o semestre findo em 31.12.2012 (Em milhares de reais - R$, exceto o prejuízo por quota) Nota Expli2º Sem. ____________________ Exercício Receitas da Intermediação Financeira cativa __________ 2012 __________ 2012 __________ 2011 ______ Resultado de operações com títulos e valores mobiliários ................................................................... 425 __________ 1.189 __________ 1.644 __________ Receitas (Despesas) Operacionais........................... (5.049) __________ (10.720) __________ (11.901) __________ Receitas de prestação de serviços............................... 12 3.332 6.014 4.752 Despesas com pessoal ................................................ (5.547) (11.537) (8.695) Outras despesas administrativas ................................. 13 (2.411) (4.382) (4.352) Despesas tributárias..................................................... (237) (442) (416) Outras receitas operacionais........................................ 0 8 41 Outras despesas operacionais ..................................... 14 __________ (186) __________ (381) __________ (3.232) Resultado Operacional .............................................. (4.624) __________ (9.531) __________ (10.258) __________ Resultado não Operacional ....................................... (2) (4) (72) Prejuízo do Semestre ................................................. (4.626) (9.535) (10.330) Quantidade de Quotas ............................................... 47.772.506 47.772.506 47.772.506 Prejuízo por Quotas do Capital Social - Em R$ ....... (0,10) __________ (0,20) __________ (0,22) __________ As notas explicativas são parte integrante das demonstrações nanceiras. Demonstrações dos Fluxos de Caixa para os semestres findos em 31.12.2012 e 2011 e para o semestre findo em 31.12.2012 (Em milhares de reais - R$) 2º Sem. _____________________ Exercício 2012 __________ 2012 __________ 2011 __________ Atividades Operacionais: Prejuízo do Semestre / Exercício .............................................. (4.626) (9.535) (10.330) Ajustes para reconciliar o prejuízo líquido ao fluxo de caixa das atividades operacionais Depreciação e amortização....................................................... 115 228 1.122 Perda para redução ao valor recuperável do ativo.................... 2.723 Prejuízo na Alienação de Bens do Ativo Imobilizado................. 3 3 100 Prejuízo Ajustado do Semestre / Exercício ............................... (4.508) (9.304) (6.385) Redução (Aumento) dos subgrupos dos ativos circulante e realizável a longo prazo Títulos e Valores Mobiliários...................................................... 4.838 8.450 (14.050) Outros Créditos ......................................................................... (453) (67) 29 Outros Valores e Bens............................................................... 167 48 (Redução) Aumento dos subgrupos dos passivos circulante e exigível a longo prazo Outras Obrigações ................................................................... 111 1.356 530 Caixa Líquido proveniente das (aplicado nas) Atividades Operacionais ....................................................... (12) 602 (19.828) Atividades de Investimento: Aquisições de Imobilizado / Intangível ...................................... (11) (78) (16) Alienações de Imobilizado / Intangível ...................................... (1) Caixa Líquido proveniente das (aplicado nas) atividades de Investimento ...................................................................... (11) (78) (17) Atividades de Financiamento: Aumento de capital.................................................................... 20.356 Caixa Líquido Proveniente das Atividades de Financiamento 20.356 Aumento do Caixa e Equivalentes de Caixa ......................... (22) 524 511 Caixa e Equivalentes de Caixa no início do Semestre.............. 1.790 1.244 733 Caixa e Equivalentes de Caixa no fim do Semestre............. 1.768 1.768 1.244 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações nanceiras.

2º Sem. 2012 __________ 2012 __________ 2011 __________ Taxa de Gestão ......................................................................... 65 130 122 Taxa de Distribuição de Fundos ................................................ 113 227 246 Provisão para redução ao valor recuperável (nota 7) ............... 2.723 Outras........................................................................................ __________ 8 __________ 24 __________ 141 Total ........................................................................................... __________ 186 __________ 381 __________ 3.232 15. Imposto de Renda e Contribuição Social: 2º Sem. 2012 __________ 2012 __________ 2011 __________ Resultado antes dos impostos .................................................. (4.626) (9.535) (10.330) Participação no Resultado......................................................... 1.268 2.072 1.120 Variação Cambial ...................................................................... 5 15 (10) Multas Indedutíveis.................................................................... 1 Outros........................................................................................ __________ 85 __________ 212 __________ 294 Base de cálculo ......................................................................... __________ (3.268) __________ (7.236) __________ (8.925) Imposto de renda e contribuição social as alíquotas-base........ 1.307 2.894 3.570 Créditos Tributários não constituídos ........................................ __________ (1.307) __________ (2.894) __________ (3.570) 16. Créditos Tributários Não Registrados: Em 31 de dezembro de 2012, o saldo de prejuízos scais totalizava R$ 34.925 (R$ 27.689 em 2011), sobre os quais não foram reconhecidos créditos tributários (imposto de renda - 25% e contribuição social - 15%) no montante de R$ 13.971 (R$ 11.077 em 2011) em virtude de a DTVM não atender a todas as condições previstas na Resolução BACEN nº 3.059/02. 17. Transações com Partes Relacionadas: a) Em 31 de dezembro de 2012 e de 2011 as transações com partes relacionadas são substancialmente compostas por valores a reembolsar do controlador indireto Royal Bank of Canada e de empresas ligadas, referente a reembolso de despesas e outras, conforme abaixo demonstrado: Balanço Patrimonial Ativos/(Passivos) ___________________ 2012 _________ 2011 __________________________________ _________ Outros créditos -diversos.............. Royal Bank of Canadá (“Toronto”) 41 Outros créditos -diversos.............. Royal Bank of Canadá (“Miami”) 102 157 Outros créditos -diversos.............. Royal Bank of Canadá (“Capital Markets”) 120 Valores a receber por reembolso a ser efetuado por ligadas........... 192 195 Valores a pagar a sociedades ligadas...................... Royal Bank of Canadá (“Asia”) (4) Valores a pagar a sociedades ligadas...................... Royal Bank of Canadá (“Toronto”) (17) Credores diversos país adiantamento para futuro aumento de capital ...................... (53) (53) Provisão para pagamento de bônus...................................... (3) Provisão para pagamentos performance Deferred Share Program ............................ (279) (65) Demonstração do Resultado Receitas (Despesas) _________ _________ 2012 _________ 2011 _________ Receitas de Prestação de Serviços.................................. Royal Bank of Canadá (“Miami”) 789 677 Receitas de Prestação de Serviços.................................. Royal Bank of Canadá (“Capital Markets”) _________ 144 _________ 770 933 _________ 1.447 _________ 18. Instrumentos Financeiros Derivativos: Não há saldos de operações com instrumentos nanceiros derivativos em 31 de dezembro de 2012 e de 2011. 19. Limites Operacionais e Gerenciamento de Riscos: Consoante aos preceitos do Novo Acordo de Capital (Basiléia II), o Banco Central do Brasil publicou as Resoluções nº 3.380 e 3.464 e 3721 que tratam das estruturas para gerenciamento de riscos operacionais e de mercado e de crédito, respectivamente. Publicou, também, as Circulares nº 3.360, 3.361 a 3.368, 3.383, 3.388 e 3.389, que denem as metodologias das parcelas de Capital necessárias para os Riscos de Crédito, Mercado e Operacional, respectivamente, bem como a Resolução nº 3.444, que altera as regras de apuração do Patrimônio de Referência e nº 3.490, que dispõe sobre a apuração do Patrimônio de Referência Exigido a ser aplicado a partir de 1º de julho de 2008. Limites Operacionais: A DTVM utiliza como base o Patrimônio de Referência Exigido dividido por 11% que é o capital mínimo exigido pelo BACEN, e em 31 de dezembro de 2012 atingiu o índice de 162,46% (2011 - 204,92%). 2012 _________ 2011 _________ Patrimônio de referência - PR ......................................................................... 8.626 18.161 Nível I ................................................................................................................. 8.626 18.161 Patrimônio líquido............................................................................................... 8.626 18.161 Nível II ................................................................................................................ Patrimônio de referência exigido - PRE ......................................................... 584 975 Risco de crédito.................................................................................................. 215 231 Risco operacional ............................................................................................... 369 744 Margem.............................................................................................................. 8.040 17.185 Ativo ponderado pelo risco ................................................................................. 5.309 8.863 Índice de Basiléia ............................................................................................... 162,46 204,92 Contador: Marcelo Antônio Indalêncio - CRC: 1SP 192943/O-5

Relatório dos Auditores Independentes éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações nanceiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações nanceiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações nanceiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e a adequada apresentação das demonstrações nanceiras da Distribuidora para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados às circunstâncias, mas não para expressar uma opinião sobre a ecácia dos controles internos da Distribuidora. Uma auditoria inclui também a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações nanceiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suciente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião: Em nossa opinião, as demonstrações nanceiras anteriormente referidas apresentam adequadamente, em todos os

14. Outras Despesas Operacionais: Compõe-se de:

aspectos relevantes, a posição patrimonial e nanceira da RBC Brasil Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. em 31 de dezembro de 2012, e o desempenho de suas operações e os seus uxos de caixa para o semestre e exercício ndos naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Outros assuntos: As demonstrações nanceiras foram preparadas no pressuposto da continuidade normal dos negócios da Distribuidora. A Distribuidora vem apresentando prejuízos operacionais recorrentes, que vêm sendo suportados com recursos nanceiros adicionais supridos pelos seus cotistas à medida que são requeridos. Conforme descrito na nota explicativa nº 1, a Distribuidora continua seguindo os objetivos estratégicos contidos no seu plano de negócios, buscando o crescimento dos negócios de prestação de serviços, de forma a obter lucratividade nas operações. São Paulo, 13 de março de 2013 DELOITTE TOUCHE TOHMATSU Auditores Independentes CRC nº 2 SP 011609/O-8

Celso de Almeida Moraes Contador CRC nº 1 SP 124669/O-9


DIÁRIO DO COMÉRCIO

32 -.ECONOMIA/LEGAIS

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O comportamento do consumo de energia industrial esteve condicionado pela retração dos setores da metalurgia do alumínio e da siderurgia. EPE em nota

conomia

Consumo de eletricidade sobe 2,7% Uso residencial impulsiona resultado de fevereiro

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consumo de energia elétrica no Brasil subiu 2,7% em fevereiro ante igual período de 2012, para 37.893 gigawatts-hora (GWh), impulsionado pelo consumo residencial, informou ontem a Empresa de Pesquisa Energética (EPE). O consumo residencial subiu 7,9% ante fevereiro de 2012, devido as altas temperaturas registradas no segundo mês deste ano. Já o consumo industrial teve queda de 2,4% em relação ao mesmo período de 2012, devido ao fato de fevereiro do ano passado ter tido um dia a mais,

segundo as explicações da EPE. Levando em consideração a média diária, o consumo industrial subiu 1,1% em fevereiro ante 2012. "Nestes primeiros meses de 2013, o comportamento do consumo de energia de toda a classe industrial esteve fortemente condicionado pela retração dos setores da metalurgia do alumínio e da siderurgia, incluindo aí o segmento de ferroligas", justificou a EPE em nota à imprensa. O consumo comercial, por sua vez, subiu 5,9% em fevereiro, também influenciado pelas altas temperaturas ao longo do mês. (Reuters)

Eletrobras deve apresentar hoje plano de reestruturação

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Eletrobras deverá apresentar o seu plano de reestruturação hoje, na mesma coletiva de imprensa em que comentará o balanço financeiro de 2012. O presidente da empresa, José da Costa Carvalho Neto, já havia informado a jornalistas que o plano de reestruturação da companhia seria analisado na reunião do Conselho de Administração de ontem. Perda de bilhões – A Eletrobras pretende readequar os seus custos à nova realidade de mercado gerada pelo processo de renovação condicionada das concessões

na área de geração e transmissão de energia. A renovação leva a empresa a uma perda de receita anual estimada em R$ 8,7 bilhões. Uma das possibilidades em análise é a venda de distribuidoras de eletricidade federalizadas sob o controle da estatal, que acumulam prejuízos. Na semana passada, uma fonte do governo afirmou que as primeiras empresas com potencial para serem vendidas são a Cepisa no Piauí e Ceal em Alagoas, por serem mais atrativas. (Reuters)

Chesf tem prejuízo de R$ 5,3 bi em 2012

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Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf), empresa do grupo estatal de energia Eletrobras, teve um prejuízo consolidado de R$ 5,3 bilhões em 2012. A perda no ano aconteceu por conta de ajustes contá-

beis decorrentes da renovação das concessões com vencimento em 2015, com a Medida Provisória No 579, transformada em lei, que estabelece que os ativos dessas concessões, ainda não amortizados, deveriam ser indenizados a preços de re-

posição. "A diferença resultante entre o valor da indenização, calculado com base no critério estabelecido pela referida MP, e o valor registrado contabilmente, foram baixados como perda no resultado da companhia", explico a Chesf em relatório .

A geração operacional de caixa medida pelo Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado aos efeitos da MP e outros itens cresceu 25% no ano passado, a R$ 3,35 bilhões. (Reuters)


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ECONOMIA/LEGAIS - 33

Ontem, a gente fez um cálculo baseado nessa mesma metodologia que a Abrace e chegamos a um número bastante diferente. , Eduardo Takeiti, diretor de Relacionamento com Investidores

conomia

Light 'vê luz' nos novos contratos Empresa de energia do Rio espera que a Conta de Desenvolvimento Energético cubra custos com contratos por disponibilidade

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Light, empresa de energia que atua no Rio de Janeiro, espera que a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) cubra os gastos das distribuidoras, no curto prazo, com os contratos de energia por disponibilidade, disse ontem o presidente da empresa, Paulo Roberto Pinto. O governo escalou a CDE par compensar gastos adicionais das distribuidoras com a compra de energia mais cara das termelétricas, acionadas para compensar os reservatórios mais baixos das hidrelétri-

cas. O tema está sendo regulamentado e, para a Light, não está claro se a exposição das distribuidoras relacionada aos contratos por disponibilidade serão cobertos antes do próximo reajuste tarifário de cada companhia. "Pode ser que a Light tenha que assumir esses custos até novembro...Significa que, dependendo do que for regulamentado, teremos que bancar com o caixa...um caixa que é destinado para programas de investimentos", disse o executivo. Ele acrescentou que essa é uma situação "que

CPFL faz conta. Número diverge.

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CPFL Paulista, distribuidora de energia da CPFL Energia, não espera que haja alteração na base de remuneração proposta pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), dentro do processo de revisão tarifária da companhia, disse o diretor de Relacionamento com Investidores, Eduardo Takeiti. "A gente não acredita que vai ter correção nesse número da nota técnica preliminar", afirmou Takeiti. A Aneel propôs base de remuneração líquida de R$ 3,264 bilhões a ser considerada no processo de revisão tarifária da CPFL Paulista. O processo está em audiência pública, e a associação de grandes consumidores de energia Abrace apresentou contribuição na qual calcula que a base de remuneração da empresa seria de R$ 2,55 bilhões. O executivo da CPFL disse que as contribuições à audiência pública são importantes para o processo, mas

que a empresa não chegou aos mesmos números apresentados pela Abrace ao realizar cálculo com base na metodologia usada pela associação. "Ontem, a gente fez um cálculo baseado nessa mesma metodologia que a Abrace utilizou e chegamos a um número bastante diferente", disse Takeiti. A Abrace considerou que os investimentos totais da CPFL Paulista realizados no último ciclo tarifário foram de R$ 1,8 bilhão, citando dados da demonstração financeira da empresa. Na mesma base de cálculo, CPFL chegou a um valor de R$ 2,4 bilhões em investimentos incrementais, sem considerar ajustes de inflação. Com os ajustes, o valor seria de R$ 2,7 bilhões – próximo dos R$ 2,659 bilhões considerados pela Aneel. Os valores da revisão tarifária ainda têm que ser aprovados pela diretoria da Aneel até o dia 8 de abril, quando as novas tarifas passam a valer. (Reuters)

Copel vai rever política de dividendos

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Copel, empresa de que 2012 foi um ano de energia paranaense, ajustes, mas que 2013 será irá rever a sua política melhor para os negócios. A de dividendos com intenção Copel fechou 2012 com lucro de melhorar a distribuição, líquido de R$ 726,5 milhões, segundo afirmou o diretor queda de 38,3% ante o financeiro da empresa, Luiz fechado do ano anterior. Eduardo Sebastiani, ontem, No primeiro trimestre de em teleconferência. 2013, segundo Zimmer, já "Está na nossa pauta a será possível perceber revisão da política de efeitos positivos da dividendos...uma política comercialização de energia mais firme de distribuição de realizada em janeiro no dividendos", disse resultado da empresa. Sebastiani, sem dar A Copel negociou todas as mais detalhes. sobras de geração de energia O diretor disse ainda que a que tinha para o ano – 8,5% empresa também avaliará o da energia assegurada – em nível de alavancagem e janeiro, para tirar proveito do acrescentou que a preço alto no período. companhia continuará "Em 2013 estamos buscando novos completamente investimentos, para gerar contratados", disse o novas presidente. receitas. Zimmer O executivo disse ainda mencionou que que espera é necessário que a um programa termelétrica para otimizar Araucária por cento. os custos da opere durante de queda no lucro da todo o ano de empresa, ao mencionar o 2013, diante Copel em 2012. A atual cenário da situação de empresa renovou as recuperação do setor, como concessões de a renovação dos das concessões transmissão, mas não reservatórios que resultou das das hidrelétricas. em menor hidrelétricas. receita para CRC – O algumas diretor companhias. A Copel aceitou financeiro da Copel informou renovar concessões de que a empresa tem saldo de transmissão de energia, mas R$ 1,34 bilhão com o governo recusou a renovação de do Estado do Paraná, hidrelétricas. referente à Conta de Como parte da redução de Resultados a Compensar custos, a Copel espera (CRC). A liquidação reduzir os gastos de folha de antecipada ainda está sendo pagamento em pelo menos negociada com o governo 10% a partir de 2014, na paranaense, informou ele. comparação com 2012, como A CRC foi um mecanismo resultado do Plano de criado pelo governo federal Sucessão e Desligamento para compensar Voluntário, que já está em insuficiências tarifárias das andamento. empresas de energia para O presidente da Copel, garantir uma remuneração Lindolfo Zimmer, disse ainda mínima. (Reuters)

38,3

preocupa muito", podendo até levar a uma revisão de rating das empresas do setor. O diretor de Energia da Light, Evandro Vasconcelos, disse que 10% dos contratos da Light são por disponibilidade, totalizando cerca de 320 megawatts médios. Gatilho – A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) inicia hoje audiência pública para debater a regulamentação dos repasses da CDE. Nela, a agência Aneel considera a criação de um "gatilho tarifário" para que a CDE seja usada anualmente, cobrindo custos

Dependendo do que for regulamentado, teremos que bancar com o caixa, um caixa destinado para investimentos. PAULO ROBERTO PINTO, PRESIDENTE DA LIGHT de contratos de térmicas por disponibilidade. A ideia é que a CDE cubra esses custos quando um reajuste anual da tarifa de energia

for maior que 3% para os consumidores cativos atendidos pelas distribuidoras. Após a audiência pública, que vai até 10 de abril, o tema ainda terá de ser aprovado em reunião da diretoria da Aneel. Investimentos – A Light irá investir cerca de R$ 130 milhões no combate às perdas de energia na distribuição em 2013, e pretende instalar cerca de 200 mil medidores eletrônicos de energia dentro desse programa de redução de perdas. As perdas de energia da Light, relacionadas ao furto e ligações irregulares, são um

dos principais problemas. A empresa teve um lucro líquido de R$ 160 milhões no último trimestre de 2012, alta de 21,3% na comparação anual, e perdas de 45,4% do mercado faturado de energia na baixa tensão. Ontem, o Tribunal de Contas da União (TCU) rejeitou recurso de associações de defesa do consumidor contra uma decisão de não ter competência para julgar o processo que pede ressarcimento dos consumidores por erro na cobrança da conta de luz entre 2002 e 2010. (Reuters)

MONTEBEL EMPREENDIMENTOS E PARTICIPAÇÕES S.A.

CNPJ 43.216.357/0001-14 RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO De acordo com as disposições estatutárias, estamos apresentando aos Senhores Acionistas as demonstrações financeiras relativas aos exercícios encerrados em 31/12/2012 e de 2011. Rio Claro, 28/03/2013. A Administração. Balanço Patrimonial Levantado em 31 de Dezembro de 2012 (Valores expressos em milhares de reais - R$) Demonstração do Resultado para o Exercício Findo em 31/12/2012 Ativos Nota explicativa 2012 2011 Passivos e Patrimônio Líquido Nota explicativa 2012 2011 (Valores expressos em milhares de reais - R$, exceto o lucro líquido por ação) Receitas (Desp.) Operacionais Nota explicativa 2012 2011 Circulantes Circulantes 3 29.256 34.328 Caixa e equivalentes de caixa............................. 14 18 IR retido na fonte s/ juros sobre capital próprio... 109 Participação no resultado de controlada ............. (490) (697) Juros sobre o capital próprio a receber ............... 8.173 Obrigações fiscais e outros ................................. 17 115 Despesas gerais e administrativas...................... (9.080) Impostos a recuperar e outros............................. 181 226 Dividendos e juros sobre o capital próprio a pagar 6 7.200 7.834 Juros sobre o capital próprio ............................... 28.766 24.551 Total dos ativos circulantes.................................. 195 8.417 Imposto de renda e contribuição social a pagar.. 3 Lucro Antes da Reversão Juros s/ Cap. Próprio 9.080 Não Circulantes Provisão para férias e encargos sociais.............. 23 Reversão dos Juros sobre o Capital Próprio . 28.766 33.631 Depósitos judiciais............................................... 26 Partes relacionadas............................................. 5 202 3 Lucro Operac.Antes do Resultado Financeiro Investimento em controlada ................................ 3 240.109 210.829 Total dos passivos circulantes ............................. 7.419 8.087 Resultado Financeiro Receitas financeiras ............................................ 23 7 Deságio de empresas relacionadas .................... 3 (16.166) (16.166) Patrimônio Líquido (993) Imobilizado .......................................................... 4 574 669 Capital social ....................................................... 6 66.425 66.425 Despesas financeiras .......................................... 23 (986) Intangível ............................................................. 322 322 Reserva legal....................................................... 6 13.285 13.285 Total do resultado financeiro................................ 28.789 32.645 Total dos ativos não circulantes........................... 224.839 195.680 Reserva de retenção de lucros............................ 6 138.502 116.921 Lucro Antes do IR e da Contribuição Social... (3) Outros resultados abrangentes ........................... 6 (597) (621) Provisão para IR e Contribuição Social .......... 28.789 32.642 Total do patrimônio líquido................................... 217.615 196.010 Lucro Líquido do Exercício .............................. 302,73 343,25 Total dos Ativos ................................................. 225.034 204.097 Total dos Passivos e do Patrimônio Líquido .. 225.034 204.097 Lucro Líq. p/Lote Mil Ações Básico e Diluído - R$ Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido para o Exercício Findo em 31/12/2012 (Valores expressos em milhares de reais - R$) Demonstração do Resultado Abrangente para o Exercício Findo em Nota Capital Efeito de conversão Reserva Reserva de 31 de Dezembro de 2012 (Valores expressos em milhares de reais - R$) explicativa social de moeda estrangeira legal retenção de lucros Total 2012 2011 Saldos em 31 de Dezembro de 2010...................... 66.425 (724) 11.978 94.782 172.461 Lucro Líquido do Exercício ..................................... 28.789 32.642 Lucro líquido do exercício.......................................... 32.642 32.642 Outros Resultados Abrangentes Reserva legal............................................................. 6 1.307 (1.307) - Efeito de conv. p/ moeda estrang. - ajuste de aval. patr. 24 103 Juros sobre o capital próprio ..................................... 6 (9.080) (9.080) Lucro Abrangente do Exercício .............................. 28.813 32.745 Dividendos propostos ................................................ 6 (116) (116) Demonstração dos Fluxos de Caixa para o Exercício Findo em 31 de Dezembro de 2012 (Valores expressos em milhares de reais - R$) Outros resultados abrangentes ................................. 6 103 103 Saldos em 31 de Dezembro de 2011 ...................... 66.425 (621) 13.285 116.921 196.010 Fluxo de caixa das ativ. operac.: Nota explicativa 2012 2011 Lucro líquido do exercício.......................................... 28.789 28.789 Lucro líquido do exercício.................................... 6 28.789 32.642 Dividendos propostos ................................................ 6 (7.208) (7.208) Ajustes para reconciliar o resultado do exercício com Outros resultados abrangentes ................................. 6 24 24 o caixa gerado pelas atividades operacionais: Saldos em 31 de Dezembro de 2012...................... 66.425 (597) 13.285 138.502 217.615 Provisão para imposto de renda e contrib. social 3 4 95 95 Notas Explicativas às Demonstrações Financeiras p/ o Exercício Findo em 31 de Dezembro de 2012 (Valores expressos em milhares de reais - R$) Depreciação e amortização ............................... 1. Contexto Operacional: a) A Montebel Empreendimentos e Participa- ceu nesta rubrica, em contrapartida ao patrimônio líquido, o efeito reflexo Equivalência patrimonial .................................... 3 (29.256) (34.328) ções S.A. (“Sociedade”), localizada na cidade de Rio Claro, dedica-se à negativo de ajuste de avaliação patrimonial, no montante de R$ 597 (R$ (372) (1.588) promoção e participação, como sócia quotista ou acionista, no capital de 621 em 2011), proveniente de variação cambial sobre investimento no exte- Redução (aumento) nos ativos operacionais: quaisquer outras empresas, que tenham empreendimentos agropecuários, rior. (b) Em 2012, a Sociedade recebeu de sua controlada o montante de R$ Juros sobre o capital próprio a receber ............. (1.435) comerciais e industriais. b) Eventos societários: Em 16/01/2012, a controla- 8.173 a título de juros sobre capital próprio (R$ 11.050 em 2011, sendo R$ Impostos a recuperar e outros ........................... 45 (48) da Agroceres Multimix Nutrição Animal Ltda., adquiriu a totalidade de quo- 300 referente a dividendos e R$ 10.750 de juros sobre capital próprio). (c) Depósitos judiciais ............................................. 26 1 tas da empresa Inaceres Agrícola Ltda. 2. Principais Políticas Contábeis O deságio sobre investimento em controlada, no montante de R$ 16.166, Aumento (redução) nos passivos operacionais: - 2.1 Base de elaboração: As demonstrações financeiras são apresentadas refere-se à aquisição de participações societárias em 1997 e 1999, em Imposto de renda e contribuição social a pagar (3) em real (R$), que é a moeda funcional da Sociedade, e foram elaboradas empresas posteriormente incorporadas pela controlada Agroceres Multimix Provisão para férias e encargos sociais ............ (23) 2 c/ base no custo histórico, exceto se indicado de outra forma, conforme Nutrição Animal Ltda. O referido deságio está baseado em outras razões Obrigações fiscais e outros................................ (207) 46 descrito nas práticas contábeis a seguir. O custo histórico geralmente é econômicas e somente será amortizado se houver a baixa do investimento Partes relacionadas ........................................... 199 (664) baseado no valor justo das contraprestações pagas em troca de ativos. na referida controlada. As informações mais relevantes sobre o investimen37 (2.098) As principais práticas contábeis adotadas na elaboração das demonstra- to na controlada Agroceres Multimix Nutrição Animal Ltda., p/ os exercícios Caixa Aplicado nas Atividades Operacionais. (335) (3.686) ções financeiras foram as seguintes: a) Investimento: O investimento em findos em 31/12/2012 e 2011, são como seguem: IR retido na fonte sobre juros sobre capital próprio (1.303) controlada é avaliado pelo método da equivalência patrimonial. O deságio % PartiCapital Patrimônio Lucro Caixa Aplicado nas Atividades Operacionais. (335) (4.989) sobre investimento apurado em 1997 e 1999 está fundamentado em outras cipação social líquido líquido Fluxo de Caixa das Atividades de Investimento razões econômicas e, dessa forma, será amortizado somente se houver a Agroceres 2012 2011 2012 2011 2012 2011 2012 2011 Dividendos e juros sobre capital próprio recebidos 8.173 11.050 alienação do investimento. b) Imobilizado: Demonstrado ao custo, deduzido Multimix Nutrição Caixa Gerado Pelas Atividades de Investimento 8.173 11.050 de depreciação acumulada e perda por redução ao valor recuperável, quan- Animal Ltda... 100%100% 63.976 63.976 240.109 210.829 29.256 34.328 Fluxo de Caixa das Atividades de Financiamento do necessário. A depreciação é reconhecida c/ base na vida útil estimada A controlada tem como principal objeto social a produção e comercialização Pagamentos de dividendos e juros s/ capital próprio (7.842) (6.053) de cada ativo pelo método linear, de modo que o custo menos o valor resi- de produtos agropecuários para nutrição animal de diversas espécies. As Caixa Aplicado nas Atividades de Financiamento (7.842) (6.053) dual após a vida útil seja integralmente baixado. As taxas representativas rações, concentrados e suplementos são produzidos nas unidades indus- Aumento no Caixa e Equivalentes de Caixa ... (4) 8 das vidas úteis utilizadas estão apresentadas na nota explicativa nº 4. A triais de Rio Claro, Campinas e Patos de Minas, sendo comercializados Caixa e Equiv. de Caixa no Início do Exercício 18 10 vida útil estimada e o método de depreciação são revisados no fim de cada tanto para terceiros quanto para outras empresas do grupo. Caixa e Equiv. de Caixa no Fim do Exercício . 14 18 exercício e o efeito de quaisquer mudanças nas estimativas é contabilizado 4. Imobilizado Taxa 2012 2011 Conforme determina a legislação vigente, os juros sobre o capital próprio prospectivamente. c) Atualização monetária de direitos e obrigações: Os anual de Deprec. Valor Valor são pagos aos acionistas, deduzidos do imposto de renda na fonte à alídireitos e as obrigações, legal ou contratualmente sujeitos a reajustes pelos depreciação % Custo acum. líquido líquido quota de 15%. Reserva de retenção de lucros: O lucro líquido do exercíefeitos da inflação ou câmbio, foram atualizados até a data dos balanços. Meios de transporte...... 10 952 (378) 574 669 cio, apurado em 31/12/2012, no montante de R$ 28.790 (R$ 32.642 em As contrapartidas dessas atualizações foram reconhecidas no resultado A movimentação do imobilizado ao longo do ano foi de: 2012 2011 2011), deduzido da reserva legal, dividendos e juros sobre capital próprio, dos exercícios a que se referem. d) Tributação: A provisão p/ imposto de Saldo inicial ....................................................................... 669 764 foi transferido p/ a conta “Reserva de lucros” e sua destinação será esrenda e contribuição social é calculada c/ base no lucro tributável relativo Depreciação ...................................................................... (95) (95) tabelecida em reunião de acionistas, c/ a aprovação das demonstrações a cada exercício, ajustado na forma legal, calculado à alíquota de 15%, Saldo final.......................................................................... 574 669 financeiras. Ajuste de avaliação patrimonial: A Sociedade reconhece nessa acrescido de adicional de 10% excedente a R$ 240. A contribuição social 5. Partes Relacionadas: Os saldos a pagar a partes relacionadas, em rubrica o efeito reflexo negativo observado no patrimônio líquido da coné calculada c/ base na alíquota de 9% da base tributável. O lucro tribu- 31/12/2012 e 2011, referem-se a dividendos e mútuo c/ a controlada Agro- trolada Agroceres Multimix Nutrição Animal Ltda., referente ao ajuste de tável difere do lucro apresentado na demonstração do resultado, porque ceres Multimix Nutrição Animal Ltda., conforme demonstrado a seguir: avaliação patrimonial da controlada, que advém da variação cambial soexclui receitas ou despesas tributáveis ou dedutíveis em outros exercícios, 2012 2011 bre o investimento que a controlada indireta Agroceres PIC Suínos Ltda. além de excluir itens não tributáveis ou não dedutíveis permanentemente. Dividendos a pagar............................................................ 7.200 116 possui na Agroceres PIC Argentina S.A., a qual mantém registros contáe) Julgamento, estimativas e premissas contábeis significativas: A prepara- Mútuo - Agroceres Multimix Nutrição Animal Ltda............. 202 3 beis em moeda funcional diferente da moeda de sua controladora. O valor ção das demonstrações financeiras requer da Administração da Sociedade Saldo final.......................................................................... 7.402 119 reconhecido na controlada Agroceres Multimix Nutrição Animal Ltda., no o uso de estimativas, julgamentos e pressuposições p/ registro de certas 6. Capital Social e Destinação dos Resultados: O capital social em montante de R$ 597 (R$ 621 em 2011), é proporcional à sua participação transações que afetam ativos, passivos, receitas e despesas, bem como a 31/12/2012 e 2011 no valor de R$ 66.425, é representado por 95.096.420 na controlada indireta Agroceres PIC Suínos Ltda. Esse efeito acumulado divulgação de informações sobre os dados das suas demonstrações finan- ações sem valor nominal, sendo 47.486.084 ordinárias e 47.610.336 pre- é revertido p/ o resultado do exercício como ganho ou perda somente em ceiras. Os resultados efetivos dessas transações e informações, quando de ferenciais. Por definição do Estatuto Social da Sociedade, aos titulares de caso de alienação ou baixa do investimento. 7. Instrumentos Financeiros: sua realização, podem divergir dessas estimativas. As estimativas e pre- ações de qualquer espécie é atribuído, em cada exercício, um dividendo Os instrumentos financeiros da Sociedade encontram-se registrados em missas são revisadas continuamente e os efeitos dessas revisões são re- mínimo não inferior a 25% do lucro líquido, calculado nos termos da lei contas patrimoniais e estão relacionados, principalmente, a transações c/ conhecidos no período em que ocorreu a revisão e em quaisquer períodos societária. A seguir, são demonstrados os cálculos dos dividendos míni- partes relacionadas. A Sociedade não mantém transações c/ instrumentos futuros afetados. f) Lucro por ação: Calculado c/ base no número de ações mos obrigatórios propostos e dos juros sobre capital próprio (como parte financeiros derivativos ou outros instrumentos de risco semelhante. 8. Seem circulação na data do balanço. g) Apuração do resultado: Apurado em dos dividendos mínimos obrigatórios), referentes aos exercícios findos em guros: A Sociedade mantém contratos de seguros p/ cobertura de riscos conformidade c/ o regime contábil de competência de exercícios. 3. Inves- 31/12/2012 e 2011: 2012 2011 operacionais, compreendendo seus ativos imobilizados e responsabilidade timento em Controlada: A composição do investimento em controlada, em Lucro líquido do exercício.............................................. 28.790 32.642 civil. Referidos contratos possuem cobertura determinada por orientação de 31/12/2011 e 2010, e os resultados da equivalência patrimonial registrados Constituição da reserva legal ........................................ (1.307) especialistas, levando em conta a natureza e o grau de risco por montantes nos exercícios findos naquelas datas são como seguem: Lucro líquido ajustado ................................................... 28.790 31.335 considerados, por sua Administração, suficientes p/ cobrir eventuais perdas 2012 2011 25% 25% significativas sobre seus ativos e/ou responsabilidades. Investi- Equivalência Investi- Equivalência Dividendo mínimo obrigatório........................................ 7.197 7.834 Conselho de Administração: Urbano Campos Ribeiral - Pres. • Neyde B. Agroceres Multimix mentos patrimonial mentos patrimonial (-) Dividendo proposto ................................................... 7.200 116 de Araujo - Conselheira • Nice Araujo Ribeiral - Conselheira • Ricardo A. Nutrição Animal Ltda.(a) 240.109 29.256 (a) 210.829 34.328 Juros sobre o capital próprio ......................................... 9.080 Ribeiral - Conselheiro • Urbano C. Ribeiral Junior - Conselheiro • Vitor V. de Deságio s/ invest. (b) (16.166) (16.166) - Imposto de renda sobre juros s/ capital próprio (15%).. (1.362) Araujo - Conselheiro. Diretoria: Guilherme V. de Araujo - Dir. Pres. • MarceTotal dos investimentos 223.943 29.256 194.663 34.328 Juros sobre capital próprio, líquidos do IR .................... 7.718 lo A. Ribeiral - Diretor Vice Pres. • Fernando A. Pereira - Diretor • Vitor V. de (a) Conforme mencionado na nota explicativa nº 6, a Sociedade reconhe- Proposta final de divid. e juros s/ capital próprio a pagar 7.200 7.834 Araujo - Diretor • Erika Meissner Nakata - Contadora - CRC 1SP192872/O-1

BROOKLYN EMPREENDIMENTOS S.A. CNPJ/MF nº 61.364.022/0001-25 RELATÓRIO DA DIRETORIA Senhores Acionistas: Em cumprimento às disposições legais e estatutárias, submetemos à apreciação de V.Sas. as Demonstrações Financeiras relativas aos exercícios sociais encerrados em 31 de dezembro de 2012 e 31 de dezembro de 2011, apresentadas de forma comparativa, compreendendo o Balanço Patrimonial acompanhado das Notas Explicativas, da Demonstração do Resultado, da Demonstração dos Fluxos de Caixa e das Mutações do Patrimônio Líquido. Permanecemos à disposição dos senhores acionistas para quaisquer outros esclarecimentos adicionais. São Paulo, 15 de março de 2013. DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS DOS EXERCÍCIOS BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE DEZEMBRO - (Em reais) FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO - (Em reais) AT IV O 2012 2011 P A S S I V O 2012 2011 2012 2011 CIRCULANTE CIRCULANTE Disponível .................................................. 59.701 77.840 Contas a pagar (Nota 6) .............................. 9.004.498 10.405.679 RECEITAS OPERACIONAIS Serviços prestados .................................... 6.797.402 6.367.824 Aplicações financeiras (Nota 3) ................. 13.931.255 17.713.544 Obrigações sociais e tributárias .................. 785.177 573.545 Rendas financeiras .................................... 13.618.030 12.274.267 Contas a receber........................................ 45.668.008 49.304.674 Parcelamento de Tributos Rendas imobiliárias.................................... 17.087.799 14.871.852 Rendas a receber....................................... 10.990.934 3.746.655 (Lei 11.941/2009) (Nota 7) ......................... 29.094.592 30.154.468 Rendas patrimoniais .................................. 3.124.047 3.665.704 Títulos a receber ........................................ 63.084.638 63.084.638 Provisão para pagtos.a efetuar.................... 408.005.794 407.976.995 40.627.278 37.179.646 Impostos a Recuperar ................................ 39.288.301 48.074.788 Demais valores a pagar............................... 2.094 181.288 Receita bruta .............................................. DESPESAS OPERACIONAIS Demais valores a receber .......................... 2.799.853 1.474.910 Provisão para IRPJ (Nota 7) ........................ Administrativas ........................................... 11.795.044 11.578.897 Estoques .................................................... 2.036.005 2.036.005 Provisão para CSLL (Nota 7) ...................... 9.660 Pessoal ...................................................... 11.334.678 2.668.062 Despesas pagas antecipadamente ............ 10.808 894 Total do circulante ..................................... 446.892.155 449.301.635 Financeiras................................................. 6.888.035 12.948.055 Total do circulante ..................................... 177.869.502 185.513.949 NÃO CIRCULANTE Tributárias................................................... 3.234.905 2.725.367 NÃO CIRCULANTE Provisão para pagtos.a efetuar.................... 8.208.353 89.578 Patrimoniais ............................................... 2.035.253 2.079.431 Depósitos judiciais ..................................... 20.186.322 23.178.714 Total do não circulante.............................. 8.208.353 89.578 Lucro (Prejuízo) operacional .................... 5.339.363 5.179.835 Contas-correntes com controlada .............. 17.393.878 10.166.504 PATRIMÔNIO LÍQUIDO RECEITAS E DESP. NÃO OPERACIONAIS Contribuições a recuperar .......................... 9.720 17.844 Capital social (Nota 8) ................................. 24.515.353 24.515.353 Ganhos (ou perdas) de capital ................... 272.978 Investimentos (Nota 4) ............................... 122.606.717 117.620.015 Reserva de reavaliação ............................... 17.718.183 17.958.165 5.138.243 4.469.614 Imobilizado (Nota 5) ................................... 61.524.172 47.998.351 Prejuízos acumulados ................................. (97.743.733) (107.369.354) Resultado da avaliação de investimentos .. Resultado não operacional ....................... 5.138.243 4.742.592 Total do não circulante.............................. 221.720.809 198.981.429 Total do patrimônio líquido ...................... (55.510.197) (64.895.835) 10.477.605 9.922.427 TOTAL DO ATIVO ....................................... 399.590.311 384.495.378 TOTAL DO PASSIVO .................................. 399.590.311 384.495.378 Lucro (prejuízo) Antes do IR e da CS ...... Imposto de Renda e Contribuição Social ... 1.128.592 1.535.532 DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO Lucro (prejuízo) Líquido do Exercício ..... 9.349.014 8.386.895 Capital social Reservas de Lucros ou prejuízos Patrimônio QTDE. DE AÇÕES DO CAP. SOCIAL ......... 33.798 33.798 realizado reavaliação acumulados líquido LUCRO (PREJUÍZO) POR AÇÃO 276,61 248,15 Saldos em 31/12/2010........................................................... 24.515.471 22.030.042 (119.727.116) (73.181.602) DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA DOS Ações em tesouraria ............................................................ (118) (118) BALANÇOS ENCERRADOS EM 31 DE DEZEMBRO - (Em reais) Realização da reserva de reavaliação.................................... (4.071.877) 4.071.877 2012 2011 Ajuste de exercícios anteriores............................................... (91.010) (91.010) ATIVIDADES OPERACIONAIS Lucro do exercício ................................................................ 8.376.895 8.376.895 Saldos em 31/12/2011........................................................... 24.515.353 17.958.165 (107.369.354) (64.895.836) Recebimentos - clientes ..................................................... 25.146.488 5.226.753 Realização da reserva de reavaliação.................................... (239.983) 239.983 - outras receitas operacionais .................... 9.556.729 571.684 Ajuste de exercícios anteriores............................................... 36.625 36.625 Aplicações Financeiras Lucro do exercício ................................................................ 9.349.014 9.349.014 4.161.419 (3.193.718) Saldos em 31/12/2012........................................................... 24.515.353 17.718.183 (97.743.733) (55.510.197) - ganho (perda) líq. c/ aplic. financeiras ..... Pagamentos Notas Explicativas da Administração às Demonstrações Financeiras em 31 de dezembro de 2012 e 2011 - salários e pro-labore ................................ (1.315.055) (956.272) SOLANIS Brasil, - encargos e benefícios sociais .................. (1.137.080) (304.435) 1) Contexto operacional: A empresa tem por objeto social a atividade preInvest e Servs ponderante de compra, venda e locação de bens próprios e participação no - impostos e contribuições ......................... (2.646.726) (34.539) Controladas e coligadas Ltda. capital de outras sociedades. 2) Principais diretrizes contábeis: 2.a) Apu- serviços tomados ..................................... (5.613.765) (683.930) 2012 2011 ração do resultado - O resultado é apurado pelo regime de competência. - aluguel e condomínio ............................... (4.987.404) (1.001.356) 61.150.000 As demonstrações financeiras em 31/12/2012 são apresentadas de acordo Quantidade de ações .................................. 110.028.996 - demais despesas operacionais................ (1.049.160) (233.882) 99,99 99,99 Caixa Líquido Gerado (Consumido) com os princípios contábeis previstos na legislação societária. 2.b) Ativo Participação no capital social (%)................ 61.150.000 Circulante e Não Circulante - Os ativos estão demonstrados pelos valores Capital realizado .......................................... 110.040.000 nas Atividades Operacionais...................... 22.115.445 (609.696) 68.460.549 ATIVIDADES DE INVESTIMENTO de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações Patrimônio líquido contábil .......................... 122.507.758 5.167.208 4.463.297 Compra ações em tesouraria ...................... monetárias e cambiais auferidas. 2.b.1) Permanente - Os valores dos bens Lucro contábil .............................................. (117) 5.156.693 4.462.851 Recebimento pela venda de imobilizado ..... estão demonstrados pelo custo de aquisição, combinados com os seguin- Res. da particip. em coligada e controlada .. 89.853 8.168 2012 2011 Pagamento pela compra de imobilizado...... (15.730.517) tes aspectos: 2.b.1.1) Participações societárias em controladas e coligadas: (186.978) 68.563.621 Caixa Líquido Gerado (Consumido) avaliadas pelo método de Equivalência Patrimonial; 2.b.1.2) Depreciação Invest. em coligadas/controladas - no país.. 122.586.975 49.036.652 do ativo imobilizado: reconhecida pelo método linear, utilizando-se as taxas Adiato. p/ Futuro Aum. de Capital - no país . nas Atividades de Investimento ................. (15.640.664) (178.927) 19.742 19.742 que levam em consideração a vida útil econômica dos mesmos, conforme Outros investimentos ................................... ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO 122.606.717 117.620.015 tabela da nota 5. 2.c) Passivo Circulante e Não Circulante - São demonsDividendos recebidos .................................. 176.991 634.258 2012 trados por valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos, quando aplicável, 5) Imobilizado Contas correntes com controladas .............. (6.614.568) (20.897.792) Taxa dos correspondentes encargos e variações monetárias incorridos. Caixa Líquido Gerado (Consumido) Deprec. anual de 3) Aplicações financeiras nas Atividades de Financiamento .............. (6.437.577) (20.263.534) Custo acumulada Líquido deprec. 2012 2011 37.204 (21.052.157) 15.855.312 - 15.855.312 0 Aum. (Red.) Líq. no Caixa e Equiv. - Caixa Fundos de investimento em renda fixa .............. 1.008.778 952.185 Imóveis - terrenos 79.091 21.131.249 85.864.531 (40.594.429) 45.270.102 4% Saldos Iniciais de Cx. + Equiv. - Cx. em Jan. Fundos de investimento em renda variável ....... 15.697 Edificações 116.295 79.091 2.632.456 (2.585.136) 47.320 10% Saldos Finais de Cx. + Equiv. - Cx. em Dez. Títulos de renda fixa .......................................... - Instalações Aum. (Red.) Líq. no Cx. e Equiv. Caixa .. 37.204 (21.052.157) (570.312) 70.363 10% Investimentos em ações – CP ........................... 12.922.477 16.745.662 Máquinas e equipamentos 640.675 995.120 (972.119) 23.001 10% 13.931.255 17.713.544 Móveis e utensílios Equip. proc. de dados 1.808.287 (1.688.390) 119.897 20% provisões foram baixadas naquele exercício. Para fazer frente a essas obri4) Investimentos Veículos 55.690 (52.085) 3.605 20% gações temos depósitos judiciais que as garantiam parcialmente. Referidos SUPREV Serviços, Equipamentos telefonia 621.526 (615.249) 6.277 10% depósitos, que representam aproximadamente R$ 14 mi em valores atuConsultoria e Equipamentos segurança 240.196 (151.901) 88.295 10% alizados, não foram consolidados pela Receita Federal. Quando consoliAssessoria em Imobilizações em curso 40.000 40.000 0 dados, haverá redução substancial do valor da obrigação e das parcelas Previdência 6) Contas a pagar: O saldo da conta é representado pelos seguintes prin- mensais devidas. 8) Capital social: O capital social está representado por Controladas e coligadas Privada S/S Ltda. 2012 2011 cipais valores: 6.a) Valores a pagar aos acionistas minoritários pelo resgate 33.798 ações ordinárias. Quantidade de ações ........................................ 1.500 1.500 de ações preferenciais R$ 5.147.991; 6.b) Valores a pagar aos acionistas Participação no capital social (%)...................... 33,33 33,33 minoritários pela redução do Capital Social R$ 2.545.531. 7) Parcelamento DIRETORIA Capital realizado atualizado .............................. 1.500 1.500 de Tributos e Provisões para IRPJ e CSLL: No ano de 2011 foi concluída, Paulo Pompéia Gavião Gonzaga - Diretor-Presidente Patrimônio líquido contábil ................................ 274.430 329.787 parcialmente, a consolidação dos débitos tributários federais incluídos no José Roberto Martinez de Camargo - Diretor Lucro contábil .................................................... (55.357) 20.292 parcelamento instituído pela Lei 11.941/2009. As principais obrigações são Kleber Henke Souza - Contador CRC 1SP181166/O-8 Res. da particip. em coligada e controlada ........ (18.450) 6.763 os valores devidos a título de IR e CS nos anos de 1996 e 1998, cujas


DIÁRIO DO COMÉRCIO

34 -.ECONOMIA/LEGAIS

quinta-feira, 28 de março de 2013

e Cesp se reorganiza para pagar dívidas Temos um número grande de funcionários já com direito a aposentadoria. Mauro Arce, presidente da Cesp

conomia

Companhia prepara um amplo programa de demissão voluntária e aguarda definição para a hidrelétrica de Três Irmãos

A

Cesp vai pagar dívidas que vencem em 2013 e prepara programa de demissão voluntária, enquanto aguarda mais detalhes sobre o futuro da concessão da hidrelétrica de Três Irmãos. A geradora de energia controlada pelo governo de São Paulo ainda está operando a hidrelétrica Três Irmãos, cuja concessão venceu ao final de 2011 e não foi renovada, enquanto aguarda definições sobre a retomada do ativo pelo governo. Desde 5 de março, quando foi fixada a garantia assegurad a d a u s i n a e m 2 1 7 , 5 m egawatts médios (MW médios), a Cesp busca não vender a energia dessa usina no mercado. Isso porque o governo está definindo como ocorrerá a distribuição dessa energia às concessionárias em cotas, dentro da lei da renovação das concessões, que levou a descontos na conta de energia. "A atividade de operação e manutenção na usina não se alterou. Mas a partir de 5 de março a gente não sabe o que vão nos oferecer até a licitação da usina", disse o presidente da Cesp, Mauro Arce, em teleconferência. A energia assegurada de Três Irmãos era considerada em conjunto com a da hidrelétrica Ilha Solteira, também operada pela Cesp. A separação da energia assegurada das duas usinas era um dos primeiros passos para que um leilão da concessão de Três Irmãos possa ser realizado. A empresa não descarta participar de um leilão da concessão de Três Irmãos, caso as condições para operar a usina mudem em relação ao que o governo ofereceu na renovação das concessões, segundo Arce. Mas a Cesp continua não concordando com os valores de indenização que o governo

Joel Silva/ Folhapress

Magazine Luiza reverte prejuízo

O

Empresa não descarta participar do leilão de concessão da hidrelétrica de Três Irmãos, caso o governo mude as condições para operá-la. disse que irá pagar pelos investimentos não amortizados nas usinas atingidas pela regra de renovação das concessões --Três Irmãos, Jupiá e Ilha Solteira. A Cesp calcula que tenha a receber cerca de R$ 7 bilhões em indenização por investimentos não amortizados nas usinas, enquanto o governo ofereceu cerca de R$ 1,8 bilhão. A baixa no valor de ativos no balanço da Cesp pelo fim dos contratos dessas concessões ainda não foi feita. "Não ocorrendo nenhum movimento oficial em relação a Três Irmãos, não haveria motivo para fazer uma baixa. Em princípio, acreditamos que

nosso valor contábil é coerente e consistente", disse o diretor Financeiro e de Relações com Investidores, Almir Martins. Cortes de custos e PDV – A Cesp prepara um programa de demissão voluntária como parte dos esforços para cortar custos até julho de 2015, quando os contratos de concessão de Três Irmãos, Jupiá e Ilha Solteira estarão expirados. Arce disse que o plano está sendo analisado pelo governo, controlador da empresa, e que a expectativa é que a aprovação saia até 31 de julho. "Temos um número grande de funcionários já com direito a aposentadoria", disse.

Em 2013, a Cesp investirá apenas na manutenção e operação das usinas e também pretende pagar as dívidas de R$ 1,07 bilhão que vencem no ano, usando a geração de caixa. Segundo o diretor financeiro, a empresa espera que a geração de caixa ao longo do ano fique acima de R$ 2 bilhões. Energia disponível – A Cesp tem 200 MW médios de energia disponível para comercialização ao longo de 2013, ante cerca de 600 MW médios para esse período ao final do ano passado. "Fizemos umas vendas em janeiro", disse o diretor de Geração da Cesp, Mituo Hirota. Ele detalhou que a empresa

alocou maior quantidade de energia para venda em janeiro, no processo de sazonalização, e que as sobras diminuíram em relação ao informado anteriormente. A sazonalização consiste num mecanismo em que as geradoras distribuem ao longo do ano como vão disponibilizar o lastro de sua geração. A Cesp é uma das empresas que, segundo fontes, tiveram os maiores ganhos com a estratégia de sazonalização de energia feita em janeiro, aproveitando de preços mais altos de curto prazo. Essa sazonalização é permitida de acordo com as regras vigentes. (Reuters)

SOCIAL BOM JESUS - CNPJ 47.468.186/0001-71 - Relatório da Diretoria Aos Associados: Prezados Senhores Senhores, a diretoria do Social Bom Jesus, em cumprimento às disposições legais e as normas estatutárias está publicando o Balanço Patrimonial da entidade, acompanhado Demonstrações do Resultado Exercícios findos em 31/12/2012 e 2011 (Em Reais - R$) das Demonstrações da Mutação do Patrimônio, juntamente com as notas explicativas e do Relatorio dos Auditores Independentes, referente aos exercícios encerrados em 31/12/11 e 31/12/12. A Diretoria. Receita Operacional Bruta Nota 2012 2011 Balanços Patrimoniais Exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (Em Reais - R$) Receitas Operacionais Passivo Nota 2012 2011 Ativo Nota 2012 2011 10 Subvenções e doações 14.555.488 13.256.885 Circulante Circulante 11 Receitas financeiras 36.745 43.852 6 3 Empréstimos bancários 191.974 238.151 Caixa e equivalentes de caixa 1.048.009 1.135.010 Outras receitas 40.405 133.979 Fornecedores 897.044 511.590 Aplicações financeiras 62.751 51.050 Total da Receita Oper acional Operacional 14.632.638 13.434.716 7 4 Obrigações trabalhistas 796.976 638.682 Subvenções a receber 625.099 497.167 Despesas Operacionais Obrigações tributárias 11.995 9.135 1.735.859 1.683.227 12 (10.232.884) (8.620.269) Despesas com pessoal Não Circulante Provisão de férias e encargos 735.117 485.261 13 Despesas administrativas e gerais (5.091.885) (4.878.806) 5 Contas a pagar 19.374 Imobilizado 458.285 443.269 14 Despesas financeiras (196.575) (122.147) 2.652.480 1.882.819 Intangível 143 Déficit do Exercício (888.706) (186.506) Não Circulante 458.285 443.412 Demonstrações dos Fluxos de Caixa Exercícios findos em 31/12/2012 e 2011 (Em Reais - R$) 6 Total do Ativ 2.194.144 2.126.639 Empréstimos bancários 186.550 Ativoo Fluxo de caixa das atividades operacionais: 2012 2011 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis 31 de dezembro de 2012 e 2011 (Em Reais - R$) Patrimônio líquido Fluxo de caixa das atividades operacionais: Patrimônio social 243.820 430.326 1. Contexto Operacional - A SOCIAL BOM JESUS é uma entidade civil, sem fins lucrativos, tendo Déficit do exercício (888.706) (186.506) Déficit do exercício (888.706) (186.506) por objetivo: 1.1) Promover o desenvolvimento social da Pessoa Humana através da educação, da Ajustes do déficit do exercício (644.886) 243.820 cultura, da qualificação profissional, do esporte, do lazer, da habitação e da cidadania. 1.2) Motivar Depreciação 120.618 101.237 (458.336) 243.820 a comunidade no sentido de que a mesma se desenvolva, utilizando melhor seus próprios recursos. Baixa do ativo imobilizado 13.758 8.800 assiv 2.194.144 2.126.639 Passiv assivoo 1.3) Incentivar o intercâmbio e o relacionamento com obras afins, promovendo parcerias públicas, Total do P Baixa do intangível 143 Juros s/ empréstimos 14.161 12.206 privadas e terceiro setor. 1.4) Buscar parcerias públicas, privadas e do terceiro setor, com a finalidade Dem. das Mutações do Patrimônio Líquido Exerc. findos em 31/12/2012 e 2011 (Em Reais - R$) Patrimônio Superávit (Déficit) de contribuir para que a comunidade tenha acesso a bens e serviços. Para bem atingir seus objetivos, Caixa operacional antes dos movimentos de capital de giro (740.026) (64.263) Social exercício Total a Social Bom Jesus atenderá prioritariamente, crianças, jovens, adolescentes, gestantes, a melhor Descrição Diminuição (aumento) nos ativos: 20.657 409.669 430.326 idade, bem como promoverá o bem de todos, sem preconceito de origem, raça, sexo, credo, religião, Saldo em 31 de dezembro de 2010 Impostos a recuperar 2.596 Transferência do superávit 409.669 (409.669) cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação. 2. Principais Práticas Contábeis: As Subvenções a receber (127.932) 191.661 Déficit do exercício (186.506) (186.506) demonstrações financeiras da Social Bom Jesus são preparadas de acordo com as normas contábeis Aumento (diminuição) nos passivos: 430.326 (186.506) 243.820 Fornecedores 385.454 403.699 emanadas da legislação societária brasileira, bem como pela CFC NBC TG 1000 - Contabilidade para Saldo em 31 de dezembro de 2011 (186.506) 186.506 Pequenas e Médias Empresas aprovada pela Resolução CFC nº 1255/09 do Conselho Federal de Transferência do déficit Obrigações trabalhistas 158.294 (68.761) Déficit do exercício (888.706) (888.706) Contabilidade para vigência a partir de 1º de janeiro de 2010 e Resolução CFC No. 1409/12 de 21 de Provisão de férias e encargos 249.856 (106.960) 243.820 (888.706) (644.886) setembro de 2012 – ITG 2002 – Entidades Sem Finalidade de Lucros. As principais práticas contábeis Saldo em 31 de dezembro de 2012 Obrigações tributaries 2.860 361 adotadas pela Social Bom Jesus para a elaboração e apresentação das demonstrações contábeis são Descrição Contas a pagar 19.373 (23.167) 2012 2011 as seguintes: a) Apuração do superávit (déficit), receitas, despesas e classificação dos ativos e Subvenção Federal Caixa líquido gerado (absorvido) pelas atividades operacionais (52.121) 335.166 14.372 14.372 passivos: O superávit (déficit) é apurado pelo regime de competência de exercícios que considera os Subvenção Estadual 338.857 312.526 Fluxo de caixa das atividades de investimento: rendimentos, encargos e efeitos das variações monetárias calculados a índices ou taxas oficiais, Subvenção Municipal Adições de imobilizado (149.392) (181.153) 271.870 170.269 incidentes sobre os ativos e passivos, e os efeitos dos ajustes para o valor de mercado, quando 625.099 497.167 Fluxo de caixa das atividades financeiras: aplicável. As receitas dos contratos de subvenções são reconhecidas no resultado pelo seu valor Todas as subvenções foram recebidas subsequentemente. 5. Imobilizado: Em 31 de dezembro Compras de títulos de capitalização (11.701) (51.050) nominal, observado o regime de competência contábil. As despesas são reconhecidas com observância de 2012 e 2011 o saldo do ativo imobilizado apresentava a seguinte composição: Captação de empréstimos 552.513 398.151 do regime de competência contábil. Os ativos realizáveis e os passivos exigíveis, no decorrer do Descrição Pagamentos de empréstimos (426.301) (312.375) Emenda Parlamentar 114.511 34.726 exercício seguinte, são classificados como circulante. b) Caixa e equivalentes de caixa: Correspondem Bom Jesus Proc. 1545 2012 2011 aos valores de caixa, depósitos bancários de livre movimentação e aplicações em poupança e fundos Móveis e utensílios (87.002) 188.739 35.539 41.637 77.176 35.539 Aumento (diminuição) de caixa e equivalentes de caixa de investimentos que possam ser sacados a qualquer momento com riscos insignificantes de Computadores 43.106 45.979 89.095 43.106 Aumento (diminuição) do caixa e equival. de caixa demonstrados por: alterações de valor. c) Aplicações financeiras: Correspondem aos valores aplicados em títulos de Veículos No início do exercício 1.135.010 946.271 438.419 438.419 438.419 capitalização e que vencem em até 24 e 60 meses, tendo-se o direito a 100% do valor aplicado no Reformas No final do exercício 1.048.008 1.135.010 21.573 21.573 21.573 vencimento do título. Os títulos serão atualizados pela TR – taxa de remuneração básica aplicadas Aparelhos telefônicos (87.002) 188.739 1.970 1.970 1.970 Aumento (diminuição) de caixa e equivalentes de caixa às cadernetas de poupança. d) Subvenções a receber: Representadas por subvenções dos setores Máquinas e equipamentos 39.398 18.280 57.678 39.398 totalização das contas mais representativas do núcleo por setor, em valor monetário e Municipal, Estadual e Federal, sendo formalizados através de contratos (termos de convênio). Essas 580.005 105.896 685.901 580.005 percentual de participação no ano de 2012. subvenções são contabilizadas por regime de competência. e) Imobilizado: O imobilizado é demonstrado Depreciação acumulada (285.045) (15.697) (300.742) (180.186) Setor Social Setor Educação Total ao custo de aquisição mais todos os gastos incorridos para colocar o bem em condições de uso. As 294.960 90.199 385.159 399.819 Representação em percentual 76,64% 23,36% 100,00% depreciações são calculadas linearmente com base nas mesmas taxas estabelecidas pela legislação Consórcio de imóvel 70.261 70.261 43.450 Valores monetários fiscal conforme demonstrado abaixo: Consórcio de automóvel 2.865 2.865 Subvenções 11.154.642 3.400.846 14.555.488 Bens Taxa 368.086 90.199 458.285 443.269 Despesas operacionais Móveis e utensílios 10% a.a. Despesas com pessoal 7.800.096 2.432.788 10.232.884 O imobilizado apresentou a seguinte movimentação durante o exercício: Computadores 20% a.a. Descrição Saldos 31/12/2011 Adições Baixas Saldos 31/12/2012 Outras despesas operacionais 4.050.290 1.041.595 5.091.885 Aparelhos telefônicos 10% a.a. Móveis e utensílios 35.539 41.637 77.176 Despesas operacionais 11.850.386 3.474.383 15.324.769 Veículos 20% a.a. Computadores 43.106 46.509 (530) 89.085 Despesa financeira 150.646 45.929 196.575 Máquinas e equipamentos 10% a.a. Veículos 438.419 438.419 Total das despesas 12.001.032 3.520.312 15.521.344 A Administração revisou os ítens do seu ativo imobilizado (constituídos basicamente por veículos) Reformas em andamento 21.573 21.573 Receitas diversas e concluiu que uma revisão geral das estimativas de vida útil não resultará em efeitos relevantes sobre Aparelhos telefônicos 1.970 1.970 Outras receitas 59.124 18.026 77.150 as demonstrações financeiras, uma vez que as taxas de depreciação utilizadas representam Máquinas e equipamentos 39.398 31.570 (13.290) 57.678 Superávit (Déficit) por setor (787.266) (101.440) (888.706) razoavelmente o tempo de utilização dos bens. Não foram observados indícios de problemas de 580.005 119.716 (13.820) 685.901 Subvenções a receber 625.099 625.099 recuperação (impairment). Os gastos com a manutenção e reparos que não aumentem a vida útil dos Depreciação acumulada (180.186) (120.618) 62 (300.742) Quantidade de Núcleos em 2012 17 6 23 bens são contabilizados como despesas operacionais. f) Fornecedores: As dívidas com fornecedores 399.819 (902) (13.758) 385.159 Com base nas subvenções o Setor Social é preponderante nas atividades da Organização com são contabilizadas pelo seu valor nominal, as quais, geralmente, vencem em prazos de 30 dias. g) Consórcio de imóvel 43.450 26.811 70.261 76,64% de representatividade. 9. Patrimônio Líquido: O Superávit do período é revertido totalmente Empréstimos e financiamentos: Estão demonstrados com base no custo amortizado, que inclui o Consórcio de automóvel 2.865 2.865 para a manutenção dos recursos e desenvolvimento dos objetivos sociais da Social Bom Jesus. reconhecimento dos juros pela taxa efetiva até a data do balanço. h) Provisão para férias e encargos Imobilizado líquido 443.269 28.774 (13.758) 458.285 10. Subvenções: sociais: Constituída para os períodos aquisitivos vencidos e proporcionais acrescida dos respectivos Os consórcios referem-se: a) aquisição de cota do consórcio de imóvel da empresa Embracon Administradora Descrição 2012 2011 encargos sociais. i) Demais passivos, provisões, ativos e passivos contingentes: A Social Bom Jesus de Consórcio Ltda., com o valor do crédito de R$ 180.000, formalizado através de proposta no. 1819830 Municipal 10.387.246 9.414.378 reconhece uma provisão no balanço quando há uma obrigação presente decorrente de um evento firmada em 5 de abril de 2010 para pagamento em 120 parcelas, e, b) aquisição de duas cotas de consórcio Estadual 3.968.466 3.717.605 passado. Ativos contingentes, quando existentes, não são reconhecidos nas demonstrações contábeis de automóvel da Bradesco Administradora de Consórcios Ltda., com crédito no valor de R$ 21.840,00 Federal 186.233 96.592 e somente são divulgados quando for provável a entrada de benefício econômico. Os passivos cada, totalizando R$ 43.680,00, a serem pagas em 72 parcelas. 6. Empréstimos Bancários: Outras subvenções 13.543 28.310 contingentes são divulgados em nota, a menos que uma saída de benefício econômico seja remota. Descrição 2012 2011 14.555.488 13.256.885 3. Caixa e Equivalentes de Caixa: Banco Itaú S/A 52.000 9.704 11. Receitas Financeiras Descrição 2012 2011 Banco Bradesco S/A 326.524 228.447 Descrição 2012 2011 Caixa 1.188 2.044 378.524 238.151 Rendimentos de aplicações 18.789 43.402 Bancos conta movimento: Total cur to pr az (191.974) 238.151 Outras receitas financeiras 17.956 450 curto praz azoo Banco Santander S/A 27 227 Total longo pr az 186.550 praz azoo 36.745 43.852 Banco BRADESCO S/A 4 Os empréstimos bancários apresentaram a seguinte movimentação durante o exercício: 12. Despesas Com Pessoal Banco ITAÚ S/A 10 % Saldos Novos Saldos Descrição 2012 2011 Banco do Brasil S/A 601.729 868.095 Descrição Vencto. Taxa a.a. 31/12/10 emprést. Pagtos Juros 31/12/12 Salarios 5.789.867 4.891.698 601.770 868.322 Banco Itaú S/A c/c negativa 9.704 52.000 (9.704) 52.000 INSS 2.144.896 1.806.122 Aplicações financeiras 445.051 264.644 644.956 616.513 Bradesco S/A 28/09/2015 13,14 228.447 500.513 (416.597) 14.161 326.524 FGTS 1.048.009 1.135.010 238.151 552.513 (426.301) 14.161 378.524 PIS 70.240 56.721 As aplicações financeiras estão representadas por: Total Curto prazo (191.974) 13º Salário 513.309 441.804 Descrição Tipo de Aplicação Saldo 31/12/2012 186.550 Férias Total Longo prazo 644.576 372.725 Banco Itaú S/A Renda fixa FICFI 45.964 O empréstimo do Banco Bradesco S/A. refere-se à cédula de crédito bancário – capital de giro, Vale transporte 402.922 415.262 Banco Bradesco S/A Poupança 9.232 para pagamento em 36 parcelas fixas de R$ 10.873,77 com vencimento final previsto para o dia Assistencia médica 16.424 Banco Bradesco S/A Fundo de investimento 54.487 Indenizações Trabalhistas 22.118 3.000 28 de setembro de 2015. Como garantia foi oferecida fiança bancária. 63.719 7. Obr igações Trabalhistas: Obrigações 10.232.884 8.620.269 Banco do Brasil S/A Poupança 329.847 Descrição 2012 2011 13. Despesas Administrativas e Gerais Banco do Brasil S/A Fundo investimento 3.780 Salários e ordenados 479.394 380.488 Descrição 2012 2011 333.627 INSS 224.016 171.595 Alimentação 1.916.191 1.556.427 Banco Santander S/A Fundo investimento 1.741 FGTS 63.843 66.601 Aluguel/IPTU 694.801 554.910 445.051 266.700 730.094 Contribuição sindical 2.585 304 Manutenção e conservação As aplicações financeiras apresentaram a seguinte movimentação durante o exercício: IRRF s/ salário 7.679 3.714 Telefone, internet, água, luz e gás 580.433 513.241 Descrição Sados 31/12/2011 Aplicações Resgates Rendimento IRRF Sados 31/12/2012 Assistência médica 3.920 14.522 Outras despesas 1.633.760 1.524.134 Banco Itaú 59.177 398.788 (412.940) 939 45.964 Rescisão e homologação 879 5.091.885 4.878.806 Bradesco S/A 28.911 1.007.658 (973.423) 602 (29) 63.719 Indenizações trabalhistas 13.000 - 14. Despesas Financeiras Banco do Brasil 174.865 1.674.665 (1.528.699) 12.858 (62) 333.627 Pensão alimentícia 1.660 1.458 Descrição 2012 2011 Banco Santander 1.691 60 (10) 1.741 796.976 638.682 Despesas bancárias 27.635 80.083 264.644 3.081.111 (2.915.062) 14.459 (101) 445.051 Juros e multas 168.940 42.064 4. Subvenções a Receber: Em 31 de dezembro de 2012 e 2011 as subvenções a receber 8. Setores de Atuação: O Social Bom Jesus desenvolve suas atividades nos setores 196.575 122.147 apresentaram a seguinte composição: social e educação. A contabilização é efetuada por núcleo. A seguir, apresentamos a São Paulo, 22 de março de 2013. Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras 31 de dezembro de 2012 Relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Financeiras: Aos Diretores de SOCIAL BOM JESUS. Examinamos as das divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a demonstrações financeiras da SOCIAL BOM JESUS (“Entidade”), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou por erro. Nessa respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, assim avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeiras da Entidade para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para expressar uma opinião financeiras: A administração da Entidade é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras de acordo com sobre a eficácia da Entidade. Uma auditoria inclui também a avaliação da adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou por erro. Responsabilidade dos auditores Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião sem ressalva: Em nossa opinião, independentes: Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelo SOCIAL BOM JESUS em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa auditor e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. São Paulo, 8 de março de 2013. de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e CONFIANCE AUDITORES INDEPENDENTES - CRC Nº 2SP022750/O-8; José Julio de Sousa Pereira - Contador - CRC Nº 1SP094178/O-3. Zacar ias Sampaio Camelo - Presidente - RG 7.483.636-5; Antonia Camelo Sampaio - Vice-presidente - RG 6.938.691; Paulo Af onso da Silv Zacarias Afonso Silvaa Lana - Tesoureiro - RG Nº 9.733.350 Conselho Fiscal: Marcos FFar ar ia - RG Nº 13.675.641-4; Mar ia Matildes Coelho de Almeida - RG Nº 6.393.780; Epaco Empresa P aulista de Contabilidade Ltda - CRC-SP Nº 2SP021496/O-6 - Sandr aria Maria Paulista Sandraa Takaki - Sócia Responsável Técnica - TC CRC 1SP266379/O-5

Magazine Luiza fechou o quarto trimestre com lucro líquido de R$ 9,7 milhões, revertendo prejuízo de R$ 16,9 milhões obtido no mesmo período do ano anterior, após concluir o processo de integração de lojas iniciado em 2011. O desempenho foi favorecido por crescimento de vendas, racionalização de despesas e melhor desempenho dos serviços financeiros (Luizacred). No fechado de 2012, contudo, o resultado ficou negativo em R$ 6,7 milhões, impactado principalmente pelas despesas decorrentes do processo de integração das lojas Maia e do Baú, além de provisões para perdas com crédito e pelo processo de maturação de lojas novas. Já o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, em inglês) somou R$ 83,6 milhões no quarto trimestre, alta anual de 59,3%, com a margem subindo de 2,7% para 3,8%. A receita líquida somou R$ 2,2 bilhões entre outubro e dezembro, 14,4% maior ano a ano. Em 2012, a receita líquida avançou 19,4%, a R$ 7,7 bilhões. O destaque do ano ficou por conta do comércio eletrônico que, segundo a empresa, superou R$ 1 bilhão em vendas pela primeira vez no histórico da companhia, encerrando 2012 em R$ 1,1 bilhão, salto de 33,3%. Há planos para abrir entre 20 e 25 novas lojas neste ano, após fechar 14 unidades em janeiro de 2013. (Reuters)

CNI pressiona por BR -163

A

conclusão da BR-163, municípios produtores de também conhecida soja de Mato Grosso, maior como rodovia Cuiabáprodutor nacional da Santarém, poderá oleaginosa. O Estado representar uma economia também está entre os de até R$ 1,4 bilhão por ano grandes produtores de milho, no transporte de cargas, com algodão e carne. a possibilidade de alterar a Segundo a CNI, a BR-163 rota de exportação para o está asfaltada apenas no Norte do País, apontou um trecho que vai de Cuiabá à estudo da Confederação divisa de Mato Grosso com o Nacional da Indústria (CNI). Pará, no município de "A economia resultaria da Guarantã do Norte. No trecho redução de gastos logísticos paraense da rodovia, apenas ao mudar a via de exportação 49 por cento estariam para os portos do Norte pavimentados, de acordo brasileiro, uma rota mais com um levantamento da curta e mais Associação dos barata", disse a Produtores de CNI em Soja de Mato comunicado. Grosso A BR-163 "Isso melhoraria (Aprosoja). abriria uma a O executivo competitividade ressaltou que a nova via para brasileira." obra ajudaria a o comércio Segundo o desafogar os internacional. estudo "BR-163: portos das JOSÉ DE FREITAS Quebra de regiões Sul e MASCARENHAS, Paradigma no Sudeste, por DA CNI Transporte do onde é escoada Comércio a maior parte Exterior", a da safra saída pelos portos do Norte brasileira de grãos. do País reduziria de três a Na atual temporada, com a cinco dias a viagem de navio produção de soja prevista no entre o Brasil e a Europa em recorde de mais de 80 comparação às embarcações milhões de toneladas, os que partem de Santos (SP) ou exportadores enfrentam Paranaguá (PR). "A BR-163 grandes filas de caminhões e abriria uma nova via para o custos logísticos crescentes comércio internacional, para carregar a soja nos aliviando sensivelmente a portos. infraestrutura do sul do A soja é o principal item na Brasil", disse o presidente do pauta exportadora de Conselho de Infraestrutura da commodities. Desde o fim do CNI, José de Freitas ano passado, a indústria de Mascarenhas. soja já alertava para o A BR-163, que começou a chamado "caos logístico" por ser construída em 1973, conta do escoamento da passa por importantes safra recorde. (Reuters)


DIÁRIO DO COMÉRCIO

quinta-feira, 28 de março de 2013

e

ECONOMIA/LEGAIS - 35

Todo nosso esforço é conseguir ter um sistema de juro de longo prazo compatível com crescimento Arno Augustin, secretário do Tesouro Nacional

conomia

Confiança nos serviços avança de acordo com índice da FGV De 12 segmentos pesquisados, seis apresentaram crescimento entre os meses de fevereiro e março.

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Índice de Confiança de Serviços (ICS) da Fundação Getúlio Vargas avançou ligeiramente entre fevereiro e março de 2013, ao passar de 122,1 para 122,4 pontos, com ajuste sazonal. No mês passado o índice havia recuado 2,7%, para 122,1 pontos. A FGV considerou que houve estabilidade do ICS no primeiro trimestre de 2013 em relação ao trimestre

anterior, após aumento de 3,1% no quarto trimestre do ano passado. Entre os 12 segmentos pesquisados, seis apresentaram crescimento entre fevereiro e março. A evolução do ICS neste período foi resultado do aumento de 1,7% no Índice de Situação Atual (ISA-S) e do recuo de 0,8% no Índice de Expectativas (IE-S). O ISA-S alcançou 105,8 pontos,

mantendo-se inferior à média histórica de 110,7 pontos, enquanto o IE-S atingiu 138,9 pontos - também um pouco abaixo da média histórica (139,6 pontos). De maneira geral, os indicadores da Sondagem de Serviços em março de 2013, segundo a FGV, reforçam o quadro de uma recuperação ainda tímida do setor de serviços no primeiro trimestre do ano.

TJLP é mantida em 5% pelo governo

O

A alta de 1,7% no ISA-S entre fevereiro e março foi influenciada, sobretudo, pelo avanço de 4,0% no quesito que mede a percepção sobre a situação atual dos negócios. A proporção de empresas que percebem a situação como boa passou de 26,8% para 29,0%, ao mesmo tempo em que a parcela das que a consideram ruim diminuiu de 16,4% para 14,2%. (Estadão Conteúdo)

governo decidiu manter em 5% a TJLP (Taxa de Juros de Longo Prazo) para o segundo trimestre de 2013. A decisão foi tomada ontem em reunião extraordinária do Conselho Monetário Nacional. A TJLP é um importante referencial, pois é usada nos financiamentos oferecidos pelo BNDES. Segundo o secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, o patamar atual da taxa é considerado "bom"

para o longo prazo. "A tendência do juro está colocada e esta redução nos patamares gerais fez com que o governo reduzisse para 5%. Todo nosso esforço é conseguir ter um sistema de juro de longo prazo c o m p a t í v e l c o m c r e s c imento. Isto ainda está muito centrado na ação governamental, mas estamos fazendo um esforço para que, aos poucos, o setor privado possa assumir esta posição dentro da nossa política." (Folhapress)

Ambev Brasil Bebidas S.A. CNPJ n° 73.082.158/0001-21 A Administração da Companhia apresenta à V.Sas., as demonstrações contábeis dos exercícios encerrados em 31 de dezembro de 2012 e 2011, elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Jaguariúna, 27 de março de 2013

Ativo circulante Ativo não circulante Total do ativo

Saldo em 1º de janeiro de 2011 Lucro líquido do exercício Outros movimentos Saldo em 31 de dezembro de 2011 Lucro líquido do exercício Outros movimentos Saldo em 31 de dezembro de 2012

Consórcio Alfa de Administração S.A. Sociedade Anônima de Capital Aberto CNPJ/MF nº 17.193.806/0001-46 e NIRE 35 3 0002366 8 Edital de Convocação A.Convidamos os senhores acionistas a se reunirem no dia 25 de abril de 2013,às 11:45hs.(onze horas e quarenta e cinco minutos),na sede social, na Alameda Santos, 466, 1º andar, Cerqueira César, nesta Capital, a fim de deliberarem sobre a seguinte ordem do dia:Em Assembleia Geral Ordinária: 1. Examinar, discutir e votar o Relatório da Administração, as Demonstrações Financeiras, o Relatório dos Auditores Independentes e o Parecer do Conselho Fiscal, todos relativos ao exercício social encerrado em 31.12.2012; 2. deliberar sobre a destinação do lucro líquido do exercício e ratificar as distribuições de juros sobre o capital próprio e dividendos relativas ao 1º e 2º semestres de 2012; 3. fixar a verba máxima destinada à remuneração dos membros da Diretoria e do Conselho de Administração para o exercício de 2013; e 4. se assim deliberado, instalar o Conselho Fiscal, eleger seus membros efetivos e suplentes e fixar suas remunerações. Em Assembleia Geral Extraordinária: Tomar conhecimento e deliberar sobre a Proposta da Diretoria, com pareceres favoráveis do Conselho de Administração e do Conselho Fiscal, para aumentar o capital social em R$ 23.850.520,00 (vinte e três milhões, oitocentos e cinquenta mil e quinhentos e vinte reais), sem emissão de ações, mediante a capitalização de igual valor a ser retirado da conta“Reserva para Aumento de Capital”, para eliminar seu excesso, e aprovar a correspondente reforma estatutária. B. Nos termos do Parágrafo Único do Artigo 11º do Estatuto Social, para participar da Assembleia Geral é necessário ser acionista no mínimo 08 (oito) dias antes da data de sua realização, isto é até 17.04.2013, inclusive. Quando o acionista se fizer representar por mandatário, é indispensável o depósito do respectivo instrumento de procuração na sede social, mediante protocolo, até 05 (cinco) dias também antes do mesmo evento, ou seja, até 19.04.2013, inclusive. O instrumento de procuração deve ter firma reconhecida e ser acompanhado de comprovação de poderes do respectivo outorgante. Além disso, lembramos que o Artigo 126 da Lei nº 6.404/76, conforme atualmente vigente, prevê que, para ser admitido, participar e deliberar nas Assembleias Gerais, pode ser solicitado ao acionista (ou seu procurador) que apresente documento de identidade e comprovante de titularidade das ações de emissão da Sociedade expedido pelo custodiante.Os documentos pertinentes às Assembleias encontram-se à disposição dos acionistas na sede da Sociedade.São Paulo, 25 de março de 2013.Paulo Guilherme Monteiro Lobato Ribeiro - Presidente do Conselho de Administração.

Financeira Alfa S.A. - Crédito, Financiamento e Investimentos Sociedade Anônima de Capital Aberto CNPJ/MF nº 17.167.412/0001-13 e NIRE 35 3 0004818 1 Edital de Convocação A. Convidamos os senhores acionistas a se reunirem no dia 25 de abril de 2013, às 10:15 hs. (dez horas e quinze minutos), na sede social, na Alameda Santos, 466, 1º andar, Cerqueira César, nesta Capital, a fim de deliberarem sobre a seguinte ordem do dia: Assembleia Geral Ordinária:1. examinar, discutir e votar o Relatório da Administração, as Demonstrações Financeiras (BRGAAP e IFRS), o Relatório dos Auditores Independentes, o Parecer do Conselho Fiscal e o Resumo do Relatório do Comitê de Auditoria, todos relativos ao exercício social encerrado em 31.12.2012; 2. deliberar sobre a destinação do lucro líquido do exercício e ratificar as distribuições de juros sobre o capital próprio relativas ao 1º e 2º semestres de 2012; 3. examinar, discutir e votar a verba máxima destinada à remuneração dos Administradores para o exercício de 2013, conforme proposta do Comitê de Remuneração; e 4. se assim deliberado, instalar o Conselho Fiscal, eleger seus membros efetivos e suplentes e fixar suas remunerações. Assembleia Geral Extraordinária: Tomar conhecimento e deliberar sobre a Proposta da Diretoria, com pareceres favoráveis do Conselho de Administração e do Conselho Fiscal, para aumentar o capital social em R$ 34.000.000,00 (trinta e quatro milhões de reais), sem emissão de ações, mediante a capitalização de igual valor a ser retirado da conta “Reserva para Aumento de Capital”, para eliminar seu excesso, e aprovar a correspondente reforma estatutária. B. Nos termos do Parágrafo Único do Artigo 9º do Estatuto Social, para participar da Assembleia Geral é necessário ser acionista no mínimo 08 (oito) dias antes da data de sua realização, isto é até 17.04.2013, inclusive. Quando o acionista se fizer representar por mandatário, é indispensável o depósito do respectivo instrumento de procuração na sede social, mediante protocolo, até 05 (cinco) dias também antes do mesmo evento, ou seja, até 19.04.2013, inclusive.O instrumento de procuração deve ter firma reconhecida e ser acompanhado de comprovação de poderes do respectivo outorgante. Além disso, lembramos que o Artigo 126 da Lei nº 6.404/76, conforme atualmente vigente, prevê que, para ser admitido, participar e deliberar nas Assembleias Gerais, pode ser solicitado ao acionista (ou seu procurador) que apresente documento de identidade e comprovante de titularidade das ações de emissão da Sociedade expedido pelo custodiante.Os documentos pertinentes às Assembleias encontram-se à disposição dos acionistas na sede da Sociedade.São Paulo, 25 de março de 2013. Paulo Guilherme Monteiro Lobato Ribeiro - Presidente do Conselho de Administração.

PREFEITURA MUNICIPAL DE CASTILHO/SP PROCESSO LICITATÓRIO Nº 13/13 - CONCORRÊNCIA Nº 02/13 Acha-se aberto, na Prefeitura do Município de Castilho, Estado de São Paulo, o Processo Licitatório 13/13, Tomada de Preços 02/13, objetivando a contratação de empresa especializada para reforma da Delegacia de Polícia Civil de Castilho-SP. Tipo: menor preço. Visita técnica: agendar até às 17 horas do dia 15 de abril de 2013 pelo fone (18) 3741-1671. Valor orçado: R$ 94.601,39. Encerramento: dia 17 de abril de 2013, às 14 horas. O edital completo será fornecido aos interessados, na Praça da Matriz, 247, na cidade de Castilho, Estado de São Paulo, mediante o recolhimento da taxa de expediente no valor de R$ 20,00 (vinte reais). Maiores informações poderão ser obtidas pelo telefone (18) 3741-9034. Joni Marcos Buzachero – Prefeito. Allis Partipações S.A CNPJ N° 08.648.295/0001-19 - NIRE 353000337867 - Cia. Aberta Aviso aos Acionistas Comunicamos aos Senhores Acionistas que desde 26/03/13 se acham a disposição de V.Sas., na sede social da Cia (Av. Brig. Faria Lima, 1355, 15º andar, São Paulo/SP, os documentos a que se refere o artigo 133 da Lei 6.404/76, relativos ao exercício social encerrado em 31/12/12, e que serão apreciados na AGOE de 26/04/12, 15h00. Copias eletrônicas destes documentos poderão ser solicitadas pelo email ri@allis.com.br, ou obtidas no site da Cia. (www.allis.com.br/dados) e da Comissão de Valores Mobiliários (www.cvm.gov.br).São Paulo, março de 2013. A Administração. (27, 28 e 29/03/2013)

INTERMEZZO COMERCIAL DE PRODUTOS GOURMET S.A. CNPJ/MF nº 04.107.954/0001-59 – Aviso aos Acionistas À disposição, na sede social documentos do Art. 133, Lei 6404/76, referente exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2012. São Paulo. 26/03/2013. Conselho Administração. (27, 28, 29/3/2013)

CASA DE SAÚDE SANTA RITA S/A CNPJ/MF nº 60.882.289/0001-41 – Aviso aos Acionistas À disposição, na sede social documentos do Artigo 133, Lei nº 6404/76, referente ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2012. São Paulo, 26/03/2013. A Diretoria. (27, 28, 29/3/2013)

CIA. LILLA DE MÁQUINAS, INDÚSTRIA E COMÉRCIO CNPJ/MF nº 61.139.622/0001-90 – Aviso aos Acionistas À disposição, na sede social documentos do Artigo 133, Lei 6404/76, referente ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2012. São Paulo, 26/03/2013. A Diretoria. (27, 28, 29/3/2013)

2012 2011 1.325.369 967.189 4.513.290 1.307.285 5.838.659 2.274.474

Capital social 344.623 – 283.218 627.841 – 2.055.700 2.683.541

Passivo circulante Passivo não circulante Patrimônio líquido Total do passivo e patrimônio líquido

Reserva de capital 6.124 – – 6.124 – (1.981.593) (1.975.469)

1. Informações gerais: A Ambev Brasil Bebidas S.A. (referida como “Companhia” ou “Ambev Bebidas”), com sede em Jaguariúna - São Paulo tem como objeto social a produção, o engarrafamento e o comércio de refrigerantes, sucos, água gaseificada e não gaseificada, bebidas alcoólicas, isotônicas, dietéticas e bebidas em geral, bem como, participar em outras sociedades. As controladoras diretas da Companhia são Companhia de Bebidas das Américas (“Ambev”), ANEP - Antarctica Empreendimentos e Participações Ltda., Cervejarias Reunidas Skol Caracu S.A. (“Skol”), CRBS S.A. (“CRBS”) e Eagle Distribuidora de Bebidas Ltda. (“Eagle”), sendo a controladora final no Brasil a Ambev. Em consonância com o CPC 36 - Demonstrações consolidadas, a administração da Companhia decidiu que as demonstrações contábeis consolidadas não serão apresentadas devido: a) a Companhia é controlada da Companhia de Bebidas das Américas - Ambev, a qual, em conjunto com os demais proprietários, foram consultados e não fizeram objeção quanto à não apresentação das demonstrações contábeis consolidadas pela Companhia; b) os instrumentos de dívidas ou patrimoniais da Companhia não são negociados em mercado aberto (bolsa de valores no País ou no exterior ou no mercado de balcão - mercado descentralizado de títulos não listados em bolsa de valores ou cujas negociações ocorrem diretamente entre as partes, incluindo mercados locais e regionais); c) a Companhia não arquivou e não está em processo de arquivamento de suas demonstrações contábeis na Comissão de Valores Mobiliários ou outro órgão regulador, visando a distribuição pública de qualquer tipo ou classe de instrumento de mercado; e d) a Companhia de Bebidas das Américas - Ambev é a controladora final da Companhia e disponibiliza ao público suas demonstrações contábeis consolidadas em conformidade com os Pronunciamentos Técnicos do CPC. Principal evento ocorrido em 2012: Aquisição de subsidiária: Em 13 de abril de 2012 a Companhia e a E. León Jimenes S.A. (“ELJ”), detentora de 83,5% da Cervecería Nacional Dominicana S.A. (“CND”), celebraram um acordo para combinação de seus negócios no Caribe. Com o fechamento desta operação, a Ambev Brasil Bebidas tornou-se acionista, juntamente com a ELJ, da Tenedora CND S.A., uma empresa holding que detém as ações da CND e 100,0% das ações da Ambev Dominicana S.A. (“Ambev Dominicana”), de forma que a Ambev Brasil Bebidas possui uma participação na CND. Para detalhes adicionais verificar a nota explicativa 20 - Aquisições de subsidiárias. Principal evento ocorrido em 2011: Reestruturação societária: Em 1º de fevereiro de 2011, a Companhia passou por uma reestruturação societária resultando na incorporação parcial do patrimônio da Fratelli Vita Bebidas S.A. (“Fratelli”) e na cisão parcial do seu patrimônio para a Morena Distribuidora de Bebidas S.A. (“Morena”). Em decorrência dessa reestruturação, a Ambev Brasil Bebidas passou a ter participação nas empresas Distribuidora de Bebidas Antarctica de Manaus Ltda. (“Disbam”), Fratelli Vita Ltd. (“Fratelli Ltd.”), ITB - Ice Tea do Brasil Ltda. (“ITB”) e Lizar Administradora de Carteira de Valores Mobiliários Ltda. (“Lizar”). A emissão destas demonstrações contábeis foi autorizada pela Diretoria em 27 de março de 2013. 2. Declaração da Administração: As demonstrações contábeis foram preparadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e conforme pronunciamentos emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis - CPC. A Companhia não adotou nenhum requerimento (CPC) novo que ainda não se tornou efetivo em 2012. 3. Sumário das principais políticas contábeis: As principais políticas contábeis aplicadas na preparação destas demonstrações contábeis estão definidas abaixo. Essas políticas foram aplicadas de modo consistente em todos os exercícios apresentados. As demonstrações contábeis individuais foram preparadas conforme as práticas contábeis adotadas no Brasil emitidas pelo CPC. (a) Estimativas contábeis: A elaboração de demonstrações contábeis, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, requer que a Administração da Companhia use de julgamentos na determinação e no registro de estimativas contábeis. Ativos e passivos sujeitos a estimativas e premissas incluem valor residual do ativo imobilizado, provisão para redução ao valor recuperável, imposto de renda diferido ativo e provisão para contingências. A liquidação das transações envolvendo essas estimativas poderá resultar em valores diferentes dos estimados em razão de imprecisões inerentes ao processo da sua determinação. A Companhia revisa as estimativas e as premissas pelo menos anualmente. (b) Instrumentos financeiros: Instrumentos financeiros não derivativos incluem aplicações financeiras, contas a receber e outros recebíveis, empréstimos e financiamentos, assim como contas a pagar e outros passivos. Instrumentos financeiros não derivativos são reconhecidos inicialmente pelo valor justo acrescido, para instrumentos que não sejam reconhecidos pelo valor justo através de resultado, de quaisquer custos de transação diretamente atribuíveis. (c) Apuração do resultado: As receitas e despesas são reconhecidas em conformidade com o regime de competência de exercícios. Uma receita não é reconhecida se há uma incerteza significativa na sua realização. (d) Ativos circulante e não circulante: Caixa e equivalentes a caixa: O caixa e equivalentes a caixa, compreendem os saldos de caixa, os depósitos bancários e outros investimentos de curto prazo de alta liquidez com vencimentos originais de três meses, ou menos e com risco insignificante de mudança de valor. Contas a receber e demais contas a receber: As contas a receber de clientes e demais contas a receber são contabilizadas pelo seu custo amortizado, menos as perdas com provisão para devedores duvidosos. A provisão para devedores duvidosos é feita com base em uma análise de todas as quantias a receber existentes na data do balanço patrimonial. Registra-se a provisão para devedores duvidosos no montante considerado suficiente pela Administração da Companhia para cobrir prováveis perdas na realização dos recebíveis. Historicamente, a Companhia não registra perdas significativas em contas a receber de clientes. Estoques: Os estoques são valorizados pelo menor entre o custo e o valor líquido de realização. O custo inclui os gastos incorridos na aquisição do bem, transporte até sua localização atual e colocação em condições de uso. Para a apuração do custo dos estoques emprega-se o método da média ponderada. O custo dos produtos acabados e dos produtos em elaboração contempla as matérias-primas, outros materiais de produção, o custo da mão de obra direta, outros custos diretos, baseados na capacidade operacional normal. O valor líquido de realização é o preço de venda estimado em condições de venda e realização da venda. Demais ativos: Os demais ativos circulantes e não circulantes são apresentados ao valor de custo, incluindo, quando aplicável, os rendimentos auferidos até a data do encerramento do exercício. Se necessário, é constituída provisão para redução aos valores de mercado. (e) Investimentos: Os investimentos em controladas são avaliados pelo método da equivalência patrimonial e as

Reservas de lucros 12.458 – 392.253 404.711 – 376.396 781.107

Outros resultados abrangentes – – – – – 543.618 543.618

2012 2011 1.396.597 983.325 2.409.265 252.473 2.032.797 1.038.676 5.838.659 2.274.474 Lucros acumulados 469.398 909.164 (1.378.562) – 831.900 (831.900) –

Total 832.603 909.164 (703.091) 1.038.676 831.900 162.221 2.032.797

práticas contábeis adotadas são uniformes àquelas adotadas pela Companhia, os quais são, inicialmente, reconhecidos pelo seu valor de custo, líquido de qualquer perda por impairment. O ágio (goodwill) é representado pela diferença positiva entre o valor pago e/ou a pagar pela aquisição de um negócio e o montante líquido do valor justo dos ativos e passivos da controlada adquirida. O ágio é testado anualmente para verificar perdas (impairment). O valor contábil do ágio é incluído no valor contábil da participação na coligada/controlada. (f) Imobilizado: O imobilizado é demonstrado pelo custo menos a depreciação acumulada e as perdas por redução ao valor de recuperação. O custo abrange o preço de aquisição, os juros incorridos no financiamento durante a fase de construção e todos os outros custos diretamente relacionados ao transporte do ativo imobilizado até o local e à sua colocação em condições de operação na forma pretendida pela Administração da Companhia (por exemplo, impostos não recuperáveis, frete, custos de desmonte e retirada dos equipamentos e restauração do local em que se encontram, caso incorridos). O custo do imobilizado construído internamente pela Companhia é apurado conforme os mesmos princípios aplicáveis ao imobilizado adquirido de terceiros. Depreciação: Os itens que compõem o grupo de imobilizado, com exceção ao grupo de terrenos, são depreciados pelo método linear. A depreciação dos itens inicia-se a partir do momento que os ativos estão instalados e prontos para uso. As vidas úteis das principais classes de ativo imobilizado estão descritas abaixo: Edifícios 25 anos Máquinas e equipamentos 15 anos Instalações 10 anos Utensílios 10 anos Bens de uso externo 2 a 5 anos As vidas úteis e os valores residuais dos ativos são revisados anualmente. A Administração aplica julgamentos na avaliação e determinação das vidas úteis dos ativos. Terrenos não são depreciados visto que são considerados como de vida útil indefinida. (g) Intangível: Ativos de mercado de exrevendedores: Os ativos de distribuição são adquiridos de ex-revendedores quando a distribuição dos produtos da Companhia passa a ser feita de maneira direta e correspondem, substancialmente, a direitos sobre contratos celebrados com os pontos de venda e fornecimento à Companhia de informações cadastrais de tais pontos de venda, incluindo histórico financeiro e perfil de compras. Outros intangíveis: Outros intangíveis são mensurados pelo custo de aquisição menos a amortização acumulada e eventuais perdas no valor de recuperação. Amortização: Intangíveis com vida útil definida são amortizados de acordo com o método linear sobre sua vida útil estimada. (h) Redução ao valor de recuperação de ativos (impairment): Os valores contábeis de ativos financeiros e imobilizado são revisados a cada fechamento para avaliar se existem indicativos de redução ao valor de recuperação. Se existe algum indicativo, o valor de recuperação do ativo é estimado. Uma perda de redução ao valor de recuperação é reconhecida sempre que o valor contábil de um ativo ou unidade geradora de caixa excede seu valor de recuperação. Perdas de redução ao valor de recuperação são reconhecidas no resultado do exercício. (i) Contas a pagar: São demonstrados por valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos e variações monetárias incorridos até a data de encerramento das demonstrações contábeis (custo amortizado). (j) Dividendos: Dividendos são registrados no passivo no período em que eles forem declarados, com exceção da parcela referente aos dividendos mínimos estatutários, a qual é contabilizado ao final de cada exercício fiscal findo em 31 de dezembro, na forma da legislação aplicável. (k) Provisão de processos tributários, trabalhistas, cíveis e outros: As provisões para contingências são estabelecidas por valores atualizados, referentes a questões trabalhistas, tributárias e cíveis em discussão nas instâncias administrativas ou judiciais, com base nas estimativas de perdas estabelecidas pelos consultores jurídicos internos e externos da Companhia, para os casos em que essas perdas são consideradas prováveis. As reduções de impostos, obtidas com base em decisões judiciais resultantes de ações movidas pela Companhia contra as autoridades tributárias, são objeto de provisionamento até que sejam asseguradas por decisão em última instância em favor da Companhia. Provisões são reconhecidas quando: (i) a Companhia tem uma obrigação presente legal ou adquirida resultante de eventos passados; (ii) é provável que haja um desembolso futuro para liquidar uma obrigação presente; e (iii) o valor pode ser estimado com razoável segurança. (l) Imposto sobre a renda e contribuição corrente e diferido: O imposto de renda e a contribuição social do exercício compreendem o imposto corrente e diferido. O imposto de renda e contribuição social são reconhecidos no resultado do exercício, a não ser que esteja relacionado a itens reconhecidos diretamente no resultado abrangente ou patrimônio líquido. Nestes casos o efeito fiscal também é reconhecido diretamente no resultado abrangente ou patrimônio líquido. A despesa com imposto corrente é a expectativa de pagamento sobre o lucro tributável do ano, utilizando a taxa nominal aprovada ou substancialmente aprovada na data do balanço patrimonial, e qualquer ajuste de imposto a pagar relacionado a exercícios anteriores. De acordo com CPC 32 Imposto de Renda, o imposto diferido é reconhecido utilizando o método do balanço patrimonial. Isto significa que, considerando os requerimentos do CPC 32, para as diferenças tributáveis e dedutíveis de natureza temporária entre as bases fiscais e contábeis de ativos e passivos, é reconhecido o imposto diferido ativo ou passivo. De acordo com esse método, a provisão para o imposto diferido é também calculada sobre as diferenças entre o valor justo de ativos e passivos adquiridos em uma combinação de negócios e sua base fiscal. O CPC 32 prevê que nenhum imposto diferido seja reconhecido (i) no reconhecimento do ágio; (ii) no reconhecimento inicial de um ativo ou passivo proveniente de uma transação que não a de combinação de negócio; e (iii) sobre diferenças relacionadas a investimentos em ações de controladas, desde que não sejam revertidos no futuro previsível. O valor do imposto diferido determinado é baseado na expectativa de realização ou liquidação da diferença temporária e utiliza a taxa nominal aprovada ou substancialmente aprovada. Os impostos diferidos ativos e passivos são compensados se existir um direito legal de compensar os passivos fiscais correntes e ativos, e se estiverem relacionados aos impostos lançados pela mesma autoridade fiscal sobre a mesma entidade tributável, ou em diferentes entidades tributáveis que pretendam ou liquidar passivos fiscais correntes e ativos em uma base líquida, ou realizar o ativo e liquidar o passivo simultaneamente. O imposto diferido ativo é reconhecido somente na extensão em que é provável que haja lucros tributáveis futuros. O imposto de renda diferido

Receita líquida Custo dos produtos vendidos Lucro bruto Despesas comerciais Despesas administrativas Outras receitas (despesas) operacionais Receitas e (despesas) especiais Lucro/(prejuízo) operacional Resultado financeiro líquido Participação nos resultados de coligadas Resultado antes do imposto de renda e contribuição social Imposto de renda e contribuição social Lucro líquido do exercício Lucro (prejuízo) por ação atribuível aos acionistas durante o exercício (expresso em R$ por ação)

2012 2011 3.039.746 2.940.357 (1.464.468) (1.390.874) 1.575.278 1.549.483 (276.739) (270.219) (44.953) (30.711) (28.549) (80.198) (15.829) – 1.209.208 1.168.355 (182.822) 39.606 52.164 18.770 1.078.550 (246.650) 831.900

1.226.731 (317.567) 909.164

1,17

3,70

Lucro líquido do exercício Ganhos e (perdas) na conversão de operações de investidas no exterior Ganhos e (perdas) de participação Ganhos/(perdas) atuariais em investidas Hedges de fluxo de caixa - ganhos e (perdas) Hedge reflexo em investidas Total Hedges de fluxo de caixa Resultado líquido reconhecido diretamente no resultado abrangente Resultado abrangente

2012 2011 831.900 909.164 211.193 331.319 1.157

– – –

(51) (51)

543.618 – 1.375.518 909.164

2012 Lucro líquido do exercício 831.900 542.081 Ajustes do lucro líquido do exercício Fluxo de caixa das atividades operacionais 1.373.981 antes do capital de giro e provisões 1.013.081 Fluxo de caixa das atividades operacionais Fluxo de caixa das atividades de investimento (2.745.482) Fluxo de caixa de atividades financeiras 1.600.196 Aumento líquido no caixa e equivalentes a caixa (132.205) Caixa e equivalentes a caixa no início do exercício 312.436 Caixa e equivalentes a caixa no final do exercício 180.231

2011 909.164 400.821 1.309.985 722.043 (230.540) (890.000) (398.497) 710.933 312.436

ativo é reduzido na extensão em que não mais seja provável a ocorrência de lucros tributáveis futuros. (m) Transações com partes relacionadas: Os contratos de mútuos firmados com as controladas e a controladora da Companhia no Brasil têm prazo de vencimento indeterminado e incidência de encargos financeiros de mercado, exceto por alguns contratos com controladas onde a Companhia detém a totalidade do capital, sobre os quais não incidem encargos. Os contratos envolvendo as controladas da Companhia sediadas no exterior são geralmente atualizados monetariamente pela variação do dólar norte-americano, acrescidos de juros de mercado. (n) Moeda funcional: A Administração da Companhia definiu que sua moeda funcional é o real de acordo com as normas descritas no CPC 2 - Efeitos nas mudanças nas taxas de câmbio e conversão de demonstrações contábeis. (o) Reconhecimento da receita: A receita compreende o valor justo da contraprestação recebida ou a receber pela comercialização de produtos e serviços no curso normal das atividades da Companhia. A receita é apresentada líquida dos impostos, das devoluções, dos abatimentos e dos descontos, bem como das eliminações das vendas entre Companhias do grupo. A Companhia reconhece a receita quando o valor da receita pode ser mensurado com segurança, é provável que benefícios econômicos futuros fluirão para a entidade e quando critérios específicos tiverem sido atendidos para cada uma das atividades da Companhia, conforme descrito a seguir. A Companhia baseia suas estimativas em resultados históricos, levando em consideração o tipo de cliente, o tipo de transação e as especificações de cada venda. (p) Receitas e despesas financeiras: Receitas financeiras compreendem juros recebidos ou a receber sobre aplicações financeiras e, ganhos com variação cambial. Receitas de juros são reconhecidas pelo período de competência a não ser que o recebimento seja duvidoso. Os dividendos recebidos são reconhecidos no resultado do exercício em que são declarados. Despesas financeiras compreendem juros a pagar sobre empréstimos calculados com base na taxa de juros efetiva e, perdas com variação cambial. Todos os juros e custos incorridos relacionados a um empréstimo ou uma transação financeira são reconhecidos como despesas financeiras, exceto quando capitalizados. Os juros relacionados a arrendamento financeiro são reconhecidos no resultado do exercício utilizando a taxa de juros efetiva. (q) Normas novas, alterações e interpretações de normas que ainda não estão em vigor: As seguintes novas normas, alterações e interpretações de normas foram emitidas pelo CPC, mas não estão em vigor para o exercício de 2012. CPC 45 Divulgação de participações em outras entidades: Trata das exigências de divulgação para todas as formas de participação em outras entidades, incluindo acordos conjuntos, associações, participações com fins específicos e outras participações não registradas contabilmente. A norma é aplicável a partir de 1º de janeiro de 2013. O impacto dessa norma será basicamente um incremento na divulgação. CPC 46 Mensuração do Valor Justo: O objetivo da norma CPC 46 é aprimorar a consistência e reduzir a complexidade da mensuração ao valor justo, fornecendo uma definição mais precisa e uma única fonte de mensuração do valor justo e suas exigências de divulgação para uso em CPC. As exigências, que estão bastante alinhadas entre CPC e as práticas contábeis adotadas nos Estados Unidos da América (“US GAAP”), não ampliam o uso da contabilização ao valor justo, mas fornecem orientações sobre como aplicálo quando seu uso já é requerido ou permitido por outras normas CPC ou US GAAP. A norma é aplicável a partir de 1º de janeiro de 2013. O impacto dessa norma será basicamente um incremento na divulgação. CPC 26 Apresentação de Demonstrações Contábeis: A principal alteração é a separação dos outros componentes do resultado abrangente em dois grupos: os que serão realizados contra o resultado e os que permanecerão no patrimônio líquido. A alteração da norma é aplicável a partir de 1º de janeiro de 2013. O impacto previsto na sua adoção é somente de divulgação. Não há outras normas CPC que ainda não entraram em vigor que poderiam ter impacto significativo sobre a Companhia. João Mauricio Giffoni de Castro Neves Nelson José Jamel Pedro de Abreu Mariani Ricardo Manuel Frangatos Pires Moreira

Giovana da Costa Rocha CRC 1SP245418/O-3 As demonstrações contábeis completas estão disponíveis aos acionistas na administração da Companhia.


DIÁRIO DO COMÉRCIO

36 -.ECONOMIA/LEGAIS

e

quinta-feira, 28 de março de 2013

O Brasil foi o quinto maior mercado do Android no mundo em 2012. Hugo Barra, vice-presidente da Google

conomia

Celular do Google já está na praça Nilton Fukuda/Estadão Conteúdo

Hugo Barra, do Google: sem subsídio, mas em parceria com a outra coreana, a LG.

Em reais, Nexus é mais barato que os campeões da Samsung e da Apple; em dólar, não dá para fazer comparação.

C

onhecido como "celular do Google", o Nexus 4, smartphone com sistema Android feito em parceria com a LG, começou a ser vendido no Brasil a R$ 1.699. Fabricado no país, o aparelho custa menos do que outros smartphones de topo de linha, como o Galaxy S 4, da Samsung (R$ 2.399 pela versão 3G e R$ 2.499 pela 4G) - que por sua vez também disputam uma feroz competição, como se vê na capa deste caderno. Por outro lado, ele sai por mais que o dobro do valor cobrado nos EUA -US$ 349, o equivalente a cerca de R$ 760, incluindo impostos. "Não é um modelo economicamente viável para o Google

subsidiar aparelhos", afirmou o brasileiro Hugo Barra, vicepresidente do Android, ao ser questionado sobre o preço no evento de lançamento do Nexus 4, na sede do Google em São Paulo. O diferencial da linha Nexus é o fato de os aparelhos virem com a versão mais recente do Android conforme idealizada pelo Google, sem modificações dos fabricantes. Os Nexus também são os primeiros a receber as atualizações do sistema, fornecidas diretamente pelo Google. No Brasil, só a versão com armazenamento de 16 Gbytes do Nexus 4 será comercializada -nos EUA e na Europa, a empresa oferece também um modelo com 8 Gbytes.

O aparelho começou a ser vendido ontem nos sites e nas lojas físicas do Ponto Frio e da Fast Shop. Segundo Barra, o

Brasil foi o quinto maior mercado do Android no mundo em 2012. A linha Nexus inclui ainda dois tablets, o Nexus 7 e o

Nexus 10, que não são vendidos no Brasil e não têm previsão de chegada. É a primeira vez que o Goo-

gle lança um aparelho da linha Nexus no Brasil. O antecessor do Nexus 4, o Galaxy Nexus, fabricado pela Samsung, chegou ao país, mas com nome diferente (Galaxy X) e atualizações da Samsung, em vez do Google -o Android está na versão 4.2.2, mas o aparelho ainda está na 4.1. Já o Nexus 4 receberá atualizações diretamente do Google. Um dos principais recursos do aparelho é o assistente pessoal Google Now, que mostra informações sem que o usuário precise solicitá-las. A ferramenta estima o tempo de chegada ao trabalho ou a um compromisso e, quando o usuário viaja, converte a moeda local e mostra o horário em casa. (Folhapress)

CRBS S.A. CNPJ n° 56.228.356/0001-31 A Administração da Companhia apresenta à V.Sas., as demonstrações contábeis dos exercícios encerrados em 31 de dezembro de 2012 e 2011, elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Jaguariúna, 27 de março de 2013

Ativo circulante Ativo não circulante Total do ativo

2012 2011 2.897.264 241.687 494.310 230.487 3.391.574 472.174

Saldo em 1º de janeiro de 2011 Lucro líquido do exercício Outros movimentos Saldo em 31 de dezembro de 2011 Lucro líquido do exercício Outros movimentos Saldo em 31 de dezembro de 2012

Capital social 129.074 – – 129.074 – 652.217 781.291

Passivo circulante Passivo não circulante Patrimônio líquido Total do passivo e patrimônio líquido

Reservas de capital 13.872 – (51) 13.821 – (18) 13.803

Reservas de lucros 67.581 – 69.772 137.353 – 1.208.176 1.345.529

Outros resultados abrangentes (3.492) – 3.224 (268) – (4.425) (4.693)

2012 2011 1.242.299 186.826 13.345 5.368 2.135.930 279.980 3.391.574 472.174 Lucros (prejuízos) acumulados – 91.971 (91.971) – 2.378.980 (2.378.980) –

Total 207.035 91.971 (19.026) 279.980 2.378.980 (523.030) 2.135.930

1. Informações gerais: A CRBS S.A. (referida como “CRBS” ou “Companhia”), com sede em Jaguariúna - SP, tem como objeto social a produção de cervejas, refrigerantes, bebidas em geral, bem como, a participação em outras sociedades. A controladora direta da Companhia é a Arosuco Aromas e Sucos Ltda. e a controladora final a Companhia de Bebidas das Américas - Ambev (“Ambev”). A Companhia atua dentro de um contexto de Companhias que estão sobre a gestão comum da Ambev. Dessa forma, a Companhia compartilha de determinados custos corporativos gerenciais e operacionais com as demais entidades pertencentes ao grupo Ambev, consequentemente, as demonstrações contábeis devem ser analisadas nesse contexto, veja nota explicativa 19 - Partes Relacionadas. Em consonância com o CPC 36 - Demonstrações consolidadas, a administração Companhia decidiu que as demonstrações contábeis consolidadas não serão apresentadas devido: a) a Companhia é controlada da Companhia de Bebidas das Américas - Ambev, a qual, em conjunto com os demais proprietários, foram consultados e não fizeram objeção quanto à não apresentação das demonstrações contábeis consolidadas pela Companhia; b) os instrumentos de dívida ou patrimoniais da Companhia não são negociados em mercado aberto (bolsas de valores no País ou no exterior ou mercado de balcão mercado descentralizado de títulos não listados em bolsa de valores ou cujas negociações ocorrem diretamente entre as partes, incluindo mercados locais e regionais); c) a Companhia não arquivou e não está em processo de arquivamento de suas demonstrações contábeis na Comissão de Valores Mobiliários ou outro órgão regulador, visando a distribuição pública de qualquer tipo ou classe de instrumento no mercado; e d) a Companhia de Bebidas das Américas - Ambev é a controladora final da Companhia e disponibiliza ao público suas demonstrações contábeis consolidadas em conformidade com os Pronunciamentos Técnicos do CPC. Principais eventos ocorridos em 2012: Reestruturação: Em janeiro de 2012, dando continuidade ao projeto de reorganização operacional e societária do Grupo Ambev, visando a melhor organização contábil, financeira e gerencial de seus negócios por meio da consolidação das atividades de produção e distribuição do Grupo, proporcionando um aumento de eficiência econômica, ganhos de sinergias e diminuição de custos operacionais e financeiros resultantes da simplificação da estrutura societária, ocorreram os seguintes eventos: (i) aporte de capital com ativos de distribuição da Companhia Ambev em sua subsidiária CRBS S.A., o qual está detalhado na nota explicativa 14 - Patrimônio líquido e; (ii) incorporação da Companhia Morena Distribuidora de Bebidas S.A. pela CRBS S.A. Aquisição de subsidiária: Em março de 2012 foi realizada a aquisição da controlada Lugano Distribuidora de Bebidas Ltda., com sede em Santa Cruz do Sul - Rio Grande do Sul, que tem como objeto social aluguel o comércio varejista e atacadista de bebidas. Para detalhes adicionais verificar a nota explicativa 20 - Aquisições de subsidiárias. Principais eventos ocorridos em 2011: Em dezembro de 2011 foi realizada a aquisição da controlada Boettcher Empreendimentos Ltda. com sede em Santa Cruz do Sul - Rio Grande do Sul, que tem como objeto social aluguel de imóveis. A Boettcher foi incorporada pela CRBS em janeiro de 2012. O ágio apurado na operação e os ativos e passivos identificáveis líquidos adquiridos e incorporados estão demonstrados na nota 20 - Aquisições de subsidiárias. A emissão destas demonstrações contábeis foi autorizada pela Diretoria em 27 de março de 2013. 2. Declaração da Administração: As demonstrações contábeis foram preparadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e conforme pronunciamentos emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis - CPC. A Companhia não adotou nenhum requerimento (CPC) novo que ainda não tornou-se efetivo em 2012. 3. Sumário das principais políticas contábeis: As principais políticas contábeis aplicadas na preparação destas demonstrações contábeis estão definidas abaixo. Essas políticas foram aplicadas de modo consistente em todos os exercícios apresentados. (a) Estimativas contábeis: A elaboração de demonstrações contábeis, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, requer que a Administração da Companhia use de julgamentos na determinação e no registro de estimativas contábeis. Ativos e passivos sujeitos a estimativas e premissas incluem valor residual do ativo imobilizado, provisão para redução ao valor recuperável, imposto de renda diferido ativo e provisão para contingências. A liquidação das transações envolvendo essas estimativas poderá resultar em valores diferentes dos estimados em razão de imprecisões inerentes ao processo da sua determinação. A Companhia revisa as estimativas e as premissas pelo menos anualmente. (b) Instrumentos financeiros: Instrumentos financeiros não derivativos incluem aplicações financeiras, contas a receber e outros recebíveis, empréstimos e financiamentos, assim como contas a pagar e outros passivos. Instrumentos financeiros não derivativos são reconhecidos inicialmente pelo valor justo acrescido, para instrumentos que não sejam reconhecidos pelo valor justo através de resultado, de quaisquer custos de transação diretamente atribuíveis. (c) Apuração do resultado: As receitas e despesas são reconhecidas em conformidade com o regime de competência de exercícios. Uma receita não é reconhecida se há uma incerteza significativa na sua realização. (d) Ativos circulante e não circulante: Caixa e equivalentes a caixa: O caixa e equivalentes a caixa, compreendem os saldos de caixa, os depósitos bancários e outros investimentos de curto prazo de alta liquidez com vencimentos originais de três meses, ou menos e com risco insignificante de mudança de valor. Contas a receber e demais contas a receber: As contas a receber de clientes e demais contas a receber são contabilizados pelo seu custo amortizado, menos as perdas com provisão para devedores duvidosos. A provisão para devedores duvidosos é feita com base em uma análise de todas as quantias a receber existentes na data do balanço patrimonial. Registra-se a provisão para devedores duvidosos no montante considerado suficiente pela Administração da Companhia para cobrir prováveis perdas na realização dos recebíveis. Historicamente, a Companhia não registra perdas significativas em contas a receber de clientes. Estoques: Os estoques são valorizados pelo menor entre o custo e o valor líquido de realização. O custo inclui os gastos incorridos na aquisição do bem, transporte até sua localização atual e colocação em condições de uso. Para a apuração do custo dos estoques emprega-se o método da média ponderada. O custo dos produtos acabados e dos produtos em elaboração contempla as matérias-primas, outros materiais de produção, o custo da mão de obra direta, outros custos diretos e uma parcela (alocação) dos custos fixos e variáveis baseados na capacidade operacional normal. O valor líquido de realização é o preço de venda estimado em condições de venda e realização da venda. Demais ativos: Os demais ativos circulantes e não circulantes são apresentados ao valor de custo, incluindo, quando aplicável, os rendimentos auferidos até a data do encerramento do exercício. Se necessário, é constituída provisão para redução aos valores de mercado. (e) Investimento: Os investimentos em controladas são avaliados pelo método da equivalência patrimonial e as

práticas contábeis adotadas são uniformes àquelas adotadas pela Companhia, os quais são, inicialmente, reconhecidos pelo seu valor de custo, líquido de qualquer perda por impairment. O ágio (goodwill) é representado pela diferença positiva entre o valor pago e/ou a pagar pela aquisição de um negócio e o montante líquido do valor justo dos ativos e passivos da controlada adquirida. O ágio é testado anualmente para verificar perdas (impairment). O valor contábil do ágio é incluído no valor contábil da participação na coligada/controlada. (f) Imobilizado: O imobilizado é demonstrado pelo custo menos a depreciação acumulada e as perdas por redução ao valor de recuperação. O custo abrange o preço de aquisição, os juros incorridos no financiamento durante a fase de construção e todos os outros custos diretamente relacionados ao transporte do ativo imobilizado até o local e à sua colocação em condições de operação na forma pretendida pela Administração da Companhia (por exemplo, impostos não recuperáveis, frete, custos de desmonte e retirada dos equipamentos e restauração do local em que se encontram, caso incorridos). O custo do imobilizado construído internamente pela Companhia é apurado conforme os mesmos princípios aplicáveis ao imobilizado adquirido de terceiros. Os itens que compõem o grupo de imobilizado, com exceção ao grupo de terrenos, são depreciados pelo método linear. A depreciação dos itens inicia-se a partir do momento que os ativos estão instalados e prontos para uso. As vidas úteis das principais classes de ativo imobilizado estão descritas abaixo: Edifícios 25 anos Máquinas e equipamentos 15 anos Instalações 10 anos Utensílios 10 anos Bens de uso externo 2 a 5 anos As vidas úteis e os valores residuais dos ativos são revisados anualmente. A Administração aplica julgamentos na avaliação e determinação das vidas úteis dos ativos. Terrenos não são depreciados visto que são considerados como de vida útil indefinida. (g) Intangível: Ativos de mercado de ex-revendedores: Os ativos de distribuição são adquiridos de ex-revendedores quando a distribuição dos produtos da Companhia passa a ser feita de maneira direta e correspondem, substancialmente, a direitos sobre contratos celebrados com os pontos de venda e fornecimento à Companhia de informações cadastrais de tais pontos de venda, incluindo histórico financeiro e perfil de compras. Outros intangíveis: Outros intangíveis são mensurados pelo custo de aquisição menos a amortização acumulada e eventuais perdas no valor de recuperação. Amortização: Intangíveis com vida útil definida são amortizados de acordo com o método linear sobre sua vida útil estimada. (h) Redução ao valor de recuperação de ativos (impairment): Os valores contábeis de ativos financeiros e não financeiros são revisados a cada fechamento para avaliar se existem indicativos de redução ao valor de recuperação. Se existe algum indicativo, o valor de recuperação do ativo é estimado. Uma perda de redução ao valor de recuperação é reconhecida sempre que o valor contábil de um ativo ou unidade geradora de caixa excede seu valor de recuperação. Perdas de redução ao valor de recuperação são reconhecidas no resultado do exercício. (i) Contas a pagar: São demonstrados por valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos e variações monetárias incorridos até a data de encerramento das demonstrações contábeis (custo amortizado). Dividendos são registrados no passivo no período em que eles forem declarados, com exceção da parcela referente aos dividendos mínimos estatutários, a qual é contabilizado ao final de cada exercício fiscal findo em 31 de dezembro, na forma da legislação aplicável. (j) Provisão de processos tributários, trabalhistas, cíveis e outros: As provisões para contingências são estabelecidas por valores atualizados, referentes a questões trabalhistas, tributárias e cíveis em discussão nas instâncias administrativas ou judiciais, com base nas estimativas de perdas estabelecidas pelos consultores jurídicos internos e externos da Companhia, para os casos em que essas perdas são consideradas prováveis. As reduções de impostos, obtidas com base em decisões judiciais resultantes de ações movidas pela Companhia contra as autoridades tributárias, são objeto de provisão até que sejam asseguradas por decisão em última instância em favor da Companhia. Provisões são reconhecidas quando: (i) a Companhia tem uma obrigação presente legal ou adquirida resultante de eventos passados; (ii) é provável que haja um desembolso futuro para liquidar uma obrigação presente; e (iii) o valor pode ser estimado com razoável segurança. (k) Imposto sobre a renda e contribuição social corrente e diferido: O imposto de renda e a contribuição social do exercício compreendem o imposto corrente e diferido. O imposto de renda e contribuição social são reconhecidos no resultado do exercício, a não ser que esteja relacionado a itens reconhecidos diretamente no resultado abrangente ou patrimônio líquido. Nestes casos o efeito fiscal também é reconhecido diretamente no resultado abrangente ou patrimônio líquido. Conforme facultado pela legislação tributária, a Companhia, optou pelo regime de lucro presumido em 2012. Desta forma, em 2012 a base de cálculo do imposto de renda foi calculada à razão de 8% (contribuição social sobre o lucro líquido à razão de 12%) sobre as receitas brutas, sobre as quais se aplicam as alíquotas regulares do respectivo imposto e contribuição. Em 2011, a Companhia optou pelo regime de lucro real. Os impostos diferidos registrados são de exercícios anteriores, uma vez que em 2012 a CRBS optou pelo regime de lucro presumido. De acordo com CPC 32 Imposto de Renda, o imposto diferido é reconhecido utilizando o método do balanço patrimonial. Isto significa que, considerando os requerimentos do CPC 32, para as diferenças tributáveis e dedutíveis de natureza temporária entre as bases fiscais e contábeis de ativos e passivos, é reconhecido o imposto diferido ativo ou passivo. De acordo com esse método, a provisão para o imposto diferido é também calculada sobre as diferenças entre o valor justo de ativos e passivos adquiridos em uma combinação de negócios e sua base fiscal. O CPC 32 prevê que nenhum imposto diferido seja reconhecido (i) no reconhecimento do ágio; (ii) no reconhecimento inicial de um ativo ou passivo proveniente de uma transação que não a de combinação de negócio; e (iii) sobre diferenças relacionadas a investimentos em ações de controladas, desde que não sejam revertidos no futuro previsível. O valor do imposto diferido determinado é baseado na expectativa de realização ou liquidação da diferença temporária e utiliza a taxa nominal aprovada ou substancialmente aprovada. Os impostos diferidos ativos e passivos são compensados se existir um direito legal de compensar os passivos fiscais correntes e ativos, e se estiverem relacionados aos impostos lançados pela mesma autoridade fiscal sobre a mesma entidade tributável, ou em diferentes entidades tributáveis que pretendam ou liquidar passivos fiscais correntes e ativos em uma base líquida, ou realizar o ativo e liquidar o passivo simultaneamente. O imposto diferido ativo é reconhecido somente na extensão em que é provável que haja lucros tributáveis futuros. O imposto de renda diferido ativo é reduzido na extensão em que não

João Mauricio Giffoni de Castro Neves Nelson José Jamel Pedro de Abreu Mariani

Milton Seligman Ricardo Manuel Frangatos Pires Moreira Marcio Fróes Torres

Receita líquida Custo dos produtos vendidos Lucro bruto Despesas comerciais Despesas administrativas Outras receitas (despesas) operacionais Lucro operacional Resultado financeiro líquido Participação nos resultados de coligadas Resultado antes do imposto de renda e contribuição social Imposto de renda e contribuição social Lucro líquido do exercício Lucro (prejuízo) por ação atribuível aos acionistas durante o exercício (expresso em R$ por ação)

2012 2011 10.717.414 368.935 (6.081.905) (171.371) 4.635.509 197.564 (1.777.686) (77.912) (9) (794) (95.571) (12.650) 2.762.243 106.208 38.092 10.990 15.802 18.659 2.816.137 (437.157) 2.378.980

135.857 (43.886) 91.971

431.130,84 53.533,76

Lucro líquido do exercício Efeitos reflexo de conversão de investimentos em controladas no exterior Efeito reflexo de hedge de fluxo de caixa de investimentos em controladas Efeito reflexo de perdas patrimoniais de investimentos em controladas Resultado líquido reconhecido diretamente no resultado abrangente Resultado abrangente

2012 2011 2.378.980 91.971 4.315

3.945

186

(44)

(8.926)

(677)

(4.425) 3.224 2.374.555 95.195

2012 Lucro líquido do exercício 2.378.980 397.428 Ajustes do lucro líquido do exercício Fluxo de caixa das atividades operacionais 2.776.408 antes do capital de giro e provisões 1.805.952 Fluxo de caixa das atividades operacionais 782.780 Fluxo de caixa das atividades de investimento (1.254.987) Fluxo de caixa de atividades financeiras Aumento líquido no caixa e equivalentes a caixa 1.333.745 Caixa e equivalentes a caixa no início do exercício 186.921 Caixa e equivalentes a caixa no final do exercício 1.520.682

2011 91.971 14.599 106.570 151.872 (2.386) 295 149.781 37.140 186.921

mais seja provável a ocorrência de lucros tributáveis futuros. (l) Transações com partes relacionadas: As transações com partes relacionadas são realizadas em condições usuais de mercado. Os contratos de mútuos firmados com controlada têm prazo de vencimento indeterminado e incidência de encargos financeiros de mercado, exceto por alguns contratos com controladas onde a Companhia detém a totalidade do capital, sobre os quais não incidem encargos. Os contratos envolvendo as controladas da Companhia sediadas no exterior são geralmente atualizados monetariamente pela variação do dólar norte-americano, acrescidos de juros de mercado. (m) Moeda funcional e conversão das demonstrações contábeis de subsidiárias sediadas no exterior: A Administração da Companhia definiu que sua moeda funcional é o real de acordo com as normas descritas no CPC 2 - Efeitos nas mudanças nas taxas de câmbio e conversão de demonstrações contábeis. A moeda funcional das Companhias indiretamente investidas sediadas no exterior é a moeda local do próprio país, exceto as operações de malte localizadas na Argentina e no Uruguai cuja moeda funcional é o dólar norte-americano, pois suas receitas e seus fluxos de caixa estão atrelados substancialmente a essa moeda, refletida por meio da participação indireta em controladas e coligadas. Os investimentos de participação indireta no exterior são convertidos para reais às taxas de câmbio vigentes na data das demonstrações contábeis. Já o resultado com equivalência é convertido e mantido em reais às taxas médias de câmbios. A diferença entre o resultado de equivalência apurado às taxas de câmbio vigentes na data das demonstrações contábeis e aquele apurado às taxas médias de câmbio do período, bem como os ganhos e perdas decorrentes da variação cambial sobre os saldos iniciais dos investimentos, são registrados em conta de Patrimônio líquido, no grupo “Outros resultados abrangentes”, conforme Pronunciamento Técnico CPC 2 - Efeitos das mudanças nas taxas de câmbio e conversão de demonstrações contábeis. (n) Reconhecimento da receita: A receita compreende o valor justo da contraprestação recebida ou a receber pela comercialização de produtos no curso normal das atividades da Companhia. A receita é apresentada líquida dos impostos, das devoluções, dos abatimentos e dos descontos, bem como das eliminações das vendas entre Companhias do grupo. A Companhia reconhece a receita quando o valor da receita pode ser mensurado com segurança, é provável que benefícios econômicos futuros fluirão para a entidade e quando critérios específicos tiverem sido atendidos para cada uma das atividades da Companhia, conforme descrito a seguir. A Companhia baseia suas estimativas em resultados históricos, levando em consideração o tipo de cliente, o tipo de transação e as especificações de cada venda. (o) Receitas e despesas financeiras: Receitas financeiras compreendem juros recebidos ou a receber sobre aplicações financeiras. Receitas de juros são reconhecidas pelo período de competência a não ser que o recebimento seja duvidoso. Despesas financeiras, quando aplicável compreendem juros sobre instrumentos financeiros sobre a taxa de juros efetiva. (p) Normas novas, alterações e interpretações de normas que ainda não estão em vigor: As seguintes novas normas, alterações e interpretações de normas foram emitidas pelo CPC, mas não estão em vigor para o exercício de 2012. CPC 45 Divulgação de participações em outras entidades: Trata das exigências de divulgação para todas as formas de participação em outras entidades, incluindo acordos conjuntos, associações, participações com fins específicos e outras participações não registradas contabilmente. A norma é aplicável a partir de 1º de janeiro de 2013. O impacto dessa norma será basicamente um incremento na divulgação. CPC 46 mensuração do valor justo: O objetivo da norma CPC 46 é aprimorar a consistência e reduzir a complexidade da mensuração ao valor justo, fornecendo uma definição mais precisa e uma única fonte de mensuração do valor justo e suas exigências de divulgação para uso em CPC. As exigências, que estão bastante alinhadas entre CPC e as práticas contábeis adotadas nos Estados Unidos da América (“US GAAP”), não ampliam o uso da contabilização ao valor justo, mas fornecem orientações sobre como aplicá-lo quando seu uso já é requerido ou permitido por outras normas CPC ou US GAAP. A norma é aplicável a partir de 1º de janeiro de 2013. O impacto dessa norma será basicamente um incremento na divulgação. CPC 26 apresentação de demonstrações contábeis: A principal alteração é a separação dos outros componentes do resultado abrangente em dois grupos: os que serão realizados contra o resultado e os que permanecerão no patrimônio líquido. A alteração da norma é aplicável a partir de 1º de janeiro de 2013. O impacto previsto na sua adoção é somente de divulgação. Não há outras normas CPC que ainda não entraram em vigor que poderiam ter impacto significativo sobre a Companhia.

As demonstrações contábeis completas estão disponíveis aos acionistas da administração da Companhia

Giovana da Costa Rocha CRC 1SP245418/O-3

Ibovespa tem leve alta por influência de PDG e OGX

O

Ibovespa subiu ontem, apoiada no avanço da construtora e incorporadora PDG Realty e da petrolífera OGX, mas o movimento não passou de um respiro, de acordo com analistas. O índice teve elevação de 0,65%, a 56.034 pontos. Para Álvaro Bandeira, sócio da Órama Investimentos no Rio de Janeiro, a alta nos dois últimos pregões foi apenas um respiro, mas não representa mudança de tendência para as ações locais. "O mercado estava muito pressionado, é normal descomprimir um pouco. Mas é só um movimento de curto prazo", avaliou. A fraqueza do mercado foi evidenciada pelo baixo giro financeiro do pregão, de R$ 5,7 bilhões, ante média diária de R$ 7,56 bilhões em 2013. Faltando apenas um pregão para o fim do primeiro trimestre, o Ibovespa acumula queda de 8,07% no ano, um dos piores de-

sempenhos do mundo. "Acho que é muito difícil cair abaixo desse patamar, a menos que aconteça algo muito traumático", disse Eduardo Cavalheiro, sócio da gestora Rio Verde Investimentos em São Paulo. "Mas também não vejo uma virada positiva para a bolsa. O mercado deve seguir de lado", acrescentou, citando que investidores aguardam sinais claros de aceleração da economia brasileira para voltar ao mercado. Nesta sessão, PDG Realty subiu 5,4%, a R$ 3,13. A companhia, que encerrou o quarto trimestre de 2012 com prejuízo de R$ 1,79 bilhão, apresentou um plano de negócios para os próximos anos. As ações da OGX avançaram 3,9%, a R$ 2,39. Após prejuízo de R$ 286 milhões no quatro trimestre. Para executivos da petrolífera, a OGX tem recursos para arcar com investimentos em 2013. (Reuters)

Já o Dow Jones, em NY, fecha em queda de 0,23%.

O

Dow Jones e o S&P 500 encerraram com leve queda ontem após registrarem perdas maiores no início do pregão. Investidores, no entanto, permaneceram preocupados com uma possível corrida bancária no Chipre e as implicações para outros credores da zona do euro. O índice Dow Jones recuou 0,23%, para 14.526 pontos. O índice Standard & Poor's 500 teve desvalorização de 0,06%, para 1.562 pontos. O termômetro de tecnologia Nasdaq subiu 0,12%, para 3.256 pontos. O setor financeiro teve perdas em ambos os lados do Atlântico devido a temores de que correntistas em outros países-membros da zona do euro vão sacar vastas quantidades de dinheiro. Investidores temem que o resgate ao Chipre tornese um modelo para resolver crises bancárias na região.

O S&P 500 caiu 0,8% pela manhã. Mas, em linha com o comportamento recente do mercado, investidores encararam a queda como uma oportunidade para realizar compras. No fechamento, compras tardias ajudaram o S&P 500 a anular a maior parte das perdas da sessão e fechar com queda de menos de um ponto. O índice referencial tem operado há 13 dias numa faixa de 10 pontos abaixo de sua máxima histórica no fechamento, sem superar o nível de 1.565 pontos estabelecido em 9 de outubro de 2007. O termômetro está em vias de registrar seu quinto mês seguido de ganhos. "Toda vez que temos uma sequência de altas como tivemos, agentes do mercado buscam um motivo para realizar lucros", afirmou o estrategista técnico chefe do Delta Global Asset Management, Bruce Zaro. (Reuters)


DIÁRIO DO COMÉRCIO

quinta-feira, 28 de março de 2013

ECONOMIA/LEGAIS - 37

e BC japonês antecipa compra de ativos O Banco do Japão vai agir com rapidez para atingir a meta de inflação de 2% em dois anos Haruhiko Kuroda, presidente do BC japonês

conomia

Medida pretende reaquecer economia japonesa, que amarga duas décadas de deflação. A meta do Japão é atingir uma inflação de 2% em dois anos.

O

Banco do Japão, banco central do país, deve iniciar as compras ilimitadas de ativos imediatamente, ao invés de fazê-las em 2014, e avalia estabelecer uma nova meta para comprar títulos de prazo maior em sua reunião na próxima semana, afirmaram fontes, em uma demonstração de resolução para reanimar a economia. O banco central vai revisar sua política em 3 e 4 de abril, a primeira reunião liderada pelo novo presidente do BC japonês, Haruhiko Kuroda, que tem a determinação do primeiro-ministro Shinzo Abe pa-

ra tomar ações audaciosas com o objetivo de tirar o Japão de quase duas décadas de deflação. Kuroda disse que "o Banco do Japão vai buscar diminuir os rendimentos ao longo da curva ao comprar títulos de prazo mais longo, e que vai agir com rapidez para atingir a meta de inflação do banco de 2% em dois anos". Fontes familiares com o modo de pensar do BC japonês afirmaram ser provável que o banco aumente a quantidade de ativos que compra e amplie o vencimento dos títulos para cinco anos ou mais, ante três anos atualmente.

PREFEITURA MUNICIPAL DE NOVA ODESSA EDITAL DE LICITAÇÃO AVISO DE RETIFICAÇÃO DE EDITAL A Prefeitura Municipal de Nova Odessa leva ao conhecimento dos interessados que o edital de Pregão Presencial n.º 22/PP/2013, do tipo Menor Preço Por Lote, que trata do registro de preços para futuras e eventuais contratações de prestação de serviços de controle, operação e fiscalização de portarias e edifícios e prestação de serviços de vigilância/segurança patrimonial para a Prefeitura, sofreu alterações e adequações no Edital. Fica alterado o item 10.8.5 da cláusula X passando a ter a seguinte redação: 10.8.5 – A redução mínima entre os lances será decido em sessão pública entre o pregoeiro e os licitantes. Aberta a discussão, fica concedido prazo de 10 minutos para deliberação, não havendo consenso no referido prazo, o pregoeiro decidirá por ofício o valor da redução. Fica alterado a o item 10.8.6 da cláusula X passando a ter a seguinte redação: 10.8.6 - Os lances serão ofertados sobre o valor total mensal de cada lote. Fica suprimido a exigência do item 9.1.2, letra “c” da cláusula IX. Fica alterado a jornada de trabalho do posto 12 (doze) horas diurno de segunda a sexta-feira no subitem 2.1 do item 2 do anexo I – Termo de Referência ((A)) Serviços de Portaria, passando a ter a seguinte redação: 15 (quinze) postos 12 ((doze)) horas diurno de segunda g a domingo g (j(jornada 12x36); 10 (dez) posto 44 (quarenta e quatro) horas semanais de segunda a sábado. Fica ajustada a quantidade dos itens do lote 01, da seguinte forma: item 2 = 15 e item 3 = 10 postos. Fica também ajustado a quantidade do lote 02, da seguinte forma: item 1 = 20 e item 2 = 20. Fica incluído no termo de referencia (A) o item 2.2.21 com a seguinte redação: “Os postos de serviços não poderão ficar desguarnecidos de porteiro nos horários das refeições dos mesmos, devendo a empresa providencias eventuais substitutos para essa finalidade” A abertura das propostas fica prorrogada para o dia 10 de abril de 2013, às 09h15min. O Edital em inteiro teor, com as alterações introduzidas, estará à disposição dos interessados, de 2ª a 6ª feira, das 08h00min às 16h30min horas, junto ao Setor de Compras, localizado no Paço Municipal, à Avenida João Pessoa, nº. 777, Centro,ouatravésdainternet:http://www.novaodessa.sp.gov.br/Licitacoes.aspx. A Prefeitura Municipal de Nova Odessa leva ao conhecimento dos interessados que o edital de pregão presencial n.º 27/PP/2013, que trata do registro de preços para futuras e eventuais prestação de serviço com fornecimento de mão de obra com monitores em transporte escolar nos termos da resolução SE 27 de 09/05/2011 e SE 28 de 12/05/2011 DA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO, sofreu alterações no critério de julgamento, ficando da seguinte forma: Menor preço hora/monitor. Fica mantida a abertura para o mesmo dia e horário, ou seja, 04/04/2013 às 14h00min. O Edital em inteiro teor, com as alterações introduzidas, estará à disposição dos interessados, de 2ª a 6ª feira, das 08h00min às 16h30min horas, junto ao Setor de Compras, localizado no Paço Municipal, à Avenida João Pessoa, nº. 777, Centro,ouatravésdainternet:http://www.novaodessa.sp.gov.br/Licitacoes.aspx. Nova Odessa, 27 de março de 2013. Setor de Suprimentos e Licitações

PREFEITURA DA ESTÂNCIA BALNEÁRIA DE MONGAGUÁ/SP AVISO DE EDITAL PREGÃO PRESENCIAL Nº 008/2013 - PROCESSO Nº 045/2013 Acha-se aberto na Prefeitura da Estância Balneária de Mongaguá o Edital do Pregão Presencial nº 008/2013, Processo nº 045/2013, cujo objeto é Contratação de empresa para prestação de serviços de locação de softwares nas áreas de Contabilidade Pública, Recursos Humanos e Folha de Pagamentos, Arrecadação, Saúde, Educação e Orientação Técnica, pelo prazo previsto de 12 (doze) meses, conforme descrição constante do Anexo I - Termo de Referência. O início da sessão de lances dar-se-á às 09h30min do dia 11/04/2013. O edital encontra-se à disposição dos interessados, no endereço eletrônico www.mongaguá.sp.gov.br, através do aplicativo “Licitações” Pregão Presencial; ou poderá ser retirado no Paço Municipal, sito à Avenida Getúlio Vargas nº 67, 1º andar, Centro, Mongaguá/SP, CEP 11.730-000, na Seção de Licitações, podendo ser retirado mediante apresentação de PenDrive ou CD, no horário das 09:30h às 16:00h, dias úteis, ou ainda por e-mail: licitacao@mongaguá.sp.gov.br. Esclarecimento, contato: telefone (13) 3445-3067, telefax (13) 3445-3082. Fátima Aparecida Machado - Autoridade Competente.

Companhia Melhoramentos Norte do Paraná CNPJ n° 61.082.962/0001-21 - NIRE-SP n° 35.300.026.438 São convocados os Senhores Acionistas para se reunirem em Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária da Companhia, no próximo dia 08/04/2013, às 11:00 horas, no prédio da sede social, na Capital do Estado de São Paulo,na Rua dos Pinheiros,610,6º andar,conjuntos 65 e 66,Pinheiros, para tratar da seguinte ordem do dia: Assembleia Geral Ordinária: a) prestação de contas dos administradores, exame, discussão e votação das demonstrações financeiras relativas ao exercício de 2012 e destinação do resultado; e b) fixação dos honorários globais da diretoria e membro do conselho consultivo. Assembleia Geral Extraordinária: a) consolidação do Estatuto Social da Companhia. São Paulo, 04 de março de 2013. Diretoria.

Nicsa S.A. Ind. e Comércio de Válvulas – CNPJ/MF nº 01.081.567/0001-00 – NIRE 35.300.144.902 Edital de Convocação – Assembleia Geral Ordinária Ficam convidados os Srs. Acionistas desta sociedade a se reunirem em Assembleia Geral Ordinária, a ser realizada no dia 26 de abril de 2013 às 9:00 hs., na sede social a Rua das Baiadeiras nº 406, São Paulo-SP, para deliberarem sobre a seguinte Ordem do Dia: a) Exame discussão e votação das contas da Diretoria, do Balanço Geral e das Demonstrações Financeiras relativas ao exercício social encerrado em 31/12/2012; b) Outros assuntos de interesse social. Aviso – Acham-se à disposição dos Senhores Acionistas na sede social da sociedade, os documentos a que se refere o art.133 da Lei 6.404/76, relativos ao exercício social encerrado em 31/12/2012. São Paulo, 25/03/2013. Heinz Bauer – Diretor Presidente. Construtora Engemaia S/A

CNPJ n° 49.725.773/0001-24 – NIRE 35.300.093.968 Convocação Convocamos os Srs. Acionistas à AGO/E a serem realizadas às 10hs, do dia 30/04/13 na sede social, p/ a seguinte Ordem do Dia: Ordinária - a) aprovação do relatório da diretoria, balanço patrimonial e demonstrações do resultado exercício 2012; b) aprovação das demonstrações contábeis. Extraordinária a) eleição de membros do Conselho de Administração e Diretoria, fixação das remunerações; b) assuntos de interesse social. Acham-se à disposição dos acionistas na sede social os documentos a que se refere o art. 133 da Lei 6.404/76. Sergio Cescon-Dir. Administrativo Financeiro. (26, 27 e 28/03/2013)

Brasmotor S.A. CNPJ/MF nº 61.084.984/0001-20 – Companhia Aberta Aviso aos Acionistas Comunicamos que se encontram à disposição dos acionistas, a partir desta data, na sede social da Companhia, na Cidade de São Paulo, Av. das Nações Unidas, 12.995, 32º andar, bem como no site da Comissão de Valores Mobiliários - CVM, os documentos de que trata o Artigo 133 da Lei no 6.404, de 15/12/1976, relativos ao exercício social encerrado em 31/12/2012. São Paulo, 25 de março de 2013.Carlos Henrique Pinto Haddad - Diretor de Relações com Investidores. (26, 27 e 28/03/2013)

Canamor Agro-Industrial e Mercantil S.A. CNPJ nº 57.017.436/0001-00 Edital de Convocação Ficam convocados os Srs. acionistas para uma AGO, às 10:00 hs do dia 29.04.2013, à Rua XV de Novembro, 184, 8º andar, conj. 803. Acham-se à disposição dos acionistas os documentos a que se refere o art. 133 da Lei 6.404/76. São Paulo, 25/03/2013. A Diretoria. (26, 27 e 28/03/2013)

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PREFEITURA MUNICIPAL DE BROTAS - SP AVISODEPREGÕESPRESENCIAISNº031/2.013,Nº032/2.013,Nº033/2.013, Nº 034/2.013 E Nº 035/2.013. Acham-se abertas na Prefeitura Municipal de Brotas, as seguintes licitações: - Pregão Presencial nº 031/2.013. Objeto: Aquisição de medicamentos. Encerramento: 11/04/2.013 às 09:00 horas. - Pregão Presencial nº 032/2.013. Objeto: Aquisição de suprimentos de informática. Encerramento: 15/04/2.013 às 09:00 horas. - Pregão Presencial nº 033/2.013. Objeto: Contratação de Empresa(s) especializada(s) para prestação de serviços consistente na confecção de uniformes para alunos e Equipe Gestora da Rede Municipal de Ensino. Encerramento: 12/04/2.013 às 09:00 horas. - Pregão Presencial nº 034/2.013- Objeto: Contratação de Empresa especializada para prestação de serviços consistente na locação de tendas e palcos, incluindo a montagem e desmontagem dos mesmos, para as festividades de aniversário da Cidade de Brotas – SP. Encerramento: 12/04/2.013 às 13:00 horas. - Pregão Presencial nº 035/2.013 – Objeto: Contratação de Empresa especializada para prestação de serviços de locação de 40 (quarenta) cabines sanitárias (banheiros químicos), com fornecimento de materiais e produtos para a sua manutenção durante o período da locação, incluindo a montagem e desmontagem dos mesmos, para as festividades de aniversário da cidade de Brotas – SP. Encerramento: 16/04/2.013 às 09:00 horas. Os Editais, na íntegra, poderão ser retirados no Setor deAdministração de Materiais, sito à Rua Benjamin Constant, nº 300, Centro, Brotas – SP, de segunda à sexta feira, das 13:00 horas às 16:30 horas ou através do site: www.brotas.sp.gov.br. Brotas, 27/03/2.013. GUINTHER MÜLLER –Administrador de Materiais

"Se o Banco do Japão tiver que aumentar a compra de ativos, ele provavelmente vai mirar títulos governamentais de prazo maior", disse uma fonte. As fontes falaram sob condição de anonimato devido à sensibilidade do assunto. Ao fazer isso, o BC deve optar por compras ilimitadas de ativos imediatamente, em vez de aguardar para data inicial original de 2014. A política atual determina um limite de injeção na economia de 101 trilhões de ienes (US$ 1 trilhão) até o final deste ano através da compras de ativos e programas de empréstimos. (Reuters)

Alemães confiam na economia

A

confiança do consumidor na Alemanha, maior economia da Europa, ficou estável para abril, mas os desdobramentos da crise do Chipre podem afetar a confiança mais para frente, afirmou o grupo de pesquisa de mercado GfK nesta quarta-feira. O indicador do sentimento do consumidor, baseado em uma pesquisa com aproximadamente 2 mil alemães, ficou estável em 5,9 para abril, ajudado por uma melhora nas expectativas econômicas, em-

bora os consumidores tenham ficado um pouco menos dispostos a gastar com produtos e também ficaram um pouco mais pessimistas com as perspectivas de ganhos. O GfK informou que a pesquisa foi realizada antes de ser anunciada a ideia de forçar depositantes a contribuir com o pacote de resgate cipriota, portanto os resultados não mostram qualquer impacto do aprofundamento da crise no Chipre. Pelo terceiro mês seguido,

os consumidores ficaram mais otimistas com a economia alemã, que contraiu 0,6% nos últimos três meses de 2012, mas que deve ter retornado a um crescimento moderado no primeiro trimestre deste ano. Outro indicador de sentimento futuro também apontou para uma pequena melhora na economia no primeiro trimestre, embora índices de clima empresarial tenham caído um pouco no mês de março. (Reuters)

ULTRA S.A. PARTICIPAÇÕES C.N.PJ. Nº 54.041.439/0001-91 RELATÓRIO DA DIRETORIA Senhores Acionistas: Em cumprimento às disposições legais e estatutárias, submetemos à apreciação de V.Sas., as demonstrações contábeis dos exercícios encerrados em 31 de dezembro de 2012 e de 2011. Permanecemos a inteira disposição para quaisquer esclarecimentos que se façam necessários. BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E DE 2011 - (Em milhares de Reais) PASSIVO ATIVO 2012

2012

2011

2011

DEMONSTRAÇÕES DE RESULTADOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E DE 2011 (Em milhares de Reais, exceto o Lucro líquido por ação)

2012 2011 35.252 Receitas (despesas) 35.252 Equivalência patrimonial 244.562 203.344 Despesas gerais e administrativas (84) (147) 609.500 609.500 Receitas financeiras 21 18 5.627 5.919 Lucro líquido do exercício 244.499 203.215 780.127 686.019 Lucro líquido por ação - R$ 2,76 2,31 Não circulante 6 46 As notas explicativas são parte integrante das 2.987 (1.047) Impostos a recuperar demonstrações financeiras. (16.196) (16.196) Depósitos judiciais DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA - MÉTODO INDIRETO Investimentos EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E DE 2011 34.499 30.354 Total do ativo não circulante (Em milhares de Reais) 1.416.550 1.314.595 Total do ativo 1.467.081 1.349.847 2012 2011 Fluxo de caixa das atividades operacionais Lucro líquido do exercício 244.499 203.215 DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E DE 2011 Ajustes para reconciliar o lucro líquido ao (Em milhares de Reais, exceto o valor dos dividendos por ação) caixa gerado pelas atividades operacionais Reservas Ajuste de Ajustes Dividendos Equivalência patrimonial (244.562) (203.344) Reserva de lucros Avaliação Acumu- Lucros adicionais Dividendos recebidos de controlada 131.410 122.751 Capital de reaRetenção Ações em Patri- lados de acumu- ao mínimo social valiação Legal de lucros tesouraria monial conversão lados obrigatório Total Aumento no ativo Saldos em 31 de dezembro de 2010 373.980 6.332 37.758 807.137 (576) (4.461) 16.318 1.236.488 Impostos a recuperar (10) (12) Aumento de capital com reservas 235.520 - (37.758) (197.762) - Caixa líquido gerado pelas atividades Realização da reserva de reavaliação (413) 413 operacionais 131.337 122.610 Imposto de renda sobre a realização da reserva de reavaliação (103) (103) Fluxo de caixa das atividades de financiamentos Ajustes de avaliação de instrumentos financeiros de controlada 622 622 Dividendos pagos (131.211) (122.601) Conversão de moeda estrangeira de Caixa líquido utilizado pelas atividades controladas no exterior 3.414 3.414 de financiamentos (131.211) (122.601) Aquisição de ações para manutenção Aumento em caixa e equivalentes em tesouraria (16.196) (16.196) de caixa 126 9 Aprovação em assembleia geral ordinária dos dividendos adicionais (16.318) (16.318) Caixa e equivalentes de caixa no início 115 106 Lucro líquido do exercício - 203.215 - 203.215 do exercício Destinação do resultado líquido: Caixa e equivalentes de caixa no fim do exercício 241 115 Reserva legal - 10.161 - (10.161) As notas explicativas são parte integrante das Retenção de lucros 66.483 - (66.483) demonstrações financeiras. Dividendos intermediários (R$ 672,77 NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS por lote de mil ações ordinárias PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO e R$ 740,05 por lote de mil ações DE 2012 E DE 2011 - (Em milhares de Reais) preferenciais) - (61.275) (61.275) Dividendos propostos (R$ 730,65 por 1. SUMÁRIO DAS PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS - a) As demonslote de mil ações ordinárias e trações financeiras foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis R$ 803,72 por lote de mil ações adotadas no Brasil, as quais abrangem a legislação societária, os Pronunpreferenciais) - (65.606) 30.354 (35.252) ciamentos, as Orientações e as Interpretações emitidas pelo Comitê de Saldos em 31 de dezembro de 2011 609.500 5.919 10.161 675.858 (16.196) 46 (1.047) 30.354 1.314.595 Pronunciamentos Contábeis. b) O resultado é apurado pelo princípio da Realização da reserva de reavaliação (292) 292 - competência de exercícios. c) A participação em controlada é avaliada pelo Imposto de renda sobre a realização método de equivalência patrimonial. d) Os demais ativos e passivos são da reserva de reavaliação (47) (47) demonstrados pelos valores realizáveis e exigíveis, acrescidos, quando Ajustes de avaliação de instrumentos aplicável, dos rendimentos ou encargos e variações monetárias incorridos. financeiros de controlada (40) (40) 2. INVESTIMENTO EM SOCIEDADE CONTROLADA Conversão de moeda estrangeira de 2012 2011 controladas no exterior 4.034 4.034 Ultrapar Participações S.A. Aprovação em assembleia geral Capital Social 3.696.773 3.696.773 ordinária dos dividendos adicionais (30.354) (30.354) Patrimônio Líquido 5.990.241 5.551.067 Lucro líquido do exercício - 244.499 - 244.499 Lucro Líquido do Exercício 1.011.009 848.764 Destinação do resultado líquido: Participação Percentual 23,67% 23,67% Reserva legal - 12.225 - (12.225) - 3. CAPITAL SOCIAL: O capital social, totalmente integralizado, está repreRetenção de lucros 81.883 - (81.883) - sentado por 63.202.048 ações ordinárias e 25.342.886 ações preferenciDividendos intermediários (R$ 730,65 por ais, todas nominativas e sem valor nominal. Em 31 de dezembro de 2012 a lote de mil ações ordinárias e R$ 803,72 sociedade possuía em tesouraria 188.773 ações ordinárias e 1.000.000 por lote de mil ações preferenciais) - (65.606) (65.606) ações preferenciais. Dividendos propostos (R$ 946,99 por lote A DIRETORIA de mil ações ordinárias e R$ 1.041,69 por lote de mil ações preferenciais) - (85.030) 34.499 (50.531) José Carlos Layber de Oliveira Saldos em 31 de dezembro de 2012 609.500 5.627 22.386 757.741 (16.196) 6 2.987 34.499 1.416.550 Contador - CRC 1SP185528/O-7 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. Circulante Caixa e equivalentes de caixa Dividendos propostos a receber Impostos a recuperar Total do ativo circulante

Circulante Dividendos propostos a pagar 241 115 Total do passivo circulante 48.950 35.786 Patrimônio líquido 3 235 Capital social 49.194 36.136 Reserva de reavaliação Reservas de lucros Ajuste de avaliação patrimonial Ajuste acumulado de conversão 242 Ações em tesouraria 1 1 Dividendos adicionais ao mínimo 1.417.644 1.313.710 obrigatório 1.417.887 1.313.711 Total do Patrimônio líquido 1.467.081 1.349.847 Total do passivo e do patrimônio líquido As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.

50.531 50.531

Cervejarias Reunidas Skol Caracu S.A. CNPJ nº 33.719.311/0001-64 A Administração da Companhia apresenta à V.Sas., as demonstrações contábeis dos exercícios encerrados em 31 de dezembro de 2012 e 2011, elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Jaguariúna, 27 de março de 2013 Balanço Patrimonial (Em milhares de reais) 2012 2011 2012 2011 Ativo circulante Passivo circulante 742.415 2.213 2012 2011 Ativo circulante 1.860 5.044 Passivo não circulante 8.416 14.271 Despesas comerciais (338) (439) 2.958.492 1.108.224 Patrimônio líquido 2.209.521 1.096.784 Ativo não circulante Despesas administrativas (140) (202) Total do ativo 2.960.352 1.113.268 Total do passivo e patrimônio líquido 2.960.352 1.113.268 Outras receitas operacionais, líquidas 225 557 Demonstrações dos Resultados Abrangentes (Em milhares de reais) Demonstrações dos Fluxos de Caixa (Em milhares de reais) Prejuízo operacional (253) (84) 2012 2011 2012 2011 2.169 993 81.507 152.524 Resultado financeiro líquido 81.507 152.524 Lucro líquido do exercício Lucro líquido do período 79.302 154.845 Ajustes do lucro líquido do exercício (81.985) (153.165) Participação nos resultados de coligadas Ganhos e (perdas) na conversão de operações Resultado antes do imposto de renda e de coligadas no exterior 41.588 22.117 Fluxo de caixa das atividades operacionais antes do capital de giro e provisões (478) (641) contribuição social 81.218 155.754 Reconhecimento integral de ganhos e (perdas) Geração de caixa das atividades operacionais (7.773) (426) Despesa com imposto de renda e contribuição atuariais em coligadas (569) (18.474) Fluxo de caixa das atividades operacionais (8.155) (2.014) 289 (3.230) social Ganhos de participação (5.441) 2.371 Fluxo de caixa de atividades financeiras 4.688 6.160 Lucro líquido do exercício 81.507 152.524 84.115 (152.063) Aumento/(redução) líquido no caixa e Hedge reflexo em coligadas Resultado líquido reconhecido diretamente no equivalentes a caixa (3.467) 4.146 Lucro por ação atribuível aos acionistas da Companhia durante o exercício 119.693 (146.049) Caixa e equivalentes a caixa no início do exercício 4.204 resultado abrangente 58 (expresso em R$ por ação) 22.710,23 73.683,09 737 4.204 Lucro abrangente 201.200 6.475 Caixa e equivalentes a caixa no final do exercício Demonstrações das Mutações do Patrimônio Líquido (Em milhares de reais) Capital subscrito Outros resultados Lucros e integralizado abrangentes acumulados Reservas de capital Reservas de lucro Total Saldo em 1º de janeiro de 2011 827.909 4.174 340.074 11.945 – 1.184.102 Lucro líquido do exercício – – – – 152.524 152.524 – 1.363 57.368 (146.049) (152.524) (239.842) Outros movimentos Saldo em 31 de dezembro de 2011 827.909 5.537 397.442 (134.104) – 1.096.784 Lucro líquido do exercício – – – – 81.507 81.507 928.885 1.605 62.554 119.693 (81.507) 1.031.230 Outros movimentos Saldo em 31 de dezembro de 2012 1.756.794 7.142 459.996 (14.411) – 2.209.521

João Mauricio Giffoni de Castro Neves Pedro de Abreu Mariani

Nelson José Jamel Ricardo Manuel Frangatos Pires Moreira

Giovana da Costa Rocha CRC 1SP245418/O-3

As demonstrações contábeis completas estão disponíveis aos acionistas da administração da Companhia

Eagle Distribuidora de Bebidas S.A. CNPJ nº 12.268.405/0001-94 Relatório da Administração A Administração da Companhia apresenta à V.Sas., as demonstrações contábeis dos exercícios encerrados em 31 de dezembro de 2012 e 2011, elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Jaguariúna, 27 de março de 2013 Demonstrações dos Resultados Balanço Patrimonial (Em milhares de reais) (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) 2012 2011 2012 2011 Ativo circulante 617 623 Passivo circulante 2.237 14.873 2012 2011 3.634.226 3.362.126 Passivo não circulante Ativo não circulante 28.993 15.016 Despesas comerciais (298) (500) Patrimônio líquido 3.603.613 3.332.860 Outras receitas operacionais, líquidas (107) 285 3.634.843 3.362.749 Total do passivo e patrimônio líquido 3.634.843 3.362.749 Lucro/(prejuízo) operacional Total do ativo (405) (215) Resultado financeiro líquido 133 335 Demonstrações das Mutações do Patrimônio Líquido (Em milhares de reais) Participação nos resultados de coligadas (1.595) (13.732) Capital Reservas Reservas Outros resultados Lucros (prejuízos) social de capital de lucros abrangentes acumulados Total Resultado antes do imposto de renda e contribuição social (1.867) (13.612) Saldo em 1º de janeiro de 2011 1.904.906 871 1.019.769 (76.855) – 2.848.691 Imposto de renda e contribuição social 367.309 411.546 Lucro líquido do exercício – – – – 401.713 401.713 Lucro líquido do exercício 365.442 397.934 – (1.104) 400.322 84.951 (401.713) 82.456 Lucro (prejuízo) por ação atribuível aos acionistas Outros movimentos durante o exercício (expresso em R$ por ação) 893,77 981,89 Saldo em 31 de dezembro de 2011 1.904.906 (233) 1.420.091 8.096 – 3.332.860 Demonstrações dos Resultados Abrangentes (Em milhares de reais) Lucro líquido do exercício – – – – 365.663 365.663 2012 2011 871 (1.260) 365.663 (94.521) (365.663) (94.910) Outros movimentos 365.663 401.713 Lucro (prejuízo) do exercício Saldo em 31 de dezembro de 2012 1.905.777 (1.493) 1.785.754 (86.425) – 3.603.613 Efeitos reflexo de conversão de investimentos em Demonstrações do Fluxo de Caixa (Em milhares de reais) controladas no exterior 94.726 86.878 2012 2011 2012 2011 Efeito reflexo de hedge de fluxo de caixa de Lucro líquido do exercício 365.663 401.713 Fluxo de caixa de atividades financeiras 4.085 (968) (5) (11) investimentos em controladas (365.935) (401.803) Aumento líquido no caixa e equivalentes a caixa Ajustes do lucro líquido do exercício (8) 14 Efeito reflexo de perdas patrimoniais de investimentos Fluxo de caixa das atividades operacionais em controladas (193.332) (959) antes do capital de giro e provisões (272) (90) Caixa e equivalentes a caixa no início Resultado líquido reconhecido diretamente 181 167 no resultado abrangente Geração de caixa das atividades operacionais 2.190 729 do exercício (94.521) 84.951 (3) 25 Caixa e equivalentes a caixa no final do exercício Fluxo de caixa das atividades operacionais 173 181 Resultado abrangente 271.142 486.664 João Mauricio Giffoni de Castro Neves Pedro de Abreu Mariani

Nelson José Jamel Ricardo Manuel Frangatos Pires Moreira As demonstrações contábeis completas estão disponíveis aos acionistas na administração da Companhia.

Giovana da Costa Rocha CRC 1SP245418/O-3


DIÁRIO DO COMÉRCIO

38 -.ECONOMIA/LEGAIS

quinta-feira, 28 de março de 2013

e Bancos devem reabrir hoje em Chipre O Chipre é um caso singular e os instrumentos de seu programa de ajuda são particulares. A solução para o Chipre não pode ser extrapolada. Steffen Seibert, porta-voz do governo alemão

conomia

Governo desse país da zona do euro promete para hoje normalizar serviço bancário, mas anuncia regras rígidas para evitar saques em massa. John Kalesidis/Reuters

A

pós 12 dias de suspensão, o governo de Chipre autorizará a reabertura de bancos hoje sob rígidas regras para evitar saques em massa: o limite de retirada diário será de 300 euros (R$ 774) e toda operação acima de 5 mil euros (R$ 12,9 mil) será analisada. O uso de cartões de crédito em Chipre não sofrerá restrições. Para compras no exterior ou transferências o teto será 5 mil euros mensais. Quem viajar para fora da ilha, não poderá levar mais que 3 mil euros (R$ 7,74 mil). As medidas estarão em vigor por quatro dias, mas não se descarta sua prorrogação. Os bancos devem abrir ao meio-dia e fazer expediente de seis horas enquanto cresce a insatisfação da população com o acordo entre Chipre e seus credores internacionais em troca de um resgate de 10 bilhões de euros (R$ 26 bilhões) que evite o colapso financeiro da ilha. O pacto envolve congelamento e imposição de perdas a depósitos de mais de 100 mil euros (R$ 258 mil) nos dois maiores bancos cipriotas -um deles será liquidado. Pelas regras da União Europeia, é proibido restringir o movimento de capitais. Para analistas, o acerto fechado pela União Europeia, BC europeu e FMI e o país abre caminho para outras exceções casuísticas na zona do euro. Resgate – O governo alemão disse ontem que o resgate ao Chipre foi uma solução para um problema muito específico, mas ao mesmo tempo evitou descartar abertamente a taxação sobre poupanças em futuros programas de ajuda a outros países da eurozona. Em um encontro de representantes do Executivo com a imprensa, tanto o porta-voz do governo, Steffen Seibert, como do Ministério das Finanças, Marianne Kothe, procuraram não se posicionar sobre a questão. Diante do palácio do governo houve novas manifestações. "O Chipre é um caso singular e os instrumentos de seu programa de ajuda são particulares. A solução para o Chipre não pode ser extrapolada para novos resgates", disse Seibert.

Vendas de Cadillac na China subirão até 66%, diz GM.

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Yorgos Karahalis/Reuters

diretor da marca Cadillac, da General Motors, espera que as vendas na China, maior mercado mundial de carros de luxo, subam até 66% neste ano e tripliquem até 2016. A GM, montadora líder nos Estados Unidos, quer elevar as vendas da Cadillac na China neste ano para cerca de 50 mil veículos ante os 30 mil vendidos no ano passado, disse Bob Fergunson a repórteres em um evento para lançar um novo modelo de sedan. A GM é líder de mercado na China. Ele acrescentou prever que as vendas da Cadillac para o restante do ano no mercado dos Estados Unidos superem os 32 por cento de crescimento registrados nos dois primeiros meses. Os estoques de produtos de aço em grandes usinas siderúrgicas chinesas subiram a um recorde próximo a 15 milhões de toneladas em meados de março, segundo dados da indústria mil modelos de divulgados ontem, refletindo a baixa luxo da demanda que tem General Motors forçado cortes de deverão ser produção. A média da produção diária vendidos aos de aço bruto na chineses China foi de 2,064 neste ano milhões de toneladas entre 11 e 20 de março, 1% abaixo do período de dez dias anterior, com os inventários de produtos de aço em grandes siderúrgicas subindo a 14,52 milhões de toneladas, dados da Associação de Ferro e Aço da China (Cisa). Inventário – A última estimativa de inventário superou o recorde anterior de 12,968 milhões de toneladas alcançado em meados de fevereiro, quando a demanda estava baixa devido ao feriado do Ano Novo Lunar. "O mercado em geral ainda continua fraco, com lenta recuperação na demanda, enquanto operadores não se mostram interessados em fazer encomendas, deixando estoques de aço recordes nas usinas", disse Hu Yanping, analista da consultoria Custeel.com. A produção diária de aço bruto na China atingiu recorde de 2,21 milhões de toneladas em média em fevereiro, já que as siderúrgicas aceleraram a produção na esperança de que a demanda passaria pelo usual aumento a partir de março, quando a construção civil retorna após o duro inverno. (Reuters)

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No entanto, perguntado diretamente sobre a possibilidade de se voltar a aplicar o controvertido confisco em novos programas financeiros, o porta-voz não deu uma resposta clara. Seibert acrescentou que o plano estipulado pelo Eurogrupo para o Chipre contém os "instrumentos corretos" para resolver os "problemas específicos" do país, isto é, de seu "setor bancário sobredimensionado".

Segundo sua opinião, o plano para Nicósia consolida as bases para um futuro "sustentável" e "sólido". Kothe, por sua vez, limitou-se a dizer que os depósitos de menos de 100 mil euros estão protegidos legalmente em toda Europa. O presidente do Eurogrupo, Jeroen Dijsselbloem, disse esta semana que o modelo de resgate do Chipre poderia ser aplicado em outros países, o que causou turbulências nos

mercados financeiros. A Comissão Europeia descartou ontem que as linhas traçadas pelo programa de ajuda a Nicósia signifiquem um modelo para futuros resgates na eurozona. Neste sentido, o presidente do governo espanhol, Mariano Rajoy, e o presidente da França, François Hollande, defenderam ontem em um encontro em Paris que o acordo do Chipre é "único" e "excepcional". (EFE)

Apreensão nas agências bancárias (no alto) e manifestação diante do palácio do governo de Chipre contra o pacote.

r

RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Submetemos à apreciação o Relatório da Administração e as correspondentes Demonstrações Financeiras Consolidadas (DFs) da Votorantim Cimentos S.A. (VC), relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012. Essas DFs foram elaboradas de acordo com as Normas Internacionais de Relatório Financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB) e as práticas contábeis adotadas no Brasil. Finalizamos 2012 sendo o oitavo maior produtor de cimento global, com 52,2 milhões de toneladas de capacidade total e 34 plantas de cimentos e 22 moagens. Reforçamos nossa presença na América do Sul através da aquisição do controle da cimenteira Artigas, no Uruguai, onde passamos a deter 51% do seu capital e do aumento de nossa participação para 49% na Avellaneda, na Argentina e concluímos a troca dos ativos detidos pela Cimpor, aumentando nossa presença internacional, com operações em mercados emergentes de alto potencial de crescimento. A partir desta permuta, constituímos uma nova subsidiária,

a Votorantim Cimentos Europa, África e Ásia Investimentos Sociedade Limitada (VCEAA), composta por ativos na Espanha, Índia, Turquia, Marrocos, Tunísia e China, que adicionaram 16,3 milhões de toneladas à nossa capacidade produtiva. Ainda em 2012, a unidade de cimentos em Cuiabá (MT) entrou em operação, agregando 1,2 milhão de toneladas, e expandimos as moagens em Laranjeiras (SE) e Rio Branco do Sul (PR), acrescentando 0,9 e 1,0 milhão de toneladas de capacidade instalada, respectivamente. A combinação de um mercado favorável com o início das operações de novas plantas e moagens possibilitou o aumento do volume vendido em 4% no Brasil, atingindo 24 milhões de toneladas. O preço médio de cimento no ano subiu 4% e alcançou a marca de R$ 222/t, contribuindo para que a receita líquida consolidada atingisse R$ 9,8 bilhões, alta de 9% em relação ao ano anterior. O EBITDA encerrou em R$ 3,2 bilhões, 11% superior ao registrado em 2011, com margem de 32%, impulsionado

Ativo Circulante Caixa e equivalentes de caixa Aplicações financeiras Contas a receber de clientes Estoques Tributos a recuperar Imposto de renda e contribuição social Adiantamentos a fornecedores Dividendos a receber Outros ativos Ativos mantidos para venda Não circulante Partes relacionadas Depósitos judiciais Imposto de renda e contribuição social diferidos Tributos a recuperar Outros ativos Investimentos Imobilizado Intangível

Total do ativo

Nota 9 10 11 12 13 13

5.565 1.334.699 221.738 392.361 85.590 79.746 72.904 70.973 85.951 2.349.527

5.370 1.158.052 359.723 401.995 111.558 17.984 78.588 91.297 76.999 2.301.566

31

14

20 (b) 13

15 16 17

2.349.527

2.301.566

32.824 193.821

50.233 128.227

Consolidado 2012 2011 Passivo e patrimônio líquido Nota Circulante 969.546 225.130 Empréstimos e financiamentos 18 2.032.431 1.450.510 Fornecedores 910.690 786.077 Salários e encargos sociais 1.182.101 890.668 Imposto de renda e contribuição social 176.195 149.316 Tributos a recolher 83.920 23.554 Dividendos a pagar 14 110.174 118.425 Adiantamento de clientes 512 7.552 Contas a pagar na aquisição de 138.957 140.336 participações 5.604.526 3.791.568 Contas a pagar - Trading 22 701.214 Contas a pagar 6.305.740 3.791.568 Uso do bem público - UBP 19 Outros passivos 16.418 52.764 246.470 149.432 Obrigações com bens mantidos para venda 31

São Paulo, 28 de março de 2013 A Administração Votorantim Cimentos S.A.

Demonstração do resultado dos exercícios findos em 31 de dezembro Em milhares de reais, exceto lucro por ação

Balanço patrimonial em 31 de dezembro - Em milhares de reais Controladora 2012 2011

majoritariamente pelo aumento de preço em 4% e 12% e do volume em 4% e 17%, nos mercados brasileiro e norte-americano, respectivamente. O resultado norte-americano teve ainda impacto positivo da desvalorização do real. Por fim, gostaríamos de reconhecer a dedicação e apoio de nossos funcionários e parceiros. Os resultados obtidos em 2012 são fruto do comprometimento do talentoso time que compõe a Votorantim Cimentos e estamos certos de que este grande time está preparado para os desafios de 2013. A todos, agradecemos a confiança e o empenho e compartilhamos o mérito alcançado neste ano.

Controladora 2012 2011 399.403 394.528 134.285 90.630 429.158 11.328

268.938 401.872 105.745 35.201 118.895 263.302 9.730

155.946 53.784 83.298

16.481 45.503

134.379 1.886.739

70.986 1.336.653

Consolidado 2012 2011 615.813 856.226 227.543 51.186 207.497 439.122 18.622 328.452 53.784 105.315 23.561 332.129 3.259.250 274.104 3.533.354

413.551 662.532 151.373 132.882 181.473 274.031 14.370

36.826 57.993 22.005 211.269 2.158.305

1.886.739 1.336.653 2.158.305 532.808 383.645 971.979 759.140 Não circulante 26.055 5.386 41.296 14.923 Empréstimos e financiamentos 18 10.505.525 6.748.887 12.177.174 7.643.161 48.491 14.048 253.983 199.305 Partes relacionadas 14 2.194.581 2.863.539 486.597 726.093 833.999 581.539 1.530.146 1.175.564 Provisões 21 673.188 655.476 1.070.799 934.953 12.138.697 11.155.422 1.800.304 3.241.411 Imposto de renda e contribuição social diferidos 20 (b) 451.843 753.859 842.721 983.326 4.497.809 3.448.816 9.527.427 6.954.265 Obrigações a pagar com investidas 16.098 72.657 772.166 233.655 4.798.437 3.466.389 Uso do bem público - UBP 19 381.585 352.180 17.408.672 14.837.893 16.126.168 13.662.065 Plano de pensão 29 184.812 134.538 Outros passivos 206.253 63.558 377.166 278.224 14.047.488 11.157.976 15.520.854 11.052.475 15.934.227 12.494.629 19.054.208 13.210.780 Patrimônio líquido 23 Capital social 2.746.024 2.746.024 2.746.024 2.746.024 Reserva para incentivos fiscais 544.441 360.648 544.441 360.648 Reservas de lucros 789.781 1.963.935 789.781 1.963.935 Ajustes de avaliação patrimonial 577.725 155.762 577.725 155.762 Patrimônio líquido atribuído aos acionistas 4.657.971 5.226.369 4.657.971 5.226.369 Participação dos acionistas não controladores 249.875 192.048 4.657.971 5.226.369 4.907.846 5.418.417 20.592.198 17.720.998 23.962.054 18.629.197 Total do patrimônio líquido Total do passivo e patrimônio líquido 20.592.198 17.720.998 23.962.054 18.629.197

Nota 24

Receita Custo dos produtos vendidos e dos serviços prestados Lucro bruto Receitas (despesas) operacionais Com vendas Gerais e administrativas Ganho na venda da Cimpor 1 (a) Outras receitas (despesas) operacionais, líquidas 25 Lucro operacional antes das participações societárias e do resultado financeiro Resultado de participações societárias Realização de outros resultados abrangentes na baixa do investimento da Cimpor 1 (a) Equivalência patrimonial 15 Resultado financeiro líquido Receitas financeiras Despesas financeiras Variações cambiais, líquidas

28 28 28

Lucro antes do imposto de renda e da contribuição social Imposto de renda e contribuição social Correntes 20 (a) Diferidos 20 (b) Lucro líquido do exercício Lucro líquido atribuído aos acionistas controladores Lucro líquido atribuído aos acionistas não controladores Lucro líquido do exercício Lucro básico e diluído por ação - R$ Quantidade de ações

Controladora 2012 2011 5.602.214 5.286.285

Consolidado 2012 2011 9.481.673 8.698.352

(3.323.859) (3.242.383) (6.177.116) (5.684.439) 2.278.355 2.043.902 3.304.557 3.013.913 (401.377) (435.468) 266.774

(272.506) (384.016)

(609.992) (668.007) 266.774

(595.402) (529.991)

98.855 (458.133) (471.216) (1.114.655)

284.779 (295.932) (726.446) (1.421.325)

1.807.139

929.247

2.578.111

1.592.588

(170.075) 526.213 356.138

804.510 804.510

(170.075) 25.461 (144.614)

311.753 311.753

242.189 (735.402) (388.572) (881.785)

165.882 (646.714) (274.195) (755.027)

316.496 (869.941) (381.819) (935.264)

204.862 (723.633) (253.643) (772.414)

1.281.492

978.730

1.498.233

1.131.927

(166.023) 501.330 1.616.799

(278.060) 134.775 835.445

(359.199) 501.449 1.640.483

(478.071) 200.936 854.792

1.616.799

835.445

1.616.799

835.445

1.616.799 14,61 110.635

835.445 7,57 110.410

23.684 1.640.483 14,61 110.635

19.347 854.792 7,57 110.410

As demonstrações financeiras completas acompanhadas de relatório sem ressalvas, emitido pela Pricewaterhousecoopers Auditores Independentes, serão publicadas no Diário Oficial do Estado de São Paulo em 28/03/2013. ADRIANO CESAR PASSENKO - Contador - CRC PR 044904/ O – 7 “S” SP


DIÁRIO DO COMÉRCIO

quinta-feira, 28 de março de 2013

ECONOMIA/LEGAIS - 39

Elekeiroz S.A. Companhia Aberta NIRE 35300323971 Edital de Convocação ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA E EXTRAORDINÁRIA Os Senhores Acionistas da ELEKEIROZ S.A. são convidados a se reunirem em Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária, que será realizada em 23.04.2013, às 09:00 horas, na sede social, na Rua Dr. Edgardo de Azevedo Soares, 392, Várzea Paulista (SP), a fim de: EM PAUTA ORDINÁRIA: 1. tomar conhecimento dos Relatórios da Administração e dos Auditores Independentes e examinar, discutir e deliberar sobre as Demonstrações Contábeis relativas ao exercício social encerrado em 31.12.2012; 2. deliberar sobre proposta para destinação do lucro líquido do exercício de 2012 e ratificação da distribuição do dividendo prioritário mínimo anual às ações preferenciais; 3. fixar o número de membros e eleger os membros efetivos e suplentes do Conselho de Administração para o próximo mandato anual; nos termos das Instruções CVM 165/91 e 282/98, os interessados em requerer a adoção do voto múltiplo nessa eleição deverão representar, no mínimo, 5% do capital votante; 4. deliberar sobre a verba destinada à remuneração dos integrantes do Conselho de Administração e da Diretoria. EM PAUTA EXTRAORDINÁRIA: 5. deliberar sobre proposta de elevação do capital social subscrito, de R$ 320.000.000,00 para R$ 321.000.000,00, mediante capitalização de reservas de lucros, sem emissão de novas ações, e consequente alteração do subitem 3.1 do Artigo 3º do Estatuto Social. Os documentos a serem analisados na Assembleia encontram-se à disposição dos Acionistas no website de relações com investidores da Companhia (www.elekeiroz.com.br), bem como no website da CVM (www.cvm.gov.br) e da BM&FBOVESPA (www.bmfbovespa.com.br). Para exercer seus direitos, os Acionistas deverão comparecer à Assembleia portando documento de identidade e comprovante de depósito das ações emitido pela instituição depositária, contendo a respectiva participação acionária. Os Acionistas podem ser representados na Assembleia por procurador, nos termos do artigo 126 da Lei 6.404/76, desde que o procurador esteja com documento de identidade e respectivo instrumento de mandato. Várzea Paulista (SP), 22 de março de 2013. CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Rodolfo Villela Marino - Presidente (26/27/28)

CNPJ nº 02.879.250/0001-79

CNPJ 13.788.120/0001-47

RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Acionistas: Em cumprimento às disposições legais e estatutárias submetemos à apreciação de V.Sas., as Demonstrações Financeiras, referentes aos exercícios em 31 de dezembro de 2012 e 2011, permanecendo à disposição para quaisquer outras informações. São Paulo, 25 de março de 2013 BALANÇOS PATRIMONIAIS - Exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (Em milhares de reais) ATIVO 2012 _________ 2011 PASSIVO 2012 _________ _________ Passivo circulante Ativo circulante Empréstimos e financiamentos Caixa e equivalentes de caixa 73.918 43.659 Debêntures 75.009 Contas a receber de serviços, líquidas 463.808 381.322 Arrendamento mercantil financeiro 5.327 Impostos a recuperar 6.006 10.142 Fornecedores 118.348 Adiantamento a funcionários 16.932 12.705 Impostos, taxas e contribuições 32.247 Operações de derivativos 14.991 Juros sobre capital próprio a pagar Outros créditos 13.022 _________ 16.588 _________ Pessoal, encargos e benefícios sociais 179.818 Total do ativo circulante 573.686 479.407 Operações com derivativos Outras obrigações 14.242 _________ Total do passivo circulante 424.991 Não circulante Ativo não circulante Debêntures 830.167 Impostos a recuperar 4 30 Arrendamento mercantil financeiro 10.654 Tributos diferidos 269.245 63.252 Provisão para demandas judiciais 37.068 Depósitos judiciais 99.661 84.704 Benefícios pós-emprego 5.293 Outros créditos 1.677 3.379 Outras obrigações 30.170 _________ Imobilizado, líquido 274.847 230.345 Total do passivo não circulante 913.352 Intangível, líquido 55.528 _________ 58.283 _________ Patrimônio líquido (passivo a descoberto) Total do não circulante 700.962 _________ 439.993 _________ Capital social 348.625 Reserva de capital 210.094 _________ Lucros (prejuízos acumulados) (622.414) Total do patrimônio líquido (passivo a descoberto) ((63.695)) _________ _________ _________ Total do passivo e patrimônio Total do ativo 1.274.648 _________ 919.400 líquido (passivo a descoberto) 1.274.648 _________ _________ As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.

2011 _________ 11.016 2.788 109.752 21.525 12.665 171.877 14.334 3.617 _________ 347.574 31.679 21.206 _________ 52.885 152.171 100 _________ 366.670 518.941 _________ 919.400 _________

DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO (PASSIVO A DESCOBERTO) Exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (Em milhares de reais) Reserva de capital p Reserva de lucros Total do ____________________ ___________________ Reserva Reserva de Lucros ou patrimônio Capital especial Reserva retenção prejuízos líquido (passivo Social ___________ Subvenções ç de ágio g legal g de lucros ___________ acumulados ______________ a descoberto)) _______ _______ _______ __________ Saldos em 31 de dezembro de 2010 152.171 100 25.729 264.463 442.463 Lucro líquido do exercício 121.641 121.641 Reserva legal 4.705 (4.705) Juros sobre capital próprio (19.891) (19.891) Dividendos exercícios anteriores (25.272) (25.272) ç de lucros 91.664 ___________ (91.664) ( ) ______________Reserva de retenção _______- ___________- _______- _______- __________ Saldos em 31 de dezembro de 2011 152.171 ___________ 100 _______- _______ 30.434 __________ 336.236 ___________- ______________ 518.941 _______ Lucro líquido do exercício 124.289 124.289 Aumento de capital 332.273 332.273 Juros sobre capital próprio (14.500) (14.500) Dividendos (336.236) (336.236) Incorporação reversa BC Brazilco - ágio (617.630) (617.630) Benefício Fiscal - ágio incorporado - 209.994 209.994 Incorporação p ç reversa BC Brazilco ((135.819) ((30.434)) __________- ___________ ((114.573)) ______________ ((280.826) _______) ___________- _______- _______ Saldos em 31 de dezembro de 2012 348.625 100 209.994 ( (622.414) ) ((63.695) _______ ___________ _______ _______ __________ ___________ ______________ As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS - Exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (Em milhares de reais) 1. Contexto operacional: A Atento Brasil S.A. é uma Companhia contro- da pela Atento Brasil S.A., passando a ser uma subsidiária direta da BC lada integralmente pela BC Spain Holdco 4, pertencente ao Grupo Bain Spain Holdco4. Atualmente a Companhia opera em 15 cidades brasileiras, Capital e que tem por objeto social a prestação de serviços de telemar- sendo: São Paulo, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, Santo keting, telesserviços e atendimento em geral, prestação de serviços de André, São José dos Campos, Campinas, Ribeirão Preto, Porto Alegre, tecnologia da informação, a prestação de serviços de consultoria e trei- Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Santos, Florianópolis, Curitiba namentos, a locação de infraestrutura, podendo também prestar serviços e Goiânia. de consultoria e assessoramento técnico especializado a terceiros, ela- 2. Base de elaboração e apresentação das demonstrações financeiborando projetos de tele-atendimento e treinamento especializado para ras: As demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2012 e 2011 operadores. A Companhia tem sua sede na Avenida das Nações Unidas, foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Bra14.171, 4º andar - Torre A, Vila Gertrudes - São Paulo/SP. Até 30 de no- sil, que compreendem as disposições da legislação societária prevista na vembro de 2012 a Companhia era controlada pela Atento NV, pertencente Lei nº 6.404/76 com as alterações das Leis nº 11.638/07 e nº 11.941/09 ao grupo Telefônica, quando então foi vendida para a BC Brazilco Partici- eos pronunciamentos, interpretações e orientações emitidas pelo Comitê pações S.A., empresa veículo controlada pela BC Spain Holdco 4 e BC de Pronunciamentos Contábeis vigentes em 31 de dezembro de 2012. Luxco 1, as duas pertencentes do Grupo Bain Capital. Posteriormente, em A autorização para conclusão da preparação destas demonstrações finan31 de dezembro de 2012, a BC Brazilco Participações S.A. foi incorpora- ceiras ocorreu na reunião de diretoria realizada em 22 de março de 2013. 3. Imobilizado,, líquido q

CÂMARA MUNICIPAL DE VALINHOS

AVISO DE EDITAL - PREGÃO (PRESENCIAL) N° 07/2013 PROCESSO ADMINISTRATIVO Nº 042/2013 DIRETORIA REQUISITANTE: Diretoria de Administrativo OBJETO: FORNECIMENTO DE SERVIÇOS DE ADMINISTRAÇÃO, GERENCIAMENTO, EMISSÃO E FORNECIMENTO DE DOCUMENTOS DE LEGITIMAÇÃO PARA VALE REFEIÇÃO, EM CONFORMIDADE COM O ESTABELECIDO NO ANEXO II - TIPO DE LICITAÇÃO: MENOR PREÇO - DATA/HORA CREDENCIAMENTO DOS REPRESENTANTES DAS EMPRESAS INTERESSADAS: 12/04/2013, às 09h. - DATA/HORA DE ABERTURA DA SESSÃO PÚBLICA, COM RECEBIMENTO DOS ENVELOPES COM “PROPOSTAS DE PREÇOS” E “DOCUMENTOS DE HABILITAÇÃO”: 12/04/2013, às 9h30min. - LOCAL DA REALIZAÇÃO DA SESSÃO: Câmara Municipal de Valinhos Rua Ângelo Antônio Schiavinato, n.º 59, Residencial São Luiz, Valinhos/SP, CEP 13270-470. - LOCAL PARA CONSULTA E FORNECIMENTO DO EDITAL: O Edital na íntegra será fornecido aos interessados a partir de 01/04/2013, na Diretoria Administrativa da Câmara Municipal de Valinhos, Rua Ângelo Antônio Schiavinato, n.º 59, Residencial São Luiz, Valinhos/SP, no horário das 09 às 17 horas, de segunda à sexta-feira, pelo site www.camaravalinhos.sp.gov.br. Ou pelo e-mail compras@camaravalinhos.sp.gov.br. Valinhos, 26 de março de 2013. LOURIVALDO MESSIAS DE OLIVEIRA. Presidente. LOURIVALDO MESSIAS DE OLIVEIRA - PRESIDENTE

CÂMARA MUNICIPAL DE VALINHOS

AVISO DE EDITAL - PREGÃO (PRESENCIAL) N° 06/2013 PROCESSO ADMINISTRATIVO Nº 054/2013 DIRETORIA REQUISITANTE: Diretoria de Administrativo OBJETO: FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO DE TOLDOS NO PRÉDIO DA CÂMARA MUNICIPAL DE VALINHOS, EM CONFORMIDADE COM O ESTABELECIDO NO ANEXO II - TIPO DE LICITAÇÃO: MENOR PREÇO GLOBAL - DATA/HORA CREDENCIAMENTO DOS REPRESENTANTES DAS EMPRESAS INTERESSADAS: 11/04/2013, às 09h. - DATA/HORA DE ABERTURA DA SESSÃO PÚBLICA, COM RECEBIMENTO DOS ENVELOPES COM “PROPOSTAS DE PREÇOS” E “DOCUMENTOS DE HABILITAÇÃO”: 11/04/2013, às 9h30min. - LOCAL DA REALIZAÇÃO DA SESSÃO: Câmara Municipal de Valinhos - Rua Ângelo Antônio Schiavinato, n.º 59, Residencial São Luiz, Valinhos/SP, CEP 13270-470. - LOCAL PARA CONSULTA E FORNECIMENTO DO EDITAL: O Edital na íntegra será fornecido aos interessados a partir de 01/04/2013, na Diretoria Administrativa da Câmara Municipal de Valinhos, Rua Ângelo Antônio Schiavinato, n.º 59, Residencial São Luiz, Valinhos/SP, no horário das 09 às 17 horas, de segunda à sexta-feira, pelo site www.camaravalinhos.sp.gov.br. Ou pelo e-mail compras@camaravalinhos.sp.gov.br. Valinhos, 26 de março de 2013. LOURIVALDO MESSIAS DE OLIVEIRA. Presidente.

Bicicletas Monark S.A. - CNPJ/MF 56.992.423/0001-90 - NIRE 35.300.021.93-2 Edital de Convocação - Ficam convidados os Srs. Acionistas de Bicicletas Monark S.A. a se reunirem no dia 26 de abril de 2013, às 14 horas, na sede social, situada na Rua Francisco Lanzi Tancler nº 130 - Distrito Industrial Domingos Giomi, Indaiatuba/SP, em Assembleia Geral Ordinária, para deliberarem a respeito da seguinte Ordem do Dia: 1 - Leitura, discussão e votação do Relatório da Administração, das Demonstrações Contábeis e do Parecer dos Auditores Independentes referentes ao exercício social findo em 31 de Dezembro de 2012; 2 - Destinação do lucro líquido; e 3 - Eleição dos membros do Conselho de Administração e fixação da verba para remuneração e honorários dos Administradores. Atendendo à instrução C.V.M. nº 282 de 26/06/98, informamos que é de 6% o percentual mínimo de participação no capital votante necessário à requisição da adoção do voto múltiplo para eleição dos membros do Conselho de Administração. Poderão participar da Assembleia os acionistas, por si, por seus representantes legais ou procuradores, portando documento de identificação oficialmente reconhecido e comprovante da titularidade das ações, expedido pela instituição financeira escrituradora e/ou agente de custódia nos últimos 5 dias. Além dos documentos acima mencionados, a acionista pessoa jurídica deverá apresentar cópia autenticada do último estatuto ou contrato social consolidado e da documentação societária outorgando poderes de representação (ata de eleição dos diretores e/ou procuração). Comunicamos aos Srs. Acionistas que os documentos de que trata o artigo nº 133 da Lei nº 6404/76, relativos ao exercício encerrado em 31/12/2012, encontram-se a sua disposição na sede social da Companhia. São Paulo, 26 de Março de 2013. O Conselho de Administração.

PREFEITURA MUNICIPAL DE PEDRO DE TOLEDO/SP PROCESSO Nº 304/2013 CHAMADA PUBLICA Nº 01/2013 A Prefeitura Municipal de Pedro de Toledo torna pública a abertura da Chamada Publica nº 01/ 2013 – Processo nº 304/2013, para aquisição de gêneros alimentícios da Agricultura Familiar e do Empreendedor Familiar Rural, destinado ao atendimento ao Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). Recebimento dos Envelopes Proposta e Documentação, entre os dias 01 a 12 de abril de 2013. Abertura dos Envelopes Proposta e Documentação: 15 de abril de 2013. O edital em inteiro teor encontra-se à disposição dos interessados, gratuitamente através do site: www.pedrodetoledo.sp.gov.br ou no Depto de Compras/Licitações da Prefeitura Municipal de Pedro de Toledo, de 2ª a 6ª feira, das 09h00min às 11h30min e das 13h00min às 16h00min, na Av. Coronel Raimundo Vasconcelos, 230 – Centro, mediante pagamento. Informações poderão ser obtidas no endereço acima ou pelo telefone (13) 3419-7000. Pedro de Toledo, 26 de março de 2013. Sergio Yasushi Miyashiro - Prefeito Municipal. Tekno S.A.–Indústria e Comércio Companhia Aberta - C.N.P.J. 33.467.572-0001/34 Aviso Aos Acionistas Encontram-se à disposição dos Senhores Acionistas, na sede da Sociedade, a Rua Alfredo Mario Pizzotti, 51 - Vila Guilherme - S. Paulo - SP, os documentos a que se refere o artigo 133 da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976, relativos ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2012. São Paulo, 27 de março de 2013. Valter Takeo Sassaki-Diretor de Relações com Investidores. (28,29/03e02/04/2013)

Companhia Paulista de Eventos e Turismo - CPETUR CNPJ/MF nº 11.568.465/0001-60 Retificação - Balanço Patrimonial 2012 Na publicação veiculada neste jornal no dia 27/03/2013, por um equívoco constou o seguinte erro: no quadro do Conselho de Administração onde se Lê: “Marco Antonio Elizabeth Antonio Pereira Correia”, Leia-se: Elizabeth Antonio Pereira Correia.

2012 _______________________________________________________________________________ Taxa anual de Saldo em Depreciação Saldo em depreciação p ç % 31/12/2011 Adições ç Transferências Baixas do exercício 31/12/2012 _ Instalações até 10,00 7.545 1.293 35 (382) (1.864) 6.627 Móveis e utensílios 10,00 56.323 13.260 1.958 (192) (9.442) 61.907 Computadores e equipamentos de informática 20,00 74.517 63.294 1.034 (23) (33.346) 105.476 Benfeitorias em imóveis de terceiros até 10,00 73.371 13.593 901 (2.123) (14.243) 71.499 Futuros gastos com desmantelamento 11.924 9.376 (264) (989) 20.047 Imobilizações em andamento 5.125 7.303 (4.575) 7.853 Outros (veículos, ( , terrenos e edifícios)) 4,00 , a 20,00 , 1.540 _______ 499 ____________ 100 _______ (485) ( ) ___________ (216) ( ) _________ 1.438 _________ Total 230.345 _______ 108.618 ____________ (547) ( ) _______ (3.469) ( ) ___________ (60.100) ( ) _________ 274.847 _________ Custo total 582.328 670.301 Depreciação p ç acumulada ((351.983)) _________ __((395.454) Imobilizado liquido q 230.345 274.847 _________ _________ 4. Intangível, g , líquido q 2012 _______________________________________________________________________________ Taxa anual de Saldo em Amortização Saldo em amortização ç % 31/12/2011 Adições ç Transferências Baixas acumulada 31/12/2012 _ Sistema de informática 20,00 33.094 14.095 547 (14.001) 33.735 Outros 32,40 , 25.189 _______- ____________- _______- ___________ (3.396) ( ) _________ 21.793 _________ Total 58.283 _______ 14.095 ____________ 547 _______- ___________ (17.397) ( ) _________ 55.528 _________ Custo total 170.440 185.082 Amortização ç acumulada (112.157) ( ) _________ __((129.554) Intangível g líquido q 58.283 55.528 _________ _________ Os valores registrados em Outros ativos intangíveis correspondem ao pagamento de incentivos de fidelização estabelecido com cliente, e que atendem os requisitos do CPC 4 - Ativo intangível para reconhecimento contábil. 5. Debêntures: Em 07 de dezembro de 2012 a BC Brazilco Participações S.A., empresa incorporada pela Companhia e consequentemente extinta, captou o montante de R$915.000, originários da emissão pública de debêntures, aprovada em reunião do Conselho de Administração realizada em 08 de novembro de 2012, conforme demonstrado a seguir: Data de Tipo de Quantidade de títulos Valor na data Encargos Série emissão ________ emissão ___________________ em circulação ç de emissão _______ Prazo ________________ financeiros anuais 31/12/2012 _________ ____________ _________ 1ª Série 07/12/2012 Privada 915.000 915.000 7 anos CDI + 3,70% Principal 915.000 Juros 4.877 Custo de transação ç ___((14.701) 905.176 _________ Circulante 75.009 Não circulante 830.167 A movimentação do custo de transação é a seguinte: Amortização ç custo de transação ç Valor total custo de transação 15.191 ç em 2012 ((490)) Amortização ______ Saldo em 31 de dezembro de 2012 14.701 ______ Para assegurar o cumprimento de todas as obrigações pecuniárias principais e acessórias assumidas pela Companhia nos termos da Escritura de Emissão das Debêntures será alienada fiduciariamente a totalidade das ações da Atento Brasil S.A. Adicionalmente, serão cedidos fiduciariamente em favor dos debenturistas os direitos creditórios da Atento Brasil S.A. decorrentes dos contratos celebrados entre a Atento Brasil S.A. e a Telefônica S.A. A administração da Companhia monitora em bases mensais os índices e as informações acessórias requeridas, e para 31 de dezembro de 2012 a Companhia está em cumprimento com todas os requerimentos mínimos. Portanto, não existe risco de vencimento antecipado para esta data. 6. Patrimônio líquido: 6.1 - Acionistas e estrutura socitária: Durante o ano de 2012 ocorreram mudanças societárias e organizacionais, como segue: a) Aquisição: q ç Em 30 de novembro de 2012, a empresa veículo BC Brazilco Participações S.A. (“BC”) adquiriu 100% das ações da Atento Brasil S.A. por R$898.357, sendo este montante liquidado em 12 de dezembro de 2012. b) Incorporação: p ç Em 31 de dezembro de 2012, a BC foi incorporada pela Companhia (incorporação reversa), conforme acordado entre as partes envolvidas. Como resultado dessa incorporação, as ações detidas pela BC foram canceladas, com posterior emissão de novas ações em nome do acionista controlador da BC, BC Spain Holdco 4, uma subsidiária integral do Grupo Bain Capital. No momento da incorporação o investimento da BC foi eliminado contra as linhas patrimoniais da Atento, totalizando R$624.766. Com a incorporação reversa a BC efetuou a baixa integral do ágio no montante de R$617.630 para resultado (consequentemente

para prejuízo acumulado), conforme determinado pela Interpretação Técnica ICPC 09 R1 - Demonstrações Financeiras Individuais, Demonstrações Separadas, Demonstrações Consolidadas e Aplicação do Método de Equivalência Patrimonial. Após a incorporação da BC pela Companhia, como existem evidências de benefícios econômicos a serem auferidos em decorrência do ágio, e atentidas as condições de reconhecimento previstas no Pronunciamento Técnico CPC 32 - Tributos sobre Lucros, foi constituido o imposto de renda diferido ativo sobre o montante da diferença temporária gerada no momento da baixa do ágio o qual será dedutivel para fins fiscais, tendo como contrapartida a conta de reserva especial de ágio no patrimônio líquido no valor de R$209.994. 6.2 - Composição patrimonial: O patrimônio líquido da Atento é composto: a) Capital p social: O capital social subscrito em 31 de dezembro de 2012 é de R$348.625 e de R$152.171 em 31 de dezembro de 2011. b) Reservas de lucros: A Reserva de lucros é representada por: Reserva legal: Constituída com base na legislação em vigor correspondendo a 5% do lucro líquido e limitada a 20% do valor total do capital, foi totalmente absorvida pelos prejuízos acumulados até 31 de dezembro de 2012. Em 31 de dezembro de 2011 o saldo era de R$30.434. Esta reserva foi totalmente realizada com a incorporação. Reserva de retenção de lucros: Em 31 de dezembro de 2012 não há saldo de lucros não distribuídos aos acionistas, uma vez que o saldo existente em 31 de dezembro de 2011, no valor de R$336.236, foi integralmente distribuído em 11 de dezembro de 2012. c) Reserva de capital: p A Reserva de capital é representada por: Subvenções e doações: Os valores por subvenção se referem à inscrição da Companhia no “Programa Primeiro Emprego” instituído pela Lei Municipal 9.213/2001 e Decreto 165/2001 da Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto. O programa teve o objetivo de combater o desemprego na região de Ribeirão Preto, devendo ser efetuado pela prefeitura o pagamento de um salário mínimo por cada empregado admitido. Os valores foram registrados no ativo tendo como contrapartida a conta de reserva de capital. O

DIRETORIA

CONTADOR

Nelson Armbrust - Presidente

Claudinei Eduardo Biazoli - CRC - SP 279871/O-1

Vanguarda Agro S.A. - Companhia Aberta de Capital Autorizado

Receita operacional líquida Custo dos serviços prestados Lucro bruto Receita (despesas) operacionais Comercialização de serviços Gerais e administrativas Outras receitas (despesas) operacionais líquidas Lucro operacional antes das receitas e despesas financeiras Receitas financeiras Despesas financeiras Lucro antes dos impostos e reversão dos juros sobre capital próprio Imposto de renda e contribuição social sobre o lucro Imposto de renda e contribuição social diferido Imposto de renda e contribuição social corrente

2012 _________ 2011 _________ 2.364.035 2.245.258 (2.009.457) ( ) (1.948.007) ( _________ _________ 354.578 297.251 (19.711) (127.701)

(14.729) (122.819)

(12.169) 18.280 _________ _________ 194.997 177.983 18.179 32.182 (31.907) (40.831) _________ _________ 181.269 169.334

(4.001)

(21.804)

((52.979)) _________ ((25.889) _________ (56.980) ( ) _________ ((47.693) _________ Lucro líquido do exercício 124.289 _________ 121.641 _________ Lucro por ação em Reais 0,82 0,80 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA Exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (Em milhares de reais)

Caixa gerado pelas atividades operacionais 2012 ________ 2011 ________ Lucro Líquido do exercício 124.289 121.641 Despesas (receitas) que não representam movimentação no caixa: 133.427 ________ 140.535 ________ Depreciações e amortizações 77.497 66.008 Variações cambiais de empréstimos 2.024 4.062 Impostos diferidos 4.001 21.804 Juros sobre empréstimos e financiamentos 2.853 1.077 Valor residual do imobilizado baixado 3.471 3.964 Provisão para demandas judiciais 27.214 38.547 Provisão para crédito de liquidação duvidosa e multas 16.367 5.073 (Aumento) redução no ativo operacional: ((108.606)) ________ ((74.305) ________ Contas a receber de clientes (98.853) (56.086) Adiantamentos a funcionários (4.227) 3.756 Outros ativos circulantes 7.702 (13.004) Outros ativos não circulantes (13.228) (8.971) Aumento (redução) no passivo operacional: ________ 30.315 ________ ((52.408) Pessoal, encargos e benefícios 13.233 (3.115) Contas a pagar e despesas provisionadas 8.596 18.441 Impostos, taxas e contribuições 10.722 (4.370) Outros passivos circulantes 10.625 (3.018) Provisão para demandas judiciais (21.825) (61.599) Outros passivos não circulantes 8.964 1.252 Total do caixa gerado pelas atividades operacionais 179.425 135.463 ________ ________ Caixa gerado (utilizado) nas atividades de investimentos: Aquisições de imobilizado e intangível líquido de doações ((122.715)) ________ ((87.930) ________ Total do caixa utilizado pelas atividades de investimento (122.715) (87.930) Caixa gerado (utilizado) nas atividades de financiamento: Amortização de empréstimos e financiamentos (13.804) (57.493) Captação de operação de arrendamento mercantil 15.981 Captações de empréstimos 10.274 Liquidação de transação com derivativos 657 Juros sobre o capital próprio pagos (27.165) (12.607) Dividendos pagos (336.236) (19.891) Aumento de Capital 332.273 Incorporação reversa BC Brazilco 1.843 ________________ Total do caixa utilizado pelas atividades ((26.451)) ________ ((79.717) de financiamento ________ Aumento (diminuição) no caixa e equivalentes de caixa 30.259 ((32.184) ________ ________ Caixa e equivalentes no início do exercício 43.659 75.843 Caixa e equivalentes no final do exercício 73.918 ________ 43.659 ________ Variação do caixa no exercício 30.259 ________ ((32.184) ________ As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. saldo em 31 de dezembro de 2012 é de R$100. Reserva especial de ágio: Conforme mencionado acima (6.1.b) a reserva especial de ágio foi constituida com base no montante da diferença temporária gerada no momento da baixa do ágio oriundo de incorporação reversa, o qual será dedutivel ç do resultado: para fins fiscais, no montante de R$209.994. d) Destinação De acordo com seu Estatuto Social, a Companhia deverá deduzir do lucro apurado, um percentual de 5% para a constituição da reserva legal, sendo que o percentual a ser distribuído como dividendos aos acionistas deverá ser aprovado pela Assembleia Geral, observando o mínimo de 25% dos dividendos obrigatórios. Nos termos do artigo 202, parágrafo 3º, inciso II, item da Lei 6.404 de 15/12/1976 (Companhias Anônimas), a Assembleia Geral deverá pronunciar-se sobre a distribuição ou não dos dividendos. Os acionistas e a administração da Companhia deliberaram aprovar o reconhecimento dos Juros Sobre Capital Próprio relativo ao exercício de 2012 conforme segue: Imposto de Data da Montante renda na Montante Data do ç Período aprovado p fonte - 15% ________ líquido q pagamento p g deliberação __________ _______ ________ __________ __________ 09/10/2012 jan/12 a jun/12 14.500 2.175 12.325 11/10/2012 Os acionistas e a administração da Companhia deliberaram aprovar o reg conhecimento dos dividendos conforme segue: 2012 __________________________________________________________ Data da Montante Data do deliberação ç Período (*) () aprovado p pagamento p g __________ _________ ________ __________ 27/04/2012 todos 3.963 03/05/2012 30/11/2012 todos 332.273 28/12/2012 ________ 336.236 ________ ________ (*) Foi distribuído 100% do saldo do saldo de retenção de lucros até 30 de novembro de 2012. 7. Receita operacional líquida 2012 ________ 2011 ________ Receita operacional bruta 2.613.922 2.438.657 Deduções (249.887) ( ) (193.399) ( ________ ________ Receita operacional líquida 2.364.035 2.245.258 ________ ________ ________ ________ p Em 21 de março de 2013, 8. Eventos Subsequentes: Aumento de capital: foi aportado o valor de R$99.290, pela BC Spain Holdco 4, controladora direta da Companhia, a título de aumento de capital. Sendo assim, o capital da Companhia passou de R$348.625 para R$447.915. Os recursos serão utilizados para o pagamento do principal, juros e prêmio das p ç de debêntures, no valor de R$98.913, em 25 de março de 2013. Operação SWAP: Em 14 de março de 2013 a Companhia contratou uma operação de SWAP de fluxo de caixa junto a uma instituição financeira local no valor de R$595.000, com o objetivo de proteger parcialmente as debêntures contratadas a taxa de juros de CDI + 3,7% a.a. Com a atual política do governo, o CDI pode sofrer flutuações para cima ou para baixo, por outro lado como os juros estão em patamares baixos e existe uma pressão inflacionária no país, os juros poderão sofrer aumento no ano de 2013. Com o swap, as debêntures passarão de uma taxa flutuante a uma taxa fixa e, portanto, a Companhia saberá exatamente quanto pagará durante a vida das debêntures.

A Companhia optou pela publicação resumida das Demonstrações Financeiras que estão disponíveis na sede da empresa e em sua pagina da web (www.atento.com.br), em sua íntegra, acompanhadas do parecer sem ressalvas dos auditores independentes da Ernst & Young Terco Auditores Independentes S.S.

Vanguarda Agro S.A.- CNPJ/MF sob nº 05.799.312/0001-20 - NIRE nº 35.300.380.657

CNPJ/MF sob nº 05.799.312/0001-20 - NIRE 35.300.380.657 A administração da Vanguarda Agro S.A. (“Companhia”) vem a público, em atendimento ao disposto no § 4º do artigo 157 da Lei 6.404/76 (“Lei das S.A.”) e na Instrução CVM nº 358/02, informar aos seus acionistas, ao mercado em geral e demais interessados o que segue: Na presente data, o Conselho de Administração da Companhia deliberou submeter ao exame e aprovação da Assembleia Geral Extraordinária (“AGE”), a ser realizada no dia 15 de abril de 2013 às 15h00, proposta de grupamento das ações representativas do capital social da Companhia nos seguintes termos: (I) Grupamento de Ações. As 3.486.812.005 (três bilhões, quatrocentas e oitenta e seis milhões, oitocentas e doze mil e cinco) ações ordinárias de emissão da Companhia serão grupadas na proporção de 9 (nove) para 1 (uma). Assim, e uma vez aprovado o grupamento na AGE, o capital social da Companhia passará a ser representado por 387.423.556 (trezentos e oitenta e sete milhões, quatrocentos e vinte e três mil, quinhentas e cinquenta e seis) ações ordinárias, sem que haja qualquer alteração no valor total do capital social ou nos direitos conferidos por essas ações aos seus titulares. (II) Finalidades. O grupamento tem por principais objetivos:(a) redução de custos administrativos e operacionais;(b) garantir melhor eficiência aos sistemas de registros, controles e divulgação de informações; (c) dar melhor visibilidade às cotações das ações, ajustando o valor unitário das ações a um patamar mais adequado do ponto de vista mercadológico; bem como (d) atrair acionistas e aumentar a liquidez das ações de emissão da Companhia. (III) Publicação do Competente Fato Relevante. Se aprovado o grupamento das ações de emissão da Companhia na AGE, haverá a publicação de novo Fato Relevante, concedendo aos acionistas o prazo de 30 (trinta) dias, contados da respectiva publicação, para que possam ajustar, a seu livre e exclusivo critério, suas posições de ações em lotes múltiplos de 9 (nove), por meio de negociações privadas ou através de sociedades corretoras de sua livre escolha, autorizadas a operar pela BM&FBOVESPA S.A. - Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros (“BM&FBOVESPA”) de modo que essas posições acionárias não gerem frações após o processo de grupamento.(IV) Alienação das Frações Remanescentes. Transcorrido o prazo estabelecido para o ajuste por parte dos acionistas, as eventuais frações de ações ainda detidas pelos acionistas serão grupadas em números inteiros e vendidas em leilão a ser realizado na BM&FBOVESPA, devendo os respectivos valores serem creditados nas contas correntes dos detentores das frações.Para os acionistas cujas contas estejam paralisadas ou com o cadastro desatualizado, o valor da alienação das frações será mantido à disposição na Companhia, pelo prazo de 5 (cinco) anos. (V) Alterações Estatutárias. Caso a proposta de grupamento das ações de emissão da Companhia seja aprovada nessa mesma AGE será alterada a redação do artigo 5º do seu Estatuto Social, para refletir a nova quantidade de ações ordinárias representativas do seu capital social. São Paulo, 27 de março de 2013. Eduardo de Come - Diretor Financeiro e de Relações com Investidores.

Tekno S.A.–Indústria e Comércio Companhia Aberta - C.N.P.J. 33.467.572/0001-34 Edital de Convocação - AGOE São convocados os Srs. acionistas a se reunirem em AGOE, a se realizarem no dia 29/4/2013, às 14hs, na sede social, R. Alfredo Mário Pizzotti, 51, nesta capital, a fim de deliberar sobre a seguinte ordem do dia. 1°-AGO a) Relatório de Administração, Demonstrações Financeiras e Parecer dos Auditores, relativos ao exercício encerrado em 31/12/2012; b) Destinação do lucro do exercício findo e distribuição dos dividendos; c) Fixação da verba anual da remuneração dos administradores. d) Instalação do Conselho Fiscal. 2°-AGE - Exame e deliberação a respeito da proposta da administração de: a) Aumento do Capital Social de R$ 163.000.000,00 para R$ 170.000.000,00, mediante a capitalização de R$ 1.740.177,06 de reserva de incentivos fiscais e de R$ 5.259.822,94 da conta de reserva de retenção de lucros, com emissão de ações bonificadas. Os senhores acionistas deverão comparecer a assembleia com seus documentos de identidade e os representantes legais e procuradores dos acionistas, deverão também, comprovar a legitimidade da representação até 3 dias antes da assembleia, na sede social da Cia. SP, 27/3/2013. Valter Takeo Sassaki-Pres. do Conselho de Administração. (28,29/03 e 02/04/2013)

UNOTEL TELECOM S.A.

CNPJ nº 08.356.224/0001-42 AVISO AOS ACIONISTAS Convocamos aos Srs. Acionistas que se encontram à sua disposição, na sede social da Cia. na Av. Dr. Alfredo Egidio de Souza Aranha, 75, Conj. 62, Bloco B, São Paulo/SP, os documentos a que se refere o Art. 133 da Lei 6.404/76, relativos ao exercício social encerrado em 31/12/2012. MARCIO AURÉLIO GARIBALDI CAVALINI - Diretor Presidente (28, 29/03 e 02/04)

GOLIN PARTICIPAÇÕES S/A CNPJ: 05.487.746/0001-95 - NIRE: 35300315189 AVISO AOS ACIONISTAS Comunicamos aos Senhores Acionistas que, acham-se a disposição, em nossa sede social os documentos a que se refere o artigo 133 da Lei nº 6.404/76. Guarulhos, 28 de Março de 2.012. Carlos Antonio Golin - Diretor.

METALURGICA GOLIN S/A CNPJ: 49.034.275/0001-35 - NIRE: 35300045955 AVISO AOS ACIONISTAS Comunicamos aos Senhores Acionistas que, acham-se a disposição, em nossa sede social os documentos a que se refere o artigo 133 da Lei nº 6.404/76. Guarulhos, 28 de Março de 2.012. Lourival Odécio Golin - Presidente do Conselho de Administração.

EDITAL DE CONVOCAÇÃO A afetação, protocolada sob o número 16968 no Oficial de Registro de Imóveis da Comarca de Taboão da Serra - SP, convida a todos os participantes do Condomínio Spazio Felicitá, bairro Caiapiá, a comparecer no dia 28 de março de 2013, às 14 horas, sito a Avenida Jabaquara, 2819 - 13º andar - Mirandópolis - São Paulo - SP, para formação da comissão. Admincon Administração e Incorporações Ltda.

FALÊNCIA, RECUPERAÇÃO EXTRAJUDICIAL E RECUPERAÇÃO JUDICIAL NOS TERMOS DO PROVIMENTO CSM CXC/84, INFORMAMOS QUE NO DIA 27 DE MARÇO DE 2013 NÃO HOUVE PEDIDO DE FALÊNCIA NA COMARCA DA CAPITAL.

DEMONSTRAÇÕES DO RESULTADO Exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (Em milhares de reais, exceto lucro por ação)

COMPANHIA ULTRAGAZ ULTRAGAZ S.A. S.A. -- CNPJ Nº 61.602.199/0001-12 - NIRE 35.300.030.401 - Aviso aos Acionistas - Encontram-se à disposição dos Senhores Acionistas, em nossa sede social, localizada na Av. Brigadeiro Luís Antônio, nº 1.343, 9º andar, na Cidade e Estado de São Paulo, os documentos mencionados no Artigo 133 da Lei nº 6.404/76, relativos ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012. São Paulo, (28-29/03 - 01/04) 28 de março de 2013. Thilo Helmut Georg Mannhardt - Presidente do Conselho de Administração.

Ficam os Srs.Acionistas daVaguarda Agro S.A.sociedade anônima de capital aberto, com sede na Cidade de São Paulo/SP, na Av.Presidente Juscelino Kubitschek n. 1726, 11º andar, Cj 113, CEP. 04543-000, convidados para a AGO/E da Cia., que serão realizadas no dia 15/04/2013, às 14h e 15h respectivamente, no Auditório da sede social da Cia., no Mezanino, a fim de deliberarem sobre os seguintes assuntos: Em AGO: (a) Tomar as contas dos administradores, examinar, discutir e votar as Demonstrações Financeiras, bem como o Parecer dos Auditores Independentes relativos ao exercício social findo em 31/12/2012; (b) Deliberar sobre a destinação do resultado do exercício social encerrado em 31/12/2012 e distribuição de dividendos, se houver; (c) Eleger 1 membro do Conselho de Administração da Cia. para preencher o cargo vago, cujo mandato terá vigência até a próxima AGO a ser realizada; e (d) Fixar a remuneração anual global dos membros da administração para o exercício social de 2013. Em AGE: (a) Grupamento da Totalidade das 3.486.812.005 ações ordinárias de emissão da Companhia, na proporção de 9 para 1. Assim e uma vez aprovado o grupamento na AGE da Cia., o capital social da Cia. passará a ser representado por 387.423.556 ações ordinárias, representativas do capital social da Cia., sem que haja qualquer alteração no valor total do capital social ou nos direitos conferidos por essas ações a seus titulares, nos termos do artigo 12 da Lei n. 6.404/76. (b) A consequente alteração do artigo 5º do Estatuto Social da Cia., para fins de refletir a nova quantidade de ações de sua emissão, caso efetivamente aprovado o grupamento das ações de emissão da Companhia.Disposições Gerais: (i) Em conformidade com a disposição do artigo 133 da Lei 6.404/76 (“Lei das Sociedades por Ações”) e da Instrução CVM n.º 481/09, encontram-se à disposição dos acionistas, desde o dia 14/03/2013, na sede social da Cia., bem como nos websites da Cia. (www.v-agro.com.br/ri) e da Comissão de Valores Mobiliários (www.cvm.gov.br), os documentos pertinentes às deliberações objeto da AGO, e em relação à AGE, os documentos encontram-se disponíveis desde o dia 27/03/2013; (ii) Os acionistas da Cia. deverão depositar, com 72 horas de antecedência, na sede da Cia., os seguintes documentos: (a) documento de identidade, (b) comprovante da respectiva posição acionária, expedido pela instituição depositária, e (c) na hipótese de representação do acionista, o respectivo instrumento de procuração formalizado nos termos da lei; e (iii) A representação do acionista mencionada no item (ii) (c) acima, deverá ser precedida de depósito do respectivo instrumento de procuração (cuja minuta encontra-se no Manual de Assembleia, disponível na website da Companhia, www.v-agro.com.br/ri), podendo, ainda, ser enviada por e-mail para ri@v-agro.com.br.Os originais dos documentos referidos, ou suas cópias, dispensada a autenticação e o reconhecimento de firma, deverão ser exibidos à Cia. até o momento da abertura dos trabalhos da respectiva AGO/E. São Paulo, 28/03/2013. Salo Davi Seibel - Presidente do Conselho de Administração.

PREFEITURA MUNICIPAL DE PEDRO DE TOLEDO/SP PROCESSO Nº 330/2013 PREGÃO PRESENCIAL Nº 04/2013 A Prefeitura Municipal de Pedro de Toledo torna pública a abertura do Pregão Presencial nº 04/ 2013 – Processo nº 330/2013, para Contratação de empresa especializada para prestação de serviços de conserto de pneus de várias medidas para os automóveis e maquinários que compõem a frota municipal de Pedro de Toledo/SP, na modalidade Pregão, por meio do sistema presencial, através de SRP (Sistema de Registro de Preços). Recebimento do Credenciamento: 12/04/2012, às 09h00min. Recebimento dos Envelopes Proposta, Documentação de Declaração de pleno atendimento aos requisitos de habilitação: 12/04/2012, às 09h30min. O edital em inteiro teor encontra-se à disposição dos interessados, gratuitamente através do site: www.pedrodetoledo.sp.gov.br ou no Depto de Compras/Licitações da Prefeitura Municipal de Pedro de Toledo, de 2ª a 6ª feira, das 09h00min às 11h30min e das 13h00min às 16h00min, na Av. Coronel Raimundo Vasconcelos, 230 – Centro, mediante pagamento. Informações poderão ser obtidas no endereço acima ou pelo telefone (13) 3419-7000. Pedro de Toledo, 26 de março de 2013. Sergio Yasushi Miyashiro - Prefeito Municipal. COMPANHIA DE DESENVOLVIMENTO AGRÍCOLA DE SÃO PAULO - CODASP CNPJ Nº 61.585.220/0001-19 AVISO AOS ACIONISTAS Comunicamos, para os devidos fins, que se acham à disposição dos Srs. Acionistas desta Companhia, em sua sede social, na Av. Miguel Estéfano, 3.900, Capital, os documentos a que se refere o art. 133 da Lei 6404 de 15.12.76, relativos ao exercício social encerrado em 31.12.2012. São Paulo, 27 de março de 2013. Jairo de Almeida Machado Junior - Diretor Presidente.

INTESA SANPAOLO SERVIÇOS E EMPREENDIMENTOS LTDA. NIRE: 35223683506 - CNPJ/MF: 01.941.819/000116 - Edital de Convocação ç - Ficam convocados os demais sócios quotistas da sociedade Intesa Sanpaolo p Serviços ç e Empreendimentos Ltda. para a Reunião Ordinária que se realizará no dia 29 de abril de 2013, às 11:00 horas, na sede da sociedade em São Paulo, na Avenida Paulista, nº 1.842 - Torre Norte, 2º andar - conjunto 26, para deliberar sobre a seguinte Ordem do Dia: a) tomar as contas dos administradores e deliberar sobre o Balanço Patrimonial e o de resultado econômico;; b)) Fixação ç da remuneração ç dos Diretores; c) Outros assuntos de interesse da sociedade. Aviso aos Quotistas: Os documentos referidos no item “a” supra encontram-se à disposição dos sócios quotistas, na sede da empresa. São Paulo, 25 de março de 2013. Intesa SanPaop lo S.p.A. - Sócia - p.p. Osvaldo Coltri - Procurador

Springer S.A. CNPJ nº 92.929.520/0001-00 AVISO Encontram-se à disposição dos Senhores Acionistas na sede da empresa na Rua Howard Archibald Acheson Junior, 55 - Bloco A - 1º andar - Jardim da Glória, Cotia-SP, os documentos de que trata o artigo 133 da Lei 6404 de 15/12/76, alterada pela lei 10303 de 31/10/2001, relativos ao exercício social encerrado em 31/12/2012. Cotia, 27 de março de 2013. ROGÉRIO PINTO COELHO AMATO - Presidente do Conselho (28,29,02) de Administração


DIÁRIO DO COMÉRCIO

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quinta-feira, 28 de março de 2013

Este é o momento da Samsung. Gene Munster, analista da Piper Jaffray

conomia

RichardPerry/ The New York Times

Samsung já venceu a corrida de diversificação dos modelos de smartphones. A Apple lança apenas um novo por ano. * Brian X. Chen e Nick Wingfield

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Samsung Electronics é líder mundial em vendas de smartphones, superando a Apple em muitos países. Agora a empresa sul-coreana está elevando seu desafio à Apple, ao trazer a batalha para o território de sua rival. Em seu primeiro evento promocional americano para smartphones, a Samsung exibiu o Galaxy S 4, com uma tela levemente maior do que a do último iPhone. O dispositivo traz alguns recursos peculiares, incluindo o Smart Scroll, em que a câmera frontal detecta quando alguém está olhando para o aparelho e rola a tela de acordo com o ângulo de inclinação do telefone. Ele também pode ser controlado por gestos de mão. Acenar com a mão para baixo na frente do celular rola uma página web para cima, por exemplo. "Ao passar algum tempo com o Galaxy S 4, estou confiante de que você descobrirá como as inovações tornam sua vida mais simples e plena", declarou JK Shin, presidente da Samsung Mobile Communications, numa recente coletiva de imprensa em Nova York. Com a proeminente introdução do telefone, a Samsung está tentando sair papel de dublê de sua concorrente mais celebrada, especialmente no crucial mercado americano, onde a Apple ainda é líder. Embora a Samsung tenha ultrapassado a Apple em participação global de mercado, nos EUA ela ainda é criticada como uma cópia eficiente, pegando a maioria de suas ideias da Apple. Mas a Samsung começou a fazer um marketing mais agressivo para tentar mudar essa percepção. "Este é o momento da Samsung", afirmou Gene Munster, analista da Piper Jaffray. "Eles estão claramente ganhando mais atenção do que jamais conseguiram." A própria Apple vem mostrando sinais de preocupação. Numa medida incomum às vésperas do evento da Samsung, Philip W. Schiller, vicepresidente de marketing global da Apple, concedeu várias entrevistas discutindo falhas em dispositivos móveis baseados em Android, o sistema operacional do Google usado pela maioria dos smartphones da Samsung. Mas a Apple ainda tem muitas vantagens que lhe permitem defender sua posição no

JK Shin, presidente da Samsung Mobile Communications, numa recente coletiva em Nova York.

mercado móvel. Seu iPhone 5 foi o smartphone mais vendido do mundo no trimestre das festas de fim de ano, embora o amplo portfólio de celulares da Samsung seja maior do que o da Apple. Pelo preço de seus produtos, a Apple abocanhou 69% dos lucros no mercado de smartphones no ano passado, frente a 34% da Samsung, segundo um relatório de T. Michael Walkley, analista da Canaccord Genuity. Embora analistas como Munster achem que a Samsung ganhará mercado nos Estados Unidos nos dois próximos trimestres, eles preveem que a Apple ainda deverá dominar as compras de final de ano, quando os consumidores compram pilhas e pilhas de dispositivos móveis. É aí que as vendas do iPhone geralmente superam todos os outros aparelhos. Ao revelar seu principal telefone logo antes da primavera, a Samsung está

Dois telefone s que não se di zem alô: Galaxy S 4 e iPhone5 atacando a Apple meses antes de qualquer anúncio de um novo iPhone. "Ninguém deseja estar na zona de lançamento de um iPhone", afirmou Horace Dediu, blogueiro e analista da Asymco. Em ritmo de crescimento global, a Samsung vem superando amplamente a Apple. No trimestre de férias do ano passado, a Samsung vendeu 63,7 milhões de smartphones,

uma alta de 76% em relação ao ano anterior, de acordo com a firma de pesquisa IDC. A Apple vendeu 47,8 milhões, crescendo 29,2% frente ao ano anterior. A Samsung venceu a corrida global de volume ao lançar vários modelos de smartphones com diferentes preços e tamanhos, enquanto a Apple lança apenas um novo modelo por ano. Junto ao Galaxy S III, o No-

Consumidores em dúvida sobre qual o melhor smartphone do mundo atualmente

te II, um telefone Samsung com tela ainda maior, foi muito popular em vendas. "A atuação da Samsung tem sido incrível, se olharmos onde eles estavam há três anos e onde estão hoje no mercado de smartphones", disse Chris Jones, analista da Canalys. A Apple, de Cupertino, na Califórnia, é famosa por produtos que criam mercados, como o iPhone e o iPad. A Apple acusou a Samsung de roubar muitas de suas melhores ideias no mercado de mobilidade. No ano passado, ela convenceu um júri americano de que a Samsung havia violado patentes da Apple. Algumas ações recentes da Apple pareceram ser em resposta (pelo menos em parte) à concorrência da Samsung. A empresa lançou um iPad menor e um iPhone maior, depois que a Samsung lançou tablets menores e smartphones com telas maiores. "Atualmente a Apple é o desafiante, e a dinâmica do poder mudou", disse Tero Kuittinen, analista da Alekstra, que ajuda empresas a reduzirem suas contas telefônicas. "De

repente, a Apple parece estar um pouco na defensiva." O novo smartphone da Samsung gerou quase tanta discussão e animação em blogs de tecnologia quanto um novo iPhone. "Isso é como o agito em torno do iPhone há dois anos", comparou Kuittinen. "Há um ano ninguém ligava para o Samsung Galaxy S III. Não é como se os blogs de tecnologia escrevessem cinco posts por dia sobre ele." O Galaxy S 4 possui vários recursos notáveis. O Dual Camera permite que o usuário tire uma foto simultaneamente com as câmeras frontal e traseira. Num jogo de basquete, por exemplo, o usuário pode tirar uma foto da partida e de sua reação ao mesmo tempo; as duas fotos aparecem em uma só fotografia. A Samsung também acrescentou o Group Play, que permitirá que diversos telefones Galaxy se conectem para jogar games em conjunto. Para defender sua liderança no mercado, a Samsung terá de introduzir funcionalidades em dispositivos e definir tendências, explicou Chetan Sharma, consultor de comunicações móveis. Mas Kuittinen, da Alekstra, disse que a Samsung já vem definindo tendências há algum tempo. Neste ano, segundo ele, a Apple deverá lançar um iPhone com tela ainda maior. "Eles sabiam que, se você fizer um telefone com uma enorme tela de 5 polegadas, ele terá uma grande demanda – pois acontece que as pessoas querem ter telefones com telas enormes", afirmou ele. "A Apple não sabia disso." * The New York Times

Depois de cobiçar fatia da Apple, o ataque ao Blackberry.

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Samsung Electronics também têm um segundo alvo: o BlackBerry. Os smartphones da Samsung têm sido um grande sucesso de vendas no mundo todo, mas a empresa os vinha focando, até recentemente, em consumidores, e não empresas. Só que ao longo do ano passado, a sul-coreana Samsung aprimorou silenciosamente o software Google Android que vem em seus smartphones, para oferecer às empresas um telefone com mais segurança. Ela apresentou

esse software, chamado Knox (como o forte), numa feira internacional da indústria de celulares aqui em Barcelona, em fevereiro. A Samsung declarou que sua nova versão do Android protege os usuários contra malware. A empresa espera que o novo software torne os smartphones Samsung atraentes aos departamentos corporativos de tecnologia da informação, que temem o roubo de dados sigilosos por hackers. Os gestores de tecnologia da informação sempre estiveram entre os

clientes mais fiéis da BlackBerry, graças à segurança que a empresa incorporou em seus telefones e à rede privada de comunicação que ela mantém. A Samsung disse ter se unido à General Dynamics, uma contratada militar, para garantir que seus telefones cumpram com os rígidos padrões de segurança das agências do governo. Executivos da Samsung afirmaram que o Knox aparecerá inicialmente num novo smartphone Galaxy, no segundo trimestre. Esse telefone provavelmente

será o Galaxy S IV, que deve ser apresentado em março num evento em Nova York. A empresa também vem focando seus anúncios mais em empresas. Ela lançou uma série de comerciais durante a apresentação do Oscar, em fevereiro, mostrando a praticidade dos aparelhos numa empresa. A Samsung disse ter evidências de que seus aparelhos estão prontos para usos corporativos. Milhares de seus smartphones e tablets Galaxy já estão nas mãos de comissários de bordo da American Airlines, técnicos

de cabo da Dish Networks e profissionais de saúde da Boston Scientific. "Vamos nos tornar o número 1 no segmento corporativo", declarou Tim Wagner, vice-presidente de vendas empresariais que trabalhou na BlackBerry. "Se a Samsung escolhe ser o número 1 em determinada área, nós seremos o número 1", completou. A Samsung se tornou a campeã em vendas de televisores e celulares, mas persuadir gestores a arriscar seus empregos num novo sistema de segurança será complicado. Executivos da

BlackBerry insistem que seu aparelho ainda é o principal telefone para profissionais. Mas a empresa está vulnerável. No ano passado, aparelhos Android e Apple substituíram os BlackBerrys como os celulares mais usados entre trabalhadores do mundo todo, segundo um estudo da empresa IDC. Ele descobriu que mais empresas estavam comprando iPhones para seus funcionários, e os celulares Android eram os mais populares entre funcionários que compram seus próprios aparelhos. (NTimes)

DC 28/03/2013  

Diário do Comércio

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