Page 1

Ele já encarnou

Este é o número de pequenas e médias empresas que passam a prestar contas ao Leão digital em março. Pág. 49

R$ 1,40

Chalita perde ministério. PMDB, não.

Jornal do empreendedor

para 1,4 milhão

São Paulo, quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

SPED

Ano 87 - Nº 23.820

A boa notícia é que Lula está "lendo muito" (convidados da festa de 30 anos da CUT gargalharam, ao ouvi-lo). A ruim é que ele agora encarna o presidente Abraham Lincoln. Pág. 5

www.dcomercio.com.br

Getúlio Vargas Gandhi Juscelino Jesus Cristo Mandela Tiradentes ...

Conclusão: 23h45

AGORA, LULINCOLN DA SILVA.

Pág. 6

Página 4

Tiririca canta Brasília Inspiração: o carro ou a Câmara? Pág. 6

Arte de Paulo Zilberman sobre foto de Helvio Romero/Estadão Conteúdo

Ed Ferreira/Estadão Conteúdo

Veja o PT censurando o cartaz do Mensalão Para comemorar seus 33 anos, o PT expõe no Congresso uma série de fotos com a cronologia dos seus feitos, do metalúrgico Lula à mulherpresidente Dilma. Mas (por que será?), pulou 2005. Didática, a oposição inaugurou ontem um painel avulso, mostrando que 2005 foi justamente o ano do estouro do Mensalão. Foi uma confusão só. Até que assessores do PT levaram a placa para os porões. Pág. 12 Michael Kappeler/EFE

Mar agitado: e o Senhor parecia dormir. Despedida: papa "navega" no mar da Galileia. Pág. 16 ISSN 1679-2688

23820

9 771679 268008

Dolly canta e dança no país tropical Versão brasileira do clássico da Broadway, Alô, Dolly (à dir.) estreia nesta semana em São Paulo. Com a veterana Marília Pêra e Miguel Falabella. Aposta de sucesso na página 19.

Caio Gallucci/Divulgação


DIÁRIO DO COMÉRCIO

2

o

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Aplicar só cortes nos orçamentos não provê os estímulos ao crescimento da oferta que viriam de reformas estruturais. Roberto Fendt

pinião

NOSSA POSIÇÃO

SUCESSOS E DIFICULDADES DO SETOR AGRÍCOLA

U

ma das grandes preocupações dos organismos internacionais, especialmente da FAO, é com o crescimento da população e da renda e, em consequência, da necessidade de aumento da produção de alimentos em ritmo capaz de atender à demanda adicional. O Brasil tem sido apontado em diversos estudos como o país com melhores condições para incrementar sua produção de alimentos e contribuir para o atendimento dessa crescente demanda, além de poder colaborar ainda para o aumento de fontes de energia alternativas de origem agrícola. O agronegócio brasileiro vem correspondendo a essas expectativas, com um aumento constante da produção, graças ao uso cada vez mais intensivo de tecnologia, que propicia significativos ganhos de produtividade. Segundo estimativa da Conab, a safra de grãos deverá atingir 185 milhões de toneladas em 2013, com aumento de 11,3% em relação ao anterior, gerando um valor da produção da ordem de 450 bilhões de Reais. A contribuição da agricultura e da pecuária é extremamente importante não apenas para o abastecimento interno como para o resultado da balança comercial, cujo saldo positivo vem sendo obtido graças às exportações do setor.

A

s expressivas conquistas do agronegó- tor quanto ao que plantar. Espera-se que a incio, aumentando a produção e a produ- tervenção direta do governo no abastecimento tividade, acabam, no entanto, em parte, não repita experiências do passado, em que alsendo neutralizadas quando da saída dos pro- guns órgãos que deveriam regularizar o abasdutos das fazendas, devido às imensas dificul- tecimento acabavam contribuindo para a redades criadas pelas deficiências da infraestru- dução da produção. A agricultura precisa de tura, as quais se acentuam quanto maior for o previsibilidade e tranquilidade para trabalhar. sucesso da produção, a começar pela disponiAlém da falta de capacidade de armazenabilidade de armazenagem. gem de grãos, o que implica dificuldades para a O governo destinou comercialização e paum orçamento da orra a logística da safra, A contribuição da agricultura dem de R$ 5,5 bilhões os custos do transporpara a "compra de esrodoviário – ainda e da pecuária é extremamente te toques, aquisição de muito relevante para o importante não somente produtos e garantia e escoamento da produsustentação de preção – aumentou de forpara o abastecimento interno ços" e anunciou a criama significativa em ção de Conselho Intervirtude da nova legiscomo para o resultado ministerial de Estolação de trabalho reda balança comercial. ques Públicos de Alicentemente aprovamentos (CIEP) que da, e cujo impacto já fará "o cálculo do preço de liberação de esto- vem se fazendo sentir. Esse aumento de cusques", além de outras atribuições. tos, somados à situação precária de muitas esQuando se anuncia que a criação do CIEP no tradas, tem influência nos preços dos produtos momento em que os alimentos vêm pressio- que chegam à mesa dos consumidores, bem nando a inflação, fica uma dúvida se sua atua- como sobre as exportações, que sofrem ainda ção não será influenciada por situações con- por conta da incapacidade dos portos de dar junturais, o que poderia afetar decisões do se- vazão à produção crescente da agropecuária.

Felizmente, o governo parece estar decidido a incorporar o setor privado para reduzir os problemas das rodovias, ferrovias e dos portos. As as decisões de investimento e a realização das obras ainda levarão bastante tempo ainda para surtir resultados, mas asseguram um horizonte que permite ao agronegócio continuar investindo no aumento da produção e da produtividade, garantindo ao Brasil um papel de destaque no cenário mundial como um grande produtor de alimentos.

A

pesar dessa importante contribuição do setor agrícola, constata-se a atuação de determinados grupos, alguns com vinculações externas, que se empenham em provocar instabilidade no campo – seja com as tentativas de derrubada do Código Florestal, com a demarcação de terras indígenas e de quilombolas sem o devido debate, seja com as invasões do MST e a falta de uma definição clara do que seja "trabalho escravo". A agricultura brasileira vem respondendo aos desafios de tornar o País um "celeiro do mundo" e merece reconhecimento. Mas embora Pero Vaz de Caminha tenha dito que aqui "em se plantando, tudo dá" é preciso investimento, tecnologia e muito trabalho para isso.

AS LIÇÕES DA ELEIÇÃO ITALIANA Max Rossi/Reuters

P

ela via do voto, os europeus vinham, até agora, referendando e dando apoio às políticas de austeridade postas em prática nos países da zona do euro, identificadas por alguns como "próeuropeias". Foi assim com as eleições legislativas tanto em Portugal como na Irlanda. Em Portugal, os socialistas foram identificados pelos eleitores como os responsáveis pela extensão da crise portuguesa e apeados do poder. Algo similar ocorreu também nas eleições irlandesas. Na Grécia, o país mais atingido pela crise, o processo de referendo pelo voto de programas de austeridade não foi tão simples, mas ao cabo de duas eleições foi possível formar-se no país uma coalizão que pôs em prática esses programas. E assim ocorreu em quase todos os países em que aconteceram eleições legislativas, aí incluídas as votações na Espanha, Holanda e Chipre. Se na França o eleitorado votou socialista e, portanto, anti-austeridade, uma vez no poder François Hollande aplicou uma versão gaulesa das mesmas políticas visíveis no restante da zona do euro.

O

resultado das eleições italianas, porém, diverge dessa tendência. O eleitorado enviou uma clara mensagem de que não pretende arcar mais com os custos do programa de

crença de que basta uma disciplina macroeconômica forte o suficiente para que se restabeleçam as condições de solvência do país. Contudo, depois de cinco anos de austeridade, em toda a Europa não se fez qualquer progresso apreciável no sentido da sustentabilidade econômica. Salvaram-se os sistemas bancários, especialmente Eleitores italianos mostraram que não querem mais arcar com os custos do programa de austeridade do país. depois da mudança da missão do Banco Central austeridade do país. que elas constituem o mal formação de governos Europeu. Mas algo ficou Um quarto do eleitorado menor, que seus ônus são estáveis do que aparenta faltando para permitir votou no Movimento das partilhados por todos e que ser o caso agora. o retorno do crescimento, Cinco estrelas de Beppe tenham duração curta. indispensável para garantir despeito disso, Grillo. A abstenção foi Não é esse o caso o emprego e para melhorar não há como ignorar também recorde. E Sílvio da Itália, em recessão há as condições de solvência. que o partido do primeiro Berlusconi, que muitos seis trimestres e com o PIB ministro Mario Monti, o julgavam sepultado no mesmo nível em que que faltou, no executor da disciplina politicamente, ressurge estava em 2000. A rigor, continente e no macroeconômica, saiu-se das cinzas eleitorais nenhum dos países da Reino Unido, foram reformas muito mal na eleição e que com capacidade de periferia da zona do euro estruturais que permitiriam o vencedor, Pier Luigi inviabilizar qualquer recuperou-se da crise um choque positivo de Bersani, não será capaz de coalizão que sustente a de 2007, a despeito de oferta e a retomada do formar uma consistente austeridade na Itália. programas de austeridade crescimento. A agenda maioria e governar. O grande número de em vigor em todos eles. é conhecida e similar à Por que a austeridade abstenções provavelmente Não se trata de um nossa: maior flexibilidade foi repudiada pelo eleitor tem mais a ver com a problema que aflige no mercado de trabalho, italiano? As explicações combinação da idade somente a zona do euro. remoção de barreiras à são muitas, sendo a mais avançada do eleitorado – No Reino Unido, a disciplina concorrência, estabilidade óbvia a de que medidas mais de 20% dos eleitores macroeconômica da atual institucional, efetiva dessa natureza jamais serão coligação no poder segue têm mais de 65 anos – com responsabilidade fiscal. populares e aceitas pelos um rigoroso inverno. E a o mesmo figurino de suas Aplicar apenas cortes eleitores, a menos que Itália já atravessou períodos congêneres do continente. nos orçamentos não provê estejam convencidos de de maior dificuldade de Na base da política está a

A

O

Presidente Rogério Amato Vice-Presidentes Alfredo Cotait Neto Antonio Carlos Pela Carlos Roberto Pinto Monteiro Claudio Vaz Edy Luiz Kogut Érico Sodré Quirino Ferreira Francisco Mesquita Neto João de Almeida Sampaio Filho João de Favari Lincoln da Cunha Pereira Filho Luciano Afif Domingos Luís Eduardo Schoueri Luiz Gonzaga Bertelli Luiz Roberto Gonçalves Nelson Felipe Kheirallah Nilton Molina Paulo Roberto Pisauro Renato Abucham Roberto Faldini Roberto Mateus Ordine

ROBERTO FENDT

os necessários estímulos ao crescimento da oferta que adviriam de reformas estruturais. A disciplina macroeconômica tem apenas provocado a contração do investimento, justamente no momento em que ele é mais necessário para a retomada da economia.

T

ambém aqui temos problemas similares, apresentados sob outra roupagem. Apenas expandir a demanda também não cria os estímulos necessários para a retomada do aumento da oferta. Faltam aqui as mesmas reformas que paralisam o crescimento europeu. A austeridade, já enjeitada na Itália, será também recusada nas próximas eleições gregas e poderá espalhar-se em toda a periferia do euro. O que a substituirá, se não a força política capaz de levar adiante as reformas indispensáveis para a recuperação do crescimento? ROBERTO FENDT É ECONOMISTA

Fundado em 1º de julho de 1924 CONSELHO EDITORIAL Rogério Amato, Guilherme Afif Domingos, João Carlos Maradei, João de Scantimburgo, Marcel Solimeo Diretor-Responsável João de Scantimburgo (jscantimburgo@acsp.com.br) Diretor de Redação Moisés Rabinovici (rabino@acsp.com.br) Editor-Chefe: José Guilherme Rodrigues Ferreira (gferreira@dcomercio.com.br). Editor de Reportagem: José Maria dos Santos (josemaria@dcomercio.com.br). Editores Seniores: chicolelis (chicolelis@dcomercio.com.br), José Roberto Nassar (jnassar@dcomercio.com.br), Luciano de Carvalho Paço (luciano@dcomercio.com.br), Luiz Octavio Lima (luiz.octavio@dcomercio.com.br) e Marino Maradei Jr. (marino@dcomercio.com.br). Editor de Fotografia: Alex Ribeiro. Editores: Cintia Shimokomaki (cintia@dcomercio.com.br), Heci Regina Candiani (hcandiani@dcomercio.com.br), e Vilma Pavani (pavani@dcomercio.com.br. Subeditores: Marcus Lopes, Rejane Aguiar e Ricardo Osman. Redatores: Adriana David, Evelyn Schulke e Tsuli Narimatsu. Repórteres: André de Almeida, Karina Lignelli, Kety Shapazian, Lúcia Helena de Camargo, Mariana Missiaggia, Mário Tonocchi, Paula Cunha, Rejane Tamoto, Renato Carbonari Ibelli, Rita Alves, Sandra Manfredini, Sílvia Pimentel, Vera Gomes e Wladimir Miranda. Gerente Executiva e de Publicidade Sonia Oliveira (soliveira@acsp.com.br) Gerente de Operações Valter Pereira de Souza (valter.pereira@dcomercio.com.br) Serviços Editoriais Material noticioso fornecido pelas agências Estadão Conteúdo, Folhapress, Efe e Reuters Impressão S.A. O Estado de S. Paulo. Assinaturas Anual - R$ 118,00 Semestral - R$ 59,00 Exemplar atrasado - R$ 1,60

FALE CONOSCO E-mail para Cartas: cartas@dcomercio.com.br E-mail para Pautas: editor@dcomercio.com.br E-mail para Imagens : dcomercio@acsp.com.br E-mail para Assinantes: circulacao@acsp.com.br Publicidade Legal: 3180-3175. Fax 3180-3123 E-mail: legaldc@dcomercio.com.br Publicidade Comercial: 3180-3197, 3180-3983, Fax 3180-3894 Central de Relacionamento e Assinaturas: 3180-3544, 3180-3176 Esta publicação é impressa em papel certificado FSC®, garantia de manejo florestal responsável, pela S.A. O Estado de S. Paulo.

REDAÇÃO, ADMINISTRAÇÃO E PUBLICIDADE Rua Boa Vista, 51, 6º andar CEP 01014-911, São Paulo PABX (011) 3180-3737 REDAÇÃO (011) 3180-3449 FAX (011) 3180-3046, (011) 3180-3983 HOME PAGE http://www.acsp.com.br E-MAIL acsp@acsp.com.br


DIÁRIO DO COMÉRCIO

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

o

3

A CULTURA DE REUNIÕES EXCESSIVAS AFETA FUNCIONÁRIOS DE TODOS OS NÍVEIS.

pinião

O PESO DAS REUNIÕES

V

ocê já precisou fazer reuniões no banheiro do escritório? Administro uma empresa de consultoria e uma de nossas clientes passou por essa situação. Com um alto cargo em uma grande empresa, ela descobriu que sua agenda estava lotada de reuniões presenciais e por telefone. Uma vez que os funcionários tinham dificuldades para encontrá-la em sua mesa, começaram a segui-la até o banheiro, com pastas nas mãos, à espera de respostas para suas perguntas. (Na verdade, sé as mulheres podiam fazer isso, é claro. Os homens ficavam esperando do lado de fora.) Assim como minha cliente, a maioria dos executivos passa uma parte significativa do dia em reuniões e quanto mais alto é o cargo, pior a situação. Grandes executivos carregam a maior parte do peso, mas a cultura de reuniões excessivas afeta funcionários de todos os níveis. Basta olhar ao redor no escritório. Onde está todo mundo? A cultura de reuniões corporativas tornou-se insustentável e pouco produtiva. A quantas reuniões sem uma pauta prévia você foi na semana passada? Quantas resultaram em uma nova ideia? Quantas vezes você se perguntou o que estava fazendo ali?

O

tempo é uma mercadoria. Portanto, todo o tempo gasto em reuniões deveria gerar um retorno sobre o investimento. Mas com que frequência pensamos dessa maneira a respeito do tempo e estabelecemos expectativas para reuniões que produzam resultados reais? De acordo com a minha experiência a resposta é: raramente. Esse é apenas um dos resultados de uma cultura de reuniões excessivas. É chegado o momento de fa-

A cultura de reuniões corporativas é insustentável e pouco produtiva. O tempo é uma mercadoria. Portanto, todo o tempo gasto em reuniões deveria gerar um retorno sobre o investimento.

zer uma revolução nas reuniões. Em lugar de aceitar automaticamente o próximo pedido de reunião, pare e pense a respeito do retorno sobre o investimento. Essa reunião o ajudará de fato a conquistar seus objetivos? De que maneira o objetivo da reunião – pois espero que ao menos o objetivo tenha sido declarado – se alinha com as prioridades estratégicas da empresa? Participar é a melhor forma de gastar seu tempo neste momento? Se as respostas forem negativas, revolte-se – e não aceite o pedido de reunião.

S

e não houver maneira de evitar sua presença e a reunião tiver sido agendada de última hora, questione sua duração. O grupo precisa mesmo de uma hora inteira para uma atualização do status do projeto? Nosso desenvolvedor de websites, por exemplo, agenda telefonemas de atualização de apenas 25 minutos. Conseguimos fazer todo o necessário nesse tempo e, então, sobram cinco minutos para abordar algum assunto que não esteja na pauta, ou para desenvolver novas ideias. Existem outras formas de encurtar as reuniões, ou de eli-

minar sua necessidade. O assunto poderia ser abordado por meio de outro formato, como e-mail ou mensagens instantâneas? Pense em investir em tecnologias que permitem que colegas compartilhem documentos na tela do computador, sem a necessidade de uma reunião. Para reuniões presenciais, sugira que todos fiquem em pé. Isso é extremamente eficaz, uma vez que a fadiga logo ataca as pernas e todos se sentem incentivados a fazer reuniões mais curtas. Ao diminuir a duração das reuniões, o foco é automaticamente limitado. Em minha empresa, chamamos isso de espremer o recipiente – ou se-

ja, encurtar as coisas. Como resultado, eliminamos boa parte das "rebarbas" da reunião, incluindo nisso todo o papo desnecessário que nos desvia do tópico. À medida que se estreita o foco da reunião, torna-se muito mais fácil se concentrar nos resultados que desejamos obter. Em todas as nossas pautas, após identificarmos o assunto, incluímos uma lista de pontos que detalham os resultados que esperamos da reunião. Em qualquer momento, qualquer participante pode levantar esses pontos e ver se ainda estamos fazendo progresso. Essa conversa vai nos levar aos resultados desejados? Se a resposta for negati-

va, podemos mudar de rumo imediatamente. Ao dar uma pauta aos participantes, é possível manter o controle da reunião em relação aos objetivos declarados, fazendo com que os funcionários se concentrem nos assuntos em questão. Incluir os resultados desejados ajuda os envolvidos a se preparar para a reunião da maneira que funciona melhor para cada um.

U

ma revolução na maneira como as reuniões são feitas criará uma nova cultura corporativa. Para começar, obviamente ocorrerão menos reuniões. Além disso, as reuniões restantes serão mais curtas e concentra-

CARSON TATE das, produzindo um retorno claro ao investimento. No caso da executiva sênior que não podia fazer uma pausa em paz, ela acabou liderando a revolução das reuniões em sua empresa. Tenho o prazer de informar que agora ela consegue finalmente ir desacompanhada ao banheiro. CARSON TATE ESCREVEU PARA O NEW YORK TIMES. THE NEW YORK TIMES NEWS SERVICE/SYNDICATE

REGISTRO PARA A HISTÓRIA Yellow Cow, deFranz Marc/ Reprodução

O

"Consenso Nacional da Vaca Amarela", a que me referi no artigo Causa mortis, consiste na aplicação geral e infalível da regra baixada pelo comissário do povo, Milton Temer, para todos os militantes, simpatizantes e puxasacos do comunismo na mídia brasileira: “Não comentem o Olavo de Carvalho” (ver http://www.fazendomedia.com/ fm0023/entrevista0023.htm). Não tive, é claro, a honra de ser o único objeto dessa medida preventiva, já existente, aliás, antes que o sr. Temer a condensasse nessa fórmula imortal. Entre meus antecessores ilustres contam-se Gustavo Corção e Antônio Olinto, dois dos maiores escritores brasileiros de todos os tempos. O primeiro, morto há 34 anos, continua a desfrutar de uma confortável inexistência midiática; o segundo só saiu dela quando lhe sobreveio em 1997 a punição ainda maior de ser eleito para a Academia Brasileira de Letras. Há também versões menores do pacto, aplicadas em domínios profissionais específicos e mais restritos. Geraldo Vandré e Juca Chaves foram vítimas da Vaca Amarela no show business. Gilberto Freyre esteve proibido na USP até o seu centenário, em março de 2000: tive a ocasião de testemunhar pessoalmente a abertura solene das boquinhas seladas, em cerimônia oficiada não no salão nobre da universidade, mas num discreto barracão, como se fosse um encontro furtivo de amantes ilícitos.

M

inha inserção na lista foi devida ao vexame sofrido em 1996 por uma dezena de intelectuais de esquerda, que

caíram de paus e pedras sobre o meu livro O Imbecil Coletivo e se deram muito mal, nada mais tendo conseguido provar senão que a obra era a respeito deles próprios. Esse vexame histórico levou-os à conclusão de que a atitude mais prudente a observar com relação ao autor era a mais rigorosa boca-de-siri. Tal decisão foi tomada na esperança de que, excluído da mídia, eu desapareceria do reino do ser, de vez que essas pessoas, não tendo substância senão midiática, julgam que os outros são compostos de idêntica matéria e sofrem de vazio existencial quando O Globo e a Folha não falam deles.

O

Consenso corresponde, esquematicamente, àquilo que a socióloga alemã Elizabeth Noelle-Neumann definiu como "espiral do silêncio", com a diferença, porém, de que o silêncio só é observado na grande mídia, ao passo que, nas salas de aula e outros círculos de influência, longe da possibilidade de um revide, os signatários e aderentes do pacto se empenham num zunzum dos diabos, atribuindo-me todas as intenções que não tenho nem posso ter – como a de instalar um governo teocrático, mandar homossexuais à fogueira ou fazer ressurgir da tumba o general Francisco Franco –, de modo a atiçar contra mim a imaginação de estudantes que sentem nisso

OLAVO DE CARVALHO

um frisson indescritível. Mal acabava eu de dar duas provas da contínua vigência daquele acordo célebre em pleno ano de 2013, quando logo em seguida me veio mais uma. Em artigo publicado no jornal Valor Econômico (http://www.valor.com.br/cultura/ 3000238/o-fim-de-um-tempo-nojornalismo-cultural), um cidadão de nome Flávio Moura, professando dar um breve panorama do jornalismo cultural no Brasil atual, menciona ali todos os nomes, inclusive alguns dos mais óbvios continuadores do meu trabalho, omitindo, é claro, o de alguém que não só atuou muito mais que eles nessa área (e em algumas mais altas), mas ainda pôs em circulação uma infinidade de autores essenciais esquecidos ou nunca antes mencionados na nossa mídia cultural, como Louis Lavelle, Eugen Rosenstock-Huessy, Constantin Noica, Émile Boutroux,

Eric Voegelin, Lipot Szondi e não sei quantos outros, coisa que por si já ultrapassa as contribuições, conquanto meritórias, dos jornalistas referidos no artigo.

É

claro que omissões como essa não me ferem no mais mínimo que seja (afinal, não foi por afã de notoriedade que só estreei como opinador na mídia aos 48 anos), mas registrá-las é estritamente obrigatório porque documentam, mais que quaisquer outros indícios, o estado presente da incultura brasileira, fenômeno tão inédito e deprimente que já começa a incomodar até mesmo os seus próprios pais e responsáveis. O sr. Mino Carta que o diga. Também é fato, atestado para além de qualquer dúvida possível por meus livros O Jardim das Aflições, Aristóteles em Nova Perspectiva, A Dialética Simbólica ou A Filosofia e Seu Inverso, bem como pela massa inabarcável

dos cursos e conferências do Seminário de Filosofia (www.seminariodefilosofia.org) ou pelo material reproduzido no site www.theinteramerican.org, que minhas ambições e esforços estão muito acima do jornalismo cultural, e que seria até uma ofensa designar-me tão-somente por um lugarzinho nessa área. Mas negarme até mesmo esse lugarzinho só pode ser coisa de quem, como o sr. Temer e similares, assustado ante a abrangência e complexidade de uma obra que escapa ao seu horizonte de compreensão, prefira bater em adversários menores por saber que não tem musculatura para briga de gente grande. Que esse monstruoso e aliás justíssimo complexo de inferioridade se camufle sob afetações de desprezo olímpico só torna o fenômeno mais grotesco, macunaímico – e sociologicamente mais significativo. Entre a tentação de responder ao sr. Moura na mesma moeda, da qual aliás não disponho, e o risco de que me acusem pela milésima vez de bater em crianças, escolho esta última hipótese e registro pois aqui o seu nome para garantir, na modesta medida das minhas forças, que os futuros historiadores da miséria mental brasileira não se esquecerão dele. OLAVO DE CARVALHO É ENSAÍSTA, JORNALISTA E PROFESSOR DE FILOSOFIA


DIÁRIO DO COMÉRCIO

4

GibaUm

3 Angela

Maria, 84 anos, está se reunindo com Cauby Peixoto, 82 anos: escolhem repertório para o terceiro CD juntos.

gibaum@gibaum.com.br

k “Elas perderam a mão. Há um excesso de musculatura. São mulheres pererecas: cintura fina, coxa grossa e perna fina.”

LUIZA BRUNET // 50 anos, sobre as chamadas gostosas da nova geração. Fotos: BusinessNews

3 MAIS: ela também lançará o documentário A Estrela da Canção, com imagens dos anos 50, 60 e 80. E no final, claro, ela canta Babalu.

Novo fenômeno 333 O Harlem Shake é uma música que virou um hit na internet (originalmente, é do cantor e produtor americano Baauer): na rede, pessoas do mundo inteiro, dançam ao ritmo da batida eletrônica, fantasiadas ou mascaradas. Começa com apenas uma delas dançando e, de repente, é uma multidão em coreografias curiosas enchem a tela. No YouTube, há um festival de vídeos que já teve mais de 12 mil versões desde o começo de fevereiro e já foram vistas mais de 175 milhões de vezes.

DOCE,DOCE,DOCE

Dinheirama 333 Neste ano, a Câmara dos Deputados e o Senado Federal deverão gastar, juntos, R$ 8,5 bilhões, equivalentes a R$ 23 milhões por dia. O valor é semelhante a todo o orçamento autorizado para a cidade de Belo Horizonte no ano passado (R$ 8,8 bilhões) e aos dispêndios integrais de seis ministérios: Cultura, Pesca, Esporte, Turismo, Meio Ambiente e Relações Exteriores. Estão incluídos os salários dos 15.647 servidores efetivos e comissionados da Câmara e dos 6.345 do Senado, mais aposentadorias, pensões, indenizações, compra de materiais de consumo, serviços terceirizados e outros.

DISCRETA 333 A primeira palestra da rodadainternacionaldogoverno brasileiro apresentando seu pacote de concessões no setor infraestrutura correu por conta do ministro Guido Mantega, da Fazenda, no Hotel Westin, em Nova York, nesta semana. Eram cerca de 300 pessoas no road show e numa das últimas fileiras estava a ex-ministra Zélia Cardoso de Melo, 59 anos, que mora em Manhattan com os filhos de seu casamento com Chico Anísio. Não foi reconhecida, não perguntou nada, saiu como entrou – de óculos escuros e muito magra.

Tinha de tudo, com muito talento e criatividade, na Semana de Moda de Milão: de estampas que reproduziam vitrais de santos da Catedral Monreale, em Palermo (Dolce&Gabbana) a aplicações metalizadas, taxas e correntes garantindo um estilo chic & rock N’roll, dentro da irreverência dos metaleiros (Roberto Cavalli). Na platéia, entre tantas, da esquerda para a direita, Fergie; Lana del Rey (3 milhões de cópias); Olivia Palermo, mix de socialite e atriz; e atriz; a poderosa Anna Wintour, de Vogue America ; e a princesa Charlene de Mônaco, mulher do príncipe Albert, que adora Armani. 333

De santos a metaleiros

333 O senador Aécio Neves (PSDBMG), pré-candidato ao Planalto, não queria antecipar o debate eleitoral. FHC é que convenceu o mineiro, prometendo que também participaria de uma caravana nacional a seu lado. Aécio sabe que ainda terá de enfrentar problemas dentro de seu partido e nem aposta que conseguirá se eleger presidente do PSDB. Tem plena noção de que há muito chão pela frente e que, se as eleições presidenciais fossem hoje, Dilma levaria no primeiro turno, o que nem Lula conseguiu (Serra em 2002 e 2010 e Alckmin, em 2006, levaram eleições para o segundo turno). Ou seja: a prioridade é empurrar a final para o segundo turno também no ano que vem.

Muito cedo

333 Na lista da International FederationofthePhonographic Industry sobre campeões da venda em todo o mundo, em 2012, no bloco dos singles , Michel Teló aparece na sexta colocação, com 7,2 milhões de copias comercializadas. Enquantoisso,aduplaMunhoz e Marino, que faz sucesso por aqui com o refrão Agora, eu fiquei doce, doce, doce, está emplacando, para valer, Camaro Amarelo nas rádios e emissoras de TV dos Estados Unidos. E já fizeram três shows, todos com lotação esgotada, em Atlanta e Boston.

MISTURA FINA 333 A MINISTRA Marta Suplicy, da Cultura, está avisando amigos, admiradores e o pessoal do PT que não tem a menor intenção de se candidatar a nada no ano que vem. Até 2018 tem mandato de senadora, está entusiasmada com seu ministério e, com Dilma reeleita, quer permanecer lá por mais quatro anos. O ValeCultura, que Marta lançou, até agora não decolou, depende de adesão voluntária e tem problemas de formato.

O BRASIL receberá este ano dois espetáculos sobre a Disney, que já receberam autorização para captar mais de R$ 6,5 milhões pela Lei Rouanet. Um é Disney Live!; outro, Disney On Ice. A montagem de Rei Leão não conta: produção original da Disney, só que não é exatamente sobre a Disney. 333

QUEM diria: até o filme Cidade de Deus, de Fernando Meirelles, vai virar musical em São Paulo e a produtora já foi autorizada a captar, via Lei Rouanet, nada menos do que R$ 14,7 milhões. 333

O governador Cid Gomes, do Ceará, queria comprar um jato Citation Sovereign, fabricado pela Cessna, com autonomia intercontinental, no valor de US$ 15 milhões. O episódio de Ivete Sangalo e o desabamento de parte do hospital de Sobral que ela inaugurou teriam feito o irmão de Ciro Gomes adiar a compra. Mesmo assim, em Fortaleza, tão logo saíram as primeiras noticias sobre a aquisição, o avião já havia ganhado um apelido: AeroSogra. Tudo por conta do famoso passeio de 2008 pela Europa, em jato fretado e pago pelo governo, quando levou toda a família – e a sogra também – para uma villegiatura lá fora. 333

PRAZO MAIOR 333 Todos os réus condenados no processo do mensalão querem pedir prazo maior para o Supremo para apresentarem recursos, depois da publicação do acórdão da sentença que os condenou, incluindo prisão. É que o prazo para embargos é de apenas cinco dias e o material a ser examinado tem mais de duas mil páginas. Outros querem pedir acesso a todo o processo até antes da publicação do acórdão, o que o Supremo não permitirá. Nessa fase de embargos, os ministros do STF podem revisar e até reduzir a dosimetria das sentenças. Ou também podem reafirmá-las inteiramente.

Eleita uma das mais sexies na relação anual da Askmen e uma das mais bem vestidas pela US Weekly, Jennifer Lawrence, 22 anos, que acaba de ganhar o Oscar de melhor atriz por seu desempenho em O Lado Bom da Vida, é a nova estrela da campanha Primavera/Verão 2013 da Miss Dior, incluindo acessórios. A coleção é uma volta ao passado e até voilettes são revisitadas. As fotos são de Willy Vanderperre e a campanha estará nas revistas em abril. Na festa do Oscar, Jennifer usava um branco da grife Dior Couture. 333

Estrela de Miss Dior

Hablase español Na semana passada, brasileiros que embarcavam de Nova York para São Paulo e Rio pela TAM, eram atendidos no balcão da companhia, no aeroporto John Fitzgerald Kennedy, apenas por funcionários falando espanhol. Não havia ninguém que falasse português. A empresa criada pelo comandante Rolin Amaro, em Marília, hoje é nitidamente uma companhia chilena. Mais: amigo desta coluna que voou, no domingo, de Campinas para Brasília, ganhou à bordo um pacotinho de amendoim, com data vencida há mais de mês e procedente da Costa Rica. 333

h IN

Brocados e pedras coloridas.

h

AeroSogra

OUT

Lisos e pintados à mão

Sonho ou pesadelo “A família Gomes não fede e nem cheira e, ao contrário de sonho, Ciro vive é um pesadelo”. A frase é atribuída ao governador Eduardo Campos, de Pernambuco, que tem total controle do PSB (ocupa grande parte do Nordeste), depois de saber do acordo que Cid e Ciro Gomes, os dois do mesmo PSB, teriam feito com Lula, para apoiar Dilma no ano que vem. O ex-presidente teria prometido a Ciro o Ministério da Fazenda, caso a Chefe do Governo seja reeleita. Já por conta, Ciro resolveu dizer que Eduardo Campos “não está preparado para ser presidente”. Ciro sonha com o Ministério da Fazenda desde 1994 quando FHC ganhou as eleições presidenciais.

333 O EX-ministro do Trabalho e presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, que não consegue derrubar Brizola Neto de seu amigo ministério, resolveu mudar suas reivindicações de maior participação no governo. Agora, quer uma diretoria da Petrobras. No Planalto, ministros do principal núcleo do governo, acham que Lupi “está de gozação”.

333 OLIVIA Wilde, que ganhou popularidade pelo seriado House, passou um dia em São paulo: veio para participar do lançamento da coleção de inverno da Bo.Bô, da qual é contratada, ficou na loja da Oscar Freire por uma hora, depois foi jantar com amigos no Bagatelle e embarcou de volta, na manhã seguinte, para Nova York.

333

A ATRIZ Patrícia Pillar, a Constancia de Lado a Lado, que está terminando, é viciada – e torcedora do Flamengo – em futebol pela televisão. É capaz de trocar um filme ou uma série para acompanhar jogos do Barcelona, Real Madrid e Milan. E considera o BBB “um lixo porque só mostra o que a gente tem de pior”. 333

Colaboração: Paula Rodrigues / A.Favero

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013


p

DIÁRIO DO COMÉRCIO

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

5

olítica

O ex-presidente Lula incorpora o personagem e afirma receber da imprensa a mesma cobrança sofrida pelo ex-presidente norte-americano. Ele escolheu o cenário ideal – a cerimônia de comemoração dos 30 anos da CUT. Aproveitou para atacar adversários e, claro, defender Dilma. Vale um Oscar?

O

ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva aproveitou a cerimônia de comemoração dos 30 anos da Central Única dos Trabalhadores (CUT), realizada ontem no Novotel Jaraguá, no Centro de São Paulo, para criticar seus adversários e a imprensa. Afirmou que eles têm "bronca" dele e da presidente Dilma Rousseff e avaliou que a oposição e os formadores de opinião pública nunca quiseram a eleição dos dois. De quebra, Lula se comparou ao ex-presidente norte-americano Abraham Lincoln (1861-1865) em relação, segundo ele, aos ataques sofridos na imprensa. "Eu fiquei impressionado como a imprensa batia no Lincoln em 1860, igualzinho batem em mim. E o coitado não tinha nem computador. Ia para o telex ficar esperando. Nós aqui podíamos xingar o outro em tempo real. Quantos não já estão aí: 'O Lula está falando demais, o Lula está falando demais, para'. Quantos já estão tuitando aí?", disse o ex-presidente, contan-

do que está lendo a biografia do ex-presidente dos Estados Unidos. "Hoje a resposta é em tempo real. Eu quero parar de reclamar dos que não gostam de mim e não dão espaço. Eu não convido eles para minha festa e não sou convidado." Para Lula, os adversários e "os formadores de opinião pública" foram os últimos a aderir, na década de 80, ao movimento pelas eleições diretas para presidente e, na década seguinte, à campanha pelo impeachment do então presidente Fernando Collor, hoje senador. "Essa gente nunca quis que eu e a Dilma ganhássemos as eleições, que a gente fosse progressista. A bronca que eles tinham de mim era (em relação ao) meu sucesso e agora é o sucesso da Dilma." O ex-presidente reclamou ainda da falta de espaço para o movimento sindical na imprensa e cobrou um mapeamento de toda a mídia do setor para que esse segmento se organize. Disse que os sindicalistas devem deixar de reclamar do espaço que não conseguem na

mídia e organizar a sua própria. Dos 30 minutos que usou para discursar, cerca de 15 se concentraram em críticas a adversários e à imprensa. "É uma arma poderosa, mas totalmente desorganizada. Por que a gente não organiza a nossa mídia, dá formatação, um pensamento coletivo, mais unitário?" Ele citou ainda uma conversa que teve com o então publisher da Folha de S.Paulo, Octavio Frias de Oliveira (1912-2007). "O velho Frias, que era a melhor pessoa que eu conheci na Folha, ele me dizia assim: 'Lula, os do andar de cima nunca vão deixar você chegar lá. Eles vão sempre trabalhar para você ficar no andar de baixo'. Eu dizia: 'Frias, nós vamos chegar no andar de cima'. Nós chegamos, e gostamos. E provamos que sabemos morar no andar de cima e fazer mais coisas do que eles." Segundo o ex-presidente, houve uma inversão de papéis. "Nós agora estamos no andar de cima olhando para povão que está lá embaixo e nós queremos que eles subam também os degraus da vida deste País."

Lula pediu uma mudança de postura da CUT, cobrou que a central sindical e seus dirigentes saiam às ruas, deixem os prédios e viajem mais pelo País. Recomendou ainda que conversem mais com a presidente Dilma "porque mulher sempre trata melhor que o homem". Após manifestações da plateia sobre a fama de rígida da presidente, Lula emendou: "Mesmo quando a mulher é mais dura, é mais flexível que o homem." O ex-presidente aproveitou para pedir compreensão aos movimento sindicais caso o governo federal não consiga atender reivindicações. "Eu sei que muitas vezes o movimento sindical fica nervoso, fica irritado e com razão. Mas eu acho que o mais importante não é apenas o resultado, é o fato de o governo, da forma mais democrática possível, como a presidenta Dilma vem fazendo, sentar com o movimento e discutir", Ainda em tom de crítica aos adversários, Lula defendeu a gestão de Dilma os dez anos do

PERSONAGENS MARCANTES NO CURRÍCULO: Arte de Max

PT no governo federal. "Eu sinto orgulho em saber que este País mudou. Ainda falta fazer coisa, obviamente que falta. Mas um País que passou 500 anos sufocando os pobres não vai recuperar em dez anos." A fala de Lula foi mais um capítulo na troca de acusações entre petistas e tucanos, que ocorre desde a semana passada, quando Lula lançou Dilma candidata à reeleição em 2014 no evento de comemoração dos 33 anos de criação do PT e dez anos do partido no governo federal.

LULA TAMBÉM JÁ SE COMPAROU A


p

DIÁRIO DO COMÉRCIO

6

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Eu cheguei no poder, todo mundo está vendo/ Eu cheguei no poder e agora estou podendo Deputado Tiririca (PR-SP)

olítica

Lula Marques/Folhapress

Tiririca direto de Brasília

I

ntitulado Direto de Brasília, o sexto e último álbum de Tiririca chega 8 anos depois do último CD. Ontem, o deputado Tiririca (PR-SP) apresentou seu álbum de 13 faixas composto paralelamente às suas atividades políticas. Na principal delas, "Estou no poder", ele conta um pou-

co de sua trajetória na Câmara. Tiririca– que já anunciou que vai deixar a vida política quando encerrar o mandato – faz da música o seu desabafo contra os que criticam a sua conduta como político. "Eu cheguei no poder, todo mundo está vendo/ Eu cheguei no poder e agora estou

podendo/ Me criticaram bastante, disseram que eu não sabia ler/ Fizeram muitas fofocas, que eu não sabia escrever/ Fiz o teste, passei e todo mundo viu/ E os que me criticaram vão para...", diz a letra. Nas outras canções, ele mantém a sua marca pessoal – sátira ao cotidiano e às relações amorosas. Na faixa "O nome dele é Ju", Tiririca conta o amor de um homem por sua jumenta. "Eu sou um cara inspirado, apaixonado. Você me diz uma palavra e eu já faço uma música.

Deus me deu esse tom". A canção, diz, é uma resposta aos que criticam sua atuação parlamentar. "É um desabafo para a galera que me critica o tempo todo. O que vende aqui é porrada no deputado, não os seus projetos". Tiririca diz que vai guardar "boas lembranças" dos colegas e afirma que fazer mais é impossível: "Estou entre os sete deputados que nunca faltaram nenhum dia. Aquele garoto que passava fome no Ceará está fazendo um trabalho maravilhoso."

Esse é o título de seu novo Cd, que conta um pouco de sua trajetória lá

Daniel Teixeira/Estadão Conteúdo

Acusado, Chalita perde ministério.

Roberto Grobman, acusador de Chalita, entregou ao MP material que provaria suas denúncias

Deputado era cotado para Ciência e Tecnologia

O

Planalto decidiu excluir o deputado Gabriel Chalita (PMDBSP) da reforma ministerial preparada pela presidente Dilma Rousseff. Ele era cotado para assumir a pasta de Ciência e Tecnologia após ter apoiado a candidatura de Fernando Haddad (PT) em São Paulo no 2º turno, mas foi descartado após as acusações de que teria recebido propina quando era secretário da Educação do Estado, na gestão Geraldo Alckmin (PSDB). Para compensar o PMDB, Dilma planeja pôr o partido do vice-presidente Michel Temer no Ministério dos Transportes, hoje comandado por Paulo Sérgio

Passos, do PR, embora a direção da legenda diga que ele integra a "cota pessoal" da presidente. A ideia de Dilma é colocar o deputado Leonardo Quintão, do PMDB-MG, no lugar de Passos, mas ela ainda não se definiu sobre a indicação. Quintão abriu mão da candidatura a prefeito de Belo Horizonte, no ano passado, para apoiar o petista Patrus Ananias, que perdeu a eleição para Márcio Lacerda (PSB), aliado do senador Aécio Neves (PSDB). O deputado fez o gesto atendendo a um pedido de Dilma. Agora, o governo poderá pagar a fatura. Ontem, o ex-diretor da FDE (Fundação para o Desenvolvi-

mento da Educação) Milton Leme disse que o acusador de Gabriel Chalita, Roberto Grobman, sugeriu que a equipe de José Serra (PSDB) teria oferecido R$ 500 mil para que ele endossasse a versão de que um grupo educacional bancou a reforma do então secretário de Educação. Depois, Leme foi ao Ministério Público prestar depoimento. Ele disse à reportagem que teve um encontro com Grobman e Walter Feldman (PSDB), aliado de Serra que à época integrava a equipe do prefeito Gilberto Kassab, no shopping Higienópolis. Serra estava fazendo campanha no shopping e acenou para o grupo, segundo Leme.

Ele disse que não tem provas da acusação que faz contra Grobman. O ex-diretor da FDE é réu num processo em que é acusado de ter causado um prejuízo de R$ 4,08 milhões aos cofres do Estado com a compra de antenas parabólicas para um dos programas de Chalita, o Canal da Saber. Feldman confirmou que houve o encontro, mas negou ofer-

ta de dinheiro. "Falei para o Roberto (Grobman): 'Nós não trabalhamos com esse tipo de acusação. O PSDB já foi vítima de dossiês, como mostra o caso dos aloprados. Se você tem alguma denúncia, apresente ao Ministério Público'." O ex-governador Serra também negou com veemência que tenha havido oferta de dinheiro para sustentar acusa-

ções contra Gabriel Chalita. "Não conheço os fatos nem as pessoas citadas", disse Serra sobre Leme e Grobman. Grobman não comentou a acusação de Leme sobre a suposta oferta de dinheiro. O jornal Folha de S.Paulo revelou no sábado que Chalita é investigado em 11 inquéritos pelo Ministério Público de São Paulo. (Agências)

Beto Barata/Estadão Conteúdo

Dilma desencava cadastro único

A

Dilma à vontade, na 40ª reunião do CDES, no Palácio do Planalto.

presidente Dilma Rousseff usou ontem a reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, o "Conselhão", para rebater críticas da oposição, da imprensa e de economistas, antecipando a estratégia para a campanha eleitoral de 2014.

Dilma reafirmou o que chama de "pilares da estabilidade" econômica e defendeu suas políticas. Em resposta a oposicionistas, em especial ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, disse que antes de o PT chegar ao poder "não existia" cadastro único de programas sociais.

Na semana passada, ela disse não ter herdado "nada" do antecessor tucano, ao que ele respondeu dizendo que ela "usurpou" seus projetos e que ela era "ingrata". Criado em 2001 por FHC, o cadastro foi ampliado repetidas vezes durante os últimos 10 anos de gestão petista. É por meio dele que o governo decide quem beneficiar por programas sociais como Bolsa Família e Brasil sem Miséria. A troca de farpas começou na semana passada, quando Dilma foi lançada à reeleição

por Lula na festa dos 10 anos do PT no poder federal. Dilma criticou também "as vozes que agora se calam", que criaram "instabilidade" anunciando o risco de apagão no País quando o nível dos reservatórios chegou a índices críticos no começo do ano – obrigando o uso de termoelétricas. "E a consequência é nenhuma, o que eu acho é que é irresponsabilidade. O que não é admissível é que se crie instabilidade onde não há instabilidade", afirmou ela.

Marina descasca os outros pré-candidatos Reunião Conselho de Economia - COE Informações, Debates e Busca de Soluções

TEMA: “As Parcerias Público Privadas do Estado de São Paulo”

PALESTRANTE:

GUILHERME AFIF DOMINGOS Vice-governador do Estado de São Paulo e Presidente do CGPPP - Conselho Gestor de Parcerias Público Privadas, do governo estadual

Dia: 4 de março de 2013, segunda-feira Horário: 10 horas Local: Rua Boa Vista, 51 - 9º andar - Centro - SP

A

ex-senadora Marina Silva criticou ontem a falta de propostas dos pré-candidatos à Presidência da República em 2014. "Me sinto feliz de poder estar discutindo propostas, ideias. Quando você fica fixado apenas na eleição e no voto das pessoas sem discutir as alternativas, faz com que a política fique estagnada", disse a ex-senadora após realizar o registro de Pessoa Jurídica do partido Rede Sustentabilidade, em Brasília. Compareceram ao cartório para o registro os deputados Alfredo Sirkis (PV-RJ), Walter Feldman (PSDB-SP) e Domingos Dutra (PT-MA). O ato contou ainda com a participação dos deputados Alfredo Sirkis (PV-RJ), Walter Feldman (PSDB-SP), Domingos Dutra (PT-MA) e militantes. A antecipação do debate eleitoral de 2014 se estabeleceu após o ex-presidente Lula lançar na última quarta-feira a candidatura à reeleição da presidente Dilma. Xadrex político – No mesmo dia, o senador Aécio Neves (PSDB-MG), cotado para disputar a próxima eleição, lançou críticas ao governo ao apresentar "13 fracassos" do PT no governo. Tido com possível adversário de Dilma, o presidente do PSB e governador de Pernambuco, Eduardo Campos, viu

Ronaldo Brandão/Estadão Conteúdo

Marina Silva registrou em cartório o programa político de seu partido também os irmãos Ciro e Cid Gomes criticarem a possibilidade de o partido deixar a base do governo para encampar uma candidatura própria. Descontentes – Marina disse que seu partido difere dos demais por ser composto de minorias políticas: "A maior parte das pessoas é de cidadã e cidadão que não aguentam mais o monopólio da política exercitado pelos partidos como é feito hoje". E pouco falou sobre propostas. Disse que um dos objetivos é ter "lideranças multicêntricas". No estatuto, ficou uma brecha sobre a Ficha Limpa. Entre as possibilidades de não aceitação de filiados estão os casos em que a pessoa foi condenada por participação em movimentos sociais. Segundo o documento, uma comissão

estabelecerá as hipóteses adicionais de inelegibilidade – como condenações por crimes de corrupção, improbidade administrativa ou tráfico de drogas, entre outros. Assinaturas – Esse foi o primeiro passo para a criação do partido. Para que a Rede saia do papel é preciso a coleta de cerca de 500 mil assinaturas em nove estados. Marina só poderá disputar a próxima eleição pela Rede se conseguir o registro oficial do Tribunal Superior Eleitoral até outubro deste ano. Segundo André Lima, um dos coordenadores da Rede, a até o fim de maio todas as assinaturas devem estar coletadas. Desde o lançamento (16 de fevereiro) até ontem, 32.363 pessoas já baixaram a ficha para coleta de assinatura na internet.


DIÁRIO DO COMÉRCIO

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

7

Banco Bradesco Financiamentos S.A. Empresa da Organização Bradesco CNPJ 07.207.996/0001-50 Sede: Cidade de Deus, s/nº - Prédio Prata - 4º Andar - Vila Yara - Osasco - SP RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Acionistas, No seguimento de empréstimos consignados, a produção de novos negócios apresentou crescimento de 41,4% no 4º trimestre de 2012, em Submetemos à apreciação de V.Sas. as Demonstrações Contábeis do exercício findo em 31 de dezembro de 2012, do Banco Bradesco comparação ao mesmo período de 2011, proporcionando crescimento de 50,0% na carteira de crédito consignado. Esse é o resultado da estratégia e da Financiamentos S.A. (Bradesco Financiamentos), de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar estruturação de uma equipe dedicada ao atendimento de convênios junto ao INSS, órgãos públicos e empresas privadas, aumentando a concessão de pelo Banco Central do Brasil. recursos nessa modalidade. O Bradesco Financiamentos oferece linhas de financiamento de crédito direto ao consumidor para aquisição de veículos de passeio, de transporte e O Lucro Líquido do exercício de 2012 foi de R$ 1,099 bilhão e o Patrimônio Líquido de R$ 26,760 bilhões. outros bens e serviços, além de operações de leasing e de empréstimos consignados, atuando como financeira do Bradesco. Agradecemos o apoio e confiança dos nossos clientes e parceiros comerciais e o trabalho dedicado dos nossos funcionários e demais colaboradores. No segmento veículos, os serviços são oferecidos por uma Rede conveniada, com mais de 17 mil parceiros em todo o País, formada por Revendas e Concessionárias de veículos leves, de motos e de veículos de transporte. Para atendimento no segmento de empréstimos consignados, atua em todos os Osasco, SP, 25 de janeiro de 2013. Estados brasileiros na captação de clientes, por meio de 1.301 Correspondentes, tanto no mercado quanto em Agências do Banco Bradesco, e em folhas de pagamento de empresas do Setor Privado, destacando-se a parceria com os segmentos Bradesco Empresas e Corporate. Diretoria

BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE DEZEMBRO - Em Reais mil ATIVO CIRCULANTE ............................................................................................................................................... DISPONIBILIDADES (Nota 4) ....................................................................................................................... APLICAÇÕES INTERFINANCEIRAS DE LIQUIDEZ (Nota 5a) .................................................................... Aplicações no Mercado Aberto ..................................................................................................................... Aplicações em Depósitos Interfinanceiros..................................................................................................... TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS (Nota 6) ......... Carteira Própria ............................................................................................................................................. Vinculados à Prestação de Garantias ........................................................................................................... RELAÇÕES INTERFINANCEIRAS ............................................................................................................... Créditos Vinculados (Nota 7)......................................................................................................................... Correspondentes ........................................................................................................................................... OPERAÇÕES DE CRÉDITO (Nota 8)........................................................................................................... Operações de Crédito - Setor Privado .......................................................................................................... Provisão para Operações de Crédito de Liquidação Duvidosa ..................................................................... OPERAÇÕES DE ARRENDAMENTO MERCANTIL (Nota 8)....................................................................... Operações de Arrendamentos a Receber - Setor Privado............................................................................ Rendas a Apropriar de Arrendamento Mercantil ........................................................................................... Provisão para Créditos de Arrendamento Mercantil de Liquidação Duvidosa .............................................. OUTROS CRÉDITOS.................................................................................................................................... Avais e Fianças Honrados............................................................................................................................. Rendas a Receber (Nota 9a)......................................................................................................................... Negociação e Intermediação de Valores ....................................................................................................... Diversos (Nota 9b)......................................................................................................................................... Provisão para Outros Créditos de Liquidação Duvidosa............................................................................... OUTROS VALORES E BENS (Nota 10)........................................................................................................ Outros Valores e Bens................................................................................................................................... Provisões para Desvalorizações ................................................................................................................... Despesas Antecipadas.................................................................................................................................. REALIZÁVEL A LONGO PRAZO................................................................................................................. APLICAÇÕES INTERFINANCEIRAS DE LIQUIDEZ (Nota 5a) .................................................................... Aplicações em Depósitos Interfinanceiros..................................................................................................... TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS (Nota 6) ......... Carteira Própria ............................................................................................................................................. OPERAÇÕES DE CRÉDITO (Nota 8)........................................................................................................... Operações de Crédito - Setor Privado .......................................................................................................... Provisão para Operações de Crédito de Liquidação Duvidosa ..................................................................... OPERAÇÕES DE ARRENDAMENTO MERCANTIL (Nota 8)....................................................................... Operações de Arrendamentos a Receber - Setor Privado............................................................................ Rendas a Apropriar de Arrendamento Mercantil ........................................................................................... Provisão para Créditos de Arrendamento Mercantil de Liquidação Duvidosa .............................................. OUTROS CRÉDITOS.................................................................................................................................... Diversos (Nota 9b)......................................................................................................................................... Provisão para Outros Créditos de Liquidação Duvidosa............................................................................... OUTROS VALORES E BENS (Nota 10)........................................................................................................ Despesas Antecipadas.................................................................................................................................. PERMANENTE ............................................................................................................................................. INVESTIMENTOS (Nota 11) ......................................................................................................................... Participações em Coligadas e Controladas: - No País........................................................................................................................................................ - No Exterior .................................................................................................................................................. Outros Investimentos..................................................................................................................................... Provisões para Perdas .................................................................................................................................. IMOBILIZADO DE USO (Nota 12)................................................................................................................. Outras Imobilizações de Uso......................................................................................................................... Depreciações Acumuladas............................................................................................................................ IMOBILIZADO DE ARRENDAMENTO (Nota 8i) ........................................................................................... Bens Arrendados........................................................................................................................................... Depreciações Acumuladas/Superveniência de Depreciação........................................................................ DIFERIDO (Nota 13) ..................................................................................................................................... Gastos de Organização e Expansão............................................................................................................. Amortização Acumulada ............................................................................................................................... INTANGÍVEL (Nota 13).................................................................................................................................. Ativos Intangíveis........................................................................................................................................... Amortização Acumulada ............................................................................................................................... TOTAL ...........................................................................................................................................................

2012 45.140.692 172 27.218.082 177.717 27.040.365 304.363 223.704 80.659 30.973 30.973 15.763.222 16.728.180 (964.958) (42.351) 280.491 (262.836) (60.006) 1.104.015 169 1.103.849 (3) 762.216 214.030 (121.509) 669.695 24.123.376 129.374 129.374 218 218 19.334.634 20.396.191 (1.061.557) (81.891) 138.821 (137.123) (83.589) 3.850.492 3.850.492 890.549 890.549 4.601.082 459.372

2011 42.574.388 164 27.005.962 125.597 26.880.365 265.176 190.364 74.812 24.846 3.494 21.352 13.735.297 14.412.804 (677.507) (86.576) 540.800 (512.119) (115.257) 1.115.331 3.781 323 78 1.118.631 (7.482) 514.188 165.144 (72.949) 421.993 21.953.359 674.585 674.585 17.884.719 18.721.723 (837.004) (155.817) 454.482 (449.745) (160.554) 2.828.814 2.828.817 (3) 721.058 721.058 7.234.620 476.297

455.967 209 12.808 (9.612) 6.305 19.255 (12.950) 4.098.557 4.904.722 (806.165) 229 7.681 (7.452) 36.619 57.606 (20.987) 73.865.150

472.926 175 12.808 (9.612) 7.538 24.632 (17.094) 6.719.864 7.387.494 (667.630) 933 7.730 (6.797) 29.988 41.338 (11.350) 71.762.367

PASSIVO CIRCULANTE ............................................................................................................................................... DEPÓSITOS (Nota 14a)................................................................................................................................ Depósitos Interfinanceiros ............................................................................................................................. OUTRAS OBRIGAÇÕES .............................................................................................................................. Cobrança e Arrecadação de Tributos e Assemelhados................................................................................. Sociais e Estatutárias .................................................................................................................................... Fiscais e Previdenciárias (Nota 16a)............................................................................................................. Diversas (Nota 16b).......................................................................................................................................

2012 20.051.434 16.436.279 16.436.279 3.615.155 7.249 10.437 1.310.109 2.287.360

2011 19.532.729 16.189.720 16.189.720 3.343.009 15.685 1.188.494 2.138.830

EXIGÍVEL A LONGO PRAZO....................................................................................................................... DEPÓSITOS (Nota 14a)................................................................................................................................ Depósitos Interfinanceiros ............................................................................................................................. OUTRAS OBRIGAÇÕES .............................................................................................................................. Fiscais e Previdenciárias (Nota 16a)............................................................................................................. Diversas (Nota 16b).......................................................................................................................................

26.921.190 22.792.977 22.792.977 4.128.213 2.776.026 1.352.187

26.345.366 20.942.390 20.942.390 5.402.976 2.578.588 2.824.388

RESULTADOS DE EXERCÍCIOS FUTUROS ............................................................................................... Receitas de Exercícios Futuros.....................................................................................................................

132.230 132.230

212.642 212.642

PATRIMÔNIO LÍQUIDO (Nota 17) ................................................................................................................ Capital: - De Domiciliados no País ............................................................................................................................. Reservas de Lucros....................................................................................................................................... Ajustes de Avaliação Patrimonial...................................................................................................................

26.760.296

25.671.630

22.010.000 4.750.055 241

22.010.000 3.661.857 (227)

TOTAL ...........................................................................................................................................................

73.865.150

71.762.367

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO - Em Reais mil

RECEITAS DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA ........................................................ Operações de Crédito (Nota 8g) ................................................................................... Operações de Arrendamento Mercantil (Nota 8g)......................................................... Resultado de Operações com Títulos e Valores Mobiliários (Nota 6e) ......................... Resultado das Aplicações Compulsórias (Nota 7b) ...................................................... DESPESAS DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA ...................................................... Operações de Captações no Mercado (Nota 14b)........................................................ Operações de Arrendamento Mercantil (Nota 8g)......................................................... Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (Notas 8c e f) .................................... RESULTADO BRUTO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA....................................... OUTRAS RECEITAS/DESPESAS OPERACIONAIS ................................................... Receitas de Prestação de Serviços (Nota 18) .............................................................. Rendas de Tarifas Bancárias (Nota 18)......................................................................... Despesas de Pessoal (Nota 19) .................................................................................... Outras Despesas Administrativas (Nota 20).................................................................. Despesas Tributárias (Nota 21) ..................................................................................... Resultado de Participações em Coligadas Controladas (Nota 11a) ............................. Outras Receitas Operacionais (Nota 22)....................................................................... Outras Despesas Operacionais (Nota 23)..................................................................... RESULTADO OPERACIONAL ..................................................................................... RESULTADO NÃO OPERACIONAL (Nota 24) ............................................................ RESULTADO ANTES DA TRIBUTAÇÃO SOBRE O LUCRO ...................................... IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL (Nota 26) ................................... LUCRO LÍQUIDO.......................................................................................................... Número de ações (mil) (Nota 17a) ................................................................................ Lucro por lote de mil ações em R$................................................................................

DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO - Em Reais mil

2º Semestre 2012 6.600.198 4.285.041 1.337.932 977.215 10 4.299.267 2.131.612 1.226.261 941.394 2.300.931 (1.461.006) 24.509 133.162 (26.289) (434.518) (171.023) (8.649) 97.839 (1.076.037) 839.925 (93.386) 746.539 (309.481) 437.058 24.730.835 17,67

Exercícios findos em 31 de dezembro 2012 2011 13.136.924 12.327.037 8.251.273 6.587.796 2.718.289 2.673.222 2.167.281 3.065.855 81 164 8.554.512 7.688.122 4.271.410 4.166.428 2.480.125 2.390.913 1.802.977 1.130.781 4.582.412 4.638.915 (2.520.781) (1.403.736) 55.722 64.251 333.428 421.913 (53.232) (50.621) (851.484) (864.119) (326.234) (294.926) (16.905) (3.345) 197.414 680.732 (1.859.490) (1.357.621) 2.061.631 3.235.179 (182.216) (100.004) 1.879.415 3.135.175 (780.780) (842.464) 1.098.635 2.292.711 24.730.835 44,42

24.730.835 92,71

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

Fluxo de Caixa das Atividades Operacionais: Lucro Líquido antes do Imposto de Renda e Contribuição Social ......................... Ajustes ao Lucro Líquido antes dos Impostos: Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa......................................................... Depreciações e Amortizações..................................................................................... Constituições de Provisões Cíveis, Trabalhistas e Fiscais .......................................... Constituições/(Reversões) de Provisões para Desvalorização de Bens não de Uso Próprio Resultado de Participações em Coligadas e Controladas........................................... Insuficiência/(Superveniência) de Depreciação........................................................... (Ganho)/Perda na Venda de Investimento ................................................................... (Ganho)/Perda na Venda de Imobilizado de Uso......................................................... (Ganho)/Perda na Venda de Bens não de Uso Próprio ............................................... Outros .......................................................................................................................... Lucro Líquido Ajustado antes dos Impostos ........................................................... (Aumento)/Redução em Aplicações Interfinanceiras de Liquidez ............................... (Aumento)/Redução em Títulos para Negociação e Instrumentos Financeiros Derivativos (Aumento)/Redução em Relações Interfinanceiras e Interdependências.................... (Aumento)/Redução em Operações de Crédito e de Arrendamento Mercantil ........... (Aumento)/Redução em Outros Créditos e Outros Valores e Bens............................. (Aumento)/Redução em Depósitos Compulsórios no Banco Central do Brasil ........... Aumento/(Redução) em Depósitos.............................................................................. Aumento/(Redução) em Outras Obrigações ............................................................... Aumento/(Redução) em Resultados de Exercícios Futuros ........................................ Imposto de Renda e Contribuição Social Pagos ......................................................... Caixa Líquido Proveniente/(Utilizado) das Atividades Operacionais ..................... Fluxo de Caixa das Atividades de Investimentos (Aumento)/Redução em Títulos Disponível para Venda .............................................. (Aumento)/Redução em Títulos Mantidos até o Vencimento ....................................... Alienação de Bens não de Uso Próprio....................................................................... Alienação de Investimentos ......................................................................................... Alienação de Imobilizado de Uso e Arrendamento...................................................... Aquisição de Bens não de Uso Próprio ....................................................................... Aquisição de Investimentos ......................................................................................... Aquisição de Imobilizado de Uso e Arrendamento...................................................... Aplicações no Diferido/Intangível................................................................................. Dividendos e Juros sobre o Capital Próprio Recebidos .............................................. Caixa Líquido Proveniente/(Utilizado) nas Atividades de Investimentos............... Fluxo de Caixa das Atividades de Financiamento Dividendos e Juros sobre o Capital Próprio Pagos ..................................................... Caixa Líquido Proveniente/(Utilizado) nas Atividades de Financiamentos ........... Aumento/(Redução) Líquida de Caixa e Equivalentes de Caixa ............................. Caixa e Equivalentes de Caixa - Início do Período ....................................................... Caixa e Equivalentes de Caixa - Fim do Período .......................................................... Aumento/(Redução) Líquida de Caixa e Equivalentes de Caixa .............................

(252)

Lucros Acumulados

Totais

Saldos em 30.6.2012..............................................

22.010.000

282.811

4.034.338

-

26.326.897

Ajustes de Avaliação Patrimonial.............................

-

-

-

493

-

493

Lucro Líquido...........................................................

-

-

-

-

437.058

437.058

Destinações: - Reservas..........................................

-

21.853

411.053

-

(432.906)

- Dividendos Propostos......................

-

-

-

-

(4.152)

Saldos em 31.12.2012............................................

22.010.000

304.664

4.445.391

241

Saldos em 31.12.2010............................................

22.010.000

135.097

2.294.049

Ajustes de Avaliação Patrimonial.............................

-

-

-

Lucro Líquido...........................................................

-

-

Destinações: - Reservas..........................................

-

- Juros Sobre o Capital Próprio - Pagos

-

Saldos em 31.12.2011............................................ Ajustes de Avaliação Patrimonial.............................

(4.152)

-

26.760.296

(241)

-

24.438.905

14

-

14

-

-

2.292.711

2.292.711

114.635

1.118.076

-

(1.232.711)

-

-

-

(1.060.000)

22.010.000

249.732

3.412.125

(227)

-

-

-

-

468

-

468

Lucro Líquido...........................................................

-

-

-

-

1.098.635

1.098.635

Destinações: - Reservas..........................................

-

54.932

1.033.266

-

(1.088.198)

- Dividendos Propostos......................

-

-

-

-

(10.437)

Saldos em 31.12.2012............................................

22.010.000

304.664

4.445.391

241

-

(1.060.000) 25.671.630

(10.437) 26.760.296

DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO - Em Reais mil Exercícios findos em 31 de dezembro 2012 2011

746.539

Reservas de Lucros Legal Estatutárias

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA - Em Reais mil 2º Semestre 2012

Capital Social

Eventos

Ajustes de Avaliação Patrimonial Próprias

1.879.415

3.135.175

941.394 321.323 326.886 16.092 8.649 889.567 (2.827) 29 80.092 109.204 3.436.948 (1.019.762) (18.818) (7.407) (1.591.914) (191.850) 1.477 793.416 (923.267) (27.629) (265.202) 185.992

1.802.977 766.505 563.544 48.561 16.905 1.667.300 (2.827) 256 136.226 198.585 7.077.447 385.212 (38.624) (9.622) (5.391.954) (1.132.661) 3.494 2.097.145 (1.332.001) (80.412) (1.526.019) 52.005

1.130.781 1.566.080 539.533 (20.773) 3.345 763.503 (32.671) 6 153.442 127.751 7.366.172 (279.817) (36.327) (21.300) (7.633.353) (1.012.820) (2.420) 3.930.314 (903.313) 131.068 (783.984) 754.220

(328) 109.847 2.827 159.181 (226.440) (70.602) (10.682) 319 (35.878)

(312) 193.141 2.827 362.281 (378.253) (150) (163.477) (16.253) 319 123

429 2.433 242.614 34.386 643.349 (290.968) (2) (302.456) (7.766) 301 322.320

150.114 27.775 177.889 150.114

52.128 125.761 177.889 52.128

(1.071.472) (1.071.472) 5.068 120.693 125.761 5.068

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

Descrição 1 - RECEITAS ......................................................... 1.1) Intermediação Financeira......................... 1.2) Prestação de Serviços.............................. 1.3) Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa .................................................. 1.4) Outras ........................................................ 2 - DESPESAS DE INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA 3 - INSUMOS ADQUIRIDOS DE TERCEIROS ....... Serviços de Terceiros......................................... Propaganda, Promoções e Publicidade............. Processamento de Dados.................................. Comunicações ................................................... Serviços do Sistema Financeiro ........................ Viagens .............................................................. Transporte .......................................................... Materiais, Energia e Outros ............................... Arrendamento de Bens ...................................... Manutenção e Conservação de Bens ................ Outras ................................................................ 4 - VALOR ADICIONADO BRUTO (1-2-3).............. 5 - DEPRECIAÇÃO E AMORTIZAÇÃO ................. 6 - VALOR ADICIONADO LÍQUIDO PRODUZIDO PELA ENTIDADE (4-5) .................................... 7 - VALOR ADICIONADO RECEBIDO EM TRANSFERÊNCIA ........................................... Resultado de Participações em Coligadas e Controladas ...................................................... 8 - VALOR ADICIONADO A DISTRIBUIR (6+7)..... 9 - DISTRIBUIÇÃO DO VALOR ADICIONADO...... 9.1) Pessoal ...................................................... Proventos .................................................... Benefícios ................................................... FGTS........................................................... Outros Encargos ......................................... 9.2) Impostos, Taxas e Contribuições ............ Federais ...................................................... Municipais ................................................... 9.3) Remuneração de Capitais de Terceiros .. Aluguéis ...................................................... 9.4) Remuneração de Capitais Próprios ........ Dividendos .................................................. Juros sobre o Capital Próprio ..................... Lucros Retidos no Período..........................

2º Semestre 2012 % 4.744.891 501,2 6.600.198 697,1 157.671 16,7 (941.394) (1.071.584) (3.357.873) (424.712) (316.849) (7.691) (29.198) (16.122) (5.738) (4.681) (2.747) (1.101) (521) (40.064) 962.306 (6.854) 955.452

Exercícios findos em 31 de dezembro 2012 % 2011 9.878.805 436,4 10.905.527 13.136.924 580,4 12.327.037 389.150 17,2 486.164

% 313,0 353,9 14,0

(99,4) (113,2) (354,7) (44,9) (33,5) (0,8) (3,1) (1,7) (0,6) (0,5) (0,3) (0,1) (4,3) 101,6 (0,7)

(1.802.977) (1.844.292) (6.751.535) (834.353) (627.234) (13.639) (50.529) (33.413) (10.391) (6.843) (4.370) (1.841) (246) (1.026) (84.821) 2.292.917 (12.748)

(79,7) (81,5) (298,3) (36,7) (27,7) (0,6) (2,2) (1,5) (0,4) (0,3) (0,2) (0,1) (3,7) 101,4 (0,6)

(1.130.781) (776.893) (6.557.341) (849.672) (605.104) (75.459) (37.842) (35.376) (9.473) (5.384) (4.093) (2.460) (1.914) (853) (71.714) 3.498.514 (11.493)

(32,5) (22,3) (188,2) (24,4) (17,4) (2,2) (1,1) (1,0) (0,3) (0,2) (0,1) (0,1) (0,1) (0,0) (1,9) 100,4 (0,3)

100,9

2.280.169

100,8

3.487.021

100,1

(8.649)

(0,9)

(16.905)

(0,8)

(3.345)

(0,1)

(8.649) 946.803 946.803 23.658 9.169 3.783 822 9.884 483.135 480.958 2.177 2.952 2.952 437.058 4.152 432.906

(0,9) 100,0 100,0 2,6 1,0 0,4 0,1 1,1 51,0 50,8 0,2 0,3 0,3 46,1 0,4 45,7

(16.905) 2.263.264 2.263.264 48.135 17.748 7.029 1.609 21.749 1.112.111 1.106.842 5.269 4.383 4.383 1.098.635 10.437 1.088.198

(0,8) 100,0 100,0 2,1 0,8 0,3 0,1 0,9 49,1 48,9 0,2 0,2 0,2 48,6 0,5 48,1

(3.345) 3.483.676 3.483.676 46.043 18.607 6.142 1.287 20.007 1.141.968 1.135.101 6.867 2.954 2.954 2.292.711 1.060.000 1.232.711

(0,1) 100,0 100,0 1,3 0,5 0,2 0,6 32,8 32,6 0,2 0,1 0,1 65,8 30,4 35,4

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 1) CONTEXTO OPERACIONAL O Banco Bradesco Financiamentos S.A. (Bradesco Financiamentos ou Instituição), é uma Instituição financeira que tem como objetivo social a prática de todas as operações ativas, passivas e acessórias permitidas às instituições financeiras e inerentes às carteiras de banco comercial, de arrendamento mercantil e sociedade de crédito, financiamento e investimento, de acordo com as disposições legais e regulamentares em vigor. O Bradesco Financiamentos é parte integrante da Organização Bradesco e suas operações são conduzidas de forma integrada a um conjunto de empresas que atuam nos mercados financeiros e de capitais, utilizando-se de seus recursos administrativos e tecnológicos, e suas Demonstrações Contábeis devem ser entendidas neste contexto. 2) APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS As demonstrações contábeis foram elaboradas a partir das diretrizes contábeis emanadas das Leis nºs 4.595/64 (Lei do Sistema Financeiro Nacional) e 6.404/76 (Lei das Sociedades por Ações) com alterações introduzidas pelas Leis nºs 11.638/07 e 11.941/09, para a contabilização das operações, associadas às normas e instruções do Conselho Monetário Nacional (CMN) e do Banco Central do Brasil (BACEN). Incluem, estimativas e premissas, tais como: a mensuração de perdas estimadas com operações de crédito e de arrendamento mercantil; estimativas do valor justo de determinados instrumentos financeiros; provisões cíveis, fiscais e trabalhistas; perdas por redução ao valor recuperável (impairment) de títulos e valores mobiliários classificados na categoria de títulos disponíveis para venda e ativos não financeiros; e outras provisões. Os resultados efetivos podem ser diferentes daqueles estabelecidos por essas estimativas e premissas. As demonstrações contábeis foram aprovadas pela Administração em 25 de janeiro de 2013. 3) PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS a) Moeda funcional e de apresentação As demonstrações contábeis estão apresentadas em Real, que é a moeda funcional da Instituição. b) Apuração do resultado O resultado é apurado de acordo com o regime de competência, que estabelece que as receitas e despesas devem ser incluídas na apuração dos resultados dos períodos em que ocorrerem, sempre simultaneamente quando se correlacionarem, independentemente de recebimento ou pagamento. As operações com taxas prefixadas são registradas pelo valor de resgate, e as receitas e despesas correspondentes ao período futuro são apresentadas em conta redutora dos respectivos ativos e passivos. As receitas e despesas de natureza financeira são contabilizadas pelo critério pro rata dia e calculadas com base no método exponencial, exceto aquelas relativas a operações no exterior que são calculadas com base no método linear. As operações com taxas pós-fixadas ou indexadas a moedas estrangeiras são atualizadas até a data do balanço. As receitas de arrendamento mercantil são calculadas e apropriadas mensalmente pelo valor das contraprestações exigíveis no período (Portaria MF nº 140/84, do Ministério da Fazenda) e considera o ajuste a valor presente das operações de arrendamento mercantil. c) Caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa são representados por disponibilidades em moeda, aplicações em ouro, aplicações no mercado aberto e aplicações em depósitos interfinanceiros, cujo vencimento das operações, na data da efetiva aplicação, seja igual ou inferior a 90 dias e apresentem risco insignificante de mudança de valor justo, que são utilizados pelo Banco para gerenciamento de seus compromissos de curto prazo.

d) Aplicações interfinanceiras de liquidez As operações compromissadas realizadas com acordo de livre movimentação são ajustadas pelo valor de mercado. As demais aplicações são registradas ao custo de aquisição, acrescidas dos rendimentos auferidos até a data do balanço, deduzidas de provisão para desvalorização, quando aplicável. e) Títulos e valores mobiliários - Classificação • Títulos para negociação - adquiridos com o propósito de serem ativa e frequentemente negociados. São registrados pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos e ajustados pelo valor de mercado em contrapartida ao resultado do período; • Títulos disponíveis para venda - são aqueles que não se enquadram como para negociação nem como mantidos até o vencimento. São registrados pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos em contrapartida ao resultado do período e ajustados pelo valor de mercado em contrapartida ao patrimônio líquido, deduzidos dos efeitos tributários, os quais só serão reconhecidos no resultado quando da efetiva realização; e • Títulos mantidos até o vencimento - adquiridos com a intenção e capacidade financeira para sua manutenção em carteira até o vencimento. São registrados pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos em contrapartida ao resultado do período. Os títulos e valores mobiliários classificados nas categorias de negociação e disponível para venda, bem como os instrumentos financeiros derivativos, são demonstrados no balanço patrimonial pelo seu valor justo estimado. O valor justo geralmente baseia-se em cotações de preços de mercado ou cotações de preços de mercado para ativos ou passivos com características semelhantes. Se esses preços de mercado não estiverem disponíveis, os valores justos são baseados em cotações de operadores de mercado, modelos de precificação, fluxo de caixa descontado ou técnicas similares, para as quais a determinação do valor justo possa exigir julgamento ou estimativa significativa por parte da Administração. f) Instrumentos Financeiros Derivativos (ativos e passivos) São classificados de acordo com a intenção da Administração, na data contratação da operação, levando-se em conta se sua finalidade é para proteção contra risco (hedge) ou não. As operações que envolvem instrumentos financeiros derivativos, destinam-se a atender as necessidades próprias para administrar a exposição global da Instituição, no sentido de administrar suas posições. As valorizações ou desvalorizações são registradas em contas de receitas ou despesas dos respectivos instrumentos financeiros. g) Operações de crédito, de arrendamento mercantil, outros créditos com características de concessão de crédito e provisão para créditos de liquidação duvidosa As operações de crédito, de arrendamento mercantil e outros créditos com características de concessão de crédito são classificadas nos respectivos níveis de risco, observando: (i) os parâmetros estabelecidos pela Resolução nº 2.682/99 do CMN, que requerem a sua classificação de riscos em nove níveis, sendo “AA” (risco mínimo) e “H” (risco máximo); e (ii) a avaliação da Administração quanto ao nível de risco. Essa avaliação, realizada periodicamente, considera a conjuntura econômica, a experiência passada e os riscos específicos e globais em relação às operações, aos devedores e garantidores. Adicionalmente, também são considerados os períodos de atraso definidos na Resolução nº 2.682/99 do CMN, para atribuição dos níveis de classificação dos clientes da seguinte forma: continua...


DIÁRIO DO COMÉRCIO

8

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

...continuação

Banco Bradesco Financiamentos S.A. Empresa da Organização Bradesco CNPJ 07.207.996/0001-50 Sede: Cidade de Deus, s/nº - Prédio Prata - 4º Andar - Vila Yara - Osasco - SP NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Período de atraso (1) • de 15 a 30 dias................................................................................................................................................................. • de 31 a 60 dias................................................................................................................................................................. • de 61 a 90 dias................................................................................................................................................................. • de 91 a 120 dias............................................................................................................................................................... • de 121 a 150 dias............................................................................................................................................................. • de 151 a 180 dias............................................................................................................................................................. • superior a 180 dias...........................................................................................................................................................

Classificação do cliente B C D E F G H

• Obrigações Legais - Provisão para Riscos Fiscais: decorrem de processos judiciais, cujo objeto de contestação é a sua legalidade ou constitucionalidade que, independentemente da avaliação acerca da probabilidade de sucesso, têm os seus montantes reconhecidos integralmente nas demonstrações contábeis (Nota 15b). p) Outros ativos e passivos Os ativos estão demonstrados pelos valores de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias, auferidos (em base pro rata dia) e provisão para perda, quando julgada necessária. Os passivos demonstrados incluem os valores conhecidos e mensuráveis, acrescidos dos encargos e das variações monetárias, incorridos (em base pro rata dia). q) Eventos subsequentes (1) Para as operações com prazos a decorrer superior a 36 meses é realizada a contagem em dobro dos períodos de atraso, conforme facultado pela Correspondem aos eventos ocorridos entre a data-base das demonstrações contábeis e a data de autorização para sua emissão. São compostos por: Resolução nº 2.682/99 do CMN. l das operações de crédito vencidas até o 59º dia é contabilizada em receitas e, a partir do 60º dia, em rendas a apropriar, sendo que • Eventos que originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que já existiam na data-base das demonstrações contábeis; e A atualização (accrual) • Eventos que não originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que não existiam na data-base das demonstrações contábeis. o reconhecimento em receitas só ocorrerá quando do seu efetivo recebimento. As operações em atraso classificadas como nível “H” permanecem nessa classificação por seis meses, quando então são baixadas contra a provisão Não houve qualquer evento subsequente que requer ajustes ou divulgações para as demonstrações contábeis encerradas em 31 de dezembro de 2012. existente e controladas em conta de compensação por no mínimo cinco anos. As operações renegociadas são mantidas, no mínimo, no mesmo nível em que estavam classificadas. As renegociações que já haviam sido baixadas contra 4) CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA Em 31 de dezembro - R$ mil a provisão e que estavam controladas em contas de compensação, são classificadas como nível “H” e os eventuais ganhos provenientes da renegociação 2012 2011 somente são reconhecidas quando efetivamente recebidos. Quando houver amortização significativa da operação ou quando novos fatos relevantes Disponibilidades em moeda nacional ...................................................................................................... 101 102 justificarem a mudança do nível de risco, poderá ocorrer a reclassificação da operação para categoria de menor risco. 71 62 A provisão estimada para créditos de liquidação duvidosa é apurada em valor suficiente para cobrir prováveis perdas e leva em conta as normas e Aplicações em ouro ................................................................................................................................. Total de disponibilidades (caixa) ......................................................................................................... 172 164 instruções do CMN e do BACEN, associadas às avaliações realizadas pela Administração na determinação dos riscos de crédito. Aplicações interfinanceiras de liquidez (1) .............................................................................................. 177.717 125.597 A carteira de arrendamento mercantil é constituída por contratos celebrados ao amparo da Portaria nº 140/84, do Ministério da Fazenda, que contém cláusulas 177.889 125.761 de: a) não cancelamento; b) opção de compra; e c) atualização pós-fixada ou prefixada e são contabilizados de acordo com as normas estabelecidas pelo Total caixa e equivalentes de caixa ..................................................................................................... BACEN, conforme segue: I - Arrendamentos a receber Refletem o saldo das contraprestações a receber, atualizados de acordo com índices e critérios estabelecidos contratualmente. II - Rendas a apropriar de arrendamento mercantil e Valor residual garantido (VRG) Registrados pelo valor contratual, em contrapartida às contas retificadoras de Rendas a apropriar de arrendamento mercantil e Valor residual a balancear, ambos apresentados pelas condições pactuadas. O VRG recebido antecipadamente é registrado em Outras Obrigações - Credores por Antecipação do Valor Residual até a data do término contratual. O ajuste a valor presente das contraprestações e do VRG a receber das operações de arrendamento mercantil financeiro é reconhecido como superveniência/insuficiência de depreciação no imobilizado de arrendamento mercantil, objetivando compatibilizar as práticas contábeis. Nas operações que apresentem atraso igual ou superior a sessenta dias, a apropriação ao resultado passa a ocorrer quando do recebimento das parcelas contratuais, de acordo com a Resolução nº 2.682/99 do CMN. III - Imobilizado de arrendamento É registrado pelo custo de aquisição, deduzido das depreciações acumuladas. A depreciação é calculada pelo método linear, com o benefício de redução de 30% ao ano na vida útil normal do bem, prevista na legislação vigente. As principais taxas anuais de depreciação utilizadas, base para esta redução, são as seguintes: veículos e afins, 20% ao ano; móveis e utensílios, 10% ao ano; máquinas e equipamentos, 10% ao ano; e outros bens, 10% ao ano ou 20% ao ano. IV - Perdas em arrendamentos Os prejuízos apurados na venda de bens arrendados são diferidos e amortizados pelo prazo remanescente de vida útil normal dos bens, sendo demonstrados juntamente com o imobilizado de arrendamento. (Nota 8i) V - Superveniência (insuficiência) de depreciação Os registros contábeis das operações de arrendamento mercantil são mantidos conforme exigências legais, específicas para esse tipo de operação. Os procedimentos adotados e sumariados nos itens II a IV acima diferem das práticas contábeis adotadas no Brasil, principalmente no que concerne ao regime de competência no registro das receitas e despesas relacionadas aos contratos de arrendamento mercantil. Em consequência, de acordo com a Circular BACEN nº 1.429/89, foi calculado o valor presente das contraprestações em aberto, utilizando-se a taxa interna de retorno de cada contrato, registrando-se uma receita ou despesa de arrendamento mercantil, em contrapartida às rubricas de superveniência ou insuficiência de depreciação, respectivamente, registradas no Ativo Permanente, com o objetivo de adequar as operações de arrendamento mercantil ao regime de competência. h) Imposto de renda e contribuição social (ativo e passivo) Os créditos tributários de imposto de renda e contribuição social sobre o lucro líquido, calculados sobre as adições temporárias, são registrados na rubrica “Outros Créditos - Diversos“, e a provisão para as obrigações fiscais diferidas sobre superveniência de depreciação e ajustes a valor de mercado dos títulos e valores mobiliários, são registradas na rubrica “Outras Obrigações - Fiscais e Previdenciárias”, sendo que para superveniência de depreciação é aplicada somente a alíquota de imposto de renda. Os créditos tributários sobre as adições temporárias serão realizados quando da utilização e/ou reversão das respectivas provisões sobre as quais foram constituídos. Tais créditos tributários são reconhecidos contabilmente baseados nas expectativas atuais de realização, considerando os estudos técnicos e análises realizadas pela Administração. A provisão para imposto de renda é constituída à alíquota-base de 15% do lucro tributável, acrescida de adicional de 10%. A contribuição social sobre o lucro é calculada considerando a alíquota de 15% para empresas do segmento financeiro. Foram constituídas provisões para os demais impostos e contribuições sociais, de acordo com as respectivas legislações vigentes. De acordo com a Lei nº 11.941/09, as modificações no critério de reconhecimento de receitas, custos e despesas computadas na apuração do lucro líquido do período, introduzidas pela Lei nº 11.638/07 e pelos artigos 37 e 38 da Lei nº 11.941/09, não terão efeitos para fins de apuração do lucro real, devendo ser considerados, para fins tributários, os métodos e critérios contábeis vigentes em 31 de dezembro de 2007. Para fins contábeis, os efeitos tributários da adoção das mencionadas Leis estão registrados nos ativos e passivos diferidos correspondentes. i) Despesas antecipadas São representadas pelas aplicações de recursos em pagamentos antecipados, cujos direitos de benefícios ou prestação de serviços ocorrerão em períodos futuros, sendo registrados no resultado de acordo com o princípio da competência. Inclui seguro prestamista e comissões pagas, principalmente à revendedores e concessionárias de veículos e promotoras de venda terceirizadas, pela colocação de operações de crédito. Os custos incorridos que estão relacionados com ativos correspondentes, que gerarão receitas em períodos subsequentes, os quais são apropriados ao resultado de acordo com os prazos e montantes dos benefícios esperados e baixados diretamente no resultado, quando os bens e direitos correspondentes já não fazem parte dos ativos do Banco ou os benefícios futuros esperados não puderem ser realizados. j) Investimentos Os investimentos em empresas controladas e coligadas com influência significativa ou participação de 20% ou mais no capital votante, são avaliados pelo método de equivalência patrimonial. Os incentivos fiscais e outros investimentos são avaliados pelo custo de aquisição, deduzidos da provisão para perdas/redução ao valor recuperável (impairment), quando aplicável. k) Imobilizado Corresponde aos direitos que tenham por objeto bens corpóreos destinados à manutenção das atividades ou exercidos com essa finalidade, inclusive os decorrentes de operações que transfiram os riscos, benefícios e controles dos bens para a entidade. É demonstrado ao custo de aquisição, líquido das respectivas depreciações acumuladas, calculadas pelo método linear de acordo com a vida útil-econômica estimada dos bens, sendo: imóveis de uso - 4% ao ano; móveis e utensílios e máquinas e equipamentos, sistemas de comunicação e segurança - 10% ao ano; e sistemas de transportes e processamento de dados - 20% a 50% ao ano, e ajustado por redução ao valor recuperável (impairment), quando aplicável. l) Diferido e Intangível • Ativo Diferido - está registrado ao custo de aquisição ou formação, líquido das respectivas amortizações acumuladas de 20% ao ano, calculadas pelo método linear. A partir de 8 de dezembro de 2008 as novas aquisições passaram a ser registradas no ativo intangível de acordo com a Carta Circular nº 3.357/08 do BACEN. • Ativo Intangível - correspondem aos direitos adquiridos que tenham por objeto bens incorpóreos destinados à manutenção da entidade ou exercidos com essa finalidade. Compostos por softwares, que estão registrados ao custo, deduzido da amortização pelo método linear durante a vida útil estimada (20% ao ano), a partir da data da sua disponibilidade para uso e ajustados por redução ao valor recuperável (impairment), quando aplicável. Gastos com o desenvolvimento interno de softwares são reconhecidos como ativo quando é possível demonstrar a intenção e a capacidade de concluir tal desenvolvimento, bem como mensurar com segurança os custos diretamente atribuíveis ao mesmo, que serão amortizados durante sua vida útil estimada, considerando os benefícios econômicos futuros gerados. m) Redução ao valor recuperável de ativos (Impairment) Os títulos e valores mobiliários classificados na categoria títulos disponíveis para venda e ativos não financeiros, exceto outros valores e bens e créditos tributários, são revistos no mínimo anualmente, para determinar se há alguma indicação de perda por redução ao valor recuperável (impairment), e caso seja detectada uma perda, esta é reconhecida no resultado do período quando o valor contábil do ativo exceder o seu valor recuperável apurado pelo: (i) potencial valor de venda, ou valor de realização deduzido das respectivas despesas ou (ii) valor em uso calculado pela unidade geradora de caixa, dos dois o maior. Uma unidade geradora de caixa é o menor grupo identificável de ativos que gera fluxos de caixa substancialmente independentes de outros ativos e grupos. n) Depósitos e captações no mercado aberto São demonstrados pelos valores das exigibilidades e consideram, quando aplicável, os encargos exigíveis até a data de balanço, reconhecidos em base pro rata dia. Nas operações de captação de recursos mediante emissão de títulos e valores mobiliários, as despesas associadas são apropriadas ao resultado de acordo com o prazo da operação e apresentadas como redutora do passivo correspondente. o) Provisões, ativos e passivos contingentes e obrigações legais - Fiscais e previdenciárias O reconhecimento, a mensuração e a divulgação das provisões, das contingências ativas e passivas e também das obrigações legais são efetuados de acordo com os critérios definidos pelo CPC 25, o qual foi aprovado pela Resolução nº 3.823/09 do CMN, sendo: • Ativos Contingentes: não são reconhecidos contabilmente, exceto quando a Administração possui controle da situação ou quando há garantias reais ou decisões judiciais favoráveis, sobre as quais não caibam mais recursos, caracterizando o ganho como praticamente certo e pela confirmação da capacidade de sua recuperação por recebimento ou compensação com outro passivo exigível. Os ativos contingentes, cuja expectativa de êxito é provável, são divulgados nas notas explicativas (Nota 15a); • Provisões: são constituídas levando em conta a opinião dos assessores jurídicos, a natureza das ações, a similaridade com processos anteriores, a complexidade e o posicionamento de Tribunais, sempre que a perda for avaliada como provável, o que ocasionaria uma provável saída de recursos para a liquidação das obrigações e quando os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança; • Passivos Contingentes: de acordo com o CPC 25, o termo “contingente” é utilizado para passivos que não são reconhecidos, pois a sua existência somente será confirmada pela ocorrência ou não de um ou mais eventos futuros e incertos que não estejam totalmente sob o controle da Administração. Os passivos contingentes não satisfazem os critérios de reconhecimento, pois são considerados como perdas possíveis, devendo apenas ser divulgados em notas explicativas, quando relevantes. As obrigações classificadas como remotas não são provisionadas e nem divulgadas (Nota 15b e c); e

(1) Refere-se a operações cujo vencimento na data da efetiva aplicação foi igual ou inferior a 90 dias e apresentam risco insignificante de mudança de valor justo. 5) APLICAÇÕES INTERFINANCEIRAS DE LIQUIDEZ a) Composição e prazos 1 a 30 dias Aplicações no mercado aberto: Posição Bancada - Letras Financeiras do Tesouro .............................. - Notas do Tesouro Nacional ................................... Aplicações em depósitos interfinanceiros - Aplicações em depósitos interfinanceiros ............. Total em 2012 ......................................................... % ............................................................................. Total em 2011 ......................................................... % ............................................................................. b) Receitas de aplicações interfinanceiras de liquidez

31 a 180 dias

181 a 360 dias

Em 31 de dezembro - R$ mil Total 2012 2011

Acima de 360 dias

177.717

-

-

-

177.717

125.597 -

75.987 253.704 0,9 272.842 1,0

26.750.434 26.750.434 97,8 26.168.719 94,5

213.944 213.944 0,8 564.401 2,0

129.374 129.374 0,5 674.585 2,5

27.169.739 27.347.456 100,0

27.554.950 27.680.547 100,0

Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 Rendas de aplicações interfinanceiras de liquidez: - Rendas de aplicações em operações compromissadas - Posição bancada ........................................ - Rendas de aplicações em depósitos interfinanceiros ........................................................................... Total (Nota 6e)........................................................................................................................................

15.705 2.112.864 2.128.569

19.639 3.011.421 3.031.060

6) TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS a) Composição da carteira por emissor

Em 31 de dezembro - R$ mil Acima de 360 dias 82.833 82.833 218

Valor de mercado/ contábil (2) 82.833 82.833 221.748

2012 Valor de custo atualizado 82.841 82.841 221.347

218 83.051 76.556

211.430 3.002 7.316 304.581

211.430 2.219 7.698 304.188

1 a 30 dias 218.528 -

Acima de 360 dias 82.833 82.833

Valor de mercado/ contábil (2) 301.361 82.833

2012 Valor de custo atualizado 301.369 82.841

Marcação a mercado (8) (8)

211.430 7.098 3.002 3.002 221.530 188.620

218 218 83.051 76.556

211.430 7.098 3.220 3.002 218 304.581

211.430 7.098 2.819 2.219 600 304.188

401 783 (382) 393

1 a 30 Títulos (1) dias Títulos públicos .............................. Letras financeiras do tesouro ........... Títulos privados.............................. 221.530 Cotas de fundos de investimento FIDC ............................................... 211.430 Ações................................................ 3.002 Outros............................................... 7.098 Total em 2012 .................................. 221.530 Total em 2011 .................................. 188.620 b) Classificação por categorias e prazos

Marcação a mercado (8) (8) 401 783 (382) 393

2011 Valor de Marcação mercado/ a contábil (2) mercado 76.338 (17) 76.338 (17) 188.838 (379) 179.830 2.222 6.786

3 (382)

265.176

(396)

Em 31 de dezembro - R$ mil

Títulos (1) Títulos para negociação (1):.......... Letras Financeiras do Tesouro ......... Cotas de fundos de investimentos FIDC ............................................... Outros............................................... Títulos disponíveis para venda:.... Ações................................................ Outros............................................... Total em 2012 .................................. Total em 2011 ..................................

2011 Valor de Marcação mercado/ a contábil (2) mercado 262.736 (17) 76.338 (17) 179.830 6.568 2.440 2.222 218

(379) 3 (382)

265.176

(396)

(1) Para fins de apresentação do Balanço Patrimonial os títulos classificados como “para negociação” estão demonstrados no ativo circulante; e (2) O valor de mercado dos títulos e valores mobiliários é apurado de acordo com a cotação de preço de mercado disponível na data do balanço. Se não houver cotação de preços de mercado disponível, os valores são estimados com base em cotações de distribuidores, modelos de precificação, modelos de cotações ou cotações de preços para instrumentos com características semelhantes. No caso das aplicações em fundos de investimento, o custo atualizado reflete o valor de mercado das respectivas cotas. c) Composição das carteiras distribuídas pelas rubricas de publicação Em 31 de dezembro - R$ mil Até Acima de Títulos 30 dias 360 dias 2012 2011 Carteira Própria .............................................................................. 221.530 2.392 223.922 190.364 Títulos de Renda Fixa .................................................................... 218.528 2.392 220.920 188.142 Letras financeiras do Tesouro........................................................... 2.174 2.174 1.526 Cotas de fundos de investimentos - FIDC ........................................ 211.430 211.430 179.830 Outros............................................................................................... 7.098 218 7.316 6.786 Títulos de Renda Variável .............................................................. 3.002 3.002 2.222 Ações................................................................................................ 3.002 3.002 2.222 Títulos Vinculados.......................................................................... 80.659 80.659 74.812 À prestação de Garantias .............................................................. 80.659 80.659 74.812 Letras Financeiras do Tesouro ......................................................... 80.659 80.659 74.812 Total em 2012 .................................................................................. 221.530 83.051 304.581 Total em 2011 .................................................................................. 188.620 76.556 265.176 d) Instrumentos financeiros derivativos Em 31 de dezembro de 2012 e de 2011, a Instituição não possuía operações com instrumentos financeiros derivativos. e) Resultado com títulos e valores mobiliários Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 Aplicações interfinanceiras de liquidez (Nota 5b).................................................................................... 2.128.569 3.031.060 32.130 27.065 Fundo de investimento ............................................................................................................................ 6.504 7.873 Títulos de renda fixa ................................................................................................................................ Títulos de renda variável ......................................................................................................................... 78 (143) Total ........................................................................................................................................................ 2.167.281 3.065.855 7) RELAÇÕES INTERFINANCEIRAS - CRÉDITOS VINCULADOS a) Créditos vinculados Em 2011, refere-se aos Depósitos Compulsórios sobre Recursos à Vista no Banco Central do Brasil. b) Resultado das aplicações compulsórias A receita das aplicações compulsórias em 2012 totalizou R$ 81 mil (2011 - R$ 164 mil) e está sendo apresentada na Demonstração do Resultado em “Resultado das Aplicações Compulsórias”.

8) OPERAÇÕES DE CRÉDITO, DE ARRENDAMENTO MERCANTIL, OUTROS CRÉDITOS COM CARACTERÍSTICA DE CONCESSÃO DE CRÉDITO E PROVISÃO PARA CRÉDITOS DE LIQUIDAÇÃO DUVIDOSA a) Modalidades e prazos Em 31 de dezembro - R$ mil 1 a 30 dias 400.917 1.037.308 1.438.225 59.009 1.497.234 24 1.497.258 1.497.258 1.361.918

Operações de crédito Empréstimos e títulos descontados..................................................... Financiamentos ................................................................................... Subtotal .............................................................................................. Operações de arrendamento mercantil ............................................... Subtotal .............................................................................................. Outros créditos (1)............................................................................... Total das operações de crédito........................................................ Avais e Fianças (2) .............................................................................. Total em 2012 ..................................................................................... Total em 2011 .....................................................................................

31 a 60 dias 423.624 969.322 1.392.946 47.819 1.440.765 24 1.440.789 1.440.789 1.263.768

61 a 90 dias 382.301 893.339 1.275.640 44.500 1.320.140 24 1.320.164 1.320.164 1.234.505

Curso normal 181 a 360 Acima de dias 360 dias 2.050.838 7.628.273 4.390.973 10.856.345 6.441.811 18.484.618 192.531 287.978 6.634.342 18.772.596 4 6.634.346 18.772.596 2.255 6.634.346 18.774.851 5.991.425 17.838.175

91 a 180 dias 1.141.266 2.545.908 3.687.174 119.882 3.807.056 26 3.807.082 3.807.082 3.408.655

2012 (A) 12.027.219 20.693.195 32.720.414 751.719 33.472.133 102 33.472.235 2.255 33.474.490

%

2011 (A) 8.052.008 21.329.576 29.381.584 1.712.403 31.093.987 666 31.094.653 3.793

35,9 61,8 97,7 2,3 100,0 100,0 100,0

% 25,9 68,6 94,5 5,5 100,0 100,0 -

31.098.446

100,0

Em 31 de dezembro - R$ mil

Operações de crédito Empréstimos e títulos descontados............................................................ Financiamentos .......................................................................................... Subtotal ..................................................................................................... Operações de arrendamento mercantil ...................................................... Subtotal ..................................................................................................... Outros créditos (1)...................................................................................... Total em 2012............................................................................................ Total em 2011 ............................................................................................

1 a 30 dias 16.255 154.945 171.200 17.703 188.903 188.903 178.567

31 a 60 dias 13.619 129.343 142.962 13.146 156.108 156.108 143.930

61 a 90 dias 8.930 80.135 89.065 7.837 96.902 96.902 79.836

Curso anormal Parcelas vencidas 181 a 540 dias 11.415 181.392 192.807 16.050 208.857 208.857 151.093

91 a 180 dias 16.861 160.749 177.610 14.635 192.245 192.245 158.086

2012 (B) 67.080 706.564 773.644 69.371 843.015 843.015

%

2011 (B) 46.243 548.853 595.096 110.179 705.275 6.237

8,0 83,8 91,8 8,2 100,0 100,0

% 6,5 77,1 83,6 15,5 99,1 0,9

711.512

100,0

Em 31 de dezembro - R$ mil

Operações de crédito Empréstimos e títulos descontados............................ Financiamentos .......................................................... Subtotal ..................................................................... Operações de arrendamento mercantil ...................... Subtotal ..................................................................... Outros créditos (1)...................................................... Total das operações de crédito............................... Avais e Fianças (2) ..................................................... Total em 2012 ............................................................ Total em 2011 ............................................................

1 a 30 dias 15.998 154.687 170.685 15.801 186.486 186.486 186.486 172.138

31 a 60 dias 16.800 154.607 171.407 14.374 185.781 185.781 185.781 163.933

61 a 90 dias 13.940 141.362 155.302 13.333 168.635 168.635 168.635 158.612

91 a 180 dias 42.854 402.930 445.784 35.596 481.380 481.380 481.380 432.602

Curso anormal Parcelas vincendas 181 a 360 Acima de dias 360 dias 75.389 254.951 700.173 1.656.622 775.562 1.911.573 56.156 72.962 831.718 1.984.535 831.718 1.984.535 831.718 1.984.535 751.658 1.964.962

Total Geral 2012 (C) 419.932 3.210.381 3.630.313 208.222 3.838.535 3.838.535 3.838.535

%

2011 (C) 271.146 2.886.701 3.157.847 484.830 3.642.677 1.228 3.643.905 -

10,9 83,7 94,6 5,4 100,0 100,0 100,0

% 7,5 79,2 86,7 13,3 100,0 100,0 -

3.643.905

2012 (A + B + C) 12.514.231 24.610.140 37.124.371 1.029.312 38.153.683 102 38.153.785 2.255 38.156.040

% 32,8 64,5 97,3 2,7 100,0 100,0 100,0

100,0

2011 (A + B + C) 8.369.397 24.765.130 33.134.527 2.307.412 35.441.939 8.131 35.450.070 3.793

% 23,6 69,9 93,5 6,5 100,0 100,0 -

35.453.863

100,0

(1) A rubrica “Outros Créditos” compreende devedores por compra de valores e bens; e (2) Registrados em Contas de Compensação. b) Modalidades e níveis de risco Em 31 de dezembro - R$ mil Operações de crédito AA A Empréstimos e títulos descontados............................ 12.024.693 Financiamentos .......................................................... 231 20.545.385 Subtotal ..................................................................... 231 32.570.078 Operações de arrendamento mercantil ...................... 67 653.915 Subtotal ..................................................................... 298 33.223.993 Outros créditos ........................................................... Total em 2012 ............................................................ 298 33.223.993 % ................................................................................ 87,1 Total em 2011 ............................................................ 343 30.610.531 % ................................................................................ 86,3 c) Composição das operações de crédito e da provisão para créditos de liquidação duvidosa

B 128.955 1.073.247 1.202.202 138.062 1.340.264 1.340.264 3,5 1.719.659 4,9

C 99.491 901.363 1.000.854 68.123 1.068.977 102 1.069.079 2,8 1.013.425 2,9

Nível de risco D 58.711 368.460 427.171 27.514 454.685 454.685 1,2 402.648 1,1

Total E 38.161 272.867 311.028 19.008 330.036 330.036 0,9 305.187 0,9

F

G

28.580 222.076 250.656 13.276 263.932 263.932 0,7 251.336 0,7

23.265 205.523 228.788 14.504 243.292 243.292 0,6 205.781 0,6

H 112.375 1.020.988 1.133.363 94.843 1.228.206 1.228.206 3,2 941.160 2,6

2012 12.514.231 24.610.140 37.124.371 1.029.312 38.153.683 102 38.153.785

% 32,8 64,5 97,3 2,7 100,0 -

2011 8.369.397 24.765.130 33.134.527 2.307.412 35.441.939 8.131

% 23,6 69,9 93,5 6,5 100,0 -

100,0 35.450.070 100,0 Em 31 de dezembro - R$ mil

Nível de risco AA............................................................................... A ................................................................................. B ................................................................................. C ................................................................................. Subtotal ..................................................................... D ................................................................................. E ................................................................................. F ................................................................................. G................................................................................. H ................................................................................. Subtotal ..................................................................... Total em 2012 ............................................................ % ................................................................................ Total em 2011 ............................................................ % ................................................................................

% Mínimo de provisionamento requerido 0,0 0,5 1,0 3,0 10,0 30,0 50,0 70,0 100,0

Provisão Carteira Curso normal 298 33.223.993 184.949 15.223 33.424.463 10.783 5.878 4.772 4.873 21.466 47.772 33.472.235 87,7 31.094.653 87,7

Curso anormal 1.155.315 1.053.856 2.209.171 443.902 324.158 259.160 238.419 1.206.740 2.472.379 4.681.550 12,3 4.355.417 12,3

Específica Total 298 33.223.993 1.340.264 1.069.079 35.633.634 454.685 330.036 263.932 243.292 1.228.206 2.520.151 38.153.785 100,0 35.450.070 100,0

%

Vencidas 87,1 3,5 2,8 93,4 1,2 0,9 0,7 0,6 3,2 6,6 100,0

694 3.379 4.073 6.810 19.022 30.706 45.291 403.339 505.168 509.241 23,5 390.158 21,7

Total

Vincendas 10.859 28.237 39.096 37.581 78.225 98.873 121.602 803.401 1.139.682 1.178.778 54,3 946.592 52,6

Genérica 166.120 1.849 457 168.426 1.078 1.763 2.386 3.411 21.466 30.104 198.530 9,1 206.583 11,5

Excedente 16 117 1.360 1.493 90.709 65.842 52.654 72.866 282.071 283.564 13,1 254.474 14,2

2012 166.136 13.519 33.433 213.088 136.178 164.852 184.619 243.170 1.228.206 1.957.025 2.170.113 100,0

%

2011 7,7 0,6 1,5 9,8 6,3 7,6 8,5 11,2 56,6 90,2 100,0

153.037 17.316 31.772 202.125 120.593 152.442 175.809 205.678 941.160 1.595.682

% 8,5 0,9 1,8 11,2 6,7 8,5 9,8 11,4 52,4 88,8

1.797.807 100,0 continua...


DIÁRIO DO COMÉRCIO

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

9

...continuação

Banco Bradesco Financiamentos S.A. Empresa da Organização Bradesco CNPJ 07.207.996/0001-50 Sede: Cidade de Deus, s/nº - Prédio Prata - 4º Andar - Vila Yara - Osasco - SP NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS d) Concentração das operações de crédito 2012 4.006 30.333 51.538 97.187 150.704

%

2012 38.153.785 293.225 51.798 35.630 55.395 17.349 34.233 32.535 13.700 6.894 12.912 10.355 458 6.703 4.119 3.164 3.777 4.203 1.014.482 354.369 119.641 119.525 65.106 37.084 26.229 78.764 39.905 75.541 37.340 14.633 7.799 38.546 1.600 1.176.944 315.924 184.243 364.976 74.882 74.192 41.042 37.366 12.612 635 71.072 37.325 35.630.209 38.153.785

%

Maior devedor................................................................................... Dez maiores devedores.................................................................... Vinte maiores devedores .................................................................. Cinquenta maiores devedores.......................................................... Cem maiores devedores................................................................... e) Setor de atividade econômica

Setor Privado .................................................................................. Indústria .......................................................................................... Alimentícia e bebidas ....................................................................... Móveis e produtos e madeira ........................................................... Siderurgia, metalurgia e mecânica ................................................... Extração de minerais metálicos e não metálicos ............................. Materiais não metálicos.................................................................... Têxtil e confecções........................................................................... Química ............................................................................................ Eletroeletrônica................................................................................. Artigos de borracha e plástico.......................................................... Edição, impressão e reprodução ...................................................... Refino de petróleo e produção de álcool.......................................... Artefatos de couro ............................................................................ Papel e celulose ............................................................................... Veículos leves e pesados ................................................................. Autopeças e acessórios ................................................................... Demais Indústrias............................................................................. Comércio ......................................................................................... Produtos em lojas especializadas .................................................... Produtos alimentícios, bebidas e fumo............................................. Reparação, peças e acessórios para veículos automotores ............ Vestuário e calçados ........................................................................ Resíduos de sucatas ........................................................................ Combustíveis .................................................................................... Varejista não especializado .............................................................. Artigos de uso pessoal e domésticos............................................... Veículos automotores ....................................................................... Intermediário de comércio................................................................ Atacadista de mercadorias em geral ................................................ Produtos agropecuários ................................................................... Demais comércios ............................................................................ Intermediário financeiro................................................................. Serviços........................................................................................... Transporte e armazenagens............................................................. Construção civil ................................................................................ Atividades imobiliárias, aluguéis e serviços prestados às empresas Serviços sociais, educação, saúde, defesa e seguridade social...... Alojamento e alimentação ................................................................ Holdings, atividades jurídicas, contábeis e assessoria empresarial Atividades associativas, recreativas, culturais e desportivas .......... Telecomunicações ............................................................................ Produção e distribuição de eletricidade, gás e água........................ Demais serviços ............................................................................... Agricultura, pecuária, pesca, silvicultura e exploração florestal Pessoas físicas............................................................................... Total ................................................................................................. f) Movimentação da provisão para créditos de liquidação duvidosa

0,1 0,2 0,3 0,4

Em 31 de dezembro - R$ mil 2011 % 4.865 34.182 0,1 58.856 0,2 110.273 0,3 167.136 0,5

100,0 0,7 0,2 0,1 0,2 0,1 0,1 2,7 1,0 0,3 0,3 0,2 0,1 0,1 0,2 0,1 0,2 0,1 0,1 3,1 0,8 0,5 1,0 0,2 0,2 0,1 0,1 0,2 0,1 93,4 100,0

Em 31 de dezembro - R$ mil 2011 % 35.450.070 100,0 352.550 1,0 60.471 0,2 44.423 0,1 62.709 0,2 24.307 0,1 45.330 0,1 37.855 0,1 15.308 0,1 7.701 16.356 0,1 11.621 598 7.984 4.503 3.236 4.369 5.779 1.175.381 3,3 413.139 1,2 145.925 0,4 133.855 0,4 72.099 0,2 45.829 0,1 32.384 0,1 92.616 0,3 51.570 0,1 79.799 0,2 38.801 0,1 17.555 0,1 9.905 41.904 0,1 1.982 1.351.884 3,8 402.011 1,1 212.914 0,6 394.674 1,1 81.915 0,3 79.940 0,2 43.712 0,1 41.971 0,1 13.339 0,1 947 80.461 0,2 42.222 0,1 32.526.051 91,8 35.450.070 100,0

12) IMOBILIZADO DE USO Demonstrado ao custo de aquisição corrigido. As depreciações são calculadas pelo método linear, com base em taxas anuais que contemplam a vida útileconômica dos bens. Em 31 de dezembro - R$ mil Custo Líquido de Depreciação Taxa anual Custo Depreciação 2012 2011 Imóveis de uso: - Imobilizações em curso.................................................................. 134 Instalações, móveis e equipamentos de uso.................................... 10 % 7.052 (3.106) 3.946 3.774 Sistemas de segurança e comunicações ......................................... 10 % 1.144 (834) 310 375 Sistemas de processamento de dados ............................................ 20 % 11.059 (9.010) 2.049 3.255 Total em 2012 .................................................................................. 19.255 (12.950) 6.305 Total em 2011 .................................................................................. 24.632 (17.094) 7.538 13) DIFERIDO E INTANGÍVEL O ativo diferido é demonstrado ao custo de aquisição, amortizado pelo método linear à taxa anual de 20%. O valor do custo líquido de amortização em 31 de dezembro de 2012 correspondia a R$ 229 mil (2011 - R$ 933 mil). Amortizações acumuladas correspondiam a R$ 7.452 mil (2011 - R$ 6.797 mil). Os ativos intangíveis adquiridos possuem vida útil definida e são compostos por softwares e respectivos gastos com desenvolvimento. Em 31 de dezembro de 2012 apresentava o valor custo do líquido de amortização de R$ 36.619 mil (2011 - R$ 29.988 mil). Amortizações acumuladas correspondiam a R$ 20.987 mil (2011 - R$ 11.350 mil). 14) DEPÓSITOS a) Depósitos

Depósitos interfinanceiros ....................................... Total em 2012 ......................................................... % ............................................................................. Total em 2011 ......................................................... % ............................................................................. b) Despesas de captação

1 a 30 dias 1.497.806 1.497.806 3,8 1.578.856 4,2

31 a 180 dias 7.519.836 7.519.836 19,2 7.301.481 19,7

181 a 360 dias 7.418.637 7.418.637 18,9 7.309.383 19,7

Depósitos interfinanceiros ....................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................

Acima de 360 dias 22.792.977 22.792.977 58,1 20.942.390 56,4

Em 31 de dezembro - R$ mil Total 2012 2011 39.229.256 37.132.110 39.229.256 100,0 37.132.110 100,0

Em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 4.271.410 4.166.428 4.271.410 4.166.428

15) PROVISÕES, ATIVOS E PASSIVOS CONTINGENTES E OBRIGAÇÕES LEGAIS - FISCAIS E PREVIDENCIÁRIAS a) Ativos contingentes Não são reconhecidos contabilmente ativos contingentes. b) Provisões classificados como perdas prováveis e obrigações legais - fiscais e previdenciárias A empresa é parte em processos judiciais, de natureza trabalhista, cível e fiscal, decorrentes do curso normal de suas atividades. Na constituição das provisões a Administração leva em conta: a opinião dos assessores jurídicos, a natureza das ações, a similaridade com processos anteriores, a complexidade e o posicionamento de Tribunais, sempre que a perda for avaliada como provável. A Administração entende que a provisão constituída é suficiente para atender as perdas decorrentes dos respectivos processos. O passivo relacionado à obrigação legal em discussão judicial é mantido até o desfecho da ação, representado por decisões judiciais, sobre as quais não caiba mais recursos, ou a sua prescrição. I - Processos trabalhistas São ações ajuizadas por ex-empregados, visando obter indenizações, em especial o pagamento de “horas extras” em razão de interpretação do artigo 224 da Consolidação das Leis do Trabalho. Nos processos em que é exigido depósito judicial para garantia de execução, o valor das provisões trabalhistas é constituído considerando a efetiva perspectiva de perda destes depósitos. Para os demais processos, a provisão é constituída com base no valor médio apurado dos pagamentos efetuados de processos encerrados nos últimos 12 meses. II - Processos cíveis São pleitos de indenização por dano moral e patrimonial. Essas ações são controladas individualmente e provisionadas sempre que a perda for avaliada como provável, considerando a opinião de assessores jurídicos, natureza das ações, similaridade com processos anteriores, complexidade e posicionamento de Tribunais. Não existem em curso processos administrativos significativos por descumprimento de normas do Sistema Financeiro Nacional ou de pagamento de multas que possam causar impactos representativos no resultado financeiro da Instituição. III - Obrigações legais - provisão para riscos fiscais A Instituição vem discutindo judicialmente a legalidade e constitucionalidade de alguns tributos e contribuições, os quais estão totalmente provisionados não obstante as boas chances de êxito a médio e longo prazos, de acordo com a opinião dos assessores jurídicos. As principais questões são: Em 31 de dezembro - R$ mil Cofins - R$ 392.476 mil: Pleiteia calcular e recolher a Cofins, a partir de outubro de 2005, sobre o efetivo faturamento, cujo conceito consta do artigo 2º da Lei 2012 2011 Complementar nº 70/91, afastando-se, assim, a inconstitucional ampliação da base de cálculo pretendida pelo parágrafo 1º do artigo 3º da Lei nº 9.718/98; Saldo inicial............................................................................................................................................ 1.797.807 1.609.609 IRPJ/CSLL - Perdas de Crédito - R$ 49.523 mil: Pleiteia deduzir, para efeito de apuração da base de cálculo do IRPJ e da CSLL devidos, o valor das perdas Constituição líquida de reversão ............................................................................................................. 1.802.977 1.130.781 efetivas e definitivas, totais ou parciais, sofridas no recebimento de créditos, independentemente do atendimento das condições e prazos previstos nos Baixas para prejuízo................................................................................................................................ (1.430.671) (942.583) artigos 9º ao 14º da Lei nº 9.430/96 que só se aplicam às perdas provisórias. Saldo final .............................................................................................................................................. 2.170.113 1.797.807 IV - Movimentação das provisões: - Provisão específica (1).......................................................................................................................... 1.688.019 1.336.750 Em 31 de dezembro - R$ mil - Provisão genérica (2) ............................................................................................................................ 198.530 206.583 Fiscais e - Provisão excedente (3).......................................................................................................................... 283.564 254.474 Trabalhistas Cíveis Previdenciárias (1) - Recuperação de créditos baixados como prejuízo (4) .......................................................................... 310.073 348.264 Saldo no início do exercício ..................................................................... 28.476 97.471 1.641.266 (1) Para as operações que apresentem parcelas vencidas há mais de 14 dias; Atualização monetária ................................................................................. 3.117 11.559 121.165 (2) Constituída em razão da classificação do cliente ou da operação e, portanto, não enquadrada no item anterior; Constituições líquidas de reversões e baixas.............................................. (3.870) 89.942 341.631 (3) A provisão excedente é constituída considerando a experiência da Administração e a expectativa de realização da carteira de créditos, de modo a Pagamentos................................................................................................. (99.386) apurar a provisão total julgada adequada para cobrir os riscos específicos e globais dos créditos, associada à provisão calculada de acordo com Transferências ............................................................................................. 14.112 a classificação pelos níveis de risco e os respectivos percentuais de provisão estabelecidos como mínimos na Resolução nº 2.682/99 do CMN. Saldo no final do exercício (Nota 16)....................................................... 27.723 99.586 2.118.174 A provisão excedente por cliente foi classificada nos níveis de riscos correspondentes (Nota 8c); e (1) Compreende, substancialmente, obrigações legais. (4) Classificadas em receitas de operações de crédito. c) Passivos Contingentes classificados como perdas possíveis g) Receitas de operações de crédito e de arrendamento mercantil A Instituição mantém um sistema de acompanhamento para todos os processos administrativos e judiciais em que a Instituição figura como “autora” Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil ou “ré” e amparada na opinião dos assessores jurídicos, classifica as ações de acordo com a expectativa de insucesso. Periodicamente são realizadas 2012 2011 análises sobre as tendências jurisprudenciais e efetivadas, se necessária, a reclassificação dos riscos desses processos. Neste contexto, os processos Empréstimos e títulos descontados......................................................................................................... 2.741.671 1.807.585 contingentes avaliados como de risco de perda possível não são reconhecidos contabilmente. Financiamentos ....................................................................................................................................... 5.199.529 4.431.947 Em 31 de dezembro de 2012 e de 2011 não há processos contingentes avaliados como de perda possível de natureza relevante. Subtotal .................................................................................................................................................. 7.941.200 6.239.532 16) OUTRAS OBRIGAÇÕES Recuperação de créditos baixados como prejuízo.................................................................................. 310.073 348.264 a) Fiscais e previdenciárias Subtotal .................................................................................................................................................. 8.251.273 6.587.796 Em 31 de dezembro - R$ mil Arrendamento mercantil, líquido de despesas ........................................................................................ 238.164 282.309 2012 2011 Total ........................................................................................................................................................ 8.489.437 6.870.105 Provisões para riscos fiscais (Nota 15b) ................................................................................................. 2.118.174 1.641.266 h) Demonstrativo da composição da carteira de arrendamento, a valor presente, com os saldos contábeis Provisão para impostos e contribuições diferidos (Nota 26c).................................................................. 962.787 1.348.669 Em 31 de dezembro - R$ mil Impostos e contribuições sobre lucros a pagar ....................................................................................... 942.466 713.018 2012 2011 Impostos e contribuições a recolher........................................................................................................ 62.708 64.129 Arrendamentos financeiros a receber ..................................................................................................... 419.312 995.282 Total ........................................................................................................................................................ 4.086.135 3.767.082 (-) Rendas a apropriar de arrendamentos financeiros a receber ............................................................ (399.959) (961.864) b) Diversas Bens arrendados financeiros + perdas em arrendamentos (líquido) ...................................................... 4.904.722 7.387.494 Em 31 de dezembro - R$ mil (-) Depreciação acumulada sobre bens arrendados financeiros, líquida de superveniência de depreciação (806.165) (667.630) 2012 2011 (-) Depreciações acumuladas.................................................................................................................. (4.261.593) (5.809.444) Credores por antecipação de valor residual (Nota 8h)............................................................................ 3.088.598 4.445.870 Superveniência de depreciação .............................................................................................................. 3.455.428 5.141.814 Credores diversos ................................................................................................................................... 365.704 324.590 (-) Valor residual garantido antecipado (Nota 16b).................................................................................. (3.088.598) (4.445.870) Provisões cíveis e trabalhistas (Nota 15b) .............................................................................................. 127.309 125.947 Total do valor presente ......................................................................................................................... 1.029.312 2.307.412 Provisão para pagamentos a efetuar....................................................................................................... 57.936 66.783 i) Imobilizado de arrendamento Outras...................................................................................................................................................... 28 Em 31 de dezembro - R$ mil Total ........................................................................................................................................................ 3.639.547 4.963.218 2012 2011 17) PATRIMÔNIO LÍQUIDO Veículos e afins ....................................................................................................................................... 4.904.324 7.387.118 a) Capital Social Máquinas e equipamentos ...................................................................................................................... 34 34 O capital social no montante de R$ 22.010.000 mil (2011 - R$ 22.010.000 mil) totalmente subscrito e integralizado, é composto por 24.730.834.643 ações Perdas em arrendamentos ...................................................................................................................... 364 342 ordinárias, nominativas-escriturais, sem valor nominal. Total de bens arrendados ..................................................................................................................... 4.904.722 7.387.494 Depreciação acumulada de bens arrendados......................................................................................... (4.261.593) (5.809.444) b) Reserva de Lucros Em 31 de dezembro - R$ mil Superveniência de depreciação .............................................................................................................. 3.455.428 5.141.814 2012 2011 Total da depreciação acumulada ......................................................................................................... (806.165) (667.630) Reservas de Lucros .............................................................................................................................. 4.750.055 3.661.857 Imobilizado de arrendamento............................................................................................................... 4.098.557 6.719.864 304.664 249.732 O Bradesco Financiamentos, para atender o regime de competência, reverteu no exercício, provisão para superveniência de depreciação no montante - Reserva Legal (1).................................................................................................................................. Reserva Estatutária (2) ......................................................................................................................... 4.445.391 3.412.125 de R$ (1.686.386) mil (2011 - (R$ 805.909) mil), registrada em imobilizado de arrendamento, e efetuou a realização de superveniência de R$ 19.086 mil (2011 - R$ 42.406 mil), classificada em bens não de uso próprio em decorrência da reintegração de posse de bens arrendados e R$ 1.667.300 mil (2011 - (1) Constituída obrigatoriamente à base de 5% do lucro líquido, até atingir 20% do capital social realizado. Após esse limite a apropriação não mais se R$ 763.503 mil) em resultado. faz obrigatória. A reserva legal somente poderá ser utilizada para aumento de capital ou para compensar prejuízos; e (2) Visando à manutenção de margem operacional compatível com o desenvolvimento das operações ativas da Sociedade, pode ser constituída em 100% 9) OUTROS CRÉDITOS - DIVERSOS do lucro líquido remanescente após destinações estatutárias, sendo o saldo limitado a 95% do Capital Social Integralizado. a) Rendas a receber c) Dividendos e Juros sobre o capital próprio Em 31 de dezembro - R$ mil Aos acionistas estão assegurados juros sobre o capital próprio e/ou dividendo mínimo obrigatório, em cada exercício, que somados não seja inferior a 2012 2011 1% do lucro líquido ajustado, nos termos da legislação societária. Fica a Diretoria autorizada a declarar e pagar dividendos intermediários, especialmente Dividendos............................................................................................................................................... 169 322 semestrais e mensais, utilizando-se das contas de Lucros Acumulados ou de Reservas de Lucros existentes, e, podendo ainda, autorizar a distribuição de Comissões............................................................................................................................................... 1 lucros a título de juros sobre o capital próprio em substituição total ou parcial aos dividendos intermediários, ou, em adição aos mesmos. Total ........................................................................................................................................................ 169 323 O cálculo dos juros sobre o capital próprio e dividendos relativos aos respectivos exercícios findos em 31 de dezembro, está demonstrado a seguir: R$ mil b) Diversos 2012 2011 Em 31 de dezembro - R$ mil Lucro Líquido........................................................................................................................................... 1.098.635 2.292.711 2012 2011 (-) Reserva Legal - 5% sobre o lucro....................................................................................................... (54.932) (114.635) Créditos tributários de impostos e contribuições (Nota 26c) ................................................................... 3.016.920 2.435.439 Base de cálculo ..................................................................................................................................... 1.043.703 2.178.076 Devedores por depósitos em garantia..................................................................................................... 1.610.053 1.234.596 Dividendos propostos .............................................................................................................................. 10.437 Devedores diversos ................................................................................................................................. 141.661 138.844 Juros sobre o capital próprio (1).............................................................................................................. 1.060.000 Impostos e contribuições a compensar ................................................................................................... 126.707 85.805 Percentual em relação ao lucro líquido ajustado ............................................................................... 1% 48,7% Títulos e créditos a receber ..................................................................................................................... 43.459 34.807 Adiantamentos para pagamentos............................................................................................................ Opções por incentivos fiscais .................................................................................................................. Outros...................................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................

11.421 3.922 198 4.954.341

13.313 3.922 722 3.947.448

10) OUTROS VALORES E BENS a) Bens não de uso próprio

Custo 1.339 810 211.130 711 40 214.030 165.144

Imóveis ............................................................................................. Bens em regime especial ................................................................. Veículos e afins ................................................................................ Máquinas e equipamentos ............................................................... Outros............................................................................................... Total em 2012 .................................................................................. Total em 2011 .................................................................................. b) Despesas antecipadas

Em 31 de dezembro - R$ mil Custo líquido de provisão 2012 2011 885 462 428 91.609 90.889 388 27 28 92.521 92.195

Provisão para perdas (454) (810) (119.521) (711) (13) (121.509) (72.949)

Em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 935.365 556.912 546.112 547.081 453 2.864 78.314 36.194 1.560.244 1.143.051

Comissões sobre empréstimos - Consignados ....................................................................................... Comissões sobre financiamento - Veículos............................................................................................. Prêmios de seguro sobre créditos concedidos........................................................................................ Outros...................................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................

(1) Pagos em 28 de outubro de 2011, conforme Ata da Reunião da Diretoria de 30 de setembro de 2011. 18) RECEITAS DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS E RENDAS DE TARIFAS BANCÁRIAS

Rendas de cadastro ................................................................................................................................ Taxa de avaliação/substituição de bem ................................................................................................... Taxa de aditamento de contratos ............................................................................................................ Outras...................................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................ 19) DESPESAS DE PESSOAL

Proventos................................................................................................................................................. Provisões trabalhistas ............................................................................................................................. Participação dos empregados nos lucros................................................................................................ Benefícios................................................................................................................................................ Encargos sociais ..................................................................................................................................... Treinamento............................................................................................................................................. Total ........................................................................................................................................................

111.220

71.392

-

111.220

99,999

548.373

769.235

1

-

0,027137

3.150 -

1.171 -

-

6 -

100,000 -

-

-

-

-

-

(34.684) 66.513

(88) -

71.391

106.076

209

175

1.171 400

1.109 400

-

(34.684)

(36.817)

18

12

(88) -

(66) -

15

(4)

Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 17.748 18.607 12.311 10.841 8.465 8.073 7.029 6.142 6.706 5.865 973 1.093 53.232 50.621

20) DESPESAS ADMINISTRATIVAS

Serviços técnicos especializados............................................................................................................ Serviços de terceiros e do sistema financeiro......................................................................................... Processamento de dados........................................................................................................................ 11) INVESTIMENTOS Doações - Lei Rouanet............................................................................................................................ a) Ajustes decorrentes da avaliação pelo método de equivalência patrimonial dos investimentos, registrados em contas de resultado, sob a rubrica de Comunicações......................................................................................................................................... “Resultado de participações em coligadas e controladas”. Propaganda, promoções e publicidade ................................................................................................... Em 31 de dezembro - R$ mil Depreciação e amortização..................................................................................................................... Viagens.................................................................................................................................................... Quantidade de ações/ ParticipaLucro Aluguéis................................................................................................................................................... Patrimônio cotas possuídas ção no líquido/ Ajuste decorrente Transportes.............................................................................................................................................. Capital líquido (em milhares) capital (prejuízo) Valor contábil de avaliação (1) Manutenção e conservação de bens....................................................................................................... Empresas social ajustado Ações Cotas (%) ajustado 2012 2011 2012 2011 Arrendamento de bens ............................................................................................................................ Ramo financeiro Outras...................................................................................................................................................... Tibre Distribuidora de Total ........................................................................................................................................................ Títulos e Valores 21) DESPESAS TRIBUTÁRIAS Mobiliários Ltda. ............. 22.300 43.102 18.000 99,999 1.924 43.102 41.197 1.924 8.182 BMC Asset Management DTVM COFINS ................................................................................................................................................... Ltda. ............................... 5.020 9.698 1.860 99,999 386 9.698 9.315 386 6.185 PIS........................................................................................................................................................... Everest Leasing S.A. Imposto sobre serviços de qualquer natureza ISS.................................................................................. Arrendamento Outras...................................................................................................................................................... Mercantil ......................... 172.000 330.205 127.700 100,000 15.524 330.205 314.829 15.524 19.163 Total ........................................................................................................................................................ Outras atividades BF Promotora de Vendas Ltda. .................. Banco Bradesco Europa S.A. .................... Promosec Cia. Securitizadora de Créditos Financeiros....... Outras Participações ........ Ganho/perda cambial de investimento no exterior............................ Total de Investimentos................

Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 333.428 421.913 53.815 60.752 1.774 3.362 133 137 389.150 486.164

Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 484.972 474.305 152.653 140.272 50.529 37.842 34.521 29.854 33.413 35.376 13.639 75.459 12.748 11.493 6.843 5.384 4.383 2.954 4.370 4.093 1.026 853 246 1.914 52.141 44.320 851.484 864.119 Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 261.568 244.261 42.505 39.692 5.269 6.867 16.892 4.106 326.234 294.926

22) OUTRAS RECEITAS OPERACIONAIS

Reversão de provisões fiscais ................................................................................................................. Atualizações monetárias ativas ............................................................................................................... Recuperação de encargos e despesas ................................................................................................... Reversão de provisões operacionais....................................................................................................... Outras...................................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................

Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 497.454 104.755 88.895 25.730 23.698 43.800 5.071 23.129 65.614 197.414 680.732

23) OUTRAS DESPESAS OPERACIONAIS

Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 Comissões e serviços de intermediação de crédito (1)........................................................................... 1.066.674 408.592 (1) Ajuste decorrente de avaliação considera os resultados apurados, periodicamente, pelas Companhias e inclui variações patrimoniais das investidas não Provisões para perdas em operações de empréstimos consignado ....................................................... 198.585 127.553 decorrentes de resultados, quando aplicáveis. Atualizações monetárias passivas .......................................................................................................... 142.990 144.548 Indenizações cíveis ................................................................................................................................. 118.475 84.057 b) Outros investimentos Busca e apreensão de veículos .............................................................................................................. 88.420 77.270 Em 31 de dezembro - R$ mil Perdas em operações de empréstimos ................................................................................................... 76.042 177.511 2012 2011 Provisões cíveis....................................................................................................................................... 14.323 38.661 Investimentos por incentivos fiscais ........................................................................................................ 12.216 12.216 Seguro prestamista ................................................................................................................................. 2.411 6.954 Títulos patrimoniais ................................................................................................................................. 2 2 Provisões para riscos fiscais ................................................................................................................... 247.161 Outros investimentos ............................................................................................................................... 590 590 Outras...................................................................................................................................................... 151.570 45.314 Subtotal .................................................................................................................................................. 12.808 12.808 1.859.490 1.357.621 Provisão para perdas .............................................................................................................................. (9.612) (9.612) Total ........................................................................................................................................................ (1) A variação deve-se basicamente ao aumento no volume de negócio e aprimoramento da metodologia de amortização de despesas antecipadas. Total ........................................................................................................................................................ 3.196 3.196 456.176

473.101

(16.905)

(3.345)

continua...


DIÁRIO DO COMÉRCIO

10

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

...continuação

Banco Bradesco Financiamentos S.A. Empresa da Organização Bradesco CNPJ 07.207.996/0001-50 Sede: Cidade de Deus, s/nº - Prédio Prata - 4º Andar - Vila Yara - Osasco - SP NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 24) RESULTADO NÃO OPERACIONAL

b) Composição da conta de resultado de imposto de renda e contribuição social Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 (136.226) (153.442) 2.827 32.671 (256) (6) (48.561) 20.773 (182.216) (100.004)

Prejuízo na alienação de valores e bens................................................................................................. Lucro na alienação de investimentos ...................................................................................................... Prejuízo na alienação de imobilizado de uso .......................................................................................... Constituição/Reversão de provisão para desvalorização de outros valores e bens................................ Total ........................................................................................................................................................ 25) TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS a) As transações com o controlador, empresas coligadas e controladas estão assim representadas: Ativos (passivos) 2012

Ativos (passivos) 2011

Em 31 de dezembro - R$ mil Receitas Receitas (despesas) (despesas) 2012 2011

Aplicações em depósitos interfinanceiros: Banco Bradesco S.A. ....................................................................... 27.169.288 27.554.148 2.112.850 3.011.421 Captações em depósitos interfinanceiros: Banco Bradesco S.A. ....................................................................... (39.229.256) (37.132.110) (4.271.410) (4.166.428) Aplicações no mercado aberto: Banco Bradesco S.A. ....................................................................... 177.717 125.597 15.705 19.639 Dividendos e juros sobre o capital próprio: Banco Bradesco S.A. ....................................................................... (10.437) Tibre DTVM Ltda. ............................................................................ 18 78 Everest Leasing S.A. Arrendamento Mercantil ................................. 147 182 BMC Asset Management DTVM Ltda. ............................................. 4 59 Serviços terceiros: BF Promotora de Vendas Ltda. ........................................................ (384.262) (391.656) b) Remuneração do pessoal-chave da Administração Anualmente na Assembleia Geral Ordinária é fixado: • O montante global anual da remuneração dos Administradores, que é definido em reunião do Conselho de Administração da Organização Bradesco, a ser paga aos membros do próprio Conselho e da Diretoria, conforme determina o Estatuto Social; e • A verba destinada a custear Planos de Previdência Complementar aberta dos Administradores, dentro do Plano de Previdência destinado aos Funcionários e Administradores da Instituição. A Instituição é parte integrante da organização Bradesco e seus administradores são remunerados pelos cargos que ocupam no Banco Bradesco S.A., controlador da Companhia. A Instituição não possui benefícios de longo prazo, de rescisão de contrato de trabalho ou remuneração em instrumento baseado em ações, nos termos do CPC 10 - Pagamento Baseado em Ações, aprovado pela Resolução CMN nº 3.989/11, para seu pessoal-chave da Administração. Para 2012, foi determinado o valor máximo de R$ 1.200 mil (2011 - R$ 1.000 mil) para remuneração dos Administradores e de R$ 1.200 mil (2011 - R$ 1.000 mil) para custear planos de previdência complementar de contribuição definida. Benefícios de Curto Prazo a Administradores Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 Proventos................................................................................................................................................. 1.174 877 Contribuição ao INSS .............................................................................................................................. 264 198 Total ........................................................................................................................................................ 1.438 1.075 Benefícios pós-emprego Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 Planos de previdência complementar de contribuição definida............................................................... 1.189 1.036 Total ........................................................................................................................................................ 1.189 1.036 A Instituição não possui benefícios de longo prazo, de rescisão de contrato de trabalho ou remuneração baseada em ações para seu pessoal-chave da Administração. Outras informações Conforme legislação em vigor, as instituições financeiras não podem conceder empréstimos ou adiantamentos para: a) Diretores e membros dos conselhos consultivos ou administrativo, fiscais e semelhantes, bem como aos respectivos cônjuges e parentes até o 2º grau; b) Pessoas físicas ou jurídicas que participem de seu capital, com mais de 10%; e c) Pessoas jurídicas de cujo capital participem, com mais de 10%, a própria instituição financeira, quaisquer diretores ou administradores da própria instituição, bem como seus cônjuges e respectivos parentes até o 2º grau. Dessa forma, não são efetuados pelas instituições financeiras empréstimos ou adiantamentos a qualquer subsidiária, membros do Conselho de Administração ou da Diretoria Executiva e seus familiares. 26. IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL a) Demonstração do cálculo dos encargos com imposto de renda e contribuição social

Resultado antes do imposto de renda e contribuição social............................................................ Encargo total do imposto de renda e contribuição social às alíquotas de 25% e 15%, respectivamente

Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 1.879.415 3.135.175 (751.766) (1.254.070) Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011

Efeito no cálculo dos tributos: Participações em coligadas e controladas .............................................................................................. Despesas indedutíveis líquidas de receitas não tributáveis .................................................................... Efeito do diferencial da alíquota da contribuição social (1) ..................................................................... Juros sobre o capital próprio pagos ........................................................................................................ Outros valores ......................................................................................................................................... Imposto de renda e contribuição social do exercício ........................................................................

(6.762) (53.732) 31.480 (780.780)

(1.338) (42.075) 16.439 424.000 14.580 (842.464)

Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 Impostos correntes: Imposto de renda e contribuição social devidos...................................................................................... Impostos diferidos: Constituição/realização no exercício, sobre adições temporárias........................................................... Imposto de renda e contribuição social do exercício ........................................................................ c) Origem dos créditos tributários de imposto de renda e contribuição social diferidos Saldo em 31.12.2011 Provisão para créditos de liquidação duvidosa ................................ 1.639.237 Provisões cíveis................................................................................ 38.988 Provisões para riscos fiscais ............................................................ 585.022 Provisões trabalhistas ...................................................................... 11.391 Provisão para desvalorização de bens não de uso.......................... 29.179 Provisão para perda de títulos e investimento.................................. 1.667 Ágio amortizado ............................................................................... 68.435 Ajuste a valor de mercado dos títulos para negociação................... 549 Ajuste da Lei nº 11.638 de 28/12/2007 ............................................ 17 Outros............................................................................................... 60.954 Total dos créditos tributários (Nota 9b)........................................ 2.435.439 Obrigações fiscais diferidas (Nota 16a)............................................ 1.348.669 Crédito tributário líquido das obrigações fiscais diferidas ........ 1.086.770 d) Previsão de realização dos créditos tributários sobre diferenças temporárias

Constituição 1.054.985 39.834 168.471 2.038 48.604 171 107.731 1.421.834 35.716 1.386.118

(1.362.261)

(1.068.151)

581.481 (780.780)

225.687 (842.464)

Realização 658.186 38.988 13 2.340 29.179 50.502 174 17 60.954 840.353 421.598 418.755

R$ mil Saldo em 31.12.2012 2.036.036 39.834 753.480 11.089 48.604 1.667 17.933 546 107.731 3.016.920 962.787 2.054.133

Em 31 de dezembro de 2012 - R$ mil Diferenças temporárias Imposto de renda Contribuição social Total 2013........................................................................................................ 576.518 345.841 922.359 2014........................................................................................................ 565.997 339.528 905.525 2015........................................................................................................ 550.945 330.497 881.442 2016........................................................................................................ 95.812 57.435 153.247 2017........................................................................................................ 96.499 57.848 154.347 Total ....................................................................................................... 1.885.771 1.131.149 3.016.920 A projeção de realização de crédito tributário é uma estimativa e não está diretamente relacionada à expectativa de lucros contábeis. O valor presente dos créditos tributários, calculados considerando a taxa média de captação, líquida dos efeitos tributários, monta R$ 2.869.287 mil (2011 - R$ 2.294.249 mil) de diferenças temporárias. e) Obrigações fiscais diferidas A sociedade possui obrigações fiscais diferidas de imposto de renda e contribuição social no montante de R$ 962.787 mil (2011 - R$ 1.348.669 mil) relativas a: Superveniência de depreciação R$ 863.857 mil (2011 - R$ 1.285.454 mil), ajuste a valor de mercado dos títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos R$ 313 mil (2011 - R$ 1 mil) e atualização monetária de depósitos judiciais de R$ 98.617 mil (2011 - R$ 63.214 mil). 27) OUTRAS INFORMAÇÕES a) Avais e Fianças prestados a clientes totalizam R$ 2.255 mil (2011 - R$ 3.793 mil), os quais estão sujeitos a encargos financeiros e a prestação de contra garantias pelos beneficiários. b) O Banco Bradesco Financiamentos S.A. utiliza a infraestrutura operacional e administrativa da controlada BF Promotora de Vendas Ltda., que mantém planos de previdência complementar para seus empregados e dirigentes, na modalidade de contribuição definida, administrados pela Bradesco Vida e Previdência S.A. Em 31 de dezembro de 2012, esses planos encontram-se integralmente cobertos pelo patrimônio do FIFE - Fundo de Investimento Financeiro Exclusivo, onde estão aplicadas as provisões técnicas. c) O seguro dos bens arrendados está vinculado a cláusulas específicas dos contratos de arrendamento mercantil. d) Gerenciamento de riscos A atividade de gerenciamento dos riscos é altamente estratégica em virtude da crescente complexidade dos serviços e produtos e da globalização dos negócios da Organização Bradesco, motivo de constante aprimoramento desta atividade na busca das melhores práticas. A Organização Bradesco exerce o controle corporativo dos riscos de modo integrado e independente, preservando e valorizando o ambiente de decisões colegiadas, desenvolvendo e implementando metodologias, modelos, ferramentas de mensuração e controle. Promove ainda a atualização dos colaboradores em todos os níveis hierárquicos, desde as áreas de negócios até o Conselho de Administração. O processo de gerenciamento permite que os riscos sejam proativamente identificados, mensurados, mitigados, acompanhados e reportados, o que se faz necessário em face da complexidade dos produtos financeiros e do perfil da atividade da Organização Bradesco. O Bradesco Financiamentos como parte integrante da Organização Bradesco adota a estrutura de gerenciamento de riscos desta, no gerenciamento de risco de crédito, de mercado, de liquidez e operacional. e) Em aderência ao processo de convergência com as normas internacionais de contabilidade, o Comitê de pronunciamentos Contábeis (CPC) emitiu alguns pronunciamentos contábeis, suas interpretações e orientações, os quais serão aplicáveis as instituições financeiras somente quando aprovadas pelo CMN. Os pronunciamentos contábeis já aprovados foram: • Resolução nº 3.566/08 - Redução ao Valor Recuperável de Ativos (CPC 01); • Resolução nº 3.604/08 - Demonstração do Fluxo de Caixa (CPC 03); • Resolução nº 3.750/09 - Divulgação sobre Partes Relacionadas (CPC 05); • Resolução nº 3.823/09 - Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes (CPC 25); • Resolução nº 3.973/11 - Evento subsequente (CPC 24); • Resolução nº 3.989/11 - Pagamento baseado em Ações (CPC 10); • Resolução nº 4.007/11 - Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro (CPC 23); e • Resolução nº 4.144/12 - Pronunciamento Conceitual Básico (R1). Atualmente, não é possível estimar quando o CMN irá aprovar os demais pronunciamentos contábeis do CPC e tampouco se a utilização dos mesmos será de maneira prospectiva ou retrospectiva.

A DIRETORIA Célio Magalhães – Contador – CRC 1SP199295/O-5

(1) Refere-se à equalização da alíquota efetiva da Contribuição Social em relação à alíquota (40%) demonstrada.

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Aos Administradores do Banco Bradesco Financiamentos S.A. Osasco - SP Examinamos as demonstrações contábeis do Banco Bradesco Financiamentos S.A. (“Instituição”), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre e exercício findos naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.

Base para conclusão com ressalva A Instituição registra as suas operações e elabora as suas informações contábeis com a observância das diretrizes contábeis estabelecidas pelo Banco Central do Brasil, que requerem o registro do ajuste ao valor presente da carteira de arrendamento mercantil na rubrica “provisão para superveniência ou insuficiência de depreciação”, classificada no ativo permanente, conforme mencionado nas Notas Explicativas às Informações Financeiras Trimestrais nº 3 g V e 8h. Essas diretrizes não requerem a reclassificação das operações, que permanecem registradas de acordo com as disposições da Lei nº 6.099/74, para as rubricas do ativo circulante e realizável a longo prazo, e rendas e despesas de arrendamento, mas resultam na apresentação do resultado e do patrimônio líquido, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.

Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A administração da Instituição é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas Opinião com ressalva contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, assim como pelos controles internos que ela Em nossa opinião, exceto quanto a não reclassificação de saldos mencionada no parágrafo anterior, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Instituição em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas fraude ou erro. operações e os seus fluxos de caixa para o semestre e exercício findos naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às Responsabilidade dos auditores independentes instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com Demonstração do valor adicionado as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja Examinamos também, as demonstrações do valor adicionado (DVA), elaboradas sob a responsabilidade da Administração da Instituição, para o semestre planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. e exercício findos em 31 de dezembro de 2012, que estão sendo apresentadas como informações suplementares. Essas demonstrações foram submetidas Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante relevantes, em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto. nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos Osasco, 26 de fevereiro de 2013 relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Instituição para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Instituição. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. KPMG Auditores Independentes Cláudio Rogélio Sertório Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. CRC 2SP014428/O-6 Contador CRC 1SP212059/O-0

p STF vota. Contra os vetos cronológicos. O pedido de liminar busca obstar um veto num prazo previsto na Constituição (...) quase impedindo o Congresso de legislar Rosa Weber, ministra do STF.

olítica

Ministros do Supremo votaram ontem contra análise cronológica dos 3 mil vetos presidenciais que se acumulam devido a uma decisão do ministro Fux, em 2012.

A

maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) votou de ontem pela derrubada da decisão que obriga o Congresso a analisar em ordem cronológica os vetos presidenciais que aguardam votação. A medida já havia sido determinada pelo ministro Luiz Fux no fim do ano passado. Votaram nesse sentido os ministros José Antonio Dias Toffoli, Teori Zavascki, Rosa Weber, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes. até ontem à noite, cinco ministros ainda não haviam analisado o mérito do caso e não discutiram uma solução para o impasse. A polêmica começou no final de 2012, quando parlamentares do Rio de Janeiro e do Espírito Santo recorreram ao Supremo Tribunal Federal para barrar a votação do veto da presidente Dilma Rousseff à lei dos royalties, que estabelece uma nova distribuição das receitas de petróleo de acordo com os Estados – produtores ou não. Em decisão provisória, Luiz Fux determinou que os vetos precisavam ser votados seguindo a ordem de chegada ao Legislativo, o que suspendeu a análise do veto dos royalties e ainda criou um impasse em torno da votação de outros projetos pelos congressistas. Durante seu voto ontem, Toffoli questionou a tese do relator do caso, Luiz Fux, de que há

uma obrigação constitucional para que os vetos sejam analisados na ordem de chegada ao Congresso. "Eu não vejo que se impôs uma ordem cronológica de votação. Eu fico a pensar que se houvesse uma lei que a partir de 1º de março o Supremo teria que votar os processos pela ordem cronológica de entrada no Tribunal, nós estaríamos vinculados a isso?" Para Toffoli, seria impossível impedir uma votação no Congresso antes que ela ocorresse. "Eu lembro a dificuldade de dar uma decisão que impede outro poder de deliberar. Nós até podemos analisar, se a deliberação foi ou não compatível com a Constituição, mas obstar um poder de deliberar é algo possível, não se fecha a porta para absurdos." Novos vetos – Mais novo integrante da Corte, o ministro Teori Zavascki foi quem mais avançou sobre a discussão do mérito da questão e indicou que deve apoiar a tese de que a ordem cronológica vale apenas para os novos vetos que chegarem ao Congresso, ou seja, tornando sem efeito os mais de 3.000 que aguardam deliberação. A ministra Cármen Lúcia disse que é inconstitucional o fato de o Congresso não votar os vetos em 30 dias. "Ninguém nega que houve descumprimento da ordem constitucional, que a situação vem de modo grave, mas a qual-

Dida Sampaio/Estadão Conteúdo

Sessão do STF, em Brasília, ontem, ao analisar os recursos contra a decisão que obrigou o Congresso a votar 3 mil vetos em ordem cronológica. quer decisão que afete quadro normativo brasileiro, deve ter decisão final e que não criar mais problemas". Ao votarem pela derrubada da decisão provisória de Fux, Teori Zavascki e Rosa Weber entendem que não foi correto o instrumento jurídico utilizado pelos parlamentares do Rio de Janeiro e do Espírito Santo para impedir que a votação do veto à

lei dos royalties pelo Congresso, que acabou levando a determinação para análise cronológica. "Na verdade, o pedido de liminar busca obstar um veto num prazo previsto na Constituição. Até exagerando, quase impedindo o Congresso de Legislar", disse Rosa Weber. Para o ministro Ricardo Lewandowski, a medida pode representar "uma invasão de

uma seara que é privativa ao Congresso Nacional". Em seu voto, mais cedo, Luiz Fux negou que esteja interferindo em uma questão interna do Congresso. "Não é o Judiciário que está determinando (a votação cronológica), é a Constituição que assim o faz." "O veto faz parte do processo legislativo. Não se pode desconsiderar o veto e as con-

sequências do veto. É absolutamente inimaginável que se possa dizer o que passou, passou", completou Fux. Os presidentes da Câmara e do Senado, Henrique Alves (PMDB-RN) e Renan Calheiros (PMDB-AL) se reúnem hoje para definir o formato de votação dos mais de 3.000 vetos presidenciais que estão na pauta do Congresso.


DIÁRIO DO COMÉRCIO

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

11

Companhia Securitizadora de Créditos Financeiros Rubi CNPJ 01.222.069/0001-22 Sede: Cidade de Deus, Osasco, SP

RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Acionistas, Em cumprimento às disposições legais e estatutárias, submetemos à apreciação de V.Sas. as Demonstrações Contábeis da Companhia Securitizadora de Créditos Financeiros Rubi, relativas ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2012, acompanhadas das Notas Explicativas e do Relatório dos Auditores Independentes.

Colocamo-nos à disposição de V.Sas. para quaisquer esclarecimentos que julgarem necessários. Cidade de Deus, 25 de janeiro de 2013. Diretoria

BALANÇO PATRIMONIAL - Em Milhares de Reais ATIVO CIRCULANTE ............................................................................................................................................... Caixa e Equivalentes de Caixa (Nota 5) ........................................................................................................ Valor Justo por meio de Resultado (Nota 6) .................................................................................................. Tributos a Compensar ou a Recuperar (Nota 14e) ........................................................................................ Créditos Tributários (Nota 14c) ...................................................................................................................... Valores a Receber ......................................................................................................................................... NÃO CIRCULANTE ...................................................................................................................................... REALIZÁVEL A LONGO PRAZO................................................................................................................. Tributos a Compensar ou a Recuperar (Nota 14e) ........................................................................................ Créditos Tributários (Nota 14c) ...................................................................................................................... Depósitos Judiciais ........................................................................................................................................ Créditos Recebíveis (Nota 7a) ...................................................................................................................... Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (Nota 7a) ........................................................................... Outros Créditos ............................................................................................................................................. TOTAL ...........................................................................................................................................................

2012 1.744.312 881.122 843.614 13.830 5.738 8 14.626 14.626 2.456 11.492 110 245.131 (245.131) 568 1.758.938

2011 1.674.665 870.132 775.011 14.283 14.668 571 14.111 14.111 347 12.450 110 249.307 (249.307) 1.204 1.688.776

PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO CIRCULANTE ............................................................................................................................................... Impostos e Contribuições a Recolher (Nota 14f)........................................................................................... Dividendos a Pagar (Nota 8c)........................................................................................................................ Outras Obrigações (Nota 15) ........................................................................................................................

2012 29.298 26.925 873 1.500

2011 50.195 4.409 45.663 123

PATRIMÔNIO LÍQUIDO ................................................................................................................................ Capital Social: - De Domiciliados no País (Nota 8a) ............................................................................................................. Reservas de Lucros (Nota 8b).......................................................................................................................

1.729.640

1.638.581

1.028.459 701.181

1.028.459 610.122

TOTAL ...........................................................................................................................................................

1.758.938

1.688.776

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO - Em Milhares de Reais

RECEITAS OPERACIONAIS ........................................................................................................................ Rendas de Créditos Recebíveis (Nota 7b) .................................................................................................... Receitas Financeiras Líquidas (Nota 9) ........................................................................................................ Reversão de Provisões.................................................................................................................................. DESPESAS OPERACIONAIS ...................................................................................................................... Despesas Tributárias (Nota 10) ..................................................................................................................... Despesas Gerais e Administrativas (Nota 11) ............................................................................................... Outras Despesas Operacionais Líquidas (Nota 12) ...................................................................................... RESULTADO ANTES DA TRIBUTAÇÃO SOBRE O LUCRO ...................................................................... IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL (Nota 14a) ................................................................. LUCRO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO ............................................................................................................... Número de ações .......................................................................................................................................... Lucro Líquido básico e diluído por lote de mil ações em R$ .........................................................................

DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO - Em Milhares de Reais Exercícios findos em 31 de dezembro 2012 2011 152.699 191.686 8.958 14.681 143.713 177.005 28 12.488 10.163 6.976 8.756 5.410 779 102 628 140.211 181.523 (48.279) (61.467) 91.932 120.056 430.311.119 430.311.119 213,64 279,00

Capital

Reservas de Lucros

Eventos

Social

Legal

Saldos em 31.12.2010...........................................................................

1.028.459

34.569

456.638

Lucro Líquido do Exercício ..................................................................... Destinações: - Reservas......................................................................... - Dividendos Propostos (R$ 2,65 por lote de mil ações)...

-

6.003 -

112.912 -

Saldos em 31.12.2011...........................................................................

1.028.459

40.572

569.550

Lucro Líquido do Exercício .................................................................... Destinações: - Reservas........................................................................ - Dividendos Propostos (R$ 2,03 lote de mil ações) ........

-

4.597 -

86.462 -

Saldos em 31.12.2012..........................................................................

1.028.459

45.169

656.012

Estatutária

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA - Em Milhares de Reais

DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO - Em Milhares de Reais

Exercícios findos em 31 de dezembro 2012 2011 Fluxo de Caixa das Atividades Operacionais: Lucro Líquido antes do Imposto de Renda e Contribuição Social ......................................................... Ajustes ao Lucro Líquido antes dos Impostos ......................................................................................... Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa ......................................................................................... Receita/Despesa de Juros........................................................................................................................... Lucro Líquido Ajustado .............................................................................................................................. (Aumento)/Redução em Valor Justo por meio de Resultado ....................................................................... Aumento/(Redução) em Outros Créditos e Outros Valores e Bens ............................................................. (Aumento)/Redução em Outras Obrigações ............................................................................................... Imposto de Renda e Contribuição Social Pagos ......................................................................................... Caixa Líquido Proveniente/(Utilizado) das Atividades Operacionais ..................................................... Fluxo de Caixa das Atividades de Financiamentos: Dividendos Pagos ........................................................................................................................................ Caixa Líquido Proveniente/(Utilizado) nas Atividades de Financiamentos ........................................... (Aumento)/Redução de Caixa e Equivalentes de Caixa ...........................................................................

140.211 (11.191) (4.176) (7.015) 129.020 (68.603) 2.387 1.792 (7.942) 56.654

Início do Período............................................................................................................................................ Fim do Período .............................................................................................................................................. (Aumento)/Redução de Caixa e Equivalentes de Caixa ...........................................................................

181.523 (19.763) (8.551) (11.212) 161.760 (56.340) (23.156) 29 (10.286) 72.007

(45.664) (45.664) 10.990

72.007

870.132 881.122 10.990

798.125 870.132 72.007

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO ABRANGENTE - Em Milhares de Reais

Lucro Líquido............................................................................................................................................... Total do Resultado Abrangente .................................................................................................................

Exercícios findos em 31 de dezembro 2012 2011 91.932 120.056 91.932 120.056

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

Descrição

Lucros Acumulados 120.056 (118.915) (1.141) 91.932 (91.059) (873) -

Exercícios findos em 31 de dezembro % 2011

2012

Totais 1.519.666 120.056 (1.141) 1.638.581 91.932 (873) 1.729.640

%

1 - RECEITAS ..................................................................................

10.494

7,1

19.836

10,4

Provisão/Rev. Créds. Liquidação Duvidosa .................................

4.314

2,9

8.656

4,5

Recuperação de Crédito .............................................................

6.152

4,2

11.180

5,9

Outras Receitas ..........................................................................

28

-

-

2 - INSUMOS ADQUIRIDOS DE TERCEIROS ...............................

(6.738)

(4,6)

Serviços de Terceiros ..................................................................

(139)

Outros .........................................................................................

(6.599)

3 - VALOR ADICIONADO BRUTO (1-2) ......................................... 4 - VALOR ADICIONADO LÍQUIDO ...............................................

-

(6.019)

(3,2)

(0,1)

(378)

(0,2)

(4,5)

(5.641)

(3,0)

3.756

2,5

13.817

7,2

3.756

2,5

13.817

7,2 92,8

5 - VALOR ADICIONADO RECEBIDO EM TRANSFERÊNCIA ..................................................................

143.713

97,5

177.005

Receitas Financeiras .................................................................

143.713

97,5

177.005

92,8

6 - VALOR ADICIONADO TOTAL A DISTRIBUIR (4+5) .................

147.469

100,0

190.822

100,0

7 - DISTRIBUIÇÃO DO VALOR ADICIONADO TOTAL ..................

147.469

100,0

190.822

100,0

Impostos, Taxas e Contribuições.............................................

55.297

37,5

70.261

36,8

Federais.....................................................................................

55.297

37,5

70.261

36,8

Remuneração de Capitais de Terceiros e Outros ...................

240

0,2

505

0,3

Remuneração de Capitais Próprios ........................................

91.932

62,3

120.056

62,9

Dividendos.................................................................................

873

0,6

1.141

0,6

Lucros Retidos ..........................................................................

91.059

61,7

118.915

62,3

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS - Em Milhares de Reais 1) CONTEXTO OPERACIONAL A Companhia Securitizadora de Créditos Financeiros Rubi é uma Companhia que tem por objetivo exclusivo a aquisição de créditos oriundos de operações de empréstimos, de financiamentos e de arrendamento mercantil contratadas por bancos múltiplos, bancos comerciais, bancos de investimentos, sociedades de crédito, financiamento e investimento, sociedades de crédito imobiliário, sociedades de arrendamento mercantil e companhias hipotecárias. A Companhia Securitizadora de Créditos Financeiros Rubi é parte integrante da Organização Bradesco, utilizando-se de seus recursos administrativos e tecnológicos e suas demonstrações contábeis devem ser analisadas neste contexto. A autorização para a emissão destas demonstrações contábeis foi concedida pela Diretoria em 25 de janeiro de 2013.

2.12) Imposto de Renda e Contribuição Social A provisão para imposto de renda é constituída à alíquota-base de 15% do lucro tributável, acrescida de adicional de 10%, quando aplicável. A provisão para contribuição social é calculada sobre o lucro antes do imposto de renda, considerando a alíquota de 9%. Foram constituídas provisões para os demais impostos e contribuições sociais, de acordo com as respectivas legislações vigentes. A despesa com imposto de renda corrente é calculada pela soma do imposto corrente resultante da aplicação da alíquota adequada ao lucro real do exercício (líquido de quaisquer ajustes previstos para fins fiscais) e do imposto diferido proveniente dos ativos e passivos fiscais diferidos reconhecidos na demonstração do resultado. Os créditos tributários sobre adições temporárias serão realizados quando da utilização e/ou reversão das respectivas provisões sobre as quais foram 2) PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS constituídos. Tais créditos tributários são reconhecidos contabilmente com base nas expectativas atuais de sua realização, considerando os estudos técnicos As principais políticas contábeis aplicadas na preparação destas demonstrações contábeis estão definidas a seguir. Essas políticas foram aplicadas de modo e as análises realizadas pela Administração. consistente nos exercícios apresentados, salvo quando indicado de outra forma. Conforme Lei nº 11.941/09, as modificações no critério de reconhecimento de receitas, custos e despesas computadas na apuração do lucro líquido do 2.1) Base de preparação e apresentação das demonstrações contábeis exercício, introduzidas pela Lei nº 11.638/07 e pelos artigos 37 e 38 da Lei nº 11.941/09, não têm efeitos para fins de apuração do lucro real da pessoa As demonstrações contábeis foram preparadas conforme as práticas contábeis adotadas no Brasil emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis jurídica pelo Regime Tributário de Transição - RTT, devendo ser considerados, para fins tributários, os métodos e critérios contábeis vigentes em 31 de (CPC). Elas foram preparadas considerando o custo histórico como base de valor e ajustadas para refletir a mensuração dos ativos ao seu valor justo, dezembro de 2007. Para fins contábeis, os efeitos tributários da adoção da Lei nº 11.638/07 e dos CPCs estão registrados nos ativos e passivos diferidos quando aplicável. correspondentes. A preparação de demonstrações contábeis requer o uso de certas estimativas contábeis críticas e também o exercício de julgamento por parte da 3) GERENCIAMENTO DE RISCOS Administração da Companhia no processo de aplicação das políticas contábeis, conforme Nota 4. A Companhia, como parte integrante da Organização Bradesco, tem estrutura de gerenciamento de riscos que permite que estes sejam efetivamente 2.2) Moeda funcional e de apresentação Os itens incluídos nas demonstrações contábeis são mensurados utilizando-se a moeda do principal ambiente econômico no qual a Companhia atua que é identificados, mensurados, mitigados, acompanhados e reportados de modo integrado, envolvendo a Alta Administração, quando necessário. Valor justo de ativos e passivos financeiros o Real (R$). As demonstrações contábeis estão apresentadas em milhares de reais. A Companhia aplica o CPC 40 para instrumentos financeiros mensurados no balanço patrimonial pelo valor justo, o que requer divulgação das mensurações 2.3) Caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa são utilizados para gerenciamento de curto prazo. Assim sendo, incluem disponibilidades em moeda nacional e fundos de do valor justo pelo nível da seguinte hierarquia de mensuração pelo valor justo: investimento, cujos vencimentos na data da efetiva aplicação são iguais ou inferiores a 90 dias e apresentam risco insignificante de mudança de valor justo, Nível 1 uma vez que são prontamente conversíveis em dinheiro. Preços cotados em mercados ativos para ativos ou passivos idênticos. Ativos e passivos de Nível 1 incluem títulos de dívida e patrimoniais e contratos de derivativos que são negociados em um mercado ativo, assim como títulos públicos brasileiros que são altamente líquidos e ativamente negociados em 2.4) Ativos Financeiros A Companhia classifica seus ativos financeiros sob a categoria: registrados pelo valor justo por meio do resultado e recebíveis. A classificação depende da mercados de balcão. finalidade para a qual os ativos financeiros foram adquiridos. A Administração determina a classificação de seus ativos financeiros no reconhecimento inicial. Nível 2 Dados observáveis que não os preços de Nível 1, tais como preços cotados para ativos ou passivos similares; preços cotados em mercados não ativos; ou a) Mensurados a valor justo por meio do resultado outros dados que são observáveis no mercado ou que possam ser confirmados por dados observáveis de mercado para substancialmente todo o prazo dos Ativos financeiros registrados pelo valor justo por meio do resultado Um ativo financeiro é classificado pelo valor justo por meio do resultado caso seja classificado como mantido para negociação e seja designado como tal no ativos ou passivos. Os ativos e passivos de Nível 2 incluem contratos de derivativos cujo valor é determinado usando um modelo de precificação com dados momento do reconhecimento inicial. Os ativos financeiros são designados pelo valor justo por meio do resultado se a Companhia gerencia tais investimentos que são observáveis no mercado ou que possam ser deduzidos principalmente de ou ser confirmados por dados observáveis de mercado incluindo mas não e toma decisões de compra e venda baseadas em seus valores justos de acordo com a gestão de riscos documentada e a estratégia de investimentos limitados a curvas de rendimento, taxas de juros, volatilidades, preços de títulos de dívida e patrimoniais e taxas de câmbio. da Companhia. Os custos da transação são reconhecidos no resultado quando incorridos. Ativos financeiros registrados pelo valor justo por meio do Nível 3 resultado são mensurados pelo valor justo, e mudanças no valor justo desses ativos, os quais levam em consideração qualquer ganho com dividendos, são Dados não observáveis que são suportados por pouca ou nenhuma atividade de mercado e que sejam significativos ao valor justo dos ativos e passivos. reconhecidos no resultado do exercício. Os ativos e passivos de Nível 3 geralmente incluem instrumentos financeiros cujo valor é determinado usando modelos de precificação, metodologias de Ativos financeiros designados como pelo valor justo através do resultado compreendem instrumentos patrimoniais que de outra forma seriam classificados fluxo de caixa descontado, ou técnicas similares, assim como instrumentos para os quais a determinação do valor justo requer julgamento ou estimativa como disponíveis para venda. significativos da Administração. Esta categoria geralmente inclui certos títulos emitidos por instituições financeiras e empresas não financeiras e certos contratos de derivativos. b) Recebíveis Os créditos recebíveis, oriundos de operações de securitização, são inicialmente registrados ao seu custo de aquisição, sendo mantidos sem qualquer atualização. Por ocasião do recebimento de qualquer parcela dos créditos adquiridos, esta é deduzida do custo de aquisição até o limite do mesmo; e o 4) USO DE ESTIMATIVAS E JULGAMENTOS Nas Demonstrações Contábeis foram utilizadas algumas estimativas e julgamentos elaborados a fim de quantificar determinados ativos e passivos. Tais eventual valor excedente é reconhecido como resultado de créditos e recebíveis na conta “Rendas de Créditos e Recebíveis”. estimativas e julgamentos são continuamente avaliados e baseiam-se em experiência histórica e diversos outros fatores, incluindo expectativas de eventos 2.5) Passivos financeiros futuros, considerados razoáveis nas circunstâncias atuais. A Companhia classifica os seus passivos financeiros pelo custo amortizado. Determinados ativos estão sujeitos à revisão de perda de valor recuperável (impairment). As despesas com perda de valor recuperável são registradas Estes passivos são inicialmente registrados pelo seu valor justo e subsequentemente mensurados ao custo amortizado. Incluem, dentre outros, recursos de quando existem evidências claras de perda de valor recuperável, ou de não-recuperabilidade do custo dos ativos. A avaliação do que constitui perda de instituições de crédito e de clientes, recursos de emissão de títulos de dívida e títulos de dívidas subordinadas. valor recuperável é uma matéria que requer um nível significativo de julgamento. 2.6) Determinação do valor justo As informações sobre incertezas, premissas e estimativas que possuam risco significativo de resultar em um ajuste material dentro do próximo exercício O valor justo dos ativos financeiros é apurado de acordo com a cotação de preço de mercado disponível na data do balanço. Se não houver cotação de financeiro, estão incluídas na nota explicativa: preços de mercado disponível, os valores são estimados com base em cotações de distribuidores, modelos de definições de preços, modelos de cotações 14d - Previsão de realização dos créditos tributários. ou cotações de preços para instrumentos com características semelhantes. As aplicações em fundos de investimento são avaliadas com base no valor da cota divulgada pelo Administrador do fundo investidor, que reflete o valor de 5) CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA Em 31 de dezembro mercado dos investimentos que compõem a carteira do respectivo fundo. 2012 2011 2.7) Redução ao valor recuperável de ativos financeiros Disponibilidades em moeda nacional (1)................................................................................................. 1.420 12 Ativos financeiros reconhecidos a custo amortizado Fundos de Investimentos Financeiros (2)................................................................................................ 879.702 870.120 Em cada data das demonstrações contábeis, a Companhia avalia se há evidências objetivas de que os ativos financeiros não contabilizados pelo valor justo Total de Caixa e Equivalentes de Caixa............................................................................................... 881.122 870.132 por meio do resultado estejam com perda de seu valor recuperável. As perdas por redução ao valor recuperável são incorridas se, e apenas se, existirem evidências objetivas que demonstram a ocorrência de uma perda após o reconhecimento inicial do ativo financeiro e que a perda provoca um impacto nos (1) Refere-se a depósito bancário à vista. (2) Referem-se a aplicações de renda fixa em Fundos de Investimentos Financeiros, exclusivos a integrantes da Organização Bradesco ou empresas a ele fluxos de caixa futuros do ativo financeiro ou de grupos de ativos financeiros que podem ser estimados de modo confiável. ligadas, que sejam considerados investidores qualificados, administrados pelo Banco Bradesco S.A, no montante de R$ 879.702 (2011 - R$ 870.120). A determinação da perda por redução do valor recuperável com créditos recebíveis exige, por sua natureza, que façamos julgamentos e suposições em relação à nossa carteira de créditos recebíveis, tantos em bases individuais quanto em base de carteiras específicas. Quando revisamos a carteira 6) VALOR JUSTO POR MEIO DE RESULTADO como um todo, vários fatores podem afetar a estimativa da amplitude provável das perdas, incluindo qual metodologia usamos para mensurar as taxas de Ativos Financeiros para Negociação, referem-se a Letras Financeiras, à taxa de 105% do CDI, com vencimento em 17/01/2013, no montante de R$ 843.614 inadimplência históricas e qual período histórico consideramos para fazer tais mensurações. Fatores adicionais, que podem afetar nossa determinação da (2011 - R$ 775.011). Estes ativos são classificados na categoria de ativos financeiros para negociação, enquadradas no nível 3. provisão para perdas incluem: (i) conjuntura econômica, (ii) experiência passada e (iii) riscos específicos e globais em relação às operações, aos devedores 7) CRÉDITOS RECEBÍVEIS e garantidores. Consequentemente, nossa provisão para perdas pode não ser indicativa de futuras perdas reais. a) Movimentação dos créditos recebíveis 2.8) Redução ao valor recuperável de ativos não financeiros (impairment) Em 31 de dezembro Os valores contábeis dos ativos não financeiros, são revistos a cada data de apresentação para apurar se há indicação de perda no valor contábil. Caso ocorra tal indicação, então o valor recuperável do ativo é estimado. No caso de ágio e ativos intangíveis com vida útil indefinida, o valor recuperável é 2012 2011 estimado anualmente. Saldo Inicial............................................................................................................................................ Uma perda por redução ao valor recuperável é reconhecida se o valor contábil do ativo ou UGC exceder o seu valor recuperável. Entradas .................................................................................................................................................. 1 980 O valor recuperável de um ativo ou unidade geradora de caixa é o maior entre o valor em uso e o valor justo menos despesas de venda. Ao avaliar o valor Baixas por Recebimento ......................................................................................................................... (4.177) (9.303) em uso, os fluxos de caixa futuros estimados são descontados aos seus valores presentes através da taxa de desconto antes de impostos que reflita as Reversão de Provisões............................................................................................................................ 4.176 8.551 condições vigentes de mercado quanto ao período de recuperabilidade do capital e os riscos específicos do ativo ou UGC. Para a finalidade de testar o valor Provisão para Perda ................................................................................................................................ (228) recuperável, os ativos que não podem ser testados individualmente são agrupados ao menor grupo de ativos que gera entrada de caixa de uso contínuo que Saldo Final ............................................................................................................................................. são em grande parte independentes dos fluxos de caixa de outros ativos ou grupos de ativos (a “unidade geradora de caixa ou UGC”). Para fins do teste do - Créditos Recebíveis .............................................................................................................................. 245.131 249.307 valor recuperável do ágio, o montante do ágio apurado em uma combinação de negócios é alocado à UGC ou ao grupo de UGCs para o qual o benefício das - Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa .................................................................................. (245.131) (249.307) sinergias da combinação é esperado. Essa alocação reflete o menor nível no qual o ágio é monitorado para fins internos e não é maior que um segmento b) Resultado de Créditos Recebíveis operacional determinado de acordo com o CPC 22. Em 31 de dezembro Perdas por redução no valor recuperável são reconhecidas no resultado. Perdas reconhecidas referentes o UGCs são inicialmente alocadas na redução de 2012 2011 qualquer ágio alocado a esta UGC (ou grupo de UGC), e subsequentemente na redução dos outros ativos desta UGC (ou grupo de UGC) de maneira pro Recuperação de Crédito. ......................................................................................................................... 6.152 11.180 rata. Reversão de provisão de Créditos de Liquidação Duvidosa ................................................................... 4.176 8.551 Uma perda por redução ao valor recuperável relacionada a ágio não é revertida. Quanto a outros ativos, as perdas por impairment são revertidas somente Perdas com Títulos e Créditos................................................................................................................. (1.370) (5.050) na condição em que o valor contábil do ativo não exceda o valor contábil que teria sido apurado, líquido de depreciação ou amortização, caso a perda de Total ........................................................................................................................................................ 8.958 14.681 valor não tivesse sido reconhecida anteriormente. A carteira de créditos recebíveis é composta substancialmente por créditos vencidos a mais de 360 dias, as quais as perspectivas de realização são remotas 2.9) Provisões, ativos e passivos contingentes e obrigações legais e foram efetuadas as provisões necessárias. O reconhecimento, a mensuração e a divulgação das provisões, das contingências ativas e passivas e também das obrigações legais são efetuados de 8) PATRIMÔNIO LÍQUIDO acordo com os critérios definidos pelo CPC 25, sendo: • Ativos Contingentes: não são reconhecidos contabilmente, exceto quando a Administração possui controle da situação ou quando há garantias reais a) Capital Social em Ações ou decisões judiciais favoráveis, sobre as quais não caibam mais recursos, caracterizando o ganho como praticamente certo, e pela confirmação da O capital social, totalmente subscrito e integralizado, é dividido em ações nominativas-escriturais, sem valor nominal. capacidade de sua recuperação por recebimento ou compensação com outro passivo exigível. Os ativos contingentes, cuja expectativa de êxito é provável, Em 31 de dezembro são divulgados nas notas explicativas; 2012 2011 • Provisões: são constituídas levando em conta a opinião dos assessores jurídicos, a natureza das ações, a similaridade com processos anteriores, a Ordinárias ................................................................................................................................................ 430.311.119 430.311.119 complexidade e o posicionamento de tribunais, sempre que a perda for avaliada como provável, o que ocasionaria uma provável saída de recursos para Total ........................................................................................................................................................ 430.311.119 430.311.119 a liquidação das obrigações, e quando os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança; b) Reservas de Lucros • Passivos Contingentes: são utilizados para passivos que não são reconhecidos, pois a sua existência somente será confirmada pela ocorrência ou não Em 31 de dezembro de um ou mais eventos futuros e incertos que não estejam totalmente sob o controle da Administração. Os passivos contingentes não satisfazem os 2012 2011 critérios de reconhecimento, pois são considerados como perdas possíveis, devendo ser apenas divulgados em notas explicativas, quando relevantes. As Reservas de lucros ................................................................................................................................ 701.181 610.122 obrigações classificadas como remotas não são provisionadas e nem divulgadas; e Reserva legal (1) ................................................................................................................................... 45.169 40.572 • Obrigações Legais: Provisão para Riscos Fiscais: decorrem de processos judiciais, cujo objeto de contestação é sua legalidade ou constitucionalidade Reserva estatutária (2) .......................................................................................................................... 656.012 569.550 que, independentemente da avaliação acerca da probabilidade de sucesso, têm os seus montantes reconhecidos integralmente nas demonstrações (1) Constituída obrigatoriamente à base de 5% do lucro líquido do exercício, até atingir 20% do capital social realizado, ou 30% do capital social, acrescido contábeis. das reservas de capital. Após esse limite a apropriação não mais se faz obrigatória. A reserva legal somente poderá ser utilizada para aumento de capital 2.10) Patrimônio Líquido ou para compensar prejuízos; e a) Lucro por ação (2) Pode ser constituída em 100% do lucro líquido remanescente após destinações estatutárias, mediante proposta da Diretoria, aprovada pelo Conselho e A Companhia apresenta dados de lucro por ação básico. O lucro por ação básico é calculado dividindo-se lucro líquido atribuível aos acionistas da Companhia deliberada pela Assembleia Geral, sendo o saldo limitado a 95% do Capital Social Integralizado. pela média ponderada das ações ordinárias durante o ano, excluindo a quantidade média das ações ordinárias adquiridas pela Companhia e mantidas em c) Dividendos tesouraria. Não há diferenças entre o lucro básico e diluído, pois não há instrumentos potenciais diluíveis. Conforme disposições estatutárias aos acionistas estão asseguradas juros sobre o capital próprio e/ou dividendos que somados correspondam, no mínimo, b) Dividendos a pagar a 1% do lucro líquido do exercício, ajustado nos termos da Lei societária. A distribuição de dividendos para os acionistas da Companhia é reconhecida como passivo nas demonstrações contábeis, no período em que a Os cálculos dos Dividendos relativos aos exercícios de 2012 e 2011 estão demonstrados a seguir: distribuição é aprovada por eles, ou quando da proposição do dividendo mínimo obrigatório previsto no Estatuto da Companhia. 2012 % (1) 2011 % (1) 2.11) Reconhecimento da Receita Lucro Líquido do Exercício ............................................................... 91.932 120.056 A receita compreende o valor justo da contraprestação recebida ou a receber no curso normal das atividades da Companhia. Reserva Legal .................................................................................. (4.597) (6.003) A Companhia reconhece a receita quando o seu valor puder ser mensurado com segurança, for provável que benefícios econômicos futuros fluirão para a Base de Cálculo .............................................................................. 87.335 114.053 Companhia e quando critérios específicos tiverem sido atendidos para cada uma das atividades da Companhia. Dividendos Propostos ................................................................... 873 1,0 1.141 1,0 a) Rendas de Créditos Recebíveis (1) Percentual dos dividendos aplicado sobre a base de cálculo. As receitas de créditos recebíveis são reconhecidas no resultado pelos recebimentos de valores de operações de créditos recebíveis oriundas de Instituições Durante o exercício de 2012 ocorreram pagamentos de dividendos apurados com base em lucros de exercícios anteriores, no montante de R$ 45.664. Financeiras, efetuadas de acordo com a Resolução nº 2.686 de 26 de janeiro de 2000, do Conselho Monetário Nacional - CMN. 9) RECEITAS FINANCEIRAS LÍQUIDAS b) Receitas Financeiras Exercícios findos em 31 de dezembro As receitas financeiras abrangem receitas de juros sobre fundos investidos (incluindo ativos financeiros disponíveis para venda), receita de dividendos 2012 2011 (exceto para os dividendos recebidos de investidas avaliadas por equivalência patrimonial), ganhos na alienação de ativos financeiros disponíveis para 74.247 92.684 venda, variações no valor justo de ativos financeiros mensurados pelo valor justo por meio do resultado, ganhos na reavaliação a valor justo de participação Rendimento de aplicações em Fundos de Investimentos Financeiros.................................................... 3.179 preexistente em controlada, ganhos nos instrumentos de hedge que são reconhecidos no resultado e reclassificações de ganhos previamente reconhecidos Rendimento de Operações Compromissadas com Lastro em Debêntures ............................................ 68.603 81.111 em outros resultados abrangentes. A receita de juros é reconhecida no resultado, através do método dos juros efetivos. A receita de dividendos é reconhecida Rendimento de aplicações financeiras em Letras Financeiras ............................................................... 863 31 no resultado na data de que o direito em receber o pagamento é estabelecido. Os dividendos recebidos dessa controlada são registrados por equivalência Juros Ativos ............................................................................................................................................. patrimonial e reduzem o valor do investimento. Total ........................................................................................................................................................ 143.713 177.005 continua...


DIÁRIO DO COMÉRCIO

12

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

...continuação

Companhia Securitizadora de Créditos Financeiros Rubi CNPJ 01.222.069/0001-22 Sede: Cidade de Deus, Osasco, SP

NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 10) DESPESAS TRIBUTÁRIAS

b) Composição da conta de resultado do imposto de renda e contribuição social

PIS ........................................................................................................................................................... COFINS ................................................................................................................................................... Impostos e Taxas ..................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................

Exercícios findos em 31 de dezembro 2012 2011 975 1.224 6.000 7.531 1 1 6.976 8.756

11) DESPESAS GERAIS E ADMINISTRATIVAS Serviços Prestados por Terceiros ............................................................................................................ Contribuição Sindical Patronal................................................................................................................. Custas Judiciais....................................................................................................................................... Doações e Patrocínios............................................................................................................................. Editais e Publicações .............................................................................................................................. Outras ...................................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................

Exercícios findos em 31 de dezembro 2012 2011 39 29 42 39 94 175 5.124 350 101 176 10 10 5.410 779

12) OUTRAS DESPESAS OPERACIONAIS Alienação de Bens de Dação Líquidas.................................................................................................... Provisão para Perda ................................................................................................................................ Total ........................................................................................................................................................

Exercícios findos em 31 de dezembro 2012 2011 102 400 228 102 628

13) TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS a) As transações com partes relacionadas são efetuadas em condições e taxas compatíveis com as médias praticadas com terceiros, vigentes nas datas das operações, e as transações estão assim representadas: Em 31 de dezembro 2012 2011 Ativos Receitas Ativos Receitas (Passivos) (Despesas) (Passivos) (Despesas) Caixa e Equivalentes de Caixa: Banco Bradesco S.A. ....................................................................... 1.420 658 Ativos Financeiros para Negociação: Banco Bradesco S.A. ....................................................................... 843.614 68.603 775.011 84.290 Outras Obrigações: Banco Bradesco S.A. ....................................................................... (1.406) Dividendos a Pagar: Banco Boavista Interatlântico S.A. ................................................... (63) (276) Bradesplan Participações Ltda. ....................................................... (6.649) Serel Participações em Imóveis S.A. ............................................... (810) (38.739) b) Remuneração do pessoal-chave da Administração A empresa é parte integrante da Organização Bradesco e seus administradores são remunerados pelos cargos que ocupam no Banco Bradesco S.A., controlador da Companhia. 14) IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL a) Demonstração do cálculo dos encargos com imposto de renda e contribuição social Resultado antes dos tributos (Imposto de Renda e Contribuição Social) ....................................... Encargo total do imposto de renda e contribuição social às alíquotas de 25% e 9%, respectivamente .... Efeito das adições e exclusões no cálculo dos tributos: Despesas e provisões indedutíveis de receitas não tributáveis .............................................................. Outros ...................................................................................................................................................... Imposto de renda e contribuição social do exercício ........................................................................

Exercícios findos em 31 de dezembro 2012 2011 140.211 181.523 (47.672) (61.718) (1.258) 651 (48.279)

(119) 370 (61.467)

Exercícios findos em 31 de dezembro 2012 2011 Impostos correntes: Imposto de renda e contribuição social devidos ...................................................................................... Impostos diferidos: Constituição/realização no exercício, sobre adições temporárias ........................................................... Utilização de saldos iniciais de: Base negativa de contribuição social ...................................................................................................... Prejuízo fiscal .......................................................................................................................................... Imposto de renda e contribuição social do exercício ........................................................................ c) Origem dos créditos tributários de imposto de renda e contribuição social diferidos Provisão para créditos de liquidação duvidosa ................................ Outras provisões .............................................................................. Total dos créditos tributários sobre diferenças temporárias ..... Prejuízo fiscal e base negativa de contribuição social ..................... Total dos créditos tributários ........................................................

2011 18.619 42 18.661 8.457 27.118

Constituição 31 31 31

(38.391)

(40.946)

(1.431)

(2.814)

(2.239) (6.218) (48.279)

(4.687) (13.020) (61.467)

Exercícios findos em 31 de dezembro Realização 2012 1.420 17.199 42 31 1.462 17.230 8.457 9.919 17.230

d) Previsão de realização dos créditos tributários sobre diferenças temporárias, prejuízo fiscal e base negativa de contribuição social

2013............................................................................................................................... 2014............................................................................................................................... 2015............................................................................................................................... 2016............................................................................................................................... Total ..............................................................................................................................

Exercícios findos em 31 de dezembro Diferenças Temporárias Imposto Contribuição de Renda Social Total 4.219 1.519 5.738 4.223 1.520 5.743 4.224 1.521 5.745 3 1 4 12.669 4.561 17.230

A projeção de realização de crédito tributário é uma estimativa e não está diretamente relacionada à expectativa de lucros contábeis. O valor presente dos créditos tributários, calculados considerando a taxa média de captação, praticada pela Organização Bradesco, líquida dos efeitos tributários, monta a R$ 16.492 (2011 - R$ 25.937), sendo R$ 16.492 (2011 - R$ 17.639) de diferenças temporárias e de prejuízo fiscal e base negativa de contribuição social em R$ 8.298. e) Tributos a Compensar ou a Recuperar Os tributos a compensar ou a recuperar referem-se, basicamente, ao imposto de renda e contribuição social de exercícios anteriores e de imposto retido na fonte sobre aplicações financeiras, no montante de R$ 16.286 (2011 - R$ 14.630). f) Impostos e Contribuições a Recolher Os impostos e contribuições a recolher, no montante de R$ 26.925 (2011 - R$ 4.409), referem-se ao PIS no montante de R$ 68 (2011 - R$ 109), Cofins no montante de R$ 416 (2011 - R$ 669), Imposto de Renda Pessoa Jurídica no montante de R$ 26.441 (2011 - R$ 2.640) e da Contribuição Social em 2011 no montante de R$ 991. 15) OUTRAS OBRIGAÇÕES Outras obrigações, no montante de R$ 1.500, referem-se substancialmente a valores a pagar ao Banco Bradesco S.A., no montante de R$ 1.406 e provisão para pagamento de despesa com publicação no montante de R$ 92 (R$ 120). 16) OUTRAS INFORMAÇÕES a) A Companhia em 31 de dezembro de 2012 e 2011, não possuía operações com Instrumentos Financeiros Derivativos. b) Em 31 de dezembro de 2012 e 2011 não há processos com riscos fiscais, cíveis e trabalhistas avaliados como perdas possíveis ou prováveis de natureza relevantes.

A DIRETORIA Marco Antonio Cunha de Santana - Contador - CRC 1SP200234/O-9

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.

Aos Administradores da Cia Securitizadora de Créditos Financeiros Rubi Osasco - SP

Examinamos as demonstrações contábeis da Cia. Securitizadora de Créditos Financeiros Rubi (“Companhia”), que compreendem o balanço patrimonial em Opinião 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado e resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. financeira da Cia. Securitizadora de Créditos Financeiros Rubi em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas Outros assuntos contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações Demonstrações do valor adicionado contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Examinamos também, as demonstrações do valor adicionado (DVA), elaboradas sob a responsabilidade da Administração da Companhia, para o exercício Responsabilidade dos auditores independentes findo em 31 de dezembro de 2012, que estão sendo apresentadas como informações suplementares. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto. planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Osasco, 27 de fevereiro de 2013 Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos Zenko Nakassato relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são KPMG Auditores Independentes Contador CRC 1SP 160769/O-0 apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, CRC 2SP014428/O-6

p

Os petistas roubaram até a placa... Deputado Ônix Lorenzoni (DEM-RS)

olítica

Câmara acaba com 14º e 15º

Ed Ferreira/Estadão Conteúdo

Enquanto deputados do PT davam entrevistas sobre o evento, oposição cria painel avulso que o deputado Amauri Teixeira retira sorrateiramente

Câmara dos Deputados aprova o fim das benesses

C

om um consenso forçado, a Câmara dos Deputados aprovou ontem o fim do benefício anual do 14º e 15º salário para os parlamentares. A partir de agora, os deputados e senadores só receberão salários extras ao assumir e deixar seus mandatos no Congresso. Isso ocorre, em regra, a cada quatro anos. A votação é resultado da tentativa do novo presidente da Casa, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) de buscar melhorar a imagem da Câmara O benefício de salários extras para os parlamentares – chamados internamente de ajuda de custo – começou em 1938. Em alguns períodos ocorria o pagamento também quando haviam convocações extraordinárias para trabalho em julho e janeiro, o que levou ao pagamento de até 19 salários em um mesmo ano. Atualmente, o benefício era pago no início e no fim de cada ano. A proposta aprovada é de autoria da atual ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, e foi aprovada pelo Senado em maio do ano passado. Na Câmara, a proposta ficou parada por meses na Comissão de Finanças e Tributação, o que permitiu o pagamento da benesse no final do ano passado e na folha de pagamento deste mês. O fim do 14º e do 15º salários representará uma economia anual de R$ 27,41 milhões para a Câmara e de R$ 4,32 milhões para o Senado nos anos do mandato em que não houver o pagamento. Agora, o decreto legislativo precisa ainda ser promulgado

e publicado no Diário do Congresso para entrar em vigor. Deputado com o maior número de mandatos na Casa, e quem mais recebeu o benefício, o presidente Henrique Alves empenhou-se para acelerar a aprovação pressionando os líderes a assinar um requerimento de urgência para o projeto. Na visão dele, a aprovação pode ajudar a aproximar o Congresso da sociedade. "Essa Casa pode ter pecados, pode ter seus equívocos no voto sim ou não, mas a omissão é indesculpável", argumentou Henrique Alves ao defender a votação imediata. Agora, palavras a favor – Com o consenso imposto, dezenas de parlamentares fizeram questão de discursar em plenário apoiando a medida. "O fim do 14º e 15º salários é uma reverência à sociedade que trabalha no País", disse o líder do PPS, Rubens Bueno (PR). "Não é com uma boa agência de publicidade que vamos mudar a imagem dessa Casa, é com posturas como essa", afirmou o líder do PSDB, Carlos Sampaio (SP). "Todo mundo passou a vida toda recebendo o 14º e 15º, inclusive eu, mas chegou a hora de acabar", disse o deputado Sílvio Costa (PTB-PE). Uma única voz dissonante – O único deputado a se manifestar no microfone contrário ao fim do benefício foi Newton Cardoso (PMDB-MG). "Estão votando com medo da imprensa. É uma deslealdade com os deputados que precisam. Não falo por mim, abri mão. Pago caro para trabalhar aqui". (Estadão Conteúdo)

Mensalão: quiprocó na mostra do PT. Termina em tumulto a exposição do PT que 'pulou' 2005 (ano do Mensalão), gravado em placa pela oposição. André Dusek/Estadão Conteúdo

Bate-boca entre os deputados Amauri Teixeira (PT) e os da oposição.

T

erminou em tumulto, xingamentos e bate-boca entre deputados a manifestação da oposição contra uma exposição em homenagem aos 33 anos de fundação do PT. A exposição do PT em homenagem a seu aniversário registra, com fotos e textos, momentos importantes, desde os anos 70 – com a greve em São Bernardo do Campo (SP), comandada pelo então metalúrgico Luiz Inácio Lula da Silva – até 2012. A linha de tempo pula 2005. Foi aí que a oposição criou uma placa avulsa, montada em um cavalete dizendo: "2005– O ano do Mensalão". O deputado Amauri Teixeira (PT-BA) não gostou. Levou a placa embora, gritando: "Isso é coisa de moleque! É uma falta de respeito!". Colegas começaram a chamá-lo de "mensaleiro" e o coro foi crescendo de tal modo que ele quis partir para a briga.

"Fala na minha frente! Não sou mensaleiro! Sou homem direito!", gritava. O deputado Edson Santos (PT-RJ) entrou na turma do "deixa-disso" tentando acalmar Amauri, enquanto seguranças foram acionados para tirar o irritado do corredor. "É um desrespeito com o PT. A oposição não tem o direito de diminuir a nossa exposição. Eu tirei porque a placa estava na frente da nossa exposição", contestou ele. O deputado Ônix Lorenzoni (DEM-RS) provocou: "Os petistas roubaram até a placa", ao que o deputado Mendonça Filho (DEM-PE) completou: "Nem a placa escapou". Foi dessa forma que parlamentares do DEM e do PSDB completaram, à sua moda, a história oficial exposta pelo partido em um dos principais corredores da Câmara colocando uma placa "comemorativa" para lembrar o escândalo do Mensalão.


DIÁRIO DO COMÉRCIO

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

13

RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO BSP EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS S.A. Senhores Acionistas, Submetemos à apreciação de V.Sas. as Demonstrações Contábeis da BSP Empreendimentos Imobiliários S.A. (“Sociedade” ou “BSP Empreendimentos Imobiliários”), relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012, preparadas em conformidade com as práticas contábeis, legais e estatutárias em vigor, incluindo os pronunciamentos, as orientações e as interpretações emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis - CPC, acompanhadas das respectivas Notas Explicativas e do Relatório dos Auditores Independentes. Contexto O exercício de 2012 foi marcado pela implementação da estrutura operacional e o desenvolvimento inicial dos negócios e projetos da Sociedade, que iniciou suas atividades em novembro de 2011. A BSP Empreendimentos Imobiliários encerrou o exercício de 2012 com portfólio de 808 imóveis, entre edifícios corporativos e lojas comerciais. A Sociedade tem por escopos: (a) a participação em sociedades, consórcios, fundos de investimento e demais veículos que tenham por objeto a atividade imobiliária; e (b) a compra, venda, locação e administração de bens imóveis próprios. O plano de negócios desta fase inicial está concentrado em maximizar o valor dos ativos imobiliários de seu portfólio, por meio de: • otimização da ocupação e busca de ganhos de eficiência no gerenciamento do portfólio; e • desenvolvimento de projetos e produtos financeiros imobiliários buscando explorar o potencial dos ativos próprios. Desempenho das Operações A Sociedade apresentou, no exercício de 2012, receita líquida de R$ 312,414 milhões, oriundas basicamente da locação de bens imóveis. O EBITDA totalizou R$ 297,840 milhões, atingindo Lucro Líquido de R$ 265,721 milhões. Eventos Societários Em 2012, entre as alterações contratuais deliberadas, ressaltamos os aumentos de capital nas empresas BSP Empreendimentos R 14 Ltda. - R$ 15,087 milhões, BSP Empreendimentos Imobiliários R 15 Ltda. - R$ 9,082 milhões, BSP Empreendimentos Imobiliários R 5 Ltda. - R$ 8,037 milhões, Oviedo Empreendimento Imobiliário SPE Ltda. - R$ 3,212 milhões, e Maracay Empreendimentos Imobiliários Ltda. - R$ 5,246 milhões, totalizando R$ 40,664 milhões. Riscos: operacional, crédito, mercado e liquidez Inserida no contexto das melhores práticas de Gestão de Riscos e de Governança Corporativa, a Sociedade está em linha com as melhores práticas de mercado e legislação vigente. A Sociedade obedece às regras de gestão de riscos operacionais em todos os níveis, seguindo as determinações das diretrizes de Políticas Corporativas, Normas Internas e Manual de Procedimentos Internos da Organização Bradesco, visando ao monitoramento contínuo da exposição aos riscos. Governança Corporativa Com o objetivo de estar em linha com as melhores práticas de governança corporativa do segmento imobiliário, agindo com imparcialidade e transparência na prestação de contas, a BSP Empreendimentos Imobiliários busca permanentemente o aperfeiçoamento do seu sistema de gestão institucional. Para isso, a Sociedade possui os Comitês Estratégico e de Desenvolvimento de Negócios, dando suporte ao Conselho de Administração e à Diretoria na condução do processo de decisão para cumprimento do direcionamento estratégico, na busca constante de melhores resultados, dentro dos mais elevados padrões éticos.

Comitê Estratégico – assessorar os Órgãos da Administração no desempenho de suas atribuições relacionadas à aprovação e adoção de estratégias, políticas e medidas voltadas à estruturação e manutenção do plano de negócios, mediante a análise de tendências do mercado e expectativas futuras; e Comitê de Desenvolvimento de Negócios – assessorar os Órgãos da Administração na análise e desenvolvimento das atividades e dos projetos. Empresa integrante do Grupo Bradesco Seguros, conta também com Códigos de Conduta Ética, disponibilizados a todos os públicos com os quais se relacionam, resultado do compromisso constante em promover e definir as responsabilidades e a postura que devem pautar a atuação dos profissionais que integram as empresas do Grupo. Destaca-se o ELC – Entity Level Controls, que se constitui em um conjunto de procedimentos de avaliação do nível de governança corporativa, com o propósito de mensurar o entendimento, aderência e comunicação dos temas que compõem o ambiente de controle do Grupo. Controles Internos e Compliance No exercício de 2012, com base na política corporativa definida, a BSP Empreendimentos Imobiliários prosseguiu com a avaliação e aperfeiçoamento dos seus instrumentos que integram o Sistema de Controles Internos, em conformidade com os principais frameworks de controles, como o COSO – Committee of Sponsoring Organizations of the Treadway Commission e o COBIT – Control Objetives for Information and Related Technology, que abrangem, respectivamente, aspectos de negócios e tecnologia. Prevenção e Combate à Lavagem de Dinheiro e ao Financiamento ao Terrorismo A BSP Empreendimentos Imobiliários possui o compromisso permanente de prevenir e combater sistematicamente a Lavagem de Dinheiro, o Financiamento ao Terrorismo e a Corrupção. Atua constantemente para assegurar a conformidade às leis e normas, editadas pelas esferas de poder competentes, relativas ao tema, cooperando assim com os esforços das autoridades governamentais de controle. Prevenção à Fraude A BSP Empreendimentos Imobiliários, em consonância com as normas internas que versam sobre a Prevenção à Fraude, mantémse vigilante em desestimular, prevenir, detectar e combater ocorrências que possam caracterizar indícios de cometimento de fraudes, assim como em minimizar riscos operacionais, regulatórios e reputacionais aos quais a Sociedade possa estar sujeita, caso venha a ser envolvida em tentativas para negócios ou práticas de fraudes. Segurança da Informação A informação é um dos elementos do negócio mais importante para a BSP Empreendimentos Imobiliários. O zelo pela informação, no que tange a sua disponibilidade, integridade e confidencialidade, tem sido um dos princípios que regem a Sociedade. Agradecimentos Pelos êxitos obtidos, agradecemos a confiança dos nossos clientes e acionistas, e o trabalho dedicado dos nossos funcionários e colaboradores. São Paulo, 25 de janeiro de 2013. Diretoria

BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de reais)

DEMONSTRAÇÕES DE RESULTADOS DO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E PERÍODO COMPREENDIDO ENTRE 15 DE JULHO A 31 DE DEZEMBRO DE 2011 (Em milhares de reais)

Nota Ativo Circulante ....................................................................................... Caixa e equivalentes de caixa......................................................... 4 Aplicações ...................................................................................... 5 Títulos e créditos a receber ............................................................. Valores a receber........................................................................... Dividendos a receber..................................................................... Créditos tributários e previdenciários ............................................ 8 Despesas antecipadas .................................................................... Ativo não circulante ...................................................................... Títulos e créditos a receber ............................................................. Valores a receber........................................................................... Imóveis mantidos para venda.......................................................... Despesas antecipadas .................................................................... Investimentos .................................................................................. Participações societárias ............................................................... 7 Propriedades para investimento .................................................... 6 Imobilizado ...................................................................................... Máquinas e equipamentos ............................................................ Depreciação acumuladas ............................................................. Intangível ......................................................................................... Outros Intangíveis.......................................................................... Amortização acumulada ................................................................ Total do ativo ................................................................................. Nota Passivo Circulante ....................................................................................... Contas a pagar ................................................................................ Obrigações a pagar ....................................................................... 10 Dividendos a pagar........................................................................ Impostos e encargos sociais a recolher ......................................... Impostos e contribuições ............................................................... 9 Patrimônio líquido ......................................................................... Capital social ................................................................................. Reservas de Lucros....................................................................... Total do passivo ...........................................................................

Controladora 2012 2011 424.810 25.863 50 382 421.667 9.474 3.084 16.007 5 4 102 15.885 2.977 118 9 746.091 875.593 744.267 875.593 744.267 875.593 47 50 (3) 1.777 1.875 (98) 1.170.901 901.456 Controladora 2012 2011 7.082 834 7.082 834 1.834 228 2.524 399 345 207 2.379 1.163.819 900.622 859.011 859.011 304.808 41.611 1.170.901 901.456

Consolidado 2012 2011 546.937 361.475 2.976 1.603 537.522 355.335 6.439 4.438 2.491 816 3.948 3.622 99 654.335 552.917 225 3.090 225 3.090 253 1.498 77 651.683 547.763 651.683 547.763 397 489 751 701 (354) (212) 1.777 1.875 (98) 1.201.272 914.392 Consolidado 2012 2011 37.453 13.770 37.453 13.770 3.949 228 2.524 399 1.793 1.304 29.187 11.839 1.163.819 900.622 859.011 859.011 304.808 41.611 1.201.272 914.392

As notas explicativas da administração são parte integrante das demonstrações contábeis.

DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E PERÍODO COMPREENDIDO ENTRE 15 DE JULHO A 31 DE DEZEMBRO DE 2011 (Em milhares de reais) Nota Em 15 de julho de 2011 ................................. Constituição do capital .................................... Aumento de capital: Aumento de capital em 21.11.2011................ Aumento de capital em 30.11.2011................ Aumento de capital em 29.12.2011 ............... Lucro líquido do período.................................. Destinações: Reserva legal................................................. Reserva estatutária........................................ Dividendos propostos .................................... Em 31 de dezembro de 2011......................... Lucro líquido do exercício................................ Destinações: Reserva legal................................................. Reserva estatutária........................................ Dividendos propostos .................................... Em 31 de dezembro de 2012.........................

11 11

11 11

Capital social 1

Reserva de lucros Legal Estatutária -

9.999 435.679 413.332 -

-

-

859.011 -

2.101 2.101 -

39.510 39.510 -

859.011

13.286 15.387

249.911 289.421

Lucros Acumulados -

Total 1

42.010

9.999 435.679 413.332 42.010

(2.101) (39.510) (399) 265.721

(399) 900.622 265.721

(13.286) (249.911) (2.524) (2.524) - 1.163.819

As notas explicativas da administração são parte integrante das demonstrações contábeis.

Nota

Controladora 2012 2011

2012

Consolidado 2011

Receita líquida Receita de aluguéis ......................................................................... 13a 312.414 Custos das operações Depreciação de imóveis para renda................................................ (5.843) Lucro bruto .................................................................................... 306.571 Despes’as gerais e administrativas ................................................. 13b (9.499) (648) (10.851) Outras receitas operacionais........................................................... 2.585 Outras despesas operacionais ........................................................ 13c (4.505) (6.308) Resultado de equivalência patrimonial............................................ 7 262.194 42.466 Resultado antes do resultado financeiro e dos tributos ........... 248.190 41.818 291.997 Resultado financeiro........................................................................ 13d 19.820 74 35.603 Receitas........................................................................................... 19.824 74 35.671 Despesas......................................................................................... (4) (68) Resultado antes dos tributos sobre o lucro ............................... 268.010 41.892 327.600 Imposto de renda............................................................................. 12 (1.784) 87 (45.350) Contribuição social .......................................................................... 12 (505) 31 (16.529) Lucro líquido.................................................................................. 265.721 42.010 265.721 As notas explicativas da administração são parte integrante das demonstrações contábeis.

34.947 (2.160) 32.787 (775) 12.613 (1.085) 43.540 3.993 5.134 (1.141) 47.533 (4.052) (1.471) 42.010

DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO ABRANGENTE EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E PERÍODO COMPREENDIDO ENTRE 15 DE JULHO A 31 DE DEZEMBRO DE 2011 (Em milhares de reais) Controladora Consolidado 2012 2011 2012 2011 Lucro líquido do exercício .......................................................................... 265.721 42.010 265.721 42.010 Outros resultados abrangente ........................................................................ 265.721 42.010 265.721 42.010 Total do resultado abrangente do exercício ............................................. As notas explicativas da administração são parte integrante das demonstrações contábeis.

DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA - MÉTODO INDIRETO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 E PERÍODO COMPREENDIDO ENTRE 15 DE JULHO A 31 DE DEZEMBRO DE 2011 (Em milhares de reais) Controladora 2012 2011 265.721 42.010

2012 265.721

Consolidado 2011 42.010

Lucro líquido do exercício/período............................................................. Ajustes para: Depreciações e amortizações ........................................................................ 101 6.083 (262.194) (42.466) Resultado de equivalência patrimonial........................................................... 3.628 (456) 271.804 Lucro líquido ajustado do exercício/período............................................. Variações nas contas patrimoniais (aumento)/redução: Ativos financeiros ........................................................................................... (412.193) (9.474) (182.187) Títulos e créditos a receber ............................................................................ 12.923 (16.007) 992 Imóveis não de uso ........................................................................................ 1.245 Despesas antecipadas ................................................................................... (9) 176 Contas a pagar ............................................................................................... 4.123 435 21.430 448.769 15.885 Dividendos recebidos ..................................................................................... 57.241 (9.617) 113.460 Caixa líquido gerado nas atividades operacionais ................................... Atividades de investimento Aquisição de imobilizado ................................................................................ (50) (50) Aquisição de investimentos ............................................................................ (55.249) Aquisição de propriedades para investimentos.............................................. (109.763) (1.875) (1.875) Ativo intangível desenvolvido internamente ................................................... Caixa líquido consumido nas atividades de investimentos..................... (57.174) (111.688) Atividades de financiamento....................................................................... Aumento de capital......................................................................................... 9.999 (399) (399) Dividendos pagos ........................................................................................... (399) 9.999 (399) Caixa líquido gerado/(consumido) nas atividades de financiamento ..... (332) 382 1.373 Aumento líquido de caixa e equivalente de caixa ..................................... Caixa e equivalente de caixa no ínicio do exercício .................................... 382 1.603 50 382 2.976 Caixa e equivalente de caixa no final do exercício ...................................... (332) 382 1.373 Aumento líquido de caixa e equivalente de caixa .................................... As notas explicativas da administração são parte integrante das demonstrações contábeis.

2.160 44.170 (43.755) (7.528) (1.498) (176) 13.371 4.584 (489) (12.491) (12.980) 9.999 9.999 1.603 1.603 1.603

NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de reais) 1

2

a.

b. c.

d.

e.

f.

Contexto operacional A Companhia foi constituída em 15 de julho de 2011 e iniciou suas atividades em novembro de 2011, tem por objeto: (a) a participação em sociedades, consórcios, fundos de investimento e demais veículos que tenham por objeto a atividade imobiliária; e (b) a compra, venda, locação e administração em geral de bens imóveis próprios. O endereço registrado da sede da Companhia é Avenida Paulista nº 1.415 – 2º andar. A Companhia é controlada pela Bradesco Seguros S.A. e em última instância pelo Banco Bradesco S.A. Essas demonstrações contábeis foram aprovadas pelo Conselho de Administração da Companhia em 25 de janeiro de 2013. Resumo das principais políticas contábeis As políticas contábeis abaixo descritas foram aplicadas nas demonstrações contábeis e, por todas as empresas controladas pela Companhia. Base de preparação As demonstrações contábeis individuais e consolidadas foram preparadas, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, que incluem as práticas contábeis emanadas da Lei das Sociedades por Ações - Lei nº 6.404/76 alteradas pela Lei nº 11.638/07 e pela Lei nº 11.941/09 e os pronunciamentos, orientações e instruções emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), deliberados pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC). Combinação de negócios As combinações de negócios ocorridas entre empresas sobre controle comum são registradas pelo valor de custo. Base para avaliação As demonstrações contábeis estão apresentadas em milhares de reais e foram elaboradas de acordo com o princípio do custo histórico, com exceção para: • Ativos e passivos financeiros mensurados pelo valor justo por meio do resultado; e • Ativos financeiros disponíveis para venda mensurados pelo valor justo. Moeda funcional e de apresentação As informações estão apresentadas em milhares de reais, que é a moeda funcional e de apresentação da Companhia e de suas controladas. As transações em moeda estrangeira são convertidas à taxa de câmbio em vigor na data da transação. As diferenças cambiais resultantes dessa conversão são reconhecidas no resultado. Uso de estimativas e julgamentos Na elaboração das demonstrações contábeis, a Administração é requerida a usar seu julgamento na determinação de estimativas que levam em consideração pressupostos e premissas quanto a eventos futuros. Os valores reais de liquidação das operações podem divergir dessas estimativas em função da subjetividade inerente ao processo de sua determinação. Estimativas e premissas são revistas de uma maneira contínua. Revisões com relação a estimativas contábeis são reconhecidas no período em que as estimativas são revisadas e em quaisquer períodos futuros afetados. As informações sobre incertezas e julgamentos críticos considerados na aplicação das práticas contábeis, que apresentam efeitos significativos nos saldos registrados nas demonstrações contábeis e, portanto, que representam um risco de ajuste material dentro do próximo exercício financeiro estão descritas nas notas explicativas apresentadas abaixo: • Nota 5 – Aplicações – Mensuração do valor justo das aplicações financeiras; • Nota 6 – Propriedades para investimento – Determinação da taxa de depreciação. Base de consolidação As práticas contábeis destacadas nessa nota foram adotadas de forma uniforme em todas as empresas consolidadas. As demonstrações contábeis consolidadas incluem as demonstrações contábeis da BSP Empreendimentos Imobiliários S.A. e das suas controladas diretas. Destacamos as Companhias incluídas nas demonstrações contábeis consolidadas: 2012 2011 Investimentos Participação Direta Participação Direta Bréscia Empreendimentos e Participações Ltda............................................ 99,999% 99,999% Caboquenas Empreendimentos e Participações Ltda. ................................. 99,999% 99,999% Damanivá Empreendimento Imobiliário SPE Ltda. ....................................... 99,999% 99,999% Danúbio Empreendimentos e Participações Ltda. ........................................ 99,999% 99,999% Everest Holdings Ltda. .................................................................................. 99,999% 99,999% Itajubá Empreendimento Imobiliário SPE Ltda. ............................................. 99,999% 99,999% Mississipi Empreendimentos e Participações Ltda. ...................................... 99,999% 99,999% Niágara Participações e Empreendimentos Ltda. ......................................... 99,999% 99,999% Paineira Empreendimentos e Participações Ltda. ......................................... 99,999% 99,999% Reno Empreendimentos e Participações Ltda. ............................................. 99,999% 99,999% Tamisa Empreendimentos e Participações Ltda. .......................................... 99,999% 99,999% Maracay Empreendimentos Imobiliários Ltda. .............................................. 99,999% BSP Park Estacionamentos e Participações S.A. ......................................... 99,999% Oviedo Empreendimentos Imobiliários SPE Ltda. ......................................... 99,999% BSP Empreendimentos Imobiliários R 15 Ltda. ............................................ 99,999% BSP Empreendimentos Imobiliários R 14 Ltda. ............................................ 99,999% BSP Empreendimentos Imobiliários R 5 Ltda. .............................................. 99,999% -

g.

h.

Aquisições pela BSP Empreendimentos Imobiliários junto a Bradesplan Participações Ltda. e da União Participações Ltda. nas seguintes datas: em 07 de maio de 2012 a BSP Park Estacionamentos e Participações S.A., em 22 de maio de 2012 a Maracay Empreendimentos Imobiliários Ltda., em 24 de agosto de 2012 a Oviedo Empreendimentos Imobiliários Ltda. e em 17 de Setembro de 2012 as empresas BSP Empreendimentos Imobiliários R 5 Ltda., BSP Empreendimentos Imobiliários R 14 Ltda. e BSP Empreendimentos Imobiliários R 15 Ltda., essas empresas não possuíam operações nas datas de aquisição. i. Controladas São classificadas como controladas as empresas sobre as quais a Companhia exerce controle, ou seja, quando detém o poder de exercer a maioria dos direitos de voto. As empresas controladas são consolidadas integralmente desde o momento em que a Companhia assume o controle sobre as suas atividades até ao momento em que esse controle cessa. ii. Saldos e transações eliminados na consolidação Saldos e transações entre empresas incluindo quaisquer ganhos ou perdas não realizadas resultantes de operações entre as empresas consolidadas são eliminados no processo de consolidação, exceto nos casos em que as perdas não realizadas indiquem a existência de impairment que deva ser reconhecido nas contas consolidadas. Caixa e equivalentes a caixa São representados por disponibilidades em moeda nacional, caixa, depósitos bancários, cujo vencimento das operações na data da efetiva aplicação seja igual ou inferior a 90 dias e apresentam risco insignificante de mudança de valor justo e que são utilizados pela Companhia para o gerenciamento de seus compromissos de curto prazo. Aplicações e Instrumentos financeiros A Companhia determina a classificação inicial de seus instrumentos financeiros no reconhecimento inicial sob as seguintes categorias: mensurados a valor justo por meio do resultado, disponíveis para venda, mantidos até o vencimento, empréstimos e recebíveis e passivo financeiro registrado ao custo amortizado. i. Ativos financeiros mensurados a valor justo por meio do resultado Um ativo financeiro é classificado pelo valor justo por meio do resultado caso seja classificado como mantido para negociação e seja designado como tal no momento do reconhecimento inicial. Os ativos financeiros são designados pelo valor justo por meio do resultado se a Companhia gerencia tais investimentos e toma decisões de compra e venda baseadas em seus valores justos de acordo com a gestão de riscos e estratégia de investimentos. Ativos financeiros registrados pelo valor justo por meio do resultado são medidos pelo valor justo, e mudanças no valor justo desses ativos são reconhecidas no resultado do período. ii. Ativos financeiros mantidos até o vencimento Caso a Administração tenha intenção e a capacidade de manter títulos de dívida até o vencimento, então tais ativos financeiros são classificados como mantidos até o vencimento. Os investimentos mantidos até o vencimento são registrados pelo custo amortizado deduzidos de qualquer perda por redução ao valor recuperável, acrescido dos rendimentos auferidos, os quais impactam o resultado do período. iii. Ativos financeiros disponíveis para venda Compreende os ativos financeiros que não são classificados em nenhuma das categorias anteriores. Após o reconhecimento inicial, eles são medidos pelo valor justo e as mudanças, que não sejam perdas por redução ao valor recuperável são reconhecidas em outros resultados abrangentes e apresentadas dentro do patrimônio líquido. Quando um investimento é baixado, o resultado acumulado em outros resultados abrangentes é transferido para o resultado. iv. Empréstimos e recebíveis Empréstimos e recebíveis são ativos financeiros com pagamentos fixos ou calculáveis que não são cotados no mercado ativo. Tais ativos são reconhecidos inicialmente pelo valor justo acrescido de quaisquer custos de transação atribuíveis. Após o reconhecimento inicial, os empréstimos e recebíveis são medidos pelo custo amortizado através do método dos juros efetivos, decrescidos de qualquer perda por redução ao valor recuperável. v. Passivos financeiros registrados ao custo amortizado Os títulos de dívida emitidos e passivos subordinados inicialmente na data em que são originados. Todos os outros passivos financeiros são reconhecidos inicialmente na data de negociação na qual o Grupo se torna uma parte das disposições contratuais do instrumento. Tais passivos financeiros são reconhecidos inicialmente pelo valor justo acrescido de quaisquer custos de transação atribuíveis. Após o reconhecimento inicial, esses passivos financeiros são medidos pelo custo amortizado através do método dos juros efetivos. vi. Determinação do valor justo O valor das aplicações em fundos de investimentos foi obtido a partir dos valores das quotas divulgadas pelas instituições financeiras administradoras desses fundos. vii. Redução ao valor recuperável (impairment) de ativos financeiros Um ativo tem perda no seu valor recuperável se uma evidência objetiva indica que um evento de perda ocorreu após o reconhecimento inicial do ativo financeiro. A evidência objetiva de que os ativos financeiros (incluindo títulos patrimoniais) perderam valor pode incluir o não-pagamento ou atraso no pagamento por parte do devedor, indicações de que o devedor ou emissor entrará em processo de falência, ou o desaparecimento de um mercado ativo para o título. As perdas são reconhecidas no resultado e refletidas em conta redutora do ativo correspondente. Quando um evento subsequente indica reversão da perda de valor, a diminuição na perda de valor é revertida e registrada no resultado. Perdas de valor (redução ao valor recuperável) nos ativos financeiros disponíveis para venda são reconhecidas pela reclassificação da perda cumulativa que foi reconhecida em outros resultados abrangentes no patrimônio líquido para o continua continua


14

DIÁRIO DO COMÉRCIO

resultado. A perda cumulativa que é reclassificada de outros resultados abrangentes para o resultado é a diferença entre o custo de aquisição, líquido de qualquer reembolso e amortização de principal, e o valor justo atual, decrescido de qualquer redução por perda de valor recuperável previamente reconhecida no resultado. Todavia, qualquer recuperação subsequente no valor justo de um ativo financeiro disponível para venda para o qual tenha sido registrada perda do valor recuperável, é reconhecida em outros resultados abrangentes. i. Provisão para riscos de crédito A Administração reconhece uma provisão para riscos de crédito com base em analise de credito e expectativa da administração com perdas. j. Imóveis mantidos para venda São classificados em ativos mantidos para venda, os imóveis sobre os quais existe a expectativa de terem seus valores recuperados primariamente através de transação de venda ao invés do uso contínuo. Estão avaliados pelo menor valor entre o valor contábil e o valor justo decrescido das despesas de venda e não são amortizáveis ou depreciáveis. k. Participações societárias No balanço patrimonial da Controladora, os investimentos em controladas são avaliados pelo método da equivalência patrimonial. l. Propriedades para investimento As propriedades para investimento são propriedades mantidas para auferir receita de aluguel ou para valorização de capital, para ambos ou para fins ainda não determinados, mas não para utilização na produção ou fornecimento de produtos ou serviços ou para propósitos administrativos. As propriedades para investimento são registradas pelo custo de aquisição, formação ou construção, deduzido das respectivas depreciações acumuladas, calculadas pelo método linear à taxas que levam em consideração o tempo de vida útil econômica estimado dos bens. A Companhia revisa periodicamente a estimativa da vida útil das propriedades para investimento. Os gastos incorridos com regularizações e exigências legais, impostos, reparos e manutenção que representem melhoria, aumento da capacidade ou de vida útil são capitalizados, enquanto que os demais são registrados no resultado do período. A recuperação das propriedades por meio das operações futuras é acompanhada periodicamente. As obras em andamento referem-se aos gastos incorridos com regularizações, exigências legais, impostos, e aos custos diretamente atribuíveis à construção de imóveis destinados à renda. m. Imobilizado O ativo imobilizado de uso próprio compreende máquinas e equipamentos utilizados para a condução dos negócios. O imobilizado de uso é demonstrado ao custo histórico, reduzido por depreciação acumulada e perdas de redução de valor recuperável acumuladas, quando aplicável. Ganhos e perdas na alienação de um item do imobilizado são apurados pela comparação entre os recursos advindos da alienação com o valor contábil do imobilizado, e são reconhecidos líquidos dos custos de transação no resultado do período. Gastos subsequentes são capitalizados somente quando geram benefícios econômicos futuros associados e possam ser avaliados com confiabilidade. Gastos de reparo ou manutenção são reconhecidos no resultado do período à medida que são incorridos. Gastos com reformas e melhorias que prolongam a vida útil dos bens são incorporados ao custo do ativo imobilizado. A depreciação do ativo imobilizado é reconhecida no resultado pelo método linear considerando a vida útil estimada dos ativos. n. Ativos intangíveis Softwares adquiridos são registrados ao custo, deduzido da amortização acumulada e eventuais perdas acumuladas por impairment. Despesas de desenvolvimento interno de software são reconhecidas como ativo quando é possível demonstrar sua intenção e capacidade de concluir o desenvolvimento, mensurando seu custo e a utilização dos softwares, de modo que gere benefícios econômicos futuros. Os custos capitalizados de softwares desenvolvidos internamente incluem todos os custos diretamente atribuíveis ao desenvolvimento, deduzido da amortização acumulada gerada durante a vida útil e são testados por impairment, caso haja indicativo de perda. Despesas subsequentes com softwares são capitalizadas somente quando aumentam os benefícios econômicos futuros incorporados no ativo específico a que se referem. Todas as demais despesas são contabilizadas como despesas à medida que são incorridas. o. Impairment de ativos não financeiros Os valores dos ativos não financeiros da Companhia, exceto créditos tributários, são revistos no mínimo anualmente para determinar se há alguma indicação de perda considerada permanente, que é reconhecida no resultado do período se o valor contábil de um ativo exceder seu valor recuperável. p. Ativos e passivos contingentes e obrigações legais - Fiscais e previdenciárias i. Ativos contingentes - Não são reconhecidos contabilmente, exceto quando a Administração possui total controle da situação ou quando há garantias reais ou decisões judiciais favoráveis, sobre as quais não cabem mais recursos, caracterizando o ganho como praticamente certo e pela confirmação da capacidade de sua recuperação por recebimento ou compensação com outro exigível. Os ativos contingentes cuja expectativa de êxito é provável são divulgados, quando aplicável. ii. Passivos contingentes - São constituídos levando em conta: a opinião dos assessores jurídicos, a natureza das ações, similaridade com processos anteriores, complexidade e no posicionamento dos Tribunais, sempre que a perda for avaliada como provável, o que ocasionaria uma provável saída de recursos para a liquidação das obrigações e quando os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança. Os passivos contingentes classificados como de perdas possíveis não são reconhecidos contabilmente, devendo ser apenas divulgados em notas explicativas quando individualmente relevantes, e os classificados como remotos não são divulgados. iii. Obrigações legais - Fiscais e previdenciárias: decorrem de processos judiciais relacionados a obrigações tributárias, cujo objeto de contestação é sua legalidade ou constitucionalidade, que, independente da avaliação acerca da probabilidade de sucesso, têm os seus montantes reconhecidos integralmente nas demonstrações contábeis. q. Imposto de renda e contribuição social O imposto de renda é calculado à alíquota de 15% sobre o lucro tributável, acrescido de 10% sobre a parcela do lucro tributável excedente a R$240 e a contribuição social sobre o lucro líquido é calculada à alíquota de 9% sobre o lucro tributável. A despesa com imposto de renda e contribuição social compreende os impostos de renda correntes e diferidos. O imposto corrente e o imposto diferido são reconhecidos no resultado a menos que estejam relacionados a itens diretamente reconhecidos no patrimônio líquido. O imposto corrente é o imposto a pagar sobre o lucro tributável ou prejuízo fiscal do exercício calculado com base nas alíquotas vigentes na data de balanço. No lucro presumido as alíquotas de Imposto de Renda e Contribuição Social sobre o lucro líquido são de 15% e 9%, respectivamente, sobre uma base reduzida, ou seja, distinta conforme receita correspondente: Classificação da receita Percentual presumido Arrendamento mercantil 32% Receitas financeiras 100% O imposto de renda e contribuição social diferidos são calculados às alíquotas vigentes na legislação fiscal e são provenientes de diferenças temporárias, originárias pelo regime de tributação com base no valor recebido em comparação do registrado conforme regime de competência. r. Resultado Os resultados são registrados pelo regime de competência. As receitas e custos são apresentados, de acordo com o objeto social específico de cada empresa. i. Receitas de aluguel A receita de aluguel de propriedade para investimento é reconhecida no resultado pelo método linear As receitas de locação são reconhecidas em função dos prazos decorridos, resultados auferidos e serviços prestados no regime de competência. A linearização das receitas tem por objetivo equalizar as receitas de locação durante o prazo de vigência do contrato, diluindo o impacto decorrente das carências financeiras concedidas. ii. Receitas e despesas financeiras As receitas financeiras abrangem receitas de juros sobre aplicações financeiras, reconhecidas no resultado, através do método dos juros efetivos. As despesas financeiras abrangem despesas com juros e correção sobre contas a pagar. iii. Custos e despesas Os custos e despesas são apurados e reconhecidos em conformidade com o regime contábil de competência dos exercícios, ou seja, quando mensuráveis e incorridos. s. Distribuição de dividendos A distribuição de dividendos para os acionistas é reconhecida como passivo, quando previsto no estatuto, ao término do exercício. Na data da aprovação da assembleia geral, dividendos complementares podem ser aprovados e são reconhecidos apenas nesta ocasião, e eventual proposta complementar feita pela administração na preparação das informações financeiras é mantida como reserva de lucros no encerramento do balanço. t. Normas, interpretações e alterações de normas existentes que ainda não estão em vigor e não foram adotadas antecipadamente pela Companhia. As seguintes novas normas, alterações e interpretações de normas foram emitidas pelo IASB mas não estão em vigor para o exercício de 2012. A adoção antecipada dessas normas, embora encorajada pelo IASB, não foi permitida, no Brasil, pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC). IFRS: Norma Assunto IAS 1 Apresentação das Demonstrações contábeis IAS 19 Benefícios a Empregados IFRS 7 Instrumentos Financeiros: Divulgações IFRS 9 Instrumentos Financeiros IFRS 10 Demonstrações Contábeis Consolidadas IFRS 12 Divulgação de Participações em Outras Entidades IFRS 13 Mensuração do Valor Justo Alterações diversas IAS 12 (Imposto de renda), IAS 19 ( Plano de Beneficio a Empregados), IAS 1 (Apresentação das Demonstrações Contábeis), IAS 32 (Instrumentos Financeiros – Apresentação), IFRS 7 (Instrumentos Financeiros – divulgação). u. Reapresentação das demonstrações financeiras de 2011 Em 2012 a Companhia optou por alterar o método de elaboração da demonstração do fluxo de caixa passando para o método indireto. Em 2011 a Companhia apresentou a demonstração do fluxo de caixa pelo método direto, e portanto reprocessou o fluxo de caixa de 2011 utilizando o método indireto para fins comparativos. Adicionalmente, a Companhia revisou os conceitos de apresentação do caixa e equivalentes de caixa alterando os saldos apresentados em 2011. Apresentamos abaixo as conseqüências destas alterações: 31 de dezembro de 2011 Publicado Reapresentado Fluxo de caixa Fluxo de caixa Metódo Direto Metódo Indireto Controladora Consolidado Controladora Consolidado Caixa líquido Gerado (Consumido) nas atividades operacionais........... (218) 32.468 (9.617) 4.584 Caixa líquido Gerado (Consumido) nas atividades de investimentos.... (9.400) (27.419) (12.980) Caixa líquido Gerado (Consumido) nas atividades de financiamentos .... 10.000 (3.575) 9.999 9.999

3 a.

Balanço Patrimonial Balanço Patrimonial - Publicado - Reapresentado Controladora Consolidado Controladora Consolidado Caixa e equivalentes de caixa ................................................................ 9.856 356.938 382 1.603 Aplicações................................................................................................. 9.474 355.335 Impostos e encargos sociais a recolher .................................................. 156 7.396 207 1.304 Impostos e contribuições.......................................................................... 51 5.747 11.839 Gerenciamento de riscos Introdução A Companhia está exposta aos seguintes riscos provenientes de suas operações e que poderiam afetar os objetivos estratégicos e financeiros. • Risco de crédito • Risco de Mercado • Risco de liquidez • Risco operacional Esta nota apresenta informações sobre a exposição a cada um dos riscos acima, os objetivos, as políticas, os processos de mensuração e o gerenciamento de riscos. Estrutura de gerenciamento de riscos O gerenciamento de riscos é essencial em todas as atividades, utilizando-o com o objetivo de adicionar valor ao negócio à medida que proporciona suporte às áreas de negócios no planejamento das atividades, maximizando a utilização de recursos próprios e de terceiros, em benefício dos acionistas e da Companhia. As atividades relacionadas ao gerenciamento de riscos são aprimoradas continuamente, buscando as melhores práticas utilizadas internacionalmente, devidamente adaptadas à nossa realidade. Consideráveis investimentos nas ações relacionadas ao processo de gerenciamento de riscos são realizados, especialmente na capacitação do quadro de funcionários. Tem-se o objetivo de elevar a qualidade de gerenciamento de riscos e de garantir o necessário foco a estas atividades, que produzem forte valor agregado. No sentido amplo, o processo de Governança Corporativa representa o conjunto de práticas que tem por finalidade otimizar o desempenho de uma companhia e proteger os acionistas, investidores, clientes, empregados, fornecedores, etc., bem como facilitar os níveis de capital requerido, agregar valor à empresa e contribuir para sua sustentabilidade, envolvendo, principalmente, aspectos voltados à transparência, equidade de tratamento dos acionistas e prestação de contas. Nesse contexto, o processo de gerenciamento de riscos conta com a participação de todas as camadas contempladas pelo escopo de Governança Corporativa que abrange desde a Alta Administração até as diversas áreas de negócios e produtos na identificação dos riscos. Esta estrutura encontra-se alinhada com as melhores práticas de mercado, contando com políticas, estabelecendo diretrizes e normas, provendo recursos humanos e tecnológicos, voltados a estas atividades. O gerenciamento de todos os riscos inerentes às atividades de modo integrado é abordado, dentro de um processo, apoiado em estrutura independente (no que tange a regulamentos, normas e políticas internas). Essa abordagem proporciona o aprimoramento contínuo dos modelos de gestão de riscos e minimiza a existência de lacunas que comprometam sua correta identificação e mensuração.

b.

c.

d.

e.

4

5 a.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

A estrutura do Processo de Gerenciamento de Riscos permite que os riscos de crédito, liquidez, mercado, e operacional sejam efetivamente identificados, avaliados, monitorados, controlados e mitigados de modo unificado. Risco de crédito O risco de crédito consiste na possibilidade de ocorrer perdas associadas ao não cumprimento, pelo tomador ou contraparte, de suas respectivas obrigações financeiras nos termos pactuados, bem como à desvalorização de contrato decorrente da deterioração na classificação de risco do tomador, e a outros valores relativos ao descumprimento de obrigações financeiras da contraparte. Gerenciamento do risco de crédito O gerenciamento de risco de crédito da Companhia é um processo contínuo e evolutivo de mapeamento, desenvolvimento, aferição e diagnóstico através de modelos, instrumentos e procedimentos vigentes, exigindo alto grau de disciplina e controle nas análises das operações efetuadas, preservando a integridade e a independência dos processos. Conforme exposto acima, o gerenciamento de risco de crédito é realizado de forma corporativa mediante procedimentos internos estruturados, independentes, e embasados em documentação e relatórios próprios, devidamente avaliados pelas Estruturas de gestão de riscos do Grupo Bradesco. Risco de mercado O risco de mercado é representado pela possibilidade de perda financeira por oscilação de preços e taxas de juros dos instrumentos financeiros da Companhia, uma vez que suas carteiras ativas e passivas podem apresentar descasamentos de prazos, moedas e indexadores. Este risco é identificado, mensurado, mitigado e gerenciado, sendo as diretrizes e limites monitorados diariamente, de maneira independente. Gerenciamento do risco de mercado O gerenciamento e controle do risco de mercado é realizado de forma corporativa. As atividades expostas ao risco são mapeadas, mensuradas e classificadas quanto à probabilidade e magnitude, com seus respectivos planos de mitigação devidamente aprovados pela estrutura de Governança Corporativa. Risco de liquidez Risco de liquidez é a possibilidade da não existência de recursos financeiros suficientes para que a Companhia honre seus compromissos em razão dos descasamentos entre pagamentos e recebimentos, considerando as diferentes moedas e prazos de liquidação de seus direitos e obrigações. O conhecimento e o acompanhamento deste risco são cruciais, sobretudo para que a Companhia possa liquidar as operações em tempo hábil e de modo seguro. Gerenciamento do risco de liquidez O gerenciamento do risco de liquidez é exercido de forma corporativa, envolvendo um conjunto de controles, principalmente no que diz respeito ao estabelecimento de limites técnicos, com permanente avaliação das posições assumidas e instrumentos financeiros utilizados. A política corporativa de gestão de riscos de mercado e liquidez tem por objetivos assegurar a existência de normas, critérios e procedimentos que garantam a Companhia o estabelecimento de reserva mínima de liquidez, bem como a existência de estratégia e de planos de ação para situações de crise de liquidez. Risco operacional O risco operacional é representado pela perda resultante de processos internos, pessoas e sistemas inadequados ou falhos e de eventos externos. Gerenciamento do risco operacional A Companhia aborda o gerenciamento do risco operacional num processo de aprimoramento contínuo, visando acompanhar a evolução dinâmica dos negócios e minimizar a existência de lacunas que possam comprometer a qualidade deste gerenciamento. Caixa e equivalentes de caixa Controladora Consolidado 2012 2011 2012 2011 50 382 2.976 1.603 Depósitos bancários de curto prazo ........................................................ Total ........................................................................................................ 50 382 2.976 1.603 Aplicações Resumo da classificação das aplicações Controladora 2012 % 2011 Títulos a valor justo por meio do resultado Títulos de renda fixa - Fundos de investimento........ Total .........................................................................

b.

c.

421.667 100 421.667 100

6

9.474 100 9.474 100

537.522 100 537.522 100

%

355.335 100 355.335 100

A carteira de investimento dos fundos têm como parâmetro a variação das taxas de rentabilidade dos Certificados de Depósitos Interbancários (CDI), designado ao valor justo por meio de resultado, resgatáveis a qualquer momento pelo valor atualizado, garantindo liquidez imediata. Os fundos são administrados pela BRAM - Bradesco Asset Management S.A. Composição das aplicações financeiras por prazo e por título Apresentamos a seguir a composição das aplicações financeiras por prazo e por título, incluindo os títulos que compõem as carteiras dos fundos de investimentos. Os títulos a valor justo por meio do resultado estão apresentados no ativo circulante, independentemente dos prazos de vencimento.

Valor justo por meio do resultado ...... Notas do Tesouro Nacional - Op. comp.. Letras do Tesouro Nacional.................... Letras Financeiras do Tesouro ............... Total .......................................................

Controladora - 2012 1 a 30 dias sem vencimento 31 a 180 Acima de Valor contábil/ dias 360 dias Valor justo definido 248.494 30.693 142.480 421.667 241.515 241.515 6.979 6.979 30.693 142.480 173.173 248.494 30.693 142.480 421.667

Valor Ajuste a atualizado valor justo 421.725 (58) 241.515 6.979 173.231 (58) 421.725 (58)

Valor justo por meio do resultado ...... Notas do Tesouro Nacional - Op. comp.. Letras do Tesouro Nacional.................... Total .......................................................

Controladora - 2011 1 a 30 dias sem vencimento 31 a 180 Acima de Valor contábil/ dias 360 dias Valor justo definido 4.814 4.660 9.474 4.814 4.814 4.660 4.660 4.814 4.660 9.474

Valor Ajuste a atualizado valor justo 9.474 4.814 4.660 9.474 -

Valor justo por meio do resultado ...... Notas do Tesouro Nacional - Op. comp ..... Letras do Tesouro Nacional - Op. comp..... Letras do Tesouro Nacional.................... Letras Financeiras .................................. Certificado de Depósito Bancário ........... Letras Financeiras do Tesouro ............... Debêntures ............................................. Debêntures - Op comp ........................... Quotas de Fundos de Investimento........ Depósito em Garantia Especial .............. Total .......................................................

Consolidado - 2012 1 a 30 dias sem Valor Ajuste vencimento 31 a 180 contábil/ 181 a Acima de Valor a valor definido dias 360 dias 360 dias Valor justo atualizado justo 290.323 42.651 3.608 200.940 537.522 537.426 96 266.386 266.386 266.386 23.560 23.560 23.560 218 1.957 2.175 2.049 126 1.585 11.083 12.668 12.647 21 654 1.441 2.389 4.484 4.484 41.779 517 181.309 223.605 223.662 (57) 65 4.034 4.099 4.096 3 3 3 3 374 374 374 168 168 165 3 290.323 42.651 3.608 200.940 537.522 537.426 96

Valor justo por meio do resultado ...... Notas do Tesouro Nacional - Op. comp ..... Letras do Tesouro Nacional.................... Letras Financeiras .................................. Certificado de Depósito Bancário ........... Letras Financeiras do Tesouro - Op. comp.. Letras Financeiras do Tesouro ............... Debêntures ............................................. Quotas de Fundos de Investimento........ Notas Promissórias ................................ Depósito em Garantia Especial .............. Outras aplicações................................... Total .......................................................

Consolidado - 2011 1 a 30 dias sem Valor Ajuste vencimento 31 a 180 181 a 360 Acima de contábil/ Valor atua- a valor definido dias dias 360 dias Valor justo lizado justo 148.181 1.145 14.590 191.419 355.335 355.335 99.515 99.515 99.515 3.364 3.364 3.364 2.227 1.862 4.089 4.089 460 1.602 3.559 5.621 5.621 46.907 46.907 46.907 685 4.835 173.601 179.121 179.121 979 1.164 2.143 2.143 760 760 760 999 999 999 304 304 304 4.947 7.565 12.512 12.512 148.181 1.145 14.590 191.419 355.335 355.335 -

Movimentação das aplicações financeiras

Saldo no início do exercício ................................................................. (+) Aplicações.......................................................................................... (-) Resgates............................................................................................. (+) Rendimentos...................................................................................... Saldo no final do exercício ................................................................... d.

Consolidado 2012 % 2011

%

Controladora 2012 2011 9.474 440.660 9.400 (48.291) 19.824 74 421.667 9.474

Consolidado 2012 2011 355.335 342.815 814.019 48.560 (667.300) (41.174) 35.468 5.134 537.522 355.335

Desempenho e taxas contratadas A Administração mensura a rentabilidade de seus investimentos utilizando como parâmetro a variação das taxas de rentabilidade dos Certificados de Depósitos Interbancários (CDI). Em 2012, o desempenho global das aplicações financeiras, atingiu 101,30% do CDI no acumulado do exercício. Propriedades para investimento O valor de custo destes ativos é representado por: Consolidado Obras em Depreciação Valor Edificações Terrenos Andamento Acumulada líquido Saldo na data de aquisição das controladas .......... 509.180 295.089 5.323 (272.160) 537.432 9.716 762 2.013 (2.160) 10.331 Adições......................................................................... 518.896 295.851 7.336 (274.320) 547.763 Saldo contábil em 31 de dezembro de 2011............. 70.860 3.272 35.631 (5.843) 103.920 Adições......................................................................... 589.756 299.123 42.967 (280.163) 651.683 Saldo contábil em 31 de dezembro de 2012 ............ As obras em andamento referem-se aos custos diretamente atribuíveis à construção de dois imóveis, que estão localizados em Alphaville-SP e Santos-SP. A administração da Companhia tem expectativa de conclusão das obras, e posterior início de sua utilização para geração de receitas de aluguel, entre 2013 e 2014. Conforme facultado pelo CPC 28, a Companhia decidiu avaliar seus imóveis para investimento ao custo histórico menos a provisão para depreciação e perda por redução ao valor recuperável, se aplicável. A Companhia ao adquirir o controle das controladas mencionadas na Nota Explicativa nº 6 revisou as taxas de depreciação das propriedades para investimento, passando de 4% (25 anos), para 1,49% a.a. (67 anos) e foi estimada baseada em estudos de engenharia que consideram o tempo de vida útil para construções de tipo sólido e padronizado, conforme os ativos que compõem a carteira da Companhia (agências bancárias e edifícios de escritórios). A nova taxa de depreciação está sendo calculada com base na vida útil remanescente das propriedades e aplicada sobre o valor residual do ativo. Em relação ao valor residual, o saldo foi considerado imaterial para registro em virtude do reduzido valor presente do saldo ao término da vida útil do bem. Em 31 de dezembro de 2012 os investimentos destinados para renda da Companhia correspondem a imóveis destinados a aluguel e a avaliação correspondente ao valor de mercado monta em R$ 3.772.798. Para a mensuração do valor justo desses imóveis foi considerada a avaliação patrimonial elaborada por avaliadores independentes. Na Forma do CPC 28, nossos avaliadores independentes estimaram o valor justo das propriedades da Sociedades, apurando de acordo com a metodologia preceituada pela NBR 14.653-1 a 4 da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT, utilizados e reconhecidos para casos de avaliação e demais análises, dependendo da característica de cada imóvel foi aplicada a técnica para mensuração a valor justo o fluxo de caixa descontado para alguns ativos e para outros a avaliação a valor de mercado com base em transações similares. Os imóveis comprados a partir dessa data foram considerados pelo seu valor de aquisição. continua continua


DIÁRIO DO COMÉRCIO

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

7 a.

15

Participações Societárias Informações contábeis das controladas Bréscia BSP Park Empr. e

Estac. e

Caboquenas BSP Empr

BSP Empr

BSP Empr

Particip. Part. S.A. Imobiliários Imobiliários Imobiliários Ltda.

(i)

R5 Ltda.(i) R14 Ltda.(i) R 15 Ltda.(i)

Danúbio

Empr. e Damanivá Empr. e

Everest

Itajubá

Particip. Holdings Particip. Holdings Holdings

Mississipi

Maracay Niágara

Empr. e

Empr. Empr. e

Oviedo Paineira

Reno

Tamisa

Empr. Empr. e Empr. e Empr. e

Particip. Imobiliários Particip. Imobiliários Particip. Particip. Particip.

Ltda.

Ltda.

Ltda.

Ltda.

Ltda.

Ltda.

Ltda.(i)

Ltda.

Ltda.

Ltda.

Ltda.

Ltda.

Total 554.267

Dados em 31 de dezembro de 2012

b.

Capital social..........................................................

25.000

1

8.039

15.088

9.083

32.463

20.092

40.427

66.020

61.483

57.843

5.247

40.379

11.213

52.841

13.200

95.848

Percentual de participação....................................

99,99

99,99

99,99

99,99

99,99

99,99

99,99

99,99

99,99

99,99

99,99

99,99

99,99

99,99

99,99

99,99

99,99

99,99

Total de ativos........................................................

49.566

-

10.641

19.800

11.837

51.253

21.456

51.017

89.011

63.325

81.009

5.328

68.497

11.820

62.374

45.156 132.651

774.741

Total de passivos ...................................................

781

-

273

499

293

9.208

560

1.264

679

1.479

11.170

8

1.080

88

563

Patrimônio líquido..................................................

48.786

-

10.368

19.302

11.543

42.044

20.897

49.752

88.332

61.846

69.838

5.318

67.417

11.732

61.811

Total de receitas.....................................................

24.308

(1)

2.783

5.049

2.938

46.934

1.376

40.715

22.730

942

62.553

104

35.971

649

18.349

37.515

46.112

349.027

Lucro líquido do período........................................ período

20.114

(1)

2.352

4.253

2.483

27.909

779

33.162

18.864

334

38.405

71

29.689

523

14.758

31.157

37.342

262.194

56.809

-

-

-

-

53.264

20.425 102.418

111.962

20.425

78.581

-

87.809

-

81.716

69.272 166.330

849.011

-

-

-

-

-

(6)

-

-

1.408

30.470

44.039 131.242

1.117

744.267

Movimentação dos investimentos Saldo em 15 de julho de 2011 Aumento de capital dos controladores ................. Dividendos .............................................................

(138)

Aumento/Redução de capital................................ capital

-

-

-

-

-

-

91

Resultado de equivalência patrimonial.................

3.650

-

-

-

-

5.177

221

Saldo em 31 de dezembro de 2011 ...................

60.321

-

-

-

-

Aumento de capital dos controladores .................

-

1

8.038

15.088

9.083

Dividendos ............................................................. (31.649) Aumento/Redução de capital................................ capital

9

-

(22)

(40)

(23)

(6)

(252)

-

(136)

(274)

(7.223)

(15.884)

-

482

-

-

-

-

-

-

-

-

6.805

1.915

210

6.486

-

3.761

-

1.646

5.775

6.820

42.466

58.441

20.731 100.968

113.710

21.111

85.067

-

91.318

-

83.226

74.773 165.927

875.593

-

-

-

-

-

1

-

3.213

-

(30.340) (13.965)

(573)

(167)

(614) (84.378)

(44.242)

(599)

(44.776)

-

(8.858)

(53.589)

-

-

35.424

(4) (36.173) (59.891) (62.429) (448.769)

-

-

-

-

-

-

41.000

5.246

-

8.000

-

(2.000)

(9.598)

19.825

Resultado de equivalência patrimonial.................

20.114

(1)

2.352

4.253

2.483

27.909

779

33.162

18.864

334

38.405

71

29.689

523

14.758

31.157

37.342

262.194

Saldo em 31 de dezembro de 2012...................

48.786

-

10.368

19.301

11.543

42.045

20.896

49.752

88.332

61.846

69.838

5.318

67.418

11.732

61.811

44.039 131.242

744.267

(i)

8

-

(7.682)

Aquisições pela BSP Empreendimentos Imobiliários junto a Bradesplan Participações Ltda. e da União Participações Ltda. nas seguintes datas: em 07 de maio de 2012 a BSP Park Estacionamentos e Participações S.A., em 22 de maio de 2012 a Maracay Empreendimentos Imobiliários Ltda., em 24 de agosto de 2012 a Oviedo Empreendimentos Imobiliários Ltda. e em 17 de setembro de 2012 as empresas BSP Empreendimentos Imobiliários R 5 Ltda., BSP Empreendimentos Imobiliários R 14 Ltda. e BSP Empreendimentos Imobiliários R 15 Ltda., essas empresas não possuíam operações nas datas de aquisição.

Operações societárias com efeito não caixa: Propriedades para Investimentos no valor de R$ 547.763 e aumento de capital no valor de R$ 859.011. Créditos tributários e previdenciários Controladora Consolidado 2012 2011 2012 2011 Tributos diferidos .................................................................................... 207 118 207 118 IRRF s/ Aplicaçãoes Financeiras ............................................................ 2.769 3.717 3.503 1 24 1 Outros...................................................................................................... 2.977 118 3.948 3.622 Total ........................................................................................................ Impostos e contribuições a pagar

Imposto de renda..................................................................................... Contribuição social .................................................................................. Total .......................................................................................................

Controladora 2012 2011 1.797 582 2.379 -

Consolidado 2012 2011 21.398 8.778 7.789 3.061 29.187 11.839

10 Obrigações a pagar O saldo da conta de obrigações a pagar é formado substancialmente por provisão para remuneração dos administradores. 11 Patrimônio líquido Capital social Em 31 de dezembro de 2012, o capital social da Companhia de R$859.011, está dividido em 850.627.906 ações ordinárias, nominativas escriturais sem valor nominal. Acionista Quantidade de ações ON Bradesco Seguros S.A. .................................................................................................................. 581.279.122 Bradesco Vida e Previdência S.A................................................................................................... 143.268.968 Bradesco SegPrev Investimentos Ltda. ......................................................................................... 69.272.192 56.807.624 Bradesco Auto/RE Companhia de Seguros ................................................................................... 850.627.906 Total ............................................................................................................................................... Política de Reinvestimento de Lucros e Política de Distribuição de Dividendos Os acionistas da BSP Empreendimentos Imobiliários, em cada exercício, terão direito a receber, a título de dividendos, o mínimo obrigatório de 1% do lucro líquido, de acordo com Estatuto Social. O saldo do lucro líquido, verificado após as distribuições previstas no Estatuto Social, terá a destinação proposta pela Diretoria e deliberada pela Assembleia Geral, podendo ser destinado 100% à Reserva de Lucros – Estatutária, até atingir o limite de 95% do valor do capital social integralizado, visando à manutenção de margem operacional compatível com o desenvolvimento das operações ativas da Sociedade. 2012 2011 Lucro líquido do exercício..................................................................................................... 265.721 42.010 (13.286) (2.101) Constituição de reserva legal ............................................................................................... Base de cálculo dos dividendos ........................................................................................... 252.435 39.909 2.524 399 Dividendos propostos no exercício....................................................................................... Percentagem sobre o lucro líquido do exercício ............................................................ 1% 1% 12 Imposto de renda e contribuição social O imposto de renda e a contribuição social diferidos são calculados sobre os prejuízos fiscais do imposto de renda, a base negativa de contribuição social e as correspondentes diferenças temporárias entre as bases de cálculo do imposto sobre ativos e passivos e os valores contábeis das demonstrações contábeis. As alíquotas desses impostos, definidas atualmente para determinação dos tributos diferidos, são de 25% para o imposto de renda e de 9% para a contribuição social. Impostos diferidos ativos são reconhecidos na extensão em que seja provável que o lucro futuro tributável esteja disponível para ser utilizado na compensação das diferenças temporárias, com base em projeções de resultados futuros elaboradas e fundamentadas em premissas internas e em cenários econômicos futuros que podem, portanto, sofrer alterações. Reconciliação da alíquota efetiva de imposto de renda e contribuição social. Controladora 2012 2011 Resultado antes dos Tributos (Imposto de Renda e Contribuição Social) ........................... 268.010 41.892 Encargo total do Imposto de Renda e Contribuição Social .................................................. (91.124) (14.243) Efeito das adições e exclusões no cálculo dos tributos: - Participações em Controladas, tributadas nas empresas correspondentes ...................... 89.146 14.438 (311) (77) - Efeito da movimentação dos valores de Créditos Tributários ........................................... Imposto de Renda e Contribuição Social do Exercício .................................................. (2.289) 118 Alíquota efetiva................................................................................................................... (0,85%) 0,28%

Resultado antes dos Tributos (Imposto de Renda e Contribuição Social) ........................... Encargo total do Imposto de Renda e Contribuição Social .................................................. Efeito das adições e exclusões no cálculo dos tributos: - Participações em Controladas, tributadas nas empresas correspondentes ...................... Outros Valores ................................................................................................................... - Efeito da diferença de alíquota de Lucro Presumido para Lucro Real............................... - Efeito da movimentação dos valores de Créditos Tributários ........................................... Imposto de Renda e Contribuição Social do Exercício .................................................. Alíquota efetiva...................................................................................................................

Consolidado 2012 327.600 (111.384)

2011 47.533 (16.161)

49.505 51.790 (2.285) (61.879) (18,89%)

10.638 10.715 (77) (5.523) (11,62%)

13 Detalhamento das contas de resultado a - Receita líquida Receita de aluguel................................................................................... Deduções PIS e Cofins ........................................................................... Total ........................................................................................................ b - Despesas gerais e administrativas Despesas com pessoal próprio ............................................................... Despesas com publicações..................................................................... Despesas com locomoção ...................................................................... Despesas com material de expediente ................................................... Despesas legais ...................................................................................... Serviços prestados por terceiros ............................................................. Despesas com donativos e contribuições ............................................... Total ........................................................................................................ c- Outras despesas operacionais Serviços prestados por terceiros ............................................................. Despesas com vacância.......................................................................... Despesas tributárias................................................................................ Outras despesas (depreciações)............................................................. Total ........................................................................................................ d- Resultado financeiro Receitas com de fundo de investimentos................................................ Juros ativos ............................................................................................. Outras despesas financeiras ................................................................... Total ........................................................................................................

Controladora 2012 Controladora 2012 (8.479) (403) (354) (17) (56) (122) (68) (9.499) Controladora 2012 (4.341) (63) (101) (4.505) Controladora 2012 19.824 (4) 19.820

2011 2011 (645) (3) (648) 2011 2011 74 74

Consolidado 2012 2011 330.550 36.271 (18.136) (1.324) 312.414 34.947 Consolidado 2012 2011 (8.479) (645) (430) (354) (17) (387) (162) (130) (1.022) (10.851) (775) Consolidado 2012 2011 (5.389) (1.085) (554) (365) (6.308) (1.085) Consolidado 2012 2011 35.468 5.134 203 (68) (1.141) 35.603 3.993

14 Transações entre partes relacionadas A Companhia, em conjunto com suas controladas, compartilham as estruturas e os custos corporativos gerenciais e operacionais. Consolidado Ativo/(Passivos)

Receita

2012

2011

2012

2011

Disponibilidades:.....................................................

2.976

1.603

-

-

Banco Bradesco S.A..................................................

2.976

1.603

-

-

Dividendos a pagar .................................................

(2.524)

(399)

-

-

Bradesco Seguros S.A. ............................................

(1.725)

(273)

-

-

Bradesco Vida e Previdência S.A..............................

(425)

(67)

-

-

Bradesco SegPrev Investimentos Ltda. ....................

(205)

(32)

-

-

Bradesco Auto/Re Companhia de Seguros...............

(169)

(27)

-

-

Receitas com aluguéis: (Bruta)..............................

-

-

328.494

35.271

Banco Bradesco S.A..................................................

-

-

296.340

31.120

Bradesco Seguros S.A. ............................................

-

-

8.861

1.063

Bradesco Auto/Re Companhia de Seguros...............

-

-

5.470

904

Bradesco Saúde S.A. ................................................

-

-

4.648

784

Finasa Promotora S.A. ..............................................

-

-

4.572

598

Bradesco Vida e Previdência S.A..............................

-

-

2.985

444

Outros........................................................................

-

-

5.618

358

Total ..........................................................................

452

1.204

328.494

35.271

Remuneração do pessoal-chave da Administração Anualmente na Assembleia Geral Ordinária são fixados: O montante global anual da remuneração dos Administradores, que é distribuída em Reunião de Diretoria, conforme determina o Estatuto Social; e a verba destinada a custear Planos de Previdência Complementar aberta dos Administradores, dentro do Plano de Previdência destinado aos Funcionários e Administradores. Benefícios de curto prazo aos administradores 2012 2011 Proventos ......................................................................................................................... 3.377 420 676 84 Encargos sociais .............................................................................................................. 4.053 504 Total .................................................................................................................................... A Companhia não possui benefícios de longo prazo, de rescisão de contrato de trabalho ou remuneração baseada em ações para seu pessoal-chave da Administração. 15. Contingências Atualmente a empresa não tem conhecimento de ser parte (pólo passivo) em ações judiciais, tributárias, trabalhistas e outros processos administrativos, portanto, não constituiu provisão para perdas prováveis estimadas e nem divulgou perdas possíveis. 16. Instrumentos financeiros O valor contábil dos instrumentos financeiros registrados no balanço patrimonial equivale, aproximadamente, ao seu valor de mercado. A Companhia não possui operações com instrumentos financeiros não refletidas nas demonstrações contábeis em 31 de dezembro de 2012, assim como não realizou operações com derivativos financeiros. O valor contábil dos instrumentos financeiros registrados no balanço patrimonial reflete, conforme avaliação da administração, a melhor estimativa de valor de mercado pois cada instrumento contém variáveis de juros, riscos de mercado e de crédito, que na inexistência de um mercado ativo, não permitem que estes valores sejam recompostos com premissas diferentes daquelas em que as operações foram originalmente pactuadas. Classificação dos instrumentos financeiros Instrumento financeiro Categorias Aplicações Valor justo por meio do resultado Valores a receber Empréstimos e recebíveis Obrigações a pagar Passivo financeiro ao custo amortizado Determinação do valor justo dos instrumentos financeiros Os valores de mercado informados em 31 de dezembro de 2012, não refletem mudanças subsequentes na economia, tais como taxas de juros e alíquotas de impostos e outras variáveis que possam ter efeito sobre sua determinação. Especificamente quanto à divulgação, a Empresa aplica os requerimentos de hierarquização, que envolve os seguintes aspectos: • Definição do valor justo é a quantia pela qual um ativo poderia ser trocado, ou um passivo liquidado, entre partes conhecedoras e dispostas a isso em transação sem favorecimento; Hierarquização em 3 níveis para a mensuração do valor justo, de acordo com inputs observáveis para a valorização de um ativo ou passivo na data de sua mensuração. A valorização em 3 níveis de hierarquia para a mensuração do valor justo é baseada nos inputs observáveis e não observáveis. Inputs observáveis refletem dados de mercado obtidos de fontes independentes, enquanto inputs não observáveis refletem as premissas de mercado da Empresa. Esses dois tipos de inputs criam a hierarquia de valor justo apresentada a seguir: Nível 1 - Preços cotados para instrumentos idênticos em mercados ativos; Nível 2 - Preços cotados em mercados ativos para instrumentos similares, preços cotados para instrumentos idênticos ou similares em mercados não ativos e modelos de avaliação para os quais inputs são observáveis; e Nível 3 - Instrumentos cujos inputs significantes não são observáveis. A composição abaixo demonstra ativos financeiros da companhia à classificação geral desses instrumentos em conformidade com a hierarquia de valorização 2012 Descrição Nível da hierarquia Controladora Consolidado Aplicações 2 421.667 537.522 2011 Descrição Nível da hierarquia Controladora Consolidado Aplicações 2 9.474 355.335 Os investimentos em ativos financeiros nas modalidades de fundo de investimentos são classificados no Nível 2, pois a forma de valorização a valor justo ocorre através da cotação de preços de instrumentos financeiros semelhantes em mercados não ativos. Análise de sensibilidade A empresa está exposta a taxas de juros flutuantes, principalmente relacionadas às por variações de índices de inflação (IGP-M) referente aos aluguéis futuros a receber e variação do Certificado de Depósito Interbancário – CDI referente às aplicações financeiras. Com base no relatório FOCUS com a projeção do CDI para o ano de 2012 e este definido como o cenário provável, foram calculados cenários decrescentes de 25% e 50% sobre os ativos indexados, que apresentam a seguinte sensibilidade quanto à rentabilidade: Em 31 de dezembro de 2012 Saldo Consolidado Queda de 50% Queda de 25% Cenário Provável CDI .................................................... 5,13% 7,69% 7,72% Aplicações ......................................... 537.522 27.575 41.335 41.497 17 Seguros A Companhia possui política definida para assegurar as suas obras em andamento, alinhadas com as práticas de mercado.

DIRETORIA

Samuel Monteiro dos Santos Junior Diretor-Presidente

Ivan Luiz Gontijo Júnior Diretor

Haydewaldo Roberto Chamberlain da Costa Diretor

Fernando Fernandez Netto Contador CRC - 1SP234779-O

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Aos Acionistas e Diretores da BSP Empreendimentos Imobiliários S.A. São Paulo - SP Examinamos as demonstrações contábeis individuais e consolidadas da BSP Empreendimentos Imobiliários S.A. (“Companhia”), identificadas como Controladora e Consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações de resultados, dos resultados abrangentes, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorções relevantes.

Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da BSP Empreendimentos Imobiliários S.A. em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. São Paulo, 25 de fevereiro de 2013

KPMG Auditores Independentes CRC 2SP014428/O-6

Ederson Rodrigues de Carvalho Contador CRC 1SP199028/O-1


DIÁRIO DO COMÉRCIO

16

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

nternacional

DIAS DE LUZ E TURBULÊNCIA Em seu discurso de despedida, Bento XVI relembra alegrias e dificuldades dos oito anos de seu pontificado.

B

ento XVI fez uma emocionada despedida, ontem, perante uma enorme multidão que acompanhou sua última audiência geral na condição de papa na praça de São Pedro, relembrando momentos de "alegria e luz" de seu papado, mas também períodos de dificuldade, quando "o Senhor parecia dormir". Bento XVI apareceu para o público às 10h37 de Roma (6h37 de Brasília), a bordo do papamóvel, no qual percorreu a praça em zigue-zague, beijando bebês e acenando à multidão, estimada em 150 mil pessoas. Quando ele surgiu na praça, a ovação foi tão grande que até os pombos que sobrevoavam a esplanada mudaram o rumo de seu voo. Em seu discurso de despedida, na véspera de sua renúncia, Bento XVI afirmou que está "consciente da gravidade e novidade" da sua saída, porém que tomou a decisão com "profunda serenidade de espírito". "Nesses últimos meses senti que minhas forças tinham diminuído. E pedi que Deus me iluminasse para me ajudar a tomar a decisão mais correta." Essa é a primeira vez em 598 anos que um papa renuncia ao cargo. O último a fazê-lo foi Gregório XII, em 1415. Bento XVI reconheceu que, em seus quase oito anos de pontificado, teve momentos de "alegria e luz", mas também "momentos difíceis".

Max Rossi/Reuters

"O Senhor nos deu muitos dias de sol e ligeira brisa, dias nos quais a pesca foi abundante, mas também momentos nos quais as águas estiveram muito agitadas e o vento contrário, como em toda a história da Igreja, e o Senhor parecia dormir", afirmou Bento XVI, que foi frequentemente interrompido por aplausos. O papa de 86 anos disse que se sentiu como São Pedro com os apóstolos na barca, no lago da Galileia, e que sempre soube que o Senhor estava na barca. "Sempre soube que a barca da Igreja não é minha, não é nossa, mas Sua, e não a deixa se afundar. É Ele quem a conduz, certamente, através dos homens que elegeu", disse. Bento XVI lembrou que o papa não tem privacidade. "Ele pertence sempre e para sempre a todos, a toda a Igreja", mas lembrou que a aposentadoria não vai significar a volta à vida privada, mas uma nova experiência de serviço à Igreja por meio da oração. Na manhã de hoje, Bento XVI vai se reunir com os cardeais pela última vez e então seguirá de helicóptero para a residência papal de Castel Gandolfo, ao sul de Roma. No local, às 20h locais (16h de Brasília), as portas do palácio serão fechadas e a Guarda Suíça, que protege o chefe da Igreja Católica, não mais fará a segurança de Bento XVI, que já será considerado o "papa emérito". (Agências)

Antes de seu discurso, Bento XVI percorreu a praça de São Pedro a bordo do papamóvel e acenou à multidão, estimada em 150 mil pessoas. Alessandro Bianchi/Reuters

Max Rossi/Reuters

Alessandro Bianchi/Reuters

Última audiência de Bento XVI teve acenos...

... beijos a bebês e bênção aos fiéis...

... que retribuíram com aplausos e cartazes.

Fotos: Alessandro Di Meo/EFE

Estátua decora escadaria do palácio de veraneio do papa, construído no século XVII.

O próximo lar de Bento XVI Castel Gandolfo é a residência de veraneio dos papas

A

partir de hoje, o papa Bento XVI irá se refugiar em Castel Gandolfo, sua nova residência durante os próximos dois meses. Castel Gandolfo, localizado a 30 quilômetros de Roma, deve seu nome à família Gandolfi, que estabeleceu seus domínios nessa zona no século XII. O castelo passou a ser propriedade da Igreja Católica em 1596, mas o palácio utilizado como residência de verão do papa foi construído em 1624. Hoje, o palácio e os jardins ocupam 55 hectares de terreno, um território maior que o Vaticano. Bento XVI residirá ali até a finalização da reestruturação do mosteiro do Vaticano, seu lar definitivo. Este é um mosteiro de freiras chamado "Mater Ecclesiae", onde as freiras que acompanharão o papa o resto de sua vida cultivam frutas e verduras. O recinto está situado dentro dos jardins do Vaticano e rodeado de limoeiros. Bento XVI se transferirá ao mosteiro depois que seu sucessor for eleito. (EFE)

Interior do Castel Gandolfo, residência de Bento XVI durante os próximos dois meses.


DIÁRIO DO COMÉRCIO

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

17 Berlusconi é um palhaço com um nível de testosterona particularmente alto. Peer Steinbrück, líder da oposição alemã.

nternacional

EUA podem entrar no jogo. Fim da linha para Assad? Apoio a rebeldes sírios prevê assistência 'não letal', incluindo a liberação de milhões de dólares.

O

Bajulado, o terceiro colocado nas eleições da Itália rejeita apoiar direita e esquerda.

A

crise política na Itália se agravou ontem depois que o líder do Movimento Cinco Estrelas, o humorista Beppe Grillo, que ficou em terceiro lugar nas eleições parlamentares de segunda-feira, descartou qualquer forma de apoio aos rivais de centro-esquerda e centro-direita para formar um governo. O apoio de Grillo era buscado pelo líder da centroesquerda, Pier Luigi Bersani, e pelo líder da centro-direita, o ex-premiê Silvio Berlusconi, para conseguir a maioria no Senado e formar o novo governo. A diferença pequena entre a representação dos três primeiros colocados pode provocar um impasse para formar o novo governo italiano, o que causa preocupação da União Europeia e do mercado financeiro pelo risco de aprofundamento da crise econômica. Em mensagem no Twitter, Grillo disse que só aprovará as leis que se alinhem com seu programa político, independente de quem as promova. "Não daremos um voto de confiança ao Partido Democrata (de Bersani) ou a qualquer outro", disse. O comediante chamou o líder da centro-esquerda de "um morto que fala" após o político pedir na terça-feira que o partido de Grillo se posicionasse e dissesse se estava disposto a chegar a um acordo com ele. "Bersani é um assediador político. Ele incomoda há dias o meu partido com propostas indecentes em vez de renunciar. Ele ainda conseguiu perder ganhando. O PD esteve no governo nos

últimos 20 anos e aprovou qualquer porcaria de Rigor Montis (em referência ao atual premiê, Mario Monti)." A resposta negativa de Grillo aumenta a pressão sobre a centro-esquerda e a centro-direita pela falta de apoio para formar um novo governo e cresce o risco de serem convocadas novas eleições no país. A alternativa seria um acordo entre o PD e o partido de Berlusconi, o Povo da Liberdade (PdL). Bersani, que tem maioria absoluta na Câmara Baixa, mas necessita o mesmo no Senado, deixou claro na terça-feira que essa possibilidade não lhe agrada, mas Berlusconi falou de "sacrifícios políticos" nas declarações que fez após as eleições. "Durante os próximos dias nós teremos de refletir sobre os possíveis cenários políticos. Nenhum partido pode ignorar o valor da estabilidade do governo neste momento", disse Berlusconi ontem. 'Palhaços' - O líder do principal partido de oposição da Alemanha, Peer Steinbrück, criticou Berlusconi e Grillo, ontem, classificando os dois políticos italianos de "palhaços" e "populistas", cujo desempenho nas eleições põe a zona do euro em risco. "De uma certa forma, estou estarrecido que esses dois palhaços tenham vencido", disse. "Berlusconi é definitivamente um palhaço, com um nível de testosterona particularmente alto", acrescentou. (Agências) Leia mais na página 2

Shaam News Network/Reuters

Rebelde descansa em Deir el-Zor, no leste sírio. EUA estudam enviar veículos e coletes aos insurgentes. mos com o fato de que o senhor Bashar al-Assad precisa renunciar", disse o chanceler francês, Laurent Fabius. Em Washington, o porta-voz da Casa Branca, Jay Carney, reiterou que os EUA aumentarão a ajuda que prestam à população da Síria e aos rebeldes. "Estamos revisando constantemente a natureza da assistência que provemos tanto para o povo sírio, em forma de assistência humanitária, como para a oposição síria, na forma de assistência não letal", disse. Segundo o jornal norte-americano Washington Post, a Casa Branca cogita enviar veículos blindados e coletes à prova de balas, assim como dar treinamento militar aos rebeldes. Se confirmada, seria a primeira vez em que os EUA concederiam apoio militar aos opositores. Washington apoia abertamente os rebeldes, mas nega o envio de armas por causa da infiltração de terroristas entre os insurgentes. (Agências)

SINDICALISTA MILIONÁRIA Mexicana é acusada de desviar US$ 160 milhões

O

Reuters - 07/04/11

Grillo: o humorista italiano quer ser levado a sério.

novo secretário de Estado norte-americano, John Kerry, disse ontem que os Estados Unidos estudam fornecer meios mais tangíveis de apoio aos rebeldes que lutam contra o governo do presidente Bashar al-Assad na Síria, e dar impulso a um movimento político com dificuldades de se manter depois de quase dois anos de guerra civil no país. Fontes nos EUA e na Europa têm afirmado que o governo do presidente Barack Obama está perto de decidir sobre o fornecimento de assistência "não letal" a rebeldes que lutam contra as forças regulares sírias, o que incluiria a liberação de dezenas de milhões de dólares. Os comentários feitos ontem por Kerry em Paris parecem indicar que Washington estaria tentando assegurar que a ajuda não cairá nas mãos de milicianos islâmicos. "Estamos analisando e desenvolvendo meios de acelerar a transição política que o povo sírio quer e merece", disse o secretário. "Nós precisamos ajudá-los a ter serviços básicos e preservar as instituições legítimas do Estado." Kerry fez os comentários durante sua primeira reunião oficial com líderes da França em meio à adoção de medidas crescentes de ambos os países para ajudar a oposição síria. A guerra na Síria e o programa nuclear do Irã são as prioridades da agenda de Kerry em sua visita à Europa e ao Oriente Médio. A expectativa é de que uma decisão sobre o tipo de apoio a ser dado pelos EUA aos rebeldes sírios seja anunciada hoje em Roma, onde será realizada uma conferência internacional sobre o assunto. A França, que no passado exerceu poder colonial sobre a Síria, também tem apoiado os rebeldes. "Todos concorda-

novo governo para custear casas do México reaem San Diego, carfirmou ontem sua ros, jatinhos e cirurautoridade ao deter gias plásticas. Elba Esther Gordil"Eu vivo muito lo, a poderosa líder bem e não sou um do sindicato dos anjo", admitiu Elba professores do ao The Wall Street país, sob a acusaJournal em 2003. Elba: jatinhos e ção de lavagem de "Mas eu nunca roucirurgias plásticas. dinheiro. Segundo bei ou matei." promotores, Elba Nos últimos temteria desfalcado US$ 160 mi- pos, a líder sindical vinha lidelhões dos cofres do sindicato. rando uma campanha contra o Os promotores dizem que, presidente Enrique Peña Nieto entre 2008 e 2012, a líder sindi- e seu projeto de reforma educacal e outros funcionários des- cional, o maior em mais de 70 viaram dinheiro a empresas de anos. A partir de agora, profesfachada e contas bancárias, in- sores passarão a ser avaliados clusive na Suíça. Esses recur- pelo desempenho e poderão sos eram então usados por Elba até ser demitidos. (Agências)

Potências cedem. E o Irã se diz otimista. Fim de sanções pode conter avanço nuclear

A

pós oito meses sem contato formal, o Irã e as grandes potências encerraram ontem mais uma rodada de negociações sem alcançar um acordo, mas com planos de novos encontros em março e abril. Desta vez, porém, as potências ofereceram concessões na tentativa de manter abertos os canais diplomáticos e conter os avanços nucleares da república islâmica. A proposta, apresentada após reunião de dois dias em Almaty, no Casaquistão, prevê levantar, pela primeira

vez, algumas sanções econômicas caso Teerã atenda algumas exigências, incluindo diminuir seu grau de enriquecimento de urânio para menos de 20%. O negociador iraniano, Saeed Jalili, considerou a proposta uma reviravolta para melhor. Já os representantes dos Estados Unidos, China, França, Rússia, Reino Unido e Alemanha se mostraram cautelosos. O secretário de Estado dos EUA, John Kerry, disse que o diálogo foi "útil", ecoando declarações de diplomatas europeus. (Agências)


DIÁRIO DO COMÉRCIO

18

c

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

ARTE NO METRÔ De Aldemir Martins a Tomie Ohtake, mais de 90 obras de arte enfeitam 37 das 64 estações de metrô paulistanas. Circuito ganhou um guia especial.

idades

Haddad promete mais segurança à noite Prefeito promete reforçar o policiamento com integrantes da Guarda Civil Metropolitana e da Operação Delegada. Prioridade será dada às regiões mal iluminadas.

O

prefeito Fernando que ainda não há nenhuma Haddad (PT) afir- medida oficial para as mudanmou ontem que vai ças anunciadas. reforçar o policiaO prefeito ainda afirmou que mento no período da noite em pediu à Eletropaulo, em reuSão Paulo. Para isso, ele pre- nião realizada esta semana, tende ampliar a atuação da que informe à Prefeitura e ao Guarda Civil Metropolitana governo do Estado quais são os (GCM) e os integrantes da bairros que sofrem com queda Operação Delegada – com- de energia e a duração da falta posta por policiais militares de abastecimento de luz. que trabalham para a PrefeituO objetivo é que também sera nas horas vagas. ja ampliado o policiamento os"Um terço do contingente, tensivo nesses locais, para tanto da Guarda combater a senCivil, quanto da sação de inseguOperação Delerança e "dar mais gada, vamos pasconforto" para a Um terço do sar para o período população. "Mais contingente, noturno. Hoje, tode 50% dos critanto da Guarda do o contingente mes acontecem Civil, quanto da atua no período à n o i t e , e x a t aOperação diurno, mas o crimente o horário me acontece à Delegada, vamos em que a Operanoite, na grande ção Delegada e a passar para o maioria dos caGuarda Civil não período noturno. e s t ã o a t i v a s " , sos", afirmou o FERNANDO HADDAD prefeito. A declaafirmou Haddad. ração foi feita em Surpresa – A inentrevista divulgada pelo tele- formação surpreendeu o cojornal SPTV, da Rede Globo, on- mandante-geral da Polícia Mitem de manhã. "Mais de 50% litar, coronel Benedito Meira. dos crimes acontecem à noite, "Isso (indicadores criminais) exatamente o horário em que a não é problema da Prefeitura, Operação Delegada e a Guar- é problema do Estado", destada Civil não estão ativas", afir- cou. "É interessante, mas vai mou o prefeito. mostrar algo diferente do que Mapa – De acordo com Had- a Secretaria de Estado da Sedad, o modelo de operação se- gurança Pública já divulga?" rá testado ainda este ano. Ele Atualmente, os cerca de 3,9 também disse que a Prefeitura mil policiais da Operação Deleestá elaborando um "mapa do gada recebem um adicional da crime de São Paulo", para sa- Prefeitura para fiscalizar cameber onde é mais importante a lôs. Em 15 de março, município presença da força policial mu- e Estado devem assinar novo nicipal. O setor de comunica- convênio ampliando as atribuição da Prefeitura informou ções dos agentes. (Agências) Claudio Manculi/Estadão Conteúdo - 26/2/2013

Fernanda Ramos/Estadão Conteúdo

Por 15 minutos, moradores tocaram buzinas, sinos e cornetas, além de baterem palmas para lembrar as 239 vítimas do incêndio na boate.

'Barulhaço' lembra os 239 mortos em Santa Maria

N

o dia em que o incêndio na boate Kiss completou um mês, moradores de Santa Maria (RS) fizeram uma manifestação barulhenta na manhã de ontem para lembrar as vítimas da tragédia que matou 239 pessoas. Às 8h, começou o chamado "barulhaço", com sinos, buzinas, palmas e cornetas. A homenagem, que estava programada para ser de um minuto, durou cerca de 15. Centenas de pessoas se reuniram frente à boate e em uma praça para prestar homenagem as vítimas. Isolda Branco, tia de um sobrevivente, estava em frente à Kiss. "A cidade parou", disse. Para ela, Santa Maria ainda está de luto "e

deverá continuar assim por muito tempo". Leo Becker, vice-presidente da associação de pais das vítimas, contou que o grupo preferiu evitar o local da tragédia e se reuniu na praça Saldanha Marinho. "Foi um momento de muita emoção, choramos, oramos, agradecemos a solidariedade da população que temos recebido de todas as partes." Cianeto – A Polícia Civil já tem a indicação de que as vítimas do incêndio morreram de asfixia por cianeto, liberado pela queima da espuma que revestia o teto da casa noturna. De acordo com Marcelo Arigony, delegado responsável pelo caso, a investigação do Instituto Geral de

Perícias aponta para a presença dos efeitos do composto químico nos corpos de vítimas analisados. Após o lançamento de um sinalizador por um dos integrantes da banda Gurizada Fandangueira, a espuma que revestia o teto do local começou a pegar fogo. Com a combustão, o material passou a liberar um gás que continha cianeto, um composto químico altamente tóxico. Arigony ressaltou, porém, que ainda aguarda o laudo oficial dos peritos para confirmar a causa das mortes. Segundo ele, a conclusão do IGP é a mesma da investigação policial. Argentina – Ontem, um grupo de mães argentinas

chegou a Santa Maria para prestar solidariedade a familiares e amigos das vítimas. Há oito anos, elas viveram o mesmo drama: um incêndio na boate Republica Cromagnon, em Buenos Aires, que matou 194 pessoas. O grupo representa a associação "Familias por la Vida", uma das cinco que reúne parentes das vítimas que lutaram por justiça após a tragédia de Cromagnon. Os atos de protesto que levaram multidões às ruas culminaram no impeachment no prefeito Aníbal Ibarra, em 2006. O dono da discoteca e dois funcionários responsáveis pela fiscalização dos estabelecimentos foram condenados a 18 e dois anos de prisão. (Agências)

Fernando Haddad: iluminação para combater sensação de insegurança. Fotos: Divulgação

Metrô: a cada estação, uma obra de arte. Mariana Missiaggia

Q

uem admira as obras de arte espalhadas pelas estações de metrô de São Paulo poderá gostar ainda mais do que vê ao consultar o roteiro com a lista completa de todos os trabalhos expostos em pontos de embarque e desembarque. Além da versão impressa – distribuída gratuitamente – o guia também está disponível na internet. A Estação Sé, inaugurada há 34 anos, foi a primeira a receber peças artísticas, desde a sua abertura ao público. E foi esse o ponto de partida para transformar as estações do sistema em galerias de arte subterrâneas e aproximar o cidadão dessas manifestações culturais. As esculturas de Alfredo Ceschiatti e Marcelo Nitsche, e os murais de Renina Katz, Cláudio Tozzi e Mário Gruber, foram as primeiras obras que os passageiros puderam contemplar. Nascia, assim, o projeto Arte no Metrô.

O grande interesse dos artistas fez com que a companhia, em 1990, formasse a Comissão Consultiva de Arte, composta por representantes da Pinacoteca do Estado, do MASP, do MAM, do IAB (Instituto dos Arquitetos do Brasil) e da ABPA (Associação Paulista de Belas Artes), além de integrantes das áreas de marketing e arquitetura do sistema metropolitano. Seleção – Desde então, essa comissão é a responsável pelo processo de seleção e escolha do acervo de arte contemporânea instalado no espaço público do metrô de São Paulo. Além de permitir aos usuários o contato com obras que geralmente são encontradas apenas em museus e galerias, a iniciativa também transmitiu mensagens educativas, estimulando o respeito e a noção de conservação dos espaços coletivos. Entre painéis, murais, pinturas sobre tela, instalações e esculturas, atualmente há 91 obras de arte espalhadas em 37 das 64 estações pau-

Obra de Wesley Duke Lee na estação Trianon-Masp, Linha Verde.

Escultura Voo de Xangô, na Jardim São Paulo/Ayrton Senna.

Sumaré: rostos de anônimos no painel de Alex Flemming.

Painel do artista Waldemar Zaidler, exposto na estação Sé.

listanas. Os exemplares listam obras assinadas por alguns dos mais conhecidos artistas plásticos brasileiros, como Aldemir Martins, Tomie Ohtake, Antonio Peticov e Denise Milan, entre outros. Intitulado Arte no Metrô, o guia conta toda a história do metrô, do projeto artístico e

ção de cada trabalho. Assim, quem estiver no metrô e quiser, por exemplo, ver o fascinante mural do paraense Valdir Sarubbi, em tinta acrílica sobre tela e madeira, pode descer na estação Palmeiras/Barra Funda e procurar pela obra. Essa é apenas uma das atrações.

cita as primeiras viagens realizadas pelo transporte em São Paulo – em 1972, entre as estações Jabaquara e Saúde. A obra traz a reprodução e a ficha completa das obras de arte, contendo o nome do autor, título, gênero, técnica, dimensões, ano e também a exata localiza-

Atualmente, o guia de bolso já se encontra esgotado e uma nova edição deve chegar em breve nas estações. Mas quem não quiser esperar a próxima edição pode pesquisar pelo livro digital no site do metrô: http://www.metro.sp.gov.br/cultura-lazer/arte-metro/livro-digital.aspx.


DIÁRIO DO COMÉRCIO

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

19

Dança

d

A Cia. Corpos Nômades exibe o espetáculo Uma Sinfonia Entre a Medula Óssea e o Piscar dos Olhos, inspirado nos textos de Heiner Müller e nas sinfonias do compositor Gustav Mahler. Direção de João Andreazzi. O Lugar (sala sul). Rua Augusta, 325, Consolação, região central, tel.: 3237-3224, 70 lugares. Sábados, 21h, e domingos, 20h30. Censura 16 anos. R$ 10.

cultura

Caio Gallucci/Divulgação

Falando de continhos. Com Andrea del Fuego. Divulgação

Perigo! Dolly convida para dançar. Sérgio Roveri

O

musical Alô, Dolly, para o bem ou para o mal, ocupa um lugar de destaque nas memórias de Miguel Falabella, 56 anos, e Marília Pêra, 70. Foi a primeira peça que Falabella, aos nove anos de idade, assistiu na vida. Ao sair do teatro João Caetano, no Rio, em 1966, onde o musical era apresentado com Bibi Ferreira e o tenor Paulo Fortes no elenco, ele disse à avó, que o acompanhava: "É isso que quero fazer na vida". No caso de Marília, a memória é um pouco mais amarga: depois

de trabalhar como bailarina por dois anos no musical anterior de Bibi, My Fair Lady, aos 22 anos ela se candidatou a um papel de atriz nos testes de Alô, Dolly, convicta de que seria aprovada. Não foi. Quarenta e seis anos depois, o musical volta a cruzar os caminhos de Falabella e Marília Pêra, agora famosos e consagrados. Eles são os astros da nova versão de Alô, Dolly, que entra em cartaz no sábado (2) no Teatro Bradesco, no Bourbon Shopping. É a primeira vez que a dupla atua junta no palco. Além de traduzir e dirigir o espetáculo, Falabella vive em cena o caipirão Horácio

Vandergelder, um homem rico, mal-humorado e de gestos toscos que, vindo de um interior que tanto pode ser o de São Paulo quanto o de Minas, chega à cidade grande disposto a encontrar uma esposa. Sem contatos na capital, recorre aos serviços de uma viúva casamenteira profissional, Dolly Levi, papel de Marília Pêra. "Nunca me interessou fazer um musical igualzinho ao americano", diz Falabella. "Na versão original, que estreou na Broadway em 1964, Horácio vem da cidade de Yonkers, no estado de Nova York. Eu fiz dele um caipira brasileiro, mais perto de nossa realidade, com todas as condições de ser entendido e amado pelo público daqui". A história do musical se passa no fim do século XIX e toda sua ação decorre da atitude determinada de Dolly Levi, que efetivamente se empenha em arrumar uma mulher para Horácio desde que esta mulher seja... ela mesma. Mas ela não joga assim tão às claras. Ao longo da trama, Dolly realmente apresenta Horácio a outras mulheres, mas promove uma série de armações para que os encontros nunca atinjam um final satisfatório. "Eu acharia muito arriscado fazer este musical sem o Falabella por perto", diz Marília. "Como já estamos juntos na televisão, no seriado Pé na Cova, desenvolvemos uma intimidade que se revelou essencial para o palco. Trabalhamos juntos sete dias por semana". Tal intimidade, vale dizer, não vem de hoje. Assim que concluiu o curso de teatro no Tablado, no Rio, Falabella, aos 18 anos, convidou Marília Pêra para dirigilo numa montagem de O Menino e

o Vento. Marília nunca havia dirigido antes, pensou em recusar mas, diante da insistência de Falabella, que alegava que eles poderiam aprender juntos, acabou aceitando - dando início a uma bem-sucedida carreira de diretora que atingiria seu ponto alto com a peça O Mistério de Irma Vap, em 1986. "Mas decidi que não irei mais dirigir", revelou. "Não tenho voz ativa como diretora, os atores não me obedecem. Agora eu quero ser

Fotos: Pa

ula Kossa

conduzida, quero obedecer". Depois da temporada de Alô, Dolly, Falabella pretende dirigir mais dois musicais, ambos americanos: Annie, que ele viu recentemente em Nova York, e A Madrinha Endiabrada. "Eu queria montar um musical nacional, mas ninguém patrocina", diz. "Já tenho um pronto, Memórias de um Gigolô, baseado no romance de Marcos Rey, que faz uma grande homenagem à cidade de São Paulo, mas não encontro interessados em produzir. Nosso comportamento de povo colonizado ainda é tão grande que fica muito fácil conseguir patrocínio para musicais americanos. No caso de brasileiros, ninguém quer saber".

ltz/Divul

gação

Sábado (2) é dia de conversar sobre minicontos na Biblioteca de São Paulo. O bate-papo será com a escritora Andrea del Fuego (foto), autora do romance Os Malaquias, e integra o projeto Autores e Ideias. O evento, idealizado pela jornalista Mona Dorf, tem o objetivo de promover o contato do público com os diversos gêneros literários, por meio de bate-papos com os autores. Os encontros seguem até setembro. Para saber sobre o tema e convidados acesse http://www.autoreseideias. wordpress.com.

Alô, Dolly: clássico da Broadway, recriado para atmosfera tropical. No centro das cenas, a veterana Marília Pêra e Miguel Falabella, que também fez a adaptação do texto.

Biblioteca de São Paulo. Parque da Juventude. Avenida Cruzeiro do Sul, 2630 (Estação Carandiru). Tel.: 2089-0800. Sábado (2), 11h. Grátis. Divulgação

Alô, Dolly. Estreia sábado (2). Teatro Bradesco. Rua Turiassu, 2100, terceiro piso do Bourbon Shopping. Tel.: 3670-4100. Quinta, 21h. Sexta, 21h30. Sábado, 18h e 21h30. Domingo, 18h. R$ 20 a R$ 200.

Los hermanos, simpáticos. Clichês à parte.

Peixes e frutos do mar no cardápio da quaresma cebola, pimentões e azeitonas; vieiras com risoto de aspargos; pescada fatiada com legumes grelhados e ervas ou salmão ao molho de manga e manjericão com risoto ao limão siciliano. Todos os peixes e frutos do mar são grelhados na brasa, o que torna o sabor único e delicioso, bem diferente do preparo na panela ou chapa. "Uso essa tecnologia aqui (Dinho's Steak House, no Itaim) e na matriz, na alameda Santos, onde servimos peixes grelhados à la carte", conta Paulo Zegaib - filho de Fuad Zegaib, o fundador do tradicional restaurante paulistano. A Steak House abriu as portas em outubro do ano passado, ocupando o endereço no qual antes funcionava o Mabella & Ton Ton, também conduzido por Paulo. Para quem não pratica o jejum, ou para comer depois da Páscoa, o Dinho's sugere carnes como skirt beef, suculento corte retirado do dianteiro do animal. No menu

e salmão grelhado à Vasco da Gama, no molho de açafrão com pimenta e purê de batatas (R$ 77). E ainda novidades como pescada grelhada ao Vinho do Porto (R$ 42) e moqueca de peixe com pirão e arroz (R$ 48). Para sobremesa, a sugestão é de doces portugueses como toucinho do céu.

Dinho's Steak House. Rua Jerônimo da Veiga, 153. Itaim Bibi. Tel.: 3079-1049. www.dinhos.com.br Pescada fatiada (acima) e Peixe à Oriental (detalhe): sabor e leveza. há ainda carnes Brangus – prime rib e T-bone – e o bife em tira, além do Leitão do Paulão, assado de um dia para o outro, servido com tutu de feijão, couve e arroz. É servido aos sábados, como prato do dia, e, durante a semana, sob encomenda. Na hora de adoçar a noite, há sobremesas como crepe de doce de leite e Nutela, torta de limão,

com preços entre R$ 12 e R$ 17. No Trindade, o cardápio da quaresma inclui peixe à oriental, grelhado com molho de alcaparras, cogumelos, amendoim e legumes (R$ 76); pargo à Nazaré, servido ao molho curry, manjericão e vinho branco, arroz e brócolis (R$ 76)

Trindade Itaim. Rua Amauri, 328. Itaim Bibi. Tel.: 3079-4819. www.trindaderestaurante.com.br

Mauro Holanda/Divulgação

T

alvez não seja propriamente um sacrifício ficar sem comer carne vermelha na quaresma período de 40 dias que começou depois do carnaval e vai até o domingo de Páscoa. Com a boa oferta de peixes nos restaurantes da Cidade, pode-se fazer uma refeição interessante apenas comendo vegetais e frutos do mar. O Dinho's serve, até o dia 30, em sua casa do Itaim, o Festival de Peixes Grelhados na Quaresma. Disponível apenas no jantar a R$ 79 por pessoa, inclui couvert, entrada, prato principal e uma taça de vinho branco. Para começar, chega à mesa o couvert composto de pães variados, manteiga, patês (experimente as pastas de fígado e de bacalhau). Na entrada, escolha entre salada mista, Juliana ou ceasar. Para prato principal, há lula com fetuccine ao perfume de camarões; camarão com risoto à grega; bacalhau com batatas,

Divulgação

Lúcia Helena de Camargo

O jornalista Ariel Palacios decidiu mergulhar na história dos nossos vizinhos argentinos e contá-la no recém-lançado Os Argentinos, publicado pela Editora Contexto (Coleção Povos & Civilizações, 368 páginas, 49,90). Além de tratar do panorama político, econômico e social do país, a obra pretende desmistificar alguns clichês existentes sobre a Argentina. Dividida em 14 capítulos, o livro conta, por exemplo, que o maior rival dos argentinos no futebol é a Inglaterra. "Nesse contexto, quando o Brasil enfrenta a Inglaterra, os argentinos sempre torcem a favor do Brasil", diz o autor. "A ideia era fazer um livro que ajudasse a acabar com os clichês dos brasileiros em relação ao país vizinho e que abordasse os mais diversos aspectos da sociedade argentina."


DIÁRIO DO COMÉRCIO

20 www.dcomercio.com.br

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Biblioteca primitiva Escultura da artista francesa Stéphane Thidet que remete à escrita em pedra e ao conhecimento de civilizações antigas. A estante, de mais de dois metros de altura, foi preenchida com blocos de pedra. www.stephanethidet.com

Mosaicos em 3D Bonecas e outros objetos feitos com a técnica de mosaico pela italiana Sicis. www.sicis.it

Perspectiva distorcida Os móveis criados pela designer Ida Kristiansen com formas geométricas bem diferentes das tradicionais dão a sensação de um ambiente desalinhado. http://cargocollective.com/idakristiansen/

M ÚSICA T ECNOLOGIA

Pirataria em queda

O Google Glass versus smartphones O cofundador do Google Sergey Brin afirmou ontem que acredita que o Google Glass – modelo de óculos inteligentes que a companhia deve lançar no mercado no fim de 2013 –, poderá combater o hábito "antissocial e castrador" que as pessoas têm de verificar compulsivamente seus smartphones. Segundo o site da revista Wired, ele fez a afirmação durante uma palestra surpresa no evento TED em Long Beach, na Califórnia. Ele afirmou também que o Glass é a realização de um sonho, o de

fazer com as pessoas tenha acesso às informações sem precisar fazer pesquisas. "Minha visão, quando começamos o Google, há 15 anos, era que um dia você não teria que fazer uma pesquisa – a informação só iria vir até você quando você precisasse. Este é o primeiro modelo que pode entregar essa visão", afirmou. Brin não deu nenhum novo detalhe sobre as características do Google Glass, mas confirmou que o produto deve começar a ser vendido nos EUA a tempo para o Natal deste ano por cerca de US$ 1,5 mil.

compartilhamento de músicas em arquivos digitais de forma ilegal caiu significantemente em 2012, informou ontem a empresa norte-americana especializada em informações de mercado NPD Group. De acordo com a empresa, o número de pessoas que compartilharam arquivos de música entre si no último ano caiu 26% em relação ao ano de 2011. Já o volume de downloads ilegais caiu 17% entre 2011 e 2012. Segundo o instituto, o compartilhamento de

músicas ilegais via mídias físicas, como CDs gravados por amigos, teve uma queda ainda mais drástica durante o mesmo período: 44%. O relatório da companhia, que analisou o mercado norteamericano, aponta que, devido à variedade de sites nos quais é possível ouvir as músicas gratuitamente, o interesse em fazer download de músicas ou de compartilhar arquivos pela internet diminuiu. Além de reduzir a pirataria, a oferta de músicas online também incentiva os usuários a comprarem os arquivos. "Pa-

ra a indústria da música, que há mais de uma década luta contra a pirataria digital, o último ano foi um progresso. Muitos dos que ainda usam serviços ilegais relatam experiências ruins por causa de vírus e spywares", afirmou ontem, ao divulgar o relatório, o vice-presidente de análise do NPD, Russ Crupnick. Entre os serviços de streaming de música – em que é possível ouvir gravações e álbuns gratuitamente –, os mais populares da internet são Spotify, Rdio, Rhapsody, Google Play Music e Grooveshark.

L OTERIAS

O multimilionário norteamericano Dennis Tito, 72, primeiro turista espacial da história, disse ontem que lançará uma missão tripulada a Marte em 2018, com ajuda de contribuições de particulares. A missão deve durar 501 dias (tempo de ida e volta), com um sobrevoo do planeta vermelho a menos de 160 quilômetros de altitude. Em 2018, um alinhamento planetário que ocorre a cada cinco anos colocará Marte e Terra mais próximos. C ELEBRIDADES

Blake Fielder, arrependido.

L http://bit.ly/WhUwlk

Próxima parada: Marte 2018.

Bogdan Cristel/Reuters

A CESSÓRIOS

Estojo de couro em formato de coração, para os românticos.

E SPAÇO

CATIVEIRO - Olho de um leão sedado para transporte. Ontem, um leão e dois ursos foram resgatados de uma propriedade em Bucareste e levados para um zoológico. Na Romênia, a posse desses animais é ilegal.

Blake Fielder-Civil, o exmarido de Amy Winehouse, se disse "arrependido" por ter motivado a perigosa relação entre a cantora e as drogas, informou ontem a imprensa britânica. O ex de Amy, encontrada morta em julho de 2011 em sua casa em Londres, com apenas 27 anos, assumiu a responsabilidade pelo vício da cantora com as drogas. Blake também revelou que a dependência de Amy se agravou após o divórcio de ambos, em 2009, mas alegou que o tempo que os dois consumiram drogas juntos foi curto, pois ele era constantemente preso por roubos de armas de fogo.

R OBÓTICA Concurso 1327 da LOTOMANIA

Concurso 873 da LOTOFÁCIL

02

04

08

19

20

02

03

06

07

08

21

23

27

42

47

09

11

12

13

14

53

54

56

57

59

15

17

18

22

25

68

76

95

96

99

Arnd Wiegmann/Reuters

Michael Bahlo/EFE

TEMPOS MODERNOS

Concurso 1472 da MEGA-SENA 12

18

23

25

45

Concurso 3130 da QUINA 07

30

44

45

57

50

Roboy (ao centro) e PR2 (à direita): desenvolvidos em universidades europeias, os robôs têm sistemas de tendões para reproduzir movimentos humanos. Um passo para tornar realidade a máquina alimentadora idealizada por Charlie Chaplin (à esquerda).


quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

DIÁRIO DO COMÉRCIO

21

RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO BRADESCO SEGUROS S.A. E SUAS CONTROLADAS Senhores Acionistas, Submetemos à apreciação de V.Sas. as Demonstrações Contábeis Individuais e Consolidadas da Bradesco Seguros S.A., relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012, preparadas em conformidade com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às entidades supervisionadas pela Superintendência de Seguros Privados – SUSEP, incluindo as normas expedidas pelo Conselho Nacional de Seguros Privados – CNSP e Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS, acompanhadas das respectivas Notas Explicativas e do Relatório dos Auditores Independentes. Desempenho do Grupo Bradesco Seguros nas Operações de Seguros, Previdência Complementar Aberta e Capitalização No exercício, o Lucro Líquido atingiu o montante de R$ 3,375 bilhões (R$ 3,046 bilhões em 2011). O faturamento com prêmios de seguros, contribuição de previdência e receita de capitalização, no final do exercício, alcançou R$ 44,308 bilhões, crescimento de 17,73% em relação ao montante auferido em 2011.

Em indenizações, benefícios pagos e resgates atingiu o montante de R$ 26,394 bilhões, 13,91% a mais que o registrado em 2011.

No segmento de Seguros, em pensões previdenciárias, indenizações por morte, acidentes, perdas com veículos, perdas em residências, consultas, exames, cirurgias e internações médicas, o Grupo pagou aos seus segurados R$ 105,155 milhões, por dia útil, durante o exercício de 2012. Política de Reinvestimento de Lucros e Política de Distribuição de Dividendos Os acionistas da Bradesco Seguros, em cada exercício, terão direito a receber, a título de dividendos, o mínimo obrigatório de 25% do lucro líquido. O saldo do lucro líquido, verificado após as distribuições previstas no Estatuto Social, terá a destinação proposta pela Diretoria e deliberada pela Assembleia Geral, podendo ser destinado 100% à Reserva de Lucros – Estatutária, visando à manutenção de margem operacional compatível com o desenvolvimento das operações ativas da Sociedade, até atingir o limite de 95% do valor do capital social integralizado. Investimentos Os investimentos em Títulos de Renda Fixa e Variável, Ações de Coligadas e Outros Investimentos Permanentes alcançaram, ao final do exercício, o montante de R$ 140,887 bilhões (R$ 114,499 bilhões em dezembro de 2011). Os Ativos financeiros estão classificados nas categorias “Disponível para Venda”, “Valor Justo por meio do Resultado” e “Mantidos até o Vencimento”, em atendimento à Circular SUSEP no 430, de 5 de março de 2012. De acordo com o disposto nessa mesma Circular, a Bradesco Seguros S.A. declara por si e por suas empresas controladas possuírem a capacidade financeira e intenção de manter até o vencimento os títulos classificados na categoria “títulos mantidos até o vencimento”. Provisões Técnicas O valor contabilizado das Provisões Técnicas, ao final do exercício, era de R$ 124,217 bilhões (R$ 103,653 bilhões em dezembro de 2011), com a seguinte composição: Provisões Técnicas de Seguros ......................................................................................................................... R$ 15,156 bilhões Provisões Técnicas de Previdência Complementar Aberta e VGBL .................................................................. R$ 103,612 bilhões Provisões Técnicas de Capitalização................................................................................................................. R$ 5,449 bilhões Os Ativos financeiros garantidores das Provisões Técnicas atingiram, em 31 de dezembro, o montante de R$ 123,055 bilhões (R$ 102,770 bilhões em dezembro de 2011).

Empresas Controladas e Coligadas Em 31 de dezembro, o Grupo Bradesco Seguros, nos segmentos de Seguro, Previdência Complementar Aberta e Capitalização, era composto pelas seguintes sociedades: Bradesco Seguros S.A., Bradesco Auto/RE Companhia de Seguros, Bradesco Saúde S.A., Atlântica Companhia de Seguros, Bradesco Vida e Previdência S.A., BMC Previdência Privada S.A., Bradesco Capitalização S.A., Mediservice - Administradora de Planos de Saúde S.A., Odontoprev S.A. e Bradesco Argentina de Seguros S.A.. O Grupo Bradesco Seguros, por meio da Bradesco Saúde S.A., detém 43,50% do capital da Odontoprev S.A.. Evento Societário Em Assembleia Geral Extraordinária realizada em 4 de maio de 2012, foi deliberado o aumento de capital da Bradesco Seguros S.A. no montante de R$ 300 milhões, em espécie, com a emissão de 15.567 novas ações ordinárias, nominativas-escriturais, sem valor nominal. Este ato encontra-se em fase de aprovação pela SUSEP. Adequação de Capital No que se refere aos requerimentos de capital, o Grupo está em compliance com o disposto nas Resoluções nos 222/10, 227/10 e 228/10, do Conselho Nacional de Seguros Privados, e com o disposto na Resolução Normativa no 246/11, da Agência Nacional de Saúde. Marketing, Cultura e Esporte O Grupo, por meio do Circuito Cultural Bradesco Seguros, dentre suas diversas manifestações culturais, patrocinou importantes peças teatrais, exposições e espetáculos de dança e de música. Em ações ligadas à longevidade, qualidade de vida e bem-estar, esteve presente como patrocinador de diversos eventos, destacando-se: • Corrida e Caminhada Contra o Câncer de Mama - realizada na cidade do Rio de Janeiro; • Circuito da Longevidade - foram realizadas etapas nas cidades de Marília, São José do Rio Preto, Campinas, Bauru, São José dos Campos, Sorocaba, Ribeirão Preto, Belo Horizonte, Salvador, Brasília, São Paulo, Porto Alegre, Curitiba e Rio de Janeiro, totalizando 14 cidades; e • VII Fórum da Longevidade - evento realizado na cidade de São Paulo, cujo tema foi “Economia da Longevidade” e contou com a participação das atrizes Jane Fonda e Bibi Ferreira. Premiações A Bradesco Seguros foi destaque na 9a edição do Prêmio Segurador Brasil, promovida pela Editora Brasil Notícias, nas categorias “Melhor Desempenho Global em Seguros” e “Melhor Desempenho” nas modalidades “Auto”, “Empresarial”, “Responsabilidades” e “Crédito”. Pelo segundo ano consecutivo, a Bradesco Seguros foi apontada como a melhor e maior companhia em seguros da América Latina, no ranking “Top 100 Insurers”, da revista Latin Trade, prestigiado levantamento que mede a qualidade e a eficiência de empresas do setor. A Bradesco Seguros liderou, pela sexta vez consecutiva, o ranking de seguradoras no Brasil, segundo a recém-lançada edição 2012 do anuário Valor 1000. Outro destaque em anuários ocorreu em “As melhores da Dinheiro”, promovido pela revista IstoÉ Dinheiro. O anuário premiou a Bradesco Seguros pela liderança do ranking na categoria “Seguros”, pela quinta vez consecutiva, com ênfase nos indicadores “Recursos Humanos” e “Governança Corporativa”. Seguros Populares e Microsseguros Líder do mercado brasileiro de seguros e pioneiro no lançamento de produtos inovadores e adequados ao perfil dos diversos segmentos de consumo e classes de renda, o Grupo Bradesco Seguros vem atuando, desde 2004, com o produto Vida Segura Bradesco. A partir de 2010, foram lançados produtos de microsseguros, direcionados às necessidades das classes sociais com menor poder aquisitivo. Os dois principais produtos foram: Primeira Proteção Bradesco, experiência iniciada nas comunidades de Heliópolis (SP) e Rocinha (RJ), e o Bradesco Bilhete Residencial Estou Seguro, sendo que este último foi desenvolvido exclusivamente para o atendimento à comunidade Santa Marta (RJ), incluindo uma cartilha explicando em linguagem simples as coberturas e principais aspectos. O Grupo, dada sua extensa capilaridade, possui pelo menos uma família segurada em cada município brasileiro. O produto Primeira Proteção Bradesco comercializou, desde 2010, 1,9 milhão de contratos de seguros, o que representa 27% da carteira de seguros individuais da Bradesco Vida e Previdência. O microsseguros teve a sua regulamentação publicada em 2012. Diante do sucesso dos produtos Primeira Proteção Bradesco e Bilhete Residencial Estou Seguro e em conformidade com a nova legislação, foi criado o primeiro produto real de microsseguros, protocolado em outubro de 2012 pela Superintendência de Seguros Privados - SUSEP. A comercialização será iniciada em 2013. Foi iniciada, de forma pioneira, a oferta de seguros por meio de correspondentes bancários, inicialmente pelo Estado de Pernambuco. A iniciativa foi expandida para os Estados do Paraná, Minas Gerais, Bahia, Maranhão, Amazonas e Ceará. De forma simplificada,

o cliente contrata o seguro enquanto realiza compras ou utiliza serviços do correspondente bancário. O Grupo encerrou 2012 com 181 pontos de venda, entre eles, farmácias, padarias e comércio em geral, totalizando 12 mil contratações de seguros. Em 2012, foram lançados produtos que atendem necessidades básicas, como, por exemplo, o produto Primeira Proteção Veicular, que oferece Assistência Dia e Noite com serviços de reboque em caso de pane, acidente e incêndio, chaveiro, socorro mecânico para pane seca, entre outros, e o produto Bradesco Dental Ideal, comercializado desde 2010, que oferece diversas coberturas para seus beneficiários, entre elas, o atendimento de urgência e emergência. Responsabilidade Socioambiental O Grupo Bradesco Seguros trabalha para intensificar a conscientização sobre as questões ambientais, sociais e de governança, bem como na criação de soluções sustentáveis capazes de reduzir riscos. Destacam-se: • Adesão aos Princípios para Sustentabilidade em Seguros, da UNEP FI, Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente. Os princípios são uma estrutura para o mercado de seguros tratar de riscos, criar soluções inovadoras, melhorar o desempenho nos negócios e contribuir para a sustentabilidade ambiental, social e econômica; • Movimento “Conviva” – ações que incentivam a convivência harmoniosa entre motoristas, ciclistas e pedestres. Dentre as ações do “Conviva”, destacam-se a edição de São Paulo, a primeira etapa do Rio de Janeiro do World Bike Tour e a expansão da CicloFaixa de Lazer São Paulo, totalizando agora 119,7 km; • Projeto Integração Empresa-Escola – criado em 2004, atua em conjunto com a Fundação Bradesco, promovendo ações complementares à educação que contribuem para a integração social, formação da cidadania e promoção de qualidade de vida, por meio do incentivo e desenvolvimento de atividades esportivas e culturais; • Programa Auto Reciclagem – projeto pioneiro consiste no reaproveitamento de sucatas e peças substituídas de veículos danificados em acidentes, sendo recolhido, desde o seu lançamento em 2009, cinco mil toneladas; • Por meio da Bradesco Capitalização são oferecidos títulos com foco socioambiental em áreas como ecologia, educação e saúde. Parte dos recursos captados com esses produtos beneficia projetos sociais e ambientais, além de permitir a formação de uma reserva financeira para os clientes; • O Programa Porteiro Amigo do Idoso capacitou, desde seu lançamento em 2010, 633 profissionais que agora dispõem de melhores condições para lidar com os idosos. Em março de 2012, o Programa foi expandido para a cidade de São Paulo, no bairro Higienópolis; • Oficina TemQuemQueira – utiliza como matéria-prima para seus produtos o lixo gerado pela realização de eventos, aproveitando sobras como lonas, banners etc., promovendo a reinserção dos moradores da comunidade ao mercado de trabalho; e • Nos sites do Grupo foi lançado o serviço digital Bradesco Seguros LIBRAS, uma ferramenta de acessibilidade, inédita no Brasil, que permite a tradução do português para a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS). Recursos Humanos Desde 2004, por meio do UniverSeg – Universo do Conhecimento do Seguro, o Grupo Bradesco Seguros desenvolve ações de conhecimento e capacitação para seus funcionários, corretores e parceiros, visando ao desenvolvimento profissional e pessoal para atuação em um mercado cada vez mais competitivo. Oferece cursos internos e externos, MBA, pós-graduação, idiomas e palestras, registrando no exercício de 2012, 142.056 participações, sendo 110.696 presenciais e 31.360 on-line. Por meio do site UniverSeg para os corretores e página na Intranet para os funcionários, é disponibilizado acesso aos cursos online, artigos, entrevistas, dicas de autodesenvolvimento, de filmes e livros, visando desenvolver competências essenciais, como relacionamento interpessoal, trabalho em equipe, liderança, comunicação e negociação. Para o desenvolvimento de líderes, prosseguiu com o PDL – Programa de Desenvolvimento de Líderes, possibilitando um ambiente de aprendizagem compartilhada entre os participantes e acelerando o desenvolvimento individual e coletivo. Praticando a Gestão do Conhecimento de forma democrática, rápida, eficiente e contribuindo para a construção de uma visão compartilhada com foco na estratégia do negócio, o UniverSeg deu continuidade ao Programa Saber para Crescer com palestras que abordaram o negócio, qualidade de vida, saúde, meio ambiente, liderança e educação financeira, assim como a Maratona do Conhecimento que visa estimular o hábito da leitura, além de contribuir para o autodesenvolvimento profissional e pessoal. Rating A agência de classificação de risco Fitch Ratings reafirmou, em novembro de 2012, os ratings em escala nacional AAA (bra) e internacional A-, ambos com perspectiva estável. Esta classificação é reflexo da força financeira e do forte suporte do Controlador do Grupo Bradesco Seguros, o Banco Bradesco S.A.. A agência de classificação de risco Standard & Poor’s, em novembro de 2011, manteve o rating Nacional brAAA/Estável. Destacouse o sólido padrão de proteção financeira e patrimonial que a empresa garante a seus clientes. Riscos: operacional, crédito, mercado, subscrição e liquidez O Grupo Bradesco Seguros, em linha com os modelos adotados nos mercados nacional e internacional e em atendimento à legislação vigente, estruturou uma área independente de Estudos Atuariais e Gestão de Riscos que atende às melhores práticas de Governança Corporativa. Estão inseridas, nesse contexto, as disseminações da cultura de gestão de riscos operacionais em vários níveis, a divulgação de Políticas Corporativas, Normas Internas e Manual de Procedimentos Internos, visando ao monitoramento contínuo da exposição aos riscos. O Comitê Executivo de Gestão de Riscos do Grupo Bradesco Seguros reúne-se, trimestralmente, com a atribuição de aprovar estratégias, definir diretrizes, normas e procedimentos, bem como homologar os assuntos relevantes relacionados à Gestão de Riscos, visando ao processo de mitigação dos eventos de perdas de acordo com a especificidade de cada risco. O Grupo Bradesco Seguros mantém níveis de capital de acordo com os requerimentos regulatórios. Nos termos da legislação vigente, o capital mínimo requerido para funcionamento das sociedades seguradoras é composto por um capital base e um capital adicional para cobertura dos riscos de subscrição, de crédito, de mercado e operacional. Até que o CNSP regule o capital adicional pertinente a todos os riscos previstos na legislação, o capital mínimo requerido deverá ser o maior valor entre a soma do capital base com o capital adicional e a margem de solvência, calculada por meio de resolução específica. Governança Corporativa Com o objetivo de estar em linha com as melhores práticas de governança corporativa, agindo com equidade e transparência na prestação de contas, o Grupo Bradesco Seguros busca permanentemente o aperfeiçoamento do seu sistema de gestão institucional. Para isso, possui Comitês que dão suporte ao Órgão da Administração na condução do processo de decisão para cumprimento do direcionamento estratégico, na busca constante de melhores resultados, dentro dos mais elevados padrões éticos. O Grupo conta também com área de Ouvidoria para acolher opiniões, críticas e reclamações, que são tratadas com confidencialidade, bem como com Códigos de Conduta Ética, disponibilizados a todos os públicos com os quais se relaciona, resultado do compromisso constante em promover e definir com clareza as responsabilidades e a postura que devem pautar a atuação dos profissionais que integram as empresas do Grupo. Destaca-se o ELC – Entity Level Controls, que se constitui em um conjunto de procedimentos de avaliação do nível de governança corporativa, com o propósito de mensurar o entendimento, aderência e comunicação dos temas que compõem o ambiente de controle do Grupo. Controles Internos e Compliance No exercício de 2012, com base na política corporativa definida e visando atender às determinações legais sobre o tema, a Bradesco Seguros prosseguiu com a avaliação e o aperfeiçoamento dos seus instrumentos, que integram o Sistema de Controles Internos do Grupo Bradesco Seguros. Os processos são continuamente reavaliados, e os testes de aderência, para aferir a efetividade dos controles existentes, regularmente aplicados, em conformidade com os principais frameworks de controles, como o COSO – Committee of Sponsoring Organizations of the Treadway Commission e o COBIT – Control Objetives for Information and Related Technology, que abrangem, respectivamente, aspectos de negócios e tecnologia. Os trabalhos de controles internos são desenvolvidos em conjunto com as diversas áreas gestoras de serviços, produtos e processos, cujos testes de aderência são aplicados com a periodicidade requerida, sendo os resultados reportados periodicamente ao Comitê de Controles Internos e Compliance e, sob demanda, ao Comitê de Auditoria da Organização Bradesco. Quanto à Lei Sarbanes-Oxley, o Grupo é certificado anualmente pela Auditoria Independente, que ratifica a efetividade, eficácia e suficiência dos controles que suportam as Demonstrações Contábeis, resultando na difusão da importância da cultura de controle. Para obtenção e manutenção de conformidade às leis e aos regulamentos, o Grupo Bradesco Seguros verifica, diariamente, a publicação de novos normativos pelos Órgãos reguladores, informa as áreas afetadas e acompanha a implementação tempestiva das ações necessárias, de forma a garantir que as práticas operacionais estejam em conformidade. Prevenção e Combate à Lavagem de Dinheiro e ao Financiamento ao Terrorismo A Bradesco Seguros possui o compromisso permanente de prevenir e combater sistematicamente a Lavagem de Dinheiro, o Financiamento ao Terrorismo e a Corrupção. Atua constantemente para assegurar a conformidade às leis e normas, editadas pelos Órgãos competentes, relativas aos temas e no relacionamento diferenciado com os clientes enquadrados na condição de Pessoas Politicamente Expostas, cooperando assim com os esforços das autoridades governamentais de controle. Diante desse compromisso, em 2012 ocorreu a consolidação e o aperfeiçoamento das ferramentas de trabalho, dos controles e dos sistemas utilizados, que são permanentemente reavaliados e dão suporte ao processo de detecção e comunicação das operações/ ocorrências (automáticas e suspeitas) ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras – COAF. Em conformidade com a Lei no 12.683, de 09.07.2012, que visa tornar mais eficiente a persecução penal dos crimes de lavagem de dinheiro e a publicação de novas regras pela SUSEP através da Circular no 445, de 02.07.2012, realizou-se uma revisão nos normativos internos, materiais de apoio e procedimentos. O assunto também foi enfatizado nos programas de treinamento, objetivando a conscientização e capacitação constante do quadro de colaboradores. Prevenção à Fraude A Bradesco Seguros, em consonância com a regulamentação vigente no que diz respeito à Prevenção à Fraude, mantém-se vigilante em desestimular, prevenir, detectar e combater ocorrências que possam caracterizar indícios de cometimento de fraudes, assim como em minimizar riscos operacionais, regulatórios e reputacionais aos quais a empresa possa estar sujeita, caso venha a ser envolvida em tentativas para negócios ou práticas de fraudes. Ao longo do exercício, priorizou a revisão e a publicação de materiais relativos ao assunto, com vistas a fomentar e estimular a tempestiva capacitação e o constante treinamento dos colaboradores da Companhia, aumentando a eficiência no combate à fraude. Plano e Gestão de Continuidade de Negócios A Bradesco Seguros, com a finalidade de assegurar a continuidade de seus processos críticos/essenciais de negócios, principalmente aqueles voltados para relacionamento e atendimento aos clientes, possui Plano de Continuidade de Negócios – PCN, implementado e testado. O PCN é um conjunto de estratégias e planos de ação, que são ativados quando da ocorrência de um evento, independentemente de sua proporção, que interrompa a continuidade de suas operações. Segurança da Informação A informação é um dos elementos do negócio mais importante para o Grupo Bradesco Seguros. O zelo pela informação no que tange a sua disponibilidade, integridade e confidencialidade, tem sido uma meta constante da governança da informação. Nesta linha, são realizados trabalhos de revisões periódicas nos Sistemas de Informação, assim como são analisadas normas e regulamentos de caráter interno e externo, que incidem em alterações nas instruções, riscos e controles de Segurança da Informação. Diante desse compromisso, o Grupo tem realizado a disseminação da cultura, por meio da divulgação da Política Corporativa de Segurança da Informação, da administração de palestras, da disponibilização de curso e da publicação de matérias nos canais internos de comunicação disponíveis, abordando os mais diversos temas, com o intuito de garantir a conformidade com as melhores práticas de Segurança da Informação disponíveis no mercado. Ouvidoria Criada em 2003, como resultado da Política de Relacionamento com os Clientes, a Ouvidoria do Grupo Bradesco Seguros tem por principal atribuição atuar como representante dos clientes das Empresas do Grupo, reconhecendo seus direitos de forma transparente e eficiente, e traduzindo suas expectativas em informações para melhoria contínua dos processos, produtos e serviços. Nesse sentido, a Ouvidoria do Grupo Bradesco Seguros mantém um Sistema de Gestão da Qualidade, recebido da Fundação Vanzolini em 2011, por meio da certificação NBR ISO 9001:2008. Agradecimentos Pelos êxitos obtidos, agradecemos a preferência e a confiança dos nossos segurados e corretores, o apoio recebido dos Órgãos reguladores e o trabalho dedicado dos nossos funcionários e colaboradores. São Paulo, 25 de janeiro de 2013. Diretoria continua


DIÁRIO DO COMÉRCIO

22

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de reais)

ATIVO Nota CIRCULANTE ............................................................................ Disponível .............................................................................. Caixa e bancos .................................................................... Equivalência de caixa .......................................................... Aplicações.............................................................................. 4 Créditos das operações com seguros e resseguros ......... Prêmios a receber ............................................................... 6 Operações com seguradoras .............................................. Operações com resseguradoras ......................................... Outros créditos operacionais .............................................. Ativos de resseguro - provisões técnicas .......................... 7 Títulos e créditos a receber.................................................. Títulos e créditos a receber ................................................. Créditos tributários e previdenciários .................................. 11 Outros créditos ................................................................... Outros valores e bens........................................................... Bens à venda ....................................................................... 10 Outros valores ..................................................................... Despesas antecipadas .......................................................... Custos de aquisição diferidos ............................................. 19d Seguros ................................................................................ ATIVO NÃO CIRCULANTE ....................................................... REALIZÁVEL A LONGO PRAZO.............................................. Aplicações.............................................................................. 4 Ativos de resseguro - provisões técnicas .......................... 7 Títulos e créditos a receber.................................................. Títulos e créditos a receber ................................................. Créditos tributários e previdenciários .................................. 11 Depósitos judiciais e fiscais ................................................. 9 Outros créditos a receber .................................................... Despesas antecipadas .......................................................... Custos de aquisição diferidos ............................................. 19d Seguros ................................................................................ Investimentos ........................................................................ Participações societárias - financeiras ................................ 12 Imóveis destinados à renda ................................................. 13 Outros investimentos .......................................................... Imobilizado............................................................................. 14 Imóveis de uso próprio ........................................................ Bens móveis ........................................................................ Imóbilizações em curso ....................................................... Outras imobilizações ........................................................... Intangível................................................................................ 15 Outros intangíveis................................................................. TOTAL DO ATIVO .....................................................................

2012 1.780.593 21.357 21.357 1.033.227 182 25 18 139 150.384 101.820 473.608 297.787 174.430 1.391 15 16.801.241 690.159 1.220 688.939 345 256.330 418.561 13.703 15.821.328 15.818.462 2.866 30.742 2.544 20.114 8.084 259.012 259.012 18.581.834

Controladora Consolidado 2011 2012 2011 1.630.270 96.655.289 87.015.931 16.083 137.473 263.327 16.083 119.729 140.534 17.744 122.793 998.204 92.176.250 82.934.871 349 1.840.002 1.663.607 34 1.808.011 1.604.602 16 18.543 25.035 299 13.448 33.970 121.800 224.991 210.778 97.811 804.430 594.954 395.879 689.383 681.921 242.866 275.689 249.733 151.479 334.108 303.039 1.534 79.586 129.149 14 57.709 44.208 52.086 43.480 14 5.623 728 130 74.948 71.719 650.103 550.546 650.103 550.546 11.953.704 54.673.225 35.946.716 733.679 51.623.573 33.452.399 - 46.936.580 30.000.328 296 70.663 66.222 733.383 4.059.272 3.369.573 418 321.943 4.294 276.157 1.503.687 1.291.359 455.853 2.199.177 2.059.359 955 34.465 14.561 2.072 793 554.986 15.483 554.986 15.483 11.088.066 1.774.632 1.563.713 11.085.200 1.195.490 1.044.999 572.899 513.033 2.866 6.243 5.681 31.945 213.506 159.771 2.546 55.390 47.725 22.799 71.700 61.208 43.525 7.336 6.600 42.891 43.502 100.014 1.061.514 770.833 100.014 1.061.514 770.833 13.583.974 151.328.514 122.962.647

PASSIVO CIRCULANTE ........................................................................... Contas a pagar....................................................................... Obrigações a pagar .............................................................. Impostos e encargos sociais a recolher .............................. Encargos trabalhistas .......................................................... Impostos e contribuições ..................................................... Outras contas a pagar ......................................................... Débitos de operações com seguros e resseguros ............ Prêmios a restituir ................................................................ Operações com seguradoras .............................................. Operações com resseguradoras ......................................... Corretores de seguros e resseguros ................................... Outros débitos operacionais ................................................ Depósitos de terceiros ......................................................... Provisões técnicas - seguros............................................... Danos .................................................................................. Pessoas ............................................................................... Vida Individual ..................................................................... Saúde .................................................................................. Vida com cobertura de sobrevivência .................................. Provisões técnicas - previdência complementar ............... Planos não bloqueados ....................................................... PGBL/PRGP ........................................................................ Provisões técnicas - capitalização ...................................... Provisões para resgates ...................................................... Provisões para sorteios ....................................................... Outras provisões .................................................................. PASSIVO NÃO CIRCULANTE .................................................. Contas a pagar....................................................................... Contas a pagar .................................................................... Tributos diferidos ................................................................. Outras contas a pagar ......................................................... Provisões técnicas - Seguros .............................................. Danos .................................................................................. Pessoas ............................................................................... Vida Individual ..................................................................... Saúde .................................................................................. Vida com cobertura de sobrevivência .................................. Provisões técnicas - previdência complementar Planos não bloqueados ....................................................... PGBL/PRGP ........................................................................ Outros débitos Provisões judiciais ............................................................... PATRIMÔNIO LÍQUIDO............................................................. Acionistas da controladora ..................................................... Capital social ......................................................................... Aumento de capital em aprovação ......................................... Reservas de reavaliação ........................................................ Reservas de lucros ................................................................. Ajustes com títulos e valores mobiliários ................................ PARTICIPAÇÃO DE ACIONISTAS MINORITÁRIOS ............... TOTAL DO PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO.....................

Nota

16

17

18 19

19

19

20 19

19

21 22

2012 266.863 150.085 73.126 13.124 10.448 52.290 1.097 4.103 3.454 649 1.049 111.626 104.443 7.183 484.556 125.081 49.569 75.512 12.307 3.667 8.640 347.168 347.168 17.830.415 17.830.415 6.080.000 723.332 140 6.342.086 4.684.857 18.581.834

Controladora Consolidado 2011 2012 2011 1.011.204 17.563.621 15.526.047 896.630 1.748.936 2.251.168 796.893 502.400 1.194.401 10.471 206.779 185.778 9.799 57.733 52.325 77.786 979.438 815.980 1.681 2.586 2.684 2.258 485.270 462.233 8.199 6.643 1.884 29.270 45.737 107.314 106.402 374 162.588 183.538 177.899 119.913 2.343 290.202 165.464 109.973 8.571.256 7.108.005 103.474 4.162.429 3.630.167 6.499 1.377.272 1.095.893 1.031.515 768.082 1.884.261 1.527.277 115.779 86.586 1.019.256 967.883 916.419 892.521 102.837 75.362 5.448.701 4.571.294 5.206.899 4.321.150 64.032 76.051 177.770 174.093 420.334 115.300.993 94.640.794 71.173 3.603.141 1.592.037 58.419 617 71.173 3.513.890 1.557.647 30.832 33.773 10.059 72.072.064 58.016.565 296 910.067 706.805 9.763 1.055.171 1.015.946 969.915 711.502 3.765.799 2.493.186 - 65.371.112 53.089.126 - 37.106.146 32.997.566 - 16.600.481 15.728.326 - 20.505.665 17.269.240 339.102 2.519.642 2.034.626 339.102 2.519.642 2.034.626 12.152.436 18.463.900 12.795.806 12.152.436 17.830.415 12.152.436 6.080.000 6.080.000 6.080.000 423.332 723.332 423.332 142 140 142 3.951.402 6.342.086 3.951.402 1.697.560 4.684.857 1.697.560 633.485 643.370 13.583.974 151.328.514 122.962.647

As notas explicativas da Administração são parte integrante das demonstrações contábeis.

DEMONSTRAÇÕES DOS RESULTADOS DOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de reais, exceto lucro líquido por ação)

Prêmios emitidos líquidos...................................................... Contribuição para cobertura de risco ................................... Variação das provisões técnicas ........................................... Prêmios ganhos....................................................................... Receitas com emissão de apólices ....................................... Sinistros ocorridos.................................................................. Custos de aquisição................................................................ Outras receitas e (despesas) operacionais .......................... Resultado com resseguro ...................................................... Receita com resseguro........................................................... Despesa com resseguro......................................................... OPERAÇÕES DE PREVIDÊNCIA Rendas de contribuições e prêmio ........................................ Constituição da provisão de benefícios a conceder ............... Receitas de contribuição e prêmios de VGBL................... Rendas com taxas de gestão e outras taxas ..................... Variação de outras provisões técnicas ............................. Custos de aquisição............................................................. Outras receitas e despesas operacionais.......................... OPERAÇÕES DE CAPITALIZAÇÃO Arrecadação com títulos de capitalização ........................... Variação da provisão para resgate...................................... Receitas líquidas com títulos de capitalização ................. Variação das provisões técnicas ........................................ Resultado com sorteio......................................................... Custos de aquisição............................................................. Outras receitas e despesas operacionais.......................... Despesas administrativas ................................................... Despesas com tributos ........................................................ Resultado financeiro ............................................................ Resultado patrimonial.......................................................... Resultado operacional ......................................................... Ganhos e perdas com ativos não correntes...................... Lucro antes dos impostos e participações........................ Imposto de renda................................................................. Contribuição social .............................................................. Participações sobre o resultado .......................................... Participações acionistas minoritários................................... Lucro líquido do exercício................................................... Quantidade de ações ............................................................. Lucro líquido por ação - R$ ....................................................

Nota 27a

26 27b 27c 27d 27e

27f

27g 27h 27i

27j 27k 27l 27m 29b

28 28

Controladora Consolidado 2012 2011 2012 2011 423 660 19.603.907 16.803.243 1.164.217 1.088.065 (3.291.677) (1.577.879) 423 660 17.476.447 16.313.429 131.304 167.899 (7.526) (15.931) (13.448.335) (11.351.469) (240) (237) (2.161.739) (1.720.317) (30.143) (20.826) (759.891) (636.273) 56 7.655 43.523 (74.799) 56 7.655 289.684 124.117 (246.161) (198.916) (203.754) 11.743 10.128 3.599.670 3.380.357 898 3.381.255 3.702 4.625 (14.900) 3.374.682 800.946 4.213,37

(212.560) (21.331) 18.923 3.281.535 3.037.888 1.517 3.039.405 13.679 5.751 (12.761) 3.046.074 785.379 3.878,48

19.706.008 16.697.159 (19.647.845) (16.654.227) 58.163 42.932 1.241.349 1.086.078 (368.841) 33.396 (169.120) (158.099) (62.238) (110.042) 3.834.156 (3.302.727) 531.429 (3.677) (78.896) (63.413) 44.061 (2.019.300) (496.902) 5.193.851 540.392 5.628.167 (37.992) 5.590.175 (1.300.087) (762.354) (74.419) (78.633) 3.374.682

3.047.132 (2.595.753) 451.379 (49.862) (55.296) (52.787) 55.095 (2.050.401) (472.950) 3.397.551 268.660 5.084.124 (33.785) 5.050.339 (1.105.402) (693.272) (59.057) (146.534) 3.046.074

As notas explicativas da Administração são parte integrante das demonstrações contábeis. DEMONSTRAÇÕES DO RESULTADO ABRANGENTE EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de reais)

DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA DOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de reais) Controladora

Lucro antes dos impostos e participações...............................................

Depreciações e amortizações .................................................................... Resultado positivo de equivalência patrimonial ......................................... Outros ........................................................................................................ (Prejuízo)/ lucro líquido ajustado do exercício.........................................

Aplicações .................................................................................................. Créditos das operações de seguros e resseguros .....................................

Efeitos dos impostos controladas............................................................................................................

(1.935.814) 6.361.981

96.794 2.808.244

(*) Parcela do resultado de empresa investida reconhecida por meio de equivalência patrimonial As notas explicativas da Administração são parte integrante das demonstrações contábeis.

(566)

-

-

(210.387)

5.492.246

4.973.715

(35.023) 167

(49.729) (26.177.631) (14.420.176)

(104.179)

(27.464)

(213.917)

963

(52.604)

(333.258)

(694.294)

(542.722)

(13.501)

(7.006)

Títulos e créditos a receber ........................................................................

235.793

Outros valores e bens ................................................................................

14

15

Despesas antecipadas ...............................................................................

115

49

(4.508)

(14.834)

Custos de aquisição diferidos.....................................................................

-

-

(639.060)

(148.600)

Contas a pagar ...........................................................................................

33.000

55.107

Débitos das operações de seguros e resseguros ......................................

1.845

(949)

23.037

Depósitos de terceiros................................................................................

(1.294)

(589)

124.738

Provisões técnicas - seguros .....................................................................

3.901

28.285

15.518.750

12.226.674

1.962.357

(271.855) 188.379 (61.054)

Provisões técnicas - previdência complementar ........................................

-

-

4.159.953

3.409.950

Provisões técnicas - capitalização..............................................................

-

-

877.407

847.620

Outros débitos ............................................................................................

8.066

40.041

485.016

Ajustes com títulos e valores mobiliários....................................................

83.576

(92.677)

2.984.917

300.865 (237.826)

Combinação de negócios líquidos dos efeitos tributários na controladora (PL) ......................................................................................

-

Caixa líquido gerado/(consumido) pelas operações ...............................

296.643

Dividendos e juros sobre capital próprio recebidos ...................................

2.027.168

Imposto de renda sobre o lucro pago ........................................................ Contribuição de renda sobre o lucro pago ................................................ Caixa líquido gerado nas atividades operacionais ..................................

(785) (424) 2.153.852

(434.873) 4.810.418 (2.765) (5.826) 4.156.567

(1.797.304) 65.998 (1.251.000) (779.050) 1.730.890

73.156 912.084 34.132 (1.121.325) (698.123) 4.100.483

Atividades de investimento ........................................................................ Aquisição de imobilizado ............................................................................

(8.372)

Aquisição de investimentos ........................................................................

(26.527)

(6.170) -

(83.346)

(39.265)

(64.177)

(331.969)

Aumento de capital.....................................................................................

(500.000)

(100.000)

Ativo intangível desenvolvido internamente ...............................................

(198.678)

(78.011)

(372.853)

(242.363)

Caixa líquido (consumido) nas atividades de investimentos .................

-

-

(733.577)

(184.181)

(520.376)

(613.597)

Atividades de financiamento

Participação dos acionistas minoritários ...................................................

Total do resultado abrangente do exercício .......................................................................................

71.770 (148.394)

(4.933)

Dividendos pagos ......................................................................................

61.784

115.532 (213.461)

Ativos de resseguros provisões técnicas ...................................................

Aumento de Capital ....................................................................................

(241.949)

926 (168.750)

31.451 (3.280.677)

(273.704)

3

(55.718)

49.255 (3.600.186)

(14.213)

3.046.074

4.839.535

5.050.339

(176.395)

3

Efeitos dos impostos controladora ..........................................................................................................

5.590.175

(54.667)

3.374.682

Investidas (*)............................................................................................................................................

3.039.405

(28.584)

Realização da reserva de reavaliação ....................................................................................................

(154.462)

2011

3.381.255

Outros créditos operacionais......................................................................

Lucro líquido do exercício....................................................................................................................

139.293

2012

Variações nas contas patrimoniais (aumento)/ redução:

2011

Controladora............................................................................................................................................

2011

Ajustes para:

2012

Ganhos não realizados de ativos financeiros disponíveis para venda

Consolidado

2012

Caixa líquido (consumido) nas atividades de financiamento .................

300.000 (1.715.001)

180.000 (4.140.000)

(1.415.001)

(3.960.000)

300.000 (1.715.001) 78.633 (1.336.368)

603.332 (4.140.000) 146.534 (3.390.134)

Aumento/ (redução) líquida de caixa e equivalente de caixa..................

5.274

12.386

(125.854)

96.752

Caixa e equivalente de caixa no ínício do exercício ..................................

16.083

3.697

263.327

166.575

Caixa e equivalente de caixa no final do exercício ....................................

21.357

16.083

137.473

263.327

Aumento/ (redução) líquida de caixa e equivalente de caixa..................

5.274

12.386

(125.854)

96.752

As notas explicativas da Administração são parte integrante das demonstrações contábeis.

DEMONSTRAÇÕES DO VALOR ADICIONADO DOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de reais)

Receitas.................................................................................................................................................. Receita com operações de seguros ...................................................................................................... Receita com operações de previdência privada.................................................................................... Receita com títulos de capitalização ..................................................................................................... Outras receitas operacionais................................................................................................................. Reversão (constituição) da provisão para créditos de liquidação duvidosa.......................................... Rendas com taxas de gestão ................................................................................................................ Variação das provisões técnicas ......................................................................................................... Operações de seguros e resseguros .................................................................................................... Operações de previdência privada........................................................................................................ Operações de capitalização .................................................................................................................. Receita operacional............................................................................................................................... Sinistros retidos e despesas com benefícios, resgates e sorteios.................................................. Sinistros................................................................................................................................................. Recuperação de sinistros ...................................................................................................................... Variação da provisão de sinistros ocorridos mas não avisados............................................................ Despesas com pecúlio .......................................................................................................................... Variação da provisão de eventos ocorridos mas não avisados ............................................................ Despesas com títulos resgatados e sorteados...................................................................................... Insumos adquiridos de terceiros ......................................................................................................... Prêmios de cosseguros e resseguros cedidos...................................................................................... Materiais, energia e outros .................................................................................................................... Serviços de terceiros, comissões líquidas............................................................................................. Variação dos custos de aquisição diferidos .......................................................................................... Perda/recuperação de valores ativos ....................................................................................................

2012 45.969.776 21.081.041 19.706.008 3.834.156 141.154 (33.932) 1.241.349 (23.274.248) (3.253.885) (20.016.686) (3.677) 22.695.528 (16.544.055) (15.816.291) 3.011.652 (293.402) (66.070) 1.679 (3.381.623) (4.514.410) (482.237) (1.267.781) (2.845.025) 81.360 (727)

Consolidado 2011 39.177.965 18.189.010 16.697.159 3.047.132 191.007 (32.421) 1.086.078 (18.193.738) (1.523.045) (16.620.831) (49.862) 20.984.227 (13.880.200) (15.005.728) 3.439.789 391.609 (64.581) 9.760 (2.651.049) (4.123.880) (445.583) (1.285.446) (2.477.539) 84.201 487

Valor adicionado bruto ......................................................................................................................... Depreciação e amortização .................................................................................................................. Valor adicionado líquido produzido pela entidade ............................................................................ Valor adicionado recebido em transferência...................................................................................... Resultado de Equivalência Patrimonial ................................................................................................ Receita Financeira................................................................................................................................ Outras................................................................................................................................................... VALOR ADICIONADO A DISTRIBUIR................................................................................................... DISTRIBUIÇÃO DO VALOR ADICIONADO: ......................................................................................... Pessoal................................................................................................................................................. Remuneração direta ............................................................................................................................. Benefícios............................................................................................................................................. Encargos sociais - FGTS...................................................................................................................... Imposto, taxas e contribuições............................................................................................................ Federais................................................................................................................................................ Estaduais.............................................................................................................................................. Municipais............................................................................................................................................. Remuneração de capital de terceiros.................................................................................................. Juros..................................................................................................................................................... Alugueis................................................................................................................................................ Remuneração de capital próprio.......................................................................................................... Dividendos............................................................................................................................................ Lucros retidos no exercício................................................................................................................... Participação dos não controladores nos lucros retidos ........................................................................

2012 1.637.063 (115.532) 1.521.531 14.375.839 213.461 13.834.720 327.658 15.897.370 15.897.370 1.098.726 719.623 340.152 38.951 2.633.746 2.604.256 109 29.381 8.711.583 8.681.099 30.484 3.453.315 984.000 2.390.682 78.633

Consolidado 2011 2.980.147 (71.770) 2.908.377 10.960.970 148.394 10.692.797 119.779 13.869.347 13.869.347 978.939 634.948 311.910 32.081 2.356.553 2.320.600 82 35.871 7.341.247 7.316.185 25.062 3.192.608 4.871.001 (1.824.927) 146.534

As notas explicativas da Administração são parte integrante das demonstrações contábeis. continua


DIÁRIO DO COMÉRCIO

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

23

DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO DOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO EM 2012 E 2011 (Em milhares de reais) Capital social 4.294.056

Saldos em 1º de janeiro de 2011 ........................................................................... Aumento/ (redução) de capital: Portaria SUSEP/CGRATnº 1.180 de 21/01/2011 .................................................. AGE de 30/03/2011 ............................................................................................... Portaria SUSEP/CGRAT nº 1.226 de 14/06/2011 ................................................. AGE de 18/08/2011 ............................................................................................... AGE de 21/11/2011 ............................................................................................... Portaria SUSEP/CGRAT nº 4.324 de 14/12/2011 ................................................. AGE de 27/12/2011 ............................................................................................... Reserva de reavaliação: Realização ............................................................................................................ Ajustes com títulos e valores mobiliários .................................................................. Combinação de negócio líquido dos efeitos tributários na controlada ..................... Lucro líquido do exercício ......................................................................................... Dividendos antecipados (R$ 666,05 por ação) ........................................................ Dividendos antecipados (R$ 4.634,71 por ação) ..................................................... Dividendos propostos (R$ 930,76 por ação) ............................................................ Destinação do lucro líquido ...................................................................................... Saldos em 31 de dezembro de 2011 ..................................................................... Aumento de capital: AGE de 4/05/2012 ................................................................................................. Reserva de reavaliação: Realização ............................................................................................................ Ajustes com títulos e valores mobiliários................................................................... Lucro líquido do exercício ......................................................................................... Dividendos antecipados (R$ 8,89 por ação) ............................................................ Dividendos antecipados (R$ 1.219,66 por ação) ..................................................... Dividendos propostos .............................................................................................. Destinação do lucro líquido ...................................................................................... Saldos em 31 de dezembro de 2012 .....................................................................

Aumento (redução) Reservas de reavaliaçãode capital Imóveis próprios e de em aprovação controladas 605.944 144

605.944 1.000.000 180.000 -

(605.944) 1.000.000 (1.000.000) 180.000 10.000 (180.000) 413.332

6.080.000

423.332

-

300.000

6.080.000

723.332

(2) 142 (2) 140

Reservas de lucros Reserva Reserva legal estatutária 799.135 5.945.369 153.892 953.027

Ajustes com Lucros títulos e valores mobiliários acumulados 1.935.392 (1.000.000) -

Participação de acionistas Total minoritários 13.580.040 493.527

(500.000) (3.640.000) 2.193.006 2.998.375

(237.832) 31.823 3.046.074 (500.000) (3.640.000) (731.001) 12.152.436

168.734 1.121.761

(7.117) 2.229.067 5.220.325

(237.832) 1.697.560 2.987.297 4.684.857

2 31.823 3.046.074 (731.001) (2.346.898) 2 3.374.682 (976.883) (2.397.801) -

180.000 10.000 413.332

300.000 2.987.297 3.374.682 (7.117) (976.883) 17.830.415

(47) 41.333 146.534 (37.977) 643.370 3.555 78.633 (89.587) (2.486) 633.485

Total do patrimônio líquido 14.073.567 180.000 10.000 413.332 (237.879) 73.156 3.192.608 (500.000) (3.640.000) (768.978) 12.795.806 300.000 2.990.852 3.453.315 (7.117) (1.066.470) (2.486) 18.463.900

As notas explicativas da Administração são parte integrante das demonstrações contábeis. NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS (Em milhares de reais) 1

2 a.

Contexto operacional A Companhia é a líder do Grupo Bradesco Seguros, sociedade anônima de capital fechado, autorizada pela Superintendência de Seguros Privados - SUSEP a operar em todas as modalidades de seguros dos ramos elementares e pessoas, em todo o território nacional. O endereço registrado da sede da Companhia é Avenida Paulista nº 1.415, São Paulo. A Companhia é controlada direta pela Bradseg Participações S.A. e em última instância pelo Banco Bradesco S.A. O Grupo Bradesco Seguros, por intermédio de subsidiárias e filiais, atua nos segmentos de seguro saúde, ramos elementares, seguro de vida, previdência complementar aberta e capitalização. A rede de distribuição do Grupo Bradesco Seguros tem cobertura nacional e conta com uma sinergia com a rede de distribuição bancária do Banco Bradesco, além do atendimento através da Internet/Redes Sociais e Centrais Telefônicas. As operações são conduzidas no contexto do conjunto das empresas integrantes do Grupo Bradesco Seguros, atuando de forma integrada no mercado, e os custos das estruturas operacionais e administrativas comuns, são absorvidos segundo a praticabilidade e a razoabilidade de lhes serem atribuídos, em conjunto ou individualmente. Essas demonstrações contábeis foram aprovadas pelo Conselho de Administração do Banco Bradesco, controlador final, 25 de janeiro de 2013. Resumo das principais políticas contábeis As políticas contábeis discriminadas abaixo foram aplicadas em todos os períodos apresentados nas demonstrações contábeis. Base de preparação Em consonância à Circular SUSEP n° 430/12, as demonstrações contábeis foram preparadas em conformidade com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às entidades supervisionadas pela Superintendência de Seguros Privados - SUSEP, incluindo os pronunciamentos, as orientações e as interpretações emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) quando referendadas pela SUSEP. As demonstrações contábeis estão apresentadas em conformidade com os modelos de publicação estabelecidos pela referida Circular. Em atendimento à Circular SUSEP 424/11 - Anexo IV, em 31 de dezembro de 2011, a Companhia apresentou as demonstrações dos fluxos de caixa (DFC) pelo método direto. Em 2012, tendo em vista a opção apresentada pela Circular SUSEP 430/12 - Anexo IV, a Companhia optou por apresentar essas demonstrações pelo método indireto. Para fins de comparabilidade, o exercício findo em 31 de dezembro de 2011 está sendo apresentado pelo método indireto. Os saldos divulgados anteriores, relativos às operações de capitalização, foram reclassificados para fins de comparabilidade como demonstrado abaixo:

Receita líquida com títulos de capitalização ................... Receita bruta com título de capitalização............................. Devolução e cancelamento de títulos de capitalização........ Variação das provisões técnicas .......................................... Arrecadação com títulos de capitalização ............................ Variação da provisão para resgate....................................... Variação das provisões técnicas ...................................... Resultado com outras provisões técnicas ............................ Despesas com títulos resgatados e sorteados ............... Despesas com resgates ....................................................... Despesas com sorteios ........................................................ Resultado com sorteio....................................................... Total ..................................................................................... b.

c. d.

e.

Saldo divulgado anteriormente em dezembro de 2011 2.997.270 3.071.550 (24.418) (49.862) (2.651.049) (2.595.753) (55.296) 346.221

Reclassificação (2.545.891) (3.071.550) 24.418 49.862 3.047.132 (2.595.753) (49.862) (49.862) 2.651.049 2.595.753 55.296 (55.296) -

Base para avaliação As demonstrações contábeis estão apresentadas em milhares de reais e foram elaboradas de acordo com o princípio do custo histórico, com exceção para: • Ativos financeiros mensurados pelo valor justo por meio do resultado • Ativos financeiros disponíveis para venda mensurados pelo valor justo. Moeda funcional A moeda funcional da Companhia é o Real. Uso de estimativas e julgamentos A preparação das demonstrações contábeis de acordo com as normas do CPC exigem que a Administração faça julgamentos, estimativas e premissas que afetam a aplicação de políticas contábeis e os valores reportados de ativos, passivos, receitas e despesas. Os resultados reais podem divergir dessas estimativas. Estimativas e premissas são revistos de uma maneira contínua. Revisões com relação a estimativas contábeis são reconhecidas no exercício em que as estimativas são revisadas e em quaisquer exercícios futuros afetados. As notas explicativas: 2f – Classificação de um contrato de seguro; 4 – Aplicações; 11 - Créditos tributários e previdenciários, 19 - Provisões técnicas e 21 - Provisões judiciais incluem: (i) informações sobre julgamentos críticos referentes às políticas contábeis adotadas que tem efeitos significativos sobre os valores reconhecidos nas demonstrações contábeis; (ii) informações sobre incertezas, sobre premissas e estimativas que possuam um risco significativo de resultar em um ajuste material dentro do próximo exercício financeiro. Base de consolidação As práticas contábeis destacadas nessa nota foram adotadas de forma uniforme em todas as empresas consolidadas. As demonstrações contábeis consolidadas incluem as demonstrações contábeis da Bradesco Seguros S.A. e das suas controladas diretas e indiretas incluindo aquelas de controle compartilhado. Destacamos as Companhias incluídas nas demonstrações contábeis consolidadas: Controladas Bradesco Argentina de Seguros S.A......................................................................................... Bradesco Auto/RE Companhia de Seguros .............................................................................. Bradeseg Participaciones S.A. .................................................................................................. Bradesco Capitalização S.A. ..................................................................................................... Bradesco Vida e Previdência S.A.............................................................................................. Bradesco SegPrev Investimentos Ltda. .................................................................................... Neon Holdings Ltda. .................................................................................................................. BSP Affinity Ltda........................................................................................................................ Jahu Tecnologia em Seguros Ltda............................................................................................ BSP Empreendimentos Imobiliários S.A. .................................................................................. Atlântica Companhia de Seguros .............................................................................................. BPS Participações e Serviços Ltda. .......................................................................................... Bradesco Saúde S.A. ................................................................................................................ Danúbio Empreendimentos e Participações Ltda. .................................................................... Ipê Holdings Ltda....................................................................................................................... Marília Reflorestamento e Agropecuária Ltda. .......................................................................... Tamisa Empreendimentos e Participações Ltda. ...................................................................... Reno Empreendimentos e Participações Ltda. ......................................................................... Bréscia Empreendimentos e Participações Ltda....................................................................... Mediservice Administradora de Planos de Saúde S.A. ............................................................. EABS Serviços de Assistência e Participações Ltda. ............................................................... Odontoprev S.A. (*) ................................................................................................................... BMC Previdência Privada S.A................................................................................................... Niágara Participações e Empreendimentos Ltda. ..................................................................... Caboquenas Empreendimentos e Participações Ltda. ............................................................. Mississipi Empreendimentos e Participações Ltda. .................................................................. Everest Holdings Ltda. .............................................................................................................. Paineira Empreendimentos e Participações Ltda...................................................................... Damanivá Holdings Ltda. .......................................................................................................... Itajubá Holdings Ltda................................................................................................................. Maracay Holdings Ltda.............................................................................................................. Beverly Holdings S.A................................................................................................................. Empresa de controle compartilhado Companhia Brasileira de Gestão de Serviços...........................................................................

f.

Saldo reclassificado em dezembro de 2012 451.379 3.047.132 (2.595.753) (49.862) (49.862) (55.296) 346.221

Percentual de participação Direto Indireto 99,90 59,86 40,14 97,50 2,50 100,00 100,00 100,00 0,05 60,57 100,00 100,00 68,34 31,66 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 98,38 100,00 100,00 100,00 100,00 50,00 43,50 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 41,85

-

(*) Empresa consolidada em função de acordo de acionista. i. Controladas São classificadas como controladas as empresas sobre as quais a Companhia exerce controle, ou seja, quando detém o poder de exercer a maioria dos direitos de voto. Poderá ainda existir controle quando a Companhia possuir, direta ou indiretamente, preponderância de gerir as políticas financeiras e operacionais de determinada empresa para obter benefícios das suas atividades, mesmo que a percentagem que detém sobre o seu capital próprio seja inferior a 50%. As empresas controladas são consolidadas integralmente desde o momento em que a Companhia assume o controle sobre as suas atividades até ao momento em que esse controle cessa. ii. Controle compartilhado (joint ventures) Empresas de controle compartilhado são os investimentos sobre os quais a Companhia possui controle conjunto, estabelecido por acordo contratual. As demonstrações contábeis consolidadas incluem a parcela proporcional detida pela Companhia dos ativos, passivos, receitas e despesas deste investimento, os quais são apresentados em rubricas contábeis de natureza similar, a partir da data em que o controle conjunto se iniciou até a data em que esse controle cessa. iii. Participação minoritária A Companhia aplica a política de tratar as operações com participações minoritárias como operações com partes externas à Companhia. As baixas com participações minoritárias resultam em ganhos e perdas para a Companhia e são registradas na demonstração do resultado. iv. Saldos e transações eliminados na consolidação Saldos e transações entre empresas incluindo quaisquer ganhos ou perdas não realizadas resultantes de operações entre as empresas consolidadas são eliminados no processo de consolidação, exceto nos casos em que as perdas não realizadas indiquem a existência de impairment que deva ser reconhecido nas contas consolidadas. Classificação dos contratos de seguros Um contrato em que a Companhia aceita um risco de seguro significativo do segurado, aceitando compensá-lo no caso de um acontecimento futuro, incerto, específico e adverso ao segurado, é classificado como um contrato de seguro. Os contratos de resseguro também são tratados sob a ótica de contratos de seguros por transferirem risco de seguro significativo.

g.

Disponível (caixa e equivalentes a caixa) São representados por disponibilidades em moeda nacional e estrangeira, caixa e depósitos bancários, cujo vencimento das operações na data da efetiva aplicação seja igual ou inferior a 90 dias e apresentam risco insignificante de mudança de valor justo e que são utilizados pela Companhia para o gerenciamento de seus compromissos de curto prazo. h. Aplicações A Companhia determina a classificação inicial de seus ativos financeiros no reconhecimento inicial sob as seguintes categorias: mensurados a valor justo por meio do resultado, disponíveis para venda e mantidos até o vencimento. Os ativos de renda fixa são contabilizados na data da liquidação e as ações são contabilizadas na data da transação. i. Ativos financeiros mensurados a valor justo por meio do resultado Um ativo financeiro é classificado pelo valor justo por meio do resultado quando a Companhia gerencia tais investimentos e toma decisões de compra e venda baseadas em seus valores justos de acordo com a gestão de riscos e estratégia de investimentos. Ativos financeiros registrados pelo valor justo por meio do resultado são medidos pelo valor justo, e mudanças no valor justo desses ativos são reconhecidas no resultado do exercício. ii. Ativos financeiros mantidos até o vencimento Caso a Administração tenha intenção e a capacidade de manter títulos de dívida até o vencimento, então tais ativos financeiros são classificados como mantidos até o vencimento. Os investimentos mantidos até o vencimento são registrados pelo custo amortizado deduzidos de qualquer perda por redução ao valor recuperável, acrescido dos rendimentos auferidos, os quais impactam o resultado do exercício. iii. Ativos financeiros disponíveis para venda Compreende os ativos financeiros que não são classificados em nenhuma das categorias anteriores. Após o reconhecimento inicial, eles são medidos pelo valor justo e as mudanças, que não sejam perdas por redução ao valor recuperável, são reconhecidas em outros resultados abrangentes e apresentadas dentro do patrimônio líquido. Quando um investimento é baixado, o resultado acumulado em outros resultados abrangentes é transferido para o resultado. iv. Determinação do valor justo O valor das aplicações em fundos de investimentos foi obtido a partir dos valores das quotas divulgadas pelas instituições financeiras administradoras desses fundos. Os títulos de renda fixa tiveram seu valor justo obtido a partir das tabelas de referência divulgadas pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (ANBIMA). Os títulos de renda variável e fundos de investimentos imobiliários tiveram seus valores justos obtidos a partir da última cotação publicada pela Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros de São Paulo (BM&FBOVESPA). Para os ativos financeiros sem mercado ativo ou cotação pública, a Companhia estabelece o valor justo por meio de técnicas de avaliação. Essas técnicas incluem o uso de operações recentes contratadas com terceiros, referência a outros instrumentos que são similares, análise do fluxo de caixa descontado e contam o mínimo possível com informações geradas pela Administração da própria Companhia. v. Redução ao valor recuperável (impairment) de ativos financeiros Um ativo tem perda no seu valor recuperável se uma evidência objetiva indica que um evento de perda ocorreu após o reconhecimento inicial do ativo financeiro. A evidência objetiva de que os ativos financeiros (incluindo títulos patrimoniais) perderam valor pode incluir o não pagamento ou atraso no pagamento por parte do devedor, indicações de que o devedor ou emissor entrará em processo de falência, ou o desaparecimento de um mercado ativo para o título. As perdas são reconhecidas no resultado e refletidas em conta redutora do ativo correspondente. Quando um evento subsequente indica reversão da perda de valor, a diminuição na perda de valor é revertida e registrada no resultado. Perdas de valor (redução ao valor recuperável) nos ativos financeiros disponíveis para venda são reconhecidas pela reclassificação da perda cumulativa que foi reconhecida em outros resultados abrangentes no patrimônio líquido para o resultado. A perda cumulativa que é reclassificada de outros resultados abrangentes para o resultado é a diferença entre o custo de aquisição, líquido de qualquer reembolso e amortização de principal, e o valor justo atual, decrescido de qualquer redução por perda de valor recuperável previamente reconhecida no resultado. Todavia, qualquer recuperação subsequente no valor justo de um ativo financeiro disponível para venda para o qual tenha sido registrada perda do valor recuperável, é reconhecida em outros resultados abrangentes. i. Instrumentos financeiros derivativos O Grupo mantém operações envolvendo instrumentos financeiros derivativos destinados exclusivamente à proteção de riscos associados com a variação de taxas de juros dos investimentos. As operações com derivativos são registradas e negociadas na BM&FBovespa. Derivativos são reconhecidos inicialmente pelo valor justo, e os custos de transação são reconhecidos no resultado quando incorridos. Após o reconhecimento inicial, os derivativos são mensurados pelo valor justo, e as variações no valor justo são registradas no resultado do exercício e estão classificados na categoria ativos financeiros mensurados ao valor justo por meio do resultado. Para instrumentos financeiros derivativos, cotações de preço de mercado são usadas para determinar o valor justo destes instrumentos. O valor justo dos contratos de futuros é determinado com base em cotações de preços de mercado para derivativos negociados em bolsa ou utilizando técnicas de modelagem de fluxo de caixa descontado que usam curvas de rendimento, refletindo os fatores de risco adequados. As informações para construir as curvas de rendimento são obtidas principalmente na BM&FBovespa e no mercado secundário doméstico. Estas curvas de rendimento são utilizadas para determinar o valor justo de taxa de juros. j. Redução ao valor recuperável A Companhia reconhece uma provisão para risco de crédito sobre prêmios a receber direto e sobre créditos a recuperar com resseguradores e cosseguradoras com base em estudo que apura o percentual médio de perda efetiva sobre os valores a receber que permaneceram certo período de tempo em atraso. k. Propriedade para investimentos (Imóveis destinados à renda) As propriedades para investimento estão registradas pelo valor do custo deduzido de depreciação calculada, que é apurada de acordo com a vida útil remanescente do imóvel de 67 anos. l. Imobilizado O ativo imobilizado de uso próprio compreende imóveis, equipamentos, móveis, máquinas e utensílios, veículos utilizados para a condução dos negócios e softwares objeto de contratos de arrendamento mercantil que tenham sido registrados neste grupo em função da classificação como “arredamento mercantil financeiro”. O imobilizado de uso é demonstrado ao custo histórico, reduzido por depreciação acumulada e perdas de redução de valor recuperável acumuladas, quando aplicável. Ganhos e perdas na alienação de um item do imobilizado são apurados pela comparação entre os recursos advindos da alienação com o valor contábil do imobilizado, e são reconhecidos no resultado do exercício. Gastos subsequentes são capitalizados somente quando geram benefícios econômicos futuros associados e possam ser avaliados com confiabilidade. Gastos de reparo ou manutenção são reconhecidos no resultado do exercício à medida que são incorridos. Gastos com reformas e melhorias que prolongam a vida útil dos bens são incorporados ao custo do ativo imobilizado. A depreciação do ativo imobilizado é reconhecida no resultado pelo método linear considerando as seguintes taxas anuais para os exercícios correntes e comparativos: 4% para imóveis, 10% para móveis; utensílios, máquinas e equipamentos e 20% para equipamentos de informática, veículos e benfeitorias em imóveis de terceiros. m. Ativos intangíveis i. Ágio (Goodwill) O ágio ou deságio são originados no processo de aquisição de subsidiárias. O ágio representa o excesso do custo da aquisição em razão da participação no valor justo líquido dos ativos e passivos identificáveis na empresa adquirida na data da aquisição. Quando há deságio, o montante é reconhecido imediatamente no resultado. Uma perda por impairment em relação a ágio não é revertida. ii. Softwares Softwares adquiridos são registrados ao custo, deduzido da amortização acumulada e eventuais perdas acumuladas por impairment. A taxa de amortização é de 20% ao ano. Despesas de desenvolvimento interno de software são reconhecidas como ativo quando é possível demonstrar sua intenção e capacidade de concluir o desenvolvimento, mensurando seu custo e a utilização dos softwares de modo que gere benefícios econômicos futuros. Os custos capitalizados de softwares desenvolvidos internamente incluem todos os custos diretamente atribuíveis ao desenvolvimento, deduzido da amortização acumulada gerada durante a vida útil e são testados por impairment, caso haja indicativo de perda. Despesas subsequentes com softwares são capitalizadas somente quando aumentam os benefícios econômicos futuros incorporados no ativo específico a que se referem. Todas as demais despesas são contabilizadas como despesas à medida que são incorridas. iii. Gastos com promoção e prevenção à Saúde Compreende os investimentos aplicados no Programa de Prevenção à Saúde e Prevenção de Riscos e Doenças aprovadas pela ANS em cumprimento às exigências estabelecidas na Instrução Normativa Conjunta nº 7, de 23 de novembro de 2012. n. Bens à venda - Salvados Os salvados são estimados com base no valor de realização menos os custos diretamente relacionados à venda. o. Operações de resseguro A cessão de resseguros é efetuada no curso normal de suas atividades com o propósito de limitar sua perda potencial, por meio da diversificação de riscos. Os passivos relacionados às operações de resseguros são apresentados brutos de suas respectivas recuperações, as quais encontram-se registradas no ativo, uma vez que a existência do contrato não exime as obrigações do Grupo para com os segurados. Conforme determinado pelo órgão regulador, as empresas de resseguro sediadas no exterior devem possuir rating mínimo, de acordo com agência classificadora de risco, para operar no país, sendo as demais operações efetuadas com resseguradores locais. Desta forma, a Administração entende que os riscos de impairment são reduzidos. No caso de serem identificados indícios de que os valores não serão realizados pelos montantes registrados, estes ativos são ajustados ao seu valor recuperável. p. Custos de aquisição diferidos Compõem os custos de aquisição diferidos os montantes referentes a comissões, agenciamentos e angariações relativos à comercialização de apólices de seguros, sendo a apropriação ao resultado das despesas com comissão realizadas pelo período de vigência das respectivas apólices e contratos de previdência, e as despesas com agenciamentos e angariações realizadas no período de doze meses. q. Impairment de ativos não financeiros Os valores dos ativos não financeiros da Companhia, exceto outros valores e bens e créditos tributários, são revistos no mínimo anualmente para determinar se há alguma indicação de perda considerada permanente, que é reconhecida no resultado do exercício se o valor contábil de um ativo exceder seu valor recuperável. No caso do ágio, ainda que não haja indicação de perda, anualmente é realizado teste de impairment. r. Provisões técnicas i. Seguros de danos A Provisão de Prêmios Não Ganhos (PPNG) é calculada “pro rata” dia, com base nos prêmios líquidos de cessão de continua


DIÁRIO DO COMÉRCIO

24

ii.

iii.

iv.

v. vi.

vii.

viii.

cosseguros e contemplando as operações de transferência em resseguro e é constituída pela parcela correspondente aos períodos de riscos não decorridos dos contratos de seguros. A parcela desta provisão, correspondente à estimativa para os riscos vigentes mas não emitidos, é constituída na PPNG-RVNE. A Provisão Complementar de Prêmio (PCP) é constituída mensalmente para complementar a PPNG. Seu valor é estimado com base na diferença, se positiva, entre a média diária das PPNGs no mês, base e o saldo da PPNG no último dia do mês base, adicionando-se à diferença uma estimativa referente aos casos já vigentes mas ainda não emitidos. A Provisão de Sinistros a Liquidar (PSL) é constituída com base nas estimativas de pagamentos de indenizações, considerando todos os sinistros administrativos e judiciais existentes na data do balanço e os custos relacionados, tais como despesas com regulação de sinistros, honorários de sucumbência, entre outros. A Provisão para Sinistros Ocorridos e Não Avisados (IBNR) é constituída com base nos sinistros ocorridos e ainda não pagos (IBNP) subtraído do saldo da PSL na data-base do cálculo. Para apurar o IBNP é calculada a estimativa final de sinistros já ocorridos e ainda não pagos com base em triângulos de run-off semestrais, que consideram o desenvolvimento histórico dos sinistros pagos nos últimos 14 semestres, para estabelecer uma projeção futura por período de ocorrência. A provisão de IBNR relativa a operações de retrocessão foi constituída com base nos valores informados pelo IRB - Brasil Resseguros S.A. A Provisão de Insuficiência de Prêmios (PIP) deve ser constituída caso constatado déficit na PPNG referente aos riscos em curso para fazer face às indenizações a ocorrer e despesas relacionadas futuras. Para a data-base não foi identificada a necessidade de constituição. Outras provisões correspondem às operações de garantia estendida ainda em prazo de garantia do fabricante e à Provisão de Despesas Administrativas (PDA), decorrentes das operações de seguros do ramo DPVAT. Seguros de pessoas, exceto vida individual A Provisão de Prêmios Não Ganhos (PPNG) é calculada “pro rata” dia, com base nos prêmios líquidos de cessão de cosseguros e contemplando as operações de transferência em resseguro, sendo constituída pela parcela correspondente aos períodos de riscos não decorridos dos contratos de seguros e contempla estimativa para os Riscos Vigentes mas Não Emitidos (RVNE). A Provisão Complementar de Prêmio (PCP) é constituída mensalmente para complementar a PPNG e considera estimativa para os Riscos Vigentes mas Não Emitidos (RVNE). A Provisão de Insuficiência de Prêmios (PIP) é constituída para fazer face às diferenças resultantes entre o valor presente esperado de indenizações e despesas relacionadas futuras e o valor presente esperado dos prêmios futuros. A provisão é calculada atuarialmente e leva em consideração a tábua biométrica AT-2000 Male para homens e AT-2000 Female para mulheres, improvement de 1,5% ao ano, taxas decrementais específicas para as demais coberturas de risco descontada a taxa real de juros de 3,5% ao ano (4% até agosto de 2012). A Provisão Matemática de Benefícios a Conceder (PMBaC) é calculada pela diferença entre o valor atual dos benefícios futuros e o valor atual das contribuições futuras, correspondentes às obrigações assumidas. A Provisão de Resgates e Outros Valores a Regularizar (PROVR) abrange os valores referentes aos resgates a regularizar e às devoluções de prêmios ainda não transferidas para entidade receptora. A Provisão para Sinistros Ocorridos e Não Avisados (IBNR) é constituída com base nos sinistros ocorridos e ainda não pagos (IBNP) subtraído do saldo da PSL na data-base do cálculo. Para apurar o IBNP é calculada a estimativa final de sinistros já ocorridos e ainda não pagos com base em triângulos de run-off semestrais, que consideram o desenvolvimento histórico dos sinistros pagos nos últimos 14 semestres, para estabelecer uma projeção futura por período de ocorrência. A Provisão de Sinistros a Liquidar (PSL) considera todos os avisos de sinistros recebidos até a data do balanço e os custos relacionados, tais como despesas com regulação de sinistros, honorários de sucumbência, entre outros. A provisão é atualizada monetariamente e inclui todos os sinistros em discussão judicial conhecidos. Seguros de vida individual, excluindo os seguros de contribuição variável com cobertura de sobrevivência (VGBL) A Provisão de Riscos Não Expirados (PRNE) é calculada “pro rata” dia, com base nos prêmios líquidos de cessão de cosseguros, porém, contemplando as operações de transferência em resseguro, e é constituída pela parcela, correspondente aos períodos de riscos não decorridos dos contratos de seguros e contempla estimativa para os Riscos Vigentes mas Não Emitidos (RVNE). A Provisão Complementar de Prêmio (PCP) é constituída mensalmente para complementar a PRNE e considera estimativa para os Riscos Vigentes mas Não Emitidos (RVNE). A Provisão Matemática de Benefícios a Conceder (PMBaC) é calculada pela diferença entre o valor atual dos benefícios futuros e o valor atual das contribuições futuras, correspondentes às obrigações. A Provisão de Resgates e Outros Valores a Regularizar (PROVR) abrange os valores referentes aos resgates a regularizar, às devoluções de prêmios e às portabilidades solicitadas e ainda não transferidas para entidade receptora. A provisão para sinistros ocorridos e não avisados (IBNR) é constituída com base nos sinistros ocorridos e ainda não pagos (IBNP) subtraído do saldo da PSL na data-base do cálculo. Para apurar o IBNP é calculada a estimativa final de sinistros já ocorridos e ainda não pagos com base em triângulos de run-off semestrais, que consideram o desenvolvimento histórico dos sinistros pagos nos últimos 14 semestres, para estabelecer uma projeção futura por período de ocorrência. A Provisão de Benefícios a Regularizar (PBR) considera todos os avisos de sinistros recebidos até a data do balanço e os custos relacionados, tais como despesas com regulação de sinistros, honorários de sucumbência, entre outros. A provisão é atualizada monetariamente e inclui todos os sinistros em discussão judicial conhecidos. Saúde Para o segmento de saúde, a Provisão de Sinistros a Liquidar (PSL) é constituída com base nos avisos de sinistros recebidos até a data do balanço incluindo os sinistros judiciais e custos relacionados. Para a carteira de planos de saúde individuais, no que se refere à cobertura de remissão por cinco anos para os dependentes do titular em caso de falecimento deste, constitui-se a Provisão Matemática de Benefícios a Conceder (PMBaC), cuja metodologia de cálculo leva em consideração, além da taxa de desconto de 5,5% utilizada até agosto de 2012 e após essa data de 4% ao ano, a expectativa de permanência dos titulares no plano até a sua saída do grupo por falecimento, e a partir deste momento, os custos relacionados a permanência dos dependentes no plano por cinco anos sem o correspondente pagamento de prêmios. A Provisão de Benefícios Concedidos (PMBC), da carteira de planos de saúde individuais, é constituída pelas obrigações decorrentes das cláusulas contratuais de remissão das contraprestações pecuniárias referentes à cobertura de assistência à saúde, tomando-se como base o valor presente das despesas futuras estimadas com os custos de assistência saúde dos dependentes dos titulares já falecidos, previsto na RN nº 75/2004 da ANS. As outras provisões são constituídas, para a carteira de saúde individual, para fazer face às diferenças resultantes entre o valor presente esperado de indenizações e despesas relacionadas futuras e o valor presente esperado dos prêmios futuros considerando uma taxa de desconto de 5,5% até agosto de 2012 e após essa data a taxa de 4% ao ano. Operações com o seguro DPVAT As operações do seguro DPVAT, incluindo as respectivas provisões técnicas, são contabilizadas com base nas informações recebidas da Seguradora Líder dos Consórcios do Seguro DPVAT S.A. Previdência complementar aberta e seguros de vida de contribuição variável com cobertura de sobrevivência (VGBL) A Provisão de Riscos Não Expirados (PRNE) é calculada “pro rata” dia, com base nos prêmios líquidos de cessão de cosseguros, porém, contemplando as operações de transferência em resseguro, e é constituída pela parcela, correspondentes aos períodos de riscos não decorridos dos contratos de seguros e contempla estimativa para os Riscos Vigentes mas Não Emitidos (RVNE). A provisão matemática de benefícios a conceder (PMBaC) refere-se aos participantes cujos benefícios ainda não iniciaram. Nos planos de previdência, conhecidos como “tradicionais” com característica de benefício definido, a provisão representa a diferença entre o valor atual dos benefícios futuros e o valor atual das contribuições futuras, correspondentes às obrigações assumidas sob a forma de planos de aposentadoria, invalidez, pensão e pecúlio. A provisão é calculada segundo metodologia e premissas, tais como mortalidade e taxa de juros, que são estabelecidas em nota técnica atuarial de cada produto. As provisões matemáticas de benefícios a conceder vinculadas a seguros de vida e planos de previdência da modalidade “gerador de benefícios livres” (VGBL e PGBL) representam o montante das contribuições efetuadas pelos participantes, líquidas de carregamento e outros encargos contratuais, acrescidas dos rendimentos financeiros gerados pela aplicação dos recursos em fundos de investimento em quotas de fundos de Investimento Especialmente Constituídos (FIEs). A Provisão de Resgates e Outros Valores a Regularizar (PROVR) abrange os valores referentes aos resgates a regularizar, às devoluções de prêmios e às portabilidades solicitadas e ainda não transferidas para entidade receptora. A Provisão Matemática de Benefícios Concedidos (PMBC) refere-se aos participantes que se encontram em gozo de benefícios e corresponde ao valor atual das obrigações futuras referentes aos pagamentos de benefícios continuados. A provisão é calculada segundo metodologia e premissas, tais como mortalidade e taxa de juros, que são estabelecidas em nota técnica atuarial de cada produto. A Provisão de Insuficiência de Contribuição (PIC) é constituída para fazer face à eventual oscilação desfavorável nos riscos técnicos assumidos na provisão matemática de benefícios a conceder e na provisão matemática de benefícios concedidos, considerando tendência de maior sobrevida dos participantes. Nos planos com risco de sobrevivência, a provisão é calculada atuarialmente e leva em consideração a tábua biométrica AT-2000 Male (suavizada) para homens e AT-2000 Female (suavizada) para mulheres, improvement de 1,5% ao ano e taxa real de juros de 3,5% ao ano a partir de agosto de 2012 (4% até julho de 2012). Nos planos com risco de sobrevivência de inválidos, a provisão leva em consideração a tábua biométrica AT-49 Male e taxa real de juros de 3,5% ao ano a partir de agosto de 2012 (4% até julho de 2012). Improvement é uma técnica que atualiza a tábua de sobrevivência automaticamente, considerando o aumento esperado da sobrevida futura. Em 2011 a Provisão de Oscilação Financeira (POF) foi constituída até o limite de 15% da provisão matemática de benefícios a conceder, relativa aos planos de previdência na modalidade de contribuição variável com garantia de rendimentos para cobrir eventuais oscilações financeiras. De forma a refletir melhor a alocação, os riscos financeiros e, consequentemente, o valor da referida provisão foi, ao longo de exercício de 2012, incorporada à PIC. A Provisão de Despesas Administrativas (PDA) é constituída para cobrir as despesas administrativas futuras dos planos de benefício definido, de contribuição definida e de contribuição variável. As premissas de cálculo são as mesmas consideradas no cálculo da PIC, com a inclusão da despesa com pagamento de benefícios. A Provisão de Excedente Financeiro (PEF) corresponde à parte do rendimento financeiro obtido com a aplicação das provisões que excede a rentabilidade mínima dos planos de previdência com cláusula de participação de excedente financeiro. A Provisão de Excedente Técnico (PET) corresponde à diferença entre o valor esperado e o valor observado de eventos ocorridos no período para os planos de previdência com cláusula de participação em excedente técnico. A Provisão de Eventos Ocorridos e Não Avisados (IBNR) relativa às operações de previdência, é constituída de acordo com as determinações da Circular SUSEP n° 448/2012. A Provisão de Benefícios a Regularizar (PBR) considera todos os avisos de sinistros recebidos até a data do balanço e os custos relacionados, tais como despesas com regulação de sinistros, honorários de sucumbência, entre outros. A provisão é atualizada monetariamente e inclui todos os sinistros em discussão judicial conhecidos. Os encargos financeiros creditados às provisões técnicas, bem como a constituição e/ou reversão da provisão de excedente financeiro, são classificados como despesas financeiras e estão apresentados no grupo “Resultado financeiro”. Planos de capitalização A provisão matemática para resgates é constituída para cada título ativo ou suspenso, durante o prazo previsto nas condições gerais do plano, e é calculada através dos percentuais das cotas de capitalização, aplicável sobre os pagamentos realizados, sendo capitalizada mensalmente pelo indexador e taxa de juros definida no plano até o cancelamento do título. A provisão para resgates de títulos vencidos e antecipados consiste na atualização do saldo de resgate dos títulos com prazos de vigência finalizados ou rescindidos, atualizada pelo indexador do plano até a data do efetivo pagamento do valor de resgate ao titular. A provisão para sorteios a realizar é calculada através da aplicação dos percentuais das cotas de sorteio sobre os valores pagos pelos subscritores conforme estabelecido em cada plano. Os percentuais das cotas de sorteio são previamente definidos em nota técnica atuarial e não são modificados durante a vigência do título. A provisão para sorteios a pagar é constituída pelos valores das premiações dos títulos contemplados em sorteios e ainda não pagos, atualizada monetariamente pelo período entre a data do sorteio e a efetiva liquidação. A provisão para contingência é constituída para cobrir eventuais insuficiências diante de imprevistos que possam vir a ocorrer em um determinado plano. A contingência para resgate é calculada através da diferença positiva entre o valor de resgate garantido ao cliente e a provisão matemática para resgate. A contingência para sorteio tem por objetivo cobrir quaisquer desvios probabilísticos de planos que não tem sua série totalmente vendida. Teste de adequação de passivo (“LAT”) O Grupo elaborou o teste de adequação de passivos para todos os contratos que atendem à definição de um contrato de seguro segundo o CPC 11 e que estão vigentes na data de execução do teste. Este teste é elaborado semestralmente e considera como valor líquido contábil (net carrying amount) os passivos de contratos de seguro bruto de resseguro, deduzido da despesa de comercialização diferida (Custos de aquisição diferidos) e os ativos intangíveis relacionados. Para esse teste, o Grupo utilizou metodologia atuarial que considera a estimativa a valor presente de todos os fluxos de caixa futuros e que também inclui as despesas de liquidação de sinistros a partir de premissas atuariais na data de execução do teste. Neste teste, os contratos são agrupados com base nos riscos similares ou quando o risco de seguro é gerenciado em conjunto pela Administração. As premissas de sinistralidade, despesas administrativas e operacionais, despesas de comercialização, cancelamento, contribuições futuras, resgates e conversão em renda adotadas no teste têm como base as observações históricas. Já as premissas de mortalidade e de sobrevivência seguem as tábuas biométricas construídas especificamente com a experiência do mercado segurador brasileiro, BR-EMS, sendo considerada ainda uma premissa de melhoria contínua da expectativa de vida, conhecida tecnicamente como improvement, de acordo com a Escala G da Sociedade de Atuários - SOA. Com exceção dos produtos de previdência e vida, as taxas de desconto utilizadas para se trazer os fluxos projetados a valor presente são as taxas a termo, livres de risco correspondentes à garantia oferecida em cada produto conforme estabelecido na Circular SUSEP n° 457/12. Para os produtos de vida e previdência foram utilizadas taxas de desconto aprovadas pela SUSEP. Caso seja identificada qualquer insuficiência, o Grupo deve registrar a insuficiência como uma despesa no resultado do exercício e constituir provisões adicionais aos passivos de seguro já registrados na data-base do teste. Em linha com as determinações da Circular SUSEP n° 457/12, não foram incluídos no teste de adequação os passivos relacionados ao seguro DPVAT. O resultado do teste de adequação não apresentou insuficiência em relação às provisões técnicas.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

ix. Tábuas, taxas e carregamento dos principais produtos de previdência Produto Planos de Aposentadoria (PGBL E VGBL) ................................ Seguros de Pessoas e Coberturas de Risco.............................. x.

Tábua BR-sem AT83 e CSO-58

t.

u.

v.

w.

(a)

(b)

(c)

(d)

3 a.

Taxa de carregamento 0% a 5% 20% a 30%

Taxas de carregamento dos principais produtos de capitalização

Processo SUSEP 15414.003682/2003-79 ............................................................................................. 15414.004840/2008-12 ............................................................................................. 15414.100154/2010-96 ............................................................................................. 15414.000602/2009-19 ............................................................................................. 15414.004834/2008-65 ............................................................................................. 15414.001381/2006-53 ............................................................................................. 15414.003354/2011-82 ............................................................................................. 15414.003709/2008-38 ............................................................................................. 15414.100494/2012-89 ............................................................................................. 15414.100052/2012-32 ............................................................................................. s.

Taxa de juros 0% 3% a 6%

Tipo PM PM PM PM PM PU PU PU PU PU

2012 8,05% 11,38% 9,07% 9,07% 11,23% 8,90% 4,56% 8,90% 4,55% 8,86%

Carregamento 2011 8,05% 11,38% 9,07% 9,07% 11,23% 8,90% 4,56% 8,90% -

Ativos e passivos contingentes e obrigações legais - Fiscais e previdenciárias i. Ativos contingentes - Não são reconhecidos contabilmente, exceto quando a Administração possui total controle da situação ou quando há garantias reais ou decisões judiciais favoráveis, sobre as quais não cabem mais recursos, caracterizando o ganho como praticamente certo e pela confirmação da capacidade de sua recuperação por recebimento ou compensação com outro exigível. Os ativos contingentes, cuja expectativa de êxito é provável são divulgados, quando aplicável. ii. Passivos contingentes - São constituídos levando em conta: a opinião dos assessores jurídicos, a natureza das ações, similaridade com processos anteriores,complexidade e no posicionamento dos Tribunais, sempre que a perda for avaliada como provável, o que ocasionaria uma provável saída de recursos para a liquidação das obrigações e quando os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança. Os passivos contingentes classificados como de perdas possíveis não são reconhecidos contabilmente, devendo ser apenas divulgados em notas explicativas quando individualmente relevantes, e os classificados como remotos não são divulgados iii. Obrigações legais - Fiscais e previdenciárias: decorrem de processos judiciais relacionados a obrigações tributárias, cujo objeto de contestação é sua legalidade ou constitucionalidade, que, independente da avaliação acerca da probabilidade de sucesso, têm os seus montantes reconhecidos nas demonstrações contábeis. Benefícios a empregados i. Obrigações de curto prazo As obrigações de benefícios de curto prazo para empregados são mensuradas e lançadas como despesa à medida que o serviço respectivo é prestado. ii. Obrigações por aposentadorias Plano de contribuição definida A Companhia é patrocinadora de plano de previdência complementar para seus funcionários e administradores, na modalidade Plano Gerador de Benefícios Livres (PGBL). O PGBL é um plano de previdência do tipo de contribuição variável, que permite acumular recursos financeiros ao longo da carreira profissional do participante mediante contribuições pagas por ele mesmo e pela empresa patrocinadora, sendo os recursos investidos em um Fundo de Investimento Exclusivo (FIE). As obrigações atuariais do PGBL estão integralmente cobertas pelo FIE correspondente. O PGBL é administrado pela Bradesco Vida e Previdência S.A. As contribuições dos funcionários e administradores são equivalentes a 4% do salário, exceto para os participantes que em 2001 optaram em migrar do plano de benefício definido para o PGBL, cujas contribuições foram mantidas nos níveis que vigoravam no plano de benefício definido quando da transferência de plano, observando-se sempre o mínimo de 4% do salário. As obrigações das contribuições para planos de previdência de contribuição definida são reconhecidas como despesa no resultado quando são incorridas. Uma vez pagas as contribuições, a Companhia, na qualidade de empregadora, não tem qualquer obrigação de pagamento adicional. Além do PGBL anteriormente apresentado, está assegurado aos participantes transferidos do plano de benefício definido um benefício proporcional diferido até a data de migração. Para os participantes do plano de benefício definido, transferidos ou não para o PGBL, participantes aposentados e pensionistas, o valor presente das obrigações atuariais está aplicado nos FIEs. iii. Outras obrigações pós-emprego Há custeio do plano de saúde para ex-funcionários por um período de 3 meses a 6 meses da data de desligamento. iv. Outros benefícios de curto prazo Outros benefícios de curto prazo, tais como seguro-saúde, assistência odontológica, seguro de vida e de acidentes pessoais e treinamento profissional, são oferecidos aos funcionários e administradores e reconhecidos no resultado do exercício à medida que são incorridos. Imposto de renda e contribuição social O imposto de renda é calculado à alíquota de 15% sobre o lucro tributável, acrescido de 10% sobre a parcela do lucro tributável anual excedente a R$ 240, e a contribuição social sobre o lucro líquido é calculada à alíquota de 15% sobre o lucro tributável. A despesa com imposto de renda e contribuição social compreende os impostos de renda correntes e diferidos. O imposto corrente e o imposto diferido são reconhecidos no resultado, a menos que estejam relacionados a itens diretamente reconhecidos no patrimônio líquido. O imposto corrente é o imposto a pagar sobre o lucro tributável do exercício calculado com base nas alíquotas vigentes na data de balanço e qualquer ajuste aos impostos a pagar com relação aos exercícios anteriores. O imposto diferido é reconhecido com relação às diferenças temporárias entre os valores contábeis de ativos e passivos para fins de recolhimento (impostos correntes). Um ativo de imposto de renda e contribuição social diferido é reconhecido por perdas fiscais, créditos fiscais e diferenças temporárias dedutíveis não utilizadas quando é provável que lucros futuros sujeitos à tributação estejam disponíveis e contra os quais serão utilizados. Ativos de imposto de renda e contribuição social diferido são revisados a cada data de balanço e serão reduzidos na medida em que sua realização não seja provável. Resultado O resultado é apurado pelo regime de competência. Os prêmios de seguros e cosseguros deduzidos dos prêmios cedidos em cosseguros e resseguro e as comissões correspondentes, são apropriados ao resultado quando da emissão das respectivas apólices e faturas de seguro, e apropriados, em bases lineares, no decorrer do prazo de vigência das apólices, por meio de constituição e reversão da provisão de prêmios não ganhos e das despesas de comercialização diferidas (custos de aquisição diferidos). As receitas de prêmios e os correspondentes custos de aquisição diferidos, relativas aos riscos vigentes ainda sem emissão das respectivas apólices, são reconhecidas ao resultado no início da cobertura do risco, em bases estimadas. As receitas e despesas decorrentes de operações de seguros do ramo DPVAT são contabilizadas com base nas informações recebidas da Seguradora Líder dos Consórcios do Seguro DPVAT S.A. As operações de cosseguros aceitos e de retrocessões são contabilizadas com base nas informações recebidas das congêneres e do IRB - Brasil Resseguros S.A., respectivamente. As operações de resseguro mantidas com o IRB Brasil Resseguros S.A. são contabilizadas com base nos movimentos operacionais e financeiros enviados pelo IRB e as operações mantidas com outros resseguradores são registradas com base em prestações de contas que estão sujeitas à análise pelos resseguradores. O diferimento dos prêmios de resseguros cedidos é realizado de forma consistente com o respectivo prêmio de seguro relacionado e/ou contrato de resseguro. Os custos de aquisição são diferidos e apropriados ao resultado proporcionalmente ao reconhecimento do prêmio ganho. As angariações e agenciamento das operações de seguros são diferidos e apropriados ao resultado, de forma linear, pelo prazo de 12 meses. As contribuições de planos previdenciários e os prêmios de seguros de vida com cobertura de sobrevivência são reconhecidos no resultado quando do seu efetivo recebimento. As rendas com taxa de gestão pagas pelos fundos de investimentos especialmente constituídos são apropriadas ao resultado pelo regime de competência segundo taxas estabelecidas contratualmente. As receitas dos planos de capitalização são reconhecidas contabilmente no mês de sua emissão. As correspondentes provisões técnicas são constituídas simultaneamente ao reconhecimento das receitas. As receitas com planos de capitalização prescritos são reconhecidas após o período de prescrição, nos termos do Artigo 206 do Código Civil Brasileiro. As despesas com colocação de títulos de capitalização, classificadas como “Custos de aquisição”, são reconhecidas contabilmente quando incorridas. A participação dos funcionários no resultado é apurada com base na convenção coletiva firmada com o sindicato da categoria, sendo reconhecida no resultado de acordo com as metas estipuladas pela Administração do Grupo Bradesco Seguros. Novas normas e interpretações ainda não adotadas Diversas normas, alterações de normas e interpretações são efetivas para exercícios iniciados após 1º de janeiro de 2013, e, portanto, não foram adotadas na preparação destas demonstrações contábeis. Aquelas que podem ser relevantes para a Companhia estão mencionadas abaixo. A Companhia não planeja adotar estas normas de forma antecipada. IFRS 9 – Instrumentos financeiros O IFRS 9 (2009) introduz um novo requerimento para classificação e mensuração de ativos financeiros e, devido a alinhamentos necessários à fase II do IFRS 4, aos projetos de impairment e hedge accounting (incluindo macro hedging) o comitê do IASB adiou a data de implantação dessa norma para 01/01/2015. O Comitê de Pronunciamentos Contábeis ainda não emitiu pronunciamento contábil ou alteração nos pronunciamentos vigentes, correspondentes a esta norma. CPC 36 (R3) – Demonstrações consolidadas O CPC 36 (R3) introduz um modelo de controle único para determinar se um investimento deveria ser consolidado. De acordo com o CPC 19 (R2), a estrutura de um negócio em conjunto, embora ainda seja uma consideração importante, não é mais o fator principal na determinação do tipo de negócio em conjunto e, consequentemente, da contabilização subsequente. A participação do Grupo em uma operação em conjunto, que é um acordo no qual as partes tem direitos sobre os ativos e obrigações sobre os passivos, será contabilizada com base na participação do Grupo sobre esses ativos e passivos. A participação do Grupo em um empreendimento controlado em conjunto (joint venture), que é um acordo no qual as partes ( tem direitos sobre os ativos líquidos, será registrado por equivalência patrimonial. O CPC 45 consolida em uma única norma todos os requerimentos de divulgação sobre a participação de uma entidade em controladas, negócios em conjunto, coligadas e entidades estruturadas não consolidadas. O Grupo está atualmente avaliando os requerimentos de divulgação nas suas subsidiárias, participações em negócios em conjunto e coligadas e entidades estruturadas não consolidadas em comparação com as divulgações existentes. O CPC 45 requer a divulgação da informação sobre a natureza, riscos e efeitos financeiros dessas participações. Esta norma é efetiva para períodos anuais iniciados em ou após 1º de janeiro de 2013. A Administração avaliou os impactos das referidas normas e concluiu que não há efeitos relevantes para os investimentos consolidados em decorrência da aplicação das mesmas. CPC 46 – Mensuração do valor justo O CPC 46 contém uma única fonte de orientação sobre como o valor justo é mensurado, e substitui a orientação de mensuração de valor justo que atualmente está dispensada em outros CPCs. Sujeito a exceções limitadas, o CPC 46 se aplica quando a mensuração ou divulgações de valor justo são requeridas ou permitidas por outros CPCs. A Administração avaliou os impactos da norma e concluiu que não há efeitos relevantes na mensuração do valor justo de seus ativos. CPC 33 (R1) – Benefícios a empregados Em 2011, foi finalizada a revisão da norma que foi focada basicamente em benefício pós-emprego. Esta norma é efetiva para períodos anuais iniciados em ou após 1º de janeiro de 2013. A Companhia não possui benefícios de longo prazo e não há impactos relevantes para os benefícios de curto prazo. Gerenciamento de riscos Introdução O Grupo está exposto aos riscos de seguros/subscrição, crédito, liquidez, mercado, operacional e legal, provenientes de suas operações e que poderiam afetar os objetivos estratégicos e financeiros. Esta nota apresenta informações sobre a exposição a cada um dos riscos acima, os objetivos, as políticas, os processos de mensuração e o gerenciamento de riscos. Estrutura de gerenciamento de risco O gerenciamento de riscos é essencial em todas as atividades, utilizando-o com o objetivo de adicionar valor ao negócio à medida que proporciona suporte às áreas de negócios no planejamento das atividades, maximizando a utilização de recursos próprios e de terceiros, em benefício dos acionistas e do Grupo. As atividades relacionadas ao gerenciamento de riscos são aprimoradas continuamente, buscando as melhores práticas utilizadas internacionalmente, devidamente adaptadas à realidade do mercado brasileiro. Consideráveis investimentos nas ações relacionadas ao processo de gerenciamento de riscos são realizados, especialmente na capacitação do quadro de funcionários. Tem-se o objetivo de elevar a qualidade de gerenciamento de riscos e de garantir o necessário foco a estas atividades, que produzem forte valor agregado. No sentido amplo, o processo de Governança Corporativa representa o conjunto de práticas que tem por finalidade otimizar o desempenho de uma Companhia e proteger os acionistas, investidores, clientes, empregados, fornecedores, etc., bem como facilitar os níveis de capital requerido, agregar valor e contribuir para sua sustentabilidade, envolvendo, principalmente, aspectos voltados à transparência, equidade de tratamento dos acionistas e prestação de contas. Nesse contexto, o processo de gerenciamento de riscos conta com a participação de todas as camadas contempladas pelo escopo de Governança Corporativa, que abrange desde a Alta Administração até as diversas áreas de negócios e produtos na identificação e gestão dos riscos. Esta estrutura encontra-se alinhada com as melhores práticas de mercado, contando com políticas, Comitês com funções específicas e estrutura diretiva, estabelecendo diretrizes e normas, provendo recursos humanos e tecnológicos, voltados a estas atividades. O gerenciamento dos riscos inerentes às atividades de modo integrado é abordado, dentro de um processo, apoiado em estrutura independente (no que tange a regulamentos, normas e políticas internas). Essa abordagem proporciona o aprimoramento contínuo dos modelos de gestão de riscos e minimiza a existência de lacunas que comprometam sua correta identificação e mensuração. A estrutura do processo de gerenciamento de riscos permite que os riscos de seguro/subscrição, crédito, liquidez, mercado e operacional sejam efetivamente identificados, avaliados, monitorados, controlados e mitigados de modo unificado. Para assegurar unicidade ao processo de gerenciamento de riscos, há um fórum de alto nível, permanente sobre o tema, com continua


DIÁRIO DO COMÉRCIO

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

b.

o intuito de se obter sinergia entre estas atividades. Essa instância denominada Comitê Executivo de Gestão de Riscos do Grupo Bradesco Seguros estuda todos os riscos (subscrição, crédito, mercado, liquidez e operacional), define os limites de tolerância aos seus respectivos riscos e elabora planos de mitigação entre outras atribuições. Adicionalmente, existem os Comitês Executivos definidos pelo Banco Bradesco para tratar os assuntos relacionados ao Risco de Crédito, Mercado, Liquidez e Operacional, que são submetidos ao Comitê de Gestão Integrada de Riscos e Alocação de Capital, que tem por atribuição assessorar o Conselho de Administração na aprovação de políticas institucionais, diretrizes operacionais e estabelecimento de limites de exposição a riscos. Risco de seguro/subscrição O risco de seguro é o risco transferido por qualquer contrato de seguros onde haja a possibilidade futura de que o evento de sinistro ocorra e onde haja incerteza sobre o valor de indenização resultante do evento de sinistro. Dentro do risco de seguro, destaca-se também o risco de subscrição que advêm de uma situação econômica adversa que contraria as expectativas do Grupo no momento da elaboração de sua política de subscrição no que se refere às incertezas existentes tanto na definição das premissas atuariais quanto na constituição das provisões técnicas e cálculo dos prêmios de seguro. Em síntese, é o risco de que a frequência ou a severidade de sinistros ou benefícios ocorridos sejam maiores do que aqueles estimados pelo Grupo. O gerenciamento do risco de subscrição é realizado pela Superintendência Técnica. As políticas de subscrição e aceitação de riscos são periodicamente avaliadas através de grupos de trabalho. Além disso, a Superintendência Executiva de Estudos Atuariais e Gestão de Riscos, parte integrante da estrutura de gerenciamento de riscos, tem como uma de suas principais atribuições o desenvolvimento de modelo interno para o cálculo do capital adicional baseado no risco de subscrição. Incertezas na estimativa de pagamentos futuros de sinistros Os sinistros são devidos à medida que ocorridos. O Grupo deve efetuar a indenização de todos os eventos cobertos ocorridos durante a vigência da apólice, mesmo que a perda seja descoberta após o término da vigência desta. Como resultado, os sinistros são avisados ao longo de um período e parte significativa destes sinistros está relacionada à Provisão de Sinistros Ocorridos mas Não Avisados (IBNR). O custo estimado de sinistro inclui despesas diretas a serem incorridas na sua liquidação. Gerenciamento de ativos e passivos (ALM) O Grupo Bradesco Seguros realiza periodicamente a análise dos fluxos de ativos e passivos mantidos em carteira, ALM - Asset Liability Management. A metodologia da análise compreende a observação de suficiência ou insuficiência do valor presente do fluxo de ativos em relação ao valor presente do fluxo de passivos, assim como a duração dos ativos em relação à duração dos passivos. O objetivo é verificar se a situação da carteira de ativos e passivos está equilibrada para honrar os compromissos futuros da Companhia com seus participantes e segurados. Gerenciamento de riscos por segmento de negócios O monitoramento da carteira de contratos de seguros permite o acompanhamento e a adequação das tarifas praticadas, bem como avaliar a eventual necessidade de alterações. São consideradas, também, outras ferramentas de monitoramento: (i) análises de sensibilidade; (ii) verificação de algoritmos e alertas dos sistemas corporativos (de subscrição, emissão e sinistros); (iii) gerenciamento de ativos e passivos (ALM). Além disso, o LAT (Liability Adequacy Test) é realizado semestralmente, com o objetivo de averiguar a adequação do montante registrado a título de provisões técnicas, considerando as premissas adequadas à realidade dos negócios em vigor. Seguros de bens O risco de seguro de bens resulta de: • Flutuações na ocasião, frequência e gravidade dos sinistros e das indenizações de sinistros relativas a expectativas • Sinistros imprevistos resultantes de um risco isolado • Precificação incorreta ou subscrição inadequada de riscos • Políticas de resseguro ou técnicas de transferência de riscos inadequadas • Provisões técnicas insuficientes ou supervalorizadas. • A natureza dos seguros subscritos, em geral, é de curta duração. • As estratégias e metas de subscrição são ajustadas pela Administração e divulgadas através de políticas internas e manuais de práticas e procedimentos. • A seguir apresentamos um resumo dos riscos inerentes nas principais linhas de negócios de seguros de bens: • Seguro de veículos inclui, entre outros, danos físicos, perda do veículo segurado, seguro de responsabilidade de terceiros para automóveis e acidentes pessoais passageiros. • Seguros empresariais, residenciais e diversos incluem, entre outros, riscos de incêndio (ex.: incêndio, explosão e interrupção do negócio), perigos naturais (ex.: terremoto, vendaval e enchente), linhas de engenharia (ex.: explosão de caldeiras, quebra de maquinários e construção), marítimos (carga e casco) e seguro de responsabilidades. Gerenciamento dos riscos de seguro de bens • O Grupo Bradesco Seguros monitora e avalia a exposição de risco, sendo responsável pelo desenvolvimento, implementação e revisão das políticas referentes à subscrição, tratamento de sinistros, resseguro e constituição das provisões técnicas. A implementação dessas políticas e o gerenciamento desses riscos são apoiados pela Superintendência Técnica. • As Superintendências Executivas Técnicas desenvolveram mecanismos, como, por exemplo, agrupamentos dos riscos por CPF, CNPJ e endereços de riscos, que identificam, quantificam e gerenciam exposições acumuladas para contê-las dentro dos limites definidos nas políticas internas. Seguros de vida e previdência • Os seguros de vida e previdência são de natureza de longo prazo, exceto as apólices de vida em grupo sem cobertura por sobrevivência e, por este motivo, são utilizadas diversas premissas atuariais para gerenciar e estimar os riscos envolvidos, tais como: premissas sobre retornos de investimento, longevidade, despesas, taxas de mortalidade e persistência. As estimativas são baseadas na experiência histórica e nas expectativas atuariais. Os riscos associados ao seguro de vida e previdência incluem, entre outros: • Risco biométrico, que inclui experiência de mortalidade, morbidade adversa e invalidez. O risco de mortalidade pode se referir aos segurados que vivam mais tempo do que o previsto (longevidade) ou que morram antes do que o previsto. Isto porque alguns produtos garantem uma indenização se a pessoa morre, outros produtos garantem o pagamento de quantias regulares enquanto o segurado permanecer vivo. • Risco de comportamento do segurado, que inclui experiência de persistência. Taxas de persistências baixas para alguns produtos podem fazer com que menos apólices/contratos permaneçam contratados para ajudar a cobrir as despesas fixas e reduzir os fluxos de caixa positivos futuros do negócio subscrito. A persistência baixa pode causar impacto de liquidez quando se trata de produtos que preveem o benefício de resgate. • O risco do seguro de vida coletivo resulta da exposição à mortalidade e morbidade e à exposição à experiência operacional pior do que o previsto sobre fatores, tais como, níveis de persistência e despesas de administração. • Alguns produtos de vida e previdência possuem garantias de rentabilidades pré-definidas, que incluem um risco devido a movimentações nos mercados financeiros, retornos de investimento e risco de taxa de juros que são gerenciados como parte do risco de mercado. Gerenciamento dos riscos de seguro de vida e previdência • A Companhia monitora e avalia a exposição de risco, sendo responsável pelo desenvolvimento, implementação e revisão das políticas referentes à subscrição, tratamento de sinistros e provisões técnicas de seguros. A implementação dessas políticas e o gerenciamento desses riscos são apoiados pela Superintendência Técnica. A Superintendência Técnica desenvolveu mecanismos, tais como análise de eventuais acúmulos de riscos com base em relatórios mensais, que identificam, quantificam e gerenciam exposições acumuladas para contê-las dentro dos limites

25

definidos nas políticas internas. O risco de longevidade é monitorado em relação aos mais recentes dados e às tendências do ambiente que a Companhia opera. A Administração monitora a exposição a este risco e as implicações de capital para gerenciar os possíveis impactos, bem como a captação de capital que os negócios poderão exigir. A Administração adota para o cálculo das provisões técnicas, premissas de melhoria contínua na longevidade futura da população, de forma a se antever e assim estar coberta de possíveis impactos gerados pela melhora da expectativa de vida da população segurada/assistida. • Riscos de mortalidade e morbidade são atenuados mediante a cessão de resseguro na modalidade catástrofe. • O risco de persistência é gerenciado por meio do monitoramento constante da experiência histórica da companhia. A Administração também estabeleceu diretrizes sobre o gerenciamento da persistência para monitorar e implementar iniciativas específicas para melhorar, quando for o caso, a retenção de apólices que possam prescrever. • O risco de um elevado nível de despesas é monitorado principalmente pela avaliação da rentabilidade das unidades de negócio e o monitoramento frequente dos níveis de despesa. Seguro Saúde Riscos associados ao seguro saúde: • Flutuações na ocasião, frequência e gravidade dos sinistros e das indenizações de sinistros relativas a expectativas; • Sinistros imprevistos resultantes de um risco isolado • Precificação incorreta ou subscrição inadequada de riscos • Provisões técnicas insuficientes ou supervalorizadas. Para o seguro saúde individual, onde algumas das suas provisões são calculadas com base na expectativa de fluxo de caixa futuro (diferença de sinistros esperados futuros e prêmios esperados futuros), além dos riscos citados acima, existe o risco biométrico, que inclui a experiência de mortalidade e longevidade, o risco de comportamento do segurado, que inclui a sua experiência de persistência e o risco de taxa de juros que são gerenciados como parte do risco de mercado. Gerenciamento dos riscos associados ao seguro saúde • O Grupo monitora e avalia a exposição de risco sendo responsável pelo desenvolvimento, implementação e revisão das políticas referentes à subscrição, tratamento de sinistros e provisões técnicas. A implementação dessas políticas e o gerenciamento desses riscos são apoiados pela Superintendência de Atuária e Estatística. • A Superintendência de Atuária e Estatística desenvolveu mecanismos que identificam, quantificam e gerenciam exposições acumuladas para contê-las dentro dos limites definidos nas políticas internas. • O risco de longevidade é cuidadosamente monitorado em relação aos mais recentes dados e às tendências do ambiente que o grupo segurador opera. A Administração monitora a exposição a este risco e as implicações de capital para gerenciar os possíveis impactos, bem como a captação de capital que os negócios poderão exigir. • O risco de persistência é gerenciado através do monitoramento frequente da experiência em comparação com as informações do mercado. A Administração também estabeleceu diretrizes sobre o gerenciamento da persistência para monitorar e implementar iniciativas específicas para melhorar a retenção de apólices que possam prescrever. • O risco de um elevado nível de despesas é monitorado principalmente pela avaliação da rentabilidade das unidades de negócio e o monitoramento frequente dos níveis de despesa; e • O risco de taxa de juros é monitorado como parte do risco de mercado. Resultados da análise de sensibilidade •

Fator de sensibilidade Taxa de juros Sinistralidade Longevidade Conversão em renda

Descrição do fator de sensibilidade aplicado O impacto de uma redução na curva da taxa a termo livre de risco O impacto de um aumento na sinistralidade para o negócio O impacto de um aumento na estimativa de melhoria da sobrevivência para contratos de anuidade. O impacto de um aumento no índice de conversão em renda para contratos de anuidade.

Seguros de vida com cobertura de sobrevivência e previdência e seguro de vida individual O teste de sensibilidade foi efetuado considerando as mesmas bases do teste do LAT com variação nas premissas listadas abaixo: Taxas de juros Impacto no resultado e patrimônio líquido após impostos e contribuições (R$ mil) ................................................................ PGBL e VGBL (fase de contribuição)............................................. Planos Tradicionais (fase de contribuição)..................................... Todos os Planos (fase de concessão) ........................................... Total ...............................................................................................

-5% (170.068) (70.856) (83.117) (324.041)

Longevidade Conversão em Renda +0,002% (58.105) (23.671) (46.017) (127.793)

+5% (88.619) (69.207) (157.826)

O cenário também foi aplicado para os seguros de vida individual considerando as variáveis apontadas acima e não foi identificado nenhum valor adicional aqueles já constituídos que pudesse afetar o patrimônio líquido e o resultado do exercício. Seguros de danos, vida e de saúde Para os seguros de danos, de vida e de saúde, a tabela abaixo apresenta o impacto no resultado e patrimônio líquido caso houvesse aumento na sinistralidade em 1 ponto percentual nos últimos 12 meses da data-base do cálculo. Impacto no resultado e patrimônio líquido após impostos e contribuições Auto .............................................................................................................................................. RE................................................................................................................................................. Vida .............................................................................................................................................. Saúde ...........................................................................................................................................

Bruto de resseguro (18.330) (6.672) (18.017) (46.194)

Líquido de resseguro (18.330) (5.088) (17.934) (46.194)

Limitações da análise de sensibilidade As análises de sensibilidade demonstram o efeito de uma mudança em uma premissa importante enquanto as outras premissas permanecem inalteradas. Na realidade, existe uma correlação entre as premissas e outros fatores. Deve-se também ser observado que essas sensibilidades não são lineares, impactos maiores ou menores não devem ser interpolados ou extrapolados a partir desses resultados. As análises de sensibilidade não levam em consideração que os ativos e passivos são gerenciados e controlados. Além disso, a posição financeira do Grupo poderá variar na ocasião em que qualquer movimentação no mercado ocorra. Por exemplo, a estratégia de gerenciamento de risco visa gerenciar a exposição a flutuações no mercado. À medida que os mercados de investimentos se movimentam através de diversos níveis, as ações de gerenciamento poderiam incluir a venda de investimentos, mudança na alocação da carteira, entre outras medidas de proteção. Outras limitações nas análises de sensibilidade incluem o uso de movimentações hipotéticas no mercado para demonstrar o risco potencial, que somente representa a visão da Administração de possíveis mudanças no mercado no futuro próximo que não podem ser previstas com qualquer certeza, além de considerar como premissa que todas as taxas de juros se movimentam de forma idêntica. Concentração de riscos Potenciais exposições são monitoradas analisando determinadas concentrações em alguns segmentos de negócio. O quadro abaixo mostra a concentração de risco no âmbito do negócio por segmento (exceto capitalização) baseada no valor de prêmios brutos e líquidos de resseguro.

Região geográfica Centro-oeste........................................... Nordeste ................................................. Norte....................................................... Sudeste .................................................. Sul .......................................................... Total .......................................................

Auto 341.463 579.979 71.278 1.259.680 811.541 3.063.941

Ramos elementares 53.290 86.936 20.221 947.206 197.022 1.304.675

DPVAT/DPEM 44.800 68.776 16.215 238.024 94.153 461.968

Prêmio bruto de resseguro – 2012 PGBL Previdência Tradicional 21.802 117.904 87.619 142.384 24.899 61.724 1.745.404 833.109 52.366 186.068 1.932.090 1.341.189

Região geográfica Centro-oeste............................................ Nordeste .................................................. Norte........................................................ Sudeste ................................................... Sul ........................................................... Total ........................................................

Auto 341.463 579.979 71.278 1.259.680 811.541 3.063.941

Ramos elementares 49.524 78.789 18.484 717.552 176.336 1.040.685

DPVAT/DPEM 44.800 68.776 16.215 238.024 94.153 461.968

Prêmio líquido de resseguro – 2012 PGBL Previdência Tradicional 21.802 117.904 87.619 142.384 24.899 61.724 1.745.404 833.109 52.366 186.068 1.932.090 1.341.189

VGBL 880.935 1.867.435 564.472 12.270.969 2.012.927 17.596.738

Seguros de vida 284.901 241.004 107.926 2.892.745 403.887 3.930.463

Saúde individual 34.255 244.094 15.195 868.877 56.166 1.218.587

Saúde empresarial 357.346 1.046.367 186.602 5.811.134 417.093 7.818.542

Total 2.136.696 4.364.594 1.068.532 26.867.148 4.231.223 38.668.193

VGBL 880.935 1.867.435 564.472 12.270.969 2.012.927 17.596.738

Seguros de vida 284.901 241.004 107.926 2.872.782 403.887 3.910.500

Saúde individual 34.255 244.094 15.195 868.877 56.166 1.218.587

Saúde empresarial 357.346 1.046.367 186.602 5.811.134 417.093 7.818.542

Total 2.132.930 4.356.447 1.066.795 26.617.531 4.210.537 38.384.240

Prêmio bruto de resseguro – 2011

c.

Região geográfica Centro-oeste............................................. Nordeste ................................................... Norte......................................................... Sudeste .................................................... Sul ............................................................ Total .........................................................

Auto 310.786 516.824 76.845 1.251.198 717.980 2.873.633

Ramos elementares 43.062 71.891 17.424 768.385 178.308 1.079.070

DPVAT/DPEM 27.304 65.593 10.275 211.893 86.305 401.370

PGBL 23.514 87.047 24.644 1.607.613 62.234 1.805.052

Previdência Tradicional 111.799 131.615 57.156 775.225 180.497 1.256.292

VGBL 678.772 1.377.392 580.190 10.344.924 1.742.263 14.723.541

Seguros de vida 274.874 259.671 89.556 2.362.916 373.553 3.360.570

Saúde individual 33.342 232.320 14.751 830.543 54.598 1.165.554

Saúde empresarial 267.655 792.164 115.334 4.916.466 328.787 6.420.406

Total 1.771.108 3.534.517 986.175 23.069.163 3.724.525 33.085.488

Região geográfica Centro-oeste............................................. Nordeste ................................................... Norte......................................................... Sudeste .................................................... Sul ............................................................ Total .........................................................

Auto 310.786 516.824 76.845 1.251.198 717.980 2.873.633

Ramos elementares 39.966 66.043 16.324 562.479 159.356 844.168

DPVAT/DPEM 27.304 65.593 10.275 211.893 86.305 401.370

Prêmio líquido de resseguro – 2011 PGBL Previdência Tradicional 23.514 111.799 87.047 131.615 24.644 57.156 1.607.613 775.225 62.234 180.497 1.805.052 1.256.292

VGBL 678.772 1.377.392 580.190 10.344.924 1.742.263 14.723.541

Seguros de vida 274.874 259.671 89.556 2.344.069 373.553 3.341.723

Saúde individual 33.342 232.320 14.751 830.543 54.598 1.165.554

Saúde empresarial 267.655 792.164 115.334 4.916.466 328.787 6.420.406

Total 1.768.012 3.528.669 985.075 22.844.410 3.705.573 32.831.739

Risco de crédito O risco de crédito consiste na possibilidade de ocorrer em perdas associadas ao não cumprimento, pelo tomador ou contraparte, de suas respectivas obrigações financeiras nos termos pactuados, bem como a desvalorização de contrato decorrente da deterioração na classificação de risco do tomador e a outros valores relativos ao descumprimento de obrigações financeiras da contraparte. Política de resseguro A compra de resseguro tem naturalmente embutido em sua operação, e por mais que as seguradoras sejam conservadoras e seletivas na escolha de seus parceiros, o risco de crédito. A política de compra de resseguro e a aprovação dos resseguradores que integram os seus contratos competem à Diretoria Executiva, que observa, além dos requisitos mínimos legais e regulamentares, alguns outros parâmetros na escolha desses parceiros, que minimizam o risco de crédito intrínseco à operação, tais como: rating mínimo A- da S&P (ou equivalente) e patrimônio líquido compatível aos montantes cedidos. Outro aspecto importante nessa gestão de compra de resseguro é o fato de que a Companhia busca trabalhar dentro de suas capacidades contratuais, evitando assim a compra frequente de coberturas em contratos facultativos e exposições mais elevadas ao risco de crédito. O prêmio cedido em resseguro, em relação ao prêmio emitido total do Grupo é relativamente pequeno, cabendo ressaltar que praticamente todas as carteiras de ramos elementares, exceto automóvel, possuem proteção de resseguro e, em sua maioria, com a conjugação de planos proporcionais e não proporcionais, por risco e/ou por evento. Atualmente, grande parte dos contratos automáticos (proporcionais e não proporcionais) é cedida ao IRB Brasil Resseguros S.A. Alguns resseguradores admitidos participam com menor percentual individual, mas todos possuindo rating mínimo A- da S&P (ou equivalente) e patrimônio superior a US$1 bilhão, o que, no entendimento da Administração, reduz o nosso risco de crédito. Gerenciamento de risco de crédito O gerenciamento de risco de crédito do Grupo é um processo contínuo e evolutivo de mapeamento, desenvolvimento, aferição e diagnóstico através de modelos, instrumentos e procedimentos vigentes, exigindo alto grau de disciplina e controle nas

análises das operações efetuadas, preservando a integridade e a independência dos processos. Esse gerenciamento de risco inclui o monitoramento de exposições ao risco de crédito de contrapartes individuais em relação às classificações de crédito por companhias avaliadoras de riscos, tais como Fitch Ratings, Standard & Poor’s, Moody’s, entre outras. Conforme exposto acima, o gerenciamento de risco de crédito é realizado de forma corporativa mediante procedimentos internos estruturados, independentes e embasados em documentação e relatórios próprios, devidamente avaliados pelas Estruturas de gestão de riscos do Grupo Bradesco Seguros e do Banco Bradesco, e baseado em modelos internos, em fase de implementação gradual, visando à apuração, mensuração e cálculo do capital. Em relação às operações de resseguro a Companhia compra resseguro com um painel restrito de resseguradores, sendo conferida ao IRB-Brasil Re a liderança dos seus contratos automáticos e a totalidade dos contratos facultativos. De acordo com as agências classificadoras previstas na legislação brasileira, tais resseguradores possuem baixo risco de crédito e a classificação do IRB-Brasil Re, concedida pela A.M.Best, é A-. No que tange às aplicações financeiras, a Administração avalia o risco de crédito como baixo, visto que a maior parte do total da carteira de investimentos está concentrada em títulos públicos federais, como demonstrado abaixo: Controladora 2012 Sem Exposto exclusivamente AAA AA A BBB BB rating Total a risco de mercado Ativos Financeiros / Rating 2 2 5 311.291 Valor justo por meio do resultado . 311.282 Título de Renda Fixa Privado ............ 9 2 2 13 Título de Renda Fixa Público ............ 311.273 - 311.273 Título de Renda Variável ................... 5 5 721.936 721.936 Disponível para venda .................... Título de Renda Variável .................. 721.936 721.936 Consolidado 2012

Ativos Financeiros / Rating Valor justo por meio do resultado Título de Renda Fixa Privado .................................................................................................................. Título de Renda Fixa Público .................................................................................................................. Título de Renda Variável ......................................................................................................................... Disponível para venda .......................................................................................................................... Título de Renda Fixa Público .................................................................................................................. Título de Renda Fixa Privado .................................................................................................................. Título de Renda Variável ........................................................................................................................ Mantidos até o vencimento .................................................................................................................. Título de Renda Fixa Público .................................................................................................................. Título de Renda Fixa Privado ..................................................................................................................

AAA 77.500.402 17.511.296 59.989.106 43.595.862 43.532.267 63.595 3.659.576 3.659.576 -

AA 3.393.129 3.393.129 177.739 177.739 80.807 80.807

A Administração classificou os títulos públicos na categoria AAA uma vez que a contraparte é o Governo Federal. Trimestralmente, são realizadas as reuniões dos Comitês Executivos de Gestão de Riscos do Grupo Bradesco Seguros e de Gestão de Risco de Crédito do Banco Bradesco, para as tratativas deliberativas, possuindo as atribuições necessárias para o atendimento regulatório e o aprimoramento nos processos de gestão. Exposições ao crédito de seguro A exposição máxima de risco de crédito originado de prêmios a serem recebidos de segurados é considerada reduzida pela Administração, uma vez que em alguns casos a cobertura de sinistros pode ser cancelada (segundo regulamentação brasileira), caso os pagamentos dos prêmios não sejam efetuados na data de vencimento. A exposição ao risco de crédito para prêmios a receber difere entre os ramos de riscos a decorrer e riscos decorridos, onde nos ramos de risco decorridos a exposição é maior, uma vez que a cobertura é dada em antecedência ao pagamento do prêmio de seguro.

d.

A 4.495.229 4.495.229 -

BBB 275.073 275.073 32.584 32.584 -

BB 45.250 45.250 -

B 207.416 207.416 171171-

Sem rating 404.605 404.605 14.011 14.011 -

Exposto exclusivamente a risco de mercado 2.356.790 2.356.790 2.874.186 2.874.186 -

Total 88.677.894 26.331.998 59.989.106 2.356.790 46.694.553 43.532.267 288.100 2.874.186 3.740.383 3.659.576 80.807

O Grupo adota uma política de gerenciar as exposições de suas contrapartes de resseguro, limitando as resseguradoras que poderão ser usadas, e o impacto do inadimplemento das resseguradoras é avaliado regularmente. Risco de liquidez Risco de liquidez é a possibilidade da não existência de recursos financeiros suficientes para que o Grupo honre seus compromissos em razão dos descasamentos entre pagamentos e recebimentos, considerando as diferentes moedas e prazos de liquidação de seus direitos e obrigações. O conhecimento e o acompanhamento deste risco são cruciais, sobretudo para que o Grupo possa liquidar as operações em tempo hábil e de modo seguro. Exposição ao risco de liquidez O risco de liquidez é limitado pela reconciliação do fluxo de caixa de nossa carteira de investimentos com os respectivos continua


DIÁRIO DO COMÉRCIO

26

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

passivos. Para tanto, são empregados métodos atuariais para estimar os passivos oriundos de contratos de seguro. A qualidade de nossos investimentos também garante a capacidade de cobrirmos alta exigência de liquidez. Títulos de renda fixa - Notas do tesouro nacional .................................. Títulos de renda variável - Ações ........................................................... Títulos de renda fixa - Debêntures ......................................................... Títulos de renda fixa - Letras financeiras do tesouro – Judiciais............ Títulos de renda fixa - Fundos de investimentos imobiliários................. Títulos de renda variável - Certificados de recebíveis imobiliários......... Outras aplicações................................................................................... Títulos de renda fixa – Letras financeiras do tesouro............................. Títulos de renda fixa - Outros fundos de investimentos ......................... Títulos mantidos até o vencimento .................................................... Títulos de renda fixa - Notas do tesouro nacional .................................. Títulos de renda fixa - Certificados de recebíveis imobiliários ...............

Controladora – 2012 Prazo estimado de realização 1 a 5 anos Acima de 5 anos Disponível......................................................................... Aplicações ....................................................................... 8.265 2 Crédito das operações com seguros e resseguros .......... Ativos de resseguro - provisões técnicas ......................... 15.138 608 Títulos e créditos a receber .............................................. 494.030 5.380 Despesas antecipadas ..................................................... 517.433 5.990 Total Ativo ....................................................................... PASSIVO Prazo estimado de realização Até 1 ano 1 a 5 anos Acima de 5 anos Provisões técnicas............................................................ 33.514 77.477 12.942 Contas a pagar ................................................................. 150.085 49.569 Débitos das operações com seguros e resseguros ......... 4.103 Depósitos de terceiros...................................................... 1.049 Tributos diferidos .............................................................. 48.026 27.486 4.304 342.864 Provisões judiciais ............................................................ 241.081 497.396 12.942 Total Passivo .................................................................. Consolidado – 2012 Prazo estimado de realização ATIVO Até 1 ano 1 a 5 anos Acima de 5 anos Disponível......................................................................... 137.473 Aplicações (*) ................................................................... 17.461.968 20.864.173 100.786.689 Crédito das operações com seguros e resseguros .......... 2.062.888 2.105 Ativos de resseguro - provisões técnicas ......................... 707.998 137.962 29.133 Títulos e créditos a receber .............................................. 1.451.338 3.284.856 12.461 Outros valores e bens ...................................................... 57.709 Despesas antecipadas ..................................................... 74.948 2.072 677.687 230.022 297.380 Custos de aquisição diferidos........................................... 22.632.009 24.521.190 101.125.663 Total Ativo ....................................................................... Prazo estimado de realização PASSIVO Até 1 ano 1 a 5 anos Acima de 5 anos Provisões técnicas (**) ..................................................... 19.857.812 20.302.183 84.057.428 Contas a pagar ................................................................. 1.760.652 77.535 Débitos das operações com seguros e resseguros ......... 485.270 Depósitos de terceiros...................................................... 290.202 Tributos diferidos .............................................................. 339.017 693.198 2.481.675 450.391 2.069.251 Provisões judiciais ............................................................ 23.183.344 23.142.167 86.539.103 Total Passivo ..................................................................

ATIVO

Até 1ano 21.357 1.024.960 150.566 87.294 663.137 15 1.947.329

e.

Total 21.357 1.033.227 150.566 103.040 1.162.547 15 2.470.752 Total 123.933 199.654 4.103 1.049 75.512 347.168 751.419

b.

Total 124.217.423 1.838.187 485.270 290.202 3.513.890 2.519.642 132.864.614

Impacto sobre as exposições sujeitas à: f.

g.

4 a.

Títulos a valor justo por meio do resultado...................................... Títulos de renda fixa - Fundos de investimentos................................... Títulos de renda variável - Fundos de investimentos ............................ Títulos disponíveis para venda .......................................................... Títulos de renda variável – Ações .........................................................

Títulos a valor justo por meio do resultado....................................... Quotas de fundos especialmente constituídos....................................... Títulos de renda fixa - Fundos de investimentos.................................... Títulos de renda variável - Certificados de recebíveis imobiliários......... Títulos de renda variável - Fundos de investimentos ............................. Títulos de renda fixa - Certificados de depósitos bancários................... Títulos de renda fixa – Debêntures ........................................................ Títulos de renda fixa - Notas do tesouro nacional .................................. Outras aplicações................................................................................... Títulos de renda fixa - Letras financeiras de emissores privados .......... Títulos disponíveis para venda ........................................................... Títulos de renda fixa - Fundos de investimentos....................................

Títulos a valor justo por meio do resultado Notas do tesouro nacional................................ Certificados de depósitos bancários................ Letras financeiras de emissores privados....... Letras do tesouro nacional ............................... Letras financeiras do tesouro........................... Notas do tesouro nacional – op. comp............ Debêntures ....................................................... Ações................................................................. Quotas de fundos de investimentos ................ Letras do tesouro nacional – op. comp ........... Letras financeiras do tesouro – op. comp ....... Outros ................................................................ Certificados de recebíveis imobiliários............. Depósito em garantia especial......................... Debêntures – op. compromissada................... Notas promissórias ........................................... Títulos disponíveis para venda .................... Notas do tesouro nacional................................ Ações................................................................. Debêntures ....................................................... Letras financeiras do tesouro - Judiciais ......... Fundos de investimentos imobiliários.............. Outros fundos de investimentos ...................... Letras financeiras do tesouro........................... Certificados de recebíveis imobiliários............. Letras do tesouro nacional ............................... Outros ................................................................ Títulos mantidos até o vencimento ............. Notas do tesouro nacional................................ Certificados de recebíveis imobiliários............. Total...................................................................

variação do preço de ações

Risco operacional O risco operacional é representado pela perda resultante de processos internos, pessoas e sistemas inadequados ou falhos e de eventos externos. Essa definição inclui o Risco Legal, mas exclui o Estratégico e o de Imagem. Gerenciamento do risco operacional O Grupo aborda o gerenciamento do risco operacional num processo de aprimoramento contínuo, visando acompanhar a evolução dinâmica dos negócios e minimizar a existência de lacunas que possam comprometer a qualidade deste gerenciamento. Todo o processo de Governança Corporativa para gerenciamento do risco operacional é acompanhado trimestralmente pelos comitês executivos do Grupo Bradesco Seguros e do Banco Bradesco, cada qual com a sua especificidade, possuindo as seguintes atribuições: • Garantir o cumprimento das políticas de gestão de risco operacional e de continuidade de negócios do Grupo Bradesco Seguros; • Assegurar a efetividade do processo de gerenciamento de risco operacional e de continuidade de negócios do Grupo Bradesco Seguros; • Aprovar e revisar, as definições e critérios, modelagens matemáticas e estatísticas e cálculos referentes ao montante da alocação de capital; • Avaliar e submeter à validação do Comitê de Gestão Integrada de Riscos e Alocação de Capital, com reporte aos comitês específicos, a política, estrutura, papéis, procedimentos e responsabilidades das dependências envolvidas no processo, bem como as revisões executadas anualmente. Mecanismos de controle e monitoramento contínuo • Identificar junto às dependências interna e externa do Grupo os eventos de perdas decorrentes de risco operacional e consequente abertura e/ou manutenção de rubricas contábeis específicas para registro, contabilização e consolidação dessas perdas; • Assegurar o levantamento e tratamento das perdas identificadas mediante as origens/causas, para a avaliação, monitoramento, controle e mitigação do processo, possibilitando a redução dos impactos, ao menor custo; • Estabelecer reuniões com os gestores e executivos, quanto à proposta de recomendações técnicas das perdas junto às áreas, visando à melhoria contínua, às ações corretivas e preventivas do Risco Operacional. Gerenciamento de capital O processo de gerenciamento de capital é realizado de forma corporativa, visando proporcionar condições para o alcance dos objetivos estratégicos do Grupo Bradesco Seguros, levando em consideração o ambiente econômico e comercial onde atua. Este processo é compatível com a natureza das operações, complexidade e especificidade de cada produto e serviços no mercado securitário e com a dimensão da exposição a riscos do Grupo. O processo de adequação e gerenciamento de capital é acompanhado diariamente de forma contínua e visa assegurar que o Grupo Bradesco Seguros mantenha uma sólida base de capital para apoiar o desenvolvimento das atividades e fazer face aos riscos, seja em situações de normalidade de mercado, ou em condições extremas, em atendimento aos requerimentos regulatórios e/ou aos aspectos de Governança Corporativa. O Grupo deve manter, permanentemente, capital compatível com os riscos de suas atividades e operações conforme as características e peculiaridades de cada empresa no Grupo Bradesco Seguros, representado por níveis adequados de capital em linha com o modelo interno. O Grupo acompanha de maneira permanente os limites requeridos (margem de solvência, capital mínimo requerido e capital adicional) pelos órgãos reguladores (SUSEP e ANS). Aplicações Resumo da classificação das aplicações 2012 311.291 311.286 5 721.936 721.936 1.033.227

Controladora % 2011 30,13 369.616 30,13 369.595 21 69,87 628.588 69,87 628.588 100,00 998.204

% 37,03 37,03 62,97 62,97 100,00

2012 88.677.894 82.964.196 5.488.186 89.831 70.403 31.583 16.266 10.584 5.992 853 46.694.553 27.209.662

Consolidado % 2011 63,74 75.077.718 59,65 68.233.216 63,50 6.632.690 0,06 73.552 90.343 0,02 34.007 0,01 0,01 8.224 5.686 33,57 34.287.867 19,57 29.788.193

% 66,48 60,42 5,86 0,07 0,08 0,03 0,01 0,01 30,36 26,38

31 a 180 181 a dias 360 dias

Valor contábil/ Acima de Valor justo Valor custo 360 dias (*) atualizado

Ajuste a valor justo

Títulos a valor justo por meio do resultado............................................... 34.995.259 18.445.226 313.230 34.924.179 88.677.894 87.951.352 726.542 Notas do tesouro nacional – op. comp.......... 24.857.330 - 24.857.330 24.857.330 Letras do tesouro nacional – op. comp. ........ 6.198.067 15.132.633 - 21.330.700 21.330.700 Letras financeiras de emissores privados..... 70.761 1.254.078 46.707 13.693.185 15.064.731 14.952.410 112.321 Notas do tesouro nacional.............................. 13.731 49.983 - 9.950.931 10.014.645 9.514.634 500.011 Certificados de depósitos bancários.............. 39.896 952.051 167.473 5.436.276 6.595.696 6.574.630 21.066 Debêntures ..................................................... 26.131 9.817 2.759.984 2.795.932 2.659.399 136.533 Letras do tesouro nacional ............................. 7.112 613.881 9.516 2.074.026 2.704.535 2.663.827 40.708 Ações............................................................... 2.286.686 2.286.686 2.378.894 (92.208) Quotas de fundos de investimentos .............. 1.237.155 180.490 1.417.645 1.417.645 Letras financeiras do tesouro......................... 121.758 137.499 46.157 668.264 973.678 965.087 8.591 Notas comerciais............................................. 51.569 277.648 329.217 330.315 (1.098) Letras financeiras do tesouro – op. comp. .... 104.723 104.723 104.723 Certificados de recebíveis imobiliários........... 90.807 90.807 90.704 103 Depósito em garantia especial....................... 70.216 70.216 69.702 514 Debêntures – op. comp. ................................. 6 1.322 33.560 34.888 34.887 1 Outros .............................................................. 6.000 6.000 6.000 Notas promissórias ......................................... 465 465 465 - 43.198.103 46.694.553 38.889.082 7.805.471 Títulos disponíveis para venda .................. 3.496.450 Notas do tesouro nacional.............................. - 42.849.323 42.849.323 34.618.347 8.230.976 Ações............................................................... 2.874.186 2.874.186 3.294.796 (420.610) Notas do tesouro nacional – op. comp.......... 555.909 555.909 555.909 Debêntures...................................................... 252.682 252.682 220.695 31.987 Letras financeiras do tesouro - judiciais......... 75.563 75.563 75.455 108 Letras do tesouro nacional – op. comp. ........ 44.917 44.917 44.917 Fundos de investimentos imobiliários............ 11.527 7.751 19.278 56.943 (37.665) Quotas de fundos de investimentos .............. 9.911 9.911 9.911 Letras financeiras do tesouro......................... 6.555 6.555 6.555 Certificados de recebíveis imobiliários........... 5.954 5.954 5.279 675 Outros .............................................................. 275 275 275 - 3.740.383 3.740.383 3.740.383 Títulos mantidos até o vencimento ........... Notas do tesouro nacional.............................. - 3.659.576 3.659.576 3.659.576 80.807 80.807 80.807 Certificados de recebíveis imobiliários........... Total................................................................. 38.491.709 18.445.226 313.230 81.862.665 139.112.830 130.580.817 8.532.013

Fatores de Riscos Índices de Total sem Total com preços Renda variável correlação correlação (1) (2.156) (2.281) (2.164) (18.480) (8.605) (28.223) (21.907)

variações de taxas de variação da taxa juros prefixadas e cupons dos cupons de de taxas de juros índices de preços

Controladora – 2012 Acima Valor 31 a 180 Valor Ajuste a de contábil/ dias 360 dias Valor justo atualizado valor justo 899 8.267 311.291 310.968 323 302.120 302.120 6.963 6.963 6.752 211 1.291 1.291 1.181 110 899 899 899 10 10 9 1 5 4 1 2 2 2 1 1 1 721.936 841.994 (120.058) 721.936 841.994 (120.058) 899 8.267 1.033.227 1.152.962 (119.735)

Consolidado – 2012 1 a 30 dias ou sem vencimento definido

Os impactos líquidos de efeitos fiscais, desse cenário, sobre as posições em 31 de dezembro de 2012 seriam os seguintes:

Taxa de juros (124) (1.138)

% 1,08 2,15 0,64 0,07 0,02 0,01 0,01 3,16 3,09 0,07 100,00

Controladora – 2011 1 a 30 dias ou Valor Valor Ajuste a sem vencimento 181 a 360 Acima de contábil/ dias 360 dias Valor justo atualizado valor justo definido Títulos a valor justo por meio do resultado 365.419 1.163 3.034 369.616 369.523 93 Notas do tesouro nacional – op.comp. ............ 365.398 365.398 365.398 Letras do tesouro nacional .............................. 1.159 1.099 2.258 2.201 57 Notas do tesouro nacional............................... 1.105 1.105 1.069 36 Letras financeiras do tesouro .......................... 828 828 828 Ações............................................................... 21 21 21 Letras financeiras de emissores privados ....... 3 3 3 Certificados de depósitos bancários ............... 2 2 2 Debêntures ...................................................... 1 1 1 628.588 628.588 887.939 (259.351) Títulos disponíveis para venda .................... Ações............................................................... 628.588 628.588 887.939 (259.351) Total ................................................................ 994.007 1.163 3.034 998.204 1.257.462 (259.258)

(*) Nas aplicações financeiras das operações de vida e previdência a alocação entre as faixas de vencimento foi efetuada considerando a mesma expectativa de saída de recursos das provisões técnicas. (**) A estimativa de saída de desembolso financeiro para as provisões técnicas de longo prazo levou em consideração as premissas de mortalidade, cancelamento e conversão em renda utilizados para estimar os passivos atuariais. No que se refere ao fluxo de saída de sinistros foi considerado a experiência histórica observada do padrão de pagamento. Gerenciamento do risco de liquidez O gerenciamento do risco de liquidez é exercido de forma corporativa, envolvendo um conjunto de controles, principalmente no que diz respeito ao estabelecimento de limites técnicos, com permanente avaliação das posições assumidas e instrumentos financeiros utilizados. A política corporativa de gestão de riscos de mercado e liquidez tem por objetivos assegurar a existência de normas, critérios e procedimentos que garantam ao Grupo o estabelecimento de reserva mínima de liquidez, bem como a existência de estratégia e de planos de ação para situações de crise de liquidez. Risco de mercado O risco de mercado é representado pela possibilidade de perda financeira por oscilação de preços e taxas de juros dos instrumentos financeiros do Grupo, uma vez que suas carteiras ativas e passivas podem apresentar descasamentos de prazos, moedas e indexadores. Este risco é identificado, mensurado, mitigado e gerenciado, sendo as diretrizes e limites monitorados diariamente, de maneira independente. O controle do risco de mercado é realizado para todas as empresas do Grupo. As atividades expostas a risco de mercado são mapeadas, mensuradas e classificadas quanto à probabilidade e magnitude, com seus respectivos planos de mitigação devidamente aprovados pela estrutura de governança. Gerenciamento do risco de mercado O processo, realizado de forma corporativa, é aprovado pelo Conselho de Administração e reavaliado anualmente pelos comitês abaixo descritos, bem como pelo próprio Conselho de Administração. Definição de limites As propostas de limites de risco de mercado são validadas em Comitês específicos de negócios, bem como pelos Comitês Executivos de Investimentos e de Gestão de Riscos do Grupo Bradesco Seguros quando os limites são relacionados ao segmento de seguros. Posteriormente, são submetidas à aprovação do Comitê de Gestão Integrada de Riscos e Alocação de Capital, observando os limites definidos pelo Conselho de Administração, conforme as características das operações. A carteira do Grupo consiste em operações estruturais provenientes das diversas linhas de negócio considerando, ainda, os seus respectivos hedges. Nesse tipo de operação, a intenção não é a negociação de curto prazo, visando se beneficiar de oscilações de mercado, mas sim a manutenção do investimento pelo período necessário ao seu tipo de negócio e demanda, atendendo suas necessidades específicas. Os principais riscos monitorados são os riscos de taxa de juros e de carteira de ações. Exposições de moedas estrangeiras não são significativas nas operações da Companhia e o risco é acompanhado de forma consolidada pelo Grupo Bradesco Seguros. Modelos de mensuração do risco de mercado As posições são mensuradas mediante a metodologia de VaR Delta-Normal para o horizonte de 1 dia, com nível de confiança de 99% e volatilidades e correlações calculadas a partir de métodos estatísticos que atribuem maior peso aos retornos recentes. A mensuração e o controle do risco de taxa de juros são feitos a partir da metodologia EVE (Economic Value Equity), que mede o impacto econômico sobre as posições, de acordo com os cenários elaborados pela área econômica do Banco Bradesco. Nesses cenários são determinados movimentos positivos e negativos que podem ocorrer nas curvas de taxas de juros, com impactos sobre nossos ativos e passivos ao longo da vida das operações, não representando necessariamente prejuízo contábil. Análise de sensibilidade de risco de mercado Cenário Choque de 1 ponto base para taxa de juros Fator de risco e 1% de variação para preços Índice Bovespa em pontos ................................................................................. 60.343 Taxa Prefixada de 1 ano .................................................................................... 7,15% Cupom de IPCA de 1 ano................................................................................... 1,23%

Controladora................................... Consolidado....................................

Consolidado % 2011 11,68 1.223.240 2,07 2.424.344 0,18 724.016 0,05 79.298 0,01 23.884 5.316 265 9.603 0,01 9.708 2,69 3.569.614 2,63 3.490.501 0,06 79.113 100,00 112.935.199

Composição das aplicações financeiras por prazo e por título Apresentamos a seguir a composição das aplicações financeiras por prazo e por título, incluindo os títulos que compõem as carteiras dos fundos de investimentos. Os títulos a “valor justo por meio do resultado” estão apresentados no ativo circulante, independentemente dos prazos de vencimento. 1 a 30 dias ou sem vencimento definido Títulos a valor justo por meio do resultado 302.125 Notas do tesouro nacional - op.comp.............. 302.120 Notas do tesouro nacional............................... Letras do tesouro nacional .............................. Letras financeiras do tesouro .......................... Letras financeiras de emissores privados ....... Ações............................................................... 5 Debêntures ...................................................... Certificados de depósitos bancários................ 721.936 Títulos disponíveis para venda .................... Ações............................................................... 721.936 Total ................................................................ 1.024.061

Total 137.473 139.112.830 2.064.993 875.093 4.748.655 57.709 77.020 1.205.089 148.278.862

2012 16.247.020 2.874.186 252.682 75.563 19.278 5.954 275 22 9.911 3.740.383 3.659.576 80.807 139.112.830

c.

Consolidado – 2011 1 a 30 dias Valor ou sem contábil/ vencimen- 31 a 180 181 a 360 Acima de Valor justo to definido (*) dias dias 360 dias 43.304.560 2.158.828 6.032.516 23.581.814 75.077.718 31.038.909 39.994 7.257.868 38.336.771 2.324 1.209.410 977.512 5.885.115 8.074.361 222 127.470 1.706.200 5.007.396 6.841.288 3.784.033 582.185 1.234.316 5.600.534 84.491 174.443 1.614.025 3.131.213 5.004.172 4.296.412 - 4.296.412 64.447 646.511 933.209 922.090 2.566.257 2.393.784 - 2.393.784 1.202.971 - 1.202.971 262.864 262.864 167.663 167.663 5.690 121.303 126.993 80.303 80.303 994 63.513 64.507 58.088 58.088 750 750 2.728.468 17.431 4.985.368 26.556.600 34.287.867 269.209 - 4.499.949 26.241.983 31.011.141 2.424.344 - 2.424.344 855 485.419 237.742 724.016 17.105 62.193 79.298 23.884 23.884 9.708 9.708 326 9.277 9.603 5.316 5.316 292 292 176 89 265 125.886 3.443.728 3.569.614 125.886 3.364.615 3.490.501 79.113 79.113 46.033.028 2.176.259 11.143.770 53.582.142 112.935.199

Ajuste a valor justo 410.766 164.641 65.361 7.538 134.053 23 37.895 (1) (5) 912 349 2.837.715 3.784.561 (936.585) 21.539 5 (31.983) 131 47 3.248.481

(*) Não corresponde ao valor justo para os títulos classificados na categoria mantidos até o vencimento. O valor justo dos títulos mantidos até o vencimento é superior ao valor de custo atualizado em R$ 2.623.544 (R$ 1.594.276 em 2011). Cobertura das provisões técnicas Os valores dos bens e direitos oferecidos em cobertura das provisões técnicas são os seguintes: Controladora 2012 2011 123.933 120.032 Total das provisões técnicas ........................................................................................................ (-) Parcela correspondente a resseguros contratados (Nota 7a) ..................................................... 103.040 98.107 20.893 21.925 Total a ser coberto ......................................................................................................................... Títulos renda fixa públicos................................................................................................................ 30.893 31.925 30.893 31.925 Total dado em cobertura................................................................................................................ 10.000 10.000 Suficiência.......................................................................................................................................

Total das provisões técnicas ........................................................................................................ (-) Direitos creditórios (líquidos dos prêmios vencidos e não pagos)............................................... (-) Parcela correspondente a resseguros contratados (Nota 7a) ..................................................... (-) Depósitos especiais no IRB – Brasil Resseguros S.A. e depósitos judiciais de sinistros............ (-) Carregamento de comercialização – garantia estendida............................................................. (-) Provisões do convênio DPVAT.................................................................................................... Total a ser coberto ......................................................................................................................... Quotas de fundos especialmente constituídos – VGBL e PGBL...................................................... Quotas de fundos de investimento ................................................................................................... Títulos de renda fixa – públicos........................................................................................................ Títulos de renda fixa – privados ....................................................................................................... Ações................................................................................................................................................ Debêntures ....................................................................................................................................... Total dado em cobertura................................................................................................................ Suficiência....................................................................................................................................... d.

Valor atualizado 74.666.952 38.172.130 8.009.000 6.833.750 5.466.481 5.004.149 4.296.412 2.528.362 2.393.784 1.202.972 262.864 167.663 126.998 79.391 64.158 58.088 750 31.450.152 27.226.580 3.360.929 702.477 79.293 55.867 9.708 9.472 5.269 292 265 3.569.614 3.490.501 79.113 109.686.718

Consolidado 2012 2011 124.217.423 103.661.313 744.265 772.878 875.093 661.176 82.921 91.805 34.822 486.216 387.987 121.994.106 101.747.467 82.964.196 68.233.216 18.899.087 21.017.019 18.880.213 9.763.064 192.039 1.619.203 1.879.925 1.647.409 240.054 490.383 123.055.514 102.770.294 1.061.408 1.022.827

Hierarquia do valor justo A tabela abaixo apresenta instrumentos financeiros registrados pelo valor justo, utilizando um método de avaliação. Os diferentes níveis foram definidos como se segue: • Nível 1: Preços cotados (não ajustados) em mercados ativos. • Nível 2: Inputs, exceto preços cotados, incluídas no Nível 1 que são observáveis para o ativo ou passivo, diretamente (preços) ou indiretamente (derivado de preços). • Nível 3: Premissas, para o ativo, que não são baseadas em dados observáveis de mercado (inputs não observáveis). continua


DIÁRIO DO COMÉRCIO

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Valor justo por meio do resultado ................................... Notas do tesouro nacional – operação compromissada ..... Notas do tesouro nacional................................................... Letras do tesouro nacional .................................................. Letras financeiras do tesouro .............................................. Letras financeiras de emissores privados ........................... Ações................................................................................... Debêntures .......................................................................... Certificados de depósitos bancários.................................... Disponíveis para venda .................................................... Ações................................................................................... Total ....................................................................................

Nível 1 9.158 6.963 1.291 899 5 721.936 721.936 731.094

Controladora 2012 Nível 2 Total Nível 1 302.133 311.291 4.212 302.120 302.120 6.963 1.105 1.291 2.258 899 828 10 10 5 21 2 2 1 1 721.936 628.588 721.936 628.588 302.133 1.033.227 632.800

2011 Nível 2 365.404 365.398 3 1 2 365.404

Total 369.616 365.398 1.105 2.258 828 3 21 1 2 628.588 628.588 998.204

27

Operação (*) Total União ....................................................... ODONTOPREV ................................................. ODONTOPREV ................................................. ODONTOPREV ................................................. ODONTOPREV ................................................. ODONTOPREV ................................................. Total ODONTOPREV ....................................... Total ..................................................................

e.

5

Total 88.677.894 24.857.794 21.330.700 15.064.731 10.014.645 6.595.696 2.795.932 2.704.535 2.286.686 1.417.645 973.678 329.217 104.723 90.807 70.216 34.888 6.001 46.694.553 42.849.323 2.874.186 555.909 252.682 75.563 44.917 19.278 9.911 6.555 5.954 275 135.372.447

Nível 1 17.822.480 8.693.339 1.815.529 2.393.784 4.919.828 11.594.564 9.057.143 2.424.344 23.884 88.901 292 29.417.044

Controladora 2012 2011 998.204 948.475 1.151.101 1.384.755 (1.284.116) (1.194.638) 28.745 14.074 139.293 (154.462) 1.033.227 998.204

Fundo de investimento FIF RF Cardial ............................................................. FIF RF Cardial ............................................................. Total FI RF Cardial..................................................... FIF RF Master Previdência.......................................... FIF RF Master Previdência.......................................... FIF RF Master Previdência.......................................... FIF RF Master Previdência.......................................... FIF RF Master Previdência.......................................... FIF RF Master Previdência.......................................... Total FIF RF Master Previdência .............................. FIF Negocial ................................................................ FIF Negocial ................................................................ Total FIF Negocial...................................................... FIF RF Master II Previdência....................................... FIF RF Master II Previdência....................................... FIF RF Master II Previdência....................................... FIF RF Master II Previdência....................................... FIF RF Master II Previdência....................................... Total FIF RF Master II Previdência ........................... FIF RF Master Prefixado ............................................. FIF RF Master Prefixado ............................................. FIF RF Master Prefixado ............................................. FIF RF Master Prefixado ............................................. FIF RF Master Prefixado ............................................. FIF RF Master Prefixado ............................................. FIF RF Master Prefixado ............................................. FIF RF Master Prefixado ............................................. FIF RF Master Prefixado ............................................. FIF RF Master Prefixado ............................................. FIF RF Master Prefixado ............................................. Total FIF RF Master Prefixado.................................. FIF RF Crédito Privado Master.................................... FIF RF Crédito Privado Master.................................... FIF RF Crédito Privado Master.................................... FIF RF Crédito Privado Master.................................... Total FIF RF Crédito Privado Master ....................... FRAM Capital Previdência FI Renda Fixa................... Total FRAM Capital Previdência FI Renda Fixa ...... FRAM Capital Previdência FI RF Longo Prazo ........... FRAM Capital Previdência FI RF Longo Prazo ........... Total FRAM Capital Previdência - FI RF Longo Prazo. FRAM Capital Previdência RV20 FIM ......................... FRAM Capital Previdência RV20 FIM ......................... Total FRAM Capital Previdência - RV 20 FIM .......... GBS FIM...................................................................... GBS FIM...................................................................... GBS FIM...................................................................... GBS FIM...................................................................... GBS FIM...................................................................... GBS FIM...................................................................... GBS FIM...................................................................... GBS FIM...................................................................... Total GBS FIM ............................................................ Ibiúna Previdência FIM................................................ Ibiúna Previdência FIM................................................ Total Ibiúna Previdência FIM .................................... Total ............................................................................

2011 Nível 2 Total 57.255.238 75.077.718 33.939.844 33.939.844 4.047.869 4.047.869 6.841.288 6.841.288 8.693.339 8.074.361 8.074.361 1.503.984 1.503.984 1.815.529 2.393.784 1.202.971 1.202.971 4.919.828 252.007 252.007 80.303 80.303 64.507 64.507 1.120.361 1.120.361 127.743 127.743 22.693.303 34.287.867 21.724.208 30.781.351 2.424.344 229.790 229.790 724.016 724.016 23.884 9.708 9.708 88.901 5.316 5.316 265 265 292 79.948.541 109.365.585

Consolidado 2012 2011 112.935.199 98.515.023 48.589.560 31.587.652 (40.205.621) (26.724.996) 12.663.014 9.953.931 162.922 4.967.756 (396.411) 139.112.830 112.935.199

Desempenho e taxas contratadas A Administração mensura a rentabilidade de seus investimentos utilizando como parâmetro a variação das taxas de rentabilidade dos Certificados de Depósitos Interbancários (CDI). Em 2012, o desempenho global dos ativos financeiros em renda fixa, títulos públicos e títulos privados, que compõem a carteira de aplicações financeiras, atingiu 103,35% do CDI acumulado do exercício. Instrumentos financeiros derivativos Em 31 de dezembro de 2012, a Companhia possuía em fundos de investimentos contratos futuros de DI sendo que os diferenciais a pagar ou a receber dos contratos futuros são liquidados diariamente. O objetivo de atuação no mercado de derivativos, seja através de posições ativas ou proteção (hedge), visa administrar a exposição a riscos de mercado, de moeda ou taxa de juros e proteção das posições detidas à vista.

Operação (*) Fundo de investimento FI RF Cardial ..................................................... FI RF Cardial ..................................................... FI RF Cardial ..................................................... Total FI RF Cardial...........................................

DI1 DI1 DI1 -

Controladora 2012 Ano de Tipo de Quantidade vencimento compromisso 185 15 3 -

2014 2015 2013 -

Compra Venda Compra -

Valor de referência 17.252 (1.292) 295 16.255 6 a.

O resultado do exercício foi de R$ (96) e o montante a pagar, em 31 de dezembro de 2012, é de R$ 2.

Operação (*) Fundo de investimento FIF RF Cardial ................................................... FIF RF Cardial ................................................... Total FIF RF Cardial.........................................

FI RE Master II Previdência............................... FI RE Master II Previdência............................... FI RE Master II Previdência............................... FI RE Master II Previdência............................... FI RE Master II Previdência............................... Total FI RE Master II Previdência ................... FI Renda Fixa Cardial........................................ FI Renda Fixa Cardial........................................ FI Renda Fixa Cardial........................................ Total FI Renda Fixa Cardial l .......................... FI RF Crédito Privado Master............................ FI RF Crédito Privado Master............................ FI RF Crédito Privado Master............................ FI RF Crédito Privado Master............................ Total FI RF Crédito Privado Master................ FI RF Master III Prev ......................................... FI RF Master III Prev ......................................... FI RF Master III Prev ......................................... FI RF Master III Prev ......................................... FI RF Master III Prev ......................................... Total FI RF Master III Prev............................... FI RF Master Prefixado ..................................... FI RF Master Prefixado ..................................... FI RF Master Prefixado ..................................... FI RF Master Prefixado ..................................... FI RF Master Prefixado ..................................... FI RF Master Prefixado ..................................... FI RF Master Prefixado ..................................... FI RF Master Prefixado ..................................... FI RF Master Prefixado ..................................... FI RF Master Prefixado ..................................... Total FIF RF Master Prefixado........................ FI RF Master Previdência.................................. FI RF Master Previdência.................................. FI RF Master Previdência.................................. FI RF Master Previdência.................................. FI RF Master Previdência.................................. Total FI RF Master Previdência ...................... FI RF Memorial.................................................. FI RF Memorial.................................................. Total FI RF Memorial ....................................... FIF Negocial ...................................................... FIF Negocial ...................................................... FIF Negocial ...................................................... Total FIF Negocial............................................ BGT Pactual FI RF ............................................ BGT Pactual FI RF ............................................ BGT Pactual FI RF ............................................ BGT Pactual FI RF ............................................ Total BGT Pactual FI RF.................................. BGT Pactual Juros e Moeda FIM ...................... BGT Pactual Juros e Moeda FIM ...................... BGT Pactual Juros e Moeda FIM ...................... BGT Pactual Juros e Moeda FIM ...................... Total BGT Pactual Juros e Moeda FIM .......... FIF Renda Fixa Riveira...................................... FIF Renda Fixa Riveira...................................... Total FIF Renda Fixa Riveira .......................... FRAM Capital Prev FI RF LP ............................ FRAM Capital Prev FI RF LP ............................ Total FRAM Capital Prev FI RF LP ................. FRAM Capital Prev RV20 FIM........................... Total FRAM Capital Prev RV20 FIM................ GBS FIM............................................................ GBS FIM............................................................ GBS FIM............................................................ GBS FIM............................................................ GBS FIM............................................................ GBS FIM............................................................ GBS FIM............................................................ GBS FIM............................................................ Total GBS FIM .................................................. Ibiúna Previdência FIM...................................... Total Ibiúna Previdência FIM .......................... União ................................................................. União .................................................................

DI1 DI1 -

Operação (*) Dl1 Dl1 Dl1 Dl1 Dl1

Controladora 2011 Ano de Tipo de Quantidade vencimento compromisso 12 15 -

2012 2015 -

200 131 15 3 2

Operação (*)

Movimentação das aplicações financeiras

Saldo em 1º janeiro .................................................................. (+) Aplicações............................................................................. (-) Resgates................................................................................ (+) Rendimentos ........................................................................ (+) Incorporação ......................................................................... (+/-) Ajuste a valor justo – Disponível para venda..................... Saldo em 31 de dezembro ....................................................... f.

2012 Nível 2 74.077.044 24.857.794 21.330.700 15.064.721 21.928 6.595.696 2.795.932 1.220.825 1.417.645 135.951 329.217 104.723 90.807 70.216 34.888 6.001 21.615.491 20.742.497 555.909 249.964 44.917 9.911 6.064 5.954 275 95.692.535

Dl1 Dl1 Dl1 Dl1 Dl1

Venda Venda -

Consolidado 2012 Ano de Tipo de Quantidade vencimento compromisso 10.667 2013 Venda 36.883 2014 Compra 2.090 2015 Venda 9.230 2016 Venda 3.947 2017 Venda

DI1 DI1 DI1

185 15 3

2014 2015 2013

Compra Venda Compra

Dl1 Dl1 Dl1 Dl1

19 32 27 5

2013 2014 2015 2016

Compra Compra Compra Compra

Dl1 Dl1 Dl1 Dl1 Dl1

114 1.743 30 239 1

2013 2014 2015 2016 2017

Compra Compra Venda Venda Compra

Dl1 Dl1 Dl1 Dl1 Dl1 Dl1 Dl1 Dl1 Dl1 Dl1

160 105 240 105 115 10 25 20 40 35

2013 2013 2014 2015 2016 2016 2017 2018 2021 2023

Compra Venda Compra Compra Venda Compra Compra Compra Compra Compra

Dl1 Dl1 Dl1 Dl1 Dl1

11.873 1.946 3.665 7.089 3.945

2013 2014 2015 2016 2017

Venda Compra Venda Venda Venda

Dl1 Dl1

31 619

2013 2014

Compra Compra

Dl1 Dl1 Dl1

16 218 92

2013 2014 2015

Compra Compra Venda

Dl1 Dl1 Dl1 Dl1

38 77 19 5

2013 2013 2014 2014

Venda Compra Compra Venda

Dl1 Dl1 Dl1 Dl1

855 690 162 45

2013 2013 2014 2014

Venda Compra Compra Venda

Dl1 Dl1

2 221

2013 2014

Compra Compra

Dl1 DDl

50 30

2017 2020

Venda Venda

DDl

50

2020

Venda

Dl1 IDI IDI IND Dl1 Dl1 Dl1 Dl1

1.803 4.666 4.666 18 3.220 1.471 91 683

2013 2013 2013 2013 2014 2015 2016 2017

Venda Compra Venda Compra Compra Venda Venda Compra

IND

65

2013

Venda

Dl1 Dl1

2.050 200

2015 2013

Venda Venda

Valor de referência (1.143) (1.103) (2.246)

Valor de Referência (1.049.238) 3.439.698 (176.714) (711.428) (285.390) 1.216.928 17.252 (1.292) 295 16.255 1.899 2.984 2.326 395 7.604 11.120 162.537 (2.530) (18.134) 72 153.065 15.540 (10.494) 22.199 9.026 (9.078) 755 1.808 1.322 1.990 1.444 34.512 (1.167.239) 181.466 (311.892) (548.098) (285.427) (2.131.190) 3.040 57.722 60.762 1.573 20.328 (7.923) 13.978 (3.798) 7.443 1.772 (450) 4.967 (85.454) 66.692 15.107 (4.047) (7.702) 197 20.608 20.805 (3.618) (2.506) (6.124) (4.178) (4.178) (180.205) 5.712 (9) 1.111 300.269 (126.696) (7.183) 49.416 42.415 (4.014) (4.014) (176.565) (19.667)

2016 2014 2015 2013 2013

Venda Compra Venda Compra Compra

Valor de Referência (196.232) (15.788) 12.216 (1.292) 295 193 (4.376) (782.525)

O resultado do exercício foi de (R$ 157.260) e (R$ 782.168) em 2011. O montante a pagar, em 31 de dezembro de 2012, é de R$ 5.018.

Consolidado Nível 1 Valor justo por meio do resultado ................................ 14.600.850 Notas do tesouro nacional – operação compromissada.. Letras do tesouro nacional - operação compromissada.. Letras financeiras de emissores privados........................ 10 Notas do tesouro nacional................................................. 9.992.717 Certificados de depósitos bancários................................. Debêntures......................................................................... Letras do tesouro nacional ................................................ 1.483.710 Ações.................................................................................. 2.286.686 Quotas de fundos de investimentos ................................. Letras financeiras do tesouro............................................ 837.727 Notas comerciais................................................................ Letras financeiras do tesouro - operação compromissada Certificados de recebíveis imobiliários.............................. Depósito a prazo com garantia especial .......................... Debêntures – operação compromissada......................... Outras aplicações .............................................................. Disponíveis para venda .................................................. 25.079.062 Notas do tesouro nacional................................................. 22.106.826 Ações.................................................................................. 2.874.186 Notas do tesouro nacional – operação compromissada. Debêntures......................................................................... 2.718 Letras financeiras do tesouro – judicial............................. 75.563 Letras do tesouro nacional - operação compromissada . Fundo de investimento imobiliário .................................... 19.278 Quotas de fundos de investimento ................................... Letras financeiras do tesouro............................................ 491 Certificados de recebíveis imobiliários.............................. Outras aplicações .............................................................. Letras do tesouro nacional ................................................ Total.................................................................................... 39.679.912

Consolidado 2012 Ano de Tipo de Quantidade vencimento compromisso

b.

Consolidado 2011 Ano de Tipo de Quantidade vencimento compromisso

DI1 DI1

12 15

2012 2015

Venda Venda

DI1 DI1 DI1 DI1 DI1 DI1

6 5.565 17.842 16.001 983 12.223

2012 2012 2013 2014 2015 2017

Venda Venda Compra Venda Venda Venda

DI1 DI1

85 92

2012 2015

Venda Venda

DI1 DI1 DI1 DI1 DI1

378 1.362 898 353 967

2012 2013 2014 2015 2017

Venda Compra Venda Compra Venda

DI1 DI1 DI1 DI1 DI1 DI1 DI1 DI1 DI1 DI1 DI1

37 8 21 5 40 45 70 70 75 10 15

2012 2012 2012 2012 2013 2013 2013 2014 2015 2017 2021

Venda Compra Compra Compra Compra Compra Compra Compra Compra Compra Compra

DI1 DI1 DI1 DI1

10 18 6 3

2012 2013 2014 2015

Compra Compra Compra Compra

DI1

1

2014

Venda

DDI DI1

30 50

2020 2017

Venda Venda

DDI DI1

50 30

2020 2017

Venda Venda

DI1 DI1 DI1 DI1 DI1 IDI IDI IDI

530 7.406 5.059 484 165 79 158 79

2012 2012 2013 2014 2017 2012 2012 2012

Venda Compra Compra Venda Venda Compra Venda Compra

DI1 IND

200 105

2015 2012

Venda Venda

Seguros de pessoas.............................................................................................................................. Total ......................................................................................................................................................

Controladora 2012 2011 25 34 25 34

Automóvel/RCF ..................................................................................................................................... Saúde .................................................................................................................................................... Seguros de pessoas.............................................................................................................................. Transporte nacional/internacional/RC cargas ....................................................................................... Compreensivo residencial ..................................................................................................................... Marítimo/aeronáutico............................................................................................................................. Compreensivo empresarial.................................................................................................................... Riscos nomeados e operacionais.......................................................................................................... Riscos diversos ..................................................................................................................................... Crédito doméstico.................................................................................................................................. Compreensivo condomínio.................................................................................................................... Responsabilidade civil geral .................................................................................................................. Riscos de engenharia............................................................................................................................ Garantia estendida ................................................................................................................................ Demais .................................................................................................................................................. Prêmios a receber ............................................................................................................................... Redução ao valor recuperável............................................................................................................... Total ......................................................................................................................................................

Consolidado 2012 2011 708.180 770.575 691.772 539.491 230.647 185.055 56.825 55.015 54.571 49.991 28.290 23.066 25.494 25.404 60.684 37.020 11.892 12.320 6.158 7.391 4.212 3.748 4.437 4.991 3.029 5.770 45.806 3.524 58.620 31.232 1.990.617 1.754.593 (182.606) (149.991) 1.808.011 1.604.602

Faixas de vencimento

A vencer Até 30 dias................................................................................................... De 31 a 120 dias ......................................................................................... Acima de 121 dias ....................................................................................... Total a vencer ............................................................................................ Vencidos Até 30 dias................................................................................................... De 31 a 120 dias ......................................................................................... Acima de 121 dias ....................................................................................... Total vencidos ........................................................................................... Redução ao valor recuperável..................................................................... Total ............................................................................................................

7 a.

16 2 6.446 6.464 (6.439) 25

20 20

Consolidado 2012 2011 917.575 446.377 98.903 1.462.855

1 271.658 1 128.512 6.453 127.592 6.455 527.762 (6.441) (182.606) 34 1.808.011

956.932 398.335 100.385 1.455.652 144.717 50.833 103.391 298.941 (149.991) 1.604.602

Os produtos da Bradesco Auto/RE são geralmente oferecidos com parcelamento médio de 10 prestações. Para os bilhetes (Residencial e DPEM), só existe a opção de pagamento à vista. Movimentação dos prêmios a receber Saldo em 1º janeiro de 2012 (*) ................................................................................................. (+) Prêmios emitidos .................................................................................................................... (+) Custo de apólice e IOF ........................................................................................................... (+) Adicional de fracionamento..................................................................................................... (-) Prêmios cancelados................................................................................................................. (-) Recebimentos .......................................................................................................................... Constituição/(reversão) de provisão para perda .......................................................................... Saldo em 31 de dezembro de 2012 (*) ......................................................................................

Controladora Consolidado 34 1.439.042 32.158 19.703.821 123 680.253 76.901 (1.414) (743.581) (30.878) (19.495.872) 2 (32.615) 25 1.627.949

Saldo em 1º janeiro de 2011 (*) ................................................................................................. (+) Prêmios emitidos .................................................................................................................... (+) Custo de apólice e IOF ........................................................................................................... (+) Adicional de fracionamento..................................................................................................... (-) Prêmios cancelados................................................................................................................. (-) Recebimentos .......................................................................................................................... Reversão de provisão para perda ................................................................................................ Saldo em 31 de dezembro de 2011 (*) ......................................................................................

Controladora Consolidado 668 1.193.337 33.418 16.823.078 100 656.518 79.360 (576) (1.248.514) (33.576) (16.045.870) (18.867) 34 1.439.042

(*) Não contempla prêmios de cosseguro aceito no montante de R$ 180.062 (R$ 165.560 em 2011) no consolidado. Operações de resseguro Composição

Sinistros pagos a recuperar........................................................................... Outros créditos .............................................................................................. Provisão para risco de créditos ..................................................................... Operações com resseguradoras................................................................ Provisão de sinistros a liquidar...................................................................... Provisão de sinistros ocorridos mas não avisados (IBNR)............................ Provisão de benefícios a regularizar ............................................................. Provisão de prêmios não ganhos/PPNG-RVNE/PCP ................................... Ativos de resseguros - provisões técnicas .............................................. Total .............................................................................................................. b.

(1.143) (1.103) (2.246) (600) (530.037) 1.620.795 (1.309.894) (72.276) (726.029) (1.018.041) (8.096) (6.764) (14.860) (36.003) 123.726 (73.513) 25.955 (57.438) (17.273) (3.697) 780 2.000 465 3.634 3.993 6.051 5.730 5.514 594 580 25.644 999 1.635 491 221 3.346 (82) (82) (1.982) (2.970) (4.952) (3.303) (1.782) (5.085) (952.223) 705.383 459.567 (39.622) (9.801) 10 (11) 3 163.306 (14.705) (5.996) (20.701) (890.944)

(*) IND - Contrato futuro de Ibovespa; DI1 - Contrato futuro de taxa média de depósitos interfinanceiros de 1 dia; DDI Contrato futuro de cupom cambial; IDI - Índice de taxa média de depósitos interfinanceiros de 1 dia. Prêmios a receber Ramos de seguro

Controladora 2012 2011

c.

Valor de referência

Controladora 2012 2011 175 565 (36) (266) 139 299 102.487 97.563 553 544 103.040 98.107 103.179 98.406

Consolidado 2012 2011 15.481 37.283 4.214 5.192 (6.247) (8.505) 13.448 33.970 619.111 436.513 109.399 116.146 1.181 906 145.402 107.611 875.093 661.176 888.541 695.146

Movimentação Saldo em 1º janeiro de 2012 ....................................................................................................... Constituição de provisões ............................................................................................................. Reversão de provisões.................................................................................................................. Sinistros recuperados.................................................................................................................... Atualização monetária e juros de sinistros .................................................................................... Outros............................................................................................................................................ Saldo em 31 de dezembro de 2012 ............................................................................................

Controladora Consolidado 98.406 695.146 285 331.451 (5.623) (152.011) 4.943 21.223 (455) (1.645) 103.179 888.541 continua


DIÁRIO DO COMÉRCIO

28

Controladora Consolidado 71.242 637.974 8.055 196.532 651 (16.750) (127.325) 19.163 25.044 (705) (20.329) 98.406 695.146

Saldo em 1º janeiro de 2011 ....................................................................................................... Constituição de provisões ............................................................................................................. Reversão de provisões.................................................................................................................. Sinistros recuperados.................................................................................................................... Atualização monetária e juros de sinistros .................................................................................... Outros............................................................................................................................................ Saldo em 31 de dezembro de 2011 ............................................................................................ c.

Composição por ressegurador

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

10 Bens à venda a.

Composição

Auto ................................................................................................................................. Ramos elementares ........................................................................................................ Outros valores ................................................................................................................ Total ................................................................................................................................ b.

Consolidado 2012 51.578 255 253 52.086

Aging

Controladora Sinistros a recuperar (Nota 7a) 175 175

Resseguradores Categoria IRB Brasil Resseguros S.A....................................... Local Total .........................................................................

2012 Recuperação de sinistros (Nota 27e) 48 48

Sinistros a recuperar (Nota 7a) 565 565

2011 Recuperação de sinistros (Nota 27e) 7.705 7.705

De 1 a 30 dias ................................................................................................................. De 31 a 60 dias ............................................................................................................... De 61 a 120 dias ............................................................................................................ De 121 a 180 dias ........................................................................................................... Total ................................................................................................................................

Prêmio a liquidar 86.376 20.838 107.214

Prêmio Cedido (Nota 27e) 252.846 31.023 84 283.953

Sinistros a Recuperação recuperar de sinistros (Nota 7a) (Nota 27e) 15.481 292.658 15.481 292.658

Prêmio Cedido (Nota 27e) 223.144 30.361 244 253.749

Sinistros a Recuperação recuperar de sinistros (Nota 7a) (Nota 27e) 37.283 138.154 37.283 138.154

Controladora

Tributos diferidos (i).................. Impostos a compensar ............. Total .........................................

Até 1 ano 174.430 174.430

2012 Acima de 1 ano 248.752 7.578 256.330

Até 1 ano 467 20 333.621 334.108

2012 Acima de 1 ano 1.489.210 14.477 1.503.687

d.

Prêmio a liquidar 97.539 8.824 106.363

Antecipação de IR e CSLL ....... Tributos diferidos (i).................. Impostos a compensar ............. Total ......................................... (i)

Consolidado – 2012 Sinistros Recuperação % Cessão resseguros Sinistros 83,22 137.425 116.987 58,85 172.556 158.201 15,34 74,79 8,27 255.621 17.470 565.602 292.658

% Cessão 85,13 91,68 6,83

Consolidado – 2011 Prêmio Ramo emitido Risco operacional/risco nomeado .. 126.225 Marítimo/Aeronáutico ..................... 89.386 Transportes .................................... 146.169 Risco de engenharia....................... 20.627 Outros............................................. 634.402 Total ............................................... 1.016.809 8

Prêmio de resseguro Cedido (Nota 27e) 95.903 54.194 24.645 17.629 62.378 253.749

Sinistros % Cessão resseguros 75,98 117.530 60,63 45.739 16,86 82.047 85,47 9,83 228.900 474.216

Recuperação de Sinistros 88.285 28.708 10.284 10.877 138.154

% Cessão 75,12 62,76 12,53 4,75

Arrendamento mercantil financeiro As operações de arrendamento mercantil financeiro serão liquidadas conforme se segue:

Até um ano ...................................................................................................................... Entre um e cinco anos..................................................................................................... Total ................................................................................................................................

INSS ................................................................ IR e CSLL ........................................................ DPVAT............................................................. Cíveis e trabalhistas ........................................ PIS................................................................... Sinistros........................................................... FINSOCIAL...................................................... ICMS................................................................ Outros.............................................................. Total ................................................................

2011 208.459 77.477 55.068 23.006 21.910 16.786 15.848 2.086 35.213 455.853

Total 34.521 1.276.639 283.238 1.594.398

Provisão para riscos de crédito .............................................. Provisão judicial – Cíveis........................................................ Provisão judicial – Fiscais ...................................................... Provisão judicial – Trabalhistas .............................................. Provisão para desvalorização de títulos e investimentos....... Prejuízo fiscal e base negativa de contribuição social ........... Ajuste a valor justo - títulos disponíveis para venda .............. Outros..................................................................................... Total ......................................................................................

Controladora Saldo em 2011 Constituição Realização Saldo em 2012 8.499 11.555 (8.499) 11.555 22.268 1.913 (5.453) 18.728 91.347 83 91.430 5.093 862 (1.362) 4.593 10.352 47.203 57.555 11.318 (2.389) 8.929 103.740 (55.716) 48.024 16.136 6.936 (15.134) 7.938 268.753 68.552 (88.553) 248.752

Provisão para riscos de crédito .............................................. Provisão judicial – Cíveis........................................................ Provisão judicial – Fiscais ...................................................... Provisão judicial – Trabalhistas .............................................. Provisão para desvalorização de títulos e investimentos....... Prejuízo fiscal e base negativa de contribuição social ........... Ajuste a valor justo - títulos disponíveis para venda .............. Outros..................................................................................... Total ......................................................................................

Consolidado Saldo em 2011 Constituição Realização Saldo em 2012 185.662 72.107 (59.609) 198.160 214.305 126.150 (77.148) 263.307 449.029 78.137 (2.586) 524.580 12.157 3.452 (3.925) 11.684 39.461 160.917 (280) 200.098 27.259 4.223 (3.670) 27.812 131.047 19.689 (83.023) 67.713 217.719 4.159 (26.002) 195.876 1.276.639 468.834 (256.243) 1.489.230

Controladora Diferenças temporárias Prejuízo fiscal e base negativa Imposto de renda Contribuição social Imposto de renda Contribuição social 2013.................... 2014.................... 2015.................... 2016.................... 2017....................

Depósitos judiciais e fiscais Controladora 2012 211.815 82.942 20.144 35.168 23.120 14.416 15.848 2.086 13.022 418.561

2011 Até 1 ano Acima de 1 ano 34.521 1.276.639 268.518 14.720 303.039 1.291.359

Total 467 1.489.230 348.098 1.837.795

(ii) Previsão de realização dos créditos tributários

Controladora/Consolidado 2012 2011 2.284 2.105 3.985 5.787 6.269 7.892

Os arrendamentos financeiros realizados estão relacionados à servidores e softwares. Os contratos geralmente são realizados pelo período de 5 anos, com opção de serem renovados após a data de vencimento por igual período. 9

Total 268.753 158.883 427.636

Movimentação de tributos diferidos

Demonstração da carteira e do percentual ressegurado Prêmio Resseguro cedido emitido (Nota 27e) Ramo Risco operacional/risco nomeado .. 148.036 123.195 Marítimo/Aeronáutico ..................... 127.765 75.190 Transportes .................................... 104.187 15.985 Risco de engenharia....................... 8.543 6.389 63.194 Outros............................................. 764.418 283.953 Total ............................................... 1.152.949

2011 Até 1 ano Acima de 1 ano 268.753 151.479 7.404 151.479 276.157

Total 248.752 182.008 430.760

Consolidado

Consolidado – 2011

Categoria Resseguradores IRB Brasil Resseguros S.A....................................... Local Outros....................................................................... Admitida Outros....................................................................... Eventual Total .........................................................................

Consolidado 2011 18.091 9.681 10.583 5.125 43.480

2012 15.276 13.553 15.069 8.188 52.086

11 Créditos tributários e previdenciários

Consolidado – 2012

Categoria Resseguradores IRB Brasil Resseguros S.A....................................... Local Outros....................................................................... Admitida Outros....................................................................... Eventual Total .........................................................................

2011 41.477 2.003 43.480

Consolidado 2012 2011 1.178.433 1.019.666 526.549 482.759 26.944 64.998 251.749 200.777 26.495 25.170 139.644 131.770 16.868 16.868 2.097 2.134 30.398 115.217 2.199.177 2.059.359

2013.................... 2014.................... 2015.................... 2016.................... 2017....................

16.987 9.753 35.445 35.268 35.500 132.953

8.478 4.756 14.917 14.786 14.907 57.844

6.690 6.690

Total

3.241 3.241

25.465 17.750 50.362 50.054 57.097 200.728

Consolidado Diferenças temporárias Prejuízo fiscal e base negativa Imposto de renda Contribuição social Imposto de renda Contribuição social 166.430 94.446 1.311 444 90.152 48.375 1.291 3.685 165.785 88.500 1.291 444 62.686 26.716 1.291 444 428.023 222.592 14.735 2.876 913.076 480.629 19.919 7.893

Total 262.631 143.503 256.020 91.137 668.226 1.421.517

A projeção de realização de crédito tributário é uma estimativa e não está diretamente relacionada à expectativa de lucros contábeis. O valor presente dos créditos tributários monta a R$ 1.331.286 Não inclui os creditos tributários oriundos do ajuste a valor justo dos títulos disponíves para a venda

12 Participações societárias As participações societárias estão assim apresentadas: Controlada

Dados 31 de dezembro de 2012 Capital social ............................................................. Quantidade de ações possuídas: ON ............................................................................. Percentual de participação ........................................ Total de ativos ........................................................... Total de passivos líquidos de provisões judiciais ...... Total das provisões judiciais...................................... Patrimônio líquido ..................................................... Total de receitas ........................................................ Lucro líquido / (prejuízo) do período.......................... Saldo em 31 de dezembro de 2010 ........................ Aumento/ (redução) de capital .................................. Combinação de negócio líquido dos efeitos tributários na controlada ...................................................... Variação cambial ....................................................... Ajustes com títulos e valores mobiliários - coligadas e controladas ............................................................. Dividendos e juros sobre capital próprio ................... Baixa.......................................................................... Resultado de equivalência patrimonial...................... Saldo em 31 de dezembro de 2011 ........................ Aquisição ................................................................... Aumento/ (redução) de capital .................................. Variação cambial ....................................................... Ajustes com títulos e valores mobiliários - coligadas e controladas ............................................................. Dividendos e juros sobre capital próprio ................... Baixa.......................................................................... Resultado de equivalência patrimonial...................... Saldo em 31 de dezembro de 2012 ........................

Companhia Brasileira de Gestão de Serviços

Bradesco Argentina de Seguros S.A. (a) ( b)

129.177

3.747

708.700 41,85 131.570 10.608 263 120.699 90.245 15.285 38.543 -

9.008.251 99,90 5.366 1.343 4.023 1.181 (477) 8.274 355

Bradesco Bradesco SegPrev Bradesco Vida e Investimentos Capitaliza- Previdência ção S.A. Ltda. S.A.

Bradesco Auto/RE Companhia de Seguros

BSP Empreendimentos Imobiliários S.A. (c)

2.100.000

1.323.700

859.011

196.359 181.570 100,00 100,00 6.978.277 119.653.825 5.982.504 111.921.593 187.573 725.408 808.200 7.006.824 4.517.618 36.843.926 383.924 2.210.141 570.349 5.652.685 (100.000) -

108.198 59,86 7.586.354 5.263.153 130.088 2.193.113 5.553.931 127.455 869.216 200.000

2.286.466 2.286.465.627 100,00 5.443.569 177.541 5.266.028 748.773 747.356 4.809.524 -

180.034

31.823 -

-

-

-

Tamisa EmpreenAtlântica Jahu Tecdimentos e Cia de Se- Participações BSP Affinity nologia em Ltda. Seguros Ltda. guros (d) Ltda. (e) 517.000

-

581.279.122 886.871.680 68,34 100,00 1.170.901 635.059 7.082 106.711 1.163.819 528.348 282.018 87.437 265.722 287 589.663 -

142.737 -

-

-

5.222 43.765 -

(50) 8.579 (517)

(16.846) (1.111.631) 859.256 4.572.126 (13.535) -

(39.220) (476.110) 338.410 293.429 13.535 -

(105.801) (3.143.500) 1.932.721 4.336.105 -

16.712 (23.594) 99.341 1.161.675 -

(273) 26.053 615.443 -

26.527 500.000 -

6.746 50.511

(3.574) (469) 4.019

137.578 (177.497) 747.356 5.266.028

212.572 (95.260) 383.925 808.201

2.460.578 (2.000.000) 2.210.141 7.006.824

92.993 (18.121) 76.297 1.312.844

(1.726) 181.582 795.299

(68) 1.889 528.348

IRB - Brasil Resseguros S.A. (b) Dados 31 de dezembro de 2012 Capital social .............................................................................................................................................. Quantidade de ações possuídas: ON .............................................................................................................................................................. PN............................................................................................................................................................... Percentual de participação ......................................................................................................................... Total de ativos ............................................................................................................................................ Total de passivos líquidos de provisões judiciais ....................................................................................... Total das provisões judiciais....................................................................................................................... Patrimônio líquido ...................................................................................................................................... Total de receitas ......................................................................................................................................... Lucro líquido do período............................................................................................................................. Saldo em 31 de dezembro de 2010 ......................................................................................................... Ajustes com títulos e valores mobiliários - coligadas e controladas........................................................... Dividendos/juros sobre capital próprio ....................................................................................................... Resultado de equivalência patrimonial....................................................................................................... Saldo em 31 de dezembro de 2011 ......................................................................................................... Ajustes com títulos e valores mobiliários - coligadas e controladas........................................................... Dividendos/juros sobre capital próprio ....................................................................................................... Resultado de equivalência patrimonial....................................................................................................... Saldo em 31 de dezembro de 2012 .........................................................................................................

1.350.000 212.422 21,24 11.511.230 8.831.587 172.757 2.506.886 4.000.276 580.798 453.108 (253) (64.872) 85.566 473.549 1.359 (68.297) 125.907 532.518

( a ) Empresas sediadas no fora do Brasil ( b ) Equivalência patrimonial com base em 30 de novembro de 2012 ( c ) Participação adquirida em julho de 2011 da Bradesplan Participações Ltda e União Participações Ltda, cuja denominação anterior era Denver Holdings S.A. ( d ) Participação acionária adquirida em maio de 2012 da Bradesco Auto/RE Companhia de Seguros pelo valor patrimonial de R$ 26.527 referente à 48.279.999 ações ordinárias. ( e ) Subscrição de integralização de capital na BSP Empreendimentos Imobiliários S.A., em novembro de 2011, mediante a conferência de bens de sua propriedade representada por 105.446.107 cotas de emissão da Tamisa Empreendimentos e Participações Ltda pelo valor de R$ 166.330. 13 Imóveis destinados à renda

Custo original................................................................................................................................... Depreciação .................................................................................................................................... Provisão para perda ........................................................................................................................ Total ................................................................................................................................................

2012 826.652 (253.040) (713) 572.899

Consolidado 2011 763.037 (249.291) (713) 513.033

60.300 60.299.999 100,00 42.207 1.871 40.336 3.077 (7.730) 52.228 -

-

34 100,00 394 248 146 (8) 166 -

-

(166.330) 23.593 -

34

-

228.000 119.507 0,05 469.302 359 468.943 43.735 42.139 198 -

Total

4.782 112.186 97,50 6.216 259 5.957 710 447 5.144 12.149.064 689.663

-

211

31.823 566

(4.162) 48.066 -

(12) 154 -

24 222 -

(145.155) - (4.755.108) (166.330) 281 3.280.677 5.636 11.085.200 26.527 500.000 (264) (781)

(7.730) 40.336

(145) (9) -

22 244

- 2.903.721 - (2.296.246) (145) 436 3.600.186 5.808 15.818.462

Consolidado Nova Marília Administração Embaúba Holding´s S.A. de bens Móveis e Imóveis S.A. 551.937 67.883.421 12,30 1.699.788 759.003 940.785 581.981 307.293 70.220 98 (658) 8.016 77.676 313 (75) 37.794 115.708

Neon Bradeseg EmpreenParticipadimentos Participa- ciones S.A. (a) ( b) ções Ltda.

468.272 93.538.373 19,98 822.239 367 821.872 42.667 42.201 145.048 (81) 10.879 155.846 (104) 8.429 164.171

Elba Holding’s S.A.

Total

4.308.182 203.777.014 4,73 9.111.871 1.012.650 8.099.221 894.016 881.593 294.280 102 (387) 43.933 337.928 4.223 (388) 41.330 383.093

962.656 (53) (65.998) 148.394 1.044.999 5.895 (68.864) 213.460 1.195.490

O método de avaliação adotado para as propriedades de investimento é o de custo, deduzido da depreciação acumulada calculada pelo método linear. A receita obtida com o aluguel desses imóveis foi de R$ 308.879 (R$ 43.416 em 2011). O valor justo dos imóveis, apurado com base em laudo de avaliação é de R$ 2.902.771 (R$ 2.932.375 em 2011). 14 Imobilizado

Terrenos e imóveis .................................................. Bens móveis ............................................................ Outras imobilizações ............................................... Total ........................................................................

Saldo em 2011 2.546 22.799 6.600 31.945

Controladora – 2012 Aquisição Depreciação Saldo em 2012 (2) 2.544 4.605 (7.290) 20.114 3.767 (2.283) 8.084 8.372 (9.575) 30.742

Terrenos e imóveis ................................................... Bens móveis ............................................................. Outras imobilizações ................................................ Total .........................................................................

Saldo em 2010 2.549 26.819 6.496 35.864

Controladora – 2011 Aquisição Depreciação Saldo em 2011 (3) 2.546 3.736 (7.756) 22.799 2.434 (2.330) 6.600 6.170 (10.089) 31.945 continua


DIÁRIO DO COMÉRCIO

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Terrenos e imóveis .................................................. Bens móveis ............................................................ Obras em andamento.............................................. Outras imobilizações ............................................... Total ........................................................................

Consolidado – 2011 Aquisição Depreciação 1.641 (556) 2.999 (8.748) 7.336 27.289 (9.376) 39.265 (18.680)

Saldo em 2010 46.640 66.957 25.589 139.186

Terrenos e imóveis ..................................................... Bens móveis ............................................................... Obras em andamento................................................. Outras imobilizações .................................................. Total ...........................................................................

ii. Seguros - Vida com Cobertura de Sobrevivência (VGBL)

Consolidado – 2012 Aquisição Depreciação Saldo em 2012 10.519 (2.854) 55.390 25.251 (14.759) 71.700 36.189 43.525 11.387 (11.998) 42.891 83.346 (29.611) 213.506

Saldo em 2011 47.725 61.208 7.336 43.502 159.771

Saldo em 1º janeiro .................................................................................................. Recebimento de prêmios líquidos de carregamento ................................................... Pagamento de benefícios............................................................................................ Pagamento de resgates .............................................................................................. Atualização monetária e juros ..................................................................................... Outras movimentações................................................................................................ Saldo em 31 de dezembro ........................................................................................

Saldo em 2011 47.725 61.208 7.336 43.502 159.771

iii.

Sistema de computação (desenvolvido internamente) ...... Outros intangíveis....................... Total ...........................................

Amortização

Controladora Saldo em 2011

5 anos 4 anos

100.014 100.014

144.678 54.000 198.678

Controladora Saldo em 2010 Aquisição

Taxa amortização Sistema de computação (desenvolvido internamente) ..... Total ..........................................

43.365 43.365

Valor de negócios adquiridos (*) Sistema de computação (desenvolvido internamente) ..... Marcas e patentes ..................... Outros intangíveis...................... Total ..........................................

(38.766) (914) (39.680) Amortização

205.926 53.086 259.012

100.014 100.014

Consolidado Saldo em 2011 Aquisição 531.689 -

Amortização -

Saldo em 2012 531.689

314.644 58.209 372.853

(75.428) (6.744) (82.172)

450.349 4.378 75.098 1.061.514

Consolidado Saldo em 2010 Aquisição 487.834 43.855

Amortização -

Saldo em 2011 531.689

5 anos 5 a 10 anos

75.143 4.378 11.268 578.623

177.924 20.584 242.363

(41.934) (8.219) (50.153)

211.133 4.378 23.633 770.833

Controladora 2012 2011 7.981 739.036 12.636 11.511 3.277 3.723 9.369 335 6.269 7.892 33.594 34.396 73.126 796.893

Consolidado 2012 2011 152.498 743.267 51.108 40.735 18.202 15.812 29.543 1.824 6.269 7.892 244.780 384.871 502.400 1.194.401

Imposto de renda......................................................... Contribuição social ...................................................... COFINS ....................................................................... PIS............................................................................... Outras.......................................................................... Total ............................................................................

d.

Cobrança antecipada de prêmios................................ Prêmios e emolumentos.............................................. Total ............................................................................

Cobrança antecipada de prêmios................................ Prêmios e emolumentos.............................................. Outros depósitos ......................................................... Total ............................................................................

Cobrança antecipada de prêmios................................ Prêmios e emolumentos.............................................. Outros depósitos ......................................................... Total ............................................................................

e.

Controladora 2012 15.700 20.322 10.182 6.086 52.290

Consolidado 2012 526.711 394.265 42.676 11.622 4.164 979.438

Até 30 dias 17 559 576

Total 343 706 1.049

Até 30 dias 615 17 632

Controladora - 2011 31 a 180 181 a 365 Acima de dias dias 365 dias 1.605 19 49 32 6 1.654 51 6

Total 2.239 104 2.343

Até 30 dias 48.508 166.492 14.904 229.904

Consolidado - 2012 31 a 180 181 a 365 Acima de dias dias 365 dias 9.509 3.107 12.097 7.826 5.651 20.426 418 1.354 42.032 11.351 6.915

Total 61.124 191.976 37.102 290.202

Até 30 dias 39.021 56.620 23.706 119.347

Consolidado - 2011 31 a 180 181 a 365 Acima de dias dias 365 dias 8.745 4.100 14.639 7.695 4.181 4.291 1.429 1.037 27.675 13.224 5.218

Total 51.866 83.135 30.463 165.464

b.

c.

Consolidado 2012 2011 825.848 709.016 65.020.316 52.775.640 17.943.880 15.457.576 8.629.988 8.309.486 1.729.285 1.268.993 6.120.796 5.535.681 675.605 478.431 2.223.711 1.848.779 2.260.223 2.125.672 5.062.023 3.636.981 2.635.634 2.139.136 1.483.387 1.370.414 635.843 468.761 473.682 368.033 379.694 16.939 14.940 118.885 98.797 126.756 78.098 48.420 83.770 13.146 3.010.232 1.656.244 118.768.722 99.090.019

2006

Controladora - Ano de aviso do sinistro 2007 2008 2009 2010 2011

Consolidado - Ano de aviso do sinistro 2007 2008 2009 2010

Até 2005

2006

2.839.803 2.733.490 2.676.594 2.659.617 2.656.479 2.663.882 2.660.242 2.657.627

2.322.026 2.234.546 2.190.605 2.190.001 2.188.530 2.189.818 2.193.197 -

2.294.195 2.230.098 2.191.447 2.186.241 2.191.737 2.191.360 -

1.839.835 1.805.082 1.796.423 1.799.543 1.806.235 -

2.820.306 3.271.232 2.817.372 3.255.843 2.812.117 3.258.253 2.802.884 -

3.695.582 4.192.472 3.684.310 -

2.657.627

2.193.197 2.191.360

1.806.235

2.802.884 3.258.253

3.684.310 4.192.472 22.786.338

Consolidado 2012 2011 5.206.899 4.321.150 4.731.038 3.838.024 135.807 142.089 340.054 341.037 64.032 76.051 40.875 53.259 23.157 22.792 177.770 174.093 10.573 9.299 167.197 164.794 5.448.701 4.571.294

2011

2012

Total

(2.539.770) (2.102.435) (2.073.598) (1.575.190) (2.617.343) (2.977.899) (3.257.491) (3.064.892) (20.208.618)

117.857

90.762

117.762

231.045

185.541

280.354

426.819 1.127.580 2.577.720

Não foram considerados no desenvolvimento de sinistros os seguros DPVAT no montante de R$ 253.281, Retrocessão - R$ 21.825, Seguro Saúde e Dental R$ 1.266.195. Vida, Automóvel/RCF e Ramos Elementares - Sinistros líquidos de resseguro Controladora - Ano de aviso do sinistro 2007 2008 2009 2010

Até 2005

2006

49.046 42.592 40.963 42.562 42.834 43.839 48.217 43.598

30.128 26.901 27.479 27.452 27.389 27.785 27.928 -

10.750 10.889 10.447 10.490 10.577 10.598 -

8.343 8.008 8.226 8.400 9.426 -

5.270 5.521 5.751 6.207 -

43.598

27.928

10.598

9.426

(42.778)

(26.872)

(10.031)

(7.770)

Montante estimado para os sinistros No ano do aviso................ Um ano após o aviso........ Dois anos após o aviso .... Três anos após o aviso .... Quatro anos após o aviso Cinco anos após o aviso .. Seis anos após o aviso..... Sete anos após o aviso .... Estimativa dos sinistros na data base (2012)...... Pagamentos de sinistros efetuados.......................... Provisão de sinistros a liquidar.............................

820

1.056

567

1.656

2011

2012

7.769 8.857 9.966 -

6.060 7.157 -

6.020 -

6.207

9.966

7.157

6.020

120.900

(5.566)

(6.650)

(4.842)

(4.632)

(109.141)

3.316

2.315

1.388

11.759

2011

2012

Total

2.543.113 3.115.739 3.486.065 2.543.085 3.095.710 3.473.185 2.549.795 3.102.805 2.546.726 -

3.857.973 -

641

Total

Consolidado - Ano de aviso do sinistro Montante estimado para os sinistros No ano do aviso................... Um ano após o aviso............. Dois anos após o aviso............ Três anos após o aviso............. Quatro anos após o aviso......... Cinco anos após o aviso ......... Seis anos após o aviso............ Sete anos após o aviso............. Estimativa dos sinistros na data base ........................ Pagamentos de sinistros efetuados ........................... Provisão de sinistros a liquidar..............................

f.

Até 2005

2006

2007

2008

2.541.431 2.454.081 2.390.523 2.386.641 2.391.276 2.408.914 2.420.338 2.419.812

2.087.761 2.022.479 2.002.413 2.002.887 2.007.599 2.011.879 2.016.294 -

1.991.469 1.955.592 1.954.624 1.950.255 1.958.381 1.960.796 -

1.544.421 1.540.101 1.540.732 1.546.549 1.551.150 -

2.419.812 2.016.294 1.960.796

2009

3.857.973 20.928.741

(2.342.711) (1.935.628) (1.866.350) (1.433.307) (2.389.606) (2.874.857) (3.134.483) (2.993.191) (18.970.133) 77.101

80.666

94.446

117.843

157.120

227.948

338.702

864.782

1.958.608

Aging de sinistros judiciais

Sinistro bruto de resseguro ................................................................. Sinistro líquido de resseguro ...............................................................

Sinistro bruto de resseguro (*)............................................................. Sinistro líquido de resseguro ............................................................... Provisão benefícios a regularizar bruto de resseguro ......................... Provisão benefícios a regularizar líquido de resseguro....................... g.

2010

1.551.150 2.546.726 3.102.805 3.473.185

Até 1 ano 939 840

Controladora De 2 a 3 Acima anos de 3 anos 5.859 5.509 5.604 4.643

Total 12.307 11.087

Até 1 ano 306.968 297.047 14.352 14.352

Consolidado De 2 a 3 Acima de 3 anos anos 529.006 647.413 512.073 592.969 41.219 71.185 41.219 70.004

Total 1.483.387 1.402.089 126.756 125.575

Composição - Capitalização

Provisão para resgates ...................................................................................................... Provisão matemática para resgates ..................................................................................... Provisão para resgates de títulos vencidos.......................................................................... Provisão para resgates antecipados de títulos..................................................................... Provisão para sorteios....................................................................................................... Provisão para sorteios a realizar .......................................................................................... Provisão para sorteios a pagar............................................................................................. Outras provisões ................................................................................................................ Provisão para contingências ................................................................................................ Provisão administrativa ........................................................................................................ Total .....................................................................................................................................

2011 417.429 4.513.256 (4.364.656) 566.029

(*) Inclui R$ 499.878 mil, pago em junho de 2012, que se refere a custo de aquisição diferido relativo ao ramo de garantia estendida, cujo contrato de exclusividade foi firmado pela controlada Atlântica Companhia de Seguros com a rede varejista. Tal contrato tem prazo de vigência firmado para os próximos 12 anos. Desenvolvimento de sinistros O quadro de desenvolvimento de sinistros tem como objetivo ilustrar o risco de seguro inerente, comparando os sinistros pagos com as suas respectivas provisões, partindo do ano em que o sinistro foi avisado. A parte superior do quadro demonstra a variação da provisão no decorrer dos anos. A provisão varia à medida que as informações mais precisas a respeito da frequência e severidade dos sinistros são obtidas. A parte inferior do quadro demonstra a reconciliação dos montantes com os saldos contábeis. Vida, Automóvel/RCF e Ramos Elementares - Sinistros brutos de resseguro

Montante es-timado para os sinistros No ano do aviso......................... Um ano após o aviso........... Dois anos após o aviso ....... Três anos após o aviso ....... Quatro anos após o aviso.... Cinco anos após o aviso ..... Seis anos após o aviso........ Sete anos após o aviso ....... Estimativa dos sinistros na data base ........................... Pagamentos de sinistros efetuados ........................... Provisão de sinistros a liquidar..............................

Composição - Seguros e Previdência complementar

Provisão matemática de benefícios a conceder........................... Provisão matemática de benefícios a conceder - VGBL .............. Provisão matemática de benefícios a conceder - PGBL .............. Provisão matemática de benefícios a conceder - Previdência..... Provisão matemática de benefícios a conceder - Vida ................ Provisão matemática de benefícios concedidos .......................... Provisão de resgates e outros valores a regularizar .................... Provisão de IBNR ......................................................................... Provisão de prêmios não ganhos ................................................. Provisão de insuficiência de contribuição..................................... Provisão de sinistros a liquidar - Administrativo ........................... Provisão de sinistros a liquidar - Judicial...................................... Provisão de oscilação financeira ................................................. Provisão de insuficiência de prêmio ............................................. Provisão de excedente financeiro ................................................ Provisão de riscos não expirados................................................. Provisão de despesas administrativas ........................................ Provisão para benefícios a regularizar- Judicial........................... Provisão para benefícios a regularizar - Administrativo ............... Provisão de oscilação de riscos ................................................... Outras provisões ......................................................................... Total das provisões....................................................................

Consolidado 2012 566.029 4.768.137 (4.129.077) 1.205.089

2012 Total Montante estimado para os sinistros No ano do aviso.................................... 50.125 31.358 15.162 76.713 7.488 8.020 17.003 6.391 Um ano após o aviso............................ 44.877 29.705 12.470 76.541 7.830 9.103 18.811 Dois anos após o aviso ........................ 46.685 30.355 12.054 76.814 8.226 10.366 Três anos após o aviso ........................ 45.327 28.967 12.122 94.040 8.851 Quatro anos após o aviso..................... 45.614 28.996 12.215 99.827 Cinco anos após o aviso ...................... 46.630 29.383 12.268 Seis anos após o aviso......................... 52.000 29.618 Sete anos após o aviso ........................ 46.490 Estimativa dos sinistros na 8.851 10.366 18.811 6.391 232.622 data base (2012)................................ 46.490 29.618 12.268 99.827 Pagamentos de sinistros efetuados ..... (45.581) (28.494) (11.663) (9.647) (6.065) (6.929) (5.092) (4.903) (118.374) Provisão de sinistros a liquidar ........ 909 1.124 605 90.180 2.786 3.437 13.719 1.488 114.248

2011 409.823 311.668 70.320 24.016 153 815.980

Controladora - 2012 31 a 180 181 a 365 Acima de dias dias 365 dias 326 49 83 15 375 83 15

Controladora 2012 2011 9.686 8.242 101.940 96.635 12.307 15.155 123.933 120.032

2011 3.723.674 2.700.911 (2.048.482) (49.615) 244.806 4.571.294

Movimentação dos custos de aquisição diferidos

Até 2005

19 Provisões técnicas e custos de aquisição diferidos a.

Consolidado 2012 4.571.294 3.385.283 (2.723.092) (47.133) 262.349 5.448.701

Saldo em 1º janeiro .................................................................................................. Constituição................................................................................................................ Reversões .................................................................................................................. Saldo em 31 de dezembro (*)...................................................................................

18 Depósitos de terceiros

Cobrança antecipada de prêmios................................ Prêmios e emolumentos.............................................. Total ............................................................................

2011 26.426.977 1.954.865 (398.565) (1.164.597) 2.276.707 301.328 29.396.715

Saldo em 1º janeiro ................................................................................................. (+) Constituições de resgates e sorteios .................................................................... (-) Resgates/Sorteios pagos ...................................................................................... (-) Baixa de títulos prescritos...................................................................................... (+) Atualização monetária e juros............................................................................... Saldo em 31 de dezembro .......................................................................................

17 Impostos e contribuições 2011 288 17.050 45.332 15.116 77.786

Consolidado 2012 29.396.717 2.093.058 (394.260) (1.276.002) 2.690.842 297.867 32.808.222

iv. Capitalização

(*) Compreende Odontoprev S.A. no valor de R$ 495.255, EABS Serviços de Assistência e Participação Ltda. no valor de R$ 31.695 e Companhia Brasileira de Gestão de Serviços no montante de R$ 4.739. O ágio (goodwill) é representado pela diferença positiva entre o valor pago pela aquisição de um negócio e o montante líquido do valor justo dos ativos e passivos da controlada adquirida. É o alocado às unidades de negócio (UN) para fins de teste de impairment, as quais se beneficiam da combinação de negócios que originou o ágio. O teste de impairment do ágio é efetuado anualmente, tendo o último sido realizado em 31 de dezembro de 2012, no encerramento do exercício. Neste teste foi empregada a abordagem de renda através da metodologia do fluxo de caixa descontado com abordagem baseada na natureza da unidade geradora de caixa avaliada, na existência de controle financeiro e operacional histórico da UM, na disponibilidade de projeções financeiras e em discussões com a Administração. O resultado do teste de impairment não indicou a necessidade de constituição de provisão de perda. 16 Obrigações a pagar

Dividendos a pagar...................................................... Participação nos lucros a pagar .................................. Honorários, remunerações e gratificações a pagar..... Fornecedores .............................................................. Arrendamento mercantil (Nota 8) ................................ Outras obrigações ....................................................... Total ............................................................................

2011 42.729.705 14.599.241 (8.313) (7.764.952) 3.652.071 (32.040) 53.175.712

Saldo em 2011

(21.362) (21.362)

211.133 4.378 23.633 770.833

Taxa amortização -

Saldo em 2012

78.011 78.011

5 anos

Taxa amortização Valor de negócios adquiridos (*) Sistema de computação (desenvolvido internamente) ..... 5 anos Marcas e patentes ..................... Outros intangíveis...................... 5 a 10 anos Total ..........................................

Aquisição

Consolidado 2012 53.175.712 17.469.175 (8.495) (9.155.922) 4.359.943 (353.522) 65.486.891

Previdência - PGBL e Planos Tradicionais de Renda

Saldo em 1º janeiro ................................................................................................. Recebimento de prêmios líquidos de carregamento .................................................. Pagamento de benefícios........................................................................................... Pagamento de resgates ............................................................................................. Atualização monetária e juros .................................................................................... Outras movimentações............................................................................................... Saldo em 31 de dezembro .......................................................................................

15 Intangível Taxa amortização

29

Desenvolvimento da provisão de sinistro judicial

Movimentação das provisões técnicas de seguros e previdência Seguros - Auto, RE, Vida, Saúde e Previdência - Planos Tradicionais de Risco Controladora 2012 2011 120.032 91.747 Saldo em 1º janeiro .................................................. (-) Seguros DPVAT e retrocessões ............................. (6.057) (7.653) 113.975 84.094 Subtotal em 1º janeiro .............................................. Constituição................................................................. 8.186 20.238 Reversão ..................................................................... (477) Pagamento de sinistros, benefícios e resgates .......... (8.195) (9.165) Ajuste de estimativa de sinistros ................................. (252) (2.250) Atualização monetária e juros de sinistros .................. 4.569 21.535 118.283 113.975 Subtotal em 31 de dezembro ................................... 5.650 6.057 (+) Seguros DPVAT e retrocessões ............................ 123.933 120.032 Saldo em 31 de dezembro .......................................

Controladora

i.

Consolidado 2012 2011 16.517.593 14.305.035 (397.032) (294.453) 16.120.561 14.010.582 16.512.374 13.196.375 (82.710) (553.904) (13.151.150) (11.039.192) (145.610) (32.716) 732.735 539.416 19.986.200 16.120.561 487.409 397.032 20.473.609 16.517.593

Bruto resseguro

Valor do resseguro

Saldo do início do exercício ............................................................................. Total pago no exercício .......................................................................................

15.155 (6.356)

1.275 (215)

Total provisionado até o fechamento do exercício anterior................................. Quantidade de ações pagas no exercício ........................................................... Quantidade de ações referente a novas constituições no exercício ................... Novas constituições referentes a citação do exercício.......................................

(1.796) 281 152 1.860

(167) 111 80 150

Novas constituições referentes à citação de exercícios anteriores.................... Baixa da provisão por êxito ................................................................................. Alteração da provisão alteração de estimativas e probabilidades....................... Alteração da provisão por atualização monetária e juros.................................... Saldo final do exercício ....................................................................................

3.947 (1.510) (293) (496) 12.307

10 1.220 continua


DIÁRIO DO COMÉRCIO

30

Saldo do início do exercício ............................................................................. Total pago no exercício ....................................................................................... Total provisionado até o fechamento do exercício anterior................................. Quantidade de ações pagas no exercício ........................................................... Quantidade de ações referente a novas constituições no exercício ................... Novas constituições referentes à citação do exercício........................................ Novas constituições referente a citação de exercício anteriores ........................ Baixa da provisão por êxito ................................................................................. Alteração da provisão alteração de estimativas e probabilidades....................... Alteração da provisão por atualização monetária e juros.................................... Saldo final do exercício (*)................................................................................

Consolidado Bruto Resseguro Valor do Resseguro 1.239.450 67.370 (448.731) (5.786) (206.979) (2.494) 12.943 257 14.859 510 337.453 8.245 231.380 7.948 (87.133) (3.667) (38.262) (4.500) 107.824 1.053 1.341.981 70.663

(*) Valores líquidos das operações do convênio DPVAT que corresponde a R$ 217.751 e R$ 50.411 de provisão de benefícios a regularizar - previdência. 20 Tributos diferidos

Ajuste a valor justo de títulos disponíveis para venda.............. Atualização monetária de depósitos judiciais........................... Reserva de reavaliação............................................................ Outros....................................................................................... Total .........................................................................................

Controladora 2012 2011 75.414 71.075 98 98 75.512 71.173

Consolidado 2012 2011 3.195.765 1.270.429 314.356 286.182 1.007 1.036 2.762 3.513.890 1.557.647

21 Provisões judiciais A Administração do Grupo entende que as provisões constituídas são suficientes para fazer face a eventuais perdas decorrentes dos respectivos processos. O passivo relacionado à obrigação legal em discussão judicial é mantido até a definição da ação. i. Obrigações legais - Fiscais e previdenciárias O Grupo vem discutindo judicialmente a legalidade e constitucionalidade de alguns tributos e contribuições, em especial os abaixo descritos, os quais estão provisionados. • CSLL - alíquota diferenciada - ECR nº 01/1994 e EC nºs 10/1996 e 17/1997 - R$ 1.574 (R$ 1.535 em 2011), na controladora, e R$ 3.992 (R$ 3.886 em 2011), no consolidado. Questionamento da CSLL exigida das seguradoras, nos anos-base de 1995 a 1998 por alíquotas superiores às aplicadas às pessoas jurídicas em geral, em desrespeito ao princípio constitucional da isonomia; • IRPJ - dedutibilidade da CSLL na base de cálculo do IR – com valor de depósito judicial de R$ 8.151 (R$ 7.852 em 2011) e valor provisionado de R$ 8.176 (R$ 7.877 em 2011), na controladora, e R$ 309.999 (R$ 273.736 em 2011), no consolidado. Pleiteia calcular e recolher o imposto de renda devido, relativo ao ano-base de 1997 e subsequentes, sem efetuar a adição da CSLL na base de cálculo do IR, determinada pelo artigo 1º da Lei nº 9.316/1996, uma vez que essa contribuição representa uma despesa efetiva, necessária e obrigatória da Companhia; • CSLL - empresas sem empregados - R$ 15.104 (R$ 14.691 em 2011), na controladora, e R$ 15.104 (R$ 14.987 em 2011), no consolidado. Pleiteia o não recolhimento da CSLL dos anos - base de 1997 e 1998, nos quais a empresa não possuía empregados, uma vez que o artigo nº 195, inciso I da Constituição prevê que essa contribuição somente é devida pelos empregadores; • INSS - contribuição previdenciária - corretores de seguro e médicos referenciados (LC nº 84/1996 e artigo 22, inciso I da Lei nº 8.212/1991) - R$ 140.246 (R$ 142.218 em 2011), na controladora, e R$ 1.140.796 (R$ 1.004.092 em 2011), no consolidado. Discute a incidência da contribuição previdenciária sobre as remunerações pagas a corretores de seguro e médicos referenciados, instituída, inicialmente, pela LC nº 84/1996, após, pela Lei nº 9.876/1999 (nova redação dada ao artigo 22, inciso I da Lei nº 8.212/1991), à alíquota de 20% e adicional de 2,5%, sob o argumento de que os serviços não são prestados às seguradoras, mas aos segurados, estando desta forma fora do campo de incidência da referida contribuição. ii. Auto de infração • PIS e COFINS - Em 2012, a controlada Bradesco Auto/Re Companhia de Seguros, recebeu auto de infração por suposta falta de recolhimento do Pis e da Cofins no período de julho/2007 a junho/2010, onde foram apontadas determinadas exclusões que teriam sido indevidamente feitas nas bases de cálculo dessas contribuições, assim como algumas receitas que teriam deixado de ser incluídas nessas bases de cálculos. Essa autuação fiscal foi impugnada e aguarda julgamento. Do valor total autuado R$ 49.554, R$ 28.819 foi provisionado e em relação a R$ 20.735 não foi constituída provisão em razão da perspectiva de perda ser considerada possível pelos assessores jurídicos da Companhia. • IRPJ e CSLL – Trata-se de autuação, na controlada Bradesco Vida e Previdência S.A., referente a glosa de despesas com perdas que foram deduzidas da base de cálculo dos referidos impostos, no montante de R$ 126.746, que está provisionado. iii. Processos trabalhistas São ações ajuizadas por ex-empregados, visando obter indenizações, em especial o pagamento de “horas extras”. Nos processos em que é exigido depósito judicial, o valor das contingências trabalhistas é constituído considerando a efetiva perspectiva de perda destes depósitos. Para os demais processos, a provisão é constituída com base no valor médio apurado pela totalidade dos pagamentos efetuados de processos encerrados nos últimos 12 meses, considerando o ano de ajuizamento. iv. Processos cíveis Referem-se à estimativa global de perdas com ações decorrentes do curso normal das operações, cujos valores estão sendo discutidos judicialmente pela Companhia e suas controladas. Não existem em curso passivos contingentes relevantes para os quais as chances de perdas sejam prováveis que não tenham sido razoavelmente estimados. Processos judiciais movidos por terceiros visando obter vínculo empregatício são provisionados com base no valor médio apurado pela totalidade dos pagamentos efetuados de processos encerrados nos últimos 12 meses. v. Movimentação das provisões judiciais constituídas Controladora Fiscais Trabalhistas Cíveis Total 278.909 14.976 45.217 339.102 Saldo em 1º janeiro de 2012 ................................................... Constituições ............................................................................. 1.907 7.994 11.015 20.916 Reversões ................................................................................. (2.095) (10.884) (6.953) (19.932) 7.082 7.082 Atualização monetária ............................................................... 285.803 12.086 49.279 347.168 Saldo em 31 dezembro de 2012 .............................................

Saldo em 1º janeiro de 2011 ................................................... Constituições ............................................................................. Reversões ................................................................................. Atualização monetária ............................................................... Saldo em 31 dezembro de 2011 .............................................

Saldo em 1º janeiro de 2012 ................................................... Constituições ............................................................................. Reversões ................................................................................. Variações de provisões já constituídas por alteração de estimativas e probabilidades .............................................. Atualização monetária ............................................................... Saldo em 31 dezembro de 2012 .............................................

Saldo em 1º janeiro de 2011 ................................................... Constituições ............................................................................. Reversões ................................................................................. Atualização monetária ............................................................... Saldo em 31 de dezembro de 2011 ........................................

Fiscais 266.094 3.748 9.067 278.909 Fiscais 1.481.344 288.817 (20.536) 72.971 1.822.596

Controladora Trabalhistas 12.611 8.519 (6.154) 14.976

Cíveis 20.356 34.643 (9.782) 45.217

Total 299.061 46.910 (15.936) 9.067 339.102

Consolidado Trabalhistas Cíveis 33.844 519.438 26.940 403.763 (29.987) (258.274)

Total 2.034.626 719.520 (308.797)

(141) 41 30.697

1.407 15 666.349

Consolidado Fiscais Trabalhistas Cíveis 1.286.460 25.335 421.966 117.135 20.700 296.162 (1.507) (12.198) (198.705) 79.256 7 15 1.481.344 33.844 519.438

1.266 73.027 2.519.642 Total 1.733.761 433.997 (212.410) 79.278 2.034.626

22 Patrimônio líquido a. Capital social e dividendos O capital social, totalmente subscrito e integralizado, já considerados os atos societários abaixo, é representado por 800.946 (785.379 em 2011) ações escriturais, ordinárias e nominativas, sem valor nominal. De acordo com as disposições estatutárias, a cada ação corresponde um voto nas Assembleias Gerais, sendo garantido aos acionistas um dividendo mínimo de 25% do lucro líquido de cada exercício, ajustado nos termos da legislação societária brasileira. Os dividendos foram calculados conforme se segue: 2012 2011 3.374.682 3.046.074 Lucro líquido do exercício............................................................................................. Combinação de negócios em controlada ......................................................................... 31.823 Constituição da reserva legal ........................................................................................... (168.734) (153.892) Realização de reservas: 2 2 Realização de reavaliação ........................................................................................... 3.205.950 2.924.007 Base de cálculo dos dividendos ....................................................................................... Dividendos antecipados no exercício ............................................................................... 976.883 731.001 Dividendos propostos no exercício................................................................................... 30,47% 25,00% Percentagem sobre o lucro líquido ajustado de exercício......................................... b.

c.

d.

e.

f.

Atos societários Em Assembleia Geral Extraordinária, realizada em 4 de maio de 2012, foi deliberado o aumento de capital no montante de R$ 300.000, em espécie, com a emissão de 15.567 novas ações ordinárias nominativas escriturais sem valor nominal. Este ato encontra-se em fase de aprovação pela SUSEP. Reservas de reavaliação Nos termos do artigo 6º, capítulo 22 da Lei nº 11.638/2007, o Grupo optou por manter os saldos existentes nas reservas de reavaliação até sua efetiva realização. Reserva legal Constituída, ao final do exercício, na forma prevista na legislação societária brasileira, podendo ser utilizada para a compensação de prejuízos ou para aumento do capital social. Reserva estatutária Constituída por até 100% do lucro líquido remanescente após as deduções legais e a constituição de reserva legal, é efetuada ao final de cada exercício social, até atingir o limite de 95% do capital social, estando sujeita à deliberação em Assembleia Geral. Movimentação de ações Quantidade de ações em 31 de dezembro de 2011 .................................................................................. Aumento de capital com emissão 15.567 de ações em AGE de 4/05/2012 .............................................. Quantidade de ações em 31 de dezembro de 2012 ..................................................................................

785.379 15.567 800.946

23 Demonstração do cálculo do patrimônio líquido ajustado e adequação de capital Nos termos das Resoluções CNSP nº 222/10, 227/10 e 228/10, o Capital Mínimo Requerido (CMR) para funcionamento das sociedades seguradoras é composto por um capital base e um capital adicional baseado nos riscos de créditos e subscrição. Até que o CNSP regule o capital adicional pertinente aos demais riscos identificados na regulamentação, a eventual insuficiência de patrimônio líquido ajustado deverá ser aferida em relação ao maior dos valores entre a soma dos capitais base e adicional e a margem de solvência calculada na forma estabelecida pela Resolução CNSP nº 55/01 como demonstrado abaixo para a data-base de 31 dezembro 2012: Patrimônio líquido......................................................................................................................................... 17.830.415 (-) Participações societárias ......................................................................................................................... (15.818.462) (-) Despesas antecipadas............................................................................................................................. (15) (-) Créditos tributários (prejuízo fiscal e base negativa de contribuição social) ........................................... (8.929) (-) Ativos intangíveis ..................................................................................................................................... (259.012) (-) Obras de arte ........................................................................................................................................... (2.599) 1.741.398 Patrimônio líquido ajustado (PLA)............................................................................................................ 2.380 Margem de solvência (I)............................................................................................................................. 15.000 Capital-base (II)........................................................................................................................................... 138.585 Capital- adicional (III) ................................................................................................................................. Capital adicional de risco de subscrição ...................................................................................................... 882 Capital adicional de risco de crédito............................................................................................................. 138.142 Deflator em função da correlação entre os riscos ........................................................................................ (439) 153.585 Soma do capital base com o capital adicional (IV) ................................................................................. 153.585 Capital mínimo requerido (CMR) – (maior entre (I) e (IV)) ...................................................................... 1.587.813 Suficiência de capital (PLA-CMR) ............................................................................................................. 24 Benefícios a empregados Planos de previdência complementar A contribuição para os planos durante o exercício montou a R$ 13.327 (R$ 19.801 em 2011) na controladora e R$ 72.057 (R$ 70.985 em 2011) no consolidado, que estão integralmente cobertos por provisões técnicas, que totalizam R$ 238.284 (R$ 221.919 em 2011) na controladora e R$ 696.367 (R$ 634.787 em 2011) no consolidado, sendo: benefícios concedidos R$ 144.851 (R$ 130.422 em 2011) na controladora e R$ 333.436 (R$ 294.444 em 2011) no consolidado, benefícios a conceder R$ 93.433 (R$ 91.497 em 2011) na controladora e R$ 362.931 (R$ 340.343 em 2011) no consolidado. Além desse benefício, o Grupo oferece aos seus funcionários e administradores seguro-saúde, assistência odontológica, seguro de vida e de acidentes pessoais e treinamento profissional.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

25 Transações e saldos com partes relacionadas Controladora 2012 2011 2012 2011 Ativo..................................................... 319.030 263.130 Receitas........................................................... 235.942 265.147 33 19 Cosseguro aceito ........................................... 144 Disponibilidades................................. Banco Bradesco S.A. Bradesco Vida e Previdência S.A. (controlada (controlador final) .............................. 33 19 direta).............................................................. 144 4.482 Valores a receber ............................... 26.326 27.613 Comissão cosseguro cedido......................... 4.461 Bradesco Auto/RE Companhia de Bradesco Vida e Previdência S.A. (controlada Seguros (controlada direta) (i) ............ 5.349 6.589 direta).............................................................. 4.461 4.482 Bradesco Capitalização S.A. 187 183 (controlada direta) (i)........................... 2.991 2.958 Receitas com aluguéis .................................. Bradesco Saúde S.A. (controlada Bradesco Auto/RE Companhia de Seguros indireta) (i)........................................... 11.342 10.895 (controlada direta)........................................... 98 94 Bradesco Vida e Previdência S.A. (controlada direta) (i)........................... 6.480 7.171 Bradesco Saúde S.A. (controlada indireta) ...... 89 85 Mediservice – Adm Planos de Saúde (controlada indireta) (i)........................ 164 - Odontoprev S.A. (controlada indireta) .............. 4 Dividendos a receber ......................... 292.671 235.498 Bradesco Auto/RE Companhia de Seguros (controlada direta) ................ 18.121 23.594 Bradesco Segprev Investimentos Ltda. (controlada direta)...................... 177.497 211.631 BSP Empreendimentos Imobiliários S.A. (controlada direta) ....................... 1.725 273 Atlântica Companhia de Seguros (controlada direta)............................... 68 Bradesco Capitalização S.A. (controlada direta)............................... 95.260 -

Rateio das despesas administrativas (iii)........ 215.437 244.441 Bradesco Auto/RE Companhia de Seguros (controlada direta)........................................... 51.098 71.069 Bradesco Capitalização S.A. (controlada direta).............................................................. 23.645 23.401

Passivo ................................................

3.843

14.388

Valores a pagar................................... Atlântica Companhia de Seguros (controlada direta) (ii).......................... Bradesco Auto/RE Companhia de Seguros (controlada direta) ................ Cosseguro cedido ............................. Bradesco Vida e Previdência S.A. (controlada direta)...............................

2.347

13.457

Bradesco Saúde S.A. (controlada indireta) ...... Bradesco Vida e Previdência S.A. (controlada direta).............................................................. Mediservice – Adm Planos de Saúde (controlada indireta) ........................................ Recuperação de Indenização cosseguro cedido ............................................................ Bradesco Vida e Previdência S.A. (controlada direta).............................................................. Rateio de despesas de compartilhamento de infraestrutura (iv) .....................................

6

12.557

Odontoprev S.A. (controlada indireta) ..............

2.341 1.496

900 931

1.496

931

Total (ativo – passivo)........................ 315.187 248.742

83.842

97.916

55.185

52.055

1.667

-

15.811

15.048

15.811

15.048

46

993

46

993

Despesas......................................................... (39.159) (35.207)

Cosseguro cedido .......................................... (30.203) (32.231) Bradesco Vida e Previdência S.A. (controlada direta).............................................................. (30.203) (32.231) Despesas com aluguéis ................................ (8.940) (2.969) Bréscia Empr. e Participações Ltda. (controlada indireta) ........................................ (5.101) (1.397) Danúbio Holdings Ltda. (controlada indireta) ... (798) (360) Reno Holdings Ltda (controlada indireta) ............. (2.998) (1.193) Tamisa Empr. e Participações Ltda. (controlada indireta) ........................................ (43) (19) (16) (7) Outras despesas (v) ....................................... Banco Bradesco S.A. (controlador final) .......... (16) (7) Total (receita – despesa)................................ 196.783 229.940

Consolidado 2011 2012 2011 30.082 Receitas........................................................ 292.901 102.437 Ativo..................................................... 5.082 Receitas com aluguéis ............................... 292.901 102.437 Disponibilidades................................. Banco Bradesco S.A. (controlador final) 5.082 Banco Bradesco S.A. (controlador final) ....... 292.901 102.437 25.000 Despesas...................................................... (123.487) (154.383) Valores a receber................................ Banco Bradesco S.A. (controlador final) 25.000 (7.807) (6.606) Despesas com Aluguéis ............................. Passivo ................................................ (16.115) (36.995) Banco Bradesco S.A. (controlador final) ....... (7.807) (6.606) (95) (90) Sinistros a pagar ................................ (16.115) (36.995) Outras despesas (v) .................................... Clinica Luiz Felippe Mattoso Ltda. Empresa ligada).................................. (669) (1.345) Banco Bradesco S.A. (controlador final) ....... (95) (90) Fleury S.A. (Empresa ligada) ............... (15.446) (35.650) Sinistros pagos............................................ (115.585) (147.687) Clinica Luiz Felippe Mattoso Ltda. (Empresa ligada) ......................................... (5.283) (5.310) Fleury S.A. (Investida do Grupo Bradesco) (110.302) (142.377) Total (ativo – passivo)........................ 18.164 (6.913) Total (Receitas - Despesas)........................ 169.414 (51.946) (i) Correspondem aos valores a receber decorrente do rateio das despesas administrativas (Vide item (iii) abaixo). (ii) Em 2011, refere-se ao pagamento judicial relativo a competência de 1995, ressarcido em 2012, pela Bradesco Seguros S.A. (iii) Refere-se ao rateio de despesas administrativas compartilhadas que é efetuado a partir de aplicações de percentuais de alocação para cada sociedade filiada, sobre o total de despesas incorridas pela sociedade de comando do Grupo Bradesco Seguros, no desenvolvimento de atividades de: a) administração financeira; b) tecnologia da informação; c) administração; d) jurídico; e) recursos humanos; f) marketing e g) corporativo, percentuais estes definidos com base em medidores de atividades e critérios estabelecidos na Convenção do Grupo Bradesco Seguros. (iv) Correspondem a valores cobrados da Odontoprev decorrentes de compartilhamento de infraestrutura operacional das operações do produto Dental. (v) Despesas com taxa de custódia e serviços de ações escriturais. a. Remuneração do pessoal-chave da Administração Anualmente na Assembleia Geral Ordinária são fixados: • O montante global anual da remuneração dos Administradores, que é distribuída em Reunião de Diretoria, conforme determina o Estatuto Social. • A verba destinada a custear Planos de Previdência Complementar aberta dos Administradores, dentro do Plano de Previdência destinado aos Funcionários e Administradores do Grupo Bradesco Seguros. Foi determinado o valor máximo de R$ 9.000, líquido de encargos sociais, para remuneração dos Administradores e de R$ 9.000 em 2011 para custear planos de previdência complementar de contribuição definida. 2012 2011 Benefícios de curto prazo a Administradores Proventos ..................................................................................................................................... 8.764 14.136 Encargos sociais .......................................................................................................................... 1.972 3.181 8.764 14.316 Planos de previdência complementar de contribuição definida ................................................... 19.500 31.633 Total ............................................................................................................................................ O Grupo não possui benefícios de longo prazo, de rescisão de contrato de trabalho ou remuneração baseada em ações para seu pessoal-chave da Administração. b. Outros • As operações compromissadas indicadas na nota explicativa nº 4 tem como contraparte o Banco Bradesco. • O montante de R$ 76.677 corresponde as aplicações financeiras que o pessoal-chave da Administração mantém com o Banco Bradesco. 26 Principais ramos de atuação Consolidado – 2012 Ramos Prêmios ganhos Sinistralidade % Comercialização % Automóvel/RCF .................................................................. 3.054.371 73,26 18,75 Riscos diversos .................................................................. 76.746 19,43 28,52 Compreensivo residencial .................................................. 333.928 9,73 25,37 Compreensivo empresarial ................................................. 81.204 41,42 32,28 Riscos nomeados e operacionais ....................................... 122.657 95,87 6,38 Crédito doméstico ............................................................... 67.190 60,80 0,03 DPVAT ................................................................................ 478.462 88,63 1,47 Transporte nacional/internacional/RC cargas .................... 118.576 54,80 15,52 Marítimo/aeronáutico .......................................................... 54.234 65,13 15,90 Responsabilidade civil geral ............................................... 24.356 53,47 26,46 Seguros de pessoas ........................................................... 2.989.448 40,62 23,05 Previdência riscos ............................................................... 373.407 14,87 28,78 Garantia estendida .............................................................. 24.364 14,25 53,70 Saúde individual (*) ............................................................. (46.227) (2.553,30) (8,74) Saúde coletivo .................................................................... 9.514.326 81,72 5,96 209.405 97,92 12,93 Demais ............................................................................... 17.476.447 Total .................................................................................... 2012 34.279 5.479 5.479 28.800 28.800

(*) Inclui o montante de R$ 1.205.194 reconhecido na rubrica “Variação das provisões técnicas” referente a redução na taxa de desconto conforme mencionado na nota explicativa 2.r.iv. Consolidado – 2011 Ramos Prêmios ganhos Sinistralidade % Comercialização % Automóvel/RCF ................................................................. 2.814.455 71,58 18,31 Riscos diversos ................................................................. 72.067 24,90 15,47 Compreensivo residencial ................................................. 248.302 13,71 25,85 Compreensivo empresarial ................................................ 81.597 34,65 34,76 Riscos nomeados e operacionais ...................................... 95.799 134,01 5,45 Crédito doméstico .............................................................. 65.954 48,95 0,23 DPVAT ............................................................................... 423.915 87,17 1,46 Transporte nacional/internacional/RC cargas ................... 144.887 57,86 17,48 Marítimo/aeronáutico ......................................................... 62.389 10,81 13,41 Responsabilidade civil geral .............................................. 16.188 16,12 22,43 Seguros de pessoas .......................................................... 3.118.856 37,89 18,91 Saúde individual ................................................................ 1.112.405 93,41 0,33 Saúde coletivo ................................................................... 7.891.606 80,59 5,48 165.009 31,88 16,19 Demais .............................................................................. 16.313.429 Total ................................................................................... 27 Detalhamento das contas de resultado a. Prêmios emitidos líquidos

Prêmios diretos.................................................................................... Prêmios de cosseguros aceitos........................................................... Prêmios convênio DPVAT ................................................................... Prêmios cedidos cosseguros............................................................... Prêmios de retrocessões..................................................................... Total ....................................................................................................

Controladora 2012 2011 30.626 32.748 143 (30.203) (32.231) 423 660

Consolidado 2012 2011 19.022.899 16.502.014 295.367 68.945 483.878 424.027 (198.284) (191.834) 47 91 19.603.907 16.803.243 continua


DIÁRIO DO COMÉRCIO

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

b.

c.

d.

e.

f.

g.

h.

i.

j.

k.

Sinistros ocorridos

Sinistros diretos ................................................................................... Sinistros de cosseguros aceitos e retrocessões ................................. Sinistros de consórcios e fundos......................................................... Serviço de assistência......................................................................... Recuperação de sinistros .................................................................... Salvados e ressarcimentos ................................................................. Variação da provisão de sinistros ocorridos mas não avisados.......... Total .................................................................................................... Custo de aquisição – Seguros

Comissões sobre prêmios emitidos..................................................... Comissões sobre prêmios cancelados................................................ Comissões sobre prêmios restituídos ................................................. Comissões sobre prêmios de cosseguros cedidos ............................. Despesa com inspeção de riscos........................................................ Comissões de riscos ........................................................................... Variação dos custos de aquisição diferidos ........................................ Outros custos de aquisição ................................................................. Total .................................................................................................... Outras receitas e despesas operacionais – Seguros

Despesas com administração de apólice ............................................ Receita com DPVAT............................................................................ Despesas de seguros.......................................................................... Despesas com encargos sociais ......................................................... Constituição de provisão para contingências cíveis............................ Constituição de provisão para riscos sobre créditos ........................... Outras receitas e despesas operacionais ........................................... Total .................................................................................................... Resultado com operações de resseguro

Prêmios resseguros cedidos ............................................................... Variação das provisões técnicas - Resseguro cedido......................... Recuperação de indenização de resseguro ........................................ Variação da provisão IBNR - Resseguro............................................. Participação nos lucros ....................................................................... Total .................................................................................................... Receitas de contribuições e prêmios de VGBL

Controladora Consolidado 2012 2011 2012 2011 (22.228) (29.569) (15.407.044) (14.579.144) (42.312) (95.175) (388.325) (345.797) (43.001) (40.433) 16.147 16.224 2.489.787 3.092.295 229.207 209.340 (1.445) (2.586) (286.647) 407.445 (7.526) (15.931) (13.448.335) (11.351.469) Controladora 2012 2011 (4.701) (4.720) 4.461 4.483 (240) (237)

Consolidado 2012 2011 (1.980.011) (1.679.077) 53.143 62.466 11.133 13.970 943 1.265 (44.385) (43.605) (107.459) (108.714) 81.360 84.201 (176.463) (50.823) (2.161.739) (1.720.317)

Controladora 2012 2011 (6.330) (653) (422) (381) (4.063) (24.861) (19.328) 5.069 (30.143) (20.826)

Consolidado 2012 2011 (82.827) (74.914) 4.435 2.689 (470.529) (342.987) (49.216) (5.200) (20.985) (20.817) (33.932) (32.421) (106.837) (162.623) (759.891) (636.273)

Controladora 2012 2011 48 7.705 8 (50) 56 7.655

VGBL .................................................................................................................................. PGBL .................................................................................................................................. Previdência......................................................................................................................... Total ................................................................................................................................... Rendas com taxas de gestão

Consolidado 2012 2011 (283.953) (253.749) 37.792 54.834 292.658 138.154 (6.755) (15.836) 3.781 1.798 43.523 (74.799)

l. i.

Resultado financeiro Receitas financeiras

Receitas com títulos de renda fixa ...................................................... Receitas com títulos de renda variável................................................ Receitas com títulos de renda variável - dividendos e juros sobre capital próprio .................................................................................... Receitas com operações de seguros e resseguros ............................ Receitas financeiras com quotas de fundos especialmente constituídos garantidores de planos de previdência (PGBL e VGBL).... Atualização monetária de depósitos judiciais e fiscais........................ Receitas com créditos tributários ........................................................ Outras receitas financeiras.................................................................. ii.

Despesas financeiras

Despesas com títulos de renda fixa .................................................... Despesas com títulos de renda variável.............................................. Despesas com títulos de renda variável - dividendos e juros sobre capital próprio .................................................................................... Redução ao valor recuperável de títulos de renda variável ................ Despesas com operações de seguros e resseguros .......................... Despesas financeiras com VGBL........................................................ Tributação sobre operações financeiras ............................................. Despesas financeiras com operações de previdência e PGBL........... Despesas financeiras com títulos de capitalização ............................. Atualização monetária ......................................................................... Atualização monetária de contingências passivas .............................. Reversão atualização monetária – Anistia PIS/COFINS..................... Outras despesas financeiras ............................................................... Total .................................................................................................... m. Resultado financeiro por categoria

n.

Ativos disponíveis para venda............................................................. Ativos a valor justo por meio do resultado........................................... Ativos mantidos até o vencimento....................................................... Total .................................................................................................... Despesas de imposto de renda e contribuição social

Impostos diferidos Constituição/(realização) no exercício sobre adições temporárias ..... Subtotal .............................................................................................. Impostos correntes Imposto de renda e contribuição social devidos.................................. Imposto de renda e contribuição social devidos ...........................

Consolidado 2012 2011 17.596.740 14.723.542 1.932.089 1.805.052 177.179 168.565 19.706.008 16.697.159

VGBL .................................................................................................................................. PGBL .................................................................................................................................. Previdência......................................................................................................................... Taxas de administração ..................................................................................................... Total ................................................................................................................................... Outras receitas e despesas operacionais – Previdência

31

Controladora 2012 2011 28.754 14.074 38.334 20.440

Consolidado 2012 2011 7.758.456 5.128.083 143.667 425.439

18.416 4.767

23.477 4.885

82.395 114.633

94.482 105.868

10.848 16.009 2.308 119.436

9.067 11.840 3.661 87.444

5.644.615 99.942 20.554 85.091 13.949.353

4.825.848 79.278 17.292 122.375 10.798.665

Controladora 2012 2011 (9) (115.956) (4.394) (12.147) (2.996) (4.018) 33.106 (2.894) (109.308) 10.128

Consolidado 2012 2011 (7.711) (7.616) (250.622)

(49.607) 23.507 (399.097) (7.261) (243.848) (190.824) (4.359.943) (3.652.071) (11.047) (74.403) (84.929) - (3.204.673) (2.682.627) (262.349) (244.806) (4.081) (9.115) (4.137) (9.114) (114.439) (76.953) 33.106 (37.018) (55.807) (90.638) (68.521) (8.755.502) (7.401.114) 18.923 5.193.851 3.397.551

Controladora 2012 2011 (77.622) 20.440 28.745 14.074 (48.877) 34.514

Consolidado 2012 2011 8.001.435 2.964.494 4.291.257 6.501.124 521.605 663.130 12.814.297 10.128.748

Controladora 2012 2011

Consolidado 2012 2011

31.376 31.376

19.430 19.430

(23.049) 8.327

19.430

246.499 246.499 (2.308.940) (2.062.441)

243.913 243.913 (2.042.587) (1.798.674)

28 Reconciliação da alíquota efetiva de imposto de renda e contribuição social Consolidado 2012 2011 925.480 829.285 292.130 235.318 15.606 14.994 8.133 6.481 1.241.349 1.086.078

Provisão para contingências .............................................................................................. Provisão para riscos sobre outros créditos ........................................................................ Outras despesas operacionais ........................................................................................... Total ................................................................................................................................... Outras receitas e despesas operacionais – Capitalização

Receita com baixa de títulos prescritos.............................................................................. Constituição de provisão para contingências cíveis e trabalhistas .................................... Outras................................................................................................................................. Total ................................................................................................................................... Despesas administrativas Controladora 2012 2011 Despesas com pessoal próprio ........................................................... (87.231) (100.407) Honorários da administração.............................................................. (9.783) (15.156) Ordenados.......................................................................................... (26.840) (25.822) INSS/FGTS......................................................................................... (8.637) (10.446) Planos de previdência privada ........................................................... (13.327) (19.801) Outras................................................................................................. (28.644) (29.182) Despesas com serviços de terceiros................................................... (39.956) (33.316) Despesas com localização e funcionamento ...................................... (47.401) (22.228) Despesas com publicidade e propaganda .......................................... (26.254) (47.044) Despesas com publicações................................................................. (1.349) (79) Despesas com donativos e contribuições ........................................... (1.136) (1.422) Despesas com convênio DPVAT ........................................................ (427) (8.064) Despesas administrativas diversas ..................................................... Total .................................................................................................... (203.754) (212.560) Despesas com tributos Controladora 2012 2011 Despesas com PIS .............................................................................. (61) (4.700) Reversão PIS - Anistia ........................................................................ 4.684 Despesas com COFINS ...................................................................... (381) (10.114) Reversão COFINS - Anistia................................................................. 10.011 Despesas com taxa de fiscalização .................................................... (747) (598) Impostos federais/estaduais/municipais.............................................. (1.739) (5.906) (24) (13) Outras despesas com tributos............................................................. Total .................................................................................................... 11.743 (21.331)

Consolidado 2012 (40.353) (41.254) 19.369 (62.238)

2011 (16.207) (79.679) (14.156) (110.042)

Consolidado 2012 47.133 (1.263) (1.809) 44.061

2011 49.615 (1.366) 6.846 55.095

Consolidado 2012 2011 (879.544) (775.346) (54.891) (54.695) (397.167) (311.045) (122.426) (113.137) (74.847) (81.598) (230.213) (214.871) (369.393) (462.135) (491.167) (410.243) (115.957) (151.678) (5.134) (2.567) (46.491) (46.844) (27.451) (28.586) (84.163) (173.002) (2.019.300) (2.050.401) Consolidado 2012 2011 (62.528) (59.429) 4.684 (365.203) (341.412) 10.011 (19.471) (21.704) (17.825) (45.586) (46.570) (4.819) (496.902) (472.950)

Resultado antes de impostos e participações .......................................................................... Imposto de renda e contribuição social às alíquotas básicas de 25% e 15%, respectivamente ... Efeito das adições e exclusões no cálculo dos tributos: Equivalência patrimonial tributada nas controladas e coligadas .................................................... Participações no resultado ............................................................................................................. Ajustes permanentes: Doações e patrocínios ................................................................................................................... Contribuição entidade de classe .................................................................................................... Dividendos...................................................................................................................................... Outros............................................................................................................................................. Ajustes efetuados na declaração de rendimento ........................................................................... Imposto de renda e contribuição social do exercício............................................................... Alíquota efetiva.............................................................................................................................

Resultado antes de impostos e participações .......................................................................... Imposto de renda e contribuição social às alíquotas básicas de 25% e 15%, respectivamente ... Efeito das adições e exclusões no cálculo dos tributos: Equivalência patrimonial tributada nas controladas e coligadas .................................................... Participações no resultado ............................................................................................................. Efeito do diferencial da alíquota da contribuição social.................................................................. Juros sobre capital próprio ............................................................................................................. Ajustes permanentes: Doações e patrocínios ................................................................................................................... Contribuição entidade de classe .................................................................................................... Dividendos...................................................................................................................................... Outros valores ................................................................................................................................ Ajustes efetuados na declaração de rendimento ........................................................................... Imposto de renda e contribuição social do exercício............................................................... Alíquota efetiva.............................................................................................................................

Controladora 2012 2011 3.381.255 3.039.405 (1.352.502) (1.205.993) 1.376.074 5.960

1.234.720 5.104

(14.254) (173) 2.951 (12.482) 2.754 8.327 0,25%

(9.319) (117) 4.478 (8.306) (1.137) 19.430 0,64%

Consolidado 2012 2011 5.590.175 5.050.339 (2.149.464) (1.951.962) 9.255 26.872 64.000 (32.324) (2.573) 14.212 50.032 (42.451) (2.062.441) 36,89%

(6.203) 17.651 (18.528) (30.042) (2.323) 18.940 167.948 5.846 (1.798.674) 35,61%

29 Informações complementares a. Relatório do Comitê de Auditoria Em consonância com a Resolução nº 118/2004, o resumo do relatório do Comitê de Auditoria foi divulgado junto com as demonstrações contábeis do Banco Bradesco S.A. (acionista controlador) em 6 de fevereiro de 2013, no Diário Oficial do Estado de São Paulo. b. Resultado patrimonial O saldo da rubrica “Resultado patrimonial”, apresentado na Demonstração de Resultados, é composto por resultado de equivalência patrimonial no montante de R$ 3.600.186 (R$ 3.280.677 em 2011) e receitas/(despesas) patrimoniais de R$ (516) (R$ 858 em 2011), na controladora. No consolidado, o resultado de equivalência patrimonial representa R$ 213.460 (R$ 148.394 em 2011) e outras receitas o montante de R$ 326.931 (R$ 120.266 em 2011). c. Eventos Subsequentes • Em 18 de fevereiro de 2013 foram publicadas várias normas emitidas pelo Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) e pela SUSEP, sendo as mais relevantes (a) as Resoluções CNSP Nº 280 e 283 de 30/01/2013, que tratam de subscrição e de capital de risco operacional, respectivamente, sendo que a norma de capital de risco operacional entra em vigor na data de publicação e a de subscrição tem prazo de adequação até 31/12/2013; e (b) Resolução CNSP Nº 281 de 30/01/2013 e Circular SUSEP Nº 462 de 31/01/2013, que institui regras para a constituição de provisões técnicas, com prazo de adequação até 31/12/2013. A Companhia está avaliando os impactos destas normas. • Em 31 de janeiro de 2013, foi concluída, pela controlada Odontoprev, a operação de aquisição do Grupo Papaiz, mediante o cumprimento das condições precedentes das partes e a aprovação, sem restrições, da operação pelo CADE. Com a conclusão da operação, foi assinado Acordo de Acionistas da Papaiz Associados Diagnósticos por Imagem S.A. celebrado entre Fleury CPMA e Clidec, no qual Fleury e OdontoPrev figuram como intervenientes anuentes, tendo como objetivo regular determinados aspectos de suas relações na qualidade de acionistas da Papaiz.

DIRETORIA Marco Antonio Rossi Norton Glabes Labes Aurélio Conrado Boni Ivan Luiz Gontijo Júnior Ricardo Saad Affonso Marcio Serôa de Araujo Coriolano

-

Diretor-Presidente Diretor-Gerente Diretor-Gerente Diretor-Gerente Diretor-Gerente Diretor-Gerente

Haydewaldo Roberto Chamberlain da Costa Tarcísio José Massote de Godoy Alexandre Nogueira da Silva Mauro Silvério Figueiredo Enrique Adan Y Coello Eugênio Liberatori Velasques

- Diretor - Diretor - Diretor - Diretor - Diretor - Diretor

Fábio de Giuseppe Rodrigues Atuário – MIBA nº 1.169 Getúlio Antônio Guidini Contador - CRC 1RS034447/O-7S-SP

PARECER ATUARIAL À Diretoria e aos Acionistas da

3.

Bradesco Seguros S.A. 1.

Realizamos a Avaliação Atuarial da adequação das Provisões Técnicas da Bradesco Seguros S.A., com base em 31 de dezembro de 2012, conforme estabelecido na Circular SUSEP nº 272/2004 além de considerar as orientações divulgadas pela

4.

SUSEP – Superintendência de Seguros Privados posteriormente. 2.

Nossa análise foi conduzida de acordo com os princípios atuariais e as práticas amplamente reconhecidas e aplicadas pelo mercado. Essa análise compreendeu, principalmente, a avaliação da capacidade da Companhia em honrar seus compromissos passados e futuros junto aos seus segurados. Assim, através de recálculos e testes de consistência, verificamos a suficiência das provisões técnicas constituídas, obedecendo ao disposto nas Resoluções CNSP nº 162/2006 e 195/2008 e suas alterações, durante o exercício 2012.

5.

As provisões técnicas foram contabilizadas pelos valores calculados pelo atuário responsável, respeitando os critérios contábeis estabelecidos no plano de contas das Seguradoras. Os cálculos foram realizados de acordo com metodologia adequada e constante nas Notas Técnicas Atuariais à disposição da SUSEP – Superintendência de Seguros Privados. Realizamos teste de adequação de passivos com base nos conceitos definidos na Circular SUSEP nº 457/2012. O resultado do teste de adequação de passivos para a data-base de 31 de dezembro de 2012 não evidenciou deficiências das provisões. Deste modo, com base nos parágrafos anteriores, ratificamos que as provisões técnicas constituídas em 31 de dezembro de 2012 são suficientes para honrar os compromissos da Companhia junto aos seus segurados. São Paulo, 22 de fevereiro de 2013. Fábio de Giuseppe Rodrigues Atuário – MIBA nº 1.169

Ivan Luiz Gontijo Junior Diretor-Gerente

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADAS Administradores e Acionistas da Bradesco Seguros S.A. São Paulo - SP

auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.

Examinamos as demonstrações contábeis individuais e consolidadas da Bradesco Seguros S.A. (“Companhia”), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações de resultado, dos resultados abrangentes, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadas A Administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às entidades supervisionadas pela Superintendência de Seguros Privados - SUSEP e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis individuais e consolidadas com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma

Opinião Em nossa opinião, as demonstrações contábeis individuais e consolidadas acima referidas apresentam, adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Bradesco Seguros S.A. em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às entidades supervisionadas pela Superintendência de Seguros Privados - SUSEP.

Demonstração do valor adicionado Examinamos, também, a demonstração consolidada do valor adicionado (DVA), elaborada sob a responsabilidade da administração da Companhia, para o exercício findo em 31 de dezembro de 2012, cuja apresentação está sendo efetuada de forma voluntária pela Companhia. Essa demonstração foi submetida aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, está adequadamente apresentada, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto. São Paulo, 26 de fevereiro de 2013

KPMG Auditores Independentes CRC 2SP014428/O-6

Luciene Teixeira Magalhães Contadora CRC RJ079849/O-3

Érika Carvalho Ramos Contadora CRC 1SP224130/O-0


DIÁRIO DO COMÉRCIO

32

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Acionistas, Submetemos à apreciação de V.Sas. as Demonstrações Contábeis da Bradesco Vida e Previdência S.A., relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012, preparadas em conformidade com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às entidades supervisionadas pela Superintendência de Seguros Privados - SUSEP, incluindo as normas expedidas pelo Conselho Nacional de Seguros Privados – CNSP, acompanhadas das respectivas Notas Explicativas e do Relatório dos Auditores Independentes. O Mercado de Seguros A Bradesco Vida e Previdência, desde a sua fundação em 1981, apresenta crescimento contínuo no segmento de atuação, um dos mais dinâmicos da economia brasileira, com sólida posição conquistada no mercado, em virtude do compromisso de manter uma política de produtos inovadores e seguros, retribuindo a confiança de seus participantes e segurados. Desempenho das Operações de Seguros e Previdência Complementar O Lucro Líquido do exercício de 2012 foi de R$ 2,210 bilhões e o Patrimônio Líquido somou R$ 7,007 bilhões. Manteve a liderança em receitas dos produtos de Previdência Complementar Aberta e VGBL - Vida Gerador de Benefício Livre, participando com 29,59% do mercado, e deteve 17,98% dos prêmios de seguros de Pessoas, dados divulgados pela SUSEP Superintendência de Seguros Privados. As receitas de Contribuições de Planos de Aposentadoria, Pensão e Pecúlio, somadas aos Prêmios do VGBL, apresentaram crescimento de 17,35%, totalizando no exercício R$ 20,870 bilhões (R$ 17,785 bilhões em 2011). O volume de prêmios de seguros de pessoas atingiu R$ 3,930 bilhões, aumento de 16,93% (R$ 3,361 bilhões em 2011). As Provisões Técnicas cresceram 19,08%, somando R$ 108,371 bilhões (R$ 91,008 bilhões em 2011), e os investimentos 22,41%, atingindo R$ 117,417 bilhões (R$ 95,923 bilhões em 2011). A Bradesco Vida e Previdência, com base nos investimentos relativos aos planos de previdência e VGBL, deteve 33,41% do total do mercado, conforme dados divulgados pela Fenaprevi - Federação Nacional de Previdência Privada e Vida. Distribuição de Dividendos e Eventos Societários Informações sobre distribuição de dividendos e eventos societários estão disponíveis nas Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis. Investimento Em atenção ao disposto na Circular SUSEP no 430, de 5 de março de 2012, a Bradesco Vida e Previdência declara possuir capacidade financeira e intenção de manter até o vencimento os títulos classificados na categoria “títulos mantidos até o vencimento”. Riscos: subscrição, crédito, mercado e operacional. O Grupo Bradesco Seguros, em linha com os modelos adotados nos mercados Nacional e Internacional e em atendimento à legislação vigente, estruturou uma área independente de Estudos Atuariais e Gestão de Riscos que atende às melhores práticas de Governança Corporativa. Estão inseridas, nesse contexto, as disseminações da cultura de gestão de riscos operacionais em vários níveis, a divulgação de Políticas Corporativas, Normas Internas e Manual de Procedimentos Internos, visando ao monitoramento contínuo da exposição aos riscos. O Comitê Executivo de Gestão de Riscos do Grupo Bradesco Seguros reúne-se, trimestralmente, com a atribuição de aprovar estratégias, definir diretrizes, normas e procedimentos, bem como homologar os assuntos relevantes relacionados à Gestão de Riscos, visando ao processo de mitigação dos eventos de perdas de acordo com a especificidade de cada risco. A Bradesco Vida e Previdência mantém níveis de capital de acordo com os requerimentos regulatórios. Nos termos da legislação vigente, o capital mínimo requerido para funcionamento das sociedades seguradoras é composto por um capital base e um capital adicional para cobertura dos riscos de subscrição, de crédito, de mercado e operacional. Até que o CNSP regule o capital adicional pertinente a todos os riscos previstos na legislação, o capital mínimo requerido deverá ser o maior valor entre a soma do capital base com o capital adicional e a margem de solvência, calculada por meio de resolução específica. Governança Corporativa Com o objetivo de estar sempre em linha com as melhores práticas de governança corporativa, agindo com imparcialidade e transparência na prestação de contas, o Grupo Bradesco Seguros busca permanentemente o aperfeiçoamento do seu sistema de gestão institucional. Para isso, possui Comitês que dão suporte ao Orgão de Administração na condução do processo de decisão para cumprimento do direcionamento estratégico, na busca constante de melhores resultados, dentro dos mais elevados padrões éticos. O Grupo conta também com área de Ouvidoria para acolher opiniões, críticas e reclamações, que são tratadas com confidencialidade, bem como com Códigos de Conduta Ética, disponibilizados a todos os públicos com os quais se relaciona, resultado do compromisso constante em promover e definir com clareza as responsabilidades e a postura que devem pautar a atuação dos profissionais que integram as empresas do Grupo Bradesco Seguros. Destaca-se o ELC – Entity Level Controls, que se constitui em um conjunto de procedimentos de avaliação do nível de governança corporativa, com o propósito de mensurar o entendimento, aderência e comunicação dos temas que compõem o ambiente de controle do Grupo Bradesco Seguros. Controles Internos e Compliance No exercício de 2012, com base na política corporativa definida e visando atender às determinações legais sobre o tema, a Bradesco Vida e Previdência prosseguiu com a avaliação e aperfeiçoamento dos seus instrumentos, que integram o Sistema de Controles Internos do Grupo Bradesco Seguros. Os processos são continuamente reavaliados e os testes de aderência, para aferir a efetividade dos controles existentes, são regularmente aplicados, em conformidade com os principais frameworks de controles, como o COSO – Committee of Sponsoring Organizations of the Treadway Commission e o COBIT – Control Objetives for Information and Related Technology, que abrangem, respectivamente, aspectos de negócios e tecnologia. Os trabalhos de controles internos são desenvolvidos em conjunto com as diversas áreas gestoras de serviços, produtos e processos, cujos testes de aderência são aplicados com a periodicidade requerida, sendo os resultados reportados periodicamente ao Comitê de Controles Internos e Compliance e, sob demanda, ao Comitê de Auditoria da Organização Bradesco. Quanto à Lei Sarbanes-Oxley, a Bradesco Vida e Previdência é certificada anualmente pela Auditoria Independente, que ratifica a efetividade, eficácia e suficiência dos controles que suportam as Demonstrações Contábeis, resultando na difusão da importância

da cultura de controle. Para obtenção e manutenção de conformidade às leis e aos regulamentos, o Grupo Bradesco Seguros verifica, diariamente, a publicação de novos normativos pelos Órgãos Reguladores, informa as áreas afetadas e acompanha a implementação tempestiva das ações necessárias, de forma a garantir que as práticas operacionais estejam em conformidade. Plano e Gestão de Continuidade de Negócios A Bradesco Vida e Previdência, com a finalidade de assegurar a continuidade de seus processos críticos/essenciais de negócios, principalmente aqueles voltados para relacionamento e atendimento aos clientes, possui Plano de Continuidade de Negócios – PCN, implementado e testado. O PCN é um conjunto de estratégias e planos de ação, que são ativados quando da ocorrência de um evento, independentemente de sua proporção, que interrompa a continuidade de suas operações. Segurança da Informação A informação é um dos elementos do negócio mais importante para o Grupo Bradesco Seguros. O zelo pela informação no que tange a sua disponibilidade, integridade e confidencialidade tem sido uma meta constante da governança da informação. Nesta linha, são realizados trabalhos de revisões periódicas nos Sistemas de Informação, assim como são analisadas normas e regulamentos de caráter interno e externo, que incidem em alterações nas instruções, riscos e controles de Segurança da Informação. Diante desse compromisso, o Grupo tem realizado a disseminação da cultura, por meio da divulgação da Política Corporativa de Segurança da Informação, da administração de palestras, da disponibilização de curso e da publicação de matérias nos canais internos de comunicação disponíveis, abordando os mais diversos temas, com o intuito de garantir a conformidade com as melhores práticas de Segurança da Informação disponíveis no mercado. Prevenção e Combate à Lavagem de Dinheiro e ao Financiamento ao Terrorismo A Bradesco Vida e Previdência possui o compromisso permanente de prevenir e combater sistematicamente a Lavagem de Dinheiro, o Financiamento ao Terrorismo e a Corrupção. Atua constantemente para assegurar a conformidade às leis e normas, editadas pelos órgãos competentes, relativas aos temas e no relacionamento diferenciado com os clientes enquadrados na condição de Pessoas Politicamente Expostas, cooperando assim com os esforços das autoridades governamentais de controle. Diante desse compromisso, em 2012 ocorreu a consolidação e aperfeiçoamento das ferramentas de trabalho, dos controles e dos sistemas utilizados, que são permanentemente reavaliados e dão suporte ao processo de detecção e comunicação das operações/ ocorrências (automáticas e suspeitas) ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras – COAF. Em virtude da promulgação, em 9 de julho de 2012, da Lei no 12.683, e publicação de novas regras pela SUSEP, houve a revisão dos normativos internos, materiais de apoio e procedimentos, como também ênfase nos programas de treinamento, visando à constante conscientização e capacitação do quadro de colaboradores. Prevenção à Fraude A Bradesco Vida e Previdência, em consonância com a regulamentação vigente no que diz respeito à Prevenção à Fraude, mantém-se vigilante em desestimular, prevenir, detectar e combater ocorrências que possam caracterizar indícios de cometimento de fraudes, assim como em minimizar riscos operacionais, regulatórios e reputacionais aos quais a empresa possa estar sujeita, caso venha a ser envolvida em tentativas para negócios ou práticas de fraudes. Ao longo do exercício, priorizou a revisão e a publicação de materiais relativos ao assunto, com vistas a fomentar e estimular a tempestiva capacitação e o constante treinamento dos colaboradores da Companhia, aumentando a eficiência no combate às fraudes. Recursos Humanos Durante o exercício de 2012, a Companhia manteve também o foco na ampliação dos canais de distribuição, na qualidade das vendas realizadas e na especialização das pessoas. O investimento em treinamento possibilitou 94.247 participações de funcionários e de Corretores de Seguros. Inovações em Produtos e Serviços A Bradesco Vida e Previdência lançou o Seguro Prestamista Empresarial Bradesco para os correntistas Pessoas Jurídicas (PJ) do Banco Bradesco que realizam operações de Capital de Giro ou CDC PJ. Outro produto lançado pela Companhia, em 2012, foi o Empresarial Prev – plano de previdência destinado aos Clientes PJ de pequeno e médio porte, nos segmentos varejo e empresas. Ampliou as coberturas e serviços de produtos destinados aos clientes com mais de 60 anos, com a oferta de novas opções de contratação no Seguro ABS Total Premiável e ABS Sênior. Nos produtos PGBL e VGBL Empresarial destinados às pequenas e médias empresas, incrementou a grade com a oferta de novos fundos de investimentos. No segmento Private, passou a ofertar novos produtos VGBL com duas novas opções de investimentos em renda fixa, atrelados a títulos de longo prazo e alinhados ao atual cenário econômico. Reconhecimentos No exercício de 2012, dentre os reconhecimentos do mercado à Bradesco Vida e Previdência, destacam-se os: • Prêmios “Líder Global em venda de Previdência Privada” e “Líder de Mercado em Vendas na modalidade Vida em Grupo”, na 9ª edição do Prêmio Segurador Brasil, promovida pela editora Brasil Notícias, em São Paulo; e • Prêmios “Top of Mind” e “Top Executivo”, na categoria Previdência Privada, promovidos pela Revista Amanhã, que indicam a marca mais lembrada. Certificação ISO 9001 A Companhia manteve seus investimentos no controle de qualidade, com foco no atendimento e no relacionamento, resultando na manutenção do Certificado ISO 9001:2008, pela Fundação Vanzolini, na área de Pagamento de Sinistros e Benefícios. Agradecimentos A Bradesco Vida e Previdência continuará investindo na formação e ampliação dos canais de distribuição, objetivando atingir diferentes segmentos de mercado e proporcionar melhorias em nossos produtos e serviços oferecidos aos clientes. Continuará, ainda, com sua estratégia de pioneirismo e inovação, centrando esforços no aumento da oferta de produtos e facilitando o acesso à previdência complementar e ao seguro de pessoas no Brasil. Pelos êxitos obtidos, agradecemos a preferência e a confiança dos nossos segurados e corretores, o apoio recebido do Órgão regulador e o trabalho dedicado dos nossos funcionários e colaboradores. Cidade de Deus, 25 de janeiro de 2013. Diretoria

BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E DE 2011 (Em milhares de reais) Ativo Circulante ............................................................................................................... Disponível............................................................................................................. Caixa e bancos .................................................................................................... Aplicações ............................................................................................................ Créditos das operações com seguros e resseguros ....................................... Prêmios a receber ............................................................................................... Operações com seguradoras .............................................................................. Operações com resseguradoras.......................................................................... Outros créditos operacionais ............................................................................. Ativos de resseguros - Provisões técnicas....................................................... Títulos tu os e créditos c éd tos a receber ecebe ................................................................................ Títulos e créditos a receber.................................................................................. Créditos tributários e previdenciários .................................................................. Outros créditos .................................................................................................... Despesas antecipadas ........................................................................................ Custos de aquisição diferidos............................................................................ Seguros................................................................................................................ Seguros Ativo não circulante ................................................................................................ Realizável a longo prazo ...................................................................................... Aplicações ........................................................................................................... Ativos de resseguros - Provisões técnicas ...................................................... Títulos tulos e créditos a receber recebe ............................................................................... Títulos e créditos a receber.................................................................................. Créditos tributários e previdenciários .................................................................. Depósitos judiciais e fiscais ................................................................................ Outros créditos a receber .................................................................................... Investimentos....................................................................................................... Participações societárias ..................................................................................... Outros investimentos ........................................................................................... Imobilizado ........................................................................................................... Bens móveis ........................................................................................................ Outras imobilizações ........................................................................................... Intangível .............................................................................................................. Outros intangíveis ................................................................................................ Total do ativo ...........................................................................................................

Nota

4 6

7

8

13.c

4 7

8 15.b

9

10

2012 0 86.108.794 962 962 85.560.402 222.723 206.018 13.048 3.657 7.950 5.715 203.366 197.771 3.769 1.826 15.441 92.235 92.235 33.545.031 33.247.642 31.856.864 4.015 1.386.763 318.017 468.447 597.661 2.638 219.242 217.688 1.554 5.609 5.608 1 72.538 72.538 119.653.825

2011 0 70.949.769 7.752 7.752 70.511.640 172.094 158.420 11.638 2.036 8.202 4.830 120.110 114.462 3.674 1.974 17.386 107.755 107.755 26.584.877 26.251.420 25.411.432 3.660 836.328 287.936 548.047 345 288.065 286.533 1.532 5.917 5.916 1 39.475 39.475 97.534.646

Passivo Circulante .............................................................................................................. Contas a pagar .................................................................................................... Obrigações a pagar............................................................................................. Impostos e encargos sociais a recolher ............................................................. Encargos trabalhistas ......................................................................................... Impostos e contribuições ................................................................................... Débitos de operações com seguros e resseguros.......................................... Prêmios a restituir .............................................................................................. Operações com seguradoras ............................................................................. Operações com resseguradoras......................................................................... Corretores de seguros e resseguros................................................................... Outros débitos operacionais ............................................................................... Débitos de operações com previdência complementar.................................. Outros débitos operacionais .............................................................................. Depósitos de terceiros ...................................................................................... Provisões técnicas - Seguros............................................................................ Danos.................................................................................................................. Pessoas ............................................................................................................. Vida individual ..................................................................................................... Vida com cobertura por sobrevivência................................................................ Provisões técnicas - Previdência complementar ............................................ Planos não bloqueados ...................................................................................... GBL/PRG ...................................................................................................... PGBL/PRGP Passivo não circulante......................................................................................... Contas a pagar .................................................................................................... Tributos diferidos ................................................................................................ Provisões técnicas - Seguros............................................................................ Seguros ............................................................................ Danos.................................................................................................................. Pessoas ............................................................................................................. Vida individual .................................................................................................... Vida com cobertura de sobrevivência ................................................................. Provisões técnicas - Previdência complementar ............................................ Planos não bloqueados ...................................................................................... PGBL/PRGP ...................................................................................................... Outros débitos .................................................................................................... Provisões judiciais .............................................................................................. Patrimônio líquido ................................................................................................ Capital social....................................................................................................... Reservas de lucros ............................................................................................. Ajustes com títulos e valores mobiliários ............................................................ Total do passivo e patrimônio líquido ..................................................................

Nota

11

12 13

13

14 13

13

15.a 16

2012 4.653.023 713.988 79.063 49.950 10.066 574.909 83.410 1.728 18.485 8.400 54.797 219 219 129.140 2.707.028 189.645 1.370.089 1.031.515 115.779 1.019.238 916.401 102.837 107.993.978 2.623.472 2.623.472 67.538.952 151.395 1.046.530 969.915 65.371.112 37.106.146 16.600.481 20.505.665 725.408 725.408 7.006.824 2.100.000 1.087.445 3.819.379 119.653.825

2011 3.762.648 577.193 74.113 46.164 9.484 447.432 86.609 959 34.588 10.898 39.799 365 4.329 4.329 50.670 2.075.994 131.932 1.089.394 768.082 86.586 967.853 892.491 75.362 89.435.893 972.203 972.203 54.966.699 150.125 1.015.946 711.502 53.089.126 32.997.566 15.728.326 17.269.240 499.425 499.425 4.336.105 2.100.000 877.304 1.358.801 358.80 97.534.646

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis. DEMONSTRAÇÕES DE RESULTADOS DOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de reais, exceto o lucro líquido por ação) Nota ota Prêmios emitido líquido ............................................................................................. Contribuições para cobertura de riscos..................................................................... Variações das provisões técnicas ............................................................................. Prêmios ganhos....................................................................................................... Sinistros ocorridos ..................................................................................................... Custos de aquisição .................................................................................................. Outras receitas e despesas operacionais ................................................................. Resultado com operações de resseguro .............................................................. Receita com resseguro............................................................................................ Despesa com resseguro.......................................................................................... Receitas de contribuições e prêmios de VGBL.................................................... Rendas de contribuições e prêmios ........................................................................ Constituição da provisão de benefícios a conceder ................................................ Rendas com taxas de gestão e outras taxas........................................................... Variação de outras provisões técnicas .................................................................... Custos de aquisição ................................................................................................ Outras receitas e despesas operacionais................................................................ Despesas administrativas........................................................................................ Despesas com tributos ............................................................................................ Resultado financeiro ................................................................................................ Resultado patrimonial .............................................................................................. Resultado operacional ............................................................................................ Ganhos e perdas com ativos não correntes......................................................... Resultado antes dos impostos e participações ................................................... Imposto de renda..................................................................................................... Contribuição social .................................................................................................. Participações sobre o resultado .............................................................................. Lucro líquido do exercício...................................................................................... Quantidade de ações .............................................................................................. Lucro líquido por ação - R$ ....................................................................................

21.a 21.b 21.c 21.d 21.e

21.f 21.g

21.h 21.i 21.j 21.k

21.m 21.m

2012 4.271.239 1.164.009 (1.736.092) 3.699.156 (1.561.301) (801.209) (76.835) (13.818) 6.145 (19.963) 58.163 19.706.008 (19.647.845) 1.233.216 (368.841) (169.120) (62.239) (553.863) (232.457) 2.365.112 51.282 3.567.246 (39.006) 3.528.240 (812.839) (490.809) (14.451) 2.210.141 181.570 12.172,39

2011 3.664.554 1.087.726 (1.330.448) 3.421.832 (1.430.143) (593.946) (69.144) (14.829) 4.018 (18.847) 42.932 16.697.159 (16.654.227) 1.079.597 33.396 (158.099) (109.787) (628.505) (218.393) 1.703.088 40.247 3.098.246 (35.127) 3.063.119 (687.405) (428.944) (14.049) 1.932.721 181.570 10.644,50

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis. DEMONSTRAÇÕES DE RESULTADOS ABRANGENTES DOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de reais) Lucro líquido do exercício ....................................................................................................... Ajuste a valor justo de ativos financeiros disponíveis para venda............................................. Ajuste a valor justo de ativos financeiros disponíveis para venda em controladas ................... Efeito dos impostos .................................................................................................................. Total do resultado abrangente do exercício .......................................................................... Atribuível aos acionistas: Controladores ............................................................................................................................

2012 2.210.141 4.100.963 (1.640.385) 4.670.719

2011 1.932.721 (153.139) (23.196) 70.534 1.826.920

4.670.719

1.826.920

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.

DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA - MÉTODO INDIRETO EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de reais)

Resultado antes dos impostos e participações ..................................................................... Ajustes para: Depreciações e amortizações.................................................................................................. Perdas por redução ao valor recuperável dos ativos............................................................... Resultado positivo de equivalência patrimonial ....................................................................... Lucro ajustado do exercício..................................................................................................... Variações nas contas patrimoniais (Aumento)/Redução: Aplicações................................................................................................................................ Créditos das operações de seguros e resseguros .................................................................. Outros créditos operacionais .................................................................................................. Ativos de resseguros provisões técnicas................................................................................. Títulos e créditos a receber ..................................................................................................... Despesas antecipadas............................................................................................................. Custos de aquisição diferidos .................................................................................................. Contas a pagar ........................................................................................................................ Débitos das operações de seguros e resseguros.................................................................... Débitos das operações de previdência.................................................................................... Dépósitos de terceiros ............................................................................................................. Provisões técnicas - seguros ................................................................................................... Provisões técnicas - previdência complementar...................................................................... Outros débitos.......................................................................................................................... Ajustes com títulos e valores mobiliários (PL) ......................................................................... Caixa consumido pelas operações:....................................................................................... Imposto de renda sobre o lucro pago ...................................................................................... Contribuição social sobre o lucro pago.................................................................................... Dividendos recebidos............................................................................................................... Caixa Líquido (consumido)/gerado nas atividades operacionais ........................................ Atividades de Investimento Aquisição de imobilizado ......................................................................................................... Aquisição de investimentos ..................................................................................................... Ativo intangível desenvolvido internamente............................................................................. Caixa Líquido consumido nas atividades de investimentos................................................. Atividades de Financiamento ................................................................................................. Dividendos e juros sobre capital próprio pago ........................................................................ Caixa Líquido consumido nas atividades de financiamento ................................................ Redução/aumento líquido de caixa e equivalente de caixa ................................................ Caixa e equivalente de caixa no início do exercício ............................................................... Caixa e equivalente de caixa no final do exercício ................................................................. Redução/aumento líquido de caixa e equivalente de caixa .................................................

2012 3.528.240

2011 3.063.119

7.679 4.435 (51.282) 3.489.072

10.960 4.033 (40.247) 3.037.865

(21.391.294) (55.064) 252 (1.240) (615.962) 1.945 15.520 1.761.772 (3.199) (4.110) 78.470 13.203.287 4.159.965 225.983 2.460.794 (1.292.514) (804.055) (489.821) 1.362 2.033.677

(13.314.169) 42.231 (4.976) (1.828) (30.946) (12.701) (67.017) (63.977) 19.675 4.329 (6.023) 11.315.083 3.409.958 55.889 (91.884) (1.060.697) (656.185) (413.229) 8.717 3.230.812

(1.467) (33) (38.967) (40.467)

(1.568) (61.815) (22.562) (85.945)

(2.000.000) (2.000.000) (6.790) 7.752 962 (6.790)

(3.143.500) (3.143.500) 1.367 6.385 7.752 1.367

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis. continua


DIÁRIO DO COMÉRCIO

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

33

DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO DOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de reais)

DISCRIMINAÇÃO

Capital social

Reservas de lucros Reserva legal Reserva estatutária 272.799

Ajustes com títulos e valores mobiliários

Lucros acumulados

Total

1.464.602

-

5.652.685

Saldos em 31 de dezembro de 2010 ................................................................................................................

1.480.000

2.435.284

Aumento de Capital - Portaria SUSEP/CGRAT nº 1.235 de 21.06.2011............................................................... 21.06.2011

620.000

-

Ajustes com títulos e valores mobiliários ..............................................................................................................

-

-

Dividendos dendos pagos .................................................................................................................................................

-

-

Lucro líquido do exercício .....................................................................................................................................

-

-

-

-

1.932.721

1.932.721

Dividendos antecipados (R$ 6.378,90 valor por ação)..........................................................................................

-

-

-

-

(1.158.216)

(1.158.216)

Juros sobre o capital próprio pagos (R$ 936,28 valor por ação)...........................................................................

-

-

-

-

(170.000)

(170.000)

Proposta para destinação do lucro líquido ...........................................................................................................

-

96.636

507.869

-

(604.505)

Saldos em 31 de dezembro de 2011 ................................................................................................................

2.100.000

369.435

507.869

1.358.801

-

4.336.105

Ajustes com títulos e valores mobiliários ..............................................................................................................

-

-

-

2.460.578

-

2.460.578

Lucro líquido do exercício .....................................................................................................................................

-

-

Dividendos antecipados (R$ 7.336,74 valor por ação)..........................................................................................

-

-

Juros sobre o capital próprio pagos (R$ 881,20 valor por ação)...........................................................................

-

-

-

Proposta para destinação do lucro líquido ...........................................................................................................

-

50.565

667.445

Saldos em 31 de dezembro 2012 ......................................................................................................................

2.100.000

420.000

667.445

3.819.379

(620.000) (1.815.284)

(507.869)

(105.801)

-

-

(105.801) (1.815.284)

-

-

2.210.141

2.210.141

-

(1.332.131)

(1.840.000)

-

(160.000)

(160.000)

-

(718.010) -

7.006.824

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis. NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de reais) 1.

2. a.

b.

c.

d.

e.

f.

g.

h.

i.

j.

Contexto operacional A Companhia é uma subsidiária do Grupo Bradesco Seguros, sociedade anônima de capital fechado, sediada em São Paulo, autorizada pela Superintendência de Seguros Privados - SUSEP a operar em todas as modalidades de seguros de pessoas e previdência em todo o território nacional. O endereço registrado da sede da Companhia é Cidade de Deus, Vila Yara, Osasco, São Paulo. A Companhia controladora direta da Bradesco Vida e Previdência S.A. é a Bradesco Seguros S.A., e o controlador em última instância é o Banco Bradesco S.A. A Bradesco Vida e Previdência, por intermédio de subsidiárias e filiais, atua nos segmentos de seguro de vida e previdência complementar aberta. As operações são conduzidas no contexto do conjunto das empresas integrantes do Grupo Bradesco Seguros, atuando de forma integrada no mercado, e os custos das estruturas operacional e administrativa comuns são absorvidos segundo a praticabilidade e a razoabilidade de lhes serem atribuídos, em conjunto ou individualmente. Essas demonstrações contábeis foram aprovadas pelo Conselho de Administração do controlador final, Banco Bradesco S.A., em 25 de janeiro de 2013. Resumo das principais políticas contábeis As políticas contábeis discriminadas abaixo foram aplicadas em todos os períodos apresentados nas demonstrações contábeis. Base de preparação Em consonância à Circular SUSEP n° 430/2012, as demonstrações contábeis foram preparadas em conformidade com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às entidades supervisionadas pela Superintendência de Seguros Privados - SUSEP, incluindo os pronunciamentos, as orientações e as interpretações emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) quando referendadas pela SUSEP. As demonstrações contábeis estão apresentadas em conformidade com os modelos de publicação estabelecidos pela referida Circular. Em atendimento à Circular SUSEP n.º 424/2011 - Anexo IV, em 31 de dezembro de 2011, a Companhia apresentou as demonstrações dos fluxos de caixa (DFC) pelo método direto. Em 2012, tendo em vista a opção apresentada pela Circular SUSEP n.º 430/2012 Anexo IV, a Companhia optou por apresentar essas demonstrações pelo método indireto e, para fins de comparabilidade, o exercício findo em 31 de dezembro de 2011 está sendo apresentado pelo método indireto. De acordo com o item 10 do CPC 36, a preparação das demonstrações contábeis consolidada desta Companhia não é requerida, uma vez que as demonstrações contábeis consolidadas do acionista controlador direto (Bradesco Seguros S.A.), entidade domiciliada no Brasil, foram preparadas, e publicadas no Diário Oficial do Estado de São Paulo em 28 de fevereiro de 2013. Base para avaliação e moeda funcional A moeda funcional da Companhia é o Real. As demonstrações contábeis estão apresentadas em milhares de reais e foram elaboradas de acordo com o princípio do custo histórico, com exceção para: • Ativos financeiros mensurados pelo valor justo por meio do resultado; e • Ativos financeiros disponíveis para venda mensurados pelo valor justo. Uso de estimativas e julgamentos A preparação das demonstrações contábeis de acordo com as normas do CPC exige que a Administração faça julgamentos, estimativas e premissas que afetam a aplicação de políticas contábeis e os valores reportados de ativos, passivos, receitas e despesas. Os resultados reais podem divergir dessas estimativas. Estimativas e premissas são revistas de uma maneira contínua. Revisões com relação a estimativas contábeis são reconhecidas no exercício em que as estimativas são revisadas e em quaisquer exercícios futuros afetados. As notas explicativas listadas abaixo incluem: (i) informações sobre julgamentos críticos referentes às políticas contábeis adotadas que tem efeitos significativos sobre os valores reconhecidos nas demonstrações contábeis; (ii) informações sobre incertezas, sobre premissas e estimativas que possuam um risco significativo de resultar em um ajuste material dentro do próximo exercício financeiro. • Nota 2d – Classificação dos contratos de seguro; • Nota 4 – Aplicações financeiras; • Nota 8 - Créditos tributários e previdenciários; • Nota 13 - Provisões técnicas; • Nota 15 - Provisões judiciais. Classificação dos contratos de seguros A Companhia e sua controlada classificam os contratos emitidos como contratos de seguro quando os contratos transferem risco significativo de seguro. Como guia geral, define-se risco significativo de seguro como a possibilidade de pagar benefícios adicionais significativos ao segurado na ocorrência de um acontecimento futuro incerto específico que possa afetá-lo de forma adversa. Disponível (Caixa e equivalentes de caixa) São representados por disponibilidades em moeda nacional e estrangeira, caixa e depósitos bancários, cujo vencimento das operações na data da efetiva aplicação seja igual ou inferior a 90 dias e apresentam risco insignificante de mudança de valor justo e que são utilizados pela Companhia para o gerenciamento de seus compromissos de curto prazo. Aplicações A Companhia determina a classificação inicial de seus ativos financeiros no reconhecimento inicial sob as seguintes categorias: mensurados a valor justo por meio do resultado, disponíveis para venda e mantidos até o vencimento. Os ativos de renda fixa são contabilizados na data da liquidação e as ações são contabilizadas na data da transação. i. Ativos financeiros mensurados a valor justo por meio do resultado Um ativo financeiro é classificado pelo valor justo por meio do resultado quando a Companhia gerencia tais investimentos e toma decisões de compra e venda baseadas em seus valores justos de acordo com a gestão de riscos e estratégia de investimentos. Ativos financeiros registrados pelo valor justo por meio do resultado são medidos pelo valor justo e mudanças no valor justo desses ativos são reconhecidas no resultado do exercício. ii. Ativos financeiros mantidos até o vencimento Caso a Administração tenha intenção e a capacidade de manter títulos de dívida até o vencimento, então tais ativos financeiros são classificados como mantidos até o vencimento. Os investimentos mantidos até o vencimento são registrados pelo custo amortizado deduzidos de qualquer perda por redução ao valor recuperável. iii. Ativos financeiros disponíveis para venda Compreende os ativos financeiros que não são classificados em nenhuma das categorias anteriores. Após o reconhecimento inicial, eles são medidos pelo valor justo e as mudanças, que não sejam perdas por redução ao valor recuperável, são reconhecidas em outros resultados abrangentes e apresentadas dentro do patrimônio líquido. Quando um investimento é baixado, o resultado acumulado em outros resultados abrangentes é transferido para o resultado. iv. Determinação do valor justo O valor das aplicações em fundos de investimentos foi obtido a partir dos valores das quotas divulgadas pelas instituições financeiras administradoras desses fundos. Os títulos de renda fixa públicos tiveram seu valor justo obtido a partir das tabelas de referência divulgadas pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (ANBIMA). Os títulos de renda variável e os fundos de investimentos imobiliários tiveram seus valores de mercado obtidos a partir da última cotação publicada pela Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros de São Paulo (BM&FBOVESPA). Para os ativos financeiros sem mercado ativo ou cotação pública, a Companhia estabelece o valor justo por meio de técnicas de avaliação. Essas técnicas incluem o uso de operações recentes contratadas com terceiros, referência a outros instrumentos que são similares, análise do fluxo de caixa descontado e contam o mínimo possível com informações geradas pela Administração da própria Companhia. v. Redução ao valor recuperável (impairment) de ativos financeiros Um ativo tem perda no seu valor recuperável se uma evidência objetiva indica que um evento de perda ocorreu após o reconhecimento inicial do ativo financeiro. A evidência objetiva de que os ativos financeiros (incluindo títulos patrimoniais) perderam valor pode incluir o não pagamento ou atraso no pagamento por parte do devedor, indicações de que o devedor ou emissor entrará em processo de falência, ou o desaparecimento de um mercado ativo para o título. As perdas são reconhecidas no resultado e refletidas em conta redutora do ativo correspondente. Quando um evento subsequente indica reversão da perda de valor, a diminuição na perda de valor é revertida e registrada no resultado. Perdas de valor (redução ao valor recuperável) nos ativos financeiros disponíveis para venda são reconhecidas pela reclassificação da perda cumulativa, que foi reconhecida em outros resultados abrangentes no patrimônio líquido para o resultado. A perda cumulativa, que é reclassificada de outros resultados abrangentes para o resultado, é a diferença entre o custo de aquisição, líquido de qualquer reembolso e amortização de principal, e o valor justo atual, decrescido de qualquer redução por perda de valor recuperável previamente reconhecida no resultado. Todavia, qualquer recuperação subsequente no valor justo de um ativo financeiro disponível para venda para o qual tenha sido registrada perda do valor recuperável, é reconhecida em outros resultados abrangentes. Instrumentos financeiros derivativos A Companhia mantém operações envolvendo instrumentos financeiros derivativos destinados exclusivamente à proteção de riscos associados com a variação de taxas de juros dos investimentos. As operações com derivativos são registradas e negociadas na BM&FBovespa. Derivativos são reconhecidos inicialmente pelo valor justo e os custos de transação são reconhecidos no resultado quando incorridos. Após o reconhecimento inicial, os derivativos são mensurados pelo valor justo e as variações no valor justo são registradas no resultado do período e estão classificados na categoria ativos financeiros mensurados ao valor justo por meio do resultado. Para instrumentos financeiros derivativos, cotações de preço de mercado são usadas para determinar o valor justo destes instrumentos. O valor justo dos contratos de futuros é determinado com base em cotações de preços de mercado para derivativos negociados em bolsa ou utilizando técnicas de modelagem de fluxo de caixa descontado que usam curvas de rendimento, refletindo os fatores de risco adequados. As informações para construir as curvas de rendimento são obtidas principalmente na BM&FBovespa e no mercado secundário doméstico. Estas curvas de rendimento são utilizadas para determinar o valor justo de taxa de juros. Redução ao valor recuperável A Companhia reconhece uma provisão para risco de crédito sobre prêmios a receber direto, e sobre créditos a recuperar com resseguradores e cosseguradores, com base em estudo que apura o percentual médio de perda efetiva sobre os valores a receber que permaneceram certo período de tempo em atraso. Imobilizado O ativo imobilizado de uso próprio compreende equipamentos, móveis, máquinas e utensílios, incluindo softwares objeto de contratos de arrendamento mercantil que tenham sido registrados neste grupo em função da classificação como “arrendamento mercantil financeiro”. O imobilizado de uso é demonstrado ao custo histórico, reduzido por depreciação acumulada e perdas de redução de valor recuperável acumuladas, quando aplicável. Ganhos e perdas na alienação de um item do imobilizado são apurados pela comparação entre os recursos advindos da alienação com o valor contábil do imobilizado e são reconhecidos líquidos dos custos de transação no resultado do período. Gastos subsequentes são capitalizados somente quando geram benefícios econômicos futuros associados e possam ser avaliados com confiabilidade. Gastos de reparo ou manutenção são reconhecidos no resultado do período à medida que são incorridos. Gastos com reformas e melhorias que prolongam a vida útil dos bens são incorporados ao custo do ativo imobilizado. A depreciação do ativo imobilizado é reconhecida no resultado pelo método linear de acordo com as seguintes taxas anuais para os períodos correntes e comparativos: 10% para móveis, utensílios, máquinas e equipamento; 20% para equipamentos de informática. Ativos intangíveis i. Softwares Softwares adquiridos são registrados ao custo, deduzido da amortização acumulada e eventuais perdas acumuladas por impairment. A amortização do intangível é reconhecida no resultado considerando a taxa linear de 20% ao ano. Despesas de desenvolvimento interno de software são reconhecidas como ativo quando é possível demonstrar sua intenção e capacidade de concluir o desenvolvimento, mensurando seu custo e a utilização dos softwares, de modo que gere benefícios econômicos futuros. Os custos capitalizados de softwares desenvolvidos internamente incluem todos os custos diretamente atribuíveis ao desenvolvimento, deduzido da amortização acumulada gerada durante a vida útil e são

testados por impairment, caso haja indicativo de perda. Despesas subsequentes com softwares são capitalizadas somente quando aumentam os benefícios econômicos futuros incorporados no ativo específico a que se referem. Todas as demais despesas são contabilizadas como despesas à medida que são incorridas. k. Ativos de resseguros A cessão de resseguros é efetuada no curso normal de suas atividades com o propósito de limitar sua perda potencial, por meio da diversificação de riscos. Os passivos relacionados às operações de resseguros são apresentados brutos de suas respectivas recuperações, uma vez que a existência do contrato não exime as obrigações para com os segurados. Conforme determinado pelo órgão regulador, as empresas de resseguro sediadas no exterior devem possuir rating mínimo, de acordo com agência classificadora de risco, para operar no país, sendo as demais operações efetuadas com resseguradores locais. Desta forma, a Administração entende que os riscos de impairment desses ativos são reduzidos. No caso de serem identificados indícios de que os valores não serão realizados pelos montantes registrados, estes ativos serão ajustados ao seu valor recuperável. l. Custos de aquisição diferidos É composto substancialmente por valores referentes a comissões, agenciamentos e angariações relativos à comercialização de apólices de seguros, sendo a apropriação ao resultado das despesas com comissão realizadas pelo período de vigência das respectivas apólices, e as despesas com agenciamentos e angariações realizadas no período de doze meses. m. Impairment de ativos não financeiros Os valores dos ativos não financeiros, exceto créditos tributários, são revistos no mínimo anualmente para determinar se há alguma indicação de perda considerada permanente, que é reconhecida no resultado do período se o valor contábil de um ativo exceder seu valor recuperável. n. Provisões técnicas i. Seguros de pessoas, exceto vida individual A provisão de prêmios não ganhos (PPNG) é calculada “pro rata dia”, com base nos prêmios líquidos de cessão de cosseguros, porém, contemplando as operações de transferência em resseguro, conforme disposto na Resolução CNSP nº 195/2008 e alterações posteriores, e é constituída pela parcela, correspondentes aos períodos de riscos não decorridos dos contratos de seguros e contempla estimativa para os riscos vigentes, mas não emitidos (RVNE). A provisão complementar de prêmio (PCP) é constituída mensalmente para complementar a PPNG e considera estimativa para os riscos vigentes mas não emitidos (RVNE). Aprovisão de insuficiência de prêmios (PIP) é constituída para fazer face às diferenças resultantes entre o valor presente esperado de indenizações e despesas relacionadas futuras e o valor presente esperado dos prêmios futuros. A provisão é calculada atuarialmente e leva em consideração à tábua biométrica AT-2000 Male para homens e AT-2000 Female para mulheres, com improvement de 1,5% ao ano, taxas decrementais específicas para as demais coberturas de risco descontada a taxa real de juros de 3,5% ao ano (4% até agosto de 2012). A provisão matemática de benefícios a conceder (PMBaC) é calculada pela diferença entre o valor atual dos benefícios futuros e o valor atual das contribuições futuras, correspondentes às obrigações assumidas. A provisão de resgates e outros valores a regularizar (PROVR) abrange os valores referentes aos resgates a regularizar e às devoluções de prêmios ainda não efetuadas. A provisão para sinistros ocorridos e não avisados (IBNR) é constituída com base nos sinistros ocorridos e ainda não pagos (IBNP) subtraído do saldo da PSL na data-base do cálculo. Para apurar o IBNP é calculada a estimativa final de sinistros já ocorridos e ainda não pagos com base em triângulos de run-off semestrais, que consideram o desenvolvimento histórico dos sinistros pagos nos últimos 14 semestres, para estabelecer uma projeção futura por período de ocorrência. A provisão de sinistros a liquidar (PSL) considera todos os avisos de sinistros recebidos até a data do balanço e os custos relacionados, tais como despesas com regulação de sinistros, honorários de sucumbência, entre outros. A provisão é atualizada monetariamente e inclui todos os sinistros em discussão judicial conhecidos. ii. Seguros de vida individual, excluindo os seguros de vida com cobertura de sobrevivência (VGBL) A provisão de riscos não expirados (PRNE) é calculada “pro rata dia”, com base nos prêmios líquidos de cessão de cosseguros, porém, contemplando as operações de transferência em resseguro, conforme disposto na Resolução CNSP nº 195/2008 e alterações posteriores, e é constituída pela parcela, correspondentes aos períodos de riscos não decorridos dos contratos de seguros e contempla estimativa para os riscos vigentes, mas não emitidos (RVNE). A provisão complementar de prêmio (PCP) é constituída mensalmente para complementar a PRNE e considera estimativa para os riscos vigentes mas não emitidos (RVNE). A provisão matemática de benefícios a conceder (PMBaC) é calculada pela diferença entre o valor atual dos benefícios futuros e o valor atual das contribuições futuras, correspondentes às obrigações. A provisão de resgates e outros valores a regularizar (PROVR) abrange os valores referentes aos resgates a regularizar, às devoluções de prêmios e à portabilidade solicitada e ainda não transferida para entidade receptora. A provisão para eventos ocorridos e não avisados (IBNR) é constituída com base no sinistros ocorridos e ainda não pagos (IBNP) subtraído do saldo da PSL na data-base do cálculo. Para apurar o IBNP é calculada a estimativa final de sinistros já ocorridos e ainda não pagos com base em triângulos de run-off semestrais, que consideram o desenvolvimento histórico dos sinistros pagos nos últimos 14 semestres, para estabelecer uma projeção futura por período de ocorrência. A provisão de benefícios a regularizar (PBR) considera todos os avisos de sinistros recebidos até a data do balanço e os custos relacionados, tais como despesas com regulação de sinistros, honorários de sucumbência, entre outros. A provisão é atualizada monetariamente e inclui todos os sinistros em discussão judicial conhecidos. iii. Previdência complementar aberta e seguros de vida com cobertura de sobrevivência (VGBL) A provisão de riscos não expirados (PRNE) é calculada “pro rata dia”, com base nos prêmios líquidos de cessão de cosseguros, porém, contemplando as operações de transferência em resseguro, conforme disposto na Resolução CNSP n° 195/2008 e alterações posteriores, e é constituída pela parcela, correspondentes aos períodos de riscos não decorridos dos contratos de seguros e contempla estimativa para os riscos vigentes mas não emitidos (RVNE). A provisão matemática de benefícios a conceder (PMBaC) refere-se aos participantes cujos benefícios ainda não iniciaram. Nos planos de previdência, de benefício definido, a provisão representa a diferença entre o valor atual dos benefícios futuros e o valor atual das contribuições futuras, correspondentes às obrigações assumidas sob a forma de planos de aposentadoria, invalidez, pensão e pecúlio. A provisão é calculada segundo metodologia e premissas, tais como mortalidade e taxa de juros, que são estabelecidas em nota técnica atuarial de cada produto. As provisões matemáticas de benefícios a conceder vinculadas a seguros de vida com cobertura de sobrevivência e planos de previdência da modalidade “gerador de benefícios livres” (VGBL e PGBL) representam o montante das contribuições efetuadas pelos participantes, líquidas de carregamento, e outros encargos contratuais, acrescidas dos rendimentos financeiros gerados pela aplicação dos recursos em fundos de investimento, em quotas de fundos de investimento especialmente constituídos (FIEs). A provisão de resgates e outros valores a regularizar (PROVR) abrange os valores referentes aos resgates a regularizar, às devoluções de prêmios e à portabilidade solicitada e ainda não transferida para entidade receptora. A provisão matemática de benefícios concedidos (PMBC) refere-se aos participantes que se encontram em gozo de benefícios e corresponde ao valor atual das obrigações futuras referentes aos pagamentos de benefícios continuados. A provisão é calculada segundo metodologia e premissas, tais como mortalidade e taxa de juros, que são estabelecidas em nota técnica atuarial de cada produto. A provisão de insuficiência de contribuição (PIC) é constituída para fazer face à eventual oscilação desfavorável nos riscos técnicos assumidos na provisão matemática de benefícios a conceder e na provisão matemática de benefícios concedidos, considerando tendência de maior sobrevida dos participantes. Nos planos com risco de sobrevivência, a provisão é calculada atuarialmente e leva em consideração à tábua biométrica AT-2000 Male (suavizada) para homens e AT-2000 Female (suavizada) para mulheres, com improvement de 1,5% ao ano e taxa real de juros de 3,5% ao ano a partir de agosto de 2012 (4% até julho de 2012). Nos planos com risco de sobrevivência de inválidos, a provisão leva em consideração a tábua biométrica AT-49 Male e taxa real de juros de 3,5% ao ano a partir de agosto de 2012 (4% até julho de 2012). Improvement é uma técnica que atualiza a tábua de sobrevivência automaticamente, considerando o aumento esperado da sobrevida futura. Em 2011 a provisão de oscilação financeira (POF) foi constituída até o limite de 15% da provisão matemática de benefícios a conceder, relativa aos planos de previdência na modalidade de contribuição variável com garantia de rendimentos para cobrir eventuais oscilações financeiras. De forma a refletir melhor a alocação, os riscos financeiros e, consequentemente, o valor da referida provisão foi, ao longo de exercício de 2012, incorporada à PIC. A provisão de despesas administrativas (PDA) é constituída para cobrir as despesas administrativas futuras dos planos de benefício definido, de contribuição definida e de contribuição variável. As premissas de cálculo são as mesmas consideradas no cálculo da PIC, com a inclusão da despesa com pagamentos de benefícios. A provisão de excedente financeiro (PEF) corresponde à parte do rendimento financeiro obtido com a aplicação das provisões, que excede a rentabilidade mínima dos planos de previdência com cláusula de participação de excedente financeiro. A provisão de excedente técnico (PET) corresponde à diferença entre o valor esperado e o valor observado de eventos ocorridos no período para os planos de previdência com cláusula de participação em excedente técnico. A provisão de eventos ocorridos e não avisados (IBNR) relativa às operações de previdência é constituída de acordo com as determinações da Circular SUSEP n° 448/2012. A provisão de benefícios a regularizar (PBR) considera todos os avisos de sinistros recebidos até a data do balanço e os custos relacionados, tais como despesas com regulação de sinistros, honorários de sucumbência, entre outros. A provisão é atualizada monetariamente e inclui todos os sinistros em discussão judicial conhecidos. Os encargos financeiros creditados às provisões técnicas, bem como a constituição e/ou reversão da provisão de excedente financeiro, são classificados como despesas financeiras e estão apresentados no grupo “Resultado financeiro”. iv. Operações com o Convênio DPVAT As operações do seguro DPVAT, incluindo as respectivas provisões técnicas, são contabilizadas com base nas informações recebidas da Seguradora Líder dos Consórcios do Seguro DPVAT S.A. v. Tábuas, taxas e carregamento dos principais produtos atualmente comercializados Produto Tábua Taxa de juros Taxa de carregamento Planos de Aposentadoria (PGBL E VGBL)....................... BR-EMS 0% 0% a 5% Seguros de Pessoas e Coberturas de Risco.................... AT83 e CSO-58 3% a 6% 20% a 30% vi. Teste de adequação de passivo (“LAT”) A Companhia elaborou o teste de adequação de passivos para todos os contratos que atendem à definição de um contrato de seguro segundo o CPC 11 e que estão vigentes na data de execução do teste. Este teste é elaborado semestralmente e considera como valor líquido contábil (net carrying amount) os passivos de contratos de seguro, deduzido da despesa de comercialização diferida (DAC) e os ativos intangíveis relacionados. Para esse teste, a Companhia utilizou metodologia atuarial que considera a estimativa a valor presente de todos os fluxos de caixa futuros e que também inclui as despesas de liquidação de sinistros a partir de premissas atuariais na data de execução do teste. Neste teste, os contratos são agrupados com base nos riscos similares ou quando o risco de seguro é gerenciado em conjunto pela Administração. As premissas de sinistralidade, despesas administrativas e operacionais, despesas de comercialização, cancelamento, contribuições futuras, resgates e conversão em renda adotadas no teste têm como base as observações históricas. Já as premissas de mortalidade e de sobrevivência seguem as tábuas biométricas construídas especificamente com a experiência do mercado segurador brasileiro, BR-EMS, sendo considerada ainda uma premissa de melhoria contínua da expectativa de vida, conhecida tecnicamente como improvement, de acordo com a Escala G da Sociedade de Atuários - SOA. As taxas de desconto utilizadas para se trazer os fluxos projetados a valor presente são as taxas a termo livres de riscos que foram aprovadas pela SUSEP. Caso seja identificada qualquer insuficiência, a Companhia deve registrar a insuficiência como uma despesa no resultado do período e constituir provisões adicionais aos passivos de seguro já registrados na data-base do teste. Em linha com as determinações da legislação, não foram incluídos no teste de adequação os passivos relacionados ao seguro DPVAT. continua


34

o.

p.

q.

r.

s.

3. a.

b.

DIÁRIO DO COMÉRCIO

O resultado do teste de adequação dos passivos não apresentou insuficiência em relação às provisões técnicas. Ativos e passivos contingentes e obrigações legais - Fiscais e previdenciárias (Provisões judiciais) i. Ativos contingentes Não são reconhecidos contabilmente, exceto quando a Administração possui total controle da situação ou quando há garantias reais ou decisões judiciais favoráveis, sobre as quais não cabem mais recursos, caracterizando o ganho como praticamente certo e pela confirmação da capacidade de sua recuperação por recebimento ou compensação com outro exigível. Os ativos contingentes, cuja expectativa de êxito é provável, são divulgados quando aplicável. ii. Passivos contingentes São constituídos levando em conta: a opinião dos assessores jurídicos, a natureza das ações, similaridade com processos anteriores, complexidade e o posicionamento dos Tribunais, sempre que a perda for avaliada como provável, o que ocasionaria uma provável saída de recursos para a liquidação das obrigações e quando os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança. Os passivos contingentes classificados como de perdas possíveis não são reconhecidos contabilmente, devendo ser apenas divulgados em notas explicativas, quando individualmente relevantes, e os classificados como remotos não são divulgados. iii. Obrigações legais - fiscais e previdenciárias Decorrem de processos judiciais relacionados a obrigações tributárias, cujo objeto de contestação é sua legalidade ou constitucionalidade, que, independente da avaliação acerca da probabilidade de sucesso, têm os seus montantes reconhecidos integralmente nas demonstrações contábeis. Benefícios a empregados i. Obrigações de curto prazo As obrigações de benefícios de curto prazo para empregados são mensuradas e lançadas como despesa à medida que o serviço respectivo é prestado. ii. Obrigações por aposentadorias Plano de contribuição definida A Companhia é patrocinadora de plano de previdência complementar para seus funcionários e administradores, na modalidade Plano Gerador de Benefícios Livres (PGBL). O PGBL é um plano de previdência do tipo de contribuição variável, que permite acumular recursos financeiros ao longo da carreira profissional do participante mediante contribuições pagas por ele mesmo e pela empresa patrocinadora, sendo os recursos investidos em um Fundo de Investimento Exclusivo (FIE). As obrigações atuariais do PGBL estão integralmente cobertas pelo FIE correspondente. As contribuições dos funcionários e administradores são equivalentes a 4% do salário, exceto para os participantes que em 2001 optaram em migrar do plano de benefício definido para o PGBL, cujas contribuições foram mantidas nos níveis que vigoravam no plano de benefício definido quando da transferência de plano, observando-se sempre o mínimo de 4% do salário. As obrigações das contribuições para planos de previdência de contribuição definida são reconhecidas como despesa no resultado quando incorridas. Uma vez pagas as contribuições, a Companhia, na qualidade de empregador, não tem qualquer obrigação de pagamento adicional. Além do PGBL anteriormente apresentado, está assegurado aos participantes transferidos do plano de benefício definido um benefício proporcional diferido, correspondente aos seus direitos acumulados nesse plano até a data de migração. Para os participantes do plano de benefício definido, transferidos ou não para o PGBL, participantes aposentados e pensionistas, o valor presente das obrigações atuariais está aplicado no FIEs. iii. Outras obrigações pós-emprego Há custeio do plano de saúde para ex-funcionários por um período de 3 meses a 6 meses da data de desligamento. iv. Outros benefícios de curto prazo Outros benefícios de curto prazo tais como seguro saúde, assistência odontológica, seguro de vida e de acidentes pessoais e treinamento profissional são oferecidos aos funcionários e administradores e reconhecidos no resultado à medida que são incorridos. Imposto de renda e contribuição social O imposto de renda é calculado à alíquota de 15% sobre o lucro tributável, acrescido de 10% sobre a parcela do lucro tributável anual excedente a R$ 240 para o exercício e a contribuição social sobre o lucro líquido é calculada à alíquota de 15% sobre o lucro tributável. A despesa com imposto de renda e contribuição social compreende os impostos de renda correntes e diferidos. O imposto corrente e o imposto diferido são reconhecidos no resultado, a menos que estejam relacionados a itens diretamente reconhecidos no patrimônio líquido. O imposto corrente é o imposto a pagar sobre o lucro tributável do semestre, calculado com base nas alíquotas vigentes na data de balanço e qualquer ajuste aos impostos a pagar com relação aos exercícios anteriores. O imposto diferido é reconhecido com relação às diferenças temporárias entre os valores contábeis de ativos e passivos para fins de recolhimento (impostos correntes). Um ativo de imposto de renda e contribuição social diferido é reconhecido por perdas fiscais, créditos fiscais e diferenças temporárias dedutíveis não utilizadas quando é provável que lucros futuros sujeitos à tributação estejam disponíveis e contra os quais serão utilizados. Ativos de imposto de renda e contribuição social diferidos são revisados a cada data de balanço e serão reduzidos na medida em que sua realização não seja provável. Resultado O resultado é apurado pelo regime de competência. Os prêmios de seguros e cosseguros e comissões, deduzidos dos prêmios cedidos em cosseguros e resseguro e comissões correspondentes, são apropriados ao resultado quando da emissão das respectivas apólices e faturas de seguro, e apropriados, em bases lineares, no decorrer do prazo de vigência das apólices, por meio de constituição e reversão da provisão de prêmios não ganhos e dos correspondentes custos de aquisição diferidos (despesas de comercialização diferidas). As receitas de prêmios e as correspondentes despesas de comercialização, relativas aos riscos vigentes ainda sem emissão das respectivas apólices, são reconhecidas ao resultado no início da cobertura do risco, em bases estimadas. As angariações e agenciamento das operações de seguros são diferidos e apropriados ao resultado, de forma linear, pelo prazo de 12 meses. As receitas e despesas decorrentes de operações de seguros do ramo DPVAT são contabilizadas com base nas informações recebidas da Seguradora Líder dos Consórcios do Seguro DPVAT S.A. As operações de cosseguros aceitos e de retrocessões são contabilizadas com base nas informações recebidas das congêneres e do IRB - Brasil Resseguros S.A. As operações de resseguro mantidas com o IRB Brasil Resseguros S.A. são contabilizadas com base nos movimentos operacionais e financeiros enviados pelo IRB e as operações mantidas com outros resseguradores são registradas com base em prestações de contas que estão sujeitas a análise pelos resseguradores. O diferimento dos prêmios de resseguros cedidos é realizado de forma consistente com o respectivo prêmio de seguro relacionado. As contribuições de planos previdenciários e os prêmios de seguros de vida com cobertura de sobrevivência são reconhecidos no resultado quando do seu efetivo recebimento. As rendas com taxa de gestão são apropriadas ao resultado pelo regime de competência segundo taxas estabelecidas contratualmente. A participação dos funcionários no resultado é apurada com base na convenção coletiva firmada com o sindicato da categoria, sendo reconhecida no resultado de acordo com as metas estipuladas pela Administração do Grupo Bradesco Seguros. Novas normas e interpretações ainda não adotadas Diversas normas, alterações de normas e interpretações são efetivas para exercícios iniciados após 1º de janeiro de 2013, e, portanto, não foram adotadas na preparação destas demonstrações contábeis. Aquelas que podem ser relevantes para a Companhia estão mencionadas abaixo. A Companhia não planeja adotar estas normas de forma antecipada: IFRS 9 – Instrumentos financeiros O IFRS 9 (2009) introduz um novo requerimento para classificação e mensuração de ativos financeiros e, devido a alinhamentos necessários à fase II do IFRS 4, aos projetos de impairment e hedge accounting (incluindo macro hedging) o comitê do IASB adiou a data de implantação dessa norma para 01/01/2015. O Comitê de Pronunciamentos Contábeis ainda não emitiu pronunciamento contábil ou alteração nos pronunciamentos vigentes, correspondentes a esta norma. CPC 46 – Mensuração do valor justo O CPC 46 contém uma única fonte de orientação sobre como o valor justo é mensurado, e substitui a orientação de mensuração de valor justo que atualmente está dispensada em outros CPCs. Sujeito a exceções limitadas, o CPC 46 se aplica quando a mensuração ou divulgações de valor justo são requeridas ou permitidas por outros CPCs. AAdministração avaliou os impactos da norma e concluiu que não há efeitos relevantes na mensuração do valor justo de seus ativos. CPC 33 (R1) – Benefícios a empregados Em 2011, foi finalizada a revisão da norma que foi focada basicamente em benefício pós-emprego. Esta norma é efetiva para períodos anuais iniciados em ou após 1º de janeiro de 2013. A Companhia não possui benefícios de longo prazo e não há impactos relevantes para os benefícios de curto prazo. Gerenciamento de riscos Introdução A Companhia está exposta aos riscos de seguro/subscrição, crédito, liquidez, mercado e operacional, proveniente de suas operações e que poderiam afetar os objetivos estratégicos e financeiros. Esta nota apresenta informações sobre a exposição a cada um dos riscos acima, os objetivos, as políticas, os processos de mensuração e o gerenciamento de riscos. Estrutura de gerenciamento de riscos O gerenciamento de riscos é essencial em todas as atividades, utilizando-o com o objetivo de adicionar valor ao negócio à medida que proporciona suporte às áreas de negócios no planejamento das atividades, maximizando a utilização de recursos próprios e de terceiros, em benefício dos acionistas e das operações da Companhia. As atividades relacionadas ao gerenciamento de riscos são aprimoradas continuamente, buscando as melhores práticas utilizadas internacionalmente, adaptadas à realidade do mercado brasileiro. Consideráveis investimentos relacionados ao processo de gerenciamento de riscos são realizados, especialmente na capacitação do quadro de funcionários. Tem-se como objetivo elevar a qualidade de gerenciamento dos riscos e garantir o foco necessário a estas atividades, que produzem forte valor agregado. No sentido amplo, o processo de Governança Corporativa representa o conjunto de práticas que tem por finalidade otimizar o desempenho de uma companhia e proteger os acionistas, investidores, clientes, empregados, fornecedores, etc., bem como monitorar os níveis de capital requerido, agregar valor e contribuir para sua sustentabilidade, envolvendo, principalmente, aspectos voltados à transparência, imparcialidade de tratamento dos acionistas e prestação de contas. Nesse contexto, o processo de gerenciamento de riscos conta com a participação de todas as camadas contempladas pelo escopo de Governança Corporativa que abrange desde a Alta Administração até as diversas áreas de negócios e produtos na identificação e gestão dos riscos. Esta estrutura encontra-se alinhada com as melhores práticas de mercado, contando com políticas, Comitês com funções específicas e estrutura diretiva, estabelecendo diretrizes e normas, provendo recursos humanos e tecnológicos voltados a estas atividades. O gerenciamento de riscos inerentes às atividades de modo integrado é abordado, dentro de um processo, apoiado em estrutura independente (no que tange a regulamentos, normas e políticas internas). Essa abordagem proporciona o aprimoramento contínuo dos modelos de gestão de riscos e minimiza a existência de lacunas que comprometam sua correta identificação e mensuração. A estrutura do Processo de Gerenciamento de Riscos permite que os riscos de seguro/subscrição, crédito, liquidez, mercado e operacional sejam identificados, avaliados, monitorados, controlados e mitigados de modo unificado. Para assegurar uniformidade ao processo de gerenciamento de riscos, há um fórum de alto nível permanente sobre o tema, com o intuito de se obter sinergia entre estas atividades. Essa instância, denominada Comitê Executivo de Gestão de Riscos do Grupo Bradesco Seguros, estuda todos os riscos (seguro/subscrição, crédito, mercado, liquidez e operacional), define os limites de tolerância aos seus respectivos riscos e elabora planos de mitigação, entre outras atribuições. Adicionalmente, existem os Comitês Executivos definidos pelo Banco Bradesco para tratar os assuntos relacionados ao Risco de Crédito, Mercado, Liquidez e Operacional, que são submetidos ao Comitê de Gestão Integrada de Riscos e Alocação de Capital, que têm por atribuição assessorar o Conselho de Administração na aprovação de políticas institucionais, diretrizes operacionais e estabelecimento de limites de exposição a riscos. Risco de seguro/subscrição O risco de seguro é o risco transferido por qualquer contrato de seguro onde haja a possibilidade futura de que o evento de sinistro ocorra e onde haja incerteza sobre o valor de indenização resultante do evento de sinistro. Dentro do risco de seguro, destaca-se também o risco de subscrição, que advem de uma situação econômica adversa que contraria as expectativas da Companhia no momento da elaboração de sua política de subscrição no que se refere às incertezas existentes, tanto na definição das premissas atuariais quanto na constituição das provisões técnicas e cálculo de prêmios e contribuições. Em síntese, é o risco de que a frequência ou a severidade de sinistros ou benefícios ocorridos sejam maiores do que aqueles estimados pela Companhia. O gerenciamento do risco de subscrição é realizado pela Superintendência Técnica. As políticas de subscrição e aceitação de riscos são periodicamente avaliadas através de grupos de trabalho. Além disso, a Superintendência Executiva de Estudos Atuariais e Gestão de Riscos, parte integrante da estrutura de gerenciamento de riscos, tem como uma de suas principais atribuições o desenvolvimento de modelo interno para o cálculo do capital adicional baseado no risco de subscrição. Incertezas na estimativa de pagamentos futuros de sinistros Os sinistros são devidos à medida que ocorridos. A Companhia deve efetuar a indenização de todos os eventos vigentes ocorridos durante a vigência da apólice, mesmo que a perda seja descoberta após o término da vigência deste. Como resultado, os sinistros são avisados ao longo de um período, e parte significativa destes sinistros está relacionada à Provisão de Sinistros Ocorridos mas Não Avisados (IBNR). O custo estimado de sinistro inclui despesas diretas a serem incorridas na sua liquidação dos sinistros. Considerando as incertezas inerentes ao processo de estimativa das provisões de sinistros, pode acontecer da liquidação final mostrar-se diferente do passivo inicialmente constituído. Gerenciamento de ativos e passivos (ALM) A Companhia realiza periodicamente a análise dos fluxos de ativos e passivos mantidos em carteira - ALM – Asset Liability Management. A metodologia da análise compreende a observação de suficiência ou insuficiência do valor presente do fluxo de ativos em relação ao valor presente do fluxo de passivos, assim como a duração dos ativos em relação à duração dos passivos. O objetivo é verificar se a situação da carteira de ativos e passivos está equilibrada para honrar os compromissos futuros da Companhia com seus participantes e segurados. Gerenciamento de riscos por segmento de negócios O monitoramento da carteira de contratos de seguros permite o acompanhamento e a adequação das tarifas praticadas, bem como avaliar a eventual necessidade de alterações. São consideradas, também, outras ferramentas de monitoramento: (i) análises de sensibilidade; (ii) verificação de algoritmos e alertas dos sistemas corporativos (de subscrição, emissão e sinistros); (iii) gerenciamento de ativos e passivos (ALM). Além disso, o LAT (Liability Adequacy Test) é realizado semestralmente, com o objetivo de averiguar a adequação do montante registrado a título de provisões técnicas, considerando as premissas adequadas à realidade dos negócios em vigor. Principais riscos associados aos Seguros de Vida e Previdência Os seguros de vida e previdência são de natureza de longo prazo, exceto as apólices de vida em grupo sem cobertura por sobrevivência, e, por este motivo, são utilizadas diversas premissas atuariais para gerenciar e estimar os riscos envolvidos, tais como: premissas sobre retornos de investimento, longevidade, despesas, taxas de mortalidade e persistência. As estimativas são baseadas na experiência histórica e nas expectativas atuariais. Os riscos associados ao seguro de vida e previdência incluem, entre outros:

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Risco biométrico, que inclui experiência de mortalidade, morbidade adversa e invalidez. O risco de mortalidade pode se referir aos segurados que vivam mais tempo do que o previsto (longevidade) ou que morram antes do que o previsto. Isto porque alguns produtos garantem uma indenização se a pessoa morre, outros produtos garantem o pagamento de quantias regulares enquanto o segurado permanecer vivo; • Risco de comportamento do segurado, que inclui experiência de persistência. Taxas de persistências baixas para alguns produtos podem fazer com que menos apólices/contratos permaneçam contratados para ajudar a cobrir as despesas fixas e reduzir os fluxos de caixa positivos futuros do negócio subscrito. A persistência baixa pode causar impacto de liquidez quando se trata de produtos que prevejam o benefício de resgate; • O risco do seguro de vida coletivo resulta da exposição à mortalidade e morbidade e à exposição à experiência operacional pior do que o previsto sobre fatores tais como, níveis de persistência e despesas de administração; e • Alguns produtos de vida e previdência possuem garantias de rentabilidades pré-definidas que incluem um risco devido a movimentações nos mercados financeiros, retornos de investimento e risco de taxa de juros que são gerenciados como parte do risco de mercado. Gerenciamento dos riscos de seguro de vida e previdência A Companhia monitora e avalia a exposição de risco, sendo responsável pelo desenvolvimento, implementação e revisão das políticas referentes à subscrição, tratamento de sinistros e provisões técnicas de seguros. A implementação dessas políticas e o gerenciamento desses riscos são apoiados pela Superintendência Técnica. A Superintendência Técnica desenvolveu mecanismos, tais como análise de eventuais acúmulos de riscos com base em relatórios mensais, que identificam, quantificam e gerenciam exposições acumuladas para contê-las dentro dos limites definidos nas políticas internas. O risco de longevidade é monitorado em relação aos mais recentes dados e às tendências do ambiente que a Companhia opera. A Administração monitora a exposição a este risco e as implicações de capital para gerenciar os possíveis impactos, bem como a captação de capital que os negócios poderão exigir. A Administração adota para o cálculo das provisões técnicas premissas de melhoria contínua na longevidade futura da população, de forma a prever e assim estar coberta de possíveis impactos gerados pela melhora da expectativa de vida da população segurada/assistida. Riscos de mortalidade e morbidade são atenuados mediante a cessão de resseguro na modalidade catástrofe. O risco de persistência é gerenciado por meio do monitoramento constante da experiência histórica da Companhia. A Administração também estabeleceu diretrizes sobre o gerenciamento da persistência para monitorar e implementar iniciativas específicas para melhorar, quando for o caso, a retenção de apólices que possam prescrever. O risco de um elevado nível de despesas é monitorado principalmente pela avaliação da rentabilidade das unidades de negócio e o monitoramento frequente dos níveis de despesa. Concentração de riscos O quadro abaixo mostra a concentração de risco no âmbito do negócio por região e por segmento baseada nos valores de prêmios e contribuições de previdência. Distribuição do Prêmio Emitido Líquido - 2012 Previdência Região Geográfica DPVAT PGBL Tradicional VGBL Sudeste .............................................. 182.731 1.745.404 833.109 12.270.969 Sul ...................................................... 68.937 52.366 186.068 2.012.927 Nordeste ............................................. 47.631 87.619 142.384 1.867.435 Centro Oeste ...................................... 33.056 21.802 117.904 880.935 Norte................................................... 8.421 24.899 61.724 564.472 Total ................................................... 340.776 1.932.090 1.341.189 17.596.738

Seguros de Vida 2.892.745 403.887 241.004 284.901 107.926 3.930.463

Total 17.924.958 2.724.185 2.386.073 1.338.598 767.442 25.141.256

Distribuição do Prêmio Emitido Líquido - 2011 Previdência Seguros de Vida Região Geográfica DPVAT PGBL Tradicional VGBL Total Sudeste .............................................. 165.525 1.607.613 775.225 10.344.924 2.362.916 15.256.203 Sul ...................................................... 65.198 62.234 180.497 1.742.263 373.553 2.423.745 Nordeste ............................................. 50.159 87.047 131.615 1.377.392 259.671 1.905.884 Centro Oeste ...................................... 18.033 23.514 111.799 678.772 274.874 1.106.992 Norte................................................... 5.069 24.644 57.156 580.190 89.556 756.615 Total ................................................... 303.984 1.805.052 1.256.292 14.723.541 3.360.570 21.449.439 Resultados da análise de sensibilidade Alguns resultados do teste estão apresentados abaixo. Para cada cenário de sensibilidade, é demonstrado o impacto no resultado da Companhia de uma mudança razoável e possível. Ressaltamos que nas operações de seguros da Companhia não existem riscos cambiais significativos. Fator de sensibilidade Descrição do fator de sensibilidade aplicado Taxa de juros O impacto de uma redução na curva da taxa a termo livre de risco. Sinistralidade O impacto de um aumento na sinistralidade para o negócio. Longevidade O impacto de um aumento na estimativa de melhoria da sobrevivência para contratos de anuidade. Conversão em renda O impacto de um aumento no índice de conversão em renda para contratos de anuidade. Seguros de Vida com Cobertura de Sobrevivência, Previdência e Seguros de Vida Individual - Sensibilidades em 31 de dezembro de 2012 O teste de sensibilidade foi efetuado considerando as mesmas bases do teste do LAT com variação nas premissas listadas abaixo: Taxas de juros Longevidade Conversão em renda Impacto no resultado e patrimônio líquido após impostos e contribuições (R$ mil)................................................. -5% 0,002% 5% Planos Tradicionais (fase de contribuição)........................................ (70.856) (23.671) (69.207) PGBL e VGBL (fase de contribuição) ................................................ (170.068) (58.105) (88.619) (83.117) (46.017) Todos os planos (fase de concessão) ............................................... (324.041) (127.793) (157.826) Total O cenário também foi aplicado para os seguros de vida individual considerando as variáveis apontadas e não foi identificado nenhum valor adicional àqueles já constituídos que pudesse afetar o patrimônio líquido e o resultado. Seguros de Pessoas, exceto Vida Individual - Sensibilidades em 31 de dezembro de 2012 Para os seguros de Pessoas, a tabela abaixo apresenta o impacto no Resultado e Patrimônio Líquido caso houvesse aumento na sinistralidade em 1 ponto percentual nos últimos 12 meses da data-base do cálculo:

c.

Impacto no resultado e patrimônio líquido após impostos e Bruto de resseguro Líquido de resseguro contribuições (R$ mil) Seguros de Vida ................................................................................................ (18.017) (17.934) Limitações da análise de sensibilidade As análises de sensibilidade demonstram o efeito de uma mudança em uma premissa importante enquanto as outras premissas permanecem inalteradas. Na realidade, existe uma correlação entre as premissas e outros fatores. Deve-se também ser observado que essas sensibilidades não são lineares, impactos maiores ou menores não devem ser interpolados ou extrapolados a partir desses resultados. As análises de sensibilidade não levam em consideração que os ativos e passivos são altamente gerenciados e controlados. Além disso, a posição financeira da Companhia poderá variar na ocasião em que qualquer movimentação no mercado ocorra. Por exemplo, a estratégia de gerenciamento de risco visa gerenciar a exposição a flutuações no mercado. À medida que os mercados de investimentos se movimentam através de diversos níveis, as ações de gerenciamento poderiam incluir a venda de investimentos, mudança na alocação da carteira, entre outras medidas de proteção. Outras limitações nas análises de sensibilidade incluem o uso de movimentações hipotéticas no mercado para demonstrar o risco potencial que somente representa a visão da Administração de possíveis mudanças no mercado no futuro próximo que não podem ser previstas, com qualquer certeza, além de considerar como premissa, que todas as taxas de juros se movimentam de forma idêntica. Risco de crédito Risco de crédito consiste na possibilidade de ocorrer perdas associadas ao não cumprimento, pelo tomador ou contraparte, de suas respectivas obrigações financeiras nos termos pactuados, bem como à desvalorização de contrato decorrente da deterioração na classificação de risco do tomador, e a outros valores relativos ao descumprimento de obrigações financeiras da contraparte. Gerenciamento do risco de crédito AAdministração entende que, no que se refere às operações de seguros do ramo vida, não há uma exposição significativa ao risco de crédito, uma vez que a Companhia opera com produtos fundamentalmente massificados. No que tange às aplicações financeiras, a Administração avalia o risco de crédito como baixo, visto que a maior parte do total da carteira de investimentos está concentrada em títulos de renda fixa público como demonstrado abaixo: 2012 Exposto exclusivamente Sem a risco de rating mercado

d.

e.

Aplicações/Rating AAA AA A BBB BB B Total Valor justo por meio do 2.356.500 83.688.923 resultado............................ 73.082.888 3.053.794 4.302.423 258.385 45.250 207.416 382.267 Título de renda fixa privado.... 16.531.666 3.053.794 4.302.423 258.385 45.250 207.416 382.267 - 24.781.201 Título de renda fixa público .... 56.551.222 - 56.551.222 Título de renda variável.......... 2.356.500 2.356.500 Disponíveis para a venda.... 28.272.227 101.894 1.613.839 29.987.960 Título de renda fixa público .... 28.224.601 - 28.224.601 Título de renda fixa privado.... 47.626 101.894 149.520 Título de renda variável ......... 1.613.839 1.613.839 80.807 - 3.740.383 Mantidos até o vencimento. 3.659.576 Título de renda fixa público .... 3.659.576 - 3.659.576 80.807 80.807 Título de renda fixa privado.... 3.970.339 117.417.266 Total........................................ 105.014.691 3.236.495 4.302.423 258.385 45.250 207.416 382.267 A administração classificou os títulos públicos na categoria AAA uma vez que a contraparte é o Governo Federal. Trimestralmente, são realizadas as reuniões do Comitê Executivo de Gestão de Risco de Crédito e do Comitê Executivo de Gestão de Riscos do Grupo Bradesco Seguros para as tratativas deliberativas, possuindo as atribuições necessárias para o atendimento regulatório/aprimoramento nos processos de gestão. Risco de liquidez Risco de liquidez é a possibilidade da não existência de recursos financeiros suficientes para que a Companhia honre seus compromissos em razão dos descasamentos entre pagamentos e recebimentos, considerando as diferentes moedas e prazos de liquidação de seus direitos e obrigações. O conhecimento e o acompanhamento deste risco são cruciais, sobretudo para que a Companhia possa liquidar as operações em tempo hábil e de modo seguro. Exposição ao risco de liquidez O risco de liquidez é limitado pela reconciliação do fluxo de caixa da carteira de investimentos com os respectivos passivos. Para tanto, são empregados métodos atuariais para estimar os passivos oriundos de contratos de seguro. A qualidade dos investimentos também garante a capacidade de cobrirmos altas exigências de liquidez. Prazo estimado de realização Ativo Até 1 ano 1 a 5 anos Acima de 5 anos Total Disponível....................................................................................... 962 962 Aplicações (*) ................................................................................. 12.051.855 18.369.339 86.996.072 117.417.266 Créditos das operações com seguros e resseguros ...................... 222.723 222.723 Ativos de resseguro - provisões técnicas ....................................... 5.715 4.015 9.730 Títulos e créditos a receber ............................................................ 366.747 1.223.382 1.590.129 Outros valores e bens .................................................................... 7.950 7.950 Despesas antecipadas ................................................................... 15.441 15.441 Custos de aquisição diferidos......................................................... 92.235 92.235 Total ativo...................................................................................... 12.763.628 19.596.736 86.996.072 119.356.436 Passivo Provisões técnicas (**) ................................................................... 11.123.372 16.954.153 80.293.839 108.371.364 Contas a pagar ............................................................................... 713.988 713.988 Débitos das operações com seguros, resseguros e previdência ... 83.629 83.629 Depósitos de terceiros.................................................................... 129.140 129.140 Tributos diferidos ............................................................................ 269.276 410.429 1.943.767 2.623.472 Provisões judiciais .......................................................................... 121.530 603.878 725.408 Total do passivo ........................................................................... 12.440.935 17.968.460 82.237.606 112.647.001 (*) Para a alocação do prazo estimado de realização entre as faixas de vencimento foi considerada a mesma expectativa de saída de recurso das provisões técnicas. (**) A estimativa de saída de desembolso financeiro das provisões técnicas de longo prazo levou se em consideração as premissas de mortalidade, cancelamento e conversão em renda utilizada para estimar os passivos atuariais. No que se refere ao fluxo de saída de sinistros, foi considerado a experiência histórica observada do padrão de pagamento. Gerenciamento do risco de liquidez O gerenciamento do risco de liquidez é exercido de forma corporativa, envolvendo um conjunto de controles, principalmente no que diz respeito ao estabelecimento de limites técnicos, com permanente avaliação das posições assumidas e instrumentos financeiros utilizados. A política corporativa de gestão de riscos de mercado e liquidez tem por objetivos assegurar a existência de normas, critérios e monitoramento contínuo no processo, bem como a existência de estratégia e de planos de ação para situações de crise de liquidez. Risco de mercado O risco de mercado é representado pela possibilidade de perda financeira por oscilação de preços e taxas de juros dos instrumentos continua


DIÁRIO DO COMÉRCIO

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

financeiros da Companhia, uma vez que suas carteiras ativas e passivas podem apresentar descasamentos de prazos, moedas e indexadores. Este risco é identificado, mensurado, mitigado e gerenciado, sendo as diretrizes e limites monitorados diariamente, de maneira independente. O controle do risco de mercado é realizado para todas as empresas do Grupo Bradesco Seguros. As atividades expostas a risco de mercado são mapeadas, mensuradas e classificadas quanto à probabilidade e magnitude, com seus respectivos planos de mitigação devidamente aprovados pela estrutura de governança. Gerenciamento do risco de mercado O processo realizado de forma corporativa é aprovado pelo Conselho de Administração e reavaliado anualmente pelos comitês específicos, bem como pelo próprio Conselho de Administração. Definição de limites As propostas de limites de risco de mercado são validadas em Comitês específicos de negócios, bem como pelos Comitês Executivos de Investimentos e de Gestão de Riscos do Grupo Bradesco Seguro quando os limites são relacionados ao segmento de seguros. Posteriormente, são submetidas à aprovação do Comitê de Gestão Integrada de Riscos e Alocação de Capital, observando os limites definidos pelo Conselho de Administração, conforme as características das operações. A carteira da Companhia consiste em operações estruturais provenientes das diversas linhas de negócio de uma Companhia considerando, ainda, os seus respectivos hedges. Nesse tipo de operação a intenção não é a negociação no curto prazo, que visa se beneficiar de oscilações de mercado, mas sim a manutenção do investimento pelo período necessário ao seu tipo de negócio e demanda, atendendo suas necessidades específicas. Os principais riscos monitorados são os riscos de taxa de juros e de carteira de ações. Exposições de moedas estrangeiras não são significativas nas operações da Companhia e o risco é acompanhado de forma consolidada com as demais empresas do Grupo Bradesco Seguros. Modelos de mensuração do risco de mercado As posições são mensuradas mediante a metodologia de VaR Delta-Normal para o horizonte de 1 dia, com nível de confiança de 99% e volatilidades e correlações calculadas a partir de métodos estatísticos que atribuem maior peso aos retornos recentes. A mensuração e o controle do risco de taxa de juros são feitos a partir da metodologia EVE (Economic Value Equity), que mede o impacto econômico sobre as posições, de acordo com os cenários elaborados pela área econômica do Banco Bradesco. Nesses cenários são determinados movimentos positivos e negativos que podem ocorrer nas curvas de taxas de juros, com impactos sobre os ativos e passivos ao longo da vida das operações, não representando necessariamente prejuízo contábil. Análise de Sensibilidade de Risco de Mercado

g.

4. a.

Cenário Choque de 1 ponto base para taxa de juros e Fator ator de Risco 1% de variação para preços Índice Bovespa em pontos ............................................................................. 60.343 Taxa Prefixada de 1 ano................................................................................. 7,15% Cupom de IPCA de 1 ano............................................................................... 1,23% Os impactos, líquidos de efeitos fiscais, desse cenário sobre as posições seriam as seguintes: Posição 41.274 Impacto sobre as exposições sujeitas à:

Fatores de risco Taxa de juros Índices de preços Renda variável (1.128) (14.856) (4.598) variação de taxas de variação da taxa juros prefixadas e dos cupons de variação do cupons de taxas de juros índices de preços preço de ações

Total sem correlação (20.582)

Total com correlação (16.642)

35

Gerenciamento do risco operacional A Companhia aborda o gerenciamento do risco operacional num processo de aprimoramento contínuo, visando acompanhar a evolução dinâmica dos negócios e minimizar a existência de lacunas que possam comprometer a qualidade deste gerenciamento. Todo o processo de Governança Corporativa para gerenciamento do risco operacional é acompanhado trimestralmente pelos comitês executivos do Grupo Bradesco Seguros e do Banco Bradesco, cada qual com a sua especificidade, possuindo as seguintes atribuições: • Garantir o cumprimento das Políticas de Gestão de Risco Operacional e de Continuidade de Negócios; • Assegurar a efetividade do processo de gerenciamento de risco operacional e de continuidade de negócios; • Aprovar e revisar, as definições e critérios, modelagens matemáticas e estatísticas e cálculos referentes ao montante da alocação de capital; e • Avaliar e submeter à validação do Comitê de Gestão Integrada de Riscos e Alocação de Capital, com reporte aos comitês específicos, a política, estrutura, papéis, procedimentos e responsabilidades das dependências envolvidas no processo, bem como as revisões executadas anualmente. Mecanismos de controle e monitoramento contínuo • Identificar junto às dependências interna e externa da Companhia os eventos de perdas decorrentes do risco operacional e consequente abertura e/ou manutenção de rubricas contábeis específicas para registro e consolidação gerencial dessas perdas; • Assegurar o levantamento e tratamento das perdas identificadas mediante as origens/causas, para a avaliação, monitoramento, controle e mitigação do processo, possibilitando a redução dos impactos, ao menor custo; e • Estabelecer reuniões com os gestores e executivos, quanto ao tratamento das perdas junto às áreas, visando à melhoria contínua, ações corretivas e preventivas do Risco Operacional. Gerenciamento de Capital O processo de gerenciamento de capital é realizado de forma corporativa, visando proporcionar condições para o alcance dos objetivos estratégicos do Grupo Bradesco Seguros, levando em consideração o ambiente econômico e comercial onde atua. Este processo é compatível com a natureza das operações, complexidade e especificidade de cada produto e serviços no mercado securitário e com a dimensão da exposição a riscos da Companhia. O processo de adequação e gerenciamento de capital é acompanhado de forma contínua e visa assegurar que a Companhia mantenha uma sólida base de capital para apoiar o desenvolvimento das atividades e fazer face aos riscos, seja em situações de normalidade de mercado, ou em condições extremas, em atendimento aos requerimentos regulatórios e/ou aos aspectos de Governança Corporativa. A Companhia acompanha de maneira continua os limites requeridos (margem de solvência, capital mínimo requerido e capital adicional) pelo respectivo órgão regulador. Aplicações Resumo da classificação das aplicações financeiras 2012 % 2011 % Títulos a valor justo por meio do resultado................................................... 83.688.923 71,28 68.724.481 71,64 Quotas de fundos especialmente constituídos .................................................. 82.964.196 70,66 68.233.216 71,13 Títulos de renda fixa - fundos de investimentos ................................................. 644.039 0,61 394.323 0,41 Títulos de renda variável - fundos de investimentos .......................................... 70.104 88.718 0,09 Títulos de renda fixa - notas do tesouro nacional............................................... 10.584 0,01 8.224 0,01 Títulos disponíveis para venda ....................................................................... 29.987.960 25,53 23.628.977 24,64 Títulos de renda fixa - fundos de investimentos ................................................. 21.651.510 18,44 20.539.530 21,41 Títulos de renda fixa - letras financeiras e notas do tesouro nacional .............. 6.508.015 5,54 1.223.240 1,28 Títulos de renda variável - ações ...................................................................... 1.613.839 1,37 1.282.442 1,34 Títulos de renda fixa - debêntures ..................................................................... 134.343 0,11 497.120 0,52 Títulos de renda fixa - letras financeiras do tesouro - depósito judicial.............. 58.543 0,05 62.056 0,06 Títulos de renda fixa - letras financeiras do tesouro........................................... 6.533 0,01 9.257 0,01 Títulos de renda fixa - outros fundos de investimentos ...................................... 9.911 0,01 9.707 0,01 Títulos de renda fixa - fundos de investimentos imobiliários .............................. 5.266 5.625 0,01 Títulos mantidos até o vencimento ............................................................... 3.740.383 3,19 3.569.614 3,72 Títulos de renda fixa - notas do tesouro nacional............................................... 3.659.576 3,12 3.490.501 3,64 Títulos de renda fixa - certificados de recebíveis imobiliários ........................... 80.807 0,07 79.113 0,08 117.417.266 100 95.923.072 100

f.

Risco operacional O risco operacional é representado pela perda resultante de processos internos, pessoas e sistemas inadequados ou falhos e de eventos externos. Essa definição inclui o Risco Legal, mas exclui o Estratégico e o de Imagem.

b.

Composição das aplicações por prazo e por título Apresentamos a seguir a composição das aplicações financeiras por prazo e por título, incluindo os títulos que compõem as carteiras dos fundos de investimentos. Os títulos a “valor justo por meio do resultado” estão apresentados no ativo circulante, independentemente dos prazos de vencimento. Os títulos que pertencem a fundos de investimentos abertos foram considerados com base no percentual de participação da Companhia nos fundos. 2012 1 a 30 dias ou sem 31 a 180 dias 181 a 360 dias Acima de 360 dias (**) Valor contábil/ Valor justo Valor atualizado Ajuste a valor justo vencimento definido Valor justo por meio do resultado .................................................................... 31.876.175 18.299.911 280.729 33.232.108 83.688.923 82.970.599 718.324 Notas do tesouro nacional - Op. compromissada ................................................ 23.580.575 23.580.575 23.580.575 Letras do tesouro nacional - Op. compromissada................................................ 4.737.274 15.132.633 19.869.907 19.869.907 Letras financeiras ................................................................................................. 70.758 1.254.078 44.079 13.071.369 14.440.284 14.329.438 110.846 Notas do tesouro nacional.................................................................................... 13.731 49.983 9.912.332 9.976.046 9.477.082 498.964 Certificado de depósito bancário .......................................................................... 33.502 945.269 162.194 5.333.860 6.474.825 6.457.109 17.716 Letras do tesouro nacional ................................................................................... 7.112 613.519 9.516 2.061.573 2.691.720 2.652.005 39.715 Debêntures ........................................................................................................... 26.131 6.482 2.622.394 2.655.007 2.519.667 135.340 Ações.................................................................................................................... 2.286.396 2.286.396 2.378.616 (92.220) Quotas de fundos de investimento ....................................................................... 868.779 868.779 868.779 Letras financeiras do tesouro .............................................................................. 121.758 6.788 24.898 174.809 328.253 319.569 8.684 Notas Comerciais do Agronegócio ....................................................................... 51.569 270.187 321.756 322.856 (1.100) Letras financeiras do tesouro - Op. compromissada ........................................... 104.721 104.721 104.721 Depósito em Garantia Especial ............................................................................ 54.795 54.795 54.519 276 Debêntures - Op. compromissada........................................................................ 1.323 33.560 34.883 34.883 Certificados de recebíveis imobiliários ................................................................. 976 976 873 103 1.871.479 6.592 28.109.889 29.987.960 23.622.329 6.365.631 Disponíveis para Venda ..................................................................................... Notas do tesouro nacional.................................................................................... 27.919.780 27.919.780 21.191.847 6.727.933 Ações.................................................................................................................... 1.613.839 1.613.839 1.987.593 (373.754) Notas do tesouro nacional - Op. compromissada ................................................ 197.571 197.571 197.571 Debêntures ........................................................................................................... 2.718 131.625 134.343 121.028 13.315 Letras financeiras do tesouro - judiciais (*) .......................................................... 6.592 51.951 58.543 58.436 107 Letras do tesouro nacional - Op. compromissada................................................ 42.174 42.174 42.174 Quotas de fundos de investimentos ..................................................................... 9.911 9.911 9.911 Letras financeiras do tesouro ............................................................................... 6.533 6.533 6.533 Fundos de investimentos imobiliários................................................................... 5.266 5.266 7.236 (1.970) 3.740.383 3.740.383 3.740.383 Mantidos até o vencimento ............................................................................... Notas do tesouro nacional.................................................................................... 3.659.576 3.659.576 3.659.576 80.807 80.807 80.807 Certificados de recebíveis imobiliários ................................................................. 33.747.654 18.306.503 280.729 65.082.380 117.417.266 110.333.311 7.083.955 Total ..................................................................................................................... 2011

Valor justo por meio do resultado .................................................................... Notas do tesouro nacional - Op. compromissada ................................................ Certificados de depósitos bancários..................................................................... Notas do tesouro nacional.................................................................................... Letras financeiras de emissores privados ............................................................ Letras financeiras do tesouro .............................................................................. Letras do tesouro nacional - Op. compromissada ............................................... Ações ................................................................................................................... Letras do tesouro nacional .................................................................................. Debêntures ........................................................................................................... Debêntures - Op. compromissadas...................................................................... Quotas de fundos de investimentos .................................................................... Notas comerciais do agronegócio ........................................................................ Letras financeiras do tesouro - Op. compromissada ........................................... Depósito em garantia especial ............................................................................. Certificados de recebíveis imobiliários ................................................................. Disponíveis para Venda ..................................................................................... Notas do tesouro nacional.................................................................................... Ações.................................................................................................................... Debêntures ........................................................................................................... Letras financeiras do tesouro - judiciais (*) .......................................................... Quotas de fundos de investimentos ..................................................................... Letras financeiras do tesouro ............................................................................... Fundos de investimentos imobiliários................................................................... Notas do tesouro nacional - Op. compromissada ................................................ Mantidos até o vencimento ............................................................................... Notas do tesouro nacional.................................................................................... Certificados de recebíveis imobiliários ................................................................. Total ..................................................................................................................... (*) (**)

c.

d.

De 1 a 30 ou sem vencimento definido 37.874.910 30.885.885 879 83.499 222 146 3.783.973 2.392.210 60 64.416 31 595.235 4 67.355 995 1.300.722 1.282.442 10 9.707 5.625 2.938 39.175.632

De 31 a 180 dias 2.087.020 1.206.065 127.470 106.974 646.511 13.254 13.254 2.100.274

De 181 a 360 dias 5.783.967 955.991 39.994 1.552.105 1.610.394 572.901 547.368 383.911 121.303 355.091 355.091 125.886 125.886 6.264.944

Acima de 360 dias 22.978.584 225 5.800.880 7.227.775 5.001.718 2.751.597 1.032 1.222.914 884.409 31.583 49.700 6.751 21.959.910 21.759.832 142.019 48.802 9.257 3.443.728 3.364.615 79.113 48.382.222

(**) Valor contábil/ Valor justo 68.724.481 30.886.110 7.963.815 7.351.268 6.681.515 4.469.111 3.785.005 2.392.210 1.795.875 1.496.193 1.062.036 595.235 121.307 67.355 50.695 6.751 23.628.977 21.759.832 1.282.442 497.120 62.056 9.707 9.257 5.625 2.938 3.569.614 3.490.501 79.113 95.923.072

Valor atualizado 68.315.275 30.886.110 7.898.750 7.187.031 6.674.191 4.469.111 3.785.005 2.392.210 1.662.269 1.458.378 1.062.036 595.235 121.312 67.355 50.443 5.839 21.320.266 18.863.991 1.873.469 490.336 62.053 9.707 9.126 8.646 2.938 3.569.614 3.490.501 79.113 93.205.155

Ajuste a Valor justo 409.206 65.065 164.237 7.324 133.606 37.815 (5) 252 912 2.308.711 2.895.841 (591.027) 6.784 3 131 (3.021) 2.717.917

As letras financeiras do tesouro dadas em garantias de processos judiciais estão apresentadas no ativo não circulante independente do vencimento dos títulos. Não corresponde ao valor justo para os títulos classificados na categoria mantidos até o vencimento.

O valor justo dos títulos mantidos até o vencimento é superior ao valor de custo atualizado em R$ 2.623.544 (R$ 1.594.276 em 2011). Considerando a política adotada pelo Grupo para caracterização de uma perda por impairment, foi reconhecida no exercício, uma perda por impairment, no montante de R$ 135.268 (líquido dos efeitos tributários). O montante foi reclassificado de outros resultados abrangentes para o resultado do exercício na rubrica “Resultado financeiro”. Cobertura das provisões técnicas Os valores dos bens e direitos oferecidos em cobertura das provisões técnicas são os seguintes: 2012 2011 108.371.364 91.008.112 Total das provisões técnicas ............................................................................................... 108.371.364 91.008.112 Total a ser coberto ............................................................................................................ Quotas de fundos especialmente constituídos ................................................................... 82.964.196 68.233.216 Quota de fundos de investimentos ...................................................................................... 13.297.804 16.093.847 Títulos de renda fixa - públicos ........................................................................................... 10.174.124 4.660.749 Ações .................................................................................................................................. 1.504.244 1.280.109 Quota de fundos de investimentos (DPVAT) ....................................................................... 338.166 278.607 Debêntures ......................................................................................................................... 131.625 490.383 Títulos de renda fixa - privados .......................................................................................... 80.807 79.113 Parcela correspondente a resseguros contratados (nota 7a) ............................................ 9.730 8.490 59.437 68.703 Depósitos judiciais (nota 15c) ............................................................................................. 108.560.133 91.193.217 Total dado em cobertura .................................................................................................. 188.769 185.105 Suficiência ......................................................................................................................... Hierarquia do valor justo As tabelas abaixo apresentam os instrumentos financeiros registrados pelo valor justo, utilizando um método de avaliação. Os diferentes níveis foram definidos como a seguir: • Nível 1: Preços cotados (não ajustados) em mercados ativos; • Nível 2: Inputs, exceto preços cotados, incluídas no Nível 1 que são observáveis para o ativo ou passivo, diretamente (preços) ou indiretamente (derivado de preços); e • Nível 3: Premissas, para o ativo, que não são baseadas em dados observáveis de mercado (inputs não observáveis). Nível 1

2012 Nível 2

Total

Nível 1

2011 Nível 2

2012 Nível 1

2011

Nível 2

Total

Nível 1

Nível 2

Total

Ativos disponíveis para venda............................... 8.858.119 21.129.841 29.987.960

4.576.339 19.052.638 23.628.977

Notas do tesouro nacional ........................................ 7.177.284 20.742.496 27.919.780

3.226.216 18.533.616 21.759.832

Ações......................................................................... 1.613.839

-

1.613.839

1.282.442

-

197.571

197.571

-

2.938

2.938

Debêntures ................................................................

2.718

131.625

134.343

-

497.120

497.120

Letras financeiras do tesouro ....................................

52.479

6.064

58.543

-

9.257

9.257

Letras financeiras do tesouro - judiciais ....................

6.533

-

6.533

62.056

-

62.056

Letras financeiras do tesouro - Op. compromissada.

-

42.174

42.174

-

-

-

Quotas de fundos de investimentos ..........................

-

9.911

9.911

-

9.707

9.707

Fundo de investimento imobiliário .............................

5.266

-

5.266

5.625

-

5.625

Notas do tesouro nacional - Op. compromissada .....

- 1.282.442

Total .......................................................................... 22.761.832 90.915.051 113.676.883 20.584.802 71.768.656 92.353.458 e.

Desempenho e taxas contratadas A Administração mensura a rentabilidade de seus investimentos utilizando como parâmetro a variação das taxas de rentabilidade dos Certificados de Depósitos Interbancários (CDI). Em 2012, o desempenho global dos ativos financeiros em renda fixa, títulos públicos e títulos privados, que compõem a carteira de aplicações financeiras atingiu 178,31% no acumulado do exercício.

Total

Ativos mensurados a valor justo por meio do resultado ......................................................... 13.903.713 69.785.210 83.688.923 16.008.463 52.716.018 68.724.481 Notas do tesouro nacional - Op. compromissada ... - 23.580.575 23.580.575 - 30.886.110 30.886.110 Letras do tesouro nacional - Op. compromissada .. - 19.869.907 19.869.907 - 3.785.005 3.785.005 Letras financeiras de emissores privados ............... - 14.440.284 14.440.284 - 6.681.516 6.681.516 Notas do tesouro nacional....................................... 9.954.120 21.926 9.976.046 7.351.268 - 7.351.268 Certificados de depósitos bancário ......................... - 6.474.825 6.474.825 - 7.963.815 7.963.815 Letras do tesouro nacional ..................................... 1.470.895 1.220.825 2.691.720 1.795.875 - 1.795.875 Debêntures .............................................................. - 2.655.007 2.655.007 - 1.496.193 1.496.193 Ações....................................................................... 2.286.396 - 2.286.396 2.392.210 - 2.392.210 Quotas de fundos de investimentos ........................ 868.779 868.779 595.235 595.235 Letras financeiras do tesouro ................................. 192.302 135.951 328.253 4.469.110 - 4.469.110 Notas comerciais do agronegócio .......................... 321.756 321.756 121.307 121.307 Letras financeiras do tesouro - Op. compromissada ....................................................... 104.721 104.721 67.355 67.355 Depósito em garantia especial ................................ 54.795 54.795 50.695 50.695 Debêntures - Op. compromissada........................... 34.883 34.883 - 1.062.036 1.062.036 Crédito de recebíveis imobiliários............................ 976 976 6.751 6.751

f.

Movimentação das aplicações financeiras

Saldo em 1º de janeiro ......................................................................................................

5.

2012

2011

95.923.072

82.608.903

(+) Aplicações......................................................................................................................

26.162.967

20.767.549

(-) Resgates.........................................................................................................................

(18.789.556)

(15.309.708)

(+) Rendimentos..................................................................................................................

9.916.920

8.009.467

Incorporação Alvorada Vida S.A..........................................................................................

102.900

-

(-) Ajuste a valor justo..........................................................................................................

4.100.963

(153.139)

Saldo em 31 de dezembro ................................................................................................

117.417.266

95.923.072

Instrumentos financeiros derivativos Em 31 de dezembro de 2012, a Companhia possuía em fundos de investimentos contratos futuros de DI sendo que os diferenciais a pagar ou a receber dos contratos futuros são liquidados diariamente. O objetivo de atuação no mercado de derivativos, seja através de posições ativas ou proteção (hedge), visa administrar a exposição a riscos de mercado, de moeda ou taxa de juros e proteção das posições detidas à vista. continua


DIÁRIO DO COMÉRCIO

36

Valor de Tipo de referência compromisso 31/12/2012 Venda (3.984) Subtotal (3.984) FRAM Capital Previdência RV 20 FIM .............................. DDI 50 2020 Venda (4.195) Subtotal (4.195) BTG Pactual FI RF ............................................................ DI1 38 2013 Venda (3.798) BTG Pactual FI RF ............................................................ DI1 77 2013 Compra 7.443 BTG Pactual FI RF ............................................................ DI1 19 2014 Compra 1.772 BTG Pactual FI RF ............................................................ DI1 5 2014 Venda (450) Subtotal 4.967 BTG Pactual Juros em Moeda FIM ................................... DI1 855 2013 Venda (85.454) BTG Pactual Juros em Moeda FIM ................................... DI1 690 2013 Compra 66.695 BTG Pactual Juros em Moeda FIM ................................... DI1 162 2014 Compra 15.108 BTG Pactual Juros em Moeda FIM ................................... DI1 45 2014 Venda (4.048) Subtotal (7.699) FRAM Capital Previdência FI RF Longo Prazo ................. DDI 30 2020 Venda (2.517) FRAM Capital Previdência FI RF Longo Prazo ................. DI1 50 2017 Venda (3.615) Subtotal (6.132) FIF Renda Fixa Riviera...................................................... DI1 2 2013 Compra 197 FIF Renda Fixa Riviera...................................................... DI1 221 2014 Compra 20.610 Subtotal 20.807 Bradesco FI RE Master II Previdência .............................. DI1 10.667 2013 Venda (1.048.942) Bradesco FI RE Master II Previdência .............................. DI1 36.883 2014 Compra 3.439.680 Bradesco FI RE Master II Previdência .............................. DI1 2.092 2015 Venda (176.709) Bradesco FI RE Master II Previdência .............................. DI1 9.230 2016 Venda (711.200) Bradesco FI RE Master II Previdência .............................. DI1 3.947 2017 Venda (285.345) Subtotal 1.217.484 Bradesco FIF RF Master Prefixado ................................... DI1 105 2013 Venda (10.494) Bradesco FIF RF Master Prefixado ................................... DI1 160 2013 Compra 15.541 Bradesco FIF RF Master Prefixado ................................... DI1 240 2014 Compra 22.202 Bradesco FIF RF Master Prefixado ................................... DI1 105 2015 Compra 9.022 Bradesco FIF RF Master Prefixado ................................... DI1 115 2016 Venda (9.075) Bradesco FIF RF Master Prefixado ................................... DI1 10 2016 Compra 755 Bradesco FIF RF Master Prefixado ................................... DI1 25 2017 Compra 1.807 Bradesco FIF RF Master Prefixado ................................... DI1 20 2018 Compra 1.323 Bradesco FIF RF Master Prefixado ................................... DI1 40 2021 Compra 1.987 Bradesco FIF RF Master Prefixado ................................... DI1 35 2023 Compra 1.437 Subtotal 34.505 Bradesco FI RF Crédito Privado Master............................ DI1 19 2013 Compra 1.899 Bradesco FI RF Crédito Privado Master............................ DI1 32 2014 Compra 2.984 Bradesco FI RF Crédito Privado Master............................ DI1 27 2015 Compra 2.325 Bradesco FI RF Crédito Privado Master............................ DI1 5 2016 Compra 394 Subtotal 7.602 Bradesco FI RF Master Previdência.................................. DI1 11.873 2013 Venda (1.167.258) Bradesco FI RF Master Previdência.................................. DI1 1.946 2014 Compra 181.482 Bradesco FI RF Master Previdência.................................. DI1 3.665 2015 Venda (311.794) Bradesco FI RF Master Previdência.................................. DI1 7.089 2016 Venda (548.068) Bradesco FI RF Master Previdência.................................. DI1 3.945 2017 Venda (285.200) Subtotal (2.130.838) Bradesco FI RF Master III Previdência.............................. DI1 114 2013 Compra 11.120 Bradesco FI RF Master III Previdência.............................. DI1 1.743 2014 Compra 162.551 Bradesco FI RF Master III Previdência.............................. DI1 30 2015 Venda (2.529) Bradesco FI RF Master III Previdência.............................. DI1 239 2016 Venda (18.134) Bradesco FI RF Master III Previdência.............................. DI1 1 2017 Compra 72 Subtotal 153.080 Total ................................................................................................................................................................................ (714.403) Ano de Fundo de Investimento Mercadoria Quantidade vencimento Ibiúna Previdência FIM...................................................... IND 65 2013

Valor de Tipo de referência 31/12/2011 compromisso 31/12/20 Venda (14.705) Venda (5.996) Subtota Subtotal (20.701) FRAM Capital Previdência FIF Renda Fixa....................... DI1 1 2014 Venda (82) Subtota Subtotal (82) FRAM Capital Previdência RV 20 FIM .............................. DDI 50 2020 Venda (3.303) FRAM Capital Previdência RV 20 FIM .............................. DI1 30 2017 Venda (1.782) Subtotal (5.085) FRAM Capital Previdência FIF RF Longo Prazo............... DDI 30 2020 Venda (1.982) FRAM Capital Previdência FIF RF Longo Prazo............... DI1 50 2017 Venda (2.970) Subtotal (4.952) Bradesco FIF RF Master II Previdência ............................ DI1 378 2012 Venda (36.003) Bradesco FIF RF Master II Previdência ............................ DI1 1.362 2013 Compra 123.726 Bradesco FIF RF Master II Previdência ............................ DI1 898 2014 Venda (73.513) Bradesco FIF RF Master II Previdência ............................ DI1 353 2015 Compra 25.956 Bradesco FIF RF Master II Previdência ............................ DI1 967 2017 Venda (57.438) Subtota Subtotal (17.272) Bradesco FIF RF Master Prefixado ................................... DI1 37 2012 Venda (3.697) Bradesco FIF RF Master Prefixado ................................... DI1 8 2012 Compra 781 Bradesco FIF RF Master Prefixado ................................... DI1 21 2012 Compra 2.000 Bradesco FIF RF Master Prefixado ................................... DI1 5 2012 Compra 465 Bradesco FIF RF Master Prefixado ................................... DI1 40 2013 Compra 3.634 Bradesco FIF RF Master Prefixado ................................... DI1 45 2013 Compra 3.993 Bradesco FIF RF Master Prefixado ................................... DI1 70 2013 Compra 6.051 Bradesco FIF RF Master Prefixado ................................... DI1 70 2014 Compra 5.730 Bradesco FIF RF Master Prefixado ................................... DI1 75 2015 Compra 5.514 Bradesco FIF RF Master Prefixado ................................... DI1 10 2017 Compra 594 Bradesco FIF RF Master Prefixado ................................... DI1 15 2021 Compra 579 Subtota Subtotal 25.644 5.6 Bradesco FIF RF Crédito Privado Master ......................... DI1 10 2012 Compra 999 Bradesco FIF RF Crédito Privado Master ......................... DI1 18 2013 Compra 1.635 Bradesco FIF RF Crédito Privado Master ......................... DI1 6 2014 Compra 491 Bradesco FIF RF Crédito Privado Master ......................... DI1 3 2015 Compra 221 Subtota Subtotal 3.346 Bradesco FIF RF Master Previdência ............................... DI1 6 2012 Venda (600) Bradesco FIF RF Master Previdência ............................... DI1 5.565 2012 Venda (530.037) Bradesco FIF RF Master Previdência ............................... DI1 17.842 2013 Compra 1.620.795 Bradesco FIF RF Master Previdência ............................... DI1 16.001 2014 Venda (1.309.894) Bradesco FIF RF Master Previdência ............................... DI1 983 2015 Venda (72.276) Bradesco FIF RF Master Previdência ............................... DI1 12.223 2017 Venda (726.030) Subtotal (1.018.042) Total ................................................................................................................................................................................ (1.037.144) Ano de Fundo undo de Investimento Mercadoria ercadoria Quantidade vencimento encimento Ibiúna Previdência FIM...................................................... DI1 200 2015 Ibiúna Previdência FIM...................................................... IND 105 2012

IND - Contrato futuro de Ibovespa; DI1- Contrato futuro de taxa média de depósitos interfinanceiros de 1 dia; DDI - Contrato futuro de cupom cambial. O resultado do exercício foi de R$ (138.200) (R$ (165.505) em 2011) e o montante a pagar é de R$ 917 (R$ 674 em 2011). 9.

6. a.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Prêmios a receber Ramos de seguros 2012 72.455 41.321 72.072 27.000 6.347 6.865 4.587 487 (25.116) 206.018

Vida em grupo ...................................................................................................................... Prestamista........................................................................................................................... Dotal misto............................................................................................................................ Acidentes pessoais coletivo ................................................................................................. Vida individual ...................................................................................................................... Acidentes pessoais .............................................................................................................. Eventos aleatórios ............................................................................................................... Outros................................................................................................................................... Redução ao valor recuperável.............................................................................................. Total ..................................................................................................................................... b.

Faixas de vencimento A vencer Até 30 dias............................................................................................................................ De 31 a 120 dias .................................................................................................................. Acima de 121 dias ................................................................................................................ Total a vencer...................................................................................................................... Vencidos Até 30 dias............................................................................................................................ De 31 a 120 dias .................................................................................................................. Acima de 121 dias ................................................................................................................ Total vencidos..................................................................................................................... Subtotal ............................................................................................................................... Redução ao valor recuperável.............................................................................................. Total .....................................................................................................................................

c.

b.

2012

2011

114.316 1.359 30 115.705

130.785 4.596 103 135.484

76.943 31.813 6.673 115.429 231.134 (25.116) 206.018

21.198 15.530 6.889 43.617 179.101 (20.681) 158.420

2012 131.300 4.374.611 12.929 (347.306) (3.987.209) (4.435) 179.890

2011 165.352 3.739.313 13.616 (273.718) (3.509.230) (4.033) 131.300

Movimentação dos prêmios a receber Saldo em 1º de janeiro (*) .................................................................................................. (+) Prêmios emitidos ............................................................................................................ (+) IOF .................................................................................................................................. (-) Prêmios cancelados ........................................................................................................ (-) Recebimentos .................................................................................................................. Constituição/(reversão) de provisão para perda ................................................................. Saldo em 31 de dezembro (*).............................................................................................

7. a.

(*) Não contempla os prêmios de riscos vigentes não emitidos e prêmios de cosseguro aceito no montante de R$ 26.128 (R$ 27.120 em 2011) Ativos de resseguro - Provisões técnicas Composição 2012 2011 Provisão de sinistros ocorridos mas não avisados (IBNR)................................................... 5.502 4.738 Provisão de sinistros a liquidar............................................................................................. 3.047 2.846 1.181 906 Provisão benefícios a regularizar ......................................................................................... 9.730 8.490 Total ..................................................................................................................................... Movimentação de ativos de resseguros 2012 8.490 4.305 (4.042) 977 9.730

Saldo em 1º de janeiro ....................................................................................................... Constituição de provisões .................................................................................................... Sinistros pagos a recuperar.................................................................................................. Atualização monetária e juros de sinistros .......................................................................... Saldo em 31 de dezembro ................................................................................................. c.

Resseguradores IRB Brasil Resseguros ......................................... Outros ................................................................... Outros ...................................................................

Categoria Local Admitida Eventual

Prêmio cedido 18.498 (459) 84 18.123

2012 Prêmios a liquidar 8.177 223 8.400

Recuperação de sinistros 3.541 3.541

Sinistros a recuperar 3.657 3.657

Categoria Local Admitida Eventual

Prêmio cedido 15.441 3.141 245 18.827

2011 Prêmios a Recuperação liquidar de sinistros 10.688 2.404 210 10.898 2.404

Sinistros a recuperar 2.036 2.036

Créditos tributários e previdenciários 2012 Circulante Tributos diferidos (i)................................................ 3.769 Outros..................................................................... 3.769 Total .......................................................................

(i)

2011 6.662 3.497 (1.865) 196 8.490

Composição por ressegurador

Resseguradores IRB Brasil Resseguros ......................................... Outros ................................................................... Outros ...................................................................

8.

2011 63.934 40.739 41.700 16.947 6.461 4.512 4.287 521 (20.681) 158.420

2011

Não circulante 468.447 468.447

Total Circulante 468.447 3.769 3.674 472.216 3.674

Não circulante 287.936 287.936

Total 287.936 3.674 291.610

Movimentação de tributos diferidos Provisão judiciais - cíveis ......................................................... Provisão para riscos de crédito ............................................... Provisão judiciais - fiscais......................................................... Provisão para desvalorização/impairment ............................... Provisão judiciais - trabalhistas ................................................ Ajuste a valor justo - títulos disponíveis para venda ................ Outros....................................................................................... Total dos créditos tributários sobre diferenças temporárias....

Saldo em 2011 Constituição Realização Saldo em 2012 97.174 69.626 (44.537) 122.263 103.330 27.119 (14.771) 115.678 65.403 32.759 (403) 97.759 10.793 90.179 100.972 4.633 2.329 (2.388) 4.574 19.689 19.689 6.603 6.459 (5.550) 7.512 287.936 248.160 (67.649) 468.447

(ii) Previsão de realização dos créditos tributários sobre diferenças temporárias Diferenças temporárias Imposto de renda Contribuição social 2013........................................................................ 44.207 26.479 2014........................................................................ 27.118 16.225 2015........................................................................ 72.667 43.553 2016........................................................................ 7.177 4.306 129.346 77.680 2017........................................................................ 280.515 168.243 Total ....................................................................... A projeção de realização de crédito tributário é uma estimativa e não está diretamente relacionada à expectativa contábeis. O valor presente dos créditos tributários monta a R$ 418.070. Não inclui os créditos tributários oriundos do ajuste a valor justo dos títulos disponíveis para venda.

Total 70.686 43.343 116.220 11.483 207.026 448.758 de lucros

Investimentos - Participações societárias Alvorada Vida S.A. Dados 31 de dezembro de 2012 Capital social ........................................................................ Quantidade de ações/quotas possuídas - ON .................... Percentual de participação .................................................. Total de ativos ...................................................................... Total de passivos .................................................................. Total de provisões judiciais................................................... Patrimônio líquido ................................................................ Total de receitas ................................................................... Lucro líquido do período....................................................... Saldo em 1º de janeiro de 2011 ......................................... Dividendos............................................................................ Aquisição de investimento.................................................... Aumento de capital............................................................... Transferência de investimento ............................................. Ajuste com títulos e valores mobiliários............................... Resultado de equivalência patrimonial................................. Saldo em 31 de dezembro de 2011 ................................... Dividendos............................................................................ Aquisição de investimento.................................................... Incorporação (vide nota 16b)................................................ Ajuste com títulos e valores mobiliários............................... Resultado de equivalência patrimonial ................................ Saldo em 31 de dezembro de 2012 ...................................

BPS Particip. e Serviços Ltda.

113.592 (934) 21.600 (13.917) 3.931 124.272 10 (128.707) (216) 4.641 -

BSP Empreend. Imobiliários S.A.

4.600 4.600.000 100% 10.120 156 9.964 8.146 1.693 7.595 (284) 1.284 8.595 (324) 1.693 9.964

BMC Previdência Privada S.A.

859.011 143.268.967 17% 1.170.901 7.082 1.163.819 282.110 265.722 (68) 143.269 8.488 151.689 (425) 44.755 196.019

10. Ativos intangíveis Saldo em 31 de dezembro de 2011 ............................. Desenvolvimento interno ................................................ Amortização.................................................................... Saldo em 31 de dezembro de 2012 ............................ 11. Impostos e contribuições a pagar

Sistema de computação 39.466 38.967 (5.904) 72.529

Outros intangíveis 9 9 2012 298.401 253.695 19.624 3.189 574.909

Total 39.475 38.967 (5.904) 72.538 2011 225.541 204.364 15.077 2.450 447.432

Imposto de renda.................................................................................................................. Contribuição social ............................................................................................................... COFINS ................................................................................................................................ PIS ....................................................................................................................................... Total .................................................................................................................................... 12. Depósitos de terceiros 2012 Até 30 dias 31 a 180 dias 181 a 365 dias Cobrança antecipada de prêmios.......... 14.819 3.576 20 Prêmios e emolumentos........................ 66.314 5.535 6.173 10.624 18.680 Outros.................................................... 91.757 27.791 6.193 Total ......................................................

Acima de 365 dias 3.399 3.399

Total 18.415 81.421 29.304 129.140

2011 181 a 365 dias 415 2.386 2.801

Acima de 365 dias 1.711 1.711

Total 22.966 9.149 18.555 50.670

Cobrança antecipada de prêmios.......... Prêmios e emolumentos........................ Outros.................................................... Total ......................................................

Até 30 dias 19.007 1.928 18.555 39.490

31 a 180 dias 3.544 3.124 6.668

7.250 7.200.000 100% 10.340 704 325 9.636 1.009 387 (92) 9.656 72 9.636

Marília Refl. e Agropecuária Ltda. 1.756 1.727.039 98% 2.158 54 2.104 171 123 1.859 (36) 154 1.977 (29) 121 2.069

Danubio Empreend. e Participações Ltda. 76.877 (102.419) 25.542 -

Damanivá Holdings Ltda. 1 20.000 (20.425) 424 -

Itajubá Holdings Ltda. 1 20.000 (20.425) 424 -

Total 199.923 (1.322) 2 61.600 (13.917) 40.247 286.533 (870) 9.666 (128.707) (216) 51.282 217.688

13. Provisões técnicas e custos de aquisição diferidos a. Composição

Provisão matemática de benefícios a conceder ...... Provisão matemática de benefícios concedidos...... Provisão de insuficiência de contribuição................. Provisão de sinistros a liquidar - judicial................... Provisão de sinistros a liquidar - administrativo ....... Provisão de sinistros ocorridos e não avisados ....... Provisão de insuficiência de prêmio ......................... Provisão de oscilação financeira ( vide nota 2 n ii) .. Provisão de resgates e outros valores a regularizar.... Provisão de excedente financeiro............................. Provisão de benefícios a regularizar - judicial .......... Provisão de benefícios a regularizar - administrativo... Provisão de prêmios não ganhos ............................. Provisão de despesas administrativas ..................... Provisão de riscos não expirados............................. Provisão de oscilação de riscos................................ Outras provisões ....................................................... Total das provisões.................................................

2012 2011 VGBL PGBL Tradicionais Vida* Total Total 65.020.316 17.943.880 8.629.988 1.729.285 93.323.469 77.811.695 62.842 1.033.640 4.850.196 5.946.678 5.397.833 - 1.573.709 3.488.314 5.062.023 3.636.981 805.711 805.711 779.487 - 219.778 219.778 221.061 23.522 918.989 942.512 743.826 335.858 - 132.903 468.761 473.682 635.843 52.895 15.855 11.708 595.148 675.605 478.431 42 367.966 25 368.033 379.694 50.411 76.345 126.756 78.098 23.840 24.580 48.420 83.770 - 187.868 187.868 158.927 14.938 41.417 58.000 4.531 118.885 98.794 12.157 4.778 16.936 14.939 13.146 780 59.149 59.929 1.905 65.486.891 20.608.501 17.516.882 4.759.090 108.371.364 91.008.112

* Inclui DPVAT e retrocessões. continua


DIÁRIO DO COMÉRCIO

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

b. i.

iii.

Movimentação das provisões técnicas de seguros e previdência Seguros - Vida e Previdência - Planos Tradicionais de Risco

Saldo em 1º de janeiro ...................................................................................................... (-) Seguros DPVAT e retrocessões ...................................................................................... Subtotal em 1º de janeiro .................................................................................................. Constituição ......................................................................................................................... Reversão ............................................................................................................................. Sinistros avisados ................................................................................................................ Sinistros, benefícios e resgates pagos ................................................................................ Ajuste de estimativa de sinistros ......................................................................................... Atualização monetária e juros de sinistros .......................................................................... Subtotal em 31 de dezembro ............................................................................................ (+) Seguros DPVAT e retrocessões ..................................................................................... Saldo em 31 de dezembro ................................................................................................ ii.

2012 8.435.683 (282.056) 8.153.627 1.804.505 (73.553) 1.255.614 (1.828.783) (246.414) 670.213 9.735.209 341.040 10.076.249

2011 7.126.389 (203.929) 6.922.460 1.460.083 (73.729) 1.227.403 (1.606.394) (237.492) 461.296 8.153.627 282.056 8.435.683

2012 53.175.712 17.469.175 (8.495) (9.155.922) 4.359.943 (353.522) 65.486.891

2011 42.729.705 14.599.241 (8.313) (7.764.952) 3.652.071 (32.040) 53.175.712

37

Previdência - PGBL e Planos Tradicionais de Renda Saldo em 1º de janeiro ....................................................................................................... Recebimento de contribuições líquidas de carregamento.................................................... Pagamento de benefícios..................................................................................................... Pagamento de resgates ....................................................................................................... Atualização monetária e juros .............................................................................................. Outras movimentações......................................................................................................... Saldo em 31 de dezembro .................................................................................................

c.

Até 1 ano 127.759 14.352 142.111

Provisão de sinistros a liquidar ....................................... Provisão de benefícios a regularizar ............................... Total ................................................................................ e.

2012 107.755 32.889 (48.409) 92.235

2011 40.738 94.820 (27.803) 107.755

Acima de 3 anos 398.642 71.185 469.827

Total 805.711 126.756 932.467

Aging de sinistros judiciais - Ramo Vida

Seguros - Vida com Cobertura de Sobrevivência (VGBL) Saldo em 1º de janeiro ...................................................................................................... Recebimento de prêmios líquidos de carregamento ........................................................... Pagamento de benefícios .................................................................................................... Pagamento de resgates ...................................................................................................... Atualização monetária e juros ............................................................................................. Outras movimentações ........................................................................................................ Saldo em 31 de dezembro ................................................................................................

2011 26.426.977 1.954.865 (398.565) (1.164.597) 2.276.707 301.330 29.396.717

Movimentação dos custos de aquisição diferidos Saldo em 1º de janeiro ....................................................................................................... Constituição.......................................................................................................................... Apropriação ......................................................................................................................... Saldo em 31 de dezembro .................................................................................................

d.

2012 29.396.717 2.093.058 (394.260) (1.276.002) 2.690.842 297.869 32.808.224

De 2 a 3 anos 279.310 41.219 320.529

Desenvolvimento de sinistros O quadro de desenvolvimento de sinistros tem como objetivo ilustrar o risco de seguro inerente, comparando os sinistros pagos com as suas respectivas provisões, partindo do ano em que o sinistro foi avisado. A parte superior do quadro demonstra a variação da provisão no decorrer dos anos. A provisão varia à medida que as informações mais precisas a respeito da frequência e severidade dos sinistros são obtidas. A parte inferior do quadro demonstra a reconciliação dos montantes com os saldos contábeis.

Vida - Sinistros brutos de resseguro Até 2005 Montante estimado para os sinistros No ano do aviso...................................................................................... Um ano após o aviso.............................................................................. Dois anos após o aviso .......................................................................... Três anos após o aviso .......................................................................... Quatro anos após o aviso....................................................................... Cinco anos após o aviso ........................................................................ Seis anos após o aviso........................................................................... Sete anos após o aviso .......................................................................... Estimativa dos sinistros na data-base ............................................... Pagamentos de sinistros efetuados ....................................................... Provisão de sinistros a liquidar (administrativo e judicial)..............

816.255 778.352 755.274 747.555 738.165 738.659 734.144 726.053 726.053 (691.644) 34.409

2006 624.866 608.403 590.246 586.480 590.823 583.930 580.295 580.295 (528.535) 51.760

2007 592.756 591.752 594.548 592.715 593.654 590.594 590.594 (526.706) 63.888

Ano do aviso do sinistro 2008 2009 687.464 696.812 708.354 704.748 703.871 703.871 (636.124) 67.747

761.747 780.007 793.788 786.963 786.963 (695.312) 91.651

2010 856.558 861.234 871.177 871.177 (744.407) 126.770

2011 1.048.284 1.057.954 1.057.954 (900.129) 157.825

2012 1.058.063 1.058.063 (805.666) 252.397

Total

6.374.970 (5.528.523) 846.447

Não foram considerados no desenvolvimento de sinistros os seguros relacionados ao Convênio DPVAT no montante de R$ 176.097 e operação de retrocessão de R$ 2.945. Vida - Sinistros líquidos de resseguro Até 2005 Montante estimado para os sinistros No ano do aviso...................................................................................... Um ano após o aviso.............................................................................. Dois anos após o aviso .......................................................................... Três anos após o aviso .......................................................................... Quatro anos após o aviso....................................................................... Cinco anos após o aviso ........................................................................ Seis anos após o aviso........................................................................... Sete anos após o aviso .......................................................................... Estimativa dos sinistros na data-base ............................................... Pagamentos de sinistros efetuados ....................................................... Provisão de sinistros a liquidar (administrativo e judicial).............. f.

816.154 778.251 755.173 747.454 738.064 738.558 734.043 725.952 725.952 (691.543) 34.409

2006 623.675 607.198 589.042 585.275 589.619 582.725 579.091 579.091 (527.331) 51.760

2007 569.701 569.881 572.674 570.813 571.776 568.688 568.688 (505.174) 63.514

Desenvolvimento da provisão de sinistro judicial Saldo em 1º de janeiro de 2012 ......................................................................................... (-) Total pago no exercício .................................................................................................... Total provisionado até 31/12/2011 para ações pagas no exercício...................................... Quantidade de ações pagas no exercício ............................................................................ (+) Novas constituições referentes a citações do exercício ................................................. Quantidade de ações referentes a novas constituições no exercício .................................. (+) Constituições referentes a citações de exercícios anteriores......................................... (-) Baixas por êxito .............................................................................................................. (+/-) Alteração de estimativas............................................................................................... Alteração da provisão por atualização monetária e juros..................................................... Saldo em 31 de dezembro de 2012 ...................................................................................

b. PSL/PBR 707.461 (212.651) (133.142) 4.973 146.459 5.274 70.121 (55.131) (3.035) 77.437 730.661

Resseguro 3.660 (444) 1 1 444 355 4.015

14. Tributos diferidos Ajuste a valor justo - Títulos disponíveis para a venda ...................................................... Atualização de depósito judicial ......................................................................................... Total ....................................................................................................................................

2012 2.565.942 57.530 2.623.472

2011 923.376 48.827 972.203

15. Provisões judiciais A Administração entende que as provisões constituídas são suficientes para fazer face a eventuais perdas decorrentes dos respectivos processos. O passivo relacionado à obrigação legal em discussão judicial é mantido até a definição da ação. Não existem passivos contingentes relevantes para os quais as chances de perdas sejam prováveis que não tenham sido razoavelmente estimados. i. Obrigações legais - fiscais e previdenciárias A Companhia vem discutindo judicialmente a legalidade e constitucionalidade de alguns tributos e contribuições, em especial os descritos abaixo, os quais estão provisionados. As principais discussões são: • IRPJ – Valor depositado judicialmente de R$ 129.735 (R$ 124.164 em 2011) e valor provisionado de R$ 127.717 (R$ 122.572 em 2011): pleiteia calcular e recolher o imposto de renda devido, relativo ao ano-base de 1997 e subsequentes, sem efetuar a adição da CSLL na respectiva base de cálculo, determinada pelo artigo 1° da Lei n° 9.316/1996, uma vez que essa contribuição representa uma despesa efetiva, necessária e obrigatória; • CSLL - R$ 13.809 (R$ 13.447 em 2011): pleiteia calcular e recolher a CSLL, relativa ao ano-base de 1997 e subsequentes, sem efetuar a adição da CSLL na respectiva base de cálculo, determinada pelo artigo 1° da Lei n° 9.316/1996, uma vez que essa contribuição representa uma despesa efetiva, necessária e obrigatória; e • INSS – Valor depositado judicialmente R$ 111.768 (R$ 82.035 em 2011) e valor provisionado - R$ 111.768: discute a incidência da contribuição previdenciária sobre as remunerações pagas a corretores de seguro e previdência, instituída, inicialmente pela Lei Complementar nº 84/1996, e após, pela Lei 9.876/1999 (nova redação dada ao artigo 22, inciso I da Lei 8.212/1991), à alíquota de 20% e adicional de 2,5%, sob o argumento de que os serviços não são prestados às seguradoras, mas aos segurados, estando desta forma fora do campo de incidência da referida contribuição. ii. Auto de infração IRPJ e CSLL – Trata-se de autuação referente à glosa de despesas com perdas que foram deduzidas da base de cálculo dos referidos impostos no montante de R$ 126.746, que está provisionado. iii. Processos trabalhistas São ações ajuizadas por ex-empregados, visando obter indenizações, em especial o pagamento de “horas extras”. Nos processos em que é exigido depósito judicial, o valor das contingências trabalhistas é constituído considerando o valor depositado. Para os demais processos, a provisão é constituída com base no valor médio apurado pela totalidade dos pagamentos efetuados de processos encerrados nos últimos 12 meses, considerando o ano de ajuizamento. iv. Processos cíveis As ações propostas referem-se a assuntos pertinentes à atividade comercial normal desenvolvida pela Companhia, sendo assuntos referentes à devolução de contribuições de planos previdenciários, à cobrança de benefícios e indenizações por danos morais. Processos judiciais movidos por terceiros, visando obter vínculo empregatício, são provisionados com base no valor médio apurado pela totalidade dos pagamentos efetuados de processos encerrados nos últimos 12 meses. a. Movimentação das provisões judiciais constituídas Fiscais Trabalhistas Cíveis Total Saldo em 1º de janeiro de 2012 .......................................... 244.907 11.582 242.936 499.425 Constituições ..................................................................... 149.731 5.823 174.065 329.619 Reversões/pagamentos ..................................................... (54) (5.971) (111.344) (117.369) Atualização monetária........................................................ 13.733 13.733 Saldo em 31 de dezembro de 2012 .................................... 408.317 11.434 305.657 725.408 b.

Depósitos judiciais e fiscais IR e CSLL ............................................................................................................................. Cíveis e trabalhistas ............................................................................................................ Sinistros ............................................................................................................................... INSS .................................................................................................................................... Outros .................................................................................................................................. Total .....................................................................................................................................

2012 226.840 197.428 59.437 113.305 651 597.661

2011 229.442 164.248 68.703 83.463 2.191 548.047

16. Patrimônio líquido a. Capital social e dividendos O capital social, totalmente subscrito e integralizado, já considerados os atos societários abaixo, é representado por 181.570 ações escriturais, ordinárias e nominativas, sem valor nominal. De acordo com as disposições estatutárias, a cada ação corresponde um voto nas Assembleias Gerais, sendo garantido aos acionistas um dividendo mínimo de 25% do lucro líquido de cada exercício, ajustado nos termos da legislação societária brasileira. Foram creditados aos acionistas juros sobre capital próprio no montante de R$ 160.000 (R$ 170.000 em 2011), calculados mediante a aplicação da Taxa de Juros de Longo Prazo sobre o patrimônio líquido, limitados a 50% do resultado antes da provisão para o imposto de renda. Os juros reduziram a despesa de imposto de renda e contribuição social em, aproximadamente, R$ 64.000 (R$ 68.000 em 2011). A distribuição de lucros foi calculada como se segue: 2012 2011 Lucro líquido do exercício...................................................................................................... 2.210.141 1.932.721 Constituição da reserva legal .................................................................................................... (50.565) (96.636) Base de cálculo dos dividendos ............................................................................................ 2.159.576 1.836.085 Dividendos antecipados ........................................................................................................... 1.332.131 1.158.216 Juros sobre capital próprio creditados antecipados (líquidos dos impostos retidos na fonte) .. 136.000 144.500 Percentagem sobre o lucro líquido ajustado de exercício.................................................. 67,98% 70,95%

Ano do aviso do sinistro 2008 2009 684.770 693.977 705.518 701.913 701.035 701.035 (633.288) 67.747

751.864 769.993 783.643 776.784 776.784 (687.322) 89.462

2010 855.545 860.306 869.879 869.879 (743.479) 126.400

2011 1.045.639 1.056.090 1.056.090 (898.265) 157.825

2012 1.053.267 1.053.267 (800.984) 252.283

Total

6.330.786 (5.487.386) 843.400

Atos societários Em Reunião da Diretoria, realizada em 1º de agosto de 2012, foi deliberado pagamento de dividendos à Bradesco Seguros S.A., única acionista da sociedade, no montante de R$ 1.450.000 sendo R$ 507.869 da conta “Reserva de lucros – Estatutária 2011” e o restante a título de dividendos antecipados sobre o resultado do exercício de 2012. Em 1º de outubro de 2012 foi deliberado, por meio de reunião de Diretoria, o pagamento de dividendos antecipados, por conta do resultado do exercício de 2012, no montante R$ 390.000. Em 31 de outubro de 2012, em Assembleia Geral Extraordinária, foi aprovada a incorporação da controlada Alvorada Vida S.A., com base nos números contábeis de 30 de setembro de 2012, visando promover a reorganização societária, maximizando operações e recursos disponíveis e, consequentemente, eliminando os custos operacionais, administrativos e legais advindos da manutenção daquela sociedade. As alterações foram feitas com base no protocolo e justificação de incorporação, firmado em 26 de outubro de 2012 e no correspondente laudo de avaliação do patrimônio líquido contábil, elaborado para a data-base de 30 de setembro de 2012. Este ato societário encontra-se em fase de aprovação pela SUSEP. Nos pagamentos de dividendos, não houve a retenção de imposto de renda na fonte, nos termos do artigo 10 da Lei nº 9.249/1995. O patrimônio líquido contábil, objeto da mencionada incorporação, pode ser resumido como se segue: Ativo Circulante ...................................................... Disponível ................................................... Aplicações................................................... Créditos tributários e previdenciários.......... Despesas antecipadas................................ Ativo não circulante ..................................... Realizável a longo prazo.............................. Créditos tributários e previdenciários ............ Investimentos ............................................... Participações societárias................................ Total do ativo ................................................

103.436 10 102.900 523 3 27.341 17.685 17.685 9.656 9.656 130.777

Passivo Circulante ...................................................... Contas a pagar .............................................

2.068 2.068

Passivo não circulante................................. Exigível a longo prazo.................................. Contas a pagar .............................................

2 2 2

Patrimônio líquido ........................................ Total do passivo e patrimônio líquido ........

128.707 130.777

c.

Reserva legal Constituída, ao final do exercício, na forma prevista na legislação societária brasileira, podendo ser utilizada para a compensação de prejuízos ou para aumento do capital social. Em dezembro de 2012, o saldo da reserva alcançou o limite permitido por lei e, dessa forma, o valor constituído no exercício foi menor do que o percentual de 5% do lucro. d. Reserva estatutária Constituída por até 100% do lucro líquido remanescente após as deduções legais e a constituição de reserva legal, é efetuada ao final de cada exercício social, até atingir o limite de 95% do capital social, estando sujeita à deliberação em Assembleia Geral. A Administração irá propor ao acionista que delibere pelo aumento de capital por pagamento de dividendos em montante equivalente à parcela de reservas de lucro que exceder o valor do capital social da seguradora ao final do exercício. 17. Demonstração do cálculo do patrimônio líquido ajustado e adequação de capital Nos termos das Resoluções CNSP nº 222/2010, 227/2010 e 228/2010, o capital mínimo requerido (CMR) para funcionamento das sociedades seguradoras é composto por um capital base e um capital adicional baseado no risco de crédito e de subscrição. Até que o CNSP regule o capital adicional pertinente aos demais riscos identificados na regulamentação, a eventual insuficiência de patrimônio líquido ajustado (PLA) deverá ser aferida em relação ao maior dos valores entre a soma dos capitais base e adicional e a margem de solvência calculada na forma estabelecida pela Resolução CNSP nº 55/2001, como demonstrado abaixo para a data-base de 31 de dezembro 2012: Patrimônio líquido ................................................................................................................................... (-) Participações societárias ..................................................................................................................... (-) Despesas antecipadas......................................................................................................................... (-) Ativos intangíveis ................................................................................................................................. Patrimônio líquido ajustado (PLA).......................................................................................................... Margem de solvência (I)........................................................................................................................... Capital base (II) ........................................................................................................................................ Capital adicional (III)................................................................................................................................. Capital adicional de risco de subscrição .................................................................................................. Capital adicional de risco de crédito......................................................................................................... Deflator em função da correlação entre os riscos .................................................................................... Soma de capital base com o capital adicional (IV)................................................................................ Capital mínimo requirido (CMR) - (maior entre (I) e (IV)) ...................................................................... Suficiência (PLA – CMR)..........................................................................................................................

7.006.824 (217.688) (6.719) (72.538) 6.709.879 585.237 15.000 1.036.065 710.220 478.629 (152.784) 1.051.065 1.051.065 5.658.814

18. Benefícios a empregados Planos de Previdência Complementar A contribuição para os planos durante o exercício de 2012 foi de R$ 18.442 (R$ 19.414 em 2011), que estão integralmente cobertos por provisões técnicas, que totalizam R$ 150.995 (R$ 134.674 em 2011), sendo: benefícios concedidos R$ 54.917 (R$ 46.654 em 2011), benefícios a conceder R$ 96.078 (R$ 88.020 em 2011). Além desse benefício, a Companhia oferece aos seus funcionários e administradores seguro saúde, assistência odontológica, seguro de vida e de acidentes pessoais e treinamento profissional. 19. Transações e saldos com partes relacionadas Ativo..................................................................................................................................... Disponibilidades................................................................................................................. Banco Bradesco S.A. (controlador final) ............................................................................. Dividendos a receber ......................................................................................................... BMC Previdência Privada S.A. (controlada direta).............................................................. Alvorada Vida S.A. (controlada direta até 31/10/2012) ....................................................... BSP Empreendimentos Imobiliários S.A. (coligada) ........................................................... Marília Reflorestamento e Agropecuária Ltda. (controlada direta) ...................................... Valores a receber................................................................................................................ Banco Bradesco S.A. (controlador final) .............................................................................. Cosseguro aceito ............................................................................................................... Bradesco Seguros S.A. (controladora direta)...................................................................... Passivo ................................................................................................................................ Valores a pagar ................................................................................................................... Banco Bradesco S.A. (controlador final) (a) ........................................................................ Bradesco Auto/Re Companhia de Seguros (Empresa ligada) ............................................ Bradesco Seguros S.A. (controladora direta) (b) ................................................................ Total .....................................................................................................................................

31/12/2012 31.369 527 527 546 92 425 29 28.800 28.800 1.496 1.496 6.481 6.481 1 6.480 24.888

31/12/2011 27.003 34 34 1.038 934 67 37 25.000 25.000 931 931 7.656 7.656 1 484 7.171 19.347 continua


DIÁRIO DO COMÉRCIO

38

31/12/2012 30.203 30.203 30.203 82.280 15.811 15.811 12 12 55.185 55.185 5.379 262 4.461 229 427 5.883 2.875 1.438 309 173 140 415 533 10 10 (52.077)

(a) (b) (c)

(d) a.

b.

31/12/2011 32.231 32.231 32.231 77.517 144 144 15.048 15.048 12 12 52.055 52.055 4.964 289 4.482 193 5.286 2.542 1.055 1.036 164 78 411 8 8 (45.286)

Receitas............................................................................................................................... Cosseguro aceito ............................................................................................................... Bradesco Seguros S.A. (controladora direta)...................................................................... Despesas............................................................................................................................. Cosseguro cedido .............................................................................................................. Bradesco Seguros S.A. (controladora direta)...................................................................... Recuperação de indenização de coseguro aceito .......................................................... Bradesco Seguros S.A. (controladora direta)...................................................................... Prestação de serviços de custódia................................................................................... Banco Bradesco S.A (controlador final)............................................................................... Despesas administrativas (c) ............................................................................................ Bradesco Seguros S.A. (controladora direta)...................................................................... Custo de aquisição/comissão ........................................................................................... Baneb Corretora de Seguros S.A. (coligada) ...................................................................... Bradesco Seguros S.A. (controladora direta)...................................................................... Bradescor Corretora de Seguros (coligada)........................................................................ Companhia Brasileira de Gestão e Serviços (ligada).......................................................... Despesas com aluguéis .................................................................................................... Banco Bradesco S.A. (controlador final) ............................................................................. Bréscia Empreendimentos e Participações Ltda. (controlada indireta)............................... Danúbio Holdings Ltda. (controlada indireta) ...................................................................... Everest Holding Ltda. (controlada indireta) ......................................................................... Reno Holdings Ltda. (controlada indireta) ........................................................................... Tamisa Empreendimentos e Participações Ltda. (controlada indireta) ............................... Caboquenas Empreendimentos e Participações (controlada indireta) ............................... Outras despesas (d) ........................................................................................................... Bradescor Corretora de Seguros (coligada)........................................................................ Total ..................................................................................................................................... Corresponde à provisão de taxa de custódia a ser liquidada no mês seguinte. Correspondem aos valores a liquidar decorrente do rateio das despesas administrativas. O rateio das despesas administrativas compartilhadas é efetuado a partir de aplicações de percentuais de alocação para cada sociedade filiada, sobre o total de despesas incorridas pela sociedade de comando do Grupo Bradesco Seguros, no desenvolvimento de atividades de: a) administração financeira; b) tecnologia da informação; c) administração; d) jurídico; e) recursos humanos; f) marketing e g) corporativo, percentuais estes definidos com base em medidores de atividades e critérios estabelecidos na Convenção do Grupo Bradesco Seguros. Despesas com taxa de custódia e serviços de ações escriturais. Remuneração do pessoal-chave da Administração Anualmente na Assembleia Geral Ordinária são fixados: • O montante global anual da remuneração dos Administradores, que é distribuída em Reunião de Diretoria, conforme determina o Estatuto Social; • A verba destinada a custear Planos de Previdência Complementar aberta dos Administradores, dentro do Plano de Previdência destinado aos Funcionários e Administradores; e • Foi determinado o valor máximo de R$ 10.700 (R$ 11.500 em 2011), líquido de encargos sociais, para remuneração dos Administradores e de R$ 10.800 (R$ 11.500 em 2011) para custear planos de previdência complementar de contribuição definida. Benefícios de curto prazo a Administradores 2012 2011 Proventos ............................................................................................................................. 9.099 10.864 Encargos sociais .................................................................................................................. 2.047 2.444 9.256 11.398 Planos de previdência complementar de contribuição definida ........................................... 20.402 24.706 Total ..................................................................................................................................... A Companhia não possui benefícios de longo prazo, de rescisão de contrato de trabalho ou remuneração baseada em ações para seu pessoal-chave da Administração. Outros As operações compromissadas indicadas na nota explicativa nº 4 tem como contraparte o Banco Bradesco S.A.

f.

Ramos Seguros de pessoas.......................................................... DPVAT e retrocessão ........................................................ Previdência - risco ............................................................. Total ..................................................................................

Prêmios ganhos 2.989.021 336.935 373.200 3.699.156

Ramos Seguros de pessoas.......................................................... DPVAT e retrocessão ........................................................ Previdência - risco ............................................................. Total .................................................................................. 21. Detalhamento das contas de resultado a. Prêmios ganhos

Prêmios ganhos 2.547.187 303.683 570.962 3.421.832

b.

Comercialização % 23,04 1,47 28,79

2011 Sinistralidade % 43,03 87,04 12,22

Comercialização % 18,88 1,46 19,04

Prêmios diretos..................................................................................................................... Contribuições de riscos ....................................................................................................... Prêmios convênio DPVAT..................................................................................................... Prêmios cedidos cosseguros................................................................................................ Prêmios de retrocessões...................................................................................................... Variações das provisões técnicas ........................................................................................ Total ..................................................................................................................................... Sinistros ocorridos

c.

Sinistros................................................................................................................................ Sinistros de consórcios e fundos.......................................................................................... Serviço de assistência.......................................................................................................... Recuperação de sinistros ..................................................................................................... Ressarcimentos.................................................................................................................... Variação da provisão de sinistros ocorridos mas não avisados ........................................... Total ..................................................................................................................................... Custos de aquisição - Seguros e Previdência

d.

Comissões e agenciamento ................................................................................................. Comissões de riscos ............................................................................................................ Recuperação de comissões ................................................................................................. Inspeção de riscos................................................................................................................ Variação das despesas de comercialização diferidas .......................................................... Total ..................................................................................................................................... Outras receitas e despesas operacionais – Vida

e.

Despesas com administração de apólice ............................................................................. Receita com DPVAT ............................................................................................................ Despesas com lucros atribuídos .......................................................................................... Despesas com encargos sociais .......................................................................................... Provisão de processos judiciais cíveis ................................................................................. Provisão para riscos de crédito ............................................................................................ Outras despesas operacionais ............................................................................................. Total ..................................................................................................................................... Resultado com operações de resseguro Prêmios resseguros cedidos ................................................................................................ Variação das provisões técnicas - Resseguro cedido .......................................................... Recuperação de indenização de resseguro ......................................................................... Variação da provisão IBNR – Resseguro ............................................................................. Participação nos lucros ........................................................................................................ Total .....................................................................................................................................

2012 4.107.314 1.164.009 340.775 (176.851) 1 (1.736.092) 3.699.156

2011 3.525.293 1.087.726 303.975 (164.723) 9 (1.330.448) 3.421.832

2012 (1.197.826) (271.926) (42.962) 108.155 94 (156.836) (1.561.301)

2011 (1.181.023) (248.043) (39.909) 111.513 103 (72.784) (1.430.143)

2012 (679.373) (107.459) 5.662 (2.647) (17.392) (801.209)

2011 (521.233) (108.714) 11.416 (1.280) 25.865 (593.946)

2012 (43.685) 3.138 (13.860) (265) (22.368) 233 (28) (76.835)

2011 (47.752) 1.935 (14.285) (186) 585 (13.104) 3.663 (69.144)

2012 (19.963) 3.541 764 1.840 (13.818)

2011 (18.827) (21) 2.404 1.615 (14.829)

Receitas de contribuições e prêmios de VGBL VGBL .................................................................................................................................... PGBL .................................................................................................................................... Previdência........................................................................................................................... Total .....................................................................................................................................

g.

h.

k.

l.

2012 925.480 292.130 15.606 1.233.216

2011 829.285 235.318 14.994 1.079.597

2012 (40.353) (41.254) 19.368 (62.239)

2011 (16.207) (79.679) (13.901) (109.787)

2012 (262.336) (9.099) (73.868) (38.182) (18.442) (122.745) (83.252) (83.228) (34.213) (760) (27.918) (19.234) (42.922) (553.863)

2011 (246.264) (11.372) (72.614) (30.609) (19.414) (112.255) (176.688) (90.138) (60.017) (723) (27.744) (20.487) (6.444) (628.505)

2012 (175.605) (28.536) (24.666) (3.650) (232.457)

2011 (166.244) (27.015) (21.589) (3.545) (218.393)

Despesas administrativas Despesas com pessoal próprio: ........................................................................................... Honorários da administração ............................................................................................ Ordenados ........................................................................................................................ INSS/FGTS ....................................................................................................................... Planos de previdência privada.......................................................................................... Outras ............................................................................................................................... Despesas com serviços de terceiros.................................................................................... Despesas com localização e funcionamento ....................................................................... Despesas com publicidade e propaganda institucional........................................................ Despesas com publicações.................................................................................................. Despesas com donativos e contribuições ............................................................................ Despesas administrativas do convênio DPVAT.................................................................... Despesas administrativas diversas ...................................................................................... Total .....................................................................................................................................

j.

2011 14.723.541 1.805.052 168.566 16.697.159

Outras receitas e despesas operacionais – Previdência Provisão de processos judiciais cíveis ................................................................................. Provisão para riscos sobre outros créditos .......................................................................... Outras receitas e despesas operacionais ............................................................................ Total .....................................................................................................................................

i.

2012 17.596.738 1.932.090 177.180 19.706.008

Rendas com taxas de gestão VGBL .................................................................................................................................... PGBL .................................................................................................................................... Previdência........................................................................................................................... Total .....................................................................................................................................

20. Principais ramos de atuação 2012 Sinistralidade % 40,47 87,91 29,13

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Despesas com tributos Despesas com COFINS ....................................................................................................... Despesas com PIS ............................................................................................................... Despesas com ISS ............................................................................................................... Outras despesas com tributos.............................................................................................. Total ..................................................................................................................................... Resultado financeiro i. Receitas financeiras Receitas financeiras com quotas de fundos especialmente constituídos garantidores de planos de benefícios............................................................................................................. Receitas com títulos de renda fixa ....................................................................................... Receitas com títulos de renda variável................................................................................. Receitas com operações de seguros e resseguros ............................................................. Atualização monetária de depósitos judiciais e fiscais......................................................... Outras receitas financeiras................................................................................................... Total .....................................................................................................................................

2012

2011

5.644.615 4.582.553 116.676 1.792 32.167 34.224 10.412.027

4.825.848 3.183.619 99.905 1.937 36.788 27.973 8.176.070

ii. Despesas financeiras Atualização monetária - VGBL ............................................................................................. Atualização monetária - Planos Previdência e PGBL .......................................................... Recuperação ao valor recuperável de títulos de renda variável .......................................... Despesas com operações com seguros e resseguros......................................................... Outras despesas financeiras - impostos, contribuições e eventuais.................................... Atualização monetária de processos judiciais...................................................................... Total ..................................................................................................................................... Total .....................................................................................................................................

(4.359.943) (3.204.673) (225.447) (173.513) (21.571) (61.768) (8.046.915) 2.365.112

(3.652.071) (2.682.627) (107.418) (15.523) (15.343) (6.472.982) 1.703.088

2012 3.778.646 5.500.129 521.605 9.800.380

2011 5.036.952 2.409.290 663.130 8.109.372

2012

2011

152.087

47.073

Resultado financeiro por categoria Ativos a valor justo por meio do resultado............................................................................ Ativos disponíveis para venda.............................................................................................. Ativos mantidos até o vencimento........................................................................................ Total .....................................................................................................................................

m. Despesas de imposto de renda e contribuição social Impostos diferidos Constituição/(realização) no exercício sobre adições temporárias ...................................... Impostos correntes Imposto de renda e contribuição social devidos................................................................... Imposto de renda e contribuição social devidos ............................................................ n.

(1.455.735) (1.303.648)

(1.163.422) (1.116.349)

2012 3.368.240 (1.347.296)

2011 3.063.119 (1.225.248)

20.513 5.780 64.000 (1.718) (9.857) (1.088) 7.682 1.545 (44.927) (1.303.648) 38,70%

15.551 5.620 68.000 19.728 (11.276) (977) 9.829 22.152 (1.116.349) 36,44%

Reconciliação da alíquota efetiva de imposto de renda e contribuição social Resultado antes de impostos e participações ................................................................ Imposto de renda e contribuição social às alíquotas de 25% e 15%, respectivamente ...... Efeito das adições e exclusões no cálculo dos tributos: Equivalência patrimonial tributada nas controladas ............................................................. Participações no lucro .......................................................................................................... Juros sobre capital próprio ................................................................................................... Receitas não tributáveis, líquidas de despesas indedutíveis:....................................... - Doações e patrocínios....................................................................................................... - Contribuições para entidade de classe ............................................................................. - Dividendos......................................................................................................................... - Outros ............................................................................................................................... Ajustes efetuados na declaração de rendimentos................................................................ Imposto de renda e contribuição social no exercício..................................................... Alíquota efetiva.....................................................................................................................

22. Informações complementares a. Relatório do Comitê de Auditoria Em consonância com a Resolução CNSP nº 118/2004, o resumo do relatório do Comitê de Auditoria foi divulgado junto com as demonstrações contábeis do Banco Bradesco S.A. (acionista controlador) publicadas no Diário Oficial do Estado de São Paulo em 6 de fevereiro de 2013. b. Eventos Subsequentes Em 18 de fevereiro de 2013 foram publicadas várias normas emitidas pelo Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) e pela SUSEP, sendo as mais relevantes: i. As Resoluções CNSP nº 280 e 283 de 30 de janeiro de 2013, que tratam de subscrição e de capital de risco operacional, respectivamente, sendo que a norma de capital de risco operacional entra em vigor na data de publicação e a de subscrição tem prazo de adequação até 31 de dezembro de 2013; e ii. Resolução CNSP nº 281 de 30 de janeiro de 2013 e Circular SUSEP nº 462 de 31 de janeiro de 2013, que institui regras para a constituição de provisões técnicas, com prazo de adequação até 31 de dezembro de 2013. A Companhia está avaliando os impactos destas normas.

DIRETORIA

Lúcio Flávio Condurú de Oliveira Ivan Luiz Gontijo Júnior Jair de Almeida Lacerda Júnior

-

Diretor-Presidente Diretor-Gerente Diretor

Eugênio Liberatori Velasques Enrique Adan Y Coello Haydewaldo Roberto Chamberlain da Costa

-

Adriano Gonçalves Martins Américo Pinto Gomes Tarcísio José Massote de Godoy

Diretor Diretor Diretor

-

Jair de Almeida Lacerda Júnior Atuário - MIBA no 809

Diretor Diretor Diretor

Alberto Barcellos Miranda Contador - CRC 1RJ094195/O-2 S SP

PARECER ATUARIAL Aos Acionistas e à Diretoria da Bradesco Vida e Previdência S.A. Cidade de Deus - Osasco - SP

Em 31/12/2012 os desvios verificados nas coberturas por sobrevivência encontravam-se totalmente integralizados sob a Provisão de Insuficiência de Contribuição (PIC), representando 5,00% do total das Provisões Técnicas, sendo 3,16% referente a participantes ativos e 1,84% referente a participantes inativos.

Em atendimento a Circular SUSEP Nº 272 de 22/10/2004, e a Carta Circular SUSEP/DECON/GAB/Nº 002/08 de 11/02/2008, procedemos a Avaliação Atuarial para todos os planos de Previdência Complementar e Seguros de Pessoas da Bradesco Vida e Previdência em 31/12/2012. O trabalho foi conduzido de acordo com as normas e melhores práticas atuariais, abrangendo a revisão, análise e consistência das Provisões Técnicas, visando aferir possíveis desvios nas hipóteses atuariais dos planos e seguros vigentes. As provisões técnicas apresentadas em 31/12/2012 foram calculadas de acordo com as normas vigentes e suas respectivas Notas Técnicas Atuariais, mostrando-se adequadas e suficientes para fins da presente Avaliação Atuarial.

Em 31/12/2012 as coberturas de risco (morte, invalidez e eventos aleatórios) encontravam-se totalmente integralizados sob a Provisão de Insuficiência de Prêmios (PIP), totalizando 0,12% do total das Provisões Técnicas. Tendo em vista o acima disposto, consideramos a Bradesco Vida e Previdência em equilíbrio técnico atuarial quanto aos compromissos assumidos com seus participantes e segurados. São Paulo, 31 de janeiro de 2013 Jair de Almeida Lacerda Junior Atuário MIBA nº 809

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS INDIVIDUAIS Aos Administradores e Acionistas da Bradesco Vida e Previdência S.A. São Paulo - SP Examinamos as demonstrações contábeis individuais da Bradesco Vida e Previdência S.A. (“Companhia”), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, dos resultados abrangentes, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da Administração sobre as demonstrações contábeis individuais A Administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às entidades supervisionadas pela Superintendência de Seguros Privados – SUSEP e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.

incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião Em nossa opinião, as demonstrações contábeis individuais acima referidas apresentam, adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Bradesco Vida e Previdência S.A. em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às entidades supervisionadas pela Superintendência de Seguros Privados - SUSEP.

Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis individuais com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor,

São Paulo, 26 de fevereiro de 2013

KPMG Auditores Independentes CRC 2SP014428/O-6

Luciene Teixeira Magalhães Contadora CRC RJ079849/O-3

Érika Carvalho Ramos Contadora CRC 1SP224130/O-0


DIÁRIO DO COMÉRCIO

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

39

RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Acionistas, Submetemos à apreciação de V.Sas. as Demonstrações Contábeis da Bradesco Capitalização S.A., relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012, preparadas em conformidade com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às entidades supervisionadas pela Superintendência de Seguros Privados - SUSEP, incluindo as normas expedidas pelo Conselho Nacional de Seguros Privados - CNSP, acompanhadas das respectivas Notas Explicativas e do Relatório dos Auditores Independentes. O Mercado de Capitalização O segmento registrou, até dezembro de 2012, o montante de R$ 16,586 bilhões em receita com títulos de capitalização, representando uma evolução de 17,79% em relação ao mesmo período do ano passado. Desempenho das Operações de Capitalização No exercício de 2012, a Bradesco Capitalização S.A. manteve a política de fortalecimento de sua participação no mercado, atingindo receita de R$ 3,834 bilhões e apresentando um crescimento de 25,83% em relação ao ano anterior, quando a receita alcançou R$ 3,047 bilhões. Foram sorteados 2.269 títulos (2.298 em 2011), atingindo o montante de R$ 91,279 milhões (R$ 55,297 milhões em 2011) de prêmios sorteados aos clientes. Com isso, baseada por uma política de fidelização dos clientes voltada à qualidade no atendimento e a oferta de produtos inovadores, a Bradesco Capitalização encerrou o ano com 3,459 milhões de clientes (3,097 milhões em 2011) e uma carteira de 21,913 milhões de títulos ativos (20,206 milhões em 2011). Inovação em Produtos e Serviços Em 2012, a Bradesco Capitalização lançou os produtos Pé Quente Bradesco Empresa Socioambiental e Pé Quente Bradesco Socioambiental (parcelas únicas de R$ 50 mil e R$ 25 mil, respectivamente) destinados ao mercado corporativo, sendo os primeiros produtos de capitalização com vigência de apenas 12 meses. Os novos títulos contribuirão para as instituições parceiras da Bradesco Capitalização na área socioambiental. A Empresa lançou também o Pé Quente Bradesco Exclusive, produto criado especialmente para os Clientes Pessoa Física do Segmento Exclusive, com atendimento personalizado e serviços e soluções diferenciados. Resultado do Exercício A Bradesco Capitalização apresentou, no exercício de 2012, Lucro Líquido de R$ 383,924 milhões (R$ 338,410 milhões no exercício de 2011), representando uma rentabilidade de 98,43% sobre o Patrimônio Líquido Médio. Política de Reinvestimento de Lucros e Política de Distribuição de Dividendos Os acionistas da Bradesco Capitalização, em cada exercício, terão direito a receber, a título de dividendos, o mínimo obrigatório de 25% do lucro líquido. Evento societário Em Assembleia Geral Extraordinária, realizada em 28 de março de 2012, foi deliberado o aumento de capital com reservas no valor de R$ 16,500 milhões, sem emissão de ações mediante a capitalização de parte do saldo da conta “Reserva de Lucros – Reserva Legal”. Este ato societário foi homologado em 15/08/2012, por meio da Portaria SUSEP/CGRAT no 4.759. As informações detalhadas sobre o evento societário constam nas Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis. Reconhecimentos A Bradesco Capitalização venceu, pelo segundo ano consecutivo, o Prêmio Top Socioambiental, concedido pela Associação de Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil (ADVB-PE). A premiação destaca projetos de responsabilidade social de empresas e organizações pernambucanas ou desenvolvidas no Estado e selecionou o case sobre o título Pé Quente Bradesco SOS Mata Atlântica, comercializado em parceria com a Fundação SOS Mata Atlântica. A Bradesco Capitalização foi premiada pelo case “Restauração florestal da Mata Atlântica com foco na sustentabilidade”. Responsabilidade Socioambiental Em uma ação pioneira, o Grupo Bradesco Seguros, por meio da Bradesco Capitalização, oferece títulos de capitalização com foco socioambiental em áreas como ecologia, educação e saúde, onde parte do valor arrecadado é direcionada a projetos de responsabilidade social, além de possibilitar ao cliente a formação de uma reserva financeira. Atualmente, a Bradesco Capitalização mantém parceria com as seguintes instituições de caráter socioambiental: Fundação SOS Mata Atlântica (promove a conservação da diversidade biológica e cultural do Bioma Mata Atlântica, estimulando a cidadania socioambiental); Instituto Ayrton Senna (promove a educação e o desenvolvimento humano, reduzindo o analfabetismo, a reprovação e o abandono escolar); Fundação Amazonas Sustentável (promove o desenvolvimento sustentável, conservação ambiental e melhoria da qualidade de vida das comunidades usuárias das unidades de conservação no Estado do Amazonas); Instituto Brasileiro de Controle do Câncer (promove a prevenção, o diagnóstico precoce e o tratamento do câncer de mama no Brasil); e o Projeto Tamar (criado para executar o trabalho de conservação das tartarugas marinhas). O Programa Florestas do Futuro, criado em 2004 pela Fundação SOS Mata Atlântica, financia o plantio de mudas de árvores, apoia ações socioambientais e oferece capacitação técnica para a recuperação ambiental. Desde o início do programa, mais de três milhões de mudas de árvores nativas foram plantadas. A temporada 2012 da Corrida e Caminhada Contra o Câncer de Mama, realizada nas cidades de Rio de Janeiro, São Paulo e Florianópolis, contou com o patrocínio do Grupo Bradesco Seguros e com o apoio da Bradesco Capitalização. O evento está em sua 46ª edição e tem por objetivo incentivar a adoção de hábitos mais saudáveis de vida, além de chamar a atenção das pessoas para a questão da detecção precoce e tratamento contra o câncer de mama. A Empresa também apoiou a “Ayrton Senna Racing Day”, maratona de revezamento em homenagem ao tricampeão mundial de Fórmula 1. O evento está em sua 9ª edição e ocorreu em dezembro de 2012 no Autódromo de Interlagos, na cidade de São Paulo. Com cunho social diferenciado, a “Ayrton Senna Racing Day” é uma das maiores provas de revezamento do País e o valor arrecadado com as inscrições é revertido ao trabalho do Instituto Ayrton Senna, que atua em todo o Brasil para garantir educação pública de qualidade a milhões de crianças e jovens. Rating A Bradesco Capitalização é a única empresa do setor a possuir a classificação de grau de investimento com o mais alto rating em escala nacional “brAAA”, concedida pela agência de classificação de riscos Standard & Poor’s. Esse resultado foi conquistado graças ao sólido padrão de proteção financeira e patrimonial que a Bradesco Capitalização garante aos seus clientes. Sistema de Gestão da Qualidade A Bradesco Capitalização foi a primeira empresa do País, no mercado de capitalização, a receber o certificado ISO. Em 2009, foi certificada na versão ISO 9001:2008 no escopo Gestão de Títulos de Capitalização Bradesco. Esse certificado, concedido pela Fundação Vanzolini, atesta a qualidade dos seus processos internos e confirma o princípio que está na origem dos Títulos de Capitalização Bradesco: bons produtos, bons serviços e evolução permanente. Riscos: operacional, crédito, mercado, subscrição e liquidez O Grupo Bradesco Seguros, em linha com os modelos adotados nos mercados nacional e internacional, e em atendimento à legislação vigente, estruturou uma área independente de Estudos Atuariais e Gestão de Riscos, que atende às melhores práticas de Governança Corporativa.

Estão inseridas nesse contexto as disseminações da cultura de gestão de riscos operacionais em vários níveis, a divulgação de Políticas Corporativas, Normas Internas e Manual de Procedimentos Internos, visando ao monitoramento contínuo da exposição aos riscos. O Comitê Executivo de Gestão de Riscos do Grupo Bradesco Seguros reúne-se, trimestralmente, com a atribuição de aprovar estratégias, definir diretrizes, normas e procedimentos, bem como homologar os assuntos relevantes relacionados à Gestão de Riscos, visando ao processo de mitigação dos eventos de perdas de acordo com a especificidade de cada risco. O Grupo Bradesco Seguros mantém níveis de capital de acordo com os requerimentos regulatórios. Nos termos da legislação vigente, o capital mínimo requerido para funcionamento das sociedades seguradoras é composto por um capital base e um capital adicional para cobertura dos riscos de subscrição, de crédito, de mercado e operacional. Até que o CNSP regule o capital adicional pertinente a todos os riscos previstos na legislação, o capital mínimo requerido deverá ser o maior valor entre a soma do capital base com o capital adicional e a margem de solvência, calculada por meio de resolução específica. Governança Corporativa Com o objetivo de estar em linha com as melhores práticas de governança corporativa, agindo com equidade e transparência na prestação de contas, o Grupo Bradesco Seguros busca permanentemente o aperfeiçoamento do seu sistema de gestão institucional. Para isso, possui Comitês que dão suporte ao Órgão da Administração na condução do processo de decisão para cumprimento do direcionamento estratégico, na busca constante de melhores resultados, dentro dos mais elevados padrões éticos. O Grupo conta também com área de Ouvidoria para acolher opiniões, críticas e reclamações, que são tratadas com confidencialidade, bem como com Códigos de Conduta Ética, disponibilizados a todos os públicos com os quais se relaciona, resultado do compromisso constante em promover e definir com clareza as responsabilidades e a postura que devem pautar a atuação dos profissionais que integram as empresas do Grupo. Destaca-se o ELC – Entity Level Controls, que se constitui em um conjunto de procedimentos de avaliação do nível de governança corporativa, com o propósito de mensurar o entendimento, aderência e comunicação dos temas que compõem o ambiente de controle do Grupo. Controles Internos e Compliance No exercício de 2012, com base na política corporativa definida, e visando atender às determinações legais sobre o tema, a Bradesco Capitalização prosseguiu com a avaliação e o aperfeiçoamento dos seus instrumentos, que integram o Sistema de Controles Internos do Grupo Bradesco Seguros. Os processos são continuamente reavaliados, e os testes de aderência, para aferir a efetividade dos controles existentes, regularmente aplicados, em conformidade com os principais frameworks de controles, como o COSO – Committee of Sponsoring Organizations of the Treadway Commission e o COBIT – Control Objetives for Information and Related Technology, que abrangem, respectivamente, aspectos de negócios e tecnologia. Os trabalhos de controles internos são desenvolvidos em conjunto com as diversas áreas gestoras de serviços, produtos e processos, cujos testes de aderência são aplicados com a periodicidade requerida, sendo os resultados reportados periodicamente ao Comitê de Controles Internos e Compliance e, sob demanda, ao Comitê de Auditoria da Organização Bradesco. Quanto à Lei Sarbanes-Oxley, a Bradesco Capitalização é certificada anualmente pela Auditoria Independente, que ratifica a efetividade, eficácia e suficiência dos controles que suportam as Demonstrações Contábeis, resultando na difusão da importância da cultura de controle. Para obtenção e manutenção de conformidade às leis e aos regulamentos, o Grupo Bradesco Seguros verifica, diariamente, a publicação de novos normativos pelos Órgãos reguladores, informa as áreas afetadas e acompanha a implementação tempestiva das ações necessárias, de forma a garantir que as práticas operacionais estejam em conformidade. Prevenção e Combate à Lavagem de Dinheiro e ao Financiamento ao Terrorismo A Bradesco Capitalização possui o compromisso permanente de prevenir e combater sistematicamente a Lavagem de Dinheiro, o Financiamento ao Terrorismo e a Corrupção. Atua constantemente para assegurar a conformidade às leis e normas, editadas pelos Órgãos competentes, relativas aos temas e no relacionamento diferenciado com os clientes enquadrados na condição de Pessoas Politicamente Expostas, cooperando assim com os esforços das autoridades governamentais de controle. Diante desse compromisso, em 2012 ocorreu a consolidação e o aperfeiçoamento das ferramentas de trabalho, dos controles e dos sistemas utilizados, que são permanentemente reavaliados e dão suporte ao processo de detecção e comunicação das operações/ ocorrências (automáticas e suspeitas) ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras – COAF. Em conformidade com a Lei no 12.683, de 09.07.2012, que visa tornar mais eficiente a persecução penal dos crimes de lavagem de dinheiro e a publicação de novas regras pela SUSEP através da Circular no 445, de 02.07.2012, realizou-se uma revisão nos normativos internos, materiais de apoio e procedimentos. O assunto também foi enfatizado nos programas de treinamento, objetivando a conscientização e capacitação constante do quadro de colaboradores. Prevenção à Fraude A Bradesco Capitalização, em consonância com a regulamentação vigente no que diz respeito à Prevenção à Fraude, mantém-se vigilante em desestimular, prevenir, detectar e combater ocorrências que possam caracterizar indícios de cometimento de fraudes, assim como em minimizar riscos operacionais, regulatórios e reputacionais aos quais a empresa possa estar sujeita, caso venha a ser envolvida em tentativas para negócios ou práticas de fraudes. Ao longo do exercício, priorizou a revisão e a publicação de materiais relativos ao assunto, com vistas a fomentar e estimular a tempestiva capacitação e o constante treinamento dos colaboradores da Companhia, aumentando a eficiência no combate à fraude. Plano e Gestão de Continuidade de Negócios A Bradesco Capitalização, com a finalidade de assegurar a continuidade de seus processos críticos/essenciais de negócios, principalmente aqueles voltados para relacionamento e atendimento aos clientes, possui Plano de Continuidade de Negócios – PCN, implementado e testado. O PCN é um conjunto de estratégias e planos de ação, que são ativados quando da ocorrência de um evento, independentemente de sua proporção, que interrompa a continuidade de suas operações. Segurança da Informação A informação é um dos elementos do negócio mais importante para o Grupo Bradesco Seguros. O zelo pela informação, no que tange a sua disponibilidade, integridade e confidencialidade, tem sido uma meta constante da governança da informação. Nessa linha, são realizados trabalhos de revisões periódicas nos Sistemas de Informação, assim como são analisadas normas e regulamentos de caráter interno e externo, que incidem em alterações nas instruções, riscos e controles de Segurança da Informação. Diante desse compromisso, o Grupo tem realizado a disseminação da cultura, por meio da divulgação da Política Corporativa de Segurança da Informação, da administração de palestras, da disponibilização de curso e da publicação de matérias nos canais internos de comunicação disponíveis, abordando os mais diversos temas, com o intuito de garantir a conformidade com as melhores práticas de Segurança da Informação disponíveis no mercado. Agradecimentos Pelos êxitos obtidos, agradecemos a preferência e a confiança dos nossos clientes, o apoio recebido do Órgão regulador e o trabalho dedicado dos nossos funcionários e colaboradores. São Paulo, 25 de janeiro 2013. Diretoria

BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 e 2011 (Em milhares de reais) 2012

2011

2012

2011

CIRCULANTE ....................................................................................................

2.613.148

2.950.802

CIRCULANTE .................................................................................................................

5.777.462

4.750.556

Disponível.........................................................................................................

5.873

7.665

Contas a pagar ..............................................................................................................

328.761

179.279

Caixa e bancos................................................................................................

5.873

7.665

Obrigações a pagar ......................................................................................................

117.500

17.075

2.532.692

2.842.278

Impostos e encargos sociais a recolher .......................................................................

1.340

916

Títulos e créditos a receber ............................................................................

74.583

100.859

Encargos trabalhistas ...................................................................................................

615

548

Títulos e créditos a receber .............................................................................

3.815

5.134

Impostos e contribuições..............................................................................................

11

209.306

160.740

12

Nota

ATIVO

Aplicações ........................................................................................................

Créditos tributários e previdenciários ..............................................................

4

6

PASSIVO

Nota

54.541

49.008

Provisões técnicas - capitalização..............................................................................

5.448.701

4.571.277

Outros créditos ................................................................................................

19.497

49.987

Provisão para resgates.................................................................................................

5.206.899

4.321.133

Provisão para riscos de créditos .....................................................................

(3.270)

(3.270)

Provisão para sorteios..................................................................................................

64.032

76.051

Outras provisões ..........................................................................................................

177.770

174.093

ATIVO NÃO CIRCULANTE ................................................................................ REALIZÁVEL A LONGO PRAZO....................................................................... Aplicações ........................................................................................................

4

Títulos e créditos a receber ............................................................................ Créditos tributários e previdenciários ............................................................... Depósitos judiciais e fiscais ..............................................................................

4.365.129

2.314.988

4.351.908

2.245.641

4.077.231

2.033.018

274.677

212.623

65.496

38.096

6 14vi

209.181

174.527

9.521

67.668

Investimentos...................................................................................................

PASSIVO NÃO CIRCULANTE .......................................................................................

392.615

221.805

EXIGÍVEL A LONGO PRAZO.........................................................................................

392.615

221.805

Contas a pagar ..............................................................................................................

205.042

67.181

13

205.042

67.181

187.573

154.624

14

187.573

154.624

15

808.200

293.429

180.034

250.000

Tributos diferidos .......................................................................................................... Outros débitos ..............................................................................................................

Participações societárias - financeiras ............................................................

7

-

57.832

Provisões judiciais ........................................................................................................

Imóveis destinados a renda.............................................................................

8

9.521

9.836

PATRIMÔNIO LÍQUIDO..................................................................................................

526

Capital social ................................................................................................................

Bens móveis ....................................................................................................

316

380

Redução de capital.......................................................................................................

-

Outras imobilizações .......................................................................................

119

146

Reservas de reavaliação ..............................................................................................

725

764

3.265

1.153

Reservas de lucros.......................................................................................................

360.235

88.032

Imobilizado .......................................................................................................

Intangível ..........................................................................................................

9

435

10

(100.000)

Outros intangíveis............................................................................................

3.265

1.153

Ajustes com títulos e valores mobiliários......................................................................

267.206

54.633

TOTAL DO ATIVO ..............................................................................................

6.978.277

5.265.790

TOTAL DO PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO ..........................................................

6.978.277

5.265.790

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis. DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA - MÉTODO INDIRETO EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de reais)

DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de reais, exceto o lucro líquido por ação) Nota 2012 Receita líquida com títulos de capitalização .................................................. 531.429 Arrecadação com títulos de capitalização ........................................................ 3.834.156 Variação da provisão para resgate................................................................... (3.302.727) Variação das provisões técnicas ..................................................................... (3.677) Resultado com outras provisões técnicas ........................................................ (3.677) Resultado com sorteio...................................................................................... (78.896) Custo de aquisição............................................................................................ 19(a) (63.413) Outras receitas e despesas operacionais....................................................... 19(b) 44.061 Outras receitas operacionais ........................................................................ 47.226 Outras despesas operacionais ......................................................................... (3.165) Despesas administrativas ................................................................................ 19(c) (67.083) Despesas com tributos ..................................................................................... 19(d) (24.649) Resultado financeiro............................................................................................ 19(e) 287.358 Receitas financeiras ......................................................................................... 630.382 Despesas financeiras ....................................................................................... (343.024) Resultado patrimonial....................................................................................... 19(g) 5.846 Resultado operacional ...................................................................................... 630.976 Ganhos e perdas com ativos não correntes................................................... 8 Resultado antes dos impostos e participações ............................................. 630.984 Imposto de renda................................................................................................. 19(h) (151.745) Contribuição social .............................................................................................. 19(h) (94.564) Participações sobre o resultado .......................................................................... (751) Lucro líquido do exercício................................................................................ 383.924 Quantidade de ações ........................................................................................ 196.359 Lucro líquido por ação ........................................................................................ 1,96 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.

2011 451.379 3.047.132 (2.595.753) (49.862) (49.862) (55.296) (52.787) 55.095 58.207 (3.112) (64.083) (20.271) 290.534 550.292 (259.758) 4.849 559.558 (50) 559.508 (137.009) (83.607) (482) 338.410 192.803 1,76

383.924

338.410

65

65

Ajuste a valor justo de ativos financeiros disponíveis para venda

888

Reversão das perdas por redução ao valor recuperável dos ativos ............................................

(8)

Resultado positivo de equivalência patrimonial ...........................................................................

(2.342)

2011 559.508

Lucro ajustado do exercício...........................................................................................................

629.522

462 (1.715) 558.255

Variações nas contas patrimoniais (Aumento)/Redução: Aplicações....................................................................................................................................

(1.674.605)

(485.836)

Títulos e créditos a receber..........................................................................................................

(22.498)

(83.525)

Contas a pagar.............................................................................................................................

164.464

Provisões técnicas - capitalização ...............................................................................................

877.407

(8.352) 847.622

Outros débitos..............................................................................................................................

30.729

24.204

Ajustes com títulos e valores mobiliários .....................................................................................

215.617

(32.487)

(408.886)

261.627

Caixa líquido (Consumido)/Gerado pelas operações .................................................................. Dividendos recebidos .....................................................................................................................

415

Imposto de renda sobre o lucro pago.............................................................................................

(136.562)

Contribuição de renda sobre o lucro pago .....................................................................................

(83.695)

Caixa líquido gerado nas atividades operacionais ......................................................................

794

780 (103.826) (62.397) 654.439

Atividades de investimento Aquisição de imobilizado.............................................................................................................. Integralização de capital em controlada.......................................................................................

Caixa líquido consumido nas atividades de investimentos........................................................

2011

Realização da reserva de reavaliação ..................................................................................

Depreciações e amortizações......................................................................................................

Alienação de investimentos .........................................................................................................

2012

630.984

Ajustes para:

Ativo intangível desenvolvido internamente.................................................................................

DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS ABRANGENTES EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de reais)

Lucro líquido do exercício..................................................................................................

2012 Lucro antes dos impostos e participações...................................................................................

(10) (2.576) (2.586)

(174) (13.700) (1.114) 120 (14.868)

Atividades de financiamento Redução de capital ......................................................................................................................

-

(100.000)

Dividendos pagos.........................................................................................................................

-

(531.924)

Caixa líquido (Consumido) nas atividades de financiamentos...................................................

-

(631.924)

Companhia ............................................................................................................................

354.288

(54.146)

(Redução) /Aumento líquido de caixa e equivalente de caixa ....................................................

(1.792)

Controlada .............................................................................................................................

-

(11.222)

Caixa e equivalente de caixa no início do exercício.......................................................................

(7.665) 5.873

7.665

(1.792)

7.647

Efeitos dos impostos .............................................................................................................

(141.741)

26.121

Caixa e equivalente de caixa no final do exercício.........................................................................

Total do resultado abrangente do exercício .....................................................................

596.536

299.228

(Redução) /Aumento líquido de caixa e equivalente de caixa ....................................................

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.

7.647 (18)

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis. continua


DIÁRIO DO COMÉRCIO

40

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de reais)

Saldos em 1º de janeiro de 2011 ......................................................................................... Aumento/(Redução) de capital: AGE de 30/03/2011 ............................................................................................................. Portaria SUSEP/CGRAT nº 1.236 de 24/06/2011............................................................... AGE de 28/12/2011 ............................................................................................................. Reserva de reavaliação: Realização........................................................................................................................... Ajustes com títulos e valores mobiliários................................................................................ Lucro líquido do exercício....................................................................................................... Dividendos antecipados (R$ 752,56 por ação) ...................................................................... Dividendos antecipados (R$ 1.555,99 por ação) ................................................................... Destinação do lucro líquido .................................................................................................... Saldos em 31 de dezembro de 2011 ................................................................................... Aumento/(Redução) de capital: AGE de 28/03/2012 ............................................................................................................. Portaria SUSEP/CGRAT nº 4.759 de 15/08/2012............................................................... Portaria SUSEP/CGRAT nº 4.759 de 15/08/2012............................................................... AGE de 31/10/2012 ............................................................................................................. Portaria SUSEP/CGRAT nº 5.058 de 26/12/2012............................................................... Reserva de reavaliação: Realização........................................................................................................................... Ajustes com títulos e valores mobiliários................................................................................ Lucro líquido do exercício....................................................................................................... Dividendos propostos (R$ 485,13 por ação) .......................................................................... Proposta para destinação do lucro líquido ............................................................................. Saldos em 31 de dezembro de 2012 ...................................................................................

Capital social 249.000

Aumento / (redução) de capital (Em aprovação) -

1.000 -

1.000 (1.000) (100.000)

250.000

(100.000)

(100.000) 16.500 13.534

16.500 100.000 (16.500) 13.534 (13.534)

180.034

-

Reservas de reavaliação - imóveis 803 (39) 764 (39) 725

Reservas de lucros Reserva Reserva legal estatutária 50.583 176.110 (1.000) 49.583 (16.500) 2.923 36.006

Ajustes com títulos e valores mobiliários 93.853

Lucros acumulados -

-

-

(176.110) 38.449 38.449

(39.220) 54.633

-

-

285.780 324.229

212.573 267.206

39 338.410 (300.000) (38.449) 39 383.924 (95.260) (288.703) -

Total 570.349 (100.000) (39.220) 338.410 (176.110) (300.000) 293.429 13.534 212.573 383.924 (95.260) 808.200

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de reais) 1

2 a.

Contexto operacional A Companhia é uma subsidiária do Grupo Bradesco Seguros, sociedade anônima de capital fechado, sediada em São Paulo, autorizada pela Superintendência de Seguros Privados - SUSEP a operar em todas as modalidades de capitalização em todo o território nacional. O endereço registrado da sede da Companhia é Avenida Paulista, nº 1.415, São Paulo. A entidade é controlada diretamente pela empresa Bradesco Seguros S.A. e em última instância pelo Banco Bradesco S.A. As operações são conduzidas no contexto do conjunto das empresas integrantes do Grupo Bradesco Seguros, atuando de forma integrada no mercado, sendo os custos das estruturas operacional e administrativa comuns absorvidos segundo a praticabilidade e a razoabilidade de lhes serem atribuídos, em conjunto ou individualmente. Essas demonstrações contábeis foram aprovadas pelo Conselho de Administração do Banco Bradesco, acionista controlador final, em 25 de janeiro de 2013. Resumo das principais políticas contábeis As políticas contábeis discriminadas abaixo foram aplicadas em todos os períodos apresentados nas demonstrações contábeis. Base de preparação Em consonância com a Circular SUSEP n° 430/12 as demonstrações contábeis foram preparadas em conformidade com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às entidades supervisionadas pela Superintendência de Seguros Privados – SUSEP, incluindo os pronunciamentos, as orientações e as interpretações emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) quando referendadas pela SUSEP. As demonstrações contábeis estão apresentadas em conformidade com os modelos de publicação estabelecidos pela referida Circular. Em atendimento à Circular SUSEP 424/11 - Anexo IV, em 31 de dezembro de 2011, a Companhia apresentou as demonstrações dos fluxos de caixa (DFC) pelo método direto. Em 2012, tendo em vista a opção apresentada pela Circular SUSEP 430/12 - Anexo IV, a Companhia optou por apresentar essas demonstrações pelo método indireto. Para fins de comparabilidade, o exercício findo em 31 de dezembro de 2011 está sendo apresentado pelo método indireto. Em decorrência da Circular SUSEP nº 430/12, alguns saldos do exercício findo em 31 de dezembro de 2011, anteriormente divulgados, foram reclassificados com o objetivo de proporcionar melhores condições de comparabilidade. Os saldos divulgados anteriores foram reclassificados para fins de comparabilidade como demonstrado abaixo:

Receita líquida com títulos de capitalização ................... Receita bruta com título de capitalização............................. Devolução e cancelamento de títulos de capitalização........ Variação das provisões técnicas .......................................... Arrecadação com títulos de capitalização ............................ Variação da provisão para resgate....................................... Variação das provisões técnicas ...................................... Resultado com outras provisões técnicas ............................ Despesas com títulos resgatados e sorteados ............... Despesas com resgates ....................................................... Despesas com sorteios ........................................................ Resultado com sorteio....................................................... Total ..................................................................................... b.

c.

d.

e.

Saldo divulgado anteriormente em dezembro de 2011 2.997.270 3.071.550 (24.418) (49.862) (2.651.049) (2.595.753) (55.296) 346.221

Reclassificação (2.545.891) (3.071.550) 24.418 49.862 3.047.132 (2.595.753) (49.862) (49.862) 2.651.049 2.595.753 55.296 (55.296) -

Saldo reclassificado em dezembro de 2012 451.379 3.047.132 (2.595.753) (49.862) (49.862) (55.296) 346.221

Base para avaliação e moeda funcional A moeda funcional da Companhia é o Real. • As demonstrações contábeis estão apresentadas em milhares de reais e foram elaboradas de acordo com o princípio do custo histórico, com exceção para os ativos financeiros mensurados pelo valor justo por meio do resultado e os ativos financeiros disponíveis para venda mensurados pelo valor justo. Uso de estimativas e julgamentos • A preparação das demonstrações contábeis de acordo com as normas do CPC exige que a Administração faça julgamentos, estimativas e premissas que afetam a aplicação de políticas contábeis e os valores reportados de ativos, passivos, receitas e despesas. Os resultados reais podem divergir dessas estimativas. Estimativas e premissas são revistas de uma maneira contínua. Revisões com relação a estimativas contábeis são reconhecidas no exercício em que as estimativas são revisadas e em quaisquer exercícios futuros afetados. As notas explicativas 4 – Aplicações financeiras; 6 - Créditos tributários e previdenciários; 12 - Provisões técnicas e 14 - Provisões judiciais incluem: (i) informações sobre julgamentos críticos referentes às políticas contábeis adotadas que tem efeitos significativos sobre os valores reconhecidos nas demonstrações contábeis; (ii) informações sobre incertezas, sobre premissas e estimativas que possuam um risco significativo de resultar em um ajuste material dentro do próximo exercício financeiro. Disponível (caixa e equivalentes a caixa) São representados por disponibilidades em moeda nacional, caixa e depósitos bancários, cujo vencimento das operações na data da efetiva aplicação seja igual ou inferior a 90 dias e apresentam risco insignificante de mudança de valor justo e que são utilizados pela Companhia para o gerenciamento de seus compromissos de curto prazo. Aplicações A Companhia determina a classificação inicial de seus ativos financeiros no reconhecimento inicial sob as seguintes categorias: mensurados a valor justo por meio do resultado, disponíveis para venda e mantidos até o vencimento. Os ativos de renda fixa são contabilizados na data da liquidação, e as ações são contabilizadas na data da transação. i. Ativos financeiros mensurados a valor justo por meio do resultado Um ativo financeiro é classificado pelo valor justo por meio do resultado quando a Companhia gerencia tais investimentos e toma decisões de compra e venda baseadas em seus valores justos, de acordo com a gestão de riscos e estratégia de investimentos. Ativos financeiros registrados pelo valor justo por meio do resultado são medidos pelo valor justo, e mudanças no valor justo desses ativos são reconhecidas no resultado do exercício. ii. Ativos financeiros mantidos até o vencimento Caso a Administração tenha intenção e a capacidade de manter títulos de dívida até o vencimento, então, tais ativos financeiros são classificados como mantidos até o vencimento. Os investimentos mantidos até o vencimento são registrados pelo custo amortizado deduzidos de qualquer perda por redução ao valor recuperável, acrescido dos rendimentos auferidos, os quais impactam o resultado do exercício. iii. Ativos financeiros disponíveis para venda Compreende os ativos financeiros que não são classificados em nenhuma das categorias anteriores. Os investimentos em títulos patrimoniais são classificados como ativos financeiros disponíveis para venda. Após o reconhecimento inicial, eles são medidos pelo valor justo, e as mudanças, que não sejam perdas por redução ao valor recuperável, são reconhecidas em outros resultados abrangentes e apresentadas dentro do patrimônio líquido. Quando um investimento é baixado, o resultado acumulado no patrimônio líquido é transferido para o resultado do exercício. iv. Determinação do valor justo O valor das aplicações em fundos de investimentos foi obtido a partir dos valores das quotas divulgadas pelas instituições financeiras administradoras desses fundos. Os títulos de renda fixa públicos tiveram seu valor justo obtido a partir das tabelas de referência divulgadas pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (ANBIMA). Os títulos de renda variável e os fundos de investimentos imobiliários tiveram seus valores de mercado obtidos a partir da última cotação publicada pela Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros de São Paulo (BM&FBOVESPA). Para os ativos financeiros sem mercado ativo ou cotação pública, a Companhia estabelece o valor justo por meio de técnicas de avaliação. Essas técnicas incluem o uso de operações recentes contratadas com terceiros, referência a outros instrumentos que são similares, análise do fluxo de caixa descontado e contam o mínimo possível com informações geradas pela Administração da própria Companhia. v. Redução ao valor recuperável (impairment) de ativos financeiros Um ativo tem perda no seu valor recuperável se uma evidência objetiva indica que um evento de perda ocorreu após o reconhecimento inicial do ativo financeiro. A evidência objetiva de que os ativos financeiros (incluindo títulos patrimoniais) perderam valor pode incluir o não pagamento ou atraso no pagamento por parte do devedor, indicações de que o devedor ou emissor entrará em processo de falência, ou o desaparecimento de um mercado ativo para o título. As perdas são reconhecidas no resultado e refletidas em conta redutora do ativo correspondente. Quando um evento subsequente indica reversão da perda de valor, a diminuição na perda de valor é revertida e registrada no resultado. Perdas de valor (redução ao valor recuperável) nos ativos financeiros disponíveis para venda são reconhecidas pela reclassificação da perda cumulativa que foi reconhecida em outros resultados abrangentes no patrimônio líquido para o resultado. A perda cumulativa que é reclassificada de outros resultados abrangentes para o resultado é a diferença entre o custo de aquisição, líquido de qualquer reembolso e amortização de principal, e o valor justo atual, decrescido de qualquer redução por perda de valor recuperável previamente reconhecida no resultado. Todavia, qualquer recuperação subsequente no valor justo de um ativo financeiro disponível para venda, para o qual tenha sido registrada perda do valor recuperável, é reconhecida em outros resultados abrangentes.

f.

g.

h.

i.

j.

Instrumentos financeiros derivativos A Companhia mantém operações envolvendo instrumentos financeiros derivativos destinados, exclusivamente, à proteção de riscos associados com a variação de taxas de juros dos investimentos. As operações com derivativos são registradas e negociadas na BM&FBovespa. Derivativos são reconhecidos inicialmente pelo valor justo, e os custos de transação são reconhecidos no resultado quando incorridos. Após o reconhecimento inicial, os derivativos são mensurados pelo valor justo, e as variações no valor justo são registradas no resultado do exercício, e estão classificados na categoria ativos financeiros mensurados ao valor justo por meio do resultado. Para instrumentos financeiros derivativos, cotações de preço de mercado são usadas para determinar o valor justo destes instrumentos. O valor justo dos contratos de futuros é determinado com base em cotações de preços de mercado para derivativos negociados em bolsa ou utilizando técnicas de modelagem de fluxo de caixa descontado que usam curvas de rendimento, refletindo os fatores de risco adequados. As informações para construir as curvas de rendimento são obtidas principalmente na Bolsa de Mercadoria e Futuros - BM&FBovespa e no mercado secundário doméstico. Estas curvas de rendimento são utilizadas para determinar o valor justo de taxa de juros. Imobilizado O ativo imobilizado de uso próprio compreende equipamentos, móveis, máquinas e utensílios. O imobilizado de uso é demonstrado ao custo histórico, reduzido por depreciação acumulada e perdas de redução de valor recuperável acumuladas, quando aplicável. Ganhos e perdas na alienação de um item do imobilizado são apurados pela comparação entre os recursos advindos da alienação com o valor contábil do imobilizado, e são reconhecidos líquidos dos custos de transação no resultado do exercício. Gastos subsequentes são capitalizados somente quando geram benefícios econômicos futuros associados e possam ser avaliados com confiabilidade. Gastos de reparo ou manutenção são reconhecidos no resultado do exercício à medida que são incorridos. Gastos com reformas e melhorias que prolongam a vida útil dos bens são incorporados ao custo do ativo imobilizado. A depreciação do ativo imobilizado é reconhecida no resultado pelo método linear considerando as seguintes taxas anuais para os períodos correntes e comparativos: 4% para imóveis; 10% para móveis, utensílios, máquinas e equipamentos e 20% para equipamentos de informática, veículos e benfeitoria em imóveis de terceiros. Ativos intangíveis Softwares adquiridos são registrados ao custo, deduzido da amortização acumulada e eventuais perdas acumuladas por impairment. Despesas de desenvolvimento interno são reconhecidas como ativo quando é possível demonstrar sua intenção e capacidade de concluir o desenvolvimento, mensurando seu custo e a utilização dos softwares de modo que gere benefícios econômicos futuros. Os custos capitalizados de softwares desenvolvidos internamente incluem todos os custos diretamente atribuíveis ao desenvolvimento, deduzido da amortização acumulada gerada durante a vida útil, e são testados por impairment, caso haja indicativo de perda. Despesas subsequentes são capitalizadas somente quando aumentam os benefícios econômicos futuros incorporados no ativo específico a que se referem. Todas as demais despesas são contabilizadas como despesas à medida que são incorridas. Provisões técnicas A provisão matemática para resgates é constituída para cada título ativo ou suspenso, durante o prazo previsto nas condições gerais do plano, e é calculada através dos percentuais das cotas de capitalização, aplicável sobre os pagamentos realizados, sendo capitalizada mensalmente pelo indexador e taxa de juros definida no plano até o cancelamento do título. A provisão para resgates de títulos vencidos e antecipados consiste na atualização do saldo de resgate dos títulos com prazos de vigência finalizados ou rescindidos, atualizada pelo indexador do plano até a data do efetivo pagamento do valor de resgate ao titular. A provisão para sorteios a realizar é calculada através da aplicação dos percentuais das cotas de sorteio sobre os valores pagos pelos subscritores conforme estabelecido em cada plano. Os percentuais das cotas de sorteio são previamente definidos em nota técnica atuarial e não são modificados durante a vigência do título. A provisão para sorteios a pagar é constituída pelos valores das premiações dos títulos contemplados em sorteios e ainda não pagos, atualizada monetariamente pelo período entre a data do sorteio e a efetiva liquidação. A provisão para contingência é constituída para cobrir eventuais insuficiências diante de imprevistos que possam vir a ocorrer em um determinado plano. A contingência para resgate é calculada através da diferença positiva entre o valor de resgate garantido ao cliente e a provisão matemática para resgate. A contingência para sorteio tem por objetivo cobrir quaisquer desvios probabilísticos de planos que não tem sua série totalmente vendida. Taxas e carregamento dos principais produtos Processo SUSEP 15414.003682/2003-79 ................................................................................... 15414.004840/2008-12 ................................................................................... 15414.100154/2010-96 ................................................................................... 15414.000602/2009-19 ................................................................................... 15414.004834/2008-65 ................................................................................... 15414.001381/2006-53 ................................................................................... 15414.003354/2011-82 ................................................................................... 15414.003709/2008-38 ................................................................................... 15414.100494/2012-89 ................................................................................... 15414.100052/2012-32 ...................................................................................

k.

l.

Tipo PM PM PM PM PM PU PU PU PU PU

Carregamento 2012 2011 8,05% 8,05% 11,38% 11,38% 9,07% 9,07% 9,07% 9,07% 11,23% 11,23% 8,90% 8,90% 4,56% 4,56% 8,90% 8,90% 4,55% 8,86% -

Ativos e passivos contingentes (provisões judiciais) i. Ativos contingentes Não são reconhecidos contabilmente, exceto quando a Administração possui total controle da situação ou quando há garantias reais ou decisões judiciais favoráveis, sobre as quais não cabem mais recursos, caracterizando o ganho como praticamente certo e pela confirmação da capacidade de sua recuperação por recebimento ou compensação com outro exigível. Os ativos contingentes cuja expectativa de êxito é provável são divulgados. ii. Passivos contingentes São constituídos levando em conta: a opinião dos assessores jurídicos, a natureza das ações, similaridade com processos anteriores, complexidade e no posicionamento dos Tribunais, sempre que a perda for avaliada como provável, o que ocasionaria uma provável saída de recursos para a liquidação das obrigações e quando os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança. Os passivos contingentes classificados como de perdas possíveis não são reconhecidos contabilmente, devendo ser apenas divulgados em notas explicativas quando individualmente relevantes, e os classificados como remotos não são divulgados. iii. Obrigações legais Fiscais e previdenciárias: decorrem de processos judiciais relacionados a obrigações tributárias, cujo objeto de contestação é sua legalidade ou constitucionalidade, que, independente da avaliação acerca da probabilidade de sucesso, têm os seus montantes reconhecidos nas demonstrações contábeis. Benefícios a empregados i. Obrigações de curto prazo As obrigações de benefícios de curto prazo para empregados são mensuradas e lançadas como despesa à medida que o serviço respectivo é prestado. ii. Obrigações por aposentadorias Plano de contribuição definida. A Empresa é patrocinadora de plano de previdência complementar para seus funcionários e administradores, na modalidade Plano Gerador de Benefícios Livres (PGBL). O PGBL é um plano de previdência do tipo de contribuição variável, que permite acumular recursos financeiros ao longo da carreira profissional do participante mediante contribuições pagas por ele mesmo e pela patrocinadora, sendo os recursos investidos em um Fundo de Investimento Exclusivo (FIE). As obrigações atuariais do PGBL estão integralmente cobertas pelo FIE correspondente. O PGBL é administrado pela Bradesco Vida e Previdência S.A. As contribuições dos funcionários e administradores são equivalentes a 4% do salário, exceto para os participantes que em 2001 optaram em migrar do plano de benefício definido para o PGBL, cujas contribuições foram mantidas nos níveis que vigoravam no plano de benefício definido quando da transferência de plano, observando-se sempre o mínimo de 4% do salário. As obrigações das contribuições para planos de previdência de contribuição definida são reconhecidas como despesa no resultado quando são incorridas. Uma vez pagas as contribuições, a Companhia, na qualidade de empregador, não tem qualquer obrigação de pagamento adicional. Além do PGBL anteriormente apresentado, está assegurado aos participantes transferidos do plano de benefício definido um benefício proporcional diferido, correspondente aos seus direitos acumulados nesse plano até a data de migração. Para os participantes do plano de benefício definido, transferidos ou não para o PGBL, participantes aposentados e pensionistas, o valor presente das obrigações atuariais está aplicado nos FIEs. iii. Outras obrigações pós-emprego Há custeio do plano de saúde para ex-funcionários por um período de 3 meses a 6 meses da data de desligamento. iv. Outros benefícios de curto prazo Outros benefícios de curto prazo, tais como seguro-saúde, assistência odontológica, seguro de vida e de acidentes pessoais e treinamento profissional são oferecidos aos funcionários e administradores e reconhecidos no resultado do exercício à medida que são incorridos. continua


DIÁRIO DO COMÉRCIO

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

m. Imposto de renda e contribuição social O imposto de renda é calculado à alíquota de 15% sobre o lucro tributável, acrescido de 10% sobre a parcela do lucro tributável anual excedente a R$ 240, e a contribuição social sobre o lucro líquido é calculada à alíquota de 15% sobre o lucro tributável. A despesa com imposto de renda e contribuição social compreende os impostos de renda correntes e diferidos. O imposto corrente e o imposto diferido são reconhecidos no resultado a menos que estejam relacionados a itens diretamente reconhecidos no patrimônio líquido. O imposto corrente é o imposto a pagar sobre o lucro tributável do exercício calculado com base nas alíquotas vigentes na data de balanço e qualquer ajuste aos impostos a pagar com relação aos exercícios anteriores. O imposto diferido é reconhecido com relação às diferenças temporárias entre os valores contábeis de ativos e passivos para fins de recolhimento (impostos correntes). Um ativo de imposto de renda e contribuição social diferido é reconhecido por perdas fiscais, créditos fiscais e diferenças temporárias dedutíveis não utilizadas quando é provável que lucros futuros sujeitos à tributação estejam disponíveis e contra os quais serão utilizados. Ativos de imposto de renda e contribuição social diferido são revisados a cada data de balanço e serão reduzidos na medida em que sua realização não seja provável. n. Resultado As receitas dos planos de capitalização são reconhecidas contabilmente no mês de sua emissão. As correspondentes provisões técnicas são constituídas simultaneamente ao reconhecimento das receitas. As receitas com planos de capitalização prescritos são reconhecidas após o período de prescrição, nos termos do Artigo 206 do Código Civil Brasileiro. As despesas com colocação de títulos de capitalização, classificadas como “Custo de aquisição”, são reconhecidas contabilmente quando incorridas. A participação mínima dos funcionários no resultado é apurada com base na convenção coletiva firmada com o sindicato da categoria. Complementos adicionais à participação mínima são reconhecidos de acordo com metas estipuladas pela Administração. o. Novas normas e interpretações ainda não adotadas Diversas normas, alterações de normas e interpretações são efetivas para exercícios iniciados após 1º de janeiro de 2013, e, portanto, não foram adotadas na preparação destas demonstrações contábeis. Aquelas que podem ser relevantes para a Companhia estão mencionadas abaixo. A Companhia não planeja adotar estas normas de forma antecipada. (a) IFRS 9 – Instrumentos financeiros O IFRS 9 (2009) introduz um novo requerimento para classificação e mensuração de ativos financeiros e, devido a alinhamentos necessários à fase II do IFRS 4, aos projetos de impairment e hedge accounting (incluindo macro hedging) o comitê do IASB adiou a data de implantação dessa norma para 01/01/2015. O Comitê de Pronunciamentos Contábeis ainda não emitiu pronunciamento contábil ou alteração nos pronunciamentos vigentes, correspondentes a esta norma. (b) CPC 46 – Mensuração do valor justo O CPC 46 contém uma única fonte de orientação sobre como o valor justo é mensurado, e substitui a orientação de mensuração de valor justo que atualmente está dispensada em outros CPCs. Sujeito a exceções limitadas, o CPC 46 se aplica quando a mensuração ou divulgações de valor justo são requeridas ou permitidas por outros CPCs. A Administração avaliou os impactos da norma e concluiu que não há efeitos relevantes na mensuração do valor justo de seus ativos. (c) CPC 33 (R1) – Benefícios a empregados Em 2011, foi finalizada a revisão da norma que foi focada basicamente em benefício pós-emprego. Esta norma é efetiva para períodos anuais iniciados em ou após 1º de janeiro de 2013. A Companhia não possui benefícios de longo prazo e não há impactos relevantes para os benefícios de curto prazo. 3 Gerenciamento de riscos a. Introdução A Companhia está exposta aos riscos de subscrição, crédito, liquidez, mercado e operacional, provenientes de suas operações e que poderiam afetar os objetivos estratégicos e financeiros. Esta nota apresenta informações sobre a exposição a cada um dos riscos acima, os objetivos, as políticas, os processos de mensuração e o gerenciamento de riscos. Estrutura de gerenciamento de risco O gerenciamento de riscos é essencial em todas as atividades, utilizando-o com o objetivo de adicionar valor ao negócio à medida que proporciona suporte às áreas de negócios no planejamento das atividades, maximizando a utilização de recursos próprios e de terceiros, em benefício dos acionistas e da Companhia. As atividades relacionadas ao gerenciamento de riscos são aprimoradas continuamente, buscando as melhores práticas utilizadas internacionalmente, devidamente adaptadas à realidade do mercado brasileiro. Consideráveis investimentos nas ações relacionadas ao processo de gerenciamento de riscos são realizados, especialmente na capacitação do quadro de funcionários. Tem-se o objetivo de elevar a qualidade de gerenciamento de riscos e de garantir o necessário foco a estas atividades, que produzem forte valor agregado. No sentido amplo, o processo de Governança Corporativa representa o conjunto de práticas que tem por finalidade otimizar o desempenho de uma companhia e proteger os acionistas, investidores, clientes, empregados, fornecedores, etc., bem como facilitar os níveis de capital requerido, agregar valor à empresa e contribuir para sua sustentabilidade, envolvendo, principalmente, aspectos voltados à transparência, equidade de tratamento dos acionistas e prestação de contas. Nesse contexto, o processo de gerenciamento de riscos conta com a participação de todas as camadas contempladas pelo escopo de Governança Corporativa que abrange desde a Alta Administração até as diversas áreas de negócios e produtos na identificação e gestão dos riscos. Esta estrutura encontra-se alinhada com as melhores práticas de mercado, contando com políticas, Comitês com funções específicas e estrutura diretiva, estabelecendo diretrizes e normas, provendo recursos humanos e tecnológicos voltados a estas atividades. O gerenciamento de todos os riscos inerentes às atividades de modo integrado é abordado, dentro de um processo, apoiado em estrutura independente (no que tange a regulamentos, normas e políticas internas). Essa abordagem proporciona o aprimoramento contínuo dos modelos de gestão de riscos e minimiza a existência de lacunas que comprometam sua correta identificação e mensuração. A estrutura do Processo de Gerenciamento de Riscos permite que os riscos de subscrição, crédito, liquidez, mercado e operacional sejam efetivamente identificados, avaliados, monitorados, controlados e mitigados de modo unificado. Para assegurar unicidade ao processo de gerenciamento de riscos, há um fórum de alto nível, permanente, sobre o tema com o intuito de se obter sinergia entre estas atividades. Essa instância denominada Comitê Executivo de Gestão de Riscos do Grupo Bradesco Seguros estuda todos os riscos (subscrição, crédito, mercado, liquidez e operacional), define os limites de tolerância aos seus respectivos riscos e elabora planos de mitigação, entre outras atribuições. Adicionalmente, existem os Comitês Executivos definidos pelo Banco Bradesco para tratar os assuntos relacionados ao Risco de Crédito, Mercado, Liquidez e Operacional, que são submetidos ao Comitê de Gestão Integrada de Riscos e Alocação de Capital que tem por atribuição assessorar o Conselho de Administração na aprovação de políticas institucionais, diretrizes operacionais e estabelecimento de limites de exposição a riscos. b. Risco de subscrição O risco de subscrição advém de uma situação econômica adversa que contraria as expectativas da Companhia no momento da elaboração de sua política de subscrição no que se refere às incertezas existentes tanto na definição das premissas atuariais quanto na constituição das provisões técnicas e cálculo de contribuições. O gerenciamento do risco de subscrição é realizado pela Superintendência Técnica. As políticas de subscrição e aceitação de riscos são periodicamente avaliadas através de grupos de trabalho. Além disso, a Superintendência Executiva de Estudos Atuariais e Gestão de Riscos, parte integrante da estrutura de gerenciamento de riscos, tem como uma de suas principais atribuições o desenvolvimento de modelo interno para o cálculo do capital adicional baseado no risco de subscrição. Principais riscos associados aos títulos de capitalização Os títulos de capitalização são de natureza de médio e longo prazo, e por este motivo são utilizadas premissas atuariais para gerenciar e estimar os riscos envolvidos, tais como: premissas sobre retorno de investimentos, despesas, persistência e sorteios. As estimativas são baseadas na experiência histórica e nas expectativas atuariais. Os riscos associados aos títulos de capitalização incluem, entre outros: • Risco de sorteio, que corresponde à expectativa da Companhia em pagar prêmios de títulos sorteados em séries não integralizadas; • Risco de comportamento do cliente, que inclui experiência de persistência; • Os títulos de capitalização possuem garantias de rentabilidade pré-definidas, que corresponde ao risco de taxa de juros, que é gerenciado como parte do risco de mercado. Gerenciamento dos riscos dos títulos de capitalização A Companhia monitora e avalia a exposição de riscos, sendo responsável pelo desenvolvimento, implementação e revisão das políticas referentes à subscrição, tratamento de mensalidades e provisões técnicas. A implementação dessas políticas e o gerenciamento desses riscos são apoiados pela Superintendência Técnica. O risco de sorteio é gerenciado pelo acompanhamento constante do desempenho das séries de títulos não integralizadas. O risco de persistência é gerenciado por meio do monitoramento frequente da experiência histórica da Companhia. c. Risco de crédito O risco de crédito consiste na possibilidade de ocorrer perdas associadas ao não cumprimento, pelo tomador ou contraparte, de suas respectivas obrigações financeiras nos termos pactuados, bem como à desvalorização de contrato decorrente da deterioração na classificação de risco do tomador, e a outros valores relativos ao descumprimento de obrigações financeiras da contraparte. Gerenciamento do risco de crédito O gerenciamento do risco de crédito da Companhia é um processo contínuo e evolutivo de mapeamento, desenvolvimento, aferição e diagnóstico através de modelos, instrumentos e procedimentos vigentes, exigindo alto grau de disciplina e controle nas análises das operações efetuadas, preservando a integridade e a independência dos processos. Esse gerenciamento de risco inclui o monitoramento de exposições ao risco de crédito de contrapartes individuais em relação às classificações de crédito por companhias avaliadoras de riscos, tais como Fitch Ratings, Standard & Poor’s, Moody’s entre outras. Conforme exposto acima, o gerenciamento de risco de crédito é realizado de forma corporativa mediante procedimentos internos estruturados, independentes, e embasados em documentação e relatórios próprios, avaliados pelas estruturas de gestão de riscos da Companhia e do Banco Bradesco, e baseado em modelos internos, em fase de implementação gradual, visando à apuração, mensuração e cálculo do capital. No que se refere às aplicações financeiras, a Administração avalia o risco de crédito como baixo visto que parte significativa da carteira está concentrada em Títulos de Renda Fixa Público como demonstrado no quadro abaixo: 2012 Ativos financeiros - Rating Valor justo por meio do resultado ....... Título de renda fixa público ..................... Título de renda fixa privado ..................... Título de renda variável ........................... Disponíveis para a venda ..................... Título de renda fixa público ..................... Título de renda variável ........................... Título de renda fixa privado .....................

d.

AAA 1.442.568 1.010.268 432.300 4.319.237 4.312.133 7.104

AA 70.517 70.517 75.945 75.845

A 94.907 94.907 -

BBB 12.202 12.202 32.584 32.584

Sem rating 14.617 14.617 14.012 14.012

Exposto exclusivamente a risco de mercado 285 285 533.149 533.149 -

Total 1.635.096 1.010.268 624.543 285 4.974.827 4.312.133 533.149 129.545

A Administração classificou os títulos públicos na categoria de rating AAA uma vez que a contraparte é o governo federal. Trimestralmente, são realizadas as reuniões dos Comitês Executivos de Gestão de Riscos do Grupo Bradesco Seguros e de Gestão de Risco de Crédito do Banco Bradesco, para as tratativas deliberativas, possuindo as atribuições necessárias para o atendimento regulatório e o aprimoramento nos processos de gestão. Risco de liquidez Risco de liquidez é a possibilidade da não existência de recursos financeiros suficientes para que a Companhia honre seus compromissos em razão dos descasamentos entre pagamentos e recebimentos, considerando as diferentes moedas e prazos de liquidação de seus direitos e obrigações. O conhecimento e o acompanhamento deste risco são cruciais, sobretudo para que a Companhia possa liquidar as operações em tempo hábil e de modo seguro. Exposição ao risco de liquidez O risco de liquidez é limitado pela reconciliação do fluxo de caixa da carteira de investimentos com os respectivos passivos. Para tanto, são empregados métodos atuariais para estimar os passivos oriundos de títulos de capitalização. A qualidade dos investimentos também garante a capacidade de cobrirmos altas exigências de liquidez. Até 1 ano 5.873 1.925.743 81.095 2.012.711

Prazo estimado de realização 1 a 5 anos Acima de 5 anos 1.367.476 3.316.704 268.165 1.635.641 3.316.704

Total 5.873 6.609.923 349.260 6.965.056

Até 1 ano 3.094.294 328.761 13.715 810 3.437.580

Prazo estimado de realização 1 a 5 anos Acima de 5 anos 2.354.406 75.180 116.147 186.763 2.616.350 116.147

Total 5.448.701 328.761 205.042 187.573 6.170.077

ATIVO Disponível.......................................................................... Aplicações ......................................................................... Títulos e créditos a receber ............................................... Total Ativo ........................................................................ PASSIVO Provisões técnicas............................................................. Contas a pagar .................................................................. Tributos diferidos ............................................................... Provisões judiciais ............................................................. Total Passivo ...................................................................

Gerenciamento do risco de liquidez O gerenciamento do risco de liquidez é exercido de forma corporativa, envolvendo um conjunto de controles, principalmente no que diz respeito ao estabelecimento de limites técnicos, com permanente avaliação das posições assumidas e instrumentos financeiros utilizados.

e.

41

A política corporativa de gestão de riscos de mercado e liquidez tem por objetivo assegurar a existência de normas, critérios e monitoramento contínuo do processo, bem como a existência de estratégia e de planos de ação para situações de crise de liquidez. Risco de mercado O risco de mercado é representado pela possibilidade de perda financeira por oscilação de preços e taxas de juros dos instrumentos financeiros da Companhia, uma vez que suas carteiras ativas e passivas podem apresentar descasamentos de prazos, moedas e indexadores. Este risco é identificado, mensurado, mitigado e gerenciado, sendo as diretrizes e limites monitorados diariamente, de maneira independente. O controle do risco de mercado é realizado para todas as empresas do Grupo Bradesco Seguros. As atividades expostas a risco de mercado são mapeadas, mensuradas e classificadas quanto à probabilidade e magnitude, com seus respectivos planos de mitigação devidamente aprovados pela estrutura de governança. Gerenciamento do risco de mercado O processo, realizado de forma corporativa, é aprovado pelo Conselho de Administração e reavaliado anualmente pelos comitês específicos, bem como pelo próprio Conselho de Administração. Definição de limites As propostas de limites de risco de mercado são validadas em Comitês específicos de negócios, bem como pelos Comitês Executivos de Investimentos e de Gestão de Riscos do Grupo Bradesco Seguros quando os limites são relacionados ao segmento de seguros. Posteriormente são submetidas à aprovação do Comitê de Gestão Integrada de Riscos e Alocação de Capital, observando os limites definidos pelo Conselho de Administração, conforme as características das operações. A carteira da Companhia consiste em operações estruturais provenientes das diversas linhas de negócio de uma Companhia considerando, ainda, os seus respectivos hedges. Nesse tipo de operação a intenção não é a negociação no curto prazo, que visa se beneficiar de oscilações de mercado, mas sim a manutenção do investimento pelo período necessário ao seu tipo de negócio e demanda, atendendo suas necessidades específicas. Os principais riscos monitorados são os riscos de taxa de juros e de carteira de ações. Exposições de moedas estrangeiras não são significativas nas operações da Companhia e o risco é acompanhado de forma consolidada com as demais empresas do Grupo Bradesco Seguros. Modelos de mensuração do risco de mercado As posições são mensuradas mediante a metodologia de VaR Delta-Normal para o horizonte de 1 dia, com nível de confiança de 99% e volatilidades e correlações calculadas a partir de métodos estatísticos que atribuem maior peso aos retornos recentes. Análise de sensibilidade de risco de mercado Cenário Choque de 1 ponto base para taxa de juros e 1% de variação para preços Fator de risco Índice Bovespa em pontos .......................................................................................... Taxa Prefixada de 1 ano ............................................................................................. Cupom de IPCA de 1 ano............................................................................................

60.343 7,15% 1,23%

Os impactos, líquidos de efeitos fiscais, desse cenário sobre as posições seriam as seguintes, em 31 de dezembro de 2012: Fatores de riscos Taxa de juros Índices de preços Posição..................................................................... (163) (1.409) variação de taxas de variação da taxa juros prefixadas e cupons de dos cupons de Impacto sobre as exposições sujeitas à: taxas de juros índices de preços f.

g.

4 a.

variação do preço de ações

Risco operacional O risco operacional é representado pela perda resultante de processos internos, pessoas e sistemas inadequados ou falhos e de eventos externos. Essa definição inclui o Risco Legal, mas exclui o Estratégico e o de Imagem. Gerenciamento do risco operacional A Companhia aborda o gerenciamento do risco operacional num processo de aprimoramento contínuo, visando acompanhar a evolução dinâmica dos negócios e minimizar a existência de lacunas que possam comprometer a qualidade deste gerenciamento. Todo o processo de Governança Corporativa para gerenciamento do risco operacional é acompanhado trimestralmente pelos comitês executivos do Grupo Bradesco Seguros e do Banco Bradesco, cada qual com a sua especificidade, possuindo as seguintes atribuições: • Garantir o cumprimento das políticas de gestão de risco operacional e de continuidade de negócios da Companhia; • Assegurar a efetividade do processo de gerenciamento de risco operacional e de continuidade de negócios da Companhia; • Aprovar e revisar, as definições e critérios, modelagens matemáticas e estatísticas e cálculos referentes ao montante da alocação de capital; • Avaliar e submeter à validação do Comitê de Gestão Integrada de Riscos e Alocação de Capital, com reporte aos comitês específicos, a política, estrutura, papéis, procedimentos e responsabilidades das dependências envolvidas no processo, bem como as revisões executadas anualmente. Mecanismos de controle e monitoramento contínuo • Identificar junto às dependências interna e externa da Companhia os eventos de perdas decorrentes de risco operacional e consequente abertura e/ou manutenção de rubricas contábeis específicas para o registro e consolidação gerencial dessas perdas. • Assegurar o levantamento e tratamento das perdas identificadas mediante as origens/causas, para a avaliação, monitoramento, controle e mitigação do processo, possibilitando à redução dos impactos, ao menor custo. • Estabelecer reuniões com os gestores e executivos, quanto ao tratamento das perdas junto às áreas, visando à melhoria contínua, ações corretivas e preventivas do Risco Operacional. Gerenciamento de capital O processo de gerenciamento de capital é realizado de forma corporativa, visando proporcionar condições para o alcance dos objetivos estratégicos do Grupo Bradesco Seguros, levando em consideração o ambiente econômico e comercial onde atua. Este processo é compatível com a natureza das operações, complexidade e especificidade de cada produto e serviços no mercado securitário e com a dimensão da exposição a riscos do Grupo. O processo de adequação e gerenciamento de capital é acompanhado diariamente de forma contínua e visa assegurar a manutenção de uma sólida base de capital para apoiar o desenvolvimento das atividades e fazer face aos riscos, seja em situações de normalidade de mercado, ou em condições extremas, em atendimento aos requerimentos regulatórios e/ou aos aspectos de Governança Corporativa. A Companhia deve manter, permanentemente, capital compatível com os riscos de suas atividades e operações conforme as características e peculiaridades representado por níveis adequados de capital em linha com o modelo interno. O Grupo Bradesco Seguros acompanha de maneira permanente os limites requeridos (margem de solvência, capital mínimo requerido e capital adicional) pelo respectivo órgão regulador. Aplicações Resumo da classificação das aplicações Títulos a valor justo por meio do resultado................................. Títulos de renda fixa - fundos de investimento................................. Títulos de renda variável - ações ..................................................... Títulos disponíveis para venda ..................................................... Títulos de renda fixa - fundos de investimento................................. Títulos de renda fixa - notas do tesouro nacional............................. Títulos de renda fixa - fundos de investimentos imobiliários ............ Títulos de renda fixa - debêntures.................................................... Títulos de renda variável - ações ..................................................... Títulos de renda fixa - certificados de recebíveis imobiliários .......... Total .................................................................................................

b.

Renda variável (1.939)

2012 1.635.096 1.634.811 285 4.974.827 2.297.690 2.014.443 14.012 109.579 533.149 5.954 6.609.923

% 24,73 24,73 75,27 34,76 30,48 0,21 1,66 8,07 0,09 100

2011 2.333.323 2.331.775 1.548 2.541.973 1.933.443 18.260 220.456 364.498 5.316 4.875.296

% 47,86 47,83 0,03 52,14 39,66 0,37 4,52 7,48 0,11 100

Composição das aplicações por prazo e por título Apresentamos, a seguir, a composição das aplicações financeiras por prazo e por título, incluindo os títulos que compõem as carteiras dos fundos de investimentos. Os títulos a “valor justo por meio do resultado” estão apresentados no ativo circulante, independentemente dos prazos de vencimento. Os títulos que pertencem a fundos de investimentos abertos foram considerados com base no percentual de participação da Companhia nos fundos. 2012 1 a 30 dias ou Valor Ajuste a Valor sem venci- 31 a 180 181 a 360 Acima de contábil/ valor dias dias 360 dias Valor justo atualizado mento definido justo Títulos a valor justo por meio do resultado.. 1.016.815 5.154 2.256 610.871 1.635.096 1.632.591 2.505 Letras do tesouro nacional – operação compromissada............................................... 531.067 531.067 531.067 Notas do tesouro nacional – operação compromissada............................................... 468.302 468.302 468.302 Letras financeiras de emissores privados......... - 439.647 439.647 438.609 1.038 Debêntures.......................................................... 2.256 84.596 86.852 85.841 1.011 Certificados de depósitos bancários.................. 63.527 63.527 63.261 266 Quotas de fundos de investimentos .................. 17.161 17.161 17.161 Depósito em garantia especial........................... 12.202 12.202 12.014 188 Letras financeiras do tesouro............................. 10.899 10.899 10.910 (11) Notas comerciais................................................. 5.154 5.154 5.152 2 285 285 274 11 Ações................................................................... 901.518 - 4.073.309 4.974.827 4.529.484 445.343 Títulos disponíveis para venda ...................... Notas do tesouro nacional.................................. - 3.957.727 3.957.727 3.556.148 401.579 Ações................................................................... 533.149 533.149 464.312 68.837 Notas do tesouro nacional – operação compromissada............................................... 351.002 1.199 352.201 352.201 Debêntures.......................................................... 1.150 - 108.429 109.579 99.632 9.947 Fundos de investimentos imobiliários................ 14.012 14.012 49.707 (35.695) Certificados de recebíveis imobiliários............... 5.954 5.954 5.279 675 Letras do tesouro nacional – operação 2.205 2.205 2.205 compromissada............................................... 1.918.333 5.154 2.256 4.684.180 6.609.923 6.162.075 447.848 Total.....................................................................

Títulos Títulos a valor justo por meio do resultado ............... Notas do tesouro nacional – operação compromissada Letras financeiras de emissores privados ....................... Certificados de depósitos bancários ................................ Debêntures......................................................................... Debêntures – operação compromissada ........................ Quotas de fundos de investimentos................................. Depósito em garantia especial ......................................... Ações.................................................................................. Títulos disponíveis para venda..................................... Notas do tesouro nacional ................................................ Notas do tesouro nacional – operação compromissada Ações.................................................................................. Debêntures......................................................................... Fundos de investimentos imobiliários .............................. Certificados de recebíveis imobiliários............................. Total ...................................................................................

2011 1 a 30 dias ou Acima sem venci- 181 a 360 de 360 Valor contábil/ mento definido dias dias Valor justo 2.093.492 166.420 73.411 2.333.323 2.071.100 2.071.100 - 118.663 118.663 58.259 58.259 1.364 4.208 5.572 46.393 46.393 20.844 20.844 10.944 10.944 1.548 1.548 384.088 124.867 2.033.018 2.541.973 - 1.932.958 1.932.958 485 485 364.498 364.498 845 124.867 94.744 220.456 18.260 18.260 5.316 5.316 2.477.580 291.287 2.106.429 4.875.296

Valor atualizado 2.332.787 2.071.100 118.499 58.025 5.510 46.393 20.844 10.868 1.548 2.427.391 1.777.601 485 384.707 212.108 47.221 5.269 4.760.178

Ajuste a valor justo 536 164 234 62 76 114.582 155.357 (20.209) 8.348 (28.961) 47 115.118

continua


DIÁRIO DO COMÉRCIO

42

c.

Considerando a política adotada pelo Grupo para caracterização de uma perda por impairment, foi constituído no exercício, uma perda por impairment, no montante de R$ 34.617, líquido dos efeitos tributários, referente a títulos patrimoniais. O montante foi reclassificado de outros resultados abrangentes para o resultado do exercício no grupo “Resultado financeiro”. Cobertura das provisões técnicas Os valores dos bens e direitos oferecidos em cobertura das provisões técnicas são os seguintes: 2012 2011 Total das provisões técnicas ................................................................................................................. (5.448.701) (4.571.277) Total a ser coberto................................................................................................................................. (5.448.701) (4.571.277) Ações..................................................................................................................................................... 370.971 364.498 Títulos de renda fixa públicos................................................................................................................ 4.056.499 3.050.329 Títulos de renda fixa privados ............................................................................................................... 1.221.231 1.246.450 Total dado em cobertura..................................................................................................................... 5.648.701 4. 661.277 Suficiência............................................................................................................................................ 200.000 90.000

d.

Valor justo por meio do resultado................................. Letras do tesouro nacional – operação compromissada.. Notas do tesouro nacional – operação compromissada .. Letras financeiras de emissores privados......................... Debêntures ........................................................................ Certificados de depósitos bancários ................................. Quotas de fundos de investimentos.................................. Depósito em garantia especial .......................................... Letras financeiras do tesouro ............................................ Notas comerciais ............................................................... Ações ................................................................................. Disponíveis para venda .................................................. Notas do tesouro nacional................................................. Notas do tesouro nacional – operação compromissada .. Ações ................................................................................. Debêntures ........................................................................ Fundos de investimentos imobiliários ............................... Certificados de recebíveis imobiliários.............................. Letras do tesouro nacional ................................................ Total................................................................................... e.

5

6

(i)

Circulante 54.541 54.541

2012 Não circulante 65.496 65.496

Provisões judiciais – fiscais ................................................... Provisão para desvalorização de incentivos fiscais e outros investimentos/impairment .................................... Provisões judiciais – cíveis.................................................... Provisão para desvalorização de bens imóveis .................... Provisões judiciais – trabalhistas........................................... Outros.................................................................................... Total ...................................................................................... (ii)

Total 65.496 54.541 120.037

2011 Circulante Não circulante 38.096 49.008 49.008 38.096

Saldo em 2011 22.673

Constituição 4.173

13.992 335 178 88 830 38.096

23.536 309 28 726 28.772

Provisão para resgates ................................................................................................................. Provisão matemática para resgates ................................................................................................ Provisão para resgates de títulos vencidos..................................................................................... Provisão para resgates antecipados de títulos................................................................................ Provisão para sorteios.................................................................................................................. Provisão para sorteios a realizar ..................................................................................................... Provisão para sorteios a pagar........................................................................................................ Outras provisões ........................................................................................................................... Provisão para contingências ........................................................................................................... Provisão administrativa ................................................................................................................... Total ................................................................................................................................................

Saldo em 2010 18.632

Constituição 4.041

13.992 519 178 84 708 34.113

Saldo em 1º de janeiro .................................................................................................................. (+) Constituições (resgates e sorteios)............................................................................................ (-) Resgates/sorteios pagos ............................................................................................................ (-) Baixa de títulos prescritos........................................................................................................... (+) Atualização monetária e juros.................................................................................................... Saldo em 31 de dezembro ............................................................................................................

(441) (57) (624) (1.122)

Ajuste a valor justo de títulos classificados como disponível para venda ....................................... Atualização de depósito judicial ...................................................................................................... Reserva de reavaliação................................................................................................................... Total ................................................................................................................................................

2013................................................................................................... 2014................................................................................................... 2015................................................................................................... 2016................................................................................................... 2017...................................................................................................

Diferenças temporárias Imposto de renda Contribuição social 3.595 2.302 3.048 1.790 3.046 1.788 1 1 31.415 18.510 41.105 24.391

Saldo em 1º de janeiro de 2012 ................................................................... Constituições .................................................................................................. Reversões ...................................................................................................... Pagamento ..................................................................................................... Variações de provisões já constituídas por alteração de estimativas e probabilidades.................................................................. Atualização monetária .................................................................................... Saldo em 31 de dezembro de 2012 .............................................................

Saldo em 1º de janeiro de 2011 .................................................................. Constituições ................................................................................................. Reversões/pagamento .................................................................................. Variações de provisões já constituídas por alteração de estimativas e probabilidades................................................................. Atualização monetária ................................................................................... Saldo em 31 de dezembro de 2011 ............................................................

37.528 309 28 785 65.496

v.

Atlântica Capitalização S.A. 49.565 13.700 (6.733) (415) 1.715 57.832 57.832 13.534 (3.044) 2.342 (70.664) -

2012 16.720 (6.486) (713) 9.521

b.

2011 16.720 (6.171) (713) 9.836

O método de avaliação adotado para as propriedades de investimento é o de custo, deduzido da depreciação acumulada calculada pelo método linear. A receita obtida com o aluguel desses imóveis foi de R$ 3.818 em 2012. (R$ 3.466 em 2011). O valor justo dos imóveis, apurado com base em laudo de avaliação, é de R$ 37.964. 9

Imobilizado Saldo em 2011 Bens móveis ............................................................................ 380 Outras imobilizações ............................................................... 146 Total ........................................................................................ 526

Aquisição 10 10

Depreciação Saldo em 2012 (64) 316 (37) 119 (101) 435

Saldo em 2010 403 33 436

Aquisição 41 133 174

Depreciação Saldo em 2011 (64) 380 (20) 146 (84) 526

Bens móveis ............................................................................ Outras imobilizações ............................................................... Total ........................................................................................ 10 Intangível

Saldo em 1º de janeiro .................................................................................................................. Aquisição ......................................................................................................................................... Amortização..................................................................................................................................... Redução/reversão ao valor recuperável.......................................................................................... Saldo em 31 de dezembro ............................................................................................................

2011 92 1.139 (70) (8) 1.153

2012 178.137 26.421 484 205.042

2011 44.422 22.249 510 67.181

9.423 186.732 Fiscais 128.912 14.531 -

(141) 69 Trabalhistas 210 146 -

10.171 153.614

(136) 220

Cíveis 790 234 (378) (1.281)

Total 154.624 23.940 (399) (1.281)

1.407 772

1.266 9.423 187.573

Cíveis 1.298 716 (1.224)

Total 130.420 15.393 (1.224)

790

(136) 10.171 154.624

Depósitos judiciais e fiscais 2012 200.390 3.187 3.842 1.020 413 329 209.181

2011 166.048 3.047 3.842 1.020 283 287 174.527

d.

2012 383.924 (2.923)

2011 338.410 -

39 381.040 95.260 25,00%

39 338.449 300.000 88,64%

Atos societários Em Assembleia Geral Extraordinária, realizada em 30 de março de 2011, foi deliberado o aumento de capital com reservas no valor de R$ 1.000, mediante a capitalização de parte do saldo da conta “Reserva de Lucros – Reserva legal de 2007”. Este ato societário foi aprovado pela Portaria SUSEP/CGRAT nº 1.236, de 24 de junho de 2011. Em Assembleia Geral Extraordinária, realizada em 28 de dezembro de 2011, foi deliberada a redução de capital no montante de R$ 100.000, com o cancelamento de 41.210 ações ordinárias nominativas escriturais sem valor nominal. Este ato foi aprovado pela Portaria SUSEP/CGRAT nº 4.759, de 15 de agosto de 2012. Em Assembleia Geral Extraordinária, realizada em 28 de março de 2012, foi deliberado o aumento de capital com reservas no valor de R$ 16.500, sem emissão de ações mediante a capitalização de parte do saldo da conta “Reserva de Lucros – Reserva legal”. Este ato foi aprovado pela Portaria SUSEP/CGRAT nº 4.759, de 15 de agosto de 2012. Em Assembleia Geral Extraordinária, realizada em 31 de outubro de 2012, foi deliberado aumento de capital, com investimento mantido na Atlântica Capitalização S.A., no valor de R$ 13.534, mediante a emissão de 3.556 ações ordinária nominativas escriturais. Este ato societário foi aprovado pela Portaria SUSEP/CGRAT nº 5.058, de 26 de dezembro de 2012. Em Assembleia Geral Extraordinária, realizada em 26 de outubro de 2012, foi aprovada a incorporação do patrimônio líquido contábil da controlada Atlântica Capitalização S.A., tendo por base o de protocolo e justificação de incorporação e o laudo de avaliação do patrimônio líquido contábil, levantado na data-base de 30 de setembro de 2012. Este ato societário encontra-se em fase de aprovação pela SUSEP. O patrimônio líquido contábil, objeto da mencionada incorporação, pode ser resumido como segue: Ativo Circulante ............................................................ Disponível.......................................................... Aplicações ......................................................... Títulos e créditos a receber ............................... Despesas antecipadas ...................................... Ativo não circulante ........................................... Realizável a longo prazo.................................... Títulos e créditos a receber ................................ Total do ativo ......................................................

c. 2012 1.153 2.576 (472) 8 3.265

2011 3.723.654 2.700.911 (2.048.479) (49.615) 244.806 4.571.277

Trabalhistas 220 (10) -

Lucro líquido do exercício............................................................................................................ Constituição da reserva legal .......................................................................................................... Realização de reservas: Realização de reavaliação .......................................................................................................... Base de cálculo dos dividendos .................................................................................................. Dividendos antecipados no exercício .............................................................................................. Dividendos propostos no exercício.................................................................................................. Percentagem sobre o lucro líquido ajustado de exercício........................................................

Imóveis destinados à renda Custo original.................................................................................................................................. Depreciação ................................................................................................................................... Provisão para perda ....................................................................................................................... Total ...............................................................................................................................................

2012 4.571.277 3.385.300 (2.723.092) (47.133) 262.349 5.448.701

15 Patrimônio líquido a. Capital social e dividendos O capital social, totalmente subscrito e integralizado, é representado por 196.359 (192.803 em 31 de dezembro de 2011) ações escriturais, ordinárias e nominativas, sem valor nominal. De acordo com as disposições estatutárias, a cada ação corresponde um voto nas Assembleias Gerais, sendo garantido aos acionistas um dividendo mínimo de 25% do lucro líquido de cada exercício, ajustado nos termos da legislação societária brasileira. Os dividendos foram calculados conforme se segue:

A projeção de realização de crédito tributário é uma estimativa e não está diretamente relacionada à expectativa de lucros contábeis. O valor presente dos créditos tributários, monta a R$ 59.688. Investimentos - Participações societárias Saldo do investimento em 1° de janeiro de 2011 .................................................................... Integralização de capital............................................................................................................... Ajustes com títulos e valores mobiliários ..................................................................................... Dividendos.................................................................................................................................... Resultado de equivalência patrimonial......................................................................................... Saldo do investimento em 31 de dezembro de 2011............................................................... Saldo do investimento em 1º de janeiro de 2012 .................................................................... Integralização de capital............................................................................................................... Ajustes com títulos e valores mobiliários...................................................................................... Resultado de equivalência patrimonial......................................................................................... Incorporação (Vide nota explicativa 15) ....................................................................................... Saldo do investimento em 31 de dezembro de 2012...............................................................

Fiscais 153.614 23.706 (11) -

IR e CSLL ....................................