Issuu on Google+

Na mesa de Dilma, a reforma da CLT setentona. CNI propõe modernização. Pág. 17

Ano 87 - Nº 23.819

Conclusão: 23h35

Jornal do empreendedor

www.dcomercio.com.br

R$ 1,40

São Paulo, quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Michael Kappeler/EFE

QUE SÃO PEDRO PROTEJA OS PALANQUES E OS ELEITORES O início antecipado da campanha presidencial é mesmo um Deus nos acuda, com raios e trovoadas. Ontem, foi dia de a presidente receber Cid Gomes, para minar seu eventual adversário Eduardo Campos. À noite, Lula tratou de rebater as críticas de FHC à Dilma: "Ele deveria, no mínimo, ficar quieto". Págs. 5 e 6

Itália ao Deus dará. Berlusconi diz que aceita 'sacrifícios'. Depois de eleições sem vencedor com maioria parlamentar, impasse assusta o mercado financeiro. Pág. 12

Ir a Roma e ver o papa. Pela última vez. A Praça São Pedro está sendo preparada (foto ao lado) para a audiência de despedida de Bento XVI. Sucessor será eleito por cardeais de uma Igreja em crise. Pág. 12

Medalhas contam a história dos papados Página 15

Fábio Motta/Estadão Conteúdo

Newton Santos/Hype

Supermercados põem o ovo de chocolate em pé A Associação Brasileira de Supermercados (Abras) espera um crescimento de 7,1% nas vendas de Páscoa deste ano em relação ao do ano passado. Pág. 22

MÔNICA FAZ 50 ANOS Sai um cafezinho de coador! Restaurantes paulistanos lançam moda do café preparado na mesa. Thaís (na foto) faz o seu no 'Lá da Venda'. Pág. 13

A dentuça de Maurício de Sousa faz aniversário no domingo. Pág. 22

ISSN 1679-2688

23819 Página 4

Rio, aliviado, inaugura UFA!. Com ironia, Prefeitura do Rio faz PPP e lança projeto-piloto de banheiro público. Pág. 13

Pedro Paulo Ferreira/Folhapress

9 771679 268008


DIÁRIO DO COMÉRCIO

2

o

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

O mote para o surgimento de tantas representações sindicais no Brasil responde por um nome sonante: imposto sindical. José Márcio Mendonça

pinião

PROLIFERAÇÃO SINDICAL

C

ircula a boca pequena (como se dizia antigamente) por Brasília a informação – ou balão de ensaio – dando conta de que o ministro do Trabalho, Brizola Neto, estaria prestes a publicar uma portaria ministerial destinada a conter outro surto inflacionário do ambiente político-burocrático-sindical brasileiro: a incrível proliferação de sindicatos no País. Uma farra, guardadas as devidas proporções, parecida com da criação de novos partidos políticos, ou, até alguns anos atrás, de novos municípios e, a depender do Congresso Nacional, brevemente, de novos estados. É possível até que isso venha a ocorrer, mas, se vier mesmo, será frouxa, de pouco efeito prático, aquele tipo de instrumento legal feito para não pegar. O neto de Brizola é um ministro acuado por seu próprio partido, pela sua face liderada pelo ex-ministro "faxinado" Carlos Lupi, aliado de Paulinho da Força Sindical. Certamente não mexeria num vespeiro desses. Também não interessa à presidente Dilma Rousseff, em fase de aproximação com os sindicalistas (especialmente com a centrais sindicais), nesta fase de candidata confessa à reeleição em 2014, queimar-se com essa gente. Os sindicalistas apenas externamente condenam o expediente. Os sindicatos e centrais de modo geral não gostam do estilo Dilma; queixam-se que ela

JOSÉ MÁRCIO MENDONÇA

abre o Palácio do Planalto apenas para o patronato, que toma medidas especificamente para beneficiar as empresas, e até preparam uma manifestação para a capital da República, em março, para pedir atenção e apresentar seu pacote de reivindicações ao governo, aos partidos e ao Congresso. Em fase eleitoral, Dilma não cutucaria essas onças nem com vara muito longa.

quentes demais. Em 1988 (são dados do IBGE), o Brasil registrava oficialmente 9.120 sindicatos – 3.140 de empresas e 5.980 de trabalhadores. Hoje (números do Ministério do Trabalho) contam-se 14.946 sindicatos no País – 4.823 representando os em-

pregadores e 10.123 representado os trabalhadores, além de 526 federações, 38 confederações e as centrais sindicais. O mote para o surgimento de tantas representações sindicais no Brasil responde por um nome bem sonante: im-

E

sta generosidade do expresidente– que deve carrear apenas para os cofres das centrais, este ano, cerca de R$ 150 milhões – aumentou ainda mais a sanha dos que querem ampliar a sua prole. As centrais sindicais recebem sua mesada de acordo com o número de sindicatos que são a ela filiados. Ou seja,

É uma situação que não interessa de forma alguma aos trabalhadores, porque enfraquece a verdadeira representação sindical e tumultua a vida das empresas.

E

, no entanto, providências para conter o nascedouro de entidades sindicais no Brasil já estão mais do que atrasadas. Os números desta farra são elo-

posto sindical, a contribuição obrigatória cobrada em março, no valor de um dia de trabalho, de todos os trabalhadores com carteira assinada no Brasil e que é generosamente distribuído entre essas entidades. As últimas a ganhar esta pecúnia foram as centrais sindicais, que ganharam de Lula 10% de tudo que é arrecadado com o Imposto Sindical, sem necessidade de prestar contas a ninguém, nem ao Tribunal de Contas de União (TCU) nem a qualquer órgão do Executivo o que fazem com essa bolada.

quanto mais, melhor. Não é sem razão que CUT e Força Sindical trabalham para filiar e incluir cada vez mais sindicatos em sua base. Não é à toa, também, que a CUT (e seu braço político, o PT) já não se empenham mais na defesa do fim do Imposto Sindical, um mantra que Lula começou a entoar ainda nos seus tempos de sindicalismo em São Bernardo, mas que na Presidência da República não fez a menor força para fazer acontecer. A defesa disso, hoje, é apenas um discurso na parede. A verdade, segundo escreveram em recente artigo no jornal Valor EconômicoGuilherme de Almeida Henriques, especialista em direito da economia e da empresa pela FGV, e Marcelo Hugo de Oliveira Campos, vice-presidente da Comissão de Direito Tributário da OAB-MG, é que "a criação de um sindicato tornou-se um negócio extremamente lucrativo", (...) um novo balcão de negócios" neste Brasil de tantos negócios estranhos, nesses concubinatos nacionais que confundem o público e o privado em benefício de uns poucos eleitos. É uma situação que não interessa de forma alguma aos trabalhadores, porque enfraquece a verdadeira representação sindical e tumultua a vida das empresas. Só serve mesmo aos caciques das entidades, os neopelegos do sindicalismo brasileiro. JOSÉ MÁRCIO MENDONÇA É JORNALISTA E ANALISTA POLÍTICO

PAIS ADOTANTES TAMBÉM TÊM VEZ E

stá ficando distante o tempo em que um pai mal sabia segurar o filho recém-nascido. De vinte anos para cá, mais ou menos, os pais jovens – e nem tão jovens – vêm se aperfeiçoando na arte da puericultura, até porque a vida moderna exigiu esse aprendizado. O processo chegou ao ápice com o caso do primeiro pai biológico a receber, no Brasil, o beneficio de 120 dias de licença paternidade. Aos 36 anos, Marcos Antônio Mendonça Melo foi pai pela primeira vez e estava combinado desde a gestação que ele assumiria o filho sozinho. Nada mais justo que tivesse o tempo necessário para cuidar do bebê e criar um vínculo de afeto. Aos poucos, por meio de jurisprudências, no "caso a caso", as leis vão se adequando às novas realidades. Casos similares surgirão, até que se estabeleçam normas específicas, que mais adiante são incorporadas ao escopo da lei. Outras

modalidades de pais vêm tendo algumas vitórias junto ao Judiciário. São os pais adotantes, solteiros ou – inédito no País – o pai que educará a criança no âmbito de uma união homoafetiva.

T

anto o pai biológico quanto o adotante têm a desvantagem de não vivenciar o forte lastro da

gestação. Estudos mostram que até uma cesariana pode abalar, de certa forma, o vínculo natural entre mãe e bebê, reconstituído ao longo dos meses por meio do cuidados, carinho e atenção. Ora, é para estabelecer o que a natureza não propiciou que estes pais precisam de um tempo em casa. Vale lembrar que o pai biológico ou o adotante têm cinco dias úteis de licença previstos em lei. E as mães adotantes, assim como as biológicas, têm 120 dias . Para as mães adotantes esse período de licença já variou bastante e estava relacionado à idade: quanto maior a criança, menor o tempo de licença. Nesse quesito, porém, estão em curso mudanças significativas.

D

esde 2009, as leis trabalhistas concedem à mãe adotante o período de 120 dias, qualquer que seja a idade da criança. Mas só recentemente a Previdência Social está sendo obrigada a acatar a norma. Hoje entende-se que a criança de qualquer idade precisa desse tempo inicial com os novos pais.

O "caso semente" que chamou a atenção para a extensão do benefício aos homens foi o do geógrafo Otaviano Eugênio Batista. Solteiro, aos 52 anos adotou João Carlos, de nove anos. Ele é funcionário do Confea Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia, em Brasília. Ao passar um mês de férias com o filho recém-adotado, viu que precisava de mais tempo para conhecer melhor a criança e estabelecer laços. Então, fez uso do princípio da isonomia: assim como mães adotantes têm 120 dias de licença maternidade, ele também pediu o benefício.

A

gora, a mesma lei que obriga a Previdência a pagar os 120 dias, também estende esse benefício a homens que adotam sozinhos. E a lei deu outro passo: a partir da união civil homoafetiva, casais homossexuais passaram a constituir família oficialmente e a adotar crianças. Até então, quando o faziam, era com o nome de um parceiro(a) ou de outro(a). Agora o casal homossexual não só adota,

Presidente Rogério Amato Vice-Presidentes Alfredo Cotait Neto Antonio Carlos Pela Carlos Roberto Pinto Monteiro Claudio Vaz Edy Luiz Kogut Érico Sodré Quirino Ferreira Francisco Mesquita Neto João de Almeida Sampaio Filho João de Favari Lincoln da Cunha Pereira Filho Luciano Afif Domingos Luís Eduardo Schoueri Luiz Gonzaga Bertelli Luiz Roberto Gonçalves Nelson Felipe Kheirallah Nilton Molina Paulo Roberto Pisauro Renato Abucham Roberto Faldini Roberto Mateus Ordine

como um deles pode requerer a licença. Casais de mulheres tiveram acesso com mais facilidade. Faltava aos casais masculinos conseguir o mesmo.

P

ois um casal de homens de Gravataí, Rio Grande do Sul, unidos legalmente, entrou para a história das conquistas legais masculinas e na área do direito homoafetivo no Brasil. Juntos há 17 anos, levaram três anos para conseguir a adoção e mais dois para obter o benefício da Previdência. Eles citaram o Estatuto da Criança e do Adolescente, a Constituição e alegaram que o benefício previdenciário da licença não é destinado ao pai ou à mãe, mas sim, à criança. Para ter ideia do avanço que isso representa em termos de direitos iguais e plena cidadania, países como a França ainda estão patinando nessa questão. Lá, os homossexuais franceses brigam, como aqui, pelo direito ao casamento civil – que no Brasil já foi concedido em alguns casos – e pelo direito à adoção legal para casais homossexuais.

IVONE ZEGER Ainda há muito a pensar em relação às licenças maternidade e paternidade. Se são concedidas aos homens a partir da falta da mãe, pressupõe-se que esta não pleiteou a licença. Mas quando homens começam a receber o benefício, no cômputo geral, é fácil imaginar, a Previdência terá de desembolsar mais valores. A questão é: ela aguenta? Pelo sim, pelo não, a lei está aí, favorecendo homens, mulheres e, principalmente, as crianças. IVONE ZEGER É ADVOGADA ESPECIALISTA EM DIREITO DE

FAMÍLIA E SUCESSÃO. MEMBRO EFETIVO DA COMISSÃO DE DIREITO DE FAMÍLIA DA OAB/SP É AUTORA DE "HERANÇA: PERGUNTAS E

RESPOSTAS" E "FAMÍLIA: PERGUNTAS E RESPOSTAS" WWW.IVONEZEGER.COM.BR

Fundado em 1º de julho de 1924 CONSELHO EDITORIAL Rogério Amato, Guilherme Afif Domingos, João Carlos Maradei, João de Scantimburgo, Marcel Solimeo Diretor-Responsável João de Scantimburgo (jscantimburgo@acsp.com.br) Diretor de Redação Moisés Rabinovici (rabino@acsp.com.br) Editor-Chefe: José Guilherme Rodrigues Ferreira (gferreira@dcomercio.com.br). Editor de Reportagem: José Maria dos Santos (josemaria@dcomercio.com.br). Editores Seniores: Bob Jungmann (bob@dcomercio.com.br), chicolelis (chicolelis@dcomercio.com.br), José Roberto Nassar (jnassar@dcomercio.com.br), Luciano de Carvalho Paço (luciano@dcomercio.com.br), Luiz Octavio Lima (luiz.octavio@dcomercio.com.br) e Marino Maradei Jr. (marino@dcomercio.com.br). Editor de Fotografia: Alex Ribeiro. Editores: Cintia Shimokomaki (cintia@dcomercio.com.br), Heci Regina Candiani (hcandiani@dcomercio.com.br), e Vilma Pavani (pavani@dcomercio.com.br. Subeditores: Marcus Lopes, Rejane Aguiar e Ricardo Osman. Redatores: Adriana David, Evelyn Schulke e Tsuli Narimatsu. Repórteres: André de Almeida, Karina Lignelli, Kety Shapazian, Lúcia Helena de Camargo, Mariana Missiaggia, Mário Tonocchi, Paula Cunha, Rejane Tamoto, Renato Carbonari Ibelli, Rita Alves, Sandra Manfredini, Sílvia Pimentel, Vera Gomes e Wladimir Miranda. Gerente Executiva e de Publicidade Sonia Oliveira (soliveira@acsp.com.br) Gerente de Operações Valter Pereira de Souza (valter.pereira@dcomercio.com.br) Serviços Editoriais Material noticioso fornecido pelas agências Estadão Conteúdo, Folhapress, Efe e Reuters Impressão S.A. O Estado de S. Paulo. Assinaturas Anual - R$ 118,00 Semestral - R$ 59,00 Exemplar atrasado - R$ 1,60

FALE CONOSCO E-mail para Cartas: cartas@dcomercio.com.br E-mail para Pautas: editor@dcomercio.com.br E-mail para Imagens : dcomercio@acsp.com.br E-mail para Assinantes: circulacao@acsp.com.br Publicidade Legal: 3180-3175. Fax 3180-3123 E-mail: legaldc@dcomercio.com.br Publicidade Comercial: 3180-3197, 3180-3983, Fax 3180-3894 Central de Relacionamento e Assinaturas: 3180-3544, 3180-3176 Esta publicação é impressa em papel certificado FSC®, garantia de manejo florestal responsável, pela S.A. O Estado de S. Paulo.

REDAÇÃO, ADMINISTRAÇÃO E PUBLICIDADE Rua Boa Vista, 51, 6º andar CEP 01014-911, São Paulo PABX (011) 3180-3737 REDAÇÃO (011) 3180-3449 FAX (011) 3180-3046, (011) 3180-3983 HOME PAGE http://www.acsp.com.br E-MAIL acsp@acsp.com.br


DIÁRIO DO COMÉRCIO

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

o

pinião

3

B R E C H T V I A E M G A L I L E U U M A VA G A R E P E T I Ç Ã O D A S U A H I S T Ó R I A P E S S O A L .

GALILEU, O QUE NOS ENSINOU A VER. D

LUIZ CARLOS LISBOA

Reprodução

e passagem por Princeton em 2004, Jerome Silvester confessou em uma entrevista que amava, mais do que a todos os homens de ciência e filósofos do mundo, o célebre físico italiano Galileu Galilei, que provou ser o sol o centro do nosso sistema planetário, contra a opinião conservadora e supersticiosa que pretendia ser a Terra o centro do universo. Foram três frases tiradas de documentos deixados por Galileu as que mais impressionaram Jerome. "Não podemos", dizia uma delas, rabiscada em meio às perseguições que sofreu pela Inquisição, "ensinar tudo às pessoas, mas podemos, sim, ajudá-las a descobrir quase tudo por elas mesmas". Em outra ocasião ele escreveu: "Todas as verdades são fáceis de entender, desde que sejam percebidas em sua essência. A dificuldade está em percebê-las". Ainda em outro momento, o astrônomo fez este registro: "No que diz respeito ao percebimento, a autoridade de mil homens vale menos que a percepção direta de um único homem".

s

ilvester esteve novamente em Princeton, então para montar uma peça de Bertold Brecht, chamada exatamente Ga l il e u , em que é mostrado o personagem central às voltas com o raciocínio obsessivo e sinuoso de seu carrasco-inquisidor.

Segue-se a isso a reclusão a que o "pai da ciência" foi condenado por nove anos, até a sua morte. O uso inicial do telescópio pelo astrônomo desperta forte antipatia n a s a u t o r i d ades eclesiásticas, que viam nisso um arrogante desafio ao Deus que e l e s a f i r m avam estar representando. Brecht falav a d e s i m e smo e do personagem, pondo nos seus lábios o que teria dito aos fanáticos e medíocres que o interrogavam, falando em nome da devoção e do zelo religioso. O autor da peça intuía que a fraqueza daquele Deus defendido pelos inquisidores era o fato dele ser imaginário, pura projeção do medo daqueles que falavam em seu nome.

B

recht via em Galileu a vaga repetição da sua história pessoal, dividido entre a liberdade interior e a prisão ideológica. Depois da Segunda Guerra, ele perambulou pela Europa em busca de um lugar para viver e acabou, quem diria, na Alemanha Oriental. Nos últimos anos de vida criticou acerbamente o

Galileu, à esquerda, foi uma inspiração para o dramaturgo Bertold Brecht, que também teve restrições de expressão.

governo de Walter Ulbricht, –que não lhe permitia expressar seu descontantamento com a "ditadura do proletariado", mas o tolerava por sua fama internacional. Era então inevitável que Brecht voltasse a Galileu, essa pedra no caminho dos inquisidores dos últimos cinco séculos. Era previsível que Jerome Silvester voltasse a montar o Galileu de Brecht, que agora vinha com carga dupla e conteúdo metafórico. Uma peça anterior dele, O

Círculo de Giz Caucasiano, mostra um personagem russo fixado na ideia de fazer uma autocrítica – essa coisa que o autor não faria nos "moldes burgueses" mas sim à feição proletária, verberando o líder comunista alemão Ulbricht quando este se propôs dissolver um partido aliado. "Melhor dissolver logo o povo", gritava Brecht nos folhetos que assinou em Berlim Oriental, "e arranjar habitantes novos para a Alemanha". Em um poema datado de

1930, Brecht clama contra o silêncio que pesa sobre um povo petrificado pela pr op ag an da política engajada, aquela mesma que cobra a liberdade e entretanto exerce a opressão. " M a s o s h omens não dirão: os tempos agora são negros. E sim p er g u nt a rã o porque os poetas se calam", escre-

veu Brecht. Na peça G a l il e u as cenas vão aos poucos mostrando como raciocina o fanatismo, desafiando a piedade e o bom senso. Primeiro, o pai da ciência moderna e seus fasc i n a d o s a m i g o s c o n t e mplam o telescópio, adiante, num salão de Florença, monges no Colégio Romano comparam novas descobertas a novas heresias. Na casa do Cardeal Bellarmin em Roma, ao lado de Virgínia, filha de Galileu, há um constrangimento que prenuncia o processo e o interrogatório.

fecha. A prisão em uma casa de campo durante nove anos, e afinal a morte natural de Galileu, que viveu os seus últimos anos em profunda meditação – se é possível descrever dessa maneira a vida interior de um homem extraordinariamente dotado. Pelas mãos de Jerome Silvester, Princeton se deslumbrou com a beleza e o horror da história. E creio que sei porque Jerome colheu aquelas frases de Galileu, fixadas com amor na memória para definir o tom dominante de sua montagem da peça monumental de Brecht.

I

sso, se for de fato possível ajudar a entender totalmente aquilo que só entendemos em parte. A essência das verdades que passam por nós nem sempre se consegue guardar como joia no cofre da nossa memória porque ela se desfigura quando escondida. Finalmente, a autoridade com que revestimos nossas escolhas vale muito pouco comparada à beleza delicada e quase infinita de um percebimento instantâneo, que ilumina todo um universo. Galileu nos ensinou a ver o céu, e com isso a filosofar; Brecht nos ajudou a entendêlo e Silvester nos faz pensar nisso tudo quando passa por Princeton com sua trupe.

F

inalmente, numa câmara no Vaticano, o Papa Urbano VIII ouve o cardeal inquisidor e o círculo se

LUIZ CARLOS LISBOA É JORNALISTA, ESCRITOR E RESIDE EM PRINCETON (EUA). ALGUTE22@GMAIL.COM

O RETORNO (BEM-VINDO) DE FHC AO DEBATE NACIONAL. N

Sta

nH

on

da

/A

FP

as últimas eleições realizadas no País, remontando a disputas presidenciais, governos de estados, prefeituras e mesmo cargos legislativos, sempre me perguntei, e ainda me pergunto, aliás sem ter obtido uma resposta convincente, por que razão as campanhas do PSDB "escondiam" a figura do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, um político de grande penetração junto aos segmentos mais alfabetizados da população. Não é preciso lembrar as sucessivas derrotas dos tucanos para o PT e seus aliados fisiológicos (de ambas as partes). Seria também exagero considerar que elas decorreram da ausência do ex-presidente nos programas eleitorais do partido. Entretanto, um vazio enorme ficou, principalmente porque essas campanhas tucanas não foram de oposição. Descaracterizadas, sem conteúdo, quando muito, pela falta de posições assertivas, atraíram o voto dos descontentes com o PT e não de simpatizantes propriamente ditos da tucanagem. E assim tem sido. Quer queiram ou não os próceres do PSBD, o seu maior e melhor nome ainda é FHC. Deixá-lo de lado nas campanhas do partido foi pedir para não ter mínima chance de vitória. Agora, num momento em

que o PT, como sempre desenvolto, começa de forma precoce a movimentarse para buscar a reeleição da presidente Dilma, usando a máquina pública despudoradamente para isso – e sem ver obstáculos no caminho, como já mencionou um petista da cúpula do poder, alguém deu um beliscão no senador Aécio Neves e este parece ter acordado para sair a campo, se deseja ser candidato em 2014.

A

lém do discurso de contraponto que fez à comemoração dos dez anos do PT no poder federal, mostrando, ainda que incipientemente, que pode ser oposição, e dizendo coisas que de há muito poucos no País diziam (esta coluna, aliás, sempre disse), Aécio traz para seu lado – e divulga que vai aproveitar a experiência e prestígio do ex-presidente FHC para fazer frente a Lula. É ainda muito pouco do tanto que existe para ser mostrado ao País. O Brasil está anestesiado, comprado, iludido e rendido ao petismo falacioso, sem que a verdade dos fatos seja revelada. Até a presidente Dilma assimilou a "fantasiosidade" lulista e teve a coragem de sair dizendo, sem rubor aparente, que foram as duas gestões de Lula e a delaque construíram o Brasil. Um pecado que à luz da história não será perdoado nem esquecido. Entre outros, certamente Juscelino, Vargas, Deodoro e Itamar devem ter revirado em seus túmulos. FHC está vivo. É o homem do

PAULO SAAB Plano Real, que deu ao PT a estrutura básica de governo (hoje em estado de deterioração), e que permitiu que o partido se jactasse de ser responsável pela melhora da qualidade de vida dos brasileiros. Logo vão dizer que Cabral era petista...

A

vinda de Fernando Henrique para o embate eleitoral deve ser saudada como uma contribuição inestimável à busca da recolocação da verdade em seu prumo. Não é possível que o País siga acreditando nas meias verdades dos petistas e adesistas fisiológicos (muitos deles dentro do próprio PSDB). Um dia, e deve ser breve, quando o pêndulo eleitoral devolver os atuais detentores do poder à realidade a que pertencem na vida nacional, haverá justiça com o que de bom fizeram e reordenação de quem fez o quê pelo País. Nada mais que a obrigação; mas aqui, ser pai de tudo é algo que na era lulista ficou arraigado como valor.

E

xistem pelo menos 50 milhões de brasileiros que ficaram órfãos. Eles votaram no PSDB na última eleição presidencial por serem anti-PT e só encontraram o vazio por parte de quem deveria falar em

seu nome, protestando e agindo contra os desmandos, descalabros e usurpações dos petistas. Existe um enorme espaço eleitoral, esperando o mensageiro capaz de empolgar, de dizer a verdade. Alguém capaz, simplesmente, de descaracterizar, com fatos, as bravatas e construções fantasiosas que os cofres públicos escancarados arquitetaram em cima do quase nada.

B

asta a Aécio, a Campos, a Marina, a quem quiser disputar a Presidência, ter a coragem de mostrar (o que é fácil de fazer, com fatos e números) que o Rei está nu. Coragem parece ser o que tem faltado à oposição brasileira. Ou será comprometimento com o estabelecido? Ou será só mesmo incompetência? Os democratas verdadeiros, defensores da liberdade de expressão, de opinião, do livre mercado, do direito de ir e vir, de tudo que nossa Constituição consagra e o petismo quer enterrar, para tornar-se eterno e único, devem saudar e pedir enfaticamente a participação de Fernando Henrique Cardoso nas campanhas eleitorais vindouras. PAULO SAAB É JORNALISTA E ESCRITOR


DIÁRIO DO COMÉRCIO

4

GibaUm

3 Depois

de pagar R$ 650 mil a Ivete Sangalo por show em Sobral, o governador Cid Gomes agora pensa em Paul McCartney.

gibaum@gibaum.com.br

k “O que a gente pode fazer quando a pessoa é ingrata? Nada. Cospe no prato que comeu. Meu Deus!”

3 MAIS: quer o ex-Beatle dia 27 de março para um show no Castelão, para o grande teste com público para valer. E garante que não há riscos.

Livre, leve e solto O vice-presidente Michel Temer homenageia, com um jantar, hoje, no Palácio do Jaburu, o ex-presidente da República José Sarney, pelo encerramento de seu quarto mandato como presidente do Senado. Sarney, esta semana, confessava, no café do Senado, que agora pode freqüentar, que vem se sentindo livre, leve e solto . “Eu tinha uma túnica inconsútil de chumbo sobre os ombros. Livre dela, agora sei o quanto pesava”. Ele está revisando seu livro de memórias. 333

FERNANDO HENRIQUE CARDOSO // sobre discurso de Dilma Rousseff na festa do PT. Fotos: Paula Lima

ATENTADO No fim de semana, o araponga Isalberto Matias de Araujo, o Dadá , que quebrou seu silencio e deu entrevista envolvendoacúpuladogoverno do Distrito Federal no esquema de corrupção de Carlinhos Cachoeira, foi surpreendido por tiro, que atingiu o cachorro que guardava sua casa. Dadá era o braço-direito de Cachoeira e funcionário da Delta, que fazia a coleta do lixo no DF. Ele seria o intermediário entre o governo e a empreiteira. 333

Reflexos 333 Tão logo começaram a estourar diversas denúncias sobre Gabriel Chalita em seus tempos de secretário de Educação, quando Geraldo Alckmin foi governador pela primeira vez, o deputado federal peemedebista tratou de procurar seu padrinho Michel Temer no partido e lhe dar todas as explicações possíveis sobre os ataques que continua recebendo. O vice-presidente já ouviu, por telefone, pacientemente, todos os pontos abordados por Chalita. Acha, contudo, que o imbroglio poderá ter reflexos no Planalto. Por reflexos, entenda-se, supostamente, a perda da chance de ser ministro do Turismo.

TROCA 333 O ex-presidente Lula já conversou com os irmãos Ciro e Cid Gomes e teria deixado assentada a troca do apoio deles à reeleição de Dilma Rousseff pelo comando da área econômica por Ciro Gomes, numsegundomandatodaatual presidente. Ciro, a propósito, já começou a investir contra Eduardo Campos, dizendo que “ele não está preparado para ser presidente” e nesse seu tour pelo Nordeste, Lula não esperava ser recepcionado pelo governador de Pernambuco em estados onde o PSB comanda.

A próxima novela das 18h na Globo, Flor do Caribe , de Walter Negrão (Suzana Pires é co-autora), ganhou festa de lançamento em São Paulo, na Vila Garden, com todo o elenco. É uma história de amor passada numa cidade fictícia do Rio Grande do Norte, onde serão gravadas muitas cenas e não será por falta de mulheres bonitas que a novela não emplacará. Estavam lá, entre tantas, da esquerda para a direita, Grazi Massafera, Debora Nascimento, Rita Guedes, e de quebra, com atuação na área musical, Luiza Possi e Tânia Mara, mulher do diretor Jayme Monjardim.

Água com açúcar

333

Marxista e palmeirense, o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, prepara pacote de medidas (mais um) para resolver dividas dos clubes e das federações. Os clubes deverão dar apoio à iniciação ao esporte para menos favorecidos em troca de perdão ou renegociação de dividas com a Receita e Previdência. As negociações estão andando e as medidas poderão ser anunciadas depois da Copa das Confederações. Para quem não sabe: os clubes brasileiros devem mais de R$ 2 bilhões. Com toda fama do futebol brasileiro lá fora, o ministro Aldo Rabelo descobriu que o país engatinha nesse mercado, respondendo apenas por 2% do universo do esporte mundial, às vésperas de sediar a Copa das Confederações e a Copa do Mundo. A Inglaterra tem 30% do mercado, a Espanha, 18%, a Alemanha, 16% e a Itália, 13%. 333

Força no futebol

O pedido de ingresso de GuilherminaGuinlenoCountry Club do Rio será analisado novamente, depois de ter sido recusado, supostamente por problemas com seu namorado Leonardo Antonelli. Nesses dias, amigos de Guilhermina e inimigos do Country tratavam de proliferar na internet trechos de crônica de Danuza Leão sobre o episódio. Um deles: “O Country é um clube decadente, freqüentado por pessoas – excetuando algumas poucas – tão decadentes quanto. Gente que não tem coragem de se expor e passa a vida almoçando, jantando, casando, traindo, roubando, dando pequenos golpes, dentro da própria família, protegida pelas paredes do clube, lá tudo pode e tudo é perdoado”.

333

Michele Williams tem um talento especial para se transformar: da última vez, virou Marilyn Monroe na tela e agora é Glenda, a Bruxa Boa do filme Oz: Grande e Poderoso. E para dar novas provas de que é mesmo uma camaleoa, Michele acaba de posar para capa e recheio da revista Another, onde com make-up, chapéus, cabelos pintados, moletons e até voilette vai se transformando. Pode ir de uma estrela dos anos 40 e a uma moderninha, com cabelos super-ondulados, variando entre branco e rosa. 333

Michele, camaleoa

Nem pensar O presidente da CBF, José Maria Marin, nunca comentará ou dará qualquer entrevista sobre suas ações nos tempos da ditadura militar, ligadas a Vladimir Herzog e tampouco sobre seu relacionamento com o famoso delegado Sérgio Paranhos Fleury. Seu assessor de imprensa, Fausto Camunha, que foi secretário de Esportes em São Paulo, nos tempos de Celso Pitta, já trata de prevenir jornalistas sobre a decisão de Marin. Mais: se a Comissão da Verdade da Assembléia Legislativa de São Paulo também resolver chamá-lo para depor sobre os anos de chumbo, ele deverá se recusar.

333

h IN Gola canoa.

h

METRALHADORA

INSPIRA cuidados o estado de saúde de Roberto Civita, da Editora Abril: ele está internado no Sírio-Libanês, em São Paulo. COMO todo mundo resolveu fazer caravanas pelo Brasil a fora e a última a anunciar essa disposição é Marina Silva, agora também Fernando Gabeira (PV-RJ) resolveu iniciar uma maratona nacional de participação a eventos, encontros com aliados e, claro, muitas entrevistas a rádios, jornais e televisão locais. Os verdes acham que Gabeira pode ser a solução do partido para concorrer ao Planalto, no ano que vem.

333

333 A ORDEM veio de cima: dentro ou fora do país, o ministro Guido Mantega, da Fazenda, deverá falar o mínimo possível sobre inflação, juros e cambio. Deve falar, especialmente no exterior, sobre a importância de se investir no Brasil e programa de concessões.

Lembrando Araca 333 Sergio Cabral (pai), Claudia Ventura e Rodrigo Alzuguir estão debruçados num projeto que pretende transformar em musical a vida de Aracy de Almeida, cujo centenário será comemorado no ano que vem. Aracy, que sabia batucar em caixa de fósforo e sempre se vestia com roupas pouco femininas, era uma figura até certo ponto folclórica, que tinha paixão por Noel Rosa (Com que roupa era seu samba favorito). Tinha uma voz característica e foi jurada de programas de Chacrinha, há anos.

MISTURA FINA 333

OUT

333 DEPOIS de dois anos, Deborah Secco ensaia sua volta ao teatro: ela será Glorinha na peça O Casamento, de Nelson Rodrigues, que estréia no começo de abril no Teatro Tuca, em São Paulo. A direção é de Johana Albuquerque e, entre outros, o veterano Renato Borghi está no elenco.

GLEISI Hoffmann, ministrachefe da Casa Civil, foi para Nova York e Londres, com Luciano Coutinho, do BNDES, ao lado, para tentar atrair investidores para o país e anunciar o super-programa de concessões do governo brasileiro. Também foi uma maneira de tirar Gleisi do foco da MP dos Portos, que pretende grandes mudanças e vem provocando reações violentas. O próprio Lula já desautorizou, de certa forma, Gleisi, dizendo que ela tem “pouco conhecimento do assunto”.

333

Gola em V.

Estrela em Trancoso 333 No festival Musica em Trancoso, iniciativa de Sabine Lovatelli, figuras conhecidas estavam na noite de abertura: o governador Jaques Wagner e sua mulher, Fátima Mendonça, a ministra Marta Suplicy com Marcio Toleto e a prefeita de Porto Seguro, Claudia Oliveira (PSD), entre outros. Só que quem ganhou os maiores aplausos foi mesmo o presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa: virou o popstar do festival, posou para fotos e deu autógrafos. Depois, com amigos, foi a pizzaria Maritaca, acompanhado de morena que todos diziam ser namorada dele.

333 O PRÉ-candidato à Presidência da República, senador Aécio Neves (PSDBMG), que operou bolsa dos olhos e aplicou gordura e botox no rosto, também está entrando numa dieta: engordou seis quilos em suas viagens de férias e como se prepara para uma maratona nacional, sabe que vai engordar mais. E quer emagrecer antes.

Colaboração: Paula Rodrigues / A.Favero

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013


p

DIÁRIO DO COMÉRCIO

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

5

olítica

Ninar Gomes para minar Campos Planalto corteja os irmãos Gomes: no momento em que Ciro faz críticas a Eduardo Campos, Cid é recebido por Dilma e acompanhará Lula em Fortaleza.

E IÇ Õ

E

EL

ES

m estratégia articulada com seu padrinho político, Luiz Inácio Lula da Silva, a presidente Dilma Rousseff começa a se movimentar para minar as pretensões do governador de Pernambuco e presidente do PSB, Eduardo Campos, de se tornar seu adversário em 2014. Em meio a confrontos explícitos de duas alas do PSB, Dilma recebeu ontem o governador do Ceará, Cid Gomes (PSB), no Planalto. O encontro se deu 48 horas após as declarações do ex-ministro Ciro Gomes, que é irmão de Cid e criticou Campos (PSB), dizendo não ver nele um político preparado para comandar o Brasil. Lula vai se encontrar com Cid amanhã em Fortaleza: quer o apoio do governador para a reeleição de Dilma. "Eduardo Campos, Aécio e Marina não têm nenhuma proposta, nenhuma visão", afirmou o polêmico Ciro Gomes à rádio Verdes Mares no sábado, desqualificando também o senador Aécio Neves (PSDB-MG) e a ex-ministra Marina Silva (Rede Sustentabilidade), possíveis adversários de Dilma. Apesar de muito irritado, Campos preferiu não polemizar com o correligionário. "Discordo da opinião dele e essa não é a opinião do partido", reagiu o presidente do PSB na segunda-feira, no Recife. "Isso não é nenhuma novidade. Ele (Ciro) vem falando isso, só que desta vez falou em rela-

2014

Beto Barata/Estadão Conteúdo

ção a Dilma, a Aécio, a Marina, a todos". Já o vice-presidente do PSB, Roberto Amaral, lamentou o que definiu como "opinião desinformada" de Ciro sobre Eduardo Campos. Indagado se o caminho de Ciro será a saída do PSB, Eduardo Campos observou que o partido é democrático e que as pessoas têm o direito de ter suas opiniões: "Mas o debate sobre o que o partido vai fazer ou deixar de fazer deve ser travado no momento certo, nas instâncias certas".

Enfraquecer uma eventual candidatura de Eduardo Campos ao Planalto? Isso é procurar chifre em cabeça de cavalo. CID GOMES Apesar de a cúpula do PSB classificar a crítica de Ciro como uma "voz isolada no partido", há uma ala da legenda dominada pelos irmãos Gomes. Nesse cenário, é que a ação de Lula e Dilma dá força política a Cid e Ciro justamente no momento em que Eduardo Campos começa a se mexer para a sucessão de 2014. Riscos – O jogo, porém, não é tão simples assim. Dois ministros que pediram anonimato consideraram arriscada a estratégia de prestigiar os irmãos

Gomes como contraponto ao governador de Pernambuco e disseram que Lula e Dilma vão agir "no fio da navalha" para não melindrar lado algum do PSB, que integra a base aliada. Sobre uma movimentação do governo para tirar o PSB do páreo da disputa presidencial em 2014 – com a eventual ajuda dos irmãos Gomes – Eduardo Campos reiterou o discurso de que o partido não está pensando nisso. "É hora de juntar o Brasil, discutir o que interessa com a população". Embora à primeira vista os ataques de Ciro à Campos pareçam sob medida para beneficiar Dilma, o Planalto avalia que um racha no PSB, neste momento, pode trazer prejuízos à governabilidade, ameaçando a fidelidade do partido nas votações Congresso. Uma das estratégias do PT para garantir o segundo mandato de Dilma é reorganizar o partido no Nordeste. Lula é grato a Cid pelo fato de o governador ter prestado solidariedade a ele assim que surgiram denúncias de Marcos Valério, o operador do Mensalão. Valério afirmou que Lula sabia do esquema de corrupção e teria se beneficiado dele. 'Incorreto' – Ciro foi ministro da Integração Nacional no governo Lula, de 2003 a 2006. Na eleição presidencial de 2010, ele abandonou o projeto político presidencial e apoiou a eleição de Dilma. Mesmo assim, Lula não o considera tão confiável. Em outubro, Ciro disse que o ex-presidente "foi muito

Caminho natural: Cid Gomes em Brasília depois de encontro com Dilma afirma que apoia a reeleição dela. incorreto" com ele, ao apoiar o candidato do PT à Prefeitura de Fortaleza, contra o PSB. "Lula não é Deus", afirmou Ciro, na ocasião. Superados os embates cotidianos, Lula tenta recomposição com os Gomes pensando na reeleição de Dilma. Assim, não é à toa que o PT escolheu Fortaleza como palco do 1º seminário de comemoração de seus 10 anos, demonstrando claramente que quer se aproximar de Cid Gomes. E não é por coincidência que ele estará em Fortaleza amanhã, fazendo questão de ser acompanhado por Cid Gomes. Após audiência de duas horas com Dilma no Palácio do

Planalto, Cid disse que Ciro não fez "nenhum gesto" de agressão ao governador Eduardo Campos, sobre Campos não ter proposta para o País. "Conversei com o Ciro hoje. O que ele me disse é que não fez nenhum gesto de agressão ao Eduardo. Disse que tem preocupações com projetos para o Brasil, e falou isso genericamente. Eu já tinha conversado como Eduardo, o Eduardo me disse, também brincando, que a mãe dele dizia que dois só brigam quando os dois querem, quando um não quer não tem briga. E ele jamais vai brigar com o Ciro. Então, eu espero que essa questão esteja superada".

Questionado se a reunião com a Dilma não seria uma forma de enfraquecer uma eventual candidatura de Campos, Cid negou: "Isso é procurar chifre em cabeça de cavalo. Eu sou governador de um estado, Dilma é presidente da República. Temos parcerias e o que estou fazendo vindo aqui é reivindicar ações já prometidas. É da rotina administrativa". Cid reiterou que apoiará a reeleição de Dilma. "A minha opinião é que nós votamos na presidenta Dilma, participamos do governo da presidenta Dilma, é um governo que tem acertado, que tem boa intenção, que tem aprovação popular. Portanto, vamos apoiá-la.

Márcio Fernandes/Estadão Conteúdo

Dilma provoca duelo de titãs

O

ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva rebateu ontem as críticas do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que, na véspera, chamou a presidente Dilma Rousseff de "ingrata". "Eu acho que o Fernando Henrique Cardoso deveria, no mínimo, ficar quieto", respondeu Lula em São Paulo, ode foi ao lançamento do livro O Brasil, de Mino Carta. Para Lula, FHC "não deveria falar". "O que ele deveria é contribuir para a Dilma continuar a governar o País bem, ou seja, deixa ela trabalhar. Ela sabe o que faz. Não é todo dia que o País elege uma mulher presidente." O presidente nacional do PT, deputado Rui Falcão, também rebateu as críticas de FHC, feitas em encontro do PSDB em Belo Horizonte que praticamente selou a candidatura de Aécio Neves ao Planalto em 2014. O ex-presidente afirmou que Dilma é "ingrata e cospe no prato em que comeu". Para Rui Falcão, "o ex-presidente Fernando Henrique confunde a

boa educação da Dilma, como se isso fosse nos fazer esquecer o estado em que encontramos o Brasil". Para ele, a presidente só foi "educada" com Fernando Henrique em 2011, ao enviar uma carta elogiando o ex-presidente por ocasião das comemorações de seus 80 anos. Ainda segundo Falcão, em momento algum a petista e o tucano se aproximaram. A reação de FHC foi uma resposta ao discurso de Dilma feito na semana passada em São Paulo, durante o evento de comemoração dos 10 anos de governo petista no País, quando seu nome foi lançado à reeleição pelo ex-presidente Lula. Na ocasião, Dilma disse que os petistas não receberam heran ça al gu m a do governo FHC: "Nós construímos". Os petistas evitaram comentários para "não amplificar" o tema. Mas José Dirceu, ex -t od o- pod er os o-m in is tr ochefe da Casa Civil condenado no julgamento do Mensalão, atacou FHC em seu blog. Ele o ironizou por dizer que o gover-

BBD Participações S.A. CNPJ no 07.838.611/0001-52 - NIRE 35.300.335.295 Ata Sumária da Assembleia Especial dos Acionistas Detentores de Ações Preferenciais realizada em 20.2.2013 Data, Hora e Local: Em 20.2.2013, às 9h, na sede social, Cidade de Deus, Prédio Prata, 4o andar, Vila Yara, Osasco, SP. Mesa: Presidente: Lázaro de Mello Brandão; Secretário: Carlos Alberto Rodrigues Guilherme. Quórum de Instalação: Acionistas representando mais de três quartos das ações preferenciais da Sociedade. Publicações Prévias: o Edital de Convocação foi publicado em 6, 7 e 8.2.2013 nos jornais “Diário Oficial do Estado de São Paulo”, respectivamente, páginas 8, 77 e 27; e “Diário do Comércio”, respectivamente, páginas 5, 9 e 7. Deliberação: Aprovada a proposta do Conselho de Administração da Sociedade, registrada na Reunião Extraordinária no 53, daquele Órgão, de 5.2.2013, para alterar os direitos e vantagens atribuídos às ações preferenciais, constantes do Parágrafo Segundo do Artigo 20 do Estatuto Social, os quais passam a ser a prioridade no reembolso do Capital Social, em caso de liquidação da Sociedade, e dividendos iguais aos atribuídos às ações ordinárias. Quorum da Deliberação: unanimidade de votos dos acionistas presentes. Documentos Arquivados: Na sede da Sociedade e autenticada pela Mesa da Assembleia, a Proposta do Conselho de Administração. Encerramento: Nada mais havendo a tratar e como ninguém se manifestou, foi a Ata lavrada no livro próprio e lida, sendo aprovada por todos e assinada. aa) Presidente: Lázaro de Mello Brandão; Secretário: Carlos Alberto Rodrigues Guilherme; Acionistas: Marco Antonio Rossi, Alexandre da Silva Glüher, Alfredo Antônio Lima de Menezes, André Rodrigues Cano, Josué Augusto Pancini, Luiz Carlos Angelotti, Nilton Pelegrino Nogueira, Altair Antônio de Souza, André Marcelo da Silva Prado, Luiz Fernando Peres, Moacir Nachbar Junior, Octávio de Lazari Júnior, Adineu Santesso, Antonio Carlos Melhado, Arnaldo Nissental, Aurélio Guido Pagani, Cassiano Ricardo Scarpelli, Clayton Camacho, Diaulas Morize Vieira Marcondes Junior, Douglas Tevis Francisco, Edilson Wiggers, Fernando Antônio Tenório, Fernando Roncolato Pinho, Frederico William Wolf, Glaucimar Peticov, João Albino Winkelmann, João Carlos Gomes da Silva, Joel Antonio Scalabrini, Jorge Pohlmann Nasser, José Luis Elias, José Luiz Rodrigues Bueno, José Ramos Rocha Neto, Júlio Alves Marques, Laércio Carlos de Araujo Filho, Layette Lamartine Azevedo Júnior, Lucio Rideki Takahama, Luiz Alves dos Santos, Marcos Aparecido Galende, Marcos Daré, Marlene Morán Millan, Paulo Aparecido dos Santos, Rogério Pedro Câmara, Waldemar Ruggiero Júnior, Walkiria Schirrmeister Marquetti, Ivan Luiz Gontijo Júnior, Eugênio Liberatori Velasques, Ricardo Saad Affonso, Marco Antonio Gonçalves, Marcio Serôa de Araújo Coriolano, Ariovaldo Pereira, Luiz Antonio de Souza e NCD Participações Ltda., por seu Diretor, senhor, Ariovaldo Pereira. Declaração: Declaro para os devidos fins que a presente é cópia fiel da Ata lavrada no livro próprio e que são autênticas, no mesmo livro, as assinaturas nele apostas. a) Carlos Alberto Rodrigues Guilherme - Secretário

Ciro: 'Presidente não escapa de aliança com Renan e Henrique Alves'.

D

Lula: "Fernando Henrique Cardoso deveria, no mínimo, ficar quieto". no do PT "usurpou" ideias do PSDB e criticou os tucanos pela antecipação da sucessão presidencial de 2014. "Essa precipitação da campanha eleitoral é um despropósito para o País, mas para eles, do tucanato e da oposição, tem um objetivo claro: fazer de tudo para o governo não dar certo e abrir mais uma frente de combate. O problema é que a presidenta Dilma

Rousseff tem um partido que tem uma liderança popular e nacional como o ex-presidente Lula. O PT e o ex-presidente podem e farão frente a essa manobra diversionista". Dirceu insistiu no bordão petista de comparar governos. "Temos que expor ao País como os tucanos governam seus estados, começando por SP e MG para que o povo compare com os governos Dilma e Lula".

BSP Park Estacionamentos e Participações S.A. CNPJ no 14.380.636/0001-10 - NIRE 35.300.413.687 Ata Sumária da Assembleia Geral Extraordinária realizada em 3.1.2013 Data, Hora, Local: Em 3.1.2013, às 8h, na sede social, Avenida Paulista, 1.415, 2o andar, parte, Bela Vista, São Paulo, SP, CEP 01311-925. Mesa: Presidente: Samuel Monteiro dos Santos Junior; Secretário: Ismael Ferraz. Presença legal: Representante da BSP Empreendimentos Imobiliários S.A., única acionista da Sociedade. Convocação: Dispensada a publicação, de conformidade com o disposto no §4o do Art. 124 da Lei no 6.404/76. Deliberação: Aprovada, sem qualquer alteração ou ressalva, a proposta do Conselho de Administração, registrada na Reunião daquele Órgão de 28.12.2012, dispensada sua transcrição, por tratar-se de documento lavrado em livro próprio, para aumentar o Capital Social no valor de R$500.000,00, elevando-o de R$1.000,00 para R$501.000,00. Esclareceu o senhor Presidente que: serão emitidas 2.035.333 novas ações ordinárias, nominativas-escriturais, sem valor nominal, ao preço de R$0,245660047 por ação, para subscrição particular pela BSP Empreendimentos Imobiliários S.A., única acionista da Sociedade, com integralização à vista, em moeda corrente nacional, de 100% do valor das ações subscritas, no ato da subscrição; o preço de emissão teve como base o valor do Patrimônio Líquido Contábil ajustado por ação da Sociedade em 30.11.2012; a redação do “caput” do Artigo 6o do Estatuto Social será alterada após completado todo o processo do aumento do capital. Dando sequência aos trabalhos, o senhor Presidente disse que a Diretoria estava autorizada a dar andamento ao processo de aumento do Capital Social, abrindo a subscrição das ações, dentro das condições estabelecidas na proposta do Conselho de Administração ora aprovada, ocasião em que os representantes do acionista, presentes à Assembleia, assinaram o respectivo Boletim de Subscrição, integralizando no ato, em moeda corrente nacional. Em seguida, informou o senhor presidente que, considerando a subscrição e integralização do aumento do Capital Social ora aprovado, o “caput” do Artigo 6o do Estatuto Social passa a vigorar com a seguinte redação: “Art. 6o) O Capital Social é de R$501.000,00 (quinhentos e um mil reais), dividido em 2.036.333 (dois milhões, trinta e seis mil, trezentas e trinta e três) ações ordinárias, nominativas-escriturais, sem valor nominal.”. Documentos Arquivados: arquivada na sede e autenticada pela Mesa da Assembleia a Proposta do Conselho de Administração. Encerramento: lavrada e lida, foi esta Ata aprovada por todos os presentes e assinada. aa) Presidente: Domingos Figueiredo de Abreu; Secretário: Ismael Ferraz; Acionista: BSP Empreendimentos Imobiliários S.A., representada por seus Diretores, senhores Samuel Monteiro dos Santos Junior e Haydewaldo Roberto Chamberlain da Costa. Declaração: Declaro para os devidos fins que a presente é cópia fiel da Ata lavrada no livro próprio e que são autênticas, no mesmo livro, as assinaturas nele apostas. a) Ismael Ferraz - Secretário. Certidão - Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia - Junta Comercial do Estado de São Paulo - Certifico o registro sob número 70.246/13-0, em 8.2.2013. a) Gisela Simiema Ceschin - Secretária Geral.

ois dias após abrir crise em seu partido ao criticar o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), possível candidato à Presidência da República em 2014, o ex-ministro Ciro Gomes atacou a aliança da presidente Dilma Rousseff (PT) com o PMDB do vicepresidente Michel Temer. Antes de evento com empresários baianos, em Salvador, Ciro disse que será muito difícil Dilma escapar de uma coalizão fundamentada no apoio do presidente do Senado, Renan Calheiros, e do

presidente da Câmara, Henrique Alves, ambos do PMDB: "Se escapar, eu quero o santo dela para trocar o da minha devoção. Não acredito que escape". Para Ciro, Dilma está "qualificada" para tentar a reeleição e o PSB só participa "das migalhas do banquete fisiológico da coalizão PT-PMDB", sem "a menor influência" no governo federal. Ele reafirmou que Eduardo Campos – presidente de seu partido, o PSB – não tem proposta para o País, e avaliou as pretensões de Marina Silva (Rede Sustentabilidade) e Aécio Neves (PSDB) para 2014. "A Marina pegou o lugar que era nosso". Já Aécio Neves vai aproveitar "a estrutura orgânica do conservadorismo brasileiro".

BBD Participações S.A. CNPJ no 07.838.611/0001-52 - NIRE 35.300.335.295 Ata Sumária da 18 a Assembleia Geral Extraordinária realizada em 20.2.2013 Data, Hora e Local: Em 20.2.2013, às 11h, na sede social, Cidade de Deus, Prédio Prata, 4 o andar, Vila Yara, Osasco, SP. Mesa: Presidente: Lázaro de Mello Brandão; Secretário: Carlos Alberto Rodrigues Guilherme. Quórum de Instalação: Acionistas representando mais de quatro quintos do Capital Social votante da Sociedade. Publicações Prévias: o Edital de Convocação foi publicado em 6, 7 e 8.2.2013 nos jornais “Diário Oficial do Estado de São Paulo”, respectivamente, páginas 8, 79 e 27; e “Diário do Comércio”, respectivamente, páginas 5, 9 e 7. Deliberação: Aprovada a proposta do Conselho de Administração da Sociedade, registrada na Reunião Extraordinária n o 53, daquele Órgão, de 5.2.2013, para alterar o Estatuto Social, no Artigo 12, incluindo a possibilidade de utilização do último balancete mensal disponível para cálculo do preço da ação, no caso de venda; e no Parágrafo Segundo do Artigo 20, relativamente aos direitos e vantagens atribuídas às ações preferenciais. Em consequência, o Artigo 12 e o Parágrafo Segundo do Artigo 20 do Estatuto Social passarão a vigorar com a seguinte redação: “Art. 12) O acionista ofertante comunicará sua intenção à Diretoria da Sociedade, por meio de carta enviada com protocolo, especificando a quantidade total das ações ou dos direitos de preferência que pretenda alienar. O preço de alienação das ações será calculado utilizando-se o valor do patrimônio líquido contábil da Sociedade, apurado no último balancete trimestral auditado ou no último balancete mensal disponível, o mais recente, ajustado por 100% (cem porcento) da mais-valia das ações de emissão do Banco Bradesco S.A. e da Bradespar S.A. (Investimentos), detidas direta ou indiretamente pela Sociedade. A mais-valia será apurada utilizando-se a média ponderada das cotações médias diárias das ações ordinárias e preferenciais, verificadas nos 30 (trinta) pregões da BM&FBOVESPA S.A. - Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros imediatamente posteriores à data da alienação, considerada a dedução dos valores contábeis dos Investimentos. Art. 20) Parágrafo Segundo - As ações preferenciais não terão direito a voto, mas conferirão, aos seus titulares, os seguintes direitos e vantagens: a) prioridade no reembolso do Capital Social, em caso de liquidação da Sociedade; b) dividendos iguais aos atribuídos às ações ordinárias.”. Quorum da Deliberação: unanimidade de votos dos acionistas presentes. Documentos Arquivados: Na sede da Sociedade e autenticada pela Mesa da Assembleia, a Proposta do Conselho de Administração. Encerramento: Nada mais havendo a tratar e como ninguém se manifestou, foi a Ata lavrada no livro próprio e lida, sendo aprovada por todos e assinada. aa) Presidente: Lázaro de Mello Brandão; Secretário: Carlos Alberto Rodrigues Guilherme; Acionistas: Lázaro de Mello Brandão, Antônio Bornia, Mário da Silveira Teixeira Júnior, Carlos Alberto Rodrigues Guilherme, Milton Matsumoto, Denise Aguiar Alvarez, João Aguiar Alvarez, Luiz Carlos Trabuco Cappi, Domingos Figueiredo de Abreu, Julio de Siqueira Carvalho de Araujo, José Alcides Munhoz, Aurélio Conrado Boni, Sérgio Alexandre Figueiredo Clemente, Marco Antonio Rossi, Alexandre da Silva Glüher, Alfredo Antônio Lima de Menezes, André Rodrigues Cano, Josué Augusto Pancini, Luiz Carlos Angelotti, Marcelo de Araújo Noronha, Nilton Pelegrino Nogueira, Altair Antônio de Souza, André Marcelo da Silva Prado, Luiz Fernando Peres, Moacir Nachbar Junior, Octávio de Lazari Júnior, Adineu Santesso, André Bernardino da Cruz Filho, Antonio Carlos Melhado, Antonio de Jesus Mendes, Antonio José da Barbara, Arnaldo Nissental, Aurélio Guido Pagani, Cassiano Ricardo Scarpelli, Clayton Camacho, Diaulas Morize Vieira Marcondes Junior, Douglas Tevis Francisco, Edilson Wiggers, Fernando Antônio Tenório, Fernando Roncolato Pinho, Frederico William Wolf, Glaucimar Peticov, Guilherme Muller Leal, João Albino Winkelmann, João Carlos Gomes da Silva, Joel Antonio Scalabrini, Jorge Pohlmann Nasser, José Luis Elias, José Luiz Rodrigues Bueno, José Ramos Rocha Neto, Júlio Alves Marques, Laércio Carlos de Araujo Filho, Layette Lamartine Azevedo Júnior, Lucio Rideki Takahama, Luiz Alves dos Santos, Luiz Carlos Brandão Cavalcanti Junior, Marcos Aparecido Galende, Marcos Daré, Marlene Morán Millan, Octavio Manoel Rodrigues de Barros, Paulo Aparecido dos Santos, Paulo Faustino da Costa, Rogério Pedro Câmara, Roberto Sobral Hollander, Waldemar Ruggiero Júnior, Walkiria Schirrmeister Marquetti, Osmar Roncolato Pinho, Mauro Roberto Vasconcellos Gouvêa e Renato da Cruz Gomes. Declaração: Declaro para os devidos fins que a presente é cópia fiel da Ata lavrada no livro próprio e que são autênticas, no mesmo livro, as assinaturas nele apostas. a) Carlos Alberto Rodrigues Guilherme - Secretário.


p Lindbergh e PMDB batem de frente

DIÁRIO DO COMÉRCIO

6

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Lindberg pode esperar mais uma eleição para ser candidato em prol da aliança nacional entre PT e PMDB. Senador Valdir Raupp (RO), presidente do PMDB.

olítica

André Dusek/Estadão Conteúdo

A petista Dilma irá à convenção peemedebista

A

Senador (PT-RJ) insiste em ser candidato no Rio, confronta PMDB e ouve: ele pode esperar.

E IÇ Õ

P

EL

ES

ré - ca ndidato a o g overno do Rio de Janeiro em 2014, o s e n a d o r Lindbergh Farias (PT-RJ) subiu o tom ontem ao criticar nota do PMDB do estado contra sua candidatura. Disse que seu nome "está colocado" e partido algum tem o direito de dar um "ultimato" à presidente da República ou ao PT. Lindbergh afirmou ter a "convicção" de que a presidente Dilma Rousseff e o expresidente Luiz Inácio Lula da Silva, mesmo pressionados por peemedebistas, não pedirão que retire a candidatura. "Não existe esse pedido." O senador foi presidente da UNE (União Nacional dos Estudantes) e um dos líderes do movimento dos caras-pintadas que culminou com o impeachment do então presidente da República Fernando Collor, em 1992. Nesta semana, Lindbergh deve iniciar visita aos municípios do Rio para preparar sua candidatura ao governo do estado em 2014. Ele chama essa fase de Caravana da Cidadania, como a feita pelo ex-presidente Lula na década de 90.

2014

O comando do PMDB vai apoiar a decisão do diretório estadual da sigla de pedir a retirada da pré-candidatura de Lindbergh. O presidente do partido, senador Valdir Raupp (RO), disse que Lindbergh "é muito novo" e pode esperar mais uma eleição para ser candidato em prol da aliança nacional entre PT e PMDB: "Se ele não for nessa, pode ir na outra. Nós abrimos mão em tantos lugares na eleição passada". Para Raupp, o governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), ainda vai procurar a presidente Dilma Rousseff para discutir as eleições no Rio. Dilma estará no Rio na sexta-feira. "O ex-presidente Lula e a presidente Dilma estão conversando com o governador. Depois vão conversar com o Lindbergh. Ontem, a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado elegeu os senadores Lindbergh e Sérgio Souza (PMDB-PR) para presidente e vice. Nesse semestre, a comissão analisa projetos com impacto nas relações federativas como o rateio do FPE (Fundo de Participação dos Estados), a redução dos encargos das dívidas estaduais e a diminuição das alíquotas interestaduais do ICMS .

Lindberg toma posse como presidente da CAE e é cumprimentado por Delcídio Amaral e Francisco Dornelles.

presidente Dilma Rousseff vai à convenção nacional do PMDB, em Brasília, no sábado. Dilma conversou sobre o assunto com o vicepresidente da República, Michel Temer (presidente licenciado do partido), e acertou a agenda em reunião na manhã de ontem. A presidente deve chegar às 11h e há a expectativa de que discurse. Dilma vai aproveitar para reforçar a relação entre PT e PMDB e afagar o parceiro governista. Publicamente, Dilma tem sinalizado que a chapa com Temer será reeditada em 2014. O evento vai eleger a nova direção do PMDB. Na segundafeira, o jornal Valor Econômico revelou que os pemedebistas devem mudar o estatuto durante o evento para permitir que Michel Temer possa reassumir o cargo. O atual estatuto proíbe que integrantes da executiva nacional do partido acumulem suas funções com cargos no Executivo. Há insatisfação dentro da legenda, no entanto, sobre a atuação de Michel Temer junto ao governo. Os parlamentares pedem que ele represente melhor os interesses do PMDB junto ao governo Dilma. Recado do Lula – Sobre a candidatura do senador Lindbergh Faria (PT-RJ) à sucessão do governador Sérgio Cabral (PMDB), o ex-presidente desconversou: "Gente, como é que eu vou saber? Eu não acompanho nem a política do Estado de São Paulo. Eu, depois que deixei a Presidência, parei de acompanhar a política." Pode?

Gurgel ainda 'nem sabe' da investigação sobre Chalita Procurador-geral não recebeu pedido de investigação contra o deputado Dida Sampaio/Estadão Conteúdo-21/06/11

Gabriel Chalita: denunciado enriquecimento ilícito, corrupção e fraude em licitação.

O

procurador-geral da República, Roberto Gurgel, informou ontem que não recebeu pedido de investigação contra o deputado Gabriel Chalita (PMDB-SP). O jornal Folha de S.Paulo revelou no último sábado que o Ministério Público Estadual de São Paulo instaurou 11 inquéritos para investigar Chalita por enriquecimento ilícito, corrupção e fraude em licitação. A investigação, referente ao período em que Chalita era secretário estadual da Educação, no governo de Geraldo Alckmin, de 2003 a 2006, ocorre a partir do depoimento do analista de sistemas Roberto Leandro Grobman, que diz ter sido assessor informal de Chalita na Secretaria de

Educação de São Paulo. Anteontem, Alckmin disse confiar em "no Gabriel Chalita". "É uma pessoa que tem espírito público e seriedade", afirmou o governador Alckmin, acrescentando: "Acho estranho denúncia dez anos depois. Qual é o objetivo da denúncia? Por que dez anos depois?". O governador disse ainda confiar também no Ministério Público e que a investigação deve ser feita para apurar e esclarecer as denúncias. O analista Grobman sustenta que viu a entrega de malas de dinheiro no apartamento do deputado. Chalita nega irregularidades em sua gestão, disse que Grobman nunca foi seu assessor e que não apresentou provas das denúncias.

Ao deixar reunião do Conselho Nacional do Ministério Público, Gurgel não quis falar com jornalistas. Ele pediu que assessores informassem que anteontem solicitou uma pesquisa na Procuradoria-Geral da República e não encontrou nenhum pedido de investigação envolvendo o peemedebista. A Procuradoria-Geral da República vai acionar o Ministério Público de São Paulo para confirmar se houve o encaminhamento das denúncias. Como é deputado, Chalita tem foro privilegiado e a parte criminal da denúncia precisa ser investigada pelo Ministério Público Federal. Gurgel, após analisar os dados, vai decidir se pede abertura de inquérito no STF (Supremo Tribunal Federal) contra o deputado.


DIÁRIO DO COMÉRCIO

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

7

Alvorada Cartões, Crédito, Financiamento e Investimento S.A. Empresa da Organização Bradesco CNPJ 74.552.142/0001-06 Sede: Cidade de Deus - Prédio Prata - 4º Andar - Vila Yara - Osasco - SP

RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO No exercício, a Alvorada Cartões registrou Lucro Líquido de R$ 250,751 milhões, correspondente a R$ 50,05 por lote de mil ações, Patrimônio Senhores Acionistas, Submetemos à apreciação de V.Sas. as Demonstrações Contábeis do exercício findo em 31 de dezembro de 2012, da Alvorada Cartões, Crédito, Líquido de R$ 1,943 bilhão e Ativos Totais de R$ 2,179 bilhões. Financiamento e Investimento S.A. (Alvorada Cartões), de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Osasco, SP, 25 de janeiro de 2013. Em 2012 foram pagos ao único acionista da Sociedade (Banco Bradesco S.A.), R$ 1,763 bilhão a título de Dividendos e R$ 1,337 bilhão de redução Diretoria do Capital Social mediante a restituição em dinheiro conforme deliberação ocorrida em Assembleia Geral Extraordinária realizada em 8.10.2012.

BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE DEZEMBRO - Em Reais mil ATIVO CIRCULANTE ............................................................................................................................................... DISPONIBILIDADES (Nota 4) ....................................................................................................................... APLICAÇÕES INTERFINANCEIRAS DE LIQUIDEZ (Nota 5) ...................................................................... Aplicações em Depósitos Interfinanceiros..................................................................................................... TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS (Nota 6) ......... Carteira Própria ............................................................................................................................................. Vinculados à Prestação de Garantias ........................................................................................................... RELAÇÕES INTERDEPENDÊNCIAS........................................................................................................... Transferências Internas de Recursos ............................................................................................................ OUTROS CRÉDITOS.................................................................................................................................... Rendas a Receber (Nota 7a)......................................................................................................................... Diversos (Nota 7b)......................................................................................................................................... OUTROS VALORES E BENS........................................................................................................................ Outros Valores e Bens................................................................................................................................... Provisões para Desvalorizações ................................................................................................................... REALIZÁVEL A LONGO PRAZO................................................................................................................. TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS (Nota 6) ......... Moeda de Privatização .................................................................................................................................. OUTROS CRÉDITOS.................................................................................................................................... Rendas a Receber (Nota 7a)......................................................................................................................... Diversos (Nota 7b)......................................................................................................................................... PERMANENTE ............................................................................................................................................. INVESTIMENTOS (Nota 8) ........................................................................................................................... Participações em Coligadas e Controladas: - No País........................................................................................................................................................ Outros Investimentos..................................................................................................................................... Provisões para Perdas .................................................................................................................................. IMOBILIZADO DE USO (Nota 9)................................................................................................................... Imóveis de Uso.............................................................................................................................................. Depreciações Acumuladas............................................................................................................................ TOTAL ...........................................................................................................................................................

2012 1.448.783 100 1.267.006 1.267.006 110.219 86.574 23.645 20 20 71.401 18.623 52.778 37 85 (48) 398.570 57.409 57.409 341.161 1.896 339.265 332.055 260.120

2011 4.285.228 10 4.081.681 4.081.681 165.230 136.680 28.550 38.161 20.906 17.255 146 208 (62) 397.558 61.304 61.304 336.254 1.896 334.358 245.595 201.562

259.786 3.174 (2.840) 71.935 119.873 (47.938) 2.179.408

201.228 3.174 (2.840) 44.033 90.270 (46.237) 4.928.381

PASSIVO CIRCULANTE ............................................................................................................................................... OUTRAS OBRIGAÇÕES .............................................................................................................................. Fiscais e Previdenciárias (Nota 11a)............................................................................................................. Diversas (Nota 11b).......................................................................................................................................

2012 102.283 102.283 95.321 6.962

2011 22.119 22.119 15.384 6.735

EXIGÍVEL A LONGO PRAZO....................................................................................................................... OUTRAS OBRIGAÇÕES .............................................................................................................................. Fiscais e Previdenciárias (Nota 11a)............................................................................................................. Diversas (Nota 11b).......................................................................................................................................

133.745 133.745 111.812 21.933

122.319 122.319 99.955 22.364

PATRIMÔNIO LÍQUIDO ................................................................................................................................ Capital: - De Domiciliados no País (Nota 12a) ........................................................................................................... Reservas de Lucros (Nota 12b)..................................................................................................................... Ajustes de Avaliação Patrimonial...................................................................................................................

1.943.380

4.783.943

1.707.000 220.951 15.429

3.044.000 1.733.366 6.577

TOTAL ...........................................................................................................................................................

2.179.408

4.928.381

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO - Em Reais mil

DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO - Em Reais mil Exercícios findos

2º Semestre 2012 RECEITAS DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA ........................................................

Reservas de Lucros

em 31 de dezembro 2012

105.981

2011

303.965

469.416

Operações de Crédito ...................................................................................................

593

1.682

1.893

Resultado de Operações com Títulos e Valores Mobiliários (Nota 6b) .........................

105.388

302.283

467.523

RESULTADO BRUTO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA.......................................

105.981

303.965

469.416

OUTRAS RECEITAS/(DESPESAS) OPERACIONAIS.................................................

36.369

39.943

149.803

Despesas de Pessoal (Nota 13) ....................................................................................

(36)

(64)

Outras Despesas Administrativas (Nota 14)..................................................................

(2.198)

(4.610)

(4.297)

Despesas Tributárias (Nota 15) .....................................................................................

(5.384)

(14.962)

(26.150)

Resultado de Participações em Coligadas e Controladas (Nota 8a) ............................

39.930

50.288

39.550

Outras Receitas Operacionais (Nota 16).......................................................................

7.753

16.054

310.040

(6.763)

(168.276)

Outras Despesas Operacionais (Nota 17).....................................................................

(3.696)

(1.064)

RESULTADO OPERACIONAL .....................................................................................

142.350

343.908

619.219

RESULTADO NÃO OPERACIONAL (Nota 18) ............................................................

5.711

40.972

30.165

RESULTADO ANTES DA TRIBUTAÇÃO SOBRE O LUCRO ......................................

148.061

384.880

649.384

IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL (Nota 21) ...................................

(43.276)

(134.129)

(160.749)

LUCRO LÍQUIDO..........................................................................................................

104.785

250.751

488.635

Número de ações (Nota 12a) ........................................................................................

5.009.948.649

5.009.948.649

5.009.948.649

Lucro por lote de mil ações em R$................................................................................

20,92

50,05

97,53

Capital Social 3.044.000

Eventos Saldos em 30.6.2012.......................... Reversão de Dividendos Propostos no 1º Semestre de 2012 .................... Redução de Capital ............................. Ajustes de Avaliação Patrimonial......... Lucro Líquido....................................... Destinações: - Reservas...................... - Dividendos Intermediários Pagos .................. Saldos em 31.12.2012........................ Saldos em 31.12.2010........................ Ajustes de Avaliação Patrimonial......... Lucro Líquido....................................... Destinações: - Reservas...................... - Juros sobre o Capital Próprio - Pagos .......... Saldos em 31.12.2011........................ Redução de Capital ............................. Ajustes de Avaliação Patrimonial......... Lucro Líquido....................................... Destinações: - Reservas...................... - Dividendos Intermediários Pagos .................. Saldos em 31.12.2012........................

(1.337.000) -

DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA - Em Reais mil

Fluxo de Caixa das Atividades Operacionais: Lucro Líquido antes dos Impostos .......................................................................... Ajustes ao Lucro Líquido antes dos Impostos....................................................... Depreciações ............................................................................................................. Resultado de Participações em Coligadas e Controladas......................................... Despesas com Provisões Cíveis, Trabalhistas e Fiscais ........................................... (Ganho)/Perda na Alienação de Investimentos.......................................................... (Ganho)/Perda na Venda de Bens Não de Uso Próprio............................................. Outros ........................................................................................................................ Lucro Líquido Ajustado antes dos Impostos ........................................................... (Aumento)/Redução em Aplicações Interfinanceiras de Liquidez ............................... (Aumento)/Redução em Títulos para Negociação e Instrumentos Financeiros Derivativos ................................................................................................................. Redução/(Aumento) em Relações Interdependências ................................................ (Aumento)/Redução em Outros Créditos e Outros Valores e Bens............................. Aumento/(Redução) em Outras Obrigações ............................................................... Imposto de Renda e Contribuição Social Pagos ......................................................... Caixa Líquido Proveniente/(Utilizado) nas Atividades Operacionais ..................... Fluxo de Caixa das Atividades de Investimentos: (Aumento)/Redução em Títulos Disponíveis para Venda ............................................ Alienação de Bens Não de Uso Próprio ...................................................................... Alienação de Investimentos ......................................................................................... Aquisição de Bens não de Uso Próprio ....................................................................... Aquisição de Investimentos ......................................................................................... Dividendos e Juros sobre o Capital Próprio Recebidos .............................................. Caixa Líquido Proveniente/(Utilizado) nas Atividades de Investimentos............................................................................................................. Fluxo de Caixa das Atividades de Financiamento: Redução de Capital ..................................................................................................... Dividendos e Juros sobre o Capital Próprio Pagos ..................................................... Caixa Líquido Proveniente/(Utilizado) nas Atividades de Financiamento ............. (Redução)/Aumento de Caixa e Equivalentes de Caixa........................................... Caixa e Equivalentes de Caixa - Início do Período ....................................................... Caixa e Equivalentes de Caixa - Fim do Período .......................................................... (Redução)/Aumento de Caixa e Equivalentes de Caixa...........................................

5.239

1.386 99.546

(264) -

Lucros Acumulados -

Totais 4.935.331

2.308 -

104.785 (104.785)

1.386 (1.337.000) 2.044 104.785 -

1.707.000 3.044.000 -

120.019 83.050 24.432

(1.763.166) 100.932 1.361.681 264.203

7.222 10.017 (2.256) -

8.207 (1.184) -

488.635 (288.635)

(1.763.166) 1.943.380 4.498.748 (3.440) 488.635 -

3.044.000 (1.337.000) -

107.482 12.537

1.625.884 100.932

7.761 (539) -

(1.184) 9.391 -

(200.000) 250.751 (113.469)

(200.000) 4.783.943 (1.337.000) 8.852 250.751 -

1.707.000

120.019

(1.625.884) 100.932

7.222

8.207

(137.282) -

(1.763.166) 1.943.380

DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO - Em Reais mil Exercícios findos em 31 de dezembro 2012 2011

148.061 (37.740) 851 (39.930) 1.270 82 (13) 110.321 3.001.725

384.880 (68.440) 1.702 (50.288) 9.660 102 (29.616) 316.440 2.814.675

649.384 (49.253) 1.702 (39.550) 8.468 (20.032) 269 (110) 600.131 (123.418)

(12.360) 700 10.198 (12.501) 3.098.083

55.011 (3) (52.911) (39.717) 3.093.495

(86.001) (537) (69.438) (94.533) (58.905) 167.299

1.756 12 (9) 408

3.354 12 (9) (6) 3.410

4.937 361 30.236 (483) (60) 53

2.167

6.761

35.044

(1.337.000) (1.763.166) (3.100.166) 84 16 100 84

Estatutárias 1.763.166

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

2º Semestre 2012

Legal 114.780

Ajustes de Avaliação Patrimonial Coligadas e Própria Controladas 7.486 5.899

(1.337.000) (1.763.166) (3.100.166) 90 10 100 90

(202.350) (202.350) (7) 17 10 (7)

Descrição 1 - RECEITAS ......................................................... 1.1) Intermediação Financeira......................... 1.2) Outras ........................................................

2º Semestre 2012 % 115.749 75,5 105.981 69,1 9.768 6,4

2 - INSUMOS ADQUIRIDOS DE TERCEIROS ....... Serviços Técnicos Especializados ..................... Serviços de Terceiros......................................... Serviços do Sistema Financeiro ........................ Propaganda, Promoções e Publicidade............. Outras ................................................................ 3 - VALOR ADICIONADO BRUTO (1-2) .................

(1.347) (1.066) (58) (120) (88) (15) 114.402

4 - DEPRECIAÇÕES............................................... 5 - VALOR ADICIONADO LÍQUIDO PRODUZIDO PELA ENTIDADE (3-4) .................................... 6 - VALOR ADICIONADO RECEBIDO EM TRANSFERÊNCIA ........................................... Resultado de Participações em Coligadas e Controladas .................................................

(851)

(0,9) (0,7) (0,1) (0,1) 74,6 (0,6)

Exercícios findos em 31 de dezembro 2012 % 2011 354.228 88,5 641.345 303.965 76,0 469.416 50.263 12,5 171.929 (2.908) (2.253) (135) (246) (211) (63)

(0,7) (0,6) (0,1) -

351.320

87,8

(1.702)

(0,4)

(2.595) (1.748) (295) (274) (236) (42) 638.750 (1.702)

% 94,8 69,4 25,4 (0,4) (0,3) (0,1) 94,4 (0,3)

113.551

74,0

349.618

87,4

637.048

94,1

39.930

26,0

50.288

12,6

39.550

5,9

39.930

26,0

50.288

12,6

39.550

5,9

7 - VALOR ADICIONADO A DISTRIBUIR (5+6).....

153.481

100,0

399.906

100,0

676.598

100,0

8 - DISTRIBUIR VALOR ADICIONADO.................. 8.1) Pessoal ...................................................... Outros Encargos ......................................... 8.2) Impostos, Taxas e Contribuições ............ Federais ...................................................... Municipais ................................................... 8.3) Remuneração de Capitais Próprios ........ Juros sobre o Capital Próprio ..................... Dividendos .................................................. Lucros Retidos ............................................

153.481 36 36 48.660 48.660 104.785 104.785

100,0 31,7 31,7 68,3 68,3

399.906 64 64 149.091 149.061 30 250.751 137.282 113.469

100,0 37,3 37,3 62,7 34,3 28,4

676.598 1.064 1.064 186.899 186.899 488.635 200.000 288.635

100,0 0,2 0,2 27,6 27,6 72,2 29,6 42,6

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 1) CONTEXTO OPERACIONAL A Alvorada Cartões, Crédito, Financiamento e Investimento S.A. (Alvorada Cartões ou Instituição), tem como objetivo as operações de concessão de créditos e financiamentos de bens e serviços, financiamentos de capital de giro e administração de recursos de terceiros, bem como a emissão, a administração de cartões de crédito, próprios e/ou de terceiros, a cobrança de faturas e o financiamento aos clientes, podendo ainda participar no capital social de outras empresas. A Alvorada Cartões é parte integrante da Organização Bradesco, utilizando-se de seus recursos administrativos e tecnológicos, e suas demonstrações contábeis devem ser entendidas neste contexto. 2) APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS As demonstrações contábeis foram elaboradas a partir das diretrizes contábeis emanadas das Leis nºs 4.595/64 (Lei do Sistema Financeiro Nacional) e 6.404/76 (Lei das Sociedades por Ações) com alterações introduzidas pelas Leis nºs 11.638/07 e 11.941/09, para a contabilização das operações, associadas às Normas e Instruções do Conselho Monetário Nacional (CMN) e do Banco Central do Brasil (BACEN). Incluem estimativas e premissas, tais como: estimativas do valor justo de determinados instrumentos financeiros; provisões cíveis, fiscais e trabalhistas; perdas por redução ao valor recuperável (impairment) de títulos e valores mobiliários classificados na categoria de títulos disponíveis para venda e ativos não financeiros; e outras provisões. Os resultados efetivos podem ser diferentes daqueles estabelecidos por essas estimativas e premissas. Em Assembleia Geral Extraordinária de 8 de outubro de 2012 deliberou-se a redução do capital social em conformidade com o disposto no Artigo 173 da Lei nº 6.404/76, sem o cancelamento de ações, a fim de ajustar o valor do capital próprio da Sociedade que se mostra excessivo às suas efetivas necessidades operacionais (Nota 12b). As demonstrações contábeis foram aprovadas pela Administração em 25 de janeiro de 2013. 3) PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS a) Moeda funcional e de apresentação As demonstrações contábeis estão apresentadas em Real, que é a moeda funcional da Instituição. b) Apuração do resultado O resultado é apurado de acordo com o regime de competência, que estabelece que as receitas e despesas devem ser incluídas na apuração dos resultados dos períodos em que ocorrerem, sempre simultaneamente quando se correlacionarem, independentemente de recebimento ou pagamento. As operações com taxas prefixadas são registradas pelo valor de resgate, e as receitas e despesas correspondentes ao período futuro são apresentadas em conta redutora dos respectivos ativos e passivos. As receitas e despesas de natureza financeira são contabilizadas pelo critério pro rata dia e calculadas com base no método exponencial. As operações com taxas pós-fixadas ou indexadas a moedas estrangeiras são atualizadas até a data do balanço. c) Caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa são representados por disponibilidades em moeda nacional, aplicações no mercado aberto e aplicações em depósitos interfinanceiros, cujo vencimento das operações, na data da efetiva aplicação, são iguais ou inferiores a 90 dias e apresentam risco insignificante de mudança de valor justo, que são utilizados pela Instituição para gerenciamento de seus compromissos de curto prazo. d) Aplicações interfinanceiras de liquidez As operações compromissadas realizadas com acordo de livre movimentação são ajustadas pelo valor de mercado. As demais aplicações são registradas ao custo de aquisição, acrescidas dos rendimentos auferidos até a data do balanço, deduzidas de provisão para desvalorização, quando aplicável. e) Títulos e valores mobiliários - Classificação • Títulos para negociação - adquiridos com o propósito de serem ativa e frequentemente negociados. São registrados pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos e ajustados pelo valor de mercado em contrapartida ao resultado do período; • Títulos disponíveis para venda - são aqueles que não se enquadram como para negociação nem como mantidos até o vencimento. São registrados pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos em contrapartida ao resultado do período e ajustados pelo valor de mercado em contrapartida ao patrimônio líquido, deduzidos dos efeitos tributários, os quais só serão reconhecidos no resultado quando da efetiva realização; e • Títulos mantidos até o vencimento - adquiridos com a intenção e capacidade financeira para sua manutenção em carteira até o vencimento. São registrados pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos em contrapartida ao resultado do período. Os títulos e valores mobiliários classificados nas categorias de negociação e disponível para venda, são demonstrados no balanço patrimonial pelo seu valor justo estimado. O valor justo geralmente baseia-se em cotações de preços de mercado ou cotações de preços de mercado para ativos ou passivos com características semelhantes. Se esses preços de mercado não estiverem disponíveis, os valores justos são baseados em cotações de operadores de mercado, modelos de precificação, fluxo de caixa descontado ou técnicas similares, para as quais a determinação do valor justo possa exigir julgamento ou estimativa significativa por parte da Administração. f) Imposto de renda e contribuição social (ativo e passivo) Os créditos tributários de imposto de renda e contribuição social sobre o lucro líquido, calculados sobre adições temporárias, são registrados na rubrica “Outros Créditos - Diversos”, e a provisão para as obrigações fiscais diferidas sobre ajustes a valor de mercado dos títulos e valores mobiliários é registrada na rubrica “Outras Obrigações - Fiscais e Previdenciárias”. Os créditos tributários sobre as adições temporárias serão realizados quando da utilização e/ou reversão das respectivas provisões sobre as quais foram constituídos. Tais créditos tributários são reconhecidos contabilmente baseados nas expectativas atuais de realização, considerando os estudos técnicos e análises realizadas pela Administração. A provisão para imposto de renda é constituída à alíquota-base de 15% do lucro tributável, acrescida de adicional de 10%. A contribuição social sobre o lucro é calculada considerando a alíquota de 15% para empresas do segmento financeiro. Foram constituídas provisões para os demais impostos e contribuições sociais, de acordo com as respectivas legislações vigentes. De acordo com a Lei nº 11.941/09, as modificações no critério de reconhecimento de receitas, custos e despesas computadas na apuração do lucro líquido do período, introduzidas pela Lei nº 11.638/07 e pelos artigos 37 e 38 da Lei nº 11.941/09, não terão efeitos para fins de apuração do lucro real, devendo ser considerados, para fins tributários, os métodos e critérios contábeis vigentes em 31 de dezembro de 2007. Para fins contábeis, os efeitos tributários da adoção das mencionadas Leis estão registrados nos ativos e passivos diferidos correspondentes. g) Investimentos Os investimentos em empresas controladas e coligadas com influência significativa ou participação de 20% ou mais no capital votante são avaliados pelo método de equivalência patrimonial. Os incentivos fiscais e outros investimentos são avaliados pelo custo de aquisição, deduzidos de provisão para perdas/redução ao valor recuperável (impairment), quando aplicável. h) Imobilizado Corresponde aos direitos que tenham por objeto bens corpóreos destinados à manutenção das atividades ou exercidos com essa finalidade, inclusive os decorrentes de operações que transfiram os riscos, benefícios e controles dos bens para a entidade. É demonstrado ao custo de aquisição, líquido das respectivas depreciações acumuladas, calculadas pelo método linear de acordo com a vida útil-econômica estimada dos bens, sendo: imóveis de uso - edificações - 4% ao ano e ajustados por redução ao valor recuperável (impairment), quando aplicável. i) Redução ao valor recuperável de ativos (impairment) Os títulos e valores mobiliários classificados na categoria títulos disponíveis para venda e ativos não financeiros, exceto outros valores e bens e créditos tributários, são revistos no mínimo anualmente, para determinar se há alguma indicação de perda por redução ao valor recuperável (impairment), e caso seja detectada uma perda, esta é reconhecida no resultado do período quando o valor contábil do ativo exceder o seu valor recuperável apurado pelo: (i) potencial valor de venda, ou valor de realização deduzido das respectivas despesas; ou (ii) valor em uso calculado pela unidade geradora de caixa, dos dois o maior. Uma unidade geradora de caixa é o menor grupo identificável de ativos que gera fluxos de caixa substancialmente independentes de outros ativos e grupos.

j) Provisões, ativos e passivos contingentes e obrigações legais - fiscais e previdenciárias O reconhecimento, a mensuração e a divulgação das provisões, das contingências ativas e passivas e também das obrigações legais são efetuados de acordo com os critérios definidos pelo CPC 25, o qual foi aprovado pela Resolução nº 3.823/09 do CMN, sendo: • Ativos Contingentes: não são reconhecidos contabilmente, exceto quando a Administração possui total controle da situação ou quando há garantias reais ou decisões judiciais favoráveis, sobre as quais não caibam mais recursos, caracterizando o ganho como praticamente certo e pela confirmação da capacidade de sua recuperação por recebimento ou compensação com outro passivo exigível. Os ativos contingentes, cuja expectativa de êxito é provável, são divulgados nas notas explicativas (Nota 10a); • Provisões: são constituídas levando em conta a opinião dos assessores jurídicos, a natureza das ações, a similaridade com processos anteriores, a complexidade e o posicionamento de Tribunais, sempre que a perda for avaliada como provável, o que ocasionaria uma provável saída de recursos para a liquidação das obrigações e quando os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança; • Passivos Contingentes: de acordo com o CPC 25, o termo “contingente” é utilizado para passivos que não são reconhecidos, pois a sua existência somente será confirmada pela ocorrência ou não de um ou mais eventos futuros e incertos que não estejam totalmente sob o controle da Administração. Os passivos contingentes não satisfazem os critérios de reconhecimento, pois são considerados como perdas possíveis, devendo apenas ser divulgados em notas explicativas, quando relevantes. As obrigações classificadas como remotas não são provisionadas e nem divulgadas (Nota 10c); e • Obrigações Legais - Provisão para Riscos Fiscais: decorrem de processos judiciais, cujo objeto de contestação é sua legalidade ou constitucionalidade que, independentemente da avaliação acerca da probabilidade de sucesso, têm os seus montantes reconhecidos integralmente nas demonstrações contábeis (Nota 10b). k) Outros ativos e passivos Os ativos estão demonstrados pelos valores de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias auferidos (em base pro rata dia) e provisão para perda, quando julgada necessária. Os passivos demonstrados incluem os valores conhecidos e mensuráveis, acrescidos dos encargos e das variações monetárias incorridos (em base pro rata dia). l) Eventos subsequentes Correspondem aos eventos ocorridos entre a data-base das demonstrações contábeis e a data de autorização para sua emissão. São compostos por: • Eventos que originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que já existiam na data-base das demonstrações contábeis; e • Eventos que não originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que não existiam na data-base das demonstrações contábeis. Não houve qualquer evento subsequente que requer ajustes ou divulgações para as demonstrações contábeis encerradas em 31 de dezembro de 2012. 4) CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA 2012 Disponibilidades em moeda nacional ...................................................................................................... Total caixa e equivalentes de caixa .....................................................................................................

Em 31 de dezembro - R$ mil 2011 100 10 100 10

5) APLICAÇÕES INTERFINANCEIRAS DE LIQUIDEZ a) Vencimentos Correspondem a aplicações em depósitos interfinanceiros, com vencimentos até 180 dias. b) Receitas de aplicações interfinanceiras de liquidez Classificadas na demonstração de resultado como resultado de operações com títulos e valores mobiliários. Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 Rendas de aplicações em depósitos interfinanceiros ............................................................................. 286.596 445.633 Total (Nota 6b)........................................................................................................................................ 286.596 445.633 6) TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS a) Classificação por categorias e prazos 2012

Títulos (1) Títulos para negociação (3) ................ Letras financeiras do tesouro ................ Certificados de depósito bancário ......... Letras do tesouro nacional .................... Debêntures ............................................ Notas do tesouro nacional..................... Outros.................................................... Operações compromissadas................. Títulos disponíveis para venda ......... Ações..................................................... Certificados de privatização .................. Total em 2012 ....................................... Total em 2011 .......................................

1 a 30 dias 16.387 10.647 2 5.738 3 3 16.390 38.797

31 a 180 dias 6.541 5.965 432 144 6.541 1.524

181 a 360 dias 6.312 4.269 952 44 1.047 6.312 13.314

Valor de Acima mercado/ Valor de de contábil custo 360 dias (2) atualizado 80.976 110.216 110.217 68.005 78.239 78.240 1.579 2.963 2.963 1.293 12.084 12.084 2.665 2.711 2.711 5.738 5.738 7.434 8.481 8.481 57.409 57.412 45.376 3 57.409 57.409 45.376 138.385 167.628 155.593 172.899

Em 31 de dezembro - R$ mil 2011 Valor de Marcação mercado/ Marcação a contábil a mercado (2) mercado (1) 165.227 3 (1) 103.745 3 4.538 2.724 943 14.499 38.778 12.036 61.307 12.937 3 3 3 12.033 61.304 12.934 12.035 226.534 12.940

(1) As aplicações em cotas de fundos exclusivos de investimento foram distribuídas de acordo com os papéis que compõem suas carteiras e, no caso de operações compromissadas, pelos respectivos papéis que estão lastreando as operações, preservando a classificação da categoria dos fundos. No encerramento do exercício, os fundos de investimento exclusivos administrados pelo Conglomerado Bradesco somavam R$ 57.629 mil (2011 - R$ 128.528 mil). Na distribuição dos prazos, foram considerados os vencimentos dos papéis, independentemente de sua classificação contábil; (2) O valor de mercado dos títulos e valores mobiliários é apurado de acordo com a cotação de preço de mercado disponível na data do balanço. Se não houver cotação de preços de mercado disponível, os valores são estimados com base em cotações de distribuidores, modelos de precificação, modelos de cotações ou cotações de preços para instrumentos com características semelhantes. No caso das aplicações em fundos de investimento, o custo atualizado reflete o valor de mercado das respectivas cotas; e (3) Para fins de apresentação do Balanço Patrimonial os títulos classificados como “para negociação” estão demonstrados no ativo circulante. continua...


DIÁRIO DO COMÉRCIO

8

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

...continuação

Alvorada Cartões, Crédito, Financiamento e Investimento S.A. Empresa da Organização Bradesco CNPJ 74.552.142/0001-06 Sede: Cidade de Deus - Prédio Prata - 4º Andar - Vila Yara - Osasco - SP

NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS b) Resultado de títulos e valores mobiliários Classificadas na demonstração de resultado como resultado de operações com títulos e valores mobiliários. Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 Rendas de aplicações interfinanceiras de liquidez (Nota 5b).................................................................. 286.596 445.633 Títulos de renda fixa ................................................................................................................................ 9.993 11.262 Fundos de investimento........................................................................................................................... 5.667 7.327 Títulos de renda variável ......................................................................................................................... 27 3.301 Total ........................................................................................................................................................ 302.283 467.523 c) A Alvorada Cartões não possuía operações com instrumentos financeiros derivativos em 31 de dezembro de 2012 e de 2011. 7) OUTROS CRÉDITOS a) Rendas a receber

14) OUTRAS DESPESAS ADMINISTRATIVAS Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 2.253 1.748 1.702 1.702 135 295 246 274 211 236 63 42 4.610 4.297

Serviços técnicos especializados............................................................................................................ Depreciações........................................................................................................................................... Serviços de terceiros............................................................................................................................... Serviços do sistema financeiro................................................................................................................ Propaganda e publicidade....................................................................................................................... Outras...................................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................ 15) DESPESAS TRIBUTÁRIAS

Em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 18.623 20.906 1.896 1.896 20.159 22.802

Dividendos/Juros sobre o Capital Próprio ............................................................................................... Outros...................................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................ b) Diversos

Em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 112.055 112.237 50.701 92.523 58.169 70.651 163.804 69.476 3.740 3.836 2.145 1.447 1.429 1.443 392.043 351.613

Pagamentos a ressarcir........................................................................................................................... Impostos e contribuições a compensar ................................................................................................... Créditos tributários e impostos e contribuições (Nota 21c) ..................................................................... Depósitos em garantia de recursos fiscais.............................................................................................. Depósitos em garantia - outros ............................................................................................................... Depósitos em garantia de recursos trabalhistas ..................................................................................... Outros...................................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................

Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 12.672 22.276 2.060 3.620 230 254 14.962 26.150

Contribuição à COFINS........................................................................................................................... Contribuição ao PIS................................................................................................................................. Impostos e taxas ..................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................ 16) OUTRAS RECEITAS OPERACIONAIS

Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 2.309 146.561 4.701 145.753 6.924 9.027 4.540 1 152 16 84 6.026 16.054 310.040

Reversão de provisões operacionais....................................................................................................... Créditos fiscais (1)................................................................................................................................... Receita de impostos a compensar .......................................................................................................... Atualização de depósitos judiciais........................................................................................................... Variação monetária sobre tributos........................................................................................................... Juros sobre o capital próprio/dividendos recebidos ................................................................................ 8) INVESTIMENTOS a) Os ajustes decorrentes da avaliação pelo método de equivalência patrimonial dos investimentos foram registrados em contas de resultado, sob a rubrica Outras...................................................................................................................................................... Totais ...................................................................................................................................................... de “Resultado de participações em coligadas e controladas”. Em 31 de dezembro - R$ mil (1) Em 2011, refere-se receitas de impostos a compensar. Quantidade de Participaações/cotas ção no 17) OUTRAS DESPESAS OPERACIONAIS Patrimônio possuídas Capital Lucro Ajuste decorrente Capital Líquido (em milhares) Social líquido Valor contábil de avaliação (3) Empresas Social ajustado Ações Cotas (%) ajustado 2012 2011 2012 2011 Provisão para riscos - fiscais................................................................................................................... BEC - DTVM Ltda. .......... 20.000 39.314 16.499 99,999 1.751 39.314 37.579 1.751 8.241 Variação monetária sobre tributos........................................................................................................... Serel Participações S.A. .. 165.500 1.481.321 1.640 11,357 361.298 164.862 123.922 41.032 12.639 Patrocínio cultural .................................................................................................................................... Caboquenas Holdings Indenizações cíveis ................................................................................................................................. Ltda. (1).......................... 17.120 Tapajós Holdings Ltda. (1) 413.333 525.639 24.836 6,007 104.632 39.709 24.175 6.286 520 Outras...................................................................................................................................................... Caetê Holdings Ltda. ....... 40.158 216.690 304 0,756 157.091 1.713 1.395 1.187 1.006 Totais ...................................................................................................................................................... Marselha Holdings Ltda... 147.000 336.357 80 0,055 59.020 184 153 32 24 18) RESULTADO NÃO OPERACIONAL Tecnologia Bancária S.A. (2)........................... 14.004 14.004 Total Geral ...................... 259.786 201.228 50.288 39.550 (1) Investimento utilizado para aquisição de participação no capital social na Empresa Tapajós Holdings Ltda., em 23 de dezembro de 2011, pelo valor de custo; (2) Investimento na Tecnologia Bancária S.A. - TECBAN - não avaliado pelo método de equivalência patrimonial em decorrência das alterações estabelecidas pela Resolução nº 3.619/08 do CMN; e (3) Ajuste decorrente de avaliação considera os resultados apurados, periodicamente, pelas companhias e inclui variações patrimoniais das investidas não decorrentes de resultado, quando aplicáveis. b) Composição de outros investimentos Em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 Aplicações por incentivos fiscais ............................................................................................................. 3.120 3.120 Outros investimentos ............................................................................................................................... 46 46 Títulos patrimoniais ................................................................................................................................. 8 8 Subtotal .................................................................................................................................................. 3.174 3.174 Provisão para perdas em aplicações por incentivos fiscais .................................................................... (2.829) (2.829) Provisão para perdas em outros investimentos....................................................................................... (11) (11) Subtotal .................................................................................................................................................. (2.840) (2.840) Total ........................................................................................................................................................ 334 334 9) ATIVO IMOBILIZADO

Taxa Imóveis de uso - Terrenos.......................................................................................... - Edificações ..................................................................................... Total em 2012 .................................................................................. Total em 2011 ..................................................................................

Custo 4%

Depreciação

64.138 55.735 119.873 90.270

(47.938) (47.938) (46.237)

Em 31 de dezembro - R$ mil Custo líquido de depreciação 2012 2011 64.138 7.797 71.935

34.535 9.498 44.033

10) ATIVOS E PASSIVOS CONTINGENTES E OBRIGAÇÕES LEGAIS - FISCAIS E PREVIDENCIÁRIAS a) Ativos Contingentes Não são reconhecidos contabilmente os ativos contingentes. b) Provisões classificadas como perdas prováveis e Obrigações Legais - Fiscais e Previdenciárias A Instituição é parte em processos judiciais, de natureza trabalhista, cível e fiscal, decorrentes do curso normal de suas atividades. Na constituição das provisões a Administração leva em conta: a opinião dos assessores jurídicos, a natureza das ações, a similaridade com processos anteriores, a complexidade e o posicionamento de Tribunais, sempre que a perda for avaliada como provável. A Administração entende que a provisão constituída é suficiente para atender as perdas decorrentes dos respectivos processos. O passivo relacionado à obrigação legal em discussão judicial é mantido até o desfecho da ação, representado por decisões judiciais, sobre as quais não caiba mais recursos, ou a sua prescrição. I - Processos trabalhistas São ações ajuizadas por ex-empregados, visando obter indenizações, em especial o pagamento de “horas extras” em razão de interpretação do artigo 224 da Consolidação das Leis do Trabalho. Nos processos em que é exigido depósito judicial para garantia de execução, o valor das provisões trabalhistas é constituído considerando a efetiva perspectiva de perda destes depósitos. Para os demais processos, a provisão é constituída com base no valor médio apurado dos pagamentos efetuados de processos encerrados nos últimos 12 meses. II - Processos cíveis São pleitos de indenização por dano moral e patrimonial. Essas ações são controladas individualmente e provisionadas sempre que a perda for avaliada como provável, considerando a opinião de assessores jurídicos, natureza das ações, similaridade com processos anteriores, complexidade e posicionamento de Tribunais. Não existem em curso processos administrativos significativos por descumprimento das normas do Sistema Financeiro Nacional ou de pagamento de multas que possam causar impactos representativos no resultado financeiro da Instituição. III - Obrigações Legais - Provisão para Riscos Fiscais A Instituição vem discutindo judicialmente a legalidade e constitucionalidade de alguns tributos e contribuições, os quais estão totalmente provisionados não obstante as boas chances de êxito a médio e longo prazo, de acordo com a opinião dos nossos assessores jurídicos. As principais questões são: COFINS - R$ 33.920 mil (2011 - R$ 32.224 mil): pleiteia calcular e recolher a COFINS, a partir de outubro de 2005, sobre o efetivo faturamento, cujo conceito consta do artigo 2º da Lei Complementar nº 70/91, afastando-se assim a inconstitucional ampliação da base de cálculo pretendida pelo parágrafo 1º do artigo 3º da Lei nº 9.718/98. IRPJ - Dedução da CSLL na Base de Cálculo - R$ 35.276 mil (2011 - R$ 26.931 mil): pleiteia deduzir, para formação da base de cálculo do imposto sobre a renda, a despesa relativa ao pagamento da contribuição social sobre o lucro, no período-base de 1998 e subsequentes, afastando, por ilegal e inconstitucional, o art. 1º da Lei nº 9.316/96 que elimina a possibilidade de utilização da referida despesa. IV - Movimentação das Provisões Constituídas Em 31 de dezembro - R$ mil Fiscais e Trabalhistas Cíveis Previdenciárias (1) No início do exercício de 2012 ....................................................................................... 1.665 23.147 87.430 Atualização monetária ....................................................................................................... 64 881 4.093 Constituições líquidas de reversões .................................................................................. (583) 5.205 Baixas/Transferências........................................................................................................ (251) No final do exercício de 2012 (Notas 11a e 11b)........................................................... 1.146 23.777 96.728 (1) Compreende, substancialmente, obrigações legais. c) Passivos Contingentes classificados como perdas possíveis A Instituição mantém um sistema de acompanhamento para todos os processos administrativos e judiciais em que a Instituição figura como “autora” ou “ré” e, amparada na opinião dos assessores jurídicos, classifica as ações de acordo com a expectativa de insucesso. Periodicamente são realizadas análises sobre as tendências jurisprudenciais e efetivada, se necessária, a reclassificação dos riscos desses processos. Neste contexto, os processos contingentes avaliados como de risco de perda possível não são reconhecidos contabilmente. 11) OUTRAS OBRIGAÇÕES a) Fiscais e previdenciárias Provisão para riscos - fiscais (Nota 10b)................................................................................................. Provisão para impostos e contribuições diferidos (Notas 21c e 21f)....................................................... Impostos e contribuições sobre lucros a pagar ....................................................................................... Impostos e contribuições a recolher........................................................................................................ Total ........................................................................................................................................................ b) Diversas Provisões cíveis (Nota 10b)..................................................................................................................... Provisões para pagamento a efetuar....................................................................................................... Provisões trabalhistas (Nota 10b) ........................................................................................................... Outros...................................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................

Em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 96.728 87.430 14.720 11.469 94.920 13.335 765 3.105 207.133 115.339 Em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 23.777 23.147 3.898 4.261 1.146 1.665 74 26 28.895 29.099

Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 145.616 4.335 9.253 1.825 4.140 557 3.681 46 5.586 6.763 168.276

Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 (102) 19.763 11.458 10.402 29.603 13 40.972 30.165

Resultado na alienação de investimento e valores e bens (1) ................................................................ Receitas de aluguéis ............................................................................................................................... Reversão de provisões não operacionais................................................................................................ Provisão para desvalorização de bens não de uso................................................................................. Total ........................................................................................................................................................ (1) Em 2011, refere-se, substancialmente, ao lucro apurado na alienação de ações da CETIP S.A. 19) TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS a) As transações com controlador e empresas coligadas e controladas estão assim representadas: 2012 Ativos (passivos)

2011 Ativos (passivos)

Em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 Receitas Receitas (despesas) (despesas)

Disponibilidades: Banco Bradesco S.A. ....................................................................... 100 10 Aplicações em depósitos interfinanceiros: Banco Bradesco S.A. ....................................................................... 1.267.006 4.081.681 286.596 445.633 Dividendos/Juros sobre o Capital Próprio: Serel Participações S.A. .................................................................. 18.263 18.389 Caetê Holdings Ltda. ....................................................................... 278 2.322 Outras controladas e coligadas ........................................................ 82 194 Aluguel: Banco Bradesco S.A. ....................................................................... 9.863 7.559 b) Remuneração do pessoal-chave da Administração Anualmente na Assembleia Geral Ordinária é fixado: • O montante global anual da remuneração dos Administradores, que é definido em reunião do Conselho de Administração da Organização Bradesco, a ser paga aos membros do próprio Conselho e da Diretoria, conforme determina o Estatuto Social; e • A verba destinada a custear Planos de Previdência Complementar aberta dos Administradores, dentro do Plano de Previdência destinado aos Funcionários e Administradores da Instituição. A Instituição é parte integrante da organização Bradesco e seus administradores são remunerados pelos cargos que ocupam no Banco Bradesco S.A., controlador da Companhia. A Instituição não possui benefícios de longo prazo, de rescisão de contrato de trabalho ou remuneração em instrumento baseado em ações, nos termos do CPC 10 - Pagamento Baseado em Ações, aprovado pela Resolução CMN nº 3.989/11, para seu pessoal-chave da Administração. Outras informações Conforme legislação em vigor, as instituições financeiras não podem conceder empréstimos ou adiantamentos para: a) Diretores e membros dos Conselhos consultivos ou administrativo, fiscais e semelhantes, bem como aos respectivos cônjuges e parentes até o 2º grau; b) Pessoas físicas ou jurídicas que participem de seu capital, com mais de 10%; e c) Pessoas jurídicas de cujo capital participem, com mais de 10%, a própria instituição financeira, quaisquer diretores ou administradores da própria instituição, bem como seus cônjuges e respectivos parentes até o 2º grau. Dessa forma, não são efetuados pelas instituições financeiras empréstimos ou adiantamentos a qualquer subsidiária, membros do Conselho de Administração ou da Diretoria Executiva e seus familiares. 20) BENEFÍCIOS A EMPREGADOS A Alvorada Cartões (incorporadora do Banco BEC S.A.) patrocina plano de benefício definido por meio da Caixa de Previdência Privada do Banco do Estado do Ceará - CABEC. As obrigações atuariais dos planos de contribuição definida e benefício definido estão integralmente cobertas pelos patrimônios dos planos. Os recursos garantidores dos planos de previdência são investidos de acordo com a legislação pertinente (títulos públicos e privados, ações de companhias abertas e imóveis). 21) IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL a) Demonstração do cálculo dos encargos com imposto de renda e contribuição social Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 384.880 649.384 (153.952) (259.753)

Resultado antes do imposto de renda e contribuição social ................................................................... Encargo total do imposto de renda e contribuição social às alíquotas de 25% e 15%, respectivamente Efeito das adições e exclusões no cálculo dos tributos: Participações em coligadas e controladas .............................................................................................. Despesas indedutíveis líquidas de receitas não tributáveis .................................................................... Juros sobre o capital próprio pagos ........................................................................................................ Outros valores ......................................................................................................................................... Imposto de renda e contribuição social do exercício ........................................................................ b) Composição da conta de resultado de imposto de renda e contribuição social

20.115 (833) 541 (134.129)

15.820 741 80.000 2.443 (160.749)

Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 Impostos correntes Imposto de renda e contribuição social, devidos..................................................................................... Impostos diferidos Constituição/realização, no exercício, sobre adições temporárias .......................................................... Imposto de renda e contribuição social do exercício ........................................................................ c) Origem dos créditos tributários de imposto de renda e contribuição social diferidos Saldo em 31.12.2011 Provisão para créditos de liquidação duvidosa ...................................... 2.002 Provisões cíveis...................................................................................... 9.258 Provisões fiscais..................................................................................... 26.746 Provisões trabalhistas ............................................................................ 665 Provisão para perda de títulos e investimentos...................................... 7.484 Provisão para desvalorização de bens imóveis...................................... 12.019 Ajuste a valor de mercado dos títulos para negociação......................... 9.914 Outros..................................................................................................... 2.563 Total dos créditos tributários sobre diferenças temporárias (Nota 7b).. 70.651 Obrigações fiscais diferidas (Nota 11a) ............................................. 11.469 Créditos tributários líquidos das obrigações fiscais diferidas ........ 59.182 d) Previsão de realização dos créditos tributários sobre diferenças temporárias

Constituição 353 1.637 26 17 43 169 2.245 3.611 (1.366)

(121.647)

(65.271)

(12.482) (134.129)

(95.478) (160.749)

Realização 101 300 233 11.864 693 1.536 14.727 360 14.367

Em R$ mil Saldo em 31.12.2012 2.002 9.510 28.083 458 7.484 172 9.264 1.196 58.169 14.720 43.449

Em 31 de dezembro de 2012 - R$ mil Diferenças temporárias Imposto Contribuição de renda social Total 2013............................................................................................................................... 7.611 4.328 11.939 2014............................................................................................................................... 15.564 9.089 24.653 2015............................................................................................................................... 13.530 7.847 21.377 2016............................................................................................................................... 125 75 200 Total (Nota 7b).............................................................................................................. 36.830 21.339 58.169 A projeção de realização de crédito tributário é uma estimativa e não está diretamente relacionada à expectativa de lucros contábeis. e) O valor presente dos créditos tributários, calculados considerando a taxa média de captação, líquida dos efeitos tributários, corresponde ao montante de (1) Redução do Capital Social mediante a restituição em dinheiro ao único acionista da Sociedade (Banco Bradesco S.A.). Processo homologado pelo R$ 55.396 mil (2011 - R$ 66.417 mil) de diferenças temporárias. BACEN em 10 de outubro de 2012. f) Obrigações fiscais diferidas c) Reservas de Lucros A sociedade possui obrigações fiscais diferidas de imposto de renda e contribuição social no montante de R$ 14.720 mil (2011 - R$ 11.469 mil) relativas a: Em 31 de dezembro - R$ mil ajuste a valor de mercado dos títulos e valores mobiliários - R$ 4.814 mil (2011 - R$ 5.174 mil) e atualização monetária de depósitos judiciais de R$ 9.906 2012 2011 mil (2011 - R$ 6.295 mil). Reservas de Lucros .............................................................................................................................. 220.951 1.733.366 - Reserva Legal (1).................................................................................................................................. 120.019 107.482 22) OUTRAS INFORMAÇÕES - Reserva Estatutária (2) (3).................................................................................................................... 100.932 1.625.884 a) Gerenciamento de riscos (1) Constituída obrigatoriamente à base de 5% do lucro líquido do exercício, até atingir 20% do capital social realizado, ou 30% do capital social, acrescido A atividade de gerenciamento dos riscos é altamente estratégica em virtude da crescente complexidade dos serviços e produtos e da globalização dos das reservas de capital. Após esse limite a apropriação não mais se faz obrigatória. A reserva legal somente poderá ser utilizada para aumento de capital negócios da Organização Bradesco, motivo de constante aprimoramento desta atividade na busca das melhores práticas. ou para compensar prejuízos; A Organização Bradesco exerce o controle corporativo dos riscos de modo integrado e independente, preservando e valorizando o ambiente de (2) Visando à manutenção de margem operacional compatível com o desenvolvimento das operações ativas da Sociedade, pode ser constituída em 100% decisões colegiadas, desenvolvendo e implementando metodologias, modelos, ferramentas de mensuração e controle. Promove ainda a atualização do lucro líquido remanescente após destinações estatutárias, sendo o saldo limitado a 95% do Capital Social Integralizado; e dos colaboradores em todos os níveis hierárquicos, desde as áreas de negócios até o Conselho de Administração. (3) Conforme Ata de Reunião da Diretoria de 31.8.2012, foi deliberado pagamento de dividendos o valor de R$ 1.763.166 mil à conta de “Reserva de Lucros - O processo de gerenciamento permite que os riscos sejam proativamente identificados, mensurados, mitigados, acompanhados e reportados, o que Estatutárias”. se faz necessário em face da complexidade dos produtos financeiros e do perfil da atividade da Organização Bradesco. d) Dividendos e Juros sobre o capital próprio A Alvorada CCFI, como parte integrante da Organização Bradesco adota a estrutura de gerenciamento de riscos desta, no gerenciamento de risco de Aos acionistas estão assegurados juros sobre o capital próprio e/ou dividendo mínimo obrigatório, em cada exercício, que somados não seja inferior a crédito, de mercado, de liquidez e operacional. 1% do lucro líquido ajustado, nos termos da legislação societária. Fica a Diretoria autorizada a declarar e pagar dividendos intermediários, especialmente b) Em aderência ao processo de convergência com as normas internacionais de contabilidade, o Comitê de Pronunciamentos Contábeis emitiu alguns semestrais e mensais, utilizando-se das contas de Lucros Acumulados ou de Reservas de Lucros existentes, e, podendo ainda, autorizar a distribuição de pronunciamentos contábeis, suas interpretações e orientações, os quais serão aplicáveis às instituições financeiras somente quando aprovados pelo CMN. lucros a título de juros sobre o capital próprio em substituição total ou parcial aos dividendos intermediários, ou, em adição aos mesmos. Os pronunciamentos contábeis já aprovados foram: Demonstrativo dos juros sobre o capital próprio e dividendos relativos aos exercícios findos em 31 de dezembro: • Resolução nº 3.566/08 - Redução ao Valor Recuperável de Ativos (CPC 01); R$ mil • Resolução nº 3.604/08 - Demonstração do Fluxo de Caixa (CPC 03); 2012 2011 • Resolução nº 3.750/09 - Divulgação sobre Partes Relacionadas (CPC 05); Lucro Líquido......................................................................................................................................... 250.751 488.635 (-) Reserva Legal - 5% sobre o lucro....................................................................................................... (12.537) (24.432) • Resolução nº 3.823/09 - Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes (CPC 25); • Resolução nº 3.973/11 - Evento Subsequente (CPC 24); Base de cálculo ..................................................................................................................................... 238.214 464.203 • Resolução nº 3.989/11 - Pagamento Baseado em Ações (CPC 10); Dividendos pagos (1)............................................................................................................................... 1.763.166 • Resolução nº 4.007/11 - Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro (CPC 23); e Juros sobre o capital próprio (2).............................................................................................................. 200.000 • Resolução nº 4.144/12 - Pronunciamento Conceitual Básico (R1). Percentual em relação à base de cálculo............................................................................................ 36,6% Dividendos/JCP(Líquidos do IR) por lote de mil ações - em Reais .................................................. 33,33 Atualmente, não é possível estimar quando o CMN irá aprovar os demais pronunciamentos contábeis do CPC e tampouco se a utilização dos mesmos será de maneira prospectiva ou retrospectiva. (1) Pagos em 6 de setembro de 2012 com utilização de parte da Reserva Estatutária, conforme Ata da Reunião da Diretoria de 31 de agosto de 2012; e (2) Pagos em 28 de outubro de 2011, conforme Ata da Reunião da Diretoria de 30 de setembro de 2011. 12) PATRIMÔNIO LÍQUIDO a) Capital social O capital social no montante de R$ 1.707.000 mil (2011 - R$ 3.044.000 mil), totalmente subscrito e integralizado, é representado por 5.009.948.649 ações ordinárias, nominativas escriturais, sem valor nominal. b) Movimentação do capital social Ações R$ mil Em 31 de dezembro de 2011................................................................................................................. 5.009.948.649 3.044.000 - Redução de Capital - AGE de 8.10.2012 (1)......................................................................................... (1.337.000) Em 31 de dezembro de 2012................................................................................................................. 5.009.948.649 1.707.000

A DIRETORIA

13) DESPESAS DE PESSOAL Refere-se a processos trabalhistas no montante de R$ 64 mil (2011 - R$ 1.064 mil).

Jorge Andrade Costa – Contador – CRC 1SP159543/O-0

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Aos Administradores da Alvorada Cartões, Crédito, Financiamento e Investimento S.A. Osasco - SP Examinamos as demonstrações contábeis da Alvorada Cartões, Crédito, Financiamento e Investimento S.A. (“Instituição”), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre e exercício findos naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.

Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Alvorada Cartões, Crédito, Financiamento e Investimento S.A. em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o semestre e exercício findos naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.

Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A Administração da Instituição é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas Outros assuntos contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e pelos controles internos que ela determinou Demonstração do valor adicionado como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Examinamos também, as demonstrações do valor adicionado (DVA), elaboradas sob a responsabilidade da Administração da Instituição, para o semestre Responsabilidade dos auditores independentes e exercício findos em 31 de dezembro de 2012, que estão sendo apresentadas como informações suplementares. Essas demonstrações foram submetidas Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja relevantes, em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto. planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Instituição para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Instituição. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a KPMG Auditores Independentes CRC 2SP014428/O-6 avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto.

Osasco, 25 de fevereiro de 2013

Zenko Nakassato Contador CRC 1SP160769/O-0


DIÁRIO DO COMÉRCIO

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

9

Banco Boavista Interatlântico S.A. Empresa da Organização Bradesco CNPJ 33.485.541/0001-06 Sede: Cidade de Deus - Prédio Prata - 4º Andar - Vila Yara - Osasco - SP RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Acionistas,

No exercício, o Banco Boavista registrou Lucro Líquido de R$ 319,683 milhões, correspondente a R$ 124,43 por lote de mil ações, Patrimônio Líquido Submetemos à apreciação de V.Sas. as Demonstrações Contábeis do exercício findo em 31 de dezembro de 2012, do Banco Boavista de R$ 2,529 bilhões e Ativos Totais de R$ 2,674 bilhões. Osasco, SP, 25 de janeiro de 2013. Interatlântico S.A. (Banco Boavista), de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Diretoria

BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE DEZEMBRO - Em Reais mil ATIVO CIRCULANTE ............................................................................................................................................... DISPONIBILIDADES (Nota 4) ....................................................................................................................... APLICAÇÕES INTERFINANCEIRAS DE LIQUIDEZ (Nota 5) ...................................................................... Aplicações no Mercado Aberto ..................................................................................................................... Aplicações em Depósitos Interfinanceiros..................................................................................................... TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS (Nota 6) ......... Carteira Própria ............................................................................................................................................. Vinculados à Prestação de Garantias ........................................................................................................... RELAÇÕES INTERDEPENDÊNCIAS........................................................................................................... Transferências Internas de Recursos ............................................................................................................ OPERAÇÕES DE CRÉDITO (Nota 7)........................................................................................................... Operações de Crédito - Setor Privado............................................................................................................................................... Provisão para Operações de Créditos de Liquidação Duvidosa ................................................................... OUTROS CRÉDITOS.................................................................................................................................... Rendas a Receber (Nota 8a)......................................................................................................................... Diversos (Nota 8b)......................................................................................................................................... Outros Valores e Bens................................................................................................................................... Provisões para Desvalorizações ................................................................................................................... REALIZÁVEL A LONGO PRAZO................................................................................................................. OUTROS CRÉDITOS.................................................................................................................................... Diversos (Nota 8b)......................................................................................................................................... PERMANENTE ............................................................................................................................................. INVESTIMENTOS (Nota 9) ........................................................................................................................... Participações em Coligadas e Controladas: - No País........................................................................................................................................................ Outros Investimentos..................................................................................................................................... Provisões para Perdas .................................................................................................................................. IMOBILIZADO DE USO................................................................................................................................. Móveis e Equipamentos de Uso.................................................................................................................... TOTAL ...........................................................................................................................................................

2012 920.890 2 699.852 28.470 671.382 30.895 22.903 7.992 4 4 1.504

2011 904.186 2 580.401 8.765 571.636 28.473 21.107 7.366 131 131 2.919

1.671 (167) 188.633 154.081 34.552 88 (88) 458.023 458.023 458.023 1.294.764 1.294.759

3.243 (324) 292.260 257.902 34.358 88 (88) 456.854 456.854 456.854 1.002.876 1.002.871

1.289.656 25.868 (20.765) 5 5 2.673.677

997.567 27.107 (21.803) 5 5 2.363.916

PASSIVO CIRCULANTE ............................................................................................................................................... OUTRAS OBRIGAÇÕES .............................................................................................................................. Sociais e Estatutárias (Nota 12c) .................................................................................................................. Fiscais e Previdenciárias (Nota 11a)............................................................................................................. Diversas (Nota 11b).......................................................................................................................................

2012 46.892 46.892 3.037 36.742 7.113

2011 22.901 22.901 2.084 15.528 5.289

EXIGÍVEL A LONGO PRAZO....................................................................................................................... OUTRAS OBRIGAÇÕES .............................................................................................................................. Fiscais e Previdenciárias (Nota 11a)............................................................................................................. Diversas (Nota 11b).......................................................................................................................................

97.650 97.650 91.213 6.437

131.340 131.340 124.239 7.101

PATRIMÔNIO LÍQUIDO ................................................................................................................................ Capital: - De Domiciliados no País (Nota 12a) ........................................................................................................... Reservas de Lucros (Nota 12b)..................................................................................................................... Ajustes de Avaliação Patrimonial...................................................................................................................

2.529.135

2.209.675

1.231.000 1.295.022 3.113

1.231.000 978.376 299

TOTAL ...........................................................................................................................................................

2.673.677

2.363.916

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO - Em Reais mil

DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO - Em Reais mil

RECEITAS DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA ........................................................ Operações de Crédito ................................................................................................... Resultado de Operações com Títulos e Valores Mobiliários (Nota 6b) ......................... DESPESAS DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA ...................................................... Reversão da Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (Nota 7f) ...................... RESULTADO BRUTO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA....................................... OUTRAS RECEITAS/(DESPESAS) OPERACIONAIS................................................. Outras Despesas Administrativas (Nota 13).................................................................. Despesas Tributárias (Nota 14) ..................................................................................... Resultado de Participações em Coligadas e Controladas (Nota 9a) ............................ Outras Receitas Operacionais (Nota 15)....................................................................... Outras Despesas Operacionais (Nota 16)..................................................................... RESULTADO OPERACIONAL ..................................................................................... RESULTADO NÃO OPERACIONAL (Nota 17) ............................................................ RESULTADO ANTES DA TRIBUTAÇÃO SOBRE O LUCRO ...................................... IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL (Nota 19) ................................... LUCRO LÍQUIDO.......................................................................................................... Número de ações (Nota 12a) ........................................................................................ Lucro por lote de mil ações em R$................................................................................

2º Semestre 2012 22.786 935 21.851 (80) (80) 22.866 260.875 (1.337) (2.322) 249.750 30.478 (15.694) 283.741 283.741 (18.031) 265.710 2.569.275.469 103,42

Exercícios findos em 31 de dezembro 2012 2011 50.911 65.418 1.155 946 49.756 64.472 (157) (3.484) (157) (3.484) 51.068 68.902 295.199 212.470 (2.936) (4.317) (3.842) (7.017) 292.303 98.548 35.983 302.673 (26.309) (177.417) 346.267 281.372 10.077 346.267 291.449 (26.584) (72.110) 319.683 219.339 2.569.275.469 2.569.275.469 124,43 85,37

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

Capital Social 1.231.000 1.231.000 1.231.000 1.231.000 1.231.000

Eventos Saldos em 30.6.2012....................... Ajustes de Avaliação Patrimonial...... Lucro Líquido.................................... Destinações: - Reservas................... - Dividendos Propostos Saldos em 31.12.2012..................... Saldos em 31.12.2010..................... Ajustes de Avaliação Patrimonial...... Lucro Líquido.................................... Destinações: - Reservas................... - Dividendos Propostos Saldos em 31.12.2011..................... Ajustes de Avaliação Patrimonial...... Lucro Líquido.................................... Destinações: - Reservas................... - Dividendos Propostos Saldos em 31.12.2012.....................

Fluxo de Caixa das Atividades Operacionais: Lucro Líquido antes do Imposto de Renda e Contribuição Social ......................... Ajustes ao Lucro Líquido antes dos Impostos:...................................................... Despesas com Provisões Cíveis e Fiscais ................................................................ Resultado de Participações em Coligadas e Controladas......................................... Reversão da Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa.................................. Reversão da Provisão para Desvalorização de Ativos .............................................. Perda/(Ganho) na Venda de Investimentos ............................................................... Lucro Líquido Ajustado ............................................................................................ (Aumento)/Redução em Relações Interfinanceiras e Interdependências.................. (Aumento)/Redução em Aplicações Interfinanceiras de Liquidez.............................. (Aumento)/Redução em Títulos para Negociação ..................................................... (Aumento)/Redução em Operações de Crédito......................................................... (Aumento)/Redução em Outros Créditos e Outros Valores e Bens ........................... Aumento/(Redução) em Outras Obrigações.............................................................. Imposto de Renda e Contribuição Social Pagos........................................................ Caixa Líquido Proveniente nas Atividades Operacionais ....................................... Fluxo de Caixa das Atividades de Investimentos: Redução em Títulos Disponíveis para Venda .............................................................. Alienação de Investimentos ......................................................................................... Aquisição de Investimentos ......................................................................................... Dividendos Recebidos de Controladas e Coligadas.................................................... Caixa Líquido Proveniente das Atividades de Investimentos ................................ Fluxo de Caixa das Atividades de Financiamentos: Dividendos Pagos........................................................................................................ Caixa Líquido Utilizado nas Atividades de Financiamentos ................................... Aumento/(Redução) de Caixa e Equivalentes de Caixa........................................... Caixa e Equivalente de Caixa - Início do Período ......................................................... Caixa e Equivalente de Caixa - Fim do Período............................................................ Aumento/(Redução) Líquida, de Caixa e Equivalentes de Caixa ............................

Totais 2.265.599 350 265.710 (2.524) 2.529.135 1.992.177 243 219.339 (2.084) 2.209.675 2.814 319.683 (3.037) 2.529.135

DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO - Em Reais mil Exercícios findos em 31 de dezembro 2012 2011

283.741 (255.084) (5.254) (249.750) (80) (1.038) 1.038 28.657 137 (74.785) (1.062) 783 (17.735) (12.396) (422) (76.823)

346.267 (295.838) (3.378) (292.303) (157) (1.038) 1.038 50.429 127 (99.746) (2.422) 1.572 (10.096) (24.189) (422) (84.747)

200 106.336 106.536

200 106.336 106.536

(2.084) (2.084) 27.629 843 28.472 27.629

Lucros Acumulados 265.710 (263.186) (2.524) 219.339 (217.255) (2.084) 319.683 (316.646) (3.037) -

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA - Em Reais mil 2º Semestre 2012

Reservas de Lucros Legal Estatutárias 64.595 967.241 13.286 249.900 77.881 1.217.141 50.930 710.191 10.967 206.288 61.897 916.479 15.984 300.662 77.881 1.217.141

Ajustes de Avaliação Patrimonial Coligadas e Próprias Controladas 2.763 350 3.113 44 12 (44) 287 299 2.814 3.113

(2.084) (2.084) 19.705 8.767 28.472 19.705

291.449 (108.456) 3.653 (98.548) (3.484) (10.077) 182.993 117 (50.508) (919) 1.974 (118.693) (18.750) (19.636) (23.422) 29 10.484 (56) 10.457 (1.004) (1.004) (13.969) 22.736 8.767 (13.969)

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

Descrição 1 - RECEITAS ......................................................... 1.1) Intermediação Financeira......................... 1.2) Reversão da Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa .............................. 1.3) Outras ........................................................ 2 - INSUMOS ADQUIRIDOS DE TERCEIROS ....... Comunicações ................................................... Serviços Técnicos Especializados ..................... Propaganda e Publicidade ................................. Transportes ........................................................ Contribuições Sindicais...................................... Serviços do Sistema Financeiro ........................ Outras ................................................................ 3 - VALOR ADICIONADO BRUTO (1-2) ................. 4 - VALOR ADICIONADO LÍQUIDO PRODUZIDO PELA ENTIDADE............................................. 5 - VALOR ADICIONADO RECEBIDO EM TRANSFERÊNCIA ........................................... Resultado de Participações em Coligadas e Controladas ...................................................... 6 - VALOR ADICIONADO A DISTRIBUIR (4+5)..... 7 - DISTRIBUIÇÃO DO VALOR ADICIONADO...... 7.1) Impostos, Taxas e Contribuições ............ Federal ........................................................ 7.2) Remuneração de Capitais Próprios ....... Dividendos .................................................. Lucros Retidos ............................................

2º Semestre 2012 % 37.650 13,2 22.786 8,0

Exercícios findos em 31 de dezembro 2012 % 2011 60.742 17,3 204.235 50.911 14,5 65.418

% 68,4 21,9

80 14.784 (1.337) (14) (1.125) (140) (7) (7) (44) 36.313

5,2 (0,4) (0,4) 12,8

157 9.674 (2.936) (30) (2.493) (285) (20) (21) (25) (62) 57.806

2,8 (0,8) (0,7) (0,1) 16,5

3.484 135.333 (4.317) (76) (3.841) (267) (29) (56) (19) (29) 199.918

1,2 45,3 (1,4) (1,3) (0,1) 67,0

36.313

12,8

57.806

16,5

199.918

67,0

249.750

87,2

292.303

83,5

98.548

33,0

249.750 286.063 286.063 20.353 20.353 265.710 2.524 263.186

87,2 100,0 100,0 7,1 7,1 92,9 0,9 92,0

292.303 350.109 350.109 30.426 30.426 319.683 3.037 316.646

83,5 100,0 100,0 8,7 8,7 91,3 0,9 90,4

98.548 298.466 298.466 79.127 79.127 219.339 2.084 217.255

33,0 100,0 100,0 26,5 26,5 73,5 0,7 72,8

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 1) CONTEXTO OPERACIONAL O Banco Boavista Interatlântico S.A. (Boavista ou Instituição) é uma instituição financeira múltipla, que tem por objetivo efetuar operações bancárias em geral, inclusive câmbio. O Boavista é parte integrante da Organização Bradesco, sendo suas atividades conduzidas de forma integrada a um conjunto de empresas que atuam nos mercados financeiro e de capitais, utilizando-se de seus recursos administrativos e tecnológicos, e suas informações financeiras trimestrais devem ser entendidas neste contexto. 2) APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS As demonstrações contábeis foram elaboradas a partir das diretrizes contábeis emanadas das Leis nºs 4.595/64 (Lei do Sistema Financeiro Nacional) e 6.404/76 (Lei das Sociedades por Ações) com alterações introduzidas pelas Leis nºs 11.638/07 e 11.941/09, para a contabilização das operações, associadas às normas e instruções do Conselho Monetário Nacional (CMN) e do Banco Central do Brasil (BACEN). Incluem, estimativas e premissas, tais como: a mensuração de perdas estimadas com operações de crédito; estimativas do valor justo de determinados instrumentos financeiros; provisões cíveis, fiscais e trabalhistas; perdas por redução ao valor recuperável (impairment) de ativos não financeiros; e outras provisões. Os resultados efetivos podem ser diferentes daqueles estabelecidos por essas estimativas e premissas. As demonstrações contábeis foram aprovadas pela Administração em 25 de janeiro de 2013. 3) PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS a) Moeda funcional e de apresentação As demonstrações contábeis estão apresentadas em Real, que é a moeda funcional da Instituição. b) Apuração do resultado O resultado é apurado de acordo com o regime de competência, que estabelece que as receitas e despesas devem ser incluídas na apuração dos resultados dos períodos em que ocorrerem, sempre simultaneamente quando se correlacionarem, independentemente de recebimento ou pagamento. As operações com taxas prefixadas são registradas pelo valor de resgate, e as receitas e despesas correspondentes ao período futuro são apresentadas em conta redutora dos respectivos ativos e passivos. As receitas e despesas de natureza financeira são contabilizadas pelo critério pro rata dia e calculadas com base no método exponencial. As operações com taxas pós-fixadas ou indexadas a moedas estrangeiras são atualizadas até a data do balanço. c) Caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa são representados por disponibilidades em moeda, aplicações no mercado aberto e aplicações em depósitos interfinanceiros, cujo vencimento das operações, na data da efetiva aplicação, seja igual ou inferior a 90 dias e apresentem risco insignificante de mudança de valor justo, que são utilizados pelo Banco para gerenciamento de seus compromissos de curto prazo. d) Aplicações interfinanceiras de liquidez As operações compromissadas realizadas com acordo de livre movimentação são ajustadas pelo valor de mercado. As demais aplicações são registradas ao custo de aquisição, acrescidas dos rendimentos auferidos até a data do balanço, deduzidas de provisão para desvalorização, quando aplicável. e) Títulos e valores mobiliários - Classificação • Títulos para negociação - adquiridos com o propósito de serem ativa e frequentemente negociados. São registrados pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos e ajustados pelo valor de mercado em contrapartida ao resultado do período; • Títulos disponíveis para venda - são aqueles que não se enquadram como para negociação nem como mantidos até o vencimento. São registrados pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos em contrapartida ao resultado do período e ajustados pelo valor de mercado em contrapartida ao patrimônio líquido, deduzidos dos efeitos tributários, os quais só serão reconhecidos no resultado quando da efetiva realização; e • Títulos mantidos até o vencimento - adquiridos com a intenção e capacidade financeira para sua manutenção em carteira até o vencimento. São registrados pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos em contrapartida ao resultado do período. Não há TVMs classificados nesta categoria. Os títulos e valores mobiliários classificados nas categorias de negociação e disponível para venda, bem como os instrumentos financeiros derivativos, são demonstrados no balanço patrimonial pelo seu valor justo estimado. O valor justo geralmente baseia-se em cotações de preços de mercado ou cotações de preços de mercado para ativos ou passivos com características semelhantes. Se esses preços de mercado não estiverem disponíveis, os valores justos são baseados em cotações de operadores de mercado, modelos de precificação, fluxo de caixa descontado ou técnicas similares, para as quais a determinação do valor justo possa exigir julgamento ou estimativa significativa por parte da Administração. f) Operações de crédito, outros créditos e provisão para créditos de liquidação duvidosa As operações de crédito e outros créditos com características de concessão de crédito são classificados nos respectivos níveis de risco, observando: (i) os parâmetros estabelecidos pela Resolução nº 2.682/99 do CMN, que requerem a sua classificação de riscos em nove níveis, sendo “AA” (risco mínimo) e “H” (risco máximo); e (ii) a avaliação da Administração quanto ao nível de risco. Essa avaliação, realizada periodicamente, considera a conjuntura econômica, a experiência passada e os riscos específicos e globais em relação às operações, aos devedores e garantidores. Adicionalmente, também são considerados os períodos de atraso definidos na Resolução nº 2.682/99 do CMN, para atribuição dos níveis de classificação dos clientes da seguinte forma:

i) Redução ao valor recuperável de ativos (impairment) Os ativos não financeiros, exceto outros valores e bens e créditos tributários, são revistos no mínimo anualmente, para determinar se há alguma indicação de perda por redução ao valor recuperável (impairment), e caso seja detectada uma perda, esta é reconhecida no resultado do período quando o valor contábil de um ativo exceder o seu valor recuperável apurado pelo: (i) potencial valor de venda, ou valor de realização deduzido das respectivas despesas ou (ii) valor em uso calculado pela unidade geradora de caixa, dos dois o maior. Uma unidade geradora de caixa é o menor grupo identificável de ativos que gera fluxos de caixa substancialmente independentes de outros ativos e grupos. j) Provisões, ativos e passivos contingentes e obrigações legais - fiscais e previdenciárias O reconhecimento, a mensuração e a divulgação das provisões, das contingências ativas e passivas e também das obrigações legais são efetuados de acordo com os critérios definidos pelo CPC 25, o qual foi aprovado pela Resolução nº 3.823/09 do CMN, sendo: • Ativos Contingentes: não são reconhecidos contabilmente, exceto quando a Administração possui controle da situação ou quando há garantias reais ou decisões judiciais favoráveis, sobre as quais não caibam mais recursos, caracterizando o ganho como praticamente certo e pela confirmação da capacidade de sua recuperação por recebimento ou compensação com outro passivo exigível. Os ativos contingentes, cuja expectativa de êxito é provável, são divulgados nas notas explicativas (Nota 10a); • Provisões: são constituídas levando em conta a opinião dos assessores jurídicos, a natureza das ações, a similaridade com processos anteriores, a complexidade e o posicionamento de Tribunais, sempre que a perda for avaliada como provável, o que ocasionaria uma provável saída de recursos para a liquidação das obrigações e quando os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança; • Passivos Contingentes: de acordo com o CPC 25, o termo “contingente” é utilizado para passivos que não são reconhecidos, pois a sua existência somente será confirmada pela ocorrência ou não de um ou mais eventos futuros e incertos que não estejam totalmente sob o controle da Administração. Os passivos contingentes não satisfazem os critérios de reconhecimento, pois são considerados como perdas possíveis, devendo apenas ser divulgados em notas explicativas, quando relevantes. As obrigações classificadas como remotas não são provisionadas e nem divulgadas (Nota 10b e c); e • Obrigações Legais - Provisão para Riscos Fiscais: decorrem de processos judiciais, cujo objeto de contestação é sua legalidade ou constitucionalidade que, independentemente da avaliação acerca da probabilidade de sucesso, têm os seus montantes reconhecidos integralmente nas demonstrações contábeis (Nota 10b). k) Outros ativos e passivos Os ativos estão demonstrados pelos valores de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias, auferidos (em base pro rata dia) e provisão para perdas, quando julgada necessária. Os passivos demonstrados incluem os valores conhecidos e mensuráveis, acrescidos dos encargos e das variações monetárias, incorridos (em base pro rata dia). l) Eventos subsequentes Correspondem aos eventos ocorridos entre a data-base das demonstrações contábeis e a data de autorização para sua emissão. São compostos por: • Eventos que originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que já existiam na data-base das demonstrações contábeis; e • Eventos que não originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que não existiam na data-base das demonstrações contábeis. Não houve qualquer evento subsequente que requer ajustes ou divulgações para as demonstrações contábeis encerradas em 31 de dezembro de 2012. 4) CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA Em 31 de dezembro - R$ mil 2011 2 2 2 2 28.470 8.765 28.472 8.767

2012 Disponibilidades em moeda nacional ...................................................................................................... Total de disponibilidades (caixa) ......................................................................................................... Aplicações interfinanceiras de liquidez (1) .............................................................................................. Total de caixa e equivalentes de caixa ................................................................................................

(1) Refere-se a operações cujo vencimento na data da efetiva aplicação foi igual ou inferior a 90 dias e apresentem risco insignificante de mudança de valor justo. 5) APLICAÇÕES INTERFINANCEIRAS DE LIQUIDEZ a) Vencimentos 1 a 30 dias

91 a 180 dias

Em 31 de dezembro - R$ mil Total 2012 2011

Aplicação no mercado aberto: Posição bancada ............................................................................ 28.470 28.470 8.765 Notas do tesouro nacional................................................................ 28.470 28.470 8.765 Aplicações em depósitos interfinanceiros .................................. 671.382 671.382 571.636 Total em 2012 .................................................................................. 28.470 671.382 699.852 Total em 2011 .................................................................................. 8.765 571.636 580.401 b) Receitas de aplicações interfinanceiras de liquidez Classificadas na demonstração do resultado como resultado de operações com títulos e valores mobiliários. Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 (1) Para as operações com prazos a decorrer superior a 36 meses é realizada a contagem em dobro dos períodos em atraso, conforme facultado pela Rendas de aplicações em operações compromissadas: Resolução nº 2.682/99 do CMN. Posição bancada ..................................................................................................................................... 607 276 l das operações de crédito vencidas até o 59º dia é contabilizada em receitas e, a partir do 60º dia, em rendas a apropriar, sendo que Subtotal .................................................................................................................................................. A atualização (accrual) 607 276 o reconhecimento em receitas só ocorrerá quando do seu efetivo recebimento. Rendas de aplicações em depósitos interfinanceiros ............................................................................. 46.726 61.012 As operações em atraso classificadas como nível “H” permanecem nessa classificação por seis meses, quando então são baixadas contra a provisão Total (Nota 6b)........................................................................................................................................ 47.333 61.288 existente e controladas em contas de compensação por no mínimo cinco anos. As operações renegociadas são mantidas, no mínimo, no mesmo nível em que estavam classificadas. As renegociações que já haviam sido baixadas contra 6) TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS a provisão e que estavam controladas em contas de compensação, são classificadas como nível “H” e os eventuais ganhos provenientes da renegociação a) Classificação por categorias e prazos somente são reconhecidas quando efetivamente recebidos. Quando houver amortização significativa da operação ou quando novos fatos relevantes Em 31 de dezembro - R$ mil justificarem a mudança do nível de risco, poderá ocorrer a reclassificação da operação para categoria de menor risco. 2012 2011 A provisão estimada para créditos de liquidação duvidosa é apurada em valor suficiente para cobrir prováveis perdas e leva em conta as normas e instruções Valor de Valor de Marcação Valor de Marcação do CMN e do BACEN, associadas às avaliações realizadas pela Administração na determinação dos riscos de crédito. 181 a 360 Acima de mercado/ custo a mercado/ a g) Imposto de renda e contribuição social (ativo e passivo) Títulos dias 360 dias contábil (1) atualizado mercado (2) contábil (1) mercado (2) Os créditos tributários de imposto de renda e contribuição social sobre o lucro líquido, calculados sobre adições temporárias, prejuízo fiscal e base negativa Títulos para negociação (3):.......... 18.517 12.378 30.895 30.893 2 28.473 2 da contribuição social são registrados na rubrica “Outros Créditos - Diversos”, e a provisão para as obrigações fiscais diferidas sobre ajustes a valor de Letras Financeiras do Tesouro ......... 18.517 12.378 30.895 30.893 2 28.473 2 mercado dos títulos e valores mobiliários é registrada na rubrica “Outras Obrigações - Fiscais e Previdenciárias”. Total em 2012 .................................. 18.517 12.378 30.895 30.893 2 Os créditos tributários sobre as adições temporárias serão realizados quando da utilização e/ou reversão das respectivas provisões sobre as quais foram Total em 2011 .................................. 28.473 28.473 2 constituídos. Os créditos tributários sobre Prejuízo Fiscal e Base Negativa de Contribuição Social serão realizados de acordo com a geração de lucros (1) O valor de mercado dos títulos e valores mobiliários é apurado de acordo com a cotação de preço de mercado disponível na data do balanço. Se não tributáveis, observado o limite de 30% do lucro real do período-base. Tais créditos tributários são reconhecidos contabilmente baseados nas expectativas houver cotação de preços de mercado disponível, os valores são estimados com base em cotações de distribuidores, modelos de precificação, modelos atuais de realização, considerando os estudos técnicos e análises realizadas pela Administração. de cotações ou cotações de preços para instrumentos com características semelhantes; A provisão para imposto de renda é constituída à alíquota-base de 15% do lucro tributável, acrescida de adicional de 10%. A contribuição social sobre o lucro (2) Representado pelos títulos da carteira própria, sendo que o ajuste no patrimônio líquido inclui R$ 3.113 mil (2011 - R$ 299 mil), líquido dos efeitos é calculada considerando a alíquota de 15% para empresas do segmento financeiro. tributários, referente a controladas e coligadas; e Foram constituídas provisões para os demais impostos e contribuições sociais, de acordo com as respectivas legislações vigentes. (3) Para fins de apresentação do Balanço Patrimonial os títulos classificados como “para negociação” estão demonstrados no ativo circulante. De acordo com a Lei nº 11.941/09, as modificações no critério de reconhecimento de receitas, custos e despesas computadas na apuração do lucro líquido do período, introduzidas pela Lei nº 11.638/07 e pelos artigos 37 e 38 Lei nº 11.941/09, não terão efeitos para fins de apuração do lucro real, devendo ser b) Resultado de títulos e valores mobiliários Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil considerados, para fins tributários, os métodos e critérios contábeis vigentes em 31 de dezembro de 2007. Para fins contábeis, os efeitos tributários da 2012 2011 adoção das mencionadas Leis estão registrados nos ativos e passivos diferidos correspondentes. Receita de aplicações interfinanceiras de liquidez (Nota 5b).................................................................. 47.333 61.288 h) Investimentos Títulos de renda fixa ................................................................................................................................ 2.423 3.067 Os investimentos em controladas e coligadas com influência significativa ou participação de 20% ou mais do capital votante, são avaliados pelo método de Títulos de renda variável ......................................................................................................................... 117 equivalência patrimonial. 49.756 64.472 Os incentivos fiscais e outros investimentos são avaliados pelo custo de aquisição, deduzidos de provisão para perda/redução ao valor recuperável Total ........................................................................................................................................................ Período de atraso (1) • de 15 a 30 dias................................................................................................................................................................ • de 31 a 60 dias................................................................................................................................................................ • de 61 a 90 dias................................................................................................................................................................ • de 91 a 120 dias.............................................................................................................................................................. • de 121 a 150 dias............................................................................................................................................................ • de 151 a 180 dias............................................................................................................................................................ • superior a 180 dias..........................................................................................................................................................

(impairment), quando aplicável.

Classificação do cliente B C D E F G H

c) O Boavista não possuía operações com instrumentos financeiros derivativos em 31 de dezembro de 2012 e de 2011. continua...


DIÁRIO DO COMÉRCIO

10

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

...continuação

Banco Boavista Interatlântico S.A. Empresa da Organização Bradesco CNPJ 33.485.541/0001-06 Sede: Cidade de Deus - Prédio Prata - 4º Andar - Vila Yara - Osasco - SP NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 7) OPERAÇÕES DE CRÉDITO, OUTROS CRÉDITOS E PROVISÃO PARA CRÉDITOS DE LIQUIDAÇÃO DUVIDOSA a) Composição total das carteiras e prazos Em 31 de dezembro - R$ mil 1 a 30 dias

Operações de crédito Empréstimos........................................................................................ Total das operações de crédito........................................................ Avais e fianças (1) ............................................................................... Total em 2012 ..................................................................................... Total em 2011 .....................................................................................

31 a 60 dias 222 222 222 222

61 a 90 dias 111 111 111 129

91 a 180 dias 111 111 111 128

380 380 380 1.823

Curso normal 181 a 360 dias 847 847 847 941

Acima de 360 dias

Total 2012

40.080 40.080 37.046

%

1.671 1.671 40.080 41.751

2011 4,0 4,0 96,0 100,0

%

3.243 3.243 37.046

8,0 8,0 92,0

40.289

100,0

(1) Contabilizados em contas de compensação. b) Modalidades e níveis de riscos

f) Movimentação da provisão para créditos de liquidação duvidosa Total

Operações de crédito Empréstimos..................................................................................... Total em 2012 .................................................................................. Total em 2011 .................................................................................. c) Concentração das operações de crédito e outros créditos

Maior devedor................................................................................... Dez maiores devedores.................................................................... d) Setor de atividade econômica

D

2012 1.671 1.671

1.671 1.671 3.243

% 100,0 100,0

Em 31 de dezembro - R$ mil Total 2011 % 3.243 100,0 3.243

2012 1.671 1.671

100,0

Em 31 de dezembro - R$ mil 2011 % 3.012 92,9 3.243 100,0

% 100,0 100,0

Em 31 de dezembro - R$ mil 2011 %

2012 % Setor privado Indústria............................................................................................ 1.671 100,0 Total ................................................................................................. 1.671 100,0 e) Composição das operações de crédito e da provisão para créditos de liquidação duvidosa

3.243 3.243

100,0 100,0

Em 31 de dezembro - R$ mil

Nível de risco D ....................................................... Total em 2012 .................................. % ...................................................... Total em 2011 .................................. % ......................................................

Curso normal 1.671 1.671 100,0 3.243 100,0

Saldo da carteira Total da carteira 1.671 1.671 100,0 3.243 100,0

% 100,0 100,0

Mínimo requerido % 10,0

Provisão requerida Genérica 167 167 100,0 324 100,0

Total Geral 2012 2011 167 324 167 100,0 324 100,0

2012 Saldo inicial............................................................................................................................................ Reversão de provisão.............................................................................................................................. Baixas para prejuízo................................................................................................................................ Saldo final .............................................................................................................................................. Provisão genérica (1) .............................................................................................................................. Recuperação de créditos baixados como prejuízo (2) ............................................................................

Em 31 de dezembro - R$ mil 2011 324 5.094 (157) (3.484) (1.286) 167 324 167 324 1.009 744

(1) Constituída em razão da classificação do cliente ou da operação e, portanto, não enquadradas no item anterior; e (2) Registradas em receitas de operações de crédito, como previsto nas normas e instruções do BACEN. No período não ocorreram renegociações de operações de crédito. 8) OUTROS CRÉDITOS a) Rendas a receber Refere-se a dividendos a receber, no montante de R$ 154.081 mil (2011 - R$ 257.902 mil). b) Diversos Em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 183.557 185.880 135.613 107.912 84.447 98.477 57.684 58.415 31.274 40.521 7 492.575 491.212

Tributos antecipados................................................................................................................................ Depósitos para interposição de outros recursos ..................................................................................... Créditos a receber (Nota 20a) (1)............................................................................................................ Depósitos para interposição de recursos fiscais ..................................................................................... Créditos tributários (Nota 19c)................................................................................................................. Devedores por compra de valores e bens............................................................................................... Total ........................................................................................................................................................ (1) Refere-se a Direitos a Receber dos ex-controladores.

9) INVESTIMENTOS a) Os ajustes decorrentes da avaliação pelo método de equivalência patrimonial dos investimentos, registrados em contas de resultado, sob a rubrica de “Resultado de participações em coligadas e controladas” Em 31 de dezembro - R$ mil

Empresas Tibre Holdings Ltda. ............................................................................ Cia. Securitizadora de Créditos Financeiros Rubi ............................... Embaúba Holdings Ltda. .................................................................... Outros Investimentos........................................................................... Total ....................................................................................................

Capital Social 187.000 1.028.459 551.937

Patrimônio líquido ajustado 381.054 1.729.640 938.517

Quantidade de ações/cotas possuídas (em milhares) Ações Cotas 167.500 31.268 460.134

Participação no capital social % 100,000000 7,266302 83,367175

Lucro líquido ajustado 28.550 91.932 307.895

Ajuste decorrente de avaliação (1) 2012 2011 28.550 36.258 6.677 8.723 256.751 53.293 325 274 292.303 98.548

Valor contábil 2012 381.054 125.681 782.415 506 1.289.656

2011 352.775 119.067 525.312 413 997.567

(1) Os ajustes decorrentes de avaliação consideram os resultados apurados, periodicamente, pelas companhias e inclui variações patrimoniais das investidas não decorrentes de resultado, quando aplicáveis. b) Composição de outros investimentos

Investimentos por incentivos fiscais ........................................................................................................ Títulos patrimoniais ................................................................................................................................. Outros investimentos ............................................................................................................................... Subtotal .................................................................................................................................................. Provisão para perdas com investimentos por incentivos fiscais.............................................................. Provisão para perdas em outros investimentos....................................................................................... Subtotal .................................................................................................................................................. Total ........................................................................................................................................................

Em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 14.559 14.559 42 42 11.267 12.506 25.868 27.107 (10.532) (10.532) (10.233) (11.271) (20.765) (21.803) 5.103 5.304

10) PROVISÕES, ATIVOS E PASSIVOS CONTINGENTES E OBRIGAÇÕES LEGAIS - FISCAIS E PREVIDENCIÁRIAS a) Ativos Contingentes Não são reconhecidos contabilmente ativos contingentes. b) Provisões classificadas como perdas prováveis e Obrigações Legais - Fiscais e Previdenciárias A Instituição é parte em processos judiciais, de natureza cível e fiscal, decorrentes do curso normal de suas atividades. Na constituição das provisões a Administração leva em conta: a opinião dos assessores jurídicos, a natureza das ações, a similaridade com processos anteriores, a complexidade e o posicionamento de Tribunais, sempre que a perda for avaliada como provável. A Administração da Instituição entende que a provisão constituída é suficiente para atender as perdas decorrentes dos respectivos processos. O passivo relacionado à obrigação legal em discussão judicial é mantido até o desfecho da ação, representado por decisões judiciais, sobre as quais não caiba mais recursos, ou a sua prescrição. I - Processos Cíveis São pleitos de indenização por dano moral e patrimonial. Essas ações são controladas individualmente e provisionadas sempre que a perda for avaliada como provável, considerando a opinião de assessores jurídicos, natureza das ações, similaridade com processos anteriores, complexidade e posicionamento de Tribunais. Não existem em curso processos administrativos significativos por descumprimento de normas do Sistema Financeiro Nacional ou de pagamento de multas que possam causar impactos representativos no resultado financeiro da Instituição. II - Obrigações Legais - provisão para riscos fiscais A Instituição vem discutindo judicialmente a legalidade e constitucionalidade de alguns tributos e contribuições, os quais estão totalmente provisionados não obstante as boas chances de êxito a médio e longo prazo, de acordo com a opinião dos assessores jurídicos. III - Movimentação das Provisões

Saldo no início do exercício ................................................................................................................. Constituições líquidas de reversões e baixas.......................................................................................... Atualização monetária ............................................................................................................................. Pagamentos............................................................................................................................................. Saldo no fim do exercício (Notas 11a e 11b).......................................................................................

Em 31 de dezembro - R$ mil Fiscais e Cíveis Previdenciárias (1) 12.180 18.845 349 (5.526) 1.592 207 (849) 13.272 13.526

(1) Compreende, substancialmente, obrigações legais. c) Passivos Contingentes classificados como perdas possíveis A Instituição mantém um sistema de acompanhamento para todos os processos administrativos e judiciais em que figura como “autora” ou “ré” e amparada na opinião dos assessores jurídicos, classifica as ações de acordo com a expectativa de insucesso. Periodicamente são realizadas análises sobre as tendências jurisprudenciais e efetivada, se necessária, a reclassificação dos riscos desses processos. Neste contexto, os processos contingentes avaliados como de risco de perda possível não são reconhecidos contabilmente. d) Em 31 de dezembro de 2012 e de 2011, não há processos contingentes avaliados como de perda possível de natureza relevante. 11) OUTRAS OBRIGAÇÕES a) Fiscais e previdenciárias Em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 Impostos e contribuições a recolher (1) .................................................................................................. 100.139 115.612 Provisões para riscos fiscais (Nota 10b) ................................................................................................. 13.526 18.845 Impostos e contribuições sobre lucros a pagar ....................................................................................... 10.260 1.090 Provisão para imposto de renda diferido (Nota 19c) ............................................................................... 4.030 4.220 Total ........................................................................................................................................................ 127.955 139.767 (1) Inclui R$ 98.961 mil (2011 - R$ 115.272 mil) referente ao PAES, instituído pela Lei nº 10.684, de 30 de maio de 2003 (Nota 20a). b) Diversas Em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 Provisões cíveis (Nota 10b)..................................................................................................................... 13.272 12.180 Outras...................................................................................................................................................... 278 210 Total ........................................................................................................................................................ 13.550 12.390 12) PATRIMÔNIO LÍQUIDO a) Capital social O Capital social no montante de R$ 1.231.000 mil (2011 - R$ 1.231.000 mil), totalmente subscrito e integralizado, representado por 2.569.275.469 ações ordinárias, nominativas escriturais sem valor nominal. b) Reservas de Lucros Em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 Reservas de Lucros .............................................................................................................................. 1.295.022 978.376 - Reserva Legal (1).................................................................................................................................. 77.881 61.897 - Reserva Estatutária (2) ......................................................................................................................... 1.217.141 916.479 (1) Constituída obrigatoriamente à base de 5% do lucro líquido do período, até atingir 20% do capital social realizado, ou 30% do capital social, acrescido das reservas de capital. Após esse limite a apropriação não mais se faz obrigatória. A reserva legal somente poderá ser utilizada para aumento de capital ou para compensar prejuízos; e (2) Visando à manutenção de margem operacional compatível com o desenvolvimento das operações ativas da Sociedade, pode ser constituída em 100% do lucro líquido remanescente após destinações estatutárias, sendo o saldo limitado a 95% do Capital Social Integralizado. c) Dividendos e juros sobre o capital próprio Aos acionistas estão assegurados juros sobre o capital próprio e/ou dividendo mínimo obrigatório, em cada exercício, que somados não seja inferior a 1% do lucro líquido ajustado, nos termos da legislação societária. Fica a Diretoria autorizada a declarar e pagar dividendos intermediários, especialmente semestrais e mensais, utilizando-se das contas de Lucros Acumulados ou de Reservas de Lucros existentes, e, podendo ainda, autorizar a distribuição de lucros a título de juros sobre o capital próprio em substituição total ou parcial aos dividendos intermediários, ou, em adição aos mesmos. O cálculo dos dividendos relativos aos exercícios findos em 31 de dezembro, está demonstrado a seguir: R$ mil 2012 2011 Lucro Líquido........................................................................................................................................... 319.683 219.339 (-) Reserva Legal - 5% sobre o lucro....................................................................................................... (15.984) (10.967) Base de cálculo ..................................................................................................................................... 309.699 208.372 Dividendos propostos .............................................................................................................................. 3.037 2.084 Percentual em relação ao lucro líquido ajustado ............................................................................... 1,0% 1,0% Valor em Reais por lote de mil ações .................................................................................................. 1,18 0,81 13) OUTRAS DESPESAS ADMINISTRATIVAS

Serviços técnicos especializados............................................................................................................ Propaganda e publicidade....................................................................................................................... Comunicações......................................................................................................................................... Transportes.............................................................................................................................................. Serviços do sistema financeiro................................................................................................................ Outras...................................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................

Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 2.493 3.841 285 267 30 76 20 29 25 19 83 85 2.936 4.317

14) DESPESAS TRIBUTÁRIAS

Contribuição ao COFINS......................................................................................................................... Contribuição ao PIS................................................................................................................................. Impostos e taxas ..................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................

Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 3.156 6.018 513 978 173 21 3.842 7.017

15) OUTRAS RECEITAS OPERACIONAIS

Créditos fiscais (1)................................................................................................................................... Reversão de provisões para riscos fiscais .............................................................................................. Variações monetárias ativas.................................................................................................................... Atualização monetária sobre depósitos................................................................................................... Outras...................................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................

Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 147.417 5.526 145.798 28.059 6.602 2.167 2.472 231 384 35.983 302.673

(1) Refere-se a receitas de impostos a compensar. 16) OUTRAS DESPESAS OPERACIONAIS

Provisões para riscos - fiscais ................................................................................................................. Juros sobre obrigações ........................................................................................................................... Doações .................................................................................................................................................. Indenizações cíveis ................................................................................................................................. Patrocínio de caráter cultural................................................................................................................... Outras...................................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................ 17) RESULTADO NÃO OPERACIONAL Em 2011, o valor de R$ 10.077 mil refere-se ao lucro apurado na alienação das ações da Cetip S.A.

Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 145.798 21.220 17.773 2.600 1.904 3.419 150 160 435 10.267 26.309 177.417

18) TRANSAÇÕES COM O CONTROLADOR, CONTROLADA E COLIGADAS a) As transações com controlador, empresas controladas e coligadas estão assim representadas: 2012 Ativos (passivos)

2011 Ativos (passivos)

Em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 Receitas Receitas (despesas) (despesas)

Aplicações em depósitos interfinanceiros: Banco Bradesco S.A. ....................................................................... 671.382 571.636 46.726 61.012 Aplicações no mercado aberto: Banco Bradesco S.A. ....................................................................... 28.470 8.765 607 276 Dividendos: Banco Bradesco S.A. ....................................................................... (3.037) (2.084) Embaúba Holdings Ltda. ................................................................. 2.438 106.031 Tibre Holdings Ltda. ......................................................................... 151.494 151.223 Cia. Securitizadora de Créditos Financeiros Rubi ............................ 63 276 Outras............................................................................................... 75 293 b) Remuneração do pessoal-chave da Administração Anualmente na Assembleia Geral Ordinária é fixado: • O montante global anual da remuneração dos Administradores, que é definido em reunião do Conselho de Administração da Organização Bradesco, a ser paga aos membros do próprio Conselho e da Diretoria, conforme determina o Estatuto Social; e • A verba destinada a custear Planos de Previdência Complementar aberta dos Administradores, dentro do Plano de Previdência destinado aos Funcionários e Administradores da Instituição. A Instituição é parte integrante da organização Bradesco e seus Administradores são remunerados pelos cargos que ocupam no Banco Bradesco S.A., controlador da Companhia. A Instituição não possui benefícios de longo prazo, de rescisão de contrato de trabalho ou remuneração em instrumento baseado em ações, nos termos do CPC 10 - Pagamento baseado em Ações, aprovado pela resolução CMN nº 3.989/11, para seu pessoal-chave da Administração. Outras informações Conforme legislação em vigor, as instituições financeiras não podem conceder empréstimos ou adiantamentos para: a) Diretores e membros dos Conselhos consultivos ou administrativo, fiscais e semelhantes, bem como aos respectivos cônjuges e parentes até o 2º grau; b) Pessoas físicas ou jurídicas que participem de seu capital, com mais de 10%; e c) Pessoas jurídicas de cujo capital participem, com mais de 10%, a própria instituição financeira, quaisquer diretores ou administradores da própria instituição, bem como seus cônjuges e respectivos parentes até o 2º grau. Dessa forma, não são efetuados pelas instituições financeiras empréstimos ou adiantamentos a qualquer subsidiária, membros do Conselho de Administração ou da Diretoria Executiva e seus familiares. 19) IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL a) Demonstração do cálculo dos encargos com imposto de renda e contribuição social

Resultado antes do imposto de renda e contribuição social............................................................ Encargo total do imposto de renda e contribuição social às alíquotas de 25% e 15%, respectivamente...... Efeito das adições e exclusões no cálculo dos tributos: Participações em coligadas e controladas .............................................................................................. Despesas indedutíveis líquidas de receitas não tributáveis .................................................................... Efeito do diferencial da alíquota da contribuição social........................................................................... Outros valores ......................................................................................................................................... Imposto de renda e contribuição social do exercício ........................................................................ b) Composição da conta de resultado de imposto de renda e contribuição social

Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 346.267 291.449 (138.507) (116.580) 116.921 (1.802) (3.196) (26.584)

39.419 (1.953) 6.371 633 (72.110)

Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 Impostos correntes: Imposto de renda e contribuição social devidos ............................................................................... Impostos diferidos: Constituição/realização no exercício, sobre adições temporárias........................................................... Utilização de saldos iniciais de: Base negativa de contribuição social ...................................................................................................... Prejuízo fiscal .......................................................................................................................................... Total dos impostos diferidos................................................................................................................ Imposto de renda e contribuição social do exercício ........................................................................ c) Origem dos créditos tributários de imposto de renda e contribuição social diferidos

(17.337)

(18.262)

(2.355)

(48.937)

(2.769) (4.123) (9.247) (26.584)

(97) (4.814) (53.848) (72.110)

R$ mil Saldo em Saldo em 31.12.2011 Constituição Realização 31.12.2012 Provisão para créditos de liquidação duvidosa ...................................... 644 241 304 581 Provisões cíveis...................................................................................... 4.873 756 320 5.309 Provisões fiscais..................................................................................... 5.041 95 476 4.660 Provisão para desvalorização de títulos e investimentos ....................... 1.444 1.444 Provisão para desvalorização de bens não de uso................................ 35 35 Outros..................................................................................................... 4.175 229 2.576 1.828 Total dos créditos tributários sobre diferenças temporárias........... 16.212 1.321 3.676 13.857 Prejuízo fiscal e base negativa ............................................................... 24.309 6.892 17.417 Total dos créditos tributários (Nota 8b).............................................. 40.521 1.321 10.568 31.274 Obrigações fiscais diferidas (Nota 11a) ............................................. 4.220 329 519 4.030 Créditos tributários líquidos das obrigações fiscais diferidas ........ 36.301 992 10.049 27.244 d) Previsão de realização dos créditos tributários sobre diferenças temporárias, prejuízos fiscais e base negativa Em 31 de dezembro de 2012 - R$ mil Prejuízo Fiscal e Diferenças temporárias Base Negativa Imposto Contribuição Imposto Contribuição de renda social de renda social Total 2013........................................................................................................ 2.178 1.503 1.745 988 6.414 2014........................................................................................................ 2.728 1.759 2.356 1.377 8.220 2015........................................................................................................ 3.383 2.002 1.933 1.168 8.486 2016........................................................................................................ 190 114 2.633 1.580 4.517 2017........................................................................................................ 2.403 1.234 3.637 Total ....................................................................................................... 8.479 5.378 11.070 6.347 31.274 A projeção de realização de crédito tributário trata-se de estimativa e não é diretamente relacionada à expectativa de lucros contábeis. O valor presente dos créditos tributários, calculados considerando a taxa média de captação, líquida dos efeitos tributários, monta a R$ 29.366 mil (2011 - R$ 37.158 mil), sendo R$ 13.200 mil (2011 - R$ 15.200 mil) de diferenças temporárias e R$ 16.166 mil (2011 - R$ 21.958 mil) de prejuízo fiscal e base negativa da contribuição social. e) Obrigações fiscais diferidas A sociedade possui obrigações fiscais diferidas de imposto de renda e contribuição social no montante de R$ 4.030 mil (2011 - R$ 4.220 mil) relativa à atualização monetária de depósitos judiciais. 20) OUTRAS INFORMAÇÕES a) Por força do Instrumento Particular de Contrato de Promessa de Integração Empresarial e Outros Pactos, de 7 de julho de 2000, firmado com o Banco Bradesco S.A., os ex-controladores do Banco Boavista, julgaram oportuno o exercício da opção para aderir ao PAES, objetivando o parcelamento de débitos tributários e previdenciários junto à União, por eles garantidos, os quais vinham sendo questionados nas esferas administrativa e judicial, no montante de R$ 165.340 mil, conforme faculdade instituída pela Lei nº 10.684, de 30 de maio de 2003. Conforme a referida legislação, os valores objeto de parcelamento serão quitados no prazo mínimo de 120 meses e máximo de 180 meses, devidamente atualizados pela TJLP. Os valores atualizados relativos às obrigações fiscais de R$ 98.961 mil (2011 - R$ 115.272 mil) e o respectivo direito a receber dos ex-controladores R$ 84.447 mil (2011 - R$ 98.477 mil), por força do citado instrumento estão, respectivamente, registrados em outras obrigações - fiscais e previdenciárias (Nota 11a) e outros créditos - diversos (Nota 8b). b) Gerenciamento de riscos A atividade de gerenciamento dos riscos é altamente estratégica em virtude da crescente complexidade dos serviços e produtos e da globalização dos negócios da Organização Bradesco, motivo de constante aprimoramento desta atividade na busca das melhores práticas. A Organização Bradesco exerce o controle dos riscos de modo integrado e independente, preservando e valorizando o ambiente de decisões colegiadas, desenvolvendo e implementando metodologias, modelos, ferramentas de mensuração e controle. Promove ainda a atualização dos colaboradores em todos os níveis hierárquicos, desde as áreas de negócios até o Conselho de Administração. O processo de gerenciamento permite que os riscos sejam proativamente identificados, mensurados, mitigados, acompanhados e reportados, o que se faz necessário em face da complexidade dos produtos financeiros e do perfil da atividade da Organização Bradesco. O Boavista como parte integrante da Organização Bradesco adota a estrutura de gerenciamento de riscos desta, no gerenciamento de risco de crédito, de mercado, de liquidez e operacional. c) Em aderência ao processo de convergência com as normas internacionais de contabilidade, o Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) emitiu alguns procedimentos contábeis, suas interpretações e orientações, os quais serão aplicáveis às instituições financeiras somente quando aprovado pelo CMN. Os pronunciamentos contábeis já aprovados foram: • Resolução nº 3.566/08 - Redução ao Valor Recuperável de Ativos (CPC 01); • Resolução nº 3.604/08 - Demonstração do Fluxo de Caixa (CPC 03); • Resolução nº 3.750/09 - Divulgação sobre Partes Relacionadas (CPC 05); • Resolução nº 3.823/09 - Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes (CPC 25); • Resolução nº 3.973/11 - Evento subsequente (CPC 24); • Resolução nº 3.989/11 - Pagamento baseado em Ações (CPC 10); • Resolução nº 4.007/11 - Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro (CPC 23); e • Resolução nº 4.144/12 - Pronunciamento Conceitual Básico (R1). Atualmente, não é possível quantificar quando o CMN irá aprovar os demais pronunciamentos contábeis do CPC e tampouco se a utilização dos mesmos será de forma prospectiva ou retrospectiva.

A DIRETORIA Luiz Filipe Lopes Soares – Contador – CRC 1SP208127/O-5 continua...


DIÁRIO DO COMÉRCIO

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

11

...continuação

Banco Boavista Interatlântico S.A. Empresa da Organização Bradesco CNPJ 33.485.541/0001-06 Sede: Cidade de Deus - Prédio Prata - 4º Andar - Vila Yara - Osasco - SP RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Aos Administradores do Banco Boavista Interatlântico S.A. Osasco - SP Examinamos as demonstrações contábeis do Banco Boavista Interatlântico S.A. (“Instituição”), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre e exercício findos naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A Administração da Instituição é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Instituição para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Instituição. Uma auditoria inclui,

também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do Banco Boavista Interatlântico S.A. em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o semestre e exercício findos naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Outros assuntos Demonstração do valor adicionado Examinamos também, as demonstrações do valor adicionado (DVA), elaboradas sob a responsabilidade da Administração da Instituição, para o semestre e exercício findos em 31 de dezembro de 2012, que estão sendo apresentadas como informações suplementares. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Osasco, 25 de fevereiro de 2013

KPMG Auditores Independentes CRC 2SP014428/O-6

Zenko Nakassato Contador CRC 1SP160769/O-0

p Câmara volta à labuta e vota 14º e 15º É uma grande vitória. O 14º e o 15º são uma vergonha nacional. É inexplicável e inaceitável. Carlos Sampaio (SP), líder do PSDB.

olítica

Presidente da Casa e líderes partidários decidiram começar as votações do ano, hoje, com projeto que acaba com os salários extras. Ou melhor, com a metade deles. Ed Ferreira/Estadão Conteúdo

C

om a imagem pública do Congresso desgastada, o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), e os líderes partidários escolheram o projeto que acaba com o 14º e o 15º salários dos parlamentares como o primeiro a ser votado, após a retomada dos trabalhos legislativos. A votação marcada para a sessão de hoje do plenário acontece nove meses depois de a proposta ter sido aprovada pelo Senado – e com a segunda parcela já depositada na conta dos parlamentares. O projeto põe fim aos dois salários extras, R$ 26.723,13 cada, pagos anualmente em dezembro e em fevereiro, para deputados e senadores a título de ajuda de custo. "A imagem da Casa será pior ou melhor de acordo com os trabalhos", afirmou Henrique Alves, negando que a escolha do primeiro projeto seja uma tentativa de recuperar a credibilidade dos políticos. Desde o início do ano legislativo, no dia 4 de fevereiro até a semana passada, as votações da Câmara se restringiram a medidas provisórias.

IDEIA DA GLEISI A proposta original de acabar com os extras foi apresentada pela senadora e atual ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann (PT-PR), logo no iní-

cio de seu mandato em 2011, provocando reclamação de setores do Senado e da Câmara. Com o propósito de dar uma resposta à sociedade, os deputados concordaram em acabar com os extras e, ontem, os líderes na Câmara assinaram requerimento para incluir o projeto na pauta desta quarta-feira. Como se trata de um projeto de decreto legislativo, não há necessidade de sanção da presidente da República para que a regra entre em vigor. SÓ QUE CONTINUA O projeto enviado pelo Senado mantém os salários extras no início e no final do mandato, ou seja, duas ajudas de custo no período de quatro anos, para os deputados e de oito anos, para os senadores, e não mais a cada ano, como é atualmente. De acordo com a proposta, a ajuda é "destinada a compensar as despesas com mudança e transporte" do parlamentar ao assumir o mandato em Brasília e, ao final, para voltar ao estado de origem. O fim do 14º e do 15º salários representará uma economia anual de R$ 27,41 milhões para a Câmara e de R$ 4,32 milhões para o Senado nos anos do mandato em que não houver o pagamento. "Não podemos permitir que um grupo seleto da sociedade brasileira tenha um

O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN): "A imagem da Casa será pior ou melhor de acordo com os trabalhos". benefício que não é estendido à grande maioria dos trabalhadores do País", afirmou o líder do PPS, Rubens Bueno (PR). "É uma grande vitória. O 14º e o 15º são uma vergonha nacional. É inexplicável e inaceitável", disse o líder do PSDB, Carlos Sampaio (SP).

DEPOIS, A REFORMA No propósito de votar propostas paradas na Câmara, Henrique Eduardo Alves anunciou a votação do projeto de reforma política na primeira semana de abril, mesmo que não haja consenso entre os deputados.

O Orçamento 2013 e os vetos: é hoje, no STF.

E

m julgamento dividido, o Supremo Tribunal caminho aberto para votar os vetos mais recenFederal (STF) decide hoje se mantém, cas- tes e rapidamente poderia apreciar e derrubar o sa ou reduz os efeitos da liminar que obri- veto à divisão dos royalties mais benéfica aos esgou o Congresso a votar os mais de 3 mil vetos tados não-produtores. presidenciais antes de analisar o veto à lei que alOntem, deputados do Rio e do Espírito Santo fiterou o rateio dos royalties do petróleo. Apesar zeram uma romaria aos gabinetes dos ministros das dúvidas entre os próprios ministros sobre do STF na tentativa de convencê-los a manter a qual será a decisão, o tribunal confirmará que o liminar concedida pelo ministro Luiz Fux – que é Orçamento 2013 poderá ser votado mesmo sem do Rio. "A regra que nós estamos defendendo é a a apreciação dos vetos. Relator do processo e decidida pelo ministro Fux: que os vetos tenham responsável pela liminar, o ministro Luiz Fux que obedecer a ordem cronológica e que as deadiantou que manterá seu entendimento na ses- mais matérias não sejam trancadas pela votação são. Para ele, o Congresso só pode votar os vetos dos vetos", afirmou Alessandro Molon (PT-RJ), que favoreceram o Rio e o Espíautor do mandado de seguranrito Santo se forem votados ança que gerou a decisão do Sutes os outros 3 mil vetos. premo. "Isso não coloca risco Enquanto isso, no seu entenpara o País e vai obrigar o ConA regra que dimento, o Orçamento pode ser gresso a trabalhar, ou seja, nós estamos votado normalmente. Mas parapreciar veto por veto, os três te dos ministros se mostra desmil que deixou de votar". defendendo confortável com os efeitos desParlamentares de oposição é a regra sa decisão. Alguns indicaram também se reuniram com midecidida pelo que podem reduzir o alcance da nistros da Corte, mas para deministro Luiz Fux. liminar. A decisão só valeria pafender que a pauta do Congresra os vetos mais recentes – so permaneça trancada enALESSANDRO MOLON aqueles que foram publicados quanto não forem votados os (PT-RJ ) nos 30 dias anteriores à concesvetos. "A Constituição é clara são da liminar. Assim, os vetos ao dizer que antes de se apreque esperam há anos a apreciação do Congresso ciar os vetos não se vota nada no Congresso Naseriam, na prática, esquecidos . cional", afirmou o deputado Carlos Sampaio Essa visão atenderia aos apelos feitos pela Ad- (PSDB-SP). "A nossa tese é de que todos os vetos vocacia-Geral da União em memorial entregue que estão para ser analisados na casa devem ser ao STF. O governo argumentou, no documento, analisados, sem que haja qualquer modulação que exigir a votação de todos os vetos levaria o ou qualquer anistia dos vetos pra trás." Congresso a um colapso. Seriam necessários, A polêmica que nasceu no Congresso e que depelos cálculos da AGU, três anos só para votar to- saguou no Supremo é mais um dos episódios em dos os vetos. O governo receia especialmente os que as negociações políticas deixavam de lado a impactos financeiros da derrubada de determi- legislação. A Constituição determina que os venados vetos. Uma estimativa da AGU indicou que tos devem ser votados em 30 dias pelo Congresa União perderia R$ 471 bilhões se todos os vetos so, sob pena de a pauta da Casa permanecer fossem derrubados. Se esse entendimento pre- trancada. Durante anos, as negociações polítivalecer, os estados produtores de petróleo pode- cas impediam a votação dos vetos, o que criou o rão sair prejudicados. O Congresso estará com estoque de mais de 3 mil pendentes de decisão.

Ó RBITA

E O MINISTRO?

O

ministro José Eduardo Cardozo (Justiça) disse ontem que a presidente Dilma Rousseff ainda não escolheu o futuro ministro do STF que substituirá Carlos Ayres Britto, aposentado desde novembro. Cardozo esteve com o presidente da Corte, Joaquim Barbosa, e afirmou que não recebeu crítica pela demora na indicação. Ele minimizou a indefinição e disse que não há prazo para a escolha do novo integrante do STF.

NO PRAZO

R

evisor do processo do Mensalão, o ministro do STF Ricardo Lewandowski, disse ontem que vai liberar a revisão de seu voto respeitando "rigorosamente" o prazo regimental, que é de 60 dias e termina em 1º de abril. Lewandowski disse que respeitar, no entanto, não significa esgotar o prazo. Ele sustentou ainda que não vai realizar nenhuma retificação na essência de suas teses levantadas no processo.

"Essa Casa não foi criada para empurrar os temas com a barriga nem deixá-los para depois. O consenso é o ideal, mas, se não for possível, será decisão da maioria", disse o presidente da Câmara dos Deputados, ressaltando que o maior desgaste político da

Câmara é provocado pela omissão e pela não votação de temas polêmicos. "A Casa tem de ter a coragem de enfrentar o voto sim e o voto não. Se não for possível o consenso, vamos para o voto", afirmou o presidente da Câmara. (Estadão Conteúdo)


DIÁRIO DO COMÉRCIO

12 EFE

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013 Reuters

VENEZUELA Mesmo sem ver Hugo Chávez há dois meses e meio, 60% dos venezuelanos acham que ele voltará a governar, diz o instituto Hinterlaces.

nternacional

ESTADOS UNIDOS Chuck Hagel foi confirmado pelo Senado como o próximo secretário de Defesa, após polêmica sobre sua posição contrária à Guerra do Iraque.

Alessandro Bianchi/Reuters

Vaticano se prepara para a última audiência geral do papa hoje

Os sapatos vermelhos se vão. Mas o título fica.

Itália desgovernada e sem liderança

Bento XVI será chamado de 'papa emérito' após a sua renúncia na quinta-feira

O

Vaticano respondeu ontem a algumas das questões sobre o futuro do papa Bento XVI após a sua renúncia, prevista para amanhã. Ele continuará a ser chamado de "Sua Santidade", terá o título de "papa emérito", usará a clássica batina branca, mas abrirá mão de outros itens do guarda-roupa de líder do catolicismo, como a mitra (chapéu com ponta triangular), o pálio (faixa de lã) e os famosos sapatos vermelhos. O porta-voz do Vaticano, padre Federico Lombardi, brincou ontem que Bento XVI deverá usar um par de calçados marrons que ganhou em visita ao México, no ano passado, aos quais já teria se afeiçoado. O Anel do Pescador, que simboliza o poder pontifício, será destruído, assim como o selo de chumbo usado para carimbar documentos importantes. A regra estabelece que o anel deve ser destruído para evitar qualquer eventual falsificação.

O papa ainda manterá o nome que escolheu ao ser eleito em 2005. O anúncio contraria a previsão da Santa Sé e de especialistas em direito canônico de que o pontífice alemão voltaria a ser tratado na Igreja Católica como cardeal Joseph Ratzinger. Segundo Lombardi, a decisão de manter as honras simbólicas foi tomada pelo próprio papa, que deixará de ser o líder máximo da Igreja Católica no dia 28. Isso significa que ele manterá um status superior ao dos demais cardeais, embora tenha abdicado do posto. Na prática, no entanto, ele deve manter a promessa de não exercer atividades públicas depois da renúncia. Em latim, "emérito" significa "aposentado". A Igreja já usa o termo como deferência a arcebispos que deixaram o posto, mas permanecem com influência espiritual sobre os fiéis. Um exemplo é o cardeal Paulo Evaristo Arns, arcebispo emérito de São Paulo desde 1996. (Agências)

Drama eleitoral: é possível unir a centro-esquerda e a centro-direita em um único governo?

O

decepção", disse Bersani. Os mercados financeiros despencaram por causa do risco de um impasse, o que reacendeu as lembranças da crise financeira que levou os custos da dívida italiana a níveis insustentáveis e deixou a zona do euro à beira do colapso em 2011. "O vencedor é: a ingovernabilidade", foi a manchete do jornal romano Il Messaggero, refletindo o impasse que o país terá de confrontar nas próximas semanas, quando inimigos jurados precisarão cooperar na formação de um governo. Líder do Partido Democrático, Bersani tem a difícil tarefa de tentar formar uma "grande coalizão" com a centro-direita do ex-premiê Silvio Berlusconi, a quem ele culpa por ter arruinado a Itália, ou selar um acordo com Grillo, uma incógnita na política local. A alternativa seriam novas

Os mercados reagiram com nervosismo ao impasse eleitoral na Itália eleições, embora Berlusconi e Bersani já tenham declarado se opor a isso. "Todos temos que fazer sacrifícios, todos temos de refletir sobre o que podemos fazer pela Itália. O país não pode ficar sem governo", disse o ex-premiê, cuja coalizão chegou em segundo lugar.

Grillo já disse que não acredita que o próximo governo dure mais do que seis meses. "Eles não serão capazes de governar", afirmou ele, rejeitando, porém, a possibilidade de formar uma coalizão. "Não é hora de falar em alianças... o sistema já faliu." (Agências)

UM ESPETÁCULO FATAL

SECRETARIA DA SAÚDE DIVISÃO TÉCNICA DE SUPRIMENTOS - SMS.3 ABERTURA DE LICITAÇÕES Encontram-se abertos no Gabinete, os seguintes pregões: PREGÃO ELETRÔNICO 006/2013-SMS.G, processo 2012-0.311.072-0, destinado ao registro de preços para o fornecimento de ATADURA GESSADA, para a Divisão Técnica de Suprimentos, SMS-3/Grupo Técnico de Compras, GTC/Área Técnica de Material Médico Hospitalar, do tipo menor preço unitário. A abertura/ realização da sessão pública de pregão ocorrerá a partir das 9h30min do dia 12 de março de 2013, pelo endereço www.comprasnet.gov.br, a cargo da 3ª Comissão Permanente de Licitações da Secretaria Municipal da Saúde. PREGÃO ELETRÔNICO 039/2013-SMS.G, processo 2012-0.115.589-0, destinado ao registro de preço para o fornecimento de CLARITROMICINA EM PÓ 50MG/ ML-FR, para a Divisão Técnica de Suprimentos - SMS.3/Grupo Técnico de Compras - GTC/Área Técnica de Medicamentos, do tipo menor preço. A abertura/ realização da sessão pública de pregão ocorrerá a partir das 9h30min do dia 11 de março de 2013, pelo endereço www.comprasnet.gov.br, a cargo da 4ª Comissão Permanente de Licitações da Secretaria Municipal da Saúde. PREGÃO ELETRÔNICO 041/2013-SMS.G, processo 2012-0.213.059-0, destinado ao registro de preço para o fornecimento de VASOPRESSINA, para a Divisão Técnica de Suprimentos - SMS.3/Grupo Técnico de Compras - GTC/Área Técnica de Medicamentos, do tipo menor preço. A abertura/realização da sessão pública de pregão ocorrerá a partir das 14 horas do dia 13 de março de 2013, pelo endereço www.comprasnet.gov.br, a cargo da 1ª Comissão Permanente de Licitações da Secretaria Municipal da Saúde. PREGÃO ELETRÔNICO 044/2013-SMS.G, processo 2012-0.354.401-0, destinado ao registro de preços para o fornecimento de CURATIVO, CARVÃO ATIVADO, PRATA, MEDIDA APROXIMADA 10,5CM X 10,5CM, para a Divisão Técnica de Suprimentos, SMS-3/Grupo Técnico de Compras, GTC/Área Técnica de Material Médico Hospitalar, do tipo menor preço unitário. A abertura/realização da sessão pública de pregão ocorrerá a partir das 9 horas do dia 11 de março de 2013, pelo endereço www.comprasnet.gov.br, a cargo da 3ª Comissão Permanente de Licitações da Secretaria Municipal da Saúde. RETIRADA DE EDITAIS Os editais dos pregões acima poderão ser consultados e/ou obtidos nos endereços: http://e-negocioscidadesp.prefeitura.sp.gov.br; www.comprasnet.gov.br, quando pregão eletrônico; ou, no gabinete da Secretaria Municipal da Saúde, na Rua General Jardim, 36 - 3º andar - Vila Buarque - São Paulo/SP - CEP 01223-010, mediante o recolhimento de taxa referente aos custos de reprografia do edital, através do DAMSP, Documento de Arrecadação do Município de São Paulo. DOCUMENTAÇÃO - PREGÃO ELETRÔNICO Os documentos referentes às propostas comerciais e anexos, das empresas interessadas, deverão ser encaminhados a partir da disponibilização do sistema, www.comprasnet.gov.br, até a data de abertura, conforme especificado no edital.

Lisi Niesner/Reuters

s partidos políticos da Itália buscaram ontem algum tipo de acordo, depois de uma eleição em que nenhum deles conseguiu maioria parlamentar, abrindo a possibilidade de uma prolongada instabilidade e de uma nova crise europeia. Após a sua frágil vitória, o líder da coalizão de centro-esquerda, Pier Luigi Bersani, admitiu: a situação é "dramática". Os resultados, e especialmente a ascensão do partido alternativo Movimento 5 Estrelas, do comediante Bepe Grillo, deixaram a centro-esquerda com maioria na Câmara, mas sem o controle do Senado. "É claro que aqueles que não são capazes de garantir a governabilidade não podem dizer que venceram. Não vencemos mesmo tendo ficado em primeiro, e esta é a nossa

Balão de ar quente cai de uma altura de 300 metros e mata 19 pessoas no Egito Reuters - 14/02/10

A

queda de um balão de ar quente, ontem, na cidade histórica de Luxor, no Egito, matou 18 turistas estrangeiros e um local, e fez com que o governo suspendesse a prática da atividade na região. Acredita-se que este tenha sido o acidente mais grave da história do balonismo, praticado há mais de 200 anos. Entre os mortos estão nove turistas de Hong Kong, quatro japoneses, e dois britânicos – um deles sobreviveu à queda, mas morreu no hospital. As outras vítimas são de nacionalidades belga, húngara e francesa. Um turista britânico e o piloto, egípcio, saltaram da cesta quando o balão estava perto do chão e sobreviveram. Eles foram levados ao Cairo com queimaduras graves. O acidente ocorreu por volta das 7h no horário local (3h em Brasília), após uma corda ter batido em um tanque de hélio,

Vista aérea da antiga Luxor, um dos principais pontos turísticos do Egito. A cidade é famosa por seus templos e pelas tumbas do Vale dos Reis, inclusive a de Tutancâmon.

causando uma explosão e um incêndio no interior do veículo. O balão, que aparentemente estava em procedimento de descida, caiu em uma plantação de cana-de-açúcar, de uma altura de 300 metros, a oeste do rio Nilo.

Após a tragédia, autoridades suspenderam as viagens com balões de ar quente, enquanto investigadores tentavam determinar a razão do incêndio. O incidente pode prejudicar ainda mais a indústria do turismo no Egito, já bastante afeta-

da pela agitação política dos últimos dois anos. Luxor, a 510 quilômetros ao sul do Cairo, abriga alguns dos mais belos templos faraônicos do Egito Antiga. Suas ruínas estão entre as maiores atrações turísticas do país. (Agências)


DIÁRIO DO COMÉRCIO

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

c

13 FUNDAÇÃO BILL GATES NO BRASIL Parceria entre a Fundação Bill e Melinda Gates, o Ministério da Saúde e o CNPq vai incentivar a criação de soluções que reduzam a prematuridade no Brasil.

idades

Fotos: Newton Santos/Hype

Kit de cafezinho de coador vendido no restaurante Lá da Venda, na Vila Madalena: especialista aprova a novidade do cliente fazer o seu café e afirma que trata-se do método mais simples e saboroso de consumir a bebida.

Eita cafezinho bom. De coador. Bares e restaurantes de São Paulo oferecem charmosos kits para o cliente coar o seu café na hora. Para completar, xícaras de ágata e até lasquinhas de rapadura. Kety Shapazian

N

ada melhor do que um bom cafezinho para fechar uma refeição. Seja após o almoço ou o jantar, a bebida – desde que bem preparada e feita com grãos de qualidade, é claro – cai muito bem. Agora, clientes de alguns bares e restaurantes da cidade têm a chance de preparar o seu próprio café, na mesa, usando charmosos kits que incluem pequeninos coadores de pano e xícaras de ágata, daquelas com cara de antigamente. "Chamamos de ritual do café, mas se dependesse de mim seria o 'ritual contagiante do café' porque é só um cliente começar a preparar a bebida que outros querem também", diz Denílson Pereira Cardoso, auxiliar de maître do Lá da Venda, que há cerca de 45 dias passou a oferecer essa opção de café. O local, uma mistura de restaurante, café e mercadinho do interior, já vendia os kits para coar a bebida no pano (R$ 31 e R$ 43, esse com xícara de 250 ml), mas a saída aumentou depois do 'ritual' ter sido colocado no cardápio. A atriz Thaís Ienaga prestava bastante atenção às instruções de Cardoso: "Misture a água ao pó e mexa por 10 segundos. Agora é só coar". Ela diz, encantada: "Este 'coadorzinho' é uma

gracinha". Rapadura – Outro que está apelando à memória afetiva dos comensais é o Peixaria, misto de bar e peixaria com clima e decoração que remetem ao litoral. Ele foi inaugurado no último dia 2 já servindo o chamado café de coador, também em xícaras de ágata. No local, inclusive, nem existe a opção de café tirado em máquina. A

Kit inclui xícara e coador de pano

A atriz Thaís Ienaga, que aprovou a novidade de fazer o seu próprio café, no restaurante Lá da Venda: "Este 'coadorzinho' é uma gracinha".

novidade vem com lasquinhas de rapadura e "bolinho caseiro do dia". Nem tente resistir. Como não dá para falar de café sem ouvir uma das baristas responsáveis por colocar a bebida no centro das atenções há pouco mais de 10 anos, fomos ouvir a opinião de Isabela Raposeiras, do Coffee Lab. "Gosto muito da ideia. Só não

gosto do coador de pano. Mas prefiro o paninho aos espressos encapsulados. O certo era usarem um coadorzinho de papel, pois o pano, por melhor lavado que seja, acaba retendo o sabor. Não tem jeito." Avanço – Isabela é fã de carteirinha do café coado. "É o método mais simples e o que resulta em mais sabor. Permitir que os clientes coem

o café é um superavanço. O próximo passo é usar o coador de papel", diz. A xícara de ágata também está liberada. A ressalva aqui, no entanto, fica por conta do tamanho do recipiente. "Xícaras maiores permitem que a bebida oxigene melhor. É como vinho. Quanto à ágata, combina com o estilo do serviço." Quem ainda não se

Erbs Jr./Estadão Conteúdo

Boate Kiss: Bill Gates injeta denúncia por US$ 8 milhões homicídio. em pesquisas

O

Prefeitura do Rio de Janeiro inaugura modelo de mictório público

UFA! : alívio imediato.

D

iante da estação de trens Central do Brasil, a Prefeitura do Rio de Janeiro inaugurou ontem um modelo de mictório público, que pode ser instalado em outras calçadas pela cidade. Batizado de UFA! (Unidade Fornecedora de Alívio), o equipamento foi doado à prefeitura por uma empresa de mobiliário urbano interessada em virar fornecedora do município. O primeiro usuário da UFA! foi o padeiro pernambucano Josafar Gomes da Silva, 35, que passava pela Central. "Estava

procurando um lugar para ir ao banheiro e vi que abriu isso aqui. Estou até mais leve", disse o padeiro, que não se intimidou pela visibilidade parcial do equipamento. O modelo do mictório, com capacidade para uma pessoa, garante privacidade ao redor do usuário. Entretanto, pequenas aberturas, em forma de quadrados, decoram a parte superior do equipamento, possibilitando uma visão parcial do rosto da pessoa que vai urinar sem lavar as mãos depois. A UFA! não tem pia. (Folhapress)

Ministério Público do Rio Grande do Sul deve denunciar por homicídio doloso qualificado os quatro investigados pelo incêndio na boate Kiss, em Santa Maria (RS), após a conclusão do inquérito da Polícia Civil, informa um dos promotores responsáveis pelo caso, Joel Dutra. De acordo com o promotor, a investigação policial já fornece elementos suficientes para enquadrar os investigados na denúncia de homicídio doloso - quando tem a intenção de matar - qualificado. Um mês após a tragédia que matou 239 pessoas no incêndio da boate Kiss, Santa Maria continua em silêncio. Lojas, casas e apartamentos mantêm panos pretos na fachada, em sinal de luto. O prédio queimado da boate se tornou ponto de peregrinação na cidade. Flores, mensagens, velas e fotos ainda são deixados em frente ao local. (Agências)

U

ma parceria entre a Fundação Bill e Melinda Gates, o Ministério da Saúde e o CNPq destinará US$ 8 milhões (cerca de R$ 16 milhões) para incentivar a criação de soluções que reduzam o índice de prematuridade no Brasil. Atualmente, 10,5% dos nascimentos no País são prematuros. A parceria com a fundação de Bill Gates, criador da Microsoft, pretende financiar pesquisas da comunidade científica brasileira, além de empreendedores autônomos. O secretário de Ciência e Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, Carlos Gadelha, disse acreditar que até 20 projetos deverão ser contemplados. As melhores soluções, como vacinas e programas de prevenção e diagnóstico de nascimentos prematuros, serão replicadas globalmente. O regulamento e os detalhes de inscrição estarão na página do CNPq na internet. (Folhapress)

convenceu de que café coado é mais gostoso, o Coffee Lab oferece o "ritual nº 2": o cliente desfruta a mesma bebida preparada nos métodos coado e espresso. "O consumidor está mais exigente, mas está longe do ideal. Se ele devolve um prato ou uma sobremesa que não está de acordo com o que ele pediu, deveria fazer o mesmo com o café", diz Isabela.

S ERVIÇO Lá da Venda: Rua Harmonia, 161, Vila Madalena. Peixaria: Rua Inácio Pereira da Rocha, 112, Pinheiros. Garimpos do Interior: Rua Marco Aurélio, 201. Coffee Lab: Rua Fradique Coutinho, 1340. Meats: Rua dos Pinheiros, 320. Vito: Rua Isabel de Castela, 529. Brasil a Gosto: Rua Professor Azevedo do Amaral, 70.


DIÁRIO DO COMÉRCIO

14

3

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

º

FAMÍLIAS O projeto de integração do Laramara foi criado há 22 e já beneficiou quase 10 mil famílias.

setor Fotos: Divulgação

Professora e aluna do Laramara estudam com método Braille. O atendimento é feito da infância à adolescência.

Volta às aulas com inclusão

Acima, à direita e abaixo trabalho de crianças com especialistas da instituição. Escrita e leitura, de maneira regular e utilizando a máquina de Braille.

Projeto da Laramara atende crianças com deficiências visuais, favorecendo e ajudando na inclusão em escolas regulares. Kelly Ferreira

O

Hotéis se preparam para deficientes visuais

C

om o objetivo de preparar equipes de hotéis para receber pessoas com deficiência visual de maneira adequada, a Fundação Dorina promoveu ontem o evento "Soluções em Acessibilidade – Como se preparar para atender pessoas com deficiência". O público pode entender um pouco mais sobre terminologias, leis, adequação de ambientes e tratamento humanizado. O encontro foi conduzido por Robson Gonzales, arquiteto e urbanista especialista em acessibilidade da Vivendo sem Barreiras, e Eliana Cunha, ortoptista da fundação, que trabalha com reabilitação.

Para Mariana Costa, consultora de Turismo do Sebrae e gestora do Circuito das Frutas, comerciantes e donos de hotéis e restaurantes querem se tornar acessíveis, mas não sabem por onde começar. "Vim para saber mais sobre adequações de espaços e saio daqui com conhecimento para repassar", disse. Marisa Andrade, consultora de Qualidade da Rede Hostelling International, participou com o objetivo de se preparar para levar acessibilidade aos hostels (albergues). "Temos planos de tornar acessíveis as áreas interna e social. Queremos, inclusive, colocar em nosso manual um capítulo sobre acessibilidade, disse.

ano escolar começou e Ian Souto Izidoro, de 12 anos, tem um novo desafio pela frente: ir para uma escola maior, com mais alunos e mais escadas. Esta é uma situação comum para grande parte dos 25 milhões de alunos de redes municipal e estadual do País –segundo dados do censo de 2012 do Ministério da Educação –, mas não para aqueles que têm necessidades especiais, como Ian, que é deficiente visual em decorrência de um glaucoma congênito. Estes ainda se deparam com falta de adaptações ou mesmo falta de informação e de capacitação dos professores sobre os processos de aprendizagem para inclusão escolar destas crianças e adolescentes. O desafio de Ian é acompanhado de perto pela sua mãe, Nancy, e pelo Instituto Laramara (Associação Brasileira de Assistência ao Deficiente Visual), por meio do Programa de Atendimento Educacional Especializado para crianças e adolescentes (AEE-CTO), que contribui para inclusão de alunos cegos ou com baixa visão no ambiente escolar. "A parceria com a Laramara é como um colo e se tornou fundamental para nós, com as questões de mobilidade e orientação. Nos ajudou e sempre que preciso ainda ajudam. O Ian não é muito fã de escola, prefere o video-game. E esses incentivos e orientações são muito importantes”, disse a mãe, Nancy Souto Izidoro. Atendimento – Para vencer os desafios do ambiente escolar, familiares e alunos recorrem a instituições filantrópicas de atendimento especializado. Elas buscam projetos ou ações que possam complementar ou suprir as necessidades educativas específicas e especiais. Na Laramara, as crianças e os adolescentes que precisam desse apoio são cadastrados e encaminhados ao AEE-CTO para a realização de ações/atividades que favoreçam a aprendizagem, o apoio à família e o trabalho conjunto com as escolas. Cada participante do projeto é atendido uma vez por semana. De zero a 6 anos, as crianças são atendidas ininterruptamente. A partir desta idade as metas são de dois anos. Crianças e adoles-

centes, mesmo afastados da instituição, voltam periodicamente para reavaliação visual e análise da necessidade de reintegração. "O lugar de aprender é na escola regular, mas fazemos um trabalho de parceria para que essa etapa da vida deles seja feita da melhor maneira possível, com apoio de especialistas, da família e dos professores", explicou Maria da Graça Corsi, pedagoga especializada em baixa visão. Segundo ela, eles se tornam mais preparados para enfrentar os desafios na escola. "Integramos os deficientes visuais ao mundo". Dez mil – Desde que foi criado, há 22 anos, o projeto já beneficiou quase 10 mil famílias. Os atendidos no AEE-CTO encontram diversos recursos técnicos e tecnológicos especializados, com a atuação de 30 especialistas de diferentes áreas: serviço social, pedagogia, psicologia, educação física (especialistas em orientação e mobilidade), informática, arte-educação, fisioterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional, oftalmologia e ortóptica. "Além do atendimento socioeducativo, a Laramara se dedica ao desenvolvimento de tecnologias assistivas e à elaboração de publicações técnicas, distribuídas nas capacitações de pais, professores e médicos", afirmou Eliana Ormelezi, psicóloga e membro do grupo de gestão compartilhada da Laramara. Duas décadas - A história da Laramara começou, há mais de duas décadas, quando Mara e Victor Siaulys, pais de Lara, cega em razão de retinopatia da prematuridade, reuniram um grupo de profissionais e fundaram a instituição. O objetivo era dar oportunidade de educação e inclusão a crianças com deficiência visual e compartilhar experiências com as famílias. A Laramara é hoje centro de referência na América Latina, com ações complementares e atividades específicas essenciais à aprendizagem e desenvolvimento. Foi a instituição trouxe para o País a primeira fábrica de máquinas de Braille e de bengala para os cegos.

Ian enfrentou o desafio de mudar de escola. Ele integra o Programa de Atendimento Educacional Especializado.


DIÁRIO DO COMÉRCIO

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

15

Esplendores do Vaticano

d

cultura

Integrada por 200 objetos sacros e obras de arte, a exposição ocupa três andares da Oca. Entre as peças, há um pequeno relevo de Michelangelo, além de gravuras, afrescos e pratarias do Vaticano. Oca. Parque do Ibirapuera. Portão 3. Tel.: 4003-5588. Terça a domingo e feriados. Das 10h às 20h. R$ 20 a R$ 44. Até 31 de março.

Papa João XXIII (Cardeal Angelo Roncalli). Nasceu na Itália. Sucedeu Pio XII. Foi eleito em 1958, morreu em 1963. Na medalha menor, representação da bênção papal.

Um romance policial. Bem ao estilo de Fred Vargas.

Museu de Arte Sacra relembra história da Igreja com exposição de medalhas de papas.

Renato Pompeu

O

s fãs de cada um dos cinco outros romances policiais da escritora francesa Fred Vargas já publicados no Brasil vão se encantar com esse sexto livro seu, O Exército Furioso, aqui lançado pela Companhia das Letras cerca de um ano após a publicação do original na França. Agora, o famoso comissário Adamsberg, um policial meio zen, meio panteísta, é procurado em Paris por uma senhora de Ordebec, pequena aldeia da Normandia, que vem comunicar o desaparecimento de um malvado habitante da aldeia, levado segundo a filha da mulher por um bando de cavaleiros, chamado o Exército Furioso. O não menos famoso auxiliar de Adamsberg, o inspetor Danglard, lembra que o Exército Furioso é uma lenda normanda do século XI, um grupo fantasmagórico de cavaleiros que captura malfeitores até então impunes. Fred Vargas é bem conhecida por lidar com temas medievais em seus mistérios. Ela está bem preparada para isso. Nascida em 1957 em Paris, seu nome verdadeiro é Frédérique AudoinRouzeau. Se formou historiadora e arqueóloga especialista na Idade Média; sua formação foi não apenas humanista, mas também científica, tendo

A Igreja dos Papas Rita Alves

A

contece hoje (27), véspera do dia em que o Bento XVI renunciará ao seu pontificado, o último evento público do Papa, marcado para ocorrer na Praça São Pedro, no Vaticano. Longe de lá, o público de São Paulo pode conhecer mais sobre a história papal visitando a exposição A Cátedra de Pedro: As Medalhas Contam a História, no Museu de Arte Sacra. Com curadoria de Maria Inês Lopes Coutinho e consultoria de padre José Arnaldo Juliano, a mostra apresenta 100 medalhas papais feitas de ouro, prata e cobre, escolhidas de uma coleção de mais de mil peças, pertencentes à coleção de numismática do museu, formada por cerca de nove mil objetos. O padre José Arnaldo Juliano participou da seleção feita para a mostra. "Nosso acervo é de mais de nove mil medalhas. Nós não poderíamos expor um grande número de medalhas em uma exposição desse gênero. É uma amostragem, pelo menos, da sequência da história papal", explica. No local, os visitantes terão a chance de contemplar representações de diversos papas. Estão lá, por exemplo, Antero, conhecido por ter morrido depois de um mês e 10 dias após de ter assumido o cargo em 235, e o papa Paulo VI, titular de 1963 a 1978, ano de sua morte. "Esse acervo de medalhas e moedas é importante não só pelo valor do metal precioso, mas sobretudo pela questão de ser um instrumento que facilita a codificação da história de cada papa e de cada momento da Igreja também", afirma o padre. As medalhas expostas na mostra, criadas numa época em que não havia um tamanho padrão, apresentam dimensões diversas. E além de homenagearem os papas, destacam acontecimentos históricos com a exibição de eventos e diretrizes relativos ao papa em questão. Museu de Arte Sacra de São Paulo. Avenida Tiradentes, 676, Luz, tel.: 3326-5393 (agendamento para visitas monitoradas). Terça a domingo das 10h às 18h (bilheteria até 17h30). R$ 6. Grátis aos sábados.

Pio XII (Cardeal Eugênio Pacelli). Nasceu na Itália, em 1876. Seu pontificado foi de 1939 a 1958.

Sisto IV (Cardeal Francisco Della Rovere). Nasceu na Itália, em 1414. Foi eleito Papa em 1471. Seu pontificado estendeu-se até 1484.

Papa Antero, na medalha e na foto. É santo da Igreja. Seu túmulo se encontra nas catacumbas de São Calixto, em Roma. Nasceu na Magna Grécia (sul da península italiana, região colonizada pelos gregos na Antiguidade). Foi Papa entre 235 e 236 (por um mês e 10 dias).

Filme histórico O filme Guerra à Guerra (1948), produzido pela Orbis Filmes, e exibido em 2010 no Vaticano, registra a atuação do Papa Pio XII (foto), considerada a favor de judeus perseguidos, durante a Segunda Guerra Mundial. A primeira exibição do filme (restaurado) foi assistida pelo Cardeal Tarcisio Bertoni, nomeado Secretário de Estado do Vaticano e Carmelengo por Bento XVI. Bertoni participará do conclave para eleger o novo papa.

Papa Paulo VI (Cardeal Giovanni Montini). Nasceu na Itália, em 1897. Foi eleito em 1963 como sucessor de João XXIII.

Arquivo DC

Fred Vargas: para se encantar. trabalhado em biologia arqueológica no Instituto Pasteur de Paris, pesquisando a trajetória de microrganismos séculos atrás, especialmente os relacionados com a chamada Peste Negra, as sucessivas epidemias medievais de peste bubônica. Sobre isso, publicou em 2003 o livro Os Caminhos da Peste, considerado pelos especialistas a obra definitiva sobre o assunto. Para espairecer dos cansativos, exigentes e complexos trabalhos científicos multidisciplinares, ela começou já antes dos 30 anos de idade,

Basílica de São Pedro, no Estado do Vaticano. Sempre existiu um templo dedicado a São Pedro sobre seu túmulo, inicialmente muito simples. Com o tempo, o santuário aumentou, até a basílica atual, adornada por 340 estátuas de santos e mártires. Construída na Praça de São Pedro, recebeu contribuições de alguns dos maiores artistas da história da humanidade (Bramante, Michelangelo, Rafael, Bernini). O atual edifício começou a ser erguido em 1506, foi concluído em 1626 e consagrado imediatamente a Urbano VIII.

nos anos 1980, a escrever e publicar obras de ficção. Adotou o nome artístico de Fred Vargas, vindo o Fred de seu prenome Frédérique e o Vargas de Maria Vargas, a bailarina que virou condessa em A Condessa Descalça, filme de 1954 com Ava Gardner. Sua irmã gêmea, a pintora Joëlle, adotou o nome artístico de Jo Vargas, na esteira da irmã. Fred Vargas também ficou bem conhecida por ter sido e continuar sendo a maior defensora de Cesare Battisti, o extremista de esquerda italiano condenado em seu país por quatro assassínios políticos ocorridos nos anos 1970 e que se refugiou no México e na França antes de vir para o Brasil, onde vive livremente depois de o governo brasileiro se ter negado a extraditálo para a Itália, onde deveria cumprir prisão perpétua. Battisti, autor de 15 livros, na maioria romances policiais, publicou sua primeira obra na França em 1991, mesmo ano em que Fred Vargas lançou o primeiro de seus oito livros da série sobre o comissário Adamsberg. Em 2004, ela publicou o panfleto A Verdade Sobre Cesare Battisti, em que adota integralmente a versão do extremista italiano, de que nada teve a ver com os quatro homicídios. Este é um dos seis livros de Fred Vargas que não fazem parte ou da série sobre Adamsberg, ou da série sobre os chamados Três Evangelistas, que inclui três obras. Os três evangelistas são três historiadores, Marc, medievalista, conhecido como São Marcos; Lucien, especializado na Primeira Guerra Mundial, conhecido como São Lucas; e Matthias, especialista em pré-história, conhecido como São Mateus. Além de investigar os mistérios na Normandia, Adamsberg também segue em Paris os casos de um homem importante achado queimado em seu carro e... do "assassínio" de um pombo. Pois o comissário é um policial sui-generis: ao invés de endurecido pelo convívio cotidiano com horrores típico de sua profissão, ele continua extremamente sensível não só em relação aos seres humanos, como a qualquer ser vivo e mesmo a qualquer ser inanimado.

CICLO DE CINEMA Continua em cartaz a Mostra Revendo o Brasil em PB. Nesta quarta (27), as sessões começam as 15h, com a exibição de São Paulo Sociedade Anônima (1963), de Luis Sérgio Person, com Walmor Chagas (foto). Na sequência: 17h, O Padre e a Moça (1965), de Joaquim Pedro de Andrade; e 19h, O Corintiano (1966), de Milton Amaral. Cine Olido. Avenida São João, 473. Tel.: 3331-8399. R$ 1.

ARTISTAS EMERGENTES NO SESC PINHEIROS Entre 7 grifes, Isadora Ferraz e Arturo Gamero. Desenhos, objetos, vídeos, fotos. Rua Paes Leme, 195. Tel.: 3095-9400. Terça a sexta, 10h30 às 21h30. Sábado, 10h30 às 10h30. Domingos e feriados, 10h30 às 18h30. Grátis.


DIÁRIO DO COMÉRCIO

16

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

www.dcomercio.com.br

Pinturas com lápis Campanha da Faber Castell reproduziu quadros famosos como O Grito, de Edvard Munch, e Terraço do café à noite, de Van Gogh, com lápis. http://bit.ly/XbiRX7

C ORINTHIANS H UMOR

Jogando sem torcida

O

Corinthians faz hoje à noite sua estreia em casa pela Libertadores, contra o Millonarios, da Colômbia, sem sua grande força: a torcida. Ontem, a Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) recusou a apelação do clube, que tentava reverter a punição aplicada pela entidade após a morte do jovem boliviano Kevin Douglas Beltrán Espada, de 14 anos, no jogo contra o San José, na última quarta, em Oruro, na Bolívia. O garoto foi atingido por um sinalizador que partiu da torcida corintiana no Estádio Jesus Bermúdez. Por causa da morte de Kevin, o clube foi punido e impossibilitado de ter torcedores em

Curativo shakespeariano Os insultos contidos nas obras de Shakespeare são famosos na literatura inglesa por seu sarcasmo e sua inteligência afiada. Quem é fã já pode exibi-los em curativos. http://bit.ly/ZHejf7

todos os jogos desta edição da Libertadores, seja como mandante ou mesmo como visitante até o julgamento do caso, que deve ser realizado pela Conmebol em um prazo máximo de 60 dias, que começou a contar na semana passada. A decisão acabou provocando tensão também entre o clube e as emissoras que transmitem os jogos da Libertadores ao vivo. Em nota oficial, o Corinthians informou que a imprensa não poderia acompanhar o jogo do estádio, seguindo determinação da Conmebol. "O Corinthians agora exige que a Conmebol cumpra o regulamento. Se está sendo válido pro Corinthians, como punição, tem que valer para tudo.

Começa pelo estádio do San José, que tem que ser suspenso", disse Roberto de Andrade, vice-presidente do clube. Mas, no final da noite de ontem, os canais Globo e Fox Sports, detentores dos direitos de transmissão da Libertadores, confirmaram que farão seus trabalhos normalmente. Tensão – O jogo de hoje é apenas o 11º do Corinthians em 2013, mas já carrega muita tensão. Além da punição e dos problemas de transmissão, a equipe também não vive grandes dias em campo. A temporada corintiana teve cinco empates seguidos. É o pior início de temporada do time em quase uma década. NA TV: 22h, com transmissão prevista pela Globo, Fox Sports e SporTV.

T ECNOLOGIA H ISTÓRIA

Óculos do Google para o Natal O site CNET divulgou ontem que o Google Glass – modelo de óculos inteligente com tecnologia Android e capaz de se conectar à internet por Wi-Fi, 3G e 4G – deve chegar às prateleiras das lojas norte-americanas algumas semanas antes do Natal de 2013, ou seja,

menos seis meses antes do previsto. Os óculos poderão testados por voluntários que indicarem, através do Google+ ou do Twitter, com a hashtag #ifihadglass, que uso dariam aos óculos. Os autores das melhores respostas poderão testar os óculos gratuitamente.

P OLÊMICA

Strauss-Kahn, homem e porco O ex-diretor do FMI Dominique Strauss-Kahn pediu ontem à justiça francesa que proíba a publicação de Belle et Bête, da escritora Marcela Iacub. No livro, ela relata sua relação com DSK e o descreve como "meio homem, meio porco". T RABALHO

Yahoo acabará com 'home office'

C ASA

Semana de moda de 1900

O jogo ícone dos anos 1990 ganhou várias releituras de designers. Nesta versão, o Pac-Man é uma cadeira para crianças. www.behance.net/bmarks

Aproveitando a temporada outono/inverno nas semanas de moda europeias, com Paris e Milão em destaque na mídia de todo o mundo, o site Vintage Everyday fez uma seleção de imagens de roupas femininas dos anos 1900. A seleção reúne imagens de publicidade, álbuns de família e retratos. Para conferir todas as imagens, visite a página abaixo.

O Yahoo! decidiu acabar com o o sistema de trabalho em casa em todos os países onde atua. Em comunicado enviado a todos os funcionários na sexta-feira, Jackie Rese, vice-presidente de pessoas e desenvolvimento, afirmou que a "velocidade e qualidade são muitas vezes sacrificadas quando se trabalha de casa". O fim do trabalho em casa começará a valer a partir de junho. Um dos objetivos da medida seria a demissão voluntária de funcionários a fim de cortar custos da empresa.

http://bit.ly/WgOvpc

L OTERIAS Concurso 1154 da DUPLA SENA

O barquinho vai

Primeiro sorteio

Ideia da Design 44 para dar um toque divertido à mesa de seu jantar ou festa: suportes para guardanapos em formato de barquinho de papel, mas feitos em cerâmica branca. Cada um custa US# 31 e vem com seis guardanapos de papel.

10

11

28

31

41

47

24

37

49

Segundo sorteio 01

09

22

Concurso 3129 da QUINA 21

33

37

51

71

http://bit.ly/WnR2sj

Campo sagrado

M ODA Benoît Tessier/Reuters

Modelo apresenta criação do designer belga Cedric Charlier em desfile da temporada outono/inverno na semana de moda de Paris. No desfile, as roupas em cores sóbrias e tecidos pesados contrastaram com uma maquiagem clara com olhos vermelhos.

Janine Costa/Reuters

Múmia recentemente descoberta em área próxima ao sítio arqueológico de Tupac Amaru, no Peru. Dez túmulos pertencentes às culturas de Lima (200 a 700 anos d. C.) e de Yschma (1,1 mil a 1,4 mil anos d.C.) foram descobertos no complexo esportivo onde ocorrem treinos da seleção peruana de futebol.

Crocodilo negro Ouro e diamentes negros compõem este anel de crocodilo da Kabiri. "Só" 9,2 milhões de libras. http://bit.ly/129sTxs


DIÁRIO DO COMÉRCIO

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

e

17 LOJAS RENNER A rede fechou os últimos três meses de 2012 com lucro 24% maior

C

L

T

conomia

BANCO DO BRASIL O BB Seguridade Participações protocolou pedido para fazer IPO

Uma septuagenária em reforma Sérgio Castro/Estadão Conteúdo

A Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) foi criada em maio de 1943 e permanece intocada. Agora, empresários ampliam os debates para modernizá-la. Sílvia Pimentel

O

aniversário de 70 anos da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) em maio próximo traz à tona a discussão da necessidade de adaptar a legislação à realidade do mercado de trabalho brasileiro. Promulgada em 1943, na gestão de Getúlio Vargas, a CLT há muito tempo é vista pelo empresariado como arcaica, rígida e protecionista, o que faz aumentar o custo do trabalho formal. É esse custo que o setor industrial do País pretende atacar neste ano, por considerá-lo como um dos maiores entraves ao aumento da competitividade das empresas. Atenta ao fraco desempenho do segmento, que patina apesar das medidas implementadas pelo governo federal, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) preparou um minucioso estudo, já entregue à presidente Dilma Rousseff, que expõe 101 problemas e respectivas soluções no campo trabalhista (veja o quadro ao lado). "A falta de competitividade é um problema sério. Isso é grave porque quando chega ao setor industrial se dissemina mais tarde para o comércio e o setor de serviços", alerta o professor de Relações do Trabalho da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA-USP), José Pastore, consultor da CNI e responsável pelo mapeamento de questões que vão desde a rigi-

Novos tempos: a tradicional carteira de trabalho, feita em papel e de capa azul, poderá ser substituída por um cartão magnético.

As propostas sobre a mesa de Dilma Algumas sugestões do documento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) entregue no Palácio do Planalto Pontos apresentados Como fazer Substituir a Carteira de Trabalho, confeccionada Projeto de lei e criação de um em papel, por um cartão magnético sistema informatizado de registro O trabalho aos domingos deve ser estendido a todas Projeto de lei ordinária alterando o artigo 67 as categorias profissionais, sem restrições, mantendo da CLT e mudança na Lei 605/1949 e no o direito do repouso semanal do trabalhador decreto 27.048/1949 Regulamentar a contratação de pessoas Projeto de lei ordinária físicas para prestação de serviço esporádico, sem vínculo empregatício Regulamentar a terceirização de qualquer Aprovação do PL 4.330/2004, em tramitação atividade da empresa no Congresso Nacional Fim do salário mínimo regional e dos Projeto de lei complementar para revogar pisos salariais estaduais. Aplicação apenas a Lei Complementar 103/2001. do salário mínimo nacional Transferir para o INSS a responsabilidade de pagar Projeto de lei ordinária salário maternidade às mulheres que trabalham em empresas optantes pelo Simples Desoneração do custo previdenciário para as Projeto de lei alterando a Lei 8.213/1991 empresas que contratam pessoas com deficiência e o Decreto 5.296/2004. Extinção da multa adicional de 10% sobre o FGTS Aprovação na Câmara do PLP 0200/2012, que já nos casos de demissão sem justa causa passou no Senado sob o número PLS-C 198/2007 Redução da alíquota do FGTS para micro e Aprovação de Projeto de Lei Ordinária 951/2011 pequenas empresas de 8% para 2% Isenção de encargos previdenciários sobre os valores Projeto de lei ordinária de bolsas de estudos concedidas por empresas.

A

dez das normas à burocracia para o cumprimento de obrigações, passando pelo clima de insegurança jurídica do empresariado. O documento contém um

conjunto de propostas simples, de fácil implementação, e também complexas, que vão demandar ampla discussão antes de saírem do papel. Segundo Pastore, com exce-

Na prática, são os tribunais que legislam as relações entre patrões e empregados, sem uma previsão legal. MARCEL SOLIMEO, ECONOMISTA DA ACSP nais que legislam as relações entre patrões e empregados, sem uma previsão legal", critica o economista da ACSP. A nova redação da Súmula também prevê que as cláusu-

las normativas de acordos coletivos somente poderão ser modificadas ou suprimidas com nova negociação coletiva. Antes da mudança, além de não integrarem o contrato de trabalho, as cláusulas vigoravam apenas no prazo de validade da convenção. N e g o c ia ç ã o – Para muitos advogados, o novo entendimento significa a morte da negociação coletiva. "De fato, prejudica muito o processo de negociação", completa o professor de Direito do Trabalho da Universidade de São Paulo (USP), Cássio Mesquita Barros, ao defender a revogação imediata da Súmula. (S.P.)

Dieese teme perda de direitos

A

apresentação do estudo em uma época em que os indicadores do emprego de modo geral são favoráveis promete uma boa discussão. O coordenador de educação do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), Nelson Karan, questiona a iniciativa da CNI e avalia que não há ambiente propí-

anos de existência da CLT serão comemorados no próximo dia 1º de maio. Mas o aniversário será marcado pela campanha a favor de mudanças capazes de reduzir o custo do trabalho.

Fonte: CNI

ACSP apoia CNI e critica a insegurança jurídica Associação Comercial de São Paulo (ACSP) apoia a iniciativa da CNI de enviar documento com propostas de mudanças ao Palácio do Planalto por entender que as sugestões atacam a insegurança jurídica a que os empresários brasileiros estão expostos. O economista da ACSP, Marcel Solimeo, cita como exemplo a modificação da Súmula 277 do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que trata das normas coletivas. Elas passaram a integrar o contrato de trabalho, reduzindo o poder de negociação dos empresários. "Na prática, são os tribu-

70

cio no País para a negociação – entre outras razões, porque persiste um desequilíbrio de forças entre os lados. "Além disso, o mercado não sinaliza a necessidade de colocar o tema à mesa neste momento de redução da taxa de desemprego", diz. Na sua opinião, falta um melhor diagnóstico sobre o que de fato atrapalha a competitividade das empresas.

De acordo com Karan, o documento tem propostas de interesse comum aos dois lados, mas olhando o todo, um terço das sugestões representam perdas de direitos dos trabalhadores. "Nova discussão sobre a flexibilização da CLT não pode ser feita antes de uma revisão do sistema de negociação entre patrões e empregados." (S.P.)

ção da desoneração da folha de salários, nenhuma medida governamental adotada recentemente toca nas sugestões elencadas pela CNI, daí a necessidade do debate.

Sobre a redução dos encargos incidentes nos salários, o documento propõe uma desoneração total. Atualmente, mais de 40 setores da economia deixaram de recolher a

contribuição ao INSS de 20% sobre a folha de salários. Em troca, eles passaram a recolher entre 1% e 2% sobre o faturamento. Pelos cálculos de Pastore, com a desoneração total, o custo de um trabalhador cairia dos atuais 102,43% para algo em torno de 73%. "Queremos abrir o debate sobre a urgência da redução do custo do trabalho formal, da burocracia e da insegurança jurídica enfrentada pelo empresariado", resume. Cartão – Entre as medidas simples, que dependem apenas de um ato do Poder Executivo, está a substituição da atual carteira de trabalho – confeccionada em papel, com capa azul – por um cartão magnético. "Isso reduziria muito a burocracia e os custos para as empresas", explica. Outra proposta simples é a revogação de portaria do Ministério do Trabalho (número 1.510) que instituiu um novo sistema de ponto eletrônico para a marcação de horas trabalhadas. O documento destaca que o novo equipamento, obrigatório para as empresas que optam pela marcação eletrônica da jornada, trouxe custos e fez aumentar a burocracia. Na lista de medidas mais difíceis de serem implementadas no curto prazo, Pastore elenca a regulamentação da terceirização no País. "A terceirização é imprescindível na organização econômica e moderna e deve ser regulamentada para dar segurança jurídica a todos", diz. Sobre esse tema, tramita no Congresso Nacional o Projeto de Lei nº 4.330/2004. Nesse ponto, a CNI defende um marco legal conclusivo sobre o tema que determine a possibilidade de terceirizar qualquer tipo de atividade. Por falta de legislação, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) editou há mais de 10 anos uma Súmula (nº 331) que só permite a terceirização de atividades denominadas "meio". De acordo com Pastore, não há unanimidade entre os juízes na conceituação do que é atividade fim ou meio, gerando insegurança.

Laércio/Acervo Folhapress

Leis do tempo de Getúlio

F

oi com um discurso proferido da tribuna do estádio carioca de São Januário, do clube Vasco da Gama, que o presidente Getúlio Vargas anunciou em 1° de maio de 1943 a criação da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), promulgada pelo Decreto-Lei 5.452. A carteira de trabalho, criada 11 anos antes, já era uma realidade entre os trabalhadores brasileiros de então, mas faltavam os instrumentos para regular os amplos aspectos da relação entre empregador e empregado. Este seria o atributo maior da CLT. Atualmente, discute-se mudanças na CLT que podem ir de uma faxina geral a um simples rearranjo das suas mais de 200 leis e de seus mais de 900 artigos. Qualquer que seja a monta da alteração, o fato é que seria algo inédito, uma vez que a CLT conseguiu passar incólume até mesmo pelas três mudanças

sofridas pela Constituição Federal desde aquela época, em 1946, 1967 e 1988. Hoje, os empresários reforçam a necessidade de modernização da CLT. Um dos itens marcantes é a substituição da atual carteira de trabalho, feita em papel, por um cartão magnético. (Renato Carbonari Ibelli)

LEIA MAIS SOBRE EMPREGO E DESEMPREGO NO PAÍS NA PÁGINA 19

O ex-presidente Getúlio Vargas promulgou a CLT em maio de 1943. As regras resistiram a três mudanças na Constituição.


18 -.ECONOMIA

DIÁRIO DO COMÉRCIO

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013


DIÁRIO DO COMÉRCIO

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

19

e Desemprego sobe para 5,4% em janeiro Não antecipamos nenhuma deterioração significativa no emprego. Jankiel Santos, economista-chefe do BES Investimento

conomia

A taxa é a melhor para o mês, mas a pior desde setembro do ano passado. São Paulo foi o Estado que mais influenciou a estatística. Paulo Liebert/ Estadão Conteúdo

O

d e s e m p r e g o a umentou em janeiro, em função de fatores sazonais e pressionado pelo desempenho de São Paulo, mas ainda assim o resultado foi o melhor para um mês de janeiro, mostrando a força do mercado de trabalho. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa de desemprego subiu para 5,4%, após atingir o menor nível histórico em dezembro, a 4,6%. Se a taxa é a menor para janeiro na série histórica do IBGE iniciada em março 2002, é a mais alta desde setembro do ano passado, quando ela também ficou em 5,4%. "(A alta) é sazonal. Os temporários e os que pararam de procurar em dezembro voltam agora", explicou o coordenador da pesquisa do IBGE, Cimar Pereira Azeredo. A taxa de janeiro ainda ficou pouco abaixo dos 5,5% registrados no mesmo mês de 2012, o que indica estabilidade do setor. "O setor inicia o ano como terminou, com resistência e força ao vermos a manutenção da taxa de desemprego bastante baixa", avaliou o economista-chefe do BES Investimento, Jankiel Santos. A população ocupada recuou 1,2% em janeiro na comparação com dezembro, crescendo 2,8% ante o mesmo período do ano anterior, totalizando 23,144 milhões de pessoas nas seis regiões metropolitanas avaliadas. Já a população desocupada chegou a 1,331 milhão de pessoas em janeiro, alta de 17,2% ante dezembro e de 1,4% sobre um ano antes. Os desocupados incluem tanto os empregados temporários dispensados quanto desempregados em busca de uma chance no mercado de trabalho. O resultado geral mostra que o mercado de trabalho continua forte, apesar da fraqueza da economia. Na próxima sexta-feira, o IBGE divulga

Em São Paulo, 130 mil pessoas foram dispensadas em janeiro e 126 mil estavam desempregadas e à procura de uma vaga, segundo o IBGE.

Pastore: 'Brasil reduziu sua capacidade de gerar emprego'.

A

atual taxa de desemprego brasileira é de fazer inveja a outros países, como a Espanha, onde o resultado passa de 25%. Contudo, o que deve preocupar os brasileiros nesse momento, avalia o professor da USP e especialista em relações do trabalho José Pastore, é a capacidade de gerar empregos. Para ele, os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) que apontam a geração de empregos em janeiro pedem mais atenção do que a taxa de desemprego do primeiro mês do ano, divulgada ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

"O Brasil tem uma taxa baixa de desemprego mais porque tem menos pessoas procurando do que porque tem mais empresas gerando emprego", disse. Dados do Caged apontam que, em janeiro deste ano, foram criados 28,9 mil postos de trabalho com carteira assinada, já descontadas as demissões. O resultado foi o pior para o mês desde 2009, auge da crise internacional. "Eu não vejo a geração de emprego para 2013 com muito otimismo, vejo com uma preocupação séria. Mas o desemprego não vai explodir. Pode ficar em 5,5%, 6%", afirmou Pastore. Segundo ele, o crescimento baixo do

PIB em 2012 afetou a geração de emprego, mas não a taxa de desemprego, pois a sociedade brasileira passou por uma mudança demográfica estrutural. "Nos últimos 20 anos, a taxa de natalidade no Brasil baixou muito, o que faz diminuir o número de pessoas que procuram emprego. Há menos jovens do que no passado e eles estão passando mais tempo na escola", comentou Pastore. Para ele, isso explica em parte a baixa taxa de desemprego. Uma mudança no atual patamar da taxa de desemprego só aconteceria, explica, caso a geração de emprego registrasse drástica baixa. "A taxa de desemprego

Juros e spreads em alta

O

custo do crédito para os consumidores e as empresas subiu em janeiro, interrompendo uma sequência de 10 meses de queda, em meio à expectativa do mercado de aumento em breve da taxa Selic e em um cenário de inadimplência resistente. De acordo com o Banco Central, a taxa média de juros cobradas no País – englobando crédito livre e direcionado – subiu para 18,5% ao ano em janeiro, ante 18% em dezembro, na primeira alta desde fevereiro de 2012. A taxa de juros média no segmento de recursos livres ficou em 26,1%, acima da taxa de 25,3% em dezembro. No crédito direcionado, o juro médio subiu para 7,2% no mês passado, perante os 7% registrados em dezembro. "A alta que vemos nos juros ao tomador e no spread em janeiro vai se intensificar em fevereiro, em função das previsões que indicam possibilidade de alta da Selic", afirmou a

economista-chefe da Rosemberg Associados, Thaís Zara. No mercado de juros futuros, as apostas de alta da Selic – atualmente no nível mais baixo da história, a 7,25% ao ano – ainda no primeiro semestre ganharam corpo nas últimas semanas, diante da resistência da inflação, que atingiu o nível mais alto em oito anos em janeiro. O chefe do departamento Econômico do BC, Tulio Maciel, disse que o perfil do tomador foi um dos fatores que fizeram os juros e o spread subirem no mês passado, sem especificar qual seria esse perfil. Ele acredita que ainda é cedo para dizer que o resultado do mês passado constitui uma tendência para os juros cobrados pelas instituições financeiras. "A composição das modalidades de crédito também têm peso nessa ponderação", disse, acrescentando que não vê o movimento de alta nos juros como consequência da inadimplência elevada.

Bradesco se alia ao Facebook

O

Bradesco lançou ontem o acesso a crédito via Facebook. Dentro da rede social, o produto permite a clientes do banco a contratação de limite de crédito pré-aprovado. "Clientes que ainda não têm limite pré-aprovado podem preencher uma proposta e enviar a solicitação para a tomada de crédito pessoal, cuja avaliação será realizada em sua agência", informou o ban-

co. As operações realizadas por meio do Facebook obedecem a um ambiente de segurança do próprio Bradesco, o que garante o sigilo das informações, pois nada que se faça dentro dele é compartilhado. O aplicativo também permite consulta a saldo, investimentos e limites de crédito, transferências entre contas, pagamentos de boletos e recarga de celular. (Reuters)

Calote – Em janeiro, a inadimplência – atraso superior a 90 dias – nos créditos concedidos com recursos livres e direcionados ficou estável, em 3,7%. Levando em consideração apenas os recursos livres, a inadimplência em janeiro foi de 5,6%, também estável em relação a dezembro. Mesmo com os dados mostrando estabilidade na inadimplência, o BC mantém o discurso de que a inadimplência cederá. "Essa avaliação se baseia na evolução da massa de salários. O emprego e o rendimento médio real continuam crescendo e isso nos possibilita as-

sinalar o recuo da taxa de inadimplência", afirmou Maciel. Spread – A diferença entre o custo de captação e a taxa efetivamente cobrada pelos bancos ao consumidor final também subiu em janeiro, depois de alguns meses em queda. No segmento de recursos livres o spread subiu para 18,3% no mês passado, ante 17,6% em dezembro. Nas operações de crédito direcionado, subiu para 3,1% em janeiro, ante 2,4% do mês anterior. O spread total, incluindo os segmentos livre e direcionado, ficou em 12,2% no mês passado. (Reuters)

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO

GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO

FDE AVISA: Pregão Eletrônico de Registro de Preços nº 36/00166/12/05 OBJETO: AQUISIÇÃO DE MATERIAIS PARA PRODUÇÃO DE IMPRESSÕES DO CAPE - WIRE-O E CAPAS PVC A FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE comunica às empresas interessadas que se acha aberta licitação para: AQUISIÇÃO DE MATERIAIS PARA PRODUÇÃO DE IMPRESSÕES DO CAPE - WIRE-O E CAPAS PVC. As empresas interessadas poderão obter informações e verificar o Edital a partir de 27/02/2013, no endereço eletrônico www.bec.sp.gov.br ou na sede da FDE, na Supervisão de Licitações, na Av. São Luís, 99 - República - CEP: 01046-001 São Paulo/SP, de segunda a sexta-feira, no horário das 08:30 às 17:00 horas, ou verificar o edital na íntegra, através da Internet no endereço: http://www.fde.sp.gov.br. A sessão pública de processamento do Pregão Eletrônico será realizada no endereço eletrônico www.bec.sp.gov.br, no dia 12/03/2013, às 09:30 horas, e será conduzida pelo pregoeiro com o auxílio da equipe de apoio, designados nos autos do processo em epígrafe e indicados no sistema pela autoridade competente. Todas as propostas deverão obedecer, rigorosamente, ao estabelecido no edital e seus anexos e serão encaminhadas, por meio eletrônico, após o registro dos interessados em participar do certame e o credenciamento de seus representantes previamente cadastrados. A data do início do prazo para envio da proposta eletrônica será de 27/02/2013, até o momento anterior ao início da sessão pública. HERMAN JACOBUS CORNELIS VOORWALD Respondendo pela Presidência Decreto s/nº de 03/10/2012

ALUGUE BRASIL - COOPERATIVA DE CONSUMO DOS EMPRESARIOS DE LOCADORAS DE VEÍCULOS EDITAL DE CONVOCAÇÃO - ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÁRIA E EXTRAORDINÁRIA O Diretor Presidente da ALUGUE BRASIL – COOPERATIVA DE CONSUMO DOS EMPRESÁRIOS DE LOCADORAS DE VEÍCULOS, no uso de suas atribuições que lhe confere o Estatuto Social, convoca os associados em condição de votar, para se reunirem em Assembléia Geral Ordinária e Extraordinária, a realizar-se no Hotel Blue Tree Congonhas, à Rua Fausto Lancelotti, 6.333, Campo Belo, CEP 04625-005, São Paulo-SP, no dia 14 (quatorze) de Março de 2013, sendo: A) ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÁRIA: em primeira convocação às 07h00min ou, em segunda convocação às 08h00min e/ou em terceira convocação, às 09h00min, para deliberarem sobre a seguinte ORDEM DO DIA: I) Prestação de contas da Administração, consubstanciada pelo Relatório Anual da Diretoria Executiva, compreendendo: a) Balanço Patrimonial; b) Demonstração de Sobras ou Perdas do exercício; c) Relatório das atividades desenvolvidas no exercício; d) Parecer do Conselho Fiscal; II) Destinação das sobras ou rateios de prejuízos; III) Eleição do Conselho de Administração e Eleição do Conselho Fiscal; IV) Honorários do Conselho de Administração e Cédulas de Presença do Conselho Fiscal; V) Orçamento anual para o exercício 2013. B) ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA: em primeira convocação às 12h00min ou, em segunda convocação às 13h00min e/ou em terceira convocação, às 14h00min, para deliberarem sobre a seguinte ORDEM DO DIA: I) Aceitação dos cooperados demitidos, apresentação dos cooperados ingressantes; II) Criação da Associação Alugue Brasil; III) Apreciação do novo estatuto; IV) Outros assuntos de interesse dos associados: a) Cobrança de repasse; b) Ação de marketing; V) Outros assuntos de interesse do grupo, não sujeitos a votação. Conforme Estatuto e legislação, o quorum de instalação para ambas as Assembléias será: em primeira convocação 2/3 (dois terços) do número de associados, em segunda convocação, metade mais um dos associados e, em terceira convocação o mínimo de 10 (dez) associados. São Paulo, 27 de fevereiro de 2013. Fábio Lemos Cazerta - Diretor Presidente

só vai dar um salto grande se por acaso a geração de emprego despencar de uma vez, porque ela está caindo, mas ainda mantém um nível que dá para empregar ". Questionado sobre o que faria a geração de empregos cair de forma mais significativa, respondeu: "O que mais preocupa é a indústria, que perdeu competitividade em quase todos os seus setores. Não está conseguindo investir e, se o investimento continuar baixo, a geração de emprego na indústria seguirá muito fraca em 2013", disse Pastore. A recuperação para o setor é esperada, mas "não acontece do dia para a noite". (Estadão Conteúdo)

os dados do Produto Interno Bruto (PIB) no quarto trimestre de 2012 e, no ano, a expectativa é de que a expansão não tenha superado 1%. São Paulo e indústria – Segundo o IBGE, a região metropolitana de São Paulo foi responsável por boa parte da alta do desemprego em janeiro. A taxa na região, que responde por cerca de 42% do total da pesquisa, subiu para 6,4% ante 5,2% em dezembro. Em São Paulo, 130 mil pessoas foram dispensadas em janeiro e 126 mil estavam desempregadas e à procura de uma vaga, levando a uma alta de 23,3 % ante dezembro e de 22,3% sobre janeiro de 2012 na população desocupada. Para o coordenador da pesquisa, esse é um movimento atípico que precisa ser melhor investigado. "Subiu acima do padrão dos últimos anos, mas temos que esperar para saber por que essas pessoas foram pressionar o mercado de trabalho", disse Azeredo. Comércio – No resultado geral, a comparação de janeiro contra dezembro de 2012 mostrou que os setores que mais dispensaram foram os de construção civil (95 mil pessoas) e comércio (96 mil). Apenas a indústria e os outros serviços, que incluem hotelaria, bares e restaurantes, ampliaram o quadro de empregados, com alta de 55 mil e 34 mil profissionais, respectivamente. "É um sinal positivo para a indústria, que vinha dispensando nos últimos meses", ressaltou Azeredo. Rendimento – O rendimento médio da população ocupada em janeiro teve uma leve queda de 0,1% sobre dezembro, mas subiu 2,4% em relação a janeiro de 2012, atingindo R$ 1.820. "Há uma relação defasada entre condições monetárias e mercado de trabalho, então as condições mais frouxas no ano passado ainda terão um efeito em 2013. Não antecipamos nenhuma deterioração significativa", disse Santos. (Reuters)


DIà RIO DO COMÉRCIO

20 -.ECONOMIA/LEGAIS

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

e Bernanke defende bĂ´nus

NĂŁo esperamos que a expansĂŁo do lucro continue nestes nĂ­veis. Martin Gruenberg, presidente do FDIC

conomia

Presidente do Fed reconhece riscos ao apoio extraordinĂĄrio dado Ă  economia dos EUA

O

chairman do Federal Reserve, Ben Bernanke, defendeu ontem fortemente o estímulo de compra de bônus do banco central norte-americano perante o Congresso, aliviando temores de que membros da autoridade monetåria possam estar hesitantes sobre a continuidade do programa. Bernanke tambÊm fez um apelo, durante o testemunho semestral da instituição sobre política monetåria ao Congresso, para que parlamentares evitem fortes cortes de gastos que passam a valer nesta sexta-feira, e que, segundo ele, podem ser combinados com aumentos de impostos anteriores para criar um "significativo obståculo" à recuperação da economia.

Gary Camerom/Reuters

Bernanke, presidente do Federal Reserve, em apelo a parlamentares. Riscos – Ele disse que membros do Fed reconhecem os possíveis riscos de seu apoio extraordinårio à economia, incluindo a possibilidade de que o público perca a confiança na capacidade do banco central de retirar gradualmente seu

              $'  $ =  = "  D  ' 'A"# $ ! $    !! 7 1031  <C<GG8.A   $   ( ''  $  2  $9  ';. H ? ; $  ,&  $A' '  $ 9 !D$'$     $ "#   . " S 4' /A) '  D A ?'$ D "#$ "%$ & " #'   CG 7GC8      HA' @  F A 9 33= :%; $ ' ' $ = >  %? $ D' 9  B A $ '9   (#< 5#$'4 *9  A B   '@  $    @A $ D ? /3 G0 $ :0/ 9  ?J $ 5-T436 U/ 7VVV;W A A. 8 D  $ 'K '9 ? )  D,.' D @# $ ?$  

A "#   ( ) * *  +,

#-

.+/ 01 ,2++ 31/

) 4)* *  +5

#-

.+/ 01 ,2++ 31/  @$    *A A' $ ?

'@  D '  $ ?'"# 9 B'$ $$ &) $'@$ D  . ( ) * *  +5

#-

.+/ 01 ,2+ 31/ ) 4)* *  .5

#-

.+/ 01 ,2++ 31/  # H& ''    =9 '# A *  .  #  @  *A A' $ 9 # $ '  'B '  L $ ? $ ?'"# 7   $       $ ? /3   G08 'A2? .'! $ ' 9  B A  $'"K $ ?$     $ D   $'  #6 2 7 *89* * :+,/  : *     ;  )4/ 19  * 9 * <9

# * ,/ * = 9> 1*1 -?@? 9 / )  ;  *19 

:+/:)./ . 1 *

*  3  -? 



,=@+++++  1  ;     * 4

,,/++)  *>9* * ++:+:+,5+ #9  * .:.  , @ A S    $ B '$ A '  B A    70C0 8 H'D  X  ( ''  $  2  $E   B 70089    * D  A'$  C09 !D$'$   < $  A. $ 9 D 

@$ ' F  $ : '" $   $ 9 ! %$ $     GG< $ $ :$'') ' 1$  S = >  D'';$ $ !"K 1''9     $'D '.''$$ $  . $ ';    ' E   , 7008     DH  !*+$   :7008     DH      $ "# $ !"#  .H'   GC A    C= >  $  .H $ /#  9 A ?'$ D ';. H ? ; $  ,& E   =7G008    * D  A'$  C09 !D$'$    $  . $  D 

@$ ' F  $ : '" $   $ B '  A'$  B'' $ G 40/  '#  $'D '.''$$  FE 0GG / ''   $ :$'') ' 1$  = >  D'';$ $ !"K 1''  $

'@A  <G<<G<9  '@ G<G S "#  !"# 1' !*  '  6'  $ /@ / ' S 6//E   5 7008     DH   "# $ !"#  GGG< A    = >  %?   $ D'   " (C D E ,+++/++ 7. '08 *  )  ';$  $  $ B '? '#  >7 *89* * ++,/  + *     ;  )4/ 19  * 9 * <9

# * ,/ * = 9> 1*1 -?@? . 9 / )  ;  *19 

:+/:). /  1 *

*  3  -? 



,=@+++++  1  ;     * 4

,,/++)  *>9* * ++:+:+.+,: #9  * 5

 , @ A S    $ B '$ A '  B A   B 70C08   'A2? B ' $$ A H'D  X  ( ''  $  2  $E   , 7008  DH  !*$E   : 7008    * D  A'$  C09 !D$'$   < $  A. $ 9 D 

@$ ' F  $ : '" $   $ 9 ! %$ $     GG< $ $

:$'') ' 1$  S = >  D'';$ $ !"K 1''9     $'D '.''$$ $  . $ ';    ' E   = 7G008    * D  A'$  C09 !D$'$    $  . $  D 

@$ ' F  $ : '" $   $ B '  A'$ 

B'' $ G 40/  '#  $'D '.''$$  FE 0GG / ''   $

:$'') ' 1$  = >  D'';$ $ !"K 1''  $

'@A<G <<G<9  '@ G<G S "#  !"# 1' !*  '  6'  $ /@ / ' S 6//E   57008     DH   "# $ !"#  GGG< A    = >  %?   $ D'   " (C D E B.+++/++ 7. '08 *  )  ';$  $  $ B '? '#   "  "  " # "(F 2 A  $ 

A "# 9  J$' $ !*   D  A D%@ B9 D    ; YD D  AZ9  ) D B M'  .   $A'9 $ $J.'  ';$ 9  '$ $ D  ?'$  J  ';"# $ '"# 7   A  $    $  89 ' @ A  . @$  ? $ 

A "# 9 A$'  D  "# $ !  $ $J.' D  $ A%' !*  7$ ? D $  A  '"# 'B''   $'B "  ) $ D .''$$ $ 

A  8 A'  J$'   ?' # D  D@A $ $J.' $  -9  D ' '$ $ 9    ) $ ! $ 0  $A'  $  "(F  "  "2 $'D %?'  '  VVV;W A A.    2 '#  ) ';$ D  ' ' 9 3 5W A9 :-/  9    9 :-/  C<<  :H ' (.' $ /'?9 :-/  CG9  ADH$  D @  ' ' 1.' 5W A9 :-/  C G# !

 H "  #!(C   D "  $  . 

A $ 9 $? #  $D ' $   ?J $ @' $ $D2' &$'' $ ( $ ( ' / 7 . '$ A  @M'8   ?J $ '  VVV.. A.  D ; $ < H  $ ';"# $ '# 9 .A  A $? )  $D ' $   A'# $ ' '  ?J $ D@A A $'H'  $ .) '9     S  B M'  [' 'D %?9  D ; $  J  7A8 $' , '     $ 

A $ '#     $ ' ' B'' 1.' 5W A S  1 GCG9 (  ,9 @M' CG9 0 <G< A  J G H  D2 

A $ '# 9 $ 

A   . ) A A'  A ' "K D  $D2' S  A$A  D  .'A $  A'   $ B  $D2'  

'$  D ; A * 

A   H ';$ $D2' 9  'B A"#  ) A'H$  33 :%;  AD   D   D'"# $ A$'$ @' .%?'   A'# $?'$  @  ) $ GL  .  ? $ 

A "# 9 #  ''$  ? $ "   

A "#  ) B'  A$'  D@A 'A$' $ D " D 

A    B A  $'"K $ D@A 'A '$'$    '?A 9  ) '$ $A' '$ D@A  D ; $ G $'9 A$'  "# $ L $ ? $ 

A "# 7   $  8  #(C " I (C2 / 7 878 ! $7 8789 D2  D.'"# $ $'  A D%@ B9 D@  $%?'$   $ $&$'$ 78  '$ 78 78 .A789  B A $  '@ G9 $ 2$'@ $  '?'9 $? ) D    J  $   H  $'@$ D  '# 9  @'  AD . 2 ' $ B '$ D@A  ADH$ $ D '"# B;$ A"# !D  * X

A'"# $ !"# 9 $ ?$$ D   B''$$  $ D   ' @ $  6   9 $? ) 7 8 ! $7 8 D@  'AD \'  ';$ $ $%?'$9 A' & 9  9 H  ) '  $?  %'     A'# $?'$  ' ' B'' $ GL 7' D  8  .  ? D@ 7$%?'$ !*+$8 "2 /$ B' A$  $    D 9 $? ) 78 ! $ 78    A  $D $ $'?@"# A'$ D ' ' 

D $   GL 7' D

 8  .  ?  $$  "J"  # !2  A  D   B'' $  '? 

$ X "# 9    ' 2 ' $  ' '  B'''9  ';$  ?'$ @J'9  9  $ 9 ]'@'2D '9 D'  S / 9  '$9 D B  78<  A'    ^;W A A. 1' ! $    !! .A   $   ( ''  $  2  $9  ';. H ? ; $  ,& !#" $ $'@"K D 9  # &A  ';$  D   ' 'A"# D  6#    $    H?     D$  $ &@A  _? ' [  .   'A2?'9 

 # D    $ 

A  _9 ! ? ' $J.'  $  -04  $A' !  'AD   *  # . @$   ? $ 

A "#    A  $   9 YD Z  D )@ B ,' 9 $ 69 A$'  D  "# $ !  D 

A    ?$  ) B $ A  )  Y$  DZ    $ $   ?"# A *     / ) D   $' 9 D !  9 B'!$  D.'$  B A $ ' /#  9  $ B? ' $ 

1ÂŞ Vara CĂ­vel do Foro Regional XI - Pinheiros EDITAL DE CITAĂ&#x2021;Ă&#x192;O - PRAZO DE 20 DIAS. Proc. 0004581-45.2011.8.26.0011. O Dr. RĂŠgis Rodrigues Bonvicino, Juiz de Direito da 1ÂŞ Vara CĂ­vel do Foro Regional XI - Pinheiros. Faz Saber a Itamar Ribeiro dos Santos, RG. 16.621.608-2 SSP/SP e CPF. 022.746.798-19, que Urbanizadora Continental S/A ComĂŠrcio, Empreendimentos e Participaçþes lhe ajuizou uma ação de rito OrdinĂĄrio, bem como em face de Neide Mota Cardoso, objetivando a resolução do Instrumento Particular de Compromisso de Venda e Compra de Unidade AutĂ´noma, cumulado com pedido de reintegração de posse, celebrado entre as partes em 25.05.1998, para aquisição da unidade autĂ´noma nÂş 51, do EdifĂ­cio Ă guas de SĂŁo Pedro, do CondomĂ­nio Residencial Vertentes do Morumbi, objeto da matrĂ­cula nÂş 1.572 do 18Âş CRI da Capital/SP, sendo que o rĂŠu deixou de pagar as prestaçþes, tornando-se inadimplente Ă s obrigaçþes contratuais, bem como seja declarada a higidez da clĂĄusula sexta do compromisso, somada Ă  condenação dos RĂŠus ao pagamento das despesas condominiais, de energia, gĂĄs, IPTU, reparos necessĂĄrios no imĂłvel, etc, que poderĂŁo, a exclusivo critĂŠrio da autora, ser compensadas com eventuais crĂŠditos dos RĂŠus; requer ainda, no caso de afastamento da incidĂŞncia clĂĄusula sexta do compromisso, sejam julgados procedentes os pedidos para condenar os rĂŠus ao pagamento Ă  autora da quantia correspondente ao tempo de uso indevido da unidade autĂ´noma em questĂŁo, bem como Ă s despesas condominiais, de energia, gĂĄs, IPTU, reparos necessĂĄrios no imĂłvel, honorĂĄrios advocatĂ­cios, que poderĂŁo, a exclusivo critĂŠrio da autora, ser compensadas com eventuais crĂŠditos dos rĂŠus, alĂŠm das custas e despesas processuais bem como honorĂĄrios advocatĂ­cios. Estando o rĂŠu em local ignorado, foi deferida sua citação por edital, para em 15 dias, a fluir apĂłs os 20 dias supra, contestar o feito, sob pena de presumirem-se verdadeiros os fatos alegados. SerĂĄ o edital, afixado e publicado na forma da lei. SĂŁo Paulo, 15 de janeiro de 2013.

estĂ­mulo ou os possĂ­veis efeitos desestabilizadores de juros baixos sobre mercados importantes. Bernanke afirmou que os riscos nĂŁo parecem sĂłlidos no momento, acrescentando que o banco central tem todas as

ferramentas de que precisa para retirar seu apoio monetårio no momento adequado. "Nesse sentido, não acreditamos que os possíveis custos de uma maior assunção de risco em alguns mercados financeiros superem os benefícios da promoção de uma recuperação econômica mais forte e da criação mais råpida de empregos", disse Bernanke. Em resposta à crise financeira e à profunda recessão de 2007-2009, o Fed não só praticamente zerou as taxas oficiais de juros como tambÊm comprou mais de US$ 2,5 trilhþes em títulos hipotecårios e dívida do Tesouro com o objetivo de reduzir os juros de longo prazo e desencadear contrataçþes. O Fed atualmente compra mensalmente US$ 85 bilhþes em bônus. (Reuters)

Bancos dos EUA tĂŞm o maior lucro desde 2006

E

m 2012, o setor bancĂĄrio dos Estados Unidos teve o maior lucro desde antes da crise financeira de 2007-2009, segundo dados divulgados pela agĂŞncia norte-americana responsĂĄvel por garantir os depĂłsitos bancĂĄrios no paĂ­s, a Federal Deposit Insurance Corp (FDIC). De acordo com a entidade, o setor bancĂĄrio dos EUA teve o segundo maior lucro anual da histĂłria, US$ 141,3 bilhĂľes, alta de 19,3%, ante 2011. O recorde foi registrado em 2006, com resultado positivo conjunto de

US$ 145,2 bilhþes. Muito do crescimento do lucro no ano passado se deu pela menor provisão para perdas com crÊdito. "Apesar de ainda haver espaço para mais crescimento da receita, não esperamos que o ritmo de expansão do lucro continue nestes níveis", disse o presidente do FDIC, Martin Gruenberg. Apesar disso, o JPMorgan estå planejando cortar mais US$ 1 bilhão em despesas neste ano e demitir 3.900 pessoas. O banco tinha 258.965 funcionårios no final de 2012. (Reuters)

Edital de Praça Ă&#x161;nica sobre Bem ImĂłvel e para intimação dos executados EspĂłlio de Valter Gutierez, que era portador do RG nÂş 2.488.745-SP e CPF 054.726.018-00, representado por sua mulher e tambĂŠm executada Aparecida de FĂĄtima Amaro Gutierez, RG 10.470.934-0-SP e CPF 054.726.018-00 e terceiros interessados, expedido nos autos da ação de Execução HipotecĂĄria do Sistema Financeiro da Habitação, movida pelo CessionĂĄrio Roberto JerĂ´nimo da Silva, CPF 128.043.29852. Proc. nÂş 0110189-46.2008.8.26.0008 (008.08.110189-0). O Dr. Luis Fernando Nardelli, Juiz de Direito da 3ÂŞ Vara CĂ­vel - Foro Regional VIII - TatuapĂŠ do Estado de SĂŁo Paulo, na forma da lei, etc... Faz Saber que no dia 08 de março de 2013, Ă s 14:00 horas, no local destinado as Hastas PĂşblicas do Foro Regional VIII - TatuapĂŠ/SP, Ă  Rua Santa Maria, 257, o Leiloeiro indicado, Sr. Miguel Niemoj, inscrito na JUCESP sob o nÂş 570, com escritĂłrio na Praça JoĂŁo Mendes, 42 - 3Âş andar - conj. 35 - Centro - SĂŁo Paulo/SP - CEP 01501-000 - tel. (11) 3105-2578 e (11) 3105-2243, levarĂĄ a pĂşblico pregĂŁo de venda e arrematação em Praça Ă&#x161;nica, sendo entregue por preço nĂŁo inferior ao CrĂŠdito HipotecĂĄrio de R$ 240.407,53 (novembro/2012), o qual deverĂĄ ser atualizado atĂŠ a data da Praça, sendo que pelo presente edital, ficam os executados, intimados da designação supra, caso nĂŁo sejam intimados na pessoa de seus advogados ou pessoalmente. IMĂ&#x201C;VEL A SER PRACEADO: Um prĂŠdio e seu respectivo terreno Ă  Rua Vicente La Giudice, nÂş 88, parte do lote 11, da quadra 12, do Jardim Aricanduva, no 27Âş Subdistrito-TatuapĂŠ, medindo 5,00m de frente, por 28,00m da frente aos fundos, de ambos os lado, tendo nos fundos a mesma largura da frente, encerrando a ĂĄrea de 140,00m², confinando do lado esquerdo com o lote 12, pelo lado direito com o remanescente do lote 11, e nos fundos com o prĂŠdio nÂş 85 da Rua alcides Rocha Miranda. Objeto da MatrĂ­cula nÂş 114.080 do 9Âş CRI/SP. Contribuinte 116.306.0097. O alienante pagarĂĄ a comissĂŁo de corretagem no importe de 5% sobre o valor da alienação. Dos autos nĂŁo consta recurso pendente de julgamento. â&#x20AC;&#x153;Eventuais taxas e/ou impostos correrĂŁo por conta do arrematanteâ&#x20AC;?. NĂŁo constando dos autos recursos pendentes de julgamento. SerĂĄ o edital afixado e publicado na forma da lei. SĂŁo Paulo, 30 de janeiro de 2013. B. 25, 26 e 27/02

         !"# $ %  ! &$''      () '  !*+   , -'. /0 ! $  1 / $ 2 '   $  3        45   / 4 // 6  78   78 3   ' ( 3 '9 33 :';78 $ ' ' $ <= >  %?9 $ 1 4@'    :.* 9 $  A  $ / - 9 $  $ $ /#  9  B A $ '9   1; /.  1 / $ 2 '   $3 76 : 0 C89  D  $  D    @E F ? 1 ' $ AD  7 1 CGG8  '' / ; $ .* * 7 1 CC<8 *  , -'. /09 H &';  A "# $ !"# .& '?$ .'A $ 4I CGG<9 7$  . 00B89 $

  $ B  $ D@A $ J$ $  J$' () '  <C  $  ! $  A @ '@ $ B ' $B '$  ' "# D $'  D  * A  $'9  B' $ D ; D 9 D@A $J.'  ';$ 9  '$ $  A'"K @'9  A *  ? . H  ) '  ) $;'$ D A $  * $ B "A A. @   D ; $ G $'9 B $   ! $ 9   D ; 9  H$  J$' $ !*    AD ?$ $D2' $ L $ ? A !"# 9 A'    H  ) ' 9 *  D@A $ $ A  7'8 D  A'9  '$ $ 

"# A  ) '  &  $ L  AM9  . D $ DH   ?'"#  / ) D   $' 9 D !  9 B'!$  D.'$  B A $ '9 $   12 A  ';$  4 :  : @ $ 3 9 <<9 >' 3 '   <9 1  78 GGC<GG9 /#  / /#  9  $ B? ' $  '&+6#. &' %+6#cÂŹ1  24#<1 &'  &+#5 241%'551 0Â?  1 # &QWVQT C #PPC 2CWNC FG 1NKXGKTC &CNC &oC // ,WK\ C FG &KTGKVQ FC Â&#x153; 8CTC %sXGN FQ (QTQ (QTQ 4GIKQPCN :++  0QUUC 5GPJQTC FQ Ă&#x17D; FC %QOCTEC FG FG 5ÂŹ1 2#7.1 FQ 'UVCFQ FG 5lQ 2CWNQ PC HQTOC FC .GK GVE (#< 5#$'4 C Q .[RG +PF}UVTKC G %QOoTEKQ FG 2NhUVKEQU .VFC %02,  PC RGUUQC FG UGW TGRTGUGPVCPVGU NGICKU SWG NJG HQK RTQRQUVC WOC CnlQ FG 2TQEGFKOGPVQ 1TFKPhTKQ UQD PÂ?  RQT RCTVG FG .%8 2CTVKEKRCn|GU 'ORTGUCTKCKU .6&# CNGICPFQ GO UsPVGUG # TGSWGTKFC RQT HQTnC FQ &GETGVQ.GK  TGIWNCOGPVCFQ RGNQ &GETGVQ   VQTPCUG NGIsVKOC RTQRTKGVhTKC FG EToFKVQU G FQU UGWU HTWVQU SWCN UGLC Cn|GU FC 'NGVTQDTCU 5# G OGFKCPVG Q KPUVTWOGPVQ RCTVKEWNCT FG EGUUlQ FG EToFKVQU G UWDTQICnlQ FG FKTGKVQU EGFGW C TGSWGTGPVG VQFQU UGWU FKTGKVQU G EToFKVQU QPFG HQK RCIQ Q XCNQT FG 4  QKVQEGPVQU G PQXGPVC G VTqU TGCKU G UGVGPVC G UGVG EGPVCXQU PC RGUUQC FG UGW TGRTGUGPVCPVGU NGICKU QU SWCKU QTVQICO C GORTGUC EGUUKQPhTKC QTC TGSWGTGPVG WOC RTQEWTCnlQ G PC ENhWUWNC VGTEGKTC FGENCTC VGTGO TGEGDKFQ C SWCPVKC FCPFQ RNGPC IGTCN G KTTGXQIhXGN SWKVCnlQ #Q GHGVWCT C VTCPUHGTqPEKC FC VKVWNCTKFCFG FQU EToFKVQU G FG UGWU HTWVQU RCTC UGW RTxRTKQ PQOG LWPVQ C KPUVKVWKnlQ HKPCPEGKTC FGRQUKVhTKC SWCN UGLC $CPEQ $TCFGUEQ 5# RQT FKXGTUCU XG\GU EQPVCEVQW C GORTGUC TGSWGTKFC GZVGTPCPFQ CU EQPFKn|GU CUUKPCVWTCU PQU HQTOWNhTKQU ° 16#  RCTC VCN VTCPUHGTqPEKC C OGUOC SWGFQW UG KPGTVG 'PEQPVTCPFQUG C To GO NWICT KPEGTVQ G PlQ UCDKFQ HQK FGVGTOKPCFC C UWC %+6#cÂŹ1 RQT '&+6#. RCTC QU CVQU G VGTOQU FC CnlQ RTQRQUVC G RCTC SWG PQ RTC\Q FG  FKCU SWG HNWKTh CRxU Q FGEWTUQ FQ RTC\Q FQ RTGUGPVG GFKVCN CRTGUGPVG TGURQUVC 0lQ UGPFQ EQPVGUVCFC C CnlQ RTGUWOKTUGlQ CEGKVQU RGNC To EQOQ XGTFCFGKTQU QU HCVQU CTVKEWNCFQU RGNC CWVQTC 5GTh Q RTGUGPVG GFKVCN RQT GZVTCVQ CHKZCFQ G RWDNKECFQ PC HQTOC FC NGK UGPFQ GUVG (xTWO NQECNK\CFQ PC 4WC 6QOhU 4COQU ,QTFlQ  Â? CPFCT (TGIWGUKC FQ Ă&#x17D;  %'2  (QPG    5lQ 2CWNQ52

4ÂŞ VARA CĂ?VEL DO FORO REGIONAL V - SĂ&#x192;O MIGUEL PAULISTA EDITAL DE CITAĂ&#x2021;Ă&#x192;O - PRAZO DE 20 DIAS. PROCESSO NÂş 0210356-46.2009.8.26.0005. O(A) Doutor(a) Paulo de Tarsso da Silva Pinto, MM. Juiz(a) de Direito da 4ÂŞ Vara CĂ­vel, do Foro Regional V - SĂŁo Miguel Paulista, da Comarca de SĂ&#x192;O PAULO, do Estado de SĂŁo Paulo, na forma da Lei, etc. FAZ SABER a(o) HAIANDRA RABELO LEITE, Rua Guarapariba, 05, Jardim Lajeado - CEP 08041-800, SĂŁo Paulo-SP, CPF 751.996.612-72, RG 39024563, Brasileira, que lhe foi proposta uma ação de Procedimento OrdinĂĄrio - Cobrança, por parte de INSTITUTO EDUCACIONAL SEMINĂ RIO PAULOPOLITANO, visando o recebimento da quantia de R$1.140,86 (setembro/ 2009), oriunda de prestação de serviços educacionais, em fevereiro/2008 e atravĂŠs do cheque nÂş 000036, devolvido por falta de fundos. Encontrando-se o rĂŠu em lugar incerto e nĂŁo sabido, foi determinada a sua CITAĂ&#x2021;Ă&#x192;O, por EDITAL, para os atos e termos da ação proposta e para que, no prazo de 20 dias, que fluirĂĄ apĂłs o decurso do prazo do presente edital, apresente resposta. NĂŁo sendo contestada a ação, presumir-se-ĂŁo aceitos, pelo(a)(s) rĂŠ(u)(s), como verdadeiros, os fatos articulados pelo(a)(s) autor(a)(es). SerĂĄ o presente edital, por extrato, afixado e publicado na forma da lei, sendo este FĂłrum localizado na Avenida Afonso Lopes de BaiĂŁo, 1736, Sala 104, SĂŁo Miguel Paulista - CEP 08040-000, Fone: 1120528098 r268, SĂŁo Paulo-SP. SĂŁo Paulo, 24 de janeiro de 2013.

EDITAL DE CITAĂ&#x2021;Ă&#x192;O - PRAZO DE 20 DIAS. PROCESSO NÂş 0006569-67.2012.8.26.0011. O(A) Doutor(a) Francisco Carlos Inouye Shintate, MM. Juiz(a) de Direito da 5ÂŞ Vara CĂ­vel, do Foro Regional XI - Pinheiros, da Comarca de SĂ&#x192;O PAULO, do Estado de SĂŁo Paulo, na forma da Lei, etc. FAZ SABER a(o) Daniel Leal Ferreira, Rua Papanga, 41, Alto de Pinheiros - CEP 05452-040, SĂŁo Paulo-SP, CPF 313.050.958-55, RG 43316594/SP, Solteiro, Brasileiro, que lhe foi proposta uma ação de Procedimento SumĂĄrio por parte de Ricardo Chechetto, alegando em sĂ­ntese: O autor vendeu ao rĂŠu o veĂ­culo Suzuki Vitara, placa DPP 2280, ano de 1994, modelo 1995, o qual, atĂŠ o momento, nĂŁo realizou a transferencia para o seu nome, vindo o autor a receber inumeras multas de trânsito. O rĂŠu nĂŁo efetuou, tambĂŠm, o pagamento do IPVA e DPVAT desde 2006, nĂŁo procedendo ao licenciamento do veĂ­culo. Encontrando-se o rĂŠu em lugar incerto e nĂŁo sabido, foi determinada a sua CITAĂ&#x2021;Ă&#x192;O, por EDITAL, para os atos e termos da ação proposta e para que, no prazo de 15 dias, que fluirĂĄ apĂłs o decurso do prazo do presente edital, apresente resposta. NĂŁo sendo contestada a ação, presumir-se-ĂŁo aceitos, pelo(a)(s) rĂŠ(u)(s), como verdadeiros, os fatos articulados pelo(a)(s) autor(a) (es). SerĂĄ o presente edital, por extrato, afixado e publicado na forma da lei, sendo este FĂłrum localizado na Rua JericĂł s/n, Sala 210, Vila Madalena - CEP 05435-040, Fone: (11) 3813-5564, SĂŁo Paulo-SP. SĂŁo Paulo, 31 de janeiro de 2013. Â&#x153; 8CTC %sXGN FC %QOCTEC FG %CTCRKEWsDC52   1HKEKQ%KVCnlQ  2TC\Q  FKCU 2TQEGUUQ  PÂ? FG 1TFGO  # &TC ,WNKCPC /CTSWGU 9GPFNKPI ,Ws\C FG &KTGKVQ FC C 8CTC %sXGN FC %QOCTEC FG %CTCRKEWsDC52 PC HQTOC FC .GK GVE (C\ 5CDGT C ,QXGPCN FG ,GUWU %CTFQUQ G UO /CTKC #RCTGEKFC )CNFKPQ %CTFQUQ %CTNKPFQ 5GXGTKPQ FQU 5CPVQU G UO 1TFCNKC )QPnCNXGU FQU 5CPVQU 5GDGUV[KCP 'UVXCP 'VGN )[CTOCVK 5GDGUV[KCP /QKUGU (GTPCPFGU FC 5KNXC ,QUo 5GXGTKPQ FG 5QW\C /CTKC #RCTGEKFC /CEGFQ DGO EQOQ UGWU EzPLWIGU UG ECUCFQU HQTGO *GTFGKTQU GQW 5WEGUUQTGU G FG 4oWU GO NWICT KPEGTVQ G CKPFC FG GXGPVWCKU KPVGTGUUCFQU SWG #NOKT )COC %C\o G UO /KTKCO FG 1NKXGKTC %C\o CLWK\CTCO WOC CnlQ FG 7UWECRKlQ QDLGVKXCPFQ Q FQOsPKQ FQ KOxXGN UKVWCFQ PC 4WC &T %CTNQU FG $CTTQU /QPVGKTQ

CPVKIC 4WC &T %CTNQU /QPVGKTQ QW 4WC 7O  EQPUVKVWsFQ RGNQ NQVG PÂ? $ $NQEQ FQKU ,CTFKO 'OC EQPVTKDWKPVG  EQO hTGC VQVCN FG  O EQPHTQPVCPFQ EQO SWGO FG FKTGKVQ #NGICO QU TGSWGTGPVGU SWG GUVlQ PC RQUUG FQ KOxXGN FG HQTOC OCPUC G RCEsHKEC RQT UK G UGWU CPVGEGUUQTGU 'UVCPFQ GO VGTOQU HQK FGVGTOKPCFC C EKVCnlQ RQT GFKVCN FQU UWRTCOGPEKQPCFQU RCTC SWG GO  FKCU C HNWKT CRxU QU  FKCU UWRTC EQPVGUVGO Q HGKVQ UQD RGPC FG RTGUWOKTGOUG EQOQ XGTFCFGKTQU QU HCVQU 5GTh Q RTGUGPVG GFKVCN CHKZCFQ G RWDNKECFQ PC HQTOC FC NGK %CTCRKEWsDC  ,7.+#0# /#437'5 9'0&.+0) ,Ws\C FG &KTGKVQ $ G  / 1 4  64 4 N>   34 /6 64O     $ (4/ ( 3(/  3O4  ( 3(/   39 !D$'$     $ "# 3 ' 2 '

* '$ D (6 /664 (4/ /09  A D ; $  $'   P GG<C  P $A G0 33 :-5  4  = >4 N>   34  /6 64O  / 9 6 1 43  9  15 /(4  (4/ ( 3(/  3O4  ( 3(/   3 ' '   6 :  CC<0C * (6

/664 (4/ /0 &';  "# 3 6Q49 D   . " $ 4I <9G<9 $

  $    $  J$' 4  '?  <<<G * # B ' $'AD'$    $  J A @ '  # .'$ 9 B ' $B '$  ' "# D $'  D  *  D ; $ G $'9  B'

D2   $' D 9 D@ $J.'  ';$ 9 B'$ ' $    H  ) '  $?  %'   B " A. @ 9  . D $ # B;$ 9   ' '  $ D $' ' %  ! '? &$'' 7    $  8 A'$  ? $$'   B  @$   ''' / ) D  9 B'!$  D.'$  B A $ ' 6 3/ 9 78 /' @@'9  ? 9 $'@' ' 9 78 @$    $ / ;9 '  9 . ?' 78 4 / R64 ( F-3 :'; /. ' 

'&+6#. &' +06+/#cÂŹ1  24#<1 &'  &+#5 241%'551 0Â?  1 # &QWVQT C .WK\ )WKNJGTOG #PIGNK (GKEJVGPDGTIGT // ,WK\ C FG &KTGKVQ FC Â&#x153; 8CTC %sXGN FQ (QTQ (QTQ 4GIKQPCN 8+  2GPJC FG (TCPnC FC %QOCTEC FG FG 5ÂŹ1 2#7.1 FQ 'UVCFQ FG 5lQ 2CWNQ PC HQTOC FC .GK GVE (#< 5#$'4 C Q ,QUo FG 2CWNC 5QCTGU %2(  4)  (NQTC 4GIKPC 5QCTGU %2(  4)  SWG NJG HQK RTQRQUVC WOC CnlQ FG 2TQEGFKOGPVQ 5WOhTKQ GO HCUG FG %WORTKOGPVQ FG 5GPVGPnC %QPFGPCVxTKC %sXGN RQT RCTVG FG %QPFQOsPKQ 'FKHsEKQ 2QTVCN FC 2GPJC PC SWCN RTQEGFGWUG C RGPJQTC UQDTG Q CRVQ  VKRQ # Â? CPFCT DNQEQ  FQ 'F 2QTVCN FC 2GPJC i 4WC 8KPVG G UGKU FG #DTKN  Â? 5WDFKUVTKVQ2GPJC FG (TCPnC OCVTKEWNC  FQ Â? %4+52 SWG HQK CXCNKCFQ GO 4    'PEQPVTCPFQUG QU GZGEWVCFQU GO NWICT KIPQTCFQ HQK FGVGTOKPCFC C UWC +06+/#cÂŹ1 &# 2'0*14# ' &1 .#7&1 &' #8#.+#cÂŹ1 RQT '&+6#. HKECPFQ RQT GUVG CVQ EQPUVKVWsFQU FGRQUKVhTKQU FQ KOxXGN CFXGTVKFQU SWG SWGTGPFQ RQFGTlQ QHGTGEGT KORWIPCnlQ PQ RTC\Q FG  SWKP\G FKCU C HNWKT CRxU QU  FKCU UWRTC UQD RGPC FG RTQUUGIWKOGPVQ FQ HGKVQ 5GTh Q RTGUGPVG GFKVCN RQT GZVTCVQ CHKZCFQ G RWDNKECFQ PC HQTOC FC NGK UGPFQ GUVG (xTWO NQECNK\CFQ PC 4WC ,QlQ 4KDGKTQ  Â? CPFCT  5CNC  2GPJC FG (TCPnC  %'2  (QPG T 5lQ 2CWNQ52 $ G 

%KVCnlQ  2TC\Q  FKCU  2TQE   PÂ? FG 1TFGO  1 &T %CTNQ /C\\C $TKVVQ /GNHK ,WK\ FG &KTGKVQ FC Â&#x153; 8CTC %sXGN FC %QOCTEC FG 5lQ $GTPCTFQ FQ %CORQ52 (C\ 5CDGT C (GTPCPFQ #RTKIKQ FG 5QW\C 4) 55252 G %2(  SWG /CFGKTGKTC .CPQ .VFC CLWK\QW WOC #nlQ /QPKVxTKC QDLGVKXCPFQ Q TGEGDKOGPVQ FG 4    CETGUEKFQU FG LWTQU G EQTTGnlQ OQPGVhTKC 'UVCPFQ Q TGSFQ GO NWICT KIPQTCFQ HQK FGHGTKFC C EKVCnlQ RQT GFKVCN RCTC SWG GO  FKCU C HNWKT CRxU QU  FKCU UWRTC RCIWG Q XCNQT UWRTC FGXKFCOGPVG EQTTKIKFQ SWG Q VQTPCTh KUGPVQ FCU EWUVCU G JQPQThTKQU CFXQECVsEKQU QW GODCTIWG UQD RGPC FG EQPXGTUlQ FQ OCPFCFQ FG EKVCnlQ GO GZGEWnlQ 5GTh Q RTGUGPVG GFKVCN CHKZCFQ G RWDNKECFQ PC HQTOC FC NGK

EditaldeCitaçãoeIntimação-Prazo20(vinte)diasProcessonº0004472-21.2011.8.26.0564Ordemnº222/ 2011O(A)Doutor(a)MaurícioTiniGarcia,MM.Juiz(a)deDireitoTitularda2ª.VaraCíveldaComarcade SãoBernardodoCampo,doEstadodeSãoPaulo,naformadalei,FazSaberaMREquipamentoseServiços Ltda Me, CNPJ 04.503.916/0001-15, na pessoa de seu representante legal, que Speed Door ComÊrcio Importação e Exportação Ltda, ajuizou uma Ação Monitória, objetivando o recebimento de R$ 1.554,73 (atualizadoatÊagosto/2010),acrescidosdejurosecorreçãomonetåria.Estandoareqda.emlugarignorado, foi deferida a citação por edital, para que em 15 dias, a fluir após os 20 dias supra, pague o valor supra devidamentecorrigido,queàtornaråisentadascustasehonoråriosadvocatíciosouembargue,sobpenade conversãodomandadodecitaçãoemexecução.Seråopresenteedital,porextrato,afixadoepublicadonaforma dalei.SãoBernardodoCampo,13defevereirode2013. B.27 e 28/02


DIĂ RIO DO COMĂ&#x2030;RCIO

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Blau FarmacĂŞutica S.A.

FDBG PARTICIPAĂ&#x2021;Ă&#x2022;ES S.A. CNPJ/MF n° 17.417.503/0001-60 â&#x20AC;&#x201C; NIRE 3530037016-3 Ata de Assembleia Geral ExtraordinĂĄria. Dia, Hora e Local: Em 29/1/2013, Ă s 14:30 hs, na sede, Av.Rebouças, 3.970, 31°, Parte, Pinheiros/SP. Presenças: Totalidade. Convocação: Dispensada. Mesa: Renato Amaury de Medeiros, Presidente; Fernando Santos Mathiazi, SecretĂĄrio. Ordem do Dia: Deliberar sobre: (i) a alteração da denominação da Cia.; (ii) a alteração do objeto social da Cia.; e (iii) a eleição dos novos Diretores da Cia.. Deliberaçþes: ApĂłs a anĂĄlise e discussĂŁo da ordem do dia, os acionistas da Cia. decidiram, por unanimidade de votos e sem quaisquer ressalvas: 1) autorizar a lavratura da presente ata na forma de sumĂĄrio dos fatos ocorridos, conforme faculta o Art.130, §1° da Lei ,no 6.404/76; 2) aprovar a alteração da denominação da Cia.de FDBG Participaçþes S.A. para Foz SoluçþesTecnolĂłgicas S.A., de forma que o Art. 1 ° do Estatuto Social passa a ter a seguinte redação: â&#x20AC;&#x153;Art. 1° - Foz Soluçþes TecnolĂłgicas S.A. ĂŠ uma Cia. que se rege por este Estatuto e pelas disposiçþes legais aplicĂĄveis, com prazo de duração por tempo indeterminado (â&#x20AC;&#x153;Cia.â&#x20AC;&#x2122;).â&#x20AC;?; 3) aprovar a alteração do objeto social da Cia., de forma que o Art.3° do Estatuto Social passa a vigorar com a seguinte redação: â&#x20AC;&#x153;Art. 3° - A Cia. tem por objeto a prestação de serviços na ĂĄrea de engenharia ambiental e meio ambiente, com foco nas atividades de operação e manutenção de Centrais deTratamento de ResĂ­duos, compreendendo a prestação de serviços de coleta, transporte, tratamento e disposição final de resĂ­duos sĂłlidos.â&#x20AC;?;4) tomar conhecimento das renĂşncias do Sr.Renato Amaury de Medeiros, brasileiro, divorciado, engenheiro civil, RG n° 051981793 - SSP/RJ e CPF/MF n° 788.718.407 -04, residente e domiciliado em SP/SP, com endereço comercial na Av. Rebouças, 3.970, 31Âş, Pinheiros/SP, CEP 05402-920, ao cargo de Diretor Presidente da Cia., e da Sra.Ticiana SampaioVaz Marianetti, brasileira, casada, RG n° 4.835.223 SSP/BA e CPF/MF n° 544.408.075-34, residente e domiciliada em SP/SP, com endereço comercial na Av. Rebouças, 3.970, 31Âş, Pinheiros/SP, ao cargo de Diretora. Ato contĂ­nuo, os acionistas aprovaram a eleição do Sr.Carlos HenriqueValente, brasileiro, casado, engenheiro civil,RG n° 04161223/5 IFP/RJ e CPF/ MF n° 742.119.437/15, residente e domiciliado em Campinas/SP, com endereço comercial na Av. Rebouças, 3.970, 31°, Parte, Pinheiros/SP, ao cargo de Dir.Presidente, e do Sr.Leonardo Muniz Dias Lima, brasileiro, casado, engenheiro civil, RG n° 0660909898 SSP/BA e CPF/MF n° 942.473.235-04, residente e domiciliado em SP/SP, com endereço comercial na Av.Rebouças, 3.970, 31°, Parte, Pinheiro/SP, ao cargo de Diretor sem designação especĂ­fica. Os Diretores ora eleitos foram investidos em seus cargos mediante a lavratura e assinatura dos termos de posse n° Livro de Atas de ReuniĂŁo da Diretoria. Atendendo ao disposto n° art. 1.011, §1°, da Lei n° 10.406/2002 e n° art. 147 da Lei n° 6.404/76, os Diretores ora eleitos declararam, sob as penas de lei, nĂŁo estar impedidos de exercer a administração da Cia., por lei especial, ou em virtude de condenação criminal, ou por se encontrarem sob os efeitos dela, a pena que vede, ainda que temporariamente, o acesso a cargos pĂşblicos, ou por crime falimentar, de prevaricação, peita ou suborno, concussĂŁo, peculato, ou contra a economia popular, contra o sistema financeiro nacional, contra normas de defesa de concorrĂŞncia, contra as relaçþes de consumo, fĂŠ pĂşblica, ou a propriedade. Como consequĂŞncia, a composição da Diretoria da Cia., com mandato atĂŠ a AGO de 2014 passa a ser a seguinte: A) Diretor Presidente Carlos Henrique Valente, brasileiro, casado, engenheiro civil, RG n° 04161223/5 IFP/RJ e CPF/MF n° 742.119.437/15, residente e domiciliado em SP/SP, com endereço comercial na Av. Rebouças, 3.970,31°, Parte, Pinheiro/SP; e B) Diretor sem designação especĂ­fica - Leonardo Muniz Dias Lima, brasileiro, casado, engenheiro civil, RG n° 0660909898 SSP/BA e CPF/MF n° 942.473.235-04, residente e domiciliado em SP/SP, com endereço comercial na Av. Rebouças, 3.970, 31Âş, Parte, Pinheiro/SP; 5) os acionistas resolvem aprovar a alteração e a consolidação do Estatuto Social da Cia., que passa a vigorar com a redação e forma do documento que integra a presente Ata como Anexo II. Documentos Arquivados: Foram arquivados os documentos referidos nesta Ata, apĂłs numerados e seguidamente autenticados pelos membros da Mesa.ApĂłs lida e aprovada por unanimidade, a presente Ata foi assinada por todos os presentes. SĂŁo Paulo, 29/1/2013. Mesa: Renato Amaury de Medeiros, Presidente; Fernando Santos Mathiazi, SecretĂĄrio. Acionistas: Foz do Brasil S.A. e Odebrecht Engenharia Ambiental S.A.. Fernando Santos Mathiazi - SecretĂĄrio. Estatuto Social Consolidado - Estatuto Social da Foz SoluçþesTecnolĂłgicas S.A. g por este Estatuto e pelas -I. Denominação e Prazo de Duração - Art. 1° - Foz SoluçþesTecnolĂłgicas S.A. ĂŠ uma Cia. que se rege disposiçþes legais aplicĂĄveis, com prazo de duração por tempo indeterminado (â&#x20AC;&#x153;Cia.â&#x20AC;?). II. Sede e DependĂŞncias - Art. 2° - A Cia. tem sua sede e foro na Cidade de SP/SP, com endereço na Av. Rebouças, 3.970, 31°, Parte, Pinheiros, CEP 05402-920, podendo, onde e quando convier, instalar filiais, sucursais, agĂŞncias, escritĂłrios, representaçþes e dependĂŞncias similares em qualquer parte do territĂłrio nacional ou n° exterior, mediante decisĂŁo da Diretoria.III. Objeto Social - Art. 3° - A Cia. tem por objeto a prestação de serviços na ĂĄrea de engenharia ambiental e meio ambiente, com foco nas atividades de operação e manutenção de Centrais de Tratamento de ResĂ­duos, compreendendo a prestação de serviços de coleta, transporte, tratamento e disposição final de resĂ­duos sĂłlidos. IV. Capital Social e Açþes - Art. 4° - O capital social ĂŠ de R$ 1.000,00, dividido em 1.000 açþes ordinĂĄrias nominativas, todas sem valor nominal, totalmente subscritas e a serem integralizadas em moeda corrente nacional ou em bens. Art. 5° - Cada ação ordinĂĄria dĂĄ direito a 01 voto nas Assembleias Gerais. As açþes preferenciais que eventualmente venham a ser emitidas pela Cia. nĂŁo terĂŁo direito de voto nas Assembleias Gerais, salvo nos casos previstos em lei, mas gozarĂŁo de prioridade n° reembolso do capital em caso de liquidação da Cia..§ 1° - As despesas de desdobramento, grupamento ou substituição de certificados de açþes, quando solicitado pelo acionista, corrĂŞrĂĄo por sua conta, por preço nĂŁo superior ao custo. § 2° - A Cia. poderĂĄ, a pedido do acionista, emitir certificados de açþes. Os certificados de açþes, ou tĂ­tulos mĂşltiplos que as representem, serĂŁo assinados por 02 Diretores, sendo um deles o Diretor Presidente. Art. 6° - Os acionistas tĂŞm preferĂŞncia para a subscrição de novas açþes, na proporção das açþes jĂĄ anteriormente possuĂ­das. Caso algum acionista desista, por escrito, do seu direito de preferĂŞncia, ou nĂŁo se manifeste dentro de 30 dias contados da data da Assembleia Geral que aprovar o aumento do Capital Social, caberĂĄ aos demais acionistas, na proporção das açþes possuĂ­das, o direito Ă  subscrição dessas açþes. V. Administração da Cia. - Art. 7° - A Administração da Cia. cabe a uma Diretoria, constituĂ­da de no mĂ­nimo 02 e n° mĂĄximo 05 Di retores , eleitos em Assembleia Geral, com prazo de gestĂŁo de 02 anos, podendo ser reeleitos, com atribuiçþes fixadas de conformidade com as disposiçþes legais e deste Estatuto, ficando dispensados de caução de gestĂŁo.§ 1° - Todos os membros da Diretoria sĂŁo investidos em seus cargos mediante a assinatura dos respectivos termos de posse, devendo permanecer n° exercĂ­cio do cargo atĂŠ a investidura de seus sucessores. § 2° - A Assembleia Geral fixarĂĄ o montante global da remuneração dos membros da Diretoria, cabendo ao Diretor Presidente a individualização da referida remuneração Ă  Diretoria.Art. 8° - A representação da Cia., em juĂ­zo ou fora dele, seja ativa ou passivamente, perante terceiros e repartiçþes pĂşblicas federais, estaduais ou municipais, bem como a prĂĄtica de todos os atos necessĂĄrios ou convenientes Ă  administração dos negĂłcios sociais, inclusive a celebração e rescisĂŁo de contratos, respeitados os limites previstos em lei e n° presente Estatuto Social, competirĂŁo sempre: I - a 2 Diretores em conjunto; ou II - a 1 Diretor em conjunto com 1 procurador; ou ainda III - a 1 procurador com poderes especiais e especĂ­ficos, devidamente outorgados na forma do § 2° deste Art. 8°, baixo. § 1° - Entende-se por atos necessanos ou convenientes Ă  administração dos negĂłcios sociais aqueles necessĂĄrios para implementar o objeto social da Cia., bem como os atos ordinĂĄrios de gestĂŁo, sendo certo que todo e qualquer ato que nĂŁo se encaixe nesses conceitos, como tambĂŠm qualquer ato cuja caracterização suscite dĂşvidas, deverĂĄ ser objeto de deliberação por parte da Assembleia Geral. § 2° - Sendo convocada Assembleia Geral mencionada no §1°, atĂŠ que esta se realize, a Diretoria nĂŁo poderĂĄ deliberar e/ou praticar o ato, ou similar, que serĂĄ objeto de deliberação da referida Assembleia. Art. 9 - As procuraçþes outorgadas em nome da Cia. o serĂŁo sempre por 2 Diretores em conjunto, devendo prever poderes especĂ­ficos, a impossibilidade de substabelecer e ser outorgadas por um perĂ­odo mĂĄximo de validade de 1 ano, com exceção das procuraçþes para representação em processos judiciais ou administrativos, as quais poderĂŁo ser por prazo indeterminado e permitirĂŁo o substabelecimento. § 1° - Na ausĂŞncia de determinação de perĂ­odo de validade nas procuraçþes outorgadas pela Cia., presumir-se-ĂĄ que as mesmas foram outorgadas pelo prazo de 1 ano. Art. 10 - CompetirĂĄ ao Diretor Presidente: I - exercer a supervisĂŁo geral de todos os negĂłcios da Cia.; II - supervisionar a elaboração e a execução do orçamento da Cia.; III - coordenar e orientar as atividades dos demais Diretores, nas suas respectivas ĂĄreas de competĂŞncia; IV - designar qualquer dos Diretores para atividades e tarefas especiais, independentemente daquelas que lhes couber ordinariamente. Art. 11 - NĂŁo obstante o previsto nos demais dispositivos deste Estatuto Social, competirĂĄ Ă  Diretoria decidir sobre qualquer despesa cujo montante envolvido jĂĄ esteja previsto no Plano de NegĂłcios da Cia..Art. 12 - SĂŁo expressamente vedados, sendo nulos e inoperantes com relação Ă  Cia., os atos de qualquer Diretor, procurador ou funcionĂĄrio que a envolverem em obrigaçþes relativas a negĂłcios ou operaçþes estranhos aos objetivos sociais, inclusive fianças, avais ou quaisquer outras garantias em favor de terceiros ou cujos prazos de adimplemento excedam o termo final do Contrato de ConcessĂŁo. Art. 13 - Em caso de vacância na Diretoria, o Diretor-Presidente deve indicar o substituto do Diretor para ocupar a função enquanto durar a vacância. VI. Assembleias Gerais - Art. 14 - A Assembleia Geral reunir-se-ĂĄ ordinariamente uma vez por ano, dentro dos quatro meses apĂłs o tĂŠrmino de cada exercĂ­cio social, competindo-lhe tomar as deliberaçþes previstas em lei. Art. 15 - A Assembleia Geral reunir-se-ĂĄ extraordinariamente sempre que os interesses sociais, este Estatuto ou a legislação em vigor exigir o pronunciamento dos acionistas. Art. 16 - A Assembleia Geral, ordinĂĄria ou extraordinĂĄria, serĂĄ instalada e presidida pelo Diretor Presidente, que designarĂĄ um dos presentes para funcionar como secretĂĄrio. Art. 17 - Somente poderĂŁo tomar parte na Assembleia Geral os acionistas titulares de açþes que estiverem registradas em seu nome, n° livro prĂłprio, atĂŠ 48 horas antes da data marcada para a realização da Assembleia. VII. Conselho Fiscal - Art. 18 - O Conselho Fiscal somente funcionarĂĄ nos exercĂ­cios sociais em que for instalado, a pedido de acionistas que preencham os requisitos exigidos por lei. Art. 19 - O Conselho Fiscal, quando em funcionamento, serĂĄ constituĂ­do n° mĂ­nimo por 03 e no mĂĄximo por 05 membros efetivos e igual nĂşmero de suplentes, acionistas ou nĂŁo, eleitos pela Assembleia Geral, podendo ser reeleitos, com as atribuiçþes previstas em lei. ParĂĄgrafo Ă&#x161;nico - A remuneração dos membros do Conselho Fiscal serĂĄ fixada pela Assembleia Geral que os eleger. VIII. ExercĂ­cio Social - Art. 20 - O exercĂ­cio social termina em 31 de dezembro de cada ano, quando serĂĄ levantado o balanço patrimonial e demais demonstraçþes financeiras.§ 1° - Do resultado do exercĂ­cio, apĂłs as deduçþes de prejuĂ­zos acumulados e da provisĂŁo para o Imposto de Renda, serĂŁo deduzidas as participaçþes dos administradores da Cia., se e quando deliberado pela Assembleia Geral, nos limites e formas previstos em lei. § 2° - Apurado o lucro lĂ­quido do exercĂ­cio, dele deduzir-se-ĂŁo inicialmente 5% para constituição da reserva legal, atĂŠ esta alcançar 20% do capital social ou atĂŠ que a soma desta e de outras reservas do capital exceda a 30% do mesmo capital.§ 3° - Do lucro lĂ­quido ajustado, nos termos do Art. 202, inciso I, alĂ­nea â&#x20AC;&#x153;aâ&#x20AC;? da Lei n° 6.404/76, destinar-se-ĂŁo: a) 25% , no mĂ­nimo, ao pagamento de dividendo anual obrigatĂłrio e; b) atĂŠ 75% para a reserva de realização de investimentos. § 4° - O saldo que houver, apĂłs o cumprimento do disposto nos parĂĄgrafos anteriores deste Artigo, terĂĄ a aplicação que decidir a Assembleia Geral. § 5° - A Cia. poderĂĄ levantar balanços intermediĂĄrios, a qualquer tempo, para atender exigĂŞncias legais ou conveniĂŞncias sociais, inclusive para distribuição de dividendos. § 6° - A Cia., por deliberação da Diretoria, poderĂĄ pagar ou creditar juros sobre o capital prĂłprio aos seus acionistas, nos termos do art. 9°, § 7° da Lei n° 9.249, de 26.12.95, e legislação pertinente. O valor dos juros pagos ou creditados, a tĂ­tulo de remuneração do capital prĂłprio, poderĂĄ ser imputado ao valor do dividendo obrigatĂłrio de que trata o Art. 202 da Lei n° 6.404/76. IX. LiquidaĂ��ĂŁo Art. 21 - A Cia. entrarĂĄ em liquidação nos casos previstos em lei, competindo Ă  Assembleia Geral estabelecer o modo de liquidação, eleger o liquidante e o Conselho Fiscal para tal finalidade.Fernando Santos Mathiazi - SecretĂĄrio.Jucesp nÂş 69.933/13-3 em 08/02/2013.Gisela S.Ceschin-SecretĂĄria Geral.

SĂ&#x192;O PAULO TRANSPORTE S/A C.N.P.J. 60.498.417/0001-58 PREGĂ&#x192;O ELETRĂ&#x201D;NICO NÂş 011/2013 AVISO A SĂ&#x192;O PAULO TRANSPORTE S.A. - SPTrans, inscrita no CNPJ-MF sob o nÂş 60.498.417/0001-58, comunica que se encontra aberta a licitação, na modalidade de PREGĂ&#x192;O ELETRĂ&#x201D;NICO, do tipo menor preço, sob nÂş 011/2013, vinculado ao PALC nÂş 2013/0118, o qual serĂĄ regido pelas Leis Federais nÂşs 10.520, de 17/07/02 e 8.666, de 21/06/93, Lei Complementar nÂş 123, de 14/12/06, Decreto Municipal nÂş 49.511, de 20/05/08 e legislação pertinente; Leis Municipais nÂşs 13.278, de 07/01/02 e 14.094, de 06/12/05, bem como demais diplomas aplicĂĄveis Ă  espĂŠcie e disposiçþes deste Edital. OBJETO: FORNECIMENTO DE 2 (DOIS) MILHĂ&#x2022;ES DE CARTĂ&#x2022;ES COM CIRCUITO INTEGRADO SEM CONTATO Â&#x201C;CONTACTLESS SMART CARDÂ&#x201D;, SEM EXPLORAĂ&#x2021;Ă&#x192;O ECONĂ&#x201D;MICA DE ESPAĂ&#x2021;OS PUBLICITĂ RIOS NO VERSO DOS CARTĂ&#x2022;ES, PARA SEREM UTILIZADOS NO SISTEMA BILHETE Ă&#x161;NICO. Limite para recebimento das propostas: 11/03/2013, Ă s 10h, por meio da pĂĄgina eletrĂ´nica Â&#x201C;www.licitacoes-e.com.brÂ&#x201D;. Abertura das propostas: 11/03/2013, Ă s 10h. InĂ­cio da Disputa de Preços (PregĂŁo): 11/03/2013, Ă s 10h15. Os interessados poderĂŁo obter gratuitamente os arquivos eletrĂ´nicos com a Ă­ntegra do edital e seus anexos, no site www.licitacoes-e.com.br e no site www.sptrans.com.br dentro do Â&#x201C;linkÂ&#x201D; LICITAĂ&#x2021;Ă&#x2022;ES. Alternativamente, os mesmos arquivos eletrĂ´nicos poderĂŁo ser obtidos diretamente na SPTrans, mediante a entrega de um exemplar de CD-ROM do tipo CDR-80, virgem e lacrado. A retirada do edital gravado em CD-ROM serĂĄ feita na GerĂŞncia de Contrataçþes Administrativas Â&#x2013; DI/SLC/GCA da SPTrans, localizada na Rua Boa Vista, nÂş 136 Â&#x2013; 4Âş andar Â&#x2013; Centro Â&#x2013; SĂŁo Paulo Â&#x2013; SP, de segunda a sexta-feira, no horĂĄrio entre 9h e 11h30 e entre 14h e 16h. SĂŁo Paulo, 26 de fevereiro de 2013. Jomar Santos de Lisboa - Pregoeiro.

PREFEITURA MUNICIPAL DE PINDAMONHANGABA

EDITAL RESUMIDO PREGĂ&#x192;O NÂş 005/2013 A Prefeitura torna pĂşblico que se acha reaberto no Depto. de Licitaçþes e Compras, sito na Av. N. Sra. do Bom Sucesso, n° 1.400, Bairro Alto do Cardoso, o PP nÂş 05/13, referente Ă  â&#x20AC;&#x153;Contratação de empresa especializada para locação de 600 horas de serviço de trator sobre esteiras, modelo D6, a ser utilizado pela Secretaria de Obras e Serviços, pelo perĂ­odo de 06 (seis) mesesâ&#x20AC;?, com encerramento dia 11/03/13, Ă s 14h, e abertura Ă s 14h30. O edital estarĂĄ disponĂ­vel no site www.pindamonhangaba.sp.gov.br. Maiores informaçþes poderĂŁo ser obtidas no endereço supra das 8h Ă s 17h ou atravĂŠs do tel.: (12) 3644-5600. Pindamonhangaba, 26 de fevereiro de 2013. PREGĂ&#x192;O NÂş 011/2013 A Prefeitura torna pĂşblico que se acha aberto no Depto. de Licitaçþes e Compras, sito na Av. N. Sra. do Bom Sucesso, n° 1400, Bairro Alto do Cardoso, o PP nÂş 11/13, referente Ă  â&#x20AC;&#x153;Aquisição de materiais para o setor de serralheria, conforme solicitado pelo Departamento de Obras e Viaçãoâ&#x20AC;?, com encerramento dia 11/03/13, Ă s 8h, e abertura Ă s 8h30. O edital estarĂĄ disponĂ­vel no site www.pindamonhangaba.sp.gov.br. Maiores informaçþes poderĂŁo ser obtidas no endereço supra das 8h Ă s 17h ou atravĂŠs do tel.: (12) 3644-5600. Pindamonhangaba, 26 de fevereiro de 2013.

ECONOMIA/LEGAIS - 21

Em 2011 a economia brasileira apresentou forte desaceleração, crescendo abaixo de 3%, em relação ao crescimento no ano de 2010 quando o PIB cresceu 7,5% a.a., frustrando as expectativas divulgadas pela maioria dos analistas econômicos no início do ano. Não obstante a conjuntura enfrentada a Blau S.A. obteve sólidos resultados confirmando a resiliência de nosso modelo de negócios. Resultados muito acima do esperado e muito consistentes. A Blau S.A. assegurou uma rentabilidade sobre o Patrimônio Líquido de 20,61%, EBITDA ajustado de R$ 36 milhþes equivalentes a 28,59%, gerando R$ 16 milhþes adicionais em relação a 2010. O lucro líquido obtido ficou acima dos R$ 8.433 milhþes, barreira atingida pela primeira vez na história da empresa e Ê equivalente a R$ 0,46 por ação. Os investimentos na consolidação da marca e no relacionamento com os canais de distribuição, e a melhoria de processos internos de fabricação e desenvolvimento de produtos, continuaram os principais focos de gestão da empresa em 2011. Conquistamos expressiva liderança no setor hospitalar, apostando no fortalecimento de nossas marcas e crescimento no mercado interno e no mercado internacional, confiantes no futuro e no potencial da Blau S.A. Esta liderança vem sendo atestada por diversos avaliadores independentes em reconhecimento à nossa capacidade de entregar resultados, inovação,

CNPJ nº 58.430.828/0001-60 - NIRE nº 35.300.416.406 Relatório da Administração crescimento, rentabilidade, sustentabilidade e responsabilidade social. No biênio 2010 a 2011, apesar das crises internas e externas, e da taxa de câmbio desfavoråvel a Blau S/A obteve um crescimento mÊdio composto de 28,97% a.a. na receita líquida e 142% a.a. no lucro líquido. Ainda, recuperamos a margem bruta, como era nosso objetivo, obtendo em 2011 a melhor margem bruta no período de 5 anos de 53,31%, superior à margem obtida em 2010. Nos próximos anos a Administração tem a determinação de manter e se possível elevar o patamar das margens obtidas neste período, consolidando a tendência estabelecida. Na opinião da Administração, as açþes empreendidas e os resultados obtidos em 2011 foram eficazes na disciplina de custos, aliadas às nossas açþes comerciais de curto prazo. Nesse sentido não vemos necessidade de alterar nosso modelo de negócios adotado como estratÊgia para converter em realidade a Missão que norteia a organização: Fazer medicamentos de alta qualidade, respondendo rapidamente às necessidades do mercado e gerando retorno atrativo para a empresa e seus parceiros. Acreditamos que uma medida fundamental de nosso sucesso serå a geração de valor para os nossos acionistas no longo prazo. Este valor serå resultado direto de nossa habilidade de ampliar e fortalecer nossas marcas e manter altos volumes de produção, pois quanto maiores os

Balanços patrimoniais em 31 de dezembro de 2011 e 2010 (Em milhares de Reais) 2011 2010 Passivo 89.645 45.595 Circulante 86 46 Fornecedores 47.693 17.845 EmprĂŠstimos e financiamentos 33.699 23.498 Obrigaçþes trabalhistas 5.806 3.602 Obrigaçþes fiscais 1.937 410 Impostos de renda e contribuição social 424 194 SalĂĄrios e encargos a pagar Outras contas a pagar 44.421 43.574 ProvisĂľes trabalhistas 1.098 276 NĂŁo circulante 8.633 3.977 EmprĂŠstimos e financiamentos 306 156 Imposto de renda e contribuição social diferidos 33.890 39.165 ProvisĂľes para contingĂŞncias 494 â&#x20AC;&#x201C; PatrimĂ´nio lĂ­quido Capital social Reservas de lucros Ajustes de avaliação patrimonial 134.066 89.169 Total do passivo e patrimĂ´nio lĂ­quido As notas explicativas sĂŁo parte integrante das demonstraçþes financeiras

volumes, e mais fortes e reconhecidas as nossas marcas, mais poderoso se torna nosso modelo de negĂłcios. A nosso ver, marcas fortes estarĂŁo diretamente relacionadas com maiores receitas, maior lucratividade, maior giro dos produtos e ativos e, consequentemente, maiores retornos sobre o capital investido. TambĂŠm acreditamos que a construção de marcas que tenham uma relação privilegiada com os clientes ĂŠ um processo longo e cumulativo. Nos Ăşltimos 5 anos (2007-2011), entre muitos outros esforços, investimos fortemente em estrutura comercial e marketing como forma de consolidar a construção de valor e nos prĂłximos anos vamos buscar com ainda maior vigor a aproximação com os clientes finais da Blau S.A. Nossa crença ĂŠ que o entendimento das necessidades deste cliente ĂŠ fator fundamental para o sucesso de nosso modelo de negĂłcios. Todas estas açþes sĂŁo coerentes com nossos Valores que destacam justamente os aspectos que temos recebido o reconhecimento pĂşblico: Lucro, Inovação e Agilidade, Competitividade e Ă&#x2030;tica. Por fim, ĂŠ forçoso reconhecer que nĂŁo nos faltaram o apoio decisivo e a confiança de fornecedores, clientes, parceiros, acionistas e especialmente milhares de colaboradores dedicados e comprometidos com nossa VisĂŁo de negĂłcios e Valores. A todos queremos sinceramente agradecer e com eles compartilhar o sucesso obtido.

2010 41.603 19.160 18.468 949 174 â&#x20AC;&#x201C; â&#x20AC;&#x201C; 1.520 1.332 8.013 8.013 â&#x20AC;&#x201C; â&#x20AC;&#x201C; 39.553 18.500 632 20.421 89.169

(Em milhares de Reais) Notas 2011 2010 Receita operacional lĂ­quida 15 126.920 98.412 (68.150) (64.661) Custo das mercadorias e produtos vendidos Lucro bruto 58.770 33.751 Despesas comerciais 16 (14.751) (13.836) Despesas administrativas 17 (20.062) (23.244) Resultado de outras receitas operacionais 482 838 (34.331) (36.242) Total despesas operacionais Resultado antes do resultado financeiro lĂ­quido e tributos 24.439 (2.491) Resultado financeiro lĂ­quido 18 (12.815) (3.449) Resultado antes dos tributos sobre o lucro 11.624 (5.940) (3.192) â&#x20AC;&#x201C; Imposto de renda e contribuição social 8.432 (5.940) Resultado apĂłs impostos e contribuição ReversĂŁo de juros sobre capital prĂłprio 1.192 â&#x20AC;&#x201C; 9.624 (5.940) Resultado lĂ­quido do exercĂ­cio Resultado bĂĄsico e diluĂ­do por ação 0,52 As notas explicativas sĂŁo parte integrante das demonstraçþes financeiras

Demonstraçþes das mutaçþes do patrimĂ´nio lĂ­quido - ExercĂ­cios findos em 31 de dezembro de 2011 e 2010 (Em milhares de Reais) Reservas de lucros Reservas Ajustes de Lucros ou Total do Capital Reservas para Reservas de lucros avaliação prejuĂ­zos patrimĂ´nio social legal investimento a realizar patrimonial acumulados lĂ­quido Saldo em 1Âş de janeiro de 2010 12.500 â&#x20AC;&#x201C; â&#x20AC;&#x201C; 6.770 â&#x20AC;&#x201C; â&#x20AC;&#x201C; 19.270 Ajuste Avaliação Patrimonial â&#x20AC;&#x201C; â&#x20AC;&#x201C; â&#x20AC;&#x201C; â&#x20AC;&#x201C; 20.421 â&#x20AC;&#x201C; 20.421 Resultado do exercĂ­cio â&#x20AC;&#x201C; â&#x20AC;&#x201C; â&#x20AC;&#x201C; â&#x20AC;&#x201C; â&#x20AC;&#x201C; (5.940) (5.940) Aumento de capital em moeda 6.000 â&#x20AC;&#x201C; â&#x20AC;&#x201C; â&#x20AC;&#x201C; â&#x20AC;&#x201C; â&#x20AC;&#x201C; 6.000 Aumento de capital com reserva de lucros a realizar 4.710 â&#x20AC;&#x201C; â&#x20AC;&#x201C; (4.710) â&#x20AC;&#x201C; â&#x20AC;&#x201C; â&#x20AC;&#x201C; Diminuição do capital por transferĂŞncia patrimonial de bens (4.710) â&#x20AC;&#x201C; â&#x20AC;&#x201C; â&#x20AC;&#x201C; â&#x20AC;&#x201C; â&#x20AC;&#x201C; (4.710) Absorção de prejuĂ­zo com reserva de lucros â&#x20AC;&#x201C; â&#x20AC;&#x201C; â&#x20AC;&#x201C; (2.060) â&#x20AC;&#x201C; 6.572 4.512 Saldo em 31 de dezembro de 2010 18.500 â&#x20AC;&#x201C; â&#x20AC;&#x201C; â&#x20AC;&#x201C; 20.421 632 39.553 Tributos diferidos sobre ajuste de avaliação patrimonial â&#x20AC;&#x201C; â&#x20AC;&#x201C; â&#x20AC;&#x201C; â&#x20AC;&#x201C; (6.943) â&#x20AC;&#x201C; (6.943) Realização de ajustes de avaliação patrimonial â&#x20AC;&#x201C; â&#x20AC;&#x201C; â&#x20AC;&#x201C; â&#x20AC;&#x201C; (1.119) 1.119 â&#x20AC;&#x201C; Ajuste de exercĂ­cos anteriores â&#x20AC;&#x201C; â&#x20AC;&#x201C; â&#x20AC;&#x201C; â&#x20AC;&#x201C; (1.843) â&#x20AC;&#x201C; (1.843) Resultado do exercĂ­cio â&#x20AC;&#x201C; â&#x20AC;&#x201C; â&#x20AC;&#x201C; â&#x20AC;&#x201C; â&#x20AC;&#x201C; 9.624 9.624 Juros sobre capital prĂłprio â&#x20AC;&#x201C; â&#x20AC;&#x201C; â&#x20AC;&#x201C; â&#x20AC;&#x201C; â&#x20AC;&#x201C; (1.192) (1.192) â&#x20AC;&#x201C; 417 7.923 â&#x20AC;&#x201C; â&#x20AC;&#x201C; (8.340) â&#x20AC;&#x201C; Constituição de reservas Saldo em 31 de dezembro de 2011 18.500 417 7.923 â&#x20AC;&#x201C; 12.359 â&#x20AC;&#x201C; 39.199 As notas explicativas sĂŁo parte integrante das demonstraçþes financeiras

(Em milhares de Reais) Fluxo das atividades operacionais 2011 2010 Resultado lĂ­quido do exercĂ­cio 9.624 (5.940) Ajustes para reconciliar o resultado do exercĂ­cio ao caixa proveniente das atividades operacionais: Depreciaçþes e amortizaçþes 3.851 2.624 Baixas no ativo intangĂ­vel 219 â&#x20AC;&#x201C; Realização dos tributos diferidos sobre ajuste de avaliação patrimonial (576) â&#x20AC;&#x201C; Encargos financeiros sobre financiamentos 2.041 2.168 779 â&#x20AC;&#x201C; ProvisĂŁo para contingĂŞncias 15.938 (1.148) (AcrĂŠscimo) decrĂŠscimo nas contas de ativo Clientes (29.848) 8.161 Estoques (9.726) 16.256 Impostos a recuperar e compensar (81) (1.527) Outros crĂŠditos 2.488 (199) DepĂłsitos judiciais (822) (160) AcrĂŠscimo (decrĂŠscimo) nas contas de passivo Fornecedores (5.316) (23.385) Obrigaçþes trabalhistas (792) 323 Obrigaçþes fiscais 1.725 â&#x20AC;&#x201C; Imposto de renda e contribuição social 2.790 SalĂĄrios e encargos a pagar 946 â&#x20AC;&#x201C; Outras contas a pagar 135 (112) 277 â&#x20AC;&#x201C; ProvisĂľes trabalhistas Caixa lĂ­quido aplicado nas atividades operacionais (22.286) (1.791) Fluxos de caixa das atividades de investimentos Adiçþes no imobilizado (4.129) (1.307) Adiçþes do ativo biolĂłgico (150) â&#x20AC;&#x201C; (533) â&#x20AC;&#x201C; Adiçþes no intangĂ­vel Caixa lĂ­quido aplicado nas atividades de (4.812) (1.307) investimentos Fluxos de caixa das atividades de financiamentos EmprĂŠstimos de mĂştuo a partes relacionadas (4.656) 7 Adiantamento para futuro aumento de capital â&#x20AC;&#x201C; (4.744) Juros sobre capital prĂłprio (1.192) Captação de emprĂŠstimos e financiamentos 32.984 7.727 (lĂ­quidos das amortizaçþes) Caixa lĂ­quido proveniente das atividades de 27.136 2.990 financiamentos Aumento (redução) lĂ­quido em caixa e 38 (108) equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa em 1Âş de janeiro 46 154 86 46 Caixa e equivalentes de caixa em 31 de dezembro 40 (108) Variação de caixa e equivalentes de caixa As notas explicativas sĂŁo parte integrante das demonstraçþes financeiras

Ativo Circulante Caixa e equivalentes de caixa Clientes Estoques Impostos a recuperar Adiantamento a sĂłcios Outros crĂŠditos NĂŁo circulante DepĂłsitos judiciais EmprĂŠstimos a receber Ativo biolĂłgico Imobilizado IntangĂ­vel

Total do ativo

1. Contexto operacional: A Blau Farmacêutica S.A. (Blau ou Companhia) Ê uma sociedade anônima de capital fechado com sede na Cidade de Cotia, Estado de São Paulo, na rodovia Raposo Tavares km 30,5 e tem por objeto social industrialização, comercialização, importação e exportação de produtos farmacêuticos para consumo humano e insumos biofårmacos, e atua nos principais segmentos farmacêuticos, tais como biotecnológicos, hemoderivados, antivirais, antitrombóticos e oncológicos, entre outros, por meio de unidades de negócios hospitalar, genÊricos e medicamentos isentos de prescrição. Em 29 de novembro de 2011, a Companhia alterou sua denominação de Blausiegel Indústria e ComÊrcio Ltda. para Blau Farmacêutica S.A., inclusive deixando de ser uma entidade de Quotas por Responsabilidade Limitada para ser uma Sociedade Anônima de capital fechado. 2. Base de preparação das demonstraçþes financeiras: a. Declaração de conformidade: As demonstraçþes financeiras foram elaboradas de acordo com as pråticas contåbeis adotadas no Brasil, as quais abrangem a legislação societåria, os Pronunciamentos, as Orientaçþes e as Interpretaçþes emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contåbeis (CPC) e as normas emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC). As demonstraçþes de resultados abrangentes não estão sendo apresentadas, pois não hå valores a serem apresentados sobre esse conceito. A Administração aprovou a conclusão das demonstraçþes financeiras em 3 de setembro de 2012. b. Base de mensuração: As demonstraçþes financeiras foram preparadas com base no custo histórico. c. Moeda funcional e moeda de apresentação: Essas demonstraçþes financeiras são apresentadas em Real, que Ê a moeda funcional da Companhia. Todas as informaçþes financeiras apresentadas em Real foram arredondadas para o milhar mais próximo, exceto quando indicado de outra forma. d. Uso de estimativas e julgamentos: A preparação das demonstraçþes financeiras de acordo com as pråticas contåbeis adotadas no Brasil exige que a Administração faça julgamentos, estimativas e premissas que afetam a aplicação de políticas contåbeis e os valores reportados de ativos, passivos, receitas e despesas. Os resultados reais podem divergir dessas estimativas. Estimativas e premissas são revistos de uma maneira contínua. Revisþes em relação a estimativas contåbeis são reconhecidas no período em que as estimativas são revisadas e em quaisquer períodos futuros afetados. 3. Resumo das principais pråticas contåbeis: a. Moeda estrangeira: Transaçþes em moeda estrangeira são convertidas para a respectiva moeda funcional da Companhia pelas taxas de câmbio nas datas das transaçþes. Ativos e passivos monetårios denominados e apurados em moedas estrangeiras na data de apresentação são reconvertidas para a moeda funcional à taxa de câmbio apurada naquela data. O ganho ou a perda cambial em itens monetårios Ê a diferença entre o custo amortizado da moeda funcional no começo do período, ajustado por juros e pagamentos efetivos durante o período, e o custo amortizado em moeda estrangeira à taxa de câmbio no final do período de apresentação. As diferenças de moedas estrangeiras resultantes na reconversão são reconhecidas no resultado. b. Instrumentos financeiros: Ativos financeiros não derivativos: A Companhia reconhece os emprÊstimos e recebíveis e depósitos inicialmente na data em que foram originados. Todos os outros ativos financeiros são reconhecidos inicialmente na data da negociação na qual a Companhia se torna uma das partes das disposiçþes contratuais do instrumento. A Companhia desreconhece um ativo financeiro quando os direitos contratuais aos fluxos de caixa do ativo expiram, ou quando a Companhia transfere os direitos ao recebimento dos fluxos de caixa contratuais sobre um ativo financeiro em uma transação no qual essencialmente todos os riscos e benefícios da titularidade do ativo financeiro são transferidos. Eventual participação que seja criada ou retida pela Companhia nos ativos financeiros Ê reconhecida como um ativo ou passivo individual. Os ativos ou passivos financeiros são compensados e o valor líquido apresentado no balanço patrimonial quando, e somente quando, a Companhia tenha o direito legal de compensar os valores e tenha a intenção de liquidar em uma base líquida ou de realizar o ativo e liquidar o passivo simultaneamente. A Companhia tem ativos financeiros não derivativos classificados apenas como emprÊstimos e recebíveis. EmprÊstimos e recebíveis - EmprÊstimos e recebíveis são ativos financeiros com pagamentos fixos ou calculåveis que não são cotados no mercado ativo. Tais ativos são reconhecidos inicialmente pelo valor justo acrescido de quaisquer custos de transação atribuíveis. Após o reconhecimento inicial, os emprÊstimos e recebíveis são medidos pelo custo amortizado atravÊs do mÊtodo dos juros efetivos, decrescidos de qualquer perda por redução ao valor recuperåvel. Os emprÊstimos e recebíveis abrangem caixa e equivalentes de caixa, contas a receber de clientes, partes relacionadas e outras contas a receber. Caixa e equivalentes de caixa abrangem saldos de caixa e investimentos financeiros com vencimento original de três meses ou menos a partir da data da contratação e que são prontamente convertidos em montante conhecido de caixa e sujeito a um insignificante risco de mudança de valor. Passivos financeiros não derivativos: Os passivos financeiros são reconhecidos inicialmente na data de negociação na qual a Companhia se torna uma parte das disposiçþes contratuais do instrumento. A Companhia baixa um passivo financeiro quando tem suas obrigaçþes contratuais retirada, cancelada ou vencida. A Companhia tem os seguintes passivos financeiros não derivativos: fornecedores, emprÊstimos e financiamentos, juros sobre capital próprio, partes relacionadas e outras contas a pagar. Tais passivos financeiros são reconhecidos inicialmente pelo valor justo acrescido de quaisquer custos de transação atribuíveis. Após o reconhecimento inicial, esses passivos financeiros são medidos pelo custo amortizado atravÊs do mÊtodo dos juros efetivos. c. Ativo imobilizado: Os itens do imobilizado classificados como måquinas e equipamentos e veículos em dezembro de 2010 foram mensurados pelo custo atribuído, atravÊs de laudo de avaliação emitido por avaliador externo. Todos os demais itens do imobilizado, incluindo måquinas e equipamentos e veículos adquiridos após a data-base acima, são inicialmente mensurados pelo custo histórico de aquisição ou construção. O custo atribuído (deemed cost) de ativos foi reconhecido em contrapartida no patrimônio líquido, e líquido do efeito tributårio. Ganhos e perdas na alienação de um item do imobilizado são apurados pela comparação entre os recursos advindos da alienação com o valor contåbil do imobilizado, e são reconhecidos líquidos dentro de outras receitas no resultado. O custo de reposição de um componente do imobilizado Ê reconhecido no valor contåbil do item caso seja provåvel que os benefícios econômicos incorporados dentro do componente irão fluir para a Companhia e que o seu custo pode ser medido de forma

2011 58.573 13.844 33.713 157 3.580 3.233 946 1.491 1.609 36.294 29.148 6.367 779 39.199 18.500 8.340 12.359 134.066

confiĂĄvel. O valor contĂĄbil do componente que tenha sido reposto por outro ĂŠ baixado. Os custos de manutenção no dia-a-dia do imobilizado sĂŁo reconhecidos no resultado conforme incorridos. Os itens do ativo imobilizado sĂŁo deduzidos de depreciação acumulada e perdas de redução ao valor recuperĂĄvel (impairment) acumuladas, quando necessĂĄrias. A depreciação ĂŠ calculada sobre o valor depreciĂĄvel, que ĂŠ o custo de um ativo, ou outro valor substituto do custo, deduzido do valor residual. A depreciação ĂŠ reconhecida no resultado baseando-se no mĂŠtodo linear com relação Ă s vidas Ăşteis estimadas de cada parte de um item do imobilizado, jĂĄ que esse mĂŠtodo ĂŠ o que mais perto reflete o padrĂŁo de consumo de benefĂ­cios econĂ´micos futuros incorporados no ativo. Terrenos nĂŁo sĂŁo depreciados. A metodologia aplicada pelos engenheiros internos da Companhia considerou a vida Ăştil econĂ´mica ou tĂŠcnica estimada pelos fabricantes, com base em condiçþes ideais de projeto, ajustada por fatores redutores determinantes das condiçþes de serviço e inerentes aos grupos de ativos analisados. Os mĂŠtodos de depreciação, as vidas Ăşteis e os valores residuais serĂŁo revistos a cada encerramento de exercĂ­cio financeiro e eventuais ajustes sĂŁo reconhecidos como mudança de estimativas contĂĄbeis. d. Ativos arrendados: Os arrendamentos em cujos termos a Companhia assume os riscos e benefĂ­cios inerentes Ă  propriedade sĂŁo classificados como arredamentos financeiros. No reconhecimento inicial o ativo arrendado ĂŠ medido pelo valor igual ao menor valor entre o seu valor justo e o valor presente dos pagamentos mĂ­nimos do arrendamento mercantil. ApĂłs o reconhecimento inicial, o ativo ĂŠ registrado de acordo com a polĂ­tica contĂĄbil aplicĂĄvel ao ativo. e. Ativos biolĂłgicos: SĂŁo compostos por cĂŠlulas animais e bactĂŠrias, reconhecidas ao custo incorrido de formação. Os custos de formação sĂŁo substancialmente formados por aquisição de clones e custos de acompanhamento cientĂ­fico. f. Ativos intangĂ­veis: Os ativos intangĂ­veis compreendem os softwares adquiridos de terceiros, mensurados pelo custo total de aquisição deduzidos das despesas de amortização. Os gastos subsequentes sĂŁo capitalizados somente quando eles aumentam os futuros benefĂ­cios econĂ´micos incorporados no ativo especĂ­fico ao quais se relacionam. Todos os outros gastos sĂŁo reconhecidos no resultado conforme incorridos. A amortização ĂŠ calculada sobre o custo de um ativo, ou outro valor substituto do custo, deduzido do valor residual. A amortização ĂŠ reconhecida no resultado baseando-se no mĂŠtodo linear em relação Ă s vidas Ăşteis estimadas de ativos intangĂ­veis a partir da data em que estes estĂŁo disponĂ­veis para uso, jĂĄ que esse mĂŠtodo ĂŠ o que mais perto reflete o padrĂŁo de consumo de benefĂ­cios econĂ´micos futuros incorporados no ativo. g. Estoques: O custo dos estoques ĂŠ baseado no critĂŠrio do custo mĂŠdio ponderado e inclui gastos incorridos na aquisição de estoques, custos de produção e transformação e outros custos incorridos em trazĂŞ-los Ă s suas localizaçþes e condiçþes existentes. No caso dos estoques manufaturados e produtos em elaboração, o custo inclui uma parcela dos custos gerais de fabricação baseado na capacidade operacional normal. h. Clientes: O contas a receber de clientes sĂŁo registradas pelo valor faturado, ajustado ao valor presente quando aplicĂĄvel, incluindo os respectivos impostos diretos de responsabilidade tributĂĄria da Companhia. A provisĂŁo para redução ao valor recuperĂĄvel foi constituĂ­da em montante considerado suficiente pela Administração para fazer face Ă s eventuais perdas na realização dos crĂŠditos. i. Redução ao valor recuperĂĄvel: i. Ativos financeiros (incluindo recebĂ­veis) - Um ativo financeiro nĂŁo mensurado pelo valor justo por meio do resultado ĂŠ avaliado a cada data de apresentação para apurar se hĂĄ evidĂŞncia objetiva de que tenha ocorrido perda no seu valor recuperĂĄvel. Um ativo tem perda no seu valor recuperĂĄvel se uma evidĂŞncia objetiva indica que um evento de perda ocorreu apĂłs o reconhecimento inicial do ativo, e que aquele evento de perda teve um efeito negativo nos fluxos de caixa futuros projetados que podem ser estimados de uma maneira confiĂĄvel. A evidĂŞncia objetiva de que os ativos financeiros perderam valor pode incluir o nĂŁo pagamento ou atraso no pagamento por parte do devedor, a reestruturação do valor devido Ă  Companhia sobre condiçþes de que a Companhia nĂŁo consideraria em outras transaçþes, indicaçþes de que o devedor ou emissor entrarĂĄ em processo de falĂŞncia, ou o desaparecimento de um mercado ativo para um tĂ­tulo. Ao avaliar a perda de valor recuperĂĄvel de forma coletiva, a Companhia utiliza tendĂŞncias histĂłricas da probabilidade de inadimplĂŞncia, do prazo de recuperação e dos valores de perda incorridos, ajustados para refletir o julgamento da administração quanto Ă s premissas, se as condiçþes econĂ´micas e de crĂŠdito atuais sĂŁo tais que as perdas reais provavelmente serĂŁo maiores ou menores que as sugeridas pelas tendĂŞncias histĂłricas. Uma redução do valor recuperĂĄvel em relação a um ativo financeiro medido pelo custo amortizado ĂŠ calculada como a diferença entre o valor contĂĄbil e o valor presente dos futuros fluxos de caixa estimados descontados Ă  taxa de juros efetiva original do ativo. As perdas sĂŁo reconhecidas no resultado e refletidas em uma conta de provisĂŁo contra recebĂ­veis. Os juros sobre o ativo que perdeu valor continuam sendo reconhecidos atravĂŠs da reversĂŁo do desconto. Quando um evento subsequente indica reversĂŁo da perda de valor, a diminuição na perda de valor ĂŠ revertida e registrada no resultado. ii. Ativos nĂŁo financeiros - Os valores contĂĄbeis dos ativos nĂŁo financeiros da Companhia, que nĂŁo os estoques e imposto de renda e contribuição social diferidos, sĂŁo revistos a cada data de apresentação para apurar se hĂĄ indicação de perda no valor recuperĂĄvel. Caso ocorra tal indicação, entĂŁo o valor recuperĂĄvel do ativo ĂŠ determinado. Uma perda por redução ao valor recuperĂĄvel ĂŠ reconhecida caso o valor contĂĄbil de um ativo ou sua unidade geradora de caixa (â&#x20AC;&#x153;UGCâ&#x20AC;?) exceda seu valor recuperĂĄvel estimado. Perdas de valor sĂŁo reconhecidas no resultado. Perdas no valor recuperĂĄvel relacionadas Ă s UGCs sĂŁo alocadas para reduzir o valor contĂĄbil dos ativos dentro da UGC ou grupo de UGCs em uma base pro rata. Para o exercĂ­cio findo em 31 de dezembro de 2011, a Companhia nĂŁo identificou indicadores de perda no valor de seus ativos de longa vida Ăştil. j. BenefĂ­cios a empregados: Obrigaçþes de benefĂ­cios de curto prazo a empregados sĂŁo mensuradas em uma base nĂŁo descontada e sĂŁo incorridas como despesas conforme o serviço relacionado seja prestado. O passivo ĂŠ reconhecido pelo valor esperado a ser pago em dinheiro ou participação nos lucros de curto prazo. k. ProvisĂľes: Uma provisĂŁo ĂŠ reconhecida, em função de um evento passado, se a Companhia tem uma obrigação legal ou construtiva que possa ser estimada de maneira confiĂĄvel, e ĂŠ provĂĄvel que um recurso econĂ´mico seja exigido para liquidar a obrigação. As provisĂľes sĂŁo apuradas atravĂŠs do desconto dos fluxos de caixa futuros esperados a uma taxa antes de impostos que reflete as avaliaçþes atuais de

mercado quanto ao valor do dinheiro no tempo e riscos especĂ­ficos para o passivo. l. Dividendos e juros sobre capital prĂłprio: A distribuição de dividendos e juros sobre capital prĂłprio ĂŠ reconhecida como um passivo nas demonstraçþes financeiras da Companhia ao final do exercĂ­cio com base no Estatuto Social. Todavia, o valor acima do mĂ­nimo obrigatĂłrio somente ĂŠ provisionado na data em que ĂŠ aprovado pelos Acionistas. O benefĂ­cio fiscal dos juros sobre capital prĂłprio ĂŠ reconhecido na demonstração de resultado. m. Apuração do resultado: O resultado ĂŠ apurado em conformidade com o regime de competĂŞncia. A receita operacional da venda de bens no curso normal das atividades ĂŠ medida pelo valor justo da contraprestação recebida ou a receber. A receita operacional ĂŠ reconhecida quando existe evidĂŞncia convincente de que os riscos e benefĂ­cios mais significativos inerentes Ă  propriedade dos bens foram transferidos para o comprador, de que for provĂĄvel que os benefĂ­cios econĂ´micos financeiros fluirĂŁo para a Companhia, de que os custos associados e a possĂ­vel devolução de mercadorias pode ser estimada de maneira confiĂĄvel, de que nĂŁo haja envolvimento contĂ­nuo com os bens vendidos, e de que o valor da receita operacional possa ser mensurada de maneira confiĂĄvel. Caso seja provĂĄvel que descontos serĂŁo concedidos e o valor possa ser mensurado de maneira confiĂĄvel, entĂŁo o desconto ĂŠ reconhecido como uma redução da receita operacional conforme as vendas sĂŁo reconhecidas. As receitas financeiras abrangem basicamente receitas de juros sobre fundos investidos e variaçþes cambiais ativas. A receita de juros ĂŠ reconhecida no resultado, atravĂŠs do mĂŠtodo dos juros efetivos. As despesas financeiras abrangem basicamente despesas com juros sobre emprĂŠstimos e financiamentos e por atraso, alĂŠm da variação cambial passiva. n. Imposto de renda e contribuição social: O imposto de renda e a contribuição social do exercĂ­cio corrente e diferido sĂŁo calculados com base nas alĂ­quotas de 15%, acrescidas do adicional de 10% sobre o lucro excedente de R$ 240 para imposto de renda, e 9% sobre o lucro para contribuição social sobre o lucro lĂ­quido. A despesa com imposto de renda e contribuição social compreende o imposto de renda e a contribuição social sobre o lucro lĂ­quido corrente. O imposto corrente ĂŠ reconhecido no resultado. Os impostos diferidos, advindos do ajuste de avaliação patrimonial sĂŁo reconhecidos no patrimĂ´nio lĂ­quido. Os demais impostos diferidos sĂŁo reconhecidos no resultado, quando constituĂ­dos. O imposto corrente ĂŠ o imposto a pagar ou a receber esperado sobre o lucro do exercĂ­cio, a taxas de impostos decretadas ou substantivamente decretadas na data de apresentação das demonstraçþes financeiras e qualquer ajuste aos impostos a pagar com relação aos exercĂ­cios anteriores. Os ativos e passivos fiscais diferidos sĂŁo compensados caso haja um direito legal de compensar passivos e ativos fiscais correntes, e eles se relacionam a impostos de renda lançados pela mesma autoridade tributĂĄria sobre a mesma entidade sujeita Ă  tributação. Um ativo de imposto de renda e contribuição social diferidos ĂŠ reconhecido por perdas fiscais, crĂŠditos fiscais e diferenças temporĂĄrias dedutĂ­veis nĂŁo utilizadas, desde que seja provĂĄvel que lucros futuros sujeitos Ă  tributação estarĂŁo disponĂ­veis e contra os quais serĂŁo utilizados. Entretanto, nenhum ativo fiscal diferido foi reconhecido devido a inexistĂŞncia de controles adequados sobre a apuração fiscal pelo lucro real. o. Lucro por ação: O lucro bĂĄsico por ação ĂŠ calculado utilizando o resultado do exercĂ­cio atribuĂ­vel aos acionistas da Companhia e a mĂŠdia ponderada das açþes ordinĂĄrias em circulação no respectivo exercĂ­cio. O lucro por ação diluĂ­do ĂŠ cĂĄlculo pelos mesmos indicadores, sendo a mĂŠdia das açþes em circulação ajustada pelos instrumentos potencialmente conversĂ­veis em açþes, com efeito diluidor, conforme CPC 41 - Resultado por ação. NĂŁo existe diferença entre o lucro bĂĄsico por ação e o lucro por ação diluĂ­do. p. Novas normas e interpretaçþes ainda nĂŁo adotadas: Diversas normas, emendas a normas e interpretaçþes emitidas pelo CPC - ComitĂŞ de Pronunciamentos ContĂĄbeis ainda nĂŁo entraram em vigor para o exercĂ­cio encerrado em 31 de dezembro de 2011. Sendo: â&#x20AC;˘ CPC 18 (R1) - Investimento em Coligada e em Controlada â&#x20AC;˘ CPC 40 (R1) - Instrumentos Financeiros: Evidenciação â&#x20AC;˘ ICPC 08 (R1) - Contabilização da Proposta de Pagamento de Dividendos. â&#x20AC;˘ Essas normas, emendas a normas e interpretaçþes sĂŁo efetivas para os perĂ­odos anuais iniciados a partir de 2012, e nĂŁo foram aplicadas na preparação destas demonstraçþes financeiras. Ă&#x2030; esperado que nenhuma dessas normas, emendas a normas e interpretaçþes tenham efeito material sobre as demonstraçþes financeiras da Companhia, adicionalmente a Companhia nĂŁo espera adotar esses pronunciamentos antecipadamente e o impacto de sua adoção ainda nĂŁo foi mensurado. Marcelo Rodolfo Hahn Diretor-Presidente

Fabio Facciolla Conte Rubino CRC-TC 1SP 127540/O-9

EMPRESA MUNICIPAL DE PROCESSAMENTO DE DADOS â&#x20AC;&#x201C; EMPRO EXTRATO DE AVISO DE LICITAĂ&#x2021;Ă&#x192;O - PREGĂ&#x192;O PRESENCIAL NÂş 002/2013 Objeto: Contratação de empresa especializada no fornecimento de serviços tĂŠcnicos, visando o desenvolvimento de regras de negĂłcio e elaboração de especificaçþes tĂŠcnicas relacionadas Ă s ĂĄreas de planejamento, execução orçamentĂĄria, contĂĄbil, financeira e patrimonial voltada Ă s entidades pĂşblicas municipais, conforme especificaçþes tĂŠcnicas contidas no Anexo I deste Edital. Edital completo na sede da Empro: Av. Romeu Strazzi, 199 â&#x20AC;&#x201C; Bairro Vila Sinibaldi, SĂŁo JosĂŠ do Rio Preto/ SP, ou pelo site http://www.empro.com.br. â&#x20AC;&#x201C; Fone: (17)3201-1201/1216. Abertura: 08 de março de 2013, Ă s 09h30. SĂŁo JosĂŠ do Rio Preto/SP, 26 de fevereiro de 2013. CĂĄssio Domingos Dosualdo Moreira â&#x20AC;&#x201C; Pregoeiro.

AVISO DE LICITAĂ&#x2021;Ă&#x192;O. MODALIDADE: PregĂŁo Presencial 016/2013, PROCESSO: 122/2013, OBJETO RESUMIDO: Aquisição de ovos de pĂĄscoa, DATA E HORA DA LICITAĂ&#x2021;Ă&#x192;O: 14/03/2013, Ă s 09h00, LOCAL DA LICITAĂ&#x2021;Ă&#x192;O: Sala de Licitaçþes do Paço Municipal, na Praça Cel. BrasĂ­lio Fonseca, 35, Centro, Guararema â&#x20AC;&#x201C; SP. O Edital poderĂĄ ser lido e obtido na Ă­ntegra no Paço Municipal de Guararema, na Praça Cel. BrasĂ­lio Fonseca, 35, Centro, Guararema/SP, no perĂ­odo das 08h30min Ă s 16h00. Os interessados poderĂŁo obter o Edital por e-mail, enviando mensagem eletrĂ´nica para o endereço licitacao@guararema.sp.gov.br, informando os dados da empresa, a modalidade e o nĂşmero da licitação. Outras informaçþes podem ser obtidas pelo telefone (11) 4693-8016. MARCIO LUIZ ALVINO DE SOUZA, Prefeito Municipal

Âł# Ă&#x2C6;WFKQ 2CFTlQ &KCIPxUVKEQ 5C}FG G 5GIWTCPnC 1EWRCEKQPCN .VFC %02,  UQNKEKVC Q EQORCTGEKOGPVQ FQ 5T C #PFToKC 6GKZGKTC FG (CTKCU RQTVCFQT FC %625 PÂ&#x201A;  UoTKG  PQ RTC\Q FG  JQTCU UQD RGPC FG ECTCEVGTK\CnlQ FQ CDCPFQPQ FG GORTGIQ RTGXKUVQ PQ CTV NGVTC K FC %.6´ PREFEITURA MUNICIPAL DA ESTĂ&#x201A;NCIA HIDROMINERAL DE Ă GUAS DE SĂ&#x192;O PEDRO TOMADA DE PREĂ&#x2021;OS 10/2013 A Prefeitura do MunicĂ­pio da Estância Hidromineral de Ă guas de SĂŁo Pedro, com sede Ă  Praça Prefeito Geraldo Azevedo, 115, Centro, Ă guas de SĂŁo Pedro/SP, torna pĂşblico, para conhecimento de interessados, que se acha aberta a Tomada de Preços 10/2013, que objetiva a contratação de empresa para prestação de serviços de radiologia. O edital poderĂĄ ser retirado diretamente no endereço supracitado, das 12:00 Ă s 17:00 horas, de segunda a sexta-feira. SerĂĄ exigido cadastramento prĂŠvio. Os envelopes com a documentação e a proposta deverĂŁo ser protocolados atĂŠ Ă s 12:30 horas do dia 19/03/2013 sendo que a abertura dos mesmos serĂĄ neste mesmo dia Ă s 13:00 horas. Ă guas de SĂŁo Pedro/SP, 26/02/2013. Paulo CĂŠsar Borges â&#x20AC;&#x201C; Prefeito Municipal.

FALĂ&#x160;NCIA, RECUPERAĂ&#x2021;Ă&#x192;O EXTRAJUDICIAL E RECUPERAĂ&#x2021;Ă&#x192;O JUDICIAL Conforme informação da Distribuição CĂ­vel do Tribunal de Justiça de SĂŁo Paulo, foram ajuizados no dia 26 de fevereiro de 2013, na Comarca da Capital, os seguintes pedidos de falĂŞncia, recuperação extrajudicial e recuperação judicial: Requerente: Millennium Confecçþes Ltda. EPP. Requerido: Asvas Comercial TĂŞxtil Ltda. Rua da Mooca, 1.930 â&#x20AC;&#x201C; Mooca - 1ÂŞ Vara de FalĂŞncias. Requerente: Gerdau Aços Longos S/A. Requerido: Comercial e Construtora FĂŞnix Ltda. Avenida JaçanĂŁ, 707 - Salas 04 e 05 - 2ÂŞ Vara de FalĂŞncias.

DEMONSTRAĂ&#x2021;Ă&#x192;O DO RESULTADO DOS EXERCĂ?CIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 â&#x20AC;&#x201C; (Em R$ 1,00)

TUTELAR EMPREENDIMENTOS S/A CNPJ nÂş 55.389.399/0001-36 - (Companhia Fechada)

2012 2011 Receita c/ Locação de ImĂłveis 18.999.156 17.926.668 Impostos Incidentes s/ Receita (693.469) (654.323) Receita Operacional LĂ­quida 18.305.687 17.272.345 (Despesas) Receitas Despesas Gerais e Administrativas (1.533.146) (1.241.420) Despesas TributĂĄrias (19.124) (19.377) Receitas Financeiras LĂ­quidas 1.836.600 1.715.191 Outras Receitas 1.731.275 Lucro LĂ­quido antes do I.R. e C. Social 20.321.292 17.726.739 Imposto de Renda e Contribuição Social (2.667.552) (2.509.587) Lucro LĂ­quido do ExercĂ­cio 17.653.740 15.217.152 Lucro por ação 0,44 0,38 DEMONSTRAĂ&#x2021;Ă&#x192;O DO FLUXO DE CAIXA DOS EXERCĂ?CIOS FINDOS EM 31/12/2012 E 31/12/2011 â&#x20AC;&#x201C; (Em R$ 1,00) Fluxos de caixa das atividades operacionais 2012 2011 Lucro LĂ­quido do ExercĂ­cio 17.653.740 15.217.152 Diminuição (aumento) nas contas do Ativo Clientes p/ Locação de ImĂłveis (78.336) (89.099) Impostos a Recuperar (1.074.624) (11.173) Outras Contas a Receber (17) 25 (1.152.977) (100.247) Aumento (diminuição) nas contas do Passivo DEMONSTRAĂ&#x2021;Ă&#x192;O DAS MUTAĂ&#x2021;Ă&#x2022;ES DO PATRIMĂ&#x201D;NIO LĂ?QUIDO DOS EXERCĂ?CIOS FINDOS EM 31/12/2012 E 2011 â&#x20AC;&#x201C; (Em R$ 1,00) Obrigaçþes Sociais 140 130 Capital Reserva de Reserva Reserva de Lucros Obrigaçþes TributĂĄrias 2.871 3.239 Social Capital Legal Lucros a Distribuir Acumulados Total Imposto de Renda e Contribuição Social 58.636 19.789 Saldo em 31 de dezembro de 2010 40.000.000 78.986 1.396.087 6.908.074 48.383.147 Outras Contas a Pagar 4.682 5.715 Lucro LĂ­quido do ExercĂ­cio â&#x20AC;&#x201C; â&#x20AC;&#x201C; â&#x20AC;&#x201C; â&#x20AC;&#x201C; 15.217.152 15.217.152 Dividendos a Pagar 200.000 3.800.000 Reserva Legal â&#x20AC;&#x201C; â&#x20AC;&#x201C; 760.858 â&#x20AC;&#x201C; (760.858) â&#x20AC;&#x201C; Ajustes de exercĂ­cios anteriores 50 3 Transf. para Reserva de Lucros â&#x20AC;&#x201C; â&#x20AC;&#x201C; â&#x20AC;&#x201C; 14.456.294 (14.456.294) â&#x20AC;&#x201C; Total 266.379 3.828.876 Dividendos pagos â&#x20AC;&#x201C; â&#x20AC;&#x201C; â&#x20AC;&#x201C; (3.400.000) â&#x20AC;&#x201C; (3.400.000) Dividendos pagos - 4 Âş trim/2010 (3.400.000) Dividendos Propostos - 2011 â&#x20AC;&#x201C; â&#x20AC;&#x201C; â&#x20AC;&#x201C; (14.400.000) â&#x20AC;&#x201C; (14.400.000) Dividendos Propostos - 2011 (14.400.000) Ajuste de ExercĂ­cios Anteriores â&#x20AC;&#x201C; â&#x20AC;&#x201C; â&#x20AC;&#x201C; 3 â&#x20AC;&#x201C; 3 Dividendos Propostos - 2012 (15.400.000) Saldo em 31 de dezembro de 2011 40.000.000 78.986 2.156.945 3.564.371 â&#x20AC;&#x201C; 45.800.302 Aumento LĂ­q. de Caixa e Equiv. de Caixa 1.367.142 1.145.781 Lucro LĂ­quido do ExercĂ­cio â&#x20AC;&#x201C; â&#x20AC;&#x201C; â&#x20AC;&#x201C; â&#x20AC;&#x201C; 17.653.740 17.653.740 Caixa e Equiv. de Caixa no ďŹ m do perĂ­odo 17.848.264 16.481.122 Reserva Legal â&#x20AC;&#x201C; â&#x20AC;&#x201C; 882.687 â&#x20AC;&#x201C; (882.687) â&#x20AC;&#x201C; Caixa e Equiv. de Caixa no inĂ­cio do perĂ­odo 16.481.122 15.335.341 Dividendos Propostos - 2012 â&#x20AC;&#x201C; â&#x20AC;&#x201C; â&#x20AC;&#x201C; â&#x20AC;&#x201C; (15.400.000) (15.400.000) Total 1.367.142 1.145.781 Transf. para Reserva de Lucros â&#x20AC;&#x201C; â&#x20AC;&#x201C; â&#x20AC;&#x201C; 1.371.053 (1.371.053) â&#x20AC;&#x201C; Conselho de Administração: Ajuste de ExercĂ­cios Anteriores â&#x20AC;&#x201C; â&#x20AC;&#x201C; â&#x20AC;&#x201C; 50 â&#x20AC;&#x201C; 50 JosĂŠ P. Fernandes - Presidente Saldo em 31 de dezembro de 2012 40.000.000 78.986 3.039.632 4.935.474 â&#x20AC;&#x201C; 48.054.092 JoĂŁo F. dâ&#x20AC;&#x2122;Almeida - Vice-Presidente NOTAS EXPLICATIVAS Ă&#x20AC;S DEMONSTRAĂ&#x2021;Ă&#x2022;ES FINANCEIRAS DE 31/12/2012 Diretoria: 1. Contexto Operacional: A Tutelar Empreendimentos S/A, sucessora de com os critĂŠrios estabelecidos pela Lei 6.404/76, e alteraçþes introduzidas Giovanni Pellegrino - Presidente Tutelar â&#x20AC;&#x201C; ComĂŠrcio e Empreendimentos Ltda., por transformação do tipo jurĂ­- pela Lei 11.638/07 e Lei 11.941/09. 3. Resumo das Principais PrĂĄticas Manuel P. Fernandes - Diretor dico, conforme Ata da AGE de Transformação datada de 08/12/09, tem como ContĂĄbeis: As receitas e despesas sĂŁo apropriadas segundo o regime de Arlindo P. Fernandes - Diretor objeto social preponderante a administração de imĂłveis prĂłprios destinados competĂŞncia. 4. Capital Social: O capital social totalmente integralizado Marcelo T. Mendes - Diretor a locação. 2. Base da Preparação e Apresentação das Demonstraçþes estĂĄ representado por 40.000.000 (quarenta milhĂľes) de açþes ordinĂĄrias Giovanni Pellegrino - TĂŠc. Contabilidade - CRC 1SP 68.728/O-1 Financeiras: As demonstraçþes financeiras foram elaboradas de acordo nominativas no valor de R$ 1,00 (um real) cada uma. RELATĂ&#x201C;RIO DA ADMINISTRAĂ&#x2021;Ă&#x192;O Srs. Acionistas: Em cumprimento Ă s disposiçþes legais e estatutĂĄrias, submetemos Ă  apreciação de V. Sas. as Demonstraçþes Financeiras relativas ao exercĂ­cio ďŹ ndo em 31/12/2012. Permanecemos Ă  disposição para quaisquer esclarecimentos que se ďŹ zerem necessĂĄrios. SĂŁo Paulo, 18/02/2013. A Administração BALANĂ&#x2021;O PATRIMONIAL EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 â&#x20AC;&#x201C; (Em R$ 1,00) ATIVO 2012 2011 PASSIVO 2012 2011 Ativo Circulante Passivo Circulante Caixa e Bancos 255.231 44.361 Obrigaçþes Socias 2.172 2.032 Aplicaçþes Financeiras 17.593.033 16.436.761 Obrigaçþes TributĂĄrias 60.384 57.513 Clientes p/ Locação de ImĂłveis 1.653.789 1.575.453 Imposto de Renda e C. Social s/ o Lucro 689.616 630.980 Impostos a Recuperar 1.212.859 138.235 Outras Contas a Pagar 97.347 92.665 Outras Contas a Receber 441 424 Dividendos a Pagar 4.000.000 3.800.000 20.715.353 18.195.234 4.849.519 4.583.190 Ativo NĂŁo Circulante RealizĂĄvel a Longo Prazo DepĂłsitos Judiciais 665.989 665.989 PatrimĂ´nio LĂ­quido Investimentos Capital Social 40.000.000 40.000.000 Investimento p/ Incentivos Fiscais 210.178 210.178 Reservas de Capital 78.986 78.986 Imobilizado 31.292.270 31.292.270 Reserva Legal 3.039.632 2.156.945 IntangĂ­vel 19.821 19.821 Reserva de Lucros a Distribuir 4.935.474 3.564.371 32.188.258 32.188.258 48.054.092 45.800.302 TOTAL DO ATIVO 52.903.611 50.383.492 TOTAL DO PASSIVO 52.903.611 50.383.492

Auto Posto Novo TatuapÊ Ltda, torna público que recebeu da Cetesb a Licença de Instalação, 30004366, e requereu a Licença de Operação, para comercio varejista de combustiveis e lubrificantes, sito à Avenida Celso Garcia, 5471 - TatuapÊ - São Paulo -

INDUSTRIA DE MOLAS E ARTEFATOS METALURGICOS MVM LTDA EPP

Torna Publico que requereu na CETESB a Renovação de Licença n° 30022695 Processo n° 30/01557/05 A Rua Santa Rita do Jacutinga n° 325 Jd. São Carlos, CEP n° 08062-260 - São Paulo -SP


DIÁRIO DO COMÉRCIO

22

e

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Antes eu não gostava de ser a Mônica. Queria ser bonitinha, mas era baixinha, gordinha, dentuça. Mônica, filha de Mauricio de Sousa

conomia

UMA PÁSCOA RECHEADA Vendas devem ter crescimento nominal de 7,1% em comparação com igual período do ano passado. Se as expectativas se concretizaram o aumento terá sido inferior ao de 2012 ante 2011. Paula Cunha

A

Páscoa, a ser comemorada, neste ano, no dia 31 de março, é a segunda data mais importante para os supermercados. A projeção da Associação Brasileira de Supermercados (Abras) é de aumento nominal de 7,1% nas vendas, ante o resultado de 2012. No ano passado, a alta em relação a 2011 foi de 11,1%. Segundo o Departamento de Economia e Pesquisa da entidade, uma pesquisa realizada neste mês entre os empreendedores do segmento detectou que 59,7% deles acham que as vendas na data serão maiores que as observadas em 2012 e 5,6% deles esperam um resultado igual. Para o presidente da Abras, Fernando Yamada, o consumidor continua com renda disponível para destinar mais dinheiro à comemoração de datas especiais como esta. O estudo mostra que entre os itens pesquisados, os que apresentaram mais crescimento foram refrigerantes,

peixes, ovos de Páscoa, chocolates, cervejas, azeites e bacalhau (veja quadro abaixo). A exceção foi a colomba pascal, que registrou recuo de 1,9% em seu total solicitado. O economista da Abras, Flávio Tayra, explicou que o produto deixou de ser uma sobremesa tradicional na mesa dos consumidores porque houve um aumento no mix oferecido para a data. "Ainda há um volume grande de panetones no mercado e eles são de composição semelhante à colomba. Assim, outros itens, como os ovos com brindes e brinquedos, substituíram o produto", disse. Quando se considera os preços, todos os produtos avaliados registraram aumento ante à Páscoa do ano passado. As cervejas tiveram a maior alta (8%), seguidas de refrigerantes (7,8%), ovos de Páscoa (7,6%), peixes (6,3%), chocolates (5,4%), vinhos nacionais (5%) e colomba pascal (4,3%). No caso dos produtos importados, que têm peso de 2,5% a 3% nas vendas dos supermercados neste período, houve alta de 5,7%, após estabilidade na data no ano passado.

Encomendas dos mercados para a Páscoa Variação em % ante igual período de 2012 Item Em volume Refrigerante 8 Peixes 7,3 Ovos de Páscoa 6,5 Chocolates 6 Cervejas 5,9 Azeites 5 Bacalhau 4,5 Vinhos importados 3 Vinhos nacionais 2,4 Importados em geral 1,5 Colomba pascal - 1,9

Em preço 7,8 6,3 7,6 5,4 8 4,6 3,6 4 5 5,7 4,3

Fonte: Departamento de Economia e Pesquisa da Abras

NOS SUPERMERCADOS Patrícia Cruz/LUZ

Quase 60% dos supermercadistas acreditam que os negócios para a data serão maiores. Colomba pascal (abaixo) foi menos encomendada neste ano.

Em janeiro, as vendas nos supermercados registraram ligeira elevação de 1,82% em comparação com igual mês do ano anterior, conforme divulgou a Abras. Entretanto, houve expressivo recuo de 22,08% ante dezembro. Os índices já foram deflacionados pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), elaborado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para o presidente da Abras, Fernando Yamada, o recuo foi considerado normal no primeiro mês do ano. "O desempenho das vendas em janeiro foi positivo para o setor e reforça nossa estimativa inicial de crescimento em torno de 3,5% em 2013", afirmou. O setor está otimista com o aumento do salário mínimo em janeiro e com as medidas de elevação do número de

brasileiros beneficiados pelo programa Bolsa Família. O economista da Abras disse que a verba total destinada ao programa social, que passará de R$ 19 bilhões para R$ 23,2 bilhões, contribuirá para o segmento, pois as famílias atendidas destinam o benefício à aquisição de alimentos. Cesta – O levantamento da Abras apontou que no primeiro mês do ano o Abrasmercado, índice que avalia o comportamento de uma cesta composta de 35 itens de largo consumo, teve elevação de 2,08% ante dezembro e de 10,1% ante janeiro de 2012. Seu valor passou de R$ 316,88 para R$ 348,90 entre janeiro do ano passado e o primeiro ano de 2013. O estudo foi elaborado pela GfK e seu diretor de relacionamen-

R$ 5 milhões para o cinquentenário da 'dentuça' Mônica completa 50 anos no próximo domingo. Mercado aproveita para lançar produtos e promoções.

Alf Ribeiro/Fo

lhapress

to, Marco Aurélio Lima, acredita que este valor deverá apresentar estabilidade nos próximos meses, sem as pressões climáticas que influenciam alguns grupos de alimentos. Entre os itens que tiveram aumentos mais expressivos em relação ao mês de dezem-

MasterCard lança índice de varejo Rejane Tamoto

Valentino Mello Fotografia/Divulgação

A

Lúcia Helena de Camargo

B

Mauricio de Sousa e sua filha apresentam o Sansão Amarelo. Abaixo, bolo da Amor aos Pedaços em homenagem à personagem.

lga çã

o

tardalhaço para o lançamento da Revista Mônica nº 75, que terá 100 páginas e capa com edição especial metalizada. Vai custar R$ 4,90. A rede de doçarias Amor aos Pedaços venderá, a partir de abril, o Bolo da Mônica, no sabor chocolate, recheado com creme trufado, coberto por brigadeiro, bolinhas de cereais e balinhas de gelatina no sabor amora, para simbolizar o vestido vermelho da personagem. Cada 100 gramas custará R$ 10,50. O Giraffas foi eleito o restaurante oficial das comemorações dos 50 anos da Mônica. Na compra de um Gira prato (R$ 14,40), a criança ganha um jogo americano com o de-

Div u

aixinha, dentuça e briguenta. Assim é Mônica, criada pelo cartunista Mauricio de Sousa. Para celebrar o aniversário da personagem, que em 3 de março completa 50 anos, a Mauricio de Sousa Produções investiu R$ 5 milhões e firmou parcerias para lançar produtos que vão de pelúcias, bonecos, sucos, sorvetes e bolos à remontagem de uma peça de teatro. O anúncio foi feito pelo próprio Mauricio, acompanhado da filha Mônica, no Memorial da América Latina, na Capital paulista, ontem. "Antes eu não gostava de ser a Mônica. Queria ser bonitinha, mas era baixinha, gordinha, dentuça. Depois eu assumi a personagem e amo ter sido a inspiradora", disse a filha de Mauricio. Os brinquedos, evidentemente, são as estrelas entre as novidades. A boneca Mônic a , l a n ç ada pela T r o l n o f inal da década de 1960, volta às prateleiras, agora em parceira com a fábrica Multibrink. A Grow vai relançar a Estrelinha Mágica e Mônica MixFace. E chega às lojas a linha de produtos retrô, como o estojo anos 1980 e o cubo mágico, além do Sansão Amarelo, pelúcia que traz o coelho da Mônica na cor que

ele apareceu originalmente nos quadrinhos. Na lojinha da Mônica, presente em diversos shopping centers da Cidade, a linha Mônica 50 Anos terá camisetas, cadernos e outros produtos. A editora Panini prepara es-

senho da Mônica, Cebolinha, Cascão ou Magali. Já a fábrica de sorvetes Jundiá terá picolé de morango com chocolate Mônica 50 Anos, com zero de gordura. Custará R$ 2,50. Haverá remontagem da peça teatral Mônica e Cebolinha no Mundo de Romeu e Julieta, encenada nos anos de 1970. O espetáculo estreia no teatro GEO no mês de abril, com figurinos do estilista Fause Hauten e cenografia de Paulo Corrêa. O Memorial da América Latina vai sediar a exposição Sansão Também faz 50 Anos, na qual 70 desenhistas homenageiam o famoso coelho. A rede Cinemark promove o Mês da Mônica em outubro. E a Turma da Mônica vai integrar as vinhetas da rede de cinemas ao longo de 2013.

bro destacam-se a batata (18,07%), cebola (18%) e tomate (14,67%). Todos estes produtos tiveram a produção reduzida em razão das chuvas. As maiores quedas foram de carne dianteiro (1,84%), queijo prato (1,13%) e queijo mussarela (0,96%).

MasterCard Brasil avança no segmento de informações estratégicas para empresas e investidores com o lançamento do SpendingPulse, indicador mensal de desempenho do varejo para assinantes da bandeira. O Brasil é o primeiro mercado emergente a receber o lançamento do indicador, que existe desde 2006 nos Estados Unidos, Reino Unido e Canadá. A proposta do SpendingPulse é fornecer uma visão dos gastos dos consumidores a partir da análise de dados de transações processadas de 1,7 milhão de empresas no País. Além das informações das próprias transações com cartões de crédito, débito e pré-pago, o indicador computa os pagamentos em dinheiro e cheque, por meio de um sistema computadorizado com mais de 700 mil regras. "A precisão é grande e há uma correlação forte, de 98,7%, entre nossos dados e a Pesquisa Mensal de Comércio do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)", afirma o presidente da MasterCard Brasil e Cone Sul, Gilberto Caldart. O executivo diz que o objetivo do indicador é ser um "termômetro do

varejo", pelo qual o varejista pode antecipar tendências de consumo. "O indicador é elaborado com dados reais de compras e será divulgado mensalmente, entre os dias 14 e 19, antes dos dados oficiais", explica o presidente da MasterCard Brasil. Caldart informa que o empresário pode utilizar o indicador para fazer o planejamento das vendas, revisar a estratégia de preços, de promoções e de atração de consumidores, além de poder comparar sua performance em relação a um benchmark. Além disso, o executivo sugere que investidores, emissores de cartões, bancos e agências de governo podem ser assinantes do SpendingPulse. Segundo o indicador, as vendas do varejo cresceram 7,7% em janeiro na comparação com igual mês do ano passado, sem considerar o segmento de automóveis. Sem divulgar os demais números do indicador de varejo – que é exclusivo a assinantes –, Caldart diz que as vendas de janeiro foram puxadas pelo segmento de móveis e eletrodomésticos. O segmento de supermercados e materiais de construção mantiveram um crescimento ao redor do índice e o setor de vestuário ficou abaixo.


DC 27/02/2013