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BBB - BRASIL NO PAREDAO "Derrapagem fiscal" e "capacidade limitada de ajustes antes da eleição" levam agência de risco Standard & Poor's a rebaixar nota do Brasil. BBB-, entretanto, está dentro do patamar de investimento. Pág. 22

Ano 90 - Nº 24.089

Conclusão: 23h50

Jornal do empreendedor

www.dcomercio.com.br

R$ 1,40

São Paulo, terça-feira, 25 de março de 2014

Jerry Lampen/Reuters

Falta um à mesa. Ficou na Crimeia.

EUA, Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão e Grã-Bretanha sentaram-se à mesa em Haia, na Holanda, e desconvidaram o czar da Rússia, Putin, por ter engolido a Crimeia. O G-7 não vai mais às reuniões do G-8 até os russos deixarem a Ucrânia em paz. O menu dos líderes mundiais não inclui o famoso Frango à Kiev, mas mais sanções se Putin não sossegar. Pág. 10 Gaston De Cardenas/EFE

Jason Lee/Reuters

Voo 370 acaba no mar. Mas cadê o avião? Mensagem de texto aos parentes dos passageiros do voo MH370: o avião "foi perdido", não há sobreviventes. A China exige alguma prova da tragédia. Só há dados de satélite. Nenhum pedaço do Boeing 777. Pág. 11

Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo bate em R$ 400 bilhões. No ano passado, a mesma marca foi alcançada somente em 3 de abril. "Os tributos continuam crescendo acima da expansão da economia", destaca Rogério Amato, presidente da ACSP. Pág. 15

Venezuelanos perguntam por Dilma

Anibal Greco/NYT

Cada vez mais rica. De fatia em fatia.

Venezuelanos residentes em Miami protestaram ontem em frente ao Consulado do Brasil (foto) contra a indiferença da presidente em relação à truculência do governo Maduro. Uma grávida morreu domingo, em Guaicaipuro, vítima da violência. Pág. 11

O dramático tango da inflação

ISSN 1679-2688

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9 771679 268008

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O dia a dia na Argentina está cada vez mais difícil: a população convive com um custo de vida que, diz a oposição, bateu nos 30% em 2013 e poderá chegar a 45% neste ano. Pág. 18

Comprando pequenas empresas, a Apple preenche lacunas de sua linha de produtos. A estratégia é incorporar habilidades individuais. Pág. 26


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terça-feira, 25 de março de 2014

Produzir de modo competitivo é a garantia de sobrevivência de setores industriais inteiros. Roberto Fendt

NOSSOS AMIGOS

A FALTA QUE FAZ

COMPLICADOS

A CONFIANÇA SXC

stamos literalmente cercados de problemas e riscos. Nossos vizinhos estão em crise na economia, sem crédito internacional, desestimulando a poupança interna e sem condições de atrair o mais modesto empreendedor, seja no comércio, na indústria ou na agricultura. O Brasil tem graves problemas para cumprir metas, investir na infraestrutura, que impede o crescimento da economia, déficit na balança comercial e está cercado de suspeitas dos mercados financeiros. Mesmo assim, é solicitado a dar créditos, fornecer bens de primeira necessidade e até financiar obras de governos com os quais tem afinidades políticas, como é o caso de Cuba e de Angola.

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programa contempla estímulos monetários e fiscais porque, diferentemente do Brasil, existe oferta potencial não utilizada e pouca demanda para essa oferta. De fato, desde que Abe mudou a política econômica no Japão, a diferença entre o PIB potencial – o total da riqueza potencial do país – e o PIB ocorrido reduziu-se de 3,6% em 2011 para 0,9% em 2013. Esse retorno ao crescimento é percebido pelas pessoas e as incentiva a consumir mais. O mesmo se dá com os empresários, cujos incentivos se materializam sob a forma de mais investimentos. Como diz oexministro Delfim Netto, acirrase o "espírito animal" do empresariado e daí resulta a retomada do crescimento. O mesmo não se dá, porém, em vastas áreas do mundo. A Europa continua mergulhada na recessão, na qual teima em permanecer. Falta ali a necessária vontade política de reformar o que deve ser reformado para lançar a região na modernidade.

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modernidade a que me refiro é a da competitividade. Produzir de modo competitivo tanto para o mercado interno como para o externo é a garantia de sobrevivência de setores industriais inteiros. Integrar-se competitivamente nas cadeias internacionais de valor é o novo nome do jogo. Nenhum país é mais capaz de produzir tudo e assegurar sua capacidade de competir na economia globalizada. Não é capaz sequer de explorar adequadamente seu potencial produtivo. Foi o que, aliás, disse recentemente a senhora presidente da Petrobras. Falando perante uma platéia de empresários do setor naval, a executiva sublinhou que a missão da Petrobras é produzir petróleo. O índice de conteúdo local nos equipamentos que compra no mercado interno – de 50% a

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gora surge mais um projeto de vulto, o porto de Montevidéu, coincidentemente no mesmo setor de que o Brasil tanto carece de investimentos, bem como de eliminar entraves trabalhistas, que fazem a operação portuária das mais caras do mundo. E tudo para abrir espaços e facilidades para a entrada de produtos chineses, nossos únicos competidores na região. Investimos nos vizinhos para que importem menos de nós. O novo governo chileno, aparentado dos bolivarianos, com o mesmo discurso vazio e balofo do populismo de esquerda, já deu sinais de que não confunde política com interesses comerciais, e que vai manter os laços com as nações do Pacífico, que já optaram pelo desenvolvimento, como Peru e Colômbia. Os chilenos não querem seguir Equador, Venezuela, Bolívia, Uruguai e Argentina, onde o retrato da economia está nas prateleiras vazias, na falta de investimento externo e na fuga de seus jovens em busca de oportunidades de trabalho.

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ROBERTO FENDT

60% – torna muitas vezes o seu custo proibitivo. Mais do que isso, "a Petrobras não pode esperar", disse ela, referindo-se aos prazos de entrega mais longos dos produtores locais. Não é coincidência o fato do índice requerido de nacionalização dos equipamentos ser alto e de ser maior o custo e longo o prazo de entrega. exigência de conteúdo nacional não está restrita à compra de equipamentos pela Petrobras e se estende a uma ampla gama de compras do governo. As reservas de mercado proliferam, impedindo os avanços na produtividade que somente a concorrência induz. Pior do que isso, a chamada "nova matriz econômica" introduzida no início do atual governo só piorou o quadro descrito anteriormente. A época e r a d e v a c a s g o rd a s , c o m grande entrada de recursos

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externos. Dizia-se então que éramos vítima de uma "guerra cambial" que valorizava o nosso câmbio e penalizava a indústria, tanto no mercado externo como no interno. Por fim, o início da volta à normalidade da política monetária dos EUA lançou uma pá de cal na "nova matriz econômica". lguns já observaram que nossa deteriorada c o n f i a n ç a n o f u t u ro imediato nos torna pessimistas. Mais do que isso, torna os investidores brasileiros mais pessimistas que os estrangeiros. Seriam nossos investidores mais bem informados que os outros? É natural que tenhamos mais informação por termos uma história de conviver aqui com nossas mazelas. Mas isso não explica em sua totalidade a diferença de opiniões entre estrangeiros e nacionais na hora de investir. Há outros fatores em jogo. Talvez o principal deles seja o fato de que, no Brasil, o investidor estrangeiro pode ganhar cerca de 12,75% ao comprar um papel de cinco anos. Investimentos em outro spaíses emergentes rendem bem menos que isso. A Turquia, que apresenta fundamentos piores que os nossos, paga 11% por um título de prazo similar. O México, 5%. Os estrangeiros estão tam-

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A nossa deteriorada confiança no futuro imediato nos torna pessimistas. Mais do que isso, torna os investidores brasileiros mais pessimistas do que os estrangeiros.

bém mais inclinados que os nacionais a acreditar que haverá mudanças significativas na política econômica depois das eleições. Os brasileiros são mais céticos. Essa é outra faceta da falta de confiança que hoje esboçamos. Quem sabe se os estrangeiros estiverem certos e grandes mudanças na política econômica vierem a ocorrer depois das eleições, estaremos abrindo uma extraordinária janela de oportunidade para a retomada da confiança e para a recuperação do investimento privado e do crescimento econômico. ara que isso ocorra, porém, será necessária a a p re s e n t a ç ã o d e u m programa consistente de reformas. Será preciso explicitar como e em que prazo de tempo se reduzirá o déficit nominal do setor público. Será também necessário promover menos regulação e mais negociação no mercado de trabalho; eliminar a correção monetária automática de um grande número de preços chaves da economia, bem como abolir os preços administrados que servem apenas para mascarar a verdadeira inflação. Mas também será preciso promover a inserção competitiva do Brasil na economia globalizada de hoje. Isso significa abrir a economia para podermos explorar os nichos em que somos naturalmente competitivos e explorar outros em que possamos vir a sê-lo. Algum candidato presidencial apresentará um programa com essas e outras características desejáveis para restabelecer a nossa confiança? Se aparecer algum, voto nele.

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Venezuela tende a se isolar do mundo, como se fosse uma ilha como Cuba. É que as empresas aéreas, inclusive brasileiras, não conseguem transferir

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ROBERTO FENDT É ECONOMISTA

ARISTÓTELES DRUMMOND É preciso atenção para com os recursos do governo, a começar pelo Congresso Nacional, que deveria acompanhar o que se empresta, o que se financia e o que se tem a receber de alguns países vizinhos.

valores referentes às vendas ali feitas. A American Airlines já diminuiu o número de voos. É assunto sério! Independentemente das questões políticas, o Brasil tem boas relações de amizade com esse bloco em crise. No entanto, já desperta revolta não apenas nos meios ligados ao comércio regional, mas entre a população, devido ao desvio de recursos, à liberalidade nos financiamentos de resgate cada vez mais duvidoso. É preciso muita atenção, a começar pelo Congresso Nacional, que deveria acompanhar o que se empresta, o que se financia e o que se tem a receber desses países.

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m recente visita ao Japão, o prêmio Nobel de economia Robert Schiller observou os efeitos positivos do programa econômico do primeiro ministro Shinzo Abe. O Japão viveu, desde a década de 1980 até a eleição de Abe, em 2012, o período mais longo de economia estagnada. O que há de diferente no programa de Abe que o distingue dos programas de seus antecessores? A restauração da confiança é a marca principal da gestão de Abe. E a volta da confiança não ocorreu por acaso. As políticas econômicas do primeiro ministro concorrem para criar um ambiente de mudança nos corações e mentes dos japoneses. Essas políticas têm como ponto central um conjunto de reformas que, se forem colocadas em prática, mudarão de forma significativa o ambiente de negócios do país e adaptarão o Japão ao mundo competitivo de hoje.

indústria automobilística já sofre. A Argentina e demais países juntos representam perto da metade das exportações do setor automotivo.Exemplo maior é acrise na Peugeot, demitindo quase setencentos trabalhadores por causa da crise argentina. Ou seja, uma análise transparente destas relações se impõe.

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ARISTÓTELES DRUMMOND É JORNALISTA E VICE-PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DO RIO DE JANEIRO

Presidente Rogério Amato Vice-Presidentes Alfredo Cotait Neto Antonio Carlos Pela Carlos Roberto Pinto Monteiro Cesário Ramalho da Silva Edy Luiz Kogut João Bico de Souza José Maria Chapina Alcazar Lincoln da Cunha Pereira Filho Luciano Afif Domingos Luís Eduardo Schoueri Luiz Gonzaga Bertelli Luiz Roberto Gonçalves Miguel Antonio de Moura Giacummo Nelson Felipe Kheirallah Nilton Molina Renato Abucham Roberto Mateus Ordine Roberto Penteado de Camargo Ticoulat Sérgio Belleza Filho Walter Shindi Ilhoshi

Fundado em 1º de julho de 1924 CONSELHO EDITORIAL Rogério Amato, Guilherme Afif Domingos, João Carlos Maradei, Marcel Solimeo Diretor de Redação Moisés Rabinovici (rabino@acsp.com.br) Editor-Chefe: José Guilherme Rodrigues Ferreira (gferreira@dcomercio.com.br). Editor de Reportagem: José Maria dos Santos (josemaria@dcomercio.com.br). Editores Seniores: chicolelis (chicolelis@dcomercio.com.br), José Roberto Nassar (jnassar@dcomercio.com.br), Luciano de Carvalho Paço (luciano@dcomercio.com.br), Luiz Octavio Lima (luiz.octavio@dcomercio.com.br), Marcus Lopes (mlopes@dcomercio.com.br) e Marino Maradei Jr. (marino@dcomercio.com.br). Editores: Cintia Shimokomaki (cintia@dcomercio.com.br), Heci Regina Candiani (hcandiani@dcomercio.com.br), Tsuli Narimatsu (tnarimatsu@dcomercio.com.br) e Vilma Pavani (pavani@dcomercio.com.br. Subeditores: Rejane Aguiar e Ricardo Osman. Redatores: Adriana David, Evelyn Schulke, Jaime Matos e Sandra Manfredini. Repórteres: André de Almeida, Karina Lignelli, Lúcia Helena de Camargo, Mariana Missiaggia, Paula Cunha, Rejane Tamoto, Renato Carbonari Ibelli, Sílvia Pimentel e Victória Brotto. Editor de Fotografia: Agliberto Lima. Arte e Diagramação: José dos Santos Coelho (Editor), André Max, Evana Clicia Lisbôa Sutilo, Gerônimo Luna Junior, Hedilberto Monserrat Junior, Lino Fernandes, Paulo Zilberman e Sidnei Dourado. Gerente Executiva e de Publicidade Sonia Oliveira (soliveira@acsp.com.br) Gerente de Operações Valter Pereira de Souza (valter.pereira@dcomercio.com.br) Serviços Editoriais Material noticioso fornecido pelas agências Estadão Conteúdo, Folhapress, Efe e Reuters Impressão S.A. O Estado de S. Paulo. Assinaturas Anual - R$ 118,00 Semestral - R$ 59,00 Exemplar atrasado - R$ 1,60

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terça-feira, 25 de março de 2014

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CARACTERÍSTICAS DA INTERNET AJUDAM A DISSEMINAR TEXTOS COM ERRO DE IDENTIDADE.

Réplica aos replicadores ALEXANDRE PAZ GARCIA ocê já teve o carro roubado? Ou a carteira?Ou o celular, quem sabe? Tenho certeza que a resposta da maioria das pessoas será afirm a t i v a . U m b o m n ú m e ro , aliás, deve ter passado pelas três situações, de maneira que fico à vontade para falar sobre roubo. E não me refiro ao roubo no sentido jurídico, porque bradarão os bastiões do preciosismo sobre as diferenças entre roubo, furto e suas variantes, qualificadas ou não. Não é esse tipo de roubo, gente chata do Direito. É o roubo do senso comum, o surrupiar, o afanar, o meter a mão em algo que não é seu. O fruto da desonestidade, do desrespeito ao que é dos outros. É disso que estou falando. Acredito que o ser humano seja instintivamente desonesto. Para domar esse instinto, é bombardeado, desde que nasce, com regras, orientações, com sistemas éticos complexos que visam a oferecer uma noção do que seja certo e errado. E é relativamente tranquilo concluir que o respeito pela coisa alheia tornouse uma premissa de aceitação universal. Enfim, roubar é errado e (quase) todo mundo sabe disso.

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internet, entretanto, tem servido de vetor de disseminação para uma nova forma de roubo. Na verdade, não tão nova assim.

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Mas a maneira como é perpetrada traz intrínsecas as características mais marcantes desse meio de comunicação relativamente novo. A instantaneidade, que dá agilidade à comunicação, mas que potencializa, por outro lado, a impulsividade e o destempero. E o anonimato, que propicia o acesso democrático e sem preconceitos, mas que estimula, em contrapartida, a irresp o n s a bi l i d ade e a inconsequência. Meu nome é Alexandre Paz Garcia. Sou gaúcho, Bacharel em Direito e Analista Judiciário do TRT da 4a Região. Tive um texto publicado em meu perfil no Facebook replicado inúmeras vezes. Lá pelas tantas, não sei se por má-fé ou desconhecimento, esse texto passou a ser disseminado como se escrito pelo conhecido jornalista de nome quase idêntico. ão demorou muito para que eu começasse a rec e b e r c o m p a r t i l h amentos de amigos que continham meu texto e uma foto do jornalista. Eu comentava em cada um deles: ei, esse texto é meu! Mas eram muitos. Em pouco tempo, estava irremediavelmente disseminado. Todos os dias eu recebia o meu próprio texto, por diversas fontes, assinado pelo xará famoso. A coisa fugiu completamente ao controle.

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Vai acabar mal, pensei. Daqui a pouco isso vai cair na mão do Garcia famoso e ele não vai gostar. Quem tem coragem, hoje em dia, de assinar algo em defesa dos militares? Eu e o Bolsonaro, talvez. Nos comentários, para piorar, manifestações malhando o Global. E mais:numerosos militares de alta patente elogiando e até se emocionando. Coisa que, na ditadura do politicamente correto em que vivemos, é uma heresia irretratável. Imaginem. Elogiado por militares? Fascista! Torturador! E não deu outra. Acabei lendo, neste mesmo jornal, uma reportagem que retratou um Alexandre Garcia (o outro) furioso com a confusão. Falsificador, covarde e desonesto foram os adjetivos

Um texto é uma fotografia da alma do autor. A minha foi roubada, com a ajuda de quem não checa a fonte daquilo que replica.

que ele usou. E torço, até hoje, para que não os tenha dirigido a mim. Porque somos ambos, neste caso, vítimas de um mesmo roubo. Eu, do meu texto; ele, do seu nome. osse um celular, seria só comprar um novo. Mas um texto é algo único, intangível, que conjuga a perenidade das ideias com a fugacidade das palavras. Não se compra um novo. Não se substitui por outro. Um texto é uma fotografia da alma do autor no exato momento em que as palavras saltam do mundo das ideias para o mundo material.

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A minha foi roubada, com a cumplicidade de quem não checa a fonte daquilo que replica na internet. Você, replicador contumaz e incauto, é quem alimenta essa indústria da pirataria intelectual. Você é um receptador de ideias contrabandeadas, que acha chato ler até o fim um texto longo, mas que compartilha na hora uma bela figura com uma frase de auto-ajuda assinada por um nome famoso. Que não é o seu caso, leitor, se chegou até aqui. Mas é o caso de quem nem leu ao contar mentalmente o número de linhas deste texto. Termino, então, fazendo dois pedidos. O primeiro, diri-

gido às pessoas que buscam conhecimento nas redes sociais. E é bem simples. Parem! Parem agora de procurar conhecimento nas redes sociais. Conhecimento se busca em outros lugares: nos livros, nas escolas, nas bibliotecas. Redes sociais servem para instigar e compartilhar o interesse pelo conhecimento, não para encontrá-lo. O segundo vai para você, jornalista Alexandre Garcia. Igualmente simples e também importante. Comece, por favor, a usar o seu nome do meio. ALEXANDRE PAZ GARCIA É GAÚCHO, BACHAREL EM DIREITO E ANALISTA JUDICIÁRIO DO TRT DA 4A REGIÃO.

A TOLICE DE ACHAR QUE SABEMOS PICO IYER Samsul Said/REUTERS

uitos de nós certamente já ouvimos esses números: a humanidade produz em dois dias a mesma quantidade de informações que produziu em toda a história até o ano de 2003 , e a quantidade de informações está dobrando a cada dois anos. Quando você terminar de ler esse artigo, a humanidade terá gerado a mesma quantidade de dados que existe atualmente na Livraria do Congresso dos Estados Unidos. Nesse sentido – sim, a sua caixa de entrada e o seu Facebook contribuem – 10% de todas as fotos já feitas a partir do final de 2011 foram tiradas em 2011. Contudo, assim como ficamos imaginando como é que um Boeing 777 inteiro pode estar desaparecido há quase duas semanas, somos também dolorosamente lembrados do quanto não sabemos – e talvez nunca venhamos a saber –, mesmo na era da chamada Economia do Conhecimento.

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economista e psicólogo, vencedor do Prêmio Nobel, Daniel Kahneman, observou, após décadas de pesquisa, que faz parte da natureza humana superestimar o quanto entendemos o mundo, e subestimar o papel do acaso. É pura tolice supor que sabemos muito. Existe uma palavra "altamente questionável", ele escreve, "que deveria ser riscada do vocabulário nas discussões sobre os grandes

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acontecimentos". E essa palavra é "sabíamos". Penso nisso quando vejo um perito depois do o outro expressando hipóteses sobre o destino do avião desaparecido, mesmo quando a única coisa que sabemos sobre o caso, até agora, é como as nossas especulações têm sido provisórias e contraditórias. Também recordo que, sempre que as pessoas

cultas se pronunciam, as palavras que mais transmitem autoridade e credibilidade são "Eu não sei". Seja qual for a área de conhecimento, a maioria de nós percebe que, quanto mais informações temos, quase sempre menos sabemos. O universo não é uma soma fixa, na qual aquilo que sabemos é subtraído daquilo que não sabemos.

omo disse Gardiner G. Hubbard, o primeiro presidente da National Geographic Society, em 1888, quando a sua revista começou a mapear todo o universo conhecido, "quanto mais sabemos, mais percebemos o tamanho da nossa ignorância". Quase sempre, é como se a natureza, ou, no mínimo, algo além da nossa compreensão se

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intrometesse sempre que somos tentados a soberba. Sempre que começamos a presumir que podemos controlar ou compreender muita coisa, alguma calamidade icariana se apresenta, tragicamente, revelando os limites do nosso conhecimento. Tem sido uma lição de humildade, e também um susto, na era do armazenamento de dados sem precedentes, ver o mundo inteiro mais ou menos nas nuvens –, porém dolorosamente consciente de que, não importa o que aprendamos, é provável que algum tipo de sofrimento além da compreensão faça parte da lição. maginamos como as pessoas que tinham entes queridos no voo desaparecidodevem estar tentando preencher a falta de informação, assim como a falta dos filhos ou esposas, e como podem temer a certeza, mesmo que às vezes anseiem por ela.

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Imaginamos a tripulação da aeronave, cuja incerteza pode ter sido sentida no pulso em aceleração quando o avião abruptamente mudou de curso. Transferimos a situação para as nossas próprias vidas, e pensamos em como aquilo que não sabemos nos assombra e nos domina, como raramente acontece com aquilo que sabemos. Mesmo que descubramos mais sobre o destino da aeronave, é improvável que tenhamos todas as respostas para as nossas perguntas. A lembrança do quanto não sabemos, e por quanto tempo não sabemos, deveria nos conscientizar na preparação para a próxima visita repentina do inexplicável. omos gratos pela quantidade de conhecimento que temos atualmente e por termos vidas mais seguras, mais longas, mais saudáveis e mais conectadas do que todas as gerações anteriores. No entanto, a cada dia que passa, o voo 370 permanece no ar como um terrível vazio em nossas mentes, e quanto mais distante ele estiver de nossa visão, mais aparente é o vazio.

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PICO IYER É MEMBRO PRESIDENCIAL DA UNIVERSIDADE CHAPMAN EM ORANGE, CALIFÓRNIA, E AUTOR DO LIVRO "THE MAN WITHIN MY HEAD" ("O HOMEM DENTRO DA MINHA CABEÇA", AINDA SEM TÍTULO NO BRASIL) THE NEW YORK TIMES NEWS SERVICE/SYNDICATE


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gibaum@gibaum.com.br

2014, nem pensar: Lula quer estar na Presidência no dia 7 de setembro de 2022, nos 200 anos da Independência do Brasil.

2 “Tem de delegar. Tem que ser mais líder e menos general.” LULA // repetindo recomendação que tem feito, sem resultado, a Dilma Rousseff. Fotos: Instagram

MAIS: sai candidato em 2018, vence e se reelege em 2022, encerrando seu segundo (e quarto) governo com 80 anos de idade.

Longe é melhor A Presidência da República está adquirindo, via pregão eletrônico 32,5 mil metros quadrados de “alambrados disciplinadores”, que deverão custar R$ 130 mil. O contrato prevê fornecimento e instalação de 650 módulos de grades “para manter afastadas das autoridades pessoas não autorizadas, garantindo a integridade física da presidenta, vice-presidente e familiares em eventos de grande concentração de público ou com possibilidade de manifestações”.

NOVELA DE FÉ Antiga novela bíblica voltou às telas da CNT, rede de televisão gerada no Paraná: o apóstolo Valdemiro Santiago, dono da Igreja Mundial do Poder de Deus, retomou as negociações para a compra da emissora. Valdemiro está sendo processado pelo grupo Bandeirantes, no qual teria dado um calote de quase R$ 10 milhões. Os credores conseguiram, até agora, recuperar pouco mais de R$ 2 milhões, bloqueando contas bancárias da Igreja Mundial.

Nos 50 anos do golpe militar, relembra-se que o embaixador Lincoln Gordon, que vivia enviando material alarmante a Washington sobre o governo João Goulart, esperava que ele fosse acometido de um infarto fatal, o que facilitaria sua retirada da cena política. Em 1963, quando Goulart vence o plebiscito, recuperando poderes presidenciais, Gordon escreve ao Departamento de Estado: “Se Deus é realmente brasileiro, o problema cardíaco que aconteceu Goulart em 1962 em breve vai se tornar agudo”. Hoje, muitos acham que pode ter sido apenas praga. Outros lembram que, no exílio, 12 anos depois, a morte de Jango teria sido produto de troca de seus remédios.

TRANQUILA Apesar da anunciada movimentação dos petistas no Congresso, a presidente Dilma Rousseff está tranqüila em relação à possibilidade de ser instalada uma CPI da Petrobrás. O ex-superpoderoso diretor Paulo Roberto Costa era homem que atuava em sintonia fina com os quais presidentes do Senado, Renan Calheiros e da Câmara Federal, deputado Henrique Eduardo Alves. Com o passar dos tempos, também estabeleceu relação de grande amizade com o vicepresidente Michel Temer.

Memória do Copa Também protestando contra a inclusão da marca Belmond (é da rede hoteleira do hotel) ao Copacabana Palace, José Eduardo Guinle que, às vésperas da venda para o grupo Orient Express, era chamado de Mr. Copa, está escrevendo um livro para preservar a história do hotel de sua família. E vai contar episódios surpreendentes, entre eles, o de que, durante anos, o Copa tinha uma boate chamada MeiaNoite e que Marlene Dietrich, que se hospedou lá diversas vezes, “fazia pipi na cama”.

OUTROS TEMPOS Delfim Netto, que festeja 86 anos de idade no próximo dia 1º de maio, participou como ministro dos governos militares de Medici, Costa e Silva e Figueiredo e garante não ter nenhum motivo para se arrepender. E defende o legado de 1964 “porque o governo João Goulart estava totalmente desorientado”. Hoje, mantém uma ligação cordial com Lula e até com o PT. Em seus tempos de ministro na ditadura militar, Delfim diz que nunca sofreu interferência de nenhum general: “No meu gabinete nunca entrou um oficial fardado”.

Irmã de craque

Dilmistas de melhor memória estão comentando, em conversas mais reservadas que, em 2004, quando Paulo Roberto Costa virou diretor da Petrobras, a então ministra de Minas e Energia ainda era uma coadjuvante do governo, mesmo formando no primeiro escalão. Na época, nomeações para estatais eram decididas diretamente pelo Planalto, ou seja, pelo presidente Lula e seu ministro-chefe da Casa Civil, José Dirceu. Naqueles tempos, Dirceu chegou a percorrer gabinetes levando pelas mãos Paulo Roberto Costa. No caso da refinaria de Pasadena, não teria sido diferente, embora Dilma estivesse no ministério e presidisse o Conselho da estatal. Sérgio Gabrielli, presidente da Petrobras, despachava diretamente com Lula. Resumo da ópera: os dilmistas acham que ela apenas cumpriu ordens.

Linha direta

MISTURA FINA O GOVERNADOR da Bahia, Jaques Wagner, que integrava o Conselho da Petrobras na época do episódio da refinaria de Pasadena, vai esperar investigações do Tribunal de Contas da União para decidir o futuro de Sérgio Gabrielli, secretário do Planejamento em sua administração. Wagner não é de demitir ninguém na base do sopetão.

SE não deu grande audiência, a entrevista de Joaquim Barbosa, na Globonews, na madrugada de domingo, no programa de jornalista Roberto D’Ávila, ganhou repercussão. O presidente do Supremo falou de tudo, garantiu que este ano não sai candidato e que, sobre projetos futuros, “deixo a vida me levar”. E definiu o Brasil à sua maneira: “É o país dos conchavos, do tapinha nas costas, onde tudo se resolve na base da amizade e eu não suporto nada disso”.

Paulista de Santo André, Regiane Alves, 35 anos, quatro casamentos, mais de quinze novelas, sete filmes e seis peças de teatro, já foi capa de Playboy em 2003 e agora, grávida de 35 semanas, posou para um ensaio para seu site, com fotos de Pino Gomes. Usou várias perucas buscando inspiração no trabalho do pintor austríaco Gustav Klimt. E está mais do que ansiosa para a chegada de João Gabriel, cuja avó será Regina Duarte. O marido de Regiane é o ator e cinegrafista João Gimenez, filho da veterana atriz.

Estilo Klimt

Enxaqueca coletiva A prisão do ex-diretor de Refino e Abastecimento de Petrobras, Paulo Roberto Costa, está provocando uma enxaqueca coletiva na Esplanada dos Ministérios. Quando foi preso no Rio de Janeiro e estava sendo conduzido à sede na Superintendência da Polícia Federal, mandou um recado geral, para alegria dos investigadores: “Caiu a república e a máscara de muita gente do governo Lula. Não sou José Dirceu. Falo tudo que sei”.

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Praga de gringo

Entre os internautas, a vida de Rafaella Santos, 18 anos, desperta discussões. Tem os que estrilam: “Essa menina não faz nada? Por que não vai estudar, trabalhar, fazer alguma coisa?” E os que defendem: “Como não faz nada? Viaja, vai à praia, faz compras, aproveita a vida”. A irmã do jogador Neymar, que ganha R$ 35 milhões por ano no Barcelona, vive postando fotos no Instagram, num cruzeiro ou “fazendo gênero mulherão”. Ela participou da ação do Dia Mundial da Água, no projeto 100k World Water Day, distribuindo filtros e ajudando uma comunidade carente no Rio.

/ IN Cinza.

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Marrom.

Arma secreta Jornais e revistas estão forrados de depoimentos de figuras conhecidas que foram perseguidas nos anos de chumbo da ditadura militar: José Celso Martinez Correa, do Oficina, que foi preso e torturado, vivendo depois entre Portugal e Moçambique, lembra que, quando a censura quis proibir O rei da vela, “nossa bilheteira dormiu com os censores e aí, passou”. E recorda até detalhes: “Era uma italiana de peitos enormes, muito bonita. Foi a Brasília e resolveu tudo na cama”.

A AGÊNCIA Y&R acaba de atualizar seu estudo de marcas e nele, produziu um levantamento sobre as brasileiras mais glamorosas e que inspiram mais confiança. Gisele Bündchen, Luana Piovani e Alinne Moraes são as mais glamorosas para as classes A e B, enquanto Fernanda Montenegro, Glória Pires e Regina Casé, as mais confiáveis. Já Paolla Oliveira, Fernanda Lima e Cláudia Leite são identificadas com glamour pela classe C e Regina Casé, Fernanda Montenegro e Xuxa, nessa ordem, com confiança.

ADOLESCENTES e demais apaixonados por videogames deverão ir ao delírio. O novo Play Station 4 contará com óculos de realidade virtual e sensores capazes de modificar o ângulo dos cenários conforme a movimentação do jogador.

QUEM diria: depois de ter interpretado a periguete Teodora na novela Fina Estampa , a atriz Carolina Dieckmann volta ao gênero no filme O Julio Sumiu, de Roberto Berliner. E ela própria define a personagem: “Madá é uma cachorra sem caráter nenhum”.

Colaboração:

Paula Rodrigues / Alexandre Favero

terça-feira, 25 de março de 2014


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terça-feira, 25 de março de 2014

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CGU TAMBÉM VAI INVESTIGAR O ministro-chefe da Controladoria Geral da União, Jorge Hage, afirmou ontem que o órgão irá instaurar um processo disciplinar, com caráter punitivo, para investigar a omissão de informações ao Conselho da Petrobras sobre a compra da refinaria de Pasadena.

Coro da CPI da Petrobras ganha corpo

Marlene Bergamo/Folhapress

Serra e Álvaro Dias seguem Fernando Henrique e apoiam a criação de comissão parlamentar. Campos também. ex-presidente Fer- sião, ele disse que uma "boa n a n d o H e n r i q u e investigação do Ministério PúCardoso justificou blico" já seria "satisfatória". ontem que sua mu- "Vamos ver como é que o Midança de posição (ele anunciou nistério Público toca isso e, se anteontem que passou a de- essa investigação não andar fender a criação de uma Comis- direito, aí cabe uma CPI." são Parlamentar de Inquérito CAMPOS RADICALIZA – para investigar contratos da Pe- Eduardo Campos (PSB), virtual trobras) se deve a percepção de candidato à Presidência e goque algo que "parecia mais sim- vernador de Pernambuco, deples é mais complexo". "Não fendeu ontem a abertura de acho que qualquer CPI seja para CPI para investigar a empresa. partidarizar". "Caso esses esclarecimentos Questionado se a compra (das investigações) não sejam da refinaria de Pasadena, nos suficientes, aí entendemos Estados Unidos, pela Petro- que vai ser o caso, efetivamenbras – negócio que custou R$ te, de se pedir uma CPI". 1,18 bilhão à Petrobras – põe A afirmação mostra uma em xeque a imagem da presi- elevação no tom das críticas dente Dilma Rousseff como de Campos ao episódio. Na gestora, respondeu: "O PAC já quinta-feira, ele escreveu no basta para arranhar a imagem Facebook: "Má gestão na Peda presidente como gestora". trobras. Prejuízo do Brasil". No FHC disse que novas suspei- mesmo dia, afirmou no Twittas envolvendo a estatal o leva- ter: "O Brasil está perplexo ram a mudar de ideia e passar a diante das últimas notícias defender a criação de uma CPI. veiculadas sobre a Petrobras e "A própria a compra de presidente uma refinaria deu o pontapé e m Pa s a d einicial, ela não na, nos EUA. defendeu o U m a n e g oA própria que foi feito". ciação que presidente deu o S E R R A teria lesado a pontapé inicial, ela TA M B É M – maior emprenão defendeu o que Outro que musa brasileira, foi feito. Não acho d o u d e o p io maior patri nião, seguinmônio do que CPI seja para d o o m o v ipaís, em mais partidarizar. mento de de um bilhão FERNANDO HENRIQUE CARDOSO FHC, foi o exde dólares". g o v e rn a d o r No sábado, José Serra. "Se o partido e as li- Campos sugeriu que o goverderanças do PSDB no Congres- no Dilma planeja desvalorizar so acharem necessário, não a Petrobras para privatizá-la. vou me opor". "Em três anos, a Petrobras Questionado sobre a decla- vale a metade do que valia e ração dada na última sexta- deve quatro vezes mais do que feira, em evento em Campos devia. Às vezes fico seriamendo Jordão, disse: "Apenas dei a te desconfiado se isso não faz minha opinião, inclusive sem parte de um jogo para desvalosaber a dos outros." Na oca- rizar e vender a Petrobras".

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Dida Sampaio/Estadão Conteúdo

Fernando Henrique, ao ser questionado se a crise na Petrobras arranharia a imagem de Dilma como gestora, respondeu: "O PAC já basta". Campos DUAS VIAS disse que os – O vice-líder senadores do do PSDB no PSB pediram S e n a d o , Á lSe o partido q u e o s r e svaro Dias e as lideranças ponsáveis (PR), defendo PSDB p e l a P e t r odeu ontem no Congresso bras prestem que a oposiacharem e s c l a r e c ição tente mentos no d o i s c a m inecessário, Senado. A nhos para não vou me opor. bancada do instalar no JOSÉ SERRA partido na CâCongresso mara acionou u m a c o m i so Ministério Público Federal. são parlamentar de inquérito "Não queremos 'eleitorali- (CPI) para investigar denúnzar' esse debate. Queremos cias de irregularidades que ter muito cuidado para não envolvem a Petrobras. Sugere prejudicar ainda mais a Petro- que, primeiro, os oposicionisbras, que já foi tão prejudica- tas tentem emplacar uma CPI da por tudo o que aconteceu. mista, composta por deputaMas, por outro lado, não po- dos e senadores. "Se não tivedemos ficar sem ter as res- rem sucesso, tentem criar postas adequadas". uma apenas no Senado".

Governo escala ministros e Graça Foster contra CPI líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), informou que a estratégia do governo para esvaziar a tentativa de abertura de CPI sobre a Petrobras é levar os ministros ao Congresso para prestar todos os esclarecimentos possíveis. A presidente da Petrobras, Graça Foster, também irá ao Congresso dar informações. Humberto Costa ressaltou ainda que o tema sobre a compra da refinaria de Pasadena (EUA) já está sendo investigado pela Polícia Federal, Controladoria Geral da União e Tribunal de Contas da União. "Acima de tudo, vamos esclarecer os senadores e os deputados", afirmou Costa, acrescentando que "há muita especulação sobre o tema e as pessoas talvez não tenham tido as explicações sobre como, de fato, as coisas aconteceram". Repetindo o discurso que tem sido apresentado pelo governo nos últimos dias, Humberto Costa disse que no momento da compra da refinaria de Pasadena, "do ponto de vista do mercado, naquele momento era uma proposta que interessava ao Brasil". Para ele, a empresa "deixou de ser uma proposta rentável por conta da crise, mas já está voltando novamente a ser rentável". E explicou: "Tanto é que a Petrobras

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As revelações comprometem a imagem de Dilma, diz a revista inglesa.

The Economist e a ‘boa gestora’ aprovação da presidente Dilma Rousseff para a polêmica compra pela Petrobrás da refinaria de Pasadena, no Texas (EUA), ganhou destaque na mídia internacional. A revista especializada em economia The Economistrepercutiu a matéria do Estado com a fala da presidente alegando que a decisão da compra da refinaria, em 2006, se deu com base em relatório "falho". "As revelações do Estado sobre a responsabilidade da presidente Dilma na compra atingem sua imagem de boa gestora", afirma a reportagem publicada no site da revista. "O mercado está cansado da interferência governamental na empresa que, na onda de más notícias, teve uma queda em suas ações." A The Economist cita ainda a pesquisa eleitoral di-

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vulgada pelo Ibope na semana passada apontando a presidente como favorita nas eleições deste ano, com 47%. Para a publicação, contudo, o episódio envolvendo "a promessa de grande riqueza atrapalhada pelo mau gerenciamento e a interferência governamental é uma história que afeta a própria trajetória do Brasil". Com a repercussão do episódio revelado na sexta-feira, o ex-diretor da área Internacional da Petrobrás Nestor Cerveró, apontado por Dilma como responsável pelo relatório que subsidiou a compra da refinaria de Pasadena foi exonerado pelo conselho de administração da Petrobras. O executivo, de férias na Europa, deixou o cargo na diretoria financeira da BR Distribuidora. (Estadão Conteúdo)

O PSDB esfestações tá articulanocorrerão no do com os Rio de Janeipartidos de ro, onde fica a Caso esses oposição no esclarecimentos não s e d e d a P eCongresso a t ro b r a s , e m sejam suficientes, organ izaç ão Brasília, no aí entendemos que de diversos Congresso, e vai ser o caso, atos "em deem São Paulo. fesa da PetroQue stion ado efetivamente, de se bras". Segunsobre a viabipedir uma CPI. do o deputalidade de conEDUARDO CAMPOS do federal seguir reunir D u a r t e N oa s 1 7 1 a s s igueira, presidente do PSDB de naturas necessárias para São Paulo, o roteiro das ativi- abertura de uma CPI na Câmadades será discutido hoje em ra, Nogueira disse que conta reunião comandada pelo se- com a divisão na base de apoio nador Aécio Neves, provável ao Planalto. "Os deputados da candidato do PSDB à Presidên- base da presidente Dilma escia, e que contará com a parti- tão sendo cobrados em suas cipação do Solidariedade, bases eleitorais. A divisão no DEM, PPS, PSB e PSol. PMDB pode ampliar o número Ainda segundo ele, as mani- de assinaturas". (Agências)

não considerou a refinaria no seu plano de desmobilização para elevar o seu caixa". O Planalto também reforçou a operação para impedir a CPI. Na tentativa de convencer os insatisfeitos da base de apoio governista a não aprovar a CPI, emissários da presidente Dilma Rousseff vão usar como argumento a sobrevivência política dos próprios aliados. O motivo é que Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras preso pela Polícia Federal na semana passada durante a Operação Lava Jato, é visto como "homem bomba", que pode causar muitas vítimas se for convocado a depor no Congresso Suspeito de participação em esquema de lavagem de dinheiro, Costa foi indicado para a diretoria de Abastecimento da estatal pelo PP, mas acabou "adotado" pelo PMDB e também pelo PT. Em conversas reservadas, deputados e senadores do PT afirmam que o maior problema, agora, não é a investigação do contrato de compra da refinaria de Pasadena, no Texas, mas, sim, a possível descoberta das ramificações políticas do esquema controlado por Costa. No Planalto, auxiliares de Dilma dizem ter certeza de que a CPI não passará porque ninguém da base aliada quer puxar esse fio da meada. (EC)

Processo incompleto ministro J o s é J o rge, relator no Tribunal de Contas da União (TCU) da compra da refinaria de Pasadena, no Texas (EUA), revelou ontem que o processo da Petrobras envolvendo a aquisição da unidade está incompleto. Segundo ele, há pelo menos seis meses ele tem conhecimento de falta de dados no processo. José Jorge não soube informar se as informações que faltam dizem respeito às cláusulas contratuais que a presidente Dilma Rousseff, então ministra e presidente do Conselho de Administração da Petrobras, afirmou que não tinha a seu dispor quando aprovou, em 2006, a compra da refinaria. Na semana passada, Dilma disse que, se soubesse da existência de duas cláusulas, não votaria a favor da operação. A primeira é a Put

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Option, que manda uma das partes da sociedade a comprar a outra em caso de desacordo. A segunda, a Marlim, garantia à sócia da Petrobras lucro de 6,9% ao ano. Em 2012, a estatal concluiu a compra e pagou US$ 1,18 bilhão por Pasadena, que, sete anos antes, havia sido negociada por US$ 42,5 milhões à ex-sócia belga Astra Oil. O ministro disse que o TCU investiga duas questões: se a venda da refinaria foi boa ou ruim para os cofres públicos e se o conselho da Petrobras foi bem informado. O processo envolvendo a venda da refinaria foi aberto em março de 2013 e está na área técnica do tribunal. Segundo o relator, a previsão é que volte ao seu gabinete dele no final de abril. Só depois disso ele prepararia um voto para levar ao plenário.(EC) Leia mais na pág. 8


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terça-feira, 25 de março de 2014

Maré cheia de Força Federal Após ataques, militares ocuparão Conjunto de Favelas da Maré, no Rio. Decreto presidencial autorizará atuação das Forças Armadas para reimplantar lei e ordem. Erbs Jr./Estadão Conteúdo

governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, anunciou, no início da tarde de ontem, que o governo federal já aprovou o pedido feito pelo Estado para a instauração da Garantia da Lei e da Ordem (GLO) no Conjunto de Favelas da Maré, na Zona Norte do Rio. As informações são do portal de notícias G1. Com a GLO, militares assumem a segurança pública e podem atuar como polícia nas ruas. Para entrar em vigor, a medida depende de publicação de decreto assinado pela presidente Dilma Rousseff. A decisão de ocupar o Conjunto de Favelas da Maré aconteceu após uma série de ataques à Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) na semana passada. Formada por 16 comunidades, a Maré fica em ponto estratégico da cidade: próximo ao Aeroporto Internacional Antonio Carlos Jobim, na Ilha do Governador, e às três mais importantes vias expressas da cidade – Linha Vermelha, Linha Amarela e Avenida Brasil –, como frisou o prórpio governador. "Esse é um passo decisivo na nossa política de avanço na segurança. Trata-se de uma área estratégica para o Rio visto que lá passam a Linha Vermelha, a Linha Amarela e a Avenida Brasil, uma área sensível com moradores ansiosos para receber as forças de segurança." Cabral não deu detalhes sobre a operação, como a data da entrada

Na sexta-feira, a presidente já havia respondido positivamente ao pedido de ajuda de Cabral para que as tropas federais atuem na cidade.

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José Eduardo Cardozo, ministro da Justiça, e o chefe do Estado-Maior conjunto das Forças Armadas, general José Carlos de Nardi, no Rio. das forças federais, o efetivo que será empregado e o papel de cada órgão no plano de ocupação traçado. TEMPO INDETERMINADO O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, afirmou que equipes técnicas das polícias Federal, Rodoviária Federal, da Força Nacional de Segurança e das Forças Armadas permaneciam reuni-

'Pai da web' divulga nota pró Marco Civil im Berners-Lee, criador da World Wide Web há 25 anos, divulgou ontem um comunicado em favor da aprovação do Marco Civil da Internet no Brasil. O texto foi publicado no site da World Wide Web Foundation. Berners-Lee diz que, no aniversário de 25 anos da

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web, pessoas do mundo todo exigem que seus direitos sejam protegidos online. "Se o Marco Civil for aprovado, sem mais adiamentos, este teria o melhor presente de aniversário possível para os usuários da web no Brasil e no mundo". Ainda segundo o

presença do Estado no Complexo da Maré veio para não mais terminar, a exemplo daquilo que houve em outras comunidades do Rio de Janeiro." Cardozo acrescentou que a ação não vai atrapalhar o planejamento de segurança para a Copa do Mundo: "Nós temos um plano para a Copa do Mundo muito bem desenvolvido e muito bem preparado", finalizou o ministro.

comunicado, ele espera que ao aprovar a lei o Brasil possa ajudar a inaugurar uma nova era, onde os direitos dos cidadãos em todo mundo serão protegidos por leis sobre o mundo digital. Para Berners-Lee, o Marco Civil foi construído da mesma forma que a web, por seus usuários, por um processo participativo e que, em sua base define que a internet deve ser aberta, neutra e descentralizada. "Eu espero que com a

aprovação desta lei, o Brasil solidifique sua orgulhosa reputação como um líder mundial na democracia e no progresso social, e ajude a inaugurar uma nova era – na qual os direitos dos cidadãos em todos os países sejam protegidos por leis digitais de direitos". "A lei tem entre seus fundamentos a garantia de direitos humanos como privacidade, cidadania e a preservação da diversidade e do propósito social da Web", completa. (Agências)

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Asdrúbal Bentes: 6º parlamentar sentenciado pelo STF desde 1988. mandato for iniciado, ele terá que ser votado pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) e, se aprovado, segue para o plenário, precisando de 257 votos para a cassação. A votação é aberta. Condenado em 2011, o STF manteve a sentença de 3 anos e 1 mês de prisão, em regime aberto. Condenados ao regime aberto devem cumprir a pena em uma casa do albergado. Como não há este tipo de estabelecimento no sistema penal do Distrito Federal, se optar por cumprir a pena em Brasília, Bentes cumprirá prisão domiciliar, com restrições. O juiz poderá determinar horários para o condenado chegar em casa e proibi-lo de frequentar determinados locais. (Agências)

O físico britânico intercede pelo Marco Civil da internet brasileira.

Alstom: promotor vai pedir ressarcimento. iente de que não tem mais como enquadrar o ex-diretor financeiro da antiga Eletropaulo Henrique Fingermann – pois, ao completar 70 anos, em 2013, ele se viu beneficiado pela prescrição–, o Ministério Público de São Paulo vai pedir à Justiça que ele seja condenado a devolver aos cofres públicos os valores que teria recebido como propina da Alstom – na época, R$ 780 mil. A ação contra ele está em fase de conclusão. Os promotores que investigam a contratação da Alstom no âmbito do projeto Gisel (Grupo Industrial para o Sistema Eletropaulo), em 1998 – governo Mário Covas (PSDB) –, estão convencidos de que Fingermann foi um dos beneficiários e de que a propina foi paga por coligadas da Alstom. Fingermann, que atuou na Eletropaulo entre 1996 e 1998, teria recebido 1,5% do valor do contrato. Os R$ 780 mil teriam sido pagos em espécie, entre 1998 e 2002. A ação civil vai pedir que Fingermann seja condenado à devolução desse montante, atualizado. Os documentos em mãos dos promotores indicam que Fingermann "também atuou

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eleitoras em troca de cirurgias de laqueadura tubária (ligação das trompas). Os fatos correram em 2004, quando o parlamentar era candidato a prefeito do município paraense de Marabá. Segundo a denúncia, as mulheres eram encaminhadas a um hospital, onde eram submetidas a cirurgias, justificadas com documentos falsos. Nos bastidores, integrantes do comando da Câmara admitem que o caso provoca constrangimento ao Legislativo. Alguns parlamentares defendem que ocorra um movimento para pressionar Bentes a renunciar para evitar o desgaste de um processo de cassação para a imagem da instituição. Se o processo de perda de

REUNIÃO A reunião de ontem contou com a presença do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, e do chefe do Estado Maior das Forças Armadas, general José Carlos de Nardi, no Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), no Centro do Rio, para planejar as ações das forças federais após os ataques a policiais e bases da PM em comunidades pacificadas.

Divulgação

Zeca Ribeiro/Agência Câmara

Asdrúbal, o laqueador, nas mãos da Câmara. ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), expediu ontem o mandado de prisão do deputado federal Asdrúbal Bentes (PMDB-PA). O documento será encaminhado à Polícia Federal. Toffoli também enviou ofício ao presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), para informar sobre a condenação definitiva do parlamentar. Após receber o documento, a Câmara deverá abrir o processo de cassação do deputado. Com isso, a cúpula da Casa vai se reunir para decidir sobre a abertura do processo de cassação do peemedebista. A Constituição prevê a perda do mandato em caso de sentença criminal. Ainda não há data para essa reunião. Asdrúbal avalia renunciar ao mandato para não responder ao processo. Segundo sua assessoria, o congressista deve se apresentar ainda hoje à Justiça. Segundo o Ministério Público, Bentes usou a Fundação PMDB Mulher para recrutar

das por volta de 13h para acertar detalhes do planejamento da ação. Segundo ele, a ocupação da região será por tempo indeterminado. "O quanto for necessário para o cumprimento dessa primeira etapa. Os prazos são sempre ajustados conforme a necessidade. A primeira etapa é a ocupação do espaço territorial para que o terreno para a pacificação seja criado. A

SITUAÇÃO As polícias Civil e Militar mantêm a ocupação em quatro favelas do subúrbio desde sexta-feira à noite por tempo indeterminado. No Conjunto de Favelas da Maré, são duas as comunidades ocupadas: Nova Holanda e Parque União. A tropa do Batalhão de Operações Especiais (Bope) fez apreensões de drogas e armas. No Morro do Chapadão, em Costa Barros, a equipe do Batalhão de Choque precisou usar uma retroescavadeira para destruir barricadas montadas pelo tráfico. Um homem foi preso e um menor, apreendido. Além disso, sete motos e oito carros roubados foram recuperados. No alto da comunidade, uma base móvel foi montada pela polícia. De lá, é feito o monitoramento de dez câmeras que vigiam os principais acessos ao morro. A polícia também permanece no Morro do Juramento, em Vicente de Carvalho. No sábado, em uma operação na Favela Pára Pedro, em Colégio, também no subúrbio, dois homens morreram em um confronto. Segundo o comando da Polícia Militar, eles eram criminosos. Quatro pessoas foram detidas e uma delas ficou ferida na troca de tiros. (Agências)

na realização do contrato de financiamento com o banco francês Société Générale". Em fevereiro, Fingermann escapou de processo criminal na Justiça Federal no caso Alstom amparado em um norma básica do Código Penal, artigo 115 – ao completar 70 anos de idade, em setembro de 2013, ele se viu beneficiado pela prescrição. Mas da ação civil ele não vai escapar, dizem os promotores, pois "as provas são contundentes". Além de Fingermann, será apontado como "recebedor de propina" o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado Robson Marinho, ex-chefe da Casa Civil de Mário Covas. O Ministério Público praticamente fechou a investigação civil sobre o caso, pois considera já ter identificado núcleos de investigados com funções diferentes. Um deles teria atuado como "pagador de propinas", o outro como "recebedor". Mas a aão civil só vai ser levada à Justiça quando chegarem da Suíça todos os documentos bancários relativos a Marinho e a outros investigados. O conselheiro é acusado de ter recebido pelo menos US$ 1,1 milhão em uma conta secreta no

Crédit Agricole de Genebra. Em fevereiro, quando o nome de Henrique Fingermann foi excluído da denúncia criminal por causa da prescrição que o beneficiou, a advogada criminal Carla Di Domenico afirmou: "Não há nenhuma prova de qualquer recebimento de valores por parte do sr. Fingermann. Muito pelo contrário, ele sempre trabalhou para obter uma condição melhor no financiamento. Mas o sr. Fingermann, preocupado em alcançar uma condição melhor para a empresa, foi renegociar as cláusulas do contrato." Os promotores avaliam dispor de provas para imputar o papel de "pagadores de propinas" aos executivos Jonio Kaham Foigel, da Cegelec, e Thierry Charles Lopez de Arias, além do lobista Romeu Pinto Junior. Thierry e Jonio são acusados de corrupção ativa e lavagem de dinheiro e Pinto Junior de lavagem de dinheiro. Na investigação civil, o MP deverá incluir no quadro de "pagadores de propinas" o empresário Sabino Indelicato e o lobista Cláudio Mendes – por corrupção ativa e lavagem de dinheiro. (EC)


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Andorra Holdings S.A. CNPJ 08.503.501/0001-00 Sede: Cidade de Deus, Osasco, SP

RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Acionistas,

Colocamo-nos à disposição de V.Sas. para quaisquer esclarecimentos que julgarem necessários. Cidade de Deus, 29 de janeiro de 2014.

Em cumprimento às disposições legais e estatutárias, submetemos à apreciação de V.Sas. as demonstrações contábeis da Andorra Holdings S.A., relativas ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2013, acompanhadas das Notas Explicativas e Relatório dos Auditores Independentes.

Diretoria

BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE DEZEMBRO - Em Milhares de Reais ATIVO

2013

CIRCULANTE ............................................................................................................................................... Caixa e Equivalentes de Caixa (Nota 5)........................................................................................................ Ativos Financeiros - Valor Justo por meio do Resultado (Nota 6) ................................................................. Tributos a Compensar ou a Recuperar (Nota 12d)........................................................................................ Dividendos a Receber (Nota 11a) ................................................................................................................. Créditos Tributários (Nota 12c) ...................................................................................................................... NÃO CIRCULANTE ...................................................................................................................................... Realizável a Longo Prazo ........................................................................................................................... Créditos Tributários (Nota 12c) ...................................................................................................................... Investimentos (Nota 7b) .............................................................................................................................. TOTAL ...........................................................................................................................................................

2012

12.901 6.978 5.483 440 252.500 252.500 265.401

PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO

316.183 77.080 237.812 971 315 5 206.646 26 26 206.620 522.829

2013

2012

CIRCULANTE ............................................................................................................................................... Impostos e Contribuições a Recolher............................................................................................................ Dividendos a Pagar (Nota 8d) ....................................................................................................................... Outras Obrigações ........................................................................................................................................

645 561 84

7.046 6.474 475 97

PATRIMÔNIO LÍQUIDO ................................................................................................................................ Capital Social: - De Domiciliados no País ............................................................................................................................. Reservas de Capital ...................................................................................................................................... Reservas de Lucros (Nota 8c).......................................................................................................................

264.756

515.783

106.430 89.145 69.181

165.000 139.145 211.638

TOTAL ...........................................................................................................................................................

265.401

522.829

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO - Em Milhares de Reais

RECEITAS OPERACIONAIS ........................................................................................................................

DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO EM 31 DE DEZEMBRO - Em Milhares de Reais

Exercícios findos em 31 de dezembro 2013 2012 65.758 58.825

Eventos Saldos em 31.12.2011............................................

Capital Social 120.628

Reservas de Lucros Legal Estatutária 8.182 153.911

Receitas Diversas..........................................................................................................................................

10

16

DESPESAS OPERACIONAIS ......................................................................................................................

(228)

(167)

Aumento de Capital com Reserva de Ágio.............. Lucro Líquido do Exercício ...................................... Destinações: - Reservas.......................................... - Dividendos Propostos (R$ 1,48 por lote de mil ações) ...........................

-

-

-

-

Despesas Tributárias .....................................................................................................................................

(1)

(1)

Saldos em 31.12.2012............................................

165.000

139.145

10.684

200.954

(166)

50.000 (108.570) -

(50.000) -

2.953

(200.954) 55.544

-

-

-

-

106.430

89.145

13.637

55.544

Receitas Financeiras (Nota 9) .......................................................................................................................

19.427

25.627

Resultado de Equivalência Patrimonial (Nota 7a) .........................................................................................

46.321

33.182

IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL (Nota 12a) .................................................................

(6.472)

(8.638)

LUCRO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO...............................................................................................................

59.058

50.020

Número de ações ..........................................................................................................................................

259.170.723

321.379.517

Aumento de Capital com Reserva de Ágio.............. Pagamento de Dividendos com Reserva ................ Redução de Capital ................................................. Lucro Líquido do Exercício ...................................... Destinações: - Reservas.......................................... - Dividendos Propostos (R$ 2,16 por lote de mil ações) ...........................

Lucro Líquido Básico e Diluído por Lote de Mil Ações em R$ ......................................................................

218,53

155,64

Saldos em 31.12.2013............................................

Despesas Gerais e Administrativas (Nota 10)...............................................................................................

(227)

RESULTADO ANTES DA TRIBUTAÇÃO......................................................................................................

65.530

58.658

44.372 -

Reservas de Capital 183.517 (44.372)

2.502

50.020 (49.545) (475)

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO - Em Milhares de Reais

Exercícios findos em 31 de dezembro 2013 2012 65.530 (46.321) (46.321) 19.209 237.812 (4.480) (13) (12.946) 239.582 315 315 (201.429) (108.570) (309.999) (70.102) 77.080 6.978 (70.102)

58.658 (33.182) (33.182) 25.476 (19.340) 1.006 (13) (3.090) 4.039 292 292 (490) (490) 3.841 73.239 77.080 3.841

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO ABRANGENTE - Em Milhares de Reais

Lucro Líquido do Exercício ........................................................................................................................ Total do Resultado Abrangente do Exercício ...........................................................................................

Exercícios findos em 31 de dezembro 2013 2012 59.058 50.020 59.058 50.020

GERAÇÃO DO VALOR ADICIONADO

-

47.043

DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA (PELO MÉTODO INDIRETO) - Em Milhares de Reais

Fluxo de Caixa das Atividades Operacionais: Lucro Líquido/(Prejuízo) antes do Imposto de Renda e Contribuição Social........................................ Ajustes ao Lucro Líquido antes dos Impostos......................................................................................... Resultado de Participações em Controlada ................................................................................................ Lucro Líquido Ajustado .............................................................................................................................. Redução (Aumento) em Aplicações Financeiras......................................................................................... (Redução) Aumento em Tributos a Compensar e Créditos Tributários ........................................................ (Aumento) em Outras Obrigações............................................................................................................... Imposto de Renda e Contribuição Social Pagos/Compensados ................................................................. Caixa Líquido Gerado nas Atividades Operacionais ............................................................................... Fluxo de Caixa das Atividades de Investimentos: Dividendos Recebidos de Controlada ......................................................................................................... Caixa Líquido Utilizado nas Atividades de Investimentos ...................................................................... Fluxo de Caixa das Atividades de Financiamentos: Dividendos Pagos........................................................................................................................................ Redução de Capital ..................................................................................................................................... Caixa Líquido Utilizado nas Atividades de Financiamentos ................................................................... Aumento/(Redução) de Caixa e Equivalentes de Caixa........................................................................... Início do Período............................................................................................................................................ Fim do Período .............................................................................................................................................. Aumento/(Redução) de Caixa e Equivalentes de Caixa...........................................................................

Lucros Acumulados

59.058 (58.497)

44.372 50.020 (44.372) (475) 515.783 (200.954) (108.570) 59.058 -

(561) -

Exercícios findos em 31 de dezembro % 2012

2013

Totais 466.238

1 - RECEITAS ..................................................................................

10

-

16

1.1) Outras Receitas ...................................................................

10

-

16

(561) 264.756

% -

2 - INSUMOS ADQUIRIDOS DE TERCEIROS ................................

(180)

(0,3)

(124)

(0,2)

2.1) Serviços de Terceiros...........................................................

(115)

(0,2)

(124)

(0,2)

2.2) Doações e Patrocínio...........................................................

(65)

(0,1)

3 - VALOR ADICIONADO BRUTO (1-2) ..........................................

(170)

(0,3)

4 - RETENÇÕES ..............................................................................

-

5 - VALOR ADICIONADO LÍQUIDO (3-4)........................................

(108)

-

(170)

(0,2)

-

(0,3)

(108)

(0,2)

6 - VALOR ADICIONADO RECEBIDO EM TRANSFERÊNCIA ......

65.748

100,3

58.809

100,2

6.1) Resultado de Equivalência Patrimonial................................

46.321

70,7

33.182

56,5

6.2) Receitas Financeiras ...........................................................

19.427

29,6

25.627

43,7

7 - VALOR ADICIONADO TOTAL A DISTRIBUIR (5+6)..................

65.578

100,0

58.701

100,0

8 - DISTRIBUIÇÃO DO VALOR ADICIONADO TOTAL...................

65.578

100,0

58.701

100,0

8.1) Impostos, Taxas e Contribuições ..................................... Federais ............................................................................... Estaduais .............................................................................

6.520 6.519 1

9,9 9,9 -

8.681 8.680 1

14,8 14,8 -

8.2) Remuneração de Capitais Próprios ................................. Dividendos ........................................................................... Lucros Retidos .....................................................................

59.058 561 58.497

90,1 0,9 89,2

50.020 475 49.545

85,2 0,8 84,4

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS - Em Milhares de Reais 1) CONTEXTO OPERACIONAL • Passivos Contingentes: de acordo com o CPC 25, o termo “contingente” é utilizado para passivos que não são reconhecidos, pois a sua existência A Andorra Holdings S.A. é uma Companhia que tem por objetivo a administração de bens próprios e participação em outras sociedades, como cotista somente será confirmada pela ocorrência ou não de um ou mais eventos futuros e incertos que não estejam totalmente sob o controle da Administração. ou acionista. A Andorra Holdings S.A. é parte integrante da Organização Bradesco, utilizando-se de seus recursos administrativos e tecnológicos e suas Os passivos contingentes não satisfazem os critérios de reconhecimento, pois são considerados como perdas possíveis, devendo ser apenas divulgados demonstrações contábeis devem ser analisadas neste contexto. em notas explicativas, quando relevantes. As obrigações classificadas como remotas não são provisionadas e nem divulgadas; e A autorização para a emissão destas demonstrações contábeis foi concedida pela Diretoria em 29 de janeiro de 2014. • Obrigações Legais: Provisão para Riscos Fiscais decorrem de processos judiciais, cujo objeto de contestação é sua legalidade ou constitucionalidade que, independentemente da avaliação acerca da probabilidade de sucesso, têm os seus montantes reconhecidos integralmente nas demonstrações contábeis. 2) PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS As principais práticas contábeis aplicadas na preparação destas demonstrações contábeis estão definidas a seguir. Essas práticas foram aplicadas de modo 2.10) Patrimônio líquido consistente nos exercícios apresentados, salvo quando indicado de outra forma. a) Lucro por ação 2.1) Base de preparação e apresentação das demonstrações contábeis As demonstrações contábeis foram preparadas conforme as práticas contábeis adotadas no Brasil emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) e aprovado pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC). Elas foram preparadas considerando o custo histórico como base de valor e ajustadas para refletir a mensuração dos ativos ao seu valor justo, quando aplicável. A preparação de demonstrações contábeis requer o uso de estimativas contábeis e também o exercício de julgamento por parte da Administração da Companhia no processo de aplicação das políticas contábeis, conforme apresentado na Nota 4.

A Companhia apresenta dados de lucro por ação básico e diluído. O lucro por ação básico é calculado dividindo-se lucro líquido atribuível aos acionistas da Companhia pela média ponderada das ações ordinárias durante o ano, excluindo a quantidade média das ações ordinárias adquiridas pela Companhia e mantidas em tesouraria. Não há diferenças entre o lucro básico e diluído, pois não há instrumentos potenciais diluíveis. b) Dividendos a pagar A distribuição de dividendos para os acionistas da Companhia é reconhecida como passivo nas demonstrações contábeis, no período em que a distribuição é aprovada por eles, ou quando da proposição do dividendo mínimo obrigatório previsto no Estatuto da Companhia.

2.2) Moeda funcional e de apresentação 2.11) Reconhecimento da receita Os itens incluídos nas demonstrações contábeis são mensurados utilizando-se a moeda do principal ambiente econômico no qual a Companhia atua, que é A receita compreende o valor justo da contraprestação recebida ou a receber no curso normal das atividades da Companhia. o Real (R$). As demonstrações contábeis estão sendo apresentadas em milhares de reais. A Companhia reconhece a receita quando o seu valor puder ser mensurado com segurança, for provável que benefícios econômicos futuros fluirão para a 2.3) Caixa e equivalentes de caixa Companhia e quando critérios específicos tiverem sido atendidos para cada uma das atividades da Companhia. Caixa e equivalentes de caixa são utilizados para gerenciamento de compromissos de curto prazo. Assim sendo, incluem disponibilidades em moeda Receitas financeiras nacional e fundos de investimento, cujos vencimentos na data da efetiva aplicação são iguais ou inferiores a 90 dias e apresentam risco insignificante de As receitas financeiras abrangem receitas de juros sobre fundos investidos (incluindo ativos financeiros disponíveis para venda), ganhos na alienação de mudança de valor justo, uma vez que são prontamente conversíveis em dinheiro, conforme apresentado na Nota 5. ativos financeiros disponíveis para venda, variações no valor justo de ativos financeiros mensurados pelo valor justo por meio do resultado. Os dividendos 2.4) Ativos financeiros recebidos de investidas são registrados por equivalência patrimonial e reduzem o valor do investimento. A Companhia classifica seus ativos financeiros na categoria mensurados pelo valor justo por meio do resultado. A classificação depende da finalidade para 2.12) Imposto de renda e contribuição social a qual os ativos financeiros foram adquiridos. A Administração determina a classificação de seus ativos financeiros no reconhecimento inicial. A provisão para imposto de renda é constituída à alíquota-base de 15% do lucro tributável, acrescida de adicional de 10%, quando aplicável. A provisão Ativos financeiros mensurados pelo valor justo por meio do resultado para contribuição social é calculada sobre o lucro antes do imposto de renda, considerando a alíquota de 9%. Foram constituídas provisões para os demais Um ativo financeiro é classificado pelo valor justo por meio do resultado caso seja classificado como mantido para negociação. Os custos da transação impostos e contribuições sociais, de acordo com as respectivas legislações vigentes. são reconhecidos no resultado como incorridos. Ativos financeiros registrados pelo valor justo por meio do resultado são mensurados pelo valor justo, e A despesa com imposto de renda é constituída do imposto corrente resultante da aplicação da alíquota adequada ao lucro real do exercício e do imposto mudanças no valor justo desses ativos, os quais levam em consideração qualquer ganho com dividendos, são reconhecidos no resultado do exercício. diferido proveniente de ativos e passivos fiscais diferidos reconhecidos na demonstração do resultado. Ativos financeiros designados como pelo valor justo através do resultado compreendem instrumentos patrimoniais que de outra forma seriam classificados Os créditos tributários sobre adições temporárias serão realizados quando da utilização e/ou reversão das respectivas provisões sobre as quais foram como disponíveis para venda. constituídos. Tais créditos tributários são reconhecidos contabilmente com base nas expectativas atuais de sua realização, considerando os estudos técnicos 2.5) Passivos financeiros e as análises realizadas pela Administração. A Companhia classifica os seus passivos financeiros pelo custo amortizado.Tais passivos são inicialmente registrados pelo seu valor justo e subsequentemente De acordo com a Lei nº 11.941/09, as modificações no critério de reconhecimento de receitas, custos e despesas computadas na apuração do lucro líquido mensurados pelo custo amortizado. do exercício, introduzidas pela Lei nº 11.638/07 e pelos artigos 37 e 38 da Lei nº 11.941/09, não terão efeitos para fins de apuração do lucro real, devendo ser considerados, para fins tributários, os métodos e critérios contábeis vigentes em 31 de dezembro de 2007. Para fins contábeis, os efeitos tributários da 2.6) Determinação do valor justo O valor justo dos ativos financeiros é apurado de acordo com a cotação de preço de mercado disponível na data do balanço. Se não houver cotação de adoção das mencionadas leis e dos CPCs estão registrados nos ativos e passivos diferidos correspondentes. preços de mercado disponível, os valores são estimados com base em cotações de distribuidores, modelos de definições de preços, modelos de cotações 3) GERENCIAMENTO DE RISCOS ou cotações de preços para instrumentos com características semelhantes. A Companhia é parte integrante da Organização Bradesco, sendo que seu gerenciamento de risco é realizado por área técnica especializada da As aplicações em fundos de investimento são avaliadas com base no valor da cota divulgada pelo Administrador do fundo investidor, que reflete o valor de Organização, de maneira corporativa e centralizada, sendo um processo contínuo e evolutivo de mapeamento, desenvolvimento, aferição e diagnóstico mercado dos investimentos que compõem a carteira do respectivo fundo. através de modelos, instrumentos e procedimentos vigentes, exigindo alto grau de disciplina e controle nas análises das operações efetuadas, preservando 2.7) Investimento em controladas a integridade e a independência dos processos. São classificados como controladas as entidades pelas quais a Companhia exerce controle, ou seja, quando detém o poder de exercer a maioria dos direitos Valor justo de ativos e passivos financeiros de voto. Poderá ainda existir controle quando a Companhia possuir, direta ou indiretamente, preponderâncias de gerir as políticas financeiras e operacionais A Companhia aplica o CPC 40 para instrumentos financeiros mensurados no balanço patrimonial pelo valor justo, o que requer divulgação das mensurações de determinadas entidades para obter benefícios em suas atividades, mesmo que a percentagem que detém sobre o seu capital próprio for inferior a 50%. do valor justo pelo nível da seguinte hierarquia de mensuração pelo valor justo: A existência e o efeito de potenciais direitos de voto, que são atualmente exercíveis ou conversíveis, são levados em consideração ao avaliar se a Companhia Nível 1 controla outra entidade. Os investimentos em sociedades controladas são registrados e avaliados pelo método de equivalência patrimonial, sendo que o resultado é classificado Preços cotados (não ajustados) em mercados ativos para ativos e passivos idênticos. como despesa (ou receita) operacional, conforme apresentado na Nota 7. Ágio (Goodwill) l O ágio (ou deságio) é originado no processo de aquisição de controladas, coligadas e joint ventures. O ágio representa o excesso do custo de aquisição em razão da participação da Companhia sobre o valor justo líquido dos ativos e passivos identificáveis adquiridos de uma controlada e coligada na data da aquisição. O ágio originado na aquisição de controladas e coligadas são incluídos no valor dos investimentos. Quando o excesso é negativo (deságio ou compra vantajosa) este é reconhecido imediatamente no resultado como ganho na data de aquisição. O ágio é testado anualmente e sempre que for observado um evento que cause a redução ao valor recuperável, comparando-se o valor presente dos fluxos de caixa futuros esperados de uma unidade geradora de caixa ao valor contábil de seus ativos líquidos, incluindo o ágio atribuível e contabilizado ao custo deduzido das perdas acumuladas por redução ao valor recuperável. Perdas por redução ao valor recuperável de ágio não podem ser revertidas.

Nível 2 Inputs, exceto preços cotados, incluídas no Nível 1, que são observáveis para o ativo ou passivo, diretamente (preços) ou indiretamente (derivado de preços). Nível 3 Premissas, para o ativo ou passivo, que não são baseadas em dados observáveis de mercado (inputs não observáveis). 4) USO DE ESTIMATIVAS E JULGAMENTOS Nas Demonstrações Contábeis foram utilizadas algumas estimativas e julgamentos elaborados a fim de quantificar determinados ativos e passivos. Tais estimativas e julgamentos são continuamente avaliados e baseiam-se em experiência histórica e diversos outros fatores, incluindo expectativas de eventos futuros, considerados razoáveis nas circunstâncias atuais. Determinados ativos, como outros intangíveis e investimentos pelo método da equivalência patrimonial, estão sujeitos à revisão de perda ao valor recuperável (impairment). As despesas com perda ao valor recuperável são registradas quando existem evidências claras de perda ao valor recuperável, ou de não recuperabilidade do custo dos ativos. A avaliação do que constitui perda ao valor recuperável é uma matéria que requer um nível significativo de julgamento.

2.8) Redução ao valor recuperável de ativos (impairment) Os ativos financeiros e não financeiros são avaliados para verificar se há evidência objetiva de que tenha ocorrido uma perda no seu valor recuperável. A evidência objetiva de que os ativos financeiros perderam valor pode incluir o não pagamento ou atraso no pagamento por parte do devedor, indicações de 5) CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA processo de falência ou mesmo, um declínio significativo ou prolongado do valor do ativo. Exercícios findos em 31 de dezembro Uma perda por redução ao valor recuperável (impairment) de um ativo financeiro ou não financeiro é reconhecida no resultado do período se o valor contábil 2013 2012 do ativo ou unidade geradora de caixa exceder o seu valor recuperável. 10 8 Disponibilidades em moeda nacional (1)................................................................................................. 2.9) Provisões, ativos e passivos contingentes e obrigações legais Fundos de investimento financeiros (2)................................................................................................... 6.968 77.072 O reconhecimento, a mensuração e a divulgação das provisões, das contingências ativas e passivas e também das obrigações legais são efetuados de Total de caixa e equivalentes de caixa ................................................................................................ 6.978 77.080 acordo com os critérios definidos pelo CPC 25, sendo: (1) Refere-se a depósito bancário à vista; e • Ativos Contingentes: não são reconhecidos contabilmente, exceto quando a Administração possui controle da situação ou quando há garantias reais (2) Referem-se a aplicações de renda fixa em Fundos de Investimento Financeiros, exclusivos a integrantes da Organização Bradesco ou empresas a ele ou decisões judiciais favoráveis, sobre as quais não caibam mais recursos, caracterizando o ganho como praticamente certo, e pela confirmação da ligadas, que sejam considerados investidores qualificados, administrados pelo Banco Bradesco S.A. capacidade de sua recuperação por recebimento ou compensação com outro passivo exigível. Os ativos contingentes, cuja expectativa de êxito é provável, 6) ATIVOS FINANCEIROS REGISTRADOS PELO VALOR JUSTO POR MEIO DO RESULTADO são divulgados em notas explicativas; • Provisões: são constituídas levando em conta a opinião dos assessores jurídicos, a natureza das ações, a similaridade com processos anteriores, a Ativos Financeiros para Negociação, referem-se a Letras Financeiras, à taxa de 105% do CDI, resgatadas integralmente em 28.10.2013 no montante de complexidade e o posicionamento de tribunais, sempre que a perda for avaliada como provável, o que ocasionaria uma provável saída de recursos para R$ 209.074 (2012 - R$ 237.812). a liquidação das obrigações, e quando os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança; Em 25.2.2013 foram adquiridas Debêntures no montante de R$ 70.000 e resgatadas integralmente em 28.10.2013 pelo montante de R$ 73.715.

7) INVESTIMENTOS a) Os ajustes decorrentes da avaliação pelo método de equivalência patrimonial dos investimentos foram registrados na conta de Resultado de Equivalência Patrimonial e corresponderam, no exercício, a um resultado positivo de R$ 46.321 (2012 - R$ 33.182). b) A composição dos Investimentos está demonstrada a seguir: Exercícios findos em 31 de dezembro Capital social

Patrimônio líquido ajustado

Resultado ajustado

Quantidade de ações possuídas (em milhares)

Participação no capital social - %

Ajuste decorrente de avaliação Empresas ON PN 2013 2012 2013 2012 Veneza Empreendimentos e Participações S.A. ................................ 73.000 188.504 46.321 70.836 100,00 188.504 142.624 46.321 33.182 Ágio - Veneza Empreendimentos e Participações S.A. (1) ................. 63.996 63.996 Total .................................................................................................... 252.500 206.620 46.321 33.182 (1) O ágio está fundamentado na diferença entre o valor de mercado de ativos e o respectivo valor contábil, quando da aquisição da Companhia, em 10 de agosto de 2007. O objeto deste ágio são os imóveis da empresa Veneza Empreendimentos Participações S.A., avaliados em 31/12/2013, pelo valor de mercado de R$ 475.240, conforme laudo/estudo emitido por empresa especializada. Investimentos

8) PATRIMÔNIO LÍQUIDO a) Composição do capital social em ações O capital social, totalmente subscrito e integralizado, é dividido em ações nominativas-escriturais, sem valor nominal.

Ordinárias.............................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................. Total ......................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................

2013 259.170.723 259.170.723

Exercícios findos em 31 de dezembro 2012 321.379.517 321.379.517

Em Assembleia Geral Extraordinária e Ordinária realizada em 30 de abril de 2013, deliberou-se aumentar o Capital Social no valor de R$ 50.000, elevando-o de R$ 165.000 para R$ 215.000, sem emissão de ações, mediante a capitalização de parte do saldo da conta “Reserva de Capital - Ágio na Emissão de t do Artigo 6º do Estatuto Social. Ações”, de acordo com o disposto do Parágrafo Primeiro do Artigo 169 da Lei nº 6.404/76, com a consequente alteração do “caput” Em Assembleia Geral Extraordinária realizada em 28 de outubro de 2013, deliberou-se redução de Capital Social, de R$ 215.000 para R$ 106.430, de conformidade com o disposto no Artigo 173 da Lei nº 6.404/76, em R$ 108.570, com o cancelamento de 62.208.794 ações ordinárias, nominativas-escriturais, sem valor nominal, mediante a restituição em dinheiro aos acionistas, conforme sua participação. b) Reservas de capital A reserva de capital é composta por ágio pago pelos acionistas na subscrição de ações e de incorporações. Tais reservas são utilizadas, principalmente, para aumentar o capital social. continua...


DIÁRIO DO COMÉRCIO

8

terça-feira, 25 de março de 2014

...continuação

Andorra Holdings S.A. CNPJ 08.503.501/0001-00 Sede: Cidade de Deus, Osasco, SP

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS - Em Milhares de Reais b) Remuneração do pessoal-chave da Administração

c) Reservas de lucros Exercícios findos em 31 de dezembro 2013 2012 Reservas de lucros................................................................................................................................ 69.181 211.638 - Reserva legal (1) .................................................................................................................................. 13.637 10.684 - Reserva estatutária (2)......................................................................................................................... 55.544 200.954 (1) Constituída obrigatoriamente à base de 5% do lucro líquido do exercício, até atingir 20% do capital social realizado, ou 30% do capital social, acrescido das reservas de capital. Após esse limite a apropriação não mais se faz obrigatória. A reserva legal somente poderá ser utilizada para aumento de capital ou para compensar prejuízos; e (2) Visando à manutenção de margem operacional compatível com o desenvolvimento das operações ativas da Companhia, pode ser constituída em 100% do lucro líquido remanescente após destinações estatutárias, mediante proposta da Diretoria e deliberada pela Assembleia Geral, sendo o saldo limitado a 95% do Capital Social Integralizado. d) Dividendos Pagamento de dividendos, propostos pela Diretoria que, o mínimo obrigatório do exercício, de 1% (um por cento) do respectivo lucro líquido, ajustado nos termos da Lei societária. A assembleia deliberará sobre a destinação do resultado do exercício. Os cálculos dos dividendos relativos aos exercícios de 2013 e 2012 estão demonstrados a seguir: Exercícios findos em 31 de dezembro 2013 % (1) 2012 % (1) Lucro líquido do exercício ............................................................. 59.058 50.020 Reserva legal.................................................................................... (2.953) (2.502) Base de cálculo .............................................................................. 56.105 47.518 Dividendos mínimos obrigatórios ..................................................... 561 475 Total dos dividendos...................................................................... 1,0 1,0 475 1,0 (1) Percentual dos dividendos sobre a base de cálculo. Durante o exercício de 2013 ocorreram pagamentos de dividendos apurados com base em lucros de exercícios anteriores, no montante de R$ 201.429. 9) RECEITAS FINANCEIRAS Exercícios findos em 31 de dezembro 2013 2012 3.104 6.228 12.606 19.339 3.715 2 60 19.427 25.627

Rendimento de aplicações em fundos de investimento financeiros ........................................................ Rendimento de aplicações em letras financeiras .................................................................................... Rendimento de aplicações em debêntures ............................................................................................. Juros ativos.............................................................................................................................................. Total ........................................................................................................................................................

A empresa é parte integrante da Organização Bradesco e seus administradores são remunerados pelos cargos que ocupam no Banco Bradesco S.A., controlador da Companhia. 12) IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL a) Demonstração do cálculo dos encargos com imposto de renda e contribuição social Exercícios findos em 31 de dezembro 2013 2012 65.530 58.658 (22.280) (19.944)

Resultado antes dos tributos (imposto de renda e contribuição social) ......................................... Encargo total do imposto de renda e contribuição social às alíquotas de 25% e 9%, respectivamente..... Efeito das adições e exclusões no cálculo dos tributos: Participações em controladas, tributadas nas empresas correspondentes ............................................ Benefícios fiscais..................................................................................................................................... Despesas e provisões indedutíveis líquidas de receitas não tributáveis................................................. Imposto de renda e contribuição social do exercício ........................................................................

15.749 81 (22) (6.472)

11.282 24 (8.638)

b) Composição da conta de resultado do imposto de renda e contribuição social Exercícios findos em 31 de dezembro 2013 2012 Impostos correntes: Imposto de renda e contribuição social devidos......................................................................................

(6.441)

(8.633)

Impostos diferidos: Constituição/realização no exercício, sobre adições temporárias........................................................... Imposto de renda e contribuição social do exercício ........................................................................

(31) (6.472)

(5) (8.638)

c) Origem dos créditos tributários de imposto de renda e contribuição social diferidos 2012 Outras provisões .............................................................................. Total dos créditos tributários sobre diferenças temporárias.....

Constituição 31 31

-

Exercícios findos em 31 de dezembro Realização 2013 (31) (31) -

A projeção de realização de crédito tributário é uma de estimativa e não é diretamente relacionada à expectativa de lucros contábeis.

10) DESPESAS GERAIS E ADMINISTRATIVAS Exercícios findos em 31 de dezembro 2013 2012 98 102 17 22 47 42 65 227 166

Editais e publicações............................................................................................................................... Serviços de terceiros............................................................................................................................... Contribuição sindical patronal ................................................................................................................. Doações e patrocínio............................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................ 11) PARTES RELACIONADAS a) As transações com partes relacionadas estão assim representadas:

Exercícios findos em 31 de dezembro 2012 Ativo Receitas (passivo) (despesas)

2013 Ativo (passivo) Caixa e equivalentes de caixa: Banco Bradesco S.A. ....................................................................... Debêntures: Banco Bradesco S.A. ....................................................................... Aplicações em letras financeiras: Banco Bradesco S.A. ....................................................................... Dividendos a receber: Veneza Empreendimentos e Participações S.A. ............................. Dividendos a pagar: Miramar Holdings Ltda. .................................................................... Bradesplan Participações Ltda. .......................................................

Receitas (despesas)

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-

8

d) Tributos a compensar ou a recuperar Os tributos a compensar ou a recuperar no montante de R$ 5.411 (2012 - R$ 971) referem-se a imposto de renda e contribuição social do ano e imposto de renda retido na fonte sobre aplicações. 13) OUTRAS INFORMAÇÕES a) A Companhia, em 31 de dezembro de 2013 e 2012, não possuía operações com Instrumentos Financeiros Derivativos. b) Em 31 de dezembro de 2013 e 2012 não havia processos com riscos fiscais, cíveis e trabalhistas avaliados como perda possíveis de natureza relevantes. c) Não houve eventos subsequentes que requerem ajustes ou divulgações para as demonstrações contábeis encerradas em 31 de dezembro de 2013. d) Em 11 de novembro de 2013, foi publicada a Medida Provisória nº 627 (MP 627/13) que altera a Legislação Tributária Federal sobre IR, CS, PIS e Cofins. A MP 627/13 dispõe sobre:

-

• A revogação do Regime Tributário de Transição (RTT), disciplinando os ajustes decorrentes dos novos métodos e critérios contábeis introduzidos em razão da convergência das normas contábeis brasileiras aos padrões internacionais; e

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3.715

-

-

• A tributação da pessoa jurídica domiciliada no Brasil, com relação ao acréscimo patrimonial decorrente de participação em lucros auferidos no exterior por controladas e coligadas.

-

12.606

237.812

19.339

440

-

315

-

A Andorra Holding aguardará a conversão em Lei da MP 627/13 para uma análise mais profunda e conclusiva. Em uma avaliação preliminar, não haverá impactos relevantes para a Companhia.

(259) (302)

-

(219) (256)

-

A DIRETORIA Jorge Andrade Costa – Contador – CRC 1SP159543/O-0

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Aos Administradores e Acionistas da

internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto.

Andorra Holdings S.A. Osasco - SP

Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.

Examinamos as demonstrações contábeis da Andorra Holdings S.A. (“Companhia”), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2013 Opinião e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. financeira da Andorra Holdings S.A. em 31 de dezembro de 2013, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A Administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas Outros assuntos contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres Demonstração do valor adicionado de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Examinamos também, a demonstração do valor adicionado (DVA), elaborada sob a responsabilidade da Administração da Companhia, para o exercício findo em 31 de dezembro de 2013, que está sendo apresentada como informação suplementar. Essa demonstração foi submetida aos mesmos procedimentos Responsabilidade dos auditores independentes de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, está adequadamente apresentada, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo demonstrações contábeis tomadas em conjunto. com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Osasco, 21 de março de 2014 Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Companhia para planejar os KPMG Auditores Independentes procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles CRC 2SP028567/O-1 F SP

Marco Antonio Pontieri Contador CRC 1SP153569/O-0

Seria um investimento pequeno, mas houve uma inflação irreal. A refinaria era 'caquética' Rafael Schechtman

Petrobras aceita 'calote' da Venezuela

Pasadena, negócio que até poderia ter dado certo.

Documentos da estatal brasileira mostram que empresa brasileira abriu mão de penalidades Ari Versiani/AFP

ocumentos da Petrobras aos quais o jornal O Estado de S.Paulo teve acesso mostram que a empresa brasileira abriu mão de penalidades que exigiriam da Venezuela o pagamento de uma dívida feita pelo Brasil para o projeto e o começo das obras na refinaria Abreu Lima, em Pernambuco. O acordo "de camaradas", segundo fontes da estatal, entre o ex-presidente Lula e o ex-presidente da Venezuela Hugo Chávez deixou o Brasil com a missão de garantir, sozinho, investimentos de quase US$ 20 bilhões, como informou o Estadão de ontem. O acordo previa que a Petrobras teria 60% da Abreu e Lima e a Petróleos de Venezuela SA (PDVSA), 40%. Os aportes de recursos seriam feitos aos poucos e, caso a Venezuela não pagasse a sua parte, a Petrobras poderia fazer o investimento e cobrar a dívida com juros, ou receber em ações da empresa venezuelana, a preços de mercado. Mas essas penalidade só valeriam depois de assinado o contrato definitivo, de acionistas. Elas não chegaram a entrar em vigor. O contrato não foi assinado. Os documentos mostram que a sociedade entre a Petrobras e PDVSA para construção da refinaria nunca foi assinada. Existe hoje só um "contrato de associação", um documento provisório, que só prevê, no caso de formalização futura da sociedade, sanções pelo "calote" venezuelano. Desde 2005, quando esse termo de compromisso foi assinado pelos dois governos,

D

Refinaria Abreu Lima, em Pernambuco: acordp entre Lula e Chávez rendeu rombo de quase US$ 20 bilhões. até o ano passado, a Petrobras tentou receber o dinheiro devido pela PDVSA. Sem sucesso. Em outubro do ano passado, quando o investimento já chegava aos U$ 18 bilhões, a estatal brasileira desistiu. Os venezuelanos não negam a dívida. A PDVSA admite sua condição de devedora. Antes desse documento, ao tratar do fechamento da operação, uma das condições era o depósito, pelas duas empresas, dos recursos equivalentes à sua participação acionária em uma conta no Banco do Brasil – o que o governo da Venezuela nunca fez. Em outro documento obtido pelo Estado, a Petrobras afirma que estariam previstas penalidades para o "descumprimento de dispositivos contra-

tuais". Como nos outros casos, essa previsão não levou a nada, porque as penalidades só seriam válidas quando a estatal venezuelana se tornasse sócia da Abreu e Lima – e isso não ocorreu. CHÁVEZ E LULA – A ideia de construir a refinaria partiu de Chávez, em 2005. A Venezuela precisava de infraestrutura para refinar seu petróleo e distribuí-lo na América do Sul, mas não tinha recursos para bancar tudo sozinha. Lula decidiu bancar a ideia. Mas Caracas nunca apresentou recursos nem garantias para obter um empréstimo e quitar a dívida com a Petrobrás. Em 2011, em visita a Caracas, a presidente Dilma Rousseff tratou o assunto diretamente com Chávez, que pro-

meteu, de novo, solução. O projeto inicial, que era de US$ 2,5 bilhões, já chegava, em outubro de 2013, os US$ 18 bilhões, quando a Petrobras apresentou ao seu Conselho de Administração a proposta de assumir integralmente a refinaria. A estimativa é que o custo total fique em torno de US$ 20 bilhões. Para justificar os novos valores, a empresa cita ajustes cambiais e de contratos, gastos com adequação ambiental e ter ampliado a capacidade de produção de 200 mil para 230 mil barris/dia. Os novos itens e a ampliação da produção explicariam o custo oito vezes maior que o inicial. Procurada para falar sobre o "calote", a Petrobras informou que nada comentará. (Estadão Conteúdo)

compra da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, pela Petrobras poderia ter sido bem sucedida se não houvesse uma "inflação irreal" sobre o valor pago. Especialistas e consultores ouvidos pela reportagem avaliam que a estratégia de adquirir refinarias no exterior era viável em função do mercado internacional de petróleo naquele momento. Entretanto, o negócio fechado pela Petrobras levanta suspeita em função dos valores e das cláusulas controversas para a estatal. A determinação de um retorno mínimo de 6,9% à sócia belga Astra Oil é considerada "incomum" pelos advogados. De acordo com o analista Rafael Schechtman, naquele momento, o País já não tinha capacidade de refino suficiente e produzia um óleo "pesado", típico da Bacia de Campos, com menor valor no mercado internacional. "Ter o refino nos Estados Unidos dava vantagem, pois você agregaria valor ao seu óleo. É o que faz a Venezuela, que tem refinarias e vende combustível no mercado americano, ao invés de exportar seu petróleo bruto", explica o diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE). Segundo ele, a dúvida quanto ao negócio fechado pela Petrobras em Pasadena foi o preço. "Com o preço original da unidade, o risco do negócio seria minimizado. O preço era barato. Seria um investimento

A

pequeno, mas houve uma inflação irreal. A refinaria era 'caquética'." Também pesaram sobre a decisão do negócio as mudanças no cenário internacional de petróleo após a assinatura do contrato. Em 2007, o País anunciou as reservas do Pré-Sal, com óleo leve valorizado no mercado global. Além disso, os Estados Unidos descobriram a tecnologia para explorar o chamado 'shale gas'. "Rapidamente, com abundância do gás, eles deixaram de ser os maiores importadores de petróleo. Isso mudou a estrutura de consumo, e as refinarias deixaram de ser um bom negócio", completa Schechtman. Outra fonte do setor avalia que naquele período a Petrobras vivia um "festival de compras", sobretudo no exterior. "Todo dia era feito um novo anúncio de compra, ainda que não houvesse clareza da estratégia", afirmou o analista, que não quis se identificar. Até 2012, a diretoria Internacional da empresa era chefiada por Jorge Luís Zelada. Ele teria sido indicado pelo PMDB. Antes, o setor estava sob responsabilidade de Nestor Cerveró, também indicado pelo partido e apontado como autor dos acordos sobre Pasadena, em 2006. Na última sextafeira, ele foi demitido pela BR Distribuidora, onde atuava como Diretor Financeiro. A compra de Pasadena é investigada pelo Ministério Público Federal, Tribunal de Contas da União e Polícia Federal. (Estadão Conteúdo)


DIÁRIO DO COMÉRCIO

terça-feira, 25 de março de 2014

9

Bradescard Elo Participações S.A. CNPJ 09.226.818/0001-00 Sede: Cidade de Deus, Osasco, SP

RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Colocamo-nos à disposição de V.Sas. para quaisquer esclarecimentos que julgarem necessários.

Senhores Acionistas, Em cumprimento às disposições legais e estatutárias, submetemos à apreciação de V.Sas. as demonstrações contábeis da Bradescard Elo Participações S.A., relativas ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2013, acompanhadas das Notas Explicativas e do Relatório dos Auditores Independentes.

Osasco, SP, 29 de janeiro de 2014. Diretoria

BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE DEZEMBRO - Em Milhares de Reais ATIVO CIRCULANTE ............................................................................................................................................... Caixa e Equivalentes de Caixa (Nota 5)........................................................................................................ Contas a Receber.......................................................................................................................................... Dividendos a Receber (Nota 9a) ................................................................................................................... Impostos a Compensar ................................................................................................................................. Depósitos Judiciais........................................................................................................................................ NÃO CIRCULANTE ...................................................................................................................................... Investimentos (Nota 6)................................................................................................................................... TOTAL ...........................................................................................................................................................

2013 71.290 56.151 5 14.591 542 1 821.414 821.414 892.704

2012 33.862 349 4 33.503 6 728.046 728.046 761.908

PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO CIRCULANTE ............................................................................................................................................... Impostos a Recolher...................................................................................................................................... Dividendos a Pagar (Nota 9a) ....................................................................................................................... Outras Contas a Pagar .................................................................................................................................. PATRIMÔNIO LÍQUIDO ................................................................................................................................ Capital Social (Nota 7a)................................................................................................................................. Reserva de Lucros (Nota 7b) ........................................................................................................................

2013

TOTAL ...........................................................................................................................................................

2012

2.241 939 1.240 62 890.463 657.155 233.308

768 691 77 761.140 657.155 103.985

892.704

761.908

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO - Em Milhares de Reais 2013 RECEITAS OPERACIONAIS ........................................................................................................................ Receitas Financeiras ..................................................................................................................................... Resultado de Equivalência Patrimonial (Nota 6) ........................................................................................... Outras Receitas Operacionais....................................................................................................................... DESPESAS OPERACIONAIS ...................................................................................................................... Despesas Tributárias ..................................................................................................................................... Despesas Gerais e Administrativas (Nota 8)................................................................................................. RESULTADO ANTES DA TRIBUTAÇÃO SOBRE O LUCRO ...................................................................... IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL.................................................................................... LUCRO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO............................................................................................................... Número de ações .......................................................................................................................................... Lucro Líquido Básico por lote de mil ações em R$ .......................................................................................

DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO DOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO - Em Milhares de Reais

2012

131.946 4.039 127.891 16 121 1 120 131.825 (1.262) 130.563 4.167.605.327 31,33

72.912 34 72.878 226 1 225 72.686 72.686 4.167.605.327 17,44

Capital Social 657.155 657.155 657.155

Eventos Saldos em 31.12.2011..................................................................... Lucro Líquido do Exercício ............................................................... Destinações: - Reservas................................................................... - Dividendos Propostos............................................... Saldos em 31.12.2012..................................................................... Lucro Líquido do Exercício ............................................................... Destinações: - Reservas................................................................... - Dividendos Propostos............................................... Saldos em 31.12.2013.....................................................................

Reserva de Lucros Legal Estatutária 1.615 30.375 3.634 68.361 5.249 98.736 6.528 122.795 11.777 221.531

Lucros Acumulados 72.686 (71.995) (691) 130.563 (129.323) (1.240) -

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA EM 31 DE DEZEMBRO - Em Milhares de Reais

DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO EM 31 DE DEZEMBRO - Em Milhares de Reais

2013 Fluxos de Caixa das Atividades Operacionais Lucro Líquido após o Imposto de Renda e Contribuição Social ............................................................ Ajustes ao Lucro Líquido ........................................................................................................................... Resultado de Equivalência Patrimonial ....................................................................................................... Lucro Líquido Ajustado .............................................................................................................................. Aumento em Outros Ativos/Outras Contas a Receber ................................................................................ Aumento/(Redução) em Outras Obrigações/Outras Contas a Pagar.......................................................... Caixa Líquido Proveniente/Utilizado das Atividades Operacionais ....................................................... Fluxo de Caixa das Atividades de Investimentos: Aquisição de Investimentos ......................................................................................................................... Dividendos Recebidos de Controlada ......................................................................................................... Caixa Líquido Proveniente das Atividades de Investimentos................................................................. Fluxo de Caixa das Atividades de Financiamentos: Dividendos Pagos........................................................................................................................................ Caixa Líquido Proveniente das Atividades de Financiamentos.............................................................. Aumento de Caixa e Equivalentes de Caixa ............................................................................................. Caixa e Equivalentes de Caixa - Início do Exercício ..................................................................................... Caixa e Equivalentes de Caixa - Fim do Exercício........................................................................................ Aumento de Caixa e Equivalentes de Caixa .............................................................................................

2013

2012

%

2012

Totais 689.145 72.686 (691) 761.140 130.563 (1.240) 890.463

%

GERAÇÃO DO VALOR ADICIONADO 130.563 (127.891) (127.891) 2.672 (538) 924 3.058

72.686 (72.878) (72.878) (192) (10) 77 (125)

1 - RECEITAS ..................................................................................

-

699 699

(691) (691) 55.802 349 56.151 55.802

(307) (307) 267 82 349 267

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO ABRANGENTE EM 31 DE DEZEMBRO - Em Milhares de Reais 2013 130.563 130.563

Lucro Líquido do Exercício ........................................................................................................................ Total do Resultado Abrangente .................................................................................................................

2012 72.686 72.686

-

-

(73) (73)

(0,1) (0,1)

(225) (225)

(0,3) (0,3)

3 - VALOR ADICIONADO BRUTO (1-2) ..........................................

(73)

(0,1)

(225)

(0,3)

4 - RETENÇÕES .............................................................................. (100) 53.535 53.435

-

2 - INSUMOS ADQUIRIDOS DE TERCEIROS ................................ 2.1) Serviços de Terceiros...........................................................

-

5 - VALOR ADICIONADO LÍQUIDO (3-4)........................................

-

(73)

-

(0,1)

(225)

(0,3)

6 - VALOR ADICIONADO RECEBIDO EM TRANSFERÊNCIA ...... 6.1) Resultado de Equivalência Patrimonial................................ 6.2) Receitas Financeiras ........................................................... 6.3) Outras Receitas Operacionais .............................................

131.946 127.891 4.039 16

100,1 97,0 3,1 -

72.912 72.878 34 -

100,3 100,3 -

7 - VALOR ADICIONADO TOTAL A DISTRIBUIR (5+6)..................

131.873

100,0

72.687

100,0

8 - DISTRIBUIÇÃO DO VALOR ADICIONADO TOTAL................... 8.1) Impostos, Taxas e Contribuições ..................................... Federais ............................................................................... Estaduais ............................................................................. 8.2) Remuneração de Capitais Próprios ................................. Dividendos ........................................................................... Lucros Retidos .....................................................................

131.873 1.310 1.310 130.563 1.240 129.323

100,0 1,0 1,0 99,0 0,9 98,1

72.687 1 1 72.686 691 71.995

100,0 100,0 1,0 99,0

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS - Em Milhares de Reais 1) CONTEXTO OPERACIONAL critérios de reconhecimento, pois são considerados como perdas possíveis, devendo ser apenas divulgados em notas explicativas, quando relevantes. As A Bradescard Elo Participações S.A. é uma Companhia que tem por objetivo a administração, locação, compra, venda de bens próprios e participação obrigações classificadas como remotas não são provisionadas e nem divulgadas; e em outras sociedades como cotista ou acionista. A Bradescard Elo Participações S.A. é parte integrante da Organização Bradesco, utilizando-se de seus • Obrigações Legais - Provisão para Riscos Fiscais: decorrem de processos judiciais, cujo objeto de contestação é sua legalidade ou constitucionalidade recursos administrativos e tecnológicos e suas demonstrações contábeis devem ser analisadas neste contexto. que, independentemente da avaliação acerca da probabilidade de sucesso, têm os seus montantes reconhecidos integralmente nas demonstrações A autorização para a emissão destas demonstrações contábeis foi concedida pela Diretoria em 29 de janeiro de 2014. contábeis. Não houve registro ou divulgação sobre provisões, ativos contingentes e passivos contingentes. 2) PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS 2.6) Patrimônio líquido As principais práticas contábeis aplicadas na preparação destas demonstrações contábeis estão definidas a seguir. Essas práticas foram aplicadas de modo a) Lucro por ação consistente nos exercícios apresentados, salvo quando indicado de outra forma. A Companhia apresenta dados de lucro por ação básico. O lucro por ação básico é calculado dividindo-se lucro líquido atribuível aos acionistas da Companhia 2.1) Base de preparação e apresentação das demonstrações contábeis pela média ponderada das ações ordinárias durante o ano, excluindo a quantidade média das ações ordinárias adquiridas pela Companhia e mantidas em As demonstrações contábeis foram preparadas conforme as práticas contábeis adotadas no Brasil emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis tesouraria. Não há diferenças entre o lucro básico e diluído, pois não há instrumentos potenciais diluíveis. (CPC) e aprovadas pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC). Elas foram preparadas considerando o custo histórico como base de valor e ajustadas b) Dividendos a pagar para refletir a mensuração dos ativos ao seu valor justo, quando aplicável. A preparação de demonstrações contábeis requer o uso de certas estimativas contábeis e também o exercício de julgamento por parte da Administração da A distribuição de dividendos para os acionistas da Companhia é reconhecida como passivo nas demonstrações contábeis, quando da proposição do dividendo mínimo obrigatório previsto no Estatuto da Companhia. Companhia no processo de aplicação das práticas contábeis, conforme apresentado na Nota 4. A companhia adotou a opção prevista no CPC 36 que dispensa a apresentação de demonstrações contábeis consolidadas quando uma entidade é 2.7) Reconhecimento da receita controlada de outra entidade que divulga demonstrações contábeis consolidadas em CPC ou IFRS, e quando acionistas deliberam pela adoção dessa A receita compreende o valor justo da contraprestação recebida ou a receber no curso normal das atividades da Companhia. opção. Assim sendo, não estão sendo apresentadas demonstrações contábeis consolidadas. A Companhia reconhece a receita quando o seu valor puder ser mensurado com segurança, for provável que benefícios econômicos futuros fluirão para a Companhia e quando critérios específicos são atendidos para cada uma das atividades da Companhia. 2.2) Moeda funcional e de apresentação Os itens incluídos nas demonstrações contábeis são mensurados utilizando-se a moeda do principal ambiente econômico no qual a Companhia atua, que é 2.8) Imposto de renda e contribuição social o Real (R$). As demonstrações estão sendo apresentadas em milhares de reais. A provisão para imposto de renda é constituída à alíquota-base de 15% do lucro tributável, acrescida de adicional de 10%, quando aplicável. A provisão para contribuição social é calculada sobre o lucro antes do imposto de renda, considerando a alíquota de 9%. Foram constituídas provisões para os demais 2.3) Caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa são utilizados para gerenciamento dos compromissos de curto prazo. Assim sendo, incluem disponibilidades em moeda impostos e contribuições sociais, de acordo com as respectivas legislações vigentes. nacional e fundos de investimento, cujos vencimentos na data da efetiva aplicação são iguais ou inferiores a 90 dias e apresentam risco insignificante de A despesa com imposto de renda é constituída do imposto corrente resultante da aplicação da alíquota adequada ao lucro real do exercício e do imposto diferido proveniente de ativos e passivos fiscais diferidos reconhecidos na demonstração do resultado. mudança de valor justo, uma vez que são prontamente conversíveis em dinheiro. 2.4) Investimento em controladas e controladas em conjunto São classificados como controladas as entidades pelas quais a Companhia exerce controle, ou seja: (i) quando detém poder sobre a investida; (ii) estiver exposto a, ou ter direitos sobre, retornos variáveis decorrentes de seu envolvimento com a investida; e (iii) tiver capacidade de utilizar seu poder sobre a investida para afetar o valor de seus retornos. Os investimentos em sociedades controladas são registrados e avaliados pelo método de equivalência patrimonial, sendo que o resultado é classificado como despesa (ou receita) operacional. Entidades controladas em conjunto são aquelas nas quais a Companhia possui controle compartilhado, estabelecido contratualmente e que requer consentimento unânime nas decisões estratégicas e operacionais. Os investimentos em controladas em conjunto são contabilizados por meio da equivalência patrimonial nas demonstrações contábeis. Os dividendos recebidos de investidas são registrados por equivalência patrimonial e reduzem o valor do investimento.

3) GERENCIAMENTO DE RISCOS A Companhia é parte integrante da Organização Bradesco, sendo que seu gerenciamento de risco é realizado por área técnica especializada da Organização, de maneira corporativa e centralizada, sendo um processo contínuo e evolutivo de mapeamento, desenvolvimento, aferição e diagnóstico através de modelos, instrumentos e procedimentos vigentes, exigindo alto grau de disciplina e controle nas análises das operações efetuadas, preservando a integridade e a independência dos processos.

4) USO DE ESTIMATIVAS E JULGAMENTOS Nas Demonstrações Contábeis foram utilizadas algumas estimativas e julgamentos elaborados a fim de quantificar determinados ativos e passivos. Tais estimativas e julgamentos são continuamente avaliados e baseiam-se em experiência histórica e diversos outros fatores, incluindo expectativas de eventos futuros, considerados razoáveis nas circunstâncias atuais. Determinados ativos, como os investimentos pelo método da equivalência patrimonial, estão sujeitos à revisão de perda ao valor recuperável (impairment). 2.5) Provisões, ativos e passivos contingentes e obrigações legais As despesas com perda de valor recuperável são registradas quando existem evidências claras de perda ao valor recuperável, ou de não-recuperabilidade O reconhecimento, a mensuração e a divulgação das provisões, das contingências ativas e passivas e também das obrigações legais são efetuados de do custo dos ativos. A avaliação do que constitui perda de valor recuperável é uma matéria que requer um nível significativo de julgamento. acordo com os critérios definidos pelo CPC 25, sendo: • Ativos Contingentes: não são reconhecidos contabilmente, exceto quando a Administração possui controle da situação ou quando há garantias reais 5) CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA Em 31 de dezembro ou decisões judiciais favoráveis, sobre as quais não caibam mais recursos, caracterizando o ganho como praticamente certo, e pela confirmação da 2013 2012 capacidade de sua recuperação por recebimento ou compensação com outro passivo exigível. Os ativos contingentes, cuja expectativa de êxito é provável, Disponibilidades em moeda nacional (1)....................................................................................................... 10 5 são divulgados nas notas explicativas; 56.141 344 • Provisões: são constituídas levando em conta a opinião dos assessores jurídicos, a natureza das ações, a similaridade com processos anteriores, a Fundos de investimento (2) ........................................................................................................................... 56.151 349 complexidade e o posicionamento de tribunais, sempre que a perda for avaliada como provável, o que ocasionaria uma provável saída de recursos para Total de caixa e equivalentes de caixa ...................................................................................................... (1) Refere-se a depósito bancário à vista; e a liquidação das obrigações, e quando os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança; • Passivos Contingentes: são utilizados para passivos que não são reconhecidos, pois a sua existência somente será confirmada pela ocorrência ou não (2) Referem-se a aplicações de renda fixa em Fundos de Investimento exclusivos a integrantes da Organização Bradesco ou empresas a ela ligadas, que sejam considerados investidores qualificados, administrados pelo Banco Bradesco S.A. de um ou mais eventos futuros e incertos que não estejam totalmente sob o controle da Administração. Os passivos contingentes não satisfazem os 6) INVESTIMENTOS Os ajustes decorrentes da avaliação pelo método de equivalência patrimonial dos investimentos foram registrados na conta de Resultado de Equivalência Patrimonial e corresponderam, no exercício, a um resultado positivo de R$ 127.891 (2012 - R$ 72.878). Em 31 de dezembro

Patrimônio líquido ajustado 374.200 892.643

Capital social 220.822 2.411.107

Empresas Alvorada Administradora de Cartões Ltda. ......................................... Lyra Holdings Ltda. (2)......................................................................... Elo Participações S.A. ........................................................................ Total .................................................................................................... (1) Os ajustes decorrentes de avaliação consideram os resultados apurados pelas Companhias; e (2) Incorporada pela Elo Participações S.A. em agosto de 2013.

Resultado ajustado 15.720 147.858

7) PATRIMÔNIO LÍQUIDO a) Composição do capital social em ações O capital social, totalmente subscrito e integralizado, é dividido em ações nominativas-escriturais, sem valor nominal.

Ordinárias...................................................................................................................................................... Total .............................................................................................................................................................. b) Reservas de lucros

Participação no capital social 100% 50,10%

Investimentos 2013 374.200 447.214 821.414

Ajuste decorrente de avaliação (1) 2013 2012 15.720 35.186 38.227 41.501 73.944 (3.809) 127.891 72.878

2012 358.629 356.689 12.728 728.046

9) TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS a) As transações com partes relacionadas estão assim representadas: Em 31 de dezembro 2013 2012 4.167.605.327 4.167.605.327 4.167.605.327 4.167.605.327

Em 31 de dezembro 2013 2012 Reservas de lucros...................................................................................................................................... 233.308 103.985 Reserva legal (1) ........................................................................................................................................... 11.777 5.249 Reserva estatutária (2).................................................................................................................................. 221.531 98.736 (1) Constituída obrigatoriamente à base de 5% do lucro líquido do exercício, até atingir 20% do capital social realizado, ou 30% do capital social, acrescido das reservas de capital. Após esse limite a apropriação não mais se faz obrigatória. A reserva legal somente poderá ser utilizada para aumento de capital ou para compensar prejuízos; e (2) Visando à manutenção de margem operacional compatível com o desenvolvimento das operações ativas da Companhia, pode ser constituída em 100% do lucro líquido remanescente após destinações estatutárias, mediante proposta da Diretoria, aprovada e deliberada pela Assembleia Geral, sendo o saldo limitado a 95% do Capital Social Integralizado. c) Dividendos a pagar Conforme disposições estatutárias aos acionistas estão assegurados dividendos que correspondam no mínimo a 1% do lucro líquido do exercício, ajustado nos termos da Lei societária. A Assembleia deliberará sobre a destinação do resultado do exercício. Os cálculos dos dividendos relativos aos exercícios de 2013 e 2012 estão demonstrados a seguir: Em 31 de dezembro 2013 % (1) 2012 % (1) Lucro líquido do exercício................................................................. 130.563 72.686 Reserva legal.................................................................................... (6.528) (3.634) Base de cálculo .............................................................................. 124.035 69.052 Dividendos propostos.................................................................... 1.240 1,0 691 1,0 (1) Percentual dos dividendos sobre a base de cálculo. 8) DESPESAS GERAIS E ADMINISTRATIVAS 2013 Serviços de terceiros..................................................................................................................................... Editais e publicações..................................................................................................................................... Contribuição sindical ..................................................................................................................................... Total ..............................................................................................................................................................

Quantidade de ações possuídas (em milhares) ON 220.822 1.205.795

4 69 47 120

Em 31 de dezembro 2012 3 179 43 225

Em 31 de dezembro 2012 Receitas (despesas)

2013 Ativo (passivo) Caixa e equivalentes de caixa: Banco Bradesco S.A. ....................................................................... Dividendos a receber: Alvorada Administradora de Cartões Ltda. ...................................... Elo Participações S.A. ...................................................................... Lyra Holdings.................................................................................... Dividendos a pagar: Banco Bradesco Cartões S.A. .........................................................

Receitas (despesas)

Ativo (passivo)

10

-

5

-

149 14.442 -

-

334 33.169

-

1.240

-

691

-

10) IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL a) Demonstração do cálculo dos encargos com imposto de renda e contribuição social

Resultado antes dos tributos (imposto de renda e contribuição social) ............................................... Encargo total do imposto de renda e contribuição social às alíquotas de 25% e 9%, respectivamente....... Efeito das adições e exclusões no cálculo dos tributos: Participações em controladas, tributadas nas empresas correspondentes .................................................. Outros............................................................................................................................................................ Imposto de renda e contribuição social do exercício ..............................................................................

Exercícios findos em 31 de dezembro 2013 2012 131.825 (44.821) 43.483 76 1.262

-

11) OUTRAS INFORMAÇÕES a) A Companhia, em 31 de dezembro de 2013 e 2012, não possuía operações com Instrumentos Financeiros Derivativos. b) Em 31 de dezembro de 2013 e 2012 não havia processos com riscos fiscais, cíveis e trabalhistas avaliados como perda possíveis ou prováveis de natureza relevantes. c) Em 11 de novembro de 2013, foi publicada a Medida Provisória nº 627 (MP 627/13) que altera a Legislação Tributária Federal sobre IR, CS, PIS e Cofins. Dentre outros assuntos, a MP 627/13 dispõe sobre: • A revogação do Regime Tributário de Transição (RTT), disciplinando os ajustes decorrentes dos novos métodos e critérios contábeis introduzidos em razão da convergência das normas contábeis brasileiras aos padrões internacionais; e • A tributação da pessoa jurídica domiciliada no Brasil, com relação ao acréscimo patrimonial decorrente de participação em lucros auferidos no exterior por controladas e coligadas. A Bradescard Elo Participações S.A. aguardará a conversão em Lei da MP 627/13 para uma análise mais profunda e conclusiva. Em uma avaliação preliminar, não haverá impactos relevantes para a Companhia. d) Não houve outros eventos subsequentes que requereram ajustes ou divulgações para as demonstrações contábeis encerradas em 31 de dezembro de 2013.

A ADMINISTRAÇÃO Jorge Andrade Costa – Contador – CRC 1SP159543/O-0

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Aos Administradores e Acionistas da Bradescard Elo Participações S.A. Osasco - SP Examinamos as demonstrações contábeis da Bradescard Elo Participações S.A. (“Companhia”), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2013 e as respectivas demonstrações do resultado, e o resultado abrangente das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.

também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Bradescard Elo Participações S.A. em 31 de dezembro de 2013, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.

Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas Outros assuntos contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações Demonstrações do valor adicionado contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Examinamos também, as demonstrações do valor adicionado (DVA), elaborada sob a responsabilidade da Administração da Companhia, para o exercício Responsabilidade dos auditores independentes findo em 31 de dezembro de 2013, que estão sendo apresentadas como informações suplementares. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto. planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Osasco, 21 de março de 2014 Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos Marco Antonio Pontieri relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são KPMG Auditores Independentes apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, CRC 2SP028567/O-1 F SP Contador CRC 1SP 153569/O-0


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UM NAVIO DOS EUA NO IRÃ O Irã confirmou informação do jornal The New York Times de que uma maquete em tamanho real de um porta-aviões dos EUA está sendo construída no litoral sul do país. O objetivo, segundo Teerã, é usar a réplica para fins cinematográficos. Analistas dos EUA afirmam que o navio seria usado como alvo num exercício com mísseis. (Folhapress)

SÓ PUTIN NÃO FOI CONVIDADO Líderes do G-8 suspendem a Rússia e cancelam reunião em Sochi após anexação da Crimeia Jerry Lampen/Reuters

Rússia foi suspensa ontem do G-8, grupo que reúne sete das maiores economias do mundo mais a Rússia. A cúpula que seria realizada em junho naquele país, em Sochi, foi cancelada. Outra cúpula, sem a presença do presidente russo, Vladimir Putin, acontecerá em junho em Bruxelas, na Bélgica. A decisão aconteceu em uma reunião de emergência do G-7, convocada pelos Estados Unidos, paralelamente a uma cúpula de segurança nuclear com 52 líderes mundiais em Haia, na Holanda. Depois de algumas sanções econômicas e financeiras, o presidente norte-americano, Barack Obama, foi a Haia com o objetivo de convencer seus colegas a suspender a Rússia e pedir especialmente aos europeus que aumentassem as sanções contra Moscou, como represália à invasão da Ucrânia e à anexação da Crimeia. Em declaração, os líderes do G-7 disseram que "as ações da Rússia terão consequências significativas" e que "as leis internacionais proíbem a aquisição de parte ou totalidade de territórios de outros Estados por coerção ou uso de força". Desde 1998, a Rússia foi convidada a participar das reuniões do G-7, transformando o grupo em G-8. "Neste contexto político, o G8 não existe mais, como formato ou como cúpula", afirmou a chanceler alemã, Angela Merkel, uma das líderes ocidentais com maior trânsito com Putin -

A

Em Haia, Obama (centro) participa de cúpula ao lado do britânico Cameron, da alemã Merkel e dos europeus Van Rompuy e Barroso. Reuters

Putin (à dir.) ficou em Moscou, onde tratou de assuntos domésticos.

Reuters

Tripulantes abandonam navio Konstantin Olshansk na Crimeia

Contando rublos na Crimeia rublo russo se tornou, desde ontem, a principal moeda da Crimeia, a península ucraniana anexada pela Rússia na semana passada, e conviverá com a grivna ucraniana até 1º de janeiro do ano que vem. O primeiro-ministro crimeano, Sergei Axionov, dis-

O

ela fala russo e cresceu na antiga Alemanha Oriental, onde Putin, que fala alemão, viveu vários anos como diretor da KGB. A reunião do G-8 em Sochi era especial para Putin - o presidente russo investiu US$ 52 bilhões no local às margens do Mar Negro para a última Olimpíada de Inverno, no mês passado, que serviu como ícone da reemergência russa no cenário internacional. Presente em Haia para a outra cúpula, o chanceler russo, Sergei Lavrov, tentou dar pouca importância à decisão. "Se nossos parceiros ocidentais acreditam que este formato está esgotado, nós não fazemos questão deste formato. Não será um grande problema se a cúpula não se realizar", disse. Lavrov ainda se reuniu com o chanceler ucraniano, Andrii Deshchytsia, para quem pediu que a Ucrânia anuncie reformas constitucionais para proteger os russos étnicos no país. O encontro marcou a maior aproximação entre os dois ministros desde a queda do presidente ucraniano Viktor Yanukovich. Enquanto as lideranças mundiais expressavam apoio à Ucrânia, mais uma base militar e um navio de guerra na Crimeia eram tomados por tropas russas no território agora anexado à Rússia. O presidente interino da Ucrânia, Oleksander Turchinov, determinou ontem a retirada das tropas ucranianas ainda na Crimeia diante da escalada russa. (Agências) Vasily Fedosenko/Reuters

se que os primeiros pagamentos da Previdência Sociais já serão feitas em rublos a partir de hoje. Há alguns dias muitos hotéis e restaurantes da região cobram seus clientes na moeda russa. Espera-se que a adaptação à nova moeda seja mais problemática para o comércio, que precisa configurar e até trocar as caixas registradoras para poder imprimir as notas em rublos. (EFE)

Comerciantes da Crimeia já cobram em rublo russo

Pena de morte para a Irmandade Tribunal do Egito condena 529 membros do grupo por homicídio e violência Amr Abdallah Dalsh/Reuters

m tribunal do Egito condenou ontem 529 simpatizantes do presidente deposto Mohammed Morsi e da Irmandade Muçulmana à pena de morte por homicídio e ataques a delegacias e prédios públicos. Familiares ficaram em frente ao tribunal gritando depois do veredicto - a maior condenação em massa à pena capital na história moderna do Egito, segundo os advogados. Em protesto, simpatizantes dos réus atearam fogo a uma escola próxima, segundo a TV estatal. Apenas 153 dos condenados estão detidos e os demais são considerados foragidos. A maioria dos acusados foi julgada sem oportunidade de defesa, enquanto 150 pessoas tiveram audiências que duraram apenas dois dias. Dezesseis suspeitos foram absolvidos. "Este é o processo mais rápido, e o número de sentenciados à morte é o maior na história do Judiciário", disse o advogado Nabil Abdel Salam, que defende alguns líderes da Irmandade, inclusive Morsi. Os condenados foram considerados culpados de uma série de ataques a edifícios do governo e a delegacias na província de Minia, no sul do Cairo, em protesto pelo violento despejo policial dos acampamentos dos islamitas na capital egípcia

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em agosto passado. Um desses ataques teve como alvo a sede policial da cidade de Matai, onde foi assassinado o assistente do delegado, o coronel Mustafa Ragab. Os membros da Irmandade ainda foram condenados por tentativa de homicídio, roubo de armas e por incendiar o prédio. Hoje ocorre outro julgamento, com 683 acusados pelos mesmos atos e que podem re-

Irmandade diz que decisão da Justiça pretende intimidar manifestantes às vésperas da candidatura à presidência de Sisi (à esq.)

ceber punições semelhantes. R e aç ã o - A Irmandade Muçulmana, agora na clandestinidade, classificou a decisão de "injusta" e de "novo crime do golpe militar". Um porta-voz do grupo disse à agência E FE que a decisão pretende intimidar os manifestantes diante do iminente anúncio da candidatura do chefe do Exército, Abdel Fattah al Sisi, à presidência. (Agências)


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Minhas crianças não morreram... Como eu posso confiar nesse governo? Parente de passageiros da Malaysia Airlines

Nas profundezas do mar Malásia conclui que avião desparecido há mais de duas semanas caiu no Oceano Índico. Não há sobreviventes. Jason Lee/Reuters

Agora/Folhapress

Jason Lee/Reuters

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das em algum lugar. Como eu posso confiar nesse governo?" O voo MH370 desapareceu dos radares civis menos de uma hora após a decolagem de Kuala Lumpur com destino a Pequim em 8 de março. Por motivos ainda desconhecidos, o avião deu meia-volta e voou milhares de quilômetros na direção oposta. Depois disso não foi confirmado nenhum dado da localização do avião, mas muitos destroços foram encontrados em águas da Austrália, os quais podem ser parte do Boeing desaparecido. Segundo o premiê malaio, novas análises fornecidas pela empresa britânica de satélites Inmarsat indicavam que o voo MH370 "terminou" no sul do Oceano Índico. O fato de o avião estar com o combustível no fim permite concluir que caiu no mar. Nos últimos dias, as buscas haviam se concentrado no Índico, depois que satélites da Austrália, da China e da França avistaram objetos que poderiam ser do Boeing. O anúncio feito ontem acaba com a esperança de haver sobreviventes, mas está longe de esclarecer o mistério do voo MH370, que mobilizou a maior operação multinacional de buscas da história da aviação. Os investigadores já haviam concluído que houve "intervenção humana" no desvio do avião, depois de ficar claro que os sistemas de comunicação foram desligados por alguém a bordo. Ainda não há pistas sobre o que motivou a ação - o mistério só será desvendado se forem encontradas as caixas-pretas, possivelmente com a ajuda de sondas submarinas. (Agências)

China mantém pressão por informações governo da China pediu ontem à Malásia para que lhe ceda "todas as informações e provas" que levaram à conclusão de que o avião da companhia Malaysia Airlines, desaparecido no dia 8 de março, caiu no Oceano Índico. O anúncio foi feito pelo porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Hong Lei, em um breve comunicado divulgado pouco depois de o primeiro-ministro da Malásia, Najib Razak, ter informado em entrevista coletiva que o avião caiu no sul do Oceano Índico e que seus 239 ocupantes morreram, entre eles 153

O Fabian Bimmer/Reuters

s autoridades da Malásia concluíram ontem que o Boeing 777 da Malaysia Airlines - desaparecido há mais de duas semanas com 239 pessoas a bordo - caiu em um ponto remoto do Oceano Índico e não há sobreviventes. Agarrados a um fio de esperança após 16 dias de investigações, parentes dos passageiros receberam a notícia ontem em uma mensagem de texto para telefones celulares. "A Malaysia Airlines lamenta profundamente ter que concluir, além de qualquer dúvida razoável, que o (voo) MH370 foi perdido e que ninguém a bordo sobreviveu", dizia o texto. Cerca de meia hora depois, o primeiro-ministro da Malásia, Najib Razak, foi a público para confirmar o anúncio. A notícia causou uma explosão de desespero e incredulidade entre parentes de passageiros na China, origem de 154 dos 239 a bordo. No hotel de Pequim onde os parentes estavam instalados desde o desaparecimento, houve choro, desmaios e gritos de revolta. Ambulâncias foram ao local para remover pelo menos quatro pessoas que tiveram colapsos nervosos. Outras pessoas atacaram jornalistas. Muitos se recusavam a acreditar na notícia. Nas duas semanas de angústia vivida pelos parentes, a escassez de informações e a série de alarmes falsos produziram uma enorme desconfiança em relação às autoridades da Malásia, além de toda a sorte de especulações. "Eles mataram todos para esconder alguma coisa", gritava uma mulher aos prantos. "Minhas crianças não morreram. Elas devem estar escondi-

Após declaração malaia, reação de parentes dos desaparecidos chineses foi de revolta, choro e desmaios (fotos de cima). Sondas submarinas devem ajudar aviões e navios nas buscas (foto de baixo).

chineses e um taiwanês. Antes do anúncio de Razak, a Malaysia Airlines enviou aos familiares das pessoas que estavam a bordo do Boeing 777 uma mensagem de texto na qual lamentava comunicálos que "nenhum sobreviveu". A China vem pressionando a companhia aérea e a Malásia a dar mais informações aos familiares. Alguns parentes vinham ameaçando fazer greves de fome e protestos em frente à embaixada da Malásia para expressar sua revolta. O jornal oficial do Partido Comunista chinês escreveu em seu microblog que muitas questões ficaram para ser respondidas, inclusive os motivos de o avião ter ido para o Índico e quais são exatamente as novas evidências do satélite. (Agências)

David Fernández/EFE

Mais Dilma, menos Maduro. Venezuelanos exilados nos EUA pedem que Brasil adote posição 'mais firme' contra repressão do governo Gaston De Cardenas/EFE

nquanto chanceleres da União de NaçõesSul-Americanas (Unasul) se preparam para iniciar sua missão de diálogo em Caracas, venezuelanos pressionam a presidente Dilma Rousseff para que condene a repressão aos protestos contra o governo de Nicolás Maduro. Dezenas de venezuelanos exilados nos Estados Unidos realizaram manifestação ontem em frente ao consuladogeral do Brasil em Miami para pedir que Dilma adote uma "posição mais firme" contra a "violação dos direitos humanos na Venezuela". No mês passado, a presidente descartou a hipótese de intervenção na crise política que paralisa a Venezuela, ao afirmar que o Brasil não se manifesta "sobre a situação interna dos países". No entanto, o governo brasileiro apoiou a reunião, convocada pela Venezuela, de chanceleres da Unasul (União das Nações Sul-Americanas) em Caracas para discutir a situação do país. O ministro das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo, viajaria na noite de ontem para participar da missão da Unasul que tentará buscar vias de diálogo no conflito. Conforme uma breve nota do Itamaraty, os chanceleres terão a tarefa de "acompanhar, apoiar e assessorar um diálogo político amplo e construtivo na Venezuela". A Unasul previu que a missão permanecerá em Caracas até amanhã e, segundo chanceler do Equador, Ricardo Patiño, deve estar de acordo com "as orientações do governo da Venezuela", que solicitou o envio. No entanto, a chanceler da

E

MEMÓRIA – Integrantes do movimento Mães da Praça de Maio

participaram de manifestação, ontem, no centro de Buenos Aires, para lembrar o 38º aniversário do golpe militar na Argentina. Milhares de pessoas pertencentes a associações humanitárias, políticas e sociais realizaram a passeata que terminou em torno da Casa Rosada. No entanto, os protagonistas eram os desaparecidos, presentes graças às fotografias que levavam os manifestantes. De acordo com uma pesquisa divulgada pelo jornal Página 12, quase seis em cada dez argentinos dizem hoje que o golpe de Estado "não era justificável", 20% sustentam que "não pode dar opinião" (na maioria jovens que não viveram a ditadura) e 20% declaram que "sim, era justificável".

Colômbia, María Ángela Holguín, e seu colega paraguaio, Eladio Loizaga, pediram ontem em Assunção que a agenda dos ministros da Unasul seja ampliada e inclua "mais partes com as quais conversar". A ministra colombiana considerou que a Unasul deveria conversar com a aliança de partidos opositores Mesa da Unidade Democrática (MUD) e os movimentos estudantis que protestam contra Maduro. No domingo, o secretário da MUD, Ramón Guillermo Aveledo, manifestou certa desconfiança pela Unasul, da qual disse que "é um âmbito dos mais favoráveis que há para o governo" de Maduro. Oposição - Em uma decisão sumária, que não teve apreciação da Justiça do país, o presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Diosdado Cabello, afirmou ontem que a

deputada de oposição María Corina Machado perdeu o seu mandato e está proibida de entrar na Casa. Cabello diz que ela violou dois artigos da Constituição ao aceitar o papel de representante suplente do Panamá e solicitar o direito à palavra em uma sessão da Organização dos Estados Americanos (OEA) na última sexta-feira. O Panamá havia cedido sua cadeira para que a deputada fizesse um relato sobre a situação na Venezuela, que vive intensos protestos desde o início de fevereiro. No Twitter, a deputada negou a cassação. "Senhor Cabello: eu SOU deputada da AN (Assembleia Nacional) enquanto o povo da Venezuela assim o quiser", escreveu após chegar a Lima, no Peru, para um seminário. Ele disse que voltará à Venezuela o

mais cedo possível para continuar a luta contra o governo. Já são 36 os mortos desde 12 de fevereiro devido aos protestos na Venezuela. No domingo uma grávida morreu em Guaicaipuro, no Estado de Miranda, ao receber um tiro. Ontem um sargento da Guarda Nacional Bolivariana foi morto em Mérida enquanto desbloqueava uma via. Câmbio - Estreou ontem no país o novo mercado cambial, chamado Sicad II, que permite aos venezuelanos negociarem dólares legalmente pela primeira vez desde 2010. Economistas disseram que o novo sistema poderá aliviar a demanda reprimida por dólares. No Twitter, o líder opositor Henrique Capriles afirmou que o sistema irá erodir ainda mais a poupança da população, que já sofre com uma inflação de 57%. (Agências)

NBC Chicago/Reuters

Manifestantes venezuelanos protestam em frente ao consulado-geral do Brasil em Miami

VELOCIDADE MÁXIMA – Pelo menos 32 pessoas ficaram

levemente feridas após um trem do metrô de Chicago descarrilar ao chegar à estação do aeroporto internacional de O'Hare por volta das 2h50 locais de ontem (4h50 em Brasília), em um momento de pouco movimento. De acordo com informações da polícia de Chicago, a velocidade do carro de oito vagões era muito veloz, o que fez o veículo perder o controle, ultrapassar as barreiras colocadas na estação, atravessar a plataforma e atingir uma escada rolante que dá acesso ao embarque. Os bombeiros, a polícia e a Autoridade de Trânsito de Chicago (CTA, na sigla em inglês) estão analisando as imagens de segurança e colhendo depoimentos. A hipótese mais provável é de falha humana.


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terça-feira, 25 de março de 2014

As eleições já chegaram na Santa Casa Pela segunda vez em quatro séculos, eleição direta vai definir novo provedor da Irmandade. Candidato José Luiz Egydio Setúbal defende mudança administrativa. Valdir Sanches ela segunda vez em mais de quatro séculos, a Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo decidirá por eleição direta, em 16 abril, quem será seu provedor. Deve-se o fato à candidatura do médico pediatra José Luiz Egydio Setúbal, formado pela Faculdade de Ciências Médicas da própria instituição, e bisneto do provedor de 1917, Antonio de Lacerda Franco. Setúbal concorrerá com o advogado Kalil Rocha Abdalla, que venceu a primeira eleição direta da Santa Casa, em 2008, e, reeleito, é o atual provedor. A eleição ocorre em um momento em que a Santa Casa enfrenta problemas, como uma dívida que cresceu de R$ 70 milhões para R$ 350 milhões, durante a gestão de Ka-

P

Tiago Queiroz/Estadão Conteúdo

lil - e José Luiz considera, da maneira como ela está sendo administrada, impagável. Já Kalil diz que trabalha em um projeto para superá-la. A Santa Casa é o maior hospital filantrópico da América Latina, com 13 unidades hospitalares e 3,5 milhões de pacientes por ano. Administra, além da faculdade de medicina, policlínicas, prontos-socorros e unidades básicas de saúde na Grande São Paulo. Serviços – O candidato Kalil Rocha Abdalla diz que a dívida da Santa Casa aumentou porque, em sua gestão, ampliou muito o número de obras e serviços prestados. Qual seu projeto para sanear a dívida de R$ 350 milhões (que diz ser menor, pouco mais de R$ 300 milhões)? O provedor informa que, no momento, está pedindo para o Governo Federal assumir parte da dívida, porque faz dez anos que a tabela do SUS não é ajustada.

Kalil concentrou todas as dívidas em um único banco, a Caixa Econômica Federal. Paga de juros cerca de R$ 3 milhões por mês. Quer que a Presidência da República assuma a dívida e a transfira para o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). O banco daria uma carência de alguns anos e, depois, seria feito um acordo para o pagamento da dívida em serviço. “O governo me deve dinheiro do SUS e abate do preço.” Kalil nega falta de transparência na gestão de qualquer setor de sua gestão. Diz que mandou imprimir uma revista onde relata “todas as obras feitas, tudo o que foi feito”. Entre as obras destaca a criação do hospital Santa Isabel-2, que, somado ao número 1, resultou em 250 leitos. E a c r i a ç ã o d e b a n h e i ro s n o s quartos do prédio da Santa Casa. Antes, diz, só havia banheiro nos corredores.

Santa Casa de Misericórdia: dívida da instituição subiu de R$ 70 milhões para mais de R$ 300 milhões.

José Luiz Setúbal: "esse paciente foi para a UTI”. Santa Casa é um doente crônico que tem um mesmo médico há vinte anos, que está dando sempre o mesmo remédio. Só que esse paciente foi para a UTI”. Este é o diagnóstico do médico José Luiz Egydio Setúbal. A seguir, trechos da entrevista ao Diário do Comércio.

“A

Diário do Comércio – O senhor e sua família fazem parte da história da Santa Casa. Por que resolveu candidatar-se agora? José Luiz Egydio Setúbal – Minha história pessoal começou em 1966, quando entrei na faculdade. Fiquei sabendo da história da minha

família quando virei irmão remido, em 2006. Meu propósito era ajudar a faculdade, onde estava meu coração como médico. Em 2008 entrei na chapa do dr. Kalil, mas sempre no viés da faculdade. Percebi nesses seis anos que a Santa Casa estava se deteriorando do ponto de vista econômico. DC – Quais problemas o senhor vai ter que enfrentar na Santa Casa? Setúbal – O principal problema é que a Santa Casa, nos últimos seis anos, aumentou a sua dívida significativamente. De 2008 a 2012, passou de R$ 70 milhões para R$ 350 milhões. Se você analisar a receita e a

despesa desses seis anos da administração, vê que as despesas estão sempre acima das receitas. O que é uma perspectiva de impossibilidade de pagamento dessa Divulgação dívida. É isso que nos preocupa.

Porto Alegre, e Eduardo Carneiro, que cuidou da AACD (Associação de Assistência à Criança Deficiente), além de algumas assessorias. Juntos, fizemos algumas análises e eles acham que há boas saídas para tornar a Santa Casa um modelo de gestão e saúde pública no Brasil.

DC – Como o senhor espera superar a situação? Setúbal – É DC – Por que importante a situação chegou ao gente se cercar de ponto em que está? pessoas da maior Setúbal – A Setúbal: novos projetos Santa Casa, em competência. Conversei com várias pessoas toda sua história, até 1988, com problemas parecidos, fazia atendimento gratuito como o (empresário) Jorge para a população mais Gerdau, que fez um trabalho carente. Em 1988, passou a semelhante na Santa Casa de ter o SUS. E as doações que

entravam para ela acabaram. Se você analisar, há anos em que dá um pouquinho de prejuízo, há anos que dá um pequeno superávit. Mais ou menos temos um equilíbrio. O que aconteceu foi um desequilíbrio muito grande nesta gestão. DC – O que aconteceu? Setúbal – O que eu reclamo, na verdade, é da falta de transparência. Nós, da mesa administrativa, não conhecemos os números. Eu vejo três oportunidades claras: uma é captar mais dinheiro da sociedade para uma obra magnífica, que é a Santa Casa. A segunda, melhorar a gestão dos

hospitais privados (administrados pela Santa Casa) para que o resultado seja melhor e reduza o déficit. E a terceira rever toda essa política dos aluguéis, para tentar obter o máximo possível de rendimento deles. DC – O senhor tem uma perspectiva de prazo para recompor a situação? Setúbal – Creio que o processo de recuperação (das finanças da Santa Casa) deva demorar de seis a doze anos. São quatro gestões de provedores (cada mandato tem três anos). Eu me prontifico a ficar seis anos, podendo ser reeleito duas vezes. (VS) Edson Timóteo/Estadão Conteúdo

CANTAREIRA

O .Ó..RBITA

CUMBICA

A

Polícia Federal espera melhorar dentro de 15 dias o serviço de checagem nos passaportes no Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos. A PF diz que a troca de empresas responsável pelo serviço, que acontecerá nos próximos dias, não afetará os passageiros. Na manhã de ontem, o volume de passageiros no desembarque era grande. Algumas pessoas chegaram a reclamar da demora para ter os documentos verificados em Cumbica. O problema atingia principalmente os estrangeiros. Alguns chegaram a ficar mais de 30 minutos na fila da imigração. No último sábado, o embarque internacional sofreu uma sobrecarga no começo da noite. Uma longa fila se formou para entrar na sala de checagem do passaporte. (Folhapress)

governador Geraldo Alckmin voltou a defender ontem o projeto de captação de água na represa Jaguari, no Vale do Paraíba. Ele disse que quem faz transposição do Rio Paraíba do Sul é o Rio de Janeiro. "O que nós queremos não é transposição. Transposição ocorre no Rio de Janeiro. Você retira água do Paraíba e não devolve ao rio", disse Alckmin. "Aqui não tem nenhuma transposição. Nós estamos fazendo a interligação de dois grandes reservatórios", completou. O projeto causou polêmica porque o Jaguari é afluente do Rio Paraíba, que abastece cerca de 11 milhões de pessoas na Região Metropolitana do Rio. O governador do Rio, Sérgio Cabral, ameaça ir à Justiça para impedir a obra. Alckmin nega que a transposição vá impactar o abastecimento de água do Rio. "Cada vez mais as mudanças climáticas estão tornando os ciclos irregulares. Quando tem seca, a seca é muito forte e você pode usar a água reservada. É um ganha-ganha", disse Alckmin. (Estadão Conteúdo)

PM encontrou 30 placas de bronze do Cemitério da Consolação

Grupo preso por furtar peças de bronze de cemitério oliciais militares prenderam, ontem de madrugada, quatro suspeitos de furtar placas de bronze de túmulos do cemitério da Consolação, na região central. Os policiais desconfiaram de dois homens e duas mulheres que empurravam uma carroça na Rua David Bigio, no Bom Retiro. Após a abordagem, os policiais encontraram 30 placas de bronze dentro da carroça. Os suspeitos negaram o furto e disseram que estavam fazendo o transporte das placas para uma pessoa. Segundo a PM, funcionários do Serviço Funerário Municipal de São Paulo identificaram que as placas apreendidas foram retiradas de túmulos do cemitério da Consolação. O caso foi

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registrado 2º Distrito Policial (Bom Retiro). Araçá – Em janeiro deste ano, uma quadrilha foi presa acusada de furtar peças de bronze no cemitério do Araçá, na região do Sumaré, área nobre da zona oeste da capital paulista. Os policiais flagraram quatro homens transportando cerca de 30 peças de bronze para o interior de uma Kombi, estacionada do lado de fora do cemitério. Dois homens foram presos no interior do cemitério. Outros dois tentaram fugir pulando o muro do cemitério, mas foram presos na rua. Uma mulher, escondida no interior de um Meriva estacionado próximo à Kombi, também foi presa. (Folhapress)


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Teatro no Itaú Cultural O Livro, com Eduardo Moscovis, encerra amanhã (26) a Mostra de Teatro que vem ser apresentada no Itaú Cultura. Av. Paulista, 149. 20h. 12 anos. Grátis. (Ingressos meia hora antes, na bilheteria.)

MÚSICA

Na fluência do jazz Adré Domingues

GARGAREJO Seleção dos espetáculos da semana

Tradição e modernidade ois daqueles músicos q u e f a z e m o s i n s t r um e n t o s p a re c e m s e r outros em suas mãos se apresentam em São Paulo nesta semana: o sanfoneiro gaúcho Renato Borghetti e o guitarrista americano John Scofield. O primeiro, toca duas noites no Sesc Santo Amaro, tendo o violonista e compositor Chico Saraiva como convidado, enquanto o segundo é a principal atração do Nublu Jazz Festival, do Sesc Belenzinho, tocando na última noite do evento, logo depois do pianista Jason Moran. Em ambos os casos, além da apurada técnica de execução, o toque pessoal chegou ao próprio desenho dos instrumentos. O virtuose Borghettinho é um dos casos mais interessantes desse artesanato. Formado nos meios de preservação das antigas tradições gaúchas, ele tentou qualificar a antiga sanfona de oito baixos (chamada de “gaita-ponto” no Rio Grande do Sul) para assimilar influências modernas do jazz, do rock e da MPB. Não era uma tarefa fácil, já que essa sanfoninha era feita para tocar numa única tonalidade, enquanto os gêneros contemporâneos costumam exigir o uso de

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todas as 12 notas da escala cromática. A saída foi preparar a instalação de 4 botões adicionais, criando um instrumento versátil e novo, capaz de atar firmemente as pontas da tradição e da modernidade. John Scofield, por seu lado, é um caso menos radical na intervenção física sobre o instrumento, ainda que assine um modelo especial de guitarra semiacústica, feito pela prestigiosa marca Ibanez. Sua originalidade maior está na forma de tocar: melodiosa, elegante, econômica e cheia de saltos melódicos que fogem aos lugares comuns oferecidos pela mecânica da guitarra convencional. Graças a essa abordagem, Scofield consegue manter uma forte identidade pessoal mesmo circulando na batidíssima trilha do fusion. A singularidade de artistas como Renato Borghetti e John Scofield é algo para ser apreciado fundamentalmente no palco. Há na música deles, afinal, traços de uma abordagem artesanal, orgânica, que parece cada vez mais remota entre as soluções padronizadas da moderna tecnologia. Isso youtube nenhum substitui.

Lembrança dos anos 70 uma oportuna coincidência a estreia do show Tudo se Transformou, de Zizi Possi, nessa semana em que os anos do governo militar voltaram a ser debatidos calorosamente. Acontece que o repertório, baseado no disco de mesmo nome, concentra-se no rico cancioneiro da época, trazendo (afora 3 composições mais recentes) Geraldo Vandré, Paulinho da Viola, Gonzaguinha e outros nomes fundamentais. O trabalho nem passa perto de ressuscitar grandes debates políticos e estéticos, mas reflete um profundo respeito da cantora pelas canções desse rico período da MPB – quando a famosa sigla foi criada e consagrada. A despretensão de Zizi, aliás, dá uma bem-vinda leveza ao disco, gravado ao vivo em agosto de 2012. Seu canto valoriza os contornos melódicos, mantendo uma segurança incrível até nos trechos em que arrisca pequenas alterações nas linhas originais, como no começo de Morena dos Olhos d’Água, de Chico Buarque. Sua ênfase nas melodias, porém, costuma ter o efeito

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colateral de deixar em segundo plano, mornas, as interpretações dos textos. Nesse difícil equilíbrio, os melhores momentos acabam sendo duas obras dos anos 80: Filho de Santa Maria, de Itamar Assumpção e Paulo Leminsky, e Meu Mundo e Mais, de Guilherme Arantes. Além de Zizi, destacam-se na programação musical desta semana os shows de Agnaldo Timóteo, Criolo e Lenine. O primeiro canta a obra de Roberto Carlos, reforçando uma nem sempre lembrada afinidade estilística. Criolo, por sua vez, reelabora o último disco, Nó na Orelha, tendo como mote a faixa Duas de Cinco. Já Lenine faz a despedida paulistana do espetáculo intimista Chão, que vem apresentando desde 2011. Chamam a atenção no roteiro, pro fim, dois bons tributos: de um lado, a cantora Marina de la Riva segue homenageando o centenário de Dorival Caymmi; de outro, a Orquestra Jazz Sinfônica se une ao excelente grupo Pau-Brasil para lembrar peças de Heitor Villa-Lobos que transitam entre o popular e o erudito.

Agnaldo Timóteo (foto) Canta Roberto Carlos, part. Claudette Soares Gênero: tributo ao pop real Teatro Sesc Ipiranga - Rua Bom Pastor, 822. Tel.: 3340.2000 Dia 26, às 16h R$ 24 Criolo – Duas de Cinco Gênero: rap-pop-brazuca Teatro Paulo Autran, Sesc Pinheiros – Rua Paes Leme, 195. Tel.: 3095.9400 Dias 28 e 29, às 21h, e 30, às 18h R$ 40 (ingressos esgotados) Jason Moran and the Bandwagon, The John Scofield Überjam Band – Nublu Jazz Festival Gênero: jazz contemporâneo Comedoria Sesc Belenzinho – Rua Padre Adelino, 1000. Tel.: 2076.9700 Dia 29, às 21h R$ 40 (ingresso s es) Lenine – Chão Gênero: black-regional-brazuca intimista Hsbc Brasil – Rua Bragança Paulista, 1281. Tel.: 4003.1212 Dia 29, às 22h R$ 90 – R$ 200 Marina de la Riva Canta Dorival Caymmi Gênero: tributo caliente Sesc São Caetano – Rua Piauí, 554. Tel.: 4223.8800 Dia 27, às 20h R$ 30

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Nossos Sapatos. Teatro Sérgio Cardoso. Rua Rui Barbosa, 153. Quarta (26) e quinta (27). Ás 20h. R$ 20. Tel.: 3288-0136.

Teatro Sesc Santo Amaro – Rua Amador Bueno, 505. Tel.: 5541.4000 Dias 28, às 21h, e 29, às 20h R$ 30 Zizi Possi – Tudo se Transformou Gênero: MPB em maiúsculas Teatro Sesc Vila Mariana – Rua Pelotas, 141. Tel.: 5080.3000 Dias 27, 28 e 29, às 21h, e 30, às 18h R$ 30 (ingressos esgotados) (Cotação AD) Fotos: reprodução

Villa-Lobos na leitura da Jazz Sinfônica

De Andy Warhol a Senna. melhor correr, pois a temporada do espetáculo de dança Nossos Sapatos chega ao fim nesta quinta (27), no Teatro Sérgio Cardoso. A apresentação tem direção de Luiz Fernando Bongiovanni e aborda os cinco estágios do luto. A dança é baseada no livro da psicanalista Elisabeth KüblerRoss, Sobre a Morte e Morrer.

Orquestra Jazz Sinfônica + Pau-Brasil Gênero: tributo a Villa-Lobos Auditório Ibirapuera – Parque do Ibirapuera, portão 3. Tel.: 3629.1075 Dias 28 e 29, às 21h R$ 20 Renato Borghetti, part. Chico Pinheiro Gênero: gauchesco com uma bota no jazz

Pop Art

Senna

Basquiat

Começou ontem, na galeria a Brasserie des Arts (Rua Padre João Manuel, 1231 ), a exposição Andy Warhol – Pop Art , organizada pela Galeria Antic & Modern de Barcelona. A mostra traz 8 serigrafias certificadas e catalogadas.Entre elas, as famosas representações de Mao Tsé Tung e Marylin Monroe.

Vai até 21 de abril, no shopping Villa Lobos, a exposição Ayrton Senna Sempre – 20 anos, que traz objetos que pertenceram ao piloto. A mostra traz inclusive o Lotus que ele dirigiu em 1985, quando conquistou sua primeira vitória na Fórmula 1. Este é apenas um evento dentre as várias homenagens que serão prestadas a Senna.

Hoje, quem não tiver um bom programa na agenda não precisa se preocupar nem em sair do sofá. O canal a cabo Art 1 irá transmitir, nesta terça, o documentário Jean-Michel Basquiat, que retrata a história da carreira do artista de nome homônimo ao filme. Art 1. Hoje, às 23h. Amanhã, às 13h30.

fechar a tampa, o sax retoma a melodia, em seguida improvisa e leva ao final. “Namoralice” (Cesar Machado) tem bela melodia tocada pelo baixo acústico fretless. A guitarra trisca em acordes, enquanto a bateria acentua o ritmo. O tema jazzístico tem ainda um improviso do baixo, seguido por outro da guitarra. O baixo retoma o solo. Lindo. “Solidão a Dois” (Felipe Poli), uma bossa nova com o balanço que marca o gênero, tem melodia a cargo de um duo de guitarra e voz de Poli. Suingue saboroso, que faz o ouvinte balançar o corpo. O baixo fretless de seis cordas en-

gorda a pegada. A bateria segura o tranco. “Duo Número 1” (Giffoni) tem apenas a bateria e o baixo elétrico de Giffoni. Então, cada um em seu momento, enlouquecem em improvisos arrebatadores. Meu Deus! Multi-instrumentista das cordas, Giffoni, mais Poli e Machado, encontram na diversidade sonora o centro para buscarem o norte da música popular instrumental brasileira, uma das melhores e mais ricas do mundo.

CD

Três dos melhores Aquiles Rique Reis uando se fala em contrabaixo acústico, Adriano Giffoni é referência. Com esse instrumento e com os diversos sons que variam de acordo com cada um de seus formatos – de quatro, cinco e seis cordas –, o músico realça sua genialidade a cada solo, a cada improviso. Se por um lado ele é sabidamente um instrumentista virtuoso, por outro sabe-se também, desde principalmente o seu disco anterior Encontro das Raças, que Adriano Giffoni é também um ótimo compositor e arranjador. Pois agora ele lança o disco Melhor de Três ( inde pend ente ),

Q

para o qual convidou dois amigos instrumentistas craques como ele: o guitarrista e violonista Felipe Poli e o baterista Cesar Machado. Igualmente compositores, com músicas gravadas neste álbum. Tudo tem início com Samba de Malandro, de autoria de Adriano Giffoni. O suingue está nas mãos do baterista. A guitarra toca a melodia e logo depois se entrega a um solo cheio de bossa. O baixo elétrico de seis cordas segura as pontas e a todos aproxima com seu som encorpado. A criatividade dos instrumentistas refletese na empolgação servida aos

ouvintes em bandeja de prata. O arranjo – nas onze faixas do CD eles são coletivos – cresce com a sacada de Giffoni de dar apoio a um dos solos da guitarra tocando o baixo em acordes... Supimpa. Tr ê s d a M a n h ã é outro bom samba de Adriano Giffoni. O três começam tocando juntos, pulsando num compasso de samba diferente daquele a que estamos acostumados. O sabor do ritmo é acentuado pela pegada da bateria. O coro come. A guitarra e o

baixo elétrico revezam-se em solos. A bateria, sempre muito segura, contribui para arredondar o som e torná-lo ainda mais saboroso. “Melhor de Três” (Giffoni), como “Três da Manhã”, é um samba em ¾, e tem a participação do sax tenor de Tino Júnior, que se encarrega de puxar o tema. O trio segura a onda. A peteca não cai. A guitarra improvisa por diversos compassos. Logo é o sax que improvisa, seguido por um solo do baixo fretless de seis cordas. Para

Aquiles Rique Reis, músico e vocalista do MPB4.


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Nacho Doce/Reuters

De olho na Copa. Literalmente.

Escale a seleção

Quais jogadores você gostaria de ver representando o Brasil na Copa? Entre no site do Diário do Comércio e escolha 11 titulares. O time formado pelos mais votados será divulgado a partir de 1º de maio.

Imagem registra o olhar de uma jovem usando lentes de contato com a bandeira do Brasil . A novidade foi fotografada em uma rua de São Paulo.

Reuters

www.dcomercio.com.br

Selo pode ser o mais valioso do mundo Raro selo magenta de um centavo da Guiana Britânica datado de 1856 pode alcançar 12 milhões de libras em leilão na Sotheby's, em junho.

A moda de Tóquio O fotógrafo Thomas C. Card encontrou nas ruas mulheres que representam as várias tribos da moda de Tóquio e as fotografou em um estúdio, como celebridades. O resultado virou livro. http://goo.gl/ccgj6N

.C..OPA 2014

.M..EMÓRIA Kai Pfaffenbach/Reuters

Beira-Rio, ainda indefinido. A

s

Pessoas se deitam em uma área de pedestres de Frankfurt, Alemanha, como parte de um projeto artístico em memória das 528 vítimas do campo de concentração de Katzbach.

.T..ECNOLOGIA

Google cria rede para atletas Os atletas brasileiros, assíduos ou ocasionais, têm agora à sua disposição uma ferramenta oferecida pelo Google, o Joga+1, que lhes permite entrar em contato com outras pessoas para combinar a prática de esportes. O serviço, desenvolvido em associação com várias organizações não governamentais, usa outras ferramentas como o

Google Earth e o Google+, para aproximar pessoas que querem praticar o mesmo esporte em locais específicos. O serviço já conta com 20 grupos de praticantes que vão desde adeptos do ciclismo ao lado do Sambódromo do Rio a interessados em jogar uma partida de futebol. O Joga+1 está disponível em português, espanhol e inglês.

menos de três meses do início da Copa do Mundo, o Beira-Rio ainda vive indefinições antes de ter suas obras totalmente concluídas. Em entrevista à Rádio Gaúcha na manhã de ontem, o prefeito de Porto Alegre, José Fortunati (PDT-RS), afirmou que o impasse em relação ao financiamento das estruturas temporárias do estádio pode tirar Porto Alegre do Mundial. Fortunati condicionou a realização dos jogos da Copa em Porto Alegre à aprovação de projeto de lei que concede incentivos fiscais às empresas

privadas que vão bancar as obras das estruturas temporárias. O projeto está parado há quase um mês na Assembleia Legislativa do RS. "Se não for votado, estará definido que não teremos Copa do Mundo em Porto Alegre, porque não teremos como buscar recursos. A prefeitura não vai tirar dinheiro do seu orçamento [para as obras], o Estado também não. Não tem Plano B, nem Plano C, nem Plano Z", destacou o prefeito. "Este é o ponto que representa hoje o gargalo em termos de realização da Copa do Mundo

em Porto Alegre." Ele deu a entender que a situação pode ser definida nesta semana. Em audiência recente, o Ministério Público do Rio Grande do Sul enfatizou que mesmo que o Internacional consiga a aprovação da isenção fiscal, o Estado deverá ser ressarcido após a Copa. Por meio do presidente Giovanni Luigi, o clube negou que pagará as despesas. "As estruturas não são de competência do Inter. E, se não for definido, existe, sim, a possibilidade de não ter Copa em Porto Alegre", disse Luigi. (Estadão Conteúdo)

.A..RTE

Grafiteiros no Morro dos Prazeres

Pachi Pachi Clappy ensina às crianças vários ritmos. Batendo palmas. http://goo.gl/VvEeBM

Museu do WTC abritá em maio Quase 13 anos após os ataques de 11 de setembro de 2001, o museu dedicado aos quase 3 mil mortos nos atentados em Nova York e Washington abrirá em 21 de maio onde ficava o World Trade Center. A abertura do Memorial Nacional 11 de Setembro foi adiada várias vezes por problemas no financiamento e nas obras e danos causados pela supertempestade Sandy em 2012.

.L..ITERATURA Ricardo Moraes/Reuters

.B..RINQUEDO

Clap clap clap

.H..ISTÓRIA

Imagens mostram algumas das obras realizadas pelo projeto "Graffitti Way" na favela do Morro dos Prazeres, no Rio de Janeiro. O projeto é financiado pela empresa francesa do setor de petróleo e gás Total SA e levou artistas conhecidos do graffiti para pintarem paredes de 50 casas ao longo de toda a subida do morro.

Brasileiro leva prêmio infantojuvenil O escritor e ilustrador Roger Mello, 48, venceu o prêmio Hans Christian Andersen na categoria ilustrador. O prêmio é considerado o Nobel da literatura infantojuvenil. O prêmio, atribuído pelo conjunto da obra, será entregue em setembro, durante o Congresso do IBBY (International Board on Books for Young People), na Cidade do México. Na categoria escritor venceu o japonês Nahoko Uehashi. O resultado foi anunciado ontem durante a Feira do Livro Infantil em Bolonha, na Itália.

.L..OTERIAS Concurso 1034 da LOTOFÁCIL

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15 Fernando Salgado / ACSP

O Impostômetro atingiu os R$ 400 bilhões com dez dias de antecedência na comparação com 2013

DIFÍCIL DE ENGOLIR A carga tributária não poupa nem mesmo os itens da cesta básica. Os impostos superaram 30% do valor de alguns dos seus produtos. Impostômetro da Associação C o m e rc i a l d e S ã o Pa u l o (ACSP) registrou R$ 400 bilhões às 19 horas de ontem. Este foi o montante desembolsado por todos os brasileiros para pagar impostos, taxas e contribuições para a União, os estados e os municípios. De 2013 para 2014, o aumento da arrecadação é expressivo. No ano passado, essa mesma marca de R$ 400 bilhões foi alcançada somente no dia 3 de abril. “Como tem sido a tônica nos últimos anos, os tributos continuaram a crescer acima da expansão da atividade econômica, apesar das desonerações realizadas. Isso sugere que a carga tributária segue aumentando”, ressalta Rogério Amato, que preside a ACSP e a Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp).

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Cesta básica O aumento da carga tributária afeta diretamente o cotidiano dos brasileiros uma vez que os impostos incidem sobre todos os bens e serviços adquiridos, sejam estes dispensáveis ou de primeira necessidade, como os alimentos. Ultimamente o aumento dos preços da cesta básica tem preocupado. As recentes altas decorrem da es-

tiagem em várias regiões produtoras, porém, a carga tributária tem sua parcela de culpa. O maior vilão da cesta básica no quesito carga tributária atualmente é a manteiga, que leva embutida em seu preço 33,77% de impostos. Outro produto de primeira necessidade bastante tributado é o açúcar. Do seu preço, 30,60% correspondem a impostos. No caso da carne bovina são 23,99%, para o óleo, 22,79%. Os dados são do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), que abastece o Impostômetro com informações. Localizado na Rua Boa Vista, centro da capital paulista, o Impostômetro estima o valor de tributos que diariamente saem do bolso do cidadão e entram nos cofres públicos. Pelo portal www.impostometro.com.br é possível descobrir o que poderia ser feito pelos governos com todo o dinheiro arrecadado. Por exemplo, com os R$ 400 bilhões arrecadados até então seria possível construir 1,4 milhão de postos de saúde, ou 29 milhões de salas e aula ou 11 milhões de casas populares. No portal também é possível levantar os valores que as populações de cada estado e município brasileiro pagaram em tributos.

Para Afif, nada barra o novo Simples Nacional Marcelo Camargo/Agência Brasil

ministro da Secretaria Especial da Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif Domingos, espera para breve a aprovação na Câmara dos Deputados do projeto de lei complementar que altera o Simples Nacional (PLP 237/12). A votação está marcada para o dia 29 de abril "ou no mais tardar até 6 de maio", segundo Afif, após acordo com o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves. O ministro também revelou a intenção de o governo criar uma espécie de Simples Internacional, voltado aos pequenos exportadores. Afif diz que não há risco político para o PLP 237/12 em meio à tensão entre parte da base aliada do governo, liderada pelo PMDB. "Existe um forte consenso, até porque passou na comissão especial. Não existe uma diferença entre situação e oposição na matéria de micro e pequena empresa, há uma convergência de todas as bancadas", afirmou. Segundo ele, o governo tentará aprovar a elevação em cerca de 20% da faixa de faturamento que hoje forma o teto das empresas inscritas no Simples. O projeto aprovado em uma comissão especial da Câmara, em dezembro, criou a chamada universalização de enquadramento no regime tributário do Simples Nacional. Com isso, as empresas passam a ser enquadradas com base no faturamento e não mais pelo setor de atuação. O teto atual é de R$ 360 mil para as micro empresas e R$ 3,6 milhões para as pequenas empresas. Apesar das mudanças, a comissão não incluiu os 20% de reajuste sugerido pelo ministro, que argumenta ter havido mudanças no perfil de faturamento das empresas

O

sem uma contrapartida para que a faixa de rendimento das empresas fosse alterada. "Hoje tem muita empresa deixando de ser Simples, quando, na verdade, ela teve um aumento vegetativo do seu faturamento", disse Afif. O ministro participou de reunião com o Conselho Temá-

Não existe uma diferença entre situação e oposição na matéria de micro e pequena empresa. Existe consenso. GUILHERME AFIF, MINISTRO DA MICRO E PEQUENA EMPRESA tico da Micro e Pequena Empresa (Compem) da Confederação Nacional da Indústria (CNI), mas evitou se comprometer com a criação de uma faixa de transição, como pede a CNI, para que as empresas com faturamento acima do teto possam cair no regime tradicional de tributação. Simples Internacional – Afif afirmou também que o governo estuda a criação de um Simples Internacional para auxiliar empresas de pequeno

porte a acessar o mercado internacional. "Hoje, infelizmente a globalização é coisa de grande empresa", disse, ao final de reunião com os integrantes do Compem. "A burocracia aduaneira foi feita para a grande estrutura, que tem como arcar com as exigências e as barreiras. É preciso ter sistemas simplificados de aduanas que permitam inclusive ter operadores logísticos voltados para as micro e pequenas empresas", afirmou o ministro. A proposta, de acordo com Afif, é ajudar a indústria de pequeno porte a ter uma contrapartida em relação a estrangeiras que entram no Brasil. Segundo ele, um dos objetivos é reduzir o custo logístico facilitando a entrada de operadores logísticos dispostos a atender as empresas de micro e pequenas com serviços personalizados. "Uma empresa não consegue muitas vezes fechar um contêiner de encomenda, então tem de ter alguém que consiga organizar isso de forma que possa levar para outros países vários produtos e entregar ponto a ponto". A criação do projeto do Simples Internacional depende ainda de mudanças em normas da Receita. Não há prazo para finalizar a proposta. (EC)

Indústria moveleira já lamenta volta do IPI. Preços irão subir. rincipal polo moveleiro do País, as indústrias da serra gaúcha já contam com o aumento do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para 5% a partir de 30 de junho. Em janeiro, a alíquota passou de 3,5% para 4%, como parte de um processo de recomposição gradual do tributo para móveis, laminados e painéis estabelecido pelo governo. O tributo havia sido zerado em 2010, em um pacote de estímulo a vários setores industriais. "A expectativa é que o imposto vai voltar todo. Temos representante atuando junto ao governo, a Abimóvel [associação brasileira do setor], mas está muito difícil e estamos pessimistas", diz Henrique Tecchio, presidente do sindicato da indústria moveleira (Sindimóveis) de Bento Gonçalves, que promove a feira Movelsul, na cidade. O reflexo, segundo ele, será o aumento de preços dos produtos para o consumidor. "Aumenta o custo final", diz Tecchio. Em 2013, o setor já aplicou reajuste ente 6% e 10% nos produtos. O aumento entre 10% e 20% na matéria-prima e o dissídio de 2% a 3% (aumento real, descontado a inflação) foram alguns dos motivos para a alta de preços, segundo o presidente do Sindimóveis de Bento Gonçalves. Postos de Trabalho – S egundo Tecchio, a volta do IPI ao patamar original de 5%, será mais um fator a pressionar para a redução do custo interno. O momento da indústria, agora, é "voltar-se para dentro de casa, para dentro das empresas, para refazer as contas e o planejamento". "Conseguimos segurar os custos até certo ponto. A última medida é a demissão de profissionais até porque temos carência de mão de obra

P

qualificada", diz. E xp or ta çõ es – A indústria moveleira do Rio Grande do Sul também lamenta a queda das exportações para a Argentina, que recuaram 60% desde 2010. A participação das exportações para o país vizinho, que era de 11,8% em 2010 (R$ 24,9 milhões) caiu para 4,6% em 2013 (R$ 9,79 milhões). "Nós últimos dois anos, perdemos entre 40% e 50% dos envios para a Argentina, que era nosso principal mercado de exportação", diz Tecchio.

temos histórico da Copa, mas entendemos que vai movimentar muitos recursos que no pós-Copa deverá ser utilizado. Mais os recursos e possíveis obras com as eleições", afirma Tecchio. Para 2014, o polo moveleiro de Bento Gonçalves estima crescimento de 4% a 5% no faturamento contra expansão de 3% em 2013 e 7,4% obtidos em 2012. Ao todo, as indústrias do setor na região somam 300 empresas e empregam 9.100 traNewton Santos / Hype

A indústria de móveis de Bento Gonçalves espera crescer 5% este ano. Segundo ele, os embargos comerciais e as restrições logísticas são os principais entraves. Copa – Mas a indústria não dá o ano por perdido. A entrada de dinheiro no País com a Copa do Mundo, que acontece entre os meses de junho e julho, e com as eleições, em novembro, são um alento. "Não

balhadores. Em 2013, o faturamento foi de R$ 2,48 bilhões, representando 6% da produção nacional. O polo moveleiro do Paraná (especialmente a região de Arapongas) é o segundo maior do País, concorrendo ainda diretamente com a produção em Minas Gerais e São Paulo. (Folhapress)

Duratex S.A. CNPJ. 97.837.181/0001-47

Companhia Aberta

NIRE 35300154410

FATO RELEVANTE PROPOSTA DE AUMENTO DO CAPITAL SOCIAL MEDIANTE CAPITALIZAÇÃO DE RESERVAS DE LUCROS COM BONIFICAÇÃO EM AÇÕES O Conselho de Administração da DURATEX S.A., em reunião realizada nesta data, deliberou propor, à Assembleia Geral dos Acionistas que será realizada em 22.04.2014, a elevação do capital social mediante capitalização de reservas de lucros com bonificação de 10% em ações, que serão atribuídas aos acionistas na proporção de 1 (uma) ação nova para cada 10 (dez) ações ordinárias que possuírem no final do dia 22.04.2014. As demais condições do aumento de capital e da bonificação em ações encontram-se disponíveis nos websites de relações com investidores da Companhia (www.duratex.com.br/ri), da CVM (www.cvm.gov.br) e da BM&FBOVESPA (www.bmfbovespa.com.br). São Paulo (SP), 21 de março de 2014. DURATEX S.A. Flavio Marassi Donatelli Diretor de Relações com Investidores


16 -.ECONOMIA

DIÁRIO DO COMÉRCIO

terça-feira, 25 de março de 2014


DIÁRIO DO COMÉRCIO

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Há 13 anos estamos negociando essa rodada; não podemos esperar mais 13. Roberto Azevêdo, da OMC.

Rombo recorde nas contas externas O déficit no mês passado, de US$ 7,4 bilhões, não foi coberto pela entrada de investimentos diretos, que ficaram em US$ 4,1 bilhões. Wilson Dias/ABr

o divulgar ontem os cada pela balança comercial, resultados do balan- com déficit de US$ 2,1 bilhões ço de pagamentos de de dólares. A autoridade mofevereiro, o Banco netária projeta a balança coCentral anunciou que piorou mercial com pior resultado sua projeção para o déficit em neste ano, com superávit de transações correntes neste US$ 8 bilhões de dólares, ante ano de US$ 78 bilhões para US$ 10 bilhões calculados anUS$ 80 bilhões, enquanto tes. As contas para as exportamantém a expectativa de en- ções passaram a US$ 253 bitrada de US$ 63 bilhões em in- lhões. Também pesaram nega tiv amen te vestimentos em fevereiro e s t r a ng e i ro s as remessas diretos (IED). de lucros e diAs contas videndos, de de fevereiro U S $ 1 , 3 b icausaram a bilhões de dólares é lhão de dólarevisão: houres e os gasve no mês o superávit previsto tos líquidos rombo recorpara a balança com viagens de de US$ 7,4 comercial neste ano, i n t e r n a c i obilhões, não nais, de US$ coberto pelos ante US$ 10 bilhões 1,3 bilhão. I E D , q u e s oanteriores. Queda Apesar do maram US$ nos preços de resultado de 4,1 bilhões. commodities influiu. f e v e re i ro , o No acumulachefe do Dedo do ano, o partamento déficit chega a US$ 19 bilhões de dólares e, Econômico do Banco Central, nos doze meses encerrados Tulio Maciel, assegura que os em fevereiro, correspondeu a indicadores externos são ro3,67% do Produto Interno Bru- bustos. O déficit de US$ 7,4 bito (PIB). Para março, o BC esti- lhões, ocorreu, conforme exma déficit de US$ 5,8 bilhões e plicou, porque a balança comercial não reagiu como o esUS$ 3,2 bilhões. No mês passado, a conta perado. Mas destacou que corrente brasileira foi prejudi- outros indicadores apresenta-

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Para o chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Tulio Maciel, os indicadores externos permanecem robustos. ram sinais de moderação. “Em particular em viagens internacionais, que mostram recuo na comparação interanual. Além disso, a conta de renda

OMC otimista com rodada Doha diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Roberto Azevêdo, afirmou ontem que "o clima mudou". "No que diz respeito a negociações, a OMC está de volta", disse referindo-se à Conferência de Bali, realizada em dezembro. Agora, segundo ele, é preciso executar o que foi decidido lá e concluir até dezembro um programa de trabalho sobre a conclusão da Rodada Doha. Ele afirmou que tem visitado países para convencer as autoridades sobre o avanço das negociações. Nesse particular, destacou a importância de ter sido recebido pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama. "Não é por acaso. Há interesse norte-americano em avançar", disse. "Há 13 anos que estamos negociando essa rodada, não podemos esperar mais 13". De acordo com o diretorgeral da OMC, a agricultura será “um dos pilares centrais da negociação". “Le va nd o em conta os sinais de urgência e a realidade de cada país, a agricultura provavelmente definirá a ambição em relação a outros setores. É necessário pensar em benefícios para o setor agrícola, mas de uma maneira realizável, para beneficiar outros setores”, comentou. Mercosul – Sobre importações, Azevêdo comentou que é preciso dissociar comércio mundial e importações de uma visão negativa. "Muitas vezes no círculo polí-

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tico o comércio é associado ao desemprego, o que não faz sentido. A soma global em termos de competitividade, eficiência, alocação de recursos de capital é um ganho líquido", afirmou. Segundo ele, "o problema são os 'timings'", pois uma abertura comercial importante "amadurece" com uma rapidez mais baixa do que a ocorrência de eleições. Questionado sobre a negociação comercial entre

e aparentemente a mesma disposição do Brasil. "Tenho certeza de que vão encontrar maneira de fazer com que as negociações avancem." Ele destacou ainda que o Mercosul nunca negociou como grupo na OMC, mas que os quatro países do bloco fazem parte do G20 da OMC "Não vejo como não ter essas articulações, são grupos que viabilizam propostas", comentou. O papel

desses grupos é fundamental. As negociações permitem e demandam esse tipo de articulação." Ele afirmou também que negociações multilaterais “não vão nunca competir com as bilaterais ou regionais". As negociações regionais, segundo ele, servem para estabelecer parâmetros que "inspiram" as multilaterais. "São duas coisas que têm que caminhar juntas", finalizou. (Estadão Conteúdo)

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frentar o forte". Delfim afirmou que para cada 1% do Produto Interno Bruto (PIB) produzido, é movimentado 1% de comércio apenas. "Temos aqui alavanca fantástica para que possamos crescer", complementou. Ele destacou ainda que o câmbio é uma das variáveis "mais importantes", mas "não é tudo". "A forma de pensar que o cambio é tudo é um truque para não discutir um problema fundamental. Nós fizemos uma supervalorização cambial brutal", criticou. "Cada vez que melhora a relação de troca, o ministro da Fazen-

da não resiste à tentação de usar o câmbio para controlar a inflação e valoriza o câmbio", disse, criticando os efeitos da supervalorização realizada para a indústria brasileira. Ao final, ele fez rasgados elogios ao agronegócio brasileiro. “Foi o que se ajustou mais depressa à realidade e i n c o r p o ro u t e c n o l o g i a d e uma maneira dramática. É o setor que demonstrou maior eficiência no Brasil, uma verdadeira joia, devido a uma eficiência muito profunda na relação entre governo e setor agrícola", disse. (E s ta dã o Conteúdo)

rável para as empresas brasileiras e que não há problema de confiança em relação ao Brasil, garante Maciel. A redução na projeção do s a l d o c o m e rc i a l , o c o rre u principalmente por causa do resultado verificado no primeiro bimestre do ano. "Houve uma queda nos preços de commodities agrícolas e minerais desde a projeção anterior. Mas outros elementos também foram considerados", afirmou Maciel. "A conta de petróleo deve ser menos deficitária do que a do ano passado". (Agências)

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Azevêdo: quanto a negociações, "a OMC está de volta". Mercosul e União Europeia, o diretor-geral da OMC afirmou que não se surpreende que os membros tenham dificuldade para "harmonizar posições comerciais", mas disse que o mais importante é a vontade política deles. "Tenho certeza que soluções técnicas são viáveis. Do ponto de vista político não são tão fáceis assim, mas soluções sei que há", afirmou. Segundo ele, há uma "grande vontade política" da parte da União Europeia

262 milhões, decorrentes de US$ 10,5 bilhões em exportações e US$ 10,3 bilhões em importações. Já a conta financeira está positiva em US$ 4,8 bilhões – US$ 23,9 bilhões em entradas e US$ 19,1 bilhões em saídas. Para o BC, os ingressos de IED seguem dentro do esperado e de maneira suficiente para, junto com outras formas de capital – como empréstimos de longo prazo e investimentos em ações e títulos de renda fixa –, cobrir o rombo nas contas externas. O acesso aos mercados externos está favo-

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Antonio Cruz (ABr)

Para Delfim, Brasil é "fechado". ex-ministro da Fazenda, Delfim Netto, afirmou ontem que o comércio exterior é a alavanca mais importante para o desenvolvimento econômico e destacou que o Brasil é hoje um país "muito fechado". "Com o G20 seguramente conseguimos reduzir muito o drama que foi a patifaria da crise financeira de 2008. Ficou claro que juntar as pessoas faz com que se produza resultados muitos melhores, mesmo nas circunstâncias difíceis", comentou. De acordo com ele, o multilateralismo é a "única forma eficiente de o fraco en-

também mostra uma perda de fôlego nas remessas de lucros e dividendos", detalhou. Confiança – O chefe do BC avaliou que as despesas internacionais com serviços ficaram estáveis em fevereiro na comparação com o mesmo mês de 2013, pela média diária. Ele lembrou que o resultado total apresentou aumento devido à diferença nos dias úteis entre um mês e outro. Maciel adiantou ainda que o fluxo cambial de março até o dia 20 está positivo em US$ 5,1 bilhões, sendo que a conta comercial tem saldo de US$

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Argentina: a dura vida sob a inflação. iego Gómez passa apressado pelo mercado, um labirinto frenético de gôndolas num bairro popular de Buenos Aires, distante das avenidas elegantes do centro. Fica pouco tempo, o suficiente para fazer algumas compras modestas. "Meu salário não dá para nada", queixa-se o ferreiro de 58 anos, pai de quatro filhos, que ganha por mês menos que o equivalente a US$ 800. "É injusto o que nós sofremos", continua, referindo-se ao aumento de preços que se seguiu à desvalorização de 19% do peso argentino, em janeiro, que provocou ondas de choque pelos mercados emergentes. A situação de Gómez é comum na Argentina, onde a população lida com uma das inflações mais elevadas do mundo, fertilizando o terreno para a agitação social, incluindo professores em greve e policiais que cruzaram os braços, levando a saques disseminados. "A sociedade é frágil; tudo está por um fio", diz Carlos F. De Angelis, sociólogo especializado em opinião pública d a U n i v e r s idade de Buenos Aires. "A inflação é a maior preocupação." Os argentinos enfrentar a m u m a umento de preços de quase 30% no ano passado, segundo índice publicado por políticos da oposição; para o governo – acusado de manipular dados econômicos no passado –, a inflação foi de 10,9%. Em 2014, esse índice poderia saltar para 45%, de acordo com relatório recente do JPMorgan de Nova York, a p rox i m a n d o - s e d o s 5 6 % anual na Venezuela, o aliado regional que vive em estado de agitação social. Esses aumentos se tornaram uma característica desgastante da vida diária. Um açougue desistiu de afixar tabelas de preços em fevereiro; agora as improvisa: são folhas de papel que os caixas atualizam diariamente. Esposas levam os ex-maridos aos tribunais pedindo aumento nas pensões alimentícias. Empresários lutam com exigências salariais, e os canais jornalísticos mandam os repórteres fazer compras com cem pesos (o equivalente a cerca de US$ 12,70) para avaliar o enfraquecimento do poder aquisitivo da maior cédula em circulação no país. As pessoas reclamam nas ruas sobre o preço de tudo, desde bolos até geladeiras. Proprietários de lanchonetes reclamam que os clientes pedem menos comida. Temendo que o peso caia ainda mais e corroa os lucros, atacadistas e lojistas lutam para estabelecer o preço de artigos importados.

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Índices manipulados "Você não sabe se ganhou ou perdeu", diz Silvio Fernández, de 67 anos, dono de uma pequena loja de materiais de construção. "Mas não vou desistir ainda." A inflação abalou até o setor informal. Numa cidade do norte argentino, a milícia duplicou a tarifa do seu suposto serviço de proteção no ano passado, disse um morador.

O difícil dia-a-dia da população convivendo com um custo de vida que, segundo a oposição, chegou a 30% no ano passado e neste ano pode bater em 45%. Jonathan Gilbert*

depois que os conquistadores espanhóis foram expulsos em 1810. Mais recentemente, a crise financeira de 2001-02 desencadeou agitação política, desvalorização e inflação. Uma década antes, a hiperinflação provocou saques e f o r ç o u o e ntão presidente Raúl Alfonsín a deixar a p re s i d ê n c i a antes do programado. " A s p e ssoas viveram em meio a t a n t o s p r ocessos inflacionários que uma escalada de preços não é apenas econômica, mas s o c i o l óg i c a " , garante o analista político Carlos Germano. Encrenca

Compras no Mercado de San Telmo, no popular bairro boêmio de Buenos Aires: carnes, frutas, verduras, legumes – tudo sobe. Agora, a briga é pelo aumento também dos salários, que não acompanham a inflação.

Fotos Anibal Greco/NYT

Os aumentos de salários enfraqueceram a inflação e estimularam o consumo doméstico, incluindo vendas recordes de automóveis novos no ano passado. Contudo, os salários reais devem cair agora, o que levou um importante opositor do governo a compará-los a "água que escorre pelos dedos". As autoridades estão sendo castigadas pela imprensa, pois raramente tocam no assunto da alta inflação. Durante anos, o instituto nacional de estatísticas publicou um índice considerado pouco confiável, que lhe valeu uma rara reprimenda do Fundo Monetário Internacional. Como parte de uma iniciativa em várias frentes para melhorar a imagem internacional, o governo divulgou recentemente um índice revisado que deixou a inflação em 3,7% somente em janeiro. Cálculos extraoficiais estimam uma porcentagem ainda maior em fevereiro. Com a disparada da inflação, o governo tem pressionado com uma nova rodada de congelamento do preço de produtos como os hortifrutigranjeiros, carnes, enlata-

dos e até mesmo materiais escolares. Outdoors em rodovias e anúncios em pontos de ônibus incentivam a denúncia por telefone de lojas que não respeitem os congelamentos ou aleguem não ter mercadorias em estoque. Em consequência, os comércios são multados ou fechados. "Temos de monitorar os preços. Não se deixem roubar", afirmou a presidente argentina, Cristina Fernández de Kirchner a milhares de militantes reunidos diante do Congresso em março, referindo-se ao que ela e os ministros encaram como um grupinho de empresários vorazes. Na multidão, Lucía Martínez, uma nefrologista de 60 anos, declarou que o aumento dos preços era desproporcional e os comparou a um "golpe velado" contra o governo. Uma organização que apoia o governo distribuiu pôsteres de executivos, tais como o diretor da subsidiária argentina da Royal Dutch Shell, gigante do petróleo, acusando-os de roubo. "Estão brindando com champanhe enquanto o povo se divide", acusa a feirante Sandra Bustos, de 50 anos.

O controle de preços ganhou algum apoio popular. Dois estudantes de engenharia chegaram a criar um aplicativo para celular que permite aos consumidores conferir se os supermercados estão se adequando. Panela de pressão "É bom que possamos ter preços que não são definidos por capricho", diz Patricia Romero, de 30 anos, vendedora de planos de celular, enquanto apanha um pacote de hambúrgueres congelados listado abaixo do preço definido. A rg e n t i n o s d e s i l u d i d o s com o governo, contudo, acreditam que os controles são um sintoma de uma política incapaz de atacar as causas da inflação. "A campanha é inútil", afirma um homem que somente se identificou como José, um contador aposentado, de 77 anos. "É uma regra mais antiga do que o mundo. Se você imprime dinheiro, tem inflação."

A oferta monetária aumentou 25% em 2013, segundo o presidente do Banco Central, financiando o déficit orçamentário governamental. Axel Kicillof, o extravagante ministro da economia de Kirchner que quando professor universitário analisava as teorias econômicas pela óptica marxista, reduziu no passado a correlação entre expansão monetária e inflação, e criticou a visão segundo a qual os governos latino-americanos deveriam usar a taxa da inflação para medir o sucesso econômico. Ele também acusa a imprensa de atiçar o medo de inflação descontrolada. Durante entrevista recente para uma estação de rádio ele afirmou que os jornalistas estavam esperando "soar as trombetas do apocalipse". Há muito tempo a Argentina vem sendo assolada por ciclos de inflação, começando pelos aumentos de preço provocados por influentes comerciantes britânicos logo

M u i t o s a rgentinos sent e m u m a resignação malhumorada em relação aos últimos dois a n o s d o g overno Cristina Kirchner. "Crises são rotina", conform a - s e H u g o Fa h l e r , d e 5 7 anos, que instala condicionadores de ar, enquanto compra queijo no mercado. Fahler diz que cobra agora por seus serviços quase o dobro do que cobrava antes da desvalorização porque o preço de alguns materiais subiu 160%. "Isso me lembra a época de Alfonsín. O próximo governo terá uma bela encrenca nas mãos." O Banco Central aumentou há pouco tempo as taxas de juros para impedir a sangria das reservas em dólares, esperando q u e a m e d i d a t a mbém ajude a controlar a inflação. Porém, o governo parece não ter uma estratégia para enfrentar os aumentos a longo prazo. "No momento, não existe uma estrutura institucional para orientar as expectativas inflacionárias", c o n c o rd a V l a d i m i r Werning, economista do JPMorgan. Para comentaristas, Kirchner foi forçada a adotar medidas às quais se opõem ideologicamente – por exemplo, elevar os juros e desvalorizar a moeda –, para manter a ordem social e proteger o legado de seu modelo político, ainda mais depois que os argentinos deram força a líderes da oposição nas eleições de outubro passado. "O governo quer evitar uma saída desastrosa; estão tentando garantir que as bombas econômicas ou institucionais somente sejam detonadas depois de dez de dezembro de 2015", afirmou Gastón Rossi, ex-vice-ministro da economia do governo Kirchner, referindo-se ao último dia do atual mandato presidencial. Para alguns é uma tarefa impossível. "É uma panela de pressão", afirma Claudia Bonilla, de 54 anos, dona de uma papelaria no centro onde os custos estão crescendo e as vendas, caindo. "Estou com medo de que isso acabe explodindo." *The New York Times


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O super-navio da Vale na Malásia Com a chegada do Berge Everest, o maior navio mineraleiro do mundo, a Vale comemora o início das operações de seu terminal na Ásia. Mohamed Darus bin Hasib/Flyborg Films/Vale

Vale, maior produtora de minério de ferro do mundo, informou ontem que um de seus mega-navios aportou pela primeira vez no terminal marítimo e centro de distribuição Teluk Rubiah, na Malásia, um fato marcante para a estratégia da mineradora de redução de custos. A chegada do navio Berge Everest, da classe Valemax – o maior navio mineraleiro do mundo, com capacidade para 400 mil toneladas –, ao terminal "representa um marco importante para a empresa, que prevê iniciar as operações do centro de distribuição no segundo semestre de 2014", disse a Vale. Em sua viagem inaugural para a Malásia, o navio foi carregado com 382,5 mil toneladas de minério de ferro, que serão armazenados no centro de distribuição para futuros embarques comerciais. Com um investimento total de US$ 1,37 bilhão, o centro de distribuição Teluk Rubiah faz parte da estratégia de negócios da Vale de atender melhor os clientes da Ásia, o principal destino do minério de ferro da companhia, e de reduzir custos logísticos, que respondem por quase 80% das despesas no segmento. "Entendemos que o preço do minério tende a ter volatilidade grande e precisamos ter custo baixo para ser rentável

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A JBS anuncia aumento de vendas para a China JBS deve aumentar em 20% suas vendas para a China em 2014, disse ontem o presidente do Conselho de Administração da maior produtora de carnes do mundo. A demanda por alimentos do gigante asiático continua forte, disse

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A Marfrig acha que pode aumentar preços para o exterior Marfrig, segunda maior processadora de carne bovina do país, vê espaço para mais repasses de preços da carne bovina exportada pelo Brasil, como forma de compensar a forte alta do custo da matéria-prima, disse o presidente executivo da companhia, Sérgio Rial. O preço da arroba bovina no Estado de São Paulo, uma das referências para o mercado brasileiro, acumula forte alta no ano, sendo negociada em valores recordes nominais. "Com este crescimento de classe média, o mundo em desenvolvimento continua demandando. Quer dizer, este crescimento de proteína animal é uma realidade", disse o presidente-executivo, Sérgio Rial, no Global Agribusiness Forum 2014. Ele acrescentou que a crescente demanda sustenta a alta dos preços no mercado internacional. Rial afirmou que vê espaço para um aumento dos preços médios da tonelada de carne exportada pelo Brasil, mas evitou fazer estimativas de quanto. "A indústria até agora tem sido capaz de repassar este aumento (de custo) no mercado internacional por causa da demanda forte", disse. Isso porque, ressaltou ele, o Brasil é o país com mais condições para atender esta crescente demanda, uma vez que a Argentina tem desafios macroeconômicos que afetam sua indústria e os EUA vivem uma situação de oferta mais ajustada, em função da redução de seu rebanho bovino. O executivo disse que o crescimento das exportações não se restringe à Marfrig, mas ao setor como um todo, lembrando que o país exportou 40% a mais de carne neste ano. Ele acredita que, no mercado interno, os níveis de preços devem ficar perto da estabilidade e vê uma demanda renovada por cortes especiais neste ano, em função da Copa do Mundo. (Reuters)

A O Berge Everest, da classe Valemax, de 400 mil toneladas, atracou ontem em Teluk Rubiah, na Malásia.

mesmo em períodos em que o preço se reduz. Falar em redução de custo, em controle de custos na atividade, é falar em custos logísticos", disse diretor-executivo de Ferrosos e Estratégia da Vale, José Carlos Martins. Martins lembrou que o Brasil está distante dos mercados de minério da Ásia, enquanto os principais concorrentes da Vale, na Austrália, estão mais próximos e têm menores custos logísticos. Enquanto a distância média da mina da Vale até o porto, considerando todos os sistemas, é de 700 km, a dos concorrentes não chega a 400

Joesley Batista a jornalistas durante o Global Agribusiness Forum, em São Paulo. "Esta desaceleração que a China promove, isso às vezes pega primeiro na área de construção e infraestrutura. Na área alimentar, a gente está falando da inclusão social na China, e isso cresce a passos largos", afirmou ele. As vendas para a China da JBS somaram cerca de US$ 2

km. Além dessa vantagem, os competidores da companhia brasileira estão a cerca de dez dias de viagem marítima até a Ásia, contra pelo menos 40 dias no caso do Brasil. "Então, a estratégia da Vale busca reduzir essa vantagem competitiva, principalmente com escala, não somente na mina, mas também com escala de navios – quanto maiores os navios, menores serão os custos operacionais", disse o executivo. As instalações no centro de distribuição são compostas de um porto de águas profundas e um pátio de estocagem, onde diferentes tipos de minério

de ferro podem ser misturados e customizados de acordo com as necessidades das siderúrgicas. Quando concluída, a primeira fase do centro de distribuição da Malásia terá uma capacidade de 30 milhões de toneladas de minério de ferro por ano, volume que representa um bom mês de todas as exportações mensais do Brasil. "Distância é tempo... então estamos levando o nosso minério mais para próximo do cliente, para isso precisamos do centro de distribuição como este que estamos inaugurando na Malásia. E precisamos de uma frota de navios,

bilhões em 2013, de um total de exportações de aproximadamente US$ 10 bilhões, segundo Batista. A JBS vende para a China carne bovina a partir das unidades na Austrália e Estados Unidos – a divisão dos EUA também exporta carne suína e de frango para os chineses. Das unidades do Brasil, a JBS exporta carne de frango e suína. "A China é o país que mais aumenta compra de

proteína, está aumentando em ritmo muito acelerado", declarou, destacando o potencial de crescimento em um mercado com consumo relativamente baixo. No caso da carne bovina, por exemplo, o consumo per capita da China está em 7 kg ao ano – no Brasil, a título de comparação, o consumo por pessoa é de 35-40 kg/ano. "Pela experiência que tivemos ao longo dos anos,

que funciona como um estoque flutuante. Basicamente, esta é a estratégia da Vale, é muito simples", disse. A propósito da frota de navios gigantes, a Vale observou que, até fevereiro de 2014, os Valemax realizaram 170 operações de descarga em dez diferentes portos ao redor do mundo, além das duas estações de transferência de minério nas Filipinas. A Vale já exportou cerca de 56 milhões de toneladas de minério de ferro por meio desses navios. Atualmente, 30 navios Valemax (próprios e afretados) estão em operação. (Reuters)

na medida em que os países vão ganhando renda, vão comprando produtos de maior valor agregado", disse Batista, citando a Rússia, para onde a empresa vendia antes somente cortes de segunda e terceira. Para a China, no passado, a JBS só vendia vísceras brancas, e atualmente já vende carne bovina de segunda e até de primeira, afirmou o chairman da companhia. (Reuters)


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Contabilidade criativa rebaixa nota Standard & Poor's reduz avaliação, mas Brasil permanece no ranking do "grau de investimento", ou seja, sem risco de calote. Standard & Poor's (S&P) rebaixou o rating da dívida de longo prazo em moeda estrangeira do Brasil para BBB-, de BBB. Apesar disso, a nota do país continua no chamado grau do investimento ou seja, de mercado considerado seguro para investir. Mas está no menor nível dentro desse patamar, segundo os critérios de análise da agência. O Ministério da Fazenda criticou a decisão, afirmando que é "inconsistente" com as condições da economia e "contraditória com a solidez e os fundamentos". Segundo o ministério, o Brasil cresceu 17,8% no período da crise iniciada em 2008. A S&P insurgiu-se particularmente contra a "contabilidade criativa". Segundo ela, "o rebaixamento reflete a combinação de derrapagem fiscal, a perspectiva de que a execução fiscal permanecerá fraca, em meio a um crescimento moderado nos próximos anos, uma capacidade limitada para ajustar a política antes da eleição presidencial de outubro e um certo enfraquecimento das contas externas do Brasil. A perspectiva de crescimento lento reflete tanto fatores cíclicos como estruturais, incluindo o investimento como parcela do PIB de apenas 18% em 2013 e uma desaceleração do crescimento da

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força de trabalho. Combinados, esses fatores destacam o espaço diminuído do governo para manobrar em face de choques externos" O relatório também diz que "a deterioração fiscal do Brasil ao longo de vários anos inclui déficits bastante mais altos, como resultado de um superávit fiscal menor e de atividades extraorçamentárias correntes. A credibilidade da conduta da política fiscal enfraqueceu sistematicamente, à medida que o governo isentou vários itens de receita e de gastos da meta fiscal, além de rebaixar a própria meta ao longo do tempo. O uso persistente de bancos estatais, financiados por recursos 'por baixo do pano' do Tesouro, também m i n o u a c re d i b i l i d a d e e a transparência da política. A execução fiscal, tal como a de 2013, tornou-se mais dependente da entrada de receitas não correntes, e de ajustes no momento da liberação de recursos para cumprir metas fiscais oficiais". A agência segue dizendo que "a implementação das medidas recentemente anunciadas para gerir perdas no setor elétrico, com uma elevação limitada das tarifas da eletricidade em ano eleitoral, pode ser um desafio. Enquanto essas medidas estão em linha com o histórico recente de atividade quase fiscal, o governo

parece estar reduzindo o ritmo da concessão de crédito pelos bancos estatais, e com isso o financiamento 'por baixo do pano' para eles por parte do Tesouro; se isso permanecer nos trilhos, ao longo do tempo deverá ser positivo para o rating. Contudo, outros riscos fiscais negativos derivam do desempenho dos governos estaduais e municipais e de uma decisão iminente do Supremo Tribunal sobre contas de poupança". Previsível - De acordo André Perfeito, economista-chefe da Gradual Investimentos, o rebaixamento não foi uma surpresa. "Investidores já esperavam que isso ocorresse em algum momento, o que, de certa forma, já vinha sendo embutido nos preços dos ativos brasileiros [como ações e juros]." Ainda na avaliação de Perfeito, a mudança da nota mostra a desconfiança da agência de risco na capacidade do governo de cumprir o que tem prometido na área fiscal e, principalmente, as políticas conflitantes na área econômica. Mas o economista ressalta um aspecto considerado positivo no anúncio da S&P: o fato de que a perspectiva para a nota do país, agora, passou de "negativa" para "neutra". "Isso quer dizer que o Brasil tem cerca de um ano, tempo em que a agência costuma reava-

liar as notas, para mostrar que consegue fazer os ajustes de que precisa." Apesar das críticas aos erros das agência de risco na crise econômica mundial, essas avaliações ainda servem de parâmetro para grande parte do mercado internacional. O grau de investimento é uma condição atribuída por agências internacionais de classificação de risco a papéis, empresas ou países para definir que se trata de um investimento seguro -ou seja, com baixo risco de calote. As três agências risco de maior visibilidade no mundo são a Standard & Poor's, a Moody's e a Fitch Ratings. As empresas de avaliação de risco são contratadas para fazer essa análise, que é uma opinião. Apesar disso, argumentam que, mesmo sendo atribuída mediante encomenda de agentes financeiros, a nota de risco é uma avaliação independente e confiável porque afeta a credibilidade da própria agência. Vale destacar, porém, que, na quebra do mercado imobiliário americano que esteve no epicentro da crise de confiança global desencadeada em 2008, papéis do setor que se mostraram "ativos podres" tinham nota máxima das agências de classificação de risco com grau de investimento. (Agências)

BANANA NACIONAL – Produtores do Vale do Ribeira distribuíram bananas ontem, em frente ao Hotel Grand Hyatt, no Morumbi. Protestavam contra importações do Equador. Luiz Claudio Barbosa/Futura Press


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METALURGICA GOLIN S/A - CNPJ: 49.034.275/000135 - NIRE: 35300045955 - Aviso aos Acionistas -

Comunicamos aos Senhores Acionistas que, acham-se a disposição, em nossa sede social os documentos a que se refere o artigo 133 da Lei nº 6.404/76. Guarulhos, 21 de Março de 2.014. Lourival Odécio Golin Presidente do Conselho de Administração.

Revoada de banqueiros a Brasília. Expurgos? s principais banqueiros do País estiveram ontem em Brasília, conversando com a presidente Dilma Rousseff. Os presidentes do Itaú Unibanco, Roberto Setubal, do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco Cappi, do Santander, Jesús Zabalza, do HSBC Brasil, André Brandão, do BTG Pactual, André Esteves, e do Citibank, Hélio Magalhães, participaram da reunião. Originalmente, o encontro estava agendado apenas com o presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Murilo Portugal. Além deles, também estiveram presentes o presidente da Associação Brasileira de Bancos (ABBC) e do banco Indusval, Manoel Felix Cintra Neto, e Carlos Alberto Vieira, diretor da Febraban e do conselho de administração do Safra. Além dos banqueiros, participaram da reunião o ministro da Fazenda, Guido Manteg a , e re p re s e n t a n t e s d a s instituições financeiras. O tema da reunião não foi divulgado pelo Planalto. Coincidentemente, informou-se em Brasília que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) deverá julgar amanhã um recurso que diz respeito ao pagamento de diferença de correção monetária incidente sobre cadernetas de poupança em 1989, quando foi instituído o Plano Verão - entendimento que poderá ter efeito sobre outros processos que pedem a reposição de expurgos inflacionários. O julgamento já deveria ter ocorrido no STJ, mas foi adiado por duas vezes. Além do STJ, o Supremo Tribunal Federal (STF) terá de decidir se os bancos terão ou não de ressarcir poupadores que reivindicam correção nos índices estabelecidos pelos planos econômicos Bresser, Verão, Collor I e II. O julgamento no STF ainda não foi marcado. Riscos A correção das cadernetas de poupança em relação aos planos econômicos se transformou em um "fantasma" para os bancos e também para o governo, ainda mais por este ser um ano eleitoral. O Planalto trabalha para que o julgamento dos processos dos planos econômicos só ocorra depois de um cálculo mais preciso das perdas que os bancos sofrerão, em caso de derrota no STF. A avaliação é de que julgamento sem uma definição clara do potencial de perdas para as instituições pode promover um "abalo" no mercado financeiro com prejuízos para a economia. No momento, a tendência dos ministros envolvidos no caso é concordar com o Executivo. O entendimento do governo é o de que há uma discrepância muito grande nos valores de perdas que vêm sendo divulgados. A diferença entre a menor e a maior estimativa é de R$ 142 bilhões Os bancos, segundo uma fonte do governo, já estão providenciando as perdas em seus balanços. A decisão no STJ também é crucial para o andamento do caso, tanto que na semana passada o BC pediu para ser "amicus curiae" no processo termo jurídico que define a entidade com representatividade para manifestar opinião nos autos. Isso "bem denota a atuação firme da autoridade monetária na defesa da constitucionalidade e da legalidade dos planos econômicos que foram concebidos para debelar o processo inflacionário nas décadas de 1980 e 1990", justificou o procurador-Geral do Banco Central, Isaac S i d n e y M e n e z e s Fe rre i r a . (Estadão Conteúdo)

O

GOLIN PARTICIPAÇÕES S/A - CNPJ: 05.487.746/000195 - NIRE: 35300315189 - Aviso aos Acionis-

tas - Comunicamos aos Senhores Acionistas que, acham-se a disposição, em nossa sede social os documentos a que se refere o artigo 133 da Lei nº 6.404/76. Guarulhos, 21 de Março de 2.014. Carlos Antonio Golin - Diretor.

PREFEITURA MUNICIPAL DE PEREIRA BARRETO/SP EXTRATO DE CONTRATO CONTRATO ADMINISTRATIVO Nº 5603/2014 - INEXIGIBILIDADE Nº 001/2014 Valor: R$ 471.132,10 (quatrocentos e setenta e um mil cento e trinta e dois reais e dez centavos) Contratada: PEARSON EDUCATION DO BRASIL LTDA. Objeto: Contratação de empresa para fornecimento de apostilas e materiais didáticos, pedagógicos, recursos tecnológicos e apoio técnico, abrangendo a Educação Infantil, o Ensino Fundamental Ciclo I, em conformidade com os Referenciais Curriculares Nacionais de Educação Infantil e Parâmetros Curriculares Nacionais de Ensino Fundamental, nos termos da Lei nº 9.394/96 de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Data: 04 de fevereiro de 2014. Vigência: Até 31/12/2014. Arnaldo Shigueyuki Enomoto - Prefeito.

Confidence Participações S/A

23 Bicicletas Monark S.A. - CNPJ/MF 56.992.423/0001-90 - NIRE 35.300.021.93-2 Edital de Convocação - Ficam convidados os Srs. Acionistas de Bicicletas Monark S/A. a se reunirem no dia 25 de abril de 2014, às 14 horas, na sede social, situada na Rua Francisco Lanzi Tancler nº 130 - Distrito Industrial Domingos Giomi, Indaiatuba/SP, em Assembleia Geral Ordinária, para deliberarem a respeito da seguinte Ordem do Dia: 1 - Leitura, discussão e votação do Relatório da Administração, das Demonstrações Contábeis e do Parecer dos Auditores Independentes referentes ao exercício social findo em 31 de Dezembro de 2013; 2 - Destinação do lucro líquido; e 3 - Eleição dos membros do Conselho de Administração e fixação da verba para remuneração e honorários dos Administradores. Atendendo à instrução C.V.M. nº 282 de 26/06/98, informamos que é de 6% o percentual mínimo de participação no capital votante necessário à requisição da adoção do voto múltiplo para eleição dos membros do Conselho de Administração. Poderão participar da Assembleia os acionistas, por si, por seus representantes legais ou procuradores, portando documento de identificação oficialmente reconhecido e comprovante da titularidade das ações, expedido pela instituição financeira escrituradora e/ou agente de custódia nos últimos 5 dias. Além dos documentos acima mencionados, a acionista pessoa jurídica deverá apresentar cópia autenticada do último estatuto ou contrato social consolidado e da documentação societária outorgando poderes de representação (ata de eleição dos diretores e/ou procuração). Comunicamos aos Srs. Acionistas que os documentos de que trata o artigo nº 133 da Lei nº 6404/76, relativos ao exercício encerrado em 31/12/2013, encontram-se à sua disposição na sede social da Companhia. São Paulo, 24 de Março de 2014. O Conselho de Administração.

CNPJ 04.871.199/0001-84 - Rua Alexandre Dumas, 1.562 - 10º andar - Cj. 103 - São Paulo - SP Relatório da Administração Senhores Acionistas: A Diretoria da Confidence Participações S.A., em cumprimento às disposições legais e estatutárias apresenta aos acionistas as Demonstrações Financeiras individuais e consolidadas relativas aos exercícios findos em 31 de dezembro de 2013 e 2012, bem como as Notas Explicativas e o Relatório dos Auditores Independentes. São Paulo, 21 de Março de 2014. A Diretoria. Balanços Patrimoniais Individuais e Consolidados em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 (Em R$ Mil) Demonstrações de Resultado Individuais e Consolidadas Demonstrações dos Fluxos de Caixa Individuais e Consolidadas dos Exercícios Findos em 31 de Dezembro Consolidado Individual dos Exercícios Findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 (Em R$ Mil) Consolidado Individual de 2013 e 2012 - Método Indireto (Em R$ Mil) ATIVO Notas 2013 2012 2013 2012 PASSIVO Notas 2013 2012 2013 2012 Consolidado Individual Circulante 87.526 80.947 27 55 Circulante 69.938 67.915 809 Consolidado Individual Notas 2013 2012 2013 2012 Caixa e Equivalente de Caixa (4) 64.690 60.962 27 55 Passivos Financeiros 52.627 56.693 137 Receita Operacional 2013 2012 2013 2012 154.626 130.554 - Fluxo de Caixa das Ativid. Operac. Ativos Financeiros (5) 2.336 1.982 Contas a Pagar 5 116 Resultado de Operações de Câmbio (17) 155.884 130.785 15.656 10.442 15.656 10.430 - Lucro Líquido do Exercício Carteira de Câmbio (10a) 45.899 45.117 - Resultado de Operações Outros Créditos (6) 20.500 18.003 Depreciação e Amortização 4.943 3.434 Não Circulante 23.144 16.714 40.705 30.500 Diversas (10b) 6.728 11.571 21 Equivalência Patrimonial - (15.735) (10.523) com Títulos e Valores Mobiliários 172 122 Investimentos em Controladas (7) - 40.705 30.500 Passivos Relativos a Variações nos Ativos e Passivos Resultado com Instrumentos Imobilizado (8) 10.139 9.707 Tributos Correntes 3.637 3.988 Aumento em Ativos Financeiros (354) (316) Financeiros Derivativos (1.430) (353) Intangível (9) 13.005 7.007 Fiscais e Previdenciárias (11) 3.637 3.988 - Outras Receitas/ Redução/(Aumento) em Outros Créditos (2.497) 1.463 Provisões (12) 13.674 7.234 672 Redução em Passivos Financeiros (4.066) (23.274) (137) (9) Despesas Operacionais (122.804) (110.673) 15.656 10.430 Patrimônio Líquido 40.732 29.746 40.732 29.746 Receitas de Prestações de Serviços 3.585 3.211 - Aumento/(Redução) em Passivos Capital Social (13) 27.028 20.873 27.028 20.873 Despesas de Pessoal Relativos a Tributos Correntes (351) 1.494 (18) (53.968) (45.587) (3) (17) Reserva de Lucros 13.704 8.873 13.704 8.873 Despesas Administrativas 7.112 414 45 (19) (68.868) (65.184) (76) (76) Aumento em Provisões Reserva Legal (15) 1.617 834 1.617 834 Despesas Tributárias (8.272) (6.837) - Disponibilidades Líquidas Geradas / Reservas Especiais de Lucros (16) 12.087 8.039 12.087 8.039 Outras Receitas Operacionais (Utilizadas) nas Ativid. Operacionais 20.443 (6.343) (216) (57) 10.449 7.815 Total do Ativo 110.670 97.661 40.732 30.555 Total do Passivo 110.670 97.661 40.732 30.555 Outras Despesas Operacionais (787) (657) - Fluxo de Caixa das Ativ. de Investimentos Aquisição de Imobilizado (3.201) (1.301) Despesas Depreciação e Amortização (4.943) (3.434) Demonstrações das Mutações do Patrimônio Líquido dos Exercícios Findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 (Em R$ Mil) Aquisição de Intangível (8.401) (5.087) Resultado de Equivalência Patrimonial 15.735 10.523 Capital Reserva Lucros Alienação de Imobilizado 229 (23) Resultado Operacional 31.822 19.881 15.656 10.430 Eventos Realizado Legal Especiais de Lucros Acumulados Total Receb. de Lucros e Divid. de Subsidiárias 5.530 2.200 (413) (374) Saldos em 31/12/2011 15.963 313 5.751 22.027 Resultado não Operacional Disponibilidades Líquidas Geradas / - Lucro Líquido do Exercício 10.430 10.430 Resultado antes da Tributação (Utilizadas) nas Ativid. de Investim. (11.373) (6.411) 5.530 2.200 sobre o Lucro e Participações 31.409 19.507 15.656 10.430 - Aumento de Capital 4.910 (3.663) (1.247) Fluxo de Caixa das Ativ. de Financ. Imposto de Renda e - Destinações Dividendos Pagos (5.342) (2.088) (5.342) (2.088) Contribuição Social (20) (12.687) (7.283) Dividendos (2.088) (623) (2.711) Ajuste de Exercícios Anteriores (12) (8.053) (4.521) Reserva Legal 521 (521) - Provisão para Imposto de Renda (4.634) (2.762) - Disp. Líquidas Utiliz. nas Ativ. de Financ. (5.342) (2.100) (5.342) (2.088) Reserva de Lucros 8.039 (8.039) - Provisão para Contribuição Social Aum./(Red.) do Caixa e Equiv. de Caixa 3.728 (14.854) (28) 55 Resultado antes da Saldos em 31/12/2012 20.873 834 8.039 29.746 Participação nos Lucros 18.722 12.224 15.656 10.430 Modificações na Posição Financeira Mutações do Exercício 4.910 521 2.288 7.719 de Caixa e Equivalentes de Caixa (3.066) (1.782) Saldos em 31/12/2012 20.873 834 8.039 29.746 Participação nos Lucros No Início do Exercício 60.962 75.816 55 Lucro Líquido do Exercício 15.656 10.442 15.656 10.430 - Lucro Líquido do Exercício 15.656 15.656 No Final do Exercício 64.690 60.962 27 55 4.488.000 3.680.000 - Aumento de Capital 6.155 (6.155) - Quantidade de Ações Aum./(Red.) do Caixa e Equiv. de Caixa 3.728 (14.854) (28) 55 Lucro por Ação (em Reais) 3,4883 2,8342 - Destinações Demonst. de Resultados Abrangentes Individuais e Consolidadas Dividendos (4.670) (4.670) Posição das Operações com Contratos Futuros - 2012 Reserva Legal 783 (783) Valor RefeAjuste Diário a dos Exercícios Findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 (Em R$ Mil) Reserva de Lucros 10.203 (10.203) - Descrição Consolidado Individual Qtde. rencial - R$ (pagar)/receber - R$ Saldos em 31/12/2013 27.028 1.617 12.087 40.732 2013 2012 2013 2012 16.343 60 Mutações do Exercício 6.155 783 4.048 10.986 Contratos Futuros USD - BM&F 160 Lucro Líquido do Exercício 15.656 10.442 15.657 10.430 Total 16.343 60 Outros Resultados Abrangentes Notas Explicativas às Demonstrações Financeiras Individuais e Consolidadas dos Exercícios Findos em 31/12/2013 e 2012 (Em R$ Mil) O objetivo da realização dessa operação de derivativo é realizar a proteção do Resultado Abrangente Atribuível à 2012 1. Contexto Operacional: A Confidence Participações S/A (“Compa15.656 10.442 15.657 10.430 nhia”) tem por objeto social exclusivo a participação no capital de outras em- Para Negociação 3 a 12 meses 1 a 3 anos Total depósito em garantia junto à Visa International. Os contratos futuros estão Particip. dos Acionistas Controladores presas, como acionista ou quotista. Sua constituição data de 16 de janeiro de Fundo de Investimento 1.982 1982 classificados no Nível 1 da hierarquia de valor justo. Consolidado Individual 2002. A diretoria da instituição aprovou o ingresso da Travelex Limited, de Total 1.982 - 1.982 6. Outros Créditos Consolidado (...continuação) 2013 2012 2013 2012 Londres, no grupo de controle societário do Grupo Confidence, em 14 de março 5.c. Composição de valor de custo e mercado Valor Adições Temporárias 16.933 163 Descrição 2013 2012 de 2013, conforme decreto oficial publicado no diário oficial da união. Em 11 Dezembro 2013 (13.549) (2.184) (15.735) (10.523) Quanti- de Custo Valor de Adiantamentos e Antecipações Salariais 75 11 Exclusões (2) Lucro Real 32.587 18.413 (78) (93) de abril de 2013, ocorreu a venda de 49% do grupo e, em 2014, a Travelex irá Código Classe Vencimento dade Atualizado Mercado Adiantamentos para Pgtos. de nossa Conta 125 IRPJ (15%) 4.888 2.762 adquirir os 51% restantes do Grupo Confidence, no período de Junho a No- Títulos Públicos 1 60 Adicional (10%) 3.235 1.817 vembro de 2014. Próprio - LFT Renda Fixa 01/09/2018 360 1.957 2.122 Negociação e Intermediação de Valores (70) (58) Despesas com Propaganda e Public. a Apropriar 150 62 Incentivos Fiscais 2. Apresentação das Demonstrações Financeiras: As demonstrações fi- Debêntures 8.053 4.521 nanceiras individuais e consolidadas da Companhia foram elaboradas a partir Dibens Leasing S/A Juros sobre Financiamentos a Apropriar 7 32 IRPJ Contribuição Social das diretrizes contábeis emanadas da Lei das Sociedades por Ações, conside- Arrendamento Depósito Judicial 232 17 Lucro antes da tributação e após as rando as alterações trazidas pela Lei nº 11.941/09 e pronunciamento técnico Mercantil Renda Fixa 11/02/2015 80 214 214 Seguros a Apropriar 63 70 participações sobre os lucros 28.421 17.818 PME - Contabilidade para Pequenas e Médias Empresas. Na elaboração des- Total 2.171 2.336 782 2.616 18.958 16.517 Adições Permanentes sas demonstrações financeiras foram utilizadas premissas e estimativas de Dezembro 2012 Nº de Cotas Valor das Cotas Valor Devedores por Depósitos em Garantia (1) Adições Temporárias 15.238 163 Impostos e Contribuições a Compensar 425 46 preços para contabilização e determinação dos valores ativos e passivos. FIC - BM&F Margem Exclusões Permanentes (13.549) (2.184) Dessa forma, quando da efetiva liquidação financeira desses ativos e passi- Garantia Referenciada DI 589 1.063 Lucro Real 1.131 1,752167 1.982 Devedores Diversos (2) 30.892 18.413 vos, os resultados auferidos poderão vir a ser diferentes dos estimados. Estas Total 1.131 1,752167 1.982 Total 20.500 18.003 CSSL (15%) 4.634 2.762 demonstrações financeiras individuais e consolidadas estão apresentadas em 5.d. Composição da carteira de instrumentos financeiros derivativos (1) Refere-se, basicamente, a valores depositados para a VISA Internacional Resultado do Imposto de Renda Real, que é a moeda funcional da Companhia. Todas as informações financei- Posição das Operações com Contratos Futuros - 2013 12.687 7.283 a título de garantia das operações de intercâmbio dos cartões pré-pagos e Contribuição Social ras apresentadas em Real foram arredondadas para o milhar mais próximo, (1) O resultado da Controladora, refere-se a Despesas operacionais da mesValor RefeAjuste Diário a (VTM). exceto quando indicado de outra forma. Consolidação: Os saldos das contas Descrição ma, as quais estão sendo eliminadas para fins de cálculo dos impostos ConQtde. rencial - R$ (pagar)/receber - R$ patrimoniais e os resultados, quando aplicável, entre a controladora e a con- Contratos Futuros USD - BM&F 160 18.975 - (2) Refere-se a valores a receber da Visa e Mastercard derivados de comis- solidados, tendo em vista que esta não possui resultado tributável. (2) Resultado de equivalência patrimonial. No exercício findo de 31 de dezembro trolada, foram eliminados nas demonstrações financeiras consolidadas. As Total sões de incentivo de venda de cartões destas bandeiras. 18.975 de 2013, a Companhia possui o montante de R$ 78 (2012 - R$ 94) referente demonstrações financeiras consolidadas incluem a Companhia e a Confidence 7. Investimentos em Controladas Resultado Valor a crédito tributário não constituído. Corretora de Câmbio S.A. (“Corretora”), investida da Companhia (vide nota Patrimônio Lucro Equivalência Contábil do 21. Remuneração da Administração: Definição da alta direção: Tendo em vista explicativa nº 7). As demonstrações financeiras individuais e consolidadas fo- Participações Societárias Líquido Líquido do Ações Percentual de Patrimonial Investimento a participação e as decisões tomadas, consideramos os integrantes membros da ram aprovadas pela Diretoria em 21 de março de 2014. em Controladas: Capital Ajustado Exercício possuídas Participação 2013 2012 2013 2012 diretoria da Confidence Participações S.A. Política: A Companhia possui uma polí3. Resumo das Principais Práticas Contábeis: Os principais critérios ado- Confidence Corretora de Câmbio S.A 18.000 40.705 15.735 891.962 100% 15.735 10.523 40.705 30.500 tica global de remuneração dos membros da diretoria, composta por parcelas fixas, tados para a elaboração das demonstrações financeiras são os seguintes: 15.735 10.523 40.705 30.500 definido em assembleia. a) Apuração dos Resultados: As receitas e despesas são contabilizadas de Consolidado Individual acordo com o regime de competência. b) Caixa e Equivalentes de Caixa: A Corretora distribuiu dividendos em 28 de fevereiro de 2013 no valor de R$ ções serão sujeitas a revisão frequente e a eventuais alterações. 2013 2012 2013 2012 Movimentação das Contingências Confidence Corretora de Câmbio Benefícios a Administradores 1.500, em 26 de Março de 2013 no valor de R$ 3.800 e em 28 de Junho de São representadas por disponibilidade em moeda nacional e estrangeira, que Proventos 4.154 1.887 2 14 Saldo em Consti- AtualiSaldo em incluem caixa e contas correntes em bancos registrados e que estão sujeitas 2013 no valor de R$ 230 referente ao exercício de 2013 (2012 - R$ 2.200). 417 291 31/12/2012 tuição zação Reversão 31/12/2013 Benefícios a um insignificante risco de mudança de valor. c) Ativo e Passivo Circulan- 8. Imobilizado Encargos sociais 553 424 3 Trabalhista 260 736 (185) 811 Total Consolidado te e Não Circulante: São demonstrados pelos valores de realização e liqui5.124 2.602 2 17 71 344 (149) 266 Outras informações: (1) Conforme legislação em vigor, as instituições não podem 2013 Cível dação, respectivamente, e contemplam as variações monetárias, bem como os 94 94 conceder empréstimos para os membros da administração e seus respectivos faDepreciação Valor Tributárias rendimentos e encargos auferidos ou incorridos até a data do balanço, reco- Imobilizado de Uso Total 331 1.174 (334) 1.171 Descrição Custo Acumulada Residual nhecidos em base “pró-rata” dia. d) Ativos Financeiros: Os ativos financeimiliares, bem com às pessoas físicas e jurídicas a elas ligadas. Adicionalmente, Saldo em Consti- AtualiSaldo em informamos que não existem quaisquer outras transações entre membros da dire1.678 (759) 919 ros são classificados ao valor justo por meio do resultado, ou seja, são manti- Instalações 31/12/2011 tuição zação Reversão 31/12/2012 toria e Companhia. (2) A Companhia não possui nenhum benefício no que se refere (4.517) 5.278 dos para negociação, tendo sido adquiridos com o propósito de serem ativa e Benfeitorias em Imóveis de Terceiros 9.795 148 112 260 à plano de previdência estendida aos seus administradores. 2.907 (1.184) 1.723 Trabalhista frequentemente negociados. d.1) Forma de Contabilização de Instrumen- Móveis e Equipamentos 21 50 71 22. Partes Relacionadas: 1. Objetivo: A presente Política de Transações com 69 (49) 20 Cível tos Financeiros Derivativos: Os ajustes diários no mercado futuro são re- Equipamentos Tributárias - Partes Relacionadas (“Política”) tem por objetivo estabelecer regras e consolidar Sistema de Comunicação e gistrados como receita ou despesa efetiva quando auferidos ou incorrido; 169 162 331 os procedimentos de transações dessa natureza, preservando a transparência do 4.381 (2.622) 1.759 Total d.2) Critérios de Mensuração do Valor Justo: O valor justo é um preço Processamento de Dados 1.601 (1.161) 440 Contingências classificadas com risco de perda possível: não são reco- processo e alinhando os interesses da Companhia às práticas de governança corexistente, representando o valor que seria recebido pela venda de um ativo ou Veículos 20.431 (10.292) 10.139 nhecidas contabilmente, pois a Administração, com base na avaliação de es- porativa. 2. Definição de Partes Relacionadas: As operações realizadas entre pago para transferir um passivo em uma transação normal entre participantes Total pecialistas e nas condições processuais de cada ação, entende que estes partes relacionadas são divulgadas em atendimento a Deliberação nº 642, de Consolidado do mercado. Dessa forma, o valor justo é uma mensuração baseada no merca2012 processos não produzirão efeitos patrimoniais. Estão representadas por: pro- 07/10/2010, da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Essas operações são do e, assim, deve ser determinado com base em premissas que os participanDepreciação Valor cessos cíveis relacionadas basicamente a ações indenizatórias e de danos efetuadas a valores, prazos e taxas médias usuais de mercado, vigentes nas restes do mercado usariam na determinação de preços de um ativo ou passivo. Custo Acumulada Residual morais no montante de R$ 1.009 (2012 - R$ 597) e processos trabalhistas no pectivas datas, e em condições de comutatividade. As partes relacionadas são as Com base para a consideração de tais estabelece-se uma hierarquia de valor Descrição seguintes: Individual: Confidence Corretora de Câmbio S.A. Consolidado: Banco 8.893 (3.816) 5.077 montante de R$ 1.677 (2012 - R$ 6.114). justo de três níveis, que prioriza as entradas usadas na mensuração do valor Instalações Confidence de Câmbio S/A, GC Solution Gestão Administrativa Ltda, Confidence 2.745 (904) 1.841 13. Capital Social: No exercício findo em 31 de dezembro de 2013 o Capital Turismo S/A, SACS S/A e Tihum Tecnologia Ltda. 3. Formalização de Transajusto, como segue: • Nível 1: valor justo determinado com base em preços Móveis e Equipamentos 122 122 Social está representado por 4.488.000 (3.680.000 em 2012) ações ordinárias ções com Partes Relacionadas: A diretoria executiva da Companhia atua de cotados diretamente em mercado ativo, sem ajustes; • Nível 2: valor justo Imobilização em Curso nominativas, sem valor nominal. Em 26 de março de 2013 foi realizado um forma a garantir que as transações com partes relacionadas: • sejam celebradas determinado significativamente com base em dados observáveis no mercado, Sistema de Comunicação 3.901 (1.972) 1.929 aumento de Capital Social de R$ 6.155 pela incorporação das reservas, confor- por escrito, especificando-se no respectivo instrumento as suas principais caractedireta ou indiretamente (derivados de preços ou cotações de mercado). • Ní- e Processamento de Dados me Assembleia Geral Extraordinária, aumentando o valor do Capital Social de rísticas, especialmente a forma de contratação (preço global, preço unitário ou Veículos 1.644 (906) 738 vel 3: valor justo determinado significativamente com base em dados não ob17.305 (7.598) 9.707 R$ 20.863 para R$ 27.028. Em Assembleia Geral Extraordinária (AGE) realizada prestação de serviços por cobrança de percentual de administração), preços, praserváveis no mercado. e) Operações de Câmbio: Os ativos e passivos mone- Total em 23 de outubro de 2012, foi aprovado o aumento do capital social, no mon- zos, garantias de prazo de execução e de qualidade, impostos e taxas, condições tários denominados em moedas estrangeiras foram convertidos para Reais 9. Intangível tante de R$ 4.910 pela incorporação de reservas especiais de lucros de de subcontratação, direitos e responsabilidades; • sejam realizadas em condições Consolidado pela taxa de câmbio da data de fechamento do balanço e as diferenças decor2013 R$ 3.663 e capitalização do resultado de 2012 de R$ 1.247, aumentando o de mercado ou, quando não haja parâmetro de mercado, de negociações assemerentes de conversão de moeda foram reconhecidas no resultado do exercício lhadas anteriores; • sejam claramente refletidas nas demonstrações financeiras, Amortização Valor valor do Capital Social de R$ 15.963 para R$ 20.873. com liquidação em até D+2. f) Investimentos em Controladas: O investiCusto Acumulada Residual 14. Dividendos: O Estatuto da Companhia prevê a distribuição anual de divi- nos prazos e conforme regulamentação em vigor. As operações com tais partes mento em controlada é avaliado pelo método de equivalência patrimonial, Descrição 9.442 (2.292) 7.150 dendos mínimos de um terço do resultado apurado no exercício. Em Assem- relacionadas caracterizam-se basicamente por: com base no balanço patrimonial levantado pela controlada na mesma data Fundo de Comércio 7.760 (1.905) 5.855 bleia Geral Extraordinária (AGE) realizada em 26 de março de 2013 e 21 de Partes Relacionadas - Saldos em 31/12 base do balanço da controladora. g) Imobilizado: O imobilizado de uso está Software Consolidado 17.202 (4.197) 13.005 fevereiro de 2013, foram deliberadas as distribuições dos dividendos aos contabilizado ao custo de aquisição e a depreciação é calculada pelo método Total Dez/2013 Dez/2012 acionistas, relativos ao resultado auferido no exercício de 2013, no valor de Consolidado linear, às taxas de: 20% a.a. para Sistemas de Processamento de Dados e Ativo / (Passivo) Ativo / (Passivo) R$ 1.500 e R$ 3.170 respectivamente, totalizando R$ 4.670. Em Assembleia 2012 Veículos e 10% a.a. para os demais itens. h) Intangível: O ativo intangível é Banco Confidence de Câmbio S/A. (1) 14.731 4.001 Amortização Valor Geral Extraordinária (AGE) de 10 de dezembro de 2012 e 23 de outubro de SACS S/A (3) composto por aquisição e desenvolvimento de software e fundo de comércio (40.313) (42.648) Custo Acumulada Residual 2012, foram deliberadas as distribuições de dividendos aos acionistas, relatiregistrados pelo custo de aquisição ou formação e amortizados pelo método Descrição Receita / (Despesa) Receita / (Despesa) 4.861 (1.398) 3.463 vo ao exercício de 2012, nos valores de R$ 2.088 e R$ 623, respectivamente. GC Solution Gestão Administrativa Ltda (2) linear utilizando-se a taxa de 20% a.a. i) Redução no Valor Recuperável Fundo de Comércio (52) (4.612) 4.300 (756) 3.544 15. Reserva Legal: É constituído à razão de 5% do lucro líquido apurado em Tihum Tecnologia Ltda (2) de Ativos (impairment): De acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 01, Software (5.066) (4.580) Total 9.161 (2.154) 7.007 cada exercício social nos termos do art. 193 da Lei nº 6.404/76, até o limite de Confidence Turismo S/A (2) (11.067) (11.483) que dispõe sobre procedimentos aplicáveis no reconhecimento, mensuração e 20% do capital social. No exercício findo em 31 de dezembro de 2013 a cons- SACS S/A (4) 2.623 2.711 divulgação de perdas em relação ao valor recuperável de ativos (impairment), 10. Passivos Financeiros - a) Carteira de Câmbio 2013 2012 tituição de 5% da Reserva Legal sob o Lucro Líquido do exercício de 2013, foi Banco Confidence de Câmbio S.A (5) 691 foram estabelecidos os seguintes critérios: Os ativos que têm uma vida útil Obrigações por Vendas Realizadas - Taxas de R$ 783 (2012 R$ 521), totalizando R$ 1.617 (R$ 834 2012). Visa Travel Money (VTM) (1) 40.313 45.117 Individual indefinida, como ágio e marca, não estão sujeitos à amortização e são testa460 - 16. Reservas Especiais de Lucros: As reservas de lucros são as contas de Ativo / (Passivo) Ativo / (Passivo) dos anualmente para a verificação de impairment. Os ativos que estão sujeitos Remessa (133) 5.126 - reservas constituídas pela apropriação de lucros da Companhia, conforme Confidence Corretora de Câmbio S/A.(6) à amortização são revisados para a verificação de impairment sempre que MasterCard Cash Passaport (2) 40.704 30.500 45.899 45.117 previsto no § 4º do art. 182 da Lei nº 6.404/76, para atender a várias finalida- Confidence Corretora de Câmbio S/A.(7) eventos ou mudanças nas circunstâncias indicarem que o valor contábil pode Total Receita / (Despesa) Receita / (Despesa) não ser recuperável. Uma perda por impairment ocorre quando o valor contábil (1) Refere-se a carga de cartões Visa Travel Money (VTM) junto com a SACS des, sendo sua constituição efetivada por disposição da lei ou por proposta Confidence Corretora de Câmbio S/A.(7) 15.735 10.523 do ativo excede o seu valor recuperável, sendo reconhecida diretamente no Administradora de Cartão de Crédito S.A. (2) Refere-se a carga de cartões dos órgãos da administração. Em 31 de dezembro de 2013 a Companhia pos- (1) Refere-se ao depósito em conta corrente junto ao Banco Confidence, registrado suía um montante de R$ 12.087 (2012 - R$ 8.039). resultado. Não foram reconhecidas perdas por impairment nos exercícios fin- Mastercard Cash Passaport (MCP) junto com a Access Prepaid Worldwide. na rubrica de Disponibilidades. (2) Refere-se a prestação de serviços administratiConsolidado Individual 17. Resultado de Operações de Câmbio dos em 31 de dezembro de 2013 e 2012. j) Contingências Ativas e Passi- b) Diversas Consolidado vos, informática, acordo operacional e aluguel. (3) Refere-se às cargas dos cartões 2013 2012 2013 2012 vas: Ativos contingentes: São reconhecidos apenas quando da existência de Descrição 2013 2012 VTM em Moedas Estrangeiras, registrado na rubrica de Outras Obrigações - Car462 10 - Descrição evidências que assegurem sua realização. Passivos contingentes: São reco- Seguro Viajante teira de Câmbio. (4) Refere-se ao repasse de débito recebido pela SACS S/A e co168.525 140.948 missão (Acordo Operacional). (5) Refere-se ao repasse das transações de remessas - 1.712 - Receitas de Variações e Diferenças de Taxas nhecidos nas demonstrações financeiras quando, baseado na opinião de as- Credores Diversos (1) (12.641) (10.163) realizadas pelo Banco para a Corretora. (6) Refere-se ao adiantamento realizado 1.899 2.955 - Despesas de Variações e Diferenças de Taxas sessores jurídicos e da Administração, for considerado provável o risco de Rendas Antecipadas (4) 155.884 130.785 entre as empresas do grupo para realizar o pagamento do saldo da rubrica de 1.170 1.974 - Total perda de uma ação judicial ou administrativa, e sempre que os montantes Créditos não Identificados (2) 21 18. Despesas de Pessoal Contas a pagar. (7) Refere-se a equivalência patrimonial. envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança. Os passivos contin- Adiantamento de Clientes Consolidado Individual 33 23. Estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional: A estrutura de gentes classificados como perdas possíveis pelos assessores jurídicos são di- Devolução de Créditos Indevidos 2013 2012 2013 2012 gerenciamento do Risco Operacional do Conglomerado Financeiro Confidenvulgados em notas explicativas, enquanto aqueles classificadas como perda Obrig. por Oper. de Câmbio Realizadas (3) 3.164 4.920 Despesa de Pro Labore (4.154) (1.887) (3) (14) Total 6.728 11.571 21 ce - “Conglomerado” (composto pelo Banco e pela Confidence Corretora de remota não são passíveis de provisão ou divulgação. k) Provisão para Im(22.618) (23.532) (3) Câmbio S/A) prevê a identificação, avaliação, monitoramento, controle e posto de Renda/Contribuição Social: A provisão para imposto de renda (1) Refere-se ao valor de adiantamento da Access Prepaid Worldwide para a Despesa de Proventos planos de ação para a mitigação de riscos operacionais. A Metodologia de (130) (813) (IRPJ) é constituída com base nos rendimentos tributáveis pela alíquota de Corretora e numerários em trânsito de empresa especializada em guarda e Despesa com Treinamento Gestão de Riscos Operacionais e Controles adotada pelo Conglomerado, (8) (9) 15%, acrescida do adicional de 10% para lucros excedentes a R$ 240 no exer- transporte de valores (“Brinks”). (2) Refere-se aos valores recebidos de clien- Despesa de Estagiários tem o objetivo de assegurar que: • A estrutura de controles seja constan(14.294) (8.336) cício fiscal. A provisão para contribuição social sobre o lucro líquido (CSLL) é tes, porém pendentes de identificação. (3) Refere-se às operações identifica- Despesa com Encargos Sociais temente revisada, considerando os riscos existentes nos processos de negóDespesa de Benefícios (12.764) (11.010) das pendentes de liquidação (operações não concluídas). (4) Trata-se de um de 15% sobre o lucro tributável. Os créditos tributários são constituídos com cio, minimizando os custos associados aos riscos não controlados e/ou às Total (53.968) (45.587) (3) (17) adiantamento recebido referente ao programa Mastercard Cash Passport que base nas alíquotas vigentes, na data das demonstrações financeiras, sendo atividades de controle desnecessárias; • Os objetivos do processo de ges19. Despesas Administrativas que os créditos sobre adições temporárias, quando houver, serão realizados iniciou no 2º semestre de 2012. tão de riscos e os papéis, funções e responsabilidades atribuídas aos diverConsolidado Individual 11. Fiscais e Previdenciárias Consolidado quando da utilização e/ou reversão das respectivas provisões sobre as quais sos níveis da instituição sejam compreendidos por todos os funcionários; 2013 2012 2013 2012 2013 2012 Descrição foram constituídos. Os créditos tributários sobre prejuízo fiscal e base negati- Descrição • As áreas compreendam o papel, objetivos, funções e responsabilidades (323) (341) 991 1.284 Despesa com Água, Energia e Gás va de contribuição social, quando houver, serão realizados de acordo com a IRPJ - Imposto de Renda Pessoa Jurídica da área de Riscos e Controles Internos, enquanto ferramentas de controle (13.258) (12.328) 345 749 Despesa de Aluguéis geração de lucros tributáveis futuros. Nos exercícios findos em 31 de dezem- CSLL - Contribuição Social s/Lucro Líquido independentes criadas dentro da Instituição; e, • Os objetivos estratégicos (4.042) (4.076) IRRF - Imposto de Renda Retido na Fonte 200 169 Despesa de Comunicações bro de 2013 e 2012, a Companhia não constituiu crédito tributário. do Conglomerado sejam atendidos. (1.290) (1.304) 302 180 Despesa de Manutenção e Conservação 4. Caixa e Equivalentes de Caixa: Caixa e equivalentes de caixa incluídos IOF - Imposto s/Operações Financeiras 24. Estrutura de Gerencimento do Risco de Mercado: Risco de mercado é a (672) (573) 99 90 Despesa de Material possibilidade de ocorrência de perdas resultantes da flutuação nos valores de nas demonstrações de fluxos de caixa consistem em numerário disponível na PIS (3.445) (6.148) COFINS 607 552 Despesa de Processamento de Dados mercado de posições detidas pelo Conglomerado. Os principais riscos de mercado, entidade e saldos em poder de bancos. Desp. de Promoções e Relações Públicas (3.042) (313) PIS/COFINS/CSLL 40 55 aos quais o Conglomerado está exposto, são: • Risco Cambial: Os riscos em ativos Consolidado Individual (612) (2.168) (1) e passivos referenciados em moedas estrangeiras, principal foco de negociação do 687 603 Despesa com Propaganda e Publicidade Descrição 2013 2012 2013 2012 INSS - Instituto Nacional do Serviço Social (119) (98) (54) (30) Conglomerado, são apurados de acordo com a Circular 3389 do Bacen. • Juros Pré: 207 195 Despesa de Publicações Caixa 5.720 9.972 - FGTS Para os ativos e passivos expostos ao risco de taxas de juros pré-fixados, os cálcu(60) (40) 158 73 Despesa com Seguros Depósitos Bancários 10.048 2.771 27 55 ISS los de risco são feitos de acordo com as instruções contidas na Circular 3361 e 1 38 Despesa com Serv. do Sistema Financeiro (11.536) (7.591) Disponibilidades em Moedas Estrangeiras (1) 48.922 48.219 - Contribuição Assistencial Carta-Circular 3309 do Bacen. • Cupom Cambial: Para os ativos e passivos exposDespesa com Serviços de Terceiros (132) (159) Total 3.637 3.988 Total 64.690 60.962 27 55 tos ao risco de cupom de moedas, em que há uma parcela de risco pré-fixado em Despesa de Serviços de Vigilância (276) (307) 12. Provisões Consolidado Individual (1) Refere-se a Depósito em Moeda Estrangeira de R$ 8.472 (2012 - R$ 4.001), (21) (23) combinação com os riscos decorrentes da variação do preço de moedas, realiza-se 2013 2012 2013 2012 Despesa de Serv. Técnicos Especializados (6.926) (8.624) Valor em Espécie de R$ 14.268 (2012 - R$ 16.431), Valores em Custódia de R$ Descrição o cálculo com base na Circular 3362 do Bacen. • Cupom de Inflação: Os ativos e Despesa de Transportes (7.757) (6.821) Provisão para Pagamentos a efetuar (1) 10.093 3.350 18.689 (2012 - R$ 17.623), Moeda em Trânsito de R$ 5.008 (2012 - R$ 5.438) e (22) passivos expostos ao risco de cupom de inflação são calculados de acordo com a 1.171 331 - Despesa de Contribuição Patronal Cheques/Travel Cheque/Cheque Trânsito e ME a Receber de R$ 2.485 (2012 - Provisão para passivos contingentes (2) Circular 3363 do Bacen. • Cupom de Juros: Os ativos e passivos expostos ao risco (1.563) (1.660) Provisão para despesa de pessoal 2.410 2.881 - Despesas de Viagens no País R$ 4.726). de cupom de juros são calculados de acordo com a Circular 3364 do Bacen. • Risco (11.067) (11.434) 672 672 Acordo Operacional (1) 5. Ativos Financeiros - 5.a. Composição da carteira Consolidado Sociais e Estatutárias de Ações: Os riscos de ativos e passivos constituídos por ações ou instrumentos (1.924) (1.036) (1) 13.674 7.234 672 Outras Despesas Administrativas Descrição 2013 2012 Total financeiros derivativos cujo ativo objeto sejam ações, são apurados de acordo com (824) (163) Letras Financeiras do Tesouro (LFT) 2.122 - (1) Refere-se a provisão de Contas a Pagar para fornecedores, prestadores de Despesa de Provisão de Contingências a Circular 3366 do Bacen. • Risco de Instrumentos Financeiros Derivativos: Os Total (68.868) (65.184) (76) (76) serviços e outros. (2) Refere-se ao valor de contingências, conforme nota 12.a. riscos de ativos e passivos constituídos por instrumentos financeiros derivativos, Debêntures 214 Fundo de Investimento - 1.982 12.a. Contingência: São avaliadas, reconhecidas e demonstradas de acordo (1) Refere-se ao valor acordado entre a Corretora e a Confidence Turismo S/A operados no mercado de Futuros da BM&FBovespa, não são objeto de negociação pela ocupação do espaço mensal, sendo esse de propriedade da última, para com as determinações estabelecidas no CPC 25 Provisões, Passivos Continpor parte do Conglomerado, entretanto, se no futuro vier a operar carteira própria Total 2.336 1.982 prestação de serviços da Corretora. em tais derivativos, apurará os riscos aos quais estiver exposta, conforme CartaO valor justo das Letras Financeiras do Tesouro são apurados de acordo com a gentes e Ativos Contingentes. 2013 2012 20. Imposto de Renda e Contribuição Social -Circular 3.498 do Bacen. cotação de preço de mercado (divulgado pela Anbima - Associação Brasileira Descrição 25. Outras Informações: a) A entidade ainda não decidiu sobre a adoção anteciImposto de Renda e Consolidado Individual Processos Trabalhistas 811 260 das Entidades do Mercado Financeiro e de Capitais) na data de fechamento do pada da MP 627 em 2014 e está analisando os aspectos relevantes às suas operaContribuição Social 2013 2012 2013 2012 Processos Tributários 94 balanço. Todos os títulos públicos estão registrados na Selic; ções/atividades, com base em posicionamento formal de assessores legais exterImposto de Renda Processo Cível 266 71 O valor justo das aplicações em fundos de investimento é calculado com base nos e da Administração. A administração está efetuando junto aos seus assessoLucro antes da tributação e das Total 1.171 331 no valor da cota informado diariamente pela Comissão de Valores Mobiliários res legais uma avaliação inicial das disposições contidas na Medida Provisória 31.409 19.507 15.657 10.430 (“CVM”). Todos os ativos financeiros estão classificados no Nível 2 da hierar- A avaliação da probabilidade de perda das contingências é classificada como participações sobre os lucros 627, de 11 de novembro de 2013 (“MP 627”) e Instrução Normativa 1397, de 16 de Eliminação resultado Provável, Possível ou Remota com base no julgamento dos advogados, interquia de valor justo e estão vinculados à prestação de garantias. setembro de 2013, alterada pela IN 1422 de 19 de dezembro de 2013 (“IN 1397”). 78 93 nos ou externos, sobre o fundamento jurídico da causa, a viabilidade de produ- não tributável Controladora (1) 5.b Composição do prazo de vencimento 2013 Embora a MP 627 entre em vigor a partir de 1º de janeiro de 2015, há a possibilida(3.066) (1.782) Para Negociação 3 a 12 meses 2 a 5 anos Total ção de provas, da jurisprudência em questão, da possibilidade de recorrer a (-) Participação Estatutária no Lucro de de opção (de forma irretratável) pela sua aplicação a partir de 1º de janeiro de Letras Financeiras do Tesouro (LFT) 2.122 2.122 instâncias superiores e da experiência histórica da empresa. Esse é um exer- Base de cálculo tributável antes da 2014. A Administração ainda não concluiu se irá ou não efetuar a opção pela 28.421 17.818 15.657 10.430 Fundo de Investimento 214 214 cício subjetivo, sujeito à incertezas de uma previsão sobre eventos futuros, tributação e das partic. s/os lucros adoção antecipada. b) Não existe nenhum plano de previdência estendido aos 782 2.616 Total 214 2.122 2.336 sobremaneira a cerca de matéria jurídica. Como tal é entendido que as avalia- Adições Permanentes funcionários da Companhia. A DIRETORIA Ricardo Alexandre Dias - Contador CRC 1SP 238.907/O-7 Relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Financeiras as pequenas e médias empresas (NBC TG 1000), assim como pelos con- trações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julga- mentar nossa opinião. Opinião: Aos Acionistas e Administradores da troles internos que ela determinou como necessários para permitir a mento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apreConfidence Participações S.A. - São Paulo - SP Examinamos as demonstrações financeiras da Confidence Participações elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por sentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição S.A. (“Companhia”), individuais e consolidadas, identificadas como Indi- independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os contro- patrimonial e financeira da Confidence Participações S.A. em 31 de devidual e Consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço dos auditores independentes: Nossa responsabilidade é a de expres- les internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das zembro de 2013, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de patrimonial em 31 de dezembro de 2013 e as respectivas demonstrações sar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimen- caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio lí- nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e inter- tos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às pequenas e médias empresas quido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim nacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exi- fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos (NBC TG 1000). como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explica- gências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e execu- da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação tivas. Responsabilidade da administração sobre as demonstra- tada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstra- das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas conSão Paulo, 21 de março de 2014 ções financeiras: A administração da Companhia é responsável pela ções financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria en- tábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras volve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evi- das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que Auditores Independentes Ricardo Anhesini Souza de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis para dência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demons- a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para funda- CRC 2SP014428/O-6 Contador CRC 1SP152233/O-6


24 -.ECONOMIA/LEGAIS Terra Nova Rodobens Incorporadora Imobiliária – Palhoça XIII – SPE Ltda CNPJ Nº 09.346.224/0001-24 - NIRE 35.222.043.431 5ª ALTERAÇÃO E CONSOLIDAÇÃO DE CONTRATO SOCIAL Data 13.01.2014. Local S.J.Rio Preto. A totalidade dos sócios da TERRA NOVA RODOBENS INCORPORADORA IMOBILIÁRIA – PALHOÇA XIII - SPE LTDA, sede em São José do Rio Preto-SP, na Av. Francisco das Chagas de Oliveira, nº 2500, sala 31C, CEP 15.085-485, DELIBERAM, reduzir o capital social, conf. art. 1082, II do CC, de R$2.070.321,00 para R$10.321,00, representando uma redução de R$2.060.000,00, que serão devolvidos até 31.01.2014, em moeda corrente nacional, à sócia Rodobens Negócios Imobiliários S/A. Sócios: Rodobens Negócios Imobiliários S/A e Carlos Bianconi.

Rodobens Incorporadora Imobiliária 315 – SPE Ltda CNPJ Nº 12.119.881/0001-43 - NIRE 35.224.233.954 14ª ALTERAÇÃO E CONSOLIDAÇÃO DE CONTRATO SOCIAL Data 15.01.2014. Local S.J.Rio Preto. A totalidade dos sócios da RODOBENS INCORPORADORA IMOBILIÁRIA 315 - SPE LTDA, com sede em São José do Rio Preto-SP, na Av. Francisco das Chagas de Oliveira, nº 2500, sala 01F, Higienópolis, CEP 15.085-485, DELIBERAM, reduzir o capital social, conf. art. 1082, II do CC, de R$5.759.326,00 para R$4.459.326,00, representando uma redução de R$1.300.000,00, que serão devolvidos até 31.01.2014, em moeda corrente nacional, à sócia Rodobens Negócios Imobiliários S/A. Sócios: Rodobens Negócios Imobiliários S/A e Carlos Bianconi.

Terra Nova Rodobens Incorporadora Imobiliária - Patos de Minas II - SPE Ltda

CNPJ Nº 09.346.251/0002-88 - NIRE 35.222.043.554 17ª ALTERAÇÃO E CONSOLIDAÇÃO DE CONTRATO SOCIAL Data 07.01.2014. Local S.J.Rio Preto. A totalidade dos sócios da TERRA NOVA RODOBENS INCORPORADORA IMOBILIÁRIA – PATOS DE MINAS II - SPE LTDA, sede em São José do Rio Preto-SP, na Av. Francisco das Chagas de Oliveira, nº 2500, sala 33C, Higienópolis, CEP 15.085-485, DELIBERAM, reduzir o capital social, conf. artigo 1082, inciso II do CC, de R$12.198.446,00 para R$9.398.446,00, representando uma redução de R$2.800.000,00, que serão devolvidos até 31.01.2014, em moeda corrente nacional, à sócia Rodobens Negócios Imobiliários S/A. Sócios: Rodobens Negócios Imobiliários S/A e Carlos Bianconi.

Terra Nova Rodobens Incorporadora Imobiliária – Palhoça II – SPE Ltda CNPJ Nº 09.219.215/0002-53 - NIRE 35.221.844.693 18ª ALTERAÇÃO E CONSOLIDAÇÃO DE CONTRATO SOCIAL Data 16.01.2014. Local S.J.Rio Preto. A totalidade dos sócios da TERRA NOVA RODOBENS INCORPORADORA IMOBILIÁRIA – PALHOÇA II - SPE LTDA, sede em São José do Rio Preto-SP, Av. Francisco das Chagas de Oliveira, nº 2500, sala 20C, Higienópolis, CEP 15.085-485, DELIBERAM, reduzir o capital social, conf. art. 1082, II do CC, de R$5.652.992,00 para R$2.992,00, representando uma redução de R$5.650.000,00, que serão devolvidos até 31.01.2014, em moeda corrente nacional, à sócia Marans Holdings S/A. Sócios: Marans Holdings S/A e Carlos Bianconi.

Terra Nova Rodobens Incorporadora Imobiliária – Palhoça I – SPE Ltda CNPJ Nº 09.219.224/0002-44 - NIRE 35.221.844.707 24ª ALTERAÇÃO E CONSOLIDAÇÃO DE CONTRATO SOCIAL Data 13.01.2014. Local S.J.Rio Preto. A totalidade dos sócios da TERRA NOVA RODOBENS INCORPORADORA IMOBILIÁRIA – PALHOÇA I - SPE LTDA, sede em São José do Rio Preto-SP, na Av. Francisco das Chagas de Oliveira, nº 2500, sala 02A, Higienópolis, CEP 15.085-485, DELIBERAM, reduzir o capital social, conf. art. 1082, II do CC, de R$7.603.364,00 para R$7.223.364,00, representando uma redução de R$380.000,00, que serão devolvidos até 31.01.2014, em moeda corrente nacional, à sócia Jaux Holdings S/A. Sócios: Jaux Holdings S/A e Carlos Bianconi.

Sistema Fácil, Incorporadora Imobiliária – Marília III – SPE Ltda CNPJ Nº 08.921.341/0002-92 - NIRE 35.221.470.157 18ª ALTERAÇÃO E CONSOLIDAÇÃO DE CONTRATO SOCIAL Data 09.01.2014. Local S.J.Rio Preto. A totalidade dos sócios da SISTEMA FÁCIL, INCORPORADORA IMOBILIÁRIA – MARÍLIA III - SPE LTDA, sede em São José do Rio Preto-SP, na Av. Francisco das Chagas de Oliveira, nº 2500, sala 03C, CEP 15.085-485, DELIBERAM, reduzir o capital social, conf. artigo 1082, II do CC, passando de R$1.137.344,00 para R$2.344,00, representando uma redução de R$1.135.000,00, que serão devolvidos até 31.01.2014, em moeda corrente nacional, à sócia Rodobens Negócios Imobiliários S/A. Sócios: Rodobens Negócios Imobiliários S/A e Carlos Bianconi.

Sistema Fácil, Incorporadora Imobiliária São José dos Campos I - SPE Ltda CNPJ Nº 08.724.733/0001-80 - NIRE 35.221.340.288 24ª ALTERAÇÃO E CONSOLIDAÇÃO DE CONTRATO SOCIAL Data 16.01.2014. Local S.J.Rio Preto. A totalidade dos sócios da SISTEMA FÁCIL, INCORPORADORA IMOBILIÁRIA – SÃO JOSÉ DOS CAMPOS I - SPE LTDA, sede em São José do Rio Preto-SP, na Av. Francisco das Chagas de Oliveira, nº 2500, sala 07E, CEP 15.085-485, DELIBERAM, reduzir o capital social, conf. art. 1082, II do CC, de R$6.941.430,00 para R$6.541.430,00, representando uma redução de R$400.000,00, que serão devolvidos até 16.01.2014 em moeda corrente nacional, à sócia Junas Holdings S/A. Sócios: Junas Holdings S/A e Carlos Bianconi.

Sistema Fácil, Incorporadora Imobiliária – São Carlos I – SPE Ltda CNPJ Nº 08.946.001/0001-35 - NIRE 35.221.471.293 18ª ALTERAÇÃO E CONSOLIDAÇÃO DE CONTRATO SOCIAL Data 16.01.2014. Local S.J.Rio Preto. A totalidade dos sócios da SISTEMA FÁCIL, INCORPORADORA IMOBILIÁRIA – SÃO CARLOS I - SPE LTDA, sede em São José do Rio Preto-SP, na Av. Francisco das Chagas de Oliveira, nº 2500, sala 30D, CEP 15.085-485, DELIBERAM, reduzir o capital social, conf. artigo 1082, II do CC, passando de R$8.360.833,00 para R$6.710.833,00, representando uma redução de R$1.650.000,00, que serão devolvidos até 31.01.2014, em moeda corrente nacional, à sócia Marans Holdings S/A. Sócios: Marans Holdings S/A e Carlos Bianconi.

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE ANDRADINA

EXTRATO DO 5° ADITAMENTO CONTRATUAL - PROCESSO Nº 63/12 CONCORRÊNCIA Nº 04/12 - OBJETO: Contratação de empresa especializada para construção da Praça dos Esportes e da Cultura - modelo 3.000 m², referente ao CTR363532-90/2011/Ministério da Cultura/Caixa. CONTRATANTE: PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE ANDRADINA. CONTRATADO: CGPM ENGENHARIA E CONSTRUÇÕES LTDA. Fica ajustado entre as partes que o prazo de execução do contrato será prorrogado até 17/06/2014. As demais cláusulas e condições dos contratos supra permanecem inalteradas. Data: 30 de dezembro de 2013. JAMIL AKIO ONO - Prefeito.

DIÁRIO DO COMÉRCIO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO

terça-feira, 25 de março de 2014 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO

FDE AVISA: Pregão Eletrônico de Registro de Preços Nº 36/01461/13/05. OBJETO: AQUISIÇÃO DE MESA DE INFORMÁTICA ME-18-A. A FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE comunica às empresas interessadas que se acha aberta licitação para: Aquisição de Mesa de Informática ME-18-A. As empresas interessadas poderão obter informações e verificar o Edital a partir de 25/03/2014, no endereço eletrônico www.bec.sp.gov.br ou na sede da FDE, na Supervisão de Licitações, na Av. São Luís, 99 - República - CEP: 01046-001 - São Paulo/SP, de segunda a sexta-feira, no horário das 08:30 às 17:00 horas, ou verificar o edital na íntegra, através da Internet no endereço: http://www.fde.sp.gov.br. A sessão pública de processamento do Pregão Eletrônico será realizada no endereço eletrônico www.bec.sp.gov.br, no dia 07/04/2014, às 10:00 horas, e será conduzida pelo pregoeiro com o auxílio da equipe de apoio, designados nos autos do processo em epígrafe e indicados no sistema pela autoridade competente. Todas as propostas deverão obedecer, rigorosamente, ao estabelecido no edital e seus anexos e serão encaminhadas, por meio eletrônico, após o registro dos interessados em participar do certame e o credenciamento de seus representantes previamente cadastrados. A data do início do prazo para envio da proposta eletrônica será de 25/03/2014, até o momento anterior ao início da sessão pública. BARJAS NEGRI - Presidente.

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GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO

FDE AVISA: Pregão Eletrônico de Registro de Preços Nº 36/00194/14/05. OBJETO: AQUISIÇÃO DE CHUVEIRO LAVA OLHOS DE EMERGÊNCIA – CH-01. A FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE comunica às empresas interessadas que se acha aberta licitação para: Aquisição de Chuveiro Lava Olhos de Emergência - CH-01. As empresas interessadas poderão obter informações e verificar o Edital a partir de 25/03/2014, no endereço eletrônico www.bec.sp.gov.br ou na sede da FDE, na Supervisão de Licitações, na Av. São Luís, 99 - República - CEP: 01046-001 - São Paulo/SP, de segunda a sexta-feira, no horário das 08:30 às 17:00 horas, ou verificar o edital na íntegra, através da Internet no endereço: http:// www.fde.sp.gov.br. A sessão pública de processamento do Pregão Eletrônico será realizada no endereço eletrônico www.bec.sp.gov.br, no dia 07/ 04/2014, às 10:00 horas, e será conduzida pelo pregoeiro com o auxílio da equipe de apoio, designados nos autos do processo em epígrafe e indicados no sistema pela autoridade competente. Todas as propostas deverão obedecer, rigorosamente, ao estabelecido no edital e seus anexos e serão encaminhadas, por meio eletrônico, após o registro dos interessados em participar do certame e o credenciamento de seus representantes previamente cadastrados. A data do início do prazo para envio da proposta eletrônica será de 25/03/2014, até o momento anterior ao início da sessão pública. BARJAS NEGRI - Presidente.

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GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO

FDE AVISA: CONCORRÊNCIA. A FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE comunica às empresas interessadas que se acha aberta licitação para execução de Construção de Ambientes Complementares e Reforma de Prédio Escolar: CONCORRÊNCIA Nº - PRÉDIO - LOCALIZAÇÃO - PRAZO - ÁREA (se houver) - PATRIMÔNIO LÍQUIDO MÍNIMO P/ PARTICIPAR - GARANTIA DE PARTICIPAÇÃO - ABERTURA DA LICITAÇÃO (HORA E DIA). 69/06056/13/01 - EE Joaquim Rodrigues Madureira - Praca das Orquideas, 1-6 - Cep: 17020-390 - Vista Alegre - Bauru/SP; EE Joaquim Rodrigues Madureira - Praça das Orquídeas, 1-6 - Cep: 17020-390 - Vista Alegre - Bauru/SP; EE Prof. Francisco Antunes - 65 Marechal Rondon, 10 - 17 - Cep: 17060-660 - Vila Seabra - Bauru/SP; EE Prof. Francisco Antunes - 65 Marechal Rondon, 10 - 17 - Cep: 17060-660 - Vila Seabra - Bauru/SP; EE Torquato Minhoto - Rua Silva Jardim, 1122 - Cep: 17063-090 - Jd. Bela Vista - Bauru/SP - 180 - 118,25; 100,44 - R$ 246.124,00 - R$ 24.612,00 - 09:30 - 28/04/2014. As empresas interessadas poderão obter informações e verificar o Edital e o respectivo Caderno de Encargos e Composição do BDI na SEDE DA FDE, na Supervisão de Licitações, na Av. São Luís, 99 - República - CEP: 01046-001 - São Paulo/SP ou através da Internet pelo endereço eletrônico www.fde.sp.gov.br. Os interessados poderão adquirir o Edital completo através de CD-ROM a partir de 27/03/2014, na SEDE DA FDE, de segunda a sexta-feira, no horário das 08:30 às 17:00 horas, mediante pagamento não reembolsável de R$ 50,00 (cinquenta reais). Os interessados poderão adquirir o CD-ROM referente às Planilhas, ao custo de R$ 3,00 (três reais), na SEDE DA FDE, de segunda a sexta-feira, dentro do horário de expediente, das 08:30 às 17:00 horas. Todas as propostas deverão estar acompanhadas de garantia de participação, a ser apresentada à Supervisão de Licitações da FDE, conforme valor indicado acima. Os invólucros contendo a PROPOSTA COMERCIAL e os DOCUMENTOS DE HABILITAÇÃO deverão ser entregues, juntamente com a Solicitação de Participação, a Declaração de Pleno Atendimento aos Requisitos de Habilitação e a garantia de participação, no Setor de Protocolo da Supervisão de Licitações - SLI na SEDE DA FDE, até 30 minutos antes da abertura da licitação. Esta Licitação será processada em conformidade com a LEI FEDERAL nº 8.666/93 e suas alterações, e com o disposto nas CONDIÇÕES GERAIS PARA A REALIZAÇÃO DE LICITAÇÕES E CONTRATAÇÕES DA FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE. As propostas deverão obedecer, rigorosamente, ao estabelecido no edital. BARJAS NEGRI - Presidente.

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO

GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO

FDE AVISA: TOMADAS DE PREÇOS. A FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE comunica às empresas interessadas que se acha aberta licitação para execução de obras: TOMADA DE PREÇOS Nº - OBJETO - PRÉDIO - LOCALIZAÇÃO - PRAZO - ÁREA (se houver) - PATRIMÔNIO LÍQUIDO MÍNIMO P/ PARTICIPAR - GARANTIA DE PARTICIPAÇÃO - ABERTURA DA LICITAÇÃO (HORA E DIA). 69/06057/13/02 - Reforma de Prédio Escolar - EE Profa Therezinha Saccomano Passaro - Rua São José, 514 - Cep: 18320-000 - Centro - Guapiara/SP - 210 - R$ 69.089,00 - R$ 6.908,00 - 09:30 - 14/04/2014. 69/06076/ 13/02 - Construção de Ambientes Complementares e Reforma Prédio Escolar - EE Prof Salvador Ramos de Moura - Rua José Antonio Sanches, 468 - Cep: 17970-000 - Centro - Sao Joao do Pau D´Alho/SP; EE Prof Salvador Ramos de Moura - Rua José Antonio Sanches, 468 - Cep: 17970-000 - Centro - Sao João do Pau D´Alho/SP - 180 - R$ 69.635,00 - R$ 6.963,00 - 10:00 - 14/04/2014. 69/00084/14/02 - Construção de Ambientes Complementares com Fornecimento, Instalação, Licenciamento e Manutenção de Elevador e Reforma de Prédio Escolar - EE Prq Sta Edwirges - 81 Angelo Paschoal, 2-51 - Cep: 17063-560 - Jd Vania Maria - Bauru/SP; EE Prq Sta Edwirges - 81 Angelo Paschoal, 2-51 - Cep: 17063-560 - Jd. Vania Maria – Bauru/SP - 210 - R$ 74.414,00 - R$ 7.441,00 - 10:30 - 14/04/2014. 73/02950/13/02 - Construção de Ambientes Complementares com Fornecimento, Instalação, Licenciamento e Manutenção de Elevador e Reforma de Prédio Escolar - EE/EMEF Moacir Thomaz da Silva - Rua Ana Maria Bonfadini, 200 - Cep: 06624-320 - Jd Gabriela - Jandira/SP; EE/EMEF Moacir Thomaz da Silva - Rua Ana Maria Bonfadini, 200 - Cep: 06624-320 - Jd. Gabriela - Jandira/SP - 210 - R$ 133.216,00 - R$ 13.321,00 - 11:00 - 14/04/2014. As empresas interessadas poderão obter informações e verificar o Edital e o respectivo Caderno de Encargos e Composição do BDI na SEDE DA FDE, na Supervisão de Licitações, na Av. São Luís, 99 - República - CEP: 01046-001 - São Paulo/SP ou através da Internet pelo endereço eletrônico www.fde.sp.gov.br. Os interessados poderão adquirir o Edital completo através de CD-ROM a partir de 27/03/2014, na SEDE DA FDE, de segunda a sexta-feira, no horário das 08:30 às 17:00 horas, mediante pagamento não reembolsável de R$ 40,00 (quarenta reais). Os interessados poderão adquirir o CD-ROM referente às Planilhas, ao custo de R$ 3,00 (três reais), na SEDE DA FDE, de segunda a sexta-feira, dentro do horário de expediente, das 08:30 às 17:00 horas. Todas as propostas deverão estar acompanhadas de garantia de participação, a ser apresentada à Supervisão de Licitações da FDE, conforme valor indicado acima. Os invólucros contendo a PROPOSTA COMERCIAL e os DOCUMENTOS DE HABILITAÇÃO deverão ser entregues, juntamente com a Solicitação de Participação, a Declaração de Pleno Atendimento aos Requisitos de Habilitação e a garantia de participação, no Setor de Protocolo da Supervisão de Licitações - SLI na SEDE DA FDE, até 30 minutos antes da abertura da licitação. Esta Licitação será processada em conformidade com a LEI FEDERAL nº 8.666/93 e suas alterações, e com o disposto nas CONDIÇÕES GERAIS PARA A REALIZAÇÃO DE LICITAÇÕES E CONTRATAÇÕES DA FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE. As propostas deverão obedecer, rigorosamente, ao estabelecido no edital. BARJAS NEGRI - Presidente.

Financeira Alfa S.A. - Crédito,Financiamento e Investimentos Sociedade Anônima de Capital Aberto CNPJ/MF nº 17.167.412/0001-13 e NIRE 35 3 0004818 1 Edital de Convocação A. Convidamos os senhores acionistas a se reunirem no dia 24 de abril de 2014, às 10h15min (dez horas e quinze minutos), na sede social, na Alameda Santos, 466, 1º andar, Cerqueira César, nesta Capital, a fim de deliberarem sobre a seguinte ordem do dia:Assembleia Geral Ordinária: 1. examinar, discutir e votar o Relatório da Administração, as Demonstrações Financeiras (BRGAAP e IFRS), o Relatório dos Auditores Independentes, o Parecer do Conselho Fiscal e o Resumo do Relatório do Comitê de Auditoria, todos relativos ao exercício social encerrado em 31.12.2013; 2. deliberar sobre a destinação do lucro líquido do exercício e ratificar as distribuições de juros sobre o capital próprio relativas ao 1º e 2º semestres de 2013; 3. eleger os membros do Conselho de Administração, efetivos e suplentes, para o próximo mandato, nos termos do Estatuto Social, Artigo 13; 4. examinar, discutir e votar a verba máxima destinada à remuneração dos Administradores para o exercício de 2014, conforme proposta do Comitê de Remuneração; e 5. se assim deliberado, instalar o Conselho Fiscal, eleger seus membros efetivos e suplentes e fixar suas remunerações. Para requerer a adoção do voto múltiplo para a eleição dos membros do Conselho de Administração, os requerentes, representando no mínimo 5% do capital votante, deverão exercer esta faculdade até 48 (quarenta e oito) horas antes da Assembleia Geral.Consigna-se ainda, para a eleição destes mesmos membros, a possibilidade de exercício das faculdades de que tratam o caput e parágrafos do artigo 141 da Lei nº 6.404/76, com a redação que lhes foi dada pela Lei nº 10.303/01. Assembleia Geral Extraordinária: Tomar conhecimento e deliberar sobre a Proposta da Diretoria, com pareceres favoráveis do Conselho de Administração e do Conselho Fiscal, para aumentar o capital social em R$ 18.700.000,00 (dezoito milhões e setecentos mil reais), sem emissão de ações, mediante a capitalização de igual valor a ser retirado da conta “Reserva de Lucros - Reserva para Aumento de Capital”, para eliminar seu excesso, e aprovar a correspondente reforma estatutária. B. Nos termos do Parágrafo Único do Artigo 9º do Estatuto Social, para participar da Assembleia Geral é necessário ser acionista no mínimo 08 (oito) dias antes da data de sua realização, isto é, até 16.04.2014, inclusive. Quando o acionista se fizer representar por mandatário, é indispensável o depósito do respectivo instrumento de procuração na sede social, mediante protocolo, até 05 (cinco) dias também antes do mesmo evento, ou seja, até 18.04.2014, inclusive. O instrumento de procuração deve ter firma reconhecida e ser acompanhado de comprovação de poderes do respectivo outorgante. Além disso, lembramos que o Artigo 126 da Lei nº 6.404/76, conforme atualmente vigente, prevê que, para ser admitido, participar e deliberar nas Assembleias Gerais, pode ser solicitado ao acionista (ou seu procurador) que apresente documento de identidade e comprovante de titularidade das ações de emissão da Sociedade expedido pelo custodiante. Os documentos pertinentes às Assembleias encontram-se à disposição dos acionistas na sede da Sociedade. São Paulo, 21 de março de 2014. Paulo Guilherme Monteiro Lobato Ribeiro Presidente do Conselho de Administração.

Alfa Holdings S.A. Sociedade Anônima de Capital Aberto CNPJ/MF nº 17.167.396/0001-69 e NIRE 35 3 0002375 7 Edital de Convocação A. Convidamos os senhores acionistas a se reunirem no dia 24 de abril de 2014, às 11:00 h (onze horas), na sede social, na Alameda Santos, 466, 1º andar, Cerqueira César, nesta Capital, a fim de deliberarem sobre a seguinte ordem do dia: Em Assembleia Geral Ordinária: 1. examinar, discutir e votar o Relatório da Administração, as Demonstrações Financeiras, o Relatório dos Auditores Independentes e o Parecer do Conselho Fiscal, todos relativos ao exercício social encerrado em 31.12.2013; 2. deliberar sobre a destinação do lucro líquido do exercício e ratificar as distribuições de juros sobre o capital próprio e dividendos relativas ao 1º e 2º semestres de 2013; 3. eleger os membros do Conselho de Administração, efetivos e suplentes, para o próximo mandato, nos termos do Estatuto Social, Artigo 17; 4. fixar a verba máxima destinada à remuneração dos membros da Diretoria e do Conselho de Administração para o exercício de 2014; e 5. se assim deliberado, instalar o Conselho Fiscal, eleger seus membros efetivos e suplentes e fixar suas remunerações. Para requerer a adoção do voto múltiplo para a eleição dos membros do Conselho de Administração, os requerentes, representando no mínimo 5% do capital votante, deverão exercer esta faculdade até 48 (quarenta e oito) horas antes da Assembleia Geral.Consigna-se ainda, para a eleição destes mesmos membros, a possibilidade de exercício das faculdades de que tratam o caput e parágrafos do artigo 141 da Lei nº 6.404/76, com a redação que lhes foi dada pela Lei nº 10.303/01. Em Assembleia Geral Extraordinária: Tomar conhecimento e deliberar sobre a Proposta da Diretoria, com pareceres favoráveis do Conselho de Administração e do Conselho Fiscal, para aumentar o capital social em R$ 17.032.830,00 (dezessete milhões, trinta e dois mil e oitocentos e trinta reais), sem emissão de ações, mediante a capitalização de igual valor a ser retirado da conta “Reservas Estatutárias Reserva para Aumento de Capital”, para eliminar seu excesso, e aprovar a correspondente reforma estatutária. B. Nos termos do Parágrafo Único do Artigo 11º do Estatuto Social, para participar da Assembleia Geral é necessário ser acionista no mínimo 08 (oito) dias antes da data de sua realização, isto é, até 16.04.2014, inclusive. Quando o acionista se fizer representar por mandatário, é indispensável o depósito do respectivo instrumento de procuração na sede social, mediante protocolo, até 05 (cinco) dias também antes do mesmo evento, ou seja, até 18.04.2014, inclusive.O instrumento de procuração deve ter firma reconhecida e ser acompanhado de comprovação de poderes do respectivo outorgante.Além disso, lembramos que o Artigo 126 da Lei nº 6.404/76, conforme atualmente vigente, prevê que, para ser admitido, participar e deliberar nas Assembleias Gerais, pode ser solicitado ao acionista (ou seu procurador) que apresente documento de identidade e comprovante de titularidade das ações de emissão da Sociedade expedido pelo custodiante. Os documentos pertinentes às Assembleias encontram-se à disposição dos acionistas na sede da Sociedade. São Paulo, 21 de março de 2014.Paulo Guilherme Monteiro Lobato Ribeiro - Presidente do Conselho de Administração.

Hidroservice Amazônia S/A Agropecuária g p e Industrial

Consórcio Alfa de Administração S.A. Sociedade Anônima de Capital Aberto CNPJ/MF nº 17.193.806/0001-46 e NIRE 35 3 0002366 8 Edital de Convocação A. Convidamos os senhores acionistas a se reunirem no dia 24 de abril de 2014, às 11h45min (onze horas e quarenta e cinco minutos), na sede social, na Alameda Santos, 466, 1º andar, Cerqueira César, nesta Capital, a fim de deliberarem sobre a seguinte ordem do dia: Em Assembleia Geral Ordinária.1.Examinar, discutir e votar o Relatório da Administração, as Demonstrações Financeiras, o Relatório dos Auditores Independentes e o Parecer do Conselho Fiscal, todos relativos ao exercício social encerrado em 31.12.2013; 2. deliberar sobre a destinação do lucro líquido do exercício e ratificar as distribuições de juros sobre o capital próprio e dividendos relativas ao 1º e 2º semestres de 2013;3.eleger os membros do Conselho de Administração, efetivos e suplentes, para o próximo mandato, nos termos do Estatuto Social, Artigo 17; 4. fixar a verba máxima destinada à remuneração dos membros da Diretoria e do Conselho de Administração para o exercício de 2014 e 5. se assim deliberado, instalar o Conselho Fiscal, eleger seus membros efetivos e suplentes e fixar suas remunerações. Para requerer a adoção do voto múltiplo para a eleição dos membros do Conselho de Administração, os requerentes, representando no mínimo 5% do capital votante, deverão exercer esta faculdade até 48 (quarenta e oito) horas antes da Assembleia Geral. Consigna-se ainda, para a eleição destes mesmos membros, a possibilidade de exercício das faculdades de que tratam o caput e parágrafos do artigo 141 da Lei nº 6.404/76, com a redação que lhes foi dada pela Lei nº 10.303/01.Em Assembleia Geral Extraordinária.Tomar conhecimento e deliberar sobre a Proposta da Diretoria, com pareceres favoráveis do Conselho de Administração e do Conselho Fiscal, para aumentar o capital social em R$ 20.018.680,00 (vinte milhões, dezoito mil e seiscentos e oitenta reais), sem emissão de ações, mediante a capitalização de igual valor a ser retirado da conta “Reservas Estatutárias - Reserva para Aumento de Capital”, para eliminar seu excesso, e aprovar a correspondente reforma estatutária. B. Nos termos do Parágrafo Único do Artigo 11º do Estatuto Social, para participar da Assembleia Geral é necessário ser acionista no mínimo 08 (oito) dias antes da data de sua realização, isto é até 16.04.2014, inclusive. Quando o acionista se fizer representar por mandatário, é indispensável o depósito do respectivo instrumento de procuração na sede social, mediante protocolo, até 05 (cinco) dias também antes do mesmo evento, ou seja, até 18.04.2014, inclusive. O instrumento de procuração deve ter firma reconhecida e ser acompanhado de comprovação de poderes do respectivo outorgante. Além disso, lembramos que o Artigo 126 da Lei nº 6.404/76, conforme atualmente vigente, prevê que, para ser admitido, participar e deliberar nas Assembleias Gerais, pode ser solicitado ao acionista (ou seu procurador) que apresente documento de identidade e comprovante de titularidade das ações de emissão da Sociedade expedido pelo custodiante. Os documentos pertinentes às Assembleias encontram-se à disposição dos acionistas na sede da Sociedade.São Paulo, 21 de março de 2014.Paulo Guilherme Monteiro Lobato Ribeiro - Presidente do Conselho de Administração.

FALÊNCIA, RECUPERAÇÃO EXTRAJUDICIAL E RECUPERAÇÃO JUDICIAL Conforme informação da Distribuição Cível do Tribunal de Justiça de São Paulo, foram ajuizados no dia 24 de março de 2014, na Comarca da Capital, os seguintes pedidos de falência, recuperação extrajudicial e recuperação judicial: Requerente: Printcor Indústria e Comércio de Tintas e Vernizes Ltda. Requerido: VOX Editora Ltda. Rua Dr. Rubens Meireles, 71 - 2ª Vara de Falências.

Allis Partipações p ç S.A CNPJ n° 08.648.295/0001-19 - NIRE 353000337867 - Cia. Aberta Aviso aos Acionistas Comunicamos aos Senhores Acionistas que desde 25/03/14 se acham a disposição de V.Sas., na sede social da Cia (Av. Brig.Faria Lima, 1355, 15º andar, São Paulo/SP, os documentos a que se refere o artigo 133 da Lei 6.404/76, relativos ao exercício social encerrado em 31/12/13, e que serão apreciados na AGOE de 25/04/2014, 15h00. Copias eletrônicas destes documentos poderão ser solicitadas pelo email jeanfrancois.posth@allis.com. br, ou obtidas no site da Cia. (www.allis.com.br/dados) e da Comissão de Valores Mobiliários (www.cvm.gov.br). São Paulo, março de 2014. A Administração. (25, 26 e 27/03/2014)

Sistema Fácil, Incorporadora Imobiliária – São Carlos II – SPE Ltda CNPJ Nº 08.945.924/0002-53 - NIRE 35.221.471.277 23ª ALTERAÇÃO E CONSOLIDAÇÃO DE CONTRATO SOCIAL Data 15.01.2014 Local S.J.Rio Preto. A totalidade dos sócios da SISTEMA FÁCIL, INCORPORADORA IMOBILIÁRIA – SÃO CARLOS II - SPE LTDA, com sede em São José do Rio Preto-SP, na Av. Francisco das Chagas de Oliveira, nº 2500, sala 31D, Higienópolis, CEP 15.085-485, DELIBERAM, reduzir o capital social, conf. art. 1082, II do CC, de R$1.778.911,00 para R$24.911,00, representando uma redução de R$1.754.000,00, que serão devolvidos até 31.01.2014, em moeda corrente nacional, à sócia Rodobens Negócios Imobiliários S/A. Sócios: Rodobens Negócios Imobiliários S/A e Carlos Bianconi.

Sistema Fácil, Incorporadora Imobiliária – Uberlândia II – SPE Ltda CNPJ Nº 08.921.324/0002-55 - NIRE 35.221.470.149 19ª ALTERAÇÃO E CONSOLIDAÇÃO DE CONTRATO SOCIAL Data 15.01.2014. Local S.J.Rio Preto. A totalidade dos sócios da SISTEMA FÁCIL, INCORPORADORA IMOBILIÁRIA – UBERLÂNDIA II - SPE LTDA, sede em São José do Rio Preto-SP, na Av. Francisco das Chagas de Oliveira, nº 2500, sala 32E, Higienópolis, CEP 15.085485, DELIBERAM, reduzir o capital social, conf. art. 1082, II do CC, de R$18.120.990,00 para R$16.370.990,00, representando uma redução de R$1.750.000,00, que serão devolvidos até 31.01.2014, em moeda corrente nacional, à sócia Rodobens Negócios Imobiliários S/A. Sócios: Rodobens Negócios Imobiliários S/A e Carlos Bianconi.

MUNICÍPIO DE NOVA ODESSA

AVISO DE EDITAL DE LICITAÇÃO BENJAMIM BILL VIEIRADE SOUZA, Prefeito do Município de Nova Odessa, torna público que se acha aberto Pregão Presencial nº. 11/PP/2014 que será realizada na sala de reuniões da Prefeitura Municipal de Nova Odessa, situada a Avenida João Pessoa, 777, Centro, Nova Odessa/SP, CEP: 13460-000, iniciando-se a sessão no dia 04/04/2014, às 9h15min, e tem por objeto Fornecimento parcelado, em entregas semanais de carnes e derivados para o Bosque Isidoro Bordon. Informações poderão ser obtidas das 8h00min às 16h30min, no endereço acima mencionado ou através do telefone (19) 3476.8602. O edital estará disponível para download no seguinte link de acesso: http://www.novaodessa.sp.gov.br/Licitacoes.aspx.. Nova Odessa, 24 de março de 2014.

Setor de Suprimentos e Licitações

Prefeitura Municipal de São Sebastião da Grama Pregão Presencial nº 10/14 O senhor José Francisco Martha, Prefeito Municipal de São Sebastião da Grama, torna público que se acha aberto, procedimento licitatório, na modalidade de Pregão Presencial, com encerramento no dia 09/ 04/2014, às 09:30 horas, tendo como objetivo a Contratação de empresa especializada na administração e gerenciamento de fornecimento de documentos de legitimação (cartões eletrônicos, magnéticos, ou outros oriundos de tecnologia adequada) com recarga mensal de créditos, para aquisição de gêneros alimentícios em estabelecimentos comerciais (supermercado, armazém, mercearia, açougue, peixaria, hortimercado, comércio de laticínios e ou frios, padarias e similares), destinado aos Servidores/ Funcionários da Prefeitura do Município de São Sebastião da Grama. O edital está disponível no site www.ssgrama.sp.gov.br para download. Maiores informações poderão ser obtidas pelo tel. 0XX19 36469951, ou pelo e-mail licitacao@ssgrama.sp.gov.br. São Sebastião da Grama, 21 de março de 2014. José Francisco Martha Prefeito Municipal

Limelocker Lavanderia e Serviços S.A. CNPJ/MF nº 18.466.010/0001-82 – NIRE 35.3.0046157-6 Ata da Assembleia Geral Extraordinária realizada em 24 de fevereiro de 2014 Data, hora, local: 24/02/2014, às 9 hs., na Rua Mourato Coelho, 957, São Paulo-SP. Presença: Acionistas representando a totalidade do capital social, conforme assinaturas apostas em livro próprio. Mesa: Presidente: Luís Mário Bilenky; Secretário: Milton Walter Hesse. Convocação: Dispensadas as formalidades de convocação, nos termos do art. 124, § 4º, da Lei nº 6.404/76, conforme alterada. Ordem do Dia: I. apreciação de proposta de aumento do capital social, com emissão de novas ações; e II. alteração do art. 5º do Estatuto Social, a fim de refletir a deliberação do item supra. Deliberações tomadas por unanimidade de votos dos presentes: I. aprovada a proposta de aumento do capital social no valor de R$160.000,00, mediante a emissão de 160.000 ações ordinárias nominativas, sem valor nominal, ao preço de emissão de R$1,00 cada, subscritas neste ato pelos acionistas, no montante de 40.000 ações cada um, e integralizadas mediante capitalização de adiantamentos efetuados pelos respectivos subscritores para futuro aumento de capital, conforme boletim de subscrição anexo (Anexo I); II. alterado, por conseguinte, o art. 5º do Estatuto Social, que passa a vigorar com a redação transcrita a seguir, permanecendo inalteradas e em pleno vigor e efeito todas as demais disposições, naquilo em que não colidam com o ora deliberado, a saber: “Art. 5º. O capital social é de R$760.000,00, representado por 760.000 ações ordinárias nominativas, sem valor nominal. § Único. As ações representativas do capital social são indivisíveis em relação à Sociedade e cada ação ordinária confere a seu titular o direito a um voto nas Assembleias Gerais.” Encerramento: Nada mais havendo a tratar, o Sr. Presidente declarou encerrados os trabalhos, suspendendo-se a assembleia pelo tempo necessário à lavratura da presente ata, que, depois de lida e achada conforme, vai assinada por todos os acionistas presentes. São Paulo, 24/02/2014. (ass.) Mesa: Luís Mário Bilenky – Presidente; Milton Walter Hesse – Secretário. Acionistas: Luís Mário Bilenky, Milton Walter Hesse, Geraldo Luiz Yoshizawa, Nelson Naspitz. JUCESP nº 101.367/14-4 em 17/03/2014. Gisela Simiema Ceschin – Secretária Geral.

Banco Alfa de Investimento S.A. Sociedade Anônima de Capital Aberto CNPJ/MF nº 60.770.336/0001-65 e NIRE 35 3 0005322 2 Edital de Convocação A. Convidamos os senhores acionistas a se reunirem no dia 24 de abril de 2014, às 9:30 hs.(nove horas e trinta minutos), na sede social, na Alameda Santos, 466, 1º andar, Cerqueira César, nesta Capital, a fim de deliberarem sobre a seguinte ordem do dia:Em Assembleia Geral Ordinária: 1. examinar, discutir e votar o Relatório da Administração, as Demonstrações Financeiras (BRGAAP e IFRS), o Relatório dos Auditores Independentes, o Parecer do Conselho Fiscal e o Resumo do Relatório do Comitê de Auditoria, todos relativos ao exercício social encerrado em 31.12.2013;2. deliberar sobre a destinação do lucro líquido do exercício e ratificar as distribuições de dividendos e juros sobre o capital próprio relativas ao 1º e 2º semestres de 2013; 3. eleger os membros do Conselho de Administração, efetivos e suplentes, para o próximo mandato, nos termos do Estatuto Social, Artigo 13; 4. examinar, discutir e votar as verbas máximas destinadas à remuneração dos Administradores e do Comitê de Auditoria para o exercício de 2014, conforme proposta do Comitê de Remuneração;e 5.se assim deliberado, instalar o Conselho Fiscal, eleger seus membros efetivos e suplentes e fixar suas respectivas remunerações.Para requerer a adoção do voto múltiplo para a eleição dos membros do Conselho de Administração, os requerentes, representando no mínimo 5% do capital votante, deverão exercer esta faculdade até 48 (quarenta e oito) horas antes da Assembleia Geral.Consigna-se ainda, para a eleição destes mesmos membros, a possibilidade de exercício das faculdades de que tratam o caput e parágrafos do artigo 141 da Lei nº 6.404/76, com a redação que lhes foi dada pela Lei nº 10.303/01. Em Assembleia Geral Extraordinária: Tomar conhecimento e deliberar sobre a Proposta da Diretoria, com pareceres favoráveis do Conselho de Administração e do Conselho Fiscal, para aumentar o capital social em R$ 24.500.000,00 (vinte e quatro milhões e quinhentos mil reais), sem emissão de ações, mediante a capitalização de igual valor a ser retirado da conta “Reserva de Lucros - Reserva para Aumento de Capital”, para eliminar seu excesso, e aprovar a correspondente reforma estatutária. B. Nos termos do Parágrafo Único do Artigo 9º do Estatuto Social, para participar da Assembleia Geral é necessário ser acionista no mínimo 08 (oito) dias antes da data de sua realização, isto é até 16.04.2014, inclusive.Quando o acionista se fizer representar por mandatário, é indispensável o depósito do respectivo instrumento de procuração na sede social, mediante protocolo, até 05 (cinco) dias também antes do mesmo evento, ou seja, até 18.04.2014, inclusive. O instrumento de procuração deve ter firma reconhecida e ser acompanhado de comprovação de poderes do respectivo outorgante.Além disso, lembramos que o Artigo 126 da Lei nº 6.404/76, conforme atualmente vigente, prevê que, para ser admitido, participar e deliberar nas Assembleias Gerais, pode ser solicitado ao acionista (ou seu procurador) que apresente documento de identidade e comprovante de titularidade das ações de emissão da Sociedade expedido pelo custodiante.Os documentos pertinentes às Assembleias encontram-se à disposição dos acionistas na sede da Sociedade.São Paulo, 21 de março de 2014.Paulo Guilherme Monteiro Lobato Ribeiro - Presidente do Conselho de Administração.

Atividades Operacionais 2013 2012 CNPJ/MF n° 05.054.358/0001-10 Lucro (prejuízo) do período (64.452) (5.442) Relatório da Diretoria Aumento(dimin.) itens que Senhores Acionistas, em cumprimento às disposições estatutárias e legais, submetemos à apreciação deV.Sas., o Balanço Patrimonial e as não afetam o caixa: demais Demonstrações Contábeis referentes ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2013, comparativo ao exercício encerrado em Var. Monet. e Encargos s/Emprést. 31 de dezembro de 2012.Colocamo-nos à disposição para quaísquer esclarecimentos. São Paulo, 25 de março de 2014 A Diretoria e Financiamentos (17.515) (26.789 Variação Monet. e Encargos s/ 2013 2012 Ativo 2013 2012 Passivo Parcelamento de Tributos 2.637 2.035 Circulante 30.861 29.204 Ajustes Exercícios Anteriores Circulante 1.744 1.744 Parc. de Tributos 7.764 7.764 Aumento(diminuição) do passivo 16.404 14.747 Impostos a recolher 1.657 8.256 Impostos a recuperar 1.489 1.489 Impostos e Contr. a Recolher Dividendos a Distribuir 6.693 6.693 Geração(utilização) de caixa das 65.008 72.772 Outras Contas a Receber 255 255 Não Circulante ativ. operacionais (77.673) (21.940) Parc. de Tributos 65.008 72.772 Atividades de Financiaments Não Circulante Patrimônio Liquido 9.081.899 9.146.351 Amortização de empréstimos e Capital Social 8.181.369 8.181.369 financiamentos 85.437 29.704 Realizável a Longo Prazo 9.176.024 9.246.583 Correção Monet. do Capital 1 1 Parcelamentos Tributários (7.764) (7.764) 1.409 1.409 Geração (utilização) de caixa das Partes relacionadas 9.176.024 9.246.583 Reserva Legal Lucros (Prejuízos) Acumulados 899.120 963.572 ativ. de financ. 77.673 21.940 Total do Ativo 9.177.768 9.248.327 Total do Passivo 9.177.768 9.248.327 contábeis estão apresentadas em reais, que é a moeda funcional da Entidade. b) Apuração do resultado - O resultado é apurado pelo regime de competência de exercícios c) Ativos circulante e Res.de C.M. Prej. Capital Legal do Cap. acum. Total realizável a longo prazo - Apresentado ao valor da realização, Em 1°/1/2012 8.181.369 1.409 1 969.014 9.151.793 incluindo, quando aplicável, os rendimentos e variações monetáRealização da res. 0 0 0 0 0 rias auferidos de seus ativos. d) Passivos circulante e exigível a Lucro Líq. do exerc. 0 0 0 (5.442) (5.442) longo prazo - Demonstrado por valores conhecidos ou calculados, Reservas Legal 0 0 0 0 0 acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos e Distrib. de Dividendos 0 0 0 0 0 variações monetárias incorridas. 3. Realizável a longo prazo Em 31/12/2012 8.181.369 1.409 1 963.572 9.146.351 partes relacionadas - Referem- -se substancialmente ao saldo Lucro Líq. do exerc. 0 0 0 (64.452) (64.452) de Títulos da Dívida Agrária - TDA´s recebidos de acordo com o Reservas Legal 0 0 0 0 0 mencionado na Nota 1 e cedidos parcialmente, em 2005, para o Distrib. de Dividendos 0 0 0 0 0 acionista Hidroservice Engenharia Ltda., sendo que a movimentaEm 31/12/2013 8.181.369 1.409 1 899.120 9.081.899 ção ocorrida foi a seguinte: Descrição 2013 2012 Saldo Incial 9.246.583 9.251.533 1. Contexto Operacional - De acordo com o processo de desa- R$ 26.000.000, sendo R$ 20.007.970 em Títulos da Dívida Agrá- (-) Transferências de recursos obtidos propriação instaurado pelo Instituto Nacional de Reforma Agrária ria - TDA’s, para indenização da terra nua. A sentença judicial (+) Juros e atualização monetária 17.515 26.879 - INCRA, contra a Hidroserve da Amazônia S/A Agropecuária e homologando o referido acordo, foi emitida na mesma data ante- (-) Transferências de recursos recebidos (88.073) (31.739) Industrial, cuja audiência de conciliação ocorrida em 20/7/2005, riormente mencionado. 2. Resumo das Principais Contábeis Saldo Final 9.176.025 9.246.583 estabeleceu acordo entre as partes, cuja indenização seria de - a) Moeda Funcional e de Apresentação - As Demonstrações 4. Capital Social - O capital subscrito e integralizado de R$

Ilmos. Srs. Administradores e Acionistas de Hidroservice Amazônia S/A. – Agropecuária e Industrial São Paulo - SP Examinei as demonstrações contábeis individuais da Hidroservice Amazônia S/A.– Agropecuária e Industrial, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2013 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis:A administração da Hidroservice Amazônia S/A.– Agropecuária e Industrial é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às entidades de pequeno e médio porte (NBC-TG 1000) e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes: Minha responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em minha auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria.Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelo auditor e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados

Operacionais Despesas Administrativas Despesas Tributárias Financeiras Liquidas Resultado antes do IR e CSSL Lucro Líquido do Exercício Lucro por ação do Capital Social no final do exercício (número de ações 658.923)

2013 2012 (75.011) (21.190) (4.319) (7.380) 14.878 23.128 (64.452) (5.442) (64.452) (5.442) (0,10)

(0,01)

8.181.369, está representado por 265.231 ações ordinárias nominativas e 393.692 ações incentivadas, sendo 350.631 classe “A”, 2.180 classe “B”, 3.083 classe “C” e 37.798 classe “D”, totalizando 658.923 ações, sem valor nominal. 5. Despesas Administrativas Descrição 2013 2012 Serviços de Terceiros (10.000) (10.142) Despesas Legais e Judiciais (148) Jornais, Revistas e Publicações (65.011) (51.028) Despesas Tributárias (4.139) (10.033) Despesas Gerais (161) Total (79.330) (71.512) 6. Resultado Financeiro Líquido Descrição 2013 2012 Receitas Financeiras 17.515 110.859 Despesas Financeiras (2.637) (12.301) Total 14.878 98.558 7. Eventos subsequentes - Em 2014 não ocorreram eventos subsequentes materiais envolvendo a sociedade. Conselho de Administração Henry Maksoud – Presidente Claudio Denis Maksoud – Conselheiro Henry Maksoud Neto – Conselheiro Diretoria Henry Maksoud – Presidente Claudio Denis Maksoud – Diretor Henry Maksoud Neto – Diretor Andrea Brito de Souza - CRC : 1SP191419/O-8

para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis.Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e a adequada apresentação das demonstrações contábeis da corretora para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para expressar uma opinião sobre a eficácia dos controles internos da corretora. Uma auditoria inclui também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomas em conjunto.Acreditamos que a evidencia de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar minha opinião.Opinião:Em minha opinião, as demonstrações contábeis referidas acima apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Hidroservice Amazônia S/A.- Agropecuária e Industrial em 31 de dezembro de 2013, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às entidades de pequeno e médio porte (NBC-TG 1000). São Paulo, 19 de Março de 2014. Jânio Blera de Andrade – Auditor Independente Contador CRC-SP 1SP124667/O-4 – CNAI 412


ECONOMIA/LEGAIS - 25

DIÁRIO DO COMÉRCIO

terça-feira, 25 de março de 2014 Correcta Indústria e Comércio Ltda, torna público que requereu na CETESB a Renovação de Licença de Operação para fabricação de farinha de trigo. À Avenida Miguel Frias e Vasconcelos, 852 - Jaguaré - São Paulo / SP.

TOTAL QUÍMICA LTDA. torna público que requereu na CETESB a Renovação da Licença de Operação para fabricação de produtos de limpeza e polimento, sita à Rodovia Regis Bittencourt, KM 275,5/ 276, Rua Ilha Comprida, Distrito Industrial, Embu das Artes, SP.

Companhia Copale de Administração, Comércio e Indústria

CNPJ/MF nº 61.146.502/0001-10 – AVISO AOS ACIONISTAS À disposição, na sede social documentos do Artigo 133, Lei 6404/76, referente exercício findo social encerrado 31/12/13. São Paulo, 24 de março de 2014. A Diretoria. (25, 26, 27/3/2014) Edital de Abandono - A empresa Yoki Alimentos solicita que Elias Martins da Silva, CPTS 0089804-00305/SP, compareça em seu local de trabalho no prazo de 48 horas para justicar as faltas até o momento, sob pena de congurar abandono de emprego.

CNPJ/MF nº 51.902.708/0001-79 Edital de Convocação Ficam convocados todos os Quotistas da Sociedade Incorporadora e Loteadora Santa Clara Ltda., CNPJ/MF nº 51.902.708/ 0001-79, a participarem de Assembleia Geral Extraordinária, a ser realizada no dia 04 de abril de 2014, na futura sede social da Sociedade, à Rua Coronel Joaquim Vergueiro, 52, Centro, Espírito Santo do Pinhal, Estado de São Paulo, CEP 13990-000, às 11h00, em primeira convocação e às 11h30, em segunda convocação, para deliberarem sobre a seguinte Ordem do Dia: Alteração do Contrato Social para adequá-lo às disposições da Lei nº 10.406 de 10 de janeiro de 2002; Eleição dos Administradores e fixação de seus honorários; Alteração da Sede Social; Deliberação sobre outras disposições de interesse da Sociedade.

EDITAL DE CONVOCAÇÃO - ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA

PREFEITURA MUNICIPAL DE CASTILHO/SP PROCESSO LICITATÓRIO Nº 08/14 - PREGÃO Nº 05/14 Acha-se aberto, na Prefeitura do Município de Castilho, o Processo Licitatório 08/14, na modalidade de Pregão 05/14, na forma presencial, para a contratação de seguro de veículos automotores, com empresa seguradora, para 05 (cinco) veículos automotores da frota municipal, pelo prazo de 12 (doze) meses, a contar da sua homologação. Data: 09 de abril de 2014, às 09 horas. O edital, na íntegra, encontra-se à disposição dos interessados na Praça da Matriz, 247, Castilho. Informações complementares serão fornecidas pelo telefone (18) 3741-9000, ramal 9034 e pelo e-mail: licitacoescastilho@starsnet.com.br. A Debitar (25.03.14).

SERVIÇO AUTÔNOMO DE ÁGUA E ESGOTO EDITAL DE PREGÃO ELETRÔNICO Nº 36/2014 - PROCESSO N° 0160/2014 OBJETO: “REGISTRO DE PREÇOS” para contratações futuras na aquisição de papel alcalino extra branco tamanho A4 (210mm x 297mm), gramatura 75g², com 5.000 folhas/caixa, conforme edital. O Edital na íntegra poderá ser obtido nos sites www.bb.com.br e www.saaesaocarlos.com.br - opção licitações. Abertura das propostas às 09h00min do dia 07/04/2014 e o início da sessão de disputa às 15h00min do dia 07/04/2014 (horário de Brasília). Michelle Thais Martelli - Pregoeira São Carlos, 24 de março de 2014 Gerência de Finanças e Suprimentos

CNPJ Nº 09.625.106/0001-55 – NIRE 35.222.200.960 Ata de Reunião de Sócios Anúncio de Convocação Ficam convocados as Srs. Sócias Sociedade a se reunirem em Reunião de Sócios na sede da Sociedade, em SP/SP, na Al. Gabriel Monteiro da Silva, nº 958, sala 01, Jardim América, às 10hs do dia 10/04/2014, com o objetivo de deliberarem a respeito da seguinte matéria constante da Ordem do Dia: Ana Claudia Corrêa de Camargo, RG 17.384.308-6 SSP/SP e CPF/MF 143.876.338-75, do cargo de Sócia-Administradora da Sociedade; (ii) se aprovada a matéria indicada no item (i) da Ordem do Dia, alterar a Cláusula 9ª do Contrato Social da Sociedade, com a sua consequente consolidação; (iii) tomar as contas dos administradores e deliberar sobre o balanço patrimonial e o de resultado econômico, elaborados pelo contabilista da Sociedade, referentes ao exercício social encerrado em 31/12/2013. Adriana Coelho da Silva - Sócia-Administradora. (21, 22 e 23/03/2014)

PREFEITURA MUNICIPAL DE PEREIRA BARRETO/SP

FATO RELEVANTE TRX SECURITIZADORA DE CRÉDITOS IMOBILIÁRIOS S.A. (“Companhia”), em atendimento ao disposto na Instrução da Comissão de Valores Mobiliários (“CVM”) nº 358, de 03 de janeiro de 2002, comunica aos seus acionistas e ao mercado em geral que, nesta data, a Companhia requereu, por meio do procedimento simplificado para registro de ofertas públicas de distribuição de valores mobiliários (“Procedimento Simplificado”) instituído pela Instrução da CVM nº 471, de 08 de agosto de 2008 (“Instrução CVM 471”) e do convênio para adoção do Procedimento Simplificado firmado entre a CVM e a ANBIMA - Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (“ANBIMA”), o registro da oferta pública de distribuição primária de 480 (quatrocentos e oitenta) certificados de recebíveis imobiliários, de valor nominal unitário de R$ 300.000,00 (trezentos mil reais) totalizando R$ 144.000.000,00 (cento e quarenta e quatro milhões de reais), todos nominativos e escriturais, de emissão da Companhia, lastreados em créditos imobiliários decorrentes do “Contrato Atípico de Locação de Imóvel Comercial e Outras Avenças” celebrado entre LOGBRAS SALVADOR EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS S.A. (antiga Vanderbilt 23 Empreendimentos Imobiliários S.A.), sociedade anônima fechada, com sede na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Rua dos Pinheiros, nº 870, conjunto 242, Parte C, Pinheiros, CEP 05422-001, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 14.251.450/0001-61 (“Cedente”) e pela BRF S.A. (“Contrato de Locação Atípica”) (“Oferta” e “CRI”, respectivamente). A realização da Oferta estará sujeita às condições dos mercados de capitais nacional e internacional. Oportunamente, será publicado Aviso ao Mercado no Jornal “Valor Econômico”, contendo informações sobre: (i) as demais características da Oferta; (ii) os locais para obtenção do Prospecto Preliminar; (iii) as datas estimadas e locais de divulgação da Oferta; e (iv) as condições, o procedimento e o eventual período para coleta de intenções de investimento. A Oferta terá início após a concessão do devido registro pela CVM. A Companhia manterá o mercado e seus acionistas informados sobre o desenvolvimento da Oferta. Este Fato Relevante é de caráter exclusivamente informativo, não se tratando de oferta de venda de valores mobiliários. São Paulo, 24 de março de 2014 TRX SECURITIZADORA DE CRÉDITOS IMOBILIÁRIOS S.A.

NICSA S.A INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE VÁLVULAS

CNPJ n.01.081.567/0001-00 – NIRE n.35.300.144.902 Convocação da Assembléia Geral Ordinária e Extraordinária Ficam os Srs.Acionistas convocados para se reunirem em Assembléia Geral Ordinária e Extraordinária a realizar-se no dia 22 de abril de 2014 às 10.00 h na sede social da Companhia na Rua das Baiadeiras, 406, para deliberar sobre a seguinte ordem do dia: Assembléia Geral Ordinária: a) Exame, discussão e aprovação do balanço patrimonial e das demonstrações financeiras do exercício findo em 31/12/2013. b) Outros assuntos de interesse social. Assembléia Geral Extraordinária: a) Criação do cargo de Diretor Superintendente e eleição do Novo Diretor. b) Mudança de artigos do Estatuto Social c) Outros assuntos de interesse social. Acham-se a disposição do Srs.Acionsitas na sede social no endereço supra os documentos a que se refere o art.133. Da Lei n.6.404/76, São Paulo 21 de março de 2014. Heinz Bauer-Diretor Presidente (22, 25 e 26/03/2014)

Outback Steakhouse Restaurantes Brasil S.A.

PROCESSO Nº 007/2014 - DISP. INEXIGIBILIDADE Nº 001/2014 TERMO DE RATIFICAÇÃO Objeto: Contratação da empresa PEARSON EDUCATION DO BRASIL LTDA., inscrita no CNPJ sob nº 01.404.158/0004-32, com sede na com sede na Rua General Augusto Soares dos Santos , 205, Térreo, ala A, Parque Industrial Lagoinha, CEP 14.095-240, na cidade de Ribeirão Preto, estado de São Paulo, para fornecimento de Apostilas para uso de alunos da rede Municipal de Ensino, pelo valor de R$ 471.132,10 (quatrocentos e setenta e um mil cento e trinta e dois reais e dez centavos), para o ano letivo de 2014. Base legal: art. 25, inc. III, da Lei Federal 8666/93. Pereira Barreto, 04 de fevereiro de 2014. Arnaldo Shigueyuki Enomoto - Prefeito.

ATA DA REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA MERCANTIL DO BRASIL FINANCEIRA S.A. - CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTOS. - CNPJ Nº 33.040.601/000l-87 COMPANHIA ABERTA - NIRE 31300049655. 1 - Local, data e hora: Sede social, na Rua Rio de Janeiro, 654 - 5º andar, em Belo Horizonte, Minas Gerais, 19 de fevereiro de 2014, 15:10 (quinze horas e dez minutos). 2 - Presenças: Maioria dos membros do Conselho de Administração. 3 - Deliberações: O Vice-Presidente do Conselho de Administração, Dr. José Ribeiro Vianna Neto, informou aos demais membros do Conselho ter recebido correspondência do Sr. Milton de Araújo, em que o mesmo renunciava ao cargo que ocupa junto a Financeira. Nada mais havendo a tratar, foi encerrada a reunião, da qual, para constar, lavrou-se a presente ata que, após lida e aprovada, vai por todos os Conselheiros presentes assinada. Belo Horizonte, 19 de fevereiro de 2014. CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO: José Ribeiro Vianna Neto; Ângela Cristina Romariz Barbosa Leite; Paulo Henrique Brant de Araújo. CONFERE COM O ORIGINAL LAVRADO NO LIVRO PRÓPRIO. MERCANTIL DO BRASIL FINANCEIRA S.A. - Crédito, Financiamento e Investimentos. Athaide Vieira dos Santos - Diretor Executivo; José Ribeiro Vianna Neto - Diretor Executivo. Junta Comercial do Estado de Minas Gerais. Certifico o registro sob o nro.: 5241899 em 14/03/2014. Mercantil do Brasil Financeira S.A-Crédito, Financiamento e Investimentos. Protocolo:14/218.525-6. Marinely de Paula Bomfim - Secretária Geral.

TRX SECURITIZADORA DE CRÉDITOS IMOBILIÁRIOS S.A. Companhia Aberta - CVM nº 02242-0 CNPJ/MF nº 11.716.471/0001-17 Rua dos Pinheiros, nº 870, conjunto 242, Parte A, Pinheiros, CEP 05422-001, São Paulo - SP

CNPJ nº 13.220.493/0001-17 Declaração de Propósito Claudio Kazuyoshi Omagari, portador da cédula de identidade RG nº 17559900 SSP/SP, inscrito no CPF/MF sob o nº 082.197.785-07. Declara sua intenção de exercer cargo de administração na BR Partners Banco de Investimento S.A. (CNPJ nº 13.220.493/0001-17) e que preenchem as condições estabelecidas no art. 2º do Anexo II da Resolução 4.122, de 02 de agosto de 2012. Esclarece que, nos termos da regulamentação em vigor, eventuais objeções à presente declaração devem ser comunicadas diretamente ao Banco Central do Brasil, no endereço abaixo, no prazo de quinze dias contados da data da publicação desta, por meio formal em que os autores estejam devidamente identificados, acompanhado da documentação comprobatória, observado que os declarantes podem, na forma da legislação em vigor, ter direito a vistas do processo respectivo. Banco Central do Brasil - Departamento de Organização do Sistema Financeiro - DEORF - Gerência Técnica em São Paulo - Avenida Paulista, 1.804, 5º andar - 01310-922 – São Paulo - SP.

HITS COMÉRCIO DE MÓVEIS E OBJETOS PARA DECORAÇÃO LTDA.

PREFEITURA MUNICIPAL DE CASTILHO/SP PROCESSO LICITATÓRIO Nº 16/14 - DISPENSA Nº 01/14 Despacho do Prefeito. Ratificando, com base nos elementos constantes dos autos do Processo Licitatório 16/14, Dispensa 01/14, nos termos do art. 26, “caput”, da Lei Federal 8666/93, a declaração de dispensa de licitação, com fundamento no art. 24, VIII, da citada Lei, para a formalização de contrato de serviço com a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, pelo preço de R$ 35.000,00. Castilho-SP, 24 de março de 2014. Joni Marcos Buzachero. Prefeito. A Debitar (25.03.14).

CNPJ nº 16.577.631/0001-08 - NIRE 35.300.442.288 Aviso aos Acionistas Comunicamos aos Srs. Acionistas que se encontram à sua disposição, na sede social da Companhia, localizada na Cidade de Barueri, Estado de São Paulo, na Alameda Rio Negro, 585, 12º andar, Conjunto 121, Torre C, Alphaville Industrial, CEP 06454-000, os documentos a que se refere o Artigo 133, incisos I, II e III da Lei nº 6.404/76, relativos ao exercício social encerrado em 31/12/2013. São Paulo, SP, 22, 25 e 26/03/2014. A Diretoria. (22, 25 e 26.03.14)

BR Partners Banco de Investimento S.A.

SOCIEDADE INCORPORADORA E LOTEADORA SANTA CLARA LTDA.

Ficam convocados os senhores associados das Equipes de Nossa Senhora, CNPJ nº 43.013.010/0001-74 a se reunirem em Assembleia Geral Extraordinária, no próximo dia 4 de abril de 2014 às 19 horas, em primeira convocação, com o quorum mínimo de 1/3 dos associados, e em segunda convocação às 19:30 horas, com qualquer número dos associados, no Centro Pastoral Santa Fé, localizado na Via Anhanguera km 25,5 s/nº em São Paulo - SP, para discussão e votação da seguinte Ordem do Dia: 1) Prestação de Contas do Ano de 2013; 2) Outros assuntos de interesse da Associação. Raimundo Nonato Almeida de Araujo e Maria Aparecida Soares Almeida Araujo Casal Presidente.

Conectcar Soluções de Mobilidade Eletrônica S.A.

ATA DA REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DO BANCO MERCANTIL DO BRASIL S. A. CNPJ Nº 17.184.037/0001-10 - COMPANHIA ABERTA - NIRE 31300036162.

CNPJ/MF nº 17.261.661/0001-73 - NIRE 35.300.463.412 Assembleia Geral Extraordinária - Edital de Convocação São convidados os acionistas da Outback Steakhouse Restaurantes Brasil S.A. (“Companhia”), na forma prevista no Artigo 124 da lei nº 6.404/76, para se reunirem em Assembleia Geral Extraordinária a ser realizada no dia 01 de abril de 2014, às 10:00 horas, na sede da Companhia, localizada na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida Dr. Chucri Zaidan, 80, 8º andar, conj. 8, CEP 04583-110, Vila Cordeiro, para deliberarem sobre a seguinte Ordem do Dia: (i) ratificação da aquisição e subsequente cancelamento pela Companhia de determinadas ações preferenciais; (ii) criação de novas classes de ações preferenciais, de acordo com o plano de expansão da Companhia; (iii) aumento do capital social da Companhia, mediante a emissão de novas ações preferenciais; e (iv) alteração do Estatuto Social da Companhia, se aplicável, para refletir as deliberações dos acionistas. Instruções Gerais: 1. Os documentos pertinentes às matérias a serem debatidas na Assembleia encontram-se à disposição dos acionistas, a partir desta data, na sede da Companhia. 2. O acionista que desejar ser representado por procurador, constituído na forma do Artigo 126, §1º, da Lei nº 6.404/76, deverá depositar o respectivo mandato na sede da Companhia, até 24 (vinte e quatro) horas antes da realização da Assembleia Geral. São Paulo, 20 de março de 2014. Silvio Jose Bandini - Diretor. (22-25-26)

PREFEITURA MUNICIPAL DE CASTILHO/SP PROCESSO LICITATÓRIO 09/14 - CONCORRÊNCIA 02/14 Acha-se aberto, na Prefeitura do Município de Castilho, Estado de São Paulo, o Processo Licitatório 09/14, Concorrência 02/14, objetivando a contratação de empresa especializada para execução de obras do Conjunto Habitacional Castilho D, relativo ao convênio firmado com a Companhia de Desenvolvimento Habitacional Urbano – CDHU – Convênio 9.00.00.00/3.00.00.00/0020/2010 e Termo de Aditamento de Valor – TAV/9.00.00.00/6.00.00.00/0311/13; compreendendo a execução de galeria de águas pluviais e pavimentação asfáltica. Tipo: menor preço, por item. Regime: empreitada global. Valor orçado: R$ 1.043.989,31. Encerramento: dia 29 de abril de 2014, às 09 horas. O edital completo será fornecido aos interessados, na Praça da Matriz, 247, na cidade de Castilho, Estado de São Paulo. Maiores informações poderão ser obtidas pelo telefone (18) 3741-9034. Joni Marcos Buzachero - Prefeito. A Debitar (25.03.14)

SERVIÇO AUTÔNOMO DE ÁGUA E ESGOTO SÃO CARLOS EDITAL N° 2.10.2014 - PROCESSO N° 0352/2014 OBJETO: Contratação de empresa para fornecimento de produtos alimentícios destinados ao café da manhã dos servidores da Autarquia pelo período de 12 (doze) meses, conforme edital - MODALIDADE: Tomada de Preços do Tipo Menor Preço, sob Regime de Preço por Item. ENCERRAMENTO: 11/04/2014 às 14hs30min. O Edital poderá ser examinado através do site www.saaesaocarlos.com.br - opção licitações, ou adquirido junto à GFS, Av. Getúlio Vargas, 1500 - Bairro Jardim São Paulo - São Carlos - SP, mediante o recolhimento de emolumentos no valor de R$ 50,00, no Banco ITAÚ - Agência instalada na sede da licitante no horário das 11:00 às 16:00 horas, cuja guia deverá ser retirada antecipadamente no Setor de Tesouraria do SAAE. Informações pelo telefone: (16) 3373-6448. São Carlos, 24 de Março de 2014 Comissão de Licitações.

Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome

1 - Local, data e hora: Sede social, na Rua Rio de Janeiro, 654/680 - 5º andar, na sala de reuniões, em Belo Horizonte, Minas Gerais, 25 de fevereiro de 2014, 10:15 (dez horas e quinze minutos). 2 - Presenças: Maioria dos membros do Conselho de Administração. 3 - Deliberações: I - Preenchendo as condições estabelecidas na Resolução CMN nº 3.921/10, foram eleitos, por unanimidade, na forma do art. 35-B, os membros integrantes do Comitê de Remuneração, com mandato de 1(um) ano, a contar da data das respectivas posses: Marcio Geraldo Ferreira, brasileiro, casado, administrador de empresas, residente e domiciliado na Rua do Beija-Flor Dourado, 204, Caiçara, CEP 30.750-610, C.I. nº M - 759.743 - SSPMG e CPF nº 160.730.296-91; André Luiz de Figueiredo Brasil, brasileiro, casado, bancário, residente e domiciliado nesta Capital, na Rua Nadir, 165/302, Caiçara, CEP 30770-420, C. I. nº M-749.169-SSPMG e CPF nº 229.346.346-04; Luiz Henrique Andrade de Araújo, brasileiro, casado, administrador de empresas, residente e domiciliado nesta Capital, na Rua dos Inconfidentes, 307/701, Funcionários, CEP 30140-120, C.I. nº M-1.049.011 - SSPMG e CPF nº 301.127.376-68; Marco Antônio Andrade de Araújo, brasileiro, casado, administrador de empresas, residente e domiciliado nesta Capital, na Rua Espírito Santo, 2.568/1301, Lourdes, CEP 30160-032, C.I. nº M-1.244.298 - SSPMG e CPF nº 471.028.376-l5; José Ribeiro Vianna Neto, brasileiro, separado, advogado, residente e domiciliado nesta Capital, na Rua Patagônia, 1155/901, Bairro Sion, CEP 30320-080, C.I. nº 29.410 - OAB/MG e CPF nº 318.695.726-53. II - O Sr. André Luiz Figueiredo Brasil foi eleito, por unanimidade, Coordenador do Comitê de Remuneração. Nada mais havendo a tratar, foi encerrada a reunião, da qual, para constar, lavrou-se a presente ata que, após lida e aprovada, vai por todos os Conselheiros presentes assinada. Belo Horizonte, 25 de fevereiro de 2014. CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO: José Ribeiro Vianna Neto; Mauricio de Faria Araujo; José Carneiro de Araújo; Luiz Henrique Andrade de Araújo; Marco Antônio Andrade de Araújo. CONFERE COM O ORIGINAL LAVRADO NO LIVRO PRÓPRIO. BANCO MERCANTIL DO BRASIL S.A. Luiz Carlos de Araújo - Diretor Executivo; André Luiz Figueiredo Brasil - Vice-Presidente Executivo. Junta Comercial do Estado de Minas Gerais. Certifico o registro sob o nro: 5242263 em 17/03/2014. Banco Mercantil do Brasil S.A. Protocolo: 14/218.515-9. Marinely de Paula Bomfim - Secretária Geral.

EDUARDO LINS DE LIMA MENGE Diretor de Relações com Investidores

AVISO DE LICITAÇÃO Pregão Eletrônico nº 13/2014 - MDS O objeto da presente licitação é a escolha da proposta mais vantajosa para a para a contratação de empresa especializada na prestação de serviços de transportes interestaduais, intermunicipais e nacionais de produtos da agricultura familiar, não perecíveis, adquiridos através de compra institucional que irão compor os kits lanches a serem distribuídos aos voluntários do Programa Brasil Voluntário do Ministério do Esporte da Copa do Mundo FIFA 2014, incluindo trabalho de carga e descarga dos produtos; disponibilização de depósito na cidade de São Paulo – SP e nas 12 (doze) cidades sede dos jogos; manuseio dos produtos e montagem dos kits; transporte dos kits de São Paulo – SP até os pontos de voluntários, durante a primeira fase dos jogos das Copa do Mundo FIFA 2014, conforme condições, quantidades, especificações e exigências estabelecidas no Edital e seus anexos. Entrega das Propostas: a partir de 25/03/2014, no sítio www.comprasnet.gov.br. Abertura das Propostas: 04/04/2014, às 09h30min. Esclarecimentos: licitacao@mds.gov.br Carlos André Martins Santos Pregoeiro

F.A. COMÉRCIO E PARTICIPAÇÕES S.A. CNPJ 04.231.740/0001-90

DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS BALANÇO PATRIMONIAL LEVANTADO EM 31 DE DEZEMBRO (EM R$) SECRETARIA EXECUTIVA

Ministério da Integração Nacional

AVISO DE MANIFESTAÇÃO DE INTERESSE Serviços de Consultoria BRASIL – Ministério da Integração Nacional - MI Projeto de Desenvolvimento do Setor Água – INTERÁGUAS Acordo de Empréstimo nº8074-BR – Banco Mundial Projeto de Cooperação Técnica Internacional BRA/IICA/13/001 A República Federativa do Brasil firmou acordo de Empréstimo com o Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento - BIRD para execução do Programa de Desenvolvimento do Setor Água - INTERÁGUAS e pretende aplicar parte do montante dos fundos no seguinte serviço de consultoria: “Atualização do Conteúdo dos Manuais Técnicos para atender ao SINPDEC (Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil)”. O estudo proposto tem como objetivo a reformulação, a atualização e a adequação, bem como, a editoração compreendendo seleção e preparação de originais, desenvolvimento do projeto gráfico, elaboração de artes-finais com vista à edição das seguintes publicações da Secretaria Nacional de Defesa Civil: a) Órgão Municipal de Proteção e Defesa Civil – da criação a operacionalização: Manual contendo orientações, estratégias e diretrizes para a formalização e funcionamento do órgão municipal de proteção e defesa civil, bem como a importância da participação da comunidade e das lideranças locais nas atividades de proteção e defesa civil. b) Este manual é de âmbito nacional, portanto as estratégias, ferramentas e mecanismos indicados deverão ser implementados tanto para municípios de pequeno, médio e grande porte, como para aqueles com muito ou pouco recursos. b) Manual de Risco de Desastre: Manual técnico com orientações que auxiliem no diagnóstico do risco e nas ações de proteção e defesa civil que devem ser desencadeadas. c) Manual de Planejamento em Proteção e Defesa Civil: Manual técnico contendo história, doutrina, ações e atividades de proteção e defesa civil. d) Guia de Orientação de Proteção e Defesa Civil para Gestores: Cartilha para orientar os gestores municipais sobre a necessidade de criação e manutenção dos órgãos de proteção e defesa civil bem como sobre os procedimentos necessários. e) Glossário de Proteção e Defesa Civil: Dicionário que apresenta os termos técnicos utilizados na área de proteção e defesa civil. O prazo de realização dos serviços será de 12 (doze) meses a partir da data de emissão da Ordem de Serviço. O Ministério da Integração Nacional convida Empresas ou Consórcios elegíveis a manifestar o seu interesse em executar o referido serviço. As empresas interessadas deverão fornecer informações que demonstrem qualificações e experiências relevantes para prestar serviços. Os critérios para formação da Lista Curta de Consultores levarão em consideração as descrições de serviços semelhantes executados e as experiências em condições similares. A Manifestação de Interesse não pressupõe qualquer compromisso de contratação. O processo de seleção será conduzido de acordo com o método de Seleção Baseada na Qualidade e no Custo estabelecido nas Diretrizes do Banco Mundial: Seleção e Contratação de Consultores pelos Mutuários do Banco Mundial, publicadas em maio de 2004 e revisadas em outubro de 2006 e maio de 2010. O interessado deverá enviar a Manifestação de Interesse com o respectivo Portfolio e lista de contratos similares em envelope lacrado, pessoalmente ou pelo correio, para o endereço indicado abaixo até o dia 11.04.2014. As informações adicionais e a versão preliminar do termo de referência poderão ser obtidas no endereço indicado abaixo: Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura http://www.iica.int/Esp/regiones/sur/brasil/Paginas/EditaisJuridica.aspx SHIS QI 03, Lote A, Bloco F, Centro Empresarial Terracotta CEP 71605-450 - Brasília-DF Telefone: + 55 (61) 2106-5477 E-mail: comissao.licitacao@iica.int Contato: Maximiliano Saudades - Presidente da Comissão de Licitação IICA Brasil AMARILDO BAESSO Diretor de Programa Diretor Nacional do PCT BRA/IICA/13/001

2013 132.099 59.345 10.292 62.462

2012 147.793 75.039 10.292 62.462

Não circulante Investimentos

27.244.340 27.244.340

28.793.672 28.793.672

Total do Ativo

27.376.439

28.941.465

Ativo circulante Caixa e equivalentes de caixa Impostos a recuperar Outras contas a receber

Passivo circulante Outras obrigações Passivo não circulante Outras contas a pagar Patrimônio líquido Capital social Reserva legal Reserva de retenção de lucros Resultados abrangentes Total do Passivo e Patrimônio Líquido

2013 710 710 98.524 98.524 27.277.205 26.973.028 3.150.959 (4.342.211) 1.495.429 27.376.439

2012 98.524 98.524 28.842.941 26.973.028 3.150.959 (2.471.373) 1.190.327 28.941.465

DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO (EM R$) 2013 Receitas (despesas) operacionais Despesas gerais e administrativas (16.404) Resultado da equivalência patrimonial (1.115.933) Outros resultados com investimentos (738.501) Outras despesas operacionais Lucro (prejuízo) líquido do exercício (1.870.839) Lucro (prejuízo) do exercício atribuível a: Acionistas da Companhia (1.870.839) Lucro (prejuízo) por ação, básico e diluído - R$ (0,1187)

2012 (29.729) (480.579) (1.939.916) 38.577 (2.411.647) (2.411.647) (0,1531)

DIRETORIA Diretor-Presidente Fernando Luiz Alterio - CPF 688.646.208-34

RS-Royal Services Contabilidade, Auditoria e Perícias - CRC 2SP024091/O-1

Marcello Delgado Contador - CRC 1SP135192/O-8

VICAR PROMOÇÕES DESPORTIVAS S.A. CNPJ nº 00.532.511/0001-54

DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS BALANÇOS PATRIMONIAIS LEVANTADOS EM 31 DE DEZEMBRO (Em milhares de reais - R$) ATIVO Circulante Caixa e equivalentes de caixa Contas a receber de clientes Impostos a recuperar Outras contas a receber Total do Ativo Circulante

Não Circulante Partes relacionadas Imobilizado Total do Ativo Não Circulante

Total do Ativo

Notas Explicativas

2013

5 6

6.253 9.480 462 416 16.611

7.1 8

6.293 6.293

22.904 As notas explicativas são

Notas PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO explicativas 2013 2012 Circulante Fornecedores 9 2.591 1.471 6.580 Salários, provisões e encargos sociais 41 241 11.364 Impostos e contribuições a recolher 10 483 2.658 Adiantamentos de clientes 11 491 1.016 117 Dividendos a pagar 13.b 2.966 2.966 1.078 Partes relacionadas 7.1 140 113 19.139 Outras obrigações 10 Total do Passivo Circulante 6.721 8.465 Não Circulante Provisão para riscos tributários, cíveis e trabalhistas 12 475 447 108 Total do Passivo Não Circulante 475 447 7.517 Patrimônio Líquido Capital social 13.a 5.439 4.166 7.625 Reserva legal 13.c 833 833 Reserva de retenção de lucros 13.d 9.436 12.853 Total do Patrimônio Líquido 15.708 17.852 26.764 Total do Passivo e Patrimônio Líquido 22.904 26.764 parte intergrante das demonstrações financeiras. 2012

DIRETORIA

Marcelo Martins Louro Angela Ferrante - Contadora - CRC nº 1SP174473/O-9

Maurício Slaviero Campos

DEMONSTRAÇÕES DO RESULTADO PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO (Em milhares de reais - R$, exceto o lucro por ação) Notas Explicativas 2013 2012 Receita Operacional Líquida 14 34.512 49.124 Custo dos Serviços Prestados 15.b (31.730) (31.385) Lucro Bruto 2.782 17.739 Receitas (Despesas) Operacionais Vendas (124) (85) Gerais e administrativas 15.a (6.751) (6.111) Remuneração dos administradores 7.2 e 15.a (75) (78) Outras receitas operacionais, líquidas 1.395 1.072 Lucro Operacional e antes do Resultado Financeiro (2.773) 12.537 Resultado Financeiro 17 Despesas financeiras (68) (41) Receitas financeiras 697 419 Lucro antes do Imposto de Renda e da Contribuição Social (2.144) 12.915 Imposto de Renda e Contribuição Social Correntes 18 (4.459) Lucro Líquido do Exercício (2.144) 8.456 Lucro por Ação (Básico) - R$ 22 (7,1467) 28,1867 As notas explicativas são parte intergrante das demonstrações financeiras.

AUROLIGHTS EQUIPAMENTOS PRODUÇÃO S.A. CNPJ: 13.944.569/0001-57

DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS BALANÇO PATRIMONIAL LEVANTADO EM 31 DE DEZEMBRO (Em milhares de reais - R$) ATIVO Circulante Caixa e equivalentes de caixa Contas a receber de clientes Impostos a recuperar Adiantamentos a fornecedores Custos antecipados Outras contas a receber Total do Ativo Circulante

2013

2012

282 524 112 34 24 976

1.518 565 100 41 16 108 2.348

Não Circulante Realizável a Longo Prazo Partes relacionadas Total do Realizável a Longo Prazo Imobilizado Intangível Total do Ativo Não Circulante

576 576 18.215 15 18.806

1.511 1.511 20.873 19 22.403

Total do Ativo

19.782

24.751

PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO Circulante Fornecedores Impostos e contribuições a recolher Adiantamentos de clientes Salários, provisões e contribuições sociais Partes relacionadas Total do Passivo Circulante Não Circulante Imposto de renda e contribuição social diferidos Total do Passivo Não Circulante Patrimônio Líquido Capital social Reserva de capital Resultados abrangentes Prejuízos acumulados Total do Patrimônio Líquido Total do Passivo e Patrimônio Líquido

DIRETORIA Contadora - Angela Ferrante - CRC - 1SP174473/O-9

2013

2012

317 109 324

887 191 -

314 115 1.179

207 692 1.977

1.241 1.241

1.871 1.871

7.162 10.183 2.408 (2.391) 17.362 19.782

7.162 10.183 3.632 (74) 20.903 24.751

DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO PARA O EXERCICIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO (Em milhares de reais - R$) Receita Líquida Custo dos Serviços Prestados e dos Produtos Vendidos Lucro Bruto Despesas Operacionais Vendas Gerais e administrativas Outras despesas operacionais, líquidas Prejuízo Operacional antes do Resultado Financeiro Resultado Financeiro Despesas financeiras Receitas financeiras Prejuízo antes do Imposto de Renda e da Contribuição Social Imposto de Renda e Contribuição Social - Diferidos Prejuízo Líquido do Período Prejuízo por Ação, Básico e Diluído - R$

2013 6.516

2012 4.440

(5.217) 1.299

(3.801) 639

(6) (5.471) (25)

(4) (2.282) (5)

(4.203)

(1.652)

(14) 44

(6) 29

(4.173)

(1.629)

630 529 (3.543) (1.100) (0,4946) (0,1536)


DIÁRIO DO COMÉRCIO

26

nquanto as colegas gigantes da tecnologia gastaram bilhões de dólares nos últimos anos em aquisições de empresas grandes a fim de acrescentar novas armas importantes aos seus negócios, a Apple escolheu um rumo diferente. A companhia evita aquisições mirabolantes em favor de acordos menores, assimilando fabricantes que sustentem ou preencham lacunas de sua linha de produtos. Embora as negociações sejam pequenas, oferecem uma visão do rumo que a Apple está tomando e quais serviços ela está tentando criar ou melhorar. No último trimestre, a Apple gastou US$ 525 milhões em aquisições, quase o dobro do orçamento no mesmo período há um ano. A maior aquisição, por US$ 300 milhões, foi a PrimeSense, desenvolvedora dos sensores da Microsoft para o Xbox que possibilita aos usuários o controle dos jogos usando os movimentos do corpo. Alguns analistas afirmam que a intenção é aplicar a capacitação e tecnologia da PrimeSense aos televisores. A Apple também comprou a Matcha.tv, um serviço que recomenda o que ver na TV, outra compra que sinaliza o seu forte interesse na sala de estar. A compra de serviços de dados de localização como o Locationary, o HopStop e a Embark sugere um forte interesse da Apple em serviços online – especialmente os serviços de mapa, depois de ter sido duramente criticada por não ter, nessa área, a competência dos seus concorrentes, como o Google e a Nokia. Como o crescimento dos lucros da Apple está em desaceleração nos últimos dois anos, investidores, especialistas e analistas a aconselharam a entrar em outros mercados e criar novos fluxos de receita através de um acordo inovador. Foi sugerida a compra da Tesla para fabricar carros; do Facebook, para entrar na publicidade: do Netflix, para se aprofundar na indústria do entretenimento... e até o Yahoo para entrar no negócio de buscas. Nenhuma dessas possibilidades parece estar perto de se concretizar.

terça-feira, 25 de março de 2014

E

Riscos em incorporações Timothy D. Cook, o diretor executivo da empresa, já declarou que a Apple não teria problema em pagar bilhões de dólares por outra empresa caso isso a ajudasse a criar mais produtos de alta qualidade. A empresa sabe muito bem como um grande acordo pode ajudar. Em 1996, adquiriu a NeXT, a empresa que Steve Jobs fundou após ter sido forçado a sair da Apple, em grande parte para trazer Jobs de volta à empresa. O resultado foi uma das aquisições tecnológicas mais transformadoras da história: com Jobs de volta à direção, a Apple saiu da quase falência à liderança. Mas geralmente gastar enormes quantias de dinheiro em aquisições tem grandes riscos, alerta Brent Thill, analista da UBS AG, uma empresa de serviços financeiros que tem clientes na indústria da tecnologia. Primeiro, os fundadores de uma empresa incorporada – que recebe a maior quantia de dinheiro em uma aquisição altamente valorizada – g e r a lmente correm para outro empreendimento. Segundo, pode haver discordâncias culturais: uma pequena empresa, concentrada na introdução de novas tecnologias, pode não

n

SMARTPHONE

Positivo lança modelo a preço popular

A

Grandeza feita de fatias

Positivo está se antecipando ao Dia das Mães para lançar seu novo modelo de smartphone, o Ypy S500, com a assinatura With Google. Ele conta com aplicativos e serviços do Google, além do Facebook, WhatsApp e Skype. O acabamento frontal é preto e a parte traseira prata. A tela tem 5 polegadas e o aparelho vem com sistema operacional Android 4.2 Jelly Bean, processador dual-core e memória interna de 8GB, com conector para cartão microSD até 32 GB. A câmera traseira é de 5 MPixel. Traz GPS, 3G e Wi-Fi e Bluetooth. O preço é atraente: R$ 600.

Com aquisição de pequenas companhias, em grande parte para incorporar habilidades individuais, a Apple vai preenchendo lacunas de sua linha de produtos. Brian X. Chen*

se alinhar com o interesse do los, engenheiro elétrico, denovo proprietário, que é o de senvolvera um aplicativo para conseguir maiores lucros. o iPhone; hoje, é engenheiro Também, quando uma em- de software da Apple. presa pequena é absorvida Fusão para contratar por com uma maior, perde agilidade por ficar vinculada às Essas aquisições minúscutecnologias da compradora, e não pode mais inovar com tan- las, feitas em grande parte pata rapidez a fim de acompa- ra incorporar habilidades individuais, são conhecidas (e larnhar os concorrentes. A história da indústria tec- gamente praticadas) no Vale nológica está repleta de gran- do Silício como contratações des acordos que acabaram por aquisição. O Facebook tem mal. Em 2010, a HP comprou, sido especialmente dedicado por US$ 1,2 bilhão, a Palm, fa- a isso, como quando comprou o Beluga – bricante de aplicativo de dispos itivos mensagens móveis que em grupo, papassava por ra melhorar dif iculda des seus serviços para encerrar milhões de dólares d e m e n s aas operações gem – ou o dela Palm foram gastos pela Pu s h Po p após lançar o Apple em aquisições Press, criador Toucada, um no último trimestre – de livros digitablet que foi tais, para criar vendido por quase o dobro do o seu aplicatiapenas cerca orçamento do vo leitor de de sete semamesmo período do notícias chanas antes do ano passado. mado Paper. fecha mento Quando a da empresa. Apple compra Em 2012, o Google comprou o legado da uma empresa iniciante com fabricante de aparelhos tele- mais de duas pessoas, está fônicos, a Motorola Mobilista, quase sempre buscando grupor US$ 12,5 bilhões e, depois pos com capacitações especída decepção das vendas do ficas que trabalham bem em seu primeiro smartphone de equipe, para passar-lhes nodestaque, fechou um acordo vos projetos ou agregá-los às para repassá-la à Lenovo por equipes veteranas. A informação é de um profissional que US$ 2,9 bilhões. A Apple tem se arriscado trabalhou em uma empresa menos nos últimos anos. Vá- iniciante que a Apple comprou rias das empresas que ela no ano passado, que pediu comprou estavam nas mãos anonimato. Outros acordos são feitos na de uma ou duas pessoas, como a SnappyLabs, onde um tentativa de mesclar novas único funcionário desenvolvia tecnologias com produtos já aplicativos para câmeras. O ex i s t e n t e s . E m 2 0 0 8 , p o r fundador, John Papandriopou- exemplo, a compra da PA Se-

525

mi, fabricante de circuitos integrados, ajudou a Apple a projetar processadores mais avançados para os iPhones e iPads. Em 2012, a aquisição da AuthenTec, ajudou a desenvolver a tecnologia do sensor de digitais que finalmente terminou em novos iPhones. "Mapas foi um setor onde eles fizeram muitas aquisições, e esse era um produto que saía muito cru", disse Maynard Um, analista financeiro da Wells Fargo. "Eles tinham a opção de investir organicamente a fim de melhorar o produto ou sair e comprar outras coisas". Contudo, assim como essas aquisições sugerem as áreas onde a empresa está tentando se recuperar, outras oferecem fortes indícios sobre as novas áreas onde a empresa pretende se tornar líder. Um desses acordos foi fechado com a PrimeSense, a fabricante de circuitos integrados que cria sensores em 3-D. Embora a tecnologia da empresa tenha sido usada até agora para aplicativos em TVs, e embora a Apple provavelmente investigue utilizações semelhantes, Bajarin da Creative Strategies declarou esperar que a Apple explorasse ao máximo outras aplicações da tecnologia. Segundo ele, opções possíveis poderiam incluir coisas como transformar a câmera do iPhone em um scanner 3-D, que poderia enviar imagens para a reprodução em uma impressora 3-D, por exemplo. "A Apple historicamente nunca fez algo porque alguém mandou que fizesse” finaliza. “Faz o que acha certo e segue essa direção".* The New York Times

COMPUTADOR

Máquina exclusiva só para clientes especiais

A

Razer, marca de hardware e sistemas para gamers, fez parceria com a fabricante sueca de carros de alto desempenho Koenigsegg para produzir uma edição especial de laptops Razer Blade Koenigsegg, exclusiva para a marca automobilística. Os laptops não estarão à venda; serão enviados a um seleto grupo de proprietários dos carros e a alguns fãs da Razer com jogos embutidos. Os primeiros modelos dessa parceria foram mostrados nos Salão Internacional do Automóvel, em Genebra, realizado em março. SOM

Headphone para usar sem cansar

A

Youts, fabricante de acessórios para mobile e som, está lançando o headphone YHD520, com design para jovens e alto-falantes que reproduzem vibrações em frequência e reforçam o tom grave do áudio. O fone tem regulador de altura em metal para melhor fixação na cabeça e revestimento acolchoado para reduzir ruídos externos. Por ser mais confortável, pode ser usado por horas no computador, smartphones e tablets. O modelo Plate tem preço sugerido de R$ 79.

Diário do Comércio  

Ano 90 - Nº 24.089 - São Paulo, terça-feira, 25 de março de 2014

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