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São Paulo, quarta-feira e quinta-feira, 20 e 21 de abril de 2011

R$ 1,40

Jornal do empreendedor

Conclusão: 23h55

Ano 86 - Nº 23.356

Notas de R$ 50 e R$ 100 decifradas

Impostômetro faz 6 anos. Com recorde do Leão.

Revelamos vários segredos escondidos nas novas cédulas. Pág. 25

O Leão arrecadou no trimestre o recorde de R$ 226,19 bilhões — um crescimento de 11,96%. Bateu o recorde também em março, com R$ 70,98 bi. O Impostômetro, no sexto ano hoje, mudou para abrigar trilhão, tão voraz é o Leão. Pág. 27 Reprodução

Mauro Horita/Folhapress

Rodrigo Coca/AE

Continências para a comandante A presidente Rousseff comemorou o Dia do Exército falando à tropa sobre democracia, justiça e direitos humanos.Comandantes a saudaram com continência. Pág. 5 AFP

Síria acha que cedeu. Mas os sírios, não. A Lei de Emergência que vigorava há 48 anos foi revogada em dia de enterros (foto). Os sírios querem liberdade. Pág. 8 Enrique De La Osa/Reuters

O calcanhar de Aquiles do Imperador AMANHÃ Sol com algumas nuvens. Não chove. Máxima 29º C. Mínima 20º C.

ISSN 1679-2688

23356

9 771679 268008

Adriano corintiano entrou em campo pela 1ª vez, ontem, e saiu por 5 meses. O seu ponto vulnerável, o tendão de Aquiles, rompeu. O Imperador será operado hoje. Pág. 47

Feriado prolongado deixa São Paulo com menos 1,7 milhão de carros, que partem para o interior e principalmente para o litoral. Pág. 21

'El comandante' Fidel sai de cena

Deixa também o comando do PC de Cuba para Raúl. Pág. 20

Luís Cleber/AE

HOJE Pancadas de chuva à tarde e à noite. Máxima 29º C. Mínima 19º C.

O ÊXODO DA PÁSCOA


DIÁRIO DO COMÉRCIO

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quarta-feira e quinta-feira, 20 e 21 de abril de 2011

A presidente, em algum instante, terá de ceder alguma coisa, e não apenas no papel, na promessa. José Márcio Mendonça

pinião

IVONE ZEGER

TRIGÊMEAS: UM CASO DE DESINFORMAÇÃO Doação e abandono são coisas diferentes. Na adoção, o bebê é encaminhado aos órgãos competentes. Deixá-lo em um hospital ou outro lugar é crime.

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ndignação e espanto são as reações que a história causou. E no rastro do tumulto, o que não falta é desinformação. Falo do caso das trigêmeas de Curitiba. Segundo a imprensa, as meninas nasceram no final de janeiro último, depois que a mãe foi submetida ao processo de fertilização in vitro numa clínica de reprodução assistida. Mas o casal, sob a alegação de que "três é demais", teria se disposto a levar para casa apenas duas meninas, rejeitando a terceira – que, segundo o divulgado, sofre de insuficiência pulmonar. Como os médicos e psicólogos da maternidade não conseguiram dissuadir o casal de abandonar uma das meninas, o Conselho Tutelar foi chamado e os três bebês acabaram levados para um abrigo público, onde estão até hoje. A história teve uma reviravolta quando os pais, aparentemente arrependidos, contrataram uma advogada para tentar reaver as filhas – todas as três, ao que parece. Diz a advogada que a mãe teve "problemas psicológicos", mas não deu mais detalhes porque o processo corre sob segredo de Justiça. Esses são os fatos que geraram a onda de indignação. A desinformação começa quando se parte para conclusões precipitadas. Exemplo disso são diversas publicações falando na necessidade de "rediscutir" as práticas de reprodução assistida, que podem originar gestações múltiplas. O primeiro ponto a destacar é óbvio. O foco dessa história não são essas técnicas, mas a atitude dos pais. E o segundo ponto é que esses procedimentos já estão, sim, sendo discutidos e rediscutidos. m dos resultados do debate foi a Resolução nº 1.957 do Conselho Federal de Medicina (CFM), publicada em janeiro de 2011. A resolução deixa claro que todos os aspectos médicos, e também dados de caráter biológico, jurídico, ético e econômico devem ser informados aos pacientes submetidos às técnicas de reprodução assistida, que deverão assinar um documento expressando sua concordância. A resolução oficializa uma prática já adotada pelas clínicas. E o médico da mãe das trigêmeas afirma que o casal sabia da possibilidade de gestação múltipla. Outro exemplo de desinformação, que vi num jornal de grande circulação, é a afirmação de que, "em casos de fertilização in vitro, cabe ao casal decidir quantos embriões serão transferidos para o útero". A resolução do CFM deixa claro: mulheres com até 35 anos só podem receber até dois embriões; as que têm entre 36 e 39 anos até três; e as que possuem 40 anos ou mais podem receber até quatro embriões. Isso porque a idade afeta as chances de uma gestação bemsucedida. A resolução enfatiza que que, em caso de gravidez múltipla, é proibido usar procedimentos que

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visem à redução embrionária, o que seria uma forma de aborto. É difícil, pois, que o casal em questão desconhecesse a chance de gravidez múltipla. O que aconteceu, então? É possível que os "problemas psicológicos" da mãe refiram-se a uma depressão pós-parto. Em situações assim, não é incomum que a mãe chegue a rejeitar o bebê. as como fica o papel do pai? As notícias, citando funcionários do hospital, dão conta de que ele teria se recusado a levar as três meninas para casa. E que o staff da maternidade teria se encarregado de recolher doações para os bebês, que foram "largados" na UTI neonatal. Se as informações procedem, o casal – ou ao meno o pai, caso se comprove que a mãe não estava em plena posse das faculdades mentais – pode ser processado por abandonado de incapaz. Aliás, fique claro que há uma grande diferença entre ceder um filho para adoção e o abandono. Na adoção, os responsáveis pelo menor devem encaminhá-lo aos órgãos competentes e não apenas abandoná-lo em um hospital ou qualquer lugar. Quem faz isso infringe o Artigo 133 do Código Penal. A pena prevista vai de seis meses a três anos de detenção, e pode ser aumentada em um terço se o responsável pelo abandono for ascendente (pais, avós, bisavós) ou descendente (filho, neto, bisneto), cônjuge, irmão, tutor ou curador da vítima. No caso das trigêmeas, o que parece espantar mais as pessoas é o fato de que os bebês resultaram de gravidez por fertilização in vitro. Supõe-se que a prática seja procurada por quem quer muito ter filhos, e se dispõe a arcar com altos custos financeiros, físicos e emocionais para realizar tal sonho. Como alguém pode querer tanto algo e desistir assim que consegue? Mas como bem sabem psicólogos, terapeutas e advogados experientes, ou qualquer pessoa que aprendeu com a vida, querer é uma coisa, achar que quer é outra. E alguns só descobrem a diferença quando é tarde demais.

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IVONE ZEGER É ADVOGADA ESPECIALISTA EM DIREITO DE FAMÍLIA E SUCESSÃO, AUTORA DE "HERANÇA: PERGUNTAS E RESPOSTAS" E "FAMÍLIA: PERGUNTAS E RESPOSTAS WWW.IVONEZEGER.COM.BR.

A política é o limite

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coincidência de se juntarem, numa mesma semana e nos dois dias do fim de semana, os feriados de Tiradentes e da Paixão, foi uma benção para a presidente Dilma Rousseff, embora não haja evidência segura de que o governo federal tenha patrocinado tal festa. É coisa do calendário gregoriano mesmo. Mas era tudo que a presidente precisava – alguns dias com os políticos aliados fora de Brasília, preocupados em atender às suas bases eleitorais. Com o feriadão na Brasília política, bem maior que o feriadão do Brasil comum, a presidente ganha uma semana de graça, não só para recompor suas forças físicas, desgastadas com a maratona chinesa, mas também para tentar recompor suas forças políticas. Há sérios indícios de que as insatisfações na pantanosa base aliada no Congresso, até mesmo entre os petistas, cresceram muito nos últimos quinze dias e podem explodir a qualquer momento. O PMDB já fez, no Senado, o primeiro experimento com os artefatos de que dispõe para exibir o seu desgosto: aproveitou, dias atrás, a votação do projeto que libera a participação federal no TAV, o trem bala ligando Rio de Janeiro-São Paulo-Campinas, para mandar o seu recado. Mais de 60% dos senadores peemedebistas, cujo controle é exercido pelo trio de confiança do Palácio do Planalto, José Sarney, Renan Calheiros e Romero Jucá, não deram aval à proposta. Muitos, como o rebelde Roberto Requião, bateram duro no projeto durante os debates, e depois

JOSÉ MÁRCIO MENDONÇA ou votaram contra, ou se ausentaram ou se abstiveram.

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orta -vozes oficiosos se esforçaram depois para dar conta do empenho de Sarney, Calheiros e Jucá, somados aos do presidente licenciado do partido e vice-presidente da República, para fazer o PMDB mostrar sua fidelidade ao governo – como mostrou em outras votações este ano, quando foi mais fielmente canino a Dilma do que o próprio PT. Se eles fizeram mesmo esse esforço, o governo deve se preocupar mais ainda, pois a "rebelião" peemedebista, nesse caso, mostra que os quatro não lideram o partido tanto como se pensa. O fato, porém, é um tanto diferente: o PMDB já não aguenta mais esperar as nomeações prometidas para o segundo escalão,

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situação se agrava por causa dos chamados restos a pagar de 2007, 2008 e 2009 deixados por Lula e que o presidente mandou cancelar, por decreto, até o fim deste mês, se não tiverem sido pagos. Nessa conta está a maioria das emendas dos parlamentares e projetos e programas de interesse direto das prefeituras. Dilma e Palocci prometeram

Com o feriadão, a presidente ganha uma semana, não só para recompor suas forças físicas, após a maratona chinesa, mas também para tentar recompor as forças políticas.

ERRATA A matéria Com bagagem (edição d o levar dinheiro na e 18/ 17 da seç ão Caixa 04/2011, página Econom 1, no cad ia) ern errado n foi publicada com o de os itens " crédito d pré-pago ". O nom inheiro" e "cartão e correto do direto da empr r esa Shoptur" Hussein Said é " G e não "G rupo Sho rupo como foi p Tour", publicad o.

Presidente Rogério Amato Vice-Presidentes Alfredo Cotait Neto Antonio Carlos Pela Carlos Roberto Pinto Monteiro Cláudio Vaz Edy Luiz Kogut Érico Sodré Quirino Ferreira Francisco Mesquita Neto João de Almeida Sampaio Filho João de Favari Lincoln da Cunha Pereira Filho Luciano Afif Domingos Luís Eduardo Schoueri Luiz Gonzaga Bertelli Luiz Roberto Gonçalves Nelson Felipe Kheirallah Nilton Molina Paulo Roberto Pisauro Renato Abucham Roberto Faldini Roberto Mateus Ordine

tratadas com parcimônia por Dilma e pelo responsável pelas negociações diretas com os partidos nesse quesito, o ministrochefe da Casa Civil, Antonio Palocci. Sobraram para Palocci, até agora, os maiores impropérios, mas eles podem subir de tom e alcançar um degrau mais elevado na escala do poder se a questão não for resolvida.

rever o decreto para eliminar parte dos cortes de Lula, mas a apenas dez dias para 30 de abril nenhuma providência foi tomada. E é de alta combustão essa mistura de deputados e senadores com os prefeitos em período de préeleição municipal. A ativa Confederação Nacional de Municípios (CMN) já está se mobilizando. E o assunto não é grato apenas ao PMDB: os petistas em campanha não estão nada felizes.

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presidente em algum instante, mais depressa do que gostaria, terá de ceder alguma coisa, e não apenas no papel, na promessa. Algum dinheiro tem de aparecer. E é isso, em parte, que determinará alguns passos da política econômica. A "conciliação" fiscal tem limites que passam pelo Congresso – o que pode determinar o tamanho de certas medidas "macroprudenciais" adotadas pelo ministro Guido Mantega. As mudanças no IOF devem render aos cofres do Tesouro mais de R$ 16 bilhões este ano. E já se fala em Brasília que outras "macroprudências" como essas podem ser adotadas à frente, algumas como "ajustes tributários" para determinados setores, à moda do que foi adotado recentemente para o setor de bebidas. Perfumes e cosméticos estão na mira do Ministério da Fazenda. Abre-se o cofre, de um lado, para garantir apoios – e de outro, aperta-se o torniquete sobre os contribuintes. A política é o limite. JOSÉ MÁRCIO MENDONÇA É JORNALISTA E ANALISTA POLÍTICO

PLEBISCITO E ARMAS Desarmamento de quem? O menino do Realengo comprou a arma de quem? Vamos deixar de balela! Temos que criar o Pac da Segurança, que começa com um Serviço de Inteligência, passa pelo Ministério da Defesa, Polícia Federal, descendo a pirâmide até as

polícias locais. Temos uma nova cabeça no Planalto e as coisas vão ter de mudar. Estando do lado de cá da montanha, acho que a Presidente Dilma faz um trabalho de batedor: reconhece o terreno para saber como agir. João Camargo - São Paulo

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quarta-feira e quinta-feira, 20 e 21 de abril de 2011

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DIÁRIO DO COMÉRCIO

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COM O PASSAR DO TEMPO, HOUVE UM E M B O T AM E N T O DO REAL SIGNIFICADO DA PÁSCOA.

pinião

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oelhinho da Páscoa, o que trazes pra mim? Um ovo, dois ovos, três ovos assim ... E o "coelhinho" da canção também traz, além de chocolates em profusão, expostos por meio das modernas técnicas de merchandising que dão água na boca, o embotamento do real significado da Páscoa sob a ótica da filosofia cristã. De fato, ao correr célere dos anos, desde que a Páscoa foi instituída por "Estatuto Perpétuo", conforme nos ensina o Velho Testamento, foise diluindo o profundo significado da P á s c o a . Tr i s t e é a constatação de que, mesmo no âmbito de muitas igrejas que se autoproclamam "cristãs", ou a Páscoa é lembrada como um estranho ritual místico de priscas eras, p o r t a n t o s e m n enhum link com os chamados "tempos modernos", ou ela sequer é mencionada, posto que em vários desses templos faraônicos a ênfase da retórica foca o "evangelho da prosperidade" – uma grave distorção da Sã Doutrina do Christos. Mas isto é outra história. A Páscoa (Pesach/Pascha = Passagem) foi instituída antes da décima praga (a morte de todos os primogênitos egípcios, incluindo o herdeiro direto do trono do faraó) despencar com fúria sobre o soberano teimoso que se recusava a libertar os hebreus do cativeiro para que eles rumassem em direção à Canaã (Terra Prometida), sob a batuta de Moisés.

cal, um pacto de preservação da vida dos israelitas, quando na porta de cada casa o sangue do cordeiro sacrificado deveria ser aspergido, para que a peste não ceifasse a vida dos respectivos primogênitos. Novamente aqui é nítido o simbolismo com o "Agnus Dei", o Cordeiro de Deus, ou o "Ungido do Senhor", que tira o pecado do mundo. O Cordeiro Pascal, pois, numa metáfora profética de conteúdo espiritual de profunda transcendência, significa a travessia de um estágio de escravidão para a liberdade ampla, geral e irrestrita. "Conhecereis a verdade e ela vos libertará". Eis porque, ainda no terreno metafórico, a Pásc o a p o s s u i o s s eguintes significados: - Na passagem do ódio para o amor a si mesmo e, por extensão, ao próximo; - Na libertação da escravidão dos vícios; - Na vitória do otimismo sobre o pessimismo crônico; - No conhecimento da verdadeira Palavra de Deus, que lib e r t a r a z ã o e e m oções dos dogmas fanatizantes; - Na eliminação da dúvida pela convicção inabalável oriunda dos alicerces da fé; E, por fim, no reconhecimento de que a lógica da Razão não se sobrepõe jamais à logica específica da Fé, mas que ambas se complementam. Ou, na expressão de Santo Agostinho: "É preciso crer para compreender e compreender para crer".

Travessia para a liberdade

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a antiga ordenança do ritual contendo todos os procedimentos formatadores do evento da Páscoa, para cada família de israelitas foi determinado que se imolasse um cordeiro sem defeito – simbologia do sacrifício que o Christos haveria de sofrer no Calvário, visando à redenção da humanidade. Abatido esse cordeiro – ou um cabrito –, sua carne seria assada à hora crepuscular e servida a essas famílias prestes a serem libertadas da escravidão em terras egípcias. Páscoa também significa juntar a família e os vizinhos para comer e beber com moderação. Se, por acaso a família de israelitas fosse pequena, vizinhos deveriam ser convidados para o banquete especial, celebrando assim um novo começo de vida. Assim, (re)partir o pão também é brindar à vida. Essa data memorável, segundo os relatos bíblicos, caiu no "primeiro mês do ano" ("Abibe ou Nisã"/março-abril), quando todo o povo hebreu, por fim, obteria a tão sonhada liberdade. Celebração do

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LUIZ OLIVEIRA RIOS recomeço rumo a uma terra onde emanavam "leite e mel". Essa celebração era para ser realizada com rapidez e todos os comensais deveriam estar vestidos e equipados

para a imediata partida para Canaã. Um tempo precioso já havia sido perdido durante quatro séculos de escravidão. Eis de novo, sob o estatuto pas-

stá na hora de refletir melhor sobre o que se deseja para as futuras gerações. Os verdadeiros valores sociais estão sob ameaça, diante de algumas ações discrepantes por parte de quem teria a obrigação de orientar as novas gerações. No caso da tragédia na escola de Realengo, no Rio, o Senado, em vez de buscar as causas e sugerir uma política educacional contra a violência, preferiu recorrer a um novo referendo popular sobre a comercialização de armas de fogo. Esquecem-se aqueles senhores que quem mata não são as armas, mas as pessoas. As armas são só instrumentos utilizados pelo ser humano, da mesma forma que se usa a pá ou a enxada na lavoura. A

causa da violência não está nas armas e sim na educação das pessoas. De nada adiantará proibir a comercialização de armas se as pessoas não forem desestimuladas a usá-las. É preciso aprender a valorizar a vida, respeitando o próximo. O resto é secundário e não será mais uma lei que conterá a violência. Senado, apesar da grande pauta de trabalho para melhorar a qualidade de vida da população, parece querer desviar a atenção. Fica a impressão de oportunismo político sem objetividade, além de trazer um custo desnecessário ao erário público. Melhor será gastar esses recursos na educação. Ao que consta, bandido não adquire arma em loja; assim, o

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LUIZ OLIVEIRA RIOS É PROFISSIONAL DE MARKETING E

VENDAS E COLUNISTA DO DIÁRIO DO COMÉRCIO. OLIVEIRA.RIOS@HOTMAIL.COM

ROBERTO MATEUS ORDINE

VIOLÊNCIA, CAUSA OU EFEITO?

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áscoa. Tempo apropriado para a alma sair da "noite escura" e caminhar em direção ao brilho da Luz que ofusca todas as demais, naturais ou artificiais: Christos. De fato, o "eu interior", normalmente acorrentado nas pilastras da caverna de Platão, acostumado a pensar que a vida é composta apenas de sombras, ao celebrar a sua páscoa íntima quebrará de pronto os grilhões e alçará voo em direção ao elevado estágio do ser pleno originalmente concebido pelo "Eu Sou o Que Sou" - o verdadeiro criador da Páscoa. Habemus Pascha!

melhor seria utilizar a escola para educar nossas crianças. Aliás, a escola, além da instrução formal, deveria ser melhor utilizada para reunir as famílias e discutir uma política de valorização da vida e da solidariedade entre os humanos. Seria oportuno implantar um programa prático de ensino sobre o tema. O ensino dos valores morais na escola, com a família, para despertar o sentimento de fraternidade, poderia ajudar a melhorar a qualidade de vida das pessoas. Talvez, se esse matador, no passado, tivesse aprendido a respeitar o semelhante, tanto quanto gostaria de ser respeitado, ninguém morreria. A força da educação não é utilizada em sua plenitude. O espaço físico da escola deveria

ser melhor aproveitado, reunindo pais e mestres, na discussão de temas para o desenvolvimento moral do jovem, para sua melhor integração social. É preciso que a escola ajude os pais a educar seus filhos na prática do bem. A criança respeitada e respeitosa não tirará a vida de alguém, porque guarda em seu espírito a força da educação moral. ão devemos esquecer que a mesma faca que fere também pode, nas mãos de um médico, salvar uma vida. Pois não é a arma que mata, mas as pessoas que delas se utilizam.

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ROBERTO MATEUS ORDINE É DO CONSELHO SUPERIOR DA ACSP E JUIZ DO TIT

PAUL KRUGMAN

NÃO VAMOS SER EDUCADOS No essencial, as pesquisas indicam que as prioridades do povo não são nada parecidas com as do orçamento republicano.

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a semana passada, o presidente Obama ofereceu uma defesa entusiasmada dos valores de seu partido – aliás, herança do New Deal e da Grande Sociedade. Logo depois, como sempre ocorre quando os democratas assumem uma posição, a "polícia da civilidade" entrou em operação. O presidente, nos disseram, estava sendo partidário demais; ele tem de tratar seus oponentes com respeito, deveria almoçar com eles e conseguir um consenso. É uma má ideia. E é uma ideia antidemocrática. Vamos rever a história até agora. Há duas semanas, a Câmara dos Deputados divulgou sua grande proposta, vendendo-a aos sábios crédulos como uma declaração de necessidade, não de ideologia – um documento dizendo aos Estados Unidos o que deve ser feito. Mas era, na verdade, um documento bastante partidário, o que pode ser percebido a partir de sua frase inicial: "Onde o presidente fracassou, a Câmara dos Deputados vai liderar". A proposta anunciou o perigo do déficit público, embora em suas próprias contas (não totalmente confiáveis), os cortes nos gastos fossem usados principalmente para financiar os cortes nos impostos em vez de para reduzir o déficit. O objetivo óbvio e transparente era usar o medo do déficit para impor uma visão de governo pequeno e impostos baixos, especialmente para os mais ricos. Assim, a proposta de Orçamento da Câmara revelou um abismo gigantesco entre as prioridades dos dois partidos. E revelou uma diferença profunda entre suas visões de como o mundo funciona. Ao ser divulgada, a proposta foi bem recebida como um "plano aprovado pelos sabichões", elaborado por especialistas. Mas os "especialistas" em questão, revelou-se, eram da Fundação Heritage, e poucas pessoas fora da extrema direita consideram suas conclusões confiáveis. as palavras da firma de consultoria Macroeconomic Advisers – que ganha a vida dizendo aos empresários o que eles precisam saber, e não dizendo aos políticos o que eles querem ouvir – a análise da Heritage era "imprecisa e inventada". Basicamente, a Heritage segue a teoria muito refutada de que cortar impostos dos mais ricos produz resultados econômicos milagrosos, incluindo uma alta na arrecadação que realmente reduz o déficit. Aliás, a Heritage é sempre assim: toda vez que o Partido Republicano não goste de algo – digamos, proteção ambiental – pode-se contar com a Heritage para produzir um relatório, baseado em modelo econômico que ninguém reconhece, afirmando que essa política iria causar perdas gigantescas de empregos. Da mesma forma, se houver algo que os republicanos gostem, como cortes de impostos para os mais ricos e para as empresas, pode-se contar com a Heritage para afirmar que essa política iria produzir benefícios econômicos enormes. A questão é que os dois partidos não só vivem em universos morais diferentes, eles também vivem em universos intelectuais diferentes – com os republicanos em particular tendo um grupo de

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supostos especialistas que endossam fielmente tudo o que eles propõem. Assim, quando os sábios chamam os partidos a se sentarem juntos e conversarem, a questão óbvia é: sobre o que supostamente eles devem falar? Onde está a base comum? Eventualmente, é claro, os Estados Unidos têm de escolher entre essas visões diferentes. E nós temos uma forma de fazer isso. Ela se chama democracia. gora os republicanos afirmam que as eleições de meio de mandato presidencial, no ano passado, lhes deram um mandato para a visão embutida no orçamento deles. Mas no ano passado o Partido Republicano ficou contra o que chamou de "cortes gigantescos no Medicare" contidos na reforma do sistema de saúde. Como, então, a eleição pode ter fornecido um mandato para um plano que não só preservaria todos esses cortes, mas chegaria, ao longo do tempo, a desmantelar o Medicare completamente? No que importa, as pesquisas indicam que as prioridades do povo não são nada parecidas com as que estão no orçamento republicano. A grande maioria apoia mais impostos, e não menos, para os mais ricos. A grande maioria – incluindo uma maioria de republicanos – também se opõe a grandes mudanças no Medicare. É lógico, a pesquisa que importa é a do Dia da Eleição. Mais essa é mais uma razão para tornar a eleição de 2012 uma escolha clara entre duas visões, o que me leva a esses pedidos por uma solução bipartidária. Desculpem por ser cínico, mas atualmente "bipartidário" é o código geralmente usado para reunir alguns democratas conservadores e republicanos ultraconservadores – todos eles com relações próximas aos ricos, e muitos dos quais são ricos eles próprios – e que afirmam que impostos baixos para grandes rendas e cortes drásticos em seguro social são a única solução possível. Isso seria uma forma antidemocrática e corrompida para tomar decisões sobre o formato de nossa sociedade mesmo se os envolvidos fossem homens sensatos com um profundo domínio sobre o assunto. É muito pior quando muitos que estão à mesa são o tipo de pessoa que pede e acredita no tipo de análise política que a Fundação Heritage fornece. Então, não vamos ser educados. Em vez disso, vamos ter um debate franco sobre nossas diferenças. Em particular, se os democratas acham que os republicanos estão falando besteiras cruéis, eles deveriam dizer isso – e levar a questão aos eleitores.

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PAUL KRUGMAN É ECONOMISTA, COLUNISTA DO THE NEW YORK TIMES, PROFESSOR E AUTOR DE VÁRIOS LIVROS E PRÊMIO NOBEL DE ECONOMIA 2008 TRADUÇÃO: RODRIGO GARCIA


DIÁRIO DO COMÉRCIO

4 -.GERAL

Giba Um

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gibaum@gibaum.com.br

SILVIO SANTOS // sobre sua aparência aos 80 anos de idade.

Fotos: BusinessNews

Semdinheiro 333 O governo vem guerreando contra o tempo na novela dos restos a pagar : o prazo para efetivação dos gastos acaba no final do mês. O trabalho, que envolve todos os homens de Dilma, tem sido para separar o que o Planalto autorizará o pagamento e o que vai sobrar. Esta semana, teve menos pressão dos parlamentares porque a maioria desapareceu de Brasília, onde até o STJ e o Supremo resolveram adiar sessões de julgamento para a semana que vem. Obras e serviços contratados pelo governo Lula em 2007, 2008 e 2009 estão na mesa e muitos acreditam que a solução será empurrar restos a pagar do ano passado para outubro. Parte dos investimentos do PAC também deverão sobrar.

BOLHA TEIMOSA Há dias, Ronaldinho Gaúcho chegou ao Flamengo e foi logo explicando que não poderia treinar porque estava com grande bolha na sola do pé. E estava mesmo. Saiu de lá, com amigo e um bando de periguetes , usando três helicópteros e foram todos para uma ilha em Paraty. Menos de 48 horas depois, reapareceu no Recreio dos Bandeirantes, onde treina o Flamengo e a bolha ainda não estava curada. O tratamento na ilha não deve ter sido eficaz. 333

A horas do lançamento mundial do single e do vídeo Judas, sua nova música onde se transforma em Maria Madalena, numa letra repleta de blasfêmias que não se ouvem desde os tempos de Like a Prayer , de Madonna, Lady Gaga, a nova diva do pop, aproveita para animar seus milhões de admiradores, posando com uma roupa totalmente transparente para a revista NME e, de quebra, mostra a capa do novo álbum Born this Way , onde se transforma numa mulher-motocicleta. E em plena Semana Santa, faz uma alusão à maçã proibida, mordendo a fruta na Disneyworl ao lado da Rainha Má(destaque).

Esperando Judas

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333 Para a festa que a CUT organiza, em São Paulo, para o 1º de maio, está confirmada a participação do ator americano Danny Glover, parceiro de Mel Gibson na série Máquina Mortífera. Ele é engajado em causas trabalhistas, participa de concentrações de protesto, já foi preso várias vezes e a última aconteceu esta semana. A CUT quer levar para o palanque também Lula e se ele for, Marisa Leticia também vai: gostava muito de Máquina Mortífera. Os antigos comícios em torno do Dia do Trabalho viraram, nos últimos anos, grandes espetáculos com shows e sorteio de carros e até casas: se não, vai todo mundo para Praia Grande. A Força Sindical, de Paulinho Pereira da Silva, do seu lado, também convidou Lula e a presidente Dilma Rousseff, Aécio Neves, Geraldo Alckmin e outros. De gozação, alguém perguntou a Paulinho, esta semana, por que não convidava Mel Gibson para animar a festa da Força. Ele deu uma de suas habituais e polidas respostas.

Guerra das Centrais

333 No enterro de Ana Paula, Roberto Carlos queria que estivesse no Araçá, em São Paulo, para as ultimas orações, um padre mariano porque o padre Antonio Maria enfrenta período de suspensão decretado pela Arquidiocese. Por sugestões de um casal (e freqüentador do grupo de oração das segundas-feiras na igreja de S.José, no Jardim Europa), resolveram ir buscar padre Elinaldo Ferreira de Oliveira, diretor espiritual do grupo e figura queria. A paróquia dele é em Campo Limpo, área perigosa (igreja de São Benedito): ele foi, rezou com RC e disse que, quando o rei compôs Nossa Senhora , “ela estava do lado dele”. No dia seguinte, padre Elinaldo recebeu um cartão grato e convite para ir, com a mãe, no cruzeiro à Terra Santa. De quebra, um perfume Emoções.

20 de Abril

333 Loura, olhos verdes, 1.68m e 66 quilos, 34 anos, servia de nascimento e brasileira por adoção, ela ocupou o primeiro lugar no ranking do boxe feminino mundial de 2006 a 2009, quando foi obrigada a parar por uma lesão no nariz: agora, Duda Yankovich, que trocou o Leste Europeu pelo Rio há onze anos, se prepara para enfrentar, em maio, a francesa Anne Sophie Mathis, atual campeã da categoria meio-médio ligeiro. No Brasil, ela quer investir nas lutas de vale-tudo entre mulheres, nova febre mundial.

Em busca do título

A senadora Marta Suplicy conversou com o ministro Fernando Haddad, da Educação, sobre as eleições para prefeito de São Paulo (ele é o candidato de Lula). Avisou que está no páreo e que, dependendo, levará seu nome até a convenção municipal. Só que alertou que existiria um acordo no diretório do PT, segundo o qual, se o senador Eduardo Matarazzo Suplicy resolver concorrer, os demais candidatos retirariam seus nomes. Haddad, não acreditou muito, mas Suplicy resolveu entrar em campo: se bobear, começa pedindo prévias.

Montepulciano

TOMBADO Desembarcando em Guarulhos e seguindo para São Paulo, há dias, o publicitário WashingtonOlivetto viu,aolado da pista, um cartaz, preparado pelo pessoal da WMcCann, sem que ele soubesse e que tinha texto que dizia “Não deixe de visitar os monumentos da cidade”. E entre outras atrações, estava lá, uma foto de Washington (era uma chamada para conhecer Olivetto e a agência). Agora, ele está um pouco mais preocupado: por suas características únicas e anos de carreira, teme ser tombado pelo Patrimônio Histórico e Geográfico.

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MISTURA FINA NA VOLTA da viagem à China, a presidente Dilma Rousseff ficou um dia fora de combate, de molho, recuperando-se da série de desagradáveis sintomas provocados pelo fuso horário (jet leg). No caso dela, enjôos e dificuldade em dormir, justamente para tentar reajustar a diferença de horário. 333

Guloso Até quando, num único dia, suas empresas perdem R$ 12 bilhões, Eike Batista não consegue parar: na semana passada, veio com o leilão permanente de compra de energia; agora, negocia a compra de hotéis no Rio, além de tocar a reforma do veterano Glória. O novo objeto de desejo é o Othon, na Avenida Atlântica, enquanto conversa com o pessoal do grupo Windsor, que tem dez hotéis no Rio e está construindo mais um em São Paulo.

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Estampa animal (mais!).

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Estampa geométrica.

Velozes e corruptos O filme Velozes e Furiosos 5 , com cenas rodadas no Rio, ganhou pré-estréia no Cinépolis Lagoon, com Vin Diesel, Turese Gibson, Paul Walker, The Rock, rapper Ludacris e outros forçudos presentes. Na tela, a história de um bando de criminosos que foge para o Brasil. À certa altura, o personagem de Vin Diesel vai ser preso e os bandidos (daqui) impedem. Aí, ele ao policial: “Isso aqui não é América, é o Brasil”. Num pega de carro, alguém chama: “Vem popozuda”. De quebra, outro gringo do elenco, Matt Schulze, dá entrevista: “Acho que a Gisele Bündchen deveria ser presidente do Brasil”. Depois, a glória, numa cena em que os bandidos matam todos os policiais: “Hoje tá bom dia de sair na rua”. 333

POUCA gente sabe que, ao lado do procurador-geral da República, Roberto Gurgel que, com uma única canetada, pode limpar ou manchar a biografia dos políticos mais influentes do Brasil, tem sua mulher, Claudia Sampaio Marques, subprocuradora, que atua em casos complicados do Supremo Tribunal Federal. Formam uma dupla mais do que temida. Detalhe: ela já exercia a função antes do maridão virar chefe do Ministério Público Federal. 333

333 OS BLOGUEIROS de humor de plantão não deixam escapar o episódio de carteira de habilitação vencida de Aécio Neves. Um deles observa que Lula nunca teve e nem terá esse tipo de problema, em campanha, no poder e agora palestrante. Afinal, ele nunca dirigiu nada.

QUEM acompanha o cotidiano do assessor internacional Marco Aurélio Garcia, confinado a um gabinete com secretárias e nenhuma participação na política de relações exteriores, descobriu também que, além do confinamento, ele parece ter se convertido num verdadeiro gentleman. Desde que Dilma assumiu, ninguém viu Garcia fazendo top,top,top. 333

Colaboração: Paula Rodrigues,Alexandre Favero

D

esde pequena a menina rica de Montepulciano, na Itália, queria entrar em um convento e com apenas nove anos foi ser freira Agostiniana; aos 15 anos, a jovem virtuosa já era madre e logo fundou um mosteiro Dominicano que recebeu até ex-prostitutas. Faleceu em 1317, aos 43 anos. Santa Inês de

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HÁ DIAS, num evento, o ministro das Relações Institucionais, Luiz Sérgio, carioca e petista, cruzou com o senador Aécio Neves e resolveu fazer uma piada com a fama do mineiro de passar mais tempo no Rio do que em seu Estado: “Precisamos conversar. O senador de Angra dos Reis e o ministro de Angra precisam trabalhar juntos”. Aécio esboçou um sorriso amarelo.

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PADRE AMIGO

MAIS: já se sabe que não falará sobre curso de tiro em Havana, plástica no nariz e muito menos sobre o mensalão.

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Dilma é contra 333 A ida do ex-secretário da Receita Federal, Otacílio Cartaxo, para a presidência do Carf – Conselho Administrativo de Recursos Federais (Guido Mantega, da Fazenda, alterou até portaria para facilitar a nomeação de Cartaxo, permitindo a nomeação de aposentados para o cargo, que é o caso dele), contraria a presidente Dilma Rousseff. Na época da quebra de sigilo fiscal de Verônica Serra, outros tucanos e até artistas na campanha de 2010, quando Cartaxo era o chefe da Receita Federal, Dilma já manifestara sua contrariedade. E quando ele admitiu a falsidade de uma procuração, ela pediu sua exoneração.

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Suplicy, outra vez

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k Nossa Senhora da Plástica me ajuda.

No estilo das novelas de Manoel Carlos, José Dirceu dá seu depoimento, no capítulo de hoje da novela Amor e Revolução no SBT..

quarta-feira e quinta-feira, 20 e 21 de abril de 2011

Solução


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DIÁRIO DO COMÉRCIO

quarta-feira e quinta-feira, 20 e 21 de abril de 2011

5 SENTIDO Dilma elogia participação do Exército na democracia.

olítica

GARANTIA Ministros asseguram que obras da Copa estão no prazo

DIA DO EXÉRCITO

Em desfile, Dilma exalta democracia Durante a solenidade oficial, a presidente fez um discurso enaltecendo a vocação pacífica do Brasil e o comandante militar destacou a capacidade da força terrestre Dorivan Marinho/AE

A

A presidente Dilma Rousseff é recebida com honras de gala pelas três armas, ganha continências dos comandantes e passa a tropa em revista. Emmanuel Pinheiro/AE

Rodrigo Coca/AE

Na solenidade do Dia do Exército, em Belo Horizonte, um soldado cai, vítima do calor.

Em São Paulo, o desfile marca a comemoração pelos 363 anos do Exército Brasileiro.

Copa sem atraso e usina sem briga Para o governo, as obras do Mundial não vão sofrer atrasos, nem Belo Monte terá os protestos de Jirau

O

ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, fez ontem duas interferências para defender o governo em dois assuntos distintos. Na polêmica sobre as obras para a Copa do Mundo que, segundo ele, "serão aceleradas", e na construção da usina de Belo Monte, na qual o "governo estará mais presente", para evitar os erros cometidos nas usi-

presidente Dilma Rousseff, que foi presa e torturada durante o regime militar, participou ontem da solenidade oficial do Dia do Exército no quartel-general da instituição, em Brasília. A presidente aproveitou a ocasião para reforçar que o Brasil "valoriza os direitos humanos". Esta é a segunda vez que ela comparece a um evento ao lado dos militares, passados mais de cem dias desde a sua posse e em menos de um mês. Na primeira, no último dia 5, recebeu em cerimônia no Palácio do Planalto, quatro condecorações dos comandantes militares. Ontem, Dilma participou da entrega de insígnias da Ordem do Mérito Militar a 257 autoridades civis e militares que prestaram serviços "relevantes ao Exército", que, neste ano, comemora 363 anos. Seguindo o protocolo, Dilma não discursou. A sua mensagem foi lida por um oficial. Nela, destacou que "as tropas da força terrestre, em permanente prontidão, são garantia

nas de Jirau e Santo Antônio, em Rondônia. Ao falar da Copa de 2014, Carvalho garantiu que as obras serão aceleradas na medida que a data do Mundial se aproximar. "É um processo natural", disse o ministro. E rebateu àqueles que apostam em atrasos. "O governo está preocupado em tomar todas as medidas, mas não há nenhum desespero, nenhuma irresponsa-

Andre Dusek/AE - 31.03.2011

Gilberto Carvalho: garantia de que atraso nas obras será recuperado

bilidade. Estamos realizando teiro está preocupado com o tema e vai se empenhar para que tudo dentro do previsto". A ministra do Planejamen- o Brasil tenha um excelente deto, Miriam Belchior, também sempenho na Copa". Erros – Carvalho informou minimizou a possibilidade de atrasos que prejudiquem a rea- ainda que a presidente Dilma lização da Copa. Ela lembrou Rousseff vai convocar nos próximos dias uma reunião do goque esse fato é recorrente. "Todo mundo achava que ia verno para evitar que erros coter problema na Alemanha, na metidos nas obras das usinas África do Sul, e as copas ocor- hidrelétricas de Santo Antônio reram, como a Olimpíada, vai e Jirau, em Rondônia, se repiacontecer em Londres. Eu acho tam na construção da usina de que aqui no Brasil vai ser a Belo Monte, no Pará. O ministro vem negociando mesma coisa. Vamos trabalhar firmemente para garantir a pelo governo a solução dos problemas entre os trabalhaexecução de todas as obras". dores e os conCarvalho sórcios de contestou ainco nst ru tor as da os dados do res po ns áv ei s Instituto de Todo mundo achava p e l a s o b r a s Pesquisa Econômica Aplique ia ter problema em Rondônia. "A presidente cada (Ipea), dina Alemanha, na quer que o govulgado na seÁfrica do Sul, e as verno esteja m a n a p a s s acopas ocorreram. mais presente da. O relatório No Brasil, vai ser a em Belo Monprevê que as te", afirmou. obras de ammesma coisa. Carvalho. pliação de 9 MIRIAM BELCHIOR D e a c o rd o d o s 1 2 a e r ocom o minisportos em funcionamento nas cidades que tro, o governo vai pedir às emsediarão os jogos não devem presas que façam alojamentos ser concluídas até o início do menores e mais espalhados mundial. "Não estamos nem neste futuro canteiro de obras. um pouco preocupados com o Um dos riscos verificados pelo relatório dessa pessoa do Ipea. governo em Jirau foi a concenEla não representa a voz for- tração exagerada de trabalhamal do Ipea e muito menos a dores. Eles acabaram se rebelando e 70% dos alojamentos posição do governo". Miriam Belchior faz outra foram destruídos. Nesta semaavaliação sobre o tema. "O es- na, o consórcio responsável tudo do Ipea tem um ponto de pela obra anunciou que vai vista, nós temos outros dados dispensar 4 mil trabalhadores, para lidar com isso. O mais im- após apresentarem uma pauta portante é o seguinte: o País in- de reivindicações. (ABr)

indispensável para a segurança do País, de vocação pacífica e democrática, que valoriza o diálogo, a Justiça e o respeito aos direitos humanos". O comandante do Exército, general Enzo Peri, afirmou em seu discurso que a força está comprometida com a democracia. "Povo brasileiro, orgulhe-se de seu Exército genuinamente nacional, comprometido com os valores democráticos", disse o comandante. O general também cobrou investimentos do governo nas Forças Armadas. Ele disse que "a necessidade de um escudo para o nosso desenvolvimento" é uma "urgência". O setor de defesa foi uma das áreas mais afetadas pelo corte orçamentário de R$ 50 bilhões determinado em fevereiro. Dilma acompanhou a leitura sentada da tribuna presidencial. Na chegada ao quartel foi recebida com honras de gala, passando tropas em revista e recebendo continência dos comandantes das três forças. Deplomaticamente, a presidente fez um elogio aos militares em sua mensagem "O Exército é fonte permanente de orgulho ao nosso País". Já o comandante reforçou que uma das capacidades do Exército é a de "enfrentar as ameaças assimétricas", nome dado por estudiosos da área para as tropas não convencionais, dentre elas as guerrilhas. Durante a solenidade, o Exército excluiu o capítulo do regime militar (1964-1985), ao fazer referência à história da instituição. Da Segunda Guerra Mundial pulou para a Missão de Paz no Haiti. E, no momento da execução da Canção do Exército, Dilma cantarolou o refrão e depois entrou num tanque de guerra. (AE)

SECRETARIA DA SAÚDE DIVISÃO TÉCNICA DE SUPRIMENTOS - SMS.3 ABERTURA DE LICITAÇÕES Encontra-se aberto no Gabinete: PREGÃO PRESENCIAL 103/2011-SMS.G, processo 2011-0.079.890-7, destinado ao registro de preço para o FORNECIMENTO de LENÇOL EM PAPEL DESCARTÁVEL - 70CM X 50M X 150MM, para a Central de Distribuição de Medicamentos e Correlatos - CDMEC/Área Técnica de Material Médico Hospitalar, do tipo menor preço. A sessão pública de pregão ocorrerá às 10 horas do dia 06 de maio de 2011, a cargo da 5ª Comissão Permanente de Licitações da Secretaria Municipal da Saúde. RETIRADA DE EDITAL O edital do pregão acima poderá ser consultado e/ou obtido nos endereços: http://e-negocioscidadesp.prefeitura.sp.gov.br, ou, no gabinete da Secretaria Municipal de Saúde, na Rua General Jardim, 36 - 3º andar - Vila Buarque São Paulo/SP - CEP 01223-010, mediante o recolhimento de taxa referente aos custos de reprografia do edital, através do DAMSP, Documento de Arrecadação do Município de São Paulo. DOCUMENTAÇÃO - PREGÃO PRESENCIAL Os documentos referentes ao credenciamento, os envelopes contendo as propostas comerciais e os documentos de habilitação das empresas interessadas, deverão ser entregues diretamente ao pregoeiro, no momento da abertura da sessão pública de pregão.

SECRETARIA DE INFRAESTRUTURA URBANA E OBRAS COMUNICADO A SECRETARIA DE INFRAESTRUTURA URBANA E OBRAS - SIURB, comunica aos interessados que o CADERNO DE LICITAÇÃO estará à disposição para consulta e poderá ser obtido gratuitamente mediante download na página http://e-negocioscidadesp.prefeitura.sp.gov.br ou, mediante entrega de 01 (um) CD-ROM VIRGEM, na Divisão Técnica de Licitações - G.2, situado na Avenida São João, 473 - 13º andar - Edifício Olido, no horário das 09:30 às 11:30 horas e das 13:30 às 16:00 horas, a partir do dia 27 de abril de 2011. Concorrência nº 008/11/SIURB Processo Administrativo nº 2010-0.352.410-5 Objeto: Execução de obras para a construção de coberturas de quadras poliesportivas e serviços complementares em unidades escolares do Município de São Paulo, subdivididas em 25 Lotes, conforme descrito no item 1.1 do Edital. PRAZO PARA CONSULTA E AQUISIÇÃO: a partir de 27 de abril de 2011. DATA PARA VISITA TÉCNICA: As visitas técnicas, ambas obrigatórias, deverão ser realizadas nos locais e datas abaixo indicados, e serão acompanhadas por técnicos da PMSP: 1. Data da Visita Técnica (obrigatória): dia 31/05/2011 das 10:00 às 12:00 horas. Local: EMEF Gen. ALCIDES GONÇALVES ETCHEGOYEN, situada na RUA ADHERBAL STRESSER, 686 - A Visita será acompanhada por técnico da PMSP (Engº Carlos Alberto Ferreira - telefone: 3337-9937) 2. Data da Visita Técnica (obrigatória): dia 31/05/2011 das 14:00 às 17:00 horas. Local: EMEF Gen Euclides de O. Figueiredo, situada na RUA MARECHAL OLIMPIO MOURAO FILHO, 187 - A Visita será acompanhada por técnico da PMSP (Engº José Luiz Amadio - telefone: 3337-9933) ASSINATURA DO MEMORANDO CAUÇÃO: até 07/06/2011. LIMITE PARA A EFETIVAÇÃO DA CAUÇÃO EM SF/SUTEM/DIARE: até 07/06/2011. ENTREGA DOS ENVELOPES: das 09:00 às 10:00 horas do dia 08/06/2011. SESSÃO DE ABERTURA: dia 08/06/2011 às 10:00 horas. Obs.: As empresas que adquirirem o Edital mediante “download” na página da “internet” deverão obrigatoriamente retirar na Divisão Técnica de Licitações (Avenida São João, 473 - 13º andar, nesta Capital, das 09:30h às 11:30h e das 13:30h às 16:00h), até o dia 07/06/2011 cópia dos seguintes Anexos do Edital, mediante a entrega de 01 CD ROM virgem. • Anexo II - Planilhas de Orçamento de Custos Básicos da Prefeitura Municipal de São Paulo (arquivo em formato EXCEL); • Anexo V - Memoriais Descritivos; • Anexo XIII - Projeto executivo padrão de cobertura de quadra; • Anexo XIV - Cronograma de Desembolso Máximo por Período.


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DIÁRIO DO COMÉRCIO

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quarta-feira e quinta-feira, 20 e 21 de abril de 2011

Aécio só cometeu um equívoco, o de não prestar atenção na data de vencimento da carta de habilitação. Andrea Neves

olítica

Andre Dusek/AE

Irmã de Aécio: 'É ação orquestrada' Jornalista, sócia e irmã do senador diz que ele há um movimento para desgastá-lo

A Senadores Aécio Neves e Álvaro Dias, líder do PSDB, em conversa durante sessão do Senado, ontem.

Conselho quer ouvir depoimento de Durval Barbosa Presidente do Conselho avisa: tentará marcar a oitiva já para a semana que vem Beto Barata/AE

ANDREA NEVES Rádio Arco-Íris Ltda. Em dezembro de 2010, Aécio virou sócio da rádio. Cópia do contrato social da empresa mostra que ele participa com R$ 88 mil no capital total de R$ 200 mil. Andrea tem cota de R$ 102 mil e a mãe, Inês Maria Neves Faria, R$ 10 mil. A rádio, inaugurada em 1986, hoje tem uma franquia da Jovem Pan FM em Belo Horizonte. Em 2010, a empresa faturou R$ 5 milhões. A emissora consta como dona da Land Rover que o senador tucano dirigia quando foi

Ex-presa nos Direitos Humanos Deputada detida pela PF assume Comissão de Direitos Humanos no Amapá

rações de bens e rendimentos de Jaqueline e a prestação de contas de campanha da deputada. O advogado dela disse não ver problema nos requerimentos aprovados, nem na possibilidade do depoimento. "Ela ainda está se restabelecendo, ainda não decidimos se virá ao conselho". (Folhapress)

Símbolo da propagação da cultura da paz agora será erguido em Erevan Fabio D'Castro/Hype - 04/10/08

Marco da Paz, monumento que propaga a cultura da paz, será construído em breve em Erevan, capital da Armênia. O embaixador daquele país na Arg e n t i n a , V l a d i m i r K a r smirshalyan, em correspondência ao presidente da Fundação "Raíces Argentinas" – entidade que divulga o Marco da Paz na Argentina –, Luis D'Angelo, destacou a disposição de erguer o monumento. O símbolo da Paz foi instalado inicialmente no Pátio do Colégio, em São Paulo. Desde 2001, o monumento idealizado por Gaetano Brancati Luigi dissemina a cultura da paz em países da América Latina. Neste fim de semana, Luigi visita a Argentina para acertar os detalhes da instalação do Marco da Paz em Mendoza e em Buenos Aires. (DC)

'Abril Vermelho': MST já invadiu 80 propriedades A mobilização, que envolveu 20 mil militantes no País, prossegue em SP

O

Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) já contabiliza mais de 80 invasões de fazendas em 17 Estados durante o Abril Vermelho, a jornada nacional de luta pela reforma agrária, conforme nota divulgada ontem. Desde o começo do mês também foram ocupadas 13 sedes do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), além de outros órgãos do governo. A mobilização, que já envolveu 20 mil militantes em todo o País, teve sequência ontem, no estado de São Paulo, com a invasão do escritório regional do Incra em Teodoro Sampaio, no Pontal do Paranapanema, no oeste paulista. Segundo Ricardo Barbosa, da direção estadual, o MST protesta contra a falta de assistência aos assentados na região e quer a retomada na destinação de terras para a refor-

DC

A paz, representada por um arco, uma pomba e um sino: marco idealizado por por Gaetano Brancati Luigi foi inicialmente instalado no Pátio do Colégio e dissemina essa cultura desde 2001.

mandou a Secretaria de Inclusão e Mobilização Social. Candidata a uma vaga na Assembleia Legislativa, Marília foi eleita com a segunda maior votação no Amapá, com 9.660 votos. Waldez, que tentava conseguir uma vaga no Senado, foi derrotado após o desgaste provocado pela operação da PF. A reportagem não encontrou Marília. (Folhapress)

Não temos data para sair (do escritório regional do Incra em Teodoro Sampaio, no Pontal do Paranapanema). RICARDO BARBOSA ma agrária. No fim da tarde, os 100 militantes continuavam no prédio. "Não temos data para sair", disse o líder. Entre as reivindicações estão a recomposição do orçamento para reforma agrária e renegociação das dívidas dos assentados. O MST mantém desde a última sexta-feira, a ocupação da fazenda São Domingos, em Sandovalina. Outras 12 fazendas da região foram ocupadas pelos grupos ligados ao dissi-

dente do MST José Rainha Júnior. Em carta enviada ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, o líder denunciou a ação de milícias armadas pelos fazendeiros no Pontal. Estação e Bahia– O MST mantém ocupada a Estação Experimental de Itapetininga (área de proteção ambiental mantida pelo Instituto Florestal, órgão da Secretaria Estadual do Meio Ambiente) desde sábado. Apesar do pedido de reintegração de posse dos procuradores, eles não conseguiram liminar até ontem. Após reunião com o governador da Bahia, Jacques Wagner (PT), os cerca de 3 mil integrantes do MST, que ocupavam, há oito dias, a área ao redor da Secretaria Estadual de Agricultura, Irrigação e Reforma Agrária (Seagri), no Centro Administrativo da Bahia, decidiram, em assembleia, encerrar a manifestação. (AE)

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sa de Jaqueline Roriz. A ideia é fazer o depoimento na quartafeira da semana que vem para fazer um julgamento célere, porque a sociedade clama por uma resposta." O conselho também aprovou requerimentos que pedem à Câmara Federal e à Câmara Distrital cópia das decla-

A

pas da Polícia Federal, que investigou suposto esquema de desvios de verbas por funcionários públicos, políticos e empresários do Amapá. Waldez foi apontando como um dos "cabeças" do esquema. O Ministério Público Federal estima que o total desviado ultrapasse R$ 300 milhões. Durante o governo de Waldez (2003-2010), Marília co-

DC

Carlos Sampaio e José Carlos Araújo: Durval pode não comparecer.

ex-primeira-dama do Amapá e deputada estadual Marília Góes (PDT) foi eleita ontem presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Amapá. Em setembro de 2010, Marília, mulher do ex-governador Waldez Góes (PDT), foi presa por cinco dias em Brasília, com ele, pela Operação Mãos Lim-

Marco da Paz: Armênia e Argentina terão monumento

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Essa ação orquestrada na internet para criar um desgaste para o senador não é um exemplo da política a ser feita no País.

detido em blitz no Rio de Janeiro no último fim de semana. Andrea, que foi a principal responsável pela imagem de Aécio em dois mandatos à frente do governo mineiro, considera que o irmão só cometeu um "equívoco que, infelizmente, é cometido por muitas pessoas – o de não prestar atenção na data de vencimento da carta de habilitação". A jornalista elogiou a postura do senador Lindberg Farias (PT-RJ). Para Andrea, o petista "faz crítica aberta à direção do PT nacional no sentido de que esse exagero, essa ação orquestrada na internet para criar um desgaste para o senador nesse episódio não é um exemplo da política que deve ser feita no País. Eu prefiro no momento ficar com o senador Lindberg". Internautas usaram o Twitter para mandar mensagens a Aécio. Sua assessoria informou que ele não tem conta no microblog. Nem em qualquer outra rede virtual. (Agências)

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O

Conselho de Ética da Câmara aprovou por unanimidade, ontem, oito requerimentos relacionados ao caso da deputada Jaqueline Roriz (PMN-DF), filmada recebendo dinheiro de Durval Barbosa, delator do mensalão do DEM. Um dos requerimentos convida Barbosa a prestar depoimento. O presidente do Conselho, José Carlos Araújo (PDTBA), afirmou que pretende entrar em contato com o delator para tentar marcar a oitiva já para semana que vem. Como o colegiado não tem o poder de convocar, ele pode não comparecer. O relator do caso, deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP), afirmou "é muito importante que Durval venha. Agora que ele retomou à segurança da Polícia Federal acho que virá. Suas denúncias ainda não foram confrontadas com a defe-

presidente do Serviço Voluntário de Assistência Social (Servas) de Minas Gerais, a jornalista Andrea Neves, afirmou ontem que a enxurrada de críticas a seu irmão, o senador Aécio Neves (PSDBMG) – que, flagrado com a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) vencida, se recusou a fazer teste do bafômetro em uma blitz da Lei Seca no Rio de Janeiro –, foi uma ação "orquestrada" para desgastá-lo. Disse não acreditar que a imagem de Aécio tenha sido prejudicada pelo caso, que já foi "devidamente esclarecido". Enquanto isso, o bloco de oposição ao governo do PSDB na Assembleia de Minas Gerais elaborou um requerimento para saber se o Estado anuncia na rádio Arco-Íris, que pertence à irmã de Aécio Neves – e a ele também. O governo não tem prazo para responder ao requerimento dos deputados. É que Andrea administra a

mauricio@darre.com.br


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DIÁRIO DO COMÉRCIO

quarta-feira e quinta-feira, 20 e 21 de abril de 2011

7 O Lula falou que o ideal é que todo mundo tenha um vice como o Alencar. Deputado estadual Edinho Silva (PT-SP)

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Lula subirá palanque pela Prefeitura Em reunião do PT, em São Paulo, ex-presidente avisa que entrará na corrida para eleger o candidato do partido e prega a necessidade de escolher um bom vice Marcos de Paula/AE - 16.02.11

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m encontro com políticos do PT de São Paulo em um hotel em Osasco, umas das principais cidades no Estado governada pelo PT, o ex-presidente Luiz Antonio Lula da Silva disse ontem que subirá nos palanques dos candidatos do partido às prefeituras no Estado em 2012. Lula defendeu que a capital paulista, onde o PT perdeu as duas últimas eleições, seja tratada como prioridade. Em debate fechado, os petistas consideraram forte a possibilidade de o ex-governador José Serra (PSDB) voltar a disputar a Prefeitura de São Paulo (veja reportagem nesta página). Como Lula não quis dar entrevista, coube ao presidente do PT-SP, o deputado estadual Edinho Silva, ser o porta-voz da reunião. Segundo Edinho, Lula defendeu que o partido defina seu candidato até o fim de 2011, seja qual for a decisão do tucano. Edinho disse ser contrário a realização de prévias no PT. "Vou trabalhar para não ter. Para entrar numa disputa acirrada como essa, o ideal é que o PT se unifique".

O petista sinalizou que deve buscar uma aproximação com o atual prefeito da capital, Gilberto Kassab (PSD). "O movimento do Kassab de criar um partido de sustentação ao governo Dilma tem de ser aplaudido por nós. No momento em que ele vem para a base de apoio da Dilma, nós não podemos ser contra. Temos de elogiar", disse Edinho.

O movimento do Kassab de criar um partido de sustentação ao governo Dilma tem de ser aplaudido por nós. EDINHO SILVA Lula defendeu que o partido se empenhe para manter o poder nas prefeituras que já governa e disse que será preciso fazer novas alianças para minar o candidato do PSDB no Estado, que seria o principal adversário na disputa.

Um vice forte – O ex-presidente também sugeriu que o partido busque candidatos a vice-prefeito que dialoguem com setores da sociedade civil que o PT ainda tem dificuldade de atingir. Lula citou seu exvice-presidente José Alencar como exemplo importante em sua vitória de 2002. "É muito difícil o PT sozinho ganhar uma eleição. Ele (Lula) falou da importância de se escolher um bom vice que dialogue com setores que nós, tradicionalmente, não conseguimos dialogar e que o ideal é que todo mundo tivesse um vice como o Alencar", relatou Edinho. Classe média – Uma das preocupações do PT é com a nova classe média que ascendeu com o crescimento do País. "É um setor que está formando sua identidade sócio cultural e precisamos estimular valores, como a solidariedade e o desenvolvimento sustentável que são valores progressistas. Do contrário, eles (a nova classe média) serão cooptados por valores conservadores", afirmou Edinho, ao deixar o hotel, após a reunião. (Folhapress)

Partido defende financiamento público de campanha Defesa foi feita pelo próprio ex-presidente, citando exemplo de outros países

E

scolhido como articulador do PT na reforma política, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu o financiamento público de campanha com a proibição de doações privadas. "Para a gente acabar com a corrupção, por isso que eu defendo a proibição de dinheiro privado e a constituição de fundo público, como tem em outros países", afirmou Lula em vídeo do site de militantes petistas MobilizaçãoBR. No depoimento gravado na

segunda-feira, durante reunião com dirigentes do PT, o ex-presidente também disse que é preciso manter a fidelidade partidária durante a reforma política, "para que a gente evite que os deputados acabem de se eleger e troquem de partido". Lula afirmou que a questão também necessita do apoio dos outros partidos. "É preciso que a gente trabalhe com outros partidos políticos uma espécie de consenso, pelo menos algo que seja próximo de uma

coisa para vai ser aprovada no Congresso". Novamente, ele se disse à disposição do PT como militante. "Eu disse ao meu partido que estou disposto a participar das conversas com os partidos todos que eles quiserem. Estou disposto a participar com o movimento social e estou disposto a participar de quantos atos forem necessários". Na reunião de segunda-feira, no Instituto Cidadania, Lula saiu sem falar com a imprensa. Como ontem. (Folhapress)

PSDB perde mais um vereador Souza Santos anuncia a sua saída do partido e mantém discurso da perseguição

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vereador Souza Santos confirmou ontem, no plenário da Casa, a sua saída do PSDB. Com a sua decisão, a bancada tucana fica reduzida a sete vereadores. A maioria dos dissidentes deve migrar para o PSD, partido do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab. Assim como os demais, Santos defendeu a tese de que o novo comando do partido alijou os vereadores tucanos da cúpula do diretório municipal. "Sofremos uma perseguição odiosa e um processos desses não tem volta. Se é assim, prefiro sair", disse Santos. Vídeo da discórdia – Entre as razões não citadas pelos dissidentes para a debandada estaria as imagens de uma reunião do diretório do PSDB, realizada no dia 6. Na gravação,

Rosalvo Salgueiro, representante dos movimentos sociais na antiga executiva do partido, crítica os vereadores. E afirmou que "se todos eles forem embora, nós não teremos perdido nada." De acordo com o vereador Gilberto Natalini, o grupo estaria ainda de posse de uma outra gravação na qual o secretário estadual de Energia, José Aníbal, e outros integrantes do diretório apareceriam xingando os vereadores que pleiteavam a presidência do partido em São Paulo. As imagens estariam guardadas para servir de argumento jurídico para a desfiliação. Disputas naturais – Para o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, "é natural" que os partidos políticos tenham

disputas. Disse que a decisão dos vereadores "é de foro íntimo" e reafirmou que está otimista em relação às próximas eleições municipais na capital paulista. "Tenho certeza de que teremos filiações importantes e vamos ter uma boa chapa de vereadores", disse, acrescentando que Júlio Semeghini, presidente do diretório municipal. faz um bom trabalho. "É uma grande liderança." O governador não reconhceu um racha no partido depois disso. "É natural, no mundo inteiro é assim. A democracia começa em casa. A maioria tem que ser respeitada", justificou. As suas declarações foram dadas após a assinatura de 167 contratos do Fundo Estadual de Recursos Hídricos (Fehidro). (Agências)

Lula: esforço do PT deve ser prioritário em São Paulo, onde perdeu as últimas eleições.

Serra, o principal alvo petista Partido trabalha considerando o ex-governador como maior concorrente a vencer Alan Marques/Folhapress - 09.02.11

A

sucessão do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, foi um dos temas centrais da reunião de ontem entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e 32 prefeitos petistas no Estado de São Paulo. Para lideranças que participaram do encontro, o PT paulistano, embora ainda não tenha definido o nome de seu candidato, deverá enfrentar o ex-governador José Serra (PSDB) no ano que vem. Na avaliação de petistas, a crise provocada com a saída de vereadores do PSDB demonstra a fragilização do partido em São Paulo e sinaliza que a candidatura de Serra seria a única a ter capacidade de negociar o apoio do recém-recriado PSD, de Kassab, para uma candidatura única. "Se quiserem juntar o PSDB com o Kassab, o Serra terá de ser o candidato. É um desejo deles (tucanos), só não sei se é o que o Serra quer", afirmou o presidente nacional interino do PT, deputado estadual Rui Falcão (SP).

José Serra: líderes petistas entendem que o tucano é o adversário que mais merece atenção na briga pela prefeitura.

Segundo ele, o PT definirá um candidato independentemente do PSDB. "Nunca traçamos táticas a partir das outras candidaturas e sim das nossa forças", disse, referindo-se aos

possíveis candidatos: os ministros Aloizio Mercadante e Fernando Haddad, a senadora Marta Suplicy e os deputados federais Gilmar Tatto e Carlos Zaratini. (AE)

PV quer falar para todos Marina Silva evita entrar na recente discussão entre petistas e tucanos

A

ex-senadora Marina Silva disse ontem, em Belo Horizonte, que o Partido Verde pretende continuar falando para a sociedade brasileira como um todo, sem

Luiz Carlos Murauskas/Folhapress - 25.03.11

entrar na discussão entre petistas e tucanos sobre tática eleitoral para conquistar a "nova classe média." Marina reiterou a crença de que a sociedade está "enfastiada" da política do confronto e sugeriu aos ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Fernando Henrique Cardoso, protagonistas do mais recente embate, que contribuam para o amadurecimento das instituições no Brasil. "São dois homens respeitados e podem contribuir para amadurecer as instituições políticas, que estão desgastadas em função dessa visão de confronto."

Marina destacou que a defesa da sustentabilidade, principal marca de sua campanha, é uma "bandeira integradora". Por isso, afirmou, vamos continuar falando para a sociedade brasileira como um todo. "Os ricos precisam de água potável, de terra fértil e ar puro e os pobres também. Os jovens precisam e os velhos também. Os empresários precisam e os trabalhadores também." Marina voltou a condenar a prática da oposição sistemática e disse que o Brasil sinalizou que "quer o encontro." Sobre a crise no PV diz que o momento é de "revitalização." (AE)

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DIÁRIO DO COMÉRCIO

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quarta-feira e quinta-feira, 20 e 21 de abril de 2011

VIOLÊNCIA Criança de 6 anos leva arma para escola nos EUA; 3 feridos em disparo.

nternacional

REPRESSÃO Governo do Bahrein prende inúmeros médicos, denuncia oposição.

YouTube/AFP

Síria ainda sob a mão de ferro de Assad Apesar do fim da lei de emergência, protestos exigem autorização oficial.

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instauração de um sistema democrático e multipartidário. "Isso (o anúncio) é tudo só conversa. Os protestos não irão parar até que as demandas sejam atendidas ou o regime acabar," disse à Re u te rs o ex-juiz Haitham Maleh, de 80 anos, uma personalidade importante da oposição. Choques - O anúncio coincide com a intensificação da violência na cidade de Homs, no centro do país. A terceira maior cidade do país prosseguiu ontem com o terceiro dia de uma greve geral, com lojas e fábricas fechadas. Uma multidão de 20 mil pessoas também se reuniu para protestar contra o governo na Praça Al-Saa, no centro da cidade. A polícia voltou a disparar contra os manifestantes e matou pelo menos 10 pessoas ontem, disse um ativista dos direitos humanos à agência France Press. "Houve forte tiroteio", afirmou um ativista por telefone em Damasco, confirmando que a manifestação de ontem em Homs foi interrompida com o uso da força. "Eles não querem admitir que existe uma revolução na Síria", disse ontem um ativista na vizinha Banias, onde também ocorreram manifestações. "O povo não está mais interessado em pequenas mudanças e agora quer muito mais", afirmou. (Agências)

Imagem de vídeo mostra protesto contra o regime, na cidade de Homs. Cartaz em árabe diz: "Sunitas, alauitas, cristãos, drúzios. Sou sírio". Reuters - 09/12/10

Iêmen: disparos sem fim. ONU não chega a consenso sobre crise

A

Assad extingue lei de emergência, mas não convence oposição.

polícia do Iêmen disparou bombas de gás lacrimogêneo e atirou contra manifestantes na capital Sanaa e em Taiz, ontem, matando ao menos três pessoas, em um esforço para reprimir os crescentes protestos contra o regime do presidente Ali Abdullah Saleh. Os confrontos aconteceram no mesmo dia em que o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) se reuniu para discutir a crise no país. O grupo saiu do encontro sem consenso.

O subsecretário da ONU para Assuntos Políticos, Lynn Pascoe, e o enviado especial da organização ao país árabe, Jamal Benomar, indicaram ontem ao conselho que a situação humanitária "se deteriora" no país. Duas pessoas morreram e quase cem ficaram feridas, depois que a polícia entrou em confronto com manifestantes em Sanaa. Na cidade de Taiz, ao sul, médicos disseram que pelo menos uma pessoa foi morta a tiros e outra ficou ferida nos confrontos. (Agências)

Ajuda a caminho da Líbia Misurata pede intervenção de estrangeiros

A

Organização das Nações Unidas (ONU) confirmou ontem que abriu na Líbia um corredor humanitário pelo qual está levando assistência alimentar ao oeste do país para os civis afetados pelo conflito armado. A entidade fez um apelo por cessar-fogo na cidade de Misurata, dizendo que ao menos 20 crianças morreram nos ataques promovidos pelas forças do governo contra as regiões da cidade controladas pelos rebeldes. A terceira maior cidade da Líbia, onde se acredita que centenas de pessoas tenham morrido com as bombas e francoatiradores das forças de Mua-

mar Kadafi, é o principal foco dos esforços para proteger os civis que estão no meio da tentativa do líder líbio de reprimir uma rebelião armada. Ontem, a liderança rebelde de Misurata pediu uma intervenção urgente de tropas estrangeiras para proteger a cidade. A solicitação representa uma quebra da política oficial dos rebeldes. "Estamos pedindo às forças estrangeiras que protejam nossos cidadãos imediatamente", disse Nouri Abdallah Abdel Ati, integrante do comitê de liderança de Misurata, formado por 17 pessoas. "Esta não é uma ocupação ou colonialismo ocidental. Isto é necessário para

Odd Andersen/AFP

Marwan Naamnai/AFP

governo da Síria anunciou ontem o fim da lei de emergência em vigor há 48 anos no país, atendendo a uma das principais reivindicações dos manifestantes que vêm protestando contra o regime em várias cidades. Mas, em um sinal de que há poucas chances de verdadeiras concessões por parte do governo de Bashar al-Assad, há 11 anos no poder, também foi lançada uma advertência alertando que protestos não autorizados pelo regime serão severamente reprimidos "em nome da segurança do povo e da estabilidade do país''. De acordo com o Ministério do Interior sírio, quem quiser se manifestar terá de pedir autorização ao governo – o que, segundo membros da oposição, equivale a manter o status quo de restrições às liberdades políticas impostas na lei de emergência. Voz do povo - Em um desafio aberto ao regime de Assad, milhares de pessoas foram às ruas de várias cidades do país para protestar logo após o anúncio da revogação da lei pela TV estatal. Os manifestantes dizem que a mudança na lei é apenas cosmética e exigem que sejam atendidas outras reivindicações, como a libertação de presos políticos, a liberdade de expressão e a

A situação é crítica em Misurata, onde as vítimas incluem crianças (à esq.). Moradores correm atrás de itens básicos, como pão (acima).

proteger nosso povo." Ao mesmo tempo, as potências do Ocidente buscam formas de apoiar os rebeldes no esforço para derrubar Kadafi. A Grã-Bretanha informou que enviará militares para aconselhar os rebeldes sobre organizaç ã o e c o m u n i c ações, mas não treinará nem armará os combatentes. E a Itália afirmou que o grupo internacional Libya Contact Group está buscando formas de permitir que os rebeldes vendam o petróleo produzido no leste, controlado pelos rebeldes,

apesar do embargo da ONU às vendas de petróleo líbio. Nove semanas após o início do levante, inspirado pelas insurreições contra os governantes autocráticos em outros países árabes, uma campanha aérea liderada pela Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) com o objetivo de manter as forças de Kadafi fora do espaço aéreo e evitar ataques contra civis não conseguiu impedir o bombardeio a Misurata. "Após cinquenta dias de confrontos em Misurata, o cenário

completo do total de mortes de crianças começa a se desenhar – muito pior do que temíamos e que certamente vai se agravar a menos que haja um cessar-fogo", advertiu Marixie Mercado, do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). "Temos ao menos 20 mortes de crianças confirmadas e muitas outras feridas em razão dos estilhaços de bombas dos morteiros e tanques e ferimentos a bala", disse ela em entrevista coletiva em Genebra. Ajuda A Unicef anunciou que ajuda humanitária está a caminho por navio para Misurata. O porto é a única ligação da cidade com o exterior.

Além disso, um comboio de oito caminhões cruzou a fronteira entre Líbia e a Tunísia, com alimentos suficientes para 50 mil pessoas durante um mês, e se dirige ao noroeste da Líbia, precisou o Programa Mundial de Alimentos (PMA). Segundo a instituição da ONU, os alimentos serão entregues a Crescente Vermelho e serão distribuídos em Trípoli, Zintan, Yefren, Nalut, Mizda, Al Rheibat e Al Zawiyah. "Estas são as comunidades que o Crescente Vermelho indicou que necessitam urgentemente de ajuda", disse a portavoz do PMA, Emilia Casella em entrevista coletiva. (Agências)


DIÁRIO DO COMÉRCIO

quarta-feira e quinta-feira, 20 e 21 de abril de 2011

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DIÁRIO DO COMÉRCIO

10

quarta-feira e quinta-feira, 20 e 21 de abril de 2011

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Berit Roald/Scanpix/AFP

Morre Grete Waitz, símbolo das maratonas A atleta olímpica norueguesa, que venceu nove vezes a Maratona de Nova York, perdeu a corrida contra um câncer

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rete Waitz, que venceu nove vezes a Maratona de Nova York e faturou a medalha de prata na maratona olímpica de 1984, em Los Angeles, morreu ontem, depois de uma luta de seis anos contra um câncer, informou a Federação de Atletismo da Noruega. Grete Waitz tinha 57 anos. A norueguesa estava internada no hospital da Universidade de Ulleval, na cidade de Oslo. Waitz ganhou a Maratona de Nova York pela primeira vez em 1978, estabelecendo um recorde

mundial de 2 horas, 32 minutos e 30 segundos. A atleta triunfou outras oito vezes, com a sua última conquista tendo ocorrido em 1988. Ela venceu a Maratona de Londres duas vezes, em 1983 e 1986, a Maratona de Estocolmo em 1988 e ganhou cinco títulos do campeonato mundial de cross-country. Waitz também ganhou a medalha de ouro na maratona no Mundial de 1983 em Helsinque, na Finlândia. Um ano depois, ela ficou em segundo lugar, atrás de Joan Benoit, na primeira maratona

olímpica para mulheres. Waitz também competiu nos Jogos Olímpicos de 1972 (Munique) e 1976 (Montreal)

nos 1,5 mil metros, mas ficou fora da Olimpíada de 1980, em Moscou, devido ao boicote liderada pelos

Estados Unidos. Ela ainda detém os recordes noruegueses nos 1,5 mil e 3 mil metros.

Waitz: recorde mundial na Maratona de Nova York em 1978: 2 horas, 32 minutos e 30 segundos


DIรRIO DO COMร‰RCIO

quarta-feira e quinta-feira, 20 e 21 de abril de 2011

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6DOGRVHP 



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DIÁRIO DO COMÉRCIO

12

quarta-feira e quinta-feira, 20 e 21 de abril de 2011

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Esse tipo de cópia descarada está errado. Kristin Huguet

Apple processa Samsung por plágio

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Empresa de Steve Jobs alega que linha Galaxy copia descaradamente o iPhone e o iPad. A companhia sul-coreana diz que responderá, mas não revela como.

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Apple abriu um processo contra a Samsung Electronics alegando que a linha Galaxy de celulares e tablets da companhia rival copia "escancaradamente" os iPhones e iPads. De acordo com o jornal norte-americano Wall Street Journal, trata-se de um novo sinal das crescentes tensões de propriedade intelectual no mercado de dispositivos móveis. A ação da americana Apple, aberta na sextafeira numa Corte Distrital do Norte da Califórnia, nos Estados Unidos, alega que a Samsung, da Coréia do Sul, copiou a aparência, design, embalagem e interface de usuário de seus produtos, violando suas patentes e marcas. "Ao invés de inovar e desenvolver sua própria tecnologia e um estilo único, da Samsung, para seus produtos smart phones e computadores tablets, a Samsung escolheu copiar", afirma a Apple no processo. A ação mostra comparações entre o iPhone modelo 3GS, da Apple, lançado em junho de 2009, e o Galaxy S i9000, anunciado pela Samsung em março de 2010. A Apple também mostrou fotos e imagens em vídeo apontando as semelhanças nas embalagens e ícones para aplicativos, como música, telefone, mensagens de texto e

contatos das duas empresas. No total, a Apple fez 16 queixas contra a rival Samsung, incluindo enriquecimento injusto, infração de marca registradas e violação de 10 patentes. "Esse tipo de cópia descarada está errado", afirmou a porta-voz da Apple, Kristin Huguet, num comunicado. Já um porta-voz da Samsung disse que a companhia responderá "efetivamente" à ação judicial. "O desenvolvimento da Samsung de tecnologias importantes e o fortalecimento de nosso portfólio de propriedade intelectual são essenciais para a continuidade do nosso sucesso." Segundo a agência de notícias Reuters, Steve Jobs, o presidente-executivo da Apple, já criticou a Samsung e outras companhais em apresentações de produtos e em debates sobre tecnologia. Analistas dizem que a Samsung tem evitado rebatar os ataques porque a Apple foi sua segunda maior cliente no ano passado, atrás da Sony – a empresa de Jobs comprou US$ 5,7 bilhões em produtos Samsung em 2010. Para John Jackson, analista da CCS Insight, a Samsung é, a aesta altura, a única concorrente real da Apple nos tablets. "E eles não permitirão que a Apple dispare na categoria." (Agências)

L.C.Leite/LUZ-20/12/20

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De acordo com a Apple, o tablet da Samsung (acima) copia 'escancaradamente' o iPad (à dir.).


DIÁRIO DO COMÉRCIO

quarta-feira e quinta-feira, 20 e 21 de abril de 2011

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DIรRIO DO COMร‰RCIO

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quarta-feira e quinta-feira, 20 e 21 de abril de 2011

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g Intelectuais "piqueteiros" marcham contra Nobel

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Esse รฉ um governo corroรญdo pela corrupรงรฃo Mario Vargas Llosa Pierre-Philippe Marcou

O Brasil a caminho de Frankfurt

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aleno Amorim, presidente da Fundaรงรฃo Biblioteca Nacional, nunca esteve na Feira do Livro de Frankfurt, que em 2013 terรก o Brasil como paรญs convidado. Hรก nove semanas, ao assumir a instituiรงรฃo, a cargo da qual ficou concentrado o planejamento da participaรงรฃo nacional, o evento passou a ser uma de suas prioridades. "2013 estรก logo ali", brinca o jornalista e escritor. Ele se reuniu na semana passada com organizadores de Frankfurt, a quem informou que em 60 dias as diretrizes estarรฃo traรงadas.

Convidado para a Feira do Livro de Buenos Aires, o Nobel de Literatura Mario Vargas Llosa, crรญtico de Cristina Kirchner, vai enfrentar os apoiadores do governo, que querem censurรก-lo.

A

Feira do Livro de Buenos Aires, uma das maiores do mundo hispano, abre suas portas hoje marcada pela polรชmica, jรก que a estrela principal do evento, o Prรชmio Nobel Mario Vargas Llosa, รฉ alvo de grupos que querem proibi-lo de fazer sua conferรชncia na quinta-feira. Intelectuais, liderados por Horacio Gonzรกlez, presidente da Biblioteca Nacional, pediram semanas atrรกs o cancelamento do convite a Llosa por suas frequentes crรญticas ao governo da presidente Cristina Kirchner. Os intelectuais kirchneristas publicaram um abaixo-assinado para tentar impedir a presenรงa do Nobel, a quem consideram um "defensor do neoliberalismo" e favorรกvel ao que denominam de "depredaรงรฃo" da Amรฉrica Latina "por parte dos capitais estrangeiros". No entanto, a Fundaรงรฃo El Libro, que organiza a feira, rejeitou o pedido. Grupos de militantes kirchneristas prometem mar-

char hoje atรฉ a Feira do Livro, no bairro de Palermo, para protestar contra o peruano. Convidada a participar da inauguraรงรฃo formal do evento, Cristina Kirchner declinou o convite argumentando que hoje tem o compromisso de um comรญcio para lanรงar a Corrente Agrรกria Nacional e Popular. Llosa tachou de "piqueteiros intelectuais" os escritores que protestam contra sua presenรงa na Feira. E lamentou: "Acho muito triste que colegas que padeceram a censura (na รฉpoca da ditadura) a pratiquem." Llosa tambรฉm lamentou o distanciamentos que teve nas รบltimas trรชs dรฉcadas com vรกrios amigos escritores por questรตes ideolรณgicas. O autor de "A Guerra do Fim do Mundo" voltou a desferir novas crรญticas contra a administraรงรฃo Kirchner: "Esse รฉ um governo corroรญdo pela corrupรงรฃo." Em declaraรงรตes ao jornal La Naciรณn, o escritor peruano definiu o populismo na Amรฉrica Latina como "uma prรกtica anti-

Como estรก o planejamento para a presenรงa brasileira em Frankfurt em 2013? O diretor da Feira, Juergen Boos, fez a primeira visita, para ajustarmos nossas expectativas e sinalizar quanto o Frankfurt estรก animado. O Brasil รฉ o segundo paรญs na histรณria da Feira a ser homenageado pela segunda vez (a primeira, em 1994). Atรฉ entรฃo, a รndia era o รบnico.

Llosa: "Acho muito triste que colegas que padeceram a censura (na รฉpoca da ditadura) a pratiquem."

ga, na qual os polรญticos procuram o sucesso imediato. O populismo รฉ sacrificar o futuro

em nome de um presente que lhes dรก popularidade. Hoje possui formas mais elabora-

das, mas o populismo foi aproveitado pela esquerda, pela direita, pelas ditaduras".

Como o Brasil pode se beneficiar da homenagem? O ponto de partida รฉ a presenรงa intensa da literatura brasileira em Frankfurt, a divulgaรงรฃo da cultura nacional e da imagem institucional do Brasil. A Feira รฉ o grande momento do livro no mundo, e vem ao encontro dos interessantes do Brasil, nรฃo sรณ na รกrea cultural. A literatura nacional tem crescido, mas pode ocupar mais espaรงo no exterior. Temos uma quantidade de autores importantes sendo traduzidos. A ideia รฉ aproveitar ao mรกximo essa oportunidade.


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F  -XURVVREUHRFDSLWDOSUySULR $VDo}HVSUHIHUHQFLDLVQmRSRVVXHPGLUHLWRDYRWRPDVFRQIHUHPDVHXVGHWHQWRUHVWRGRVRVGLUHLWRVHYDQWDJHQVGDVDo}HVRUGLQiULDVDOpPGDSULRULGDGH DVVHJXUDGDSHORHVWDWXWRVRFLDOQRUHHPEROVRGRFDSLWDOHDGLFLRQDOGH GH]SRUFHQWR GHMXURVVREUHRFDSLWDOSUySULRHRXGLYLGHQGRV &RQIRUPHGLVSRVLomRHVWDWXWiULDDRVDFLRQLVWDVHVWmRDVVHJXUDGRVMXURVVREUHRFDSLWDOSUySULRHRXGLYLGHQGRVTXHVRPDGRVFRUUHVSRQGDPQRPtQLPRD GROXFUROtTXLGRGRH[HUFtFLRDMXVWDGRQRVWHUPRVGD/HL6RFLHWiULD 2FiOFXORGRVMXURVVREUHRFDSLWDOSUySULRUHODWLYRDRH[HUFtFLRGHHVWiGHPRQVWUDGRDVHJXLU   

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DIรRIO DO COMร‰RCIO

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quarta-feira e quinta-feira, 20 e 21 de abril de 2011

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Com roupas de festa, รญndios Maka se reuniram ontem em Puente Remanso, perto de Asunรงรฃo, Paraguai, para festejar o Dia do รndio Americano

Dia do รndio Americano. E digital.

ร

ndios da tribo Ikpeng comemoraram ontem, no Museu do รndio, em Brasรญlia, o Dia do รndio Americano, desta vez registrando todos os movimentos com suas pequenas cรขmeras digitais. O Dia do รndio Americano foi celebrado pela primeira vez em 1940 em Patzcuaro, no Mรฉxico, durante uma conferรชncia onde foi criado o Instituto Indigenista Interamericano. รndios Maka tambรฉm se reuniram em festa ontem em Puente Remanso, nas cercanias de Assunรงรฃo, Paraguai.

Pose para fotografias no Museu do รndio em Brasรญlia


DIรRIO DO COMร‰RCIO

quarta-feira e quinta-feira, 20 e 21 de abril de 2011

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DIà RIO DO COMÉRCIO

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quarta-feira e quinta-feira, 20 e 21 de abril de 2011

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g Realengo: turma da manhĂŁ volta Ă s aulas eral

Perdi meu filho, mas tenho uma menina que precisa estudar para ser alguĂŠm na vida. Carlos MaurĂ­cio Pinto

Alunos que presenciaram o massacre de 12 colegas retornam à escola enquanto a Secretaria de Educação do Rio anuncia reforço na segurança

O

aluno Jonathan Oliveira dos Santos, de 14 anos, entrou ontem pela primeira vez na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, na zona oeste do Rio, após a chacina de 12 colegas praticada pelo ex-aluno Wellington Menezes de Oliveira, de 23, no último dia 7. Jonathan estuda no turno da manhã, formado por alunos que presenciaram os crimes. Ele e o colega Alan Ferreira da Silva, de 13 anos, mesmo baleados nos braços, avisaram a policiais sobre o que acontecia no interior do colÊgio. "Cheguei aqui e todo mundo veio me abraçar. Alguns estavam chorando e ainda falavam sobre o acontecimento, mas acho que jå Ê hora de esquecer", disse Jonathan. Ontem, compareceram 230 dos 400 alunos esperados pela manhã. AlÊm de assistir à apresentação de capoeira, as crianças pintaram um mosaico no muro interno do prÊdio. Estudantes de uma escola pública do Mato Grosso do Sul enviaram uma caixa com mil påssaros de papel feitos pela tÊcnica do origami. Parentes das vítimas tambÊm receberam cartas de solidariedade de vårios Estados. A direção da escola informou que 25 dos mil alunos pediram transferência após o massacre. Carlos Maurício Pinto, de 38 anos, pai de Rafael Pereira da Silva, de 14, morto no massacre, teve a dura tarefa de incentivar e levar a filha Ana Beatriz, de 12, para a escola onde o irmão foi assassinado. "Perdi meu filho, mas tenho uma menina que precisa estudar para ser alguÊm na vida. Ela estava assustada no início, mas com a ajuda das colegas e depois de conversar com a psicóloga, Ana ficou mais segura", disse Carlos. Ele vestia uma camisa com a foto do filho Rafael. Como na segunda-feira, dia da volta às aulas do turno da tarde, os estudantes participaram de atividades artísticas e foram monitorados por psicólogos no tÊrreo do colÊgio, pois as salas de aulas ainda passam por reformas. "Não fiz nada,

Tasso Marcelo/AE

Voo 447: França autoriza resgate de corpos A operação deve ser retomada amanhã

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governo francês autorizou o BEA – órgão que investiga causas da queda do voo 447 da Air France – a resgatar os corpos de vítimas encontrados por robôs-submarinos no Oceano Atlântico, a 3,9 mil metros de profundidade. O acidente, que ocorreu em maio de 2009, deixou 228 mortos. Os corpos e os destroços da aeronave estão a cerca de 1,1 mil quilômetros da costa brasileira. As operaçþes devem ser retomadas amanhã. O chefe do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronåuticos (Cenipa), brigadeiro Carlos Alberto da Conceição, disse que a decisão de retomar os resgates dos corpos foi comunicada na manhã de ontem à Aeronåutica. O bri-

gadeiro ressaltou que Ê preciso lembrar que não hå dados sobre o estado em que se encontram os corpos. "Eles estão a cerca de 4 mil metros de profundidade e não sabemos ainda das condiçþes tÊcnicas para resgatå-los." O avião da Air France caiu no Oceano Atlântico em 31 de maio de 2009. As 228 vítimas são de 32 nacionalidades, inclusive brasileira. A retomada das buscas e a localização dos restos do avião deu novo estímulo às famílias das vítimas, pois hå informaçþes de que teria sido localizada a peça onde estariam as caixas-pretas do voo 447. Os tÊcnicos do BEA não sabem dizer a quantidade nem a situação dos corpos no interior da fuselagem da aeronave, localizada no dia 3. (AE)

Reconstituição em Cunha

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Os sobreviventes Jonathan, de 14 anos, e Yan Bruno, de 13, voltaram Ă  escola mesmo feridos

porque só posso movimentar um braço. O tiro quebrou o osso, mas eu vou ficar bom com o tempo. Eu superei tudo conversando com as pessoas e decidi ficar no colÊgio, porque meus amigos estão aqui", afirmou o sobrevivente Ian Bruno Oliveira Nascimento, 13 anos.

Segurança – A secretåria municipal de Educação, Claudia Costin, divulgou um pacote de medidas de segurança para as escolas municipais. Ela anunciou a contratação de 1.844 inspetores. A ideia Ê que cada escola do município conte com um inspetor por andar.

A secretaria encomendou à Procuradoria do Município do Rio um estudo para a contratação de 1,5 mil porteiros para os colÊgios. Claudia tambÊm pretende equipar com câmeras de vigilância todas as escolas – dos 1.064 colÊgios municipais, 399 têm equipamento. (AE)

companhado por policiais civis e militares e pelo promotor de Justiça Gabriel Kfouri e trajando bermuda, camiseta e colete à prova de balas, Ananias dos Santos, que na semana passada confessou o homicídio das irmãs Josely e Juliana de Oliveira, participou na manhã de ontem da reconstituição do crime em Cunha, no Vale do Paraíba, a 225 km de São Paulo. A reconstituição começou às 9h e terminou às 13h15. Segundo Santos, no dia do crime, ele esperou as meninas escondido, por volta das 18h30, quando elas desceram do ônibus, no bairro do Jacuí, próximo à residência delas. Santos repetiu os movimen-

tos que culminaram na morte das irmãs, desde a abordagem atÊ a execução. O acusado rendeu as irmãs com uma espingarda Remington, calibre 22, e depois as obrigou a caminhar pela mata, a pÊ, atÊ chegar no local do homicídio. Foram dois tiros em Josely, de 16 anos, e quatro em Juliana, de 15. Cada passo foi fotografado e Santos manuseou a arma do crime. A reconstituição terminou na casa onde ele foi capturado, no dia 11, perto de onde os corpos foram encontrados. Santos teria utilizado o celular em dois pontos. Num momento falou com um de seus irmãos e, em outro, com a namorada, a quem teria pedido para ir buscå-lo, logo após o crime. (AE)


DIÁRIO DO COMÉRCIO

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DIà RIO DO COMÉRCIO

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quarta-feira e quinta-feira, 20 e 21 de abril de 2011

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FIDEL SAI DE CENA. CHEGOU A VEZ DE RAĂšL.

Fidel Castro (Ă  esq.) oficializa transferĂŞncia de poder ao irmĂŁo mais novo, RaĂşl, durante encerramento do 6Âş Congresso do Partido Comunista de Cuba, em Havana.

O mundo nĂŁo se esquece de Chernobyl

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mpelidas pela crise nuclear no Japão, as potências mundiais prometeram 550 milhþes de euros (US$ 780 milhþes), ontem, para ajudar a construir uma nova capa de contenção no local do acidente de 1986 em Chernobyl. Ucrânia esperava obter 740 milhþes de euros dos doadores reunidos em uma conferência em Kiev para marcar os 25 anos do pior acidente nuclear do mundo. As autoridades presentes à conferência se mostraram otimistas de que mais fundos serão obtidos posteriormente. "Isso foi o que fomos capazes de arrecadar por meio de esforços conjuntos – e consideramos esse número uma estimativa preliminar", afirmou o presidente ucraniano, Viktor Yanukovich. Ele explicou que alguns países como o Brasil, Itålia, Canadå e MÊxico têm intenção de

contribuir à causa, mas ainda não precisaram o número. O quarto reator de Chernobyl, que armazena ainda 200 toneladas de combustível nuclear, foi cenårio da maior catåstrofe nuclear da história em 26 de abril de 1986. Em apenas seis meses, ele foi coberto por um cubo de aço e concreto, que agora apresenta fendas. O novo sarcófago estå sendo construído para garantir a segurança da planta e o entorno pelo período de cem anos. Fukushima - Japão, um dos maiores contribuintes de Chernobyl, se absteve nesta ocasião, por causa dos graves problemas enfrentados desde o terremoto e o tsunami que atingiram o país em março. Ontem, a operadora da usina de Fukushima iniciou a operação para bombear a ågua altamente radioativa do reator 2, um passo crucial para conter a crise nuclear. (Agências)

Gleb Garanich/Reuters

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ex-presidente cubano Fidel Castro oficializou ontem sua renúncia à chefia do Partido Comunista de Cuba (PCC), último alto cargo político que ocupava no país, mas ele seguirå assessorando o governo liderado por seu irmão Raúl Castro. Apesar do afastamento de Fidel, a velha guarda continuarå a liderar a ilha caribenha em um novo rumo econômico: o Partido Comunista escolheu Raúl Castro, de 79 anos, e o primeiro vice-presidente JosÊ Machado Ventura, de 80 anos, para comandar o mais alto organismo político do país. A escolha de Raúl Castro para tomar o lugar de seu irmão mais velho, Fidel, como primeiro-secretårio do Comitê Central do partido governista, jå era esperada. Mas a nomeação de Machado Ventura como segundo-secretårio serå uma decepção para aqueles que esperavam por sangue novo na liderança de um dos últimos países comunistas do mundo. Machado Ventura Ê visto como ideólogo comunista de linha dura. Os dois comunistas jå idosos vão presidir durante a implementação de amplas reformas da combalida economia de estilo soviÊtico da ilha. As reformas foram aprovadas na segunda-feira no primeiro congresso do partido em 14 anos. "A atualização do modelo econômico não Ê um milagre que possa ser operado da noite para o dia, como pensam alguns. Sua total realização serå conseguida gradualmente no transcurso do quinquênio", disse Raúl Castro, em discurso no 6º Congresso do PCC. Raúl Castro e Machado Ventura combateram na revolução cubana de 1959 e lideram os revolucionårios que comandam o governo hå mais de meio sÊculo, desde que derrubaram o ditador Fulgencio Batista, que era apoiado pelos EUA. O ex-presidente Fidel Castro, de 84 anos, que jå anunciara ter aberto mão do cargo de primeiro-secretårio cinco anos atrås, fez sua aparição no congresso. Trajando roupa de ginåstica azul, precisou ser amparado para chegar atÊ sua cadeira na fileira de frente do encontro. "Raúl (Castro) sabia que eu não aceitaria, atualmente, nenhum cargo no partido; foi sempre ele que me classificava como primeiro-secretårio (do PCC) e comandante chefe", disse Fidel, em artigo publicado na imprensa oficial. O ex-lider renunciou a todos os seus cargos oficiais depois que ficou gravemente doente em 2006. (Agências)

Desmond Boylan/Reuters

Mas nada mudarĂĄ no modelo comunista: a velha guarda comandarĂĄ as reformas para salvar a ilha da crise econĂ´mica.

Alertados pelo que ocorreu no JapĂŁo, doadores prometem 550 milhĂľes de euros para Chernobyl.


DIÁRIO DO COMÉRCIO

quarta-feira e quinta-feira, 20 e 21 de abril de 2011

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21 ANIVERSÁRIO Pedro Álvares Cabral, descobridor do Brasil. País completa 511 anos.

idades

ÊXODO Paulistano deve enfrentar estradas congestionadas neste feriadão.

São Paulo sem 1,7 milhão de carros Movimento nas estradas paulistas que levam ao interior e ao litoral deverá ser intenso, segundo cálculos da CET. Concessionárias montaram esquemas especiais.

Nilton Fukuda/AE - 14/10/2007

A Cabral, a honra de ter descoberto o Brasil Reprodução

Sexta-feira o Brasil completa 511 anos. Alguns navegantes podem ter chegado à costa brasileira antes de 1500, mas a Cabral cabe a glória do descobrimento.

Iluminura do século 19 mostra Pedro Álvares Cabral, o brasão de sua família, além da representação da armada com a qual chegou ao Brasil, em 22 de abril de 1500.

Pela Sistema Anchieta-Imigrantes deverão passar de 250 mil a 360 mil veículos a partir da 0h de hoje

Mariana Missiaggia *

Grizar Junior/AE - 28/12/2010

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Reproduções

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rá proibido na Castello Branco, no sentido Capital. Cerca de 150 mil veículos devem transitar na via Dutra, a mais movimentada do País. A expectativa das concessionárias é de que o fluxo mais intenso ocorra hoje, das 16h às 23h, e amanhã, no sentido litoral e interior, principalmente das 7h às 16h. No domingo, a previsão de maior concentração de automóveis no sentido Capital deve ocorrer entre 13h e 23h. Pelos terminais rodoviários do Tietê, Barra Funda e Jabaquara, em São Paulo, cerca de 650 mil pessoas deixarão a Capital durante o feriadão. A Socicam, empresa que administra os três terminais paulistanos informou que, desse total, 193 mil pessoas deverão deixar São Paulo entre hoje e amanhã. A saída dos ônibus rodoviários somada ao número de carros excedentes nas marginais deverá provocar lentidão nos acessos às estradas. Por isso, as marginais Pinheiros e Tietê deverão ser evitadas após as 16h de hoje. (* com Agências)

uinhentos e onze anos depois de seu descobrimento, a serem comemorados sexta-feira, ainda há – aqui e ali, de quando em quando – quem tente tirar do fidalgo português Pedro Álvares Cabral a glória e a honra de ter colocado o Brasil no mapa da história. Uma obscura citação no Esmeraldo de Situ Orbis, um guia náutico escrito em 1505 pelo piloto português Duarte Pacheco, pode dar a entender que esse mesmo navegante teria "achado uma terra firme (na parte ocidental do mundo) com muitas e grandes ilhas adjacentes a ela", em 1498. Portanto, dois anos antes da chegada da esquadra de Cabral à atual Porto Seguro, na Bahia. Caso fosse possível comprovar a realização da viagem de Duarte Pacheco, nada espantaria se ele tivesse mesmo bordejado o litoral norte brasileiro, seguindo ordens do rei de Portugal, que queria informações e terras "na parte ocidental". Afinal, Pacheco era considerado um grande navegador e, nessa época, 1498, Portugal tinha quase um século de experiência náutica no oceano Atlântico. Mais: já fincava seus padrões na

A Elevação da Cruz, de Pedro Peres

A Primeira Missa, de Vitor Meirelles

costa oriental da África, no oceano Índico. Se Pacheco realmente descobriu terras no ocidente, provavelmente terá chegado a algum ponto da América do Norte. Não ao Brasil. O jornalista e historiador

Eduardo Bueno, em seu livro A Viagem do Descobrimento, lembra que a polêmica em torno do eventual precursor de Cabral foi levantada nos anos 20 do século passado pelo historiador português Luciano Pereira da Silva, defensor de Duarte Pacheco. Vale lembrar que bem mais documentadas são as viagens de dois navegadores espanhóis (Vicente Yañez Pinzón e Diego de Lepe) pela costa brasileira, entre janeiro e março de 1500. Há ainda quem defenda que Vasco da Gama teria aportado no Brasil durante sua primeira viagem à Índia, também antes de Cabral. Tudo é possível. O fato é que em 1900 o historiador brasileiro Capistrano de Abreu colocou uma pedra, até agora definitiva, sobre o tema dos precursores de Cabral. Segundo ele, viagens que antecederam a grande armada cabralina, formada por 13 naves, carecem de relevância. Para Capistrano, o "descobrimento sociológico" do Brasil cabe aos portugueses e, por extensão, a Pedro Álvares Cabral. Assim, sexta-feira, quando o Brasil comemorar os 511 anos de seu descobrimento, só uma pessoa será responsável por essa façanha: o fidalgo Pedr'Álvares, do clã dos Cabrais, nascido em Belmonte e sepultado numa pequena igreja de Santarém, onde repousa até hoje.

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cerca de 160 mil veículos deverão utilizar as embarcações. N o l i t o r a l n o r t e , c e rc a d e 26.500 veículos deverão passar p e l a t r a v e s s i a S ã o S e b a stião/Ilhabela. Em direção ao interior, pelas rodovias Anhanguera e Bandeirantes, o tráfego deve se intensificar no sábado, das 9h às 13h. A AutoBan, concessionária responsável pelo sistema, estima que 800 mil veículos passem pelas duas estradas. O apoio aos motoristas será feito por 71 viaturas ao longo do sistema viário, monitorado 24h pelo Centro de Controle Operacional, em conjunto com a Polícia Militar Rodoviária. Usuários do sistema Castello Branco-Raposo Tavares deverão estar atentos aos pontos em obras, que poderão resultar em possíveis desvios ou interdições momentâneas. Segundo a ViaOeste, todas as cabines de pedágio estarão em funcionamento para receber os 580 mil veículos previstos. Vale lembrar que no domingo, entre as 14h e 1h, o tráfego de caminhões esta-

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omo em todo feriado prolongado, este de Tiradentes e da Semana Santa não será diferente: o paulistano que programou uma viagem deve estar preparado para um grande movimento nas estradas que levam ao litoral e ao interior. Pelos cálculos da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), 1,7 milhão de veículos deve deixar a Capital a partir de hoje. A chegada às praias será disputada. A Ecovias, concessionária que opera o sistema Anchieta-Imigrantes, espera um movimento de 250 mil a 360 mil veículos a partir da 0h de hoje até as 24h de domingo. Para atender à demanda do feriadão, a Ecovias mobilizará 340 funcionários, 54 viaturas, dentre elas, guinchos leves e pesados, veículos de inspeção de tráfego, viatura de supervisão, ambulância UTI e ambulâncias de resgate. Em parceria com a Porto Seguro, a concessionária reforçou sua estrutura com 37 guinchos leves exclusivamente para o feriadão. A Operação Descida, no sistema 7x3, terá sete faixas para a descida da serra e três faixas para a subida, funcionando até as 10h de domingo. Após esse horário começa a Operação Subida 2x8 até a meia noite de domingo, com subida por oito faixas e descida apenas por duas pistas da Anchieta. Quem depender das balsas enfrentará um aumento médio de 3% no volume de carros em relação ao ano passado, segundo a Dersa. A travessia Santos/Guarujá é a que promete receber o maior movimento:

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DIÁRIO DO COMÉRCIO

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quarta-feira e quinta-feira, 20 e 21 de abril de 2011

É um momento maravilhoso. Zélia Francisca Ferreira Rodrigues

idades

Morre Zica Bergami, que cantou a velha São Paulo

Newton Santos/Hype

Autora da música "Lampião de Gás", compositora tinha 98 anos. Letra foi imortalizada na voz de Inezita Barroso. Andrei Bonamin/Luz - 12/11/2009

José Maria dos Santos

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Zélia Francisca Rodrigues: dedicação para interpretar papel

Verônica emociona a Via Sacra paulistana Geriane Oliveira

D Reprodução/DC

Winkelmann, que fora presente do marido há várias décadas, e que estava silencioso desde meados do ano passado. Quadros – Sua obra foi basicamente autobiográfica, isto é, descreveu a cidade que via à sua frente. Vejam, por

"Vivir Com el alma aferrada a um dulce recuerdo que lloro outra vez".

CAUSAS URGENTES – Devotos celebraram ontem o Dia de Santo Expedito, o santo das causas impossíveis e urgentes.

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cantava entre os lençóis. CD – Na verdade, embora tenha apenas três canções mais conhecidas – "Lampião", "Chuvarada" e "O Batateiro" – ela deixou um CD com 32 composições, que gravou aos 90 anos. Ela fazia suas músicas no piano Zeitter

Luis Cleber/AE

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Acima, Dona Zica Bergami, em foto de 2009. Compositora paulistana morreu no sábado, aos 98 anos de idade. Embora tenha apenas três canções mais conhecidas pelos paulistanos – "Chuvarada", "O Batateiro" e "Lampião de Gás" – ela deixou um CD com 32 composições próprias, que gravou aos 90 anos. O clássico "Lampião de Gás" faz uma homenagem ao cotidiano da velha cidade de São Paulo (ao lado).

exemplo, estes dois versos de "Lampião de Gás": "do sabugueiro grande e cheiroso/ de um quintal na Rua da Graça". Estava se referindo à rua do Bom Retiro, onde, aliás, ela nasceu e passou a infância. É justo lembrar que Dona Zica, entre um lampião de gás e um italiano que vendia batata doce assada pelas ruas do Brás gritando seus pregões, também era uma pintora primitivista consagrada entre os críticos de arte e especialistas. O talento lhe rendeu, em 1984, a medalha de prata do Centre Internacionale D'Art Contémporaine de Paris. Os quadros entraram por acaso em sua vida. Ou melhor, foram antecedidos pelos desenhos com que decorava as cerâmicas que fazia. Certo dia a escultura, pintora e também crítica de arte Ernestina Karman (19152004) foi visitá-la e, ao ver as pequenas obras em barro fixadas na parede, determinou imediatamente que começasse a pintar. Simultaneamente, o respeitado Sérgio Milliet (1898-1966) a apadrinhou. Tango – É igualmente oportuno acrescentar que, conforme recorda Sylvia com doçura, o tango se colocava entre seus múltiplos amores. Conhecia de cor, e cantava com sabor portenho o repertório de Carlos Gardel. Se fosse possível imaginar um adeus apropriado para ela, e não o incompreensível anonimato que a cidade assistiu, nele caberia o tango como fundo musical, representado por uma estrofe de Volver, que, por misteriosa coincidência, homenageia sua vida e obra.

entro de poucas horas, a manicure Z é l i a Fra n c i s c a Ferreira Rodrigues, de 57 anos, estará encarnando a figura de Verônica na procissão da Sexta-Feira Santa. Toda de preto, inclusive as luvas e com o véu tapando seu rosto, ela vai cantar com timbre de bel canto o "Lamento de Verônica", alusivo aos eventos representados no cortejo. Em cada uma das quatro paradas do trajeto pelas ruas de Vila Brasilândia, ela desenrolará lentamente, e exibirá às pessoas, um pedaço de tecido que traz estampado o rosto ensanguentado de Jesus Cristo. Segundo a tradição católica, durante sua caminhada rumo ao Gólgota com a cruz nos ombros, Jesus teve a face enxugada por uma mulher do povo que atendia pelo nome de Verônica, produzindo o milagre da gravação no pano. "É um momento maravilhoso", diz Zélia, que, com frequência, chega às lágrimas no seu desempenho. Curiosamente, Verônica não mereceu sequer uma linha na Paixão descrita no Novo Testamento. Sua presença está registrada apenas nos chamados Evangelhos Apócrifos – não reconhecidos pelo Vaticano. Na Sexta Santa, Zélia estará a postos na Igreja de Nossa Senhora do Retiro, às 19h. Embora ainda exis-

tam muitas pela cidade, interpretar Verônica está se tornando cada vez mais raro, pois dá trabalho. Além da necessidade de uma voz adequada, a candidata precisa estudar e treinar bastante no sentido de educá-la e, sobretudo, cultivar a fé, aliás, bem demonstrada por Zélia, que dá força e legitimidade à personagem. Ela se preocupa em estudar a História Sagrada e filmes de época para incorporar mais subsídios à sua atuação. Não são todas que possuem dedicação desse porte. Nova – No entanto, Maria de Fátima Soares Severim, 24 anos, professora de educação infantil, foi uma das chegaram lá. É um exemplo da nova geração de Verônicas. Na verdade, desde criança ela cantava na Paróquia de Nossa Senhora das Graças, na Freguesia do Ó. Já tinha meio caminho andado quando a comunidade passou a procurar substituta para a sua Verônica, que envelhecia. Neste ano, Maria de Fátima cumprirá a função pela quarta vez. Sua aplicação pode ser avaliada pelo tempo de ensaio: c i n c o m e s e s. E l a e s t á buscando o desempenho que considere perfeito e explica a razão. "Ao cantar, penso em como Deus sofreu por nós. Por isso busco o melhor de mim. Agora estou aprendendo a controlar o choro", conta. Maria de Fátima também vai cantar às 19h.

DC

ão seria exagero dizer que, na noite do último sábado, exatamente às 20h, na Rua Ernesto Nazaré, no Alto de Pinheiros, apagouse o último lampião de gás que iluminava São Paulo. Do contrário, qual seria a maneira mais adequada de informar que Dona Zica Bergami havia partido, aos 98 anos? Talvez seja difícil identificála de imediato. Mas estes versos que ela compôs podem ajudar: "Da sua luzinha verde azulada/que iluminava a minha janela/do almofadinha lá na calçada/palheta branca, calça apertada". Contudo, se não forem suficientes, esta quadrinha deve ser o teste definitivo, a menos que você tenha acabado de chegar de Marte: "Lampião de gás, lampião de gás/ quanta saudade você me traz". Dona Sylvia, 73 anos, sua única filha, diz comovida que certamente Ernesto Nazaré (1863-1934), nosso eterno mestre de chorinhos, devia estar na porta do céu para recebê-la, com certeza ao som de "Brejeiro", sua obra de 1893, que se ajustava perfeitamente ao modo de ser de Dona Zica. Dona Zica compôs esta valsa em 1957 apenas para consumo doméstico. Mas ao ouvi-la após um jantar na casa dela, no Jardim Paulistano, o poeta Guilherme de Almeida (1890-1969) ficou emocionado e ordenou que ela procurasse Inezita Barroso. Zica respondeu que o faria, mas que Inezita, hoje com 80 anos e então uma estrelinha que crescia na nossa música, "iria me mandar embora", segundo confidenciou à filha. Recordes – Mas não foi assim. "Lampião de Gás", que Inezita colocou no seu primeiro disco, gravado pela Copacabana, em 1958, acumulou prêmios e recordes. Até hoje Inezita se orgulha de contar que a valsa bateu "Cachito", bolero gravado em espanhol por Nat "King" Cole, que estava estourando em todo o País. Provavelmente a homenagem mais curiosa que recebeu em virtude da sua valsa partiu de Ibitinga, interior paulista, sua terra natal. Trouxeram-lhe um lampião de querosene, desculpável equívoco que ela relevou e cujo exemplar guardou com carinho em vista da sua intenção afetiva. Dona Zica estava acamada há sete meses. Nos últimos tempos quase já não falava, mas Sylvia conta que, antes de entrar nessa reta final, ela

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quarta-feira e quinta-feira, 20 e 21 de abril de 2011

3Um novo

23

º

NO PÁTIO Alunos no Pátio do Colégio. Atrás deles, a parede de taipa de pilão protegida por vidro.

setor

Fotos: Marcos Mendes/Luz

jeito de descobrir o Centro Projeto da ACSP mostra as várias facetas da região central de São Paulo para crianças e adolescentes de escolas públicas e entidades sociais Kelly Ferreira

A

turma estava bem ras. No roteiro estão incluídos animada com o pas- a praça da Sé, o Marco Zero, seio. Alguns, como que fica na própria praça, o Soa Fabíola e o Rob- lar da Marquesa, a Casa nº 1, o son, nem dormiram com medo Pátio do Colégio, o Museu do de perder a hora de levantar. Anchieta, o Edifício Altino Eles vieram de longe, do muni- Arantes (antigo Banespa) e o cípio de Diadema, e foi justa- Mosteiro São Bento. "Nós queremos mostrar a mente esse o motivo do atraso i mp or tâ nc ia para o início do Centro na da caminhada história da cipelo Centro de dade, aproxiSão Paulo. Queremos mar as crianMas nem por ças de prédios isso, o percuraproximar as que fizeram e so mais curto crianças de prédios fazem parte deixou de que fizeram e fazem dessa históatrair as atenparte da história. ria. Muitas ções dos pedelas ainda quenos e dos ALDRY GOMES, COORDENADORA n e m c o n h egrandes visiDE RESPONSABILIDADE SOCIAL ciam essa retantes, todos DA ACSP gião", disse a alunos da c o ord e na d oApae, a Associação de Pais e Amigos dos Ex- ra de Responsabilidade Social da ACSP, Aldry Gomes. cepcionais de Diadema. O projeto, que existe há mais Conhecer os pontos turísticos do Centro da capital pau- de 10 anos, é coordenado há lista faz parte do projeto Re- dois pela ACSP – antes era uma descobrindo o Centro, organi- responsabilidade do Banco zado e coordenado pela Asso- Santander – e tem como objetivo c i a ç ã o C o m e r c i a l d e S ã o principal ampliar o horizonte Paulo (ACSP). A visitação aos cultural de crianças e jovens, pontos turísticos, voltada à por meio de valorização e precrianças e adolescentes entre 7 servação dos patrimônios históe 14 anos de escolas públicas e ricos de São Paulo. Visita – Durante o passeio, as entidades sociais, acontece sempre às terças e quartas-fei- crianças logo de cara ficaram

Do alto do antigo prédio do Banespa (acima) uma visão diferente da cidade. À esquerda, os visitantes caminham pela rua XV de Novembro e conhecem bem de perto o Marco Zero, na praça da Sé.

encantadas com os prédios de arquitetura antiga. Um dos melhores momentos foi, sem dúvida, a visita ao topo do edifício Altino Arantes, o antigo prédio do Banespa, hoje Banco Santander, na rua João Brícola. Do alto, tiveram uma visão bem ampla de toda a cidade, vislumbrando o Mercado Municipal, o famoso mercadão central, o Palácio das Indústrias e o Edifício Martinelli, o primeiro condomínio residencial de

São Paulo. "Em cima do prédio tem uma casa", disse um dos pequenos, referindo-se à casa que o comendador Martinelli construiu sob o edifício para provar que era seguro morar lá. O passeio continuou pela rua XV de Novembro, onde puderam aprender sobre arquitetura nova e antiga. Depois seguiram para o Pátio do Colégio, o marco do nascimento da cidade de São Paulo. As crianças puderam conhecer de perto um pedaço de uma antiga parede feita em taipa de pilão e ainda preservada. Perto dali, o Solar da Marque-

sa de Santos – que foi amante de Dom Pedro I –, um raro exemplar de residência urbana do século 18. Por fim, o Marco Zero da capital, na praça da Sé. "É muito bom conhecer a história dessa imensa cidade. Aprendi muitas coisas hoje", disse Robson, o mais falante da turma. Índio – Após a visitação, a escola ou instituição participante aplica uma avaliação para os alunos. O objetivo é saber o que eles aprenderam e o que mais gostaram. As respostas são as mais inusitadas possíveis. "Eu gostei da igreja São Bento (Mosteiro) porque tem um índio enterrado lá", disse Giovana Pontes, de 10 anos. Nathalia Santos Costa, também de 10 anos, desenhou o So-

lar da Marquesa e disse porque gostou do local: "a moça falou que no passado tinha baile lá e que as pessoas se produziam muito bem". Já para Caroline Costa, de 12 anos, foi muito divertido conhecer lugares novos. No ano passado, o projeto recebeu 2.844 alunos de escolas públicas e entidades sociais.

S ERVIÇO Para participar é preciso entrar em contato com um dos parceiros do projeto (Fundação Abrinq, Subprefeitura de Santo Amaro, Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social e Projeto Escola Brasil Banco Santander) ou na própria ACSP. São atendidas até 30 crianças por visitação. Mario Miranda/Luz

Mooca: projeto de prevenção de câncer Geriane Oliveira

Mario Miranda/Luz

N

o período de um mês, Guiomar Apignanesi, de 58 anos, moradora da Mooca, ganhou uma nova vida depois de passar por um tratamento completo e gratuito dentro do Programa de Prevenção e Rastreamento do Câncer Colorretal e de Mama no Hospital Alemão Oswaldo Cruz. Ela foi um dos 21 pacientes diagnosticados com câncer e beneficiados pelo projeto piloto de saúde, implantado há cerca de seis meses, exclusivamente para a população daquele bairro da zona leste, que tem em torno de 57 mil habitantes.

Médico Igor Proscurshim

"Soube que era possível fazer o teste em casa em dezembro, quando um agente me visitou. Fiz, deu positivo e fui operada em janeiro. Agradeço muito", disse Guiomar durante palestra do

médico Igor Proscurshim, de 34 anos, realizada na Distrital Mooca da Associação Comercial de São Paulo (ACSP). O programa é uma iniciativa dos cirurgiões de aparelhos digestivos Angelita Habr Gama e Joaquim José Gama Rodrigues, por meio do instituto que leva seus nomes, em parceria com o Oswaldo Cruz, o Sistema Único de Saúde (SUS) e a Secretaria da Saúde Municipal. Inédito no País, o serviço é custeado por meio de renúncia fiscal e oferecido gratuitamente aos moradores do bairro onde o hospital funciona desde o ano passado. Às mulheres, o Centro de Prevenção oferece também os exames de mamografia e tratamento para câncer de mama.

Teste – Em sua palestra, Proscurshim, apresentou o h emoshur, um teste importado dos Estados Unidos que pode ser feito em casa e que foi usado pelos participantes do projeto. O médico disse que o bairro foi o escolhido pela necessidade de avaliar uma população com hábitos de vida semelhantes. Segundo ele, um dos sete médicos do programa, o câncer intestinal é uma doença silenciosa, mas fácil de ser rastreada. Um dos sintomas, como no caso de Guiomar, pode ser sangue nas fezes. "Felizmente é 100% tratável se detectada precocemente", disse. Oito agentes de rastreamento do hospital continuam visi-

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tando os moradores. Dos 4,5 mil kits de teste de sangue oculto simples entregues, 3,2 foram devolvidos com a coleta. Destes, 21 casos deram positivo. "Em caso positivo para o sangue oculto, o paciente faz de imediato a colonoscopia. A próxima etapa é a cirurgia ", disse o médico. De acordo com Proscurshim, a meta do programa é atender 12 mil pessoas com idades entre 50 e 75 anos até o final deste ano. "Esse conjunto de resultados será fundamental para garantir e ampliar o programa de prevenção, uma vez que o Brasil possui dados insuficientes sobre o câncer de intestino". Estudo recente do Instituto Nacional do Câncer (Inca) apre-

Guiomar Apignanesi: diagnóstico e cirurgia em um mês

sentado pelo médico aponta o câncer colorretal como a quinta causa de morte por esse tipo de doença no País. O programa prevê investimentos de R$ 7 milhões em três anos.

S ERVIÇO Centro de Prevenção e Rastreamento Colorretal e de Mama - telefone: 2081-6400; site: www.hospitalalemao.org.br.


DIÁRIO DO COMÉRCIO

24 -.LOGO

quarta-feira e quinta-feira, 20 e 21 de abril de 2011

Corpos em flor Flores e borboletas são criadas pela fotógrafa Cecelia Webber a partir de imagens de corpos humanos nus. Segundo a artista, o conceito da sua obra é contextualizar o corpo humano no mundo natural e encorajar uma reflexão sobre a nudez. O resultado: imagens de formas surpreendentes, como as que ilustram esta faixa e o pé desta página. http://ceceliawebber.com/

A RQUITETURA

Logo Logo A

Fogo profano

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C A R T A Z

VISUAIS

E M

cripta da nave central do templo da Sagrada Família, em Barcelona, ficou muito danificada pelo incêndio que ocorreu ontem, aparentemente provocado por um homem de 55 anos, informaram fontes do patronato. O incêndio queimou totalmente a sacristia e a grande quantidade de fumaça gerada deixou a cripta enegrecida. Segundo informações preliminares, o fogo não afetou os vitrais de Antoni Gaudí. A sacristia – de 40 metros quadrados – foi totalmente danificada pelo incêndio, assim como o mobiliário e as roupas

dos sacerdotes. A cripta, recentemente reformada, ficou preta de fumaça, que também entrou, embora em menor quantidade, na nave central do templo, segundo informações do chefe de guarda dos Bombeiros de Barcelona, Miguel Ángel Fuentes. O presidente do patronato, Joan Rigol, informou que o incêndio ocorreu por volta das 10h45 no horário local (5h45 de Brasília) no interior da cripta, mais exatamente na sacristia. Nesse local, havia sete ou oito turistas que presenciaram quando um homem queimou as vestimentas dos sacerdotes guardadas ali. (EFE)

Reuters

Ventiladores foram instalados no templo para extrair a fumaça

Marcelo del Pozo/Reuters

FÉ - Monges da irmandade La Candelaria cumprem penitência em uma caminhada interna no monastério, em Sevilha, na Espanha. A procissão, tradição da Semana Santa, não pode ser realizada nas ruas por causa das chuvas.

Exposição 'Elemento Vazado – Estencil Arte na Matilha' mostra quadros, objetos, fotos e intervenções na parede. Matilha Cultural. Rua Rego Freitas, 542, tel.: 3256-2636. Grátis.

E NERGIA

Google e GE criam parque eólico O grupo americano General Electric (GE) anunciou ontem que a Google e duas companhias japonesas – Itochu Corporation e Sumitomo Corporation – se uniram ao projeto de construção do maior parque eólico do mundo. Desenvolvido pelo produtor energético privado Caithness Energy, o parque Shepherds Flat incluirá um total de 338 aerogeradores da GE, que também se encarregará da manutenção durante os dez primeiros anos de operação. As instalações, que fazem parte de um plano avaliado em US$ 2 bilhões, estão sendo construídas

nos condados de Gilliam e Morrow, no estado do Oregon (noroeste dos EUA), onde se espera obter uma potência total instalada de 845 megawatts quando estiverem em funcionamento em 2012. A Google e as filiais das companhias japonesas nos EUA se tornarão coproprietárias do complexo, as três com investimentos totais de US$ 500 milhões no projeto. A Google já investiu mais de US$ 350 milhões no setor das energias renováveis, incluindo o projeto da maior usina de energia solar do mundo, que está sendo construída na Califórnia.

RETRÔ O modelo de telefone clássico nos lares norte-americanos dos anos 1960 ganhou uma versão atual da Sagemcom: sem fio, com teclas no lugar do disco e visor de LCD. À venda na Amazon. http://j.mp/g1OD0s

T EATRO

G RÃ-BRETANHA

Shakespeare modernizado

Casamento real terá transmissão pela web

Os correios britânicos criaram uma série de seis selos para comemorar os 50 anos da companhia teatral The Royal Shakespeare Company. A proposta da designer Marion Deuchars: mostrar toda a dramaticidade da obra clássica de Shakespeare, a que se dedica a companhia, a partir das fotos de montagens realizadas ao longo das cinco décadas de trabalho.

O casamento do príncipe William com a noiva Kate Middleton será transmitido ao vivo pela internet através do canal oficial da família real – o primeiro casamento real britânico a ser transmitido online. O evento de 29 de abril, que deve ser assistida por até 2 bilhões de pessoas pelo mundo, estará disponível no YouTube e poderá ser acompanhado por um blog multimídia ao vivo, compilado por autoridades reais. O palácio de St. James, cujas autoridades representam os príncipes William e Harry, disseram que a transmissão seria fornecida pela emissora pública britânica, a BBC, mas sem os comentários. Fotos relacionadas ao casamento serão divulgadas no Flikr e no site do casamento.

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Romeu e Julieta e outras obras de ilustram selos

www.youtube.com/theroyalchannel www.officialroyalwedding2011.org

A TÉ LOGO

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Governo terá técnicos da FGV para monitorar obras da Copa de 2014

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Times brasileiros fazem pressão por encerramento do Clube dos 13

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Associação britânica finaliza impasse financeiro dos Jogos de 2012

L OTERIAS Concurso 960 da DUPLA-SENA

Segundo sorteio 03

14

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50

Primeiro sorteio 02

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Concurso 2576 da QUINA 28

33

39

46

74

Acesse www.dcomercio.com.br para ler a íntegra das notícias abaixo:

Rosa criada pela artista Cecelia Webber a partir de fotos de corpos humanos em movimento. Suas composições fotográficas também ilustram o alto da página. Para mais imagens, visite o site da fotógrafa, no alto da página.

M ODA

Os mais bem vestidos do mundo O presidente norte-americano, Barack Obama, e o fundador do Wikileaks, Julian Assange, estão entre os 20 homens mais bem vestidos do mundo, segundo o jornal conservador francês Le Figaro. A revista Le Figaro Madame diz que Assange, o "homem com cara de anjo e cabelos brancos 'sexy' que abalou a diplomacia americana", tem um "visual de antigo aluno de Oxford", que Obama, "de terno ou jeans, tem um carisma inoxidável". Diz ainda que o vencedor do Oscar de melhor ator, Colin Firth "é o modelo do homem naturalmente elegante". A lista inclui ainda o cozinheiro britânico Jamie Oliver, o empresário francês Antoine Arnault e chefe do governo espanhol, José Luis Rodríguez Zapatero. C ELEBRIDADES

Lady Gaga encarna Maria Madalena A cantora Lady Gaga protagonizará esta semana mais uma polêmica de sua carreira. Ela escolheu a Semana Santa para a estreia de seu novo clipe, Judas, em que aparece como Maria Madalena gótica, em roupas escuras, algo que feriu as sensibilidades de grupos religiosos. O clipe gerou várias críticas de numerosas organizações, liderada pela Liga Católica pelos Direitos Civis e Religiosos dos EUA, cujo presidente, Bill Donahue, qualificou o vídeo de Gaga como uma "manobra propagandista". (EFE)


DIÁRIO DO COMÉRCIO

quarta-feira e quinta-feira, 20 e 21 de abril de 2011

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25 ESCLARECIMENTO Até o próximo mês será iniciada campanha em todo o Estado de SP

conomia

CADE Produtores de suco de laranja combatem união Citrosuco/Citrovita

Notas, maiores e mais seguras.

ACSP e BC se unem em campanha para mostrar inovações tecnológicas da segunda família do real, lançada em dezembro, que dá mais garantias ao varejista. Rejane Tamoto

Fotos: Patricia Cruz/LUZ

E

las são mais ásperas, têm tamanhos e aspectos diferentes e estão causando polêmica no mercado. As novas notas de R$ 50 e de R$ 100 (veja abaixo) – da segunda família do real, lançadas em dezembro do ano passado pelo Banco Central (BC) – ainda provocam dúvidas entre os comerciantes sobre sua autenticidade e criam problemas de manuseio. No segundo semestre, um novo grupo chegará ao mercado com o lançamento das notas de R$ 10 e R$ 20. Para reduzir os problemas e orientar melhor os lojistas, a Associação Comercial de São Paulo (ACSP), em parceria com BC, iniciará uma campanha de esclarecimento em todo o Estado, até o início do próximo mês. Segundo o diretor do Instituto de Economia Gastão Vidigal (IEGV) da ACSP, Marcel Solimeo, serão distribuídos cartazes e folhetos em todas as 15 sedes distritais da ACSP e em 400 entidades pela Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Fac e s p ) . " Q u e remos reforçar a campanha que já existe no site do Banco Central e esclarecer as dúvidas dos em pres ári os ", diz Solimeo. A ideia foi bem recebida pelo comércio. "É uma iniciativa boa porque, na minha opinião, faltou divulgar mais", afirma o proprietário da papelaria Farah, Luiz Carlos Farah, de 63 anos. Uma das dificuldades do comerciante que recebe pela primeira vez as notas é a falta de sensibilidade para identificar se elas são verdadeiras. Isso acontece porque há poucas cédulas novas no mercado. Segundo dados do BC existem 25,1 milhões de notas novas de R$ 50, ante 1,3 bilhão de notas antigas do mesmo valor. São 369,8 milhões de cédulas antigas de R$ 100 ante 9,1 milhões de cédulas novas do mesmo valor. Na hora do movimento, a

Comerciantes ainda estão se adaptando aos novos tamanhos das notas de R$ 50 e R$ 100, como é o caso de Luiz Carlos Farah, proprietário de uma papelaria. Ele reclama do tamanho, que impede de arrumar melhor o dinheiro no caixa.

Como descobrir falsificações?

C

omo as novas notas têm muitos detalhes a serem observados, é recomendado prestar atenção a três deles: os números escondidos, a faixa holográfica e os elementos fluorescentes. Os três são mais difíceis de serem falsificados. O método mais eficaz para verificar a autenticidade do dinheiro é a luz ultravioleta, que mostra os elementos fluorescentes, por exemplo. Alguns comerciantes usam uma caneta que

tem uma tinta que muda de cor se o papel utilizado na impressão do dinheiro for falsificado. Ela não é recomendada por ser limitada porque verifica apenas a autenticidade do papel e o mesmo pode ser lavado e ter o valor alterado. Além disso, a caneta pode danificar a cédula. Saiba mais – Assista o vídeo de treinamento sobre a segunda família do Real no site www.novasnotas.bcb.gov.br Fonte: Banco Central do Brasil

1

3

Marca d'água: segure a cédula contra a luz e observe, na área clara, a figura da onça e o número 50, ou da garoupa e o número 100 em tons que variam do claro ao escuro, nas notas de valores correspondentes.

Sinta o alto-relevo: Passe os dedos sobre as legendas "República Federativa do Brasil" e "Banco Central do Brasil", sobre os numerais e nas laterais da frente da nota.

4

Descubra a faixa holográfica: Fixe o olhar em uma faixa prateada na lateral da nota. Incline-a para cima e para baixo e, durante o movimento, você vai ver alternados o número correspondente ao da cédula (50 ou 100) e a palavra "reais". Na nota de R$ 50, a figura da onça ficará colorida e, na de R$ 100, a da garoupa. Ao movimentar a nota, devem aparecer diversas cores em movimento.

2

Veja o fio de segurança: Ainda com a nota contra a luz, aparecerá o fio de segurança escuro com o valor da cédula por escrito.

6

5

Quebra-cabeças: Ao lado da faixa holográfica, há um quebra-cabeças. Coloque a nota contra a luz e veja que as partes do desenho do verso completam as da frente, formando o número 50 ou número 100, de acordo com o valor da cédula.

Números escondidos: Coloque a nota na altura dos olhos, na posição horizontal, em um lugar com bastante luz. Você verá o número 50 ou 100, de acordo com o valor da cédula. Ele aparecerá sobre um quadrado, no canto direito da nota e no verso.

7

Elementos fluorescentes: Posicione a luz ultravioleta na área vazia, ao lado da faixa holográfica, na frente da nota. O valor da cédula e pequenos fios se tornarão visíveis na cor lilás. Ao colocar a luz sobre o número de série, ele mudará de vermelho para amarelo.

proprietária da Banca das Apostilas, Maria Iracema Valadão, de 60 anos, diz ser difícil identificar se a nota é verdadeira ou falsa. "Outro dia, na correria, peguei uma nota antiga, que eu já conheço, e era falsa. Imagina a nova", diz. Ela afirma que não recebeu nenhum material de divulgação sobre as novas notas. Segundo o BC, os caixas eletrônicos dos bancos estão sendo adaptados para as novas cédulas. Com essa medida, a previsão é que entre os meses de maio e outubro mais notas de R$ 50 e de R$ 100 entrem em circulação no País. No final deste ano, período em que há mais saques nos bancos por causa do décimo-terceiro salário e das festas de final de ano, mais brasileiros deverão ter contato com o novo dinheiro. A tendência é que a substituição completa do papel-moeda ocorra gradualmente, em um prazo de três anos. Adaptação – A adaptação às novas cédulas não tem sido fácil. Comerciantes relatam dificuldades no manuseio das notas por terem tamanhos diferentes das antigas. "Na hora de fazer o bolinho de R$ 1 mil e cruzar com elástico a nota amassa e rasga porque é maior do que as outras. Acho que elas não vão durar três meses", diz Farah, proprietário da papelaria de mesmo nome. Segundo ele, a organização dos valores com o uso do elástico agiliza o depósito no caixa do banco. A mesma dificuldade para organizar as cédulas enviadas pelo malote para pagamento do Bilhete Único, da SPTrans, é relatada por Maria Iracema, da Banca das Apostilas. "Achei um desperdício de dinheiro público imprimir notas em tamanhos diferentes porque não são práticas. Quando eu recebo uma passo logo para frente", afirma. Segundo o BC, o motivo para os tamanhos diferentes das notas não é estético. Elas são produzidas dessa forma para facilitar o manuseio por deficientes visuais. Uma alternativa encontrada pela gerente de uma casa lotérica, que não quis se identificar, é organizar as notas em envelopes para não danificá-las. Ela também diz organizar as cédulas novas abaixo das antigas na gaveta do caixa para não amassá-las.


26 -.ECONOMIA

DIÁRIO DO COMÉRCIO

COMÉRCIO

quarta-feira e quinta-feira, 20 e 21 de abril de 2011


DIÁRIO DO COMÉRCIO

quarta-feira e quinta-feira, 20 e 21 de abril de 2011

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27 O aumento do tributo deve agregar de R$ 7 bilhões a R$ 10 bilhões à receita federal neste ano. Felipe Salto, economista da Tendências Consultoria

conomia Fotos: Celso Júnior/AE

Arrecadação federal cresce 11% no trimestre A receita recorde de tributos no período foi de R$ 226,19 bilhões

O

consumo ainda em alta e o vigor da atividade econômica garantiram no primeiro trimestre do ano a arrecadação recorde de R$ 226,19 bilhões da Receita Federal. Nos três primeiros meses, a arrecadação registrou um crescimento real (acima da inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo – IPCA) de 11,96%, sinalizando que o crescimento mais acelerado da economia verificado no ano passado manteve em patamares elevados as receitas do governo federal. Em março, a arrecadação também bateu recorde para o mês e atingiu R$ 70,98 bilhões, com alta real de 9,69% sobre igual período de 2010 e de 9,8% sobre fevereiro deste ano. Em todos os meses do ano, a arrecadação registrou recordes históricos. Mas a partir de abril, o governo espera uma desaceleração do ritmo de expansão da arrecadação como resultado das medidas federais adotadas para frear o crédito, o consumo e controlar a inflação. Renda e lucros – O cresci-

A arrecadação tributária foi impulsionada pela aceleração da produção industrial e pela massa salarial.

mento da massa salarial e o lucro das empresas influenciaram no desempenho positivo dos principais tributos cobrados pela Receita. Os setores que lideraram o ranking de pagamento de tributos nos três primeiros meses deste ano foram automotivo, extração de minerais metálicos, comércio atacadista, entidades financeiras, fabricação de máquinas e equipamentos, seguros e previdência complementar e comércio varejista. De acordo com informações divulgadas pela Receita Federal, os aumentos da produção industrial, das vendas de bens

e da massa salarial elevaram o recolhimento de tributos como Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), Programa de Integração Social (Pis) e Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), da contribuição previdenciária e do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF-trabalho). O secretário da Receita Federal, Carlos Alberto Barreto, previu ontem que as medidas de restrição ao crédito e ao consumo adotadas pelo governo em dezembro deverão ter um impacto mais efetivo na arrecadação federal a partir de

O

Receita Federal do Brasil (RFB) recebeu 3.190.142 declarações de rendimentos de micro e pequenas empresas até o último dia 15, fim do prazo para a entrega. O volume é o esperado pela Receita para a Declaração Anual do Simples Nacional (DASN) referente a 2010. Até o fim do ano passado, havia 3,7 milhões de empresas optantes pelo Simples Nacional. Mas, segundo o secretário-executivo do Comitê Gestor do Simples Nacional, Silas Santiago, historicamente, 15% dos empreendedores não declaram anualmente, como se verifica neste ano. As empresas que não declararam dentro do prazo estão sujeitas a multa de 2% por mês de atraso sobre o valor do imposto apurado, até o máximo

Amato afirmou que o Impostômetro cumpre seu papel de despertar nos cidadãos a noção de que eles são contribuintes e, portanto, têm o direito de exigir bons serviços públicos em troca. Segundo ele, falta agora a aprovação do projeto que determina a informação do valor do tributo embutido nas notas fiscais, para que a população saiba o quanto paga em cada compra que faz ou serviço que toma. O objetivo é dar transparência não apenas ao que se paga de imposto, mas, sobretudo, como são utilizados os recursos arrecadados. A nova ferramenta a ser criada pela ACSP deve mostrar exatamente isso. "É um trabalho muito mais complexo, pois não basta apenas quantificar as despesas, mas é preciso também avaliar a qualidade dos gastos", afirmou Amato. Recentemente, mas precisamente no último dia 15, o Impostômetro registrou a cifra de R$ 400 bilhões. Para o presidente da Facesp e ACSP, isso mostra que os problemas das finanças públicas estão do lado das despesas e não da receita. "Enquanto não houver maior controle dos gastos, o governo continuará procurando aumentar a arrecadação de impostos", salientou Amato. Os aumentos da alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) nos últimos meses, embora destinados ao controle do ingresso de recursos externos e do crédito doméstico, estão elevando a carga tributária, pois não há contrapartida de redução de outros encargos, como seria desejável, concluiu o dirigente.

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Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei) voltou a recuar em abril e chegou ao seu patamar mais baixo desde julho de 2009, de acordo com dados divulgados ontem pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Na comparação com março deste ano, o

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deve à percepção do setor de que a situação dos negócios parou de melhorar. Em uma escala onde valores acima de 50 pontos indicam melhora, a variável que mede a avaliação sobre a situação atual das empresas e da economia brasileira registrou 50,5 pontos. (AE)

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Icei recuou 0,8 ponto e chegou a 59,7 pontos. Apesar de esse patamar se situar exatamente na média histórica do Icei, o índice acumula uma queda de 7,2 pontos em relação a abril do ano passado. Segundo a CNI, a queda na confiança dos empresários em abril se

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quadradas no Simples e que tenham faturado até R$ 240 mil em 2010, no caso das microempresas, e entre R$ 240 mil e R$ 2,4 milhões, situação das pequenas empresas. MEIs – A DASN para os microempreendedores individuais deve ser entregue até o dia 31 de maio. Mais de 251 mil profissionais – 31% do total – ainda não declararam. Quem não entregar paga multa de 2% sobre os tributos declarados, com valor mínimo de R$ 50. Os MEIs estão isentos do pagamento do Imposto de Renda (IR), mas precisam prestar contas ao governo para continuar usufruindo dos benefícios oferecidos pelo programa, como cobertura previdenciária e possibilidade de participação em licitações públicas. (Ag. Sebrae)

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de 20%, ou a multa mínima de R$ 200. Para fazer a declaração com atraso, o contribuinte deve acessar o Portal do Simples Nacional. "No momento da transmissão da declaração em atraso, será gerada uma notificação de lançamento da multa e um Darf (Documento de Arrecadação de Receitas Federais) com o valor da multa pronto para ser pago", explica Santiago. As dúvidas podem ser esclarecidas com o Manual da Declaração Anual do Simples Nacional no endereço www.sebrae.gov.br. A arrecadação do Simples Nacional deu um salto de 32% de um ano para outro. Em 2010, a Receita Federal arrecadou R$ 35,5 bilhões, acima dos R$ 26,8 bilhões de 2009. São obrigadas a declarar anualmente todas as empresas en-

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Barreto: avanço teria sido maior se não fossem adotadas as medidas.

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outros órgãos, de 7,57% no primeiro trimestre, foi decorrente, sobretudo, de uma diminuição das receitas com royalties de petróleo. De acordo com declaração do secretário da Receita Federal, essa queda das receitas com royalties de petróleo foi de R$ 604 milhões ou 9,75% e se deve a uma combinação de preço e taxa de câmbio. (AE)

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te ano em relação a igual período de 2010. A arrecadação desses dois tributos apresentou uma alta real no primeiro trimestre de 19,87%. Em seguida, destacou o secretário, puxaram a arrecadação as receitas previdenciárias, Cofins e Pis/Pasep. Barreto explicou também que a queda na arrecadação das demais receitas administradas por

15% dos pequenos não declaram A

Impostômetro completa 6 anos Impostômetro, painel eletrônico que mostra a arrecadação tributária brasileira em tempo real, completa seis anos hoje. Ele foi inaugurado em 20 de abril de 2005, como parte da campanha de conscientização tributária iniciada pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e outras centenas de entidades empresariais que haviam acabado de derrubar a Medida Provisória (MP) 232, que aumentava a carga tributária dos prestadores de serviço. A ferramenta que pode ser consultada pela internet (www.impostometro.com.br) mostra a receita tributária de todas as esferas de governo (União, estados e municípios), por períodos de tempo, faz projeções do que seria possível fazer com o montante arrecadado. Na época, a entidade lançou também a Calculadora do Imposto (www.dcomercio.com.br/especiais/ impostometro) e o Feirão do Imposto, que mostram o peso dos tributos que incidem sobre a renda, patrimônio e salário. Para fortalecer a campanha, a ACSP está avaliando a criação de uma ferramenta semelhante ao Impostômetro para mostrar os gastos governamentais. O presidente da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), Rogério Amato, lembrou que o País "desde então registra aumento da arrecadação tributária sem que a sociedade perceba melhora nos serviços que recebe em contrapartida. Rogério

abril. Ele considerou positivo o resultado da receita no primeiro trimestre e avaliou que "provavelmente" o crescimento teria sido maior se não fossem adotadas as medidas. Impacto em abril – Barreto explicou que as medidas têm reflexo primeiro, sobretudo, na arrecadação da Cofins e do PIS/Pasep, tributos que incidem sobre o faturamento das empresas. Em seguida, o impacto deverá ser sentido na arrecadação dos tributos que incidem sobre a lucratividade das companhias, como o Imposto de Renda (IR) e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). De acordo com Barreto, o Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e a CSLL puxaram o crescimento da arrecadação da Receita Federal no primeiro trimestre deste ano. Os dois tributos juntos foram responsáveis por 31,61% do aumento da arrecadação de janeiro a março des-

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DIÁRIO DO COMÉRCIO

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quarta-feira e quinta-feira, 20 e 21 de abril de 2011

e Créditos da NF-e poderão pagar 100% do IPTU

Um projeto de lei pode ser totalmente alterado durante a tramitação Daniela Geovanini, gerente do FiscoSoft

conomia

Segundo IBGE, desemprego está estável no Brasil.

Projeto em discussão na Câmara Municipal amplia os benefícios aos consumidores da nota fiscal eletrônica de serviços

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Empresária Simone Batista, do salão de beleza Depilage: de um total de até 50 clientes, quatro pedem a inclusão do CPF na nota fiscal paulistana.

parecer conjunto favorável das comissões de Administração Pública e de Finanças e Orçamento. O projeto da Secretaria de Finanças do município de são Paulo também trata de outros assuntos, conforme lembrou a especialista Daniela, do Fiscosoft. Um deles é a reabertura de prazo para o contribuinte interessado em ingressar no parcelamento incentivado de tributos municipais atrasados.

da nota fiscal com CPF poderão ser transferidos para a conta-corrente, ou caderneta de poupança do consumidor. De acordo com informações da Câmara Municipal de São Paulo, o PL nº 144/2011 foi encaminhado à Casa no dia 5 de abril e tramita na Comissão de Constituição, Justiça e Legislação Participativa de São Paulo. No último dia 13, também conforme informações do legislativo paulistano, o PL recebeu

Demitidos chegam a 1,67 milhão Número é o maior já apurado para o mês de março no País desde 1992, segundo o Ministério do Trabalho Valter Campanato/ABr

Ministro do Trabalho, Carlos Lupi, culpa o carnaval pelos cortes.

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croalcooleiro no Nordeste e as fortes chuvas em todo o País registradas no período. "Na comparação, a gente vê que não foi um desempenho tão bom quanto março de 2010. Essa quantidade de desligamentos tem a ver com

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a antecipação da contratação em fevereiro e o fim do ciclo sucroalcooleiro no Nordeste", disse Lupi. Apesar dos números registrados em março, o ministro acredita que abril terá um desempenho melhor. Ele disse

também que o Brasil chegará à meta de 3 milhões de novos empregos neste ano. "Abril será muito forte, porque não temos os dias de carnaval e vai acabar o ciclo da chuva em algumas regiões do Brasil", afirmou Lupi. No três primeiros meses do governo da presidente Dilma Rousseff, os empregos gerados chegaram a 583.886. No acumulado de 12 meses, a criação de postos de trabalho somaram 2.350.841. Ser viços – No caso das admissões do mês de março, o principal responsável pelo resultado foi o setor de serviços, com a geração de 60.309 postos de trabalho, seguido pela indústria de transformação, com a criação de 14.448 empregos, e a agricultura, com a abertura de 11.400 novas vagas. (Folhapress)

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número de demissões no mês de março no País foi recorde, um total de 1,67 milhão, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho divulgados ontem. As admissões nesse mês somaram 1,76 milhão, o terceiro maior número de contratações da série histórica iniciada em 1992. A criação de empregos formais, porém, caiu 65% em março em relação a igual mês de 2010. No mês passado, foram gerados 92.675 postos de trabalho, de acordo com os dados do Caged. Em março d e 2 0 1 0 , fo r a m a b e r t a s 266.415 vagas. Segundo o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, esse resultado de março se deve ao carnaval, ao fim do ciclo su-

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cliente não estiver cadastrado, o sistema não emite a nota para gerar os créditos", explicou ela. Na tarde de ontem, o portal do governo municipal informava que o sistema tem 207.063 prestadores de serviços cadastrados e já emitiu 452.631.381 notas. Benefícios – "Um projeto de lei pode ser totalmente alterado durante a tramitação. E a lei (aprovada) também está sempre vinculada à sua regulamentação", ressalvou a gerente de tributos indiretos do FiscoSoft, Daniela Geovanini. A especialista observa que se prevalecer o texto original encaminhado à Câmara, além do benefício ampliado com relação ao IPTU, a nota fiscal paulistana expandirá a possibilidade de adesão ao sistema para pessoas físicas residentes fora da Capital paulista, que contratem serviços (como hotéis, academias, estacionamento e clínicas de estética) no município de São Paulo. Além dessas possibilidades, o projeto de lei prevê que os créditos gerados pela emissão

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Nota Fiscal Eletrônica de Serviços (NF-e), emitida por prestadores de serviço da capital paulista, poderá gerar novos benefícios ao contribuinte, além da possibilidade atual de utilização dos créditos para o pagamento de até 50% do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU). Um projeto de lei que amplia essa abrangência (PL nº 144/2011) foi encaminhado pelo Poder Executivo à Câmara Municipal de São Paulo no início do mês de abril. Se a iniciativa vingar, a NF-e, deverá ser rebatizada como Nota Fiscal Paulistana, permitirá, entre outros benefícios, o uso dos créditos para abater 100% do IPTU. O novo formato deverá ampliar a adesão dos paulistanos ao sistema do documento fiscal. Na versão atual, nem todos lembram de solicitar a nota fiscal eletrônica de serviços do município. No salão de beleza Depilage, da empresária Simone Batista, localizado no centro da Capital paulista, por exemplo, do universo de até 50 clientes diários, cerca de quatro solicitam a inclusão do CPF na emissão da NF-e ao efetuar o pagamento. A empresária passou a emitir o documento no início deste ano, para cumprir portaria da Secretaria Municipal de Finanças (Portaria SF 72/2006) que estabelece os limites de faturamento que tornam obrigatória a adesão ao sistema – confira detalhes no portal www.prefeitura.sp.gov.br. Segundo a percepção de Simone, grande parte da clientela desconhece que o documento pode resultar em recursos para abatimento do IPTU. "E se o

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taxa de desemprego ficou praticamente estável em março, em 6,5%. Mas o resultado foi o melhor para o mês desde o início da série histórica, iniciada em março de 2002 A pesquisa, apurada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nas seis principais regiões metropolitanas do País, revelou outra boa notícia para o trabalhador: o rendimento médio real aumentou 0,5% ante fevereiro e 3,8% sobre março de 2010, atingindo R$ 1.557. "A qualidade de emprego em 2011 está se firmando. O mercado não só se formaliza como também paga mais", diz o gerente da Coordenação de Trabalho e Rendimento do IBGE, Cimar Azeredo. O número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado permaneceu estável, com 10,7 milhões de empregados registrados. Mas, na comparação com março do ano passado, houve alta de 7,4%, com 739 mil novos postos de trabalho. Desocupados – Azeredo ressalta que o número de trabalhadores ocupados avança acima do crescimento vegetativo do Brasil. O montante de indivíduos com dez anos ou mais no País subiu 1,1% em março ante igual período do ano passado. Na mesma base de comparação, o número de ocupados cresceu 2,4%. "Além disso, a população desocupada diminui 14% em relação a março de 2010", disse Azeredo. O bom desempenho do mercado de trabalho, por outro lado, contribui para elevar o ambiente de pressão inflacionária, na opinião de alguns economistas. "A taxa de desemprego está muito baixa. É um risco que pode vir a gerar pressões inflacionárias. Os salários reais estão crescendo acima dos ganhos de produtividade", alertou José Márcio Camargo, professor da PUC-Rio. (AE)

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DIÁRIO DO COMÉRCIO

quarta-feira e quinta-feira, 20 e 21 de abril de 2011

ECONOMIA/LEGAIS - 29

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,PSRVWR GH UHQGD H FRQWULEXLomR VRFLDO 1RWD  3UHMXt]R GR H[HUFtFLR 







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PpWRGRV FRQWiEHLV EXVFDQGR D QHXWUDOLGDGH WULEX WiULD GDV DOWHUDo}HV QD OHJLVODomR VRFLHWiULD EUDVLOHLUD LQWURGX]LGDV SHOD /HL Qž  H SHOD 03 Qž  FRQYHUWLGD QD /HL Qž  GH  GH PDLR GH  2 UHJLPH IRL RSWDWLYR QRV DQRVFDOHQGi ULR GH  H GH  H D SDUWLU GR DQRFDOHQGiULR GH  REULJDWyULR SDUD DV SHVVRDV MXUtGLFDV RSWDQ WHV SHOR OXFUR UHDO $VVLP FRQVLGHUDQGR TXH QHQKXPD OHJLVODomR GLVFLSOLQDQGR RV HIHLWRV ILVFDLV QR FRQWH[WR GRV QRYRV PpWRGRV FRQWiEHLV IRL HGLWDGD D &RPSDQKLD SHUPDQHFH DGRWDQGR RV SUHFHLWRV GR 577 TXDLV VHMDP GH HOLPLQDU SDUD ILQV ILVFDLV RV HIHLWRV GHFRUUHQWHV GRV QRYRV UHJUDPHQWRV FRQWiEHLV XWLOL]DQGRVH SDUD WDQWR DV UHJUDV FRQWiEHLV YLJHQWHV HP  GH GH]HPEUR GH   (VWLPDWLYDV H MXOJDPHQWRV FRQWiEHLV FUtWLFRV ± $V HVWLPDWLYDV H RV MXOJDPHQWRV FRQWiEHLV VmR FRQWL QXDPHQWH DYDOLDGRV H EDVHLDPVH QD H[SHFWDWLYD KLVWyULFD H HP RXWURV IDWRUHV LQFOXLQGR H[SHFWDWLYDV GH HYHQWRV IXWXURV FRQVLGHUDGDV UD]RiYHLV SDUD DV FLUFXQVWkQFLDV &RP EDVH HP SUHPLVVDV D &RPSDQKLD ID] HVWLPDWLYDV FRP 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GH]HPEUR GH  QmR IRUDP LGHQWLILFDGDV SHOD $GPLQLVWUDomR HYLGrQFLDV REMHWLYDV TXH SXGHVVHP MXVWL ILFDU R UHJLVWUR GH SHUGDV GH LPSDLUPHQW WDQWR SDUD RV DWLYRV ILQDQFHLURV TXDQWR SDUD RV QmR ILQDQFHLURV  *HVWmR GH ULVFR ILQDQFHLUR ±  )DWRUHV GH ULVFR ILQDQFHLUR ± D  &RQVLGHUDo}HV JHUDLV ± $ &RPSDQKLD SDUWLFLSD HP RSHUDo}HV HQYROYHQGR LQVWUXPHQWRV ILQDQFHLURVLQFOXLQGR FDL[D H HTXLYDOHQWHV GH FDL[DFRQWDV D SDJDU D IRUQHFHGRUHVHPSUpVWLPRV H GHErQWXUHVFRP R REMHWLYR GH DGPLQLVWUDU D GLVSRQLELOLGDGH ILQDQFHLUD GH VXDV RSHUDo}HV E  *HUHQFLDPHQWRV GH ULVFRV ± $ &RPSDQKLD HVWi H[SRVWD D ULVFRV GH OLTXLGH] HP YLUWXGH GD SRVVLELOLGDGH GH QmR WHU FDL[D VXILFLHQWH SDUD DWHQGHU VXDV QHFHVVLGDGHV RSHUDFLRQDLVD ULVFRV GH PHUFDGR GHFRUUHQWHV GH YDULDo}HV GH WD[DV GH MXURV H DR ULVFR GH FUpGLWR GHFRUUHQWH GD SRVVLELOLGDGH GH LQDGLPSOHPHQWR GH VXDV FRQWUDSDUWHV HP DSOLFDo}HV ILQDQFHL UDV H FRQWDV D UHFHEHU$ &RPSDQKLD DGRWD SURFHGLPHQWRV GH JHVWmR GH ULVFRV GH OLTXLGH]GH PHUFDGR H GH FUpGLWR DWUDYpV GH PHFDQLVPRV GR PHUFDGR ILQDQFHLUR TXH EXVFDP PLQLPL]DU D H[SRVLomR GRV DWLYRV H SDVVLYRV GD &RPSDQKLDSURWHJHQGR D UHQWDELOLGDGH GRV FRQWUDWRV H R SDWULP{QLR F 5LVFR GH OLTXLGH] ± $ SUHYLVmR GH IOX[R GH FDL[D p UHDOL]DGD SHOD &RPSDQKLDVHQGR VXD SURMHomR PRQLWRUDGD FRQWLQXDPHQWHD ILP GH DVVHJXUDU D OLTXLGH]RV OLPLWHV RX FOiXVXODV GRV FRQWUDWRV GH HPSUpVWLPR H FDL[D VXILFLHQWH SDUD DWHQGLPHQWR jV QHFHVVLGDGHV RSHUDFLRQDLV GR QHJyFLR G  5LVFR FDPELDO ± $ &RPSDQKLDDWUDYpV GH VXD FRQWURODGD GLUHWD 2G7UDQVDWXD LQWHUQDFLRQDOPHQWH H HVWi H[SRVWD DR ULVFR FDPELDO GHFRUUHQWH D H[SRVLo}HV GH DOJXPDV PRHGDVEDVLFDPHQWH DR HXUR2 ULVFR FDPELDO GHFRUUH GH RSHUDo}HV FRPHUFLDLV IXWXUDVDWLYRV H SDVVLYRV UHFRQKHFLGRV H LQYHVWLPHQWRV OtTXLGRV HP RSHUDo}HV QR H[WHULRU*HVWmR GH FDSLWDO ± 2V REMHWLYRV GD &RPSDQKLD DR DGPLQLVWUDU VHX FDSLWDO VmR RV GH VDOYDJXDUGDU D FDSDFLGDGH GH VXD FRQWLQXLGDGH SDUD RIHUHFHU UHWRUQR DRV DFLRQLVWDV H EHQHItFLRV jV

HP PLOKDUHV GH UHDLV

  )OX[R GH FDL[D GDV DWLYLGDGHV RSHUDFLRQDLV 3UHMXt]R GR H[HUFtFLR DQWHV GR LPSRVWR GH UHQGD H GD FRQWULEXLomR VRFLDO 



$MXVWHV SDUD UHFRQFLOLDomR GR SUHMXt]R GR H[HUFtFLR 'HSUHFLDomR H DPRUWL]DomR  5HVXOWDGR GH HTXLYDOrQFLD SDWULPRQLDO   ÈJLR VREUH LQYHVWLPHQWR   -XURV H YDULDo}HV PRQHWiULDV H FDPELDLVOtTXLGRV    $PRUWL]DomR GR FXVWR GH HPSUpVWLPR    2XWURV &DL[D SURYHQLHQWH GDV DSOLFDGR QDV RSHUDo}HV  

 9DULDo}HV QRV DWLYRV H SDVVLYRV 7ULEXWRV D UHFXSHUDU  

'HPDLV FRQWDV D UHFHEHU H RXWURV 

)RUQHFHGRUHV H VXEHPSUHLWHLURV   ,PSRVWRVWD[DVVDOiULRV H FRQWULEXLo}HV VRFLDLV   'HPDLV FRQWDV D SDJDU  &DL[D DSOLFDGR QDV RSHUDo}HV 

-XURV SDJRV  &DL[D OtTXLGR SURYHQLHQWH GDV DSOLFDGR QDV DWLYLGDGHV RSHUDFLRQDLV 

 )OX[R GH FDL[D GDV DWLYLGDGHV GH LQYHVWLPHQWRV $GLo}HV DR LQYHVWLPHQWR HP SDUWLFLSDo}HV VRFLHWiULDV  



$GLo}HV DR LPRELOL]DGR 



$GLo}HV DR LQWDQJtYHO  &DL[D OtTXLGR DSOLFDGR QDV DWLYLGDGHV GH LQYHVWLPHQWRV  



)OX[R GH FDL[D GDV DWLYLGDGHV GH ILQDQFLDPHQWRV 'tYLGDV GH FXUWR H ORQJR SUD]RVOtTXLGD &DSWDo}HV  3DUWHV UHODFLRQDGDV 5HFXUVRV OLEHUDGRV  

5HFXUVRV UHFHELGRV   'HErQWXUHV   $XPHQWR GH FDSLWDO VRFLDO   &DL[D OtTXLGR SURYHQLHQWH GDV DWLYLGDGHV GH ILQDQFLDPHQWRV    $XPHQWR OtTXLGR GH FDL[D H HTXLYDOHQWH GH FDL[D    &DL[D H HTXLYDOHQWH GH FDL[D QR LQtFLR GR H[HUFtFLR  &DL[D H HTXLYDOHQWH GH FDL[D QR ILQDO GR H[HUFtFLR   $V QRWDV H[SOLFDWLYDV GD DGPLQLVWUDomR VmR SDUWH LQWHJUDQWH GDV GHPRQVWUDo}HV ILQDQFHLUDV RXWUDV SDUWHV LQWHUHVVDGDVDOpP GH PDQWHU XPD DGHTXDGD HVWUXWXUD GH FDSLWDO SDUD UHGX]LU R UHVSHF WLYR FXVWR3DUD DWLQJLPHQWR GHVVHV REMHWLYRVD &RPSDQKLD H[HUFH XPD JHVWmR ILQDQFHLUD H GH FDSLWDO FHQWUDOL]DGD$VVLP FRPR RXWUDV FRPSDQKLDV GR VHWRUD &RPSDQKLD PRQLWRUD R FDSLWDO FRP EDVH QR tQGLFH GH DODYDQFDJHP ILQDQFHLUD(VVH tQGLFH FRUUHVSRQGH j GtYLGD OtTXLGD GLYLGLGD SHOR FDSLWDO WRWDO $ GtYLGD OtTXLGDSRU VXD YH]FRUUHVSRQGH DR WRWDO GH ILQDQFLDPHQWRV H GHErQWXUHV LQFOXLQGR HPSUpV WLPRV GH FXUWR H ORQJR SUD]RVFRQIRUPH GHPRQVWUDGR QR EDODQoR SDWULPRQLDO FRQVROLGDGR VXEWUDtGR GR PRQWDQWH GH FDL[D H HTXLYDOHQWHV GH FDL[D2 FDSLWDO WRWDO p DSXUDGR DWUDYpV GD VRPD GR SDWULP{QLR OtTXLGRFRQIRUPH GHPRQVWUDGR QR EDODQoR SDWULPRQLDO FRQVROLGDGRFRP D GtYLGD OtTXLGD2V tQGLFHV GH DODYDQFDJHP ILQDQFHLUD HP GH GH]HPEUR GHSRGHP VHU DVVLP VXPDULDGRV  7RWDO GRV HPSUpVWLPRVILQDQFLDPHQWRV H GHErQWXUHV 1RWD   

0HQRV FDL[D H HTXLYDOHQWHV GH FDL[D 1RWD   

'tYLGD OtTXLGD  7RWDO GR SDWULP{QLR OtTXLGR   7RWDO GR FDSLWDO H UHVHUYD GH FDSLWDO  ËQGLFH GH DODYDQFDJHP ILQDQFHLUD ±  ,QVWUXPHQWRV ILQDQFHLURV SRU FDWHJRULD ± $EDL[R DSUHVHQWDPRV D VHJUHJDomR GRV LQVWUXPHQWRV ILQDQFHLURV SRU FDWHJRULDSDUD RV H[HUFtFLRV ILQGRV HP GH GH]HPEUR GHH GH $WLYRV DR (PSUpV YDORU MXVWR WLPRV H SRU PHLR GR 7RWDO UHFHEtYHLV GH GH]HPEUR GH UHVXOWDGR $WLYRVFRQIRUPH EDODQoR SDWULPRQLDO &DL[D H HTXLYDOHQWHV GH FDL[D      &RQWDV D UHFHEHU GH FOLHQWHV H GHPDLV FRQWDV D UHFHEHU   

GH GH]HPEUR GH 3DVVLYRFRQIRUPH R EDODQoR SDWULPRQLDO (PSUpVWLPRV H ILQDQFLDPHQWRV 'HErQWXUHV  )RUQHFHGRUHV H RXWUDV REULJDo}HVH[FOXLQGR REULJDo}HV OHJDLV

GH GH]HPEUR GH $WLYRVFRQIRUPH EDODQoR SDWULPRQLDO &DL[D H HTXLYDOHQWHV GH FDL[D 

$WLYRV DR YDORU MXVWR SRU PHLR GR UHVXOWDGR

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7RWDO

   

   

(PSUpV WLPRV H UHFHEtYHLV

7RWDO



GH GH]HPEUR GH 3DVVLYRFRQIRUPH R EDODQoR SDWULPRQLDO (PSUpVWLPRV H ILQDQFLDPHQWRV

 2XWURV SDVVLYRV ILQDQFHLURV

7RWDO

       &DL[D H HTXLYDOHQWHV GH FDL[D &DL[D H EDQFRV   )XQGR IL[R   $SOLFDo}HV ILQDQFHLUDV    $ &RPSDQKLD PDQWpP DSOLFDo}HV GH FXUWR SUD]RGH DOWD OLTXLGH]SURQWDPHQWH FRQYHUVtYHLV HP FDL [DUHPXQHUDGDV DGR &HUWLILFDGR GH 'HSyVLWR ,QWHUEDQFiULR ³&',´ H DSOLFDo}HV HP IXQGRV GH LQYHVWLPHQWR TXH HVWmR UHSUHVHQWDGDV SRU IXQGR FRQWUDWDGR HP GH VHWHPEUR GHMXQWR j &DL[D (FRQ{PLFD )HGHUDOFRP UHPXQHUDomR j WD[D GH GR &', H FRP OLTXLGH] GLiULD  6RFLHGDGHV GD 2UJDQL]DomR 2GHEUHFKW ± 9DORU PDQWLGR FRP D 2G7UDQV UHIHUHVH D RSHUDomR GH P~WXR FRUULJLGD SHOD YDULDomR GH /RQGRQ ,QWHUEDQN 2IIHUHG 5DWH ³/LERU´ PDLV 

 ,QYHVWLPHQWRV ± D ,QYHVWLPHQWRV HP FRQWURODGDV GLUHWDV H FRQWURODGDV HP FRQMXQWR 4XDQWLGDGH GH /XFUR OtTXLGR SUHMXt]R  3DUWLFLSDomR GLUHWD 

3DWULP{QLR OtTXLGR Do}HV SRVVXtGDV DMXVWDGR GR H[HUFtFLR         (PEUDSRUW ± (PSUHVD %UDVLOHLUD GH 7HUPLQDLV 3RUWXiULRV 6$ ³(PEUDSRUW´          

+RVWHQV +ROGLQJ 6$ ³+RVWHQV´         

&5%    

 &5&      2G7UDQV      2V EDODQoRV SDWULPRQLDLV H GHPRQVWUDo}HV GRV UHVXOWDGRV GD (PEUDSRUW IRUDP DMXVWDGRV DRV FULWpULRV FRQWiEHLV GD FRQWURODGRUD ,QYHVWLPHQWR WUDQVIHULGR SDUD D &RPSDQKLD HPGH MXQKR GHWHQGR SRU GDWD EDVH GH PDLR GH 1RWD  ,QYHVWLPHQWR WUDQVIHULGR SDUD D &RPSDQKLD HP GH DJRVWR GHWHQGR SRU GDWD EDVH GH MXOKR GH 1RWD  ,QYHVWLPHQWR FRQVWLWXtGR HP GH VHWHPEUR GH 1RWD  E 0RYLPHQWDomR GRV LQYHVWLPHQWRV HP HPSUHVDV FRQWURODGDV GLUHWDV 6DOGR QR LQtFLR 5HGXomR 6DOGR QR ILQDO 6DOGR QR ILQDO GR 7UDQVIHUrQFLD &LVmR (TXLYDOrQFLD $MXVWH GH $MXVWHV GR SHUtRGR GH GR SHUtRGR H[HUFtFLR DSyV $GLo}HV

DOLHQDomR

SDWULPRQLDO FRQYHUVmR ,&3& H[HUFtFLR FDSLWDO

H[HUFtFLR DMXVWHV ,&3& (PEUDSRUW     +RVWHQV       &5%    

   &5&       &/1     2G7UDQV         

    GH GH]HPEUR GH  GH GH]HPEUR GH   





 

 3DUD ILQV GH FiOFXOR GD HTXLYDOrQFLD SDWULPRQLDOIRL FRQVLGHUDGR R UHVXOWDGR SURSRUFLRQDOYLVWR TXH RV LQYHVWLPHQWRV IRUDP WUDQVIHULGRV QR GHFRUUHU GR H[HUFtFLR GH 1RWD  2 PRQWDQWH HP GH GH]HPEUR GH UHIHUHVH D UHGXomR GR FDSLWDO VRFLDO GD +RVWHQV RFRUULGD GXUDQWH D FLVmR SDUFLDO GR DFHUYR OtTXLGR GR SDWULP{QLR GD +RVWHQV SDUD D (PEUDSRUWUHDOL]DGD HP QRYHPEUR GH 1RWD  (P GH GH]HPEUR GHRV iJLRV UHJLVWUDGRV VREUH R YDORU GRV LQYHVWLPHQWRV QD (PEUDSRUW H QD &LD,PSRUWDGRUD H ([SRUWDGRUD &RLPH[ ³&RLPH[´ TXH IRUDP UHFRQKHFLGRV QD &RPSDQKLD HP GHFRU UrQFLD GD RSHUDomR GH FLVmR SDUFLDO GR DFHUYR OtTXLGR GR SDWULP{QLR GD +RVWHQV GXUDQWH R SURFHVVR GH IRUPDomR GD HVWUXWXUD VRFLHWiULD 1RWD  F ,QIRUPDo}HV VREUH LQYHVWLPHQWRV ± D (PEUDSRUW ± $GTXLULGD SHOD &RPSDQKLD HP GH QRYHP EUR GHWHP FRPR REMHWR VRFLDO R GHVHQYROYLPHQWR GR SURMHWRD FRQVWUXomR H D H[SORUDomR GH WHU PLQDLV SRUWXiULRV HRX UHWURSRUWXiULRV QR 0XQLFtSLR GH 6DQWRV H QD VXD iUHD GH LQIOXrQFLD$ (PEUDSRUW HQFRQWUDVH HP IDVH SUpRSHUDFLRQDOFRQFHQWUDQGR VXDV DWLYLGDGHV QD FRQVWUXomR GDV LQVWDODo}HV GR FDQWHLUR GH REUDV H QD SUHSDUDomR GD iUHD D VHU RFXSDGD SHOR HPSUHHQGLPHQWR2 LQtFLR GDV RSHUD o}HV HVWi SUHYLVWR SDUD E +RVWHQV ± &RQVWLWXtGD HPGH IHYHUHLUR GHp XPD VRFLHGDGH DQ{QLPD GH FDSLWDO IHFKDGR H WHP FRPR REMHWR VRFLDO D SDUWLFLSDomR HP RXWUDV VRFLHGDGHV QDFLRQDLV RX HVWUDQJHLUDVQD TXDOLGDGH GH VyFLDTXRWLVWD RX DFLRQLVWDH D DGPLQLVWUDomR GH EHQV SUySULRV(P GH QRYHPEUR GHIRL SURFHGLGD D FLVmR SDUFLDO GR DFHUYR OtTXLGR GR SDWULP{QLR GD +RVWHQVQR PRQWDQ WH GH 5QD GDWD EDVH GH RXWXEUR GH$ SDUFHOD FLQGLGDLQFRUSRUDGD GH IRUPD UHYHUVD SHOD (PEUDSRUWFRQWHPSOD iJLRV UHJLVWUDGRV VREUH R YDORU GRV LQYHVWLPHQWRV GD +RVWHQV QD (PEUDSRUW H QD &RLPH[OtTXLGRV GD SURYLVmR SDUD LQFRUSRUDomR UHYHUVD QR PRQWDQWH GH 5LQYHVWLPHQWRV DYDOLDGRV SRU HTXLYDOrQFLD SDWULPRQLDOQRV PRQWDQWHV GH 5 H 5UHVSHFWLYDPHQWHH GRV SDVVLYRV UHODFLRQDGRV jV WUDQVDo}HV FRP D (PEUDSRUWQR PRQWDQWH GH 5(P GH MXOKR GHD LQYHVWLGD +RVWHQV WHYH VHX FDSLWDO VRFLDO DXPHQWDGR HP 5 PHGLDQWH D HPLVVmR GH  QRYDV Do}HV RUGLQiULDVWRWDOPHQWH VXEVFULWDV H LQWHJUDOL]DGDV$ SDUWLFLSDomR GD &RPSDQKLD QR UHIHULGR DXPHQWR PRQWD D 5 F &5% ± &RQVWLWXtGD HP  GH IHYHUHLUR GHWHP SRU REMHWR H[FOXVLYR UHDOL]DUVRE R UHJLPH GH FRQFHVVmR PHGLDQWH FREUDQoD GH SHGiJLRD H[SORUDomR GR 6LVWHPD 5RGRYLiULR GHILQLGR SRU FRUUHGRU 'RP 3HGUR ,FRQVWLWXtGR SHODV URGRYLDV 6363,63 636363$SURORQJDPHQWR GD 63 ± $QHO 6XO GH &DPSLQDV H 9LD 3HULPHWUDO GH ,WDWLED H RXWURV VHJPHQWRV GH URGRYLDV WUDQVYHUVDLVQD IRUPD GR HGLWDO GD FRQFRUUrQFLD H GR FRQWUDWR GH FRQFHVVmR(P GH GH]HPEUR GHR FDSLWDO VRFLDO VXEVFULWR GD &5% HVWi UHSUHVHQWDGR SRU Do}HVVHQGR RUGLQiULDV H Do}HV SUHIHUHQFLDLVFRP YDORU QRPL QDO GH 5SRU DomRVHQGR VXEVFULWDV SHOD &RPSDQKLD Do}HV RUGLQiULDV H Do}HV SUHIHUHQFLDLV H DomR RUGLQiULD VXEVFULWD H LQWHJUDOL]DGD SHOD 23,'R WRWDO GH Do}HV VXEVFULWDV QmR IRUDP LQWHJUDOL]DGDV DWp GH GH]HPEUR GH G &5& ± 6RFLHGDGH GH 3URSyVLWR (VSHFtILFR ³63(´  FRQVWLWXtGD HP  GH GH]HPEUR GH  WHQGR FRPR REMHWLYR H[SORUDU PHGLDQWH FRQFHVVmR SDWURFLQDGDSUHFHGLGD GH REUDVR VLVWHPD YLiULR FRPSRVWR SHOD SUDoD GH SHGiJLR ORFDOL]D GD QRV PXQLFtSLRV GH -DERDWmR GRV *XDUDUDSHV H GR &DER GH 6DQWR $JRVWLQKRSHOD YLD SULQFLSDO GR 'HVWLQR GH 7XULVPR H /D]HU 3UDLD GR 3DLYDDVVLP FRPR D SUHVWDomR GR VHUYLoR S~EOLFR GH RSHUDomR H DWLYLGDGHV GH DSRLR QHFHVViULR DR IXQFLRQDPHQWR GD UHIHULGD SRQWH H VLVWHPD$V REUDV GH H[HFXomR GD FRQFHVVmR WLYHUDP LQtFLR HP MDQHLUR GH H IRUDP FRQFOXtGDV HPGH MXQKR GHFRP LQtFLR LPHGLDWR GDV RSHUDo}HV SHOR SUD]R GH  DQRV H  2G7UDQV ± &RQVWLWXtGD HP  GH VHWHPEUR GH  6RFLHGDGH GRPLFLOLDGD QD ÈXVWULD FRP SURSyVLWR GH SDUWLFLSDU HP LQYHVWLPHQWRV QR VHJPHQWR GH LQIUDHVWUXWXUD QR %UDVLO H QR H[WHULRU &RQIRUPH PHQFLRQDGR QD 1RWD  HP  GH GH]HPEUR GH  D 2G7UDQV DGTXLULX  GDV Do}HV GD 57& I  57& ± &RQVWLWXtGD HP  GH GH]HPEUR GH 6RFLHGDGH GRPLFLOLDGD QDV ,OKDV &D\PDQFRP SURSyVLWR GH SDUWLFLSDU QD 573FRQWURODGRUD GD 6XSHU9LD FRQIRUPH DSUHVHQWDGR DEDL[R L  $ 573 IRL FRQVWLWXtGD HP  GH DJRVWR GH  H WHP FRPR SULQFLSDO REMHWLYR D SDUWLFLSDomR HP RXWUDV VRFLHGDGHV 2 ~QLFR LQYHVWLPHQWR GD 573 UHIHUHVH j FRQWURODGD 6XSHU9LDGHWHQWRUD GH GLUHLWRV H REULJDo}HV GHFRUUHQWHV GD FRQFHVVmR SDUD D SUHVWDomR GH VHUYLoRV GH WUDQVSRUWH IHUURYLiULR GH SDVVDJHLURV QD UHJLmR PHWURSROLWDQD GR 5LR GH -DQHLUR H SDUD H[HFXomR GRV LQYHVWLPHQWRV FRQWHPSODGRV QR FRQWUDWR GH FRQFHVVmR H DGLWDPHQWRV SRVWHULRUHVTXH OKH IRL RXWRUJDGDHP FDUiWHU H[FOXVLYRSHOR SUD]R GH DQRVUHQRYiYHO SRU LJXDO SHUtRGR H LL $ 6XSHU9LD p XPD HPSUHVD QDFLRQDOFRQVWLWXtGD HP GH VHWHPEUR GHGHWHQWRUD GH GLUHLWRV H REULJDo}HV GH

FRUUHQWHV GD FRQFHVVmR SDUD D SUHVWDomR GH VHUYLoRV GH WUDQVSRUWH IHUURYLiULR GH SDVVDJHLURV QD UHJLmR PHWURSROLWDQD GR 5LR GH -DQHLUR H SDUD H[HFXomR GRV LQYHVWLPHQWRV FRQWHPSODGRV QR FRQWUDWR GH FRQ FHVVmR H DGLWDPHQWRV SRVWHULRUHVTXH OKH IRL RXWRUJDGDHP FDUiWHU H[FOXVLYRSHOR SUD]R GH DQRV UHQRYiYHO SRU LJXDO SHUtRGR$V RSHUDo}HV GD 6XSHU9LD IRUDP LQLFLDGDV HPž GH QRYHPEUR GH H DEUDQJHP FLQFR JUDQGHV OLQKDV IHUURYLiULDV PHWURSROLWDQDV H TXLO{PHWURV GH YLDV SHUPDQHQWHV $V DWLYLGDGHV GD 6XSHU9LDWDQWR HP WHUPRV GH TXDOLGDGH GR VHUYLoR FRPR GH IL[DomR WDULIiULDHVWmR VX MHLWDV DR FRQWUROH GD $JrQFLD 5HJXODGRUD GH 6HUYLoRV 3~EOLFRV &RQFHGLGRV GH 7UDQVSRUWHV $TXDYLiULRV )HUURYLiULRV H 0HWURYLiULRV H GH 5RGRYLDV GR (VWDGR GH 5LR GH -DQHLUR $*(75$163 FRP H[FHomR GDV HYHQWXDLV LQLFLDWLYDV FRPHUFLDLV TXH IRUHP UHDOL]DGDV QRV LPyYHLV DEUDQJLGRV SHOD FRQFHVVmR(P  GH QRYHPEUR GHIRL DVVLQDGR R RLWDYR DGLWLYR UHIHUHQWH DR FRQWUDWR GH FRQFHVVmR PHQFLRQDGR DQWHULRUPHQWHFXMR SUHoR WRWDO GD RXWRUJDHQWHQGLGR FRPR R YDORU GHYLGR HP GHFRUUrQFLD GH VXD SURUUR JDomR SHOR SUD]R GH DQRVIRL GH 52 FRQWUDWRFXMR SUD]R LQLFLDO GH YLJrQFLD HQFHUUDYD VH QR GLD GH RXWXEUR GHIRL SURUURJDGR DWp R GLD GH RXWXEUR GH$ SURUURJDomR GR SUD]RIL[DGR DFLPDVXERUGLQDVH D FRQGLomR UHVROXWLYD FRQVXEVWDQFLDGD QD H[HFXomR SHOD 6XSHU9LD GRV LQYHVWLPHQWRV DVVXPLGRV DWp GH RXWXEUR GH2 SUHoR GD RXWRUJD VHUi SDJR SHOD 6XSHU9LD SRU PHLR GH GDomR HP SDJDPHQWRDWUDYpV GD UHDOL]DomR GH LQYHVWLPHQWRV GLVFULPLQDGRV QRV DQH[RV , H ,9 GR RLWDYR DGLWLYRVHQGR FHUWR TXH R PRQWDQWH D VHU SDJR VRE D IRUPD GH LQYHVWLPHQWRVDOpP GH DWHQGHU DR LQWHUHVVH S~EOLFR SULPiULRGHVRQHUD R (VWDGR GR 5LR GH -DQHLUR GD REULJDomR GH UHDOL]DU WDLV LQYHVWLPHQWRV QR VLVWHPD    ,QWDQJtYHO ± &RPSRVLomR ÈJLR VREUH LQYHVWLPHQWRV D     2XWURV   D ÈJLR VREUH LQYHVWLPHQWRV ± 2 VDOGR HP GH GH]HPEUR GHHVWi FRPSRVWR SHOR iJLR UHJLV WUDGR VREUH R YDORU GRV LQYHVWLPHQWRV QD (PEUDSRUW H QD +RVWHQVTXH IRUDP LQFRUSRUDGRV SHOD &RPSD QKLDTXDQGR GD UHHVWUXWXUDomR VRFLHWiULD PHQFLRQDGD QD 1RWDQR YDORU GH 5 (PSUpVWLPRVILQDQFLDPHQWRV H GHErQWXUHV (QFDUJRV ILQDQFHLURV   (P PRHGD QDFLRQDO DQXDLV   %DQFR GR %UDVLO  GR &',   

3DVVLYR FLUFXODQWH 3DVVLYR QmR FLUFXODQWH  2 PRQWDQWH GH ILQDQFLDPHQWR QR SDVVLYR FLUFXODQWH UHIHUHVH D HPSUpVWLPR FRQWUDWDGR SHOD &RPSDQKLD MXQWR DR %DQFR GR %UDVLOFRP YHQFLPHQWR HPGH DJRVWR GHSDUD SDJDPHQWR HP SDUFHOD ~QLFD D 'HErQWXUHV ± $ &RPSDQKLD UHDOL]RX HP GH GH]HPEUR GHD SULPHLUD HPLVVmR GH  GH ErQWXUHV VLPSOHVQmR FRQYHUVtYHLV HP Do}HVHP VpULH ~QLFDFRP YDORU QRPLQDO XQLWiULR GH 5 QD GDWD GH HPLVVmR QR PRQWDQWH WRWDO GH 5  FXMD OLTXLGDomR ILQDQFHLUD RFRUUHX HP  GH GH]HPEUR GH$V GHErQWXUHV WHUmR SUD]R GH YHQFLPHQWR GHDQRVD FRQWDU GD GDWD GH HPLVVmR YHQFHQGR HP GH GH]HPEUR GH$ UHPXQHUDomR VH GDUi FRP EDVH QD YDULDomR DFXPXODGD GDV WD[DV PpGLDV GLiULDV GR ', GHSyVLWRV LQWHUILQDQFHLURV  DFUHVFLGD GH XP VSUHDG GH  DR DQR 2V UHFXUVRV REWLGRV SHOD &RPSDQKLD SRU PHLR GD HPLVVmR GDV GHErQWXUHV VHUmR GHVWLQDGRV SDUD UH


DIÁRIO DO COMÉRCIO

30 -.ECONOMIA/LEGAIS

quarta-feira e quinta-feira, 20 e 21 de abril de 2011

&217,18$d­2 '$6 '(021675$d®(6 ),1$1&(,5$6 (0 '( '(=(0%52 '( FRPSRVLomRUHIRUoR GH FDL[D SDUD D DSOLFDomR HP LQYHVWLPHQWRV E &XVWR GH WUDQVDomR ± 2V FXVWRV LQFRUULGRV QD FDSWDomR HVWmR VHQGR DSURSULDGRV DR UHVXOWDGR HP IXQomR GD IOXrQFLD GR SUD]R FRP EDVH QR PpWRGR GR FXVWR DPRUWL]DGRTXH FRQVLGHUD D WD[D LQWHUQD GH UHWRUQR 7,5 GD RSHUDomR SDUD D DSURSULDomR GRV HQFDUJRV ILQDQFHLURV GXUDQWH D YLJrQFLD GD RSHUDomR F 3UD]R GH YHQFLPHQWR ± 2 PRQWDQWH D ORQJR SUD]R WHP D VHJXLQWH FRPSRVLomRSRU DQR GH YHQFLPHQWR       HP GLDQWH     ,PSRVWR GH UHQGD H FRQWULEXLomR VRFLDO FRUUHQWH H GLIHULGRV  

,PSRVWR GH UHQGD H FRQWULEXLomR VRFLDO GLIHULGRV   

,PSRVWR GH UHQGD H FRQWULEXLomR VRFLDO GLIHULGRV ± 2 LPSRVWR GH UHQGD H D FRQWULEXLomR VRFLDO GLIH ULGRV VmR FDOFXODGRV VREUH RV SUHMXt]RV ILVFDLV GR LPSRVWR GH UHQGDD EDVH QHJDWLYD GH FRQWULEXLomR VRFLDO H DV FRUUHVSRQGHQWHV GLIHUHQoDV WHPSRUiULDV HQWUH DV EDVHV GH FiOFXOR GR LPSRVWR VREUH DWLYRV H SDVVLYRV H RV YDORUHV FRQWiEHLV GDV GHPRQVWUDo}HV ILQDQFHLUDV$V DOtTXRWDV GHVVHV LPSRVWRVGHIL QLGDV DWXDOPHQWH SDUD GHWHUPLQDomR GRV WULEXWRV GLIHULGRVVmR GHSDUD R LPSRVWR GH UHQGD H GH  SDUD D FRQWULEXLomR VRFLDO ,PSRVWRV GLIHULGRV DWLYRV VmR UHFRQKHFLGRV QD H[WHQVmR HP TXH VHMD SURYiYHO TXH R OXFUR IXWXUR WULEXWiYHO HVWHMD GLVSRQtYHO SDUD VHU XWLOL]DGR QD FRPSHQVDomR GDV GLIHUHQoDV WHPSRUiULDVFRP EDVH HP SURMHo}HV GH UHVXOWDGRV IXWXURV HODERUDGDV H IXQGDPHQWDGDV HP SUHPLVVDV LQWHUQDV H HP FHQiULRV HFRQ{PLFRV IXWXURV TXH SRGHP SRUWDQWR VRIUHU DOWHUDo}HV $ PRYLPHQWDomR GRV DWLYRV H SDVVLYRV GH LPSRVWR GH UHQGD GLIHULGR GXUDQWH R H[HUFtFLRVHP OHYDU HP FRQVLGHUDomR D FRPSHQVDomR GRV VDOGRVp D VHJXLQWH   3DVVLYR LPSRVWR GH UHQGD H FRQWULEXLomR VRFLDO GLIHULGRV &DSLWDOL]DomR GH FXVWR FRP HPSUpVWLPR WRPDGR   2XWURV    3DWULP{QLR OtTXLGR ± D  &DSLWDO VRFLDO ± $ &RPSDQKLD IRL FRQVWLWXtGD HP  GH PDLR GH  PHGLDQWH VXEVFULomR H LQWHJUDOL]DomR GH Do}HV RUGLQiULDVVHP YDORU QRPLQDODR SUHoR GH HPLVVmR GH 5FDGDQR PRQWDQWH GH 5(P GH RXWXEUR GHD HQWmR DFLRQLVWD 23, DSURYRX HP $VVHPEOHLD *HUDO ([WUDRUGLQiULD D VXEVFULomR GH  QRYDV Do}HV RUGLQiULDVHPLWLGDV SHOD &RP SDQKLDQR PRQWDQWH GH 5(P GH DEULO GHD &RPSDQKLD HPLWLX GH QRYDV Do}HV RUGLQiULDV QRPLQDWLYDV H VHP YDORU QRPLQDO VXEVFULWDV HP VXD WRWDOLGDGH SHOD 23, H LQWHJUDOL]DGDV SDUFLDOPHQWH QR PRQWDQWH GH 5  HP PRHGD FRUUHQWH (P  GH MXQKR GH  RFRUUHUDP DV VHJXLQWHV PRYLPHQWDo}HV QR SDWULP{QLR OtTXLGR GD &RPSDQKLD L $XPHQWR GH FDSLWDO QR PRQWDQWH GH 5PHGLDQWH HPLVVmR GH  QRYDV Do}HV RUGLQiULDVQRPLQDWLYDV H VHP YDORU QRPL QDOWRWDOPHQWH VXEVFULWDV H LQWHJUDOL]DGDV SHOD HQWmR DFLRQLVWD 23,H LQWHJUDOL]DomR GH GH Do}HV RUGLQiULDVMi VXEVFULWDV HP GH DEULO GHWRWDOL]DQGR  Do}HV RUGLQiULDV(VWD LQWHJUDOL]DomR GH FDSLWDO UHDOL]DGD SHOD 23, QR FDSLWDO VRFLDO GD &RPSDQKLD RFRUUHX FRP Do}HV RUGLQiULDV HDo}HV SUHIHUHQFLDLV GH HPLVVmR GD &5% H TXHDWp HQWmRHUDP GHWLGDV SHOD 23, 1RWD  LL $XPHQWR GR FDSLWDO VRFLDO GD &RPSDQKLD PHGLDQWH HPLVVmR GH  QRYDV Do}HV RUGLQiULDV QRPLQDWLYDV H VHP YDORU QRPLQDOWRWDOPHQWH VXEVFULWDV H LQWHJUDOL]DGDV SHOD HQWmR DFLRQLVWD 2'%DWUDYpV GHDo}HV SUHIHUHQFLDLV GD &5%QR PRQWDQWH GH 5$SyV RV DXPHQWRV GH FDSLWDO VRFLDO GD &RPSDQKLD GHVFULWRV DFLPDD PHVPD SDVVRX D GHWHUHP GH MXQKR GHGR FDSLWDO VRFLDO GD &5%(P GH DJRVWR GHD &RPSDQKLD HPLWLX QRYDV Do}HV RUGLQiULDVTXH IRUDP WRWDOPHQWH VXEVFULWDV H LQWHJUDOL]DGDV SHOD DFLRQLVWD 273QR PRQ WDQWH GH 5  PHGLDQWH D FRQIHUrQFLD HP LQWHJUDOL]DomR GH FDSLWDO GH EHQV GH SURSULHGDGH GD UHIHULGD DFLRQLVWD UHSUHVHQWDGRV SRU  Do}HV RUGLQiULDV GH HPLVVmR GD HPSUHVD &5& H  Do}HV SUHIHUHQFLDLV GH HPLVVmR GD HPSUHVD &/1$SyV D UHIHULGD PRYLPHQWDomRD 2733 SDVVRX D SRVVXLU H GD SDUWLFLSDomR QD &5& H &/1UHVSHFWLYDPHQWH(P GH VHWHPEUR GHR )XQGR GH ,QYHVWLPHQWR GR )XQGR GH *DUDQWLD GR 7HPSR GH 6HUYLoR ± ),)*76 VXEVFUHYHX DSRUWH GH FDSLWDO QD &RPSDQKLD QR YDORU GH 5VHQGR R YDORU GH 5GHVWLQDGRV DR FDSLWDO VRFLDOPHGLDQWH HPLVVmR GH  QRYDV Do}HV RUGLQiULDV QRPLQDWLYDVVHP YDORU QRPLQDO

UHSUHVHQWDQGR GR FDSLWDO VRFLDOH R PRQWDQWH GH 5GHVWLQDGR j IRUPDomR GD UHVHUYD GH FDSLWDOVHQGR R UHVWDQWH GH 5GHVWLQDGR D FDSLWDO VRFLDO 5 H UHVHUYD GH FDSLWDO D LQWHJUDOL]DU 5 $SyV D PRYLPHQWDomR VRFLHWiULD GHVFULWD DFLPD H QD 1RWDD 273 SDVVRX D SRVVXLU SDUWLFLSDomR HTXLYDOHQWH D  GD WRWDOLGDGH GDV Do}HV HPLWLGDV SHOD &RPSDQKLD VHQGR RV GHPDLV SHUWHQFHQWHV DR ),)*76(P GH GH]HPEUR GHD &RPSDQKLD SRVVXL FDSLWDO VRFLDO VXEVFULWR GH 5 GH GH]HPEUR GH ± 5 WHQGR VLGR LQWHJUDOL]DGR DWp HVVD GDWD R PRQWDQWH GH 5 GH GH]HPEUR GH ± 5  E $MXVWH GH DYDOLDomR SDWUL PRQLDO ± &ULDGD SHOD /HL QžFRP R REMHWLYR GH UHJLVWUDU RV YDORUHV TXHMi SHUWHQFHQWHV DR SDWULP{QLR OtTXLGRQmR WUDQVLWDUDP SHOR UHVXOWDGR GR H[HUFtFLR2V LPSDFWRV GHVVHV YDORUHV QR UHVXOWDGR GR H[HUFtFLR RFRUUHUmR TXDQGR GD VXD HIHWLYD UHDOL]DomR(P GH GH]HPEUR GHUHIHUHPVH DRV DMXVWHV GH DGRomR jV QRYDV SUiWLFDV FRQWiEHLV GDV FRQWURODGDV &5% H &5&QR YDORU GH 5 H 5 UHVSHFWLYDPHQWH 1RWD  E

2 VDOGR UHPDQHVFHQWH GH 5UHIHUHVH D DMXVWH DFXPXODGR GH FRQYHUVmR GH VXEVLGLiULDV QR H[WHULRU  5HFHLWDV H GHVSHVDV ILQDQFHLUDV   5HFHLWDV ILQDQFHLUDV 5HFHLWDV FRP MXURV   9DULDo}HV FDPELDLV H PRQHWiULDV  5HFHLWD GH DSOLFDomR ILQDQFHLUD  'HVSHVDV ILQDQFHLUDV 'HVSHVDV FRP MXURV  

,2) VREUH RSHUDo}HV ILQDQFHLUDV  



-XURV VREUH HPSUpVWLPRV  

9DULDo}HV FDPELDLV PRQHWiULDV 

-XURV P~WXR 

&RPLVV}HV H GHVSHVDV EDQFiULDV 



,PSRVWRV VREUH RSHUDo}HV ILQDQFHLUDV 



 &REHUWXUD GH VHJXURV ± $ &RPSDQKLD PDQWpP FRQWUDWRV GH VHJXURV FRP FREHUWXUDV GHWHUPLQDGDV SRU RULHQWDomR GH HVSHFLDOLVWDVFRQVLGHUDQGR D QDWXUH]D H R JUDX GH ULVFRSRU PRQWDQWHV FRQVLGHUDGRV VXILFLHQWHV SDUD FREULU HYHQWXDLV SHUGDV VLJQLILFDWLYDV VREUH VHXV DWLYRV  &RPELQDomR GH QHJyFLRV ± (P  GH VHWHPEUR GH  D &RPSDQKLD FRQVWLWXLX D 2G7UDQV VRFLHGDGH GRPLFLOLDGD QD ÈXVWULDFRP SURSyVLWR GH SDUWLFLSDU HP LQYHVWLPHQWRV QR VHJPHQWR GH LQIUD HVWUXWXUD QR %UDVLO H QR H[WHULRU(P GH GH]HPEUR GHD 2G7UDQV DGTXLULX SHOR YDORU GH 86  5    GDV Do}HV GD 57& H D WRWDOLGDGH GRV WtWXORV FRQYHUVtYHLV HP Do}HV HPLWLGRV SHOD 57&RV TXDLV TXDQGR FRQYHUWLGRV HP Do}HV GDUmR j 2G7UDQV XPD SDUWLFLSDomR GH  GR FDSLWDO VRFLDO GD 57&'R YDORU WRWDO GD WUDQVDomRIRL SDJR j YLVWD R PRQWDQWH GH 86 5  H R VDOGR GH 86 5 IRL UHJLVWUDGR QD UXEULFD ³'HPDLV FRQWDV D SDJDU´ QR SDVVLYR FLUFXODQWHH SDJR HP  GH MDQHLUR GH$ 57& GHWpP GH SDUWLFLSDomR QR FDSLWDO VRFLDO GD 573TXH SRU VXD YH] FRQWUROD D 6XSHU9LD FRP GDV Do}HV(P FRQIRUPLGDGH FRP R &3&HVVD DTXLVLomR IRL WUDWDGD FRPR FRPELQDomR GH QHJyFLRV(QWUHWDQWRHP YLVWD GD SUR[LPLGDGH HQWUH D GDWD GD DTXLVLomR H D GDWD GR HQFHUUDPHQWR GDV GHPRQVWUDo}HV ILQDQFHLUDVQmR IRL SRVVtYHO FRQFOXLU D DYDOLDomR GR YDORU MXVWR GRV DWLYRV H SDVVLYRV DGTXLULGRV( GH DFRUGR FRP R LWHP  GR &3& D &RPSDQKLD UHJLVWURX R YDORU SURYLVyULR GR iJLR QR PRQWDQWH GH 5 1RWD D

FRP EDVH QR YDORU FRQWiELO GR SDWULP{QLR OtTXLGR GD 57&1R GHFRUUHU GR DQRRV YDORUHV MXVWRV GRV DWLYRV H SDVVLYRV DGTXLULGRV VHUmR DSXUDGRV FRP EDVH QD GDWD GH DTXLVLomR H DMXVWDGRV QD UHVSHFWLYD GDWD  $GRomR GRV &3&V SHOD SULPHLUD YH] ±  %DVH GD WUDQVLomR ±  $SOLFDomR GRV &3&V  H  ± $V GHPRQVWUDo}HV ILQDQFHLUDV LQGLYLGXDLV GD FRQWURODGRUD SDUD R H[HUFtFLR ILQGR HP  GH GH]HPEUR GH VmR DV SULPHLUDV GHPRQVWUDo}HV LQGLYLGXDLV DQXDLV HP FRQIRUPLGDGH FRP RV &3&V $ &RPSDQKLD DSOLFRX RV &3&V  H  QD SUHSDUDomR GHVWDV GHPRQVWUDo}HV ILQDQFHLUDV LQGLYLGXDLV$V SULQFLSDLV DWLYLGDGHV RSHUDFLRQDLV GD &RPSDQKLD LQLFLDUDPVH HP  GH DJRVWR GH1D SUHSDUDomR GHVVDV GHPRQVWUDo}HV ILQDQFHLUDVD &RPSDQKLD DSOLFRX DV H[FHo}HV REULJDWyULDV UHOHYDQWHV H FHUWDV LVHQo}HV RSFLRQDLV HP UHODomR j DSOLFDomR FRPSOHWD UHWURVSHFWLYD([FHo}HV GD DSOLFDomR UH WURVSHFWLYD VHJXLGDV SHOD &RPSDQKLD ± $ &RPSDQKLD DSOLFRX DV VHJXLQWHV H[FHo}HV REULJDWyULDV QD

DSOLFDomR UHWURVSHFWLYD ([FHomR GDV HVWLPDWLYDV ± $V HVWLPDWLYDV XWLOL]DGDV QD SUHSDUDomR GHVWDV GHPRQVWUDo}HV ILQDQFHLUDV HP  GH GH]HPEUR GH  VmR FRQVLVWHQWHV FRP DV HVWLPDWLYDV IHLWDV QDV PHVPDV GDWDV GH DFRUGR FRP DV SUiWLFDV FRQWiEHLV DGRWDGDV QR %UDVLO DQWHULRUPHQWH ³%5 *$$3 DQWLJR´ $V RXWUDV H[FHo}HV REULJDWyULDV QmR VH DSOLFDUDPSRLV QmR KRXYH GLIHUHQoDV VLJQLILFDWLYDV FRP UHODomR DR %5 *$$3 DQWLJR QD iUHD GH UHYHUVmR GH DWLYRV H SDVVLYRV ILQDQFHLURV&RQFLOLDomR HQWUH %5 *$$3 DQWLJR H &3&V ± $EDL[R VHJXHP H[SOLFDo}HV VREUH RV DMXVWHV UHOHYDQWHV QRV EDODQoRV SDWULPRQLDLV H QD GHPRQVWUDomR GR UHVXOWDGRH GHSRLV DV FRQFLOLDo}HV DSUHVHQWDQGR D TXDQWLILFDomR GRV HIHLWRV GD WUDQVLomR*DVWRV SUpRSHUDFLRQDLV ± $Wp GH GH]HPEUR GHQRV WHUPRV GR %5 *$$3 DQWLJR D LQYHVWLGD (PEUDSRUW DGRWDYD FRPR SUiWLFD FRQWiELO D FDSLWDOL]DomR GH JDVWRV SUpRSH UDFLRQDLV QR JUXSR GH DWLYR GLIHULGR*DVWRV SUpRSHUDFLRQDLV TXH QmR SRVVDP VHU DWULEXtGRV DR FXVWR GH EHQV GR DWLYR LPRELOL]DGR RX j IRUPDomR GH DWLYRV LQWDQJtYHLV GHYHP VHU ODQoDGRV FRPR GHVSHVD LPHGLDWDPHQWH'HVVD IRUPDRV VDOGRV GH 5WDQWR HPž GH MDQHLUR TXDQWR HP GH GH]HPEUR GH IRUDP DMXVWDGRV1mR KDYLD DPRUWL]DomR UHFRQKHFLGD GXUDQWH R H[HUFtFLR GHWHQGR HP YLVWD TXH D &RPSDQKLD HQFRQWUDYDVH HP IDVH SUpRSHUDFLRQDO  &RQFLOLDo}HV GR SDWULP{QLR OtTXLGR HP GH GH]HPEUR GH ± &RQWURODGRUD %DL[D GH DWLYR 'H DFRUGR GLIHULGR 'H DFRUGR FRP %5 1RWD FRP ,&3& *$$3 DQWLJR  D

$WLYR &LUFXODQWH   &DL[D H HTXLYDOHQWHV GH FDL[D    ,QYHVWLPHQWR   

   ,QWDQJtYHO   

  

 7RWDO GR DWLYR  3DVVLYR H SDWULP{QLR OtTXLGR SDVVLYR D GHVFREHUWR

1mR FLUFXODQWH )LQDQFLDPHQWRV  ,PSRVWR GH UHQGD H FRQWULEXLomR VRFLDO GLIHULGRV 3DWULP{QLR OtTXLGR SDVVLYR D GHVFREHUWR

&DSLWDO VRFLDO  3UHMXt]RV DFXPXODGRV 

    



  





 



7RWDO GR SDVVLYR H SDWULP{QLR OtTXLGR SDVVLYR D GHV  

 FREHUWR   &RQFLOLDo}HV GR UHVXOWDGR GR SHUtRGR ILQGR HP  GH GH]HPEUR GH  ± 1mR KRXYH DMXVWHV GH DGRomR GDV QRYDV SUiWLFDV FRQWiEHLV SDUD R UHVXOWDGR GR H[HUFtFLR ILQGR HP  GH GH]HPEUR GH  ',5(725,$ 3DXOR +HQ\DQ <XH &HVHQD ± 'LUHWRU 3UHVLGHQWH ,ULQHX %HUDUGL 0HLUHOHV -XOLDQH 3IHLIIHU 0DULQKR 0DUFHOR )HOEHUJ &RQWDGRU +HUEHUW $GULDQR 4XLULQR GRV 6DQWRV ± &5&%$2³6´ 63

5HODWyULR GRV DXGLWRUHV LQGHSHQGHQWHV VREUH DV GHPRQVWUDo}HV ILQDQFHLUDV $RV DGPLQLVWUDGRUHV H DFLRQLVWDV GD 2GHEUHFKW 7UDQV3RUW 3DUWLFLSDo}HV 6$ ([DPLQDPRV DV GHPRQVWUDo}HV ILQDQFHLUDV LQGLYLGXDLV GD 2GHEUHFKW 7UDQV3RUW 3DUWLFLSDo}HV 6$ ³&RPSDQKLD´ TXH FRPSUHHQGHP R EDODQoR SDWULPRQLDO HP  GH GH]HPEUR GH  H DV UHVSHFWLYDV GHPRQVWUDo}HV GR UHVXOWDGR GR UHVXOWDGR DEUDQJHQWH GDV PXWDo}HV GR SDWULP{QLR OtTXLGR H GRV IOX[RV GH FDL[D SDUD R H[HUFtFLR ILQGR QHVVD GDWD DVVLP FRPR R UHVXPR GDV SULQFLSDLV SROtWLFDV FRQWiEHLV H DV GHPDLV QRWDV H[SOLFDWLYDV 5HVSRQVDELOLGDGH GD DGPLQLVWUDomR VREUH DV GHPRQVWUDo}HV ILQDQ FHLUDV ± $ DGPLQLVWUDomR GD &RPSDQKLD p UHVSRQViYHO SHOD HODERUDomR H DGHTXDGD DSUHVHQWDomR GHVVDV GHPRQVWUDo}HV ILQDQFHLUDV GH DFRUGR FRP DV SUiWLFDV FRQWiEHLV DGRWDGDV QR %UDVLO H SHORV FRQWUROHV LQWHUQRV TXH HOD GHWHUPLQRX FRPR QHFHVViULRV SDUD SHUPLWLU D HODERUDomR GH GHPRQVWUD o}HV ILQDQFHLUDV OLYUHV GH GLVWRUomR UHOHYDQWH LQGHSHQGHQWHPHQWH VH FDXVDGD SRU IUDXGH RX SRU HUUR 5HVSRQVDELOLGDGH GRV DXGLWRUHV LQGHSHQGHQWHV ± 1RVVD UHVSRQVDELOLGDGH p D GH H[SUHVVDU XPD RSLQLmR VREUH HVVDV GHPRQVWUDo}HV ILQDQFHLUDV FRP EDVH HP QRVVD DXGLWRULD FRQGX]LGD GH DFRUGR FRP DV QRUPDV EUDVLOHLUDV H LQWHUQDFLRQDLV GH DXGLWRULD (VVDV QRUPDV UHTXHUHP R FXPSULPHQWR GH H[LJrQFLDV pWLFDV SHOR DXGLWRU H TXH D DXGLWRULD VHMD SODQHMDGD H H[HFXWDGD FRP R REMHWLYR GH REWHU

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6$ HP  GH GH]HPEUR GH  R GHVHPSHQKR GH VXDV RSHUDo}HV H RV VHXV IOX[RV GH FDL[D SDUD R H[HUFtFLR ILQGR QHVVD GDWD GH DFRUGR FRP DV SUiWLFDV FRQWiEHLV DGRWDGDV QR %UDVLO 2XWURV DVVXQWRV ± 'HPRQVWUDo}HV ILQDQFHLUDV FRQVROLGDGDV ± &RQIRUPH GHVFULWR QD 1RWD  D &RPSDQKLD HODERURX VXDV GHPRQVWUDo}HV ILQDQFHLUDV FRQVROLGDGDV SDUD R H[HUFtFLR ILQGR HP  GH GH]HPEUR GH  GH DFRUGR FRP DV SUiWLFDV FRQWiEHLV DGRWDGDV QR %UDVLO H DSUHVHQWDGDV VHSDUDGDPHQWH GHVVDV GHPRQV WUDo}HV ILQDQFHLUDV LQGLYLGXDLV VREUH DV TXDLV HPLWLPRV UHODWyULR GH DXGLWRULD VHP PRGLILFDomR FRP GDWD GH  GH PDUoR GH  6DOYDGRU GH PDUoR GH

3ULFHZDWHUKRXVH&RRSHUV $XGLWRUHV ,QGHSHQGHQWHV &5&632

)HOLSH (GPRQG $\RXE &RQWDGRU &5&632

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conomia

Mônica Zarattini/AE

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5(/$7Ï5,2 '26 $'0,1,675$'25(6 ± 6HQKRUHV $FLRQLVWDV 6XEPHWHPRV j DSUHFLDomR GH 96DV DV GHPRQVWUDo}HV ¿QDQFHLUDV UHODWLYDV DR H[HUFtFLR VRFLDO ¿QGR HP  GH GH]HPEUR GH  DFRPSDQKDGDV GDV UHVSHFWLYDV QRWDV H[SOLFDWLYDV 6mR 3DXOR  GH PDUoR GH  $ $GPLQLVWUDomR

'HPRQVWUDomR GR UHVXOWDGR

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$7,92 &LUFXODQWH 'HPDLV FRQWDV D UHFHEHU 1mR FLUFXODQWH ,QYHVWLPHQWRV 

   

3$66,92 ( 3$75,0Ð1,2 /Ë48,'2 3DWULP{QLR OtTXLGR &DSLWDO VRFLDO  5HVHUYD GH FDSLWDO 5HVHUYD OHJDO 5HVHUYD SDUD UHDOL]DomR GH LQYHVWLPHQWR  $MXVWH DFXPXODGR GH FRQYHUVmR 

       

 7RWDO GR SDVVLYR H SDWULP{QLR OtTXLGR 7RWDO GR DWLYR  $V QRWDV H[SOLFDWLYDV GD $GPLQLVWUDomR VmR SDUWH LQWHJUDQWH GDV GHPRQVWUDo}HV ¿QDQFHLUDV

'HPRQVWUDomR GD PXWDomR GR SDWULP{QLR OtTXLGR H GR UHVXOWDGR DEUDQJHQWH HP PLOKDUHV GH UHDLV

&DSLWDO VRFLDO (P GH MXQKR GH GDWD GH FRQVWLWXL omR GD &RPSDQKLD  *DQKR QD YDULDomR GH SDUWLFLSDomR GH FRQWUR ODGD $MXVWH GH &3&  ± FRQWUDWRV GH FRQFHVVmR $MXVWH GH FRQYHUVmR GH LQYHVWLGDV QR H[WHULRU 7RWDO UHVXOWDGR DEUDQJHQWH GR SHUtRGR 5HVHUYD GH FDSLWDO 5HVHUYD OHJDO 5HVHUYD SDUD UHDOL]DomR GH LQYHVWLPHQWR  ,QWHJUDOL]DomR GH FDSLWDO 3UHMXt]R GR SHUtRGR 

$WULEXtYHO DRV DFLRQLVWDV GD FRQWURODGRUD $MXVWH GH 5HVHUYD 5HVHUYD SDUD DYDOLDomR 5HVHUYD GH UHDOL]DomR GH SDWUL OHJDO FDSLWDO LQYHVWLPHQWR PRQLDO

3UHMXt]RV DFXPX ODGRV

7RWDO GR SDWUL P{QLR OtTXLGR



   

   

 

 









    

     (P GH GH]HPEUR GH $V QRWDV H[SOLFDWLYDV GD $GPLQLVWUDomR VmR SDUWH LQWHJUDQWH GDV GHPRQVWUDo}HV ¿QDQFHLUDV

 

      

 

1RWDV H[SOLFDWLYDV GD $GPLQLVWUDomR jV GHPRQVWUDo}HV ¿QDQFHLUDV QR SHUtRGR GH GH MXQKR D GH GH]HPEUR GH HP PLOKDUHV GH UHDLV H[FHWR TXDQGR LQGLFDGR GH RXWUD IRUPD

 &RQWH[WR RSHUDFLRQDO ± ,QLFLDOPHQWH FRQVWLWXtGD VRE D UD]mR VRFLDO GH 9DQHVH 63 3DUWLFLSDo}HV 6$ WHYH VXD GHQRPLQDomR DOWH UDGD SDUD 273 7UDQV3RUW 6$ ³273 7UDQVSRUW´ H LQLFLRX VXDV RSH UDo}HV HP  GH MXQKR GH  WHQGR FRPR REMHWLYR D SDUWLFLSDomR HP RXWUDV VRFLHGDGHV FLYLV RX FRPHUFLDLV FRPR VyFLD DFLRQLVWD RX TXRWLVWD SRGHQGR UHSUHVHQWDU VRFLHGDGHV QDFLRQDLV RX HVWUDQJHL UDV (P  GH VHWHPEUR GH  D &RPSDQKLD DXPHQWRX VHX FDSL WDO VRFLDO HP PDLV 5  FRP D HPLVVmR GH  QRYDV Do}HV RUGLQiULDV LQWHJUDOPHQWH VXEVFULWDV H LQWHJUDOL]DGDV SHOD DFLRQLVWD 2GHEUHFKW 6$ ³2'%´  FRP SDUWLFLSDomR QD 2GHEUHFKW 7UDQV3RUW 6$ ³273´  (P  GH QRYHPEUR GH  IRL DSURYDGD D DOWHUDomR GD GHQRPLQDomR VRFLDO GD &RPSDQKLD GH 9DQHVH 63 3DUWLFLSDo}HV 6$SDUD 273 7UDQV3RUW 6$  5HVXPR GDV SULQFLSDLV SROtWLFDV FRQWiEHLV ± $V SULQFLSDLV SR OtWLFDV FRQWiEHLV DSOLFDGDV QD SUHSDUDomR GHVWDV GHPRQVWUDo}HV ¿QDQFHLUDV HVWmR GHVFULWDV DEDL[R  %DVH GH SUHSDUDomR ± $V GHPRQVWUDo}HV ¿QDQFHLUDV LQGLYLGXDLV GD FRQWURODGRUD IRUDP HODER UDGDV H HVWmR VHQGR DSUHVHQWDGDV GH DFRUGR FRP DV SUiWLFDV FRQ WiEHLV DGRWDGDV QR %UDVLO LQFOXLQGR RV SURQXQFLDPHQWRV HPLWLGRV SHOR &RPLWr GH 3URQXQFLDPHQWRV &RQWiEHLV &3&V  (VWDV VmR DV SULPHLUDV GHPRQVWUDo}HV ¿QDQFHLUDV DSUHVHQWDGDV GH DFRUGR FRP RV &3&V SHOD &RPSDQKLD $ SUHSDUDomR GH GHPRQVWUDo}HV ¿QDQFHL UDV UHTXHU R XVR GH FHUWDV HVWLPDWLYDV FRQWiEHLV FUtWLFDV H WDPEpP R H[HUFtFLR GH MXOJDPHQWR SRU SDUWH GD $GPLQLVWUDomR GD &RPSD QKLD QR SURFHVVR GH DSOLFDomR GDV SROtWLFDV FRQWiEHLV $V SUHVHQWHV GHPRQVWUDo}HV ¿QDQFHLUDV IRUDP DSURYDGDV SHOD 'LUHWRULD GD &RP SDQKLD HP  GH PDUoR GH  1DV GHPRQVWUDo}HV ¿QDQFHLUDV

LQGLYLGXDLV DV FRQWURODGDV VmR FRQWDELOL]DGDV SHOR PpWRGR GH HTXL YDOrQFLD SDWULPRQLDO  'HPDLV DWLYRV FLUFXODQWHV ± 2V GHPDLV DWLYRV VmR DSUHVHQWDGRV SHOR YDORU GH FXVWR RX UHDOL]DomR LQFOXLQGR TXDQGR DSOLFiYHO RV UHQGLPHQWRV H DV YDULDo}HV PRQHWiULDV DXIHUL GRV DWp D GDWD GR EDODQoR 4XDQGR QHFHVViULD p FRQVWLWXtGD SURYL VmR SDUD UHGXomR DRV VHXV YDORUHV GH UHFXSHUDomR  ,QYHVWLPHQWR ± D ,QYHVWLPHQWRV HP FRQWURODGDV GLUHWDV 4XDQWLGDGH GH 3DUWLFL 3DWUL 3UHMXt]R TXRWDV RX Do}HV SDomR P{QLR GR SH SRVVXtGDV GLUHWD 

OtTXLGR UtRGR

273     

3DUD ¿QV GH FiOFXOR GD HTXLYDOrQFLD SDWULPRQLDO IRL FRQVLGHUDGR R UHVXOWDGR SURSRUFLRQDO YLVWR TXH R LQYHVWLPHQWR IRL WUDQVIHULGR QR GHFRUUHU GR H[HUFtFLR GH  1RWD   E ,QIRUPDo}HV VREUH LQYHVWLPHQWRV ± 273 ± $V SULQFLSDLV DWLYL GDGHV GHVHQYROYLGDV SHOD 273 VmR ‡ &RQFHVVmR GH REUDV H VHUYL oRV S~EOLFRV YROWDGRV SDUD D SUHVWDomR GH VHUYLoRV GH H[HFXomR JHVWmR H ¿VFDOL]DomR GH DWLYLGDGHV UHODFLRQDGDV j RSHUDomR FRQ VHUYDomR PHOKRUDPHQWR DPSOLDomR H UHFXSHUDomR GH URGRYLDV IHU URYLDV KLGURYLDV RX HVWUDGDV GH URGDJHQV H QHJyFLRV D¿QV ‡ /RJtV WLFD HVSHFL¿FDPHQWH D SUHVWDomR GH VHUYLoRV GH H[HFXomR JHVWmR H ¿VFDOL]DomR GH DWLYLGDGHV UHODFLRQDGDV j RSHUDomR FRQVWUXomR FRQVHUYDomR PHOKRUDPHQWR DPSOLDomR H UHFXSHUDomR GH UHWURiUH DV DUPD]pQV DOIDQGHJDGRV FHQWURV GH GLVWULEXLomR WHUPLQDLV SRUWX iULRV S~EOLFRV RX SULYDGRV GH TXDOTXHU QDWXUH]D RX WLSR GH FDUJD GXWRV GHQWUH RXWURV ‡ 7UDQVSRUWH XUEDQR LQFOXLQGR VHP OLPLWDomR WUDQVSRUWH PHWURYLiULR WUHQV H {QLEXV HVSHFL¿FDPHQWH D SUHVWDomR

3HUtRGR GH GH MXQKR D GH GH]HPEUR GH HP PLOKDUHV GH UHDLV H[FHWR TXDQGR LQGLFDGR GH RXWUD IRUPD



5HVXOWDGR GH SDUWLFLSDomR VRFLHWiULD 

3UHMXt]R GR SHUtRGR  

3UHMXt]R SRU DomR $V QRWDV H[SOLFDWLYDV GD $GPLQLVWUDomR VmR SDUWH LQWHJUDQWH GDV GHPRQVWUDo}HV ¿QDQFHLUDV

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S. Magalhães S.A. Logística em Comércio Exterior CNPJ nº 58.130.089/0001-90 Relatório da Diretoria Senhores Acionistas: Submetemos à apreciação de V.Sas. as Demonstrações Financeiras relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2010 ficando esta Diretoria à disposição para quaisquer esclarecimentos que Demonstração do Resultado julgarem necessários ao perfeito conhecimento das contas apresentadas. Santos, 07 de abril de 2011. A Diretoria. 2010 2009 Balanço Patrimonial Encerrado em 31 de Dezembro de 2010 (Em Reais) A T I V O 2010 2009 P A S S I V O 2010 2009 Receita (-) Custos Operacionais 23.541.948 25.490.557 Circulante 6.115.892 9.176.120 Circulante 3.424.066 6.004.657 (-) Impostos 4.453.828 4.698.238 Disponibilidades 746.649 2.925.360 Fornecedores 542.780 1.681.638 Receita Operacional Liquida 19.088.120 20.792.319 Contas a Receber 156.056 61.599 Despachos em Processamento 2.010.160 3.062.077 Despesas Administrativas, Sociais e Tributarias 17.287.312 18.726.006 Clientes 754.921 2.127.334 Obrig. Previdenciárias e Tributárias 772.873 1.193.086 Resultado Operacional 1.800.808 2.066.314 Titulos e Valores Mobiliarios 4.194.589 3.861.797 Provisão 1/3 de Férias 98.253 67.856 Arrendamento Mercantil 1.641.855 2.248.498 Tributos a Compensar 263.677 200.030 Patrimonio Liquido 7.695.274 7.649.078 Depreciações 120.325 130.963 Não Circulante 5.003.448 4.477.615 2.812.600 2.812.600 Receitas/Despesas Financeiras 246.521 294.313 Valores em Litigio 1.970.082 1.854.830 Capital Social 664.406 664.406 Receitas não Operacionais 254.088 818.017 Recursos Trabalhistas 234.171 246.332 Reservas de Capital Reservas de Lucros 4.618.268 4.572.072 Resultado do Exercício 46.195 799.182 Investimentos 778.379 823.492 (400.000) (400.000) Lucro por Ação Imobilizado 2.020.816 1.552.961 Ações em Tesouraria 0,016 0,284 Total 11.119.340 13.653.735 Total 11.119.340 13.653.735 Demonstração de Fluxo de Caixa Método Indireto Demonstrativo das Mutações do Patrimônio Líquido/2010 Fluxo de caixa das Atividades Operacionais 2010 2009 46.195 799.183 Capital Social Res. de Capital Res. de Lucros Result. do Exercício Ações em Tesouraria Patrim. Líquido Lucro líquido do exercicio 120.325 130.963 Saldos em 31.12.09 2.812.600 664.406 3.772.890 799.182 (400.000) 7.649.078 Ajustes p/ reconciliar o luc. líquido - Depreciação Variações nos ativos e passivos (2.085.474) 2.183.563 Resultado de 2009 799.182 (799.182) Resultado de 2010 46.195 46.195 Recursos líquidos gerados pelas (1.918.954) 3.113.709 Saldos em 31.12.10 2.812.600 664.406 4.572.072 46.195 (400.000) 7.695.273 Atividades Operacionais Fluxo de caixa das Atividades de Investimentos (259.757) (1.407.229) Notas Explicativas Fluxo de caixa das Atividades 1 - A s D e m o n s t r a ç õ e s F i n a n c e i r a s f o r a m e l a b o r a d a s d e a c o r d o c o m a s N o r m a s d a L e i d a s S o c i e d a d e s A n ô n i m a s de Financiamentos - Lucros distribuídos 0 (1.024.895) e L e g i s l a ç ã o e m v i g o r . 2 - A s r e c e i t a s e d e s p e s a s f o r a m r e g i s t r a d a s s e g u n d o r e g i m e d e C o m p e t ê n c i a . 3 - O Aumento/Red. líquido de cxa e equiv. de cxa (2.178.711) 681.585 C a p i t a l S o c i a l d a e m p r e s a d e R $ 2 . 8 1 2 . 6 0 0 , 0 0 é r e p r e s e n t a d o p o r 2 . 8 1 2 . 6 0 0 d e A ç õ e s O r d i n á r i a s N o m i n a t i v a s n o No inicio do Exercicio 2.925.360 2.243.775 valor nominal de R$ 1,00 cada uma. José Antonio Gotti TC - CRC -1SP092525/O-2 No final do Exercicio 746.649 2.925.360

Menor pr eço pelo mesmo espaço preço espaço,, só no DC P U B L I C I D A D E - Fone: 11 3244-3344 / Fax: 11 3244-3894

O Jornal do Empreendedor

Estudo informa que obras ficarão inacabadas para a Copa do Mundo

Aeroportos: governo rebate Ipea.

O

ministro da secretaria-geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, criticou ontem de forma dura a divulgação de um estudo sobre a situação dos aeroportos brasileiros feita na semana passada por um pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). "Muita gente profetiza desgraça e diz que o Brasil não tem condições de realizar a Copa do Mundo", disse Carvalho. "Há setores da sociedade que não venceram o complexo de vira-lata", acrescenta. Após participar da cerimônia de comemoração do Dia do Exército no Quartel-General, Carvalho disse que o Brasil realizará uma grande Copa do Mundo. Ele avaliou que o cronograma das obras está no ritmo adequado. "Não há um clima de desespero, a Copa vai acontecer, e bem. Vamos cumprir tudo o que acertamos com

a Fifa. O governo está atento e não há desespero nem irresponsabilidade", declarou ele. O ministro disse que o estudo não representa nem a visão do Ipea, nem a do governo, mas uma visão de um pesquisador. "Não estamos nem um pouco preocupados com o relatório dessa pessoa", disse. Obras – Na semana passada, o Ipea divulgou a nota técnica "Aeroportos no Brasil: investimentos recentes, perspectivas e preocupações". O estudo, que foi apresentado pelo coordenador de Infraestrutura Econômica do Ipea, Carlos Campos Neto, indicou que, mesmo com os investimentos de R$ 5,6 bilhões programados pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), 9 dos 13 aeroportos de cidades brasileiras que vão receber jogos da Copa do Mundo de 2014 não terão concluídas as obras necessárias de expansão em tempo hábil. (AE)


DIĂ RIO DO COMĂ&#x2030;RCIO

quarta-feira e quinta-feira, 20 e 21 de abril de 2011

ECONOMIA/LEGAIS - 31

Suzuki vai para Itumbiara, Goiås. Endereço da primeira fåbrica da marca japonesa fora do Japão deve ser anunciado no próximo mês, segundo representantes da federação das indústrias.

A

marca japonesa Suzuki vai construir sua primeira fåbrica de automóveis no Brasil em Itumbiara, no sul de Goiås. A linha de montagem começarå a operar no início de 2013. A informação foi confirmada ontem por Pedro Alves de Oliveira, presidente da Federação das Indústrias no Estado de Goiås (Fieg). "Serå mesmo em Itumbiara", disse ele. "E o fato de a empresa se instalar lå Ê positivo porque descentraliza o desenvolvi-

mento industrial do Estado de Goiås", comentou Oliveira. De acordo com o dirigente, a chegada da Suzuki a Goiås vai atrair outros investimentos do setor. Procurada ontem, a direção da empresa não confirmou a decisão. A montadora estava dividida entre três municípios goianos. AlÊm de Itumbiara, disputaram o projeto as cidades de Anåpolis, onde estå a Hyundai/Caoa, e Catalão, sede da Mitsubishi. Nos últimos meses, ocorreu

uma intensa disputa entre as cidades, na expectativa de conquistar os investimentos iniciais do grupo. "Nenhuma montadora do porte da Suzuki sai do papel por menos de US$ 200 milhĂľes", disse Alexandre Baldy, secretĂĄrio da IndĂşstria e ComĂŠrcio de GoiĂĄs. DecisĂŁo â&#x20AC;&#x201C; O governador de GoiĂĄs, Marconi Perillo (PSDB), que ficou no meio do fogo cruzado entre as duas cidades que mais disputaram o investimento â&#x20AC;&#x201C; CatalĂŁo e Itumbiara â&#x20AC;&#x201C;, antecipou na semana passada

que a decisão da companhia seria feita "a partir do ponto de vista tÊcnico e não político". Jå o secretårio Baldy revelou que os executivos do grupo sempre deixaram claro que preferiam ficar mais próximo do porto, por questþes de logística, evitando dividir espaço com outro concorrente. "De fato, jå assinamos o protocolo de intenção", disse Baldy. "PorÊm, não posso comentar, de forma definitiva, pois isso cabe à empresa divulgar". Para garantir a instalação da

Suzuki, o Estado de Goiås ofereceu a årea para construção da linha de montagem, mais investimentos em infraestrutura e R$ 2,1 bilhþes em financiamento de incentivos fiscais, que jå foram liberados pelo presidente da Goiås Fomento, à lvaro Fonseca, para a SBV Automotores, que representa as marcas Suzuki e a Mitsubishi no Brasil. Fontes do setor industrial disseram que o anúncio oficial da fåbrica estå previsto para a primeira semana de maio,

quando tambÊm serão divulgados os valores do investimento da primeira montadora da marca fora do Japão. Em outubro, o grupo jå havia anunciado que o jipe Jimny, com tração 4x4, motor 1.3, 16 vålvulas, 85 HPs de potência e capacidade para transportar atÊ quatro passageiros serå o primeiro veículo a ser montado. A produção inicial estå prevista para 3 mil unidades ao ano. O modelo ocuparå faixa de mercado ainda sem concorrentes no País. (AE)

Springer S.A.

NOSSAS AĂ&#x2021;Ă&#x2022;ES SĂ&#x192;O NEGOCIADAS NAS BOLSAS DE VALORES

CNPJ NÂş 92.929.520/0001-00 - SOCIEDADE DE CAPITAL ABERTO RELATĂ&#x201C;RIO DA ADMINISTRAĂ&#x2021;Ă&#x192;O Senhores Acionistas: Submetemos a apreciação de V.Sas., o RelatĂłrio da Administração e as Demonstraçþes ContĂĄbeis relativas ao exercĂ­cio social encerrado em 31 de dezembro de 2010, cujo resultado nela apresentado, reflete os efeitos dos resultados com nossas coligadas/controladas da ordem de R$ 6,994 milhĂľes. A economia em 2010 apresentou um crescimento, resultado do aumento da renda e do nĂ­vel de emprego, da confiança do consumidor e da disponibilidade de crĂŠdito. Nesse cenĂĄrio, faz-se necessĂĄrio comentĂĄrio individualizado do desempenho de cada empresa, conforme a seguir: SPRINGER PLĂ STICOS DA AMAZĂ&#x201D;NIA S.A. Empresa controlada (95,59192% do capital total), IndĂşstria de injeção de plĂĄsticos de Engenharia com clientes no segmento eletroeletrĂ´nico (televisores), monitores de vĂ­deo e peças de motocicletas. O resultado da empresa em 2010 comparado com o mesmo perĂ­odo de 2009, obteve uma recuperação na ordem de 2,74% e o faturamento obteve um crescimento da ordem de 5,16%. A empresa aumentou sua participação com incremento de novos produtos nos clientes

alÊm da conquista de novos clientes ao longo do exercício. Medidas internas de contenção de despesas continuam sendo executadas que certamente contribuirão para a redução de ajuda financeira dos acionistas. ZIEMANN-LIESS Måquinas e Equipamentos Ltda. Empresa coligada (29,8310% do capital total), Indústria mecânica que tem como atividade principal desenvolver e prover soluçþes para a indústria de bebidas, alimentos, processamento de fluídos e transporte de líquidos. Em 2010 o faturamento líquido foi de R$ 108,655 milhþes com resultado líquido após impostos de R$ 5,497 milhþes, que representam 5,06% do faturamento líquido. Nosso faturamento teve um acrÊscimo de 60% em relação ao exercício anterior, mas obteve uma redução de performance de 6% para 5,06%. Consideramos o resultado positivo, face às dificuldades do mercado, tendo em vista a entrada de concorrentes europeus. PLASTWAL Latino Americana Indústria e ComÊrcio Ltda. Empresa controlada (47,3852 % do capital total) tem como objeto social a fabricação, industrialização, comercialização e beneficiamento para terceiros de

plåsticos laminados, rígidos, semi-rígidos, flexíveis, resinas sintÊticas e resinas em geral, emulsþes e granulados. Neste exercício de 2010, as vendas continuaram a níveis abaixo da expectativa, ainda em função da concorrência acirrada com os materiais importados a preços muito abaixo do mercado interno, bem como da elevação dos preços de nossas principais matÊrias-primas. As taxas cambiais muito baixas contribuíram de maneira dråstica para perda de nossa competitividade no mercado exterior. NORDEPLAST Indústria e ComÊrcio de Plåsticos Ltda. Empresa coligada (53,7878% do capital total) tem como objeto social a fabricação, industrialização, comercialização, importação, exportação e beneficiamento para terceiros de plåsticos laminados rígidos, semi-rígidos, flexíveis, com e sem reforço, resinas sintÊticas e resinas em geral, emulsþes e granulados. Neste exercício conseguimos manter uma condição de razoåvel estabilidade nas operaçþes, sempre dentro das expectativas e planejamento para o respectivo exercício. Os níveis de vendas acompanharam os índices do setor, não conseguindo uma

expansĂŁo maior tendo em vista a atual situação de forte concorrĂŞncia com a entrada de produtos estrangeiros no paĂ­s, bem como, os expressivos aumentos das principais matĂŠrias primas que compĂľem os seus produtos. Apesar da pressĂŁo do mercado sobre os preços praticados obteve-se melhor lucratividade em relação ao perĂ­odo anterior. DECLARAĂ&#x2021;Ă&#x192;O DOS DIRETORES. Em observância Ă s disposiçþes constantes nos incisos V e VI do § 1Âş do artigo 25 da Instrução CVM nÂş 480, de 07/12/2009, DECLARAM que reviram, discutiram e concordaram com as demonstraçþes contĂĄbeis relativas ao exercĂ­cio social encerrado em 31 de dezembro de 2010, bem como que reviram, discutiram e concordaram com as opiniĂľes expressas no Parecer emitido pela Confidor Auditores Associados. AUDITORES INDEPENDENTES. Em atendimento Ă  Instrução CVM 381/2003, informamos que o contrato em vigor com os auditores independentes, somente se relacionam aos trabalhos de auditoria externa. Cotia, 29 de março de 2011. A Administração

BALANĂ&#x2021;O PATRIMONIAL EM 31 DE DEZEMBRO 2010 E 2009 - (Em milhares de reais) Controladora Consolidado P A S S I V O Controladora Consolidado 2010 2009 2010 2009 2010 2009 2010 2009 CIRCULANTE CIRCULANTE DisponĂ­vel EmprĂŠstimos e financiamentos ................. - 10.456 15.141 Caixa e bancos............................................. 38 65 1.614 882 Fornecedores ............................................ 7.774 13.687 1.696 2.874 1.696 2.910 Obrigaçþes sociais e fiscais ...................... 723 4.273 4.237 Aplicaçþes de liquidez imediata ................... 710 1.734 2.939 3.310 3.792 Adiantamentos de clientes ........................ 16 64 CrĂŠditos Dividendos a pagar.................................... 1.281 15 1.281 15 Duplicatas a receber .................................... - 10.629 14.190 ProvisĂŁo para fĂŠrias e outras..................... 53 53 1.284 1.220 Impostos a recuperar ................................... 2.080 3.826 3.684 5.302 Outras exigibilidades ................................. 5 2 1.666 2.817 1.600 1.600 Outros crĂŠditos ............................................. 1.002 3.250 2.195 Prov. p/ I. renda e contrib. social - diferido . - 11.441 11.321 Total do circulante ................................... 2.049 2.393 26.750 38.781 Estoques....................................................... 3.082 3.826 29.004 33.008 NĂ&#x192;O CIRCULANTE 1.969 1.976 6 3 106 40 EmprĂŠstimos e financiamentos ................. Despesas antecipadas pagas ...................... 3.968 3.352 3.088 3.829 29.110 33.048 Impostos parcelados ................................. 3.637 1.150 803 4.822 6.768 32.420 36.840 ProvisĂľes p/ contingĂŞncias........................ Total do circulante...................................... 5 5 1.282 5 Outras obrigaçþes ..................................... NĂ&#x192;O CIRCULANTE ..................................... 5 3.642 8.369 6.136 CrĂŠditos com entidades controladas/ligadas 10.085 9.416 - Total do nĂŁo circulante............................ Impostos diferidos - difer. temporĂĄrias ......... 456 456 456 456 PATRIMĂ&#x201D;NIO LĂ?QUIDO 78.246 78.246 78.246 78.246 4.652 4.676 Capital social ............................................. Outros valores .............................................. 132 132 132 132 10.541 9.872 5.108 5.132 Reservas de capital ................................... 1.007 1.184 1.007 1.184 Investimentos................................................ 82.221 80.900 64.569 62.791 Reserva de reavaliação............................. 15.130 12.388 15.130 12.388 Imobilizado lĂ­quido........................................ 249 324 45.116 49.858 Reservas de lucros.................................... 1.266 1.253 1.266 1.253 2 1.374 133 1.568 Ajuste de avaliação patrimonial................. IntangĂ­vel lĂ­quido .......................................... 95.781 93.203 95.781 93.203 82.472 82.598 109.818 114.217 - 16.446 18.069 93.013 92.470 114.926 119.349 Participação dos nĂŁo controladores .......... Total do nĂŁo circulante .............................. 95.781 93.203 112.227 111.272 Total do PatrimĂ´nio LĂ­quido ................... 97.835 99.238 147.346 156.189 Total do ATIVO ............................................ 97.835 99.238 147.346 156.189 Total do PASSIVO e PATRIM. LĂ­QUIDO .. As notas explicativas sĂŁo partes integrantes das demonstraçþes contĂĄbeis DEMONSTRAĂ&#x2021;Ă&#x192;O DAS MUTAĂ&#x2021;Ă&#x2022;ES DO PATRIMĂ&#x201D;NIO LĂ?QUIDO PARA OS EXERCĂ?CIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 E 2009 - (Em milhares de reais) Reservas de lucros Capital Res. de Res. de Reser. Ret. de Lucros a Ajuste de Lucros Total Particip. de social capital reaval. legal lucros realizar aval. patrim. acumul. Controladora nĂŁo Control. Total Saldos em 31/12/2008........................................ 78.246 132 1.362 4.699 1.000 10.551 95.990 22.762 118.752 Apropriação de ajuste de avaliação patrimonial reflexiva por ajuste efetuado pela coligada Springer PlĂĄsticos da AmazĂ´nia S/A.................. 1.253 1.253 1.253 ReversĂŁo por realização em recebimento de dividendos da coligada Ziemann-Liess............. (1.198) 1.198 Realização da reserva de reavaliação................ (178) 178 Ajuste de avaliação patrimonial.......................... 933 933 ReversĂŁo de dividendos nĂŁo reclamados prescritos 45 45 45 Resultado do exercĂ­cio ....................................... - (4.085) (4.085) (5.626) (9.711) ReversĂŁo de reservas de ret. de lucros e - (1.000) (1.664) 2.664 reservas de lucros a realizar para comp. de prej. Saldos em 31/12/2009........................................ 78.246 132 1.184 4.699 0 7.689 1.253 0 93.203 18.069 111.272 Apropriação de ajuste de avaliação patrimonial reflexiva por ajuste efetuado pela coligada Springer PlĂĄsticos da AmazĂ´nia S/A.................. 13 13 13 Ajustes de exercĂ­cios anteriores......................... (14) (14) Realização da reserva de reavaliação................ (177) 177 ReversĂŁo da reserva por dividendos recebidos (1.193) 1.193 Resultado do exercĂ­cio ....................................... 3.830 3.830 (1.609) 2.221 Destinaçþes do resultado: - Reserva legal.................................................. 191 (191) - Dividendos propostos ( Nota 16.1) ................ - (1.265) (1.265) - (1.265) - 3.744 - (3.744) - TransferĂŞncia p/ reserva de lucros.................. 132 1.007 4.890 3.744 6.496 1.266 95.781 16.446 112.227 Saldos em 31/12/2010........................................ 78.246 As notas explicativas sĂŁo partes integrantes das demonstraçþes contĂĄbeis

DEMONSTRAĂ&#x2021;Ă&#x192;O DOS RESULTADOS DOS EXERCĂ?CIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO 2010 E 2009 - (Em milhares de reais) Controladora Consolidado 2010 2009 2010 2009 REC. BRUTA DE VENDAS E SERV..... - 87.829 94.069 - (16.910) (21.273) (-) Impostos s/ vendas, devol. e abatim. RECEITA LĂ?QUIDA DE VENDAS......... - 70.919 72.796 - (61.219) (66.869) (-) Custo dos produtos vendidos ......... 9.700 5.927 LUCRO BRUTO................................... DESPESAS/RECEITAS OPERAC. Com vendas ........................................ - (4.433) (3.106) Gerais e administrativas ...................... (2.869) (4.000) (14.342) (16.196) HonorĂĄrios da administração............... (720) (489) (804) (829) 767 1.714 (1.469) (3.140) Financeiras lĂ­quidas............................. (2.822) (2.775) (21.048) (23.271) OUTRAS REC./DESPESAS OPERAC. Resultado de equivalĂŞncia patrimonial (4.797) (1.388) 1.640 1.239 Dividendos de particip. societĂĄrias ...... 11.791 2.721 11.791 2.721 Prov. p/ajuste de invest. soc.control..... (3.637) Ganhos e perdas de capital-partic.societ. (59) (24) (59) (24) Resultado de alienação de imobilizado (44) (239) 8 5.756 Outras receitas e despesas operac..... 6.652 (2.328) 13.380 9.692 Resultado antes do IR e CSLL ............ 3.830 (5.103) 2.032 (7.652) (+) Imp. de renda e contr. Soc.-dif. temp. 2.618 2.618 (1.600) - (1.600) (-) Imposto de renda e contr. social ..... 3.830 (4.085) 2.032 (6.634) Resultado lĂ­quido do exercĂ­cio............. 1.798 1.720 Participação dos nĂŁo controladores .... 3.830 (4.914) = Particip. acionistas controladores ..... Quantidade de açþes do capital social 12.647.103 12.647.103 Resultado lĂ­quido por ação em R$ ...... 0,3028 (0,3230) As notas explicativas sĂŁo partes integrantes das demonstraçþes contĂĄbeis

DEMONSTRAĂ&#x2021;Ă&#x192;O DOS FLUXOS DE CAIXA DOS EXERCĂ?CIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 E 2009 - (Em milhares de reais) Controladora Consolidado 2010 2009 2010 2009 Fluxo de caixa proveniente das operaçþes: 3.830 (4.085) 3.830 (4.085) Lucro / prejuĂ­zo lĂ­quido do exercĂ­cio ............ Itens que nĂŁo afetam o caixa: Depreciaçþes e amortizaçþes ........................ 117 119 5.294 6.016 Resultado da venda do ativo permanente ...... 44 710 237 Perdas de capital-alteração % de participação 59 24 59 24 - (2.069) ReversĂŁo de provisĂľes ................................... (2.069) Resultado da equivalĂŞncia patrimonial ........... 4.797 1.389 (1.640) (1.239) ContingĂŞncia trabalhistas, cĂ­veis e tributĂĄrias 2.308 2.308 (1.626) Ajuste do resultado de exercĂ­cios anteriores .. (73) - (1.798) (1.720) Participação minoritĂĄria no resultado ............. 9.086 (2.553) 6.621 (2.393) Variaçþes no ativo circ. e real. a longo prazo Duplicatas a receber........................................ - (3.878) (6.030) Adiantamentos a fornecedores........................ (523) Impostos a compensar e diferidos................... 1.745 (1.563) 2.026 (2.339) Outros crĂŠditos ................................................ - 8.072 59 8.597 Estoques.......................................................... (119) (770) Despesas antecipadas .................................... (3) (64) (10) CrĂŠditos com entidades controladas e ligadas (669) (7.128) (669) DepĂłsitos e cauçþes ....................................... 24 (1.571) - (1.002) Outros crĂŠditos e valores................................. (1.002) 71 (619) (4.146) (2.123) Variaçþes no passivo circ. e nĂŁo circulante Fornecedores................................................... 1.527 3.325 Sinais de clientes............................................. (2) 18 SalĂĄrios e encargos sociais + prov. trabalhistas (661) (312) (828) Obrigaçþes fiscais e sociais ........................... (13) 654 438 556 Outras exigibilidades ....................................... 4 (175) (1.195) 786 Dividendos a pagar.......................................... 1.266 (1.462) 1.266 (1.462) ProvisĂľes para i. renda e contr. social-diferidos (1.600) (1.018) (1.600) (1.018) ProvisĂŁo p/ contingĂŞncias................................ - 3.637 322 (1.149) Impostos parcelados........................................ 1.011 1.754 879 398 Obrig. fiscais-ICMS subvenção p/investimentos (343) 975 2.334 2.380 8.814 (2.197) 4.809 (2.136) Total das atividades operacionais ............... Atividades de investimentos ......................... Invest. e adiantamentos p/ aumento de capital (9.879) (5.353) (9.879) Pagamento por compra de imobilizado .......... (129) (53) (1.250) (9.305) Recebimento por venda de imobilizado .......... 45 87 3 (2) (33) (2) IntangĂ­vel ........................................................ Total das atividades de investimentos ........ (9.960) (5.408) (11.075) (9.307) Atividades de financiamento ......................... EmprĂŠstimos e financiamentos de curto prazo - (3.434) (2.443) EmprĂŠstimos e financiamentos nĂŁo circulante - (1.257) 1.479 Integraliz. de cap./adiantÂş p/fut. aumento de cap. 6.000 2.819 Dividendos recebidos ..................................... 1.193 1.198 1.193 1.198 ReversĂŁo de dividendos prescritos ................. 45 45 Recebimento/pagamento partes relacionadas 4.533 Pagamento de dividendos .............................. (1.265) - (1.265) 13 1.253 13 1.324 Ajuste de avaliação patrimonial - reflexiva ...... (59) 2.496 5.783 4.422 Recursos lĂ­q. utilizados nas ativ. de financ... (483) (7.021) Total dos efeitos de caixa ............................. (1.205) (5.109) Variação no caixa Saldo final de caixa e aplicaçþes financeiras . 1.734 2.939 3.310 3.792 2.939 8.048 3.793 10.813 Saldo inicial de caixa e aplicaçþes financeiras (483) (7.021) Variação no caixa ............................................ (1.205) (5.109) As notas explicativas sĂŁo partes integrantes das demonstraçþes contĂĄbeis

AT I V O

NOTAS EXPLICATIVAS Ă&#x20AC;S DEMONSTRAĂ&#x2021;Ă&#x2022;ES CONTĂ BEIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 1. Contexto Operacional - A companhia, com sede em Cotia/SP tem por objetivo 2V HVWRTXHVHP H HVWmR DYDOLDGRV SHOR FXVWR PpGLR SRQGHUDGR Âą preponderante a participação societĂĄria de outras Companhias no contexto de par- PpGLD Âż[D PHQVDO QmR H[FHGHQGR R YDORU GH PHUFDGR RX GH UHSRVLomR ticipação e/ou controle. 8. Imposto De Renda Diferido â&#x20AC;&#x201C; (Consolidado) â&#x20AC;&#x201C; R$ mil 2. Apresentação das Demonstraçþes ContĂĄbeis - A Companhia estĂĄ apresentanControladora Consolidada do as demonstraçþes contĂĄbeis individuais e consolidadas. As demonstraçþes conDescrição 2010 2009 2010 2009 tĂĄbeis individuais sĂŁo de responsabilidade da Administração e foram elaboradas de acordo com as prĂĄticas contĂĄbeis adotadas no Brasil as quais abrangem Lei das So- Diferenças temporais............................. ciedades por Açþes (Lei 6.404/76) incluindo, os dispositivos introduzidos, alterados Ativas: (nĂŁo circulante) .......................... 329 329 329 329 ou revogados pelas Leis 11.638/07 e 11.941/09, os Pronunciamentos TĂŠcnicos, as IRPJ....................................................... 127 127 127 127 Orientaçþes e as Interpretaçþes emitidas pelo ComitĂŞ de Pronunciamentos ContĂĄ- CSLL...................................................... 456 456 456 456 beis (CPC) e as normas estabelecidas pela ComissĂŁo de Valores MobiliĂĄrios â&#x20AC;&#x201C; CVM. As demonstraçþes contĂĄbeis consolidadas foram preparadas de acordo com os prin- 2V FiOFXORV IRUDP SUDWLFDGRV HP FRQIRUPLGDGH FRP R TXH FRQVWD QD 1RWD  cĂ­pios de consolidação presentes na legislação societĂĄria e na instrução 247/96 da ComissĂŁo de Valores MobiliĂĄrios â&#x20AC;&#x201C; CVM. As presentes demonstraçþes ContĂĄbeis 9. Investimentos â&#x20AC;&#x201C; R$ mil - a) - Investimentos em sociedades controladas/ coligadas - avaliadas ao MEP Result. foram aprovadas pelo Conselho de Administração da Companhia em 29/03/2011. Capital Patrim. exercĂ­cio 3. Resumo das Principais PrĂĄticas ContĂĄbeis - A Lei n° 11.638/07 bem como a Açþes/ social lĂ­quido findo em Lei 11.941/09, foram aplicadas pela entidade e, para adoção dessas prĂĄticas conParticip.% quotas realiz. 31/12/10 31/12/10 tĂĄbeis e preparação das demonstraçþes contĂĄbeis, a empresa adotou os seguintes 95,5919 1.832 22.626 499 (5.520) procedimentos: 3.1 Caixa e equivalentes de caixa - Incluem os saldos de dinheiro Springer PlĂĄst. da AmazĂ´nia S/A........ 47,3852 36.871 36.871 18.027 (4.681) em caixa, depĂłsitos bancĂĄrios e investimentos de aplicaçþes financeiras considera- Plastwal Latino Amer. Ind. Com. Ltda. 1.966 das resgatĂĄveis em curto prazo. Os investimentos em aplicaçþes financeiras estĂŁo Nordeplast Ind. e Com. de PlĂĄst. Ltda. 53,7878 13.200 13.200 15.588 registrados ao valor de custo acrescido dos rendimentos, ou de perdas eventuais Ziemann-Liess MĂĄq. e Equiptos.Ltda. 29,8310 21.680 21.730 49.125 5.497 incorridas atĂŠ a data do balanço, que nĂŁo supera o valor de mercado. 3.2 Impostos b) - Investimentos em sociedades coligadas avaliadas pelo mĂŠtodo do custo a recuperar - SĂŁo crĂŠditos registrados a partir das operaçþes da companhia, os Springer Carrier Ltda........................ 18,1400 88.736 88.736 296.011 57.601 quais serĂŁo compensados com saldos a pagar no exercĂ­cio seguinte. 3.3 Outros ativos circulantes e nĂŁo circulantes - Os ativos sĂŁo registrados ao valor de custo c) Movimentação dos investimentos no perĂ­odo (avaliadas pelo MEP) Saldos Equival. Saldos ou de realização incluindo, quando aplicĂĄvel, os rendimentos auferidos atĂŠ a data 31/12/09 Adiçþes Baixas patrim. 31/12/10 do balanço. 3.4 Imposto de renda e contribuição social diferida - O imposto de Particip. controladas / coligadas 18 - (5.276) (5.258) renda e a contribuição social diferida, sĂŁo calculados exclusivamente corresponden- Springer PlĂĄst. da AmazĂ´nia S/A...... - AFAC â&#x20AC;&#x201C; SPLAM ............................ 6.000 6.000 tes as diferenças temporĂĄrias ativas e passivas e os correspondentes valores dos 0 3.637 - ProvisĂŁo para perdas ................... (3.637) impostos registrados tambĂŠm dentro do Ativo nĂŁo Circulante e Passivo nĂŁo Circu6.018 3.637 (5.276) 742 lante, apurados sobre aqueles valores com a aplicação da alĂ­quota destes impostos. LĂ­q.-Springer Plast. AmazĂ´nia .......... (3.637) As alĂ­quotas desses impostos, definidas atualmente para a determinação desses Plastwal Latino Americ. Ind. Com. Ltda. 10.760 - (2.218) 8.542 crĂŠditos diferidos, sĂŁo de 25% para Imposto de Renda e 9% para a Contribuição Nordeplast Ind. e Com.de PlĂĄst. Ltda. 7.366 (39) 1.057 8.384 Social. 3.5 Investimentos - Os investimentos estĂŁo registrados ao custo corrigido, Ziemann-Liess MĂĄq. e Equip.Ltda. ... 14.246 18 (1.249) 1.640 14.655 sendo que os em Sociedades Controladas e Coligadas foram avaliados pelo mĂŠtodo 28.735 6.036 2.349 (4.797) 32.323 de equivalĂŞncia patrimonial e, os em Sociedades Controladas estĂŁo compondo as Prov. de perda reclassificada passivo 3.637 - (3.637) Demonstraçþes ContĂĄbeis Consolidadas. 3.6 Imobilizado - Os itens componentes Investimentos avaliados MEP 32.372 6.036 (1.288) (4.797) 32.323 do ativo imobilizado nas demonstraçþes contĂĄbeis individuais e consolidadas estĂŁo d) Movimentação dos investimentos no perĂ­odo (avaliadas pelo custo) demonstrados pelo custo de aquisição, deduzido das respectivas depreciaçþes pelo - 48.528 - Springer Carrier Ltda.................... 48.528 mĂŠtodo linear Ă s taxas mencionadas, nas notas explicativas n° 10 e 12 e leva em consideração a vida Ăştil-econĂ´mica estimada dos bens. 3.7 IntangĂ­vel - Os itens que e) Movimentação do ĂĄgio e desĂĄgio - Ă gio-Springer PlĂĄst. da AmazĂ´nia 3.635 3.635 compĂľem o ativo intangĂ­vel nas demonstraçþes contĂĄbeis individuais e consolida- (2.265) - (2.265) - DesĂĄgio-Ziemann Liess Ltda........ das compreendem os ativos de direitos de uso de software e registros de marcas 1.370 1.370 e patentes. Os respectivos ativos estĂŁo registrados pelo custo de aquisição, e para 48.528 1.370 - 49.898 os direitos de uso de software estĂĄ sendo deduzida a amortização, mencionada nas 80.900 7.406 (1.288) (4.797) 82.221 notas explicativas nÂş 11 e 13. 3.8 Redução ao valor recuperĂĄvel - Nas demonstraçþes contĂĄbeis individuais os itens componentes do ativo imobilizado tĂŞm o seu ComentĂĄrios dos investimentos - Entradas: Investimentos avaliados pelo MEP valor recuperĂĄvel testado, no mĂ­nimo anualmente, caso haja indicadores de perda de - Springer PlĂĄsticos da AmazĂ´nia S/A. - O montante de mil R$ 6.000 antes mantivalor. Os ativos intangĂ­veis como se trata de direitos de uso nĂŁo hĂĄ necessidade de do como crĂŠditos em Sociedade Controlada, foi transferido para Adiantamento para testar seu valor recuperĂĄvel. 3.9 EmprĂŠstimos e financiamentos - Os emprĂŠstimos investimento a serem capitalizados no inĂ­cio do exercĂ­cio de 2011, e os mil R$ 18 e financiamentos nas demonstraçþes contĂĄbeis consolidadas sĂŁo atualizados pelas refere-se a aquisição de açþes; e - Ziemann Liess MĂĄquinas e Equipamentos Ltda. variaçþes monetĂĄrias e pelos encargos financeiros incorridos atĂŠ as datas dos balan- - Aumento de Capital no valor de mil R$ 15, e Ganho de participação no valor de ços, conforme descrito na nota explicativa n° 14. 3.10 Outros passivos circulantes mil R$ 3. Ă gio e desĂĄgio nas participaçþes de controladas e coligadas - Ree nĂŁo circulantes - EstĂŁo registrados por valores conhecidos ou calculĂĄveis, acres- classificação do ĂĄgio e desĂĄgio das Coligadas e Controladas do Ativo IntangĂ­vel cidos, quando aplicĂĄvel, dos correspondentes encargos e variaçþes monetĂĄrias au- para Investimentos. Baixas: - Springer PlĂ��sticos da AmazĂ´nia S/A. - ReversĂŁo de feridas atĂŠ a data do balanço. 3.11Apuração do resultado - As receitas e despesas provisĂŁo para perda de investimentos no montante de mil R$ 3.637; - Nordeplast Inforam apuradas pelo regime contĂĄbil de competĂŞncia. 3.12 Estimativas contĂĄbeis dĂşstria e ComĂŠrcio de PlĂĄsticos Ltda. - Baixa referente a perda de capital, decorrente - A elaboração das demonstraçþes contĂĄbeis, de acordo com as prĂĄticas contĂĄbeis de ajustes de exercĂ­cios anteriores; e - Ziemann Liess MĂĄquinas. e Equipamentos adotadas no Brasil, requer que a Administração use de julgamento na determinação Ltda. â&#x20AC;&#x201C; Baixa de mil R$ 1.193 por dividendos recebidos durante o exercĂ­cio de 2010, e registro de estimativas contĂĄbeis. Ativos e passivos significativos sujeitos a essas e mil R$ 56 referente a perda de capital em função de mudança de participação de estimativas e premissas incluem o valor residual do ativo imobilizado, provisĂŁo para 29,9412% para 29,8310%. EquivalĂŞncia patrimonial - Ajustes em decorrĂŞncia do crĂŠdito de liquidação duvidosa, estoques e imposto de renda e contribuição social percentual de participação da controladora no capital e calculado sobre o PL das diferidos ativos e as provisĂľes para riscos fiscais, trabalhistas e cĂ­veis. A liquidação controladas / coligadas e o valor lĂ­quido do ajuste em mil R$ (4.798) foi levado ao das transaçþes envolvendo essas estimativas poderĂĄ resultar em valores diferentes resultado da Companhia. ComentĂĄrios dos investimentos avaliados pelo custo dos estimados, devido a imprecisĂľes inerentes ao processo de sua determinação. A - No exercĂ­cio de 2010 a sociedade coligada Springer Carrier Ltda., pagou dividenEmpresa revisa as estimativas e premissas anualmente. 3.13 Instrumentos finan- dos no valor de mil R$ 11.971 que foram reconhecidos diretamente no resultado da ceiros - Em 31 de dezembro de 2010 e 2009, os valores contĂĄbeis dos instrumentos Springer S/A. ComentĂĄrios Gerais sobre os investimentos - O montante consolifinanceiros registrados no Balanço Patrimonial referem-se a saldo disponĂ­vel em dado de R$ 64.569, refere-se a somatĂłria dos investimentos nas empresas Ziemann conta corrente e aplicaçþes financeiras. A Companhia nĂŁo utiliza instrumentos finan- â&#x20AC;&#x201C; Liess MĂĄquinas e Equipamentos.Ltda., Springer Carrier Ltda., ĂĄgio e desĂĄgio e ceiros derivativos para administrar a exposição de seus ativos e passivos aos riscos outros investimentos. de mercado referentes Ă  taxa de juros e a oscilaçþes de moeda mundial. Controladora 4.Demonstraçþes ContĂĄbeis Consolidadas - As Demonstraçþes ContĂĄbeis Con- 10. Imobilizado â&#x20AC;&#x201C; Controladora - R$ mil Taxa Custo Deprec. Custo residual solidadas incluem as demonstraçþes da Springer PlĂĄsticos da AmazĂ´nia S/A., Plasdeprec.% corrigido acumul. 2010 2009 twal Latino Americana IndĂşstria e ComĂŠrcio Ltda. e Nordeplast IndĂşstria e ComĂŠrcio MĂłveis e utensĂ­lios ....................... 10 196 182 14 29 de PlĂĄsticos Ltda. VeĂ­culos ........................................ 20 336 152 184 223 Participação % Instalaçþes ................................... 10 256 221 35 58 2010 2009 Equip. informĂĄtica ......................... 103 87 16 14 20 Springer PlĂĄsticos da AmazĂ´nia S/A................................ 95,5919 94,6141 891 642 249 324 Plastwal Latino Americana IndĂşstria e ComĂŠrcio Ltda. .... 47,3852 47,3852 Controladora Nordeplast IndĂşstria e ComĂŠrcio de PlĂĄsticos Ltda.......... 53,7878 53,7878 11. IntangĂ­vel - Controladora - R$ mil Taxa Custo Deprec. Custo residual As polĂ­ticas contĂĄbeis foram aplicadas de maneira uniforme em todas as empresas deprec.% corrigido acumul. 2010 2009 consolidadas. Descrição dos principais procedimentos de consolidação - a) - 3.635 Eliminação dos saldos devedores e credores entre as empresas consolidadas; b) Ă gio-Springer PlĂĄst. da AmazĂ´nia .. Eliminação dos saldos de receitas e despesas decorrentes de negĂłcios entre as DesĂĄgio-Ziemann Lies MĂĄq. e Equip. - (2.265) empresas consolidadas; c) Eliminação da participação societĂĄria com a empresa Software ....................................... 29 27 2 4 20 consolidada; e d) A participação dos acionistas nĂŁo controladores recebeu no Ba29 27 2 1.374 lanço Patrimonial e na Demonstração de Resultados do perĂ­odo, o devido destaque a quem tem direito. 12. Imobilizado - (Consolidado) - R$ mil Consolidado 5. Contas a Receber - (Consolidado) â&#x20AC;&#x201C; R$ mil - Esta rubrica demonstra os valores Taxa Custo Deprec. Custo residual a receber decorrentes das vendas no mercado nacional e estrangeiro com vencideprec.% corrigido acumul. 2010 2009 mentos a curto prazo. ImĂłveis Terrenos........................................ 0 36 36 36 2010 2009 11.847 5.037 6.810 7.209 4 Devedores no paĂ­s......................................................... 10.053 13.259 EdifĂ­cios e benfeit. ........................ 11.883 5.037 6.846 7.245 576 901 Devedores no exterior ................................................... 10 71.267 38.191 33.076 37.531 10.629 14.160 MĂĄqs., equiptos. e ferramentas .... Total ............................................................................... As parcelas correspondentes aos devedores no exterior estĂŁo compostas por US$ Outros bens e direitos MĂłveis e utensĂ­lios ....................... 10 1.126 870 256 261 346 e estĂŁo atualizadas pela taxa de câmbio de 31/12/2010. VeĂ­culos ........................................ 20 731 391 340 349 6. Impostos A Recuperar - R$ mil Controladora Consolidada Instalaçþes ................................... 10 2.966 2.406 560 659 Descrição 2010 2009 2010 2009 Equip. informĂĄtica ......................... 10 777 667 110 141 Antecipaçþes de IRPJ ............................ 2.070 2.219 Projetos industriais ....................... 10 790 790 IRRF a recuperar.................................... 49 313 49 379 Estampos e moldes ...................... 20 2.278 2.274 4 3 CrĂŠditos de IRPJ a recuperar ................ 2.031 1.443 2.264 1.443 Outras imobilizaçþes .................... 10 a 20 2.064 2.064 7 IPI e ICMS a recuperar e compensar ..... 372 201 Imobilizaçþes em andamento....... 3.924 - 3.924 3.661 999 1.060 Outros impostos a recuperar .................. 14.656 9.462 5.194 5.081 2.080 3.826 3.684 5.302 Total dos impostos a recuperar .............. 97.806 52.690 45.116 49.857 7. Estoques-(Consolidado)-R$ mil - O estoque estĂĄ composto das seguintes rubricas: Consolidado 13. IntangĂ­vel â&#x20AC;&#x201C; (Consolidado) R$ mil 2010 2009 Taxa Custo Deprec. Custo residual Produtos Acabados ........................................................ 1.687 2.271 deprec.% corrigido acumul. 2010 2009 Produtos em Elaboração ................................................ 1.288 1.446 MatĂŠrias primas e Componentes ................................... 6.769 5.788 Ă gio-Springer PlĂĄst. da AmazĂ´nia - 3.635 Material Auxiliar e Embalagem....................................... 1.220 1.132 DesĂĄgio-Ziemann Lies MĂĄq. e Equip. - (2.265) Material de Terceiros ...................................................... 51 158 Software ....................................... 20 916 801 115 198 426 526 Bens intangĂ­veis ........................... Mercadorias em transito e import. em andamento ......... 18 18 11.441 11.321 934 801 133 1.568 DIRETORIA

CONSELHO DE ADMINISTRAĂ&#x2021;Ă&#x192;O RogĂŠrio Pinto Coelho Amato Presidente do Conselho de Administração

MĂĄrio Amato Walter Sacca 1Âş Vice-Presidente 2Âş Vice-Presidente

Walter Sacca Diretor Presidente

Manuel Fernandes dos Ramos Varanda Diretor de Relaçþes com Investidores

Manuel Fernandes dos Ramos Varanda - Contador CRC-1SP121161/O-0

14. Financiamentos - (Consolidado) R$ mil - NĂŁo apresenta essa rubrica na 31/12/2010 31/12/2009 controladora. NĂŁo NĂŁo REF Circul. circul. Total Circul. circul. Total Controladas Plastwal Latino Amer. Ind. Com. Ltda. 14.1 6.981 1.250 8.231 9.103 0 9.103 Springer PlĂĄst. da AmazĂ´nia S/A. 14.2 2.869 519 3.388 5.430 1.176 6.606 606 200 806 608 800 1.408 Nordeplast Ind. e Com. de PlĂĄst. Ltda. 14.3 10.456 1.969 12.425 15.141 1.976 17.117 14.1 Plastwal Latino Americana Ind. Com. Ltda. - R$ mil Circulante NĂŁo circulante Em moeda nacional Modalidade compror (A) 5.485 Banco Safra S/A. ..................................................... Financiamentos de capital de giro (B) 999. 1.250 Banco Bradesco S/A................................................ Adiantamento de contrato de câmbio (C) 497 Banco do Brasil S/A................................................. 6.981 1.250 Total circulante ........................................................ (A) Sobre estes financiamentos incidem juros, da variação do CDI + 0,20% a.m. As garantias concedidas para estes emprĂŠstimos, sĂŁo aval da Springer S/A. e caução de Duplicatas.no montante de mil R$ 2.742. (B) Os Financiamentos de Capital de Giro do total de mil R$ 2.249, tem seu vencimento atĂŠ abril de 2013, incidindo juros de 0,20% a.m mais a variação de 100% do CDI. As garantias concedidas para estes emprĂŠstimos, sĂŁo aval da Springer S/A. e caução de Duplicatas.no montante de mil R$ 1.125. (C) Refere-se a contratação de mil US$ 325 em 06/05/2010, cujo saldo em 31/12/2010 corresponde a mil US$ 298 devidamente atualizado pela taxa cambial. 14.2 Springer PlĂĄsticos da AmazĂ´nia S/A. - R$ mil Em moeda nacional Circulante NĂŁo circulante Total Para imobilizado - IndĂşstrias Romi S/A. (A)..................... 56 18 74 - Leasing diversos (B) .......................... 100 100 Para capital de giro renovĂĄvel (C) ........ 2.213 2.213 500 500 1.000 Para capital de giro - longo prazo (D)... 2.869 518 3.387 (A) O financiamento de imobilizado tĂŞm seu vencimento final para abril de 2012, e sobre ele incidem juros pela TJLP estimada em 10,5% a.a. (B) O financiamento de imobilizado atravĂŠs de leasing tem seu vencimento final para outubro de 2011, e sobre ele incidem juros que giram em torno de 1,34% a 2,35% a.m.. As garantias concedidas para estes emprĂŠstimos sĂŁo os prĂłprios bens financiados e notas promissĂłrias. (C) Os emprĂŠstimos em moeda nacional para capital de giro - RenovĂĄvel, referem-se Ă  conta garantida, Cheque Empresarial, CessĂŁo FiduciĂĄria e sĂŁo renovĂĄveis a cada 3 meses, e sobre eles incidem juros que variam entre 0,30% a 0,35% a.m., mais 100% da variação do CDI. (D) O emprĂŠstimo de Capital de giro â&#x20AC;&#x201C; NĂŁo Circulante, tĂŞm seu vencimento final para dezembro de 2012, e sobre ele incidem juros 0,33% a.m., mais 100% da variação do CDI e as garantias sĂŁo aval da diretoria e mĂĄquinas e equipamentos diversos. 14.3 Nordeplast IndĂşstria e ComĂŠrcio de PlĂĄsticos Ltda. R$ mil Em moeda nacional Circulante NĂŁo Circulante Financiamentos de capital de giro 606.092 200.000 Banco Bradesco S/A .................................................. EmprĂŠstimo para Capital de Giro, no valor principal de mil R$ 1.500 com encargos de 100% do CDI + Spread de 0,35% a.m, equivalentes a 4,28% ao ano com vencimentos em 30 parcelas iguais no valor de mil R$ 50 por mĂŞs + os encargos incorridos e vencimento final em 13/04/2012; As garantias sĂŁo Alienação de MĂĄquinas e Equipamentos no montante total de mil R$ 1.541 + Aval da Administração. 15. ProvisĂľes â&#x20AC;&#x201C; (Consolidado) R$ mil Descrição ProvisĂŁo p/ contingĂŞncias trabalhistas .... ProvisĂŁo outras contingĂŞncias.................

Controladora Consolidada 2010 2009 2010 2009 1.150 803 3.637 3.637 1.150 803 O montante de provisionado de R$ 1.150, corresponde a demandas com processos trabalhistas, de acordo com a posição de 31/12/2010 dos assessores jurĂ­dicos das Companhias Controladas/Coligadas. 16. PatrimĂ´nio LĂ­quido R$ mil - O capital social, no valor de R$ 78.246, totalmente subscrito e integralizado, estĂĄ representado por 12.647.103 açþes conforme segue: Quantidade de açþes 2010 2009 9.445.023 9.445.023 2.561.664 2.561.664 640.416 640.416 12.647.103 12.647.103 7,673 7,884 Valor Patrimonial por Ação As açþes Preferenciais Classe â&#x20AC;&#x153;Aâ&#x20AC;?, tem prioridade na distribuição de dividendos na ordem de 12% sobre o capital prĂłprio, e as açþes Preferenciais â&#x20AC;&#x153;Bâ&#x20AC;?, tem prioridade na distribuição de dividendos na ordem de 30% sobre o lucro lĂ­quido do ExercĂ­cio, proporcional a participação no Capital da Companhia. ReversĂŁo de Reavaliação: ReversĂŁo de R$ 177 (R$ 178 em 2009) decorre da realização dos ativos por depreciação ou baixa dos mesmos. Reserva Legal: Do resultado do exercĂ­cio de 2010, foi destinado o montante de R$ 191 para complemento da reserva Legal. Reserva de Lucros a Realizar: Decorrentes de Resultados obtidos com Participaçþes SocietĂĄrias oriundos da aplicação do MEP â&#x20AC;&#x201C; MĂŠtodo da EquivalĂŞncia patrimonial e recebimentos de dividendos de participaçþes de exercĂ­cios anteriores. 16.1 - Dividendos - Os dividendos, no valor de R$ 1.265, foram calculados em conformidade com o que preceitua os estatutos sociais da companhia e o montante foi determinado como segue: Tipo e Classe OrdinĂĄrias................................................................... PreferĂŞnciais classe â&#x20AC;&#x153;Aâ&#x20AC;?.............................................. PreferĂŞnciais classe â&#x20AC;&#x153;Bâ&#x20AC;?..............................................

Lucro do Período antes das participaçþes .......................................... (-) Participaçþes dos administradores 8%........................................... Lucro Líquido do Período depois das participaçþes............................ Constituição de Reserva Legal 5% ..................................................... Reversão de Reservas de Lucros a Realizar ...................................... Realização de Reservas de Reavaliação ............................................ Valor base dos dividendos...................................................................

3.830 3.830 (191) 1.193 177 5.009

9.445.023 2.561.664 640.416 12.647.103

a seus acionistas, a Constituição da Reserva de Lucros â&#x20AC;&#x201C; Reserva de Retenção de Lucros no valor remanescente de lucros acumulados em R$ 3.744. Valor base dos dividendos...................................................................... 5.009 1.265 Valor dos dividendos propostos.............................................................. 3.744 Valor proposto para Reservas de Retenção do Lucros.......................... 17. Resultado Consolidado R$ mil - A diferença entre o Consolidado com o PrejuĂ­zo LĂ­quido da Controladora, estĂĄ abaixo identificada:

Lucro líquido da controladora .......................................... Participação minoritåria.................................................... Resultado líquido consolidado.......................................... 18. Encargos Financeiros Líquidos R$ mil

Calculo dos dividendos Açþes OrdinĂĄrias Pref. Classe â&#x20AC;&#x153;Aâ&#x20AC;? Pref. Classe â&#x20AC;&#x153;Bâ&#x20AC;?

DEMONSTRAĂ&#x2021;Ă&#x192;O DOS VALORES ADICIONADOS DOS EXERCĂ?CIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 E 2009 - (Em milhares de reais) Controladora Consolidado 2010 2009 2010 2009 GERAĂ&#x2021;Ă&#x192;O DO VALOR ADICIONADO - 118.590 90.912 Receita operacional bruta ........................... Menos Aquisição de produtos e insumos ................ - (63.541) (47.874) Serviços contratados ................................... (1.572) (74) (10.609) (8.524) Materiais ...................................................... (67) (279) Despesas comerciais e administrativas ....... (466) (3.203) (6.814) (7.606) Despesas com comunicaçþes ..................... (18) (13) (147) (169) Outras receitas operacionais ....................... - 2.617 2.179 9.734 ReversĂŁo de provisĂľes ................................ 2.069 2.069 Perdas/recuper. de Val. ativos e abatimentos (2.308) (3.637) (2.918) (2.295) (4.310) (79.848) (54.718) Valor adicionado bruto................................. (2.295) (4.310) 38.742 36.194 (117) (119) (5.805) (6.017) Depreciaçþes e amortizaçþes ..................... Valor adicionado lĂ­q. produz. pela entidade (2.412) (4.429) 32.937 30.177 Recebido de terceiros ................................. Resultado da equivalĂŞncia patrimonial ........ (4.797) (1.389) 1.640 1.239 Receitas financeiras .................................... 838 1.753 2.068 3.966 Ganhos e perdas de capital ......................... (59) (24) (59) (24) Dividendos recebidos .................................. 11.791 2.721 11.791 2.721 (45) (35) (117) Resultado da venda de imobilizado ............. 7.728 3.061 15.405 7.785 5.316 (1.368) 48.342 37.962 Valor adicionado total a distribuir .......... DISTRIBUIĂ&#x2021;Ă&#x192;O DO VALOR ADICIONADO Empregados SalĂĄrios, encargos e benefĂ­cios ................... 642 555 14.390 15.108 720 489 720 829 HonorĂĄrios da diretoria e conselhos ............ 1.362 1.044 15.110 15.937 DistribuĂ­dos aos empregados ................ Governo Estaduais ..................................................... 10 - 10.965 6.943 Municipais .................................................... 15 24 494 122 - 1.599 14.302 11.797 Federais ....................................................... 25 1.623 25.761 18.862 DistribuĂ­dos aos financiadores .............. Financiadores Despesas financeiras .................................. 71 50 3.534 7.138 AluguĂŠis ....................................................... 28 1.540 1.507 Propaganda ................................................. 130 106 235 217 Outras despesas operacionais .................... 99 50 5.439 8.968 DistribuĂ­dos aos financiadores .............. Acionistas Dividendos ................................................... 1.265 1.265 Juros sobre capital prĂłprio .......................... 1.265 1.265 DistribuĂ­dos aos acionistas .................... - (1.798) (1.720) Participação dos nĂŁo controladores........... 2.565 (4.085) 2.565 (4.085) Lucro retido/PrejuĂ­zo do exercĂ­cio ............. 5.316 (1.368) 48.342 37.962 Valor adicionado total distribuĂ­do .......... As notas explicativas sĂŁo partes integrantes das demonstraçþes contĂĄbeis

Proporção do Parc. do Parc. das Lucro Acum. Cålculo dos Lucro do Reserv. s/as açþes Dividendos Período Realiz. 3.741 25% 935 679 256 1.014 25% 254 184 69 254 30% 76 56 21 5.009 1.265 919 346

De acordo c/ artigo 10Âş do Estatuto Social, as açþes Preferenciais classe â&#x20AC;&#x153;Aâ&#x20AC;? tĂŞm prioridade na distribuição de um dividendo mĂ­nimo anual de 12% sobre o capital prĂłprio a essa espĂŠcie. Por essa razĂŁo os dividendos no montante de R$ 1.265 deverĂŁo ser distribuĂ­dos somente para as açþes preferenciais classe â&#x20AC;&#x153;Aâ&#x20AC;?. 16.2 - Reserva de Retenção de Lucros - A administração, no uso do que faculta o Art 196 § 1Âş da Lei 6.404/76, em vista da situação de resultados negativos apresentados por suas controladas Plastwal Latino Americana e Springer PlĂĄsticos da AmazĂ´nia S/A, bem como em decorrĂŞncia da necessidade de manutenção da retomada dos volumes comerciais destas sociedades e com isto, as evidentes demanda por capital de giro destas sociedades, requerem a alocação de recursos, em conformidade com os seus respectivos orçamentos de capital. Assim, face ao exposto e visando a nĂŁo descapitalização da companhia, e o resguardo de reservas financeiras Ă quelas eventuais necessidades das sociedades acima mencionadas, a administração propĂľem

Controladora 2010 2009 R$ R$

2010

2009

3.830 (1.798) 2.032

(5.805) 1.720 (4.085)

Consolidada 2010 2009 R$ R$

Receitas financeiras: Variaçþes cambiais/monetårias ativas ..... 633 1.129 1.014 2.398 Juros aplicaçþes financeiras .................... 204 623 204 1.001 Juros recebidos ........................................ 141 121 Descontos obtidos .................................... 1 98 94 12 613 456 Outras receitas ......................................... 838 1.764 2.070 4.070 Total de receitas ....................................... Despesas financeiras: Variaçþes cambiais/monetårias passivas. 45 1 177 2.788 Juros sobre financiamentos...................... 2.874 3.987 Descontos concedidos ............................. 22 127 Despesas bancårias................................. 8 93 153 18 49 373 157 Outras despesas ...................................... 71 50 3.539 7.212 Total de despesas..................................... (767) (1.714) (1.469) (3.142) Resultado líquido ................................... 19. Seguros - A sociedade e suas Coligadas e Controladas mantÊm apólices de seguros visando cobrir riscos operacionais, compreendendo seus estoques, equipamentos, imóveis, lucros cessantes e responsabilidade civil, junto a instituiçþes seguradoras nacionais, em valores considerados como suficientes pela administração.

RELATĂ&#x201C;RIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES Ilmos. Senhores Administradores e Acionistas da SPRINGER S/A. Cotia â&#x20AC;&#x201C; SP Examinamos as demonstraçþes contĂĄbeis individuais e consolidadas da SPRINGER S/A., identificadas como Controladora e Consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2010 e as respectivas demonstraçþes do resultado, das mutaçþes do patrimĂ´nio lĂ­quido, dos fluxos de caixa e da demonstração dos valores adicionados para o exercĂ­cio findo naquela data, assim como o resumo das principais prĂĄticas contĂĄbeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstraçþes contĂĄbeis - A administração da Companhia ĂŠ responsĂĄvel pela elaboração e adequada apresentação das demonstraçþes contĂĄbeis individuais e das demonstraçþes contĂĄbeis consolidadas de acordo com as prĂĄticas contĂĄbeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessĂĄrios para permitir a elaboração dessas demonstraçþes contĂĄbeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes - Nossa responsabilidade ĂŠ a de expressar uma opiniĂŁo sobre essas demonstraçþes contĂĄbeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigĂŞncias ĂŠticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoĂĄvel de que as demonstraçþes contĂĄbeis estĂŁo livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidĂŞncia a respeito dos valores e divulgaçþes apresentados nas demonstraçþes contĂĄbeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstraçþes contĂĄbeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstraçþes contĂĄbeis da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que sĂŁo apropriados nas circunstâncias, mas nĂŁo para fins de expressar uma opiniĂŁo sobre a eficĂĄcia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, tambĂŠm, a avaliação da adequação

das prĂĄticas contĂĄbeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contĂĄbeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstraçþes contĂĄbeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidĂŞncia de auditoria obtida ĂŠ suficiente e apropriada para fundamentar nossa opiniĂŁo. Base para opiniĂŁo com ressalva sobre as demonstraçþes contĂĄbeis individuais e consolidadas - 1) As demonstraçþes contĂĄbeis da controlada Nordeplast Ind. e Com. de PlĂĄsticos Ltda. em 31/12/2010, apresentadas para fins de equivalĂŞncia patrimonial e consolidação, tiveram sua revisĂŁo por nĂłs consubstanciada e o relatĂłrio foi emitido em 25/02/2011, com ressalva pela nĂŁo apresentação de relatĂłrios que demonstrassem a existĂŞncia ou nĂŁo da necessidade de ajuste de redução de seus ativos ao valor recuperĂĄvel. 2) As demonstraçþes contĂĄbeis da controlada Springer PlĂĄsticos da AmazĂ´nia S/A. em 31/12/2010, apresentadas para fins de equivalĂŞncia patrimonial e consolidação, foram por nĂłs revisadas e o relatĂłrio emitimos em 25/02/2011, com ressalva pela nĂŁo constituição de provisĂŁo para a cobertura de contingĂŞncias. OpiniĂŁo com ressalva sobre as demonstraçþes contĂĄbeis individuais e consolidadas - Em nossa opiniĂŁo, com base em nossos exames, exceto pelos reflexos de efeitos decorrentes do exposto nos itens 1 e 2 acima e que poderĂŁo vir a interferir no patrimĂ´nio lĂ­quido da controladora e na demonstração de resultados individual e consolidado, as demonstraçþes contĂĄbeis individuais e consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da SPRINGER S/A. em 31 de dezembro de 2010, o desempenho de suas operaçþes e os seus fluxos de caixa para o exercĂ­cio findo naquela data, de acordo com as prĂĄticas contĂĄbeis adotadas no Brasil. Outros assuntos â&#x20AC;&#x201C; Auditoria dos valores correspondentes ao exercĂ­cio anterior - As demonstraçþes contĂĄbeis individuais e consolidadas da SPRINGER S/A.,referentes ao exercĂ­cio findo em 31/12/2009 apresentadas para fins de comparação foram examinadas pela Peppe Associados Consultores e Auditores Independentes que emitiu em 09/04/2010 seu relatĂłrio com ressalva. SĂŁo Paulo, 28 de março de 2011 CONFIDOR AUDITORES ASSOCIADOS ROBERTO SEREM CRC 2RS nÂş 002.209/O-2 Contador CRC â&#x20AC;&#x201C; 1SP 103.008/o-9


DIÁRIO DO COMÉRCIO

32 -.ECONOMIA/LEGAIS

quarta-feira e quinta-feira, 20 e 21 de abril de 2011

INDÚSTRIA E COMÉRCIO METALÚRGICA ATLAS S.A.

METALÚRGICA ATLAS

C.N.P.J. nº 61.075.404/0001-39 RELATÓRIO DA DIRETORIA

Senhores Acionistas: Em cumprimento às disposições legais e estatutárias, estamos submetendo à apreciação de V.Sas., as Demonstrações Financeiras referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2010, com o parecer dos Auditores Independentes. Balanços patrimoniais em 31 de dezembro - Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma Ativo Circulante Caixa e equivalentes de caixa (Nota 5) Contas a receber de clientes (Nota 6) Estoques (Nota 7) Tributos a recuperar Partes relacionadas (Nota 19) Outros ativos Não circulante Realizável a longo prazo Partes relacionadas (Nota 19) Tributos a recuperar Depósitos judiciais (Nota 13) Impostos diferidos (Nota 12(a)) Propriedade para investimento (Nota 8) Imobilizado (Nota 9) Ativos intangíveis Total do ativo

2010

2009

18.877 3.615 31.069 3.155 – 495 57.211

14.971 7.613 25.434 722 12.205 715 61.660

13.865 424 3.870 1.782 19.941 6.541 25.850 147 32.538 109.690

– 458 3.279 1.697 5.434 6.079 26.085 159 32.323 99.417

Passivo e patrimônio líquido Circulante Fornecedores (Nota 10) Impostos e contribuições a recolher Salários e encargos sociais Provisão de férias Adiantamento de clientes (Nota 11) Dividendos a pagar (Nota 14(d)) Demais contas a pagar

2010

2009

2.848 499 692 2.107 25.337 141 31 31.655

2.580 814 688 2.004 13.443 141 33 19.703

2.630 3.860 6.490

2.723 3.268 5.991

63.887 – 7.658 71.545

63.879 8 9.836 73.723

109.690

99.417

Não circulante Provisões para contingências (Nota 13) Impostos e contribuições a recolher Patrimônio líquido (Nota 14) Capital social Reserva de capital Reservas de lucros Total do passivo e patrimônio líquido

Operações continuadas Receita de vendas e serviços (Nota 15) Custo das vendas e serviços prestados Lucro bruto Despesas com vendas Despesas gerais e administrativas Outras receitas (despesas) operacionais líquidas Prejuízo operacional Receitas financeiras Despesas financeiras Resultado financeiro, líquido (Nota 17) (Prejuízo)/lucro antes do imposto de renda e da contribuição social Imposto de renda e contribuição social (Nota 12) (Prejuízo)/lucro líquido do exercício (Prejuízo)/lucro líquido por lote de mil ações do capital social no fim do exercício - R$

Demonstrações das mutações do patrimônio líquido - Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma

Em 1º de janeiro de 2009 Lucro líquido do exercício Dividendos propostos no valor de R$ 0,0004 por lote de mil ações Transferência para reserva de lucros Constituição de reserva legal Em 31 de dezembro de 2009 Prejuízo do exercício Absorção das reservas com prejuízo Aumento de capital Em 31 de dezembro de 2010

Capital social

Reserva de capital

63.879 – – –

8 – – –

63.879 – – 8 63.887

8 – – (8) –

Legal

Reservas de lucros Retenção de lucros

8.495 – – – 74 8.569 – (911) – 7.685

Demonstrações dos fluxos de caixa Exercícios findos em 31 de dezembro - Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma

Demonstrações do resultado Exercícios findos em 31 de dezembro Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma

– – – 1.267 – 1.267 – (1.267) – –

Lucros/(prejuízos) acumulados – 1.482 (141) (1.267) (74) – (2.178) 2.178 – –

2010 46.483 (43.159) 3.324 (933) (8.722) 1.905 (4.426) 2.749 (586) 2.163 (2.263) 85 (2.178) (0,0055)

2009 Fluxos de caixa de atividades operacionais 70.377 (Prejuízo) lucro antes do imposto de renda e da contribuição social (65.915) 4.462 Aj. de receitas e despesas não envolvendo caixa Depreciação e amortização (720) Valor residual do ativo imobilizado, (6.364) investimentos e intangível 736 Provisão para contingências (1.886) Juros sobre contingências 3.551 1.630 Variações no capital circulante 5.181 Contas a receber de clientes (Nota 6) Estoques (Nota 7) 3.295 Tributos a recuperar (1.813) Partes relacionadas 1.482 Outros ativos Depósitos judiciais 0,0004 Adiantamento de clientes Fornecedores Provisão de férias Impostos e contribuições a recolher Demais contas a pagar Salários e encargos a pagar Caixa gerado pelas operações Imposto de renda e contribuição social pagos Total Caixa líq. gerado pelas atividades operacionais 72.382 Fluxos de caixa das atividades de investimento 1.482 Aquisição de imob., investimentos e intangível (141) Caixa líq. usado nas atividades de investimento – Fluxos de caixa das atividades de financiamento Dividendos pagos aos acionistas da Companhia – Caixa líq. usado nas atividades de financiamento 73.723 Aumento (redução) de caixa e equivalentes de caixa e contas garantidas (2.178) – Caixa e equivalentes de caixa e contas garantidas no início do exercício – Caixa e equivalentes de caixa e 71.545 contas garantidas no final do exercício (Nota 5)

2010

2009

(2.263)

3.295

4.257

2.206

488 (93) – 2.389

3.185 (1.156) 222 7.752

3.998 (5.635) (2.399) (1.660) 220 (591) 11.894 268 103 277 (2) 4 8.866 8.866

(1.076) 19.064 2.205 (12.205) 421 (3.657) (28.279) (3.075) (472) (3.832) 1 (173) (23.326) (1.078) (24.404)

(4.960) (4.960)

(7.435) (7.435)

– –

(14.669) (14.669)

3.906

(46.508)

14.971

61.479

18.877

14.971

Notas explicativas da administração às demonstrações financeiras em 31/12/2010 - Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma 1. Informações gerais - A Indústria e Comércio Metalúrgica Atlas S.A. (“Companhia” ou “Atlas”) tem como atividades preponderantes a fabricação de máquinas, equipamentos industriais e de produtos metalúrgicos em geral, serviços de usinagem, caldeiraria e montagem, com destaque para o torno vertical Shibaura, cujo equipamento tem capacidade para usinagem de grandes peças. A Companhia é uma sociedade anônima de capital fechado, estabelecida e domiciliada no Brasil, com sede em São Paulo - SP. A emissão destas demonstrações financeiras foi aprovada pela Diretoria em 25 de março de 2011. 2. Resumo das principais políticas contábeis - Este é o primeiro conjunto de demonstrações financeiras preparado pela Companhia de acordo com o CPC PME, emitido pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC). As principais políticas contábeis aplicadas na preparação destas demonstrações financeiras estão definidas abaixo. Essas políticas foram aplicadas de modo consistente nos exercícios apresentados, salvo quando indicado de outra forma. 2.1 Base de preparação e apresentação - As demonstrações financeiras foram preparadas com base no princípio do custo histórico como base de valor e ajustadas para refletir, na data de transição para a adoção integral das novas normas, certos ativos financeiros e passivos financeiros (inclusive instrumentos derivativos) mensurados ao valor justo contra o resultado do exercício. A preparação de demonstrações financeiras em conformidade com o CPC para PMEs requer o uso de certas estimativas contábeis críticas e também o exercício de julgamento por parte da administração da Companhia no processo de aplicação das políticas contábeis. As áreas que requerem maior nível de julgamento e possuem maior complexidade, bem como aquelas cujas premissas e estimativas são significativas para as demonstrações financeiras, estão divulgadas na Nota 4. 2.2 Conversão de moeda estrangeira - Moeda funcional e moeda de apresentação. A administração, após análise das operações e negócios, concluiu que o real (“R$”) é a moeda funcional e de apresentação da Companhia. Esta conclusão baseia-se na análise dos seguintes indicadores: • Moeda que mais influencia os preços de bens e serviços. • Moeda do país cujas forças competitivas e regulamentos mais influenciam na determinação do preço de venda de seus produtos. • Moeda que mais influencia mão de obra, material e outros custos para fornecimento de produtos. • Moeda na qual são obtidos, substancialmente, os recursos das atividades financeiras. • Moeda na qual são normalmente acumulados os valores recebidos de atividades operacionais. 2.3 Caixa e equivalentes de caixa - Caixa e equivalentes de caixa incluem o caixa, os depósitos bancários, outros investimentos de curto prazo de alta liquidez, com vencimentos originais não superiores a três meses, que são prontamente conversíveis em um montante conhecido de caixa e que estão sujeitos a um insignificante risco de mudança de valor. 2.4 Ativos financeiros - 2.4.1 Classificação - A Companhia e suas controladas classificam seus ativos financeiros nas seguintes categorias: mantidos para negociação e empréstimos e recebíveis. A classificação depende da finalidade para a qual os ativos financeiros foram adquiridos. A administração determina a classificação de seus ativos financeiros no seu reconhecimento inicial. (a)Ativos financeiros ao valor justo por meio do resultado - Os ativos financeiros ao valor justo por meio do resultado são ativos financeiros mantidos para negociação, que têm como característica a sua negociação ativa e frequente nos mercados financeiros. Esses ativos são mensurados por seu valor justo, e suas variações são reconhecidas no resultado do exercício, na rubrica “Resultado financeiro líquido”. (b) Empréstimos e recebíveis - Os empréstimos e recebíveis são ativos financeiros não derivativos com pagamentos fixos ou determináveis não cotados em mercado ativo. São incluídos como ativo circulante, exceto aqueles com prazo de vencimento superior a 12 meses após a data de emissão do balanço (estes são classificados como ativos não circulantes). Os empréstimos e os recebíveis são atualizados de acordo com a taxa efetiva da respectiva transação. Compreende-se como taxa efetiva aquela fixada nos contratos e ajustada pelos respectivos custos de cada transação. Os empréstimos e recebíveis da Companhia compreendem principalmente “Caixa e equivalentes de caixa” e “Contas a receber de clientes” . 2.4.2 Reconhecimento e mensuração - As compras e as vendas regulares de ativos financeiros são reconhecidas na data de negociação - data na qual a Companhia se compromete a comprar ou vender o ativo. Os ativos financeiros mantidos para negociação, inicialmente, reconhecidos pelo valor justo, e os custos da transação são debitados à demonstração do resultado. Os ativos financeiros são baixados quando os direitos de receber fluxos de caixa dos investimentos tenham vencido ou tenham sido transferidos; neste último caso, desde que a Companhia tenha transferido, significativamente, todos os riscos e os benefícios da propriedade. Os empréstimos e recebíveis são contabilizados pelo custo amortizado, usando o método da taxa de juros efetiva. Os ganhos ou as perdas decorrentes de variações no valor justo de ativos financeiros mensurados ao valor justo por meio do resultado são apresentados na demonstração do resultado em “Resultado financeiro líquido” no exercício em que ocorrem. 2.4.3 Compensação de instrumentos financeiros - Ativos e passivos financeiros somente são compensados e o valor líquido é reportado no balanço patrimonial quando há um direito legalmente aplicável de compensar os valores reconhecidos e há uma intenção de liquidá-los numa base líquida ou realizar o ativo e liquidar o passivo simultaneamente. 2.4.4 Impairment de ativos financeiros mensurados ao custo amortizado - A Companhia avalia no final de cada período do relatório se há evidência objetiva de que o ativo financeiro ou grupo de ativos financeiros está deteriorado. Um ativo ou grupo de ativos financeiros está deteriorado e os prejuízos de impairment são incorridos somente se há evidência objetiva de impairment como resultado de um ou mais eventos ocorridos após o reconhecimento inicial dos ativos (um “evento de perda”) e aquele evento (ou eventos) de perda tem um impacto nos fluxos de caixa futuros estimados do ativo financeiro ou grupo de ativos financeiros que pode ser estimado de maneira confiável. Os critérios que a Companhia usa para determinar se há evidência objetiva de uma perda por impairment incluem: • dificuldade financeira relevante do emitente ou tomador; • uma quebra de contrato, como inadimplência ou mora no pagamento dos juros ou principal; • a Companhia, por razões econômicas ou jurídicas relativas à dificuldade financeira do tomador de empréstimo, garante ao tomador uma concessão que o credor não consideraria; • torna-se provável que o tomador declare falência ou outra reorganização financeira; • o desaparecimento de um mercado ativo para aquele ativo financeiro devido às dificuldades financeiras; • dados observáveis indicando que há uma redução mensurável nos futuros fluxos de caixa estimados a partir de uma carteira de ativos financeiros desde o reconhecimento inicial daqueles ativos, embora a diminuição não possa ainda ser identificada com os ativos financeiros individuais na carteira, incluindo: •• mudanças adversas na situação do pagamento dos tomadores de empréstimo na carteira; •• condições econômicas nacionais ou locais que se correlacionam com as inadimplências sobre os ativos na carteira. A Companhia avalia em primeiro lugar se existe evidência objetiva de impairment. O montante do prejuízo é mensurado como a diferença entre o valor contábil dos ativos e o valor presente dos fluxos de caixa futuros estimados (excluindo os prejuízos de crédito futuro que não foram incorridos) descontados à taxa de juros em vigor original dos ativos financeiros. O valor contábil do ativo é reduzido e o valor do prejuízo é reconhecido na demonstração consolidada do resultado. Se um empréstimo ou investimento mantido até o vencimento tiver uma taxa de juros variável, a taxa de desconto para medir uma perda por impairment é a atual taxa de juros efetiva determinada de acordo com o contrato. Como um expediente prático, a Companhia pode mensurar o impairment com base no valor justo de um instrumento utilizando um preço de mercado observável. Se, num período subsequente, o valor da perda por impairment diminuir e a diminuição puder ser relacionada objetivamente com um evento que ocorreu após o impairment ser reconhecido (como uma melhoria na classificação de crédito do devedor), a reversão da perda por impairment reconhecida anteriormente será reconhecida na demonstração do resultado consolidado. 2.5 Contas a receber de clientes - As contas a receber de clientes são inicialmente reconhecidas pelo valor da transação e subsequentemente mensuradas pelo custo amortizado com o uso do método da taxa de juros efetiva menos a provisão para créditos de liquidação duvidosa. Uma provisão para créditos de liquidação duvidosa é constituída quando existe uma evidência objetiva de que a Companhia não receberá todos os valores devidos de acordo com as condições originais das contas a receber. A Companhia não apresenta histórico de perda e não foi constituída qualquer provisão para créditos de liquidação duvidosa. 2.6 Estoques - Os estoques são apresentados pelo menor valor entre o custo e o valor líquido realizável. O custo é determinado pelo método do custo médio ponderado. O custo dos produtos acabados e dos produtos em elaboração compreende matérias-primas, mão de obra direta, outros custos diretos e indiretos de produção. O valor realizável líquido é o preço de venda estimado para o curso normal dos negócios, deduzidos os custos de execução e as despesas de venda. 2.7 Depósitos judiciais - Os depósitos são apresentados como dedução do valor de um correspondente passivo constituído quando não há possibilidade de resgate dos depósitos (Nota 13). 2.8 Propriedade para investimento - A Companhia é proprietária de imóveis mantidos para rendimento de aluguel de longo prazo e para valorização. A depreciação da propriedade para investimento é calculada segundo o método linear para alocação do custo menos seu valor residual durante a vida útil estimada de 85 anos. O valor residual, a vida útil e o método de depreciação com relação à propriedade para investimento da Companhia são revisados e ajustados, se necessário, quando há indícios de mudanças desde a data do último balanço. 2.9 Imobilizado - O imobilizado é demonstrado pelo custo histórico de aquisição ou de construção menos depreciação. O custo histórico relacionados com a aquisição de ativos qualificados. Os custos subsequentes são incluídos no valor contábil do ativo ou reconhecidos como um ativo separado, conforme apropriado, somente quando for provável que fluam benefícios econômicos futuros associados ao item e que o custo do item possa ser mensurado com segurança. O valor contábil de itens ou peças substituídos é baixado. Reparos e manutenção são apropriados ao resultado durante o período em que são incorridos. O custo das principais reformas é acrescido ao valor contábil do ativo quando os benefícios econômicos futuros ultrapassam o padrão de desempenho inicialmente estimado para o ativo em questão. As reformas são depreciadas ao longo da vida útil econômica restante do ativo relacionado. Os terrenos não são depreciados. A depreciação de outros ativos é calculada usando o método linear para alocar seus custos, menos o valor residual, durante a vida útil, que é estimada como segue: • Edificações - 35-45 anos; • Máquinas - 10-30 anos; Instalações - 20 anos. Os valores residuais, a vida útil e os métodos de depreciação dos ativos são revisados e ajustados, se necessário, quando existir uma indicação de mudança significativa desde a última data de balanço. O valor contábil de um ativo é imediatamente baixado para seu valor recuperável se o valor contábil do ativo for maior que seu valor recuperável estimado (Nota 9). Os ganhos e as perdas em alienações são determinados pela comparação do valor de venda com o valor contábil e são reconhecidos em “Outros ganhos/(perdas), líquidos” na demonstração do resultado. A Companhia não tem ativos de longo prazo que espera abandonar ou alienar e que exigiriam a constituição de provisão para obrigações por descontinuação de ativos. A Companhia optou por não fazer avaliação do custo atribuído. 2.10 Provisões para perdas por impairment em ativos não financeiros, exceto estoques - Os ativos sujeitos à depreciação ou amortização são revisados anualmente para verificação do valor recuperável. Quando houver indício de perda do valor recuperável (impairment), o valor contábil do ativo (ou unidade

geradora de caixa à qual o ativo tenha sido alocado) é testado. Uma perda é reconhecida pelo valor em que o valor contábil do ativo exceda seu valor recuperável. Este último é o valor mais alto entre o valor justo de um ativo, menos as despesas de venda, e o valor em uso. Os ativos não financeiros que tenham sofrido redução, com exceção do ágio, são revisados para identificar uma possível reversão da provisão para perdas por impairment na data do balanço. 2.11 Fornecedores - As contas a pagar aos fornecedores são obrigações a pagar por bens ou serviços que foram adquiridos de fornecedores no curso normal dos negócios, sendo classificadas como passivos circulantes se o pagamento for devido no período de até um ano. Caso contrário, as contas a pagar são apresentadas como passivo não circulante. Elas são, inicialmente, reconhecidas pelo valor justo e, subsequentemente, mensuradas pelo custo amortizado com o uso do método de taxa de juros efetiva. Na prática, são normalmente reconhecidas ao valor da fatura correspondente. 2.12 Provisões - As provisões de ações judiciais são reconhecidas quando: a Companhia tem uma obrigação presente ou não formalizada como resultado de eventos passados; é provável que uma saída de recursos seja necessária para liquidar a obrigação; e o valor possa ser estimado com segurança. Não são reconhecidas provisões para perdas operacionais futuras. 2.13 Benefícios a empregados - A Companhia participa de planos de pensão, administrados por entidade fechada de previdência privada, que provêm a seus empregados benefícios pós-emprego. A Companhia tem planos de contribuição definida. Um plano de contribuição definida é um plano de pensão segundo o qual a Companhia faz contribuições fixas a uma entidade separada. A Companhia não tem obrigações legais nem construtivas de fazer contribuições se o fundo não tiver ativos suficientes para pagar a todos os empregados os benefícios relacionados com o serviço do empregado no período corrente e anterior. Para o plano de contribuição definida, a Companhia paga contribuições a entidades fechadas de previdência privada em bases compulsórias, contratuais ou voluntárias. As contribuições regulares são reconhecidas como despesas operacionais. Os custos de serviços passados são imediatamente reconhecidos no resultado, a menos que as mudanças do plano de pensão estejam condicionadas à permanência do empregado no emprego, por um período de tempo específico (o período no qual o direito é adquirido). Nesse caso, os custos de serviços passados são amortizados pelo método linear durante o período em que o direito foi adquirido. 2.14 Participação nos lucros - São registradas provisões para reconhecer a despesa referente à participação dos empregados nos resultados. Essas provisões são calculadas com base em metas qualitativas e quantitativas, definidas pela administração e contabilizadas no resultado do período. 2.15 Demais passivos circulante e não circulante - São demonstrados pelos valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos financeiros, das variações de taxas de câmbio e das variações monetárias incorridas. Os ativos, as obrigações realizáveis após os 12 meses subsequentes à data das demonstrações contábeis são consideradas como não circulantes. 2.16 Reconhecimento da receita - A receita compreende o valor justo da contraprestação recebida ou a receber pela comercialização de produtos e serviços no curso normal das atividades da Companhia. A receita é apresentada líquida de impostos, devoluções, abatimentos e descontos. A Companhia reconhece a receita quando: (i) o valor da receita pode ser mensurado com segurança; (ii) é provável que benefícios econômicos futuros fluam para a entidade; e (iii) quando critérios específicos tiverem sido atendidos para cada uma das atividades da Companhia, conforme descrição a seguir. (a) Receita financeira - A receita financeira é reconhecida usando o método da taxa de juros efetiva. (b) Receita de aluguel - A receita de aluguel proveniente de imóvel para investimento, arrendado a terceiros conforme contrato de arrendamento operacional, é reconhecida pelo método linear na demonstração do resultado em “Outras receitas”, durante o período de arrendamento. 2.17 Imposto de renda e contribuição social corrente e diferido - As despesas fiscais do período compreendem o imposto de renda e contribuição social corrente e diferido. O imposto é reconhecido na demonstração do resultado, exceto na proporção em que estiver relacionado a itens reconhecidos diretamente no patrimônio líquido. Os encargos do imposto de renda e contribuição social corrente são calculados com base nas leis tributárias em vigor ou substancialmente promulgadas, na data do balanço. O imposto de renda e contribuição social diferidos são reconhecidos sobre diferenças temporárias decorrentes das bases fiscais de ativos e passivos e seus valores contábeis nas demonstrações financeiras. O imposto de renda e contribuição social diferido é calculado com base em alíquotas de imposto e leis fiscais em vigor, ou substancialmente promulgadas, na data-base das demonstrações financeiras. O valor contábil do imposto de renda e contribuição social diferidos ativos é avaliado anualmente e uma provisão para desvalorização é estabelecida quando o valor contábil não puder ser recuperado com base no lucro tributável, presente ou futuro. 3 Transição para o CPC para PMEs - 3.1 Base de transição para o CPC para PMEs - 3.1.1 Aplicação do CPC para PMEs - As demonstrações financeiras da Companhia relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2010 são as primeiras demonstrações financeiras preparadas de acordo com as políticas contábeis do CPC para PMEs. A Companhia adotou 01 de janeiro de 2009 como data de transição. Nessa data, ela preparou as primeiras demonstrações financeiras de acordo com o CPC para PMEs, nas quais considerou todas as exceções obrigatórias e algumas das isenções opcionais permitidas na aplicação retrospectiva completa do CPC para PMEs. A transição das políticas contábeis adotadas no Brasil anteriormente usadas para o CPC aplicável à PMEs não resultou em efeitos no patrimônio líquido da Companhia em 1o de janeiro de 2009 e 31 de dezembro de 2009, assim como no resultado do exercício findo em 31 de dezembro de 2010. 3.1.2 Apresentação do resultado abrangente - Em atendimento ao CPC PME, a Demonstração do resultado Abrangente foi apresentada ao final da Demonstração do Resultado. A Demonstração de Resultado Abrangente se refere à mutação que ocorre no patrimônio líquido durante um período que resulta de transações e outros eventos. Durante o exercício, não houve tais mutações, e dessa forma o valor do Resultado Abrangente é igual ao Resultado do exercício. 4 Estimativas e julgamentos contábeis críticos - As estimativas e os julgamentos contábeis são continuamente avaliados e baseiam-se na experiência histórica e em outros fatores, incluindo expectativas de eventos futuros, consideradas razoáveis para as circunstâncias. A Companhia faz estimativas e estabelece premissas com relação ao futuro. Por definição, as estimativas contábeis resultantes raramente serão iguais aos respectivos resultados reais. As estimativas e premissas que apresentam um risco significativo de causar um ajuste relevante nos valores contábeis de ativos e passivos para o próximo exercício estão divulgadas abaixo. (a) Valor justo de propriedade para investimento - O valor justo de propriedade para investimento baseia-se nos preços atuais de mercado para propriedades similares. O valor justo é determinado por uma avaliação feita por avaliadores independentes portadores de licença para avaliação reconhecida e pertinente da Câmara de Valores Mobiliários do Estado de São Paulo com experiência recente em avaliações de edifícios na mesma área em que o imóvel da Companhia está localizado. (b) Imposto de renda e contribuição social - A Companhia reconhece provisões para situações em que é provável que valores adicionais de impostos sejam devidos. Quando o resultado final dessas questões for diferente dos valores inicialmente estimados e registrados, essas diferenças afetarão os ativos e passivos fiscais atuais e diferidos no período em que o valor definitivo for determinado. 5 Caixa e equivalentes de caixa 2010 2009 Dinheiro em bancos e em caixa 1.443 387 Renda fixa compromissada (*) (Nota 19) 17.434 14.584 18.877 14.971 (*) O saldo da aplicação de renda fixa compromissada é composto por debêntures e tem como taxa de compromisso média de 103% do CDI. 6. Contas a receber de clientes 2010 2009 Contas a receber de clientes - líquidas 3.110 3.016 Contas a receber de partes relacionadas (Nota 19) 505 4.597 3.615 7.613 7. Estoques 2010 2009 Matéria-prima 10.926 8.778 Produtos em elaboração 17.524 14.449 Almoxarifado 2.429 2.151 Adiantamento a fornecedores 190 56 31.069 25.434 A Companhia não mantinha estoques dados como garantia de passivos nas respectivas datas-base. 8. Propriedade para investimento 2010 Custo Em 1º de janeiro 7.846 Adições/(baixas) 976 Em 31 de dezembro 8.822 Depreciação e provisão para perdas acumuladas Em 1º de janeiro (1.767) Depreciação anual (514) Em 31 de dezembro (2.281) Valor contábil Em 1º de janeiro de 2010 6.079 Em 31 de dezembro de 2010 6.541 A Companhia decidiu por manter o método de custo para avaliar as propriedades para investimento, dessa forma o valor justo das propriedades de investimento foi determinado por um avaliador profissional no montante de R$ 30.961. 9 Imobilizado

Custo Em 1º/01/2010 Adições Transferências Baixas Em 31/12/2010 Depreciação Em 1º/01/2010 Depreciação anual Deprec. acumulada de ativos baixados Em 31/12/2010 Valor contábil Em 1º/01/2010 Em 31/12/2010

Terrenos e edificações 11.857 – 491 (65) 12.283

Veículos, máqs. equips. e instalações 27.229 1.930 5.454 (2.237) 32.376

Móveis utens. e equips. de inform. benfeitorias em poder de terceiros e outros 2.785 – 41 (1.875) 951

(7.585) (88)

(11.856) (3.494)

(1.018) (101)

– –

(20.459) (3.683)

14 (7.659)

3.045 (12.305)

630 (489)

– –

3.689 (20.453)

4.272 4.624

15.373 20.071

1.767 462

Obras em andamento 4.673 5.097 (5.986) (3.091) 693

4.673 693

Total 46.544 7.027 – (7.268) 46.303

26.085 25.850

As imobilizações em andamento referem-se basicamente a projetos e adiantamentos para compras de ativo imobilizado que visam à melhoria operacional da produção. Neste grupo, estão inclusos vários projetos de construção de equipamentos com o objetivo de modernizar a planta produtiva. Revisão e ajuste da vida útil estimada - A Companhia periodicamente

analisa a vida útil-econômica estimada do seu ativo imobilizado para fins de cálculo da depreciação, bem como para determinar o valor residual dos itens do imobilizado. No decorrer de 2010, para apoiar essa análise, a Companhia contratou empresa especializada, que emitiu laudo de avaliação datado de 12 de março de 2010. Com base no referido laudo, a partir dessa data, a Companhia efetuou a revisão da vida útil do ativo imobilizado, alterando de forma prospectiva as taxas de depreciação utilizadas. 10. Fornecedores 2010 2009 Contas a pagar a fornecedores 2.827 1.635 Contas a pagar a fornec. - partes relacionadas (Nota 19) 21 945 2.848 2.580 11. Adiantamento de clientes - Referem-se a adiantamentos de clientes efetuados para a compra de matéria-prima da Companhia. 2010 2009 Adiantamento - partes relacionadas (Nota 19) 8.090 877 Adiantamento - terceiros 17.247 12.566 25.337 13.443 12. Imposto de renda e contribuição - (a) Impostos diferidos - O imposto de renda e a contribuição social diferidos, registrados no ativo não circulante, foram calculados às alíquotas nominais de realização sobre os seguintes itens: Diferido ativo 2010 2009 Prejuízos fiscais 515 Provisão para contingências 1.226 1.656 Outros 41 41 Não circulante 1.782 1.697 (b) Período estimado de realização - A expectativa da administração da Companhia é de que os créditos fiscais diferidos decorrentes das diferenças temporárias serão realizados até 2014. (c) Reconciliação da despesa do imposto de renda e da contribuição social - A reconciliação entre a despesa de imposto de renda e de contribuição social pela alíquota nominal e pela efetiva está demonstrada a seguir: 2010 2009 Imposto Contrib. Imposto Contrib. de renda social de renda Social Lucro (prej.) antes do IRPJ e da CSLL (2.263) (2.263) 3.295 3.295 Adições 3.507 3.246 3.226 3.136 Exclusões (2.689) (2.689) (1.136) (1.136) Base de cálculo (1.445) (1.706) 5.385 5.295 Imposto de renda - 15% – – 807 – Adicional IRPJ - 10% – – 515 – Contribuição social - 9% – – – 474 Programa de Alimentação ao Trabalhador (PAT) – – (37) – Outros – – 54 – – – 1.339 474 Total IRPJ e contrib. social à taxa nominal – – – 1.813 IRPJ e contrib. social - corrente – – – 1.647 IRPJ e contrib. social - diferido – 85 – 166 Despesa de IRPJ e CSLL – 85 – 1.813 (d) Regime tributário de transição (“RTT”) - Para fins de apuração do imposto de renda e da contribuição social sobre o lucro líquido dos exercícios de 2009 e 2008, a Companhia optou pelo RTT, que permite à pessoa jurídica eliminar os efeitos contábeis da Lei nº 11.638/07 e da MP no 449/08, convertida na Lei nº 11.941/09, por meio de registros no Livro de Apuração do Lucro Real (LALUR) ou de controles auxiliares, sem qualquer modificação da escrituração mercantil. Em 2010 a Companhia também adotou as mesmas praticas tributárias adotadas em 2009 e 2008, uma vez que o RTT terá vigência até a entrada em vigor de uma lei que discipline os efeitos fiscais dos novos métodos contábeis, buscando a neutralidade tributária. 13 Provisões Conting. Contingência fiscal e Conting. Outras trabalhista tributária civil conting. Total Em 1º/01/2010 1.237 4.809 1.055 121 7.222 No resultado Provisões adicionais durante o ano 339 458 36 – 833 Valor baixado contra a provisão durante o ano (267) – (621) – (888) Em 31/12/2010 1.309 5.267 470 121 7.167 A Companhia é parte em ações judiciais e processos administrativos, decorrentes do curso normal de suas operações, envolvendo questões tributárias, trabalhistas e aspectos cíveis, para os quais é constituída provisão para contingências, tendo como base a informação dos assessores jurídicos sobre a probabilidade de êxito nas ações e avaliação da relevância dos valores envolvidos. A provisão para contingências constituída, substancialmente representada por processos tributários, trabalhistas e cíveis, levou em consideração a melhor estimativa de valores para os casos em que os advogados externos e internos entendem que existem expectativas de perdas, estando parte de alguns dos pleitos garantida por bens dados em penhora ou depósitos em juízo. Não é esperada nenhuma exigibilidade relevante resultante dos passivos contingentes, além daqueles provisionados. (b) Nas datas das demonstrações contábeis, a Companhia apresentava os seguintes

passivos e os correspondentes depósitos judiciais relacionados as contingências:

Contingências tributárias Conting. trabalhistas e previdenciárias Contingências cíveis

IPTU e outros

Depósitos Provisões p/ judiciais contingências 2010 2009 2010 2009 3.587 3.587 5.267 4.809 574 537 1.309 1.237 376 376 470 1.055 Depósitos Provisões p/ judiciais contingências 2010 2009 2010 2009 3.870 3.278 121 121 – 8.407 7.778 7.167

Apresentação das contingências líquidas dos depósitos judiciais (4.537) (4.499) (4.537) (4.499) Efeito líquido - depósitos judiciais/provisões p/ contingências 3.870 3.279 2.630 2.723 No passivo circulante 2.630 2.723 14. Patrimônio líquido - (a)Capital social - No dia 26 de abril de 2010 foi aprovado por meio da ata de assembléia geral extraordinária o aumento de capital social de R$ 63.879 para R$ 63.887, mediante conversão de reserva de capital no valor de R$ 8 sem a emissão de novas ações. O capital social, totalmente subscrito e integralizado em 31 de dezembro de 2010 é representado por 396.840.539 (2009 - 396.840.539) ações ordinárias e sem valor nominal. Aos acionistas é assegurado o direito de receber, como dividendo obrigatório, a parcela de 10% do lucro líquido apurado na forma da lei. (b) Reserva legal - A reserva legal é constituída anualmente como destinação de 5% do lucro líquido do exercício e não poderá exceder a 20% do capital social. A reserva legal tem por fim assegurar a integridade do capital social e somente poderá ser utilizada para compensar prejuízo e aumentar o capital. (c) Reserva de retenção de lucros - A reserva de retenção de lucros refere-se à retenção do saldo remanescente de lucros acumulados a fim de atender ao projeto de crescimento dos negócios estabelecidos em seu plano de investimento. (d) Dividendo mínimo obrigatório - Os dividendos mínimos obrigatórios são calculados de acordo com o artigo 202 da Lei nº 6.404/76 e são pagos em conformidade com o estabelecido no estatuto da Companhia. O cálculo dos dividendos, em 31 de dezembro de 2010 e de 2009, são assim demonstrados: 2010 2009 (Prejuízo)/lucro líquido do exercício (2.178) 1.482 Reserva legal – (74) Base de cálculo dos dividendos – 1.408 Dividendos mínimos - 10% (conforme estatuto) – 141 Total dos dividendos propostos – 141 Dividendos por lote de mil ações - R$ – 0,0004 No ano de 2010 não foram calculados dividendos mínimos obrigatórios devido ao prejuízo contábil apurado no exercício. (e) Absorção das reservas - A Companhia propôs a absorção das reservas com a utilização dos prejuízos acumulados conforme a Lei nº 6.404/76 que determina que o prejuízo do exercício será obrigatoriamente absorvido pelos lucros acumulados, pelas reservas de lucros e pela reserva legal. 15. Receitas de vendas e serviços - A composição das receitas é a seguinte: Análise de receita por categoria 2010 2009 Receita bruta de vendas de prod. e serviços - terceiros 41.106 43.598 Receita bruta de vendas de produtos e serviços partes relacionadas (Nota 19) 14.514 50.096 Impostos incidentes sobre vendas e descontos (9.137) (23.317) 46.483 70.377 16. Plano de suplementação de aposentadoria - A Companhia é patrocinadora de planos de aposentadoria privada administradas pela Fundação Senador José Ermírio de Moraes (FUNSEJEM), fundo fechado de previdência privada, sem fins lucrativos. Nos termos do regulamento do plano, as contribuições são igualadas pelas patrocinadoras, de acordo com o nível de remuneração do funcionário. Para os que tem remuneração inferior ao patamar especificado pelo regulamento, as contribuições são igualadas até o limite de 1,5% da remuneração mensal do funcionário. Para aqueles com remuneração superior ao patamar, igualam-se as contribuições do funcionário até o limite de 6% da remuneração mensal. Em 31 de dezembro de 2010, a provisão constituída totaliza R$ 121 (2009 - R$ 121). Os valores são pagos mensalmente à FUNSEJEM, em conjunto com as contribuições normais do plano de contribuição definida. Em 2010, totalizaram R$ 323 (2009 - R$ 328). 17. Receitas e despesas financeiras 2010 2009 Ganhos cambiais líquidos sobre atividades de financiamento (586) (49) Reversão do processo de COFINS - Lei nº 9.718 – 1.679 Despesas financeiras (586) 1.630 Receita de juros sobre ativos financeiros mensurados pelo custo amortizado (*) 2.749 3.551 Receitas financeiras 2.749 3.551 Receitas financeiras, líquidas 2.163 5.181 (*) Representado substancialmente por juros de mútuo e rendimento de aplicações financeiras. 18. Compromissos - A Companhia possui contrato de compra de gás com à ULTRAGAZ, conforme estabelecido no contrato deve ter um consumo mínimo médio de 9.500 quilogramas de gás até 2014

19 Transações com partes relacionadas - As seguintes transações foram conduzidas com partes relacionadas: Títulos e valores Contas a Divid. a Adiant. de Contas mobiliários receber pagar clientes Compras a pagar Mútuo Receitas 2010 2009 2010 2009 2010 2009 2010 2009 2010 2009 2010 2009 2010 2009 2010 2009 Anfreixo – – – – – – – – 133 435 (11) (9) – – – – Votorantim Asset Management DTVM Ltda. 17.434 14.584 – – – – – – – – – – – – – – Votorantim Metais Níquel S.A. – – 30 2.702 – – – – – – – – – – 1.501 4.409 Siderúrgica Barra Mansa S.A. – – 123 169 – – – – 79 – (10) (936) – – 2.784 2.138 Cia. Brasileira de Alumínio – – 294 1.726 140 140 (4.481) (865) – 645 – – 13.865 12.205 5.077 36.139 Votorantim Metais Zinco – – – – – – – – – – – – – – – 49 Votorantim Cimentos Norte S.A. – – 58 – – – (598) – – – – – – – – 1.941 Votorantim Cimentos Brasil – – – – – – (2.413) (12) 7 79 – – – – 5.152 5.420 Votorantim Cimentos do Nordeste – – – – – – (598) – – – – – – – – – 17.434 14.584 505 4.597 140 140 (8.090) (877) 219 1.159 (21) (945) 13.865 12.205 14.514 50.096 As principais transações com partes relacionadas foram feitas nas seguintes condições: (a) Os produtos foram vendidos com base nas tabelas de preço interno da empresa. As vendas de serviços também foram feitas com as partes relacionadas, com base nos custos internos, não havendo margens definidas pela companhia. (b) O mútuo com partes relacionadas é com a Companhia Brasileira de Alumínio e tem atualização monetária com base na variação da taxa SELIC no período de vigência. Remuneração do pessoal-chave da administração - O pessoal-chave da administração inclui diretores executivos e não executivos da Companhia. A remuneração paga ou a pagar ao pessoal-chave da administração por serviços prestados está apresentada a seguir: 31/12/2010 01/01/2009 Remuneração total do pessoal-chave da administração 766 678 20. Despesas por natureza 2010 2009 Matérias-primas e materiais de consumo utilizados (16.087) (33.645) Despesas com salários, encargos e benefícios a empregados (27.973) (28.820) Depreciação e amortização (1.909) (2.442) Serviços de terceiros (2.306) (1.977) Gastos gerais (2.305) (2.162) Despesas não de dedutíveis (1.943) (2.183) Outras despesas (291) (1.770) Custo total das vendas, custos de distribuição e despesas administrativas (52.814) (72.999) 21. Gerenciamento de riscos e instrumentos financeiros - (a) Política de gestão de riscos - A gestão de risco é realizada de modo centralizado e por meio de uma estrutura de governança que inclui a controladora da Companhia - Votorantim Industrial (VID). A Política de Gestão de Riscos

de Mercado estabelece a governança e as macrodiretrizes do processo de gestão de riscos da VID e suas Unidades de Negócios (UNs). Este processo objetiva a proteção do fluxo de caixa e seus componentes operacionais e financeiros contra eventos adversos de mercado tais como oscilações de taxas de câmbio e taxas de juros. Como o real (R$) é a moeda funcional do Grupo, e todos os esforços do processo de gestão de riscos de mercado deverão ter como objetivo a proteção do fluxo de caixa nesta moeda, a preservação da capacidade de pagamento de obrigações financeiras, e a manutenção de níveis de liquidez e endividamento adequados. Risco de liquidez - É gerenciado com as políticas de gestão de caixa, visando garantir recursos líquidos suficientes para honrar seus compromissos financeiros a qualquer momento. (b) Instrumentos financeiros - A Companhia não possui operações com instrumentos financeiros derivativos, entretanto, no caso de operações com derivativos, contratadas pela VID, não são sujeitos a depósitos de garantia, chamada de margem ou qualquer outro mecanismo equivalente. Em 31/12/2010, os principais instrumentos financeiros são descritos a seguir, bem como as premissas para sua valorização: • Caixa e equivalentes de caixa, aplicações financeiras, contas a receber e outros ativos circulantes - considerando-se a natureza e os prazos, os valores contabilizados aproximam-se dos de realização. A administração da Companhia delibera sobre as estratégias relacionadas à gestão de riscos, sobre práticas e procedimentos aplicados e está subordinada ao Comitê de Risco do Grupo Votorantim. 22. Seguros - A Companhia, tendo em vista o custo x benefício, não mantém seguros para cobrir eventuais sinistros no ativo imobilizado próprio e nos estoques. Esta política foi implementada pelos administradores em comum com os acionistas, uma vez que a Companhia não possui histórico de perdas relevantes com ativos.

DIRETORIA Paulo Roberto Pisauro Diretor Presidente José Eduardo Felgueiras Nicolau Diretor Olair Adalberto Martins Diretor Lino do Nascimento do R. Silva Contador CRC 1SP148096/O-9 PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTES auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adeAos Administradores e Acionistas quada apresentação das demonstrações financeiras da Cia., para planejar Indústria e Comércio Metalúrgica Atlas S.A. Examinamos as demonstrações financeiras da Indústria e Comércio Meta- os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas lurgica Atlas S.A. (a “Companhia”) que compreendem o balanço patrimonial não para expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos em 31/12/2010 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações da Cia.,. Uma auditoria inclui também a avaliação da adequação das polítido patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, cas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas assim como o resumo das políticas contábeis e as demais notas explicativas. pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonsResponsabilidade da administração sobre as demonstrações financei- trações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de ras - A administração da Cia., é responsável pela elaboração e adequada auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. apresentação dessas demonstrações financeiras de acordo com as práticas Opinião - Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas contábeis adotadas no Brasil para pequenas e médias empresas - Pronuncia- apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição pamento Técnico CPC PME - Contabilidade para Pequenas e Médias Empresas, trimonial e financeira da Indústria e Comércio Metalúrgica Atlas S.A. em 31 e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permi- de dezembro de 2010, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de tir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis independentemente se causada por fraude ou por erro. Responsabilidade adotadas no Brasil aplicáveis para pequenas e médias empresas. Ênfase dos auditores independentes - Nossa responsabilidade é a de expressar Conforme descrito na Nota 19 às demonstrações contábeis, a Cia., mantém uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa relações e transações em montantes significativos com partes relacionadas. auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais Consequentemente, os resultados de suas operações podem ser diferentes de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas daqueles que seriam obtidos de transações efetuadas apenas com partes pelo auditor e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de não relacionadas. obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres São Paulo, 07 de abril de 2011 de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentadas nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos PricewaterhouseCoopers Marcelo Orlando riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independen- Auditores Independentes Contador CRC 1SP217518/O-7 temente se causada por fraude ou por erro. Nessa avaliação de riscos, o CRC 2SP000160/O-5


quarta-feira e quinta-feira, 20 e 21 de abril de 2011

DIÁRIO DO COMÉRCIO

ECONOMIA/LEGAIS - 33

HOLCIM (BRASIL) S.A. CNPJ/MF nº 60.869.336/0001-17 RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Acionistas: Apresentamos aos senhores o balanço e as demonstrações financeiras do exercício encerrado em 31 de dezembro de 2010. Queremos manifestar o nosso especial agradecimento a todos os nossos funcionários, clientes, fornecedores e amigos, pela eficaz colaboração prestada durante todo o ano. DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA BALANÇOS PATRIMONIAIS - 31 DE DEZEMBRO DE 2010, 2009 E 1º DE JANEIRO DE 2009 (Em milhares de reais) DEMONSTRAÇÕES DOS RESULTADOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 E 2009 EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 E 2009 Controladora Consolidado Controladora Consolidado (Em milhares de reais) 31/12/10 31/12/09 01/01/09 31/12/10 31/12/09 01/01/09 31/12/10 31/12/09 01/01/09 31/12/10 31/12/09 01/01/09 (Em milhares de reais, exceto o lucro líquido por ação, expresso em reais) Reapre- ReapreReapre- ReapreReapre- ReapreReapre- ReapreControladora Consolidado Controladora Consolidado Ativos sentado sentado sentado sentado Passivo sentado sentado sentado sentado 31/12/10 31/12/09 31/12/10 31/12/09 31/12/10 31/12/09 31/12/10 31/12/09 Ativo circulante Passivo circulante ReapreReapreReapreReapreCx. equiv. cx.s (Nota 4) 49.209 73.805 68.873 49.209 73.805 68.877 Emp. e financ. (Nota 12) 24.635 138.173 44.524 24.635 138.173 44.524 sentado sentado sentado sentado Fluxos de caixa das ativi. operacionais Contas a rec. (Nota 5) 113.301 108.408 103.519 113.301 108.408 103.519 96.884 45.552 67.941 96.884 45.552 67.941 Fornecedores Lucro líq. antes dos impostos s/ a renda 147.211 124.396 147.618 124.460 1.702.366 1.453.490 1.702.366 1.453.490 Estoques (Nota 6) 113.314 107.694 153.632 113.314 107.694 153.632 Imp. a rec (Nota 7.c) 13.885 25.630 16.967 14.543 25.880 17.151 Receita bruta de vendas Ajuste de itens sem desemb. de cxa. para (382.153) (323.809) (382.153) (323.809) Imp. a recup. (Nota 7.a) 36.033 44.332 23.962 36.033 44.332 23.962 Salários e enc. a pagar 39.302 36.957 35.283 39.302 36.957 35.283 Impostos incid. s/vendas e dev. concil. do lucro antes do imp. c/o fluxo de cxa. 1.320.213 1.129.681 1.320.213 1.129.681 Partes relac. (Nota 15.a) 9.508 3.163 5.524 9.508 3.163 5.524 Partes relac. (Nota 15.a) 12.515 35.862 10.186 3.510 27.058 1.578 Receita líquida de vendas 56.533 47.928 56.533 47.928 Depreciação e amortização Adiant. a forn. (Nota 8) 26.547 40.086 23.432 26.547 40.086 23.432 Outras obrigações 5.763 480 7.059 5.763 480 7.060 Custo dos produtos vendidos (1.002.225) (871.322) (1.002.225) (871.322) Resultado de equivalência patrimonial (278) (950) 530 (822) 5.650 12.175 3.460 5.690 12.215 3.498 Outros vlrs. a receber Prov. p/restauração das Lucro bruto 317.988 258.359 317.988 258.359 Prov. p/demandas judiciais, líquidas baixas 353.562 389.663 382.402 353.602 389.703 382.444 1.070 593 1.481 1.070 593 1.481 Comerciais e admin. (Nota 19) áreas expl. (Nota 14) (55.026) (86.162) (55.026) (86.163) 15.434 17.868 15.434 17.868 e correção monetária Ativo não circulante Prog. de parc. - Refis 4 Depreciação e amortização (4.267) (4.402) (4.267) (4.402) Juros e variação. cambial financ. não circ. Real. a LP: (Nota 13) 6.261 7.043 – 6.261 7.043 – Lucro antes das receitas e desp. financ. 258.695 167.795 258.695 167.794 e juros de aplicações financeiras 14.225 (118.865) 14.225 (118.865) Títulos a receber 167 4.710 6.412 167 4.911 6.612 200.315 290.290 183.441 191.968 281.736 175.018 Despesas financeiras (Nota 20) (168.848) (483.275) (168.647) (483.082) Red. multa e juros - Parc. Lei 11.941 – (90.220) – (90.220) 10.826 10.278 19.397 10.826 10.278 Passivo não circulante Dep. judiciais (Nota 13) 19.397 Receitas financeiras (Nota 21) 133.199 503.681 133.199 503.681 383 4.945 383 Prov. (reversão) p/restauração das áreas exp. 4.945 Adiat. a forn. (Nota 8) 15.285 15.285 – 15.285 15.285 – Exig. a longo prazo (76.113) (64.755) (75.099) (64.755) Prov. (reversão) p/devedores duvidosos (714) 4.904 (714) 4.904 Contas a receber 1.913 777 1.266 1.913 777 1.266 Emp. e fin. (Nota 12) 278.945 295.876 679.418 278.945 295.876 679.418 Outras receitas (desp.) operacionais Resultado da equivalência patrimonial 278 950 (530) 822 Imp. rec. (Nota 7.b) 6.037 5.376 33.973 6.037 5.376 33.973 Prov. p/demandas jud. 2.180 13.427 1.006 13.167 Outros ajustes que não afetam o caixa (111.484) (43.399) (111.077) (43.334) IR e CS dif. (Nota 18) 121.090 149.942 258.684 121.090 149.942 258.684 (Nota 13) 48.990 49.310 191.856 48.990 49.310 191.856 Lucro líquido ajustado 239.536 (1.129) 239.577 (1.197) Lucro antes do IR e CS 147.211 124.396 147.618 124.460 Outros créditos 856 1.097 2.872 856 416 2.872 Prov. p/restauração das Var. de ativos e pas.: Aum. de contas a rec. (5.315) (504) (5.315) (504) – (16) (407) (80) 30.823 31.177 22.897 23.243 23.725 Investimentos (Nota 9) 31.284 10.203 10.586 14.671 10.203 10.586 IR e CS (Nota 18): Corrente áreas expl. (Nota 14) 14.671 (5.620) 45.938 (5.620) 45.938 Variação de estoques Imobilizado (Nota 10) 763.657 739.946 735.051 763.657 739.946 735.051 Prog. de parc. - Refis 4 (54.187) 32.616 (54.187) 32.616 Diferidos Variação de outros ativos 180 (6.354) 139 (6.355) Intangível (Nota 11) 66.836 66.836 66.836 66.836 66.836 66.836 - (Nota 13) 108.789 98.635 – 108.789 98.635 – (54.187) 32.600 (54.594) 32.536 Aumento de fornecedores 51.332 22.389 51.332 22.389 1.026.522 1.025.618 1.146.549 1.018.135 1.017.558 1.139.297 IR e CS dif. (Nota 18) 129.413 104.078 51.685 129.413 104.078 51.685 Lucro líquido do exercício 93.024 156.996 93.024 156.996 4.785 4.324 4.785 5.006 Redução de ativo não circulante Outras obrigações 2.349 3.234 5.306 2.349 3.768 6.519 Lucro líquido por ação - R$ 15,56 26,26 Variação de outros passivos (5.782) 846 (5.782) 229 583.157 561.336 938.851 583.157 561.870 940.064 Aum. de contas a pagar Parc. Lei 11.941 – 229.520 – 229.520 Total do Passivo 783.472 851.626 1.122.292 775.125 843.606 1.115.082 tado, considerando-se as atualizações e baixas em 2010 foi de (R$ 13) (R$ 2.619 em 5.282 (8.227) 5.282 (8.227) Variação dos impostos a recuperar 2009), sendo reconhecido em despesas comerciais e administrativas; (ii) ReconhecimenPatrimônio líquido Redução das obrig. com empresas ligadas (23.346) (25.675) (23.346) (25.675) Cap. social (Nota 17) 456.637 456.637 456.637 456.637 456.637 456.637 to de receita a faturar proveniente dos fornecimentos de concreto e co-processamento 13.539 (31.939) 13.539 (31.939) Variação adiantamentos diversos Reserva de capital 79.779 266.791 266.791 79.779 266.791 266.791 de resíduos (segmentos de Concreto e AFR, respectivamente). Trata-se de serviços Pagamento de demandas judiciais (10.917) (1.730) (10.917) (1.730) Ações em tesouraria (962) (962) (962) (962) (962) (962) prestados no final do exercício e, até o fechamento do mês, pendentes de faturamento; 263.674 227.459 263.674 227.455 Caixa líq. prov. das ativid. operacionais Aj. de avali. patrimonial 16.946 18.856 20.951 16.946 18.856 20.951 (iii) Segue abaixo a composição dos saldos vencidos e a vencer de clientes: Flx. de cx. das ativ. invest.: Vd. ativo imob. 2.291 9.637 2.291 9.637 Saldo ainda não Reservas de lucros 44.212 – – 44.212 – – (82.535) (62.440) (82.535) (62.440) Prejuízos acumulados – (177.667) (336.758) – (177.667) (336.758) vencido e sem perda Saldo vencido, mas sem perda Aquisição de bens – (338) – (338) 596.612 563.655 406.659 596.612 563.655 406.659 por redução ao por redução ao valor recuperável Compra de investimento Total do ativo 1.380.084 1.415.281 1.528.951 1.371.737 1.407.261 1.521.741 Total do pas./patr.líq. 1.380.084 1.415.281 1.528.951 1.371.737 1.407.261 1.521.741 – 616 – 616 Total valor recuperável 0 - 90 dias 90 -180 dias > 180 dias Venda de investimentos 31/12/2010 113.301 107.855 4.390 873 183 Dividendos recebidos 5.083 1.026 5.083 1.026 DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO - EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 E 2009 (Em milhares de reais) 31/12/2009 108.408 105.836 2.003 336 233 Caixa líq. usado nas ativid. de invest. (75.161) (51.499) (75.161) (51.499) Reserva de Reserva de lucros Demonstração 01/01/2009 103.519 96.484 5.257 1.233 545 Fluxos de caixa das ativid. de financ. capital Reserva de Ajustes de Lucros dos resultados 6. Estoques: Controladora e Consolidado Financ. obtidos circulante e não circulante 15.918 – 15.918 – Capital Ações em Reserva retenção de Reserva avaliação (prejuízos) abrangentes 31/12/10 31/12/09 01/01/09 Pagamento de empréstimos (133.879) (122.123) (133.879) (122.123) social tesouraria de ágio lucros legal patrimonial acumulados Total total Produtos acabados 24.602 28.630 36.651 Dividendos pagos (60.252) – (60.252) – Saldo em 1º/01/2009 (reapresentação) 456.637 (962) 266.791 – – 20.951 (336.758) 406.659 20.951 Produtos em elaboração 4.609 5.452 9.021 Pagamento juros empréstimos (34.896) (48.905) (34.896) (48.905) Lucro líquido do exercício – – – – – – 156.996 156.996 – Matérias-primas 24.909 26.962 46.345 Caixa líquido usado nas ativid. de financ. (213.109) (171.028) (213.109) (171.028) Realização do custo atribuído – – – – – (3.174) 3.174 – (3.174) 38.546 33.213 54.649 Aum. (red.) líq. de caixa e equiv. de caixa Combustíveis (24.596) 4.932 (24.596) 4.928 Impostos diferidos sobre o custo atribuído – – – – – 1.079 (1.079) – 1.079 Almoxarifados e outros 27.690 24.142 21.401 Caixa e equiv. de caixa no início do exerc. 73.805 68.873 73.805 68.877 Provisão para obsolescência de estoques (i) (7.042) (10.705) (14.435) Caixa e equiv. de caixa no final do exerc. Em 31/12/2009 (reapresentação) 456.637 (962) 266.791 – – 18.856 (177.667) 563.655 18.856 49.209 73.805 49.209 73.805 113.314 107.694 153.632 Realização do custo atribuído – – – – – (3.174) 3.174 – (3.174) (i) O critério definido para o cálculo em questão foi: (1) prazo de reposição dos estoques, provisões fiscais que foram transferidos para a rubrica de Programa de parcelamento Impostos diferidos sobre o custo atribuído – – – – – 1.079 (1.079) – 1.079 aplicáveis aos itens que compõe o almoxarifado, e; (2) expectativa de utilização de escó- Refis 4, e R$ 228.805 contabilizados no momento da adesão. Os benefícios fiscais foram Compensação de prejuízos fiscais (Nota 17) – – (187.012) – – – 187.012 – – ria, conforme medição realizada por profissionais internos especializados. O efeito da pro- de R$283.973, sendo R$ 193.752 pagos mediante amortização de prejuízos fiscais e Ajustes da adoção da Lei 11.638/07 - diversos – – – – – 185 – 185 185 R$ 90.220 de redução de multa e juros contabilizados na rubrica de despesas financeiras. visão para obsolescência no resultado em 2010 foi de R$ 3.139 (R$ 4.500 em 2009). Lucro líquido do exercício – – – – – – 93.024 93.024 – Em 31/12/2010, o passivo total da Companhia referente ao Programa de Anistia era 7. Impostos a recuperar e a recolher: 7.a. Impostos a recuperar - circulante: Destin. do lucro do exerc.: Divid.s pagos (Nota 17) – – – – – – (60.252) (60.252) – Controladora e Consolidado R$ 115.050, corrigido pela Selic (R$ 105.678 em 31/12/2009), sendo R$ 6.261 classificaConstituição de reserva legal (Nota 17) – – – – 4.651 – (4.651) – – 31/12/10 31/12/09 01/01/09 dos no passivo circulante na rubrica impostos a recolher (R$ 7.043 em 31/12/2009) e Const. de reserva de ret. de lucros (Nota 17) – – – 39.561 – – (39.561) – – IR pago no exterior (i) 10.344 7.120 3.304 R$ 108.789 no passivo não circulante (R$ 98.635 em 31/12/2009). O saldo remanescente Em 31/12/2010 456.637 (962) 79.779 39.561 4.651 16.946 – 596.612 16.946 IR a recuperar 5.675 4.088 4.326 de provisão para demandas judiciais fiscais é composto, basicamente, por processos na NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS - 31 DE DEZEMBRO DE 2010 E 2009 (Em milhares de reais) ICMS a recuperar (ii) 5.233 5.607 4.761 esfera estadual e municipal, os quais possuem probabilidade de perda provável, conforme 2.892 2.818 6.022 entendimento dos consultores legais. A Companhia recebeu notificações expedidas pela 1. Informações sobre a Companhia: A Holcim (Brasil) S.A. tem por objeto a exploração em 01/01/2010) e em 2010. A depreciação é calculada de forma linear ao longo da vida Créditos Pis e Cofins a recuperar 2.492 2.428 2.064 Receita Federal, devido a suposta falta de recolhimento de PIS e COFINS sobre diferenças de minas e jazidas em geral; a indústria e o comércio de cimento, argamassa, pó calcário, útil do ativo, a taxas que levam em consideração a vida útil estimada dos bens, como ISS a recuperar 1.547 998 1.173 de DCTF, variação cambial ativa e rendimentos produzidos por ativos financeiros detidos para fins agrícolas ou industriais, e produtos complementares para a construção civil, segue: • Edifícios e construções: 20 a 40 anos (2,7 a 10 anos até 1º/01/2009); • Jazidas e CS a recuperar 1.281 13.078 – pela Controlada no exterior no valor atualizado de R$ 131.411. Encontram-se também em in natura, bem como o beneficiamento de escória; a importação e exportação de produtos decapeamentos: exaustão calculada com base no quociente entre o volume extraído IR e CS pagamento por estimativa (iii) 423 5.595 – andamento outros processos judiciais, que de acordo com a avaliação dos assessores juríe/ou serviços ligados ao seu objeto; a prestação de serviços de concretagem e bombea- anualmente e a estimativa de volume total das jazidas; • Máquinas e equipamentos: 10 a Créditos extemporâneos de Pis e da Cofins (iv) 6.146 2.600 2.312 dicos da Companhia, deverão ser julgados improcedentes. Destas ações, para aproximamento de concreto e serviços de engenharia e correlatos; a prestação de serviços de 30 anos (6,7 a 10 anos até 01/01/2009); • Veículos, móveis e utensílios: 3 a 10 anos (6,7 Outros 36.033 44.332 23.962 damente R$128.589 o desfecho é considerável possível, tornando desnecessária uma transporte de mercadorias, próprias ou de terceiros; a exploração de pedreiras para a pro- a 20 anos até 01/01/2009). Um item de imobilizado é baixado quando vendido ou quando dução de agregado para concreto e para qualquer outra finalidade do emprego da pedra nenhum benefício econômico futuro for esperado do seu uso ou venda. Eventual ganho (i) Impostos recuperáveis relacionados à prestação de serviços de tecnologia da informa- provisão. As contingências trabalhistas e cíveis são atualizadas por índices que têm como e o exercício de atividades decorrentes da exploração de pedreiras; o manuseio e co-pro- ou perda resultante da baixa do ativo (calculado como sendo a diferença entre o valor ção para empresas do grupo, domiciliadas na América Latina; (ii) Apropriação de parcelas objetivo a manutenção dos valores provisionados ao longo do tempo de desenvolvimento cessamento de combustíveis alternativos e resíduos industriais, incluindo a coleta e/ou a líquido da venda e o valor contábil do ativo) são incluídos na demonstração do resultado ICMS e ICMS Diferencial de Alíquota circulante de acordo com o Ajuste SINIEF nº 08/97 dos processos. Já os processos fiscais são atualizados de acordo com a taxa Selic, de destinação final de resíduos que não possam ser co-processados, e prestação de servi- no exercício em que o ativo for baixado. 2.9. Intangível: Registrados ao custo de aquisi- e 03/01; (iii) Durante o ano de 2009, a Companhia apurou base tributável de imposto de acordo com orientação de nossos assessores legais. 14. Provisão para restauração das ços de análises laboratoriais para este fim; prestação de serviços de informática a empre- ção e, posteriormente, deduzidos da amortização acumulada e perdas do valor recuperá- renda e contribuição social, recolhidos por estimativa. Devido ao reconhecimento dos áreas exploradas: Em 31/12/2010, a Companhia possuía provisão para a restauração sas coligadas da Companhia que estão sediadas no exterior; compra e venda de equipa- vel, quando aplicável. Até 31/12/2008, os ágios gerados nas aquisições de investimentos, débitos fiscais em novembro de 2009, até então não contabilizados, incluídos no das áreas exploradas no montante de R$ 15.741, sendo R$ 1.070 no passivo circulante, mentos destinados à construção civil; o licenciamento de uso de marcas de sua proprie- que têm como fundamento econômico a rentabilidade futura, foram amortizados de forma Programa de Parcelamento do Governo Federal - Refis 4, a Companhia apurou prejuízo classificado na rubrica de outras obrigações (R$ 593 em 31/12/2009) e R$ 14.671 no pasdade; a participação em outras sociedades, como sócia, acionista ou quotista. A compa- linear pelo prazo de 5 a 10 anos até aquela data. A partir de 01/01/2009, conforme defini- fiscal para o ano de 2009; (iv) Refere-se aos créditos extemporâneos de PIS e COFINS, sivo não circulante (R$ 10.203 em 31/12/2009), atualizado ao valor presente. O cálculo foi nhia constituída como uma “Sociedade Anônima” domiciliada no Brasil tem sua sede do pelas normas contábeis vigentes, não houve reconhecimento de amortização e, para o registrados no ano de 2007, apurados sobre insumos e serviços, até então não credita- realizado com base em laudo de especialistas contratados pela administração de forma a Controladora e Consolidado avaliar a vida útil das minas. As taxas consideradas para este cálculo estão compatíveis social localizada na Rua Verbo Divino, nº 1.488, 5º andar, bloco D, São Paulo - SP. saldo remanescente de ágio, foi feito teste para análise de perda do seu valor recuperável dos; 7.b. Impostos a recuperar - não circulante 31/12/10 31/12/09 01/01/09 com as taxas do Grupo, ou seja, taxa estimada de inflação no longo prazo de 4,70% e 2. Políticas contábeis: As demonstrações financeiras individuais e consolidadas foram e não foram apurados ajustes adicionais. 2.10. Arrendamentos mercantis: A caracteri4.559 3.410 2.401 custo da dívida de longo prazo de 6,20%. 15. Partes relacionadas: 15.a Operações de elaboradas e estão sendo apresentadas de acordo com as práticas contábeis adotadas zação de um contrato como arrendamento mercantil está baseada em aspectos substan- ICMS a Recuperar CIAP (i) 1.245 1.937 1.166 compras e vendas e serviços: As transações com partes relacionadas incluem: (i) honono Brasil, que compreendem os pronunciamentos do Comitê de Pronunciamentos tivos relativos ao uso de um ativo ou ativos específicos ou, ainda, ao direito de uso de um ICMS Diferencial de Alíquota CIAP (i) – – 30.401 rários a pagar à Holcim Brasil, relacionados a prestação de serviços de tecnologia da inforContábeis CPC. A Companhia adotou todas as normas, revisões de normas e interpreta- determinado ativo, na data do início da sua execução. Os contratos de arrendamento Créditos extemporâneos Pis e Cofins 233 29 5 mação, domiciliadas na América Latina; (ii) despesas com suporte administrativo e de sisções emitidas pelo CPC e demais órgãos reguladores que estavam em vigor em mercantil financeiro são reconhecidos no ativo imobilizado pelo valor do bem e no passivo Outros Créditos Fiscais - LP 6.037 5.376 33.973 temas, pagas à Holcim Group Support Ltd, conforme contrato assinado em junho de 2009 31/12/2010. As demonstrações financeiras foram preparadas utilizando o custo histórico de empréstimos e financiamentos pelo valor das parcelas obrigatórias do contrato, dedue averbado no Instituto Nacional da Propriedade Nacional (INPI) em janeiro de 2010; (iii) (i) Apropriação das parcelas ICMS e ICMS Diferencial de Alíquota não circulante de acorcomo base de valor, exceto pela valorização de certos ativos e passivos como instrumen- zido, em conta redutora, dos juros implícitos, os quais são apropriados ao resultado de tos financeiros, os quais são mensurados pelo valor justo. As demonstrações financeiras acordo com a duração do contrato pelo método da taxa de efetiva de juros. Havendo cer- do com o Ajuste SINIEF Nº 08/97 e 03/01. Os valores estão ajustados a valor presente, empréstimos com empresas do grupo (vide Nota 12); e (iv) transações comerciais de comindividuais e consolidadas foram elaboradas com base em diversas estimativas contá- teza razoável de que será obtida a propriedade no fim do prazo do arrendamento mercan- sendo reduzidos em R$ 278 em 31/12/2010 (R$ 942 em 31/12/2009). 7.c. Impostos a pra e venda de cimento e concreto, entre a Companhia e suas investidas. Esses valores beis. As estimativas contábeis envolvidas na preparação das demonstrações financeiras til, a depreciação é calculada com base na vida útil-econômica dos bens. Caso contrário, recolher: O menor saldo de impostos a recolher em 31/12/2010 (R$ 13.885), comparado são calculados sobre a receita derivada da venda de cimento pela Companhia e serviços foram baseadas em fatores objetivos e subjetivos, com base no julgamento da adminis- os montantes registrados no ativo imobilizado são depreciados pelo menor prazo entre a a 31/12/2009 (R$ 25.630) se deve principalmente à manutenção da isenção de IPI em de tecnologia de informação prestados a outras empresas do grupo, domiciliadas na tração para determinação do valor adequado a ser registrado nas demonstrações finan- vida útil-econômica estimada dos bens e a duração prevista do contrato de arrendamento. 2010 para materiais de construção, a qual está em vigor desde abril de 2009. América Latina. As condições das transações entre partes relacionadas são as mesmas às Ativo circulante Controladora e Consolidado praticadas com o mercado. ceiras. A liquidação das transações envolvendo essas estimativas poderá resultar em Os contratos de arrendamento mercantil operacional são reconhecidos como despesa 8. Adiantamentos a fornecedores: Controladora e Consolidado 31/12/10 31/12/09 01/01/09 valores significativamente divergentes dos registrados nas demonstrações financeiras numa base sistemática que represente o período em que o benefício sobre o ativo arren31/12/10 31/12/09 01/01/09 20.491 46.377 1.194 devido ao tratamento probabilístico inerente ao processo de estimativa. A Companhia dado é obtido, mesmo que tais pagamentos não sejam feitos nessa base. 2.11. Custos Adiantamento a fornecedores - moeda local 1.314 244 – 20.086 6.355 16.031 Brasmix Engenharia de Concreto S.A. revisa suas estimativas e premissas pelo menos anualmente. A autorização para conclu- de empréstimos: Custos de empréstimos diretamente relacionados com a aquisição, Adiantamento a fornecedores - moeda estrangeira 1.117 1.087 6 1.255 2.639 6.207 Valemassa Ind. Com. de Argamassas Ltda. são da preparação dessas demonstrações financeiras ocorreu na reunião dos diretores construção ou produção de um ativo que necessariamente requer um tempo significativo Adiantamento a fornecedores - ativo fixo Topmix Engenharia e Tecnología de Concreto S.A. 7.042 – 2.667 41.832 55.371 23.432 em 18/03/2011.2.1. Bases de consolidação: As demonstrações financeiras consolida- para ser concluído para fins de uso ou venda são capitalizados como parte do custo do – 945 1.194 26.547 40.086 23.432 Juan Minetti S.A. (Argentina) das incluem sua controlada direta, Holcim Empreendimentos e Administração Ltda., com correspondente ativo. Para os exercícios findos em 31/12/2010 e 2009, não houve capi- Circulante – 887 1.568 15.285 15.285 – Cimento Popaico S.A. (Chile) percentual de participação de 99,99% em 31/12/2010. A controlada é integralmente con- talização de juros. 2.12. Estoques: Os estoques são avaliados ao valor de custo de aqui- Não circulante 30 – – solidada a partir da data de aquisição, sendo esta a data na qual a Controladora obtém sição ou realizável líquido, não excedendo o seu valor de mercado. O custo é determina- Em 31/12/2010 e 2009, o saldo de adiantamentos é composto por valores repassados a Holcim Services EMEA S.L. 5 – 89 controle, e continua a ser consolidada até a data em que esse controle deixe de existir. O do utilizando-se o método da média ponderada. O custo de produtos acabados e em pro- fornecedores, conforme contratos firmados com a Companhia relacionados, basicamen- Holcim Group Support Ltd 9.508 3.163 5.524 te, à manutenção e/ou reposição de equipamentos utilizados na produção e compra de exercício social da controlada é coincidente com o da Controladora, e as demonstrações cesso inclui matérias-primas e aditivos, mão de obra direta, outros custos diretos e desPassivo circulante financeiras são elaboradas para o mesmo período de divulgação que o da Controladora, pesas gerais de produção indiretas. As provisões para estoques de baixa rotatividade ou combustíveis. 9. Investimentos em controladas e coligadas: Controladora Controladora Consolidado utilizando políticas contábeis consistentes. Todos os saldos intragrupo, receitas e despe- obsoletos são constituídas quando consideradas necessárias pela Administração. 2.13. 31/12/10 31/12/09 01/01/09 31/12/10 31/12/09 01/01/09 31/12/10 31/12/09 01/01/09 sas e ganhos e perdas não realizados, oriundos de transações intragrupo, são eliminados Perda por redução ao valor recuperável de ativos não financeiros: A administração Holcim Empreendimentos 9.005 8.804 8.608 8.387 7.580 7.452 – – – por completo. 2.2. Investimento em coligadas e controlada: O investimento na contro- revisa anualmente o valor contábil líquido dos ativos com o objetivo de avaliar eventos ou Invest. em controlada (*) Brasmix Engenharia de Concreto S.A. – – 63 lada Holcim Empreendimentos e Administração Ltda. e nas coligadas Topmix, Brasmix e mudanças nas circunstâncias econômicas, operacionais ou tecnológicas que possam Invest. em coligadas – 2 – 4.283 4.765 3.937 4.283 4.765 Valemassa Ind. Com. de Argamassas Ltda. Valemassa são contabilizados com base no método da equivalência patrimonial para fins indicar deterioração ou perda de seu valor recuperável. Sendo tais evidências identifica- método de equiv. patrim. (**) 3.937 Topmix Engenharia e Tecnología de Concreto S.A. – 180 25 de demonstrações financeiras individuais. Com base no método da equivalência patrimo- das e o valor contábil líquido exceder o valor recuperável, é constituída provisão para des- Outros invest. – 3 5 18.960 18.960 18.960 18.960 18.960 18.960 Juan Minetti S.A. (Argentina) nial, os investimentos nas coligadas e controlada são contabilizados no balanço patrimo- valorização ajustando o valor contábil líquido ao valor recuperável. Para os exercícios fin- - mét. de custo (***) – – 9 31.284 30.823 31.177 22.897 23.243 23.725 Cimento Popaico S.A. (Chile) nial ao custo, adicionado das mudanças após a aquisição da participação societária, se dos em 31/12/2010 e 2009, não foi necessário registrar perdas por redução dos valores – – 31 aplicável. Os ganhos e perdas não realizados, quando aplicável, resultantes de transa- recuperáveis de ativos não financeiros. 2.14. Caixa e equivalentes de caixa: Inclui caixa, (*) Participação de 99,99% na controlada Holcim Empreendimentos Ltda., sendo o resul- Holcim Espanha Holcim França 71 74 100 ções entre a controladora e sua controlada e coligadas, são eliminados de acordo com a saldos positivos em conta movimento, aplicações financeiras resgatáveis no prazo de 90 tado de R$ 807 em 31/12/2010 (R$ 128 em 31/12/2009). (**) Participação nas coligadas 3.439 26.799 1.345 participação mantida na investida. Após a aplicação do método da equivalência patrimo- dias da data do balanço e com risco insignificante de mudança de seu valor de mercado. Topmix, Brasmix e Valemassa. (***) Participação de 0,75% na Gerdau Açominas S.A. Holcim Group Support Ltd 12.515 35.862 10.186 nial, a Companhia determina se é necessário reconhecer perda adicional do valor recupe- As aplicações financeiras incluídas nos equivalentes de caixa são classificadas na cate- 10. Imobilizado: O Saldo de imobilizado, controladora e consolidado, é composto como Passivo Circulante JaziVeíc., rável sobre o investimento da Companhia em suas coligadas e controlada. A Companhia goria “ativos financeiros ao valor justo por meio do resultado”. 2.15. Provisões: Geral: segue: Consolidado Ter- Edif. e das e Máq. e móveis Obras determina, em cada data de fechamento do balanço patrimonial, se há evidência objetiva Provisões são reconhecidas quando a Companhia tem uma obrigação presente (legal ou 31/12/10 31/12/09 01/01/09 renos const. decap. equip. e utens. Outros em and. Total de que os investimentos sofreram perda por redução ao valor recuperável. Se assim for, não formalizada) em consequência de um evento passado, é provável que benefícios Brasmix Engenharia de Concreto S.A. – – 63 a Companhia calcula o montante da perda por redução ao valor recuperável como a dife- econômicos sejam requeridos para liquidar a obrigação e uma estimativa confiável do Custo ou aval.: – 2 – rença entre o valor recuperável da coligada e controlada e o valor contábil e reconhece o valor da obrigação possa ser feita. Quando a Companhia espera que o valor de uma pro- Em 01/01/09 40.463 386.400 79.242 703.739 129.747 24.086 147.973 1.511.650 Valemassa Ind. Com. de Argamassas Ltda. – 180 25 – 216 – 942 795 14 60.473 62.440 Topmix Engenharia e Tecnología de Concreto S.A. montante na demonstração do resultado. Para os exercícios findos em 31/12/2010 e visão seja reembolsado, no todo ou em parte, por exemplo, por força de um contrato de Adições Juan Minetti S.A. (Argentina) – 3 5 (883) (8.716) (225) (20.231) (11.527) (12.883) – (54.465) 2009, não foi necessário registrar perdas por redução dos valores recuperáveis dos inves- seguro, o reembolso é reconhecido como um ativo separado, mas apenas quando o Baixas – – 9 21.372 27.392 4.231 86.250 40.611 3.919 (183.736) 39 Cimento Popaico S.A. (Chile) timentos. 2.3. Conversão de moeda estrangeira: As demonstrações financeiras conso- reembolso for praticamente certo. A despesa relativa a qualquer provisão é apresentada Transfer. – – 31 lidadas são apresentadas em Reais (R$), que é a moeda funcional da controladora e da na demonstração do resultado, líquida de qualquer reembolso. Provisões para riscos Em 31/12/09 60.952 405.292 83.248 770.700 159.626 15.136 24.710 1.519.664 Holcim Espanha 71 74 100 – 199 18 13.169 9.853 119 59.177 82.535 Holcim França controlada. Transações e saldos: As transações em moeda estrangeira são inicialmente tributários, cíveis e trabalhistas: A Companhia é parte de diversos processos judiciais Adições 3.439 26.799 1.345 (82) (4.086) – (5.867) (9.275) (2.921) – (22.231) Holcim Group Support Ltd registradas à taxa de câmbio da moeda funcional em vigor na data da transação. Os ati- e administrativos. Provisões são constituídas para todas as demandas judiciais referentes Baixas 3.510 27.058 1.578 501 11.011 1.689 28.014 9.461 4.224 (54.900) – vos e passivos monetários denominados em moeda estrangeira são reconvertidos à taxa a processos judiciais para os quais é provável que uma saída de recursos seja feita para Transfer. Vendas e receitas Compras e despesas de câmbio da moeda funcional em vigor na data do balanço. Ativos e passivos monetários liquidar a demanda judicial/obrigação e uma estimativa razoável possa ser feita. A avalia- Em 31/12/10 61.371 412.416 84.955 806.016 169.665 16.558 28.987 1.579.968 Controladora e Controladora e denominados em moeda estrangeira são reconvertidos novamente para a moeda funcio- ção da probabilidade de perda inclui a avaliação das evidências disponíveis, a hierarquia Depreciação: Consolidado Consolidado 221.815 17.072 430.080 83.818 23.814 776.599 nal usando-se a taxa de câmbio vigente na data de encerramento das demonstrações das leis, as jurisprudências disponíveis, as decisões mais recentes nos tribunais e sua Em 01/01/09 31/12/10 31/12/09 31/12/10 31/12/09 financeiras. Os ganhos e perdas resultantes da diferença entre a conversão dos saldos relevância no ordenamento jurídico, bem como a avaliação dos advogados externos. As Desp. de deprec. 14.413 11.064 – – 6.619 1.710 26.316 13.109 174 47.928 Brasmix Engenharia de Concreto S.A. ativos e passivos, em moeda estrangeira, no encerramento do exercício, e a conversão provisões são revisadas e ajustadas para levar em conta alterações nas circunstâncias, no exerc. (5.069) – (16.002) (11.070) (12.687) (44.828) Topmix Engenharia e Tecnología inicial dos valores das transações, são reconhecidos na demonstração do resultado. 2.4. tais como prazo de prescrição aplicável, conclusões de inspeções fiscais ou exposições Baixas de Concreto S.A. 55.517 43.338 – – Transferências (40) – (476) 537 (2) 19 Reconhecimento de receita: A receita é reconhecida na extensão em que for provável adicionais identificadas com base em novos assuntos ou decisões de tribunais. 3.259 4.473 – – 223.325 18.782 439.918 86.394 11.299 779.718 Juan Minetti S.A. (Argentina) que benefícios econômicos serão gerados para a Companhia e quando possa ser men- 2.16. Outros ativos e passivos: Um ativo é reconhecido no balanço quando se trata de Em 31/12/09 Cimento Popaico S.A. (Chile) 1.115 4.616 – – surada de forma confiável. A receita é mensurada com base no valor justo da contrapres- recurso controlado pela Companhia decorrente de eventos passados e do qual se espera Desp. de deprec. 745 – – – 10.854 1.895 29.594 13.719 471 56.533 Holcim Colombia tação recebida, excluindo descontos, abatimentos e impostos ou encargos sobre vendas. que resultem em benefícios econômicos futuros. Um passivo é reconhecido no balanço no exerc. Holcim El Salvador 1.337 – – – (3.094) – (5.200) (8.666) (2.980) (19.940) 2.5. Impostos: Imposto de renda e contribuição social correntes: Ativos e passivos quando a Companhia possui uma obrigação legal ou constituída como resultado de um Baixas 1.246 – – – – – 322 (322) – – Holcim Costa Rica tributários correntes do último exercício e de anos anteriores são mensurados ao valor evento passado, sendo provável que um recurso econômico seja requerido para liquidá- Transferências 3.087 – – – 231.085 20.677 464.634 91.125 8.790 816.311 Holcim Equador recuperável esperado ou a pagar para as autoridades fiscais. As alíquotas de imposto e lo. 2.17. Benefícios de aposentadoria e outros benefícios pós-emprego: A Holcim Em 31/12/10 Holcim Nicaragua 42 – – – as leis tributárias usadas para calcular o montante são aquelas que estão em vigor ou oferece aos seus colaboradores um plano de previdência privada, o Holcimprev, que é Valor residual Holcim Group Support Ltd (*) – – 61.543 27.009 substancialmente em vigor na data do balanço. Imposto de renda e contribuição social administrado pelo Multprev - Fundo Múltiplo de Pensão, e tem como objetivo principal pro- líquido: 80.761 63.491 61.543 27.009 diferidos: Imposto diferido é gerado por diferenças temporárias na data do balanço entre porcionar uma complementação aos benefícios de aposentadoria oferecidos pela Em 31/12/10 61.371 181.331 64.278 341.382 78.540 7.768 28.987 763.657 as bases fiscais de ativos e passivos e seus valores contábeis e sobre prejuízo fiscal e Previdência Social. O superávit técnico do Plano - diferença entre o valor justo dos ativos Em 31/12/09 60.952 181.967 64.466 330.782 73.232 3.837 24.710 739.946 (*) Refere-se basicamente a despesas com valor da marca Holcim (“Franchising Fees”) registradas em Outras receitas (despesas) operacionais. 15.b. Remuneração do pes272 147.973 735.051 base negativa de imposto de renda. Impostos diferidos passivos são reconhecidos para do plano e o valor presente das obrigações atuariais - não foi registrado, pois foi conside- Em 01/01/09 40.463 164.585 62.170 273.659 45.929 todas as diferenças tributárias temporárias, salvo algumas exceções conforme previsto rado como não-realizável em termos de benefícios econômicos para a Companhia, seja Veículos e máquinas incluem os seguintes valores nos casos em que a Companhia é soal chave da administração: Como pessoal-chave da administração são considerados os seis diretores. A remuneração paga por serviços prestados em 2010 foi de R$ 4.404 Controladora e Consolidado nas práticas contábeis adotadas no Brasil. Impostos diferidos ativos são reconhecidos na forma de direitos de reembolso, seja na forma de redução de contribuições futuras. arrendatária: 31/12/10 31/12/09 01/01/09 (R$ 4.285 em 2009). 16. Benefícios de previdência privada a funcionários: Em relação para todas as diferenças temporárias dedutíveis, créditos e perdas tributários não utiliza- Não houve registro de ganhos e perdas atuariais na Subconta Outros Resultados 10.062 – – ao plano de contribuição definida do Plano HolcimPrev, durante o exercício findo em dos, na extensão em que seja provável que o lucro tributável esteja disponível para que Abrangentes em decorrência da limitação plena do ativo atuarial líquido. Finalmente, o Custo - arrendamentos financeiros capitalizados (531) – – 31/12/2010, a Companhia contribuiu com R$ 2.149 para a seção de contribuição definida as diferenças temporárias dedutíveis possam ser realizadas, e créditos e perdas tributá- único efeito sobre o resultado exercício foi o reconhecimento da despesa corrente de con- Depreciação acumulada 9.531 – – do Plano (R$ 2.002 em 2009), valor integralmente registrado no resultado como despesa. rios não utilizados possam ser utilizados, salvo algumas exceções conforme previsto nas tribuições da Companhia à seção de contribuição definida do Plano. 3. Adoção inicial Valor residual líquido práticas contábeis adotadas no Brasil. Impostos diferidos ativos são reconhecidos somen- dos CPCs: Em todos os períodos anteriores, incluindo o ano fiscal findo em 31/12/2009, Em 31/12/2010, a Companhia possui R$ 46.063 em ativos fixos dados como garantia para As tabelas a seguir apresentam um resumo dos componentes da despesa de benefício líquido reconhecida na demonstração do resultado, bem como do status de capitalização te na extensão em que for provável que as diferenças temporárias sejam revertidas no a Companhia preparou suas demonstrações financeiras de acordo com as políticas con- processos judiciais (R$ 48.541 em 31/12/09). Controladora e Consolidado e dos valores passíveis de reconhecimento no balanço patrimonial: futuro próximo e o lucro tributável esteja disponível para que as diferenças temporárias tábeis adotadas no Brasil (BRGAAP). As presentes demonstrações financeiras para o 11. Intangível: 2010 2009 31/12/10 31/12/09 01/01/09 Reconciliação do valor das obrigações atuariais possam ser utilizadas. O valor contábil dos impostos diferidos ativos é revisado em cada exercício findo em 31/12/2010 são as primeiras preparadas de acordo com o Comitê de 2.518 2.488 193.508 193.508 193.508 Valor das obrigações no início do ano data do balanço e baixado na extensão em que não é mais provável que lucros tributáveis Pronunciamentos Contábeis (CPC). Para as presentes demonstrações financeiras, o Ágio na aquis. da Cia. Portland Paraíso S.A. (i) Juros sobre obrigação atuarial 265 273 estarão disponíveis para permitir que todo ou parte do ativo tributário diferido venha a ser saldo de abertura considerado foi o de 01/01/2009, data da transição para os CPCs. Ágio na incorp. da Cia. Paraíso 460 1 221.164 221.164 221.164 (Ganho)/perda atuarial utilizado. Impostos diferidos ativos baixados são revisados a cada data do balanço e são Esta nota explica os principais ajustes efetuados pela Companhia para republicar o balan- Participações Ltda. (ii) Benefícios pagos no ano (257) (244) Outros 3.297 3.297 3.297 reconhecidos na extensão em que se torna provável que lucros tributáveis futuros permi- ço patrimonial de abertura no BRGAAP em 01/01/2009 e também para o balanço patrimo2.986 2.518 417.969 417.969 417.969 Valor das obrigações calculadas no final do ano tirão que os ativos tributários diferidos sejam recuperados. Impostos diferidos ativos e nial publicado preparado de acordo com o BRGAAP para o exercício encerrado em 2010 2009 (351.133) (351.133) (351.133) Reconciliação do valor justo dos ativos passivos são mensurados à taxa de imposto que é esperada de ser aplicável no ano em 31/12/2009. 3.1. Isenções adotadas: O CPC 37 “Adoção inicial das normas internacio- Amortização acumulada 6.479 6.293 66.836 66.836 66.836 Valor justo dos ativos no início do ano que o ativo será realizado ou o passivo liquidado, com base nas taxas de imposto (e lei tri- nais de contabilidade” permite algumas isenções na aplicação retrospectiva dos requeriRendimento esperado no ano 723 713 butária) que foram promulgadas na data do balanço. Impostos diferidos ativos e passivos mentos dos CPCs para o exercício findo em dezembro de 2010. A Companhia aplicou a (i) Ágio contabilizado quando da incorporação da Companhia Portland Paraíso S.A. em (1.242) (283) são apresentados líquidos se existe um direito legal ou contratual para compensar o ativo isenção referente ao CPC 15 “Combinações de negócios”, para o qual não foi aplicado a 1996. Em 31/12/2010 e 2009, o saldo estava totalmente amortizado; (ii) Ágio contabiliza- Ganho/(perda) atuarial nos ativos do plano Benefícios pagos pelo plano/empresa (257) (243) fiscal contra o passivo fiscal e os impostos diferidos são relacionados à mesma entidade combinações de negócio anteriores a 01/01/2009. Além disso, a Companhia optou pela do quando da incorporação da Cia. Paraíso Participações Ltda. em 2001. Até 31/12/2008, (885) – tributada e sujeitos à mesma autoridade tributária. Imposto sobre vendas: Receitas, mensuração do ativo imobilizado, na data de transição para os CPCs, pelo custo atribuí- foram amortizados 7 anos (em um total de 10 anos) e, conforme mudança na legislação Liquidações 4.818 6.479 despesas e ativos são reconhecidos líquidos dos impostos sobre vendas exceto: (1) do, conforme a Interpretação Técnica ICPC 10 - Interpretação sobre a Aplicação Inicial ao contábil, a partir de janeiro de 2009, este ágio não está sendo mais amortizado. Ágio fun- Valor justo dos ativos no final do ano Conciliação dos valores reconhecidos no balanço quando os impostos sobre vendas incorridos na compra de bens ou serviços não for recu- Ativo Imobilizado e à Propriedade para Investimento dos Pronunciamentos Técnicos damentado através da rentabilidade futura da Companhia sujeito à análise anual de recu2.986 2.518 peração (impairment). Em 31/12/2010, esses ativos foram submetidos a novo teste de Valor presente das obrigações atuariais perável junto às autoridades fiscais, hipótese em que o imposto sobre vendas é reconhe- CPC’s 27, 28, 37 e 43. 3.2. Conciliação do patrimônio líquido: 4.818 6.479 127.025 recuperabilidade, não sendo identificada perda no respectivo valor. Foram consideradas Valor justo dos ativos do plano cido como parte do custo de aquisição do ativo ou do item de despesa, conforme o caso; Saldo em 01/01/2009 segundo o BR GAAP anterior (1.832) (3.961) 31.744 as premissas de um PIB de longo prazo de 4,10% e taxa estimada de inflação no longo Déficit/(superávit) do plano (2) quando os valores a receber e a pagar forem apresentados juntos com o valor dos Ajustes custo atribuído Ativo Imobilizado (valor bruto) (*) 1.832 3.961 (10.793) prazo de 4,70%. 12. Empréstimos e financiamentos: Os empréstimos e financiamentos Efeito do limite do parágrafo 58(b) impostos sobre vendas; e (3) o valor líquido dos impostos sobre vendas, recuperável ou IR diferido sobre ajustes custo atribuído Ativo Imobilizado (*) – – 258.683 no circulante e não circulante, controladora e consolidado, apresentam a seguinte compo- Passivo/(Ativo) líquido reconhecido a pagar, é incluído como componente dos valores a receber ou a pagar no balanço patri- Reconhecimento de IR diferido ativo (**) Controladora e Consolidado Componentes da despesas/(receitas) do plano: 279.634 sição: monial. 2.6. Instrumentos financeiros: (i) Reconhecimento inicial: Os Instrumentos Efeito líq. decor. da aplic. de novos critérios contábeis em 01/01/2009 Juros s/obrigações atuariais 265 273 Descrição Tx. anuais de juros 31/12/10 31/12/09 01/01/09 406.659 financeiros são reconhecidos inicialmente pelos seus valores justos acrescidos de quais- Saldo em 01/01/2009 reapresentado Rendimento esperado dos ativos do plano (723) (712) 382.370 Em moeda estrangeira quer custos de transação diretamente atribuíveis à sua aquisição ou emissão, exceto para Saldo em 31/12/2009 segundo o BR GAAP anterior (Ganhos) e perdas reconhecidos no exercício 1.702 283 279.634 (dólares norte-americanos) instrumentos que sejam reconhecidos pelo valor justo através de resultado, para os quais Efeito líq. decor. da aplic. de novos critério contábeis em 01/01/2009 885 – 11,25% 255.632 267.138 358.547 Efeito de liquidações 15.749 Com taxa fixa (“Fixed rate notes”) (i) os custos são registrados diretamente no resultado do exercício. (ii) Mensuração subse- Ajustes depreciação (***) Efeito do limite do parágrafo 58(b) (2.129) 156 3,4575% + 2% – – 21.902 (5.355) FINIMP quente: A mensuração subsequente dos ativos e passivos financeiros que a Companhia IR diferido sobre ajustes depreciação (***) – – Libor + 4% – 115.605 293.901 Despesa (receita) reconhecida referente à seção BD IR diferido ativo (108.743) Grupo Holcim (ii) possui depende da classificação, que pode ser da seguinte forma: Principais premissas de avaliação em 31/12/2010: Financeiras (a.a.) Saldo em 31/12/2009 reapresentado 563.655 Em moeda local Categoria Mensuração Taxa de desconto nominal 10,98% Banco Nacional de Taxa de juros a 3.3. Conciliação lucro líq.: Lucro líq. em 31/12/09 - BR GAAP anterior 255.345 Ativos e Passivos ao valor justo Valor justo com contrapartida no resultado Taxa de rendimento nominal esperado dos ativos do plano 11,35% Desenvolvimento Econômico longo prazo - TJLP Ajustes depreciação (***) 15.749 com contrapartida no resultado Custos da transação lançados no resultado 6,27% Social - BNDES (iii) + 4,5%-12,8% 38.943 51.306 49.592 Taxa de aumento nominal do salário IR diferido sobre ajustes depreciação (***) (5.355) Investimentos mantidos até Custo amortizado com contrapartida no resultado 4,70% CDI + 2,08% 9.005 – – Taxa estimada de inflação de longo prazo IR diferido ativo (108.743) Leasing (iv) o vencimento Custos da transação capitalizados Biométrica: Tábua de mortalidade AT2000 segregada por sexo 303.580 434.049 723.942 Saldo em 31/12/2009 reapresentado 156.996 Total Empréstimos concedidos e Custo amortizado com contrapartida no resultado 24.635 138.173 44.524 17. Patrimônio líquido: Em 31/12/2010 e 2009, o capital social era de R$ 456.637, total(*) Ajuste referente ao custo atribuído (veja detalhes nas notas 2.8 e 3.1) e reflexos dos Circulante contas a receber Custos da transação capitalizados mente subscrito e integralizado, composto de 5.978.405 ações ordinárias sem valor nomi278.945 295.876 679.418 impostos diferidos. (**) Reconhecimento inicial dos impostos diferidos ativos, tendo em Não circulante Ativos financeiros disponíveis Valor justo com contrapartida no patrimônio líquido 31/12/10 31/12/09 nal, sendo 5.972.956 pertencentes à Holcim Investments (Spain) e 5.449 a residentes no vista o lucro apurado no exercício, as projeções futuras de lucros tributáveis consideradas As parcelas do não circulante vencem em: para venda Custos da transação capitalizados 2010 e 2009 – 16.723 país. suficientes para compensação futura dos prejuízos fiscais ou créditos fiscais não utiliza- 2011 Passivos financeiros não Custo amortizado com contrapartida no resultado % Quantidade 2012 265.900 273.064 Acionistas dos. (***) Ajuste referente à reavaliação da vida útil dos ativos (veja detalhes na Nota 2.8) destinados à negociação Custos da transação capitalizados 99,91% 5.972.956 10.882 6.063 Holcim Investments (Spain) Valor justo de instrumentos financeiros: O valor justo de instrumentos financeiros ati- e reflexos dos impostos diferidos. 3.4. Demonstração dos fluxos de caixa: A transição 2013 0,09% 5.449 672 26 Outros vamente negociados em mercados financeiros organizados é determinado com base nos para os CPCs não trouxe impactos materiais na demonstração dos fluxos de caixa, já que 2014 5.978.405 1.491 – preços de compra cotados no mercado no fechamento dos negócios na data do balanço, os principais efeitos referem-se a transações que não envolvem caixa. 4. Caixa e equiva- 2015 até 2020 Em fevereiro de 2010, houve uma reestruturação do Balanço, permitindo que a 278.945 295.876 sem dedução dos custos de transação.O valor justo de instrumentos financeiros para os lentes de caixa: Em 31/12/2010 e 2009, o saldo de caixa e equivalentes de caixa era Os empréstimos e financiamentos estão garantidos por bens do ativo imobilizado e aval Companhia distribuísse dividendos. Parte da reserva de capital foi absorvida pelos prejuíControladora Consolidado quais não haja mercado ativo é determinado utilizando técnicas de avaliação. Essas téc- composto como segue: zos acumulados existentes à época (R$ 187.012), assim como parte dos lucros auferidos 31/12/10 31/12/09 01/01/09 31/12/10 31/12/09 01/01/09 da controladora. (i) Empréstimo adquirido em 1996 em virtude da aquisição da Cia. de nicas podem incluir o uso de transações recentes de mercado (com isenção de interes2.774 9.328 10.544 2.774 9.328 10.548 Cimento Portland Paraíso. O vencimento junto ao “Bank of New York” é em outubro de em 2009 devido principalmente ao devido reconhecimento de IR diferido ativo, conforme ses); referência ao valor justo corrente de outro instrumento similar; análise de fluxo de Caixa e bancos 46.435 64.477 58.329 46.435 64.477 58.329 2012. (ii) Empréstimo Grupo Holcim - adquirido em maio e dezembro de 2008 de empre- permitido pelas novas regras contábeis (R$ 151.647). A administração possui como polícaixa descontado ou outros modelos de avaliação. 2.7. Ajuste a valor presente de ati- Aplicações financeiras 49.209 73.805 68.873 49.209 73.805 68.877 sas do grupo, no montante de US$ 80.000 mil e US$ 45.000 mil, respectivamente. Em tica avaliar a possibilidade de propor o maior valor possível excedente aos dividendos vos e passivos: Os ativos e passivos monetários de longo prazo são atualizados mone- Total tariamente e, portanto, estão ajustados pelo seu valor presente. O ajuste a valor presente As aplicações financeiras da Holcim Brasil S.A., controladora e consolidado, são realiza- 2009 o contrato de US$ 45.000 mil foi totalmente liquidado além da parcela equivalente a mínimos obrigatórios e, para isso, considera as eventuais necessidades de investimento de ativos e passivos monetários de curto prazo é calculado, e somente registrado, se con- das basicamente nos bancos Itaú, Votorantim, Safra e Bradesco, e referem-se a aplica- US$ 16.000 mil, de um total de US$ 80.000 mil. O saldo remanescente foi liquidado duran- e continuidade da empresa. O estatuto social da sociedade assegura um dividendo mínisiderado relevante em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Para ções em CDBs e compromissadas. Seu rendimento está atrelado à variação do Certifi- te o ano de 2010. (iii) Operações de empréstimos e financiamentos foram feitas com o mo obrigatório anual correspondente a 25% do lucro líquido, ajustado pelas movimentaBNDES, com intermédio de instituições financeiras de primeira linha. (iv) As obrigações ções patrimoniais das reservas, conforme a legislação societária. Em 2010 foram distrifins de registro e determinação de relevância, o ajuste a valor presente é calculado levan- cado de Depósito Interbancário, conforme composição demonstrada abaixo: Controladora e Consolidado de leasing financeiro são garantidas por meio de alienação fiduciária dos bens arrenda- buídos R$ 60.252 aos acionistas (não houve distribuição de dividendos em 2009 tendo do em consideração os fluxos de caixa contratuais e a taxa de juros explícita, e em certos em vista que a Companhia não possuía lucros acumulados no período). Houve constituiIndexador (%) Banco 31/12/10 31/12/09 01/01/09 dos. 13. Provisão para demandas judiciais: casos implícita, dos respectivos ativos e passivos. Com base nas análises efetuadas e na Tipo de aplicação ção de Reserva Legal (R$ 4.651). O valor remanescente de lucros acumulados foi transControladora e Consolidado Controladora e Consolidado CDI - 20,0 Itaú 23.513 – – melhor estimativa da administração, a Companhia concluiu que apenas os créditos de CDB aplic. automática ferido para o grupo de reservas de dividendos a distribuir, que ficará à disposição da Depósitos judiciais Demandas judiciais CDI - 100,5 Itaú 312 16.479 – ICMS CIAP eram passíveis de ajuste a valor presente, conforme apresentado na Nota CDB/compromissada 31/12/10 31/12/09 01/01/09 31/12/10 31/12/09 01/01/09 assembléia para utilização em investimentos feitos pela Companhia ou distribuição de CDI - 100,8 Votorantim 11.078 – – 7.b. 2.8. Imobilizado: Registrado ao custo de aquisição, formação ou construção, adicio- Compromissadas ReapreReapreReapre- Reapre- dividendos. 18. Imposto de renda e contribuição social: a) Reconciliação da receita CDI - 102,0 Votorantim 1.031 – – nado dos juros e demais encargos financeiros incorridos durante a construção ou desen- CDB sentado sentado sentado sentado (despesa) de imposto de renda e da contribuição social: volvimento de projetos. Os encargos financeiros capitalizados são depreciados conside- Fundos de invest. Controladora Consolidado 14.188 8.464 7.984 40.444 39.936 181.413 CDI - 103,5 Votorantim – 39.688 – Fiscais rando os mesmos critérios e vida útil determinados para o item do imobilizado aos quais em renda fixa 31/12/10 31/12/09 31/12/10 31/12/09 2.226 1.734 1.692 5.847 6.077 6.130 CDI - 101,0 Safra 8.561 – – Trabalhistas foram incorporados. O imobilizado está líquido de créditos de PIS/COFINS e ICMS e a Compromissadas ReapreReapre2.983 628 602 2.699 3.297 4.313 CDI - 20,0 Bradesco 1.940 – – Cíveis contrapartida está registrada como impostos a compensar. Os gastos incorridos com CDB aplic. automática sentado sentado 19.397 10.826 10.278 48.990 49.310 191.856 CDI - 103,1 Bradesco – 5.117 40.062 manutenção e reparo são contabilizados somente se os benefícios econômicos associa- Compromissadas Lucro antes do IR e da CS 147.211 124.396 147.618 124.460 CDI - 102,8 Bradesco – – 15.023 A movimentação no saldo de provisões para demandas judiciais é como segue: dos a esses itens forem prováveis e os valores mensurados de forma confiável, enquanto Compromissadas (50.052) (42.295) (50.190) (42.316) Saldo em Atual. Saldo em IR e CS taxa nominal (34%) – – – 3.193 3.244 Natureza que os demais gastos são registrados diretamente no resultado quando incorridos. Outras aplicações Ajustes para cálculo da taxa efetiva: jurídica 31/12/09 Adições Baixas Pag. Transf. monet. 31/12/10 46.435 64.477 58.329 A empresa optou por fazer uso do conceito do custo atribuído (deemed cost) conforme a Total 278 950 (529) 822 Interpretação ICPC 10, avaliando o ativo imobilizado pelos seus valores justos. Os efeitos 5. Contas a receber: 39.936 5.736 (5.716) (651) (312) 1.451 40.444 Equivalência patrimonial Controladora e Consolidado Fiscais (1.075) (1.105) (1.075) (1.105) da aplicação do custo atribuído (deemed cost) inicial apurados sobre o saldo do ativo imo6.077 3.852 (1.332) (3.495) – 745 5.847 Multas indedutíveis 31/12/10 31/12/09 01/01/09 Trabalhistas (605) (551) (605) (551) bilizado decorrentes dessa nova avaliação foram efetuados em 2009 para fins de compa- Clientes nacionais (i) 3.297 229 (834) (243) – 250 2.699 Doações e contribuições indedutíveis 96.678 95.864 92.995 Cíveis (291) (305) (291) (305) rabilidade (lançados diretamente no Patrimônio Líquido em 01/01/2010). A contrapartida Receita a faturar (ii) 49.310 9.817 (7.882) (4.389) (312) 2.446 48.990 Gratificações e 13º pagos a dirigentes 15.907 11.114 10.372 Total (673) 1.121 (673) 1.121 foi a conta do patrimônio líquido denominada Ajustes de Avaliação Patrimonial, nos ter- Outros 716 1.430 152 Em 2008 e 2009, o Governo Federal editou a Lei 11.941 e MP 470, respectivamente, onde Aj. anual dec. do efeito de transfer princing 1.680 1.092 1.680 1.092 mos do § 3º do art. 182 da Lei nº 6.404/76, mediante uso de subconta específica, e a 113.301 108.408 103.519 foram divulgados o programa de anistia de débitos fiscais - Refis 4. Assim, a Companhia Dividendos de participação societária (2.748) (9.204) (2.748) (9.204) conta representativa de Tributos Diferidos Passivos. O valor residual e a vida útil estimada (i) A provisão para crédito de liquidação duvidosa é calculada de acordo com a data de desistiu dos débitos fiscais autuados e aqueles com probabilidade de perda provável e Ganho sob variação cambial realizada – 85.010 – 85.010 dos bens são revisados e ajustados, se necessário, na data de encerramento do exercí- vencimento das duplicatas a receber. O saldo de provisão para devedores duvidosos é alguns processos com probabilidade de perda possível em discussão judicial, declarou Efeito IR e CS dif. ativo recon. em 2009 (701) (2.113) (163) (2.028) cio. Em consonância com a Lei nº 11.638 de 28/12/2007, a depreciação foi revisada pela composto, basicamente, de montantes provenientes do grupo de cobrança judicial. nas respectivas obrigações acessórias os débitos fiscais até então não autuados e, em Outros (54.187) 32.600 (54.594) 32.536 Companhia, adequando-se ao novo custo atribuído aos ativos. Os ajustes foram efetua- Assim, o total da PDD foi reclassificado para não circulante (na rubrica contas a receber) contrapartida, usufruiu de benefícios fiscais. Em 30/11/2009, o total dos débitos fiscais Total de imp. correntes e diferidos Taxa efetiva (36,81%) 26,21% (36,98%) 26,14% dos em 2009 para fins de comparabilidade (lançados diretamente no Patrimônio Líquido junto com os valores originais a receber. O impacto referente à provisão da PDD no resul- incluídos neste programa foi de R$ 388.886, sendo R$ 160.081 contabilizados na rubrica


DIÁRIO DO COMÉRCIO

34 -.ECONOMIA/LEGAIS

quarta-feira e quinta-feira, 20 e 21 de abril de 2011

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS - 31 DE DEZEMBRO DE 2010 E 2009 (Em milhares de reais) b) Imp. de renda e contr. social diferidos - Ativos:

Controladora e Consolidado 31/12/10 31/12/09 01/01/09 Reapre- Reapresentado sentado Diferenças temporárias 37.578 34.857 87.953 Prejuízo fiscal e base negativa 83.512 308.837 170.731 Utilização no REFIS – (193.752) – IR e CS diferidos 121.090 149.942 258.684 Em 31/12/2010, a Companhia possuía R$ 234.697 em prejuízos fiscais e base negativa de contribuição social de R$ 275.695. A estimativa de realização dos impostos diferidos sobre esses montantes é a seguinte: 9% em 2011, 16% em 2012, 17% em 2013, 18% em 2014 e os 40% restantes nos anos seguintes. c) Imposto de renda e contribuição social diferidos - Passivos: Controladora e Consolidado 31/12/10 31/12/09 01/01/09 Reapre- Reapresentado sentado Variação Cambial (Caixa x Competência) (274.971) (258.621) (120.270) IR/CS diferidos s/ganho com variação cambial Passivo não circulante (93.490) (87.931) (40.892) Ajustes da adoção da Lei 11.638/07 (35.923) (16.147) (10.793) IR e CS diferidos (129.413) (104.078) (51.685) d) Impostos de renda e contribuição social diferidos - Movimentação: Movimentação (Controladora IR e CS diferidos e Consolidado) Ativo Passivo Líquido Saldo em 01/01/2009 258.684 (51.685) 206.999 Constituição em 2009 85.010 (52.393) 32.617 Utilização programa de parcelamento REFIS 4* (193.752) – (193.752) Saldo em 31/12/2009 149.942 (104.078) 45.864 Movimentação 2010 (28.852) (25.335) (54.187) Saldo em 31/12/2010 121.090 (129.413) (8.323) * sem efeito no resultado Aos Administradores e acionistas da Holcim (Brasil) S.A. - São Paulo - SP. Examinamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Holcim (Brasil) S.A. (“Companhia”), identificadas como Controladora e Consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2010 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeiras: A administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir

19. Despesas comerciais e administrativas:

Controladora 2010 2009 28.407 54.133 26.619 32.029 55.026 86.162 Controladora 2010 2009 Reapresentado 110.481 312.652 31.092 45.619

Despesas administrativas Despesas comerciais Total 20. Despesas financeiras:

Variação cambial Juros empréstimos exterior Juros demandas judiciais, Refis 4 e demais impostos Outros Total 21. Receitas financeiras:

Consolidado 2010 2009 28.407 54.134 26.619 32.029 55.026 86.163 Consolidado 2010 2009 Reapresentado 110.481 312.652 31.092 45.619

11.053 16.222 168.848

112.944 11.053 112.944 12.060 16.021 11.867 483.275 168.647 483.082 Controladora e Consolidado 2010 2009 Variação cambial 120.031 477.486 Receita com dividendos 4.940 2.185 Juros de aplicações 4.694 8.073 Outros 3.534 15.937 Total 133.199 503.681 22. Seguros: Em 31/12/2010, a cobertura de seguros contra incêndio, roubo, colisão e riscos diversos sobre os bens do ativo imobilizado, e produtos em estoque é considerada suficiente pela Administração da Empresa para cobrir eventuais sinistros. O risco coberto é de R$ 2.039.465, sendo que as apólices são renovadas anualmente, no mês de junho. O escopo dos trabalhos de nossos auditores não inclui a emissão de opinião sobre a suficiência da cobertura de seguros, a qual foi determinada pela Administração da Companhia e que a considera suficiente para cobrir eventuais sinistros. 23. Compromissos não provisionados: a) Compromissos de arrendamento mercantil operacional: A Companhia contratou arrendamentos de propriedades comerciais, além de máqui-

nas e veículos. Foram pagos em 2010 R$ 4.209 (R$ 4.793 em 2009) referentes a esses arrendamentos. Os aluguéis mínimos futuros a pagar sobre esses itens em 31 de dezembro são os seguintes: 2010 2009 Dentro de um ano 1.636 1.914 793 Após um ano, mas menos de cinco anos 2.099 Mais de cinco anos 1.157 – Total 4.892 2.707 b) Compromissos de compra: Em 31/12/2010, a Companhia tinha compromissos de R$ 769.757 (R$ 959.032) relativos a contratos de energia elétrica e compras de matériasprimas. 24. Instrumentos financeiros: Valores justos dos ativos e passivos financeiros: A Administração entende que pela simplicidade dos instrumentos financeiros, no cenário provável, não haveria impacto sobre o valor justo desses instrumentos. Também, a Companhia entende não estar sujeita a riscos de deterioração. A tabela a seguir apresenta os valores contábeis de todas as operações com instrumentos financeiros realizadas pela Companhia, em comparação aos seus valores justos: Valor contábil Valor justo 31/12/10 31/12/09 01/01/09 31/12/10 31/12/09 01/01/09 Reapre- ReapreReapre- ReapreAtivos financeiros sentado sentado sentado sentado Caixa e equiv. de caixa 49.209 73.805 68.877 49.209 73.805 68.877 Contas a receber 113.301 108.408 103.519 113.301 108.408 103.519 Partes relacionadas 9.508 3.163 5.524 9.508 3.163 5.524 Total ativos financeiros 172.018 185.376 177.920 172.018 185.376 177.920 Pas. financ.: Empr. financ. 303.580 434.049 723.942 303.580 434.049 723.942 Fornecedores 96.884 45.552 67.941 96.884 45.552 67.941 Partes relacionadas 3.510 27.058 1.578 3.510 27.058 1.578 Programa de parc. - Refis 4 115.050 105.678 – 115.050 105.678 – Total passivos financeiros 519.024 612.337 793.461 519.024 612.337 793.461

Relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Financeiras a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante, financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada independentes: Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do fundamentar nossa opinião. Opinião sobre as demonstrações financeiras individuais auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações e consolidadas: Em nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais e

e

Em 31/12/2010 e de 2009, a Companhia e sua controlada não possuíam qualquer tipo de instrumentos financeiros derivativos. 25. Objetivos e políticas para gestão de risco financeiro: A Administração possui política para gestão de risco financeiro, a qual é monitorada regularmente através de instrumentos internos. No entendimento da Administração os principais riscos que a Companhia está exposta são: câmbio, liquidez e crédito. a) Risco de mercado: • Risco de taxa de câmbio: A exposição da Companhia ao risco de câmbio refere-se principalmente a empréstimos e compras de matérias-primas. Em 31/12/2010, se o real tivesse valorizado ou desvalorizado em 1% frente ao dólar, o efeito no lucro antes da tributação seria de aproximadamente R$ 2.554 (R$ 3.807 em 2009), sendo mantidas todas as outras variáveis constantes. O impacto é principalmente em decorrência de ganhos/perdas cambiais sobre a conversão de empréstimos em dólares. b) Risco de crédito: Os instrumentos financeiros que sujeitam a Companhia a riscos de crédito são representados, principalmente, pelas disponibilidades e contas a receber. O risco de crédito do cliente é monitorado através de política de análise de crédito de seus clientes. Os recebíveis de clientes em aberto são acompanhados com frequência e dependendo do valor da entrega é obtida garantia do cliente ou outras formas de seguro de crédito. A necessidade de uma provisão para perda por redução ao valor recuperável é analisada mensalmente em base individual para os principais clientes. c) Risco de liquidez: Risco de liquidez representa o risco de encurtamento nos recursos destinados para pagamento de dívidas. O gerenciamento de caixa sempre é conduzido na busca das melhores práticas e informação (entradas e saídas operacionais/financeiras), com objetivo de obter uma melhor previsibilidade, principalmente no período pelo qual a manutenção de saldo em conta corrente pode ser preferível à aplicação (“breakeven”). A Diretoria Rômulo de Lima e Cunha - CRC MG - 087585/O-7 consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Holcim (Brasil) S.A. em 31 de dezembro de 2010, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. São Paulo, 31 de março de 2011

Auditores Independentes S.S. CRC-2SP015199/O-6

Luiz Carlos Nannini CRC-1SP171638/O-7

OGX recupera parte das perdas e ações ON sobem 4,86%, liderando o giro individual, com R$ 738,9 milhões.

conomia

Mercados em trégua

P

assado o susto com a decisão da Standard & Poor's (S&P) de colocar em xeque a credibilidade dos EUA, os mercados acionários tiveram um dia de trégua. De cabeça mais fria, os investidores voltaram às compras, embolsando ações que ficaram com preços mais baixos na

derrocada de segunda-feira. Na BM&FBovespa, não foi diferente. Embora tenha sofrido para manter-se nos 66 mil pontos, o Ibovespa avançou 1,14%, fechando a 66.158 pontos. No mês, o índice acumula perda de 3,54% e, no ano, de 4,54%. O giro financeiro totalizou R$ 5,558 bilhões.

Usina Morretes Ltda. CNPJ nº 79.336.780/0001-03 Relatório da Administração Senhores Quotistas: Em obediência às disposições estatutárias e às determinações legais da legislação societária, submetemos à apreciação dos Senhores Quotistas o Balanço Patrimonial e as Demonstrações Financeiras do exercício encerrado em 31/12/2010, acompanhados das Notas Explicativas. São Paulo, 21 de março de 2011. A Administração Balanço Patrimonial em 31 de Dezembro de 2010, 2009 e 1° de Janeiro de 2009 (Em milhares reais) Demonstrações de Resultados Exercícios Findos em 31 de Dezembro de 2010 e 2009 Ativos Nota 2010 2009 01/jan/09 Passivos Nota 2010 2009 01/jan/09 (Em milhares reais) Circulante Circulante Caixa e equivalentes de caixa.............. 6 376 14 104 Impostos a recolher .............................. 94 101 111 Nota 2010 2009 Outros créditos ..................................... 7 10 556 228 Lucros a distribuir ................................. 9 177 374 204 Outras receitas operacionais ........................................ 14 558 619 Impostos a recuperar............................ – – 29 Total do passivo circulante ............... 271 475 315 Administrativas e gerais ............................................... (107) (134) Total do ativo circulante .................... 386 570 361 Não circulante Resultado antes das receitas (despesas) Não circulante Provisão para contingências ................ 10 9 8 8 financeiras líquidas e impostos .............................. 451 485 Outros créditos ..................................... 7 97 97 145 Impostos a recolher .............................. – 1 – Receitas financeiras ..................................................... 28 62 Investimentos ....................................... 7 7 7 Passivo fiscal diferido ........................... 11 3.838 3.838 3.838 Despesas financeiras ................................................... (5) (33) Propriedades para investimento........... 8 11.925 11.928 11.928 Total do passivo não circulante........ 3.847 3.847 3.846 Financeiras líquidas ................................................... 23 29 Total do ativo não circulante............. 12.029 12.032 12.080 Patrimônio líquido .............................. 12 Resultado antes dos impostos ................................. 474 514 Capital social ........................................ 719 347 347 Imposto de renda e contribuição social ........................ (130) (140) Reserva de capital................................ – 372 372 Lucro líquido do exercício ......................................... 344 374 Reserva de reavaliação........................ 7.451 7.451 7.451 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras Reserva de lucros................................. 127 110 110 Demonstrações dos Fluxos de Caixa Total do patrimônio líquido ............... 8.297 8.280 8.280 Exercícios Findos em 31 de Dezembro de 2010 e 2009 Total do ativo ...................................... 12.415 12.602 12.441 Total do passivo e patrimônio líquido 12.415 12.602 12.441 (Em milhares reais) As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras 2010 2009 Demonstração de Mutações do Patrimônio Líquido - Exercícios Findos em 31 de Dezembro de 2010 e 2009 (Em milhares reais) Fluxos de caixa das atividades operacionais Capital Reserva de Reserva de Reserva Lucros Lucro do exercício ................................................................... 344 374 social capital reavaliação de Lucros acumulados Total Ajustado para: Saldo em 1º de janeiro de 2009 ......... 347 372 7.451 110 – 8.280 Baixa de investimentos.......................................................... 3 – Lucro líquido do exercício..................... – – – – 374 374 Juros e variações monetárias................................................ – (15) Distribuição de lucros ........................... – – – – (374) (374) Provisão para contingências.................................................. 1 – Saldo em 31 de dezembro de 2009 ... 347 372 7.451 110 – 8.280 348 359 Antecipação de lucros .......................... – – – – (150) (150) Diminuição em ativos fiscais correntes ................................... – 29 Aumento de capital (Aumento) diminuição em outros créditos ............................... 546 (280) com reserva de capital........................ 372 (372) – – – – Aumento (diminuição) de impostos a recolher correntes ........ (8) 6 Lucro líquido do exercício..................... – – – – 344 344 Lucros distribuídos pagos........................................................ (524) (204) Destinações: Fluxo de caixa decorrente das atividades operacionais ... 362 (90) Reserva legal ...................................... – – – 17 (17) – Aumento (redução) líquida em caixa Distribuição de lucros ......................... – – – – (177) (177) e equivalentes de caixa....................................................... 362 (90) Saldo em 31 de dezembro de 2010 ... 719 – 7.451 127 – 8.297 Demonstração da diminuição (aumento) do caixa As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa em 1º de janeiro...................... 14 104 Notas Explicativas às Demonstrações Financeiras Caixa e equivalentes de caixa em 31 de dezembro................ 376 14 Exercícios Findos em 31 de Dezembro de 2010, 2009 e 1º de Janeiro de 2009 (Em milhares de reais) (362) 90 1. Contexto operacional: A sociedade tem por objetivos a exploração do efeito negativo nos fluxos de caixa futuros projetados que podem ser esti- As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras ramo industrial da fabricação de açúcar e álcool, fabricação de doce em mados de uma maneira confiável. A administração da Empresa não identimassa, olaria, lavoura em geral, e a participação em outras empresas como ficou qualquer evidência que justificasse a necessidade de provisão para desenvolvimento futuro do negócio. Os administradores monitoram os retoracionista, quotista ou sob qualquer outra forma, bem como o comércio de recuperabilidade em 31 de dezembro de 2010, 2009 e 1° de janeiro de nos sobre capital, que a Empresa define como resultados de atividades produtos em geral. Atualmente a sociedade possui fazendas que estão 2009. ii) Ativos não financeiros - Os valores contábeis dos ativos não finan- operacionais divididos pelo patrimônio líquido total. Os administradores arrendadas para Empresa relacionada Companhia Canavieira de Jacare- ceiros da Empresa, que não o ativo fiscal diferido, são revistos a cada data também monitoram o nível de dividendos para os quotistas. 2010 2009 01/jan/09 zinho para o cultivo de cana-de-açúcar. As demonstrações financeiras refe- de apresentação para apurar se há indicação de perda no valor recuperá- 6. Caixa e equivalentes de caixa: 41 14 7 rem-se a uma entidade individual. 2. Base de preparação: a) Declaração vel. Caso ocorra tal indicação, então o valor recuperável do ativo é determi- Bancos contas movimentos............................. 335 – 97 de conformidade (com relação às normas do CPC e CFC): As demons- nado. O valor recuperável de um ativo ou unidade geradora de caixa é o Certificados de Depósitos Bancários - CDB.... 376 14 104 trações financeiras foram elaboradas e estão sendo apresentadas de acor- maior entre o valor em uso e o valor justo menos despesas de venda. Ao do com as práticas contábeis adotadas no Brasil, as quais abrangem a avaliar o valor em uso, os fluxos de caixa futuros estimados são desconta- 7. Outros créditos: 2010 2009 01/jan/09 legislação societária, os Pronunciamentos, as Orientações e as Interpreta- dos aos seus valores presentes através da taxa de desconto antes de Depósitos judiciais........................................... 88 88 – ções emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) e as nor- impostos que reflita as condições vigentes de mercado quanto ao período Precatórios ...................................................... 19 179 290 mas emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC). A autorização de recuperabilidade do capital e os riscos específicos do ativo. Para a fina- Partes relacionadas......................................... – 386 83 para a conclusão das demonstrações financeiras foi dada pela administra- lidade de testar o valor recuperável, os ativos que não podem ser testados 107 653 373 ção da Empresa em 28 de março de 2011. b) Base de mensuração: As individualmente são agrupados juntos no menor grupo de ativos que gera Circulante ........................................................ (10) (556) (228) demonstrações financeiras foram preparadas com base no custo histórico entrada de caixa de uso contínuo que são em grande parte independentes Não circulante.................................................. 97 97 145 com exceção de Propriedades para investimento que foi reavaliada em dos fluxos de caixa de outros ativos ou grupos de ativos (a “unidade gera- 8. Propriedades para investimento: 2010 2009 01/jan/09 2006. c) Moeda funcional e moeda de apresentação: Essas demonstra- dora de caixa ou UGC”). d) Provisões: Uma provisão é reconhecida, em Saldo em 31 de dezembro .............................. 11.925 11.928 11.928 ções financeiras individuais são apresentadas em Real, que é a moeda fun- função de um evento passado, se a Empresa tem uma obrigação legal ou Propriedades para investimento incluem fazendas que são arrendadas para cional da Empresa. Todas as informações financeiras apresentadas em construtiva que possa ser estimada de maneira confiável, e é provável que a Empresa ligada Companhia Canavieira de Jacarezinho para o cultivo de Real foram arredondadas para o milhar mais próximo, exceto quando indi- um recurso econômico seja exigido para liquidar a obrigação. e) Receitas cana-de-açúcar, cujos recebimentos são calculados em 35 toneladas de cado de outra forma. d) Uso de estimativas e julgamentos: A preparação não operacionais: i) Serviços de arrendamento - A receita de serviços de cana-de-açúcar por alqueire, a preços determinados com base no índice do das demonstrações financeiras de acordo com as normas CPC exige que a arrendamento é reconhecida no resultado de acordo com o contrato de Consecana - Conselho dos Produtores de Cana-de-Açúcar, Açúcar e Álcool Administração faça julgamentos, estimativas e premissas que afetam a apli- arrendamento com pagamentos fixados em toneladas de cana-de-açúcar cação de políticas contábeis e os valores reportados de ativos, passivos, durante o período de safra. ii) Receitas financeiras e despesas financeiras - do Estado de São Paulo. Conforme determinado pelo CPC 28 - Propriedade receitas e despesas. Os resultados reais podem divergir dessas estimati- As receitas financeiras abrangem receitas de juros sobre aplicações finan- para investimento, o valor justo dos ativos classificados como Propriedades vas. Estimativas e premissas são revistas de uma maneira contínua. ceiras. A receita de juros é reconhecida no resultado, através do método para investimento representa o montante de R$ 13.287. Revisões com relação a estimativas contábeis são reconhecidas no período dos juros efetivos. As despesas financeiras abrangem despesas bancárias. 9. Lucros a distribuir: Os principais saldos de passivos decorrem de lucros em que as estimativas são revisadas e em quaisquer períodos futuros afe- f) Imposto de renda e contribuição social: O imposto de renda e a contri- a distribuir com a Empresa e suas controladoras: 2010 2009 01/jan/09 tados. As informações sobre julgamentos críticos referente às políticas con- buição social do exercício corrente e diferido são calculados com base nas tábeis adotadas que apresentam efeitos sobre os valores reconhecidos nas alíquotas de 15%, acrescidas do adicional de 10% sobre o lucro tributável Lucros a distribuir Cia. Canavieira de Jacarezinho..................... 134 284 155 demonstrações financeiras estão incluídas na nota explicativa 8 de excedente de R$ 240 para imposto de renda e 9% sobre o lucro tributável Cia. Agrícola Usina Jacarezinho.................... 39 83 45 Propriedade para investimento. 3. Principais políticas contábeis: As polí- para contribuição social sobre o lucro líquido, e consideram a compensação Cia. Melhoramentos Norte do Paraná ........... 3 5 3 ticas contábeis descritas em detalhes abaixo têm sido aplicadas de maneira de prejuízos fiscais e base negativa de contribuição social, limitada a 30% Maringá S.A. Cimento e Ferro-Liga ............... 1 2 1 consistente a todos os períodos apresentados nessas demonstrações do lucro real. O imposto corrente é o imposto a pagar ou a receber esperado 177 374 204 financeiras e na preparação do balanço patrimonial de abertura apurado em sobre o lucro ou prejuízo tributável do exercício, a taxas de impostos decre1º de janeiro de 2009 com a finalidade da transição para as normas CPC, tadas ou substantivamente decretadas na data de apresentação das Conforme previsto no CPC 05 - Partes relacionadas, informamos que a conexceto nos casos indicados em contrário. As políticas contábeis têm sido demonstrações financeiras e qualquer ajuste aos impostos a pagar com troladora da Empresa é a Cia. Canavieira de Jacarezinho, tendo a Cia. aplicadas de maneira consistente pela Empresa. a) Instrumentos financei- relação aos exercícios anteriores. 4. Determinação de valor justo: Diver- Agrícola Caiuá como controladora final. ros: i) Ativos financeiros não derivativos - A Empresa reconhece os recebí- sas políticas e divulgações contábeis da Empresa exigem a determinação 10. Provisão para contingências: A Empresa possui também em andaveis e depósitos inicialmente na data em que foram originados. Todos os do valor justo, tanto para os ativos financeiros como para os não financei- mento processos tributários, cuja materialização, na avaliação dos consuloutros ativos financeiros são reconhecidos inicialmente na data da negocia- ros. Os valores justos têm sido apurados para propósitos de mensuração tores jurídicos, é passível de perda, mas não provável, no valor aproximado ção na qual a Empresa se torna uma das partes das disposições contratuais e/ou divulgação baseados nos métodos abaixo. Quando aplicável, as infor- de R$ 161, para as quais a Administração da Empresa, suportada pela opido instrumento. A Empresa desreconhece um ativo financeiro quando os mações adicionais sobre as premissas utilizadas na apuração dos valores nião de seus consultores jurídicos, entende não ser necessária a constituidireitos contratuais aos fluxos de caixa do ativo expiram, ou quando a justos são divulgadas nas notas específicas àquele ativo ou passivo. i) Pro- ção de provisão para eventual perda. Empresa transfere os direitos ao recebimento dos fluxos de caixa contra- priedade para investimento - O valor justo da propriedade para investimento 11. Passivo fiscal diferido: 2010 2009 01/jan/09 tuais sobre um ativo financeiro em uma transação no qual essencialmente para fins de divulgação, conforme determina o CPC 28 - Propriedade para Imposto de renda e contribuição social todos os riscos e benefícios da titularidade do ativo financeiro são transferi- investimento, foi estimado com base em laudo de avaliação, emitido por sobre reserva de reavaliação ........................ 3.838 3.838 3.838 dos. Eventual participação que seja criada ou retida pela Empresa nos ati- empresa de avaliação, externa e independente, tendo apropriada qualificavos financeiros são reconhecidos como um ativo ou passivo individual. Os ção profissional reconhecida e experiência recente na região e no tipo de 12. Patrimônio líquido: a. Capital social: O capital social é de R$ 719 mil (R$ 347 mil em 2009) representado por 71.885.952 quotas (34.700.000 ativos ou passivos financeiros são compensados e o valor líquido apresen- propriedade que está sendo avaliada. Os valores justos são baseados nos tado no balanço patrimonial quando, somente quando, a Empresa tenha o valores de mercado, e o valor estimado pelo qual uma propriedade poderia quotas em 2009). Em 2010 houve aumento de capital no valor de R$ 372 mil direito legal de compensar os valores e tenha a intenção de liquidar em uma ser trocada na data da avaliação entre partes conhecedoras e interessadas mediante a capitalização de reservas de capital. b. Reserva de reavaliabase líquida ou de realizar o ativo e liquidar o passivo simultaneamente. em uma transação sob condições normais de mercado. As avaliações refle- ção: Corresponde a reserva de reavaliação, constituída em 31 de dezemii) Investimentos mantidos até o vencimento - Caso a Companhia tenha tem, quando apropriado, o tipo de arrendador efetivamente ocupando o bro de 2006, cuja realização ocorrerá com base nas baixas ou alienações intenção e a capacidade de manter títulos de dívida até o vencimento, então imóvel ou do responsável por honrar os compromissos do arrendamento ou dos respectivos bens reavaliados (terras). Em 2009, a Empresa optou por tais ativos financeiros são classificados como mantidos até o vencimento. do arrendador que provavelmente estará ocupando o imóvel após o período não estornar o saldo em aberto da reserva de reavaliação, como permitido Os investimentos mantidos até o vencimento são reconhecidos inicialmente em que o imóvel ficou vago, a alocação das responsabilidades de manuten- pelo BR GAAP. c. Reserva de lucros: Os lucros gerados pela Empresa pelo valor justo acrescido de quaisquer custos de transação diretamente ção e seguro entre a Empresa e o locatário; e a vida econômica remanes- terão as aplicações que lhes forem determinadas pelos quotistas. Nenhum atribuíveis. Após seu reconhecimento inicial, os investimentos mantidos até cente da propriedade. Quando revisões do arrendamento ou renovações do dos quotistas terá direito a qualquer parcela dos lucros, até que haja delibeo vencimento são mensurados pelo custo amortizado através do método arrendamento estão pendentes e incluem aumentos previstos referentes à ração expressa sobre a sua aplicação e, ou distribuição. Se houver a exisdos juros efetivos, decrescidos de qualquer perda por redução ao valor devolução da propriedade, assume-se que tais avisos, e quando apropriado tência de prejuízos acumulados, os resultados positivos futuros deverão ser recuperável. Eventual venda ou reclassificação de um valor maior que irri- contra-avisos, tenham sido providos de maneira válida e dentro do tempo necessariamente utilizados para compensar tais prejuízos, sendo vedada sório de investimentos mantidos até o vencimento que não estejam próxi- apropriado. 5. Gerenciamento de risco financeiro: A Empresa apresenta qualquer outra destinação. mos de seu vencimento poderia resultar na reclassificação de todos os exposição ao risco advindo do uso de instrumentos financeiros relativo ao 13. Instrumentos financeiros: A administração da Empresa classificou investimentos mantidos até o vencimento como disponíveis para venda e risco de crédito. Essa nota apresenta informações sobre a exposição da seus instrumentos financeiros, conforme abaixo: impedir a Companhia de classificar títulos de investimentos como os manti- Empresa a cada um dos riscos supramencionados, os objetivos da Emprés- Mantidos dos até o vencimento para o exercício corrente e os próximos dois exercí- Empresa, políticas e processos para a mensuração e gerenciamento de timos e até o Saldo Saldo Saldo cios financeiros. iii) Empréstimos e recebíveis - Empréstimos e recebíveis risco, e o gerenciamento de capital. Divulgações quantitativas adicionais ReceVenci- Contábil Contábil Contábil são ativos financeiros com pagamentos fixos ou calculáveis que não são são incluídas ao longo dessas demonstrações financeiras. Estrutura do Ativos Nota bíveis mento 2010 2009 01/jan/09 cotados no mercado ativo. Tais ativos são reconhecidos inicialmente pelo gerenciamento de risco: Os Administradores e gerência têm responsabili- Outros créditos 7 107 – 107 653 373 valor justo acrescido de quaisquer custos de transação atribuíveis. Após o dade global pelo estabelecimento e supervisão da estrutura de gerencia107 – 107 653 373 reconhecimento inicial, os empréstimos e recebíveis são medidos pelo mento de risco da Empresa. Esta estrutura se reporta regularmente aos 14. Outras receitas operacionais: 2010 2009 custo amortizado através do método dos juros efetivos, decrescidos de quotistas sobre as suas atividades. As políticas de gerenciamento de risco Arrendamentos.............................................................. 561 544 qualquer perda por redução ao valor recuperável. iv) Capital - Quotas: As são estabelecidas para identificar e analisar os riscos enfrentados pela Recuperação de impostos............................................. – 75 quotas são classificadas como patrimônio líquido. b) Propriedade para Empresa, para definir limites e controles de riscos apropriados, e para moni- Outros............................................................................ (3) – investimento: Propriedade para investimento é a propriedade mantida torar riscos e aderência aos limites. Risco de crédito: Risco de crédito é o 558 619 para auferir receita de aluguel, mas não para venda no curso normal dos risco de prejuízo financeiro da Empresa a contraparte em um instrumento 15. Imposto de renda e contribuição social: 2010 2009 negócios, utilização na produção ou fornecimento de produtos ou serviços financeiro falhe em cumprir com suas obrigações contratuais, que surgem ou para propósitos administrativos. A propriedade para investimento é men- principalmente dos recebíveis. A exposição da Empresa ao risco de crédito Lucro antes do imposto de renda e da contribuição social ............................................... 474 514 surada pelo custo histórico, acrescido da reavaliação espontânea registrada é influenciada, principalmente, pelas características individuais de sua conAlíquota fiscal combinada............................................ 29% 29% em 31 de dezembro de 2006. c) Redução ao valor recuperável (Impair- traparte. Entretanto, a atividade fim da Empresa é caracterizada pela presImposto de renda e contribuição social antes ment): i) Ativos financeiros (incluindo recebíveis) - Um ativo financeiro não tação de serviços de arrendamento de terras para produção de cana-dedas adições e exclusões ............................................. (137) (151) mensurado pelo valor justo por meio do resultado é avaliado a cada data de açúcar, e o faturamento é com a parte relacionada Companhia Canavieira 7 11 apresentação para apurar se há evidência objetiva de que tenha ocorrido de Jacarezinho. Risco operacional: Em 31 de dezembro de 2010, 2009 e Adições permanentes.................................................... Despesas de imposto de renda e contribuição social perda no seu valor recuperável. Um ativo tem perda no seu valor recuperá- 1º de janeiro de 2009, não havia garantias pendentes. Gestão de capital: no resultado do exercício ............................................ (130) (140) vel se uma evidência objetiva indica que um evento de perda ocorreu após A política dos administradores é manter uma sólida base de capital para 27% 27% o reconhecimento inicial do ativo, e que aquele evento de perda teve um manter a confiança do quotista, credor e mercado criando a sustentação do Alíquota fiscal efetiva .................................................... Balanço Patrimonial em 31 de DezembroAdministradores de 2010, 2009 e 1° de Janeiro de 2009 (Em milhares reais) Gastão de Souza Mesquita

Paulo Nelson Pereira

Contador Marcelo Fernandes de Oliveira - CRC1SP 148.350/O-6

Relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Financeiras Aos Responsabilidade dos auditores independentes controles internos da Empresa. Uma auditoria inclui, também, a avaliação Administradores e Quotistas Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das Usina Morretes Ltda. demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da São Paulo - SP acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Examinamos as demonstrações financeiras da Usina Morretes Ltda., que normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2010 e as que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter para fundamentar nossa opinião. respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de Opinião líquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim distorção relevante. Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição explicativas. obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados patrimonial e financeira da Usina Morretes Ltda. em 31 de dezembro de Responsabilidade da administração sobre as demonstrações nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem 2010, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o financeiras do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas A Administração da Empresa é responsável pela elaboração e adequada relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada no Brasil. apresentação dessas demonstrações financeiras de acordo com as práticas por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os São Carlos, 28 de março de 2011 contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras das demonstrações financeiras da Empresa para planejar os livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, KPMG Auditores Independentes André Luiz Monaretti ou erro. mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses CRC 2SP014428/O-6 Contador CRC 1SP160909/O-3

As ações da companhia de petróleo do empresário Eike Batista, a OGX, que sofreram forte desvalorização na segunda-feira, voltaram a ser destaque ontem com recuperação de parte das perdas. Mas nem de longe conseguiram apagar o tombo de mais de 17% da segunda-feira. OGX ON subiu 4,86% e, mais uma vez, liderou o movimento individual com R$ 738,998 milhões. Analistas da consultoria Empiricus avaliaram a queda de segunda-feira como "exagerada" e disseram, após contato com integrantes da OGX, que os principais acionistas da empresa comprariam papéis para realinhar "as expectativas." "As ações encontram-se em um preço bastante atrativo em bolsa, com elevada probabilidade de recuperação no curto e médio prazo", afirmaram os analistas Rodolfo Amstalden e Felipe Miranda. A visão é semelhante a de Itaú, UBS e JP Morgan, que não viram surpresas no relatório da D&M. A recuperação foi apoiada também pela alta no preço do petróleo, que também favoreceu a Petrobras, cujas ações ON terminaram com ganho de 1,09% e PN, de 0,94%. As bolsas norte-americanas subiram na esteira dos dados

do mercado imobiliário do país, que registrou avanço de 7,2% no número de construções em março, para 549 mil. Trata-se do maior número em seis meses, enquanto as permissões subiram 11,2%, ante previsão de 3%. Alguns balanços também agradaram os investidores e o índice Dow Jones terminou o dia em alta de 0,53%, aos 12.266,75 pontos. O S&P subiu 0,57%, aos 1.312,62 pontos, enquanto o Nasdaq avançou 0,35%, aos 2.744,97 pontos. Na Europa, as bolsas também terminaram no azul, ajudadas pelos números sobre a atividade do setor privado da zona do euro. Juros – O mercado de juros encerrou a terça-feira com viés de queda nos principais contratos de curto e médio prazos, enquanto os longos terminaram perto dos ajustes de ontem. Na véspera da decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC), a aposta de alta da taxa básica de juros, a Selic, em 0,25 ponto percentual firmou-se como majoritária na curva a termo, embora a previsão de aumento de 0,5 ponto percentual ainda esteja no páreo. (AE)

Mike Clarke/AFP

Enquanto isso, as bolsas recuperam as perdas do pregão anterior.

Dólar volta a cair às vésperas do Copom

O

dólar devolveu a alta da véspera ante o euro e o real, entre outras moedas. A divisa norte-americana sucumbiu em meio ao inesperado aumento na atividade econômica na zona do euro em abril e o bem comportado leilão de títulos da Grécia. A cautela com a situação fiscal dos Estados Unidos pesou, após o rebaixamento, na segunda-feira, da perspectiva do rating de crédito soberano do país pela agência de classificação de risco Standard & Poor's (S&P). Ontem, a China, maior detentora de bônus do Tesouro dos EUA, pediu que o governo norte-americano adote seriamente medidas políticas para garantir os interesses dos investidores. No Brasil, há nove dias úteis a taxa de câmbio

encerra as operações abaixo de R$ 1,60, o que sinaliza para o mercado uma provável nova faixa de oscilação para os preços da moeda, entre R$ 1,55 e R$ 1,60. Se por um lado, a expectativa de novas iniciativas do governo para conter a valorização cambial impede uma queda mais rápida dessas cotações, por outro, o mercado continua observando um contexto favorável à atração de dívidas estrangeiras para o país: o diferencial de juros domésticos e externos. O dólar à vista caiu 0,88%, para R$ 1,576, menor valor desde o dia 8 de abril, quando encerrou em R$ 1,574 e era a menor taxa desde 4 de agosto de 2008 (de R$ 1,563). Na BM&F, o dólar pronto terminou em baixa de 0,77%, a R$ 1,577. (Agências)


DIÁRIO DO COMÉRCIO

quarta-feira e quinta-feira, 20 e 21 de abril de 2011

ECONOMIA/LEGAIS - 35

BV TRADING S.A. CNPJ nº 00.014.385/0001-46

Avenida das Nações Unidas, 14.171 - 16º andar - Torre A - São Paulo - SP

Senhores Acionistas, Em cumprimento às disposições legais e estatutárias, submetemos à apreciação dos senhores acionistas as Demonstrações Financeiras Individuais (“DFs”) da BV Trading S.A., relativas aos exercícios findos em 31 de dezembro de 2010 e 2009. Estas DFs foram preparadas em conformidade com as práticas contábeis adotadas no Brasil, seguindo as orientações do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (“CPC”) e as normas internacionais de relatório financeiro (International Financial Reporting Standards – IFRS), com a aplicação de exceções obrigatórias relevantes e certas isenções opcionais relativas à adoção completa retrospectiva dessas normas. Para fins de comparabilidade, a posição patrimonial e o resultado do exercício encerrado em 31 de dezembro de 2009 estão sendo reapresentados de acordo com as orientações do CPC e o padrão IFRS,

RELATÓRIO DE ADMINISTRAÇÃO acompanhadas das respectivas notas explicativas e do relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras. Desempenho financeiro No ano de 2010, a BV Trading S.A. registrou lucro líquido de R$ 2.244 mil e ativos totais no montante de R$ 71.304 mil. Aos acionistas é assegurado um dividendo mínimo obrigatório, correspondente a 25% do lucro de cada exercício, deduzido da reserva legal. Desta forma, a Administração propõe a distribuição dos dividendos minimos obrigatórios, no montante de R$ 533 mil, sobre o lucro do exercício, o qual está refletido nas demonstrações financeiras. Para cumprimento das exigências estabelecidas na legislação societária, a Administração também propõe a destinação do lucro não distribuído para “Reserva de Expansão”,

BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 E 2009 - (Em milhares de Reais) Nota Ativo Caixa e equivalentes de caixa Ativos financeiros disponíveis para venda Instrumentos financeiros derivativos Empréstimos e recebíveis Ativos tributários correntes Ativos tributários diferidos Ativos tangíveis Outros ativos

Total do ativo

4 5 6 7 8 9 11 10

Nota

2010 2009 2008 71.304 67.926 73.980 57 25 115 315 315 315 2.580 30.967 31.422 28.649 33.293 31.746 44.045 4.060 4.407 834 3 4 5 29 7 17

Passivo Passivos tributários correntes Dividendos a pagar Obrigações legais Outros passivos Total do patrimônio Líquido atribuível aos acionistas controladores Capital social Reservas Ajustes de avaliação patrimonial

71.304 67.926 73.980

Total do passivo e patrimônio líquido

12 13 14 15

2010 1.653 783 532 5 333

2009 5 5 -

2008 1.217 1.207 5 5

69.651 67.921 72.763 51.226 51.226 51.086 18.425 16.698 21.680 (3) (3)

71.304 67.926 73.980

DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO - EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 E 2009 - (Em milhares de Reais)

Saldos em 31 de dezembro de 2008 Aumento de capital Resultado líquido do exercício Reversão de reservas Saldos em 31 de dezembro de 2009 Ajustes de avaliação patrimonial Resultado líquido do exercício Constituição de reservas Distribuição de dividendos Saldos em 31 de dezembro de 2010

Capital social 51.086 140 51.226 51.226

Reservas de capital 57 57 57

Patrimônio líquido atribuível aos acionistas controladores Reservas Ajuste de avaliação Lucro/(Prejuízo) de lucro patrimonial acumulado 21.623 (3) (4.982) (4.982) 4.982 16.641 (3) 16 3 2.244 1.711 (1.711) (533) 18.368 -

Total 72.763 140 (4.982) 67.921 19 2.244 (533) 69.651

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS - (Em milhares de Reais) 1

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Contexto operacional A Sociedade tem por objetivo a intermediação e prestação de serviços ou representação em geral; a prática de operações no ramo de comércio exterior, em especial a exportação de manufaturados, mediante a compra e venda de qualquer outra forma de aquisição e/ou alienação de outros produtos; a cessão e aquisição de créditos em geral e a participação acionária em outras sociedades, comerciais ou civis, nacionais ou estrangeiras, como sócia acionista ou quotista. Base de preparação das demonstrações financeiras a. Declaração de conformidade As demonstrações financeiras foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, com base na Lei das Sociedades por Ações, incluindo as alterações introduzidas pela Lei nº 11.638, de 28/12/2007 e Lei nº 11.941 de 27/05/2009, em consonância, quando aplicável, os Pronunciamentos, as Orientações e as Interpretações emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC). b. Adoção integral dos CPCs e Convergência com as normas internacionais de contabilidade O processo de convergência das normas brasileiras de contabilidade abrangeu duas etapas: (i) a primeira, desenvolvida em 2008, com a emissão dos pronunciamentos contábeis CPC 01 ao CPC 14; (ii) a segunda, desenvolvida em 2009, com a edição dos pronunciamentos contábeis CPC 15 ao CPC 40 e 43 (exceto o CPC 34 - ainda não emitido), cuja adoção obrigatória ocorre em 2010, com efeito retroativo para o ano de 2009 apenas para fins comparativos. As demonstrações financeiras da Companhia para o exercício findo em 31 de dezembro de 2010 são as primeiras demonstrações financeiras anuais em conformidade com os CPCs. A data de transição da Companhia é 1º de janeiro de 2009. A Companhia preparou seu balanço patrimonial de abertura segundo os CPCs nessa data. A Companhia analisou e avaliou individualmente os novos pronunciamentos, bem como os potenciais efeitos, sendo que não foram identificados ajustes relevantes na demonstração financeira. Contudo a Companhia aplicou integralmente as obrigatoriedades de divulgação decorrentes dos pronunciamentos contábeis. Os ajustes e a conciliação entre o Patrimônio líquido e o Lucro líquido decorrentes da aplicação integral das novas práticas contábeis foram: 31.12.2009 31.12.2008 Patrimônio Patrimônio Líquido Líquido Saldo antes dos ajustes 67.941 72.783 Ajuste a valor justo ativos financeiros disponíveis para venda líq. efeitos tributários (3) (3) Perdas por redução do valor recuperável (17) (17) Saldo após adoção integral 67.921 72.763 c. Base de reconhecimento e mensuração As compras e as vendas regulares de instrumentos financeiros, inclusive instrumentos financeiros derivativos, são reconhecidos na data de negociação - data na qual a Companhia se compromete a comprar ou vender o ativo. Os investimentos são, inicialmente, reconhecidos pelo valor justo, acrescidos dos custos da transação para todos os instrumentos financeiros não mensurados ao valor justo por meio do resultado. Os instrumentos financeiros são baixados quando os direitos de receber fluxos de caixa dos investimentos tenham vencidos ou tenham sido transferidos; neste último caso, desde que a Companhia tenha transferido, significativamente, todos os riscos e os benefícios da propriedade. Os ativos financeiros disponíveis para venda são, subsequentemente, contabilizados pelo valor justo. Os empréstimos e recebíveis são contabilizados pelo custo amortizado, usando o método da taxa de juros efetiva. Quando os títulos classificados como disponíveis para venda são vendidos ou sofrem perda por redução no seu valor recuperável, os ajustes acumulados do valor justo, reconhecidos no patrimônio líquido, são incluídos na demonstração do resultado como “resultado de ativos financeiros disponíveis para venda”. Os juros de ativos financeiros disponíveis para venda, calculados com o uso do método da taxa efetiva de juros, são reconhecidos na demonstração do resultado como parte de “receitas de juros”. Os valores justos dos ativos financeiros com cotação pública são baseados nos preços atuais de compra e venda. Se o mercado de um ativo financeiro (e de títulos não registrados em Bolsa) não estiver ativo, a Companhia estabelece o valor justo através de técnicas de avaliação. Essas técnicas incluem o uso de operações recentes contratadas com terceiros, a referência a outros instrumentos que são substancialmente similares, a análise de fluxos de caixa descontados e os modelos de precificação de opções que fazem o maior uso possível de informações geradas pelo mercado e contam o mínimo possível com informações geradas pela administração da própria entidade. A Companhia avalia, mensalmente, se há evidência objetiva de que um ativo financeiro ou um Grupo de ativos financeiros indique perda por redução ao seu valor recuperável. No caso de ativos financeiros classificados como disponíveis para venda, uma queda significativa ou prolongada do valor justo do título para abaixo de seu valor de custo é considerado um indicador de que os títulos estão impaired. Se houver alguma dessas evidências para os ativos financeiros disponíveis para venda, a perda cumulativa - mensurada como a diferença entre o custo de aquisição e o valor justo atual, menos qualquer perda por impairment desse ativo financeiro previamente reconhecido no resultado - é retirada do patrimônio e reconhecida na demonstração do resultado. d. Moeda funcional e moeda de apresentação Essas demonstrações financeiras são apresentadas em Real, que é a moeda funcional da Companhia. e. Estimativas contábeis e julgamento A elaboração de demonstrações financeiras requer que a Administração use de julgamento na determinação e registro de estimativas contábeis. A liquidação das transações envolvendo essas estimativas poderá resultar em valores diferentes dos estimados, devido a imprecisões inerentes ao processo de sua determinação. Itens significativos sujeitos a essas estimativas e premissas incluem avaliação de ativos financeiros pelo seu valor justo, análise de risco de crédito para determinação da provisão para perdas por redução no valor recuperável, assim como da análise sobre os passivos contingentes. A Administração revisa as estimativas e premissas pelo menos trimestralmente seguindo os cronogramas de revisão orçamentária e planejamento estratégico. Os principais valores reconhecidos nas demonstrações financeiras por meio das estimativas estão incluídos nas seguintes notas explicativas: nº 5 - Ativos financeiros nº 6 - Instrumentos financeiros derivativos nº 7 - Empréstimos e recebíveis f. Autorização das demonstrações financeiras A emissão das demonstrações financeiras foi autorizada pela Diretoria em 08 de abril de 2011. Principais práticas contábeis a. Caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa são representados por disponibilidades. b. Instrumentos financeiros Os ativos financeiros são registrados pelo custo de aquisição, acrescidos dos custos da transação, e classificados em função da intenção da Administração na categoria: • Ativos financeiros disponíveis para venda - Ativos financeiros disponíveis para venda são ativos financeiros que são designados como disponíveis para venda ou não são classificados em nenhuma das categorias anteriores. Após o reconhecimento inicial, os ativos financeiros com remuneração pré-fixada ou pós-fixada são mensurados pelo custo amortizado através do método dos juros efetivos e medidos pelo valor justo. As mudanças do seu valor justo, que não sejam perdas por redução no valor recuperável, são reconhecidas em outros resultados abrangentes, líquidos dos efeitos tributários, e apresentadas dentro do patrimônio líquido como “ajustes de avaliação patrimonial”. Quando um investimento é baixado, o resultado acumulado em outros resultados abrangentes é transferido para o resultado do período. A remuneração calculada pelo

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custo amortizado é apresentada na demonstração de resultado como “receitas de juros”. c. Determinação do valor justo O valor justo dos instrumentos financeiros com cotação pública se baseia nos preços atuais de mercado. Para ativos e passivos financeiros sem mercado ativo, a Companhia estabelece o valor justo por meio de técnicas de avaliação. Essas técnicas são estabelecidas com observância de critérios consistentes e verificáveis e podem incluir: • a referência a outros instrumentos que são substancialmente similares; • a análise de fluxos de caixa descontados; • modelos de precificação convencionais e consagrados. As principais informações adicionais sobre as premissas utilizadas na apuração dos valores justos são divulgadas nas notas específicas daquele ativo ou passivo. d. Empréstimos e recebíveis Os empréstimos e recebíveis são ativos financeiros com pagamentos fixos ou calculáveis que não são cotados no mercado ativo. Tais ativos são reconhecidos inicialmente pelo valor justo, acrescido de quaisquer custos de transação atribuíveis. Após o reconhecimento inicial, os empréstimos e recebíveis são medidos pelo custo amortizado através do método dos juros efetivos, decrescidos de qualquer perda por redução ao valor recuperável. Os rendimentos calculados pelo custo amortizado são apresentados na demonstração de resultado como “receita de juros”. e. Ativos tangíveis Os ativos tangíveis são reconhecidos pelo custo de aquisição, deduzido da respectiva conta de depreciação. A depreciação é calculada pelo método linear, com base nas seguintes taxas anuais: • Instalações, móveis e equipamentos de uso - 10% O software comprado que seja parte integrante da funcionalidade de um equipamento é capitalizado como parte daquele equipamento. A administração adotou a avaliação inicial dos ativos imobilizados previstos nos itens 20 e 29 da ICPC 10 pelo seu valor patrimonial registrado na data de adoção integral dos CPCs. Foi considerado que o valor justo patrimonial na data de transição correspondia os valores reais dos ativos imobilizados. Os ativos estão sujeitos à avaliação do valor recuperável em períodos anuais. f. Impostos e contribuições sobre a renda O imposto de renda foi apurado com base na alíquota de 15%, acrescido de adicional de 10%, e a contribuição social foi apurada com base na alíquota de 9%, ambas aplicáveis ao lucro tributável, e consideram a compensação de prejuízos fiscais e base negativa de contribuição social, limitada a 30% do lucro real. A despesa com imposto de renda e contribuição social compreende os impostos e contribuições sobre a renda correntes e diferidos. O imposto corrente e o imposto diferido são reconhecidos no resultado a menos que sejam reconhecidos no patrimônio líquido ou em outros resultados abrangentes. Imposto diferido é gerado por diferenças temporárias na data do balanço entre as bases tributárias de ativos e passivos e seus valores contábeis para fins de divulgação financeira. Ativos tributários diferidos são reconhecidos sobre prejuízos fiscais e base negativa de contribuição social, na extensão em que é provável que lucro tributável esteja disponível para a sua realização. O valor contábil dos ativos tributários diferidos é revisado mensalmente e baixado na extensão em que não é mais provável que lucros tributáveis estarão disponíveis para permitir que toda ou parte do ativo tributário diferido venha a ser utilizado. Ativos tributários diferidos baixados são reavaliados a cada data do balanço e são reconhecidos na extensão em que se tornam prováveis que lucros tributáveis futuros permitirão que os ativos tributários diferidos sejam recuperados. Ativos e passivos tributários diferidos são mensurados à taxa de imposto que são esperadas a serem aplicáveis no ano em que o ativo é realizado ou o passivo é liquidado, baseado nas taxas de imposto que foram promulgadas na data do balanço. Os ativos tributários diferidos são constituídos de acordo com estudo de capacidade de realização, preparado pela Administração. g. Obrigações legais As obrigações legais são processos judiciais relacionados a obrigações tributárias, cujo objeto de contestação é sua legalidade ou constitucionalidade que têm os seus montantes reconhecidos integralmente nas demonstrações financeiras, reconhecidas com base na avaliação de risco da Administração. h. Outros ativos e outros passivos Outros ativos estão demonstrados pelos valores de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias e cambiais auferidas (em base “pro rata” dia) e provisão para perda, quando julgada necessária. Outros passivos estão demonstrados por valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos dos encargos e das variações monetárias e cambiais incorridas (em base “pro rata” dia). i. Apuração do resultado As receitas e despesas são registradas pelo regime de competência. Caixa e equivalentes de caixa 2010 2009 2008 Disponibilidades 57 25 115 Depósitos bancários 57 25 115 Total 57 25 115 Ativos financeiros a. Ativos financeiros disponíveis para venda 2010 2009 Ganho/ Ganho/ Valor (perda) Valor Valor (perda) Valor de justo não de justo não Custo (contábil) realizado custo (contábil) realizado No País 310 315 5 310 315 5 Invest. por incentivos fiscais 310 315 5 310 315 5 Total 310 315 5 310 315 5 2008 Ganho/ Valor Valor (perda) de justo não Custo (contábil) realizado No País 310 315 5 Invest. por incentivos fiscais 310 315 5 Total 310 315 5 O valor justo dos investimentos por incentivos fiscais são apurados com base na contação divulgada pela BMFBovespa. Instrumentos financeiros derivativos a. Composição em contas patrimoniais Ativo 2010 2009 2008 Diferencial a receber de swap 6 Box de opções 2.574 Total 2.580 b. Composição dos contratos de swap por indexador 2010 2009 Valor Valor de Valor Valor Valor de Valor Original curva justo Original curva justo Posição ativa DI 2.550 2.580 2.580 Posição passiva Pré-fixado 2.550 2.579 2.574 Diferencial líquido 1 6 As operações de Box possuem vencimento até novembro de 2011 e o seu valor justo é apurado com base em modelo estatístico “Black & Scholes” com base nas taxas referenciais de mercado. As operações de swap possuem vencimento até novembro de 2011e o seu valor justo é apurado com base no fluxo de caixa descontado e nas taxas referenciais de mercado.

constituída após as destinações para reserva legal e pagamentos de dividendos. O saldo de reserva está à disposição dos acionistas para deliberação futura em Assembleia Geral. Gestão de Riscos Como integrante do Grupo Votorantim Finanças S.A, a Sociedade conduz as suas operações por meio de uma gestão de riscos que permite melhorias contínuas nas políticas e procedimentos adotados pelo Grupo. Agradecemos aos nossos clientes, parceiros e colaboradores pelo sucesso alcançado em 2010. São Paulo, 08 de abril de 2011. Diretoria DEMONSTRAÇÕES DE RESULTADOS - EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 E 2009 - (Em milhares de Reais) 2010 2009 Receitas de juros 2.132 3.424 Margem financeira 2.132 3.424 Resul. de ativos/passivos financ. ao valor justo por meio do resultado 29 Resultado de instrumentos financeiros derivativos 31 Outras receitas operacionais 1.550 1.761 Resultado operacional 3.713 5.214 Outras despesas administrativas (281) (152) Depreciação (1) (1) Despesas tributárias (17) Outras despesas operacionais (42)(12.636) Result. antes de imp. e contribuições e participação nos lucros 3.372 (7.575) Impostos e contribuições sobre a renda correntes (783) (978) Impostos e contribuições sobre a renda diferidos (345) 3.571 Resultado líquido do exercício 2.244 (4.982) Atribuível aos acionistas controladores 2.244 (4.982) Lucro/Prejuízo por ação (Em Reais) 0,13 (0,30) DEMONSTRAÇÕES DE RESULTADOS ABRANGENTES EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 E 2009 - (Em milhares de Reais) 2010 2009 Resultado líquido do exercício 2.244 (4.982) Variação líquida no valor justo de ativos financeiros disponíveis para venda 3 Resultado abrangente total 2.247 (4.982) DEMONSTRAÇÕES DO FLUXO DE CAIXA EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 E 2009 (Em milhares de Reais) 2010 Fluxos de caixa proveniente das operações Resultado líquido do exercício 2.244 Ajustes ao resultado líquido: 363 Depreciação 1 Impostos e contribuições sobre a renda diferidos 345 Outras receitas/despesas operacionais sem efeito caixa 17 (Aumento) decréscimo líquido nos ativos operacionais (3.691) Ativos financeiros disponíveis para venda (5) Instrumentos financeiros derivativos (2.580) Empréstimos e recebíveis 455 Ativos tributários correntes (1.542) Ativos tributários diferidos 2 Ativos tangíveis 1 Outros ativos (22) Aumento (decréscimo) líquido nos passivos operacionais 1.116 Passivos tributários correntes 782 Obrigações legais 1 Outros passivos 333 Caixa gerado/(Utilizado) pelas operações 32 Variação liquidada de caixa e equivalentes de caixa 32 Caixa e equivalentes de caixa no início do exercício 25 Caixa e equivalentes de caixa no fim do exercício 57 Aumento/(Redução) no caixa e equivalentes de caixa 32

2009 (4.982) (3.437) 1 (3.571) 133 9.535 1 (2.773) 12.298 (2) 1 10 (1.206) (1.206) (90) (90) 115 25 (90)

DEMONSTRAÇÕES DOS VALORES ADICIONADOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 E 2009 (Em milhares de Reais) Receitas Receitas de juros Despesas de juros Outras receitas/(despesas) operacionais Itens adquiridos de terceiros Materiais energia e outros Serviços de terceiros Outras Processamento de dados Publicações Serviços do sistema financeiro Serviços técnicos especializados Outras Valor Adicionado Bruto Despesas de depreciação Valor Adicionado Líquido produzido pela Entidade Valor Adicionado a distribuir Valor Adicionado distribuído Impostos, Taxas e Contribuições No País Despesas tributárias (exceto IR e CS) Imposto de renda/ contribuição Social Remuneração de Capitais de Terceiros Aluguéis Remuneração de Capitais Próprios Dividendos/ juros sobre capital próprio Lucro retido/(Prejuízo) do exercício 7

2010 2009 3.671 (7.422) 2.132 3.424 24 1.515 (10.846) (172) (133) (1) (172) (132) (1) (1) (99) (72) (2) (2) (24) (16) (46) (41) 3.499 (7.555) (1) (1) 3.498 (7.556) 3.498 (7.556) 3.498 (7.556) 1.145 (2.593) 1.145 (2.593) 17 1.128 (2.593) 109 19 109 19 2.244 (4.982) 580 1.664 (4.982)

Empréstimos e recebíveis a. Composição das operações

2010 2009 2008 Certificados de depósitos bancários 701 Títulos de créditos a receber - Mútuo 30.697 31.422 27.948 Total 30.697 31.422 28.649 As operações de mútuo possuem vencimento até abril de 2011. 8 Ativos tributários correntes 2010 2009 2008 Impostos de renda a compensar 31.554 30.403 42.455 Contribuição social a compensar 1.739 1.343 1.590 Total 33.293 31.746 44.045 9 Ativos tributários diferidos a. Composição dos ativos tributários diferidos 2010 2009 2008 Prejuízo fiscal de Imposto de Renda (IR) 3.132 3.386 454 Base negativa de Contribuição Social (CS) 928 1.021 380 Total 4.060 4.407 834 b. Movimentação dos ativos tributários diferidos no período 2010 2009 2008 Saldo inicial 4.407 834 1.313 Prejuízo fiscal de IR (254) 3.386 (1.211) Base negativa de CS (91) 1.021 (102) Outros (2) (834) 834 Saldo final 4.060 4.407 834 c. Expectativa de realização dos ativos tributários diferidos Em 31 de dezembro de 2010 Valor Valor nominal presente Em 2011 436 392 Em 2012 460 372 Em 2013 483 352 Em 2014 507 332 Em 2015 533 314 A partir de 2015 1.641 784 Total 4.060 2.546 Em 31 de dezembro de 2009 Valor Valor nominal presente Em 2010 337 303 Em 2011 351 284 Em 2012 366 266 Em 2013 381 249 Em 2014 396 233 Em 2015 416 220 A partir de 2015 2.160 851 Total 4.407 2.406 O valor presente apresentado para fins de divulgação foram apurados com base no desconto do fluxo de caixa às taxas de mercado. 10 Outros ativos 2010 2009 2008 Devedores por depósitos em garantia 29 7 7 Outros 10 Total 29 7 17 11 Ativos tangíveis 2010 2009 2008 DepreCusto ciação Líquido Líquido Líquido Móveis e equipamentos de uso 9 (6) 3 4 5 Total 9 (6) 3 4 5 2010 2009 Saldo inicial 4 5 Depreciação (1) (1) Saldo final 3 4 Em 31 de dezembro de 2010 e 2009, não foram verificados indicativos da existência de perda por valor de recuperação para estes ativos. 12 Passivos tributários correntes 2010 2009 2008 Imposto de renda - exercício corrente 569 854 Contribuição social - exercício corrente 214 353 Total 783 1.207 Continua...


DIÁRIO DO COMÉRCIO

36 -.ECONOMIA/LEGAIS

quarta-feira e quinta-feira, 20 e 21 de abril de 2011

BV TRADING S.A. CNPJ nº 00.014.385/0001-46

Avenida das Nações Unidas, 14.171 - 16º andar - Torre A - São Paulo - SP NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS - (Em milhares de Reais)

...Continuação

18 Resultado de instrumentos financeiros derivativos

13 Obrigações legais 2010 5 5

Questões fiscais - IR Saldo final 14 Outros passivos

2009 5 5

2008 5 5

2010 2009 2008 Valores a pagar sociedades ligadas 333 Total 333 15 Patrimônio líquido a. Capital social O capital social da BV Trading S.A. é representado por 16.708.923 ações ordinárias, subscritas e inteiramente integralizadas sem valor nominal para os exercícios de 2010 e 2009. Percentual Quantidade por acionista Ações participação % Votorantim Finanças S.A. 16.708.773 99,999 Outros 150 0,001 b. Reservas Reserva de lucro - Reserva legal Constituída obrigatoriamente à base de 5% do lucro líquido do período, até atingir o limite de 20% do capital social. A reserva legal poderá deixar de ser constituída quando acrescida do montante das reservas de capital exceder 30% do capital social. A reserva legal somente poderá ser utilizada para aumento de capital ou para compensar prejuízos. Reserva de Lucro - Reserva de expansão No encerramento do exercício, a Administração propõe a destinação do lucro não distribuído para “Reserva para Expansão”, constituída após as destinações para reserva legal e pagamentos de dividendos, se houver. O saldo de reserva está à disposição dos acionistas para deliberação futura em Assembleia Geral. 2010 2009 2008 Reservas de capital 57 57 57 Reservas de lucros 18.368 16.641 21.623 Reserva legal 1.334 1.222 1.222 Reserva de expansão 17.034 15.419 20.401 Total de reservas 18.425 16.698 21.680 c. Dividendos Aos acionistas é assegurado um dividendo mínimo obrigatório, correspondente a 25% do lucro liquido de cada período, deduzido da reserva legal. A Administração propõe a distribuição de dividendos. 2010 Lucro líquido 2.244 Reserva legal (116) Base de cálculo 2.128 Dividendos obrigatórios conforme estatuto 533 % sobre a base de cálculo 25% 16 Receitas de juros 2010 2009 Títulos de crédito a receber – Mútuo 2.132 3.424 Total 2.132 3.424 17 Resultado de ativos/passivos financeiros ao valor justo por meio do resultado 2010 2009 Ativos financeiros 29 Total 29

Box de opções - Estratégia de Renda fixa Contratos de swap Total 19 Outras receitas operacionais Atualização de impostos e contribuições a compensar Outras receitas Total 20 Outras despesas administrativas Aluguéis Processamento de dados Publicações Serviços do sistema financeiro Serviços de terceiros Serviços técnicos especializados Emolumentos judiciais e cartorários Outras Total 21 Despesas tributárias PIS Outros Total 22 Outras despesas operacionais Atualização monetária de passivos Perdas do valor recuperável de impostos a compensar Outras Total 23 Despesas de impostos e contribuições sobre a renda a. Encargos devidos sobre as operações

2010 24 7 31

2009 -

2010 1.549 1 1.550

2009 1.759 2 1.761

2010 (109) (1) (99) (2) (24) (4) (42) (281)

2009 (19) (1) (72) (2) (1) (16) (4) (37) (152)

2010 (14) (3) (17)

2009 -

2010 (19) (23) (42)

2009 (12.616) (20) (12.636)

2010 Lucro antes do imposto de renda, da contribuição social e das participações 3.372 Encargos à alíquota nominal vigente (1.147) Exclusões/(adições) 364 Prejuízo fiscal de IR 254 Base negativa de CS 91 Outros 19 Imposto de renda e contribuição social correntes (783) b. Imposto sobre a renda diferidos com efeito sobre o resultado 2010 Ativos tributários diferidos Adições/(exclusões) Prejuízo fiscal de IR (254) Base negativa de CS (91) Total (345)

2009 (7.575) 2.576 (3.554) 101 (3.655) (978) 2009

2.550 1.021 3.571

24 Partes relacionadas Na elaboração das partes relacionadas são consideradas operações com: a. Pessoa ou membro da família relacionada com a entidade que tiver o controle pleno ou compartilhado da entidade ou influência significativa; b. Empresas ligadas, coligadas e controladas pertencentes ao Grupo Econômico Votorantim; c. Pessoas chaves da administração do Grupo Econômico Votorantim que têm autoridade e responsabilidade de planejamento direção e controle das atividades da entidade direta ou indiretamente na atividade das empresas. As operações entre partes relacionadas são efetuadas a valores, prazos e taxas médias usuais de mercado, vigentes nas respectivas datas e em condições de cumutatividade. a. Sumário das transações com partes relacionadas Os saldos das operações ativas, passivas, de receitas e despesas envolvendo partes relacionadas não consolidadas são os seguintes: 2010 2009 Ativos Disponibilidades 38 5 Empréstimos e recebíveis 30.967 31.422 Instrumentos financeiros derivativos 2.580 Passivos Mútuos 333 Receitas Receitas de juros 2.132 3.424 Resultado de ativos e passivos financeiros 29 Resultado de instrumentos financeiros.derivativos 7 25 Outras informações a. Benefícios a empregados A Companhia não possui funcionários. b. Cobertura de seguros A Companhia adota a política de contratar cobertura de seguros para os bens sujeitos a riscos por montantes considerados suficientes para cobrir eventuais sinistros, considerando a natureza de sua atividade. As premissas de risco adotadas, dada a sua natureza, não fazem parte do escopo de uma auditoria das demonstrações financeiras, consequentemente não foram analisadas pelos nossos auditores independentes. c. Gerenciamento de riscos financeiros A Administração da Companhia é responsável pelo gerenciamento de riscos financeiros alinhada com as diretrizes e políticas da Votorantim Finanças S.A.. Neste contexto, a Companhia em suas atividades possui apenas operações à riscos de taxa de juros e crédito. (i) Exposição a taxa de juros e crédito Os ativos expostos a riscos de taxas de juros pré-fixadas são apenas os empréstimos e recebíveis – Mútuos. (ii) Instrumentos financeiros derivativos As operações de instrumentos financeiros derivativos têm como objetivo a aplicação das sobras de caixa da Companhia e estão corrigidas pela taxa de remuneração de DI – Depósitos Interfinanceiros. Lupércio de Souza Izabel - CRC 1SP194632/O-4

DIRETORIA Wilson Masao Kuzuhara

Milton Roberto Pereira

Marcelo Parente Vives

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção Aos Trading S.A. em 31 de dezembro de 2010, o desempenho de suas operações e os seus relevante. Acionistas e à Administração da BV Trading S.A. fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção São Paulo - SP adotadas no Brasil. de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações Examinamos as demonstrações financeiras da BV Trading S.A. (“Companhia”), que Outros assuntos - Demonstração do valor adicionado financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incompreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2010 e as respectivas deExaminamos, também, a demonstração do valor adicionado da BV Trading S.A., para o cluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, monstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido exercício findo em 31 de dezembro de 2010, cuja apresentação, requerida para Comindependentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das panhias de capital aberto, está sendo efetuada de forma espontânea pela Companhia. considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentaprincipais práticas contábeis e demais notas explicativas. Essa demonstração foi submetida aos mesmos procedimentos de auditoria descritos ção das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeiras anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma A administração da Companhia é responsável pela elaboração e pela adequada apreseus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conopinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, sentação das demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas junto. também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários São Paulo, 8 de abril de 2011. das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresenpara permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção reletação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. vante, independentemente se causada por fraude ou erro. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundaResponsabilidade dos auditores independentes KPMG Auditores Independentes mentar nossa opinião. Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações CRC 2SP014428/O-6 Opinião sobre as demonstrações financeiras financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiEm nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequaras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências Zenko Nakassato Luciana Liberal Sâmia damente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da BV éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de Contador CRC 1SP160769/O-0 Contadora CRC 1SP198502/O-8

ULTRA S.A. PARTICIPAÇÕES C.N.PJ. Nº 54.041.439/0001-91 RELATÓRIO DA DIRETORIA Senhores Acionistas: Em cumprimento às disposições legais e estatutárias, submetemos à apreciação de V.Sas., as demonstrações contábeis dos exercícios encerrados em 31 de dezembro de 2010 e de 2009. Permanecemos a inteira disposição para quaisquer esclarecimentos que se façam necessários. A Diretoria DEMONSTRAÇÕES DE RESULTADOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 E DE 2009 (Em milhares de Reais, exceto o Lucro líquido por ação)

BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010, 31 DE DEZEMBRO DE 2009 E 1 DE JANEIRO DE 2009 - (Em milhares de Reais) PASSIVO ATIVO 31/12/2010 31/12/2009 Circulante Caixa e equivalentes de caixa Dividendos propostos a receber Impostos a recuperar Total do ativo circulante

Não circulante Depósitos judiciais Investimentos Total do ativo não circulante Total do ativo

106 44.986 223 45.315

1 1.236.180 1.236.181 1.281.496

11 25.212 212 25.435

1/1/2009 60 16.186 201 16.447

1.155.409 1.118.828 1.155.409 1.118.828 1.180.844 1.135.275

31/12/2010 31/12/2009 1/1/2009 Circulante Dividendos propostos a pagar 45.008 21.436 4.405 Receitas (despesas) Total do passivo circulante 45.008 21.436 4.405 Equivalência patrimonial Patrimônio líquido Capital social 373.980 373.980 373.980 Despesas gerais e administrativas Reserva de reavaliação 6.332 6.787 8.261 Reservas de lucros 844.895 763.576 736.202 Receitas financeiras Ajuste de avaliação patrimonial (576) (977) (1.499) Ajuste acumulados de conversão (4.461) (1.272) 1.993 Lucros acumulados - (12.650) Lucro líquido do exercício Dividendos adicionais ao mínimo obrigatório 16.318 17.314 24.583 Total do Patrimônio líquido 1.236.488 1.159.408 1.130.870 Total do passivo e do patrimônio líquido 1.281.496 1.180.844 1.135.275 Lucro líquido por ação - R$

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.

2010

2009

185.396

106.664

(81)

(70)

15

11

185.330

106.605

2,24

1,29

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.

DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 E DE 2009 - (Em milhares de Reais, exceto o valor dos dividendos por ação)

Capital social 373.980 373.980 -

Reserva de reavaliação 8.261 8.261 (1.474) -

Reservas de lucros Retenção Legal de lucros 22.769 713.433 22.769 713.433 -

Saldos em 1 de janeiro de 2009 - práticas contábeis anteriores Efeitos da adoção inicial do Novo BR GAAP Saldos em 1 de janeiro de 2009 Realização da reserva de reavaliação Imposto de renda sobre a realização da reserva de reavaliação Ajustes de avaliação de instrumentos financeiros de controlada Conversão de moeda estrangeira de controladas no exterior Lucro líquido do exercício Reversão dos dividendos adicionais ao mínimo obrigatório do ano anterior Destinação do resultado líquido: Reserva legal 5.722 Retenção de lucros 42.140 Dividendos intermediários (R$ 318,465252 por lote de mil ações ordinárias e R$ 350,311777 por lote de mil ações preferenciais) Dividendos propostos (R$ 425,450000 por lote de mil ações ordinárias e R$ 468,000000 por lote de mil ações preferenciais) Destinação dos efeitos da adoção do Novo BR GAAP (20.488) Saldos em 31 de dezembro de 2009 373.980 6.787 28.491 735.085 Realização da reserva de reavaliação (455) Imposto de renda sobre a realização da reserva de reavaliação Ajustes de avaliação de instrumentos financeiros de controlada Conversão de moeda estrangeira de controladas no exterior Lucro líquido do exercício Reversão dos dividendos adicionais ao mínimo obrigatório do ano anterior Destinação do resultado líquido: Reserva legal 9.267 Retenção de lucros 72.052 Dividendos intermediários (R$ 472,470000 por lote de mil ações ordinárias e R$ 519,610000 por lote de mil ações preferenciais) Dividendos propostos (R$ 673,320000 por lote de mil ações ordinárias e R$ 740,650000 por lote de mil ações preferenciais) Saldos em 31 de dezembro de 2010 373.980 6.332 37.758 807.137 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA - MÉTODO INDIRETO DO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 E DE 2009 (Em milhares de Reais) 2010 2009 Fluxo de caixa das atividades operacionais Lucro líquido do exercício 185.330 106.605 Ajustes para reconciliar o lucro líquido ao caixa gerado pelas atividades operacionais Equivalência patrimonial (185.396) (106.664) Dividendos recebidos de controlada 81.944 58.015 Outros 2 (1) Aumento no ativo circulante Impostos a recuperar Aumento no ativo não circulante Depósitos judiciais

(11)

(11)

(1)

-

Caixa líquido gerado pelas atividades operacionais 81.868 Fluxo de caixa das atividades de financiamentos Dividendos pagos (81.773)

57.944 (57.993)

Caixa líquido gerado (utilizado) pelas atividades de financiamentos

(57.993)

(81.773)

Aumento (diminuição) em caixa e equivalentes de caixa

95

(49)

Caixa e equivalentes de caixa no início do exercício

11

60

Caixa e equivalentes de caixa no fim do exercício 106 11 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.

Ajuste de Avaliação Patrimonial (1.499) (1.499) 522 (977) 401 (576)

Ajuste Acumulados Lucros de conversão acumulados 1.993 (12.650) 1.993 (12.650) 1.474 (300) (3.265) 106.605 (1.272) (3.189) (4.461)

(5.722) (42.140) (29.005) (38.750) 20.488 455 (117) 185.330 (9.267) (72.052)

Dividendos adicionais ao mínimo obrigatório 24.583 24.583 (24.583)

Total 1.118.937 11.933 1.130.870 (300) 522 (3.265) 106.605 (24.583)

-

-

17.314 17.314 (17.314)

(29.005) (21.436) 1.159.408 (117) 401 (3.189) 185.330 (17.314)

-

-

(43.023)

-

(43.023)

(61.326) -

16.318 16.318

(45.008) 1.236.488

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 E DE 2009 (Em milhares de Reais) 1 BASE DE PREPARAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 1.1 Base de transição para a adoção dos novos pronunciamentos emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (“CPC”). Visando a convergência das regras contábeis brasileiras ao IFRS, durante 2009 e 2010, a Comissão de Valores Mobiliários (“CVM”) emitiu diversas deliberações aprovando os pronunciamentos do CPC e estabeleceu um novo padrão contábil aplicável no Brasil a partir de 2010 (“Novo BR GAAP”). Estes pronunciamentos estão em conformidade com as normas internacionais de relatório financeiro, emitidas pelo International Accounting Standards Board (“IASB”). A data de transição escolhida pela Sociedade foi 1 de janeiro de 2009, data na qual a Sociedade preparou seu balanço patrimonial de abertura segundo os pronunciamentos do Novo BR GAAP. As demonstrações financeiras da Sociedade de 31 de dezembro de 2010 estão sendo apresentadas de acordo com o Novo BR GAAP, bem como a reapresentação das informações relativas a 2009 nelas contidas. 31 de 31 de 1 de dezembro dezembro janeiro Conciliação do patrimônio líquido de 2010 de 2009 de 2009 Patrimônio líquido de acordo com as práticas contábeis anteriores 1.250.709 1.162.582 1.118.937 Efeitos da adoção do Novo BR GAAP: Equivalência patrimonial sobre efeitos de adoção do Novo BR GAAP da controlada Ultrapar Participações S.A. (30.539) (20.488) (12.650) Reversão de dividendos a pagar acima dos dividendos mínimos obrigatórios previstos no Estatuto Social 16.318 17.314 24.583 Total (14.221) (3.174) 11.933 Patrimônio líquido em Novo BR GAAP 1.236.488 1.159.408 1.130.870 A DIRETORIA

Quer falar com 26.000 empresários de uma só vez?

O Jornal do Empreendedor

Período findo em Período findo em 31 de dezembro 31 de dezembro em de 2010 de 2009

Conciliação do lucro líquido Lucro líquido de acordo com as práticas contábeis anteriores 195.381 114.443 Efeitos da adoção do Novo BR GAAP: Equivalência patrimonial sobre efeitos de adoção do Novo BR GAAP da controlada Ultrapar Participações S.A. (10.051) (7.838) Total (10.051) (7.838) Lucro líquido em Novo BR GAAP 185.330 106.605 1.2 Sumário das principais práticas contábeis - a) As demonstrações financeiras foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, as quais abrangem a legislação societária, os Pronunciamentos, as Orientações e as Interpretações emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis. b) O resultado é apurado pelo princípio da competência de exercícios. c) A participação em controlada é avaliada pelo método de equivalência patrimonial. 2. INVESTIMENTO RELEVANTE EM SOCIEDADE CONTROLADA 31/12/2010 31/12/2009 ULTRAPAR PARTICIPAÇÕES S.A. Capital Social 3.696.773 3.696.773 Patrimônio Líquido 5.153.330 4.816.612 Lucro Líquido do Exercício 758.823 433.317 Participação Percentual 23,99% 23,99% 3. CAPITAL SOCIAL: O capital social, totalmente integralizado, está representado por 63.202.048 ações ordinárias e 25.342.886 ações preferenciais, todas nominativas e sem valor nominal. Marcia Aparecida de Lucca Calmon - Contador - CRC 1SP143169/O-4

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e

conomia

Fipe: mais inflação.

O

coordenador do Índice de Preços ao Consumidor (IPC), Antonio Evaldo Comune, elevou ontem, de 0,5% para 0,62%, a estimativa para a taxa de inflação de abril na cidade de São Paulo. Ele afirmou que o principal fator que motivou a revisão para cima foi o comportamento dos preços da gasolina e do etanol, que foram os líderes do ranking de contribuição de alta do indicador da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) na segunda quadrissemana de abril. A Fipe divulgou que o IPC subiu 0,61% na segunda leitura de abril ante uma alta de 0,48% na primeira quadrissemana do mês. Entre os dois levantamentos da Fipe, a alta da gasolina passou de 3,89% para 5,12% e respondeu sozinha por 0,13 ponto percentual (22%) da taxa

geral de inflação. A variação positiva do etanol, por sua vez, passou de 16,67% para 16,81% e representou 0,09 ponto percentual (14%) do IPC. "Os campeões da vilania nesta segunda quadrissemana foram a gasolina e o etanol", disse Comune, referindo-se aos itens que representaram juntos 36% de toda a alta do IPC e que mantiveram o grupo Transportes com elevação no período de 1,41% ante 1,4% da primeira quadrissemana de abril. Para ele, o fato de a inflação ter sido puxada pela gasolina e pelo etanol mostra que o cenário do IPC da Fipe é de "inflação concentrada" em poucos produtos. Para Comune, o comportamento de ambos os combustíveis está atrasado, em relação ao que acontece a cada ano. (AE)

IPC-S aumenta 0,83%

A

inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) foi de 0,83% na quadrissemana encerrada em 15 de abril (segunda prévia do mês), segundo informou ontem a Fundação Getúlio Vargas (FGV). O resultado indica uma desaceleração de 0,06 ponto percentual ante a taxa de 0,89% registrada na primeira prévia do mês.

Das sete classes de despesas usadas para cálculo do IPC-S, a principal contribuição para a taxa menor registrada pelo IPC-S partiu do grupo Alimentação, cuja variação passou de 1,5% para 1,1% no período. Dos 21 itens componentes do grupo Alimentação, que tem forte peso no indicador, 13 apresentaram reduções em suas taxas.(AE)

IGP-M sobe 0,55% na 2ª prévia

O

Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) apontou inflação de 0,55% em sua segunda prévia de abril ante a taxa de 0,59% em igual período de março, informou a Fundação Getúlio Vargas (FGV). O resultado ficou dentro das estimativas do mercado financeiro. O Índice de Preços por Atacado – Mercado (IPA-M) subiu 0,51% na segunda prévia deste

mês, ante alta de 0,68% na segunda prévia de março. Por sua vez, o Índice de Preços por Atacado – Mercado (IPC-M) cresceu 0,65%, após avançar 0,45%. Já o Índice Nacional do Custo da Construção – Mercado (INCC-M) teve alta de 0,5% na segunda prévia deste mês, após registrar aumento de 0,37% na segunda prévia de março. (AE)


DIÁRIO DO COMÉRCIO

quarta-feira e quinta-feira, 20 e 21 de abril de 2011

ECONOMIA/LEGAIS - 37

VSP PARTICIPAÇÕES S.A.

VSP Participações

CNPJ nº 06.928.167/0001-01

Avenida das Nações Unidas, 14.171 - 16º andar - Torre A - São Paulo - SP

Senhores Acionistas, Em cumprimento às disposições legais e estatutárias, submetemos à apreciação dos senhores acionistas as Demonstrações Financeiras Individuais (“DFs”) da VSP Participações S.A. relativas aos exercícios findos em 31 de dezembro de 2010 e 2009. Estas DFs foram preparadas em conformidade com as práticas contábeis adotadas no Brasil, seguindo as orientações do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (“CPC”) e as normas internacionais de relatório financeiro (International Financial Reporting Standards – IFRS), com a aplicação de exceções obrigatórias relevantes e certas isenções opcionais relativas à adoção completa retrospectiva dessas normas. Para fins de comparabilidade, a posição patrimonial e o resultado do exercício encerrado em 31 de dezembro de 2009 estão sendo reapresentados de acordo com as orientações do CPC e o padrão IFRS, acompanhadas das respectivas notas explicativas e do relatório dos auditores indepen-

RELATÓRIO DE ADMINISTRAÇÃO dentes sobre as demonstrações financeiras. Em março de 2010 a administração autorizou a mudança da denominação social de “Votorantim Seguros e Previdência S.A.” para “VSP Participações S.A.”, em dezembro de 2010, a SUSEP, através da Portaria 3.842, homologou na íntegra as deliberações tomadas pelos acionistas. Desempenho financeiro No ano de 2010, a VSP Participações S.A. registrou lucro líquido de R$ 904 mil (2009 – R$ 890 mil) e ativos totais no montante de R$ 20 milhões. Aos acionistas é assegurado um dividendo mínimo obrigatório, correspondente a 25% do lucro de cada exercício, deduzido da reserva legal. Desta forma, a Administração propõe a distribuição dos dividendos mínimos obrigatórios, no montante de R$ 213 mil, sobre o lucro do exercício, o qual está refletido nas demonstrações financeiras.

Para cumprimento das exigências estabelecidas na legislação societária, a Administração também propõe a destinação do lucro não distribuído para “Reserva de Expansão”, constituída após as destinações para reserva legal e pagamentos de dividendos. O saldo de reserva está à disposição dos acionistas para deliberação futura em Assembleia Geral. Gestão de Riscos Como integrante do Grupo Votorantim Finanças S.A. a Sociedade conduz as suas operações por meio de uma gestão de riscos que permite melhorias contínuas nas políticas e procedimentos adotados pelo Grupo. Agradecemos aos nossos clientes, parceiros e colaboradores pelo sucesso alcançado em 2010. São Paulo, 08 de abril de 2011. Diretoria

BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 E 2009 - (Em milhares de Reais) Nota Ativo Circulante Caixa e equivalentes de caixa Ativos financeiros ao valor justo por meio do resultado Instrumentos financeiros derivativos Ativos tributários correntes Ativos tributários diferidos

Total do ativo

4 5 6 7

2010

2009

20.001 6 18.972 482 541 -

19.094 10 19.007 73 4

Passivo Circulante Passivos tributários correntes Dividendos a pagar Outros passivos Total do patr. Líq. atribuível aos acionistas controladores Capital social Reservas

20.001

19.094

Total do passivo e patrimônio líquido

Nota

2010

2009

781 568 213 19.220 14.400 4.820

565 561 4 18.529 14.400 4.129

20.001

19.094

DEMONSTRAÇÕES DE RESULTADOS - EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 E 2009 - (Em milhares de Reais) Nota

8 9 10

DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO - EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 E 2009 - (Em milhares de Reais) Capital social Aumento Capital Reservas de lucro Lucro/(Prejuízo) acumulado Total Saldos em 31 de dezembro de 2008 6.600 7.800 3.239 17.639 Aumento de capital (SUSEP/DECON nº 924) 7.800 (7.800) Resultado líquido do exercício 890 890 Constituição de reservas 890 (890) Saldos em 31 de dezembro de 2009 14.400 4.129 18.529 Resultado líquido do exercício 904 904 Constituição de reservas 691 (691) Distribuição de dividendos (213) (213) Saldos em 31 de dezembro de 2010 14.400 4.820 19.220

Resultado de ativos/passivos financeiros ao valor justo por meio do resultado Resultado de instrumentos financeiros derivativos Outras receitas operacionais Resultado operacional Outras despesas administrativas Despesas tributárias Resultado antes de impostos e contribuições e participação nos lucros Impostos e contribuições sobre a renda correntes Impostos e contribuições sobre a renda diferidos Resultado líquido do exercício Atribuível aos Acionistas controladores Lucro por ação (Em Reais)

11 12 13

14 14

2010

2009

1.769 2 1.771 (135) (170)

1.750 31 1.781 (176) (161)

1.466 (559) (3) 904 904 0,07

1.444 (553) (1) 890 890 0,07

DEMONSTRAÇÕES DO FLUXO DE CAIXA - EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 E 2009 - (Em milhares de Reais)