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DC 14/03/2013

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13/03/2013 - 3H05 1º jesuíta 1º latino-americano 1º Francisco

São Paulo, quinta-feira, 14 de março de 2013

www.dcomercio.com.br

Dylan Martinez/Reuters

O nome do cardeal Jorge Mario Bergoglio não estava entre os papáveis nem na imprensa da Argentina, onde nasceu há 76 anos. Agora papa Francisco, lembra-se que no conclave que elegeu Bento XVI, ele teria sido o vice em votos. Viu-se nos primeiros momentos em que se apresentou aos fiéis quem é: pediu que rezassem por ele, a cabeça abaixada humildemente, e vestia-se de branco, só, sem acessórios coloridos. Em Buenos Aires, ia a pé até o metrô, cozinhava a própria comida, torcia para o San Lorenzo e vivia uma relação tensa com a presidente Kirchner, contrário ao aborto e aos casamentos e adoção entre casais do mesmo sexo. "Campeão dos pobres" – acertou Obama ao saudá-lo. Papa Francisco herda os problemas que abateram Bento XVI. Veio "do fim do mundo", como disse, pronto para enfrentá-los. Págs. 7 a 9

Conclusão: 23h55

Ano 87 - Nº 23.830

Jornal do empreendedor

R$ 1,40

Observatorio Romano/EFE

Casa Rosada em briga com a Vale ISSN 1679-2688

23830

9 771679 268008

Página 4

Jacques Lepine/Estadão Conteúdo-27/04/11

O clima esquentou e governo de Cristina Kirchner promete cortar concessão da mineradora Vale, que decidiu suspender projeto de extração de potássio no Rio Colorado, em Mendoza. O ministro do Planejamento Julio de Vido solta fumaça ao dizer que a empresa "violou a segurança jurídica e as leis" da Argentina. Pág. 15

Fogo no campo do pastor Empurra-empurra e bateboca na Câmara. Deputado Marco Feliciano, presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, só arrebanha críticas. Pág. 6


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A conciliação judicial é um corolário ou fruto magnífico do ideário pacificador do cristianismo. Edson Luiz Sampel

pinião

NOSSA POSIÇÃO

INVESTIMENTOS: DESAFIOS E OPORTUNIDADES.

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Brasil vem apresentando, nas últimas décadas, uma significativa mudança espacial das atividades econômicas, com a descentralização da indústria – com destaque para o setor auto motivo– mas, principalmente com relação à produção agrícola, cujas fronteiras têm se deslocado para regiões novas e mais distantes, tanto dos centros consumidores, como dos portos de escoamento para o exterior. Como país continental, um sistema eficiente de logística se torna fundamental para evitar que a competitividade do setor produtivo seja afetada negativamente pelos altos custos do transporte das mercadorias. As deficiências da infraestrutura brasileira têm se constituído um importante componente do chamado "Custo Brasil", que inclui também a burocracia

excessiva e a carga tributária muito elevada, além de aspectos regulatórios de muitas atividades. Depois de uma política de incentivo ao consumo, que beneficiou o mercado interno mas não alavancou o crescimento da produção, e da ampliação dos gastos de custeio em detrimento do investimento público, o governo federal anuncia um ambicioso programa de obras nas áreas de logística – estradas, ferrovias, portos, aeroportos e o discutível "trem bala" – e de energia –hidrelétricas, eólicas, biomassa, termelétricas e distribuição , para o qual procura atrair os investidores privados.

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epois de tentativas de licitação de alguns projetos não terem encontrado receptividade por parte das empresas, as autoridades anunciaram a revisão das condições dos

contratos, com o objetivo de propiciarão expressivos torná-las mais atraentes para ganhos para a população das o capital privado. Tem ainda regiões beneficiadas em feito ampla divulgação do termos de qualidade de vida. programa de investimentos, Se considerarmos ainda os que atinge cerca de 470 investimentos programados bilhões de reais em alguns do Pré - Sal e obras em anos, e que andamento pode contribuir com vistas à Cabe aos de forma Copa do empresários importante Mundo, podeacompanhar o para a redução se esperar que do "Custo programa de obras o Brasil possa Brasil" . de infraestrutura, dar um grande Ao mesmo salto em verificando os tempo, o vice suas taxas de impactos que terão crescimento, governador Guilherme sobre sua região e uma vez que Afif Domingos, os ganhos de seu negócio. presidente produtividade do Conselho da economia e Gestor de PPPs –Parcerias a competitividade do setor Público Privadas – do Estado, produtivo deverão apresentou, em reunião aumentar substancialmente, na ACSP, os principais estimulando a expansão projetos a serem licitados nas da produção agrícola e áreas de mobilidade urbana, também industrial. habitação, educação, saúde É bem verdade que ainda e segurança, que totalizam existe um difícil caminho mais de 40 bilhões de reais a ser percorrido para e que, se implementados, transformar em realidade

CONCILIAÇÃO JUDICIAL, FRUTO DO DIREITO CANÔNICO.

todos os projetos, a começar pelas licitações, com o que somente a partir de 2014 se poderá começar a sentir o impacto direto das obras, que gerarão muitos empregos e estimularão a demanda para muitos setores. Mas a sinalização positiva que será transmitida aos agentes econômicos, de crescimento maior da economia nos próximos anos, estimulará ainda investimentos nas demais atividades.

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abe aos empresários, mesmo àqueles que atuam em setores que não serão diretamente beneficiados, acompanhar o andamento desse vasto programa de obras de infraestrutura, procurando verificar os impactos que elas poderão ter sobre sua região e seu negócio, preparando-se para se ajustar ao novo cenário que pode resultar dos investimentos anunciados.

EDSON LUIZ SAMPEL

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direito canônico continua atuante. Sua lei exponencial, o código canônico (Codex Iuris Canonici), regula a vida de mais ou menos 1,2 bilhão de católicos no orbe terrestre. Nenhum outro código civil se lhe equipara. A conciliação judicial é um corolário ou fruto magnífico do ideário pacificador do

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ão paira dúvida acerca da importância do direito canônico na estruturação do ordenamento jurídico estatal. Vários institutos hodiernos provieram do direito da Igreja católica, como a figura do advogado, o processo escrito, o registro civil, o inquérito policial, só para citar uns poucos. E não se deve esquecer que os canonistas foram os responsáveis pela humanização dos meios probatórios, com a substituição dos ordálios ou juízos de Deus pela prova técnica. Os ordálios consistiam, entre outras coisas, na introdução do braço do acusado dentro de uma cesta repleta de serpentes; se, em determinado tempo, não ocorresse o ataque do ofídio, a pessoa era considerada inocente.

Embora sejamos bastante otimistas com relação às perspectivas da realização de todos esses projetos na área da infraestrutura, não podemos deixar de nos preocupar com os obstáculos do dia a dia das empresas, e continuar lutando pela simplificação da burocracia e por uma reforma tributária que leve em consideração o contribuinte, empresas e pessoas físicas, e que não vise apenas atender à disputa por recursos entre os três níveis de governo, como tem se discutido até agora. É hora de o setor privado, por meio de uma atuação conjunta de suas entidades representativas, participar ativamente dos debates que se realizam no Congresso sobre a reformulação do sistema tributário, para evitar que ao contribuinte reste tão somente pagar a conta das mudanças que venham a ocorrer.

não vigora uma ancha liberdade de conciliar. Mas a conciliação na área federal é possível. Em São Paulo, a título de exemplo, sob o comando de uma mulher apaixonada pela conciliação, a desembargadora Daldice Santana, derrubaram-se paradigmas absolutos e, sem malferir o erário, realizam-se dia a dia avenças que põem termo a processos intermináveis e angustiantes.

A cristianismo. Com efeito, eis a tradução do cânon 1713: "Para evitar contendas judiciais, emprega-se utilmente a composição ou a reconciliação, ou podese confiar a controvérsia ao juízo de um ou mais árbitros." Já nos albores do catolicismo, o apóstolo São Paulo exortava os cristãos a se conciliarem: "Já é para vós uma falta a existência de litígios." (1Cor 6, 7). Ultimamente, o Conselho Nacional de Justiça tem estimulado o procedimento conciliatório no País. De fato, o poder judiciário, por meio dos tribunais e dos órgãos da primeira instância, vem

criando organismos permanentes de conciliação. Tanto a justiça estadual quanto a federal estão seriamente comprometidas na celebração de acordos entre as partes. Como já escrevi, a conciliação não se

limita mais a uma pergunta "pro forma" do magistrado aos litigantes: tem acordo? No âmbito da justiça estadual, onde vigem direitos disponíveis, a possibilidade de conciliação é praticamente sem limites.

O poder judiciário brasileiro, por intermédio dos tribunais e dos órgãos da primeira instância, vem criando organismos permanentes de conciliação.

Presidente Rogério Amato Vice-Presidentes Alfredo Cotait Neto Antonio Carlos Pela Carlos Roberto Pinto Monteiro Claudio Vaz Edy Luiz Kogut Érico Sodré Quirino Ferreira Francisco Mesquita Neto João de Almeida Sampaio Filho João de Favari Lincoln da Cunha Pereira Filho Luciano Afif Domingos Luís Eduardo Schoueri Luiz Gonzaga Bertelli Luiz Roberto Gonçalves Nelson Felipe Kheirallah Nilton Molina Paulo Roberto Pisauro Renato Abucham Roberto Faldini Roberto Mateus Ordine

Por exemplo: José abalroa o automóvel de João. Não tem como pagar o prejuízo. O juiz pode homologar um acordo no qual José, que é pintor, se obriga a quitar o débito passando uma demão de tinta na casa de João. Quando se pensa na justiça federal, parece que não há caminhos para a conciliação. Deveras, os juízes federais julgam causas nas quais um ente público, "verbi gratia", a União Federal, encontra-se sempre presente num dos polos da relação processual, como autor ou réu. Nesta seara, não se fala em disponibilidade de direitos –

s autoridades governamentais de nosso país acertaram em cheio, implantando a conciliação de forma institucional, conferindo vigor a um valor moral latente na sociedade. Trata-se de uma visão mais moderna da composição das lides, que confia na capacidade de os cidadãos se entenderem pelo diálogo, entabulandose uma solução amigável para os diversos conflitos de interesses. EDSON LUIZ SAMPEL É DOUTOR EM DIREITO CANÔNICO PELA PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE LATERANENSE, DO VATICANO, PROFESSOR DA ESCOLA DOMINICANA DE TEOLOGIA (EDT) E MEMBRO DA UNIÃO DOS JURISTAS CATÓLICOS DE SÃO PAULO (UJUCASP).

Fundado em 1º de julho de 1924 CONSELHO EDITORIAL Rogério Amato, Guilherme Afif Domingos, João Carlos Maradei, João de Scantimburgo, Marcel Solimeo Diretor-Responsável João de Scantimburgo (jscantimburgo@acsp.com.br) Diretor de Redação Moisés Rabinovici (rabino@acsp.com.br) Editor-Chefe: José Guilherme Rodrigues Ferreira (gferreira@dcomercio.com.br). Editor de Reportagem: José Maria dos Santos (josemaria@dcomercio.com.br). Editores Seniores: chicolelis (chicolelis@dcomercio.com.br), José Roberto Nassar (jnassar@dcomercio.com.br), Luciano de Carvalho Paço (luciano@dcomercio.com.br), Luiz Octavio Lima (luiz.octavio@dcomercio.com.br) e Marino Maradei Jr. (marino@dcomercio.com.br). Editor de Fotografia: Alex Ribeiro. Editores: Cintia Shimokomaki (cintia@dcomercio.com.br), Heci Regina Candiani (hcandiani@dcomercio.com.br), e Vilma Pavani (pavani@dcomercio.com.br. Subeditores: Marcus Lopes, Rejane Aguiar e Ricardo Osman. Redatores: Adriana David, Evelyn Schulke e Tsuli Narimatsu. Repórteres: André de Almeida, Karina Lignelli, Kety Shapazian, Lúcia Helena de Camargo, Mariana Missiaggia, Mário Tonocchi, Paula Cunha, Rejane Tamoto, Renato Carbonari Ibelli, Rita Alves, Sandra Manfredini, Sílvia Pimentel, Vera Gomes e Wladimir Miranda. Gerente Executiva e de Publicidade Sonia Oliveira (soliveira@acsp.com.br) Gerente de Operações Valter Pereira de Souza (valter.pereira@dcomercio.com.br) Serviços Editoriais Material noticioso fornecido pelas agências Estadão Conteúdo, Folhapress, Efe e Reuters Impressão S.A. O Estado de S. Paulo. Assinaturas Anual - R$ 118,00 Semestral - R$ 59,00 Exemplar atrasado - R$ 1,60

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o Lá, como cá, um conflito de visões. pinião

DIFERENTES VISÕES SOBRE BENEFÍCIOS E CUSTOS DA INTEGRAÇÃO IMPEDEM PROCESSOS HARMONIOSOS

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iferenças de visões podem ter profundas consequências para economias que pretendem integrar-se econômica e politicamente. Essas diferenças ocorrem em processos de integração de países de alta renda e de seus periféricos, como na União Europeia e na zona do euro. Mas ocorrem também entre países de renda média, como no caso do Mercosul. O sempre atento Stratfor publicou análise recente sobre as consequências das diferenças de percepções entre os membros da zona do euro sobre o significado das principais instituições do bloco econômico. Vale a pena comentála e contrastá-la com diferenças de percepções sobre o que constitui o Mercosul para a Argentina, o Paraguai e o Uruguai – e agora a Venezuela. No caso da zona do euro, percebe-se que acentuou-se, desde a crise econômica, o que se entende por objetivos e estrutura de suas instituições. Os países da periferia dessa área monetária comum, onde são mais dolorosos os efeitos dos programas de austeridade econômica, continuam apoiando a continuidade da moeda comum.

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esquisas mostram que mais de 70% dos italianos são favoráveis ao euro e o mesmo pode ser dito, em proporções variáveis, com relação aos gregos, portugueses, irlandeses e espanhóis. Na contramão desse suporte, em países de alta renda, como a Alemanha, por exemplo, cresce o apoio a partidos políticos que pregam a legitimidade de alguns países membros da atual zona do euro abandonarem a atual área monetária e constituirem outra, com um número menor de membros. Da mesma forma, o eleitorado desses países de mais alta renda vem cedendo, progressivamente, à retórica eurocética, que defende limitações à livre movimentação de pessoas e de bens entre os países

ROBERTO FENDT palmente em impor disciplinas aos periféricos, a cuja indisciplina atribuem a crise e a possibilidade de sua repetição, caso essa disciplina não seja instaurada. Em nossa vizinhança temos também assistido a situações semelhantes às vivenciadas pelos países europeus. Por exemplo, o governo argentino deseja manter e ampliar os benefícios do acordo automotivo com o Brasil sem incorrer nos custos do livre comércio de veículos entre os dois países – se é que se pode chamar de custos os benefícios do livre comércio para os consumidores argentinos.

que têm a moeda comum – cujo ápice é a crescente tentativa de barrar a imigração de pessoas da periferia para o centro, o que revela flagrante descompasso com uma instituição fundamental do mercado comum. Se assim é, torna-se também necessário reconhecer que nem tudo são flores no suporte à moeda comum nos países da periferia do euro. Esse apoio tem muito a ver com a expectativa de que, passada a crise atual, se retornará à situação que existia na região antes de 2007-2008. É justamente a esperança desse retorno que sustenta as medidas de austeridade e as reformas econômicas que foram postas em prática em muitos dos países periféricos. E a perda dessa esperança

ameaça erodir o quadro de aparente estabilidade existente na região. Os resultados das eleições na Grécia e na Itália são uma evidência dessa mudança de percepção. Partidos que se opõem ao "status quo" tiveram expressivo resultado eleitoral nesses dois países. Essa oposição se manifesta, princi-

palmente, na crescente crítica ao protagonismo da Alemanha na condução dos processos de ajustamento dos países da periferia.

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alvez a preferência dos italianos ou dos gregos pelo euro não se origine na virtude da nova moeda, mas sim do repúdio ao retorno

O governo argentino deseja manter e ampliar os benefícios do acordo automotivo com o Brasil sem, no entanto, incorrer nos custos do livre comércio de veículos entre os dois países.

à lira ou ao dracma. Ou porque a moeda comum seja um símbolo importante da Europa unida – à qual todos desejam pertencer. Contudo, todos querem pertencer não à zona do euro atual, mas à zona da moeda comum que antecedeu a crise, a austeridade e as reformas. Ou seja, a um tempo idílico em que o crédito era abundante e barato, o desemprego era tolerável – embora elevado, como na Espanha – e as despesas sociais eram vultosas. Em suma, a periferia da Europa deseja os benefícios da zona do euro sem assumir a maioria de seus custos. O problema é que a visão dos periféricos conflita com os objetivos dos países mais ricos da união monetária. Esses últimos preocupam-se princi-

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maior investimento em mineração da história argentina, conduzido pela Vale, está sendo suspenso em razão da perda de rentabilidade do projeto decorrente da política cambial do país vizinho. O governo argentino deseja a continuidade do investimento sem, entretanto, oferecer as necessárias compensações de sua política cambial à empresa. Tanto no caso da zona do euro, como entre os países membros do Mercosul, diferentes visões sobre os benefícios e custos da integração i m p e d e m u m d e s e n v o l v imento harmônico desses processos. E o seu avanço dependerá da superação dessas diferenças, para que seja possível ampliar os benefícios de integração. ROBERTO FENDT É ECONOMISTA

HOLDING FAMILIAR: VOCÊ NO COMANDO! que todos os que detêm cotas tenham objetivos comuns e que os herdeiros se atenham aos negócios e suas particularidades. Justamente para isso é que se antecipa a herança.

IVONE ZEGER formará uma sociedade para controlar seus bens. O "jeitão" dessa sociedade ficará por conta dos desafios que o grupo terá pela frente. A holding familiar pode ser uma sociedade limitada ou anônima - de capital aberto ou fechado. Se a ideia é não dar brechas à participação de pessoas alheias à família, é melhor que seja uma sociedade limitada.

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controlador dos bens, a pessoa que detém os bens e os passará adiante, deverá doar aos herdeiros suas cotas da holding. E aqui passam a valer as regras de herança e sucessão. O doador deve obrigatoriamente dispor de 50% de suas cotas aos herdeiros necessários, em partes iguais. Os outros 50% podem até ser doados, e para isso exige-se autorização expressa do doador e do cônjuge. Para funcionar de maneira positiva, é importante

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ambém como nos testamentos, cláusulas são empregadas de maneira a dar garantias ao doador e à preservação dos bens. Assim, a cláusula de usufruto vitalício favorece o doador, não só mantendo recebimentos, mas preservando seu poder decisório. O doador pode lançar mão de outras cláusulas importantes para "cercar" o patrimônio da holding. Elas são: impenhorabilidade, incomunicabilidade, reversão e inalienabilidade. A impenhorabilidade determina que possíveis dívidas dos herdeiros não serão pagas com os bens doados –mas, detalhe, estes mesmos bens podem ser usados como garantia em relação às responsabilidades financeiras da holding. A incomunicabilidade impede que os bens passem a pertencer aos cônjuges de casamentos que os herdeiros necessários venham a contrair.

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reversão é a possibilidade do doador ter de volta os bens que ele determinar. Por exemplo, caso faleça o donatário, ou seja, aquele que recebeu a doação, a cláusula

determina que o bem volte ao doador. Esta cláusula é definida no documento de doação e, por meio de averbação, passa a constar na escritura.

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á a cláusula de inalienabilidade pode ser definida em testamento ou no documento de doação e impede que aquele que receber o bem possa vendê-lo. A criação de uma holding não é a única maneira de realizar o

planejamento sucessório. Ele pode ser feito por meio de testamento. Mas é comum que as pessoas comentem o que desejam fazer, têm a intenção de ordenar seu legado mas não o fazem! Especialmente na atualidade, em que não raro casa-se mais de uma vez, o planejamento é cada vez mais necessário. E não se trata apenas de realizar um testamento. Deve-se, inclusive, resolver pendências com ex-cônjuges, como

concretizar materialmente a partilha dos bens imóveis determinada no divórcio. Outra medida importante é certificarse de que os filhos de um e de outro casamento terão direito a partes iguais de seus bens, assegurando esses mesmos bens contra terceiros. Doações em vida são comuns e tendem a reduzir tensões, especialmente no caso de filhos de mais de uma união. Na verdade, no mundo jurídico, oportunidades para viver com mais tranquilidade não faltam. Só é preciso identificá-las e utilizá-las. De preferência, no tempo certo!

IVONE ZEGER É ADVOGADA ESPECIALISTA EM DIREITO DE FAMÍLIA E SUCESSÃO. MEMBRO EFETIVO DA COMISSÃO DE DIREITO DE FAMÍLIA DA OAB/SP É AUTORA DE"HERANÇA:

PERGUNTAS E RESPOSTAS" E "FAMÍLIA: PERGUNTAS E RESPOSTAS" - WWW.IVONEZEGER.COM.BR

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e viver bem é uma arte, morrer bem é como realizar a obra-prima. E deixar às pessoas um legado é, sem dúvida, um mérito, em especial se tal legado contribuir para a plenitude da vida dos que ficam. Assim, imaginar quando, como e em quais circunstâncias seus bens serão distribuídos pode resultar numa obra muito bem acabada. Mas como realizá-la? Ora, planejando! Para quem tem vários imóveis ou ações em fundos de investimento, cotas de empresas, ou mesmo uma única empresa, mas da qual dependerá o futuro da família, o ideal é pensar seriamente no planejamento sucessório. Um leque de opções administrativas e jurídicas dá respaldo aos que decidem deixar a vida em ordem. Um desses instrumentos é o holding familiar, cujas vantagens imediatas são contribuir para evitar conflitos familiares e a consequente dilapidação do patrimônio, além de baixar muito os custos com inventário. O objetivo principal é constituir uma estrutura para levar adiante a administração dos bens. A palavra "holding" significa "guardar, controlar, manter". Em termos corporativos, dizer que uma empresa é uma holding é justamente defini-la como uma sociedade gestora de participações sociais. Aqui estamos falando de um grupo de pessoas que


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GibaUm

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debaixo de denúncias, Gabriel Chalita não se descuida de seu padrinho Michel Temer, novo poeta nacional.

gibaum@gibaum.com.br

k “Mulher pode e deve pagar a conta”

DEBORA NASCIMENTO // atriz, de volta às novelas, traçando perfil da nova brasileira.

Fotos: Zee Nunes

3 MAIS: já está em campanha na Academia Paulista de Letras para lançar o nome do vice-presidente a futura vaga que surgir.

Mais barato 333 A nova campanha da lingerie Hope, que já teve Gisele Bündchen e Juliana Paes como protagonistas, terá a participação de três modelos: a loura Flávia de Oliveira, a ruiva Cintia Dicker, ex-namorada de Ricardo Mansur e a negra e angel da Victoria’s Secret, Emanuela de Paula. A idéia é representar a diversidade das brasileiras – e economizar, claro. O cachê somado das três modelos equivale a um terço do que a Hope já pagou para Juliana Paes, que hoje – como Gisele Bündchen – sofre excesso de exposição .

TUDO DE NOVO

Repasse é menor Para quem gosta de números: a alíquota de 9,25% do PIS/Confins virou zero para carnes, açúcar, manteiga, margarina, óleo de soja, café e papel higiênico. Sabonete e pasta de dente caiu de 12,5% para zero (para esses, imposto de 5% de IPI também foi zerado). Leite, feijão, arroz, farinha de trigo, massas, batata, legumes, frutas e pão já não pagavam tributos federais, só ICMS (estadual). A desoneração tem custo de R$ 5,5 bilhões neste ano e R$ 7,4 bilhões no ano que vem. Se fosse repassada totalmente aos preços, o IPCA diminuiria 0,60%. Só que o repasse é menor: parte será apropriada pelo varejo e pela indústria. 333

FOGO DUPLO 333 Se Gilberto Kassab criou o PSD e Marina Silva corre atrás de meio milhão de assinaturas para tornar realidade a sua Rede Sustentabilidade, os aliados de José Serra pensam também em criar outro partido (o Brasil já tem 30) para ele, com dissidentes do PSB, DEM, PPS, PDT e PTB. Em São Paulo, poderia ampliar o palanque de Eduardo Campos para a Presidência e alavancaria a candidatura de Serra ao governo paulista. Ou seja: abriria fogo contra o senador Aécio Neves e o governador Geraldo Alckmin ao mesmo tempo.

No próximo dia 27, a apresentadora Xuxa Meneghel torna-se a nova cinquentona do show-biz nacional, com direito a uma série de comemorações. Uma delas é o lançamento de um livro que retratará momentos de sua vida, com características de super-produção, curadoria de Gringo Cardia e locações no Rio, Nova York, Japão e Argentina. A primeira sessão de fotos teve como foco o carnaval e como cenário, dois carros alegóricos no barracão do Salgueiro que, este ano, apresentou o enredo Fama, homenageando 20 anos da revista Caras . E Xuxa encarnou uma diva e uma sereia. A cada sessão, o fotografo será diferente: nessa, os cliques foram de Zee Nunes. 333

Passada a limpo

333 Na noite de terça-feira, nas dependências da Fundação D. Cabral, em São Paulo (é mineira, de origem), uma conhecida mãe de família e considerada revelação na área de novelas, com suas seis filhas, tomava notas e todas ouviam atentas uma primeira apresentação de um curso sobre gestão de empresas familiares que deverão fazer nas próximas semanas. O grupo era formado por Iris Abravanel, mulher de Silvio Santos (provavelmente, já preocupado com a sucessão em suas empresas) e quatro filhas, mais as duas do primeiro casamento do apresentador. Desse grupo familiar, brotarão as futuras gestoras das companhias, especialmente SBT e Jequiti.

Preparando asucessão

Na segunda-feira, Neymar, 21 anos, estava no Rio na cerimônia do Prêmio Laurens, escapou para São Paulo depois das 22 horas e na mesma noite, fantasiado de Kiko, do seriado Chaves, estava, em companhia de Bruna Marquezine, na festa do cantor Thiaguinho (à esquerda, de vampiro, com a namorada Fernanda Souza, de mosqueteira), de onde saiu às quatro da manhã. Seis horas depois, treinava no Santos. Médicos, fisiologistas e preparadores estão preocupados: nesse ritmo, daqui a pouco, o corpo vai reclamar.

Outro Kiko

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Chega de Brasília! 333 Na apresentação de Dani Calabresa como nova atração do CQC, Monica Iozzi resolveu até falar sério: “Não pretendia voltar a Brasília tão cedo. Aquele lugar todo acarpetado, que fede a ácaro, que tem um monte de gente só roubando dinheiro do povo, que só tem aqueles políticos fedendo a naftalina, que a comida é nojenta...” Ela quer experimentar novos ares, viajar para o interior: “Se você pensa que, se existe toda essa roubalheira nas grandes capitais, imagina como é o sistema no interior do Pará?”

h IN Endívia.

h

333 Nem o recente Dia Internacional da Mulher inspirou a Câmara Federal para aprovar projeto de lei que torna crime qualquer discriminação contra a mulher no mercado de trabalho. O texto (o projeto é do deputado Valtenir Pereira, do PSB de Mato Grosso) tramita desde 2009 e aguarda aprovação do Plenário. No ano passado, perto da data comemorativa, foi colocado em pauta sem sucesso. Há forte lobby dos empregadores e entre os delitos previstos estão o constrangimento, restrições ou humilhações, seja sujeitando a funcionária a condições degradantes de trabalho ou inibindo seu acesso a participação em igualdade de condições.

ANALISTA de plantão estimam que as cinco empresas abertas da holding EBX, de Eike Batista, agora em 100º lugar na lista dos bilionários do mundo da revista Forbes, carregam divida liquida superior a R$ 16 bilhões e de R$ 24 bilhões de divida bruta (dados do final de 2012). Na outra ponta, essas mesmas cinco empresas teriam investido no ano passado R$ 9,7 bilhões. 333

O GRUPO Pão de Açúcar, malgrado bons resultados obtidos nos últimos meses, está promovendo um verdadeiro festival de demissões, incluindo na Via Varejo (Ponto Frio e Casas Bahia), voltada especialmente para diretores e gerentes das mais diversas áreas.

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NA GAVETA

MISTURA FINA

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Milionários da bola O site Goal.com está divulgando a lista dos milionários do futebol mundial, incluindo na fortuna acumulada, além de salários, contratos de patrocínio, bens e outros negócios: em primeiro lugar, surge David Beckham com R$ 612,5 milhões, quase 50% mais rico do que o argentino Messi, que aparece com R$ 404,3 milhões. Em terceiro, Cristiano Ronaldo, com R$ 392 milhões, seguindose Kaká (R$ 232,7 milhões) e Ronaldinho Gaucho (R$ 220,5 milhões). Neymar aparece na 33ª posição com R$ 70 milhões.

333 Cunhada do vicepresidente Michel Temer, Fernanda Tedeschi, 26 anos, veio morar com a mãe em São Paulo, para ficar mais perto de Marcela e ajudar a cuidar de Michelzinho. E Fernanda fala em Veja que quer participar de A Fazenda, começando sua carreira para depois “poder fotografar nua, ter um programa de TV, ser rainha de bateria...” O vice-presidente Michel Temer fez um único comentário com assessores: “Tudo de novo? Meu Deus, eu não mereço!”

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Alface.

Amigas de infância 333 Quem diria: a presidente Dilma Rousseff e a senadora Kátia Abreu (PSD-TO) viraram amigas de infância . Conversam pelo telefone com freqüência e há dias. Kátia conseguiu acabar com uma manifestação do MST perto do Planalto e ainda formou um grupo que levou até a presença da Chefe do Governo, tudo civilizadamente. Agora, a campanha institucional da CNA – Confederação Nacional da Agricultura – que, no ano passado, teve como estrela o craque e produtor rural Pelé, desta vez terá, como um de seus garotospropagandas, a própria Dilma. Katia convidou e ela aceitou no ato.

333 GEISY Arruda, que ganhou fama pelo episódio que protagonizou na Uniban, em São Paulo e que continua procurando um lugar ao sol, está avisando que não tem nenhum romance com o deputado federal e palhaço Tiririca, casado e pai de filhos. Os dois foram vistos jantando num hotel de São Paulo, com outros amigos: estavam hospedados lá por conta de um programa da Record. Ela é amiga de Tiririca desde os tempos do Show do Tom: “Com ele e outras pessoas, de vez em quando a gente se via, jantava junto e curtia até uma baladinha”.

MARC Jacobs já tem uma segunda profissão: é ator e está filmando Disconnect, um drama de relações humanas com tecnologia, onde será Harvey, um personagem envolvido em pornografia infantil na internet. Ele já avisou seus amigos brasileiros que, em abril, virá para cá: quer festejar seus 50 anos no Rio de Janeiro. Vem acompanhando de seu namorado, o ator brasileiro (pornô) Harry Louis. 333

ATÉ ele mesmo está achando que ficou um tanto diferente, depois de uma cirurgia de correção de pálpebras e bolsas dos olhos, mais gordura e botox em áreas do rosto: o senador Aécio Neves (PSDBMG) confessa aos mais chegados que, pela manhã, quando olha no espelho, “acho que é outro Aécio”. 333

Colaboração: Paula Rodrigues / A.Favero

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5 DEMÓSTENES: PROCESSO MANTIDO. O Conselho Nacional do Ministério Público rejeitou todos os recursos apresentados pelo senador cassado Demóstenes Torres (sem partido) contra a abertura de processo disciplinar contra ele. O ex-senador é investigado por atuar em favor do contraventor Carlinhos Cachoeira.

olítica

CCJ dá mais direitos às domésticas Proposta aprovada em comissão do Senado aumenta direitos trabalhistas. Agora, o texto, já aprovado pela Câmara, irá ao plenário,

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Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou ontem a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 478/10. Ela garante direitos trabalhistas dos empregados domésticos (empregadas, babás, caseiros e motoristas particulares) idênticos aos dos demais trabalhadores. Em uma votação simbólica, os senadores confirmaram o texto que foi enviado pela Câmara dos Deputados e que prevê, entre outros direitos, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), seguro desemprego, adicional noturno, salário família, jornada de 44 horas semanais. A votação ocorreu de maneira simbólica e a maior discussão se deu em relação à garantia da licença maternidade. Alguns senadores argumentaram que o texto encaminhado pela Câmara não deixava claro que as empregadas domésticas teriam direito ao período da licença maternidade. Após um intenso debate, os parlamentares decidiram acatar emenda apresentada pelo senador Paulo Bauer (PSDBSC), que evidenciava essa garantia à licença maternidade. Por se tratar de uma emenda de redação, regimentalmente a proposta não precisará para a apreciação da Câmara seguirá direto para votação no plenário do Senado, o que deve acontecer na próxima semana. O senador Pedro Taques (PDT-MT) criticou a pressa com que o assunto foi apreciado. "Temos de atentar à nossa própria casa, pelo menos aqueles que moram em apartamento funcional, naquele quartinho, no fundo, que não segue a legislação", afirmou Taques, em referência aos próprios parlamentares. O senador Aécio Neves (PSDB-MG), pré-candidato tucano ao Planalto, também fez coro contrário à pressa da base aliada em aprovar o texto. "Não acredito que as trabalhadoras

Ó RBITA domésticas se sentiriam menos homenageadas se a proposta fosse aprovada daqui um mês", em referência ao dia da empregada doméstica, comemorado em 27 de abril. "É essa a pirotecnia das comemorações permanentes que o governo vem conduzindo." O senador Agripino Maia (DEM-RN), que votou pela aprovação, disse que a proposta vai gerar uma série de demandas na Justiça. "Ninguém se iluda que a quantidade de pessoas que vai poder contratar domésticas vai diminuir", disse Maia. CUSTOS A aprovação da PEC deverá representar um custo extra para o patrão de R$ 1.573,71 por ano, segundo cálculos do advogado Alexandre de Almeida Gonçalves. A ONG Doméstica Legal, favorável à PEC, critica a aprovação do texto sem especificar redução de custos para o empregador. O presidente da instituição, Mario Avelino, defende a redução da contribuição patronal ao INSS, hoje de 12%, para 4%. Segundo ele, sem essa economia, existe um risco de demissão de até 815 mil empregadas domésticas. Avelino se baseou em uma pesquisa realizada pela ONG entre 19 de novembro de 2012 e 8 de janeiro com 2.855 empregadores. 85% dos entrevistados disseram que demitiram suas empregadas caso o projeto fosse aprovado. A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), feita pelo IBGE em 2009, revelou que são 7,2 milhões de trabalhadores domésticos no País. Do total, 93% são mulheres e 57% negras. Apenas 1/3 deles estava formalizado. A última Pesquisa Mensal de Emprego (PME), também do IBGE, mostra que em janeiro de 2012, os trabalhadores domésticos representavam 6,6% das pessoas ocupadas no País.

FESTA DO ZÉ Enquanto o STF não publica o acórdão do julgamento do Mensalão, o ex-ministro José Dirceu comemora, em jantar no apartamento do advogado José Luis Oliveira Lima, seus 67 anos. Para a festa de hoje foram convidados amigos como o escritor Fernando Morais, o ator José de Abreu, o exprefeito de Osasco Emídio de Souza e o casal Gilberto e Flora Gil, que não poderá ir. Lula e Marisa não estão na lista. No Mensalão, Dirceu foi condenado a 10 anos e 10 meses de prisão e ao pagamento de R$ 676 mil em multas por corrupção ativa e formação de quadrilha.

UAI! A Procuradoria da República em Minas Gerais enviou para análise do Ministério Público Federal o depoimento do empresário Marcos Valério em que ele cita suposto envolvimento do ex-presidente Lula no Mensalão. A análise do depoimento estava a cargo do procurador Leonardo Augusto Santos Melo desde fevereiro. Para Melo, o depoimento nada acrescentou às investigações. A Procuradoria em MG remeteu o depoimento para a regional do MP no Distrito Federal por entender que é onde teriam ocorrido os fatos narrados por Valério.


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Sérgio Lima/Folhapress

Governadores: união faz a força. Reunidos em Brasília, eles apresentam reinvindicações para equilibrar contas públicas.

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ma articulação capitaneada pelos governadores de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), e de Minas, Antonio Anastasia (PSDB) – afilhado político do senador Aécio Neves – resultou no primeiro grande acordo dos chefes de executivos estaduais para tentar arrancar mais dinheiro do Tesouro Federal, além de reduzir o porcentual da receita a ser comprometida com o pagamento da dívida com a União. Os governadores conseguiram, ainda, o aval do PMDB, que comanda as presidências da Câmara e do Senado. Reunidos ontem em Brasília, os governadores entraram num consenso para reivindicar a aprovação de quatro temas no Congresso: 1) uma proposta de emenda constitucional que impede a criação de novas leis que vão gerar mais

despesas aos Estados; 2) a revisão do indexador usado para pagamento de juros das dívidas dos Estados e municípios com a União; 3) fim da contribuição de Estados e municípios para o Pasep; 4) inclusão da receita de contribuições (Cofins e CSLL) nos repasses aos Estados. O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) prometeu analisar quanto e quantas propostas poderão ser votadas. Campos e Anastasia fizeram intensas articulações com seus colegas anteontem. E definiram a pauta que, no dia seguinte, foi abençoada por Alves e pelo presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). Possível candidato à Presidência, Eduardo Campos fez uma reunião com governadores de seu partido. A pauta federativa é um de seus principais discursos.

O presidenciável Aécio Neves também aproveitou para discutir o tema com governadores do PSDB. No encontro dos tucanos foi definido que os governadores exigiriam um teto de 9% do comprometimento da receita com pagamento de dívidas com a União. Hoje, lembraram os governadores, alguns Estados comprometem até 15% de sua receita. A solução, segundo eles, é trocar o indexador que atualizada o saldo devedor dos Estados, hoje calculado pelo Índice Geral de Preços (IGP-DI) mais juros que vão de 6% a 9% ao ano. A proposta tucana é alterar o indexador para a taxa Selic. Na reunião de ontem, coube a Campos defender a aprovação da proposta de emenda constitucional do deputado Mendonça Filho (DEM-PE) que impede a tramitação e homologação de leis que onerem as fi-

O governador Eduardo Campos (PSB-PE) e o senador Aécio Neves na reunião dos governadores nanças estatuais sem a correspondente criação de novas fontes de receita. Os governadores querem ainda da presidente Dilma Rousseff o compromisso de que a União vai zerar a contribuição de Estados e municípios para o Pasep. DEFENSORES – Os presidentes da Câmara e do Senado transformaram-se em defensores das mudanças nas regras de pagamento das dívidas dos Estados com a União logo após

terem sido eleitos presidentes das duas Casas, em fevereiro. Os governadores ainda não encontraram uma solução definitiva para suas diferenças em relação a questões da guerra fiscal. Mas concordaram que deram um grande passo nas negociações com o Congresso. "Nós temos diferenças locais. Mas esses projetos que passamos a defender vão nos unir, não há dúvidas", disse o governa-

Alan Marques/Folhapress

Pedro Ladeira/Estadão Conteúdo

A coisa ficou feia

Muito bate-boca e empurraempurra na primeira sessão presidida pelo pastor Marco Feliciano (PSCSP), marcada também por protestos favoráveis e contrários (à dir.)

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m meio a bate-boca entre parlamentares, gritos, vaias e muito tumulto, a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara aprovou ontem seis requerimentos com pedidos de audiência pública na primeira sessão presidida pelo deputado e pastor evangélico Marco Feliciano (PSC-SP). O presidente e o exsecretário de Direitos Humanos deputado Nilmário Miranda (PT-MG) quase trocaram sopapos. Feliciano fingiu não ouvir Nilmário, que ficou em pé na sua frente. Momentos depois, Nilmário sentou-se para reclamar do comportamento do pastor que, ironicamente, perguntou: "Quem é o senhor? Como é o seu nome?". O petista disse que Feliciano não tinha "legitimidade" para presidir a Comissão.

A bancada do PT se retirou. Antes do início da sessão, cerca de 50 evangélicos lotaram a sala da comissão. Sentaram-se no lugar dos deputados e aplaudiram Feliciano de pé quando ele entrou. Representantes de movimentos

SECRETARIA DA SAÚDE

dor de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB). Parte dos quatro itens acordados pelos governadores precisará de colaboração do governo federal. Uma das propostas prevê a inclusão da Cofins e da Contribuição sobre o Lucro Líquido (CSLL) no bolo que forma o Fundo de Participação dos Estados (FPE), hoje constituído por parte do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e do Imposto de Renda.

sociais e a imprensa só puderam entrar na sala minutos antes do início da sessão. Os representantes de movimentos fizeram muito barulho e gritaram ininterruptamente palavras de ordem contra Feliciano. "Racista, fundamentalista!" , "Pastor ditador!", "Fora!"

Na tentativa de mostrar que não é homofóbico, Feliciano pôs em votação requerimento propondo nota de repúdio ao candidato presidencial venezuelano, Nicolas Maduro, que acusa seu adversário de ser homossexual. O requerimento, não aprovado por falta de quórum, era do deputado João Campos (PSDB-GO), suplente na comissão e presidente da Frente Parlamentar Evangélica. Sem condições de andar só pelos corredores da Câmara, Feliciano foi obrigado a deixar a comissão cercado por mais de 20 seguranças.

Sem violência, mas com campanha. Ueslei Marcelino/Reuters

COORDENADORIA REGIONAL DE SAÚDE SUDESTE AVISO DE LICITAÇÃO Pregão Presencial 01/CRS-SE/2013. Proc. Adm. 2012-0.079.338-9. Objeto: CONTRATAÇÃO DE EMPRESA ESPECIALIZADA EM PRESTAÇÃO DE SERVIÇO DE LIMPEZA HOSPITALAR, do tipo MENOR PREÇO GLOBAL MENSAL. Abertura: 27/03/2012 às 10:00 horas. Local: Rua Padre Marchetti, 557 - 1º andar - Sala de Reuniões - Ipiranga, São Paulo - SP. Edital disponível no site http://www.enegocioscidadesp.prefeitura.sp.gov.br, cópia reprográfica ou mediante a CD-R/DVD-R virgem. Informações no endereço supra, das 08:00 às 17:00, ou pelo telefone (11) 2064-9347 - Comissão Especial de Licitação.

SECRETARIA DA SAÚDE COORDENADORIA REGIONAL DE SAÚDE SUDESTE AVISO DE LICITAÇÃO Pregão Presencial 26/CRC-SE/2011. Proc. Adm. 2011-0.236.537-4. Objeto: PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE LOCAÇÃO DE VEÍCULOS COM MOTORISTA E FORNECIMENTO DE COMBUSTÍVEL, PARA ATENDER AS NECESSIDADES DA COORDENADORIA REGIONAL DE SAÚDE SUDESTE, do tipo MENOR PREÇO GLOBAL MENSAL. Reabertura: 28/03/2012 às 10:00 horas. Local: Rua Padre Marchetti, 557 - 1º andar - Sala de Reuniões - Ipiranga, São Paulo - SP. Edital disponível no site http//www.enegocioscidadessp.prefeitura.sp.gov.br, cópia reprográfica ou mediante a CD-R/DVD-R virgem. Informações no endereço supra, das 08:00 às 17:00, ou pelo telefone (11) 2064-9347 - Comissão Especial de Licitação.

SECRETARIA DA SAÚDE DIVISÃO TÉCNICA DE SUPRIMENTOS - SMS.3 ABERTURA DE LICITAÇÕES Encontram-se abertos no Gabinete, os seguintes pregões: PREGÃO ELETRÔNICO 027/2013-SMS.G, processo 2012-0.228.179-2, destinado ao registro de preço para o fornecimento de MEDICAMENTOS SUJEITOS A CONTROLE ESPECIAL VII, para a Coordenação de Atenção Básica/Área Técnica de Assistência Farmacêutica, do tipo menor preço. A abertura/realização da sessão pública de pregão ocorrerá a partir das 11 horas do dia 28 de março de 2013, pelo endereço www.comprasnet.gov.br, a cargo da 1ª Comissão Permanente de Licitações da Secretaria Municipal da Saúde. PREGÃO ELETRÔNICO 069/2013-SMS.G, processo 2012-0.246.478-1, destinado ao registro de preço para o fornecimento de HIDROCORTISONA EM PÓ PARA SOLUÇÃO INJETÁVEL COM 500 MG-FAM, para a Divisão Técnica de Suprimentos - SMS.3/Grupo Técnico de Compras - GTC/Área Técnica de Medicamentos, do tipo menor preço. A abertura/realização da sessão pública de pregão ocorrerá a partir das 9 horas do dia 26 de março de 2013, pelo endereço www.comprasnet.gov.br, a cargo da 4ª Comissão Permanente de Licitações da Secretaria Municipal da Saúde. RETIRADA DE EDITAIS Os editais dos pregões acima poderão ser consultados e/ou obtidos nos endereços: http://e-negocioscidadesp.prefeitura.sp.gov.br; www.comprasnet.gov.br, quando pregão eletrônico; ou, no gabinete da Secretaria Municipal da Saúde, na Rua General Jardim, 36 - 3º andar - Vila Buarque - São Paulo/SP - CEP 01223-010, mediante o recolhimento de taxa referente aos custos de reprografia do edital, através do DAMSP, Documento de Arrecadação do Município de São Paulo. DOCUMENTAÇÃO - PREGÃO ELETRÔNICO Os documentos referentes às propostas comerciais e anexos, das empresas interessadas, deverão ser encaminhados a partir da disponibilização do sistema, www.comprasnet.gov.br, até a data de abertura, conforme especificado no edital.

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clima de campanha eleitoral dominou a cerimônia de lançamento do programa "Mulher: Viver Sem Violência", ontem, no Palácio do Planalto. Em meio a gritos de "Olê, Olê, olá, Dilma, Dilma", que se repetiram em três momentos da cerimônia, a presidente Dilma Rousseff não teve pressa em posar, por mais de 30 minutos, com todas as pessoas que se postaram em enormes filas, após o final da cerimônia. Pacientemente, a própria presidente Dilma puxava quem a chamasse para o seu lado. Ela tirou mais de 300 fotos e os presentes saíram felizes ao receberem cartões de visita para pedirem, posteriormente, por e-mail, as suas fotografias. Em sua fala, a presidente pediu "tolerância zero" na violência contra as mulheres e aproveitou para alfinetar a oposição, ironizando que estava "muito alegre" por não estar sendo questionada pela quantidade de medidas tomadas em defesa das mulheres. Esta é uma bandeira que ela pretende defender em sua campanha à reeleição. "Me alegro muito hoje porque nós não temos sido questionados por uma verdade que afirmamos. Numa democracia sempre se questiona. Que nós somos um governo com maior volume de políticas públicas para mulheres em nossa história", comentou Mais uma vez a presidente aproveitou para afagar o vice-presidente Michel Temer (PMDB-SP). Desta vez, por ele ter criado a primeira delegacia da mulher, em São Pau-

Dilma abraçada a mulheres no lançamento de "Mulher: Viver Sem Violência": centenas de fotos. lo, quando era secretário da Justiça do Estado. Além de Temer, Dilma fez questão de convidar para a cerimônia os presidentes da Câmara dos Deputados, Henrique Alves ( (PMDB-RN), e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), além do presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, e do Procurador-Geral da República, Roberto Gurgel. Queria o apoio e o engajamento de todos os poderes no combate à violência contra a mulher. No discurso de ontem, Dilma anunciou a criação, até 2014, das 27 primeiras casas em todas as capitais dos Estados para receber as mulheres vítimas e ameaçadas de violência, Dilma pediu união entre Estado e toda a sociedade para enfrentar o proble-

ma. R$ 250 milhões serão destinados ao atendimento especial às mulheres. Apesar de pedir "tolerância menor que zero" para quem pratica violência contra a mulher, Dilma não foi tão enfática como no pronunciamento oficial da sexta-feira passada, em cadeia de rádio e TV, quando ameaçou os homens que "insistem em agredir suas mulheres" alertando que "não se esquecessem jamais que a maior autoridade deste País é uma mulher, uma mulher que não tem medo de enfrentar os injustos nem a injustiça, estejam onde estiverem". Na cerimônia, Dilma explicou que "ter tolerância zero significa combater e erradicar todas as formas de violência, todas, desde aquelas que são as mais abjetas como a

violência doméstica, o estupro, o assassinato ou tráfico sexual, a exploração sexual sob todas as formas". Dilma emendou citando que é preciso combater até outras formas de violência com "conteúdos mais disfarçados, porém igualmente dolorosos e igualmente inadmissíveis, como a discriminação no trabalho, no salário, a educação discriminatória, a falta de oportunidades, e, sobretudo, a baixa estima decorrente da violência". A presidente lembrou que "é contra todos estes tipos de violência que temos lutado e vamos continuar lutando". Para Dilma, o combate à violência "tem de estar casado com medidas fortes de coerção, de repressão, de cumprimento da lei, e com reforço da autonomia das mulheres".


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RAPIDEZ A esperada fumaça branca surgiu às 15h05 (de Brasília) na chaminé da Capela Sistina. O conclave que elegeu o novo papa teve cinco votações e durou menos de 26 horas.

nternacional Stefano Rellandini/Reuters

O papa Francisco acena da sacada central da Basílica de São Pedro à multidão

FRANCISCO Giampiero Sposito/Reuters

Em meio a uma crise sem precedentes, a Igreja Católica mandou sua mensagem de renovação: elegeu um papa jesuíta argentino. O pontífice também enviou um recado: adotou um nome identificado com a paz e um estilo de vida simples.

Austeridade: o novo pontífice se apresentou com a batina branca, mas sem mantelete vermelho.

Dylan Martinez/Reuters

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escolha do cardeal argentino Jorge Mario Bergoglio para ser o 266º papa da história da Igreja Católica surpreendeu o mundo ontem. Bergoglio, que nunca apareceu entre os favoritos no conclave, é o primeiro papa jesuíta. Também é o primeiro papa a assumir o nome de Francisco, sem um numeral. Ele ainda é o primeiro de origem latino-americana em 2.000 anos, o que o levou a brincar em sua primeira apresentação perante os fiéis que "parece que os cardeais foram buscá-lo no fim do mundo". O novo pontífice, de 76 anos, apareceu na sacada central da Basílica de São Pedro cerca de uma hora após o surgimento da fumaça branca na chaminé da Capela Sistina, às 15h05 (de Brasília), que sinalizou aos cerca de 1,2 bilhão de católicos do mundo que os 115 cardeais já haviam escolhido o novo líder. No seu primeiro pronunciamento, Francisco disse que o mundo deve seguir o caminho do amor e da fraternidade. "Irmãos e irmãs, boa tarde", afirmou, em italiano. "Vocês devem saber que o dever do conclave era dar um bispo para Roma. E parece que os cardeais foram encontrá-lo no fim do mundo. Obrigado pelas boasvindas", disse o papa, em meio aos aplausos da multidão que lotava a Praça de São Pedro. "Começamos este caminho da Igreja Católica Apostólica Romana, bispo e povo, juntos, em irmandade, amor e confiança recíproca. Rezemos uns pelos outros, por todo o mundo, para que haja uma grande irmandade. Este caminho deve dar frutos para a nova evangelização", acrescentou Francisco, que fará sua missa inaugural em 19 de março. Francisco se apresentou vestido com a batina branca, mas sem mantelete vermelho. Para observadores, essa manifestação pode ser uma mostra de que quer ser um papa simples. Depois, pediu aos fiéis que orem a Deus para que o aben-

Eric Gaillard/Reuters

A multidão enfrentou mau tempo à espera do novo líder da Igreja Católica. Quando a fumaça branca foi avistada, fiéis gritaram: "Viva il papa!".

çoe e lembrou Bento XVI, que, segundo fontes vaticanas, assistiu à apresentação do novo papa pela televisão. Como sucessor de Bento XVI, que renunciou em fevereiro, Francisco também contrariou uma das principais suposições anteriores ao conclave – a de que o novo papa seria jovem. O conclave começou na terça-feira à tarde, quando foi feita a primeira votação. Na quartafeira, houve mais quatro escrutínios, até que Bergoglio conseguisse a maioria de dois terços. Antes e durante o conclave, vaticanistas apontavam como favoritos o brasileiro Odilo Scherer e o italiano Angelo Scola. Apesar disso, o nome do argentino não é desconhecido: consta que ele teria ficado em segundo lugar no conclave que escolheu Bento XVI em 2005. A imprensa italiana diz que ele impressionou os cardeais nas reuniões antes do conclave, nas quais os problemas da Igreja foram discutidos. Entre os desafios a serem enfrentados estão acusações de abusos sexuais cometidos por clérigos e o vazamento de documentos que mostram corrupção e disputas no Vaticano. (Agências)


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Nosso Deus é de todos, mas cuidado que o diabo também chega a todos, aos que usam calças e aos que usam batinas. Néstor Kirchner, ex-presidente da Argentina. nternacional Marcos Brindicci/Reuters - 07/08/2009

Um crítico dos Kirchner e amante do tango Popular entre os argentinos, o cardeal de Buenos Aires, Jorge Mario Bergoglio, adota um estilo de vida simples e rejeita o 'exibicionismo' do atual governo

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famosas espelha uma ação lendária de São Francisco de Assis. Assim como o santo italiano da Idade Média cuidava dos leprosos e não tinha medo de beijálos, Bergoglio ficou conhecido, em 2001, por lavar e beijar os Momento de festa: novo papa Francisco, o então cardeal de Buenos Aires, Jorge Mario Bergoglio, cumprimentava os fieis na capital argentina. pés de 12 pacientes com Aids que visitou no hospital. O novo papa ainda é reconhecido por seus dotes intePresidente da CNBB sugere estadia prolongada lectuais, seu amor pelo tango e sua paixão pelo time de futebol San Lorenzo. secretário geral da marcada pela pluralidade e Conservador, ele chegou a Conferência Nacio- pela diversidade". classificar a defesa do casanal dos Bispos no Já o presidente da Confemento gay como um plano do Brasil (CNBB) apresentou rência Nacional dos Bispos Diabo. Bergoglio também é na tarde de ontem a sauda- do Brasil (CNBB), dom Rayum opositor feroz do aborto. ção oficial da CNBB ao novo mundo Damasceno de AsCuidados a cachorro – Duranpapa Francisco. sis, convidou o Papa a este missas e discursos na época A nota afirma que a elei- tender sua estadia no Brasil em que era cardeal de Buenos ção de Francisco "revigora durante a Jornada Mundial Aires, Bergoglio criticava dua Igreja na sua missão de da Juventude (JMJ) em julho ramente a desigualdade so'fazer discípulos entre to- para ir a Aparecida. cial argentina. Uma vez, numa das as nações'" e que o novo O papa teria agredecido missa no bairro de Constituipapa trará ao Ministério Pe- ao convite, mas não resción, Bergoglio chegou a dizer trino a experiência evange- pondeu se poderá permaque na capital argentina "se lizadora da Igreja latino- necer mais tempo no Brasil. cuidava melhor de um cachoramericana e caribenha. A JMJ vai acontecer entre os ro do que de um irmão" e que a A CNBB afirmou ainda dias 23 e 28 de julho no Rio cidade fracassou e seguia fraque o novo papa irá "apro- de Janeiro – será o primeiro cassando no combate à escrafundar na Igreja o dom do grande evento do qual o novidão. "Nesta cidade se explodiálogo, em uma sociedade vo pontífice participará. ra trabalhadores em oficinas clandestinas e, se são imi- Momento de glória: papa Bento XVI e cardeal Bergoglio, no Vaticano. grantes, os priva da posm nome do povo omo campeão dos sibilidade de brasileiro, congratulo o pobres e dos mais saírem dali." novo papa Francisco e vulneráveis dentre nós, ele Para Francumprimento a Igreja leva adiante a mensagem cisco, os diCatólica e o povo de amor e compaixão reitos humaargentino. Maior país em que inspirou o mundo por nos "como dinúmero de católicos, o mais de dois mil anos, zem os bispos Brasil acompanhou com que em cada um vemos latino-ameriatenção o conclave e a a face de Deus. canos no doescolha do primeiro papa Barack Obama, presidente cumento de latino-americano. Esta dos Estados Unidos. Santo Dominvisita, em um período tão g o " , s e v i ocurto após a escolha do lam "pela novo pontífice, fortalece as existência de tradições religiosas nosso desejo que tenha condições brasileiras e reforça os uma frutífera tarefa extrema polaços que ligam o Brasil ao pastoral desempenhando breza e de esVaticano. grandes responsabilidades truturas ecoDilma Rousseff, em nota. em prol da justiça, da n ô m i c a s i nigualdade, da fraternidade justas que e da paz da humanidade. originam as Cristina Kirchner, grandes desipresidente da Argentina. ome oficial do novo Atos de fé: católicos na torcida durante a eleição papal, na Catedral de Buenos Aires. gualdades". pontífice é Papa Os Kirchner Francisco. – O novo papa manteve relaEle só será Francisco I O á pic e do a t rit o se deu o em nome do Estado e da pocionamento conturbado com quando Néstor disse: "Nosso pulação argentina. quando houver um falecido presidente os governos de Néstor e Cristi- Deus é de todos, mas cuidado Francisco II. venezuelano, Hugo Polêmica – O papa Francisco, na Kichner. Segundo a im- que o diabo também chega a passa por vários questionaInformação do Vaticano. Chávez, deve ter prensa argentina, Néstor teve todos, aos que usam calças e mentos em seu país por frases influenciado dos céus para encontros formais com Bergo- aos que usam batinas". Quan- polêmicas em relação a temas que nesta quarta-feira 13 glio, que o criticava por "exibi- do o ex-presidente morreu, o políticos. E é acusado de enfosse eleito pela primeira cionismo e anúncios estriden- cardeal rezou missa por seu volvimento com o regime milivez na história um Papa m Papa argentino! tes"– mensagem indireta ao eterno descanso. latino-americano, o tar (1976-83). Em 2002, disse Quanta felicidade! presidente. Com o tempo, a A relação com a presidência que os argentinos deveriam cardeal argentino Jorge Francisco I, gostaria de possibilidade de aproximação foi retomada depois que Cris- parar de "rezar" para o Fundo Jorge Mario Bergoglio, poder te dedicar o Mundial foi fidiminuindo, principal- tina assumiu, em 2007. On- Monetário Internacional (FMI) Nicolás Maduro, de 2014. mente porque o presidente tem, depois do anúncio, a pre- porque isso não ajuda o país a presidente interino da Lionel Messi , jogador via no religioso um articulador sidente deu os parabéns ao se recuperar de sua maior criVenezuela. argentino. de projeto de oposição. cardeal via Twitter e felicitou- se da história. (Agências) Reuters - 13/01/2013

CNBB saúda e convida

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Enrique Marcarian/Reuters - 02/03/2013

Capela Sistina não alterou sua velha tradição. Continua, como há séculos, anunciando o nome de seus novos papas por meio de uma fumaça branca que sai de sua chaminé. Foi assim que o mundo, ontem, ficou sabendo que o novo papa era o argentino, se chamava Jorge Mario Bergoglio e havia escolhido o nome de Francisco. O resultado foi confirmado pelo som dos sinos da Basílica de São Pedro. Assim, o primaz de Buenos Aires se transforma no primeiro papa latino-americano da história. É também a primeira vez que o cargo máximo da Igreja Católica Apostólica Romana vai para um membro da Sociedade de Jesus. Nascido em Buenos Aires, em 17 de dezembro de 1936, na Argentina, ele é filho de um ferroviário que emigrou de Turim, na Itália, para a Argentina, onde teve cinco filhos. Antes de seguir carreira religiosa, Bergoglio formou-se técnico químico. Escolheu depois o sacerdócio, quase uma década após perder um pulmão por uma doença respiratória e deixar seus estudos de química, ingressando em um seminário no bairro de Villa Devoto. Em março de 1958, entrou no noviciado da Companhia de Jesus, congregação religiosa dos jesuítas, fundada no século XVI. Estudou Ciências Humanas no Chile e, em 1963, voltou a Buenos Aires, onde deu aulas de literatura e de psicologia. Nos anos 80, durante o regime militar argentino, vários sacerdotes, incluindo líderes jesuítas, aderiram ao movimento progressista da Teologia da Libertação. Como jesuíta, Bergoglio insistiu na tradição espiritual de Santo Inácio de Loyola. Ordenou que os jesuítas continuassem seu trabalho nas paróquias e atuassem como vigários em vez de se meterem em "comunidades de base" e ativismo político. Homem afável, mas de poucas palavras e de nenhum contato com a imprensa (desde que foi nomeado cardeal, em 2001, deu só uma entrevista ao jornal La Nación), o novo papa é prestigiado por seus seguidores, que apreciam seu estilo de vida simples – ele abriu mão de palácio e motorista particular. Mora num apartamento, cozinha as próprias refeições e anda de ônibus e metrô por Buenos Aires. Uma de suas atitudes mais

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Na Argentina, religião e futebol se misturam.

A Copa do Mundo de 2014 será do papa. Promessa de Messi.

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jornal esportivo argentino Olé usou o humor para comemorar o anúncio do novo pontífice. "La mano de Dios", escreveu o diário em seu site, em menção ao apelido de Diego Maradona desde que o astro fez um gol de mão contra a Inglaterra durante a Copa do Mundo de 1986. (Folhapress)

ogadores argentinos comemoraram ontem a eleição do cardeal Bergoglio. O atacante do Barcelona Lionel Messi disse que gostaria dedicar o Mundial de 2014 ao novo papa argentino. Já Diego Maradona voltou a polemizar, ao afirmar: "O Deus do futebol é argentino, e agora o papa também é."

O perfil do papa no Twitter foi reativado ontem. A primeira mensagem: "HABEMUS PAPAM FRANCISCUM".


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9 Começamos este caminho, juntos, em irmandade, amor e confiança recíproca. O papa Francisco

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Sob o signo da Paz e do Bem Domingos Zamagna

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m papa argentino! E ainda por cima jesuíta! Assim exclamou o meu vizinho, no exato momento em que recebemos a notícia da escolha do cardeal Jorge Begoglio para sucessor de Bento XVI. Passado o susto, porém, é hora de raciocinar. Sobretudo quando nos lembramos que o novo papa escolheu o nome de Francisco. Um belíssimo sinal, um nome que significa todo um programa. Chamam a atenção a rapidez do conclave e a simplicidade com que o novo pontífice se apresentou ao povo romano e ao mundo, especialmente quando expressou seu desejo de estreito relacionamento entre bispo e povo. De fato, esse é o ponto de partida, o papa é o bispo de Roma. É desse relacionamento que lhe vem a ascendência sobre as demais igrejas locais. Quanto mais ele for romano, mais será universal. Mas a escolha do nome certamente pesa mais do que tudo. Por quê? São Francisco, o Poverello de Assis, foi o grande reformador da Igreja no século XIII. Num dos momentos mais críticos da história do cristianismo, foi um jovem, amante da natureza e amigo dos pobres, quem salvou a Igreja, ao lado de outro reformador da mesma época, São Domingos de Gusmão. Esses dois santos "tocaram a substância da Igreja". Francisco substituiu o ideal da cruzada medieval pelo diálogo; renunciou às gloríolas do clericalismo, adotando a mendicância. Despojado de bens, pregou a mensagem imorredoura da Paz e do Bem, sob a mística da itinerância. Sem ideologias, pregou o Evangelho sine glosa, isto é, sem os aparatos da erudição mundana, que mais dissipa do que congrega. E, pela mansidão e pela doçura, conquistou o mundo. Não sabemos quais serão os procedimentos que o novo papa vai adotar, mas ele já deixa bem claro que seguirá as sendas da renovação evangélica. E, como São Francisco que se tornou amigo e irmão de Santa Clara, certamente vai optar por um caminho de clareza, transparência, limpidez. Vem ao encontro do que todos

Tony Gentile/Reuters

Logo após ser eleito, o papa Francisco deu sua primeira bênção Urbi et Orbi – à cidade de Roma e a todo o mundo – na sacada central da Basílica de São Pedro. esperam das cúpulas da Igreja, aliás, de todas as religiões, de todas as confissões religiosas. Sem esta limpidez elas perdem a credibilidade e invalidam a palavra do Evangelho.

P

or que motivo terão os cardeais buscado "quase no fim do mundo..." o novo bispo de Roma? Provavelmente constataram que as velhas igrejas da Europa demonstram certo cansaço,

ou até um profundo desgaste. Por que não tentar nas mais recentes cristandades um novo sopro de vida, um pouco mais de criatividade, de fantasia, de novas linguagens e novos procedimentos? Certamente saberemos disso dentro em breve, em duas ocasiões. Primeiramente na homilia da sua posse como papa, em 19 de março, dia de São José, patrono da Igreja universal. Depois, na privilegiada ocasião de falar

aos jovens do mundo inteiro, pois tudo indica que o novo papa estará presente, em julho próximo, no Encontro Mundial da Juventude, no Rio de Janeiro. Não sei se ele esticará a viagem à sua terra natal, mas ele haverá de saber a ocasião de demonstrar que a América Latina tem algo a dizer à Igreja e ao mundo. DOMINGOS ZAMAGNA É JORNALISTA E PROFESSOR DE FILOSOFIA


DIÁRIO DO COMÉRCIO

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c

quinta-feira, 14 de março de 2013

HOMENS A grande maioria dos ciclistas que perderam a vida no ano passado era do sexo masculino - 51 no total. Em média, eles tinham 35 anos de idade.

idades

Pedalar, um risco cada vez maior em SP. Mortes de ciclistas crescem 6% na Capital. Em 2011, 49 deles perderam a vida nas ruas da cidade. Esse número subiu para 52 ao longo de 2012. Epitácio Pessoa/Estadão Conteúdo

Movimento de ciclistas na ciclofaixa que funciona aos domingos e feriados na Rua Vergueiro, zona sul de São Paulo.

embriaguez ou desatenção dos motoristas", afirma Hassan Yassine Neto, médico socorrista do Grau (Grupo de Atendimento e Resgate às Urgências). O médico lembra, ainda, a importância da utilização dos equipamentos de proteção individual, como o capacete. Itens de segurança na bicicleta também são necessários, como faróis. Segundo Yassine Neto, o uso desses equipamentos é essencial para diminuir a gravidade dos casos. Traumatismos – De acordo com o médico, as lesões mais frequentes são os traumatismos cranianos e da coluna vertebral e as fraturas da pelve (bacia), dos ossos do antebraço, do fêmur e da tíbia. A cada dois dias, pelo menos um ciclista internado vítima de acidente de trânsito morre no Estado. (Agências)

Queda de bimotor mata 10 pessoas no Pará

U

m avião bimotor com dez pessoas a bordo que partiu de Belém na noite de terça-feira sofreu um acidente quando passava pela cidade de Monte Dourado, no noroeste do Pará, e caiu. Não houve sobreviventes. O avião transportava trabalhadores da Cespe, empresa de engenharia responsável pela construção da Usina Hidrelétrica Santo Antônio do Jari, no Amapá. Segundo a Infraero, a aeronave era de propriedade da empresa de táxi aéreo Fretax. As causas do acidente serão investigadas pela Aeronáutica. Além do piloto, havia nove passageiros a bordo, segundo a

Fretax. Em nota, a empresa diz que a "aeronave encontrava-se plenamente aeronavegável e estava com todas as revisões atualizadas, e o tripulante com habilitação e exame médico válidos". O texto diz ainda que a empresa está tomando todas as providências junto aos familiares das vítimas. Os corpos das vítimas foram levados de avião até o aeroporto internacional de Belém, de onde seguiram para o Instituto Médico Legal (IML). Peritos devem fazer uma análise para saber que tipo de material genético poderá ser coletado para os exames de DNA, já que os corpos foram carbonizados. (Agências)

CASO MÉRCIA

O Ó RBITA

EXPLORAÇÃO SEXUAL

O

dono de uma boate na zona leste foi preso sob suspeita de envolvimento em um esquema de tráfico de mulheres. Segundo a polícia, oito jovens eram exploradas sexualmente no local. (Folhapress)

ex-policial e advogado Mizael Bispo de Souza foi ouvido ontem no fim da tarde sobre a morte de sua ex-namorada, Mércia Nakashima. Ele negou que tenha sido responsável pelo crime, em 2010. Disse ainda que não poderia atirar contra a ex-namorada devido a uma lesão sofrida em 1999, que o fez se aposentar da PM. Hoje, devem acontecer os debates entre defesa e acusação. (Folhapress)

Carlos Moraes/Estadão Conteúdo

O

número de desdobramentos do caso do ciclistas mortos no operador de rapel David trânsito da cidade Santos de Sousa, de 21 anos, de São Paulo que teve o braço direito aumentou no ano passado no arrancado em um acidente na comparativo com 2011, Avenida Paulista no último revelam dados divulgados domingo, enquanto circulava ontem pela Companhia de de bicicleta para ir trabalhar. Engenharia de Tráfego (CET). O motorista que o atingiu, O número subiu de 49, em o universitário Alex Kozloff 2011, para 52 em 2012. A Siwek, fugiu sem prestar grande maioria dos ciclistas socorro e arremessou o que perderam a vida era do membro decepado no sexo masculino. Em média, Córrego do Ipiranga, eles tinham 35 anos de idade. margeado pela Avenida A elevação das mortes Doutor Ricardo Jafet, ocorreu apesar da Prefeitura, na zona sul. ainda na gestão Outro dado do ex-prefeito divulgado Gilberto Kassab ontem, desta vez (PSD), ter elaborado pela garantido que Secretaria O número de ampliaria a Estadual da acidentes fiscalização de Saúde de São graves motoristas que Paulo, mostra envolvendo desrespeitam os que, a cada dia, ciclistas no nove ciclistas são ciclistas trânsito da internados em continua alto Capital. O hospitais porque as monitoramento públicos vítimas bicicletas foi intensificado, de acidentes de precisam segundo o trânsito. governo SUS – No ano dividir cada municipal, em passado, foram vez mais maio de 2012. 3.200 pessoas espaço com os Estatísticas da internadas pelo veículos CET indicam que, SUS (Sistema no período de 14 Único de Saúde). HASSAN YASSINE NETO, de maio – quando O gasto com o MÉDICO SOCORRISTA. a fiscalização foi tratamento ampliada – a 24 desses de agosto de 2012, foram pacientes foi de R$ 3,3 registradas 212 autuações milhões, diz a pasta. por desrespeito a quem Segundo a secretaria, o circula de bicicleta. Isso gasto dos últimos cinco anos equivale a apenas duas seria suficiente para multas por dia em toda a construir, por exemplo, cidade, em média. quatro AMEs (Ambulatório As mortes de ciclistas em Médico de Especialidades). São Paulo não caem desde "O número de acidentes 2010, quando 49 deles graves envolvendo ciclistas perderam a vida nas vias da continua alto porque as Capital. O número se repetiu bicicletas precisam dividir no ano seguinte. cada vez mais espaço com os David – A notícia sobre o veículos. É preciso haver aumento de mortes de respeito mútuo e mais locais ciclistas nas vias paulistanas sinalizados e adequados aos é divulgada na semana em ciclistas. Entre os principais que a cidade acompanha os fatores de risco estão a

PEIXES MORTOS – Uma grande mortandade de peixes na Lagoa Rodrigo de Freitas, zona sul do Rio, teria sido causada pelas fortes chuvas. Mais de 12 toneladas de peixes já foram retiradas do local.


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Quixaba Investimentos S.A. CNPJ 10.212.743/0001-89 Sede: Avenida Presidente Juscelino Kubitschek, 510 - 8º Andar - Sala 3 - São Paulo - SP RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Acionistas,

Colocamo-nos à disposição de V.Sas. para quaisquer esclarecimentos que julgarem necessários.

Em cumprimento às disposições legais e estatutárias, submetemos à apreciação de V.Sas. as Demonstrações Contábeis da Quixaba Investimentos S.A., relativas ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2012, acompanhadas das Notas Explicativas e Relatório dos Auditores Independentes.

Cidade de Deus, 25 de janeiro de 2013. Diretoria

BALANÇO PATRIMONIAL DO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO - Em Milhares de Reais ATIVO

2012

2011

PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO

CIRCULANTE ............................................................................................................................................... Caixa e Equivalentes de Caixa (Nota 5)........................................................................................................ Tributos a Compensar ou Recuperar (Nota 10f)............................................................................................ Créditos Tributários (Nota 10c) ......................................................................................................................

2.684 2.604 9 71

2.654 2.552 12 90

NÃO CIRCULANTE ...................................................................................................................................... Créditos Tributários (Nota 10c) ...................................................................................................................... Tributos a Compensar ou a Recuperar (Nota 10f).........................................................................................

6.821 466 6.355

6.493 494 5.999

9.505

9.147

TOTAL ...........................................................................................................................................................

2012

CIRCULANTE ............................................................................................................................................... Impostos e Contribuições a Recolher (Nota 10e).......................................................................................... Dividendos a Pagar (Nota 6d) ....................................................................................................................... Outras Obrigações a Pagar........................................................................................................................... PATRIMÔNIO LÍQUIDO ................................................................................................................................ Capital Social: - De Domiciliados no País (Nota 6a) ............................................................................................................. Reservas de Lucros (Nota 6c)....................................................................................................................... TOTAL ...........................................................................................................................................................

2011 92 8 3 81 9.413

81 13 1 67 9.066

9.000 413 9.505

9.000 66 9.147

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADO DO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO - Em Milhares de Reais 2012

DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO DOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO

Em Milhares de Reais

2011

RECEITAS OPERACIONAIS ........................................................................................................................

634

831

Receitas Financeiras (Nota 7) .......................................................................................................................

634

831

DESPESAS OPERACIONAIS ......................................................................................................................

(140)

(118)

Despesas Gerais e Administrativas (Nota 8).................................................................................................

(140)

(118)

RESULTADO OPERACIONAL .....................................................................................................................

494

713

RESULTADO ANTES DA TRIBUTAÇÃO......................................................................................................

494

713

IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL (Nota 10a) .................................................................

(144)

(218)

LUCRO LÍQUIDO DO PERÍODO..................................................................................................................

350

495

Número de ações ..........................................................................................................................................

90.000.500

90.000.500

Lucro Líquido Básico por lote de mil ações em R$ .......................................................................................

3,89

5,50

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

Eventos Saldos em 31.12.2010........................................................................... Lucro Líquido do Exercício ..................................................................... Destinações: - Reservas de Lucros........................................................ - Dividendos Propostos..................................................... Saldos em 31.12.2011........................................................................... Lucro Líquido do Exercício ..................................................................... Destinações: - Reservas de Lucros........................................................ - Dividendos Propostos..................................................... Saldos em 31.12.2012...........................................................................

Capital Social 9.000 9.000 9.000

Reservas de Lucros Legal Estatutária 3 63 3 63 18 329 21 392

Prejuízos Acumulados (428) 495 (66) (1) 350 (347) (3) -

Totais 8.572 495 (1) 9.066 350 (3) 9.413

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO DO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO - Em Milhares de Reais 2012

DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA DO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO - Em Milhares de Reais 2012

2011

Fluxo de Caixa das Atividades Operacionais: Lucro Líquido antes do Imposto de Renda e Contribuição Social:........................................................

494

713

Ajustes ao Lucro Líquido antes dos Impostos:........................................................................................

422

557

Juros, Variações Monetárias e Cambiais Líquidas ......................................................................................

422

557

Lucro (Prejuízo) do Período Ajustado: ......................................................................................................

72

156

(Aumento)/Redução em Outros Ativos ........................................................................................................

(33)

(41)

Aumento/(Redução) em Outras Obrigações ...............................................................................................

14

18

Caixa Líquido Utilizado nas Atividades Operacionais.............................................................................

53

133

Fluxo de Caixa das Atividades de Financiamentos: Dividendos Pagos........................................................................................................................................

(1)

-

Caixa Líquido Proveniente das Atividades de Financiamentos..............................................................

(1)

-

(Aumento)/Redução de Caixa e Equivalentes de Caixa...........................................................................

52

133

Caixa e Equivalentes de Caixa - Início do Período .......................................................................................

2.552

2.419

Caixa e Equivalentes de Caixa - Fim do Período ..........................................................................................

2.604

2.552

(Aumento)/Redução de Caixa e Equivalentes de Caixa...........................................................................

52

133

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

1 - RECEITAS ......................................................................................... 2 - INSUMOS ADQUIRIDOS DE TERCEIROS ....................................... 2.1) Materiais, Energia, Serviços de Terceiros e Outros ............... 3 - RETENÇÕES ..................................................................................... 4 - VALOR ADICIONADO LÍQUIDO PRODUZIDO PELA ENTIDADE (1-2) 5 - VALOR ADICIONADO RECEBIDO EM TRANSFERÊNCIA ............. 5.1) Receitas Financeiras ................................................................ 6 - VALOR ADICIONADO TOTAL A DISTRIBUIR (4+5)......................... 7 - DISTRIBUIÇÃO DO VALOR ADICIONADO...................................... 7.1) Tributos ...................................................................................... 7.2) Lucros Retidos/Prejuízo do Exercício.....................................

(119) (119) (119) 634 634 515 515 165 350

%

2011

% (108) (108) (108) 831 831 722 722 228 495

(23,1) (23,1) (23,1) 123,1 123,1 100,0 100,0 32,0 68,0

(15,0) (15,0) (15,0) 115,0 115,0 100,0 100,0 31,5 68,5

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO ABRANGENTE - Em Milhares de Reais Exercícios findos em 31 de dezembro 2012 Lucro Líquido do Exercício ........................................................................................................................ Total do Resultado Abrangente do Exercício ...........................................................................................

2011 350 350

495 495

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS - Em Milhares de Reais 1) CONTEXTO OPERACIONAL A Quixaba Investimentos S.A. é uma Companhia, que tem por objetivo, a participação em outras Companhias como cotista ou acionista, no país ou no exterior. A Quixaba Investimentos S.A. é parte integrante da Organização Bradesco, utilizando-se de seus recursos administrativos e tecnológicos e suas demonstrações contábeis devem ser entendidas neste contexto. A autorização para a emissão destas demonstrações contábeis foi concedida pela Diretoria em 25 de janeiro de 2013.

Nível 2 Dados observáveis que não os preços de Nível 1, tais como preços cotados para ativos ou passivos similares; preços cotados em mercados não ativos; ou outros dados que são observáveis no mercado ou que possam ser confirmados por dados observáveis de mercado para substancialmente todo o prazo dos ativos ou passivos. Os ativos e passivos de Nível 2 incluem contratos de derivativos cujo valor é determinado usando um modelo de precificação com dados que são observáveis no mercado ou que possam ser deduzidos principalmente de ou ser confirmados por dados observáveis de mercado, incluindo mas não limitados a curvas de rendimento, taxas de juros, volatilidades, preços de títulos de dívida e patrimoniais e taxas de câmbio. 2) PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS Nível 3 As principais políticas contábeis aplicadas na preparação destas demonstrações contábeis estão definidas a seguir. Essas políticas foram aplicadas de modo Dados não observáveis que são suportados por pouca ou nenhuma atividade de mercado e que sejam significativos ao valor justo dos ativos e passivos. consistente nos exercícios apresentados, salvo quando indicado de outra forma. Os ativos e passivos de Nível 3 geralmente incluem instrumentos financeiros cujo valor é determinado usando modelos de precificação, metodologias de 2.1) Base de preparação e apresentação das demonstrações contábeis fluxo de caixa descontado, ou técnicas similares, assim como instrumentos para os quais a determinação do valor justo requer julgamento ou estimativa As demonstrações contábeis foram preparadas conforme as práticas contábeis adotadas no Brasil emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis significativos da Administração. Esta categoria geralmente inclui certos títulos emitidos por instituições financeiras e empresas não financeiras e certos (CPC). Elas foram preparadas considerando o custo histórico como base de valor e ajustados para refletir a mensuração dos ativos ao seu valor justo, contratos de derivativos. quando aplicável. A preparação de demonstrações contábeis requer o uso de certas estimativas contábeis e também o exercício de julgamento por parte da Administração da 4) USO DE ESTIMATIVAS E JULGAMENTOS Nas Demonstrações Contábeis foram utilizadas algumas estimativas e julgamentos contábeis elaborados a fim de quantificar determinados ativos e passivos. Companhia no processo de aplicação das políticas contábeis, conforme Nota 4. Tais estimativas e julgamentos são continuamente avaliados e baseiam-se em experiência histórica e diversos outros fatores, incluindo expectativas de 2.2) Moeda funcional e de apresentação eventos futuros, considerados razoáveis nas circunstâncias atuais. Os itens incluídos nas demonstrações contábeis são mensurados utilizando-se a moeda do principal ambiente econômico no qual a Companhia atua, que é Determinados ativos estão sujeitos à revisão de perda de valor recuperável (impairment). As despesas com perda de valor recuperável são registradas o Real (R$). As demonstrações contábeis estão sendo apresentadas em milhares de reais. quando existem evidências claras de perda de valor recuperável, ou de não-recuperabilidade do custo dos ativos. A avaliação do que constitui perda de valor recuperável é uma matéria que requer um nível significativo de julgamento. 2.3) Caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa são utilizados para gerenciamento de seus compromissos de curto prazo. Assim sendo, incluem disponibilidades em moeda As informações sobre incertezas, premissas e estimativas que possuam risco significativo de resultar em um ajuste material dentro do próximo exercício nacional e fundos de investimento, cujos vencimentos na data da efetiva aplicação são iguais ou inferiores a 90 dias e apresentem risco insignificante de financeiro, estão incluídas na seguinte Nota 10d - Previsão de realização dos créditos tributários. mudança de valor justo, uma vez que são prontamente conversíveis em dinheiro. 5) CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA 2.4) Ativos Financeiros Em 31 de dezembro A Companhia classifica seus ativos financeiros sob as seguintes categorias: mensurados ao valor justo por meio do resultado subdividido em: mantidos 2012 2011 para negociação e designados ao valor justo por meio de resultado, disponíveis para venda, mantidos até o vencimento e empréstimos e recebíveis. A Disponibilidades em moeda nacional (1)................................................................................................. 3 4 classificação depende da finalidade para a qual os ativos financeiros foram adquiridos. A Administração determina a classificação de seus ativos financeiros Fundos de Investimentos Financeiros (2)................................................................................................ 2.601 2.548 no reconhecimento inicial. Total de Caixa e Equivalentes de Caixa............................................................................................... 2.604 2.552 (1) Refere-se a depósito Bancário à vista; e 2.5) Passivos Financeiros (2) Referem-se a aplicações de renda fixa em Fundos de Investimentos Financeiros, exclusivos a integrantes da Organização Bradesco ou companhias a A Companhia classifica os seus passivos financeiros pelo custo amortizado.Tais passivos são inicialmente registrados pelo seu valor justo e subsequentemente ele ligadas, que sejam considerados investidores qualificados, administrados pelo Banco Bradesco S.A. mensurados pelo custo amortizado. Incluem, dentre outros, recursos de instituições de crédito e de clientes, recursos de emissão de títulos de dívida e títulos de dívidas subordinadas. 6) PATRIMÔNIO LÍQUIDO 2.6) Determinação do valor justo a) Composição do capital social em ações O valor justo dos ativos financeiros é apurado de acordo com a cotação de preço de mercado disponível na data do balanço. Se não houver cotação de O capital social, totalmente subscrito e integralizado, é dividido em ações ordinárias nominativas-escriturais, sem valor nominal. preços de mercado disponível, os valores são estimados com base em cotações de distribuidores, modelos de definições de preços, modelos de cotações Em 31 de dezembro (em quantidade) ou cotações de preços para instrumentos com características semelhantes. 2012 2011 As aplicações em fundos de investimentos são avaliadas com base no valor da cota divulgada pelo Administrador do fundo investidor, que reflete o valor de Ordinárias................................................................................................................................................ 90.000.500 90.000.500 mercado dos investimentos que compõem a carteira do respectivo fundo. Total ........................................................................................................................................................ 90.000.500 90.000.500 2.7) Redução ao valor recuperável de ativos financeiros b) Reservas de capital Ativos financeiros reconhecidos a custo amortizado A reserva de capital é composta principalmente por ágio pago pelos acionistas na subscrição de ações. A reserva de capital é utilizada para: (i) absorção de Em cada data das demonstrações contábeis, a Companhia avalia se há evidências objetivas de que os ativos financeiros não contabilizados pelo valor justo prejuízos que ultrapassarem os lucros acumulados e as reservas de lucros; (ii) resgate, reembolso ou compra de ações; (iii) resgate de partes beneficiárias; por meio do resultado estejam com perda de seu valor contábil. As perdas por redução ao valor recuperável são incorridas quando há evidências objetivas (iv) incorporação ao capital social; e (v) pagamento de dividendo a ações preferenciais, quando essa vantagem lhes for assegurada. que demonstram a ocorrência de uma perda após o reconhecimento inicial do ativo financeiro e que a perda provoque um impacto nos fluxos de caixa futuros c) Reservas de lucros do ativo financeiro ou de grupos de ativos financeiros que podem ser estimados de modo confiável. Em 31 de dezembro 2.8) Redução ao valor recuperável de ativos não financeiros (impairment) 2012 2011 Os valores contábeis dos ativos não financeiros, são revistos a cada data de apresentação para apurar se há indicação de perda no valor contábil. Caso Reservas de lucros................................................................................................................................ 413 66 ocorra tal indicação, então o valor recuperável do ativo é estimado. No caso de ágio e ativos intangíveis com vida útil indefinida, o valor recuperável é - Reserva legal (1) ................................................................................................................................... 21 3 estimado todo ano. - Reserva estatutária (2).......................................................................................................................... 392 63 Uma perda por redução ao valor recuperável é reconhecida se o valor contábil do ativo ou UGC exceder o seu valor recuperável. (1) Constituída obrigatoriamente à base de 5% do lucro líquido do exercício, até atingir 20% do capital social realizado, ou 30% do capital social, acrescido O valor recuperável de um ativo ou unidade geradora de caixa é o maior entre o valor em uso e o valor justo menos despesas de venda. Ao avaliar o valor das reservas de capital. Após esse limite a apropriação não mais se faz obrigatória. A reserva legal somente poderá ser utilizada para aumento de capital em uso, os fluxos de caixa futuros estimados são descontados aos seus valores presentes através da taxa de desconto antes de impostos que reflita as ou para compensar prejuízos; e condições vigentes de mercado quanto ao período de recuperabilidade do capital e os riscos específicos do ativo ou UGC. Para a finalidade de testar o valor (2) Visando à manutenção de margem operacional compatível com o desenvolvimento das operações ativas da Companhia, pode ser constituída em 100% recuperável, os ativos que não podem ser testados individualmente são agrupados ao menor grupo de ativos que gera entrada de caixa de uso contínuo que do lucro líquido remanescente após destinações estatutárias, mediante proposta da Diretoria, aprovada pelo Conselho e deliberada pela Assembleia são em grande parte independentes dos fluxos de caixa de outros ativos ou grupos de ativos (a “unidade geradora de caixa ou UGC”). Para fins do teste do Geral, sendo o saldo limitado a 95% do Capital Social Integralizado. valor recuperável do ágio, o montante do ágio apurado em uma combinação de negócios é alocado à UGC ou ao grupo de UGCs para o qual o benefício das d) Dividendos sinergias da combinação é esperado. Essa alocação reflete o menor nível no qual o ágio é monitorado para fins internos e não é maior que um segmento Conforme disposições estatutárias aos acionistas estão assegurados dividendos que correspondam no mínimo a 1% do lucro líquido do exercício, ajustado operacional determinado de acordo com o CPC 22. nos termos da Lei societária. A Assembleia deliberará sobre a destinação do resultado do exercício. Perdas por redução ao valor recuperável são reconhecidas no resultado. Perdas reconhecidas relativas às UGCs são inicialmente alocadas na redução de Os cálculos dos dividendos relativos aos exercícios de 2012 e 2011 estão demonstrados a seguir: qualquer ágio alocado a esta UGC (ou grupo de UGC), e subsequentemente na redução dos outros ativos desta UGC (ou grupo de UGC) de maneira pro rata. Em 31 de dezembro Uma perda por redução ao valor recuperável relacionada a ágio não é revertida. Quanto a outros ativos, as perdas por impairment são revertida somente na 2012 % (1) 2011 % (1) condição em que o valor contábil do ativo não exceda o valor contábil que teria sido apurado, líquido de depreciação ou amortização, caso a perda de valor Lucro Líquido do Exercício ........................................................... 350 495 não tivesse sido reconhecida anteriormente. Absorção do prejuízo de exercício anterior ...................................... (428) 2.9) Provisões, ativos e passivos contingentes e obrigações legais Reserva Legal .................................................................................. (18) (3) O reconhecimento, a mensuração e a divulgação das provisões, das contingências ativas e passivas e também das obrigações legais são efetuados de Base de Cálculo.............................................................................. 332 64 acordo com os critérios definidos pelo CPC 25, sendo: Dividendos pagos ............................................................................. 1 • Ativos Contingentes: não são reconhecidos contabilmente, exceto quando a Administração possui controle da situação ou quando há garantias reais Dividendos mínimos obrigatórios ..................................................... 3 1 ou decisões judiciais favoráveis, sobre as quais não caibam mais recursos, caracterizando o ganho como praticamente certo, e pela confirmação da Total dos Dividendos ..................................................................... 3 1,0 1 1,0 capacidade de sua recuperação por recebimento ou compensação com outro passivo exigível. Os ativos contingentes, cuja expectativa de êxito é provável, (1) Percentual dos dividendos sobre a base de cálculo. são divulgados nas notas explicativas; • Provisões: são constituídas levando em conta a opinião dos assessores jurídicos, a natureza das ações, a similaridade com processos anteriores, a 7) RECEITAS FINANCEIRAS LÍQUIDAS Exercícios findos em 31 de dezembro complexidade e o posicionamento de tribunais, sempre que a perda for avaliada como provável, o que ocasionaria uma provável saída de recursos para 2012 2011 a liquidação das obrigações, e quando os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança; 212 274 • Passivos Contingentes: é utilizado para passivos que não são reconhecidos, pois a sua existência somente será confirmada pela ocorrência ou não de um Rendimento de Aplicações em Fundos de Investimentos Financeiros ................................................... 422 557 ou mais eventos futuros e incertos que não estejam totalmente sob o controle da Administração. Os passivos contingentes não satisfazem os critérios de Juros Ativos ............................................................................................................................................. 634 831 reconhecimento, pois são considerados como perdas possíveis, devendo ser apenas divulgados em notas explicativas, quando relevantes. As obrigações Total ........................................................................................................................................................ classificadas como remotas não são provisionadas e nem divulgadas; e 8) DESPESAS GERAIS E ADMINISTRATIVAS • Obrigações Legais - Provisão para Riscos Fiscais: decorrem de processos judiciais, cujo objeto de contestação é sua legalidade ou constitucionalidade que, Exercícios findos em 31 de dezembro independentemente da avaliação acerca da probabilidade de sucesso, têm os seus montantes reconhecidos integralmente nas demonstrações contábeis. 2012 2011 2.10) Patrimônio Líquido 98 89 Editais e Publicações .............................................................................................................................. a) Lucro por ação 21 20 Serviços de Terceiros .............................................................................................................................. A Companhia apresenta dados de lucro por ação básico e diluído. O lucro por ação básico é calculado dividindo-se lucro líquido atribuível aos acionistas da Contribuição Sindical Patronal................................................................................................................. 21 9 Companhia pela média ponderada das ações ordinárias durante o ano, excluindo a quantidade média das ações ordinárias adquiridas pela Companhia e Total ........................................................................................................................................................ 140 118 mantidas em tesouraria. Não há diferenças entre o lucro básico e diluído, pois não há instrumentos potenciais diluíveis. 9) TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS b) Dividendos a pagar A distribuição de dividendos para os acionistas da Companhia é reconhecida como passivo nas demonstrações contábeis, no período em que a a) As transações com partes relacionadas estão assim representadas: Exercícios findos em 31 de dezembro distribuição é aprovada por eles, ou quando da proposição do dividendo mínimo obrigatório previsto no Estatuto da Companhia. 2012 2011 2.11) Reconhecimento da Receita Ativo Receitas Ativo Receitas A receita compreende o valor justo da contraprestação recebida ou a receber no curso normal das atividades da Companhia. (passivo) (despesas) (passivo) (despesas) A Companhia reconhece a receita quando o seu valor puder ser mensurado com segurança, for provável que benefícios econômicos futuros fluirão para a Caixa e Equivalentes de Caixa: Companhia e quando critérios específicos tiverem sido atendidos para cada uma das atividades da Companhia. Banco Bradesco S.A. ....................................................................... 3 4 Receitas Financeiras Dividendos a Pagar: As receitas financeiras abrangem receitas de juros sobre fundos investidos (incluindo ativos financeiros disponíveis para venda), receita de dividendos Quixaba Empreendimentos e Participações Ltda. ........................... 3 1 (exceto para os dividendos recebidos de investidas avaliadas por equivalência patrimonial na controladora), ganhos na alienação de ativos financeiros b) Remuneração do pessoal-chave da Administração disponíveis para venda, variações no valor justo de ativos financeiros mensurados pelo valor justo por meio do resultado, ganhos na reavaliação a valor A Companhia é parte integrante da Organização Bradesco e seus administradores são remunerados pelos cargos que ocupam no Banco Bradesco S.A., justo de participação preexistente em controlada, ganhos nos instrumentos de hedge que são reconhecidos no resultado e reclassificações de ganhos controlador da Companhia. previamente reconhecidos em outros resultados abrangentes. A receita de juros é reconhecida no resultado, através do método dos juros efetivos. A receita de dividendos é reconhecida no resultado na data em que o direito do Grupo em receber o pagamento é estabelecido. Os dividendos recebidos de investidas 10) IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL são registrados por equivalência patrimonial e reduzem o valor do investimento. a) Demonstração do cálculo dos encargos com imposto de renda e contribuição social Exercícios findos em 31 de dezembro 2.12) Imposto de Renda e Contribuição Social 2012 2011 A provisão para imposto de renda é constituída à alíquota-base de 15% do lucro tributável, acrescida de adicional de 10%, quando aplicável. A provisão Resultado antes dos tributos (Imposto de Renda e Contribuição Social)....................................... 494 713 para contribuição social é calculada sobre o lucro antes do imposto de renda, considerando a alíquota de 9%. Foram constituídas provisões para os demais Encargo total do imposto de renda e contribuição social às alíquotas de 25% e 9%, respectivamente (168) (242) impostos e contribuições sociais, de acordo com as respectivas legislações vigentes. A despesa com imposto de renda é constituída do imposto corrente resultante da aplicação da alíquota adequada ao lucro real do exercício e do imposto Efeito das adições e exclusões no cálculo dos tributos: Outros...................................................................................................................................................... 24 24 diferido proveniente de ativos e passivos fiscais diferidos reconhecidos na demonstração do resultado. 144 218 Os créditos tributários sobre adições temporárias serão realizados quando da utilização e/ou reversão das respectivas provisões sobre as quais foram Imposto de renda e contribuição social do exercício ........................................................................ constituídos. Tais créditos tributários são reconhecidos contabilmente com base nas expectativas atuais de sua realização, considerando os estudos técnicos b) Composição da conta de resultado do imposto de renda e contribuição social e as análises realizadas pela Administração. Exercícios findos em 31 de dezembro De acordo com a Lei nº 11.941/09, as modificações no critério de reconhecimento de receitas, custos e despesas computadas na apuração do lucro 2012 2011 líquido do exercício, introduzidas pela Lei nº 11.638/07 e pelos artigos 37 e 38 da Lei nº 11.941/09, não têm efeitos para fins de apuração do lucro real da Impostos correntes: pessoa jurídica pelo Regime Tributário de Transição - RTT, devendo ser considerados, para fins tributários, os métodos e critérios contábeis vigentes em Imposto de renda e contribuição social devidos...................................................................................... (97) (150) 31 de dezembro de 2007. Para fins contábeis, os efeitos tributários da adoção da Lei nº 11.638/07 e dos CPCs estão registrados nos ativos e passivos Impostos diferidos: diferidos correspondentes. Constituição/realização no exercício, sobre adições temporárias........................................................... 5 6 Constituição/realização no exercício, sobre prejuízo e base negativa .................................................... (52) (74) 3) GERENCIAMENTO DE RISCOS (218) Imposto de renda e contribuição social do exercício ........................................................................ (144) A Companhia é parte integrante da Organização Bradesco, sendo que seu gerenciamento de risco é realizado por área técnica especializada da Organização, de maneira corporativa e centralizada, sendo um processo contínuo e evolutivo de mapeamento, desenvolvimento, aferição e diagnóstico c) Origem dos créditos tributários de imposto de renda e contribuição social diferidos Exercícios findos em 31 de dezembro através de modelos, instrumentos e procedimentos vigentes, exigindo alto grau de disciplina e controle nas análises das operações efetuadas, preservando 2011 Constituição Realização 2012 a integridade e a independência dos processos. Outras provisões .............................................................................. 23 28 23 28 Valor justo de ativos e passivos financeiros 23 28 23 28 A Companhia aplica o CPC 40 para instrumentos financeiros mensurados no balanço patrimonial pelo valor justo, o que requer divulgação das mensurações Total dos créditos tributários sobre diferenças temporárias..... Prejuízo Fiscal/Base Negativa da contribuição social ...................... 561 52 509 do valor justo pelo nível da seguinte hierarquia de mensuração pelo valor justo: Total dos Créditos tributários, Líquidos....................................... 584 28 75 537 Nível 1 Preços cotados em mercados ativos para ativos ou passivos idênticos. Ativos e passivos de Nível 1 incluem títulos de dívida e patrimoniais e contratos A projeção de realização de crédito tributário trata-se de estimativa e não é diretamente relacionada à expectativa de lucros contábeis. de derivativos que são negociados em um mercado ativo, assim como títulos públicos brasileiros que são altamente líquidos e ativamente negociados em O valor presente dos créditos tributários, calculados considerando a taxa média de captação, praticada pela Organização Bradesco, líquida dos efeitos mercados de balcão. tributários, monta a R$ 498, sendo R$ 26 de diferenças temporárias e R$ 472 de prejuízo fiscal e base negativa de contribuição social. continua...


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...continuação

Quixaba Investimentos S.A. CNPJ 10.212.743/0001-89 Sede: Avenida Presidente Juscelino Kubitschek, 510 - 8º Andar - Sala 3 - São Paulo - SP NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS - Em Milhares de Reais d) Previsão de realização dos créditos tributários sobre diferenças temporárias, prejuízo fiscal e base negativa de contribuição social Exercícios findos em 31 de dezembro

2013........................................................................................................ 2014........................................................................................................ 2015........................................................................................................ 2016........................................................................................................ 2017........................................................................................................ Total .......................................................................................................

Diferenças Temporárias Imposto Contribuição de Renda Social 3 1 7 3 7 3 3 1 20 8

Prejuízo Fiscal 49 81 82 84 79 375

Base Negativa 18 29 29 30 28 134

f) Tributos a Compensar ou a Recuperar Os tributos a compensar ou a recuperar, no montante de R$ 6.364 (2011 - R$ 6.011), referem-se, substancialmente, a imposto de renda de exercícios anteriores e imposto de renda retido na fonte sobre aplicações financeiras. O Saldo de tributos a compensar esta apresentado no grupo de ativos não circulante, devido a perspectiva de sua realização, sendo que os saldos do exercício anterior foram reclassificados para serem apresentados na mesma base de comparação.

Total 71 120 121 118 107 537

11) OUTRAS INFORMAÇÕES a) Em 31 de dezembro de 2012 e 2011 não há processos com riscos fiscais, cíveis e trabalhistas avaliados como perdas possíveis ou prováveis de natureza relevantes. b) A Companhia, em 31 de dezembro de 2012 e 2011, não possuía operações com instrumentos financeiros derivativos.

e) Impostos e Contribuições a Recolher Os impostos e contribuições a recolher, no montante de R$ 8 (2011 - R$ 13), referem-se à Contribuição Social de R$ 3 (2010 - R$ 4), Imposto de Renda de R$ 5 (2011 - R$ 9).

A DIRETORIA Marco Antonio Cunha de Santana – Contador – CRC-1SP200234/O-9

RELATÓRIO DE REVISÃO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Conclusão Com base em nossa revisão, não temos conhecimento de nenhum fato que nos leve a acreditar que as demonstrações contábeis não estão apresentadas adequadamente, em todos os aspectos relevantes, em conformidade com as práticas contábeis adotadas no Brasil.

Aos Administradores da Quixaba Investimentos S.A. Osasco - SP Introdução

Outros assuntos

Revisamos o balanço patrimonial da Quixaba Investimentos S.A., em 31 de dezembro de 2012, e as respectivas demonstrações do resultado e o resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, incluindo o resumo das práticas contábeis significativas e demais notas explicativas. A administração é responsável pela elaboração e apresentação adequada dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Nossa responsabilidade é a de expressar uma conclusão sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa revisão.

Demonstrações do valor adicionado Revisamos também, as demonstrações do valor adicionado (DVA), elaborada sob a responsabilidade da Administração da Companhia, para o exercício findo em 31 de dezembro de 2012, que estão sendo apresentadas como informações suplementares. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de revisão descritos anteriormente e com base na nossa revisão, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Osasco, 12 de março de 2013

Alcance da revisão Nossa revisão foi efetuada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de revisão. Essas normas requerem que a revisão seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança limitada de que as demonstrações contábeis apresentadas estão livres de distorção relevante. Uma revisão está limitada, principalmente, a indagações ao pessoal da entidade e a aplicação de procedimentos analíticos aos dados financeiros e, portanto, proporcionam menos segurança do que uma auditoria. KPMG Auditores Independentes Não realizamos uma auditoria e, consequentemente, não expressamos uma opinião de auditoria. CRC 2SP014428/O-6

c

Zenko Nakassato Contador CRC 1SP 160769/O-0

Mergulhei nessa 'historicidade' e encontrei meu caminho. Cristiane Carbone, artista

idades

PINCELADAS PAULISTANAS Mostra Memórias Paulistanas reúne obras produzidas pela artista Cristiane Carbone. Nas telas, prédios e monumentos famosos da cidade. Fotos: Paulo Pampolin/Hype

Mariana Missiaggia

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ostálgica e arrebatadora. Essas características servem para descrever a exposição Memórias Paulistanas, na Livraria Cultura-Loja de Artes, na avenida Paulista, na região central. Ruas, avenidas, viadutos, monumentos e prédios históricos de São Paulo inspiraram a artista plástica Cristiane Carbone, de 40 anos, a transformar cartões-postais da Capital em telas originais. Na mostra, entre reproduções de peças de Van Gogh e Dalí espalhadas pelas prateleiras da livraria, surgem as 18 telas de Cristiane. Retratos antigos e atuais da Estação da Luz, da Catedral da Sé e muitos outros locais marcantes estão presentes nos trabalhos. O Pátio do Colégio, o local preferido da artista, também ganhou seu espaço e foi retratado com muito carinho. "Fiz uma exposição no Pátio do Colégio, em 2005 e, a partir daquele momento, meu trabalho passou a ser reconhecido", explica. Segundo ela, entre as mostras com maior destaque da sua carreira estão as realizadas no Pátio do Colégio (2006), no Mosteiro de São Bento (2011) e no Jockey Club de São Paulo (2005). Apaixonada por São Paulo, Cristiane conheceu a história da cidade através da pintura. "Saí fotografando lugares, lendo sobre a evolução de alguns prédios, a ausência de outros e me encantei. Mergulhei nessa 'historicidade' e encontrei meu caminho", disse. Ela recorda que os seus primeiros passos no mundo das artes foram ao pintar os casarões históricos de Paraty, no sul do Rio de Janeiro, e em Minas Gerais. Palácio – Até 1996, sua obra contemplava apenas paisa-

A artista plástica Cristiane Carbone em frente a uma das suas 18 obras expostas na Livraria Cultura do Conjunto Nacional: amor pela cidade.

Telas retratam ícones de São Paulo, como o Pátio do Colégio e o Masp

Trabalho começou com uma encomenda sobre o Palácio das Indústrias

gens. Naquele ano, ela recebeu uma encomenda – retratar o Palácio das Indústrias, no Parque D. Pedro. "Era uma responsabilidade grande. Tem que ter muita perspectiva pa-

verdadeira aula de história quando retratam prédios e praças que já não existem mais. Como ela parte de fotografias para pintar suas telas, atribui parte do sucesso do

ra retratar algo tridimensional num plano bidimensional. Mas foi naquele momento que descobri que esse era meu verdadeiro dom", lembra. As pinceladas revelam uma

trabalho a um amigo que faleceu no ano passado, José Roberto Vieira Junqueira. Ele a acompanhou pelos principais pontos de São Paulo fotografando prédios e ende-

reços, aumentando seu arsenal de paisagens e locais a serem transformados em arte. Marco da Paz – Segundo Cristiane, o assessor especial da presidência da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e idealizador do Marco da Paz, Gaetano Brancatti Luigi, também é um dos grandes incentivadores de sua carreira. "Ela é uma artista com sentimento e transmite isso em suas telas. Admiro muito seu acervo histórico e a maneira delicada como ela registra nossa São Paulo", disse Luigi. A artista é a pintora oficial do Monumento Marco da Paz. Entre os projetos futuros está uma pintura contemporânea – a ponte Estaiada, na zona sul de São Paulo. Outra proposta é expor nos principais hotéis da cidade para que suas telas sejam ainda mais conhecidas pelo público. "É um nicho que quero explorar, pois é um mercado muito resistente e burocrático nesse quesito. Seria maravilhoso ter meu trabalho visto por turistas do Brasil e do mundo", afirmou. Exterior – Além expor suas obras constantemente, Cristiane possui trabalhos em diversos locais públicos e privados, como o Mosteiro de São Bento, Hospital Israelita Albert Einstein, Hospital Santa Catarina, Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, Câmara dos Deputados, Senado Federal, Bovespa e outros. Suas telas também estão espalhadas pelo mundo afora, em países como Itália, Alemanha e o México. A mostra Memórias Paulistanas tem entrada gratuita e será realizada até o dia 31 de março. A Livraria Cultura do Conjunto Nacional fica na Avenida Paulista, 2073. Horários de visitação: Segunda a Sábado, das 9h às 22h e domingos das 12h às 20h.

Reprodução

Cenas da São Paulo que não existe mais Marcus Lopes

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comerciante lê tranquilamente o jornal na porta do seu estabelecimento. Em plena Rua Direita, uma procissão, provavelmente na Semana Santa, lota a rua de fiéis. Essas e outras imagens estão no livro Na Rua, editado pelo Instituto Moreira Salles (IMS). O livro, em um gracioso formato de bolso, reúne 43 fotografias feitas no início do século 20 pelo fotógrafo italiano Vincenzo Pastore. Com o mesmo estilo de colegas consagrados, como Mili-

tão Augusto de Azevedo, Pastore captou singelas imagens do cotidiano da cidade que crescia e começava a ganhar a musculatura que, décadas depois, a tornaria a principal metrópole do País. Nas lentes de Pastore, que mantinha um estúdio na Rua Direita e chegou a colaborar com várias revistas da época, como A Cigarra, cenas do diaa-dia paulistano e seus personagens: o vendedor ambulan-

te de vassouras, os jornaleiros e os comerciantes do mercado público, na época conhecido como mercado dos caipiras. "É do anonimato das ruas que saem as personagens mais significativas de Pastore, uma sucessão de protagonistas em cujos rostos ele vai esculpindo a própria expressão dos movimentos da urbe: imigrantes chegando para juntar-se aos mulatos e caipiras, aos bancos pobres e às negras

de ganho com seus tabuleiros", diz o ensaísta Antonio Arnoni Prado, no texto de apresentação do livro. Natural da região de Puglia, Pastore interessou-se também em registrar a ruas da capital paulista captando instantâneos, num estilo jornalístico, da população mais simples que tomava as ruas, dos vendedores de galinha a garotos jogando bolinhas de gude, conforme descrição do Dicionário Histórico-Fotográfico Brasileiro, também editado pelo IMS e considerado uma verdadeira enciclopédia dos primórdios da fotografia no Brasil.

Ao lado, procissão passa pela Rua Direita, no início do século passado.


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Exercício de memória

cultura

Doces Momentos do Passado (1987), do espanhol Carlos Saura, é um dos títulos menos conhecidos de sua filmografia clássica. De teor autobiográfico, conduzido por uma narrativa nostálgica, ganha espaço agora no ciclo especial que a Cinemateca vem exibindo nesta semana. Vale a pena ver. Cinemateca - Sala BNDES. Largo Senador Raul Cardoso, 207. Tel.: 3131-2006. Hoje (14). 19h. 21h. R$ 8.

Deuses e madonas no Masp

Arquivo DC

A arte do século XIV ao XIX, a partir de 40 obras-primas, integra o acervo do Masp em exposição aberta em outubro de 2010, sem data de encerramento. Sob o título de Deuses e Madonas – A Arte do Sagrado, destaca Ressurreição de Cristo, de Rafael, e Virgem com o Menino e São João Batista. Traz, ainda, Anunciação, de El Greco; e Ecce Homo ou Pilatos Apresenta Cristo à Multidão, de Tintoretto. Masp. Avenida Paulista, 1578. Tel.: 32-51-5644. Terça a domingo. 10h às 18h. Quinta. 10h às 20h. R$ 15.

As cinzas. Dos mortos e dos vivos. Sérgio Roveri Vitor Vieira/Divulgação

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As Cinzas do Velho: culpas de família.

O naif das linhas e agulhas O livro Bordados do Brasil: A Arte de Militão dos Santos reúne trabalhos de 16 artistas brasileiros, que, com suas linhas e agulhas bordaram o universo naif do pintpr, radicado no Recife. Lançamento do livro será hoje (14) na Livraria Cortez. Rua Bartira, 317. Perdizes.Tel.: 3873-7111. A partir das 18h30.

cenário é típico dos roadmovies americanos: uma rodovia que corta uma paisagem inóspita, uma natureza pouco hospitaleira, um carro que quebra no meio do nada e um hotel de beira de estrada no qual telefone e internet são luxos temporariamente indisponíveis. É aí que se encontram os irmãos Bobby e Mike, incumbidos de uma missão igualmente desanimadora - transportar as cinzas do pai para um tradicional evento no meio do deserto do Nevada, o Burning Man, frequentado principalmente pelo que sobrou da comunidade hippie dos EUA. Embora todas estas imagens façam remissão direta ao nosso inconsciente cinematográfico, é no teatro que esta história ganha corpo. Escrita pelo dramaturgo americano Kelly McAllister, a peça As Cinzas do Velho ganha sua primeira montagem brasileira, em cartaz a partir deste sábado (16) no Teatro União Cultural Brasil Estados Unidos, sob direção de Luís Artur Nunes. Bobby e Mike (vividos respectivamente pelos atores Alexandre Cruz e Marcelo Braga)

parecem compartilhar de poucas afinidades além do DNA - foram muito ligados na infância, mas agora, crescidos e distantes, não são mais capazes de trocar duas palavras sem que uma delas seja ríspida ou ofensiva. Encaram como uma obrigação praticamente insuportável o último desejo do pai - a de que se unissem pelo menos para carregar suas cinzas até o festival. "Acredito que o pai, de alguma forma, resolveu fazer este pedido para compensar uma provável culpa por ter abandonado a família quando os dois filhos eram crianças", diz o ator Alexandre Cruz. "Diante da morte iminente e vendo os filhos distantes um do outro, ele resolveu criar essa situação para que os irmãos fossem obrigados a se relacionar. Ele tentou ser um bom pai, pelo menos depois de morto". Com o carro quebrado a caminho do festival, os irmãos são obrigados a dormir no Delfos, um hotelzinho barato comandado por uma mulher que usa sua paixão pelos musicais e sua obsessão pela cozinha (passa boa parte do espetáculo

preocupada com as empanadas que estão no forno) para aliviar a submissão a um marido brutal e de humor inconstante. Na mesma noite hospeda-se no hotel um casal esotérico que tenta aproveitar cada minuto de vida, ainda que recorrendo a chacras e mantras, para afastar os olhos de uma realidade que se apresenta na forma de uma doença fatal. "A peça reúne um caldeirão de pessoas cheias de dor e desiludidas com os rumos de suas vidas", diz Cruz. "No meio delas, talvez Bobby seja o único que realmente acredita que vale a pena estar vivo. Em certo ponto da peça, ele se pergunta: Me punir pra quê? O mundo já faz isso por mim. Todos os dias acontece alguma coisa horrível, todos os dias. Mesmo assim, eu ainda prefiro estar vivo'"..

As Cinzas do Velho. Estreia neste sábado (16). Teatro União Cultural Brasil Estados Unidos. Rua Mario Amaral, 209. Tel.: 2148-2904. Sábado. 21h. Domingo. 20h. R$ 30 a R$ 40. Censura: 12 anos.

Clique no site. E chame a sua refeição. Lúcia Helena de Camargo

Fotos: Divulgação

Escolha e teste: Carpaccio di Salmore; Pizza Zucchine; Arancini. No detalhe, barca de japoneses.

Alvorada Vida S.A. Grupo Bradesco de Seguros e Previdência CNPJ no 02.305.455/0001-40 - NIRE 35.300.153.197 Ata Sumária da Assembleia Geral Extraordinária realizada em 31.8.2012

A

lmoçar ou jantar em restaurante é muito bom. Além do inegável conforto de ter um garçom lhe servindo, abastecendo seu copo, a comida sai direto da cozinha para a mesa. Mas nas grandes cidades crescem os serviços de entrega, para dar opções a quem não tem paciência de enfrentar trânsito e espera na hora de fazer a refeição. Entre os mais conhecidos estão o Disk Cook e o Restaurante Web, que atendem principalmente particulares. Agora há o recém-inaugurado Já na Mesa, que foca em clientes corporativos. O DCultura convidou algumas casas paulistanas a participar de um teste de delivery, através do qual chegamos a conclusões como: comida fria é inegavelmente aquela que viaja melhor. Massas não perdem

textura. Carnes são as mais prejudicadas pelo transporte. Assim, se você dispuser de um forno elétrico ou a gás, convém esquentar massas e frituras, que não raro esfriam no trajeto. Não use o microondas, que vai deixar tudo "borrachudo". Italiano - O carpaccio de salmão marinado com dill (R$ 24) do italiano Spadaccino, que entrega via DiskCook, chegou fresco e saboroso, sem perder nada para a versão servida no restaurante, assim como o penne ao fughi (R$ 41). O arancini recheado de gorgonzola (R$ 26) precisou ser esquentado no forno elétrico. Já o cordeiro ao vinho tinto (R$ 53), que leva azeitonas

pretas e parmesão, acabou com a textura levemente alterada. Carnes são melhores se comidas no próprio restaurante. Japonês - O combinado para duas pessoas (R$ 75) do Sassá Sushi - que integra o sistema do Restaurante Web - chegou perfeito e caiu bem na noite quente. Com 48 unidades, inclui 20 sashimis (atum, salmão e peixe branco), além de sushis, uramakis, hossomakis variados. Para entrada, foi pedido o shimeji na manteiga (R$ 28,90), preparado com a dose certa de shoyo e sal. Pizza - A pizzaria A Esperança foi a escolhida no dia de pedir pizza. Em duas metades: Parma (tomate fatiado, mussarela

ralada, leve toque de parmesão e presunto cru italiano) e a outra metade no sabor Esperança (molho de tomate, mussarela de búfala, tomates secos, alcaparras, parmesão ralado e manjericão). A massa fina não chegou muito crocante, mas o recheio sem exageros tornou a pizza leve. Os preços das pizzas ficam entre R$ 39,80 (mussarela) e R$ 54,80 (caprese). Para aquelas com dois sabores, é cobrado a metade do valor de cada sabor escolhido.

Deu fome? Clique em um dos sites e boa refeição. www.sassasushi.com.br www.diskcook.com.br www.janamesa.com.br www.restauranteweb.com.br www.pizzariaesperanca.com.br

Data, Hora, Local: Em 31.8.2012, às 10h, na sede social, Cidade de Deus, Vila Yara, Osasco, SP. Mesa: Presidente: Lúcio Flávio Condurú de Oliveira; Secretário: Ivan Luiz Gontijo Júnior. Quorum de Instalação: Totalidade do Capital Social. Presença Legal: Representantes da Bradesco Vida e Previdência S.A., única acionista da Sociedade. Edital de Convocação: Dispensada a publicação, de conformidade com o disposto no § 4o do Art. 124 da Lei no 6.404/76. Deliberação: aprovada, pela única acionista, a proposta da Diretoria registrada na Reunião daquele Órgão, desta data (31.8.2012), para aumentar o capital social no valor de R$10.000,00, elevando-o de R$136.000.000,00 para R$136.010.000,00, com a emissão de 7 ações ordinárias, nominativasescriturais, sem valor nominal, ao preço de R$1.428,571428571, correspondente ao valor do Patrimônio Líquido ajustado por ação em 31.7.2012, com integralização à vista, no ato da subscrição. Os representantes da Bradesco Vida e Previdência S.A., única acionista da Sociedade, assinaram o respectivo Boletim de Subscrição, subscrevendo as 7 ações ordinárias, nominativas-escriturais, sem valor nominal, e integralizando no ato, em moeda corrente nacional. Em consequência, o “caput” do Artigo 6 o do Estatuto Social passará a vigorar com a seguinte redação, após homologação do processo pela Superintendência de Seguros Privados - SUSEP: “Art. 6 o) O Capital Social é de R$136.010.000,00 (cento e trinta e seis milhões e dez mil reais), dividido em 91.013 (noventa e uma mil e treze) ações ordinárias, nominativas-escriturais, sem valor nominal.”. Documento Arquivado: na sede da Sociedade e autenticada pela Mesa da Assembleia a Proposta da Diretoria. Encerramento: Nada mais havendo a tratar e como ninguém se manifestou, foi a Ata lavrada no livro próprio e lida, sendo aprovada por todos e assinada. aa) Presidente: Lúcio Flávio Condurú de Oliveira; Secretário: Ivan Luiz Gontijo Júnior; Acionista: Bradesco Vida e Previdência S.A., representada por seus Diretores, senhores Lúcio Flávio Condurú de Oliveira e Ivan Luiz Gontijo Júnior. Declaração: Declaramos para os devidos fins que a presente é cópia fiel da Ata lavrada no livro próprio e que são autênticas, no mesmo livro, as assinaturas nele apostas. Alvorada Vida S.A. aa) Lúcio Flávio Condurú de Oliveira e Ivan Luiz Gontijo Júnior. Certidão - Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia - Junta Comercial do Estado de São Paulo - Certifico o registro sob número 91.980/13-6, em 28.2.2013. a) Gisela Simiema Ceschin - Secretária Geral.


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Gene Blevins/Reuters

A RTE

Sete mercenários

Cometa à vista

Este é o nome da série de imagens criada por Philippe Pétremant apenas dobrando notas diferentes de dinheiro juntas de modo a formar uma imagem curiosa. Mais no site.

Fofo mostra o cometa Pan-STARRS, que pode ser visto próximo à Lua, sem o auxílio de instrumentos sofisticados, até sexta-feira. Para vê-lo, basta esperar pelo pôr-do-sol e usar um binóculo simples.

http://bit.ly/10NRB5u

I NTERNET

A RQUEOLOGIA

Celular ajuda nas vendas

U

m estudo sobre buscas com smartphones divulgado ontem pelo Google sugere que investir em anúncios online pode ajudar a efetuar vendas. Segundo o estudo, 55% das buscas feitas com celular na web são convertidas em vendas na primeira hora após a exibição dos resultados. A pesquisa foi conduzida pelo instituto Nielsen. Segundo o gerente de marketing de produto do Google

Ben Chung, esse resultado se deve ao fato de que "as pessoas não só estão potencialmente mais perto no sentido físico de efetuar uma compra, mas também estão mais próximos dos momentos de decisão final". Ainda segundo os dados do levantamento, 45% das buscas realizadas em smartphones e tablets têm como objetivo ajudar na tomada de decisões. A decisão de compra começa, em 77% dos casos, em

buscas feitas em casa ou no trabalho. Uma segunda pesquisa é realizada em 36% das vezes. Em 25% dos resultados obtidos, o internauta acaba visitando um site. Compras são o segundo passo em 17% dos casos e as ligações telefônicas em 7%. Ao todo, o estudo analisou 6.303 buscas em dispositivos móveis e 1.958 respostas, além de um formulário final respondido por 323 usuários do sistema de buscas.

Fóssil de 2 mil anos achado em Iguape A Universidade Estadual Paulista (Unesp) confirmou ontem que o crânio de baleia azul encontrado na praia do Leste, em Iguape, litoral paulista, tem entre 1800 e 1900 anos. O crânio, descoberto em agosto, foi analisado pelo maior laboratório de datação por carbono 14 do mundo, o Beta Analytic, nos EUA. Provavelmente a baleia encalhou na antiga praia e foi soterrada.

Fabian Bimmer/Reuters

Renda de papel Eric Standley é professor de artes e dedicase a criar esculturas multicoloridas em papel. Em cada obra, os detalhes revelam uma intrincada trama de filetes cuidadosamente recortados como se fossem rendas. O papel é cortado a laser para garantir a precisão dos desenhos. Veja outras de suas obras em sua página na web. http://bit.ly/ZhfTQE

A NIMAIS Chaiwat Subprasom/Reuters

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ZARPANDO - Público acompanhou ontem a saída do navio de cruzeiros Norwegian Breakaway do estaleiro alemão Meyer, em Ems in Papenburg, com destino a Nova York. Com capacidade para 4 mil passageiros, o navio de 146,6 mil toneladas tem pintura assinada pelo artista pop Peter Max.

E SPAÇO C ONFEDERAÇÕES

Nasa/Chris Gunn/EFE

Dia de jogo pode ser feriado municipal

Dia do elefante Uma torre de frutas foi montada para os elefantes do zoológico de Chonburi, na Tailândia. O mimo é oferecido anualmente no dia 13 de março, quando a Tailândia comemora o Dia Nacional do Elefante. L OTERIAS Concurso 879 da LOTOFÁCIL

Concurso 1331 da LOTOMANIA

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Felipão convoca atacante Osvaldo para a vaga de Lucas em amistosos

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Dezessete atletas podem ser suspensos do esporte por alteração sanguínea

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Imagem divulgada pela Nasa mostra a maquete do telescópio espacial James Webb. Com as mesmas dimensões de uma quadra de tênis e com a altura de um edifício de quatro andares, o James Webb será o maior telescópio já construído e deverá substituir o Hubble. O objetivo da Nasa é transformá-lo em um observatório de galáxias e estrelas com capacidade de captar radiação infravermelha.

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Judô ganha comissão técnica permanente para os Jogos Olímpicos de 2016

Concurso 3142 da QUINA 20

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Concurso 1476 da MEGA-SENA 04

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Acesse www.dcomercio.com.br para ler a íntegra das notícias abaixo:

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Para facilitar o trânsito de torcedores e atletas durante a Copa das Confederações, que ocorrerá entre 15 e 30 de junho, as cidades-sedes poderão ter feriados nos dias dos jogos. Os jogos serão disputados em Belo Horizonte, Salvador, Rio, Fortaleza e Recife. A ideia, ainda em negociação, foi mencionada pelo prefeito Eduardo Paes (PMDB), na manhã de ontem, durante reunião de representantes do governo federal, dos governos locais e do COL (Comitê Organizador da Copa). O Rio de Janeiro vai receber um jogo do torneio em uma quinta-feira (Espanha x Taiti, no dia 20 de junho). Os outros dois jogos sediados no estádio do Maracanã cairão no final de semana. O estádio deve ser reinaugurado no dia 27 de abril.


DIÁRIO DO COMÉRCIO

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15 JBS Produtora de carnes teve lucro de R$ 66,4 milhões no 4.º trimestre de 2012.

conomia

IMC International Meal Company teve lucro 42,1% menor no 4.º trimestre de 2012.

Nova briga entre Brasil e Argentina (não é com o Papa) Anúncio da mineradora Vale de suspender projeto de potássio Rio Colorado, em Mendoza, irrita o governo argentino que diz que empresa brasileira violou as leis do país. Casa Rosada ameaça retirar a concessão.

A

mineradora Vale tentará vender seus ativos no projeto Rio Colorado, na Argentina, após a paralisação do empreendimento, enquanto o governo argentino ameaçou ontem revogar a concessão da área. Uma fonte com conhecimento do assunto disse que a empresa brasileira busca vender o ativo e recuperar os US$ 2,2 bilhões investidos no empreendimento de potássio, suspenso no início desta semana. Rio Colorado deveria transformar a Argentina em um dos maiores exportadores de potássio, matéria-prima usada para produzir fertilizantes. A produção seria exportada principalmente para o Brasil, uma potência do agronegócio que importa 90% das necessidades de potássio do Canadá ou Jordânia. Procurada, a Vale disse que não comentaria a informação sobre a venda. A Vale anunciou na última segunda-feira a suspensão do projeto de potássio, na província de Mendoza, orçado em cerca de US$ 6 bilhões. Cerca de 6 mil empregados serão demitidos. O anúncio da Vale desagradou as autoridades argentinas. Em um discurso ontem na Casa Rosada, sede do Executivo argentino, o ministro de Planejamento, Julio de Vido, disse que a Vale violou as leis do país e que a outorga de concessão pode ser retirada. "A empresa violou a segurança jurídica e as leis da Argentina e de Mendoza, em particular, que outorgou a permissão de concessão. E se não a explorarem, vão perdêla", disse o ministro. No mesmo evento, o governador da província de Mendoza, Francisco Perez, disse que

até ontem a Vale não havia notificado o governo sobre o futuro de Rio Colorado. Ele também citou a presidente do país, Cristina Kirchner, dizendo que o projeto será levado adiante "com ou sem a Vale". O governo argentino tem um histórico de

expropriar empresas, alegando produção insuficiente. A nacionalização em 2012 de 51% da YPF, parte detida pela petrolífera espanhola Repsol, foi o caso mais notório de como o Estado argentino pode jogar duro com empresas estrangeiras. Antes, o país já havia nacionalizado a linha aérea Aerolineas Argentinas e outras empresas de serviços públicos. APERTO FINANCEIRO A segunda maior mineradora do mundo disse ter completado 45% do projeto de Rio Colorado, que inclui, além da mina, 800 quilômetros de ferrovia e um terminal no porto de Bahía Blanca, ao sul de Buenos Aires. Em dezembro, pouco antes de colocar os funcionários na Argentina em licença remunerada e suspender as obras, a Vale disse que estava buscando um parceiro para comprar parte do projeto e ajudar a suportar os custos, num momento em que a mineradora tenta concentrar investimentos no seu negócio principal, de minério de ferro. A busca por um comprador, no entanto, ocorre em um momento de fragilidade dos preços das commodities minerais, com as principais empresas do setor passando por aperto financeiro, registrando queda nos lucros e trocando executivos. Em nota na segunda-feira, a Vale disse que não abandonaria as jazidas de potássio na Argentina e continuaria zelando por seus direitos de exploração na região. Os ativos de potássio na Argentina foram comprados da Rio Tinto em 2009. (Reuters)

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bilhões de dólares é o orçamento total do projeto Rio Colorado. Empresa já investiu US$ 2,2 bilhões. Monalisa Lins/e-SIM

Se disputa for para campo político, Vale terá dificuldades, diz Barbosa. Embaixador analisa decisão da Vale que enfrentou os custos do câmbio, a inflação e o desafios na logística. Renato Carbonari Ibelli

O

embaixador Rubens Barbosa acredita que a mineradora Vale dificilmente retomará o projeto potássio Rio Colorado. Isso, se a disputa não entrar no campo político. O governo Argentino já tentou trazer a presidente Dilma Rousseff para "mediar"

a disputa, mas ainda sem sucesso. A morte do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, interrompeu as negociações entre os governos. "A questão ainda não avançou para o campo político, o que foi bom para a Vale", diz o embaixador. Para Barbosa, os custos do câmbio, inflação e da logística na Argentina complicam a

execução de projetos de grande monta naquele país. Com a situação econômica atual no país vizinho, segundo Barbosa, fica difícil demover a Vale da decisão de interromper o projeto. Por isso, diz ele, o governo argentino resolveu subir o tom, ameaçando expropriar a mina da multinacional brasileira. "A credibilidade do governo argentino é afetada

Pete Oxford

Parque industrial da Vale em Mendoza, na Argentina: 6 mil trabalhadores devem ser demitidos com o fim do projeto.

quando uma grande empresa desiste de investir em seu país", diz Barbosa. Caso a ameaça de expropriação se concretize, a avaliação de analistas de mercado é que a decisão tome a proporção de um incidente diplomático. "Será uma questão diplomática. Caso isso ocorra a expropriação vai para a Justiça e a discussão vai se arrastar", diz Pedro Galdi, da SLW Corretora. Ele lembra que a mineradora brasileira já investiu US$ 2,2 bilhões em Rio Colorado e não pode perder a concessão sem ser indenizada. Uma das hipóteses para minimizar o prejuízo de uma baixa contábil – se a Vale desistir de vez da mina de potássio – é a venda do ativo, que já vem sendo ventilada. Segundo analistas, o reconhecimento da baixa contábil, a exemplo de projetos como o da CSA, no Rio de Janeiro, não precisa ocorrer necessariamente no balanço do primeiro trimestre. O analista Marcelo Aguiar, do banco Goldman Sachs, considera difícil a Vale encontrar um interessado em comprar o projeto Rio Colorado. "Levando em consideração o forte aumento de capex (investimento), o projeto fica in-

A credibilidade do governo argentino é afetada quando uma grande empresa desiste de investir em seu país. RUBENS BARBOSA, EMBAIXADOR BRASILEIRO

viável pra qualquer operador, com exceção do governo argentino", afirmou. Aguiar calcula que o custo atual para a Vale levar adiante o investimento seria de US$ 11 bilhões – o projeto foi orçado inicialmente em US$ 5,9 bilhões – uma cifra considerada muito elevada para o potencial de retorno que o projeto traria. Para Aguiar, perder esses recursos é melhor do que investir mais de US$ 8 bilhões no ativo. Do ponto de vista financei-

ro, a análise do mercado é de que pode haver impacto futuro nas ações da companhia, mas pouco significativo. Ontem pela manhã o ministro do Planejamento da Argentina, Julio De Vido, bateu justamente no possível prejuízo financeiro da companhia caso desista do projeto. "A companhia violentou as leis da Argentina, e eu, se fosse investidor da Vale, estaria preocupado", afirmou o ministro argentino. (Com Estadão Conteúdo)


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e Indústria que importa tem mais dados a declarar

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Toda nova obrigação gera impactos nas atividades das empresas. Marcelo Bergamasco, Supervisor de Fiscalização da área de Comércio Exterior da Sefaz-SP

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Burocracia é arma contra a Guerra dos Portos

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s empresas industriais que usam insumos importados na fabricação de mercadorias estão obrigadas a entregar ao fisco estadual uma nova obrigação acessória a partir do dia 1º de maio. Trata-se da Ficha de Conteúdo de Importação (FCI), que vai permitir calcular o valor da alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) na saída da mercadoria com componentes importados para outro estado. A Secretaria da Fazenda de São Paulo (Sefaz-SP) disponibilizou um aplicativo que poderá ser usado para todos os contribuintes do Brasil. O programa estará disponível para testes até 31 de março, poderá ser aperfeiçoado com base em sugestões dos usuários e o download pode ser feito nesse e n d e r e ç o w w w . f a z e nda.sp.gov.br/fci/default.asp. A exigência foi criada na esteira da Resolução nº 13 do Senado federal, que unificou em 4% a alíquota do ICMS nas operações interestaduais com produtos importados para pôr fim à chamada Guerra dos Portos. E vai munir os fiscos estaduais com um detalhamento de dados para evitar fraudes e a geração de créditos indevidos do ICMS. A nova alíquota de 4% nas operações entre os estados (antes era 12% ou 7%), válida para importados desde o início do ano, é aplicada nos casos de mercadorias importadas que, após o desembaraço aduaneiro, não tenham sido submetidas a processo de industrialização ou, caso contrário, resultem em um produto com conteúdo de importação superior a 40%. "Toda nova obrigação gera impactos nas atividades das empresas. Temos captado as necessidades dos contribuin-

tes e há estudos para simplificar essas exigências", adiantou Marcelo Bergamasco, Supervisor de Fiscalização da área de Comércio Exterior da Sefaz-SP. O prazo inicial de entrega da FCI era o primeiro dia de janeiro deste ano, mas foi prorrogado para o dia 1º de maio. A FCI deverá conter dados como a descrição da mercadoria ou bem resultante do processo de industrialização, código de classificação na Nomenclatura Comum do Mercosul, valor da parcela importada e conteúdo de importação, entre outras informações. O técnico da Sefaz explica que o preenchimento não é feito em operações isoladas, mas com base em valores do último período de apuração. Ou seja, a partir de dados mensais de todas os insumos importados e os valores das saídas dos produtos industrializados. "É uma média ponderada que valerá para todos os meses. E o contribuinte só deve entregar uma nova ficha nos casos de alteração superior a 5% no conteúdo de importação ou mudança que implique em nova alíquota do ICMS", explicou. Para cada mercadoria industrializada que contenha insumo importado haverá uma ficha a ser entregue. A advogada Fabiana Lopes Pinto explica que, como a FCI será de uso restrito entre os fiscos dos estados remetentes e destinatários das mercadorias, não há violação do sigilo comercial. Mas esse princípio constitucional tem sido violado com a exigência de mencionar na nota fiscal o valor pago na importação. A mesma regra vale para a indústria que importa insumos, o que tem gerado inúmeras ações judiciais. "Essa é uma exigência descabida que cria situações constrangedoras para a empresa importadora e seus clientes", conclui.

Reprodução DC

Sílvia Pimentel

As novas fichas de conteúdo de importação: indústria deve informar ao fisco detalhes da operação.

Universidade orienta a declarar o IR

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partir do próximo dia 1º, a Universidade Cidade de São Paulo (Unicid) inicia um plantão para orientar e auxiliar o preenchimento e transmissão da declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF). O serviço é realizado pela instituição há 21 anos por alunos – sob supervisão de professores do curso de Ciências Contábeis – e até hoje atenderam mais de seis mil pessoas. A partir de abril, a instituição de ensino vai tirar dúvidas por email (i mp os to .r enda@unicid.edu.br). Segundo a Unicid, os interessados podem obter orientações sobre planejamento financeiro. A instituição de ensino lembra que para o preenchimento da declaração do IR é necessária a apresentação de documentos como o informe de rendimentos e salários, pró-labore ou aposentadoria; a declaração de IR entregue em 2012, relação anual de aluguéis recebidos de pessoa física com nome, CPF, endereço do imóvel e valor recebi-

do; informe de rendimentos bancários (em 31/12/2012) e informe de rendimentos de aplicações financeiras (poupança, prazo fixo, Certificado de Depósito Bancário – CDB entre outros). Além disso, se a declaração for feita em conjunto, é preciso levar o informe de rendi-

mento do cônjuge e dependentes. A Unicid solicita, ainda, os recibos de pagamentos a médicos, dentistas, hospitais e planos de saúde; além de recibos de pagamentos de gastos com educação (universidade e escolas), pensão alimentícia anual, comprovante de compra e de

venda de bens móveis ou imóveis adquiridos em 2012, número do CPF dos dependentes e números dos recibos de entrega da declaração de 2010 a 2012. Os prestadores de serviços autônomos devem levar o comprovante de despesas do Livro Caixa. Os demais devem entregar comprovantes de pagamento a instituições de ensino regular, de pagamentos à previdência privada e oficial e de doações para fins de incentivos fiscais (Fundos da Criança e do Adolescente, Lei Rouanet e entre outros).

S ERVIÇO Plantão fiscal Quando: de 1º a 26 de abril, de segunda a sexta-feira (das 18h às 19h) e aos sábados (das 9h às 12h). Como: é preciso agendar a visita pelos telefones (11) 21781491 e (11) 2178-1492 (de segunda a sexta-feira, das 15h às 17h). Para ser atendido pessoalmente é necessário levar doações de leite em pó ou de fraldas geriátricas


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e Avanço nas vendas, ainda que modesto. A inflação tem se mostrado resistente à baixa, o que tende a reduzir o nível de consumo. Pedro Gonçalves, consultor do Sebrae-SP

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As micro e pequenas empresas paulistas tiveram o melhor janeiro desde 2001 em faturamento, apesar da elevada base de comparação, nas contas do Sebrae.

A

s micro e pequenas empresas no Estado de São Paulo tiveram, em janeiro, o melhor faturamento para o mês desde 2001, somando R$ 40,6 bilhões. Na comparação com o mesmo mês do ano passado o crescimento foi de 0,9%. Os dados são de pesquisa mensal do Sebrae-SP. A evolução "relativamente modesta", segundo o Sebrae, é explicada por uma base de comparação forte: no primeiro mês de 2012 a receita real das MPEs paulistas havia subido 6,3% ante janeiro de 2011. Na comparação de janeiro contra dezembro do ano passado, o faturamento das micro e pequenas empresas do Estado de São Paulo recuou 18,1%. "Este resultado era previsto porque em dezembro as MPEs, principalmente as do comércio, são beneficiadas pelas vendas para o Natal e pelo fato de janeiro costumar ter faturamento menor, entre outros fatores, devido às férias coletivas nas empresas", afirmou o diretor-superintendente do Sebrae-SP, Bruno Caetano, em nota distribuída à imprensa. A pesquisa Indicadores Sebrae-SP é feita mensalmente com apoio da Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade), com uma amostra de 2.716 micro e pequenas empresas (MPEs) do Estado de São Paulo. O destaque entre os setores fica com o comércio, que cresceu 4,2% em janeiro contra o mesmo mês de 2012. O segmento de serviços teve queda de 1,6% no faturamento e a indústria registrou queda de 4,1% em na mesma base de comparação. O resultado da indústria foi o pior do setor para um mês de janeiro desde

Clayton de Souza/EC

Galpão da Flores Online: recursos da internet para alavancar o desempenho do comércio, que saiu à frente em relação à indústria e aos serviços; equilíbrio deve vir neste ano. 2009. "O mercado interno sustentou o comércio e o consumo das famílias tem funcionado como motor do crescimento e das vendas das MPEs", afirmou Caetano. O melhor desempenho das MPEs no Estado ficou com a cidade de São Paulo, que teve alta de 5,7% no faturamento. A Região Metropolitana e o interior do Estado tiveram, cada uma, aumento de 0,9% na re-

ceita real. Já no ABC o faturamento caiu 2% em janeiro de 2013 em relação a janeiro de 2012. Ex pe ct ati va s– Metade dos proprietários das micro e pequenas empresas do Estado apostava, em fevereiro, em estabilidade no faturamento para os próximos seis meses. No mesmo mês de 2012, a parcela era maior: 53%. Quanto ao nível de atividade de eco-

nomia, aqueles que acreditam em estabilidade, passaram a representar 56%, ante 58% em fevereiro de 2012. A melhora no nível de atividade, contudo, é esperada por 25% dos donos das MPEs. Equilibrado – Espera-se que este ano o crescimento das micro e pequenas empresas seja mais equilibrado dos três setores – indústria, comércio e serviços. "Devem contribuir

Agência Desenvolve SP melhora o perfil dos empréstimos

A

Desenvolve SP - Agência de Desenvolvimento Paulista, instituição financeira do governo paulista, relatou, em balanço divulgado nesta quarta-feira, o desembolso de R$ 403 milhões em operações de crédito em 2012. O resultado equivale a uma alta de 70% sobre os R$ 237 milhões de 2011. "É um número extraordinário, considerando que o mercado de crédito cresce 15% ao ano", disse o presidente da agência, Milton Luiz de Melo Santos. No entanto, a Desenvolve SP informou uma queda no lucro líquido de 43,5% entre os períodos, de R$ 57,1 milhões para R$ 32,24 milhões. Segundo Santos, a redução no lucro ocorreu pelo aumento da "provisão para crédito de liquidação duvidosa", para um total de R$ 20,83 milhões, em 2012, mais de quatro vezes superior aos R$ 5,14 milhões destinados a uma possível cobertura de inadimplentes em 2011. "Como uma agência de fomento, vamos aonde os ou-

tros bancos não vão e trabalhamos com as pequenas empresas com risco maior", justificou Santos. De acordo com ele, a taxa de inadimplência entre 2011 e 2012 saiu de 1,6% para 5,2% da carteira. "Mas a carteira é

80 por cento da carteira de investimento, em 2012, foi destinado à formação bruta de capital fixo; o porcentual era de 48% em 2011. pequena ainda, a agência é nova e qualquer mudança com a base é potencializada". Outro fator foi a redução na Selic, que trouxe perda de receita em títulos públicos. Com as operações, o lucro ajustado da

Desenvolve SP em 2012 chegou a R$ 53,16 milhões, ainda assim 16% de 2011. Apesar disso, Santos comemora a melhora do perfil dos novos empréstimos, com a migração dos recursos destinados ao capital de giro para os bens de capital. "Os recursos para a modernização, para a formação bruta de capital fixo eram 48% da carteira de investimento em 2011 e, em 2012, chegaram a 80%". A carteira total da Desenvolve SP cresceu para R$ 611 milhões em 2001, alta de 81% sobre 2011, principalmente pela demanda vinda de investimentos feitos no interior paulista, os quais respondem por 70% dos empréstimos, enquanto a Região Metropolitana de São Paulo fica com os 30% restantes. Em 2013, a meta da Desenvolve SP é superar o total de R$ 1 bilhão em operações de crédito ainda neste primeiro semestre e, segundo Santos, priorizar os investimentos no segmento de inovação. (Estadão Conteúdo)

para isso as medidas de incentivo à economia adotadas em 2012, como redução da taxa básica de juros para facilitar vendas a crédito, desoneração da folha de pagamento de empresas, redução da tarifa de energia elétrica e desvalorização do real, barateando os produtos nacionais ante os importados", aponta o SebraeSP em nota. De acordo com Pedro Gon-

çalves, economista e consultor do Sebrae-SP, no cenário interno inflação e investimentos são fontes de incertezas. "A inflação tem se mostrado resistente à baixa. Como o consumo das famílias tem sido o grande motor do crescimento e das vendas das MPEs e o endividamento das famílias está alto, mais inflação tende a reduzir o nível de consumo." (Estadão Conteúdo)

Infraestrutura faz a Tigre mover-se aqui e lá fora

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Tigre, fabricante de tubos, conexões total da Tigre, enquanto o exterior tem e acessórios para obras, estima peso de 25%. Nos próximos cinco anos, avanço de 12% no faturamento em essa proporção deve mudar para 65% e 2013, atingindo, aproximadamente, 35%, respectivamente. R$ 3,5 bilhões no ano. De acordo com o O faturamento da empresa em 2012 presidente da empresa, Evaldo Dreher, a totalizou R$ 3,1 bilhões, alta de 6% em alta deve ser sustentada relação a 2011. Segundo pelo avanço nas obras de Dreher, a companhia foi infraestrutura no Brasil, afetada pelo baixo além do bom desempenho desempenho das obras de da demanda nos nove infraestrutura no País. Já países vizinhos onde a nos países vizinhos, as por cento do multinacional brasileira vendas cresceram cerca atua. "Nossa visão é de 20% no Peru, 15% no faturamento total é positiva para 2013", disse Paraguai e 10% no Chile. contabilizado no Dreher. "O setor de O setor de infraestrutura (no Brasil), infraestrutura representa Brasil, enquanto o não tem muito mais prazo 20% das vendas da Tigre, exterior tem peso de para postergar seus enquanto o predial tem 25%. Mas essa projetos. Eles vão ter de peso de 80%. No setor sair", afirmou, referindo-se, predial, a chamada obra relação deve mudar. principalmente, a Copa do "autogerida" - reformas e Mundo e Olimpíada. pequenas construções Ele também se mostrou otimista em são equivalentes a 70% do total das relação aos investimentos em vendas. Já o lançamento de novos infraestrutura de países como o Peru. "Ele empreendimentos residenciais pelas está investindo proporcionalmente mais incorporadoras, que teve queda em 2012, que o Brasil", disse. Atualmente, o deve voltar a crescer no segundo faturamento no Brasil representa 75% do semestre. (Estadão Conteúdo)

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e ITA, a serviço do tráfego aéreo do País. Queremos que nossos alunos ajudem a modernizar o Brasil. Carlos Américo Pacheco, reitor do ITA

conomia

Instituto terá, em breve, um avançado laboratório de pesquisas de gestão semelhante a existentes nos EUA e Europa. JF Dorio/Estadão Conteúdo

Instituto forma profissionais concorridos

Rejane Aguiar

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forte crescimento do setor aéreo no Brasil nos últimos anos – tanto em tráfego de aeronaves quanto em número de passageiros – gerou um grande desafio para o País para as próximas décadas: administrar de maneira eficiente toda a infraestrutura aeroportuária brasileira. Para garantir subsídios consistentes e duradouros para parte desse trabalho, o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) deve concluir, até o fim de 2013, a primeira fase de um avançado laboratório de pesquisas de gestão de tráfego aéreo, nos moldes de laboratórios já existentes nos Estados Unidos e na Europa. "O Decea já tem um laboratório desse tipo, mas é basicamente voltado ao treinamento de controladores de voo e à análise das situações cotidianas e mais práticas do tráfego aéreo", disse o professor da área de transporte aéreo do ITA Carlos Müller, referindo-se ao Departamento de Controle do Espaço Aéreo, órgão ligado ao Ministério da Defesa e ao Comando da Aeronáutica. "No laboratório do Decea, não há muito tempo para análises mais aprofundadas dos processos, e aí entra o ITA. No ambiente acadêmico, mais livre, temos condições de desenvolver, estudar e testar modelos que podem ser posteriormente incorporados à rotina do tráfego aéreo no País. Essa é nossa contribuição", destacou o professor. Os resultados práticos do laboratório, segundo ele, podem aparecer em um ou dois anos após o início da operação. E os benefícios dos trabalhos tendem a se manter por muitos anos, como num proje-

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Na área entre os aeroportos de Congonhas, Cumbica e Viracopos, são 2,1 mil pousos e decolagens por dia. to de longo prazo. "Nos Esta- cadas, suportar o aumento esdos Unidos e na Europa, os la- perado da demanda. Hoje, na boratórios acadêmicos de área que envolve os aeroporgestão de tráfego aéreo já es- tos de Congonhas, em São tão em estágios muito avan- Paulo, Cumbica, em Guaruçados, por terem décadas de lhos, Viracopos, em Campiexperiências acumuladas", nas, e as operações de São Jodisse Müller, que recentemen- sé dos Campos, no Vale do Pate visitou a unidade norte- raíba, são 2,1 mil pousos e deamericana da Flórida (Next- colagens por dia. "É grande o gen Test Bed) e que deve visi- desafio de gestão dessas opetar em abril rações", disum dos labose Müller, ratórios eurolembrando peus. O proque essa é fessor particiuma questão pou ontem do atual em todo por cento foi a evento de o mundo. a p r e s e n t aSegundo expansão do fluxo ção do semiu m estudo de aeronaves entre n á r i o A e r oapr esent ado 2011 e 2012. Brasil 2013, a pelo professer realizado sor Claudio em junho J o r g e , t a mcom apoio do ITA, para execu- bém do ITA, o setor aéreo brativos ligados ao setor aeropor- sileiro cresceu em ritmo acetuário – de companhias aé- lerado nos últimos anos, em reas, concessionárias de aero- geral acima do Produto Interportos, construtoras e presta- no Bruto (PIB). Considerando doras de serviços diversos. o movimento dos aeroportos O estudo do tráfego aéreo é, administrados pela Infraero, de fato, importante para que o o fluxo de aeronaves aumenBrasil possa, nas próximas dé- tou 15% entre 2009 e 2010,

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9% de 2010 a 2011 e 4% entre 2011 e 2012; em passageiros, os avanços foram de 20,4%, 16,3% e 6,8% nesses períodos, respectivamente. "Quando se fala na alta do movimento, destacaram-se nesses últimos anos aeroportos antes bem menos movimentados, como os de Goiânia e Viracopos", disse Jorge. Segundo ele, diante da provável continuidade da expansão do setor, a otimização dos aeroportos existentes é uma das saídas mais viáveis, dados os custos altos e as dificuldades para ampliação desses terminais. A excelência na gestão, nesse contexto, seria fundamental. O professor Müller disse que há muito espaço para aprimoramento na área de tráfego de helicópteros, principalmente por causa da exploração do petróleo do pré-sal. "Esse segmento, em especial, nos apresenta grandes desafios. As plataformas de exploração estão cada vez mais distantes da costa, o que exige uma gestão diferenciada", afirmou.

Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) é uma escola de tradição e referência na formação de engenheiros ligados ao setor aeronáutico, com 63 anos de história. O prestígio da escola garante, por exemplo, parceria para cooperação constante com o MIT (Massachusetts Institute of Technology), centro norte-americano de excelência em tecnologias, além do interesse de grandes empresas das mais variadas áreas pelos alunos. De acordo com o reitor, professor Carlos Américo Pacheco, o grande "produto" do ITA é o aluno, que sai da escola, seja da graduação ou da pósgraduação, com altíssima qualificação – o vestibular para ingresso na instituição

é um dos mais disputados do País. "Queremos que nossos alunos ajudem a modernizar o Brasil", disse o reitor, lembrando que essa é a missão do ITA desde sua criação, em 1950. É comum os estudantes, ainda durante o curso de graduação, receberem diversas propostas de trabalho. A escola, cuja sede fica em São José dos Campos, no Vale do Paraíba, é vinculada ao Comando da Aeronáutica e tem um orçamento anual de cerca de R$ 70 milhões. O ITA oferece cursos de graduação de várias áreas de engenharia (aeronáutica, eletrônica, mecânica-aeronáutica, infraestrutura aeronáutica e computação. Também há cursos de pós-graduação nessas áreas. (RA)

Evento irá discutir infraestrutura do setor

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ara abrir um canal de discussão entre o setor privado (brasileiro e estrangeiro), o governo e a academia – partes interessadas no desenvolvimento da infraestrutura aeroportuária brasileira nos próximos anos –, o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) realizará, em junho, o AeroBrasil 2013. "O evento vai compartilhar visões de grandes nomes sobre estudos e rumos da economia mundial, o Brasil e sua dinâmica emergente, a avaliação e o ponto de vista

de investidores e o setor aeroportuário, seus desafios e oportunidades", afirmou o diretor geral do projeto, Marcelo Castro. O evento está marcado para o próximo dia 27 de junho, no auditório da Federação do Comércio do Estado de São Paulo (FecomercioSP). De acordo com Castro, a data foi escolhida por causa da proximidade da rodada de novas concessões (dos aeroportos do Galeão, no Rio de Janeiro, e de Confins, em Minas Gerais). (RA)

Ampliada cota de acordo com México

O

governo publicou no Diário Oficial da União de ontem os termos do segundo ano do acordo automotivo renegociado com o México em 2012, com aumento de cerca de 8% no valor total da cota de comércio de veículos entre os dois países. Segundo portaria número 11 da Secretaria de Comércio Exterior, a cota de US$ 1,45 bilhão de 2012 foi

ampliada para US$ 1,56 bilhão entre 19 de março deste ano e 18 de março de 2014. Pelo acordo acertado em março do ano passado, depois que o Brasil acusou um déficit no comércio bilateral e ameaçou abandonar o pacto que por muito tempo lhe favoreceu, a cota será elevada para US$ 1,64 bilhão em 2014. A cota de 2012 foi esgotada antes do fim de 2012, em meio

ao forte crescimento do mercado brasileiro, que bateu recorde de vendas de veículos no ano passado. O esgotamento da cota de 2012 antes do previsto afetou algumas montadoras que dependem mais fortemente de importações do México, como a Nissan, que está trazendo modelos compactos produzidos no México enquanto constrói sua fábrica própria no Brasil .

Em setembro, uma fonte do governo mexicano havia informado que o Brasil tinha interesse em elevar a cota em cerca de US$ 350 milhões anuais. Pela portaria, as montadoras com as maiores cotas de exportações para o México dentro do acordo são Volkswagen, Renault, Honda, Ford e General Motors. Produção – O sinal positivo da indústria em janeiro se deu

como reflexo do bom desempenho do setor na maior parte do País. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE) divulgados ontem, houve avanço em nove dos 14 locais pesquisados pelo instituto. Depois de um ano de retração em 2012, a produção surpreendeu em janeiro com o melhor resultado mensal desde março de 2010. O avanço

de 2,5% nesta comparação ficou acima das expectativas dos analistas de mercado. As fábricas do Paraná tiveram o maior aumento na atividade no primeiro mês do ano, com avanço de 11,3% em relação a dezembro. São Paulo e Rio de Janeiro também deram sinais positivos em comparação com o resultado de dezembro: 3,1% e 1,6%, respectivamente. (Agências)


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e Educação financeira ganha franquias É mais do que provado que o modelo de franquia é um bom negócio. Frederico Loriggio, diretor de franquias da DSOP Educação Financeira

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Para conter o descontrole financeiro dos brasileiros, surgem franquias que oferecem produtos e serviços voltados ao ensino da administração do orçamento. Karina Lignelli

Fotos: Divulgação

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ada vez mais empresas, e de diferentes setores, vêm adotando o modelo de negócio do franchising como um canal extra para expandir sua marca e, em um momento em que há tanta gente precisando reorganizar suas finanças, o segmento de educação financeira é um dos mais novos a embarcar nessa onda. Exemplo disso é o DSOP Educação Financeira, que apresenta amanhã (15) seu novo modelo de franquia, baseado na oferta de produtos e serviços voltados ao tema a escolas, empresas públicas e privadas, e também para pessoas físicas e famílias. Esse modelo, que antes funcionava pela capacitação e habilitação de educadores financeiros que tinham direito de uso da marca DSOP, permitirá, de agora em diante, a implantação da metodologia como franqueado da marca, que está regularizada junto à Associação Brasileira de Franchising (ABF) desde fevereiro deste ano. H o j e , e x i s t e m 1 8 f r a nquias do DSOP já operando no País desde outubro de 2012, segundo o diretor de

Método DSOP de educação financeira. A sigla significa : Diagnosticar, Sonhar, Orçar e Poupar. Mais de 20 mil pessoas já passaram pelo curso no País.

franquias Frederico Loriggio, e essa será uma evolução do modelo, que oferece baixo custo de adesão (de R$ 22 mil a R$ 34 mil, no ca-

so de microfranquias, mas que pode chegar a R$ 130 mil para o modelo completo, dependendo da localidade), royalties somente

sobre produtos (livros e outros), atuação em território fechado (por região), padronização da comercialização do projeto e apoio

didático de uma equipe pedagógica. "É mais do que provado que o modelo de franquia é um bom negócio, tanto para o franqueado, que tem uma marca consolidada por trás, como para o franqueador, que consegue maior velocidade de expansão", acredita ele. Com o novo modelo, a meta do DSOP é fechar 2013 com 50 franquias, que terão as unidades desenvolvidas no mesmo modelo físico da matriz (com espaço para os cursos do projeto pedagógico de educação financeira e uma área comercial para atender empresas e escolas), e chegar a 500 em cinco anos, informou Loriggio. O que é DSOP – Criada em 2008 pelo educador e terapeuta financeiro Reinaldo Domingos, a DSOP, metodologia cuja sigla sintetiza as etapas para ter autonomia financeira (Diagnosticar, Sonhar, Orçar e Poupar), se transformou em uma organização que já levou cursos de educação financeira a mais de 20 mil pessoas, e formou mais de 400 educadores no País. O projeto também atendeu 200 mil alunos de escolas públicas e privadas, e foi apresentado em mais de 150 empresas.

Rede Mais Educa: aulas online e baixo investimento.

A

administração das finanças já é alvo do modelo de negócio de franquias desde 2011, pela rede Mais Educa. Desenvolvida pelo jovem empreendedor catarinense João Henrique Cristofolini, de 22 anos, o sistema de microfranquias com investimentos a partir de R$ 15 mil oferece – sem ter a necessidade de um ponto comercial para atuação –, um pacote de cursos online que inclui treinamento, material didático, apostilas para alunos e apoio para divulgação, com o conteúdo educacional baseado em best-sellers de finanças e administração orçamentária, como o livro "Casais inteligentes enriquecem juntos", de Gustavo Cerbasi. "O diferencial do negócio é reunir a teoria com a prática", explica o idealizador do projeto. Hoje, com 30 franquias no País e a meta de chegar a 100 em 2013, a Mais Educa quer ampliar seu portfólio ao adaptar obras com foco em marketing, vendas, empreendedorismo e liderança para serem aplicados no dia a dia. (KL)

BRASIL VAI CONTRATAR MAIS NO 2º TRIMESTRE

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Brasil é o país com maior intenção de contratação entre os meses de abril a junho de 2013, ao lado de Taiwan, de acordo com levantamento da empresa de recrutamento ManpowerGroup, realizado em 42 países. O estudo aponta que, dos 850 gestores de recursos

humanos consultados no Brasil, 36% afirmaram esperar aumento no número de funcionários, 6% preveem diminuição e 57% uma manutenção. Com isso, o índice criado pela companhia, a Expectativa Líquida de Emprego, é de 30% no País – taxa 9% maior se comparada ao primeiro

trimestre deste ano, mas 9% inferior ao mesmo período de 2012. "Espera-se que a confiança de contratação dos empregadores brasileiros melhore consideravelmente nos próximos três meses, principalmente pela dificuldade em contratar

profissionais qualificados no mercado. Isso está fazendo com que muitas empresas intensifiquem seus esforços para encontrar estes profissionais e muitas delas estão contratando estrangeiros para suprir essas lacunas que necessitam de qualificação e experiência", disse, em

nota, Riccardo Barberis, diretor-geral da companhia no Brasil. Os setores com mais expectativa para contratação foram o de construção, com índice líquido de 41%, finanças, (39%) e serviços (36%). Os empregadores menos otimistas são os do setor de

administração pública e educação (19%). O estudo mostrou que outros países têm expectativa de aumento no índice, como Turquia (28%), Índia (27%) e Panamá (25%). Já na Itália, Espanha, Grécia e Holanda, as oportunidades de trabalho serão mais escassas. (Folhapress)


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Ainda bem que não trabalho no Yahoo. Prerna Gupta,ex-proprietária da Khush

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Cinco dias no escritório é demais O novo dilema de produtividade das empresas modernas: adotar horários flexíveis e o 'home office' ou permanecer só no escritório? A solução talvez esteja no meio termo. Prerna Gupta*

Leslie Herman/ The New York Times

Smule Inc., nos adquiriu e descobri que a complexidade cresce juntamente com a equipe. A comunicação é um desafio ainda maior. É fácil ignorar detalhes, perder oportunidades de colaboração espontânea e até mesmo as melhores intenções podem ser mal compreendidas.

T

rabalhei em casa durante a maior parte da minha vida profissional. A liberdade de trabalhar fora de um escritório tradicional foi uma das principais razões pelas quais deixei o mundo corporativo oito anos atrás, aos 23 anos de idade, para inaugurar minha empresa de software. A ideia de que todos os funcionários precisam estar no mesmo lugar durante oito horas por dia, cinco dias por semana, me parece enlouquecedora e ineficiente. Eu sabia que atingia meu pico de produtividade em determinadas horas do dia, com baixas regulares entre elas. A flexibilidade de determinar quando e onde trabalho sempre me tornou uma trabalhadora melhor. Mas à medida que minha empresa crescia, tive uma surpresa: comecei a me sentir atraída pelo escritório. Enquanto funcionária, ainda não queria passar meu dia todo lá. Mas no papel de empregadora, queria garantir que todos os meus funcionários trabalhassem de forma eficaz. Exigir que todos passassem ao menos alguns dias da semana no escritório me parecia a forma mais fácil de fazer isso. Também compreendi o valor das conversas que surgem quando as pessoas estão fisicamente juntas em uma sala.

Cooperação presencial

Proibição no Yahoo Quando soube que Marissa Meyer, executiva chefe do Yahoo, proibiu os funcionários de trabalharem em casa, meu primeiro pensamento foi: "Ainda bem que não trabalho no Yahoo". Contudo, entendo porque ela se sentiu forçada a colocar a política em prática, ao menos por enquanto. Ela está a cargo de uma empresa gigantesca que se tornou famosa por seu inchaço. Talvez seja exatamente disso que o Yahoo precisa para voltar aos trilhos. A questão é saber se

essa política será capaz de aumentar a produtividade no longo prazo. A noção de que todo mundo precisa estar no escritório cinco dias por semana nos faz lembrar de um tempo em que os funcionários não possuíam as ferramentas necessárias para trabalhar em casa. Porém, agora vivemos em um mundo completamente diferente: uma vez que a tecnologia fez com que os funcionários se tornassem acessíveis

24 horas por dia, os patrões passaram a esperar que fizessem hora extra; sob diversos aspectos, a jornada de 40 horas se tornou um anacronismo. O Yahoo argumentou no anúncio da nova política que "algumas das melhores decisões e insights ocorrem nos corredores e lanchonetes, quando se conhecem pessoas novas e durante reuniões improvisadas". Certamente isso é verdade, mas também é ver-

dade que alguns dos insights mais criativos só acontecem quando o cérebro humano tem o ócio necessário para pensar. Esses momentos em que a mente vaga quase nunca ocorrem durante o correcorre do dia a dia no escritório. No mundo de hoje, em que estamos constantemente conectados e quase sempre trabalhando, o escritório deveria ser repensado como um local de encontro, onde se comunicam ideias e se reforçam os la-

ços interpessoais. Além disso, os funcionários deveriam ter o respeito e a responsabilidade necessária para gerir suas próprias grades horárias, além de trabalhar pelo tempo que achassem necessário e onde preferissem. Esse é o princípio que seguimos em nossa empresa, chamada Khush. Vamos ao escritório três dias por semana, cinco horas por dia, a partir do meio dia. Em 2011, um grande fabricante de aplicativos, a

Ainda assim, a despeito do tamanho da empresa, os princípios básicos da produtividade não mudam. Pessoas espertas ainda trabalham melhor quando podem escolher quando e onde atuar. Esse tipo de flexibilidade também ajuda funcionários que têm filhos. Alguns de nossos engenheiros costumam fazer pausas à tarde para buscar os filhos na escola, então voltam para terminar o serviço. E o trabalho sempre é entregue a tempo. A S m u l e j á e r a r e l a t i v amente flexível em relação aos horários de trabalho, pedindo que os funcionários trabalhassem um mínimo de 5 horas por dia, quatro dias por semana no escritório. Recentemente, quando nossas empresas se fundiram ainda mais, a matriz passou a pedir que os funcionários da Khush adotassem os horários da Smule. Mas ao invés disso, convenci o executivo-chefe da Smule a adotar a grade mínima de três dias por semana. Ele concordou com a mudança, muito embora tivesse suas dúvidas – ele acredita de verdade na cooperação presencial. Acho que essa é a política que mais se aproxima de um meio termo que satisfaça as necessidades tanto de empregados quanto de empregadores. Ao invés de contar com princípios organizacionais projetados para uma época mais antiga, as empresas deveriam desenvolver novas estratégias para acabar com os desafios de se trabalhar em casa. * The New York Times

Presidente do Yahoo muda política de trabalho

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presidente-executiva do Yahoo, Marissa Mayer, foi questionada em uma reunião interna com o pessoal da empresa, algumas semanas atrás, sobre a possibilidade de que suas práticas rigorosas de contratações tenham levado a companhia a perder engenheiros talentosos, no hipercompetitivo mercado de empregos do Vale do Silício. Mayer rejeitou a queixa de que havia recusado bons candidatos porque eles não tinham diplomas de universidades prestigiosas, e rebateu desafiando seu pessoal a trabalhar melhor

no recrutamento, de acordo com um funcionário que participou da reunião. "Por que não podemos simplesmente melhorar nas contratações?", respondeu Mayer, aludindo a um diálogo de "Say Anything", filme de 1989 que ela descreveu como um de seus favoritos, conta o funcionário. Ele pediu que seu nome não fosse mencionado porque não está autorizado a discutir assuntos internos do Yahoo com a imprensa. A pergunta, de acordo com fontes informadas sobre o Yahoo, reflete preocupações mais amplas entre o gerente de

contratações e os demais prática que seus defensores funcionários, sobre a afirmam ser necessária para maneira pela qual Mayer, reforçar a disciplina da que assumiu companhia. como Os críticos, no presidenteentanto, executiva em afirmam que o Por que não julho passado, rigor de seus podemos alterou as padrões está práticas de simplesmente tornando ainda recursos mais difícil melhorar nas humanos, contratações? preencher as como parte vagas para as MARISSA MAYER, de seu esforço quais o Yahoo já PRESIDENTE para tem dificuldade DO YAHOO transformar a em encontrar cultura e a força candidatos. de trabalho da Teletrabalho – empresa. Mesmo antes da Marissa Mayer insiste em controvérsia causada pela revisar pessoalmente todas decisão de Mayer de proibir as novas contratações, o teletrabalho para os

funcionários do Yahoo, no mês passado, a companhia já enfrentava problemas diante da percepção de que seu momento passou, de acordo com consultores de recrutamento. Além disso, o Yahoo enfrenta feroz concorrência pelo talento no Vale do Silício, onde Google e Facebook são empregadores mais prestigiosos e empresas iniciantes podem oferecer a novos contratados o atrativo de ações em uma futura oferta pública inicial. O Yahoo não quis comentar sobre o assunto. A executiva disse a investidores em janeiro que

o Yahoo estava vendo um aumento no volume e qualidade de candidatos a trabalho no grupo, e que o atrito entre "o talento de melhor desempenho" estava bem menor do que no passado. Mesmo assim o Yahoo tem cerca de 900 vagas de trabalho abertas, representando cerca de 8% de sua força de trabalho, de 11,5 mil pessoas, segundo seu website. Algumas das vagas estão abertas há meses. O Google, em comparação, tem quase 1.000 vagas abertas, mas que representam apenas 2% de uma força de trabalho que é quatro vezes maior do que a do Yahoo. (Reuters)


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A Embraer encerrou o quarto trimestre com lucro de R$ 253,7 milhões, revertendo prejuízo de um ano antes.

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Embraer está otimista com pedidos Empresa tem confiança em abocanhar parte dos pedidos que serão realizados por companhias aéreas no Estados Unidos nos próximos meses.

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Embraer, terceira maior fabricante de aviões comerciais do mundo, se mostrou otimista com possíveis pedidos de grandes empresas aéreas dos Estados Unidos e espera concluir campanhas de venda no país nos próximos meses, disse o presidente-executivo Frederico Curado ontem. Em meio à disputa com a rival canadense Bombardier para renovar a frota da United Continental e das empresas em processo de fusão American Airlines e US Airways, Curado sinalizou que grandes pedidos podem ocorrer. "Há algumas campanhas importantes nos EUA que devem amadurecer logo... Há discussões em andamento e estamos confiantes de que vamos ter uma participação importante dessas oportunidades. Ao longo dos próximos meses e s p e r a m o s t e r c o n f i r m ações", disse Curado em teleconferência com analistas. O executivo se mostrou confiante com o desempenho da empresa nos Estados Unidos e afirmou que "vê algumas atividades na América Latina", destacando o plano de incentivo à aviação regional no Brasil. "Estruturalmente, isso é uma notícia boa para fabricantes de aviões regionais, incluindo nós," disse Curado. Questionado sobre o desenvolvimento do Legacy 500, Curado afirmou que a campanha de vendas "está melhor que o esperado". Super Tucano – A empresa afirmou que está pronta para iniciar a produção do avião de ataque leve Super Tucano

Divulgação

nos EUA para atender a contrato com a Força Aérea norte-americana, e demonstrou confiança na resolução dos questionamentos sobre a licitação. "A produção começa tão logo tenha a confirmação do programa", afirmou o vice-presidente financeiro da fabricante brasileira de jatos, José Filippo, na teleconferência. No fim de fevereiro, a Embraer bateu a Beechcraft na disputa para fornecer 20 aviões de apoio para a Força Aérea dos EUA que serão utilizados em missões no Afeganistão, mas a empresa norteamericana rival já informou que vai contestar a licitação. Em dezembro de 2011, a Beechcraft também protestou contra a primeira licitação, que acabou sendo suspensa e que também teve a Embraer e a parceira Sierra Nevada como escolhida. "O fato de ter sido refeito o processo deu mais robustez a toda a estrutura. Temos expectativa de que se resolva logo para iniciar (a produção) o quanto antes", disse Filippo. Segundo o executivo, a Embraer já realizou investimentos na fábrica da Flórida, onde serão fabricados os Super Tucanos, mas que o valor aplicado na unidade até o momento "não é relevante". Curado acrescentou que o acordo também está protegido contra possíveis cortes de orçamento do governo dos EUA. "Entendemos que esse contrato está protegido de qualquer redução de orçamento", afirmou. No início de março, os cortes

Companhia brasileira informou que já pode produzir o avião de ataque leve Super Tucano em terras norte-americanas de US$ 85 bilhões no orçamento foi oficializado pelo governo dos EUA, pela falta de um acordo político sobre um plano alternativo. Expectativas – A Embraer encerrou o quarto trimestre com lucro de R$ 253,7 milhões, revertendo prejuízo de um ano antes, e totalizando lucro de R$ 698 milhões em 2012. A margem operacional (Ebit) da companhia ficou em 10% no ano, enquanto a margem Ebitda ficou em 14,5%, ambas acima da previsão da empresa, de 9% a 9,5% e de

12,5% a 13,5%, respectivamente. Para 2013, a Embraer espera margem operacional de 9% a 9,5%, enquanto para a margem Ebitda a expectativa é de 13% a 14%. Questionado sobre as expectativas da empresa para 2014 e 2015, Curado evitou entrar em detalhes, mas afirmou que as margens podem ser pressionadas por mix de produtos diferente. "Temos que lembrar que, embora possamos ter aumento nos volumes, o mix de produtos pode não ser favorá-

vel. Teremos muita demanda por regionais dos EUA. É um avião menor, com menor preço. É prematuro hoje ficar muito otimista com alta nas margens", disse Curado. O executivo comentou que espera queda no peso das despesas administrativas na receita, dos atuais 12%, para entre 10% e 11% neste ano, em meio à expectativa de que o volume de custos em 2012 não se repita em 2013. Para o Bradesco BBI, os resultados do quarto trimestre foram encorajadores. "Em

nossa visão, os resultados melhores são atribuíveis à melhora no Ebtida e nas margens, graças ao dólar mais alto e fortes entregas no quarto trimestre", afirmaram os analistas liderados por Edigimar Maximiliano Jr em relatório. Por outro lado, eles consideraram que a carteira de pedidos não mostra sinais de recuperação. "O baixo nível da carteira é nossa principal preocupação, principalmente se comparada com a boa performance de sua principal rival, a Bombardier". (Reuters)


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39 O Brasil ocupa atualmente o oitavo lugar no índice global de gastos com viagens de negócios.

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Passageiro Vip

O turismo sob a mão do governo

acomodação política para dar lugar a quem entende tanto de turismo quanto um cantor de tango de fissão nuclear. A questão ganha importância adicional na véspera de eventos de peso como a Copa das Confederações, Olimpíada e Copa do Mundo. "Quando o Brasil foi escolhido para sediar esses eventos, o governo ficou preocupado se o parque hoteleiro atenderia à demanda. Hoje, graças a in-

vestimentos privados da ordem de R$ 7 bilhões, o gargalo não existe, enquanto outros, de responsabilidade do setor público, continuam aí, como infraestrutura, leis trabalhistas ultrapassadas, capacitação e atração de mão de obra", comenta Roberto Rotter, presidente do FOHB (Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil). Ele tem razão. Mais que controlar preços, o governo

precisa criar mecanismos importantes como um plano estratégico para o turismo. Se cada um fizer o seu papel, o setor hoteleiro e de aviação civil contribuindo com investimentos em ativos e mão de obra, e o governo com a infraestrutura e arcabouço legal para uma operação saudável, todos ajudarão a desenvolver o turismo e a economia brasileira. Até porque, tanto no caso dos hotéis como das companhias aéreas, o raciocínio é simples. Os investidores aplicam dinheiro em troca do retorno financeiro, reconhecendo que isto ocorre a longo prazo, e não em função de eventos ocasionais. Assim, o ciclo virtuoso se completa dando lugar a mais aplicações, o que por sua vez serve para aumentar a concorrência e reduzir os preços. Já ao contrário, se o governo tenta espremer artificialmente o valor das diárias ou do ticket, a rentabilidade cai, os investidores se desinteressam, e transferem recursos para outro lugar. "É importante que cada um cumpra e se preocupe com aquilo que lhe compete", conclui Rotter.

Rodrigo Jacob/Divulgação

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recente polêmica provocada pela Embratur ao questionar os preços considerados altos praticados pela hotelaria e aviação é mais uma demonstração de que o governo parece não ter encontrado o seu papel. Lembra um artista desesperado para achar um script e justificar a sua permanência em cena. Será tão difícil entender que em pleno século 21, onde imperam as leis da oferta e procura e a vontade do consumidor, não é mais possível decretar o comportamento do mercado? Quem acompanha a trajetória recente do Ministério do Turismo sabe que a iniciativa de controlar preços saiu do mesmo balaio de quem decidiu criar um sistema de classificação de meio de hospedagens. Algo tão extemporâneo que interessa apenas a hotéis independentes ou decadentes que podem usar esta medida para ganhar visibilidade. Ao colocar a colher nessa sopa, o governo age como se não existissem mecanismos que orientam o viajante de forma barata e eficaz como o Trip Advisor, a segmentação das redes hoteleiras, ou mídias especializadas como o Guia 4 Rodas. A falta de sintonia entre as autoridades do turismo e a iniciativa privada é histórica e endêmica. Nasce da incapacidade do governo em estabelecer um ministério voltado aos interesses legítimos da indústria, e não fruto de

Viviânne Martins

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esiliência é um substantivo adequado para definir o espírito determinado de Viviânne Martins, uma catarinense de nascimento e carioca por opção. Há dez anos, ela comanda com paixão a ALAGEV, novo nome da associação de gestores de viagens que ajudou a fundar. Para os que achavam que o término do acordo com a NBTA – associação mundial da mesma categoria profissional – era um beco sem saída, Viviânne provou que estavam errados. Que o digam os mais de mil participantes de oito países e de 12 estados brasileiros da oitava edi-

ção do LACTE, encontro promovido pela ALAGEV em fevereiro. "A NBTA foi um grande parceiro, com quem aprendemos muito", diz. O seu mérito foi abrasileirar com um toque bem pessoal o modelo herdado da NBTA que combina sessões educacionais, temas de interesse geral e patrocinadores felizes. Dividindo o tempo com a Academia de Viagens, que capacita profissionais para o setor, ela surpreende até os mais vacinados com o seu estilo. A última novidade é gastronômica: ela se tornou também produtora do que chama de Vivi Brownies.

Contatos com o autor pelo e-mail: fabio@steinberg.com.br

Gastos com viagens corporativas vão subir Montante deve alcançar os US$ 34,5 bilhões neste ano. Segundo a GBTA, o avanço ocorrerá por projeções de melhora da economia local e internacional.

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s gastos de brasileiros com viagens c o r p o r a t i v a s d evem aumentar 14,3% em 2013, atingindo o valor de US$ 34,5 bilhões. A projeção é da Global Business Travel Association (GBTA), uma organização de viagens de negócios e reuniões corporativas, que divulgou ontem relatório sobre o Brasil. No ano passado, o País desembolsou US$ 31,1 bilhões com viagens de negócios. A GBTA justifica essa expectativa de crescimento pela "ascensão em importantes indicadores econômicos" e menciona o aumento na confiança empresarial, os elevados índices de emprego e a esperança de fortalecimento tanto da economia local quanto global. "O Brasil tem mostrado notável resiliência econômica e vemos isto refletido nos últimos dados sobre viagens corporativas da GBTA. Embora os gastos com viagens de negócios tenham sido mais lentos perto do final do ano passado, as taxas de crescimento, tanto para os gastos com viagens como para a economia, estão subindo novamente", disse o presidente da GBTA, Wellington Costa. De acordo com o relatório, os gastos com viagens corporativas domésticas devem avançar 12,9%, para US$ 27 bilhões, em 2013. Já os desem-

Shaun W/SXC

Fluxo cambial

O

Para 2014, a estimativa é que os gastos com viagens corporativas cresçam 16,1%, para US$ 40 bilhões. bolsos com viagens internacionais devem expandir 20,2% neste ano, alcançando US$ 7,1 bilhões. Para 2014, a estimativa é que as despesas com viagens corporativas cresçam outros 16,1%, para US$ 40 bilhões. O relatório aponta também que, desde 2000, os gastos com viagens corporativas praticamente triplicaram no Brasil, apesar da recessão internacional de 2008 e 2009. De estimados US$ 11 bilhões gastos em 2000, as despesas com viagens expandiram a uma ta-

xa média de 8% ao ano, para mais de US$ 30 bilhões no ano passado. O maior desafio do País é, na visão da organização, expandir a infraestrutura na mesma velocidade do aumento dos gastos. "O grande desafio enfrentado pelo mercado brasileiro de viagens corporativas é se a infraestrutura de viagens e ofertas do País pode acompanhar o ritmo crescente da sua demanda", afirmou Costa. As duas principais deficiências são o baixo número de quartos de hotel e a quantida-

de reduzida de voos no País, menciona o relatório. Ranking – O Brasil ocupa atualmente o oitavo lugar no índice global de gastos com viagens de negócios e, de acordo com a GBTA, deve passar nos próximos dois anos a Itália, a França e o Reino Unido, caso mantenha o atual ritmo de crescimento. Isso alçará o País ao quinto lugar global nessa categoria de gastos. A oitava posição foi atingida em 2012, após o País subir um lugar de 2011 para 2012, passando a Coreia do Sul.

fluxo cambial entrada e saída de moeda estrangeira do País – voltou a ficar negativo na semana passada, pressionado pela conta comercial, com déficit de US$ 785 milhões após forte ingresso de divisas na semana anterior. No mês até o dia 8, o fluxo cambial ficou negativo em US$ 368 milhões, depois de ter registrado superávit de US$ 3,151 bilhões entre 25 de fevereiro e 1º de março e déficit de US$ 105 milhões em fevereiro. Ainda de acordo com o Banco Central (BC), no acumulado de março, houve saída líquida de US$ 1,307 bilhão pela conta comercial, enquanto a conta financeira – por onde passam os investimentos estrangeiros em portfólio, diretos, entre outros – teve saldo positivo de US$ 938 milhões. Excluindo o primeiro dia deste mês, a conta comercial ficou deficitária em US$ 1,441 bilhão, enquanto a financeira mostrou entradas líquidas de US$ 656 milhões no período.

Analistas esperam que a conta comercial passe a mostrar superávit no final do primeiro trimestre e mantenha-se positiva durante o segundo trimestre devido às exportações do setor agropecuário. Para a conta financeira, aumentam as perspectivas de entradas de divisas conforme crescem as expectativas de elevação da taxa básica de juros (Selic) – atualmente na mínima histórica de 7,25% ao ano – já no primeiro semestre, o que tornaria os ativos denominados em real mais atrativos para investidores estrangeiros. "O Brasil pode atrair em investimentos em ações também. Há segmentos da bolsa brasileira que estão muito desvalorizados em relação a outros mercados", afirmou o consultor de pesquisas econômicas do Banco Tokyo-Mitsubishi Mauricio Nakahodo. No acumulado do ano, o fluxo cambial continua negativo, em US$ 2,859 bilhões, também de acordo com informações do Banco Central. (Reuters)


DIÁRIO DO COMÉRCIO

40 -.ECONOMIA/LEGAIS

e Aneel investiga suposto prejuízo de R$ 1 bilhão

quinta-feira, 14 de março de 2013

Ninguém sabe como desfazer contratos que já são fato consumado

conomia

Bay Ismoyo/AFP

Imbróglio está associado a operações de compra e venda de energia realizadas em janeiro

A

ciranda financeira envolvendo contratos de compra e venda de energia no mês de janeiro ameaça criar uma crise no setor elétrico que pode afetar a geração de energia termelétrica e a conta de luz dos consumidores. A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) está empenhada em desfazer as operações que foram fechadas em janeiro, alegando que geradores -as usinas- se aproveitaram de uma brecha para especular com energia. Essa operação teria provocado um prejuízo de R$ 1 bilhão -valor que terá de ser pago agora pelos consumidores comuns em suas contas de luz. Uma consulta pública foi proposta pela Aneel. O objetivo é recolher contribuições para uma resolução que poderá anular decisões tomadas por geradores no mercado. A operação é extremamente complexa -nem a Aneel se deu conta dos danos que a brecha usada por geradores poderia provocar no mercado brasileiro de energia elétrica. O problema agora é que se anular as decisões dos geradores, a Aneel poderá provocar um efeito cascata de prejuízos para comercializadores que negociaram contratos de venda e compra de energia, além de indústrias que anteciparam sua produção como forma de se proteger do preço elevado da eletricidade. Segundo um agente de mercado, a ação da Aneel poderá gerar uma corrida judicial sem precedente no setor elétrico, o que pode paralisar o setor no país. O problema – A confusão começou em dezembro do ano passado, no momento em que todo o governo estava empenhado na renovação dos contratos das hidrelétricas. A indefinição desse proces-

Daniel Teixeira/ Estadão Conteúdo

Moeda encerra o dia com alta de 0,36%, a R$ 1,9710 na venda.

Dólar volta ao patamar de R$1,97

O Estiagem, que afetou reservatórios como o desta usina de Furnas, aumentou a demanda pelas térmicas . so, na ocasião, fez as áreas internas da Aneel autorizarem os geradores a alocar a energia de que dispõem no ano de 2013 apenas no mês de janeiro. Esse processo, chamado de sazonalização da energia firme das usinas, ocorre em dezembro, mas, excepcionalmente, áreas internas da Aneel autorizaram o procedimento em janeiro. Ocorre que a falta de chuvas no setor elétrico já dava indicações de que o preço do PLD (Preço de Liquidação das Diferenças) – valor que baliza o valor energia liquidada pela Câmara de Compensação de Energia Elétrica – seria alto, o que se comprovou. Como puderam decidir qual o volume de energia poderia ser alocada no mês de janeiro, muitos geradores disponibilizaram ao mercado grandes quantidades de energia. Como o preço que baliza a liquidação estava alto, a alocação de grandes volumes de energia num único mês rende-

ria milhões em caixa. Foi o que ocorreu. Embora tenha sido considerada uma ação oportunista, o desmonte dessas operações poderá ter consequências imprevisíveis no mercado brasileiro de energia elétrica. Muitas empresas anteciparam a produção com base nessa decisão dos geradores. Alguns não produziram bens, mas preferiram vender contratos de energia que não usaram para se aproveitar o preço. Quem comprou essa energia, se desmontada a operação, ficaria sem o contrato que deu lastro. Dessa forma, essas empresas teriam de pagar a energia pelo preço mais alto do PLD. A paralisação do mercado, conforme decidiu a Aneel, pode provocar um problema ainda mais grave para as termelétricas. Sem as liquidações de janeiro, as termelétricas que geraram energia naquele mês ainda não receberam e, portanto, podem ter problemas no pagamento do

fornecedor do combustível necessário a essa geração. Como o país ainda precisa de geração térmica, em razão do baixo volume dos reservatórios das hidrelétricas, isso representa um risco para a segurança do abastecimento de energia no país -e a conta pode ser repassada para os consumidores comuns. Mundo real – Toda a confusão afeta o setor elétrico. A negociação de contratos de compra e venda de energia representa apenas a transação de certificados, não envolve a dimensão física, aquela que envolve a geração efetiva de energia que é consumida em nossas casas, nas indústrias ou nos comércios espalhados pelo País. O problema é que a crise no ambiente de liquidação mensal dos contratos pode respingar no mundo real, principalmente das usinas termelétricas, quando elas não são ressarcidas por gastos que dependem dos acertos feitos pela CCEE. (Folhapress)

dólar encerrou ontem em alta pela terceira sessão consecutiva, em linha com os mercados internacionais e voltando ao patamar de R$ 1,97, após dados econômicos fracos sobre a zona do euro alimentarem a demanda por ativos considerados mais seguros, como a moeda norte-americana. O dólar encerrou o dia com valorização de 0,36%, a R$ 1,9710 na venda. Com a oscilação de ontem, a moeda norte-americana acumula alta de 1,23% frente ao real na semana, afastando-se do nível de R$ 1,95 considerado por boa parte do mercado como o piso informal definido pelo governo. Na sextafeira, o dólar havia encerrado abaixo desse patamar pela primeira vez em 10 meses. "É um movimento global de valorização do dólar diante desses números", afirmou o economista sênior do Espírito Santo Investment Bank, Flavio Serrano. Os custos de financiamento italianos atingiram a máxima desde dezembro, na primeira oferta de dívida do país após a agência de classificação de risco Fitch rebaixar o rating da Itália. Além disso, a produção industrial da zona do euro registrou queda maior do que o esperado em janeiro,

no mais recente sinal de que o bloco está enfrentando dificuldades para sair da recessão. Os números alimentaram a demanda por ativos de menor risco, como o dólar, nos mercados financeiros globais. Às 17h30 (horário de Brasília), a moeda norte-americana tinha alta de 0,37% frente a uma cesta de divisas. Já o euro tinha queda de 0,60% em relação ao dólar. "Os mercados internacionais não estão muito bem. E, aqui, também estamos vendo saída de fluxo", afirmou o diretor de câmbio da corretora Fair, Mário Battistel. Na semana passada, o fluxo cambial ficou negativo em US$ 785 milhões. Durante a tarde de ontem, o dólar ampliou a alta e chegou a subir 0,78%, a R$ 1,9794 na máxima do dia, impulsionado por rumores de que uma agência de classificação de risco rebaixaria o rating do Brasil, mas o movimento perdeu força em seguida. As agências Moody's e Standard & Poor's negaram que planejavam rebaixar a classificação da dívida brasileira. A vigilância do Banco Central continua sobre o mercado. A banda informal para a moeda norte-americana – entre R$ 1,95 e R$ 2 – continua valendo. (Reuters)


DIà RIO DO COMÉRCIO

quinta-feira, 14 de março de 2013

ECONOMIA/LEGAIS - 41

Demonstraçþes

Financeiras

2012

RELATĂ“RIO DA ADMINISTRAĂ‡ĂƒO Senhores Acionistas: Em cumprimento Ă s disposiçþes legais e estatutĂĄrias, submetemos Ă apreciação de V.Sas. as Demonstraçþes Financeiras relativas aos exercĂ­cios findos em 31 de dezembro de 2012, compostas pelo Balanço patrimonial, Demonstração do resultado, Demonstração do fluxo de caixa, Demonstração do valor adicionado, Demonstração das mutaçþes do patrimĂ´nio lĂ­quido, Notas explicativas e Demonstração do resultado abrangente. Queremos agradecer aos nossos clientes, fornecedores e prestadores de serviços, pelo apoio e cooperação e a confiança em nĂłs depositada, e em especial aos nossos colaboradores, pelo empenho apresentado. SĂŁo Paulo, 14 de março de 2013. A Diretoria.

Demonstração do resultado - Exercícios findos em 31 de dezembro Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma

Balanço patrimonial em 31 de dezembro - Em milhares de reais

2012 Ativo Circulante Caixa e equivalentes de caixa Aplicaçþes financeiras Contas a receber de clientes Estoques Tributos a recuperar Instrumentos financeiros derivativos Dividendos a receber Outros ativos Não circulante Realizåvel a longo prazo Aplicaçþes financeiras Partes relacionadas Imposto de renda e contribuição social diferidos Tributos a recuperar Depósitos judiciais Outros ativos

Investimentos Imobilizado IntangĂ­vel

Total do ativo

1.912 1.194.146 283.966 566.264 131.030 39.443 28.120 60.106 2.304.987

Controladora 2011

2012

Consolidado 2011

13.852 991.167 262.709 601.471 104.684 122.501 37.230 36.952 2.170.566

2.747 1.258.132 312.826 609.531 133.239 39.443 28.120 64.652 2.448.690

1.081.705

3.067.157

15.708 1.081.687

3.067.140

443.450 153.495 47.783 29.438 1.755.871

266.002 216.860 30.431 3.118 3.583.568

445.063 155.293 57.506 32.992 1.788.249

269.268 218.752 39.768 27.803 3.622.731

2.131.322 4.735.956 593.925 9.217.074

908.372 4.880.312 510.426 9.882.678

1.674.718 5.103.568 716.367 9.282.902

469.129 5.259.179 666.040 10.017.079

11.522.061

12.053.244

11.731.592

51.499 1.009.246 285.058 633.266 106.958 122.501 29.660 42.731 2.280.919

12.297.998

Controladora 2012 2011 Passivo e patrimĂ´nio lĂ­quido Circulante EmprĂŠstimos e financiamentos Fornecedores Partes relacionadas SalĂĄrios e encargos sociais Tributos a recolher Adiantamento de clientes Instrumentos financeiros derivativos Uso do bem pĂşblico Outros passivos

176.685 199.127 76.482 84.337 10.086 1.133 35.272 27.326 9.051 619.499

246.476 234.255 124.165 91.605 12.374 4.276 49.064 38.037 2.130 802.382

2012

Consolidado 2011

197.856 204.476 77.265 89.551 23.121 22.162 35.272 27.326 19.998 697.027

282.661 243.551 125.475 97.043 19.560 22.927 49.064 38.037 14.519 892.837

Não circulante EmprÊstimos e financiamentos 4.129.384 3.931.467 4.245.910 4.068.137 Partes relacionadas 582.468 574.943 582.460 574.943 Imposto de renda e contribuição social diferidos 438.330 422.409 440.373 422.409 Provisþes tributårias, cíveis, trabalhistas e ambientais 63.618 68.066 63.922 70.769 Uso do bem público 404.139 353.737 409.867 361.645 Provisão para desmobilização de ativos 120.568 21.129 120.568 21.129 Outros passivos 1.529 718 8.811 7.657 5.740.036 5.372.469 5.871.911 5.526.689 Total do passivo 6.359.535 6.174.851 6.568.938 6.419.526 Patrimônio líquido Capital social 4.630.233 4.630.233 4.630.233 4.630.233 Reservas de lucros 938.056 1.448.095 938.056 1.448.095 Prejuízos acumulados (417.559) (241.046) (417.559) (241.046) Ajuste de avaliação patrimonial 11.796 41.111 11.796 41.111 Total do patrimônio líquido dos acionistas controladores 5.162.526 5.878.393 5.162.526 5.878.393 Participação dos acionistas não controladores 128 79 Total do patrimônio líquido 5.162.526 5.878.393 5.162.654 5.878.472 Total do passivo e patrimônio líquido 11.522.061 12.053.244 11.731.592 12.297.998

Controladora 2012 2011 Receita lĂ­quida Custo dos produtos vendidos Lucro (prejuĂ­zo) bruto

Consolidado 2012 2011

2.651.233 2.666.808 2.945.561 2.936.842 (2.662.809) (2.408.868) (2.815.860) (2.566.750) (11.576) 257.940 129.701 370.092

Receitas (despesas) operacionais Com vendas Gerais e administrativas Outras receitas (despesas) operacionais, líquidas Lucro (prejuízo) operacional antes das participaçþes societårias e do resultado financeiro Resultado de participaçþes societårias Equivalência patrimonial Resultado financeiro, líquido Despesas financeiras Receitas financeiras Variaçþes cambiais, líquidas

Prejuízo antes do imposto de renda e da contribuição social Imposto de renda e contribuição social Correntes Diferidos Prejuízo do exercício Prejuízo atribuído aos acionistas controladores Lucro líquido atribuído aos acionistas não controladores Prejuízo do exercício Prejuízo båsico e diluído por ação (em reais)

(85.481) (231.529)

(81.435) (200.722)

(85.875) (246.791)

(81.856) (201.131)

22.979 (294.031)

(70.526) (352.683)

19.326 (313.340)

(78.835) (361.822)

(305.607)

(94.743)

(183.639)

8.270

78.424

(57.006)

28.780

(404.255) 247.787 (355.627) (512.095)

(399.008) 336.176 (349.149) (411.981)

(418.357) 250.413 (361.282) (529.226)

(431.842) 342.661 (351.335) (440.516)

(808.534)

(428.300)

(769.871)

(403.466)

930 144.193 (663.411)

187.254 (241.046)

(36.459) 142.937 (663.393)

(26.786) 189.218 (241.034)

(663.411)

(241.046)

18 (663.393)

12 (241.034)

(0,73)

(0,26)

9.168

(0,73)

(0,26)

As demonstraçþes financeiras completas acompanhadas de relatĂłrio sem ressalvas, emitido pela Pricewaterhousecoopers Auditores Independentes, serĂŁo publicadas no DiĂĄrio Oficial do Estado de SĂŁo Paulo em 14/03/2013. Sergio Rodrigo Machado de Medeiros - CRC PR055771/O-7 “Sâ€? SP PST Energias RenovĂĄveis e Participaçþes S/A CNPJ (MF) nÂş 08.708.672/0001-68 – NIRE nÂş35.300.342.798 Ata da AssemblĂŠia Geral ExtraordinĂĄria realizada em 04 de janeiro de 2012 Data,Hora e Local:04/01/2012, 15 hs, sede social.Convocação:Dispensada.Presença:100%.Mesa: Carlos AndrĂŠ Andrioni Salgueiro Lourenço, Presidente e Jorge Roylei Kou, SecretĂĄrio.Deliberaçþes: A) Aprovada celebração 2Âş aditamento debĂŞntures, para: 1) prever resgate antecipado facultativo; 2) prorrogar perĂ­odo carĂŞncia; 3) repactuar taxa juros e cronograma amortização; 4) autorizar resgate totalidade das debĂŞntures da sĂŠrie II e sĂŠrie IV;5) autorizar celebração carta fiança;6) autorizar diretoria providenciar trâmites necessĂĄrios p/ abertura da conta reserva e conta do Projeto; 7) emissĂŁo 2.000 debĂŞntures sĂŠrie V, emissora PST, valor nominal R$ 1.000,00 cada, valor total R$2.000.000,00 a serem subscritas integralmente pelo InfraBrasil, (boletim subscrição).B) DebĂŞntures SĂŠrieV, caracterĂ­sticas: 1)Valor total emissĂŁo:R$2.000.000,00;2) NÂş debĂŞntures:2.000 da SĂŠrieV;3) Data EmissĂŁo:4/1/12;4)Valor nominal unitĂĄrio:R$1.000,00 na data do 2Âş aditamento debĂŞntures; 5) NÂş SĂŠries: DebĂŞntures SĂŠrie V; 6) EspĂŠcie: subordinada, nĂŁo conversĂ­veis em açþes da PST, c/ garantia adicional; 7) Tipo e Forma: tipo simples, forma nominativa, nĂŁo-endossĂĄveis, s/ emissĂŁo cautelas ou certificados; 8) Conversibilidade: nĂŁo conversĂ­veis em açþes; 9) Remuneração:Valor Nominal UnitĂĄrio atualizado, pela variação do IGPM, apurado e divulgado pela Fundação GetĂşlioVargas, calculada de forma pro rata temporis por dias Ăşteis;10) Juros RemuneratĂłrios Debentures:prĂŠ-fixados Ă taxa de 13% aa. atĂŠ mĂŞs 12/12, inclusive, sendo apĂłs esta data taxa de juros serĂĄ reduzida p/ 12% aa; 11) Prazo e Vencimento: 8 anos e 11 meses contados da data de emissĂŁo das debĂŞntures da SĂŠrie V, de acordo c/ cronograma de pagamentos, conforme definido na escritura debĂŞntures; 12) Resgate Antecipado Facultativo: DebĂŞntures sujeitas resgate antecipado facultativo pela emissora, (ClĂĄusula 4.11 da escritura debĂŞntures). 13) Aquisição Antecipada Facultativa: Mediante consentimento InfraBrasil, observados termos e condiçþes §2, art. 55, Lei 6404/76; 14) Subscrição: DebĂŞntures SĂŠrie V sĂŁo subscritas e integralizadas pelo InfraBrasil, nesta data, (boletim subscrição); 15) Pagamento Valor Nominal UnitĂĄrio DebĂŞntures: nos termos Cronograma Pagamentos, conforme escritura debĂŞntures; 16) Pagamento Remuneração DebĂŞntures:nos termos do cronograma de pagamentos, conforme escritura debĂŞntures;17) Garantias:1) penhor, em 1Âş grau, da totalidade das açþes emissĂŁo Cia; 2) apĂłlice seguro especĂ­fica “seguro completionâ€?, na qual constarĂĄ InfraBrasil como beneficiĂĄrio adicional cujo valor total serĂĄ equivalente totalidade recursos desembolsados pelo InfraBrasil; 3) cessĂŁo fiduciĂĄria da conta do projeto e conta reserva. Saldo conta reserva, poderĂĄ ser substituĂ­do, a exclusivo critĂŠrio do InfraBrasil, por carta fiança, emitida por instituição financeira de 1Âş linha, em valor equivalente ao maior pagamento de serviço de dĂ­vida (incluindo remuneração), durante sua validade. C) Autorizados diretores, assinarem e praticarem atos das deliberaçþes acima. Nada mais. Mesa: Carlos AndrĂŠ Andrioni Salgueiro Lourenço e Jorge Roylei Kou.Acionistas: Glep Energias RenovĂĄveis e Participaçþes S.A.pp.Carlos AndrĂŠ Andrioni Salgueiro LourençoeGuilhermeSalgueiroLourenço;JosĂŠSalgueiroLourenço,AliceAndreoniLourenço,CarlosAndrĂŠAndrioniSalgueiroLourenço, GuilhermeAndrioniSalgueiroLourençoeAnaPaulaLourençodeToledo.CertidĂŁodaJucesp:nÂş26.379/12-0emsessĂŁode11/01/2012. IRE REPĂšBLICA EMPREENDIMENTO IMOBILIĂ RIO S.A. CNPJ/MF NÂş 13.077.536/0001-57 - NIRE NÂş 35.300.396.391 Ata da Assembleia Geral OrdinĂĄria e ExtraordinĂĄria, realizada em 12 de setembro de 2012 1. Data, Hora e Local: Dia 12 de setembro de 2012, Ă s 15:00 horas, na sede social, localizada na Cidade do Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, Praia de Botafogo, nÂş 228, 12Âş andar, sala 1201F, Parte A1, CEP: 22250-040. 2. Convocação e Presença: Dispensada a convocação, em virtude da presença dos Acionistas representando a totalidade do capital social. 3. Mesa Dirigente: Luiz Renato Paim Fernandes, Presidente; Livia Alves Visnevski FrĂłes Coelho, SecretĂĄria. 4. Publicaçþes: Os documentos previstos no ParĂĄgrafo 3Âş do Artigo 133 da Lei nÂş 6.404/76 foram publicados nos jornais “DiĂĄrio OďŹ cial do Estado de SĂŁo Pauloâ€? e “DiĂĄrio do ComĂŠrcioâ€? em 02/08/2012. 5. Ordem do Dia: (i) Em carĂĄter ordinĂĄrio, aprovar o RelatĂłrio da Administração e as Demonstraçþes Financeiras da Sociedade referentes ao exercĂ­cio social encerrado em 31/12/2011; (ii) em carĂĄter extraordinĂĄrio, alterar o endereço da sede social da Sociedade e o artigo 2Âş de seu Estatuto Social. 6. Deliberaçþes: Por unanimidade de votos, os Acionistas: (i) aprovaram o RelatĂłrio da Administração e as Demonstraçþes Financeiras da Sociedade referentes ao exercĂ­cio social encerrado em 31/12/2011. Foi aprovada, tambĂŠm, a destinação do prejuĂ­zo apurado no exercĂ­cio social encerrado em 31/12/2011, no montante de R$ 2.559,00 (dois mil, quinhentos e cinquenta e nove reais), para a conta de prejuĂ­zos acumulados. (ii) aprovaram a alteração do endereço da sede social da Sociedade de “Cidade do Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, Praia de Botafogo, nÂş 228, 12Âş andar, sala 1201F, Parte A1, CEP: 22250-040â€? para “Avenida das Naçþes Unidas, nÂş 14.171, Torre A, 6Âş andar, conjunto 604, sala D, Vila Gertrudes, na Capital do Estado de SĂŁo Paulo, CEP 04794-000â€?; (iii) Em virtude do disposto no item (ii) acima, os Acionistas aprovaram a alteração do caput do Artigo 2Âş do Estatuto Social, que passa a vigorar com a seguinte e nova redação: “Artigo 2Âş - A Sociedade tem sede e foro na “Avenida das Naçþes Unidas, nÂş 14.171,Torre A, 6Âş andar, conjunto 604, sala D,Vila Gertrudes, na Capital do Estado de SĂŁo Paulo, CEP 04794-000â€? (iv) Permanecem em vigor e inalterados os demais artigos do Estatuto Social da Sociedade que nĂŁo foram alterados pelo presente instrumento. 7. Encerramento: O Sr. Presidente franqueou o uso da palavra, nĂŁo havendo, todavia, nenhuma manifestação. Os trabalhos foram suspensos para a lavratura da presente ata, que tendo sido lida e achada conforme, vai assinada pelo Presidente, SecretĂĄria e demais acionistas presentes. (aa) Luiz Renato Paim Fernandes, Presidente; Livia Alves Visnevski FrĂłes Coelho, SecretĂĄria; p. BV Empreendimentos e Participaçþes S.A., Srs. Robert John van Dijk e Luiz Renato Paim Fernandes, p. Integritate Real Estate Desenvolvimento ImobiliĂĄrio Ltda., Carlos Eduardo Carbone e Luis Fernando Casari Davantel. A presente transcrição ĂŠ cĂłpia ďŹ el da ata lavrada no livro prĂłprio. Rio de Janeiro/ RJ, 12 de setembro de 2012. Livia Alves Visnevski FrĂłes Coelho - SecretĂĄria. Arquivo na JUCERJA em 03.01.13, sob nÂş 00002426895. ValĂŠria G. M. Serra - SecretĂĄria Geral. E Arquivo na JUCESP em 04.03.13, sob nÂş 102.314/13-5. Gisela Simiema Ceschin - SecretĂĄria Geral.

PREFEITURA MUNICIPAL DE NOVA ODESSA EDITAL DE SUSPENSĂƒO DE LICITAĂ‡ĂƒO PREGĂƒO PRESENCIAL 13/2013 Declaramos para todos os efeitos que estĂĄ suspenso por tempo indeterminado a licitação PregĂŁo Presencial nÂş. 13/PP/2013, que tem por objeto o registro de preços para futuras e eventuais aquisiçþes de materiais de construção para manutenção em prĂłprios, vias, passeios e ĂĄreas pĂşblicas, para melhor avaliação e estudos tĂŠcnicos visando a adequação do objeto. A nova abertura do certame serĂĄ designada em data oportuna e publicada. Nova Odessa, 13 de Março de 2013. Setor de Compras e Licitaçþes #2#5 ° #551%+#cÂŹ1 2#7.+56# &' 572'4/'4%#&15 %02, /( UQD PÂ? %QO Q CVWCN GUVCVWVQ UQEKCN TGIKUVTCFQ UQD PÂ? # GO PQ œ 46& FG 5lQ 2CWNQ 52 ° RGUUQC LWTsFKEC '&+6#. &' %1081%#cÂŹ1 &' #55'/$.d+# )'4#. 14&+0Ç4+# %1081%#cÂŹ1 (KECO QU UGPJQTGU CUUQEKCFQU UWRGTOGTECFKUVCU FC #2#5 ° #UUQEKCnlQ 2CWNKUVC FG 5WRGTOGTECFQU EQPXQECFQU RCTC #55'/$.d+# )'4#. 14&+0Ç4+# C UGT TGCNK\CFC GO UWC UGFG UQEKCN PC 4WC 2KQ :+ #NVQ FC .CRC 52 PQ FKC &' /#4c1 &' GO RTKOGKTC EQPXQECnlQ iU J OKP G GO UGIWPFC iU J JQTCU RCTC FGNKDGTCTGO UQDTG C UGIWKPVG 1TFGO FQ &KC C VQOCT EQPJGEKOGPVQ FKUEWVKT G XQVCT Q TGNCVxTKQ G C RTGUVCnlQ FG EQPVCU FC &KTGVQTKC 'ZGEWVKXC TGNCVKXQU CQ GZGTEsEKQ HKPFQ GO FG FG\GODTQ FG D XQVCT Q QTnCOGPVQ IGTCN RCTC Q GZGTEsEKQ FG E GUVWFQ FG CNVGTCnlQ FQ GUVCVWVQ UQEKCN G F QWVTQU CUUWPVQU FG KPVGTGUUG UQEKCN 5lQ 2CWNQ FG HGXGTGKTQ FG ,QlQ %CTNQU )CNCUUK 2TGUKFGPVG FC &KTGVQTKC 'ZGEWVKXC Itaoca S/A – Administração de Bens Del Rey Empreendimentos e Participaçþes S/A CNPJ/MF 59.227.819/0001-39 - NIRE 35300120035 AssemblĂŠia Geral OrdinĂĄria - Edital de Convocação Ficam os Senhores Acionistas da Del Rey Empreendimentos e Participaçþes S/A., convocados para se reunirem em AssemblĂŠia Geral OrdinĂĄria, que se realizarĂĄ Ă s 9:00 horas, no dia 30 de março de 2013, em sua sede social, na Avenida Marginal nÂş 1234, Cidade Ariston, CarapicuĂ­ba, SP, para deliberarem sobre as seguintes matĂŠrias constantes da Ordem do Dia: AssemblĂŠia Geral OrdinĂĄria: a) Apreciação do relatĂłrio da administração e exame, discussĂŁo e votação das demonstraçþes financeiras do exercĂ­cio social encerrado em 31 de dezembro de 2012; b) Proposta para a destinação do resultado do exercĂ­cio findo em 31 de dezembro de 2012; c) Eleição dos membros do Conselho Fiscal para o perĂ­odo 2013 a 2014, e fixação de sua remuneração; e d) Exposição sobre o projeto de construção do Shopping Center e bem assim apreciação e deliberação sobre os modelos de financiamento do empreendimento. CarapicuĂ­ba, 13 de março de 2013. JoĂŁo Batista Costa - Presidente. (14-15-16)

CNPJ/MF nÂş 01.943.295/0001-00 NIRE 35.300.104.153 Edital de Convocação Ficam os Srs. Acionistas da Itaoca S/A – Administração de Bens convidados a se reunir em AGO, que se realizarĂĄ no dia 15/04/2013, Ă s 11:00 hs., na Av. Brig. Faria Lima, nÂş 1.713, 11Âş and., nesta Capital, a fim de deliberar sobre a seguinte Ordem do Dia: (a) prestação de contas dos administradores, exame, discussĂŁo e deliberação sobre as demonstraçþes financeiras da Cia., relativas ao exercĂ­cio social encerrado em 31/12/2012; (b) deliberação sobre a destinação do resultado do exercĂ­cio referido em “1â€? acima; e (c) fixação do montante da remuneração global da Diretoria para o corrente exercĂ­cio social. Comunicamos que se encontram Ă disposição dos Srs. Acionistas, na sede social, os documentos a que se refere o art. 133 da Lei 6.404/76, relativos ao exercĂ­cio social encerrado em 31/12/2012. SĂŁo Paulo, 13/03/2013. Maria Virginia Monteiro Machado – Diretora. (14, 15 e 16/03/2013)

FALĂŠNCIA, RECUPERAĂ‡ĂƒO EXTRAJUDICIAL E RECUPERAĂ‡ĂƒO JUDICIAL Conforme informação da Distribuição CĂ­vel do Tribunal de Justiça de SĂŁo Paulo, foram ajuizados no dia 13 de março de 2013, na Comarca da Capital, os seguintes pedidos de falĂŞncia, recuperação extrajudicial e recuperação judicial: Requerente: AdĂŁo JosĂŠ de Souza. Requerido: Iguatemi Grill Ltda. - ME. Avenida Brigadeiro Faria Lima, 1.713 - Conjunto 82 – Jardim Paulistano - 2ÂŞ Vara de FalĂŞncias.

YAKULT S.A. - INDÚSTRIA E COMÉRCIO

CNPJ nÂş 60.723.061/0001-09 RelatĂłrio da Administração Senhores Acionistas: Atendendo Ă s disposiçþes legais e estatutĂĄrias, submetemos Ă apreciação de V.Sas. o Balanço Patrimonial e demais Demonstraçþes Financeiras, relativas aos ExercĂ­cios Sociais encerrados em 31 de Dezembro de 2012 e 2011, acompanhadas das respectivas Notas Explicativas, elaboradas de acordo com as prĂĄticas contĂĄbeis adotadas no Brasil e as disposiçþes contidas na Lei das Sociedades por Açþes. Permanecemo-nos ao inteiro dispor de V.Sas. para quaisquer esclarecimentos necessĂĄrios. SĂŁo Paulo, 01 de Março de 2013. A Administração Balanço Patrimonial Encerrado em 31 de Dezembro Demonstração do Resultado Ativo 2012 2011 Passivo e PatrimĂ´nio LĂ­quido 2012 2011 do ExercĂ­cio Encerrado em 31 de Dezembro R$ mil R$ mil R$ mil R$ mil 2012 2011 274.444 258.846 Circulante 49.319 39.376 Circulante R$ mil R$ mil Caixa e Equivalentes de Caixa 172.782 186.811 Fornecedores 11.613 7.384 Receita Operacional Bruta 449.545 410.126 Aplicaçþes Financeiras 15.447 0 Contas a Pagar 14.591 11.147 Descontos e Abatimentos (18.648) (16.313) Contas a Receber de Clientes (2) 37.102 32.952 SalĂĄrios e Encargos Sociais 14.872 13.428 Impostos Faturados (55.554) (54.219) Adiantamentos 710 745 Obrigaçþes TributĂĄrias 5.473 4.300 Receita Operacional LĂ­quida 375.343 339.594 Estoques (3) 35.554 30.591 Dividendos a Distribuir 2.770 3.117 Custo dos Produtos Vendidos (148.604) (134.281) Impostos a Recuperar (4) 10.445 5.539 NĂŁo Circulante 226.739 205.313 Lucro Bruto 28.815 26.505 Receitas e Despesas Operacionais Despesas Antecipadas e Outros CrĂŠditos 2.404 2.208 ExigĂ­vel a Longo Prazo 140.149 118.701 ProvisĂŁo para ContingĂŞncias (7) 28.815 26.505 NĂŁo Circulante Despesas com Vendas (143.843) (129.253) 28.886 27.374 RealizĂĄvel a Longo Prazo Receitas Antecipadas – – Despesas Gerais e Administrativas (28.819) (27.771) 336.459 311.666 Imposto de Renda e C. Social Diferidos 14.835 13.486 PatrimĂ´nio LĂ­quido Resultado Financeiro 16.859 20.373 Capital Social (8) 200.000 200.000 DepĂłsitos Judiciais 12.255 12.275 Outras Receitas e Despesas Operacionais 1.767 12.075 Reservas de Capital 4.055 4.055 Lucro antes dos Impostos Impostos a Recuperar 549 382 72.703 80.737 Reservas de Lucros 132.404 107.611 TĂ­tulos a Receber e EmprĂŠstimos CompulsĂłrios 1.247 1.231 Imposto de Renda e Contribuição Social (25.258) (27.195) 111.263 91.327 Permanente 47.445 53.542 Lucro LĂ­quido do ExercĂ­cio Investimentos (5) 731 6.770 Lucro LĂ­quido do ExercĂ­cio por Ação - R$ 0,2370 0,2680 Imobilizado (6) 110.463 84.488 Demonstração dos Lucros Acumulados 69 69 IntangĂ­vel 2012 2011 414.593 377.547 Total do Passivo e PatrimĂ´nio LĂ­quido 414.593 377.547 Total do Ativo R$ mil R$ mil Notas Explicativas Ă s Demonstraçþes Financeiras (Valores expressos em milhares de reais) – – Saldo no InĂ­cio do ExercĂ­cio Nota 1 - Resumo dos Procedimentos ContĂĄbeis: a) Apuração do Re- Nota 3 - Estoques Ajustes de ExercĂ­cios Anteriores – – 31/12/2012 31/12/2011 sultado: O resultado, apurado pelo regime de competĂŞncia de exercĂ­cios Produtos Acabados Lucro LĂ­quido do ExercĂ­cio 47.445 53.542 4.613 4.206 inclui, quando aplicĂĄvel, os rendimentos, os encargos e as variaçþes mo- Produtos em Elaboração Reserva Legal (2.430) (2.735) 8.141 6.124 netĂĄrias e cambiais, a Ă­ndices oficiais ou contratados, incidentes sobre MatĂŠrias-Primas Dividendos a Distribuir (23.000) (23.000) 17.231 16.282 ativos e passivos circulantes e nĂŁo circulantes. b) Equivalentes de Caixa: Mercadorias para Revenda Reservas de Lucros (22.015) (27.807) 532 434 Constituem-se de aplicaçþes em CDBs, DebĂŞntures e Fundos de Investi- Almoxarifado e Materiais de Manutenção – – 3.784 3.378 Saldo no Final do ExercĂ­cio mentos, substancialmente remunerados pela variação do CDI, classifica- Culturas em Formação 1.430 851 Demonstração dos Fluxos de Caixa dos como mantido atĂŠ o vencimento, com liquidez imediata, podendo ser ProvisĂŁo para Perdas dos Estoques (177) (684) 2012 2011 resgatados a qualquer momento sem risco de perda de rendimento. EstĂŁo Total 35.554 30.591 R$ mil R$ mil demonstrados pelos valores de realização, incluindo os rendimentos e va- Nota 4 - Impostos a Recuperar 31/12/2012 31/12/2011 Fluxo de Caixa das Atividades Operacionais riaçþes monetĂĄrias “pro-rata diaâ€? auferidos, nĂŁo excedendo o valor de mer- I.R. Fonte sobre Aplicaçþes Financeiras 1.165 137 Lucro LĂ­quido do ExercĂ­cio 47.445 53.542 cado. A companhia nĂŁo realiza nenhuma operação com derivativos finan- ICMS, IPI, PIS e Cofins a Recuperar 9.280 5.402 Ajustes para Conciliar o Resultado com o ceiros. c) ProvisĂŁo para Devedores Duvidosos: ConstituĂ­da, quase na Total 10.445 5.539 Caixa Gerado pelas Atividades Operacionais sua totalidade, de valores vencidos hĂĄ mais de 180 dias, com base na Nota 5 - Investimentos 31/12/2012 31/12/2011 Depreciaçþes e Amortizaçþes 12.803 12.161 anĂĄlise individual da carteira de clientes, em montante suficiente para co- Investimentos em Controladas no PaĂ­s – 346 Resultado na Venda ou Baixa de Investimentos brir eventuais perdas na realização dos crĂŠditos (nota 2). d) Estoques: Resultado da EquivalĂŞncia Patrimonial – 5.051 e Imobilizado 5.704 4.132 22.231 22.028 Prov. p/Perdas na Realização de Avaliados ao custo mĂŠdio de aquisição ou produção, que nĂŁo excede o Controladas e Coligadas no Exterior 2.181 2.179 custo de reposição ou o valor de mercado, deduzidos de provisĂŁo para Incentivos Fiscais Investimentos e Imobilizado – (2.204) 938 937 Resultado da EquivalĂŞncia Patrimonial provĂĄveis perdas na realização dos estoques de baixa rotatividade ou ob- Participaçþes SocietĂĄrias – (500) (24.619) (23.771) Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos soletos, quando aplicĂĄvel (nota 3). e) Imposto de Renda e Contribuição ProvisĂŁo para Perdas (1.349) (243) 731 6.770 Variaçþes MonetĂĄrias LĂ­quidas/Ajustes Social Diferidos (Ativo e Passivo): I.R. e CSLL diferidos, calculados so- Total (430) (540) 31/12/2012 31/12/2011 Deprec.% a.a. ProvisĂŁo para Perdas nos Estoques bre diferenças temporĂĄrias consideradas na apuração desses impostos, Nota 6 - Imobilizado (506) (2.027) 7.157 7.042 decorrentes de provisĂľes para devedores duvidosos, para perdas em ati- Terrenos ProvisĂŁo para ContingĂŞncias 566 2.048 65.906 65.322 4 vos, para contingĂŞncias, bem como de outras despesas apuradas por es- Construçþes em Uso (Aumento) Redução nos Ativos Operacionais: 122.425 114.239 10 a 20 timativa, e considerando a expectativa de geração de lucros tributĂĄveis MaquinĂĄrios e Instalaçþes Contas a Receber de Clientes (4.150) (5.818) 29.640 27.941 10 a 20 futuros. f) Os Investimentos em controladas no paĂ­s foram avaliados pelo MĂłveis, UtensĂ­lios e Outros Estoques (4.456) (2.450) 42.264 38.640 20 a 25 mĂŠtodo de equivalĂŞncia patrimonial e reconhecido no resultado do exercĂ­- VeĂ­culos Outros CrĂŠditos (Circulante) (5.067) 275 35.919 13.422 cio. Os investimentos no exterior foram avaliados pelo valor do patrimĂ´nio Imobilizado em Andamento DepĂłsitos Judiciais e Recursais 456 (3.702) (192.848) (182.118) lĂ­quido das investidas, convertidos para Reais Ă taxa de câmbio da data do Depreciação Acumulada Outras Contas (NĂŁo Circulante) (184) 335 110.463 84.488 balanço e reconhecido no resultado do exercĂ­cio, mediante lançamento de Total Aumento (Redução) nos Passivos Operacionais: 31/12/2012 31/12/2011 Fornecedores provisĂŁo para perdas na realização.Os demais investimentos sĂŁo avalia- Nota 7 - ProvisĂŁo para ContingĂŞncias 4.229 46 11.818 12.672 Outros Impostos e Contribuiçþes dos ao custo de aquisição, corrigido monetariamente atĂŠ 31/12/95, dedu- Trabalhistas 2.259 1.410 5.222 4.613 Obrigaçþes Trabalhistas 1.123 1.169 zidos da provisĂŁo para provĂĄveis perdas na realização. (nota 5). g) Ativo CĂ­veis 9.908 9.097 Outras Contas do Passivo 5.183 (2.958) Permanente: Demonstrado ao custo de aquisição, corrigido monetaria- TributĂĄrias 1.867 123 Imposto de Renda e Contribuição Social (765) (1.856) mente atĂŠ 31/12/95. As despesas com reformas sĂŁo agregadas ao valor ProvisĂŁo para Reestruturação 28.815 26.505 Caixa Gerado pelas Atividades Operacionais 15.416 (722) do ativo quando aumentam significativamente a vida Ăştil econĂ´mica Total 31/12/2012 31/12/2011 Nota 8 Capital Social (R$) Caixa LĂ­quido Proveniente das dos bens. A depreciação do imobilizado foi calculada pelo mĂŠtodo linear, a Capital Social representado por 199.800.848 açþes, ordinĂĄrias e nomina62.861 52.820 Atividades Operacionais taxas que levam em consideração a vida Ăştil econĂ´mica dos bens (nota 6), tivas, do valor nominal de R$1,00099675 cada uma, assim distribuĂ­das: Fluxo de Caixa das Atividades de Investimento sendo consideradas adequadas ao padrĂŁo de consumo dos benefĂ­cios Domiciliados no PaĂ­s 5.223 5.223 Aumento nos Investimentos (203) (818) desses ativos. A companhia farĂĄ revisĂŁo anual dos parâmetros que levam 194.777 194.777 Aquisição de Imobilizado Domiciliados no Exterior (38.989) (17.375) Ă definição do valor da depreciação, bem como avaliação anual da indica200.000 200.000 Aquisição de Açþes em Tesouraria Capital social Realizado – (269) ção de possĂ­vel desvalorização dos ativos (impairment). h) SalĂĄrios e EnNota 9 - Outras Receitas/ Recebimento pela Venda de Investimentos cargos Sociais: Inclui provisĂŁo para fĂŠrias vencidas e proporcionais e os 31/12/2012 31/12/2011 Despesas Operacionais e Imobilizado 749 589 respectivos encargos sociais, totalizando R$ 8.256, e a Participação nos Outras Receitas Operacionais 16.909 20.809 Caixa LĂ­quido Aplicado nas Atividades lucros e resultados a pagar no montante de R$ 2.949. i) ProvisĂľes p/Im- Prov. Deved. Duvidosos/Aj. Valor Presente 32 (73) (38.443) (17.873) de Investimento posto de Renda e Contribuição Social: Apuradas com base no lucro Prov. para ContingĂŞncias Diversas (565) (2.048) Fluxo de Caixa das Atividades de Financiamento real, conforme legislação tributĂĄria. Os recolhimentos, incluindo as anteci- Prov. Perdas Div. - Estoque/Investim. etc. (4.136) 1.672 Pagamento de Dividendos aos Acionistas (23.000) (22.478) paçþes realizadas, sĂŁo compensados com o imposto devido, e quando Outras Despesas Operacionais (10.473) (8.785) Caixa LĂ­quido Aplicado nas Atividades superam o valor devido sĂŁo demonstrados no ativo, na conta Impostos a Resultado da EquivalĂŞncia Patrimonial – 500 de Financiamento (23.000) (22.478) recuperar (nota 4). j) ProvisĂŁo para ContingĂŞncias: ConstituĂ­da Total 1.767 12.075 Aumento LĂ­quido de DisponĂ­vel e Aplicaçþes 1.418 12.469 com base na anĂĄlise individual de contingĂŞncias de natureza trabalhista, Nota 10 - Resultado Financeiro 31/12/2012 31/12/2011 Saldo Inicial de DisponĂ­vel e Aplicaçþes 186.811 174.342 tributĂĄria e cĂ­vel, de acordo com a avaliação das perdas provĂĄveis ou pos- Receitas Financeiras 16.536 20.745 Saldo Final de DisponĂ­vel e Aplicaçþes 188.229 186.811 sĂ­veis, apoiada pela opiniĂŁo dos consultores jurĂ­dicos. Os depĂłsitos judi- Variação Cambial Ativa 1.012 1.116 Aumento LĂ­quido de DisponĂ­vel e Aplicaçþes 1.418 12.469 ciais correspondentes, corrigidos monetariamente - R$ 12.255 - estĂŁo Despesas Financeiras (42) (462) Em janeiro de 2012 a companhia incorporou a controlada Andes do Sul classificados no RealizĂĄvel a longo prazo (nota 7). k) Na elaboração das VariacĂŁo Cambial Passiva (647) (1.026) Alimentos Ltda., sem aumento de capital social, a fim de reduzir custos demonstraçþes financeiras foram utilizadas estimativas contĂĄbeis que afe- Total 16.859 20.373 tam ativos e passivos, receitas e despesas, incluindo a provisĂŁo para de- Nota 11 - Partes Relacionadas: A Companhia realiza transaçþes comer- operacionais e administrativos, simplificar a estrutura societĂĄria e permitir a otimização das sinergias relacionadas a sistemas, atividades administrativedores duvidosos, ajuste a valor presente de crĂŠditos a longo prazo, per- ciais (vendas, importação, exportação e pagamento de royalty) com sua vas, financeiras e logĂ­stica. Em novembro de 2012 a coligada Yakult Argendas dos estoques, perdas de investimentos, contingĂŞncias, reestruturação, controladora, suas controladas e coligadas, em condiçþes normais e setina S.A. que operava na Argentina com revenda de mercadorias importaimpostos a recuperar, impostos diferidos e valor residual do ativo imobili- melhantes Ă s transaçþes que seriam realizadas com outros fornecedores das do Brasil, encerrou suas atividades comerciais. Nota 12 - Alteração da zado. A liquidação das transaçþes envolvendo essas estimativas, que sĂŁo e clientes. Os saldos e transaçþes entre as partes podem ser assim Lei das Sociedades por Açþes - Lei 11.638/07 e Lei 11.941/09: As derevisadas pelo menos trimestralmente, poderĂĄ resultar em valores diferen- resumidos: monstraçþes financeiras foram elaboradas e estĂŁo apresentadas de acordo tes dos estimados, em razĂŁo de imprecisĂľes inerentes ao processo de sua Saldos Transaçþes com as prĂĄticas contĂĄbeis adotadas no Brasil, com base nas disposiçþes determinacĂŁo. 31/12/2012 31/12/2011 2.012 2.011 da Lei das Sociedades por Açþes, incluindo os dispositivos alterados pelas Nota 2 - Contas a Receber 160 279 1.194 1.385 Leis nÂş 11.638/07 e nÂş 11.941/09, bem como os pronunciamentos, orienta31/12/2012 31/12/2011 Yakult Argentina (Exportação) 623 360 414 298 çþes e interpretaçþes emitidos pelo ComitĂŞ de Pronunciamentos ContĂĄbeis Clientes no PaĂ­s 36.049 33.169 Yakult Uruguay (Exportação) Clientes no Exterior 3.081 2.321 Yakult Honsha (Importação) – – 2.261 1.704 - CPC. Dentro do processo de convergĂŞncia das prĂĄticas contĂĄbeis adota1.118 1.162 2.299 2.039 das no Brasil aos padrĂľes contĂĄbeis internacionais - IFRS, diversos proPartes Relacionadas 783 1.366 Yakult Honsha (Royalty a Pagar) ProvisĂŁo para Devedores Duvidosos (2.811) (3.904) Andes do Sul nunciamentos, interpretaçþes e orientaçþes foram emitidos pelo CPC a Alimentos Ltda. (Vendas) – 727 – 7.511 partir do ano de 2008, com aplicação mandatĂłria para os exercĂ­cios subse37.102 32.952 Total Conselho de Administração Masahiko Sadakata Takashi Matsuzono Hiroshi Narita quentes. As demonstraçþes apresentadas jĂĄ estĂŁo adequadas aos novos Luiz Carlos de Lima padrĂľes, com exceção dos procedimentos que nĂŁo geraram efeitos Tatsuya Hirano Fernando Cunioshi Hisano Ryoju Misuno Diretoria Masahiko Sadakata Eishin Shimada Isamu Ishijima Atsushi Nemoto Hisashi Satoi Tooru Yamakami relevantes ou impactos a serem registrados no exercĂ­cio. Ichiro Amano Koichi Ogata Paulo Tomoyuki Aoki Paulo Teruo Massuda Toshihiko Oneda Kiyotaka Sakurai Contador - Tooru Yamakami - CRC-1SP161755/O-0

Conference Call do Brasil S/A Ativo/Ativo Circulante DisponĂ­vel Contas a Receber Adiantamentos a FuncionĂĄrios Adiantamentos a Fornecedores Impostos a Recuperar Despesas Antecipadas Total Ativo Circulante Ativo nĂŁo Circulante DepĂłsitos Judiciais Ativo Imobilizado Ativo IntangĂ­vel Total do Ativo nĂŁo Circulante Total Ativo

Capital Res. Social Cap. Saldos 30/11/10 199.180 828 Lucro LĂ­q. do Exerc. Dest.do L. LĂ­q.Exerc. - Res. Legal - Distrib.de Lucros - Res. de L.Retidos -

CNPJ: 05.991.199/0001-80 Demonstraçþes Financeiras Balanços Patrimoniais em 30 de Novembro de 2012 e 2011 - R$ 30/11/2012 30/11/2011 Passivo/ Passivo Circulante 30/11/2012 30/11/2011 182.043 12.631 836.160 1.156.644 Fornecedores 378.061 622.741 892.859 818.710 Empresas Ligadas 408.316 404.643 75.008 48.088 Obrigaçþes Trabalhistas 134.187 66.667 116.398 4.825 Obrigaçþes Tributårias Imposto de Renda e Contribuição Social 161.966 152.497 378.997 37.042 Credores Diversos 71.157 68.103 161.561 151.375 Total do Passivo Circulante 1.335.730 1.327.282 2.460.983 2.216.684 Patrimônio Líquido Capital 199.180 199.180 14.991 12.441 Reserva de Lucros 1.349.667 418.590 388.323 446.307 Reserva de Capital 828 828 21.108 37.221 Lucro Acumulado 766.773 424.422 495.969 Total Patrimônio Líquido 1.549.675 1.385.371 2.885.405 2.712.653 2.885.405 2.712.653 Total Passivo Demonst.das Mutaçþes do Patrim.Líq.Exerc.Findos 30/11/12 e 11-R$ Res.de Lucros Saldos 30/11/11 199.180 828 39.836 378.754 766.773 1.385.371 Res. Res. de Lucros Lucro Líq. do Exerc. 1.063.179 1.063.179 Legal L.Ret. Acum. Total 39.836 362.372 131.353 733.569 Dest. do L.Líq.Exerc. 1.236.904 1.236.904 - Reserva Legal -

16.382

- Distrib.de Lucros - 931.077 (585.102) (585.102) - Res.de L. Retidos (16.382) - Saldos 30/11/12 199.180 828 39.836 1.309.831

Yakult S.A. IndĂşstria e ComĂŠrcio

CNPJ nº 60.723.061/0001-09 - NIRE nº 35.3.0003245-4 Ficam convocados os Senhores Acionistas da YAKULT S.A. INDÚSTRIA E COMÉRCIO para se reunirem em Assembleia Geral Ordinåria, às 10:00 horas do dia 21 de Março de 2013, na sede social da Companhia, localizada na Alameda Santos, 771 - 13º andar - conj. 131, Cerqueira CÊsar, em São Paulo - SP, a fim de deliberarem sobre a seguinte ordem do dia: 1) Anålise, discussão e aprovação do Relatório dos Administradores e das Demonstraçþes Financeiras referentes ao Exercício Social encerrado em 31/12/12; 2) Destinação do Lucro Líquido do Exercício de 2012; 3) Eleição dos membros do Conselho de Administração; 4) Outros assuntos de interesse social. São Paulo, 11 de Março de 2013. Ichiro Amano - Diretor Presidente.

(898.875) (898.875) (931.077)

-

- 1.549.675

Demonstraçþes dos Resultados dos Exercícios findos em 30 de novembro de 2012 e 2011 R$, exceto quantidade de açþes Receita Bruta de Serviços Prestados 30/11/2012 30/11/2011 Receita Bruta de Serviços Prestados 8.463.418 7.970.023 Redução de Vendas (260.325) (402.676) Impostos sobre Vendas (464.154) (438.790) Receita Líquida 7.738.939 7.128.557 Custo dos Serviços Prestados (1.364.998) (318.201) Lucro Bruto Operacional 6.373.941 6.810.356 Desp. Operac./Desp. Trab. e Encarg. Sociais (2.261.011) (2.139.006) Despesas Financeiras (33.002) (34.529) Despesas Gerais (1.593.909) (2.080.564) Despesas Tributårias (11.005) (33.371) Total Despesas Operacionais (3.898.927) (4.287.470) Lucro Operacional 2.475.014 2.522.885 Receita Financeira 72.331 26.716 Perdas com Duplicatas (85.967) (72.593) Lucro antes de IR, CS e Participaçþes 2.461.378 2.477.008 Contribuição Social (243.068) (225.641) Imposto de Renda (651.188) (605.167) Participaçþes e Contribuiçþes (503.944) (409.296) Lucro Líquido 1.063.178 1.236.904 Lucro Líquido por Ação 5,34 6,21 Quantidade de Açþes 199.180 199.180 Christopher Robert Potter - Diretor - CPF: 209.176.518-04 RG: 4.967.980 Eduardo Calil Nicolau - Contador - CRC: 1SP148444/O-4


DIÁRIO DO COMÉRCIO

42

e

quinta-feira, 14 de março de 2013

Precisamos ter uma ampliação permanente da capacidade portuária. Luiz Antônio Fayet, consultor de logística da CNA

conomia

Preço do etanol deve oscilar pouco Apesar da perspectiva de produção maior, as demandas interna e externa devem garantir estabilidade.

O

Robson Fernandes / Estadão Conteúdo

s preços do etanol devem registrar uma certa estabilidade no ciclo 2013/14, mesmo com a perspectiva de produção maior do combustível, uma vez que o aumento da mistura à gasolina e a demanda exportadora compensarão uma oferta excedente prevista para a nova temporada. Segundo especialistas, os preços atuais no mercado físico estão cerca de 10% acima dos verificados ao final de janeiro, ganhando sustentação com a alta da gasolina e com o anúncio da mistura maior no combustível fóssil, mas não devem oscilar muito nos próximos meses apesar da safra recorde de cana esperada. "Se houvesse alguma tendência de queda de preço, ela viria pelo aumento da safra... Mas isso nós acreditamos que será absorvido pelo aumento da mistura de etanol na gasolina", disse o presidente da As-

sociação de Produtores de Bioenergia do Estado do Paraná (Alcopar), Miguel Tranin. A partir de 1º de maio, o percentual da mistura de etanol anidro na gasolina subirá dos atuais 20% para 25%. Com o aumento na adição do biocombustível, haverá uma demanda adicional de 2 bilhões de litros de etanol, segundo a Archer Consulting. Tranin observou ainda que os preços do etanol não tiveram as fortes oscilações que tradicionalmente ocorriam no passado entre o período de safra e entressafra. A moagem da nova safra, que oficialmente começa em 1º de abril, já se iniciou em algumas localidades do centrosul, mas o volume produzido ainda é pequeno. As estimativas de moagem da cana no centro-sul na nova temporada variam entre 570 milhões e 600 milhões de toneladas, contra pouco mais de 530 milhões de toneladas da

Usina de açúcar e álcool da Bunge em Pedro Afonso (TO) safra que está se encerrando. A presidente da União da Indústria de Cana-de-açúcar (Unica), Elizabeth Farina, apontou ao final de janeiro que o centro-sul poderia colher um recorde de até 600 milhões de toneladas em 13/14, mas não divulgou suas estimativas para produção de açúcar e etanol na nova safra. A Archer Consulting projeta produção de

25,2 bilhões de litros de etanol em 2013/14, versus um volume atual apontado pela indústria em 21,36 bilhões de litros em 12/13, no acumulado até o final de fevereiro. A notícia da mistura deu sustentação aos preços do etanol, e deve levar o setor a direcionar mais cana para a produção do combustível, apontou o sócio-diretor da Archer Con-

Minérios Centurião S.A. CNPJ/MF nº 33.554.262/0001-57 Relatório da Diretoria Prezados Senhores: Em atendimento às disposições legais e estatutárias, submetemos à apreciação de V.Sas., o Balanço Patrimonial e demais demonstrações contábeis referentes ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2.012. Colocamo-nos à inteira disposição dos senhores acionistas para quaísquer esclarecimentos julgados necessários. A Diretoria

Ativo Circulante Disponibilidade Não Circulante Imobilizado

Balanços Patrimoniais em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (em Reais) 2012 2011 Passivo Circulante Salários/encargos/impostos 3 3 Contas a pagar 3 3 Adiantamento p/futuro Aumento de Capital 160.525 160.525 160.525 160.525 Não Circulante Empréstimos e financiamentos Contas a pagar Control./Coligadas

2012

2011

– 24.968 5.713.800 5.738.768

16 53 – 69

8.847.482 63.353 8.910.835

8.847.482 5.788.194 14.635.676

Demonstração de Resultado para os anos findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (em Reais) 2012 2011 Despesas Operacionais (-) Despesas Administrativas (12.033) (2.566) (-) Despesas c/ Pessoal – (19.122) (-) Despesas c/ Impostos e Taxas (898) (730) (-) Despesas Financeiras (927) (642) (23.060) (=) Prejuízo do Exercício (13.858) As notas explicativas anexas são parte integrante destas demonstrações

Demonstração do Fluxo de Caixa – DFC para os período findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (em Reais) 205.040 2.460 2012 2011 (14.682.717) Fluxos de Caixa Originados de: Atividades (14.475.217) Operacionais Total do Ativo 160.528 160.528 Resultado do Exercício 160.528 Total do Passivo (13.858) (23.060) Ajuste de Reconciliação As notas explicativas anexas são parte integrante destas demonstrações (+/-) Aumento/Redução dos Salários a Pagar (16) (802) Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido para os anos findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (em Reais) (=) Caixa Líquida Aplic. Ativ. Oper. (16) (802) Capital Realizado Reserva de Capital Prejuízos Acumulados Total Atividades de Saldos em 31 de dezembro de 2010 205.040 2.460 (14.659.657) (14.452.157) Fluxo de Caixa Originados de: Financiamentos Prejuízo do período – – (23.060) (23.060) (+) Empréstimos Tomados 13.874 23.862 Saldos em 31 de dezembro de 2011 205.040 2.460 (14.682.717) (14.475.217) (=) Caixa Líq. Gerada Ativ. Financ. 13.874 23.862 Prejuízo do período – – (13.858) (13.858) Aumento/Redução no Caixa e Equivalentes – – (14.489.075) Caixa e Equivalentes (Início do ano) (14.696.575) 2.460 Saldos em 31 de dezembro de 2012 205.040 3 3 Caixa e Equivalentes (Final do ano) 3 3 As notas explicativas anexas são parte integrante destas demonstrações Aumento/Redução no Caixa e Equivalentes – – Notas Explicativas As notas explicativas anexas são parte integrante destas demonstrações 1 – Contexto Operacional: A sociedade, que está em fase pré-operacio- ras de Contabilidade emitidas pelo CFC – Conselho Federal de Contabilipara pesquisa e exploração de jazidas minerais, tem garantia de imóveis nal, tem por objeto a realização de pesquisas, exploração, lavra e apro- dade relativas aos pronunciamentos, interpretações e orientações do CPC de associada. 5 – Contas a Pagar a Controladas/Coligadas: São repreveitamento de jazidas minerais, de metais e pedras preciosas, em terras (Comitê de Pronunciamentos Contábeis). Dessa forma, as Demonstrações próprias ou de terceiros, assim como a importação e exportação, mineração Contábeis não contemplam antecipação da adoção dos pronunciamentos sentadas por contratos de mútuo. 6 – Capital Social: É representado por 500 ações ordinárias nominativas com o valor nominal de R$ 410,08 cada. em geral e a participação em outras sociedades, nacionais ou estrangeiras. técnicos emitidos por esse Comitê, aprovados pelo CFC e exigidos para os 7 – Fluxo de Caixa: A demonstração do Fluxo de Caixa DFC foi elaborado 2 – Apresentação das Demonstrações Contábeis: As demonstrações exercícios iniciados a partir de 1º de janeiro de 2010. contábeis foram elaboradas de acordo com a lei 6.404/76 – Lei das S.A.com 3 – Principais Práticas Contábeis: a) Imobilizado: É demonstrado pelo pelo método indireto. as alterações constantes nas Leis 11.638, de 28 de dezembro de 2007 e custo de aquisição corrigido monetariamente até 31.12.95. A Diretoria 11.941 de 27 de maio de 2009, e as determinações das Normas Brasilei- 4 – Empréstimos e Financiamentos: É representado por financiamento José Luís da Cruz – Contador – CRC 1SP 171.690/O-7 Patrimônio Líquido Capital Realizado Atualizado Reserva de Capital Prejuizos Acumulados

Abaçai Cultura e Arte - Organização Social de Cultura

CNPJ nº 50.590.215/0001-88 Regulamento Interno para Compras e Contratações (Materiais, Obras e Serviços) Publicação em cumprimento ao exigido no item 6 da Cláusula Segunda do Contrato de Gestão nº 04/2005, assinado entre a Secretaria de Estado da Cultura do Governo do Estado de São Paulo e a ABAÇAÍ Cultura e Arte, Organização Social de Cultura, inscrita no CNPJ sob nº 50.590.215/0001-88, do ato do seu Conselho de Administração, de 12 de Julho de 2005, da aprovação do: “Regulamento Interno para Compras e Contratações (Materiais, Obras e Serviços)”. 1-Capítulo I-Das disposições Preliminares. 1.1-Dos Objetivos. Art. 1º. Todas as compras e contratações de materiais/obras/serviços efetuadas pela ABAÇAÍ, especialmente com a utilização de recursos públicos e principalmente os provenientes da Secretaria de Estado da Cultura do Estado de São Paulo em decorrência do Contrato de Gestão nº 004/2005, serão realizadas com observância dos procedimentos expressos neste regulamento. Art. 2º. O regulamento estabelece regras e procedimentos para a realização de seleção da proposta mais vantajosa, destinada à aquisição de bens e prestação de serviços, qualquer que seja o valor estimado da contratação.1.2-Das definições.Art.3º.Compreende neste regulamento os procedimentos básicos:§ 1º Das definições estabelecidas no regulamento: Aquisição. toda contratação remunerada de materiais, obras ou serviços para fornecimento de uma só vez ou parceladamente. Dispensa de seleção. é a forma de aquisição que dispensa a coleta de preços e da apresentação da proposta, dentro do limite de valores estabelecidos. Convite. é a forma de aquisição que é enviado solicitação de proposta, no mínimo de 3 fornecedores na modalidade pertinente, cadastrados ou não.Contrato/Pedido de Compra. instrumento particular firmado entre a Abaçaí e o fornecedor, estabelecendo as condições de fornecimento de materiais, obras e serviços, emitido por meio magnético ou formulário. Fornecedores. empresas ou autônomos fornecedores de materiais, obras ou serviços. Material. designação genérica de equipamento, acessórios, bens móveis, mercadorias e outros itens.Obra. trabalho necessário, segundo determinações de projeto as normas adequadas destinado à construção, reforma, recuperação, ampliação, direta e indiretamente, necessários à execução dos projetos.Serviço.designação genérica das atividades destinada a obtenção de utilidade, classificada em técnica, profissional ou auxiliar, com alocação de mão de obra ou não, seja da atividade meio ou fim da ABAÇAÍ. § 2º Dos procedimentos básicos estabelecidos no regulamento:Solicitação de propostas. estabelece as especificações e as regras necessárias na aquisição, incluindo as condições, como prazo limite para recebimento das propostas e as condições de pagamento. Coleta de Preços. é a forma de aquisição para valores superiores a limites determinados. Deverão ser convocados para apresentação de propostas, no mínimo 3 fornecedores, dentre aqueles cadastrados especificamente para fornecimento de acordo com a especificação do objeto da aquisição, emitido por meio magnético ou formulário. Requisição de Material/ Obra/ Serviço. formulário gerado por meio magnético ou formulário, justificando a aquisição. 2-Capítulo II-Das Formas de aquisições. Art.4º.Das formas de aquisição:a) Dispensa de Seleção;b) Convite;c) Coleta de Preços;d) Exclusivo.Art.5º. Requisitos necessários para a formalização da aquisição: a) Formalização da sua necessidade, definindo no Memorial Descritivo do Edital; b) Elaboração da requisição, indicando o projeto e/ou programa (Núcleo Operacional) que serão alocados os gastos; e c) Aprovação do Responsável do Núcleo Operacional e Diretor Responsável (requisição, coleta de preços, pedido de compra, contrato).Art.6º.As formas de aquisição serão estabelecidas de acordo com os limites abaixo, considerando o valor estimado da contratação: a) Dispensa de seleção. até R$ 2.000,00 para materiais e serviços e R$5.000,00 para obras; b) Convite. até R$50.000,00 para matériais e serviços e R$100.000,00 para obras; c) Coleta de Preços. acima de R$ 50.000,00 para materiais e serviços e R$100.000,00 para obras; e d) Exclusivo. afeto a um único fornecedor, por razões técnicas, emergenciais, padronizadas e restritivas, desde que devidamente justificadas e aprovadas. § 1º. independente dos limites estabelecidos para a formalização da aquisição, faculta-se a adoção da Coleta de Preços em função de qualquer valor. § 2º. em nenhuma hipóteseseráadmitidaàalteraçãodevalor,somentenoscasosformalizadosporatodaDiretoriaExecutiva.3.CapítuloIII-DoCadastramento e Qualificação. 3.1-Do Cadastramento e Condições para participação. Art. 7º. O cadastramento de fornecedores será formalizado pela ABAÇAÍ, o qual será facultado a todos os interessados previamente qualificados. Os interessados devem apresentar, conforme o caso, os seguintes documentos em cópias autenticadas: § 1º. Habilitação Jurídica: Documentos do representante legal da empresa (cédula de identidade e CPF); Ato constitutivo, estatuto ou contrato social em vigor, devidamente registrado; Registro do ato constitutivo, no caso de sociedade simples; § 2º. Regularidade fiscal, que consiste em: Prova de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) ou no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ); Prova de inscrição no Cadastro de contribuintes Estadual e Municipal, de acordo com o ramo de atividade e objeto contratual; Prova de regularidade com a Fazenda Federal, Estadual e Municipal do domicilio ou sede do interessado; Certidão negativa de débitos do Instituto Nacionalde Seguridade Social(CND);e Prova de regularidade relativa a Seguridade Sociale Fundo de Garantia e Tempo de Serviço (FGTS).§ 3º. Qualificação específica e técnica: Registro ou inscrição na entidade profissional competente; e Comprovação dos requisitos previstos em lei especial, quando aplicável. § 4º. Situação econômico e financeiro; Balanço patrimonial do último exercício ou Declaração de Lucro Presumido; e Certidão Negativa de falência e concordata expedida pelo distribuidor da sede da

Gameloft do Brasil Ltda. CNPJ/MF nº 08.893.971/0001-10 – NIRE 35.221.426.557 Termo de Convocação para Reunião de Sócios-Quotistas Ficam convocados, na forma do Código Civil Brasileiro, os sócios-quotistas da Gameloft do Brasil Ltda., sociedade empresária limitada com sede na R. Girassol n° 927, 1° andar, Vila Madalena, SP/SP (“Sociedade”), para se reunirem em Reunião de Sócios-Quotistas a realizar-se no próximo dia 25/03/2013, às 10hs, na sede social, a fim de deliberarem sobre a seguintes matérias da Ordem do Dia: (i) renúncia do sócio-quotista René Guillermo Labate Beccaglia ao cargo de administrador da Sociedade, e eleição de novo administrador; e (ii) alteração do contrato social da Sociedade para, na forma do art. 1.085 do Código Civil Brasileiro, adotar cláusula de exclusão por justa causa de sócios-quotistas que estiverem pondo em visto a continuidade da empresa em virtude de atos de inegável gravidade; adotar cláusula de arbitragem em substituição a solução judicial de conflitos; e adotar cláusula que faculte a convocação de reuniões de sócios mediante a simples notificação mediante carta registrada ou qualquer outro meio que dê ciência do evento aos sócios. São Paulo, 12 de março de 2013. GAMELOFT S/E. Sócia-quotista majoritária (p.p. Felipe Sartori). (13, 14 e 15/03/2013)

205.040 2.460 (14.696.575) (14.489.075) 160.528

pessoa jurídica. Art. 8º. As condições solicitadas serão aceitas após a qualificação comprobatória, sendo que na hipótese da falta ou apresentação incompleta ou ainda em desacordo de quaisquer das exigências, as pessoas físicas ou jurídicas poderão ser desclassificadas. 3.2-Da aquisição e da escolha do fornecedor.Art.9º.O procedimento de aquisição, nas formas de Convite, Coleta de Preços e Exclusivo, terá inicio com abertura do processo de compra, contendo a respectiva requisição, a descrição sucinta da sua finalidade e a indicação do projeto ou programa na qual será utilizado. No processo deverá acompanhar, conforme o caso: a) Solicitação da proposta e respectivos anexos; b) Proposta Comercial dos fornecedores; c) Ato de aprovação da aquisição pelos responsáveis; d) Termo de contrato ou pedido de compra, conforme o caso;e e) Demais documentos relativos à aquisição.3.2-Da proposta comercial. Art. 10º.As solicitações de proposta (Edital ou Memorial) deverão conter o número do processo de compra, local e prazo para recebimento das propostas, indicando, sempre que aplicável, constando:a) Objeto da aquisição, descrição completa;b) Condições para fornecimento;c) Prazo de pagamento;d) Prazo de entrega e execução; e) Exigências de garantias; f) Multa para o caso de inadimplemento; e g) Critério de escolha da melhor proposta.Art. 11º. Os instrumentos convocatórios contendo o resumo das Solicitações de Propostas (Edital ou Memorial), das coletas de preços serão disponibilizados no Mural de compras localizado na sede ou “home page” da ABAÇAÍ, no mínimo 15 dias úteis antes da realização da escolha da proposta. Art. 12º. O prazo mínimo para apresentação de propostas será de 10 dias para a coleta de preços e 5 dias para Convite a partir da convocação.Art. 13º. A escolha do fornecedor, nas formas de Coletas e Convite, deverá ser prioritariamente pelo critério de menor preço total, das propostas que atenderam a todas as condições estabelecidas na solicitação da proposta. § Ùnico. considerando as especificações de cada projeto, caso a escolha não seja o de menor preço, inclusive quanto à relação custo benefício, deverá ser justificada esta escolha, cabendo a sua aprovação pelos responsáveis.4-Capítulo IV-Dos Contratos. 4.1-Das disposições preliminares. Art. 14º. Os contratos deverão estabelecer com clareza de detalhes as condições para sua execução, formalizadas nas cláusulas que estabeleçam os direitos e obrigações das partes, em conformidade com a solicitação da proposta. Art. 15º. Não será permitida contratação com prazo indeterminado.4.2-Da formalização dos contratos.Art.16º. A formalização do contrato deverá ter acompanhamento de assessoria jurídica, sendo obrigatório nos casos de: a) Contratação de serviços contínuos; b) Execução de obras, exceto reformas; c) Fornecimentos continuados e essenciais; d) Contratação de materiais e serviços, quando envolve responsabilidade do fornecedor; e e) Contratação de serviços que envolvam sigilo, direitos futuros, co-responsabilidade de obrigações e preservação de propriedade. 4.3-Das alterações contratuais. Art. 17º. As modificações das cláusulas contratuais, proposta pelo responsável imediato da execução, deverá ser efetivada por meio de Termo Aditivo devidamente aprovado. 4.4-Da sua execução e cumprimento do contrato: Art. 18º. Caberá ao Responsável do Núcleo Operacional da ABAÇAÍ o acompanhamento e cumprimento de todas as cláusulas contratuais, resultando num registro de avaliação do fornecedor e outras informações ao Diretor Responsável.4.5-Das implicações no descumprimento do contrato: Art. 19º. Ocorrendo atrasoinjustificadonaexecuçãodocontrato,naformaprevistaquandodasolicitaçãodapropostaoucontratação.Art.20º.Odescumprimento total ou parcial do contrato, facultará a ABAÇAÍ estabelecer e aplicar ao fornecedor contratado as sanções: a) Comunicado de advertência; b) Aplicação da multa contratual ou previsto na solicitação da proposta;e c) Suspensão em participação nos processos de compras segundo critério do ABAÇAÍ.5-CapítuloV-Do Pagamento da aquisição. 5.1-Da previsão de pagamento. Art. 21º-O pagamento será efetuado de acordo com previsão, gerado após a apresentação e comprovação da respectiva aquisição. § 1º. Prazo de pagamento de acordo com Solicitação Proposta ou Contrato. § 2º. Obrigatório à apresentação da respectiva Nota Fiscal/Fatura, devidamente aprovado pelo responsável do Núcleo Operacional da ABAÇAÍ. 5.2-Da forma de pagamento. Art. 22º. A aquisição ou contratação realizada com valor igual ou inferior a R$100,00, será necessária apenas a apresentação da Nota Fiscal/Fatura e/ou Recibo acompanhada da respectiva justificativa e autorização de pagamento.Art.23º.Para efetuar pagamento pelo Financeiro será obrigatório à emissão da Autorização de Pagamento pelo Núcleo Operacional, o qual poderá ser feito por cheque nominal e/ou por transferência bancária ao favorecido. Art. 24º. Na hipótese de ocorrer atraso no pagamento, o conseqüente encargo financeiro obedecerá à disposição na lei cível. 6-CapítuloV-Das Disposições Finais eTransitórias. 6.1-Do julgamento. Art. 25º. Para a Coleta de Preços e Convite, as propostas serão processadas e julgadas pela Diretoria Executiva, ou ainda por uma Comissão de Compras constituída de 3 membros designados pela Diretoria Executiva. Art. 26º. A comunicação do Registro Cadastral (deferido ou indeferido), habilitações e adjudicações no caso de Coleta de Preços e Convite, serão comunicados aos participantes por meio de carta, fac-símile ou e-mail indicado pelo participante. Art. 27º. Na aplicação do regulamento, eventuais atos administrativos, desde que justificado e procedente, será esclarecido no prazo de 3 dias a partir do recebimento da comunicação: a) Indeferimento de solicitação de registro cadastral;b) Escolha e julgamento das propostas;c) Anulação ou revogação da licitação.6.2-Disposição final. Art. 28º. Os casos não previstos neste regulamento serão julgados pela Diretoria Executiva da ABAÇAÍ. São Paulo, 12 de Julho de 2005. Conselho de Administração: 1. Lívio Antonio Giosa-Presidente, 2. Gilberto Pinheiro Passos, 3. Deusa Maria de Souza, 4. Dilma de Melo Silva, 5. Suely Solferini, 6. Miguel Ignatios, 7. Jack Strauss, 8. Jurandir Monteiro de Toledo, 9. Cláudio Elias Conz, 10. João Fernando Vassão de Camargo Dias, 11. Nilton Nabarrete Coelho.

José Kalil S/A Participações e Empreendimentos CNPJ/MF nº 60.937.653/0001-23 Convocação de Assembléia Geral Ordinária Ficam convocados os Senhores Acionistas da José Kalil S/A Participações e Empreendimentos a se reunirem em Assembléia Geral Ordinária, a ser realizada no dia 24 (vinte e quatro) de abril de 2013, às 10 (dez) horas, na sede social, na Rua Professor Cesare Lombroso nº 259, Bairro do Bom Retiro, nesta Capital, para deliberação sobre a seguinte Ordem do Dia: a) Exame, discussão e votação do Relatório da Diretoria, Balanço Patrimonial e Demonstrações Financeiras relativos ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012; b) Deliberação sobre a destinação do lucro líquido do exercício e a distribuição de dividendos; c) Eleição da Diretoria e fixação dos respectivos honorários e deliberação quanto ao Conselho Fiscal; e d) Outros assuntos de interesse social. João Carlos Piccelli – Diretor-Presidente. (13, 14 e 15/03/2013)

sulting, Arnaldo Corrêa. "A entrada da safra vai ser alcooleira. Então é evidente que nesse caso o que vamos ver é uma pressão de queda maior nos preços do etanol no começo de safra", disse Corrêa, mas ele ponderou que a pressão pode ser amenizada pelas firmes exportações do combustível. Exportações – Desde o início da safra 12/13 os embarques de etanol já estão fortes. As exportações brasileiras de etanol cresceram 86% no acumulado da safra 2012/13, de abril até o final de fevereiro, totalizando 3,23 bilhões de litros, segundo dados da Unica. Deste total, 2,05 bilhões de litros foram de etanol anidro, com um salto de mais de 190% ante igual período acumulado na temporada 2011/12. O Brasil vem mantendo firmes as exportações sobretudo para o mercado norte-americano, que paga um prêmio ao etanol de cana classificado

como biocombustível avançado por emitir menos gases de efeito estufa. O analista da Safras & Mercado Maurício Murici ressaltou que a concorrência das exportações deve colaborar para manter os preços do etanol sustentados. "O mercado exportador está se mostrando muito atrativo, principalmente agora neste primeiro trimestre de 2013 por parte dos Estados Unidos... isso não deixa dúvidas sobre o que fazer com o etanol remanescente", disse Murici. Ele contou que em alguns casos as usinas exportam até mesmo o etanol hidratado para algumas refinarias especializadas refazerem o processo de desidratação e entregar o anidro para o comprador. "Isso aí tem ajudado também a manter os preços em alta no mercado físico brasileiro, pela redução na disponibilidade do etanol", acrescentou. ( Re uters)

Empresários em apoio à MP dos Portos

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epresentantes da classe empresarial manifestaram apoio à Medida Provisória 595/2012, a MP dos Portos, que propõe um novo marco regulatório para o setor, durante audiência pública, ontem, da comissão do Congresso Nacional destinada a analisar a matéria. A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) apoia "integralmente" a MP dos Portos, afirmou o consultor de logística da instituição, Luiz Antônio Fayet. "Precisamos ter uma ampliação permanente da capacidade portuária." Ele acrescentou, entretanto, que há demandas técnicas em relação à medida provisória, como dar clareza à lei e garantir segurança jurídica para o setor. O presidente do Conselho Temático de Infraestrutura da Confederação Nacional da Indústria (CNI), José de Freitas Mascarenhas, disse que os portos são o principal gargalo logístico do País. Segundo ele, isso é resultado da omissão de diversos governos. "O Brasil não tem marco regulatório que dê tranquilidade, e todos os governos foram omissos em relação a isso", declarou. Na opinião de Mascarenhas, a MP 595 é uma ação do governo no sentido de recuperar o déficit da infraestrutura portuária e viabilizar investimentos. "É inegável que essa é a intenção do governo. É um importante avanço." Ele ressaltou, porém, que a medida provisória pode ser aperfeiçoada.

O diretor executivo da Confederação Nacional do Transporte (CNT), Bruno Batista, também fez elogios, classificando como "essencial" o fato de a MP possibilitar maior participação da iniciativa privada no setor portuário. Batista apontou o excesso de burocracia como um dos problemas nos portos brasileiros. O representante da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) defendeu a aprovação da medida provisória "o mais rápido possível". Carlos Antonio Cavalcanti, vice-presidente do conselho superior de infraestrutura da federação, disse que a MP "está chamando o setor privado a fazer aquilo que o setor melhor faz, que é investir e fazer a gestão". E o Estado, segundo ele, fica com "o papel de planejador, regulador e fiscalizador da prestação do serviço privado". Protestos – Cavalcanti foi vaiado por trabalhadores portuários que assistiam à audiência pública quando afirmou que os Conselhos de Autoridade Portuária (CAP) viraram "clube do bolinha" e não têm representatividade. "A MP fere interesses que estão aí colocados e que causam o custo logístico brasileiro e a ineficiência da operação logística. Na hora em que você procura mudar, vem a reação", afirmou. Segundo o relator da MP, senador Eduardo Braga (PMDB-AM), o relatório será votado em 10 de abril e seguirá para os plenários da Câmara e do Senado. (EC)


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DC 14/03/2013 by Diário do Comércio - Issuu