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Ano 90 - Nº 24.080

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Conclusão: 23h50

Jornal do empreendedor

www.dcomercio.com.br

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São Paulo, quarta-feira, 12 de março de 2014 Reprodução

AJUDE A ENCONTRAR O AVIÃO SUMIDO MalaySar/Reprodução

Todos podem participar do esforço mundial para encontrar o Boeing 777 que desapareceu quando voava da Malásia para a China, com 239 pessoas a bordo. Basta acessar a plataforma Tomnod (www.tomnod.com). Lá estão imagens feitas pelos satélites da empresa americana DigitalGlobe da imensa região em que o voo MH370 desvaneceu. É aí que você entra na operação-resgate. Confira o que e como fazer para ajudar na página 10.

Pedro Ladeira/Folhapress

IN TER NET

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A ALEGRIA DA DILMA

"Olha aqui, vou te falar uma coisa: o PMDB só me dá alegrias", disse a presidente Dilma. Isso ficou "claro" quando Eduardo Cunha (foto), líder do PMDB na Câmara, anunciou que a bancada decidiu atuar independentemente do governo e a nota exortando a Executiva a reavaliar a aliança com o PT. De quebra, o "blocão" aprovou comissão para investigar a Petrobras. Pág. 5 Maglio Perez/Reuters

Guerrilha nos estúdios Disney

Franquias: lucros de um mercado em expansão. Já passa de 2.700 o número de franquias no Brasil, com negócios que somaram R$ 115 bilhões em 2013, expansão de 11,9% em relação ao ano passado. Pág. 15

Filme conta como Pamela Travers duelou com Walt Disney, até ceder-lhe os direitos do livro Mary Poppins. A amada babá britânica virou cult. Tom Hanks (Disney) e Emma Thompson (Pamela) revivem agora essa luta cheia de suspense. Pág. 13

Na posse de Bachelet, presidente fala em paz regional. "Hoje, nossa região é uma área de paz e de desenvolvimento", saudou Dilma, enquanto protesto nas ruas de Santiago denunciava a violência na Venezuela. Na foto, a presidente cumprimenta o vice-presidente dos EUA, Joe Biden. Pág. 11

ISSN 1679-2688

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DIÁRIO DO COMÉRCIO

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quarta-feira, 12 de março de 2014

O ministro da Fazenda e sua equipe vão precisar de muito mais do que conversas e de ouvidos atentos José Márcio Mendonça

Ueslei Marcelino /Reuters

or razões não explicadas, mas que talvez não venham ao caso, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, adiou de ontem para hoje, mudou de lugar de São Paulo para Brasília e aumentou o número inicial de participantes previstos de 15 para 21, o encontro que terá com empresários de companhias brasileiras e multinacionais. A reunião foi anunciada como uma série para o ministro "ouvir" o que o setor produtivo tem a dizer sobre as políticas de governo e também para que ele possa explicar essas políticas e os compromissos do governo, principalmente com o ajuste fiscal anunciado há semanas. Antes de marcar o encontro com os empresários, por orientação –informa-se de Brasília –da própria presidente Dilma Rousseff (e do ex-presidente Lula, cujo ouvido tem sido depositário das queixas dos grandes empresários que o procuram no Instituto Lula), Mantega fez dois encontros com economistas e analistas do mercado financeiro: uma em São Paulo e outra no Rio de Janeiro, com o mesmo propósito, qual seja, retomar a confiança perdida dos agentes econômicos na capacidade de o governo executar aquilo a que se propõe.

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uido Mantega, que está para completar oito anos à frente do Ministério da Fazenda – e bater o recorde de permanência no cargo no Brasil pós-1964 de Pedro Malan, ministro durante todo o período da gestão de Fernando Henrique Cardoso – vai para esses encontros com o prestígio um tanto quanto em baixa, depois de seus erros seguidos na previsão do PIB e das manobras contábeis para mostrar que foi feito um superávit primário que, em realidade, não foi feito. Sabe-se que nos últimos meses, pelo menos uma vez,

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MANTEGA E SEUS ENCONTROS

Mantega e o governo estão centrando sua comunicação no topo da pirâmide.

quando a inflação começou a crescer mais que o imaginado, em meados do ano passado, houve sugestões de gente muita graúda para que Dilma o substituísse. Mantega ficou porque Dilma, ciosa de si, não gosta desse tipo de conselho. E também por que, como ela é de fato a condutora da política econômica, trocar de auxiliar, um cumpridor de ordens, seria confessar o próprio fracasso. Mantega sobreviveu sem, no entanto, "convencer". É o que mostra pesquisa lançada pela Agência, exatamente às vésperas das reuniões do ministro. Guardadas as devidas ressalvas – é a primeira amostra, está

focada no setor financeiro –o levantamento não é bom para ele neste momento. Intituladas "Termômetro Fazenda Broad" e "Termômetro BC Broad", as amostras buscam medir o sentimento do chamado "mercado" em relação à políticas, fiscal, monetária e cambial. Resultou que os cerca de 50 consultados consideraram que a ação do Banco Central é melhor do que a da Fazenda. s notas de Mantega e equipe são as seguintes:1 - Gestão, de forma geral, 4,8%; 2 - Política fiscal, 4,9%; 3- Comunicação do Mi-

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nistério, 5,3%. As notas do Banco Central são todas superiores a 6,0, embora não cheguem, entretanto, a um confortável 7,0. O que se pode deduzir disso é que o ministro da Fazenda e sua equipe vão precisar de muito mais do que conversas e de ouvidos atentos – embora sejama essenciais – para ganhar a confiança dos agentes econômicos. Simplesmente, terão de entregar resultados, dia a dia, mês a mês. E ressalte-se um agravante: Mantega e o governo estão centrando sua comunicação no topo da pirâmide. Um grupo importante,evidentemen-

te, que ajuda a movimentar a economia nacional, é formador de opinião, mas não é o único motor do desenvolvimento do País. lé m do mais, está falando com gente que, por melhor visão que tenha, enfrenta problemas muito específicos. Não está na luta pela sobrevivência diária; tem condições, por exemplo, de conseguir juros melhores, no Exterior ou nos bancos públicos, para seus investimentos e capital de giro. O risco é o governo sair com uma visão distorcida das reais condições econômicas

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JOSÉ MÁRCIO MENDONÇA

e sociais do Brasil. Quando é que o governo vai olhar um pouco mais para o restante do País, para mais além dos belos discursos? JOSÉ MÁRCIO MENDONÇA É JORNALISTA E ANALISTA POLÍTICO

FALTA INTELIGÊNCIA EMOCIONAL ão são apenas as pessoas que precisam ter a chamada "inteligência emocional" para garantir acesso e estabilidade na vida, inclusive a profissional. Os povos também têm suas marcas comportamentais e por elas respondem. A Argentina, por exemplo, vem insistindo no voto peronista, de diferentes tendências, mas sempre populista. Uma leve interrupção no governo Alfonsín não logrou êxito em função da crise na economia, que, aliás, o fez antecipar a posse do sucessor, Carlos Menem.

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s uruguaios – que foram comparados aos suíços, tal a estabilidade de sua moeda e educação de seu povo – enveredaram pela demagogia das benesses sociais e só vêm empobrecendo. Fizeram uma opção preferencial pela pobreza, elegeram um ingênuo guerrilheiro e vivem sob a tutela sindical.

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O Uruguai matou sua indústria automobilística, que montava carros para o Mercosul, e os bons empregos de bancários, pelo seu mercado "off shore". Hoje, as instituições que lá ainda estão não empregam locais e até o Banco do Brasil teve de fechar sua agência, a primeira no exterior, por questões trabalhistas. gora, o Brasil, ao ensaiar dar 16 anos a um regime cada vez mais "bolivariano", fascinado pelo senil ditador cubano, perde o respeito e a simpatia dos seus mais tradicionais parceiros e aliados. Afinal, não resta a menor dúvida de que, neste momento, nossa prioridade e encantamento estão dirigidos para a Venezuela, Bolívia, Nicarágua, Equador, Uruguai e Argentina. O caso portenho é mais grave pelo tamanho das

relações comerciais entre os dois países, e o cubano, por tudo que representa de cumplicidade com feroz ditadura. Vamos ter, cada vez mais, investimentos voltados apenas a atender nosso mercado interno, grande em função de quase 200 milhões de habitantes. Porém, tecnologia, produtos competitivos para a pauta de exportações e centros de pesquisas não motivam quem poderia optar pelo nosso país.

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capital é mal visto; a burocracia, terrível; a carga fiscal, imensa; o comportamento da fiscalização, imprevisível. O Judiciário não colabora, apresentando hoje um viés hostil ao empresário. Setores como os serviços privados de saúde, concessionários de serviços públicos, estão sob a mira de uma legislação que dificulta o lucro e compromete a atividade-fim das empresas. Desde o pequeno produtor rural, ao grande industrial, o comerciante de rua ou as grandes redes, todos campeiam o descontentamento. As manifestações dos Procons punem mais do que corrigem a prestação de serviços. O setor automotivo é exemplar: nada é feito para facilitar a vida do comprador final de veículos, o cidadão.

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eria fácil na fartura do crédito oficial uma linha de financiamento de baixo custo para a renovação da

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ARISTÓTELES DRUMMOND

frota de caminhões e de veículos de até mil cilindradas, com a oferta de três ou quatro mil reais pela entrega de automóveis com mais de 15 anos, gastadores, poluidores e de alto risco. Estes seriam prensados para aproveitamento nas siderurgias, criando um círculo virtuoso na cadeia produtiva. Coisas simples, claro, para quem conhece o povo e não apenas fala e pensa representar seus interesses. Não temos inteligência emocional. Nem na cúpula nem nas bases. ARISTÓTELES DRUMMOND É JORNALISTA E VICE-PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DO

RIO DE JANEIRO

Presidente Rogério Amato Vice-Presidentes Alfredo Cotait Neto Antonio Carlos Pela Carlos Roberto Pinto Monteiro Cesário Ramalho da Silva Edy Luiz Kogut João Bico de Souza José Maria Chapina Alcazar Lincoln da Cunha Pereira Filho Luciano Afif Domingos Luís Eduardo Schoueri Luiz Gonzaga Bertelli Luiz Roberto Gonçalves Miguel Antonio de Moura Giacummo Nelson Felipe Kheirallah Nilton Molina Renato Abucham Roberto Mateus Ordine Roberto Penteado de Camargo Ticoulat Sérgio Belleza Filho Walter Shindi Ilhoshi

Fundado em 1º de julho de 1924 CONSELHO EDITORIAL Rogério Amato, Guilherme Afif Domingos, João Carlos Maradei, Marcel Solimeo Diretor de Redação Moisés Rabinovici (rabino@acsp.com.br) Editor-Chefe: José Guilherme Rodrigues Ferreira (gferreira@dcomercio.com.br). Editor de Reportagem: José Maria dos Santos (josemaria@dcomercio.com.br). Editores Seniores: chicolelis (chicolelis@dcomercio.com.br), José Roberto Nassar (jnassar@dcomercio.com.br), Luciano de Carvalho Paço (luciano@dcomercio.com.br), Luiz Octavio Lima (luiz.octavio@dcomercio.com.br), Marcus Lopes (mlopes@dcomercio.com.br) e Marino Maradei Jr. (marino@dcomercio.com.br). Editores: Cintia Shimokomaki (cintia@dcomercio.com.br), Heci Regina Candiani (hcandiani@dcomercio.com.br), Tsuli Narimatsu (tnarimatsu@dcomercio.com.br) e Vilma Pavani (pavani@dcomercio.com.br. Subeditores: Rejane Aguiar e Ricardo Osman. Redatores: Adriana David, Evelyn Schulke, Jaime Matos e Sandra Manfredini. Repórteres: André de Almeida, Karina Lignelli, Kety Shapazian, Lúcia Helena de Camargo, Mariana Missiaggia, Paula Cunha, Rejane Tamoto, Renato Carbonari Ibelli e Sílvia Pimentel. Editor de Fotografia: Agliberto Lima. Arte e Diagramação: José dos Santos Coelho (Editor), André Max, Evana Clicia Lisbôa Sutilo, Gerônimo Luna Junior, Hedilberto Monserrat Junior, Lino Fernandes, Paulo Zilberman e Sidnei Dourado. Gerente Executiva e de Publicidade Sonia Oliveira (soliveira@acsp.com.br) Gerente de Operações Valter Pereira de Souza (valter.pereira@dcomercio.com.br) Serviços Editoriais Material noticioso fornecido pelas agências Estadão Conteúdo, Folhapress, Efe e Reuters Impressão S.A. O Estado de S. Paulo. Assinaturas Anual - R$ 118,00 Semestral - R$ 59,00 Exemplar atrasado - R$ 1,60

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D U G U I N É O G R A N D E I D E Ó L O G O P O R T R Á S D A S D E C I S Õ E S E S T R AT É G I C A S D E P U T I N . Divulgação

entre os movimentos neofascistas que floresceram na Rússia para ocupar o espaço ideológico do comunismo, o mais interessante e, de longe, o mais forte, é a corrente "eurasianista" criada e liderada pelo prof. Alexandre Duguin. Filho de um oficial da KGB, Duguin é um colaborador e um protegido do governo russo, o ideólogo maior por trás das decisões estratégicas de Vladimir Putin. Sem um estudo sério dos seus ensinamentos é impossível entender a linha de ação do Kremlin. Creio ter sido o primeiro a chamar a atenção do público brasileiro, desde uns quinze anos atrás, para a importância crucial do fenômeno Duguin. Graças à mórbida indolência mental das nossas elites, a advertência caiu em ouvidos moucos.

de ler livros. A expansão do duguinismo no Brasil tem sido muito rápida mas, como não poderia deixar de ser, passa totalmente despercebida da mídia e dos "formadores de opinião", assim como aconteceu com a ascensão do Foro de São Paulo de 1990 a 2007.

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as, se são avessos a todo estudo solitário, os brasileiros de classe média e alta são, na mesma medida, altamente propensos a deixar-se arrastar por qualquer bandeira ideológica que chegue do exterior com suficiente respaldo financeiro e disposição de conquistar o território. Assim, se ninguém se preparou intelectualmente para enfrentar a epidemia duguinista que eu anunciava como inevitável, essa epidemia acabou entrando no Brasil como quem arromba uma porta aberta, fazendo não só centenas adeptos nas universidades como também cooptando agentes pagos dispostos a tudo pela glória do Império Eurasiano, que no fim das contas não é senão a boa e velha Mãe Rússia com roupagem multinacional. O eurasianismo surgiu do antigo movimento "nacionalbolchevique" inaugurado pelo próprio Duguin e pelo romancista Eduard Limonov no início dos anos 90 do século findo.

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idéia inicial era reunir num vasto front ideológico tudo o que fosse anti-ocidental e anti-israelense no mundo: comunismo, nazismo, fascismo e sobretudo os vários movimentos "tradicionalistas" herdeiros dos en-

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é justamente aí que eu entro na história. Momentaneamente em crise de dúvida, alguns duguinistas principiantes decidiram colocar as idéias do seu guru em teste, promovendo um debate entre ele e este articulista. O texto integral dos pronunciamentos de parte a parte foi publicado pela Vide Editorial, de Campinas, sob o título Os EUA e a Nova Ordem Mundial. Um Debate entre Alexandre Duguin e Olavo de Carvalho (2012). Mesmo o leitor que não morra de amores pela minha pessoa notará que, no confronto entre um escritor independente e o poderoso representante da ditadura russa, os argumentos do meu adversário foram reduzidos a pó. As mensagens finais do prof. Duguin não escondem sua irritação e despeito ante um oponente que não lhe deixava mesmo margem para outra coisa.

O duguinismo no Brasil Brasileiros de classe média e alta são propensos a deixar-se arrastar por bandeiras ideológicas que cheguem do exterior com respaldo financeiro e disposição para a conquista. sinamentos de René Guénon, Julius Evola, Frithjof Schuon, Ananda K. Coomaraswamy. Duguin e Limonov divergiram quanto ao governo Putin, que o segundo condenava e no qual o primeiro viu sua grande oportunidade de subir na vida. Duguin tornou-se o ideólogo do regime, vivendo em instalações confortáveis, rodeado de centenas de assessores, tudo pago pelo governo, enquanto Limonov ia para a cadeia. O nacional-bolchevismo

estava acabado: nascia, em seu lugar, o "eurasianismo", que é praticamente a mesma coisa adornada com uma profusão de novos e rebuscados argumentos extraídos das obras do geógrafo inglês Halford J. Mackinder (18611947), dos pensadores "russófilos" do início do século 20, dos teóricos nazifascistas e dos tradicionalistas guénonianos e schuonianos. O núcleo da doutrina é a idéia de que a história humana inteira é pautada por uma

OLAVO DE CARVALHO

guerra sem fim entre "potências terrestres", ou "eurasianas", e "potências marítimas", ou "atlânticas". Hoje em dia essas duas forças são representadas, respectivamente, pelo bloco russo-chinês e pela "aliança atlântica" dos EUA com a Inglaterra e Israel. e acordo com Duguin, os povos "terrestres" são guiados por altos ideais heróicos, os "atlânticos" pela cobiça e desejo de poder. O mundo só será feliz

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quando o bloco atlântico for destruído e o Império Eurasiano dominar – sem nenhuma cobiça ou desejo de poder, é claro – o globo terrestre inteiro. So simple as that. A força do duguinismo reside no atrativo que exerce sobre mentalidades diversas e aparentemente incompatíveis entre si: patriotas russos ansiosos para restaurar as glórias imperiais do czarismo, saudosistas do Führer e de Mussolini, comunistas em crise de desamparo ideológico desde o fim da URSS, católicos tradicionalistas inconformados com as reformas do Concílio Vaticano II, intelectuais guénonianos revoltados contra o materialismo moderno e, como não poderia deixar de ser, brasileirinhos universitários sempre dispostos a receber de braços e pernas abertos uma formuleta ideológica prêt-à-porter que os dispense

ncapaz de refutar qualquer das minhas objeções ao eurasianismo, o prof Duguin não era e não é, no entanto, sonso o bastante para deixar de perceber na minha influência o principal obstáculo à penetração das suas idéias no Brasil. Era de se esperar, portanto, que mais cedo ou mais tarde a militância duguinista, inconformada com a humilhação do seu guru, desistisse da concorrência intelectual e partisse para uma campanha de "character assassination" no bom e velho estilo KGB, muito mais maliciosa, peçonhenta, organizada e bem subsidiada do que qualquer iniciativa similar da esquerda nacional. Nos próximos artigos darei alguns detalhes sobre o episódio, altamente significativo do futuro que se prepara para o Brasil.

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OLAVO DE CARVALHO É JORNALISTA, ENSAÍSTA E PROF. DE FILOSOFIA

ADOÇÕES QUE ATROPELAM A LEI e você imaginou já ter visto muita coisa na vida, peço sua atenção para um caso relevante, que traz à tona uma série de dúvidas quanto à adoção de crianças brasileiras por estrangeiros. Este caso foi citado aqui há algum tempo, mas vale rememorar os desdobramentos da questão e alertar as pessoas sobre possíveis riscos ocorridos por falta de informação. De um lado temos uma brasileira – por respeito ao segredo de Justiça alterei seus nomes –, que identificarei como Marcela, alegando que uma empresária portuguesa a teria ludibriado para ficar com a guarda de suas duas filhas menores de idade. Do outro lado está a portuguesa Ana Amélia, segundo a qual Marcela teria lhe oferecido as filhas para adoção e depois simplesmente abandonou as crianças em Portugal. E agora, quem tem razão, à luz da lei?

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arcela, grávida de sete meses, conheceu Ana Amélia em 2005, quando trabalhava num bar no litoral norte de Salvador. Conta ela que a portuguesa conquistou sua confiança e

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até se ofereceu para ser madrinha da criança que estava por nascer. Após dar à luz uma menina, Marcela foi para Portugal trabalhar como empregada doméstica na casa de Ana Amélia, levando a menina recémnascida e a filha mais velha, na época com quatro anos. Seis meses depois, ela voltou ao Brasil, deixando as duas meninas em Portugal, porque a empresária teria dito que ela precisava obter um visto de trabalho. A viagem era desnecessária, claro: o visto poderia ser obtido em Portugal. Mas Marcela afirma que desconhecia esse fato e que Ana Amélia a enganou. Antes de viajar, assinou um documento dando à empresária a guarda provisória das meninas e que, aproveitando-se a situação, Ana Amélia ingressou com uma ação na justiça portuguesa

IVONE ZEGER

Desinformação, por um lado, e possível má fé de outro: em alguns casos, estrangeiros agem ao arrepio da lei.

Essa teria sido a razão dela ter embarcado com as crianças para Portugal. Seja qual for a verdade, o fato é que a legislação brasileira foi desrespeitada. Se a adoção foi de fato cogitada, o processo deveria correr por meios legais. A empresária deveria, antes de tudo, informar-se quanto às leis de adoção do Brasil. Se tivesse feito isso, saberia que, de acordo com a Lei Nacional da Adoção (nº 12.010, de 2009), uma criança só pode ser adotada com o consentimento – formal e por escrito dos pais, e isso Marcela nunca fez. embora a legislação brasileira não impeça a adoção de crianças nativas por estrangeiros, a criança ou adolescente só poderá ser adotada por estrangeiros se não houver nenhum pretendente brasileiro. Isso para não falar na documentação necessária, que inclui uma declaração da autoridade competente do país de origem da adotante afirmando que, segundo as leis de lá, ela está apta a adotar. Também é exigida a apresentação de um estudo psicossocial, atestados de sanidade física e mental, antecedentes criminais e outros

E acusando Marcela de ter abandonado as filhas e solicitando a guarda permanente das crianças. Sem dinheiro para voltar a Portugal, Marcela só conseguiu comprar uma passagem em 2009, com a ajuda de parentes e amigos. pesar de ter passado quase dois anos em Lisboa, ela só conseguiu ver as meninas três vezes, pois a empresária obteve na Justiça portuguesa a guarda permanente das meninas.

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Marcela tem apenas o direito de visitar as filhas. Ela recorreu da decisão por meio de um advogado da embaixada brasileira em Lisboa, mas até hoje o recurso não foi julgado. Já a empresária portuguesa diz que Marcela teria proposto a ela que adotasse seu bebê quando ainda estava grávida, no Brasil, e logo depois, que adotasse também a filha mais velha, para que as duas meninas pudessem ter melhores condições de vida.

documentos, todos traduzidos por tradutor juramentado e autenticados por autoridade consular. Se os documentos forem aprovados, a adotante entra na fila de espera de estrangeiros interessados em adotar no Brasil. processo é complexo, mas a intenção é justamente evitar situações desse tipo. Afinal, mesmo que Marcela tivesse cogitado entregar as filhas para adoção (o que nega), o fato de a portuguesa ter passado por cima da legislação brasileira é sinal de má fé. Para todos os efeitos, inclusive sob o ponto de vista da Convenção de Haia sobre o sequestro internacional de crianças, as duas meninas, nascidas em solo brasileiro, estão, sim, indevidamente retidas em Portugal. A expectativa é que, em algum momento, a Justiça portuguesa conserte a situação.

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IVONE ZEGER É ADVOGADA, CONSULTORA JURÍDICA EM DIREITO DE FAMÍLIA E SUCESSÃO, AUTORA DOS LIVROS “HERANÇA: PERGUNTAS E RESPOSTAS” E

“COMO A LEI RESOLVE QUESTÕES DE FAMÍLIA” – DA MESCLA EDITORIAL WWW.IVONEZEGER.COM.BR


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Inconformado com a

MAIS: acha que 40 pessoas

sétima colocação da BeijaFlor, Boni quer mudar o sistema de julgamento das escolas de samba.

gibaum@gibaum.com.br

2 “Avisem a Dilma que ela está de aviso prévio.”

não podem julgar o trabalho de 40 mil. "No Oscar, são dois mil experts escolhendo os 50 melhores."

Gala em Miami

EDUARDO CAMPOS // governador de Pernambuco e presidenciável, sobre as eleições. Fotos: BusinessNews

A baiana Ivete Sangalo, ainda no ritmo das comemorações de seus 20 anos de carreira, será homenageada, no próximo dia 15, em Miami, na noite de gala da Brazil Fundation, no Perez Art Museum, por sua atuação no projeto Quabales, em Amaralina, bairro de Salvador. Os apresentadores da festa serão o jornalista Pedro Andrade (ele também é modelo), que participa do Manhattan Connection e do ABC Fusion , em Miami e a nissei Sabrina Sato. Como ela não fala inglês, Pedro fará uma tradução simultânea.

TRÊS DIAS Humanizar “Humanizar a comunicação do governo” é o novo ovo de Colombo descoberto pelo staff que cuida da campanha de reeleição de Geraldo Alckmin em São Paulo. Nesses quase quatro anos de mandato, a Secretaria de Comunicação do Palácio dos Bandeirantes, comandada por Marcio Aith, não esteve muito preocupada com isso, malgrado suas dezenas de funcionários. Mais: Alckmin é bom de números, fala direito, só que sem nenhuma emoção. Até seu lado de humor, revelado apenas aos chegados, não aparece.

NA FRENTE O ministro Gilberto Carvalho, ainda secretário geral da Presidência, lançou a candidatura de Lula ao Planalto em 2018, esta semana, no novo programa da TV Gazeta (transmissão regional) comandado por Maria Lydia, Hora do Voto. Não é a primeira vez que Gilbertinho sonha com a volta do ex-presidente: no ano passado, em entrevista ao jornal argentino Página 12, ele já havia se manifestado neste sentido. Detalhe: Lula ainda não pensa nisso, mas sabe que o PT não tem nenhum nome para 2018, caso Dilma se reeleja.

Com visual de animé psicodélico, Kyary Pamyu Pamyu, 20 anos, hoje, é o mais famoso nome internacional do pop japonês (JPop): recordista de vendas em seu país, seu clipe PonPonPon (mais de 60 milhões de views no YouTube) já inspirou flashmobs até em Paris. Agora, com ginásios cheios, faz sua segunda turnê entre Estados Unidos, Europa e Ásia e sem problemas de língua: suas canções não fazem sentido nem em japonês. Tem dois anos de carreira e em seu universo, coelho toca guitarra, cebola fala e a vida tem tons pastéis. As revistas britânicas falam que ela é “a Lady Gaga japonesa”.

Lady Gaga japonesa

O governo está acelerando estudos, diante da crise energética que assola o país, para a construção de novas usinas nucleares no Brasil. Nada resolverá o problema de imediato, só que Dilma quer anunciar o plano antes da largada da campanha pela reeleição. Afinal, depois da decisão da construção, uma usina leva, pelo menos, dez anos para gerar energia. Cinco para licenciamento, cinco para construção. Com a escassez dos recursos hídricos e do alto preço das termelétricas, há outras fontes como eólicas e solares, mas não são soluções como matrizes energéticas.

Usinas na campanha

MENOS LUXO Aos poucos, a região da Oscar Freire, em São Paulo, antes considerada referência de luxo no Brasil, vai presenciando o fechamento, especialmente na vizinha Haddock Lobo, de lojas de grandes marcas. Já saíram de lá Louis Vuitton, Dior, Bulgari e agora Ferragamo. Na também vizinha Bela Cintra, há quem aposte que a Gant quer sair de lá – e fechar suas unidades no país. Versace e Cavalli resistem, com problemas. Na Oscar Freire, depois da Riachuelo, será inaugurada uma loja da Natura, onde era o restaurante Tattoo (ficará ao lado da francesa L’Occitane).

AÉCIO Neves passou seu aniversário (54 anos), esta semana, no Rio, ao lado da irmã Ângela Neves, que recupera de um AVC. Com o senador e presidenciável estavam a sua filha, Gabriela, sua mulher Letícia e sua mãe, Inês Maria de Faria. Aécio e José Dirceu que aniversaria no domingo, têm algo em comum: os dois são de Peixes.

A PRIMEIRA-dama de Pernambuco, Renata Campos, ainda às voltas com amamentação de Miguel, o novo filho portador de Síndrome de Down, mais do que solidária com o marido Eduardo Campos, interrompeu o envio de doces nordestinos para a presidente Dilma Rousseff. A Chefe do Governo gosta muito de doce de jaca. Para a capa e recheio da nova edição de Status, a atriz Luiza Valdetaro, 28 anos, carioca, a Hilda da novela Jóia Rara, encarnou uma mulher poderosa, sexy e ao mesmo tempo angelical (afinal, posou até com asas numa nuvem). Ela é formada em Artes Cenicas, já trabalhou como modelo e é casada com Alberto Blanco, 17 anos mais velho, com quem teve uma filha. Em Gabriela, foi Gerusa Bastos ; antes, foi Glória em Viver a Vida. Na capa, a revista diz que “um anjo caiu do céu para nossas páginas”.

Caiu do céu

Colecionador Nem só de Suzana Vieira viveu, no desfile das campeãs, no Rio, o ex-prefeito de Jaguariúna, interior de São Paulo, Marcio Gustavo Bernardes Reis, 43 anos. Ele deixou o camarote de mãos dadas com a veterana atriz, mas antes já havia trocado beijos com Helena Ranaldi, de Em Família. Anteriormente, já havia namorado a apresentadora Amanda Françoso e a socialite Ana Paula Junqueira. Ou seja: o deputado federal Fabio Farias (PSD-RN), que tem no currículo Adriane Galisteu e Sabrina Sato, encontrou um concorrente à altura.

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Os ministros da Justiça e Defesa deverão aplicar, este ano, R$ 360 milhões em ações de segurança para a Copa do Mundo. Os investimentos nesse setor, iniciados em 2012, serão de cerca de R$ 1,9 bilhão. Na Copa, estima-se que 20 mil homens serão utilizados na segurança privada (dentro das arenas) e haverá 150 mil agentes de segurança pública e defesa. A Abin – Agência Brasileira de Inteligência trabalha com seis grupos potencialmente capazes de tumultuar a Copa e considera ações terroristas, riscos de ataques do PCC e outros e probabilidades de greves de funcionários públicos de diversas áreas.

MISTURA FINA

Segurança na Copa

O anunciado casamento entre Ronaldo Nazário (é o quarto dele) e a DJ Paula Morais (eles já estão morando juntos em Londres) está provocando uma corrida de estilistas atrás da noiva: é uma ocasião e tanto para promover qualquer designer de moda, cobrando ou não pelo vestido. O casório será em Búzios, no Rio, em novembro, onde o staff de Ronaldo já está reservando acomodações para todos os convidados. Será uma festa de três dias – e com um show de alguma atração internacional.

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Luvas longas.

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Luvas curtas.

NO PRÓXIMO dia 17, na Livraria da Vila, no shopping Pátio Higienópolis, a poeta Karin Massaro lança seu novo livro As Árvores de São Paulo. Karin é hematologista, coordena o Serviço de Hematologia do Hospital Santa Catarina e presidente do conselho da industria de equipamentos médicos - Fanem.

A REDE Globo vem se empenhando numa operação-enxuga em torno de altos salários de seu elenco, optando por contratos por novelas (ou outros projetos com tempo determinado). Por outro lado, trata de manter as pratas da casa. Acabam de ter seus contratos renovados, além de Odilon Wagner que acertou novo vínculo, Elizabeth Savalla, Irene Ravache e os veteranos Luis Gustavo, 80 anos e Agildo Ribeiro, 81 anos.

Sem foro privilegiado O escândalo no Ministério da Saúde, na Secretaria Especial de Saúde Indígena, envolvendo supostamente o ex-ministro Alexandre Padilha em licitação fraudulenta de aluguel de veículos (todos os contratos juntos teriam propiciado um superfaturamento de R$ 1,7 bilhão) é o novo problema para Dilma Rousseff. A Polícia Federal e o Ministério Público estão em campo (e igualmente as revistas semanais) e pretendem ouvir, nos próximos dias, todos os envolvidos. Detalhe: Padilha não tem, hoje, foro privilegiado. Pode ser intimidado por qualquer delegacia como cidadão comum.

ESTA SEMANA, o expresidente Lula está na Itália, com agenda digna de chefe de Estado: ontem, discursou na fábrica de pneus Pirelli e hoje, almoça com o primeiro-ministro Matteo Renzi. Não há previsão de nenhuma visita a Henrique Pizzolato.

Colaboração:

Paula Rodrigues / Alexandre Favero

quarta-feira, 12 de março de 2014


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quarta-feira, 12 de março de 2014

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Pedro França/Ag.Senado

Pedro Ladeira/ Folhapress

Vital do Rêgo (PMDB-PB)

Indicado ao Turismo rejeita convite ndicado pela presidente Dilma Rousseff para assumir o Ministério do Turismo, o senador Vital do Rêgo (PMDB-PB) disse ontem que já transmitiu ao Palácio do Planalto sua decisão de não aceitar o comando da pasta para evitar que a crise PT-PMDB se torne maior. Vital disse que seria "instrumento de cisão" ao assumir um ministério que é da cota do PMDB da Câmara. Líderes peemedebistas já afirmaram que Vital não assumiria o cargo, mas pela primeira vez o senador confirmou publicamente sua insatisfação com a indicação de Dilma. Há seis meses, o PMDB indicou Vital para assumir o Ministério da Integração Nacional. Dilma não aceitou a indicação e, há duas semanas, apresentou como solução nomear Vital para o Turismo, pasta que é controlada pelo PMDB da Câmara. "Eu disse que não queria ser esse instrumento de divisão do partido. Para a Integração, meu nome tinha o apoio das bancadas da Câmara e do Senado. Manifestei minha indisposição de estar em um ministério que não tem relação definida", afirmou. Os deputados peemedebistas estão em brigas com o PT e o Palácio do Planalto desde que a presidente Dilma decidiu reduzir de dois para um os ministérios controlados pela bancada. Para Vital , a atual "convulsão partidária" precisa ser debelada, pois prejudica a todos. (Folhapress)

Líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha: apoio contra governo.

Bancada na Câmara se rebela

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Estratégia para evitar uma rebelião no Senado uma ofensiva para evitar que o PMDB do Senado, até então neutro na relação com Dilma, também adote postura de rompimento no apoio ao governo no Congresso, o Planalto intermediou acordo para o PT apoiar a candidatura do irmão do senador Vital do Rêgo (PMDB-PB) ao governo da Paraíba, Veneziano Vital do Rêgo (PMDB). Vital do Rêgo disse que está "satisfeito" com o apoio porque considera mais importante neste momento discutir as alianças regionais do PT com o PMDB. "É uma aliança natural formada desde o governo Lula. A Paraíba teve o primeiro governador do PMDB a apoiar o ex-presidente." No entanto, o senador disse que seria "falso" ao afirmar que não sente mágoa do Planalto por ter deixado seu nome exposto há seis meses em meio às discussões da reforma ministerial. "É como se eu tivesse enfrentado uma maratona nos últimos dias", desabafou. (Folhapress)

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PMDB na Câmara declara autonomia pós três horas de reunião a portas fechadas, a bancada do PMDB da Câmara dos Deputados anunciou que atuará nas votações de forma independente ao governo e divulgou uma nota "exortando" a Executiva nacional do partido a debater a crise política e "reavaliar a qualidade da aliança com o PT". Na reunião, recheada de críticas à atuação do vicepresidente da República, Michel Temer, os peemedebistas concordaram que votarão pela convocação do ministro da Saúde, Arthur Chioro, nas comissões onde há requerimento e que apoiarão a aprovação de um convite para que a presidente da Petrobras, Graça Foster, venha à Casa explicar as denúncias de pagamento de propina à funcionários da estatal. Na nota, os deputados da bancada manifestaram apoio ao líder Eduardo Cunha (RJ) e ressaltaram que ele continua sendo o

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Dilma: 'Olha aqui, o PMDB só me dá alegrias'. E as alegrias aumentariam com mais espaço no governo? Ela desconversa. m Viña Del Mar, para onde viajou a fim de participar da cerimônia de posse da presidente do Chile, Michelle Bachelet, a presidente Dilma Rousseff disse que só tem "alegrias" com o PMDB, um dos principais partidos da base aliada no Congresso e cujas relações têm se deteriorado nos últimos meses. Ao ser questionada por jornalistas sobre a relação do governo com o PMDB, respondeu: "Olha aqui, vou te falar uma coisa: o PMDB só me dá alegrias", afirmou sorrindo. Os jornalistas riram. Questionada se as alegrias aumentariam com a concessão de mais espaço ao partido no governo, ela desconversou: "Posso falar uma coisa? Daqui para a frente, sabe, esse é um ano muito especial. Primeiro porque nós temos a Copa. E eu tenho a convicção de que ela vai ser uma Copa fantástica. Segundo porque nós temos essa preparação aí para os Jogos Olímpicos. Eles [comitiva de atletas brasileiros no Chile] estão aqui me dizendo que ganharam hoje 37 medalhas, nós somos o primeiro lugar. O próximo, atrás de nós, ganhou 17, que é a Argentina. E veja você que eu estou falando de medalhas de ouro. E uma ótima notícia

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A presidenta foi clara em dizer que o PMDB só dá alegrias. E só dá alegrias mesmo , apoia o governo, ajuda o governo... MICHEL TEMER (PMDB)

para nós, viu, meninas: as mulheres tiveram um desempenho excepcional e fantástico." FOCO DA CRISE O maior foco da crise está na Câmara dos Deputados, onde sete partidos da base aliada, sob o comando do líder do PMDB, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), formaram um "blocão", para ampliar o poder de negociação com o Executivo em votações da Casa. Na segunda-feira, Dilma se reuniu com lideranças do partido aliado no Palácio do Planalto para tratar da aliança com o governo e tentar pacificar as relações com a sigla. Mas não convidou Cunha para o encontro, o que, na visão de peemedebistas, significou uma tentativa de isolar o líder do PMDB e motivou a rebelião de ontem.

O presidente da República em exercício, Michel Temer, mostrou satisfação com a declaração de Dilma no Chile. "A presidenta foi muito explícita na frase", disse ele, após participar de reunião do partido "com vistas à pacificação absoluta", segundo explicou. "A presidenta foi clara em dizer que o PMDB só dá alegrias. E só dá alegrias mesmo para o governo, apoia o governo, ajuda o governo. A presidenta foi muito explícita na frase que formalizou", afirmou. ARTICULAÇÃO Ontem, o ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, reabriu o balcão da reforma ministerial com o PP e o PROS e conseguiu deles a promessa de que vão abandonar a aliança informal com o PMDB e outros quatro partidos, o chamado "blocão". O ministro também pressionou o PR a deixar o bloco informal, reunindo-se na segunda-feira com o ministro dos Transportes Cesar Borges , filiado ao partido, e com o presidente da legenda. Mas não conseguiu ouvir deles a promessa de uma mudança de posição. Já com o PDT obteve êxito: o partido voltou para o lado do governo e abandonou o "blocão. (Agências)

Comissão vai investigar Petrobras Blocão tem sua primeira vitória: 267 deputados votaram a favor. chamado "blocão", grupo informal de deputados da base insatisfeitos com a articulação política conduzida pelo governo, impôs na noite de ontem uma dura derrota ao Palácio do Planalto e aprovou um requerimento para que deputados viajem ao exterior e acompanhem investigações de corrupção que citam a Petrobras.

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Ao final da votação, 267 parlamentares apoiaram o requerimento (sendo 158 da base aliada), 28 se manifestaram contrários e 15 se abstiveram. PMDB, PR, PTB e PSC orientaram suas bancadas a votarem contra os interesses do Planalto. Os parlamentares vão acompanhar, na Holanda, as investigações de um suposto esquema de

pagamento de propina da holandesa SBM Offshore a funcionários e intermediários da Petrobras no fretamento de plataformas. Hoje, os ministros da Justiça, José Eduardo Cardozo, e da Controladoria-Geral da União, Jorge Hage, devem ir a Câmara para tratar do tema. (Folhapress)

único interlocutor da bancada perante outras esferas. "Se ela (Dilma) quiser ouvir a bancada da Câmara, terá de falar com a bancada da Câmara", avisou Cunha. Os peemebebistas também reafirmaram a intenção de não indicar nomes para a reforma ministerial e ainda agradeceram a posição do PMDB do Senado em não indicar os senadores Vital do Rêgo (PB) e Eunício Oliveira (CE) para os ministérios. "O Senado se recusou a indicar", comemorou Cunha. Os deputados do PMDB decidiram que manterão a oposição ao projeto do Marco Civil da Internet. "A crise está presente, ninguém está escondendo que a crise existe", reiterou. Sobre a hipótese de antecipar a convenção do PMDB para junho, o deputado Danilo Forte (PMDB-CE), disse que dos 27 diretórios estaduais, 11 já teriam aprovado a convocação antecipada –seriam necessários nove. (Agências)

Vice-líder defende 'alternância de poder' com Aécio E consegue a adesão de parte da bancada vice-líder da bancada do PMDB na Câmara dos Deputados, Leonardo Picciani (RJ), chegou ontem à reunião dos peemedebistas defendendo a "alternância de poder" e o apoio à possível candidatura à Presidência do senador tucano Aécio Neves. Segundo ele, a economia "não vai bem" e o PMDB do Rio não aceitará palanque "múltiplo" no Estado. "Há um desejo do PMDB (do Rio) de apoiar a candidatura do senador Aécio Neves", declarou. Picciani é filho de Jorge Picciani, presidente do diretório estadual do PMDB no Rio, que já declarou a intenção de apoiar o

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Zeca Ribeiro/Ag.Câmara

Leonardo Picciani apoia Aécio

senador tucano na corrida presidencial. "O PMDB do Rio não estará num palanque múltiplo, quer um palanque único", disse. Ao chegar para a reunião, o deputado defendeu a liderança de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e ressaltou que suas posições representam o pensamento da bancada. "Ele é líder porque tem respaldo e confiança da bancada", afirmou Picciani, ressaltando que uma moção de apoio a Cunha seria "redundante". Apesar da troca de farpas com o PT, o líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha , ressaltou que não cabe à bancada discutir o rompimento da aliança com o PT em nível nacional, embora a maior parte dos deputados tenha defendido sim a ruptura na reunião de ontem. "O que está em discussão é a qualidade da aliança", enfatizou. O peemedebista falou em "insatisfação generalizada" dos parlamentares com a ação "hegemônica" do PT nos palanques regionais. O líder do PT na Câmara, deputado Vicentinho (SP), admitiu que não há clima para votações e que a sensação é de insegurança. (Agências)


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Dilma está se saindo bem com o TSE Ministro do TSE nomeado por ela considera que não houve propósito eleitoreiro na campanha Minha Casa Minha Vida nem na reunião com Lula e outros petistas Lucas Lacaz Ruiz / Fotoar/Estadão Conteúdo

ex - a d v o g a d o d a campanha de Dilma Rousseff à Presidência da República em 2010, e hoje ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), nomeado por ela, Admar Gonzaga, negou o pedido apresentado pelo PSDB para suspender a propaganda dos programas Minha Casa, Minha Vida e Minha Casa Melhor. O partido alega que os filmes de publicidade, veiculados em emissoras de televisão acabam beneficiando a presidente Dilma Rousseff. O ministro entendeu que não ficou demonstrada – nas peças publicitárias feitas pela Caixa Econômica Federal, responsável pela gestão dos programas – propaganda eleitoral antecipada. "Na espécie, entendo que não restou caracterizado o intuito eleitoreiro da publicidade, ao se trazer a opinião da presidente sobre projetos e programas patrocinados pelo governo federal. Não sendo, portanto, perceptíveis, de plano, os requisitos necessários para o deferimento da medida

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reclamada, indefiro o pedido Azevedo, e o ex-ministro Frande liminar, reservando-me à klin Martins. Por causa dessa reunião, avaliação dos demais requerimentos e do mérito da ação feita em horário de expedienapós o prazo destinado às de- te e explicitamente voltada fesas e ao parecer do Ministé- para discutir a campanha de rio Público Eleitoral", explicou Dilma à reeleição, o PSDB hao ministro apontado pela pre- via pedido a proibição de novas reuniões e uma multa de sidente Dilma. Na segunda-feira, ele havia até R$ 100 mil. Segundo a rejeitado re p res e n t atambém o peção do partidido de limido, Dilma tenar do PSDB Entendo que não ria desrespeipara multar a presidente restou caracterizado tado a Lei das Eleições, que e m a t é o intuito eleitoreiro proíbe aos R$ 100 mil da publicidade agentes púp e l o e n c o nsobre projetos e blicos cedetro de campare m o u u s anha que ela programas do rem bens da manteve governo federal. a d m i n i s t r acom o com o ADMAR GONZAGA ção para ex - p re s i d e ncampanhas te Luiz Inácio Lula da Silva e integrantes do eleitorais. Gonzaga disse que não iria PT, no Palácio da Alvorada, na quarta-feira passada (5). Par- conceder liminar impedindo ticiparam também do encon- reuniões na residência oficial, tro o marqueteiro João Santa- mas pediu que Dilma, o diretóna, o ministro Aloizio Merca- rio do PT e o Ministério Público dante (Casa Civil), o presiden- se manifestem sobre o caso. te do PT, Rui Falcão, o chefe de Depois, ele informou que anagabinete da presidente, Giles lisará os fatos e tomará uma TSE Divulgação decisão definitiva. Admar Gonzaga foi nomeado por Dilma em 2013 para o cargo de ministro substituto do Ministro TSE. Seu nome foi incluído em Admar lista tríplice pelo Supremo TriGonzaga. Ele bunal Federal para o preenchientendeu que mento da vaga desde agosto não ficou de 2012, quando o ministro demonstrada Henrique Neves terminou o propaganda mandato de substituto. Além eleitoral antecipada por de Gonzaga, constavam da lisparte de Dilma. ta os advogados Joelson Costa Dias e Alberto Pavie Ribeiro. Neves havia sido nomeado como titular da corte por Dilma em novembro de 2012. (Agências)

Paulo Skaf: Fiesp não poderá usar a imagem, voz ou "alusão à figura" dele até o 2º turno das eleições.

Já Paulo Skaf está proibido de aparecer em nome da Fiesp Justiça Eleitoral proibiu o pré-candidato ao governo de SP e presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Paulo Skaf (PMDB), de protagonizar campanhas publicitárias da entidade no rádio e na tevê. A decisão, em caráter liminar, foi proferida pelo juiz Luiz Guilherme da Costa Wagner, do Tribunal Regional Eleitoral de SP (TRE-SP). Com isso, a Fiesp não poderá usar a imagem ou a voz e nem fazer "alusão à figura" do peemedebista até o 2º turno das eleições deste ano. A decisão final sobre o caso, se houve ou não propaganda eleitoral antecipada, ainda não tem data definida, bem como o pagamento de multa de R$ 34 milhões solicitado pela Procuradoria Regional Eleitoral, responsável por protocolar a ação. Wagner destaca que Skaf, na posição de presidente da Fiesp, ocupou, no primeiro e segundo semestre de 2013, "significativas horas de televisão e de rádio" e que há "nos autos elementos que demonstram o elevado número de aparições do précandidato em campanhas publicitárias, bem como

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comprovam o gasto de significativos valores com tais anúncios em rádio e televisão". Para o juiz, "as constantes aparições de Skaf chamam a atenção do telespectador comum". Segundo a Procuradoria Regional Eleitoral, Skaf ocupou mais de 97 horas de tevê e 119 horas de rádio ao longo do ano passado. Só no 2º semestre, foram 72 horas de tevê. Na representação, a Procuradoria ainda destacou que as campanhas publicitárias de Skaf tinham "caráter pessoal, com o intuito de disseminar a imagem de bom administrador e conhecedor dos problemas que afligem a população de São Paulo, caraterizando nítida propaganda eleitoral". A defesa do peemedebista havia sustentado que a aparição de Skaf seria um fato comum no cenário empresarial mundial moderno. "Não vinga a tese sustentada pela defesa no sentido de que a aparição do presidente, Paulo Skaf, nas inserções publicitárias da Fiesp é fato comum no cenário empresarial mundial moderno, onde são muitos os casos de CEOs que são

verdadeiras personificações das empresas que representam, como, por exemplo, as figuras de Steve Jobs (falecido fundador da Apple), de Bill Gates (Microsoft), Marck Zuckerberg (Facebook) ou comandante Rolim Amaro (TAM), na medida em que, ao que se tem notícia, Steve Jobs, Bill Gates, Marck Zuckerberg e, voltando ao Brasil, o comandante Rolim Amaro, quando se serviram da exposição de suas imagens, não eram précandidatos a cargos eletivos", escreveu o juiz em sua liminar. GUERRA JURÍDICA A proibição do protagonismo de Paulo Skaf nas inserções partidárias é mais um capítulo da guerra jurídica que vem sendo travada na Justiça Eleitoral entre os partidos que disputarão as eleições estaduais neste ano. O PMDB também foi alvo de outra medida por propaganda eleitoral antecipada, ingressada pelo PHS . E o PT, do pré-candidato Alexandre Padilha, foi alvo, este ano, de três representações ingressadas pelo PSDB. (Folhapress)

MENSALÃO

Dirceu nega uso de celular de dentro do presídio da Papuda Elza Fiúza/ABr - 18/02/2010

ex-ministro José Dirceu negou ontem ter usado um celular dentro do presídio da Papuda, onde está preso desde novembro do ano passado. Em audiência por videoconferência ontem, o petista afirmou ao juiz Bruno Ribeiro, da Vara de Execuções Penais (VEP) do Distrito Federal, que não falou com ninguém de fora do presídio nem por intermédio de terceiros. Em janeiro, a Folha de S.Paulo revelou que o secretário da Indústria, Comércio e Mineração da Bahia, James Correia, na gestão de Jaques Wagner (PT), confirmou ter conversado com Dirceu em 6 de janeiro pelo celular de um amigo em comum que o visitava na prisão. A entrada de celulares no presídio é proibida. Segundo o advogado de Dirceu, José Luís Oliveira Lima, seu cliente foi questionado sobre o uso do aparelho e sobre as regalias que estaria tendo na prisão. O juiz indagou ainda sobre as

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José Dirceu, em audiência por videoconferência ontem, afirmou que não falou com ninguém de fora do presídio nem por intermédio de terceiros.

visitas fora do horário prédeterminado. Segundo o advogado, Dirceu negou que tenha recebido tais visitas e disse ao juiz que aguarda a análise do seu pedido de trabalho externo. A Subsecretaria do Sistema Penitenciário do DF, subordinada ao governador petista Agnelo Queiroz, realizou duas investigações sobre o caso. Após concluir a primeira em apenas cinco dias, foi ordenada pela VEP a refazer o processo. Segundo o juiz substituto Mário José de Assis Pegado, a primeira investigação não

realizou "oitiva do interno, nem o atendimento de qualquer das diligências já determinadas (...), quando (foi) requisitada a instauração de inquérito". Apesar do reclame formal da Justiça, a segunda investigação também foi concluída em cinco dias. Ribeiro decidiu então, ouvir Dirceu. O caso será analisado também pelo Ministério Público. Ribeiro chegou a indicar o estranhamento de ver a investigação anterior ser arquivada em tão pouco tempo. (Folhapress)


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Tibre Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. Empresa da Organização Bradesco CNPJ 62.042.890/0001-51 Sede: Cidade de Deus - Prédio Prata - 4º Andar - Vila Yara - Osasco - SP RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Cotistas,

No exercício a Tibre DTVM registrou Lucro Líquido de R$ 1,9 milhão, Patrimônio Líquido de R$ 45 milhões e Ativos Totais de R$ 46,2 milhões.

Submetemos à apreciação de V.Sas. as demonstrações contábeis do exercício findo em 31 de dezembro de 2013, da Tibre Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. (Tibre DTVM), de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.

Osasco, SP, 29 de janeiro de 2014. Diretoria

BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE DEZEMBRO - Em Reais mil ATIVO CIRCULANTE ............................................................................................................................................... DISPONIBILIDADES (Nota 4) ....................................................................................................................... TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS (Nota 5a) ....... Carteira Própria ............................................................................................................................................. OUTROS CRÉDITOS.................................................................................................................................... Diversos (Nota 6)........................................................................................................................................... REALIZÁVEL A LONGO PRAZO................................................................................................................. OUTROS CRÉDITOS.................................................................................................................................... Diversos (Nota 6)........................................................................................................................................... PERMANENTE ............................................................................................................................................. INVESTIMENTOS (Nota 7) ........................................................................................................................... Outros Investimentos..................................................................................................................................... Provisões para Perdas .................................................................................................................................. TOTAL ...........................................................................................................................................................

2013 46.114 40 45.943 45.943 131 131 67 67 67 4 4 47 (43) 46.185

2012 44.198 47 44.021 44.021 130 130 105 105 105 4 4 47 (43) 44.307

PASSIVO CIRCULANTE ............................................................................................................................................... OUTRAS OBRIGAÇÕES .............................................................................................................................. Sociais e Estatutárias (Nota 10d) .................................................................................................................. Fiscais e Previdenciárias (Nota 9a)............................................................................................................... Diversas (Nota 9b)......................................................................................................................................... EXIGÍVEL A LONGO PRAZO....................................................................................................................... OUTRAS OBRIGAÇÕES .............................................................................................................................. Fiscais e Previdenciárias (Nota 9a)............................................................................................................... Diversas (Nota 9b)......................................................................................................................................... PATRIMÔNIO LÍQUIDO ................................................................................................................................ Capital: - De Domiciliados no País (Nota 10a) ........................................................................................................... Reservas de Lucros (Nota 10c)..................................................................................................................... TOTAL ...........................................................................................................................................................

2013

2012

1.201 1.201 18 1.087 96 44.984

1.187 1.187 18 1.073 96 18 18 2 16 43.102

24.500 20.484 46.185

22.300 20.802 44.307

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO - Em Reais mil

DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO - Em Reais mil

2º Semestre 2013 2.023 2.023 2.023 (199) (115) (101) 17 1.824 1.824 (732) 1.092

RECEITAS DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA ........................................................ Resultado de Operações com Títulos e Valores Mobiliários (Nota 5b) ......................... RESULTADO BRUTO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA....................................... OUTRAS RECEITAS/DESPESAS OPERACIONAIS ................................................... Outras Despesas Administrativas (Nota 11).................................................................. Despesas Tributárias (Nota 12) ..................................................................................... Outras Receitas Operacionais (Nota 13)....................................................................... Outras Despesas Operacionais (Nota 13)..................................................................... RESULTADO OPERACIONAL ..................................................................................... RESULTADO ANTES DA TRIBUTAÇÃO SOBRE O LUCRO ...................................... IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL (Nota 15) ................................... LUCRO LÍQUIDO.......................................................................................................... Número de cotas (Nota 10a) ......................................................................................... Lucro por lote de mil cotas em R$.................................................................................

Exercícios findos em 31 de dezembro 2013 2012 3.577 3.543 3.577 3.543 3.577 3.543 (427) (376) (258) (196) (186) (192) 17 33 (21) 3.150 3.167 3.150 3.167 (1.250) (1.243) 1.900 1.924

24.500.000 44,57

24.500.000 77,56

22.300.000 86,27

Eventos Saldos em 30.6.2013 ............................................................................ Lucro Líquido.......................................................................................... Destinações: - Reservas......................................................................... - Dividendos Propostos..................................................... Saldos em 31.12.2013 .......................................................................... Saldos em 31.12.2011 .......................................................................... Aumento de Capital ................................................................................ Lucro Líquido.......................................................................................... Destinações: - Reservas......................................................................... - Dividendos Propostos..................................................... Saldos em 31.12.2012 .......................................................................... Aumento de Capital ................................................................................ Lucro Líquido.......................................................................................... Destinações: - Reservas......................................................................... - Dividendos Propostos..................................................... Saldos em 31.12.2013 ..........................................................................

Capital Social 24.500 24.500 18.000 4.300 22.300 2.200 24.500

Reservas de Lucros Legal Estatutárias 137 19.265 54 1.028 191 20.293 1.126 22.070 (4.300) 96 1.810 1.222 19.580 (1.126) (1.074) 95 1.787 191 20.293

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA - Em Reais mil

DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO - Em Reais mil

2º Semestre 2013 Fluxo de Caixa das Atividades Operacionais: Lucro Líquido antes do Imposto de Renda e Contribuição Social ....................... Ajustes ao Lucro Líquido antes dos Impostos....................................................... Reversão de Provisões Trabalhista............................................................................ Lucro Líquido Ajustado antes dos Impostos.......................................................... (Aumento)/Redução em Títulos e Valores Mobiliários e Instrumentos Financeiros Derivativos ................................................................................................................. (Aumento)/Redução em Outros Créditos .................................................................... Aumento/(Redução) em Outras Obrigações ............................................................... Imposto de Renda e Contribuição Social Pagos ......................................................... Caixa Líquido Proveniente/(Utilizado) das Atividades Operacionais ..................... Fluxo de Caixa das Atividades de Financiamentos: Dividendos Pagos........................................................................................................ Caixa Líquido Proveniente/(Utilizado) de Atividades de Financiamentos ............. Aumento/(Redução) de Caixa e Equivalentes de Caixa...........................................

Exercícios findos em 31 de dezembro 2013 2012

1.824 (17) (17) 1.807

3.150 (17) (17) 3.133

3.167 3.167

(1.703) 26 2 (106) 26

(1.922) 32 (1.232) 11

(1.675) 6 (103) (1.277) 118

(18) (18) 8

(18) (18) (7)

(78) (78) 40

32 40 8

47 40 (7)

7 47 40

Caixa e Equivalentes de Caixa - Início do Período ....................................................... Caixa e Equivalentes de Caixa - Fim do Período .......................................................... Aumento/(Redução) Líquida, de Caixa e Equivalentes de Caixa ............................

Descrição 1 - RECEITAS ......................................................... 1.1) Intermediação Financeira......................... 1.2) Outras ........................................................ 2 - INSUMOS ADQUIRIDOS DE TERCEIROS ....... Publicação.......................................................... Serviços Técnicos Especializados ..................... Serviços do Sistema Financeiro ........................ Outras ................................................................ 3 - VALOR ADICIONADO BRUTO (1-2) .................

2º Semestre 2013 % 2.040 106,0 2.023 105,1 17 0,9 (115) (50) (39) (7) (19) 1.925

Lucros Acumulados

Totais 43.902 1.092 (10) 44.984 41.196 1.924 (18) 43.102 1.900 (18) 44.984

1.092 (1.082) (10) 1.924 (1.906) (18) 1.900 (1.882) (18) -

Exercícios findos em 31 de dezembro 2013 % 2012 3.594 107,7 3.555 3.577 107,2 3.543 17 0,5 12

(6,0) (2,6) (2,0) (0,4) (1,0) 100,0

(258) (142) (56) (13) (47) 3.336

(7,7) (4,2) (1,7) (0,4) (1,4)

(196) (143) (33) (12) (8)

100,0

3.359

% 105,8 105,5 0,3 (5,8) (4,2) (1,0) (0,4) (0,2) 100,0

4 - VALOR ADICIONADO A DISTRIBUIR ..............

1.925

100,0

3.336

100,0

3.359

100,0

5 - DISTRIBUIÇÃO DO VALOR ADICIONADO...... 5.1) Impostos, Taxas e Contribuições ............ Federais. ..................................................... 5.2) Remuneração de Capitais Próprios ........ Dividendos .................................................. Lucros Retidos ............................................

1.925 833 833 1.092 10 1.082

100,0 43,3 43,3 56,7 0,5 56,2

3.336 1.436 1.436 1.900 18 1.882

100,0 43,0 43,0 57,0 0,6 56,4

3.359 1.435 1.435 1.924 18 1.906

100,0 42,7 42,7 57,3 0,5 56,8

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 1) CONTEXTO OPERACIONAL A Tibre Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. (Tibre DTVM ou Instituição) é uma Instituição financeira que tem por objetivo efetuar operações de intermediação no mercado aberto, além de gerir e administrar recursos de terceiros. É parte integrante da Organização Bradesco, sendo suas operações conduzidas de forma integrada a um conjunto de empresas que atuam nos mercados financeiro e de capitais, utilizando-se de seus recursos administrativos e tecnológicos e suas demonstrações contábeis devem ser entendidas neste contexto. 2) APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS As demonstrações contábeis foram elaboradas a partir das diretrizes contábeis emanadas das Leis nos 4.595/64 (Lei do Sistema Financeiro Nacional) e 6.404/76 (Lei das Sociedades por Ações) com as alterações introduzidas pelas Leis nos 11.638/07 e 11.941/09, para a contabilização das operações, associadas às normas e instruções do Conselho Monetário Nacional (CMN) e do Banco Central do Brasil (BACEN). Incluem estimativas e premissas, tais como: estimativas do valor justo de determinados instrumentos financeiros; provisões cíveis, fiscais e trabalhistas e perdas por redução ao valor recuperável (impairment) de ativos não financeiros. Os resultados efetivos podem ser diferentes daqueles estabelecidos por essas estimativas e premissas. As demonstrações contábeis foram aprovadas pela Administração em 29 de janeiro de 2014.

Foram constituídas provisões para os demais impostos e contribuições sociais, de acordo com as respectivas legislações vigentes. De acordo com a Lei nº 11.941/09, as modificações no critério de reconhecimento de receitas, custos e despesas computadas na apuração do lucro líquido do período, introduzidas pela Lei nº 11.638/07 e pelos artigos 37 e 38 da Lei nº 11.941/09, não terão efeitos para fins de apuração do lucro real, devendo ser considerados, para fins tributários, os métodos e critérios contábeis vigentes em 31 de dezembro de 2007. Para fins contábeis, os efeitos tributários da adoção das mencionadas Leis, estão registrados nos ativos e passivos diferidos correspondentes. f) Investimentos Os incentivos fiscais e outros investimentos são avaliados pelo custo de aquisição, deduzidos de provisão para perdas/redução ao valor recuperável (impairment), quando aplicável. g) Redução ao valor recuperável de ativos (impairment) Os ativos financeiros e não financeiros são avaliados para verificar se há evidência objetiva de que tenha ocorrido uma perda no seu valor contábil. A evidência objetiva de que os ativos financeiros perderam valor pode incluir o não pagamento ou atraso no pagamento por parte do devedor, indicações de processo de falência ou mesmo, um declínio significativo ou prolongado do valor do ativo. Uma perda por redução ao valor recuperável (impairment) de um ativo financeiro ou não financeiro é reconhecida no resultado do período se o valor contábil do ativo ou unidade geradora de caixa exceder o seu valor recuperável. h) Provisões, ativos e passivos contingentes O reconhecimento, a mensuração e a divulgação das provisões, das contingências ativas e passivas e também das obrigações legais são efetuados de acordo com os critérios definidos pelo CPC 25, o qual foi aprovado pela Resolução no 3.823/09 do CMN, sendo: • Ativos contingentes: não são reconhecidos contabilmente, exceto quando a Administração possui total controle da situação ou quando há garantias reais ou decisões judiciais favoráveis, sobre as quais não caibam mais recursos, caracterizando o ganho como praticamente certo e pela confirmação da capacidade de sua recuperação por recebimento ou compensação com outro passivo exigível. Os ativos contingentes, cuja expectativa de êxito é provável, são divulgados nas notas explicativas; • Provisões: são constituídas levando em consideração à opinião dos assessores jurídicos, a natureza das ações, a similaridade com processos anteriores, a complexidade e o posicionamento de Tribunais, sempre que a perda for avaliada como provável o que ocasionaria uma provável saída de recursos para a liquidação das obrigações e quando os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança; e • Passivos contingentes: de acordo com o CPC 25, o termo “contingente” é utilizado para passivos que não são reconhecidos, pois a sua existência somente será confirmada pela ocorrência ou não de um ou mais eventos futuros e incertos que não estejam totalmente sob o controle da Administração. Os passivos contingentes não satisfazem os critérios de reconhecimento, pois são considerados como perdas possíveis, devendo apenas ser divulgados em notas explicativas, quando relevantes. As obrigações classificadas como remotas não são provisionadas e nem divulgadas. i) Outros ativos e passivos Os ativos estão demonstrados pelos valores de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias auferidos (em base pro rata dia) e provisão para perda, quando julgada necessária. Os passivos demonstrados incluem os valores conhecidos e mensuráveis, acrescidos dos encargos e das variações monetárias incorridas (em base pro rata dia). j) Eventos subsequentes Correspondem aos eventos ocorridos entre a data-base das demonstrações contábeis e a data de autorização para sua emissão. São compostos por: • Eventos que originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que já existiam na data-base das demonstrações contábeis; e • Eventos que não originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que não existiam na data-base das demonstrações contábeis.

3) PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS a) Moeda funcional e de apresentação As demonstrações contábeis estão apresentadas em Real, que é a moeda funcional da Instituição. b) Apuração do resultado O resultado é apurado de acordo com o regime de competência, que estabelece que as receitas e despesas devem ser incluídas na apuração dos resultados dos períodos em que ocorrerem, sempre simultaneamente quando se correlacionarem, independentemente de recebimento ou pagamento. As operações com taxas prefixadas são registradas pelo valor de resgate, e as receitas e despesas correspondentes ao período futuro são apresentadas em conta redutora dos respectivos ativos e passivos. As receitas e despesas de natureza financeira são contabilizadas pelo critério pro rata dia e calculadas com base no método exponencial. As operações com taxas pós-fixadas são atualizadas até a data do balanço. c) Caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa são representados por disponibilidades em moeda. d) Títulos e valores mobiliários - classificação • Títulos para negociação - adquiridos com o propósito de serem ativa e frequentemente negociados. São registrados pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos e ajustados pelo valor de mercado em contrapartida ao resultado do período; • Títulos disponíveis para venda - são aqueles que não se enquadram como para negociação nem como mantidos até o vencimento. São registrados pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos em contrapartida ao resultado do período e ajustados ao valor de mercado em contrapartida ao patrimônio líquido, deduzidos dos efeitos tributários, os quais só serão reconhecidos no resultado quando da efetiva realização; e • Títulos mantidos até o vencimento - adquiridos com a intenção e capacidade financeira para sua manutenção em carteira até o vencimento. São registrados pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos em contrapartida ao resultado do período. Os títulos e valores mobiliários classificados nas categorias de negociação e disponível para venda, bem como os instrumentos financeiros derivativos, são demonstrados no balanço patrimonial pelo seu valor justo estimado. O valor justo geralmente baseia-se em cotações de preços de mercado ou cotações de preços de mercado para ativos ou passivos com características semelhantes. Se esses preços de mercado não estiverem disponíveis, os valores justos são baseados em cotações de operadores de mercado, modelos de precificação, fluxo de caixa descontado ou técnicas similares, para as quais a determinação do valor justo possa exigir julgamento ou estimativa significativa por parte da Administração. e) Imposto de renda e contribuição social (ativo e passivo) Os créditos tributários de imposto de renda e contribuição social sobre o lucro líquido, calculados sobre adições temporárias, são registrados na rubrica “Outros Créditos - Diversos”, e a provisão para as obrigações fiscais diferidas é registrada na rubrica “Outras Obrigações - Fiscais e Previdenciárias”. 4) CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA Os créditos tributários sobre as adições temporárias serão realizados quando da utilização e/ou reversão das respectivas provisões sobre as quais foram constituídos. Tais créditos tributários são reconhecidos contabilmente com base nas expectativas atuais de realização, considerando os estudos técnicos e análises realizadas pela Administração. A provisão para imposto de renda é constituída à alíquota-base de 15% do lucro tributável, acrescida de adicional de 10%. A contribuição social Disponibilidades em moeda nacional ...................................................................................................... sobre o lucro é calculada considerando à alíquota de 15% para empresas do segmento financeiro. Total caixa e equivalentes de caixa .....................................................................................................

2013

Em 31 de dezembro - R$ mil 2012 40 47 40 47

5) TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS a) Classificação por categorias e prazos

Títulos (1) Títulos para negociação (3): Letras financeiras do tesouro .............................................................. Letras do tesouro nacional .................................................................. Certificados de depósito bancários ..................................................... Debêntures .......................................................................................... Outros.................................................................................................. Operações compromissadas............................................................... Total em 2013 ..................................................................................... Total em 2012 .....................................................................................

1 a 30 dias

31 a 180 dias

1.222 4.437 5.659 12.517

181 a 360 dias

478 990 26 1.538 3.032 4.997

Acima de 360 dias

2.813 34 142 6.612 9.601 1.821

Valor de mercado/ contábil (2)

19.370 1.785 3.207 3.289 27.651 24.686

22.661 1.785 2.246 3.375 11.439 4.437 45.943

2013 Valor de custo atualizado 22.661 1.785 2.246 3.375 11.439 4.437 45.943

Em 31 de dezembro - R$ mil 2012 Valor de mercado/ contábil (2)

Marcação a mercado -

Marcação a mercado

19.595 1.098 2.263 2.069 6.479 12.517

-

44.021

-

(1) As aplicações em cotas de fundos de investimento foram distribuídas de acordo com os papéis que compõem suas carteiras, e no caso de operações compromissadas, pelos respectivos papéis que estão lastreando as operações, preservando a classificação da categoria dos fundos. No encerramento do exercício, os investimentos em fundos exclusivos administrados pelo Conglomerado Bradesco somavam R$ 45.943 mil (2012 - R$ 44.021 mil). Na distribuição dos prazos, foram considerados os vencimentos dos papéis, independentemente de sua classificação contábil; (2) O valor de mercado dos títulos e valores mobiliários é apurado de acordo com a cotação de preço de mercado disponível na data do balanço. Se não houver cotação de preços de mercado disponível, os valores são estimados com base em cotações de distribuidores, modelos de precificação, modelos de cotações ou cotações de preços para instrumentos com características semelhantes. No caso das aplicações em fundos de investimento, o custo atualizado reflete o valor de mercado das respectivas cotas; e (3) Para fins de apresentação do Balanço Patrimonial os títulos classificados como “para negociação” estão demonstrados no ativo circulante. b) Resultado de títulos e valores mobiliários

b) Outras obrigações - diversas Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2013

Rendas de aplicações em fundos de investimento ................................................................................. Total ........................................................................................................................................................

2013

2012 3.577 3.577

3.543 3.543

c) A Tibre DTVM não possuía operações com instrumentos financeiros derivativos em 31 de dezembro de 2013 e de 2012. 6) OUTROS CRÉDITOS - DIVERSOS Em 31 de dezembro - R$ mil 2013 Devedores por depósito em garantia....................................................................................................... Créditos tributários (Nota 15c e d)........................................................................................................... Impostos e contribuições a compensar ................................................................................................... Outros...................................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................

2012 187 11 198

19 193 7 16 235

7) INVESTIMENTOS Em 31 de dezembro - R$ mil 2013 Investimentos por incentivos fiscais ........................................................................................................ Ações e cotas .......................................................................................................................................... Subtotal .................................................................................................................................................. Provisão para perdas em investimentos por incentivos fiscais................................................................ Total ........................................................................................................................................................

2012 46 1 47 (43) 4

46 1 47 (43) 4

8) ATIVOS E PASSIVOS CONTINGENTES E OBRIGAÇÕES LEGAIS - FISCAIS E PREVIDENCIÁRIAS a) Ativos contingentes Não são reconhecidos contabilmente ativos contingentes. b) Passivos contingentes classificados como perdas possíveis A Instituição mantém um sistema de acompanhamento para todos os processos administrativos e judiciais em que a Instituição figura como “autora” ou “ré” e, amparada na opinião dos assessores jurídicos, classifica as ações de acordo com a expectativa de insucesso. Periodicamente são realizadas análises sobre as tendências jurisprudenciais e efetivada, se necessária, a reclassificação dos riscos desses processos. Neste contexto, os processos contingentes avaliados como de risco de perda possível não são reconhecidos contabilmente. Em 31 de dezembro de 2013 e de 2012, não há processos contingentes avaliados como de perda possível de natureza relevante. 9) OUTRAS OBRIGAÇÕES a) Fiscais e previdenciárias Em 31 de dezembro - R$ mil 2013 Impostos e contribuições sobre o lucro a pagar...................................................................................... Impostos e contribuições a recolher........................................................................................................ Provisão para impostos e contribuições diferidos (Nota 15c).................................................................. Total ........................................................................................................................................................

2012 1.069 18 1.087

1.062 11 2 1.075

Provisão para pagamentos a efetuar....................................................................................................... Provisões trabalhistas ............................................................................................................................. Total ........................................................................................................................................................

Em 31 de dezembro - R$ mil 2012 96 96 16 96 112

10) PATRIMÔNIO LÍQUIDO a) Capital social Capital social no montante de R$ 24.500 mil (2012 - R$ 22.300 mil), totalmente subscrito e integralizado é composto por 24.500.000 (2012 - 22.300.000) de cotas com valor nominal de R$ 1,00 cada. b) Movimentação do capital social Quantidade de cotas R$ mil Em 31 de dezembro de 2012................................................................................................................. 22.300.000 22.300 Aumento de capital com reservas - Alteração Contratual de 19.4.2013 (1) ............................................ 2.200.000 2.200 Em 31 de dezembro de 2013................................................................................................................. 24.500.000 24.500 (1) Em 21 de maio de 2013 o BACEN aprovou o Instrumento Particular de Alteração do contrato Social deliberando aumentar o capital social mediante a capitalização do saldo da conta “Reservas de Lucros - Reserva Legal” no montante de R$ 1.126 mil e de parte do saldo da conta “Reservas de Lucros Reserva Estatutária” no montante de R$ 1.074 mil, com a criação de 2.200.000 cotas, do valor nominal de R$ 1,00 cada uma, atribuídas ao Sócio Cotista Banco Bradesco Financiamentos S.A. c) Reservas de lucros Em 31 de dezembro - R$ mil 2013 2012 Reservas de lucros................................................................................................................................ 20.484 20.802 - Reserva legal (1) ................................................................................................................................... 191 1.222 - Reserva estatutária (2).......................................................................................................................... 20.293 19.580 (1) Constituída obrigatoriamente à base de 5% do lucro líquido do exercício, até atingir 20% do capital social realizado, ou 30% do capital social, acrescido das reservas de capital. Após esse limite a apropriação não mais se faz obrigatória. A reserva legal somente poderá ser utilizada para aumento de capital ou para compensar prejuízos; e (2) Visando à manutenção de margem operacional compatível com o desenvolvimento das operações ativas da Sociedade, pode ser constituída em 100% do lucro líquido remanescente após destinações estatutárias, sendo o saldo limitado a 80% do Capital Social Integralizado. d) Dividendos e juros sobre o capital próprio Aos Sócios Cotistas estão assegurados juros sobre o capital próprio e/ou dividendo mínimo obrigatório, em cada exercício, que somados não seja inferior a 1% do lucro líquido ajustado, nos termos da legislação societária. Fica a Diretoria autorizada a declarar e pagar dividendos intermediários, especialmente semestrais e mensais, utilizando-se das contas de Reservas de Lucros existentes, e, podendo ainda, autorizar a distribuição de lucros a título de juros sobre o capital próprio em substituição total ou parcial aos dividendos intermediários, ou, em adição aos mesmos. O cálculo dos dividendos relativos aos exercícios findos em 31 de dezembro está demonstrado a seguir: R$ mil 2013 2012 Lucro líquido ............................................................................................................................................ 1.900 1.924 (-) Reserva legal - 5% sobre o lucro........................................................................................................ (95) (96) Base de cálculo ..................................................................................................................................... 1.805 1.828 Dividendos propostos .............................................................................................................................. 18 18 Percentual em relação ao lucro líquido ajustado ............................................................................... 1,0% 1,0% Valor em Reais por lote de mil cotas ................................................................................................... 0,73 0,81 continua...


DIÁRIO DO COMÉRCIO

8

quarta-feira, 12 de março de 2014

...continuação

Tibre Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. Empresa da Organização Bradesco CNPJ 62.042.890/0001-51 Sede: Cidade de Deus - Prédio Prata - 4º Andar - Vila Yara - Osasco - SP NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 11) OUTRAS DESPESAS ADMINISTRATIVAS

c) Origem dos créditos tributários de imposto de renda e contribuição social diferidos

Publicações ............................................................................................................................................. Serviços técnicos especializados............................................................................................................ Contribuição sindical ............................................................................................................................... Serviços do sistema financeiro................................................................................................................ Outros...................................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................ 12) DESPESAS TRIBUTÁRIAS

Contribuição à COFINS........................................................................................................................... Contribuição ao PIS................................................................................................................................. Impostos e taxas ..................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................

Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2013 2012 142 143 56 33 28 13 12 19 8 258 196 Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2013 2012 143 142 23 23 20 27 186 192

6 68 80 39

38

Realização (6) (38)

R$ mil Saldo em 31.12.2013 68 80 39

193 2 191

38 38

(44) (2) (42)

187 187

Saldo em 31.12.2012 Provisões para perdas trabalhistas .................................................. Provisões para perdas de investimentos.......................................... Provisões para desvalorização de títulos patrimoniais..................... Outros............................................................................................... Total dos créditos tributários sobre diferenças temporárias (Nota 6).......................................................................................... Obrigações fiscais diferidas (Nota 9a) ......................................... Crédito tributário líquido das obrigações fiscais diferidas ........

Constituição

d) Previsão de realização dos créditos tributários sobre diferenças temporárias

Em 31 de dezembro de 2013 - R$ mil Diferenças temporárias 13) OUTRAS RECEITAS/(DESPESAS) OPERACIONAIS Imposto Contribuição Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil de renda social Total 2013 2012 2014............................................................................................................................... 61 37 98 Atualização de impostos e contribuições ................................................................................................ (21) 2015............................................................................................................................... 29 17 46 Reversão de outras provisões operacionais............................................................................................ 17 33 2016............................................................................................................................... 23 14 37 Total ........................................................................................................................................................ 17 12 2017............................................................................................................................... 4 2 6 14) TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS Total (Nota 6)................................................................................................................ 117 70 187 a) As transações com o controlador e empresa coligada são efetuadas em condições e taxas compatíveis com as médias praticadas com A projeção de realização de crédito tributário é uma estimativa e não está diretamente relacionada à expectativa de lucros contábeis. terceiros, quando aplicável, vigentes nas datas das operações e estão assim representadas: O valor presente dos créditos tributários, calculado considerando a taxa média de captação, líquida dos efeitos tributários, monta a R$ 179 mil Em 31 de dezembro - R$ mil (2012 - R$ 186 mil). 2013 2012 2013 2012 16) OUTRAS INFORMAÇÕES Ativos Ativos Receitas Receitas (passivos) (passivos) (despesas) (despesas) a) Gerenciamento de riscos Disponibilidades: A atividade de gerenciamento dos riscos é altamente estratégica em virtude da crescente complexidade dos serviços e produtos e da globalização dos Banco Bradesco S.A. ....................................................................... 40 47 negócios da Organização Bradesco, motivo de constante aprimoramento desta atividade na busca das melhores práticas. Dividendos: A Organização Bradesco exerce o controle corporativo dos riscos de modo integrado e independente, preservando e valorizando o ambiente de decisões Banco Bradesco Financiamentos S.A. ............................................. (18) (18) colegiadas, desenvolvendo e implementando metodologias, modelos, ferramentas de mensuração e controle. Promove ainda a atualização dos colaboradores b) Remuneração do pessoal-chave da Administração em todos os níveis hierárquicos, desde as áreas de negócios até o Conselho de Administração. Anualmente na Reunião de sócio cotistas é fixado: O processo de gerenciamento permite que os riscos sejam proativamente identificados, mensurados, mitigados, acompanhados e reportados, o que se faz • O montante global anual da remuneração dos Administradores, que é definido em reunião do Conselho de Administração da Organização Bradesco, a ser necessário em face da complexidade dos produtos financeiros e do perfil da atividade da Organização Bradesco. paga aos membros do próprio Conselho e da Diretoria, conforme determina o Estatuto Social; e A Tibre DTVM, como parte integrante da Organização Bradesco adota a estrutura de gerenciamento de riscos desta, no gerenciamento de risco de crédito, • A verba destinada a custear Planos de Previdência Complementar aberta dos Administradores, dentro do Plano de Previdência destinado aos Funcionários de mercado, de liquidez e operacional. e Administradores da Instituição. Não foi fixada remuneração aos Administradores da Sociedade, tendo em vista que todos já recebem remuneração pelas funções que exercem no Banco b) Em aderência ao processo de convergência com as normas internacionais de contabilidade, o Comitê de Pronunciamentos Contábeis emitiu vários procedimentos contábeis, bem como suas interpretações e orientações, os quais serão aplicáveis às instituições financeiras somente quando aprovado Bradesco S.A., controlador indireto, em consonância com a prática da Organização Bradesco. A Instituição não possui benefícios de longo prazo, de rescisão de contrato de trabalho ou remuneração em instrumento baseado em ações, nos termos pelo CMN. Os pronunciamentos contábeis já aprovados pela CMN foram: do CPC 10 - Pagamento Baseado em Ações, aprovado pela Resolução CMN nº 3.989/11, para seu pessoal-chave da Administração. • Resolução nº 3.566/08 - Redução ao Valor Recuperável de Ativos (CPC 01); Outras informações • Resolução nº 3.604/08 - Demonstração do Fluxo de Caixa (CPC 03); Conforme legislação em vigor, as instituições financeiras não podem conceder empréstimos ou adiantamentos para: a) Diretores e membros dos conselhos consultivos ou administrativo, fiscais e semelhantes, bem como aos respectivos cônjuges e parentes até o 2º grau; • Resolução nº 3.750/09 - Divulgação sobre Partes Relacionadas (CPC 05); b) Pessoas físicas ou jurídicas que participem de seu capital, com mais de 10%; e • Resolução nº 3.823/09 - Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes (CPC 25); c) Pessoas jurídicas de cujo capital participem, com mais de 10%, a própria instituição financeira, quaisquer diretores ou administradores da própria • Resolução nº 3.973/11 - Evento Subsequente (CPC 24); instituição, bem como seus cônjuges e respectivos parentes até o 2o grau. • Resolução nº 3.989/11 - Pagamento Baseado em Ações (CPC 10); Dessa forma, não são efetuados pelas instituições financeiras empréstimos ou adiantamentos a qualquer subsidiária, membros do Conselho de Administração • Resolução nº 4.007/11 - Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro (CPC 23); e ou da Diretoria Executiva e seus familiares. • Resolução nº 4.144/12 - Pronunciamento Conceitual Básico (R1). Atualmente, não é possível estimar quando o CMN irá aprovar os demais pronunciamentos contábeis do CPC e tampouco se a utilização dos mesmos será 15) IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL de maneira prospectiva ou retrospectiva. a) Demonstração do cálculo dos encargos com imposto de renda e contribuição social c) Em 11 de novembro de 2013, foi publicada a Medida Provisória nº 627 (MP 627/13) que altera a Legislação Tributária Federal sobre IR, CS, PIS e Cofins. Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil A MP 627/13 dispõe sobre: 2013 2012 • A revogação do Regime Tributário de Transição (RTT), disciplinando os ajustes decorrentes dos novos métodos e critérios contábeis introduzidos em razão Resultado antes do imposto de renda e contribuição social............................................................ 3.150 3.167 Encargo total do imposto de renda e contribuição social às alíquotas de 25% e 15%, respectivamente (1.260) (1.267) da convergência das normas contábeis brasileiras aos padrões internacionais; Outros valores ......................................................................................................................................... 10 24 • A tributação da pessoa jurídica domiciliada no Brasil, com relação ao acréscimo patrimonial decorrente de participação em lucros auferidos no exterior Imposto de renda e contribuição social do exercício ........................................................................ (1.250) (1.243) por controladas e coligadas; e b) Composição da conta de resultado de imposto de renda e contribuição social • O parcelamento especial de contribuição para o PIS/Pasep e à Contribuição para o Financiamento da seguridade Social - Cofins. Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil A Instituição aguardará a conversão em Lei da MP 627/13 para uma análise mais profunda e conclusiva. Em uma avaliação preliminar, não haverá 2013 2012 impactos relevantes. Impostos correntes d) Não houve qualquer evento subsequente que requer ajustes ou divulgações para as demonstrações contábeis encerradas em 31 de dezembro de 2013. Imposto de renda e contribuição social, devidos..................................................................................... (1.244) (1.231) Impostos diferidos A DIRETORIA Constituição/(realização) no exercício, sobre adições temporárias......................................................... (6) (12) Célio Magalhães – Contador – CRC 1SP199295/O-5 Imposto de renda e contribuição social do exercício ........................................................................ (1.250) (1.243)

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Aos Administradores da Tibre Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. Osasco - SP Examinamos as demonstrações contábeis da Tibre Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. (“Instituição”), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2013 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre e exercício findos naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.

também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Tibre Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. em 31 de dezembro de 2013, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o semestre e exercício findos naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.

Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A Administração da Instituição é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e pelos controles internos que ela Outros assuntos determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada Demonstração do valor adicionado por fraude ou erro. Examinamos também, a demonstração do valor adicionado (DVA), elaborada sob a responsabilidade da Administração da Instituição, para o semestre e exercício findos em 31 de dezembro de 2013, que está sendo apresentada como informação suplementar. Essa demonstração foi submetida aos mesmos Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, está adequadamente apresentada, em todos os seus aspectos relevantes, em as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto. planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Osasco, 24 de fevereiro de 2014 Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Instituição para planejar os procedimentos de auditoria que são KPMG Auditores Independentes Cláudio Rogélio Sertório apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Instituição. Uma auditoria inclui, CRC 2SP028567/O-1 F SP Contador CRC 1SP212059/O-0

Sugiro que faça essa pregação de boas maneiras à presidente Dilma. Foi ela quem chamou a oposição de caras de pau. Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP)

PSB quer formalizar chapa com Marina em março

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formalização da chapa do PSB para a eleição presidencial deste ano com o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, e a ex-senadora Marina Silva deve acontecer em março, apesar de ainda haver resistências a esse anúncio nos partidários de Marina, que articulam a criação da Rede Sustentabilidade. O líder do PSB na Câmara, Beto Albuquerque (RS), disse que a formalização deve ocorrer até o final deste mês, antes do prazo de desincompatibilização imposto pela lei eleitoral, em 4 de abril. "A Marina e o Eduardo se reuniram neste fi-

A

nal de semana e acertaram os detalhes. Ainda não consegui falar com ele, mas a formalização da aliança será antes do prazo de desincompatibilização, ainda em março", disse ele. A assessoria de Marina nega que a data esteja definida. Segundo Albuquerque, logo após Campos deixar o governo pernambucano, tentará percorrer com Marina pelo menos 250 cidades das 400 que concentram porcentual maior do eleitorado até o início da campanha eleitoral no rádio e na televisão. "Há 400 cidades que agregam cerca de 85 % do eleitorado brasileiro. Vamos focar nes-

Nas pesquisas em SP, quando são apresentadas as chapas, não só o nome do candidato, nós ficamos à frente do Aécio. BETO ALBUQUERQUE ses lugares e 250 eles irão visitar, juntos ou separados, até o início da campanha." Albuquerque se mostrou animado com o ritmo da précampanha de Campos e Mari-

na, apesar de as pesquisas mais recentes demonstrarem que o desempenho da aliança entre os dois é melhor quando Marina é a candidata e Campos fica como vice na chapa. Mas essa possibilidade está descartada. "Nas pesquisas em São Paulo, quando são apresentadas as chapas, não apenas o nome do candidato, nós ficamos à frente do Aécio (Neves, provável candidato do PSDB à Presidência)", disse Albuquerque. Nessas simulações (em SP) Albuquerque disse que Dilma lidera com 37%; Campos ficaria em 2º lugar com 25%; e Aécio em 3º, com 20%. (Reuters)

Petista diz que Campos baixa nível Líder do PT no Senado diz que governador não pode "assumir como suas" obras com o governo federal.

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Causa estranheza que Campos, que ajudou a eleger Dilma e integrou o governo federal, venha com ataques à presidenta. HUMBERTO COSTA (PT-PE) verno federal em Pernambuco que, segundo ele, não são reconhecidas por Campos. "Me causa imensa estranheza que o candidato do PSB,

que ajudou a eleger Dilma e integrou o governo federal até meados do ano passado, venha agora com ataques à presidenta. Isso é de um contrassenso, é de uma incoerência gritante e nos obriga a restabelecer a verdade dos fatos e alertar aos brasileiros sobre essa prática equivocada". Costa disse que Campos não pode "assumir como suas" obras feitas em parceria com o governo federal. "Nós não somos contra a existência da oposição, muito pelo contrário. O povo brasileiro deseja oposição que critique, seja dura, mas que seja também pro-

positiva, que diga a que veio para melhorar o nosso País." Nos últimos dias, Campos subiu o tom nos ataques contra o governo Dilma. O governador disse que o Brasil "não aguenta mais" 4 anos com a petista à frente do Palácio do Planalto" e disse que "quem acha que sabe de tudo não sabe é de nada". O líder do PSDB, senador Aloysio Nunes Ferreira (SP), respondeu: "Sugiro que faça essa pregação de boas maneiras à presidente Dilma. Foi ela quem chamou a oposição de caras de pau, em evento amplamente noticiado". (Folhapress)

POLÍCIA FEDERAL PODE PARAR NA COPA

U

m grande elefante branco inflável é mais uma vez o símbolo dos protestos de policiais federais em todo o País. Em frente à sede da PF no Rio, na Praça Mauá, dezenas de profissionais participaram de manifestação ontem por melhores condições de trabalho, reestruturação das carreiras e modernização dos

inquéritos policiais. A categoria ameaça fazer greve durante a Copa do Mundo, em junho, se as reivindicações não forem atendidas pelo governo federal. No Rio, na terceira maior unidade da PF no País, a expectativa é que os 1,3 mil funcionários participem da paralisação nacional que se estenderá até amanhã. Beto Barata/Folhapress

líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE) rebateu ontem as críticas do governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), à presidente Dilma Rousseff. O petista subiu à tribuna do Senado para acusar Campos de reduzir o nível do debate político e não reconhecer os benefícios impostos pelo governo federal ao Estado. Provável adversário de Dilma na disputa à Presidência da República, Campos é exaliado do governo. Costa apresentou uma lista de obras executadas pelo go-

Saulo Stéfano/Agência O Dia

Depois de deixar governo, Campos deve visitar ao menos 250 das 400 grandes cidades com Marina.

PROTESTO LEVANTA DÚVIDAS– O publicitário Zeca

Valadares e seu filho Carlinhos protestaram ontem contra o précandidato Aécio Neves (PSDB-MG) em frente ao Planalto.


DIÁRIO DO COMÉRCIO

quarta-feira, 12 de março de 2014

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Japira Holdings S.A. CNPJ 08.503.701/0001-55 Sede: Cidade de Deus - Osasco - SP

RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Acionistas, Em cumprimento às disposições legais e estatutárias, submetemos à apreciação de V.Sas. as demonstrações contábeis da Japira Holdings S.A., relativas ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2013, acompanhadas das Notas Explicativas e do Relatório dos Auditores Independentes.

Colocamo-nos à disposição de V.Sas. para quaisquer esclarecimentos que julgarem necessários. Osasco, SP, 29 de janeiro de 2014. Diretoria

BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE DEZEMBRO - Em Milhares de Reais ATIVO CIRCULANTE ............................................................................................................................................... Caixa e Equivalentes de Caixa (Nota 5)........................................................................................................ Dividendos a Receber (Nota 11a) ................................................................................................................. Tributos a Compensar ou a Recuperar (Nota 12e)........................................................................................ Créditos Tributários (Nota 12c) ...................................................................................................................... NÃO CIRCULANTE ...................................................................................................................................... REALIZÁVEL A LONGO PRAZO................................................................................................................. Tributos a Compensar ou a Recuperar (Nota 12e)........................................................................................ Créditos Tributários (Nota 12c) ...................................................................................................................... INVESTIMENTOS (Nota 6b)......................................................................................................................... TOTAL ...........................................................................................................................................................

2013

2012

2.249 1.329 906 14 1.501.397 7.013 122 6.891 1.494.384 1.503.646

2.178 1.250 717 38 173 1.407.435 7.728 61 7.667 1.399.707 1.409.613

PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO CIRCULANTE ............................................................................................................................................... Dividendos a Pagar (Nota 11a) ..................................................................................................................... Obrigações a Pagar (Nota 7).........................................................................................................................

2013 1.905 1.825 80

2012 24.346 1.610 22.736

PATRIMÔNIO LÍQUIDO ................................................................................................................................ Capital Social: - De Domiciliados no País (Nota 8a) ............................................................................................................. Reservas de Lucros (Nota 8b).......................................................................................................................

1.501.741

1.385.267

788.506 713.235

768.506 616.761

TOTAL ...........................................................................................................................................................

1.503.646

1.409.613

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO DOS EXERCÍCIOS EM 31 DE DEZEMBRO - Em Milhares de Reais

DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO - Em Milhares de Reais

RECEITAS OPERACIONAIS ........................................................................................................................ Receitas Financeiras (Nota 9) ....................................................................................................................... Resultado de Equivalência Patrimonial (Nota 6) ........................................................................................... Outras Receitas Operacionais....................................................................................................................... DESPESAS OPERACIONAIS ...................................................................................................................... Despesas Tributárias ..................................................................................................................................... Despesas Gerais e Administrativas (Nota 10)............................................................................................... Despesas Financeiras ................................................................................................................................... RESULTADO ANTES DA TRIBUTAÇÃO SOBRE O LUCRO ...................................................................... IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL DIFERIDO (Nota 12) ................................................. LUCRO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO............................................................................................................... Número de ações (Nota 8a) .......................................................................................................................... Lucro Líquido Básico por lote de mil ações em R$ .......................................................................................

Exercícios findos em 31 de dezembro 2013 2012 98.644 75.705 111 244 95.584 75.461 2.949 310 1.335 1 1 153 159 156 1.175 98.334 74.370 (935) 371 97.399 74.741 1.066.240.006 1.051.160.213 92,34 71,10

Eventos Saldos em 31.12.2011...........................................................................

Capital Social 768.506

Reservas de Lucros Legal Estatutária 27.397 515.333

Lucro Líquido do Exercício ..................................................................... Destinações: - Reservas......................................................................... - Dividendos Propostos (R$ 0,68 por lote de mil ações)...

-

3.737 -

70.294 -

Saldos em 31.12.2012...........................................................................

768.506

31.134

585.627

Aumento de Capital ................................................................................ Lucro Líquido do Exercício ..................................................................... Destinações: - Reservas......................................................................... - Dividendos Propostos (R$ 0,87 por lote de mil ações)...

20.000 -

4.870 -

91.604 -

Saldos em 31.12.2013...........................................................................

788.506

36.004

677.231

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA - Em Milhares de Reais

DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO - Em Milhares de Reais

Exercícios findos em 31 de dezembro 2013 2012 Fluxo de Caixa das Atividades Operacionais: Lucro Líquido antes do Imposto de Renda e Contribuição Social .........................................................

98.334

74.370

Ajustes ao Lucro Líquido antes dos Impostos:........................................................................................

(95.436)

(74.290)

Resultado de Equivalência Patrimonial .......................................................................................................

(95.584)

(75.461)

Juros, Variações Monetárias, Líquidas ........................................................................................................

148

Lucro Líquido Ajustado ..............................................................................................................................

2.898

(Aumento) em Outros Ativos........................................................................................................................

(15)

1.171 80 (32)

(Redução) em Outras Obrigações...............................................................................................................

(22.811)

-

Caixa Líquido Proveniente/(Utilizado) nas Atividades Operacionais .....................................................

(19.928)

48

Fluxo de Caixa das Atividades de Investimentos: Dividendo Recebido de Controlada .............................................................................................................

717

910

Caixa Líquido Proveniente/(Utilizado) nas Atividades de Investimentos...............................................

717

910

Fluxo de Caixa das Atividades de Financiamentos: Dividendos Pagos........................................................................................................................................

(710)

(2.634)

Aumento do Capital Social ..........................................................................................................................

20.000

Caixa Líquido Proveniente/(Utilizado) nas Atividades de Financiamentos ...........................................

19.290

(2.634)

-

Aumento/(Redução) de Caixa e Equivalentes de Caixa...........................................................................

79

(1.676)

Início do Período............................................................................................................................................

1.250

2.926

Fim do Período ..............................................................................................................................................

1.329

1.250

Aumento/(Redução) de Caixa e Equivalentes de Caixa...........................................................................

79

(1.676)

Lucros Acumulados 74.741 (74.031) (710) 97.399 (96.474) (925) -

Exercícios findos em 31 de dezembro Descrições 2013 % 2012 1 - RECEITAS .................................................................................. 2.949 3,0 1.1) Outras Receitas.................................................................. 2.949 3,0 2 - INSUMOS ADQUIRIDOS DE TERCEIROS ................................ (107) (0,1) (117) 2.1) Serviços de Terceiros ........................................................ (107) (0,1) (117) 3 - VALOR ADICIONADO BRUTO (1-2) .......................................... 2.842 2,9 (117) 4 - RETENÇÕES .............................................................................. 5 - VALOR ADICIONADO LÍQUIDO (3-4)........................................ 2.842 2,9 (117) 6 - VALOR ADICIONADO RECEBIDO EM TRANSFERÊNCIA ...... 95.695 97,1 75.705 6.1) Resultado de Equivalência Patrimonial ........................... 95.584 97,0 75.461 6.2) Receitas Financeiras ......................................................... 111 0,1 244 7 - VALOR ADICIONADO TOTAL A DISTRIBUIR (5+6).................. 98.537 100,0 75.588 8 - DISTRIBUIÇÃO DO VALOR ADICIONADO TOTAL................... 98.537 100,0 75.588 8.1) Impostos, Taxas e Contribuições ..................................... 982 1,0 (328) Federais ............................................................................... 981 1,0 (328) Municipais ............................................................................ 1 8.2) Remuneração de Capitais de Terceiros e Outros............ 156 0,2 1.175 8.3) Remuneração de Capitais Próprios ................................. 97.399 98,8 74.741 Dividendos ........................................................................... 925 0,9 710 Lucros Retidos ..................................................................... 96.474 97,9 74.031 As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

Totais 1.311.236 74.741 (710) 1.385.267 20.000 97.399 (925) 1.501.741

% (0,2) (0,2) (0,2) (0,2) 100,2 99,9 0,3 100,0 100,0 (0,4) (0,4) 1,6 98,8 0,9 97,9

DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO ABRANGENTE - Em Milhares de Reais Exercícios findos em 31 de dezembro 2013 Lucro Líquido do Exercício ........................................................................................................................ Outros Resultado Abrangente ....................................................................................................................... Total do Resultado Abrangente do Exercício ...........................................................................................

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

2012

97.399 97.399

74.741 74.741

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS - Em Milhares de Reais 1) CONTEXTO OPERACIONAL • Obrigações Legais - Provisão para Riscos Fiscais: decorrem de processos judiciais, cujo objeto de contestação é sua legalidade ou constitucionalidade A Japira Holdings S.A. é uma Companhia que tem por objetivo a administração, compra, venda e locação de bens próprios, e a participação em outras que, independentemente da avaliação acerca da probabilidade de sucesso, têm os seus montantes reconhecidos integralmente nas demonstrações sociedades como cotista ou acionista. A Japira Holdings S.A. é parte integrante da Organização Bradesco, utilizando-se de seus recursos administrativos e contábeis. tecnológicos e suas demonstrações contábeis devem ser analisadas neste contexto. Não houve registro ou divulgação sobre provisões, ativos contingentes e passivos contingentes. A autorização para a emissão destas demonstrações contábeis foi concedida pela Diretoria em 29 de janeiro de 2014. 2.10) Patrimônio líquido 2) PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS a) Lucro por ação As principais práticas contábeis aplicadas na preparação destas demonstrações contábeis estão definidas a seguir. Essas práticas foram aplicadas de modo A Companhia apresenta dados de lucro por ação básico e diluído. O lucro por ação básico é calculado dividindo-se lucro líquido atribuível aos acionistas da consistente nos exercícios apresentados, salvo quando indicado de outra forma. Companhia pela média ponderada das ações ordinárias durante o ano, excluindo a quantidade média das ações ordinárias adquiridas pela Companhia e 2.1) Base de preparação e apresentação das demonstrações contábeis mantidas em tesouraria. Não há diferenças entre o lucro básico e diluído, pois não há instrumentos potenciais diluíveis. As demonstrações contábeis foram preparadas conforme as práticas contábeis adotadas no Brasil emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis b) Dividendos a pagar (CPC). Elas foram preparadas considerando o custo histórico como base de valor e ajustadas para refletir a mensuração dos ativos ao seu valor justo, A distribuição de dividendos para os acionistas da Companhia é reconhecida como passivo nas demonstrações contábeis, no período em que a distribuição quando aplicável. A preparação de demonstrações contábeis requer o uso de certas estimativas contábeis também o exercício de julgamento por parte da Administração da é aprovada por eles, ou quando da proposição do dividendo mínimo obrigatório previsto no Estatuto da Companhia. Companhia no processo de aplicação das políticas contábeis, conforme Nota 4. A Companhia adotou a opção prevista no CPC 36 que dispensa a apresentação de demonstrações contábeis quando uma entidade é controlada de outra entidade que divulga demonstrações contábeis consolidadas e quando acionistas deliberam pela adoção dessa opção. Assim sendo, não estão sendo apresentadas demonstrações contábeis consolidadas.

2.11) Reconhecimento da receita A receita compreende o valor justo da contraprestação recebida ou a receber no curso normal das atividades da Companhia. A Companhia reconhece a receita quando o seu valor puder ser mensurado com segurança, for provável que benefícios econômicos futuros fluirão para a Companhia e quando critérios específicos tiverem sido atendidos para cada uma das atividades da Companhia. 2.2) Moeda funcional e de apresentação Receitas financeiras Os itens incluídos nas demonstrações contábeis são mensurados utilizando-se a moeda do principal ambiente econômico no qual a Companhia atua, que é As receitas financeiras abrangem receitas de juros sobre fundos investidos (incluindo ativos financeiros disponíveis para venda), receita de dividendos o Real (R$). As demonstrações contábeis estão sendo apresentadas em milhares de reais. (exceto para os dividendos recebidos de investidas avaliadas por equivalência patrimonial na controladora), ganhos na alienação de ativos financeiros 2.3) Caixa e equivalentes de caixa disponíveis para venda, variações no valor justo de ativos financeiros mensurados pelo valor justo por meio do resultado. Os dividendos recebidos de Caixa e equivalentes de caixa são utilizados para gerenciamento de seus compromissos de curto prazo. Assim sendo, incluem disponibilidades em moeda investidas são registrados por equivalência patrimonial e reduzem o valor do investimento. nacional e fundos de investimento, cujos vencimentos na data da efetiva aplicação são iguais ou inferiores a 90 dias e apresentem risco insignificante de 2.12) Imposto de renda e contribuição social mudança de valor justo, uma vez que são prontamente conversíveis em dinheiro, conforme apresentado na Nota 5. A provisão para imposto de renda é constituída à alíquota-base de 15% do lucro tributável, acrescida de adicional de 10%, quando aplicável. A provisão 2.4) Ativos financeiros para contribuição social é calculada sobre o lucro antes do imposto de renda, considerando a alíquota de 9%. Foram constituídas provisões para os demais A Companhia classifica seus ativos financeiros sob a categoria: registrados pelo valor justo por meio do resultado e disponíveis para venda. A classificação impostos e contribuições sociais, de acordo com as respectivas legislações vigentes. depende da finalidade para a qual os ativos financeiros foram adquiridos. A Administração determina a classificação de seus ativos financeiros no A despesa com imposto de renda é constituída do imposto corrente resultante da aplicação da alíquota adequada ao lucro real do exercício e do imposto reconhecimento inicial. diferido proveniente de ativos e passivos fiscais diferidos reconhecidos na demonstração do resultado. Mensurados a valor justo por meio do resultado Os créditos tributários sobre adições temporárias serão realizados quando da utilização e/ou reversão das respectivas provisões sobre as quais foram Ativos financeiros registrados pelo valor justo por meio do resultado constituídos. Tais créditos tributários são reconhecidos contabilmente com base nas expectativas atuais de sua realização, considerando os estudos técnicos Um ativo financeiro é classificado pelo valor justo por meio do resultado caso seja classificado como mantido para negociação e seja designado como tal e as análises realizadas pela Administração. no momento do reconhecimento inicial. Os custos da transação, são reconhecidos no resultado como incorridos. Ativos financeiros registrados pelo valor De acordo com a Lei nº 11.941/09, as modificações no critério de reconhecimento de receitas, custos e despesas computadas na apuração do lucro líquido justo por meio do resultado são medidos pelo valor justo, e mudanças no valor justo desses ativos, os quais levam em consideração qualquer ganho com do exercício, introduzidas pela Lei nº 11.638/07 e pelos artigos 37 e 38 da Lei nº 11.941/09, não terão efeitos para fins de apuração do lucro real, devendo dividendos, são reconhecidas no resultado do exercício. ser considerados, para fins tributários, os métodos e critérios contábeis vigentes em 31 de dezembro de 2007. Para fins contábeis, os efeitos tributários da 2.5) Passivos financeiros adoção das mencionadas leis e dos CPCs estão registrados nos ativos e passivos diferidos correspondentes, conforme apresentado na Nota 12. A Companhia classifica os seus passivos financeiros pelo custo amortizado.Tais passivos são inicialmente registrados pelo seu valor justo e subsequentemente 3) GERENCIAMENTO DE RISCOS mensurados pelo custo amortizado. A Companhia é parte integrante da Organização Bradesco, sendo que seu gerenciamento de risco é realizado por área técnica especializada da 2.6) Determinação do valor justo O valor justo dos ativos financeiros é apurado de acordo com a cotação de preço de mercado disponível na data do balanço. Se não houver cotação de Organização, de maneira corporativa e centralizada, sendo um processo contínuo e evolutivo de mapeamento, desenvolvimento, aferição e diagnóstico preços de mercado disponível, os valores são estimados com base em cotações de distribuidores, modelos de definições de preços, modelos de cotações através de modelos, instrumentos e procedimentos vigentes, exigindo alto grau de disciplina e controle nas análises das operações efetuadas, preservando a integridade e a independência dos processos. ou cotações de preços para instrumentos com características semelhantes. As aplicações em fundos de investimento são avaliadas com base no valor da cota divulgada pelo Administrador do fundo investidor, que reflete o valor de Valor justo de ativos e passivos financeiros mercado dos investimentos que compõem a carteira do respectivo fundo. A Companhia aplica o CPC 40 para instrumentos financeiros mensurados no balanço patrimonial pelo valor justo, o que requer divulgação das mensurações do valor justo pelo nível da seguinte hierarquia de mensuração pelo valor justo: 2.7) Investimento em controladas São classificados como controladas as entidades pelas quais a Companhia exerce controle, ou seja, quando detém o poder de exercer a maioria dos direitos Nível 1 de voto. Poderá ainda existir controle quando a Companhia possuir, direta ou indiretamente, preponderâncias de gerir as políticas financeiras e operacionais Preços cotados (não ajustados) em mercados ativos para ativos e passivos idênticos. de determinadas entidades para obter benefícios em suas atividades, mesmo que a percentagem que detém sobre o seu capital próprio for inferior a 50%. Nível 2 A existência e o efeito de potenciais direitos de voto, que são atualmente exercíveis ou conversíveis, são levados em consideração ao avaliar se a Companhia Inputs, exceto preços cotados, incluídas no Nível 1, que são observáveis para o ativo ou passivo, diretamente (preços) ou indiretamente (derivado de preços). controla outra entidade. Os investimentos em sociedades controladas são registrados e avaliados pelo método de equivalência patrimonial, sendo que o resultado é classificado Nível 3 Premissas, para o ativo ou passivo, que não são baseadas em dados observáveis de mercado (inputs não observáveis). como despesa (ou receita) operacional, conforme apresentado na Nota 6. 2.8) Redução ao valor recuperável de ativos (Impairment) Os ativos financeiros e não financeiros são avaliados para verificar se há evidência objetiva de que tenha ocorrido uma perda no seu valor recuperável. A evidência objetiva de que os ativos financeiros perderam valor pode incluir o não pagamento ou atraso no pagamento por parte do devedor, indicações de processo de falência ou mesmo, um declínio significativo ou prolongado do valor do ativo. Uma perda por redução ao valor recuperável (impairment) de um ativo financeiro ou não financeiro é reconhecida no resultado do período se o valor contábil do ativo ou unidade geradora de caixa exceder o seu valor recuperável.

4) USO DE ESTIMATIVAS E JULGAMENTOS Nas Demonstrações Contábeis foram utilizadas algumas estimativas e julgamentos elaborados a fim de quantificar determinados ativos e passivos. Tais estimativas e julgamentos são continuamente avaliados e baseiam-se em experiência histórica e diversos outros fatores, incluindo expectativas de eventos futuros, considerados razoáveis nas circunstâncias atuais. Determinados ativos, como outros intangíveis e investimentos pelo método da equivalência patrimonial, estão sujeitos à revisão de perda ao valor recuperável (impairment). As despesas com perda ao valor recuperável são registradas quando existem evidências claras de perda ao valor recuperável, ou de não2.9) Provisões, ativos e passivos contingentes e obrigações legais recuperabilidade do custo dos ativos. A avaliação do que constitui perda ao valor recuperável é uma matéria que requer um nível significativo de julgamento. O reconhecimento, a mensuração e a divulgação das provisões, das contingências ativas e passivas e também das obrigações legais são efetuados de As informações sobre incertezas, premissas e estimativas que possuam risco significativo de resultar em um ajuste material dentro do próximo exercício acordo com os critérios definidos pelo CPC 25, sendo: financeiro, estão incluídas na Nota 12d. • Ativos Contingentes: não são reconhecidos contabilmente, exceto quando a Administração possui controle da situação ou quando há garantias reais ou decisões judiciais favoráveis, sobre as quais não caibam mais recursos, caracterizando o ganho como praticamente certo, e pela confirmação da 5) CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA capacidade de sua recuperação por recebimento ou compensação com outro passivo exigível. Os ativos contingentes, cuja expectativa de êxito é provável, Em 31 de dezembro são divulgados nas notas explicativas; 2013 2012 • Provisões: são constituídas levando em conta a opinião dos assessores jurídicos, a natureza das ações, a similaridade com processos anteriores, a 17 8 complexidade e o posicionamento de tribunais, sempre que a perda for avaliada como provável, o que ocasionaria uma provável saída de recursos para Disponibilidades em moeda nacional (1)................................................................................................. Fundos de investimentos financeiros (2) ................................................................................................. 1.312 1.242 a liquidação das obrigações, e quando os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança; 1.329 1.250 • Passivos Contingentes: são utilizados para passivos que não são reconhecidos, pois a sua existência somente será confirmada pela ocorrência ou não Total de caixa e equivalentes de caixa ................................................................................................ de um ou mais eventos futuros e incertos que não estejam totalmente sob o controle da Administração. Os passivos contingentes não satisfazem os (1) Refere-se a depósito bancário à vista; e critérios de reconhecimento, pois são considerados como perdas possíveis, devendo ser apenas divulgados em notas explicativas, quando relevantes. As (2) Referem-se a aplicações de renda fixa em Fundos de Investimentos Financeiros, exclusivos a integrantes da Organização Bradesco ou empresas a ele obrigações classificadas como remotas não são provisionadas e nem divulgadas; e ligadas, que sejam considerados investidores qualificados, administrados pelo Banco Bradesco S.A. 6) INVESTIMENTOS a) Os ajustes decorrentes da avaliação pelo método de equivalência patrimonial dos investimentos foram registrados na conta de Resultado de Equivalência Patrimonial e corresponderam, no exercício, a um resultado positivo de R$ 95.584 (2012 - R$ 75.461). b) A composição dos Investimentos está demonstrada a seguir: Patrimônio líquido ajustado 1.529.670

Quantidade de ações possuídas (em milhares) ON PN 9.272.145

Participação no capital social - % 97,6932

Capital Resultado Investimentos Empresa social ajustado 2013 2012 STVD Holdings S.A. (1) .............................................................................. 917.988 97.650 1.494.384 1.399.707 Total ........................................................................................................... 1.494.384 1.399.707 (1) Os ajustes decorrentes de avaliação consideram os resultados apurados pela Companhia, a partir da aquisição e inclui variações patrimoniais das investidas não decorrentes de resultado, bem como os ajustes por avaliação de praticas contábeis, quando aplicáveis.

Em 31 de dezembro Ajuste decorrente de avaliação (2) 2013 2012 95.584 75.461 95.584 75.461

7) OUTRAS OBRIGAÇÕES Em 31 de dezembro 2012 Contraprestação a pagar (1) ................................................................................................................... 22.646 Serviços prestados por terceiros............................................................................................................. 80 90 Total ........................................................................................................................................................ 80 22.736 (1) Refere-se a: i) valores a pagar ao Banco Bradesco S.A. provenientes da aquisição de 646.167.936 ações ON da empresa Souto Vidigal S.A., no montante de RS 21.471; e ii) despesas financeiras no montante de R$ 1.175, pertinentes à atualização da contraprestação a pagar. 2013

Ordinárias................................................................................................................................................ Total ........................................................................................................................................................

% (1) 1,0

2012 74.741 (3.737) 71.004 710 710

Em 31 de dezembro % (1) 1,0

Durante o exercício de 2013 ocorreram pagamentos de dividendos apurados com base em lucros de exercícios anteriores, no montante de R$ 710 (2012 R$ 2.634).

8) PATRIMÔNIO LÍQUIDO a) Composição do capital social em ações O capital social, totalmente subscrito e integralizado, é dividido em ações nominativas-escriturais, sem valor nominal. 2013 1.066.240.006 1.066.240.006

2013 97.399 (4.870) 92.529 925 925

Lucro líquido do exercício ............................................................. Reserva legal.................................................................................... Base de cálculo .............................................................................. Dividendos mínimos obrigatórios ..................................................... Total dos dividendos...................................................................... (1) Percentual dos dividendos sobre a base de cálculo.

9) RECEITAS FINANCEIRAS Em 31 de dezembro 2012 1.051.160.213 1.051.160.213

Em Instrumento Particular de Alteração do Contrato Social de 28 de março de 2013, deliberou-se o aumento de capital social no montante de R$ 20.000 elevando-o de R$ 768.506 para R$ 788.506 mediante a emissão de 15.079.793 novas ações ordinárias, nominativas-escriturais, sem valor nominal, ao preço de R$ 1,326278085 por ação, que serão atribuídas aos Acionistas, na proporção de suas participações no Capital Social. b) Reservas de lucros Em 31 de dezembro 2013 2012 Reservas de lucros................................................................................................................................ 713.235 616.761 - Reserva legal (1) ................................................................................................................................... 36.004 31.134 - Reserva estatutária (2).......................................................................................................................... 677.231 585.627 (1) Constituída obrigatoriamente à base de 5% do lucro líquido do exercício, até atingir 20% do capital social realizado, ou 30% do capital social, acrescido das reservas de capital. Após esse limite a apropriação não mais se faz obrigatória. A reserva legal somente poderá ser utilizada para aumento de capital ou para compensar prejuízos; e (2) Visando à manutenção de margem operacional compatível com o desenvolvimento das operações ativas da Companhia, pode ser constituída em 100% do lucro líquido remanescente após destinações estatutárias, mediante proposta da Diretoria, aprovada e deliberada pela Assembleia Geral, sendo o saldo limitado a 95% do Capital Social Integralizado. c) Dividendos Conforme disposições estatutárias aos acionistas estão assegurados dividendos que correspondam no mínimo a 1% do lucro líquido do exercício, ajustado nos termos da Lei societária. A Assembleia deliberará sobre a destinação do resultado do exercício. Os cálculos dos dividendos relativos aos exercícios de 2013 e 2012 estão demonstrados a seguir:

Exercícios findos em 31 de dezembro 2013 2012 103 240 8 4 111 244

Rendimento de aplicações em fundos de investimentos financeiros ...................................................... Juros ativos.............................................................................................................................................. Total ........................................................................................................................................................ 10) DESPESAS GERAIS E ADMINISTRATIVAS

Exercícios findos em 31 de dezembro 2013 2012 90 100 17 17 46 42 153 159

Editais e publicações............................................................................................................................... Serviços de terceiros............................................................................................................................... Contribuição sindical patronal ................................................................................................................. Total ........................................................................................................................................................ 11) TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS a) As transações com partes relacionadas estão assim representadas:

Exercícios findos em 31 de dezembro 2012 Ativo Receitas (passivo) (despesas)

2013 Ativo (passivo) Caixa e equivalentes de caixa: Banco Bradesco S.A. ....................................................................... Dividendos a receber: STVD Holdings S.A. ......................................................................... Dividendos a pagar: Bradesplan Participações Ltda......................................................... Tibre Holdings Ltda. .........................................................................

Receitas (despesas)

17

-

8

-

906

-

717

-

-

(995) (615)

(1.127) (698)

continua...


DIÁRIO DO COMÉRCIO

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quarta-feira, 12 de março de 2014

...continuação

Japira Holdings S.A. CNPJ 08.503.701/0001-55 Sede: Cidade de Deus - Osasco - SP NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS - Em Milhares de Reais b) Remuneração do pessoal-chave da Administração

d) Previsão de realização dos créditos tributários sobre diferenças temporárias, prejuízo fiscal e base negativa de contribuição social

A empresa é parte integrante da Organização Bradesco e seus administradores são remunerados pelos cargos que ocupam no Banco Bradesco S.A., controlador da Sociedade. 12) IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL a) Demonstração do cálculo dos encargos com imposto de renda e contribuição social Exercícios findos em 31 de dezembro 2013 2012 98.334 74.370 (33.433) (25.286)

Resultado antes dos tributos (Imposto de Renda e Contribuição Social)....................................... Encargo total do imposto de renda e contribuição social às alíquotas de 25% e 9%, respectivamente .... Efeito das adições e exclusões no cálculo dos tributos: Participações em controladas, tributadas nas empresas correspondentes ............................................ Imposto de renda e contribuição social do exercício ........................................................................

32.499 (935)

25.657 371

b) Origem dos créditos tributários de imposto de renda e contribuição social diferidos Exercícios findos em 31 de dezembro 2013 2012 Impostos diferidos: Constituição/realização no exercício, sobre adições temporárias........................................................... Constituição/realização no exercício sobre: Base negativa da contribuição social ...................................................................................................... Prejuízo fiscal .......................................................................................................................................... Imposto de renda e contribuição social do exercício ........................................................................

(950)

302

4 11 (935)

19 50 371

c) Movimentação/evolução dos créditos tributários de imposto de renda e contribuição social diferidos

Outros............................................................................................... Subtotal ........................................................................................... Prejuízo fiscal/Base negativa contribuição social ............................. Total dos créditos tributários ........................................................

2012 1.037 1.037 6.803 7.840

Constituição 80 80 15 95

Exercícios findos em 31 de dezembro Realização 2013 1.030 87 1.030 87 6.818 1.030 6.905

2014........................................................................................................ 2015........................................................................................................ 2016........................................................................................................ 2017........................................................................................................ 2018........................................................................................................ Total .......................................................................................................

Diferenças temporárias Imposto Contribuição de renda social 10 4 21 8 21 8 11 4 63 24

Exercícios findos em 31 de dezembro Prejuízo fiscal e base negativa Imposto Contribuição de renda social Total 14 1.065 384 1.478 1.198 431 1.658 1.338 482 1.835 1.412 508 1.920 5.013 1.805 6.905

A projeção de realização de crédito tributário trata-se de estimativa e não é diretamente relacionada à expectativa de lucros contábeis. O valor presente dos créditos tributários calculados, considerando a taxa média de captação líquida dos efeitos tributários monta a R$ 6.167 (2012 R$ 7.226) sendo, R$ 81 (2012 - R$ 979) de diferenças temporárias e de R$ 6.086 (2012 - R$ 6.247) de prejuízo fiscal e base negativa de contribuição social. e) Tributos a compensar ou a recuperar Os tributos a compensar ou a recuperar, no montante de R$ 122 (2012 - R$ 99), referem-se, substancialmente, a imposto de renda de exercícios anteriores e imposto de renda retido na fonte sobre aplicações financeiras. 13) OUTRAS INFORMAÇÕES a) Em 31 de dezembro de 2013 e 2012, a Companhia não possuía operações com Instrumentos Financeiros Derivativos. b) Em 31 de dezembro de 2013 e 2012 não há processos com riscos fiscais, cíveis e trabalhistas avaliados como perda possíveis ou prováveis de natureza relevantes. c) Não houve outros eventos subsequentes que requerem ajustes ou divulgações para as demonstrações contábeis encerradas em 31 de dezembro de 2013. d) Em 11 de novembro de 2013, foi publicada a Medida Provisória no 627 (MP 627/13) que altera a Legislação Tributária Federal sobre IR, CS, PIS e Cofins. A MP 627/13 dispõe sobre: • A revogação do Regime Tributário de Transição (RTT), disciplinando os ajustes decorrentes dos novos métodos e critérios contábeis introduzidos em razão da convergência das normas contábeis brasileiras aos padrões internacionais; • A tributação da pessoa jurídica domiciliada no Brasil, com relação ao acréscimo patrimonial decorrente de participação em lucros auferidos no exterior por controladas e coligadas; e • A Japira Holding aguardará a conversão em Lei da MP 627/13 para uma análise mais profunda e conclusiva. Em uma avaliação preliminar, não haverá impactos relevantes para a Companhia.

A DIRETORIA Cid de Oliveira Guimarães – Contador – CRC 1SP218369/O-0

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Aos Administradores e Acionistas da Japira Holdings S.A. Osasco - SP Examinamos as demonstrações contábeis da Japira Holdings S.A. (“Companhia”), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2013 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.

também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Japira Holdings S.A. em 31 de dezembro de 2013, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.

Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A Administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas Outros assuntos contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres Demonstração do valor adicionado de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Examinamos também, a demonstração do valor adicionado (DVA), elaborada sob a responsabilidade da Administração da Companhia, para o exercício findo em 31 de dezembro de 2013, que está sendo apresentada como informação suplementar. Essa demonstração foi submetida aos mesmos procedimentos Responsabilidade dos auditores independentes de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, está adequadamente apresentada, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com demonstrações contábeis tomadas em conjunto. as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Osasco, 28 de fevereiro de 2014 Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são KPMG Auditores Independentes Marco Antonio Pontieri Contador CRC 1SP153569/O-0 apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, CRC 2SP028567/O-1 F SP

Chance Chan/Reuters

Uma guinada radical. A seguir, silêncio.

CNS/Re uters

Avião desaparecido voou centenas de quilômetros para o oeste Força Aérea da Malásia informou ontem que o Boeing 777 que desapareceu no último sábado (sexta-feira no Brasil) mudou radicalmente de rota pouco depois de ter feito o último contato com a torre de controle e de ter sumido dos radares civis. O general Rodzali Daud disse a um jornal local que o avião, com 239 passageiros a bordo, foi detectado por um radar militar quando sobrevoava o Estreito de Malaca, às 2h40 de sábado (15h40 de sexta-feira no Brasil). A informação não foi confirmada oficialmente. O Estreito de Malaca fica a oeste do país - fora da rota normal do voo, que partira às 0h41 local (13h41 em Brasília) de Kuala Lumpur com destino a Pequim. Até então, a Malaysia Airlines vinha dizendo que o último sinal do avião fora recebido quando ele sobrevoava o Golfo da Tailândia, entre a Malásia e o Vietnã. Os primeiros comunicados diziam que esse contato havia ocorrido às 2h40 locais, mas nas notas seguintes o horário foi alterado para 1h30. Se a informação divulgada pelo general for real, isso significa que o avião voou por ao menos 500 km após mudar de rota, o que diminuiria as chances de ter ocorrido queda ou explosão repentina. Em nota, a companhia aérea disse que as autoridades investigam a possibilidade de que os pilotos tentavam retornar ao aeroporto de Subang, perto da capital. Mehrdad A empresa ainda disse não (foto de cima) e Mohammadreza, ter recebido alertas automáticos de problemas no avião. do Irã. Já o chefe da polícia da Malásia, Khalid Abu Bakar, afirmou que as investigações se concentram em quatro áreas: "sequestro, sabotagem, problemas pessoais entre a tripulação e os passageiros e problemas psicológicos entre a tripulação e os passageiros". "Pode haver alguém no voo que comprou enormes somas em seguro e quer que a família se beneficie", exemplificou. Mais cedo, o secretário-geral da Interpol, Ronald Noble, afirmou que o desaparecimento não parece ter sido causado por ação terrorista. A suspeita surgiu após a revelação de que dois passageiros embarcaram com passaportes roubados. Eles foram identificados como Delavar Seyed Mohammadreza, de 29 anos, e Pouria Nour Mohammad Mehrdad, de 18 anos, do Irã. Entre os indícios que afastam a hipótese, Noble citou que um deles tentava chegar à Alemanha para visitar a mãe. Amigos e parentes disseram que os dois pretendiam ir à Europa para pedir asilo. O Irã colocou-se à disposição para auxiliar nas investigações. (Folhapress) Divulgação/Reuters

A

Equipes d

e resgate

Parentes de desaparecidos reivindicam mais informações

da China

ajudam n as busca s

pela aero nave

Ajude a encontrar o avião Divulgação

Há 25 anos, o mundo ficou menor com o nascimento da internet. Você também pode fazer parte das celebrações com uma boa ação: participe das buscas pelo Boeing 777 da Malaysia Airlines, desaparecido há cinco dias. É só clicar!

IN TER NET

@nos Arte sobre reprodução

aro leitor internauta: você está convocado a atuar no esforço mundial para encontrar o Boeing 777 que desapareceu quando voava da Malásia para a China, com 239 passageiros a bordo, na última sexta-feira (horário de Brasília). Faz cinco dias que nenhum sinal da aeronave da Malaysia Airlines é detectado, embora 40 aviões e 34 navios a procurem pelo Golfo da Tailândia e pela costa oeste da península malaia. As investigações dos serviços de inteligência também nada revelaram, concentradas a princípio em dois passageiros iranianos embarcados com passaportes roubados, mas que seriam apenas imigrantes ilegais. Uma empresa norte-americana, DigitalGlobe, com uma constelação de satélites orbitando a Terra, voluntariou-se a somar suas imaSolidariedade dos internautas: acesso ao mapa da Tomrod registrou lentidão por 'excesso de tráfego'. gens e tempo às buscas. Está repetindo uma experiência bem sucedida de 2013, parece. Ao acessar o endereço online, um bre- usuário pode mandar suas buscas para a Digiquando encontrou 60 mil objetos espalhados ve histórico explica o sumiço da aeronave da tal Globe ou publicá-las no Twitter e Facebook. por um tufão nas Filipinas, que deixou um ras- Malaysia Airlines. A seguir, basta rolar o mou- Basta o usuário clicar em “Share this Map”. tro de centenas de mortos e desaparecidos. se e, abaixo do texto, o visitante deve clicar em Conforme as marcações são feitas, mensaMas a DigitalGlobe não consegue sozinha “ok”. A tela se dividirá em duas: do lado es- gens da plataforma chegam ao usuário: “Obriexplorar a imensa região em que o voo MH370 querdo, o mapa do Golfo da Tailândia; do ou- gado pelas buscas. Você já fez até agora três desvaneceu, apenas uma hora depois de de- tro, uma espécie de histórico de atividades marcações e cinco pessoas concordaram com colar. Aí entra você. A sua operação-resgate com três ícones: “Tags”, “Áreas do mapa ex- elas. Continue a nos ajudar!”. É uma espécie c o m e ç a n a p l a t a f o r m a To m n o d , e m plorad as” e “Pessoas que concordam com de incentivo e de alerta feita pela empresa de www.tomnod.com. Ela transmite imagens via suas marcações”. que está acompanhando todo o trabalho. satélite das águas ao leste e oeste da Malásia, Aproximadamente às 16h de ontem (horáPara “taguear ” ( marcar) qualquer objeto do Mar do Sul da China e do Estreito de Malaca suspeito, é só clicar no ícone de tags e arrastar rio de Brasília), a plataforma Tomnod caiu e pe- as áreas onde estão sendo feitas as buscas. para o objeto dentro do mapa. Ao marcá-lo, o dia desculpas por “problemas por excesso de Às 10h da manhã de hoje, segundo o site, a usuário deverá classificá-lo como "destroços tráfego”. Até o fechamento desta edição, ainárea deve ser ampliada pelo governo, e o ma- de avião" ou "óleo" – se não for nenhum des- da era difícil navegar pelo mapa e fazer as pa no Tomnod ficará maior. De acordo com a ses, ele deverá indicar o que acredita que seja. marcações. Digital Globe, as imagens de satélite disponí- Se outras pessoas virem o objeto e concordaVictoria Brotto veis até agora correspondem a 3,2 mil quilô- rem com a classificação, elas irão “curtir ” e, metros quadrados. automaticamente, o usuário será notificado. Leia mais no www.dcomercio.com.br Procurar o Boeing no site é mais fácil do que Além de marcar e classificar objetos, o

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DIÁRIO DO COMÉRCIO

quarta-feira, 12 de março de 2014

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ESPIONAGEM CIA é acusada de invadir computadores do Senado dos EUA

REFORMAS ONU: presidente Hasan Rouhani não ampliou liberdades no Irã.

ESTUDANTES VOLTAM ÀS RUAS Morte de universitários marca um mês de protestos contra Maduro. Presidente Dilma pede comissão da Unasul para acompanhar a situação na Venezuela. Marcelo Hernández/EFE

morte a tiros de dois estudantes universitários na Venezuela levou a uma troca de acusações entre as autoridades e a oposição, ontem, sobre a causa da violência, elevando a tensão na véspera do aniversário de um mês das manifestações contra o governo. Para marcar a data, estudantes opositores convocaram uma nova marcha. "O movimento estudantil faz um chamado para o dia 12 de março, a um mês do Dia da Juventude e no Dia da Bandeira para concentrar toda Venezuela na Praça Venezuela. E ali marcharemos até a Defensoria Pública", disse o porta-voz da Universidade Católica Andrés Bello (Ucab), Carlos Vargas. As manifestações resultaram na morte de ao menos 22 pessoas, mas não parecem ameaçar o governo do presidente Nicolás Maduro, que assumiu há 11 meses. "Hoje foram assassinados dois companheiros", escreveu o líder estudantil Juan Requesens em sua conta no Twitter na madrugada de ontem. "Suas mortes não ficarão impunes. Agora mais do que nunca seguiremos na RUA!" O universitário Daniel Tinoco morreu após ser atingido por um disparo no peito durante enfrentamento em San Cristóbal, uma cidade no oeste do país. A o u t r a morte acontec e u e m C i udad Guayana, no sudeste do pessoas país, onde foi assassinado já na noite de semorreram g u n d a - f e i r a A n g e l o Va rem um gas, também mês de id en ti fi ca do protestos como universitário. contra O governo Maduro colocou a culpa pelas mortes na oposição e pediu "justiça para os caídos". Críticos responsabilizam o governo pela inflação, a escassez de insumos e a criminalidade. A meta é convocar um referendo para revogar o mandato de Maduro, algo que a Constituição só permite em 2016. Unasul - Ontem, a presidente Dilma Rousseff disse que a União de Nações Sul-Americanas (Unasul) vai formar uma comissão para acompanhar a situação venezuelana. Os detalhes serão discutidos hoje durante reunião dos chanceleres dos países-membros no Chile. Sanções - A Comissão de Relações Exteriores do Senado dos EUA aprovou ontem resolução que pede ao presidente Barack Obama que negue vistos e congele ativos de responsáveis pela violação de direitos humanos de manifestantes e jornalistas na Venezuela. (Agências)

Maglio Perez/Reuters

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Dilma cumprimenta a chilena Bachelet

O retorno da 'hermana'

Simpatizantes chilenos protestam contra governo venezuelano durante posse de Michelle Bachelet no Chile

CRIMEIA INDEPENDENTE

É ILEGÍTIMA OU NÃO É? O governo interino da Ucrânia e os Estados Unidos afirmam que a declaração de independência da Crimeia, anunciada Maxim Shemetov/Reuters ontem pelo parlamento regional, não é válida. Mas a Rússia defende que a iniciativa é 'absolutamente de acordo com a lei'. Yanukovich ainda se diz presidente da Ucrânia

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Parlamento regional da Crimeia aprovou ontem uma declaração de independência, reiterando o seu desejo de se incorporar à Rússia. A iniciativa levou as autoridades do novo governo central da Ucrânia e dos Estados Unidos a afirmarem que o anúncio foi "ilegítimo" e que a península continua parte do território ucraniano. A Rússia, por sua vez, disse que a declaração está "absolutamente de acordo com a lei". A declaração foi aprovada por 78 dos 100 deputados do Parlamento da Crimeia, segundo a agência russa RIA Novosti, e deverá ser referendada por votação popular no domingo. Na semana passada, os parlamentares já haviam votado a favor da separação. "Esse documento é muito importante para reforçar nosso referendo e ajudar a Crimeia a se incorporar a Rússia", disse o parlamento em comunicado. O embaixador da Ucrânia na Organização das Nações Unidas (ONU) em Genebra, Yurii Klymenko, disse que a declaração da Crimeia foi "ilegítima", assim como o Parlamento da península. "As autoridades da Crimeia são ilegítimas, porque foram escolhidas em uma situação de violação de todas as leis da Ucrânia. Os líderes da Crimeia são ilegítimos e seus legisladores também. Se o corpo legislativo é ilegítimo, as resoluções que toma são, obviamente, ilegítimas", afirmou Klymenko.

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Os EUA se pronunciaram no mesmo sentido. "Pelo que sabemos, a declaração de independência não cumpre com a Constituição ucraniana", disse a portavoz do Departamento de Estado, Jen Psaki. A Rússia teve uma reação totalmente distinta da dos EUA. "O Ministério das Relações Exteriores da Rússia considera a declaração absolutamente de acordo com a lei", assinalou um comunicado da Chancelaria russa, horas depois da decisão do Parlamento crimeano. Ontem pela manhã, o líder deposto Viktor Yanukovich garantiu que continua sendo o legítimo presidente e comandante em chefe das Forças Armadas da Ucrânia, e conclamou os militares a contestarem "ordens criminosas" dadas por seus inimigos. Yanukovich, que fugiu para a Rússia no mês passado, atacou o "bando de ultranacionalistas e neofascistas" que substituiu o seu governo, e criticou os apoiadores ocidentais do novo Executivo. "Quero perguntar aos clientes dessas forças sombrias do Ocidente: vocês ficaram cegos? Esqueceram o que é o fascismo?", disse Yanukovich em Rostov-naDonu, no sul da Rússia, onde fez sua segunda aparição desde a deposição, em 22 de fevereiro. Comentando o impulso separatista da Crimeia, Yanukovich admitiu que a península está "se separando" da Ucrânia, e disse que a culpa é dos inimigos. (Agências)

m uma cerimônia rápida, mas repleta de sinais da volta do Chile à política de centro-esquerda, a socialista Michelle Bachelet tomou posse ontem como presidente do país para um mandato de quatro anos. Com a substituição de Sebastián Piñera, do partido de direita Renovação Nacional, o Chile volta para as mãos de Bachelet com a promessa de reformas na Constituição, no sistema eleitoral e na educação pública. "É tempo de iniciar o caminho com o qual nos comprometemos e colocar os sonhos em marcha, ter um Chile diferente e muito mais justo", declarou a presidente de 62 anos da sacada do Palácio de La Moneda, em seu primeiro discurso depois da posse. Bachelet, que governou o Chile entre 2006 e 2010, recebeu a faixa presidencial no Senado, em Valparaíso, das mãos da recém-eleita presidente da Casa, María Isabel Allende, filha de Salvador Allende, o presidente deposto pelo golpe militar de 1973. Durante o almoço oferecido aos chefes de Estado presentes à posse, a presidente Dilma Rousseff foi escolhida para faAqui, muitos zer o brinde a Bachelet. defensores da Antes de mencionar que o Chile é um "país irmão", liberdade, em a brasileira lembrou o penossos países, ríodo em que o Chile era encontraram um "asilo contra a opreso asilo contra são", saudou o fato de hoje a América do Sul ter a opressão. três mulheres presidenDILMA ROUSSEFF tes e o processo de transição no país. "Essa vitalidade democrática conquistamos, na América do Sul, com muita luta. Hoje, nossa região é uma área de paz e de desenvolvimento que está provando ser possível crescer e, ao mesmo tempo, incluir as pessoas mais pobres de nossas sociedades", afirmou. Mais cedo, Dilma e Bachelet tiveram seu primeiro encontro bilateral. Dilma afirmou que Brasil e Chile irão aprofundar ainda mais as relações com o retorno de Bachelet à Presidência. A cerimônia de posse contou com a presença de líderes latino-americanos, de membros de organismos internacionais e do vice-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, que aproveitou a ocasião para cumprimentar a Dilma. Um dos convidados mais esperados, o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, cancelou de última hora diante dos protestos em seu país. (Agências)

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CANTAREIRA

Economia reduz conta até o fim do ano Sabesp anuncia que desconto de 30% na tarifa de água para quem fechar as torneiras será estendido até o fim do ano. Meta é garantir abastecimento à população. Paulo Fischer/Brazil Photo Press/Estadão Conteúdo

presidente da Sabesp, Dilma Pena, confirmou ontem que o programa de economia de água que dá 30% de desconto na conta daqueles que são abastecidos pelo sistema Cantareira será prolongado pelo ano todo. A ideia é preservar o manancial e garantir o abastecimento ao longo de 2014. Ontem, o volume de água era de 15,8% da capacidade total do reservatório. O desconto só é dado para usuários do sistema Cantareira que reduzirem a partir de 20% o consumo médio (em relação aos últimos 12 meses). Quando lançou o programa, no começo do ano, o governo do Estado havia afirmado que iria avaliar mensalmente a necessidade de prorrogação do bônus. Segundo a Sabesp, já foram economizados 3,2 metros cúbicos de água por segundo. De acordo com Dilma, a partir de abril o sistema Guarapiranga vai passar a atender cerca de um milhão de pessoas que hoje são atendidas pelo Cantareira. "Estão sendo feitas adequações que permitirão transferência de água do Guarapiranga para abastecer a região oeste", disse Pena. Na manhã de ontem, ela também minimizou os ataques feito pelo consórcio de municípios PCJ, que acusou a Sabesp de não reduzir sua dependência do Cantareira e de atentar contra a vida útil do sistema. Segundo ela, transferência de água de uma bacia

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para outra existe em "todo o mundo, sempre existiu e sempre vai existir". O nível cada vez mais crítico do sistema Cantareira, que abastece diretamente 8,8 milhões de pessoas na Grande São Paulo e indiretamente 5,5 milhões no interior do Estado, abriu uma guerra pela água entre a Sabesp (empresa estadual de saneamento) e o consórcio que reúne os interesses das regiões de Campinas, Piracicaba e Jundiaí. Colapso – Ontem, o consórcio, que congrega prefeituras, empresas e entidades de mais de 40 cidades na área de influência dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí, voltou a criticar a Sabesp afirmando que o uso do "volume morto" do Cantareira pode causar um colapso no sistema de abastecimento de água da Grande São Paulo e nos rios do interior do Estado e colocar em risco a economia do País". O "volume morto" é a água que está abaixo dos sistemas de captação dos reservatórios do Cantareira. Esse volume nunca foi retirado e serve como uma reserva, mas recentemente a Sabesp foi autorizada pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB) a utilizá-lo. Para José Cezar Saad, coordenador de projetos do consórcio, "o ideal seria adotar o racionamento, sem dúvida. O governo do Estado conta com essa carta na manga (o volume morto), mas ela não deveria ser utilizada". (Folhapress) Adriano Lima/Agência O Dia

GCM usou bala de borracha e bombas de gás contra usuários

Novo confronto na Cracolândia pós a prisão de duas mulheres ontem na Cracolândia, no Centro de São Paulo, pessoas que frequentam a região jogaram pedras contra a Guarda Civil Metropolitana, que revidou com balas de borracha e bombas de gás. Segundo a GCM, as mulheres foram flagradas por câmeras de monitoramento vendendo drogas. Um homem também teria sido flagrado, mas acabou fugindo. Durante o tumulto, um homem foi atingido na testa pelo estilhaço de uma bomba, mas não precisou de atendimento médico. Um guarda também foi atingido por uma pedra na cabeça e levado à Santa Casa, onde foi medicado e liberado. "Eles partiram para cima sem a gente fazer nada. Nós estávamos quietos e eles passaram no meio da multidão com o carro e depois

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prenderam uma usuária. O povo ficou revoltado e começou a jogar pedra neles. Um estilhaço de bomba que jogaram bem perto de mim acertou minha cara. O pior é que sou tranquilo, não fiz nada", afirmou o ajudante geral Sidnei Calixto, 40. Carros da GCM tiveram a lataria amassada e vidros quebrados pelas pedradas durante a confusão. Massaro Honda Junior presenciou o confronto. "Eles pegaram uma senhora que vem aqui uma vez por semana usar drogas e as pessoas se revoltaram", afirmou. Segunda a Secretaria Municipal da Segurança Urbana, de 14 de janeiro a 14 de fevereiro, 25 suspeitos de tráfico foram presos e mais de quatro mil pedras de crack foram apreendidas na região. (Agências)

Represa do Rio Jaguari, em Bragança Paulista, ontem. Volume de água do sistema era de 15,8% da capacidade total do reservatório.

Cúpula do PCC é isolada em cadeia de segurança máxima Paulo Liebert/Estadão Conteúdo

principal líder do Primeiro Comando da Capital (PCC), Marcos Willians Camacho, o Marcola, foi transferido ontem para o Regime Disciplinar Diferenciado (RDD), da penitenciária de segurança máxima de Presidente Bernardes (SP). Além de Marcola, outros três integrantes da facção também foram para o RDD. Os quatro cumprem pena na Penitenciária 2 de Presidente Venceslau, onde estão detidos os principais líderes do PCC. A operação de transferência, realizada por volta das 13h, foi cercada por um forte esquema de segurança. Viaturas da PM e o helicóptero Águia acompanharam o comboio da Secretaria de Administração Penitenciária (SAP). A internação no RDD, determinada pelo Tribunal de Justiça, foi solicitada após o vazamento de um audacioso plano de fuga para libertar os quatro criminosos. O plano previa o uso de dois helicópteros e armamento pesado. Durante os 60 dias, os quatro criminosos ficarão isola-

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Presos amarrados com cordas no Rio Grande do Norte enúncia feita pelo SinpolRN (Sindicato dos Policiais Civis e Servidores da Segurança Pública do Rio Grande do Norte) revelou ontem que 17 presos, incluindo três mulheres, estavam amarrados com cordas em um dos corredores da Delegacia do município de Macau. De acordo com o sindicato, há apenas duas algemas para todos os presos. Uma das pessoas presas com cordas é mãe de uma criança de 1 ano e dois meses que, de tempos em tempos, tem que ser solta para amamentar o filho. A cena acontece diante dos outros presos. Os detentos são suspeitos de tráfico de drogas, de furto, de roubo e até de homicídio. O sindicato ainda alega que ao menos um preso que estava amarrado conseguiu fugir. (Folhapress)

Marcola: plano de fuga o levou para isolamento. dos em celas individuais por 22 horas e poderão tomar sol, também individualmente, duas horas por dia. Eles também ficam proibidos de receber visitas íntimas e ter acesso a TV, rádio e jornais. Além disso, só poderão conversar com seus advogados

por meio de um microfone, separados por um vidro. R e ta l i aç ã o – A u t or i d ad e s do MP e da PM disseram que as próximas horas serão decisivas para saber se o PCC retaliará a internação de seus líderes com ataques ou rebeliões. Por isso, a SAP e o

Sindasp estão pedindo atenção redobrada aos agentes, tanto na fiscalização das cadeias, com objetivo de se localizar possíveis "salves", e nos deslocamentos de casa para o trabalho e vice-versa, para se prevenir de possíveis ataques da facção. A PM também está pedindo à corporação mais atenção nas operações e abordagens para se prevenir de possíveis ataques. No entanto, investigadores do sistema disseram não acreditar na hipótese de ataques causados pela remoção. "Eles sabem que se houver retaliação, dentro ou fora do presídio, o período de 60 dias que eles ficarão no RDD, poderá se transformar em 365 dias", afirmou um investigador. Um promotor ressaltou o fato de que a internação poderá quebrar, por algum tempo, a cadeia de comando na facção. "O isolamento é benéfico, porque lá onde eles estão não terão como passar novas ordens para seus subordinados. Nem mesmo passar bilhetes para advogados", destacou. (Estadão Conteúdo)

Copa incentiva novos guias de SP Mariana Missiaggia

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feira de antiguidades do Bixiga, o café do Theatro Municipal, os grafites do Beco do Batman e muitas outras atrações paulistanas estão reunidas no guia São Paulo – Seu Guia Passo a Passo, da Publifolha (48 páginas, R$ 34,90). Em tempos de Copa do Mundo no Brasil e com a abertura do torneio na capital paulista, o guia, que possui uma edição em inglês, é um ótimo aliado para conhecer São Paulo a pé. Em um formato de bolso, o texto detalha os passeios, os pratos mais saboreados na capital da gastronomia e as lojas mais badaladas, além de fotos que mostram a arquitetura paulistana aos visitantes. Além das dicas, seis grandes mapas ajudam a explorar

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as principais e mais atraentes regiões da cidade, inclusive de metrô. Destacam-se os bairros da Liberdade, Centro, Luz, Ibirapuera, Morumbi e Vila Madalena. O Museu de Arte de São Paulo (Masp), na Avenida Paulista, o Parque Burle Marx, no Morumbi, e a região do “baixo Augusta”, no Centro, estão listadas como atrações imperdíveis. São mais de 150 sugestões, entre parques, museus, monumentos, casas noturnas, restaurantes, bares, cafés, hotéis e lojas. Por fim, o guia traz dez ideias para conhecer a cidade de São Paulo de um jeito diferente, como comprar uma sandália Havaianas, bater perna pelo bairro da Vila Madalena e degustar as iguarias de algum chef renomado. Atentos à Copa do Mundo,

outros jornais estrangeiros, como o britânico The Guardian e o australiano The Sydney Morning Herald, também criaram seus próprios guias para turistas no Brasil durante o evento esportivo. ução Reprod


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Coral 2014 no Municipal Coral Paulistano Mário de Andrade abre temporada de concertos. No programa, Réquiem, Op. 48, de Fauré. Sexta (14), 20h. Teatro Municipal - Salão Nobre. R$ 10.

LEITURA À mesa, o Segundo Reinado.

A magia de Mary Poppins E aos bastidores de como ela voou para telas de cinema

Marcus Lopes

Ana Barella Fotos: Divulgação Fotos: Reprodução

Coleção Brady-Handy

istória também se põe à mesa. Que o digam os chefs André Boccato e Francisco Lellis, que acabam de servir aos leitores o livro Os Banquetes do Imperador (Editora Senac/Boccato, 448 páginas, R$ 199,90). Em uma caprichada edição em capa dura e fartamente ilustrada, os autores narram uma fatia importante da História do Brasil - o Segundo Reinado – através de uma saborosa matériaprima: os cardápios dos luxuosos jantares servidos no século XIX, em especial à Monarquia brasileira. Personagem central do livro, o Imperador D. Pedro II, a exemplo dos homens cultos de sua época, era chegado à prática do colecionismo. Além dos assuntos de sua predileção, como botânica e mineralogia, ele também colecionava moedas, cédulas e...cardápios. Naquela época, os menus seguiam a importância dos eventos gastronômicos – almoços e jantares em homenagem ao imperador – e eram impressos luxuosos, geralmente em francês, com ricas descrições das entradas, pratos principais e sobremesas. “Um cardápio, como qualquer coisa impressa, eternizava um evento memorável. Afinal, a fotografia ainda era rudimentar e não existiam filmagens”, explicam os autores, na introdução da obra. “Por isso, por valorizar todo tipo de impresso interessante, a Família Real guardou o que lhe caía nas mãos, apesar de nem todos terem contado com a presença do imperador.” No total, são 130 cardápios selecionados e reproduzidos entre as 730 peças que hoje pertencem à Biblioteca Nacional. A seleção levou em conta a beleza e a importância dos impressos. O resultado é um banquete de informações. O primeiro cardápio brasileiro conhecido, por exemplo, data de agosto de 1858 e foi oferecido pelo senador Nabuco de Araújo, no Clube Fluminense, no Rio. Apesar de escrito em francês, os convidados tinham à

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Os Banquetes do Imperador : fatia da História do Brasil, à vista de luxuosos cardápios.

disposição pratos com ingredientes tipicamente brasileiros, como o peixe garoupa, o queijo minas e o abacaxi. Aos poucos, os hábitos brasileiros também foram sendo incorporados nas refeições em homenagem à Corte, destacando pratos como “churrasco à moda do Rio Grande”, ou “peru à brasileira”. Há, inclusive, referências à feijoada em recepções oficiais, derrubando de vez o mito de que o prato mais tradicional do Brasil nasceu nas senzalas dos escravos. Apesar de ser obrigado a encarar as lautas e luxuosas refeições, D. Pedro II não ligava muito para a comida, se contentando sempre com uma singela canja de galinha. Muito diferente do seu avô, D. João VI, que, reza a lenda, gostava tanto de coxinhas de galinha fritas na manteiga que enfiava nos bolsos para comer mais tarde. Mesmo assim, o Império soube tirar proveito da hora de sentar-se à mesa. Ao pesquisar a coleção, os autores se depararam com uma série de cardápios que circularam na Europa com propagandas do café e do mate brasileiros. Como não há muitas referências históricas sobre o material, presume-se que eram menus de restaurantes das cidades europeias, em especial Paris, patrocinados pelo governo do Brasil. “Os menus mostram o nascimento de um incremento ao turismo brasileiro e também do chamado ‘orgulho nacional’. A jovem propaganda nacional alardeava bordões como: ‘só beba café do Brasil’”, registram os autores. O último cardápio do livro também é o último grande evento do Império do Brasil: o famoso Baile da Ilha Fiscal, realizado no Rio de Janeiro no dia 9 de novembro de 1889, poucos dias antes da proclamação da República. Entre pratos como a maionese imperial, as coxas de faisão à princesa e o peru com castanhas, um item perdido no meio do menu chama a atenção por ter um quê de profético: a Salada Histórica.

Emma Thompson, Tom Hanks: Walt nos Bastidores de Mary Popins. Reprodução

difícil não se encantar, ou mesmo não conhecer, Mary Poppins: a babá perfeita, que chega voando pela janela com seu guarda chuva falante e põe ordem na casa da família Banks com muita elegância e carisma. Difícil também de acreditar como foi árdua a luta de Walt Disney para transformar a personagem criada pela escritora Pamela Travers, em 1934, e eternizada em seis livros, na Mary Poppins vivida por Julie Andrews no cinema. O problema era convencer Pamela de ceder os direitos autorais a Disney. Para a escritora, a personagem era família. E os desenhos animados e cheios de cantoria de Disney, a maior baboseira. O processo de desapego e a gênese da querida babá são retratados no filme Walt nos Bastidores de Mary Poppins (2013) com muita emoção e humor. O último presente nas cenas da metódica "revisão" do roteiro do filme, que garantem boas risadas. O longa-metragem estreia no Brasil 50 anos após o sucesso de Mary Poppins de Walt Disney – que levou cinco Oscars, entre estes, o de melhor atriz, para Julie Andrews. Desta vez digirido por John Lee Hancock (Um Sonho Possível), o filme dos bastidores traz Emma Thompson como a neurótica, e adorável, Pamela Travers; Tom Hanks como um Walt Disney já de meiaidade; e Paul Giamatti, como o motorista de Pamela, que juntos criam momentos tocantes, a la Dirigindo Miss Daisy (1989). Além de retratar a resistência de Pamela em assinar os papéis de venda dos direitos autorais – ela só aceita viajar a Hollywood para supervisionar a criação do roteiro do filme porque está prestes a perder a sua casa. Isto depois de rejeitar durante 20 anos as propostas de Walt Disney – o filme também explora a infância da escritora através de flashbacks. As lembranças são relacionadas ao seu pai, Travers Goff. Bancário alcoólatra, ora imaginativo, ora picareta, responsável por suas neuras e ,

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Pamela Travers, em 1995 (acima). Abaixo, Julie Andrews, Disney e Pamela. felizmente, inspiração para sua obra. No filme, Goff é interpretado por Colin Farrell, que deixa a desejar nas cenas de drama, que são muitas. O longametragem, porém, é baseado no livro da jornalista australiana Valerie Lawson: Mary Poppins e sua criadora – A vida de Pamela Travers (Editora Prata. 352 pág. R$ 49,90). O livro – Pamela Travers uma vez declarou que todos os livros alegres se baseiam na tristeza. Assim, não é difícil de imaginar que sua vida segue o caminha oposto de sua obra, tão cheia de de magia. A complexa personalidade da uma vez denominada pelo jornal americano Chicago Tribune "mulher dragão" é desvendada por Valerie com muita sensibilidade, e claro, com mais detalhes que o filme. Quem conheceu um pouco mais sobre Pamela, através do livro ou do filme, achará quase controverso o fato de a escritora ter arquivado toda a

sua história em caixas, e vendido a documentação – que incluía fitas de suas leituras, álbuns, fotos e cartas – para a Biblioteca de Mitchel, Sydney. Além de ter o trabalho de preparar o material de sua biografia, Pamela, escreveu à Valerie Lawson pedindo um encontro para falar de seu trabalho. Um dia depois de Pamela receber a carta de resposta da biógrafa, ela faleceu, em 1996. Mesmo com o material "entregado de bandeja" Valerie passou três anos tentando entender quem era a verdadeira Pamela Travers , ou melhor, Helen Lyndon Goff, que é seu nome verdadeiro. Mais de Mary Poppins – Já para quem quiser conhecer ou relembrar da personagem Mary Poppins pode sentir sua magia com o DVD duplo Mary Poppins – Edição de 45° (R$19,90) ou com o Blu Ray de 50º aniversário lançado recentemente (R$ 49,90). Além da série de livros, da babá, claro.

Walt Disney, o animador.

NÚCLEO DANÇA ABERTA: PARTICIPE DO EVENTO INTERNACIONA (A PARTIR DE 4/4). INSCRIÇÕES ABERTAS: WWW.NUCLEODANCAABERTA.COM.


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A história para além do livro Os marcadores de página que exploram elementos da história do livro são um jeito divertido e criativo de fazer o marketing da publicação. A ideia é que cada título tenha um marcador especial. Assim, Moby Dick ganhou um rabo de baleia, 1984, uma câmera de vigilância e 20 mil léguas submarinas, um periscópio.

.P..OLÍTICA

Russos querem Mundial sem EUA

http://goo.gl/qeBUfE

.C..OPA 2014

345 mil ingressos à venda Fifa anunciou ontem que aumentou a carga de ingressos da Copa do Mundo que será colocada à venda em seu site a partir das 8h de hoje. Esta nova etapa disponibilizará aos torcedores aproximadamente 345 mil bilhetes para 60 das 64 partidas que acontecem durante o Mundial. Inicialmente, a entidade havia divulgado que estariam disponíveis nesta fase 160 mil entradas para 57 jogos. Ao contrário da fase anterior, em que todos os candidatos a compradores entravam em um sorteio para definir quem ficaria com os bilhetes, agora prevalecerá a ordem de chegada que decidirá quem ficará com os ingressos. Recomenda-se que o torcedor entre no site ciente do que quer, ou seja, a partida e a categoria do ingresso.

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Com a carga extra, os torcedores poderão comprar ingressos para duas partidas de Manaus (Itália x Inglaterra, dia 14 de junho, e EUA x Portugal, dia 22 de junho) e para os jogos de oitavas de final em São Paulo e Porto Alegre. De acordo com o planejamento de vendas anterior para esta fase, esses jogos não seriam contemplados. A semifinal que será disputada em São Paulo e teria bilhetes vendidos, agora não terá mais. A abertura, a final e a semi de Belo Horizonte são os outros jogos sem ingressos para esta fase. Segundo a Fifa, o aumento no número de entradas se deve à devolução de bilhetes que estavam destinados a patrocinadores e ao programa de hospitalidade, além de ingressos que não foram pagos na fase anterior.

No final de fevereiro, a Fifa tinha anunciado que foram atribuídos 2,3 milhões de ingressos para o Mundial por meio de todos os canais de venda, incluindo o programa de hospitalidade e outros grupos integrantes. O total vendido atingia 1,5 milhão de ingressos, sendo 57% para torcedores brasileiros. Na última etapa de vendas diretas, em novembro, ainda antes do sorteio dos grupos, os ingressos (pouco mais de 228 mil) duraram somente sete horas. Em três horas, as entradas mais baratas já tinham se esgotado. No ranking de países com mais ingressos atribuídos até agora, o Brasil liderava com 906.433, seguido por Estados Unidos (125.465), Colômbia (60.231), Alemanha (55.666), Argentina (53.809), e Inglaterra (51.222). (Agências)

ESTREIA Filhote de elefante asiático brinca com a mãe, Noorjahan, no zoo de Twycross, Inglaterra. Nascida na semana passada, após um período de gestação de 22 meses, a fêmea foi vista pelo público pela primeira vez ontem e ainda não tem nome.

Dr. Spock, de Jornada nas Estrelas, tatuado por Cheyenne Randall. http://goo.gl/ly66uz

.C..ULTURA

Keith Richards, autor de livro infantil. O guitarrista Keith Richards, dos Rolling Stones, famoso por sobreviver a anos de excessos de todos os tipos, vai lançar um livro para crianças, com ilustrações de sua filha Theodora Richards. O livro Gus & Me: The Story of My Granddad and My First Guitar ("Gus & eu: a história de meu avô e minha primeira guitarra") revelará o primeiro contato de Richards com a música por intermédio de seu avô e como ganhou sua primeira guitarra. O ebook e a edição em capa dura serão lançados em 9 de setembro. Gus & Me terá colagens de Theodora e fotografias da família.

.L..OTERIAS

.O..RGANIZAÇÃO

Torcedores poderão escolher entre 60 das 64 partidas do Mundial

Darren Staples/Reuters

Aleksandr Sidyakin e Mikhail Markelov, parlamentares da Duma, a câmara baixa do Parlamento russo, pediram à Fifa que expulse os EUA da Copa do Mundo deste ano e do quadro de membros da federação. Os políticos citam as agressões dos EUA contra Iugoslávia, Iraque e Líbia, além das ações na Síria, como razões para a expulsão. Sidyakin disse que o pedido por escrito foi uma reação a uma carta enviada por Mark Kirk e Dan Coates, senadores republicanos dos EUA, pedindo que a Fifa excluísse a Rússia do Mundial de 2014, que acontece no Brasil entre 12 de junho e 13 de julho. "É olho por olho, bola por bola. Não deixem os EUA participarem da Copa de 2014! Retirem-nos do quadro de membros!", tuitou Sidyakin. Um porta-voz da Fifa disse que a organização não tem comentários a fazer sobre o assunto.

Enrolados, nunca mais. Cord Tacos é o nome desse organizador de fios... Cabos USB, fios de carregadores de bateria, fones de ouvido... Basta dobrar e fechar o taco para acabar com a enrolação. http://goo.gl/UxUOIU

.M..ÚSICA

Taylor Swift fatura mais que Beyoncé A cantora country norteamericana Taylor Swift foi quem mais faturou no ramo da música no último ano, nos EUA, segundo a revista Billboard. Swift superou nomes como Beyoncé, Bon Jovi e os Rolling Stones ao faturar cerca de US$ 40 milhões (R$ 93,88 milhões) com shows nos EUA, venda de músicas pela internet,

.C..ASA

.H..ISTÓRIA Jacek Bednarczyk/EFE

Concurso 1262 da DUPLA-SENA Primeiro sorteio

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Segundo sorteio

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Concurso 3436 da QUINA

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Marcas de sofrimento Selos de metal usados para marcar prisioneiros no antigo campo de extermínio de Auschwitz, na Polônia, recentemente descobertos, são expostos no Museu Auschwitz, em Oswiecim. O campo foi o único a tatuar prisioneiros com selos desse tipo.

Fazendo chuva

Selos foram descobertos próximos à área de evacuação do campo

Rainmaker é um dispositivo que, ao ser acoplado a uma garrafa PET, a transforma imediatamente em um regador bem simpático. Design de Shahar Peleg. http://goo.gl/Qbv2ss

streaming e royalties. Swift já esteve em primeiro lugar da lista da Billboard em 2012. No ano passado, ela foi superada por Madonna, que também estava no topo do ranking de músicos que mais faturam no mundo elaborado pela revista Forbes.A cantora country é seguida este ano por Kenny Chesney e Justin Timberlake.


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Franchising, com fôlego redobrado. Apesar da crise econômica de 2008, o sistema dobrou o faturamento de lá para cá e fechou 2013 com R$ 115 bilhões em vendas. Paula Cunha inguém duvida que o sistema de redes de franquias já se consolidou no Brasil, depois de ganhar credibilidade e fama internacional ao fim da Segunda Guerra Mundial nos Estados Unidos. Mas o setor mostra fôlego incomum no mercado brasileiro, com vendas crescentes há décadas e a descoberta de novas oportunidades de negócios. Por isso, o faturamento do setor em 2013 chegou a R$ 115 bilhões – o dobro do ano de 2008, data do início da mais recente crise econômica internacional. Esse resultado indica que as vendas no ano passado cresceram

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Divulgação

O setor, com sua capacidade empreendedora, seguirá crescendo, pois está baseado em governança e sustentabilidade. CRISTINA FRANCO, PRESIDENTE DA ABF

11,9% em relação a 2012 – vale lembrar que o aumento do Produto Interno Bruto (PIB) do País foi de apenas 2,3%. A previsão da Associação B r a s i l e i r a d e Fr a n c h i s i n g (ABF) é de que novo salto nas vendas deva ocorrer neste ano, um aumento de 10%. Segundo a ABF, existem hoje no País 2.703 redes de franquias em operação, entre marcas consagradas como O Boticário, McDonald's, Bob's, Flytour, Imaginarium e Fisk. Do total, 92,4% das marcas são genuinamente brasileiras. Pela primeira vez, segundo o estudo divulgado ontem, o Brasil superou os Estados Unidos em número total de marcas e ocupa agora a terceira posição no ranking do World Franchising Council. De acordo com o estudo, as redes de franquias geraram 88 mil novos postos de trabalho em 2013, e têm hoje 1 milhão de empregos diretos e formais. O sistema vê espaço para crescer nas microfranquias. Empreendedor A presidente da ABF, Cristina Franco, franqueadora do Grupo Multi, observou, entretanto, que este será um ano de grandes indefinições para o varejo por conta da realização da Copa do Mundo, e de seus feriados, e das eleições. "O franchising é um setor da economia que cresce sólida e constantemente. Neste ano, acredito que o setor, com sua capacidade empreendedora, seguirá crescendo, pois está baseado em governança e sustentabilidade", disse Cristina Franco. Quando se avalia o número de unidades (lojas, quiosques, escolas etc), o estudo da ABF mostra que o ano de 2013 terminou com 114.409 unidades, o que revela aumento de 9,4% ante o ano anterior. Levando-se em conta apenas o número de unidades, o Brasil ocupa a 6ª posição no ranking de unidades franqueadas, superado pelos EUA, China, Coréia do Sul, Japão e Filipinas. O estudo apontou que existe grande concentração de unidades no Sudeste, onde atuam 58,7% das marcas. O diretor executivo da ABF, Ricardo Camargo, afirmou que os segmentos que terão expressivo potencial de crescimento neste ano são os de informática e eletrônica, turismo e de produtos e serviços voltados para a mulher. Um dos mais tradicionais, o de alimentação, pode avançar ain-

da mais no modelo de quiosques, de custos menores. Esporte No franchising, o segmento que registrou crescimento mais expressivo no faturamento foi o de Esporte, Saúde, Beleza e Lazer, que avançou 23,9% em 2013 em relação a 2012. Este aumento é, segundo o estudo, "reflexo, principalmente, do acentuado crescimento no consumo de produtos ligados à beleza e cosméticos". Mas o relatório da ABF revela que 73 novas marcas iniciaram suas atividades neste campo de Esporte, Saúde, Beleza e Lazer, redes como Essencial Care, Nagis e Body Concept. As cinco marcas de maior faturamento neste segmento são: O Boticário, Ri Happy/PBKids, Farmais, Ótica Diniz e IGUI Piscinas. Em segundo lugar em crescimento das vendas, vem o segmento de Hotelaria e Turismo, que apresentou expansão de 21,9%, estimulado pela visita de seis milhões de turistas estrangeiros no Brasil em 2013 (segundo a Embratur). O setor foi beneficiado por eventos como a Copa das Confederações, Jornada Mundial da Juventude, Rock in Rio e a corrida de Fórmula 1. As redes de franquias que mais se destacaram neste segmento foram Flytour, TAM Viagens, Accor Hospitality, CI - Central de Intercâmbio e Marsans. Alimentação O setor de Acessórios pessoais e Calçados apresentou crescimento nas vendas de 17,1% em 2013 ante o ano anterior. O resultado foi favorecido pela entrada no franchising de mais uma indústria, a Primícia, fabricante de malas e acessórios. O faturamento do ramo de Alimentação, um dos mais tradicionais do franchising brasileiro e mundial, registrou aumento de 16,6%, beneficiado pela tendência de refeições fora de casa. No grupo de Educação e Treinamento, a alta foi de 16,6% no faturamento, devido à procura por ensino de idiomas e de cursos profissionalizantes. As redes que se destacaram neste campo são We Speak, Wizard, Yázigi, Skill, Alps, Quatrum, Microlins e Bit Company. Um dos mercados mais promissores, segundo a ABF, é o de Casa e Construção, cujo faturamento saltou 13,4% em 2013. A reforma de imóveis deve puxar as vendas do segmento.

A vez das microfranquias brasileiras em só de gigantes do mercado como McDonald's, O Boticário e Yázigi vive o sistema de franquias. No ano passado, as chamadas microfranquias, com investimento inicial que podem variar de R$ 15 mil até R$ 80 mil, registraram expansão de 29% em número de unidades e de 31% em seu faturamento. Elas são responsáveis por 5,11% da receita total do setor de franchising, o que representa R$ 5,9 bilhões em 2013. De acordo com os números da Associação Brasileira de Franchising (ABF), as microfranquias somam 384 marcas que atuam

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em todo o País. O total de unidades é de 17.197, com crescimento de 4% no último ano. O levantamento da ABF aponta que os principais campos de atuação deste grupo são educação e em cursos profissionalizantes, reparos domésticos e serviços gerais, e, mais recentemente, englobaram as atividades de cuidadores de idosos. Na avaliação do diretor executivo da ABF, Ricardo Camargo, estes segmentos registraram expansão porque mais pessoas buscaram pequenos empreendimentos em alternativa aos empregos convencionais. Para ele, este campo de atuação tem um grande

espaço para crescer no Brasil e cita o exemplo dos Estados Unidos, onde há até franquias de aluguel de animais de estimação, voltadas para clientes que desejam a companhia temporária dos bichos, em curtos períodos do dia ou reservada aos finais de semana. Apesar do grande potencial, Camargo alerta que o segmento de microfranquias exige o mesmo nível de treinamento de mão de obra quanto o das grandes redes. Por isso, a ABF estabeleceu parcerias com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) para a criação de

cursos e conteúdos que podem ser transmitidos aos micro empreendedores. O diretor de microfranquias da ABF, Edson Ramuth, ressaltou que é necessário aperfeiçoamento constante por parte dos candidatos a adquirir uma unidade. "A ABF está iniciando conversações com o governo federal para a criação de uma linha de crédito para as microfranquias, de forma a estimular o empreendedorismo no País. Por isso, o objetivo do convênio do Sebrae é realizar uma análise mais aprofundada sobre elas e avaliar o seu desempenho", afirmou Ricardo Camargo.

Concorrência – O diretor acrescentou que os franqueadores deste tipo de atividade não devem transformar as pequenas unidades em sub sedes de um empreendimento maior, e nem as unidades devem estar próximas uma das outras. Apesar de reproduzirem negócios bem sucedidos, as unidades franqueadas precisam de uma área/consumidores sem concorrência direta na própria rede. Este é, segundo os consultores do setor, o grande desafio do franchising brasileiro: crescer, mas sem conflito de interesses entre franqueados, sobretudo nas capitais. (PC)


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DIÁRIO DO COMÉRCIO

quarta-feira, 12 de março de 2014


DIÁRIO DO COMÉRCIO

quarta-feira, 12 de março de 2014

Juro para consumidor sobe mais ciclo de aperto nos juros promovido pelo Banco Central para combater a inflação levou a taxa média do crédito ao consumidor ao maior nível desde agosto de 2012. A elevação apurada em fevereiro pela Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade) é a nona alta seguida no custo de financiamento. O Banco Central vem elevando os juros básicos desde abril do ano passado num esforço para conter as pressões de alta nos preços e para reverter as expectativas de inflação elevada. Desde então, a taxa básica de juros (Selic) saiu de 7,25%, o patamar mais baixo da história, para 10,75%, nível confirmado na última reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), em fevereiro. Como a Selic compõe o custo dos bancos para emprestar aos clientes, as elevações encarecem as taxas que são cobradas do consumidor. O ritmo das elevações no crédito ao consumidor, contudo, tem se dado com mais força do que na taxa básica. Enquanto a Selic teve um incremento de 3,50 pontos desde janeiro do ano passado, o aumento no crédito ao consumidor foi de 8,55 pontos. Em fevereiro, alcançou 5,82% ao mês. As seis modalidades pesquisadas tiveram elevação no último mês. A taxa do cartão de crédito teve o maior aumento: passou de 9,37% ao mês para 10,08% ao mês. A linha é a mais cara entre as oferecidas para pessoa física. (Folhapress)

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Inadimplência está em queda s registros de inadimplência do consumidor caíram 5,7% em fevereiro na comparação com janeiro deste ano, com ajuste sazonal, conforme levantamento feito em todo o País pela Boa Vista Serviços, administradora do Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC). Na comparação com fevereiro de 2013, o indicador registrou alta de 1,1% e avanço de 0,4% no acumulado de 12 meses. O valor médio real das dívidas vencidas e não pagas em fevereiro foi de R$1.233,00. Em relatório, a Boa Vista considera que, apesar da queda acentuada na comparação mensal, o cenário de inadimplência poderá se reverter em 2014, dada a alteração de cenário que contribuiu para reduzir os registros de inadimplência em 2013. Todas as regiões brasileiras apresentaram diminuição no número de registros de inadimplência em fevereiro ante janeiro. O Norte e Centro-Oeste registraram os maiores recuos, de 10,1% e 9,2%, respectivamente. No Nordeste a queda foi de 6,6%, no Sudeste de 4,6% e no Sul de 4,5%. Quando considerado apenas o setor de varejo, o indicador de abrangência nacional registrou queda de 7,9% na inadimplência em fevereiro na comparação com janeiro, com destaque para as regiões Sul e CentroOeste, que tiveram retração de 11,4% e 11,1%, respectivamente. (EC)

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Senhores Acionistas: A Diretoria do Banco Confidence de Câmbio S.A., em cumprimento às disposições legais e estatutárias apresenta aos acionistas as Demonstrações Financeiras relativas aos exercícios findos em 31 de dezembro de 2013 e 2012, bem como as Notas Explicativas e o Relatório dos Auditores Independentes. O Plano de Negócios definido pela Administração foi aprovado pelo Banco Central do Brasil (Bacen), quando da aprovação para a constituição do Banco. Esse Plano de Negócios foi revisado no 2º semestre de 2011 e reapresentado ao Bacen. A Administração acompanha periodicamente a evolução do plano versus os resultados atuais. Em 11 de Abril de 2013 ocorreu a venda de 49% do Grupo Confidence para a Travelex. São Paulo, 7 de Março de 2014. A Diretoria. ATIVO Nota Circulante Disponibilidades (5) Aplicações Interfinanceiras de Liquidez (6) Aplicações no Mercado Aberto Aplicações em Moeda Estrangeira Títulos e Valores Mobiliários e Instrumentos Financeiros Derivativos (7) Carteira Própria Vinculados à Prestação de Garantias Outros Créditos Carteira de Câmbio (8) Adiantamentos Diversos Valores a Receber de Ligadas Negociação e Intermediação de Valores (14) Outros Valores e Bens Despesas Antecipadas Não Circulante Outros Créditos Devedores por Depósito em Garantia (9) Imposto a Recuperar Créditos a Receber Permanente Imobilizado de Uso (10) Outras Imobilizações de Uso (-) Depreciações Acumuladas Intangível (11) Ativos Intangíveis (-) Amortização Acumulada Total do Ativo

2013 170.768 134.883 12.833 1.100 11.733

2012 106.318 78.864 23.361 11.839 11.522

20.656 11.778 8.878 2.396 2.111 22 263 -

3.687 2.708 979 195 133 32 30 211 211

3.807 3.777 30 2.733 371 504 (133) 2.362 3.284 (922) 177.308

3.466 3.275 133 58 1.471 224 272 (48) 1.247 1.719 (472) 111.255

PASSIVO Circulante Depósitos em Moeda Estrangeira Depósitos em Moeda Estrangeira Relações Interdependências Ordens de Pagamento em Moedas Estrangeiras Instrumentos Financeiros Derivativos Instrumentos Financeiros Derivativos Outras Obrigações Carteira de Câmbio Fiscais e Previdenciárias Negociação e Intermediação de Valores Diversos Sociais e Estatutárias Outras Provisões Credores Diversos Patrimônio Líquido Capital Social De Domiciliados no País Reserva Legal Reservas de Lucros

Nota (12) (13) (14) (8) (15) (14) (31c) (31d) (16) (18)

2013 157.556 132.474 132.474 7.809

2012 100.378 86.822 86.822 2.601

7.809 19 19 17.254 2.013 1.629 13.612 1.055 1.321 11.236 19.752 9.610 9.610 753 9.389

2.601 30 30 10.925 683 15 10.227 292 653 9.282 10.877 9.610 9.610 193 1.074

2º Sem. Receitas da Nota 2013 2013 2012 Intermediação Financeira (23) 3.058 20.875 29.139 Resultado de Operações de Câmbio 1.597 18.848 28.561 Resultado de Operações com Títulos e Valores Mobiliários 1.461 2.027 578 Despesas da Intermediação Financeira (23) (1.103) (848) (625) Resultado de Operações com Instrumentos Financeiros Derivativos (1.103) (848) (625) Resultado Bruto da Intermediação Financeira 1.955 20.027 28.514 Receitas/Despesas Operacionais 10.184 (1.005) (23.248) Despesas de Pessoal (26) (3.741) (6.609) (4.469) Despesas Administrativas (27) (9.069) (15.276) (10.104) Despesas Tributárias (31e) (1.261) (2.042) (966) Outras Despesas Operacionais (25) (104) (114) (8.259) Outras Receitas Operacionais (24) 24.359 23.036 550 Resultado Operacional 12.139 19.022 5.266 Resultado antes da Tribut. sobre o Lucro 12.139 19.022 5.266 Imposto de Renda e Contribuição Social (4.792) (7.155) (1.416) Provisão para Imposto de Renda (28) (3.050) (4.522) (875) Provisão para Contribuição Social (28) (1.742) (2.633) (541) (-) Participações Estatutárias no Lucro (550) (672) (110) Lucro Líquido do Semestre/Exercício 6.797 11.195 3.740 Quantidade de Ações 9.610.000 9.610.000 9.610.000 Lucro por Ação (em Reais) 0,7073 1,1649 0,3892

8. Carteira de Câmbio Outros Créditos 2013 2012 Carteira de Câmbio (Ativo) 2.111 133 Carteira de Câmbio (Passivo) (2.013) Total 98 133 Refere-se às operações que estavam aguardando o fechamento do câmbio com liquidação para D+2, liquidadas em 2014. 9. Devedores por Depósitos em Garantia Não Circulante 2013 2012 Depósito em Garantia (1) 3.777 3.275 Total 3.777 3.275 (1) Refere-se a valores depositados para a Mastercard a título de garantia das operações de intercâmbio dos cartões pré-pagos Cash Passport. 10. Imobilizado de Uso 2013 2012 Imobilizado DepreValor DepreValor de Uso Custo ciação Residual Custo ciação Residual - Instalações, Móveis e Equipamentos 93 (13) 80 67 (4) 63 - Veículos 151 (28) 123 - Benfeitorias 14 (3) 11 - Sistema de Processamento de Dados 246 (89) 157 205 (44) 161 Total 504 (133) 371 272 (48) 224

2013 2012 11. Intangível AmortiValor AmortiValor Intangível Custo zação Residual Custo zação Residual - Outros Ativos Intangíveis (1) 700 700 - Desenvolvimento e Aquisição de Sistemas 2.584 (922) 1.662 1.719 (472) 1.247 Total 3.284 (922) 2.362 1.719 (472) 1.247 (1) Projeto emissão instantânea dos cartões Mastercard. 12. Depósitos em Moeda Estrangeira: Refere-se à Depósito em Moeda Estrangeira no país, incluindo a Confidence Corretora de Câmbio S/A, no montante de R$ 14.730 (2012 – R$ 4.001), SACS Administradora de Cartões S/A, no montante de R$ 98.457 (2012 – R$ 67.389) e Outros Clientes, no montante de R$ 19.287 (2012 – R$ 15.432), totalizando o montante de R$ 132.474 (2012 – R$ 86.822). 13. Relações Interdependências Relações Interdependências 2013 2012 Ordens de Pagamento em Moedas Estrangeiras (1) 7.809 2.601 Total 7.809 2.601 (1) Referem-se à ordens de pagamento em moeda estrangeira de terceiros pendentes de liquidação na data do balanço, liquidadas no mês subsequente.

14. Instrumentos Financeiros Derivativos Operações de Swap - 2013 DiferenValor Notional Valor cial a Descrição Notional (Ativo) de Mer- (Passivo) de Mer(pagar)/ Contrato ME cado ME cado receber-R$ NZD - Swap Forex USD 493 1.155 494 1.157 (2) GBP - Swap Forex USD 661 1.548 669 1.566 (18) USD - Swap Forex CHF 1.064 2.492 1.069 2.502 (10) USD - Swap Forex JPY 3.677 8.610 3.684 8.628 (18) USD - Swap Forex CAD 1.277 2.991 1.276 2.989 2 EUR - Swap Forex USD 4.833 11.320 4.822 11.293 27 Total 12.005 28.116 12.014 28.135 (19) Operações de Swap - 2012 DiferenValor Notional Valor cial a Descrição Notional (Ativo) de Mer- (Passivo) de Mer(pagar)/ Contrato ME cado ME cado receber-R$ NZD - Swap Forex USD 246 502 249 508 (6) USD - Swap Forex JPY 260 532 257 526 6 AUD - Swap Forex USD 519 1.061 520 1.062 (1) USD - Swap Forex CHF 870 1.776 865 1.767 9 GBP - Swap Forex USD 485 990 487 995 (5) CAD - Swap Forex USD 690 1.410 695 1.420 (10) EUR - Swap Forex USD 5.409 11.051 5.421 11.074 (23) Total 8.479 17.322 8.494 17.352 (30) Refere-se as operações com o Mig Bank e são registradas na CETIP, precificadas pela variação da moeda em relação a taxa de compra e venda. O resultado de swap no exercício de 31 de dezembro de 2013 foi um prejuízo de R$ (827) (2012 Lucro de R$ 290). Operações Contratos Futuros - 2013 Ajuste diário a Valor referencial Descrição receber/(pagar) dos contratos Contratos Futuros USD – BM&F 263 18.750 Total 263 18.750 Operações Contratos Futuros - 2012 Ajuste diário a Valor referencial Descrição receber/(pagar) dos contratos Contratos Futuros USD – BM&F (15) 20.429 Total (15) 20.429 O resultado de operações de futuros em 31 de dezembro de 2013 foi de R$ (21) de prejuízo (2012 - R$ 915). O objetivo da realização dessas operações de derivativos é se proteger através de operações financeiras, implementadas de forma a minimizar os riscos em nossas operações. 15. Obrigações Fiscais e Previdenciárias Fiscais e Previdenciárias 2013 2012 Fiscais e Previdenciárias (1) 1.629 683 Total 1.629 683 (1) Refere-se a provisões para impostos e contribuições sobre folha. 16. Credores Diversos Credores Diversos 2013 2012 Credores Diversos (1) 11.236 9.282 Total 11.236 9.282 (1) Refere-se ao saldo de contas de clientes em Reais para contratação de operações com liquidação de câmbio em D+2. 17. Contingências: A avaliação da probabilidade de perda das contingências é efetuada com base no julgamento dos advogados, internos ou externos, sobre o fundamento jurídico da causa, a viabilidade de produção de provas, da jurisprudência em questão, da possibilidade de recorrer a instâncias superiores e da experiência histórica da empresa. Esse é um exercício subjetivo, sujeito à incertezas de uma previsão sobre eventos futuros, sobremaneira a cerca de matéria jurídica. Como tal é entendido que as avaliações serão sujeitas à revisão frequente e a eventuais alterações. Não existiam processos cíveis, trabalhistas, fiscais ou outras obrigações legais avaliados com risco de perda provável nos exercícios findos em 31 de dezembro de 2013 e 2012. Não existiam processos cíveis, trabalhistas, fiscais ou outras obrigações legais avaliados com risco de perda possível nos exercícios findos em 31 de dezembro de 2013. As Contingências existentes em 31 de dezembro de 2012 referiam-se à 3 (três) processos cíveis relacionados à utilização da marca “Confidence” e foram encerrados em 2013. O processo de 31 de dezembro de 2012 está classificado com risco de perda possível, portanto não foram reconhecidas provisões contabilmente, pois a Administração, com base na avaliação de especialistas e na condição processual da ação, entende que estes processos não produzirão efeitos patrimoniais. 18. Patrimônio Líquido: a) Capital Social: Em 31 de dezembro de 2013 e 2012, o Capital Social é representado por 9.610.000 (nove milhões e seiscentos e dez mil) ações sem valor nominal. b) Reserva Legal: É constituída à razão de 5% do lucro líquido apurado em cada exercício social nos termos do art. 193 da Lei nº 6.404/76, até o limite de 20% do capital social. Em 31 de dezembro de 2013 a companhia constituiu R$ 560 (2012 – R$ 190), totalizando R$ 753 de Reserva legal (R$ 193 – 2012). c) Dividendos: O Estatuto da Companhia prevê a distribuição anual de dividendos mínimos de um terço do resultado apurado no exercício. O Banco distribuiu, em 26 de março de 2013, R$ 2.320 de dividendos relativos ao 1º semestre de 2013. Em 2012 foi deliberado pelos acionistas que não seriam distribuídos dividendos durante o exercício. d) Reserva de Lucros: As reservas de lucros são as contas de reservas constituídas pela apropriação de lucros do Banco, conforme previsto no § 4º do art. 182 da Lei nº 6.404/76, para atender a várias finalidades, sendo sua constituição efetivada por disposição da lei ou por proposta dos órgãos da administração. No exercício de 2013 a Companhia totalizou R$ 9.389 de reserva de lucros (2012 – R$ 1.074). 19. Estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional: A estrutura de gerenciamento do Risco Operacional do Conglomerado Financeiro Confidence – “Conglomerado” (composto pelo Banco e pela Confidence Corretora de Câmbio S/A) prevê a identificação, avaliação, monitoramento, controle e planos de ação para a mitigação de riscos operacionais. A Metodologia de Gestão de Riscos Operacionais e Controles adotada pelo Conglomerado, tem o objetivo de assegurar que: • A estrutura de controles seja constantemente revisada, considerando os riscos existentes nos processos de negócio, minimizando os custos associados aos riscos não controlados e/ou às atividades de controle desnecessárias; • Os objetivos do processo de gestão de riscos e os papéis, funções e responsabilidades atribuídas aos diversos níveis da instituição sejam compreendidos por todos os funcionários; • As áreas compreendam o papel, objetivos, funções e responsabilidades da área de Riscos e Controles Internos, enquanto ferramentas de controle independentes criadas dentro da Instituição; e, • Os objetivos estratégicos do Conglomerado sejam atendidos. 20. Estrutura de Gerenciamento do Risco de Mercado: Risco de mercado é a possibilidade de ocorrência de perdas resultantes da flutuação nos valores de mercado de posições detidas pelo Conglomerado. Os principais riscos de mercado, aos quais o Conglomerado está exposto, são: • Risco Cambial: Os riscos em ativos e passivos referenciados em moedas estrangeiras, principal foco de negociação do Conglomerado, são apurados de acordo com a Circular 3389 do Bacen. • Juros Pré: Para os ativos e passivos expostos ao risco de taxas de juros pré-fixados, os cálculos de risco são feitos de acordo com as instruções contidas na Circular 3361 e Carta-Circular 3309 do Bacen. • Cupom Cambial: Para os ativos e passivos expostos ao risco de cupom de moedas, em que há uma parcela de risco pré-fixado em combinação com os riscos decorrentes da variação do preço de moedas, realiza-se o cálculo com base na Circular 3362 do Bacen. • Cupom de Inflação: Os ativos e passivos expostos ao risco de cupom de inflação são calculados de acordo com a Circular 3363 do Bacen. • Cupom de Juros: Os ativos e passivos expostos ao risco de cupom de juros são calculados de acordo com a Circular 3364 do Bacen. • Risco de Ações: Os riscos de ativos e passivos constituídos por ações ou instrumentos financeiros derivativos cujo ativo objeto sejam ações, são apurados de acordo com a Circular 3366 do Bacen. • Risco de Instrumentos Financeiros Derivativos: Os riscos de ativos e passivos constituídos por instrumentos financeiros derivativos, operados no mercado de Futuros da BM&F Bovespa, não são objeto de negociação por parte do Conglomerado, entretanto, se no futuro vier a operar carteira própria em tais derivativos, apurará os riscos aos quais estiver exposta, conforme Carta-Circular 3498 do Bacen. 21. Estrutura do Gerenciamento de Capital: O Banco Confidence de Câmbio S/A, empresa líder do conglomerado financeiro que consolida as operações próprias e da Confidence Corretora de Câmbio, em atendimento ao que foi estabelecido pelo Conselho Monetário Nacional, por intermédio da Resolução CMN 3.988, de 30 de junho de 2011, bem como normas complementares do Banco Central do Brasil, implantou sua Estrutura de Gerenciamento de Capital, compatível com a natureza das operações e a complexidade dos produtos e serviços oferecidos e a dimensão de sua exposição a riscos nas operações realizadas pelo grupo, com o propósito de controlar e projetar o Patrimônio de Referência, bem como o Patrimônio de Referência Exigido, num cenário de três anos. Para operacionalizar tal gerenciamento, adquiriu junto a fornecedor especializado na gestão de riscos e de capital, um sistema que permite a importação de balanços e relatórios de limites operacionais, cadastramento de parâmetros econômico-financeiros e do planejamento estratégico, cujo produto final é a projeção de balancetes, balanços, demonstrações do resultado de exercício, demonstrações de fluxos de caixa, demonstrações de limites operacionais para um cenário de trinta e seis meses, permitindo a comparação do que foi projetado com o realizado, tanto de demonstrações financeiras quanto de demonstrações dos limites operacionais, disponibilizando para os responsáveis pelo gerenciamento de capital, relatório e gráficos que auxiliam na tomada de decisão por parte da diretoria do grupo, inclusive pela análise de cenários de estresse e monitoramento do capital necessário para fazer frente aos riscos assumidos. As informações estão disponíveis para os responsáveis pelo gerenciamento de capital, diretoria do grupo, auditores internos e externos, bem como para o Banco Central do Brasil. 22. Limites Operacionais - Basiléia: Em 31 de dezembro de 2013, o índice de adequação de capital (Índice de Basiléia III) do Conglomerado Financeiro Confidence (composto pelo Banco e pela Confidence Corretora de Câmbio S/A) é apurado de forma consolidada e era de 20,97% (2012 - 19,26%). 23. Resultado da Intermediação Financeira Receitas da Intermediação Financeira 2º Semestre 2013 2012 Resultado de Operação de Câmbio (1) 1.597 18.848 28.561 Resultado de Operações com Títulos e Valores Mobiliários (2) 1.461 2.027 578 Total 3.058 20.875 29.139 Despesas da Intermediação Financeira 2º Semestre 2013 2012 Resultado com Instrumentos Financeiros Derivativos (3) (1.103) (848) (625) Total (1.103) (848) (625)

Aos Acionistas e Administradores do Banco Confidence de Câmbio S.A. - São Paulo - SP Examinamos as demonstrações financeiras do Banco Confidence de Câmbio S.A. (“Banco”), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2013 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício e semestre findos naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da Administração sobre as demonstrações financeiras: A Administração do Banco é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e pelos controles

internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes: Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados de-

pendem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras do Banco para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos do Banco. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.

Eventos Saldos em 31/12/2011 • Lucro Líquido do Exercício • Aumento de Capital Em Espécie Destinações: Reserva de Lucros Reserva Legal Saldos em 31/12/2012 Mutações do Exercício Saldos em 31/12/2012 Lucro Líquido do Exercício Destinações: Reserva de Lucros Reserva Legal Dividendos Distribuídos Saldos em 31/12/2013 Mutações do Exercício Saldos em 30/06/2013 Lucro Líquido do Semestre Destinações: Reserva de Lucros Reserva Legal Saldos em 31/12/2013 Mutações do Semestre

Capital Realizado 8.850 -

Reserva Legal 3 -

760

-

9.610 760 9.610 -

190 193 190 193 -

9.610 9.610 9.610 -

560 753 560 413 340 753 340

1. Contexto Operacional: O Banco Confidence de Câmbio S/A (Banco), foi constituído em 5 de novembro de 2009 e o Banco Central do Brasil (Bacen) concedeu autorização para o funcionamento em 26 de janeiro de 2010, publicada no Diário Oficial de 29 de janeiro de 2010. O Banco tem como objeto social a compra e venda de moeda estrangeira; transferência de recursos para o exterior; financiamento de importação e exportação; adiantamento sobre contratos de câmbio; outras operações, inclusive de prestação de serviços, previstas na regulamentação do mercado de câmbio; atuar no mercado financeiro, no país, inclusive em bolsas de mercadorias e de futuros, bem como em mercados de balcão, para realização de operações, por conta própria, referenciadas em moedas estrangeiras ou vinculadas a operações de câmbio; efetuar depósitos interfinanceiros, observada a regulamentação aplicável; e realizar outras atividades que vierem a ser autorizadas pelo Banco Central do Brasil (Bacen). A estratégia do Banco é atuar no atacado de Bank notes (importação e logística) para venda a corretoras de câmbio, operações com corretoras de câmbio, utilizando as CCMEs (Contas Corrente em Moeda Estrangeira) para operações de Simplex e câmbio pronto para todas as naturezas de financeiro, além de importação e exportação. O Plano de Negócios definido pela Administração foi aprovado pelo Banco Central do Brasil (Bacen), quando da aprovação para a constituição do Banco. Esse Plano de Negócios foi revisado no 2º semestre de 2011 e reapresentado ao Bacen. A Administração acompanha periodicamente a evolução do plano versus os resultados atuais. Em 2012, o Banco Central do Brasil autorizou a compra de 49% do Grupo Confidence pela Travelex Limited, de Londres, sendo que essa transação foi efetivada em 11 de abril de 2013. A diretoria do Banco aprovou o ingresso da Travelex Limited, no grupo de controle societário do Grupo Confidence, em 14 de março de 2013, conforme decreto oficial publicado no diário oficial da união. A Travelex Limited irá adquirir os 51% restantes do Grupo Confidence, no período entre Junho e Novembro de 2014. 2. Apresentação das Demonstrações Financeiras: As demonstrações financeiras foram elaboradas a partir das diretrizes contábeis emanadas da Lei das Sociedades por Ações, associadas as normas e instruções do Conselho Monetário Nacional (CMN), do Banco Central do Brasil (Bacen) e do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), quando aplicável. A apresentação dessas demonstrações financeiras está em conformidade com o Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional (COSIF). Na elaboração dessas demonstrações financeiras foram utilizadas premissas e estimativas de preços para contabilização e determinação dos valores ativos e passivos. Dessa forma, quando da efetiva liquidação financeira desses ativos e passivos, os resultados auferidos poderão vir a ser diferentes dos estimados. As demonstrações financeiras foram aprovadas pela Diretoria em 7 de Março de 2014. As demonstrações financeiras foram preparadas em Reais (R$), sendo esta a moeda funcional da Companhia e também a moeda de apresentação. 3. Descrição das Principais Práticas Contábeis: Os principais critérios adotados para a elaboração das demonstrações financeiras são os seguintes: a) Apuração dos Resultados: O regime de apuração do resultado é o de competência. As receitas do Banco são basicamente compostas por diferença de taxas em transações de compra e venda de moeda. b) Disponibilidades: Consistem nos numerários que encontram-se disponíveis na entidade e saldos em poder de bancos e em Cofre de empresa especializada em guarda de valores (“Brinks”). c) Caixa e Equivalentes de Caixa: Caixa e equivalentes de caixa consistem em numerário que encontram-se disponíveis na entidade, saldos em poder de bancos, em Cofre de empresa especializada em guarda de valores (“Brinks”) e aplicações financeiras com prazo menor do que 90 dias da data da aplicação até o vencimento. d) Aplicações Interfinanceiras de Liquidez: São apresentadas pelo valor de aplicação, acrescido dos rendimentos auferidos “pro rata” dia com base na variação do indexador e na taxa de juros pactuados, com aplicações em Reais e em Moeda Estrangeira convertida para Reais pela taxa de câmbio da data de fechamento do balanço. e) Ativo e Passivo Circulante e Não Circulante: São demonstrados pelos valores de realização e liquidação, respectivamente, e contemplam as variações monetárias, bem como os rendimentos e encargos auferidos ou incorridos até a data do balanço, reconhecidos em base “pró-rata” dia. e.1) Títulos e Valores Mobiliários: De acordo com a Circular Bacen nº 3068, de 08 de novembro de 2001, as instituições financeiras devem classificar os títulos e valores mobiliários, nas seguintes categorias: • Títulos para negociação: Adquiridos com o propósito de serem ativos e frequentemente negociados, sendo que os rendimentos auferidos e o ajuste ao valor de mercado são reconhecidos em contrapartida ao resultado do exercício. Os títulos classificados nesta categoria são apresentados no ativo circulante do balanço patrimonial, independente do seu prazo de vencimento. • Títulos disponíveis para venda: Aqueles que não se enquadrem como para negociação nem como mantidos até o vencimento, são registrados pelo custo de aquisição com rendimentos apropriados a resultado e ajustados pelo valor de mercado em contrapartida à conta destacada do Patrimônio Líquido, deduzidos dos efeitos tributários. Em 31 de dezembro de 2013 e 2012, o Banco não possuía títulos classificados nesta categoria. • Títulos mantidos até o vencimento: Adquiridos com a intenção e capacidade financeira para sua manutenção em carteira até o vencimento, são avaliados pelos custos de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos em contrapartida ao resultado do exercício. Em 31 de dezembro de 2013 e 2012, o Banco não possuía títulos classificados nesta categoria. e.2) Operações de câmbio: Os ativos e passivos monetários denominados em moedas estrangeiras foram convertidos para Reais pela taxa de câmbio da data de fechamento do balanço e as diferenças decorrentes de conversão de moeda foram reconhecidas no resultado do exercício. e.3) Instrumentos financeiros derivativos: De acordo com a Circular nº 3.082/02, do BACEN, os instrumentos financeiros derivativos são avaliados e contabilizados a valor de mercado e classificados como “hedge” (proteção) ou “não-hedge”. Os instrumentos destinados a “hedge” são classificados como: (i) “hedge de risco de mercado” ou (ii) “hedge de fluxo de caixa”. Os critérios para registro são os seguintes: para instrumentos financeiros derivativos que não se destinam a “hedge”, bem como para aqueles classificados como “hedge de risco de mercado”, os ajustes a valor de mercado são contabilizados em contrapartida à adequada conta de receitas ou despesas, no resultado do período. Para os instrumentos financeiros derivativos classificados como “hedge de fluxo de caixa”, a parcela efetiva do “hedge” deve ser contabilizada em contrapartida à conta destacada do Patrimônio Líquido e qualquer outra variação em contrapartida à adequada conta de receitas ou despesas, no resultado do período. e.4) Imobilizado de uso: O imobilizado de uso é registrado pelo custo de aquisição ou formação, e deLFT - Letras Financeiras do Tesouro - Dezembro 2013 Discriminação Carteira Própria Carteira Própria Carteira Própria Vinculados à Prestação de Garantia Vinculados à Prestação de Garantia Vinculados à Prestação de Garantia

Total do Passivo

Vencto. 07/09/2016 01/09/2018 01/03/2019 07/03/2015 07/09/2016 07/03/2015 Total

177.308

111.255

Lucros/(Prejuízos) Acumulados (2.476) 3.740

Total 6.377 3.740

-

-

760

1.074 1.074 1.074 1.074 -

(1.074) (190) 2.476 11.195

10.877 4.500 10.877 11.195

8.315 9.389 8.315 2.932 -

(8.315) (560) (2.320) 6.797

(2.320) 19.752 8.875 12.955 6.797

6.457 9.389 6.457

(6.457) (340) -

19.752 6.797

Reservas de Lucros -

preciado pelo método linear, utilizando as taxas anuais de 10% para móveis e utensílios e instalações, e 20% para sistema de processamento de dados, veículos e benfeitorias. e.5) Intangível: O ativo intangível é composto por aquisição e desenvolvimento de software registrados pelo custo de aquisição ou formação e amortizados pelo método linear utilizando-se a taxa de 20% ao ano. f) Ativos e Passivos Contingentes: São avaliados, reconhecidos e demonstrados de acordo com a determinação estabelecida na Resolução nº 3823 do Conselho Monetário Nacional (CMN) de 16 de dezembro de 2009, que aprova a utilização do CPC 25. Reconhecidas nas demonstrações financeiras quando baseado na opinião de assessores jurídicos e da Administração, for considerado provável o risco de perda de uma ação judicial ou administrativa, e sempre que os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança. Os passivos contingentes classificados como perdas possíveis pelos assessores jurídicos são divulgados em notas explicativas, enquanto aqueles classificados como perda remota não são passíveis de provisão ou divulgação. Os ativos contingentes não são reconhecidos nas demonstrações financeiras, exceto quando da existência de evidências que propiciem a garantia de sua realização, sobre as quais não cabem mais recursos. g) Provisão para Imposto de Renda/Contribuição Social: A provisão para imposto de renda (IRPJ) é constituída com base nos rendimentos tributáveis pela alíquota de 15%, acrescida do adicional de 10% para lucros excedentes a R$ 240 no exercício fiscal (R$ 120 mil no semestre). A provisão para contribuição social sobre o lucro líquido (CSLL) das instituições financeiras é de 15% sobre o lucro tributável. Os créditos tributários são constituídos com base nas alíquotas vigentes, na data das demonstrações financeiras, sendo que os créditos sobre adições temporárias, quando houver, serão realizados quando da utilização e/ ou reversão das respectivas provisões sobre as quais foram constituídos. Os créditos tributários sobre prejuízo fiscal e base negativa de contribuição social, quando houver, serão realizados de acordo com a geração de lucros tributáveis futuros. Os créditos tributários são constituídos com base nas disposições constantes na Resolução nº 3059 de 30 de dezembro de 2002 e na Resolução nº 3355 de 31 de março de 2006 do Conselho Monetário Nacional – CMN, que determinam que o Banco deve atender, cumulativamente, para registro e manutenção contábil de créditos tributários decorrentes de prejuízo fiscal de imposto de renda, de base negativa de contribuição social sobre o lucro líquido e aqueles decorrentes de diferenças temporárias, as seguintes condições: a) Apresentar histórico de lucros ou receitas tributáveis para fins de imposto de renda e contribuição social, no mínimo, em três exercícios dos últimos cinco exercícios sociais, incluindo o exercício em referência; b) Expectativa de geração de lucros tributáveis futuros para fins de imposto de renda e contribuição social, conforme o caso, em períodos subsequentes, baseada em estudos técnicos que permitam a realização do crédito tributário em um prazo máximo de dez anos. Nos exercícios findos em 31 de dezembro de 2013 e 2012, o Banco não constituiu créditos tributários. h) Redução no Valor Recuperável de Ativos (Impairment): O Conselho Monetário Nacional (CMN) emitiu em 29 de maio de 2008 a Resolução nº 3566 com efeito a partir de 1º de julho de 2008, aprovando a adoção do Pronunciamento Técnico CPC 01, que dispõe sobre procedimentos aplicáveis no reconhecimento, mensuração e divulgação de perdas em relação ao valor recuperável de ativos (Impairment), estabelecendo os seguintes critérios: Os ativos que têm uma vida útil indefinida, como ágio e marca, não estão sujeitos à amortização e são testados anualmente para a verificação de Impairment. Os ativos que estão sujeitos à amortização são revisados para a verificação de Impairment sempre que eventos ou mudanças nas circunstâncias indicarem que o valor contábil pode não ser recuperável. Uma perda por Impairment ocorre quando o valor contábil do ativo excede o seu valor recuperável, sendo reconhecida diretamente no resultado. Não foram reconhecidas perdas por impairment nos exercícios findos em 31 de dezembro de 2013 e 2012. 4. Caixa e Equivalentes de Caixa: Caixa e equivalentes de caixa incluídos na demonstração dos fluxos de caixa compreendem: Caixa e Equivalentes de Caixa 2013 2012 Caixa e Bancos 134.883 78.864 Aplic. Interfinanceiras de Liquidez 12.833 23.361 Total 147.716 102.225 5. Disponibilidades Disponibilidades 2013 2012 Disponibilidade em Moeda Nacional (1) 96 40 Disponibilidade em Moeda Estrangeira (2) 90.535 60.741 Reservas Livres (3) 111 8 Outras Disponibilidades (4) 44.141 18.075 Total 134.883 78.864 (1) Refere-se a moedas em poder de outros bancos nacionais. (2) Referese a moedas estrangeiras em poder de outros bancos, sendo os principais o Commerz Bank, o Bank of America/NY e em custódia junto a empresa especializada em guarda de valores (“Brinks”). (3) Valores em poder do Banco Central. (4) Valores em custódia junto a empresa especializada em guarda de valores (“Brinks”) (Reais). 6. Aplicações Interfinanceiras de Liquidez Até 90 dias Até 90 dias Aplicações 2013 2012 Em Moeda Estrangeira (1) 11.733 11.522 No Mercado Aberto (2) 1.100 11.839 Total 12.833 23.361 (1) Refere-se a aplicação overnight com o Bank of America/NY. (2) Referese a aplicação em Operações Compromissadas. 7. Títulos e Valores Mobiliários: a) Diversificação dos Títulos e Valores Mobiliários por classificação e prazo Para negociação 2013 Letras Financeiras do Tesouro (LFT) 3 a 12 meses 2 a 5 anos Total Carteira Própria 11.778 11.778 Vinculados à Prestação de Garantias 8.878 8.878 Total 20.656 20.656 Para negociação 2012 Letras Financeiras do Tesouro (LFT) 3 a 12 meses 1 a 3 anos Total Carteira Própria 2.708 2.708 Vinculados à Prestação de Garantias 158 821 979 Total 158 3.529 3.687 b) Composição da carteira de títulos e valores mobiliários Quant. 113 1.085 800 929 397 180 3.504

Vlr. Custo atualizado 619 5.932 4.623 3.965 2.178 768 18.085

Vlr. Contábil / Mercado (1) 666 6.396 4.716 5.476 2.340 1.062 20.656

LFT - Letras Financeiras do Tesouro - Dezembro 2012 Discriminação Carteira Própria Vinculados à Prestação de Garantia Vinculados à Prestação de Garantia

Vencto. Quant. Vlr. Custo atualizado Vlr. Contábil / Mercado (1) 07/03/2015 498 2.710 2.708 07/09/2013 29 140 158 07/03/2015 151 806 821 Total 678 3.656 3.687 (1) O Valor de Mercado/Contábil dos Títulos e Valores Mobiliários é apurado de acordo com a cotação de preço de mercado (divulgada pela Anbima – Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) na data de fechamento do balanço. Todos os títulos públicos estão registrados na Selic.

2º Sem. Discriminação 2013 Atividades Operacionais Lucro Líquido do Semestre/Exercício 6.797 Depreciação e Amortização 287 Variações nos Ativos e Passivos Ativo (Aumento)/Redução em Carteira de Câmbio 4.470 Aumento em Títulos e Valores Mobiliários e Instrumentos Financeiros Derivativos (6.971) (Aumento)/Redução em Outros Créditos e Outros Valores e Bens 716 Passivo Aumento em Depósitos em Moeda Estrangeira no País 13.689 Aumento/(Redução) em Negociação e Intermediações de Valores Aumento/(Redução) em Relações Interdependências (13.916) Aumento/(Redução) em Instrumentos Financeiros Derivativos 4 Aumento/(Redução) em Carteira de Câmbio (4.853) Aumento em Outras Obrigações 6.750 Disponibilidades Líquidas Geradas por Atividades Operacionais 6.973 Fluxo de Caixa das Atividades de Investimentos Aquisição de Imobilizado de Uso (27) Aquisição de Intangível (1.002) Disponibilidades Líquidas Utilizadas nas Atividades de Investimentos (1.029) Atividades de Financiamento Aumento de Capital Pagamentos de Dividendos Disponibilidades Líquidas Geradas (Utilizadas) nas Atividades de Financiamentos Aumento do Caixa e Equivalentes de Caixa 5.944 Modificações na Posição Financeira de Caixa e Equivalentes de Caixa No Início do Semestre/Exercício 141.772 No Final do Semestre/Exercício 147.716 Aumento do Caixa e Equivalentes de Caixa 5.944

2013

2012

11.195 536

3.740 360

(1.978) 21.673 (16.969)

(292)

(354)

(593)

45.652

49.321

(15)

15

5.208

1.393

(11) (277) 2.013 (23.682) 4.331 5.844 49.608

57.502

(232) (1.565)

(61) (398)

(1.797)

(459)

(2.320)

760 -

(2.320) 760 45.491 57.803 102.225 44.422 147.716 102.225 45.491 57.803

(1) Refere-se ao resultado auferido nas operações de câmbio, oriundo da variação e diferença de cotação das moedas. (2) Refere-se a rendas com títulos públicos (Letras Financeiras do Tesouro) e rendas de aplicações em operações compromissadas. (3) Refere-se ao resultado de operações de contratos futuros e swaps. 24. Outras Receitas Operacionais Outras Receitas Operacionais 2º Semestre 2013 2012 Receita de Variação Cambial 210 502 264 Receita de Aplicações no Exterior 162 Receita de Desconto Obtido 11 Receita de Operações Cambiais e documentos a prazo 7 32 98 Receita de Operações de Depósitos em ME no País 18.076 17.626 Receita de Ordem de Pagamento em ME 6.051 4.859 Outras Receitas Operacionais 15 17 15 Total 24.359 23.036 550 25. Outras Despesas Operacionais Outras Despesas Operacionais 2º Semestre 2013 2012 Despesas de Operações e Variações e Taxas - (4.638) Despesas de Variação de Aplicações em Moeda Estrangeira (104) (114) (84) Despesa de Ordem de Pagamento em ME - (1.604) Despesas de Operações de Depósito em ME no país - (1.933) Total (104) (114) (8.259) 26. Despesas de Pessoal 2º Semestre 2013 2012 Despesa de Pro Labore (1.065) (1.548) (902) Benefícios (430) (799) (554) Encargos Sociais (621) (1.199) (878) Proventos (1.595) (2.986) (2.045) Treinamento (19) (66) (89) Estagiário (11) (11) (1) Total (3.741) (6.609) (4.469) 27. Outras Despesas Administrativas Despesas Administrativas 2º Semestre 2013 2012 Despesas de Água, Energia e Gás (6) (12) (11) Despesas de Aluguéis (179) (351) (183) Despesas de Comunicações (220) (410) (326) Despesas de Manutenção e Conservação (95) (193) (188) Despesas de Material (37) (60) (42) Despesas de Processamento de Dados (363) (1.331) (1.114) Despesas de Promoções e Relações Públicas (57) (69) (21) Despesas de Propaganda e Publicidade (72) (132) (40) Despesas de Publicações (8) (46) (44) Despesas do Sistema de Serviço Financeiro (2.559) (3.291) (475) Despesas de Prestação de Serviço (12) (32) (22) Despesas de Serviços Técnicos Especializados (504) (838) (1.187) Despesas de Transportes (4.552) (7.782) (5.965) Despesas de Viagens no País (45) (63) (36) Despesas de Amortização e Depreciação (287) (536) (360) Outras Despesas Administrativas (73) (130) (90) Total (9.069) (15.276) (10.104) 28. Imposto de Renda e Contribuição Social Imposto de Renda e Contribuição Social 2º Semestre 2013 2012 Imposto de Renda Lucro antes da tributação e após as participações sobre os lucros 11.589 18.350 5.156 Adições 668 720 Compensação Prejuízo Fiscal (1) (874) (1.547) Lucro Real 12.257 18.196 3.609 IRPJ (15%) 1.838 2.729 541 Adicional (10%) 1.214 1.796 337 Incentivo Fiscal - PAT (2) (3) (3) Provisão para Imposto de Renda 3.050 4.522 875 Saldo a Recolher - IRPJ 3.050 4.522 875 Contribuição Social Lucro antes da tributação e após as participações sobre os lucros 11.589 18.350 5.156 Adições 26 78 Compensação Prejuízo Fiscal – Saldo Negativo de CSLL (1) (874) (1.547) Lucro Real 11.615 17.554 3.609 Provisão para Contribuição Social (15%) 1.742 2.633 541 Saldo a recolher de CSSL 1.742 2.633 541 (1) Movimentação do prejuízo fiscal: Saldo Prejuízo fiscal em 01/01/12 (2.421) Prejuízo fiscal em 31/12/12 (874) Compensação em Dezembro/12 (1.547) Prejuízo fiscal em 01/01/13 (874) Prejuízo fiscal em 31/12/13 Compensação em Dezembro/13 (874) Em 31 de dezembro de 2013 não houve saldo de crédito tributário não constituído e, em 31 de dezembro de 2012, o montante de crédito tributário não constituído sobre o prejuízo fiscal e a base de cálculo negativa de CSLL e IRPJ totalizam R$ 874. No exercício de 31 de dezembro de 2013 a Corretora obteve incentivos fiscais de R$ 185 referentes a Lei Rounet, Pronas – Incentivos aos Esportes e Funcad. Desta maneira a Corretora pagou um montante de R$ 4.337 referente a IRPJ. 29. Remuneração da Administração: Definição da alta direção: Tendo em vista a participação e as decisões tomadas, consideramos os integrantes da diretoria do Conglomerado. Política: O Conglomerado possui uma política global de remuneração dos membros da diretoria, composta por parcelas fixas, definido em assembleia. Benefícios a Administradores 2013 2012 Proventos 905 902 Benefícios 39 39 Encargos sociais 204 203 Total 1.148 1.144 Outras informações: (1) Conforme legislação em vigor, as instituições não podem conceder empréstimos para os membros da administração e seus respectivos familiares, bem como às pessoas físicas e jurídicas a elas ligadas. Adicionalmente, informamos que não existem quaisquer outras transações entre membros da diretoria e Banco. (2) O Banco não possui nenhum benefício no que se refere à plano de previdência estendida aos seus administradores. 30. Partes Relacionadas: 1. Objetivo: A Política de Transações com Partes Relacionadas (“Política”) tem por objetivo estabelecer regras e consolidar os procedimentos de transações dessa natureza, preservando a transparência do processo e alinhando os interesses do Banco às práticas de governança corporativa. 2. Definição de Partes Relacionadas: As operações realizadas entre partes relacionadas são divulgadas em atendimento à Resolução nº 3750, de 30/06/2009, do Conselho Monetário Nacional (CMN). Essas operações são efetuadas a valores, prazos e taxas médias usuais de mercado, vigentes nas respectivas datas, e em condições de comutatividade. As partes relacionadas são as seguintes: Confidence Corretora de Câmbio S/A, Confidence Holding Financeira S/A; SACS Administradora de Cartões S/A, GCSolution Gestão Administrativa Ltda e Tihum Tecnologia Ltda. 3. Formalização de Transações com Partes Relacionadas: A diretoria executiva do Banco atua de forma a garantir que as transações com partes relacionadas: • sejam celebradas por escrito, especificando-se no respectivo instrumento as suas principais características, especialmente a forma de contratação (preço global, preço unitário ou prestação de serviços por cobrança de percentual de administração), preços, prazos, garantias de prazo de execução e de qualidade, impostos e taxas, condições de subcontratação, direitos e responsabilidades; • sejam realizadas em condições de mercado ou, quando não haja parâmetro de mercado, de negociações assemelhadas anteriores; • sejam claramente refletidas nas demonstrações financeiras, nos prazos e conforme regulamentação em vigor. As operações com tais partes relacionadas caracterizam-se basicamente por: Partes Relacionadas Dez/2013 Dez/2012 Ativo/(Passivo) Ativo/(Passivo) Confidence Holding Financeira S/A (4) 30 Confidence Corretora de Câmbio S/A.(1) (14.730) (4.001) SACS Administradora de Cartões S/A.(1) (98.457) (67.389) Receita/ Receita/ (Despesa) (Despesa) GCSolution Gestão Administrativa Ltda.(2) (473) Tihum Tecnologia Ltda.(2) (477) (391) Confidence Corretora de Câmbio (3) 419 1) Refere-se a Depósito em Moeda Estrangeira no País registrado na rubrica de “Depósitos em Moedas Estrangeiras”. 2) Refere-se a acordo de compartilhamento de custos entre empresas do grupo que encontra-se registrado na rubrica de “Despesas Administrativas – Despesas com Processamento de Dados”. 3) Refere-se ao repasse das transações de remessas realizadas pelo Banco para a Corretora registrado na rubrica de “Outras Receitas Operacionais”. 4) Refere-se ao valor do adiantamento realizado entre as empresas do grupo registrado na rubrica de “Diversos”. 31. Outras Informações: a) Não existe nenhum plano de previdência estendido aos funcionários do Banco. b) A entidade ainda não decidiu sobre a adoção antecipada da MP 627 em 2014 e está analisando os aspectos relevantes às suas operações/atividades, como base em posicionamento formal de assessores legais externos e da Administração. A administração está efetuando junto aos seus assessores legais uma avaliação inicial das disposições contidas na Medida Provisória 627, de 11 de novembro de 2013 (“MP 627”) e Instrução Normativa 1397, de 16 de setembro de 2013, alterada pela IN 1422 de 19 de dezembro de 2013 (“IN 1397”). Embora a MP 627 entre em vigor a partir de 1º de janeiro de 2015, há a possibilidade de opção (de forma irretratável) pela sua aplicação a partir de 1º de janeiro de 2014. A Administração ainda não concluiu se irá ou não efetuar a opção pela adoção antecipada. c) Em 31 de dezembro de 2013 a rubrica de obrigações sociais e estatutárias apresentava um saldo de R$ 1.055 (2012 – R$ 292) referente à provisão de férias e encargos e bônus a pagar. d) Em 31 de dezembro de 2013 a rubrica de Outras provisões apresentava o saldo de R$ 1.321 (2012 – R$ 653) referente a Contas a Pagar de R$ 973 (2012 – R$ 653), PLR de R$ 341 e Outros de R$ 7. e) Em 31 de dezembro de 2013 a rubrica de despesas tributárias apresentava o saldo de R$ 2.042 (2012 – R$966), referente a tributos municipais e sobre faturamento.

Opinião: Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do Banco Confidence de Câmbio S.A. em 31 de dezembro de 2013, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício e semestre findos naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. São Paulo, 7 de março de 2014 Auditores Independentes CRC 2SP014428/O-6

Ricardo Anhesini Souza Contador CRC 1SP152233/O-6


DIÁRIO DO COMÉRCIO

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quarta-feira, 12 de março de 2014

Grana do Tesouro acalma elétricas Senhores Acionistas: A Diretoria da Confidence Corretora de Câmbio S.A., em cumprimento às disposições legais e estatutárias apresenta aos acionistas as Demonstrações Financeiras relativas aos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 e 2º semestre de 2013, bem como as Notas Explicativas e o Relatório dos Auditores Independentes. O Plano de Negócios definido pela Administração foi aprovado pelo Banco Central do Brasil (Bacen), quando da aprovação para a constituição da Corretora. Este Plano de negócios foi revisado no 2º semestre de 2011 e reapresentado ao Bacen. A Administração acompanha periodicamente a evolução do plano versus os resultados atuais. Em 11 de abril de 2013 ocorreu a venda de 49% do Grupo Confidence para a Travelex. São Paulo, 7 de Março de 2014. A Diretoria. ATIVO Nota Circulante Disponibilidades (4) Títulos e Valores Mobiliários Instrumentos Financeiros Derivativos (5) Vinculados à Prestação de Garantias Outros Créditos Devedores por Depósito em Garantia (6) Diversos (7) Outros Valores e Bens Despesas Antecipadas (8) Permanente Imobilizado de Uso (9) Imobilizações de Uso (-) Depreciação Acumulada Intangível (10) Ativos Intangíveis (-) Amortização Acumulada Total do Ativo

Eventos Saldos em 31/12/2011 • Lucro Líquido do Exercício Ajustes de Exercícios Anteriores Destinações: Reserva Legal Reservas Especiais de Lucros Dividendos Distribuídos Saldos em 31/12/2012 Mutações do Exercício Saldos em 31/12/2012 • Lucro Líquido do Exercício Aumento de Capital Destinações: Reserva Legal Reservas Especiais de Lucros Dividendos Distribuídos Saldos em 31/12/2013 Mutações do Ano Saldos em 30/06/2013 • Lucro Líquido do Semestre Destinações: Reserva Legal Reservas Especiais de Lucros Saldos em 31/12/2013 Mutações do Ano

2013 87.498 64.663

2012 81.025 60.907

2.336 2.336 20.279 18.958 1.321 220 220 23.144 10.139 20.432 (10.293) 13.005 17.202 (4.197) 110.642

1.982 1.982 17.972 16.517 1.455 164 164 16.714 9.707 17.305 (7.598) 7.007 9.161 (2.154) 97.739

PASSIVO Circulante Outras Obrigações Carteira de Câmbio Fiscais e Previdenciárias Diversas Patrimônio Líquido Capital Social De Domiciliados no País Reserva Legal Reservas Especiais de Lucros

Nota (11) (12) (13) (15) (16) (17)

Total do Passivo

2013 69.938 69.938 45.899 3.637 20.402 40.704 18.000 18.000 2.387 20.317

110.642

2012 67.239 67.239 45.117 3.988 18.134 30.500 8.000 8.000 1.600 20.900

97.739

Capital Realizado 8.000 -

Aumento de Capital -

Reserva Legal 1.391 -

Reservas Especiais de Lucros 12.786 -

Lucros Acumulados 10.535 (12)

Total 22.177 10.535 (12)

8.000 8.000 -

10.000

209 1.600 209 1.600 -

8.114 20.900 8.114 20.900 (10.000)

(209) (8.114) (2.200) 15.734 -

(2.200) 30.500 8.323 30.500 15.734 -

8.000 8.000 -

10.000 10.000 10.000 -

787 2.387 787 1.933 -

9.417 20.317 (583) 11.699 -

(787) (9.417) (5.530) 9.072

(5.530) 40.704 10.204 31.632 9.072

8.000 -

10.000 -

454 2.387 454

8.618 20.317 8.618

(454) (8.618) -

40.704 9.072

Nota Receitas da Intermediação Financeira Resultado de Operações de Câmbio (20) Resultado de Operações com Títulos e Valores Mobiliários (22) Despesas da Intermediação Financeira Resultado com Instrumentos Financeiros Derivativos (21) Resultado Bruto da Intermediação Financeira Outras Receitas (Despesas) Operacionais Receitas de Prestações de Serviços Despesas de Pessoal (23) Outras Despesas Administrativas (24) Despesas Tributárias Outras Receitas Operacionais Outras Despesas Operacionais Resultado Operacional Resultado não Operacional Resultado antes da Tributação sobre o Lucro e Participações Provisão para Imposto de Renda e Contribuição Social (25) Provisão para Imposto de Renda Provisão para Contribuição Social Resultado antes da Participação nos Lucros Participação nos Lucros Resultado Líquido do Semestre/Exercício Quantidade de Ações Lucro Líquido por Ação (em Reais)

2º Sem. 2013 2013 2012 83.891 156.056 130.907 83.781 155.884 130.785 110 (341)

172 (1.430)

122 (353)

(341)

(1.430)

(353)

83.550 154.626 130.554 (63.641) (122.726) (110.602) 1.944 3.585 3.211 (28.721) (53.966) (45.570) (36.802) (73.735) (68.564) (4.308) (8.272) (6.837) 4.246 10.449 7.815 (787) (657) 19.909 31.900 19.952 (352) (413) (352) 19.557

31.487

19.600

(7.419) (12.687) (4.778) (8.053) (2.641) (4.634)

(7.283) (4.521) (2.762)

12.138 18.800 12.317 (3.066) (3.066) (1.782) 9.072 15.734 10.535 891.962 891.962 891.962 10,17 17,64 11,81

1. Contexto Operacional: A Confidence Corretora de Câmbio S/A (Corretora) vem operando no mercado de câmbio desde sua constituição em 31 de janeiro de 2001. Tem como objeto social exclusivo a intermediação em operações de câmbio e a prática de operações no mercado de câmbio, de acordo com o disposto na regulamentação vigente. O Plano de Negócios definido pela Administração foi aprovado pelo Banco Central do Brasil (Bacen), quando da aprovação para a constituição do Banco. Esse Plano de Negócios foi revisado no 2º semestre de 2011 e reapresentado ao Bacen. A Administração acompanha periodicamente a evolução do plano versus os resultados atuais. Em 2012, o Banco Central do Brasil autorizou a compra de 49% do Grupo Confidence pela Travelex Limited, de Londres, sendo que essa transação foi efetivada em 11 de abril de 2013. A diretoria da Corretora aprovou o ingresso da Travelex Limited, no grupo de controle societário do Grupo Confidence, em 14 de março de 2013, conforme decreto oficial publicado no diário oficial da união. A Travelex Limited irá adquirir os 51% restantes do Grupo Confidence, no período entre Junho e Novembro de 2014. 2. Apresentação e Elaboração das Demonstrações Financeiras: As demonstrações financeiras foram elaboradas a partir das diretrizes contábeis emanadas da Lei das Sociedades por Ações, associadas às normas e instruções do Conselho Monetário Nacional (CMN), do Banco Central do Brasil (Bacen) e do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), quando aplicável. A apresentação dessas demonstrações financeiras está em conformidade com o Plano contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional (COSIF). Na elaboração dessas demonstrações financeiras foram utilizadas premissas e estimativas de preços para contabilização e determinação dos valores ativos e passivos. Dessa forma, quando da efetiva liquidação financeira desses ativos e passivos, os resultados auferidos poderão vir a ser diferentes dos estimados. As demonstrações financeiras foram aprovadas pela Diretoria em 7 de Março de 2014. As demonstrações financeiras foram preparadas em Reais (R$), sendo esta a moeda funcional da Companhia e também a moeda de apresentação. 3. Descrição das Principais Práticas Contábeis: Os principais critérios adotados para a elaboração das demonstrações financeiras são os seguintes: a) Apuração dos Resultados: As receitas e despesas são contabilizadas de acordo com o regime de competência. As receitas da Corretora são basicamente compostas por diferença de taxas em transações de compra e venda de moeda. b) Caixa e Equivalentes de Caixa: Caixa e equivalentes de caixa consistem em numerário que encontram-se disponíveis na entidade, saldos em poder de bancos, em Cofre de empresa especializada em guarda de valores (“Brinks”). c) Ativo e Passivo Circulante e não Circulante: São demonstrados pelos valores de realização e liquidação, respectivamente, e contemplam as variações monetárias, bem como os rendimentos e encargos auferidos ou incorridos até a data do balanço, reconhecidos em base “pró-rata” dia. c.1) Títulos e Valores Mobiliários: De acordo com a Circular Bacen nº 3068, de 08 de novembro de 2001, as instituições financeiras devem classificar os títulos e valores mobiliários, nas seguintes categorias: • Títulos para negociação: Adquiridos com o propósito de serem ativos e frequentemente negociados, sendo que os rendimentos auferidos e o ajuste ao valor de mercado são reconhecidos em contrapartida ao resultado do exercício. Os títulos classificados nesta categoria são apresentados no ativo circulante do balanço patrimonial, independente do seu prazo de vencimento. • Títulos disponíveis para venda: Em caso de aquisição que não se enquadrem como para negociação nem como mantidos até o vencimento, serão registrados pelo custo de aquisição com rendimentos apropriados a resultado e ajustados pelo valor de mercado em contrapartida à conta destacada do Patrimônio Líquido, deduzidos dos efeitos tributários. Em 31 de dezembro de 2013 e 2012 a companhia não possuía títulos classificados nessa categoria. • Títulos mantidos até o vencimento: Em caso de aquisição com a intenção e capacidade financeira para sua manutenção em carteira até o vencimento, são avaliados pelos custos de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos em contrapartida ao resultado do exercício. Em 31 de dezembro de 2013 e 2012 a companhia não possuía títulos classificados nessa categoria. c. 2) Instrumentos Financeiros Derivativos: De acordo com a Circular nº 3.082/02, do BACEN, os instrumentos financeiros derivativos são avaliados e contabilizados a valor de mercado e classificados como “hedge” (proteção) ou “não-hedge”. Os instrumentos destinados a “hedge” são classificados como: (i) “hedge de risco de mercado” ou (ii) “hedge de fluxo de caixa”. Os critérios para registro são os seguintes: para instrumentos financeiros derivativos que não se destinam a “hedge”, bem como para aqueles classificados como “hedge de risco de mercado”, os ajustes a valor de mercado são contabilizados em contrapartida à adequada conta de receitas ou despesas, no resultado do período. Para os instrumentos financeiros derivativos classificados como “hedge de fluxo de caixa”, a parcela efetiva do “hedge” deve ser contabilizada em contrapartida à conta destacada do Patrimônio Líquido e qualquer outra variação em contrapartida à adequada conta de receitas ou despesas, no resultado do período. c. 3) Operações de Câmbio: Os ativos e passivos monetários denominados em moedas estrangeiras foram convertidos para Reais pela taxa de câmbio da data de fechamento do balanço e as diferenças decorrentes de conversão de moeda foram reconhecidas no resultado do exercício. c. 4) Imobilizado de Uso: O imobilizado de uso está contabilizado ao custo de aquisição e a depreciação é calculada pelo método linear, com base em taxas estabelecidas pela legislação tributária sendo: 20% a.a. para Sistemas de Processamento de Dados e Veículos e 10% a.a. para Móveis e Utensílios e Equipamentos de Uso e Instalações e 20% a.a. para Benfeitorias em Imóveis de Terceiros. c. 5) Intangível: O ativo intangível é composto por aquisição e desenvolvimento de software e fundo de comércio registrados pelo custo de aquisição ou formação e amortizados pelo método linear utilizando-se a taxa de 20% a.a. d) Ativos e Passivos Contingentes: São avaliados, reconhecidos e demonstrados de acordo com a determinação estabelecida na Resolução nº 3.823 do Conselho Monetário Nacional (CMN) de 16 de dezembro de 2009, que aprova a utilização do CPC 25. Reconhecidas nas demonstrações financeiras quando baseado na opinião de assessores jurídicos e da Administração, for considerado provável o risco de perda de uma ação judicial ou administrativa, e sempre que os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança. Os passivos contingentes classificados como perdas possíveis pelos assessores jurídicos são divulgados em notas explicativas, enquanto aqueles classificados como perda remota não são passíveis de provisão ou divulgação. Os ativos contingentes não são reconhecidos nas demonstrações financeiras, exceto quando da existência de evidências que propiciem a garantia de sua realização, sobre as quais não cabem mais recursos. e) Redução no Valor Recuperável de Ativos (Impairment): O Conselho Monetário Nacional (CMN) emitiu em 29 de maio de 2008 a Resolução nº 3566 com efeito a partir de 1º de julho de 2008, aprovando a adoção do Pronunciamento Técnico CPC 01, que dispõe sobre procedimentos aplicáveis no reconhecimento, mensuração e divulgação de perdas em relação ao valor recuperável de ativos (Impairment), estabelecendo os seguintes critérios: Os ativos que têm uma vida útil indefinida, como ágio e marca, não estão sujeitos à amortização e são testados anualmente para a verificação de Impairment. Os ativos que estão sujeitos à amortização são revisados para a verificação de Impairment sempre que eventos ou mudanças nas circunstâncias indicarem que o valor contábil pode não ser recuperável. Uma perda por impairment ocorre quando o valor contábil do ativo excede o seu valor recuperável, sendo reconhecida diretamente no resultado. Não foram reconhecidas perdas por impairment nos exercícios findos em 31 de dezembro de 2013 e 2012. f) Provisão para Imposto de Renda/Contribuição Social: A provisão para imposto de renda (IRPJ) é constituída com base nos rendimentos tributáveis pela alíquota de 15%, acrescida do adicional de 10% para lucros excedentes a R$ 240 no exercício fiscal (R$ 120 mil no semestre). A provisão para contribuição social sobre o lucro líquido (CSLL) das instituições financeiras é de 15% sobre o lucro tributável. Os créditos tributários são constituídos com base nas alíquotas vigentes, na data das demonstrações financeiras, sendo que os créditos sobre adições temporárias, quando houver, serão realizados quando da utilização e/ou reversão das respectivas provisões sobre as quais foram constituídos. Os créditos tributários sobre prejuízo fiscal e base negativa de contribuição social, quando houver, serão realizados de acordo com a geração de lucros tributáveis futuros. Os créditos tributários são constituídos com base nas disposições constantes na Resolução nº 3059 de 30 de dezembro de 2002 e na Resolução nº 3355 de 31 de março de 2006 do Conselho Monetário Nacional - CMN, que determinam que a Corretora deve atender, cumulativamente, para registro e manutenção contábil de créditos tributários decorrentes de prejuízo fiscal de imposto de renda, de base negativa de contribuição social sobre o lucro líquido e aqueles decorrentes de diferenças temporárias, as seguintes condições: a) Apresentar histórico de lucros ou receitas tributáveis para fins de imposto de renda e contribuição social, no mínimo, em três exercícios dos últimos cinco exercícios sociais, incluindo o exercício em referência; b) Expectativa de geração de lucros tributáveis futuros para fins de imposto de renda e contribuição social, conforme o caso, em períodos subsequentes, baseada em estudos técnicos que permitam a realização do

crédito tributário em um prazo máximo de dez anos. Nos exercícios findos em 31 de dezembro de 2013 e 2012, a Corretora não constituiu crédito tributário. 4. Caixa e Equivalentes de Caixa Descrição 2013 2012 Caixa 5.720 9.972 Depósitos Bancários 10.021 2.716 Disponibilidades em Moedas Estrangeiras (1) 48.922 48.219 Total 64.663 60.907 (1) Refere-se a Depósito em Moeda Estrangeira de R$ 8.472 (2012 R$ 4.001), Valor em Espécie de R$ 14.268 (2012 - R$ 16.431), Valores em Custódia de R$ 18.689 (2012 - R$ 17.623), Moeda em Trânsito de R$ 5.008 (2012 - R$ 5.438) e Cheques/Travel Cheque/Cheque Trânsito e ME a Receber de R$ 2.485 (2012 - R$ 4.726). 5. Títulos e Valores Mobiliários e Instrumentos Financeiros Derivativos Descrição 2013 2012 Vinculado à Prestação de Garantias (1) 2.336 1.982 Total 2.336 1.982 (1) O Valor de Mercado/Contábil dos Títulos e Valores Mobiliários é apurado de acordo com a cotação de preço de mercado (divulgado pela Anbima - Associação Brasileira das Entidades do Mercado Financeiro e de Capitais) na data de fechamento do balanço. Todos os títulos públicos estão registrados na Selic. a) Diversificação dos Títulos e Valores Mobiliários por classificação e prazo: 2013 Para Negociação 3 a 12 meses 2 a 5 anos Total Carteira Própria (LFT) 2.122 2.122 Debêntures 214 214 Total 214 2.122 2.336 Título Público - Dezembro 2013 Valor de Venci- QuantiCusto Valor de Código Classe mento dade Atualizado Mercado Carteira Títulos Públicos Próprio - LFT Renda 01/09/ Fixa 2018 360 1.957 2.122 Total 2.122 Debêntures Quanti- Data Data de Dezembro 2013 dade de Venci- Custo Valor de Código Classe Atual Início mento Inicial Mercado Dibens Leasing S/A Arrendamento Mercantil Renda 20/02/ 11/02/ Fixa 80 2013 2015 200 214 Total 214 2012 Para Negociação 3 a 12 meses 1 a 3 anos Total Fundo de Investimento 1.982 1.982 Total 1.982 1.982 Fundo de investimento - Dezembro 2012 Classe Nº de Cotas Valor das Cotas Valor FIC - BM&F Margem Garantia Referenciada DI Renda Fixa 1.131 1,752167 1.982 Total 1.131 1,752167 1.982 b) Composição e Resultado da carteira de instrumentos financeiros derivativos Posição das Operações com Contratos Futuros - 2013 Valor Ajuste Diário a Descrição Qtde. Referencial - R$ (pagar)/receber - R$ Contratos Futuros USD - BM&F 160 18.975 Total 18.975 Posição das Operações com Contratos Futuros - 2012 Valor Ajuste Diário a Descrição Qtde. Referencial - R$ (pagar)/receber - R$ Contratos Futuros USD - BM&F 160 16.343 60 Total 16.343 60 O objetivo da realização dessa operação de derivativo é realizar a proteção do depósito em garantia junto à Visa International. 6. Devedores por Depósito em Garantia Descrição 2013 2012 Devedores por Depósitos em Garantia (1) 18.958 16.517 Total 18.958 16.517 (1) Refere-se, basicamente, a valores depositados para a VISA International a título de garantia das operações de intercâmbio dos cartões pré-pagos (VTM). 7. Outros Créditos - Diversos Descrição 2013 2012 Adiantamentos e Antecipações Salariais 75 144 Adiantamentos a Fornecedores 125 Impostos e Contribuições a Compensar 425 46 Negociação com Intermediação de Valores 60 Depósito Judicial 232 17 Devedores Diversos - País (1) 589 1.063 Total 1.321 1.455 (1) Refere-se a valores a receber da Visa e Mastercard derivados de comissões de incentivo de venda de cartões destas bandeiras. 8. Outros Valores e Bens Descrição 2013 2012 Despesas com Propaganda e Publicidade a Apropriar 150 62 Seguros a Apropriar 63 70 Outros 7 32 Total 220 164 9. Imobilizado de Uso 2013 Imobilizado de Uso Depreciação Valor Descrição Custo Acumulada Residual Instalações 1.678 (759) 919 Benfeitorias em Imóveis de Terceiros 9.795 (4.517) 5.278 Móveis e Equipamentos 2.907 (1.184) 1.723 Equipamentos 69 (49) 20 Sistema de Comunicação e Processamento de Dados 4.380 (2.622) 1.758 Veículos 1.603 (1.162) 441 Total 20.432 (10.293) 10.139 2012 Depreciação Valor Descrição Custo Acumulada Residual Instalações 8.893 (3.816) 5.077 Móveis e Equipamentos 2.745 (904) 1.841 Imobilização em Curso 122 122 Sistema de Comunicação e Processamento de Dados 3.901 (1.972) 1.929 Veículos 1.644 (906) 738 Total 17.305 (7.598) 9.707 10. Intangível 2013 Amortização Valor Descrição Custo Acumulada Residual Fundo de Comércio 9.442 (2.292) 7.150 Software 7.760 (1.905) 5.855 Total 17.202 (4.197) 13.005 2012 Amortização Valor Descrição Custo Acumulada Residual Fundo de Comércio 4.861 (1.398) 3.463 Software 4.300 (756) 3.544 Total 9.161 (2.154) 7.007 11. Carteira de Câmbio - Passivo Obrigações por Vendas Realizadas - Taxas 2013 2012 Visa Travel Money (VTM) (1) 40.313 45.117 Remessa 460 MasterCard Cash Passaport (2) 5.126 Total 45.899 45.117 (1) Refere-se a carga de cartões Visa Travel Money (VTM) junto com a SACS Administradora de Cartão de Crédito S.A.; (2) Refere-se a carga de cartões Mastercard Cash Passaport (MCP) junto com a Access Prepaid Worldwide.

12. Outras Obrigações - Fiscais e Previdenciárias Descrição 2013 2012 IRPJ - Imposto de Renda Pessoa Jurídica 991 1.284 CSLL - Contribuição Social s/Lucro Líquido 345 749 IRRF - Imposto de Renda Retido na Fonte 200 169 IOF - Imposto s/Operações Financeiras 302 180 PIS 99 90 COFINS 607 552 PIS/COFINS/CSLL 40 55 INSS - Instituto Nacional do Serviço Social 687 603 FGTS 207 195 ISS 158 73 Contribuição Assistencial 1 38 Total 3.637 3.988 13. Outras Obrigações - Diversas Descrição 2013 2012 Provisão para Pagamentos a efetuar (1) 10.093 3.350 Provisão para passivos contingentes (Nota 14) 1.171 331 Seguro Viajante 462 10 Provisão para Despesa de Pessoal 2.409 2.881 Credores Diversos (2) 1.712 Devolução de Créditos Indevidos 33 Rendas Antecipadas (5) 1.899 2.955 Créditos não Identificados (3) 1.170 1.975 Obrigações por Operações de Câmbio Realizadas (4) 3.165 4.920 Total 20.402 18.134 (1) Refere-se a provisão de Contas a Pagar para fornecedores, prestadores de serviços e outros. (2) Refere-se ao valor de adiantamento da Access Prepaid Worldwide para a Corretora e numerários em trânsito de empresa especializada em guarda e transporte de valores (“Brinks”). (3) Refere-se aos valores recebidos de clientes pela Corretora, porém pendentes de identificação. (4) Refere-se às operações identificadas pendentes de liquidação (operações não concluídas). (5) Trata-se de um adiantamento referente ao programa Mastercard Cash Passport para a Corretora que iniciou no 2º semestre de 2012. 14. Contingências: São avaliadas, reconhecidas e demonstradas de acordo com a determinação estabelecida na Resolução nº 3823 do Conselho Monetário Nacional (CMN) de 16 de dezembro de 2009, que aprova a utilização do CPC 25. A avaliação da probabilidade de perda das contingências é classificada como Provável, Possível ou Remota com base no julgamento dos advogados, internos ou externos, sobre o fundamento jurídico da causa, a viabilidade de produção de provas, da jurisprudência em questão, da possibilidade de recorrer a instâncias superiores e da experiência histórica da empresa. Esse é um exercício subjetivo, sujeito à incertezas de uma previsão sobre eventos futuros, sobremaneira a cerca de matéria jurídica. Como tal é entendido que as avaliações serão sujeitas a revisão frequente e a eventuais alterações. Descrição 2013 2012 Processos Trabalhistas 811 260 Processos Tributários 94 Processo Cível 266 71 Total 1.171 331 Movimentação das Contingências Saldo em Saldo em 31/12/2012 Constituição Reversão 31/12/2013 Trabalhista 260 736 (185) 811 Cível 71 344 (149) 266 Tributárias 94 94 Total 331 1.174 (334) 1.171 Saldo em Saldo em 31/12/2011 Constituição Reversão 31/12/2012 Trabalhista 148 112 260 Cível 21 50 71 Tributárias Total 169 162 331 Contingências classificadas com risco de perda possível: não são reconhecidas contabilmente, pois a Administração, com base na avaliação de especialistas e nas condições processuais de cada ação, entende que estes processos não produzirão efeitos patrimoniais. Estão representadas por: processos cíveis relacionadas basicamente a ações indenizatórias e de danos morais no montante de R$ 1.009 (2012 - R$ 597) e processos trabalhistas no montante de R$ 1.677 (2012 - R$ 6.114). 15. Capital Social: Nos exercícios findos em 31 de dezembro de 2013 e 2012 o Capital Social está representado por 891.962 ações ordinárias nominativas, sem valor nominal. Em 8 de Maio de 2013 foi realizado um aumento de Capital Social de R$ 10.000 pela incorporação das reservas, sem alteração na quantidade de ações ordinárias, conforme Assembleia Geral Extraordinária. O aumento está em processo de aprovação pelo Bacen. 16. Reserva Legal: É constituída à razão de 5% do lucro líquido apurado em cada exercício social nos termos do art. 193 da Lei nº 6.404/76, até o limite de 20% do capital social. Em 31 de dezembro de 2013 a Corretora constituiu R$ 787 (2012 - R$ 209) de reserva legal, totalizando R$ 2.387 (2012 - R$ 1.600). 17. Reservas Especiais de Lucros: As reservas de lucros são as contas de reservas constituídas pela apropriação de lucros da Corretora, conforme previsto no § 4º do art. 182 da Lei nº 6.404/76, para atender a várias finalidades, sendo sua constituição efetivada por disposição da lei ou por proposta dos órgãos da administração. Em 31 de dezembro de 2013 a Corretora possuía um montante de R$ 20.317 (2012 - R$ 20.900). 18. Dividendos Mínimos Obrigatórios: O Estatuto da Corretora prevê a distribuição anual de dividendos mínimos de um terço do resultado apurado no exercício. A Companhia distribuiu dividendos em 28 de fevereiro de 2013 no valor de R$ 1.500, em 26 de Março de 2013 no valor de R$ 3.800 e em 28 de Junho de 2013 no valor de R$ 230 referente ao exercício de 2013. Conforme Assembléia Geral Extraordinária de 10 de dezembro de 2012, houve o pagamento de dividendos no valor de R$ 2.200 referente ao exercício de 2012. 19. Ajuste de Exercícios Anteriores: No 1º semestre de 2012 houve a transferência de R$ 12 para a Confidence Turismo S.A. referente à venda de veículo que ora foi registrado indevidamente na Corretora em março de 2011. 20. Resultado de Operações de Câmbio Descrição 2º Semestre 2013 2012 Receitas de Variações e Diferenças de Taxas 96.334 168.525 140.948 Despesas de Variações e Diferenças de Taxas (12.553) (12.641) (10.163) Total 83.781 155.884 130.785 21. Resultado com Instrumentos Financeiros Derivativos Descrição 2º Semestre 2013 2012 Receita em Operações no Mercado Futuro (BM&F) 8.686 12.646 8.425 Despesa em Operações no Mercado Futuro (BM&F) (9.027) (14.076) (8.778) Total (341) (1.430) (353) 22. Resultado de Operações com Títulos e Valores Mobiliários Resultado de Operações com Títulos e Valores Mobiliários Descrição 2º Semestre 2013 2012 Receita com Fundos de Investimento 122 Rendas de Títulos de Renda Fixa 110 176 Prejuízo com Renda Fixa (4) Total 110 172 122 23. Despesas de Pessoal Descrição 2º Semestre 2013 2012 Pro Labore 2.940 4.152 1.873 Despesa de Benefícios 6.400 12.764 11.010 Despesa com Encargos Sociais 4.760 14.294 8.336 Despesa de Proventos 14.381 22.618 23.529 Despesa com Treinamento 232 130 813 Despesa com Estagiários 8 8 9 Total 28.721 53.966 45.570 24. Outras Despesas Administrativas Descrição 2º Semestre 2013 2012 Despesa com Água, Energia e Gás 159 323 341 Despesa de Aluguéis 7.030 13.258 12.328 Despesa de Comunicações 2.111 4.042 4.076 Despesa de Manutenção e Conservação 689 1.290 1.304 Despesa de Material 408 672 573 Despesa de Processamento de Dados 651 3.445 6.148 Despesa de Promoções e Relações Públicas 440 3.042 313 Despesa com Propaganda e Publicidade 1.732 612 2.167 Despesa de Publicações 12 65 68 Despesa com Seguros 9 60 40 Despesa com Serviços do Sistema Financeiro 5.170 11.536 7.591 Despesa com Serviços de Terceiros 73 132 159 Despesa de Serviços de Vigilância 127 276 307 Despesa de Serviços Técnicos Especializados 4.617 6.905 8.601 Despesa de Transportes 4.183 7.757 6.821 Despesas de Viagens no País 756 1.563 1.660 Acordo Operacional (1) 5.361 11.067 11.434 Outras Despesas Administrativas 494 1.923 1.036 Despesa de Depreciação 733 1.429 1.350 Despesa de Amortização 1.949 3.514 2.084 Despesa de Provisão de Contingências 98 824 163 Total 36.802 73.735 68.564 (1) Refere-se ao valor acordado entre a Corretora e a Confidence Turismo S/A pela ocupação do espaço mensal, sendo esse de propriedade da última, para prestação de serviços da Corretora.

Aos Acionistas e Administradores da Confidence Corretora de Câmbio S.A. - São Paulo - SP Examinamos as demonstrações financeiras da Confidence Corretora de Câmbio S.A. (“Corretora”), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2013 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício e semestre findos naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da Administração sobre as demonstrações financeiras: A Administração da Corretora é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e pelos controles internos

que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes: Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor,

incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Corretora para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Corretora. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião: Em nossa opinião, as demonstrações financeiras aci-

Atividades Operacionais Lucro Líquido do Exercício/Semestre Ajustes ao Lucro Líquido Resultado na Venda de Ativo Permanente Depreciação e Amortização Variações nos Ativos e Passivos (Aumento)/Redução em Outros Créditos (Aumento) em Títulos e Valores Mobiliários e Instrumentos Financeiros Derivativos (Aumento)/Redução em Outros Valores e Bens Aumento/(Redução) em Outras Obrigações Disponibilidades Líquidas Geradas (Utilizadas) por Atividades Operacionais Atividades de Investimentos Aquisição de Imobilizado Aquisição de Intangível Disponibilidades Líquidas Utilizadas nas Atividades de Investimentos Atividades de Financiamento Pagamentos de Dividendos Ajuste de Exercícios Anteriores Disponibilidades Líquidas Utilizadas nas Atividades de Financiamentos Aumento/(Redução) do Caixa e Equivalentes de Caixa Modificações na Posição Financeira de Caixa e Equivalentes de Caixa No início do Semestre/Exercício No final do Semestre/Exercício Aumento/(Redução) do Caixa e Equivalentes de Caixa

2º Sem. 2013 9.072

2013 15.734

2012 10.535

19 2.682

229 4.943

(23) 3.434

1.825

(2.307)

1.376

(110) 743 5.560

(354) (316) (56) (7) 2.699 (21.309)

19.791

20.888

(6.310)

(1.887) (7.292)

(3.201) (8.401)

(1.301) (5.087)

(9.179) (11.602)

(6.388)

-

(5.530) -

(2.200) (12)

-

(5.530)

(2.212)

10.612 54.051 64.663 10.612

3.756 (14.910) 60.907 64.663

75.817 60.907

3.756 (14.910)

25. Imposto de Renda e Contribuição Social Imposto de Renda 2013 2012 Lucro antes da tributação e após as participações sobre os lucros 28.421 17.818 Adições Permanentes 782 2.616 Adições Temporárias 16.933 163 Exclusões Permanentes (13.549) (2.184) Lucro Real 32.587 18.413 IRPJ (15%) 4.888 2.762 Adicional (10%) 3.235 1.817 Incentivo Fiscal - PAT (70) (58) IRPJ 8.053 4.521 Contribuição Social Lucro antes da tributação e após as participações sobre os lucros 28.421 17.818 Adições Permanentes 782 2.616 Adições Temporárias 15.238 163 Exclusões Permanentes (13.549) (2.184) Lucro Real 30.892 18.413 CSSL (15%) 4.634 2.762 Resultado do Imposto de Renda e Contribuição Social 12.687 7.283 Em 31 de dezembro de 2013 não houve crédito tributário não constituído pela Companhia, e em 31 de dezembro de 2012 o montante do crédito tributário não constituído sobre as adições temporárias de CSLL e IRPJ totalizaram R$ 135. No exercício findo em 31 de dezembro de 2013 a Corretora obteve incentivos fiscais de R$ 342 referentes a Lei Rounet, Pronas - Incentivos aos Esportes e Funcad. Desta maneira a Corretora pagou um montante de R$ 7.711 referente a IRPJ. 26. Remuneração da Administração: Definição da alta direção: Tendo em vista a participação e as decisões tomadas, consideramos os integrantes membros da diretoria do Conglomerado Financeiro Confidence (composto pela Corretora e pelo Banco Confidence de Câmbio S/A). Política: O Conglomerado possui uma política global de remuneração dos membros da diretoria, composta por parcelas fixas, definido em assembleia. Benefícios a Administradores 2013 2012 Proventos 2.457 1.873 Benefícios 417 291 Encargos sociais 553 421 Total 3.427 2.585 Outras informações: (1) Conforme legislação em vigor, as instituições não podem conceder empréstimos para os membros da administração e seus respectivos familiares, bem com às pessoas físicas e jurídicas a elas ligadas. Adicionalmente, informamos que não existem quaisquer outras transações entre membros da diretoria e Corretora. (2) A Corretora não possui nenhum benefício no que se refere à plano de previdência estendida aos seus administradores. 27. Partes Relacionadas: 1. Objetivo: A Política de Transações com Partes Relacionadas (“Política”) tem por objetivo estabelecer regras e consolidar os procedimentos de transações dessa natureza, preservando a transparência do processo e alinhando os interesses da Corretora às práticas de governança corporativa. 2. Definição de Partes Relacionadas: As operações realizadas entre partes relacionadas são divulgadas em atendimento à Resolução nº 3750, de 30 de junho de 2009, do Conselho Monetário Nacional (CMN). Essas operações são efetuadas a valores, prazos e taxas médias usuais de mercado, vigentes nas respectivas datas, e em condições de comutatividade. As partes relacionadas são as seguintes: Banco Confidence de Câmbio S/A, GC Solution Gestão Administrativa Ltda, Confidence Turismo S/A, SACS S/A e Tihum Tecnologia Ltda. 3. Formalização de Transações com Partes Relacionadas: A diretoria executiva da Corretora atua de forma a garantir que as transações com partes relacionadas: • sejam celebradas por escrito, especificando-se no respectivo instrumento as suas principais características, especialmente a forma de contratação (preço global, preço unitário ou prestação de serviços por cobrança de percentual de administração), preços, prazos, garantias de prazo de execução e de qualidade, impostos e taxas, condições de subcontratação, direitos e responsabilidades; • sejam realizadas em condições de mercado ou, quando não haja parâmetro de mercado, de negociações assemelhadas anteriores; • sejam claramente refletidas nas demonstrações financeiras, nos prazos e conforme regulamentação em vigor. As operações com tais partes relacionadas caracterizam-se basicamente por: Partes Relacionadas - Saldos em 31/12 Dez/2013 Dez/2012 Ativo/ Ativo/ (Passivo) (Passivo) Banco Confidence de Câmbio S/A. (1) 14.731 4.001 SACS S/A (3) (40.313) (42.648) Receita/ Receita/ (Despesa) (Despesa) GCSolution Gestão Administrativa Ltda (2) (52) (4.612) Tihum Tecnologia Ltda (2) (5.066) (4.580) Confidence Turismo S/A (2) (11.067) (11.483) SACS S/A (4) 2.623 2.711 Banco Confidence de Câmbio S.A (5) 691 (1) Refere-se ao depósito em conta corrente junto ao Banco Confidence, registrado na rubrica de Disponibilidades. (2) Refere-se a prestação de serviços administrativos, informática, acordo operacional e aluguel. (3) Referese às cargas dos cartões VTM em Moedas Estrangeiras, registrado na rubrica de Outras Obrigações - Carteira de Câmbio. (4) Refere-se ao repasse de débito recebido pela SACS S/A e comissão (Acordo Operacional). (5) Refere-se ao repasse das transações de remessas realizadas pelo Banco para a Corretora. 28. Estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional: A estrutura de gerenciamento do Risco Operacional do Conglomerado Financeiro Confidence - “Conglomerado” (composto pelo Banco e pela Confidence Corretora de Câmbio S/A) prevê a identificação, avaliação, monitoramento, controle e planos de ação para a mitigação de riscos operacionais. A Metodologia de Gestão de Riscos Operacionais e Controles adotada pelo Conglomerado, tem o objetivo de assegurar que: • A estrutura de controles seja constantemente revisada, considerando os riscos existentes nos processos de negócio, minimizando os custos associados aos riscos não controlados e/ou às atividades de controle desnecessárias; • Os objetivos do processo de gestão de riscos e os papéis, funções e responsabilidades atribuídas aos diversos níveis da instituição sejam compreendidos por todos os funcionários; • As áreas compreendam o papel, objetivos, funções e responsabilidades da área de Riscos e Controles Internos, enquanto ferramentas de controle independentes criadas dentro da Instituição; e, • Os objetivos estratégicos do Conglomerado sejam atendidos. 29. Estrutura de Gerenciamento do Risco de Mercado: Risco de mercado é a possibilidade de ocorrência de perdas resultantes da flutuação nos valores de mercado de posições detidas pelo Conglomerado. Os principais riscos de mercado, aos quais o Conglomerado está exposto, são: • Risco Cambial: Os riscos em ativos e passivos referenciados em moedas estrangeiras, principal foco de negociação do Conglomerado, são apurados de acordo com a Circular 3389 do Bacen. • Juros Pré: Para os ativos e passivos expostos ao risco de taxas de juros pré-fixados, os cálculos de risco são feitos de acordo com as instruções contidas na Circular 3361 e Carta-Circular 3309 do Bacen. • Cupom Cambial: Para os ativos e passivos expostos ao risco de cupom de moedas, em que há uma parcela de risco pré-fixado em combinação com os riscos decorrentes da variação do preço de moedas, realiza-se o cálculo com base na Circular 3362 do Bacen. • Cupom de Inflação: Os ativos e passivos expostos ao risco de cupom de inflação são calculados de acordo com a Circular 3363 do Bacen. • Cupom de Juros: Os ativos e passivos expostos ao risco de cupom de juros são calculados de acordo com a Circular 3364 do Bacen. • Risco de Ações: Os riscos de ativos e passivos constituídos por ações ou instrumentos financeiros derivativos cujo ativo objeto sejam ações, são apurados de acordo com a Circular 3366 do Bacen. • Risco de Instrumentos Financeiros Derivativos: Os riscos de ativos e passivos constituídos por instrumentos financeiros derivativos, operados no mercado de Futuros da BM&FBovespa, não são objeto de negociação por parte do Conglomerado, entretanto, se no futuro vier a operar carteira própria em tais derivativos, apurará os riscos aos quais estiver exposta, conforme Carta-Circular 3.498 do Bacen. 30. Limites Operacionais - Basiléia: Em 31 de dezembro de 2013, o índice de adequação de capital (Índice de Basiléia III) do Conglomerado Financeiro Confidence (composto pelo Banco e pela Confidence Corretora de Câmbio S/A) é apurado de forma consolidada e era de 20,97% em 31 de dezembro de 2013 e 17,88% em 31 de dezembro de 2012. 31. Outras Informações: a) Não existe nenhum plano de previdência estendido aos funcionários da Corretora. b) A entidade ainda não decidiu sobre a adoção antecipada da MP 627 em 2014 e está analisando os aspectos relevantes às suas operações/atividades, como base em posicionamento formal de assessores legais externos e da Administração. A administração está efetuando junto aos seus assessores legais uma avaliação inicial das disposições contidas na Medida Provisória 627, de 11 de novembro de 2013 (“MP 627”) e Instrução Normativa 1397, de 16 de setembro de 2013, alterada pela IN 1422 de 19 de dezembro de 2013 (“IN 1397”). Embora a MP 627 entre em vigor a partir de 1º de janeiro de 2015, há a possibilidade de opção (de forma irretratável) pela sua aplicação a partir de 1º de janeiro de 2014. A Administração ainda não concluiu se irá ou não efetuar a opção pela adoção antecipada.

ma referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Confidence Corretora de Câmbio S.A. em 31 de dezembro de 2013, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício e semestre findos naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. São Paulo, 7 de março de 2014 Auditores Independentes Ricardo Anhesini Souza CRC 2SP014428/O-6 Contador CRC 1SP152233/O-6

Repasse de R$ 1,2 bilhão garante "adimplência setorial", diz entidade que representa as distribuidoras repasse de R$ 1,2 bilhão do governo às distribuidoras de energia, anunciado no fim da semana passada, garante, neste momento, o cumprimento das obrigações do setor, informou ontem a associação das distribuidoras, Abradee, em comunicado. "A Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee) esclarece que a medida resolveu de forma parcial os impactos dos custos adicionais com compra de energia pelas distribuidoras, garantindo, neste momento, a adimplência setorial", informou em nota à imprensa. O governo havia informado que o Tesouro Nacional anteciparia R$ 1,2 bilhão às distribuidoras de energia via Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), para cobrir gastos das distribuidoras em janeiro relacionados principalmente à compra de energia no mercado de curto prazo, em momento em que a energia está mais cara por forte geração termelétrica. Mas o repasse não cobriu o total das obrigações de janeiro, que superariam R$ 2 bilhões, segundo, dados preliminares da Abradee. Além disso, o governo federal ainda não definiu uma solução para cobertura de gastos das distribuidoras para os próximos meses do ano. "A Abradee continuará com as tratativas junto ao governo na busca de soluções mais sustentáveis para o setor e reafirma seu compromisso de garantir que haja recursos suficientes para fazer os investimentos necessários à manutenção e melhoria da qualidade dos serviços prestados", informou a associação. As distribuidoras de energia deveriam aportar até ontem as garantias referentes às suas operações no mercado de curto prazo de energia referente a janeiro. O resultado da liquidação deve ser divulgado ainda nesta semana pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).(Reuters)

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Petrobras versus Receita Petrobras recebeu cinco autuações da Receita Federal entre outubro de 2013 e janeiro deste ano que somam R$ 8,769 bilhões, segundo a estatal informou no prospecto preliminar enviado à Securities and Exchange Comission (SEC, o órgão regulador do mercado de capitais norte-americano) referente à emissão de bônus realizada na segunda-feira. Em todas as multas, a Petrobras informa que apresentou recursos, que ainda estão pendentes de julgamento. Não foi provisionado nenhum valor referente às autuações, pois a companhia alega acreditar que "as chances de perdas são possíveis, mas não prováveis". Conforme o documento, em outubro de 2013, a Receita autuou a Petrobras por causa do não pagamento de Imposto de Operações Financeiras (IOF) por empréstimos entre companhias. Em dezembro de 2013, houve mais duas autuações da Receita contra a estatal, sobre pagamentos pelo afretamento de plataformas. Novo auto de infração ocorreu em janeiro deste ano. Também em janeiro a Receita aplicou auto de infração sobre o não pagamento de contribuições para a seguridade social.(Estadão Conteúdo)

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DIÁRIO DO COMÉRCIO

quarta-feira, 12 de março de 2014

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Cresceu o licenciamento de veículos produzidos no Brasil Luiz Moan, da Anfavea.

Um bom fevereiro para veículos Foi o segundo melhor resultado para o mês, em produção. Mas no bimestre, devido às férias de janeiro, desempenho ficou abaixo do mesmo período de 2013. Pedro Silveira/Folhapress

produção brasileira de veículos em fevereiro teve o segundo melhor resultado para o mês, mas o desempenho não foi suficiente para fazer o volume dos dois primeiros meses do ano superar o total produzido no primeiro bimestre de 2013. Segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) a produção do mês passado somou 281,5 mil automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus, 18,7% a mais que em janeiro e 16,9% ante fevereiro do ano passado. No bimestre, o total produzido recuou 2,7% sobre os dois primeiros meses de 2013, a 518,6 mil veículos. A produção do mês passado foi influenciada por um período maior de atividade nas fábricas neste ano diante da ocorrência do Carnaval apenas em março. Além disso, várias montadoras concederam férias coletivas a seus trabalhadores em janeiro, reduzindo a produção e, consequentemente, a base de comparação. As vendas, enquanto isso, somaram 259,3 mil unidades em fevereiro, com queda de 17% sobre o total licenciado em janeiro, mas 10,3% acima do volume emplacado em fevereiro de 2013. No bimestre,

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a indústria acumula vendas de 571,9 mil veículos, alta de 4,6% sobre o que foi vendido um ano antes. A Anfavea estima alta de 1,1% nas vendas de veículos em 2014, para 3,81 milhões de unidades e crescimento de 1,4% na produção. A indústria apurou exportações de US$ 981,5 milhões em fevereiro, incluindo máquinas agrícolas, queda de 8% sobre as vendas externas do mesmo mês de 2013. A Fiat manteve liderança de vendas de carros e comerciais leves, com licenciamentos de 58 mil unidades, queda de 8% sobre janeiro. Na sequência, General Motors e Volkswagen ficaram praticamente empatadas, com vendas na faixa de 42, 6 mil unidades. A Ford apurou emplacamentos de 20.919 automóveis e comerciais leves. Já a marca sul-coreana Hyundai ficou na frente da Renault, com licenciamentos de 16.844 veículos ante 15.747 da rival francesa. Máquinas agrícolas No segmento de máquinas agrícolas, as vendas no atacado atingiram 5,6 mil unidades em fevereiro, alta de 48,9% na comparação com janeiro e recuo de 9,6% ante fevereiro de 2013. No acumulado de janeiro/fevereiro, as vendas acu-

Expectativas são maiores para o segmento de caminhões Alf Ribeiro

total de 571,9 mil unidades de veículos leves, caminhões e ônibus comercializados nos dois primeiros meses deste ano é o melhor resultado do setor automotivo para o período, segundo o presidente da Anfavea, Luiz Moan. "Importante ressaltar que enquanto o licenciamento total de veículos cresceu 4,6% no bimestre, em termos de licenciamento de veículos nacionais tivemos um crescimento de 5,5%, o que significa aumento na parte de veículos produzidos no Brasil", destacou. O presidente da Anfavea comemorou também o "segundo melhor fevereiro de toda a história do setor automotivo" em termos de produção. A queda de 2,7% na produção de veículos no bimestre, de acordo com ele, foi puxada pelo fraco desempenho de janeiro, quando muitas montadoras estenderam as férias coletivas. Em fevereiro houve recuperação da produção, com alta de 18,7% ante janeiro e de 1 6 , 9 % s o b re f e v e re i ro d e 2013. No total, foram produzidos 281,4 mil veículos no País no segundo mês do ano. Apesar do aumento nas vendas e na produção, o nível dos estoques subiu de 31 dias em janeiro para 37 em fevereiro, o que é considerado por Moan como "algo dentro da normalidade". Já as vendas de caminhões e ônibus, contudo, ficaram prejudicadas no primeiro bimestre do ano devido à demora para o início da operacionalização do Programa de Sustentação do Investimento (PSI). No caso dos ônibus, as vendas no bimestre caíram 1,8% na comparação com mesmo período do ano passado. Para caminhões, a queda foi de 3,9%. De acordo com o vice-presidente da Anfavea, Luiz Carlos Gomes de Moraes, a expectativa de safra para o ano é boa, de aproximadamente 190 milhões de toneladas, e o impac-

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Moan: estoques são normais. to das obras das concessões de infraestrutura deve começar a aparecer ainda em 2014. Por esses fatores, há otimismo com o setor de caminhões. O também vice-presidente Milton Rego destaca que o resultado da venda de máquinas agrícolas no primeiro bimestre, de queda de 19,1% ante igual período de 2013, está relacionado não só com a forte base de comparação e atraso na liberação do PSI, como também aos fatores climáticos. "Vivemos um período de muita volatilidade, temos regiões do Brasil com problema de seca que impacta a produtividade da colheita e também o oposto: chuva em excesso na colheita do centro-oeste", comentou Rego. "Isso cria pressão que faz com que agricultores adiem a decisão de investimento", complementou. Até o momento, a previsão da Anfavea é de relativa estabilidade no setor de máquinas agrícolas neste ano em relação a 2013. De acordo com Rego, um estudo elaborado pela Fiesp e patrocinado pela Anfavea indica que os produtores rurais estão neutros ou levemente pessimistas com relação a 2014. "Esse índice reflete a situação do agronegócio brasileiro", afirmou o vice-presidente da Anfavea. Apesar de o bimestre ter saldo negativo, houve crescimento nas vendas de máquinas agrícolas de 48,9% em fevereiro em relação a janeiro, para 5,6 mil unidades. (Estadão Conteúdo)

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Em fevereiro, a produção das montadoras foi influenciada por um período mais contínuo de atividade, pelo fato de o Carnaval ter ficado para março.

mulam queda de 19,1% sobre igual período de 2013, para 9,4 mil unidades. Já a produção de máquinas chegou a 7,8 mil unidades em fevereiro, alta de 51,2% na comparação com janeiro e avanço de 1,4% ante fevereiro de 2013. A produção de máquinas agrícolas acumula

queda de 6% de janeiro a fevereiro deste ano sobre igual período de 2013, para 13.049 unidades. As exportações de máquinas agrícolas em valores totalizaram US$ 260,165 milhões em fevereiro, alta de 22% na comparação com janeiro e queda de 4,4% ante fevereiro

de 2013. Em valores, as exportações de máquinas agrícolas subiram 0,2% no acumulado de janeiro a fevereiro deste ano sobre igual período do ano passado, para US$ 473,353 milhões. O total de máquinas agrícolas exportadas chegou a 1.040 unidades em feverei-

ro, o que significa uma alta de 86,7% na comparação com janeiro e um avanço de 5,5% ante fevereiro de 2013. As exportações de máquinas agrícolas caíram 11,4% no acumulado de janeiro a fevereiro deste ano sobre igual período do ano passado, para 1.597 unidades. (Agências)

Confidence Holding Financeira S/A CNPJ 03.767.971/0001-50 - Rua Alexandre Dumas, 1.562 - 10º Andar - Cj. 103 - Chácara Sto. Antonio - São Paulo - SP Relatório da Administração Senhores Acionistas: A Confidence Holding Financeira S/A., em cumprimento às disposições legais e estatutárias apresenta aos acionistas as Demonstrações Financeiras relativas aos exercícios findos em 31 de dezembro de 2013 e 2012, bem como as Notas Explicativas e o Relatório dos Auditores Independentes. São Paulo, 7 de Março de 2014. A Diretoria. Demonstrações de Resultados dos Exercícios Balanços Patrimoniais em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 (Em R$ Mil) ATIVO Notas 2013 2012 PASSIVO Notas 2013 2012 Findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 (Em R$ Mil) Circulante 128 2 Circulante 160 Notas 2013 2012 Disponibilidades (4) 120 2 Outras Obrigações 160 Despesas Operacionais (64) (78) Outros Créditos (5) 8 - Contas a Pagar (7) 160 Despesas Administrativas (12) (62) (59) Permanente 19.752 10.876 Patrimônio Líquido 19.880 10.718 Despesas de Pessoal (15) (2) (17) Investimentos (6) 19.752 10.876 Capital Social (8) 9.611 9.611 Despesas Tributárias (2) Participação em Outras Empresas 19.752 10.876 Reserva Legal (9) 742 185 Resultado da Equivalência Patrimonial (6) 11.196 3.739 Reserva de Lucros (10) 9.527 922 Lucro do Exercício 11.132 3.661 Total do Ativo 19.880 10.878 Total do Passivo 19.880 10.878 Quantidade de Ações 9.802.786 9.802.786 Notas Explicativas às Demonstrações Financeiras dos Exercícios Findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 (Em Reais Mil) Lucro por Ação (em Reais) 1,1356 0,3735 1. Contexto Operacional: A Confidence Holding Financeira S/A (“Com- vos (Impairment), foram estabelecidos os seguintes critérios: Os ativos têm Demonstrações de Resultados Abrangentes dos Exercícios panhia”) tem por objeto social a participação no capital de instituições finan- uma vida útil indefinida, como ágio e marca, não estão sujeitos à amortizaFindos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 (Em R$ Mil) ceiras e demais sociedades autorizadas a funcionar pelo Banco Central do ção e são testados anualmente para a verificação de Impairment. Os ativos 2013 2012 Brasil. Sua constituição data de 13 de abril de 2000. A diretoria da instituição que estão sujeitos à amortização são revisados para a verificação de Im- Lucro do Exercício 11.132 3.661 aprovou o ingresso da Travelex Limited, de Londres, no grupo de controle pairment sempre que eventos ou mudanças nas circunstâncias indicarem Outros Resultados Abrangentes societário do Grupo Confidence, em 14 de março de 2013, conforme decre- que o valor contábil pode não ser recuperável. Uma perda por impairment Resultado Abrangente Atribuível to oficial publicado no diário oficial da união. Em 11 de abril de 2013 ocorreu ocorre quando o valor contábil do ativo excede o seu valor recuperável, sen- à Participação dos Acionistas Controladores 11.132 3.661 a venda de 49% do grupo e, em 2014, a Travelex irá adquirir os 51% restan- do reconhecida diretamente no resultado. Não foram reconhecidas perdas Demonstrações dos Fluxos de Caixa dos Exercícios Findos tes do Grupo Confidence, no período entre Junho e Novembro de 2014. por impairment nos exercícios findos em 31 de dezembro de 2013 e 2012. em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 - Método Indireto (Em R$ Mil) 2. Apresentação das Demonstrações Financeiras: As demonstrações fi- g) Provisão para Imposto de Renda/Contribuição Social: A provisão Fluxo de Caixa das Atividades Operacionais 2013 2012 nanceiras foram elaboradas a partir das diretrizes contábeis emanadas da para imposto de renda (IRPJ) é constituída com base nos rendimentos tri- Lucro do Exercício 11.132 3.661 Lei das Sociedades por Ações, considerando as alterações trazidas pela Lei butáveis pela alíquota de 15%, acrescida do adicional de 10% para lucros Ajustes ao Lucro do Exercício nº 11.941/09 e pronunciamento técnico PME - Contabilidade para Pequenas excedentes a R$ 240 no exercício fiscal. A provisão para contribuição social Resultado da Equivalência Patrimonial (11.196) (3.739) e Médias Empresas. Na elaboração dessas demonstrações financeiras fo- sobre o lucro líquido (CSLL) é de 15% sobre o lucro tributável. Os créditos Variações nos Ativos e Passivos ram utilizadas premissas e estimativas de preços para contabilização e de- tributários são constituídos com base nas alíquotas vigentes, na data das (Aumento) / Redução em Outros Créditos (8) 24 terminação dos valores ativos e passivos. Dessa forma, quando da efetiva li- demonstrações financeiras, sendo que os créditos sobre adições temporá- Aumento / (Redução) em Outras Obrigações (160) 44 quidação financeira desses ativos e passivos, os resultados auferidos pode- rias, quando houver, serão realizados quando da utilização e/ou reversão Disponibilidades Líquidas Utilizadas rão vir a ser diferentes dos estimados. A apresentação da publicação das das respectivas provisões sobre as quais foram constituídos. Os créditos tri- nas Atividades Operacionais (232) (10) demonstrações financeiras será de forma individual, aprovada pelos pro- butários sobre prejuízo fiscal e base negativa de contribuição social, quan- Fluxo de Caixa das Atividades de Financiamento prietários da Companhia, por estar dentro das regras estabelecidas na CPC do houver, serão realizados de acordo com a geração de lucros tributáveis Dividendos Recebidos 2.320 36, parágrafo 4. As demonstrações financeiras consolidadas estão sendo futuros. Nos exercícios findos em 31 de dezembro de 2013 e 2012, a Com- Dividendos Pagos (1.970) apresentadas pela controladora da Companhia, a Confidence Empreendi- panhia não constituiu créditos tributários. h) Contingências Ativas e Pas- Disponibilidades Líquidas Geradas nas mentos S/A. As demonstrações financeiras foram aprovadas pela diretoria sivas: Ativos contingentes: São reconhecidos apenas quando da existência Atividades de Financiamentos 350 em 7 de março de 2014. As demonstrações financeiras foram preparadas de evidências que assegurem sua realização. Passivos contingentes: São Aumento/(Redução) do Caixa e Equivalentes de Caixa 118 (10) em Reais (R$), sendo esta a moeda funcional da Companhia e também a reconhecidos nas demonstrações financeiras quando, baseado na opinião Modificações na Posição Financeira moeda de apresentação. de assessores jurídicos e da Administração, for considerado provável o ris- de Caixa e Equivalentes de Caixa 3. Resumo das Principais Práticas Contábeis: Os principais critérios ado- co de perda de uma ação judicial ou administrativa, e sempre que os mon- No Início do Exercício 2 12 tados para a elaboração das demonstrações financeiras são os seguintes: tantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança. Os passi- No Final do Exercício 120 2 a) Apuração dos Resultados: As receitas e despesas são contabilizadas vos contingentes classificados como perdas possíveis pelos assessores ju- Aumento/(Redução) do Caixa e Equivalentes de Caixa 118 (10) de acordo com o regime de competência. b) Caixa e Equivalentes de Cai- rídicos são divulgados em notas explicativas, enquanto aquelas classifica- Demonstrações das Mutações do Patrimônio Líquido dos Exercícios xa: São representadas por disponibilidade em moeda nacional e incluem das como perda remota não são passíveis de provisão ou divulgação. A Findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 (Em R$ Mil) caixa e contas correntes em bancos registrados na rubrica de “Disponibili- Companhia não possui contingências para os exercícios findos em 31 de (Prejuízos)/ dades”. c) Ativo Circulante: Demonstrados pelos valores de realização, in- dezembro de 2013 e 2012. Capital Reserva Lucros cluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias incor- 4. Caixa e Equivalentes de Caixa: Caixa e equivalentes de caixa incluídos Eventos Realizado Legal Lucros Acumulados Total ridas até a data do balanço, reconhecidos em base “pró-rata” dia. d) Inves- nas demonstrações de fluxos de caixa consistem em saldos em poder de Saldos em 31/12/2011 8.851 2 (2.556) 6.297 timentos: O investimento em controlada é avaliado pelo método de equiva- bancos. - Lucro do Exercício 3.661 3.661 lência patrimonial, com base no balanço patrimonial levantado pela contro- Descrição 2013 2012 - Aumento de Capital lada na mesma data base do balanço da controladora. e) Passivo Circulan- Depósitos Bancários 120 2 Em Espécie 760 760 te: Demonstrado por valores conhecidos ou calculáveis, incluindo quando Total 120 2 - Destinações aplicável os encargos e as variações monetárias incorridas até a data do 5. Outros Créditos 2013 2012 Reserva Legal 183 (183) balanço, reconhecidos em base “pró-rata” dia. f) Redução no Valor Recu- Depósitos Judiciais (1) 8 - Reserva de Lucros 922 (922) perável de Ativos (Impairment): De acordo com o Pronunciamento Técni- Total 8 - Saldos em 31/12/2012 9.611 185 922 - 10.718 co CPC 01, que dispõe sobre procedimentos aplicáveis no reconhecimento, (1) Refere-se a uma ação a favor da Companhia movida contra o SESCON Mutações do Exercício 760 183 922 2.556 4.421 mensuração e divulgação de perdas em relação ao valor recuperável de ati- pela cobrança indevida de Contribuição Sindical. Saldos em 31/12/2012 9.611 185 922 - 10.718 - Lucro do Exercício 11.132 11.132 6. Investimentos Resultado Patrimônio Lucro Equivalência Valor Contábil - Destinações Reserva Legal 557 (557) Participações Societárias Líquido Líquido do Ações Percentual Patrimonial do Investimento Reserva de Lucros - 8.605 (8.605) em Controladas: Capital Ajustado Exercício possuídas de Participação 2013 2012 2013 2012 Dividendos (1.970) (1.970) Banco Confidence S.A. 9.610 19.752 11.196 9.610.000 100% 11.196 3.739 19.752 10.876 9.611 742 9.527 - 19.880 11.196 3.739 19.752 10.876 Saldos em 31/12/2013 Mutações do Exercício 557 8.605 - 9.162 No exercício de 2013 o Banco Confidence de Câmbio S.A, distribuiu 13. Imposto de Renda e Contribuição Social nança corporativa. 2. Definição de Partes Relacionadas: Essas operações Imposto de Renda e Contribuição Social 2013 2012 R$ 2.320 de dividendos para a Holding Financeira. são efetuadas a valores, prazos e taxas médias usuais de mercado, vigen7. Outras Obrigações 2013 2012 Lucro antes da tributação e 11.132 3.661 tes nas respectivas datas, e em condições de comutatividade. As partes reContas a Pagar (1) 160 das participações sobre os lucros lacionadas são as seguintes: Banco Confidence de Câmbio S.A., Confiden(11.196) (3.739) Total 160 Exclusões Permanentes (64) (78) ce Corretora de Câmbio S.A. e Confidence Empreendimentos S.A. 3. For(1) Refere-se a Contas à Pagar a Confidence Corretora de Câmbio: R$ 1 Prejuízo Fiscal / Base Negativa IRPJ - malização de Transações com Partes Relacionadas: A diretoria executi(2012), Confidence Empreendimentos: R$ 114 (2012); Banco Confidence CSSL (15%) - va da Companhia atua de forma a garantir que as transações com partes rede Câmbio S/A: R$ 30 (2012); ContCor Assessoria Contábil e Fiscal Ltda Result. do Imp. de Renda e Contribuição Social - lacionadas: • sejam celebradas por escrito, especificando-se no respectivo R$ 1 (2012) e GB Publicidade R$ 14 (2012). 14. Estrutura de Gerenciamento do Risco: A administração entende que instrumento as suas principais características, especialmente a forma de 8. Capital Social: O Capital Social em 31 de dezembro de 2013 e 2012 está a Companhia, pelos seus Ativos e Passivos e operações que conduz, não contratação (preço global, preço unitário ou prestação de serviços por cototalizando o valor de R$ 9.611 representado por 9.802.786 ações sem va- está exposta a riscos significativos de mercado e de crédito. Risco Opera- brança de percentual de administração), preços, prazos, garantias de prazo lor nominal, conforme aprovado em Assembleia Geral Extraordinária reali- cional: A estrutura de gerenciamento do Risco Operacional da Companhia de execução e de qualidade, impostos e taxas, condições de subcontratazada em 30 de janeiro de 2012. Conforme Assembleia Geral Extraordinária prevê a identificação, avaliação, monitoramento, controle e planos de ação ção, direitos e responsabilidades; • sejam realizadas em condições de merrealizada em 30 de janeiro de 2012, foi aprovado o aumento do capital so- para a mitigação de riscos operacionais. A Metodologia de Gestão de Ris- cado ou, quando não haja parâmetro de mercado, de negociações assemecos Operacionais e Controles adotada pela Companhia, tem o objetivo de lhadas anteriores; • sejam claramente refletidas nas demonstrações financial, no montante de R$ 760 através de numerário em conta corrente. 9. Reserva Legal: É constituído à razão de 5% do lucro líquido apurado assegurar que: • A estrutura de controles seja constantemente revisada, ceiras, conforme regulamentação em vigor. As operações com partes relaem cada exercício social nos termos do art. 193 da Lei nº 6.404/76, ou considerando os riscos existentes nos processos de negócio, minimizando cionadas caracterizam-se, basicamente, por: Partes Relacionadas - Saldos em 31/12 2013 2012 até o limite de 20% do capital social. Em 31 de dezembro de 2013 foi os custos associados aos riscos não controlados e/ou às atividades de conAtivo/(Passivo) Ativo/(Passivo) constituído R$ 557 (2012 - R$ 183) de reserva legal, totalizando R$ 742 trole desnecessárias; • Os objetivos do processo de gestão de riscos e os Banco Confidence de Câmbio S.A.(1) (30) papéis, funções e responsabilidades atribuídas aos diversos níveis da insti(2012 - R$ 185). Confidence Empreendimentos S.A.(1) (114) 10. Reserva de Lucros: As reservas de lucros são as contas de reser- tuição sejam compreendidos por todos os funcionários; • As áreas com- Confidence Corretora de Câmbio S.A.(1) (1) preendam o papel, objetivos, funções e responsabilidades da área de Risvas constituídas pela apropriação de lucros da Companhia, conforme 19.752 10.876 cos e Controles Internos, enquanto ferramentas de controle independentes Banco Confidence de Câmbio S.A.(2) previsto no § 4º do art. 182 da Lei nº 6.404/76, para atender a várias fi- criadas dentro da Companhia; e, Os objetivos estratégicos da Companhia Receita/(Despesa) Receita/(Despesa) nalidades, sendo sua constituição efetivada por disposição da lei ou por sejam atendidos. Banco Confidence de Câmbio S.A.(3) 11.196 3.739 proposta dos órgãos da administração. Houve constituição da Reserva 15. Remuneração da Administração: Definição da alta direção: Tendo em (1) Refere-se à adiantamento para liquidação de despesas administrativas de Lucro, para o exercício de 2013, no valor de R$ 8.605 (2012 - R$ 922), vista a participação e as decisões tomadas, consideramos os integrantes e folha de pagamento. (2) Refere-se ao investimento no Banco Confidence totalizando R$ 9.527 (2012 - R$ 922). membros da diretoria da Companhia. Política: A Companhia possui uma po- de Câmbio S.A. registrado na rubrica de Investimentos. (3) Refere-se ao Re11. Dividendos: O estatuto da Companhia prevê a distribuição anual de di- lítica global de remuneração dos membros da diretoria, composta por par- sultado da Equivalência Patrimonial. 17. Outras Informações: a) Não existe nenhum plano de previdência esvidendos mínimos de um terço do resultado apurado no exercício. Em As- celas fixas, definido em assembleia. 2013 2012 tendido aos funcionários da Companhia. b) A entidade ainda não decidiu sosembleia Geral realizada em 26 de março de 2013 foi deliberada a distribui- Benefícios a Administradores 1 14 bre a adoção antecipada da MP 627 em 2014 e está analisando os aspecção de dividendos no montante de R$ 1.970 relativos ao exercício de 2013. Proventos Encargos sociais 1 3 tos relevantes às suas operações/atividades, como base em posicionamenNão houve distribuição de dividendos relativo ao exercício de 2012. Total 2 17 to formal de assessores legais externos e da Administração. A administra12. Despesas Administrativas ção está efetuando junto aos seus assessores legais uma avaliação inicial Outras informações: (1) Conforme legislação em vigor, as empresas não poDescrição 2013 2012 das disposições contidas na Medida Provisória 627, de 11 de novembro de Despesa com Propaganda e Publicidade 1 dem conceder empréstimos para os membros da administração e seus respectivos familiares, bem com às pessoas físicas e jurídicas a elas ligadas. 2013 (“MP 627”) e Instrução Normativa 1397, de 16 de setembro de 2013, Despesa com Publicações 39 16 Adicionalmente, informamos que não existem quaisquer outras transações alterada pela IN 1422 de 19 de dezembro de 2013 (“IN 1397”). Embora a MP Despesa de Serviços do Sistema Financeiro 1 1 entre membros da diretoria e da Companhia. (2) A Companhia não possui 627 entre em vigor a partir de 1º de janeiro de 2015, há a possibilidade de Despesa de Serviços Técnicos Especializados 20 24 nenhum benefício no que se refere à plano de previdência estendida aos opção (de forma irretratável) pela sua aplicação a partir de 1º de janeiro de Outras Despesas Administrativas (1) 2 17 seus administradores. 2014. A Administração ainda não concluiu se irá ou não efetuar a opção pela Total 62 59 16. Partes Relacionadas: 1. Objetivo: A Política de Transações com Partes adoção antecipada. c) A Companhia não operou com instrumentos financei(1) Refere-se a Multa e Juros referente ao pagamento da DCTF efetuado Relacionadas (“Política”) tem por objetivo estabelecer regras e consolidar os ros derivativos no decorrer dos exercícios findos em 31 de dezembro de em abril/2013 e maio/2013, no montante de R$ 2 (2012 - Refere-se a Con- procedimentos de transações dessa natureza, preservando a transparência 2013 e 2012. d) A Administração não tem conhecimento de demandas addo processo e alinhando os interesses da Companhia às práticas de gover- ministrativas e judiciais movidas contra a Companhia. tribuição Sindical Patronal no montante de R$ 17). Ricardo Alexandre Dias - Contador CRC 1SP 238.907/O-7

A Diretoria

Relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Financeiras

Aos Acionistas e Administradores da Confidence Holding Financeira S.A. São Paulo - SP. Examinamos as demonstrações financeiras da Confidence Holding Financeira S.A. (“Companhia”), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2013 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeiras: A administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis para as pequenas e médias empresas (NBC TG 1000), assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores indepen-

dentes: Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a efi-

cácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião: Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Confidence Holding Financeira S.A. em 31 de dezembro de 2013, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis para as pequenas e médias empresas (NBC TG 1000). São Paulo, 7 de março de 2014 Auditores Independentes CRC 2SP014428/O-6

Ricardo Anhesini Souza Contador CRC 1SP152233/O-6


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quarta-feira, 12 de março de 2014

Foi importante, mas precisa de mais consistência. André Macedo, do IBGE.

Indústria surpreende e ensaia recuperação Rubens Chaves/Folhapress

om destaque para o setor de bens de capital, a produção industrial brasileira iniciou o ano em recuperação: avançou 2,9% em janeiro sobre o mês anterior, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A alta foi o melhor resultado em um ano, embora não compense o recuo de 3,7%, número revisado após divulgação anterior de queda de 3,5%. Na comparação com o mesmo mês de 2013, a produção caiu 2,4%. "A indústria terminou mal o ano de 2013 e 2014 mostra melhora de ritmo no primeiro mês. Foi importante, mas não recupera o saldo perdido no fim do ano. Precisa de mais consistência", avalia o economista do IBGE André Macedo. Em 2013 o setor teve comportamento errático, encerrando com expansão de 1,2% e levantando temores sobre recu-

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peração mais robusta. "Ainda que o resultado tenha surpreendido, é precipitado comemorar. A indústria permanece afastada dos nív e i s d e p ro d u ç ã o p ré - c r ise...sendo que contou, até o ano passado, com fortes incentivos fiscais do governo", observa a economista da CM Capital Markets, em nota, Jessica Strasburg. O IBGE informou ainda que 17 dos 27 ramos pesquisados re g i s t r a r a m c re s c i m e n t o mensal em janeiro, com dest a q u e p a r a f a rm a c ê u t i c o (29,4%), veículos automotores (8,7%) e máquinas e equipamentos (6,4%). Entre as categorias de uso o destaque em janeiro foi Bens de Capital, uma medida de investimento, que avançou 10% ante dezembro, melhor resultado desde junho de 1997 (14,5%), devido principalmente à retomada da produção de cami-

Dos 27 ramos pesquisados, 17 cresceram em janeiro. nhões (veja também a página anterior). Em dezembro, quando foi afetada por muitas paralisações e férias coletivas , a categoria caíra 12,2% na comparação mensal. Segundo Macedo, o avanço em bens de capital deve ser creditado ao Programa de Sus-

tentação do Investimento (PSI) que concede financiamentos do BNDES a juros reduzidos para compra de bens de capital. "O PSI tem uma modificação para 2014 com elevação da taxa de juros, mas algumas condições ainda estão vantajosas para o investimento”, completa. (Reuters)

Confidence Turismo S/A CNPJ 72.764.905/0001-49 - Rua Alexandre Dumas, 1.562 - 10º Andar - CJ. 104 - Chácara Sto. Antonio - São Paulo - SP - CEP 04717-004 Relatório da Administração À Diretoria da Confidence Turismo S/A., em cumprimento às disposições legais e estatutárias apresenta aos acionistas as Demonstrações Financeiras relativas aos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012, bem como as Notas Explicativas e o Relatório dos Auditores Independentes. São Paulo, 7 de Março de 2014. Demonstrações de Resultado dos Exercícios Balanços Patrimoniais em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 (Em R$ Mil) Findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 (Em R$ Mil) ATIVO Nota 2013 2012 PASSIVO Nota 2013 2012 Circulante 4.711 319 Circulante 1.110 3.253 Nota 2013 2012 Disponível (4) 4.710 175 Contas a Pagar (22e) 787 985 Receita Operacional (13) 956 Despesas Antecipadas 1 140 Fiscais e Previdenciárias (7) 323 403 Despesas Operacionais (10.487) (10.568) Clientes 4 Empréstimo (8) 1.865 Despesas Administrativas (15) (7.565) (7.276) Permanente 338 7.638 Exigível a Longo Prazo 777 Despesas de Pessoal (20) (18) (24) Imobilizado de Uso (5) 338 378 Empréstimo (8) 777 Despesas Tributárias (548) (481) Imobilizações de Uso 566 674 Patrimônio Líquido 3.939 3.927 Depreciação e Amortização (2.356) (2.787) (-) Depreciações Acumuladas (228) (296) Capital Social (9) 3.916 3.377 Outras Receitas Operacionais 70 1.020 Intangível (6) 7.260 Reserva Legal (10) 23 66 Outras Receitas Operacionais 70 1.020 Ativos Intangíveis 46 13.674 Reserva de Lucros (11) 637 Resultado Operacional (9.461) (9.548) (-) Amortização Acumulada (46) (6.414) Prejuízos Acumulados (153) Despesa Financeira (124) (295) Total do Ativo 5.049 7.957 Total do Passivo 5.049 7.957 Despesas de Juros (124) (295) Demonstrações das Mutações do Patrimônio Líquido dos Exercícios Findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 (Em R$ Mil) Resultado não Operacional 11.015 10.916 Receitas e Despesas não Operacionais (14) 11.015 10.916 Capital Reserva de Lucros Lucros/(Prejuízos) 1.430 1.073 Eventos Realizado Legal Outros Acumulados Total Resultado antes dos Impostos (1.286) (1.226) Saldos em 31/12/2011 3.377 66 955 4.398 Imposto de Renda e Contribuição Social (16) Provisão para Imposto de Renda (939) (895) - Prejuízo do Exercício (153) (153) (347) (331) - Destinações: Dividendos (318) (318) Provisão para Contribuição Social 144 (153) Saldos em 31/12/2012 3.377 66 637 (153) 3.927 Lucro Líquido / (Prejuízo) do Exercício 1.140.000 1.140.000 Mutações do Exercício (318) (153) (471) Quantidade de Ações 0,1263 (0,1341) Saldos em 31/12/2012 3.377 66 637 (153) 3.927 Lucro / (Prejuízo) por Ação (em Reais) Demonstrações de Resultados Abrangentes dos Exercícios Findos - Lucro Líquido do Exercício 144 144 em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 (Em R$ Mil) Reversão de Reserva Legal (43) 43 2013 2012 Reversão de Reserva de Lucros (98) 98 144 (153) - Destinações: Aumento de Capital 539 (539) - Lucro Líquido / (Prejuízo) do Exercício Dividendos (132) (132) Outros Resultados Abrangentes Saldos em 31/12/2013 3.916 23 3.939 Resultado Abrangente Atribuível à Participação dos Acionistas Controladores 144 (153) Mutações do Exercício 539 (43) (637) 153 12 Demonstrações dos Fluxos de Caixa dos Exercícios Findos Notas Explicativas às Demonstrações Financeiras dos Exercícios Findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 (Em R$ Mil) em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 - Método Indireto (Em R$ Mil) 2013 2012 1. Contexto Operacional: A Confidence Turismo S/A (“Companhia”) 7. Fiscais e Previdenciárias Atividades Operacionais 2013 2012 201 265 vem operando no mercado de agência de viagens e turismo, sempre em IRPJ - Imposto de Renda Pessoa Jurídica Lucro Líquido/ (Prejuízo) do Exercício 144 (153) 74 98 conformidade com a legislação em vigor da Embratur, conforme estatuto CSLL - Contribuição Social s/Lucro Líquido Ajustes ao Lucro Líquido / (Prejuízo) 2 2 social vigente. A Companhia também concede um espaço às empresas IRRF - Imposto de Renda Retido na Fonte Depreciação e Amortização 2.356 2.787 7 7 do Grupo como forma de atender às suas necessidades de acomodação. PIS Variações nos Ativos e Passivos: 33 31 Redução / (Aumento) em Despesas Antecipadas A diretoria da Companhia aprovou o ingresso da Travelex Limited, de COFINS 139 (133) 6 - Redução em Clientes Londres, no grupo de controle societário do Grupo Confidence, em 14 de ISS 4 30 323 403 Redução em Contas a Pagar março de 2013, conforme decreto oficial publicado no diário oficial da Total (198) (175) 2013 2012 Redução em Fiscais e Previdenciárias união. Em 11 de abril de 2013, ocorreu a venda de 49% do grupo e, em 8. Empréstimo (80) (39) 1.865 Disponibilidades Líquidas Geradas 2014, a Travelex irá adquirir os 51% restantes do Grupo Confidence, no Empréstimo - Curto Prazo (1) 777 período entre Junho e Novembro de 2014. 2. Apresentação das Empréstimo - Longo Prazo (1) por Atividades Operacionais 2.365 2.317 2.642 Atividades de Investimento Demonstrações Financeiras: As demonstrações financeiras foram Total elaboradas a partir das diretrizes contábeis emanadas da Lei das (1) Contrato de Mútuo firmado entre o Mutuante denominado Marcus Aquisição de Intangível (184) Sociedades por Ações, considerando as alterações trazidas pela Lei nº Schalldach e a Mutuária Confidence Turismo S/A, em 27 de dezembro de Alienação de Intangível 4.944 910 11.941/09 e pronunciamento técnico PME – Contabilidade para Pequenas 2011, no valor de R$ 5.200.00, parcelado em 36 vezes, com vencimentos a Disponibilidades Líquidas Geradas e Médias Empresas. Na elaboração dessas demonstrações financeiras partir do mês de Maio de 2012. O valor do principal acrescido dos juros é nas Atividades de Investimentos 4.944 726 foram utilizadas premissas e estimativas de preços para contabilização e amortizado mensalmente em parcelas iguais calculadas pelo método da ta- Atividades de Financiamento determinação dos valores ativos e passivos. Dessa forma, quando da bela Price. As parcelas vencíveis devidas pela Mutuária são atualizadas Redução em Empréstimos (2.642) (2.558) efetiva liquidação financeira desses ativos e passivos, os resultados monetariamente, adotando-se como preceito para tal correção a variação Pagamento de Dividendos (132) (318) auferidos poderão vir a ser diferentes dos estimados. As demonstrações da taxa SELIC a ser divulgada pelo COPOM. Em 02 de setembro de 2013, Disponibilidades Líquidas Utilizadas financeiras foram aprovadas pela Diretoria em 7 de Março de 2014. As o contrato foi antecipadamente liquidado por seu valor integral. 9. Capital nas Atividades de Financiamentos (2.774) (2.876) demonstrações financeiras foram preparadas em Reais (R$), sendo esta Social: Em 31 de dezembro de 2013 o Capital Social está representado por Aumento do Caixa e Equivalentes de Caixa 4.535 167 a moeda funcional da Companhia e também a moeda de apresentação. 1.140.000 ações ordinárias nominativas, sem valor nominal, perfazendo um Modificações na Posição Financeira 3. Resumo das Principais Práticas Contábeis: Os principais critérios total de R$ 3.916 (2012 – R$ 3.377). Foi realizado em 2013, aumento de de Caixa e Equivalentes de Caixa adotados para a elaboração das demonstrações financeiras são os Capital, no montante de R$ 539, por meio da capitalização de Reserva de No Início do Exercício 175 8 seguintes: a) Apuração dos Resultados: As receitas e despesas são Lucros apresentada em 31 de dezembro de 2012, conforme aprovado em No Final do Exercício 4.710 175 contabilizadas de acordo com o regime de competência. b) Caixa e Assembleia Geral Extraordinária de 26 de março de 2013. 10. Reserva Le- Aumento do Caixa e Equivalentes de Caixa 4.535 167 Equivalentes de Caixa: São representadas por disponibilidade em gal: É constituída à razão de 5% do lucro líquido apurado em cada exercí- tes da flutuação nos valores das posições detidas pelo Conglomerado moeda nacional e incluem caixa e contas correntes em bancos, registrados cio social nos termos do art. 193 da Lei nº 6.404/76, até o limite de 20% do Confidence. Esta gestão envolve principalmente os riscos das operações na rubrica de “Disponível”. c) Ativo Circulante e Não Circulante: capital social. A Companhia em 31 de dezembro de 2013 possui um saldo sujeitas à variação cambial e de taxas de juros. 19. Estrutura de GerenDemonstrados pelos valores de realização, incluindo, quando aplicável, de R$ 23 (2012 - R$ 66) em Reserva Legal. 11. Reserva de Lucros: A re- ciamento do Risco de Liquidez: A Administração gerencia os riscos de os rendimentos e as variações monetárias incorridas até a data do serva de lucros é constituída pela apropriação de lucros da companhia, liquidez de forma consolidada para todas as empresas do Grupo. Visto a balanço, reconhecidos em base “pró-rata” dia. d) Imobilizado de Uso: O conforme previsto no § 4º do art. 182 da Lei nº 6.404/76, para atender a vá- natureza das operações da Companhia, entende que eventuais riscos reimobilizado de uso está contabilizado ao custo de aquisição e a rias finalidades, sendo sua constituição efetivada por disposição da lei ou lacionados à sua liquidez serão gerenciados pelos seus acionistas. 20. Redepreciação é calculada pelo método linear, às taxas de 10% a.a. para por proposta dos órgãos da Administração. 12. Dividendos: O estatuto da muneração da Administração: Definição da alta direção: Tendo em vista Móveis e Equipamentos e Instalações e 4% a.a para Edificações. Companhia prevê a distribuição anual de dividendos mínimos de um terço a participação e as decisões tomadas, consideramos os integrantes meme) Intangível: O ativo intangível é composto por fundo de comércio e do resultado apurado no exercício. A Companhia distribuiu dividendos no 1º bros da diretoria da Companhia. Política: A Companhia possui uma polítibenfeitorias em imóveis de terceiros registrados pelo custo de aquisição semestre de 2013 no montante de R$ 132 (2012 – R$ 318) relativos ao ca global de remuneração dos membros da diretoria, composta por parceou formação e amortizados pelo método linear utilizando-se a taxa de exercício de 2013, aprovado pela assembleia em 26 de março de 2013. las fixas, definido em assembleia. 20% a.a. f) Passivo Circulante: Demonstrado por valores conhecidos ou 13. Receita Operacional: As receitas operacionais referem-se, basicamenBenefícios a Administradores 2013 2012 calculáveis, incluindo quando aplicável os encargos e as variações te, ao seguro viagem vendido nas lojas da Central de Intercâmbio. Proventos 15 20 2013 2012 monetárias incorridas até a data do balanço, reconhecidos em base “próEncargos sociais 3 4 956 rata” dia. g) Redução no Valor Recuperável de Ativos (Impairment): De Seguro Viagem Total 18 24 956 acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 01, que dispõe sobre Total Outras informações: (1) Conforme legislação em vigor, as empresas não procedimentos aplicáveis no reconhecimento, mensuração e divulgação 14. Receitas e Despesas não Operacionais: As receitas não operacionais podem conceder empréstimos para os membros da administração e seus de perdas em relação ao valor recuperável de ativos (Impairment), os referem se, basicamente, à sub-locação dos espaços que a Companhia tem respectivos familiares, bem com às pessoas físicas e jurídicas a elas ligaseguintes critérios foram estabelecidos: Os ativos que têm uma vida útil contrato e oferece às partes interessadas para utilização. 2013 2012 das. Adicionalmente, informamos que não existem quaisquer outras tranindefinida, como ágio e marca, não estão sujeitos à amortização e são 11.015 11.434 sações entre membros da diretoria e da Companhia. (2) A Companhia não testados anualmente para a verificação de Impairment. Os ativos que Acordo Operacional (1) 49 possui nenhum benefício no que se refere à plano de previdência estendiestão sujeitos à amortização são revisados para a verificação de Outras receitas não operacionais (559) da aos seus administradores. 21. Partes Relacionadas: 1. Objetivo: A PoImpairment sempre que eventos ou mudanças nas circunstâncias Resultado na Alienação de Bens (8) lítica de Transações com Partes Relacionadas (“Política”) tem por objetivo indicarem que o valor contábil pode não ser recuperável. Uma perda por Outras despesas não operacionais 11.015 10.916 estabelecer regras e consolidar os procedimentos de transações dessa impairment ocorre quando o valor contábil do ativo excede o seu valor Total recuperável, sendo reconhecida diretamente no resultado. Não foram (1) Refere-se à concessão de espaço à Confidence Corretora de natureza, preservando a transparência do processo e alinhando os interesses da Companhia às práticas de governança corporativa. 2. Definição reconhecidas perdas por impairment nos exercícios findos em 31 de Câmbio S/A. 2013 2012 de Partes Relacionadas: As operações realizadas entre partes relacionadezembro de 2013 e 2012. h) Provisão para Imposto de Renda/ 15. Despesas Administrativas 103 126 das são efetuadas a valores, prazos e taxas médias usuais de mercado, viContribuição Social: A provisão para imposto de renda (IRPJ) é Despesa com Água, Energia e Gás 7.341 7.018 gentes nas respectivas datas, e em condições de comutatividade. As parconstituída com base nos rendimentos tributáveis pela alíquota de 15%, Despesas de Aluguéis 4 4 tes relacionadas são as seguintes: Confidence Corretora de Câmbio S/A e acrescida do adicional de 10% para lucros excedentes a R$ 240 no Despesas de Comunicações 11 - Marcus Schalldach. 3. Formalização de Transações com Partes Relaexercício fiscal. A provisão para contribuição social sobre o lucro líquido Despesas de Manutenção e Conservação 4 10 cionadas: A diretoria executiva da Companhia atuará de forma a garantir (CSLL) é de 9% sobre o lucro tributável. Os créditos tributários são Despesas de Propaganda e Publicidade 50 18 que as transações com partes relacionadas: • sejam celebradas por escriconstituídos com base nas alíquotas vigentes, na data das demonstrações Despesas de Publicações 8 to, especificando-se no respectivo instrumento as suas principais caractefinanceiras, sendo que os créditos sobre adições temporárias, quando Despesas de Seguros houver, serão realizados quando da utilização e/ou reversão das Despesas de Serviços do Sistema Financeiro 2 2 rísticas, especialmente a forma de contratação (preço global, preço unitárespectivas provisões sobre as quais foram constituídos. Os créditos Despesas de Serviços Técnicos Especializados 36 52 rio ou prestação de serviços por cobrança de percentual de administratributários sobre prejuízo fiscal e base negativa de contribuição social, Despesas de Serviço de Vigilância e Segurança 1 - ção), preços, prazos, garantias de prazo de execução e de qualidade, im1 - postos e taxas, condições de subcontratação, direitos e responsabilidades; quando houver, serão realizados de acordo com a geração de lucros Despesas de Transportes 12 38 • sejam realizadas em condições de mercado ou, quando não haja parâtributáveis futuros. Nos exercícios findos em 31 de dezembro de 2013 e Outras Despesas Administrativas 7.565 7.276 metro de mercado, de negociações assemelhadas anteriores; • sejam cla2012, a Companhia não constituiu créditos tributários. i) Contingências Total Ativas e Passivas: Ativos contingentes: São reconhecidos apenas 16. Imposto de Renda e Contribuição Social ramente refletidas nas demonstrações financeiras, nos prazos e conforme 2013 2012 regulamentação em vigor. As operações com partes relacionadas caractequando da existência de evidências que assegurem sua realização. Regime de Tributação: Lucro Presumido Passivos contingentes: São reconhecidos nas demonstrações financeiras Faturamento Bruto rizam-se, basicamente, por: 11.015 11.434 Partes Relacionadas quando, baseado na opinião de assessores jurídicos e da Administração, Receita de Serviços 52 49 for considerado provável o risco de perda de uma ação judicial ou Receita de Aluguéis 2013 2012 956 administrativa, e sempre que os montantes envolvidos forem mensuráveis Agenciamento de Viagem Ativo / (Passivo) Ativo / (Passivo) 4 - Marcus Schalldach (1) com suficiente segurança. Os passivos contingentes classificados como Atualização Monetária (2.642) perdas possíveis pelos assessores jurídicos são divulgados em notas Deduções da Receita Receita/(Despesa) Receita/(Despesa) explicativas, enquanto aquelas classificadas como perda remota não são (-) Descontos Incondicionais 13 16 Confidence Corretora passíveis de provisão ou divulgação. A companhia não possui Receita Líquida 12.040 11.499 de Câmbio S/A. (2) 11.015 11.434 contingências nos exercícios findos em 31 de dezembro de 2013 e 2012. Base de Cálculo IRPJ e CSLL – 32% 3.853 3.679 (1) Refere-se ao contrato de mútuo firmado entre o Marcus Schalldach e 578 551 a Companhia em dezembro de 2011 (Nota 8). (2) Refere-se ao acordo 4. Caixa e Equivalentes de Caixa: Caixa e equivalentes de caixa IRPJ (15%) 361 344 operacional referente a concessão de espaço (Nota 14). 22. Outras Inincluídos nas demonstrações de fluxos de caixa consistem em numerário Adicional (10%) IRPJ 939 895 formações: a) Não existe nenhum plano de previdência estendido aos disponível na Companhia e saldos em poder de bancos. 347 331 funcionários da Companhia. b) A entidade ainda não decidiu sobre a adoDescrição 2013 2012 CSSL (9%) 1.286 1.226 ção antecipada da MP 627 em 2014 e está analisando os aspectos releCaixa 2 Result. Imp. Renda e Contribuição Social Depósitos Bancários 4.710 173 17. Estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional: A estrutura de vantes às suas operações/atividades, como base em posicionamento forTotal 4.710 175 gerenciamento do Risco Operacional da Companhia prevê a identificação, mal de assessores legais externos e da Administração. A administração 5. Imobilizado de Uso 2013 2012 avaliação, monitoramento, controle e planos de ação para a mitigação de está efetuando junto aos seus assessores legais uma avaliação inicial Depreciação Valor Valor riscos operacionais. A Metodologia de Gestão de Riscos Operacionais e das disposições contidas na Medida Provisória 627, de 11 de novembro Imobilizado de Uso Custo Acumulada Residual Residual Controles adotada pela Companhia, tem o objetivo de assegurar que: • A de 2013 (“MP 627”) e Instrução Normativa 1397, de 16 de setembro de Instalações 145 (87) 58 80 estrutura de controles seja constantemente revisada, considerando os ris2013, alterada pela IN 1422 de 19 de dezembro de 2013 (“IN 1397”). EmMóveis e Equipamentos 56 (47) 9 12 cos existentes nos processos de negócio, minimizando os custos associabora a MP 627 entre em vigor a partir de 1º de janeiro de 2015, há a posEdificações 365 (94) 271 286 dos aos riscos não controlados e/ou às atividades de controle desnecessásibilidade de opção (de forma irretratável) pela sua aplicação a partir de Total 566 (228) 338 378 rias; • Os objetivos do processo de gestão de riscos e os papéis, funções e 1º de janeiro de 2014. A Administração ainda não concluiu se irá ou não 6. Intangível 2013 2012 responsabilidades atribuídas aos diversos níveis da instituição sejam comefetuar a opção pela adoção antecipada. c) A Companhia não operou Amortização Valor Valor preendidos por todos os funcionários; • As áreas compreendam o papel, obcom instrumentos financeiros derivativos no decorrer dos exercícios finIntangível Custo Acumulada Residual Residual jetivos, funções e responsabilidades da área de Riscos e Controles InterFundo de Comércio (1) 7.232 nos, enquanto ferramentas de controle independentes criadas dentro da dos em 31 de dezembro de 2013 e 2012. d) A Administração não tem conhecimento de demandas administrativas e judiciais movidas contra a Benfeitorias Imóveis Terceiros 46 (46) 28 Instituição; e, • Os objetivos estratégicos da Companhia sejam atendidos. Total 46 (46) 7.260 18. Estrutura de Gerenciamento do Risco de Mercado: A Administração Companhia. e) O saldo de Contas a Pagar é composto de aluguéis a pa(1) O saldo referente a Fundo de Comércio em 31 de dezembro de 2013 foi gerencia os riscos de mercado de forma consolidada para todas as empre- gar no montante de R$ 787 (2012 - R$ 985). A Diretoria alienado para a Corretora e foi liquidado pelo valor residual contábil não sas do grupo. A administração em gerenciamento de risco de mercado deve Ricardo Alexandre Dias - Contador - CRC 1SP 238.907/O-7 identificar, monitorar e controlar os riscos associados às perdas decorrenafetando o resultado da Companhia. Relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Financeiras Aos Acionistas e Administradores da Confidence Turismo S.A. - São Pau- de é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras sar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. lo - SP. Examinamos as demonstrações financeiras da Confidence Turismo com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasi- Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas conS.A. (“Companhia”), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de de- leiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimen- tábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela adzembro de 2013 e as respectivas demonstrações do resultado, do resulta- to de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e ministração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações fido abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demons- nanceiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais trações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria en- obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião: práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da ad- volve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evi- Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresenministração sobre as demonstrações financeiras: A administração da dência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstra- tam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimoCompanhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação des- ções financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamen- nial e financeira da Confidence Turismo S.A. em 31 de dezembro de 2013, sas demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis ado- to do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercítadas no Brasil aplicáveis para as pequenas e médias empresas (NBC TG demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou cio findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no 1000), assim como pelos controles internos que ela determinou como ne- erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos Brasil aplicáveis às pequenas e médias empresas (NBC TG 1000). cessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstraSão Paulo, 7 de março de 2014 de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. ções financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoAuditores Independentes Ricardo Anhesini Souza Responsabilidade dos auditores independentes: Nossa responsabilida- ria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expres- CRC 2SP014428/O-6 Contador CRC 1SP152233/O-6

Crescimento confirmado pela utilização do parque utilização da capacidade instalada na indústria de transformação ficou em 82,7% em janeiro, segundo os dados divulgados ontem pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Em dezembro, o indicador estava em 82,1% e em janeiro de 2013, em 83,5%. Os dados estão dessazonalizados. O nível da capacidade instalada em janeiro é o maior desde abril de 2013 pela série com ajustes sazonais, informou ainda a CNI. O uso do parque fabril cresceu na comparação com janeiro de 2013 em 10 dos 21 setores pesquisados, mostrando um comportamento heterogêneo da indústria. Os setores que tiveram alta da utilização da capacidade foram bebidas, têxteis, madeira, celulose e papel, derivados de petróleo e biocombustíveis, químicos, máquinas e materiais elétricos, outros equipamentos de transporte, móveis e produtos diversos. Os números mostram que a indústria cresceu em janeiro e com a atividade mais aquecida no início de 2014, o

A

ritmo de crescimento do emprego aumentou. As vendas reais, medidas pelo faturamento, subiram 1,6% ante dezembro de 2013 e 2,4% na comparação com janeiro de 2013. As horas trabalhadas na produção aumentaram 1,4% em janeiro em relação ao mês anterior, mas tiveram queda de 0,9% quando comparadas com janeiro de 2013. O emprego aumentou 0,3% em relação a dezembro e teve expansão de 1,5% ante janeiro do ano passado. A massa salarial real subiu no mês passado 0,9% em relação a dezembro de 2013 e 6,7% ante janeiro do ano passado. O faturamento foi o único indicador industrial que cresceu em janeiro de forma disseminada entre todos os setores da indústria de transformação quando comparado com janeiro de 2013. Apenas cinco setores não apresentaram crescimento do faturamento: bebidas, derivados de petróleo e biocombustíveis, produtos de metal, veículos automotores e móveis, segundo os dados da CNI. (Estadão Conteúdo)

Setor automotivo estagnado na Argentina setor automotivo argentino, que desde 2003 foi a locomotiva da recuperação econômica do país, está virtualmente parado. Em fevereiro, segundo a Associação de Fabricantes de Automóveis (Adefa), a produção, de 52,9 mil veículos, cresceu somente 0,1% sobre o mesmo mês de 2013. No primeiro bimestre, com 89,1 mil unidades produzidas, houve queda de 8,1% na comparação ao mesmo período de 2013. Segundo a Adefa há um clima de "incertezas em relação à futura evolução do nível de atividade". Por esse motivo, a entidade considera prudente esperar o encerramento do primeiro trimestre para fazer previsões sobre o ano. A indústria automotiva está cautelosa. Motivos existem de sobra, já que em 2013 o setor havia iniciado o ano com expectativas de produzir 900 mil unidades. No entanto, as montadoras fabricaram 791 mil unidades, alta de apenas 3,5% em relação aos 764 mil veículos de 2012. A indústria automotiva da Argentina sofre a queda nas vendas para o principal mercado externo, o Brasil. No primeiro bimestre do ano, o setor vendeu ao mercado brasileiro 39.986 unidades, volume inferior em 2.816 veículos em comparação com igual período de 2013. Segundo a Adefa, "o atual contexto da queda da demanda externa de nossa produção desde o mercado do Brasil re-

O

força a necessidade de trabalhar no fortalecimento do vínculo de longo prazo baseado na especialização e complementação industrial com o país vizinho, principal destino das exportações". No primeiro bimestre deste ano, as exportações argentinas de veículos ao Brasil representaram metade do total da produção da Argentina nesse período. Os problemas do setor automotivo argentino também estão sendo causados por um retrocesso no mercado interno gerado pelo aumento dos impostos que o governo da presidente Cristina Kirchner aplica desde 2013 sobre os veículos mais caros. Além disso, o setor sofre a desvalorização do peso que, com a escalada da inflação, gerou um aumento do custo para a importação de autopeças. O diretor da consultoria econômica Finsoport, Jorge Todesca, sustenta que as vendas no mercado interno teriam em 2014 queda de 32% em relação a 2013. O governo Kirchner deve receber os fabricantes nesta semana para avaliar a situação do setor e eventualmente aplicar uma redução dos impostos. O setor automotivo argentino passou por diversos altos e baixos nos últimos 15 anos. Em 1998, a produção atingiu a marca de 455 mil veículos, um recorde na época. Mas, logo em seguida, a recessão provocou uma retração no setor. (Estadão Conteúdo)

O carro a bateria da Hyundai sul-coreana Hyundai anunciou ontem que lançará seu primeiro veículo com bateria recarregável em 2016. A companhia, como a rival japonesa Toyota, tem há muito se concentrado em veículos com células de combustível movidas a eletricidade gerada usando hidrogênio, em função de autonomia maior e o tempo menor de reabastecimento. Do mesmo modo que a Toyota, a Hyundai tem ampliando sua oferta ao também investir em carros movidos a bateria por meio da afiliada Kia. "Não há uma direção clara sobre quais carros ecologicamente corretos vão

A

ganhar. Estamos dividindo os papéis da Hyundai e da Kia, com a Hyundai lançando veículos movidos a células de combustível e a Kia carros elétricos", disse o vicepresidente sênior Lee Kisang, que chefia as divisões de carros ecológicos da Hyundai e da Kia. "Mas chegará o momento em que a Kia lançará um modelo movido a célula de combustível. A Hyundai também está preparando o lançamento de um carro elétrico (movido a bateria) em 2016". Veículos com zero emissões devem se tornar mais comuns à medida que os governos lancem programas de incentivo. (Reuters)


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quarta-feira, 12 de março de 2014

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Segundo a Organização Mundial do Turismo (OIT), essa indústria já supera no mundo a de petróleo, produtos alimentícios e automobilística.

Passageiro Vip

Que governo é este?

R

vancagem socioeconômica. Com o potencial turístico do Brasil, é inacreditável que continue a patinar na faixa dos seis milhões de estrangeiros por ano – menos que a visitação da Torre Eiffel em Paris, que sozinha recebe quase 7 milhões de visitantes. Outro exemplo: as cataratas do Iguaçu são infinitamente mais imponentes que Niágara Falls, na fronteira dos Estados Unidos e Canadá. No entanto, o nosso parque nacional registra anualmente não mais que um mi-

lhão de turistas, enquanto que a norte-americana recebe 22,5 milhões de pessoas. A Organização Mundial do Turismo (OIT) revela que esta indústria já supera no mundo a de petróleo, produtos alimentícios e automobilística. Com uma média de 9% de contribuição para o PIB global, uma renda de US$ 1,3 trilhão, crescimento de 5% ao ano e geradora de um em cada 11 empregos, não é para menos que os principais destinos internacionais tratem o turismo a pão de ló e dispu-

tem palmo a palmo a atração de viajantes. Mas sejamos honestos. A culpa não é só do governo. Diante de seu imenso poder de fogo, a iniciativa privada deveria melhor demonstrar e impor sua importância junto às autoridades. Ao invés de adulações, resignações ou correr atrás de benefícios individuais, está na hora dos empresários sérios copiarem, por exemplo, o que faz a indústria automobilística, que sabe reivindicar seus interesses como ninguém. “O turismo não precisa de Ministério para ser barganhado, mas de ferramentas eficazes que ajudem a fortalecer a atividade e o consolide”, afirma Caio de Carvalho, um dos mais experimentados dirigentes públicos, hoje refugiado na iniciativa privada. “Não existe desenvolvimento do turismo sem uma relação próxima entre os setores público e privado. O turismo precisa encontrar novas formas de colaboração entre os dois setores para se manter atualizado com as transformações do mercado”. Palavras de Taleb Rifai, secretário-geral da OIT.

Divulgação

ecentes declarações de um Senador da República a quem foi oferecida a vaga de ministro do Turismo como forma de acomodar interesses políticos define a visão que o governo atual tem do setor. O jornalista Josias de Souza, da Folha de S. Paulo, registra que o parlamentar recusou o convite, pois “acha que se trata de uma pasta de pouca relevância”. O congressista ofendido não aceitou o cargo com a mesma lógica que não concordaria em ser bailarino de tango ou astronauta: ele não entende e nada tem a ver com turismo. Reflete assim a visão equivocada com que o assunto é tratado por governos, em especial o federal. O descaso é tamanho que a mudança de um cargo de tal importância ocorre na véspera da realização no país da Copa do Mundo, um evento de peso e intensa visibilidade mundial. Em qualquer país ajuizado, a questão receberia prioridade absoluta do governo, pois esta é a pior hora para fazer arriscados experimentos gerenciais. “É desanimador, uma vergonha!”, desaba Mauro Schwartzmann, dirigente da Costa Brava. “Estou decepcion ado”, diz o veterano Eduardo Nascimento. Como eles, todo o turismo brasileiro deveria estar de luto. Esta é mais uma demonstração de que a indústria não é vista pela imensa capacidade de ala-

Abdon Gosson

ascido em Natal, Rio Grande de Norte, o dirigente do Grupo Arituba estudou Engenharia em sua cidade natal, tendo morado nos Estados Unidos e Inglaterra. A partir de 1985, passou a trabalhar nas empresas da família, onde atuou em diversos setores, entre eles almoxarifado, vendas, finanças. Hoje, Abdon lidera empresas nas áreas de hotelaria, restaurante, agência de viagens, operadora de turismo, companhia aérea e construção civil. “Cada novo empreendimento é sempre a nossa principal

N

realização e superar a expectativa de nossos clientes é uma determinação”, ele comenta, entusiasmado. No momento, a sua meta é consolidar o Hotel Majestic Natal como o melhor na categoria luxo do nordeste e do país. Ele tem uma grande preocupação: “A malha aérea no Brasil precisa ser melhorada com aumento das ofertas de voos para que haja um incremento nas viagens corporativas e de turismo”. E Abdon completa: “O Brasil deve reavaliar e consolidar uma política de promoção e venda do destino”.

Contatos com o autor pelo e-mail: fabio@steinberg.com.br

Como a AIG quer dar a volta por cima Seguradora que quase desapareceu na esteira do colapso do Lehman Brothers, em 2009, volta com tudo ao País e projeta crescer 40% apenas este ano, edenta por um mercado para o qual prevê crescimento médio anual de dois dígitos por pelo menos mais uma década, o colosso norteamericano de seguros AIG está mergulhado em um plano ambicioso para o Brasil, que inclui aquisições e passa por uma meta de crescimento de 40% dos prêmios em 2014. Para isso, a companhia trará ao país cerca de US$ 120 milhões em patrimônio para lastrear o crescimento nas linhas de seguro massificado e de grandes riscos, disse à agência Reuters o principal executivo da companhia no Brasil, Jaime Calvo. A iniciativa faz parte de um

S

plano mais amplo, que visa tornar o país um dos cinco mercados mais importantes da AIG até 2017, quando espera quase dobrar sua equipe atual de cerca de 400 funcionários. Atualmente, o Brasil não está nem entre os 20 primeiros do grupo. "Nosso plano é de crescimento acelerado; vai passar por crescimento orgânico, claro, mas deve também incluir fusões", disse o executivo.. Na esteira do colapso do Lehman Brothers, que levou a empresa a ser socorrida pelo governo norte-americano em 2009, a AIG se viu forçada a esvaziar suas operações no país, desfazendo-se de uma parceria com o Unibanco e

ficando com minúscula operação de 12 pessoas na época. A aposta da companhia é que a tendência de crescimento da renda das famílias no país também aumentará naturalmente a procura por seguros, mesmo diante do prolongado ciclo de baixo crescimento econômico do país. Mas, apesar de enxergar uma miríade de oportunidades por aqui, a companhia vai se concentrar em segmentos que ofereçam rentabilidades atrativas, disse o executivo. A principal aposta será em produtos de varejo, com foco no seguro automotivo, a partir do qual a AIG pretende

desenvolver uma carteira de produtos. A ideia é que a fatia das "consumer lines" suba dos cerca de 25% atuais para 3/4 da carteira da AIG nos próximos cinco anos. Os planos são revelados num momento de efervescência do mercado segurador no Brasil, cujos prêmios cresceram 17,9% em 2013 até novembro, segundo a entidade que representa o setor, Susep. O Itaú Unibanco, que previu expansão de até 17% do mercado segurador brasileiro em 2014, afirmou recentemente que vai aumentar a aposta no setor para elevar a fatia de seguros no lucro do grupo. A BB Seguridade, cujos prêmios cresceram 31,7% em

2013, para R$ 12,9 bilhões, previu ganhar mais participação de mercado nos próximos anos. Sem contar com a extensa rede de agências dos grandes rivais, a AIG vai apostar nos corretores e mesmo em parcerias com instituições financeiras para venda de produtos com características mais elaboradas. Por enquanto, ter uma carteira inferior a US$ 200 milhões é uma vantagem para a AIG, que parte de uma base mais fraca e tem maiores oportunidades de crescimento percentual, incluindo aquisições. "O mercado ainda é bastante fragmentado", justificou Calvo. Embora uma companhia

com tal apetite pudesse parecer uma candidata natural à carteira de grandes riscos que o Itaú Unibanco já anunciou ter posto à venda, a AIG está monitorando o assunto à distância. Para Calvo, sem uma boa rede de distribuição, a carteira não é tão atrativa. "A compra pura e simples não nos interessa", disse. No segmento, a AIG confia na sua própria estrutura e na maior agilidade para cobrir grandes sinistros. A seguradora lançou recentemente um produto com capacidade automática de cobertura de até R$ 500 milhões, que pode ser destinada para eventos como cessação de lucros e quebra de máquinas. (Reuters)

produtora de chocolate Lindt & Spruengli anunciou ontem uma joint venture com o grupo brasileiro CRM, dono das marcas Kopenhagen e Chocolates Brasil Cacau, para sua primeira subsidiária na América do Sul. Com a associação, espera que suas vendas cresçam entre 6 e 8% neste ano. Batizada de L&S Holding, a empresa terá uma participação de 51% da Lindt & Spruengli, com a CRM assumindo a fatia restante. O objetivo será tornar a marca Lindt líder no mercado de chocolates finos internacionais no país, a partir da abertura de pontos de venda. A divisão de varejo global do grupo, com cerca de 200 lojas, boutiques e cafés de chocolate Lindt, está crescendo de forma constante e representou cerca de 9% das vendas do grupo em 2013. Em comunicado, a fabricante suíça afirmou que a parceria deve ser

A

entendida "como um sinal claro do compromisso de longo prazo da Lindt & Sprüngli com o quinto maior mercado de chocolate do mundo, além da sua intenção de continuar a se expandir em novos mercados emergentes". A companhia afirmou que a colaboração com a Aurora, distribuidora de seus produtos no Brasil, será mantida com foco no comércio varejista. A empresa também disse na Suíça esperar uma recuperação lenta do ambiente econômico em 2014, ressalvando que os altos preços das matérias-primas e as pressões de preços no varejo continuarão representando desafios. No ano passado, o lucro líquido da Lindt & Spruengli subiu 23,7%, a 303 milhões de francos suíços (US$ 345 milhões). A margem operacional aumentou para 14%, ante 12,4% no ano anterior. (Reuters)

Divulgação

A doce aposta da Lindt, junto com a Kopenhagen.

A Lindt, maior do mundo em chocolates finos, chega ao Brasil, quinto mercado do planeta em chocolates.


22 -.ECONOMIA/LEGAIS

DIÁRIO DO COMÉRCIO

quarta-feira, 12 de março de 2014

A sensação é que estamos fazendo um bom trabalho com os clientes. Claudia Politanski, vice-presidente do Itaú Unibanco

Itaú devolve mais de R$ 100 milhões a clientes Estorno (provisório) em compras nas quais houve desacordo com lojistas beneficiou 310 mil correntistas Itaú Unibanco devolveu aos seus clientes mais de R$ 100 milhões em 2013, por meio de estornos em compras feitas com cartão de crédito em situações de desacordo comercial e na qual o estabelecimento ou loja não ofereceu uma solução aos seus clientes. Esta prática, adotada no ano passado no âmbito do compromisso das instituição com a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) e em linha com o Plano Nacional de Consumo e Cidadania (Pandec), beneficiou mais de 310 mil clientes. Claudia Politanski, vice-presidente do Itaú Unibanco responsável pela ouvidoria da instituição, conta que o banco mudou de postura e em vez de explicar ao cliente que problemas com produtos comprados com cartão de crédito tinham de ser resolvidos com o estabelecimento comercial, passou a ajudá-los. Desta forma, o banco orientou e oferece um estorno provisório.

O

Segundo a executiva, a medida contribuiu para reduzir as reclamações dos clientes. Como é provisório, o estorno pode ser revertido em lançamento (ou cobrado novamente do cliente) caso o estabelecimento comercial não apresente uma solução para o caso. Isso aconteceu em 14% das situações. Ações de relacionamento Além do estorno provisório, o Itaú também galgou outros avanços no relacionamento com consumidores e clientes. A meta de atender 98% das demandas registradas no SAC em até três dias foi superada e o índice alcançado pelo banco foi de 99,1%, segundo Claud i a . Fo r a m 1 1 m i l h õ e s d e clientes atendidos no novo prazo. O Itaú implantou ainda o serviço batizado de "duplo sim", no qual o cliente confirma em canais eletrônicos a aquisição de produtos nas agências ou via telefone. Mais de 150 mil contratações foram submetidas a esse processo. O duplo sim está disponível

para crediário, seguros, planos de previdência e fundos de investimento. Essas iniciativas possibilitaram ao banco, conforme Claudia, avançar de maneira significativa na gestão de reclamações, ao reduzir os indicadores, e contribuir para a melhoria do setor financeiro. "Ter o cliente satisfeito é um desafio enorme para nós todos os dias. Mas acreditamos que achamos o caminho de conseguir trabalhar a satisfação do cliente", afirmou. A despeito da melhora dos indicadores de reclamações, diante das bilhões de transações processadas pelo Itaú, é natural que em um determinado volume haja erros, conforme Claudia. "Não existe erro zero", disse. Além de reduzir o número de reclamações em São Paulo, o Itaú também colheu frutos nos indicadores nacionais. No Sistema Nacional de Informações de Defesa do Consumidores (Sindec), a queda de demandas foi de 13% ante cres-

cimento de 17,9% do setor financeiro. Já o índice de resolutividade de reclamações enviadas aos órgãos do Itaú ficou em 83,4% ante 80,1% do mercado. "Nossa política de atendimento é nacional", destacou Claudia. No ranking do Banco Central (BC), o Itaú apresentou melhora de 11 pontos percentuais ao final no quarto trimestre de 2013 ante o primeiro trimestre de 2011. O banco fez 126 milhões de atendimentos no ano passado. Do total, 5,6% ou 7 milhões corresponderam a insatisfações. As reclamações enviadas ao BC e aos Procons somaram 177,6 mil em 2013, e respondem por 0,15% do total de queixas. "A sensação que temos é que estamos fazendo um bom trabalho com os clientes, ainda que o volume de insatisfação seja grande, embora em percentuais seja pequeno", concluiu Claudia. Ela disse que o Itaú assumiu mais nove compromissos em linha com o Pandec. (Estadão Conteúdo)

Deflation no e-Flation índice e-Flation, que mede a variação dos preços online, registrou, em fevereiro, deflação de 1,61% nos preços apresentados nos sites de e-commerce - importante queda em relação ao mês anterior, (inflação de 1,10%) e a fevereiro de 2013 (alta de 0,48%). No acumulado dos últimos 12 meses o indicador ainda contabiliza inflação de 2,03%. O indicador foi desenvolvido pelo Programa de Administração do Varejo (Provar), da Fundação Instituto de Administração (FIA), em

O

parceria com a Felisoni Consultores Associados e com a Íconna Monitoramento de Preços no E-commerce, "A facilidade de comparação dos preços na internet fez com que o índice de inflação voltasse a apresentar deflação em fevereiro", comenta Claudio Felisoni, presidente do conselho do Provar/Fia. Os itens que compõem a cesta de cada uma das categorias são aqueles que, sendo os mais anunciados entre os sites mais procurados, resultam no que se chama de "campeões de vendas". (DC)

Cesta cara em Floripa nquanto nove capitais apresentaram elevação nos preços da cesta básica em fevereiro em relação a janeiro, outras nove registraram queda, de acordo com a Pesquisa Nacional da Cesta Básica, divulgada ontem pelo Dieese. Aracaju e Florianópolis foram as capitais que registraram as maiores altas no preço do conjunto de itens básicos, com elevação de 5,31% e 2,49%, Além disso, tiveram alta Rio de Janeiro (1,35%), Campo Grande (1,22%), Belém (0,83%),

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São Paulo (0,58%), Goiânia (0,54%), Vitória (0,40%) e Natal (0,04%). Já as quedas mais expressivas foram registradas em João Pessoa (3,47%), Manaus (-3,44%) e Brasília (-2,91%). Em fevereiro, o maior custo da cesta foi registrado em Florianópolis (R$ 330,75), seguido de Vitória (R$ 328,43) e São Paulo (R$ 325,35). Já os menores valores médios foram observados em Aracaju (R$ 225,57), João Pessoa (R$ 255,00) e Salvador (R$ 262,78). (Estadão Conteúdo)


ECONOMIA/LEGAIS - 23

DIÁRIO DO COMÉRCIO

quarta-feira, 12 de março de 2014 HSC COM. E SERVIÇOS DE JATEAMENTO LTDA. – ME, torna público que requereu na CETESB/Ag. Ambiental de Guarulhos a Renovação da Licença de Operação, para Tratamento de Superfície por Meio de Jateamento, sito à Rua Mineiros, 401, Cidade Industrial Satélite - Cumbica, Guarulhos/SP.

Adipa Participações S.A. CNPJ/MF nº 14.976.438/0001-14 – NIRE 35.300.417.917 Ata da Assembleia Geral Extraordinária, realizada em 11 de Fevereiro de 2014 1. Data, hora e local: 11/02/2014, às 10:00 horas, na sede social da Adipa Participações S.A. (“Cia.”), em SP/SP, Av. São Gabriel, 201, cj. 1407, sala B.2.Presença: Acionistas representando a totalidade do capital social, dispensada a convocação prévia nos termos do Art.124, § 4º, da Lei 6.404/76. 3. Mesa: Presidente: Renato Souza Neto. Secretário: Daniel Stiebler Leite Villela. 4. Ordem do Dia: Deliberar sobre: (a) alteração do endereço da sede da Cia.com a consequente alteração do Art.2º do Estatuto Social da Cia.; (b) aumento do capital social da Cia.com a consequente alteração do Art.5º do Estatuto Social da Cia.;(c) renúncia de membros do Cons.de Adm.;(d) eleição de novos membros do Cons. de Adm.; (e) alteração nas deliberações da Assembleia ; (f) alteração na forma de representação da Cia.; e (g) consolidação do Estatuto Social.5. Deliberações: Os acionistas examinaram os itens constantes da ordem do dia e, por unanimidade: 5.1. Aprovaram a alteração do endereço da sede da Cia., atualmente localizada em SP/SP, Av. São Gabriel, 201, cj. 1407, sala B, para a mesma cidade, Av. Bernardino de Campos, 327, 2º andar, cj. 14, porta 24, parte, Paraíso. Em face dessa deliberação, aprovaram a alteração do Art. 2º do Estatuto Social da Cia., o qual passa a vigorar com a seguinte redação:“Art. 2ª A Cia. tem sede na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, Av. Bernardino de Campos, 327, 2º andar, cj. 14, porta 24, parte, Paraíso, CEP 04004-050. §Único A Cia., por resolução de acionistas, poderá abrir, transferir ou encerrar filiais, no território nacional ou no exterior.” 5.2.Aprovaram o aumento do capital social da Cia., atualmente de R$ 301.000,00 para R$ 1.301.000,00, um aumento, portanto, de R$ 1.000.000,00, realizado mediante a emissão de 2.000 novas ações ordinárias, todas nominativas e sem valor nominal, pelo preço de emissão de R$ 500,00 por ação. 5.3. Dispensada a fixação de prazo para o exercício do direito de preferência na subscrição das ações emitidas, tendo em vista a presença de acionistas detentores da totalidade do capital social da Cia., as 2.000 novas ações ordinárias, nominativas e sem valor nominal, foram totalmente subscritas pela nova acionista LST Participações Ltda., sociedade com sede em SP/SP, Av.Bernardino de Campos, 327, 2º andar, cj.14, porta 24, Paraíso, CNPJ/MF 19.554.896/0001-89, com a expressa anuência dos demais acionistas, que renunciaram aos seus direitos de preferência, e integralizadas, nos termos do Boletim de Subscrição anexo à presente ata como Anexo I.5.4.Em face do aumento de capital acima, aprovaram a alteração do Art. 5º do Estatuto Social da Cia., o qual passa a vigorar com a seguinte redação: “Art. 5º - O capital social é de R$ 1.301.000,00, representado por 4.000 ações ordinárias, nominativas, sem valor nominal.” 5.5.Aceitaram a renúncia dos Srs.Rodrigo Klamt Motta, brasileiro, solteiro, administrador de empresas, RG 12866341999-6 SSP/MA, CPF/MF 013.603.603-10, residente e domiciliado em SP/SP, na Rua Pres. Prudente, 55, apto. 71, CEP 01408-030; e Rafael Giaretta, brasileiro, solteiro, economista, RG 6059853421 SJS/RS, CPF/MF 004.824.660-30, residente e domiciliado em Porto de Alegre/RS, na Rua Garibaldi, 1171/302, dos cargos de membros do Cons. de Adm.da Cia..5.6.Elegeram, para ocupar os cargos vagos de membro do Cons.de Adm.da Cia., os Srs.Ricardo Stern, brasileiro, casado, administrador de empresas, RG 6.951.830 SSP/SP, CPF/MF 082.386.318-23, residente e domiciliado em SP/SP, com escritório Av. Bernardino de Campos, 327, 2º andar, cj. 14, porta 24, Paraíso; Marcos Alberto Lederman, brasileiro, casado, empresário, RG 12.396.303 5 SSP/SP, CPF/MF 054.398.358-73, residente e domiciliado em SP/SP, com escritório Av. Bernardino de Campos, 327, 2º andar, cj. 14, porta 24, Paraíso, CEP 04004-906;e Daniel Stiebler LeiteVillela, brasileiro, casado, administrador de empresas, RG 32.991.174-0 SSP/SP, CPF/MF 289.932.368-79, residente e domiciliado Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Rua Professor Adalgiso Pereira, 190, casa 3, CEP 04276-060, para um mandato a se encerrar na AGO da Cia. que aprovar as contas do exercício social findo em 31/12/2013. 5.7. Ratificaram a composição do Cons.de Adm.da Cia., que passará a ser composto pelos Srs.Ricardo Stern, brasileiro, casado, administrador de empresas, RG 6.951.830 SSP/SP, CPF/MF 082.386.318-23, residente e domiciliado em SP/SP, com escritório Av. Bernardino de Campos, 327, 2º andar, cj. 14, porta 24, Paraíso; Renato Souza Neto, brasileiro, casado, economista, RG 22.550.000-0 SSP/SP, CPF/MF 830.349.436-87, residente e domiciliado em SP/SP, na Rua Professor Adalgiso Pereira, 190, casa 3, designado o Pres. do Cons. de Adm.; Marcos Alberto Lederman, brasileiro, casado, empresário, RG 12.396.303 5 SSP/SP, CPF/MF 054.398.358-73, residente e domiciliado em SP/SP, com escritório Av. Bernardino de Campos, 327, 2º andar, cj. 14, porta 24, Paraíso; e Daniel Stiebler Leite Villela, brasileiro, casado, administrador de empresas, RG 32.991.174-0 SSP/SP, CPF/MF 289.932.368-79, residente e domiciliado Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Rua Professor Adalgiso Pereira, 190, casa 3, todos com um mandato a se encerrar na Assembleia Ordinária da Cia. que aprovar as contas do exercício social findo em 31 de dezembro de 2013. 5.8. Aprovaram que determinadas matérias dependam da aprovação de acionistas representando mais da metade das ações com direito a voto. Em vista dessa deliberação, o Art. 8º do Estatuto Social da Cia.passa a vigorar com a seguinte redação: “Art. 8° As deliberações da Assembleia serão tomadas por maioria absoluta de votos, ou seja, metade mais um dos votos validamente manifestados pelos presentes, exceto para as matérias em que haja quorum superior estabelecido por lei e para as matérias a seguir indicadas, para as quais será necessária a aprovação de acionistas que representem mais da metade da totalidade das ações com direito a voto da Cia.: (a) a redução de capital, bem como de toda e qualquer forma de aquisição pela Cia.de suas próprias ações, incluindo mas não se limitando ao resgate e recompra de ações;(b) o aumento de capital e emissão de novas ações e/ou de quaisquer valores mobiliários conversíveis em ações, bem como dos termos e condições de subscrição e integralização de capital e a aprovação de quaisquer laudos de avaliação relativos à conferência de bens e direitos; (c) a alteração das características, vantagens ou preferências das ações existentes ou a criação de nova classe de ações de emissão da Cia.;(d) a dissolução ou liquidação da Cia. e nomeação ou substituição de seu(s) liquidante(s), bem como a aprovação de suas contas; (e) a aprovação de pedido de autofalência ou de recuperação judicial ou extrajudicial nos termos da lei aplicável;(f) alteração do percentual do lucro líquido destinado ao dividendo mínimo obrigatório; (g) a destinação do lucro líquido; (h) transformação, fusão, incorporação ou cisão da Cia.; (i) a alteração de toda e qualquer disposição do Estatuto Social da Cia.que verse sobre (i) seu objeto social, (ii) seu prazo de duração, (iii) a estrutura, competências e quorum de aprovação de seus órgãos de administração;e (iv) as competências e quorum de aprovação da Assembleia ;(j) a emissão, pela Cia., de bônus de subscrição, debêntures ou outros títulos ou valores mobiliários; (k) alienação de bens do ativo permanente, inclusive de participações societárias em controladas e coligadas; e (l) deliberar sobre a obtenção do registro de Cia. aberta de que trata o Art. 21 da Lei n° 6.385/76, bem como deliberar sobre a realização de oferta pública primária de ações ou de quaisquer outros títulos ou valores mobiliários de emissão da Cia., sendo certo que, no caso de aprovação da abertura do capital da Cia., deverá esta obrigatoriamente aderir a um dos segmentos especiais de listagem instituídos pela Bolsa de Valores de São Paulo - BOVESPA, quais sejam, os Níveis 1 e 2 de Governança Corporativa, ou o Novo Mercado.” 5.9. Aprovaram a alteração da forma de representação da Cia., que passará a ser representada em cj. por 2 Dirs.em determinados atos e isoladamente por qualquer Dir.em outros atos.Em face dessa deliberação, o Art.18 do Estatuto Social da Cia.passa a vigorar com a seguinte redação:“Art.18 - A Cia.será representada em cj.pelos 2 Diretores:(a) nas reuniões das sociedades em que a Cia.participe como sócia quotista ou acionista;(b) nos atos que importem transação ou renúncia de direitos, assunção de obrigações, assinaturas de contratos, bem como nos que acarretem responsabilidade da Cia. ou exonerem terceiros; e (c) na constituição de procuradores. §1º - A Cia. poderá ser representada isoladamente por qualquer dos Dirs. ou por procurador com poderes específicos nos atos relativos a: (a) recebimento de citação inicial ou prestação de depoimento pessoal em juízo; e (b) recebimento de intimações e prestação de declarações extrajudiciais.§2º - Os atos previstos nos itens (a) e (b) do caput deste Art., poderão também ser praticados por qualquer Dir.em cj.com um procurador, ou conjuntamente por 2 procuradores, constituídos especialmente para a prática do ato em questão.§3º - As procurações outorgadas pela Cia.deverão: (a) especificar expressamente os poderes conferidos; (b) vedar o substabelecimento; (c) conter prazo de validade limitado a, no máximo, 1 ano; e, (d) na hipótese de o mandato ter por objeto a prática de atos que dependem de autorização da Assembleia ou do Cons. de Adm., o efetivo exercício de tais atos ficará expressamente condicionado à obtenção da pertinente autorização.O prazo previsto neste parágrafo e a restrição quanto a substabelecimento não se aplicam às procurações outorgadas a advogados para representação da Cia. em processos judiciais ou administrativos. §4º - Todos e quaisquer atos praticados pelos Dirs. ou procuradores que sejam estranhos ao objeto social e aos negócios da Cia., tais como avais, fianças, endossos e outras garantias em favor de terceiros, são expressamente proibidos e serão nulos de pleno direito e não obrigarão a Cia., a menos que tais atos tenham sido previamente aprovados pelo Cons. de Adm..” 5.10. Aprovaram a consolidação do Estatuto Social da Cia. para implementar as alterações deliberadas acima, bem como outras julgadas convenientes pelos acionistas, passando a vigorar a partir desta data em seu inteiro teor com a redação constante do Anexo II à presente. 6. Declaração de Desimpedimento: Presentes, os membros do Cons. de Adm. eleitos declaram, sob as penas da lei, não estarem impedidos, por lei especial, e nem condenados ou se encontrarem sob efeitos da condenação, a pena que vede, ainda que temporariamente, o acesso a cargos públicos; ou por crime falimentar, de prevaricação, peita ou suborno, concussão, peculato;ou contra a economia popular, contra o sistema financeiro nacional, contra as normas de defesa da concorrência, contra as relações de consumo, a fé pública ou a propriedade.7. Documento arquivado na sede da Cia.: Termos de Posse e de Renúncia dos membros do Cons.de Adm..8. Encerramento, lavratura, aprovação e assinatura da ata: Nada mais havendo a tratar, foi a presente ata lavrada, lida, aprovada e assinada por todos os presentes. SP, 11/02/2014. Renato Souza Neto, Presidente; Daniel Stiebler Leite Villela, Secretário. Acionistas: Renato Souza Neto, Daniel Stiebler Leite Villela, Rafael Giaretta, Rodrigo Klamt Motta e LST Participações Ltda - p. Marcos Alberto Lederman e Ricardo Stern. Conselheiros Eleitos: Ricardo Stern, Marcos Alberto Lederman e Daniel Stiebler Leite Villela. Renato Souza Neto - Presidente; Daniel Stiebler LeiteVillela - Secretário. Boletim de Subscrição -ValorTotal de Emissão: R$ 1.000.000,00; de Ações Ordinárias Emitidas: 2.000. Acionista - de Ações Ordinárias -Valor Subscrito - Forma de Integralização: 1.LST Participações Ltda., sociedade com sede em SP/SP, Av.Bernardino de Campos, 327, 2º andar, cj.14, porta 24, Paraíso, CEP 04004-050, inscrita no CNPJ/MF sob o 19.554.896/0001-89, neste ato representada por seus administradores, Marcos Alberto Lederman, brasileiro, casado, empresário, RG 12.396.303 5 SSP/SP, CPF/MF 054.398.358-73, residente e domiciliado em SP/SP, com escritório Av. Bernardino de Campos, 327, 2º andar, cj. 14, porta 24, Paraíso, CEP 04004-906 e Ricardo Stern, brasileiro, casado, administrador de empresas, RG 6.951.830 SSP/SP, CPF/MF 082.386.318-23, residente e domiciliado em SP/SP, com escritório Av. Bernardino de Campos, 327, 2º andar, cj.14, porta 24, Paraíso, CEP 04004-906.(aa) Marcos Alberto Lederman / Ricardo Stern - 2.000 - R$ 1.000.000,00 - Nesta data, em moeda corrente nacional:Total - 2.000 - R$ 1.000.000,00 - –.O presente Boletim de Subscrição é cópia fiel do original lavrado em livro próprio.São Paulo, 11 de fevereiro de 2014. Renato Souza Neto - Pres. da Mesa; Daniel Stiebler LeiteVillela - Secretário da Mesa. Estatuto Social - Capítulo I - Denominação, Sede, Prazo de Duração e Objeto Social - Art. 1ª. A sociedade anônima opera sob a denominação de ADIPA PARTICIPAÇÕES S.A. e rege-se pelo presente Estatuto Social e pelas disposições legais aplicáveis.Art. 2ª. A Cia. tem sede na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, Av. Bernardino de Campos, 327, 2º andar, cj. 14, porta 24, parte, Paraíso, CEP 04004-050. §Único. A Cia., por resolução de acionistas, poderá abrir, transferir ou encerrar filiais, no território nacional ou no exterior.Art.3ª.O prazo de duração da Cia. é indeterminado. Art. 4ª. A Cia. tem por objeto social a participação em outras sociedades, na qualidade de sócia ou acionista.Capítulo II - Capital Social e Ações - Art. 5º. O capital social é de R$ 1.301.000,00, representado por 4.000 ações ordinárias, nominativas, sem valor nominal.§Único. Fica assegurado o direito de preferência na alienação das ações representativas do capital social, nos termos e condições disciplinados em Acordo de Acionistas, devidamente arquivado na sede social.Art.6°.Cada ação confere ao seu titular o direito a um voto nas deliberações da Assembleia . Capítulo III - Assembleia - Art. 7°. A Assembleia reunir-se-á, ordinariamente, nos 4 meses seguintes ao término do exercício social para (a) deliberar sobre as contas e demonstrações financeiras do exercício findo, relatório dos administradores e parecer do Cons. Fiscal, se o órgão estiver em funcionamento; (b) deliberar sobre a destinação do lucro líquido do exercício e a distribuição de dividendos; e (c) eleger os administradores e fixar a sua remuneração global; e, extraordinariamente, quando for do interesse social ou exigido por lei.§1º. A Assembleia será convocada por 2 membros do Cons.de Adm.agindo em conjunto, devendo os trabalhos ser dirigidos por mesa composta por Pres. e secretário. §2º. Os acionistas poderão fazer-se representar nas Assembleias Gerais por procurador constituído há menos de 1 ano, que seja acionista, administrador da Cia.ou advogado, nos termos do §1º art.126 da Lei 6.404/76. §3º. Somente poderão tomar parte da Assembleia os acionistas cujas ações estejam registradas em seu nome, no livro próprio, até 3 dias antes da data da Assembleia .Art.8°.As deliberações da Assembleia serão tomadas por maioria absoluta de votos, ou seja, metade mais um dos votos validamente manifestados pelos presentes, exceto para as matérias em que haja quorum superior estabelecido por lei e para as matérias a seguir indicadas, para as quais será necessária a aprovação de acionistas que representem mais da metade da totalidade das ações com direito a voto da Cia.: (a) a redução de capital, bem como de toda e qualquer forma de aquisição pela Cia. de suas próprias ações, incluindo mas não se limitando ao resgate e recompra de ações; (b) o aumento de capital e emissão de novas ações e/ou de quaisquer valores mobiliários conversíveis em ações, bem como dos termos e condições de subscrição e integralização de capital e a aprovação de quaisquer laudos de avaliação relativos à conferência de bens e direitos;(c) a alteração das características, vantagens ou preferências das ações existentes ou a criação de nova classe de ações de emissão da Cia.;(d) a dissolução ou liquidação da Cia.e nomeação ou substituição de seu(s) liquidante(s), bem como a aprovação de suas contas;(e) a aprovação de pedido de autofalência ou de recuperação judicial ou extrajudicial nos termos da lei aplicável; (f) alteração do percentual do lucro líquido destinado ao dividendo mínimo obrigatório; (g) a destinação do lucro líquido; (h) transformação, fusão, incorporação ou cisão da Cia.; (i) a alteração de toda e qualquer disposição do Estatuto Social da Cia. que verse sobre (i) seu objeto social, (ii) seu prazo de duração, (iii) a estrutura, competências e quorum de aprovação de seus órgãos de administração; e (iv) as competências e quorum de aprovação da Assembleia ; (j) a emissão, pela Cia., de bônus de subscrição, debêntures ou outros títulos ou valores mobiliários; (k) alienação de bens do ativo permanente, inclusive de participações societárias em controladas e coligadas; e (l) deliberar sobre a obtenção do registro de Cia. aberta de que trata o Art. 21 da Lei n° 6.385/76, bem como deliberar sobre a realização de oferta pública primária de ações ou de quaisquer outros títulos ou valores mobiliários de emissão da Cia., sendo certo que, no caso de aprovação da abertura do capital da Cia., deverá esta obrigatoriamente aderir a um dos segmentos especiais de listagem instituídos pela Bolsa de Valores de São Paulo - BOVESPA, quais sejam, os Níveis 1 e 2 de Governança Corporativa, ou o Novo Mercado.Capítulo IV - Administração - Art. 9°. A Cia.será administrada por um Cons.de Adm.e por uma Diretoria.§Único. A remuneração global dos administradores será fixada anualmente pela Assembleia e caberá ao Cons.de Adm.deliberar sobre a sua distribuição individual.Art.10º. O Cons.de Adm.será composto por até 4 membros, eleitos e destituíveis pela Assembleia , a qualquer tempo.O mandato dos conselheiros será unificado e o seu prazo será de 1 ano, iniciando e terminando nas datas de realização das AGOs. §1º. O Cons.de Adm.terá um Presidente, eleito prazo será de 1 ano pela Assembleia , que não terá voto de qualidade.§2º. Os conselheiros poderão participar das reuniões do Cons. de Adm. por intermédio de conferência telefônica, videoconferência ou por qualquer outro meio de comunicação eletrônico, sendo considerados presentes à reunião e devendo confirmar seu voto através de declaração por escrito encaminhada ao Pres.do Conselho por carta, fac-símile ou correio eletrônico logo após o término da reunião.Uma vez recebida a declaração, o Pres. do Cons. de Adm. ficará investido de plenos poderes para assinar a ata em nome do conselheiro.Art. 11. No caso de vacância no cargo de conselheiro, seu substituto será eleito pela Assembleia , sendo que o conselheiro eleito nos termos deste Art.terá o seu mandato encerrado na próxima Assembleia que for realizada.Art. 12. O Cons. de Adm. reunir-se-á na sede da Cia. sempre que convocado por seu Pres.ou por 2 de seus membros, mediante comunicação por escrito com, no mínimo, 03 dias de antecedência.As comunicações deverão informar a hora, data e ordem do dia da reunião, anexando cópias dos documentos ou propostas a serem apreciados ou discutidos. §1º. Serão consideradas regulares as reuniões a que comparecerem todos os membros, independente de quaisquer formalidades preliminares ou desde que todos manifestem por escrito sua concordância na dispensa das mesmas.§2º. As reuniões do Cons.de Adm.serão instaladas com a presença de conselheiros representando a maioria dos membros, e as deliberações serão tidas como válidas se aprovadas pelos votos da maioria de seus membros.Art.13. Sem prejuízo das demais atribuições previstas em lei, compete ao Cons.de Adm.deliberar sobre as matérias previstas neste Estatuto Social, em especial as abaixo relacionadas: (a) estabelecer os objetivos, a política e a orientação geral dos negócios da Cia.;(b) eleger, destituir, definir a remuneração e as atribuições dos membros da Diretoria a qualquer momento, observados os limites estabelecidos pela Assembleia ou por ela definidos; (c) fiscalizar a gestão dos Diretores; (d) nomear e destituir os auditores independentes da Cia., quando for o caso; (e) manifestar-se previamente sobre o Relatório da Administração, as contas da Diretoria e as Demonstrações Financeiras da Cia. e examinar os balancetes mensais; (f) submeter à Assembleia a proposta de destino a ser dado ao lucro líquido da Cia. de cada exercício social ou relativo a períodos menores; (g) aprovar o orçamento geral da Cia., e aprovar as propostas da Diretoria relativas a aportes a serem feitos pelos acionistas; (h) aprovar o plano de negócios da Cia.; (i) fixar o limite de endividamento da Cia.; (j) deliberar sobre a realização de atos ou a celebração de contratos, de qualquer natureza, que envolvam a assunção de obrigações pela Cia.em valor superior a R$ 50.000,00, por operação isolada, ou R$ 500.000,00 no período de 1 mês; (k) propor os planos de opção de compra de ações para administradores e empregados da Cia.; (l) estabelecer o valor da participação nos lucros dos administradores e empregados da Cia.;(m) deliberar sobre a celebração, modificação e rescisão de contratos, bem como realização de operações de qualquer natureza entre, de um lado, a Cia.e, de outro lado, os acionistas da Cia.e/ou empresas controladas, coligadas ou controladoras dos acionistas da Cia.; (n) deliberar sobre a participação da Cia.em outras sociedades, como sócia quotista ou acionista, bem como a sua participação em consórcios e acordos de associação e/ou acordos de acionistas e a deliberação sobre a constituição de sociedades, no Brasil ou no exterior, pela Cia.;(o) autorizar a emissão de quaisquer instrumentos de crédito para a captação de recursos, deliberando sobre as suas condições de emissão e resgate; e (p) exercer outras atribuições legais ou que lhe sejam conferidas pela Assembleia , bem como resolver os casos omissos. Art. 14. A Cia., por intermédio do Cons. de Adm., disponibilizará imediatamente a seus acionistas quaisquer contratos celebrados com partes relacionadas, assim como acordos de acionistas e programas de opções de aquisição de ações ou de outros títulos e valores mobiliários de emissão da Cia.. Art. 15. A Diretoria será composta por 2 Diretores, sem designação específica. §Único. Os Dirs.serão eleitos e terão as atribuições que lhe forem fixadas pelo Cons.de Adm., com mandato de 1 ano, permitida a reeleição. Art. 16. Na vacância ou impedimento permanente de um Diretor, compete ao Cons. de Adm.nomear o seu substituto, o qual completará o prazo de gestão do Dir. que vier a substituir. Art. 17. As reuniões da Diretoria serão realizadas sempre que exigido pelo interesse social.§Único A reunião da Diretoria será convocada por escrito, por qualquer Diretor, mediante carta registrada encaminhada ao outro Dir. com, pelo menos, 3 (três) dias corridos de antecedência, instalando-se com a presença da maioria, sendo suas decisões tomadas de forma colegiada por maioria simples de votos dos Dirs. presentes, cabendo 1 voto a cada um dos diretores. Art. 18. A Cia. será representada em cj. pelos 2 Diretores: (a) nas reuniões das sociedades em que a Cia. participe como sócia quotista ou acionista; (b) nos atos que importem transação ou renúncia de direitos, assunção de obrigações, assinaturas de contratos, bem como nos que acarretem responsabilidade da Cia.ou exonerem terceiros;e (c) na constituição de procuradores.§1º. A Cia.poderá ser representada isoladamente por qualquer dos Dirs. ou por procurador com poderes específicos nos atos relativos a:(a) recebimento de citação inicial ou prestação de depoimento pessoal em juízo; e (b) recebimento de intimações e prestação de declarações extrajudiciais. §2º. Os atos previstos nos itens (a) e (b) do caput deste Art., poderão também ser praticados por qualquer Dir.em cj.com um procurador, ou conjuntamente por 2 procuradores, constituídos especialmente para a prática do ato em questão. §3º. As procurações outorgadas pela Cia. deverão: (a) especificar expressamente os poderes conferidos;(b) vedar o substabelecimento;(c) conter prazo de validade limitado a, no máximo, 1 ano;e, (d) na hipótese de o mandato ter por objeto a prática de atos que dependem de autorização da Assembleia ou do Cons. de Adm., o efetivo exercício de tais atos ficará expressamente condicionado à obtenção da pertinente autorização. O prazo previsto neste parágrafo e a restrição quanto a substabelecimento não se aplicam às procurações outorgadas a advogados para representação da Cia.em processos judiciais ou administrativos.§4º. Todos e quaisquer atos praticados pelos Dirs. ou procuradores que sejam estranhos ao objeto social e aos negócios da Cia., tais como avais, fianças, endossos e outras garantias em favor de terceiros, são expressamente proibidos e serão nulos de pleno direito e não obrigarão a Cia., a menos que tais atos tenham sido previamente aprovados pelo Cons. de Adm.. Capítulo V - Cons. Fiscal - Art. 19. A Cia. terá um Cons. Fiscal composto por 3 membros e respectivos suplentes. O Cons. Fiscal não terá caráter permanente, sendo instalado e eleito na forma da lei.CapítuloVIII - Exercício Social,Lucro e sua Destinação - Art.20. O exercício social encerra-se em 31 de dezembro de cada ano, quando serão elaboradas as demonstrações financeiras previstas em lei. O lucro líquido verificado terá a seguinte destinação: (a) 5% para a constituição da reserva legal, que não excederá 20% do capital social; a reserva legal poderá deixar de ser constituída no exercício em que seu saldo, acrescido do montante de reservas de capital de que trata o art.182, § 1°, da Lei n° 6.404/76, exceder de 30% do capital social; (b) 25% do lucro líquido, ajustado nos termos do art. 202 da Lei n° 6.404/76, serão distribuídos aos acionistas a título de dividendo mínimo obrigatório;(c) o saldo terá a destinação determinada pela Assembleia .§Único. Salvo deliberação em contrário da Assembleia , o dividendo será pago no prazo de 60 dias da data em que for declarado e, em qualquer caso, sempre dentro do exercício social em que for declarado. Capítulo X - Liquidação - Art. 21. A Cia. entrará em liquidação nos casos previstos em lei, ou por deliberação da Assembleia , que estabelecerá a forma da liquidação, elegerá o liquidante e, se for o caso, instalará o Cons.Fiscal, para o período da liquidação, elegendo seus membros e fixando-lhes as respectivas remunerações. Capítulo XI - Acordo de Acionistas - Art. 22. A Cia. deverá observar as disposições contidas no Acordo de Acionistas arquivado em sua sede.Capítulo XII - Arbitragem - Art. 23. Qualquer controvérsia, litígio ou conflito relacionado a este Estatuto Social que não possa ser resolvida amigavelmente entre os acionistas será submetida a arbitragem, nos termos da Lei 9.307/1996, a ser conduzida de acordo com as Regras de Arbitragem do Centro de Mediação e Arbitragem da Câmara de Comércio Brasil-Canadá (“Centro de Arbitragem”), ora eleito para conduzir o procedimento arbitral.A arbitragem será conduzida em SP/SP e seguirá as regras do Centro de Arbitragem. Para fins desta cláusula, a arbitragem terá sempre apenas duas partes. Caso existam mais de duas partes envolvidas na arbitragem, elas irão se juntar a uma das outras partes para fins de nomeação do árbitro. §1º. A arbitragem será conduzida por 3 árbitros, cabendo a cada um dos acionistas nomear um árbitro; os 2 árbitros assim nomeados nomearão o terceiro árbitro, que atuará como Pres.da câmara arbitral.Tais nomeações deverão ocorrer nos prazos previstos nas regras do Centro de Arbitragem. Caso qualquer nomeação de árbitro não seja realizada nos referidos prazos, tal nomeação caberá ao Pres. do Centro de Arbitragem. §2º. O acionista que perder a arbitragem será responsável pelo pagamento de todos os custos e despesas relacionados ao procedimento arbitral, incluindo os honorários dos árbitros. Caso haja uma decisão que beneficie ambas as partes, os custos serão pagos na proporção determinada no laudo arbitral.§3º. O procedimento de resolução de disputas previsto neste Art.23 é o único e exclusivo procedimento para a resolução de quaisquer disputas entre as acionistas em decorrência deste Estatuto Social;entretanto, exclusivamente com relação a medidas liminares que sejam necessárias em matérias de notória urgência, para execução do laudo arbitral, bem como para a instauração compulsória do juízo arbitral, fica eleito o Foro da Comarca de SP/SP, com exclusão de qualquer outro, por mais privilegiado que seja ou venha a ser.Ainda que tenha sido obtida decisão judicial, o mérito da lide será sempre decidido pelo juízo arbitral.Capítulo XI - Disposições Finais - Art. 24. Os casos omissos neste Estatuto Social serão regulados pela Lei das S.As. (Lei n° 6.404/76). Jucesp nº 77.564/14-5 em 21/02/2014.Gisela S. C.-Secr. Geral.

Rio Jari SP Participações S.A. - CNPJ/MF nº 13.008.397/0001-00 - NIRE 35.300.387.961 Extrato da Ata de Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária Data, Hora, Local: 02.09.2013, 09hs, sede social, Av. Brig. Faria Lima 2.277, 6º and., sl. 604, (parte), Torre B, Ed. Plaza Iguatemi, SP/SP. Convocação: Dispensada. Presença: Totalidade dos acionistas. Mesa: Rodrigo Lowndes: Presidente, Gustavo Pereira de Freitas Santos: Secretário. Deliberações Aprovadas: (i) As contas da Cia. e os Demonstrativos financeiros de 2012, bem como sua distribuição de dividendos: a) não existe saldo de Prejuízo Acumulado de Exercícios Anteriores; b) não houve Lucros Distribuídos de Saldo de Exercícios Anteriores; c) o lucro do Exercício de 2012 foi de R$ 12.977.126,18; d) houve a manutenção da reserva legal de 5%, no valor de R$ 648.856,31; e) descontada a Reserva Legal, o lucro acumulado de R$ 12.328.269,87, foi destinado da seguinte forma: i) o valor de R$ 1.232.826,99 foi destinado para conta de Dividendos a pagar; ii) o valor de R$ 11.095.442,88, permanecerá no Patrimônio Liquido da Cia. (iv) Reeleição do Conselho de Administração: Gustavo Pereira de Freitas Santos, brasileiro, divorciado, administrador de empresa, RG 11.829.273 SSP/MG, CPF/MF 076.218.746-86; Diego Stark, brasileiro, casado, engenheiro mecânico, RG 9.013.673-1 SSP/SP, CPF/MF 264.431.658-88; Angel José Uribe, argentino, casado, empresário, RNE V521139-2, CPF/MF 232.994.808-55, todos com escritório em SP/SP e declaram que cumprem com todos os requisitos legais para assumir seus respectivos cargos, todos mandato até a próxima AGO. (v) Angel José Uribe acumulará o cargo de Conselheiro Administrativo e de Diretor Presidente. (vi) Consolidar o Estatuto Social. Encerramento: Nada mais, lavrou-se a ata. SP, 02.09.2013. Rodrigo Lowndes: Presidente, Gustavo Pereira de Freitas Santos: Secretário. Acionistas: SCG II Fundo de Investimento em Participações. Angel José Uribe. JUCESP 86.038/14-0 em 27.02.2014. Gisela Simiema Ceschin - Secretária Geral.

Brassinter S/A Indústria e Comércio - CNPJ 56.994.460/0001-37 Edital de Convacação - Assembléia Geral Ordinária Ficam convidados os Srs Acionistas desta sociedade a se reunirem em Assembléia Geral Ordinária, a ser realizada no dia 15 de abril de 2014, às 10:00 horas, na sede social à Avenida das Nações Unidas, 21344, nesta capital, a fim de discutirem e deliberarem sobre a seguinte ordem do dia: a) Aprovação das Demonstrações Contabeis do exercício findo em 31.12.2013; b) Outros assuntos de interesse da sociedade. Acham se a disposição dos Srs Acionista na sede social os documentos a que se refere o artigo 133 da Lei 6.404/76 referem ao exercício encerrado em 31/12/13. São Paulo, 11/3/2014. A Diretoria. (11, 12 e 13/03/2014)

COMUNICADO DE ABANDONO DE EMPREGO A FERNANDA G. C. SORIANO COM. DE ÓCULOS - ME, inscrita no CNPJ nº 17.688.349/0010-51, vem pela presente comunicar Ruth Lays Campos da Silva Soares, portadora da CTPS nº 020707 série 00414-SP que, por não ter sido atendida a comunicação para o seu retorno imediato ao trabalho, conforme telegrama datado em 17/02/2014 enviado ao endereço fornecido na admissão, e pelo fato de suas faltas injustificadas terem ultrapassado 30 dias (desde 31/01/2014), estamos dando por rescindido o seu contrato de trabalho por abandono de emprego, com fundamento no artigo 482, letra ”i” da Consolidação da Leis do Trabalho. Dessa forma, solicitamos sua presença em nosso departamento pessoal, situado na rua Albuquerque Lins, 635 - 12º andar - Higienópolis, munida de sua Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) para que seja realizada as devidas anotações. São Paulo, 07 de março de 2014.

SADA TRANSPORTES E ARMAZENAGENS S/A CNPJ nº 19.199.348/0001-88 (Companhia Fechada) NIRE: 35300334167 - COMUNICADO - Comunicamos que se acham à disposição dos Srs. Acionistas, na Sede Social, na Av. Nicola Demarchi, 1500, em SBC/SP, os documentos a que se refere o Artigo 133 da Lei 6.404/76, relativos ao exercício encerrado em 31/12/2013. SBC(SP), 11/03/2014. Vittorio Medioli - Diretor Presidente.

PREFEITURA MUNICIPAL DE BIRIGUI SADA PARTICIPAÇÕES S/A - CNPJ nº 97.482.897/000179 (Companhia Fechada) NIRE: 3530043654-7 - COMUNICADO - Comunicamos que se acham à disposição dos Srs. Acionistas, na Sede Social, Av. Nicola Demarchi, 1500, Bl.10, Sl.5, em SBC/SP, os documentos a que se refere o Art. 133 da Lei 6.404/76, relativos ao exercício encerrado em 31/12/2013. SBC(SP), 11/03/2014. Vittorio Medioli - Dir. Presidente.

Yakult S.A. Indústria e Comércio

CNPJ nº 60.723.061/0001-09 - NIRE nº 35.3.0003245-4 FicamconvocadososSenhoresAcionistasdaYakultS.A.IndústriaeComércioparasereunirememAssembleiaGeralOrdinária e Extraordinária,às 10:00 horas do dia 20 de Março de 2014,na sede social da Companhia,localizada na Alameda Santos, 771 - 13º andar - conj. 131, Cerqueira César, em São Paulo - SP, a fim de deliberar sobre a seguinte ordem do dia: 1) Análise, discussãoeaprovaçãodoRelatóriodosAdministradoresedasDemonstraçõesFinanceirasreferentesaoExercícioSocialencerrado em 31/12/13;2) Destinação do Lucro Líquido do Exercício de 2013;3) Alteração dos Estatutos Sociais, referente à Administração da Companhia;4) Outros assuntos de interesse social.São Paulo, 10 de Março de 2014.Ichiro Amano - Diretor Presidente.

BR Partners Investimentos Imobiliários S.A. CNPJ/MF nº 11.115.212/0001-30 – NIRE 35.300.442.865 - Extrato Ata da AGO realizada em 30 de Abril de 2013 Data, Hora e Local: Dia 30/4/13, 11hs, sede.Convocação e Presença: 100%.Mesa: Pres.: Jairo Eduardo Loureiro Filho, Secr.: Caio Blaj. Deliberações: 1. Aprovar o Rel. da Adm. e as Demonstr. Financ., Parecer dos Auditores Independentes, referentes ao exercício findo em 31/12/12 publicados no“DOE”, em 18/05/13;e“Diário do Comércio”, em 18,19 e 20/3/13.2.Aprovar a proposta da Adm.da Cia.p/ destinação do lucro líq.relativo ao exerc.findo em 31/12/12, no montante total de R$ 446.468,31, conforme segue:(i) destinação de 5% do lucro líq., no montante de R$ 21.279,89, à Reserva Legal;e (ii) distribuição aos acionistas de R$ 425.188,42, correspondentes a 100% do saldo do lucro líq.ajustado na forma do art.202 da Lei das S.A., os quais foram declarados e já pagos aos acionistas, não havendo na presente data saldo remanescente do lucro líq.do exercício findo em 31/12/12 a ser distribuído.3.Aprovar a remuneração global anual dos administradores p/ o exerc.de2012,novalordeR$260.000,00.4.AprovaraeleiçãocomomembrosdoCons.deAdm.:(i)JairoEduardoLoureiroFilho,RG9.947.949 SSP/SPeCPF/MF032.508.808-09;(ii)JoséFlávioFerreiraRamos,RG25.919.840-7SSP/SPeCPF/MF315.119.536-91;e(iii)AndreaCapelo Pinheiro,RG28.174.147-5-SSP/SPeCPF/MF256.600.043-34,todoscommandatode1anoaseexpirarnaAGOdaCia.quedeliberarsobre as demonstr.financ.do exerc.social findo em 31/12/13.Os membros do Cons.de Adm., aceitam os cargos p/ os quais foram reeleitos.Nada mais. SP, 30/4/13. Jairo Eduardo Loureiro Filho - Pres.; Caio Blaj - Secr.. Jucesp 88.177/14-2 em 05/03/2014. Gisela S. C.-Secr. Geral.

COOPERATIVA CENTRAL AGRÍCOLA E DE COLONIZAÇÃO DO BRASIL ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA – CONVOCAÇÃO De conformidade com o dispositivo estatutário, ficam os senhores Delegados, em número de 33 representantes das Cooperativas Associadas e dos Produtores Rurais, convocados a se reunirem em 57ª Assembleia Geral Ordinária, a ser realizada na sede social, sita à Rua da Glória, 332, conj. 134, Liberdade, São Paulo-SP, no dia 21 de março de 2014, em primeira convocação, às 09 horas, segunda convocação, às 10 horas, e terceira convocação, às 11 horas, a fim de deliberarem sobre a seguinte Ordem do Dia: 1) Apresentação do Relatório dos Serviços Sociais; 2) Apresentação do Balanço Geral e do Demonstrativo das Contas de Resultado do ano social findo; 3) Parecer do Conselho Fiscal; 4) Arguição sobre o relatório e contas apresentadas; 5) Eleição para o Conselho de Administração; 6) Eleição para a Diretoria Executiva; 7) Eleição para o Conselho Fiscal, sendo três membros efetivos e três suplentes; 8) Plano de Trabalho para o exercício de 2014 e autorização ao Conselho de Administração à Diretoria Executiva a adquirir, alienar ou onerar bens imóveis; 9) Fixação dos honorários do Conselho de Administração, Diretoria Executiva e Cédula de Presença do Conselho Fiscal; 10) Outros assuntos de interesse social. São Paulo, 07 de março de 2014. Shiro Kondo - Presidente.

SERVIÇO AUTÔNOMO DE ÁGUA E ESGOTO DE SOROCABA O Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Sorocaba comunica que se acha publicado no Sistema Eletrônico do Banco do Brasil, o Pregão Eletrônico nº 22/2014 - Processo nº 1.102/2014,

DACUNHA S.A. - CNPJ nº 59.172.676/0001-05 (Companhia Fechada) NIRE: 35300042140 - COMUNICADO - Comunicamos que se acham à disposição dos Srs. Acionistas, na Sede Social, na Rua Daniel Tolloti, 609, em SBC/SP, os documentos a que se refere o Artigo 133 da Lei 6.404/76, relativos ao exercício encerrado em 31/12/2013. SBC(SP), 11/03/2014. Vittorio Medioli Diretor Presidente.

TOMADA DE PREÇOS Nº 02/2014 COMUNICADO DE SUSPENSÃO A Prefeitura Municipal de Birigui, TORNA PÚBLICO, que encontra-se suspensa a Tomada de Preços nº 02/2014, que objetiva a Contratação de empresa especializada para execução da obra de iluminação pública e extensão de rede em ruas do município, com fornecimento de mão de obra, materiais e equipamentos, conforme Termo de Referência, Planilha Orçamentária e Projetos fornecidos pela Secretaria de Serviços Públicos, Água e Esgoto, cuja abertura está marcada para 13/03/2014, às 08:30 horas, para que seja providenciado pela Secretaria requisitante os cronogramas físico-financeiros. Pedro Felício Estrada Bernabé, Prefeito Municipal. Birigui, 11 de março de 2014.

PREFEITURA MUNICIPAL DE CASTILHO/SP PROCESSO LICITATÓRIO Nº 07/14 - PREGÃO Nº 04/14 Acha-se aberto, na Prefeitura do Município de Castilho, o Processo Licitatório 07/14, na modalidade de Pregão 04/14, na forma presencial, para a contratação de empresa especializada para reforma de trailer médico/ odontológico. Data: 27 de março de 2014, às 09 horas. O edital, na íntegra, encontra-se à disposição dos interessados na Praça da Matriz, 247, Castilho. Informações complementares serão fornecidas pelo telefone A Debitar (12.03.14) (18) 3741-9000, ramal 9034 e pelo e-mail: licitacoescastilho@starsnet.com.br.

PREFEITURA MUNICIPAL DE ALUMÍNIO/SP PREGÃO PRESENCIAL Nº 04/2014 - PROCESSO N° 05/2014 OBJETO: AQUISIÇÃO DE VEÍCULO. Comunicamos aos interessados no pregão retro mencionado que devido às alterações do edital o encerramento será no dia 18/03/2014, às 9h30. Kátia Alves Leal - Pregoeira. PREGÃO PRESENCIAL n° 06/2014 – PROCESSO n° 07/2014 OBJETO: AQUISIÇÃO DE OVOS DE PÁSCOA PARA SEREM DISTRIBUÍDOS AOS ALUNOS DA REDE MUNICIPAL - Tipo: menor preço - Encerramento: 25/03/2014, às 9h30. O edital encontra-se disponível no site: www.aluminio.sp.gov.br ou no Paço Municipal, à Av. Antônio de Castro Figueirôa, 100, Alumínio/SP sob custas de R$ 19,20. Informações (11) 4715-5500ramal 5314. Kátia Alves Leal - Pregoeira.

PREFEITURA MUNICIPAL DE CASTILHO/SP

PROCESSO LICITATÓRIO Nº 13/14 - PREGÃO Nº 06/14 Acha-se aberto, na Prefeitura do Município de Castilho, o Processo Licitatório 13/14, na modalidade de Pregão 06/14, na forma presencial, para a aquisição de gêneros alimentícios, gás e utensílios de cozinha, destinados a atender a Merenda Escolar e Creches, pelo período de 12 (doze) meses, a contar da assinatura do contrato. Data: 26 de março de 2014, às 09 horas. O edital, na íntegra, encontra-se à disposição dos interessados na Praça da Matriz, 247, Castilho. Informações complementares serão fornecidas pelo telefone (18) 3741-9000, A Debitar (12.03.14) ramal 9034 e pelo e-mail: licitacoescastilho@starsnet.com.br.

destinado ao fornecimento de areia média lavada de rio. SESSÃO PÚBLICA dia 26/03/2014, às 10:00 horas. Informações pelo site www.licitacoes-e.com.br, pelos telefones: (15) 3224-5814 e 5815

PREFEITURA MUNICIPAL DE CASTILHO/SP

ou pessoalmente na Av. Pereira da Silva, 1.285, no Setor de Licitação e Contratos. Sorocaba, 11 de março de 2014. Ema Rosane Lied Garcia Maia - Pregoeira.

MULTILABEL DO BRASIL S.A. CNPJ/MF nº 01.110.138/0001-06 Edital de Convocação de AGOE MULTILABEL DO BRASIL S.A., pessoa jurídica de direito privado, constituída na forma de uma Sociedade Anônima de capital fechado, empresa do ramo de edição e impressão de produtos gráficos, inscrita no CNPJ/MF sob no 01.110.138/000106, com sede na Capital do Estado de São Paulo, na Rua Laguna no 476 - Santo Amaro - CEP 04728-001, representada na forma do art. 10 de seu Estatuto Social, devidamente registrado na JUCESP sob no 91.295/00-2 e posteriores alterações, por seu Diretor Presidente JUAN CARLOS SACCO, argentino, casado, empresário, portador do Documento de Identificação RNE no V379061-V e inscrito no CPF/MF sob no 230.775.988-33, com endereço na Capital do Estado de São Paulo, na Rua Laguna no 476 - Santo Amaro - CEP 04728-001, pelo presente EDITAL convoca os senhores acionistas para a Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária a ser realizada no recinto de reuniões de seu prédio sede acima indicado, em data de 17.03.2014, às 9H30 em primeira convocação e às 10H00 em segunda convocação, para deliberar sobre a seguinte ORDEM DO DIA: a) aprovação de contas, balanço e distribuição de lucros; b) plano de investimentos. Assim, cumprindo-se as disposições legais, lavra-se o presente Edital de Convocação. São Paulo, 7 de março de 2014. Multilabel do Brasil S.A. - Por seu Diretor Presidente Juan Carlos Sacco. (08, 11 e 12/03/2014)

PREFEITURA MUNICIPAL DE PEREIRA BARRETO/SP PROCESSO Nº 029/2014 - PREGÃO Nº 012/2014 SISTEMA DE REGISTRO DE PREÇOS RESUMO DE EDITAL ARNALDO SHIGUEYUKI ENOMOTO, Prefeito de Pereira Barreto-SP, faz saber que se acha aberto até as 09h00min do dia 24 de março de 2014, o Pregão Presencial nº 012/2014, do tipo menor preço por item, objetivando o Registro de Preços para Aquisição de Equipamentos de Iluminação para reposição nas Praças, Avenidas, Terminal Rodoviário e Feira Municipal desta municipalidade, conforme relacionado no Anexo I – Termo de Referência, observados as especificações e quantitativos estabelecidos. Maiores informações no Dep. de Licitações pelo fone/fax (18) 3704-8505, pelo e-mail licitacao@pereirabarreto.sp.gov.br, ou ainda o Edital completo no website www.pereirabarreto.sp.gov.br. Pereira Barreto-SP, 11 de março de 2014. Arnaldo Shigueyuki Enomoto - Prefeito

PREFEITURA MUNICIPAL DE CASTILHO/SP TERMO DE HOMOLOGAÇÃO PROCESSO LICITATÓRIO 05/14 - PREGÃO 02/14 Objeto: Aquisição de 01 (um) caminhão basculante, novo, zero km, ano/modelo 2013, tração 6x2, potência mínima de 220 CV, com caçamba basculante de 10 m3, relativo Convênio nº 418/2013, celebrado em 15 de outubro de 2013, com o Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Regional, autorizado pela Lei Municipal 2.402, de 30 de janeiro de 2014. Considerando a adjudicação constante da ata dos trabalhos da sessão pública de julgamento, lavrada pelo Sr. Pregoeiro, designada pela Portaria nº 001, de 03/01/2014; e a regularidade do procedimento, hei por bem, com base na Lei Federal nº 10520, de 17 de julho de 2002, Homologar, o item do objeto licitado, à empresa abaixo delineada e determinar que sejam tomadas as providências ulteriores. Comercial Araçatuba de Veículos Ltda. Rua Anhanguera, 3.279 – Jardim Nova Iorque. Araçatuba – SP. CNPJ (MF): 04.044.477/0004-72. Valor: R$ 227.000,00 (Duzentos e vinte e sete mil reais). Castilho – SP, 11 de março de 2014. Joni Marcos Buzachero. Prefeito. A Debitar (12.03.14)

FALÊNCIA, RECUPERAÇÃO EXTRAJUDICIAL E RECUPERAÇÃO JUDICIAL NOS TERMOS DO PROVIMENTO CSM CXC/84, INFORMAMOS QUE NO DIA 11 DE MARÇO DE 2014 NÃO HOUVE PEDIDO DE FALÊNCIA NA COMARCA DA CAPITAL.

TERMO DE ADJUDICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO PROCESSO LICITATÓRIO Nº 102/13 - PREGÃO Nº 60/13 Objeto: Contratação de empresa qualificada para a execução de serviço de transporte de trabalhadores. Considerando o teor da ata dos trabalhos da sessão pública de julgamento, de 22 de janeiro de 2014, lavrada pelo Sr. Pregoeiro, designada pela Portaria nº 01, de 03/01/2014; e a regularidade do procedimento, hei por bem, com base na Lei Federal nº 10520, de 17 de julho de 2002, Adjudicar o item do objeto licitado à empresa abaixo delineada e Homologar o presente certame, determinando que sejam tomadas as providências ulteriores. Transportadora e Locadora J R Ltda. – ME. Rua Antonio Tavares, 506 – Centro. Castilho – SP. CNPJ (MF): 11.073.649/0001-59. Valor: R$ 295,00 (Duzentos e noventa e cinco reais) por viagem de ida e volta. Castilho – SP, 11 de março de 2014. Joni Marcos Buzachero. Prefeito. A Debitar (12.03.14)

Epharma – PBM do Brasil S/A CNPJ nº 03.448.808/0001-24 - NIRE 35300173872 EDITAL DE CONVOCAÇÃO Ficam os Srs. Acionistas da Epharma - PBM do Brasil S/A (“Companhia”) convocados a se reunirem em Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária, a ser realizada no dia 20/03/2013, às 10 horas, na sede da Companhia, na Cidade de Barueri, Estado de São Paulo, na Alameda Mamoré nº 989, conjunto 902, Alphaville, a fim de deliberarem sobre a seguinte ordem do dia: em AGO: (a) tomar as contas dos administradores, examinar, discutir e votar as demonstrações financeiras do exercício social encerrado em 31.12.2013; (b) deliberar sobre a destinação do resultado do exercício social encerrado em 31.12.2013. (c) eleger os membros do Conselho de Administração para o próximo ano; (d) fixar a remuneração da administração da Companhia para o próximo exercício social. Em AGE: (a) alterar o objeto social da Companhia para o fim de incluir as seguintes atividades: (i) gestão e operação de benefícios em saúde e (ii) prestação de serviços de assistência farmacêutica; (b) Autorizar o Conselho de Administração a outorgar opção de compra ou de subscrição de ações, nos limites do capital autorizado e mediante plano aprovado pela Assembleia Geral; (c) aprovar a proposta de consolidação do Estatuto Social da Companhia; (d) aprovar o Plano de Opção de Subscrição de Ações, em favor dos administradores, empregados ou a pessoas naturais que prestem serviços à Companhia ou às sociedades sob seu controle, direto ou indireto. Avisos: Encontram-se à disposição dos Srs. Acionistas, na sede da Companhia, os documentos a que se refere o Artigo 133 da Lei nº 6.404/76. Barueri, 11/03/2014. Francisco Deusmar Queiros - Presidente do Conselho de Administração. 11, 12 e 13

Adipa Participações S.A. CNPJ/MF nº 14.976.438/0001-14 – NIRE 35.300.417.917 Ata de Reunião do Conselho de Administração, realizada em 11 de Fevereiro de 2014 1. Data, hora e local: 11/02/2014, às 11hs, na sede social da Adipa Participações S.A. (“Cia.”), em SP/SP, Av. Bernardino de Campos, nº 327, 2º andar, cj.14, porta 24, parte, Paraíso.2. Presença: todos os membros do Conselho de Administração, dispensada a convocação prévia. 3. Mesa: Presidente: Renato Souza Neto. Secretário: Marcos Alberto Lederman. 4. Ordem do Dia: Deliberar sobre: (a) renúncia de membro da Diretoria da Cia.; e (b) eleição de novo membro da Diretoria da Cia.. 5. Deliberações: os membros do Conselho de Administração, por unanimidade de votos: 5.1. Aceitaram a renúncia do Sr. Renato Souza Neto, brasileiro, casado, economista, RG nº 22.550.000-0 SSP/SP, CPF/MF nº 830.349.436-87, residente e domiciliado em SP/SP, na R. Professor Adalgiso Pereira, 190, casa 3, do cargo de Diretor Presidente da Cia.. 5.2. Aprovaram a eleição do Sr. Alexandre Alves da Nobrega Lanz, brasileiro, solteiro, engenheiro, RG nº 27.193.411-6 SSP/SP, CPF/MF nº 255.179.448-09, residente e domiciliado em SP/SP, na R. Edson 77, apto. 91, para o cargo de Diretor da Cia., para um mandato a se encerrar na Assembleia Geral Ordinária da Cia. que aprovar as contas do exercício social findo em 31/12/2013. 5.3. Ratificaram a composição da Diretoria da Cia., que passará a ser composta pelos Srs. Daniel Stiebler Leite Villela, brasileiro, casado, administrador de empresas, RG nº 32.991.174-0 SSP/SP, CPF/MF nº 289.932.368-79, residente e domiciliado em SP/ SP,naRuaProfessorAdalgisoPereira,190,casa3;eAlexandreAlvesdaNobregaLanz,brasileiro,solteiro,engenheiro,RGnº27.193.411-6 SSP/SP, CPF/MF nº 255.179.448-09, residente e domiciliado em SP/SP, na Rua Edson 77, apto. 91, todos designados Diretores sem designação específica, com um mandato a se encerrar na Assembleia Geral Ordinária da Cia. que aprovar as contas do exercício social findo em 31 de dezembro de 2013. 6. Declaração de Desimpedimento: Presente, o membro da Diretoria eleito declara, sob as penas da lei, não estar impedido, por lei especial, e nem condenado ou se encontrar sob efeitos da condenação, a pena que vede, ainda que temporariamente, o acesso a cargos públicos; ou por crime falimentar, de prevaricação, peita ou suborno, concussão, peculato; ou contra a economia popular, contra o sistema financeiro nacional, contra as normas de defesa da concorrência, contra as relações de consumo, a fé pública ou a propriedade. 7. Documento arquivado na sede da Cia.: Termos de Posse e de Renúncia dos membros da Diretoria. 8. Encerramento, lavratura, aprovação e assinatura da ata: Nada mais havendo a tratar, foi a presente ata lavrada, lida, aprovada e assinada por todos os presentes.São Paulo, 11/02/2014.Renato Souza Neto, Presidente;Marcos Alberto Lederman, Secretário.Membros do Conselho de Administração: Ricardo Stern, Renato Souza Neto, Marcos Alberto Lederman, Daniel Stiebler Leite Villela. Diretor Eleito: Alexandre Alves da Nobrega Lanz.Renato Souza Neto - Presidente;Marcos Alberto Lederman - Secretário.Jucesp nº 77.565/14-9 em 21/02/2014. Gisela Simiema Ceschin-Secretária Geral.

DECLARAÇÃO DE PROPÓSITO EDISIO DIAMANTINO NUNES JÚNIOR, brasileiro, casado, corretor de seguros, nascido em 17/02/1970, portador da Cédula de Identidade RG nº 30347858-6 SSP/BA, inscrito no CPF/MF sob nº 692.703.76591 e registrado na SUSEP sob nº 10.041048-9, domiciliado na Cidade de Salvador, Estado da Bahia, na Rua Parati nº 135, apartamento 402 D - Bairro Alphaville, CEP 41701-035, na condição atual de sócio com participação qualificada, por intermédio do presente instrumento DECLARA: 1. Sua intenção de adquirir 5.000 (cinco mil) quotas da BRIB CORRETORA DE RESSEGUROS LTDA., sediada na Alameda Santos 1787, 5º andar, Cerqueira Cesar, CEP 01419-002, Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, inscrita no CNPJ/MF nº 12.651.299/0001-23 cujos Atos Constitutivos encontram-se arquivados na Junta Comercial de São Paulo sob o NIRE 35.224.753.711. 2. A inexistência de restrições que possam afetar a sua reputação, conforme item VI do artigo 5º da Resolução CNSP 166/2007; e 3. Esclarece que, nos termos da regulamentação em vigor, eventuais impugnações a presente declaração deverão ser comunicadas diretamente à Superintendência de Seguros Privados – SUSEP, Avenida Presidente Vargas, 730, 9º andar – Rio de Janeiro, no prazo máximo de quinze dias, contados da data da publicação, por meio de documento em que os autores estejam devidamente identificados, acompanhado da documentação comprobatória, observado que o(s) declarante(s) poderá(ão), na forma da legislação em vigor, ter direito a vista do respectivo processo. Denominação social: BRIB CORRETORA DE RESSEGUROS LTDA. Local e sede: Alameda Santos, 1787/5º andar, Cerqueira Cesar, CEP: 01419-002, Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo. Patrimônio líquido: 31/12/2013 era de R$1.594.588,28 (hum milhão, quinhentos e noventa e quatro mil, quinhentos e oitenta e oito reais e vinte e oito centavos). Composição societária: Sócios – Nº de cotas – R$ - %: EDISIO: 40.000; R$40.000,00; 40%. PROMOVE: 20.000; R$ 20.000,00; 20%. APR: 20.000; R$20.000,00. LASRY: 10.000; R$10.000,00; 10%. MEGLER B.I: 10.000; R$10.000,00; 10%. Total: 100.000; R$100.000,00; 100%. Objeto Social: A Sociedade tem por objeto social a atuação como intermediária na contratação de resseguros e retrocessões e a prestação de serviços técnicos e de consultoria, relacionados à contratação e estruturação de programas de resseguros e gerenciamento de riscos. Controladores: EDISIO DIAMANTINO NUNES JÚNIOR, brasileiro, casado, corretor de seguros, nascido em 17/02/1970, portador da Cédula de Identidade RG nº 30347858-6 SSP/BA, inscrito no CPF. MF sob nº 692.703.765- 91 e registrado na SUSEP sob nº 10.041048-9, domiciliado na Cidade de Salvador, Estado da Bahia, na Rua Parati nº 135, apartamento 402 D - Bairro Alphaville, CEP 41701035; PROMOVE CORRETORA DE SEGUROS LTDA., sociedade empresária limitada com sede na Cidade de São Bernardo do Campo, Estado de São Paulo, na Rua Álvaro Alvin, 1061 - Vila Paulicéia, CEP 09693-000, inscrita no CNPJ.MF sob nº 01.132.485/0001-30 e registrada na SUSEP sob nº 059626.1.02861-84; APR CORRETORA DE SEGUROS LTDA., sociedade empresária limitada com sede na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Alameda Santos, 1.787, 5º andar - Cerqueira César, Brasil, inscrita no CNPJ.MF sob n° 05.399.406/0001-02 e registrada na SUSEP sob nº 050326.1.0467723; LASRY CORRETORA DE SEGUROS LTDA., com sede e foro legal na Alameda Santos 1787/5º (parte), Cerqueira Cesar CEP 01419-002, cidade e estado de São Paulo, inscrita no CNPJ.MF sob nº 00.550.185/0001-08 e registrada na SUSEP sob nº 059526.1.020979-1; MEGLER B.I. CORRETORA DE SEGUROS LTDA, com sede e foro legal na Cidade e Estado de São Paulo, Alameda Santos, número 1787, 14º Andar – Cerqueira Cesar, CEP: 01419-002, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 11.587.000/000156, cujos Atos Constitutivos encontram-se arquivados na Junta Comercial de São Paulo sob o NIRE 35.224.055.452. São Paulo, 10 de março 2013. EDISIO DIAMANTINO NUNES JÚNIOR.

COLÉGIO BRASIL EUROPA S.A. CNPJ nº 60.758.513/0001-98

Senhores Acionistas: Em cumprimento às normas legais e estatutárias submetemos a apreciação dos Senhores Acionistas o Balanço Patrimonial e as Demonstrações Financeiras do exercício encerrado em 31 de dezembro de 2013. Permanecemos desde já a disposição dos Senhores Acionistas para quaisquer esclarecimentos que se fizerem necessários. Balanço Patrimonial Encerrado em 31 de Dezembro de 2013 Demonstração de Fluxos de Caixa - 01/01/2013 a 31/12/2013 2013 - R$ 2012 - R$ Ativo 2013 - R$ 2012- R$ Passivo 2013 - R$ 2012 - R$ 102.969 110.525 Atividades Operacionais 3.350.737 2.841.600 Passivo Circulante Ativo Circulante 671.928,01 530.653,36 Obrigações 102.969 110.525 Disponibilidades 3.350.687 2.840.798 Lucro Líquido 677.810,03 502.524,50 44.030 64.014 Depreciação Caixa e Bancos 3.763 2.906 Obrigações Trabalhistas 1.669,61 1.803,72 4.001 3.616 Diminuição de outros débitos Aplicações Financeiras 3.346.923 2.837.892 Obrigações Tributárias (79,93) 403,88 5.040 4.567 Impostos/Encargos Sociais Realizável 50 802 Provisões – 25.921,26 1.780 2.338 Redução Impostos/Encargos Sociais (7.471,70) – Adiantamentos 50 802 Contas a Pagar 48.118 35.991 Atividades de Investimentos 667.719 667.115 IRF e CSL a Recolher Não Circulante (2.273,90) – 163.977 247.664 Aumento de Bens Cauções e Depósitos 95.149 95.149 Não Circulante (2.273,90) – 163.977 247.664 Atividades de Financiamentos 572.570 571.966 Obrigações Fiscais Imobilizado (160.516,86) (106.142,95) 3.751.510 3.150.525 Aumento reserva legal Imobilizações Financeiras 5.890 5.890 Patriminio Líquido 968.720 968.720 Aumento atividades de financiamento Imobilizado 1.304.826 1.302.552 Capital (4,52) 4,52 1.850.989 1.373.517 Redução Parcelamento Fiscais Correção IPC/90 177.936 177.936 Reserva de Lucros (83.687,34) (81.094,97) 600.985 477.472 Dividendos Depreciação IPC/90 (123.999) (123.999) Reserva de Lucros 2013 (76.825,00) (25.052,50) 171.023 171.023 Aumento ou Redução de Caixa Líquido (792.083) (790.413) Reserva Legal Depreciação Acumulada 509.137,25 424.510,41 250.000 250.000 Saldo de Caixa Inicial 4.018.456 3.508.714 Reserva para Reavaliação Total do Ativo 2.841.599,71 2.417.089,30 (90.208) (90.208) Saldo de Caixa Final Saldo Correção M IPC/90 3.350.736,96 2.841.599,71 Demonstração das Mutações do Patrimônio - 31/12/2013 - R$ 4.018.456 3.508.714 Aumento ou Redução de Caixa Líquido Total do Passivo 509.137,25 424.510,41 ReserDemonstração do Resultado do Exercício - 31/12/2013 Reserva Correção va para Receitas Operacionais 2013 - R$ 2012 - R$ 2013 - R$ 2012 - R$ Reserva de Monetária Reava1.315.550 1.121.145 (–) Despesas Financeiras (748) (964) Capital Legal Lucros Total Aluguel de Imóvel IPC/90 liação (–) Tributos s/receitas (48.018) (40.922) (+) Receitas Financeiras 222.767 192.156 Sd. 31/12/12 968.720 171.023 1.850.989 (90.208) 250.000 3.150.525 Receita Operacional Líquida 1.267.532 1.080.224 Resultado antes da Provisão IRF e CSL 872.683 665.838 (463.297) (442.647) Provisão Contribuição Social s/Lucro (57.937) (49.583) Dividendos – – (76.825) – – (76.825) (–) Despesas com Pessoal (–) Despesas Administrativas (145.892) (155.559) Provisão Imposto de Renda s/o Lucro (136.936) (113.731) Res. do Per. – – 677.810 – – 677.810 (–) Impostos Taxas e Contribuições (6.011) (5.568) Resultado do Exercício antes da Res.Legal 677.810 502.525 Sd. 31/12/13 968.720 171.023 2.451.974 (90.208) 250.000 3.751.510 (–) Depreciações (1.670) (1.804) Resultado Líquido do Exercício 677.810 502.525 Colégio Brasil Europa S.A. Notas Explicativas método linear segundo as taxas normais permitidas pela legislação Ines Helena Reingenheim - Diretora Presidente a) As Demonstrações Financeiras foram elaboradas de acordo com as vigente. c) As despesas e receitas são reconhecidas com observancia no Fernandes Araújo & Cia. Aud. Cons. Empr. S/S disposições contidas da Lei das Sociedades por Ações Lei 10.638/2007 e regime de competência. d) A tributação do Imposto de Renda e da Márcio Fernandes de Araújo - Contador - CRC 1SP174105/O-2 Legislação Tributária Vigente. b) As depreciações estão calculadas pelo Contribuição Social foram calculadas pelo Lucro Presumido.


DIÁRIO DO COMÉRCIO

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quarta-feira, 12 de março de 2014

Façamos um brinde sabendo que vamos fechar hoje, mas abriremos outro dia. Um cliente no fechamento do Old White Bear. Adam Ferguson/NYT

Há 300 anos no mesmo lugar, em Hampstead, o Old White Bear está fechado, mas a prefeitura se recusa a permitir que vire uma residência.

Pubs britânicos, espécie em extinção? Governo e comunidades lutam para preservar a milenar instituição, ameaçada pela cerveja barata dos supermercados, as leis antifumo e a especulação imobiliária. Danny Hakim* m a um, os pubs começam a desaparecer de Hampstead, uma vilinha de ruas de pedra e casas em estilo georgiano que se tornou um dos bairros

U

mais badalados de Londres. O Nags Head virou imobiliária; o King of Bohemia, loja de roupas. O Hare & Hounds foi substituído por um prédio de apartamentos. As mudanças na economia e no gosto do público são responsáveis pelo fechamento de um em cada

cinco pubs durante os últimos vinte anos no Reino Unido e a coisa está piorando. Desde a crise financeira de 2008, já foram sete mil, fazendo com que algumas comunidades menores tenham que enfrentar algo impensável: a vida sem os "locais", como os pubs são chamados.

Isso fez com que o governo entrasse em ação. Uma nova lei agora permite que o público entre com um pedido para que determinado pub seja designado como "patrimônio de valor comunitário", status que fornece um grau de proteção contra as demolições e ajuda as próprias associações de bairro a comprar os estabelecimentos em vez de vê-los serem adquiridos por grandes construtoras ansiosas para reformá-los ou simplesmente destruí-los. Desde que o Ivy House, um "local" muito querido no sul de Londres, se tornou o primeiro a receber essa designação em 2013, outros 300 o imitaram. "Prefiro encarar o pub como uma instituição relativamente única, muito tradicional", diz Brandon Lewis, membro conservador do Parlamento que também é do Ministério dos Pubs Comunitários, pasta que trabalha para destacar a importância que o estabelecimento tem na vida britânica. "Em muitas comunidades eles são realmente importantes, não só por serem o entretenimento das pessoas, mas por funcionarem como um ponto de encontro de arrecadação de fundos, do clube de futebol, da aula de dança, do café da manhã das mães e tantos outros eventos." Mudança cultural Apesar disso, o pub tradicional está sofrendo uma pressão inédita, mesmo depois de o Ministro das Finanças, George Osborne, ter voltado atrás em março passado e reduzido o imposto sobre a cerveja. A lei antifumo afastou os fumantes; as promoções que oferecem cerveja barata no supermercado também acabam prejudicando o negócio. Em Londres, a especulação imobiliária transformou os pubs em alvos extremamente atraentes para as construtoras. Para piorar, houve uma mudança cultural que abalou a ilha da bitter, porter e stout: os britânicos estão bebendo 23% menos cerveja hoje do que há dez anos, pelo menos de acordo com a Associação de Pubs e Cervejas. Por causa

disso, os estabelecimentos tentam se recuperar servindo outras bebidas e expandindo as opções do cardápio. Sob outro aspecto, os problemas enfrentados pelos pubs são consequência da desregularização promovida com fervor por Margaret Thatcher. Nos anos 80, seu governo conservador acabou com o pseudo-monopólio que as cervejarias tinham sobre os pubs só que elas foram substituídas pelos interesses de outras companhias, grandes e independentes que, desde então, já compraram praticamente metade das casas desse tipo no país. Geralmente essas "pubcos" são donas do terreno, determinam o que

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por cento é quanto o consumo de cerveja pelos britânicos despencou nos últimos dez anos. Em consequência, 7 mil pubs fecharam desde 2008. cada pub pode vender e cobram aluguéis altos. Algumas acumularam propriedades fazendo dívidas e agora estão vendendo a quem pagar mais para tirar vantagem da especulação imobiliária. Uma moção parlamentar proposta em janeiro denunciou as margens de lucro de uma delas, a Punch Taverns, classificando-as como "totalmente inaceitáveis". "As grandes empresas possuem inúmeras propriedades, é inevitável que queiram vender algumas ou várias em nome da especulação", lamenta Neil Walker, do grupo de defesa Campaign for Real Ale. Segundo ele, muitos pubs foram transformados em casas ou supermercados. Um campo de batalha típico em Hampstead é o Old White Bear. Localizado em um belo prédio de tijolos vermelhos, ele ocupa o mesmo lugar na Well Road há 300 anos. Dizem que Peter O'Toole, quando jovem, às vezes tinha que sair

carregado. Elizabeth Taylor, que nasceu em Hampstead, e Richard Burton, que tinha uma casa ali, também frequentavam, dizem os clientes. Entre os contemporâneos, marcaram presença Boy George e Liam Gallagher. Entretanto, depois que foi adquirido por uma construtora, através de uma empresa com sede na Ilha de Man, duas mil pessoas participaram de um abaixoassinado para salvá-lo. O Bear foi declarado patrimônio de valor comunitário e, desde então, a Prefeitura se recusa a liberar a permissão que o transformará em uma casa de seis quartos. Apesar disso, está fechado desde o dia dois de fevereiro. Com a empresa disposta a brigar, o futuro do Bear é incerto. Brinde à salvação Guy Wingate, cliente de longa data, mostra outros pubs de Hampstead que foram desativados. Há muitos que permanecem abertos, mas o Old White Bear, ele afirma, se tornou o centro de sua comunidade. "É como se arrancassem seu coração; agora, é começar a vagar pelas ruas feito zumbis ou ficar em casa e nunca mais ver o pessoal", filosofa Wingate tomando café no Cafe Rouge, que já foi o Bird in Hand. Na última noite de funcionamento do Old White Bear, um freguês entrou carregado no ombro de seis garçons; um bartender ficou imitando o barulho de uma sirene enquanto um husky cochilava no chão. Houve discursos e brindes. Jennie Smith, fumando do lado de fora, confessou que ela e outro cliente assíduo Bentley, seu labrador estavam arrasados. O cachorro, aliás, tinha chegado um pouco antes para beliscar o rosbife. Conforme o público foi chegando e se espalhando pelas salas, um freguês se levantou para recitar uma homenagem ao Old White Bear. "Vamos ser corajosos, vamos ter garra, vamos acreditar no White Bear velho de guerra. Façamos um brinde sabendo que vamos fechar hoje, mas abriremos outro dia." *The New York Times

Diário do Comércio  

Ano 90 - Nº 24.080 - São Paulo, quarta-feira, 12 de março de 2014

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