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O governador Eduardo Campos (PSB-PE) repetiu na ACSP, ontem, a novidade que iniciou no sábado: suas críticas ganharam nome – Dilma Rousseff. Foi ela quem criou a "crise de expectativa que leva à crise econômica". E mais: ela também "esconde a crise debaixo do tapete". Pág. 5

Newton Santos/Hype

Petistas apostam em pobre maniqueísmo, escreveu FHC.

Da esq. para a dir.: ex-senador Jorge Bornhausen, Rogério Amato, presidente da ACSP, Eduardo Campos, governador de PE, e Alencar Burti, presidente do Sebrae-SP.

Em coluna no UOL, ex-presidente diz: "Eles querem dividir a sociedade entre 'nós' e 'eles' para vencer eleições e se manter no poder". A ex-ministra Gleisi rebate: é amargor. Pág. 8 Jornal do empreendedor

Ano 90 - Nº 24.079

Conclusão: 23h45

www.dcomercio.com.br

R$ 1,40

São Paulo, terça-feira, 11 de março de 2014

PROCURA-SE Página 9

CAMPOS: DILMA ESCONDE A CRISE DEBAIXO DO TAPETE. PT promete ao PMDB dividir palanques em seis Estados A presidente Dilma prometeu apoiar nomes do PMDB em seis Estados onde o PT também deve lançar candidatos. Trata-se de uma tentativa de conter a crise com o principal partido aliado. O PT faria concessões em Estados como Maranhão, Paraíba e Rondônia. Pág. 6

Divulgação Tomas Bravo/Reuters

Natura com toda a ciência em Nova York O executivo Gerson Pinto fala sobre a visão estratégica que motiva o avanço nos EUA. Pág. 13

Médicos contra e pró-Maduro. E morre o 1º estrangeiro. A 21ª morte nos tumultos diários em Caracas foi a 1ª de estrangeiro – uma chilena que desmontava uma barricada em Mérida, no dia de confrontos de médicos com soldados (foto) e outros médicos. Pág. 9 ISSN 1679-2688

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Inteligência de dados a favor do crédito Programas permitem ao varejo, bancos e financeiras avaliar as solicitações e multiplicar a concessão de crédito. Para ter ideia da importância: há 5 anos, eram 4,4 bilhões de transações com cartões; em 2013, o número saltou para 9,2 bilhões. Pág. 24

X US$ 5 bilhões em jogo no maior clássico da Copa Faltando três meses para o Mundial no Brasil, Nike e Adidas montam seus esquemas para vencer a batalha de marketing no mercado que movimenta mais de US$ 5 bilhões/ano. Pág. 22


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Criou-se o hábito, no Brasil de se procurar, todos os meses, os vilões dos maus resultados econômicos. Roberto Fendt

"PERIGOS" DA

OS VILÕES DA BALANÇA A

ais uma vez a Justiça do Trabalho inova – deploravelmente inova.Veja-se o caso abaixo. O Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região – representado não por um, mas por vários desembargadores, condenou recentemente uma empresa pelo seguinte motivo:o empregado foi, no período de suas férias, buscar uma cesta básica oferecida pela empresa. Ao descer da escada com a cesta nas costas , o trabalhador caiu e teve fratura expos ta na perna e no tornozelo direito, tendo que se submeter à cirurgia, ficando afastado do trabalho de 2002 a 2005. O empregador foi condenado a uma indenização por danos materiais, morais e estéticos. Três foram os "pecados" da empresa punida: 1) ofereceu cesta básica; 2) convidou o empregado e retirar a cesta básica; 3) permitiu que subisse numa escada. E assim, como ele caiu e se machucou, a culpa é da empresa.

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A

ais relevante para o resultado negativo da balança comercial foi o comportamento das exportações de produtos industrializados. É verdade que essas exportações estão sendo muito prejudicadas pela situação econômica calamitosa da Argentina, terceiro destino das nossas exportações e para onde ia uma parcela considerável das vendas externas de nossa indústria automotiva. Os números agregados para o primeiro bimestre do ano não pintam, portanto, um quadro nada animador para as contas externas em 2014. Em relação ao mesmo período do ano passado, caíram as importações em 1,4% e as exportações, 3,4%. Na queda das importações pesou tanto a redução das compras externas de combustíveis e lubrificantes como o aumento em quase 6% nas aquisições de bens de consumo. Na queda das exporta-

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s argumentos jurídicos atrelados ao fato –deduzindo-se o que os magistrados pensaram – se manifestam da seguinte maneira: como foi o empregador que chamou o empregado para retirar a cesta (poder diretivo), isso constituiu uma “ordem” (subordinação). O empregado, por seu lado, obedeceu à ordem da empresa porque é hipossuficiente. Se a empresa chamou, mandou; se mandou, subordinou; e o subordinado pagou o pato. As empresas, pois, precisam ficar atentas, pois nem todo chamado é um simples chamado. Para a Justiça do Trabalho, alguns podem ser mais do que isso, principalmente se houver uma cesta básica nas costas do hipossuficiente, que, deduz-se, contra sua vontade, se submete à desumana, injusta e humilhante ordem (de buscar a cesta e descer a escada com ela), emanada por quem detém o capital, isto é, aquele que nasceu com este defeito, de sempre desejar humilhar, machucar e ferir o trabalhador. O mesmo empregador que ofereceu um benefício deve ser punido

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ROBERTO FENDT

ções, pesou mais a de produtos manufaturados. e pouca valia, contudo, serve explicar o comportamento de todo o setor externo procurando identificar, a cada mês, os vilões do período. A razão para o mau desempenho do setor externo está alhures, na política econômica do governo. Essa política partiu da premissa, lá atrás, de que a armadilha do crescimento medíocre em que estamos aprisio-

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nados reside na insuficiência da demanda, numa reedição tardia do que Keynes acreditava ser a causa da Grande Depressão da década de 1930. Há controvérsias entre os especialistas se a receita keynesiana para tirar o país da Depressão, com o aumento dos gastos do governo, funcionou na década de 1930. Não há controvérsia com relação à mesma política aplicada aqui nos últimos quatro anos: simplesmente não deu certo e exacerbou os problemas que pretendia resolver. ão padecemos de falta de demanda, mas de insuficiente oferta competitiva. Em situações de excesso de demanda, como a com que convivemos,esse excesso produz um de dois resultados, ou mesmo ambos: uma redução do saldo da balança comercial ou uma aceleração

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O que está reduzindo o saldo comercial e mantendo de forma renitente a inflação em seu atual patamar, apesar da alta da taxa de juros, é o problema de origem da nossa política econômica.

da inflação, ou as duas coisas. Quanto à última, considerando-se como indicador da inflação real a elevação dos preços livres, a alta média nos últimos quatro anos foi de 6,9%, acima do teto da meta de inflação e bem distante do centro da meta. Na balança comercial, o excesso de demanda consome internamente parte dos bens exportáveis e incentiva a importação de produtos no mercado interno para complementar os produzidos internamente. O resumo da ópera é simples: o que está reduzindo o saldo comercial e mantendo de forma renitente a inflação em seu atual patamar, apesar da alta da taxa de juros, é o problema de origem da nossa política econômica. nquanto se acreditar que é necessário utilizar a expansão do crédito e incentivos fiscais para aumentar a demanda, o resultado não poderá ser diferente daquele que colhemos hoje. Não é o petróleo, isoladamente, ou os preços da soja e do minério de ferro que estão mantendo baixo o saldo da balança comercial, mas sim uma política econômica equivocada, que cumpre corrigir.

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ROBERTO FENDT É ECONOMISTA

JOSÉ EDUARDO PASTORE exatamente porque fez este gesto, uma vez que assumiu o risco do “ perigoso” ato. Posteriormente, o Tribunal Superior do Trabalho reverteu a condenação, isentando a empresa de culpa. Mas o mais impressionante não é o TST ter revertido o precedente, mas sim a Justiça ter condenado alguém pelos motivos expostos. certo que os magistrados da 15ª Região acreditam que prestaram um grande serviço ao cidadão acidentado, que, inclusive, se deu ao trabalho de constituir advogado, que, por sua vez, defendeu a tese esdrúxula perante o Judiciário, que deu razão à insensatez. Isto se chama justiça trabalhista no Brasil, consolidando mais um precedente absolutamente insano. Felizmente o TST não deixou que o estrago chegasse a Brasília– ainda que Brasília, com todo respeito aos seus cidadãos, esteja necessitando que seus poderes, palácios e residências oficiais sejam lavados com água benta. Oscar Niemeyer disse algo parecido antes de morrer, ainda que fosse ateu.

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Divulgação

lguns também entendem que a falta de chuvas e a queda do volume de água nos reservatórios vem mantendo as usinas térmicas operando a plena capacidade e impulsionando a importação de derivados. O fato é que o desempenho da balança comercial petrolífera continua não andando bem. Em fevereiro, as importações cresceram mais de 30% em relação a fevereiro de 2013 e as exportações também caíram mais de 30%. Mas outros fatores também contribuíram e podem ser incluídos na lista dos vilões mais recentes. Por exemplo, a queda dos preços das commodities brasileiras de exportação passou a ter presença obrigatória na relação dos responsáveis pelo mau desempenho das exportações. Caíram os preços do café, da soja e do minério de ferro. Outros preços, porém, subiram e a essa flutuação não podem ser debitado os maus resultados observados. Os números deverão melhorar com a entrada das safras das principais commodities de exportação a partir deste mês.

CESTA BÁSICA

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balança comercial brasileira voltou a apresentar déficit substancial neste fevereiro, superior a US$ 2,1 bilhões. Com esse resultado, o déficit acumulado nos dois primeiros meses do ano já supera os US$ 6 bilhões. Criou-se o hábito, no Brasil de se procurar, todos os meses, os vilões dos maus resultados econômicos. Em fevereiro, o petróleo foi apontado novamente como um deles, no comércio exterior, a exemplo do que já vinha ocorrendo nos últimos meses. Diferentemente das expectativas mais otimistas, a produção interna ainda não se mostrou suficiente para reverter a contribuição negativa do petróleo para o saldo comercial. Estamos consumindo mais derivados em consequência do aumento da frota, turbinada pela redução do IPI.

evemos deplorar o fato, mas ao mesmo tempo também aplaudir a o Trubunal Superior do Trabalho, que ainda tem em seus quadros magistrados sensatos. Pelo menos sejamos justos com a Justiça. O mal, entretanto, já está feito. O precedente é grave. Por isso, um alerta aos empresários: cuidado com a cesta básica!

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JOSÉ EDUARDO PASTORE É ADVOGADO TRABALHISTA EMPRESARIAL WWW.PASTOREADVOGADOS.

Presidente Rogério Amato Vice-Presidentes Alfredo Cotait Neto Antonio Carlos Pela Carlos Roberto Pinto Monteiro Cesário Ramalho da Silva Edy Luiz Kogut João Bico de Souza José Maria Chapina Alcazar Lincoln da Cunha Pereira Filho Luciano Afif Domingos Luís Eduardo Schoueri Luiz Gonzaga Bertelli Luiz Roberto Gonçalves Miguel Antonio de Moura Giacummo Nelson Felipe Kheirallah Nilton Molina Renato Abucham Roberto Mateus Ordine Roberto Penteado de Camargo Ticoulat Sérgio Belleza Filho Walter Shindi Ilhoshi

Fundado em 1º de julho de 1924 CONSELHO EDITORIAL Rogério Amato, Guilherme Afif Domingos, João Carlos Maradei, Marcel Solimeo Diretor de Redação Moisés Rabinovici (rabino@acsp.com.br) Editor-Chefe: José Guilherme Rodrigues Ferreira (gferreira@dcomercio.com.br). Editor de Reportagem: José Maria dos Santos (josemaria@dcomercio.com.br). Editores Seniores: chicolelis (chicolelis@dcomercio.com.br), José Roberto Nassar (jnassar@dcomercio.com.br), Luciano de Carvalho Paço (luciano@dcomercio.com.br), Luiz Octavio Lima (luiz.octavio@dcomercio.com.br), Marcus Lopes (mlopes@dcomercio.com.br) e Marino Maradei Jr. (marino@dcomercio.com.br). Editores: Cintia Shimokomaki (cintia@dcomercio.com.br), Heci Regina Candiani (hcandiani@dcomercio.com.br), Tsuli Narimatsu (tnarimatsu@dcomercio.com.br) e Vilma Pavani (pavani@dcomercio.com.br. Subeditores: Rejane Aguiar e Ricardo Osman. Redatores: Adriana David, Evelyn Schulke, Jaime Matos e Sandra Manfredini. Repórteres: André de Almeida, Karina Lignelli, Kety Shapazian, Lúcia Helena de Camargo, Mariana Missiaggia, Paula Cunha, Rejane Tamoto, Renato Carbonari Ibelli e Sílvia Pimentel. Editor de Fotografia: Agliberto Lima. Arte e Diagramação: José dos Santos Coelho (Editor), André Max, Evana Clicia Lisbôa Sutilo, Gerônimo Luna Junior, Hedilberto Monserrat Junior, Lino Fernandes, Paulo Zilberman e Sidnei Dourado. Gerente Executiva e de Publicidade Sonia Oliveira (soliveira@acsp.com.br) Gerente de Operações Valter Pereira de Souza (valter.pereira@dcomercio.com.br) Serviços Editoriais Material noticioso fornecido pelas agências Estadão Conteúdo, Folhapress, Efe e Reuters Impressão S.A. O Estado de S. Paulo. Assinaturas Anual - R$ 118,00 Semestral - R$ 59,00 Exemplar atrasado - R$ 1,60

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terça-feira, 11 de março de 2014

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BOM DESEMPENHO FUTURO DEPENDE DAS BASES ECONÔMICAS LANÇADAS NO PRESENTE.

Façam suas apostas! ma das coisas que mais me irritava na já longíqua infância era quando, na condição de participante de algum jogo de tabuleiros, o dado escapava das mãos e o número sorteado me fazia cair na casa onde estava escrito: volte ao começo. À frustração juntava-se a invariável gozação dos amigos que participavam da brincadeira e, de má vontade, retornava ao início para começar tudo de novo, em evidente desvantagem, torcendo para que a mesma falta de sorte atingisse os demais jogadores... Essa lembrança, comum a várias gerações, praticamente não existe mais, substituída que foi pelos jogos eletrônicos, nos quais a penalidade maior é recomeçar a partir da última fase jogada e não mais todo o jogo, desde o início. A tecnologia inventou a tecla "salvar", aliviando a frustração do jogador e diminuindo a sua humilhação. Entre as duas imagens – a da implacável casa "volte ao começo" do jogo de tabuleiro e o reinício de fase dos games atuais – certamente o nosso governo preferiria a segunda; mas teve que amargar (e todos nós brasileiros) o gosto de retornar à casa inicial.

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irvo-me das memórias de infância para fazer referência à nova elevação dos juros, ocorrida às vésperas do carnaval. O Comitê de Política Monetária – Copom – do Banco Central determinou a nova taxa Selic em 10,75% ao ano. É o fim do sonho do governo, que baixou os juros, no peito e na raça, desprezando a boa técnica e os conceitos econômicos que balizam a questão. Desde a posse, em 1º de janeiro de 2011, até a última reunião do Copom passaram-se trinta e oito meses de gestão, praticamente 80% do mandato.

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esse intervalo de tempo, a taxa referencial de juros experimentou um movimento em "U", saindo dos 10,75% ao ano que recebeu do governo anterior, decrescendo até 7,25% ao ano

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oi dado o primeiro passo para as eleições de 2014, com a promessa de assistirmos a um dos pleitos mais baixos dentro de nossa longa tradição política nesse sentido. E não veio do Legislativo, como se mpre se espera, ou do Executivo, como sempre se teme. Tampouco tem adiantado a luta das organizações dedicadas ao controle social de governos, mandatos, orçamentos e políticas públicas – capitaneada pelo Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), criador da Lei da Ficha Limpa - que pedia ao TSE a exigência de certidões cíveis aos candidatos ao pleito. Não deu. Continua valendo apenas a obrigação de apresentar certidões criminais para conseguir o registro de uma candidatura, o que mantém limitado o alcance da Lei da Ficha Limpa. Ou seja: nossa oligarquia de cínicos e viciados políticos profissionais continua a sabotar a cidadania, sujando o sonho da ficha limpa. Pois justamente o Judiciário, que deveria demarcar seu espaço de poder e fazer história na República, decidiu ser a estrela deste início de corrida eleitoral, antes mesmo do prazo oficial da propaganda. E fez vencer o jeitinho, a frouxidão, em que nada pode

MANUELITO P. MAGALHÃES JÚNIOR

atual gestão recebeu um crescimento vigoroso (7% ao ano), uma taxa de juros igual a de hoje e emprego em ascensão. Só não veio junto a explicação de que se tratava de um gigante com pés de barro, já que os fundamentos da economia encontravam-se bastante debilitados: inflação crescente, assim como o deficit comercial e o deficit fiscal. Em termos históricos, essa média de 2% de crescimento anual do PIB só é melhor do que a média do governo Collor, quando a economia se retraiu 1,3%. É inferior à média do governo do ex-presidente Itamar Franco (5,0%); dos dois governos FHC (2,2%) e apenas a metade do crescimento verificado durante os dois governos Lula (4,0%). em outubro de 2012 e voltando ao patamar recebido em sua posse. Não é um movimento que orgulhe qualquer governo, muito menos quando não há interferências externas, crises econômicas ou políticas que o justifiquem. Imagino como anda elevada a temperatura do Palácio do Alvorada, onde a principal moradora não cansa de lembrar seu diploma de economia, distribuindo ordens aos ministros da área econômica. Além de retomar a liderança dentre as nações com os juros reais mais altos do planeta, sedimentamos também o primeiro lugar no ranking de juros para o consumidor. Segundo a Anefac (Associação Nac i o n a l d o s E xe c u t i v o s d e Finanças, Administração e Contabilidade), o brasileiro está pagando, em média, taxas de juros da ordem de 47% ao ano em empréstimos bancários, 67% em crediários e, pasmém, mais de 190% nos

juros do cartão de crédito. É a decretação tácita do fim do modelo baseado em crescimento pelo consumo. Afinal, quem pode arcar com juros astrônomicos assim? Se é ruim para o mercado interno, os investidores internacionais não têm do que se queixar. O novo patamar de juros anima a entrada de dólares no País para desfrutar dessas taxas. mbora o mês de fevereiro passado tenha registrado a maior saída de moeda estrangeira do País em

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doze anos – mais de dois bilhões de dólares –, entraram outros nove bilhões de dólares entre investimentos estrangeiros diretos e aplicações na renda fixa e Bolsa de Valores. A nossa balança comercial também tombou nestes dois primeiros meses do ano, produzindo um déficit superior a seis bilhões de dólares, evidenciando que, mesmo com o dólar no patamar de R$ 2,40, nossas exportações n ã o c o n s e g u e m s e t o rn a r mais atrativas e expandir o mercado internacional para

Seja qual for a taxa que em governo e mercado estejam apostando, o fato é que o crescimento da economia brasileira nestes quatro anos ficará na média de 2% ao ano.

as nossas mercadorias. A combinação de juros altos e déficits na balança comercial trazem sombras de dúvida sobre o mais importante indicador econômico, a taxa de variação do PIB, que mede o crescimento de nossa economia. Se em 2013 o número chegou a surpreender ao bater em 2,3%, com tantos indicadores negativos se acumulando, os analistas estão cautelosos com as previsões de crescimento para 2014. Seja qual for a taxa que gov e rn o e m e rc a d o e s t e j a m apostando, o fato é que o crescimento da economia brasileira nestes quatro anos ficará na média de 2% ao ano, desempenho que nem o mais pessimista dos governistas apostaria trinta e oito meses atrás. final, depois de haver suportado bem a "marolinha" da mais grave crise econômica mundial, que o c o rre u e m 2 0 0 8 / 2 0 0 9 , a

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ser conclusivo e claro nesta triste cultura dos trópicos! Para além da indiferença dos donos do poder para com a expressão da juventude contra os estádios olímpicos, mesmo o maior julgamento político da história era, na verdade, para inglês ver. Nada pode ser conclusivo nesta cultura de flacidez moral, em que temos sempre a gana em corromper valores, distorcer a realidade, relativizar consequências, driblar leis e inimputar responsabilidades. Se o desentendimento do que realmente faz a diferença para um país não vem do poder público, também é falha a compreensão do setor privado. Basta uma rápida olhada no índice de investimento social privado, regularmente captado pela rede Gife de institutos e fundações empresariais privados. e nos idos de 2010 tínhamos a cultura em segundo lugar como destino maior de aporte de investimentos, em 2013

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perdemos para segmentos como formação de jovens e mesmo desenvolvimento comunitário. Itens de uma pauta falsamente socializante e questionável do ponto de vista de uma mudança transformadora e estratégica capitaneada por verdadeiras elites de agentes de cidadania. A campeã? A eterna educação, vista mais como "empurradora de informações" do que formadora de valores para uma cultura de plena cidadania, ética pública e responsabilidade política. Sobretudo a educação pública fundamental, que nos países mais desenvolvidos é de tão boa qualidade que simplesmente inviabiliza a educação privada. rês vivas a esta civilização rachada entre impunes e penitentes, onde se faz pouco da justiça dos homens, e o povo inculto e incauto pouco se lixa pros desmandos dos poderosos, enquanto troca votos por uma bolsa qualquer. Quando pensamos que

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leis em excesso e que não colam. onstruímos prédios no lugar de instituições. Das nuvens pesadas dos trópicos se precipitam os factóides do dia, o show da notícia e as cidades cenotécnicas como Brasília, a ilha da fantasia. Não nos levamos realmente a sério. Adoramos a adrenalina da tentação autoritária e sambamos no caixão da ordem democrática, na beira do abismo da paz social. Dois milhões de jovens foram às ruas,e nos limitamos a repudiar e reportar apenas os vândalos baderneiros e não debatemos seriamente sequer uma política pública demandada nos cartazes de cartolina. Nada levamos a sério! Lembro dos versos de Chico Buarque de minha juventude: "A gente estancou de repente ou foi o mundo então que cresceu?/ A gente quer ter voz ativa, no nosso destino mandar/ Mas eis que chega a roda viva e carrega o destino pra lá"...

C JORGE MARANHÃO

daríamos um passo à frente na construção das instituições, como disse o ministro da mais alta corte, acabamos na verdade dando dois passos atrás! O jogo nunca pode ser à vera: devemos permanecer crescendo de banda, na condição do precário, na espera da providência, na vocação pelo fantástico, no gosto pela paródia! Temos prazer em violar uma leo, transgredir regras de convivência. É a gana pela violação legal que explica a violência social.O Judiciário não julga, mas desjulga a coisa julgada. O Executivo não executa mandados nem orçamentos, mas faz corpo mole. O Legislativo crê que tudo pode legislar com

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MANUELITO P. MAGALHÃES JÚNIOR É ECONOMISTA E DIRETOR DA COMPANHIA DE SANEAMENTO BÁSICO DO ESTADO DE SÃO PAULO (SABESP). FOI PRESIDENTE DA EMPRESA PAULISTA DE PLANEJAMENTO METROPOLITANO (EMPLASA) E SECRETÁRIO DE PLANEJAMENTO DA CIDADE DE SÃO PAULO.

Insistimos em seguir trôpegos e sem projeto de nação! Tergiversamos com a antropologia de botequim botando a culpa no passado histórico, na colonização lusitana, sem aprumar o rumo do presente para um futuro próximo.

LUTO NACIONAL

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arafraseando Einstein, podemos dizer que a economia não joga dados. Ou seja, não é possível calcular com exatidão em que situação estaremos no futuro, pois há muitas variáveis a serem consideradas, muitas delas interrelacionadas. Contudo, é certo que um bom desempenho futuro depende das bases econômicas lançadas no presente e, nesse aspecto, não só estamos deixando muito a desejar, como também confiando muito na sorte.É o caso de dizer, tal qual o crupiê do cassino: Senhores, façam suas apostas!

um cenário deserto de líderes e estadistas, sobram arrivistas, plutocratas e demagogos oportunistas de ocasião! Insistimos na mentira de que estamos construindo uma democracia de massas sem elites que as liderem. Cobrado de meu dever cívico, tiro o meu da reta, passo a bola, saio de banda, pois se tudo é cambalacho e maracutaia, jogo pro povo na geral as mazelas nacionais e me isento de cobranças e deveres individuais. Quando pensávamos que quadrilha era quadrilha de bandidos, de repente se revela quadrilha de São João, associação para delitos esporádicos! Quando pensávamos estar botando ordem na casa, valer o estatuto da gafieira, vem a roda viva e joga o destino pra lá. Der fato "tem dias que a gente se sente como quem partiu ou morreu"...

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JORGE MARANHÃO É DIRETOR DO INSTITUTO DE CULTURA DE CIDADANIA A VOZ DO CIDADÃO. JORGE@AVOZDOCIDADAO.COM.BR


DIÁRIO DO COMÉRCIO

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No próximo domingo, José MAIS: sua mulher atual, Dirceu completa 68 anos de idade. A comemoração será restrita a companheiros da Papuda.

gibaum@gibaum.com.br

2 “Fui a Roma aprender como incendiar Brasília.”

Só 18 segundos

EDUARDO CUNHA // líder do PMDB na Câmara, regressando da Itália e inspirado por Nero. Fotos: Paula Lima

Reconhecida pela justiça de Minas Gerais como filha do ex-vice-presidente José Alencar, a professora aposentada Rosemary Moraes, 58 anos, que recebe R$ 1.800 por mês e vive modestamente em Caratinga, interior mineiro, gostaria de fazer um acordo (só quer uma casa) com os demais herdeiros, que estão tentando novo recurso. Ela paga R$ 530 por mês de aluguel numa pequena moradia e seu filho Gladson, de 30 anos, trabalhou quinze anos numa loja de bicicletas. Detalhe: esse é um dos principais motivos pelos quais Josué Gomes da Silva não quer disputar qualquer cargo eletivo. A Coteminas é a maior empresa têxtil do país.

VENDETTA No desfile das campeãs no Rio, no camarote da Brahma, a setentona Suzana Vieira fez a alegria dos fotógrafos se atracando, num canto, com Marcos Gustavo Reis, prefeito da cidade de Jaguariuna, interior de São Paulo. Alto, grisalho, 43 anos, ele é conhecido como “prefeito galã” entre seus correligionários. Os beijos enlouquecidos trocados pelos dois, durante muito tempo, eram uma resposta da atriz aos boatos de que seu ex-marido Sandro Pedroso estava em outro camarote, em clima de romance, com uma jovem foliã.

Versão nacional Miguel Falabela está trabalhando na sinopse de uma nova série para a Globo, inspirada em Sex and the City. Quer mostrar que as questões femininas são universais. Título da série: Sexo e as Negas. As protagonistas serão quatro mulheres negras que moram no bairro de Cordovil, no Rio e que, segundo Falabela, têm os mesmos dramas das novaiorquinas. Um único problema que poderá surgir: entidades de defesa de direitos de afrodescendentes poderão implicar com o título.

LEILÃO O ex-bilionário Eike Batista, que deixou de figurar nas famosas listas da revista Forbes, está anunciando um leilão com mais de 700 itens de sua empresa, cujo QG funcionava no antigo edifício Serrador no centro do Rio, do qual foi despejado por pagamentos atrasados. Constam da lista notebooks, frigobares, mesas, cadeiras, telefones, sanduicheiras, pratos, cafeteiras, garrafas térmicas, copos, lixeiras, persianas e moveis de escritório. O famoso Mercedes McLaren de US$ 1,2 milhão continua na sala de sua casa: afinal, não pertence a nenhuma de suas empresas.

Rio e São Paulo, já tradicionalmente, apresentaram os desfiles de suas campeãs do carnaval. E os camarotes, especialmente os das cervejarias, com direito a muitas mordomias, estiveram repletos de famosos. Entre tantos, da esquerda para a direita, Letícia Spiler, a bailarina da União da Ilha; Fiorella Matheus e Thaila Ayala, fazendo caras e bocas; Alinne Rosa, ex-Banda Cheiro de Amor; a transexual Lea T.; e de quebra, o sapateiro Christian Louboutin, que alugou apartamento no Rio e quer vir mais vezes ao Brasil.

Replay de despedida

Relegado a segundo plano (ou mais do que isso) nas eleições presidenciais de 2002, 2004 e 2010 pelo PSDB, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso é peça fundamental da campanha de Aécio Neves ao Planalto. Ele foi o primeiro a endossar a candidatura do mineiro e conversa com o senador várias vezes por semana, trocando impressões sobre a pré-campanha. FHC está cada vez mais engajado e disposto a desafiar o ex-presidente Lula para um debate, deixando de lado Dilma Rousseff para debater diretamente com Aécio. Em rodas mais chegadas, Fernando Henrique até brinca, dizendo que será “um duelo assistido por milhões de brasileiros”. E emenda: “Lula que escolha o local, as armas e os padrinhos. Eu já estou pronto”. As apostas são de que Lula não topará.

Estilo duelo

Pela nova regra, aprovada pelo Congresso no ano passado, com referencia a tempo de TV em período eleitoral, grandes partidos ganharam mais e os pequenos, menos. José Maria Eymael, presidente nacional do nanico PSDC, que vai disputar pela quarta vez a Presidência da República, tinha 55 segundos e agora, terá apenas 18 segundos. Anteriormente, ele já disputou cadeiras na Câmara Federal e a governança de São Paulo e nunca venceu. Mais: como já aconteceu anteriormente, Eymael vai pedir na justiça eleitoral sua presença nos debates na televisão.

DORMIU A passagem do rapper americano Kanye West, marido de Kim Kardashian, pelo camarote de Brahma, no desfile das campeãs, beirou o inusitado. Ele chegou e ficou o tempo todo de casacão com capuz sobre a camisetaconvite, o que é proibido para todos os convidados, irritado com o assédio. Depois, deitouse sobre uma bancada, perto de uma escada da área vip, tapou o rosto com o capuz – e dormiu. Depois de algum tempo, levantou e foi embora.

MISTURA FINA AS PRIMEIRAS reportagens sobre o escândalo bilionário de fraude em licitação no Ministério da Saúde na área indígena começam a proliferar e a luz vermelha está acesa na cúpula do PT e especialmente no QG da campanha de Alexandre Padilha, em São Paulo. A Polícia Federal investiga e a fraude pode chegar a um superfaturamento de R$ 1,7 bilhão com todos os contratos somados.

O LÍDER do PSB na Câmara, Beto Albuquerque (ES) avisa que não vai representar no TSE contra o perfil Dilma Bolada. Só que questiona o funcionamento de perfis não oficiais na esteira da determinação do TSE que tirou do ar perfil que apoiava Eduardo Campos. Para ele, Dilma Bolada “é quase oficial”.

A atriz Nathália Rodrigues, 33 anos, é capa e recheio da nova edição de Shape, onde com maiô transparente reforça suas curvas já exibidas, com maior intimidade, em Playboy (2012) e em cenas calientes de Gabriela, onde vivia a prostituta russa Natasha, uma das favoritas do Bataclã. Passou cinco anos na Record, retornando depois a Globo (último trabalho foi em Amor à Vida). É casada com Tchelo, baixista da banda Detonautas Roque Clube.

As curvas de Nathália

116ª posição Burlando a legislação vigente sobre motivos que podem levar um presidente da República a usar rede nacional de rádio e TV, Dilma Rousseff aproveitou o Dia Internacional da Mulher para fazer um balanço de suas obras. Segundo o Relatório sobre Desigualdade de Gênero, divulgado em Davos, entre 136 países analisados no ano passado, no quesito poder político, o Brasil, governado por uma mulher, ocupa uma vergonhosa 116ª posição. As brasileiras ocupam 10% das cadeiras do Senado e pouco mais de 8% na Câmara. Malgrado a lei de cotas, nas eleições deste ano o resultado não deverá ser animador.

/ IN

Sorvete picolé.

/

Herdeira-extra

Simone Patrícia Tristão Pereira, vai mandar um pequeno bolo decorado com a estrela do PT.

OUT

Sorvete de casquinha.

Ela bate um bolão No camarote da Brahma, Sabrina Sato acabou ficando amiga do ex-treinador da seleção brasileira, Zagalo, 82 anos. Brincou, tirou fotos entre ele e Luis Felipe Scolari, repetindo o velho bordão do esportista “Vocês vão ter de me engolir”. Risadas à parte, depois que Sabrina se afastou, o velho Lobo não se conteve: “Essa menina bate um bolão”. Mais: nem bem o carnaval terminou e a nissei já está cotada para ser a rainha do baile do Copacabana Palace no ano que vem.

O PRESIDENTE nacional do PT, Rui Falcão, na tentativa de desqualificar o presidente do Supremo, Joaquim Barbosa, até parece que está enaltecendo o ministro: “Como político, é um bom magistrado. Como magistrado, é um bom político”. É uma provocação para chamar Barbosa para o campo político, para ver se ele deixa o Supremo e disputa algum cargo eletivo.

IDELI Salvatti, ministra das Relações Institucionais (PT) e a ex-deputada Angela Amin (PP), são as melhores colocadas nas pesquisas para disputa ao Senado em Santa Catarina, apresentando entre 18% e 30%. Só que seus partidos não querem suas candidaturas. Pelo PT, disputará Claudio Vignatti e pelo PP, Joares Ponticelli, com índices entre 5% e 8%.

O GOVERNADOR de Pernambuco, Eduardo Campos, pré-candidato ao Planalto, está preparando sua saída do Palácio do Campo das Princesas e gostaria que Marina Silva anunciasse, oficialmente, sua candidatura a vice antes. E começa a ficar preocupado: ela não tem emitido sinais de quando fará isso.

Colaboração:

Paula Rodrigues / Alexandre Favero

terça-feira, 11 de março de 2014


DIÁRIO DO COMÉRCIO

terça-feira, 11 de março de 2014

Campos diz que governo esconde crise sob o tapete

Fotos: Newton Santos/Hype

"Não se resolve uma crise escondendo a crise", afirma Eduardo Campos na ACSP. Victória Brotto governador de Pernambuco e presidenciável do PSB, Eduardo Campos, afirmou ontem que pretende promover um debate para solucionar o que chamou de "crise de expectativa que leva à crise econômica no Brasil" e criticou o governo Dilma Rousseff por "esconder a crise debaixo do tapete". "Não se resolve uma crise escondendo a crise, se resolve com diálogo, com planejamento", disse o pernambucano na sessão plenária inaugural de 2014 da Associação Comercial de São Paulo (ACSP). Ao ser questionado sobre a necessidade de uma ampla reforma tributária, uma das principais demandas dos empresários brasileiros, Eduardo Campos afirmou que ela é mais "uma questão de jeito do que de força". O presidente da ACSP, Rogério Amato, afirmou que o projeto de tributação simples, elaborado pela Casa e que reúne propostas de como livrar o País da extensa carga de tributos, foi entregue a Campos no domingo. "Ele [Campos] elogiou muito e disse que irá olhar com detalhes". Campos esteve na sede da ACSP para a reunião sobre os "Desafios do Brasil", promovida pelo Conselho Político e Social (COPS). Ao seu lado na mesa estavam o presidente Rogério Amato, o ex-senador Jorge Bornhausen, coordenador do Conselho Político da Casa, José Jorge e Márcio França, integrantes do COPS e Alencar Burti, presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae-SP. Retrospectiva –O pernambucano lembrou as Diretas-Já e o processo de redemocratização e foi até o ano de 2010, quando o Brasil "começou a piorar" interrompendo o que ele chamou de "ciclos de acertos". Ao relembrar os quase 30 anos de democracia – "os três ciclos que ajudaram a consolidar a Nação" – Eduardo Campos não citou nomes, o único citado foi Itamar Franco. Elogiou o Plano Real de Fernando Henrique Cardoso, mas não citou nem o Plano Real nem FHC, falou apenas do "importante controle da inflação". A us e ntes do discurso de Campos também ficaram Fernando Collor de Mello, primeiro pre-

O

sidente eleito e dois anos depois deposto do cargo, os governos de José Sarney e os dois mandatos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, um de seus mais influentes afetos na política brasileira. O pernambucano inseriu Lula no "terceiro ciclo que teve a compreensão política de manter o já conquistado, a democratização, a recuperação econômica e a expansão do mercado interno". Ao chegar em Dilma Rousseff, Campos não poupou críticas quanto ao "debate político

A presidente Dilma precisa ser julgada humildemente pelo povo brasileiro. Não pode colocar a crise debaixo do tapete. EDUARDO CAMPOS, GOVERNADOR DE PERNAMBUCO (PSB)

pobre" em 2010, quando ela concorria à presidente com o ex-governador paulista José Serra, e falou em um governo "sem diálogo" e que esconde as crises política, econômica e de representação. "A presidente Dilma tem que ser respeitada, eu a respeito muito como pessoa, mas ela não tem o direito de fugir do debate. Ela precisa ser julgada humildemente pelo povo brasileiro. Não pode colocar a crise debaixo do tapete", afirmou. "Se aceitarmos isso, estaremos brincando com o nosso futuro." O PT e a presidente Dilma vêm enfrentando dificuldades com os aliados, principalmente com o PMDB, e com investidores internacionais que enxergam as decisões inesperadas da presidente como um risco. O deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ) começou, na última semana, a

O governador de Pernambuco foi muito feliz ao falar sobre o debate quanto à mudança que o Brasil precisa. ROGÉRIO AMATO, PRESIDENTE DA ACSP E FACESP

dar voz ao chamado "bloco dos insatisfeitos" ao dizer que o PMDB era tratado de forma desrespeitosa e que já era hora de questionar a aliança com o PT. Dilma passou a tarde de ontem reunida com líderes aliados para tentar solucionar o impasse. Eduardo Campos falou ontem que "não pode falar pelo PMDB", mas que já existe uma força dentro do partido, como os senadores Pedro Simon e Jarbas Vasconcelos, que estão "articulando com a gente". No começo deste ano, a presidente foi à televisão, em horário nobre e em rede nacional, criticar os "pessimistas que só sabiam ver o lado ruim". O ex-presidente Lula, em vídeo na internet, falava sobre "a necessidade de elogiar". No final de janeiro deste ano, no Fórum Econômico de Davos, Dilma falou que o Brasil estava com as contas públicas em dia e com a inflação dentro da meta. "O Brasil é uma das maiores fronteiras de oportunidades do mundo. Nós recebemos muito bem o investidor", afirmou. Tributação– No mesmo tom que a ACSP, Eduardo Campos criticou a "situação tributária arcaica". "A situação tributária é completamente arcaica e ficamos discutindo essa reforma no balcão do fisiologismo", afirmou. Segundo ele, o único caminho para melhorar não só essa questão, mas o Brasil como um todo, é fazendo o debate. E se colocou no centro dele: "Vamos promover o debate criando uma nova agenda, pautada em diálogos sobre como melhorar a qualidade de vida e a produtividade do País". Para o presidente da ACSP e Facesp, Rogério Amato, o governador de Pernambuco foi "muito feliz" ao falar sobre o debate e da necessidade do consenso quanto à mudança que o Brasil precisa. Governabilidade –Q u e s t i onado sobre a diferença do governismo de coalizão que faz em Pernambuco e do presidencialismo de coalizão que critica, Campos se irritou dizendo que a diferença é que "tem programa": "Um governador não consegue 83% de aprovação sem nenhum tipo de programa, sem nada. Não é um debate sobre partidos, é um debate sobre as necessidades do Estado e o que acontece em Pernambuco".

'País não aguenta mais quatro anos de Dilma' ão dá para ter mais quatro anos da Dilma (Rousseff), o Brasil não aguenta". A afirmação foi feita pelo governador de Pernambuco e provável candidato à Presidência Eduardo Campos (PSB), no sábado, no município de Nazaré da Mata, quando acusou a presidente de travar o crescimento econômico do Brasil. Foi a primeira vez em que ele citou nominalmente a presidente em meio aos constantes ataques que têm feito ao governo federal. Ontem, em São Paulo, ele voltou a criticar a política econômica atual e afirmou

"N

que Dilma não pode "fugir" do debate sobre o desenvolvimento do País. "A presidenta não soube tocar o Brasil do jeito que precisava ser tocado", disse, em encontro do PSB noticiado pelo blog Giro Mata Norte. "Com respeito ao povo organizado, com respeito ao diálogo democrático, com a capacidade de ouvir e somar forças, ter a paciência que o líder tem que ter e a sabedoria de aprender com o povo". "Quem acha que sabe tudo não sabe de nada", continuou, ao reiterar que o Brasil "parou de crescer como estava crescendo". As declarações foram feitas

no evento em que apresentou o seu candidato à sucessão estadual, o secretário da Fazenda, Paulo Câmara, ao lado dos candidatos da chapa majoritária – o deputado federal Raul Henry (PMDB), candidato a vice, e o exministro da Integração Nacional Fernando Bezerra Coelho (PSB) que concorrerá ao Senado. Já a administração do expresidente Lula foi elogiada, na estratégia de reverenciar o governo Lula e responsabilizar Dilma de não dar continuidade às realizações de seu padrinho político. (Agências)

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Rogério Amato, presidente da ACSP e Facesp, ao lado do governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), que inaugurou a série de reuniões plenárias da ACSP em 2014 e do Conselho Político e Social com a participação maciça de empresários.


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terça-feira, 11 de março de 2014

Temer adota discurso de solidez na aliança com PT

Dida Sampaio/Estadão Conteúdo

Cúpula do PMDB terá reunião na próxima quinta-feira com o presidente do PT pós longas reuniões nos últimos dias sobre a relação do PMDB com o governo federal, o vice-presidente Michel Temer (PMDB) disse ontem que a aliança com o PT está "garantida" e que discussões internas entre as siglas expõem "solidez" na parceria entre os dois partidos. Na Câmara dos Deputados, congressistas do partido, liderados por Eduardo Cunha (RJ), vêm fazendo duras críticas ao modo como a presidente Dilma Rousseff lida com o PMDB. Temer disse que o saldo dos encontros recentes foi "muito positivo" e que as duas partes estão "conversando muito bem". "É uma aliança muito sólida e, por mais que muitas vezes se diga que há embaraço, devo dizer com toda a tranquilidade que as conversas que tive ontem à noite [domingo] e que tivemos hoje [ontem] com as lideranças do PMDB revelam a solidez da nossa aliança."

A

É uma aliança muito sólida e, por mais que muitas vezes se diga que há embaraço... as conversas revelam solidez da nossa aliança. MICHEL TEMER, VICE-PRESIDENTE Questionado se a aliança entre PMDB e PT está garantida, o peemedebista, que assumiu a Presidência interinamente ontem em razão da viagem de Dilma ao Chile, respondeu: "Está garantida". Seguindo o movimento pade distensionar a crise com o governo, o presidente interino d o P M D B , s e n a d o r Va l d i r Raupp (RO), afirmou que integrantes da cúpula do partido vão conversar na próxima quinta-feira com o presidente do PT, Rui Falcão, sobre as alianças nos Estados. Falcão

tem sido alvo de ataques por parte do líder do PMDB na Cãmara, Eduardo Cunha (RJ). Segundo Raupp, a decisão de fazer o encontro foi tomada na manhã de ontem, em conversa que teve com a presidente Dilma Rousseff. Raupp insiste que há uma possibilidade de o PT abrir mão de lançar candidatos em até seis Estados para apoiar nomes do PMDB. "Por aí a gente vai avançar e vai 'distensionando' essa crise que é normal dentro da vida pública, na política". Mas ele não disse se o acerto envolveria Rio de Janeiro e Ceará, Estados onde as divergências entre os dois partidos são maiores. No Rio, o PT quer emplacar o nome do senador Lindbergh Farias, mas o PMDB aposta no atual vice-governador, Luiz Fernando Pezão. No Ceará, o PMDB lançará o líder do partido no Senado, Eunício Oliveira (CE), enquanto o PT quer apoiar um nome do grupo do atual governador Cid Gomes, do PROS. (Folhapress)

Peemedebistas discutem moção de apoio a Cunha Líder do PMDB na Câmara avisa: "Tenho posição de bancada". Pedro Ladeira/Folhapress

uma resposta à estratégia do Palácio do Planalto, deputados do PMDB discutem a aprovação de uma moção de apoio ao líder da bancada na Câmara, Eduardo Cunha (RJ), isolado das negociações do governo com a cúpula do partido depois que se tornou porta-voz da ala insatisfeita do partido. A relação do PMDB com o PT está em atrito devido ao espaço do partido na reforma ministerial e à composição dos palanques regionais. A ideia é transformar a reunião de hoje num ato de desagravo. Questionado sobre a movimentação dos colegas, Cunha disse que não sabia e que não tem procurado ninguém para discutir a ameaça de rebelião. E reafirmou que não se sente isolado até porque sua posição sobre o governo não é pessoal apesar de sentir que estão querendo "demonizá-lo". "A mim ninguém pode isolar. E não me verbalizo. Eu tenho posição de bancada. Na política não se pode agir com o fígado. Não somos obrigados a nos gostarmos, mas sim a

N

Eduardo Cunha pede respeito e diz que tem sido demonizado nos respeitarmos. Eu não estou fazendo nenhuma guerra, nem levando ninguém para a guerra. Não há uma atuação deliberada pregando rompimento. Eu preguei respeito". Sobre o fato de não ter sido chamado para a reunião com Dilma, Cunha disse que não há clima para encontrar a petista. "No dia de hoje não era o momento (ontem). Talvez

nem eu quisesse. Se eu fosse chamado, talvez não iria". Cunha disse que a bancada não vai indicar nomes para os ministérios e que o senador Vital do Rêgo (PMDB-PB) também disse que não aceitará o comando do Ministério do Turismo, hoje cota da Câmara assim como o Ministério da Agricultura. "O Vital falou que não vai aceitar o cargo." (Folhapress)

Senador Valdir Raupp alega que crise entre PMDB e PT " é normal dentro da vida pública, na política".

Dilma decide: vai se dividir no palanque em 6 Estados. Ideia é reduzir o clima de tensão e crise com o principal aliado em avançar nas discussões sobre a reforma ministerial, a presidente Dilma Rousseff prometeu ontem apoiar candidatos do PMDB em seis Estados onde o PT também pretende lançar nomes na disputa, numa tentativa de conter a crise com seu principal aliado. Como um dos motivos do racha entre os dois partidos são as alianças regionais, a presidente espera que o gesto consiga reduzir o clima de tensão que vem marcando a relação entre PT e PMDB nos últimos dias. O PT faria concessões em Estados como Maranhão, Paraíba, Rondônia, Tocantins, atendendo a demanda de líderes do partido, entre eles os senadores José Sarney (AP) e Vital do Rego (PB). Na próxima quinta-feira, o presidente do PT, Rui Falcão, terá uma reunião com a cúpula do PMDB para discutir as alianças regionais. O encontro foi intermediado pelo ministro Aloizio Mercadante (da Casa Civil), escalado por Dilma para tentar debelar a crise peemedebista que atinge seu governo.

S

COLIGAÇÕES A expectativa do presidente do PMDB, Valdir Raupp (RO), é a de que as duas siglas estejam coligadas em aproximadamente 12 Estados. Nos demais, onde não houver chance de chapa única, os dois partidos vão estabelecer procedimentos que viabilizem as duas candidaturas. No encontro com a cúpula do PMDB ontem pela manhã, Dilma e o ministro Aloizio Mercadante ouviram o vice-presidente, Michel Temer, os presidentes do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e da Câmara, Henrique Alves (PMDBRN), além do líder do partido no Senado, Eunício Oliveira

(CE), e de Raupp. Não houve consenso sobre o espaço do PMDB no primeiro escalão. Dilma mantém a disposição em oferecer uma pasta a senadores peemedebistas, sem atender o pedido de deputados do PMDB para permanecerem com dois ministérios. A bancada do partido na Câmara já avisou publicamente que vai entregar as duas pastas se perder espaço no primeiro escalão – gesto que deu, aliás, início à atual crise. A ideia do Palácio do Planalto é manter o isolamento do líder do PMDB, Eduardo Cunha (RJ) – porta-voz dos insatisfeitos – e tentar esvaziar a ameaça de rebelião. Eduardo Cunha, por exemplo, acabou não sendo chamado para o encontro da cúpula peemedebista com Dilma. Cunha trocou farpas públicas com o presidente do PT, Rui Falcão, e defende que o PMDB "repense" a aliança nacional com os petistas em tor-

n o d a re e l e i ç ã o d e D i l m a . Após o encontro com a presidente, os peemedebistas evitaram dar declarações públicas para não ampliar a crise – especialmente após a disposição da presidente de não ceder aos apelos do PMDB da Câmara. O presidente da sigla, Valdir Raupp, disse que trabalha para acabar com as divergências entre PT e PMDB. "O que não podemos é dinamitar pontes. Vamos reconstruí-las para permitir a travessia. A aliança nacional está salva, a princípio". REFORMA MINISTERIAL Raupp negou que o partido esteja fazendo uma "crise artificial". "O PMDB não fica pleiteando ministérios". E disse que o senador Vital do Rêgo, um dos cotados para ganhar pasta na Esplanada dos Ministérios, só assumiria se fosse para ser uma "solução". "Vital não seria ministro para desagregar". (Agências) Adriana Spaca/Estadão Conteúdo

Depois da reunião com peemedebistas, presidente participa de lançamento da campanha nacional da vacinação contra o vírus HPV, em SP.

Evelson de Freitas/Estadão Conteúdo

.Ó..RBITA

CASO LINDBERGH ARQUIVADO Gilmar Mendes, ministro do STF, arquivou na última sexta inquérito contra o senador Lindbergh Farias (PT-RJ) por suposta participação em pagamentos a integrantes do Ministério Público e do Judiciário.

Instituto Lula desmente o ' La Reppublica'

Dilma liberada para fazer campanha no Alvorada

O Robson: conta de US$ 1,1 milhão na Suíça.

O

governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, disse ontem querer apuração rigorosa de denúncias contra o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE) Robson Marinho, suspeito de envolvimento em esquema de pagamento de propina na área de energia do Estado quando foi secretário da Casa Civil, no governo de Mário Covas.

O jornal Estado de S.Paulo revelou ontem documentos enviados pela Suíça sobre uma conta secreta em Genebra pertencente a Marinho, com o montante de R$ 1,1 milhão. A suspeita do Ministério Público Federal é que o dinheiro seja proveniente de propina. Marinho nega possuir dinheiro no exterior. Mas o documento tem sua assinatura e a de sua mulher.

ministro Admar Gonzaga, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), rejeitou um pedido do PSDB para que a presidente Dilma Rousseff fosse proibida de promover reuniões de campanha no Palácio da Alvorada. O PSDB acionou o TSE após Dilma ter se reunido lá, na semana passada, com o ex-presidente Lula, dirigentes do PT, outros políticos e dois publicitários. Advogado de Dilma na eleição de 2010, Gonzaga deu um despacho ontem no qual não tratou do mérito do caso. Mas concluiu que não existiam os requisitos para a concessão da

liminar pedida pelo PSDB. "Em juízo preliminar, não verifico a presença dos pressupostos autorizadores para a concessão da medida pleiteada". O mérito da representação do PSDB, no qual é pedida a imposição de multa, deverá ser analisado pelo plenário do TSE, que é integrado por sete ministros. Na representação, o partido ressalta o fato de a reunião ter ocorrido no horário do expediente do governo federal. Pela legislação, os agentes públicos são proibidos de utilizar com objetivos eleitorais bens móveis ou imóveis.

O

Instituto Lula divulgou nota na tarde de ontem, em que esclarece trecho da entrevista concedida ao jornal italiano "La Reppublica" publicada no domingo (9). A nota à imprensa diz que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva não sugeriu melhorar o desemprego às custas da inflação. "Eu não quero que tenha desemprego para melhorar a inflação. Eu quero melhorar a inflação com pleno emprego", disse Lula durante a entrevista. Junto com a nota, o Instituto Lula publicou o áudio da entrevista. A gravação mostra que, ao contrário do publicado pelo

jornal italiano, Lula critica políticos que desejam um pouco de desemprego para que o País tenha inflação menor. "Nossos críticos querem que tenha um pouco de desemprego para poder melhorar a inflação. Eu não quero que tenha desemprego para melhorar a inflação. Eu quero melhorar a inflação com pleno emprego", disse Lula durante a entrevista, segundo o áudio publicado. O trecho da entrevista pode ser ouvido na página do Instituto Lula (www.institutolula.org).


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terça-feira, 11 de março de 2014

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BMC Asset Management - Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. Empresa da Organização Bradesco CNPJ 04.163.016/0001-76 Sede: Cidade de Deus, s/nº - Prédio Prata - 4º Andar - Vila Yara - Osasco - SP RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO No exercício, a BMC DTVM registrou Lucro Líquido de R$ 339 mil, Patrimônio Líquido de R$ 10 milhões e Ativos Totais de R$ 10,6 milhões.

Senhores Cotistas, Submetemos à apreciação de V.Sas. as demonstrações contábeis do exercício findo em 31 de dezembro de 2013, da BMC Asset Management Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. (BMC DTVM), de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.

Osasco, SP, 29 de janeiro de 2014. Diretoria

BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE DEZEMBRO - Em Reais mil ATIVO CIRCULANTE ............................................................................................................................................... DISPONIBILIDADES (Nota 4) ....................................................................................................................... TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS (Nota 5a) ....... Carteira Própria ............................................................................................................................................. Vinculados à Prestação de Garantias ........................................................................................................... OUTROS CRÉDITOS.................................................................................................................................... Diversos (Nota 6)...........................................................................................................................................

2013 10.190 37 10.119 9.989 130 34 34

REALIZÁVEL A LONGO PRAZO................................................................................................................. OUTROS CRÉDITOS.................................................................................................................................... Diversos (Nota 6)...........................................................................................................................................

375 375 375

317 317 317

PERMANENTE ............................................................................................................................................. INVESTIMENTOS ......................................................................................................................................... Outros Investimentos (Nota 7).......................................................................................................................

1 1 1 10.566

TOTAL ...........................................................................................................................................................

2012

PASSIVO CIRCULANTE ............................................................................................................................................... OUTRAS OBRIGAÇÕES .............................................................................................................................. Sociais e Estatutárias (Nota 10d) .................................................................................................................. Fiscais e Previdenciárias (Nota 9a)............................................................................................................... Diversas (Nota 9b).........................................................................................................................................

2013

2012 276 276 3 178 95

283 283 4 189 90

EXIGÍVEL A LONGO PRAZO....................................................................................................................... OUTRAS OBRIGAÇÕES .............................................................................................................................. Fiscais e Previdenciárias (Nota 9a)...............................................................................................................

257 257 257

201 201 201

PATRIMÔNIO LÍQUIDO ................................................................................................................................ Capital: - De Domiciliados no País (Nota 10a) ........................................................................................................... Reservas de Lucros (Nota 10c).....................................................................................................................

10.033

9.697

1 1 1

5.500 4.533

5.020 4.677

10.181

TOTAL ...........................................................................................................................................................

10.566

10.181

9.863 12 9.821 9.701 120 30 30

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO - Em Reais mil

DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO - Em Reais mil

RECEITAS DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA ........................................................

2º Semestre 2013 447

Exercícios findos em 31 de dezembro 2013 2012 793 801

Resultado de Operações com Títulos e Valores Mobiliários (Nota 5c)..........................

447

793

RESULTADO BRUTO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA.......................................

447

793

801

OUTRAS RECEITAS/(DESPESAS) OPERACIONAIS.................................................

(112)

(258)

(209)

Outras Despesas Administrativas (Nota 11)..................................................................

(83)

(209)

(161)

Despesas Tributárias (Nota 12) .....................................................................................

(25)

(46)

(38)

Outras Receitas Operacionais (Nota 13).......................................................................

7

14

3

Outras Despesas Operacionais (Nota 13).....................................................................

(11)

(17)

(13)

801

RESULTADO ANTES DA TRIBUTAÇÃO SOBRE O LUCRO ......................................

335

535

592

IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL (Notas 15a e b) .........................

(128)

(196)

(205)

LUCRO LÍQUIDO..........................................................................................................

207

339

387

Número de cotas (Nota 10a) .........................................................................................

5.500.000

5.500.000

5.020.000

Lucro por lote de mil cotas em R$.................................................................................

37,64

61,64

77,09

Eventos Saldos em 30.6.2013............................................................................. Lucro Líquido.......................................................................................... Destinações: - Reservas......................................................................... - Dividendos Propostos..................................................... Saldos em 31.12.2013........................................................................... Saldos em 31.12.2011........................................................................... Aumento de Capital com Reservas ........................................................ Lucro Líquido.......................................................................................... Destinações: - Reservas......................................................................... - Dividendos Propostos..................................................... Saldos em 31.12.2012........................................................................... Aumento de Capital com Reservas ........................................................ Lucro Líquido.......................................................................................... Destinações: - Reservas......................................................................... - Dividendos Propostos..................................................... Saldos em 31.12.2013...........................................................................

Capital Social 5.500 5.500 1.860 3.160 5.020 480 5.500

Reservas de Lucros Lucros Legal Estatutárias Acumulados 26 4.302 207 10 195 (205) (2) 36 4.497 394 7.060 (86) (3.074) 387 20 363 (383) (4) 328 4.349 (309) (171) 339 17 319 (336) (3) 36 4.497 -

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA - Em Reais mil

DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO - Em Reais mil

2º Semestre 2013 Fluxo de Caixa das Atividades Operacionais: Lucro antes do Imposto de Renda e Contribuição Social ....................................... Ajustes ao Lucro antes dos Impostos....................................................................... Despesas com Provisões Fiscais ................................................................................ Lucro Ajustado antes do Imposto de Renda e Contribuição Social....................... (Aumento)/Redução em Títulos e Valores Mobiliários e Instrumentos Financeiros Derivativos ................................................................................................................. (Aumento)/Redução em Outros Créditos .................................................................... Aumento/(Redução) em Outras Obrigações ............................................................... Imposto de Renda e Contribuição Social Pagos ......................................................... Caixa Líquido Proveniente/(Utilizado) das Atividades Operacionais ..................... Fluxo de Caixa das Atividades de Financiamentos: Dividendos Pagos........................................................................................................ Caixa Líquido Proveniente/(Utilizado) das Atividades de Financiamentos ........... Aumento/(Redução) de Caixa e Equivalentes de Caixa........................................... Caixa e Equivalentes de Caixa - Início do Período ....................................................... Caixa e Equivalentes de Caixa - Fim do Período .......................................................... Aumento/(Redução) Líquido de Caixa e Equivalentes de Caixa.............................

Exercícios findos em 31 de dezembro 2013 2012

335 28 28 363

535 51 51 586

592 47 47 639

(307) (18) (2) (18) 18

(298) (39) (2) (218) 29

(365) (121) (38) (51) 64

(4) (4) 14

(4) (4) 25

(59) (59) 5

23 37 14

12 37 25

7 12 5

Descrição 1 - Receitas............................................................. 1.1) Intermediação Financeira......................... 1.2) Outras ........................................................

2013

2º Semestre % 443 123,1 447 124,2 (4) (1,1)

2013

Totais 9.828 207 (2) 10.033 9.314 387 (4) 9.697 339 (3) 10.033

Exercícios findos em 31 de dezembro % 2012 790 136,0 791 793 136,5 801 (3) (0,5) (10)

% 125,6 127,2 (1,6)

2 - Insumos Adquiridos de Terceiros................... Propaganda e Publicidade ................................. Serviços Técnicos Especializados ..................... Serviços do Sistema Financeiro ........................ Outros ................................................................

(83) (50) (9) (7) (17)

(23,1) (13,9) (2,5) (1,9) (4,8)

(209) (147) (17) (15) (30)

(36,0) (25,3) (2,9) (2,6) (5,2)

(161) (118) (13) (14) (16)

(25,6) (18,7) (2,1) (2,2) (2,6)

3 - Valor Adicionado Bruto (1-2) ...........................

360

100,0

581

100,0

630

100,0

4 - Valor Adicionado a Distribuir ..........................

360

100,0

581

100,0

630

100,0

5 - Distribuição do Valor Adicionado ................... 5.1) Impostos, Taxas e Contribuições ............ Estadual e Municipal................................... Federal ........................................................ 5.2) Remuneração de Capitais Próprios ........ Dividendos .................................................. Lucros Retidos ............................................

360 153 4 149 207 2 205

100,0 42,5 1,1 41,4 57,5 0,6 56,9

581 242 5 237 339 3 336

100,0 41,7 0,9 40,8 58,3 0,5 57,8

630 243 243 387 4 383

100,0 38,6 38,6 61,4 0,6 60,8

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 1) CONTEXTO OPERACIONAL A BMC Asset Management - Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. (BMC DTVM ou Instituição) é uma instituição financeira que tem por objetivo praticar operações e atividades pertinentes às disposições legais e regulamentares aplicáveis às sociedades da espécie. É parte integrante da Organização Bradesco, suas operações são conduzidas de forma integrada a um conjunto de empresas que atuam nos mercados financeiros e de capitais, utilizando-se de seus recursos administrativos e tecnológicos e na gestão de riscos e suas demonstrações contábeis devem ser entendidas neste contexto. 2) APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS As demonstrações contábeis foram elaboradas a partir das diretrizes contábeis emanadas das Leis nos 4.595/64 (Lei do Sistema Financeiro Nacional) e 6.404/76 (Lei das Sociedades por Ações) com as alterações introduzidas pelas Leis nos 11.638/07 e 11.941/09, para a contabilização das operações, associadas às normas e instruções do Conselho Monetário Nacional (CMN) e do Banco Central do Brasil (BACEN). Incluem estimativas e premissas, tais como: estimativas do valor justo de determinados instrumentos financeiros; provisões cíveis e fiscais e perdas por redução ao valor recuperável (impairment) de ativos não financeiros. Os resultados efetivos podem ser diferentes daqueles estabelecidos por essas estimativas e premissas. As demonstrações contábeis foram aprovadas pela Administração em 29 de janeiro de 2014. 3) PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS a) Moeda funcional e de apresentação As demonstrações contábeis estão apresentadas em Real, que é a moeda funcional da Instituição. b) Apuração do resultado O resultado é apurado de acordo com o regime de competência, que estabelece que as receitas e despesas devem ser incluídas na apuração dos resultados dos períodos em que ocorrerem, sempre simultaneamente quando se correlacionarem, independentemente de recebimento ou pagamento. As operações com taxas prefixadas são registradas pelo valor de resgate, e as receitas e despesas correspondentes ao período futuro são apresentadas em conta redutora dos respectivos ativos e passivos. As receitas e despesas de natureza financeira são contabilizadas pelo critério pro rata dia e calculadas com base no método exponencial. As operações com taxas pós-fixadas são atualizadas até a data do balanço. c) Caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa são representados por disponibilidades em moeda. d) Títulos e valores mobiliários - classificação • Títulos para negociação - adquiridos com o propósito de serem ativa e frequentemente negociados. São registrados pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos e ajustados pelo valor de mercado em contrapartida ao resultado do período; • Títulos disponíveis para venda - são aqueles que não se enquadram como para negociação nem como mantidos até o vencimento. São registrados pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos em contrapartida ao resultado do período e ajustados ao valor de mercado em contrapartida ao patrimônio líquido, deduzido dos efeitos tributários os quais só serão reconhecidos no resultado quando da efetiva realização; e • Títulos mantidos até o vencimento - adquiridos com a intenção e capacidade financeira para sua manutenção em carteira até o vencimento. São registrados pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos em contrapartida ao resultado do período. Os títulos e valores mobiliários classificados nas categorias de negociação e disponível para venda bem como os instrumentos financeiros derivativos, são demonstrados no balanço patrimonial pelo seu valor justo estimado. O valor justo geralmente baseia-se em cotações de preços de mercado ou cotações de preços de mercado para ativos ou passivos com características semelhantes. Se esses preços de mercado não estiverem disponíveis, os valores justos são baseados em cotações de operadores de mercado, modelos de precificação, fluxo de caixa descontado ou técnicas similares, para as quais a determinação do valor justo possa exigir julgamento ou estimativa significativa por parte da Administração. e) Imposto de renda e contribuição social (ativo e passivo) Os créditos tributários de imposto de renda e contribuição social sobre o lucro líquido, calculados sobre as adições temporárias, são registrados na rubrica “Outros Créditos - Diversos”, e a provisão para as obrigações fiscais diferidas é registrada na rubrica “Outras Obrigações - Fiscais e Previdenciárias”. Os créditos tributários sobre as adições temporárias serão realizados quando da utilização e/ou reversão das respectivas provisões sobre as quais foram constituídos. Tais créditos tributários são reconhecidos contabilmente com base nas expectativas atuais de realização, considerando os estudos técnicos e análises realizadas pela Administração. A provisão para imposto de renda é constituída à alíquota-base de 15% do lucro tributável, acrescida de adicional de 10%. A contribuição social sobre o lucro é calculada considerando a alíquota de 15% para empresas do segmento financeiro. Foram constituídas provisões para os demais impostos e contribuições sociais, de acordo com as respectivas legislações vigentes.

De acordo com a Lei nº 11.941/09, as modificações no critério de reconhecimento de receitas, custos e despesas computadas na apuração do lucro líquido do período, introduzidas pela Lei nº 11.638/07 e pelos artigos 37 e 38 da Lei nº 11.941/09, não terão efeitos para fins de apuração do lucro real, devendo ser considerados, para fins tributários, os métodos e critérios contábeis vigentes em 31 de dezembro de 2007. Para fins contábeis, os efeitos tributários da adoção das mencionadas Leis estão registrados nos ativos e passivos diferidos correspondentes. A composição dos valores de imposto de renda e contribuição social, a demonstração dos seus cálculos, bem como a origem e previsão de realização dos créditos tributários, estão apresentados na Nota 15. f) Investimentos Os outros investimentos são avaliados pelo custo de aquisição, deduzidos de provisão para perdas/redução ao valor recuperável (impairment), quando aplicável. g) Redução ao valor recuperável de ativos (Impairment) Os ativos financeiros e não financeiros são avaliados para verificar se há evidência objetiva de que tenha ocorrido uma perda no seu valor contábil. A evidência objetiva de que os ativos financeiros perderam valor pode incluir o não pagamento ou atraso no pagamento por parte do devedor, indicações de processo de falência ou mesmo, um declínio significativo ou prolongado do valor do ativo. Uma perda por redução ao valor recuperável (impairment) de um ativo financeiro ou não financeiro é reconhecida no resultado do período se o valor contábil do ativo ou unidade geradora de caixa exceder o seu valor recuperável. h) Provisões, ativos e passivos contingentes e obrigações legais - fiscais e previdenciárias O reconhecimento, a mensuração e a divulgação das provisões, das contingências ativas e passivas e também das obrigações legais são efetuados de acordo com os critérios definidos pelo CPC 25, o qual foi aprovado pela Resolução nº 3.823/09 do CMN, sendo: • Ativos contingentes: não são reconhecidos contabilmente, exceto quando a Administração possui total controle da situação ou quando há garantias reais ou decisões judiciais favoráveis, sobre as quais não caibam mais recursos, caracterizando o ganho como praticamente certo e pela confirmação da capacidade de sua recuperação por recebimento ou compensação com outro passivo exigível. Os ativos contingentes, cuja expectativa de êxito é provável, são divulgados nas notas explicativas; • Provisões: São constituídas levando em conta a opinião dos assessores jurídicos, a natureza das ações, a similaridade com processos anteriores, a complexidade e o posicionamento de Tribunais, sempre que a perda for avaliada como provável, o que ocasionaria uma provável saída de recursos para a liquidação das obrigações e quando os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança; • Passivos contingentes: de acordo com o CPC 25, o termo “contingente” é utilizado para passivos que não são reconhecidos, pois a sua existência somente será confirmada pela ocorrência ou não de um ou mais eventos futuros e incertos que não estejam totalmente sob o controle da Administração. Os passivos contingentes não satisfazem os critérios de reconhecimento, pois são considerados como perdas possíveis, devendo apenas ser divulgados em notas explicativas, quando relevantes. As obrigações classificadas como remotas não são provisionadas e nem divulgadas; e • Obrigações legais - provisão para riscos fiscais: decorrem de processos judiciais, cujo objeto de contestação é a sua legalidade ou constitucionalidade que, independentemente da avaliação acerca da probabilidade de sucesso, têm os seus montantes reconhecidos integralmente nas demonstrações contábeis. Detalhamento dos processos judiciais, bem como a segregação e movimentação dos valores registrados, por natureza, estão apresentados na Nota 8. i) Outros ativos e passivos Os ativos estão demonstrados pelos valores de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias auferidos (em base pro rata dia) e provisão para perda, quando julgada necessária. Os passivos demonstrados incluem os valores conhecidos e mensuráveis, acrescidos dos encargos e das variações monetárias incorridos (em base pro rata dia). j) Eventos subsequentes Correspondem aos eventos ocorridos entre a data-base das demonstrações contábeis e a data de autorização para sua emissão. São compostos por: • Eventos que originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que já existiam na data-base das demonstrações contábeis; e • Eventos que não originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que não existiam na data-base das demonstrações contábeis. 4) CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA A Instituição possui disponibilidades de R$ 37 mil (2012 - R$ 12 mil), e não possuía outras contas que seriam consideradas equivalentes de caixa.

5) TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS a) Classificação por categorias e prazos

Títulos (1) Títulos para negociação: (3) Letras financeiras do tesouro .............................................................. Letras do tesouro nacional .................................................................. Letras financeiras ................................................................................ Notas do tesouro nacional................................................................... Certificados de depósito bancário ....................................................... Debêntures .......................................................................................... Total em 2013 ..................................................................................... Total em 2012 .....................................................................................

1 a 30 dias

31 a 180 dias 1.028 264 1.292 2.788

181 a 360 dias

103 332 214 6 655 1.096

737 1.393 7 65 2.202 400

Acima de 360 dias 4.182 386 710 692 5.970 5.537

Valor de mercado/ contábil (2) 5.022 386 2.435 1.028 485 763 10.119

2013 Valor de custo atualizado 5.022 386 2.435 1.028 485 763 10.119

Em 31 de dezembro - R$ mil 2012 Valor de mercado/ contábil (2)

Marcação a mercado -

Marcação a mercado

4.420 2.025 1.403 1.003 497 473

-

9.821

-

(1) As aplicações em cotas de fundos de investimento foram distribuídas de acordo com os papéis que compõem suas carteiras, preservando a classificação da categoria dos fundos. No encerramento do período, os investimentos em fundos exclusivos administrados pelo Conglomerado Bradesco somavam R$ 9.989 mil (2012 - R$ 9.701 mil). Na distribuição dos prazos, foram considerados os vencimentos dos papéis, independentemente de sua classificação contábil; (2) O valor de mercado dos títulos e valores mobiliários é apurado de acordo com a cotação de preço de mercado disponível na data do balanço. Se não houver cotação de preços de mercado disponível, os valores são estimados com base em cotações de distribuidores, modelos de precificação, modelos de cotações ou cotações de preços para instrumentos com características semelhantes. No caso das aplicações em fundos de investimentos, o custo atualizado reflete o valor de mercado das respectivas cotas; e (3) Para fins de apresentação do Balanço Patrimonial os títulos classificados como “para negociação” estão demonstrados no ativo circulante. b) A BMC DTVM não possuía operações com instrumentos financeiros derivativos em 31 de dezembro de 2013 e de 2012. c) Resultado de títulos e valores mobiliários Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2013 2012 Fundos de investimentos......................................................................................................................... 783 791 Títulos de renda fixa ................................................................................................................................ 10 10 Total ........................................................................................................................................................ 793 801 6) OUTROS CRÉDITOS 2013 Devedores por depósitos em garantia - fiscais........................................................................................ Créditos tributários (Notas 15c e d)......................................................................................................... Opções por incentivos fiscais .................................................................................................................. Devedores por depósitos em garantia - cíveis......................................................................................... Imposto de renda a compensar............................................................................................................... Devedores diversos ................................................................................................................................. Total ........................................................................................................................................................

Em 31 de dezembro - R$ mil 2012 176 111 37 13 6 4 347

220 133 37 19 409

b) Em 31 de dezembro de 2013 e de 2012, não há processos contingentes avaliados como de perda possível de natureza relevante. 9) OUTRAS OBRIGAÇÕES a) Fiscais e previdenciárias 2013 Provisões fiscais (Nota 8)........................................................................................................................ Impostos e contribuições sobre lucros a pagar ....................................................................................... Provisão para impostos diferidos (Nota 15c)........................................................................................... Impostos e contribuições a recolher........................................................................................................ Total ........................................................................................................................................................ b) Diversas 2013 Provisão para pagamentos a efetuar....................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................

Em 31 de dezembro - R$ mil 2012 240 189 178 188 17 12 1 435 390 Em 31 de dezembro - R$ mil 2012 95 90 95 90

10) PATRIMÔNIO LÍQUIDO a) Capital social O capital social no montante de R$ 5.500 mil (2012 - R$ 5.020 mil) está representado por 5.500.000 (2012 - 5.020.000) cotas, subscritas e integralizadas 8) PROVISÕES, ATIVOS E PASSIVOS CONTINGENTES E OBRIGAÇÕES LEGAIS - FISCAIS E PREVIDENCIÁRIAS no valor nominal de R$ 1,00 cada. A Instituição é parte em processos judiciais de natureza fiscal, decorrentes do curso normal de suas atividades. b) Movimentação do capital social Na constituição das provisões a Administração leva em conta: a opinião dos assessores jurídicos, a natureza das ações, a similaridade com processos Quantidade anteriores, a complexidade e o posicionamento de Tribunais, sempre que a perda for avaliada como provável. de cotas R$ mil A Administração da Instituição entende que a provisão constituída é suficiente para atender às perdas decorrentes dos respectivos processos. Em 31 de dezembro de 2012................................................................................................................. 5.020.000 5.020 O passivo relacionado à obrigação legal em discussão judicial é mantido até o desfecho da ação, representado por decisões judiciais, sobre as quais não Aumento de capital com reservas - Alteração Contratual de 19.4.2013 (1) ............................................ 480.000 480 caiba mais recursos, ou a sua prescrição. Em 31 de dezembro de 2013................................................................................................................. 5.500.000 5.500 I - Obrigações legais - provisão para riscos fiscais A Instituição vem discutindo judicialmente a legalidade e constitucionalidade de alguns tributos e contribuições, os quais estão totalmente provisionados (1) Em 21 de maio de 2013 o Bacen aprovou o Instrumento Particular de Alteração do Contrato Social, que deliberou o aumento do capital social, mediante a utilização do saldo da conta “Reservas de Lucros - Reserva Legal” no montante de R$ 309 mil e de parte do saldo da conta “Reservas de Lucros não obstante as boas chances de êxito a médio e longo prazos, de acordo com a opinião dos assessores jurídicos. Essas obrigações legais e as provisões avaliadas como de risco provável, tem acompanhamento regular de suas evoluções nos trâmites do Judiciário, e no decorrer ou no encerramento de cada Reserva Estatutária” no montante de R$ 171 mil, com a criação de 480.000 cotas, do valor nominal de R$ 1,00 cada uma, atribuídas ao Sócio Cotista processo, poderão resultar em condições favoráveis à Instituição, com a reversão das respectivas provisões. Banco Bradesco Financiamentos S.A. II - Movimentação das provisões c) Reservas de lucros Em 31 de dezembro - R$ mil Em 31 de dezembro - R$ mil Fiscais e previdenciárias 2013 2012 Saldo no início do exercício de 2013 ................................................................................................................. 189 Reservas de lucros................................................................................................................................ 4.533 4.677 Atualização monetária ........................................................................................................................................... 14 - Reserva legal (1) ................................................................................................................................... 36 328 Constituições ......................................................................................................................................................... 37 - Reserva estatutária (2).......................................................................................................................... 4.497 4.349 Saldo no final do exercício de 2013 (Nota 9a)................................................................................................... 240 (1) Constituída obrigatoriamente à base de 5% do lucro líquido do exercício, até atingir 20% do capital social realizado, ou 30% do capital social, acrescido a) Passivos contingentes classificados como perdas possíveis das reservas de capital. Após esse limite a apropriação não mais se faz obrigatória. A reserva legal somente poderá ser utilizada para aumento de capital A Instituição mantém um sistema de acompanhamento para todos os processos administrativos e judiciais em que a Instituição figura como “autora” ou “ré” ou para compensar prejuízos; e e, amparada na opinião dos assessores jurídicos, classifica as ações de acordo com a expectativa de insucesso. Periodicamente são realizadas análises sobre as tendências jurisprudenciais e efetivada, se necessária, a reclassificação dos riscos desses processos. Neste contexto, os processos contingentes (2) Visando à manutenção de margem operacional compatível com o desenvolvimento das operações ativas da Instituição, pode ser constituída em 100% avaliados como de risco de perda possível não são reconhecidos contabilmente. do lucro líquido remanescente após destinações estatutárias, sendo o saldo limitado a 80% do Capital Social Integralizado. 7) INVESTIMENTOS O investimento de R$ 1 mil (2012 - R$ 1 mil) refere-se a título patrimonial da CETIP Educacional.

continua...


DIÁRIO DO COMÉRCIO

8

terça-feira, 11 de março de 2014

...continuação

BMC Asset Management - Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. Empresa da Organização Bradesco CNPJ 04.163.016/0001-76 Sede: Cidade de Deus, s/nº - Prédio Prata - 4º Andar - Vila Yara - Osasco - SP NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS d) Dividendos e juros sobre o capital próprio Aos Sócios-Cotistas estão assegurados juros sobre o capital próprio e/ou dividendo mínimo obrigatório, em cada exercício, que somados não seja inferior a 1% do lucro líquido ajustado, nos termos da legislação societária. Fica a Diretoria autorizada a declarar e pagar dividendos intermediários, especialmente semestrais e mensais, utilizando-se das contas de Reservas de Lucros existentes, e, podendo ainda, autorizar a distribuição de lucros a título de juros sobre o capital próprio em substituição total ou parcial aos dividendos intermediários, ou, em adição aos mesmos. O cálculo dos dividendos relativos aos exercícios findos em 31 de dezembro está demonstrado a seguir: R$ mil 2013 2012 Lucro líquido.......................................................................................................................................... 339 387 (-) Reserva legal - 5% sobre o lucro........................................................................................................ (17) (20) Base de cálculo ..................................................................................................................................... 322 367 Dividendos propostos .............................................................................................................................. 3 4 Percentual em relação ao lucro líquido ajustado ............................................................................... 1,0% 1,0% Valor em Reais por lote de mil cotas ................................................................................................... 0,55 0,80 11) OUTRAS DESPESAS ADMINISTRATIVAS

Propaganda e publicidade....................................................................................................................... Serviços técnicos especializados............................................................................................................ Serviços do sistema financeiro................................................................................................................ Outras...................................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................

Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2013 2012 147 118 17 13 15 14 30 16 209 161

12) DESPESAS TRIBUTÁRIAS

Contribuição à COFINS........................................................................................................................... Contribuição ao PIS................................................................................................................................. Outras...................................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................

Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2013 2012 32 32 5 5 9 1 46 38

13) OUTRAS RECEITAS/(DESPESAS) OPERACIONAIS

Atualização de depósitos em garantia..................................................................................................... Atualização de provisões fiscais.............................................................................................................. Outras...................................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................

Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2013 2012 14 3 (14) (10) (3) (3) (3) (10)

b) Composição da conta de resultado de imposto de renda e contribuição social Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2013 2012 Impostos correntes: Imposto de renda e contribuição social devidos...................................................................................... Impostos diferidos: Constituição/realização no exercício, sobre adições temporárias........................................................... Imposto de renda e contribuição social do exercício ........................................................................

(218)

(214)

22 (196)

9 (205)

c) Origens dos créditos tributários de imposto de renda e contribuição social diferidos

Provisões fiscais............................................................................... Outras provisões .............................................................................. Total dos créditos tributários (Nota 6).......................................... Obrigações fiscais diferidas (Nota 9a) ......................................... Créditos tributários líquidos das obrigações fiscais diferidas ....

Saldo em 31.12.2012 54 57 111 12 99

Constituição 15 64 79 5 74

R$ mil Saldo em 31.12.2013 69 64 133 17 116

Realização 57 57 57

d) Previsão da realização dos créditos tributários sobre diferenças temporárias Em 31 de dezembro de 2013 - R$ mil Diferenças temporárias Imposto Contribuição de renda social Total 2014............................................................................................................................... 15 9 24 2015............................................................................................................................... 26 16 42 2016............................................................................................................................... 35 21 56 2017............................................................................................................................... 7 4 11 Total (Nota 6)................................................................................................................ 83 50 133 A projeção de realização de crédito tributário é uma estimativa e não está diretamente relacionada à expectativa de lucros contábeis. O valor presente dos créditos tributários, calculados considerando a taxa média de captação, líquida dos efeitos tributários, somou R$ 124 mil (2012 - R$ 105 mil).

16) OUTRAS INFORMAÇÕES a) Gerenciamento de riscos A atividade de gerenciamento dos riscos é altamente estratégica em virtude da crescente complexidade dos serviços e produtos e da globalização dos negócios da Organização Bradesco, motivo de constante aprimoramento desta atividade na busca das melhores práticas. 14) TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS a) As transações com controlador e empresa coligada são efetuadas em condições e taxas compatíveis com as médias praticadas com terceiros, A Organização Bradesco exerce o controle corporativo dos riscos de modo integrado e independente, preservando e valorizando o ambiente de decisões colegiadas, desenvolvendo e implementando metodologias, modelos, ferramentas de mensuração e controle. Promove ainda a atualização dos colaboradores quando aplicável, vigentes nas datas das operações e estão assim representadas: em todos os níveis hierárquicos, desde as áreas de negócios até o Conselho de Administração. Em 31 de dezembro - R$ mil O processo de gerenciamento permite que os riscos sejam proativamente identificados, mensurados, mitigados, acompanhados e reportados, o que se 2013 2012 2013 2012 faz necessário em face da complexidade dos produtos financeiros e do perfil da atividade da Organização Bradesco. Ativos Ativos Receitas Receitas (passivos) (passivos) (despesas) (despesas) A BMC DTVM, como parte integrante da Organização Bradesco adota a estrutura de gerenciamento de riscos desta, no gerenciamento de risco de crédito, Disponibilidades: de mercado, de liquidez e operacional. Banco Bradesco S.A. ....................................................................... 37 12 b) Em aderência ao processo de convergência com as normas internacionais de contabilidade, o Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) emitiu Dividendos: vários pronunciamentos contábeis, bem como suas interpretações e orientações, os quais serão aplicáveis às instituições financeiras somente quando Banco Bradesco Financiamentos S.A. ............................................ (3) (4) aprovadas pelo CMN. b) Remuneração do pessoal-chave da Administração Os pronunciamentos contábeis já aprovados pelo CMN foram: Anualmente na Reunião de Sócios cotistas é fixado: o • O montante global anual da remuneração dos Administradores, que é definido em reunião do Conselho de Administração da Organização Bradesco, a ser • Resolução n 3.566/08 - Redução ao Valor Recuperável de Ativos (CPC 01); • Resolução no 3.604/08 - Demonstração do Fluxo de Caixa (CPC 03); paga aos membros do próprio Conselho e da Diretoria, conforme determina o Estatuto Social; e • A verba destinada a custear Planos de Previdência Complementar aberta dos Administradores, dentro do Plano de Previdência destinado aos Funcionários • Resolução no 3.750/09 - Divulgação sobre Partes Relacionadas (CPC 05); e Administradores da Instituição. • Resolução no 3.823/09 - Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes (CPC 25); Não foi fixada remuneração aos Administradores da Sociedade, tendo em vista que todos já recebem remuneração pelas funções que exercem no Banco • Resolução no 3.973/11 - Evento Subsequente (CPC 24); Bradesco S.A., controlador indireto, em consonância com a prática da Organização Bradesco. • Resolução no 3.989/11 - Pagamento Baseado em Ações (CPC 10); A Instituição não possui benefícios de longo prazo, de rescisão de contrato de trabalho ou remuneração em instrumento baseado em ações, nos termos do • Resolução nº 4.007/11 - Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro (CPC 23); e CPC 10 - Pagamento Baseado em Ações, aprovado pela Resolução CMN nº 3.989/11, para seu pessoal-chave da Administração. • Resolução nº 4.144/12 - Pronunciamento Conceitual Básico (R1). Outras informações Atualmente, não é possível estimar quando o CMN irá aprovar os demais pronunciamentos contábeis do CPC e tampouco se a utilização dos mesmos será Conforme legislação em vigor, as instituições financeiras não podem conceder empréstimos ou adiantamentos para: a) Diretores e membros dos conselhos consultivos ou administrativo, fiscais e semelhantes, bem como aos respectivos cônjuges e parentes até o 2º grau; de maneira prospectiva ou retrospectiva. b) Pessoas físicas ou jurídicas que participem de seu capital, com mais de 10%; e c) Em 11 de novembro de 2013, foi publicada a Medida Provisória nº 627 (MP 627/13) que altera a Legislação Tributária Federal sobre IR, CS, PIS e Cofins. c) Pessoas jurídicas de cujo capital participem, com mais de 10%, a própria instituição financeira, quaisquer diretores ou administradores da própria A MP 627/13 dispõe sobre: Instituição, bem como seus cônjuges e respectivos parentes até o 2o grau. • A revogação do Regime Tributário de Transição (RTT), disciplinando os ajustes decorrentes dos novos métodos e critérios contábeis introduzidos em razão Dessa forma, não são efetuados pelas instituições financeiras empréstimos ou adiantamentos a qualquer subsidiária, membros do Conselho de Administração da convergência das normas contábeis brasileiras aos padrões internacionais; ou da Diretoria Executiva e seus familiares. • A tributação da pessoa jurídica domiciliada no Brasil, com relação ao acréscimo patrimonial decorrente de participação em lucros auferidos no exterior 15) IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL por controladas e coligadas; e • O parcelamento especial de contribuição para o PIS/Pasep e à Contribuição para o Financiamento da seguridade Social - Cofins. a) Demonstração do cálculo dos encargos com imposto de renda e contribuição social Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil A Instituição aguardará a conversão em Lei da MP 627/13 para uma análise mais profunda e conclusiva. Em uma avaliação preliminar, não haverá impactos 2013 2012 relevantes. Resultado antes do imposto de renda e contribuição social............................................................ 535 592 d) Não houve qualquer evento subsequente que requer ajustes ou divulgações para as demonstrações contábeis encerradas em 31 de dezembro de 2013. Encargo total do imposto de renda e contribuição social às alíquotas de 25% e 15%, respectivamente... (214) (237) Efeitos no cálculo dos tributos: A DIRETORIA Outros valores ......................................................................................................................................... 18 32 Imposto de renda e contribuição social do exercício ........................................................................ (196) (205) Célio Magalhães – Contador – CRC 1SP199295/O-5

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Aos Administradores da BMC Asset Management - Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. Osasco - SP Examinamos as demonstrações contábeis da BMC Asset Management - Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. (“Instituição”), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2013 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre e exercício findos naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.

também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.

Opinião Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da BMC Asset Management - Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. em 31 de dezembro de 2013, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o semestre e exercício findos naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A Administração da Instituição é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e pelos controles internos que ela Outros assuntos determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada Demonstração do valor adicionado por fraude ou erro. Examinamos também, a demonstração do valor adicionado (DVA), elaborada sob a responsabilidade da Administração da Instituição, para o semestre e Responsabilidade dos auditores independentes exercício findos em 31 de dezembro de 2013, que está sendo apresentada como informação suplementar. Essa demonstração foi submetida aos mesmos Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, está adequadamente apresentada, em todos os seus aspectos relevantes, em as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto. planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Osasco, 24 de fevereiro de 2014 Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos Cláudio Rogélio Sertório relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Instituição para planejar os procedimentos de auditoria que são KPMG Auditores Independentes Contador CRC 1SP212059/O-0 apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Instituição. Uma auditoria inclui, CRC 2SP028567/O-1 F SP

Gleisi contra- ataca ex-presidente Ex-ministra parte para o ataque à crítica de Fernando Henrique Cardoso sobre a foto 'esdrúxula' e afirma que tucano surpreendeu pelo 'azedume'. Wilson Dias/ABr

ex-ministra da Casa Civil e provável candidata do PT ao gov e r n o d o Pa r a n á , Gleisi Hoffmann, criticou a "amargura" do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso em artigo publicado no portal UOL na última quarta-feira. A "amargura" e o "azedume" de Fernando Henrique Cardoso foram demonstrados, segundo a senadora petista, quando ele disse que a foto de Lula e Dilma sorridentes e de mãos dadas no Palácio da Alvorada mostrava a despreocupação com a realidade do País. "Não me passaria pela cabeça que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso pudesse iniciar um artigo de opinião censurando o sorriso de alguém", rebateu Gleisi, que pede que o ex-presidente "volte à razão".

A

DEFESA IMPLACÁVEL A petista defendeu a atuação da presidente Dilma Rousseff depois das manifestações de junho de 2013 afirmando que ela "foi praticamente a única, entre as lideranças políticas deste País, a expor-se, a manifestar-se claramente, a ter iniciativas". Gleisi também rebateu a crítica de Fernando Henrique Cardoso sobre o que o ex-presidente chamou de "imprevidência" que fez com que o Bras i l " m e rg u l h a s s e n a c r i s e energética". A ex-ministra cita o apagão

Não me passaria pela cabeça que o expresidente Fernando Henrique Cardoso pudesse iniciar um artigo de opinião censurando o sorriso de alguém. GLEISI HOFFMANN, PETISTA ocorrido entre 2001 e 2002, quando o tucano estava no Palácio do Planalto, afirmando que "a crítica à suposta imprevidência só pode ser a si mesmo e a seu governo". TEXTO COM RESPOSTA Resposta parecida recebeu o trecho em que Fernando Henrique falava da inflação do governo Dilma. "Esquece-se de que deixou ao País uma inflação de 12,7% em 2002", escreveu a senadora petista. Sobre a crítica de Fernando Henrique a respeito do clientelismo e da "inépcia

assegurada por 30 partidos no Congresso", Gleisi acusa o expresidente tucano de não ter dito "'a' ou 'b' sobre reforma política" em seus oito anos de governo. "Governou com um sistema de base parlamentar tão ampla que alterou a Constituição Federal para garantir sua reeleição", rebateu a petista. Por fim, a ex-ministra de Dilma afirmou que concorda com a ideia defendida pelo ex-presidente de unir os brasileiros em torno das questões fundamentais. Mas, como é de seu feitio, alfinetou Fernando Henrique ao dizer que isso pode ser feito com "alegria e sorrisos". "Não concordo que os temas essenciais sejam a troca da guarda nem a revolta contra o sorriso, mas sem dúvida é preciso aprofundar o debate sobre a economia, a política e as questões sociais." Fernando Henrique citava ainda os problemas de caixa da Eletrobrás e a queda no valor das ações da Petrobras. No fim do artigo, o presidente de honra do PSDB escreveu que é "hora para uma mudança da guarda, na esperança de que novos líderes, colados na escuta das ruas, tenham visão de estadistas, e não a de meros chefes de clã". "É hora de renovação, da força dos jovens aliada à visão de grandeza construírem a política do amanhã", finalizou FHC. (Agências)

Ricardo Stucke

rt/Instituto Lula

Foto divulgad

a na semana pa

ssada pelo Inst ituto Lula não ag

radou ao ex-p

residente FHC

'Foto esdrúxula', define FHC. Para ex-presidente, a foto mostra falta de contato com a realidade das ruas. ex-presidente Fernando Henrique Cardoso chamou de "esdrúxula" a foto em que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a presidente Dilma Rousseff aparecem de mãos dadas durante reunião no Palácio do Alvorada na quarta-feira, dia 5. Para FHC, a fotografia dos políticos "tão despreocupados" mostra um descolamento dos petistas com a realida-

O

de das ruas, que tem as pessoas "assustadas com as sombrias perspectivas de futuro, temerosas da violência larvar de um povo que era tido como pacífico", escreveu, em artigo publicado no portal UOL. Segundo ele, os líderes governistas se negam a expor à Nação "as mazelas existentes" e, em vez de pedir a união dos brasileiros, apostam em dividir a sociedade para se

manter no poder. Só pensam em dividir a sociedade entre 'nós' e 'eles' para, apostando nesse pobre maniqueísmo político, vencer eleições e se manter no poder". A crítica se estende a outros setores do governo. Segundo FHC, "muita imprevidência" é o motivo que fez o País "mergulhar na crise energética que estamos embrulhados". (Estadão Conteúdo)


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Reuters

KCNA/Reuters

POLÊMICO O ex-presidente da Colômbia Álvaro Uribe conquistou uma cadeira no Senado, o que pode complicar os esforços de paz com as Farc.

UNÂNIME A imprensa norte-coreana anunciou a vitória, com 100% dos votos e sem abstenção, do ditador Kim Jong-un nas eleições legislativas de domingo.

MISTÉRIO COM CONEXÃO NO IRÃ

Edgar Su/Reuters

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Rússia criticou ontem o estado de "anarquia" em que está mergulhado o leste da Ucrânia. O alerta foi feito em nota oficial da chancelaria, em Moscou, e reforça as dúvidas sobre as intenções do governo russo para o resto do país. Além da Crimeia, que no domingo realiza um referendo - com apoio de Vladimir Putin sobre a secessão da Ucrânia e a anexação à Rússia, regiões como Donetsk começam a reivindicar votações similares. Segundo a chancelaria russa, o governo interino que sucedeu o presidente deposto Viktor Yanukovich estaria associado ao movimento paramilitar de extrema direita Setor Direito. O documento fez referências a supostos atos de violência e detenções arbitrárias que a comunidade russa da Ucrânia estaria sofrendo. Um dos exemplos citados foram os disparos feitos na cidade de Kharkiv, no sábado, e a prisão de sete jornalistas russos em Dnipropetrovsk. Por sua vez, o primeiro-ministro interino da Ucrânia, Arseni Yatsenyuk, pediu mais uma vez à Rússia que retire seu apoio ao referendo. "Não há nenhum poder legítimo na Crimeia. São criminosos que chegaram ao poder por meios anticonstitucionais e com a proteção de 18 mil soldados russos", disse. A tensão entre Ucrânia e Rússia levou a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) a anunciar o envio de aviões de reconhecimento para a Polônia e a Romênia, com o objetivo de monitorar a situação na península da Crimeia. (Agências)

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Caso de passaportes roubados é investigado em meio à busca de avião da Malaysia Airlines nquanto uma gigantesca operação de busca tenta decifrar o "mistério sem precedentes" do desaparecimento do avião da Malaysia Airlines, autoridades investigam como dois homens conseguiram embarcar com passaportes falsos na aeronave que desapareceu na sexta-feira (pelo horário de Brasília). As autoridades da Malásia identificaram um dos dois passageiros que embarcaram com passaportes roubados no Boeing-777/200, que fazia o voo M H370, n a rota Kuala Lumpur-Pequim. O chefe da polícia disse que não poderia revelar a sua identidade, mas afirmou que não é asiático. Os bilhetes usados pelos passageiros foram emitidos na Tailândia e foram comprados por um iraniano chamado Kazem Ali. Segundo o jornal Financial Times (FT), a agência de viagens disse que Ali é seu cliente há três anos. Fontes da polícia tailandesa disseram que Ali explicou que reservou as passagens para dois amigos que desejavam retornar à Europa. As passagens foram pagas

Rússia: o leste da Ucrânia está em estado de anarquia.

com dinheiro, embora não esteja claro quem se encarregou de arcar finalmente com o pre- Mulher reza durante vigília para passageiros do avião da Malaysia Airlines, em Kuala Lumpur, na Malásia. Azhar Rahim/EFE ço, se foi o próprio Ali ou do avião antes da decolagem. um intermeSegundo a autoridade, as badiário. gagens foram previamente diA dona da gitalizadas pela polícia do aeagência de roporto, que não encontrou viagens, Bennada de anormal. japorn KrutBusca - Dezenas de aviões e nait, disse ao barcos de dez países vascuFT não acrelham o mar entre a Malásia e o ditar que Ali sul do Vietnã à procura do esteja envolavião que levava 239 passavido com atos geiros a bordo. A expectativa terroristas, já chegou a crescer quando o que ele não Vietnã mobilizou helicópteros solicitou o para investigar um objeto voo da Malayamarelo flutuante -- que era, sia Airlines na verdade, apenas "a tampa e s p e c i f i c acoberta de musgo de um rolo mente, mas a de cabos", segundo a aviação passagem civil vietnamita. 'Tenham esperança', diz mural aos desaparecidos, no aeroporto de Kuala Lumpur. mais barata A área de buscas do avião foi para a Europa. italiano Luigi Maraldi. Os docu- riam essas cinco pessoas e ampliada após autoridades deAinda não se sabe se os dois mentos foram registrados na quais os motivos que os fize- tectarem em radares militares homens têm alguma relação base de dados da Interpol em ram desistir do voo, mas des- uma mudança de rota. O voo com o desaparecimento do 2012 e 2013 depois de terem tacaram que nenhuma dessas MH370 sumiu do radar cerca de avião. Criminosos e imigran- sido roubados na Tailândia. uma hora após decolar de Kuala pessoas está sob custódia. tes ilegais muitas vezes viaA Malásia também investiO diretor-geral do Departa- Lumpur com destino a Pequim. jam portando documentos fal- ga cinco pessoas que fizeram mento de Aviação Civil da MaNão houve pedido de socorsos ou roubados. check-in no voo, mas que não lásia, Azharuddin Abdul Rah- ro do avião, o que leva espeOs passaportes roubados embarcaram no avião. man, informou que as malas cialistas a cogitarem uma capertenciam originalmente ao As autoridades não revela- desses passageiros que não tastrófica falha repentina ou austríaco Christian Kozel e ao ram detalhes sobre quem se- embarcaram foram retiradas uma explosão. (Agências)

Abir Sultan/EFE

Saúde em crise na Venezuela Tomas Bravo/Reuters

Miraflores/Reuters - 09/03/14

Navio carregava foguetes, morteiros e projéteis para a Faixa de Gaza.

A prova do crime Israel mostra arsenal atribuído ao Irã Médico entra em confronto com policial durante protesto em Caracas

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pitais estão caóticos, porque não temos como tratar nossos pacientes", disse o médico Enrique Ramos à agência Efe. "Maior segurança dentro dos hospitais, que o paciente não tenha longa espera, longa estadia dentro do hospital e... porque não temos em muitos hospitais algodão, álcool, não temos seringa com que trabalhar", acrescentou. Segundo o presidente da Federação Médica Venezuelana, Douglas León, 95% dos hospitais do país têm apenas 5% dos insumos que necessitam para atender seus pacientes. "Médicos e pacientes são os mais afetados. Estamos em um tipo de sanduíche, somos prisioneiros nos hospitais: o paciente, porque morre, e os médicos, porque não podem exercer a profissão e não têm recursospara garantir a saúde e a vida dos pacientes", disse León citado pelo jornal El Universal. Em Caracas, médicos chavistas também se manifestaram, marchando até o Palácio de Miraflores, onde foram recebidos pelo presidente Nicolás Maduro.

Nós, os médicos, estamos em luta porque nossa saúde está em crise... não temos como tratar nossos pacientes. ENRIQUE RAMOS Ele reconheceu que "na Venezuela há problemas no setor da saúde" e anunciou um investimento de 1,9 bilhão de bolívares (cerca de US$ 300 milhões, no câmbio oficial). Maduro ainda recebeu médicos recém-formados no palácio, ontem, quando alertou para os desafios da profissão. "Vocês devem aprender a fazer muito com pouco... é preciso otimizar os recursos", disse. No dia anterior, Maduro se reuniu com o ator norte-americano Sean Penn, e pediu que ele transmita os desejos de seu país de ter relações de respeito e diálogo com os Estados Unidos. Penn estava no país

para discutir a possibilidade da Venezuela adquirir tablets fabricados no Haiti. Violência - A Venezuela enfrenta há um mês um clima de protestos que aprofundaram a já tradicional polarização de sua sociedade e que em alguns casos se tornaram violentos, com um saldo de pelo menos 21 mortos e centenas de feridos. Uma mulher chilena foi morta a tiros ao limpar uma barricada colocada por manifestantes anti-governo na primeira morte de um estrangeiro nos conflitos na Venezuela, disseram autoridades e a mídia estatal ontem. Giselle Rubilar, de 47 anos, estudava na cidade venezuelana de Mérida e era militante do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), do governo. Na capital de Táchira, San Cristóbal, a sede do Ministério do Trabalho e um edifício da seguradora estatal La Pastora sofreram graves danos durante a madrugada - enquanto agentes das forças de segurança atacavam manifestantes antigoverno com balas de borracha e gás lacrimogêneo. (Agências)

primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, apresentou ontem os foguetes interceptados em um navio capturado no Mar Vermelho, na semana passada, que supostamente estariam sendo transportados do Irã à Faixa de Gaza, e acusou a comunidade internacional de ignorar o apoio iraniano a militantes e ser vítima de engodo pela nova liderança de Teerã. O Exército israelense espalhou no porto de Eilat os 40 foguetes M-302 e os 181 morteiros do navio interceptado, além

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de 400 mil projéteis. Sacos de cimento "made in Iran" também foram expostos pelo governo israelense como evidência da origem das armas. "A comunidade internacional quer ignorar as contínuas agressões do Irã e o papel que desempenha no massacre da Síria. Querem enganar a si mesmos, (pensando) que o Irã abandonou sua intenção de obter armas nucleares", disse Netanyahu. "Assim como o Irã escondeu estas armas, está escondendo seu programa nuclear." (Agências)

Khaled al-Hariri/Reuters

ntem foi Dia do Médico na Venezuela e profissionais do setor saíram às ruas não para comemorar, mas para protestar contra a falta de insumos hospitalares. Em Caracas, houve confronto entre a polícia e os manifestantes, que denunciavam a escassez que afeta há meses outros setores - na área de alimentos, faltam três em cada dez produtos da cesta básica. Centenas de manifestantes denunciavam a escassez de insumos hospitalares e pretendiam sair em passeata da Praça Venezuela, no centro de Caracas, em direção à sede da vicepresidência do país, mas foram impedidos por um pelotão da Polícia Nacional Bolivariana. Ao bloquearem a passagem do protesto, os policiais foram agredidos pelos manifestantes, que pulavam sobre os escudos dos agentes e os golpeavam com chutes e socos. "Nós, os médicos, estamos em luta porque nossa saúde está em crise. Os pacientes sofrem porque não contamos com insumos, porque os hos-

Maduro tira um 'selfie' com Penn e o premiê haitiano, Laurent Lamothe.

LIBERDADE – Treze freiras ortodoxas gregas foram libertadas

depois de serem mantidas quatro meses em cativeiro por rebeldes sírios ligados à Al-Qaeda. Elas foram soltas em troca da libertação de 150 mulheres prisioneiras e três filhos de uma prisioneira pelo regime sírio.


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Transporte individual cresce 21% em SP Estudo mostra que a população de baixa renda está usando menos o transporte coletivo e que a hora do rush agora é ao meio-dia, por conta das escolas. Renato S. Cerqueira/Estadão Conteúdo

número de pessoas "Fala-se muito em mobilidaque optam pelo uso de, mas a política federal não do transporte indi- contribuiu para isso por um vidual para se des- motivo muito óbvio: houve um locar pela Região Metropolita- incentivo muito grande ao na de São Paulo cresceu 21% transporte individual. Mas, se em cinco anos, segundo um você olhar para o transporte estudo divulgado ontem pela coletivo, houve um aumento Secretaria de Transportes Me- no valor do diesel e no preço tropolitanos. Do total de pes- dos ônibus", disse. soas entrevistadas, quase a Essa realidade só mudou metade (45,7%) prefere se após as manifestações de judeslocar pela região de carro nho do ano passado, quando ou de moto. houve incentivos ao transporO levantamento mostra ain- te de massa com isenção do da que quem ganha mais está PIS/Cofins das empresas. usando mais o transporte púNo caso das pessoas mais blico. A pesquisa ouviu 8.115 ricas que migraram para o pessoas, em 31 regiões, de transporte coletivo, o secreagosto a dezembro de 2012 e tário disse que este é um reentre março e abril de 2013. flexo mundial e que a priorizaNo transporte coletivo, a ção da qualidade do transporp re f e rê n c i a te faz com a i n d a c o n t iq u e a s p e snua sendo soas deixem pelo ônibus, o carro ou a seguido do moto em casa trem e do mee optem pelo trô. Apesar de ônibus, trem esse último ou metrô para dos entrevistados não ser o se deslocar. preferem se transporte Rush – A deslocar mais utilizapesquisa tampela Região do pela popubém mostra lação de São que o meio-dia Metropolitana de Paulo, de é o horário de São Paulo acordo com a pico na região de carro ou de moto pesquisa, enmet ropol itatre 2007 e na, maior do 2012 o númeque o rush da ro de viagens de metrô cres- manhã e da noite. Às 12h, cerca c e u 5 1 , 2 % , e n q u a n t o n o s de 5 milhões de viagens são ônibus a alta foi de 8%. realizadas na Grande São PauA população de baixa renda lo, contra 4,5 milhões de manhã foi a que priorizou o transporte e à tarde. Mas, ao contrário dos individual no período. Os habi- horários de manhã e da noite, o tantes que ganham mais mi- principal modo de deslocamengraram para o transporte co- to é a pé. Em 2007, o maior desletivo nos últimos cinco anos. locamento ocorria de manhã, O secretário de Transportes com 4 milhões de viagens. Metropolitanos, Jurandir FerO principal motivo para o nandes, acredita que este fe- aumento do fluxo de veículos nômeno se deve aos incenti- no horário é a entrada e saída vos dados pelo governo fede- de crianças nas escolas. O horal para a aquisição de carros, r á r i o t a m b é m r e c e b e u m como a redução no IPI (Impos- grande número de pessoas to sobre Produtos Industriali- que optam por almoçar em cazados). Para ele, esta foi uma sa e que iniciam ou finalizam o política errada. expediente. (Agências)

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45,7%

.Ó..RBITA

MARCOLA

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Trânsito na Avenida 23 de Maio, próximo ao Viaduto Santa Generosa: cada vez mais carros nas ruas.

BRIGA PELO CANTAREIRA

GREVE Luis Moura/Estadão Conteúdo

consórcio que representa municípios e usuários de água das 73 cidades da região de Campinas, onde estão parte dos rios e represas que formam o Sistema Cantareira, divulgou uma nota de esclarecimento ontem acusando o governo do Estado e a Companhia de Saneamento Básico do Estado d e S ã o Pa u l o ( S a b e s p ) d e transmitirem "a falsa impressão" de que o problema da falta de água está controlado. Os reservatórios do Cantareira, que abastecem 47% da Grande São Paulo, estavam ontem com 16% da capacidade total. A carta do Consórcio das Bacias dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (PCJ) é uma resposta às medidas anunciadas

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Sistema Cantareira estava ontem com 16% da capacidade total. de redução de retirada de água do Sistema Cantareira e a transferência de outros sistemas (Alto Tietê e Guarapiranga) para suprir a demanda de 2 milhões de pessoas na Grande São Paulo.

Manifestantes pedem moradia e fecham o trânsito erca de 20 pessoas realizaram na manhã de ontem uma manifestação na região da Vila Mazzei, na zona norte de São Paulo. A Rua Manuel Gaya, próximo à Avenida Mazzei, ficou bloqueada nos dois sentidos da via, prejudicando o trânsito em toda a região. Segundo a Polícia Militar, o protesto começou por volta das 6h45, quando manifestantes atearam fogo em móveis velhos e fecharam a rua. Eles pedem ações da Prefeitura em um córrego que corta o bairro. De acordo com os moradores, em dias chuvosos o riacho sobe alagando as casas nas proximidades.

C

Ô ni b us – Na zona sul, um grupo de sem-teto bloqueou totalmente a avenida Senador Teotônio Vilela, na região do Grajaú. O grupo também protestava por moradia. Por conta do protesto e do trânsito na região, a SPTrans (empresa que gerencia o transporte municipal) afirmou que 55 linhas de ônibus tiveram a circulação prejudicada por causa dos manifestantes. O protesto começou por volta das 4h30, quando o grupo saiu em caminhada pela avenida Dona Belmira Marin e seguiu até a Teotônio Vilela, uma das principais ligações da região com o Centro da Capital. (Folhapress)

Justiça de São Paulo negou a transferência do principal chefe da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) para o regime de isolamento. Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, está preso em Presidente Venceslau (611 km de São Paulo). A decisão do desembargador Péricles Piza, em caráter liminar, foi em resposta a um pedido do Ministério Público, de 2013. Na ocasião, o Gaeco, grupo de promotores que investiga o crime organizado, solicitou a transferência de Marcola e de outros 34 membros do PCC para o Regime Disciplinar Diferenciado, que prevê isolamento do preso 22 horas por dia. (Folhapress)

Uma das medidas para evitar o racionamento foi implementada ontem: reduzir a captação de água do sistema Cantareira de 31 mil litros por segundo para 27,9 mil litros por segundo. (Agências)

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gentes penitenciários de São Paulo entraram em greve ontem para reivindicar reajuste de 20,64%, referente à inflação do período de 2007 a 2012, mais 5% de aumento real no salário. Segundo o Sindasp (Sindicato dos Agentes de Segurança Penitenciária do Estado de São Paulo), cerca de 60% a 70% dos funcionários de presídios estão parados. A greve foi deliberada na quarta-feira passada. Segundo o sindicato, dois dias depois o governo convocou a categoria para uma reunião de negociação, marcada para hoje. Para o secretário-geral do sindicato, Cícero Félix de Souza, a convocação do governo para a reunião desmobilizou parte da categoria. (Folhapress) Luiz Claudio Barbosa/Estadão Conteúdo

Bloqueio na Avenida Teotônio Vilela: linhas de ônibus prejudicadas.


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Mostra Internacional de Teatro: última chamada. Vai até domingo (16) a Mostra Internacional de Teatro de São Paulo, que traz espetáculos da Itália, França, Espanha, Lituânia, Argentina, Turquia, África do Sul, Uruguai e Chile. Tudo de graça. Informações no site: www.mitsp.org. Leonardo Soares/Folhapress

UM GUIA PARA SUA DIVERSÃO De música erudita, a ciclo especial de cinema e programas de TV.

Zanone Fraissat/Folhapress

Ze Carlos Barretta/Folhapress

Nando Reis, Elba Ramalho e Mariana Aydar; pluralidade sonora.

SHOW

Animada vitrine pós-carnaval

CINEMA

André Domingues inguém perdeu o passo quando, em pleno carnaval de Salvador, Bell Marques despediu-se do Chiclete com Banana e começou a tocar as canções da carreira-solo que decidiu abraçar. Pudera: no disco Vumbora, que será apresentado pela primeira vez em São Paulo, neste final de semana, ele se-

Fotos: Divulgação

N Hoje (11), às 19h30, no Centro Cultural Vergueiro, será exibido o filme espanhol Branca de Neve (2013, em P&B), uma versão bem diferente da já conhecida.

ÓPERA

M

Daniel Teixeira/Estadão Conteúdo

TELEVISÃO

Humor negro, vampiros e aliens. Na TV. CONCERTO

Começa temporada da Osesp Sob a batuta de Marin Alsop (foto), Sinfônica do Estado apresenta nesta semana o seu primeiro programa de 2014. Obras: Missa Brevis (Bernstein); Concerto para Piano Nº 2 em Dó Menor, Op. 18 (Rachmaninov), com o pianista Garrick Ohlsson; Sinfonia Nº 3 em Dó Manor, Op. 78 (SaintSaëns). Quinta (13), Sexta (14), 21h; sábado (15), 16h30. Sala São Paulo. Tel.: 3223-3966.

Nesta semana, o programa pode, muito bem, ser no sofá de casa. Três grandes filmes serão exibidos na TV paga e aberta. No ficção científica Contatos Imediatos do Terceiro Grau (1977), de Spielberg, ovnis em ação, às 23h55, no Telecine Cult. No TCM, às 15h15, Os Excêntricos Tenenbaums (2001), de Wes Anderson, capricha no humor negro e

dição formada a partir dos trios elétricos. Além da promissora estreia de Bell, a programação de shows desta semana traz dois nomes bem estabelecidos da MPB, Elba Ramalho e Nando Reis, apresentando os discos Vambora Lá Dançar e Sei, respectivamente. Tem, também, uma boa amostragem

de jovens talentos, com Mariana Aydar cantando as faixas de Cavaleiro Selvagem Aqui te Sigo, o Trio Gato com Fome m os t r an d o os sambas do CD que leva seu nome, Érika Martins desfiando o romantismo de Modinhas e o quarteto Passo Torto, interpretando as criativas canções do álbum Passo Elétrico.

Jack Johnson, na paz de um luau praiano. uito do que parece óbvio só ganha esse status depois que acontece. É o caso do sucesso do pop praieiro de Jack Johnson, que se apresenta com ingressos esgotados neste final de semana, em São Paulo.

Il Trovatore, de Verdi (foto) abre temporada do Teatro Municipal. Sinfônica dirigida por John Neschling. Hoje (11), 20h. Tel.: 3397-0327.

gue as mesmas diretrizes da trajetória construída no auge da axé music. E com a mesma competência, inclusive na escolha da sonoridade da banda. Ao contrário dos oportunismos e das hesitações de alguns nomes que pipocaram na cena carnavalesca baiana, ele caminha para de uma defesa firme e sóbria da tra-

Johnson, por um lado, assumiu o tom despojado e pessoal do folkpop que se reergueu nos últimos anos, mas, por outro, acrescentou o tempero musical então inesperado de seu Havaí natal. Sucessos como Upside Down e Brokedown,

Camisa Verde e Branco. Salve a tradição. ouco depois do carnaval de 1914, a então pacata Barra Funda foi testemunha do primeiro desfile do cordão Grupo da Barra Funda, fundado por Dionízio Barbosa, um carpinteiro negro de Itirapina-SP. Eram, apenas, umas 10 pessoas, entre familiares e amigos, mas sua função tinha algo de grandiosa: estavam iniciando, ali, o carnaval popular paulistano. O Grupo da Barra Funda sobreviveu, cresceu, foi rebatizado de Camisa Verde e, logo, se consagrou com o nome de Camisa Verde e Branco, numa história sofrida, mas vitoriosa, em que depois tomaram parte outras agremiações como Campos Elíseos, Vai-Vai e Lavapés. Vale a pena consultar sobre esse assunto, aliás, a boa narrativa do livro Artistas Negros da Música Popular e do Rádio, que a jornalista e pesquisadora Thaís Matarazzo lança neste sábado, às 15h30, na Casa de Portugal. O centenário do surgimento do Grupo da Barra Funda, a ser completado amanhã (12), diz respeito

P

mais aos festejos de rua paulistanos do que à escola de samba Camisa Verde e Branco. O primeiro cordão, afinal, se dissolveu em 1939, em função de um desentendimento financeiro, e somente em 1954 foi refundado, sob a liderança do folclórico Inocêncio Tobias, o “Mulata”. Não só a interrupção de 15 anos distancia os foliões de Dionísio da atual agremiação, mas também os estilos completamente diferentes. Aqueles eram tempos de marcha-sambada, ao invés de sambas; de estandartes, ao invés de bandeiras; de cortes reais, ao invés de alas e carros alegóricos. Acima de tudo, eram tempos de um carnaval espontâneo e marginalizado, ao contrário dos profissionais e midiáticos desfiles de hoje em dia. Lembrar Dionísio e sua turma, assim, é, fundamentalmente, resgatar uma expressão popular original e esquecida. A badalação vaidosa dos eventos do sambódromo pode ficar para depois. (AD)

assim, se justificam tanto por uma incontestável inteligência mercadológica, quanto por respirarem a paz acolhedora de luau à beira do mar. Seu trabalho atual, From Here to Now to You, aliás, reitera essa dupla habilidade logo na primeira

faixa, I Got You. Estão combinadas nela a fluência das baladas românticas e uma sonoridade muito particular, baseada na mescla do onipresente violão com os slides de uma guitarra havaiana. Parece fácil, mas não é. (AD)

GARGAREJO Seleção dos espetáculos da semana Bell Marques – Vumbora Gênero: axé Áudio Club – A. Francisco Matarazzo, 694. Tel.: 2027.2777 Dia 15, às 22h R$ 140 –R$ 240 Elba Ramalho – Vambora Lá Dançar Gênero: aquarela nordestina Memorial da América Latina, Praça Cívica – Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664. Tel.: 3823.4600 Dia 16, às 17h Grátis Erika Martins – Modinhas Gênero: seresta-pop-cult Comedoria Sesc Belenzinho – Rua Padre Adelino, 1000. Tel.: 2076.9700 Dia 15, às 21h30. R$ 25 Jack Johnson – From Here to Now to You Gênero: luau pop Espaço das Américas – Rua Tagipuru, 795. Tel.: 3864.5566 Dia 14, às 22h R$ 220 – R$ 380 (ingressos esgotados) Johnny Sansone, Quique Gómez e Natacha Seara – 13° Encontro Internacional de Harmônica

Gênero: blues multicultural em harmônicas Choperia Sesc Pompeia – Rua Clélia, 93. Tel.: 3871.7700 Dia 15, às 21h30 R$ 16 Mariana Aydar – Cavaleiro Selvagem, Aqui te Sigo Gênero: brazuca cult Sesc Santo André – Rua Tamarutaca, 302. Tel.: 4469.1200 Dia 15, às 20h R$ 30 Nando Reis – Sei Gênero: pop cabeça Sesc Itaquera – Av. Fernando do Espírito Santo Alves Matos, 1000. Tel.: 2523.9200 Dia 16, às 15h R$ 7 Passo Torto – Passo Elétrico Gênero: dramas elétricos Teatro Sesc Santo Amaro – Rua Amador Bueno, 505. Tel.: 5541.4000 Dia 14, às 21h Ingressos: R$ 20 Trio Gato com Fome Gênero: samba bem-humorado Sesc São Caetano – Rua Piauí, 554. Tel.: 4223.8800 Dia 15, às 16h Grátis (Cotação AD)

FARGO, AGORA EM SÉRIE. na bizarrice. Já na TV Cultura, às 22h, de sexta (14), será a vez do terror da menina vampira (foto), no sueco Deixa Ela Entrar (2008).

Doutores da Alegria Para celebrar os 10 anos do programa de formação de palhaço para jovens, foi apresentado, de 8 a 23 de fevereiro, o espetáculo Prato do Dia. Esse laboratório alimenta o Doutores da Alegria, conhecido pela sua atividade lúdico-terápica nos hospitais da Cidade. O DC publicou que a peça estrearia em 8/3.

Já saíram os teasers da esperada série de televisão inspirada no filme Fargo (1996), dos irmãos Cohen. A adaptação, com estreia prevista para abril nos EUA, terá dez capítulos e uma elenco quente: Kate Walsh, Oliver Platt, Bob Odenkirk, entre outros.


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Rapidez Cavalos treinam na pista de corrida de Cheltenham, Inglaterra, para a competição da Golden Cup, que começa hoje.

Fotos: Sergio Perez/Reuters

Procurando Cervantes, criador de D. Quixote. Quatro séculos depois da morte de Miguel de Cervantes, o criador de Dom Quixote, a câmara de Madri vai financiar a busca por seus restos morais. "Encontrar o túmulo de Cervantes permitiria reparar uma grande dívida ao príncipe das letras de Espanha, talvez a figura da Espanha que marcou mais profundamente a história da humanidade", disse o membro da câmara, José

Eddie Keogh/Reuters

.C..IÊNCIA

Proteção da Terra em risco Pesquisadores descobrem quatro gases que afetam a camada de ozônio specialistas britânicos identificaram quatro novos gases que contribuem para a destruição da camada de ozônio. Os cientistas da Universidade de Anglia Oriental, na Inglaterra, trabalharam com diversas análises do ar, algumas tomados ainda nos anos 1970, e descobriram as novas substâncias, cujo acúmulo é motivo de preocupação. Os cientistas destacaram em artigo publicado no último número da revista Nature Geoscience que desconhecem a origem desses gases. O buraco na camada de ozô-

E

García. Publicado em duas partes, em 1605 e 1615, Dom Quixote, é considerado o primeiro romance moderno.

Os cientistas de Anglia Oriental estimam que 74 mil toneladas destes gases foram lançados na atmosfera, onde se acumulam. "Não sabemos de onde estão saindo e isto deveria ser investigado. Entre as fontes possíveis estão químicos para a produção de inseticidas e solventes para a limpeza de componentes eletrônicos", disse o pesquisador-chefe do estudo, Johnannes Laube. A inquietação é que esses gases se decompõem lentamente, permanecendo por muitos anos na atmosfera, destruindo o ozônio. (EFE)

Barcelona tenta fazer acordo Representantes do Barcelona contataram a procuradoria da Audiência Nacional espanhola para tentar um acordo sobre a acusação de delito fiscal na contratação do atacante Neymar. O acordo não levará ao fim do processo. O contato aconteceu depois que o clube pagou à Fazenda 13,5 milhões de euros pela contratação. É um procedimento normal quando a parte acusada abona a cota defraudada. (EFE)

André Lucas Almeida/Futura Press/Estadão Conteúdo

.C..RIATIVIDADE

nio da Antártida foi descoberto em 1985, o que motivou, em 1987, a assinatura do protocolo de Montreal, que proibiu as substâncias que o produziam. Na época foram identificados os clorofluorocarbonos (CFC) como destruidores do ozônio. No entanto, os últimos estudos apontam a existência de outros gases que não foram detectados antes dos anos 1960. Quatro deles chegam à atmosfera a partir fontes ainda não identificadas. Três deles concorrerem com o CFC e o outro é hidroclorofluorocarbono (HCFC).

.C..ASO NEYMAR

Tomada divertida O Hanaga Tap Nose é um adaptador para tomadas. Além de útil, leva bom humor para as paredes de casa. http://goo.gl/WfLInF

.T..ECNOLOGIA

Neil Young aposta em tocador digital de crowdfunding no Kickstarter. Segundo a campanha, o PonoMusic terá a "melhor qualidade de som possível". O aparelho deverá custar US$ 400. As doações para o projeto começam dia 15.

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O cantor canadense Neil Young entrará para o ramo de tecnologia com um tocador de músicas digital, o PonoMusic. Para arrecadar dinheiro e desenvolver o produto, o cantor lançará um projeto

BANHO - Sob o forte calor que fez ontem em São Paulo, um pássaro se refrescava num chafariz instalado no Parque Villa-Lobos, na zona oeste da cidade. A temperatura máxima ontem na capital paulista atingiu 31 °C e a previsão para hoje é de mínima de 19°C e máxima de 31 °C.

.A..RTE

.C..OPA 2014

.C..ELEBRIDADES

Instalada cobertura do Itaquerão

Audiência de Bieber é marcada para abril Um juiz fixou para 14 de abril, em Toronto, a audiência do cantor Justin Bieber, acusado de agredir um motorista de limousine no final do ano passado.

.L..OTERIAS Concurso 1028 da LOTOFÁCIL

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Concurso 3435 da QUINA

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Amêndoas, avelãs, pistaches... O artista Mokassar reinventa com desenhos as formas de grãos e frutas secas, dando uma nova perspectiva a ingredientes da culinária cotidiana. Instagram: @mokassarart

A última peça da cobertura da Arena Corinthians, sede da abertura da Copa, foi instalada com sucesso no mesmo local onde ocorreu o acidente que causou a morte de dois operários em novembro, informaram ontem o clube e a construtora. O trabalho que durou pouco mais de seis horas no domingo e agora prosseguem os trabalhos de travamento da peça.


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Ruby Washington/The New York Times

Um laboratório brasileiro em Nova York Natura inaugura um Centro de Inovação na capital mundial dos negócios. O executivo Gerson Pinto fala sobre a visão estratégica que motiva o avanço nos EUA. Karina Lignelli ma frase de Gerson Pinto, vice-presidente de inovação da Natura, resume o novo passo da multinacional brasileira em busca da internacionalização: "identificar oportunidades da Natura para o mundo e do mundo para a Natura." Estamos falando do Centro de Inovação que a empresa acaba de inaugurar no bairro do Soho, em Nova York. Ao reunir especialistas em cosmética, moda, design e tecnologia, além de agitadores culturais e empresários brasileiros e americanos, por meio do projeto Círculo de Amigos, a Natura pretende movimentar a "economia criativa" para ganhar o mundo. A ideia, segundo o executivo Gerson Pinto, é desenvolver novos conceitos e protótipos, trocar experiências com centros tecnológicos de todo mundo que resulte em produtos inovadores, com os valores e a essência da marca. "É um processo de inovação aberta, realizado por um grupo altamente colaborativo, e que chegará ao mercado em conexão com o que acontece em âmbito internacional." Considerada uma das dez empresas mais inovadoras do mundo pela revista Forbes, a Natura faz parte do consórcio que sustenta o Media Lab do Massachussets Institute of Technology (MIT), e é parceira do Centro de Pesquisa em Biologia Cutânea do Massachussets General Hospital. No Brasil, possui o Núcleo de Inovação Natura na Amazônia (NINA), o programa Natura Campus (que materializa redes de inovação com institutos de pesquisa, universidades e empresas), e o Cocriando Natura (rede de cocriação e inovação aberta aos consumidores da marca). A seguir, a entrevista de Gerson Pinto:

U

Diário do Comércio – Por que Nova York para sediar o centro de inovação? Gérson Pinto – Para explicar isso primeiro é preciso contextualizar. A configuração que a Natura está querendo construir fortemente é de um ecossistema de inovação que concentre nossos valores, nossa essência e nossas crenças, e um dos elementos é a nossa presença física. No Brasil, temos o coração disso, (a sede e unidade fabril) em Cajamar, em São Paulo, o centro principal onde a Natura guarda a maior quantidade de recursos; há o projeto na Amazônia (com o

NINA); e no Pará, em Benevides, onde concentramos as tecnologias de sabonetes e óleos. Agora, Nova York faz parte desse contexto onde tanto a Natura quanto o Brasil se favorecem. Quanto mais conectados eles estiverem, a partir dessa base forte estabelecida por aqui, a nova presença vai ligar ainda mais esse ecossistema. O que a gente sente é que o grande papel

movimento fusion na culinária (espécie de ‘globalização” da comida por meio da mistura de sabores ocidentais e orientais, por exemplo), esse é o grande momento da fusão entre tecnologias, mercados e culturas. Nossa iniciativa está ancorada nisso e, em resumo, respondendo finalmente à sua primeira pergunta, não há lugar que expresse isso de forma mais forte que Nova York.

Vamos identificar oportunidades da Natura para o mundo e do mundo para a Natura. GERSON PINTO, VICE-PRESIDENTE DE INOVAÇÃO

em Biologia Cutânea, ambos em Boston). DC – Como uma empresa inicialmente focada na fabricação de cosméticos e vendas diretas chega a um centro internacional? GP – Tudo isso tem a ver com a integração entre os processos físico, digital, social e tecnológico – do modelo de negócio. O grande produto desse Centro de Inovação é integrar conceitos diferenciados, e desafiar nosso processo de inovação com mais velocidade para que a Natura tenha cada vez mais expressão internacional. Esse é um elemento importante, que sinaliza como se posicionar fortemente nesse mercado, além de reforçar a marca para fora. Nova York é o pulso do que acontece de mais novo e mais quente no cenário global, e que alimenta não só o pipeline de inovação no Brasil, com produtos mais inovadores, mas também com a expansão internacional de uma multinacional brasileira. DC – Qual foi o investimento no Centro em Nova York? GP – Não divulgamos esse número, mas o que posso di-

podem levar a produtos. Nossa rede de centros de inovação tem macroestrutura laboratorial e parceiros internacionais para focar não só no processo de inovação, mas em embalagem, em manufatura. A grande marca da Natura é levar a biodiversidade brasileira e amazônica para fora do País. Ter um radar conectado faz nosso diferencial ter ressonância também lá fora. DC – Em Nova York, a ideia será criar novas linhas de produtos ou evoluções em linhas já existentes? Como a Sou, criada dentro de um conceito minimalista, de consumo inteligente. GP – Buscamos conceitos e oportunidades, não qualquer produto, nem lançamento ou qualquer tendência. É tudo o que for focado na expressão do 'bem estar bem' – assim como a Sou. É buscar em tudo, em qualquer lugar que a gente estiver, grandes questões que se conectem com nossa essência, com o que é a Natura e o que ela representa. Na Sou, focamos a pesquisa em três pilares estratégicos importantíssimos: bem estar, tecnologias sustentáveis e tecnologias cosméticas para

não é ser um laboratório, mas um centro focado no começo do processo de inovação, que passa por oportunidades, tendências, ideias e protótipos, mas que depois vai para produção e comercialização, identificando dentro da cadeia oportunidades da Natura para o mundo e do mundo para a Natura. DC – Todo esse processo que envolve design, colaboração e novos conceitos terá sempre o foco cosmético? G P – Para criar cada vez mais oportunidades com base em tecnologia cosmética, moda, design e inovação, montamos um grupo com presença multidisciplinar. É um processo de fusão, que amplia as possibilidades de pensar além do mundo cosmético. Mas no final, estará tudo conectado e interligado. DC – Explique melhor esse 'pensar além'. GP – Através desse grupo interativo multidisciplinar chamado Círculo de Amigos, que reúne artistas, designers, empresários, músicos e especialistas em cosmética, a ideia é identificar tendências, novas configurações e protótipos que possuam similaridade com a Natura. Assim como o

DC – Podemos dizer que isso tem a ver com economia criativa? GP – Sim, é um processo de inovação aberta que determina conceitos e protótipos em Nova York, para só depois chegar ao mercado consumidor. Mas toda essa inovação só vale se o Centro se conectar com o todo, seja em Cajamar, com a rede de parceiros internacionais ou com a rede de parceiros de tecnologia para fortalecer programas de inovação nos EUA (como o do Media Lab do MIT, e o do Centro de Pesquisa

zer é que em 2012 nós investimos R$ 158,9 milhões em inovação, o que representa cerca de 2,6% do faturamento da Natura. Isso faz parte da nossa estratégia de negócio, um modelo comercial que corre por toda a companhia consistentemente. Esse investimento reflete nosso comprometimento com a inovação. DC – O Centro vai desenvolver produtos com foco na biodiversidade brasileira? GP – Inicialmente serão conceitos e protótipos, mas que

nortear nosso trabalho, como consumo consciente (pelos resultados de 2013 divulgados pela Natura em fevereiro, o lançamento da linha foi um dos grandes responsáveis pela redução de 33%, em relação a 2006, na emissão relativa de gases de efeito estufa), imagem baseada em questões de ecodesign, fragrância inteligente. É muito importante pensar nisso tudo antes da concepção do produto. Esse é o grande diferencial da Natura, o nosso jeito de ser, que queremos preservar.

DC – Pode detalhar o processo que leva à internacionalização da marca? A ideia é trocar experiências sobre processos e conceitos, ou efetivamente abrir unidades/fábricas no exterior? GP – Teremos um espaço importante lá fora com a abertura do Centro, mas acreditamos que essa presença já é forte no Brasil. O Centro criará uma conexão importante com o mundo, mas também estamos avaliando a abertura de futuros centros em outros locais. Não pensamos em abertura de unidades neste momento, acreditamos na presença no Brasil e em Nova York para, a partir daí, estabelecer uma rede de parcerias. O mundo hoje é tão ligado que a conexão não acontece só com a presença física. Hoje, por exemplo, temos parcerias com universidades da Europa, da Ásia, da América Latina... Ou seja, já há uma rede de colaboração que conta com mais de 180 pesquisadores, universidades e centros tecnológicos em todo o mundo. DC – E como fica a área de vendas no contexto atual? GP – Temos presença forte na América Latina, e estamos crescendo fortemente na Argentina, Chile, Colômbia, México, Peru, mas também em Conexão Paris. Em total: 2012 houve sala do também o Centro de processo de Inovação, aquisição de no bairro 65% da comdo Soho. p a n h i a a u sObjetivo t r a l i a n a Aeé unir sop (de produconceitos tos naturais e novas para cuidado tecnologias. p es s oa l) , que trabalha com base em 'ética estética' e atua em países onde a Natura não está presente (apesar de pertencer ao grupo, a australiana Aesop é uma empresa independente e tem modelo de negócio diferente da empresa brasileira por ser baseado em varejo, não em vendas diretas. A Aesop vende produtos próprios). A Natura também é importante na Ásia, Europa e nos Estados Unidos como marca, assim como em outros mercados. É uma presença cada vez mais internacional, em total conexão com companhias inovadoras que apoiam esses movimentos.


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O consumidor está seguro, mas sem sobra para assumir uma prestação. Não vislumbra forte recuperação da economia e não teme um desastre econômico. Rogério Amato, presidente da ACSP e da Facesp.

Cauteloso e confiante no emprego Consumidor segue otimista em relação ao trabalho, mas isso não significa que vá sair comprando por impulso. É o que mostra o INC da ACSP/Ipsos. Rejane Tamoto om o otimismo estáv e l e m re l a ç ã o a o emprego, o consumidor ainda está cauteloso quando o assunto é a aquisição de mais bens, diante do orçamento apertado, em boa parte por causa da inflação. Este comportamento está refletido no Índice Nacional de Confiança da Associação Comercial de São Paulo (INC ACSP/Ipsos). O levantamento mensal reuniu mil entrevistas, realizadas entre os dias 18 e 26 de fevereiro, em 70 cidades, sendo que nove são regiões metropolitanas. Em fevereiro, o INC foi de 145 pontos, ante 143 pontos em janeiro deste ano. Apesar de um leve aumento, ainda ficou longe dos 152 pontos de fevereiro de 2013. O INC varia de 0 a 200 pontos, sendo que a última pontuação representa

C

número de pesquisados em janeiro (43%). No entanto, o percentual de pessoas que afirmaram ter segurança no emprego no mês passado foi superior ao de fevereiro de 2013 (39%). "Isso reflete os baixos índices de desemprego mostrados pelo IBGE", afirma Amato. Quando o assunto é a situação financeira, 46% afirmaram que ela era boa em fevereiro, contra 44% em janeiro e 50% há um ano. Quando pensam sobre a situação financeira no futuro, 52% dos consumidores ouvidos disseram que ela vai melhorar, repetindo o patamar de janeiro de 2014 e de fevereiro de 2013. Apesar das perspectivas otimistas para o futuro, a cautela continuou firme, já que 43% dos entrevistados disseram que se sentiam à vontade para comprar eletrodomésticos. Esta opinião permaneceu estável em relação ao mês de janeiro (quando 44% disse-

o otimismo máximo. "O consumidor brasileiro não vê problema no tocante ao seu emprego. A cautela é na sua situação financeira pessoal atualmente – há um ano, essa situação era melhor", avalia Rogério Amato, presidente da ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp). De acordo com ele, essa cautela decorre do orçamento apertado do brasileiro, em razão da alta da inflação. "Desta forma, o consumidor está seguro no emprego, mas não há sobra no seu orçamento para assumir, por exemplo, mais uma prestação. Além disso, ele não vislumbra uma forte recuperação da economia, mas também não teme um desastre econômico", completa o presidente da ACSP e da Facesp. Em fevereiro, 42% dos entrevistados disseram que se sentem seguros no atual emprego, apenas um ponto percentual abaixo do

145

ram ter a mesma disposição), mas é menor do que em fevereiro do ano passado (47%). Quando o assunto foi a compra de bens de alto valor, como imóveis e veículos, o cenário foi mais equilibrado. No mês passado, 33% responderam que estavam mais à vontade para fazer esse tipo de aquisição ante 34% em janeiro. Assim, 35% dos entrevistados disseram que se sentiam menos à vontade para este tipo de aquisição em fevereiro, contra 33% em janeiro.

o que afeta o agronegócio. As capitais, onde a confiança subiu de 136 pontos em janeiro para 143 pontos em fevereiro, ajudaram a elevar o INC. O aumento da confiança em capitais e regiões metropolitanas são decorrentes de um setor de serviços ainda aquecido e também da queda do dólar frente ao real no mês passado. Esta última contribuição pode ter refletido nos preços de eletrônicos e nas vendas de pacotes de viagens internacionais. Esta mesma razão também pode ter levado os entrevistados da classe C a serem os mais otimistas em fevereiro. A confiança desse estrato social pulou de 147 pontos em janeiro para 151 pontos em fevereiro. Nas demais classes sociais, a confiança permaneceu estável, de 131 pontos para a AB e de 130 para a DE. A margem de erro do INC ACSP/Ipsos é de três pontos percentuais.

pontos foi o índice de confiança da ACSP em fevereiro trou aumento significativo na confiança foi a Sudeste, onde o INC passou de 146 pontos para 150 pontos. No Nordeste a alta pode ser explicada pelo início das chuvas. Já na Sudeste, uma contribuição para o aumento do otimismo veio do setor de serviços. Outro fator que puxou o INC no Sudeste foi o aumento da confiança nas regiões metropolitanas, que passou de 136 pontos para 149 pontos de janeiro para fevereiro. No interior, o INC caiu dois pontos percentuais em razão da falta ou excesso de chuvas,

Classe C foi a mais otimista Entre as regiões mais otimistas do Brasil destacaramse a Sul, com INC de 158 pontos, seguida pela Sudeste (150) e Norte e Centro Oeste (148). Na região Nordeste, onde a confiança foi menor, houve o maior crescimento do INC, de 121 pontos para 129 pontos, de janeiro para fevereiro. Outra região que regis-

Itautec Participações e Comércio S.A. CNPJ nº 07.811.281/0001-01 RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Submetemos à apreciação de V.Sas., as demonstrações contábeis da Itautec Participações e Comércio S.A. - Grupo Itautec relativas ao exercício de 2013 - São Paulo, março de 2014 - A Administração. DEMONSTRAÇÕES DO RESULTADO PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais - R$, exceto o prejuízo (lucro) líquido por ação)

BALANÇOS PATRIMONIAIS LEVANTADOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais - R$) Nota Explicativa

Ativo Circulante Caixa e equivalentes de caixa Tributos a recuperar Valores a receber e despesas antecipadas

31 de Dezembro de 2013

3 4

Total do ativo circulante Não circulante classificado como mantido para venda

11

Não circulante Imposto de renda e contribuição social diferidos Depósitos judiciais e outros créditos Valores a receber partes relacionadas Outros investimentos

5 6

Total do ativo não circulante

Total do ativo

31 de Dezembro de 2012

111 ________-

3.423 157 19 ________

111 ________

3.599 ________

18.974

-

2 ________-

12 6.677 7 ________

2 ________

6.696 ________

19.087 ________ ________

10.295 ________ ________

Passivo Circulante Valores a pagar partes relacionadas Outras contas a pagar Impostos e contribuições a pagar Dividendos a pagar Total do passivo circulante

Nota Explicativa

31 de Dezembro de 2012

2.925 177 5 ________3.107 ________

8 38 1 ________ 47 ________

6

12.071 ________ 12.071 ________

3 ________ 3 ________

7

10.053 (10) (6.134) ________

10.053 192 ________-

Total do patrimônio líquido

3.909 ________

10.245 ________

Total do passivo e patrimônio líquido

19.087 ________ ________

10.295 ________ ________

Não circulante Valores a pagar partes relacionadas Total do passivo não circulante Patrimônio líquido Capital social Reservas de lucros Ajustes de avaliação patrimonial Prejuízo acumulado

6

31 de Dezembro de 2013

7

Nota Explicativa __________

Reserva de lucros ________

Prejuízos acumulados ___________

Ajustes de avaliação patrimonial ___________

Total ______

10.053 _______ _______

38 ________ ________

______________________

______________________

10.091 ______ ______

-

-

154

-

154

Reserva legal

-

8

(8)

-

-

Dividendos propostos

-

1

(1)

-

-

_______-

145 ________

(145) ___________

___________-

______-

10.053 _______ _______

192 ________ ________

___________ ___________

___________ ___________

10.245 ______ ______

Saldos em 31 de Dezembro de 2011 Lucro líquido do exercício Destinação do lucro líquido do exercício:

Reserva estatutária Saldos em 31 de Dezembro de 2012 Prejuízo líquido do exercício Investimentos no exterior

-

-

(6.326) -

(10)

(6.326) (10)

Destinação do resultado do exercício: Absorção de prejuízos do exercício Saldos em 31 de Dezembro de 2013

_______-

(192) ________

192 ___________

___________-

______-

10.053 _______ _______

________ ________

(6.134) ___________ ___________

(10) ___________ ___________

3.909 ______ ______

Fluxo de caixa das atividades operacionais (Prejuízo) lucro líquido do exercício Ajustes para reconciliar o resultado líquido do exercício com o caixa gerado pelas atividades operacionais: Resultado de equivalência patrimonial Provisões, imposto de renda e contribuição social diferidos Variações nos ativos e passivos operacionais: Demais ativos Contas a pagar Impostos e contribuições Demais passivos Caixa líquido gerado (aplicado nas) pelas atividades operacionais Fluxo de caixa das atividades de investimento Aplicação de investimentos Caixa líquido aplicado nas atividades de investimento Redução do saldo de disponibilidades Disponibilidades: No início do exercício No fim do exercício Redução do saldo de disponibilidades

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras

2013 ______

2012 ______

(6.326)

154

4.869 1.475

1 23

6.702 3.094 (33) 12.067 ______ 21.848 ______

(410) 6 (19) (22) ______ (267) ______

(25.160) ______ (25.160) ______ (3.312) ______ ______

____________(267) ______ ______

3.423 111 ______ (3.312) ______ ______

3.690 3.423 ______ (267) ______ ______

_____(87) (185) _____ (272)

_____(71) (1) _____ (72)

195 (47) _____ 148 (124) (17) _____ (141) _____ _____

289 (1) _____ 288 216 (61) _____ 155 _____ _____

(Prejuízo) lucro líquido do exercício

(6.185) _____ _____ (6.326) _____ _____

(1) _____ _____ 154 _____ _____

Atribuível aos: Acionistas controladores

(6.326) _____ _____

154 _____ _____

(0,63) _____ _____

0,01 _____ _____

8

9 9

10

Operações descontinuadas (Prejuízo) do exercício das operações descontinuadas

(Prejuízo) lucro por ação atribuível aos acionistas da Companhia durante o exercício (expresso em R$ por ação): (Prejuízo) lucro básico por ação

DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais - R$)

Capital Social _______

2012 _____

(Prejuízo) lucro antes do imposto de renda e da contribuição social Imposto de renda e contribuição social (Prejuízo) lucro do exercício das operações continuadas

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais - R$)

2013 _____

Operações continuadas Receita líquida de vendas e serviços Custo dos produtos vendidos e serviços prestados Lucro bruto Despesas gerais e administrativas Outras perdas líquidas Prejuízo operacional Resultado financeiro Receitas financeiras Despesas financeiras

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras DEMONSTRAÇÕES DO VALOR ADICIONADO PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais - R$) Insumos adquiridos de terceiros Materiais, energia, serviços de terceiros e outros Valor adicionado bruto Valor adicionado líquido produzido Valor adicionado recebido em transferência Resultado de equivalência patrimonial Resultado financeiro Valor adicionado total a distribuir Distribuição do valor adicionado Impostos, taxas e contribuições federais Remuneração de capital de terceiros Remuneração dos acionistas Dividendos Lucros retidos e (prejuízo) do exercício Valor adicionado total distribuído

2013 _____

2012 _____

(1.587) _____ (1.587) _____ (1.587) _____

(92) _____ (92) _____ (92) _____

(4.869) 148 _____ (6.308) _____ _____

(1) 289 _____ 196 _____ _____

18 _____ 18 _____ -

41 _____ 41 _____ 1

(6.326) _____ (6.326) _____ (6.308) _____ _____

1 153 _____ 154 _____ 196 _____ _____

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma)

NOTA 1 - CONTEXTO OPERACIONAL A Itautec Participações e Comércio S.A. (“Companhia” ou “Itautec Participações”) é uma empresa controlada pela Itautec S.A. - Grupo Itautec, com sede social em São Paulo. A Companhia tem como objeto desenvolver, projetar, fabricar, comercializar, alugar, importar e exportar equipamentos de informática, comunicação, telecomunicação e software, e participar do capital de outras sociedades no país e no exterior. Compra e venda de ações do investimento BR Indústria e Comércio de Produtos e Tecnologia em Automação S.A. (“BR Automação”) Em 15 de maio de 2013, a Companhia firmou contrato de Compra e Venda de ações objetivando alienar parte do seu investimento na BR Automação com a Oki Electric Industry Co. Ltd. (“OKI”). Em 1º de setembro de 2013 a Companhia conferiu bens do ativo imobilizado para a BR Automação. Em 10 de janeiro de 2014 foi concretizada a alienação de 70% de participação no investimento BR Automação à OKI. NOTA 2 - RESUMO DAS PRINCIPAIS POLÍTICAS CONTÁBEIS 2.1 - Base de preparação As demonstrações financeiras foram preparadas e estão sendo apresentadas conforme as práticas contábeis adotadas no Brasil, incluindo os pronunciamentos emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPCs), e conforme as normas internacionais de relatórios financeiros (International Financial Reporting Standards - IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), aprovados pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários) com base nas disposições contidas na Lei das Sociedades por Ações e Normativos da Comissão de Valores Mobiliários. As demonstrações financeiras foram preparadas considerando o custo histórico como base de valor. A preparação de demonstrações financeiras requer o uso de certas estimativas contábeis críticas e também o exercício de julgamento por parte da Administração da Companhia no processo de aplicação das políticas contábeis. 2.2 - Caixa e equivalentes de caixa Inclui o caixa, os depósitos bancários, outros investimentos de curto prazo de alta liquidez e sujeito a mínimo risco de mudança de valor. 2.3 - Ativos financeiros A Companhia classifica seus ativos financeiros, no reconhecimento inicial, sob a seguinte categoria: (a) empréstimos e recebíveis. A classificação depende da finalidade para a qual os ativos financeiros foram adquiridos. Empréstimos e recebíveis São ativos financeiros não-derivativos com pagamentos fixos ou determináveis, que não são cotados em um mercado ativo. São apresentados como ativo circulante, exceto aqueles com prazo de vencimento superior a 12 meses após a data de emissão do balanço (estes são classificados como ativos não circulantes). 2.4 - Imposto de renda e contribuição social corrente e diferido As despesas de imposto de renda e contribuição social do exercício compreendem os impostos correntes e diferidos. O encargo de imposto de renda e a contribuição social corrente e diferido é calculado com base nas leis tributárias promulgadas. A provisão para imposto de renda e contribuição social corrente está baseada no lucro tributável do exercício e difere do lucro apresentado na demonstração do resultado porque exclui receitas ou despesas tributáveis ou dedutíveis em outros períodos, além de excluir itens não tributáveis ou não dedutíveis de forma permanente. O imposto de renda e a contribuição social diferidos são reconhecidos usando-se o método das diferenças temporárias entre as bases fiscais dos ativos e passivos e seus valores contábeis nas demonstrações financeiras e são reconhecidos somente na proporção da probabilidade de que o lucro tributável futuro esteja disponível e contra o qual as diferenças temporárias possam ser usadas. 2.5 - Demais Ativos Os demais ativos são apresentados ao valor de custo de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos, as variações nas taxas de câmbio e as variações monetárias auferidas. 2.6 - Valores a pagar e provisões Os valores a pagar são obrigações a pagar por bens ou serviços que foram adquiridos. As provisões são reconhecidas quando a Companhia tem uma obrigação presente, como resultado de eventos passados, e é provável que uma saída de recursos seja necessária para liquidar a obrigação e o valor puder ser estimado com segurança. 2.7 - Apuração do Resultado O resultado das operações é apurado em conformidade com o regime de competência. 2.8 - Ativo não circulante mantido para a venda e resultado de operações descontinuadas São mensurados com base no menor valor entre o valor contábil e o valor justo, deduzido dos custos de venda. O resultado das operações descontinuadas é apresentado em montante único, separado das demais receitas e despesas, depois da rubrica de lucros ou prejuízos após impostos. NOTA 3 - CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA 31/12/2013 31/12/2012 __________ __________ Bancos - Conta Movimento 2 Fundos de investimento 109 3.423 __________ __________ 111 3.423 __________ __________ __________ __________

NOTA 4 - TRIBUTOS A RECUPERAR A Companhia possui créditos tributários conforme composição demonstrada no quadro abaixo: Impostos a ressarcir: Tributos federais retidos na fonte sobre operações comerciais Provisão para perdas com impostos a ressarcir Impostos a compensar: Antecipação de imposto de renda e contribuição social Provisão para perdas com impostos a compensar Total Parcela circulante

Provisão para perdas com impostos A Administração revisou a perspectiva de realização dos tributos federais devido ao cenário atual da Companhia e, decidiu pela constituição de provisão para perdas destes tributos com base na probabilidade de não realização dos mesmos.

31/12/2013 __________ 134 (134) __________ __________ __________

31/12/2012 __________ 121 __________121 __________ __________

18 (18) __________ __________ __________-

36 __________36 __________ __________

Encargo da demonstração do resultado Saldo final

____________________ __________ __________-

157 __________ __________ 157 __________ __________

A Administração avaliou a capacidade de recuperação desses créditos tributários mediante a expectativa de geração de lucros tributáveis futuros e reconheceu no resultado do exercício provisão para perda com imposto de renda e contribuição social sobre prejuízo fiscal e base negativa.

NOTA 5 - IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL DIFERIDOS

NOTA 6 - PARTES RELACIONADAS As transações entre partes relacionadas foram realizadas em condições usuais de mercado e estão assim representadas: Ativo 31/12/2012 Circulante _________ -

6.677 -

31/12/2012

Circulante _________

Não Circulante __________

Circulante _________

Não Circulante _________

-

5.001 7.070

-

3 -

2.925 8 ___________________________ __________________ ________6.677 2.925 12.071 8 3 _________ _________ _________ _________ _________ ________ __________________ _________ _________ _________ ________ (i) A Companhia mantém operações de mútuo com partes relacionadas com a finalidade de capital de giro sem prazo definido para encerramento. Nos exercícios encerrados em 31 de dezembro de 2013 e 31 de dezembro de 2012, não houve cobrança de encargos sobre os saldos. (ii) O saldo a pagar de R$ 2.925 refere-se ao contrato de compra e venda de ativo imobilizado utilizado para subscrição de ações no investimento BR Automação, com vencimento em 28 de fevereiro de 2014 e sem cobrança de encargos. NOTA 7 - PATRIMÔNIO LÍQUIDO a) Capital social O capital social autorizado e integralizado da Companhia é de R$ 10.053 representado por 10.053.441 ações ordinárias, nominativas e sem valor nominal. O Estatuto Social determina a destinação de 5% do lucro líquido para a constituição da Reserva Legal, e importância não inferior a 1% do lucro líquido apurado no mesmo exercício, para a distribuição do dividendo mínimo obrigatório e que o saldo remanescente seja transferido para Reservas Especiais até o limite de 95% do capital social. b) Prejuízos acumulados Em 31 de dezembro de 2013, a Companhia apurou um prejuízo de R$ 6.326. De acordo com a determinação do artigo 189 parágrafo único da Lei nº 6.404/76, foram utilizadas as reservas de lucros e reserva legal, nessa ordem, até o limite de seus saldos para absorver o prejuízo do exercício. NOTA 8 - DESPESAS POR NATUREZA Administrativas/Total 31/12/2013 31/12/2012 __________ __________ Atividades terceirizadas (32) (2) Outras despesas (55) (69) __________ __________ (87) (71) __________ __________ __________ __________ NOTA 9 - RECEITAS E DESPESAS FINANCEIRAS As receitas e despesas financeiras incorridas nos exercícios findos em 31 de dezembro de 2013 e 31 de dezembro de 2012 foram como segue: 31/12/2013 31/12/2012 __________ __________ Receita financeira: Receita de aplicações financeiras 195 289 __________ __________ 195 289 __________ __________ Despesa financeira: Outras despesas financeiras (47) (1) __________ __________ (47) (1) __________ __________ Receitas financeiras, líquidas 148 288 __________ __________ __________ __________

NOTA 10 - IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL Os valores de imposto de renda e contribuição social referente aos exercícios de 31 de dezembro de 2013 e 31 de dezembro de 2012, demonstrados no resultado, apresentam a seguinte reconciliação em seus valores às alíquotas nominais: 31/12/2013 31/12/2012 __________ __________ Prejuízo (lucro) contábil antes do imposto de renda e da contribuição social (6.309) 215 Expectativa de despesa de imposto de renda e contribuição social a alíquotas nominais (34%)

VICE-PRESIDENTES João Jacó Hazarabedian

José Roberto Ferraz de Campos

2.145

(73)

Ajustes para obtenção da alíquota efetiva: Resultado de equivalência patrimonial

1.655

-

Outros

(3.805)

35

Compensação de prejuízo fiscal

-

(23)

Provisão para perdas com IR e CS diferidos

(12) __________

__________-

Despesa com imposto de renda e contribuição social total

(17) __________ __________

(61) __________ __________

(5) __________ __________

(38) __________ __________

Imposto de renda e contribuição social - correntes

Imposto de renda e contribuição social - diferidos (12) (23) __________ __________ __________ __________ NOTA 11 - ATIVO NÃO CIRCULANTE MANTIDO PARA A VENDA E RESULTADO DE OPERAÇÕES DESCONTINUADAS Conforme mencionado na Nota 1, o investimento na BR Automação atendeu a definição de ativos mantidos para venda. Os resultados das operações descontinuadas para os exercícios encerrados em 31 de dezembro de 2013 e 2012 são demonstrados em rubrica específica nas demonstrações de resultados, líquido de perdas.

DIRETORIA PRESIDENTE Henri Penchas

31/12/2012 __________ 35 __________ __________ (23) __________ 12 __________ __________

Passivo 31/12/2013

Não Circulante __________

Operações de mútuo (i) Itautec.com Itautec S.A. Itautec Locação Demais Operações (ii) Itautec Locação Total

31/12/2013 __________ 12 __________ __________ (12) __________ __________ __________

Saldo inicial

CONTADORA DIRETOR Guilherme Tadeu Pereira Júnior

Sandra Oliveira Ramos Medeiros CRC 1SP 220957/O-9


DIÁRIO DO COMÉRCIO

16

terça-feira, 11 de março de 2014

A pressão sobre o IGP-DI veio dos preços por atacado; o ritmo menor dos preços ao consumidor não deu para compensar.

Mercado segue na retranca

Índice da FGV dá um salto em fevereiro

Economistas do setor financeiro projetam PIB menor para este ano, segundo a pesquisa Focus. conomistas de instituições financeiras re d u z i r a m a p ro j eção de crescimento da economia e da indústria brasileiras neste ano, ao mesmo tempo em que diminuíram a perspectiva para a Selic a 11%, após o Banco Central ter desacelerado o ritmo de aperto monetário. A pesquisa Focus do BC divulgada ontem mostrou ajuste das expectativas para expansão do PIB neste ano a 1,68%, frente a 1,7% na semana anterior. Para 2015, as contas foram mantidas em crescimento de 2%. Apesar do resultado do PIB melhor do que o esperado no ano passado, influenciado

E

pelo desempenho do quarto trimestre, os agentes econômicos continuam duvidando de que a economia brasileira vai mostrar recuperação melhor em 2014. Ainda mais com o risco de racionamento de energia. Uma das principais preocupações é a indústria, cuja projeção de crescimento para 2014 ano foi reduzida pela terceira semana seguida, a 1,57%, ante 1,8% na semana anterior, ainda segundo dados do Focus. Esse cenário de desaceleração na atividade vem junto com inflação perto do teto da meta e juros maiores. O Focus mostrou que os economistas reduziram a expectativa para a Selic neste ano

pela segunda semana seguida, a 11%, ante 11,13% na semana anterior. O BC re d u z i u o r i t m o d e aperto monetário ao elevar a taxa básica de juros em 0,25 ponto percentual, para 10,75%, e indicou nova alta ao afirmar que é "apropriada" a continuidade dos ajustes na política monetária e que é preciso seguir "especialmente vigilante" na ata da reunião em que tomou essa decisão. Especificamente para abril, quando o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC volta a se reunir, a expectativa no Focus é de nova elevação de 0,25 ponto percentual na Selic, acabando as apostas em nova alta em dezembro.

Índice Geral de Preços-Disponibilidade Interna (IGP-DI) subiu 0,85% em fevereiro, ante elevação de 0,40% em janeiro, pressionado pela aceleração da alta dos preços no atacado. A leitura divulgada ontem pela Fundação Getulio Vargas (FGV) veio acima da mediana de 14 projeções em pesquisa da Reuters, de alta de 0,62%. Em fevereiro, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA-DI) registrou inflação de 1%, após alta de 0,12% no mês anterior. O índice calcula as variações de preços de bens agropecuários e industriais nas transações em nível de produtor e respon-

O

Por sua vez, o Top 5 de médio prazo, com as instituições que mais acertam as projeções nesse período, continua vendo maior aperto monetário. A mediana das projeções é de Selic a 11,75% no final de 2014, inalterado ante a semana anterior. Para os economistas consultados pelo BC, o IPCA deverá encerrar este ano a 6,01%, 0,01 ponto percentual a mais do que na pesquisa anterior. Já a perspectiva para a inflação nos próximos 12 meses foi mantida em 6,12%. A meta central de inflação é de 4,5%. Na ata da reunião do Copom, o BC também avaliou que a inflação continua mostrando resistência. (Reuters)

de por 60% do IGP-DI. Por sua vez, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC-DI), teve avanço de 0,66%, ante 0,99% em janeiro. O índice mede a evolução dos preços às famílias com renda entre um e 30 salários mínimos mensais e corresponde a 30% do IGP-DI. Já o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC-DI) avançou 0,33%, após alta de 0,88% na apuração anterior. Representa 10% do IGP-DI. O IGP-DI é usado como referência para correções de preços e valores contratuais. Também é diretamente empregado no cálculo do PIB e das contas nacionais. (Reuters)

Itautec.com Serviços S.A. - Grupo Itautec CNPJ nº 52.731.577/0001-77 RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Submetemos à apreciação de V.Sas., as demonstrações contábeis da Itautec.com Serviço S.A. - Grupo Itautec relativas ao exercício de 2013 - São Paulo, março de 2014 - A Administração. DEMONSTRAÇÕES DO RESULTADO PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais - R$, exceto o lucro líquido por ação)

BALANÇOS PATRIMONIAIS LEVANTADOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais - R$) Nota Explicativa

Ativo Circulante Caixa e equivalentes de caixa Clientes Estoques Tributos a recuperar

3 4 5 6

Total do ativo circulante Não circulante Tributos a recuperar Imposto de renda e contribuição social diferidos Depósitos judiciais e outros créditos Outros investimentos Total do ativo não circulante Total do ativo

31 de Dezembro de 2013

31 de Dezembro de 2012

13 8 22 108 ________

17 2.124 22 4.665 ________

151 ________

6.828 ________

6

-

23.765

7

-

1.551

116 ________-

116 2.278 ________

116 ________

27.710 ________

267 ________ ________

34.538 ________ ________

Passivo Circulante Fornecedores Valores a pagar partes relacionadas Impostos e contribuições a pagar Total do passivo circulante Não circulante Valores a pagar partes relacionadas Provisões para contingências Outras provisões e contas a pagar Total do passivo não circulante Patrimônio líquido Capital social Reservas de capital Ajustes de avaliação patrimonial Reservas de lucros Prejuízo Acumulado Total do patrimônio líquido Total do passivo e patrimônio líquido

Nota Explicativa

8

8

9

31 de Dezembro de 2013

31 de Dezembro de 2012

9 351 ________ 360 ________

7 2.339 232 ________ 2.578 ________

20.222 1.521 922 ________ 22.665 ________

20.847 973 ________21.820 ________

8.000 210 (30.968) ________ (22.758) ________ 267 ________ ________

8.000 210 (249) 2.179 ________10.140 ________ 34.538 ________ ________

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras

Prejuízo líquido do exercício Ajustes de avaliação patrimonial Destinação do prejuízo líquido do exercício: Compensação de prejuízos Saldos em 31 de Dezembro de 2012 Prejuízo líquido do exercício Ajustes de avaliação patrimonial Destinação do resultado líquido do exercício: Absorção de prejuízo do exercício Saldos em 31 de Dezembro de 2013

Reserva de capital ___________ 210 ___________ ___________ -

Ajustes de avaliação patrimonial _____________________ (237) _____________________ _____________________ (12)

Reserva de lucros ________ 4.301 ________ ________ -

Prejuízos acumulados ____________ ____________ ____________(2.122) -

Total ______ 12.274 ______ ______ (2.122) (12)

_______8.000 _______ _______ -

___________210 ___________ ___________ -

_____________________(249) _____________________ _____________________ 249

(2.122) ________ 2.179 ________ ________ -

2.122 ____________ ____________ ____________ (33.147) -

______10.140 ______ ______ (33.147) 249

_______8.000 _______ _______

___________210 ___________ ___________

__________________________________________ _____________________

(2.179) ________ ________ ________

2.179 ____________ (30.968) ____________ ____________

______(22.758) ______ ______

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma)

NOTA 5 - ESTOQUES 31/12/2013 __________ 22 __________ 22 __________ __________

Produtos acabados

31/12/2012 __________ 22 __________ 22 __________ __________

NOTA 6 - TRIBUTOS A RECUPERAR A Companhia possui créditos tributários conforme composição demonstrada no quadro abaixo: 31/12/2013 31/12/2012 __________ __________ Impostos a ressarcir Tributos federais retidos na fonte sobre operações comerciais 18.669 14.902 Pis e Cofins a recuperar 1.331 2.462 IPI a recuperar 7 7 Cofins a recuperar 6.436 6.085 Provisão para perda com impostos a ressarcir (26.443) __________ __________23.456 __________ __________ __________ __________ Impostos a compensar Antecipação de imposto de renda e contribuição social 5.601 4.866 Impostos sobre circulação de mercadorias e serviços 108 108 Provisão para perda com impostos a compensar (5.601) __________ __________108 4.974 __________ __________ __________ __________ Total

108 __________ __________ __________108 __________ __________

Menos: Parcela não circulante Parcela circulante

28.430 __________ __________ (23.765) __________ 4.665 __________ __________

Provisão para perdas com impostos A Administração revisou a perspectiva de realização dos tributos federais devido ao cenário atual da Companhia e, decidiu pela constituição de provisão para perdas destes tributos com base na probabilidade de não realização dos mesmos. NOTA 7 - IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL DIFERIDOS Prejuízos Fiscais e Base Negativa Provisões Total _____________ __________ ______ Ativo de imposto diferido (líquido) Em 31 de dezembro de 2012 1.320 231 1.551 _____________ __________ ______ _____________ __________ ______ Debitado no resultado 1.320 231 1.551 _____________ __________ ______ Em 31 de dezembro de 2013 _____________ __________ ______ _____________ __________ ______ A Administração avaliou a capacidade de recuperação desses créditos tributários mediante a expectativa de geração de lucros tributáveis futuros e reconheceu no resultado do exercício provisão para perda com imposto de renda e contribuição social sobre prejuízo fiscal e base negativa. NOTA 8 - PARTES RELACIONADAS As transações entre partes relacionadas foram realizadas em condições usuais de mercado e estão assim representadas: Passivo 31/12/2013 31/12/2012 Não Não Circulante Circulante Circulante Circulante _________ _________ _________ __________ Operações de mútuo (i) Itautec.com Serviços S.A. - Grupo Itautec Itautec Locação e Comércio de Equipamentos S.A. 6.805 Itautec S.A. - Grupo Itautec 13.417 14.170 Itautec Participações e Comércio S.A. 6.677 Demais Operações Itautec S.A. - Grupo Itautec 2.339 Itautec Participações e Comércio S.A. _________- __________________- __________Total 20.222 2.339 __________ 20.847 _________- _________ _________ _________ __________ _________ _________ (i) A Companhia mantém operações de mútuo com partes relacionadas com a finalidade de capital de giro sem prazo definido para encerramento. Nos exercícios encerrados em 31 de dezembro de 2013 e 31 de dezembro de 2012, não houve cobrança de encargos sobre os saldos. NOTA 9 - PATRIMÔNIO LÍQUIDO a) Capital social O capital social subscrito e integralizado da Companhia é de R$ 8.000 representado por 12.725.686 ações ordinárias, nominativas sem valor nominal. O Estatuto Social determina a destinação de 5% do lucro líquido para a constituição da reserva legal e 25% para a distribuição do dividendo mínimo obrigatório, e que o saldo remanescente, seja transferido para reservas especiais até o limite de 95% do capital social. 31/12/2013 31/12/2012 __________ __________ Incentivos fiscais 210 210 __________ __________ Reservas de capital 210 210 __________ __________ __________ __________ Reserva legal Reservas especiais Reservas de lucro

____________________ __________-

766 1.413 __________ 2.179 __________ __________

10 10 11

Prejuízo operacional Resultado financeiro Receitas financeiras Despesas financeiras

12 12

Prejuízo antes do imposto de renda e da contribuição social Imposto de renda e contribuição social Prejuízo do exercício das operações

13

Atribuível aos: Acionistas controladores

2012 _____ 6.486 (7.270) _____

(30) (95) (359) 27 (31.884) ______

(784) (289) (673) 97 (2.066) _____

(32.341)

(3.715)

1.630 (610) ______ 1.020 (31.321) (1.826) ______ (33.147) ______ ______

1.274 (318) _____ 956 (2.759) 637 _____ (2.122) _____ _____

(33.147) ______ ______

(2.122) _____ _____

(2,60)

(0,17)

NOTA 11 - OUTRAS PERDAS, LÍQUIDAS Despesas com contingências Perdas com impostos a ressarcir/compensar Resultado na venda de investimento Ganhos com processos tribútarios Outros

31/12/2013 __________ (2.083) (32.044) (268) 2.511 __________(31.884) __________ __________

31/12/2012 __________ (1.476) (590) __________ (2.066) __________ __________

DEMONSTRAÇÕES DO VALOR ADICIONADO PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais - R$) Receitas Receita de vendas e serviços Provisão para créditos de liquidação duvidosa Insumos adquiridos de terceiros Custo dos produtos vendidos Materiais, energia, serviços de terceiros e outros Valor adicionado bruto Valor adicionado líquido produzido Valor adicionado recebido em transferência Resultado da equivalência patrimonial Resultado financeiro Valor adicionado total a distribuir Distribuição do valor adicionado Impostos, taxas e contribuições Municipais Federal Remuneração capital de terceiros Juros Remuneração dos acionistas Prejuízos compensados Valor adicionado total distribuído

2013 ______

2012 _____

10 10 _______ 20 _______

7.570 276 _____ 7.846 _____

(35) (34.174) _______ (34.209) _______ (34.189) (34.189) _______

(7.270) (3.378) _____ (10.648) _____ (2.802) (2.802) _____

27 1.630 _______ (32.532) _______ _______

97 1.274 _____ (1.431) _____ _____

615 _______ 615 _______

373 _____373 _____

______________-

318 _____ 318 _____

(33.147) _______ (33.147) _______ (32.532) _______ _______

(2.122) _____ (2.122) _____ (1.431) _____ _____

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais - R$) 2013 ______

2012 _____

(33.147)

(2.122)

(27) (10) 32.044 532 268

(97) (276) (637) -

2.126 (2.171) 2 (2.339) 119 845 ______

(1.425) (184) (2) 1.640 211 2.162 ______

(1.758) ______

(730) ______

Caixa (gerado) nas atividades de investimento

1.587 167 ______ 1.754 ______

92 ______ 92 ______

(REDUÇÃO) DO SALDO DE DISPONIBILIDADES

(4) ______

(638) ______

Fluxo de caixa das atividades operacionais Prejuízo líquido do exercício Ajustes para reconciliar o prejuízo líquido do exercício com o caixa líquido gerado pelas atividades operacionais: Resultado de equivalência patrimonial Provisões para devedores duvidosos Imposto de renda e contribuição social diferidos Provisão para perdas com impostos Baixa de Investimentos Prejuízo da alienação de Investimentos Variações nos ativos e passivos operacionais: Clientes Demais ativos Fornecedores Contas a pagar Impostos e contribuições Demais passivos Caixa (aplicado) nas atividades operacionais Fluxo de caixa das atividades de investimentos Alienação de Investimentos Dividendos recebidos

DISPONIBILIDADES No início do exercício No fim do exercício

17 655 13 17 ______ ______ b) Prejuízos acumulados (REDUÇÃO) DO SALDO DE DISPONIBILIDADES (4) (638) ______ ______ ______ ______ Em 31 de dezembro de 2013, a Companhia apurou um prejuízo de R$ 33.147. De acordo com a determinação do artigo 189 parágrafo único da Lei nº 6.404/76, foram utilizadas as reservas de lucros e reserva legal, As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras nessa ordem, até o limite de seus saldos para absorver o prejuízo do exercício. NOTA 10 - DESPESAS POR NATUREZA Industrial Vendas Administrativas Total 31/12/2013 31/12/2012 31/12/2013 31/12/2012 31/12/2013 31/12/2012 31/12/2013 31/12/2012 ___________ ___________ ___________ ___________ ___________ ___________ ___________ ___________ Atividades terceirizadas 4 6.607 87 122 91 6.729 Outras despesas 31 663 95 289 272 551 398 1.503 ___________ ___________ ___________ ___________ ___________ ___________ ___________ ___________ 35 7.270 95 289 359 673 489 8.232 ___________ ___________ ___________ ___________ ___________ ___________ ___________ ___________ ___________ ___________ ___________ ___________ ___________ ___________ ___________ ___________

NOTA 12 - RECEITAS E DESPESAS FINANCEIRAS As receitas e despesas financeiras incorridas nos exercícios findos em 31 de dezembro de 2013 e 31 de dezembro de 2012 foram como segue: 31/12/2013 31/12/2012 __________ __________ Receita financeira: Receita de aplicações financeiras 26 Variações monetárias ativas 1.201 1.248 Outras receitas financeiras 429 __________ __________1.630 1.274 __________ __________ __________ __________ Despesa financeira: Comissões e despesas bancárias (2) (2) Outras despesas financeiras (608) (316) __________ __________ (610) (318) __________ __________ Receitas financeiras, líquidas 1.020 956 __________ __________ __________ __________

NOTA 13 - IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL Os valores de imposto de renda e contribuição social referentes aos exercícios de 31 de dezembro de 2013 e 31 de dezembro de 2012, demonstrados no resultado, apresentam a seguinte reconciliação em seus valores às alíquotas nominais:

VICE-PRESIDENTES João Jacó Hazarabedian

José Roberto Ferraz de Campos

31/12/2013 __________ (31.321)

31/12/2012 __________ (2.759)

10.649

938

9 (1.371) (11.113) __________

33 (334) __________-

(1.826) __________ __________

637 __________ __________

Imposto de renda e contribuição social - correntes

(275) __________ __________

____________________

Imposto de renda e contribuição social - diferidos

(1.551) __________ __________

637 __________ __________

Prejuízo contábil antes do imposto de renda e da contribuição social Expectativa de despesa de imposto de renda e contribuição social a alíquotas nominais (34%) Ajustes para obtenção da alíquota efetiva: Resultado de equivalência patrimonial Outros Provisão para perdas com impostos Despesa (benefício) com imposto de renda e contribuição social total

CONTADORA

DIRETORIA PRESIDENTE Henri Penchas

10

(Prejuízo) bruto Despesas com vendas Despesas gerais e administrativas Resultado da equivalência patrimonial Outras perdas, líquidas

2013 ______ 5 (35) ______

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras

Capital Social _______ 8.000 _______ _______ -

NOTA 1 - CONTEXTO OPERACIONAL A Itautec.com Serviços S.A. - Grupo Itautec (“Companhia” ou “Itautec.com”) é uma empresa controlada pela Itautec S.A. - Grupo Itautec, com sede social em São Paulo. A Companhia atua no mercado de prestação de serviços de infraestrutura, instalação, assistência técnica e manutenção de produtos de informática. NOTA 2 - RESUMO DAS PRINCIPAIS POLÍTICAS CONTÁBEIS 2.1 - Base de preparação As demonstrações financeiras foram preparadas e estão sendo apresentadas conforme as práticas contábeis adotadas no Brasil, incluindo os pronunciamentos emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPCs), e conforme as normas internacionais de relatórios financeiros (International Financial Reporting Standards - IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), aprovados pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários) com base nas disposições contidas na Lei das Sociedades por Ações e Normativos da Comissão de Valores Mobiliários. As demonstrações financeiras foram preparadas considerando o custo histórico como base de valor. A preparação de demonstrações financeiras requer o uso de certas estimativas contábeis críticas e também o exercício de julgamento por parte da Administração da Companhia no processo de aplicação das políticas contábeis. 2.2 - Caixa e equivalentes de caixa Inclui o caixa, os depósitos bancários, outros investimentos de curto prazo de alta liquidez e sujeito a mínimo risco de mudança de valor. 2.3 - Ativos financeiros A Companhia classifica seus ativos financeiros, no reconhecimento inicial, sob a seguinte categoria: (a) empréstimos e recebíveis. A classificação depende da finalidade para a qual os ativos financeiros foram adquiridos. Empréstimos e recebíveis São ativos financeiros não-derivativos com pagamentos fixos ou determináveis, que não são cotados em um mercado ativo. São apresentados como ativo circulante, exceto aqueles com prazo de vencimento superior a 12 meses após a data de emissão do balanço (estes são classificados como ativos não circulantes). 2.4 - Clientes As contas a receber de clientes são reconhecidas pelo valor nominal dos títulos representativos desses créditos, o que não difere de forma relevante do valor presente dos títulos. Uma perda por redução do valor recuperável (impairment) é reconhecida quando existe uma evidência objetiva de que o Grupo não será capaz de cobrar todos os valores devidos. Esta perda é reconhecida em montante considerado suficiente para fazer face às eventuais perdas na realização da conta clientes, o que envolveu análises individuais de clientes, nas situações aplicáveis. Quando uma conta a receber de clientes é incobrável, esta é baixada contra a provisão e o valor da perda reconhecido na demonstração do resultado. 2.5 - Estoques Os estoques são demonstrados ao custo médio das compras ou da produção, inferior aos custos de reposição ou aos valores de realização e, quando aplicável, reduzido por provisão de obsolescência. 2.6 - Demais Ativos Os demais ativos são apresentados ao valor de custo de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos, as variações nas taxas de câmbio e as variações monetárias auferidas. 2.7 - Investimentos Os investimentos são registrados e avaliados pelo método de equivalência patrimonial, reconhecido no resultado do exercício como receita (ou despesa) operacional. 2.8 - Valores a pagar e provisões Os valores a pagar são obrigações a pagar por bens ou serviços que foram adquiridos. As provisões são reconhecidas quando a Companhia tem uma obrigação presente, como resultado de eventos passados, e é provável que uma saída de recursos seja necessária para liquidar a obrigação e o valor puder ser estimado com segurança. 2.9 - Apuração do Resultado O resultado das operações é apurado em conformidade com o regime de competência. NOTA 3 - CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA 31/12/2013 31/12/2012 __________ __________ Bancos conta movimento 13 17 __________ __________ 13 17 __________ __________ __________ __________ NOTA 4 - CLIENTES 31/12/2013 31/12/2012 __________ __________ Clientes 153 2.278 Perda por redução ao valor recuperável (145) (154) __________ __________ 8 2.124 __________ __________ __________ __________

Receita operacional líquida Custo dos produtos vendidos e serviços prestados

Prejuízo por ação atribuível aos acionistas da Companhia durante o exercício (expresso em R$ por ação):

DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais - R$)

Saldos em 31 de Dezembro de 2011

Nota Explicativa ___________

DIRETOR Guilherme Tadeu Pereira Júnior

Sandra Oliveira Ramos Medeiros CRC 1SP 220957/O-9


DIÁRIO DO COMÉRCIO

terça-feira, 11 de março de 2014

17

O celular é o canal que mais cresce e mais vai crescer. Maurício de Minas, vice-presidente do Bradesco

Caminho livre para declarar IR por celular do prazo estabelecido pela Receita, quinta-feira. Uma das vantagens do mIRPF em relação ao programa para computador é a utilização de apenas um aplicativo para preencher, salvar, recuperar ou transmitir a declaração, simplificando e agilizando o processo. Este ano, a Receita ampliou as possibilidades de envio de informações pelos dispositivos móveis, permitindo que sejam declarados dívidas e rendimentos recebidos de pessoas físicas. Cerca de 90% dos 27 milhões de contribuintes poderão usar smartphones e tablets.

aplicativo m-IRPF, da Receita Federal, já está disponível para usu ários do sistema iOS, da Apple. O aplicativo deveria estar "conversando" com o sistema da Apple desde quinta-feira, mas, segundo a Receita, a fabricante atrasou. O m-IRPF permite que usuários de smartphones ou tablets façam a declaração do Imposto de Renda através dos dispositivos móveis. Segundo a Apple, o sistema foi liberado para download na última sexta-feira. Para usuários do sistema Android, o aplicativo foi disponibilizado dentro

O

Banco banca uso da internet do banco em um aparelho smartphone. Atualmente, 3,2 milhões de clientes do Bradesco usam o celular para realizar operações bancárias, o dobro na comparação com 2012. "Com esse serviço vamos acelerar a curva de crescimento dos acessos aos nossos serviços via celular. É o canal de relacionamento com o cliente que mais cresce, e mais vai crescer nos próximos anos", afirma o vice-presidente do Bradesco, Maurício Machado de Minas. Em 2013, mais de 800 milhões de transações foram realizadas por meio do Bradesco Celular, um crescimento de 130%. O número já ultrapassa o total de operações

banco Bradesco anunciou que nos próximos dez dias vai pagar a internet para o cliente acessar a conta corrente pelo celular. Segundo a instituição financeira, a iniciativa inédita permitirá que seus correntistas realizem operações financeiras, consultas e acessos aos aplicativos sem precisar pagar por um plano de dados para a operadora de celular (Vivo, Tim, Oi e Claro), seja de plano pré ou pós-pago. Até então, ter um pacote de dados era condição para navegar nos aplicativos. A novidade é voltada aos clientes dos segmentos Varejo, Exclusive e Prime. No entanto, o cliente terá de baixar o aplicativo

O

Restituição - A partir do dia 17 de março, a Receita Federal depositará R$ 6,7 milhões relativos à restituição de 994 contribuintes que tinham caído na malha fina do Imposto de Renda entre 2008 e 2013. Eles terão prioridade sobre os outros contribuintes por serem idosos (969 pessoas) ou por terem deficiência física, mental ou doença grave (25 pessoas). Para saber se está incluído nesse lote, o contribuinte deverá acessar a págin a d a Re c e i t a n a I n t e rn e t ( h tt p : / /w w w. re c e it a . f az e nda.gov.br) ou ligar para o Receitafone (146). (Folhapress)

re a l i z a d a s n o c a n a l d e atendimento ao cliente por meio de telefonia fixa. "O acesso à conta gratuito pelo celular vai favorecer também a inclusão financ e i r a , p o i s v a m o s f r a nquear um canal de atendimento extremamente popular e de fácil manejo", completa Minas. Entre os serviços mais utilizados estão, pela ordem, transferências entre contas, pagamentos de boletos e operações via home broker. "Nossa expectativa é dobrar o número de clientes que usam o celular para se relacionar conosco até o final deste ano. Serão mais de 6 milhões de clientes", diz Luca Cavalcanti, diretor de canais digitais.

Itautec Locação e Comércio de Equipamentos S.A. - Grupo Itautec CNPJ nº 62.209.820/0001-45 RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Submetemos à apreciação de V.Sas., as demonstrações contábeis da Itautec Locação e Comércio de Equipamentos S.A. - Grupo Itautec relativas ao exercício de 2013 - São Paulo, março de 2014 - A Administração DEMONSTRAÇÕES DO RESULTADO PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais - R$, exceto o prejuízo (lucro) líquido por ação)

BALANÇOS PATRIMONIAIS LEVANTADOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais - R$) Nota Explicativa

Ativo Circulante Caixa e equivalentes de caixa Clientes Valores a receber partes relacionadas Estoques Tributos a recuperar Total do ativo circulante Não circulante Valores a receber partes relacionadas Imposto de renda e contribuição social diferidos Parcelas a receber de locação Imobilizado Total do ativo não circulante Total do ativo

3 4 8 5 6

8 7 4

31 de Dezembro de 2013

31 de Dezembro de 2012

5.250 4.595 2.925 27 _________ 12.797 _________

25.057 7.484 673 2.020 ________ 35.234 ________

22.620 2.041 _________24.661 _________ 37.458 _________ _________

104 32 6.975 74 ________ 7.185 ________ 42.419 ________ ________

Passivo Circulante Fornecedores Valores a pagar partes relacionadas Imposto de renda e contribuição social diferidos Impostos e contribuições a pagar Outras provisões e contas a pagar Dividendos propostos Total do passivo circulante Patrimônio líquido Capital social Reservas de capital Reservas de lucros Total do patrimônio líquido Total do passivo e patrimônio líquido

Nota Explicativa

8 7

9

9

31 de Dezembro de 2013

31 de Dezembro de 2012

2 1.868 _________1.870 _________

18 2.028 752 1.573 1 1.305 ________ 5.677 ________

28.726 1 6.861 _________ 35.588 _________ 37.458 _________ _________

28.726 1 8.015 ________ 36.742 ________ 42.419 ________ ________

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais - R$)

DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais - R$) Capital Social _______ 28.726 _______ _______

Reserva de capital ________ 1 ________ ________

Reserva de lucros ________ 3.826 ________ ________

Lucros (prejuízos) acumulados ___________ ___________ ___________

-

-

-

5.494

5.494

Reserva legal

-

-

275

(275)

-

Dividendos propostos

-

-

-

(1.305)

(1.305)

_______-

________-

3.914 ________

(3.914) ___________

______-

28.726 _______ _______

1 ________ ________

8.015 ________ ________

______________________

36.742 ______ ______

-

-

-

(1.154)

(1.154)

_______-

________-

(1.154) ________

1.154 ___________

______-

28.726 _______ _______

1 ________ ________

6.861 ________ ________

___________ ___________

35.588 ______ ______

Saldos em 31 de Dezembro de 2011

Lucro líquido do exercício

Total ______ 32.553 ______ ______

Destinação do lucro líquido do exercício:

Reserva estatutária Saldos em 31 de Dezembro de 2012

Prejuízo líquido do exercício Destinação do resultado do exercício: Absorção de prejuízo do exercício Saldos em 31 de Dezembro de 2013

Fluxo de caixa das atividades operacionais Prejuízo (lucro) líquido do exercício Ajustes para reconciliar o resultado líquido do exercício com o caixa aplicado (gerado pelas) nas atividades operacionais: Depreciações Provisão para créditos de liquidação duvidosa Provisões, baixa de ativos Imposto de renda e contribuição social diferidos Variações nos ativos e passivos operacionais: Clientes Estoques Demais ativos Fornecedores Contas a pagar Impostos a recolher Demais passivos Caixa líquido aplicado (gerado pelas) nas atividades operacionais Fluxo de caixa das atividades de financiamento Dividendos pagos Caixa aplicado nas atividades de financiamento Redução (aumento) de disponibilidades Disponibilidades No início do exercício No fim do exercício Redução (aumento) de disponibilidades

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras

2013 ______

2012 ______

(1.154)

5.494

23 116 1.567 32

67 (125) 40 329

(152) 673 (17.105) (16) (4.086) 295 ______(19.807) ______

(465) 1.172 (715) 8 (617) 299 (2.405) _____ 3.082 _____

____________(19.807) ______

(761) _____ (761) _____ 2.321 _____

25.057 5.250 ______ (19.807) ______

22.736 25.057 _____ 2.321 _____

NOTA 1 - CONTEXTO OPERACIONAL A Itautec Locação e Comércio de Equipamentos S.A. - Grupo Itautec (“Companhia”ou “Itautec Locação”) é uma empresa controlada pela Itautec S.A. - Grupo Itautec, com sede social em São Paulo. NOTA 2 - RESUMO DAS PRINCIPAIS POLÍTICAS CONTÁBEIS 2.1 - Base de preparação As demonstrações financeiras foram preparadas e estão sendo apresentadas conforme as práticas contábeis adotadas no Brasil, incluindo os pronunciamentos emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPCs), e conforme as normas internacionais de relatórios financeiros (International Financial Reporting Standards - IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), aprovados pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários), com base nas disposições contidas na Lei das Sociedades por Ações e Normativos da Comissão de Valores Mobiliários. As demonstrações financeiras foram preparadas considerando o custo histórico como base de valor. A preparação de demonstrações financeiras requer o uso de certas estimativas contábeis críticas e também o exercício de julgamento por parte da Administração da Companhia no processo de aplicação das políticas contábeis. 2.2 - Caixa e equivalentes de caixa Inclui o caixa, os depósitos bancários, outros investimentos de curto prazo de alta liquidez, com carência para resgate de até 90 dias ou com direito contratual outorgado pelo banco emissor de resgate imediato, e que estão sujeitos a mínimo risco de mudança de valor. 2.3 - Ativos financeiros A Companhia classifica seus ativos financeiros, no reconhecimento inicial, sob a seguinte categoria: (a) empréstimos e recebíveis. A classificação depende da finalidade para a qual os ativos financeiros foram adquiridos. Empréstimos e recebíveis São ativos financeiros não-derivativos com pagamentos fixos ou determináveis, que não são cotados em um mercado ativo. São apresentados como ativo circulante, exceto aqueles com prazo de vencimento superior a 12 meses após a data de emissão do balanço (estes são classificados como ativos não circulantes). 2.4 - Clientes As contas a receber de clientes são reconhecidas pelo valor nominal dos títulos representativos desses créditos, o que não difere de forma relevante do valor presente dos títulos. Uma perda por redução do valor recuperável (impairment) é reconhecida quando existe uma evidência objetiva de que o Grupo não será capaz de cobrar todos os valores devidos. Esta perda é reconhecida em montante considerado suficiente para fazer face às eventuais perdas na realização da conta clientes, o que envolveu análises individuais de clientes, nas situações aplicáveis. Quando uma conta a receber de clientes é incobrável, esta é baixada contra a provisão e o valor da perda reconhecido na demonstração do resultado. Os valores a receber das parcelas futuras do arrendamento de bens, e que representam leasing financeiro, estão reconhecidos a valor presente, com base nas taxas médias praticadas nesses negócios. 2.5 - Estoques Os estoques são mensurados pelo valor de custo incluindo os custos de aquisição e de transformação ou pelo valor líquido realizável, dos dois o menor. Adicionalmente, o Grupo adota a política de reconhecer perdas por redução ao valor recuperável (impairment) e baixas de estoques por questões de obsolescência, demanda ou outros fatores econômicos. O custo é determinado pelo método de custo médio de aquisição ou produção. 2.6 - Demais Ativos Os demais ativos são apresentados ao valor de custo de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos, as variações nas taxas de câmbio e as variações monetárias auferidas. 2.7 - Valores a pagar e provisões Os valores a pagar são obrigações a pagar por bens ou serviços que foram adquiridos. As provisões são reconhecidas quando a Companhia tem uma obrigação presente, como resultado de eventos passados, e é provável que uma saída de recursos seja necessária para liquidar a obrigação e o valor puder ser estimado com segurança. 2.8 - Apuração do Resultado O resultado das operações é apurado em conformidade com o regime de competência. 31/12/2012 ___________ 8 25.049 ___________ 25.057 ___________ ___________

As aplicações financeiras da Companhia estão representadas por fundos de investimentos não exclusivos e certificados de depósitos bancários no País, todos com remuneração atrelada à variação do Certificado de Depósito Interfinanceiro e possibilidade de resgate imediato, a qualquer momento. NOTA 4 - CLIENTES Clientes: Clientes Arrendamento mercantil: Outras contas a receber Total do clientes a receber Perda por redução ao valor recuperável Menos: Parcela não circulante Parcela circulante

31/12/2013 ___________

31/12/2012 ___________

790

797

5.965 ___________ 6.755 ___________ ___________ (119) ___________ 6.636 (2.041) ___________ 4.595 ___________ ___________

13.665 ___________ 14.462 ___________ ___________ (3) ___________ 14.459 (6.975) ___________ 7.484 ___________ ___________

As contas a receber de arrendamento mercantil correspondem ao aluguel de bens baseados em contratos de locação. Estas estão apresentadas líquidas do ajuste a valor presente calculado com base em juros médios de 2% a.m, taxa praticada nos contratos de aluguéis vigentes.

Produtos a serem arrendados

31/12/2013 ___________ ___________ ___________

31/12/2012 ___________ 673 673 ___________ ___________

31/12/2013 ___________

31/12/2012 ___________

213 (213) ___________ ___________ ___________

558 ___________558 ___________ ___________

1.302 ___________ 27 (1.302) ___________ 27 ___________ ___________ 27 ___________ ___________ ___________27 ___________ ___________

1.435 ___________ 27 ___________1.462 ___________ ___________ 2.020 ___________ ___________ ___________2.020 ___________ ___________

NOTA 6 - TRIBUTOS A RECUPERAR Impostos a ressarcir Tributos federais retidos na fonte sobre operações comerciais Provisão para perdas com impostos a ressarcir Impostos a compensar Antecipação de imposto de renda e contribuição social Impostos sobre circulação de mercadorias e serviços Provisão para perdas com impostos a compensar Total Menos: Parcela não circulante Parcela circulante

11 11

12 12

(Prejuízo) lucro antes do imposto de renda e da contribuição social Imposto de renda e contribuição social (Prejuízo) lucro do exercício Atribuível aos: Acionistas controladores

13

(Prejuízo) lucro por ação atribuível aos acionistas da Companhia durante o exercício (expresso em R$ por ação): (Prejuízo) lucro básico por ação

2013 ______

2012 _____

______(780) (604) (2.918) ______ (4.302)

10.194 (6.746) _____ 3.448 (479) (1.119) 250 _____ 2.100

4.246 (2) ______ 4.244 (58) (1.096) ______ (1.154) ______ (1.154) ______ ______

5.365 (15) _____ 5.350 7.450 (1.956) _____ 5.494 _____ 5.494 _____ _____

(0,01) ______ ______

0,04 _____ _____

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras DEMONSTRAÇÕES DO VALOR ADICIONADO PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais - R$) Receitas Receita líquida de vendas e serviços Outras receitas Provisão para créditos de liquidação duvidosa Insumos adquiridos de terceiros Custo dos produtos vendidos Materiais, energia, serviços de terceiros e outros Valor adicionado bruto Depreciação Valor adicionado líquido produzido Valor adicionado recebido em transferência Resultado financeiro Valor adicionado total a distribuir Distribuição do valor adicionado: Impostos, taxas e contribuições federais Remuneração capital de terceiros Juros

Valor adicionado total distribuído

2013 ______

2012 _____

(116) ______ (116) ______

11.175 268 (125) _____ 11.318 _____

(2.906) ______ (2.906) ______ (3.022) (23) ______ (3.045) ______

(6.746) (3.578) _____ (10.324) _____ 994 (67) _____ 927 _____

4.244 ______ 1.199 ______ ______

5.365 _____ 6.292 _____ _____

2.353 ______ 2.353

782 _____ 782

____________-

16 _____ 16 _____

(1.154) ______ (1.154) ______ 1.199 ______ ______

1.305 4.189 _____ 5.494 _____ 6.292 _____ _____

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras Provisão para perdas com impostos A Administração revisou a perspectiva de realização dos tributos federais devido ao cenário atual da Companhia e, decidiu pela constituição de provisão para perdas destes tributos com base na probabilidade de não realização dos mesmos. NOTA 7 - IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL DIFERIDOS 31/12/2013 31/12/2012 ___________ ___________ Ativo de imposto diferido: Ativo de imposto diferido a ser recuperado em até 12 meses 32 ______________________ Ativo de imposto diferido (líquido): 32 ___________ ___________ ______________________ Passivo de imposto diferido: Passivo de imposto diferido a ser recuperado em até 12 meses Imposto diferido (líquido)

_________________________________ ___________-

(752) ___________ (752) ___________ (720) ___________ ___________

A Administração avaliou a capacidade de recuperação desses créditos tributários mediante a expectativa de geração de lucros tributáveis futuros e reconheceu no resultado do exercício provisão para perda com imposto de renda e contribuição social sobre prejuízo fiscal e base negativa.

NOTA 8 - PARTES RELACIONADAS As transações entre partes relacionadas foram realizadas em condições usuais de mercado e estão assim representadas:

Ativo 31/12/2013 Não Circulante __________ 6.804 8.746 7.070

Circulante _________ -

Operações de mútuo (i) Itautec.com Serviços S.A. - Grupo Itautec Itautec S.A. - Grupo Itautec Itautec Participações e Comércio S.A. Demais Operações (ii) Itautec S.A. - Grupo Itautec Itautec Participações e Comércio S.A. Total

Passivo 31/12/2012

31/12/2012 Circulante _________ -

Não Circulante __________ 104 -

Circulante _________ -

Não Circulante _________ -

2.028 2.925 _________ ____________________________________________2.925 22.620 104 2.028 _________ _________ __________________ _________ _________________ _________ _________ _________ _________ ________ (i) A Companhia mantém operações de mútuo com partes relacionadas com a finalidade de capital de giro sem prazo definido para encerramento. Nos exercícios encerrados em 31 de dezembro de 2013 e 31 de dezembro de 2012, não houve cobrança de encargos sobre os saldos. (ii) O saldo a receber de R$ 2.925 refere-se ao contrato de compra e venda de ativo imobilizado, com vencimento em 28 de fevereiro de 2014 e sem cobrança de encargos.

NOTA 9 - PATRIMÔNIO LÍQUIDO a) Capital social O capital social autorizado e integralizado da Companhia é de R$ 28.726, representado por 166.979.029 ações ordinárias nominativas, sem valor nominal. O Estatuto Social determina a destinação de 5% do lucro líquido para a constituição da Reserva legal e 25% para a distribuição do dividendo mínimo obrigatório, e que o saldo remanescente, seja transferido para Reservas especiais até o limite de 80% do capital social. b) Prejuízos acumulados Em 31 de dezembro de 2013, a Companhia apurou um prejuízo de R$ 1.154. De acordo com a determinação do artigo 189 parágrafo único da Lei nº 6.404/76, foram utilizadas as reservas de lucros e reserva legal, nessa ordem, até o limite de seus saldos para absorver o prejuízo do exercício.

NOTA 10 - RECEITA LÍQUIDA DE VENDAS (a) Reconciliação A reconciliação entre a receita líquida e a receita bruta de vendas e serviços, está apresentada como segue: 31/12/2013 __________ -

31/12/2012 __________ 11.174

Impostos e contribuições sobre vendas e serviços

_________-

(980) _________

Receita líquida de vendas e serviços

__________________

10.194 _________ _________

Receita bruta de vendas e serviços

NOTA 11 - DESPESAS POR NATUREZA

Custos de produção Despesas de transporte Atividades terceirizadas Outras despesas

Industrial 31/12/2013 31/12/2012 ___________ __________ 41 6.705 _________ _________ 6.746 _________ _________ __________________

Vendas 31/12/2013 __________ 74 706 _________ 780 _________ _________

NOTA 12 - RECEITAS E DESPESAS FINANCEIRAS As receitas e despesas financeiras incorridas nos exercícios findos em 31 de dezembro de 2013 e 31 de dezembro de 2012 foram como segue: 31/12/2013 31/12/2012 ___________ ___________ Receita financeira: Receitas de aplicações financeiras 1.570 1.916 Variações monetárias ativas 24 4 Outras receitas financeiras 2.622 3.413 Juros provisionados e recebidos 30 32 ___________ ___________ Despesa financeira: Juros pagos ou incorridos Outras despesas financeiras Resultado financeiro

4.246 ___________ ___________

5.365 ___________ ___________

(1) (1) ___________ (2) ___________ 4.244 ___________ ___________

(2) (13) ___________ (15) ___________ 5.350 ___________ ___________

31/12/2012 __________ 185 294 _________ 479 _________ _________

VICE-PRESIDENTES João Jacó Hazarabedian

José Roberto Ferraz de Campos

Administrativas 31/12/2013 31/12/2012 __________ __________ 45 60 559 1.059 _________ _________ 604 1.119 _________ _________ _________ _________

Total 31/12/2013 31/12/2012 __________ __________ 41 74 185 45 60 1.265 8.058 _________ _________ 1.384 8.344 _________ _________ _________ _________

NOTA 13 - IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL Os valores de imposto de renda e contribuição social referentes aos exercícios de 31 de dezembro de 2013 e 31 de dezembro de 2012, demonstrados no resultado, apresentam a seguinte reconciliação em seus valores às alíquotas nominais: 31/12/2013 31/12/2012 ___________ ___________ (Prejuízo) lucro contábil antes do imposto de renda e da contribuição social (58) 7.450 Expectativa de despesa de imposto de renda e contribuição social a alíquotas nominais (34%) 20 (2.533) Ajustes para obtenção da alíquota efetiva: Regime Tributário de Transição - RTT - ajustes Lei nº 11.638/07 (820) 607 Outros (264) (30) Provisão para perdas com IR e CS diferidos (32) ___________ ___________Despesa com imposto de renda e contribuição social total (1.096) (1.956) ___________ ___________ ___________ ___________ Imposto de renda e contribuição social - correntes (1.064) (1.565) ___________ ___________ ___________ ___________ Imposto de renda e contribuição social - diferidos

DIRETORIA PRESIDENTE Henri Penchas

10 11

Remuneração dos acionistas Dividendos Lucros retidos e prejuízo do exercício

NOTA 5 - ESTOQUES

NOTA 3 - CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA 31/12/2013 ___________ 66 5.184 ___________ 5.250 ___________ ___________

Operações continuadas Receita operacional líquida Custo dos produtos vendidos e serviços prestados Lucro bruto Despesas com vendas Despesas gerais e administrativas Outras perdas (ganhos), líquidas (Prejuízo) lucro operacional Resultado financeiro Receitas Financeiras Despesas Financeiras

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras

NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma)

Bancos - conta movimento Fundos de investimento

Nota Explicativa __________

(32) ___________ ___________ CONTADORA

DIRETOR Guilherme Tadeu Pereira Júnior

Sandra Oliveira Ramos Medeiros CRC 1SP 220957/O-9

(391) ___________ ___________


DIÁRIO DO COMÉRCIO

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terça-feira, 11 de março de 2014

Sinais de fraqueza dos investimentos são reforçados pelo aperto das condições monetárias Aurélio Bicalho, do Itaú Unibanco.

Petrobras faz captação bilionária no exterior

Paulo Pampolin/Hype

A empresa lançou ontem US$ 8,5 bilhões em bônus, mas não bateu, como se esperava, o recorde registrado em operação de maio de 2013. Petrobras lançou ontem, por meio da subsidi ária Petrobras Global Finance, US$ 8,5 bilhões em bônus no exterior, com a demanda pelos papéis superando os US$ 22 bilhões. Havia expectativas de que o lançamento fosse recorde, acima dos US$ 11 bilhões obtidos em operação similar realizada pela companhia em maio do ano passado – a maior captação de bônus em dólares já feita por uma companhia da América Latina. A demanda, naquela ocasião, superou os US$ 50 bilhões. Os coordenadores da operação são HSBC, JPMorgan, Citi, Bank of China, BB Investimentos e Bradesco BBI. Os títulos de dívida em dólares são vendidos em seis linhas, com vencimentos entre três e 30 anos. A operação compreende US$ 1,6 bilhão em bônus com vencimento em três anos e spread de 250 pontos básicos sobre Treasuries; US$ 1,4 bilhão também três anos com

A

spread de 236 pontos sobre a Libor de três meses.Inclui ainda títulos com prazo de seis anos: US$ 1,5 bilhão com spread de 330 pontos básicos sobre Treasuries e outros US$ 500 milhões com spread de 288 pontos sobre a Libor de três meses. Há ainda US$ 2,5 bilhões em papéis de 10 anos com spread de 350 pontos sobre Treasuries e, finalmente, US$ 1 bilhão em bônus de 30 anos com 360 pontos sobre Treasuries comparáveis. Financiamento – Os recursos captados pela Petrobras devem ser usados para ajudar a financiar o plano de negócios da companhia de 2014 a 2018. A empresa padece de alto endividamento e é penalizada com a defasagem dos preços dos combustíveis no mercado interno na comparação com o s p re ç o s i n t e rn a c i o n a i s , além de estar enfrentando obstáculos para elevar sua produção. A ação preferencial da companhia acumula queda de cerca de 22% neste ano até

7 de março, contra perda de 10,2% do Ibovespa, principal indicador da Bolsa brasileira, no mesmo período. No ano passado, a Petrobras foi classificada como a empresa mais endividada do mundo em um relatório do Bank of America Merrill Lynch. A empresa vem aumentando o tamanho de suas emissões de bônus em dólares ano após ano, pelo menos desde 2009, elevando os custos de financiamento. Ontem, na Bovespa, as ações da Petrobras (PN) fecharam em baixa de -2,32%. Fontes afirmaram que o mau humor do mercado em relação aos papéis da companhia se deve ao fato de estar aumentando sua dívida. (Reuters)

Produtividade é o nome do jogo Empresas abertas adiam investimentos em expansão pós vários trimestres de tesoura afiada sobre as despesas, as iniciativas de empresas abertas de vários setores para lidar com o prolongado cenário de baixo crescimento da economia brasileira se dirigem para outro alvo: o investimento. Até agora o anúncio de alta do investimento foi artigo raro entre as que publicaram resultados do quarto trimestre. E quem pretende manter o ritmo o fará preterindo planos de aumento da produção para melhorar a eficiência, ou buscando mais receitas no exterior para ficar menos dependente da economia doméstica. "O investimento agora não vai ser direcionado para aumento de produção, mas para produtividade", diz Claudio Galeazzi, presidente executivo da BRF, que planeja investir R$ 1,5 bilhão neste ano, mesmo montante de 2013. É receita parecida com a de líderes setoriais como CSN, Pão de Açúcar, Vale, Braskem, Telefônica Brasil Petrobras, e Cosan. Embora cada caso reflita questões específicas das empresas, a convergência para um caminho comum reflete o ambiente no qual o controle de despesas – mantra repetido à exaustão nas conferências com analistas – já não é suficiente. O movimento coincide com a sinalização de menor apoio estatal ao investimento. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) tem admitido que deve emprestar menos do que o recorde de R$ 190,4 bilhões de 2013. E mesmo o dado recente mostrando que o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro do quarto trimestre cresceu mais que o esperado não deve mudar a disposição para investir, segundo o economista Aurélio Bicalho, do Itaú Unibanco. " E m t e rm o s d e f u n d amentos, os dados recentes mostram novas quedas da confiança de empresários e sinais de fraqueza dos investimentos, que são reforçados pelo aperto das condições monetárias", afirmou em relatório. Surpreendentemente ou não, empresas que sacrificaram planos de investimentos foram bem recebidas pelo mercado, já que is-

A

so pode render dividendos aos acionistas. É o caso das operadoras Oi e Telefônica Brasil, que enfrentam acirramento da concorrência e margens apertadas. Muda o cardápio – A Usiminas recebeu recomendação de desempenho acima da m é d i a d o m e rc a d o p a r a suas ações pelo Itaú BBA, pelo fato de que a empresa deve diminuir o investimento, entre outros itens. Também no setor de aço, a Gerdau preferiu um caminho alternativo. A empresa até prevê alta de 11% do investimento em 2014 sobre 2013, mas desistiu de divulgar orçamentos para períodos de cinco anos e não garantiu os recursos de R$ 8,5 bilhões para até 2017 no plano anterior. A Petrobras, mergulhada num plano agressivo de redução de custos e venda de

não estratégicos, diversificar receitas e aumentar o foco no exterior. Tudo para sustentar as receitas. A CSN manterá os R$ 2,8 bilhões de 2013, mas direcionará R$ 1,5 bilhão para quase dobrar a capacidade de produção de minério de ferro, quase toda voltada ao exterior. A Braskem prevê investir R$ 2,7 bilhões em 2014 – um quarto disso será para construir novo complexo no México e 60% para melhoria da produtividade. A ViaVarejo, braço de móveis e eletrodomésticos do Grupo Pão de Açúcar, quer quase dobrar a inauguração de lojas sobre 2013 sem aumentar os investimentos. A empresa de energia e infraestrutura logística Cosan avisou que pode reduzir seu plano de negócios em cerca de 10% neste ano, mas esRegis Filho/Valor

Galeazzi: a direção não é simplesmente aumentar a produção. ativos no exterior, agenda similar à da Vale, enxugou em 6,8% seu plano de negócios 2014/2018, com previsão de investimento de US$ 220,6 bilhões. Para o gerente da área de pesquisa do BB Investimentos Nataniel Cezimbra, de maneira geral os investimentos das empresas da bolsa em aumento de capacidade pararam de crescer desde 2011, na cola da economia brasileira mais fraca. "O ponto positivo é que, no geral, estão mostrando resiliência e reduzindo a alavancagem", afirma. "Mas num cenário prolongado, isso pode resultar em perda de competitividade". Cientes de que controle de despesas e dos investimentos isoladamente podem ser percebidas como respostas simplórias para satisfazer acionistas, as companhias também estão lançando mão de um cardápio diversificado, que inclui elevar preços, vender ativos

pera aumentar seu resultado operacional medido pelo Ebitda em até 17%. No setor financeiro, além do discurso alinhado de manter as despesas crescendo no máximo como a inflação em 2014, os grandes bancos estão turbinando a venda de produtos financeiros para depender menos de receitas com operações de crédito. O Itaú Unibanco, o mais elogiado por analistas pelos resultados do quarto trimestre, disse que a compra do chileno Corpbanca, em janeiro, ajudará a diversificar receitas, deixando o grupo menos exposto a flutuações da economia doméstica, disse o presidente Roberto Setubal. Caminho parecido planeja a BM&FBovespa, que já faz planos internacionais em 2015, após concluir um bilionário plano de investimentos na unificação de clearings neste ano. (R euters)


ECONOMIA - 19

DIÁRIO DO COMÉRCIO

terça-feira, 11 de março de 2014

Moinho Água Branca S.A. CNPJ.MF Nº 61.157.723/0001-93

Protestos aumentam no primeiro bimestre Paula Cunha total de títulos protestados no primeiro bimestre de 2014 registrou elevação de 15,2% ante os dois primeiros meses de 2013. O levantamento divulgado ontem pela Boa Vista Serviços aponta que os protestos das empresas avançaram 9,1% e os das pessoas físicas, 27,5%. De acordo com a administradora do Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC), o valor médio dos títu-

O

los protestados foi de R$ 2.726 em fevereiro (R$ 2.713 para as pessoas físicas e R$ 3.055 para as empresas). Levando-se em conta apenas fevereiro ante o mesmo mês do ano passado, houve aumento de 37,8% no volume de protestos para as pessoas físicas e de 16,9% para as jurídicas. Em comparação com janeiro, o total de protestos recuou 13,5%, na soma das duas modalidades. Para as empresas, a retração foi de 16,1% e no caso das pessoas físicas, o recuo foi menor, de 8,9%.

Avnet Technology Solutions Brasil S.A.

Srs. Acionistas: Em cumprimento às disposições Legais e Estatutárias, submetemos à apreciação de V.Sas., o Balanço Patrimonial e demais Demonstrações Financeiras correspondentes aos exercícios findos em 31 de dezembro de 2013 e 2012, acompanhadas das Notas Explicativas. A Diretoria encontra-se ao inteiro dispor dos Senhores Acionistas para quaisquer esclarecimentos que julgarem necessários. São Paulo, 07 de março de 2014 A Diretoria. Ativo Circulante Caixa e equivalentes de caixa Aplicações Financeiras Adiantamentos Diversos Impostos a Recuperar Total do Ativo Circulante Não Circulante Realizavel a Longo Prazo Outras Contas Permanente Investimentos Provisão p/ Perdas Imobilizado–custo (–) Depreciação Intangível Líquido Total do Permanente Total do Não Circulante Total do Ativo

2013

2012

69.908 572.906 3.400 6.686 652.900

23.950 3.470 13.466 40.886

459.794

428.156

568.076 (511.312) 56.764 17.547.379 (9.790.082) 7.757.297 1.726 7.815.787 8.275.581 8.928.481

Saldo em 31/12/2011 Realização da Reserva de Reavaliação Lucro (Prejuizo) do exercicio Saldo em 31/12/2012 Realização da Reserva de Reavaliação Lucro (Prejuizo) do exercicio Saldo em 31/12/2013

568.076 (511.312) 56.764 17.547.379 (9.419.239) 8.128.140 4.769 8.189.673 8.617.829 8.658.715

Capital Social 30.391.880 30.391.880 30.391.880

1 - Contexto Operacional - A Empresa tem como atividade preponderante o aluguel de imóveis e de suas marcas 2- Apresentação das Demonstrações Contábeis - As demonstrações contábeis foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, as quais abrangem a legislação societária, os Pronunciamentos, as Orientações e as Interpretações emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) e aprovadas pelo Conselho federal de Contabilidade (CFC) 3 - Principais Praticas Contabeis - a) - Caixa e equivalentes de caixa - incluem depósitos bancários a vista b) - Apuração do Resultado - As Receitas e Despesas são reconhecidas pelo regime de competência c) - Imobilizado - Registrado ao custo de aquisição, formação ou contrução, deduzido de depreciação acumulada. A depreciação é calculada pelo método linear às taxas que levam em consideração o tempo de vida útil estimado dos bens. O valor residual dos itens do imobilizado é reduzido imediatamente ao seu valor recuperável quando o saldo

Passivo e Patrimonio Liquido Circulante Fornecedores Impostos a Recolher Provisão Imp. Renda/Contr. Social Salarios e Encargos Total do Passivo Circulante Não Circulante Financiamentos Provisão Imp. Renda/Contr. Social Provisão p/ Contingências Total do Passivo não Circulante Patrimonio Liquido Capital Social Ágio na Subscr. Capital Reservas de Reavaliação Prejuizos Acumulados Total do Patrimonio Líquido Total do Passivo e Patrimonio Liquido Reserva de Reavaliação 8.358.571 (361.245) 7.997.325 (361.245) 7.636.080

Lucros (Prejuizos) Acumulados (53.836.503) 361.245 (611.765) (54.087.023) 361.245 504.459 (53.221.319)

2013

2012

455.560 85.073 490.876 5.403 1.036.912

454.682 11.435 420.934 5.125 892.176

7.411.890 723.307 449.731 8.584.928

7.411.890 1.102.736 449.731 8.964.357

IC - Equipamentos e Consultoria em Informática Ltda. - CNPJ: 04.610.547/0001-60 - NIRE: 35.217.041.972 Instrumento de Alteração Contratual - 8ª Alteração do Contrato Social Pelo presente instrumento particular e na melhor forma de direito, os abaixo assinados: José promoção de assistência social, recuperação do preso, do desenvolvimento econômico e social Salomão Júnior, brasileiro, engenheiro eletricista, nascido em 13/01/1955, natural de e combate à pobreza; c) experimentação de novos modelos sócio-produtivos e de sistemas Valparaíso/SP, casado, portador da Cédula de Identidade RG nº 6.195.249 SSP/SP e do CPF nº alternativos de produção e emprego; os serviços de vigilância privada patrimonial e segurança, 389.549.907-20, residente e domiciliado na Rua Jandira, n° 79, Bloco A2, Apto. 182, Moema, monitoramento com sistemas de segurança (CFTV),inclusive com acesso à internet,envolvendo CEP 04080-000, São Paulo/SP, doravante designado simplesmente “Sr. Salomão”; Marcelo ainda sistemas de alarmes contra roubo, incêndio e atividades relacionadas, e, o comércio Ribeiro de Almeida, brasileiro, empresário, nascido em 13/09/1970, natural de São Paulo/ varejista dos produtos (equipamentos) necessários ao seu funcionamento. Como atividade SP,casado,portador da Cédula de Identidade RG nº 19.458.454-9 SSP/SP e CPF nº 089.482.958- da filial: desenvolvimento, indústria e comércio de equipamentos mecânicos, 02, residente e domiciliado na Rua Barão do Triunfo, nº 1.052, Apto. 203, Brooklin Novo, CEP elétricos e eletrônicos em geral, montagem mecânica, elétrica e eletrônica, 04602-004, São Paulo/SP, doravante designado simplesmente “Sr. Marcelo”; e Matrem instalação, manutenção, assistência técnica, treinamento, locação e operação Investimentos e Participações Ltda., pessoa jurídica de direito privado, devidamente de equipamentos, sistemas e produtos de software, elaboração de programas constituída, com seus atos arquivados na Junta Comercial do Estado de São Paulo (JUCESP), de computador (softwares), inclusive jogos eletrônicos, além da operação e sob NIRE 35.225.046.53-8,em sessão de 05/01/2011,inscrita no CNPJ sob nº 13.250.756/0001- manutenção de soluções de software e hardware; e ensino de cursos 30, com sede social da Alameda dos Maracatins, nº 1.217, Conjunto 515, Indianópolis, CEP profissionalizantes. Cláusula Quinta - Sede Social. A sede social encontra-se instalada 04089-014, São Paulo/SP, - neste ato representada por seu sócio-administrador, Marcelo na Alameda dos Maracatins, nº 1.217, Conjunto 516, Indianópolis, CEP 04089-014, São Paulo Ribeiro de Almeida, acima qualificado -, doravante designado simplesmente “Matrem”. - SP, e tem sua filial instalada na Rua Major Belo Lisboa, nº 22, Sala 41, Centro, CEP 37500-016, Sócios componentes da sociedade empresária limitada denominada IC - Equipamentos e Itajubá - MG. Cláusula Sexta - Filiais e Sucursais. A empresa poderá estabelecer filiais, Consultoria em Informática Ltda. (“IC Equipamentos”), localizada na Alameda dos sucursais e agências, escritórios, depósitos e representações, por unânime convenção entre os Maracatins, nº 1.217, Conjunto 516, Indianópolis, CEP 04089-014, São Paulo/SP, inscrita no sócios que destacarão do Capital Social, a parcela necessária para cada uma das ramificações CNPJ nº 04.610.547/0001-60, cujo contrato social está devidamente registrado e arquivado da Sociedade. Cláusula Sétima - Prazo de Duração. A Sociedade iniciou suas atividades na Junta Comercial do Estado de São Paulo (JUCESP) sob o NIRE 35.217.041.972, em sessão em 31/07/2011 e seu prazo é por tempo indeterminado.Cláusula Oitava - Capital Social. de 31/07/2001,com última alteração registrada sob o nº 223.872/13-1,em sessão de 17/06/2013. O Capital Social da Sociedade, totalmente integralizado, é de R$11.890.000,00 (onze milhões, Resolvem de comum acordo, alterar e consolidar o Contrato Social da aludida Sociedade, de oitocentos e noventa mil reais), dividido em 11.890.000 (onze milhões, oitocentas e noventa acordo com as seguintes cláusulas e condições: I. Do Protocolo e Justificativa de Cisão mil) quotas com valor nominal de R$1,00 (um real) cada uma,observada a seguinte distribuição Parcial e Seletiva. Os sócios aprovam, depois de examinado e discutido, o Protocolo e entre os sócios: Sócios; Quotas; Valores. José Salomão Júnior: 120.000; R$ 120.000,00. Justificativa de Cisão Parcial e Seletiva da IC Equipamentos (acima qualificada) - doravante Marcelo Ribeiro deAlmeida:10.000;R$ 10.000,00.Matrem Investimentos e Participações Ltda.: denominado simplesmente “PROTOCOLO” -, o qual é parte integrante da presente alteração 11.760.000; R$ 11.760.000,00. Total: 11.890.000; R$ 11.890.000,00. Parágrafo Único contratual. II. Da Nomeação de Sociedade Perita para Análise dos Ativos. Neste ato, - Nos termos do disposto no artigo 1.052 do Código Civil,a responsabilidade dos sócios quotistas os sócios ratificam a nomeação e contratação da sociedade perita Gonçalves & Associados não é subsidiária das obrigações sociais, sendo limitada à importância do capital social e, Serviços Contábeis Ltda. - EPP, com sede na Rua Dr. Djalma Pinheiro Franco, nº 1000, Sala solidariamente, pela integralização do capital social. Cláusula Nona - Das Alterações. O 02, Vila Santa Catarina, CEP 04368-006, São Paulo/SP, neste ato representada por Cleri Rosa Contrato Social poderá ser alterado no todo ou em parte, com respeito a qualquer assunto, de Lima Gonçalves de Jesus, brasileira, casada, contabilista, portadora da cédula de identidade mediante aprovação de todos os sócios. Cláusula Décima - Da Administração da RG nº 18.628.058-0 SSP/SP, inscrita no CPF/MF sob o nº 111.364.678-04 e no CRC/SP sob o nº Sociedade. A administração da Sociedade será exercida pelos sócios, Sr. Marcelo Ribeiro 1SP208847/O-6, domiciliada no endereço do aludido escritório, para a avaliação do patrimônio de Almeida e Sr. José Salomão Júnior em conjunto ou isoladamente, cabendo a da IC Equipamentos, cuja representante permaneceu até o final da Reunião, à disposição eles a representação da Sociedade em Juízo ou fora dele, com os mais amplos, gerais, irrestritos dos sócios,para prestar as informações que lhe fossem solicitadas.III.Do Laudo deAvaliação e ilimitados poderes,sendo autorizado o uso do nome empresarial.Os administradores poderão Patrimonial. Aprovam, também, o Laudo de Avaliação Patrimonial da IC Equipamentos praticar todos os atos necessários ao fiel cumprimento do Objeto Social da Sociedade, inclusive - doravante denominado simplesmente “LAUDO” e que passa a fazer parte integrante da representando-a perante qualquer repartição pública, entidades federais, estaduais ou presente alteração contratual -, o qual concluiu que o acervo da sociedade, avaliado a valor municipais, bem como agências regulatórias, entidades de classe, autarquias, sociedades de contábil, a ser cindido e transferido à Synergye Tecnologia da Informação Ltda., pessoa economia mista, e Administração Pública direita e/ou indireta para todos os fins. Parágrafo jurídica de direito privado, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 07.052.354/0001-29, com sede no 1º - Os atos que impliquem em venda, penhora, hipoteca, aval, fiança, alienação fiduciária ou Município de São Paulo, Estado de São Paulo, na Alameda dos Maracatins, nº 1.217, Conjunto qualquer outra forma de comprometimento de bens imóveis e na outorga de procurações que 501, Moema, CEP 04089-014, com seus atos constitutivos arquivados na Junta Comercial do possam comprometer os bens da Sociedade, serão praticadas mediante aprovação de ambos Estado de São Paulo sob o NIRE 35.219.449.049, doravante designada simplesmente os sócios.Parágrafo 2º - Os sócios em nome da Sociedade e na forma estipulada no parágrafo “Synergye”, elaborado com base no Balanço Patrimonial levantado em 31 de outubro de anterior poderão constituir procuradores para o exercício dos encargos da administração ou 2013, e ora também aprovado, corresponde ao valor total de R$110.000,00 (cento e dez outros,consignando nos respectivos instrumentos de mandato seus poderes e prazo de validade. mil reais). IV. Da Aprovação da Cisão Parcial e Seletiva. Por este ato,os sócios aprovam Parágrafo 3º - É vedado aos sócios o uso da denominação social em negócios estranhos aos a cisão parcial e seletiva da IC Equipamentos, em todos os seus termos e sob as condições objetivos sociais, bem como o comprometimento da empresa em operações de favor, como apresentadas no PROTOCOLO, em observância às determinações dos artigos 224, 225 e 229, fiança, aval etc. Cláusula Décima Primeira - Da Retirada de Pró-Labore. Os sócios da Lei nº 6.404/76 (e demais diplomas correlatos), transferindo parcela do seu patrimônio, terão direito a uma retirada mensal a título de Pró-Labore, em valor a ser fixado a cada mês constituído pelos ativos e passivos devidamente descritos no PROTOCOLO (item V - Elementos de acordo com os interesses dos administradores dentro dos limites estabelecidos pela legislação que Formarão a Parcela Cindida).A Synergye será responsável apenas pelas obrigações que do Imposto de Renda. Cláusula Décima Segunda - Do Exercício Social - Lucros e lhe forem transferidas decorrentes do acervo cindido, sem solidariedade com a IC Perdas. O exercício social coincidirá com o ano civil.Em 31 de Dezembro de cada ano,levantarEquipamentos em relação a eventuais outros débitos relacionados a outras atividades, na se-á o Balanço Patrimonial e demais demonstrações financeiras, de acordo com as normas forma do disposto no parágrafo único, do artigo 233, da Lei nº 6.404/76. Todas as atividades contábeis e o disposto na legislação do Imposto de Renda, ficando, no entanto, a Sociedade relacionadas ao monitoramento de sentenciados serão transferidas à Synergye, bem como dispensada da publicação do Balanço Patrimonial, bem como as deliberações em assembleia, todas as obrigações decorrentes devido à incorporação do acervo cindido, sendo, portanto, por haver menos de 10 (dez) sócios. Ao término de cada período, o administrador prestará sucessora, desvinculando da IC Equipamentos eventuais responsabilidades pretéritas e contas justificadas de sua administração,procedendo à apresentação do Inventário,do Balanço futuras. V. Da Redução do Capital Social Decorrente da Cisão e Alteração da Patrimonial e do Balanço de Resultado Econômico, cabendo aos sócios, na proporção de suas Cláusula Oitava do Contrato Social. De acordo com o PROTOCOLO aprovado pela quotas, os lucros ou perdas apuradas. Parágrafo 1º - A Sociedade poderá levantar Balanços Sociedade e pelos respectivos sócios, o capital social da IC Equipamentos será reduzido, por Patrimoniais intermediários com o objetivo de apurar o resultado financeiro e proceder a força da cisão,sendo que as participações societárias,percentualmente,na IC Equipamentos distribuição de eventuais lucros apurados, cabendo aos sócios, na proporção de suas quotas, tornar-se-ão distintas da atualmente verificada, em razão do acervo cindido atingir apenas a os lucros ou prejuízos apurados. Parágrafo 2º - Os sócios serão obrigados à reposição dos participação societária do sócio Sr. Marcelo. Por oportuno,esclarece-se que o valor da parcela lucros e das quantias retiradas, a qualquer título, exceto as decorrentes de pró-labore, quando do patrimônio da IC Equipamentos a ser cindida e transferida à Synergye é de R$110.000,00 tais lucros ou quantia se distribuírem com prejuízo do capital. Cláusula Décima Terceira (cento e dez mil reais).Em contrapartida será reduzida (apenas da participação do Sr. Marcelo - Da Cessão e Transferência de Quotas. As quotas são indivisíveis e não poderão ser na IC Equipamentos) a conta de capital social em R$ 110.000,00 (cento e dez mil reais), cedidas, alienadas ou transferidas a terceiros, total ou parcialmente, senão com a expressa e passando dos atuais R$12.000.000,00 (doze milhões de reais) para R$11.890.000,00 (onze prévia anuência dos demais sócios que, em igualdade de preço e condições se postas a venda, milhões, oitocentos e noventa mil reais), dividido em 11.890.000 (onze milhões, terão o direito de preferência para a aquisição das mesmas (observada a respectiva participação), oitocentas e noventa mil) quotas sociais, com valor nominal de R$1,00 (um real) cada uma, formalizando, se realizada a cessão delas, a alteração contratual pertinente. Parágrafo 1º - O sendo a participação do Sr. Marcelo reduzida a 10.000 (dez mil) quotas sociais, ao valor de sócio que desejar se retirar da Sociedade, com antecedência mínima de 60 (sessenta) dias R$ 10.000,00 (dez mil reais) permanecendo os sócios Sr. Salomão e Matrem com a mesma deverá comunicar, mediante carta registrada, sua intenção aos demais sócios, oferecendo a quantidade de quotas detidas anteriormente, quais sejam, 120.000 (cento e vinte mil) e estes a preferência para a aquisição de suas quotas, cujo valor será determinado por acordo, 11.760.000 (onze milhões,setecentas e sessenta mil) quotas sociais,ao valores de R$120.000,00 ou, na impossibilidade, por balanço especial levantado no dia da comunicação. Não havendo (cento e vinte mil reais) e R$11.760.000,00 (onze milhões, setecentos e sessenta mil reais), interesse de aquisição das quotas pelos outros quotistas, o sócio retirante poderá alienar suas respectivamente. Face às deliberações acima, os sócios aprovam a alteração da Cláusula 8ª quotas a terceiros, desde que o terceiro adquirente não seja rejeitado pelos quotistas do Contrato Social, o qual passará a contar com a seguinte redação: “Cláusula Oitava - remanescentes. Parágrafo 2º - Na hipótese de rejeição do terceiro adquirente por parte dos Capital Social. O Capital Social da Sociedade,totalmente integralizado,é de R$11.890.000,00 quotistas remanescentes, a Sociedade poderá adquirir as quotas do sócio retirante, desde que (onze milhões, oitocentos e noventa mil reais), dividido em 11.890.000,00 (onze milhões, existam recursos disponíveis para essa operação,ou procederá à necessária alteração contratual oitocentas e noventa mil) quotas com valor nominal de R$1,00 (um real) cada uma, observada para a retirada do sócio, pagando os haveres do quotista retirante com base em Balanço a seguinte distribuição entre os sócios:Sócios;Quotas;Valores.José Salomão Júnior:120.000; apurado na data de sua saída, conforme as disponibilidades financeiras do momento, devendo R$ 120.000,00. Marcelo Ribeiro de Almeida: 10.000; R$ 10.000,00. Matrem Investimentos e para efeito de validação do ato,promover a respectiva alteração contratual.Cláusula Décima Participações Ltda.: 11.760.000; R$ 11.760.000,00. Total: 11.890.000; R$ 11.890.000,00. Quarta - Da Dissolução da Sociedade. A Sociedade se dissolverá mediante a deliberação Parágrafo Único - Nos termos do disposto no artigo 1.052 do Código Civil,a responsabilidade de todos os sócios: Parágrafo 1º - A Sociedade também poderá ser dissolvida judicialmente, dos sócios quotistas não é subsidiária das obrigações sociais, sendo limitada à importância do a requerimento de qualquer dos sócios, se for anulada sua constituição ou se verificada a capital social e, solidariamente, pela integralização do capital social.” VI. Alteração do inexequibilidade de seu objetivo social.Parágrafo 2º - Os administradores deverão providenciar Objeto Social.Tendo em vista a cisão parcial seletiva da IC Equipamentos,ficam transferidas imediatamente,a investidura de liquidante,e restringir a gestão própria aos negócios inadiáveis, à Synergye todas as atividades envolvendo o monitoramento eletrônico de sentenciados. Em vedadas novas operações, pelas quais responderão solidária e ilimitadamente. Parágrafo 3º decorrência disso, e, considerando que a IC Equipamentos não mais exercerá quaisquer - Ao ser dissolvida, de pleno direito, é facultado a qualquer sócio requerer a liquidação judicial. atividades envolvendo o monitoramento eletrônico de sentenciados, decidem os sócios, por Parágrafo 4º - Caso a Sociedade seja extinta,na forma da lei,sendo desautorizada a funcionar, unanimidade, alterar o Objeto Social da Sociedade, retirando a atividade de “monitoramento os administradores deverão requerer a liquidação judicial no prazo máximo de trinta dias após eletrônico de pessoas”. Assim, a Cláusula Quarta do Contrato Social passará a vigorar com a a desautorização de funcionamento. Parágrafo 5º - O liquidante terá principalmente os seguinte redação: “Cláusula Quarta - Objeto Social. O objeto da Sociedade é consultoria, deveres estabelecidos no artigo 1.103 da Lei nº 10.406,de 10 de janeiro de 2002,e será indicado desenvolvimento, integração, implantação, operação, manutenção, treinamento em sistemas pelos sócios que representem setenta e cinco por cento do Capital Social, podendo ser pessoa de informática, tecnologia da informação e comunicações; desenvolvimento e implantação de estranha à Sociedade.Assim mesmo, o liquidante poderá ser destituído ocorrendo justa causa procedimentos operacionais; desenvolvimento e comercialização de software e hardware; requerida por qualquer sócio.Cláusula Décima Quinta - Da Continuidade da Sociedade. assistência técnica em software, hardware e periféricos; prestação de serviços que envolvem A retirada, insolvência, morte, incapacitação ou interdição de qualquer sócio não dissolverá a a implantação e o uso de sistemas de informática, tecnologia da informação e comunicações, Sociedade, que continuará com seu sócio remanescente, conforme Cláusula Décima Terceira, especialmente nas áreas de segurança pública e privada, industrial, saúde, administração salvo se sobrevier deliberação de dissolução adotada por vontade expressa dos sócios penitenciária,monitoramento eletrônico de ambientes,veículos e objetos em geral,transportes remanescentes conforme Cláusula Décima Quarta.Parágrafo 1º - Qualquer sócio pode retirare ambiental; realização de estudos e pesquisas de desenvolvimento cientíco, tecnológico e se da Sociedade mediante notificação aos demais sócios,com antecedência mínima de sessenta industrial, especialmente nas áreas de segurança pública e privada, industrial, saúde, dias. Nos trinta dias subsequentes à notificação, podem os sócios optar pela dissolução da administração penitenciária,monitoramento eletrônico de pessoas, ambientes,veículos e objetos Sociedade. Não havendo interesse do ofertado e nem sendo admitido terceiro na empresa, a em geral, transportes e ambiental, compreendendo as ações e etapas desde a comercialização, Sociedade poderá adquirir as quotas ou ser dissolvida,com a partilha do capital e do patrimônio concepção, especicação e desenvolvimento de projetos básicos e executivos, até o social. Parágrafo 2º - No caso de morte, a Sociedade prosseguirá, com o sócio remanescente desenvolvimento de produtos e equipamentos dedicados, em cooperação com a indústria e com o espólio do falecido, sendo facultado aos seus sucessores ingressar no quadro social nacional, incluindo equipamentos, softwares básicos e aplicativos necessários ou resultantes; com as quotas que receberem. Não interessando aos sucessores ingressar na Sociedade, seus promover a formação e o aperfeiçoamento de recursos humanos nas áreas de seu interesse; haveres serão apurados com base em balanço especial levantado no dia da morte, e serão cooperar por qualquer forma com as instituições públicas e privadas no desempenho de pagos de acordo com a disponibilidade financeira da Sociedade na oportunidade. Parágrafo atividades dirigidas às seguintes nalidades sempre que forem compatíveis com os objetivos 3º - No caso de incapacidade,a Sociedade prosseguirá com o interdito,desde que regularmente previstos nos incisos anteriores: a) promoção de ensino, cultura, educação, saúde e preservação representado e afastado das atividades gerenciais. Não interessando ao interdito continuar na do meio ambiente, do desenvolvimento sustentável e do patrimônio histórico e artístico; b) Sociedade,seus haveres serão pagos com o ingresso de novo sócio nas condições estabelecidas promoção de assistência social, recuperação do preso, do desenvolvimento econômico e social no parágrafo 2º desta cláusula. Parágrafo 4º - No caso de insolvência, o insolvente será e combate à pobreza; c) experimentação de novos modelos sócio-produtivos e de sistemas afastado da Sociedade,e,com o ingresso de novo sócio,seus haveres serão pagos ao responsável alternativos de produção e emprego; os serviços de vigilância privada patrimonial e segurança, pela massa concursal.Parágrafo 5º - Caso algum dos sócios venha a se separar judicialmente, monitoramento com sistemas de segurança (CFTV),inclusive com acesso à internet,envolvendo de forma consensual ou litigiosa, o cônjuge do sócio que se separou não poderá exigir desde ainda sistemas de alarmes contra roubo, incêndio e atividades relacionadas, e, o comércio logo a parte que lhe couber na quota social, nos termos do artigo 1.027 do Código Civil. O varejista dos produtos (equipamentos) necessários ao seu funcionamento. Como atividade cônjuge que anteriormente mantinha sociedade conjugal com o sócio não terá direito de da lial: desenvolvimento, indústria e comércio de equipamentos mecânicos, integrar a Sociedade como resultado na partilha, que não poderá ter como objeto as quotas elétricos e eletrônicos em geral, montagem mecânica, elétrica e eletrônica, detidas pelo sócio na Sociedade. O direito do cônjuge do sócio será apenas o de percepção instalação, manutenção, assistência técnica, treinamento, locação e operação dos lucros que ao sócio separado tocariam e que seriam distribuídos a cada ano, limitado este de equipamentos, sistemas e produtos de software, elaboração de programas direito, todavia, à data da separação. Parágrafo 6º - Se a Sociedade entrar em liquidação, o de computador (softwares), inclusive jogos eletrônicos, além da operação e direito do cônjuge separado somente será o de participação nos bens sociais que remanescerem manutenção de soluções de software e hardware; e ensino de cursos e forem distribuídos ou os dividendos na liquidação. Parágrafo 7º - A retirada, exclusão ou prossionalizantes.” VII. Da Consolidação e Ratificação. Diante das alterações morte de um sócio, não o exime, ou a seus herdeiros, da responsabilidade pelas obrigações promovidas acima, decidem os sócios consolidar o Contrato Social, atualizando a Cláusula sociais anteriores, até dois anos após o registro da respectiva alteração contratual. Cláusula alterada e mantendo-se as demais inalteradas, as quais são plenamente ratificadas por este Décima Sexta - Do Desimpedimento dos Sócios-Administradores. Para os efeitos ato, passando o mesmo a vigorar com o seguinte teor: Consolidação Contratual da do disposto no parágrafo 1º do artigo 1.011 da Lei nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002, os Sociedade Empresária - IC - Equipamentos e Consultoria em Informática Ltda. sócios-administradores declaram, sob as penas da lei, que não estão impedidos de exercer a NIRE:35.217.041.972 - CNPJ:04.610.547/0001-60.Cláusula Primeira - Denominação. administração da Sociedade, por lei especial, ou em virtude de condenação criminal, ou por se A Sociedade tem sua denominação como IC - Equipamentos e Consultoria em encontrarem sob os efeitos dela, a pena que vede, ainda que temporariamente, o acesso a Informática Ltda. Cláusula Segunda - Tipo Societário. IC - Equipamentos e cargo público; ou por crime falimentar, de prevaricação, peita ou suborno, concussão, peculato Consultoria em Informática Ltda. é uma Sociedade Empresária Limitada e reger-se-á ou contra a economia popular, contra o sistema financeiro nacional, contra normas de defesa pelas regras dos artigos 1.052 e seguintes do Código Civil e pelas cláusulas deste Contrato. da concorrência,contra as relações de consumo,fé pública,ou a propriedade.Cláusula Décima Cláusula Terceira - Uso de Nome Fantasia. A Sociedade poderá adotar o nome fantasia Sétima - Leis Aplicáveis Subsidiariamente. Os sócios concordam que na falta de INFORMAÇÃO E CONHECIMENTO.Cláusula Quarta - Objeto Social. O objeto da Sociedade estipulação dos termos do contrato ou nas regras que regem a Sociedade Empresária Limitada, é consultoria, desenvolvimento, integração, implantação, operação, manutenção, treinamento serão subsidiariamente aplicadas, no que for compatível as regras estabelecidas pela lei das em sistemas de informática, tecnologia da informação e comunicações; desenvolvimento e Sociedades Anônimas (Lei 6.404/76). Cláusula Décima Oitava - Das Divergências na implantação de procedimentos operacionais; desenvolvimento e comercialização de software Sociedade. As questões suscitadas na vigência da Sociedade e sobre as quais não haja acordo e hardware; assistência técnica em software, hardware e periféricos; prestação de serviços que entre os sócios, serão resolvidas por meio de Juízo Arbitral, constituído de acordo com a lei envolvem a implantação e o uso de sistemas de informática, tecnologia da informação e civil e a cujas decisões todos os sócios deverão submeter-se. Cláusula Décima Nona - Do comunicações, especialmente nas áreas de segurança pública e privada, industrial, saúde, Foro. Fica eleito o Foro da Comarca de São Paulo, para a Sociedade, dirimir quaisquer dúvidas administração penitenciária, monitoramento eletrônico de ambientes, veículos e objetos em quanto à interpretação do presente instrumento (naquilo que não for incompatível com o geral,transportes e ambiental;realização de estudos e pesquisas de desenvolvimento científico, disposto na Cláusula Décima Oitava,como por exemplo:para concessão de medidas de urgência, tecnológico e industrial, especialmente nas áreas de segurança pública e privada, industrial, para execução de sentença arbitral, para instituição de arbitragem quando uma das partes saúde, administração penitenciária, monitoramento eletrônico de pessoas, ambientes, veículos não aceitá-la de forma amigável, etc.). E assim, por estarem justos e contratados, os sócios e objetos em geral, transportes e ambiental, compreendendo as ações e etapas desde a assinam o presente Contrato Social,também subscrito pelas testemunhas abaixo mencionadas, comercialização, concepção, especificação e desenvolvimento de projetos básicos e executivos, em 3 (três) vias de igual teor e forma,obrigando-se a cumprir por si,seus herdeiros ou sucessores até o desenvolvimento de produtos e equipamentos dedicados, em cooperação com a indústria legais a bem e fielmente os parágrafos e artigos deste Contrato Social, mandando-o registrar nacional, incluindo equipamentos, softwares básicos e aplicativos necessários ou resultantes; e arquivar nos órgãos competentes, para que se produzam os devidos efeitos legais. São Paulo, promover a formação e o aperfeiçoamento de recursos humanos nas áreas de seu interesse; 30 de novembro de 2013. Marcelo Ribeiro de Almeida; José Salomão Júnior; Matrem cooperar por qualquer forma com as instituições públicas e privadas no desempenho de Investimentos e Participações Ltda. Por:Marcelo Ribeiro deAlmeida - Sócio-Administrador. atividades dirigidas às seguintes finalidades sempre que forem compatíveis com os objetivos Testemunhas: 1. Raquel Ormundo Pimentel de Carvalho - RG: 49.219.198-0 - SSP/SP. 2. previstos nos incisos anteriores: a) promoção de ensino, cultura, educação, saúde e preservação Raphaela Iamada - RG: 35.420.700-3 - SSP/SP. JUCESP nº 33.442/14-9 em 22.01.2014. Gisela do meio ambiente, do desenvolvimento sustentável e do patrimônio histórico e artístico; b) Simiema Ceschin - Secretária Geral.

2013 1.000.000 (142.500) 857.500 857.500

2012 1.000.000 (142.500) 857.500 857.500

929.431 243.701 (1.591.808) (179) 137.105 373.886 92.136 765.364 (260.905) 504.459 0,015

2.002.835 216.486 (11.800) (1.342.484) 143.325 373.887 1.382.249 (524.749) (87.016) (611.765) (0,018)

Demonstrações dos Fluxos de Caixa para os Exercícios Findos

Fluxo de Caixa das Atividades Operacionais Lucro (Prejuizo) antes do imposto de renda e contribuição social Ajustes para conciliar lucro líquido do período com o caixa gerado pelas atividades operacionais: Depreciação Provisões constituídas (revertidas)

residual exceder o valor recuperável. d) - Ativo intangível - refere-se à licença de uso de softwares, amortizada pelo método linear às taxas que levam em consideração o tempo de vida útil estimado dos bens. e) - Imposto de Renda e Contribuição Social - Estão calculados levando em consideração a legislação fiscal em vigor. A provisão para o Imposto de Renda foi calculada a alíquota de 15% sobre os lucros tributáveis, acrescidos de adicional de 10% acima dos limites específicos. A provisão para a Contribuição Social foi calculada a aliquota de 9% sobre o lucro tributável antes do Imposto de Renda, ajustado conforme legislação específica. f) - Patrimônio Líquido - Capital Social - O Capital Social em 31/12/2013 e 2012 é de R$ 30.391.880 e está representado por 11.358.208.682 ações ordinárias e 22.716.417.357 ações preferênciais, nominativas e sem valor nominal. Reavaliações Espontâneas: Os saldos existentes nas reservas de reavaliação, classificadas no patrimônio líquido, serão mantidos até a sua efetiva realização.

Ivan Soldan Salema José Hlavnicka Norimar Prevedello - CRC 1SP 264311/O-0

Conheça nossos benefícios:

Lucro (Prej.) Antes do Imp. de Renda Prov. p/ Imp. de Renda Cont. Social Lucro(Prejuizo) Liquido do Exercicio Lucro(Prej.) p/ Lote de Mil Ações

Totais (586.052) (611.765) (1.197.818) 504.459 (693.359)

CNPJ/MF nº 06.135.938/0001-03 - NIRE 35.300.314.131 Em 28 de fevereiro de 2014, a Assembleia Geral Extraordinária da AvnetTechnology Solutions Brasil S.A.(“Companhia”), com sede na Cidade de São Paulo - SP, na Rua Dr. Rafael de Barros, 209, 12º andar, Paraíso, CEP 04003-041, inscrita no CNPJ/MF sob nº 06.135.938/0001-03 e NIRE 35.300.314.131, devidamente convocada e instaurada de acordo com as leis aplicáveis, decidiu aprovar: (i) a proposta do grupamento referente a totalidade das ações ordinárias nominativas da Companhia na proporção de 10.000.000 para 1; (ii) os termos e condições referentes ao grupamento das ações da Companhia; (iii) o balanço patrimonial especialmente preparado para tal objetivo e os valores atribuídos às frações das ações ordinárias da Companhia; e (iv) a proposta de uma futura alteração ao Estatuto Social da Companhia para refletir o novo cenário do capital social da Companhia, devido à aprovação do grupamento. O acionista que permanecer com uma fração de ação como resultado do grupamento e desejar permanecer como acionista da Companhia terá o direito de adquirir ações do acionista representando a maioria do capital social da Companhia, pela diferença entre o valor da fração da ação que o acionista detém e o valor total de uma ação ao valor avaliado estabelecido na Assembleia, comparecendo na sede da Companhia dentro de 30 dias desta publicação e realizando o relevante pagamento. Os acionistas que permanecerem com uma fração de ação, porém não desejarem adquirir ações da Companhia, conforme estabelecido acima, terão o valor de suas ações reembolsado, baseado no valor avaliado estabelecido na Assembleia, desde que compareçam na sede da Companhia para requerer o referido reembolso.

Receita Operacional Bruta Impostos Incidentes s/ Vendas Receita Operacional Líquida Custo Lucro Bruto Despesas Operacionais Administrativas Despesas Financeiras Receitas Financeiras Outras Receitas Operacionais Tributarias Depreciação

30.391.880 30.391.880 14.500.000 14.500.000 7.636.080 7.997.325 (53.221.319) (54.087.023) (693.359) (1.197.818) 8.928.481 8.658.715

Agio na Subscrição de Capital 14.500.000 14.500.000 14.500.000

Demonstrações de Resultados Exercicios Findos

2.013

2.012

765.364

(524.749)

373.887

373.887

1.139.251 (Aumento) redução nos ativos operacionais: Impostos e contribuições a compensar 6.849 Despesas antecipadas e outros ativos (31.638) Aumento (redução) nos passivos operacionais: Fornecedores 878 Obrigações trabalhistas e previdenciárias 278 Impostos e contribuições a recolher 73.638 Imposto de Renda e Contribuição Social Pagos (570.392) Caixa líquido proveniente nas atividades operacionais 618.864 Fluxo de Caixa Nas Atividades de Investimentos Recebimento por vendas de ativos permanentes Caixa líq.usado nas atividades de investimento Aumento (Redução) Líquido de Caixa e Equivalente de Caixa 618.864 Caixa e equivalente de caixa no início do período 23.950 Caixa e equivalente de caixa no fim do período 642.814 Aumento (Redução) Líquido de Caixa e Equivalente de Caixa 618.864

(150.862) 13.992 521.280 1.576 393 (310.545) (87.016) (11.182) 47 47 (11.135) 35.085 23.950 (11.135)

11 3180 3175 Fale com a gente: legaldc@dcomercio.com.br COMUNICADO AO MERCADO SOBRE MODIFICAÇÃO E PRORROGAÇÃO DA OFERTA PÚBLICA DE DISTRIBUIÇÃO DE COTAS SENIORES E DE COTAS SUBORDINADAS MEZANINO DO

FUNDO DE INVESTIMENTO EM DIREITOS CREDITÓRIOS EMPÍRICA SIFRA STAR CNPJ/MF nº 14.166.140/0001-49 Código ISIN das Cotas Seniores nº: BRESS1CTF006 A presente instituição aderiu ao Código ANBIMA de Regulação Código ISIN das Cotas Subordinadas Mezanino nº: BRESS1CTF014 e Melhores Práticas para os Fundos de Investimento. Classificação de Risco da Standard & Poor’s para as Cotas Seniores: “brAA+” Classificação de Risco da Standard & Poor’s para as Cotas Subordinadas Mezanino: “brA+” Registro de Distribuição Pública das Cotas Seniores na CVM em 5 de março de 2012, através do Ofício/CVM/SRE/GER-1/N° 082/2012 Registro de Distribuição Pública das Cotas Subordinadas Mezanino na CVM em 5 de março de 2012, através do Ofício/CVM/SRE/GER-1/N° 083/2012 Nos termos do disposto na Instrução da Comissão de Valores Mobiliários (“CVM”) nº 356, de 17/12/2001, conforme alterada (“Instrução CVM nº 356”) e na Instrução CVM nº 400, de 29/12/2003, conforme alterada (“Instrução CVM nº 400”), PETRA - PERSONAL TRADER CORRETORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS S.A., com sede na Cidade de Curitiba, Estado do Paraná, na Rua Pasteur, nº 463, 11º andar, Batel, CEP 80250-080, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 03.317.692/0001-94, devidamente autorizada pela CVM a administrar e gerir carteiras de valores mobiliários pelo Ato Declaratório CVM nº 6.547, de 18/10/2001, na qualidade de instituição prestadora dos serviços de administração, controladoria, escrituração de cotas e de coordenadora líder da distribuição das cotas (“Administrador”) do FUNDO DE INVESTIMENTO EM DIREITOS CREDITÓRIOS EMPÍRICA SIFRA STAR (“Fundo”), comunica a modificação da oferta pública de distribuição de cotas seniores e de cotas subordinadas mezanino (“Oferta”) do FUNDO DE INVESTIMENTO EM DIREITOS CREDITÓRIOS EMPÍRICA SIFRA STAR. Os cotistas do Fundo decidiram alterar o Regulamento e demais instrumentos do Fundo para refletir as alterações introduzidas pela Instrução CVM n° 531, de 06/02/2013, (“Instrução CVM 531”) bem como para alterar alguns dispositivos relativos ao limite de concentração e Direitos de Crédito que podem ser adquiridos pelo Fundo, entre outros. Dessa forma, os cotistas, em Assembleia Geral Extraordinária, realizada em 19/12/2013, às 11h30, na sede social do Administrador, na Cidade de Curitiba, Estado do Paraná, na Rua Pasteur, nº 463, 11º andar, Batel (“Assembleia Geral de Cotistas”), aprovaram a alteração do regulamento do Fundo (“Regulamento”), que, como consequência, alterará os dispositivos da Oferta conforme aprovada pela CVM. 1.

MODIFICAÇÃO DA OFERTA

2.

1.1. Deliberações dos Cotistas. Foram deliberadas pelos cotistas do Fundo as seguintes alterações do Regulamento do Fundo (“Regulamento”): (I) A realização das seguintes alterações no Regulamento para adequação à Instrução CVM 531: (a) Prestadores de Serviços: (a.1) revisão das atribuições do Gestor e do Grupo Sifra Consultoria Especializada, de forma que o Grupo Sifra Consultoria Especializada passe a atuar como Agente de Cobrança dos direitos creditórios inadimplidos do Fundo. Aprovadas as novas redações dos Artigos 40 e 41; (b) Política de Investimento: (b.1) exclusão das Condições de Cessão e alterações dos Critérios de Elegibilidade dos Direitos de Crédito a serem adquiridos pelo Fundo. Aprovadas as novas redações dos Artigos 4, 17, 18 e 54; (b.2) ajuste da redação do Regulamento para fazer constar a proibição de que o Gestor, o Custodiante, o Grupo Sifra Consultoria Especializada e partes a eles relacionadas cedam ou originem, direta ou indiretamente, Direitos de Crédito ao Fundo. Aprovada a nova redação do Artigo 33; (b.3) inserção da possibilidade de atuação do Administrador como contraparte do Fundo, desde que em operações com finalidade exclusiva de realizar a gestão de caixa e liquidez do Fundo. Aprovada a nova redação do Artigo 14; (b.4) inserção da vedação da aplicação de recursos pelo Fundo em ativos de emissão e/ou coobrigação do Administrador, Consultor Especializado, Gestor, Custodiante, Agente de Cobrança e partes a eles relacionadas. Aprovadas as novas redações dos Artigos 6 e 41; (c) Outras alterações: (c.1) estabelecimento da obrigação do Administrador de fornecer informações relativas aos Direitos de Crédito adquiridos ao Sistema de Informações de Créditos do Banco Central do Brasil (SCR). Aprovadas as novas redações dos Artigos 31 e 33; (c.2) alteração das atividades de responsabilidade do Custodiante, fazendo constar as atividades enumeradas no artigo 38 da Instrução CVM 356, de 17 de dezembro de 2001, conforme alterada. Aprovadas as novas redações dos Artigos 28, 42 e 43; (c.3) inclusão da possibilidade de o Custodiante contratar prestadores de serviço para a verificação de lastro dos Direitos de Crédito e para guarda da documentação, sem prejuízo de sua responsabilidade, desde que tais prestadores de serviços não sejam o Administrador, o Cedente, o Gestor, o Grupo Sifra Consultoria Especializada ou partes a eles relacionadas, e desde que haja regras claras que permitam o controle da prestação de serviços pelo Custodiante. Aprovada a nova redação do Artigo 43; (c.4) atualização da definição de Documentos Comprobatórios, Documentos Comprobatórios Analógicos e Documentos Comprobatórios Virtuais, entre outras (Anexo I do Regulamento); (c.5) alteração do procedimento para recebimento e verificação dos Documentos que evidenciam o lastro dos Direitos de Crédito, bem como dos procedimentos a serem adotados a cada cessão de Direitos de Crédito. Aprovadas as novas redações dos Artigos 20, 21, 22 e 23; (c.6) inserção da possibilidade de verificação do lastro dos Direitos de Crédito integrantes da carteira do Fundo por amostragem pelo Custodiante ou por terceiro por ele contratado. Aprovada a nova redação do Artigo 44; (c.7) inserção das despesas com o Agente de Cobrança nos Encargos do Fundo. Aprovadas as novas redações dos Artigos 5, 47 e 93; (c.8) inserção de novos fatos a serem considerados relevantes. Aprovada a nova redação do Artigo 95; (II) A realização das seguintes alterações adicionais no Regulamento: (a) Prestadores de serviços: (a.1) redefinição das empresas integrantes do Grupo Sifra Consultoria Especializada, com a saída da empresa Sifra S.A., não caracterizando, no entanto, uma renúncia à prestação de serviços pelo restante das empresas pertencentes ao Grupo Sifra. Aprovada a nova Definição (Anexo I do Regulamento); (b) Política de Investimento: (b.1) ampliação da definição de Direitos de Crédito, que passa a englobar, também, direitos representados por títulos que não sejam cheques, duplicatas ou contratos. Aprovadas a nova redação do Artigo 6 e as novas Definições (Anexo I do Regulamento); (b.2) alteração do limite de composição da Carteira do Fundo. Aprovada a nova redação do Artigo 7; (b.3) inserção das definições de Devedores Especiais, em relação aos quais os limites de concentração poderão ser extrapolados, e de Devedores “brA+”. Aprovadas as novas Definições (Anexo I do Regulamento); (b.4) aumento dos limites de concentração por Cedentes e Devedores. Aprovada a nova redação do Artigo 9; (c) Taxa de Cessão: (c.1) substituição da Taxa Mínima de Cessão por Taxa Média de Cessão, na Definição. Aprovada a nova Definição (Anexo I do Regulamento); (d) Taxa de Administração: (d.1) alteração da Taxa de Administração, especialmente em relação à remuneração do Gestor e do Grupo Sifra Consultoria Especializada. Aprovada a nova redação do Artigo 48; (e) Fatores de Risco: (e.1) alteração dos Fatores de Risco em razão das adequações do Regulamento à Instrução CVM 531 e demais alterações do Regulamento. Aprovada a nova redação do Artigo 98, Parágrafo Primeiro, alínea (c); Parágrafo Quarto, alíneas (a) e (b); Parágrafo Quinto, alíneas (i) e (l); (f) Definições (Anexo I do Regulamento): (f.1) alteração das definições constantes do Anexo I do Regulamento em razão das adequações do Regulamento à Instrução CVM 531 e demais alterações do Regulamento; (III) Deliberações Adicionais: Aprovação de uma nova versão consolidada do Regulamento, contemplando as alterações mencionadas nos itens I e II.

DO PEDIDO DE PRORROGAÇÃO DA OFERTA O Fundo é um fundo de investimento aberto, que admite a subscrição e resgate de cotas e, consequentemente, o ingresso e a saída de investidores a qualquer momento, respeitadas as disposições do Regulamento. Tendo em vista que, de acordo com o cronograma original, a Oferta deveria ser encerrada em 12/03/2014, o Administrador, em nome do Fundo, solicitou à CVM, em 27/12/2013, a prorrogação do prazo da Oferta por dois anos, contados da data da concessão da prorrogação de prazo pela CVM. Assim, o cronograma estimativo da Oferta foi alterado, passando a apresentar-se conforme segue: Data Estimada (*)

Evento Obtenção do registro na CVM

05/03/2012

Publicação do Anúncio de Início da Oferta

12/03/2012

Publicação do Anúncio de Encerramento da Oferta

12/03/2016

(*) As datas previstas para os eventos futuros são meramente indicativas e estão sujeitas a alterações, atrasos e adiamentos, sem aviso prévio, a critério do Administrador e do Distribuidor.

3.

PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS Nos termos do artigo 27 da Instrução CVM nº 400, os investidores que aderiram à Oferta e mantêm, até a presente data, Cotas Seniores e Cotas Subordinadas Mezanino do Fundo, poderão até as 18:00h do dia 18 de março de 2014, manifestar sua intenção de revogar a aceitação da Oferta mediante comunicação ao Administrador no endereço abaixo, sendo que será presumida a aceitação da Oferta no caso de não manifestação do investidor. Os investidores que manifestarem sua intenção de revogar a aceitação da Oferta serão restituídos do valor dado em contrapartida à subscrição das Cotas, acrescidos da variação acumulada das taxas médias diárias do SELIC (Taxas SELIC), calculadas e divulgadas pelo BC - Banco Central, incidentes sobre o valor nominal de subscrição da Cota, a partir da data de subscrição até a data de devolução do valor subscrito, que não será superior a 60 (sessenta) dias contados da data em que manifestem seu interesse em revogar sua aceitação da Oferta.

4.

INFORMAÇÕES ADICIONAIS Os termos e expressões, em sua forma singular ou plural, utilizados neste Comunicado e nele não definidos têm o mesmo significado que lhes é atribuído no prospecto e no Regulamento. Maiores esclarecimentos a respeito da Oferta, bem como cópias do Regulamento e do prospecto do Fundo poderão ser obtidas com o Administrador, com a CVM e/ou com a CETIP, nos endereços a seguir indicados: • Administrador e Distribuidor PETRA - PERSONAL TRADER CORRETORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS S.A. Rua Pasteur, nº 463, 11º andar, Batel, CEP 80250-080, Curitiba - PR Tel.: (41) 3074-0909 Website: http://www.petractvm.com.br (acessar o Prospecto do Fundo de Investimento em Direitos Creditórios Empírica Sifra Star que estará disponível na página inicial) • Entidade Reguladora COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS - CVM Rua Sete de Setembro, nº 111, 2°, 3°, 5°, 6° (parte), 23°, 26° ao 34° andares, Centro, CEP 20050-901, Rio de Janeiro - RJ Tel.: (21) 3554-8686 Website: www.cvm.gov.br (neste site acessar “Acesso Rápido”, clicar em “Ofertas Registradas”, selecionar “2012” e clicar em “Entrar”, em “QUOTAS DE FIDC / FIC-FIDC/ FIDC-NP” clicar no campo “Volume em R$”, selecionar “Fundo de Investimento em Direitos Creditórios Empírica Sifra Star” e acessar “Prospecto”) • Mercado de Negociação CETIP S.A. - MERCADOS ORGANIZADOS Avenida República do Chile, nº 230, 11º andar, Centro, CEP 20031-919, Rio de Janeiro - RJ Tel.: (21) 2276-7474 / 2138-7474 Website: www.cetip.com.br (neste site acessar “Comunicados e Documento”, clicar em “Prospectos”, nos “Critérios de Filtro” em “Categoria de Documento” selecionar “Prospectos Prospectos de Fundos de Investimento - Cotas de Fundos Abertos”, em seguida clicar em “Fundo de Investimento em Direitos Creditórios Empírica Sifra Star”) Curitiba, 11 de março de 2014

ADMINISTRADOR E DISTRIBUIDOR

ESTRUTURADOR E GESTOR

CONSULTORES ESPECIALIZADOS

CUSTODIANTE

AUDITORIA

ASSESSOR JURÍDICO

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE ANDRADINA EXTRATO DO ADITAMENTO CONTRATUAL. PROCESSO Nº 78/2013 – TOMADA DE PREÇO Nº 14/2013. OBJETO: Contratação de empresa especializada para execução de pavimentação asfáltica tipo CBUQ referente ao Contrato de Repasse n° 780393/2012 – Ministério das Cidades. CONTRATANTE: Prefeitura do Município de Andradina. CONTRATADO: SKALLA COMÉRCIO E URBANIZAÇÃO LTDA. Fica ajustado entre as partes que o contrato será aditado no valor de R$ 29.691,55 (Vinte e nove mil, seiscentos e noventa e um reais e cinquenta e cinco centavos). As demais cláusulas constantes do instrumento original permanecem inalteradas. Andradina, 10 de março de 2014. JAMIL AKIO ONO – Prefeito.


20 -.ECONOMIA

Edital de Leilões Eletrônicos Artigo 689-A do CPC e Provimento CSM nº 1625/2009 do E. TJSP 02ª Vara Cível do Foro Regional de Itaquera da Comarca de São Paulo. 02º Ofício Cível do Foro Regional de Itaquera da Comarca de São Paulo. Edital de 1ª e 2ª Leilões Eletrônicos de Bem(ns) Imóvel(eis) e para Intimação do(s) executado(s) Miranda Comércio e Construções Ltda, antiga Goldfarb Comércio e Construções Ltda., de Domingos Antonio da Silva , Prefeitura do Município de São Paulo, do(s) respectivo(s) eventual(ais) novo(s) cônjuge(s) da(s) pessoa(s) física(s) citada(s), além do(s) eventual(ais) atual(ais) ocupante(s) do(s) imóvel(eis) abaixo, expedido nos autos da Ação Sumária promovida por Conjunto Residencial Coemil XVIII, processo nº 0021958-51.2005.8.26.0007. O(a) Dr(a). Sueli Juarez Alonso, MM Juiz(a) de Direito da 02ª Vara Cível do Foro Regional de Itaquera da Comarca de São Paulo. na forma da lei, etc., com fulcro no artigo 689-A do CPC, regulamentado pelo Provimento CSM nº 1625/2009 do C. Conselho Superior da Magistratura do E.TJSP, na forma da lei e etc., Faz saber que por meio do sistema gestor de leilões eletrônicos www.casareisleiloesonline.com.br levará a públicos pregões para venda e arrematação o(s) bem(ns) abaixo descrito(s), sendo que o 1º. (Primeiro) Leilão terá início no dia 12 (doze) de Março de 2014, às 12:00:00hs e término no dia 14 (catorze) de Março de 2014, às 12:00:00hs e o 2º (Segundo) Leilão terá início dia 14 (catorze) de Março de 2014, às 12:01:00hs e término no dia 4 (quatro) de Abril de 2014, às 12:00:00hs. O sistema gestor de leilões eletrônicos www.casareisleiloesonline. com.br é de titularidade do leiloeiro oficial Eduardo dos Reis, inscrito na JUCESP sob nº 748, com endereço na cidade de São Paulo/SP na Rua da Glória, nº 18, cj. 53, Liberdade, CEP: 01510-000, fone: 11 - 3101.2345, e-mail: contato@casareisleiloes.com.br. Intimação(ões). Pelo presente edital fica(m) intimado(s) das designações supra, na hipótese de não localizado(s) para intimação(ões) pessoal(ais), o(s) executado(s) Miranda Comércio e Construções Ltda, antiga Goldfarb Comércio e Construções Ltda., além de Domingos Antonio da Silva Prefeitura do Município de São Paulo, o(s) respectivo(s) eventual(ais) novo(s) cônjuge(s) da(s) pessoa(s) física(s) citada(s), além do(s) eventual(ais) atual(ais) ocupante(s) do(s) imóvel(eis) abaixo. Bem(ns). Lote 01 (um): Apartamento nº 33, localizado no 3º andar do “Edifício Cerejeira”, Bloco “6” do “Conjunto Residencial Coemil XVIII”, situado nesta Capital/SP à Rua João Vicente da Fonseca, número 520, no Distrito de Itaquera, contendo a área real privativa de 49,723m², área real comum de 59,386m², área real total de construção de 109,109m² e a fração ideal no terreno e nas demais coisas e despesas de uso comum de 0,69444%, correspondendo-lhe o direito ao uso de 01 (uma) vaga na garagem coletiva, localizada no andar térreo do conjunto. O(s) imóvel(eis) em tela é (são) objeto(s) da(s) matrícula(s) nº(s) 149.463 do 9ª CRI/ SP, nº(s) de contribuinte(s) na Municipalidade 253.018.0141-2. Da(s) Matrícula(s) do(s) imóvel(eis). Da Matrícula nº 149.463 do 9ª CRI/SP se verifica: Penhora oriunda da Reclamação Trabalhista processada sob nº 01607000619965020067 da 67ª Vara da Justiça do Trabalho - 2º Região do Poder Judiciário Federal da Capital/SP (R. 02); e Penhora exequenda (Av. 06). Informações Complementares sobre o(s) bem (ns). Dos autos não se verifica indícios de que terceiros diversos à lide estejam porventura no exercício da posse do bem. Na verdade, do laudo pericial indica que a unidade condominial se encontra desocupada. Da(s) Avaliação(ões) do(s) bem(ns): Avaliação(ões) original(ais): R$ 138.000,00 para ago/2013. Avaliação(ões) atualizada(s): R$ 141.815,69 para jan/2014. As cifras em tela serão atualizadas monetariamente pela tabela prática do E. TJSP até a data da alienação judicial. Condições de Leilão e Arrematação: O(s) bem(ns) será(ão) ofertado(s) para arrematação em lote único. Em primeiro leilão o(s) bem(ns) será(ão) entregue(s) a quem mais der acima(s) da(s) respectiva(s) avaliação(ões). Em segundo leilão o(s) bem(ns) será(ão) entregue(s) a quem mais der, rejeitados lances inferiores ao equivalente a 60% (sessenta por cento) do valor da avaliação atualizada do respectivo lote (art. 692 do CPC e art. 13 do Prov. CSM n. 1625/2009). O(s) imóvel(eis) será(ão) vendido(s) em caráter “ad corpus”, sendo que as áreas mencionadas são meramente enunciativas e repetitivas das dimensões constantes do registro imobiliário, não sendo cabível qualquer pleito com relação ao cancelamento da(s) arrematação(ões), abatimento de preço(s) ou complemento(s) de área (s), por eventual(ais) divergência(s) entre o que constar da(s) descrição(ões) do(s) imóvel(eis) e a realidade existente. O(s) arrematante(s) adquire(m) o(s) imóvel(eis) no estado de conservação em que se encontra(m) e declara(m) ter pleno conhecimento de suas instalações, nada tendo a reclamar quanto a eventual(ais) vício(s), ainda que oculto(s), ou defeito(s) decorrente de uso, a qualquer título e a qualquer tempo, assumindo a responsabilidade pela eventual regularização que se fizer necessária. O Auto de Arrematação somente será assinado pelo Juízo após a comprovação do pagamento integral do valor da arrematação e da comissão do gestor judicial do sistema, dispensadas as demais assinaturas referidas no art. 694 do Código de Processo Civil (art. 20 do Prov. CSM nº. 1625/2009). Condições de Participação: O interessado em participar dos leilões deverá cadastrar-se no sistema gestor www.casareisleiloesonline.com.br com antecedência mínima de até 48 (quarenta e oito) horas da data da primeira praça. O cadastramento no sistema gestor para a participação em alienações judiciais eletrônicas (leilões judiciais eletrônicos) conduzidas por este gestor é indispensável e gratuito. Por se tratarem de leilões eletrônicos, se admite apenas o recebimento de lances virtuais, os quais somente poderão ser ofertados por meio do sistema gestor www.casareisleiloesonline.com.br. Não são admitidos lances via fax, de viva voz ou entregues no escritório do leiloeiro oficial responsável. O interessado poderá ofertar mais de um lance para um mesmo bem, prevalecendo sempre o maior lance ofertado. Não há nenhum custo para o Usuário ofertar lances por meio de www.casareisleiloesonline. com.br. Condições de Pagamento: Do Preço da Arrematação: No caso de liquidação à vista e imediata do preço da arrematação, o(s) arrematante(s) deverá(ão) efetuar o pagamento do preço do bem no prazo improrrogável de até 24 (vinte e quatro) horas após o encerramento da alienação judicial eletrônica condicional, por meio de depósito judicial a ser efetivado em favor do Juízo expropriatório, em guia de depósito judicial do Banco do Brasil S/A, a ser obtida em uma de suas agências ou por meio do website http://www.bb.com.br (no campo Depósitos Judiciais), sob pena de desfazimento da arrematação. Alternativamente, será ainda admitido o complemento do pagamento do preço da arrematação em de até 15 (quinze) dias após o encerramento da alienação judicial eletrônica condicional, mediante caução (art. 690-A do CPC) equivalente a 30% (trinta por cento) do valor da arrematação, a ser neste caso liquidada pelo(s) arrematante(s) no prazo improrrogável de até 24 (vinte e quatro) horas após o encerramento da alienação judicial eletrônica condicional, por meio de depósito judicial a ser efetivado nos moldes acima, ficando obrigado(s) o(s) arrematante(s) a complementar o preço da aquisição no prazo improrrogável de até 15 (quinze) dias após o encerramento da alienação judicial eletrônica condicional, sob as penas do parágrafo único do art. 690-A do CPC e sem prejuízo das demais penalidades abaixo. Caso o exequente venha a arrematar o(s) bem(ns) não estará obrigado a exibir o preço, salvo se o valor do bem exceder o de seu crédito, hipótese em que ficará obrigado a depositar dentro do prazo de 03 (três) dias da arrematação a diferença dos valores, sob pena de ser tornada sem efeito a arrematação. Não sendo efetuado pelo(s) arrematante(s) o depósito da oferta, os lanços imediatamente anteriores serão submetidos à apreciação do MM Juízo. Da Comissão Devida à Casa Reis Leilões Online: A comissão do sistema gestor será de 5% ( cinco por cento) sobre o valor de cada arrematação e correrá por conta do(s) respectivo(s) arrematante(s) (cf. inciso IV do art. 705 do CPC). O pagamento da comissão devida à Casa Reis Leilões Online deverá ser realizado no prazo improrrogável de até 24 (vinte e quatro) horas a contar do encerramento da alienação judicial eletrônica condicional, por meio de depósito em dinheiro na rede bancária, DOC ou TED – Transferência Eletrônica Disponível endereçado ao Banco Santander S/A (nº 033), agência nº 2146, Conta Corrente nº 01010200-9, de titularidade do leiloeiro oficial Eduardo dos Reis, inscrito no CPF/MF sob nº 252.758.888-30, sob pena de desfazimento da arrematação. Penalidades. Decorridos o prazo sem que arrematante tenha realizado os depósitos, tal informação será encaminhada ao MM Juízo competente para a aplicação das medidas legais cabíveis. O não pagamento do preço da aquisição e/ou da comissão do leiloeiro oficial implicará ao ofertante remisso a imposição de multa a ser oportunamente arbitrada pelo MM Juízo expropriatório, a imposição das outras penalidades previstas pelo artigo 695 do CPC e a aplicação ao caso de adquirente remisso do previsto pelo artigo 358 do Código Penal. Documentos a serem enviados pelo(s) arrematante(s): No prazo improrrogável de até 24 (vinte e quatro) horas da realização do devido depósito judicial do preço da arrematação, o(s) arrematante(s) deverá(ão) encaminhar para o leiloeiro oficial Eduardo dos Reis, a fim de que sejam juntados aos autos do processo para expedição de Carta de Arrematação e sob pena de eventual desfazimento da aquisição, os seguintes documentos: 01 (uma) via do competente de depósito judicial do preço da arrematação e 01 (uma) cópia autenticada do comprovante de depósito bancário da comissão devida ao gestor e efetuado na conta corrente adiante especificada; no caso de arrematante pessoa física deverá encaminhar, ainda, cópias autenticadas da Cédula de Identidade, do Comprovante de Inscrição no CPF/MF, de Certidão de Casamento atualizada, se for o caso, e Comprovante de Residência; no caso de arrematante pessoa jurídica: cópias autenticadas dos Atos Constitutivos da empresa (Contrato Social Consolidado ou Estatuto e Ata de Eleição da Diretoria); de Comprovante de Inscrição no CNPJ/MF; de Comprovante de Endereço; das Cédulas de Identidades e dos Comprovantes de Inscrição no CPF/MF dos sócios e representantes legais. Remição da Execução: Se a(o) executada(o), após a publicação do presente edital liquidar e pagar a dívida exeqüenda antes de adjudicado(s) ou alienado(s) o(s) bem(ns), na forma do artigo 651, do Código de Processo Civil, deverá apresentar até a data e hora designadas para o(s) leilão(ões), a(s) guia(s) comprobatória(s) do(s) referido(s) pagamento(s) acompanhada(s) de petição fazendo menção expressa quanto à remição da execução, sendo vedado para tal finalidade o uso do protocolo integrado. Neste caso, deverá a(o) executada(o) pagar a importância atualizada da dívida, mais juros, custas, honorários advocatícios e a comissão devida ao Leiloeiro Oficial no importe equivalente a 5% sobre o valor pago (dívida exequenda), conforme já decidido pelo E. STJ em caso análogo (Resp 185656-DF, 3ª. T, Rel. Min. Ari Pargendler, DJU 22/10/2001, p. 00317), devendo o(a) pagador(a) arcar, ainda, com as despesas de publicação de edital e demais assumidas e comprovadas pelo leiloeiro. Acordo: Por analogia, sendo entabulado acordo entre as partes após a publicação do Edital de Leilões Eletrônicos, o pagador deverá arcar com o pagamento em favor Leiloeiro Oficial do equivalente em moeda nacional a 5% sobre o valor pago (dívida exequenda), a título de remuneração dos serviços executados até o momento, devendo o(a) pagador(a) arcar, ainda, com as despesas de publicação de edital e demais assumidas e comprovadas pelo leiloeiro. Dispositivos legais. Nos termos do parágrafo único do art. 130 do Código Tributário Nacional, os débitos tributários de caráter propter rem a incidirem sobre o imóvel ficarão sub-rogados sobre o preço da arrematação, ficando desonerado(s) o(s) eventual(ais) futuro(s) arrematante(s) do pagamento destes. Aplicar-se-á, ainda, o art. 655-B do CPC, no sentido de que a meação do cônjuge/proprietário alheio a execução recairá sobre o produto da alienação. Serão aplicados, ademais, os artigos 1499, inciso VI, e 1501 do Código Civil, para fins de cancelamento da hipoteca, se o caso; Aplicar-se-á o parágrafo único do art. 693 c/c art. 707 do CPC, no tocante a(s) oportuna(s) expedição (ões) de Carta(s) de Arrematação(ões) e Mandado(s) de Entrega / Imissão na Posse do(s) bem(ns) arrematado(s) em favor do(s) adquirente(s), desde que preenchidos os requisitos do artigo 694 do CPC e mediante comando expresso do MM Juízo expropriatório. . Serão aplicadas quaisquer outras normas e dispositivos legais cujo MM Juízo expropriatório entenda pertinentes e cabíveis. Informações e Disposições Finais. Dos autos não se verifica recurso pendente de julgamento. Todas as providências e despesas necessárias à desocupação do(s) imóvel(eis) e efetiva imissão na posse correrão por conta do(s) arrematante(s). Eventuais demais ônus e pendências, bem como taxas e/ou impostos porventura incidentes sobre o(s) bem(ns) correrão por conta do(s) arrematante(s). Outras informações podem ser obtidas no website www.casareisleiloesonline.com.br ou, ainda, solicitadas por e-mail encaminhado para contato@casareisleiloes.com.br ou pelo telefone (11) 3101.2345. E para que produza seus efeitos de direito, será o presente edital, afixado e publicado na forma da lei. São Paulo, 04 de fevereiro de 2014.

DIÁRIO DO COMÉRCIO

Edital de Leilão Eletrônico Único Arts. 1.113 e seguintes do CPC - Provimento CSM nº 1625/2009 03ª Vara Cível do Foro Regional de Itaquera da Comarca de Capital/SP. 03º Ofício Cível do Foro Regional de Itaquera da Comarca de Capital/SP. Edital de Leilão Eletrônico Único de Bem(ns) Imóvel(eis) e para Intimação do(s) executado(s) Francisco Costa Cavalcante, de Prefeitura do Município de São Paulo, do(s) respectivo(s) eventual(ais) novo(s) cônjuge(s) da(s) pessoa(s) física(s) citada(s), além do(s) eventual(ais) atual(ais) ocupante(s) do(s) imóvel(eis) abaixo, expedido nos autos da Ação de Alienação de Coisa Comum promovida por Maria Helena Ernandez , processo nº 0217848-83.2009.8.27.0007. O(a) Dr(a). Celso Maziteli Neto, MM Juiz(a) de Direito da 03ª Vara Cível do Foro Regional de Itaquera da Comarca de Capital/SP. na forma da lei, etc., com fulcro nos artigos 1113 e seguintes do CPC, do artigo 689-A do CPC, regulamentado pelo Provimento CSM nº 1625/2009 do C. Conselho Superior da Magistratura do E.TJSP, na forma da lei e etc., Faz saber que por meio do sistema gestor de leilões eletrônicos www.casareisleiloesonline.com.br levará a públicos pregões para venda e arrematação o(s) bem(ns) abaixo descrito(s), sendo que o Leilão Eletrônico Único terá início no dia 12 (doze) de Março de 2014, às 13:00:00hs e término no dia 4 (quatro) de Abril de 2014, às 13:00:00hs, sendo que o(s) bem(ns) será(ão) entregue(s) a quem mais der, rejeitados lances inferiores ao equivalente a 100% (cem por cento) do valor da avaliação atualizada do respectivo lote, conforme determinado pela r. decisão de fls. dos autos. . O sistema gestor de leilões eletrônicos www.casareisleiloesonline.com.br é de titularidade do leiloeiro oficial Eduardo dos Reis, inscrito na JUCESP sob nº 748, com endereço na cidade de São Paulo/SP na Rua da Glória, nº 18, cj. 53, Liberdade, CEP: 01510-000, fone: 11 - 3101.2345, e-mail: contato@casareisleiloes.com.br. Intimação(ões). Pelo presente edital fica(m) intimado(s) das designações supra, na hipótese de não localizado(s) para intimação(ões) pessoal(ais), o(s) executado(s) Francisco Costa Cavalcante, além de , Prefeitura do Município de São Paulo, o(s) respectivo(s) eventual(ais) novo(s) cônjuge(s) da(s) pessoa(s) física(s) citada(s), além do(s) eventual(ais) atual(ais) ocupante(s) do(s) imóvel(eis) abaixo. Bem(ns). Lote 01 (um): Um terreno e sua respectiva edificação, situados nesta Capital/SP à Rua Antonio Previato, nº 639, designado por lote D, desmembrado dos lotes n°s 10, 11 e 12, da quadra BM, Cidade São Matheus, Itaquera, de formato retangular, localizado à 13,90ms do P.C formado pela Rua Antonio Previato e a Rua Professor Brasilio Barni, medindo 3,60ms de frente, por 20,00ms da frente aos fundos, de ambos os lados, tendo nos fundos a mesma medida da frente, encerrando a área de terreno de 72,00m2, confrontando do lado direito de quem da rua olha para o imóvel com o lote E, do lado esquerdo seguindo a mesma orientação, confronta com o lote C e nos fundos, confronta com o lote I, sendo os lotes confrontantes de propriedade de Cristal – Empreendimentos Imobiliários S/C Ltda. A Certidão de Dados Cadastrais da Municipalidade indica área construída de 70,00m². O(s) imóvel(eis) em tela é (são) objeto(s) da(s) matrícula(s) nº(s) 89.279 do 9ª CRI/SP, nº de contribuinte na Municipalidade 150.106.0006-3. Da(s) Matrícula(s) do(s) imóvel(eis). Da Matrícula nº 89.279 do 9ª CRI/SP se verifica: que no terreno em questão fora construído um prédio, o qual recebeu o nº 639 da Rua Antonio Previato, conforme Auto de Conclusão nº 075/IG/84, emitido em 24 de fevereiro de 1984 (Av. 01); o imóvel foi havido pelos litigantes Maria Helena Ernandez Cavalcante e Francisco Costa Cavalcante, enquanto casados sob o regime da comunhão parcial de bens, em 29 de dezembro de 1992; a separação consensual da partes, processada perante a 1ª Vara da Família e Sucessões - Foro Regional VI - Penha de França sob o nº 0104691-09.2007.8.26.0006, foi devidamente averbada (Av. 06); e no mesmo processo mencionado acima, houve a partilha do imóvel na proporção de 50% (cinquenta por cento) para cada litigante (Av. 7). Informações Complementares sobre o(s) bem(ns). Francisco Costa Cavalcante declara ser residente e domiciliado no endereço do imóvel objeto dos leilões, havendo indícios, pois, de que permanece no exercício da posse direta do bem. Da(s) Avaliação(ões) do(s) bem(ns): Avaliação(ões) original(ais): R$ 250.000,00 para out/2013. Avaliação(ões) atualizada(s): R$ 254.703,99 para jan/2014. As cifras em tela serão atualizadas monetariamente pela tabela prática do E. TJSP até a data da alienação judicial. Condições de Leilão e Arrematação: O(s) bem(ns) será(ão) ofertado(s) para arrematação em lote único. O(s) bem(ns) será(ão) entregue(s) a quem mais der acima do equivalente a 100% do valor da avaliação atualizada do respectivo lote, conforme determinado pela r. decisão de fls. dos autos. O(s) imóvel(eis) será(ão) vendido(s) em caráter “ad corpus”, sendo que as áreas mencionadas são meramente enunciativas e repetitivas das dimensões constantes do registro imobiliário, não sendo cabível qualquer pleito com relação ao cancelamento da(s) arrematação(ões), abatimento de preço(s) ou complemento(s) de área(s), por eventual(ais) divergência(s) entre o que constar da(s) descrição(ões) do(s) imóvel(eis) e a realidade existente. O(s) arrematante(s) adquire(m) o(s) imóvel(eis) no estado de conservação em que se encontra(m) e declara(m) ter pleno conhecimento de suas instalações, nada tendo a reclamar quanto a eventual(ais) vício(s), ainda que oculto(s), ou defeito(s) decorrente de uso, a qualquer título e a qualquer tempo, assumindo a responsabilidade pela eventual regularização que se fizer necessária. O Auto de Arrematação somente será assinado pelo Juízo após a comprovação do pagamento integral do valor da arrematação e da comissão do gestor judicial do sistema, dispensadas as demais assinaturas referidas no art. 694 do Código de Processo Civil (art. 20 do Prov. CSM nº. 1625/2009). Condições de Participação: O interessado em participar dos leilões deverá cadastrar-se no sistema gestor www. casareisleiloesonline.com.br com antecedência mínima de até 48 (quarenta e oito) horas da data da primeira praça. O cadastramento no sistema gestor para a participação em alienações judiciais eletrônicas (leilões judiciais eletrônicos) conduzidas por este gestor é indispensável e gratuito. Por se tratarem de leilões eletrônicos, se admite apenas o recebimento de lances virtuais, os quais somente poderão ser ofertados por meio do sistema gestor www.casareisleiloesonline.com.br. Não são admitidos lances via fax, de viva voz ou entregues no escritório do leiloeiro oficial responsável. O interessado poderá ofertar mais de um lance para um mesmo bem, prevalecendo sempre o maior lance ofertado. Não há nenhum custo para o Usuário ofertar lances por meio de www. casareisleiloesonline.com.br. Condições de Pagamento: Do Preço da Arrematação: No caso de liquidação à vista e imediata do preço da arrematação, o(s) arrematante(s) deverá(ão) efetuar o pagamento do preço do bem no prazo improrrogável de até 24 (vinte e quatro) horas após o encerramento da alienação judicial eletrônica condicional, por meio de depósito judicial a ser efetivado em favor do Juízo expropriatório, em guia de depósito judicial do Banco do Brasil S/A, a ser obtida em uma de suas agências ou por meio do website http://www.bb.com.br (no campo Depósitos Judiciais), sob pena de desfazimento da arrematação. Alternativamente, será ainda admitido o complemento do pagamento do preço da arrematação em de até 15 (quinze) dias após o encerramento da alienação judicial eletrônica condicional, mediante caução (art. 690-A do CPC) equivalente a 30% (trinta por cento) do valor da arrematação, a ser neste caso liquidada pelo(s) arrematante(s) no prazo improrrogável de até 24 (vinte e quatro) horas após o encerramento da alienação judicial eletrônica condicional, por meio de depósito judicial a ser efetivado nos moldes acima, ficando obrigado(s) o(s) arrematante(s) a complementar o preço da aquisição no prazo improrrogável de até 15 (quinze) dias após o encerramento da alienação judicial eletrônica condicional, sob as penas do parágrafo único do art. 690-A do CPC e sem prejuízo das demais penalidades abaixo. Caso o exequente venha a arrematar o(s) bem(ns) não estará obrigado a exibir o preço, salvo se o valor do bem exceder o de seu crédito, hipótese em que ficará obrigado a depositar dentro do prazo de 03 (três) dias da arrematação a diferença dos valores, sob pena de ser tornada sem efeito a arrematação. Não sendo efetuado pelo(s) arrematante(s) o depósito da oferta, os lanços imediatamente anteriores serão submetidos à apreciação do MM Juízo. Da Comissão Devida à Casa Reis Leilões Online: A comissão do sistema gestor será de 5% sobre o valor de cada arrematação e correrá por conta do(s) respectivo(s) arrematante(s) (cf. inciso IV do art. 705 do CPC). O pagamento da comissão devida à Casa Reis Leilões Online deverá ser realizado no prazo improrrogável de até 24 (vinte e quatro) horas a contar do encerramento da alienação judicial eletrônica condicional, por meio de depósito em dinheiro na rede bancária, DOC ou TED – Transferência Eletrônica Disponível endereçado ao Banco Santander S/A (nº 033), agência nº 2146, Conta Corrente nº 01010200-9, de titularidade do leiloeiro oficial Eduardo dos Reis, inscrito no CPF/MF sob nº 252.758.888-30, sob pena de desfazimento da arrematação. Penalidades. Decorridos o prazo sem que arrematante tenha realizado os depósitos, tal informação será encaminhada ao MM Juízo competente para a aplicação das medidas legais cabíveis. O não pagamento do preço da aquisição e/ou da comissão do leiloeiro oficial implicará ao ofertante remisso a imposição de multa a ser oportunamente arbitrada pelo MM Juízo expropriatório, a imposição das outras penalidades previstas pelo artigo 695 do CPC e a aplicação ao caso de adquirente remisso do previsto pelo artigo 358 do Código Penal. Documentos a serem enviados pelo(s) arrematante(s): No prazo improrrogável de até 24 (vinte e quatro) horas da realização do devido depósito judicial do preço da arrematação, o(s) arrematante(s) deverá(ã0) encaminhar para o leiloeiro oficial Eduardo dos Reis, a fim de que sejam juntados aos autos do processo para expedição de Carta de Arrematação e sob pena de eventual desfazimento da aquisição, os seguintes documentos: 01 (uma) via do competente de depósito judicial do preço da arrematação e 01 (uma) cópia autenticada do comprovante de depósito bancário da comissão devida ao gestor e efetuado na conta corrente adiante especificada; no caso de arrematante pessoa física deverá encaminhar, ainda, cópias autenticadas da Cédula de Identidade, do Comprovante de Inscrição no CPF/MF, de Certidão de Casamento atualizada, se for o caso, e Comprovante de Residência; no caso de arrematante pessoa jurídica: cópias autenticadas dos Atos Constitutivos da empresa (Contrato Social Consolidado ou Estatuto e Ata de Eleição da Diretoria); de Comprovante de Inscrição no CNPJ/MF; de Comprovante de Endereço; das Cédulas de Identidades e dos Comprovantes de Inscrição no CPF/MF dos sócios e representantes legais. Dispositivos legais. Serão aplicados o art. 1.118 do CPC, no tocante a ordem de preferência elencada pelo mesmo; e o art. 1.119 do CPC, caso reste efetivada a alienação sem respeito as preferências legais. Nos termos do parágrafo único do art. 130 do Código Tributário Nacional, os débitos tributários de caráter propter rem a incidirem sobre o imóvel ficarão sub-rogados sobre o preço da arrematação, ficando desonerado(s) o(s) eventual(ais) futuro(s) arrematante(s) do pagamento destes. Aplicar-se-á, ainda, o art. 655-B do CPC, no sentido de que a meação do cônjuge/proprietário alheio a execução recairá sobre o produto da alienação. Serão aplicados, ademais, os artigos 1499, inciso VI, e 1501 do Código Civil, para fins de cancelamento da hipoteca, se o caso; Aplicar-se-á o parágrafo único do art. 693 c/c art. 707 do CPC, no tocante a(s) oportuna(s) expedição(ões) de Carta(s) de Arrematação(ões) e Mandado(s) de Entrega / Imissão na Posse do(s) bem(ns) arrematado(s) em favor do(s) adquirente(s), desde que preenchidos os requisitos do artigo 694 do CPC e mediante comando expresso do MM Juízo expropriatório. Serão aplicadas quaisquer outras normas e dispositivos legais cujo MM Juízo expropriatório entenda pertinentes e cabíveis. Informações e Disposições Finais. Dos autos não se verifica recurso pendente de julgamento. Todas as providências e despesas necessárias à desocupação do(s) imóvel(eis) e efetiva imissão na posse correrão por conta do(s) arrematante(s). Eventuais demais ônus e pendências, bem como taxas e/ou impostos porventura incidentes sobre o(s) bem(ns) correrão por conta do(s) arrematante(s). Outras informações podem ser obtidas no website www.casareisleiloesonline.com.br ou, ainda, solicitadas por e-mail encaminhado para contato@casareisleiloes.com.br ou pelo telefone (11) 3101.2345. E para que produza seus efeitos de direito, será o presente edital, afixado e publicado na forma da lei. São Paulo, 13 de fevereiro de 2014.

terça-feira, 11 de março de 2014

Edital de Leilões Eletrônicos Artigo 689-A do CPC e Provimento CSM nº 1625/2009 do E. TJSP 02ª Vara Civel do Foro Regional de Itaquera da Comarca de Capital/SP. 02º Ofício Civel do Foro Regional de Itaquera da Comarca de Capital/SP. Edital de 1ª e 2ª Leilões Eletrônicos de Bem(ns) Imóvel(eis) e para Intimação do(s) executado(s) João Carlos Dorigo, de Nivia Maria Gonçalves Dorigo, Prefeitura do Município de São Paulo, do(s) respectivo(s) eventual(ais) novo(s) cônjuge(s) da(s) pessoa(s) física(s) citada(s), além do(s) eventual(ais) atual(ais) ocupante(s) do(s) imóvel(eis) abaixo, expedido nos autos da Execução de Título Extrajudicial promovida por Sandra Ópice , processo nº 0031021-08.2002.8.26.0007. O(a) Dr(a). Sueli Juarez Alonso, MM Juiz(a) de Direito da 02ª Vara Civel do Foro Regional de Itaquera da Comarca de Capital/SP. na forma da lei, etc., com fulcro no artigo 689-A do CPC, regulamentado pelo Provimento CSM nº 1625/2009 do C. Conselho Superior da Magistratura do E.TJSP, na forma da lei e etc., Faz saber que por meio do sistema gestor de leilões eletrônicos www.casareisleiloesonline.com.br levará a públicos pregões para venda e arrematação o(s) bem(ns) abaixo descrito(s), sendo que o 1º. (Primeiro) Leilão terá início no dia 12 (doze) de Março de 2014, às 11:00:00hs e término no dia 14 (catorze) de Março de 2014, às 11:00:00hs e o 2º (Segundo) Leilão terá início dia 14 (catorze) de Março de 2014, às 11:01:00hs e término no dia 4 (quatro) de Abril de 2014, às 11:00:00hs. O sistema gestor de leilões eletrônicos www.casareisleiloesonline. com.br é de titularidade do leiloeiro oficial Eduardo dos Reis, inscrito na JUCESP sob nº 748, com endereço na cidade de São Paulo/SP na Rua da Glória, nº 18, cj. 53, Liberdade, CEP: 01510-000, fone: 11 - 3101.2345, e-mail: contato@casareisleiloes.com.br. Intimação(ões). Pelo presente edital fica(m) intimado(s) das designações supra, na hipótese de não localizado(s) para intimação(ões) pessoal(ais), o(s) executado(s) João Carlos Dorigo, além de Nivia Maria Gonçalves Dorigo Prefeitura do Município de São Paulo, o(s) respectivo(s) eventual(ais) novo(s) cônjuge(s) da(s) pessoa(s) física(s) citada(s), além do(s) eventual(ais) atual(ais) ocupante(s) do(s) imóvel(eis) abaixo. Bem(ns). Lote 01 (um): Direitos sobre a ½ (metade) ideal que o executado possui sobre o Lote de Terreno sito nesta Capital/SP à Rua Dona Maria de Camargo, antiga Rua “E”, distante 35,00m da esquina da Av. David Domingos Ferreira, antiga Rua “UM”, do lado direito de quem dessa avenida se dirige para o terreno, medindo 10,00m de frente para a Rua Dona Maria de Camargo, antiga Rua “E”, por 50,00m da frente aos fundos com a mesma medida da frente, encerrando uma área de terreno de 500,00m² confrontando do lado direito para quem do imóvel olha para a Rua com os lotes 7, 8, 9, 10, 11 e 12, quais têm frente para a Av. David Domingos Ferreira, antiga Rua “UM”, sendo o lote de nº11 de propriedade de Vitor Soledade Moraes Amaral e os lotes 7, 8, 9, 10 e 12 de propriedade de Luiza Quilichili Bauman e outros, e nos fundos confronta com o lote 17 da passagem particular, também na propriedade de Luiza Quilichini Bauman. No local há uma construção de nº 84, constituída de uma casa de tijolos “baianos”, sem acabamento, sem portas e janelas e em ponto de laje (sem laje) aparentando 3,20m de largura por 16,00m de cumprimento, com portão de fecha totalmente a frente. O(s) imóvel(eis) em tela é (são) objeto(s) da(s) matrícula(s) nº(s) não possui, conforme consta dos autos, havendo, porém, informação de que estaria na jurisdição do 9ª CRI/SP, nº(s) de contribuinte(s) na Municipalidade 114.348.0042-2. Da(s) Matrícula(s) do(s) imóvel(eis). Da Matrícula nº não possui, conforme consta dos autos, havendo, porém, informação de que estaria na jurisdição do 9ª CRI/SP se verifica: O imóvel em tela não possui matrícula própria. Informações Complementares sobre o(s) bem(ns). Os executados permanecem no exercício da posse direta do bem. Da(s) Avaliação(ões) do(s) bem(ns): Avaliação (ões) original(ais): R$ 115.000,00 para out/2011. Avaliação(ões) atualizada(s): R$ 129.102,35 para fev/2014. As cifras em tela serão atualizadas monetariamente pela tabela prática do E. TJSP até a data da alienação judicial. Condições de Leilão e Arrematação: O(s) bem(ns) será(ão) ofertado(s) para arrematação em lote único. Em primeiro leilão o(s) bem(ns) será(ão) entregue(s) a quem mais der acima(s) da(s) respectiva(s) avaliação(ões). Em segundo leilão o(s) bem(ns) será(ão) entregue(s) a quem mais der, rejeitados lances inferiores ao equivalente a 70% (setenta por cento) do valor da avaliação atualizada do respectivo lote (art. 692 do CPC e art. 13 do Prov. CSM n. 1625/2009). O(s) imóvel(eis) será(ão) vendido(s) em caráter “ad corpus”, sendo que as áreas mencionadas são meramente enunciativas e repetitivas das dimensões constantes do registro imobiliário, não sendo cabível qualquer pleito com relação ao cancelamento da(s) arrematação(ões), abatimento de preço(s) ou complemento(s) de área(s), por eventual(ais) divergência(s) entre o que constar da(s) descrição(ões) do(s) imóvel(eis) e a realidade existente. O(s) arrematante(s) adquire(m) o(s) imóvel(eis) no estado de conservação em que se encontra(m) e declara(m) ter pleno conhecimento de suas instalações, nada tendo a reclamar quanto a eventual(ais) vício(s), ainda que oculto(s), ou defeito(s) decorrente de uso, a qualquer título e a qualquer tempo, assumindo a responsabilidade pela eventual regularização que se fizer necessária. O Auto de Arrematação somente será assinado pelo Juízo após a comprovação do pagamento integral do valor da arrematação e da comissão do gestor judicial do sistema, dispensadas as demais assinaturas referidas no art. 694 do Código de Processo Civil (art. 20 do Prov. CSM nº. 1625/2009). Condições de Participação: O interessado em participar dos leilões deverá cadastrar-se no sistema gestor www. casareisleiloesonline.com.br com antecedência mínima de até 48 (quarenta e oito) horas da data da primeira praça. O cadastramento no sistema gestor para a participação em alienações judiciais eletrônicas (leilões judiciais eletrônicos) conduzidas por este gestor é indispensável e gratuito. Por se tratarem de leilões eletrônicos, se admite apenas o recebimento de lances virtuais, os quais somente poderão ser ofertados por meio do sistema gestor www.casareisleiloesonline.com.br. Não são admitidos lances via fax, de viva voz ou entregues no escritório do leiloeiro oficial responsável. O interessado poderá ofertar mais de um lance para um mesmo bem, prevalecendo sempre o maior lance ofertado. Não há nenhum custo para o Usuário ofertar lances por meio de www. casareisleiloesonline.com.br. Condições de Pagamento: Do Preço da Arrematação: No caso de liquidação à vista e imediata do preço da arrematação, o(s) arrematante(s) deverá(ão) efetuar o pagamento do preço do bem no prazo improrrogável de até 24 (vinte e quatro) horas após o encerramento da alienação judicial eletrônica condicional, por meio de depósito judicial a ser efetivado em favor do Juízo expropriatório, em guia de depósito judicial do Banco do Brasil S/A, a ser obtida em uma de suas agências ou por meio do website http://www.bb.com.br (no campo Depósitos Judiciais), sob pena de desfazimento da arrematação. Alternativamente, será ainda admitido o complemento do pagamento do preço da arrematação em de até 15 (quinze) dias após o encerramento da alienação judicial eletrônica condicional, mediante caução (art. 690-A do CPC) equivalente a 30% (trinta por cento) do valor da arrematação, a ser neste caso liquidada pelo(s) arrematante(s) no prazo improrrogável de até 24 (vinte e quatro) horas após o encerramento da alienação judicial eletrônica condicional, por meio de depósito judicial a ser efetivado nos moldes acima, ficando obrigado(s) o(s) arrematante(s) a complementar o preço da aquisição no prazo improrrogável de até 15 (quinze) dias após o encerramento da alienação judicial eletrônica condicional, sob as penas do parágrafo único do art. 690-A do CPC e sem prejuízo das demais penalidades abaixo. Caso o exequente venha a arrematar o(s) bem(ns) não estará obrigado a exibir o preço, salvo se o valor do bem exceder o de seu crédito, hipótese em que ficará obrigado a depositar dentro do prazo de 03 (três) dias da arrematação a diferença dos valores, sob pena de ser tornada sem efeito a arrematação. Não sendo efetuado pelo(s) arrematante(s) o depósito da oferta, os lanços imediatamente anteriores serão submetidos à apreciação do MM Juízo. Da Comissão Devida à Casa Reis Leilões Online: A comissão do sistema gestor será de 4% ( quatro por cento) sobre o valor de cada arrematação e correrá por conta do(s) respectivo(s) arrematante(s) (cf. inciso IV do art. 705 do CPC). O pagamento da comissão devida à Casa Reis Leilões Online deverá ser realizado no prazo improrrogável de até 24 (vinte e quatro) horas a contar do encerramento da alienação judicial eletrônica condicional, por meio de depósito em dinheiro na rede bancária, DOC ou TED – Transferência Eletrônica Disponível endereçado ao Banco Santander S/A (nº 033), agência nº 2146, Conta Corrente nº 01010200-9, de titularidade do leiloeiro oficial Eduardo dos Reis, inscrito no CPF/MF sob nº 252.758.888-30, sob pena de desfazimento da arrematação. Penalidades. Decorridos o prazo sem que arrematante tenha realizado os depósitos, tal informação será encaminhada ao MM Juízo competente para a aplicação das medidas legais cabíveis. O não pagamento do preço da aquisição e/ou da comissão do leiloeiro oficial implicará ao ofertante remisso a imposição de multa a ser oportunamente arbitrada pelo MM Juízo expropriatório, a imposição das outras penalidades previstas pelo artigo 695 do CPC e a aplicação ao caso de adquirente remisso do previsto pelo artigo 358 do Código Penal. Documentos a serem enviados pelo(s) arrematante(s): No prazo improrrogável de até 24 (vinte e quatro) horas da realização do devido depósito judicial do preço da arrematação, o(s) arrematante(s) deverá(ão) encaminhar para o leiloeiro oficial Eduardo dos Reis, a fim de que sejam juntados aos autos do processo para expedição de Carta de Arrematação e sob pena de eventual desfazimento da aquisição, os seguintes documentos: 01 (uma) via do competente de depósito judicial do preço da arrematação e 01 (uma) cópia autenticada do comprovante de depósito bancário da comissão devida ao gestor e efetuado na conta corrente adiante especificada; no caso de arrematante pessoa física deverá encaminhar, ainda, cópias autenticadas da Cédula de Identidade, do Comprovante de Inscrição no CPF/MF, de Certidão de Casamento atualizada, se for o caso, e Comprovante de Residência; no caso de arrematante pessoa jurídica: cópias autenticadas dos Atos Constitutivos da empresa (Contrato Social Consolidado ou Estatuto e Ata de Eleição da Diretoria); de Comprovante de Inscrição no CNPJ/MF; de Comprovante de Endereço; das Cédulas de Identidades e dos Comprovantes de Inscrição no CPF/MF dos sócios e representantes legais. Remição da Execução: Se a(o) executada(o), após a publicação do presente edital liquidar e pagar a dívida exeqüenda antes de adjudicado(s) ou alienado(s) o(s) bem(ns), na forma do artigo 651, do Código de Processo Civil, deverá apresentar até a data e hora designadas para o(s) leilão(ões), a(s) guia(s) comprobatória(s) do(s) referido(s) pagamento(s) acompanhada(s) de petição fazendo menção expressa quanto à remição da execução, sendo vedado para tal finalidade o uso do protocolo integrado. Neste caso, deverá a(o) executada(o) pagar a importância atualizada da dívida, mais juros, custas, honorários advocatícios e a comissão devida ao Leiloeiro Oficial no importe equivalente a 4% sobre o valor pago (dívida exequenda), conforme já decidido pelo E. STJ em caso análogo (Resp 185656-DF, 3ª. T, Rel. Min. Ari Pargendler, DJU 22/10/2001, p. 00317), devendo o(a) pagador(a) arcar, ainda, com as despesas de publicação de edital e demais assumidas e comprovadas pelo leiloeiro. Acordo: Por analogia, sendo entabulado acordo entre as partes após a publicação do Edital de Leilões Eletrônicos, o pagador deverá arcar com o pagamento em favor Leiloeiro Oficial do equivalente em moeda nacional a 4% sobre o valor pago (dívida exequenda), a título de remuneração dos serviços executados até o momento, devendo o(a) pagador(a) arcar, ainda, com as despesas de publicação de edital e demais assumidas e comprovadas pelo leiloeiro. Dispositivos legais. Nos termos do parágrafo único do art. 130 do Código Tributário Nacional, os débitos tributários de caráter propter rem a incidirem sobre o imóvel ficarão sub-rogados sobre o preço da arrematação, ficando desonerado(s) o(s) eventual(ais) futuro(s) arrematante(s) do pagamento destes. Aplicar-se-á, ainda, o art. 655-B do CPC, no sentido de que a meação do cônjuge/proprietário alheio a execução recairá sobre o produto da alienação. Serão aplicados, ademais, os artigos 1499, inciso VI, e 1501 do Código Civil, para fins de cancelamento da hipoteca, se o caso; Aplicar-se-á o parágrafo único do art. 693 c/c art. 707 do CPC, no tocante a(s) oportuna(s) expedição(ões) de Carta(s) de Arrematação(ões) e Mandado(s) de Entrega / Imissão na Posse do(s) bem(ns) arrematado(s) em favor do(s) adquirente(s), desde que preenchidos os requisitos do artigo 694 do CPC e mediante comando expresso do MM Juízo expropriatório. . Serão aplicadas quaisquer outras normas e dispositivos legais cujo MM Juízo expropriatório entenda pertinentes e cabíveis. Informações e Disposições Finais. Dos autos se verifica recurso de agravo de instrumento processo nº 2002436-10.2014.8.26.0000 pendente de julgamento. Porém, estão apensadas aos autos Ação de Consignação em Pagamento promovida pelo executado e processada sob o nº 013117-86.2013.8.26.0007 e Ação de Obrigação de Fazer promovida pelo executado e processadas sob o nº 0012997-43.2013.8.26.0007, sendo que ambas aguardam julgamento. Todas as providências e despesas necessárias à desocupação do(s) imóvel(eis) e efetiva imissão na posse correrão por conta do(s) arrematante(s). Eventuais demais ônus e pendências, bem como taxas e/ou impostos porventura incidentes sobre o(s) bem(ns) correrão por conta do(s) arrematante(s). Outras informações podem ser obtidas no website www.casareisleiloesonline.com.br ou, ainda, solicitadas por e-mail encaminhado para contato@casareisleiloes.com.br ou pelo telephone (11) 3101.2345. E para que produza seus efeitos de direito, será o presente edital, afixado e publicado na forma da lei. São Paulo, 19 de fevereiro de 2014.


ECONOMIA - 21

DIÁRIO DO COMÉRCIO

terça-feira, 11 de março de 2014

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE ANDRADINA EXTRATO DO 2° ADITAMENTO CONTRATUAL; PROCESSO Nº 73/13 – CONVITE Nº 10/13; OBJETO: Contratação de empresa especializada para construção de uma academia da saúde, em anexo à UBS da Vila Mineira. CONTRATANTE: Prefeitura do Município de Andradina; CONTRATADO: W J SALEME ENGENHARIA E CONSTRUÇÃO LTDA. Fica ajustado entre as partes que o prazo de execução constante da cláusula segunda, será prorrogado por até 24/03/2014, em consequência a vigência do contrato previsto na cláusula onze será prorrogada para até o dia 30/04/2014. As demais cláusulas e condições do contrato permanecem inalteradas. DATA: 24 de fevereiro de 2014. JAMIL AKIO ONO – Prefeito.

Epharma – PBM do Brasil S/A CNPJ nº 03.448.808/0001-24 - NIRE 35300173872 EDITAL DE CONVOCAÇÃO Ficam os Srs. Acionistas da Epharma - PBM do Brasil S/A (“Companhia”) convocados a se reunirem em Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária, a ser realizada no dia 20/03/2013, às 10 horas, na sede da Companhia, na Cidade de Barueri, Estado de São Paulo, na Alameda Mamoré nº 989, conjunto 902, Alphaville, a fim de deliberarem sobre a seguinte ordem do dia: em AGO: (a) tomar as contas dos administradores, examinar, discutir e votar as demonstrações financeiras do exercício social encerrado em 31.12.2013; (b) deliberar sobre a destinação do resultado do exercício social encerrado em 31.12.2013. (c) eleger os membros do Conselho de Administração para o próximo ano; (d) fixar a remuneração da administração da Companhia para o próximo exercício social. Em AGE: (a) alterar o objeto social da Companhia para o fim de incluir as seguintes atividades: (i) gestão e operação de benefícios em saúde e (ii) prestação de serviços de assistência farmacêutica; (b) Autorizar o Conselho de Administração a outorgar opção de compra ou de subscrição de ações, nos limites do capital autorizado e mediante plano aprovado pela Assembleia Geral; (c) aprovar a proposta de consolidação do Estatuto Social da Companhia; (d) aprovar o Plano de Opção de Subscrição de Ações, em favor dos administradores, empregados ou a pessoas naturais que prestem serviços à Companhia ou às sociedades sob seu controle, direto ou indireto. Avisos: Encontram-se à disposição dos Srs. Acionistas, na sede da Companhia, os documentos a que se refere o Artigo 133 da Lei nº 6.404/76. Barueri, 11/03/2014. Francisco Deusmar Queiros - Presidente do Conselho de Administração.

ALUGUE BRASIL - COOPERATIVA DE CONSUMO DOS EMPRESÁRIOS DE LOCADORAS DE VEÍCULOS Edital de Convocação - Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária O Diretor Presidente da ALUGUE BRASIL – COOPERATIVA DE CONSUMO DOS EMPRESÁRIOS DE LOCADORAS DE VEÍCULOS, no uso de suas atribuições Estatutárias, convoca os associados em condição de votar, para se reunirem em Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária, a realizar-se no Hotel Transamérica Executive Congonhas, à Rua Vieira de Morais, 1960 - Campo Belo São Paulo - SP - CEP 04617-007, no dia 26 (vinte e seis) de março de 2014, sendo: A) ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA: em primeira convocação às 10h00min ou, em segunda convocação às 11h00min e/ou em terceira convocação, às 12h00min, para deliberarem sobre a seguinte ORDEM DO DIA: I) Prestação de contas da Administração, consubstanciada pelo Relatório Anual da Diretoria Executiva, compreendendo: a) Balanço Patrimonial; b) Demonstração de Sobras ou Perdas do exercício; c) Relatório das atividades desenvolvidas no exercício; d) Parecer do Conselho Fiscal; II) Destinação das sobras ou rateios de prejuízos; III) Recomposição do Conselho de Administração e Eleição do Conselho Fiscal; IV) Honorários do Conselho de Administração e Cédulas de Presença do Conselho Fiscal; V) Orçamento anual para o exercício 2014. B) ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA: em primeira convocação às 15h00min ou, em segunda convocação às 16h00min e/ou em terceira convocação, às 17h00min, para deliberarem sobre a seguinte ORDEM DO DIA: I) Aceitação dos cooperados demitidos, apresentação dos cooperados ingressantes; II) Apresentação, de nova forma de rateio; III) Apresentação discussão e votação de novos grupos de veiculo; IV) Apresentação de novas tarifas corporativas V) apresentação do desempenho comercial da SEDE. VI) Assuntos de interesse dos cooperados: a) ações promocionais de venda; b) Novas parcerias para aquisição de insumos e veículos. Conforme Estatuto e legislação, o quorum de instalação para ambas as Assembléias será: em primeira convocação 2/3 (dois terços) do número de associados, em segunda convocação, metade mais um (1) dos associados e, em terceira convocação o mínimo de 10 (dez) associados. São Paulo, 11 de março de 2014. Fábio Lemos Cazerta - Diretor Presidente.

COOPERATIVA HABITACIONAL POLLI-COOP Convocação Assembleia Geral Ordinária Convoco os senhores Cooperados da Cooperativa Habitacional Polli-Coop, a reunirem-se em ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA, a ser realizada no próximo dia 30 de março de 2014, às 9:00h, em primeira chamada com no mínimo 2/3 (dois terços) dos cooperados presentes, às 10:00h, em segunda chamada com no mínimo 1/3 (um terço) dos cooperados presentes e, às 11:00h, em terceira e última chamada com o número de cooperados presentes, no Salão de eventos, situado na Av. Presidente Vargas nº 757 - Centro - Itanhaém - SP, a fim de deliberarem a seguinte ORDEM do dia: 1º Aprovação de contas no exercício ano 2013. Presidente Gledson Bulzico.

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE ANDRADINA EXTRATO DE ADITAMENTO CONTRATUAL. PROCESSO Nº 54/13. DISPENSA Nº 05/13. CONTRATANTE: Prefeitura do Município de Andradina. OBJETO: Contratação de empresa especializada para execução de mobilização social, referente a realização de 07 (sete) oficinas, referentes ao Contrato de Repasse nº 0363.532-90/2011, celebrado entre o Ministério da Cultura e o Município. CONTRATADO: RICARDO CAPPI BATISTA – ME. Fica ajustado entre as partes que o contrato em vigor será prorrogado ate a data de 05 de setembro de 2014. As demais cláusulas e condições dos contratos supra permanecem inalteradas. Data: 07 de março de 2014. Jamil Akio Ono - Prefeito.

11, 12 e 13

Esag Holdings Participações S.A.

CNPJ/MF Nº 03.042.288/0001-55 - NIRE 35300170873 ATA DA ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA, REALIZADA EM 02 DE JANEIRO DE 2014 1. HORÁRIO E LOCAL - às 18 horas, na sede social, na Rua Amauri, nº 255, 13º andar, cj “A”, Capital do Estado de São Paulo. 2. CONVOCAÇÃO - Dispensada em virtude da presença da totalidade dos acionistas. 3. PRESENÇA - Acionistas representando a totalidade do capital social, conforme assinaturas lançadas no livro “Presença de Acionistas”. 4. MESA DIRIGENTE – João Carvalho de Miranda, Presidente e, Luiz Marcelo Pinheiro Fins, Secretário. 5. ORDEM DO DIA - a) Alterar o quadro de Diretores da Companhia. 6. DELIBERAÇÕES – a) Foi aceito o pedido de renúncia dos Srs. RAUL CALFAT e ALEXANDRE SILVA D’AMBROSIO que deixarão, nesta data, o cargo de Diretor. Por oportuno, a Companhia e a Diretoria agradecem a inestimável contribuição prestada pelos Srs. Raul Calfat e Alexandre Silva D’Ambrosio. b) em razão da deliberação acima, os acionistas decidem eleger a nova Diretoria, com mandato até a próxima Assembleia Geral Ordinária, composta pelos Srs. JOÃO CARVALHO DE MIRANDA, brasileiro, casado, Economista, portador da Cédula de Identidade RG nº 52.238.193 IFP/RJ, inscrito no CPF/MF sob nº 772.120.887-49, LUIZ MARCELO PINHEIRO FINS, brasileiro, casado, Advogado, portador da Cédula de Identidade RG n.º 16.496.462 SSP/SP e inscrito no CPF/MF sob n.º 086.985.768-18, LUIZ APARECIDO CARUSO NETO, brasileiro, casado, Administrador de empresas, portador da Cédula de Identidade RG. nº. 12.682.626-2 SSP/SP e inscrito no CPF/MF sob o nº. 022.667.778-82 como Diretores, todos com endereço comercial na Rua Amauri, n.º 255, 13º Andar, Itaim Bibi. Os Diretores declaram, sob as penas da lei, de que não estão impedidos de exercer a administração da Sociedade, por lei especial ou em virtude de condenação criminal ou por se encontrarem sob os efeitos dela, a pena que vede, ainda que temporariamente, o acesso a cargos públicos ou por crime falimentar, de prevaricação, peita ou suborno, concussão, peculato ou contra a economia popular, contra o sistema financeiro nacional, contra normas de defesa da concorrência, contra as relações de consumo, fé pública ou a propriedade. 7. ENCERRAMENTO – Nada mais havendo a tratar, encerrou-se a sessão da qual se lavrou a presente ata, que lida e aprovada, segue assinada pelo Presidente, Secretário e demais acionistas presentes. João Carvalho de Miranda, Presidente; Luiz Marcelo Pinheiro Fins, Secretário; p. Votorantim Industrial S.A., João Carvalho de Miranda e Luiz Marcelo Pinheiro Fins; p. Cylonca Holdings N.V., João Carvalho de Miranda e Luiz Marcelo Pinheiros Fins. A presente transcrição é cópia fiel da ata lavrada no livro próprio. São Paulo, 02 de Janeiro de 2014. João Carvalho de Miranda - Presidente - Luiz Marcelo Pinheiro Fins - Secretário. Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia - Junta Comercial do Estado de São Paulo - Certidão - Certifico o Registro sob nº 81.404/14-1 em 04.02.14. (a) Gisela Simiema Ceschin - Secretária Geral.

Duratex Comercial Exportadora S.A.

CNPJ 49.799.943/0001-15

NIRE 35300091116 ATA SUMÁRIA DA ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA REALIZADA EM 5 DE FEVEREIRO DE 2014 DATA, HORA E LOCAL: Em 5 de fevereiro de 2014, às 9:00 horas, na Av. Paulista, 1938, 8º andar, em São Paulo (SP). MESA: Antonio Joaquim de Oliveira (Presidente) e Flavio Marassi Donatelli (Secretário). QUORUM: Acionista representando a totalidade do capital social. EDITAL DE CONVOCAÇÃO: Dispensada a publicação de edital, face ao disposto no Artigo 124, § 4º, da Lei 6.404/76. DELIBERAÇÕES TOMADAS POR UNANIMIDADE: 1. Aprovar a elevação do capital social subscrito e integralizado, de R$ 190.200.000,00 para R$ 342.400.000,00, mediante emissão de 17.083 ações nominativas, sem valor nominal, sendo 6.569 ordinárias e 10.514 preferenciais, pelo preço unitário de R$ 8.909,4421355, estabelecido com base no valor patrimonial contábil das ações em 31.12.2013, que foram totalmente subscritas e integralizadas pela acionista Duratex S.A., nesta data em moeda corrente nacional; 2. Em decorrência do item precedente, alterar o “caput” do Artigo 3º do Estatuto Social que passa a ter a seguinte redação: “Art. 3º - CAPITAL E AÇÕES - O capital subscrito e integralizado é de R$ 342.400.000,00 (trezentos e quarenta e dois milhões e quatrocentos mil reais), dividido em 33.243 (trinta e três mil, duzentas e quarenta e três) ações nominativas, sem valor nominal, sendo 12.783 (doze mil, setecentas e oitenta e três) ordinárias e 20.460 (vinte mil, quatrocentas e sessenta) preferenciais, estas sem direito a voto.” 3. Consolidar o Estatuto Social para refletir a alteração acima mencionada, na forma do Anexo. CONSELHO FISCAL: não houve manifestação do Conselho Fiscal, por não se encontrar em funcionamento. ENCERRAMENTO: Nada mais havendo a tratar e ninguém desejando manifestar-se, encerraram-se os trabalhos, lavrandose esta ata que, lida e aprovada, foi por todos assinada. São Paulo (SP), 5 de fevereiro de 2014. (aa) Antonio Joaquim de Oliveira - Presidente; Flavio Marassi Donatelli - Secretário. Acionista: Duratex S.A. (aa) Antonio Joaquim de Oliveira e Flavio Marassi Donatelli - Diretor Presidente e Diretor, respectivamente. Certificamos ser a presente cópia fiel da original lavrada em livro próprio. São Paulo (SP), 5 de fevereiro de 2014. (aa) Antonio Joaquim de Oliveira - Presidente da Assembleia; Flavio Marassi Donatelli - Secretário da Assembleia. JUCESP sob nº 88.844/14-6, em 06.03.2014. (a) Gisela Simiema Ceschin - Secretária Geral.

BPN Brasil Banco Múltiplo S.A.

(“Companhia”) CNPJ/MF nº 61.033.106/0001-86 – NIRE 35.300.160.258

Ata da Assembleia Geral Extraordinária realizada em 28 de janeiro de 2014 Data e Horário: 28 de janeiro de 2014, às 09:00 horas. Local: sede social, na Capital do Estado de São Paulo, na Av. das Nações Unidas, nº 8.501, 19º andar - Parte, Pinheiros, CEP 05425-070. Mesa: Presidente: Sr. Luiz Alberto Fortuna Stouthandel; Secretário: Sr. Rodrigo Cristoforo del Barrio. Presença: acionistas representando a totalidade do capital social. Convocação: dispensada a publicação dos Editais de Convocação, nos termos do § 4º do Artigo 124 da Lei nº 6.404/76. Ordem do Dia: deliberar sobre (i) o aumento do capital social da Companhia, em moeda corrente nacional, mediante a emissão de novas ações a serem emitidas pela Companhia; (ii) a consequente alteração da redação do artigo 5º do Estatuto Social; e (iii) a consolidação do Estatuto Social. Deliberações Tomadas por Unanimidade: (i) aumento do capital social da Companhia no valor de R$ 1.635.861,02 (um milhão, seiscentos e trinta e cinco mil, oitocentos e sessenta e um reais e dois centavos), em moeda corrente nacional, passando o capital social da Companhia de R$ 169.885.919,12 (cento e sessenta e nove milhões, oitocentos e oitenta e cinco mil, novecentos e dezenove reais e doze centavos) para R$ 171.521.780,14 (cento e setenta e um milhões, quinhentos e vinte e um mil, setecentos e oitenta reais e quatorze centavos), totalmente subscrito e integralizado por ambos os acionistas, conforme boletim de subscrição anexo à presente como “Anexo I”, mediante a emissão de 1.635.861 (um milhão, seiscentas e trinta e cinco mil, oitocentas e sessenta e uma) novas ações ordinárias nominativas e sem valor nominal, ao preço de emissão de R$ 1,00 (um real) cada ação; (ii) tendo em vista o presente aumento do capital social da Companhia, o Artigo 5º do Estatuto Social passa a vigorar com a seguinte nova redação: “Artigo 5º - O capital social é de R$ 171.521.780,14 (cento e setenta e um milhões, quinhentos e vinte e um mil, setecentos e oitenta reais e quatorze centavos), dividido em 166.596.470 (cento e sessenta e seis milhões, quinhentas e noventa e seis mil, quatrocentas e setenta) ações ordinárias e sem valor nominal. As ações terão a forma nominativa, não conversível em outras formas.”; (iii) consolidação do Estatuto Social, conforme cópia anexa à presente como “Anexo II”, a qual, rubricada pela mesa, passa a integrar a presente ata para todos os fins e efeitos legais, nos termos do parágrafo 1º do artigo 130 da Lei nº 6.404/76, devendo o Estatuto Social, em sua nova versão, ser levado a registro em apartado à presente ata perante a Junta Comercial do Estado de São Paulo - JUCESP, após ter sido homologado pelo Banco Central do Brasil, ficando dispensada a sua publicação. Encerramento e Lavratura da Ata: nada mais havendo a ser tratado, o Sr. Presidente ofereceu a palavra a quem dela quisesse fazer uso e, como ninguém a pedisse, declarou encerrados os trabalhos e suspensa a reunião pelo tempo necessário à lavratura desta ata, a qual, reaberta a sessão, foi lida, aprovada e por todos os presentes assinada. Acionistas Presentes: BPN Participações Brasil Ltda., neste ato representada por seus Diretores Srs. Luiz Alberto Fortuna Stouthandel e Rodrigo Cristoforo del Barrio; e BPN Créditus Brasil - Promotora de Vendas Ltda., neste ato representada por seus Diretores Srs. Luiz Alberto Fortuna Stouthandel e Rubens do Prado. Data: São Paulo (SP), 28 de janeiro de 2014. Certificamos que a presente é cópia fiel da ata lavrada no livro próprio. Luiz Alberto Fortuna Stouthandel - Presidente da Mesa; Rodrigo Cristoforo del Barrio Secretário da Mesa. JUCESP sob nº 82.304/14-2, em 26/02/2014. (a) Gisela Simiema Ceschin - Secretária Geral.

SPORTHOLDING PARTICIPAÇÕES S/A. CNPJ/MF Nº 10.316.121/0001-09 NIRE 35.300.380.347 Ata da Assembleia Geral Ordinária realizada em 05/02/2014 1) Local, Data e Horário: Sede social situada a Rua Dr. Veiga Filho nº. 350, conjunto 1.201, Santa Cecília, em São Paulo/SP, CEP 01229-001, em 05 de fevereiro de 2014, às 10:00 horas. 2) Quorum: Dispensadas as formalidades de convocação, tendo em vista o disposto nos artigos 124, § 4º e 133, § 4º da Lei 6.404/76. 3) Composição da Mesa: Presidente: Marco Antonio Pace, brasileiro, viúvo, empresário, RG nº. 5.484.744-8/SSP-SP, CPF nº. 874.368.258-87; Secretário: Edson Ferreira Bastos, brasileiro, divorciado, empresário, RG nº. 4.222.728-8/SSP-SP, CPF nº 045.125.708-10. Reuniram-se representando a totalidade do capital social votante. 4) Publicações: Balanço Patrimonial e Demonstrações Financeiras relativas ao exercício de 2013, publicadas no Diário Oficial Empresarial (D.O.E.) do Estado de São Paulo e no Jornal Diário do Comércio, ambos em edição do dia 11/03/2014. 5) Ordem do Dia: a) resultado do exercício encerrado; b) destinação do resultado; c) outros assuntos de interesse da sociedade, em conformidade com o Estatuto Social. 6) Apreciações e Deliberações: Autorizada à lavratura desta ata única da Assembleia Geral Ordinária na forma sumária dos fatos ocorridos, bem como a sua publicação com omissão das assinaturas dos acionistas, conforme artigo 130, §§ 1º e 2º, da Lei 6.404/76. Após discussões, decidiram, por unanimidade, aprovar o resultado do exercício encerrado, cujos valores principais são: I) Lucro do Exercício R$ 758.363,89 (setecentos e cinquenta e oito mil, trezentos e sessenta e três reais e oitenta e nove centavos). II) Saldo de lucros de exercícios anteriores R$ 38.427,30 (trinta e oito mil quatrocentos e vinte e sete reais e trinta centavos). III) 25% (vinte e cinco por cento), ajustado nos termos do Estatuto Social, equivalente a R$ 189.590,97 (cento e oitenta e nove mil quinhentos e noventa reais e noventa e sete centavos) que será creditado da seguinte forma: a) R$ 11.375,46 (onze mil trezentos e setenta e cinco reais e quarenta e seis centavos), para o acionista Felipe de Souza Rossi; b) R$ 17.063,19 (dezessete mil sessenta e três reais e dezenove centavos), para o acionista Fernando de Souza Rossi; c) R$ 56.877,29 (cinquenta e seis mil oitocentos e setenta e sete reais e vinte e nove centavos), para o presidente Marco Antonio Pace; d) R$ 28.438,65 (vinte e oito mil quatrocentos e trinta e oito reais e sessenta e cinco centavos), para a acionista Tatiana Pace; e) R$ 28.438,65 (vinte e oito mil quatrocentos e trinta e oito reais e sessenta e cinco centavos), para o acionista Bruno Pace; f) R$ 47.397,73 (quarenta e sete mil trezentos e noventa e sete reais e setenta e três centavos), para o acionista MC Bastos Participações Ltda. IV) Os acionistas de comum acordo deliberam completar as retiradas de lucros em R$ 533.609,03 (quinhentos e trinta e três mil seiscentos e nove reais e três centavos), conforme segue: a) R$ 32.016,54 (trinta e dois mil dezesseis reais e cinquenta e quatro centavos), para o acionista Felipe de Souza Rossi; b) R$ 48.024,81 (quarenta e oito mil vinte e quatro reais e oitenta e um centavos), para o acionista Fernando de Souza Rossi; c) R$ 160.082,71 (cento e sessenta mil oitenta e dois reais e setenta e um centavos), para o presidente Marco Antonio Pace; d) R$ 80.041,35 (oitenta mil quarenta e um centavos e trinta e cinco centavos), para a acionista Tatiana Pace; e) R$ 80.041,35 (oitenta mil quarenta e um centavos e trinta e cinco centavos), para o acionista Bruno Pace; f) R$ 133.402,27 (cento e trinta e três mil quatrocentos e dois reais e vinte e sete centavos), para o acionista MC Bastos Participações Ltda. Ao final cada acionista teve creditado os seguintes valores: a) R$ 43.392,00 (quarenta e três mil trezentos e noventa e dois reais), para o acionista Felipe de Souza Rossi; b) R$ 65.088,00 (sessenta e cinco mil e oitenta e oito reais), para o acionista Fernando de Souza Rossi; c) R$ 216.960,00 (duzentos e dezesseis mil novecentos e sessenta reais), para o presidente Marco Antonio Pace; d) R$ 108.480,00 (cento e oito mil quatrocentos e oitenta reais), para a acionista Tatiana Pace; e) R$ 108.480,00 (cento e oito mil quatrocentos e oitenta reais), para o acionista Bruno Pace; f) R$ 180.800,00 (cento e oitenta mil e oitocentos reais), para o acionista MC Bastos Participações Ltda. Deliberaram, ainda, que o saldo de lucro acumulado no valor de R$ 73.591,19 (setenta e três mil quinhentos e noventa e um reais e dezenove centavos) permanecerá no Patrimônio Liquido da empresa. 7) Quorum das deliberações: Todas as deliberações foram aprovadas por unanimidade dos presentes. 8) Encerramento: Nada mais havendo para ser deliberado, o Sr. Presidente passou a palavra a quem quisesse fazer uso e, ante a ausência de manifestação, declarou encerrada a assembléia para que fosse lavrada a ata sumária, após lida foi aprovada e assinada pelos presentes. Trata-se de cópia fiel da ata inscrita no livro próprio da empresa. São Paulo, 05 de fevereiro de 2014. Membros da Mesa: Marco Antonio Pace - Presidente. (a) Edson Ferreira Bastos - Secretário. Lista de Presença dos Acionistas: (a) Fernando de Souza Rossi; (a) Felipe de Souza Rossi; (a) Tatiana Pace; (a) Bruno Pace; (a) MC Bastos Participações Ltda. p.p. Edson Ferreira Bastos. Testemunhas: 1. Marciléia G. R. Criscuolo, RG 11.223.309/SSP-SP. 2. José Carlos Caravante, RG 7.279.476/SSP-SP.

FALÊNCIA, RECUPERAÇÃO EXTRAJUDICIAL E RECUPERAÇÃO JUDICIAL Conforme informação da Distribuição Cível do Tribunal de Justiça de São Paulo, foram ajuizados no dia 10 de março de 2014, na Comarca da Capital, os seguintes pedidos de falência, recuperação extrajudicial e recuperação judicial: Requerente: MM Fundo de Investimento de Crédito Multissetorial Ltda. Requerido: Atlanta Rolamentos e Acessórios Industriais Ltda. Avenida Ministro Petrônio Portela, 970 - 2ª Vara de Falências. Requerente: Têxtil e Confecções Otimotex Ltda. Requerido: Modas Sarafina Ltda. EPP. Avenida Interlagos, 2.255 – Arco 13 - 2ª Vara de Falências. Requerente: Hiver Consultoria e Fomento Mercantil Ltda. Requerido: Maxpoli Indústria e Comércio de Plásticos Ltda. Rua Jaguariaíva, 80 - 1ª Vara de Falências.

CARYOPOCEAE SP PARTICIPAÇÕES S.A.

CNPJ/MF Nº 09.719.920/0001-39 - NIRE 35.300.355.831 ATA DE ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA REALIZADA EM 06 DE NOVEMBRO DE 2013. 1. Local, Hora e Data: Realizada no dia 06 (seis) de novembro de 2013, às 13h30min, na sede social da Caryopoceae SP Participações S.A. (“Companhia”), na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida das Nações Unidas, nº 13947, 16º andar, Vila Gertrudes, CEP 04794-000. 2. Convocação: Dispensada, nos termos do §4º do artigo 124 da Lei nº 6.404/76 (“Lei das S.A.”), em face à presença da Telemar Norte Leste S.A. e da BRT Serviços de Internet S.A., na qualidade de acionistas detentoras das ações representativas da totalidade do capital social da Companhia (“Acionista”). 3. Presenças: Presentes as Acionistas detentoras das ações representando 100% do capital social da Companhia, conforme registro e assinatura constantes do Livro de Presença de Acionistas. 4. Mesa: Verificado o quórum legal, e em conformidade com as disposições do artigo 11, §2º, do Estatuto Social da Companhia, foi instalada a Assembleia, tendo assumido a presidência o Sr. Bayard De Paoli Gontijo e a secretaria dos trabalhos a Sra. Daniella Geszikter Ventura. 5. Ordem do Dia: (1) Rerratificar a redação do item “Data, Hora e Local” das atas das Assembleias Gerais realizadas em 29 de abril de 2011; 30 de abril de 2012; 07 de agosto de 2012; 22 de janeiro de 2013; 21 de março de 2013; 11 de junho de 2013; e 12 de agosto de 2013; (2) Rerratificar a redação do Artigo 3º do Estatuto Social anexo à Ata de Assembleia Geral Extraordinária da Companhia realizada em 07 de agosto de 2012, referente ao endereço da sede da Companhia; (3) Rerratificar o Artigo 5º do Estatuto Social anexo à Ata de Assembleia Geral da Companhia realizada em 07 de agosto de 2012, referente à quantidade de ações emitidas pela Companhia; e (4) Consolidar o texto do Estatuto Social, conforme deliberações acima. 6. Deliberações: Por proposta do Presidente, as Acionistas presentes aprovaram a lavratura da ata a que se refere esta Assembleia Geral Extraordinária em forma de sumário, bem como sua publicação com omissão das assinaturas da Acionista presente, nos termos do artigo 130 da Lei das S.A. Com relação aos itens constantes da Ordem do Dia, as Acionistas deliberaram: 6.1 Quanto ao item (1) da Ordem do Dia, retificar o endereço da sede social da Companhia constante da redação do item “Data, Hora e Local” das atas das Assembleias Gerais realizadas em 29 de abril de 2011; 30 de abril de 2012; 07 de agosto de 2012; 22 de janeiro de 2013; 21 de março de 2013; 11 de junho de 2013; e 12 de agosto de 2013, de modo que, conste o endereço correto da sede social da Companhia, qual seja: “Cidade e Estado de São Paulo, à Avenida das Nações Unidas, nº 13947, 16º andar, Vila Gertrudes, CEP 04794-000”. Ficam mantidos e ratificados os demais termos da redação do item “Data, Hora e Local” das referidas Assembleias Gerais. 6.2 Quanto ao item (2) da Ordem do Dia, retificar o endereço da sede social da Companhia constante da redação do Artigo 3º do Estatuto Social anexo à Ata de Assembleia Geral Extraordinária da Companhia realizada em 07 de agosto de 2012, de modo que conste o endereço correto da sede social da Companhia, conforme alteração realizada na Assembleia Geral Extraordinária do dia 20 de julho de 2010, cuja ata foi registrada na Junta Comercial de São Paulo sob o número 332.883/10-3. Ficam mantidos e ratificados os demais termos da redação do Artigo 3º do Estatuto Social, o qual passará a vigorar com a seguinte redação: “ARTIGO 3º - A Companhia tem sede e foro na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida das Nações Unidas, nº 13947, 16º andar, Vila Gertrudes, CEP 04794-000, podendo por deliberação da Diretoria, criar e extinguir filiais, sucursais, agências, depósitos e escritórios de representação em qualquer parte do território nacional ou no exterior.” 6.3 Quanto ao item (3) da Ordem do Dia, retificar a quantidade de ações representativas do capital social da Companhia constante da redação do Artigo 5º do Estatuto Social anexo à Ata de Assembleia Geral da Companhia realizada em 07 de agosto de 2012, de modo que conste a quantidade correta de ações da Companhia, quais sejam 500 (quinhentas) ações ordinárias, todas nominativas e sem valor nominal. Ficam mantidos e ratificados os demais termos da redação do Artigo 5º do Estatuto Social, o qual passará a vigorar com a seguinte redação: “ARTIGO 5º - O Capital Social da Companhia é de R$ 500,00 (quinhentos reais), dividido em 500 (quinhentas) ações ordinárias, todas nominativas e sem valor nominal.” 6.4 Quanto ao item (4) da Ordem do Dia, foi aprovada a consolidação do Estatuto Social da Companhia, conforme ANEXO I à presente ata. 7. Encerramento: E, nada mais havendo a tratar, suspenderam-se os trabalhos pelo tempo necessário à lavratura desta Ata. Reaberta a sessão, foi esta lida, achada conforme e assinada pela Secretária, pelo Presidente da Mesa e pela Acionista. ASSINATURAS: Bayard De Paoli Gontijo (Presidente da Mesa); Daniella Geszikter Ventura (Secretária); Acionistas:Telemar Norte Leste S.A. e BRT Serviços de Internet S.A., neste ato representada pelos Srs. Bayard De Paoli Gontijo e Eurico de Jesus Teles Neto. A presente ata é cópia fiel do original lavrado em livro próprio. São Paulo, 06 de novembro de 2013. Daniella Geszikter Ventura - Secretária. ANEXO I. ESTATUTO SOCIAL. CAPÍTULO I. DA DENOMINAÇÃO, SEDE, FORO, PRAZO DE DURAÇÃO E OBJETO. ARTIGO 1º - A CARYOPOCEAE SP PARTICIPAÇÕES S.A., é uma sociedade anônima, que reger-se-á pelas leis e usos do comércio, por este Estatuto Social e pelas disposições legais aplicáveis. ARTIGO 2º - A Companhia tem por objeto a participação em outras sociedades civis ou comerciais, como sócia, acionista ou quotista, podendo representar sociedades nacionais ou estrangeiras. ARTIGO 3º - A Companhia tem sede e foro na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida das Nações Unidas, nº 13947, 16º andar, Vila Gertrudes, CEP 04794-000, podendo por deliberação da Diretoria, criar e extinguir filiais, sucursais, agências, depósitos e escritórios de representação em qualquer parte do território nacional ou no exterior. ARTIGO 4º - O prazo de duração da sociedade será indeterminado. CAPÍTULO II. DO CAPITAL SOCIAL E AÇÕES. ARTIGO 5º - O Capital Social da Companhia é de R$ 500,00 (quinhentos reais), dividido em 500 (quinhentas) ações ordinárias, todas nominativas e sem valor nominal. § 1º - Todas as ações da Companhia serão nominativas, facultada adoção da forma escritural, em conta corrente de depósito mantida em nome de seus titulares, junto a instituição financeira indicada pela Diretoria, podendo ser cobrada dos acionistas a remuneração de que trata o parágrafo 3º do artigo 35 da lei 6.404/76. § 2º - A cada ação ordinária corresponde a um voto nas Assembleias Gerais. § 3º - A capitalização de lucros ou de reservas será obrigatoriamente efetivada sem modificação do número de ações. § 4º - Poderão ser emitidas sem direito de preferência para os antigos acionistas, ações, debêntures ou partes beneficiárias conversíveis em ações, desde que a eliminação do direito de preferência seja previamente aprovada em Assembleia especial, por acionistas representando a maioria das ações ordinárias. § 5º - A alteração deste Estatuto Social na parte que regula a diversidade de espécies e/ou classes de ações não requererá a concordância de todos os titulares das ações atingidas, sendo suficiente a aprovação de acionistas que representem a maioria tanto do conjunto das ações com direito a voto, quando das ações de cada espécie ou classe de ações. § 6º - A emissão de debêntures conversíveis, outros títulos ou valores mobiliários conversíveis em ações e partes beneficiárias, estas conversíveis ou não, bem como a outorga de opção de compra de ações, dependerá da prévia aprovação de acionistas representando a maioria das ações de cada espécie ou classe de ações. ARTIGO 6º - Os certificados representativos das ações serão sempre assinados por dois Diretores, ou mandatários com poderes especiais, podendo a Companhia emitir títulos múltiplos ou cautelas. Parágrafo Único – Nas substituições de certificados, bem como na expedição de segunda via de certificados de ações nominativas, será cobrada uma taxa relativa aos custos incorridos. ARTIGO 7º – O montante a ser pago pela Companhia a título de reembolso pelas ações detidas por acionistas que tenham exercido direito de retirada, nos casos autorizados por lei, deverá corresponder ao valor econômico de ç , a ser apurado p p ç aceita pela p p tais ações, de acordo com o procedimento de avaliação Lei n.º 9.457/97,, sempre que tal valor for inferior ao valor patrimonial apurado de acordo com o artigo 45 da Lei n.º 6.404/76. CAPÍTULO III. DA ADMINISTRAÇÃO. ARTIGO 8º – A companhia será administrada por uma Diretoria, composta de no mínimo dois e, no máximo, 10 (dez) membros, sendo um Diretor Presidente, um Diretor de Finanças e os demais, Diretores sem designação específica, residentes no País, acionistas ou não, eleitos e destituíveis pela Assembleia Geral, observado o disposto neste Estatuto. § 1º - O mandato da Diretoria será de 03 (três) anos, permitida a reeleição, sendo o mandato prorrogado, automaticamente, até a eleição e posse dos respectivos substitutos. § 2º - A investidura dos Diretores far-se-á mediante termo lavrado no livro de “Atas das Reuniões da Diretoria”. Os Diretores reeleitos serão investidos nos seus cargos pela própria Assembleia Geral, dispensadas quaisquer outras formalidades. § 3º - Nas ausências e impedimentos temporários do Presidente, este será substituído por qualquer Diretor por ele designado. § 4º - Nos casos de faltas e impedimentos temporários do Presidente e do Diretor por ele designado, a Presidência será exercida por outro Diretor designado pelo Diretor ausente ou impedido que estiver, na forma do parágrafo anterior, exercendo as referidas funções. § 5º - Os demais membros da Diretoria serão substituídos, nas suas ausências e impedimentos temporários, por um outro Diretor indicado pela Diretoria. § 6º - Na vacância de Diretor Presidente ou de Diretor de Finanças, e até que a Assembleia Geral delibere a respeito, as funções relativas ao respectivo cargo serão cumuladas por Diretor designado pela Diretoria. § 7º - A remuneração dos Diretores será fixada pela Assembleia Geral, em montante global ou individual, ficando os Diretores dispensados de prestar caução em garantia de sua gestão. ARTIGO 9º - Compete à Diretoria como órgão colegiado: I. estabelecer políticas específicas e diretrizes decorrentes da orientação geral dos negócios fixada pela Assembleia Geral; II. elaborar o orçamento, a forma de sua execução e os planos gerais da Companhia, submetendo-os a aprovação da Assembleia Geral; III. elaborar, em cada exercício, o Relatório Anual de Administração, as Demonstrações Financeiras, a proposta de destinação do lucro líquido do exercício e a de distribuição de dividendos, a serem submetidas à Assembleia Geral; IV. elaborar e propor à Assembleia Geral as políticas gerais de recursos humanos da Companhia, e

executar as políticas aprovadas; V. criar e extinguir filiais, agências e sucursais, escritórios, departamentos e representações; VI. autorizar a celebração de acordos, contratos e convênios que constituam ônus, obrigações ou compromissos para a Companhia, podendo estabelecer normas e delegar poderes, conforme as alçadas de Diretoria estabelecidas pela Assembleia Geral;VII. estabelecer, a partir dos limites de alçada fixados para a Diretoria, os limites de alçada ao longo da linha hierárquica da organização administrativa da sociedade; VIII. deliberar sobre a estrutura organizacional da Companhia; IX. elaborar e propor à Assembleia Geral as políticas financeiras da Companhia, e executar as políticas aprovadas; X. gerir as participações societárias em sociedades controladas e coligadas, observadas as diretrizes fixadas pela Assembleia Geral; e XI. deliberar sobre outros assuntos julgados como de competência coletiva da Diretoria, ou a ela atribuídos pela Assembleia Geral. § 1º - A Diretoria reunir-se-á sempre que convocada pelo Diretor Presidente, com antecedência mínima de 2 (dois) dias úteis. § 3º - O quorum de instalação das reuniões de Diretoria é o da maioria dos membros em exercício e as deliberações serão tomadas pelo voto favorável da maioria dos Diretores presentes à reunião. § 4º - As reuniões da Diretoria serão objeto de atas circunstanciadas, lavradas em livro próprio. ARTIGO 10 - A Companhia será representada ativa e passivamente, em quaisquer atos que criem obrigações ou desonerem terceiros de obrigações para com a Companhia: (i) através da assinatura conjunta de 2 (dois) Diretores; (ii) através da assinatura de 1 (um) Diretor em conjunto com um procurador, ou (iii) através da assinatura de 2 (dois) procuradores em conjunto, investidos de poderes específicos. Parágrafo Único - As procurações outorgadas pela Companhia deverão ser assinadas por 2 (dois) Diretores em conjunto, definindo nos respectivos instrumentos, de forma precisa e completa, os poderes outorgados e o prazo de mandato, que, à exceção outorgadas a advogados para representar a Companhia em processos administraç das procurações p ç g g p p p p tivos ou judiciais, não poderá ultrapassar 1 (um) ano. CAPÍTULO IV. ASSEMBLEIA GERAL. ARTIGO 11 - A Assembleia Geral reunir-se-á, ordinariamente, dentro dos 4 (quatro) meses subsequentes ao término do exercício social para fins previstos em lei e, extraordinariamente, sempre que os interesses sociais assim o exigirem. § 1º - A Assembleia Geral será convocada pela Diretoria, cabendo ao Diretor Presidente consubstanciar o respectivo ato. Poderá, ainda, a Assembleia Geral ser convocada na forma prevista no Parágrafo Único do artigo 123 da Lei nº 6.404/76, alterado pela Lei nº 9.457/97. § 2º - A Assembleia Geral será instalada pelo Diretor Presidente da Companhia, que procederá à eleição da mesa Diretora, composta de um presidente e um secretário, escolhidos dentre os acionistas presentes. Na ausência ou impedimento do Diretor Presidente, a Assembleia poderá ser instalada por qualquer Diretor ou por procurador devidamente investido de poderes específicos para esse fim. § 2º - As deliberações da Assembleia Geral, ressalvadas as exceções previstas em lei, e neste estatuto, serão tomadas por maioria de votos, não se computando os votos em branco. § 3º - Os acionistas poderão ser representados nas Assembleias Gerais por mandatários nomeados na forma do § 1º do artigo 126 da Lei 6.404/76, devendo os respectivos instrumentos de mandato serem depositados, na sede social, com 03 (três) dias de antecedência da data marcada para realização da Assembleia Geral. ARTIGO 12 - Além das atribuições previstas em lei, compete privativamente à Assembleia Geral: I. autorizar a emissão de debêntures conversíveis ou não em ações ou vendê-las, se em tesouraria; II. autorizar a aquisição de ações de emissão da Companhia, para efeito de cancelamento ou permanência em tesouraria e posterior alienação; III. aprovar a outorga de opção de compra de ações a seus administradores, empregados e a pessoas naturais que prestem serviços à Companhia; IV. eleger ou destituir, a qualquer tempo, os Diretores da Companhia, inclusive o Presidente, fixando-lhes as atribuições, observadas as disposições deste estatuto; V. fixar a remuneração, global ou individual, dos membros da Diretoria e do Conselho Fiscal, quando em funcionamento; VI. deliberar sobre o aumento do capital social; VII. aprovar a proposta da Diretoria sobre o Regimento da Companhia, com sua respectiva estrutura organizacional, inclusive a competência e atribuição dos Diretores da Companhia; VIII. aprovar o orçamento anual da Companhia, o plano de metas e de estratégia de negócios da Companhia para o período de vigência do orçamento; IX. autorizar a emissão de notas promissórias comerciais (“commercial papers”); X. aprovar a realização de investimentos e desinvestimentos, inclusive no capital de outras sociedades, em montante superior à alçada da Diretoria; XI. estabelecer alçadas de Diretoria para a aquisição, alienação ou oneração de bens integrantes do ativo permanente, prestação de garantias em geral, celebração de contratos, realização de investimentos e desinvestimentos, renúncia de direitos e transações de qualquer natureza, contratação de empréstimos, financiamentos, arrendamento mercantil e emissão de notas promissórias (excetuada a hipótese do inciso IX deste artigo); XII. autorizar a aquisição de bens para o ativo permanente ou ainda a celebração de contratos, cujo valor individual seja superior à alçada da Diretoria; XIII. autorizar a alienação ou oneração de bens integrantes do ativo permanente da Companhia, cujo valor individual do bem seja superior à alçada de Diretoria; XIV. autorizar a prestação de garantias reais ou fidejussórias pela Companhia em favor de terceiros cujo valor ultrapasse a alçada da Diretoria; XV. autorizar investimentos em novos negócios ou a criação de subsidiária; XVI. autorizar a Companhia a celebrar, alterar ou rescindir acordo de acionistas; XVII. aprovar a política de patrocínios da Companhia, assim como autorizar a prática de atos gratuitos, em benefício de empregados ou da comunidade, tendo em vista as responsabilidades sociais da Companhia, sendo que a prestação de fianças para empregados no caso de transferências e/ou remanejamentos interestaduais e/ou intermunicipais não configura matéria que dependa de prévia aprovação da Assembleia Geral; XVIII. escolher, destituir e decidir a remuneração dos auditores independentes; e XIX. desempenhar quaisquer outras funções ou deliberar sobre quaisquer outros assuntos que não sejam da competência da Diretoria, tal como definido no presente Estatuto e expressamente na lei. Parágrafo 1º - As alçadas de Diretoria serão revisadas a cada exercício social, segundo as atribuições previstas neste artigo. Parágrafo 2º - Em quaisquer das hipóteses dos incisos X, XI, XII e XIII deste artigo 7º, em que o valor do ato ou contrato for inferior a cinco milhões de reais (corrigidos anualmente pela variação do IGP-M, a partir de 10 de abril de 2007), aplica-se o disposto no artigo 13 do presente Estatuto, não sendo exigível deliberação colegiada da Diretoria. CAPÍTULO V. CONSELHO FISCAL. ARTIGO 13 - O Conselho Fiscal da Companhia, que não terá caráter permanente, somente será instalado quando por solicitação dos acionistas na forma da Lei, e será composto por 3 (três) membros efetivos e 3 (três) membros suplentes, acionistas ou não, eleitos pela Assembleia Geral em que for requerido o seu funcionamento. § 1º – Os membros do Conselho Fiscal, quando em exercício, terão direito a remuneração a ser fixada pela Assembleia Geral que os eleger. § 2º – As deliberações do Conselho Fiscal serão tomadas por maioria de votos e lançadas no livro próprio. CAPÍTULO VI. EXERCÍCIO SOCIAL E LUCROS. ARTIGO 14 - O exercício social terminará no dia 31 de dezembro de cada ano. Ao fim de cada exercício a Diretoria fará elaborar, com base na escrituração mercantil, as demonstrações financeiras previstas em Lei, observadas as normas então vigentes, as quais compreenderão a proposta de destinação do lucro do exercício. ARTIGO 15 - Do resultado apurado no exercício, após a dedução dos prejuízos acumulados, se houver, 5% (cinco por cento) serão aplicados na constituição da reserva legal, a qual não excederá o importe de 20% (vinte por cento) do capital social. Do saldo, ajustado na forma do artigo 202 da Lei nº 6.404/76, se existente, 25% (vinte e cinco por cento) serão atribuídos ao pagamento do dividendo mínimo obrigatório. § 1º - Atribuir-se-á à Reserva para Investimentos, que não excederá a 80% (oitenta por cento) do Capital Social subscrito, importância não inferior a 5% (cinco por cento) e não superior a 75% (setenta e cinco por cento) do lucro líquido do exercício, ajustado na forma do artigo 202 da lei n.º 6.404/76, com a finalidade de financiar a expansão das atividades da Companhia e/ou de suas empresas controladas e coligadas, inclusive através da subscrição de aumentos de capital, ou a criação de novos empreendimentos. § 2º - O saldo do lucro líquido ajustado, se houver, terá a destinação quer lhe for atribuída pela Assembleia Geral. ARTIGO 16 - Os dividendos atribuídos aos acionistas serão pagos nos prazos da lei, somente incidindo correção monetária e/ou juros se assim for determinado pela Assembleia Geral, e, se não reclamados dentro de 3 (três) anos contados da publicação do ato que autorizou sua distribuição, prescreverão em favor da Companhia. ARTIGO 17 - A Companhia poderá levantar balanços semestrais, ou em períodos menores, e declarar, por deliberação da Assembleia Geral, dividendos à conta de lucros apurado nesses balanços, por conta do total a ser distribuído ao término do respectivo exercício social, observadas as limitações previstas em lei. § 1º - Ainda por deliberação da Assembleia Geral, poderão ser declarados dividendos intermediários, à sua conta de lucros acumulados ou de reservas de lucros existentes no último balanço levantado, inclusive à conta da reserva para Investimentos a que se refere o § 1º do artigo 16. § 2º - Também, mediante decisão da Assembleia Geral, os dividendos ou dividendos intermediários poderão ser pagos a título de juros sobre o capital social. § 3º - Dividendos intermediários deverão sempre ser creditados e considerados como antecipação do dividendo obrigatório. ARTIGO 18 - A Companhia pode, por deliberação da Assembleia Geral, observados os limites legais e conforme as determinações da Lei das Sociedades por Ações, atribuir participação nos lucros a seus administradores e empregados. Parágrafo Único – A Companhia pode, por deliberação da Diretoria, atribuir aos trabalhadores participação nos lucros ou resultados da empresa, na forma da Lei n.º 10.101/2000. CAPÍTULO VII. LIQUIDAÇÃO. ARTIGO 19 - A Companhia somente será dissolvida e entrará em liquidação por deliberação da Assembleia Geral ou nos demais casos previstos em lei. § 1º - À Assembleia Geral que deliberar sobre a liquidação caberá nomear o respectivo liquidante e fixar-lhe a remuneração. § 2º - A Assembleia Geral, se assim solicitarem acionistas que representem o número fixado em lei, elegerá o Conselho Fiscal, para o período da liquidação. JUNTA COMERCIAL DO ESTADO DE SÃO PAULO - JUCESP. Certifico o registro sob o nº 20.995/14-3 e data de 14/01/2014. Gisela Simiema Ceschin - Secretária Geral.


22 -.ECONOMIA/LEGAIS

DIÁRIO DO COMÉRCIO

terça-feira, 11 de março de 2014

Nossa chuteira foi inspirada no futebol descalço jogado nas praias do Brasil. Torsten Hochstetter, diretor da Puma

Dura disputa entre gigantes do esporte Adidas e Nike, entre outras marcas, anteciparam a Copa e brigam por um mercado de US$ 5 bilhões, que envolve uniformes e equipamentos ligados ao futebol.

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Lar do Futebol A Nike só começou a se envolver fortemente com esse esporte há 20 anos, quando a Copa foi realizada nos EUA. O futebol gera para a marca um faturamento anual em torno de US$ 2 bilhões, e a Nike se diz líder nesse mercado. A empresa com logotipo em forma de asa fornecerá material para 10 dos 32 países participantes da Copa, inclusive o anfitrião Brasil. Superará, assim, a Adidas e a Puma. Trevor Edwards, presidente da marca Nike, disse que as vendas devem ter um aumento excepcional neste ano pelo fato de a Copa acontecer no Brasil, "lar espiritual" do bom futebol. "Não poderíamos estar mais animados com o fato de a Copa ser no Brasil. Isso irá ecoar no mundo todo", afirmou. Na semana passada, a Nike lançou sua nova chuteira Magista, baseada na tecnologia já usada em tênis para basquete e desenvolvida com a ajuda dos jogadores Andrés Iniesta, da seleção espanhola, e Mario Goetze, da Alemanha. Custa US$ 275. Mas há um limite nas inovações, e os novos produtos da Adidas e Puma também usam tecnologia e ideias que não diferem radicalmente da abordagem da Nike. A Adidas já lançou versões coloridas das suas quatro principais chuteiras, batizadas

com o nome "Samba", e em meados de março apresentará sua primeira chuteira "trançada". Hainer disse que a tecnologia tem o potencial para revolucionar como e onde a Adidas fabrica chuteiras. A Puma, que tem sede na mesma cidade que a Adidas, a pequena Herzogenaurach, na Baviera, espera que a Copa marque uma volta à preocupação com o desempenho esportivo, em detrimento da moda. Para isso, a empresa lançou um modelo justo e brilhante, chamado evoPower, na cor laranja com detalhes em amarelo. "Foi inspirada no futebol descalço jogado nas praias do Brasil", disse o executivo Torsten Hochstetter, diretor global de criação da Puma. A tecnologia está sendo usada também no design das camisas. Mais leve A Adidas diz que suas camisas para esta Copa serão 50% mais leves do que em edições anteriores. Oito equipes as vestirão – incluindo Argentina, Alemanha e Espanha, a atual campeã. A Puma lançou na semana passada as camisas que serão usadas por outras oito seleções, incluindo Itália, Suíça e quatro times da África. Com corte justo, elas incorporam tiras destinadas a estimular a musculatura do atleta. "Isso se baseia nas fitas usadas por fisioterapeutas para oferecer compressão e estimulação", disse Hochstetter. Assim como os treinadores, as grifes Divulgação esportivas também adotam várias táticas dentro de campo. A Nike, por exemplo, usou um amistoso do Brasil contra a África do Sul, na semana passada, para apresentar dois novos modelos. No primeiro tempo, a seleção jogou com a tradicional camisa "canarinha", e no segundo tempo entrou de camisa azul. A Adidas salienta a importância das redes sociais na campanha de A Nike Magista foi desenvolvida pelo espanhol Iniesta marketing. Num sinal dos tempos, a Brazuca, bola oficial da Copa, tem sua própria conta no Twitter, oferecendo pensamentos em inglês e português. Por mais estranho que pareça, a bola já tem mais de 100 mil seguidores. (Reuters) A Samba, da Adidas, ganhou novas cores.

Divulgação

altando apenas três meses para a Copa do Mundo, a Adidas e a Nike estão se armando para uma batalha de marketing que em nada ficará a dever à tradicional rivalidade dentro de campo entre nações como Brasil e Argentina. Os dois gigantes do vestuário esportivo dominam um setor, o dos uniformes e equipamentos para futebol, que movimenta mais de US$ 5 bilhões por ano no mundo todo. Seu alvo nessa luta são os torcedores que se inspiram em craques como o argentino Messi, que veste Adidas, e o brasileiro Neymar, que vai de Nike. Patrocinadora da Copa e fabricante de chuteiras desde a década de 1950, a alemã Adidas vê o futebol como seu domínio, e espera não ser superada pela Nike, rival norte-americana maior e mais jovem, que já lidera em outros esportes. "Esqueça tudo o que você pode ter ouvido ou escrito sobre um desempenho fraco da Adidas no futebol em 2013. Estamos liderando esta categoria que é tão próxima do DNA da Adidas", disse na semana passada o executivo-chefe Herbert Hainer. "2014 é um ano do futebol, e será um ano do futebol da Adidas", acrescentou ele, revelando que a meta de faturamento da empresa com artigos futebolístico neste ano é de US$ 2,8 bilhões. Mas Hainer admitiu que a concorrência é feroz, já que as duas marcas dividem entre si mais de 80% do mercado de uniformes e acessórios para o futebol.

Na Heinz, um brasileiro bem pago.

O

zaram US$ 151 mil. No início de março, o bilionário americano Warren Buffett afirmou em carta anual a investidores que a compra da Heinz, em que ele é parceiro do fundo 3G Capital, pode servir como um modelo de parceria para futuros negócios. Na transação avaliada em US$ 23 bilhões, a Berkshire Hathaway, holding de Buffett,

entrou como a principal financiadora, e o fundo (formado por brasileiros como Jorge Paulo Lemann) cuida da administração. Para o americano, a aquisição já começa a dar resultados encorajadores. Segundo ele, o lucro neste ano da Heinz será "substancial", mas não deu nenhuma estimativa de valores. (Folhapress)

Não poderíamos estar mais animados com o fato de a Copa ser realizada no Brasil. Isso irá ecoar no mundo todo.

Esqueça o que ouviu sobre o desempenho fraco da Adidas no futebol em 2013. Lideramos a categoria, que está em nosso DNA.

EDWARDS, PRESIDENTE DA NIKE

HAINER, EXECUTIVO DA ADIDAS

Android, do Google, dentro dos relógios.

Facebook vai mudar mais uma vez o design de suas páginas nos navegadores, abandonando a disposição dos posts em duas colunas, para deixá-la mais parecida com os perfis dos usuários. A reforma deve começar a ser feita nesta semana, segundo anúncio da rede social. As publicações passarão a ocupar apenas uma coluna como acontece com o feed de notícias da linha do tempo das "fan pages". À esquerda, estarão informações como número de curtidas, descrição, fotos e vídeos, além de mapas e horários de funcionamento, dependendo do teor da página. Administradores de páginas terão ainda à disposição duas barras fixas, uma ao topo e outra à direita, com ferramentas de gerenciamento e informações relevantes (número de anúncios, total de fãs, alcance de posts e notificações não lidas). Além disso, o Facebook deve lançar um novo recurso chamado "Pages to Watch", que permitirá aos administradores comparar "fan pages" similares. (Folhapress)

Google lançará dentro de duas semanas um pacote de ferramentas para o Android voltado para fabricantes de relógios conectados e outros exemplos de computadores vestíveis, anunciou o executivo responsável pelo sistema e outras plataformas dentro do Google, Sundar Pichai. Pichai falou no festival SXSW Interactive, realizado em Austin, nos EUA. "Queremos criar um conjunto de protocolos pelos quais os desenvolvedores possam trabalhar juntos", disse. "Quando dizemos 'vestíveis', estamos pensando muito mais amplamente." Recentemente, surgiram rumores de que o Google estaria criando, junto com a LG, seu primeiro relógio inteligente. Pichai não comentou sobre a possibilidade de sua empresa estar criando um "smartwatch". O Android é o sistema operacional do Google para tablets e celulares, mas que vem sendo empregado em "smartwatches" (caso do Galaxy Gear, da Samsung). (Folhapress)

O

Hees assumiu a Heinz no ano passado; antes comandou o Burger King.

NYT

A nova cara do Facebook

Hélvio Romero/ EC

brasileiro Bernardo Hees, novo presidente-executivo da Heinz, recebeu US$ 9,2 milhões no ano passado da fabricante de alimentos. O executivo, que antes comandou o Burger King, assumiu o novo posto em junho do ano passado, depois que foi finalizada a compra da empresa americana pelo fundo 3G Capital. Esse fundo também adquiriu a rede de fast-food e tem entre seus sócios os brasileiros Jorge Paulo Lemann, Beto Sicupira e Marcel Telles. Nos ganhos de Hees, a menor parte é formada por salário: foram US$ 562 mil. As opções de ações (US$ 7,3 milhões) representaram o grosso dos ganhos –US$ 1,2 milhão veio de pagamento de incentivos. Outras compensações relacionadas com a mudança dele para Pittsburgh (EUA), onde fica a sede da empresa, totali-

Divulgação

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terça-feira, 11 de março de 2014

DIÁRIO DO COMÉRCIO

ECONOMIA/LEGAIS - 23


DIÁRIO DO COMÉRCIO

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Barbara Oliveira celebrada inclusão de milhões de brasileiros no universo do consumo, ao criar a chamada “nova classe média” do País, trouxe uma carga formidável de trabalho a todas as atividades ligadas à concessão de crédito – de bancos a redes varejistas. Há apenas dez anos, tomar crédito era coisa rara: o total concedido correspondia a cerca de 25% do Produto Interno Bruto. Hoje, essa relação mais que dobrou e está na faixa dos 55%. Outro dado ilustra bem os avanços nas compras sem dinheiro na mão: há cinco anos, eram feitas 4,4 bilhões de transações anuais com cartões (de crédito e débito): em 2013, o número também mais que dobrou, para 9,2 bilhões, isto é, uma média de 25,5 milhões por dia. Sem a tecnologia, naturalmente seria impossível analisar os cadastros de milhões de pessoas que estão pedindo financiamentos, estão solicitando (e utilizando) cartões ou comprando um plano de seguros. Para dar conta da tarefa é necessário um nível elevado de automação, com sistemas sofisticados e processos analíticos que envolvam inteligência artificial, redes neurais e a captura de dados junto a inúmeras fontes distribuídas no mercado. A rede de lojas Marisa, por exemplo, optou por uma plataforma tecnológica integrada para gerenciar mais de 12 milhões de contas (3 milhões ativas e 9 milhões aptas a terem o cartão da loja) e conseguiu aumentar em 30% sua demanda de decisão – capacidade de analisar o crédito – sem precisar ampliar a equipe do departamento que cuida do assunto. A solução adotada pela Marisa foi o pacote Risk Pack, da Neurotech, empresa pernambucana criada por pesquisadores da Universidade Federal de Pernambuco, e cujas tecnologias de avaliação de crédito e fraudes atendem a mais de 60 clientes, entre varejistas de médio e grande porte com cartões próprios, bancos e financeiras. Segundo o gerente de operações da Marisa, Alexandre Ramalho, a ferramenta é utilizada nas 407 lojas da rede, e “melhorou muito o processo de consulta e aprovação do crédito da rede e na prevenção das fraudes”. Ramalho informa que 46% das vendas nas lojas são feitas via cartão, e, ao ano, são analisados mais de dois milhões de CPFs para adesão ao private label da Marisa. “O cartão é estratégico para os negócios e fidelização e aumento da receita. Também reduzimos custos e erros operacionais”, diz Ramalho.

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Mais variáveis Domingos Monteiro, CEO da Neurotech, explica que as soluções de seus clientes, a m a i o r i a d e l e s v a re j i s t a s , usam sistemas analíticos, redes neurais e inteligência artificial para identificar novos consumidores e monitorar o perfil e o comportamento dessas pessoas, se elas podem cometer fraudes ou têm essa intenção, ou se correm o risco de se tornarem inadimplentes. “São cálculos matemáticos baseados em comportamentos humanos. Algumas décadas atrás, o processo de análise de risco era artesanal, intuitivo e pessoal, mas com o tempo se transformou em um sistema matemático e analítico de alta complexidade”, diz Monteiro. A plataforma na Neurotech trata da engenharia do conhecimento. “At u amos onde existir conhecimento e informação para tomada de decisão. Capturamos esses dados e colocamos na mão do gestor ”, explica.

O crédito, via inteligência ar tificial.

terça-feira, 11 de março de 2014

n GAMES

Com monitor especial, cenas ganham realce.

Varejo, bancos e financeiras avaliam com sistemas especialistas e analíticos cada vez mais sofisticados se podem conceder cartões e financiamentos.

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TPV, do grupo Philips com fábricas em Manaus e Jundiaí, está lançando um monitor dedicado aos amantes de games. O modelo Gamer 242G5DJEB tem painel widescreenfull HD de 24 polegadas, e recurso SmartFrame para ajudar a realçar áreas específicas de um jogo com mais nitidez de cenas. Isso ocorre também porque o monitor traz uma taxa de atualização de 144 Hz, o que gera imagens detalhadas e imersivas, e sem atrasos nas respostas entre os comandos e a visualização. Graças ao SmartKeyPad, o usuário não precisa pausar a partida para alterar as configurações de imagens, e mesmo em um ambiente muito escuro é possível aumentar o brilho da tela com apenas um botão. Outro recurso, o SmartImage, deixa o Modo Game pronto para a hora das partidas e ele pode ser ajustado ao tamanho da tela. O aparelho possui conectores HDMI. Preço: R$ 1.299. SOM

Para o telefone falar mais e tocar mais alto

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Há 14 anos, quando a Neurotech começou - ainda como startup dentro do Centro de Estudos e Sistemas Avançados (C.E.S.A.R.),no Recife –, as análises de crédito eram feitas com modelos estatísticos baseados em poucas variáveis, hoje elas são centenas e o nível de exigência das empresas é muito maior. A primeira solução criada pela Neurotech foi para o cartão de fidelidade Hipercard, que pertencia ao grupo nordestino Bompreço. “Foi o nosso primeiro cliente e para ele precisávamos analisar 300 variáveis. O ferramental esta-

decisão. Se preferir, ele pode colocar um software de BI (Business Intelligence) nesse motor para verificar se a decisão tomada é a correta ou não”. Segundo Monteiro, todo o ciclo do crédito – seja ele presencial ou virtual (no e-commerce) é sujeito a fraudes. As mais comuns ocorrem na hora da subscrição – quando o fraudador simula um cadastro, usa um CPF alheio ou um endereço que não lhe pertence e se passa por outra pessoa ao solicitar crédito ou cartão. Outra fraude frequente é a transacional, que é cometida no Divulgação

Monteiro, da Neurotech: do artesanal à alta complexidade. tístico já lidava com análises complexas e muitos dados”, diz o executivo. Na época, a empresa usava um sistema analítico abrangente de big data em sua plataforma, antes mesmo de o termo virar moda. “Adotamos algoritmos de inteligência artificial para nos ajudar a entender os processos”. Parceria Outro cliente, a rede de lojas Renner, utiliza mais de 600 variáveis para analisar o comportamento de seus consumidores e avaliar se ele poderá ter o cartão da loja, observa Monteiro. “Temos um robô que captura a informação e o nosso cliente se apropria dela e entra com o seu processo de

momento da transação, com clonagens de cartões. A plataforma da Neurotech dispõe de um conjunto de sistemas especialistas em fraudes para avaliar como o fraudador se comporta, de acordo com as respostas que ele dá às diversas perguntas formuladas. “É como se fosse um Lego montado de acordo com cada necessidade”. Um desses módulos é o Neuralbehavior, que estuda os antigos consumidores da loja ou do banco, acompanha seu comportamento nesse relacionamento e estima o risco de mantê-los na carteira. Monteiro informa que são recolhidas informações de diversas fontes de conhecimento para avaliar tais

riscos e colocar esses resultados na mão do gestor para uma tomada de decisão. “Esse conhecimento está nos bancos de dados de dentro e fora da empresa, disponíveis em mais de 400 fontes de informação no mercado, entre elas a Receita Federal, INSS, Denatran, Anatel, Anvisa, tribunais de Justiça, clubes de diretores lojistas (CDLs), secretarias estaduais de Fazenda, e empresas de análise de crédito e gestão de negócios, como a Boa Vista Serviços”. A Boa Vista, a propósito é parceira da Neurotech desde o ano passado. Segundo o presidente da empresa, Dorival Dourado, “existe um acordo comercial e tecnológico de contribuição contínua entre as duas. É um acordo pelo qual comercializamos alguns produtos da Neurotech e vice-versa”. A Boa Vista é uma fonte valiosa no fornecimento de dados à empresa de tecnologia pernambucana para a elaboração de alguns de seus sistemas, pois administra o SCPC, que reúne mais de 350 milhões de informações comerciais sobre pessoas físicas e jurídicas. As duas companhias também têm um investidor em comum, o fundo brasileiro TMG Capital. Outros módulos especialistas comercializados pela Neurotech são o Neuralbehavior e o Neuralprofiler. O primeiro define o real valor do cliente, e a chance de ele se tornar um consumidor de maior rentabilidade para a empresa, aumentando o tíquete médio de sua compra e reduzindo os prejuízos com a inadimplência. A segunda ferramenta indica o produto que ele está mais propenso a adquirir. Mas o varejista ainda pode tentar evitar que o seu cliente corra para a o concorrente utilizando o sistema Churnpredictor, tecnologia que antecipa as rupturas e evita perdas de consumidores.

marca holandesa Trust está trazendo para o Brasil a caixa de som portátil Jukebar. Com design super compacto, p o d e s e r l e va d a p a r a qualquer canto e animar pequenas reuniões, conectada aos smartphones e tablets compatíveis com bluetooth. Funciona sem fios a uma distância de até 10 metros do aparelho móvel e as músicas são controladas por três botões no alto da caixa (play/pause/volume). O microfone embutido permite que se use também para chamadas telefônicas em viva-voz. Se o smartphone ou MP3 não tiver conexão bluetooth, a Jukebar é conectada via cabo que acompanha o produto. Preço sugerido: R$ 300. IMAGEM

Continue trabalhando sem perder o futebol

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torcedor não precisa perder nenhum lance dos jogos do Mundial ao instalar uma TV que seja também um monitor no quarto, na cozinha ou mesmo em salas de espaço reduzido. O modelo Samsung LED, Série TC310, vem em 27, 24, 21 e 19.5 polegadas e com função exclusiva para futebol. Ao toque de um botão, o usuário consegue adicionar mais vibração da torcida. Essa funcionalidade equaliza o áudio e aumenta a sensação do som. Se o jogo estiver sendo assistido durante o trabalho, a função PIP+ permite assistir a partida e usar o computador ao mesmo tempo, pois há três diferentes opções de tamanhos para a janela menor. Os preços começam em R$ 629 (para o modelo de 19.5”). E-COMMERCE

Acesso a novidades sem o uso das mãos

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Renner está lançando uma solução importante no varejo online de moda, o browser eSSENTIALAccesibility - que permite ao usuário que sofre de doenças motoras – e por isso tem dificuldade para digitar ou mover o mouse – navegar com mais facilidade e ter acesso às novidades da estação dentro do ambiente da loja virtual. O aplicativo substitui o mouse e o teclado pelo sistema hands-free (mãos livres) de rastreamento de movimentos, do autoclique, escaneamento automático de links e outros recursos. Usuários com dificuldade de leitura por deficiência visual moderada ou dislexia podem recorrer à ferramenta que lê o conteúdo da Web. A solução também conta com reconhecimento de voz compatível com o Microsoft Speech. O download do app é feito com um clique no botão localizado no canto inferior esquerdo da homepage da Renner. www.lojasrenner.com.br


Diário do Comércio  

Ano 90 - Nº 24.079 - São Paulo, terça-feira, 11 de março de 2014

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