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Revista Destaque

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Crédito e juros O presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, afirmou, dia 9 de janeiro, que o crédito habitacional brasileiro seguirá em alta em 2011. Para o presidente da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), Luiz Antonio França, a estimativa é que haja crescimento entre 40% e 50% na liberação de recursos para a casa própria até o fim de deste ano. Com este cálculo seria possível financiar a compra de 1,2 milhão de imóveis novos e usados no país. Por conta da grande concorrência entre os bancos, o BC acredita que os juros para financiamentos imobiliários devem manter-se estáveis durante o ano. Os financiamentos foram os grandes responsáveis pelo crescimento do mercado imobiliário. “Até financiar para investir pode valer a pena. Quem financia por programas de habitação tem juros menores que a inflação. Não é um juro real, pois o governo subsidia”, explica.

Qualidade e comodidade Os novos empreendimentos aliam cada vez mais qualidade e novas tecnologias. Com a concorrência entre as construtoras é possível comprar produtos de alta qualidade a preços competitivos. O objetivo de agradar e conquistar o cliente tornou-se o foco principal dos negócios, trazendo a ele o que se deseja e precisa. Conforto, lazer e segurança são os principais desejos dos consumidores. A partir daí surgiram também os condomínios clubes, que agregam novos conceitos de moradia.

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Sustentabilidade Para quem pretende colaborar com o meio ambiente, novos empreendimentos prometem ser cada vez mais sustentáveis. Desde a arquitetura, até o convívio no ambiente, é possível ter ações sustentáveis. Novos projetos, em geral, são pensados para aproveitar melhor a luz do dia, economizar energia, reutilizar água da chuva, entre muitos outros itens. Tais ações representam futuramente uma economia nos custos do condomínio.

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Mercado em alta, preços também O mercado imobiliário apresentou o maior crescimento em 24 anos, em 2010 o PIB setorial ultrapassou os 11%, o que comprava a força do setor na economia do país. A consolidação do “boom” imobiliário nos últimos anos fez com que o valor dos imóveis disparasse. Para Bressiani não se trata de uma bolha imobiliária (supervalorização) e sim da atualização dos valores em relação aos demais mercados. “Se você fizer um comparativo com outros países o valor do imóvel no Brasil era muito baixo. Há alguns anos atrás era possível trocar um carro por um terreno. Um apartamento tinha o mesmo valor de um carro zero”, analisa. O valor dos imóveis não deve baixar já em 2011, mas na medida em que a oferta começar a acompanhar a demanda, os preços tendem a se estabilizar.


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