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Orbisource A ORBISOURCE é uma empresa especializada na conceção, desenvolvimento, produção, comercialização e instalação de equipamentos em PRFV (poliéster reforçado com fibra de vidro) que se ajustam na perfeição às necessidades de várias áreas de atividade, nomeadamente construção civíl e engenharia ambiental e sanitária. O PRFV (poliéster reforçado com fibra de vidro) é um compósito termoestável que resulta da combinação (por impregnação) de fibra de vidro com resina. A resistência da fibra de vidro à tração, juntamente com a da resina à compressão faz desta combinação um corpo ideal para suportar as solicitações à flexão, tração, compressão e esforço cortante a que é submetido o equipamento durante o seu tempo de vida e durante o seu manuseamento.

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Este material é dotado de caraterísticas cujas vantagens de utilização o colocam na linha da frente: • Baixo peso; • Grande resistência mecânica; • Elevado tempo de vida útil; • Resistência à corrusão; • Baixo coeficiente de condutividade térmica; • Proteção aos raios ultra violeta; • Maior durabilidade; • Material inerte, adequado ao contato com uma grande variedade de produtos, nomeadamente os alimentares.


A ORBISOURCE É DETENTORA DAS MARCAS PALVIDRO E LIMPÁGUA. A empresa segue uma estratégia que assenta numa gestão criteriosa e rigorosa dos diversos recursos, de modo a poder oferecer produtos e serviços que melhor satisfaçam as necessidades dos clientes, tendo como fatores de sucesso a prioridade ao cliente e as suas necessidades. A estratégia da empresa é reforçada pelo cumprimento dos requesitos da norma NP EN ISSO 9001 pela qual a empresa se encontra certificada assim como pela gestão eficaz dos produtos, recursos humanos e serviços pós-venda. A melhoria dos processos de gestão e produção têm permitido uma aproximação ao mercado especializado, assim como aposta no mercado internacional, com a criação da empresa Limpágua Angola.

A flexibilidade produtiva da ORBISOURCE e as características do PRFV permitem produzir à medida das necessidades dos clientes, dispondo de produtos tão variados como:

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• Estações elevatórias (EE); • Estações de tratamento de águas residuais (ETAR); • Estações de tratamento de águas residuais industriais (ETARI); • Estações de tratamento de águas (ETA); • Fossas sépticas, estanque e biológicas (FS, FE, SEPFIL) • Grupos de bombagem centrais, hidropressoras e de incêndios; • Sistemas de desinfecção de água (OSMOSE, ETA) • Separador de hidrocarbonetos (SH) • Separador de gorduras (SG) • Depósitos para líquidos desde 1000L a 500000L de diversas configurações (HSS, VRC, VRR, VCS, VCP, HCP…) • Equipamentos Acessórios para ETAR’s e ETA’s (OE) • Silos e decantadores; • Perfis pultrudidos; • Instalações eletromecânicas e manutenção dos sistemas instalados.


A ORBISOURCE disponibiliza no mercado um vasto campo de prestação de serviços: • Monotorização e reavaliação de sistemas de tratamento residual, abastecimento e elevação; • Processos de licenciamento; • Formação e plano de manutenção de sistemas de tratamento residual, abastecimento e elevação para operadores de manutenção; • Diagnósticos a equipamentos eletromecânicos.

A ORBISOURCE assume uma orientação inovadora com a finalidade de alcançar uma constante melhoria do binómio produtos e serviços, focalizada nas experiências do Cliente, para o qual a empresa não se comporta como um simples fornecedor mas como colaborador.

competente, fiável e proativo. A ORBISOURCE tem como objetivo o aperfeiçoamento dos seus produtos de forma a dar valor acrescentado à competitividade dos próprios clientes e construir com êxito relações sólidas e duradouras.


TRATAMENTO E PROJETOS NA ÁREA DO AMBIENTE

ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ÁGUAS (ETA) A ORBISOURCE poderá projetar e fornecer vários tipos de sistemas de tratamento de águas consoante cada situação, e de modo a respeitar o atual quadro legal relativo à qualidade da água para consumo humano que se encontra instituído pelo Decreto-Lei nº 236/98, de 1 de Agosto, o qual estabelece normas, critérios e objetivos de qualidade com a finalidade de proteger o meio aquático e melhorar a qualidade das águas em função dos seus principais usos.

ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ÁGUAS RESIDUAIS INDUSTRIAIS (ETARI) De forma a cumprir as normas, critérios e objetivos de qualidade das águas de descarga no meio hídrico, o tratamento terciário numa ETARI tem os seguintes objetivos:

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• Remover o azoto através do processo de nitrificação/desnitrificação (Tanque anóxico); • Remover o fósforo através da precipitação química (Sistema doseador de produtos); • Eliminar os microrganismos não biodegradáveis/tóxicas (Filtração). A ORBISOURCE apresenta aos seus clientes soluções para o tratamento de efluentes industriais (matadouros e transformação de carnes, adegas, indústria de laticínios, indústria de plástico, refinarias de petróleo, indústria de bebidas, indústria hoteleira, indústria química, petroquímica, águas lixiviantes provenientes de diversas deposições, etc.)


ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ÁGUAS RESIDUAIS COMPACTA (ETAR) O sistema de tratamento compacto ETAR LAC destina-se ao tratamento de águas residuais domésticas de agregados populacionais, sendo constituída por módulos pré-fabricados em poliéster reforçado com fibra de vidro (PRFV) ou aço carbono. O objetivo do tratamento é o cumprimento da legislação aplicável e em vigor (Decreto-Lei nº152/97 de 19 de Junho e Decreto-Lei nº 236/98 de 1 de Agosto) respeitante aos parâmetros qualitativos de carência química e bioquímica de oxigénio (CQO e CBO5, respetivamente), aos sólidos suspensos totais (SST), azoto (N) e fósforo (P), minimizando as agressões no meio ambiente quando se dá a descarga no meio recetor. A ETAR LAC tem por base um sistema de tratamento por lamas ativadas em arejamento prolongado (baixa carga) composto por duas unidades distintas: o tanque de arejamento e o decantador secundário.


ESTAÇÃO ELEVATÓRIA COMPACTA CENTRAL HIDROPRESSORA E DE INCÊNDIOS, BOMBAS E ACESSÓRIOS DE BOMBAGEM O conjunto formado pelo corpo da estação propriamente dito e pelos equipamentos eletromecânicos nela instalados, é designado por Estação Elevatória. A Estação Elevatória é o ponto de passagem entre o escoamento de chegada, gravítico, e o escoamento de saída, sob pressão. Este equipamento inclui os seguintes componentes principais: • Cesto de gradagem; • Poço de bombagem (câmara de aspiração); • Grupos elevatórios; • Tubagens e acessórios; • Equipamentos de proteção, comando e controlo; • Descarregador de emergência (tubo de “by pass”). Para além das Estações Elevatórias A ORBISOURCE também faz fornecimento e instalação de Estações Hidropressoras e Centrais de Incêndio.

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FOSSAS SÉPTICAS A Fossa Séptica convencional ou biológica é um equipamento pré-fabricado em poliéster reforçado com fibra de vidro (PRFV), de rápida instalação e fácil operação e manutenção. As águas residuais domésticas afluentes serão sujeitas a um tratamento físico e biológico de nível primário e as lamas produzidas serão removidas periodicamente e conduzidas para tratamento e deposição adequada. Dependendo da disponibilidade de espaço para implantação do equipamento, da profundidade da tubagem de chegada do afluente e da capacidade pretendida, poderá optar-se pela fossa séptica de: Eixo Horizontal (FSEH) Eixo Vertical (FSEV)


SEPARADOR DE GORDURAS E HIDROCARBONETOS Fabricados em poliéster reforçado a fibra de vidro, garantem uma proteção anti corrosão, bem como uma elevada resistência à pressão provocada pelo terreno. A conceção do equipamento tem em consideração a necessidade de fácil acesso à zona de acumulação de gorduras para efetuar à sua limpeza periódica. O separador de hidrocarbonetos deve ser adotado em instalações onde ocorra produção de águas residuais contendo hidrocarbonetos (estações de serviço, parques de estacionamento, garagens, oficinas, etc). Todos os modelos estão dotados de sistema de obturação automática que impede a saída de hidrocarbonetos em caso de saturação do equipamento.

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EQUIPAMENTOS ACESSÓRIOS A Obra de Entrada Automática destina-se a pequenas ETAR, considerando-se o tratamento preliminar composto por gradagem de limpeza automática (canal principal) e de limpeza manual (canal secundário). Este órgão de tratamento é constituído por dois canais abertos de secção retangular, contíguos entre si, englobando: • Grande monobloco de limpeza mecânica através de um braço rotativo, com gradagem contínua do efluente e limpeza automática temporizada; • Grade manual em aço metalizado instalada no canal de “bypass” ao canal principal; • Cesto de receção dos detritos da gradagem, amovíveis para limpeza; • Adufas como dispositivos de segurança/manutenção.


OBRA DE ENTRADA SIMPLES A Obra de Entrada Simples considera apenas o tratamento preliminar composto por gradagem de limpeza manual. Este equipamento visa preparar a água residual que chega à estação para o seu tratamento posterior, reduzindo os detritos que poderiam impedir ou prejudicar seriamente a operação da ETAR, para além de interferirem significativamente com a manutenção dos processos e equipamentos electromecânicos instalados a jusante.

OBRA DE ENTRADA SIMPLES A Obra de Entrada Simples é constituída por: • Uma grade manual em aço metalizado; • Uma caixa de recepção dos detritos da gradagem com o fundo perfurado de forma a permitir o escorrimento dosprodutos da gradagem; • Uma cuba em poliéster reforçado com fibra de vidro. DIMENSÕES DAS GRADES DE LIMPEZA

DIMENSÕES GERAIS DE ENTRADA SIMPLES ALTURA TOTAL (m)

LARGURA TOTAL (m)

COMPRIMENTO TOTAL (m)

INCLINAÇÃO DAS GRADAS (º)

ESPESSURA DAS BARRAS (mm)

ESPAÇAMENTO ENTRE BARRAS (mm)

0,36

0,87

1,02

45

25 x 4

25

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OBRA DE ENTRADA AUTOMÁTICA A Obra de Entrada Automática pré-fabricada é um equipamento que tem como finalidade a remoção de detritos de grandes e médias dimensões da água residual afluente, de forma a possibilitar que os tratamentos a jusante deste órgão se efectuem de uma forma mais eficiente e segura. É constituída por dois canais abertos (um principal e um de “by-pass”) de secção rectangular, contíguos entre si. O canal principal está equipado com uma grade de limpeza mecânica e automática e o canal de “by-pass” é dotado de uma grade de limpeza manual.

GRADAGEM MECÂNICA E AUTOMÁTICA A gradagem mecânica e automática instalada no canal principal corresponde a uma grade monobloco de espaçamento entre barras médio e de geometria circular. Possui um braço rotativo em cuja extremidade está aplicado um ancinho. O movimento é assegurado por transmissão mecânica a partir de um grupo motorredutor que, em funcionamento contínuo, proporciona a limpeza automática da grade de retenção de sólidos. As partículas removidas são conduzidas para o cesto de recolha de sólidos, instalado sobre o canal de recurso para que as escorrências drenem para o referido canal.

Legenda:

• 6 Cesto de recolha

• 1 Canal Principal

de sólidos

• 2 Canal de “by-pass”

• 7 Motorredutor

• 3 Tubagem de entrada

• 8 Grade mecânica e au-

• 4 Soleira de acesso ao

tomática

canal de “by-pass”

• 9 Tubo de “by-pass”

• 5 Grade manual

• 10 Tubagem de saída

GRADAGEM MANUAL A gradagem de limpeza manual instalada no canal de “by-pass” ao canal principal possui um espaçamento entre barras médio e apresenta uma geometria linear. A grade manual entra em funcionamento quando o nível do líquido, a montante da grade do canal principal, sobe em consequência da perda de carga introduzida pelos sólidos retidos na grade. Os sólidos são removidos manualmente com o auxílio de um ancinho e colocados dentro do mesmo cesto para onde são conduzidas as partículas removidas na gradagem mecânica.


DIMENSÕES Com base na matriz de dimensionamento da Obra de Entrada Automática obtiveram-se as dimensões dos vários órgãos em função do número de habitantes servidos (tendo como base capitações de água de consumo na ordem dos 200 l/hab.dia).

DIMENSÕES GERAIS DA OBRA DE ENTRADA AUTOMÁTICA

DIMENSÕES DAS GRADES DE LIMPEZA (MECÂNICA E MANUAL)

ALTURA TOTAL (m)

LARGURA TOTAL (m)

COMPRIMENTO TOTAL (m)

INCLINAÇÃO DAS GRADES (º)

0,58

0,95

4,30

45

De notar que o fundo do canal a jusante da grade está rebaixado em relação à soleira do canal de acesso à grade.

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ESPESSURA DAS BARRAS (mm) 25x4

ESPAÇAMENTO ENTRE BARRAS (mm)

LARGURA DA GRADE (mm)

20

300


CANAL PARSHALL O Canal Parshall é um dispositivo de medição de caudal, na forma de canal aberto com dimensões padronizadas. Neste equipamento, a água é forçada a passar por uma garganta estreita, sendo que o nível de água a montante do estreitamento é o indicativo do caudal a ser medido.

Onde: P1, P2 – poços de medição do nível da superfície livre S1, S2 – secções de medição da altura de escoamento

Nota: para outras dimensões ou medidas deve contactar o nosso departamento técnico e poderemos dimensionar a melhor solução para o caso apresentado.

Desenho e esquema meramente informativos


ETAR COMPACTA LAMAS ACTIVADAS – ETAR LAC O sistema de tratamento compacto ETAR LAC destina-se ao tratamento de águas residuais domésticas de agregados populacionais, sendo constituída por módulos pré-fabricados em PRFV ou outro material a confirmar como nosso Departamento Técnico. A ETAR LAC tem por base um sistema de tratamento por lamas activadas em arejamento prolongado (baixa carga) composto por duas unidades distintas: o tanque de arejamento e o decantador secundário.

TUBAGEM ENTRADA

DECANTADOR SECUNDÁRIO

TANQUE DE AREJAMENTO

RECIRCULAÇÃO DE LAMAS

VIGIA DE ACESSO

TUBAGEM SAIDA

TUBAGEM DE LIGAÇÃO AO COMPRESSOR

DIFUSORES DE AR BOLHA FINA

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DIVISÓRIA

Desenho e esquema meramente informativos

BOMBA RECIRCULAÇÃO


O tratamento dá-se mediante a introdução de oxigénio atmosférico e a recirculação das lamas biológicas, promovendo-se a formação de um meio ambiente adequado ao desenvolvimento de colónias microbianas do tipo aeróbio, capazes de degradar a matéria orgânica contida na água residual sob a forma particulada, coloidal e dissolvida. Para completar o tratamento secundário de efluentes residuais, poderá incluir na linha de tratamento diversos elementos que irão ajudar a otimizar o tratamento residual: tratamentos primários (obras de entrada, separadores de gorduras) e tratamento terciário (sistemas de desinfecção por hipoclorito, UV,...). Relativamente às lamas resultantes do processo, poderão ser tratadas e reaproveitadas, ou simplesmente levadas a deposição apropriada (desidratação de lamas,...).

QUALIDADE DO EFLUENTE FINAL As águas residuais após o tratamento cumprem as exigências legais em vigor no respeitante aos parâmetros qualitativos de carência química e bioquímica de oxigénio (CQO e CBO5, respetivamente) e aos sólidos suspensos totais (SST), pelo que a descarga no meio recetor não promove agressões ao meio ambiente.

PARÂMETRO

CONCENTRAÇÃO [mg/]

PERCENTAGEM MÍNIMA DE REDUÇÃO[mg/]

CBOs

25

70-90

CQO

125

75

5

90

SST3


UNIDADE DE DEPURAÇÃO SEPFIL A unidade de depuração SEPFIL destina-se ao tratamento de águas residuais domésticas de aglomerados populacionais. Neste equipamento a depuração é constituída por dois estágios de tratamento: um estágio anaeróbio de desbaste e um estágio aeróbio de afinação. O estágio anaeróbio decorre numa fossa séptica não compartimentada. Na fossa séptica os sólidos sedimentáveis presentes na água residual bruta sedimentam e formam uma camada de lamas no fundo da fossa. Os óleos egorduras e outros materiais flutuantes deslocam-se para a superfície formando uma camada de escumas.

Desenho e esquema meramente informativos

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As águas residuais parcialmente clarificadas deslocam-se entre a camada de lamas e a camada de escumas até ao compartimento onde decorre o estágio aeróbio. A matéria orgânica retida no fundo da fossa séptica é degradada por via facultativa e anaeróbia convertendo-se em compostos estáveis e gases tais como dióxido de carbono (CO2), metano (CH4) e sulfureto de hidrogénio (H2S). O estágio aeróbio é realizado num leito percolador preenchido com um meio de enchimento sintético. O leito percolador é um reator biológico de biomassa fixa não submersa sobre a qual a água residual é distribuída, contínua e uniformemente, sendo depurada à medida que percola através do biofilme existente no leito.


FOSSA ESTANQUE – FE De construção em poliéster reforçado com fibra de vidro e de instalação enterrada, a Fossa Estanque tem como objetivo a acumulação de águas residuais urbanas em locais onde não é permitida a descarga das mesmas. Apresenta um formato cilíndrico com uma vigia para inspeção e tubagem de entrada com diâmetro a definir pelo cliente.

Nota: as medidas do equipamento podem ser adaptadas às necessidades do cliente no terreno.


FOSSA SÉPTICA – FS A Fossa Séptica é um equipamento pré-fabricado em PRFV, de rápida instalação e fácil operação e manutenção, onde as águas residuais domésticas serão sujeitas a um tratamento físico e biológico de nível primário e as lamas produzidas serão removidas periodicamente e conduzidas para tratamento e deposição adequados. Depende da disponibilidade de espaço para implantação do equipamento, da cota da tubagem de chegada do afluente e da capacidade pretendida. Possui uma vigia de inspeção, tubagem de entrada e saída de DN a definir pelo cliente. Poderá ser previsto o equipamento com compartimentos.

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 Manual dos Sistemas de Prediais de Distribuição e Drenagem de Águas do LNEC  EN 12566-1: 2008 – Pequenas Instalações de tratamento de águas residuais até 50PTE – Parte 1: Fossas Sépticas Pre-fabricadas. Este equipamento pode ser equipado com um Alarme de Nível Máximo (ver capítulo Alarme de Nível Máximo).


SEPARADOR DE GORDURAS – SG De construção em PRFV, apresenta um formato cilíndrico possuindo duas vigias para inspeção e tubagem de entrada e saída. O diâmetro é definido pelo cliente. O Separador de Gorduras é bicompartimentado, sendo que no primeiro compartimento (compartimento de decantação) ficam retidas as partículas sólidas, enquanto no segundo (compartimento de coalescência) é efectuada a separação das gorduras por flotação. O equipamento em questão é dimensionado de acordo com a Norma DIN 4040 e EN 1825-1, garantindo por isso uma concentração de gorduras à saída de acordo com o estipulado na lei.


SEPARADOR DE HIDROCARBONETOS SEM “BY-PASS” – SH De construção em PRFV e de instalação enterrada, apresenta um formato cilíndrico com dimensões definidas pelo caudal de tratamento que o cliente desejar, possuindo duas vigias para inspeção e tubagem de entrada e saída.

A Palvidro emite certificado de conformidade de marcação CE segundo as normas: DIN 1999-1 (Versão Inglesa 1976-08-00); DIN 1999-3 (V.I. 1978-09-00)

O diâmetro é definido pelo cliente. O Separador de Hidrocarbonetos sem “by-pass” é bicompartimentado, sendo que no primeiro compartimento (compartimento de decantação) ficam retidas as partículas sólidas como as areias, enquanto no segundo (compartimento de coalescência) é efetuada a separação dos hidrocarbonetos. O equipamento possui filtros coalescentes, sistema de obturação automático e como opcional um sistema de alarme com deteção da espessura da camada de hidrocarbonetos e de lamas (ver capítulo Alarme de Nível de Hidrocarbonetos).

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EN 858-1:2002 – Separator Systems for light liquids (e.g. oil and petrol) – Part 1: Principles of product design, performance and testing, marking and quality control (Versão Inglesa); EN 858-2:2002 - Part 2: Selection of nominal size, installation, operation and maintenance

Nota: as medidas do equipamento podem ser adaptadas às necessidades do cliente no terreno.


SEPARADOR DE HIDROCARBONETOS COM “BY-PASS” – SHBP De construção em PRFV e de instalação enterrada, apresenta um formato cilíndrico com dimensões definidas pelo caudal de tratamento que o cliente desejar, possuindo duas vigias para inspeção e tubagem de entrada e saída. O diâmetro é definido pelo cliente. O Separador de Hidrocarbonetos com “by-pass” é bicompartimentado, sendo que no primeiro compartimento (compartimento de decantação) ficam retidas as partículas sólidas como as areias, enquanto no segundo (compartimento de coalescência) é efectuada a separação dos hidrocarbonetos. O equipamento “by-pass” possui filtros coalescentes, sistema de obturação automático e como opcional um sistema de alarme com deteção da espessura da camada de hidrocarbonetos (ver capítulo Alarme de Nível de Hidrocarbonetos) e de lamas.

Possíveis utilizações: centro de abate de veículos em fim de vida (sucateiras), parques de estacionamento descobertos com grandes áreas e com influências pluviais, plataformas de pistas de aeroportos, plataformas logísticas, entre outras. Não pode ser utilizado em: Processos industriais, lavagens de veículos, zonas de lavagens de peças automóveis ou outras,estações de serviço ou petrolíferas, oficinas, …

DIN 1999-1 (Versão Inglesa 1976-08-00); DIN 1999-3 (V.I. 1978-09-00) EN 858-1:2002 – Separator Systems for light liquids (e.g. oil and petrol) – Part 1: Principles of product design, performance and testing, marking and quality control (Versão Inglesa); EN 858-2:2002 - Part 2: Selection of nominal size, installation, operation and maintenance


ESTAÇÃO ELEVATÓRIA COMPACTA – EE A Estação Elevatória Compacta destina-se à elevação da água residual até ao nível altimétrico desejado. É construída em PRFV e é composta por: • Poço de Bombagem Pré-fabricado em PRFV com XXX m de diâmetro e XXXX m de altura com escadas de acesso (medidas a indicar pelo cliente) (1 un); • Caixa de válvulas (opcional) (1 un); • Electrobombas da marca XXXXX (Q= XXXX + H= XXXXX) (2 un); • Base de acoplamento para as bombas (2 un); • Interruptor/sondas de nível (4 un); • Correntes (2 un); • Guias (Sistema de descida de bombas) (2 un); • Válvula de seccionamento DNXXXX (2 un); • Válvula de retenção DNXXXX (2 un); • Juntas de desmontagem (2 un); • Diversos acessórios em XXXX DNXXXX (tês, curvas, flanges, cones, …); • Tubagem em DNXXXX, PN10. • Quadro eléctrico c/ distância máxima de 10 m (1 un); • Cesta em INOX (1 un); • Equipamentos eléctricos para murete técnico (P100 + Terras + Fusíveis) Opcional (1 un); • Tampas em FFD (1 un).

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Legenda: A. Câmara de aspiração B. Câmara de manobras 11. Grupo electrobomba submersível 12. Válvula de seccionamento 13. Válvula de retenção 14. Cesto de gradagem (opcional) 15. Sistema de recolha do cesto de gradagem (opcional) 16. Reguladores de nível 17. Tubagem de entrada 18. Descarregador de emergência (opcional) 19. Extrator eólico (opcional) 20. Vigia 21. Tubagem de compressão 22. Fecho de segurança 23. Apoio de cabos e correntes 24. Tubos-guia


ALARME DE NÍVEL MÁXIMO Opcionalmente é possível a colocação de um sistema de alarme de nível máximo para depósitos estanques, de modo a ser possível controlar com maior precisão quando o depósito atinge o limite da sua capacidade. O Alarme é constituído por duas sondas de condutividade e um quadro eléctrico de comando e alarme. Recomenda-se a utilização deste equipamento em fossas estanques de modo a possibilitar à equipa de manutenção uma maior comodidade de trabalho, não necessitando de visitas periódicas de inspeção aos equipamentos, bem como para facilitar a criação de rotinas de manutenção.

DADOS ELÉTRICOS: Alimentação Tensão

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DEPÓSITO HORIZONTAL COM PÉS

DECANTADOR EM GOMOS

PEÇAS ESPECIAIS

DECANTADOR SUBMERSO

SILOS

PEÇAS MONTADAS NO LOCAL

TUBAGEM

DEPÓSITOS SUBTERRÂNEOS

FILTROS

DEPÓSITOS SUBTERRÂNEOS

CISTERNAS

PEÇAS MONTADAS NO LOCAL

COBERTURAS

Limpágua Angola Pavilhão 9 e 10 Estrada de Viana, Catete Luanda | Angola

T. +244 943 021 124 F. +244 929 346 630 E. geral@limpagua.com W. www.limpagua.com

EQUIPAMENTOS PARA AMBIENTE

PULTRUDIDOS


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