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Portal D24

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Pesquisador cria kit de diagnóstico rápido do rotavírus

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Data: 29/10/2012

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Pesquisador cria kit de diagnóstico rápido do rotavírus Dados da Sociedade Brasileira de Imunizações apontam a diarreia como a segunda maior causa de morte entre crianças de até 5 anos em todo o Brasil. Normalmente, ela é causada por um vírus denominado rotavírus, que ataca as mucosas do intestino inviabilizando a absorção de líquido e causando uma grave desidratação. Preocupados com este cenário, os pesquisadores do Instituto Leônidas e Maria Deane (ILMD/Fiocruz), Paulo Nogueira e Patrícia Orlandi, iniciaram um projeto de pesquisa voltado a desenvolver um kit para diagnóstico rápido e preciso da presença do rotavírus no organismo. O estudo está sendo desenvolvido desde 2006 com recursos na ordem de R$ 100 mil repassados por meio do Programa de Pesquisa para o SUS: gestão compartilhada em saúde (PPSUS), da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (FAPEAM), em parceira com a Universidade Federal do Amazonas (Ufam). O pesquisador Paulo Nogueira esclareceu que o objetivo das pesquisas é chegar a uma fita — semelhante à utilizada em testes de gravidez — para que se possa ter um diagnóstico rápido do vírus. Testes Paulo Nogueira contou que a ideia surgiu a partir de um trabalho realizado pela pesquisadora Patrícia Orlandi, em Porto Velho, no ano de 2006, no qual o foco da pesquisa era a etimologia das


diarreias infantins. “Ela verificou que a principal causa é o rotavírus e isso motivou nossa pesquisa. Atualmente, os kits de diagnósticos são importados e além de serem caros, não são tão rápidos quanto nossa proposta”, enfatizou. No Amazonas, as pesquisas iniciaram com o auxílio de camundongos e coelhos que são imunizados e depois infectados para se testar a eficácia da nova técnica de diagnóstico. “Desenvolvemos antígenos do vírus e os utilizamos para imunizar os coelhos e camundongos. Depois, infectamos os animais para montar um sistema de teste. Por meio do sistema, testamos a eficácia do kit na detecção do rotavírus nas fezes do animal”, esclareceu. Hibridoma Nogueira explicou que o desenvolvimento do antígeno exige uma grande quantidade de infectados com o rotavírus. Para solucionar essa dificuldade, os pesquisadores desenvolveram uma linhagem celular, denominada de hibridoma, na qual os antígenos são produzidos em larga quantidade. Por meio da hibridoma, é possível desenvolver e produzir anticorpos monoclonais — clonados e imortalizados — que produzem o mesmo anticorpo em resposta ao rotavírus. Para produzir a hibridoma e os anticorpos monoclonais, Nogueira explicou que são removidos linfócitos B — células que constituem o sistema imune — do baço dos camundongos. Os linfócitos B são "fundidos com células de tumores, normalmente os cancerígenos, que têm a capacidade de se reproduzir igualitariamente por tempo indefinido". "Ao invés de termos de sacrificar vários camundongos para testar a eficiência do kit, nós sacrificamos um animal para retirar os linfócitos do baço e o fundimos com essa célula cancerígena. Dessa forma, conseguimos produzir anticorpos iguais em grande quantidade. Esse método já é um dos grandes resultado da pesquisa", esclareceu Nogueira. Paulo Nogueira garantiu que o projeto do Kit está 95% concluído, restando apenas o teste de sensibilidade dos antígenos e anticorpos produzidos. “Tivemos alguns problemas com equipamentos que queimaram e isso atrasou os nossos resultados, mas até o final deste ano concluiremos os testes de sensibilidade para começar a testar a eficiência dos kits de diagnóstico rápido em humanos”, adiantou. Entenda o rotavírus O rotavírus é o agente etiológico causador da rotavirose, doença que tem como principais sintomas a diarreia abundante com duração de três a oito dias, vômito e febre alta. Uma das complicações é a desidratação grava, que se não for tratada de forma rápida pode ser fatal. A transmissão ocorre pelo contato com secreções de pessoas infectadas ou pela ingestão de alimentos contaminados. A prevenção é feita por meio de cuidados simples com a higiene pessoal como: lavar as mãos antes de preparar os alimentos, antes das refeições e após usar o banheiro. Segundo dados do Ministério da Saúde, cerca de 300 mil internações no Sistema Único de Saúde (SUS) e, aproximadamente, 850 óbitos em todo País são referentes a crianças infectadas pelo rotavírus. A vacina contra o rotavírus faz parte do Calendário Nacional de Vacinação e é oferecida para crianças menores de seis meses em todos os postos de saúde do Brasil.


Sobre o PPSUS O programa tem por objetivo contribuir para o desenvolvimento de pesquisas que auxiliem na resolução dos problemas prioritários de saúde e para o fortalecimento da gestão do SUS no Estado do Amazonas. O PPSUS foi implementado em 2004, pela FAPEAM, em parceria com o Ministério da Saúde, por meio do Departamento de Ciência e Tecnologia da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos (Decit/SCTIE), do Ministério da Saúde (MS) e Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).


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Site manchete

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Assunto: Fapeam encerra prazo para seleção na área de Comunicação, no AM ( ) Release da assessoria de imprensa (X) Matéria articulada pela assessoria ( ) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 29/10/2012

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Fapeam encerra prazo para seleção na área de Comunicação, no AM

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (FAPEAM) encerra, nesta sexta-feira (26), as inscrições para o Processo Seletivo Simplificado do Programa de Apoio à Divulgação da Ciência – Comunicação Científica. O processo disponibiliza 13 vagas para profissionais e estudantes nas áreas de Jornalismo, Rádio, TV e Vídeo, Fotografia e Relações Públicas. (Veja o edital) De acordo com o editação de seleção, os aprovados na seleção vão atuar no desenvolvimento de atividades voltadas para a divulgação da ciência. As bolsas serão implementadas, a partir de novembro deste ano, após passarem pelas etapas de avaliação de currículo/portfólio e prova prática. Há duas vagas para profissionais da área de Relações Públicas. Ainda há previsão de vagas para quatro estudantes que cursam Jornalismo a partir do 4º período e não cursando o último ano da faculdade; uma vaga para estudante atuante na área de rádio; uma vaga para graduandos na área de TV e Vídeo; uma vaga para estudantes na área de Fotografia; e duas vagas para estudantes na área de Relações Públicas. Entre os requisitos para os candidatos graduandos está a necessidade de estar cursando a partir do quarto período do curso superior exigido, de acordo com cada área. Para se inscrever os candidatos devem se cadastrar no SigFapeam, acessar o sistema e preencher os formulário de inscrição online específico para a seleção disponível. Devem ainda atentar para os


documentos e procedimentos exigidos na Chamada da Seleção, e entregá-los em envelope lacrado no protocolo da FAPEAM, até as 13h do dia 19 de outubro.

http://manchette.com.br/fapeam-encerra-prazo-para-selecao-na-area-de-comunicacao-no-am/


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Portal G1 Amazonas

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Assunto: Programa para jovens cientistas está com inscrições abertas no Amazonas ( ) Release da assessoria de imprensa (X) Matéria articulada pela assessoria ( ) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 29/10/2012

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Programa para jovens cientistas está com inscrições abertas no Amazonas Inscrições terminam na próxima quarta (31). Projeto é desenvolvido pela Fapeam, no Amazonas. O Programa Jovem Cientista Amazônida (JCA) está com as inscrições abertas até o dia 31 de outubro. Podem participar do projeto da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) pesquisadores de instituições de pesquisa e/ou do Ensino Superior, organizações governamentais e não governamentais sediadas no Amazonas, estudantes do Ensino Fundamental e Médio da rede pública de ensino ou pessoas que possuem relação direta com Áreas Protegidas no Amazonas. Segundo a diretora-presidente do programa, Maria Olívia Simão, o JCA busca estimular o desenvolvimento de pesquisas científicas voltadas questões associadas às Áreas Protegidas do Amazonas. saiba mais • Ministro discute plano de ciência e tecnologia para Norte do Brasil, no AM • Fapeam libera investimentos de R$ 12 milhões no setor científico, no AM • 9ª Semana de Ciência e Tecnologia encerra com premiações, no AM Entre os critérios de avaliação estão a caracterização da proposta como projeto de pesquisa e a caracterização de forma clara, das atividades a serem desenvolvidas junto aos professores e alunos das escolas e as atividades desenvolvidas dentro da área protegida.


As pesquisas devem ser desenvolvidas em linhas temáticas classificadas de acordo com as instituições parceiras incluindo-se em: Conservação e Diagnóstico da Biodiversidade, Manejo de Recursos Naturais, Socioambiental e Socioeconômico, Sociocultural, Mercado de Produtos Naturais e Politicas Públicas.

http://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2012/10/programa-para-jovens-cientistas-esta-cominscricoes-abertas-no-amazonas.html


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Amazon ECO

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Assunto: Especialistas discutem compensação ambiental no Amazonas ( ) Release da assessoria de imprensa () Matéria articulada pela assessoria ( X ) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 29/10/2012

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Especialistas discutem compensação ambiental no Amazonas

O Governo do Amazonas realizou nos dias 25 e 26, uma ampla discussão acerca das compensações ambientais no Estado do Amazonas. Especialistas e técnicos de órgãos direcionados a este segmento se reuniram no Centro de Biotecnologia da Amazônia (CBA), no "Workshop sobre Compensações Ambientais no Brasil", a fim de discutir as bases conceituais e jurídicas sobre o tema no Brasil, quais os procedimentos para a valoração e aplicação dos recursos advindos da compensação ambiental e subsidiar a elaboração do Decreto de Regulamentação no Estado do Amazonas. O evento foi uma realização da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SDS), em parceria com a Agência Internacional de Cooperação Alemã (GIZ) e apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam). A titular da SDS,Nádia Ferreira, explicou que estava sendo discutido um tema novo, tanto no âmbito do governo federal quanto no estadual, e destacou a necessidade de regulamentação dos Estados nesse segmento, a partir de suas realidades locais, ressaltando, ainda, os desafios para o Estado do Amazonas. "Todos os empreendimentos em que há exigências de estudos de impactos ambientais requer uma compensação, um pagamento que seja revertido para as Unidades de Conservação. Nosso grande


desafio, é que no Amazonas 80% das áreas protegidas são de Uso Sustentável, em que moram cerca de 10 famílias. Esses recursos serão muito bem vindos para aplicar e gerar melhor qualidade de vida para essas pessoas, além da conservação da biodiversidade. Estamos seguindo a orientação do governador Omar Aziz, que é valorizar as pessoas", disse Nádia. Decreto – Durante os dois dias foi apreciado um Decreto que está sendo trabalhado e discutido para que o governador Omar Aziz possa regulamentar as compensações no Estado do Amazonas. "Não é uma lei, mas sim um Decreto regulamentador de uma lei já existente em nosso Estado que criou o Sistema Estadual das Unidades de Conservação (Seuc). Cabe, agora, regulamentar os artigos desta lei, destinando esses recursos para as nossas Unidades de Conservação, não apenas as estaduais, mas também as municipais, que compõem o Cadastro Nacional de Unidade de Conservação", explica a secretária. Contribuição - O Ministério Público Federal (MPF) foi um dos órgãos presentes no evento, que visou orientar e contribuir no aperfeiçoamento do Decreto. "Nós buscamos contribuir para aprimorar a legislação estadual, fazendo com que esse instrumento de tutela do meio ambiente, que é a compensação ambiental, seja adequado às suas finalidades que é a consolidação de Unidades de Conservação", disse Leonardo Andrade Macedo, Procurador da República no Estado do Amazonas do MPF. Ele explicou, ainda, que a legislação federal, no caso a lei 9.985, diz que prioritariamente os recursos são destinados às Unidades de Conservação de Proteção Integral, mas, que há uma ressalva no artigo 36, parágrafo 3º. segundo a qual, quando uma Unidade de Uso Sustentável é afetada diretamente, pode-se fazer jus a esse recurso a compensação ambiental. O Decreto também recebeu contribuições de outros Estados, que já contam com experiências de compensação ambiental, como por exemplo, o Estado de Pernambuco, representado pelo Coordenador Jurídico da Agência Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Pedro Esteves, que compartilhou a experiência do Estado na fixação, cobrança, destinação, repartição e aplicação de compensação. "Nós temos uma experiência longa em matéria de compensação, e desde junho de 2009, temos uma legislação própria, com especificidades quando comparada à legislação do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC). Basicamente a contribuição que viemos reiterar é no sentido de apontar as soluções regionalizadas, e de que maneira isso pode servir de paradigma ou de pelo menos orientação geral para informar o processo que o Estado do Amazonas está levando adiante em matéria de compensação", ressalta Esteves. O evento contou com a participação também de representantes dos Estados do Rio de Janeiro e Paraná. Experiência no Amazonas - O primeiro exemplo de Compensação Ambiental no Amazonas foi com a construção o Gasoduto Coari-Manaus, quando foram destinados 21 milhões de reais, a partir da legislação federal. O recurso gerenciado pela SDS por meio do Centro Estadual de Unidades de Conservação (Ceuc) identificou 17 Unidades de Conservação para a aplicação desses recursos, incluindo duas no município de Manacapuru, em função da influência desse empreendimento no local. Compensação Ambiental - A compensação ambiental tem fundamento no artigo 36 da Lei Federal nº. 9.985/2000, que instituiu o Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC), e pode ser conceituada como o mecanismo legal que obriga as pessoas físicas ou jurídicas a compensarem os


efeitos dos impactos ambientais negativos não mitigáveis ocasionados pela implantação e operação de empreendimentos potencialmente causadores de significativo impacto ambiental, assim definido pelo órgão ambiental licenciador, por meio da implantação e implementação de unidades de conservação federais, estaduais, municipais e privadas, existentes ou a serem criadas, na região afetada. No Estado do Amazonas, a Compensação Ambiental (CA) está prevista nos artigos 53 e 54 da Lei Complementar nº. 53/2007. Foto: SDS


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Portal governo do Amazonas

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Assunto: Jovem Cientista Amazônida recebe propostas até 31 de outubro ( ) Release da assessoria de imprensa (x) Matéria articulada pela assessoria ( ) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 29/10/2012

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Jovem Cientista Amazônida recebe propostas até 31 de outubro Os interessados em submeter propostas para o Programa Jovem Cientista Amazônida – Áreas Protegidas (JCA/AP), da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), têm até o dia 31 de outubro para se inscrever. O JCA/AP conta com a parceria da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (SectiAM), Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SDS), Secretaria de Estado para os Povos Indigenas (Seind), Secretaria de Estado de Educação (Seduc-AM) e Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBIO). De acordo com o Edital 016/2012-JCA/AP, podem participar pesquisadores de instituições de pesquisa e/ou Ensino Superior, organizações governamentais e não governamentais sediadas no Amazonas, de comprovada experiência científica ou tecnológica, estudantes e professores dos ensinos Fundamental II (a partir do 6º ano) e Médio da rede pública de ensino, Educação de Jovens e Adultos (EJA), Educação Indígena, e de programas de educação rural vinculados a escolas dentro, no entorno ou com relação direta de Áreas Protegidas no Amazonas. Critérios de Avaliação – Entre os critérios de avaliação dos proponentes estão a caracterização da


proposta como projeto de pesquisa e a caracterização de forma clara, das atividades a serem desenvolvidas junto aos professores e alunos das escolas e as atividades desenvolvidas dentro da área protegida. As pesquisas devem ser desenvolvidas em linhas temáticas classificadas de acordo com as instituições parceiras incluindo-se em: Conservação e Diagnóstico da Biodiversidade, Manejo de Recursos Naturais, Socioambiental e Socioeconômico, Sociocultural, Mercado de Produtos Naturais e Politicas Públicas. Sobre o Programa – O Programa Jovem Cientista Amazônida – Área Protegida (JCA/AP) consiste em apoiar, com bolsas e auxílio-pesquisa, pesquisadores de Instituições de Pesquisa e Ensino Superior (Ipes), organizações governamentais e não governamentais de comprovada qualificação em pesquisa científica ou tecnológica sediadas no Estado do Amazonas que desenvolvam pesquisas promovendo a inclusão social de estudantes dos ensinos Fundamental (5ª a 8ª série) e Médio de escolas públicas e de educação indígena.


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Amazonas Notícias

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Assunto: Inovação e Apoio Financeiro para Micro e pequenos empresários ( ) Release da assessoria de imprensa () Matéria articulada pela assessoria ( x) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 29/10/2012

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Inovação e Apoio Financeiro para Micro e pequenos empresários

Na próxima terça-feira (30), às 18h30, a Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (FIEAM) e o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), promovem palestra para micro e pequenas indústrias do Amazonas. O objetivo é apresentar a oportunidade de participação das empresas no Projeto Mobilização para Elevação do Grau de Inovação nas Micro e Pequenas Empresas Industriais do Estado do Amazonas. O evento será realizado no Auditório da Escola SENAI Antônio Simões, localizada na Bola da Suframa, Distrito Industrial. A programação é gratuita e contará com a presença da diretora presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (FAPEAM), Profª. Drª Maria Olívia de Albuquerque, que abordará as oportunidades de apoio financeiro da instituição aos pequenos empreendedores. Em seguida, o microempresário Wellington Moreira, proprietário da panificadora Brioche, apresentará as inovações que precisou desenvolver em sua panificadora. Promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), FIEAM e Sebrae, o projeto possibilita


às empresas capacitação em Gestão da Inovação, diagnóstico nas empresas e consultoria na elaboração de planos de inovação. Segundo o coordenador executivo do projeto, Marcelo Aguiar, o projeto é uma oportunidade imperdível para pequenas indústrias que planejam crescer. “A Inovação traz grandes resultados para as empresas. Muitas vezes a mudança nasce por meio de uma ideia simples, mas gera retorno financeiro, aumento da produtividade e do lucro. O mais importante é que o empresário e sua equipe sejam capacitados para enxergar as inovações e implantá-las no dia a dia”, disse. Mais informações: 3182-9958


VeículO: EMBRAPA AMAZÔNIA OCIDENTAL

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Assunto: Embrapa conta com mais nove projetos no Amazonas ( ) Release da assessoria de imprensa () Matéria articulada pela assessoria ( x) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 29/10/2012

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Embrapa conta com mais nove projetos no Amazonas

A Embrapa Amazônia Ocidental conta com novos projetos aprovados, que passarão a receber recursos da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam). Foram aprovados sete projetos no Programa de Apoio à Pesquisa – Universal Amazonas, Edital 021/2011 e outros dois no Programa de Infraestrutura para Jovens Pesquisadores – Programa Primeiros Projetos - PPP, Edital 010/2011. O chefe de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Amazônia Ocidental, Celso Paulo de Azevedo, destaca que esses nove projetos estão em consonância com a linha de atuação da unidade da Embrapa, atendem seu Planejamento Estratégico. “Além disso é uma resposta da equipe de pesquisadores contratada nos últimos dois anos, o que demonstra um compromisso de integração em busca de solução para problemas amazônicos, pois são projetos voltados para segurança alimentar e produção sustentável”, afirma. O pesquisador Roberval Lima, responsável pelo Núcleo de Produção Vegetal e Meio Ambiente, ressalta que é importante a aprovação desse conjunto de projetos e a organização dos pesquisadores em Núcleos Temáticos, na Embrapa Amazônia Ocidental, refletirá positivamente na integração dessas pesquisas. Os projetos relacionados a pesquisadores do Núcleo de Produção Vegetal e Meio


Ambiente, são “Influência de variáveis do solo no agrupamento de espécies arbóreas na floresta densa de terra firme na Amazônia”, liderado pela Dra. Kátia Emidio; “Manejo integrado para controle da mela em feijoeiro comum no Estado do Amazonas”, liderado pelo Dr. Inocencio Junior; “Biofertilização em cultivo solteiro e consorciado de hortaliças sob manejo orgânico em condições de terra firme no Estado do Amazonas, liderado pela Dra. Marinice Cardoso; “Dinâmica do nitrogênio em terra preta de índio no município de Iranduba- Am”, liderado pelo Dr. Aleksander Muniz ; e “Identificação e manejo da diversidade fúngica associada às sementes de palma de óleo e híbridos interespecíficos”. Liderado pelo Mestre Alex Cisne. “A aprovação destes projetos nos deixa muito satisfeitos, pois indica que nosso foco de pesquisa está alinhado com as necessidades da região Amazônica. Todos esses projetos têm em comum o objetivo de gerar ou aprimorar tecnologias sustentáveis voltadas para o produtor rural amazônico, tornando-o mais competitivo e alavancando a economia da região”, afirma a pesquisadora Fernanda O´Sullivan , co-responsável pelo Núcleo Temático de Produção Animal na Embrapa Amazônia Ocidental. Do total de nove projetos, três estão relacionados ao Núcleo de Produção Animal, sendo dois em aquicultura e um em alimentação animal. Os projetos “Estudos celulares e moleculares da diferenciação sexual do tambaqui (Colossoma macropomum)”, proposto pela pesquisadora da Embrapa Amazônia Ocidental, Dra. Fernanda Loureiro de Almeida O´Sullivan e “Desenvolvimento de protocolos para o controle de doenças parasitárias e bacterianas em tambaqui (Colossoma macropomum) com emprego de produtos naturais”, proposto pela Dra. Edsandra Chagas, buscam, respectivamente, conhecimento sobre a biologia do tambaqui e sobre controle de doenças na espécie, visando melhorias na produção deste importante peixe nativo da região Amazônica. Já o projeto liderado pelo pesquisador Dr. Felipe Tonato propõe alternativa de alimento para o gado da região no período de seca, com o projeto “Uso de milheto e sorgo em sistemas de integração lavoura-pecuária como alternativa alimentar no período seco do ano e seu impacto na matéria orgânica do solo na região amazônica”. Também foi aprovado o projeto “Genômica funcional de fungos fitopatogênicos de importância para a Amazônia”, liderado pelo Dr. Gilvan Ferreira, do Núcleo de Recursos Genéticos, Biotecnologia e Fitossanidade. Gilvan explica que a proposta é analisar e determinar a função dos genes relacionados à patogenicidade (causa principal da doença) ou à virulência (influência no aumento e redução da doença) de fungos das doenças Sigatoka negra e Mal do panamá, que atacam a bananeira, e do fungo da Fusariose da pimenta-do-reino, a fim de traçar estratégias de resistência. O pesquisador explica que esses estudos em Genômica funcional são fundamentais, pois são os primeiros passos que abrem oportunidades futuras para resolver esses problemas, combatendo as doenças sem utilizar agrotóxicos, sem causar danos ambientais, e aumentar a produtividade sem necessidade de expansão de novas áreas.


Veículo: CONFAP

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Assunto: Ida à China define plano de trabalho do Centro de Tecnologia em Bambu ( ) Release da assessoria de imprensa () Matéria articulada pela assessoria ( x) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 29/10/2012

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Ida à China define plano de trabalho do Centro de Tecnologia em Bambu Ascom do MCTI - 29/10/2012 A comitiva brasileira pretende propor a inclusão do intercâmbio de estudantes por meio do programa Ciência sem Fronteiras, iniciativa que não estava prevista inicialmente De quarta-feira (31) até 11 de novembro, uma comitiva brasileira viajará à China para negociar o plano de trabalho do Centro Sino-Brasileiro de Tecnologia do Bambu. O documento vai nortear as ações dos governos brasileiro e chinês nos próximos cinco anos dentro da cooperação bilateral, oficializada pelo memorando de entendimento assinado durante visita da presidenta Dilma Rousseff ao país asiático em abril de 2011. O grupo, coordenado pelo governo federal, reunirá representantes dos ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Educação (MEC) e Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa/Mapa), de instituições de ensino e pesquisa do Acre, de São Paulo e de Minas Gerais e do Serviço Brasileiro do Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), entre outras entidades da iniciativa privada e da sociedade civil. O Centro Sino-Brasileiro de Tecnologia em Bambu compreende a construção de centros de


educação e pesquisa, que atuarão em rede, em ambos os países. Entre as iniciativas, estão previstos intercâmbio de pesquisadores, a realização de seminários e o compartilhamento de resultados alcançados durante as pesquisas. A comitiva brasileira pretende ainda propor a inclusão do intercâmbio de estudantes por meio do programa Ciência sem Fronteiras, iniciativa que não estava prevista inicialmente. Durante a viagem serão definidos a programação e os prazos para a execução do plano de trabalho. Projeto

no

Acre

O primeiro instituto brasileiro que atuará no âmbito da cooperação já está definido: um centro vocacional tecnológico (CVT) a ser construído no Acre, estado que concentra a maior floresta nativa de bambu do país. O MCTI e o MEC investirão ao todo R$ 2 milhões no projeto. O objetivo é implantar ações de pesquisa aplicada e extensão tecnológica no município de Xapuri, para valorização, desenvolvimento tecnológico e manejo sustentado do vegetal como produto agrossilvocultural, capaz de suprir as necessidades ecológicas, econômicas, sociais e culturais do estado. Espera-se beneficiar diretamente 200 famílias, 10% do total das que habitam a Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes, abrangendo uma área aproximada de 970 mil hectares. Está prevista também a atuação do Instituto Agronômico (IAC), de Campinas (SP). A instituição abriga a maior coleção de espécies de bambu na América Latina, segundo o gerente executivo da ação Tecnologias para Cidades Sustentáveis pela Secretaria de Ciência e Tecnologia para Inclusão Social (Secis), Guilherme Wiedman, coordenador da missão. Cooperação A próxima iniciativa, prevista para novembro deste ano, prevê o treinamento de técnicos de centros de pesquisa brasileiros nas instituições chinesas, nas áreas de interesse da cooperação. O treinamento estará focado nas técnicas de propagação e produção de mudas, técnicas de manejo de florestas de bambu e seleção de espécies de interesse comercial para introdução no Brasil. Fonte:

Ascom

do

MCTI

-

Por

Ricardo

Abel


Veículo: CONFAP

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Assunto: Inpe desenvolve câmera astronômica inovadora ( ) Release da assessoria de imprensa () Matéria articulada pela assessoria ( x) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 29/10/2012

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Inpe desenvolve câmera astronômica inovadora Portal Estadão - 29/10/2012 Por obter imagens em quatro cores ao mesmo tempo e permitir medir a polarização da luz, a SPARC4 será única no mundo O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) está desenvolvendo um instrumento inovador para estudos astronômicos. Trata-se de uma câmera que permitirá a realização de fotometria e polarimetria com resolução temporal moderal e em quatro bandas espectrais de modo simultâneo. Denominada Simultaneous Polarimeter and Rapid Camera in Four Bands (SPARC4), o projeto conceitual da câmera é realizado com apoio da FAPESP. Em astronomia, quando se fala de câmeras ópticas, o padrão é que as imagens sejam obtidas em um único intervalo de comprimento de onda (da luz). Por obter imagens em quatro cores ao mesmo tempo e permitir medir a polarização da luz, a SPARC4 será única no mundo. O projeto conceitual do novo instrumento foi aprovado por um comitê de especialistas do Inpe e do Laboratório Nacional de Astrofísica (LNA), externos à equipe técnica do SPARC4. O instrumento deverá ficar pronto no prazo de dois a três anos e será instalado no telescópio de 1,60m do Observatório do Pico dos Dias, coordenado pelo LNA, em Itajubá, Minas Gerais. De acordo com Claudia Vilega Rodrigues, pesquisadora da Divisão de Astrofísica do Inpe, os dados


científicos em astronomia são basicamente informações sobre a luz emitida pelos objetos de interesse – como estrelas e galáxias – , que são obtidos por instrumentos acoplados a telescópios. Também chamados de “medidores de luz”, esses instrumentos medem fluxo, espectro (fluxo como função do comprimento de onda), obtêm imagens e medem polarização, entre outras funções. Já a SPARC4 é bidimensional e, portanto, não obterá imagens. “Com ela nós vamos medir não apenas o fluxo, mas também a polarização”, disse Rodrigues. Fonte: Portal Estadão - www.estadao.com.br


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Assunto: Mecanismo de defesa antioxidante de bactérias é desvendado ( ) Release da assessoria de imprensa () Matéria articulada pela assessoria ( x) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Mecanismo de defesa antioxidante de bactérias é desvendado Portal Estadão - 29/10/2012 Estudo desvendou um dos mecanismos pelos quais certos tipos de bactérias se defendem de ataque do organismo Quando bactérias patogênicas invadem o corpo humano ou de outros mamíferos, as células hospedeiras liberam substâncias tóxicas para tentar se livrar da presença indesejada. Uma nova pesquisa, feita na Universidade de São Paulo (USP), desvendou um dos mecanismos pelos quais certos tipos de bactérias se defendem desse ataque. Os resultados, publicados este mês na PLoS One, abrem caminho para a descoberta de moléculas capazes de inibir o sistema de defesa bacteriano e dificultar o avanço da infecção. A pesquisa, apoiada pela FAPESP, foi feita com a Chromobacterium violaceum, microrganismo que afeta principalmente o fígado e a pele de indivíduos com o sistema imunológico comprometido. “A C. violaceum é uma bactéria oportunista. Pretendemos explorá-la como modelo para estudar patogenicidade porque ela já teve seu genoma sequenciado e é relativamente fácil manipulá-la geneticamente”, explicou Luis Eduardo Soares Netto, supervisor do estudo de pós-doutorado de José Freire da Silva Neto, que deu origem ao artigo. Os cientistas investigaram o mecanismo de produção de uma enzima usada pela bactéria para decompor o peróxido orgânico, substância oxidante liberada pelas células hospedeiras após a invasão.


“O peróxido orgânico causa estresse oxidativo na bactéria, o que dificulta sua reprodução e pode levá-la à morte. Para se defender, o patógeno produz uma enzima antioxidante chamada Ohr. A produção dessa enzima, por sua vez, é regulada por outra proteína – que atua como fator de transcrição – chamada OhrR”, contou Netto. Quando a bactéria está em condição basal, a proteína OhrR fica ligada ao gene responsável pela produção da enzima Ohr. “Dessa forma, impede que o DNA seja transcrito em RNA e que a enzima seja produzida”, disse. Mas, ao entrar em contato com o peróxido orgânico, a OhrR se oxida e se desliga do DNA, permitindo a produção da enzima antioxidante. “Depois que a Ohr cumpre seu papel de decompor o peróxido orgânico, outra enzima chamada tiorredoxina entra em ação para fazer com que o fator de transcrição OhrR se ligue novamente ao gene e iniba a produção de Ohr”, explicou Netto. Esse mecanismo de defesa também está presente em outros gêneros de bactérias, como Streptococcus e Pseudomonas – ambos causadores de doenças respiratórias, infecções cutâneas e sepse em humanos. Também está presente em fitopatógenos como a Xylella fastidiosa, que causa nas laranjeiras a doença clorose variegada de citros, popularmente conhecida como praga do amarelinho. Driblando a defesa “Agora que sabemos como a bactéria se defende, podemos pensar em meios para driblar esse mecanismo. Uma possibilidade seria inibir a produção da enzima Ohr. Outra seria ativar a produção de OhrR, para anular o sistema antioxidante”, disse Netto. O primeiro passo, segundo o pesquisador, seria demonstrar experimentalmente em camundongos que essas manobras genéticas realmente tornariam mais fácil para o organismo hospedeiro combater a bactéria. Os testes ainda estão sendo padronizados, mas a ideia é silenciar os genes da Ohr e da OhrR na C. violaceum e avaliar se isso altera sua capacidade de infectar os animais. “Como não existem homólogos da Ohr e da OhrR em mamíferos ou plantas, se conseguirmos desenhar uma molécula que atue sobre essas proteínas, ela teoricamente teria ação específica sobre a bactéria, sem efeito colateral para o hospedeiro”, afirmou Netto. Embora ainda em fase preliminar, os estudos abrem caminho para o desenvolvimento de novos medicamentos. “Hoje já se sabe que muitos antibióticos têm como mecanismo de ação a geração de estresse oxidativo nas bactérias. Essa questão está ganhando força”, disse. O estudo de pós-doutorado está vinculado ao Projeto Temático “Aspectos biológicos de tióis: estrutura proteica, defesa antioxidante, sinalização e estados redox” , coordenado por Netto. Também está ligado ao Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT) de Processos Redox em Biomedicina (Redoxoma). Fonte: Portal Estadão - www.estadao.com.br


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Assunto: Experiência brasileira pode ajudar a expandir sistema de C&T da Argentina ( ) Release da assessoria de imprensa () Matéria articulada pela assessoria ( x) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Experiência brasileira pode ajudar a expandir sistema de C&T da Argentina Agência Gestão CT&I de Notícias - 29/10/2012 Desde 2003, o governo do país vizinho, vem lançado uma série de medidas para reverter o processo de desindustrialização que ocorreu nas décadas de 1980 e 1990 As semelhanças entre Brasil e Argentina ultrapassam o gosto pelo futebol ou pelos períodos instáveis que ambos Estados enfrentaram durante as ditaduras da década de 1970. No campo da ciência e da tecnologia (C&T), os países vizinhos têm os mesmos obstáculos para ultrapassar: impulsionar o investimento privado em pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I) e agregar valor ao que é exportado. No entanto, com uma economia mais robusta e investimentos no setor cada vez maiores, algumas ações brasileiras podem se tornar modelo para que a Argentina construa um sistema de ciência, tecnologia e inovação mais amplo. Essa é opinião da secretária de Planejamento e Políticas de Ciência, Tecnologia e Inovação Produtiva do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação Produtiva (MinCyT) da Argentina, Ruth Ladenheim. “Nosso desafio é incrementar a pesquisa para estimular o avanço tecnológico. Para isso temos que articular a produção de conhecimento na Argentina, com a colaboração dos países sul-americanos, em especial o Brasil”, disse Landenheim após assinar um acordo de cooperação técnica com o Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE).


O objetivo das instituições é unir esforços para coordenar e compartilhar conhecimentos e experiências entre Brasil e Argentina na capacitação de recursos humanos. Para isso, o governo do país vizinho tem apostado na repatriação de pesquisadores que atuam, principalmente nos Estados Unidos e Europa. “Criamos uma rede na internet para que os pesquisadores saibam está acontecendo no setor na Argentina. Financiamos a reinserção dos pesquisadores, damos a eles financiamento para os projetos, a possibilidade de contratar bolsistas, comprar equipamentos e lhes asseguramos um posto numa universidade”, explicou a secretária. Segundo ela, já foram repatriados mais de 900 pesquisadores, a maioria jovens. Para alocar esses profissionais, a Argentina criou uma agência de fomento, parecida com a Finep, para alocar recursos em áreas estratégicas definidas pelo governo. Com 40 instrumentos de financiamento, cerca de 20 são dedicados a promover a inovação nas empresas fundamentalmente pequenas e médias, o MinCyT garante que o dinheiro só é aplicado num determinado setor depois de ter certeza que haverá demanda por parte dos empresários para evitar desperdício. Nos dias 5 e 6 de novembro, uma comitiva do MCTI vai até a capital Buenos Aires para apresentar o modelo brasileiro de financiamento de programas e projetos do Sistema de Ciência, Tecnologia e Inovação, baseado nos fundos setoriais que formam o Fundo Nacional de Ciência e Tecnologia (FNDCT). “Este exemplo servirá para a evolução das políticas públicas do país na área de ciência, tecnologia e inovação. Estes são fatores catalisadores para impulsionar a economia argentina”, afirmou a secretária de Planejamento e Políticas de Ciência, Tecnologia e Inovação Produtiva da Argentina. Start-ups Desde 2003, o governo do país vizinho, vem lançado uma série de medidas para reverter o processo de desindustrialização que ocorreu nas décadas de 1980 e 1990. Uma dessas ações é o programa Capital Semilla, voltado para criar empresas de base tecnológica. A política, segundo Ruth Ladenheim, não está funcionando bem. “Não estamos alcançando os resultados que esperávamos. Existem obstáculos que não são inerentes à política tecnológica e sim a obstáculos mais macroeconômicos, de política industrial e de vários níveis que fazem com que o programa não seja tão eficaz”, lamenta. A capacitação de profissionais de C&T para gestão negócios é uma das áreas que os dois países devem trocar experiências. “Estamos formando em todo o país gestores tecnológicos. Esse era um recurso humano completamente inexistente na Argentina. Pessoas que conhecem de C&T e que saibam como desenvolver negócios tecnológicos”, conta a secretária do governo argentino. O cursos de especialização têm um ano de duração. O programa se complementa com bolsas oferecidas pelo governo para que tecnólogos e engenheiros completem a especialização na Fundação Getúlio Vargas. Fonte: Agência Gestão CT&I de Notícias - www.agenciacti.com.br


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Assunto: Capes e CNPq divulgam editais para olimpíadas e feiras de Ciências ( ) Release da assessoria de imprensa () Matéria articulada pela assessoria ( x) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Capes e CNPq divulgam editais para olimpíadas e feiras de Ciências Portal Capes - 29/10/2012 As propostas aprovadas para Feiras e Mostras Científicas serão financiadas com recursos no valor global estimado de R$ 8,9 milhões A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) lançaram nesta semana as chamadas públicas com o objetivo selecionar propostas para a realização de Olimpíadas Científicas, Feiras de Ciências e Mostras Científicas. As inscrições vão até o dia 22 de novembro. Olimpíadas científicas, feiras de ciências e mostras científicas são instrumentos de melhoria dos ensinos fundamental e médio, para identificar jovens talentosos que podem ser estimulados a seguir carreiras técnicocientíficas. As propostas a serem apoiadas deverão ter prazo máximo de execução estabelecido em 12 meses. As propostas aprovadas para olímpiadas científicas serão financiadas com recursos no valor global estimado de R$ 3,3 milhões para aquisição de material de consumo, passagens e diárias, material bibliográfico, entre outros. A chamada também prevê o apoio para a realização de olimpíadas internacionais no Brasil. As propostas aprovadas para Feiras e Mostras Científicas serão financiadas com recursos no valor global estimado de R$ 8,9 milhões, sendo que o valor do apoio depende da abrangência do evento,


se nacional, estadual ou municipal/distrital. A chamada prevê o apoio ainda às Mostras Científicas Itinerantes (em especial planetários móveis). Para ambas chamadas, o proponente deve ser obrigatoriamente o coordenador do projeto e ter vínculo formal com a instituição de execução. A equipe técnica poderá ser constituída por pesquisadores, alunos e técnicos. Outros profissionais poderão integrar a equipe na qualidade de colaboradores. Fonte: Portal Capes - www.capes.gov.br


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Assunto: Publicações científicas recebem apoio financeiro ( ) Release da assessoria de imprensa () Matéria articulada pela assessoria ( x) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Publicações científicas recebem apoio financeiro Assessoria de Comunicação Social do CNPq - 29/10/2012 As propostas devem ser encaminhadas ao CNPq exclusivamente pela internet Estão abertas, até 20 de novembro, as inscrições para a chamada pública 09/2012, que tem por objetivo incentivar a editoração e publicação de periódicos científicos em todas as áreas do conhecimento no país, numa parceria entre o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). Será priorizado o apoio às revistas divulgadas por meio eletrônico, na internet, em modo de acesso aberto, ou nos formatos impresso e eletrônico simultaneamente. Os recursos disponíveis somam R$ 6 milhões, sendo R$ 3 milhões do orçamento do CNPq e R$ 3 milhões, da Capes. As propostas devem ser encaminhadas ao CNPq exclusivamente pela internet, por intermédio do Formulário de Propostas On line, disponível na Plataforma Carlos Chagas, acompanhado de arquivo contendo o projeto. A chamada e o regulamento podem ser conferidos no site do CNPq clicando aqui. Esclarecimentos e informações adicionais sobre a chamada podem ser obtidos pelo endereço eletrônico: editoracao@cnpq.br. Fonte:

Assessoria

de

Comunicação

Social

do

CNPq


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Assunto: Ciência, tecnologia e inovação como imperativos para o desenvolvimento ( ) Release da assessoria de imprensa () Matéria articulada pela assessoria ( x) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Ciência, tecnologia e inovação como imperativos para o desenvolvimento No 2o Encontro Preparatório para o Fórum Mundial de Ciência, o Reitor da UFMG, Clélio Campolina, destaca os desafios brasileiros e o caminho para o desenvolvimento do país Teve início nesta manhã (29/10), no auditório da Reitoria da UFMG, o 2 o Encontro Preparatório para o Fórum Mundial de Ciência. O objetivo do encontro é debater temas pertinentes ao Fórum Mundial de Ciência – que será realizado pela primeira vez no Brasil, em 2013, no Rio de Janeiro (RJ) – e também identificar demandas e recomendações que irão compor um documento nacional. Na abertura, o Presidente da Academia Brasileira de Ciência (ABC), Jacob Palis, destacou que o evento representa um momento especial para o Brasil “Nossa ciência tem progredido e conquistado visibilidade mundial. Devemos aproveitar o reconhecimento e avançar”, disse. O Secretário Executivo do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Luis Antônio Elias, ressaltou a importância do investimento dos recursos do Pré-sal em educação, ciência e tecnologia. “Tiramos 40 milhões de pessoas da pobreza, melhoramos a formação de recursos humanos e também a nossa capacidade de empreender na área de ciência. O desafio agora é saber


como daremos um salto de qualidade rumo ao desenvolvimento. Um dos objetivos deste encontro é dar contribuições à esta questão”, pontuou. Para a representante da Associação Nacional de Pós Graduandos (ANPG), Luana Bononi, o país está em um momento de efervescência da ciência brasileira, citando o Programa Ciência Sem Fronteiras, a expansão das universidades brasileiras e o aumento das bolsas de pós-graduação. Desafios brasileiros Crise global, mudanças geopolíticas e os desafios brasileiros foi o tema da palestra do reitor da UFMG, Clélio Campolina. Ele apresentou um panorama da economia mundial e citou a dificuldade que o mundo está em distribuir um novo padrão de governança. “Embora os pesos sejam diferentes, já enxergamos a mudança. A China, a Índia e o Brasil continuam crescendo e um dos indicadores é a produção científica”, pontua. Campolina citou as vantagens e os desafios estruturais para o desenvolvimento brasileiro. “Temos muitas vantagens para avançar, como nossa extensa área territorial, os recursos naturais, a biodiversidade, a população, a identidade cultural, a estabilidade política e os avanços científicos recentes”, elencou. Como desafios ele cita a baixa escolaridade, como um dos mais graves problemas brasileiros. Além da desigualdade social, entraves burocráticos, monolinguismo (maioria dos estudantes não fala inglês) e a baixa integração das instituições de pesquisa com a comunidade cientifica e com as atividades produtivas. Para o reitor, os caminhos para a modernização das universidades devem partir de uma reestruturação da gestão acadêmica e administrativa, capacitação de línguas estrangeiras para brasileiros e de língua portuguesa para estrangeiros e ampliação de recursos para pesquisa. “A ciência, a tecnologia e a inovação são a base do desenvolvimento de uma nação”, finalizou. Fonte: Assessoria de Comunicação Social / FAPEMIG


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Assunto: No primeiro ano do Pronatec, 720 mil alunos se matricularam ( ) Release da assessoria de imprensa () Matéria articulada pela assessoria ( x) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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No primeiro ano do Pronatec, 720 mil alunos se matricularam Ao comentar o primeiro ano do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), a presidente Dilma Rousseff disse hoje (29) que cerca de 720 mil alunos já se matricularam no ensino técnico. “Queremos ampliar esse número ainda mais”, completou. No programa semanal ‘Café com a Presidenta’, Dilma lembrou que o Pronatec amplia o acesso ao ensino técnico oferecido em escolas federais e estaduais e também em escolas do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e do Serviço Nacional do Comércio (Senac). “Com o Pronatec, queremos que o País, cada vez mais, tenha uma geração de jovens com formação técnica de qualidade, capazes de melhorar nossos produtos e serviços e contribuir para ampliar a competitividade da nossa economia”, destacou. Para a presidente, o programa também auxilia na redução da evasão escolar, uma vez que fortalece o ensino médio integrado, direcionado para a formação profissional, o que torna a escola mais atraente para os alunos. “O Pronatec oferece à economia uma mão de obra da mais alta qualidade, porque as disciplinas do curso técnico são integradas às disciplinas do ensino médio regular, proporcionando maior embasamento científico e tecnológico para o estudante”, explicou. Segundo Dilma, o governo está expandindo a Rede Federal de Educação Profissional Científica e Tecnológica. Este ano, a previsão é que 76 novas escolas técnicas federais comecem a funcionar. Até o final de 2014, expectativa é que mais 132 escolas federais sejam entregues. De acordo com a presidente, o Senai está investindo R$ 1,5 bilhão, financiados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), para construir 53 novas escolas e modernizar e ampliar 251 escolas já existentes. Outra estratégia consiste em um acordo com o


instituto alemão Fraunhofer na tentativa de montar 85 centros de inovação e de serviços tecnológicos. “Todo o nosso esforço é para qualificar os nossos jovens e nossos trabalhadores em todo o País e aumentar a competitividade das nossas empresas, o que ajuda a melhorar os salários dos trabalhadores e a fazer a renda das famílias crescer ainda mais”, ressaltou Dilma. Fonte: Agência Brasil


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Assunto: Pesquisa realizada na Cidade de Deus mostra ser possível usar tecnologia para ciências sociais ( ) Release da assessoria de imprensa () Matéria articulada pela assessoria ( x) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Pesquisa realizada na Cidade de Deus mostra ser possível usar tecnologia para ciências sociais Um sistema desenvolvido pelo Centro de Tecnologia e Sociedade (CTS) da Escola de Direito da Fundação Getulio Vargas (FGV Direito Rio) promete mudar as pesquisas na área social. Os resultados do programa piloto, feito com moradores da Cidade de Deus, em Jacarepaguá, zona oeste do Rio, foram divulgados nesta sexta feira (26). De acordo com Ronaldo Lemos, coordenador do CTS-FGV, a ideia é revolucionar o sistema de pesquisa usando a tecnologia e a internet. “A gente primeiro estudou como era toda a questão da presença da tecnologia na Cidade de Deus. Então viu que as lan houses têm uma presença importante na Cidade de Deus. Hoje há até um declínio das lan houses nas comunidades, por causa do celular. Então, além de usar a lan house como um lugar onde as pessoas podiam ir para responder à pesquisa, a gente usou também celulares com 3G, inclusive com as pessoas participando nas ruas, podendo responder à pesquisa pelo celular e parcerias com instituições locais”. Todo o trabalho preparatório durou três meses, tempo necessário para desenvolver o que seria perguntado na pesquisa e como seria a estratégia para entrar na comunidade. “A ideia foi integrar a pesquisa aos hábitosonline que já existiam na cidade. O primeiro passou foi entender onde a internet e a tecnologia estavam presentes, depois foi feito uma campanha de mobilização e parceria com as entidades. Nós queríamos mostrar que é possível utilizar a tecnologia para ciências sociais, mesmo


em comunidades carentes que enfrentam a exclusão digital”. O projeto foi desenvolvido por meio de uma parceria da FGV com o Banco Mundial e a Fundação Ford. De acordo com Lemos, existe demanda para levar o sistema para o Haiti e para o Marrocos. “Uma vez que a plataforma está feita, você muda as perguntas. A gente fez agora sobre UPP, mas pode haver depois uma outra questão que se torne importante para a Cidade de Deus, aí você atualiza a plataforma e faz uma nova rodada de pesquisa, então isso dá uma voz permanente para a comunidade”. O trabalho foi feito com duas equipes, uma interna na FGV e outra na Cidade de Deus. “O próprio desenho da pesquisa levou três meses para ser feito e foi decidido com o pessoal da comunidade. O nome da pesquisa foi decidido na comunidade”, explica o coordenador. A metodologia utiliza a comparação. São apresentadas duas opções para a pessoa decidir o que acha melhor, criando, ao final do processo, um ranking de preferências da população pesquisada. De acordo com as respostas, a pessoa é direcionada para perguntas específicas sobre o tema de interesse. “Isso evita que uma pessoa que não saiba nada de educação tenha que responder perguntas sobre o tema, por exemplo”. Um site foi criado exclusivamente para a pesquisa, que foi desenvolvida para ser respondida em até sete minutos. Lemos afirma que também foi incentivado que a própria pessoa respondesse e não o pesquisador em campo. “Isso é muito novo, porque a internet é usada para um monte de coisa, mas há poucos experimentos, especialmente no Brasil, para fazer pesquisa para valer. Geralmente quando esses usos de tecnologia ocorrem, eles não têm a ver com comunidade carente, têm a ver com pesquisa de consumo, valor de marca, coisas desse tipo. E o que a gente queria era experimentar o uso de tecnologia não pensando em um universo classes A e B, mas em comunidades carentes, pensando em política pública.” De acordo com a líder de Projeto do CTS-FGV, Joana Varon, um ponto fundamental para o sucesso da pesquisa e adesão da comunidade é a parceria com pessoas do local, que passem credibilidade e legitimidade para a população. Joana explica que o custo do projeto completo foi US$ 35 mil, mas, agora que o sistema está desenvolvido, a aplicação fica bem mais barata. “Agora já tem o código, que vai ser aberto, e a metodologia a gente vai publicar. Claro que tem que sempre adaptar para as realidades locais, mas essas adaptações você faz também escolhendo os agentes de campo, que é o ponto-chave. E se for replicado teria o custo só de pessoal e de quem for analisar os dados”. Os resultados completos da pesquisa Melhora Comunidade, na Cidade de Deus, estão disponíveis no site http://www.insightnet.com.br/clientes/download.html. Fonte: Agência Brasil


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Brasil se prepara para o 6º Fórum Mundial de Ciência

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Data: 29/10/2012

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Brasil se prepara para o 6º Fórum Mundial de Ciência Cientistas, estudantes, gestores e representantes da sociedade participam, a partir de hoje (29), em Belo Horizonte, da segunda reunião preparatória para o evento. Discutir o papel da "Ciência para o desenvolvimento global". Esse é o objetivo do 6º Fórum Mundial de Ciência (FMC), que será realizado, no Rio de Janeiro, nos dias 25 e 26 de novembro de 2013. É a primeira vez que o evento será realizado fora da Europa. A novidade tem mobilizado cientistas, estudantes, gestores e representantes da sociedade brasileira, que participam de reuniões preparatórias para levantar sugestões e recomendações a serem debatidas no encontro internacional.

Hoje (29) e na terça-feira (30), ocorre em Belo Horizonte a segunda reunião preparatória para o evento, com a participação da presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Helena Nader, do secretário executivo do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Luiz Antonio Elias, do diretor de Popularização e Difusão de Ciência e Tecnologia da Secretaria de Ciência e Tecnologia para Inclusão Social (Secis/MCTI), Ildeu Moreira e do presidente da Academia Brasileira de Ciências (ABC), Jacob Palis.

Ao todo estão previstas sete reuniões neste período de um ano. A primeira aconteceu no final de agosto, em São Paulo. Agora, é a vez da capital mineira sediar as discussões, que serão na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Estão programados encontros no Amazonas, na Bahia, em Pernambuco, em Porto Alegre e em Brasília.


Os encontros são realizados por um grupo de trabalho, envolvendo governo, entidades da área científica e conselhos ligados às secretarias estaduais de ciência e tecnologia, fundações de apoio à pesquisa, entre outras instituições. "Esperamos, ao final, produzir um documento e um manifesto que será lido no fórum em 2013", afirmou Elias, que integra a mesa solene de abertura do evento desta segunda-feira.

Reconhecimento - Para Elias, a escolha pelo Brasil é o reconhecimento pleno do avanço obtido pelo País na área, que hoje ocupa a 13ª posição no ranking mundial na produção de artigos científicos nos melhores periódicos internacionais. O representante do MCTI identifica, ainda, o deslocamento do evento para a América Latina como resultado do esforço brasileiro e dos países da região na promoção de mudanças estruturais no aspecto da formação de recursos humanos; da capacidade de infraestrutura de pesquisa e laboratorial interna; e da ampliação da importância do conhecimento como gerador do processo de competitividade para suas economias.

Ele conta que os representantes latino-americanos tiveram uma participação efetiva no Fórum de Budapeste, em 2009, quando elaboraram um documento comum, mostrando o avanço da ciência em seus países. "Então, esse fórum que se realizará em novembro de 2013 é significativo para que possamos avançar, cada vez mais, e estruturalmente, na questão do conhecimento em nosso país. Esse evento pode representar um marco. Um divisor que ampliará, cada vez mais, essa participação", frisa Elias. Educação - Na terça-feira (30), especialistas vão debater sobre o tema "Desafios para o desenvolvimento científico e tecnológico nos trópicos". A proposta é abordar questões como habitação, transporte, emprego, meio ambiente e o papel da ciência e tecnologia na busca por soluções sustentáveis, além de questões relativas à ética na produção científica, à educação e ao acesso ao conhecimento.

O diretor de Popularização e Difusão de Ciência e Tecnologia do MCTI, Ildeu Moreira, participa, às 9h, do painel "Educação em ciência e acesso ao conhecimento", no auditório da reitoria da UFMG. O debate tem como proposta abordar mecanismos que assegurem o efetivo acesso da população ao conhecimento científico.

Na palestra "Museus e centros de ciência: espaços alternativos para difusão e acesso ao conhecimento", Moreira falará sobre a importância dos museus e dos espaços de ciência para a popularização do conhecimento. A ideia é discutir como políticas - para estimular, renovar, criar e desenvolver espaços de ciência e cultura - são importantes para o Brasil e para o mundo.

"Essa é uma atividade que acontece no mundo inteiro. Os museus da Europa e dos Estados Unidos, por exemplo, são instrumentos importantes de formação de uma cultura científica, de discussão da política, de interdisciplinariedade e de apoio ao sistema formal de ensino", aponta o físico, coordenador da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, evento realizado pelo MCTI desde 2004 com o objetivo de popularizar a ciência em todo o País.

Em Belo Horizonte, o encontro preparatório é organizado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig) com a UFMG, a ABC e a SBPC. Para outras informações, acesse o site http://fmc.cgee.org.br/. (Ascom do MCTI)


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Cientista brasileiro e Nobel de Física pesquisam superfluidos

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Data: 29/10/2012

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Cientista brasileiro e Nobel de Física pesquisam superfluidos Projeto que explora fronteiras da Física é conduzido pelo grupo de Vanderlei Bagnato (USP e Cepof) em colaboração com pesquisadores do MIT. Vanderlei Bagnato, professor da Universidade São Paulo (USP), e Wolfgang Ketterle, ganhador do prêmio Nobel de Física em 2001 e professor do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), enfrentam juntos os desafios de uma área de fronteira da Física sobre a qual ainda pouco se conhece e que envolve termos como superfluidos, supercondutividade e condensado de Bose-Einstein.

A colaboração de Bagnato com cientistas do MIT vem desde 1987, quando concluiu o doutorado na instituição, e foi ampliada em 2012, com uma pesquisa para investigar fluidos atômicos desenvolvida por seu grupo no Instituto de Física de São Carlos (USP) e pela equipe de Ketterle, que dirige o Centro MIT-Harvard para Átomos Ultrafrios. O projeto é financiado pela Fapesp e pelo MIT e foi selecionado em chamada lançada no âmbito de um acordo de cooperação entre as duas instituições.

"Ninguém faz ciência sozinho. Para se fazer pesquisa de ponta, parcerias com pesquisadores de outros institutos e países é muito importante. E o MIT, que sempre se baseou na busca por tentar superar os principais desafios da ciência, é um dos melhores parceiros que podemos desejar", disse Bagnato, durante simpósio da Fapesp Week 2012 realizado em Cambridge, nos


Estados Unidos.

Durante o evento, o pesquisador apresentou resultados das pesquisas e falou sobre os desafios científicos que ainda esperam as equipes da USP e do MIT.

Superfluidos, explicou, representam um estado da matéria em que ela se comporta como um fluido com viscosidade zero. O fenômeno ocorre em temperaturas extremamente baixas - daí o motivo de se falar em átomos frios, superfrios ou ultrafrios. Foi descoberto em 1938 em hélio líquido e tem aplicações em astrofísica, na física de alta energia e em teorias quânticas.

Um exemplo de superfluidez é o condensado de Bose-Einstein, estado da matéria formada por átomos em temperaturas próximas do zero absoluto e que permite a observação de efeitos quânticos em escala macroscópica. A existência do condensado de Bose-Einstein foi prevista por Albert Einstein em 1925, a partir do trabalho de Satyendra Nath Bose (1894-1974), como consequência teórica da mecânica quântica.

Setenta anos depois, Ketterle e dois cientistas da Universidade do Colorado - Eric Cornell e Carl Wieman - produziram pela primeira vez o condensado, feito que rendeu o Nobel de Física, em 2001.

Um superfluido tem propriedades semelhantes às de líquidos e gases comuns, como a falta de uma forma definitiva e a capacidade de se movimentar em resposta a forças nele aplicadas. Entretanto, um superfluido tem propriedades que não estão presentes na matéria comum, como a capacidade de se deslocar em velocidades baixas sem dissipar energia, ou seja, com viscosidade zero.

Em velocidades mais elevadas, a energia é dissipada por meio da formação de vórtices, espécies de buracos onde a superfluidez se interrompe. Turbulências são fenômenos que ocorrem em fluidos - líquidos e gases -, geralmente submetidos a movimentos completamente desordenados: os vórtices.

Turbulência - Em 2009, um estudo feito por Bagnato e seu grupo, em parceria com pesquisadores da Universidade de Florença, na Itália, demonstrou que o fenômeno da turbulência ocorre também no condensado de Bose-Einstein.

A descoberta abriu uma nova janela para a investigação em dois dos principais desafios na física contemporânea: o estudo dos fenômenos de turbulência e dos superfluidos. O trabalho foi publicado no periódico Physical Review Letters.

"O condensado de Bose-Einstein se transforma em um superfluido quando é submetido a uma temperatura próxima do zero absoluto", disse Bagnato, que coordena o Centro de Pesquisa em Óptica e Fotônica (Cepof) de São Carlos, um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPID) financiados pela Fapesp.

"Para pesquisar o fenômeno da turbulência em fluidos quânticos e os superfluidos, a colaboração com o pessoal do MIT será fundamental, pois eles têm grande experiência no


assunto. E são pesquisadores que têm preocupações científicas semelhantes às que temos em nosso grupo no Brasil", afirmou.

Ketterle não pôde participar do simpósio da Fapesp Week, mas o MIT foi representado na sessão sobre átomos frios por Daniel Kleppner, professor emérito de Física do Instituto.

"O Brasil é um país admirável em muitos aspectos e um deles é a existência de importantes programas de financiamento à pesquisa básica, como os mantidos pela Fapesp. Pesquisar em uma área de fronteira, como é a física em temperaturas superbaixas, é algo muito difícil e nos deixa muito satisfeitos em poder colaborar com colegas brasileiros que realizam trabalhos tão importantes nesse campo como o grupo do Cepof, em São Carlos", disse Kleppner. (Agência Fapesp)


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Oitava edição do projeto Circuito da Ciência comemora aniversário de criação

do Inpa ( ) Release da assessoria de imprensa () Matéria articulada pela assessoria ( x) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 29/10/2012

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Oitava edição do projeto Circuito da Ciência comemora aniversário de criação do Inpa

O evento aconteceu no Bosque da Ciência do Inpa com a presença aproximadamente 300 estudantes das escolas públicas de Manaus (AM)

Por Josiane Santos Com a proposta de servir como ferramenta de popularização da ciência, o Circuito da Ciência contribui no cumprimento da missão do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI) que é gerar e disseminar o conhecimento e tecnologia. Neste sábado (27), o Projeto Circuito da Ciência promoveu a sua oitava edição do ano em comemoração aos 60 anos de criação do Instituto. O evento aconteceu no Bosque da Ciência do Inpa com a presença de estudantes das escolas municipais Antônio Matias Fernandes e Nestor José Soeiro do Nascimento; e das escolas estaduais Profª. Roxana Pereira e Manoel Rodrigues de Souza, que participaram de atividades socioambientais, oficinas educativas


e exposições. O estudante Gabriel da Ninfa Rodrigues da 6ª série do ensino fundamental garante que o conhecimento teórico e prático aprendido ajuda aprimorar no entendimento da ciência. “Na prática é mais fácil nós distinguirmos as coisas. Na escola, de certa forma aprendemos, mas é na teoria. Aqui é um aprendizado a mais, porque no Circuito tem aula teórica e prática, e é bem mais divertido. Depois, nós incrementamos lá na escola”, afirmou. Assim como Gabriel, os demais estudantes das quatro escolas participantes puderam aprender métodos de controle às doenças tropicais (malária e dengue), leishmaniose; conhecer a importância dos invertebrados terrestres vivos, insetos aquáticos, tartarugas-da-amazônia; e métodos para melhor a saúde e alimentação por meio das oficinas de saúde Bucal (Uea-Ufam), com posição certa da UniNiltonLins, com postura da Fametro, projeto do Uninorte ‘despertando a consciência\', resíduos sólidos/Semmas, fitoterápicos-óleos amazônicos da UniCel; além oficinas diversas como o clube de Ciências da Ufam, gestão de resíduos da Moto Honda, sala de ciências (Sesc), exposição nipo-brasileira: atividades ambientais no Amazonas, exposição com pirogravuras em papel reciclado, grupo de escoteiro Amazonas, e o Projeto ‘Caracterização da temperatura relativa do ar na Zona Leste de Manaus, Amazonas’ (CEMEJA Prof. Samuel Isaac Benchimol – S.J. Operário) do PCE. Segundo o coordenador do Circuito da Ciência, Jorge Lobato, a oitava edição foi especial, pois juntou dois importantes eventos, que foi o encerramento das atividades da Semana Nacional de C&T e o início das comemorações de criação do Inpa, e o projeto Circuito da Ciência é uma das ferramentas importantes de difusão das pesquisas realizadas pelo Instituto. “Nesse tempo de realização do Circuito, demonstra uma maturidade muito grande no âmbito das atividades que já foram realizadas ao longo desses anos, onde o Instituto promove essa grande ação em nome da popularização da ciência. Nesse tempo foram mais de 40 mil estudantes envolvidos em mais de uma década”, ressaltou. O Circuito da Ciência é uma realização do Inpa com patrocínio das empresas Petrobras , Moto Honda da Amazônia e Magistral e com apoio do Governo do Estado do Amazonas (Seduc), Prefeitura de Manaus (Semed, Semsa, Semulsp), Museu da Amazônia (Musa), Associação Amigos do Peixe-Boi (Ampa), Projeto Tartarugas da Amazônia, Associação dos Servidores do Inpa (Assinpa), Lapsea/Inpa, Sesc, Sesi, Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Faculdade Metropolitana de Manaus (Fametro), Universidade Nilton Lins (UniNiltonLins), Faculdade Literatus (UniCel), Centro Universitário do Norte (Uninorte/Laureate), Vara Especializada do Meio Ambiente e de Questões Agrárias (VEMAQA), Instituto Irmanar e BROTHERS.


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Inpa homenageia imprensa local no ano em que completa 60 anos de criação

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Data: 29/10/2012

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Inpa homenageia imprensa local no ano em que completa 60 anos de criação

2012-10-26 - 19:36:28

Na ocasião, veículos de comunicação convidados receberão um certificado em agradecimento ao apoio na promoção da divulgação científica

Por Eduardo Gomes Desmistificar conhecimentos equivocados e mitos sobre o trabalho dos cientistas, popularizar os conhecimentos extraídos das pesquisas realizadas nos laboratórios e aproximar a sociedade aos estudos científicos que os beneficiam são consideradas algumas das missões de veículos de comunicação que prezam pela divulgação científica e difusão do conhecimento. Pensado nisso, o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI) realiza na próxima quinta-feira (01), a partir das 10h, no Auditório da Ciência do Bosque da Ciência, localizado na Zona Centro-Sul de Manaus, uma homenagem a 33 veículos de comunicação, em agradecimento aos bons serviços prestados à divulgação científica do Instituto.


Convidados pelo diretor do Inpa, Adalberto Val, representantes dos veículos e programas convidados receberão o certificado “Inpa Orgulho da Amazônia 60 anos”, como parte das atividades comemorativas aos 60 anos de dedicação do Instituto na área das pesquisas científicas na Amazônia. Na ocasião, Val falará sobre as ações, avanços e nova estrutura institucional. Segundo o diretor do Instituto, apesar do grande fluxo de conhecimento adquirido ao longo dos anos de pesquisa pelos cientistas, existe também uma grande dificuldade na transmissão desse conteúdo. “De uma maneira geral, nós cientistas somos treinados para fazer a comunicação com os nossos pares, nós sabemos escrever ciência, decompor uma equação biológica, matemática ou física para os nossos pares, mas a gente tem uma dificuldade imensa de explicar isso de uma maneira simples para a sociedade”, comentou.

Popularizar conhecimento Para o secretário de Estado de Ciência e Tecnologia, Odenildo Sena, nos últimos anos resultados positivos foram obtidos no campo da divulgação da cobertura jornalística sobre Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I). “Há um divisor de águas entre os últimos dez anos e os anos anteriores. Todo esse esforço conjunto tem sensibilizado a mídia para abrir espaços para pautas nessa área. Hoje já não é mais incomum a convivência diária com matérias que tratam de ações em C&T. Isso tudo é bastante animador, mas ainda falta muita conquista pela frente”, afirmou. De acordo com Adalberto Val, na relação entre mídias e Instituições de ensino e pesquisa quem ganha é a população, que conhece e toma ciência das atividades desenvolvidas no Inpa. “Esta cooperação que existe entre o jornalismo sério voltado para a ciência e as instituições de pesquisa é de fundamental importância para colocarmos a sociedade a par de tudo aquilo que estamos fazendo nas bancadas dos laboratórios. Essa decomposição da informação científica para uma linguagem mais simples é de fundamental importância nesse processo”, enfatizou.


Veículo: AGÊNCIA GESTÃO CT&I

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Assunto: MCTI prorroga consulta pública da Certics ( ) Release da assessoria de imprensa () Matéria articulada pela assessoria ( x) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 29/10/2012

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Prêmio Mercosul de C&T dá destaque a brasileiros Em três das quatro categorias do Prêmio Mercosul de Ciência e Tecnologia de 2012, o nome de cientistas e estudantes brasileiros estiverem presentes na lista de premiados. A temática desta edição foi inovação tecnológica na saúde. Na opinião do secretário de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (Setec) do MCTI, Alvaro Prata, o reconhecimento é uma maneira de impulsionar o crescimento da pesquisa e da economia brasileira. “O Brasil tem como grande desafio pela frente conseguir ampliar o valor agregado de suas exportações e reduzir gradualmente a participação das commodities na pauta exportadora. Para isso, precisamos agregar tecnologia aos produtos brasileiros”, avaliou o secretário. Para Prata, à medida que a tecnologia e a inovação forem agregadas ao produto exportado, o setor industrial se tornará mais competitivo. Criado em 1998, o Prêmio Mercosul contribui para a valorização dos melhores trabalhos de estudantes, jovens pesquisadores e equipes de pesquisa, que representem potencial contribuição para o desenvolvimento científico e tecnológico dos países membros e associados ao bloco econômico. Ivan Lavander Cândido Ferreira e Rafael Polidoro Alves Barbosa venceram,


respectivamente, nas categorias Estudante Universitário e Jovem Pesquisador. A categoria Integração, que premia cientistas seniores que desenvolvem trabalhos em grupo, ficou com três argentinos e dois brasileiros que produziram formulações sólidas e líquidas de benznidazol para combater o Mal de Chagas. O grupo recebeu um prêmio de US$ 10 mil. Já a categoria Iniciação Científica distinguiu a peruana Kathya Linette Mimbela Barrera, de 16 anos. A estudante do ensino médio recebeu US$ 2 mil pela pesquisa que teve como objetivo solucionar o problema da sedimentação e absorção de chumbo em um rio do Peru. O Prêmio conta com o patrocínio do MCTI e com o apoio da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). Para mais informações acesse este link. (Agência Gestão CT&I de Notícias com informações do MCTI e da Agência Brasil)


Veículo: AGÊNCIA GESTÃO CT&I

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Assunto: Fapeam lança edital voltado para a SNCT 2013 ( ) Release da assessoria de imprensa (X) Matéria articulada pela assessoria ( ) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 29/10/2012

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Fapeam lança edital voltado para a SNCT 2013 De olho nas ações para popularização da ciência e tecnologia que serão lançadas em 2013, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) enviou um convite as instituições com espaços voltados para a ciência para apresentarem propostas para a obtenção de apoio financeiro do Programa de Apoio à Popularização da Ciência, Tecnologia e Inovação (POP CT&I). O prazo limite para apresentar as propostas é 19 de dezembro. Além das instituições que receberam a carta convite, podem submeter pedidos de apoio financeiro organizações e entidades científicas, tecnológicas e de inovação sediadas no interior do Estado e que tenham ações de divulgação e popularização de CT&I bem definidas. O coordenador do projeto, além de comprovar vínculo com a instituição executora, deve ser doutor ou mestre. Lançado em 19 de outubro, o POP CT&I tem como objetivo financiar a produção e distribuição de materiais educativos de (CT&I) e a realização de eventos durante a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT) no Amazonas, a ser realizada em outubro de 2013. De acordo com a diretora-presidente da Fapeam, Maria Olívia Simão, o edital prevê a aplicação de cerca de R$ 1 milhão. “Poderão ser incorporados novos


recursos, de modo que o edital estipula que o valor solicitado a cada projeto à fundação deverá ser de até R$ 50 mil, incluindo as despesas com o pagamento de bolsas”, destacou. Esta é a sua segunda edição da chamada pública. Os projetos devem propor a organização e execução de atividades que abordem diversas áreas do conhecimento, como também o tema central da SNCT de 2013 que será “Ciência, Saúde e Esporte”. A íntegra do edital está disponível neste link. (Agência Gestão CT&I de Notícias com informações da Fapeam)


Veículo: DIÁRIO DO AMAZONAS

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Assunto: PESQUISADORES FAZEM ANÁLISE INÉDITA SOBRE AS EMISSÕES NA AMAZÔNIA ( ) Release da assessoria de imprensa () Matéria articulada pela assessoria ( X) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Veículo: DIÁRIO DO AMAZONAS

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Assunto: ACTA AMAZONICA PASSA A INTEGRAR ÍNDICE DO THOMSON REUTERS NA REDE ( ) Release da assessoria de imprensa () Matéria articulada pela assessoria ( X) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Veículo: JORNAL A CRÍTICA

Editoria: CIDADES

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Assunto: EXPEDIÇÃP DE PEDRO TEXEIRA FAZ 375 ANOS ( ) Release da assessoria de imprensa () Matéria articulada pela assessoria ( X) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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