Portfólio_Daniela Costa do Nascimento

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DANIELA COSTA DO NASCIMENTO

PORTFÓLIO ARQUITETURA URBANISMO


DANIELA COSTA DO NASCIMENTO São Paulo danielacosta_n@hotmail.com (13) 3481-3883 (13) 98807-2035 http://linkend.com.br/in/danielacosta https://issuu.com/danielacostadonascimento/docs/portf__lio_daniela_costa_do_nascime HABILIDADES PROFISSIONAIS:

INGLÊS:

Microso O ce Autodesk AutoCad Autodesk Revit SketchUp 15 Graphiso ArchiCAD18 Graphics CorelDraw Adobe InDesing Cs6 Ecotect Analysis Promob Plus Vray (SketchUp)

Leitura Pronuncia Compreensão

ARQUITETURA E URBANISMO UNIP - Universidade Paulista Bacharelado no Campus Rangel Santos [2012 - 2016]

HABILIDADES ESPECÍFICAS:

EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL:

FORMAÇÃO ACADÊMICA:

SUMÁRIO Desing Gráfico Desenho Objeto Desing Interior Desenho Arquitetônico Paisagismo Planejamento Urbano HABILIDADES PESSOAIS: Dinâmica Proativa Organização

PARQUE ZOOBOTÂNICO ORQUIDÁRIO SANTOS Estagiária Voluntária de Arquitetura e Urbanismo [Jul. 2016 - Dez 2016]

Projeto Intervenção Urbana AQUALINE PARKLET

Levantamento métrico da planta oficial do parque; proposta para projeto de irrigação para os canteiros; proposta de redistribuição do sistema hidráulico; proposta para Mostruário de Orquídeas; levantamento do sistema elétrico e de sinalização de emergência das edificações; proposta de reforma para o telhado do ripado para criação das orquídeas.

04

Santos - São Vicente/SP

16

Rua Dr. Tolentino Filgueiras - Boqueirão - Santos/SP

VIVEIRO DE MUDAS para Mata Atlântica e Horta Comunitária

22

Av. Francisco Manoel - Santos Vila Mathias - Santos/SP

Proposta de HABITAÇÃO SOCIAL: REQUALIFICAÇÃO CORTIÇOS Bairro Paquetá - Santos/SP

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Projeto de Intervenção Urbana AQUALINE Focos: Centro Cultural e Esportivo e Atracadouro Paquetá Ano: 2015 Local: Santos/SP Com colaboração de: Gabrielle Miranda e Mariana Neves Profª: Arquiteta Silvia Duarte; Engº Civil Zildete Prado

Complexo Cultural Esportivo

GUARUJÁ SANTOS SÃO VICENTE LEGENDA Permanência rotas atuais

AquaLine Mapa via satélite Google Earth Pro Edição CorelDraw. AUTORA, 2015.

Alfândega Mercado VICENTE DE CARVALHO

SAMBAIATUBA MERCADO

¹ Proposta preliminar da Revitalização da Alfândega por Mariana Neves; Proposta preliminar para a Bacia do Mercado pela AUTORA. ² Proposta preliminar da Intervenção de São Vicente por Gabrielle Miranda Souza.

Atracadouro

ALFÂNDEGA

Inovando o já existente sistema marítimo, a proposta cria uma linha aquática que funcionara unido ao transporte terrestre. A linha conecta três pontos nodais em áreas distintas de Santos/ São Vicente que se abre para cidade. Atualmente apresentam más condições de conservação e uso, já que os mesmos não atendem corretamente as necessidades da população atual. Com base na navegação o símbolo condutor do projeto é inspirado na rosa dos ventos que carrega o layout do projeto: com cores que foram distribuídas conforme sua localidade e importância como cores primárias: Alfândega na cor vermelha; Bacia do Mercado com a coloração amarela, Sambaiatuba com a cor azul, sendo as rotas principais do projeto, e como cor secundária Vicente de Carvalho atuando como rota alternativa. Os dois pontos de intervenção na cidade de Santos (Alfândega e Bacia do Mercado) são compostos por uma proposta de revitalização urbana que propõe uma interação com entorno, proporcionando espaços seguros e agradáveis, com novos lugares de convivência e observação¹. Enquanto que no ponto de intervenção de São Vicente (Sambaiatuba) é proposto um Terminal para a nova conexão marítima, que se interliga com a proposta do Complexo Cultural através de um novo parque linear².

4

Vicente de Carvalho (Guarujá) Vicente de Carvalho (Guarujá)

Novas Conexões Alfândega Sambaiatuba Alfândega Mercado Sambaiatuba Alfândega Mercado Mercado Terminal Rodoviário

N


SITUAÇÃO PROPOSTA

SITUAÇÃO ATUAL

N

LEGENDA LEGENDA Mercado Municipal Bacia do Mercado Estacionamento Em 1902, foi construído o Mercado Municipal de Santos, na então Praça do Mercado, depois Praça Iguatemi Martins, no bairro Vila Nova. Para ali foram deslocados o antigo Mercado Provisório do Largo dos Gusmões (inaugurado em 1880 para substituir o Mercado das Casinhas, que até então funcionava na atual Praça da República) e o Porto de Lenha ou Mercado das Canoas (que funcionava no bairro vizinho do Paquetá, na margem do Estuário). O local conta com grande movimentação de pessoas que usufruem do serviço de travessia que faz transporte para Vicente de Carvalho (Guarujá).

Estuário Deck Estação Área livre de uso público Estacionamento A proposta busca melhorar a estrutura já existente de desembarque das navegações (catraias). Será incluso nessa estrutura sanitários, bebedouros e catracas para facilitar na circulação dos milhares de passageiros que utilizam da travessia naquela região. Um depósito de material de limpeza também será instalado para armazenar os produtos que serão utilizados, uma bilheteria ajudará no controle e na venda das passagens e para finalizar, uma lanchonete fornecerá mais conforto para a população e também o funcionários.


VOLUMETRIA - PROGRAMA DE NECESSIDADES

Vista Norte e Oeste. Maquete eletrônica produzido através do so ware SketchUp15. AUTORA, 2015

Esquema de implantação e volumetria. AUTORA, 2015.

CORTE C

CORTE B

CORTE A

DETALHE - PAREDE ESCALADA 21,00 COBERTURA

CABO DE AÇO PLACA DE FIBRO CIMENTO

14,00

CABO DE AÇO

MURO DE CONTENÇÃO CONCRETO

CABO DE AÇO PLACA DE FIBRO CIMENTO

PLACA DE FIBRO CIMENTO MURO DE CONTENÇÃO CONCRETO

MURO DE CONTENÇÃO CONCRETO

3º PAVIMENTO

7,00 2º PAVIMENTO

CORTE C

CORTE B

CORTE A

0,00 TÉRREO

Vista Leste e Sul. Maquete eletrônica produzido através do so ware SketchUp15. AUTORA, 2015


Planta Pavimento TĂŠrreo Planta pavimento tĂŠrreo projetada por Gabrielle Miranda (2015).

N

Planta Primeiro Pavimento Planta primeiro pavimento projetada por Mariana Neves (2015).

N


Planta Segundo Pavimento Planta terceiro pavimento projetada por Daniela Costa. AUTORA, 2015.

N

Planta Terceiro Pavimento Planta terceiro pavimento projetada pela equipe (2015).

N


Fachada Oeste Corte Transversal AA

Fachada Leste

Corte Transversal BB

Fachada Norte

Corte Longitudinal CC

Cada pavimento produzido por seus respectivos arquitetos (2015).

Cada corte produzido por seus respectivos arquitetos (2015).

Fachada Sul


PARKLET

16

Ano: 2015 Local: Dr. Tolentino Filgueiras - Gonzaga - Santos/SP Profª: Arquiteta Silvia Duarte

O Gonzaga é um bairro da cidade de Santos com grande movimentação gerada pelo comércio e a proximidade com a praia, é um dos pontos eleitos para implantação do projeto. Completamente estruturada em madeira, o projeto traz para dentro da cidade, material mais orgânico, proporcionando a ideia de acolhimento que o material transmite. Tirantes de madeira colorida em laranja devidamente modulados formam a contenção que protege o parklet no lado voltado para a via. Isso também acontece na parte da frente e do fundo do projeto. Sendo que a contenção posterior conta com faixas refletivas para os motoristas que estacionarem atrás do parklet na rua. Os bancos são dispostos de forma a ficarem voltados para a calçada, convidando as pessoas a sentarem e pararem para apreciar o espaço. Dois bancos em forma de L estão inseridos paralelamente, e cada um conta com uma floreira na ponta. Um canteiro verde e disposto em volta de toda a estrutura, unindo-se a madeira e garantindo leveza. Um espaço devidamente reservado abriga as bicicletas, aliando um transporte já muito utilizado na cidade para a locomoção até o parklet. A rua escolhida já abriga algumas árvores, o que garante um lugar arborizado e protegido da intensa radiação solar, um diferencial para esse projeto que não conta com cobertura. A acessibilidade permite que pessoas com qualquer condicionamento físico possam transitar pelo espaço sem dificuldades.

Maquete eletrônica produzida através do so ware ArchiCad18. AUTORA, 2015.


LOCALIZAÇÃO CINE ROXY

RUA DR. TO LE

NTINO FILG EUIRAS PARKLET

ANA COSTA SÁUDE

SHOPPING PÁTIO IPORANGA

0

10

20

40

COMPOSIÇÃO

Lâminas de madeira de 0,10 cm

Banco de madeira sem encosto

Piso deck intertravado

Maquete física produzida com papel panamá, compensando de madeira, folha de papel sulfite, cartolina e flores artificiais. AUTORA, 2015.


2

0,00

1

2

3

A

RUA

3

5

3

4

ELEVAÇÃO 1

VAGAS 0,18

1- BANCO LATERAL EM ‘’L’’

1

2- BANCO CENTRAL 3- LIXEIRA 4- BICICLETÁRIO CALÇADA

PLANTA

0

0,5

1

2

ELEVAÇÃO 2

3

CALÇADA

0,18

FAIXA REFLETORA RUA

ELEVAÇÃO 3

CORTE A

0

0,5

1

2

3

Maquete física produzida com papel panamá, compensando de madeira, folha de papel sulfite, cartolina e flores artificiais. AUTORA, 2015.


VIVEIRO DE MUDAS para Mata Atlântica e de uma Horta Comunitária Ano: 2015 Local: A. Franscisco manoel s/nº - Vila Matias - Santos/SP Com colaboração de: Augusto Henrique; Bárbara Oliveira; Jéssica Inácio; Mariana Neves; Michelle Rocha e Rafaella Garcia Profª: Urbanista Vanda Maria Quecini

A proposta da criação de um viveiro de mudas e uma horta comunitária visa unir a disciplina de arquitetura e u r b an is mo c om b ot ân i c a , amb as l e c i ona d as na universidade. Uma área inutilizada do campos entre duas edificações que servem como salas de aulas foi definido como o local para inserção do projeto, o local tem aberturas visuais para a entrada da universidade. Isso inclui na inserção do projeto com as atividades da universidade, permitindo que todos os interessados participem. Como ponto de partida no desenvolvimento dos estudos de projeto, precisou imaginar um espaço apropriado para receber e abrigar mudas nativas doadas para a reprodução. Essa atitude visa contribuir no reflorestamento de espécies ameaçadas da Mata Atlântica. Os canteiros escolhidos para as mudas são materiais recicláveis: paletes de madeira e pneus descartados são alguns dos materiais. A horta comunitária seria usufruída pelos moradores ao redor do campos, pessoas carentes, e caso sobrasse algum alimento, as cantinas da universidade. Essas duas atividades atrairiam pessoas para usufruir do espaço público dentro da universidade de forma atrativa: bancos foram dispostos para serem objetos convidativos e que chamem a atenção para o usufruto do lugar.

Maquete eletrônica pro duzida através do so ware ArchiCad18. AUTORA, 2015.

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R. DR. ANTÔNIO BENTO

2

3

1 AV. FRANCISCO MANOEL EDIFICAÇÕES UNIVERSITÁRIAS EXISTENTES CAIXAS DE INSPEÇÃO (ELÉTRICA/ESGOTO) CANTEIROS - GRAMAS E ARBUSTOS PERCURSO - GRAMA COM TORAS DE MADEIRA GRAMA COM LÂMINAS DE MADEIRA

PLANTA

0

1

2

3

4

5

15

20

Implantação do projeto projetado pela equipe (2015).


JARDIM VERTICAL PALETES

CANTEIRO COLORIDOS CALÇADA

ELEVAÇÃO 1: Vista para a Av. Francisco Manoel

MEIO PNEU COLORIDO JARDIM VERTICAL CANTEIRO COLORIDOS

ELEVAÇÃO 2: Vista para corredor interno da UNIP

R. DR. ANTÔNIO BENTO

0

1

2

3

4

5

15

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0

1

2

3

4

5

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20

JARDIM VERTICAL PALETES


PNEU COLORIDO CANTEIRO PNEU COLORIDO

ELEVAÇÃO 3: Vista para Rua Dr. Antônio Bento

0

1

2

3

4

5

15

20

Vista interna. Maquete eletrônica produzida através do so ware ArchiCad18. AUTORA, 2015.

Vista da Av. Francisco Manoel. Maquete eletrônica produzida através do so ware ArchiCad18. AUTORA, 2015.

Vista da Av. Francisco Manoel. Maquete eletrônica produzida através do so ware ArchiCad18. AUTORA, 2015.


Proposta HABITAÇÃO SOCIAL: REQUAÇIFICAÇÃO CORTIÇOS¹ Trabalho Graduação Final Ano: 2016 Local: Bairro Paquetá - Santos/SP ProfºMs. Orientador: Arquiteto Rafael Paulo Ambrosio

São classificados como cortiços as habitações coletivas de aluguel localizadas em áreas centrais subdivididas ilegalmente onde as áreas de serviços e os quintais são compartilhados. O histórico da formação desses cortiços se inicia com o crescimento da cidade de Santos através da mercantilizarão do Porto e a fixação de trabalhadores próximos a área portuária . O fenômeno se expandiu e persistiu ao longo dos anos. O crescimento do porto e a busca por empregos na região por moradores de outras localidades da região somada ao aumento da população, esgota a oferta de moradias próximas ao local de trabalho, dando origem a uma desenfreada especulação imobiliária. Inúmeras residências principalmente no Centro e Valongo foram transformadas em habitações coletivas repartidas em pequenos cubículos e são sublocadas a para as famílias imigrantes, e a partir de então, moradia precária de aluguel começa a se desenvolver em Santos. O partido de intervenção proposto neste projeto visa requalificar os cortiços com um projeto que atenda as necessidades sanitárias e ergonômicas das moradias: inserir insolação, ventilação, espaço adequado por cômodo. ¹ Trabalho completo disponível na biblioteca da UNIP - Campus Rangel.

Maquete eletrônica pro duzida através de so ware ArchiCAD18. AUTORA, 2016.

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ÁREA DE INFLUÊNCIA

ÁREA INSULAR DE SANTOS

2 3

Área (bairros) diretamente afetada pela proposta de Habitação Social: Paquetá (1), Vila Nova (2) e Vila Matias (3). AUTORA, 2016.

Fotografia da fachada de imóveis da Rua Bittencourt-Bairro Paquetá. AUTORA, 2016.

BAIRRO PAQUETÁ

TERRENO DA HABITAÇÃO

Localização da área de projeto na escala da cidade. AUTORA, 2016.

1

Proposta da área para projeto Requalificação Social. AUTORA, 2016.

Proposta para localização da inserção de novas moradias. AUTORA, 2016.

Fotografia da fachada de imóveis na Rua S ete de Setembro -Bairro Paquetá. AUTORA, 2016.


PARTIDO URBANO

PLANO DE MASSA Criação Áreas Verdes

Edifício HIS

Equipamentos ar livre

LEGENDA LEGENDA MORRO LOTES VAZIOS ZEIS 3 QUADRA DA INTERVENÇÃO

Uma área verde é sempre um espaço livre, e esse termo deveria ser optado, pois é mais abrangente ao incluir na sua categoria, além das praças, parques, bosques, as águas superficiais. Estes espaços são assim áreas livres de construções. Com o levantamento do diagnóstico desse projeto percebeu a carência de zonas destinadas para a grande população naquela região. Por isso a de criação de áreas verdes (cada uma classificada de acordo com o espaço em m² do lote) para a ZEIS 3. Esses espaços permitirão que a ZEIS 3 conte com a presença de vegetações e criação de espaços de interação e inserção social para os moradores daquela região carente.

ENTORNO HABITAÇÃO USO MISTO COMÉRCIO/SERVIÇO INSTITUCIONAL ELUP MORRO CANAL ARMAZÉNS - PORTO

Dentre os princípios que visam melhorar a estrutura da ZEIS 3, a inserção de áreas verdes e equipamentos coletivos são algumas propostas visadas. A região conta com alguns serviços urbanos primordiais: captação de esgoto; coleta de lixo; equipamentos médicos e escolas. Porém, analisando o mapa síntese é possível identificar carência de estrutura para uso coletivo. Existe uma grande predominância residencial com população de várias faixas etárias na região e infelizmente a ZEIS 3 não comporta nenhum equipamento social de lazer. Na proposta de plano de massa algumas diretrizes estão sendo propostas tanto para melhoria da condição de vida da população quanto para o melhor funcionamento do bairro.


Eixo proposto

Fluxo alto

Eixo existente

Fluxo moderado

PLANO DE MASSA - MOBILIDADE URBANA

Referente a situação atual de tráfego de veículos não foi proposto nenhuma alteração. Apenas foi levantado a classificação das vias presentes da área.

Ponto de ônibus existente

Uma área verde é sempre um espaço livre, e esse termo deveria ser optado, pois é mais abrangente ao incluir na sua categoria, além das praças, parques, bosques, as águas superficiais. Estes espaços são assim áreas livres de construções. Com o levantamento do diagnóstico desse projeto percebeu a carência de zonas destinadas para a grande população naquela região. Por isso a de criação de áreas verdes (cada uma classificada de acordo com o espaço em m² do lote) para a ZEIS 3. Esses espaços permitirão que a ZEIS 3 conte com a presença de vegetações e criação de espaços de interação e inserção social para os moradores daquela região carente.

O transporte coletivo funciona de modo eficiente na área.

Eixo existente

Eixo proposto

Embora o município de Santos seja conhecido por possuir extensas linhas de malha cicloviária no recorte da ZEIS existe apenas um linha concluída sendo utilizada: a faixa presente na Av. Perimetral. Na Av. João Pessoa está sendo inserindo um pequeno trecho. A proposta seria a ampliação para toda a extensão da avenida.

Vias fluxo exclusivas para pedestre sem a circulação de automóveis.


PARTIDO ARQUITETÔNICO

POSSIBILIDADES IMPLANTAÇÃO

1º Eliminação do adensamento existentes; 2º Criação pátio central para possibilidade de área aberta e permeabilidade, respiro e convívio; 3º Divisão dos volumes em blocos independentes e segregação das tipologias habitacionais; 4º Circulação horizontal através de passadiços metálicos Abertura vazio central

1

2

Alta Densidade

Situação Quadra Vazios Urbanos

1

2

3

4

Permeabilidade Quadra

Implantação Atual

3

4 Deslocamento do solo

5

6

Área HIS

Proposta Quadra Aberta

Circulação horizontal

Abertura de visuais

5 Um espaço pensado para morar com dignidade e qualidade de vida. Um

7

Equipamentos Lazer

Equipamentos Coletivos

8

Espaços verdes

edifício que permita a construção das relações de vizinhança e estimule o contato entre as pessoas. A habitação de interesse social entendida sob o olhar da cidadania. Sabe-se que os edifício com uso residencial constituem a maior parte do ambiente das nossas cidade. Os projetos de edificações com esse tema, quando coerentemente elaborados, têm potencial de transformar e regenerar áreas importantes nos lugares onde vivemos.

Conversão dos lotes inutilizados


IMPLANTAÇÃO

0

50

100

150

200


B

B

A

A

A

A

0

50

100

B

B

PLANTA PAVIMENTO TÉRREO

150

200

PLANTA PAVIMENTO TÉRREO

0

50

100

150

200


B

A

A

B

PLANTA PAVIMENTO ÁTICO

0

50

100

150

200

PLANTA COBERTURA

0

50

100

150

200


18,60

15,50

12,40

9,30

6,20

3,10

0,00

CORTE A-A

0

50

100

150

200

CORTE BB

0

50

100

150

200


C

6

2

1

2

3

A-A B

B

A

A 5

C

4

B-B 1- DORMITÓRIO CASAL 2- DORMITORIO SOLTEIRO 3- SALA 4- BANHEIRO 5- COZINHA 6- SACADA

C-C

PLANTA - UNIDADE HABITACIONAL C

0

50

100

150

200

CORTES - UNIDADE HABITACIONAL C

0

50

100

150

200


Unidade habitacional A. Maquete eletrônica produzida através de so ware ArchiCAD18. AUTORA, 2016.

Inte r i or. Ma qu e te el e t rôn i c a produzida através de so ware ArchiCAD18. AUTORA, 2016.

Passadiço. Maquete eletrônica produzida através de so ware ArchiCAD18. AUTORA, 2016.

Vista geral. Maquete eletrônica produzida através de so ware ArchiCAD18. AUTORA, 2016.



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