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ConVida Liberdade / 2008-2009 (nº 9)

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who’s who

Luís

Para chegar à Avenida, percorreu mundo. Foram anos de aprendizagem em Bruxelas, Hong Kong, Macau, Rio de Janeiro e Lisboa. Agora na direcção do Restaurante Terraço do Hotel Tivoli Lisboa, o Chef Luís Baena faz uso de uma carreira – e de uma vivência consolidada ao longo de 25 anos. Para fazer o menu do restaurante diz que “É preciso ver e sentir, ouvir e interpretar os gostos dos clientes. São eles, ao fim e ao cabo, quem determina o sentido de orientação do restaurante.” Gosta de cozinhar ao ritmo de música jazz de fusão e como ingrediente essencial na cozinha, não hesita, “o amor”. To get to the Avenida, he travelled the world, spending years in Brussels, Hong Kong, Macau, Rio de Janeiro and Lisbon. Now, as manager of Terraço Restaurant at the Tivoli Lisboa, Chef Luís Baena makes use of a career consolidated over 25 years. For the menu, he says “you need to see, sense, listen and interpret your customers’ tastes. They, ultimately, are the ones who decide the restaurant’s direction”. He likes to cook to the rhythm of jazz fusion and doesn’t hesitate when choosing the essential ingredient: “love”.

marc

Em 1992 Marc Epper, de origem suíça, instala-se na Lapa com a Galante, um marco no panorama das lojas de design em Lisboa: “era um mercado muito novo, havia pouca oferta”, relata. Ao fim de 7 anos, ruma para a Liberdade com um espaço maior e uma carteira de clientes mais abrangente. Mais 7 anos e Marc encontra um espaço de sonho na Rodrigo da Fonseca, a morada actual da Galante: “sempre quis ter um showroom no coração da cidade”, diz. Afirma-se como um outsider “na roda da moda do design”, valorizando acima de tudo a luz, a individualidade do cliente, o ambiente e as peças que resistem ao tempo. In 1992, Swiss-born Marc Epper set up Galante in Lapa, a landmark design shop. After 7 years, he moved to Liberdade and a larger shop and broader customer base. Another 7 years later and Marc found his dream premises in Rua Rodrigo da Fonseca, Galante’s current location. “I always wanted a showroom in the heart of the city,” he says. He declares himself an outsider “in the current fashion for design”, valuing above all the ambiance and those pieces that resist the passage of time.

luisa

Quando lhe propuseram sociedade para trabalhar uma conhecida marca, Luisa Cunha não hesitou. Foi assim que no ano 2000 abriu a primeira loja Gerard Darel. A escolha do sítio não podia ter sido mais acertada, “A Rua Castilho tem uma vida intensa durante a semana e é destino de compras ao fim-de-semana”, diz. Depois do sucesso da primeira loja abriu outras e introduziu a Weill, uma nova marca que também mora na Castilho. É uma defensora acérrima do comércio de rua e considera os centros comerciais a pior invenção do séc. XXI, “não valorizam nem o comerciante, nem o consumidor e descaracterizam as cidades”. Não podíamos estar mais de acordo. When friends suggested setting up a business to sell a well-known fashion label, Luisa Cunha jumped at the chance. Thus, in 2000 she opened Portugal’s first Gerard Darel shop. The choice of location couldn’t have been better. After the success of the first shop, they opened others and introduced Weill, a new label also based in Rua Castilho. A staunch exponent of traditional shops, she considers shopping malls the worst invention of the 21st century. liberdade con vida · 21


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