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O melhor da Agropecuária, Rodeio e Negócios

Distribuição gratuita

Ano V - Edição 27 - Outubro / Novembro 2018

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06 Info Encontro debate caça de animais exóticos invasores na região 10 VETERINÁRIO Novembro – o mês da vacinação da febre aftosa

12 INFO A importância da análise de solo na produção

16 ARTIGO Botulismo bovino: a doença ainda assombra 20 HAVEICULTURA Coagulante de seringueira aumenta produção de borracha 24 RODEIO Dummy ganha mercado em rodeio

24 RODEIO Dummy ganha mercado em rodeio

26 LEITE Homeopatia rural e os benefícios na produção de leite e queijos 38 PISCICULTURA Encontro de negócios e conhecimentos da Aquicultura Nacional

30 e 31 LAVOURA Abacaxi é visto com bons olhos na região

42 ENSINO Oficina da Bezerra chega ao seu segundo ano em grande estilo 50 RODEIO ANTT consagrou as campeãs da temporada no jaguariúna rodeo festivall

32 EXPO 56ª Expo Rio Preto 2018 atraiu 40 mil pessoas e movimentou R$ 5 milhões em negócios

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Av. Alberto Andalo, 2641 / Sala 02 – Centro Cep: 15015-000 - São José do Rio Preto/SP Contatos Redação e Publicidade: (17) 3022-2527 / 98152-5400 Diretor Geral Leandro Gasparetti contato@magazineagrofest.com.br Diretor Comercial José Eduardo Costa comercial@magazineagrofest.com.br

*Jesus, eu confio em vós! 4

Distribuição em 35 cidades Bady Bassitt, Bálsamo, Barretos, Bebedouro, Catanduva, Cedral, Cosmorama, Cardoso, Fernandópolis, Guapiaçu, Icém, Ipiguá, Jales, José Foto: Leandro Gasparetti Bonifácio, Mirassol, Monte Aprazível, Mirassolândia, Neves Paulista, Nova Ano V - Edição 27 Granada, Novo Horizonte, Orindiúva, Outubro / Novembro 2018 Onda Verde, Olímpia, Paulo de Faria, Tiragem Potirendaba, Palestina, Poloni, 5 Mil Exemplares Riolândia, Ribeirão Preto, São José Periodicidade Bimestral do Rio Preto, Santa Fé do Sul, Tanabi, Votuporanga, São Paulo e Minas Gerais: Distribuição Gratuita Fronteira AGROFEST - Uma revista inovadora, informativa e de alto nível. Que foca em Colaboradores temas como a Suinocultura, Avicultura, Embrapa, Secretaria de Agricultura de Pecuária, Piscicultura, Agropecuária, São Paulo, Paulo Belarmino, Della MoreEventos, Feiras, Exposições e Rodeios, na, Tonho Prado, André Silva, Comunic, Rio Alta, Dr. Ricardo Paulino de Oliveira. com o intuito de aproximar empresas, técnicos, produtores, parceiros, clientes entre outros. Capa: Homeopatia e os benefícios na produção de leite e queijos

Jornalista Responsável Leandro Gasparetti MTB: 76039/SP Jornalista André Luiz de O. Souza - MTB 75680/SP Fotografia Leandro Gasparetti Projeto Gráfico | Diagramação Rede A Comunicação - 17 99212-1016 Impressão Fotogravura Rio Preto - 17 3016-4000 Contabilidade RBB Assessoria e Consultoria Contábil CRC SP - 319624/O-1

*Reproduções totais ou parciais das matérias e fotos, aqui publicadas, só serão permitidas por meio de autorização expressa dos editores. As informações prestadas nas páginas de publicidade, são de inteira responsabilidade dos clientes. Artigos assinados por colaboradores não expressam a opinião da Revista.


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AgroInfo

Fotos: Leandro Gasparetti / Divulgação

ENCONTRO DEBATE CAÇA DE ANIMAIS EXÓTICOS INVASORES NA REGIÃO

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conteceu na Chácara Primavera, em Engenheiro Schimdt, encontro de controladores para debater a caça de animais exóticos invasores na região, o evento contou com a participação em cerca de 150 pessoas. O problema são os animais que estão tomando conta das plantações de produtores rurais e, isso vem causando, além de prejuízos, transtorno a grande maioria deles. “Hoje, por exemplo, até a cana de açúcar sofre com ataque de javali, cerca de um terço da produção é afetada, além de outras culturas, fora o prejuízo ao meio ambiente, no caso das nascentes algumas chegam a secar, já vi nascentes de propriedades rurais secarem na região” comenta Jeferson Bueno, profissional autônomo.

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Por este motivo o Deputado Estadual, Carlão Pignatari, fez o projeto de Lei nº 558/2018 que dispõe sobre controle populacional de animais exóticos invasores e o manejo sustentável de espécimes silvestres nocivos aos seres humanos. “Além do javali, a capivara, o

lebrão, entre outros animais, que além de causarem prejuízos aos produtores rurais, transmitem doenças a população e a outros animais como, febre maculosa, febre aftosa, entre outras doenças” completa Pignatari. “Não temos um predador eminente


da capivara na região, que seria a onça ou a sucuri, vamos considerar que tivesse aqui na região, mesmo assim, se esses predadores atacarem uma capivara, vai demorar muito tempo para atacarem novamente e, nesse meio tempo os outros animais da espécie saem por aí estragando as produções ou até mesmo espalhando doenças e, o que queremos é controlar isso” explica Mateus Clemente Silva, instrutor em empresa de segurança. O objetivo não é a caça e, sim o manejo, para poder abater com armas de fogo, com busca com cães, facas, armadilhas com georreferenciada,

entre outros. Mas não é qualquer um que pode abater, a pessoa que tiver interesse tem de ser certificada pelo IBAMA e, periodicamente (trimestral) enviar relatórios de quantos javalis foram abatidos, aonde, a forma que foi abatida, entre outras informações. Primeiramente a pessoa tem de ter o Certificado Técnico Federal

– CTF e, posteriormente o Certificado de Registro – CR, dentro do CTF, para poder efetuar o manejo. “Antigamente o manejo era mais fácil, hoje ficou mais burocrático, pois além do atirador o produtor também tem que fazer a documentação, pois caso contrário, a caça acaba se tornando ilegal” finaliza Silva.

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AgroInfo

Foto: Floating Farm

VACAS NO MAR: HOLANDA TERÁ A PRIMEIRA FAZENDA FLUTUANTE PARA GADO LEITEIRO DO MUNDO

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uando pensamos em “offshore”, é comum vir à mente os parques eólicos construídos ao longo da costa marítima, tendência mundial para a geração de energia limpa. Isso parece ser o que há de mais novo em aproveitamento de recursos, mas uma construtora holandesa foi além: está em construção a primeira fazenda flutuante de gado leiteiro do mundo, para ajudar o país a se tornar autossustentável na produção de alimentos. Ancorada no Porto de Roterdã, a fazenda flutuante será inaugurada no final deste ano e inicialmente terá 40 vacas a bordo, ordenhadas por robôs e serão capazes de produzir cerca de 800 litros de leite por dia. Além do surpreendente volume de produção, todos os dejetos — coletados por robôs — serão usados como fertilizantes e combustível para geradoras de eletricidade na região, a fazenda também

terá painéis solares, árvores artificiais que farão sombra para os animais e uma rampa para que eles tenham acesso à terra firme.

A ideia de construir uma fazenda flutuante surgiu depois que o furacão Sandy devastou as ruas da cidade e dificultou o acesso da população a alimentos.

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AgroVeterinário AgroVeterinário

Foto: Divulgação Fotos: Divulgação

NOVEMBRO – O MÊS DA VACINAÇÃO DA FEBRE AFTOSA

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febre aftosa é uma doença causada por virus e é altamente contagiosa. A doença de forma geral afeta animais de casco fendido, como bovinos, suínos, ovinos e caprinos. Esta enfermidade geralmente ocorre na forma de surto que se dissemina rapidamente pelos animais de rebanho. A transmissão da febre aftosa ocorre, principalmente, pelo contato entre animais doentes e sadios. O vírus é eliminado para o meio ambiente por meio das secreções e excreções dos animais doentes como secreções nasais, saliva, sêmen, leite, urina e fezes, contaminando o meio ambiente. Entretanto, o vírus também pode ser transportado pelo ar e pelas pessoas (pelas mãos e vestimentas) que podem transmitir a doença para os animais. Também pode ocorrer a transmissão pela ingestão de água, leite ou alimento contaminado com o vírus. É ainda, considerada uma zoonose, apesar de poucos relatos da doença em humanos. Os sintomas são febre, vesículas na 10

boca (aftas), causando salivação excessiva e lesões na forma também de vesículas nas patas e tetos. As vesículas podem estourar formando úlceras e interferem diretamente na alimentação e locomoção do animal, causando perda de apetite e dificuldades em se locomover, consequentemente redução da produção de leite, perda de peso e diminuição da eficiência reprodutiva. O animal pode vir à óbito, principalmente os jovens ou debilitados. A principal forma de controle da doença é a vacinação profilática, que no estado de São Paulo apresentou algumas mudanças em 2018. Nesta etapa de vacinação, que segue durante todo o mês de novembro, animais de zero a 24 meses de idade devem ser vacinados e ter esse manejo de vacinação declarado à Defesa Agropecuária do Estado de São Paulo. A não vacinação do rebanho pode resultar em multas de até R$ 128,50/ animal. O Estado de São Paulo tem 11 milhões de bovinos e bubalinos atualmente, e é um dever de todos colaborarem va-

cinando seus animais e diminuindo as chances da manifestação das doenças nos rebanhos, situação esta que pode gerar muitos prejuízos à pecuária nacional, principalmente com o fechamento de comércios exteriores. Segundo estatísticas, no ano passado, no mesmo período 98% do rebanho do estado havia sido vacinado. Contamos com sua colaboração nesta próxima etapa para continuarmos, se não, aumentarmos esse índice! Em caso de dúvidas à respeito do manejo de vacinação, entre em contato com os órgãos competentes ou com o médico veterinário de sua confiança.

PAULO BELARMINO

Médico Veterinário CRMV-SP: 30.174 / CRMV-MS: 4.833 p.belarmino@hotmail.com


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AgroInfo

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A IMPORTÂNCIA DA ANÁLISE DE SOLO NA PRODUÇÃO

solo é um recurso natural renovável que desempenha um papel fundamental na produtividade agrícola, pois carrega em sua composição os nutrientes essenciais para as plantas. Um solo fértil possui grande capacidade de fornecer água e nutrientes às plantas, mas sua fertilidade pode variar muito em uma só propriedade agrícola. Por isso, o produtor rural precisa conhecer os solos de sua lavoura, o que só é possível com a análise específica. “A amostragem pode ser feita a cada 5 hectares (dependendo da cultura), coletando amostras de vários pontos da terra, como baixada e espigão, sendo coletado em zig zag, de 0 a 20 cm, para uma análise comum do solo e, de 20 a 40 cm, para casos que serão necessários à utilização de gesso” explica Flavio Celso Xavier de Almeida, engenheiro agrônomo e sócio proprietário

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Fotos: Divulgação | Leandro Gasparetti

da Rio Alta, que possui laboratório próprio para análise de solo, há mais de 20 anos e, atua no interior paulista, além de outros estados como Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso, entre outros. Com base no resultado da análise do solo, poderá ser feita a correção da acidez do mesmo (através da calagem: que é o preparo do solo para cultivo agrícola com aplicação de calcário para elevar os teores de cálcio e magnésio, neutralização do alumínio trivalente e correção do pH do solo, para um desenvolvimento satisfatório das culturas) e também da fertilidade, quando necessária, por meio da adubação. “Algumas culturas expõem mais o solo aos efeitos da erosão, então, medidas conservacionistas deverão ser aplicadas; culturas que utilizam herbicidas pré emergentes deverão ter atenção maior, inclusive com relação a análise do solo” completa Almeida. Caso o produtor rural necessite de crédito bancário, uma das exigências é a análise do solo para ter acesso ao crédito agrícola e seguro safra ao agricultor, possibilitando a avaliação dos riscos do negócio. Conforme o Manual de Crédito Rural, para ter acesso a essas linhas

de financiamento, o agricultor tem que apresentar laudos de análise de solo e da respectiva recomendação agronômica, a análise pode incluir também o carbono total do solo. Uma análise geralmente fica pronta entre 15 a 20 dias. A decisão do que, quando e quanto prover ao solo deve ser feita com base na análise de fertilidade deste e com o auxílio de um profissional que possua conhecimento e domínio sobre o assunto.

FLAVIO C. XAVIER DE ALMEIDA

Engenheiro Agrônomo e sócio proprietário da Rio Alta


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AgroDestaque

TABAPUÃ FOI DESTAQUE NA EXPÔ RIO PRETO

O criatório Fábio Zucchi Rodas, da Fazenda Água Milagrosa, que pertence ao Grupo Junqueira Rodas, levou durante a 56ª edição da Expo Rio Preto dois títulos importantes – melhor criador e melhor expositor, na raça Tabapuã. A premiação foi um reconhecimento dos investimentos em genética de qualidade e 78 anos de tradição. Além do grande campeonato, na categoria macho com Urro FIV, que venceu pela segunda vez a competição em solo rio-pretense, o criatório também teve destaque na categoria reservada Grande Campeã, com Velocidade de Tabapuã.

PRODUÇÃO DE ORGÂNICOS

O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, e o ministro de Agricultura do Chile, Antonio Walker Prieto, assinaram memorando de entendimento para promover ações de comércio de produtos orgânicos. Em nota, a Agricultura diz que este é o primeiro reconhecimento mútuo de semelhanças nas normativas de produção orgânica negociado entre países da América do Sul. A reunião do Conselho Agropecuário do Sul (CAS), que aconteceu em Buenos Aires, contou com a presença dos demais ministros integrantes do conselho, do Brasil, Chile, Argentina, Bolívia, Paraguai e Uruguai. No encontro foi discutido levantamento da lista de produtos químicos (moléculas autorizadas em cada país e condições de uso) com o objetivo de harmonizar a regulamentação desse tema em toda a região.

TRATADOR DE ANIMAIS MÓVEL

Lançado recentemente no mercado e uma inovação para alimentação de animais, a Tryber Tecnologia, apresenta o tratador de animais móvel. “O tratador móvel permite que quando o pasto estiver seco, o pecuarista possa mudar de local toda a estrutura de alimentação, além de redução de custo, já que a estrutura protege o alimento do mal tempo” explica Eduardo Arruda, representante comercial unismart, da Tryber Tecnologia. Por se tratar de uma estrutura móvel, o tratador pode ser levado para outros locais, como recintos e outros espaços, permitindo alimentar o rebanho em qualquer lugar. Os tratadores possuem características peculiares que permitem alimentar de 150 a 300 animais de uma só vez e, com capacidade de até 8.000 kg e até 10 m³ de armazenamento.

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Fotos: Divulgação


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Foto: Ricardo Paulino de Oliveira

AgroArtigo

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BOTULISMO BOVINO: A DOENÇA AINDA ASSOMBRA

botulismo é uma doença/intoxicação causada pela ingestão e absorção intestinal de toxinas produzidas pelo clostridium botulinum, uma bactéria, bastonete anaeróbio, formador de esporos, que acomete diferentes espécies, inclusive o homem. O botulismo bovino também conhecido como “doença da vaca caída” ocorre em diversas regiões do país, principalmente nas regiões mais quentes e úmidas. O Clostridium botulinum pode permanecer no solo e em matéria orgânica por longos períodos em sua forma resistente, os esporos, sem causar doença. Porém, quando encontram um ambiente favorável de anaerobiose, ou seja, sem oxigênio, os esporos germinam e produzem neurotoxinas. Após absorção pelo trato intestinal, as toxinas se ligam à receptores de terminações nervosas, resultando em paralisia flácida e morte do animal em virtude de parada respiratória. As toxinas C e D são as de maior importância epidemiológica. Um grama de toxina mata um animal adulto e cerca de um grama de matéria orgânica decomposta contaminada pode ter toxina suficiente para matar um bovino adulto. Bovinos criados em pastagens deficientes em fósforo e/ou que recebam suplementação mineral inadequada desenvolvem osteofagia (hábito de roer ou chupar ossos), podendo ingerir as

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toxinas botulínicas presentes nestas carcaças. Reservatórios de água, águas paradas e/ou açudes contaminados por carcaças de roedores, pequenas aves ou animais silvestres como tatus e tartarugas, também podem ser considerados como possíveis fontes de infecção para bovinos a campo e estabulados. Nos últimos anos, diversos surtos de botulismo foram descritos na região, tendo como fonte de infecção a cama de frango, usada na suplementação alimentar de bovinos, devido à presença comum do agente no trato digestivo de aves. Após sua proibição em 2001, pela Instrução Normativa nº 15 do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento, como uma medida preventiva para se evitar a encefalite espongiforme bovina (BSE), a utilização de cama de frango como suplemento alimentar reduziu consideravelmente, contudo ainda tem sido relatada como uma das fontes de infecção para bovinos confinados, resultando na morte de elevado número de animais em uma propriedade. Recentemente, tivemos um surto de botulismo bovino na região de São José do Rio Preto, aonde mais de cinquenta animais vieram a óbito. O diagnóstico é baseado nos sinais clínicos, dados epidemiológicos e pela identificação de toxinas e/ou esporos de Clostridium botulinum no material analisado.

O tratamento indicado para o botulismo bovino é o soro antibotulínico C e D liofilizado, obtidos a partir de imunoglobulinas específicas, purificadas, concentradas e liofilizadas, obtidas do soro de equinos sadios hiperimunizados com toxina botulínica, antibióticos à base de penicilinas e fluidoterapia de suporte. A melhoria das condições ambientais e sanitárias, manejo nutricional adequado, vacinação de todo rebanho contra o botulismo e utilização de fontes seguras de insumos na alimentação, são algumas das medidas preventivas contra a doença.

RICARDO PAULINO DE OLIVEIRA Médico Veterinário CRMV/SP nº 22.290


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AgroInfo

Fotos: Leandro GAsparetti

SINDICATO RURAL DE RIO PRETO: HÁ 53 ANOS INOVANDO PARA O PRODUTOR RURAL

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esde sua fundação, em 28 de maio de 1965, ou seja, há 53 anos atrás, o Sindicato de Rio Preto, vem se reestruturando, ano após ano, para conseguir melhorias aos produtores rurais da região. “Atualmente oferecemos serviços contábeis, fiscais, departamento pessoal, cursos de formação profissional rural e plano de saúde com desconto aos associados” comenta Sergio Antonio Expressão, presidente do Sindicato Rural de Rio Preto. Na parte contábil engloba-se o imposto de renda de pessoa física ou jurídica; orientação para obtenção de créditos rurais entre outros, já na parte de departamento fiscal; abertura de CNPJ, Dipam, controle e isenção de ICMS, entre outros e, no departamento pessoal; registro de livro de empregados, folha de pagamento, recibos de empregados, admissões, entre outros. “Sendo os serviços mais procurados entre os produtores rurais são a declaração de ITR (imposto sobre a propriedade territorial rural), recadastramento do CCIR (certificado de cadastro de imóvel rural), Cadastro Ambiental Rural – CAR e, toda a parte de departamento pessoal” comenta Carlos Alberto de Souza, administrativo financeiro do Sindicato Rural. Já na parte do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural – Senar de Rio Preto, oferece diversos cursos de for-

Sindicato Rural de S.J. Rio Preto/SP Av. Alberto Andaló, 2641 – Centro 17 3232.5115 | 9.9783.2931 18

mação profissional rural e promoção social em convenio com o Sindicato Rural de Rio Preto. “No ano de 2018, estão sendo treinados diversos produtores e trabalhadores rurais e seus familiares, as ações que houveram maior procura foram ligadas a produção orgânica, entendemos com essa demanda a conscientização da população em busca de hábitos saudáveis e, com isso, o produtor rural vem se adequando cada vez mais nesta linha de produção” explica Regilene Oliveira, coordenadora do Senar Rio Preto. Para 2019, visando sempre a inova-

ção do produtor rural, o Senar, trará novas ações como os cursos de operação de moto niveladora e pá carregadeira. Para atender a demanda do setor sucroalcooleiro, serão oferecidos cursos na produção de mudas de cana de açúcar pré brotadas e, também, a implantação do viveiro pré-primário de mudas pré brotadas. “Além dessas ações, o Senar iniciará novas turmas de olericultura e tomate orgânico, turismo empresarial rural e diversos outros cursos como, sangria de seringueira, inseminação artificial, jardinagem entre outros” finaliza Regilene.

Sergio Antonio Expressão, presidente do Sindicato Rural de Rio Preto


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AgroHeveicultura

COAGULANTE DE SERIN AUMENTA PRODUÇÃO

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onsiderado o maior produtor de borracha nacional, o Estado de São Paulo, produz cerca de 50% do mercado nacional. A maior concentração fica em São José do Rio Preto, onde ficam também a maioria das indústrias que fazem o beneficiamento do coagulo produzido nas fazendas. “O nosso forte é Kwayo Láctico Sofort, que é um coagulante que visa substituir o ácido acético, já que é menos complexo, por não ser volátil, isento de licença, além de outros benefícios e, como a base dele é subproduto de fertilizante, então, não afeta o solo” explica Marcos Alberto Pavanelli, químico responsável da PH Rio Preto. Para extrair o látex da seringueira, faz-se um corte cuidadoso no tronco dessa árvore, por onde a seiva branca e leitosa flui. Depois de recolhida, a seiva é transformada em borracha crua pelo processo de coagulação. “O Kwayo elimina ao máximo a quantidade de água que possui no coagulo, sendo mais produtivo, além do tempo de coagulação variar de 3 a 5 minutos” complementa Pavanelli. O que parece ser algo simples de fazer requer muito conhecimento e técnica para não ferir a árvore Seringueira e prolongar a vida útil, além de garantir um alto nível de produção. “Desde que comecei a trabalhar na empresa,

Marcos Alberto Pavanelli, químico responsável da PH Rio Preto 20


Fotos: Leandro Gasparetti

NGUEIRA DE BORRACHA há quatro anos, já utilizam o Kwayo que, se comparado ao acido acético, é mais eficiente, por reduzir a quantidade de água na borracha, além de não possuir odor” explica José Tiago de Freitas Nascimento, químico na QR Borrachas Quirino. Já que cerca de 30% a 35% do látex é borracha pura. O restante é formado por água e outras substâncias. A produção pode se estender durante o ano todo, porém é preciso reservar os meses de agosto e setembro para o repouso da árvore. Os meses de março, abril e maio, devido ao cli-

ma favorável, é a época de maior produtividade. Atualmente o Brasil produz apenas um terço do que necessita nacionalmente, sendo que o restante é importado principalmente do sudeste asiático, maior produtor mundial de borracha. “Estamos expandindo nossa atuação em outros estados como Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Tocantins, além de já atendermos cerca de 80% das usinas do Estado de São Paulo” finaliza Priscila Beraldi de Souza, Diretora Comercial da PH Rio Preto.

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AgroMercado

Foto: Think Stock

TAILÂNDIA PRETENDE VOLTAR A IMPORTAR COURO BOVINO DO BRASIL Desde o primeiro semestre deste ano o comércio estava embargado pelas autoridades tailandesas, que passaram a exigir certificação sanitária

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Tailândia vai retomar a importação de couro bovino do Brasil. Comunicado nesse sentido foi enviado pelo Departamento de Pecuária e Desenvolvimento (DLD), autoridade sanitária do país asiático ao Ministério da Agricultura do Brasil, no qual aceita a proposta brasileira de Certificado Sanitário para exportação de peles tratadas e de couros wet blue, semiacabados ou acabados. Conforme o Ministério da Agricultura, desde o primeiro semestre deste ano o comércio estava embargado pelas autoridades tailandesas, que passaram a exigir certificação sanitária baseada na aplicada pela China, Hong Kong e Vietnã, apesar do risco sanitário desprezível dos produtos originários do Brasil. A notícia vai ao encontro das ex-

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pectativas do setor brasileiro de couro que, recentemente, anunciou intenção de aumentar suas vendas externas, que somam aproximada-

mente US$ 2 bilhões ao ano. No ano passado, a Tailândia importou cerca de US$ 713,803 milhões em peles e couros.


Rio Preto

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AgroRodeio

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DUMMY GANHA MERCADO EM RODEIO

escolha do touro bom de pulo é feita pela genética e aptidão, que se faz por volta dos 1,5 anos de idade. Como não são todos animais que possuem aptidão ao pulo, o rebanho passa por teste, podendo ser utilizado o Dummy (uma espécie de robô cowboy) ou não. O equipamento possui a facilidade e praticidade do manuseio tornando o aparelho muito seguro para treinar os animais que funciona mais ou menos da seguinte forma: ao embretar o touro, o Dummy é colocado no mesmo local onde se coloca a corda do competidor, é apertado e uma corda liga o aparelho no sedém do animal. Após aberta a porteira o animal sai pulando, sendo que o proprietário pode acionar por controle remoto, a qualquer distância e, o Dummy cai do lombo do animal destravando também o sedém, assim, o animal fica sem nenhum equipamento em seu lombo e não sofre ne24

nhum machucado. Além disso no mercado, atualmente, existem vários modelos de Dummy, tendo os mais tradicionais, que são uma caixa quadrada e, um diferente, que se adequa melhor ao corpo do touro. “Procuramos fazer o nosso Dummy com melhor adaptação para o animal,

que ao invés de ter o formato padrão - de caixa quadrada que nos primeiros pulos já tomba para o lado -, o nosso layout se adapta melhor ao corpo do animal, pois o encaixe que vai ser apertado embaixo do animal possui regulagem conforme o tamanho, assentando melhor; como melhor voltagem da bateria, que dura e recarrega mais rápido na tomada, além do acabamento ser em pintura epox que, não arranha e descasca fácil e a antena do controle remoto que está acomodada na alça, permitindo uma melhor área de captação do sinal, que pode ser ativado de longas distâncias” explica Luis Messias Machado, proprietário da Campolina e fabricante do Dummy Bull Testing. Depois de passar pelo teste com o Dummy, o touro é avaliado pelo pulo dentro dos cinco parâmetros de julgamento que são: salto, coice, grau de dificuldade, intensidade e giro. Nos Estados Unidos existem centenas de


campeonatos de Dummy, nos quais os animais são avaliados exatamente como nos eventos da PBR (Professional Bull Riders), que tem competidores em cima dos touros. Já no Brasil, o Best Bull Genetics, que iniciou suas atividades em 2016, organiza e realiza os campeonatos no interior paulista. “Para participar do campeonato o animal precisa ser registrado na Best Bull Genetics e, precisa pular dez vezes durante todo o campeonato, que vai de agosto a agosto, para poder participar da final, sendo que a pontuação varia de 0 a 100 pontos” explica Paulo Belarmino sócio da Best Bull Genetics. “Nossa final foi em Barretos e o campeão de 2017 foi o touro Zé Pretinho, do Flavio Junqueira” completou Belarmino. As competições de Dummy tem ganhado cada vez mais espaço nos rodeios tradicionais. “É o futuro do rodeio brasileiro, pois com o Dummy podemos separar os animais com o perfil de pulo, sem machucar o cowboy, ao contrário de antigamente, que se colocava o cowboy para praticar no animal” comenta Flavio Junqueira, ex diretor da PBR Brasil e atual coordenador executivo da Confederação Nacional de Rodeio - CNAR.

Fotos: Leandro Gasparetti | Norival Matos

Já que o animal é avaliado com as mesmas características do rodeio tradicional, a utilização do Dummy reduz o índice de acidentes com os cowboys, que não correm o risco de se machucar e podem focar em seu treinamento para os rodeios tradicionais. “Vale ressaltar que o Dummy serve para avaliar o animal e, em nenhum momento entrou no mercado para competir com o cowboy” finaliza Belarmino.

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AgroSegurança AgroLeite

HOMEOPATIA RURAL E OS PRODUÇÃO DE

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m um sitio de dois alqueires, situado na região sul de São José do Rio Preto, mais conhecido como Estância Pirajá, o casal Júlio César Machado de Campos e Isabel Cristina Sprangoski, junto com Mariana de Oliveira Campos, filha de Júlio e, três funcionários, cuidam das noventa vacas e algumas novilhas da raça jersey, a base da homeopatia, ou seja, produtos naturais há cerca de 10 anos. “Começamos a trabalhar com leite há 20 anos, mas há 10 anos resolvemos implantar a homeopatia em nossa propriedade, no início, não via muito retorno, demorou mais de seis meses para começar a ver melhoria nas vacas, que no começo sofriam muito com carrapato e outras doenças, além das moscas que não davam sossego” comenta Campos. O início do uso da homeopatia foi

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O casal Júlio César Machado de Campos e Isabel Cristina Sprangoski


Fotos: Leandro Gasparetti

S BENEFÍCIOS NA LEITE E QUEIJOS preventiva para infecção como mastite, mamite e, infecções causadas pelo carrapato, mas depois passaram para a alimentação natural. “Ficamos cerca de sete meses sem aplicar a homeopatia e, a contagem de células somáticas – CCS, passou de 67 para 300, então, percebemos que a homeopatia ajuda na qualidade do leite e, indiretamente no queijo” explica Sprangoski. Sendo que quando a CCS do leite do tanque de expansão ultrapassa o valor de 200 é um indicativo de um possível problema de mastite no rebanho, que causa grande prejuízo ao produtor, como redução na produção de leite das vacas afetadas, gastos com medicamentos e técnicos, descarte de leite por presença de antibióticos, descarte prematuro de vacas, alteração na composição do leite (diminuição da gordura, caseína e lactose no leite).

Na propriedade existem 54 piquetes que são divididos em três grupos de 18 piquetes, onde os animais mudam a cada dia e, depois de 18 dias eles completam a rotação e voltam para o primeiro, já com o capim crescido e pronto para alimentar o rebanho. Em época de seca, um talhão de meio alqueire de cana-de-açúcar complementa a alimentação. Para que os piquetes não acabem, o casal faz a correção com calcário e usa uma pequena quantidade de adubo, que também é natural. “O adubo nós colocamos camadas de esterco, folhas, fosfato de rocha, e aceleramos a decomposição com EM4, sendo que a cada 15 dias damos o “tombo” para entrar oxigênio, além de molharmos e, depois adubamos o pasto, para não empobrecer a terra” explica Campos. Na verdade, as vacas comem um pu-

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AgroLeite

nhado de ração que é colocado em um pequeno recipiente onde se mistura o remédio. É só neste momento que os animais, na hora da ordenha, ingerem um pouco de ração. Sendo que as vacas que estão para dar cria ficam em uma área separada, mais próxima da sede, um lugar com fácil acesso para dar assistência no nascimento do bezerro. Já a vacinação, que é definida por lei como para brucelose, tuberculose, febre aftosa é padrão, além de fazerem o controle, apesar de não terem problemas, já que os animais são da propriedade e as crias geradas lá, continuam na propriedade no caso das fêmeas, já os machos são vendidos. A constante atualização do produtor rural é importante para que sempre inove no campo e, consiga, mesmo que a longo prazo, resultados que não só satisfaça ao próprio produtor como também aos consumidores. “Os cursos oferecidos pelo Sindicato Rural de Rio Preto, em parceria com o Senar, que participamos como o pró-leite, agricultura orgânica, casqueamento de bezer-

Foto: Divulgação

ro, manejo de bezerras, que auxiliam as famílias em um pedaço de terra a terem o seu sustento, criando gado de leite, além de ajudarem a abrir a cabeça e facilitar a vida do produtor rural” complementa Campos. PRODUÇÃO A retirada do leite é toda mecanizada, as vacas possuem uma sequência para retirada do leite e, durante o procedimento parte do leite já é separado para a produção do queijo e a outra parte será destinada para venda externa. A propriedade produz cerca de 40 a 50 quilos de queijo por dia, sendo produzidos os queijos fresco, meia cura, brie, awá, pirajá, parmesão, canastra, caburé, coalhada seca e ricota. E parte do leite produzido é vendido para a Associação de Produtores de Potirendaba, que revende para uma fábrica de queijos, sempre tendo uma constância no preço. A ESCOLHA DA RAÇA JERSEY “A qualidade do leite da jersey é melhor que a do holandês, pois possui 20%

ORIGEM DA RAÇA JERSEY Esta raça é originária de uma pequena ilha chamada, Ilha de Jersey, na Grã-Bretanha, especificamente no Canal da Mancha, entre a Inglaterra e a França 28

a mais de cálcio, 30% a mais de sólido, teor de gordura maior, o que acaba rendendo mais, agora em relação a quantidade, quem ganha é a holandês” explica Campos pela escolha da jersey para a produção de leite e queijo. A raça é originária de uma pequena ilha chamada, Ilha de Jersey, na Grã-Bretanha, especificamente no Canal da Mancha, entre a Inglaterra e a França. A chegada dos primeiros exemplares no Brasil aconteceu no Rio Grande do Sul, em 1896. O jersey é um animal altamente adaptável em qualquer canto do país, com uma ordem grande de pureza, senedo, hoje a segunda raça mais vendida em todo mundo. Além disso, o jersey é considerada hoje uma das poucas raças que continua em ascensão e expansão no mundo todo. Não tem como não ter sucesso um produtor que se dedica a um bovino leiteiro que produz o leite com qualidade superior em termos de mais gordura, mais proteína e mais sólidos gerados do que as outras raças.


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AgroSegurança AgroLavoura

N

ABACAXI É VISTO COM BONS OLHOS NA REGIÃO

em sempre descascar o abacaxi é um mau negócio. Aliás, vale muito a pena quando embaixo da casca da fruta se revela uma polpa suculenta, saborosa e refrescante. O abacaxi é bem aceito pelo brasileiro e tem plantio que não exige do produtor o uso de técnicas complicadas, o que resulta em uma boa combinação para produtores de pequenas propriedades e que trabalham com o comércio local ou com a venda direta. Como é o caso de uma produção com cerca de 126 mil pés de abacaxi, em uma área de 2,5 alqueires, em São José do Rio Preto, no distrito de Talhados, que possui várias etapas produtivas, já que foram plantadas em épocas diferentes. “O intuito é termos o abacaxi para atender ao mercado na época que geralmente não se tem aqui na região e, que acaba obrigando todos a pagarem mais caro pela fruta, por virem de outros estados como Tocantins, Pará e Rondônia” explica Lindomar Garcia de Souza, técnico agrícola e engenheiro agrônomo. O preparo do solo foi feito de forma

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Lindomar Garcia de Souza, técnico agrícola e engenheiro agrônomo

convencional começando pela gradagem – que faz com que os grandes torrões deixados pela aração sejam rompidos, deixando o solo plano; depois o arado, que se baseia na inversão de

camadas do solo, normalmente realizada na profundidade de 20 cm e, a nivelagem, para deixar o solo plano para depois riscar, fazer os sulcos e, por fim, a plantação, geralmente, em fileira dupla.


Mas não basta só plantar, tem que fazer o controle fitossanitário, além do controle diário para erva daninha e, inspeções a cada 30 dias, para ver se tem sintoma de pragas. Tudo feito de forma mecanizada, para não encarecer a produção e o produtor ter uma margem maior de lucro. “Na época da plantação, trabalhávamos em 6, as vezes 8 pessoas, agora que só precisa fazer a manutenção preventiva da produção, trabalhamos em 2, no máximo 3 pessoas” comenta Luis Cardoso, agricultor. Além dessa produção, a dupla possui mais 60 mil pés de abacaxi em Nova Itapirema. “Lá estamos estruturando para termos nossas próprias mudas, já que no começo, compramos a muda em outro local, mas na próxima safra já será tudo nosso, o que aumenta mais o retorno” explica Souza. E os projetos não param por aí, os abacaxis que não forem comercializados, conhecidos como refugo, pretendem fazer polpa de fruta para venderem no comércio. “O abacaxi de refugo é uma fruta menor, que não agrada a população, por isso pretendemos fazer a polpa, assim, o abacaxi será consumido de outra forma” finaliza Souza.

Fotos: Leandro Gasparetti

Luis Cardoso, agricultor

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AgroSegurança AgroExpo

56ª EXPO RIO PRETO 2018 ATRAIU 40 MIL PESSOAS E MOVIMENTOU R$ 5 MILHÕES EM NEGÓCIOS

C

om 11 raças de animais em exposição, dois leilões - um presencial e um virtual - e oito julgamentos de raças, a 56ª Expo Preto 2018, movimentou cerca de R$ 5 milhões em negócios. Durante os cinco dias de evento, o Recinto de Exposições “Alberto Bertelli Lucatto” recebeu público estimado em 40 mil pessoas e cerca de mil animais das raças Nelore, Sindi, Nelore Mocho, Guzerá, Tabapuã, Senepol, Simental, Gir, Gir Leiteiro, Girolando e Angus. A novidade deste ano foi o Angus Rústico, presente pela primeira vez no evento. “Tivemos um saldo muito positivo na Expo Rio Preto 2018, que se consagrou como uma das maiores exposições

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agropecuárias do Estado. Além de movimentarmos a economia da cidade e trazermos novos investimentos e empregos, também trouxemos a família para o Recinto”, avaliou o prefeito de Rio Preto, Edinho Araújo. “A variedade e qualidade dos expositores consolidaram o novo formato da Expo Rio Preto, mais voltada para o agronegócio, a tecnologia e a profissionalização, e geraram novos tipos de negócios, como a venda de animais dentro dos próprios pavilhões”, diz Pedro Pezzuto, secretário de Agricultura e Abastecimento de Rio Preto. No setor da agropecuária, as salas de palestras, seminários e workshops téc-

nicos ficaram lotadas. “Nosso balanço é totalmente positivo. Conseguimos consolidar o novo formato da exposição, priorizando o agronegócio e com variedade de raças no recinto, aliado a uma grade de palestras e ao entretenimento familiar”, afirmou Paulo Sader, presidente da Expo Rio Preto. Com uma praça de alimentação com food trucks e barracas de entidades assistenciais, shows com artistas locais, oficinas artísticas e uma grade de atrações especial para crianças, a 56ª Expo Rio Preto também caiu no gosto dos jovens por conta da exposição de ovinos e caprinos e a presença dos cavalos gigantes vindos de Boituva.


Fotos: Leandro Gasparetti | Divulgação

Novidades

“Essa foi uma solicitação dos criadores para que nossa Expo seja logo após a Expozebu, de Uberaba. Dessa maneira, teremos mais animais e mais leilões”, explicou Pezzuto. Já que houve antecipação em uma semana para a edição do ano que vem, que será entre os dias 2 e 6 de outubro. Já na área da praça de alimentação, para 2019 terá novidades. “Esse ano já tivemos mudanças visando à melhoria do evento. Para o ano que vem, vamos também readequar a praça de alimentação para que fique mais próxima da entrada do recinto. Nosso objetivo é fa-

zer o evento ficar melhor a cada ano”, disse Pezzuto. Organizada pela Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Agricultura e Abastecimento, a 56ª Expo Rio Preto 2018 teve apoio institucional da Associação Comercial e Empresarial de São José do Rio Preto (ACIRP), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (CATI), patrocínio da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Rio Alta, Matilat, Leffers, além de outros importantes parceiros.

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AgroSocial

SOCIAL

Por: Leandro Gasparetti

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PROSAS & CAUSOS COM

AgroHumor

OIA O RACHA!!

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AOOO PORTUGUES!!!! O português estava dirigindo em uma estrada, quando viu uma placa que dizia: “Curva perigosa à esquerda” Ele não teve dúvidas: Virou à direita.

EITA POVO DOIDO Fui almoçar ontem na casa de uma amiga, quando terminamos de almoçar, ela me disse: Fiz o almoço, agora a louca é sua. Peguei a louça, coloquei tudo em um saco plástico e fui embora. Agora a mulher tá aqui na frente de casa com a polícia querendo a louça de volta... Vai entender esse povo, dá e depois toma estranho viu... kkkkk

POBRE HOMEM

Havia um homem muito pobre, e sua casa tinha varios ratos certo dia se irritou-se e foi no ferro velho pedir uma ratueira e conseguiu. Chegando em casa olhou a geladeira e não encotrou nada ´para colocar na geladeira, então colocou um bilhete escrito assim “vale um queijo”. No outro dia acordou e foi ver se tinha pego algum rato e encontrou um outro bilhete escrito assim “vale um rato”

COISA DE CRIANÇA A filha chegou em casa e o seu pai perguntou para ela: E aí filha como foi a prova; e ela respondeu: Igual a antartica; o pai não entendeu e perguntou: : Como assim? ah! pai tudo abaixo de 0.

Uma vez um homem em uma Fiat 147,ele enguiçou aí estava pasçando um cara em uma Ferrari, parou e perguntou oi amigo quer que eu lhe deixe no proximo mecanico pô cara você faria isso!!!! é claro,olha se você estiver correndo muito eu pisco o farol tudo bem!!! Eles estavam saindo e veio um lamborguine diablo aí vamos bater um racha vamos. Vuuuuuuuuuuuum em tão a polícia rodoviaria viu e falou pelo radio aqui é a viatura 023 tem um racha aqui entre uma ferrari e laborguine diablo e por incrivel que pareça uma fiat 147 querendo ultrapaçar os dois.

RELÓGIO

O sujeito fica horas dentro de uma relojoaria lotada de relógios. Depois de horas a olhar os relógios da loja, chega atendente e educadamente diz: -Pois não, posso ajudá-lo? E o sujeito pergunta: -Que horas são, por favor?

Todas as

sextas não perca!

na TV Aparecida 36

Resgatando o humor simples para a família brasileira


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AgroPiscicultura

R

ENCONTRO DE NEGÓCIOS E CONHECIMENTOS DA AQUICULTURA NACIONAL

ealizada há 10 anos, a Aquishow é um evento da Aquicultura nacional que reúne todos os elos da cadeia produtiva para discutir os mais diversos assuntos, com o objetivo de aperfeiçoar práticas de produção e seu desenvolvimento sustentável, com novas técnicas e tecnologias voltadas para o incremento da Aquicultura em tanques rede ou viveiros escavados, bem como a importância da sustentabilidade na atividade. “A Aquishow vem se consolidando como um dos maiores eventos da Aquicultura do país, no qual se fala sobre vários temas, assuntos e tendências de uma das culturas mais saudáveis e ricas” comenta Marilsa Patricio Fernandes, coordenadora da Aquishow. A Aquishow 2019, que será realizada de 14 a 17 de maio, contará com expo-

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Fotos: Divulgação / AquiShow Brasil

sições, minicursos, palestras, concursos e negócios. Como na última edição que contou com a presença de 50 empresas expositoras, com a participação de 19 estados do Brasil e 12 países. “Para 2019 traremos várias novidades, dentre elas, o “Oscar” da aquicultura, no qual premiaremos as personalidades que mais se destacam, além do torneio filetador de ouro, que analisará os competidores pela eficiência e técnica de desossa do peixe, a culinária a base de comida mecanicamente separada, com opções de preparo como almondegas, quibes, entre outras opções e o 1º Tilapiada, que só posso dizer que surpreenderá a todos” fala Fernandes. Nos quatro dias do evento, os três primeiros dias, serão destinados a feira e exposição, já o último dia será destinado a palestras, minicursos e visita técnica.

A primeira edição do evento aconteceu em 2009, quando o setor ainda dava os primeiros passos, a partir de 2013 tomou um caráter mais técnico, já em 2017, o evento começou a contar com parcerias de empresas do setor privado, diversas instituições colaboradoras, entre outros.


AgroPiscicultura

Foto: Divulgação

PISCICULTURA BRASILEIRA SE UNE EM CAMPANHA PARA ELEVAR CONSUMO

A

Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) recomenda o consumo de 12 kg de peixes por ano, mas no Brasil a ingestão média está aquém disso. O brasileiro come cerca de 9,5 kg — bem abaixo também da média mundial, que é superior a 20 kg por habitante ao ano. “Precisamos impulsionar o consumo no Brasil. Trata-se de um alimento rico e extremamente saudável”, afirma Francisco Medeiros, presidente executivo da Associação Brasileira da Piscicultura. Para Medeiros, é preciso valorizar os peixes de cultivo, como tilápia, tambaqui, pacu, tambacu, pirapitinga e tambatinga, que são espécies que mostram o potencial de produção da piscicultura no país. O executivo também destaca que do consumo per capita atual, apenas um terço é de peixes cultivados no Brasil, pois a maior par-

te da importação ainda é de peixe de cultivo de outros países, como o panga e salmão. A entidade e seus mais de 100 associados estão lançando uma campanha nacional, cujo o objetivo é levar mais informações sobre os peixes de cultivo

do Brasil para os consumidores e, assim, contribuir para o aumento do consumo. Em 2017, a produção nacional de peixes de consumo atingiu 691.700 toneladas, sendo 51,7% de tilápia (357.639 t), 43,7% de peixes nativos (302.235 t) e 4,6% (31.825 t) de carpas e trutas.

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AgroHistorias

Foto: Divulgação

O contador de histórias DELLA MORENA

DELLAMORENA_OFICIAL DELLA MORENA www.dellamorena.com.br

E

O cheque escondido

ra uma vez um rapaz que ia muito mal na escola. Suas notas e comportamento eram uma decepção para seus pais que, como bons cristãos sonhavam em vê-lo formado e bem sucedido. Um belo dia, o bom pai lhe propôs um acordo: se você, meu filho, mudar de comportamento, se dedicar aos estudos e conseguir ser aprovado no vestibular para a universidade de medicina, lhe darei então um carro de presente. Por causa do carro, o rapaz mudou da água para o vinho. Passou a estudar como nunca e a ter um comportamento exemplar. O pai estava feliz, mas tinha uma preocupação. Sabia que a mudança do rapaz não era fruto de uma conversão sincera, mas apenas do interesse em obter o automóvel. Isso era mau! Assim, o grande dia chegou! Fora aprovado para o curso de medicina! Como havia prometido, o pai convidou a família e os amigos para uma festa de comemoração. O rapaz tinha por certo que na festa o pai lhe daria o automóvel. Quando pediu a palavra, o pai elogiou o resultado obtido pelo filho e lhe passou as mãos uma caixa de presente. Crendo que ali estavam as chaves do carro, o rapaz abriu emocionado o pacote. Para sua surpresa era uma bíblia. O rapaz ficou visivelmente decepcionado e nada disse. A partir daquele dia o silêncio e distância separavam pai e filho. O jovem se sentia traído e, agora, lutava para ser independente.

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Deixou a casa dos pais e foi morar no Campus da Universidade. Raramente mandava notícias a família. O tempo passou, ele se formou, conseguiu um emprego em um bom hospital e se esqueceu completamente do pai. Todas as tentativas do pai para reatar os laços foram em vão. Até que um dia o velho, muito triste com a situação, adoeceu e não resistiu, faleceu. No enterro, a mãe entregou ao filho, indiferente, a bíblia que teria sido o último presente do pai e que havia sido deixada para trás. De volta a sua casa, o rapaz, que nunca perdoara o pai, quando colocou o livro numa estante, notou que havia um envelope dentro dele. Ao abri-lo, encontrou uma carta e um cheque. A carta dizia: “Meu querido filho, sei o quanto você deseja ter um carro, eu prometi e aqui está o cheque para que você escolha aquele carro que lhe agradar. No entanto, fiz questão de lhe dar um presente ainda melhor, a Bíblia Sagrada. Nela aprenderás o amor de Deus e a fazer o bem, não pelo prazer da recompensa, mas pela gratidão e pelo dever de consciência”. Corroído de remorso, o filho caiu em profundo pranto. Como é triste a vida dos que não sabem perdoar. Isso leva a erros terríveis e a um fim ainda pior. Antes que seja tarde, perdoe aquele a quem você pensa ter lhe feito mal. Talvez se olhar com cuidado, verá que há também um “cheque escondido” em todas as diversidades da vida.


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AgroSegurança AgroEnsino

OFICINA DA BEZERRA CHEGA AO SEU SEGUNDO ANO EM GRANDE ESTILO

E

m sua segunda edição sendo realizada durante a Expo Rio Preto, a Oficina da Bezerra, visa colocar as crianças na faixa etária de 07 a 14 anos, em contato com bezerras das raças girolando, holandês, jersey e gir, que variam de 2 a 5 meses, com cuidados como banho, comida, passeio, enfim, conhecendo a realidade no campo. As crianças são separadas em dois grupos, de 07 a 10 anos e, de 11 a 14 anos, no qual serão avaliadas, além de supervisionadas e orientadas por universitários de medicina veterinária e, no período em que não recebem os cuidados das crianças, as bezerras são cuidadas por estudantes de tecnologia agrícola. “As crianças são avaliadas pelos critérios de frequência, limpeza do espaço e animal, manejo com o animal, acatar ordens dos supervisores, cuidado com a nutrição do animal, interação com os amigos e pró atividade, que representa 80%, sendo os outros 20%, na pista” explica Renata Kfouri Forero, organizadora e realizadora da Oficina da Bezerra. Ressaltando que a avaliação é só sobre a criança e, não sobre o animal, afinal, a intenção do projeto é promover a interação entre a criança e o animal do

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Rodrigo Forero, Andrés Kfouri Forero e Renata Kfouri Forero campo. Em média participam cerca de 30 crianças, na sua maioria, são filhos de produtores e trabalhadores rurais tendo também crianças que não tem vínculo com o meio rural. “É muito estimulante para as crianças, já que assumem

responsabilidade de cuidar de uma bezerra, o que acaba auxiliando e estimulando a criança nos quesitos responsabilidade e autoestima, repercutindo em sua convivência familiar e com a sociedade, além, claro, de a grande maioria das crianças quererem ter uma bezerra


Fotos: Leandro Gasparetti

para cuidar em casa” comenta Forero. As três crianças de cada categoria que recebem melhor avaliação, recebem troféus como prêmio, já os outros participantes recebem medalhas. “Mal

acabou a Expo e já estou recebendo e-mails dos pais para reservarem uma vaga para o ano que vem, isso é um bom sinal, pois acaba envolvendo não só as crianças, como os pais também”

fala Forero. Para o ano que vem, devido à grande procura, é provável que aumente o número de vagas para as crianças participantes da Oficina da Bezerra.

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SocialWestern

Fotos: Leandro Gasparetti

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04 - Romulo Cury, José Lourenço Alves, Sr Fadula e Rogério Cury - 05 - Dr Antonio Neto e Bodinho - Pres. de Os Independentes de Barretos - 06 - Gabriel Pignatari e a esposa Ana Lais Navarrete

01 - Tirso de Salles Meirelles, Regilene Oliveira, Dr Sérgio Expressão e Mário Antonio Biral – 02 - Marcio Aguiar, Benito (Bj Traillers) e Rafael Messarus - 03 - Paulinho 1001 com a noiva Ana Flávia, Simone Machado e Valdinei Machado

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06 07 - O casal Romulo Bernandes e Raquel da Alphanutri 08 - Antonio Del Arco e Dr Sérgio Expressão - 09 – Fernando Parra, D’Artagnan Ramos e Murilo Salin

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10 - Neto Garcia, Wilma Garcia e Paulo Garcia - 11 - Isabella Siqueira e Dr Fábio Siqueira - 12 - O casal Leandro Garcia e Carolina Garcia 10

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13 - Dr Odival Beraldo e Osmair Guareschi – 14 Milton Donizeti de Carvalho, Fábio Rogério Leme da Silva e Júlio César de Carvalho 15 Nilson, Nivaldo e Daniel Guareschi


43ยบ ENCONTRO DE AGRร”NOMOS

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AgroRodeio

LANÇAMENTO 51º FESTA DO PEÃO DE PALESTINA

Acontecerá, no dia 22 de dezembro, às 21h, no Recinto Clube Amigo do Peão em Palestina – SP, a festa de lançamento da 51ª Festa do Peão de Palestina, que contará com shows de Diego & Arnaldo, Luiz Claudio e Dj Luan Silva. O evento será o lançamento de um dos maiores rodeios do interior paulista. A 51ª Festa do Peão de Palestina acontecerá de 29 maio de 01 de junho de 2019, com montaria em touro e cavalo, da Ekip Rozeta, além de shows e muito mais!

5º BARRETOS MUAR DO SERTÃO Aconteceu de 11 a 14 de outubro o 5º Barretos Muar do Sertão, que reuniu criadores de muares de todo o País em um evento que valoriza a tradição e a cultura sertaneja. O ponto alto do evento foi a infraestrutura oferecida pelo Parque do Peão para hospedagem dos muladeiros, suas famílias e animais e também para a realização das provas. “Desde os banheiros com ar condicionado que amenizam as altas temperaturas registradas neste mês de outubro, até a disponibilidade de pontos de energia, água, a limpeza do local, ruas pavimentadas e as áreas gramadas para a realização das provas. Os participantes alegam que é uma estrutura única no país” comenta Emílio Carlos dos Santos, diretor de relações públicas da associação Os Independentes. Os principais criadores e animais estiveram no encontro. “Nós sabemos que essa estimativa de preço é apenas especulação, porque os criadores não vendem seus animais, porém é uma mostra da importância do nosso evento para o setor e o quanto ele tem atraídos grandes muladeiros”, afirmou Chico Melo, que é da associação Os Independentes e atuou na orga-

nização do encontro, sobre muar avaliado em R$ 300 mil, que participou do evento. Toninho Peró, de Nazaré Paulista/SP, é um dos principais nomes entre os criadores de muares do país e participou de todas as edições do evento trazendo seus principais animais, entre eles o Falcão do Peró e o Faisão do Peró, que o acompanhou na prova de Marcha Social, categoria Patrão. A data da 6ª edição do Barretos Muar do Sertão será anunciada em breve.

4º RODEIO RANCHO DO CRECHINHA 2019

De 10 a 13 de janeiro de 2019 está programado, em Mirassolândia – SP, a quarta edição do Rodeio Rancho do Crechinha, que terá uma premiação diferenciada para os cinco primeiros colocados, sendo 01 carro, para o primeiro colocado e uma moto para cada um dos competidores que ficarem do segundo ao quinto lugar na compe-

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tição, além de ter premiação para a melhor boiada e o melhor touro. Das boiadas contratadas, até o momento, foram as Cia de Rodeio: BRB, Classe A, J.O, Zezão do Paraíso, MR Dois Irmãos, Cia 2P, J.T, Shalon, Paulo Emilio, entre outras. Até o momento os shows estão em negociação, mas serão um diferencial a parte.

Fotos: Divulgação / Diego Rodrigues

V RODEIO DE EQUIPES A 5ª edição do Rodeio de Equipes, na cidade de Floreal – SP, que acontecerá de 21 a 23 de dezembro, contará com muitas novidades este ano como uma área exclusiva para camarotes, com palco na arena para shows, com a dupla Vitor e Matheus, no dia 21 e, com Marquinho Guerra, além de um show surpresa, no dia 22. A renda será 100% revertida em prol ao competidor Tiago Diogo Faria. O evento contará com montaria em touros da ABTR e, com locução de Daniel Tibiriçá, Umberto Junior, Rodrigo Motta e Gustavo Pereira, além dos comentários de Esnar Ribeiro, Hugo Andrade e Rogerio Paitl. Mais informações com o Marcos no (17) 99174.1084


AgroInfo

Fotos: Leandro Gasparetti / Divulgação

CADASTRAMENTO NO SISTEMA GEDAVE É OBRIGATÓRIO

A

partir de 01 de janeiro de 2019, todos os produtores rurais, que possuem propriedades agropecuárias no Estado de São Paulo, independentemente da cultura deverão estar cadastrados no Gestão de Defesa Animal e Vegetal - GEDAVE, um sistema criado para controle do comércio e uso de agrotóxicos e insumos veterinários. A regra, estabelecida pela Portaria 16/2018 da Coordenadoria de Defesa Agropecuária (CDA). Para realizar o cadastro, o agricultor deverá comparecer a unidade do escritório de defesa agropecuária – EDA, responsável pelo município onde a propriedade está localizada, munido de um documento que comprove a posse da propriedade como: escritura; certidão de cadastro de imóvel rural; licença de ocupação e certidão de registro de imóvel. Para os arrendatários a cópia de um dos documentos que pode ser apresen-

tado é: contrato de arrendamento, parceria ou comodato (registrados ou com firma reconhecida em cartório); contrato de licença de ocupação, permissão autorização de uso (registrados ou com firma reconhecida em cartório). Serão cadastrados no GEDAVE os fabricantes, comércios, engenheiros agrônomos, prestadores de serviços, produtores rurais e unidades de recebimento de embalagens vazias. O sistema fará o controle de insumos químicos e biológicos comercializados e unidades de recebimento de embalagem vinculada. Impactando diretamente no recebimento da mercadoria, pois só receberá o lote anunciado da NF (Nota Fiscal)

que será gerada pelo sistema GEDAVE. Assim como, os receituários, só serão emitidos para as culturas declaradas pelo agricultor no sistema. Por exemplo, se o produtor declarar que trabalha com cana e faz rotação com soja, se a atividade rotacionada não constar no GEDAVE, não serão permitidos as prescrições no receituário agronômico e, automaticamente, não será liberada a compra dos produtos necessários em qualquer comercio agropecuário no Estado de São Paulo. Saiba a qual EDA pertence sua propriedade, acesse: www.defesa.agricultura.sp.gov.br/ enderecos

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AgroVeterinário AgroRodeio

Foto: Divulgação Foto: Lucas Campos | ANTT

ANTT CONSAGROU AS CAMPEÃS DA TEMPORADA NO JAGUARIÚNA RODEO FESTIVAL

U

ma das arenas mais tradicionais do Brasil – Jaguariúna Rodeo Festival – foi o palco de encerramento da temporada de 15 anos de história da Associação Nacional dos Três Tambores - ANTT. As melhores competidoras estiveram presente no rodeio, em busca de três títulos de campeã no maior campeonato da modalidade do Brasil. “Foi uma final fantástica, muito disputada e a altura da comemoração dos 15 anos da ANTT e foi mais especial por ser na arena de Jaguariúna”, disse Silvana Bertato, presidente da ANTT. Na Categoria Gold Race, Ana Carolina Cardozo confirmou o favoritismo, conquistando seu primeiro título nacional e um automóvel zero km. “Este título é o ápice da minha carreira. É muito gratificante, pois não foi um título ganho somente em um final de semana. Passamos por várias etapas, várias provações, muitas viagens”, declarou a campeã. Pela Categoria Mirim, Ellen Sayuri também confirmou seu favoritismo, escrevendo seu nome na galeria de campeãs da ANTT. Se despedindo da categoria, devido à idade, a competidora fez uma final regular, mas foram os re50

sultados das etapas anteriores que a ajudaram a terminar o ano na primeira colocação. “É um sonho que se realiza e que eu tinha desde a primeira vez que competi na ANTT, há três anos”, declarou a pequena campeã. A Silver Race é disputada pelas competidoras que terminaram entre a 11ª e a 20ª posição no ranking ao final das etapas regulares. Rafaela Slaviero, garantiu a fivela de campeã. “Ser campeã da Silver Race é uma honra muito

Ellen Sayuri

grande”, finalizou Rafaela. Realizar a final em uma das arenas mais famosas do Brasil coroou a temporada memorável da ANTT. “Concluímos a melhor temporada que já tivemos. Nosso campeonato é o primeiro a chegar a 15 anos de atividade nas arenas brasileiras, e isso é resultado do nosso comprometimento e seriedade, sempre valorizando as competidoras, treinadores e animais”, encerra Bertato.

Rafaela Slaviero


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