T1305 revista de seguros julho de 1947 ocr

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DE EGUROS 6•tea bra eatatlea de seguros no Brasil

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A S S I N A T U R A S: stam ainda alguns ~eemplares da ltçio de 1946: Pre1 de cada exempl1r

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Brasil, porte simples . . .... . ...... . • •• . • . • . Cr$ Brasil, registrado' . . .. . . .... •..... • . . .•.. • . •• Estrangeiro, porte slmy les . . ..•.•. . .•. .. . . •• Estrangeiro, registrado . . . .. . . .•• . . . •. .. . . •• Número avulso . . .. . ... ...... • . • .... •. . • . "

;VISTA DE SE GUROS

IRedação

e Admin istraçã o: Rio Bran co, 117-S.• • Sal a S05 Tel ef on e: 23-5506

RIO

DE

Fun da d or : Dir etor Re!olllonsavel : ABIUO DE CARVALHO Diretor es:

i V. Borba, João Santiago les e David Campista F.• Consultor Tecn ico : !LOS BANDIDRA DE MELLO Redat or : AVIO B RASIL

SUMARIO edicina e o Seguro de Vida -

Clação.

~lização -

Quantidade ou Quade Produção D avid

mpista Filho.

etagem de Seguros -

Renato

Alencar.

tões de Seguros - Riscos de plosão - Dorival Torres. js ulas de Explosão José

tdrade.

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Lei de Seguros -

José A.

lttou.

.ros Fiados - Henrique Arata Lowndes. ~crência Hemisférica de Segus - Teses em debate .o se determina o valor das ões de uma Companhia de Sell"Os -

!llals de um .kulo de reputaçAb l'm liqtôdaçiiM 88tlstat6rlal . FILIAIS: Rio de J aneiro Slo Panlo

NUM. 313

A Medicina e o Seguro Çle Vidd.

JANEIRO

CANDIDO DE OUVEIRA

lade

50,00 60,00 100,00 120,00 5,00

Julho de 1947

:XXVIII

Fundada em 1824

Tradução.

fcrêncla H'emh>férica de Segu" ·S Reuniões do Comité tosidades do Seguro. 10rabilla. etário Estralll!eiro. ciário do DN,SPC. ~ ordinária contra n Estrada l Ferro Central do Brasil,

l'lST;\ DE SEGUROS

A wwdicina não se ocupa unica.mente do estudo e da cura das molestias às quais o homem está sujeito . Ela • é util pondo seus conhecimentos especiais ao serviçq da organização e do funcionamento do corpo social. Todos os homens reunidos em sociedade têm instintivamente lutado contra as causas de destruição. As institui-ções de seguros tambem precisam da medicina.. O medico examina o pete'n dente ao seguro de vida e dá a SU(]) opinião, em virtude da qual a Companhia aceita ou não o contrato. Nos casos de morte e de f alecimento, o atestado medico é indispensavel para Ó pagamento do seguro. Nos seguros contra acidentes de to do o gen er o, o 1·1·~edtico rmlervem em beneficio daj, serJUrddorOJS, quer tratando dos acidentados, · quer verificando as causas dos acidentes e muitas v.ezes descobrindo a fraude do pr oprio seg'W"ado. O morto e o ferido não escapam à inspeção medica. Prin11:tivmnente, estes casos requeriam assistencia. Em Rorna, todo o cidadão tinha o direito de visitar o cadaver do individ<tto que tivesse sucumbido por' morte violenta; . se ô expt~nha publicamente e cada um dava sua opinião sobre o genero da morte. Foi assim que o medico Antistius, segundo Suetonio, foi ver o corpo de Julio Cesar; que Sipião, o Africano, morto subitdil11ente, foi exposto e o corpo de Germanico, que se surnmha ter sido envenenado por Pis.on, foi levado para a praça pública de Antiochia. No capitulo do seguro de vida ou seguro contra a morte, podem ocorrer casos extraordinarios. O segurado 7wde ser enterrado com vida, que se extinguirá pelo sepultamento . Ahi, um erro medico pode fazer vencer-se um srguro de vulto . Os casos de morte apàrente são númerosos. Eles thn, ái:: Lacassagne, no livro Medicina Judiciaria, sua Jn:storia , suns lendas; os contos. os mais lugubres e os mais fanta.sistas nos têm sido transmitidos sobre a possibílidade de semelhantes erros. 5


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