T0822 - Jornal de Seguros_1924

Page 1

Jornal de5®^

Revista lie Seguios, [oniiiiettio = eísiatislita Publicação Mensal

Direolor — J. ^mes da Rocha. ANNO

Secretario — Nelson Costa.

J aneiro, 1923

I

JORNAL DE SEGUROS A

industria

de seguros

incêndio,

N.

1

!!!!!!!l!!!!!±

transito, as companhias- de seguros na-

transportes, vida. attinge porventura o

cionaes só logram

desenvolvimento a que tem direito com a

moviinonto de cabotagem, porquanto to

t extensão do paiz, população, habitação, 1,^ meios de Iransporíe e fontes de riqueza jOra existentes?

'

Respondemos que não.

.y

Certamente o vulto das Iransacções

algum negocio

no

da a importação e toda a exportação se nos escapa era favor do commercio de seguros, estrangeiro, nas compras cif e

nos embarques fob. São factos que estão no conhecimento de todos nós.

E vimos

nós por accaso remediar esta situação, resultado de causas

>?.Vle seguros era capitães garantidos e pre-

toda

1,'niios arrecadados, não sc compara hoje

varias, creadas pelos hábitos e lambem pelas .clefficiencias dos apparelhos eco

//.ao que éra, não dizemos mais. quarenta 'Vj ou cinconeta amios atraz; mas esta obser■J j-aeão deixa de pé aquella negativa, por-

ríque a verdade de todos nós sabida é que

l|uovc décimos da riqueza brasileira em va-

''^J^ores de toda a especie. predial, industrial,

comniercial, estão e ])ara ahi existem, sem

V garantia do seguro; e na agricultura, em

casas, machinismos, generos cm cleposi,^0, o papel do seguro é verdadeiramente

nullo. como nullo é com os valores em

'colheitas e fructos pendentes, sujeitos a mil e um riscos proprios; em florestas, • sobre que pésá sempre a ameaça dos in'cendios; nos rebanhos, victimados por morbus vários: finalmente, em seguros

'Vida e accidenies, pode parecer que exis te uma tal ou (iiial aclividade. raas todos 'nós podemos certificar que entre cem j pessoas a que se estendam as nossas re-

I lações, não raro, ás vezes, existe uma só segura!

nômicos de outras eras? Seria uma necedade a nossa affirmati-

va. Reformas taes dependem da evolução natural de espaço e de tempo, com o des envolvimento da instrucção necessária,

lilieraria e technica, do povo; com o apro veitamento das riquezas tanto naturaes como da exploração agricultural

e in

dustrial; emfim da pratica a que se en tregam as conectividades e o individuo' por si na obra de progresso e bem estar

^ine é a lei geral da especie. Mas se não podemos fazer obra por

nós sós, como a apontada, podemos ajuótir o trabalho cominum empregado com esse..fim. c a isso se propõe o "Jornal de

Seguros" com a melhor boa vontade, di vulgando o conhecimento do que univer salmente se pratica em seguros, nos ranios citados, e dizendo como essas espe

Mais podçj^accrescentar que os se-

cialidades se podem acclimaiar no paiz, constituidas em fontes de renda para a industria brasileira de seguros.

í valores sao aUiiigitlos pek previdência I do seguro, e isto se demonstra primeiro j em que as grandes eraprezas armadoras,

Lembremos ainda que em área mais restricta não existem entre nós. ou se não praticam com a extensão precisa, os se guros contra roubo; os seguros de lu

1 Companhia Ctommereio e Navegação Pe-

rado commerciante ou industrial, attingido por incêndio no seu estabelecimento

. guros marítimos de cascos e mercado rias, so n uma paroella mínima de seus

Llojd Brasileiro, Companhia Nacional de, Navegaçno Costeira, Llovd Nacional cros cessantes, em casos em que o segu

i prios recursos seguram os sei s pró e as frotascomrespeotivL quanto ao seguro de merc/dorir'em

ou nas suas officinas, se vô ás vezes du rante largo tempo, privado dos lucros ha-

biluaes da sua aclividade; o seguro con. I


'

^

JOR.\.-VL DE SEGUROS

ira quebra de cryslaes em vitrinas; os se-

JORXAL DE SEGUROS

se. taiiiu no sentido mora) como nas suas

tiliitns beneméritos o insubstituíveis que

guros poslaes, os seguro» contra quebras^, vantagens maleriaes, para isto lembran

são as comjianhias de seguros.

ou faJÍencias; os seguros para garantia

do a estes auxiliares da industria de se

de divida por vendas entre negociantes; os seguros contra motins ou desordens; os seguros contra as greves dos operários e destes contra o lock-out dos patrões; os seguros contra a falta de trabalho nas fabricas.-etc; finalmente, a melhoria de

guros este aijophtegma já banal á força

aqucllas vantagens. O indivíduo é nada e o numero é tudo, eis o axioma que de

meüiodo.s e de labellas que se fazem sen

vemos ler sem])i;e diante do nosso espi

tir nos seguros de accidentes de trabalho

rito.

e de vida, assiui como a ausência de se-

•com a sua leitura. O ideal de quem escre

O ''Jornal de Seguros"' não ,é em nós uma tentativa esiioradica ou de occasião, antes lhe chamaremos uma continuação

vo é jiensar que ha quem o leia! Agora, nas mãus de Deus cntregamo?.

guros,contra ásjndlesíias. IMoucianemoS-ainda a aspiração que

nos atiim.: com esfà publicação de con

correr pab^ que as relações das compa nhias entre'si. se ampliem,^abido coino é que ha emprezas que se iiãõ procuram antes se evitam entre si. mas até mesmo

os. seus (lirectores se não conhecem para a saudação coinmimi. se'succede a encon

Nós cumpriremos o nosso dever na missão quo nos iinpusémos. Cumpram comnosco as companhias o seu, poisque só poderemos ir por diante com o seu auxilio; e também que nos ajude esse numeroso pessoal de seguros a quem já

de ser demonstrado, c é que o numero

foi sempre e é boje mais do quo nunca,

o modo de obter a satisfação de iodas'

da nossa activiclade jornalística cm se

guro!:, ])ais em 1007 fundamos uma "'Re

ailiidimos. inandando-nos

os subsídios

cias suas assignaturas e honrando-nos

esta nossa empreza.

■A severidade das antigas legislações, defen dendo o caracter puramente de indemnisação do contracto de seguro, foi soffrendo, oom o de correr dos tempos e maior amplitude do insti tuto, os grandes golpes que exigia/ o amparo

sempre crescente aos interesses sujeitos ás vicissitudes do mar.

'No desejo de separar o seguro marítimo, li cito e util, do jogo ou aposta, não se teem can-

çado 05 juristas de todos os tempos em pro clamar que o seguro marítimo é um contiracto

de estrícta e justa indemnisação. Resarcimento de damnos reaes; resarcimento de bens já in

l

corporados ao patrimônio claquelles que se guram passivamente; indemnisação por dam

vista de Seguros" que perdurou até 1908. e de 1910 a 19^0 publicamos em Portu

gal a revista '"Seguros, Conimerciu e Es tatística. bem acolhida rejiulada tanto

O LUCRO ESPERADO

nos soffridos independentemente da operação commercial. . .

o seguro de vidu e contra fogo é urua in

Na especificação, pois, do- valor a segurar

stituição mundial; tcdcs os. povoa e todos 00

as regras legaes eram taxativas e severas. To

trarem-se: e digamos era feupo que a

iiaqueile paiz como nu Brasil.

ajudar-nos nesta tarefa, muito "iníus im

portante do que se julga, já abi eslá.~^fe

Esta bagagem de seguros é bem pre cisa. poisque no l.rasil a bibliographia dc

governos olham para eetsa parte da actividade

lizmente. a Associação das Companhias

seguros é escassissiraa c só ultimamente

humana com carinho e coin desvelo. Nós, in

■•cie Carlos IX e demais leis dos séculos XV e

d"- ctcguros. cujos fins beneméritos só .tem recebido alguns subsídios importan attendidos quando as companhias tes com os trabalhos dosjlrs. Conselhci' re'» oerem. todo o apoio e auxilio, alcaii- ro Silva Costa. Silva GostíL..Filho, Hora-

felizmente, nho temos comprehendiclCLbem o va

XVII. não só eram expressas no calculo da-

lor do a;guro, o ©eu alcance e a fonte de enri

quelle valor, como também exigiam que o se gurado conservasse a aeu cargo parte desse mesmo valor. E assim a lei hespanliola só pcrmittia o seguro de noventa por cento do va

cio Berlinck, Numa P. do Vallè," Gonçal lodo homogêneo no querer e no fazer, ves do Couto, Stoll Gonçalves, Frederico fonte de maior ])rospéridade nos resulta Ferreira e Abílio de Carvalho, este ultido- liesta industria ».* obtendo-se nas em- ruo redigindo com brilho e grande ele vação a "Revista de Seguros" direcção . pr.z.ió, 'eompanhias e sociedades, de se çaiitl->Sô no commercio de seguros um

guros aquellç gráo de garantia e esiabilí-

tlaih' a que tem direito o publico que se iios confia.

•Toda esta obra pretende e procurará realisar a Associação das Companhias de Seguros, e nós aqui ajudaremos, tanto quanto caiba em nossas forças, a sua acção henemerila.

Também nos oecuparemos dos fnric-

cionarios das companhias de seguros, som cujo auxilio não podem viver aquelia.s emprezas, 0 este pessoal compuía-se ja em milhares de indivíduos na hora presente, disseminados em iodo o paiz contadores, actuarios, guarda-livros, escnpturarios. cobradores, agentes fixos e volantes, cujo interesse já tem o seu orgao natural na .-Vssociação dos Empre gados em Seguros no Brasil.

Secundaremos de toda a nossa boa vonlnd ' esta Associação afim de que a "Cí-rna altioja os fins a que se propõe outros não são senão o prestigio ^uvolvimento, o bem estar da clas

de Cândido de Oliveira.

Mas se é ])recaria a bibliographia brasileira em seguros, lambem us nossas bibJiüthecas não abundam em volumes 011

pubUoações estrangeiras desta especiali dade. Pudemos verificar este ponto visitamlo a Bibliutheca Nacional, o Gabine te Purtugucz de Leitura, a Bibliolheca

da Associação dos Fmpregados no Gomnmrcjo de seguros não encontrando nem noticia.

quecimento que traz para o paiz.

Aã companhias nocionaes ique exploram o

segure de vida e seguros contra fogo, entre nós, tâm vivido com uma çoncurrencla

àifficuldade, luctando de

poderosa©

Xemos, portanto, o quanto foi sempre es-

comp'jnhias

trictamente seguida a observância do princi pio de 'indemnização do contracto de seguro.

cstíangíira©. que aqui exploram com uma lihe-

falldade nunca vista em paiz nenhum do mun-. do, este genero de commercio.

E tempo das companhias uacionaes se uni

rem, ©3 ligarem, com . uma imprensa forte, a

defender o© seus direitos, chamando a attençflfl. dos homens pubUccs a do© governos para a sua vida 8 para a© suas necessidades.

As companhias estrangeiras dreinam as

economias do povo brasileiro para lóra, enrique

lacuna do lugar commum, por estar no mercado a excellenle publicação que é a nevista de Seguros" que já menciona mos. Com essa collega vimos constituir a imprensa da especialidade, com a qual de\e contar e em que deve apoiar-se a in dustria de seguros, para sua expansão e

Ease lugnr deve quanto antEs ser occupado

lambem sua defesa onde esta se torne neces.sana, seja perante os podercs consti

cem 8 aqui nada deixam.

por companhias nacionaes, que beneficiam o nosso povo. e aqui a fecundar a nossa vida eco nômica, appiicam cs ©sus capitaee e as suas reservas.

Pí-otegel-a. amparal-a. é obra de patriotis

mo e de visão clnra dae cousas.

tuídos. seja perante o publico rae.smo. tão

íacil em mal julgar, ás vezes, destes ins-

SERZRDELLO CORRÊA. Tijuca, iflã3.

lor da carga embarcada.

com

O nosso "Jornal de Seguros" é bem

certo que só não vem preencher aquella

das as Orden. de 'Barcelona, Veneza, Bruges, Bilb-áo e Amsterdam; a de Philippe II, o Codigo

Se o valor a segurar era calculado lendo

por base: a) o preço de compra no legar da producção; b) as despezas de transporte até porto de embarque; c) o frete pago com a c*ausula não resbtui-vel, — nenhum outro va

lor^ era licito a esses accrescentar. O proprio seguro do lucro esperado, accu^ado por De €ourcy como um seguro contra os riscos commerciaes e não maritimo,s (Questions de Droit Maritime II pgs), ora prohibido por todas as leis, inclusive pelo artigo 347 do Cod. francez.

No entretanto a esphera do principio de uidemnização se foi ampliando- com o desen

volvimento das operações de seguro e mais considerável eníprego- de sua utilidade. AsSim o seguro de lucro esperado, forma da mais ampla mdemnização, porquanto se refere

oite ao resarcimento dum lucro commercial perdido cotfjunelumente com os effeitos, foi o primeiro ponto de mira dos iproprlos legis^Iadorcs.

ç


JORN.\L DE SEGUROS

Lucro licito é elle, affirniou-se, porquanto, contrariamente é asserção de De iCourcy, a

causa da perda do luúro é forçosamente um risco de mar. ""Este

beneficio é o resultado

da experiência do- comm/erciante, do) traba lho e cuidados -que- consagrou a seus negocios commerciacs. €onstitue um valor cuja acqui-

sição nada tem., senão de

legitimo"

(Pan-

.lORNAL DE SEGUROS

previsões do commerció. 'O art. 190 da lei ma

nullo e4kde nenhum effcito, (porquanto provoca

rítima belga diz que a . avaliação do lucro es

uma indemnização dupla,

perado, feita na apólice, forma lei entre as par contestado pelo segurador- A lei franceza -de; 1885 diz que o lucro esperado deve ser con vencionado no acto do seguro e deve ser devi damente justificado.

Na França a lei de 10 de Agosto de 1885, modlficandò , o art. 334 c annullando a pro-

A difficuldade, pois, como se vê, está na maneira de ser calculado e fixado esse lucro;

hibição

encontra

uma fixação exaela é quasi impossivol e d^st' arte o uso é ainda hoje o de sempre; fixar-se

hoje na -Bélgica

(lei-.dc 10 de Fevereiro de

uma porcentagem razoável sobre o valor do

1908); Inglaterra

1906,

arl. 16-3°);

preço da compra, aiccroscido das despezas até

lialia (arts.\)6 e 612 do iCod.); Portugal (art601 do God.); AFlamanha (art. "779 Cod.): Hol-

O oinharqun e ao segurado incumbe, em caso de indemnização, justificar unicamente aquelle

laiida (art. õ9G); -Rcxp. Argentina (arl. 1.107);

preço, (vide aipoliee typo franacz-a de 1919). E'

Finlauiflia (art. 172), assim como na Rnmania, Estados Unidos e todos os -Godigos posteriores.

segurado fica, realmente, por esse seguro, li

permittiu

lucro "^esperado, exemplo

o

seguro

que se

do

aliás o que se verifica por lei entre nõs.

O

No Brasil o art. 677 (N. 8) perniitte outrosim,

vre das fluctuações do

mercado que talvez

indirectamente, esse seguro quandcK4|z dever

lhe fossem prejudiciaes.

Mas o limite máximo

ser elle realisado sobre quantia certaT^'--.

degenera do

caracter basiso do conlracto.

tes, sem necessidade de qualquer justifica ção, não podendo, em caso de sinistro ser

dectes Belges-cit. Silva Costa).

rio

que-

(!0 °|° em- regra) que representa esse seguro

Licita somente

é,

desfarte, o

seguro de

lucro esperado ein que sc observem as condi ções seguintes:

a) fixação de quantia ou porcenta

A nossa lei, pois, lião determirra-Umitc para o lucro esperado. Exige unicamente que se fixe

cta indemnisação.

na apólice o valor do mesmo,

augmento exagerado.

Assim na Inglaterra o valor dado ao lú

de seguro.s terrestres e marítimos.

.4 questão 6 fácil de resolver-se, uraa vôz que a Associação queira metter mãos á obra.

pra da mercadoria, accrescido das des pezas até o embarque; ou sobre o va

Antes de tudo, a lei que manda cobrar o imposto sobre todas as apólices de '"seguro",

lor da factura de venda quando o lu

marilimo e terrestre, não estabelece expressa

cro esperado

é

.seguro por couta do

uonij)rad(H'..

Deve, pois, ser modificada a forma pela

Depois, temos a questão teclinica do absur

isLo a bem não só da iperfeita observância do

do de se pagar ao Estado um imposto sobro

dispositivo

lo.gal,

oxpro.s.q) o taxativo a res

peito, como também da moralidade

do con-

tracfíí, a qual os seguradores teem o dever de manter intangível.

J. Stoll Gonçalves.

"A

Associação" 9

Está eleita, e já entrou em exercício, a nova direictoria da Associação de Companhias <le Seguros. * ipara inicio , do seu mandato, o.s dirigentes

como se realisa elle

■ apólices de seguros de fogo e mar, projceto que

e costumes inglezes em que o valor conven-

hoje entre nõs?

Responderemos eategoricamente que não

portado no fechamento geral das no.ssas segu

exigem a prova pelos preços correntes ou por peritos. O hesparihol diz: ' O seguro .dos lucro.s esperados será regulado por convenção, cointanto que sejam mencionados na apólice: a) o

valor do lucro e-sperado pelo segurado caso de feliz chegada cla.ç merca

dorias a t]e.slino; b) a

obrigação de

reduzir □ seguro, se dá comparação do preço obtido pela venda em destino,

depois de deduzidos o frete e despezas, 'Com o preço da cojnpra resultar que o

lucro c inferior á somma segura". No direito allemão, porém, o seguro do lu cro esperado tem seu valor estabelecido se

gundo o lucro que sc pode esperar no mom®nto da conclusão do -contracto, de accordo com as

pelaa. razoes seguintes:

o projeclo do novo impos-to de sello sobre as a ser -(.!onv('rtido era lei

'

a) raras são as apólices que fixam

quantia certa para esse seguro;

b) G seguro do lucro esperado é,

em regra, feito a favor do embarcador vendedor, quando devia ser feito a fa vor do comprador.

De facto. -como já dissemos, o lucro espe

rado deve ser calculado sobre o preço da com pra das mercadorias, accrescido das despezas até o embarque. Quem segura pelo valor da factura de venda já segurou esse lucro.

Entre nõs a praxe ó segurar-se o valor da factura. mais dez por cento... para fazer face a Uicro.s esperados, percebendo, -portanto, o se

gurado duas vezes o seu lucro na operação.

Se o augmento seguro sobre o valor da factu

ra o fosse a favor do destinatário comprador,

comprehender-se-ia bem- Mas icora a inten ção com que é esse seguro feito, torna-se elle

vido nos tribunaes, ico-m ganho de causa para as companhias de seguros e restituição pelo

do lucro esperado, tal

considerado como real, o que c. na maioria das vezes, a violação ao principio de indemnisação. Os codigos portuguGz, hollandez e argentino

um eíTeito que já pagou esse mesmo imposto, o quo equivalo a pagar duas vezes um mesmo impostoCS'a Republica Argentina o caso foi resol

Thesouro

principio geral adoptado pelas próprias leis mercadorias é

tamente distineta.

qual se segura cnLre nós o lucro ospcrailo e

da instituição acharam-se logo a braços cora

cignado na apólice -para as

mente esse mesmo imposto sobre as apólices de

'Teseguru", que é convenção e operação perfei

Mas,^ ainda assim, tomando os casos con cretos, é licito ou pelo menos legal, o seguro

cio esperado no contracto d^ve ser rigorosa mente justificado, critério aliás contrario ao

dü se excrc-> em larga escala e 'Com grandes beneiriciüs para a economia das companhias

h) que essa quantia -ou porcentagem seja calculada sobro u custo de com

conlractantes, aos tribunaes ficando sempre

elementos para reducção em caso de qualquer

corre para prejudicar, entre nós, a industria do reseguro, que em todos os paizes do mim-

gem -certa;

é sufficiente para não tirar essa liberdade aos A fixação do valor do lucro esperado é de capital importância no contracto. Na impos sibilidade de íixal-o com precisão, nas merca dorias á consignação, as legislações teem admitüdo differentes critérios quanto á exa-

e com êxito, promova a .-issociação, por meios dignos e suasorios, a cxtincçâo do imposto de 5 °1° sobre r-eseguros, imposto que muito con

felizmente, o Congresso, melhor orientado

^ esclarecido sobre o n.«sumptn, reconheceu o-

absurdo da taxação e emendou a mão reduzmdo a exigência a um simples augmento de ~ I sobre o vahm do sello que aqucilas mes mas apólices já pagavam.

E- mais um imposto que os segurados vão

pagar, mas, emfim, é um imposto que pode ' ^

Uevn-.,,. pois, e indisculivelmsntp, á valo rosa acçao da nova dircctoi-ia da Asso,ciarão "OV.I iei l i orçameníana.

«as siguradorf."

todas

as

sommas

arrecadadas

Seguros isente as "apólices de reseguro" do

pagamento do imposto de 5 "l" a que a lei obriga as "apólices de seguro", unicamente. E será essa a segunda victoria da Associa

ção de Companhias de Seguro.

AGA'.

teria certamente im

radoras.

ser supportado.

de

pelo Estado, até ao momento da,sentença. iNão exijamos tanto, nós outros. Tentemos, apenas, o consigamos, que a Inspectoria dn

^^isenoias da

MONUMENTOS NACIONAES EM PORTUGAL

Uma sessão importante na jfissociação dos ifidvogados de Lisboa Em Dezembro findo realizou a Asfio-ciação

clo-s Advo-gado-s ds Lisboa a sua costumada Sessão annual, que reveste sempre a maior im portância. 'Nesta ôeseão leu o notável Gtdvogado

Dr. Caldeira Coelho uma memória -que foi mul-l vo apreciada sobre a protecção a dar aos mo numentos considerados naciona(es em Portugal, quer no sentido da eua conservação pelos podere-s públicos, idos que fôrem posuidos pelo 'Ee-

íqdo, iquer da eua permanência no paiz

nos

que sendo propriedade particular, .possam ser

■'(^ade da sua Pro a soh,'t--,„ do f

ciR>acitarem da utisem-

do

°

palio' ostà dado.

ransferidoQ parar o- estrangeiro. O Dr. Caldeira 'Coelho, advogado nos au

ditório® ,de Lieboa. é filho do iSr. Ernesto Coe lho, funccionario cathegorisaclo da companhia Cie seguros "Alüança da Eehia" '


JORNAL DE SEGUROS

JORNAL DE SEGUROS

gica e Itália; desde que o commercio e indus

O Moraenío FiDaDçeiPo iDíepnaçioDal

'■

.

l-

vem succe.le-ndo,

poderá, dentro em breve, reassumir o papel de

Ao estalar a guerra européa, em 1914, a

guerra. Nesse mesmo período, os preços de to

a outras nações á razão de £ 300.000.000 an-

das as utilidades subiram a mais de- 200 "1° e

nualmcnte, no mínimo. E" isso o que assegu

mo estructura, basicá Ó Banco da Inglaterra e

o custo da administração publica também sof-

como propulsor enérgico o commercio ban

freu o aúgmento de 200 "1° do que era antes.

cário da 'Cily. Lombard Slreet gozava a pros

Em 1913 a Inglaterra era credora de outras

peridade resultante de 40 annos de paz e tran-

nações pelo valor de quatro biliões esterlinos--

ram as estatísticas como aliás

daquelle paiz, mo.lelares

são todos os seus serviços

COMO SE BURLA A LEI DAS SOCIEDADES

pu-

ANONYiMAS.

blico,s. J

SÍ3ÍA0 DA COSTA.

O '"Diaric Official" publica C6 estatutos da

qüillidade, durante os quaes. de 1870 a 1914, o

Exigências da guerra forçaram-na a desfazer-

Scciedade Anouyma Leonard Kennedy,

desenvolvimento.^ economico foi notável em

se de cerca de £ l.OOO.OüO.OOO .do forma a ficar ü acervo de seus capitães no estrangeiro re

Sinistros de Incêndio nos

capital integrado de 2 . O O O : 00 0$0 00, em 2.000

todos ÓA paizes, a grande confiança internaciona', funotu,, os interesses baaicarios por tal

duzido a £ 3.000,000.000. Além disso, o paga

Estados Unidos

forma

aos Estados Unidos da América influem dcs-

que

gyro

comihercial

e

trans-

acções financeiras internacionacs se operavam

mento annual de cerca de £ 45-000.000 de juros

favoravelmente em sua balança -comniercial.

como se em todo & Universo só funccionasse um único estabelecimento bancário.

•Em 1914 a marinha mercante ingleza era de 18.800.000 toneladas. As perdas- dessa ma

Esse mechanismo delicadO-,e sensivel como

rinha foram de 7,890.000, mas o mínimo de

o que mais possa depender da "cnqUanca pu exercida pela Inglaterra no mundo financeiro

tonelagem a que desceu foi de 16.000.000, ve rificado ern maio de 1918. Em junho proximo passado' já aquella marinha contava 19.053.000,

deslocou-se para os Estados Unidos cia Amé

ou seja um excesso sobre o total da tonela

rica.- São os 'banqueiros norte-americanos os árbitros aetuaes das finanças internacionaes.

gem antes da guerra. Os lucros da marinha

blica foi desmantelado. A influencia"'outr'ora

mercante ingleza^ eram. de £ 100.000.000, e os

A perda calamitosa de tâo poderosa influen

cio anno passado, 'estimaraimsè em-fi-90.000.000.

cia, em outra nação meiíos disciplinada e or deira talvez fosse a causa de completo- des

Sçgundo cálculos seguros, fundados em estatistiicas officiaest as rendas publicas permit-

que, graças ao patriotismo e energia de- seus

tirão a solução de todas as dcspoza-s orçamen tarias, e o saldo favorável da balança com-

estadistas: d perícia, clarividencia e firmeza

mercial permittirá o emprego de £ 100.000.000

de seus economistas e banqueiros; ao libera lismo fie sua politica, as finanças da Inglaterra têm sido restauradas desde a assigna-

fóra do paiz.

animo. Mas assim não se passa, e a verdade é

I

florescer e a augmentar o

engrenagem financeira internacional tinha co

todo o mundo, e' a accumulo de riquezas em

'

Soçiedade fiDODyiRa banqueiro nuinclial. porque poderá emprestar Leonard Kennedy trias conUnuem a

valor da exportação, como

O orçamento de 1913 era de 2,400 milhões esterlinos e o do anno corrente talvez exceda

tura dl) armistkio em 1918, com a mesma pertmacin e resolução inflexível, de que deu pro

d-e £ 2.900 milhões. A divida publica em 1914

vas durante quatro annos de guerra. Anaíysemos, porém, alguns dados positivos afim de comprehc-ndermos e apreciarmos me

gid £ 7.998 milhões, estando reduzida, actual-

lhor o vorda-Jeirn valor dos esforços do povo ingkz, nr?s3e particular.

Em 1014, a expedição militar enviada pela

Inglaterra para a França, compunha-se de 16CL0Ü0 homens; em princípios de 1918 tinha esse palz 3.000-000 de homens em pé de guerra no corilmente. Além da obrigação de abastecer as suas tropas, tinha necessidade de abastecer mais 3.0ÜO.ÜOO ck* soldados das nações suas al-

era apenas de £ 631 m-ilhões. Em 1919 attin-

mentp, a £ 7-654. da qual apenas £ 1.090 mi lhões representam divida externa.

Resumindo a presente situação politica e

financeira da Inglaterra, verificamos, cm pri

meiro logar, que a Aliemanha, reduzida a con-

ições deploráveis pela guerra, sem recursos mancejros nem marinha mercante, não po derá, tão cedo, o-fferecer seria concurrencia ás indústrias nem au commercio inglez. Dahi es

tar a Inglaterra novamente senhora de impor tantes mercados, pcssuidora da maior marinha

liada.s no combate ás forçaá dos Impérios Cen-

mercante do mundo.

traos.

exércitos, reduziu tanto as suas despezas ^que

■Para sustentar essa lucta a Inglaterra teve do recorrer á emissão de moeda fiduciaria sem lastro até que a circulação auginenlou :njO 'j" a luais. do que era antes da

I, '

Tendo de&mobiiisado a sua armada e «eus

a libra esterlina está restaurada qua.u ao seu valor par.

E desde qne a ciue.stão das Reparações seja

amrstosamente combinada -com a França. Bel-

Não có entre nós existe a queixa das com panhias de seguros contra- os incêndios propo-

dos incêndios crimino-so-s ataca com vipror a es

tabilidade das companhia0

de -seguros, e

lá,

coma «a-qui, também a maré montante das indemnizações

sóbe

vertiginosamente de

anno

para anno. Ter-se-á uma idéa da voracidade do

monetro, sabendo-se que o pagamento de sinis-

iros custou em 1921, mais trinta e oito milhões de doilars do que em 1920. Em 1921, as companhias julgaram necessarloa S32

inquéritos, para se

causas dos sinistros;

conhecerem as

resultou dahi u contesta

pc-5ta portanto a ganhar multe

Até

aqui

nada

de

dinheiro.

notável para

dos accioulstas carne

e osso.

da c:mo

Kennedy, toda

a

estrangeiros

gente,

mo ©obrenome ao seu

de baptisado Francis-eo.

E senão veja-se:

Horace Skinner Kunit Kathan

HoAve

1

acção

accionietas ds 1 acção

cada

Jones

Mario Leopoldo Beehtinger Faií

Jobn TVatson Fleming Arm-strouge

ram

David Vlctor Nystrlon Leonard Kennedy

incendiarios

159.

Aqui aa companhiae não discutem, ma-s pagam

tudo, indo mesmo ao encontro do segurado, cora ou sem inquérito, ou quando este ainda

de

contendo a

.mais como composição organica a matéria que todc0 comêm. sabendo-a dar e que um gnan-de escriptor portuguez de ha 40 aunos punha co

tada a ,prisão 'de 36S individucs, dos quaes fo condemnados como

motivar

estas Unhas, mas o qus é interessante é a lista

ção -da 210 desses sinistros, havendo sid-o decre

Infelizmente no Braisil, quando & repressão de iucendiarioa não chegamos a este apuro.

o

acções de 1:000|000 cada uma. de-stinaudo-ee a sociedade cuja séde e fôro é nesta Capital, a coütraetar empreitadas e a-s mais operações que ccnvêiiham a uma firma de grande tomo, dis-

oitaes ou podendo ser'como taes coueiderados. Nqi3 Estadois Unido-s t>2mbem o terrível plyloxera

com

Everet

Siebentlia]

Aquelles seis

199

um, estão a grilar os sei© indivkluoe de que

Kennedy precisava para satisfação do' art. 1°

não está encerrado, satisfazendo tudo que quer" '

d'o Decreto 4-34, de 4 de Julho de 1891, e já

o síuletrado.

e©tamo3 a ver a sua funda Infhiencia nos des

tines da empreza. Kennedy!

E' phuntastico!

Mas os estatutos Kennedy faliam da dire-

ERNESTO COELHO

cçãc social composta da 5

directores, 3 conse

■\;'incio lio Uruguay e do.? Estados «ul do

lheiros fiscaes, 3 -supplentes, e para tanto não

Bra.sd, c.sieve de pa.ssagem entro nós o Sr. Er

deva todo o corpo de- accionistas; e foi assim que apenas Kennedy © Nathan foram para a

nesto Coelho, inspGctor de agencias da Compa nhia dc 'Scamras "Alliança da 'Bahia"-

Unrla foi a demora do distincto profissio nal de seguros entre nós. assim mesmo com um intprvallo que o levou a Juiz de Fóra e Relln Horizonte, em cumprimento a -deveres

pre-sidencia e vice-presidencia; thesouraria, ,^e-

cretaria, conselho fiscal e isupplencia tivera^

do seu cargo Daqui seguio para a Bahia, com 0.S nossos votos de 'boa-viagem.

que preencher-se com indivíduos não accioiiisía®, caucionando-se o seu cargo com as acgões Kennedy.

fie valimcnto e

principlo-fim de todas as couzas, . . e até fim

-^braçamol-o.

Uoelho a grande honra prometleu o seu ° que nos deixou penho-

Oh! senhores, baeta de Kennedy, liomem-

do morro do'CasLello, de cujo arrazaní-snto é empresário!


JORNAL DE SEGUROS

VT, DE SEGUROS

Em abono do que acima fica exposto em li

STANDARDISATION

nha© geraes a

Em sessão da Associação Commercial do Rio de Janeiro, realizâda em 2t de Dezembro ■findo, o nosso collaborador professor Sr. J. Simão da •Costa, teve' occasião de esclarecer o

(jue na lAmericá do Norte se vem entendendo 'e praticando na industria e no

commercio- sob a

designação de "Standerdieation"; ele

aqui os

termos da communicação então lida, como está na acta publicada no "Jornal do Commercio",

cuja divulgação temos como sendo da maior

ccnvenr&ncia:

"•O tèYçio "standoriílsaticn" começou a ser

adoptado nos ^^stados

Unidos, da

América e

•na Inglaterra para designar o- serviço de unl-

formlsar em toda a accepção da ps-lavra, os pe sos, medidas, tamanhos e •feitios de, um

certo

numero ide productos das in-dustrias metaliurgi-

cas, como sejam laminas e chà"pas,^de ferro, aço ou folha de Elandres; parafusos,

Yosças, por

cas, arames, pregos e peças sobresalentes para machinas e dispositivos de toda a ordem, fabri cados por serralheiros para uso industrial ou de" construcções civis ou navees. E, em sentido ge

ral, a tudo o que era especificado^ e delineado por engenheiros, architectoe ou outros

profis-

sionaes.

Taes foram «es vantagens econômicas

que

começaram a «luíerir as industria© favorecidas

por essa systematização nos Estados Unido© da América, 'que foram desde logo creadas certas agremiações scientificas para estudar os meios de tornar o mesmo ©ystema extensivo, em ge

ral, a toda pToducção das Industrias m^stalurgi-

cas 8 a todos os muteriaes de construcção na val e civil. Depois disso o Governo dos Estados

Unidos da Amerréa

promulgou a legislação

necessária para tornar obrigatória a rigidi observância das formulas, moldes e especifica

ções promulgadas com força de lei pelo "Bureau of 'Standards", annexo ao Ministério do Com mercio do Governo- da União Norte Americana.

A'

medida 'que

dlea-çâo se iam

cs methodos

de standar-

appllcando, por iniciativa

do

"Büreau of iStandards", a novos productos, a® suas vantagens tornavam-se cada vez mais evi

dente© 6 eeea applicaçâo foi se generalizando por tal fôrma que hoje se appiica a todos os productos da lavoura, incluindo frutas e todos oa productos alimentícios destinados a consumo ou á exportação; tudo isso de accôrdo com for

mulas e regras estipuladas por lei, h»avendo a

Permltte negociar

com menor capital

mento

do

Commercio

do

Governo

da

União

pela reducção do negocio, a um menor numero

Norte Americana, tendo o muito 'digno titulan

Novembro proximo passado, votou uma moção

de objectos e artigos e portanto eliminando a

daquella

affirmando a sua inteira ©olidariedade com

necessidade de

maior empenho em cooperar em tudo o que es-

os

conservar,

em

ser,

grandes

pasta,

iMr.

Hoover,

manifestado

o

"stock©" de mercadorias de consumo problemá

tej»a ao seu alcance para esse fim."

desde ha annos se está Qppiicando ás industrias

tico .

iiiMifiniiininniimiiuiiniiuiuiiiuuiuiMimiiiiriuiiniiiiuimihinmiiimiiiiimiiMiMiHiiiiiumiiiiiiaiiii

nacionaes,, achando a generalisação desse ©yste ma de grandes vantagens para, e mesmo o melhor

10. Estimula o aperfeiçoamento da produ cção, a procura continua de novos processos de

meio

fabricação e

principies

geraes da

de facilitar o

"'Standardísação"

desenvolvimento

do

qVe

com

mercio internacional, a opplicação desses mes mos princípios ao commercio em geral, em todas

cujo

Habilita ò

as

vendedor a

-a© attenções technicas e commerciaee no eetu-

relatório se salientaram

comprador

11.

12. Por facilitar a concentração' de todas e o

usarem a mesma linguagem no seu commercio, impondo aos concorrentes a obrigação de se ser virem precizamente dos mesmos termos, para

designar cada producto; 2. Tratando-se de bases communs, é fá cil estabelecer comparações e proceder com jus

tiça no julgamento da melhor offerta, seja mo commercio nacional ou extraiigeiro;

3. Diminue o- custo- da producção permit-

tindo a manuíactura de productos idênticos, em grande escala, como aliás tem sido sobejamente comprovada na industria da fabricação de lim padas electricas e automóveis; 4. Facilita a entrega rapida de objectos •que se vendem a quem precise

GER.\L E Sim-AGE\CI.\ NO DISTRICTO FEDER.AL

commerciante.

A Agencia Geral da "Alliança da Bahia-", de

vantagens seguintes;

1.

"ALLIANÇA DA BAHIA"

proprio

longos annos confiada ao distincto profissio

por uma commissão encarregada do estudo da em

mentalidade do

E' um dos principaes meios de intro

sentado á 'Directoria dta Camara de Commercio

matéria,

fixa a

duzir, no commercio, novo© productos consegui dos, graças a pesquizas scientiflocs, com gran de proveito para industriaes e consumldore©, e «em receio de ter de lubar com o carrancismo, para -generalizar o uso de novo-s productos.

as suas modalidades.

Es©a moção teve por base o relatório apre

x

9.

Cemara de Commercio dos Es

tados Unidos da América, em sua sessão de 2 de

utilizal-os ím-

mediatamente accreecendo a Tanta.gem de fa cultar essas vendas a preços reduzidos; '• 5. Elimina probabilidades de mal entendi dos, litígio e outros fectore© adversos ao bom

desenvolvimento commercial e progresso indus trial.

6. Simplifica todas as operações de com pra ou venda, elimina hesitações e duvidas, promove efficiencla e suprime desperdícios nos

processos de fabricação, producção e transporte, com grande proveito economico para' todos o©Interessados;

•do de elementos esseuciaes, conduz natural mente á eliminação de methodos confusos, multas vezes seguidos com o fim de satisfazer •caprichos de consumidores; -auxilia, portanto, a collocar a coucurrencla no terreno honesto da

competência technica, efficieucia da pro-ducção •e sua melhor distribuição; e portanto, reduzindo a concurrencia á preferencia do consumidor

nal de seguros iSr. Alexandre Gross, vem de ser acerescida -com a abertura

de uma sub-

agencia que ficará localizada na Praça da Re publica ou circumvisinhaças. sendo o novo de partamento entregue á gestão do nosso director Sr. J. Nunes da Rocha.

O -desenvolvimento extraordinário que tem lido os negocios da "'Alliança da Bahia" nesta Capital, vinham de muito suggerindo a adopção da medida- ora levada a effeito pela grande se

guradora nacional, ficando agora mais apta a

alargar

o

circulo de suas operações, abar

cando o grande movimento de valores aiccumulados por esta -grande urbs carioca, no cres cimento da sua chiade e expansão da sua zona

suburbana e rural, em

prédios, mobiliários,

pelo producto que repute de melhor valor in

valores de commcr-cio e da industria, que não

trínseco.

descoberto da .previdência do

Mais do que nenhum outro- paiz o Brasil

tem necessidade, não e<5 de adoptar a Standar-

^3lzaçâo de todos os productos da sua lavoura, manuíactura© e matérias primas, como de regu•arizar o preparo de todos os productos alimen-

iclos sob a -fiscalização official, quer sejam eses d^tinados ao consumo nacional ou para

exportação.

terão agora mais

motivos para continuar a

seguro, previ

dência a que ninguém deve furtar-se, so-b pena de praticar um verdadeiro crime con tra a sua própria fortuna, ou o que é peior, contra

a

fortuna

alheia.

iSobre a pessoa do novo auxiliar da "Alliança da Bahia", tratando-se de pes«oa que nos é particularmente chegada, um natural pudôr nos tolhe o desejo de emittirmos qualquer juizo 011 conceito sobre o su"cce-sso que o es pera; 'mas o que- se pôde assegurar é que na

" commercio ganhará a T' inteira coníiança de novos brasileiro mercados

sua nova e importante commissão, ,o nosso chefe cumprirá -rigorosamente o seu dever.

®"to de ÍStandardleação internacional oue

iiiiiiiiiiiiiiiiiiiiMitiiiiiimiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiniiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiMiiiiiiiiiiiiiiiMiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiin

e cononistará <, direito de partilhar do Lovivem eendo promovida peloe Eetadoe Unle da

ropeue, Maie do que tudo ieeo porém, ha de ti-

UUNION Esta

mais

antiga

companhia

franceza

de

var o grande proveito de ver o nome Bra^U -

seguros no Brasil, -vem .de elevar o seu capital

gado a grande

havendo os acciontetas entrado com 75 °[° do

numpré^

«raeii n

que éra de 10 milhões de francos, a 20 milhões, novo capital, e idos fundos sociaes eahindo como

7. Estabelisa a producção fabril e empre go regular de braços e alarga a esphera, abrin

bonificação os 25 oj"» restantes.-

do novos horizonte© a todos os mercados, visto-

A '^L^Union" reali-sou no Brasil, em 1921,

que >a producção- pôde ser feita com segurança,

negocios sobre que arrecadou prêmios n«ai im

antecipadamente, sabendo-se que o artigo stan-

portância de 4r5.377$370; em 1920, o valor

dardisado encontrará sempre

mercado certo 6'

8.

methòdorda

d08 da Amp ,

fácil.

Diminue* o custo geral de effectuar as.

precisa fiscalização para insistir na observân

venda©, -díspensaudo grande

cia de todos 06 preceitos legaes.

mediários;

numero de Inter

no Brasil nar^^"

regularizar oe

nos Betados -Unl-

Rttem-tura se acha

arrecadado ifoi de 369:238|060.

Informemos que "íL'!UnÍon" é em França a segunda

companhia em vulto de

sendo a "Assurances Géuéralee"

^ellzmente o

^^Posição Internacional.

trabalhos feitol 80-b a direcçãO' .do Departa deedc já

a

negocioe, primeira.

A© suas matrizes funcelonam alll em seguros vida e fogo, mcs no Brasil sô opéram no ramo incêndio.


11

JORNAL DE SEGUROS 10

DE SEGUROS

COMMENDADOR JOÃO AL

rfis de Albuquerque Jliníor; Dr. Elviro Carri lho, Dr. Nestor .Meira, Dr. Moura Brasil, por si

e por José B. Ferreira Faro; Marques Júnior,

VES AFFONSO

Manoel Jceé Pinto, Dr. Eemeraldino Bandeira,

Dr. E, V. Catta

Uma homenagem posíhuma

Preta, Dr. Moncorvo

Filho,

Heitor de Scuza 'Lima, Manc-el Amorim, José'

Corlos 'Neves Gonzaga, e representando a famí

Inflammaveis no Centro Commercia! IBU

RlíPRESENTAÇ.AO

DA

ASSOCIAÇ.AO

DAS COMP.ANHI.AS DE SEGUROS

A Associação das 'Companhias de Seguros, vae provando dia por dia quão util foi a sua

lia Alves Affonso, o Dr. Heitor Alves Affonso-.

fundação e quão efficaz vae sendo a sua acção

Ministério

O retrato de João Alves Af-fonso, o- gran

em pró dos interesses que representa. Agora

dà.Juatiça e Negocies Interiores, tendo em vis

de seguratlor -da "Previdente" está feito a oleo,

ta c'b assignalà^dos serviços prestados pelo falle-

a meio corpo s é um bom e artístico trabalho de

mesmo com o fo-midavel incêndio occ-orrido na rua R ^firigo .Silva, que consumiu ou óam-

cido commendado>. João Alves Affonao, no car

Mar.que-s Júnior, alunino laureado da Academia

nificou mais de uma dúzia de prédios, levan

go de ^hozotireiro do'-Instituto Nacional de Sur

Nacional de Bellas Artes.

O Conselho Administrativo doe Patrimôni os dO'5 'Estabelecimentos a cargo do

dos 'MudciB. fez esecutar^-o retreto a olec? do il-

lustre estineto, que inaugurou.^em IS de Dezem bro findo n.0 gaMijste do director daquelle esta

do também na voragem milhares de contos em

O "Jornal de Seguros" esteve presente a

esta manifestação -na

pessoa do seu

director,

que se honrava com a amizade peseoal -do be

belecimento.

Dr. Alaop Pralar Prefeito Municipal, o seguin

nemérito morto.

Esta manifestação de«táca-ee 'do íypo com-

mum das manifestações deste .genero, primeiro, por partir de quem partiu, não costgimado a sxteriorisar por este modo a gratidão servi

ços" recebidos; segundo, porque veiu envolver

te officio:

".A Associação das C.Mnpanhias de Seguros, ainda sob a dolorosa impressão causada pelo

Francisco José Rodrigues Pe

giandc incondio da tarde de 15 do corrente, á tua Rodiigo Silva, que devorou vidas humanas

dreira

e destruiu consideráveis bens. levando o pâ nico. a indo um dos mais importantes quartei rões do 'cominercio e perturbando, o transito

a memória de um homem toda a vida modesto e

retrahídp, nada, querendo que viesse a publico da sua vida utiüssima. pois que em verdade

passou 'fazendo o bem, com. as cautellas do Evangelho, não sahendo a mão esquerda o que dava a direita.

Nas suas mãos abençoadas, como- foi dito

ò patrimônio

do Instituto de Surdos Mudos

refez-se do cahos em que mergulhara, negligen ciado durante largos anno® por quem nunca lhe

ligâra a 'devida importância; e ao 'fazer

Alves

Affonso o- sua entrega a quem de direito, ex-

tincta a commissão de que fazia parte, esse pa

mercadorias o haveres particulares, garanti dos pel-Cus seguros, a Associação, repetimos, mostra o seu desvelo pelo cumprimento da íua mis.são, institucional, tendo endereçado ao

Encontra-sc ha algum tempo- .entre, nó£, vindo da Bahia e já com regresso de iPoços de Caldas, em tratamento da sua saúde aba lada. o exmo. sr. .Francisco José Rodrigues Pe dreira. considerado capitalista naquella -grande praça do 'Norte e alli presidente da Companhia de Seguros "Alliança da Bahia" e da Associa ção Commercial.

João Luzo nas íDominieaes, íalíava-nos alada ha pouco, referindo-se á vida social dos

pubhc-ü.^vcm representar a Y. Ex. contra a permissão da existe.ncia de inflammaveis nas casas CQinmcrciaes como acontecia com duas

das que. foram aííingidas pelo fogo. p:,r cons tituir essa tolerância um perigo permanente para a fortuna e a vida dos moradores respecnvos e visinhos.

As -Companhias 'Seguradoras são afinal as inais prejudicadas, porque cana um dos ^ranin'LendiüS que se- tôm manifestad-o, nos ul-

tanta maior facilidade quant.r a lei já existe e é suffieiente fazel-a cumprir, para que desapparcça dos centros onde a população se con densa e 03 valores se accumulam, esses depó sitos de inflammaveis que são um manifesto e permanente perigo para vidas humanas, como-

ainda agora se verificou, mas lambem para destruição de riquezas que só o trabalho de muitos aiinos pôde reconstituir. Os fiscaes da Prefeitura deverão exercer de

ora avante uma vigilância especial sobre esses

deposites de inflammaveis que são todas

as

garagcs e cs dep'".sitos de artigos para auto

móveis. disseminado-^ uns e outros por toda a immensa urbs carioca.

Outra proividencía a tomar seria a de pro-

hibir o fumar-se em taes lugares; pontas de cigarros c phosphoros atirados ind-:,lente e distrahiiiame.nte nessas oa-sas. tem sido a causa de

immonsns desastres, que- com esta precaução seriam evitados.

El Siieií piíiríliiFa Relatório 1919 ~ 1920 Só ha -pouco tempo tivemos occasião de compulsar o relatório desta mais importante associação litteraria portugueza em terras es trangeiras, onde a vida social se descreve no

biennio lembrado, que foi da maior actividade, enccrrandü-se as contas do primeiro anno le

vando-se a credito do patrimônio o saldo apucado de 3:1648100, saldando-se por donativos o 'déficit cio segundo na importância de 6:563§560. Neste bieimio houve ainda donativos at-

AffODSo. Na iSocledade Amante, da Inetrucçâo,

Rodrigues Pedreira, portuguez de nasci

t.mos annos lhas têm lavado alguns milhares da contos de ré.s. Todo o perigo ora axistentoesse ooncmereio desapparacerá com a er»açao do Tnlroposl:, Municipal de inflammã-

tmgindo n elevada somma ■ de 39:9391500, offerecidos por um benemerito, que impoz a

esse mesmo caso foi reproduzido- e de algumes

mento e bahiano de adopção, é uma prova da justeza de observação do illustre escriptor

ro 1.0. o de Agosto de 1912. conforme iamhra

entretanto corrente entre os amigos e directo-

trimônio excedia muito de um milhar de con tos.

Era o oystema de trabalhar de João Alves

dezenas de contos recebidos, quando ã morte o veiu surprshender a meio de seus labores, dei xava elle garantido o patrimônio desta socieda de em somma muito superior a 'dois mil con tos.

Na homenagem que nos occupa usâram da palavra oe -Dre. Elviro Carrilho e Zeferino de

bahianos, do aprimorado gosto na linguagem e nas maneiras das gentes da grande terra do Ruy Barbosa.

.patrício, -que se fez um lugar e- uma reputação litte-raria -no "Jornal do 'Commeroio", pois alliando a uma figura de homem tão respeitá vel quanto insinuante, a mais dispõe- de uma grande e variada cultura, que se lhe. adivinha

CO umidade publica, convém tomar as píovl dir nÕlo"' 'fiscalisadoras lemhra-

atra'vez uma modéstia extrema com que nos

graiides muIH

Faria e ,também pelas o-rphâs do Asylo de. So ciedade Amante da Inetrucçâo (Asylo João Al

recebe e se nos dirige.

ves Affonso), fa]l0'U da sua gratidão pelo- ho

a portentosa "Alliança da Bahia", a companhia cujo vulto da nogucios é verdade-iramente um assombro no nosso,meio .segurador. Fazemos sinceros votos para que o illustre enfermo encontre aqui as melhoras de saude-

menageado uma menina que ahi estava entre companheiras- suas, associando-se á manifesta ção do Instituto.

Eetivéram presentes: Or. João Luiz Alves, Ministro dur Justiça, representado pela Dr. Pi-

ojisc-al, Coronel 'Pedro .ie Oliveira Emauauto Pa:, se raalisa assa creàção mdispemsa aí d m

Foi essa cultura que creou e incrementou

e restabelecimento de forças de que carece, e nós pedimos a Deus para que assim aconteça.

.V \sson

-e punir com r

que se dei-cin,

confin o,' ao esciarecido 'ttqmpanhias mmfia que espirit.-, dede.V Seguros Ex "p

ca^relr'"".'''''''''

P^vidancias qu'e o

condição do seu incógnito. O nome deste il

lustre societário

e benífeitor do -Gabinete assim velado á curiosidade de todos nós, 6

res da sociedade, e será um dia conhecido para que o admirem posthumamente iodos os portuguezes de agora e do futuro no 'Brasil'

O relatório em questão contem uma parte puramente litteraria e que todos terão com prazer, e são a conferência do

Dr. Pinto da

Rocha, sobre a approximação intellectual do Brasil e Portugal e a? ephemcridcs. com estu dos sobre D. Fr. Bartholomeu dos Martycc-s,

iPatrç Antonio Vieira,

Antonio 'Rodri-

vacãn rtn ''.P"'® "'anquilidade geral e conserncortuddas peio trabalho e aoomnula.lps peia econum.ia nacional".

ííues i:^anipaiü, ínnocencio Francisco da Silva,

cidade

Lemos, Damião de Ooes e Jo-sé Agostinho de

"P" ti suprema autoridade da •* as providencias pedidas, isto com

Rodrigues de Freitas, Antonio Ennes, Eça de Queircz, Pedro Nunes, Júlio Diniz, 'Eduardo Macedo.


12

JORNAL DE SEGUROS JORNAL DE SEGUROS

OS SALVADOS DE INCENDIO

com lona, muito dinheiro teria sido economiza do.

Incêndio da C. @raphica

quer pagamento, sem haver empregado toda a cautela na justiça que é preciso reconhecer

Brasileira

a essa indcmnisação, e depois bem apurar qual

Tomemos ainda o caso de um incêndio oc-

UMA iREPRESENTAÇãO DA ASSOCIAÇÃO -DAS COiMPANHIAS DE SEGUROiS AO SR. iOHEFE DE POLICIA

"A Asso'ciaqãü (ias Companhias de Seguros,

acaba de endereçar a seguinte representação

•ao Dr. General (Manoel Carneiro da Fontoura, Chefe de Policia:

"A Associação de Companhios de 'Seguros,

por aeus Direclóicfó abaixo assignados. toma a liberdade de submetter ao julgamento de "V. Ex.

o que ab^xo passa a barrar, certa de que assumpto tãôv.importante merecerá

de V. Ex.

acolhida favorável.

Em casos de"incêndio grandes valores fi

corrido num prédio occupado por loja cie co

mestíveis, uma papelaria, ou uma loja cie rou pas brancas. (Scncio o incêndio no sobrado, o principal prejuizo! na loja é eausaJo pela aguá da exiincção, mas se as mercadorias fossem cobertas iminediatameute com lona, telhas de zinco 011 por qualquer outro mciO' acautelador,

quaesquer providencias para abrandar o pre

.Vlereadopia em curso (?) .. ..

Í00:000$0ü0

alé á vcspera do sinistro, fornecendo estes dois

Companhia -Seguradora entrar no local do in

Pedras lil.hographicas

cêndio antes de apurada a causa do mesmo, e

P2:õ623500

trabalhos uma base de util e moralisada liqui dação.

Moveis e utensílios

•i2:500$000

Total

i.O0ü:0<50S0OO

Mas, em vez dessa forma de proceder e de agir, o que nos consta é que já as liquidações por palpite estão a ensaiar-se, havendo os se gurados aberto o lance- com 80 "j" e dispondo-

doria de "V. Ex. o aivitre de ser nomeada por

distribuído pelas seguintes companhias:

100:0008000

Albingia Aaohen &. Munich

Indemnisadoru

.Submettendo o caso á apreciaçãoi de Vossa Exccilencia, espera esta Associação que o es

Integridade Rántista Onmmercial dn.pará

cêndio havido na Companhia Graphica Brasi leira, sita á rua 13 do Maio; n. 45.

singelan-ionte deixa exposto."

Esse incêndio occorreu em 11 de Dezem

naquelia

época au-

gmeníaram em muito o prejuízo, que não teria

atíingido tão grandes proporções se logo de pois de terminada a acção dos Boimbeiros tives

DR. NUMA P. DO VALLE Referindo-se a eeta revista "Jornal de Se guros" assim se exprime este noeao dedicado

se sido permittida a entirada dos interessados

amigo, a quem agradecemos ae suas palavras

no local, afim de salvaguardarem seus interes

de encorajamento:

ses.'"

O primeiro andar do prédio soTlreu, prin

cipalmente devido ao fogo, emquanto que a lOh ja ficou damnificada principalmente por agua. As maichinas daquelle estabelecimento graphicó, que tão grande valor representam, ficaram completamente molhadas, e, como nenhuma

pi'ovidencia foi tcimada, estão hoje, como é na

30:0008000

sue- teve sempre ganho, de causa.

30:0008000

Juros de mora e eustàs elevávam a indemnizaçâo da Central a somma multo mais ele-

20:0008000

cebeu e ;-:6u quitação pela quantia estrictamen-

Tranquiliidade..

35:0008000

caiin ..

Industrial

iSiil Americano

União dos Varegistas.. .

vads,; ma.s por accôrdo. entre parte© a Anglo re te indemnizada a seus segurados. 20:0008000

000(0008000

.Conhecemos particularmente o .facto de

existirem companhia© entre nós que havendo

e, dada a- idoneidade intellectual e moral da

as

sua pessoa, póde.-se, de aníe-mão, prognoeíicar

liquictaç^ío"

empenho."

30:0008000

a importância de 247:050?513. proveniente de mercaaorias roubadas e sacrificadas por incên dio, na 'E. de Ferro Central do Brasil. Pare, rehaver esta eomma a Anglo houve qu; mover á União oito acções judicíees, em

60:0008000 50:0008000

rien^

vessem íido limpas e engraxadas, e cobertas

75:0008000

50:0008000

agradecido pela attenção, devo dizer-lhe que tudo quanto me fôr poeaivel fazer o farei para prosperar o jornal cuja fundação me annuncia;.

quasi mais nada. Se logo após o incêndio ti

De 1915 a 1920, a companhia de seguros Anglo Sul-Americana, pagou a seus segurado®

•100:0008000

Brasileira .. ..

"Recebi o ©ua carta de 29|121922, e muito

ao- dito jornal um grande .succeeeo. Ao menos esse é o meu voto e nesse sentido será o meu.

tural, inteiramente enferrujadas, não valendo

Polotcnse

Idnyd

da E Ferro Central

100:fX)OSOOO

Paulista Lloyd Sul Anieri-

mez foi o estabelecimento entregue pela poli cahidas

A Companhia Angb-Sul-Amc400:0008000

Brasileiras

Garantia

bro proxirao passado e só ein fins do mesmo

As chuvas

50:0008000 50:0008000

cêndios, apresentando ella, para conseguil-o,

clarecido espirito de V. Ex. lhe fará a devida justiça, dando deferimento favorável ao que

cia aos interessados.

Está errado!

Nnrth British Mer-

esta .-Vssociação e visada pela Policia.

referimo-nos em primeiro lugar aoi grande in

Ircntos fechará a questão.

líalo Brasileira .. •100:000$000 -^11'ance 100(0008000

que pelos damnos causados pelo incêndio.

pratico, per-

?e as companhias á contra-oíferta de 50

tudo a indicar que uma média entre os dois exEstranociras

uma caderneta de identificação fornecida -por

Pa-r^a maior esclarecimento

diversas

desejávamos submetter ao alto. criteiro e sabe

facto as diversas Delegacias e á pessoa desi gnada por esLa,_^ Associação seria permittido, acompanhado por um funccionario da respe ctiva Delegacia, o ingresso noTldcães dos in

tes e por guarda-livros o balanço da escripta

35:0008000

Tinta, bronze, vernizes

juízo, que na maior parte das vezes torna-se avultado, mais pela deterioração proveniente da exposição das mercadorias aci tempo, do

mittimo-nos citar alguns exemplos práticos e

como não noS consta, ató ao momento de tra çarmos esUs linhas, que se houvesse levan tado por peritos o valor dos salvados existen

Comprehendernos perfeitamente que a Poilici? não pode permiítir ao segurado ou á

a suggestão, a Chefatura de Policia avisaria do

Durante esse espaço de tempo^ ficam ao, tempo, sem que os interessados possam tomar

gurado na conclusão do inquérito policial; bem

4i6:180$000 343:757SÕOO

ria.

locai, nelle não pormitlindo a entr^a a nin

Não ó isso que está acontecendo com esta

liquidação, pois se estabeleceu o direito do se

Machinismos e accossorios .. .. SLock de papel

guém, antes de realizada a competente visto

po, poirquG, como é de praxe, terminada a acção dos Bombeiros a Policia toma conta do

a quaniia a indemnisar-

Como é do conhecimento do publico, deu -se ha püUco o incêndio do estabelecimento aci ma, silu á rua 13 cie Í\Iaio n. 43. O risco esta^'a assim discriminado nos seus valores:

o prejuizo seria diminuto.

esta Associação pessoa ou pessoas inteiramen te idôneas, a quein seria permittido o- ingresso no local do incendiei, afim de .proteger os in teresses tanto do segurado como do segurador. Por meio de- circular, e perdoe-nos V. Ex.

cam muitas vezes abandonados por largo tem

13

1.000:0008000

effectiiado pegamento de sinistros -semelhan tes, se ficáram no entanto quêdas no movimen to a seguir, cedendo, á ©uggestão do meuor es

policial, conforme é costume,

forço, sempre prompto a informar que não de

casual, condição que para

implica a phase de

vem as companhias de seguros litigar com nin guém e menos com o Governo.

Quem diz menor esforço, ennuncia implici

acontecer^P^m

acontece, mas não devia

Qtie estSrt ^orP^^veito mesmo das ahj impedidas de companhias, fazer qual

tamente ocouceito — preguiça! Essas compa nhias já ficam conhecendo agora o caminho, a seguir, com este caso da Anglo.


15 .

JORN.VL DE SEGUROS

OS SEGUROS MARÍTIMOS E TERRESTRES

no

Congresso de Associações Commerciaes do Brasil, rcalisado pela Associação Commercial do Rio de Janeiro

de Seguros Marítimos, Terrestres e Fluvsaes SÉDt NA BAHIA FraMisoo José Rodrigues Pedreira, Jcsá MarF LIRECTORES: V

Sousa Teiieira a Bernardino Vicente á'Ãrauj^

•• -

' ' ■

\

Còtn 224 agências em todos os Estados do Brasil e em F^ontevídéo, e 23 reguladores de avarias no Brasil, nos Estados Unidos e na Europa.

'

2 Argentinas

dificar os metho.dos em uso actualmentc pelas no&sas companhias de seguros ter

2 Norueguezas 2 'Dinamarquezas

constantemente ameaçadas ?

200;000$000

iDcpnsito no "Banco da Republica Oriental do lUruguay", em Montevidiío Reservas

iReeeita em 1921 V... ... Sinistros pagos em 192.1 Lucro liquido em 1921

Um 70:124$000 ■ AOLüGSS-lõõ .107:9128515 ,836:2038845 ,205:5838489

prejuízos

''

acoordo

entre

varias

companhias, para repartição de todos 03 prêmios e riscos,

não

melhoraria a situação;

augmentando

effectuados

os

iteneficios

e evitando grossas perdas em

em 1921 P P;- 1.343.475:7818772 •Esta Companhia, em caso de recons-trucção de prédio ou concft-r.tQ por sua conta, se obriga 'á indemaisação do respectivo aluguel integral pelo tempo"empregado nas obras. \. B. — De 6 em G annos, (• gratuito o aiino seguinte(7°. anno) dos scfluros terrestres aos clientes que conservarem apólices contra fogo, durante 6

annos, sem interrupção ou prejuízo.

Mk dispeisaâos em 1921 (r amo pratullo); 202:2Q4$ood

tim único sinistro?

SjI" issie ign alé 31 de Cezeiie ile 1921

iPremic.s terrestres . . 'Prêmios marítimos

29.226:OOOSCOO 37.944:OOOSOOO

Salvados . . . Receita bruta

6.37'õ:000S000 81 .177:0008000 18.042•0008000 31.291:0008000 0.250:0no.8000

Sinistros te''re5l.res Sinistro.s marítimos . . .. Dividendos Bônus aos accioni.stas . ..

7.° anno gratuito aos segurados

1.400 lOOOSOOO 1.7M :0008000

^Responsabilidades assumidas: l^s. 13.126.402:781$000

flgençia Geral no Rio dç cJaneiro; A\, RIO BRANCO, 117 I.° andsr. — sala.s 9 a 12

TELEPHOXE:

8883

do edifício do ".Jornal do Commorcio" TELEPTiOXE iDO GERENTE: N. 4032

E.sta agencia ac-eita seguros marltimo.s o terrestres em cnudições vanta josas para as segurados ne.sta Capital e em todos os Estados do Brasil. Os sinistros são pagos nas agencias em que os seguros tiverem .sido effectuados. Qerenie: Alexandre Gross.

As Esiaduaes se encontram assim discrimi-' nadas:— \)

0

Rio Grande do-Sul

6 !ãão Paulo 6

Pará

4 Pernambuco; 2

Maranhão

2

Bahia

1

Rio.

afim de evidenciarmos a importância a que já

Imcialmente faremos ligeira critica analysando ern que consi.slem as Garantias de Seguadores e. Segurados, os methodos em uso, a causa dos Preju.zos que ameaçam as 'Compahia^, para abordar a possibilidade do .^ceo^do

attingiu no Brasil esta importante industria. —

repartição dos Riscos,'a maneira

n-iQpio-

A. instituição da industria de'Seguros não tem moreoido por parte dos nossos homens de Go\mrno a attenção que merece nem a que corres pende a sua importância como factor Social e

Economico para o Paiz. Como elemento de previdência, defende a

riqueza do Paiz contra os avultados prejuízos causados pelo incêndio, riscos do mar e outros;

nhia de seguros marítimos, terrestres e fluAÕaeS'que, no Brasil, em 1921, teve a

lllliiti

Francezas.

(Quesito 23° do Que-sLionario)

de seguros maritimos e terrestre.s, em capital e reservas, e receita. E' a compa

que operam neste paiz.

1 -.r

2

Estas cifras t:,rna-se indispensável cital-as,

A Companhia "ALLl.A.NÇA DA B.AHLA." é a primeira companhia nacional,

maior reoeira. dentro t das as companhias conge.neros, inclusive as estrangeiras,

V4'

Americanas

.se.guradnreá e .segurados, mo-

de-que tae.s companhias est<ão

3.000:000?000

seguros

3

garantia de

evitar os grande.s

Capital realizado

dos

3 'Portuguezas

te. para maior

restres e raa.ritimo5, afim de

*

Deposito ho Thesouro Federal

Somma dos valores

'

23°. — Nâü seria convenien

sil ct^ornT''' actualmente no Braclórirv í aemonslração feita pela Inspe como. factor Economico, drena para os cofres ciona de Seguros, relativa ao anno L ipoi 74' os impostos sobre _^premios, quantia que Companh.as operando no Seguro Terreslí; e sepUblicos apprexima a 1.500 contos annuaes. E no en - anlimo eujus prêmios recebidos se ele

«onima de Hs. 53.014:83t)S739 1

/

^

Dessas Co.mpanhias: nacionaes que arreca daram iRc.

33 São oxlrangeira,Vqn'e arre' cadaram R.5

Daenaei^naeUiêm^ sdde-V"'""'®™ a Capita! Eederal, 18, que' arrecadaram Rs

Estados -*4, n que arceca- ' 16.190:6358000 baram 'Hs ^^leca '16.050:0008000

bram:^

ligeiras,, por paizes, se dcsdo-

tretanto, só em 30 de Dezembro de 1920 o De

creto n. 14.593 veiu nos dar novas medidas que regulamentam a industria dos seguros, por quanto, os decretos ns. 4.270v de 1901 e 5.072, de 1903, absolutamente não correspo.ndiam ,ás nec-essidades e exigências, pelo que. contra elles, desde logo se levantaram graves censurasi -Fazendo succinto retrospecto histórico desde- o anno de 1822 em. que vigorava a antiga legisla ção da metro,po-le que se regia, pelo Regula mento da Casa ile .Seguros de Lisboa de 1820, só em 1850 foi promulgado o Godigo iCommervial dq Brasil, que tratou somente da parte relativa ao seguro marítimo,, nenhuma referencia fa

12 Inglezas

zendo quanto; ao risco

^ Allemãs

estes últimos, os dispositivos applicaclos ao guro marítimo, as cláusulas da apólice e a dou-

terrestre. Regulavam


trina. — Em 1917 o Codigo Civil passou a cogi tar do Seguro Terrestre e finalmente regulariso,u-S6 a -situação com. o regulamento que 'baixou com

o Decreto 14.593. de 30 de De

zembro de 1920, ora em vigor. — E' delle que nos occuparemos para entrar na matéria, objecto desta these, nos termos do. quesitoi: —

Companhias pelo in-significante prêmio que recebem para a indemnisação Qo- risco que correm, lhes cabe pagar sem protesto. — Dahi tantas injustiças feitas ás Companhias de Se guros, tantas sentenças contrarias ao direito e

"de seguradores e segurados, modificar os me"thodos em uso actualmente pelas nossas eom"panhias de seguros terrestres e maritimois,

deve 'Consignar que a maioria dos Segurados

"taes Companhias estão constantemente amea-

rificamos pela

tuto social, as apólices com as cláusulas e con

os annos de 1913 e 1921, que apresenta as míni

dições nellas exaradas, além ..da honestidade

mas e niaximas a saber:

fazem nas suas

estatística, o crescendo

cobro lá pratica desses attentados, que sâo, no

dizer de

1921

-

problema, se compenetre da gravidade de que carando os miseráveis que votam tamanho me nosprezo pela propriedade e pela vida alheias,

584:000$

•os arraste perante a justiça para que recebam

659:000

'O castigci reservado

.

Valor do seguro

cobardes, o

■consecução da sua missão, encare de face o

1913'

Valor do seguro

Garraud, o crime dos

•crime dos fracos. E' preoisci que a policia, na

se reveste essa industria criminosa, e, desmas

21.69^:000$

A reproducçlo

Nesse mesmo período, a estãtiStica -ainda

Tae~s as garantias que offerecem os Segu radores, exigido por parte do segurado, tão

d, pela casualidade do facto. Essa casualidade, porém, que devia ser a excepção, torna-se ^^Sra, e não podemos atLribuil-a sinão a deus "viotivos: 1°, o pouco caso ligado pela policia a -osses inquéritos; 2°, a falta de competência

guros, tem ainda em maioria, as prevenções iniusíificadas por parte de quem,com impar cialidade e isenção de animo deve apreciar as

fechnica dos peritos officiaes nomeados para exame do local e dos escombros.

Foi o proprio Chefe de Policia, então o

provas c o direito.

E bem assim é verdade o que affirmamos que encontramos apoio á nossa assereção, em artigo estampado no "Jornal do Commercio" de Abril de 1914, que assim, se exprime: —

Não é de hoje que se clama contra os incêndios voluntários. De vez em

incêndios,

^ que quasi sempre chegam os inquéritos, isto

pela fiscalisação directa da Inspectoria de Se

A INDUSTRIA CRIMINOSA DOS INCÊNDIOS

constante de

vestes últimos tempos principalmente, torna-se ■ alarmante; e o alarme cresce 'Com a conclusão

consigna: — 1913 — 244 incêndios; i918jl9 — Assim, emquanto todas a.s garantias sâo offerecidas ao segurado, quer as decorrentes da própria instituição e mais as consignadas

aos criminosos da peior

•especie.

6.255:500$

verno, pela Inspectoria de Seguros.

tes demanda-s judiciarias e Companhias houve que ficaram colloeaáas na contingência de formarem accordos pelos quaes nenhuma iiidemnisaçâo se faria que não fosse pelos meios judiciários, medida com a qual pensavam res

•ciaes 6 uma legislação mais severa, ponham

Cicqorreu em incêndios no lapso decorrido entre

39 em cada anno, para Se elevar em 1921 a 94 — cerca de 160 ^ para mais.

rados inexci-upulosos, deu causa 'ás constan

no nosso meio — que medidas enérgicas de repressão, expressadas por uma melhor inslrucção criminal dos respectivos inquéritos poli-

que

haveres .

Esta criminosa industria, a"dos incêndios", não creada pelos Seguradores mas pelos Segu

-quantos desenvolvem a sua aclividade honesta

especular nas suas reclamações. — Assim„ ve

zas, são administrados tão respeitáveis interes ses. — Como garantia material: — oi Capital e

para lucros ou para cobrir, com o fogo propo-

dosos. E' necessário — e assim esperam todos

menos ,fácil lhes seria provocar sinistro.s ou

Valor dos

sital, o ''déficit" do balanço -de fim de anno.

nidade revoltante, a industria de incêndios do-

propostas,

com que, para honra da maiorià~-TÍas Empre-

sómente, a honestidade de declarações verda deiras 6 que egualmente precate o patrimônio offerecido para cobertura do risco, não fazendo do' instituto de previdência uma nova industria

-que vae lomandc,, acoroçoados por uma impu

Seguros e, assim não fosse, menos seriam as premcditações do Segurado em enganal-as nas

de boa fé pactuado- entre as .partes; as Compa nhias offerecem como gai>antia moral;—o esta

social das Gompanhlas de Seguros se acham sob immediata e efficiente fiscalisação do Go

"'Não é mais possível que as autoridades .publicas cruzem os braços ante o incremento

á formação e á liquidação, dos contractos de

declaraç.õGs que

lices. — Toda a organisação e administração

29-4-914.

desconhece as regras de direito que presidem

"çadas?\ ^, Em que'.consistem as Garantias de segu rados e ftegurãdçres? — Contracto bi-lateral

respectivas re-servas, além: do, deposito, noThesouro Federal, de 200 contos,, destinado ex clusivamente á garantia dos portadores de apó

Hoje, reproduzimos um artigo es tampado no "Jornal do Convmercio" de

as decisões :favo,raveis. a ellas devem ter a mais

ampla publicidade. — A bem da verdade se

"afim. de evitar os grandes prejuizos de que

em detrimento da gente de nem,

á prova, tantas prevenções injustificadas, que

para, maior garantia

"Não seria conveniente

17

JORNAL DE .SEGUROS

J!Om\A!L DE SEGiimOS

16

e illustre Dr. Alfredo Pinto, quem, erft'

dade". Desde que se não possa determinar com precisão a sua responsabilidade dolosa, temse micluido que o incêndio foi casual. E' a meu ver errada esta concepção. A casualidade,

o caso íortuito, o acaso, é uma allegação de defesa que deve ser provada irremissivelmente

pelo accusado e jamais pela accusação. Quando se não possa provar com-o, brotou o fogo. "é precipitado e erroneo concluir que o- Ine-endio

foi obra do acaso"; o individuo deve ser tido por culpadc,, por imprudente ou por negligente em tomar as devidas precauções. Eu me ex

plico; um negociante, como no caso a-contece, não faz uso do fogo em sua loja; fecha as por

tas .ás 5 horas da tarde e retira-se para seu 'domicilie,;

ninguém fica na loja.

Quatro horas depois

Pois bem!

explode o incêndio!.. .

Pdde-se ler tal incêndio como casual, simples mente porque não tem explicação, e não pôde ser determinada a sua causa? Jamais; o bom senso, o sensci commum repelle tal "conclusão.

O negociante, que não sabe explicar o incêndio

da sua loja por um facto ipalpavel, manitesio, que signifique accidente ou força maior, in fringiu o dever que lhe corria de examinar,

de prever, de tomar precauções, de pensar em agir nu não ágir, de moido a não lesar os direi

tos alheios ou o interesse publico."

"Vemos, pois, e isso está na cnvkção de toda a gente, que o grande numero de incêndios que occorrem nesta

cidade não po;dem

ser todos

íttlribuidüs a um infortúnio, que seria para

Circular aos seus delegados, reconhecia que a

lastimar, mas são a obra perversa e crim'i-

^^equencia dos casos de

nosa de uma classe

incêndios, nesta ci-

■dade, fazia presumir que eram propositaes na

i

zadas competências em matéria de policia e uma das mais sólidas oulturas jurídicas do nosso meio, o illustrado Dr. Astolpho de Re zende — quem affirm-CiU o seguinte nos autos de um inquérito a que presidiu como delegado, que era então; "Em regra todos os incendiarios nesta Capital acobertam-se com a "casuali

de malfeitores, bandidos

dos mais temíveis, que urge expurgar do conví

maior parte, e recommenclava — isso em

vio social em prol da tranquillidade publica.

lOCn-toda a energia no sentido de ser apurada

Constituem um perigo; commum, que augmenta

^ sua causa. Essa circular, 'Como veremos de-

e se desenvolve com a impunidade, e que uma repressão severa, amparada por uma le

quando, uma voz indignada se le

f^cis pelas estatísticas, surtiu o effeito que era esperar de uma acção mais prompta, mais

gislação rigorosa, mais rigorosa, do que a exis

vanta na imprensa para chamar a

■decisiva e intelligente por parte dos Srs. dele

tente, afastaria com applausos do commeDcio

attenção do Poder Pui>lico para esses

tas a attingir aos honestos —, com a reacção

indivíduos que, por ineio do fogo, pro

gados. Não ha muito, •á vista de uma reclama•Ção collectiva das companhias de seguros, foi

por parte dos orgãos dc justiça a quem cabia

curam enriquecer, embora sacrifican

essa circular lembrada aos seus subordinados

do haveres e vidas da visinhança des-

"pelo actual Dr. Chefe de Policia; infelizmente,

Ainda tem as Companhias de Seguros con

"liquidações a fogo" continuam como sendo

tra si a falta de uma imprensa, que não seja

mais praticas e as mais ra-pidas nesta época

'&enâo| para d,eprimil-as, acolhendo em suas

No emlanto, foi uma autoridade policial —

coluinnas os desaforos de quanto interesse con trariado vae bater-lhe á porta. Emquanto,

^ digamos de passagem, uma das mais abali

pois, os (Segurados encontram todas as garan-

tringir os abusas. — Mas, não coutaram ellas, as Companhias, com um factor a lhes contra riar as intenções — si justas, também violen

a apreciação serena e impardal do, caso, e hoje Se pode constatar que, em mais de 90 ®|®, os juizes a quem cabe o julgamento recebem de animo prevenido os autos e sentenceiam con tra as 'Companhias por entenderem que as

culaosa, mas não encontra echo.

E, graças á impunidade criminal e á condescendência que encontrara na justiça civil, esses seelerados conti nuam com a sua perigosa industria,

de crise.

honesto e são. Assim esperamos, appellando para oS Poderes iPublícos do nosso paiz. — Augusto de Castro."


IS

tias e apoio, as Saguradoras se acham desam paradas- e restringidas aos seus próprios reeur-áos'para sua -defesa. iNera Inspectoria de

Seguradoras -decorrendo dos proprios Segurados.

destas as garantias

"'Como modfficar

ra cthodos- em uso

Seguros, nem Justiça, nem 'Policia para os in

'"acLualmente pelas nossas companliias de S-e'•guros Terrestres e Marítimos, afim de evitar

quéritos nem Imprensa. — Mas não terão ellas culpa capital iiesso estado de cousas? —

os

Talvez sim, peja sua clesunião. pela falta de

"os -grandes prejuízos de que taes companhias "estão cpnsianlemenie ameaçadas?" — '£m

uma associação que as represente perante os poderes piiblicos e o publico, tornando-as

primeiro lugar: crcando o mctliodo que não e.xisLe. — üontrisLa termos iquc constatar que

mesmo conhecidas

delindo, pela

uma industria de importância, como é a dos

cdr^vivcncia. as arestas do seu individualismo.

Seguros,'"que conta com 7-i instituições que

entre si, e

não^íendo ainda., creado até a presente data, uma '^classe de pcpfissionaes de seguros. Varias ''tentativas forãni ensaiadas para uma remodelaç&Q. mas, todas, fracassaram, porque - pretende-se sérqpre ver o individualismo no esforço intelligeme, e desinteressado dos seus

arrecadam 53 mil contos de prêmios, não possua

um metliodo que oriente suas transacções. Sem uma Associação, sem um orgam com technicos

para avaliação dos riscos, sem 'tabcllas de ta xas prefixadas, sem apólices uniformes

em"

autores. — Este Congresso, promovido pela

suas iclausulas, sem agentes afiançados, sem camara de correctorcs, c finalmente, sem pe

Federação -das Associações Commerciaes do Brasil e pela Associação -Commercial do Rio

ritos -que acompanhem cs 'inquilinos e avaliem

de Janeiro, instituições benemerit4^ que, in

05 riscos G indem-nisações a -fazer, — Actual-

mente o ímethodo ó de absoluta aventura, o risco é assumido sem a menor tcchnica, a taxa sempre algo menor que a do concorrente, os mica do Paiz, não deixará de encarar tam-. valores, aquellos que o cliente quer dar ou bem, com carinho, este magno assumpto, pro fòi' indusido a -segurar pelo Agente, sem exmovendo a união das Companhias de Seguros crupulo, que só cogita da sua^aominissão, que para sua maior efficiencia. lhe interessa ser a maior, sem a menòr"con O Inicio está feito com a creação da As sideração pelo frcguez e a Companhia, uma vez cansáveis, procuram amparar todos os-úntoresses que contribuem para a grandeza econô

sociação das Seguradoras, cuja commissão or ganizadora encarregada de promover a orga-

nização,^da tabella das taxas de Seguros e a formação de uma Sociedade que represente os interesses das Companhias de Seguros, tem

com inquebrantavel energia, se empenhado' de

levar

a

bom fim o emprohendimento.

Á industria de seguros, pela concorrência des leal de umas companhias, pelo rebaixamento das taxas, não pode prosperar,

Na vida moderna, todas as classes, todos 03 interesses se coiligam para a defesa commum, e assim desta casa todos nos vimos ba

tendo. Será possível que, sõmente os Segura dores, não se entendam?

E' indispensável que as Companhias de Se guros se organisem numa Associação Federada

á -Federação das Associações -Commerciaes do Brasil, para que tenham um orgam represen tativo dos seus interesses perante os poderes

públicos e o proprio comniercio. Só assim, .serão uma força para a defesa das suas neces

na liquidação, si por acaso occorre o sinistro, nada ganha nem perde. — O metliodo é pois o do acaso; quando Deus é bom não queima o prédio ou a mercadoria e o anno correu bem.—

Quacs as conseqüências?—O bom risco é o múo, porque, quando o bem a ser segurado é representado por um immovel de cimento ar

mado, isolado, sem combustíveis, com vigi

lante nocturno, a 'Companhia assume o máximo que a lei lhe permitte e não rcsegura. — Oc

corre o sinistro, e esie imico basta para de sequilibrar o anno financeiro da tCompanhia quando não entra a desfalcar as rendas do proximo anno. — Assim, o anno de -1931 foi miáo

ambos gozam, donde se conclue que todas as cogitações devem se volver em garantir as

E' pois indispensável que se crie uma Assaciuçãü de interesses entre a.s Companhias,

para o rcscguro, o que permittirá augmeutar as receitas pela extensão do campo em que se Ijodcrá operar, estabelecendo então um me'tbodo que terá que ser seguido pelos asso

ciados para -que possam receber ou descarre gar riscos.

Os resultados obtidos no 'Braoil pelas Com panhias lie Seguros estão muito aquém da importância que deviam ler. lendo-se em conta a immcnsa riqueza do paiz, tomando-se em

consiiieração a propriedades.

sua industria, 'Os

valores

como sendo as mais sólidas e as mais conse

qüentes nas s-uas liquidações.—O despresti gio e o descrédito cia instituçiâo nacional che gou a tal ponto -que o Capitalista e muitos Bancos Nacicnaes impõem em suas transacções

de credito a condição de ser o effeito soguro em companhia estrangeira. — Resulta dahi o nosso despeito contra quem assim iprocede, não nos clolenclo em analysar que o effeito tem causa e esta a sua origem: si assim analysassemos. chegaríamos á conclusão de que as- Com

panhias •Nacionacs de 'Seguros são as próprias culpadas dessa situação que ellas- mesmo para si crearam.

cominercio e

Soffr-em assim, por falta de eohesão entre

seguros, confron-

eilas. — Não ha entendimento a respeito de

tado.s com os prêmios recebidos, representam

taxas, que chegam a um minimo ridículo em

a mínima parte dos valores de nossa riqueza

desproporção com as responsabilidades assumi

cobertos contra os riscos de fogo ou outros.

das.—'São cansas ainda a concorrência desleal,

' 5>e ainria consiilerarmos que uma boa parte dos prêmios arrecadados provem do resegurq, encontramos a industria Brasileira _do seguro

própria ruína e desmoralizando um commercio

em piano inferior ao das iCompanhias estran

geiras que aqui operam. O seguro quasi que -ó é tomado sobre n? risco.s nas capilaes, não

havendo a organização necessária, nem um cousuríium, 'que permitta extendcr as opera

ções sobre as riquezas no interior dos Estados, cümmercio, industria e propriedades S'C a^cliam a descoberto. — Não temos ainda insti-

t-uido no Brasil o seguro sobre as nossas vas tas florestas que constituem base -de milliares de fortunas particulares. — Não temos oulrosim, a instituição de providencia necessária ^ defesa da nossa agricultura e pecuaria. P^-ndo-ias a coberto

dos

estabelecida,

jcav.ando

a

e uma industria úteis. — As liquidações de si nistros 0'fferecem ainda 'quadro mais contristador.—íCada companhia quando o risco está subdividido em varias 'Companhias, estabelece

as facilidades das liquidações, no afan da re

clame, transigindo .nos casos os ma-is suspei tos, acceitando a-s propostas de toda sorte que

no interesse da instituição e da própria admi nistração deveriam ser .repellidas.—^Essas factos dão causa a que a nossa Justiça se col-

loquc contra' as Emprezas de seguros porque os juizes veem nas transigencis das outras a

desorientação existente.—-Por isso não cançamos cm proclamar a necessidade da "União"

causados

o estabelecimento de taxas fixas e uniformes,

Pí^la geada, incêndio, inundação de suas insfaF

é codigo que regulamente _ as -liquidações, com

'âções ruraes, engenhos, moradias e machi-

os peritos necessários

harias. — Mesmo

cau:.a.s dos Sinistros e o valor real das perdas

nas

prejuizos

inconscientemente

cidades

encontram-se

para

verificarem as

para as Companhias, não que não augmentasse o volume, mas porque os prêmios-não

serviço de saneamento moral por limparem da

IhPâ corre.sponderam, pela preocupação, que

^nlre

existe, em acceitar os riscos diminuindo as taxas que não -estão eni relatividade com os

processos rudimentares,

A -causa, encontra-

btos na falta de cooperação das 'Companhias

própria

instituição com os sens sem teclmicos.

sem

prestando

assim uiii

Sociedade a praga dos incencliarios.

Julgamos ter na medida dc nossas forças esclarecido o assump-lo no-s lermos dos- quesi-

valorei segurados e ns riscos correspondentes. Ainda com a carestia geral, as despezas ge-

^ propaganda e sem a organização.—Mas- es5^68 tcchnicos, esses agentes de seguros, não cream da noite para o dia, p-elo que, em

tcs formulados, analys-ando os effeitos, suas causas e origens para podermos apr-esentar

raes -augmentaram e, tendo

di^ssas escolas

institutos de

"dos Se-gura-dns e Seguradores, as modificações

Ensino se deveriam instituir os cursos, onde Se aprendesse a thcoria e a pratica do s-?guro.

"dos methodos em uso actualmente pelas nos-

os sinistros do

pequeno saldo, o prêmio eiu sua totalidade foi situação dos

não são resegurados. bastando um sinistro para causar o dcsequilibrio financeiro do anno.

coliaboram lôm a preferencia do publico, sendo estas, pelos seus methodos severos, indicadas,

e serem indemnizadas,

interesses.

verificamos a

as rendas, por ganancia e avidez de lucres,

enormes valores a descoberto, como sejam fa

anno sido consideráveis, observado que, com

■Do exposto

de acccitar os grandes riscos para augmentar

bricas e outros ef-feitos.

sidades e para o prestigio dos seus próprios

Segurados c Seguradores- e as garantias de que

19

JORINAL DE SEGUROS

JORNAL DE SEGU;RÜS

absorvido paios prejuizos, sobre seguros em riscois do transito e incendio-s havidos. Mas nao foram os máos riscos que deram causa a esses prejuizo.s, foram os bons, que por falta do methodo ou pelo metliodo em uso

commerciaes e

suggestões convenientes para maior garantia

quanto vimos ennunciando, encontramos as ra

"sas Companhias de Seguros Terrestres e Ma■'ritimos. afim de evitar os grandes prejuizos "de que ta-es Uompanhias estão çonstaute-

zões do atrazü em quc ainda se encontra riri

"me.nte ameaçadas."

eni todas as. suas modalidades. ' iNa falta de

Brasil a. indnslria do seguro, e a razão pela qual as emprezas estrangeiras que comiiosco

Como condição primordial; •1.° — Fundar a Associação das

Coinpa-


20

JORNAL DE SEGUROS

JORNAL DE SEGUROS

nhias Seguradoras e federal-a á Federação das Associações Cominerciaes do Brasil.

'■consortium" para

repartição -dos riscos, com o que se augmentarãü os benefícios e se evitarão as grossas per

dos quesitos formulados. — Trabalho prejudi cado pela çxiguidade de tempo de apenas 24 iioras que nos restaram para a tarefa imposta,,

das em um único sinistro.

po-rquanto. designado ba mais de 2 mezes para

3.° — Crear um- orgam na imprensa para a defesa dos interesses da ciasse, entrando

as congeneres mais autorizadas, que nos podes--

2° — Estabelecer um

em accôrdo com a brilhante e util "Revista de

■ ^Seguros" para que seja esta o orgara officlal. 4." — lOrear a Gamara Syndical com a in

tervenção do ■ 'Governo, com as necessárias comittissõcs de accôrdo com as orden.s dc trabaího.'\a sabor:

a) — NlJniforniisagãc) das cláusulas de apó lices;

b) — Uniformização de tabellas de prê mios;

c) — Commissão para verificação de si nistros;

d) — Correctores de seguro^s7~~duíIo como consta do projecto annexo;

•p) — Como ponto de trabalho

partida para um

estável e util, se

tomará o excel-

da Companhia Internacional,

'Humberto Ta-

lente projecto da autoria dos Srs. — íCarl iMetz. borda, da Minerva e Octavio Ferreira Nova!, da Varegisla, trabalho Já distribuído pelas Companhias com o apoio de

grande numero

dellas.

iSãd idéias- que sem pretensão, occorrem suggerir satisfasendo a incumbência tão hon-

Contribuições de avaria grossa devidas ao LIoyd Brasileiro Os vapores do "Lloyd Brasileiro", "Itajubá", "Servulo Dourado", "Minas Geraes", 'Po-

coné" e "Goyaz", tivéram em diversas viagens, aceídentes, occasionando a--v«3.rla -groeea, lavran-

do-se no momento o respectivo protesto e es tando a correr os respectivos processos de re gulação.

86 firmas da nossa praça, estando em de

bito das suas quotas contribuitlvas púra essas avarias, acábam de ser intimadas pelo Oirecíor

lâa Receita Publica, a entrar com as quantias devidas, marcando-lhe© prazo para esse -fim, o que já foi feito.

Uma pergunta Irrompe aqui. muito natu

ral: como podiam estas 86 firmas -estar em aberto com esses debites, sabida como é a pra xe de ae companhias de vapores só entrega rem as cargas com o pagamento antecipado daquellcs contribuições?

INSPECTORIA DE SEGUROS

ros-a quanto immerecida que nos coube para apresentação de uma thcse sobre os termos-

Expediente PORTO .\EEGRE:

estudal-a. para unidade de idéias, fomos ouvir'

•Sr. Delegado Regional de seguros — 6* Circiimscripçãci — Porto Alegre — Recommcncin-vos notifiqueis Companhia de Seguros

sem fazer suggestões praticas, uma vez que nos faltavam os predicados necessários para

"Phenix Porto Alegre" que nos termos dos des pachos tle 26 de Janeiro e li de Março do Sr.

desempenhar a missão sem t.al auxilio. Esbar ramos no ■'indifíerenlismo"

"vou pensar"

Ministi'0 da Fazenda, mantidos pelo ,Sr- Presi

e no detestável

dente da Republica, conforme despacho de -19 de Agosto, ás companhias pre-existentes- ao re gulamento dc 1903 c que não se quizerem con-

tomando-nos o nosso precioso

tempo.

foi'mav com a clecissão ministerial, submctten-

No desempenho da honrosa incumbência que me co"ube e tão somente para não falhar ao

compromisso

assumido

de

de Janeiro, providenciando sobre a execução da Lei da Receita, na parte que diz respeito ás mencionadas Companhias e nos termos que

COMP.AMIIA DE SEGUROS "PIÍEXIX" DE

du-si3 integralmente ao Reg: 14.593, de 1920, só resta recurso ao Poder Judiciário.

apresentar esta

-Administrativamente estão

these, em attenção 'á illustre mesa, me aven turo apresentar este trabalho, sem brilho e

esgotadas as vias de protelação e representa

gência no julgamento, e as suggestões que o-

tório c de excepção dos arts. 8" e 9° do Reg. 5.07.2. Urge declarar, conforme fiz publico

talento da illustre commissão houver por bem

bro, que ás companhias que nos prazos das

pelo "Jornal do Commercio" de 11 de Novem

fazer para honra e credito da Industria Bra sileira íie Seguros. •Coma homenagem ao mérito, devo deixarconsignado quc'este trabalho se acha apoiai^lo cm hriliianlcs consi(Ieraçõcr"e'""Suggestüos que se encontram na "Revista de Seguros" e de-

Outubro

por cento {5 "1°) sobre os prêmios de seguros

maritimos e terrestres, e de dous por cento

(2

sobre 03 prêmios de seguros de vida,

pensões, peciiiios, etc. aqui. de c( nformidadé com as leis anteriores.

No srtigo -43 da citada lei numero 4.625, foi estabelecida uma sobroTaxa ou imposto addieional (de 20 '"l"), tão sómente quanto aos con tratos de seguros e reseguros marítimos e ter-

restrp;. apólices, eescripturas ou letras de risco, de que trata o § 6° da tabclla A, aunexa ao decreto numero 14.339, de T de Setembro de

constrangido impõr indistinciameríte pena sus pensão enmminada no artigo 93 do dec. 14.593. LEV.^XT.WCNTO ido deposito de 200;000S,

da sua publicação no "Diário Official", e por tanto a partir do dia 1° de""'Fevereiro proximo

vindouro."

REL A (:03IP.\M1ÍA DE SEGUROS * LA RURAL" DE BUENOS AIRES:

nes da Rocha, da Portugal e Ul-tramar. de Janeiro.

da Republica para o exercício vigente, de 1923, a qual manteve no art. l°n. 44, as taxas de cinco

1920; devendo esse accrescimo começar a ser ar recadado. de accôrdo com o art. 27, paragrapho único do decreto s. 4.536, de 28 de Janeiro de 1922. dentro do prazo de trinta dias contados

1920. Saudações. — Vergue (P.\breu."

Pereira do Valle, Dr. Abílio de Carvalho e Nu Rio

Dezembro de 1922, que orça a Receita Geral

notificações- feitas não derem cumprimento á

determinação do Governo, firmada, -ali'ás. em acórdão unanime do Supremo Tribunal, serei

autoria dos respectivos mestres, Srs. Dr. Numa.

"Communico-vos ter sido publicada em 2

do Janeiro corrente, a lei n. 4.625, de 31 de

Que continuarão a ser cobradas como até

terminadas e

ção no sentido de perpetuar regimen transi

sem mérito, esperando ainda merecer indul

so seguem:

Tendo a Sociedade Anonyma de iSegurcs

1922.

Albano IssJer

''La Rural", com séde em Buenos Aires, Repu blica Argentina, autorizada pelo decreto n.

Rrorogaçao ide pr azo, notific ação de

13679, de 9 de Julho dc 1919-, a func cionar no

23'DE OUTUBRO DE 1922:

íleasil cm seguros terrestres e maritimos, reQuerido

o

levantamento

do

deposito

de

Covdffi Porliiira leSetn

^00:000$, feito no Thesouro Nacional em garan

Cotações de acçõee das companhias de. se

tia de sUas operações, por ter sido cassado pelo 'Recreio n. 15.872, de 6 cie Dezembro de 1922,-

Belém, S. Luiz, Recife, S- Salvador, São-Paulo

á autorização para funcicionar na Republica,

corrente, altenderâo reclajfiáções verbaes e es-

riiiiiiiuiiNuiiinniiniinuiiRiininiiniiiiiiifiifiijiiiiiirMiriiTiitiiniiiiiiiDijiiitiriiuiiiiiiiiiiUfníiiiiniiiiNin

guros portuguezas. Bolsa de Lisboa:

•Je ordem do Sr. Inspcctor de Seguros se faz

sciente, pelo presente, a todos os interessados

Vendedor -ujmprador

Adamastor

Fidelidade. . . Garantia, lib Geral. . . _

$

.

.

.

.

-3 . lOOÍOO 3 . 000? 00129?00 32?00 inpsoo

•)

teitas contra o mesmo levantamento deverão ^er apresentadas nesta Capital, á Inspectoria

do Seguros, dentro do prazo de sessenta dias, ^ contar da publicação do presente edital.

Inspectoria de Seguros, 30 de Dezembro do

15?00

Nacional, lib. . . . . . .

QUe quaesquer reclamações que tenham de ser

$

1922. — Sérgio Barreto, Secretario.

Popular

75^00,

Portugal Previdente. . . Portugal e UJtramar. . . Previdência.

3?50 i

. _

470|00

60^00 455?0O

8ne de Abreu, expediu telegrammas e officios

360100

asoioo-

oirculares aos Delegados Regionaes de Seguros,

P^°^'dade Sagres. . . . . . • • • -

Ultramarina

14550^

SIOOç 55J00

.

EXECUÇÃO:

O Sr. Inspc-ctor Geral dc Seguros, Dr! Vernos Estados e..aos Representantes e Directores

União doa Proprietários lib.

As TAXAS SOBRE PRÊMIOS DE SEGUROS NO ORÇAMENTO PARA 1923; PRAZO DE

de Compahias de -Seguro.s, com séde ou agen 193?0O •

cia principal nesta Capital e no Estado do Rio

"Srs. delegados regionaes de seguros de

e-Porto Alegre, — Por acto de 5 do Janeiro

criptas, fundadas na suspensão ou probibição de transferencias de apólices na íCaixa de Amortização durante os mezes de Dezembro e

Janeiro e igualmente ponderando joncomitancia e affluencia. trabalhos da Inspectoria e das companhias nesses mezes de encerramento, ba

lanços, resolvi dila-tar e prorogar prazos, de minhas notificações de 23 de Outubro de 1922, 8-té 1 de Maio de 1923 — uniformemente para todas as companhias- naicionaes e cxtrangeiras providenciarem sobre sua regulari-zaçâo e in-

tegralização, respectivos deposites no Thesouro Nacional. 'Reconimendo-vos publiqueis esta communicação para conhecimento das. compa nhias interessadas que tenham séde nessa circumscripção. iSaudações attenciosas. — Veryne do Abreu, Inspector de Seguros."


r /

23

JORNAL DE SEGUROS

66

ST K N.

ilii Mim ms Cownis de Seffs

Iv.A."

de Seguros, naelonae© e

funccicnará legalmente com a presença de 1]3

exírangeiras, legalmente outorlsaclas a fuuccio■nar no Brasil, pelos seu© Directores e Represen-

dos associados e não tendo sido possivel a se

tantSiS devidamente autorisados, resolveram a

se a terceira reunião, que será a ultima e funccionará legalmente com a presença de qualquer

AjI

COMPAfflA DE SEfJROS MARÍTIMOS E TERRESTRES

creaQão de uma Associação de claese ^que se dsnomlnará-;ASSCCIAÇÃO DAS COMPANHIAS DE SEGUROS — e que se reger-á pelos pre

N

sentes

Capital Reaiisado

Companhias

estatutos,

obedecendo

ás seguintes dis

ss

A Assccioção da© Companhias de Seguros

que no caso de empate, desempatará pelo seu voto. A votação pode ser feita por meio de cé

comporá

dulas ou não,

trangeiros, X.

Deposito no Thesouro -- Rs. 200:000$000

VI

de votos e nellas votará também o presidente, I

500:000$000

numero de associados.

As queetões serão resolvidas pela maioria

posições:

1.000i000$000

gunda reunião por falta de numero, convoca-

das

Companhias naclonaes

legalmente

autorlsadas

e

es

a funcdo-

nar no Brasil, que acceitem, subscrevam e se

sentes

compromettam a cumprir os presentes estatu

peital-oa.

ou não,

território

nacional ou

no

Sede: Rua Silva Jardim, 16 -- RIO DE JANEIRO

Sua duração será por tempo ind^eterminado e só poderá ser dissolvida pela ideliberação

de dois terços dos seus membro©, tomada em assembléa geral, na qual ee determine a "fórbta da liquidação. Os 'fino êeraes

i"os,

exclusivos da

Leonidas GARCIA ROSA

da. industria e

em

suas

pela© Companhias

vice-presidente,

do ser reeleito. Em

Associação

CIDADES

caso 'de va.ga ou impedi

provisória 'OU

ef-

VIII

consis

O© Directores contractarão os serviços de

commercio

de ©egu-

funccionariO'S necessários

exercidos

funcções emquanto conviér á Associação, e dos

que

pertençam ou vierem

que

exercerão

suas

quaes um deverá ter conhecimento cabal, th&o-

Companhias perante os podsres públicos, orgahisQ.r estatistlcas,. podendo resolver, caso reüuerido por um membro, todas as duvidas 'que

, Companhia de Beguros.

á

Associação,

representando

as

ooni terceiros. IV

Cada Companhia designará dentre os seus directo-res (as que tiverem sua séde na Capital Federal) ou dos seus Representantes, Podendo elles estabelecer procuradores (as que tiverem suas sédes nos Estados ou no Extran-

eeiro)

'do afastado do serviço particular de qualquer IX

As reuniões da Associação serão sempre convocadas pelo presidente e, na sua falta, pe

lo vice-presidente, designando-©© na convenção o local, dia e hora da reunião, por carta, com antecedência minima d-e 3 dias. Os aesumptos a ser tratado© .nas reuniões serão sempre, ee fôr pcssivel, communicados aos associados.

quem a represente junto á Associação. V

AGENTES EM TODOS OS ESTADOS E PRINCIPAES

e

mento, que deverão ser participada© com a ne cessária antecedência, a assembléa providen

possam surgir com ellas, tquer entre si, quer

thezoureiro,

rico' e pratico de seguros em genal. Sua esco lha deverá recahir em pessõa que tenha eeta-

a psrtencer

Conselho Fiscal:

director

director secretario, eleito© na primeira assembléa e o seu mandato será de um anno, poden

modalidades,

do

diversas

res-

. Vil

ciará acerca- da substituição

tem na defesa e desenvolvimento dos interesses

Oscar RUDGE

cumpvil-cs e

fectiva.

III

Direcíores;

O© vo

A Associação será dirigida, por um presi dente,

extrangsiro.

II

fôr requerido.

a mantel-oe,

tos e terá a sua séde na Capital 'Federal, po

dendo ter representante em qualquer ponto do

DR. RAUL DOS GUIMARÃES BONJEAN OCTAVIO CORRÊA DIAS EUCLYDES DO NASCIMENTO ROCHA

conforme

tos obrigarão as Companhias aseociadas, pre

X

A As®ociaçãO' possuirá um livro especial

A Associação reunir-se-Já, oibrlgatcriamente, uma vez por mez, e extraordinariamente

de — ACTAS — onde serão mencionados todos

Sempre que fôr necessário ou-o requeira qual

te as aesembléas. As deliberações tomadas se

quer dos seus membros, justificando' o pedido

rão communicadas por escripto, pelo secretario,

Por escripto-, e só funeoionará legalmente es tando pr-sentes a metade e mais um do nu

sociação e quando ccnviér serão dadas á publí-

mero total dos seus membros. Não estando pre

ciadade.

sente na primeira reunião o numero necessário

de membros chama-se á segunda reunião que

os factos e deliberações que occorrerem duran

a todas as 'Companhias que pertencerem á As

XI

As propostas dos associados só poderão ser


25

JORNAL DE SEGUROS 24

JORNAL DE SEGUROS

estatuarias;

•discutida® quando se encontre presente o pró

A Companhia punida com a exclusão, po

O contrabando, como o mostra o livro a

derá no anno seguinte pedir á assembléa uma

que no® reportamos, ganhou com taes popula sando, antes olhado como um iiabito tolerável

As iCompanhias ique posteriormente á íun-

Junto á Associação com a declara

nova apreciação do seu caso, e as decisões só serão lomiadas, para rcadmissão, por 213 das associadas e. por maioria de votos presentes.

dação -da lAssoeiação iquizerem ser admittidas, requererão á Dlrectoria e em primeira reunião

ção de que fica e-IIe investido, de to

XVI

-da assembléa o pedido será submettidO' a estu

nome da associada. No caso de au

do' e resolução.

sência do representante indicado, a

prio signatário ou seu representante.

9 — de communicar por escripto é Directoria o nome do seu representante

XII

dos os poderes para deliberar em

XIII

associada obriga-se a .communicar o

Subscrevendo os estatutos ou sendo poste• ormente admittidas, as 'Companhias assumem

>Ò6 seguintes, compromissos;

\ 1) — de observar os presentes estatutos, ou

quiaesquer outros regulamentos

que sejaín» creados pela assembléa ^•„em obediência acs fins e iotereeses dâvAssociação;

nome- do seu substituto. XIV

A qualquer membro da Associação cabe o direito de representar contra as .deliberações da Assembléa ü-eral. Essa representação será re solvida pela mesma Assembléa, em. reunião es pecial, que não poderá ser recusada depois dc ouvidas a® razões e fundamento® do autor da

representação. 'Sendo na segunda Assembléa re

da pela assembléa, tendo em vista

jeitada a representação, não será permittida «ap-

a

pellação.

e

desenvolvimento

da Aôsociação, cabendo ao thezou-

reiro arrecadar a qubt^^e pagar as despezas com autorisação escripta dO' presidente;

3) — de concluir os negocios de seguros e

reseguroe

de

accôrdo

com

as

tarifas e normas que forem adoptada® pel'a Associação; 4) — A'S (Companhias se obrigam a não praticar operações de reseguroa com (Companhias estabelecidas

no

Brasil que não .façam parte da Aa-

eocioção ou que não se.jam congê neres;

5) — de não se retirar da Associação eem tres mezes de prévio aviso; ficando

'durante esse lapso de tempo sujei ta aos estatutos, regulamentos e tarifas da Associação;

6) — guardar convenientemente todos as communicações, documentos e correspondecia recebidas e enviadas á Associação, só os revelando quando autorisadas;

7) — de levar immedlatamente ao conhecim.ento dia. Dírectorla por escrlpto

o acto d© qualquer associado que haja violado os compromissos assu

®

A associada qu© violar qualquer dispositi

vo destes esiatutoe ou dos regulamento® que forem creados, c® quaes são sempre considera ndos c&mo fazendo parte integ;rante destes es

tatutos, estão sujeitas ás seguintes penalidades: "A Companhia signatariá do preeen-

"te accordO', que transgredir qualquer "(bas suas disposições, acceitando ou "participando de um risco em condições "diversas das fixadas, 'Será convidada,

regi

approvado por 2|3 da Assembléa Geral. Presidente—Commcndador José Antonio da Silva.

como quem somos, como; paiz e como nacio.nali■dade..

(Approvados cm assembléa "geral de 5 de

de® feitas ao fisco são faltas' graves para com a 'Pátria, porque esta como funcçâo precisa de renda com que manter-se, como o nosso corpo

niiiiuiMiiiiiiiiiiiiiiii.miiiiiiiiiiiiiiiiiMiiiiiuiiiiiiiiiiiiiiimiiiiiiiiiiiiiimimimmiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiimii

"A FRONTEIRA DO SUL" A epigra-phe eupra pertence a um bom li vro cie que é autor o Sr. J. Rezende iSilva, íunc-

precisa de alimento; e a renda quando deficien

do Rio Grande do

piilosas e eivadas de crime e ganancla, portan

Sul.

A edição é de 1922. O volume 'de ®i meâmo informa ser um — lEstudo geo.graphico,

economico, histórico e fiecal — e percorrendoo nas sues 723 paginas, verificamos que todo® esses pontos foram inteligentemente aborda

está impregnada: a seguir a parte — fiscal que é completa de verdade, mostrando no seu

circumstancia,

•que vão tornar mais precária® as classes neces

sitadas, que são o maior numero, d'e6te modo

boa

"ridade assim punida."

te por dotação, má arrecadação ou fraude, como no 'Rio Grande occorre. obriga a- novas taxações

ciouario graduado do Tribunal de _iCO'ntas e membro do .Instituto Hieto-rico e Geographico

".par mais .dease risco, 'no .prazo de doze

qualquer

E' preciso dizer-se e praticar que as frau

Janeiro de 1923).

"apólice emitlida, não podendo co-parti-

por

Indifferente. 'Os feios victos que este livro di

Thesoureiro, íCicero Teixeira Portugal.

"dencia a cancellar immedlatamente a

"ver sido verificada a segunda irregula-

intellec-

2.° Secretario Américo Rodrigues.

queridos, eobresahindo a parte histórica, tão importante e variada que se lh& desculpa de

"m.ezes, -a contar da data. em que ti-

patriota® e aos

vulga, cumpre que se eliminem dos nossos há bitos de povo e administração, .para valermos

primeira infracçâo, e no caso de reinci-

"Si,

recomraendal-o aos

tuaes, a quem a sorte de um Brasil maior não é

1.° Secretario Carl iMetz.

dos, com abundante copia doe conhecimentos re

vontade a ligeira feição positivista de que

autor um perfeito conhecimento de administra ção fiscal, o que não admira em quem se tltu-lou nesta especialidade, fazendo delia a sua

sacrificadas em proveito de algumas, ineseruto sem direito a considerações de nenhuma or dem .

Tratando

das

primeiras migrações portu

guesas que nos século© XVI e XVII, com Dom

João III e Phelippe II, vieram a povoar o Bra sil, o autor faz notar a. precaridade moral e ma

terial dessas . migrações, mas lembra ao mes mo tempo como es-sas gentes que cha.mariamos agora — indesejáveis — se melhorou no physico e no moral, e mais tarde mesclados ao afri

cano produziram a raça brasileira que ahi está, amda a mesclar-se mas já com todas as cara cterística© de um grande spovo, caminhando- a. passo largo para a. sua finalidade histórica. Baila-nos ainda na memória a phrase espl-

"depois de empregados todo® os esfor-

carreira, publica.

"çoa nesse sentido, lhe fôr impossível "annullar o seguro feito, então, a Com-

Ma®, no- nosso entenderonde o livro é do maior valor, é quando se refere, na III parte,

"pftnhiai tranegreesora do accordo, fica"rá prohibid:. de acceitar na renovação

ao — Contrabando — locallsado na fronteira

transatlântico retrucava a um seu companhei

sul rio-grandense.

ou de participar desse mesmo risco no

Explana-se ahi o que seja o crime de con

ro de viagem, este voltando, nauseado, de uma inspecçâo á terceira classe do vapor, oheia de-

trabando na legislação © no direito fiscal; a se guir refére o que se passa naquella circumscri-

ração será como eu sou; meu avô veiu como es

• pção brasileira e esta parte é do maior valor

tes veem agora!

Ção;

'^que se deu a tranegreseâo.

da® pela Tarifa approrvada pela as sembléa e conforme as norma® que ella estabelecer, a® quae® fiazem parte integrante destas diepoaiçõea

de um

"em cada caso de appiicar ao tarifas na

mido® como membro .da Aasocia-

os seguros feitos por prêmios me nores que os que forem estabeleci

sob a forma

"A .Fronteira do Sul" não é livro de que" se possa daj idéia na meia dúzia de linhas de que podemos dispôr; por isso nos limitamos a

(IMPRENSA NACIONAL — 1922)

XV

"praso de doze mezea, contados da data "de ve'ncimento do primeiro periodo' em

Pão fazer seguros e não renovar

regulamentadas,

mento interno, o qual só vigorará depois de

e até necessário!

Vice-presidente, Ricardo Ramos.

2) — pagar a quota mensal que fôr fixa manutenção

As presentes bases serão opportunamente

ções direitos de cidade, a ninguém escandali-

■Si, finalmente, qualquer Companhia

^ signatam rio presente accordo se reou"sar a .cumprir a panalidade em que ti

ver incorrido, será excluída do convívio

"das demais collegas que com ella não

||poderâo co-participar de qualquer risco em que a

Companhia

"esteja interessada".

transgressora

para os nossos dirigentes e também para o povo capaz de, pela sua cultura, Interessar-ee por estes assumptos, os primeiros para ©ippUoar o remedio que o mal reclama, sob o. ponto

vieta moral e fiscal, o segundo porque verá no®

abusos revelados a profunda depravaçào cívica a que podem ser conduzidea populações intei ras, comO' no caso occorre.

Tituosa e intelligente

referida no livro,

com

que Inetruida e elegante paesa.geira de luxuoso,

colonos sujo© e maltrapilhos, —- a terceira ge

Observação perfeita de como o

Brasil, a

América, se differença da Europa, onde as profissõ.ss se tranemitíem de pães a filhos. O Bra3il, repetimos, recebe esses homens que bene ficia

de um modo radical, formando

delles e

'd© seus descendentes as classes mais tllustres-, dos seu® quadros sociaes.


26

.^OP.XAL DE í^EGUROS

do o balanço, 23;752$100. O activo da AasisRelatório da Assistência da Co- tancia ele.va-se á respeitável somma de réis

lonia Portugueza do Brasil aos

.\liMU disto, artigos ounio ccbcrtores, ou-

.seguiram o privilegio dc, processo acima indi cado, numerosos inventores tem ccinseguido em outros paizos, privilégios de melhoramen-

LrVra tcilus di.' lã. .são boje fabricadas iiiLeira-

tus; achanrlü-sc aclualincnte exgotado o pcrio-

fciMe dada é obra e fiii-d da Assi-aieiicia, esta De

mo.nte lie algodão. Da mesma forma-, os ves-

do de todos esses privilegio®.

vendo já decahiclo do vulor cm quo d tida, se nilo

Imirius leves pura uso durante a estação osli-

íôru o prestigio pessoal do.s que nstão á -auLi

viil, ij\ii« iin 1 inaiiKMil (• .m- fa/.inin Qppna.s ibí Ir-

ildiniiíio

IrGiito. Mii-.í oc? linmeiia pui-saiii

cifios de linhú também são hoje feitos cm sua

porventura estejam íentiO' YPrini'ai-1n^, StRTlO reputailos sogrcd-::s de officio pelos industriaes

riTo cada voz mais do algodão na- mescla de tra

mas dus tecido.? que fabricam,

2 , SG6;690$:599 .

Seria para desejar que uma maior presteso.

Orphãos da Guerra Í92I-I923 Ei5lá (liatrlbuido esto documeuto, em que a

respectiva

cllrectoria.

cciiipoelu

doa

Sra.

27

JOllNAL DE SECiüillOS

e

CS da

Aci-

A niereerisaçüo, pois. é hoje industria do apcrfciçoEuiicnlos

quu

SoiiZfv 'Çryg,

EistEiicia. não ^Eíio Gtíirnna; iiotlnni aor -subáLi-

maior parte, fie algodão. E não é só em arti-

Humbf-rtü Tuborda, Autouio Alberto d'AlmeÍda

gits ilü \f?o domcslicu- c[uc -se verifica esse au-

que fazem novas .descobertas na manipulação

Pinheiro, Antonio Ribeiro Seabra e José Rai-

tuiflds por outros que não lenliamasua cnvcrgailura e gozem do coiieciLo publico cino e.síe.í

'gnienlo de rmisumu; trrlas inclus(.rias, espe

i u apiilicaçãü desse pi'occs,so chimko, somen

..nho da iSUva Carneiro, dá conta cio niovimsn-

fruem; e a oíjra j'olci'á per tarra, sem se haver

cialmente a dos jjneuniaticos para automóveis;

te emctuanto não forem divulgados por acaso

to, social havido no período que deixamos men

rsalisadb cs altos ideaes de patriotismo c yhi-

o.s Iransmiss-res de energia, as fifas para raa-

cu propcvsitalmente.

Visconde de,;Moraee, Albing cie

cionado.

A,^ receita arrecadada f-:i: Juros è''>pivideiidco.

cbinas de escrever; a. saccaria para assucar;

Vem a pcllo mencionar que a chimica in

Assistência, que felizmente

í^a!, farinha, legumes e outros productos leves.

dustrial conseguiu transformar a polpa de ma-

ainda

eão

deste

consoniem caíifi vez maiores quantidades de te- ^deira em fios dc consistência regular, capazes

mun do.

. . ..

10S:-SS1$710

.

17:415?000

'Donativos"^--,

lantropia que guiansm cs primeiros li-OJiiens da

cidüs ue algodão. Va própria industria do cal- -^de serem urdidos, tecidos e tingidos, com a

Socios contribilintes e protecto-

O ALGODÃO

2. 728$000

res

129:024$710

As respc-msahilidacles assumidas pela nabrasileira para com o e.?lrangeiro; a necesfje importar grandes quantidades do

Tendo-se enfrentado a despeza: 104:108$900

Pensões Ordenados. . . .

10:5813718

Contribnição dos Estados. . . , Remissão de socios. . . . .. . .

13:832$080 250$000

eidfM de algoiião desde os mais finos, transpa-

se a pyrnxyla uu seja o algodão polvora. E es

^^dietter o ourci necessário '~parai~ -satisfazer

lenlc.s e diaphanos. preslainlo-se ás mais ele-

nlo essas compras, como a de certas con-

te. adicionado de nitroglycerina. produz o ex plosivo formidável a qiu? se oá o nome de dy-

Privada.s, que algumas autoridades compu-

oanfes confecções, e phantasia.s. 'até oà pannos mais enívorpados e? úteis, tanto para vestes co-

em cerca do •: ::o.(ino.'.)üO

nio para applicaçncá industriaes.

annualmen.te;

jl^PÕem aos estaQisla.s responsáveis pelos des.,"__^"iaios ao sí-u. alcance u auginciilo da produ-

íi exiitupiifio eonl i iina iln tis./ de proees.^os cie

be ipso perigoso dada a facilidade 'Cum que se

de lUlüdndes que cncontreni venda fácil

mer-jorisação. flunia Iodos .snli/MU MtM'cer des-

infíamam ao appr/ixinuil-o.« ilo (luahiuer cliam-

gra.ndc® coritroí! in.lu.sl.[-iao.s (UiroptMis.

'Ctihrii.i Luii IH-ití. que a sdla. ou a potassa caus-

nia. A (,ii.s.?(iluçãiv (.Io algoduo-polvora em ether

- O algoüãf.i em rama, é, o certamente contifl NOr, um dti,^ producLos que maior somd,; ouro poderá reiulor ao Hra.sil de?di. já;

üí-n, o-vcrelãm aivão trfuiííurmniinra solirõ ti

prrdnz o cnllodion. O nlgmlão do.pufado das

<'cIu];®o (ias fibras do algodão. Os fins deslfi

^uli-?taneias azntaifas contidas nos orifici.:,s dos

miilvnrca cm cf»lu,ii) uutm-al pur/.^cciu-ac, figuv.-

fia.?, .li ftii?rucina-yo om ulgodao- liyilDqiiuio, 'njeu.u '!(> graiiue uLilidad?.» e lango consumo ''bi cirurgia. Trm o algedãü como subprcidiic.tos ires nc-

IJ^hiiiíja üiuiuros somnias, quando as fabrieatí

rtiliviunenle, fatiando, com um pano lorcidü e reíoreblo. ciu forma de espiral, do hurria^ os*

'^^'^eidos naciunaes se aparelharem para con'Jblíítm' (auto üs mercado® das nopublicas Plada Afslstencía, achando-se promptos o« estudos Delegação- em

Portugal

venciona com uma peneâo de 9?00 escudo® men6ne8 776 orphaos inscrlptos nos seu® registros atá que possam ser internados nos aayio» a

due os tecidos que forem exportados farão af-

do em t.Oil-("o spii comprimento. Por meio da mef/jerisação, os fios do algodão se arredon

(•i>s?oi-ios importantes: 1", o oieo que se cxtrahe

° ouro relativci ao valor da mado lucro industrial da

dam p ganham e-ni cspes.sura, graças d dimi

qvia.^i totalmente. Ao mesmo tempo, os fios ad

desÍE^s; 2°. a. torta que se-^ prepara dos resíduos, depc.is df extrahido o oloo, e que eonslitue ex-■cliente alimento para n gadci vaccum; 3", a

quirem um brilho osperial e notável afinidade para a iibsorpção üe? tintas, adquirindo mais

que (is Americanos ueram o nome

certo que (oni-

íVcümimie, eimes, ainda as mais varia.i-ia.s e car

do\ido a ser esse o nome da ma-chlna com que

regadas, do que os fio.? do algodão natural. O

SP- extrahem. Este produeto presta-se a uma

o augmento continuo

primeiro privilegio de invpnçã.-| para. o pro cesso de- mereerisaccão foi concedido pela'Fran

fiação e lecpJagein.

nuição do referido orifício que dcsapparece

^

'Mais do quG nenhuma outra, matéria pricíhif?"' algodão fJeaiiLe de si as maiores pos-

nn S'"'

ta i-^ o canhamo, o linho equasi porOscomple to an Ia, a sôda. facto-

construir.

A Quinta dos Vales" custou 139:9048128 6 a sua exploração e conservogâo custou, segun

pro.sa.?. tendo um orlficio de formato achata

•baratc-s imitando o marfim, sendo no cmtanto

cnmn o.s do .\frica Austral; caso esto om

não tem tido aquella actividadc^ e interesse que o aôsnmpto impõe, e isto se. diz no Relatório, ajuntando-se que este caso corre por conta da ausência de Portugal do Sr. Sotto-Mayor. O relatório retére ,que a Assistência sub

Nora obtem-se a eolloldina, a celulóide com a qual SEs fabricam uma infinidade de objectos

Outra circumstancia que garante ao algo dão a supremacia do consuma, -sobre, a soda, é

ta do® Vales, onde serão construidos cs fsylos Os trabalhos da

namite. .Juntando-se camphora ao algodão-pol-

do paiz, o dever de promover, por tcidos

OltÇílft om J^ortugal, onde está representoda por

e o® projfictos dessas construcçfles-.

cliusumidas enormes quantidades de algodão,

de

Toda a obra cia Assistência tem sua eip,

íiiuo Sotto-Muyor, havendo-fie adquirido a Quin

tência. Xão é. pois, invento que possa- amea

na fabricação de fulminantes e explosivos. E' sabido que por meio d•^ ácido nitrico fabrica-

24:6638798

uma Delegação, sob a presidência do 8r. €au»

çar n futuro da seda; nem mesmo do, algodão. Releva notar que durante a guerra foram

eo -rada vez mais apurado na producção de te-

beu:

'

ros. couliins c capotas dos milhões de automó veis que já existem que se renovam de vez era quando e para. ..s novfis que se fabricam aos

ferroviário que ainda não se produzem

A conta do Patrimônio rece

Saldo 0U'pra

o pr ilucto nfio se pre?ta á lavagem, porque perde o brilho, a cor e mesmo a própria resis

Diariamente se manifesta o gosto artistl-

Paiz; tudo isso acrescido da obrigação 118:4428992

Accresecntc-sc a istn os pannos para for

smos, ferragens, manufacturas, e ma-

8;284$092

'

m.Gsma facilidade que os fios de algodão. Mas

luada applicaçãn.

niilliões anniialmenle.

6:0501000

Diversa® verbes de desneza

çailü ü algoiiãv") eiiCMntra cada vez mais accen

fi-

pimiuigoni que ai.ilioro aos caroços, producto a

de liníers

variedade de manufacturas. desde- o cstrifo dos

álcoeboaiio.s d(^ automóveis, e pasta para pa

primeiro logar,

ca cm e inventores assim o descre vem: '^Pi-ocodf^ peinnettant de au co

pel. até 03 ehumaços com que costureiras e al

^ da seda so utilisa-

tou 1'aspftet de Ia sme". Depni^. desse período em que o-s fran-ezes Thomas et Prevost con-

ciie.Ules.

,'i

a

di i.s caroços na proporção de 115 parte cIq pezo»

í^PPlieaçcio em novas industrias e

faiates corrigoin as falhas physlcas de seus Pelo exposto deduz-se que. o algodão tem


28

29

?EGT'ROi=i

JORNAL DE SEOUROS

tros paizes protíuctores dessa malvacoa. Pode

um 'consumci garantido, crescente, ininterrupto e seguro, coma a que mais possa ter qualquer outra matéria prima no futuro; assim o Bra sil consiga aparelhar-se para intensificar a

remos, assim, avaliar o que se deverá fazer pa ra conquistar o logar conspieuo a que u Brasil pode legitimamente aspirar, dada a fertilidade

fácil, mas são grandes as possibilidades favo

do solo, a excelieneia do cdima e a vastidão da area em que n algodão pode ser cuUivaoo sem

ráveis a esse propcsito.

o auxilio de irrigaçcão artificial, como çucce.de

E o fim deste despretencioso estudo é sa lientar algurn^s das possibilidades dessa in

na Arizòna, Egypto. índia c México.

produc-ção dessa preciosa fibra. Não é tarefa

(Continua). 3. Simão (Ia Costa.

dustria 110 Brasil, contrastadas com as de ou

AS NOSSAS CIRCULARES Tratando da diffusão desta folha, orgaiiisamos duas circulares que foram devidamente •e.xpedidas pelo correio, a primeira endereçada para esta Capital o a segunda para os Estados

c u estrangeiro; damos a seguir o "texto desses dous doieuinentos que lauta atlenção mereceram

•daquellcs a quem nos dirigimos, atlenção essa que de todo o coração agradecemos. CTUCULAR P.\RA A GAPrr.\L FEDERAL Prezado

Snr.

Aimos participar a V. S" que a resvista poriugueza "Seguros, Comiuercio c Estalislica", que sub a nossa direcçSo so publicou em Portugal de lOíü a 1Ô2Ü. vae ser continuada no Riu de

ii Rs. 1.000:

Janeiro, a nriiicipiar em Janeiro de 1923, com a lienominação JORNAL DÉ SEGUROS

Revista de Seguros, Comniercio e Estatística

Séde: Rü.a do Rosário N. GO Telep. Tí, 6823 RIO DE fflWEIRO

• A

Rs. 200:OOO$OOO

f'cstinando-se a tratar espceialmonle, com o seu titulo indica, do cominencio e industria de •Seguros no Brasil, não poupando esforços para que e.^ta publicação logre no seu novo habitat

A\ *

Sçgüros fçrresfres çonfra os

•J mesmo successo que a sua antecessoi-a luzitana adquirio no velho paiz de alem mar, suçc-tísso a que o Brasil não foi extranho, pois tínhamos aqui uma circulação hastante íisungeira.

risços de fogo, çürío cirçürío, raio e süas çonsçqüçDôas.

iServiremos os interesses vultuosos que a industria de seguros hoje representa em todo

•f' mundo e nao podia deixar de representar no Br.asil, pugnando em todos os termos, onde e como necessário fcM\ pelo respeito e consideração que a instituição do seguro merece como que. mais merecem, perante os poderes públicos e perante a opinião, esta a miúdo levada

s mal julgar das companhias de seguros que no Brasil tão bem .cumprem a sua missão, ga rantindo valores

consideráveis de toda a especie.

O '"JiCJRAAL DE S]i<Gl.'RO;&" versará lambem assuniptos bancários e das sociedades a'no-

i'ynias em geral, para o que conta com a collaboração de pess-uas competentes; para o de partamento de seguros, ubjectivo primordial da folha, contamos- com o nosso proprio Irababo, tendu .comu temos 25 annos de pratica de seguros, exercida em companhias do maior vamr, em Portugal o no Brasil.

Seguros marifirrios e por todas as Estradas de ferro Taxas reduzidas

do ^rasil. Prompto pagamento

Para a empreza que ora nos abalança mo? contamos com a protecç-ão de V. S" que •'^Qüi solicitamos, em assignaturas e publicidade, voltando para esse fim á presença de Y S-' -^mstes breves dias.

•Com elevada estima e muita consideração subscrovomo-nos Dc Y. S.»

Atl." e muito agradeciilo 3. NENTSS DA ROCHA.

iCIROTJEAR RARA OS EST.ADOS jE ESTRANGEIRO

■Possuímos a indicação de ser essa rospeitavid firma a agente de uma-conccituada com panhia de seguros, c isso nos leva a suppòr, que uma publicação de seguros com caracter technko e também pratico, sobre esta interessante matéria, não passaria indifferenie a \. S."; é esta publicação que vimos offerecer-lbe. pedindo o muito favor de assignar e de-

"^'Olver o verbete incluso.

iNos.so "JOR.N'.-\L DE SEGUROS", no campo quo vem occupar, prefcndc ser uiil aos que Por qualquer modo se ligam á seguros, accionislas. directores, empregados e agentes de com panhias de seguros, tanto na -Capita.l como nos Estados: com este eseôpo as sua«. columnaa inserirão:

fiio-deJaneiro ÍHDOlCASTHiS

CONTBÍ

~

T) — Legislação brasileira de seguros, Cod. C.vil, Cod. montü N. Í-L593, de 1920;

mm

Capital Realisado: Rs.; I .200:( TELEPHONE NORTE 6917

niMro"a Fazíndí^

tados-^^^'' "

'

Comm. c Decreio e Rpq-uIslJ-^cticio c Keguia

de Seguros; avisos e portarias do Mi-

prêmios mais usuaes, para risco'5 de inoendio, na Capital e nos Es-

■a cobrar com" oxcmpliíicaçSo dos riscos c prcmioa vl) U'Ma'pp'Ucom 'o'movinmm„ -solicitação do assiemanlo) ; loc dc,,H,venda, eom o ultimo dividindo °dift?ibui,-|oi conrpantiias de seguros, va_ Mappa anuual das companhiaVde seguras, nomenclatura, movimento de capital


-•«■4655»

30

31

JORN-\L DE SEGUROS

JORNAL DE SEGUROS

e numero de acoÔes; receita, despeza, lucros e sua distribuição: docomposição das verbas de activo e passivo;

Vnr) — Estudo economico e critico dos relatórios das companhias de seguros, á pro

ACÇÕES DAS COMPANHIAS BRASILEIRAS DE SEGUROS

porção Que estes documentos íôrem sendo trazidos a publico;

,IX) — O "J/ORNAL DE .SEGUROS" responderá a seus assignantes todas as consultas

Seguros maritiraos c terrestres

que lhe forem feitas sobre seguros.

Está no interesse, do -'JORNAL DE SEGUROS" a execução (Peste progranima, que espe

ramos mereça a approvação intelligeníe' do publico especial a quem nos dirigimos, como com V. S." succede.

• -

Somos, com toda a estima c con.sideração,

.NOME

de V-

Valor da aeeão

SédP

Att.° c menor croado,

Nom.

J. XUXES DA fíOCH.\.

Em tempo:

AnsloHSuI-.\mcricana

Sobre, a pessoa do clirector, informa-se o seguinte: Fundador e director da Cia. de Seguros "Mercúrio", 100C['19O8: Fi";dador%da "Revista de Seguros", !907|1908;

Arguá Fluminense Brasil

•Fundador e'director

Confiança

da revista "Seguros, Commcrcio e

Estatística . .Porto-^Lisboa.

1910(1920;

Ciiete'xde contabilidade da Cia. de Seguros "Uutramarina". de 'Lisboa,. 19i4|I919;

Commis^-ario de avarias das companhias portuguezas de seguros (em vigor), 1919(1922;

-

Gerente dà- Uia. de Seguros "Portugal e Ultramar", 1921(1922; Relator da these "seguros", no Congresso das Assoclaçõe.s Commerciaes do Brasil, 192f> Sobre honorabilidade pessoal, dão referencias: Sr. Francisco José Rodrigues Pedreira, presidente da "Alliança da Bahia";

Lluyd Industrial .Sul-Amcri.cano .. .

11

..

:

'

Sr. Ernesto Goeliio, inspeclur de age^ncia.s da "Allianç-a da Bahia";

Nacional de 'Scguro-ftlutuo Previtlente

Sr. Commendador José Antoni(í'da Silva, presidente da "Confiança";

Previsòra Rio-iGrandcnse

do Amaral

LiíiVd Sul-.\nierii;aiio

Sr. Dr. João Alves Affon.soSTunior, presidente da "Previdente";

u.T

"■

Companhia de Seguros Marifínios e Terrestres

1

I

FUNDADA EM IS72

I Capital integralisado

I Apólices Federaes j Deposito no Thesouro Federal Fundo de reserva

;

|

1. OílOrDüíllDíll) | 1.5(H):OOO$OD0 2OO:(109$9OO 531:178$700

End. Teicgraphico "Segurança" Tí'!ephone 857 Norte

| | i

80$

43800

2803 1 :õõ03

700$

553000

lOOS

60$

453

33000

2008

200$

103000

i -ooos

300$

1553 050S

2008

806

1006

$

5006

200$

$

3

200S 200S

'50$ ,

50$

53000

80$

110$

93600

403000

10$ü00

40 Y

Mutua 1:000$

1:6213

. ---500$ . 1:000$ 200$

200$

$

$

600$

$

$

100$

$

União dos Proprietários

100$

1003

180$

63000

União das Varcgistas

200$

200$

385$

123000

100$

40$

$

.

Alliança da Bahia. .. .. .. Amazônia Americana

■ .•* , "

.

■ . . ..

Bahia.

..

. .

1:000$

' .

.•

Aniphytrite Brasileira -do -Seguros

..

S

Pãulo. .

.

..

Commerci-al ..

Eíperança

,

Fónix (Phenix) Fénix (iphenix Pernambucajia)

.

'

Maranhão

.. ..

..

P. x\logT.'e.'

..

Recife

.

..

Bahia

.

'úcoos ■

$

S

'2:2003•

2003000

S

$

$

$

$'

■ $

$

3

■ s

8

3

5'

S

$

$ 3

200$

56$

$

100$

100$ 8

8

JS

.

3

$ -3

$

$ .

s

3

..

.

1:000$

800$ ■

$

..

.

1:000$

$ I ;0.00$

1:000$

Íris

$

3

3

3

Lloyd Paraeu-se

$

S

3

..

Tndemnisa-dora

"

Interesse publico

Maranhense.. -

•.

I^aulista de Seguros Pelotenso . .

... ..

|

Porlo-Alegrenso .. Rio<ironí]enso-

Tranquillidadc .. ... ...

$

$ 803000

Maranhão

'8

S

.. ..

S. Paulo..

200$

2003

4603

8

"R

..

(Polot-as

200$

55$

$

$

$

$

8

$

500$

200$

$

S

$

S

$

• 2008

80$ •

$ $

$

$

$

S

$

$

..

.. ..

. .

n. Grande

..

$ $

s

. .

. .

..

Santisla BulClrasil ..

Ui^âo

••

• •

8 •$

S

5t

II EsquinaRUAda RuaDEiriiUS-SOi. 1 da Candeíaria KIO DE JANEIRO I

Divid.

Venda

1-000$

..

Marques, director da "Portugal e U1 ^amar".

I CONFIANÇA I

||

índomnisadora Internacional

o

Realisado

o

700S

11

Sr. Bento

<c

. . .

.

>Sr. Commendador Humberto Taborda, director da ■•.Minerva".

1

Rio

11

D^íe^ado da Cia. de Seguros ^'A Napional"", de Lisboa. 191011914;

1

. .

Ultima

.. .. .. ..

P. Alegre íS. Paulo. . P. Alegre

..

$ 2008 200$

100$ 80$

• • •

3 $

$

■ V 1,1. .•

.'•''•jidriií. d

•.J'. '',íi'íí"' ;

,


5

32

JORNAL DE SEGUROS

Acçõcs das Companhias Brasileiras de Seguros

vRV Aitno I

SEGUROS DE VIDA ;E ACCIÍDEXTES DE TRABALHO IS03IE

Sedo

Brasileira de iSeguros

S. Paulo..

Caixa Geral das Eamilias

..

..

Valor da acção

Ultima

'Nom. ■Realisado

Venda

Divid.-

.

Rio

Cruzeiro do Sul

Equllativa dos Estados Unidos do Brasil Lloycl Industrial iSuI-Americano Melro-politana

200$

80$

$

S

200$

100$

$

200$

200$

$

$ $. •••

iMutua

.

$

$

S

$

$.

S

$

$

$

■lOOii

''OS

8

200$

2Q0S

s

$•

$

S

$

$•

" —

$

.Paulista de Seguros

S. Paulo. . U

P,revidencia do Sul Prçvisora Rio-Gnandense

P. iRio

' 500$'

'200$

s

S.

S. Paulo. .

s

• s

$

Rio

$

8

$

Lv,

Scgurahça Industrial

.-

Alegre

.

; ..

. . • .

JORNAL DE SEGUROS

100$

$

$

100$

IDOS

s

.$

Tranquiilidade . . •

S. Paulo. .

.

s

$

$

$

Bahia

.

$

$

$

$

Redacçao

^

Aachfu-& Municli

Municia .

Aclamastor

Lisboa 1918

iia_

no Brasil

1,000:000§

TBLi. riORTE 6890

Os Incêndio!^ nesta Caiiitnl — 185 cm 1023.

Coii«olhi'lro

C<1iii|iiMiI)fn de Sesiirosi ilc Vldn ,"Sk Pniilo".

"Jornal ,de Seíçuros". Insiieeturln dc Sej^nros (]Í!}:xpediicntc). A Cnniii. A', de Sesiiro Mutno contra Faj^o multada.

1'reVi.sorti IJIo Ornndeiise.

AssoeJnçtio de Conipnnlifas de 8e|$iiros.

O llnneo iSiiiIssor — J. Slinflo da Costá.

A

O

O sello (ias niiullces de sej^iiros.

Sllvii

Costa,

Ryiiii>ntbIi'o du '*nrnsU".

iiosKo

aiii>arerlniènto.

Falieiicin dn Fabrica Zenltli.

ConiiimiiilnM estmilheirtis de Sef^iiros.

'•Conunerclal

Uiilon"

Oh Íni|»revlN|c»M a «iiiv e.stfío sujeitas as Comiianliins

Os

deste

de He^ariiM. \'[sf<Mide de .H. JoAo

O al(;-odno — J. Simão da Costa.

nianuel

«Ia

Madeira

Antonio

da

c

Caiiiuiciidadur

Costa 1'creirn.

A Cii|ti|tnnliia ".«ínjçres" e o jaiiuiMto sobre a renda.

Londres 1824

Ass^iranoes Générales

F^eixoto, 22S — soh.

trulcrl» il« Sc,miTo — Dr. Pedro Vergne dc Abreu.

Alhingia Allia.nce

Aclrninis'brsç€o :

S U M M AR IO:

Pm

Sinistros

e

F"loriano

RIO DE tJflNEmO

SEGUROS TERRESTRES E MARltlMOS Rcser\'as

Ru3 Marechal

Companhias de Seguros Estrangeiras no Brasil Capital

$

100-?#

Secictatio: 0C2'fí>O'M' Soí^t-Cl-

3a cHocfia 'ís.

$

"

Séde - Fundação

"Revista de Seguros, Commercio e Estatística

i»(4.

$ ■

Véra-Cruz

\ome

N.

IVIENSAI-

"

..

Fevereiro de 1923

incêndios

de

JjOiidres,

nano.

Os ullindo.s do foeo. '•lj'Pnion'*.

Infoviiiacõe.s

sobre

ns

C.

de

Settitros

nne.

r

Paris

Comrrbercial Union

Londres 1861

£

43.887.560

Fénix Sul-Americaino

B. Ayres 1920.

6õ0:0008 -

Guardian

Londres 1821

£ 2.000.000

N. York 1853

S 12.0'!0.000 $ 75.000.000

BRASIL:

£

B. Ayres 19ii Londres 1720 Londres 1872

Liverpool & London & Globe . .

Londres 1836

O.OOO.OOí)

Maíiheimer

j !

Niagara Eire .. .. ..

|

650.000?

'N. York 1850

Ilha Terceira — M. Vieira da Silva

Recife — Albert Cerf

Bcllo Horisonte — Jorge L. Davis Pará — J. R, da Silva Fontes & Comp.

320.000:000$

Mnlor Union

PORTUGAL ^ HESPANHA

Lisboa — Arthur Rodrigues — Praia, Porto — M. Martins & Comp. Florianópolis — F, C. da Fpnseca Lobb. -./f Porto Alegre—M. M. de Frias Monteiro Funchal — Dr. Adolptio Brazâo Poiita-Delgada — João Soares Júnior Bahia — Companhia Luzo-Brasileira S. Paulo — João Oliver Ferreira

Hansa

Itala-tBra.sileira Lnndon Aísurance Ccirporation Lüudon &■ La-ncashire

.

.

$ 2.000.000

$

PRE(,:OS DOS ANNUNCIOS

ASSÍGNATURAS

Londres 1809

.

900.000:000$ Brasil

Noríhern

Portugal e Ultraimar Preu.ssische. National

Lisboa 1910

700.000$ f. I'"* ■

Royal R./yal Exchange

'

Sagres

Lisboa 1917

Union

Paris

Yorkshire . , . . ' SEGUROS

Londres DE VIDA

1.000:000$

Madrid — D. Ángel G. de Ia Serna — Fuencarral, 26 Barcelona — Carrera y Hijo—Estúdios 17

.

20.000.000

Nort.h'América

Nifrth British

363.876$000

et>tr.

"1

A o E rsj T e: s ;

Atlas

e

5.344:855$

£ 6.517.688 \ew York Eife Insurance Co. N. York

iiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiriiiiiitiiitiiiiiiiiiiMiiiiimmiiiiiiiiiiiiiiiitiiiiiiiiii(iiiiiiiiiii]iiiiiiiiiiiui[iiitmiiiiiiiiiriitiitiii>iiiiriiiiiiiiiiiiiiiiiiiMii!iiiiiiimiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiuiiiiniiiiiiiiiiMiiiiiiiiimmiiiiiiimiiiiiiiiiiitiiiiiiiK'

í:-; i

.

.

... ,

.

I8$000

Estrangeiro .

.. 25$000

Numero avulso

.

2$000

A' assignattira ê sempre anniial, podendo come(,'ar em Qualquer mez.

Pagina inteira

, . ..

Meia pagina Quarto de pagina . . Oitavo de pagina ...

80$000

45$000 25$000 15$0{X)

Botuis As publicações annnacs . 10 %.—Inserções no texto, conforme convenção.

a correspondência deve ser dirigida para a Rua Marechal Florianjo

Peixoto 225, sob. oq para a Rua Gonçalves Crespo, 17 Não se restituern onginaes

%


Jornal de Seguros

Revista de Seguros, Commercio =^= e Estatística

p.obUciaçSo ]Vlensal Secretario — Nelson Costa.

Director — J. .\'uncs da Rocha.

ssaisiifisaigBBL' ACEPiCrAS

OÉOEhoRiO oeJaneiro

D

Rua f^meira de Marco n biibrfi to Iran Iht ( COIFICIO PROP

FEVEREIRO DE 1923

Anno I

N. 2

.P/MJLO e SANTOS

GHiiEPíifl DO SEGÜRO DR. PEDRO VERgNE de abreu Pela primeira vez, depois de quasi um 5^0 de existência de seguros no Brasil, ha para

Entre esses collaboradores e propugnadores do seguro brasileiro, qual este se apresenta, é de

especialidade industrial e commercial, uq^^^

preusa dedicada á sua propagação e dlspog. mí»AI*A

t.M

defesa doa interesses que não podem dei^a

á

ligar-se-lhe, visto que, commercialmente,

de

mais universal do que o seguro, que abaj..^^ g espaço e no tempo toda a actividade

Hq

justiça que comecemos pelo chefe da repartição

official de seguros no Brasil, o Dr. Pedro Vergne de Abreu.

Desde 1906 que o Dr. Vergne de Abreu foi nomeado Iftspector Geral de Seguros; servindo

esse alto cargo primeiro interina e depois'defi nitivamente, deve dizer-se que foi neste inter-

regno que a industria e commercio de seguros ganhou volume e se estabilisou entre nós pela forma que já nomeámos.

(Em 2.500 acções de Rs..1K300$OOOj

Na sua já longa carreira de chefe da Inspectoria de Seguros, deve referir-se que não foram poucas nem menos amargas as suas lutas e os

Ciipital

seus dissabores primeiramente em pró do seu de

2.5oo:ooo$òòo

partamento fiscal, depois

também a favor

do

credito; incremento e regularidade do commer

A%

Reserva legal;»....

•s

r\1 Outras reservas... Sf

215:ooo$ooo

v' *" • • •

cio brasileiro de seguros.

Os seus relatórios fornecidos ao Ministério

1.618:129$5oo

da Fazenda e alguns dos quaes em separata, cor

V Iminoveis e aprtlices de sua propViedade e outras valores.., ; 4.568:538$ooo

funccionario modelo, que se identificou com a

, .

I

'

rem impressos em volume, ao alcance do publico,

dlzém bem do trabalho e da intelligencia deste

''

sua repartição e com a funcgão e fins desta, a ponto tal que é difficil pensar na Inspectorla de

Deposito uO Thesouro Nacional

-

2oo:ooo$ooo

Seguros sem que logo nos acuda á mente a pes soa do seu dedicado e proficiente director. Hou ve intervallos em que por motivos de moléstia o notável funccionario houve de ser licenciado-

Sinistros pagos

12.3l6:426$8oo

j.»

Dividendos e boniis distribuídos....;..^.

6.54o:ooo$ooo

mas embora substituido por verdadeiras capaci dades administrativas, estas fracassaram sempre na gestão da Inspectoria, havendo que recorrer

ao antigo director, indo mesmo buscal-o ao seuretiro de enfermo, para reassumir as suas gran

XAXAS lyiODICAS

des funcções.

JDr. Pedro Vergne de í\breu rt j-,

Como

,

toiprensa representa-se neste moment-

^vista fie Seguros e por este jornal, um p bein irmanados no desejo do maior progresso ^btro

DÍRKCTOmA

seguros nesta

Dr. João Alves Affonso Júnior,

José 6arlos Neves Gonzaga,

PRESIDENTE.

DIRECTOR.

Agencia em S. Paulo — Rua do Rosário n° 11, 1? andar

"nhas acima, influe

^-onhecldU do nubUcn do seguro Ibaute pelo mlLo braXir gftl®

VrtWHPIIR».

em preminB

superior a

8uperp6r-se, e por isso em diversas phases do seu funccionamento. nem sempre as medidas

instituições que come-

eam; juas a obra aos poucos bem se vê que vae «o/aminho de necessária, modo ^ ^^echoperfeição a Inspectoria bem de e comple-

íá

não pôde neear i

neste ibomenf„ ®

an

incêndio. brasUeil

mu contoB.

de

propostas ou delia emanadas revestiam aquella ® sapiência que nós os latinos costuma-

o nosso programma svnthotifiíjdn «

b^aritimo e

J. M. CARVALHO & COMP.

grande

todo o organismo, a Inspectoria

Seguros é um complexo de variados factores que vêm desde 1901 a juxtaporem-se, a unir-se, a

1921'

^ cumprirá a missão para que foi creada.

f

consiga bastará que os po-

J^^^jbrchicos de que a Inspectoria depende

a Abreu; e ouvindo Dr.seguros Vergne também e osatisfazendo commercio ode convém que ouça e acate com as instrucçOes da^


JORNAL DE

JORNAL DE SEGUROS

O

Companhia de Seguros de Vida "S. Paulo" A Companhia de Seguros de Vida "S. Paulo" vem dando, com o seu funccionamento, optimos

Conselheiro Silva Costa o conselheiro Silva Costa, fallecido em 10 do corrente em Petropolis, era um dos grandes vul

tos do extincto regimen, onde chegou a ser presi dente do conselho .Visconde de Ouro Preto, tendo sido também juiz municipal da Côrte e advogado da familia imperial.

O Dr. José da gilva Costa, que era o ultimo Conselheiro

de Estado sobrevivente

da

monar-

chia, nasceu em 2 de Abril de Í840, formou-se na Faculdade de Direito de S. Paulo em 1860 e dou

torou-se no anno seguinte. ■Suas obras como jurisconsulto e commercia-

lista 'são notáveis, ^bresaindo o "Direito Com-

merciarv Maritimo". Era acttíalmente presidente do

conselho

da

Ordem dos Advogados e lente da Faculdade de

resultados.

Não podemos e não queremos deixar de frizar esse progresso, devido em grande parte á orien

tação sabia e prudente de seus directores.

que acaba de desapparecer uma das suas maiores

competências, principalmente na

sua

é justa; além disso, achamos que essa tarefa com

á Europa os enormes recursos com que amparou

Teve assim uma excellente acolhida a inicia tiva da conceituada companhia seguradora, creando um novo systema de seguros de vida, visivel

pete a outros mais autorisados."

os Alliados e com que finalmente cooperou na

*'A verdade, porém, é que todas as vezes que se cogita de concertar essas chamadas avarias, vêm abaixo todas as obras e tratados de economia

derrota completa dos Impérios Centraes.

mente

vantajoso

com a suppressão

do exame

medico, clausula que até hoje tem impedido al guns commodistas de tomarem uma providencia imprescindivel a quantos precisam zelar pelo fu turo dos entea que lhes são caros.

Preoisora Rio Grandense

ração que" tanto prestigia a Companhia de Segu ros "Brasil".

Inspectoria os dictames rigorosos da lei. E' no cumprimento da lei que repousa toda a boa obra social.

O Dr. Vergne de Abreu nasceu no Engenho Orobó, no município da capital, no Estado da Bahia, a 2 de Maio de 1864.

Formou-se em direito pela Faculdade de Re cife em 1884.

- Voltando á Bahia, abi poz banca de advogado.

Foi promotor publico em Cachoeira e Na-

evolução econômica e financeira do Brasil, sabem dos paizes d,e finanças avariadas. Não é nosso proposito indagar se essa classificação é ou não

política, trazem-se á baiia as theorias e praticas de todas as escolas econômicas européas, mas de

todas essas discussões ainda não sahiu uma única medida de caracter permanente, nem de resul

tados proveitosos para toda a nação." E não ê porque o paiz não possua elementos de sobra para emancipar-se da pecha de paiz de iinanças avariadas."

"_E' do conhecimento banal que os homens

de sciencia que nos têm visitado, desde princípios

citada

século passado, sao unanimes era affirraar que B terras devolutas brasileiras constituem um manancial de riquezas naturaes de alto valor e do Producto algum no globo, susceptível rHn, no Brasil, solo e ma apropriados á encontre sua-- reproducçâo lucrativa."

Agora, o Inspector Geral de Seguros, de posse

Eiirnrí!° lançarmos as vistas paraquea pa deemtanto, ha meiose século passado veremos

sobre

o credito da

companhia.

das conclusões a que chegaram os membros da citada commissão, enviou aos directores da "Pre

Não podemos deixar de registrar aqui este facto, dando assim divulgação no meio dos inte ressados pelas questões de seguros duma delibe

Farm Loaii Banks, destinados a incrementar a agricultura em todo o paiz.

sem exame medico.

despacho de 12 do mez findo tinham sido approvados os modelos de apólices para seguros de vida

deiras as allegações

casa.

"Todos os que acompanham com interesse .a

Data, pois, dessa epocha, o surto estupendo

nhia de Seguros "Previsora Rio Grandense", com séde nesta capital, não iera satisfatória. Foi então nomeada uma commissão de syndicancia para apurar até qüè ponto eram verda

de 24 horas, a Casa Rlst, os prejuízos que á mesma foram causados pela agua, proveniente do ser viço de extlncção do fogo que attlngiu a referida

os chamados Federal Reserve Banks, para bene ficio do Commercio e Industrias, e os Federal

que tiveram todas as industrias daquella gran de Republica e pode-se afflrmar que foi devido á sua Reforma Bancaria que lhe foi possível levar

Ha tempos a Inspectoria de Seguros recebeu

nidade de, num bello gesto, mostrar a effioiencia

pratica em 1914: epocha em que foram instituídos

Economico-Financeiro",

de, Leroy Beaulieu. o Brasil figura na categoria

Paulo", communicou-lhe que em

denuncia de que a situação financeira da Com,pa-

da sua organisação. E' assim que a Directoria da companhia acima resolveu indemnizar, em menos

Rm 1917, escrevendo na "Folha do Norte", a

proposito do "Momento dissemos o seguinte:

que desde ha longos annos, conforme as theorias

"S.

especiali

A proposito do incêndio que irrompeu num deposito de inflammaveis da rua Rodrigo Silva a Companhia de Seguros "Brasil" teve opportu-

de WoodroiN' Wilson ao poder, em 1913, que essa reforma foi encarada, resolutamente, e posta em

rector da

dade, que foi o seguro marítimo."^ --

üiD gesto sympatliioo da "Brasil"

EIVIISSOR

Ainda agora o Dr. Vergne de Abreu, inspeetor geral de Seguros, em officio dirigido ao Di-

Sciencias Jurídicas e Sociaes.

O meio de seguros perde na figura notável

BANOO

SEGUROS

visora" um officio communicando que, de accor-

do com as attribuições que lhe conferem os ar

tigos 93 e 99 do regulamento n. 14.593, de 31 de Dezembro de 1920, resolveu suspender o func cionamento daquella seguradora, até que se pos sam tomar as providencias que o caso requer. Essas providencias serão no sentido de sal

vaguardar os interesses dos segurados, consoli dar 6 resolver a situação da companhia. Ainda no mesmo officio o Inspector Geral communica a

nomeação do fiscal de seguros Sr. Álvaro Salles

anena"s^^lt

S

teriaPR

Quasf i J

® AUemanha, para citarmos f

^

^"^tavam com sérios obsta-

exiguidade de recursos ma-

orçamentário e pela

por meio de novos impostos." Sr augmentarem a receita decoríl>r^?il^^^^?L desses contratempos no

esses mivío "

e cinco annos, todos

econômica e

a sua independência

tar o Rí.„ n

devido á

d aDnlif.ar.r

e conseguiram iucremen-

f.

e industrias, como se sabe,

systema bancarlo e

para, em commissão, exercer a fiscallsação junto á companhia citada, impedindo-a de continuar a fazer quaesquer operações de novos seguros,

envolvimento d ctoras."

mantendo apenas os já anteriormente effectuados.

nãü Unidos, por sua vez, não obstante Boffriam no Jn,? riquezas naturaes,

E*, como se

vê, melindrosa

a situação da

"Previsora Rio Grandensé"' e francamente elogiavel o zelo demonstrado pela Inspectoria de Seguros.

zareth e depois lente de Direito Commercial na Faculdade Livre de Direito da Bahia.

No governo do velho Marechal

Hermes foi

secretario de Estado, logar que voltou a occupar no governo do Dr. José Gonçalves da Silva.

Deputado á

1893 eleito

Constituinte

Bahiana, Eo! em

deputado federal pelo seu

Estado,

voltando reeleito nas duas seguintes legislaturas. Em 1905 renunciou á cadeira, abandonando completamente a vida publica, onde revelou sem pre o seu grande patriotismo.

nacional, no desrespectivas forças produ-

poderosa infiol "

i*® effeitos perniciosos da

Amerfca^^^tossS!™

obstante os E. U. da

bancário de Wall

b systema Sr

commercio

«i® «uro,

monrtnri/J^ defeituoso, que os maior tyrannia i ' b^^.b^biam, a seu talante, a

vocando de vez'

^ne levavam « o . eiaea e muitas

memória, pro-

^^e,ndo pânicos financeiros ^ todas as classes so-

denteixiente nrcsnoi-^ bancarrota, emprezas eviA partir d lo ^ ^ Perfeitamente solvaveis. I^e Pareciam intarmJ começaram as discussões, fla reforma bancaria ®°bre a necessidade £vna Q foi sõmênte com a subida

Animados, portanto, pela fagueira esperança

de que o Brasil inteiro poderia aspirar aos mes

mos resultados felizes, se porventura levasse a

bom termo a Reforma Bancaria de que tanto necessita, lançamos pelas columnas da

"Folha

do Norte" ura appello sincero e vigoroso para que essa reforma fosse encarada de frente e realisada

praticamente. Eis os termos em que redigimos esse appello, que hoje repetimos:

"O paiz inteiro precisa do auxilio de medidas

de previdência e de amparo financeiro, em maior ou menor gráo, segundo as circumstancias especiaes de cada região.

E' de toda a urgência que se formule um

plano financeiro para estimular as forças produ-

ctivas de todo o paiz, sem recorrermos a em préstimos externos. O que se não pôde nem deve

fazer porém, é cumular alguns Estados da Fe deração com todos os benefícios, deixando ou tros no mais cruel abandono. .

'Ponhamos em pratica o culto reverente pelo Brasil Unido, pois é isso que constituirá a sua maior grandeza. E nunca nos esqueçamos que a communidade de interesses

economicos

entre

todos os Estados da União, é o êlo que mais garantirá a integridade política desta Federação. "Conceber esse vasto e grandioso plano, não e fácil, mas não é impossível, nem constitue tarefa deante da qual devamos recuar. Mas não

s^rá desunidos, cheios de idéas confusas, nem apegados a falsos princípios eçpnomicos e theo rias absurdas que attinglremos o almejado fim: e isso que pretendemos demonstrar."

E parece-nos tel-o demonstrado cabalmente em termos claros e precisos. Mas a situação po lítica mundial não era então lisonjeira; nem sa bíamos para quem appellar no Extremo Norte em condições de induzir o Governo Federal á convo cação de um Congresso Inter-Estadual, afim de que todos os Estados da União pudessem nelle

expôr suas possibilidades e capacidade produ^ ora, suas respectivas aspirações econômicas. E

, e accordo com estas, se

P ano de

formularia então

um

conjunto, harmônico, que levasse aos

producção o éstimulo do 'concurso do

rédito agrícola amparado pelo cr^ito nacional,

para que fosse aproveitada tanto ^Ifeinto possível, a capacidade de trabalho rural, muitas vezes es molada por falta de estimulo e de ensino.

Eram essas as nossas intenções e não vem a

pello reproduzir os termos em que as justifi camos — são aguas passadas. .


JORNAL DE SEGUROS

JORNAL DE SEGUROS

lentes serviços a todo o paiz, ramificada como

II

e) Depois de pagos dividendos de 10 % aos

esta em quasi toda a União brasileira. Aos 30 de Junho de 1919, escrevemos a um

illustre amigo Deputado Federal, também amigo do Governo, o seguinte': "A necessidade de incrementar a producçâo nacional tem sido tão cabalmente demonstrada

e brilhantemente

advogada

perante

a Gamara

Federal, que seria supérflua qualquer nova ex posição sobre as vantagens de se cogitar prati camente da rc-alisação desse ãesideratum. "O monumental discurso do Dr. Cincinato

Braga, delineando quanto está por fazer, no Brasil, antes que nos possamos ufanar da nossa

independência econômica; uma serie de artigos por nós modestamente publicados na "Folha do

Noite" em 1917, e finalmente o brilhante dis curso do illustre Dr. Sampaio Vidal, justificando

a creaçâo de um Bancp Emissor central, reúnem

todos os., argumentos A demonstrações precisas para o estudo preliminar da reforma bancaria de que o Brasil tanto necessita.

fs^u^iosòs, porém, que melhor queiram

beber lições completas a esse respeito, poderão, com grande vantagem, compulsar os documentos seguintes:

j da União

accionistas e de se levar igual quantia a

_ "Seria erro palmar desviar aquella institui

credito do Fundo de Reserva, o restante

ção do trilho em que se move e no qual vem exercendo

proveitosa

doa lucros apurados será applicado á re

actividade no commercio

tirada do papel-moeda que estiver em cir

bancano. Quanto maior numero de Bancos hou

culação no acto da fundação do Banco e

ver, tanto maiores .serão as vantagens publicas, visto que toda a economia nacional aproveita com as legitimas facilidades e concurrencia ban caria.

"Tenhamos em vista que, nos E. U. da Amé

que ficará a cargo deste.

Ae funcções do Banco Emissor deverão ser restnctas ás operações seguintes; I) adeantamen-

em nosso entender, se podem subordinar aos tí

que os abone e endosse.

administração desses Bancos deverá ser

pags. 134|5.

"The Federal Farra Loan Banks of the United Siafes", por Herbert Quick, "O systema bancário do Japão", pelo Mar- • quez Katsura; -Barão Sakatani, S. Naruse e O. M. W, Prague, Professor da Universidade de Har-

e indnatr-

® versadas em commercio

tazer para consolidar o credito nacional, e de que forma se poderá coujurar a crise econômica

vard,

"The Analyst", de 15 de Janeiro de 191? etc., etc.

"Antes de

proseguirmos, desejamos

deixar

bem accentuado, que não citamos essas publica ções por veleidade, mas sim porque o illustre Dr. Sampaio Vidal a nenhuma se referiu, no dito discurso, tendo cingido as suas apreciações e ci tado sómente factos relativos a Bancos emisso res centraes: nestas ligeiras considerações temos em vista não desfazer, mas ampliar.

"Isto posto, principiaremos por dizer que, tal como se acha redigido o projecto apresentado á Gamara Federal, e justificado pelo seu autor, o mustre Dr. Sampaio Vidal. aos 10 de Dezembro ae lyis, para a creação de um Banco Emissor

uentral, em nossa opinião, não satisfaz as ne cessidades iinanceiras e econômicas de todo o paiz.

Já vimos que, no Brasil, a necessidade da descentralisaçâo política foi o maior argumento

a tavor da mudança de regimen. Mas essa trans formação política jamais poderá trazer aos Es-

tacioa afastados da Capital Federal os benefícios que se almejavam, emquanto não forem asseguregião

deste vasto

paiz, medidas

conjunto harmônico, possam concorrer, uniformemente, para a felici dade collectiva de todo o paiz."

opinião deve ser posta á margem toda e qualquer medida que vise uma nova trans

formação do Banco do Brasil, alternativa suggerida pelo illustre Sr. Dr. Sampaio Vidal. Esta velha Instituição bancaria acha-se, actualmente, em condiçoefe de poder continuar a prestar excel-

Banco Emissor com ramificações em

soa

D6IeaaM». n

Bancos Agrícolas Estaduaes.

Para o Banco Binissor^^aconselhavamos a aproximação, tanto quanto possível, ~do typo dos Federal Reserve Banks dos Estados Unidos da

de um Systema Bancário moderno e completo sentindo legitimo orgulho pelas amaveis referen cias feitas pelo provecto Professor ao nosso re tendo trabalho; desejosos, especialmente, de transmittir ao Exmo. Sr. Ministro- da Fazenda

a summula da opinião do egregio Professor a pro

todo o paiz;

3-° Bancos Industriaes; ^•" — Bancos de Obras Publicas.

riqueza nacional, no que diz respeito á fundação

Executivo do Governo Federal.

pessoas reconheci- pósito do que o Governo da União pode e deve

agencias deverão ser

1-

Além disso, tendo submettido ao estudo do

n-

Os

danínL

tulos seguintes:

Senado do Legislativo Americ:na, vol.Congresso 37, de 1909, 1910

modestas locubrações sobre o momentoso assum-

distineto Professor Edwin W. Kemmerer, o modesto trabalho que elaboramos, traçando a orien tação que nos parecia de maior proveito para a

ciSoJ. A BirectoreB. tres eleitos pelos acaSi? ?' Bancos subscriptores de rhí'/ r J3anco Emissor e um da escolha do

E desenvolvemos, então, em these a ordem de Bancos de que o Brasil mais carece, os quaes,

E agora, que S. Ex. se acha investido das altas iuncçoes de Ministro da Fazenda do actual Go verno, é com a devida venia que ousamos submetter á esclarecida apreciação de S. Ex. nossas

aJ renda; III) do Thesouro Federal por antecipação ae redescontos de letras, saques, tí

(lon co.m o capital de .$ 500.000.000 de dollars B isto independente dos Bancos Emissores ou Fe deral Reserve Banks.

Infelizmente o Projecto do illustre Dr. Sam

paio Vidal não chegou ao fim de seus tramites.

pto da Reforma Bancaria.

tulos de -warrantagem, desde que esses títulos sejam apresentados a redesconto por um Banco

industrial, com o titujo de War Finance Corpora-

assumptos economicos.

tos sobre penhor de metaes e pedras preciosas;

rica existem neste momento (1914) 30.000 "Ban dos Bancos emissores. E ainda, que naquelle paiz se continuam a crear novos Bancos, para attender ás crescentes exigências financeiras de novas in dustrias, explorações commerciaes, etc. O proprio Governo da União Americana creou um Banco cos espalhados em todos os Estados, além

illustre Deputado Federal, assíduo estudioso de

« Desembol-

Tlieaouro Federal e

devífa ThesonJ™''™

Estados. A este Banco "'Malerida a Delegacia do

agenda hp. c

lando-lhe oà poderes de

gSíen^n a acceitação de saqnes, paases bancanoB e commerciaes da nação. terosst Wc ™ íaíeaa dos In-

e financeira que assoberba o Brasil, accedemos. finalmente, ás instâncias do illustre proprieta-

rio do "Jornal de Seguros" para escrever em suas columnas sobre o projectado Banco Emissor. Asann procedendo, nosso único movei é contriuir com uma partícula mínima para esclarecer

o assumpto e aliciar em favor desse Banco as ,® vontade de todos os interesaados na realisaçao desse desideratum, que, neste caso, e a naçao brasileira em peso.

América, visto reunirem estes todas as vantagens

dos grandes bancos emissores europeus, sem o in conveniente da concorrência com os bancos par ticulares que já funccionam no paiz. De facto a lundaçao desse Banco permíttirá aos Bancos' que ®*}Btam_ no Brasil ou se fundem no futuro, a mobilisação folgada e rapida dos seus depositos; visto que o Banco Emissor sendo, por as sim dizer, o Banco doa outros Bancos, facultará sempre, pelo redesconto de saques, letras e ou

tros effeitos commerciaes, a maxima expansão dos seus encaixes em operações a prasos curtos. E Buggeriamos então a orgauisição seguinte: a) Offerecer o capital do Banco à subscrípção publica, ficando os Bancos que func cionam no paiz na obrigação de subscre ver uma quota de seu capital em acções do Banco Emissor;

h) O quantum do capitai e o limite das emis sões deveriam ser fixados de accordo com

a importância commercial do paiz basea

da em estatísticas dos ultimes 3 annos; c) O Governo Federal entrará com o ouro que possuir, como parte do seu capital no

Banco, e integxalisará a parte que lhe to car em apólices ouro 20 annos;

amortisaveis

©m

d) Para amortisação annual das ditas apolices, o governo deverá assignalar uma quota de sua renda annual, para ser de

positada no Banco, devendo este appiical-a na compra de ouro e incinerar annualmente uma vigésima parte do total d6Stã^B>

III

IV

diz respeito aos Bancos Agriaos Bancos de Dhr® ^^^^^striaes e ainda obedeciam ao m Babhcas, nossas suggestões

de tudo seja-nos permittido dizer quem 8 o testejado Professor acima referido.

a) canu?l vendo o Eatad^l I

básico, a saber; subscripção publica, de-

nces para Jer ®

a sua parte em apo-

uma quota da Ro/va-f

annos mediante

00 fur et d metvr ^ ^ b) gozo

annos; e) modif^n^ Anonymas no «enrd®

a ser paga aos Bancos ®®^^

®®^^® arrecadada;

impostos durante alguns ^®^® Sociedades

eiA

Walter Kemmerer é Lente de Scien-

PrinltnT"' . ® Financeira na Universidade de D

intitulada Postal 8a-

B r nf the Federal Íp ® ^^™bem da Banks, denominada The A ^ O 0/ Reserve

do

f Wrica do Sul em commissão

temas

®

Am« «

Commercio dos E. U. da

expresso de estudar os sys-

® sul-americanos; colCOS o direito ? ^ ®8ses Ban- laboron^n"^?'^°!i Agricoífl Lord Cromer na fundação do Banco o valor do seu rq?íí ^ Debentures até dez vezes desemn» t Egypto, que tanto êxito temTechnlcó fruido; os cargos de Consultor I) adquirir mlífí/ ' ®®'''®'"® ®® Pretenda; aesempenhou oas Centraes

^ fundação de Usi-

agricolas- lii nnro ^®P®^^®í^Daento de productos industrias fabria neralogicas e em'

industrias que exiSm «

iadoa em machlníBSí ®ento de ObSe S?Í Çoa públicos que demní,^^'

ampliação de

f creação de novas

snr. 8'88^'^aamente collaborou com "Woodrow "Wil08 ^®^® P®^^® quaes se regem

P®^^ ® emprehendi-

® capitães avul® outros servi-

blica t ®"^ oiioa norte-americana.

^eaaes Banc™rdev?rS.™í® íflto de

flscalisação.

no

consultores technicos que

explorações ml-

avültados em obras emprego de capltaes podem ser amortlsada? lín®' ,1*^^®' annos. madas no decorrer de longos

Governo Federal do,, f

Philipmas, Porto Rico e mais

P^^SaP^sação

í

Eeserue Banks. Federal Farm Loan

grande Repu-

^^®fínctissimo Professor, com quem tivenr,n+í faa tia

^® P'"^var 6 apresentar a algumas destaque no inundo bancario e na nacional, depois de estudar as condido Brasil, declarou-nos que, além

pL, bancaria e monetária, o Brasil preoutras reformas moraes e ma®®t® ter sempre o di- te- instituir antes que pudesse reputar bem consoUpermissão do

operaçoes por meio de

blicámoa^^e^^\g"®^ exposto synthetiaa o que pu®Pfe8 dissemos, a 'um d^f escrevemos, como 8. a um diatxnetissimo amigo muito

0 o terreno em que devem assentar as coíumnaa mestras da sua riqueza publica.

B para não nos afastarmos um aplce das cri teriosas observações e sabias indicações que S. Bx. tao bondosamente nos fez, nesse sentido, pre-


lQ't rO»;,

6

JORNAL DE SEGUROS

ÍORNAL DE SEGUROS

.ferimos reproduzil-as na própria língua em que

da América, devendo o capital ser fixado tendo em vista a importância do cora-

nos foram recitadas. Eil-as:

mercio do paiz e o seu possível desen

There are three fundamental points that

volvimento;

must be attended to and provided for, in order to remedy the financial evils from wbicli Brazil

B) O ouro que o Governo Federal possue de verá ser pago ao Banco, pelo qual deve

is now suffering:

rão ser emittidas acções integralisadas,

Stabilise exchange at a given point and

no valor a que corresponda esse ouro;

allow free flow and circulatioh of gold; 2) Abolish Lotteries as soon as possifale; 3) Encourage frugality and Savings; 4) . Establish a Federal Reserve Bank on the Unes of those of the U. S. of Amé rica the capital of wliich must bè fixed

C) O Governo Federal deve emittir apólices

atter flue conslderation for the volume

D) Os Bancos que funccionem no paiz deve

1)

em valor equivalente ao papel-moeda que estiver em circulação. Estas apólices

devem ser amortisadas no espaço de 30 annos, mediante a quota annual que lhe .corresponder;

rão ser obrigados a subscrever 5 % do

of the country's business;

Gold now in possession of the Federal •<Çreasury raust\,.be taken over_ by the • B^k and the Governet considered 6)

7)

8)

9)

guros, embora lentos em seus effeltos. E estes

"Rezam as lendas que em 1888 um illustre

nunca são Incondicionalmente applaudidos pelo

inglez ao regressar a Londres, vindo do Brasil,

grande publico."

onde passou uma grande temporada, aífirmara publicamente que pelos estudos que fizera che

Durante o Congresso das Associações Commferciaes Brasileiras realisado no Rio em Outu

excepcionalmente rico, que a despeito de todos os esforços feitos durante 400 annos para o ar

tado Federal Dr., João Cabral, nas quaes se synthetisavam as medidas de previdência bancaria e financeira que trariam grande proveito para todo

ruinar, ainda não se conseguira abrir a menor

p paiz, se fossem convertidas em Lei.

Desde então foi votada com a Lei orçamen taria .para o anno corrente uma autorisação ao Governo para transformar o Banco do Brasil em

Banco Emissor, em virtude da qual o Governo da União promulgou o Decreto n. 4.635, de 8 de Ja neiro de 1923.

Desde 1914 as oscillações cambiaes têm sido violentas e freqüentes, cahindo o cambio a

11 9/16 d. em 1914, e subindo a 19 d. em 1920; e desde então, devido á degringolada que sobre

■ a credito do qual deverão levar-se 10 % dos lucros líquidos, até que esse fundo

inteiro se acha de accordo. As classes laboriosas acham-se cansadas e

seja • igual ao do capital subscripto. De

exhaustas pelo flagello resultante da instabilida

fhe Govt should issue Bonds corresponding to the value oi the paper money in culation. Such Bonds to be redeemed by

ve-se levar a credito desse fundo mais de

de cambial e das conseqüências deleterias que á

10 % sempre que isso fôr possível; '

a definite quota of Revenue, soithm 30

economia nacional causa o excesso de moeda cir

F) Dos lucros líquidos devem-se distribuir

culante de curso forçado. Mas será a transformação do Banco do Brasil em Banco Emissor, nas condições delineadas no supracitado Decreto, o quanto basta para sanar

Banka in the country sRpuld be compelled to subscribe 5 % of thèir capital to the Reserve Bank to be created;

verá ser distribuído na proporção de % partes ao Governo e

parte aos accio

todos os males financeiros que affligem o Brasil

nistas;

divida externa importante. A situação da Divida

Sobre a necessidade da Reforma do systema

of the satd gold;

10 % aos accionistas; todo o excesso de

essas representadas por deficits orçamentários accumulados de anno para anno, em tão grandes proporções que forçaram o paiz a contrhir unia

bancario nacional e sobre a obrigação inadiável de sanear o meio circulante parece que o paiz

a stock holder to the extent of the value

years;

brecha -na sua grande òpulencia. Não obstante essa opinião tão ironicamente expressa, a ver dade é que nos últimos tempos têm-se feito muito grandes brechas no Thesouro Nacional, brechas

Externa fundada é actualmente de £ 140.000.000 e a interna fundada de Rs. 1.500.000 contos.

seu capital em acções do Banco de Re

servas (Emissor) a ser fundado; E) Deve-se instituir um Fundo de Reserva

gara á conclusão de que o Brasil era um paiz tão

bro p. p., tinham sido apresentadas e votadas con clusões redigidas pelo operoso e illustre Depu

veio o anno de inílacçâo, o cambio cahiu ao baixo

nivel de 7 d. (Desde então desceu abaixo de 6 d.) Estamos no anno em que o Brasil celebra o

centenário da

sua

independência

e causa-nos

pezar assignalar que sómente em 19 exercícios annuaes os orçamentos se fecharam com saldos

favoráveis; ainda assim o total dos saldos desses

19 aniios não cobre a somma dos deficits de qual

Reserve fund to be credited with 10 %

G) O Governo deverá evitar tanto quanto

of the Profets, untel surplus equals ca

pital. Credit to be more, sohen possible;

possível, contrahir empréstimos no Ban

tempo poderá proval-o. No eratanto, a

co; este só deve conceder esses emprés

O orçamento do anno corrente (1922) apre

Profits upte 10 % to .be paid to shareholders. Ali abone 10 %, to be divided % to the Governement and V4 to sha-

^3- nação deve ser de ospectativa syra-

senta um déficit de 174.000 contos e seria muito

ctores;

timos mediante-o voto de 2/3 dos DireH) O Banco deverá ser gerido por Dire. ctores; 4 destes eleitos pelos accionistas, 2 pelos Bancos subscriptores cie capital

reholders; 10) Government

should not be enCouraged

to borrow money from the Bank. Loans

e 1 pelo Governo Federal, que occupará

to Govt to be passed by 2|3 of Directors11) NThere should be 7 Directors; 4 to bé

o cargo de

e

circulação, deverão ser vendidas o mais depressa que fôr possível, e aa sommas

Govt Bonds correaponding to the

apuradas consagradas a ,operações com-

Agrícolas, e Bancos de Empréstimos á Lavoura. E desde que o Governo Federal possa exercer

ged by the Federal Government.

controle sobre os Bancos Agrícolas Estaduaes de

State Agricultural Banks should also be

verá favorecer e animar a sua fundação." Comprehende-se, perfeitamente, que só por um requinte de fidalga gentileza e muita gene rosidade é que o egregio Professor Kemmerer se dignou compulsar nosso modesto trabalho e

° vernáculo a opinião do

"^^rlficamos que elle nos disse Rpfnrt., Bancaria e monetária, para do que a Reforma remediar assoberbavam o paiz;

poitanto, indicava as medidas seguintes:

de Credito Agrícola pela fundação de Bancos

emittir sua opinião em termos genéricos. Mas

quem tiver noções do que são os princípios bá

sicos de economia política e da arte bancaria, lê nas entrelinhas a grande somma de detalhes que

f()i omittida nessa raplda summula do que nos disse o illustre Professor julgar ser necessário

sahida e circulação do ouro; '"ctua. Loterias o mais breve pos-

fazer para consolidar as finanças e o credito in

e eofnomia™""'""' ™

pre-nos assignalar a emphase com que as rema

fusalldade

Depois disso:

A) Estabelecer um Banco de Reserva Fe deral, em bases idênticas aos dos B, ü.

Em paizes democráticos não é justo despre-

ções contrahidas na base de ouro. Mas qual é a causa principal? O Brasil é um paiz novo, em que muito se acha ainda por fazer no que diz res- •

P^fxao e de boa fé. Entre os que têm sido

^ proposito do Decreto creando o Banco ®'^^^®»tam-8e os da "Gazeta da Bolsa" e

mas, ao que parece, os nossos amigos brasileiros

provavelmente lidos por todos os Janeiro se interessam pelas fi

"os nossos capotes devem ser feitos de- accordo

não acreditam no velho adagio britannico, que

nanças nacionaes.

com a quantidade de

n

têm pressa de realisar aquillo que no Velho Mun do levamos séculos a concluir; dahi resultando

porém, na arena da publicidade carioca

ríPii," 1 "Wne»ian'5 Brazilian RedoQoí,' orgam de em lingua iugleza. A opinião publicidade merece especial at-

noa

®'í"Pleameute porque é lida e compulsada

onrio

centros financeiros da Inglaterra,

conta A op/niões são acatadas e tidas na cSo ®*£'^®seê.o verdadeira e nítida da situawo fin «nanceira no Brasil.

bem

dos m<* ProDositn vem ser emittidas m

daquella Revista, a considerar tambanqueiros londrinos interessabrasileiras e cujos conceitos a

situação financeira não deUviine, maximé quando ^aiide City.

Unanceiro

°

^^08. e o oiia Bancaria diz a Em onl.

dizem os referidos banqueiprojectada Reforma Brazilian Reviero.

evocam, mas sim os que sejam rigidamente se-

bio baixo affecta a somma que o Governo tem

de pagar em mil réis para liquidação de obriga

j>

Agradecendo, publicamente, ao emeríto finan cista as lições que sé dignou ministrar-nos, cum

ptar 08 planos que maiores appiausos populares

meiro orçamento. A origem destes deficits ê evidente. O cam

^

.'^°^nmentarioa da imprensa quando feitos

ternacional da nação brasileira.

tou: -Em matéria de finanças, disse-nos o Pro fessor Kemmerer, os Estadistas não devem ado-

maior se o Presidente não tivesse vetado o pri

peito a obras publicas, como sejam obras de por tos, estradas de ferro, irrigações, saneamento, abastecimento de agua, etc.; cousas aliás neces sárias e de emprehendlmento multo louvável;

Ram

Qiie

O Governo Federal deverá animar a creação

1." —EstabiUsar o cambio a um nível deter

minado. permittmdo em seguida a livre entradl

tanto proveito para a riqueza

merciaes.

sold as fast as possible and proceeds mvested as rapidly as possible in commercial operatlons. Agrlcultural Banks; Farm Loan Banks and Agrlcultural Enterpnse of ali sorte should be encoura-

control them."

publi^°^'^°

fiscal do Go

respondentes ao valor do papel-moeda em

dent of the Bank;

encouraged, where the Federal Govt can-

Dathica o esperançada de que se cogite ao mesmo empo de previdenciáa complementares que resaureni completa confiança no paiz e sonsolidem o estrangeiro o credito invejável que o Brasil

I ) As apólices emittidas pelo Governo cor

be the President and Govt Superintenpaper money in circulatlon should be

Presidente

quer um dos últimos annos.

verno;

elected by Shareholders 2, by the Banks and 1 by the Federal Govt. The latter to 12) The

"

inteiro ?

®tor de um dorR ^ o seguinte

to Brasil p

^ respeito do estado

Londres pelo Dire financial Times, disse maiores relações têm

panno que

possuirmos" e

Que os recursos presentes não supportam o peso morto da divida que o Brasil está impondo ás

futuras gerações. O Brasil tem de augmentar

a

sua renda e

vealisar economias, porque, de outro modo, corre

o risco de perder o seu credito no estrangeiro; e se isso acojitecer nada l?ie poderá evitar a boncarrofa."

O grypho é nosso.

O illustre banqueiro passa a declarar-se es

perançado de que o novo Presidente, o Exnio. Sr.

Dr. Arthur Bernardes, tendo escolhido com gran de felicidade os auxiliares do seu governo, estes

saberão consagrar o estudo preciso para desenvencilhar o Thesouro das difficuldades que o asso berbam. E termina os seus commentarios em ter mos optimisticos e confiantes na acção de S. Ex.

o Sr. Presidente da Republica, a quem se refere nos termos seguintes:

"Os interesses bancários no Brasil têm gran

des esperanças para o futuro, porque o novo Pre-


tvoij

JORNAL DE SEGUROS , JORNAL DE SEGUROS

sidente Dr. ^thur Bernardes deu sobejas provas

das suas aptidões administrativas, quer no domi-

fl n Projecto, mas o fim exarado do visado é differe idêntico.um tanto

um c-iso, ó clestinaclo á retirada de papel-moeda em circulação, e no outro caso á compra de ouro

annos. E se os problemas que ora assoberbam o

contradictoria certos^ pontos. Os principaes pontos da Lei já em fo-

ao cambio de 12 d.

babeis ministros, com a solicitude e energia que

mo" repSl'.0B°.'

e

nio financeiro, quer no industrial, como Preside Minas Geraes, durante muitos

Brasil forem enfrentados por elle e pelos seus

"Em resumo, o projecto é o seguinte:

postas ao serviço dessa causa

Has

° "ã" necessita-

removidas as restricções banca-

® operação

Thesouro será depositada no

Banco e este pagará todas as obrigações do Go rro o , que as operações doPresiSnfe do Banco, calcula Banco excetarn ó milhão de contos annualmente e porPresumfndn^^n^® attingir 80.000 contos.

cfóris™ nacionaes, quer xestrangeiros, têm «"or de sejam deoendpr

tas em for J a accionise o resto levado credito do "Fundo dividendos, de Reserva"', no fim de 1923a

seus proprios recursos e con-

frflo como ^°^°^obilisados encaixes em seus co fres, medida de fortes previsão.

contra

a Lei

ouro

permitte ao

Bauco — em casos de extrema necessidade — a

Banco sao actualmente 45.000 contos; de sorte

d« retirada do papel-moeda. da

1i«ancIaB?°cSa

commercial,

que ee o Governo se encontrar em sérios embarayoa financeiros, tem o direito de Decretar uma

que será necessário o accumulo de mais 55 000

fado ponto,esta isolado doBV..? dos^íutros; por conseguinte os bancos

faculdade de emittir

Reserva do Banco deverá att-in-

a pro ceder á^ retirada do®' papel-moeda.s® Ascomece Reservas do

eTp^aíro para o Su/síf Sul 875 milhas do Rio de Janeiro ao RíA de Pernambuco ao Amazonas;

papel

fáculdade de emittir papel-moeda livremente, in dependente de garantia. "Esta clausula é também perniciosa, visto

^ir í'?nínn'^°

cambio impostas para as operações de "Devido ás grandes distancias que separam Sioi commerciaes da de Republica distancias essas que para o Norte são 750 mi lhas do Rio á Bahia, 400 ditas da Bahia a Per

"Além da

contra

emissão sem garantia de especio alguma. E' uma escápadella ansceptivel de ser utilisada para fins

diversos dos que são agora visados. "Outra

clausula quo nos

COMPANHIAS ESTRANGEIRAS DE SEGUROS

parece

contraditó

Algumas linhas vindas a lume no nosso nu

mero inaugm-al, firmaclads pelo no.ssn emhicnte

collnborador general Dr. Serzedello ('orrGo, sa bemos que deixaram monos bem impvessmuada.s as compaulüns estrangeiras de. seguros, que entre nós funccionam, com tanta mais razão qnnjito estas allegam que sé dreno tem havido Hp Hitibeiro.

ria, é a que providencia quanto á foi-ma que o Banco deve dispor do ouro que lhe vae ser con fiado. Pelo art. I. alínea 10, o Banco não.pôde alienar, empenhar ou transferir o ouro para fora do paiz. O artigo 2.°, no emtauto, permitte

não tem esse dreno sido de exportarun dns ncencln.s pai-.a as suas sédes enropéas, nn-s s'iii rlç.

a emissão

de sinistros.

de notas contra ouro

depositado

no

estrangeiro com seus agentes ou correspondentes.

Uma disposição parece estar em contradição com

importação sobre estas, não sendo pequeno o vulto

das quantias entradas no Brasil para p-ivainento Quizemos conhecer quanto de verrlndeiro havia

a outra.

nesta versão, trazida confidencialn-ente ao nosso

dadet chequese sóo commerclo se opera nas cí- ^on^ on! v' dades em que sao emittidos inter-

"Em conclusão, só podemos dizer que a Lei se acha reiileta de anomalias e é tão obscura qu''nto aos seus verdadeiros intuitos, que é para

S^díf

lamentar que o Governo tenha precipitado a sua

eonheehncnto, e conseguimos saber riuo no ultimo decenuio, 1012 a 1921. as dez ma'!; reontadas e antigas companhias inplezas, fuban» v"cei''ido dp

integralisados os 100.000 MnZL para o micio Reserva exigidos como pre liminar da retirada do papel-moeda.

saqdès^^ 30, 60 e

pn eriam divididos de 1924,daportanto, lucros do10Banfôrma os seguinte%

rani? negocia estes saques, du«^axi^o de 20 % fe log^ a s^ffref^B^ ' niovimentada. começa Z accionistas e o resto a credito de dos em um ponto °.inconvenientes emquanto possue da falta um de excesso fun^ retirada de papeldestes em outro, muitas vezes a 1.000 milhas de Zeda on n.r aT retirada o Congrêsso Periprai retRada do Ho papel-moeda, ^ de-j)uro. Para auxiliar

nnnfn transferidos para o guir trTnâe transferencias mas attendendo Lh■ bancarias, alg«hias vezes, conse-a rnpqma Operações mesma direcçao, em certos segue, períodosgeralmente do anno a

unica alternativa é encaixotar o papel-moeda e embarcal-o como qualquer outra mercadoria." Ha muito que ponderar nessa exuosicân

franca, feita com todos os visos de sinceridade por um amigo do Brasil: oxalá calem no espirRo de quem maior interesse tem em levar a effeitn

votará annualmente, uma verba pefo meno^1g"aj

®®"tos, depois de levados a

gresso Trna^s''"^^ giesso torna-se possível ""T a applicacão de 68 ^ononn

6 ™% daB^lf- '"■ 17""

o^lZtosZ

Que seia r"lt

integralmente o Decreto n 4 635

™n.Vemlrfoís°e|n^nr:' ™ ■'° deGoverno''a°raoptar°a'Srâa''''®H-' consultar of^00^00^0'

o

°

pelo qual se encare

pode-se ter como certo que o Banco Emissor nor

consummado em futuro não remoto

^ circulação do ouro fosse livre a emU

r emliâo ° h"" effeitos commerciaes P^-ejudicial. Mas Pinsa é perniciosa. porque não se atina onde é que o Banco

tlntf rnl despercebido de um factor ImpOrZs ní?p M applícação de um só fundo a Hn de Ha Garantia ? distinctOB. ao Fun do Especial eReferimo-nos Conversão, qué, Z-

prêmios a quantia de 83.228:3145000 c haviam p"£ro

sini.stros MO valor de 33.902:3105000. portanto., um

cláusulas de

unia Lei. nidn impede que sejam interpretadas por modos diversos; nestas condições, a Lei pode prestar-se á base de mal entendidos ou mes-

tno conduzir ao chãos. Não é tarde, porém, para corrigir os defeitos dessa Lei e a .demora de seis

saldo contra as companhias de 074:00.-5000.

Este facto demonstra, prime"ramente. a razão dessas emprezas em .so julgarem inolosítadas com

o jiTzo feito a seu respe'to. de sercTn enivu-TaOns a bombas de sucção, cuja matriz cm Londres, leva

f^lçum, sendo possível que dahl resulte um pro

para a grande metrópole uma parte das nossá.«=

jecto mal.s viável e exeqüível.

economias do povo: segundo, e esta é prinCnal. e C' que a industria de seguros entre nó.s se tem tor nado prec-aria, não compensando os cirdndos. des-

dificação doa Estatutos de accordo com o Regu lamento da Lei; estamos certos, no emtanto, que

u- Lei será profundamente modificada." Como

se vê, esses

commentarlos

não

são

pezas e capitao.s que se lhes dedica.

Insistimos sobre e.sta precariedade, que é do '"onhecimento de todos quantos 1-ibntnm em seí-hiros, po's as despezas especircs de seguros, as

apalxouadoa, antes parecem inspirados no desejo

de Ver o Governo acertar nas medidas que pro jecta pôr em pratica,

de-spezas geraes. os impostos, tudo auementou -exti-nordliiariainento. sendo preciso ntteiider pelas

E se nos fosse permittida a liberdade de ma

"ompanhins perante os seus auxiiinres o custo da

nifestar nossa opinião também diríamos que o

Governo só pôde aproveitar com a modificação profunda da Lei que promulgar par i rogir.amon-

tar o Decreto n, 4.635, de 8 de Janeiro do 1923 J. Simão da Costa.

200 Oím Permitte ao Banco a emissão de 400 000 sob Qn^ a garantia ® garantia lastro ouro e .400.000 de papeldecommercial.

pres°' crtveZZnr^"-^ será ra feita fZ^ IZ antes ou ' depois emissão de ser de 400.000 offerecida contos an Banco a compra de letras commerciaes. B^rlst° confecção da Lei pa-

esta. ou por qualquer outra forma, será Z facti

t-

daquelle valor; mas

mpr f de alternativa de descontar commercíal primeira ordem, até que papel o caS, suba ou exceda de 12 d. cambio

0-.V

rfa

interpretar as

Zedã moeaa ou para a compra de ouro.

Daiavrl» °mUacçao em letras resaltam nitidamente aâ garrafaes. ""torlsa o Governo palayaa

Bor S,„ r ™ '^'"""°°dnsEmissor, sujeito, -naturalmente, á approvacâo ap

"Tratando-se de

FunSTer

nistas sobre mstas, aobrp f^ o capital reallsado ® de 100.000acciocon

commentarlos

f conlTiof "í,

considerar, maduramente,

"Reservaremos nossa futura critica até dePois da reunião dos accionistas do Bauco e a mo

feitos

° futuro da moeda circulante

de

uiczes, mais ou menos, não prejudicará interesse

"Tendo em vista que o Banco emittirá notas " "°'»'° -5° remlvois em ouro á razão de 12 d., Zo é provalei

Goveríín na ni"^TLei^^^^^^s^ção especial que concedida Governo dos Orçamentos, não é ao de

antes

todos os pontos fracos de que está eivada.

L?? ? 2anco inscreva a credito do Fundo Esfao no aiinuaes anno precedente tas condições se osfim, lucros do Bauco NesIm-

PaL roTstXTro.' '

Banco Emissor que se Brazüian projecta Review reallaar.sobre Eil-os;o

promulgação

^ida duplicado e tripUcndo do que era ha uinn

'lécnda de annos atraz. e pmnnanto o prato da bahinça }iR.<!im se torna pesado pelo excesso de carga, n do.R prem'os de seguros, que têm de enfrentar í^odo n valor do contrario, se vê prejudicado, não porque a massa seguradora pouco se avolumou.

o NOSSO APPARECIMENTO

nifiR as taxas têm dhninnido para mvrto menos. no.

^eral. algumas havendo niibto menores do que fi"am no período anterior A guerra.

E com o maior prazer que agradecemos aqui 0( oa os jornaes desta capital e dos Estados a receberam o Jom-al de transcrevemios as li-

^PParecimeiítn^'?^ ®rgams d i imn conhecimento

E para esta ultima face da (piestão que todos - interessados em seguros, temo,s. de voltar ms uossas attenções, melhoraudo por num majoração r.izoavel ns taxas geraes do seguros, porque se ^^o nao fizermos, n Industria do.s seguros tornnr-

noticiaram o nosso ^e-ft dentro de algum tejapo, commercialmente. ã esses brilhantes brasileira o nosso eterno re- buia industria desprcsivel. para estrangeiros e micdouaes.


10

Os imprevistos a que estão sujeitas as com= panbias de seguros Já em nosso numero passado mostrámos a necessidade que têm as companhias seguradoras de possuir um orgam na imprensa que as de

fenda contra interpretações errôneas dos seus estatutos e regulamentos.-

0 publico, de um modo geral, está acostumado a ver com indifferença ou mesmo com má vontade as vantagens que as companhias de se guros offerecem.

Uma reclamação qualquer contra uma segu radora tem sempre acolhida sympathica.

Visconde de S. João da Madeira e Commendador Manoel Anfonioda Costa Pereira A morte vem de arrebatar estas duas vene randas figuras do capitalismo e do alto comnief'

" "

pequenos insignificantes

17 111

em automóveis

14

em mattas

9

méritos e posição, o primeiro havendo dirigido por largos annos a "União Commercial dos Va-

registas" e o segundo, por largos annos também, havendo pertencido ao conselho fiscal da "Con

tinctos, que ao Brasil foram utilissimos pela sua vida de grande labor e actividade mercantil, alçando-se por isso ás grandes cumiadas da for

tuna, esta toda aqui accumulada e radicada, por

bando-se. como declarou, no respectivo regula

laços do maior amor de família e pela terra, pois que seus descendentes occupam na sociedade brasileira, no commercio, nas profissões liberaes e na diplomacia, posições do maior relevo.

todas as companhias.

Nas missas mandadas resar suffraganclo as almas dos dois beneméritos portugueses, fez-se

que lhe levaram:

"Acerca da reclamação sob a epigraphe "Um caso que a Inspectoria de Seguros podia resol

ver", publicada na "A Noite" de 19 do corrente peço yenía para rectificar as informações que a essa digna redacção foram levadas sobre o assurapto. E' clausula espontânea constante de nos sas apólices o direito ao segurado de substituir a sua apohce original por uma saldada, desde que tenham sido pagos, pelo menos, tres prêmios annuaes consecutivos e não tenha o segurado ex-

cedido o praso prescripto para a requisição dessa

substituição. Esse praso de tres annos é o uníversaimente adoptado, desde tempos immemortaes, por todas as companhias actuarlaes e nao consta do regulamento de seguros, como declarou o vosso informante. Não é, portanto, exacto que tivesse sido recusada a pretensão do segurado

sob o fundamento de ser de quatro annos o praso

para a substituição acima explicada. Não era essa a pretensão do procurador do segurado, nem o motivo por elle inventado, o da nossa recusa. A verdade dos factos é a seguinte:

Sr Sr. ürmudo Pereira, nestedizendo-se escriptorio.procurador ha dias, um do segurado Henrique Koenoro, residente nesta ca pital, pretendendo a liquidação do seguro me-

^ premioT págoTM Sem exigir-lhe, por mera cortezia, a exhibicâo da procuração, averiguámos o caso é demos ao Sr Orlando Perema as seguintes explicações: 1.0 Que nao era possivel restituir todos os pre-

representar o "Jornal de Seguros", na pessoa do seu director.

Janeiro de 1921, por falta de pagamento da pres-

"

Desabamentos

9 Somma.

Estabel. comrnerciaes ou industriaes UepositOR de carvão ou inflammaveis

Bredlos oc. pelo Governo, Sociedades, etc... Residências particulares Prédios deshabitados A bordo

Em mattas Em automóveis

!..!!

Diversos Somma

Somma

das mais felizes dos nossos legisladores. Muita gente a viu mesmo com máos olhos e uma antl-

pathia quasi

geral se

estabeleceu entre

os in

teressados.

A Companhia de Seguros "Sagres" foi mesmo mais longe e propoz perante a 1." Vara Federal uma., acção summaria, para annullar o decreto

n. 15.589, de 29 de Julho de 1922, que a obriga ao pagamento do referido imposto. Não é inopportuno dizer aqui que a attitude

daquella companhia Inso-brusllelra õ acceltavel g mesmo louvável, tomando-se em consideração a

declaração da supplicante de que se não conforma com a nova exigência porquanto já paga o im posto sobre industria e profissões.

Aguardemos agora o despacho do juiz da 1.' Vara, despacho esse que, a ser favorável á Com

panhia, motivará

decerto muitas

outras acções

semelhantes.

tação que se vencera naquella data, já havia o

segurado incorrido na prescripção constante tio contrato

para a requisição da

mas que, por

equidade, estaríamos

dispostos a

gasse o empréstimo que, sob caução de suas apó

lices, lhe fôra feito a 26 de Outubro de 1920.

o desejasse, revalidar o seu seguro, mediante novo exame medico e o pagamento das nove pres tações trimestraes em atrazo."

e extinguindo vidas. O caso recente da rua Ro

drigo Silva, em que dois cadáveres foram retira dos dos escombros, e milhares de contos foram arrebatadas ás companhias de seguros, dispensam bem a nossa insistência neste sentido.

Passando á segunda ordem de informações do Corpo de Bombeiros — locaes onde irromperam belecimentos comrnerciaes ou

17 3Q 27

industriaes, e

61

em residências particulares. Estes dois numeres

merecem ser glosados por este jornal, dedicado á industria e commercio de seguros. Estabelecimentos

comrnerciaes

e

industriaes

são de muito tempo os principaes fornecedores de sinistros, e as companhias conhecem este facto pela mais dura das experiencias.-

Outr'ora, e este outr'ora tem, quando muito,

20 annos, as casas comrnerciaes tinham quasi to das cozinha própria, a carvão e lenha, e a illuminação era feita a gaz. Pois tudo isto mudou e raras são as casas onde se cozinha, e também a

illuminação ô electrica. Estas condições deviam 19. o numero de sinistros, mas com grande g2 diminuir infracçâo da lógica appiicada a este caso, conse

18.5

as considerações que suggerem

guiram augmental-os!

Também os estabelecimentos industriaes, na

época a que nos reportamos, em regra se alimen

de Bombeiros, da qual, com tanta , °SeCorpo desvanece o povo desta Capital,

tavam com machinas a vapor, e as installações do tempo nem sempre eram vastas e apropria das para conter as grandes agglomerações huma

nara

primeiramente que o numero 185

nas que nestas casas sempre se reúnem. Pois os

dia

elevado, dando uma mé-

oiip e.

officlaes da grande instituição

rem nt" 1 ^ 15 sinistros, se se coutamero d ®®^5umentos, mas como estes, em nuguroa r.'

hnportam ao movimento de se-

á afluella a- mencionada de 15.média igual ou pouCo inferior

sinistros em taes seguros são agora muito mais abundantes do que autorlsavam as modernas e grandes uzinas e officlnas que para ahi estão.

Ainda um gi-ande algarismo 6 o de 61 sinis tros em residências particulares, mas se o -acha mos grande, devemos dizer em tempo que maior

médios, Imiiortancia. com 17 pequenos, sendo o rea'"'«■■lor "nhias^^n^ fla-dos explicam que devem as compaindústri quanto á. face commercial da grondpq\ exercitam, porque 17 incêndios sumir a r 1 já 6 o bastante para con-

devia ser, .pois que nas habitações concorrem pará que se dêm sinistros e priuçipios de sinis tros, factores que não existem nos seguros indus triaes e comrnerciaes, como o fogo das cozinhas, o desmazelo da criadagem, os brincos com phosphoros a miúdo usados pelas crianças, e até as fumaças ás escondidas dos paes, com que os fe-

ferir é a tradição feita sobre os chamados segu ros de casas de familin. dos quaes se diz e repete,

sinistros de grande tomo e 11

tanin

mariTBir, algumados margem de demais lucro. seguros, não deixando Temi ao ainin'^1^.. ^ explicação quanto

delhos se«iniciajn no vicio de ^icot. . .

Pí^ecario PuroR fi -Ve

que '"1 foi para para aa inaustria industria üe de sese-

comivini'-! eliegav.jTii' r. ^ fustà de

^^22; pois ê conhecido que pou'iar dividendo e as que £izeram-n'o com esforço e

mesmo a dentro das companhias de seguros, que

Pi'eniios de

apólice saldada,

relevar a prescripção, desde que o segurado pa

raró se salva, ou se alguma cousa fica da sua construcção, esta de tal maneira se apresenta damnificada que fica inaproveitavel. Calámos aqui o facto tantas vezes dado de pouca pressão da agua nos registros, dando legar a que o fogo se incremente, devorando riquezas

os sinistros — vemos que 73 se deram em esta

Causas dos sinistros acima:

"

do o fogo irrompe em qualquer prédio, este prédio

I 11 61 3 S 9

1S5

^prudência nu descuido Explosões Puligem. em chaminés

022

73

14 5

A [ootiiaDliia "Saires" a a laiposto sobre a reoda O imposto sobre a renda não foi uma creação

1S5

Lqcaes oucle foram prestados os soccorros;

Uirto-circuitos íSnoradas . ,

3.® Que poderia ainda o segurado, se assim

2.0 Que tendo o seguro caducado desde 11 de

14

do dos seguras deixaram vincado o Talor de seus

grandes seguradoras brasileiras. Filhos de Portugal eram os dois illustres ex-

Em geral ninguém lê rectificações em jor-

Incêndios grandes

11

lando Pereira.

naes. Entretanto vale a pena dizer que no dia i^ramediato o referido j'ornal apressou-se em pulicar a seguinte explicação que lhe enviou o pre sidente da "Equitativa" sobre o facto. demons trando assim a sua boa vontade em elucidar um caso que fizera publico, confiante em informações

Soccorros prestados: médios

seu conceito publico e recursos, ao numero das

mento, que fixa o referido prazo em 3 ánnos, para

o Corpo de Bombeiros forneceu-nos nota de seus serviços a esta Capital em 1922:

"

que levou a um dos nossos vespertinos o Sr Or

t>r. Henrique Koenero, de quem ê procurador de sejado iiquidar sua apólice, tendo pago tres annos e um semestre, essa companhia de seguros recusou-se a isso., allegando que o prazo de tal é tixado em quatro annos, invalidando, portanto a pretensão do segurado. Este protestou, estrí-

IS5 sinistros em

cio desta praça, e que da sua passagem pelo mun

fiança", ambas de longo tempo incorporadas pelo

Tendo \m segurado da "A Equitativa". o

IMDIOS IMI

IISI

E; o que aconteceu ha dias com a reclamação A suá^reclamação era"'a seguinte:

11

JORNAL DE SEGUROS

JORNAL DE SEGUROS

Mas sobre este ponto o que

nós

queremos

não ardem! . . .

Não ardem, mas 1/3 dos sinistros annuaes a

® estranhas ao movimento de OS.

que accorreu o Corpo de Bombeiros pertence a

entre nrts a maioria dos ineen-

esses riscos de cosas de /(7?niíi.a. tão do agrado

Pela ligeirev-x

grandes, porque ou seja

das companhias seguradoras, quanto refugados dos segurados com esta classificação, pelo que é

binho resiTino

eonstrucções, onde o tijolo e ò

necessário concluir que o fogo anda por toda a

despezas cias . Paraná fazem as priiicipaes •■mca. ou g . '°''^®i-^ucç<jes que enchem a urbs ca-

parte e as casas de familia não estão abandona

ressecn,,., psQao acção dos grandes estlos que uesetivolviitient ^°í^®^^ueções, tornando-as aptas ao nto dos incêndios, é çerto que quan

das das suas Incursões, mesmo bastante amiu dadas!

O facto, como o deixamos apontado, deve ser

notado pelas companhias de seguros, e prtnci-


'■m

IToo

12

Jornal dE

JORNAL DE SEGUROS

As considerações suggeridas pelos mai pas d d Corpo de Bombeiros não podem resumir-se' nas poucas linhas que deixamos acima, porciue o rs-

palmente pelos agentes de seguros, incrementando e desenvolvendo estes riscos, inteiramente quasi por fazer, pois todos bem sabemos que a parte

INSPECTORIA DE SEGUROS

sumpto é vasto e faz lembrar o caso popular d-s cerejas, em que se pega uma e as outras seguem-se

dos seguros particulares, em prédios e mobílias, existente nas carteiras das companhias, é verda

em cacho; por isso voltaremos ainda a dizer da nossa justiça em farto panno que temos para mangas, respeitando o espaço, que ó pequeno, ao

deiramente insignificante na sua proporção, e esta proporção é nulla se se considerar o numero de riscos sem a garantia do seguro. Para que estes riscos, porém, procurem

j^os Srs. Diroctores e representantes das companiiias de seguros naclonaes e estrangeiras foi

companhias, deve ser' feita por todas estas socie

dades uma láí-ga propaganda, como ^para tudo

dirigido o seguite officio:

hoje é necessário, fazendo ver ao grande publico

.'Chamando

o perigo que a toda a hora o ameaça, como o

prova o serviço estatístico do Corpo de Bombei

(<

ros, e insinuando ao mesmo tempo que estes se guros são os inais baratos, commetteudo um ver-

Jopnal de Segaros

dadôiro crime arriscar-se alguém a perder de um

E' com um grande prazer que reproduzimos

Digamos e,m tempo que este serviço de pro

em seguida as linhas gentis que a proposito do apparecimento deste jornal enviou ao nosso director o lllustre advogado Dr. Goulart de Andrade e que de coração agradecemos:

paganda em segTiços é o mais descurado que ima

"Acabo de ler o primeiro numero do Jornal

ginar se possa por entre as nossas companhias

ãe Scf/uros. sob sua nbalisada direcção. Excuso

de seguros, onde a respeito corre a tradição de

dizer que essa utilissima publicação vem evitar a falta que havia de um orgam de informações e

publico raro deu até agora pela sua presença. E o resultado deste systema das^companhias em tornar conhecida a instituição e ffns- dos se guros, clã em

resultado ainda

hoje

ignorar

a

maior parte das gentes, mesmo aquellas que segu ram, o que é e o que vale o seguro, apenas che gando a um pequeno aprendizado neste sentido quando vem a verificar-se qualquer sinistro.

vossa

attenção

para o quadro

Modelo D' annexo ao decreto n. 14.593, de 31 de Dezeiíibro de 1920, escuso de recommendar-vos a sua observância. Certo embora de que as verb-as de despezas com os varies impostos lederaes. estartuaes e luunicipaes, devem ser impu tadas como despezas gefaes, é de toda conveniên

19

momento para outro- dezenas ou centenas de con tos, a 'pretexto de pohpar annualmente algumas

uma publicidade conta-gotas, em regra conhecida apenas das companhias annimciantes, pois que o

ao regimeu commum dos regulamentos em vigor,

comiianldas de seguros c o erário pu,hlico

nosso dispor.

as

dezenas ou._^centenas de mil réis.

cia de

eiii diante que sejam rigorosamente

delo Dl

que a todo o momento se possa com

discriuii^^^das, como provai" liiaiito as correm

exemplifica o referido

companhias de

para o erário

mo

seguros con

publico, em

sua tríplice

funcção. — ycrgne de Abreu."

competência sobre o assumpto, interessante e complexo, deixa prever um largo futui-o ao Jo-rnal de Bcfjurns. se continuar a ser norleido pelo seu ^:elIo espirito do homem cultO-.e_p.r:itico."

companhias estrangeiras

dc

Ao Sr. Ministro du Fazenda o»Dr. Vergne de Abreu, Inspector Geral de Seguros, dirigiu o se

Reservas e

guinte officio: ,

capital realísa^

•'Com o meu otficio u. 426, de 7 de Dezembro ultimo, tive a honra de encaminhar a V. Ex. um

do mais de 15

processo em que a Guardian Assurance Company

reclamava contra o acto desta Inspectoria que a notificou a cumprir os despachos proferidos pelo

mil contos

antecessor de V. Ex., cm 23 de Janeiro, 11 de

»■

mentos üe Seguros de 1901 è 1903 laboram em allegam e presumem ter

o adcjuirido, incorporado ao seu paconcfessões

nh

RIO

DE

plicaçâo.

Cumpro, entretanto, o dever de conjessar que em um ou outro ponto estou de accorOo com o signatário das alludidas representaçõesno regulamento n. 14.593, de 31 de Dezembro de

flsculisação (lei n. 4.632, de 6 de Janeiro rio loç"?

consttantes de

Essas companhias preexistentes aos Regula mo

7 M.Ull.VrKLLA

Peço venia para, em complemento, apnensar ao processo vários-"memoriaes" por mim redigi dos e publicados sobre o mesmo assumpto em que não posso variar de linguagem, nem qg 'qoutrina, e que apezar de editados em 1907, igxl e 191S, têm hoje a mesma opportunidadé o an-

providas.

ele.

Te!

zes mais cultos estes problemas ainda não esta

annexo, taea reclamações carecem de justo funaatnento e, no meu parecer, não merecem ser

.pelas razões

ies em esfrodas de

RUA MARECHAL. FLORIANO, 225 - sob.

i-i um mundo « parte, uma lei de ca-ccpçãg c ãe primazia, que só era possível ha sessenta annos atraz. quando entre nós e mesmo em outros pai-

Para tal modificação, não faltará temno e opportunidadé ao Governo, autorisado como se acha, por lei do Congresso e em mais de dis positivo, a remodelar os actuaes regnlam6ntn<s de

lusurance.

incêndio, Iranspor-

NOliTK íi<S90

Não vale a pena rebater as argumentações

secundarias das reclamantes: ellas querem nara

meu despacho

cial Uniou Assurance, Northern Assurance e Royal

coníra riscos de

GERAL.

Jiscalisação rejiressiva.

exarado no alludldo processo da Guardian Assu rance Company, e pelas que resumo nos autos em

posito do mesmo assumpto, acabara de formular Idênticas reclamações as companhias Coramer-

Effecíua seguros

A O ET IS) C I A

calisação de seguros, no mundo inteiro, kísso consiste a fiscalisação preventiva, que, scientificanrente estabelecida, dispensa muitas Vezes a

1920, medidas de difficil, se não impossivg> exe cução, como por exemplo a que se contém no art. 49, que está exigindo urgente modifL^cãO' não para uso especial das reclamantes, mss era benelicio o proveito de todas as"compankjog © tanto dos segurados, como dos seguradoroc:pois que a lei deve ser assim, — igual iHtra todos.

Março e 19 de Agosto do auno proximo findo. Em data de 12 de Janeiro corrente e a pro

DA

assenta e se coordena todo regimeu serio qg fis-

então funccionavam livremente no paiz.

e Outros valores. — Vergnc dc Abreu." seguros:

! AiituriaddO c»,liiiitiv.ioiinr i>í^r líficre.tg .V/l.lVh d-j «Id «>•

COS dos riscos. Ora, são exactameiite estas as ba ses carileaes, os pontos de triangulação, em que

■ ^0 Sr. Director Geral do Thesouro Nacional

mas especulações commerciaes. Bem lançado o artigo de apresentação ou inaugural, adivinha-se quasi o punho experimentado que o tri^^on. A sua

e fluuiaes, roubo,

cionaniento no Brasil: — sem deposito integralizcdo. sem reservas no paiz e sem limites tcc.hni-

vam resolvidos. Deferida que seja a sua pretenção, uão é somente o decreto n. 14.593, de 1920, que ficará implicitamente derogado. Com maioo Sr. Inspector Geral enviou o officio abaixo: . ria de-razões e lógica mais valiosa, o Governo de -Afim de ser presente á decisão do Sr. Minis verá revogar o decreto n. 14.728, de 16 Março tro, reinettc-vos incluso o processo em que a de 1921, que estabeleceu no Brasil fiscaUsação London & Lencashire lusurance Company réquer muito mais rigorosa, permanente e assídua sobre Seja permiitido emittir, pela sua matriz em Lon dres, apólices sobre riscos de roubo de dinheiro as Operações de bancos e casas bancarias n,.e até

doutrina sobre a instituição legal dos seguro?!, convertida em uma industria no campo das legiti

ferro, maríiimos

ms premissas que estabelecem para o seu func-

Os riscos de ?-oii7/o dc dinheiro e outros valores

A jiscnlisaçào das

SL-ÍB-AGErsJCIA

Í3

sixiuiiós

a

que

lhes

foram

® 18G4, ao tempo em que ne-

„ reguladora dessa industria existia no tj

própria InglateiTa se come-,

tervancâo

prlnieiras tentativas .de in

do ovstci-n

®

1855 e 1859

exemplo

Estados Unidos desde

JANEIRO =

^ argumentação dessas te agora exceptuadas e insubmissas

iirts. 127,

8.", e 173). ® ' Aguardo, como sempre, as ordens e incifrucçoes de V. Ex. e que se digne determinar romo

devo proceder, se até 1 de Maio não for resolvida a matéria das representações; cumprindo-me in formar que todas as outras companhias nacion-es p. estrangeiras, se têm conformado com ns notificações feitas em 23 de Outubro do auno pas sado, por algumas já executadas e por outras ehi via de execução.

Até á presente data, sómente recorreram para V. Ex. as mencionadas companhias inglezag (4) e uma

Eranceza (VUnion), cujo

processo

ainda em estudos nesta Inspectoria."

fica


• fv-

•V y

14

JORNAL DE SEGUROS

ÍORNAL Dtí SEGUROS

A Companhia Naeional de Seguro Mutuo Contra Fogo multada por Imposto de renda

15

A FALLENCIA DA FABRICA ZENITH

referida, que resolveu o Congresso, na lei orça mentaria para o exercício de 1Ü2Ü (n. 3.979, de 31 de Dezembro de 1919), taxar taes gratifica

Em Setembro do anuo passado um violento

encaixotar, em logar de productos da industria,

destruiu completamente a fabrica de "Zenith", situada á rua Evaristo da

artigos destinados ao fabrico de calçados. Jurandir Duarte Monteiro affirma que, de serviço no

Pouco depois era apresentada queixa á poli

cia de que antes do incêndio e da decretação da

fosse o transporte feito em vehiculos outros que não os habitualmente chamados para serviço

fallencia do referido estabelecimento varias mer

idêntico da casa.

incêndio calçados

1920, a seus directores, uma percentagem sobre 08 lucros obtidos neste anno, o fiscal de seguros

ções ou bonificações. A companhia requerente allega que a leisomente se refere a "gratificações ou bonifica ções" 8 que não pôde ser assim considerada a

Álvaro de Salles achou que esta percentagem se

•"percentagem permanente, fixa, determinada nos

iute^ava naquelles' lucros e como tal estava sujeita ao imíicsto sebre a renda comprehendido

seus estatutos" (fl. 21). Se fosse acceita essa iu-

terpretação, não poderia ser cobrado o imposto,

cadorias

no art. 8.° do Decreto 14.263, de 15 de Julho de

não tendo assim objecto o dispositivo de lei que

ignorado.

clarações, ficou apurado que, realmente mais ou

1920. O Inspecíor de Seguros conformou-se intei

o creou; porquanto todas as companhias estabe leceriam nos seus estatutos tal "percentagem per

Tomando a denuncia em consideração, o 2." delegado auxiliar determinou a busca e appre-

menos um mez antes do incêndio, foram esses vo lumes guardados, uma parte em uma sala do

Havendo

esta

Companhia

distribuído em

ramente com esta interpretação e ordenou que a

companhia recebesse guia e effectuasse o paga

manente,e fixa" a favor dos seus directores. Mas

mento do imposto.

essa percentagem fixa, o que representa, senão

Não se conformou a "Nacional", entretanto, com ,a decisão da ■ Inspectoria, allegando que a

bonificação ou gratificação?

percentagem percebidà^se distribuía por disposi

ção estafü^aria; e indo ò caso para a Recebedoria

do Districta .Pederal, o directpr desta repartição fiscal proferiu'~^sobre elle a seguinte decisão:

"O art. 8 do decreto n. 14.263, de 15 de Ju lho de 1920, combinado com a alinea "e" do ar tigo 1." do mesmo decreto, sujeita ao pagamento do imposto sobre a renda as bonificações ou gra tificações aos directores, presidentes de compa nhias, emprezas ou sociedades ámonymas, comprehendida nessas expressões qualquér- remune

Em face do exposto, tem todo o fundamento a representação de fls. 14 a 15, apresentada á Inspectoria de Seguros pelo fiscal de seguros Ál varo Salles, pelo que por intermedie da mesma Inspectoria seja intimada a Companhia Nacional de Seguro Mutuo Contra Fogo a recolher a im portância de trezentos e oitenta mil oitocentos e sessenta réis (380$860), proveniente do imposto de 2 ^2 % sobre as percentagens abonadas a seus

directores em 1920, accrescidas da multa de 50 %

ração extraordinária concedida pelas companhias,

sobre a mesma importância, que lhe imponho nos termos do art. 54 do decreto n. 14.263, de 15 de Julho de 1920, que então vigorava.

emprezas ou sociedades anonymas, a seu» presi

Faça-se o necessário expediente, remettendo-

dentes e directores, determinando o paragrapho único daquelle-artigo que, quando pela assembléa

se o processo á Inspectoria de Seguros." O arrazoado fiscal está optimamente

dedu

Veiga.

armazém naquella época, recebeu ordens para que

haviam

sido .desviadas

para

logar

heusão dessas mercadorias, na casa n. 32 da rua

prédio da rua do Rezende, já citado, alugada por

Conselheiro Zacharias, conforme requererá o Dr. Nascimento Silva Filho, advogado da Socie dade Cortume Carioca, um dos credores da firma

um indivíduo que disse chamar-se José dos San tos Neves e outra no armazém existente nos fun

fallída.

da bagagem de hospedes. Ao dono do prédio da

Agora, terminado esse inquérito, foi enviado

ao juiz competente o seguinte relatório, sobre o assumpto:

"João Baptista Roxo, na qualidade de dire-

ctor-secretario da Sociedade Anonyma Cortume

Carioca, credora de F. Barres & C., deu quqixa a esta delegacia pelo facto de terem sido desvia

das e guardadas na casa cia rua Conselheiro Za• charlas n. 32, mercadorias da Fabrica Zenith, da

firma citada, cuja fallencia fôra decretada, após o incêndio que destruiu aquelle estabelecimeuto, em 30 cie Setembro do anuo proximo findo. Apurada a veracidade dos factos .crimlnoexpostos no auto de declarações do queixoso,

a requerimento deste, ordenou a autoridade, en

de accionistas, pela sua directoria, por âisposíQão

zido, e depois cíélle duvida alguma deve restar no

dos estatutos da sociedade ou por qualquer outro

modo, forem concedidas as bonificações ou gra

espirito dos corpos gerentes-^das-sociedades ano nymas, portanto comprehendendo as companhias

tificações referidas, deverá a -respectiva directo

de seguros, do que lhes cumpre fazer perante o

achavam na casa supra mencionada, na qual fo-

ria comnmnicar a concessão á competente estação

imposto de renda, com a somma dos seus lucros no exercício apurado.

apprehensâo de fia., 37 caixões, dois abertos e

arrecadadora, dentro do prazo de oito dias, não podendo tornar effectivo o seu pagamento sem

Iguaes dispositivos foram reproduzidos nos regulamentos posteriores (dec. 14.720, de 16 de

ordenados ou gratificações consideráveis, que

.as percentagens impediriam mesmo a distribui

ção dos dividendos.

proprietários da maioria das acçoes, nao haveria com essa pratica nenhum piejuizo, ainda mais avolumar-se-hia o lucro re

sultante do imposto que não fõra satisfeito, porque ao em vez de distribuição de proventos, seria abonada gratificação, livre de incidência do tri buto, como se deseja.

B foi, mesmo, no intuito de ser evitada a evasao do imposto, que se operaria pela fôrma

nesta delegacia, que

Associação de

Companhias

de

de grande numero de pessoas, a sua nova séde,

e 08 demais

consta do auto

contendo

de

couros, vaquetas,

niçados. No proprio acto da diligencia, foram Uitog desses artigos reconliecidos pelos commer-

á rua de S. Pedro, 30, sob. Falou

Lima).

primeiramente o commendador

José

Antonio da Silva, presidente da novel e já tão iitil instituição, dando a presidência da sessão ao dr. Pedro Vergne de Abreu, Inspector Geral' de

cii

^sRura das varias peças do inquérito, fase deduz a responsabilidade criminal

s^accusados, como se verá pela simples enumç.me se*^^8 múltiplaslogicamente provas Indiciarias encadeiam em umacolligidas, série de ctoa inequivocoB e impõem Irreeusavelmente ^quella conclusão: Oswaldü Janot de Mattos, ex-empregado

Seguros.

O dr. Vergne de Abreu, agradecendo a ho menagem da escolha, pronunciou um vibrante dis curso, era que enalteceu os fundadores da utll

instituição e terminou fazendo votos pela pros peridade da industria de seguros.

Em seguida falou o dr. Abilio de Carvalho, em nome d<a Associação.

Agradecendo as palavras de ambos, orou ainda o commendador José Antonio da Silva, que teve palavras gentis para com a imprensa e todos os

representantes de

companhias

e estabeleci

dn .

Zenith, da qual só sahlu por motivo

^ couros e outros artigos próprios para o fabrico pi. Calçados, por ordem dos chefes da casa, Drs. rsnV^° "ie Barres e Mario de Barres seu gePie technico, Oswaido Breves, sendo etranspor

emos uns para o Hotel Eunice, á rua Riachuelo, de ^

de Romão Garcia, que é o mais minucioso dos três referente ao assumpto: "Que residindo em S.

Paulo, ha muitos annos, conheceu Joaquim Ro berto de Azevedo Marques, o qual o declarante tornou a encontrar nesta capital ha cerca de cin

bem, porque era representante de uma casa de couros e insistiu muito com o declarante para que apparecesse á rua Evaristo da Veiga n. 132,

onde dizia estar elle Azevedo Marques; que o de clarante foi dias depois á casa em questão e en

tão viu que se tratava da fabrica de calçados Zenith, onde fôra apresentado a um senhor Bar res, socio da fabrica; que dias depois Azevedo

Marques procurou o declarante, afim de ver se arranjava um armazém para fazer um escriptorio

e deposito de mercadoria que estava para chegar de S. Paulo; que não lendo conseguido arrnazem, dias depois voltou ao cinema Eunice, sito á rua

Riachuelo n. 130, e que era então de proprieda de do declarante, e pediu-lhe "para permittir que fossem guardados dentro do referido cinema quinze volumes de mercadorias, pois que o ci

nema não estava funecionando e sim em obras; que o declarante a isto se oppoz, porque não ha

Larbine e este entendeu-se com o Sr. Jair de Fi

em qae a policia afinal os 'apprehendeu.

Qias depois deram entrada quinze caixões de pi^bo, que foram guardados nos fundos do cinema, podendo o declarante afflrmar que vários dos

reegado do "^o^^ Fernandes, quedeclara era na casa o encarencaixotamento, que na mes-

*

accedendo, Azevedo Marques pediu que o apre sentasse ao proprietário do hotel; que o decla rante o apresentou então ao seu socio Tarqulnio

para o prédio da rua do Rezende n. SI,

queiias seguradoras na grande obra que a insti tuição vem realizando.

proprietários do cinema do mesmo nome, convém

reproduzir textualmente o trecho das declarações

gueiredo, gerente do hotel, com elle combinando o aluguel; que estes factos occorreram em fins ae Ag'OBto do anno proximo findo e um ou dois

Em nome das companhias de seguros estran

geiras falou finalmente o sr, José Lampreia, que bypothecou á Associação a collaboraçâo leal da-

nos depoimentos do gerente do hotel e dos dois

espaço, lembrando Azevedo Marques que taes i ° ^i^cendio occorrido a 30 de Setembro ultimo, via Que cerca de um mez antes foram reti- mercadorias podiam ser guardadas nos fundos ^ ob do estabelecimento vários caixotes conten- do cinema, de propriedade do Hotel Eunice- que

res mais tarde, em conseqüência dos riimoqueforam se levantavam a respeitopara nO ^mpi10^ ^Pspeitas commercial, todos removidos

mentos de credito presentes.

desviados da fabrica no Hotel Eunice, expostos

principies de Agosto; que nesta occasiâo, Azeve do informou ao declarante que estava aqui muito

encontradas, conforme

Seguros

pretendia, um escriptorio de commissões e con signações nesta capital. Quanto ás manobras em pregadas para a collocação de alguns dos caixotes

co mezes e, -se bem se recorda, devia ter sido em

citada (auto de apprehensâo, declarações de fnerico Reis, Astor Santos e Antonio Soares

- A

rua do Rezende declarou o locatário, que, tendo

sido infeliz nos seus negocios em S. Paulo, se installaria lá provisoriamente, até abrir, como

a- apprehensâo das mercadorias que se

INAUGURAÇÃO DA NOVA SÉDE inaugurou no dia 21 do corrente, com a presença

dos do Hotel Eunice e aproveitado para deposito

se effe-

lantes que os haviam vendido á extincta fabrica,

Julho de 1922, art. 9°).

absorveriam grande parte ou mesmo todo o lucro a ser distribuído aos accionistas como dividendo.

em exercício

Associação de Companhias de Seguros

Março de 1921, art. 8 e dec. n. 15.589, de 29 de

. Tem sido entendido que as percentagens so bre os ucros sobre a receita, abonadas aos directores de companhias estão comprehendidas nas revmnerações extraordinárias de que fala a lei. No interesse do fisco, não se poderia deixar de assim proceder, porquanto de modo contrario, sob o fundamento de tratar-se de percentagem ou abono de gratificação, embora estatuida nos es tatutos, como remuneração j^ro-labore, poderia-se verificar constante evasão do imposto, por isso que não raramente, os direcCbres de uma com panhia são -os seus maiores accionistas e deste modo, poderiam ser attribuidos aos mesmos os

tão

nozes e outros artigos destinados ao fabrico de

satisfazer previamente o imposto.

h) Em confirmação completa daquellas de

P occasiâo, pela primeira vez, teve ordem âe

^esmos caixões continham couros, pois que es tando mal pregados, isto pôde ver pela abertu ra..." Tudo Isto está confirmado por Tarquinio


•«'06

JüRN^\Ív DE SEGUHÒS

JORNAL DE SElíURG.S

Carbine e Jair de Figueiredo, gerente do hotel a quem ^evedo Marques pagou 450? pela guarda' dos Santos Neves. Entretanto, reconhecido pelo sob cuja vigilância ficou o arma aos caixões, que. segundo disse, continham, obje- investigador, da rua Conselheiro Zacharias n. 32, como a cEos de multo valor para a exposição, emquanto zém ao primeiro declarou que vinham da Allemanha pessoa que o abriu na manhã de IG deste mez, e pretendeu retirar a mercadoria em caminhões, e que seu conteúdo eram brinquedos. cj iio melo para o fim do mez de Outubro seguinte. loram taes caixotes retirados, os da rua

ao Rezende pela mesma pessoa que havia alugado

d sala e os que se achavam no Hotel Eunlce por

Azevedo Marques e Arthur Breves, este soorinho do primeiro e também de Oswaldo Breves

procurou explicar-se, por se ver obrigado, a um

uma uoite lá estiveram

uswdiuo Breves, a quem o decarante apenas tiuua siuo apresentado por Azeveuo Marques, e um sennor Barros, a que já se re.eriu; que veriiicauao-ae um incêndio na labrica Zenitn, o declarante encontrou-se aois ou tres dias depois com .^evedo Marques e pediu-ihe iníorma-eàes do si nistro, explicando Azevedo Marques que fôra de

uem veroai de retirar a mercadoria; que o decia-

Taiite tí mais o seu socio uarbiue a Isto se oppuzeram, por não terem sido apresentados os reci

o commercio de seguros marítimos e terres

Entretanto a Associação das Companhias de

Seguros que ahi está, para mais de üm anno faz

informação pôde dar á policia, sobre sua identi

çamentaria da Republica, ameaçado de uma crise, que podia ter na vida das companhias de seguros

que se debate entre o existir ou não existir, por

dade, que tal mercadoria se achava na casa supra referida, lá appareceu, naquella manhã, chegando

seu auxilio e cooperação, e estas são as de maior

nanças da Gamara

nome e responsabilidade no mercado de seguros.

elevando o imposto propor

cional das apólices de seguros marítimos e ter restres, equipar.iiido

as

de

seguros

reaes

quaj se verifica que foi Oswaldo Breves quem

mesmo nivel tributário das de seguros pessoaes.

abriu a portando armazém e dirigia todo o ser

Felizmente a tempo foi dado o alarme sobre n novo tributação, e a Associação das Companhias

Associação das Companhias de Seguros, porquanto sob a presidência Dr. José D. Radie, havia tra

inserimos, levadas á

balho feito e encaminhado com bons resultados, tratando dos impostos proporcionaes em resegu ros, votados ao tempo de sua instituição e até agora cobrados, porque então não havia quem

f) Oswaldo Breves não foi, porém, só uma vez,

Commissão de Finanças do Senado, conseguiram

reclamasse perante o legislativo sobre a verda

como pretendeu fazer crer, ao armazém da rua

^ disposição que se contem no art. 43 da actua?

quando este vocábulo está a dizer que reseguro

A-rt. 43 — o imposto de seilo proporcional sobre

ê a conseqüência de um seguro e que esta opera ção do seguro, quando realisada, pagou o im posto devido, e o imposto só é devido uma vez, segundo se entende no direito fiscal, Mas quem

viço de remoção dos caixotes para os caminhões, e que chegou a dar começo, vendo-se, porém, im

dc Seguros, a que prestou apoio forte a Associa

pedido de proseguir, em virtude de intimação

rão Commercial do Rio de Janeiro, nas duas re

feita a elle pelo policial.

presentações

Conselheiro Zacharias u. 32. Arthur Breves, seu sobrinho, reconhece que por duas vezes passoit

lá e sempre em companhia de Oswaldo, que era quem abria a porta e examinava o armazém,

modificar aquelta proposta, sendo, afinal, votada Lei Orçamentaria, como segiie:

conD-atos de seguros marítimos e ter

àiinexa ao Decreto 14.339, de 1." de Setembro de 1920, será arrecadado com um accrescimo de 20 % em todas as taxas.

que todos de hoje em diante a prestigiem e lhe

de riscos, de que trata o § 6.°, tabella A,

dèm o seu auxilio.

o ^ 6.° da lei citada, que trata ^03 'Ccanscrevemos contratos de seguros e reseguros marítimos

j..^^®^'"cstres, apólices, escripturas ou letras de

Até'í valor de 25$000....

1$000

1?200

dj Ao tempo que isto acontecia, davam en trada em dias suceessivos, os caixotes apprehenÜiuos na rua Conselheiro Zacharias n. 32, alu-

estratagema para "occultar o destino que lhes de veria ser afinal dado estimular, no cáso de ne

Dp ^

2?000 2?000 4?000

2?400

soa- que se uíssera empregado ue José dos San

culpados 03 fallidos e Oswaldo de Godoy Breves

tos iNeves, na primeira vez em que o procurou tití íiutomovei, em companhia ue quatro indiví duos. Depois dessa vez, só esteve com a senhoria

que foram auxiliados por Arthur Breves e Joacfuim Roberto Azevedo Marques. Outras iuvestigações poderiam ser ainda

Huas; uuia, quanuo me loi soiicitar que firmasse

procedidas e certamente os factos de que trata

a ueciaraçao eocripta ue que o armazém íôra alu

o presente inquérito ainda mais esclarecidos 11carao. como exame de livros, se não tiverem sido

gado a 1." de Novembro, uuas semanas, portanto, depois ua data exacia, e outra, finalmente, para destruídos pelo incêndio, elementos que devem correspondente

surgindu poucos uias antes de instaurado este in

quérito um indivíduo que andou pregando os cai xotes, aiim ue serem embarcados, como disse, para b. Bauio. De lacLo, loram apprehehdidos lá lambem, roíos de tevro para arqueaçâo de caixoies, martello, pincéis usados para marcação, apctrechos que denunciavam os preparativos para o despacho da mercadoria.

j:) Oswaldo Godoy Breves, prestando decla rações nesta delegacia, afflrinou que desconhecia o destino dado ás mercadorias, que, segundo depoz, haviam sido vendidas pela fabrica a José

Commercial do Rio de Janeiro, apoiando e se

..^ifemios de seguros; (anterior) (actual)

^5$ até ÕOÍOOO de 50? até 10Ü?0Ü0

existir no processo da faliencia e o inquérito instaurado sobre o incêndio da fabrica Zenith, que foi remettldo ao poder judiciário pela delegacia onde correu.

Mas, como todas estas providencias podem ser tomadas posteriormente, se parecerem conve nientes ao interesse da justiça, a quem desta to

mar conhecimento, para não alongar mais a phase inicial do processo, de conformidade com o artigo

P*iemios de reseguros: (ayiterior) (actual)

teor de um folheto que corre, da lavra do Inspector Geral de Seguros, Sr. Dr. Pedro Vergue de Abreu,- sobre o assumpto do pretendido augmento de impostos de seguros, folheto" que se intitula Os novos iniiiostos sobre as operações de íáegu(orçamento da

êí mais ° yalor de 50$000 de 50$ até 100$000

1?000 2$000

1?200 2?400

Por aO$000 ouP®'" diante, cobrando-se iracção desta quantia. mais 1$200

^ese^ ®®tÍQ úos prêmios corresponde ao seguro ou

iitv, anno. de um anno "m

ou de prazo

inferior a

diva^ ^'®aultaào assim obtido, da maior vantagem,

Pronn^ ®6ra receio, pois que se passou de uma Cio (1

orçamentaria

Receita, tirojiosição 180 de

1922). Informações prestadas aos Exmos. Snrs Prcsxácnte e mais membros da Commissão de Fi

nanças do Seriado c ao Co7igresso Nacional E'

prohibitiva do commer-

Dr. juiz da 8.» vara eivei, feitos os necessários vegistros e communicações.

e

Rio de Janeiro, 30 de Janeiro de 1923."

mais prazer quanto elles representam as primei ras manifestações de solidariedade na classe das coniipanhias de seguros.

Por falta de espaço deixamos de inserir o

Dor • íOOO ou fracçâo diante, cobrando-se desta quantia. mais 2?400

taxa ^ ^^teriores, ®®Suros, para \un± pequena aggravaçâo das este vantajoso resultado, repede cf'^'^^ros, que, u essa Companhias por Associação falar em das nome de uma

ÍIaÓ ^-^24, deautos 17 de remettidos Dezembro ao de IJbS, determino sejam estes

cundando os termos da primeira. São dois do cumentos importantes e que inserimos com tanto

cessidade, uma operação commerclal qualquer que no caso

Damos a seguir os textos a que já nos refe rimos, das duas representações apresentadas á Commissão de Finanças do Senado, pela Associa

ção das Companhias de Seguros e da Associação

festo o desvio das mercadorias, com o emprego de

explicasse o seu apparecimento, sendo

deira anomalia que é o imposto sobre reseguros,

é qiié -existiu punca para expljcar estas cousas, não em nome individual desta ou daqueila com panhia, mas em nome de todas as companhias? Só agora existe este orgão de classe que é a As sociação das Companhias de Seguros — cumpre

restres, apólices, escripturas ou letras

h) Azevedo Marques pediu a um cios donos,

do einerna Eunlce que não revelasse a Oswaldo Janot que as mercadorias já tinham sido retira das de lá, ainda mesmo que elle indagasse. Como disse, os indícios se ligam e combinam

que adiante

o confronto de uns e outros apresenta. E' mani

aluguei

Digamos ainda que não só o serviço a que vimos de ailudir deve ser contado ao activo da

rias Loram removidas em dois dias seguidos.

pagameiiLo do

mento, outras lh'o têm negado, reíugaudo-lhe o

ao

pois com os reieridos recibos..." Estas mercado

1-az.er o

que se algumas emprezas lhe dão o seu assenti-

U8 mais graves conseqüências. Queremos refevir-nos á proposta votada ua Commissão de Fi

tao solidamente, que é dispensável qualquer es forço para pôr em evidencia a significação que

áqueiie ^ _ mez. O armazein permanecia fechado,

de seguros no Brasil, porque nunca houve grupo ou sociedade que falasse em nome da classe de seguradores.

tres esteve, com a elaboração da actual lei or

bos lurnecidos pelo hoteU tenuo então o Sr. Artüur Brei-es se communicauo peio telephone com o br. Azevedo Marques, vinuo este minutos de

gauo desde l(j ou 17 de Outubro, pof uma pes

de décadas de annos em que existem companhias

trou em ^um café e a respeito do qual nenhuma

gj Os.waldo Breves, depois da appreliensão, vido a um curco-olrcuito, e referiudo-se o declai-ante a mercadoria que estava guardada nos contou a Oswaldo Janot, que sobre um ponto pres tou declarações confirmadas por uma testemunha lunuos do cinema, disse-lhe Azeveuo Marques que ' que á conversa, que ia arranjar um re amdd não havia arranjado um armazém, mas que cibo assistiu de E. Barros "& C. para provar a venda das esperasse mais alguns dias que retiraria a mermercadorias apprehendidas.' —cationa, o que eitectivamente lez dias depois compareceudo primeiro Arthur Breves, com or-

m.idos nos precedentes, porque até hoje nunca as companhias de seguros viram attendida uma só de suas reclamações, e ellas muitas são atravez

recúo, e allegou que, ouvindo de um empregado de José dos Santos Neves, que por acaso encon

senuo que, durante o tempo em que no armazém' casualmejite na mesma hora em que entrava no ficaram, entre outras pessoas la estiveram para armazém um rapazola portuguez, também empre vei-qs juntos Uswaido nreves e o br. Barros so- gado de José dos Santos Neves. O investigador cio da laorica iíenith, a quem Romao Garcia faz uma explicação clara do que occorreu, pela

iicara - conhecendo . por occaslão de sua visita aqueue estabeiecíniento. Para esclarecimento des^e ponto,v.,convem rransch^ejer outros topicos das suas ueciarh^oes; -Que de quando em vez apparecia alguém k-.ver as.mercadorias e assim o de-

O Sello das Apólices de Seguros Marítimos e Terrestres e a Associação de Companhias de Seguros

IT

ajudada da Associação Commercial,

jí^g m^^ attendida attendlda pelo pelo Senado Senado Federal. Federal. Sem Sen a sm* ^mçâo das 8nu das Companhias Companhias de de Seguros, Seguros, este este re^do não seria nunca attingido, dizemol-o fib

um trabalho do maior valor, partido de quem, officialmente, é a nossa mais ãita capacidade em matéria de seguros.

REPRESENTAÇÃO DA ^SOCIAÇÃO DAS COM PANHIAS DE SEGUROS

lendo esta Associação conhecimento de que no orçamento da Receita para o anno de 1'923 essa^ Meretissima Commftisâo votou sem dis

cussão, sob n. 52, onde couviar, artigo 9% que as apólices de seguros terrestres e marítimos fi

quem sujeitas ao mesmo sello proporcional de

vido pelas apólices de seguros de vida, — julga-se

na obrigação, como orgão da classe, de chamar a attençàc de VV. EEx. que uma tal disposição


■0<, .'8%^

^ TilPr

1 18

JORNAL DE SEGtTRÕS

importaria no fechamento das portas das Com panhias de Seguros e consequentemente na morte dellas, além de constituir um desastre commercial, porque nenhum commerciante, nem nenhu ma mercadoria, supportaria uma tal despesa em seus seguros.

Os seguros terrestres e maritimos já estão

actualmente sobrecarregados com 9 % de impos

tos (4 % sello proporcional e 5 % imposto de

fiscalisação, calculados sobre o prêmio), e o peso desses impostos já constituem um perigo para o commercio em geral deste palz.

Em nosso entender, qualquer Governo (e isso o fazem outros Governos, não só da Europa domo também da América do Sul), deve auxiliar as >.Companhias de Seguros, protegel-as tanto quanto possível, .porque ellas representam um

Ainda outro exemplo:

O Governo do Estado de Minas Geraes chama actualmente concorrência para o seguro dos seus ünmoveis, no valor approximado de 25 mil con

tos,_ e, segundo informações que colhemos, a taxa

entre si. Outro não é, de resto, o parecer cia pró

ca, as mais deploráveis e irremediáveis conse

pria repartição techuica, a luspectoria de Seguros. Está, outrosira, na consciência de todos, e não precisamos, por conseguinte, accentuar, que é sempre contraindicado qualquer estorvo, e muito

qüências.

rigidas ao Congresso pela Associação das Compa nhias de Seguros, cujo memorial toma a liber-

de pagar um prêmio annual de 25:000$ e ter de pagar ainda mais 50:000$ de sello proporcional, além do imposto de fiscalisação, segundo a nova

.previdência que

ciuile de juntar a esta como anuexo.

determinação.

quer, sem maior exame, culpar o commercio de

Sendo, pois, o seguro uma instituição a bem do paiz, convinha não sobrecarregal-o com im

siuis próprias ufílicgcies, geradas, aliás, pela si tuação geral, é habito repetir que elle foi impre

encerra uma injustiça lundamental, cuja decor

postos, o que seria contraproducente. Ao contra

vidente, importando por exemplo demais, sem ter

seguro marítimo e terrestre para o nosso commer cio em geral e, em particular, para as nossas Companhias de Seguros, que só merecem apoio e

rio, é indispensável que as Companhias de Se

o

Estado deve, ao

contrario,

estimular."

Não raro, mesmo no Congresso, quando

se

em conta a lição da estatística.

Vê-se, entretanto, que ha, no Congresso, quem

guros le'nham o auxilio do Governo por serem,

factor. importante na vida commercial do palz,

perdas dà'.fortuna nacional..

dos os beneficies que lhes sejam dispensados para

entre outras, de não obter credito nos Bancos, que não podem atteiider aos que não têm segu

proprio paiz.

radas as suas mercadorias. Com a diminuição do

Tomamos a liberdade de chamar a attençâo de VV. EEx. para a situação bem differente,

credito, ha reducção de negocies e de objectos, pois, de incidência dos diversos impostos, que

de Seguros de Vida e as de seguros maritimos e terrestres; quer dizer, aquellas pagam o sello sobre o capital do segurado, durante uma vida inteira, emquanto que estas o pagam annual mente, na renovação da respectiva apólice, nos

e entretecida do nosso alarmante systema fiscal.

enriquecimento

concorrem, evitando

Inmginem VV. EEx., se o. actual imposto já quasi impossibilita o commercio de seguros, em que posição se encontrará este se entrar' em vigor o novo projecto, segundo o qual o sello proporcional deve ser calculado como nos seguros ?. ^tda, á razão de 2$000 por ainda cada conto de réis de^ capital segurado, tomando em con

sideração que os contratos de seguros de fogo

são annuaes, conforme a lei determina:- as Companhias_ estarão impossibilitadas de continuar e ver-se-hão obrigadas a suspender as suas ope rações.

E assim sepido, até os próprios Bancos verão o campo das suas operações muito limitado e im^ possibilitados mesmo de fazerem determinadas operações, para as quaes a principal garantia é o proprio seguro.

Nestas circumstancias, em que situação fica

grandeciraento muito concorrem, redundando to

o bem

do

commercio

e, consequentemente do

quanto ao sello que existe entre as Companhias

seguros terrestres e nos maritimos em cada via

gem, donde se conclue que não é justa a equipa

ração que a emenda do orçamento de receita acaba de fazer quanto ao pagamento do sello.

Expostos os

casos acima--notados, estamos

certos de que VV. EEx. saberão fazer a "devida

justiça ao motivo tia representação que temos

queira impedir que se euralze no c;ommerclo o costume da previdência, o qual, boje, é cada vez

mais,

uma

necessidade, uma

obrigação, para

Para provar praticamente o exagero e des

CIAL DO RIO DE JANEIRO

Um prédio de morada particular, de boa con-

atrucção, cujo valor segurado é de 100:000?000 paga annualmente um prêmio de 1/8 %, ou sejam 125$000 por anuo. Este prêmio annual terá de pagar pela nova emenda do orçamento da Reproporcional, e

ainda

b$z5ü de imposto de fiscalisação. Abstemo-nos de commentaríos.

Oíferecemos outro exemplo:

Determinada firma importa trilhos, arame farpado, cimento, etc., no valor de 1.000:000$, os

quaes deposita em seu armazém, que paga a taxa

de 3/8 %, ou sejam 3:750$000. Sobre este prê mio recaem 2:000$ de sello proporcional e 187$500 de imposto fiscal.

"A Associação Commercial do Rio de Janei ro, em nome do commercio desta Capital, e certa

de que interpreta o sentir de todas as praças do paiz, vem respeitosamente, e com a devida venia, declarar a V. Ex. que é da mais flagrante incon veniência, sob todos 08 pontos de vista, Inclusive, afinal, o do proprio fisco, o augmento, que ora

normalidade e a facilidade das trocas mercantis. Os seguros terrestres e maritimos, já dema

siado onerados, pagam 9 '/o de imposto (4 % do sello proporcional e 5 '/c iia fiscalisação).

Como sobrecavregal-o ainda mais.' ü

commercio

não

poderá

pagar

S-Polices annuaes,..ou 'em cada viagem de navio,

por conto de réis do capitai segurado. Cliegarse-ia a resultados absurdos, que teriam, na prati-

Como mercadorias dessa especíe~só deixam

sello proporcional devido pelas apólices de segu ros de vida. Ha, só apparentemente, uma equi

vendidas em grande escala, elle não poderia effe-

-lesultará a prohibição, no Brasil, dos seguros

pequeno lucro ao commerciante, mesmo quando ctuar o seguro sobre as mesmas, porque o sello

proporcional lhe

absorye todo aquelle

qual a conseqüência?

Esse

lucro. E

commerciante

ver-

se-ha em difficuldades para conseguir credito nos

Bancos, em virtude de não ter garantida por se

guro a sua mercadoria e em caso de incêndio es

taria forçado a declarar

fallencia, arrastando

comsigo muitas outras firmas.

A taxa para um seguro de 10 dias sobre café

no valor de 1.000:000$, depositado num arma zém do Rio de Janeiro, é 1/20 %, perfazendo por Isso o prêmio de 500$ e o sello proporcional de 2:000$ ou, digamos, 4 vezes o valor do prêmio.

elevada estima

e

mui distincto

apreço."

Os incêndios deste anno te

o Corpo de Bombeiros forneceu-nos a seguin discriminação dos soccorros que prestou du-

]-aute o mez de Janeiro iindo:

Incêndios grandes

3

médios

'

1

pequenos

1.

insigniticantes

15

" em automóveis Desabamentos

6 1

Somma

27

Locaes onde foram prestados:

"Commercial Union" de Londres Este jornal

fez correr entre as companhias

estrangeiras um questionário para conhecer espe cialmente a somma de sinistros pagos por essas emprezas no Brasil. A conceituada firma Walter & Cia., que é

tinem

representa

nesta

praça

a opulenta

Com-

niercial Union, de Londres, teve a bondade de iu-

rítimos.

as referidas apólices ficarão sujeitas ao mesmo

de nossa mais

,

tt dita empreza pagara de sinistros a elevada som

A' primeira vista parece que se trata de de

Poderes Públicos.

Convencida do alto espirito de equidade e jusciça ue V. Ex. e dos demais dignos membros dessa douta Commissão, reiteramos os protestos

pelas suas

ffrmar-nos, era carta de 5 do corrente, que só no

liberação equitativa. porque ali se allude a que

incentivo dos

zas de seguros, perde o lisco e desorganisam-se a

se propoz no orçamento da receita, do imposto

sobre as apólices de seguros terrestres e ma

rência será, nem mais nem menos, a morte do

Igualmente, com o desapparecimento de empre

a honra de endereçar a VV. EEx."

REPRESENTAÇÃO DA ASSOCIAÇÃO COMMER

E confia em que essa Meretissima Commissão com a qual concordará, arinal, o Congresso, não permittirá que a medida proposta subsista, pois

formam a teia, infelizmente, cada vez mais tecida

o commercio em geral?

proporção do imposto, exemplificamos:

A Associação Commercial do Rio de Janeiro faz suas, com o maior empenho, as palavras di

menos fiscal, contra a propagação do espirito de

será, em média, 1/10 %, dando-se o curioso caso

como já o dissemos, um factor de summa impor tância na vida commercial do paiz, para cujo en-

para cujo

Jornal dé seguros

tdlimo decennio de seu fuuccionamento no paiz,

ma de 7.797:30Ü$Ü00, havendo recebido no mesmo Periodo prêmios ua importância de G.970:455$0UÜ.

Estabelecimentos

commerciaes

Prédios occupados pelo des, .etc Residências particularfes

9

Governo,

Socieda 3 4

Em automóveis.

6

Diversos

5 Somma

27

Imprudência ou descuido Explosões

3 6

.fuligem em chaminés

2

Curto-clrcuitos . Ignoradas

.

5 H

Somma

21

Causas:

J-

paração. Mas de facto, o que ha é que da idéa

erreatres e marítimos, porque as companhias não resistirão ao novo ônus, nem os supportarão os

^

segurados, que refugirão das emprezas aqui esta estrangeiro.

guros maritimos pagam o sello annualmente, pois

annual é a renovação de suas apólices, e as que íazem seguros maritimos o pagam a cada viagem. Não ha, portanto, como equiparar essas apólices

9

TELE:P,HO,NE

belecidas. procurando modos de se segurarem no

Não se equiparam cousas differentes. As com panhias de seguros de vida pagam o sello sobre o capital do segurado pelo decorrer de toda uma existência, emquanto que as que operam em se

2

NORTE

M dd-^ffandmaS

6917

ÂHQDICWTWK 4íti,

Capital realisado — Rs. 1.200:000$000


'5Í.

5fSC<5t5»n>5C<'5^X r»S»^5íB<::<♦>;:ííCrS

>!

:<♦>:;l'^<

JORNAL DE

I Companhia Alliança da Bahia, i tí

'

I DE SEGUROS marítimos, TERRESTRES E FLUVIAES § ^

I eom 224 agencias em todos os Estados do Brasil e em Monte-

|

I?

\

^

'$

â

^ P g

g

e na Europa.

^X^apital reíilizírao

Deposito 110 Tbesouitj Deúeral DepositQ uo "Banco (l:t Jíepiiblica Or.eutal cio Untguay em--Montevidéu

^ 0

Reservas

Receita em 1921

,

3.000 lOOOljlOOO '

^

200;000.io00

^

70;124$000

^

11.401:068$455

t*

7.107;912?Õ15

U

Sinistros pagos em lí)21 4.836:253!}i845 Lucro licjuitlo em 1921. 1.2õ5 ;G83$489 Sominu dos valores dos segurus effectuados eiu 1921 1.343.475:781$772 Esta CompsDl-iia, em esso de ifeaoDstPueção ds ppedio .ou eoneepto pop sua eonta, se obpjga á indemoisaeSo do pespeetívo aluguel iate^Pal pelo tempo emppagado Das obras

/

^

N. B. — De 6 em 6 annos, e gratuito o armo seguinte (7° anno) dos seguros tér-

1 ^ ^

g H

cão ou prejuízo.

PRÊMIOS DISPENSADOS EM 1921 (7,° ANNO GRATUITO): 202:204$000

~

A Companhia "ALLIANÇA DA BAHIA" é a primeira companhia nacional, de seguros marítimos e terrestres, em capital e reservas, e receita. E' a companhia de seguros maritimosi

terrestres e fluviaes que, no Brasil, em 1921, teve a maior receita, dentre todas as companhias congeheres, inclusive as estrangeiras* que operam neste paiz.

1 g ^ g g

comprimento, resistência, grosaura do fio, brilho, maciez, aecloso e côr.

Na cidade de Liverpool, onde se encontra o

maior mercado de algodão de ambos os hemis-

Pberios, as cotações são feitas de accordo com trinta e oito diversas classificações, em que

são subdivididos os typos commerciaes conhe cidos naquelle mercado.

Aos 31 de Janeiro de 1922, ou sejam 52 annos depois, já os Estados Unidos da América tinham

cerci de 37.000.000 de fusos em operação. No de correr desse período os fusos que funccionavam

na Inglaterra subiram para 56.420.000, o que, aliás, só representava 36 % dos fusos que func cionavam nas Fabricas de Tecidos de Algodão conhecidas em todo o mundo. No continente eu

uiiciou em seu paiz a cultura intensiva "do algo-

|

^

que se produzem em Arizona, conhecidas pelo

home de y?í7n.a e p.íjna; e ainda no Perii pelo hoine do Mittafifi e Asíli. Essas qualidades de algodão, assim como as

dos

o mundo

^ 0

industria

os fusos que nessa epocha funccionavam em todo

o'htímero de 43.378.000.

doeiro. E foram essas sementes que serviram de base ás famosas fibras longas hoje produzidas no ®^gypto conhecidas pelo nome de Sakelariãis: e

a

Em 1870 funccionavam 37.700.000 fusos, na

^ly. Khediva do Egypto, Imporioti do Brasil e das Autilbas naquelle anno as sementes com que

H

que

industria de tecidos de algodão na Inglaterra, o que representava a proporção de 65 % de todos

ropeu

apenas funccionavam

13.000.000 de fusos

em 1870, e no fim de Janeiro de 1922 já attingiam

No decorrer das tres décadas findas em 1914, o valor médio

das importações de

algodão em

rama, na Inglaterra, excederam de 71 %, isto é, o augmento médio foi de cerca de £ 29 milhões annualmente.

Por outro lado, o augmento annual da im

portação de tecidos de algodão na Inglaterra foi

de £ 10.500.000, na média, ou sejam 400 %. B

de Sea Island; e estas, muito especialmente, são

o valor da exportação dessa especie de tecidos

que reúnem os melhores característicos; fibras

augmentou annualmente, na média de £ 51.500.000,

Movinieiito tolai da [aaipaaiiia "diliaaia da Bahia" desde 1B10 até 31 de DezeÉra da 1921

1

Prêmios terrestres

íí

^bhgas, fiog finos, sedosos, resistentes, grande brilho e próprios para merceriaação. São repu'^^dos 03 melhores e têm sempre cotação mais ®^evada do que qualquer outra qualidade de

Dividendo.?

Roíms aos ncuionistiis

7" anno gratuito aos segurados

29.226:000$000

37.944 ;000$000 6.37Õ:000$000 81.177:000$000 18.042:006$000 31.2{)1 ;OüoèoOO

0 ^ 0 m Ú

1.400 :000$000

Q

6.250:000íl;000

1.711:000$000

^

^

"Responsabilidades assumidas: "Rs 13 126 402:781$000

|

§

Agencia Geral no Rio de Janeiro; fl üEIllDí^ RIO BRRnCO^ 117

|

^

"

1.° Andar," salas Q a 12 - do edifício do 'Jornal do Commercio»

Teiephone Norte; 3883

Telephone do Gerente N 4032

Ksta ageii< ia aceita seguros mavUlnios e lerrestres em comiiçoes vanta-

josas para os segurados ucsta Capital e em todo.s os Estados do Brasil.

i Aí

g

É

H

q Os sinistros são pagos nas agencias em que os seguros tiverem sido effectuados | s

prorluzezn variando umas das outras quanto ao

Gran-Bretanha,

O algodão brasileiro já era excellentemente reputado em 1S20, tanto assim que Mahomed

i

I

plantas característicos diversos, e as fibras que

pela

tecidos ainda hoje continúa a ser, pelo seu valor, a mais importante daquelle paiz.

^ ^

I'remios inaritimos Salvados Receita bruta Sinistros terrestres Sinistros maritimos

g

21

Q. ^ g

g reslres aos clientes que conservarem apólices contra fogo, durante 6 annos sem interrup- ^

^

das

*ni'RR'í7Tn*RR"';?- ^ Francisco }osé'Rodrigues Pedreira, }osè Maria

ú vidéo, e 23 reguladores de avarias no Brasil, nos Estados Unidos g

^

tados

Historiemos, pois, alguns factos: O algodoeiro (Gossypium) é indígena

conhecidas centenas de variedades de algodoeiros, cultivados em. diversos paizes, possuiudo as

C Souza Teixeira e BernardÍDo Vicente d'Araujo

SEGUROS

(Continuação)

regiões Iroplcaes de ambos os liemispherios. São

w

SÉDENABHHIH

''

A

I

I

^

O

p.

.i.i—■■

I

'p--, . S '

Gerente: ALEXANDRE GROSS 1

i

^'Kodão.

Estas fibras são indispensáveis na fabricação ® tecidos diaphanos, linhas de coser e de bor-

ou sejam 68 %. Por sua vez, a

média annual do

reexportação de tecidos de algodão

valor da

importados

pela Inglaterra do extrangeiro, também orçou por £ 1.200.000, ou sejam 129 %.

t^elo exposto, verifica-se que, no período refe

para

rido, a proporção do augmento da industria de fiação e tecelagem tem sido, de facto, maior, fóra da Inglaterra do que nesse proprio paiz. Mas o

A matéria prima algodão é a mais impor-

terreno que a Inglaterra tem perdido na propor

6 de todo o commercio internacional: o seu total excedendo muito de dois mil milhões

ção de manufactureira da maior quantidade, tem sido, até o presente, vantajosamente resarcido em qualidade. Isto, porque a industria de tecelagem

telas

para

pneumaticos

e

tecidos

^ej-opianos.

dollars ouro americano, annualmente. A industria de fiação e tecelagem de algo^ tem augmentado consideravelmente, nas ul-

^ hias décadas, tanto nos Estados Unidos da Amecomo no Brasil e no Hlndostão.

ingleza tem-se aperfeiçoado e especialisado, na producção de tecidos finos em condições de ter podido concorrer nos mercados norte-americanos com as industrias de tecelagem installadas dentro

Cabe aqui assignalar que a Inglaterra não ^ 8 usiifrue a supremacia absoluta que no pas-

do proprio paiz, que, como todos sabem, é o maior

tecelagem mundial, como se poderá deduzir

á teehnica da manufactura, mas sim ao conjunto de factores favoráveis ás industrias fabris da Im

^ o chegou a exercer na industria da fiação

^^Sarismos abaixo exarados; ainda assim, veestatística dos productos expor

ca-se, pela

Productor de algodão em rama.

Isto, no

emtauto, não

é

devido, exclusivíir

glaterra, como sejam: mão de obra adextrada ©


22

JORNAL DE SEGUROS

JORNAL DE

barata; frete e transportes minimos; abundantes

para cultivarem por conta dos patrões, algodão e

facilidades financeiras e ramificações bancarias

outros productos agricolas.

em todos os centros importantes do Universo.

Comprehende-se, portanto, o motivo da con

tinua preoccupação dos industriaes inglezes para

Mas a maior parte do algodão é produzida

Sendo a colheita do algodão, a parte que exige o serviço de maior numero de braços, a cul tura do algodão é sempre regulada pela quanti

por meeiros. A base dos contractos com os meei-

dade que uma família pode apanhar, levando-se

SPIGÜROS

23

typo de algodão egypcio que se cultiva actualmente no Salt River Valley, no Estado de Ari zona, nos districtos de Yuma, assim como no Valle de Paio Verde, onde o Rio Colorado separa

ros é a seguinte:

que seja grandemente incrementada a producção do algodão de fibra longa, em outros paízes, por

em conta o numero de pessoas dessa família, e

O proprietário fornece os terrenos, os animaes de tiro. ferramentas, forragem para os aní-

se as mulheres

ser essa matéria prima que lhes permittirá sus

maes, sementes e metade dos adubos; e o meeiro

cultivar de 4 a S hectares de terreno, os quaes

ção, tornou-se pratica a cultura do algodão de

fornece toda a mão de obra, metade dos adubos;

fibra longa, hoje conhecido pelo nome de Yuma

e o custo de descaroçar e o producto da safra é

produzem de 5 a 10 fardos de algodão; e isto, em Bcral, é o limite da producção de uma família.

finalmente dividido em partes iguaes. Succede,

A producção varia desde menos" de 100 kilos

Egypto, as condições ideaes para a cultura do al

em muitos casos, que o proprietário faz todos os

de algodão em rama por hectare nas regiões semi-

adeantamentos precisos, aos meeiros, liquidando

3-rldas e infestadas pelo BoU Weevil. até 400 kilos

godão; isto é: o ambiente secco, agua abundante, como e quando convém applical-a. Verifica-se,

nas

infestadas

porém, que o juro sobre o grande capital empre

de pragas. A média da producção de 1909 a 1914, foi de

gado nas obras de irrigação e o maior custo de mão de obra, do que no Egypto, não permittem produzir em condição de concorrer com aquelle

tentar tanto quanto fôr possível a posição que conquistaram como fabricantes de tecidos finos.

Os paizes maiores productores de algodão, por ordem da sua importância, são: Estados Unidos da América China

Hindo^tão

a divida no fim de cada anno.

-\

Egypto'^

.

Rússia

O meeiro está sujeito ^ supervisão do proprie tário dó terreno ou de seu preposto. Alguns lavradores arrendam as terras a tanto

Brasil

por hectare e nadà mais pagam ao proprietário;

Pérsia Perú

outros pagam o aluguel em algodão, á razão de

Japão.

dois fardos

Os Estados Unidos da América,~^qu§^ em 1892 produziram menos de 7.000.000 de fardos de 225 hilos cada ura, produziram mais de 16.000.000 de

fardos em 1914 e em 1921 produziram

de 225 kilos

para cada

fazenda de

16 acres. Houve uma epocha em que os proprie tários insistiam na cultura exclusiva do algo doeiro, e forçavam os meeiros a lhes comprar

apenas- tudo o que precisavam para sua subsistência. Esse

a colheita.

Arizona da Califórnia. O clima desta região é idêntico ao do Egypto, quer na temperatura, quer

Um trabalhador, com um animal, pôde lavrar e

na aridez. Feitas as necessárias obras de irriga

regiões

e creanças auxiliam

mais

ferteis e menos

200 kilos por hectare. A producção maxima só Pdcle ser obtida por meio da applicação generosa dfi adubos chimicos apropriados. E quando os terrenos não são adubados, ainda mesmo nas re-

e P\ma. Naquella região se encontram, como no

paiz, mesmo nos mercados internos dos proprios Estados Unidos da América.

Para concluir estas observações em relação

fiioes reputadas mais ferteis, a producção é

aos Estados Unidos da América devemos frisar

diminuta.

bem estes pontos capitees:

te

I>eante dessa affirniativa feita, offlclalmen-

A industria de fiação e tecelagem está to

Mr. M. B, Oates, profissional competentls-

mando cada vez maior desenvolvimento nos Es

tados do Sul

da União Americana, onde já é

8.000.000. Calcula-se que em 1922 a safra dos Es tados Unidos não tenha excedido de 10.000.000

regimen está completamente abolido. Para cada

unidade de 16 acres, apenas 7._são consagrados á

d'e^^° serviço do Departamento de Agricultura ® Washington, encarregado de fazer essas In-

de fardos.

cultura do algodão; 8 á cultura do milho e ou

^^stlgações, parece que o futuro custo da produ-

mez de Maio fuuccionaram na América do Norte

A producção de algodão tanto nos Estados

tros cereaes, e 1 á cevada. E em rotação (afolha-

de algodão, nos Estados Unidos da América,

31.653.061 fusos, trabalhando 7.493.491.601 ho

Unidos da América, como na índia e no Egypto, elevou-se ao dobro do que era ha 30 annos pas

meuto) cultivara batatinhas,_ batatas doces, le

fatalmente accrescido do custo dos

gumes, fructas, tabaco, trigo, centeio, feno, ce

sados.

vada, vegetaes e forragem.

niei° de pulverisações ® do custodedearseniato combater deas cálcio, pragas por

Em Andersou County um lavrador dextro colhe uma média de 110 kilos de algodão por dia. Cada 635 kilos de algodão produzem depois de

que, ^ ^*-'gm.entoestá definitivamente demonstrado de producção resultante do uso

Se agora analysarmos as condições especlaes em que se produz o algodoeiro, nos paizes acima

mencionados, verificamos o seguinte:

No chamado Coilon Belt dos Estados Unidos da América, existem cerca de 12.000.000 de hecta

O custo de descaroçar, enfardar e collocar as

cintas metallicas em cada fardo de algodão de 225 kilos, é de tres dollars ouro americano. Está provado á saciedade que não 6 mais possível con

Q do-aos preços a que tem regulado, durante Pen o semestre, sem o que não poderá recom^ lavrador dos Estados Unidos, de quem

da feição climaterica da estação em cada anno. Quando todas essas condições correm favoravel mente, as safras são boas. E' assim que, sendo as

seguir-se no Cotton Belt uma safra de algodão

ifiduatriâl contiuúa a depender para o

regular, sem a applicação de certos adubos chi-

de 2/5 partes de todas as suas ne-

chuvas intensas, irregulares e fóra de tempo, as safras são prejudicadas. Se o verão fôr benigno e o oiítomno muito quente, também isso é preju-

rnuriato de potassa e nitrato de soda.

E preciso, também, que a primavera seja branda; que chova regularmente em dias que se jam succedidos por tantos outros dias de sol, con

secutivos, para que as plantas ganhem força e possam resistir aos ataques das pragas damnlnhas que tanto perseguem os algodoslroa.

Em via de regra os proprietários de grandes areas de terrenos empregam lavradores aos quaes

pagam salarios mensaes, fornecem cama, mesa,

bode produzir a emquaDto, nenhum outro paiz i)reços muito inferiores, nem '■âo grandes quantidades.

Em certos casos também applicam escoria de

Thomas, sangue pulverisado, detrictos de peixe e phosphato de cal. Nos terrenos arenosos applíoam-se de 300 a 1.000 kilos por hectare, de um composto de partes iguaes de ácidos phosphatados, farello de caroço de algodão e gesso. E em certos casos addicionam de 50 a 100 kilos de nitrato de soda. Na parte occidental do Cotton Belt pouco ou nenhum adubo se tem usado

até o presente, mas torna-se cada vez mais ne cessário o seu uso,

nuamente, as suas possibilidades de exportação.

a pena cultivar essa malvacea de preferencia a

pela

As safras, porém, dependem do bom preparo mechaníco do solo, de adubagem adequada, de abun dância de braços para a colheita e, mais ou menos,

dicialá safra.

tados Unidos da América encontrará no proprio paiz cada vez maior consumo, decrescendo, conti

^ preciso que no futuro o algodão seja

causados

res de terrenos apropriados á cultura do algodão.

micos. Em geral este se compõe de ácidos phospliatados, farello de semente de algodão, gesso,

prova que a futura producção de algodão nos Es

praga, do

os prejuízos

225-kilos.

Ve

ras, sendo mais da metade nos Estados do Sul. Isto

Não se infira, porém, que os Estados Unidos não possam augmentar a sua producção. Aos preços

fioso de adubos tem compensado, generosa-

descaroçados 1 fardo de algodão em pluma de

mais importante do que a do Norte. Durante o

de 25 centavos ouro, por libra de peso, a que o algodão está sendo cotado, neste momento, vale avairjuer outro dos productos da lavoura no sul dos Estados Unidos da Americaü

Estes

preços, convém

assignalar, não

são

mantidos a esse nível por meio de nenhum systema de vaJorisação oíflcial, mas sim o resultado

da organisação de cooperativas, amparadas por instituições bancarias, que facultam aos produ ctores os meios de conservar em ser o algodão que produzam até que as exigências do consumo

de fihra longa:

a pêlo mencionar que se produz um al-

ren

na CaroUna do

América não se deixi deslumbrar pelos pregos elevados do algodão, e de certo tempo a esta p.irto

desta variedade, porém, só é possível

cias do consumo. E em vez de plantar algodão,

fibra longa, da variedade Sea Islana,

o melhor do mundo:

^ ' e no Sul da Geórgia até o norte da Florid.'climaterlcas

fgj,

justifiquem a venda a um prego razouvel. Mas o povo do sul doa Estados Unidos da

que

prevalecem

na.-

pontos, 6 nunca se conseguiu amplial-.a

Cuif fra de limite. M.is o Departamento de AgriWashington conseguiu produzir um

só cultiva quanto julga -qxie satisfaz as exi.-;suexclusivamente, como fez durante muitos annos, cultiva em rotação todas as utilidades para sua subsistência, com sobras paru exportação. Os banqueiros da região, por sua vez, só emprestam


noo

24

«iw.u

JORNAL DE SEGUROS

JORNAL DE SEGUROS

livremente aos lavradores que cultivam cereaes

Hindostâo - tem tido grande desenvolvimento, e

e outros productos em rotação com o algodão.

a tendência neste sentido indica que, dentro de

Existem cooperativas que se encarregam da venda collectiva de todo o algodão produzido dentro dos limites de sua jurisdicção. Em uma

depende, inteira

jectos solides de bovinos e as plantas dos algo doeiros arrancadas do châa no fim de cada safra.

poucos annos, o Hindostâo transformará, indus

mente, da irrigação proporcionada pelas aguas do Nilo. E sendo o algodão uma safra de valor ga

trialmente, todo

rantido, o Governo encontrou todo o auxilio fi

distinctos: o proprietário de terrenos, o arrenda

nanceiro necessário

dispendio

tário destes e o trabalhador diarista. Os que me

tornaram ne-

lhor cuidam das suas lavouras são os proprie

o algodão

que

produzir, para

consumo local.

palavra — a industria da lavoura algodoeira nos

emprega.

Sem que muitos disso- se apercebam, o facto

REINADO DO EGYPTO

A cultura systematica do algodão no Egypto

o Exmo. Sr. Dr. Miguel Calmon. II

^

O HINDOSTÃO

Dos anuaes da historia consta ter sido culti

vada, no Hindostâo, a planta do algocloeiro, 800 annos antes de Christo, A maior parte do algodão

cultivado em Punjafa e no Sinde, só é possível por

meio da irrigação artificial. Mas o plantio do aigodoeiro em Hayderabad e Madras, depende da regularidade da precipitação pluvial para a sua maior ou menor safra annual.

A lavoura do algodão no Hindostâo é toda

feita á mão, e em pequenas propriedades varian do de 2 a 10 hectares. Os descaroçadores são mo dernos. mas do. typo de rolo. e o enfardamento 6

bem feito. Cerca da metade de toda a producçâo

é exportada, e a metade dessa exportação vae para o Japão. Devido á sua inferioridade, o al

godão do Hindostâo não é apreciado na Inglc.terr.r, E embora o seu preço seja regularisalo

pela base da cotação do algodão americano, pouca ou nenhuma concorrência lhe faz.

O Hindostâo importa pequenas quantidades de algodão em rama, principalmente americano

e uma grande quantidade de tecidos de ; Igodão' especialmente da Inglaterra. Durante os últimos

dez annos a industria de fiação e tecelagem no

lavradores.

Pevalece no Egypto o systema de afolhamen-

mentes dos algodoeiros do Brasil e das Antilhas.

cultivada tem diminuído continuamente. A razão

dessa diminuição attribue-se á circumstancia de

de leguminosas como adubo verde.

Do cruzamento dos algodoeiros indígenas, do

não terem sido feitas obras para drenagem do

Os insectos que maiores damnos causam ao

fixcesso de agua, infiltrada no solo, como, aliás,

algodão, são: Prodenia litura, Earias ifisulana, Oa:i/careniís Hyalinipennis e Qelechia Gossypiela. Destes todos, o ultimo é o peior, de mais difficil combate, e para cujo extermínio completo ainda

eg>'pcio,_ como o Sakelaridis. que possue caracte

tular da pasta da Agricultura, no ■actu.il Governo,

tários, e estes se elevam a 91 % do total dos

De facto, o augmento da producçâo do algo-

to. A industria da pecuaria definha Tisivelmente, e já se acha em voga, em certas localidades, o uso

e das Antilhas, resultaram variedades de algodão

e conhecimentos práticos que possua o digno ti

se

derável; mas a producçâo por unidade de area

que foi a do oui-o, na Califórnia,,e a borracha na Amazônia, a verdade é que gerações inteiras de

Poderemos aspirar a outro tanto no Brasil? Parece que sim, dados os elevados dotes moraes

para executar as

irrigação que

que o Khediva Mahomet Aly fez importar se

que era aHj^ustrfa da lavoura algodoeira, com o

a emancipação econômica dessa região.

de

No Egypto, a lavoura é feita por três grupos

íiâo no Egypto, englobadamente, tem sido consi

data, como antes dissemos, de 1820, epocha em

Egypto, com os das sementes levadas do "Brasil

pois que o Governo da União chamou a sl a tarefa de amparar essa industria com auxiíibs ..moraes e materiaes de toda a ordem, é que se realisou

obras

no Egypto

ípssarias.

é qu^ a producçâo do algodão no sul dos Estados Unidos não rendia o grande proveito economico que se ^uppunha. Setó-.gue possamos comparar o

lavradores arrastaram a mais penosa existência na lavoura do algodão, na Louiziania. Alabama. Texas, Geórgia e outros Estados do Sul. e só de

A agricultura

sas

Estados Unidos da América acha-se organisada em toda a accepção da phrase, e disposta a não permlttir o sacrificio do lavrador que nella se

23

rísticos superiores, capazes de rivalisar com as melhores especies de Sea L^la^iã: assim como o

Asili e Aslnnouni. também superiores ás melho res variedades dos algodões VpJand, de fibra

longa.

O algodão egypcio é hoje

importado em

se tem veriiicado freqüentemente. Sustentam cerlüs autoridades dignas de acatamento, que a

biaior causa da diminuição é devida à menor producçâo das melhores especies que se cultivam

'íe preferencia em todo o Egypto.

não foi descoberto

processo

algum

pratico e

economico.

Outra circumstancia que também tem con corrido para esse resultado é a do lavrador abu-

O algodão no Egypto é quasi todo transporta

grande quantidade nos Estados Unidos da Amé

fiar do uso da agua com

irrigações excessivas,

do ás costas de camellos, por estrada de ferro ou sobre agua nos canaes de irrigação. Os descaro

rica, e ainda mesmo depois de pagar os direitos

uma vez que a agua nada lhe custa, nem cousa

çadores são exclusivamente do systema de rolos

alguma despende em conduzil-a até os seus

e alimentados á mão. Todo o algodão converge para a cidade de Alexandria, onde é. examinado, classificado e comprimido por meio de prensas mechanicas em fardos, revestidos de aniagem,

de importação, relativamente pesados, concorre, vantajosamente, com o algodão americano, gra ças ás su"s excellentes qualidades.

As s-ifras de algodão do Egy-ptQ._8ão produzi

das em pequenas areas occupadas pelos fellahs. ou sejam os lavradores indígenas. No Egypto, a area de noventa por cento das propriedades agrí colas não excede de dois hectares, cada uma; mais de cincoenta por cento do seu numero, não tem area superior a meio hectare. A cultura do

terrenos.

Lawrence Balls, em seu relatório a respeito,

affirma que, alguns dós melhores terrenos que, ha annos passados, existiam na região do Delta

®rana actualmente os peiorea.

E accrescenta:

A diminuição na producçâo é devida á elevação ° lençol telúrico motivada pela infiltração das dos canaes, conservadas em nivel multo e os effeitos nas safras serão eguaes aos

algodão é muito intensiva: mas o trabalho 6 todo

que

feito á mão.

^ i" hiuitos annos vindouros, a menos que se cor-

A producçâo de algodão no Delta Egypcio só

se verliicaram em 1909, e hão de perdurar 08

males e se

ponham em

execução

as

(-■ possível graças ás obras de irrigação artificial feitas pelo Governo; e as enxurradas de alluvião

J-^bdes medidas preventivas que se tornam ne^^Saarias, Ora as medidas suggeridas para reme-

trazidas em suspenso nas aguas do Nilo fertllisam o solo em condições de não ter sido ainda necessário até o presente o uso de adubos; mas

Soh ^

é visível o depauperamento do solo e a urgência dl appllcação de adubos, em futuro não remoto. Durante o período das enchentes do Nilo os can-^es de irrigação são exgottadog de oito em oito para

assim

evitar

o

encharcamento

do

subsolo,

A proposito de irrigação, vem a pêlo dizerse que a barr.agem do Delta foi concluída em 1861,

^bcha dug inundações; e pode-se avaliar as som'^^baideraveia de capital que terão

° assumpto: Sir "WilUam Willcocks, em seu

de declarou que em conseqüência das obras ^ ^blgaçào do Egypto, as terras pobres estabielhores e as ricas peiores {poor lanãs ore the rich lands worse) do que eram antes,

^dtno Be vê no Egypto, o augmento da prO"

executado de 1887 a 1890.

de algodão apresenta problemas cujas reenvolvem o empate de grandes capitães

brrragens do Asirãn Dam, de Zifta e foram

respectivamente •concluidas

em

rigem do E-ina e em 1912 a barragem do Aswãn Dam foi ampliada.

O algodão egypcio Sakelaridis é de todos os algodões de fibra longa o mais resistente e mais fino que se conhece. A grossura do Sakelaridis está para o das melhores especies de algodão bra sileiro, na proporção dè 62 para 80, sendo muito mais sedoso do que o brasileiro. Neste particular o Brasil tem deante de si o exemplo do que se fez nos Estados Unidos da América, melhorando no que for preciso os seus excellentes algodões do

Serldó. para concentrar em Dietrictos distinctos a ^pultura -dessa variedade, cujo custo de produ

cçâo será sempre mais elevado do que o de outras variedades.

A safra de algodão egypcio, no anno passado foi reputada eXcellente e os "stocks" visíveis em Alexandria, aos 30 de Junho do anno findo eram

^ ^ em realidade. 367.000 fardos, cerca de 10 % a menos do que gQ, ^btra autoridade chamada a pronunciar-se de em 1921.

foi emprehendida a sua rectificação, trabalho esse

1901. 19^2 e 1903. De 1907 a 1908 foi feita a bar-

de ser

^^spendidas antes de que esta aspiração se con-

m''s tendo-se verificado nella grandes defeitos

As

controle e doNilo nívelAzul. a que aa aguaaincluem do Niloo Branco na

sendo o peso de 350 a 370 kilos.

te.o

bbras

hydraullcas

importantes. Accrescen-

ü isto que o único combustível para uso doao alcance dos treze milhões de fellaheens

^ivem da agricultura no Egypto, são os de-

No Egypto é o proprio Governo que sustenta

o mercado dentro dos limites que lhe parecem razoáveis, e os possuidores de "stocks" não são

forçados a vendel-os por falta de recursos fuianceiros. AFRICA OCCIDENTAL

A planta do algodoelro encontra-se em estado

nativo na África Occidental, onde os indígenas a cultivam aqui e ali para seu proprio uso. Desde

1S63 que os industriaes de Manchester, premidos


26

JORNAL DE SEGUROS

pela falta de algodão, devido ã guerra civil na

27

JORNAL DE SEGUROS

tura do algodão, no hinterland de Lagos, e na Costa do Ouro, para o que installaram usinas de

rio, antes de tudo, resolver satisfactoriameute, certos problemas da mão de obra e do transporte. Até o anno de 1918, a producção annual de

garantir preços mínimos aos cultivadores de al

Passando agora á China e a Chosen, verifi

algodão na África, excluindo o Egypto, era appro-

godão em Queensland, desde 1920. E não tendo

beneficiamento e facultaram aos lavradores in

ximadaraente a seguinte;

o augmento correspondido á sua espectativa, ele

camos que a lavoura do algodão tem augmentado rapidamente depois de ter sido prohibida a cul

América do Norte, tentaram intensificar a cul

dígenas todos os meios para a cultura intensiva

do algodoeíro, mas tudo foi abandonado logo que a producção de'algodão norte-americano se normalisou.

Durante os últimos 20 annos têm sido crea-

dàs na Inglaterra a British Ootton Growing Association e a Empire Cotton Growing Associa

10.000 fardos 225 kg^ Nigéria e Kameroars 10.000 Uganda 30.000 Possessões Inglezas e Almãs prientaes

Nyassaland e Rhodesia ..

" "

" " " "

niale; e na Ailemanhá a^Aoíomaí WirtsehaftUche Estas organisações semi-offtciaes bem ce^o

se convenceram de. que só por meio da garantia

de um preço mínimo^ aos indígenas é que seria possível conseguir que elles cultivassem o algodoeiro em quantidades apreciáveis. Para os au

que as ditas Associações

tura da papoula, para a extracção do opio. As fibras do algodão cultivadas na China são fracas,

a níveis muito elevados acima das cota

ções actuaes, ou seja a 18 dinheiros, por libra de

"

" "

irrigação, provideuciar meios de transportes, e

"

" "

outras obras preliminares, antes que possam con tar, com um augmento de producção apreciável.

Desde então o augmento da producção é en-

• E é essa a situação em que se acham feridas Associações; essa a

as re

fardos de 225 kilos, que a Bulgaria, o Chypre e

de cada safra.

E se tivermos em conta o terrível sacrifício

nomia e engenharia conhecem, como recursos possíveis, foram postos em acção pratica. Mas, nem mesmo assim o augmento da pro

de vidas humanas, causado, naquellas paragens, pela moléstia do somno, e o desbravamento de terras nas regiões^ inhospitas se não

Se agora voltarmos as vistas para a Europa,

verificamos que a Grécia produz cerca de 25.000 a Italia produzem, cada uma, alguns milhares de fardos, e também produzem algumas centenas de

fardos, cada uma, a Hespanha, Yugo Slavia, Mal

de transporte; tudo, emfim, que a moderna agro

mortíferas

local augmentam,

visivelmente, e absorverão todo o augmento da producção de algodão, que o clima permittir.

Voltando á América, verificamos que o Mé

de um preço mínimo, pelo algodão produzido, fornecimento de sementes e instrucção agrícola

leccionadas, ensino agrícola e facultaf^íbe^ meios

do que as variedades americanas. Mas nestes paizes, as exigências do consumo

enfrenta.

,

xiliar nessa tarefa e fornecer-íbes sementes se-

As variedades produzidas na Mandchuria e ao norte de Chosen são mais resistentes ao frio

perspectiva que as

referidas Associations e a despeito da garantia

gratuita, assim como adeantamentos para com pra de ferramentas e custeio do pessoal até o fim

curtas e grosseiras; mas tendem a melhorar.

peso; mas já verificaram que será necessário im

7.000

Isto, não obstante os esforços continues das

voura em geral.

mínimo

20.000

corajador; mas não tem sido notável.

relação á industria algodoeíra, ou mesmo á la

varam, no ahno de 1921, a garantia do preço

portar 30.000 lavradores e fazer certas obras de

tion; na França à- Association Cottoniére ColoKomitee. ',

E' verdade também

começaram a facultar os meios financeiros e a

ta, Sicilia e Greta. Na Asia Menor e na Pérsia, especialmente na

Mesopotamia e também nas cercanias de Adana e Smyrna, a producção não excede annualmente

xico tem produzido

cerca

de 200.000 fardos

e

quando muito poderá duplicar essa producção. Para isso, porém, serão precisas grandes obras para a irrigação artificial dos terrenos. Somente nas Províncias de Durango, Laguna e Coahuilá

é que o clima permitte a cultura do algodão sem irrigação artificial. Os algodões do México são de boa qualidade, especialmente as

variedades Du

rango e Acala, hoje acllmadas nos Estados Unidos da América.

Em algumas das AntUhas, especialmente em S. Vicente, Anguila, St. Kitts e Barbados, pro duz-se o famoso algodão Sea Island, quasl sempre

da África, únicas onde o clima "permitte a cultura do algodão, parece de bom aviso procurar-se alhm res a solução do problema de augmentar a pro

de 200,000 fardos; todo elle de qualidade inferior

vas, verificou-se a impossibilidade de explorar,

vendido a preços absurdos antes de feita a co

ducção do algodão.

fardos, nas duas únicas regiões cujo clima per-

proveitosamente, os campos experimentaes, sob

Em climas dessa natureza nunca será pos sível conseguir que os indígenas se sujeitem

mitte a lavoura algodoeíra, sem irrigação: em Turkestan e Transcaucasia; e com irrigação ar tificial, em Ferghana, Transcaspia, Samarkand e

lheita. Mas também nessas ilhas seria impossível

ducção tem correspondido ás esperanças dos di rigentes dessas organisações. Não obstante as mais persistentes tentati

a supervisão directa de technicos europeus.

As localidades onde tem operado a British Cotton Growers Association são, na África Occi-

dental; Nigéria, Costa do Ouro, Serra Leôa e

Gambia. No Sudão Anglo-Egypcio, em Tokar, Khartoum, Tayiba, Kassala, Gallabot, Protecto-

rados Inglezes de Uganda, da África Oriental, especialmente em Nyanza, Kenya, Nayrobi, etc. A Allemanha concentrou os seus esforços nas suas possessões na África Oriental, colhendo me

lhores fructoa dos seus esforços, mas não tanto quanto seria para desejar. Em todos os casos as

docilmente.

Em conclusão: após vinte annos de esforços intelligentes e persistentes, as Associations ingle zas não lograram, até hoje, conseguir que a pro ducção de algodão na África chegasse a 100.000 fardos annuaes. E quanto á Austrália, já ali se

levantou o brado a favor de ser reservado para as industrias locaes, todo o algodão que ÍÔr pro

formidáveis.

pto, a 1.000.000 de fardos de algodão de 225 kilos

que elevou o capital de 3.400.000 para 6.800.000

francos, em vista dos resultados obtidos pela cul tura de 3.000 hectares de algodão, vendido todo a 10,10 francos o kilo, antes de ser feita a colheita. Ao sul do Egypto, no Sudão, existem grandes areas supefflciaes de terrenos apropriados á cul

tura do algodão; para isso, porém, será necessá

Syr Daria. Mais de metade deste algodão era con sumido no Império Russo. E difficllmente se poderá estender a area em

cultivo, devido a condições climatericas. Infelizmente no momento actual torna-se dlf-

augmentar a producção além dos 15.000 fardos que

produzem

em

seu

conjunto. Na

Colômbia,

Venezuela, Equador e nas Republicas da América Central, a lavoura algodoeíra nunca poderá ser industria importante, por causa de condições geographicas e climatericas adversas.

(Continúa).

ficü acompanhar o que ali se está fazendo em

J. Simão da Costa.

dentro de uma década poderá ser elevada a safra

do algodão de toda a África, á excepgão do Egy

ções Belgas e Francezas vêm registrando algum progresso tanto no Congo como em Nigéria, ha vendo uma epipreza franceza com sêde em Dakar,

Na Rússia produzia-se cerca de 1.000.000 de

duzido em território australiano, porque as suas fabricas se acham a trabalhar com regularidade. E talvez não erre quem affirmar que nem mesmo

difficuldades de transporte constituem obstáculos Durante os últimos dois annos as Associa

ao americano.

I

cada um.

E' verdade que na Inglaterra, os fabricantes de tecidos acceltaram a obrigação de contribuir com a somma de meio shilling, como imposto so

bre cada fardo de algodão comprado, para que o Governo Inglez ponha esse fundo (cerca de £ 100.000 annualmente) á disposição das Associaçes que se incumbirem de promover o aú-

Capital subscripto:

Capital realizado:

$3.000:000.00 c/l.

$900:000.00 c/i.

iutoríiada a funccíonsr paio Decreto n- 14.3'5 de 15 de igoeto de 19M Séde: BÜEN0S AIRES =

DEPARTAMENTO DO BRASIL

gmento da producção do algodão dentro dos do

ro8 do fogo, marítimos e ferro viários =

mínios do Império Britannico para proaeguirem

B. ii llianilega o: 5, 2;, sala dos fundas — lelíPlioní liotín 3216 — Endnr, Itingi.

nessa tarefa.

„ Capital realizado no Brasil Rs. 650;000$p00

RIO DE janeiro


29

JORNAL DE SEGUROS

os tLlIAOOS 00 FOGO

"L'UNION

99

Conforme tivemos occaslão de noticiar, esta

poderosa companhia franceza de seguros duplicou

STELLA

9 9

iDflammavels no csntro da cidade e falta dagua •A falta de cumprimento das leis, no Brasil,

iá motivou de um humorista a lembrança de que precisamos crear uma lei tornando obrigatório o cumprimento de todas as outras.

[IPiimill D[ SEGIItIS MIIIIIHDS E lESIIESIRES

E' o que succede por exemplo com a lei que deposites de inflammaveis no centro da

emade. Lei rigorosíssima, como era preciso que 866 a que regulamenta um tão perigoso ramo ® negocio, ella soffre do mesmo mal que infella nossa legislação: não é absolutamente cum

Capital \ \

1.000:000$000

prida.

_

Ainda na pavoroso incêndio occorrido o mez

Passado num prédio da rua Rodrigo Silva ficou

5C0:000$000

Realisado.

IPestão de depósitos de inflammaveis. ^ mais interessante é que o assumpto é tão

Deposito no Thesouro —Rs. 2CO:000$OCO

Leonidas GARCIA ROSA Riscai:

Dr. Raul dos Guimarães Bonjean Octavio Corrêa Dias

Euclydes do Nascimento Rocha

"L'Union" funcciona, a lei determina que esta

reforma não podia effectuar-se sem ser ouvida a Inspectoria Geral de Seguros, e sem approvaçâo do Ministro da Fazenda.

Este caso suscitou reparos e medidas contra a ''L'Union", por parte da Inspectoria de Seguros,

e aquella companhia franceza trata agora de de fender o

seu acto,

correndo

o

processo

perante

esta repartição, conforme os termos precisos.

Escriptorio de Advocacia Drs. Senador Euzebio de Andrade e Goulart de

Andrade

que os irmãos Drs. Senador Euzebio de Andrade

Paes

inspeccionados pelos agentes munici-

e Goulart de Andrade participam a abertura de seu escriptorio á Avenida Rio Branco, 137, 3.",

ir,.

A respeito de tanto rigorismo, os

tendo - ramificações e succursaes em S. Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Alagoas, Pernambuco e

depósitos se succedem com uma

tn ^

que apavora e, o que é peior, encon-

us sempre com um stock capaz de incen-

Parahyba.

A legenda de trabalho, cultura e talento que é de muito apanagio da família Goulart de An

citflrt mesmo a proposito do pavor causado pelo e A .®^uÍ8tro. um dos maiores que temos visto, do "tiRegistro',fiscalisação official, que o chronista do Jornal do CoTJiTJiercio, escreveu;

drade, dá agora em maior latitude provas da sua

isso. impressionadissimos com o sinis«e^ segunda-feira, tem s^&unda-feira. que que revelou revelou ao ao mesmo mesmo iem-

que deixamos mencionados. Que seja do nosso conhecimento é esta, no gê

»

-—s/v*,

»•>>'•«

do

conimum de fogo, poderiam ter devora-

e 2 '■^uztaneameníe a face da rua Rodrigo Silva medi de Setembro — os commerciantes, advogados

de p

^Y^onagem.

gcni

e famílias que

occupain a

cogitam de organisar wn serviço

^^^'^nfemente, não

é nada

decorativo a

^^ríencer a uma sociedade de espiões; bem

as cotisas, ver-sc-ha. porõm, que se

da OonselHo

sem a reforma dos estatutos, e no Brasil, onde a

aj^^^^h^dos Jiscaca de inflammaveis. os quaes

uos das "coincidências" que, das taes taes "coincidencjas" que, ligadas ligadas por poi

Oscar RUDGE

lhões para a nova chamada. Uma medida desta ordem não podia ser feita

Fomos honrados com a circular deste mez, em

p Directores:

retirados dos seus fundos de reserva, 2 1/2 mi

.^^^^finte que para rigorosa execução de tal lei iste Um grupo de funccionarios pomposamente

Quarteirão inteiro,

JANEIRO

que passou a 20 milhões, realisando a "D'Union",

uma vez demonstrado quanto são imprevieiUes as nossas autoridades municipaes nessa

Sede: Rua Silva Jardim, 16

o seu capital, que era de 10 milhões de francos e

espionagem legitima, feita para defesa

u e da propriedade,

das ^stas, sem duvida, f^incções primordiaes Çdo V^^^'''idades: jã vimos, porém, que a dedicaPrçf fiscaes de inflammaveis e dos agentes da eQ 7ião basta para- evitar que o petroleo íI(q enfre, não se sabe como,, para "depoclandestinos" onde aliás os consumidores de

da(ip"^^"ueis ois vão buscar quando e na guanti■ 9we desejam.. .

uisfd desse fracasso da vigilância official, raxoavel e legitimo do que nós pos-

rij 05 Í10SS05 agentes secretos que denunciem Un ^^'"^cridades, por intermedia dos jornaes, dp casa tal se está constituindo um vulcão qa^i

grande organisaçâo, facilitando á sua vasta clien tela o poder tratar num só escriptorio os nego cies que tenham em um ou em todos os Estados

nero, a primeira organisaçâo que se forma abar cando a um só tempo, em diversos logares, a sua acção profissional, e isto garante o grande successo da sociedade Goulart de Andrade.

Gommissariado de Buarías das Gorapanhias Poriuguczas de Seguros Kua Jliirochat Í'Horia«io Peixoto, 225. SOf>

'

'

te occorrido registros.

TEL, NORTE 6890 da

falta de pressão

da

agua,

nos

A falta de agua foi sempre um dos flagellos dessa nossa linda cidade. Não ha um dia em que os nossos jornaes não registrem reclamações a

respeito.

^

Devido a esse motivo, iunumeras vezes têm

08 nossos heroicos bombeiros quedado ante as chammas, na impossibilidade de dominal-as com

a precisa presteza. E' assim que são forçados a lançar mão de recursos outros, como o IsolameptO do prédio sinistrado, derrubando os pontos de contagio ou ainda de deposites que possuam, Tal medida, morosa como é, permitte a pro-

wiowenío para outro, poderá liquidar os sos haxíeres ou, ao menos, privar-nos do local . pagação das chamiuas, que tomam proporções as

Agentes em todos os Estados e principaes cidades

® ''-ubaíZio." não só o descuido e imprevldeucia de

ta

® ÍUnccionarios facilitam o incremento do fogO. Ainda nesse incêndio da rua Rodrigo Silva ^^Produziu o facto, já tantas vezes infelizmen-

sustadoras até que jorre agua com abundancia. E' a esse conjunto de circumstancias favqra-

veis ao fogo que as companhias de seguros devem os prejuízos que ultimamente têm registrado, nos seus relatórios.


JORNAL DE SEGUROS

31

COMPANHIAS BRASILEIRAS DE SEGUROS

JL1£ COMPANHIA

Companhia Nacional de Seguros Mari^imoa e Te^estree

DE

SEGUROS

SEGUROS MARITI 5IOS E TERRESTRES

BLIRITIMOS

E TERRESTRES

IIIIEIII0UI0BIIIIII[0n'9-2!aiidar([as9MaDá) —

Rio do «Janeiro

FUNDADA EM 1804

, .z

ROO 1OOO.90OO

CAPITAL

pensos Deposito no The.soiiro Federal.

Directoria:

hffonso "^izeu,fosé T^ainbo da Silva Carneiro,

Nom.

estabelecimentos commerciaes, moveis, mer cadorias em

Conselho Fiscal:

transito

e

outros

riscos

Anglo-Sul-Americana

ter-

restre's.

< Francisco Eugênio Ueai, kipenor Leivas,

Em Seguros Marítimos sobre vapores, na vios & vela e outras embarcações, mercado

Manoel José'íebrão, Zeferino de Oli-

âa^or João Peynaldo de Paria

573:6005000

200:0005000

Brasil

M '

Garantia

n '

Indemniaadora

i>

Integridade

Í9

60$

30$

3¥000

200$

200$

160$

10$000

1:000$

300$

250$

10¥000

200$

80$

100$

200$

70$

3$000

?

¥ 5$000

87,RUA DA QUITANDA,87

Lloyd Sul-Americano

9$600

Minerva

'.

Previdente

Directores

' -

2

_

_

_

_

200$

80$

110$

V-v

100$

60$

35$

91

— •

Mutua

1:000$

1:000$

1:621$

500$

200$

¥

¥

1:000$

$

¥

¥

r. ' '

99

...

.

-

¥

40 %

40$000

Stellá

11

200$

600$ 100$

União dos Proprietários

»f

100$

100$

180$

¥ 6¥000

União dos Varegistas

ti

200$

200$

385$

12¥000

Urania

tt

100$

40$

¥

1:000$

1:000$

2:200$

-1

$

¥

¥

Amazônia

$

'$

¥

¥

Americana

$

$

¥

¥

$ 200$

$

¥

¥

58$

¥

¥

100$

100$

¥

¥

$

¥

$

¥

$

¥

¥

¥

Recife

1:000$

800$

¥

¥

■■

$

¥

Bahia

$ 1:000$

1:000$

1:000¥

¥ 80$000

Recife

$

$

¥

¥

$

¥

¥

$ $ 200$

¥

¥

¥ ¥

¥

¥

¥

200$

460¥

¥

?

¥

¥

¥

... .

200$

55$

¥

¥

P. Alegre . .

$

$

¥

R. Grande .

500$

¥ 200$

¥

$

¥

¥

¥

¥

Segurança Industrial

.ToQo Jorge Galo Juiilor. Manoel Joaquim Ccrqiielra.

g?

^

Prevlsora Rio-Grandenae

Sebastlíio José de Oliveira.

ss

100$

50$

EDIFÍCIO PROPRIO

88

55$000

50$

474:8475168

• •

4$800

1:550$

200$

— Telephone Norte 1922 —

II

280$

700$

200$

i>0#0«0«0«0«0«0«090*0«0«0#0*V#0«0«09090«0*0*0«0«0*0«09090#0«0*0*C«yX

1

80$

700$

500$

C ^•C«Ú«0*0«0*0#0«0«0«0«09Q«0«0«o*o«o*o

• I

200$

ff.

2.645:9965115

n

.

Lloyd Industrial Sul-Americano

-

dendo

Í9 ■

Desde a fundação da Compa nhia

Divi

venda

Internacional

Sinistros pagos; .

Realisado

DUlma

missão.

Nacional de Seguro-Mutuo

Anno de 1921

. .

Acceita procuração para administrar beris de qualquer natureza, recebimentos de alu

1.000:000s000

realisado

"

Confiança

gueis de prédios, juros de apólices e outros titules dé renda, mediante módica com

>

Rio

ArguB Pluminenae

rias embarcadas, etc,

vefr^, Paulino Josésda Costa e Commen-

Deposito no Thesouro .

Séde

NOME

858:0009000 200:0009000

Opera em Segriiros Terrestres om prédios,

Cícero Teixeira Portugal e Jiumberto Taborda

Capital subscripto . ...

acção

Valor da

Fundo de reserva c lucros sus

. .r

»

¥

•O

ADAMASTOR

II

•O 09

ss

Alliança da Bahia Alliança

Oompsnhtiâ de Seguroe FUNDADA EM 1887

P io

ss

Sêde: RDA PRIMEIRO DE MARÇO N. 37

A

1.000:0009000 gg

$

-

SÊDE EM LISBOA

5?

'•j

4 >5

«Ia "D a Avm T Fundo de Reserva, Liicroa siis-

Baslleira de Seguros

1.41U:4078363 §| ^ Capital realizado no Brasil... l,000:000$000 iú Deposito no Thesonro Federal. 2001000900» II

Commercial

Sinistros pna^ns desde n sua

Fénix (Phenix) Fénix (Phenix Pernambupana)

l>cn808 e Reserva de lei....

fiinducfio Dividendos distribuídos nos aeetonlstas desde dação

•o

t>.5«4:l)82?0l>0 §8 •O

n snn fun

y Deposito no Thesouro Nacional

200:000$000 ■&

i

1.Í17S fOOOSOOO

Opera em SEGUROS TERRESTRES de |i prédios, estabelecimentos, fabricas, officinas, gS moveis de residência particular, mercadorias SS 'em transito" pelas estradas de ferro e outros St riscos terrestres.

-Aceita SEGUROS MARÍTIMOS sobre vapo- ||

bem assim mercadorias embarcadas, fretes g8 de navio, etc. gg Aceita procuração para administrar bens gg de quabiuer natureza, inclusive cobranças de 8S Juros de apólices e outros títulos de renda, 8? mediante módica commissão.

Endereço Teleeraphico: -VARBGISTAS"

— Caixa do Correio n, 1.039. Telephone:

Norte 862 — Codigo "Ribeiro",

•g

Octavlo Ferreira Novnl — Anostlnho Teixeira '•

Novaes.

I

Italo-Brasileira Lloyd Paraense

S. Paulo .. . Pará

MAGALHÃES & C.

$

Maranhense

Maranhão . .

Paulista de Seguros

S. Paulo ,. .

y :v:

$ A

|S !1 Telephone N. 5634 - Rio de Janeiro i4 I

Directoria: J, L. Gomes D. Assuinpçfto ^ !•

P. Alegre ..

Indemnisadora

Igg i 51, Rua Primeiro deNlarço, 51 i O#

Esperança

4 vi

Representantes geraes no Brasil:

SS

rea, navios á vela e outras embarcações e gg

Pará

íví

o*

200$000

Í-».

4

Rio de Janeiro — BRASIL

Capital realizado

i Companhia de Seguros Luzo-Sul Americana

''4

Pará

Interesse Publico íris

:

Pelotas

Pèlotense Porto-Alegrense Rlo-Grandense Santista

. , . .

Sintos

¥

Sul-Brasil

P. Alegre . .

200$

.¥ 80$

Tranquillidade

S. Paulo . ..

í

¥

¥

¥

200$ 200$

100$

¥ ¥

¥

S8SSS8S8S$S$SSS$SSSSSSSSSSSÍS8SSS8S8;SSS8S?8$8;SSSS8S8S8&-|S

União Fluminense

Campos

80$

¥


32

JORNAL DE SEGUROS

Companhia de Seguros Marítimos e Terrestres

COMPANHIAS BRASILEIRAS DE SEGUROS SEGUROS DE VIDA E ACCIDBNTES DE TRABALHO

Valor da acção NOMES

Séde Nom.

Reallsado

Brasileira de Seguros

S. Paulo ...

200?

80?

Caixa Geral das Famílias

Rio

200?

100?

"

200?

200?

Cruzeiro do Sul

pp

Equitativa dos Estados Unidos do Brasil

1 f}

Mundial

■-

Paulista de Seguros

S. Paulo

. ..

Previdência do Sul\

P, Alegre

..

Previsora Rio-Grandense,

Rio S. Paulo

Seguros Operários"-

" "

dendo

S. Paulo

%

100?

20?

200$

200?

?

%

500?

200$

$

?

% 100$

?

100$

100?

100?

$

%

.,.

Aachen & Munich

Capital

Rua de S. Pedro, 33-Sob.

1824

Assurances Générales

Atlas

1920

DE

JA rsj EI F? O

£

2.000.000

Home

. .. .

N. York

London Assurance Corporation .. . . . .

Londres

1853

S 12.000.000

1720

Líverpool & London & Globe

1836

?

Northern

? 20.000.000 —

900.000:000$

Preussische National

Royal Exchange

Union

New York Life Insurance Co

1.000:000?

363:876?

NOME

Yorkshire

1917

£

SEGUROS

DE VIDA

Séde

Fundação —-

Capital —

CIPITIL

IS. 1.00D: —

PIOHPTO PHIMEnTO

DEPOSITO NO THE

SOURO RS. 200:000$000

-T-

Sagres

700:000? •

TAXAS REDUZIDAS

1910

ESTRADAS DE FERRO DO BRASIT

Portugal e Ultramar

SEGUROS marítimos E ROR TODAS AS

1809

British

2.000.000

7.797:300?

320.000:000?

1850

Níagara Flre North América

£ 75.000.000

9.000.000 —

1872

Union

£

London & Lancashire

Manbeimer

£ 43.887.580

650:000?

1821

i

Hansa

Royal

WIO

Sinistros pagos no Brasil

1861

Sul-Americano

Guardlan

North

"

_ —

Commercial Union

Motor

-

ESQUINA DA RUA DA CANDELÁRIA

1.000:000?

r

Alliance

Fênix

1918

Albingia

Reservas

531:178$700

TELEPHONE 857 NORTE

$

Fundação

1.000;000$000 1.500;000$000 200:000$000

Hnd. T0legi*aphieo "Segarança"

SEGUROS 3IÀRITI3IOS E TERRESTRES Séde

1872

Fundo de reserva

COMPANHIAS DE SEGUROS ESTRANGEIRAS NO BRASIL NOME

em

egralisado Apólices Federaes Deposito no Thesouro Federal .

B.ihia

Véra-Cruz

CONFIANÇA Rurtdada

?

%

.. .

Rio Sul-America

um-

venda

Mutua

Lloyd Industrial Sul-Americano Metropolitana

Ultima

6.517.688

Reservas —

5.844:855? —

Sede: Rua do Rosário n! 60


JORNAL DE SEGUROS

ratvco, 93 a 9T-

"Revista de Seguros, Gommercio e Estatística l=>«JOL.IOAÇ^AO IVISNSAL.

^iieciot: S".

Sectctatto: 0^C'f•^O'VV 0O'^'tc^

9a oRocPia R©<d30çSo

I

©' iE^cjrr>Irkls-braçSo :

IS/larooHal F^loriano F^oi>coto, 3S5 — SOÍD* TEL. 6890 NORTE

RIO DH JANEIRO S UJ IVI IVI A F? I O:

UiilerI» lio Scffuro — Comm. José Antonio da Silva.

C«>ii>mÍNKno vi«alortoi1orii de trnplelieM.

.

A novn ttlroi-pnn ain Oomp. il« S«>tfiir(»s <'Gariiiitlu'%

liiNitvflorlo de MeijruroM ^(IBaLpedlentc)..,

,

"lloIctliH. ale mok<itun",

"A

StiriiTontiH ilos Nci^uratH. O a><)iiiiiii>rcl(t dl' Mfi^iiriiN — J. Simác da Costa..

ARTIGOS PARA HOMENS

llaucn dn Oalila".

=

POSTAL

=

: N. 789:

enD. te-

s

Mattos Areosa ASOÊRA

p

LEGl^r

Xlu>' llnrItOHii.

Os Incêndios de Fevereiro nesta Capital,

^'Alllnnvn du Daliiir*.

ás.s. dos Eiiip. no Commcrelli do Rio de Janeiro. O nleniiflu — J. Simáo da Costa.

Companhia Intcrnnvionnl dc Sctttiros,

Soelal.

Ilr, Aiigiistu Vcrg'uc de Abreu.

g

Mfliváes

g

CODIGOS USADOS: Ribeiro, AVesterjo Ünioii, A. JL G. (5^ eliçõo) § B A. B. C. õ" GfRçn.0 nielliorada.

M

^

S,

Alllatiice AMHiiranee Coiiipnny L>ln>lted.

Oh liii-a^ndliiH iii-Mlii Capttitl.

iVovn Ict c rcgiiliinicnto do scllo.

A rt«N|MMiNJihlIliliide do iniiulllnocmeiistidchiccndlo.

InfuriiinçOes sob^e as Companhias tio SejriiroN no- -

CoiilliiendiMlair Aiitnnio Ferreiro «In Silvo.

= s S

olonnes e cNtraui^relcus.

BRASIL;

Acceita rfprencnfaí^ões de oasc/fi h /db7iea.s' nacionars e eHf.ranqeira.s

g s s

S. Paulo — João Oliver Ferreira

Lisboa —■ Arthur, Rodrigues — Prata, 108

Florianópolis — F. C. da Fonseca Lobo Porto Alegre—M. M. de Frias Monteiro Bahia — Companhia Luzo-Brasileira

,Funchal — Dr. Adolpho Brazâo Ponta-Delgada — João Soares Júnior

Recife" — Albert Cerf I

Bello Horisonte — Jorge L. Davis

Porfb' '—'M. Martins & Comp. Ilha Terceira — M.'Vieira da Silva

'Madricl — D. Angel G. de Ia Serna — Fuencarral. 26

Barcelona — Carreta y Hijo—Estúdios 17 PREÇOS DOS ANNUNCIOfe

ASSIGNATURAS

Brasil

T8$000

Pagina inteira .

líatrungeiro Numero avulso

' 25$000 2$000

Mela pagina Ouarto de piigiua —

A assiguatura ê sempre ânnual, pocTeudo CQinefiar em qualquer mez.

Oitavo de pagina

Mom do Sá, 07 o 78

80$000

' 45^000 25$00tí 15$000

Bohus ás publieaçSes anmiaes, 10 % Tnsergdes no texto, coiiConne conyengfto.

Toda a correspondência deve ser dirigida para a Rua Marechal Floriano

Peixoto 225, sob. ou para a Rua Gonçalves Crespo, 17

composta e Impressa na 3Smpro;:a InUustrl.| URIitora "O Norl"' "l.

PGRTUGAL e hespanha

Pará'— J. R. da Silva Fontes & Çomp. Gommissães, GonsignaçõBS, ÁgeDcias, Representações a Gonta | Própria

"Alliança da Bahia", liaso-Bfasileipa "Sagncs" e "Intepesse PablÍGo" COMMIHSAUíO J)K A VAJilA j^ de varias cnmpaukiaíí de sei/uros

■1

A G E: rsl T ES :

g .-AGENTKS DAS SBOUINTES,COMPANHIAS DK SEGUROS: M ^S'

DomhelroN morMImos.

*'l'a>r(ianral Asnureur".

=

Rua Guilherjne Moreira, 42

'"4Íl{j

O ImpoNto solirc O rendo c a \^Snl-Amcrica".

>Heg;iiroK liitoriiiiüluiiuuH — Modoirofl e Albiitiuerciue.

CAIXA

' dc rcfuriua üus Estatutos da Comp. *Ale

AiiHCHrIncíVu dc CoiíiiiuiiUUih de Seguros.

SeieiiruM de hemCeltairliiM. .. Am onmiiDTililiiN de KffçiiroH. .Sogriiniio ronj^TCNXo do

=

^

Não se restituem originaes


Jornal de Seguros

Revista de Seguros, Conmiercio —= e Estatística

PubliesK^Eio Secretario — Nelson Costa.

Dirccíov — ■/. jVnncs da Bocha.

gÉDCNoRio ocJaneiro

Anno 1

Aia fVimein) de Hareo n?

MARe© OE 1923

N. 3

ACEMCIAS

DIMIIBtlmiKtB

( edifício PROP

çfeS.PAULO ^

e 5AMTOS

GAüERlfl DO SEGURO II COMMENI>ADOR J0ST5 ANTONIO DA íSlLVA

Temos hoje de occiipar-uos de uma das mais commercial de seguros, o comraendador José An

seguros, tanto nacionaes como extrangeiras, ir manadas todas uò desejo de fazer progredir e en grandecer-se o commercio de seguros brasileiro,

guros "Confiança", e ciue ê ao mesmo tempo pre

á figura prestigiosa do presidente da Associação,

syntpathicas e atti-aheutes íiguraa do nosso mundo

tônio da Silva, diroctor da Companhia de Se

CflFITilL INTEGRflLISilDO

sidente da Assocjação de Companhias de Seguros. Este ultimo cargo marca para o nosso retra

ZiODiODOSODO

tado o lugur que lhe distribuímos na nossa gale-

não havendo negar que todo este trabalho se deve ao lado do qual estão cavalheiros do maior devo-

taraento por essa causa dos seguros, taes são os Srs. Carl Metz e Cicero Portugal. A Associação de Seguradores bem precisa de homens degte valor para impor-se nos meios onde

tem de agir para fazer-se valer, á roda de si, pe rante o publico, as autoridades policlaes, o Corpo

(Em 2.500 acçôes de fís. |.-000$000)

de Bombeiros, a magistratura, o parlamento, o go verno; e dentro dos domínios seguradores, mesmo,

havendo de desenvolver a maior energia e esfor

Capital

.'. j

ços. para desalojar neste terreno muitos dos in convenientes, preconceitos e abuzões, que o tem po abi estabeleceu, fazendo-os ganhar direitos de

2.5oo;ooo$ooo

• V •• — ••

posse e legitimidade.

2l5:ooo$ooo

Reserva le^aí.,— Outras reservas

1.6]8:]29$5úo

Immoveis e apólices de sua propriedade e outros valores..

4.568:538$ooO

A missão da Associação vai ainda além da missão de limpeza dos estahulos de Augias que deixamos lembrada, — ella vae melhorar o qiie está, reconhecendo o que deve ser aproveitado; o incumbe-lhe ainda a iniciativa das seguintes

medidas necessárias perante a evolução que o seguro por si já realisou em outros mercados,

taes são o alteamento de taxas de seguros, reco

2oò;ooo$ooo

nhecido que as actuaes não compensam a média de sinistros e despezas que carregam a industria;

12.3I6;426$8oo

zer uljservar por todas as companhias; terceiro,

Deposito no Thesonro Nacional

Sinistros pagos

'/

Eeguudp, a .uniformização das novas taxas a fa cuidar de uma só apólice

6.54o:ooo$ooo

Dividendos e bônus distribnidos

nhias; quarto, a formação de um cowiwifíee ou

junta, para Cowmendador José ãntonio da Silva

XAXAS 4VIODICAS

para aquelle havendo sido indicado pelo con

senso unanime de todos os seus pares, substitulnD. Rache, tia direcção do Lloyd

Rt.. uctora -^^ericano, que exerceu o cargo na phase conda Associação.

DIRECTOBIA

Dr. João Alves Affonso Júnior,

José Garlos Neves Gonzaga,

PRESIDENTE.

DIRECTOR.

marítima' e uma só

apólice terrestre, a usar por todas as compa

Associação na presidência José

^leicân*^ A apezar do pouco tempo de sua iorn estão em representações que ^03, publicaram, junto dos poderes publi-

Agencia em S. Paulo — Rua do Rosário n? 11, 1? andar J. M, CARVALHO & COMP,

ríí.'i'

verificação de sinistros,

avaliação

de silvados, junta composta de pessoal technico

extra-seguros, prestando seus serviços por inter médio da Associação; quinto, tratar da classe de agentes ou corretores de seguros, marcando a es tes as suas attribuições e commissões.

Tão vasto trabalho bem sabemos que não pódé ser obra para uma administração apenas, o que quer dizer que depois da actual outras' virão, numa continuação e seguimento de trabalhos, con

soante o péde o brilho e a importância de uma industria que abarca todos os valores da natu reza e da actividade humana, como é a indus

^^verefrn «

^ industria dos seguros, e na séde 30, social, de S, Pedro, l.", aemque21com-

Pedro' u quasi

, luspector Geral de Seguros, que presidiu a sesalidade Abreu, dae nossas companhias de

a rotação toda do trabalho; e é esta iniciativa que

tria de seguros.

Mas será o impulso Inicial quem determinará

cabe ao commendador José Antonlo da Silva e seus companheiros; mas tanta é a confiança que


JORNAL DE SEGUROS

JORNAL DE SEGUROS

O COMMERCIO DE SEGUROS

Surpresas dos Seguros

II nova dlrep da [iiniiianiila de Seentos "Carantia

Sua regulamentação sob o ponto de vista do interesse nacional

Temos a communicação feita por esta Compa nhia, de haver renunciado o seu cargo de director o Sr. Dr. Motta Mala, sendo substituído pelo

Um cavalheiro, commerclante, á rua Salvador

Sob a epigraphe "Galeria do Seguro", no 2.®

Além desse deposito as Companhias são obri

outra egual somma de vinte contos, realizou novo

numero deste jornal, lé-se o seguinte: "Como todo o organismo á Inspectoria de Seguros é um complexo de variados factores que vêm desde 1901

gadas a publicar, annualmente, todos os deta lhes das suas operações e estado financeiro em formulas fornecidas pelo Thesouro. E uma vez

seguro sobre o primeiro na Companhia Aliiaiice

a jiistapôrom-se, a unir-so, a Buperpôr-SQ, e por

provado quo a renda annual derivada de prêmios

Insiirance, não participando á mais antiga o se

isso em diversas phases do seu funccionamento,

de apólices de Seguro emittidas sobre vidas na

Inglaterra, excede o valor do seu respectivo De

commendador Constantino José Alves Pinheiro,

guro posteriormente feito, nem á segunda o se

nem sempre as medidas propostas ou dellas ema

antigo chefe da firma Pinheiro & Trout, da rua

guro existente na primeira.

Sr. Frederico Alves Pinheiro, antigo e provecto auxiliar da "Anglo-Sul Americana".

de Sá, segurou o seu estabelecimento por vinte

contos na Companhia Argus Fluminense, e por

O novo dlrector da conceituada "Garantia", é

homem novo, e pelos seus conhecimentos de se guros 0 tradições commerclaes, pois é filho do

nadas revestiam aquella justiça e sapiência que

posito, as Companhias depositantes pódem

nós 08 latinos costumamos a "exigir mesmo das

vantal-o.

le-

!.• de Março, muitos e bons serviços poderá pres

O texto legal obrigava, aliás, essa dupla com-

tar á emprèija sua dirigida, do mais a mais tendo

instituições que começam; mas a obra aos pou

municação; mas além do texto legai, o costume

Na Inglaterra as principaes Companhias de

cos bem se vê que vae no caminho de perfeição

Segurps Terrestres e Marítimos também operam em Seguro dg Vida, caso este em que são obri

a cooperação Me collegas distinctos e prestigiosos

(Ia praça e até o simples bom senso, impõe a

necessária, de modo que a breve trecho a Inspe

como são os Srs". commendador Antonio Ferreira

exaoção desse esclarecimento ás companhias de

ctoria bem e completamente cumprirá a missão

gadas a conservar os respectivos fundos em con

seguros Interessadas no risco.

para que foi creada".

tas separadas.

da Silva e Christiano Lima. Este jornal apresenta ao Sr. Frederico Alves

Pinheiro os seus cumprimentos muito sinceros, pelo cargo em que foi justamente Investido.

Mas omittiu o segurado por bOa fé ou por ma

Praza aos céos que se realizem tão optimls-

lícia a lembrada participação ás companhias de

ticos vaticinioa: são os nossos sinceros desejos. E agora que são decorridos 22 annos depois que foi creada a Inspectoria de Seguros, não nos pa

seguros?

Não podemos dar esta resposta, mas sabemos

"BOLETIM DE SEGUROS"

Informar que houve no estabelecimento em que

Do Conselho de Seguros do Instituto de Seguros Sociaes Obrigatórios e de Previdência Geral, re partição subordinada ao Ministério do Trabalho,

stão um Incêndio que não consumiu o deposito de mercadorias existente, limitando-se a estragos de fogo e agua, mas- o que verificaram os segu

de

radores interessados, posteriormente ao incêndio,

Portugal, recebemos o

n. 4 do Boletim

de

Seguros, publicação muito interessante e completa sobre tudo quanto se relaciona á importante in

dustria de Seguros, naquelle paiz irmão.

O presente numero, composto na Imprensa Na cional em Lisboa, traz o seguinte summario;

Situação^ da industria de Seguros em Portugal nos annos de 1912 a 1917 — Estatísticas apuradas do exercício das sociedades nacionaes e extrangeiras, legalmente autorizadas a funceionar em

Portugal, nos ramos de seguros reaes, seguros de vida e desastres de trabalho, desde 1912 a 1917 — Movimento das reservas legaos desde 1908 a

1917 — Exercício detalhado das sociedades, das

sociedades nacionaes e extrangeiraa em todos os ramos — Apuramento das reservas constituídas e realizadas desde 1908 a 1917 — Considerações de

natureza technlca e social da actividade segura

foi que, mesmo por 20 contos, o seguro era pre cário, achando-se mal representado.

A' hora que estas linhas viérem a publico, já este negocio estará provavelmente liquidado en tre companhias e segurado. Se se não poude provar má fé, o mesmo é

dizer — propositalldade do incêndio — cabe ao segurado receber da seguradora mais antiga o valor de seus prejuízos, estando nullo o segundo seguro.

Mas será assim mesmo que as cousas se ha jam passado?

dora. — Synopse dos actos offlclaes sobro na soclodades desde a publicação do decreto de 21 de Ou

Estes casos de segurados perante as compa nhias de seguros são ás vezes tão cheios de sur

tubro de 1907 até 1917.

presas!...

rece féra de proposito recitar os principaes in

cidentes que deram origem á sua creação. Era Ministro da Fazenda no Governo Campos Salles, o Dr. Joaquim Murtinho, de saudosa me^ "loria, e no Congresso Federal esse Governo ti-

intelligencia do chefe da Associação, que espe ramos tudo virá afinal a ser alcançado.

Este futuro, promissor, contém-se aliás, implí cito, no passado do commendador José Antonio

da Silva, cuja longa existência — nasceu em Lis boa a 5 de Novembro de 1854. — é toda uma via de trabalho ininterrupto, intelligente e acurado.

Nos nossos meios coramerciaes é muito co

nhecida e bemqulsta a figura deste benemerito portuguez, que para o Brasil veiu em 1884, a esta

terra se affeiçoou, fazendo delia a sua segunda patrla, sem prejuízo do ninho seu.paterno, que elle tanto ama e extremece.

, O commendador José Antonio da Silva, que

foi eommerclante e que dirigiu importantes esta

belecimentos no seu paiz, ao lado de Fernando Palha e Conde de Monsanto, e diversos bancos e

panhias inglezas tão completa que se torna im possível a concorrência de

Companhias extran-

geiras. Estas operam em colligaçâo com as Com panhias britannicas, mediante contractos firmados por intermédio das diversas organizações intitu ladas "Forcign Firo ôffices", ou simples "Fire

hha como principal esteio "o espirito esclarecido do então Coronel, hoje General Serzedello Corrêa,

Offices", "Marine Offices" etc. etc.

cujo verbo fluente e alevantado patriotismo eram

subdividir no maior numero de fracções possivel,

geralmente admirados, e não menos apreciada era a sua patriótica tarefa de auxiliar aquelle Governo a collocar as finanças brasileiras em bases sóli das, estáveis e duradouras.

Estas organizações obedecem á orientação de

cada risco assumido em certas condições acima de um certo limite; cabendo a cada Companhia

uma pequena parcella de cada um desses riscos. Companhias Prancezas, Belgas, Allemãs e mes

Economista de vásta erudição o Dr. Serzedello Corrêa concedia-me a graça de commigo entreter

mo Russas, subdividiam certos riscos por inter médio de organizações dessa especie legalmente

longas palestras á proposito do valor econoinlco

constituídas na Inglaterra para todos oa fins e

do Commerclo de Seguros no Brasil. E por tal forma se enthusiasmou pela idéa de que cum

effeitos jurídicos.

pria ao Governo amparar e proteger as emprezas uacionaes de Seguro de todas as modalidade

timo, na Inglaterra, constitue um verdadeiro mo-

Que promptificou-se a levar-me á presença do

geira ousa concorrer, muito especialmente porque

grande Ministro da Fazenda do governo Campos

a educação commercial ingleza inclue nos seus

Salles, afim de que me ouvisse a esse respeito.

textos a preferencia absoluta pelas instituições de previdência nacionaes: é um ponto de fé que

JámalB se me apagou da memória os termos da simples exposição por mim feita ao Dr. Joa temos no prestigio, aptidões, força de vontade e

O commercio de Seguros Terrestres na Ingla terra obedece a uma organização entre as Com

Nestas condições o Seguro Terrestre e Marí nopolio contra o qual nenhuma Companhia estran

nenhum bom inglez renega,

quim Murtinho, quanto ás condições era que func-

B para corôar esse monopolio, funcciona na

clonavam as Companhias de Seguro, tanto na

Inglaterra a instituição denominada Lloyd inglez,

Inglaterra como nos E. Unidos da América e do

por intermedie do qual são effectuados os prin

a sua actividade á Companhia de Seguros "Con-

que o Brasil

cipaes seguros de cascos e riscos maTitimoa mais

liança", onde goza da maior estima; e também

exemplos.

companhias de nossa praça, reduziu ultimamente

Be assignalam os seus serviços nas instituições portuguezas que possuímos, como o desapparecido

poderia fazer para seguir esses

avultados de todo o mundo.

As Companhias de Seguro de Vida estrangei

Era relação aos Estados Unidos, a Lei Impede

Retiro Litterario Portuguez, Lyceu Litterario 1 ortuguez, Real Gabinete Portuguez de Leitura,

ras para funceionar na Inglaterra são obrigadas a depositar no Thesouro Nacional a quantia de

que as Companhias de Seguro Terrestres e Marí

Caixa de Soccorros D. Pedro V e Sociedade Por

£ 20,000 em títulos da Divida Publica, ou em di

seguros sobre vidas humanas.

nheiro, antes que lhes seja permittldo acceltar riscos sobre vidas humanas e emittlr apólices, no

Companhias com séde no estrangeiro têm de depo

Reino Unido.

sitar no Thesouro Nacional a quantia de |200:000

tuguesa de Beneficência, havendo essa ultima agremiação mandado íundir o seu busto em bron ze, incorporando-o ao numero dos seus grandes bem feitores.

timos com séde no estrangeiro effectivem, no paiz, Para funccionarem nos B. U. da América as


JORNAL -DE SEOUROS

dollars, deposito este que tem. de ser feito em nome de cidadãos norte americanos.

As reservas legaes accumuladas, por sua vez, têm de ser empregadas no paiz e também em nome de cidadãos norte-americanos. Isto é: para

Jornal de seguros

continuam. a annullar os propositos da sua pro

mulgação. E tudo isto-porque? Simplesmente por que a Regulamentação da Lei foi confiada á Re partição .da Fazenda, e esta teve ein mira um

todos os fins e effeitos, as Companhias de Se

único ponto: a arrecadação de impostos, haja vis ta a injusta arrecadação de impostos sobre Re-

guros, estrangeiras, que tenham de funecionar nos

segiiros que ainda hoje perdura.

E. U da América, -tranformam-se em Companhias

Longe de' nós a idéa de que os erros e desvios,

americanas e a sua ligação e dependência de suas

primitivos .da Regulamentação dessa ívei jamais

respectivas sédes, mautem-se apenas pelo que diz respeito á contabilidade, distribuição de lu

serão corrigidos.

cros, etc.

Na Argentina ass Companhias de Seguro estrangeirag>^pagam um imposto differencial, a mais, sobre os prinreiros cobrados, do que pagam as Companhias ar^gentinas.

Eis a situação como, se nos apresentava em

1900, e como nos foi ~ dado recital-a ao pranteado Dr. Joaquim Murtinho. Ora a Legislação que de veria ter sido promulgada uaquella época, devia limitar-se a copiar a Legislação Norte Americana e. também a Canadense por força das quaes as

aspirar á patriótica satisfação de vêr o Commer

cio de Seguros no Brasil conquistar o posto de

destaque que merece entre as instituições finan

sobre o principio da neutralidade nas fes

de se. estabelecerem as devidas compensações :e

'st

..

cpllocadas á .çoltura que merecem.

a distribuição de riscos assumidos dentro do li

assim o queiram os interessados no Commercio

mite de certas zonas e também para fixar o quantum do prêmio para cada risco, era necessário,

d-e-Seguro uacional.

Seria inulil, seria demais traçar aqui a biographia de Aütoiiiò Rny Barbosa de Oliveira. Os jornaes jã disseram tudo da ■ gi*ande ^'ida "que acaba de extiiiguir-se.

.

J. .SI.UAO DA COSTA.

Demais, todos a sabem de cor.

por meio de cleposltivos legaes de perfeito accôrdo

com as normas de justiça, equidade e perfeita li berdade de acção, chegar indirectamente á reso

lução desse grande problema economico: estabe

lecendo as bases da maxiraa segurança possível para segurados e o miuímo risco possível para

A sua vida pulilica é um exemplo de ti'abailio infatigaTol, seuipré na vanguarda dos (pie se batiam juda victoria .do direito. Manejador exímio da língua, orador in■signe, notável jurisconsnlto, brilhante par

Associação de Companhias . de Seguros —«o»—

seguradores.

O commercio internacional do Brasil já era grande e sempre crescent&— era necessário que

das bôas causas, das caiiisas graudes e justas. Dalü lhe veiu uma popularidade de que bem poucos se terão orgulhado nesta terra. A campanha ciiilista foi nma prova disto. Qiiizesse então Kuy Barbosa e uma luta (ivil se ifceria desencadeado.

-• Poderemos aspirar a vôr^ a consumação desse desicleratum? O futuro o dirá: nóãso"dever- é crêr e esperar que isso. se realize, mais dia menos dia:

tralidade aiiciosainente. As suas palavras

tura iuexcedida estiveram sempre ao lado

o que têm feito outras nações, e instituir os meios

então muito difficil, senão impossível, promover a organização de um centro de compensação para

tas .centenárias da Argentina ecoaram so-

noramente por todo o Universo. A sua intelligencia previlegiada, a sua cul

deza econômica nacional e tudo o mais será feito

ram esse, ramo de commercio no Brasil sejam

Assim, também, uma vez que entre nós era

nações civilizadas que olluivam a nossa neu-

e o povo confraternizados prestaram ao uiorlo insigne. Kuy Ilarhosa tudo merecia. '"Jbnlo merecia aquelle que foi, durante

com grande rroveito para a riqueza publica. E não será necessário fazer mais do que copiar

mente no mesmo pé das brasileiras, em toda a

de vida republicana. Falar de uma é. falar de outra. Ainda ha pouco, quando a gran de guerra conflagrava o mundo — foi a pa lavra de líiiy que iios definiu perante as

(Irandes foram as lionras que o governo

ceiras que mais poderão concorrer para a gran

fomentar • o espirita de cooperação, para:-que os interesses superiores das instituições que explo

esçepção da phrase. •

Es.qe qne a morte lios arrebatou uo üiicio

(díste luez era sem duvida o represeutautc máximo ila iios.sa cultura c a figura maior da nossa intelligeiieia.

Basta que um Ministro da Fazenda bem inspi rado, que deseje aprofundar a matéria e queira

zar-a sua situação jurídica e collocar-se parallela-

Companhias estrangeiras são obrigadas"^'legali

FiUV

A

ilo di.i 14

idais de meie seculò,"V)'páladino das nossa:i gbandes lulas na coniinista da Liberdade. As campanhas maximas de nossa His

lamentar e jín-nalista extraordinário, Ruy

toria, toda; ellas, tiveram sempre naqnolla figura franzina o gigante alerta, a senti-

mensa e iminoiTedOura.

Barb()sa deixou, no.s vários ramos em qne

as companhias de Seguros nacionaes pudessem compartilhar das operações de seguros tanto so

panhias de seguros nacionaes e estrangeiras reali

bre o commercio de importação como sobre o de

zou-se no dia 14 do corrente uma í*semhléa geral

exportação.

Era necessário que os prêmios de seguros fos

da Associação de Companhias de Seguros. O presidente da Associação, Sr. commeudador

'K lla incansai'el que tão alto e. tão brilliaii-

sua bildjographia, uma das mais copiosas

sem arbitrados de accÔrdo com os riscos assu

José Antonio da Silva, relatou á assembléa tudo

'oiuente elevou o nome do Brasil.

da literatura latina.

midos e segundo a experiência local, tudo isso

quanto a Associação havia feito em beneficio das

A Abolição e a Re])ublica, a coiiiferencia

para bem de segurados e seguradores.

companhias de seguros, desembaraçanclo-se dos

E se a Legislação promulgada então vizasse en caminhar para esse terreno as operações de Se guro, esse ramo d > Commercio teria hoje grande Importância e influiria proveitosamente na eco

zar o seu ideal, que é a uniformização das taxas

<te Hava e a eainpanlia clvilísta eiii 1910 dizem bem da grandeza e do valor desse qiie

nomia interna e na riqueza do paia.

Mas Infelizmente nada disso auccedeu, sem que todavia se possa, com justiça, attrlbuir aos pro motores da Lei, culpa alguma das falhas que ei varam o seu primeiro Regulamento e que até hoje

Com a presença do vários directores das com

óbices que se antoihavam á Associação para reali das companhias de seguros e lambem das condi ções expressas nas suas apólices.

Em seguida foram discutidos outros asumptos de gi-ande interesse, a cargo da Associação, que já tão relevantes serviços tem prestado. Houve por isso vivas expressões de louvor da

assembléa á digna Directorla da util instituição.

'Ucaliamos de perder.

A vida de Ruy Barbosa se hitegralisa ha vida do Brasil nos derradeiros aiinos da

iiionarchia e nesses trinta e quatro aiiiio,s

se aflirma o talento humano, uma obra hnfi lais de duzentos volumes compõem a

A perda que acabamos de soffrer não pôde caber nos limites das nossas longas frcníeiras. Comnosco chora a Amcrica toda

e o mundo todo o <le.-;apparocimcnto deste

qne foi, nos anreos domínios da Intelligen cia a figura brilhante, suprema, iiicoiifundivel do innnortal gênio latino.


JORNAL t>E SEGUROS

JORNAL DE SEGUROS

6

SEGUROS DE BEMFEITORIAS

"AbblANÇA DA BAHIA"

Casos de -tecHnjca de seguros

1922 foi um exercício de financeira ordem para a grande seguradora bahiana que é a Com-

sinistros pagos, a

importante somma de rõis

5.578:437$075.

panhia "Alliança da Bahia".

O publico segurado deve ler com olhos de ver

Os nossos lazeres de segurados proporciona

Resarcirá para quem? Resarcimento se houver,

ram-nos ha alguns dias occasião de precisarmos entregar á garantia do seguro um dado valor

será para o proprietário do prédio, mas o locatário

réis

estes algarismos, que lhe mostram existir em seu

de seguros

seio uma empreza de seguros da maior importancia, excedendo o seu quantum de negocies rea-

que se consumira em aformoseamento de pintu

terá visto sumirem-se nas labaredas, sem remedio, os seus capitães muitas vezes avultados, o que não

ras e de iorração de papel, em local onde mon

é justo.

O lucro liquido subiu a 2.360:099$156, que

lisados o de todas as emprezas congeneres, na-

táramos o nosso escriptorio; o que comnosco

cionaes ou estrangeiras.

Decorreu na collocação dessa responsabilidade é motivo das presentes linhas.

Demais, ha ainda uma nova consideração de ordem commercial para as companhias de seguros,

A

receita

bruta-- alcançada

10.293:751.1598, sendo 8.462:818.$365.

de

foi

prêmios

de

teve a seguinte applicaçüo:

Dividendo 10 % Pundo: garantia de dividendo.. Fundo de reservu. Lucros suspensos..

600:000$00a 200:000$000 500;000$000 1.060:099$156

outro logar inserimos o projecto de estat»tos da "Alliança da Bahia", cujo decreto de autorisação para operar no paiz tem a data de 30 "i«io de 1870, portanto com 53 annos de exis

E-conhecido que esta-companhm abona a seus

tência; pela reforma proposta o capital da com-

segurados o bônus do 7 anno gratuito do pre-

nenhuma nova contribuição accionista, pois

mio de seus seguros; esta verba attingiu, no exer-

'

,

eicio que estamos referindo, a 242:363$380.

realisados,

^

^

^

que a nova quota de capital sahirá dos fundos

,.

,

accumulados pela empreza.

Finalmente, os capitaes e reservas desta so-

.,,

^

.

ciedade fixaram-se nos seguintes algarismos-;

gurado que o solicita; essa consideração é a

puzemos o nosso seguro repulsáram-n'o, allegaudo

de que devem as emprezas de seguros tratar de diffundir o mais possível, por entre todos os cidadãos

a precariedade do risco quanto a bemfeitorias, e peraute a nossa surpreza, um desses seguradores

feitorias feitas a um prédio ficávam incorpora

do paiz a Idéa da necessidade do seguro, sabido como é que a maioria dos valores de toda a ordem que por abi está, permanece sem se incommodar

das a esse mesmo prédio; e em caso de incêndio a reconstrucção dò edificio recompunha para o

instituição de seguros.

teve a longanimidade de explicar-nos que as bem

O relatório desta importante seguradora ainda uao está. publicado; logo que veuha a lume

senhorio ou o locatário as bemfeitorias consu midas.

Activo social

18.612:293$477

ggj-g documento inseril-o-emos e faremos o seu es-

Reservas

13.181:767.?611

tudo, como se tem proposto este jornal, para

Ainda as informações que temos permittem-

todos os relatórios de companhias nacionaes ou

O assumpto, repetimos, merece reparo. Comecemos por esclarecer para nós mesmos Que uma apólice de seguros de moveis e bem

estrangeiras, com funeçao em.nosso paiz.

feitorias é, simultaneamente, uma apólice aberta

nos dizer a nossos leitores que 1922 custou, em

para os moveis e utensilioA, porque estes valores

dependem de verificação em caso de sinistro, e 6 fechada para bemfeitorias, porque esta parte nâo reclama verificação, quando venha a dar-se o

incêndio, porque tal Importância haverá que uor paga por inteiro, quer seja total quer parcial o

UMO DOS PSOPRIETIIIOS

sinistro que a sacrifique.

Compinliia Itcinaal ds Siiuroí Htrítiai» • Tar^iitrit

COMPANHIA DE SEGUROS MARÍTIMOS

seguros marítimos contra perda total.

illlEIIIDlllllliilil[0ll!9-2!iiiiiai([aiaHaDí)

FUNDADA EM- 1894

kH

liH

411

E TERRESTRES

Rio do Jartolro

■-

CAPITAL

SOOiCOOfOOO

Directoria:

Fnnâo de re8en'a e lucros sus»

Affonso "^izeu,José Rainha da Silva Carneiro,

Deposito no Thesonro Federal.

Cícero Teifieira Portugal ejiamberfo Taborda

Opera em Sej^iros Terrestres em prédios, estabelecimentos commerciaes, moveis, mer

pensos

SSStOOOSOOO

cadorias em

Conaaiho Fiscal:

SOOiOOOfOOO

transito e outros riscos ter

restres.

Francisco tugenio Ueai, klpenor íeivas, Manoel José Lebrão, Zeferino de Oli veira, Paulino José da Costa e Commendador João peynaldo de Parla

Em Seguros Marítimos sobre vapores, na(A vios á vela e outras embarcações, mercado-

^ rias embarcadas, etc. Acceito procuração para administrar bens

de qualquer natureza, recebimentos de alu

gueis de prédios, juros de apólices e outros títulos de renda, mediante módica com-

Capitai suhscripto »

missao.

1.000:000$000

realisado

573:60C$000

Deposito no lhesouro .

200:000$000

87,RUA DA QUITANDA,87 edifício proprio

— Telephone Norte 1922 —

Sinistros pagos;

Anno de 1921

Directores

474:847$168

Sebastifio José de OIlTcIrn. João Jorge Galo Júnior,

Desde a fundação da Compa nhia

2.645:996$!15 ^

Manoel Joaquim Cerqueira. C

pela qual nenhum seguro deve ser recusado ao se

Duas ou tres das companhias a quem pro-

Por analogia devemos basear o seu simlle nos Os seguros de bemfeitorias, portanto, não en fermam, technicamente, de nenhuma tara immoral perante a qual hajam de ser eliminados das operações das companhias de seguros. A operação do seguro sobre bemfeitorias, ao contrario, é a mais legitima que dar-se possa; e estudando-a na sua gênese e factura, vemos todos Que é de todo o ponto legitima e honesta.

No momento que atravessamos é conhecido que proprietários nenhuma concessão fazem aos lo

catários de seus prédios, qualquer que seja o es

tado material destes; dahi a necessidade, por parte Ps inquilinos, de adaptarem muitas vezes, de beUeflciarem sempre, os prédios em que vão estabe

com a presença desta cousa tão necessária, — a

E porque tal apathia e Indifferença publica? Respondemos que porque não conhecem o se

guro,. e pbr não conhecel-o se acostumáram a pas sar sem elle.

Esta falta de conhecimento por parte do publi co sobre esta funcção providencial que é a do se

guro, é mais real e extensa do que parece á pri meira vista; nós diremos mais: essa ignorância é completa, melhor diriamos, crassa.

Pala-se, é verdade, muito em seguros, mas sem nenhuma base ou conhecimento. Neste sentido dê-

se attenção a qualquer conversação que pretenda versar este assumpto, e todos nós do mlstér vere

mos a comprovação daquelle juizo por nós emittido.

Mal comparando, seguros são a religião; — todos querem falar de religião, mas ouvidas duas ou tres palavras, logo o sacerdote vê a inépcia e falta tíè preparo do preopinante.

Mas entre companhias de seguros^è o publico, a quem mais interessa o seguro, pergunta-se?

Respondemos que interessa a ambos, mas com eífelto díiferente: para o segurado é uma opera ção de previdência e garantia; para a companhia é uma operação do seu commerclo, que para esse fim se lundou ella, lucrando como é natural á sua mesma instituição.

Mas se ás companhias cabe a parte mercan til e lucrativa do negocio, ás mesmas infunde a lecer-se ou em que vão morar com suas famillas. obngaçao de tornar conhecida e acceita de todos Também não é menos conhecido que o custo a idéa do seguro. Este ponto é claríssimo. dessas bemfeitorias ou adaptações, por pequenas M.1S como tornar acolhida de todos a idéa do Que sejam, consomem capitães ás vezes avultados. seguro por entre as varias camadas da sociedade? evem estes capitães ficar ao desamparo do se Pode responder-se que pela presença de uma im guro, tão somente porque o prédio estando segu prensa própria, subsistida pelas companhias, e cirrado, a sua reconstrucção fará novo o que era cirando em muitos milhares de exemplares, nas velho, e o prejuízo se resarclrá de si mesmo?

mãos de todos, e ainda nas escolas, nas academias,


JORNAL

DE

SEGUROS

JORNAL DE SEGUROS

Segundo Congresso de Mutualidade e Previdência Social

AS COMPANHIAS DE SEGUROS Sob a epigrapbe supra, na secção livre,

cou o Jornal ão Commercio a seguinte solicitada.

"A Alfaiataria de A. Dias Teixeira, intltu^da

"Alfaiataria Vesuvio", situada á rua Tobias Bar reto n. 78, teve um 'principio de incêndio que ine causou diversos prejuízos.

A Alfaiataria tinha as suas mercadorias, moveis

e utensilios seguros nas Companhias Urania, 20:000$: Tranquillidade, 20:000$; LIoyd Paraen se, 10:000$ Portugal e Ultramar, 10:000$. Todos os prêmios pagos em dia e pontual mente.

\

.

Os peritos .da policia consideraram o incêndio casual e avaliaram os prejuízos em 8:000$000.

A segurada, por intermédio de seu advogado, procurou amigavelmente obter das referidas com panhias a devida índemnização. As companhias irrisoriamente propuzeram pa

gar a insignificante e miserável quantia de 500$. A segurada repelliu semelhante proposta, pre

ferindo pedir aos tribunaes judiciários que obri

guem as companhias ao cumprimento dç^eus deveres.

Elias, quando fazem os seguros, promettem este mundo e mais o outro, ao passo que quando

chega o momento de prejuizos, usam de todos os

nos tribunaes, não fechassem por isso os olhos,

Entre os vários congressos que tanto brilho

indemnizando o que não deviam indemnizar, al

vêui «laudo ás no.ssa.s festas centenárias destaca-

h) Ruraes: de compra, de beneficiamento, de remia, de arrendamento, de criação, de trabalhos,

impunha, não satisfazendo as condições do sinis

inauguração, marcada para lõ do corrente, acaba

de utilidade colleetiva, de exploração florestal, dé

tro nem a moral uem o direito.

de ser transferida para 20 de maio proximo.

pesca, etc. Federações. Propaganda. Tjegislação.

outras vezes porque a recusa ao pagamento se

E é a instituições assim beneméritas do seguro que um advogado se dirige, entendendo dizer guaira desafôros, e com estes desaforos querendo in

Motlv«m esse adiamento o facto do governo ter

prorogado

o

funcelonameuto

da

TERCEIRA SECÇ.XO

Exposição até

Seguros

timidar as companhias compellindo-as a um pa

uieiadcs tio anuo. Dado, porém, o iutei"esse que

gamento

se

o Congresso vem provocando nos paizes ameri

estas ofiereceram determinada quantia como ín

canos, essa dilação do prazo para inicio dos tra

Seguros contra os accidentes do trabalho, pelo

balhos concorrerá, de certo, para maior brilhau-

Estado, facultativo, obrigatório, livre ou com moU0]K)1Í0.

qUe

não

deviam

fazer,

porque

demnização do sinistro em questão, é que as pes soas que foram pelas companhias examinar o si nistro assim

o calculáram.

Diz a segurada que os peritos da policia ha viam íelto a avaliação em 8 contos, mas porven

tura deve essa avaliação obrigar as companhias, quando estas nenhuma incumbência déram a taes avaliadores?

O caminho da Exma. Sra. D. A. Dias Teixeira seria o caminho da arbitragem, que nenhuma com panhia lhe recuzaria, para liquidação de seme lhante negocio; mas isto de dar sôccos e ponta pés no nosso, devedor para que este .cumpra com-

noBco o seu dever, é um methodo de cobrança sici jf eneris, e pelo menos fóra do nosso respeito

ê da nossa civilização. Entretanto foi isto que

segurados.

mandou fazer a segurada da rua Tobias Barreto.

Não dã resultado" uenhum~ o insulto pelos jor-

, tisino do certameu, porquanto muitas outras monographias se virão juntar ás que já foram ende reçadas á secretaria geral do Congresso, á ave nida Rio Branco u. 97.

O programma dos trabalhos, que em seguida re produzimos, dá bem idéa de quanto podemos es perar da realização do Congresso, desde que a co-

a)

Sociaes:

Seguro official contra

Comiianhias particulares de seguro contra ò incêndio, roulio. accidentes do trabalho, em caso de morte, seguro mixto, etc. QUARTA SECÇÃO Previdência

Economia individual — Caixa Econômica Na

cional — Caixas econômicas postaes, bancarias, patronaes,

escolares,

uaes ás companhias de seguros. O"" publico- ho?

serviços têm prestado.

Que o commercio e todos os segurados avaliem o procedimento de taes companhias de seguros.

iiesto e sensato sabe que são sem valor taes publi cações, filllãs de baixos despeites e de interesses

tuas. Tontinas, etc.

A segurada, A. Dias Teixeira protesta fazer valer os seus direitos em juizo, onde não preva lecerão as desculpas de máu pagador e sim os seus

contrariados.

O piograiuma se divide em cinco secções: Mu tual idade — Cooperarão — Seguros — Previdên cia Social e Hygiene Social, e pelo carinho e iutelligencia com que foi organizado será, de certo,

direitos.

fomos informados qno a liquidação deste sinistro foi feita pela quantia de í{:000$000, soiuma em

A. Dias Teixeisa".

que se accordaram as partos interessadas, e-com

que plenamente ficou satisfeita n segunda,^ como O theor, o estylo deste publicado dizem bem

social

ciaes de previdência, semelhantes ás que na Allemanha, Bélgica, Inglaterra e França tantos

se em i)apel sujo.

Estavam já escviptns as liuhas acima quando

invali-

tepio, Pensões de Operários do Estado. h) Commerciaes:

gitaçã^í geral seja tornar praticamente viuveis todos o.s planos approvados. Teremos assim nos paizes americanos, onde

quasi tudo está ainda por fazeCj instituições so-

o desemprego,

dez, velhice, em caso de morte. Pensões Operárias. Aposentaria dos Funccionarios Públicos, Mon

dades.

Rio de Janeiro, 7 de Março de 1923.

de ex<;elleutes resultados para o desenvolvimento

do pouco que pqssuimos a respeito e do muito

Economia

protocolares

Colleetiva.

Caixas

de

mutuali

econômicas

mu

Habitações operárias por meio de coopera tivas e seguro mixto, campos e jardins operários. Bem de família inalienável.

Medidas para facilitar o abastecimento pu blico.

Amparo aos meninos abandonados.

Preaprendizagem — Aprendizagem.

que precisamos aluda crear.

Reintegração

o declara a carta que a seguir insorlinos, do advo

social

dos

egressos

correeeio-

nnes.

que a Exma. Sra. D. A, Dias Teixeira, deixou-se

gado ehnmado u interferir no caso, carta em que

PROGRAMMA

cahir nas malhas de algum esperto advogado, des

PRIMEIRA SECÇÃO

QUINTA SECÇÃO

honra commercial das próprias emprezas a quem

este acha precipitadas c iajustus avS allegaçues ar ticuladas contra as coini)auhins de seguros: "Rio de Janeiro, 10 de Março de 1923.

Mutualidade

Hygiene social

vão pedir a exacção de um contractto, serio e res

Illinos. Krs. l)ii'o(Idvo.s da Compiuiliia de Se

Sociedades operárias de soecorros mntuos contra moléstia, de.semprego, ferimento, invali-

snnltnria da defesa da saúde colleetiva. Methodoa

tes que querem fazer valer direitos atacando a peitável, como sóe ser um contracto de seguro.

guros "Urania" — Rrezailo.s Senhores — Sob a

Quem lida neste mundo de seguros sabe mul

cp"graphe "As Companiras de ,Segun»s", n rainha

to bem que todos os annos as companhias pagam

constituinte, Sra. A. Dias Teixeira, publicou no

dezenas de milhares de contos, sem questões, sem

■tornai <lu (Umincrvln. uíí dia 9 do corrente, mu

embaraços, e sabe bem quantas vezes, no terreno jurídico, esses pagamentos seriam discutíveis, se

as companhias não desejando a presença de lides

artigo Com declarações lirecipitadas

e

injustas

para com a Companhia que VV; SS, dirigem. En

tretanto eu, como seu advogado e bastante pro curador, reconheço a sua lisura e boa vontade na

liquidação da npnl'ce de que a rainha constituinte

'5é

tellectual. Fedei"ações. Legislação.

se o de Mutualidade e Prevideuela Social, cuja

gumas vezes porque os valores não são líquidos,

artiiicios e artimanhas para não pagar aos seus

Nestas occasiões as suas apólices transformam-

eonstrncção. de trabalho manual, de trabalho in-

nos tribunaes, nas associações, com advogados, medico», engenheiros, • professores, juizes, reparti

é poftadoi*a.

ções publicas, membros do parlamento e do go

a me.snía apólice, recebendo a quantia indemui-

verno.

E depois ainda uma modalidade mais de divul

Tendo nesta data liquidado, amigavelmente, sndora dos prejnizo.s que soffreu a minha constl-

tu'nte em sna casa A rua Tobias Barreto n. 78, no principio de inceudlo oeeorrido no dia 27 de

gação: assistirem as companhias todos os segu

Fevoro"ro ultimo, venlio agradecer a VA'. SS. o

ros honestos que se lhe apresentarem, bem enten

mesmo pagamento e n gentileza com que me tra taram na liqnidai.-ão do sinistro.

dido, tarifados todos os riscos por uma fôrma commerciaimente compensadora. Neste ultimo ca.so haverá, certamente, logar

franco para o seguro de bemfeitorias.

Sem mais, antor'sando-os a fazer desta o uso '[lie lhes convier, suliscrcvo-me.

De VA'. SS. Att". Am." Crd.° Obr.° — Por

procuração, Itoilolpho de Faria, advogado."

'dez, etc. Sociedades Mutuas de trabalhadox'es in-

tellectuaes. Federações. Legislação. Caixas escolares, materuaes, de compeusaçuo (sobre salario familiar). limitada,

geraes da .propaganda .sanitariu e oppoituiiidade ,de sua applicação.

2° — Hygiene industrial e profissional:

o) bases para a sua regulamentação;

Credito mutuo urbano e rural. Sociedades de

responsabilidade

1" — Importância da educação, e propaganda

illimitada,

h) capacidade

de

producção

individual

nas

systema

fabricas e officinas e qnaesquer outros estabele

Ruffeisen. Schultze-Delitzsch, etc. Caixas locaes, regionaes, eentraes. Ijegislnção. Auxilio do Go

cimentos de trabalho, e leis que possam garantir

verno.

Caixas de seguro.? agrícolas contra a morta

lidade do gado, pragas das culturas, geada, secca, etc. Intervenção official.

Mutualidades patrouaes e Syndicatos de ga rantiu contra o.s accidentes do trabalho.

SEGUNDA SECÇÃO Cooperação

Cooperativas: .

a) Urbanas: de consumo, de producção, de

a saúde do operário;

c) assistência medica e prophylactica nos es

tabelecimentos iudiistrlaes e sua regulamentação necessária;

(?) medidas prophylacticns relativas ás priucipaes Industrias de cada paiz. — Hygiene rural: prophylaxia das grandes endemias dos campos e sua importância eco nômica.

4° — Hygiene infantil:

a) factores sociaes da mortalidade e da mor-

tínalidade infantil; medidas prophylacticas sando a aaiide nas primeiras idades da vida;

vi


JORNAL DE SEGUROS

JORNAL DE SEGUROS

Seguros Internaeionaes

Os incêndios nesta Capital

10

A pruijosito (Io pvojccto fino iiin soiiiKlor ipiliano apresentou em Genebra sobre soccorros in-

termiciouaea, Meileiroíi e AlbuQuerque, o bvilhante jornalista brasileiro, escreveu no seu jornal o se guinte artigo:

Anhuncia-se de Genebra que um senador ita liano, presidente da Cruz Vermelba, apresentou ,um projecto de soccorros internaeionaes para o caso de grandes calamidades.

Em 1910,\eu tive occasião de lembrar a Rio-

Braneo a institiiicão, não de '"soccorros nacionaes. mas de seguros desse geiiero, regularmente esta belecidos. Um facto chamava para isso minha attenção.

Tinha havido, ein Paris, grande innundação, 43ue destruiu multas casas, fez muitas victimas,

espalhou muita pobreza. De varias nações estran geiras chegaram (lonativos. O mais interessante foi, talvez, o donativo do Sultão de Marrocos, quo mandou 50.000 francos.

Ora, nessa época, as relações da França coiu o Sultão de Marrocos não eram muito bôas.

Na

semana seguinte áquella em que o Sultão fez o

seu donativo, a França mandou-lhe um uUimatiitn. E' bem de vêr que o Sultão não podia es

11

fizeram o Chile e a Italia. para anilios os quaes nós vütAnios nvultados soccori-os.

Ainda os sinistros de 1922

Pareceu-me que seria melhor .siiptirimir a fõrmula de soccorros, que são sempre, uo fim de contas, esmolas, e substituir tudo isso pelo re-

giinen regular jurídico e até scientifico dos se

Dlssémos em nosso artigo anterior que o nu

guros. Tratar-se-iu de seguros contra as grandes

mero de 185 sinistros Decorridos nesta Capital em 1922, segundo a nota do Corpo de Bombeiros,, era

calninidades imprevisíveis.

Rio-Braaico acceitou

calorosamente

a minha

idéa. Mas a época era agitada. Eu parti, logo •após, para a Europa, e, não muito tempo depois, morria o grande estadista brasileiro.

Seguiu-se-lhe no poder o Sr. Lauro Müller, a quenj, em certa occasião, mesmo na Europa, eu

escrevi a respeito, e que, si não me engano, fez com que o Sr. Amaro Cavalcanti a levantasse em uma Conferência Pan-Americana, de Wa.shington.

Não lhe deu, porém, a importância que ella me

Varra-se, portanto, sobre as residências e ha^ bitações particulares a falsa legenda de sua in-

da natureza daquelles que fornecem enchança a

combustibUldade ou de isenção de riscos de fogo, porquanto esses riscos existem sempre e as suas

considerações de varias ordens, e por isso aqui

manifestações são freqüentes, como deixamos pro

estamos bordando de novo o assumpto, desta

vado com os trabalhos do Corpo de Bombeiros.

vez

para

nos

reportarmos

especialmente

ao

abandono em que o publico deixa as companhias de seguros, em se tratando dos seus prédios e dos seus mobiliários, respondendo quando interpellado a respeito, que as habitações particulares e os

mobiliários que estas guarnecem, dispensam bem a previdência do seguro.

O grande publico, e entendemos por grande publico em seguros, os posseiros de tudo quanto

represente um valor, proprietários de prédios, es

tes, sejam grandes ou sejam pequenos, estejam isolados ou demorem contínuos a outras constru

cções, occupadas por residência de família ou por qualquer estabelecimento industrial ou commer-

Esta proposição inclue o conceito de proposi-

cial, dentro da cidade, nos arrabaldes, subúr

J:1 que, entretanto, ella renpparece sob uma

tabilidade para os sinistros não particulares, o

bios e zona rural, a que os segurem, porque o fogo

fôrma imperfeita, valeria a i)ena que o Brasil to masse a l)ella iniciativa de ser o propugiiador dos seguros internaeionaes contra as calamidades

que é às flagrante injustiça, com tanta mais ra

zão quanto a maioria da propriedade predial ur bana ô suburbana, pertence ás fortunas de pes

é o Inimigo mais insidioso que se conhece, não

imprevisíveis. Donativos e soccorros — tonia-se aqni a dizer

soas commerciaes, e estas pessoas não fornece

parição> ,mas enchendo de luto ás vezes e de ruiiia sempre, o seu caminho de Moloch insa

riam nunca sobre os incêndios occorridos ás suas

ciável.

— são sempre, no fún, de contas, esmolas. O que

casas commerciaes ou ás suas uzinas industriaes,

se precisa é crear um apparelho internacional de

Informações semelhantes.

rece.

tendo dia nem hora, nem condições para sua ap-

Devem segurar-se os mobiliários, tão formo

sos 8 tão opulentos que por abi existem; as ga

perar que, com 30 contos, tinha conjpvado a Fran

seguros, aos quacs

ça. Mas é iucontestavelmente chocante vér uma

grandes catastrophes tenham o direito de recorrer.

Mas não vale a pená insistir sobre este pon to, Indubitavelmente o que se quer dizer com

naçcão receber de outra, eni um dia, uma esmola, e, no dia seguinte, enviar-lhe um uUimatiun guer

Direito tão -liquido que duas nações, embora de

o conceito enunciado é que não ha sinistros em

relações cortadas, possam, não pedi-lo, mas esi-

casas de moradia particular.

reiro !

gí-lo, formalmente, como quem reclama apenas o

Esta informação é de todo o ponto errada, e

chamma de um esquecido phosphoro atirada a

Foi para evitar factos deste genero que os Estado.s Unítlo.s. quando houve o terremoto que

que lhe é devido. Tudo o que não seja isso é amesquinhador e humilhante.

o mappa que dêmos á estampa é concludente

esmo por desprecavido fumante, ou o curto cir

neste sentido, pois que abi se mostra que sobre I7t) sinistros, 61 se referem a residências particu lares, o que fornece para estes riscos a percentógem de quasi 35 %. Mais ainda: nos incêndios de Janeiro, sobre 26 fogos, 4 occorreram naquellas residências particulares; e em Fevereiro, sobre y sinistros, 7 tiveram por theatro ainda as men

cuito vindo da installação electrica, enchendo de seus tentáculos a nossa residência toda, pôde re

cionadas casas particulares.

representam toda uma fortuna e o labor da exis

destruiu São Francisco da Califórnia, não acceitarnui donativos estrangeiros, no contrario do que

Empresa lodustrial Editora "O Norte" A fhnpresa Industrial Editora O Norte teve a

as

nações

fiagellad_ii.s por

MEDEIROS E ALBUQUERQUE.

<<Le Portugal Assureur» Le Portugal Assureur é uma esplendida publi

gentileza de no.s communicnr a transferencia do

cação sobre seguros em Portugal que a revista

seu escrlptorio para a rua da Assembléa n. 73,

Portugal Segurador edita annualmente. Esse magnífico repositório de tudo quanto se

'sobrado, e também a sua nova installação gi'aphica, completamente melhorada e aiigmentada, o que agradecemos com a maior satisfação.

refere a seguros em Portugal foi confeccionado na casa Ribeiro de Souza, Lda,, de Lisbôa, em 1922.

Contendo uma vasta contribuição sobre a in dustria de seguros naquelle palz amigo o presente h) assistência medico-petlagogiea aos retardata rios.

profissional de enfermeira. 7° — A educação sexual e seus resultados na campanha antl-venerea.

Só com ligeireza de espirito se pode, pois, continuar a proclamar a intangibilidade pelo aquelle elemento destruidor, como todas as de

ciales; III — Lov et Assurance de Responsabilité

dico e o problema social. A urgência da educação

ou qualquer officina.

assim denominadas:

nese do crime e na decadência da raça. Campanha

tubei'culo.s'a. O papel da enfermaria da Saúde Pu blica, como traço de união entre o problema me

menos, tão sujeita a ser attingida por um in cêndio, como qualquer loja ou entreposto commercial, uma grande fabrica industrial, uma uzína

fogo, nas casas onde se accommodam e vivem as nossas familias; essas casas estão tão sujeitas

I ~r Legislation generale; II — Assurances Sc-

6° — Da nova orientação na campanha anti-

a residência de uma casa de família está, quando

volume está dividido em seis partes principaes

5° — Do alcoolismo e sua influencia na gê anti-alcoolica e sua opportunidade.

Os números que deixhmos enunciados, todos de caracter official, demonstram á saciedáde què

Civlle; IV — Taxes et Impôts; V — loformatlon

Dlverse e VI — Statistlque. E' portanto indispensável o seu manuseio e lei tura a quantos se interessam pela industria de seguros em terras lusitanas e por isso agrade cemos a preciosa offerta que nos foi gentilmente enviada.

mais construcções ou installações.

Ardem prédios habitados pelo Governo, onde 86 pôde julgar que se não accende fogo; ardem prédios occupados por sociedades, onde é igual presumpção negativa de sinistros; ardem pre

los deshabitados, onde essa mesma presurapçâo po e ter fôros de absoluta. Os mappas do .Corpo e Bombeiros exhibem para os dois primeiros casos 11 sinistros e para o terceiro 3; Janeiro, respectivamente, 3 sinistros, Governo e socieda-

^s: e Fevereiro consigna, nas mesmas condi ções, 1 sinistro.

lerias de arte: as collecções de toda a ordem; as jóias; as roupas de uso, emflm todo esse multi-

forme immenso 'recheio da habitação de todos

nós, representando fortunas formidáveis, que a

duzir a cinza de um momento para outro. Ter estes valores desacompanhados da garan tia do seguro èhega a ser um crime, contra a pessoa do seu mesmo dono, porque a mais das

vezes um prédio, um mobiliário, algumas roupas,

tência inteira, e o tempo em que esse capital foi adquirido não volta a repetir-se na vida de seu proprietário; mas ainda qxiançlo se trate de indivíduo rico de haveres. quem é que jámais se

justificou de haver produzido a sua própria ruina? .

Os. Codigos Civil e Coinmercial estabelecem que só para as sociedades anonymas de seguros, é o seguro objecto de commercio. E é facto verdadeiro.

Ao particular a operação de seguro é sempre prejudicial, pois que nada lhe compensa os cui

dados de que precisa rodear-se dentro de sua casa, conDurando o perigo sempre pendente sobre a sua cabeça, ainda quando lhe sobrasse a vigilân cia de Argus; seguros só devem ser'feitos pelas companhias, que fazem destas operações a base üo seu commercio.

E se o seguro ganhasse para o seu activò""o immenso campo de valores a que nos estamos

foíerindo, residências e valores particulares, as taxas que para esses riscos já são reduzidas, mais reduzidas se poderiam ainda tornar, porque . axiomatico em seguros que quanto mais se se

gura menos se arrisca.


JORNAL 0B

JORNAL

SEOUROS

I

A

I

I Companhia Alliança da Bahia, 1 ■ ■ ■■

íí

' ■■ '■

,

^

I DE SEGUROS MARÍTIMOS, TERRESTRES E FLUVIAES | I

SÊDE N7l BRH 1 A

%

^ 1

. -FM-nc-rT-T/^Tíirc 5 Fpancisco josè "Rodpigues .Pedreira, Josè Maria

'i Ú

I OIT^EeiO-RES I

^ BemardiDo Vicente d'Araujo |

A

maioria

y

^

1

Capital realizado

e na Europa.

^

3.000:000$000|

^

Deposito no Thesouro Federal

H ■á

Deijosito uo "Banco da Republica Oriental do Uruguay em Moutevid6o

Ü

Reservas

I

Receita em 1021 Sinistros pagos em 1021 Lucro liquido em 1921

M

^

Somma dos valores dos seguros effectuadps em 1921

N ^

0

0

•...

200:000$000

0

70:124$000

S Ü

11.401 :668$4ü5

M

7.107:912$.51õ 4.830:2538845 1.255 :õ83$489

1.343.475:7S1$772

.

_ de ppedio ou sonsepto • Bsta Compaobla, em saso de rasoDBtPuoçao pop sua eonta, se

obpiga á indemoisaçâo do pespeetlvo aluguel integpal pelo tempo emppegado nas.obPas

N. B. — De 6 em 6 annos, ê gratuito o armo seguinte (7° anno) dos seguros ter-

0 ^ 0

^

''*'i ^

'

o

seguro

como

uma

coisa

Alguns ha que por experiência própria ou por

já lhe terem visto algum dos muitos resultados produz

não o

olham com

animadversâo;

oIham-n'o porém com indifferença. que não pôde haver prejuizos.

embora

reconhecendo essas

vantagens

adiam per dias, mezes e até annos a providencia que ninguém dotado de bom senso póde.descurar: Segurar.

Segurar a sua vida, a sua propriedade, a sua residência, o seu estabelecimento commercial ou

industrial, os seus moveis e roupas de uso, emfim tudo que represente valor intrínseco. Em regra o seguro entre nós é considerado como prova de amizade. E tanto ê assim que são

considerados bons agentes de seguros aquelles que dispõem de inuumeras relações pessoaes. Ora, as relações pessoaes são necessárias para maior expansão do seguro e nunca para restringil-o. Em geral só se dão seguros aos amigos, como

ai se désse uma prova de amizade e não se prati

>|

teladora dos interesses maiores de cada um.

P

luxo, um desperdício de alguns mil reis, mais bem o condão de tornar sorridentes as physionomias

Os chefes de família vêem o seguro como um

empregados em despezas de somenos, mas que têm

1

PRÊMIOS DISPENSADOS EM 1921 (7.° ANNO GRATUITO): 202:204S000

|

0 P d

A (Companhia "ALLIANÇA DA BAHIA" é a primeira companhia nacional, de seguroa marítimos e terrestres, em capital e reservas, é receita. E' a companhia de seguros maritimos, terrestres e fluviaes que, no Brasil, em 1921, teve a maior receita, dentre todas as companhias

^ N

mum. E que arda. O senhorio naturalmente tem o prédio no seguro. E esqxiecendo-se que no sinistro também ardem

1

MovincDlo total da [ODipaabia "milania da Bahia" desde IB10 até 31 de Dezeaihto de 1921

|

mobílias e outros haveres, e que pódem até arder

N

Commendador Antonio Ferreira

P congeneres, inclusive as estrangeiras, que operam neste paíz. ô 0

Prêmios terrestres

Prêmios maritimos

Salvados

^

Receita bruta

^ 0 ^ :0

Sinistros maritimos Dividendos ; Bônus aos aecionistas 7" anno gratuito aos segurados

0

1

Sinistros terrestres

r

."

' 29.220:000$000 37.944:0008000

0.375:0008000

81.177:0008000

18.042:0008000

31.291:0008000 0.250:0008000 1.400:0008000 1.711-.OOOÍOOO

^

U ^

^ P ú ^

I

Agencia Geral no Rio de Janeiro: flUEIUDR RIO BRAIICO, 117

'%

^

1.® Andar. - salas 9 a 12 - do edifício do 'Jornal do Commercio»

^

I

Telephone Norte: 3883

|

Telephone do Gerente N 4032

Esta ageucia aceita seguros maritimos e terrestres em condições vanta-

familiares.

Casa de família não arde—é uma phrase com-

Í ^

da Silva Encontra-se convalescente e em via de com

pleto restabelecimento de grave enfermidade, este nosso venerando amigo, director presidente da

Companhia de Seguros "Garantia". O Sr. commendador Antonio Ferreira da Sil va, a caminho de quasi 90 annos, é actualmente a mais velha e mais querida figura do nosso mundo de seguros.

Delle se pôde discordar em matéria desta" te-

chnica de seguros, de que S. Ex. é tradição feliz

I Os sinistros são pagos nas agencias em que os seguros tiverem sido effectuados |

mente ainda viva dando-nos o gosto da sua actl-

1

,1osas para os segurados nesta Capital e em todos os Estados do Brasil.

quelle artigo 1.208 do nosso Codigo Civil, que diz a respeito:

"Responderá o locatário pelo incêndio do pré

dio, se não provar caso fortuito ou força maior, nado em outro prédio".

Foi o que .occorreu em Agosto de 1909, em Ri

beirão Preto, com o incêndio do prédio em que existia uma sellaria. O fogo propagou-se ao prédio visiubo, também de propriedade do mesmo senho rio. o qual propoz uma acção contra o seu loca

tário, dono da sellaria, para resarcir os prejuizos que tivera com os dois prédios sinistrados.

Conclusos os autos do parecer foi o locatário

coudemnado a pagar os damnos verificados, lucros cessantes, juros da móra e custas. Houve appellação de sentença ao Tribunal, resolvendo este final mente que o réu pagasse apenas os prejuizos occasionados no prédio que occupava.

O processo como se vê era interessantissimo, porquanto dava margem a uma interpretação pre cisa do artigo 1.208 do nosso Codigo.

Mas não é abi que queremos chegar. A respon sabilidade advinda ao locatário dum prédio des truído pelo fogo propagado aos prédios vlsinhos

já é castigo de mais aos imprevidentes.

Basta-nos mostrar a responsabilidade que tem

cada locatário pelo prédio que occupa e a conve niência que ba em cada um segurar o que lhe per tence.

Mesmo porque a companhia que pagou o pre-, juizo ao locador pôde legalmente exigir ao locatá rio o dinheiro que perdeu pelo descuido ou indif ferença com que esse mesmo locatário se houve com a cousa locada, baseada numa interpretação ad leiere do artigo 1.208 do Codigo Civil.

Cominissão Visloriadora de Trapiohes Esta Con"imi,«;srio, que tão bons serviços tem

^

n

sinistrado podem vir-lhe em cima, baseadas na-

^

'Responsabilidades assumidas: 'Rs- 13126 402:781$000

^

vidas, o inquilino esquece-se também de que a companhia ou companhias seguradoras do prédio

vicio de construcção ou propagação de fogo origi

Concordam em que ha vantagens, ou antes, em

casse providencia perfeitamente commercial, acau-

^ restres aos clientes que conservarem apólices contra fogo, durante 6 annos sem interrup- ^

^ cão ou prejuízo

olha

13

inceii

inútil, uma despeza supérflua, um verdadeiro luxo. que

SEGUROS

1111

A necessidade que existe do seguro ainda não foi appreliendida pelo nosso publico.

Mas,

fp 00111 224 agencias em todos os Estados do Brasil e em Monte- ^ I vidéo, é 23 reguladores de avarias no Brasil, nos Estados Cnidos tú

DE

vidade; mas ninguém lhe nega a bondade, a rectldâo de caracter, a profunda honestidade, sen

Gerente; ALEXANDRE GROSS 1

tindo-se a gente honrado quando sente entre as

I

suas as mãos desse ancião, gloria do commercio

do Rio.de Janeiro, nos três quartos de século neste momento decorridos.

prestado ãs Companhias de Seguros, quer nacionaes. quer estrangeiras, vae distribuir um novo

folheto com a tabella impressa de todos os riscos devidamente classificados, com as taxas, condi ções e a relação de todas as meroadorias conside

radas " perigosas " e que, como tal, não podem ser armazenadas nos trapiohes destinados a mer cadorias não arri.seadas.

A este respeito, a Commi.ssão teve agora que

resolver sobre um caso curioso trapiche acha-se armazenada

uma partida de um prnducto denominado " IVar-

Gns , destinado ft extiucção de formigas. Tra tando-se de um formicida (artigo reputado peri

goso, a Commissão classiflcou-o como tal, com o que não coucmalou o depositário, provando, em analyse official. que o " War-Gas " não é inflamluavel, nem corrosivo, não obstante ter a proprie dade de matar formigas.

- , í'du das. proYíiSj.a Commlssão resolveu odnnttir o " War-Gas " em deposito, cõmo mer cadoria nao, perigosa.


JORNAL DE

15

JORNAL DE SEGUROS

SEGUROS

INSPECTORIA DE SEGUROS

STELLA

E

55 Os

7^

E ID 1 C M 1 E

qvos estatutos ãa Companhia NacioJiaí àe

SCP^^'

e revertido como acha de ser pela companhia in

sr. ministro da Fazenda o dr. Pedro Vergne itireu. Inspector Geral de Seguros dirigiu o

j

officio:

[OHPIIIIIIIII DE SEEDDOS MDBIIIHOS E lEBDESIDES

Se gii^

.. pe posse de um folheto impresso, em que fopublicados os novos estatutos da Companhia de Seguro Mutuo contra Fogo, com séde

Capital

' Capital, e examinando detidamente o seu

1.000:000$000

verifiquei que não foi fielmente tradu-

""uf e executado o pensamento do decreto n. 15.893,

Realisado

500:000$000

d ® 20

Dezembro 1922, queouosexplicativa. approvou com alteraçãodeadditiva

addiçâo, aliás dispensável, foi proposta inspectoria, propositalmente para dirimir e

,

Deposito no Thesouro —Rs. 200:000$000

qualquer duvida ou sophisma, sobre se —

gratificações consignadas ao director e ao

j^te podiam ou não incidir sobre a receita (Ze liredios" — que constitue a producção

.

gtrial de uma companhia de seguros. Tal af-

f-

^ção de priucipios, redundante e desnecessaprovocada por uma carta ou protesto-de

Séde; Rua Silva Jardim, 16 RIO OE JANEIRO

Direotorés:

Jj

' ^pt^So gerente da mesma companhia, que

jiciou o facto e contra elle protestou energi-

cameti^®' parecer do fiscal de Seguros nj, Leitão, que funccionou no processo: e ■ ije a verdade é que na confusão de emendas e escripas á margem e em thyta vermelha, nos documentos appensos ao proce<?sO. distinctamente ^í^®P®ctoria quaes não poude apprehender as emendas appro-

vaS^' ®

rejeitadas, pela assembléa de-

decreto n. 15.893. de 20 de Dezembro ul

Oscar RUDGE

Leonidas GARCIA ROSA OonselHo Riscai:

timo fazendo inserir e repetir o dispositivo do

Euclydes do Nascimento Rocha

Agentes em todos os Estados e principaes cidades

(director ou gerente) julgar-se com direito a per ceber gratificação correspondente, ou não exce

dente, á quinta parte dos lucros liquidos (20 %). quando o espirito da lei e a letra do decreto n. 14.593, art. 45, como do additivo em questão (dec. n. 15.893), determinam textualmente: "íião será permittida nos sociedades mtituas a instituição de quaesquer vantagens que não sejam aos mem bros das suas administrações ou dos a^ixiliores destas, e taes vantagens só poderão ser consti

tuídas por uma parte não excedente a um, quinto dos lucros liquidos verificados annuaimente". Esta é a parte disponível no caso.

Essa. controvérsia sobre a interpretação que as companhias de seguros, de qualquer genero ou forma, devem dar aos arts. 20 e 98 do decreto

n. 434, de 4 de Julho de 1891, ficou definitiva mente liquidada e esgotada em memorável dis

cussão que esta inspectoria sustentou em 1968

com a directoria da Companhia de Seguros de

Vida "Sul América"; que no sentido da boa dou

trina reformou seus antigos estatutos, apezar de

então se julgar isenta da fiscalização e do re-

gimen estabelecidos no decreto n. 5.072, de 1903.

De tal effeito e tal repercussão tiveram os

nossos modestos relatórios sobre este assumpto,

que foram honrados com uma referencia especial no celebre tratado do nosso mais notável com-

mercialista Dr. J. Xavier Carvalho de Mendonça, que consagrou a doutrina com a sua magistral

de^jctar e subverter podia Innovar e menos aindadecon. os princípios geraes di

cedendo aos administradores vantagens sobre a

reito

em todas as nòsg® jgis reguladorasconsagrados do assumpto.

autoridade: "F' illegal a claustila estatutária con renda

bruta".

ntior se trate de sociedade anonyma, quer

TiCarvalho devol.Mendonça de mreito Commercial, 4.°, pags.—41Traíodo e 42, edi

de gooie^ade mutua, — "netilíuma vantagem, gra0^ percentagem, pode ser abonada, ou

_ Nos termos do art. 75 do decreto n. 14.593, de

ção de 1915).

*

oos fundadores, administradores, em-

1920, reproducçao quasi litteral dos arts 20 e 116

-(7,dos ou a quaesquer terceiros, se não fôr con-

de Seguros "ampla faculdade de fiscalização" e e^a se exercita desde a organização das companhias e factura dos respectivos estatutos Não pôde portanto ser indifferente qúe esuraeiam

rinii artS'

Octavio Corrêa Dias

teressada, (em dous paragraphos aos arts. 26 e 31 dos novos estatutos) vem induzir e resultar tal vez em conseqüência e pratica imprevista e ülegal: qual seria a cada um dos administradores

a't 45 do decreto n. 14.593, de 31 de Dezembro

sistei^^^

Dr. Raul dos Guimarães Bonjean

ridas no correr do processo, que a inspectoria propoz o excrescente additivo; que aliás traduzido

•Q Mutíio contra Fogo

Zígííidos e de-

deduzida destinada ao fundo de (I^eeretoan.parte 434, de 4 de Julho de 1891. 20 e 98).

uma regra de Direito "Universal, escrlpta e codigos e que filia-ae ao romano, multas vezes secular: ~ Nemo

" \.alis, nisi Hberatus.

^^0 está, portanto, entre os attributos desta ou assembléa, deste ou daquelle poder bu íOStltuto, investir contra semelhantes princiDios: eqüivaleria o mesmo que dispdr do alheio, ■comf soberbo, e incisivo parecer qualificou ha annf® ° notável jurisconsulto Dr. Gumerclndo estribado nestas lógicas considerações e

parí^ Il^nidar as duvidas e controvérsias sugge-

do decreto n 4.270. de 1901. cabe á Inspectoria

desvirtuados logo no começo, por umíVrdnS interpretação do decreto que os ind^Lf e rastaria a conseqüências absurdas e inte/ramento

prejudiciaes aos interesses dos mutuarTos T ao progresso e solidez da companhia nJè exacta-

Tc?™,"," ^ capital'orTglario d. accionistas, sò pode prosperar com o Incremento e retorço de suas reservas

.ucicmou.o

Nestas condições e por se tratar de assumpto

fuesn

^ 4c prompto remedio e so.

prS,o o™'®''' ° f®?'' 4c representar 4 V. Bx., nSfv " 4e um novo decreto, exde 20 90 de r Dezembro í" ccmPlcracntar decreto nos n 15.893, ae do anno do transacto; termo^


JORNAL DE SEGUROS

16

da minuta inclusa, ou por simples despacho mi nisterial, como a

V. Ex. parecer

mais conve

JORNAL DE SEGUROS

A MUNDIAL

17

PROJECTO DE REFORMA

niente ou acertado.

Renovo meus respeitosos protestos de apreço".

Esclarecimentos pedidos á The Boyal Insurance Co. Ltã.:

'

Pelo dr. Pedro Vergne de Abreu, Inspector Geral de Seguros foi enviado o seguinte officio aos representantes da The Royal Insurance Co. Ltd.;

"Com referencia aos documentos remettidos

a esta repartição, com o vosso officio de 10 de Maio do anno proximo passado, declaro-vos que, afim de satisfazer as exigências do regulamento

n. 14.593, de 31 -48 Dezembro de 1920, deveis fornecer a esta inspectoria: I — Os dados necessários sobre o imposto

Uma das chis.ses que merece sem duvida a pro videncia ncnuteladora do seguro ê a dos pequenos

DOS

funccionarios públicos, a do pessoal jornaleiro, que

Estatutos da Companhia "Alliança da Bahia"

outrís recursos não tém para manter a faniilia senão o pouco que percebe diariamente. O seguro de vida é, pois, uma providencia que se lhe impõe porquanto é o único recurso que podem legar A

Pata sei apiesentai á issemliléa Geial btiaoidiiiaiia dos Sis. dttiODislas

família no caso de falleeiniento.

A Companhia de :^egui'os de Vida "Mundial" .arranjou um modo de facilitar esse seguro áquelles

TITULO I

que dispõem de parcos vcueimentos: o <lesconto DA COMCANHIA, SUA SÉDE, DÜKAÇÃO' E C.VPITAL

nas folhas de pagamento dos prêmios devidos. Essa simples providencia velu facilitar muito aos modestos funccionarios o futuro de suas famílias.

acautelaiuento

do

-árt. 1." A sociednrte aiioiiyma, organizada sob

a

denominação Companhia Alliauça, com

sede

nesta Capital do Estado da Bahia, onde foi in-

Foi a respeito desse desconto em folha de

do sello apposto nos contractos effectuados no

pagamento das quotas devidas pelo pessoal jor-

2." semestre de 1921.

naíeiro da Repartição de Águas e Obras Publicas

II — O calculo das reservas tiradas dos prê mios líquidos recebidos dos contractos em vigor na época do balanço, de accôrdo com o que ex

A Companhia "Mundial" que o sr. director da

stallada em Janeiro de 1870, para operar em se

guros maritimos, estendendo suas operações aos seguros terrestres, mediante modificação em seus

Estatutos, em 1S71, continfia funociouar sob a

Despeza Publica respondeu ao director daquella repartição, que o cousultAi'a sobre o caso, da se

denomiuação — Companhia .\luança da Bahia

pressamente . determina o citado regulamento 14.593, ex-vi dos arts. 38 n. 1 e 49.

guinte maneira:

Estatutos, de accôrdo com a legislação especial

III — Explicar a differença entre a impor tância registrada nesta repartição e a somma

vosso officio n. 110, de 7 de Fevereiro do cor

Vigor.

rente, sobre o desconto na folha de pagamento

mensal dos prêmios recebidos e constantes do quadro dos contractos de seguros, e a somma

dos jornaleiros das quotas consignadas para pa gamento de seguros feitos na Comi)anhia de Se

Art. 2° O prazo de sua duração serA de 30 annos, coutados da data da approvação destes Es

total desses prêmios no exercício de 1921, pois Segundo o registro de guias o total é de

1.322:917$360, e segundo o balanço enviado, é de 1.302:5821582, do que resulta uma differença de 20;334$778.

A' vista do exposto, sob a sancção do citado regulamento de 1920, notifico-vos a apresentardes â esta inspectoria, no prazo de oito dias, os es clarecimentos requisitados".

" Relativamente

A

consulta

con.stante

do

guros "A Mundial", declaro-vos,-par.^ os devidos

—. e reger-se-A pelas disposições contida.s nestes

das sociedades aiioiiymas e mais disposições em

"Reportando-me ao meu officio n. 26, de 24 de Janeiro proximo passado, em que mais uma vez insisti na solução da consulta feita em offi cio anterior, n. 160, de 16 de Maio de 1922, a respeito da isenção de sello de que gozavam os

documentos e papeis das companhias de seguros,

o

que

entender

conveniente A Com

e membros do Conselho 1'iscal, para a estipulação

de perceutagem, coiumissão ou renuuiéração extra ordinária aos membros da administração e, eiii qualquer outro caso em que preceda a approva ção da .Assembléa Geral, a votação será por es crutínio secreto, e concorrerá com um voto o ac

ptnda 110 Thesouro Nacional, podem ser averbadas em folha de pagamento de jornaleiros quotas por

elevado a 10,000:000$000, quando as circumstau-

deante, luai.s um voto por cada grupo de cinco

ciaa o reclamarem.

acções.

elles consignadas para pagamento de prêmios de

§ 1.° Este capital de 6.0Ü0 ;000.?000 é realizado

seguros A

referida companhia, desde que obe

deçam ao dispositivo do art. 171 da lei orçamen taria do exercício de 1918."

Por esse motivo, peço-vos que encaminheis a minuta inclusa ao exame e critica do Sr. con

sultor da Fazenda e á final approvação do Exmo.

aj pelo capital jA existente, re

livro cojnpe-tente, na im portância total de réis h) pela transferencia da conta

"Não satisfazendo as informações que prestastes, em' o vosso officio de 17 de Outubro uF

fem uma circular a pratica que me parece mais conforme e harmônica com a doutrina do men-

timo, sobre as contas "apólices da divida publi

por

TITULO III

cláusulas estipuladas nas respectivas apólices; a) fazer seguros ou reseguros contra todos os

3.000:000$000

riscos casuaes de fogo, raio e suas conseqüências; h) fazer seguros contra a perda de alugueis

de Lucros suspensos, pa

de prédios que. venham a ser attingidos por fogo, raio e suas conseqüências, não podendo este se

ra

guro exceder o prazo máximo de um'anno:

o credito da

das,

A Coni2)an7iia de Seguros "Brasil" foi notificada:

rentes funccionarios da repartição: resolvi fixar

acções; e, dahi

Art. S.° As operações da Companhia consis tem, principalmente, em, de conformidade com as

conta ca

c) fazer seguros ou reseguros contra os riscos

pital, con-espondeute a 3.000 acções integraliza

guros:

que possuir cinco

DAS 0PER.\rÕES DA COMPANHIA

Sr. Ministro".

diversidade de interpretações que occorrem, não

cionista

da maneira seguinte:

presentado por 3.000 acções integralizadas, de 1:000$ cada uma, inscriptas no

só ás companhias interessadas, como aos diffe-

de

marítimos e fluviaes;

{/j fazer seguros de mercadorias contra acci-

1:000$000 " Cada

uma, que vão ser ennttida,s após a approvação destes Estatutos, euí favor dos

contra os riscos de guerra, revolução, sedição, tu

actuaes

multos populares e de roubo.

aeeiouistas

e

dentes ferroviários;

e) poderá também fazer

na

mente

seguros

especiaes

Paragrapbo único. Fica igualmente autorizada

mesma proporção das que cada qual possue actual-

n Direcção a praticar as seguintes operações: 3.000:000$000

1°, comprar, subscrever e vender apólices da divida publica do Brasil e dos Estados da União

TITULO II

e Municípios, debentures, acções e quaesquer outros

DAS ACÇÕKS E DOS ACCIONISTAS

títulos de reuda ou de obrigação; 2°, comprar, construir e vender prédios e outros immoveis, acceitando e asslgnaudo as re spectivas escripturas e contractos; 3", emprestar (liuhelro sob hypothecas de 1mmuvei.s, atteiidehdo semi)re ao valor real represeu-

ca", "hypothecas" e "títulos caucionados". do balanço de 1921, por não estarem nos termos dó

^

imposto de sello. Não me abalanço, porém, a ex

"modelo A" do regulamento n. 14.593, de 31 de Dezembro de 192D, notifico-vos, novamente, a es-

pedir a referida circular, sem prévia autorização

clarecerdes a respeito esta inspectoria, enviando,

Art, A.s acções da CoDipauhia continuam a ser nominativas, e sua propriedade se estabelece

desse- ministério, por se tratar de assumpto em

ho prazo de oito dias, a discriminação das citadas

que a competência desta inspectoria é cumulativa

contas como está expressamente indicado nas

com a de outras repartições do Thesouro Na

"notas" do citado modelo A do regulamento em

cional.

vigor".

legítimos interesses do fisco na arrecadação do

e propor panhia.

Art. 3." O seu capital é de 6.000:000$000, re

siadamente O expediente desta inspectoria, pela

fcionado aviso n. 354, de 1912, sem lesão para os

Art. 6." O accionista que possuir menos de cinco aoçõe.s poderá assistir As reuniões, discutir

presentado por 6.000 acções de 1 ;000.$000 cada uma, integralizadas e nominativas; podendo ser

Aos srs. directores da Companhia de Seguros "Brasil" foi enviado o officio seguinte pelo Dr. Pedro Vergne de Abreu, Inspector Geral de Se

urgente, por estar esta duvida entravando dema

para a reunião ordinária ou extraordinária.

da Viação em aviso circular, n. 13, de 24 de Se tembro de 1918, e de accôrdo com a praxe ado-

em virtude do aviso n. 534, de 10 de Outubro

de 1912: e como semelhante solução sè torne

Art. 5.° .Só terá voto da .Assembléa Geral o

accionista que possuir cinco ou mais ucções, in.scripta.s um inez, pelo menos, ante.s do dia fixado

fins, que, em face dá autorisação do'"Ministério

de seguros:

Ao sr. Director Geral do Thesouro Nacional

derA ser lavrado senão A vista do alvará ou pre catório do juiz competente, do formal da par tilha, ou de carta de arrematação ou adjudicação.

Art. -7." Pr.ra a eleição dos administradores

tatutos, salvo deliberação posteüor da Assembléa (Jeval, ou caso previsto na lei vigente.

A isenção de sello nos documentos das comixinliiaé

ò dr. Vergne de Abreu enviou o officio abaixo:

No caso do transmissão de acção a titulo de legado, ou herança, ou em virtude de arreinatação ou adjudicação, o termo de transferencia não po-

pela iuscripção no livro de registro.

Sua transferencia ou cessão opera-se por ter mo lavrado no livro competente e assignado pelo cedente e cessionário, ou por seus legitimes procuradore.s.

tutivo destes; 4°, descontar títulos coinmerciaes

a curto

prazo; eoutrahir obrigaçõe.s e alienur bens e dl-


JORNAL DE SEGUROS

IS

reítos, quando o interesse social assim impuzer. Art. 9." Para cada contracto de seguro a re

Art. 10. Será licito á Direcfião tomar seguro

Art. 20. Os Directores, como os .Snpplentes, quando não forem reeleitos, servirão até (lue os novos nomeados assumam a gestão, o que somente terá logar depois de arohivíula e pul)licada a acta da sessão em que se effectuou a eleição. Art. 21. Dado o impedimento de um Director e tornando-se nece.ssaria a sua substituição inte

in quoris de generos em ser, com determinação de

rina, convocar-se-á o Supplente mais votado, e, na

logar ou em transito, procedendo, porém, com a

falta deste, o iuimediato.

sponsabilidade du Companhia não deverá exceder o limite estabelecido no art. 50 do Regulamento

de Seguro, decreto n. 14.593. de 31 de Dezembro de 1920.

Art. 22. Os Directores nomearão, dentre si,

maxima cautela.

Art. 11. Nas condições dos contractos de se-

o Secretario.

Pelo Secretario serão lançadas no livro com

gnro.s maritiinos, dever-se-á expressamente estabe lecer que não se considerarão seguros por apólices abertas senão os valores nellas averbados ijor um

petente

as acta.s das sessões da Direcção,

que

serão assignadas pelo Directores presentes, e nus

Director, agente ou gerentes das succursaes, de vendo a competente nota ser apresentada ao aver-

quaes se

bauiento antes da sabida do navio do porto da lo

fôr.

mencionarão todas as deliberações to

madas nas respectivas reuniões, quando preciso

calidade onde se fizer o seguro-; e no prazo de 24

Art. 23. No ca.so de fallecimeuto ou renuncia

horas úteis, depdis de recebida a noticia do emItarque, para as mercadorias de outra procedência.

do Dii*ector-Presideute, reimir-se-á

Fica subentendido que os segurados de apólices abertas não podem tomar valores de outros, para serem iucluidos em suas apollce.s, salvo os que per

ao preenchimento da vaga.

Art. 24. Üs Directores são responsáveis, para com os accionistíis, solidariamente, pela violaçilo

tencerem aos seus commitentes.

da lei e dos presentes Estatutos.

a

Assembléa

Geral, dentro do pr.-izo de (50 dias, para proceder

Art. 12. Os prêmios dos seguros, assim como

Paragrnplio imieo. São também responsáveis

os sinistros, serão pagos na conformidade das con

á Companhia pela negligencia, culpa e dolo com

dições estipuladas nas respectivas apolices,,,cumprldos os princípios gentes de direito que regem

que se houverem no desempenho do mandato; á

as indeiunizações.

cesso do mandato.

panhia, que importem obrigação, só terão vigor

quando a.ssignados por dois Directores, indistlnctamente.

§ 1.° Nas succursaes e agencias as apólices <levein ser assignnda.s pelos gerentes das primei ras, ou pelos agentes, nas segundas, que tiverem

poderes e.speciaes, de procuração, para o caso.

Art. 2õ. Os vencimentos fixos anuuaes da Di-

reêtoria são de Rs^

sendo: Rs

para o Director-ft-esidente; Rs

para

cada um dos outros Directores r e iierçeberá mais

12 % do lucro' liquido verificado no anno", consti tuído pelas operações effectivainente concluídas, não iucluidos os lucros suspensos de anuos ante

riores, sondo: 5 % para o Presidente; 7 %, em partes iguaes, para os dois Directores.

TITULO IV

DA ADMINISTRAÇÃO

Paragrapho único. Serão pagos pela Compa nhia os iuiiiostos sobre vencimentos da adminis tração.

Art. 26. Compete á Direcção: § 1.° Eleger seu Secretario.

Art. 14. A Administração da Companhia será exercida por um Director-Presidente e dois Dire

ctores, eleitos pela Assembléa Geral, por escru tínio secreto e maioria relativa de votos, decidindo o sorte no caso de empate.

Paragrapho único. O mandato dos Directores

durará por um anuo, podendo ser reeleitos. Art. lü. Para substituirem os Directores fal-

lecidos ou impedidos, os que resignarem o cargo

ou deixarem de acoeitul-o haverá dois siipplentes, para esse fim eleitos pela mesma fôrma e pelo mesmo prazo de um auno.

§ 7.® Noniera-, suspender e demittlr os agentes

e estipular a com]ni.ssão que lhes deve competir, a qual sabirá dos prêmios percebidos dos seguros

§ y.® Jíarcar o dividendo annual, de accôrdo

com o Conselho Fiscal, não/listribuindo dividendo senão dõ saldo dós lucros'líquidos; ou, no caso do § 2° do art. 49. com auxilio da conta garantia DE

§ 2." Estipular o prêmio e condições dos con tractos de .seguros da maneira que lhe parecer mais conveuiente, tendo em attenção, quanto aos marítimos, o ponto do destino, conceito do com-

mandante, o estado do navio, a estação do anuo, a condição do tempo e outras circumstancias e em relação aos terrestres quanto ficou declarado nos

arts. 0° a 11, sempre encarando a qualidade moral do segurado.

§ 3.® Fazer lançar em livros especiaes as obri gações e encargos dos accionlstas, exigindo a as-

mulheres; os paes por seus filhos menores; os tu tores, ou curadores, por seus tutelados ou curateUidos; os inventariantes, pelos respectivos acer vos. ainda indivisos; um socio de firma commer-

que realizarem.

cial. pela mesma firma, e, finalmente, as coitiorações. companhias e mais sociedades auonymas, por um dos seus Directores ou representantes. Art. 30. As procurações, como os documentos

coinprobatorios das qualidades, a que se refere o

DIVIDENDO.

§ 9." Convocar a Assembléa Geral, ordinária e extraordinariamente, nos casos em que julgar conveniente e nu conformidade das disposições vi gentes.

artigo anterior, serão entregues no escriptorio da Companhia tres dias, pelo menos, antes da re união; e serão conferidos pelo Conselho Fiscal, que apresentará, na vespera desta, uma lista dos

§ 10. Elaborar o relatório das operações e

que forem reputados admissíveis, lista que ficará

occorreiicias de cada anuo e do estado da Com

á disposição do.s interessados, para ser examinada.

panhia, para ser apresentado á Assembléa Geral, com o respectivo balanço e Parecer do Conselho

vocada da Assembléa Geral não compareceu o nu

Fiscal. O relatório deverá ser impresso e publi

mero de ac-cionistas necessário para validamente delilierar, far-se-ão novas convocações com Inter-

cado tres dias. pelo menos, antes da reunião. § 11. Cumprir e fazer cumprir estes Esta tutos e todas as delilierações da Assetnidéa Geral. § 12. A Direcção representará a Companhia em todos o.s seus netos jndiciaes e extra-judiciaes,

e praticará ns operações constantes do Titulo 111

Art. 31.

Verificando-se que á

reunião con

valki de oito dias. por aimimclos nu imprensa, declarundo-se que na terceira convocação se delibe

rará, qualquer que seja a somnia do capital re presentado, pelos accionistas que comparecerem. Art. 32. Quando a reunião convocada tiver

por fim deliberar sobre a reforma dos Estatutos,

destes Estatutos.

approvação de augmento do capital ou liquidação TITULO V

Companhia e aos terceiros prejudicados pelo ex

Art. 13. Os actos da administração da Com

19

JORNAL DE SEGUROS

.

da Companhia, carece, para validamente se con stituir. da

DA ASSEMBLÉA GERAL

Art. 27. A Assenihléa Geral é a reunião dos

presença

de accionistas que, no mí

nimo, representem dois terços do capital social. Paragrapho único. Se nem na primeira e nem

ficcionistas previamente convocada, na fóruui da

na segunda reunião, a qual deverá ser convocada

lei, sob a presidência de uma Mesa composta de

com o mesmo iutervallo, comparecer aquelle nu

tres niembro.s, especialmente eleita na sessão or

mero, proceder-se-á de conformidade com o ar

dinária competente.

tigo 3®.

^ 1.® Para que a Assembléa Geral possa validamente funccionar e deliberar, é indispensável

far-se-á a chamada pelo livro de presença, onde

que represente, pelo menos, um quarto do capital

os accionista.s assignarão com a declaração do

social.

miuiero de votos correspondentes, entregnudo elles as respectivas cédulas rotuladas e mencio

§ 2.® Os nccionistas que possuii*em menos de cinco acções concorrerão para a constituição da A.sseinldéa Geral, tomarão parte na discussão de qualquer assumpto, mas não poderão exercer o voto.

§ 3.® E' igualmente

vedado

ao

accionista,

Art. 38. Na votação por escrutínio secreto

nando o numero de rotos. Art. 34. A Mesa da Assembléa Geral será composta de um Presidentte, um Vice-Presidente,

imi primeiro e um segundo Secretários, eleitos por escrutínio secreto e maioria de votos, aimunlmeute.

seu

§ 1.® O Presidente será substituído pelo Vice-

nome. no respectivo livro de registro, pelo menos

Presidente. este pelo primeiro .Secretario e este

um niez antes do dia designado para a reunião,

pelo segundo.

cnjíis acções

não

estiverem

inseriptas

tomar parte nas deliberações da

em

Assembléa e

§.2.®

-nenhum membro da Mesa compa

recer, assumirá a presidência o neçjoni.sta que

votar.

Art. 28. As deliberações da Assembléa Geral

serão tomadas pela iniUoriu dos socios presentes e em votação symholica. § 1.® No.s casos do art. 7". e tratundo-se de

gundo Secreta rio.s.

Art. 35. Para a re.spectiva eleição far-se-á uma só lista em que .se designarão: dois nomes

Art. 16. O supplente occnpará o logar vago de Director por todo o tempo que faltar ao man

siguatura de cada um delles no respectivo termo, que conterá o numero de acções de cada um, e que

panhia, ou quando a Assembléa approvar, a vo

para Presidente e (lo:s para Secretários. Dos pri-

dato do substituído e com as vantagens deste.

será também assignado, dada a transferencia, nas

tação será por escrutínio seci'eto.

condições estabelecidas.

§ 2.® Para todos os fins, em quaesquer delibeiaições, o numero de votos do accionista estará

meiro.s, que obtiver maioria de rotos será o Pre sidente, e o Immediato o A'ice-Presidente; dos se

Art. 17. Far-se-á a eleição por escrutinlo se creto e maioria i-elativa de votos, lauçando-se na

urna tres listas: uma, com um nome: para Dire

ctor-Presidente; outra, com dois nomes: para Di rectores: e a ultima, igualmente com dois nomes,

para Siipp|entes; regulando-se a ordem dos eleitos

§ 4,® Ordenar o pagamento aos segurados,

responsabilidade de Director, liquidação da Com

fôr neclamado pela Assemhléa Geral, o qual con vidará outros para os cargos de primeiro e se

depois de verificados e provados, todas ns perdas

em relação ao numero de acções que possuir na

e damnos, até o valor seguro constante da nno-

fôrma do art. 7®.

Art. 36. A Assembléa reunir-se-á todos os

§ 8.® O accionista pôde fazer-se representar,

ILce.

gundos, será primeiro Secretario o mais votado e segundo o immediato.

aimos, ordinariamente, no inez de Março, em dia

na .Vssembléa Geral por procurador idoneo, que

designado pela Direcção; e extraordinariamente

pela votação que obtiverem e decidindo a sorte no

ou fora da Republica, separando, quando julgar

também seja accionista, sendo para todos os ef-

quando a Direcção julgar conveniente e nos mais

caso de empate.

conveniente, a parte maritima da terrestre, tendo sempre em vista o logar e a moralidade dnquelles

feitos admittido a votar e concorrendo para a con

casos autorizados pela lei.

ou Supplente quem fôr acclonista.

a quem conferir os necessários poderes para repre-

disposições do art. 7°.

A3'è. 19. Nenhum Director ou Supplente en trará em exercício sem garantir a respon,s,ihili-

sental-a.

dade de sua gestão cóm o deposito ou penhor de

gados e gerentes das succursaes e fixar-lhes os re-

conferidos aos Directores e Fiscaes.

siiectivos vencimentos.

Art. 29. Serão admittidos a votar, por si ou por procuração: os maridos representando suas

Art. 18. Só poderá ser votado para Director

20 ucções próprias.

§5." Estabelecer agencias e succursaes dentro

§ 6.® Nomear, suspender e demittlr os empre^

stituição da Assembléa Geral, de accôrdo cora as

§ 4.® Não serão admittidos votos, por procura ção, quando os poderes especiaes

Paragrapho imico. Nas reuniões extraordiná

rias só poderá a Assembléa tratar dos assumptos destas

forem

paro que fôr convocada.

Art. 37. Compete á Assembléa Geral;

§ 1.® Eleger os Directores e Suppleutes, os membros do Conselho Fiscal e seus snpplentes e a Mesa da Assembléa Geral.


20

§ 2.® Conhecei" ilo relatório, balan(;o e contütj

pelas Rs

apre.seatachiís pela Direcção e do parecer do Con selho Fiscal, e deliberar sobre sua approvacao.

fuucções

que llies são commettidas annuaes para cada um.

selho Fiscal os Directores, Fiscaes ou Agentes de Conqjnniiias congeiieres.

panhia, sua liquidação, augmento de seu capital e responsabilidade da Direcção ou de algum de

TITULO VII

Resolvendo uma consulta da companhia acima proferiu a seguinte decisão:

§ 4." Resolver sobre todos os uegocio.s, tomar quaesqnei" decisões sobre tudo quanto interessar

'•Consulta a requerente se os lucros, distribuí

DAS RESERVAS

dos a seus segurados, que têm apólices como par

possa ã Companhia, iiíclusive a alteração dos pre sentes Estatutos, Art. 38. A reunião ordinária da Assemblêa

Art. 48. Será mantida a conta Fundo de Re

serva, à qual só poderá ser desfalcada depois de

terã por fim; a apresentação e leitura do rela

e.sgotadas as contas de Litcron f^uspoisos e Re servas Technious. Serão igualmente mantida.s as contas de Reservas Tcchtiicas, que somente po derão .ser de.sfalcadas depois de extincta a conta de L}ícro.s Siis-pensos.

tório da Direcção e do Parecer do Conselho Fis

cal; o exaipe, discussão e deliberação sobre o ba lanço e contas annuaes e a eleição do Conselho

Fiscal e resiiectivo.s supplentes, directores e sup-

pleutes, e da ijesa da mesma ^Assembléa.

§ 1.° A conta Fundo do Reserva será augmen-

Art. 39. A ápprovação, pela Assembléa Geral,

tada

do bJÜanço, contas annuaes e actos administra

nimualmente com 20 %, pelo menos,

dos

tivos, importarã a ractifícação dos me.smos e das

panhia de seguros de vida — genero de conven ções que representa, como diz Planiol — "uma ca pitalização eollectiva e aleatória". (Direito Civil,

ticipação cie lucro, na fôrma estabelecida nesses

Yol. II, n. 2.719) — não se podem collocar esses

contratos, incidem no imposto de renda, allegaiido que já paga esse imposto sobre os dividen dos que tocam a seus accionistas. Não ha razão

tos de seguros em geral. O autor citado affirma "il

para isentar taes lucros do imposto. As Importân

cias entregues aos segurados constituem lucros oriundos de títulos que lhes dão direito á parti cipação nesses proventos — que, se não fôssem en tregues aos beneficiários, viriam majorar os divi dendos distribuídos aos accionistas.

contratos na mesma situação jurídica dos contra

y a, donc, véritable systême d'assurances, mais bien éloigué dans sou object des assurances or-

dinaires. Le risque n'est pas un sinistre, produisant un "apravlssement", un déficit dans Ia patrimoine: "c'est Tarreté prématuré d'un thésaurisation en cours"... Cest ce qui me falt croire

qu'il est Indispensable de separer Tassurance sur

será

Dividendos ou lucros são synonyraos. No caso

trat mutuei d'indemnlsation: elle est un procédé

sempre representada por apólices da divida pu

da consulta, o que se diminue naquelles e leva ao pagamento de menor tributo, accresce nestes úl timos. E o fisco, se não cobrasse a differença de taxa pela incidência de ônus sobre os proventos decorrentes das "apólices com participação dos lu

blica

Fundo

de

Reserva

federal ou titulo.s outros de real valor e

j)rompta transferencia, de accôrdo com o n. 11 do ;irt. 2® do Decreto u. 3.072, de 12 de Dezembro de 1903. Art. 49. Serão mantidas as contas de Lucros

FISCAL

tanto, considerando-se que se trata de uma com

Ia vie des autres assurances; elle n'est pas un cou-

§ 2." A conta de

TITULO VI

cobrar imposto de renda em taes contratos. Entre

Por que escapar do tributo?

lucros líquidos verificados.

operações relativa.s ao referido auno, nos termos do Decreto u. 434, de 4 de Julho de 1891,

CONSELHO

D iioslD SDlit a Mia e UM msulla Ia 1ul Amé o dlrector da Recehedoria do Districto Federal

seus membros.

no

<1

de

Paragrapbo único. 8ão inelegíveis pa)'a o Con

§ 3.° Deliberar sobre a dissolução da Com

21

JORNAL DE SEGUROS

JOKNAL DE SEGUROS

d'enrichissement'... (Op. cit. pag. 702). E o mes

mo autor, no tocante a apólices, nos diz (n. 2.187): "Un grand uombre de "apólices" admettent Tassuré a participer "aux" bénéfices de Ia compagnie".

Dahi segundo o mesmo autor, a pretenção dos segurados de controlar a gestão da sociedade, bem

í^uspensos e Garantia de Dividendo, para as quaes

cros", perceberia menos do que lhe cabe, E' verdade que, segundo a doutrina corrente, o

como o modo de calcular a repartição dos benefi

Art. 40. O Conselho Fiscal compúr-se-á de tres membros effectivos e tres supplentes, eleitos aunualmeiite, dentre accionistas que pos.suam cinco ou mais acções, pela Assembléa Geral ordi

pas.sarão, indistinctamente, a. juízo da Direcção,.

contrato de seguros constitue em essencia um

cies. Esta~-summaria exposição parece de molde a

os saldo.s verificados sobre a receita, depois de atteiidido o Fundo de Reserva e considerado o di

contrato de indemnizaçâo (Dalloz — Rep.). A pró pria detinição o diz: "um contrato, pelo qual uma

justificar que se está deante de uma companhia que, auferindo lucros, os distribue, parte nos divi

videndo a distribuir pelos accionistas.

pessoa chamada "segurador" promette a outra cha

dendos a seus accionistas, e parte, por via das apó

nária, na fôrma do art. 18, podendo ser reeleitos.

§ 1.® A conta T^ueros Buspensos^ será oppor-

mada "segurado" indemnizal-a de uma perda even

lices, com- a clausula de participação nos lucros

tunainente applicada, segundo as nece^ídndes do-

— aos seus respectivos segurados.

Art. 41. Incumbe ao Conselho Fiscal dar pa

recer sobre os negocios e operações da Companhia,

fompanhia, tendo por fim iuimediato

concorrçr

tomando por base o balancete e contas da Dire

tual mediante o pagamento de um prêmio". Não pôde, portanto, ter o objectivo de lucros (Agnel et

para pagamento de siiilstro.s, quando este.s ex

cção e apresental-o a estjr para lhe dar publici

de Coruy — Manuel Général des Assurances —

cedam da leceita annual.

1889).

dade e annexal-o ao relatório annual.

§ 2.® A couta Garantia de Dividendo é desti

Art. 42. No seu parecer, além de juizo sobre

nada: a auxiliar,

as operações do auno respectivo, deverfi o Con selho denunciar os erros, faetos e fraudes que,

ou

mesmo

quanto fôr necessário para a distribuição do divi

porventura, descobrir, expõr a situação da Com-

Art. 48. Durante o trimestre precedente á reunião ordinária da Assembléa Geral, deverá o

de C %. quando a conta de Lucros Sus pensos tiver sido desfalcada, por motivo de pre

Conselho Fiscal esamimir os llvro.s da Companhia,

juízos.

§

verificar o e.studo da Caixa, exigir da Direcção

3.®

Nenhum dividendo será distribuído

as informações que julgar convenientes sobre as operações soeiaes, cabendo-lhe convocar e.\tra-

quando se verifiquem perdas que excedam da i"e-

ordliiariumente a dita Assembléa, ainda fora do

Art. 50. Fica a Direcção autorizada a crear nma conta denominada Reserva Beneficente, iniciando-se com o credito de Vem contos de réis

ceita e do saldo da conta de Jjiicros Suspejisos.

praKo, quando Decorrerem motivos graves e urgentes.

(100:000.$u00), trarnsferidos de Lucros Suspensos e de.stinadu a soccorrer, com auxilies capazes de lhes garantir a subsistência, os empregados da

Art. 44. >Se o Conselho Fiscal não der seu parecer em tempo, será adi.ida a approvação das

contas, e a Assembléa Geral tomará, neste caso, as providencias que julgar necessárias.

séde e das sueeursaes, inclusive os gerentes destas,

Art. 4.5». Se outros fiscaes não forem eleito.s, a Directião, ou qualquer de seus meinla-os, requi

que, tendo prestado bons .serviços á Companhia,

sitará do Presidente da Junta Commercial a no meação de quem o.s substitua ou sirva durante o

inhabilitadOM, por motivo de accidente ou de mo

Kstatuto.s, deliberando juntamente com a Direcção em todos os casos expressamente previstos e na-

por

prazo uão inferior a cinco annos, ficarem

VIII

DlSrOSJtÇOKS

GEBAES

«

§ 1.® Esta conta receberá amiualmeute o cre dito correspondente a 1 % do dividendo distri buído nos accionistas.

§ 2.® Na prestação destes soecorros a Direcção deverá considerar o .tempo e o merecimento dos serviços da empregado scccorrldo.

lançada em livro proprio,

saldo desta conta reverterá para o activo, salvo

§ 3.® No caso de liquidação dn Companhia, o applicacão outra que fôr determinada pela As-

Os incêndios de Fevereiro nesta Capital Durante o mez de Fevereiro do corrente annO

o Corpo de Bombeiros prestou 20 soecorros assim Art. 51. Nos casos omissos nos presentes Es

tatutos, recorrer-se-á aos prlncipios de direito que regem ns sociedades anonyuias e os que regulam

O contraeto de seguros, natureza e condições dos riscos.

discriminados:

Incêndios grandes

2

" :• " "

médios pequenos insignificantes

2 2 13

"

em

automóveis

l

Somma

20

niSPOSlOüES TRANSITÓRIAS

São mantidos nos seus cargos, por todo o pre sente exercício, os actuaes membros da Mesa da Assemldéa Geral, os Directores e Hupplentes, e,.

Iboâu assim, o Conselho Fiscal e Supplentes.

léstia, para o trabalho consecutivo.

quelles para que fôr solicitado e ouvido, lavraudo-se de tae.s reuniões imia acta especial, que será Art. 47. Os inemb3*os do Con.selho Fiscal serão üimualmente eleito.s e ijerceberão vencimentos

TITULO

aj de 8 %, nos aunos em que a receita fôr insiiffieiente para isso;

tender convenientes.

Art. 46. Além desta funcção, o Conselho Fis cal exercerá as attrilniiçõe.s e.stabelecidas ne.stes

1921 e 15.589, de 29 de Julho de 1922".

concorrer com ó

dendo:

piinhia e suggerir as medidas e alvitres que en

seu impedimento.

Pareceria, por isso, contraditório pretender-se

Esta ultima parte da operação não tem como escapar do imposto sobre a renda, "ex-vi", do dis posto nos decretos ns. 14.729, de 16 de Março de

Bahia, 23 de Fevei"eii"0 de 1923.

Locaes onde foram prestados:

Estabelecimentos commerciáes ou industriaes. Prédios occupados pelo Governo, Socieda des, etc

11 1

Residências particulares Em automóveis

^

;. .

Somma

7 1

20

Francisco José Rodrigues Pedreira. Causas:

José Maria Souza Teixeira. Bernardino Vicente D'Ara.ujo.

Imprudência ou descuido Explosões Fuligem em chaminés

l 5 2

Curto-circuitos Joaquim Ixipes Cardosq.

•?

.Ignorados .

,....

9

seuibléá Geral dos accionistas. José Joaquim Vieira Lopes.

Somma

20


JORNAL DE

JORNAL DE SEGUROS

Livros novos

23

Associação dos Empregados no Commercio do Rio de Ja neiro.

(Conclusão) transporte

Voltando agora as vistas para o Brasil, veri

Géographia Commercial — Lin-

Realizou-se no dia 7 do corrente a brilhante

tornaria improficua essa lavoura. No Perú, porém,

ficamos ser, de todos os paizes, o que possue area

Xavier —■ Jaeiutho

festa com que a As.soeiacão do.s Empregados no

existem alguns valles fertilissimos banhados pelas

mais vasta e clima mais apropriado á cultura in

Commercio do Rio de Janeiro comuiemorou a pas sagem do 42" iiimiversario da sua fundação e também a posse da sua nova Directoria para o

aguas de rios que

tensiva do algodão.

úolpho

Ribeiro dos Santos, editor.

O incansável editor que é o Sr. Jaciutiio Ri beiro dos Santos vem de prestar mais uni rele

vante serviço aos estudiosos, editando a Gcooraphia Couimerciul, do professor Lindolplio Xavier. O compêndio em questão é daquelles a que cabe com justa razão o logar commum de que vem preencher umá lacuna. Innumera.s «ram jã as obras que existiam

sobre

SEGUROS

o assumpt^mas nenhuma

exclusivamente

dedicada ã géographia econômica e commercial.

Os compêndios de géographia geral existem

em abuudancia por abi, tocíos amxdamente desen volvidos, principalmente na parte de géographia

pbysica e isto tanto nos que são destinados ás clas.ses elementares

como aos

cursos

secundários.

A géographia econômica sempre foi .tratada superficialmente, em nossas escolas. Isto, aliás,. Sc exidicava pela falta de livros sobre o assumpto. Entretanto, o estudo da géographia já não deve actualmente limitar-se á fastidio.sa e errônea

praxe de decorac;ão systematica duma infinidade de iiccidentes physicos de mininia importância, duma techuologia interminável que sobrecarrega a memória dos nossos estudantes sem grandes

vantagen.s para a sua educação e para o emprego das suas actividades, futuramente.

O profes.sor Lindolpho Xavier, que ha alguns aniios lecciona a matéria no Instituto La-Fayette,

comprehendeu minto bem a falta que fazia um compêndio nessas condições. Os seus graiide.s conhecimentos do assumpto ahi estão claramente estampados nesta Géographia Coiionereial que o livreiro Jaeiutho em boa hora editou.

"\'asado numa linguagem clara e sinthetica,

completamente niodeniisado, trazendo os ultimes dados estatísticos sobre a economia de todos os

Também

bienuio de 1923-1024.

Com a presença de grande numero de nssociado.s e de iiinumeros eouvidaclns, que enchiam literahnente o Sftiião de honra da assembléa, gar

ridamente ornamentado, o Sr. Raul Villar. presi dente da Directoria cujo mandato se fiiidára, de clarou aberta a sessão da assemblõa geral con vocada para empossar-se os novos directore.s, con vidando em seguida o Sr. Victoriuo Jloreira, presi dente da Assembléa Deliberativa, a assumir o seu

na

Bolívia,

o

custo

convergem

de

para o Pacifico,

onde a lavoura algodoeira é altamente remunera-

Não exagera quem affirmar que desde o ex

dora. Esses valles, porém, são limitadíssimos em

tremo norte, até S. Paulo, o Brasil possue uma

numero e restrictos em suas areas;

e as condi

area superficial que talvez exceda de 30.000.000

ções topographicas não permittem a expansão da

de hectares, apropriada tanto quanto é possível

area que já se acha em cultivo, e onde se produ

á cultura intensiva das melhores especies de al

zem algodões de

godão, porque nessa grande

fibra longa muito

apreciados

extensão territorial

para a mistura na manufactura de tecidos de lã.

a fertilidade do solo e as condições climatericas

Em vista do exposto, é. forçoso reconhecer-se que existem condições adversas, de varias catego

são essencialmente favoráveis á sua lavoura.

rias, a remover, antes que se possa contar com o

E conhecidos, como são, os processos sclentificos, por meio dos quaes o agronomo tanto

Depois de um lindo discurso, o Sr. Victoriuo ■Moreira empossou a nova DRectoria e os mem bros do Conselho Deliberativo, coustituidos da se guinte fôrma:

augmento rápido da lavoura algodoeira, em qual

pôde augmentar o

quer daquelles paizes. Parece, também, que uma

como aperfeiçoar-lhe as fibras, bastaria ter-se a

das causas que têm Impedido maior desenvolvi

precaução de conservar a pureza dos typos cujos

Directoria — Presidente, Samuel de Oliveira; vice-presidente, .\rthiir Ozorio da Cunha Cabrera; 1" secretario. Augusto Rhode da Silva; 2" .secre

mento da lavoura do algodão, encontra-se na falta

de garantia do preço a que poderão os lavradores

característicos se fixassem definitivamente, e se exercesse o necessário controle na distribuição

cargo.

tario, Rodrigo Moreira César; 1" thesoureiro, Arthur

de

Messeder;

Castro;

2"

thesoureiro,

procurador,

Alberto

Pedro

de

Coelho

Magalhães

"Corrêa; 2° procurador;-Houorio José Rodrigues; director de As.sistencla Clinica, Antoniq Palhares Vianna; director do Curso Commercial, Clfristo-dolindo de Moraes; bibllothecario, Joaquim da Costa Ríimalllo Ortigão. CoinmissõGS do Conselho — Manoel Mouço e Silva, Francisco Doti, Jovino David do Valle, Luiz

Pereira da Ro.sa, Augusto Araújo, Alfredo

Ber-

nard Pinho, Antonio G. de Carvalho, José Falcão Faria, Adolpho I^nzoski e José (íomes de Souza. Falaram em seguida os Srs. Samuel de Oli veira e Raul Villar, findo o que a senhorinha Fru-

goni. a convite do presidente da assembléa, A'ictoriiio- Jlorcira fez entrega dos diplomas

Sr. de

socios bemfeitoves e beuenieritos a diversos asso ciados.

Terminada

essa

paizes, ii Géographia üominerciul do professor Lin dolpho Xavier 6 um livro indispensável aos nossos

se.ssão da as.sembléa,

estudiosos.

orche.stra.

cerimonia

foi

dando-se

então

encerrada

a

começo ás

dansas, que .se realizaram ao som duma excelleute

Vender, sem

prejuízo, o producto do

seu labor.

Evidentemente, foi por se convencerem disso, que depois de terem dispendido alguns milhões de

timular o augmento da producçâo do algodão, nos

para garantir a producçâo econômica do algodão,

dominios do seu Império, resolveram garantir aos

em grande escala. A lavoura algodoeira não en

lavradores um preço minimo pelo algodão que produzissem, facultando-lhes, ao mesmo tempo,

volve trabalho fragoso; mas exige abundancia de braços baratos, transporte fácil e também bara

outros auxilios, Inclusive financeiros.

UOUIOACOIS lHMeDIATA5 A DINHEIRO SEH DESCONTO

Capital realfsado — Rs. l.2OO:OOC$O0O

e a excellencia do clima não bastam, por si só,

to; duas condições que não se encontram no Bra

Em abono desta proposição, frisamos, com a

sil, na razão directa 4a extensão territorial que

devida emphase, os pontos seguintes:

offerece todas

3-)—Apôs investigações conscienciosas instituí das pelo jornal inglez "Chronicle", o profis sional encarregado desse serviço recente

cultura.

mente affirmou que dentro do Império Britannico, o único paiz em que talvez fosse possível elevar de 2.000.000 de fardos a pro

Mesmo a

as demais

cultura

possibilidades

sómente de

uma

á sua

sexta

parte dessa area, ou sejam 5.000.000 de hecta res, occuparia -900.000 famílias de seis pessoas

cada uma, ou seja um total de 5.400.0.00 colonos que teriam de empregar-se quasi exclusivamente

ducçâo annual de algodão, era o Hindostão.

na lavoura algodoeira.

Mas para isso seria necessário emprehender

Esquecem-se os que inquinam de limitadís sima a producçâo algodoeira do Brasil, em vista da extensão territorial de que dispõe, de que em

tanto carece a região do Sinde, e se garan

AHODmTAXAS

de sementes, para que, dentro de poucos annos, os algodões brasileiros fossem vendidos pelo seu justo valor, em relação aos de outras procedên cias, nos princlpaes mercados mundiaes. Mas a extensão da area, a fertilidade do solo

tisse aos prodüctores 12 pence por libra, ou sejam cerca de Rs, 3$628 o kilo, aò cambio

S/ede3Íio-dÚQ

do algodoeiro,

libras esterlinas e muitos annos de proveitosa experiência, sem- conseguirem o fim collimado, que as Associações creadas na Inglaterra para es

a execução das obras de irrigação de que

TELEPHONE

rendimento

matéria de lavoura só pôde e deve plantar quem disponha de braços precisos para colher as sa

fras. E que. se por um feliz acaso, o Brasil pu

actual.

b) — Que não obstante a garantia de preços mí

desse emprehender a producçâo de 10.000.000 de fardos de algodão, o que aliás seria facil, sómente

NORTE

nimos de um shilling e seis pence a libra

de peso, o que corresponde a Rs. 5$628 o

em 5.000.000 de hectares de terrenos, os preços

6917

kilo, ao cambio actual, a Austrália só poderia produzir algodão em quantidades apreciá

30.000 colonos na região onde as condições

dos mercados desceriam fatalmente, para menos de metade dos que regulam hoje. Do' ponto de vista economico fica-se na du vida de que lado está a razão: se da pai'te dos

climatericas permittem

prepostos das industrias de fiação e tecelagem de

veis, quando

se

conseguissem

dão: em Queensland.

fixar

a cultura

uns

de algo

Manchester, quando concitam o Brasil a produzir


JORNAL DE SEGUROS

JORNAL DE SEGUROS

24

fornecedores permanentes dos principaes centros

muito mais algodão do que estamos produzindo,

sem o que, dizem elles, haverá fome de • algodão;

manufactureiros mundiaes. Neste sentido, é justo

se da, parte dos prepostos dos industriaes de "Win-

assignalar os louváveis esforços que têm sido fei

-terhur, na Suissa, que desde ha alguns mezes vem

tos pelo Ministério da Agricultura.

25

Companhia internacional de Seguros

exhortando os fabricantes de tecidos- de" algodão

Mas digamol-o sem rebuços: temos também

Relatório apresentado na Hssembléa Geral dos Srs. accionistas, em

• mundlaes a não perderem a calma, assegurando-

necessidade de nos prevenirmos contra o inimigo

sessão de 28 de Fevereiro, de 1923, correspondente ao

Ihes, com dados estatísticos reputados de fonte insuspeita, que ha algodão de sobra no mundo consumo

mais temeroso que, pelo seu jogo, torna precário .0 mercado dos artigos de primeira necessidade.: — o especulador desabusado.

bastante

Se não organisarmos a defesa econômica da

Rematemos, porém, as nossas considerações,

expostos ao azar" da especulação infrene. Essa es

accrescentando que o Brasil tem necessidade de

peculação, quando não reduz á penúria lavrado

ferentes aos negocies da Companhia no exercício encerrado em 31 de Dezembro, de 1922, segundo

premunir-se, com a necessária antecipação, e pre

res abastados, leva ao mais completo desanimo

anuo completo das nossas operações.

parar-se para augmentar a producção do algodão; .para isso, porém, ê^-^orçoso manter um serviço entomologico em continua vigilância, prestes para

os remediados: é essa instabilidade que precisa

inteiro

para todas as

actual,

as

quaes,

exigências do

dizem

elles,

são

de 1922.

algodoeira, ficaremos

para

sempre

r"

Em cumprimento das disposições legaes e do artigo 39 dos estatutos, vimos submetter á vossa apreciação e julgamento, os balanços e contas re

a defesa contra possíveis invasões das innumeras

O que entendemos por defesa econômica, não é, como em geral se presume, elevar os preços

pragas e moléstias de que é susceptivel o algo-

de matérias primas ou artigos de primeira ne

ainda.

doeiro. Isto, mesmo com a pouca producção de

cessidade, a níveis absurdos: nem tampouco cul

Observamos como sempre a mais rigorosa selecção nos riscos offerecldos, recusando não pe

hoje: figure-se o que deveria ser feito, se tivesse-

tivar o algodão, ou outra qualquer matéria pri

mos de cultivar 5.000.000 de hectares ..^esta

ma, com a exclusão de productos alimentícios,

malvacea.

Somos os primeiros a reconhecer que preci-

simplesmente por ser o preço garantido pelo Go verno. A verdadeira defesa deve cingir-se a me

.samos produzir muito mais algodão do que pro

didas praticas que podem resumir-se, quanto á la

duzimos hoje, e reconhecemos a necessidade de nos organisarmos para conquistar a posição de

voura algodoeira, nos termos que exporemos em

outra opportunidade.

j-. simuo ia Costa.

quena parte, ou por insufficiencia das taxas, ou • pelo lado physico ou moral.

Continua infelizmente a insensata guerra de

taxas que, afinal poderá redundar no proprio pre juízo dos Srs. segurados: felizmente já ha um grupo de Companhias que se empenha em norma lizar essa perigosa anormalidade.

Os sinistros liquides pagos por esta Compa nhia neste anno social, montam a 308:151?760 no mostrando uma porcentagem de 49,62 %"sobre os prêmios líquidos. Esta porcentagem que em

6:0408832

utensílios

50 % depreciação da conta de fun o

saldo

sado mais de

líquidos baixou este anno consideravelmente, con

13 mil contos

•para o novo exercicio, devido ao esperado augmento de producção e devido á maxima economia

A porcentagem das despezas sobre os prêmios

tando a Directoria com uma- nova diminuição observada, pela qual, porém, nunca, deixará de.

As operações do anno passado deram um çt%cedente de 173:7788073, contra 128:089?957 em 31

incêndio, tran

de Dezembro de 1921.

sportes em estra das de ferro, ma-

Accrescentando ao excedente acima

a conta de lucros suspensos que passam- para o exercicio seguinte

^

' CMF3I-FAL.

•3ppo."ó"õõsooo

Tel:

apontado de

.-

sos sobre o capital realizado mostra as seguin tes cifras animadoras:

1920 1921 1922

DA

AGEirsJCIA

GERAL.

RUA MARECHAL FLORIANO, 225 - sob.

Os lucros suspensos de 1921

,.

A reserva de riscos de fogo não ex pirados em 1921 ; A reserva de riscos marítimos não

-

.Contando .esta -Directoria^ .com um progresso coutluuo, baseando-se na solida base das opera ções desta Companhia''.^ na. confiança que sem pre mais inspira aos Srs. segurados, ousa ma nifestar sua convicção que em Ifihs-.do: exeTCicio agora começado, será possível prijpor a começar com a distribuição de dividendos entre os seus

savel por meio -de xeservas completas e suíficien^ tes para .enfrentar os compromissos assumidos. . .. Cabe-nos,. por. fim, informar-que foram lavra dos no decurso do anno 21 termos de transfe rencia, representando 292 acções. Rio de Janeiro, 26 de Fevereiro de 1923. —

RIODEJANEIRO

===*

H. Meissnes. ~ O. Metz.

PARECER DO CONSELHO FISCAL

O Conselho Fiscal, cumprindo o disposto np

Alcançando um excedente total de.

Empreza, relativos ás operações do anno passado

173:778$073 1:089$957

encontrando tudo de perfeita ordem.

115:0008000

sèrvas technicas completas, no curto espaço de deus e meio annos, reconhece o critério o zelo e a aotividade da mesma, depositando neW toda

12:0008000

301:868$030

Congratuia-se com a Directoria pelo resultado alcançado, tendo esta 'Conseguido formar as re-

a sua confiança.

,

considera-se sã a base do negocio em gei.el,

assm, como em boas condisões as operações da que propomos applicar da seguinte

fnTuro

fôrma:

Reserva para sinistros de fogo e marítimos pendentes

i..

Reserva de prêmios de fogo não ex pirados em 1922

===

, 5,282 6 % 13,373 -% - 25,404 %

te o balanço, a escripturação e os documentos da

NORTE 6890 MARISTELLA

SUS-AGEirsJCIA

. . ..

artigo 21 dos estatutos, examinou minuciosamen

expirados em 1921 de Maio de 187Q.

:...

necessária das suas operações.

contra riscos de

r-r. -i Bi m/ím

de

301:8688030

sofirer a "fiscalização rigorosa e absolutamenté . A .Directoria,

Autorízfida arufKflonappürÜecrcio N? ''i52f) de

23:3718928 5828780

dação e installação levando

meiro lugar a. consolidação do capital respoo'

ser considerada como toda normal.

ritímos e fluDiaes, roubo, etc.

e

31 de Dezembro de 1921 era de 48,96 % pôde . accionistas,,.embora respeitando sempre em pri

capital reali'

Effectua seguros

moveis

A porcentagem das reservas e lucros suspen

ramo terrestre e 257;148$985 no ramo marítimo, Reservas e

10 % depreciação em

A arrecadação de prêmios brutos é de

2.121:716$455, contra 1.498:834$446 no exercício anterior, demonstrando que conseguimos ampliar a nossa esphera de acção, contando-se que a cifra que o proximo balanço aocusarà será maior

mos combater.

7:4988884

Reserva estatuaria

Srs. Accionistas:

producção

limitadas.

3.° exercício de primeiro de Janeiro a 31 de Oezembro

Reserva de prêmios marítimos não expirados em 1922

;

Reserva legal (decreto ■ 5.072)!!! >!

o„rl

^

" Wo^P^rtlade o seu ®

lie Bejam

30:0008000

rurel? actoscomo da Directoria, as ™contas apresentadas,OSassim

200:0008000

excedente, proposta pela mesma.

também a distribuição do

Rio de Jaíieiro, 26 de Fevereiro de 1923 —

25:0008000 9:3738606

stituiçao do Sr. Hans R. stoltz (ausente).


JORríAL DB SEGUROS

JORNAL DE SEGUROS BALANÇO GERAL EM 30 DE DEZEMBRO DB 1922

BAIiÀNÇO GERAL EM 30 DE DEZEMBRO DE 1923 ACTIVO

. .

BESUMO DA OONTA DE LtrCBOB B FEBDAS EM 30 DE DEZEMBRO DE 1922

,. „

1.800:000$000

êS"» da Direotoria'

Delito

1.820:0005000

Credito

Apólices da Divida Publica (600) sendo: Prêmios de fogo

Prêmios maritimoe

i.:

Renda do capital Restituições e canceliações — Fogo e marítimo Sinistros de fogo pagos Sinistros marítimos pagos

1.452:267?780

669:448?675

— 90:888$632

78:G92?249

308:151$760 257;148?985

Reseguro de fogo e marítimo Impostos Federaes, Estaduaes e Municipaes Honorários dà Administração Ordenados e gratificações aos funccionarlos

r-.

174:158^79

pediente, etc. Despezas de operações de capitães

89:461^500 242?065

Excedente

i ^

Correspondentes no Paiz

173:778?073 2.200:408¥704

! ü!i"!".i i"!'.!;;!!!!!!!!1

Correspondentes no extrangeiro Depositados noa Bancos do Paiz Depositado nos Bancos extrangeiros

891;746$G00 43:756$000 55:000$000 116:076¥520

Commissões de fogo e marítimas Despezas geraes feitas por telegrammas, alugueis, annuncios, sellos, ex

Juros a receber

607:672¥000 27Ío22¥856

20^*7875139

206-5185129

204.787$139 100.8855166

Agencias e succursaea

~

Apólices a cobrar

206.518Ç129 «51-0825184 651.0825184 45960

Estampilhas 6 sellos

Moveis e utensílios

"

Fundação e installaçào 2.200:408?704

82-:OOOrOOO —

_

Quota de avaria grossa a receber 3.559:3195898

Excedente de seguros e capitães em 1922 Lucros suspensos 1921

— H

Reserva da riscos do Togo nUo expirados om 1921 Reserva do riscos marítimos não expirados em 1921

iiK-onnsnno

ioÍa/

Rio de Janeiro, 30 de Dezembro de 1922. — Dlrector-Presldente,fferwiímw Heissner; Dir^ctorSeçretariP, Carl Metz; Çontatlo|', Qçtavio Fíjrídi

"

le-wl

BALANÇO OERAL EM 30 DE DE2EMBRÔ DE lOâô g&ldo aÍBÍSã5ÍÍrèÍ etfi Si=^â=i9âi

| | | j| | | r| lI

PfvpHM i I i I

DO BALDO DIBPONlVSL SM 81-12-1922:

mm m mtmi««iw i maritiiiios

Reserva de premiog de fogp não §?;pir6tl08 em 1922

i..

Reserva de promios marítimos nao expirados em 1922

Reservei ostatuúrla

M:66()$ooo

200;000^000

Imposto de Fiscalização a pagar

r t f t !f! t; r! {

SOiOOQÇOOO 3i020s000Ç000 4525944

gpmmWPB ft pagar

TMQfiSBfli

yiOOOiOOOÍOOO

'

Imposto do 6 % a pagar

^n-ai^stíoü

Reserva legal (Decreto n. 5.072)

V !!! 1!!! MI n M •,, < t < < > t t 111 > ■ 1111 ■ 11 > i

Títulos cauclonados

l:B0lí909

iLsssísis

Correspondentes no extrangeiro Reserva para sinistros pendontos, fogo e marítimo

— —

222:6135349 â0:000$000

Reserva para riscos marítimos não expirados om 1922 Reserva para riscos de fogo não expirados em 1922

^ —

25;000|000 200:0005000

— —

21:8975135 5825780

': -'rUTP"'

IO 54 (líprsclasao nos moveis e utensílios 50 % depreciação na c/de fundação e installaçào Lucros suspensos em 1922 301:808¥030

301:8681030

RIO de Janeiro, 30 de Dezembro de 1923. — Director-Prfilldente, ffermmn Mcissner; Director-

Reserva iegal (Decreto n. 5.072)

i ...,,

RoBorva Estatuarla Lucros suspensos 1922

27t871$41d

Socretarlo, Oarl Melz; Contador, Octavio Faria.

" Rio de Janeiro, 30 de Dezembro de 1922. Secretario, Carl Metz; Contador, Octavio Faria.

> '

8.65d:-319$898

Director-Presidente, Uermann Heissner; Dirlector-

ElEfflHEBH Capital subscrlpto: $ 3.000:000.00 C/!.

Capital realizado: $900:000.00 c/t.

Àulorízida a funscíonar pelo Dscreto n? 14.9'5 da 15 da Ipcito da 19!1 == Séde: BUENOS AIRES —

Tel. NORTE 2589

Endereço Telegr. "Indemnisadora"

Rua da Quitanda, I2Ó — Rio de Janeiro

DEPARTAMENTO DO BRASIL Reseguros de fogo, maritioiQS e ferro viários » <=> c? » Capital realizado no Brasil Rs. 6S0:000$00O

I. da llfanilega n; i T, sala dos fondos — TelepliODt llotie 3216 — indei. íeiegr. RIO

OE JANEIRO


ÍORNAL CÊ.SÊGtJROS

28

29

JORNAL DE SEGUROS

Bombeiros fHaritimos

Dr. Augusto Vergue de Abreu Fallècèü "no" fliã'6 do corrente, na Bahia, o Dr. Augusto Vergue de Abreu, illustre magistrado

que durante longos annos exerceu a Vara Cível na

Apezar de ser recluziclo o uumero de incêndios

,capital daquelle Estado."' Figura brilhante da-magistratura bahiana o

occorrido.s u bordo, aiudii cissim luio se justifica,

vão rapidamente substituindo. E' quando ardem os molbes que as lancbas de incêndio têm de

qüc o nosso heroico Corpo de Bombeiros não pos

abrir caminho nos intervallos entre as pontes em

extineto publicou vários trabalhos que foram tran-

sua uma secção de bombeiros marítimos, appa-

charamas ou onde os iuflammaveis ardem, en

relliada com todos os recursos, modernos.

frentando iuuumeros perigos.

scriptos na revista Direito, desta capital,, tendo

sido também um mavioso poeta e um orador

aggravada como é, qiiasi sempre, pela Impossibi

Ha pouco tempo uma destas lanchas ficou en volta nas cbammas que se seguiram a uma explo

lidade de soccorro.

são num dos molhes da cidade, conseguindo- pôr-

O incêndio a bordo é uma cousa medonha,

.Üuente. , _ Promotor e Juiz em varias cidades da Bahia o illustre extineto era filho do desembargador Luiz

Jac.intho, Yergnè, de Abreu e possuía aqui no Rio

Mesmo dentro da bahia já temos assistido

se a salvo empregando uma das suas bombas que

sua velha mãe e Jrmãos, entre os quaes o Dr.

a catastrophes tremendas como aquella da barca

lança um jacto de agua' em fôrma de manto, com

"^■'erceira", de triste memória.

o qual se protegeu.

Somente quando atracadas ao cães podem os nossos, bombeiros prestar ns seus soccorros ás omba]'cações sinistradas, soccorros relativamente

pecializada, oude a velocidade e a estabilidade se

Pedro Vergne de Âl^reu, Inspector Geral de Se guros. A' illustre família enviamos sentidos pe-

í

za.mes. ,

mínimos, pela faltá de apparelhamento adequado.

Jornal de Seguros de Lisboa^

í

'I

do fogo é uma cousa terrível. Os americanos, sempre práticos, resolveram

Redactor-chefe: ALVES DE AZEVEDO

crear então as esquadras de bombeiros marítimos, dotadas de possantes lanchas de incêndio.

AV. GOMES PK!£i:iUA-r-l.i.sbôa

Representante: J. NUNES DA ROCHA ItUA

Em Nova York, onde o uumero de molhes e pontes sempre agglomerados ó immenso, a ameaça

MXRRCHAL ELOKIANO, 215

. TEL. 6890 NORTE-RIO D.E JANEIRO

-V venda em todasas boa? casas

Seguros

S6i)s: ROA PRIMEIRO D£ MARÇO N. 37

Companhia de Segnros Lazo-Sai Americana

1.000:0009000

penso;;. e Reserva de lei

1.410!407i92(t3 200:0009000

Deposito no Theaouro Federal. Sinistros

ss

0,604:0629000 §s

elonistas

Denosito Do.Tbesonro Nacional

-

as embarcações. Guiar uma lancha

porto

em Fevereiro e que nos foram • gentilmeúj^e for

1

como o de Nova York, sempre repleto de embar-.

i

cações, é tarefa tão arriscada como dirigir os au

necidos pelo Corpo de Bombeiros, vê-se que dos 185 sinistros de 1922 apenas 8 occorreram a bordo.

Segundo os dados estatísticos que publicámos de

incêndios

num

' Isso não impede, porém, que os nossos bom

tomóveis de incêndio nas ruas da cidade.

A vida da tripulação de uma lancha de incen-

nabara e que muitas outras se espalhem pelos

díoá é uma vida peiioaa, cheia de perigos.

Nova York é um

porto onde ainda

beiros-possuaih uma lancha de incêndios na Gua

existem

pontes e molhes de madeira, que as autoridades

portos do Brasil, prestando os relevantes serviços que" têm prestado na América do Norte.

200;000$00p

desde h .sua fon-

daçftu

1.075:0009000

Opera em SEGUROS TERRESTRES de ^ prédios, estabelecimentos, fabricas,; offlcinas, §5 moveis de residência particular,, mercadorias g2 em transito pelas estradas de ferro e outros 88 rlsces terrestres. gg

Aceita SEGUROS MARÍTIMOS sobre vapo- §§ res, navios a vela e outras embarcaQties e fg bem assim mercadorias embarcadas, fretes 8S de navio, etc.

og

Aceita procuração para administrar bens ͧ

I

MAGALHÃES & C.

— Caixa do Correio n. 1.039. Telephone: í? .^ro^te dca — Codigo "Ribeiro",

Directorla: J. L. Gomes O. Assampçfio

51, Rua Primeiro, de Março,51

§|

s Octnvlo Ferreira IVoval — Agostinho Teixeira |g

|h

^SSSS8SS38S»8S88SS83ã3ãS^SSãSSSSSSS83SSSSS8S3SSSSSSS3ãSãS^§8.

Telephone IN. 5634 • Rio de Janeiro

pasta da

l''"azenda

o

ROeHA

Corrector de Mercadorias

If. OKSÃO PBDUO, 48—Tel. Norte 2015

autorização contida no de

n. 8.864, de 2 de Agosto de 1911, isto é, que permitte á Alliance Assurance Company Ltd. esten der as suas operações de seguradora também aos seguros terrestres. 5

Ainda no mosnío decreto F5. Ex. aiiprovou a

A

83

Bepublica, i:.s.s'gnou im

{lecrcto que amplia n

1

s*

Endereço Telegraphico: "VAREOISTA.S" 2^

RÜY NUNES Oa

O Dr. Arthnr Bevnardes, illnstre presidente da

juros de apólices e outros .-títulos "de renda, |í mediante módica commissâo.

.Alliance Assurance Company Limited

Representantes geraes no Brasil:

de qualquer natureza. Inclusive cobranças de ?2

g Novaes.

de terra nos sinistros nos molhes ou nos cáes.

0

Capltál realizado no Brasil... l.000;000$000

pagros desde a sun

Entrando em acção, a lancha pode lançar um

jacto d'agua em forma de manta,"o que lhe per-^

chommas se propaguem ás embarcações.

S£DE em LISBOA

ftindaçílo Dividendos distribuídos iios oc-

armas de fogo rápido.

longo silvo especial, que faz afastarem-se todas

Rio de Janeiro — BRASIL

• rapKnl realizado Fundp de Reservn, Lncros sus-

presentando òs grandes tubos vertlcaes e a ^orre dagua o armamento pesado e as mangueiras as

tro, facilitando a extincção e impediridovqúe aa

FUNDADA EM 1887

O apparelhamento da lancha de incêndios é muito semelhante ao de um nivio de guerra, re

mitte localizar o fogo num determinado perirne--

iieíii CompartHfa

trazem a agua através dos tubos vertlcaes, liga dos ás mangueiras de que o convés está providò.

Dotada de grande velocidade, a lancha de in

h ss

devem combinar perfeitamente. Ella está cheia de possantes motores, caldeiras e bombas que

cêndios a ocorre logo ao local do sinistro, com um

o»o«oao«o*o«o*o*o*c*o«o«o*o«OKiio«o*o>u*o»o«o«a*3«o*oo«o*o*u»ci5f!

cii

A lancha de incêndio não soccorre só o navio

incendiado, mas, provida como está cora bombas poderosas, auxilia efíicieiitemente os bombeiros

A lancha de incêndios é uma embarcação es

1

1

iUeiaição

d<is

Estatutos

da

conceituada

compa-

iibia, <iue tanto tem • concorrido para o prestigio da

imUistria de seguros em nosso paiz.

CommissQfiaclo de flDarias das Companhias

Porluguezas de Seguros

'

Kna Marccliai Bloriaiio Peixoto, 225. sob TEL, NOR lE 6890


JORNAL DE SEGUROS

JORNAL DE SEGUROS

30

"Nova lei o Begnlamento do Sello"

ai

COMPANHIAS BRASILEIRAS DE SEGUROS

Uma instituição heneniBrita

SEGUROS marítimos E TERRESTRES

N5o ha, em nossos meios juriâicos, quem des conheça os relevantes serviços que lhes tem pres

tado o editor Jacintho Ribeiro dos Santos publi

A

Assistência da Colonia Portugueza do Brasil

aos Orphãos da Guerra coinmemorou a data de sua fundação.

cando a série de obras que compõem os FobmuLABios Jacintho.

Ainda agora acaba de ser posto á venda a Nova hei e Regulamento do Sello, de autoria do

nemérita Brasil.

instituição da colonia portugueza

do

Constituíram a mesa que presidiu a sessão, a

no assumpto, porquanto é elle funeeionario do Mi

convite do .Sr. Duarte Leite, os Srs. Affonso Vizou, Visconde de Moraes, Visconde de Avellar,

nistério da Fazenda.^Não é, pois, de admirar que o livro seja um excellente repositório de tudo

Coinmencladores João Reynaldo Coutinho e Ri beiro Seabra e Humberto Taborda, tendo este, em

quanto se relaciona com a lei do sello.

Nelle estão compendiadas as derradeiras al

terações que se tôm feito na lei e regulamento do sello, trazendo além disso annotações preciosas dum mestre no assumpto, como é, incontestavelmente, o Sr. Duarte Ribeiro. Dotou-o ainda o autor dum interessante e mi

nucioso Índice alphabetico e remíssivo, o que facdita sobremaneira o seu manuseio.

Assim, pois, é elle um livro indispensável nas repartições e em todos os estabelecimentos commerciaes.

"Estou* convencido de que a nossa situação industrial melhorará muito — escreve o sr. Blake more — e, comquanto levando na devida conta a

importância dos nossos mercados europeus ante

riormente á guerra e a situação difficil dos mes mos neste momento, podemos dizer, todavia, que

são cada vez melhores as perspectivas quanto aos nossos domínios do além-mar, ás colonias da

Corôa e as demais dependências. E não se deve

rá esquecer que, logo aos primeiros dias do anno corrente, os nossos domínios de além-mar lan

çaram grandes empréstimos na praça de Lon dres, com o fim de promover o desenvolvimento

dos seus meios de producção. Na maioria dos casos, esses empréstimos foram rapidamente co

bertos, e agora, que ha vários planos traçados, fora.m feitas grandes encommendas a varias fir mas da Grã-Bretanha para a montagem de fa bricas e fornecimento de machinismos e essas encommendas prosegulrâo á proporção que fôr tomando maior vulto o desenvolvimento de cada colonia ultramarina.

Os mercados estrangeiros do mundo — menos 08 Estados Unidos — estão desenvolvendo cada

dendo

200$

80$

270$

4$$00

Argus Fluminense

700$

700$

1:550$

55$000

Brasil

100$

60$

30$

3$000

Confiança

200$

200$

160$

10$000

Garantia

10$00G

Anglo-Sul-Americana

Rio

300$

250$

80$

100$

trabalhos effectuados.

Integridade

200$

70$

Finda a leitura foi feita a distribuição de diplomas a vários beneméritos presentes e também de duas pequenas bandeiras de sêda, do Brasil e Portugal, offerecidas aos bravos aviadores Gago

Internacional

500$

200$

¥

Lloyd Industrial Sul-Americano

200$

50$

50$

¥ 5$000

200$

80$

110$

9¥600

. 100$

60$

35$

seguida, lido o relatório da Dlrectoria sobre os

e Sncadura, quando aqui chegaram, e que estes

LIoyd Sul-Americano Minerva

Nacional de Seguro-Mutuo

haviam destinado ao presidente e vice-presidente da commissao de recepção, Srs. Visconde de Mo

Previdente

raes e Affonso Vizeu.

Previsora Rio-Grandense

Mutua

~

3$000

¥

40 %

1:000$

1:000$

1:621$

500$

200$

$

¥

1:000$

600$

$

¥

Guimarães, que foram vivamente applaudi^s, en

Stella

200$

100$

$

cerrando

União dos Proprietários .'.

100$

100$

180$

61000

União dos Varegistas

200$

200$

385$

12$000

Urania

100$

40$

¥

1:000$

1:000$

2:200$

$

$

$

$

$

$

Americana

¥

$

$

Amphytrite

$

$

$

^00¥ 100$

56$

$

100$

$

Esperança

$

$

$

o a partir de então uma reducção considerável de

Fénix (Phenix)

¥

¥

12 pontos. Basêa elle isto na apreciação do valor da libra esterlina na América, "o que facilitará

Fénix (Phenix Pernambucana) .......

1:000$

¥ 800$

¥ 1:000$

¥ 1:000$

$ 1:000$

Eui seguida, leram as suas conferências os

Srs. Dr. Falcão de Miranda e professor Antonio então a sessão o Sr. Embaixador " de

Portugal.

O Sr. Felix J. Blakemore, presidente da Ga

sobre a situação do commercio britannico em

venda

200$

encommendas que recebe e também, um pouco, á elevação das tarifas nos Estados Unidos, com a approvação do projecto de tarifas Pordney. Se afinal pudéssemos reduzir o custo da nossa producção e, consequentemente os preços do produ-

1923, fazendo a respeito animadoras previsões;

Realisado

1:000$

O commercio inglez em 1923 cípios do corrente anno um interessante relatório

Divi

Indemnisadora

vez mais o seu interesse polos artigos hritanni003, isto devido, principalmente, á imposaibilidade em que se.encontra a Allemanha de despachar as

mara de Commercio Nacional, publicou em prin

Nom.

nete Portuguez de Leitura, a sessão solemne commemorativa da data em que foi fundada essa be

Sr. Duarte Ribeiro, e que occupa o n. XXIII da

Ultima

Séde

NOME

tugal realizou-se no dia 16 deste mez, no Gabi

série daguelleS magnificos formulários.

O autor da presente obra é uma autoridade

Vaior da acção

Sob a presidência do Sr. Embaixador de Por

cto, ficaríamos em condições de poder converter

os pedidos de informações vindos do estrangeiro em encommendas".

O sr. Blakemore predisse que o custo da producçâo será reduzido, produzindo uma baixa de

cinco lontos nos preços dos generos até março,

a reducção dos preços dos productos americanos ao consumidor; e a América é de tal importância

Segurança Industrial

Alliança da Bahia Alliança Amazônia

Interesse Publico íris

mais baratos para os consumidores, e se, com a reducção do custo da vida, não fôr immediatamente reduzido o custo da producção de artigos manufacturados, já se terá feito, todavia, alguma coisa, augmentando á capacidade de comprar do povo britannico e assim estimulando o consumo interno dos próprios artigos que fabricamos, con-

clue o sr. Blakemore.

"

Indemnisadora

Itiilo-Brasileira

^ ^®'^®®sjdade todos e valorizada a libra indubitavelmente os artigos se esterlina, tornarão

....

Basileira de Seguros

paiz, que os preços americanos de todos os gene ros facilmente se tornam o padrão dos preços

Augmentada a producção de generos de pri-

"

Commercial

como factçr dos abastecimentos de generos a este mundiaes".

..

S. Paulo ...

Lloyd Paraense Maranhense

Paulista de Seguros

S. Paulo ...

¥

$

$

$

$ $

$

$

$

¥

$ 200$

¥ 200$

460$ $

¥

Paraense

¥

¥

Pelotense

200$

55$

$

Porto-Alegrense

¥ 500$

¥

$

Rio-Grandense

^

Santlsta

200$

¥

$

$

$ 200$

80$

¥

$

¥

¥

União

200$

100$

União Fluminense

200$

80$

Sul-Brasil

Tranquillidade

.....

S. Paulo ...

¥ '

¥

40$000

¥

¥


32

. ■>,

JORNAL DE SEGUROS

.'"K Vv

COMPANHIA.S BRASILEIRAS DE SEGUROS

Companhia de Seguros Marítimos e Terrestres

SEGUROS DE VIDA E AC OIDENTES DE TRABALHO

Valor da acção Séds

NOMES

Nom.

Brasileira de Seguros

;

Caixa Geral das Famílias .,..

S. Paulo ...

200$

80$

Rio

200$

100$

"

200$

200$

Cruzeiro do Sul .i-....' Equitatlva dos Estadqs Unidos do Brasil

Mundial ..

^

Dlvi-

CONFIANÇA F^undadâ

$

$

...$

»

100$

? 20$

S. Paulo ... .

200$

200$

P. Alegre ..

$ 500$

$ 200$

/

V.

Rio S. Paulo

S. Paulo ...

?

$

Rio

$

?

Seguros Operários

"

100$

100$

Sul-America

"

100$

100$

Vúra-Cruz

NOME

S. Paulo ...

?.

$

Bahia

?

.$

Séde

1Fundação

Capital

End.^ Telegraphieo "SeguFanga" TELEPHONE 857 NORTE

Rua de S. Pedro, 38-Sob.

5

ESQUINA DA RUA DA CANDELARIA

;

Assurances Générales

■■

Svoi Mres [ontfa os \\im de fogOi corto circuito, ralo e soas cflnseooeocias

__

1861

Commercial-Union

Fénix Sul-Americano

r • • • • ... B. Aires

Guardian

_

1821

£ 43.887.580

650:000$

1920

£

2.000.000

7.797:300$

£

Hansa

9.000.000

u

London Assurance Corporation ...

1720

London & Lancashire

1872

Liverpool & London & Globe

1836

£ 12.000.000

SKGÜROS MARÍTIMOS K POR_

(Gnardian Assuraoce C.° Ld. de Londres)

TODAS AS ESTRADAS DE PBRKO UO EEASZL

ESTABELECIDA EM 1821

.

$

PreusBische National Royal

... Lisboa

,

.

^ /.

DEPOSITO —

SOURO 200:000$000 1917

íinion

1.000:000$

363:876$ £

6.517.688

RUA DO ROSÁRIO N. 60

vSEÜUUOS DE VIDA

Séde

AVENIDA RIO BRANCO, 9-2." SALA 274

SEDE

N. York

(AGENTES)

RIO DE janeiro

5.344:855$

YorkEiiire

Brazilian Warrant ÇompaDj' Limited

Sigres

New York Life Insurance Co

Rs. NO THE

Royal Uxchange .. .

NOME

[doitâl

PAGAMENTO —

llb. Est.-'2.000.D00 " " I.doo.obp

700:000$ —

TAXAS

REDUZIDAS

PROMPTQ 900..000:000$

1910

[apitai mlimlpts . . . [apitai leaiisado . . .

1809

:

2.000.000 $ 20.000.000

North British .....' . Portugal 6 Ultramar

1850

North Amepíoa

320.000:000$

i ....

Niagara Fira

91

.

Motor Union

£ 75.000.000

A GUARDIAN

1853

Manheimer

t-' V

SEGUROS CONTRA FOCO

Home

JAIMEIRO^^^^

_

^

DE

1824

F=gIO

Sinrstros pagos _ no Brasil

1.000:000$

1918

Alliance

Reservas

Adamastor .'.

Atlas

1.000:0008000 1.500:0008000 200:000$000 531:178$700

SEGUROS MAKIXmO.S E TERRESTRES

Aachen & Munich .:

Albingia

IS7â

Capita! integralisado Apólices Federães ' Deposito no Thesouro Federal . Fundo de reserva

COMPANHIAS DE SEGUROS ESTRANGEIRAS NO BRASIL :

em

Mutua

Uoyd.Industrial Sul-Americano Metropolitana

Paulista de Se|mros

Ultima

Realisado

Fundação —

Teleplione ilorte 6023 Capital

Feserva:

— —

RIO DE JANEIKO ifi

'<

Caixa Postal 779 Teleplione Norte B4:01

JOSÉ LAMPREIA


issccíaçilü á- Cci!lpffllÍ!3S Íí fel Anno

Abril i3e 1923

JORNAL DE SEGUROS

raxvco, 53 a 5\

'Revista de Seguros, Commercio e Estatística FSLJBt^lO AÇAO rs/l BIMSAL.

^iztcXot:

9a oRocíta.

Bectãniio:'

So'^'ta

'ti',

Rodaoçso e Admirtís^rsçao :

Rua IVIareoHal RIoriano Roixoto, 225 — soId« TEL. 6890 NORTE mo DH aArlElRO L.

S U IN/I M A R I O: Galeria do Segruro — Comm. Francisco José Ro drigues Pedreira. SlnlatroM

vldentc".

Inspectorla de Segriiros. (Expediente).

marítimos.

p momento financeiro Internacional

J. Simáo dr

Costa.

=

END; TE- ^ ■ í^.-'

CAIXA

=

POSTAL

=

: N. 7Ô9:

Mattos Areosa

LEGR:. ASOERA

Companhias de seguros — HalanQOS de 1922. Mercndurins nvarlndns nnm navio do Liloyd.

.Sobre n Indiiotria brilRllclra de scgnroa.

Na Iiispectorla de Seguros,

Advociicin cm scsiiroM.

"Tratado dc Seguros" — J. Simílo da Costa.

"Tratado de HCgiiros aobre a vida".

liiii brinde iitfl.

SeguroM dc nccldcntea no tralialho,

lima dndlvn no Asylo Isabel.

I'ror. J, sdmfio da CoNta.

SegnroN dc niercadoria.s por estradas de ferro.

"Prevlaora Rlo-Grandenae".

Os Incêndios occorridos em Marco nesta capital.

As liqnldavdcs pelo fogo,

.InfurmncflcK sobre ns companlilns de seguros UnvUinuos e estrangclrasi.

Onmpauhiu <*Alllniicn da Dnliln".

s

Companhia de Segruros Marítimos c Tèrrcstrcs <OPre--

/f' A O EIM X ES:

Rua Guilherme Moreira, 42

BRASIL:

PORTUGAL E PIESPANHA

Lisboa ~ Arthur Rodrigues — Pratu, 108

S. Pàulo — João Oliver Ferreira

r.

MflNÁeS

=

CODIGOS USADOS : Ribeiro, "WoHtern Uniôii, A, B. C, (5*) edição) e A. B. C.

edição melhora'da.

Florianópolis — F. C. da Fonseca Lobo

Porto ^— Mé Martins & Comp.

Porto Alegre—M. M. de Frias Monteiro Bahia — Companhia Luzo-Brasileira

Funchal — Dr. Adolpho Brazãp

Recife — Albert Cerf

CoiDiDiSSões, ConsigaaçOes, Agencias, RapresentaçOes e Conta Própria

Bello Horisonte — Jorge L. Davis Pará — J. R. da Silva Fontes & Comp.

AGÈNTBS DAS SEGUINTES COMPANHIAS DE SEGUROS:

Ife

"Alliança da Bahia", Iiaso-BríasileÍFa "Sagres" e "Interesse Pablieo"

i ar^'''s

Maclrid —- D. Angel G, de Ia Serna — Fueiicarral, 26 Barcelona — Carrera y Hijo—Estúdios 17. •"Ml

ffca

s

Ponta-Delgada — Soares & Santos Ilha 'Terceira — M. Vieira da Silva

éy PREÇOS DOS ANNUNCIOS

ASSIGNATURAS

COMMISSAiiJÜ DE ÁVAlilAS de varias coMpatihias de seguros

Brasil

18ÍOOO

Pagina inteira

Estrangeiro

2B$000

Mela pagina

Numero avulso

2$000

A asaignatura é sempre (UinuaL podetido começar em qualquer

Acceita representações de casas e fabricas nacionaes e estrangeirns

mez.

Quarto de pagina Oitavo de pagina

808000

45$000

258000 158000

Bônus ás publicações annuaeS, 10 % Infiorçõea no texto, conforme convenção.

S Toda a correspondência deve ser dirigida para a Rua Marechal Floriano ' S'

CompoBta o impressa na Bmpreza Industrial Editora "O Norté"

Av. Mom de Sft, 67 o 78

>d'íMjIúíÂm

Peixoto 225, sob. ou para a Rua Gonçalves Crespo, 17 Não se restitueiTi originaes

•, .•'yjòva

^ad(i


ft .

Jornal de Seguros Divecíor — J. Xtincs da Rocha.

EDEnoRiO oeJANEIRO

Revista de Seguros, Commercio — e Estatística

Pablieação jVlensal Secretario — 2i'eJ8on Costa.

AGEMCIAS

Rua fVfmeicD de Marco n bntrIilnbaiiláB

.pÁulo

Anno 1

ABRIL OE 1923

N. 4

e SANTOS

( COlFiCIO f>ROP

"GflüERlfl DO SEGURO III CO^BIEÍsDADOR FRANCISCO JOSÉ RODRIGUES PEDREIRA

CAPITAL

A iiitelligeiicia c a clavlvicleucia como (iotes

nobre e mais puro coraqão de homem, cuja vida

licssuíies são 110 iinlivitluo do maior valor' para

desde os seus primeiros albores foi um sulco do

o siiL-cesso superior da vicia ; se se lhes juuta a honestidade, essa vida não sevã apenas brilhante

traliallio

mais árduo e das

virtudes mais aus

teras.

no sou curso, inns será tamiiem estável; mas se

A Bahia foi o pedaço de terra abençoado

junto desses predicados a bondade fizer palpitar

onde aportou infante, em dia já remoto, este qne

as suas asas de archanjo, então vincará no meio em une se desenvolver, apparecenclo-nos, moral

é hoje o commendador Itodrigues Pedreira; abi

e socialmente, tão liella quanto iiidestructivel.

se fixou o abi permanece, agora, já galgados os primeiros degráos da aiieianidade aqnelle qne ,

por

direito de conquista o primeiro

segurador

brasileiro.

Tol-a Bahia que o viu chegar no alvoroto dos qne nos vem de loiiges paragens, a tentar a for

(Em 2.500 acçfieo de Rs..1:000$000)

tuna qne não encontraram no ninho pátrio; e a Bahia perfilhou este forasteiro que adivinhava honrado e que promettia com o seu trabalho

2.5oo:ooo$ooo

ajudar a riqueza da filha querida de Cabral; e foi assim que do commercio onde ensaiou as pri

Reserva lejy

T,

Ootraâ reservas.

•• •

••

honra a praça hahiana, e se fez também o chefe

da família numerosa, exemplar e culta, que a so

4.368:338$ooo

ciedade bahiana extremeee, respeita e cultua. Dos sons lazeres de comiuerciaute de grossi' trato, a convite da também grande figura que foi

2oo:ooo$ooo

110 meio ■coniniercial bahiano o commendador JosO

12.316:426$8oo

tado a tomar parte ua clirecção da Compauhia de Seguros "Allinnça da Bahia", ao tempo de

..• ■

Sinistros pagos

brotou então o grande commerciante de que se

1.7oo:385$600

IminoTeis e apólices de sná propriedade e outros Talores.. Deposito no Thesouro Nacional

meiras armas, elle se fez homem, soffreu, amou, trabalhou; e da acção comliiiuula da sua fibra de indivíduo laborioso e de homem affectivo.

219:ooo$ooo

Pinto da

>íilva

Moreira, passou o nosso retra

vakrt' commercial muito relativo e com aetividade

DÍTÍdeodos e bonns distribuídos

disseminada apenas localmente, e ,um pouco pelas

6.34o:ooo$ooo

cidades do littoral bahiano, Sergipe, Alagoas, etc (írande e continuado foi Bahia

na

"Alliauça da

o traballio, esforço e auxílios do com-

meudador Rodrigues I»eareifa; mas de como esse

TAXAS MÓDICAS

íralialho fructificou dizem-o com clareza os se

guintes algarismos, constantes do ultimo rela torio da "Aliiança": em 1S70, anno de sua funtlação, dispunha a .sociedade de um activo de 104 contos: em ISSO, elevava-se a 184 contos* dez

DIRECTORIA

Dr. João Alves Affonso Júnior,

José Carlos Neves Gonzaga,

PRESIDENTE.

DIR^CTOR.

Commendador Francisco José "Rodrigues Pedreira

Agencia em S. Paulo — Rua do Rosário n! 11, V. andar

O noiiilissiino ancião nosso retratado é bem o homem em gwem todos os dotes referidos se

J. M. CARVALHO à COMP.

vieram a encontrar, impondo-o hoje não apenas á considei-agão qne dá o successo e a opulencia, mas tornando-o estimado e querido de quantos se lhe approxinunn e sabem qne a dentro desse peito de

velho trasmontano portu.gnez, pulsa

o

mais

annos mais tarde, em 1890, 267 coutos; 889 contos em 1909; em 1912, vamos encontrar 4.700 contos: finalmente 1922, aquella modesta verba de 104 contos de 1870, alteava-se para 18.612:29.3$477. Marcha ascencional sempre, a da seguradora bahiana, o seu activo actual eolloca-a no primado das coiupanliias nacionaos de seguros, pelo vulto dos i*eeur80s aecumuindos e pela verba da sua producçuo de seguros, pois que os capitães se

gurados pela companhia,

exercido de 1922, se

elevaram a vm milhão e setecentos e üezòito MIL CONTOS, attingindo uma renda bruta de 10.293 contos.


JORNAD DE SEGUROS

JOliXAI. DE SEOUIiOS

SINISTROS MARITIIVIOS

O momento financeiro internacional

As cláusulas approvadas na 6onferencia Marítima Internacional A Liga do Comiuevcio recebeu do ministério

sação de preinio ou apprehensão judiciaria; h)

do Exterior, por cópíii. o segiüute officio do cousul

líestricção de quareJilena; i) Acto ou (iinissão do

A divida puldica da França, em 101-1, era

do Brasil em

carregador ou proprietário das mercadorias, do seu agente ou representante: ;') Parede.s, locJc-

axienas de 30 liilliões de francos, correspondentes,

ração econômica da Europa. E- não foi sem grande

approxiniadanicnte, a mil e duzentos milhões ester-

constrangimento que os referidos amigos notaram

lino.s- Km abril de 1922, aquella divida attingia 337 billiões de francos, ou sejam Õ.013 milhões

a insistência com que a França vem mantendo, em pé de guerra, um exercito de 640.000 homens,

estevUuos,

Marselha:

"Ar regras da Haya^ emendadas em Londres

"conheci

oiit-s on embaraços no trabalho, por (iiuilquer mo

mento" 0 a siiíi unificação foram recentemente

tivo, parcial on completamente; k) Sublevações

approvadas pela Conferência Harltima Interna

ou perturbações civis; 1) ísnlvamentc ou tenta

cional de Bruxellas.

tiva de salvamento de vidas ou de bens no mar;

O projecto estipula que, sob certas reservas, o transportador em todos os conti'atos de trans

n>) Perda em volume ou ein peso ou qualQuer outra perda on danino re.sultaiite cie vicio occulto,

sobre as cíaiisnlas de exoiiei"!i(;ão do

60

ao passo que todas as outras potências diminuíam

francos.-Deste total. £ 1.-400 milhões representavam

os seus exercito?. Para que fim e com que intuito

porte de mercadorias por-mar será, quanto ao

natureza especial ou vicio proprlo da mercadoria;

divida externa, cujas prineipaes quantias eram

insistia a França em manter em armas tão ele

carregamento, manutenção, eátivagem, transporte,

n) Insiifficiencia de enfardamento; o) Meios oc-

devidas ú Inglaterra e aos E.stados Unidos da

vado

guarda, cuidado eNlesearga das ditas mercadorias,

ciiltos

submettido fis responsabilidades c obrigações; de' outro lado, tirará proveito dos direitos, e exone

p) Qualquer outra cou.sa que n.ão proceda de falta

América, no valor de f üSl milbões e £ 6õ0 mi

França

lhões, ve.spectivamente. Além dessa enorme divida,

dos submarinos e em GenoA-a oppoz-se tenazmente

á França ainda necessitava restaurar o restante

a qualquer discussão tendente ao desarmamento.

rações indicadas. As clausnlas de exoneração do transportador

escapando

a

uma

diligencia

razoável;

ou erro do transportador, mas o ônus de prova incumbirá, á pessoa que reclamar o beneficio dessa

calculando

cada libra

esterlina

a

o seu, no delicado e precário problema da restau

Vimos

que

em

á proposta iDara

"Washington a

a

diminuição

das

8 do navio são as seguintes; «) Acto, negligencia ou falta do capitão, liomem de mar, piloto ou dos prepostos de transportador na navegação ou na administração do navio; b) Incêndio, a não ser

falta do transportador, nem a dos agentes ou pre

í 2.000 milhões.

calculáveis; que perdeu 1.500.000 homens, repre sentando a flcõr do seu povo e o amparo e sus

que o mesmo seja devido á culpa do traníjpor-

a qualquer conhecimento creado num dos Estados

tador; c) Perigo, accídentes do mar ou de vias navegáveis; ü) Dito dito de "Deus"; e) Fncto de guerra; /) Faeto de inimigos públicos; o) Ces

tisfazer egunlmente aos carregadores, é de crer

^'o que diz respeito ao Orçamento, a Receita annual da Republica Franceza estava fixada, para 1922, em cerca de £ 400 milhões esterlinos e a Despezn, entre f 7.50 e £ SOO milhões esterlinos.

Este resultado alcançado pela "Alliança da Bahia", não tendo similar no paiz, chegou u as

postos

do transportador contribuiram

paru

a

As disposições dessa convenção se appiicarão coiitratudores.

As regras citadas, i>areoeudo sa

que serão adoptadas pelos governos interessados."

senihléa geral reunida a 20 de Março findo nos salões da Associação Commercial da Bahia, ha

presidente Pedreira, que-lhe vem dando, ha decennios, o melhor da .sua acção intelUgeute e es clarecida; nessa ordem de idéas, pois, não querendo a assembléa limitar-se ao voto commum de approvaçüo que acaba de dar ás

vendo approvado as contas apresentadas, votaram

contas apresentadas:

a moção seguinte, que galardôa os serviços da

Manila que ua neta se insira a presente moção de applausos, ua qual, prestando home nagem a toda a honrada directoria, destaca, com

sombrar os seus mesmos accionistas, que na as-

directoria da "^Alliança", na pes.soa do seu presti gioso presidente:

da

" A assembléa geral da Companhia "Alliança Bahia", reunida em sessão ordinária para

considerando que esse juízo encontra com

provação no diagrnmma nnnexo ao relatório, re gistro de uma pi-osperidade continua, sem reti

não ficou no porte modesto que porventura Uie

esteve nas previsões, mas, para desvaneeimento da Bnlila, senão do Brasil inteiro, se ergueu couio mu do.s juaie hello» monumentos da iniciativa e da uctlvidade individnaes, tal se deve ao honrado

também

ê de

conhecimento

universal

tinham sido completamente devastados. Por outro lado, a França sempre excluiu do compute final dos seus diversos cálculos, o grande augmento da sua

riqueza nacional,

resultante da

reversão da

í 17-91® por cabeça, ao passo que na França não

verno empobrecido. Comparada com a Inglateri-a, onde

0.S impostos correspondem anniialmente

a

ceza. Estas duas províncias abrangem uma área

de 5.604 milbas quadradas^ são habitadas por uma população de 1.S74.000 e calcula-se que essa

neladas a mais do que possuía em 1913.

Antes

da gUèrra, a França era uma nação essencial mente agrícola, porque as suas industrias eram

excedem de £ 9-121, não ha exagero em consi

apenas dignas cia classificação na categoria das

industrias de artigos de Iuxq.

Vital Soares. — F. M. de Góes Calmou. — Pain-

derar a França o Paraíso dos Ricos, onde a collectu de impostos, segundo consta, não é rigorosa

pliUo Doutra Freire de Carvalho. — Viriato Bit

mente feita. Tanto assim é que, a contiaitar essa

guindo, triumphnntemente, uma politica de indus-

tencourt Leite. —■ Joaquim Lopes Brandão. — Evíienio Teij-eirO' Leal. — Domingos Rodrigues

orientação

trialísação intensiva, promottendo já attingir o segundo logar entre as nações de maiores indus

"Despezas geraes". Bahia, em sessão, 20 de março de 1923. —

dc Barras. — Fábio Carvalho. — Dr. Eduardo

Moraes. — Joseph Lgon Fell Júnior. — Osorio

José Abreu. —

mais dedicado fundador foi o conimendador José Pinto da Silva JMoreira, de inesquecível memória,

E

que dez dos seus mais opulentos Departamentos

A assembléa coramette a execução desse voto

ao honrado conselho fiscal, a quem autoriza o dispeiidio necessário, que sairá pela conta de

mente que a ascenção da companhia á culminância

consideraiulü que, si a obra grandiosa cujo

lhões,

possuG uma marinha mercante de 1.300.000 to

sala da í)irecção, o seu busto em bronze, paru

Moreira Brandão. — Dr. Raul Cardoso Costa. —

isto posto, e

habitantes. E ainda- mais: que a nação acha-se onerada por uma divida publica de f 7.900 mi

que a França tem uma população rica e um go

consíniiu

cências nem decliníos, a demonstrar eloqüente

actual não se fez á custa do acaso sem lógica, mas graças á lógica de um tino experimentado;

<3 hilliòes de francos.

essa despesa, do ônus de pensão a mais de 3.500.000

que. no futuro, em qualquer tempo, se tenha a im pressão de que elle estft continuamente presente, a presidir sempre o.s destiJios da Fompanliia.

ntfdãorcs.^J^ manda, outrosim. que se colloque, ua

principalmente resultados positivos do e.sforço humano, guiado i)ela intelligencia, que, vendo, prevê, dispondo, predisiwe e calcula, prevenindo;

hos dois nuiios subsequentes, em valor superior a

pezam

reversão accrescentou ao patrimônio nacional cerca de £ 1.000 milhões. Além disso, já a França

ohra solUlfí; pcrennc, se não lhe faltarem conti-

.são fnctores relevantes; ao invés, representam

forçosamente de contrnliir empvestinios contínuos,

soldados mutilados

^ sobre o que eram em 1913. Póde-se dizer

referente ao anuo de 1922, e tomar conhecimento

eventualidades propicias, da fortuna favorável a uma industria em que o fortuito e o aleatório

seus orçamentos nos mesmos dados de 1921, terá

de 1.200.000

sobre o orçamento da Republica, aecrescida, ainda,

correspondem tão sõmeute a um angmento de

veiiia aos demais directores, o nome beiiemerito

de Francisco José Rodrigues Pedreira, de quem

(Ias contas respectivas; Tendo em atteução os elementos informativos

considerando que as cifras registradas uns ditas peças não significam simples effeitos de

valor de 29 billiões de francos, e, em 1922, mais 31 billiões. E se o Governo fraucez não niudnr de regimeii fiscal e continuar a basear

tento

Alsacia-Lorena ao patrimônio da Republica Fran

se pode dizer, sem nenhuma lisonja;

fiscal, e

Em 1021, o Governo frnneez contrabiu empréstimo

Todo.s sabem que a França supportou perdas in

Os iuipo.stos que a nação franceza paga actualuiente são apenas o dobro do que eram em 1913; mas se tivermos em consideração o angmento dos preços de todas as utilidades, os impostos •actuaes

ouvir a leitura do relatório da sua directoria,

do alludido relatório, illustrados pelo.s seus annexos e ratificados pelo parecer da commissão

de

se oppoz

excepção. cabendo á mesma mostrar que nem a

perda ou damno.

regiões invadidas, no valor estimativo

exercito ?

Marques Fernandes, —•

Francisco !'creira Júnior. — Joseph Doiia Netto.

— Josã Joaquim 1'ieira Lopes. — Angela de Sá. — Arlindo de Fiães Elbe."

Que mais podíamos dizer desta grande figura dos seguros no Brasil, que se não contenha nas soberbas linhas da incM;ão transícripta ?

fiscal,

ha

quem

prophetise que o

Thesouro Nacional será levado á bancarrota. Km 1920, a França teve necessidade de im portar grandes quantidades de carvão e de ma térias primas; mas desde então estabilisou o seu

No emtanto, a

França surgè agora resolvida a seguir, e está se

trias metallurgicas do mundo... E desde que á França possa manter o controle sobre o valle do

que

Rhur, e, portanto, a posse das importantíssimas jazidas carboniferas dessa região, verá assim rea lizado o seu sonho dourado e velhas ambicções de

A politica ingleza parece ter sido sempre fa

exercer hegemonia preponderante nas industrias

intercâmbio

inteimacional, sendo provável

tenha saldos favoráveis em 1922. vorável á legitima defesa dos interesses da h^an-

metallurgicas européas. Não se pôde negar que a

Foi por isso que entendemos que a ninguém com mais justiça cabia neste jornal o legar que

Ça, no que diz re.«peito á questão das Reparações.

agricultura franceza é uma das mais adeantadas

Os melhoi'e.s amigos da Fraaiça, porém, viram, pe

do inundo e que, a bem dizer, pOde abastecer aa

damos

no illustre presidente da "Alliam.-a

Bahia",

cuja vida Deus se dignará

nalizados, a attitude preferida por esta, tal a de lesprezar todo e qualquer interesse que não fosse

primeiras necessidades de todo o paiz em casos de

ainda por largos annos.

da

conservar

emergência e que. neste particular, a França leA^a


JOIÍXAL DE SEGUROS .70RXAL DE SEGUROS

incontestável vantagem sobre a Inglaterra, que

ctura econômica fosse completamente desbaratada.

tem necessidade de importar a maior parte das

Que esperava o mundo que fizesse a França para

suas subsistencias, devido â eslgüidade de seus

garantir-se por qualquer fôrma das iiuleuniisações que lhe eram devidas ?

campo.s.

Poderâ a França realizar essa supremacia in

Sobpe a indastpia bpasileipa de segopos

Os factos estão re.spon-

dustrial a que aspira ? Eis o que não é fácil pro

dendo a esses quesitos. Vencerá o proposito firme da nação franeeza em cobrar as reparações que

T'm nosso assignante e amigo, do Santa Ca-

suas liquidações. O desprestigio e o descrédito da

gnosticar.

A justiça^ porém, manda reconhecer

lhe deve n Allemanhn, ou vencerá esta no afau de

tbarina, escreve-nos sobro o trabalho do sr. Al-

instituição JKfCíOHoZ chegou a tal ponto que o ca-

que a despeito das fagueiras esperanças que a perspectiva parece offerecer, a situação da França

e.scapulir, por todos os meios, á obrigação de satis

pilülista c muitos bancos nueionacs impõem em,

fazer nquellas indeninisações V E' o que o futuro

bano Issier. apresentando no 1." Congresso de Associações Cominerciaes do Brasil, que esta re

de hoje, mesmo com as futuras \'antageus iudu.s-

nos demonstrará.

cffeito seguro cm companhia esírn)i£íeií*f/". Uff !

pello

vista inseriu no numero de .Taneiro, o seguinte: "Iteceid e li com attenção os dois primeiros

em

dizer, é somente píjr em rele\'o o ponto de vista

numeras'do -Iniiial de SVv/í/ros. Estão bem. Avan

Como reclame, não pôde ser melhor. As compa nhias nacionacs que lhe agradeçam; e as estran

geiras que lhe paguem. "

tiãaes

que lhe sorriem,

não é tão boa,

sendo

mesmo

menos tranauillisadora do que era

O intuito destes commentarlos, vem

a

1914. Tiiiliq. ella então como alliada poderosa e

de maior interesse para paizes novos como o Brasil

te ! Xo primeiro numero, pagina 15, está um pa

forte a Ruskja. E ainda como alliada visinha a

— o facto da Inglaterra se acUav a caminho de

Inglaterra; tinli|i ainda o amparo da Italia e fi-

poder, eui

decer do sr. Albano Issier. Achei alguns equí vocos, que não devem ficar .«em reparo. Diz elle:

breve, empregar

no

estrangeiro

ca

nalmeute o podei^enorme dos Estados Unidos da

pitães no valor de mais de £ 800.000.000 anniial-

América.

Poderia a íhunça contar lioje com o

inente, ao passo que a França, seja qual for o

apoio e ausilio incondicional de.ssas suas velhas

ejcito do seu avanço sobre o Rliur, não poderá cooperar no desenvolvimento de novos paizes, até

allíadas ? De certo que não, e dahi o querer re pousar inteira confiança em seus únicos esforços, principatmente em seu poder militar- Eis, pois, a sua relutância em desarmar-se. O seu podei* mi litar não poderia ser mantido em pé de guerra

DA

consideração que nos merece a

levou muito longe as illações tiradas ao trabalho

do

posíos sobre prei/iios, quanlia que sc opproxiiiia

aliás, figura como uo.sso coUaborador, pois o tra

que as suas forças econômicas se.iam reparadas.

d 1..5no uiniiHies''\ Ha engano grande; pagava-se

balho inquiiiadOj como está dito, foi apresentado

QuímuIo será isso ? Xenhum .ser humano o pode

4 % de^ selKi adhesivo e - % de fiscalização;

ao

pre\er.

t<ital. (» %, X'esto uniio paga-se 9 % !

occasião do centenário, e só com. esse direito vein

Diz mais adeante, pagina IS, 2° columna: J. SIJIÃO DxV COSTA.

AOBIMCIA

OERAU

Commerciaes,

por

Os

factos

relatados

por

Issier podem

ser

que lhes não tira o valor.

coutos dc prêmios, não possua uni iiiethodo que orleiife sua.s trausaegõcs/^ ...''sem tubellas de

Empirisino no conduzir este negocio tão de licado, que é o de seguros, bem sabemos todos que é ii regra na maioria das nossas emprezas, atidas hoje como ha tres ou quatro décadas de

tura o risco c assumido sem a menor tcehnica, ataxa sempre ahjo menor que «• do concurrcnte, os

hão (liga-nos o nosso amigo onde e com quaes

'alores oqucllcs que o cliente quer dar ou fôr in

Companhias

De certo ha exaggero. Algumas companhias haciüiiaG.s, e a.s estrangeiras, têm suas tabellas; e terão ageiite.s de sua confiança, ine.smo não afian çados, aos (luaes darão instrucçOe.s cujo cumpri mento exigem.

Xão estamos tão atrazados.

Diz

ainda na pagina 10: "O seguro quasi que só ó to

BE SEGURDS MÃRITÍMDS E TÉRRÈStííES

Associações

cuiiia coiii 74 iusiiluieões que a/Tcc«(7a/» 53 mil

a maior".

x

de

reputados verdadeiros, com um ou outro senão

duzido a segiirur pelo agente sem escrúpulo, que só cogita da sua commissão, que lhe interessa ser 1^

Congresso

accidentalmeute,

tria de hiiportaueiii <-oiiio ó a dos seguros, que

tu.vas prefuudas'' .. .''scia (({/cute.s afiançados"

D A

sr. Albano Issier, que só

para as npssa.s columuas.

Contristu icnuos que coustutar que num indus

' • •''Acíuahiicnte o iiicfliodo ó dc absoluta aven

)(

Só a muita

pessoa signatária destas linhas nos leva a dar-lhe publicidade, mas observando que o nosso amigo

ívOeante: "droia poro os cofres piihlicos os im-

sem sacrifícios iiidiziveis e sem que a sua estru-

A

■' .i)rc)iilos recebidos (de seguros marlt. e torr.) se elcvaiii ú soinnia dc õo mil vonlox" e niai.s

suas transucçõcs de credito a condição dc ser o

aiiiios,

a

métodos

obsoletos

e

inserviveis, .e

foi ainda assimilado o systema

sé da

"Alliança da Bahia", dissen)inando por todas as zonas do palz o uso do seguro ?

'

Que se lindo dizer de uma orientação segu;

^adova

(jue considera optimo director de

uma

companhia de seguros o inclividiio que se apre senta como melhor agente productor de seguros ? : Xa"Europa e Estado.s Unidos não se vé este

êspeclaciilo deprimente de andar o director pelas í-uas a angariai* seguros; esta fuucçào é exercidií

mado sobre os riscos nas eupitacs, não 7tare».tZo a organização neccssri/'i(/, nem um consortium., que permitia estender as operações sobre as riqueza? uo interior dos Estados, cujo conimereio, indus tria e propriedades sc acham, a descoberto''. E'

tinr funcx-louarios proprios, que têm o nome de agentes, corretoi*e.s, etc., conforme sabemos que çonhece o nosso illustrado assignante, e isso se

erro.

hão as podemos trazer pura aqui, porque a occa

O sr. Is.sler, certamente ignora que a "Al-

traduz no atrazo de que fala Issier.

j.

ãla.s este atrazo tem modalidades infinitas e

liança da Bahia", com as suas 224 agencia.s, tem

sião uão ê opportuna. O que é preciso ê assignalar

la.KiisTOTsaii 112.442:2r>09(M)0 1.711:0009000

levado u .seguro a todos os recantos do Brasil, onde ha actividade. E, para finalisar, glosaremos inaiíi o seguinte pedacinho, da dita pagina 19:

este atrazo e isso fazemos.

lOífectiin :<esuros contra riscos de inrcndio, transporte» em estrada» de ferro, mnrlthnos

"ya falta de quanto vimos cniíHcíando, encon

J^uiorizQdajilhnççiupar por Decrcio N? ^529 de 30 de Maia de IQTQ^ Cnpltnl e rof^crvns em 1022 .Sinistro» Dasos n<é 1022 BonnB n se^nrados, 7° nnno griitulin até 1022 PAGAMENTOS DE SINISTROS A DIMfElRO A' VISTA e flnvlnes, roíilio, etc. Tel.: NORTE G890 — MARISTELLA

RUA MARECHAL FLORIANO, 225 — sob. _ uio DE janeiro Gerente da aub-agencia, J. Nunes da Rocha

ACCBITAM-SE AGENTES — DÃO-SE EXPLICAÇÕES

tramos as razões do atraso em que ainda se en contra- no Brasil a industria do seguro, e a razão pela qual as cmprezas estrangeiras que conj»o-s*co

^ O facto de os capitalistas e o.s bancos es trangeiros. preferirem os primeiros e imporeni os segundo.s, o seguro feito em companhias estran geiras, é de conhecimento eomuium; sabemos de mnitos grande.s proprietários que não querem ouvir falar de emprezas naciouaes para os seus

çollaboram tem a preferencia do publico, sendo

prédios e valores.

estas, pelos seus methodos severos, indicadas como

. Os seguros obedecem nisto á mesma orientação

sendo as mais sólidas c as mais conseqüentes nas

capitalista dos dinheiros depositados nos bancos;


JORXAL DE SEGUROS

JORXAL DE SEGUROS

ADVOCACIA EM SEGUROS

Seguros de accidentes no trabalho QUEM DEVE FISCALIZAL-OS?

O professor da Faculdade de Direito da Baliia

e inspeotor geral de seguros nesta capital, dr. Pe dro Vergue de Abreu, vem de abrir escriptorio de advocacia, como em outro logar publicamos, A nia

em jogo, necessitem, portanto, da cultura jurídica

Ao sr. presidente da Republica dirigiu o sr.

de Um homem como o dr. A"ei'giie, que, sendo sa bedor, 6 também a inai.s limpa consciência que se

ministro da Agricultura a seguinte mensagem, re

competência do ministério da Agricultura quanto á fiscalização das companhias que operam em

possa desejar.

do Ouvidor n. S8, 1°, em commum com o dr. Eduar do Espinctola. Somos fáceis proplieta.s prognosticando o successo da iniciativa tomada agõra pelo dr. "^'ergue

lativamente á divergência que existe entre o arti go ílO da actual lei da despeza, que determina a

A advocacia dos seguros ê que se aiigmenta cada dia com elementos do ninior valor. Já ti-

niiamos o dr. Xnma P. do Vnlle, em S. Paulo, e o.s drs. Abilio de Carvalho, nos.so collega da lic-

accidentes no trabalho e o artigo 173 da mesma

lei, que transfere essa competência para a Inspectoria de Seguros: "O regulamento approvado pelo decreto n.

13.49S, de 12 de Março de 1919, instituiu o seguro contra os accidentes do trabalho, dispondo no ar

de Abreu. Antigo cathedratico, havendo peiiustrado com êxito e honestidade a admiuistração e

collaborador, ne.ste assiimpto tão abandonado e

tigo 29: "As sociedades de seguros só serão auto rizadas a operar em accidentes do trabalho se se

a politica do nosso paiz, como já nos foi dado

ignorado dos seguros; agora o dr. Vergue, valendo

referir, publicando o seu retrato, a scieucia

obrigarem ás seguintes condições: a) separar as operações de seguros contra acci

por uma legião, vem illnstrar esse departamento,

dentes do trabalho das de quaesquer outras que

Que é i^rofesso levará certamente ao novo escri

que só tem a lucrar com semelhantes servidores.

rista (Ic ^eíiiiros, e o clr. Stoll Gouçalves, no.sso

ptorio todos quantos precisem de um conselho m'torisado no terreno em que, havendo um alvitre a tomar ou um caminho a segiiír perante interesses

Cumprimentamos o dr. ■\'ergne de Abreu, a

realizem;

nualmente

segundo o

valor dos

seguros

reali

c) submetter-se á fiscalização do ministério da Agricultura, Industria e Commercio e fixada an

da fiscalização da Inspectoria de Seguros; d) remetter ao mesmo ministério, nas épocas convenientes, estatutos, balanços, relatórios, infor

estrangeiros !

Em seguro-s marítimos sabe o nosso assiguante

Acaba de apparecer a. segunda edição do Tra

tado de se.ouros sohre a vida, de autoria do 11lustre advogado J. Xogueira Itagyba, membro

de seguro, contratos e suas novações, modelos de apólices, etc.

As disposições transcriptas revelam especial

cuidado de estabelecer distineção entre os seguros operários e os seguros communs, o que, aliás, se

O presente volume 6 o XXXIII da série dos

Forniiitarios Jacintiio, a magnífica collecção com

que, ua segunda, o seguro assume a feição de ver

corre.spoudente do Instituto da Ordem dos Advo

guros de cabotagem, pois que os de ünportaçiío e exportação, ficam-se no estrangeiro nas vendas

gados Bi;asileiros.

foi) e nas compras cif.

mações minuciosas sobre taxas, calculo de reserva

explica perfeitamente, porquanto as normas jurí dicas que regulam os seguros communs são com pletamente diversas das que regem os seguros ope rários. Na primeira hypothese, ha uma relação contratual entre segurador e segurado, ao passo

que as companhias brasileiras s6 fazem os se

que o benemerito editor sr, Jacintho Ribeiro dos

dadeira

liíiuça da Bahia". Nds repetimos que este caso è

Santos tem ■concorrido paru a divulgação das

guro operário reveste o característico de institui

singular, e olhado com temor pelas collegas, que estão sempre, Cassandras de máos bofes! a a«gurar-lhe fracasso, não lhe seguindo por este

obras de direito entre nós.

ção publica, não podendo, pois, ser regulado pelo

Proficientemente tratado o assumpto, de accôrdo com o Codigo Civil, 6 indispensável esse livio a quantos devam lidar com o seguro de

direito privado, como o seguro commum. E o fa-

Argumenta o nosso as.signante com o caso "AI-

motiA-o o exeniplo.-

\amos terminar referindo ao nosso amigo de Santa Catharina um caso succedido em Recife,

vindo ao nosso conhecimento quando ha algum

vida e que .somos, em ultima aiuilyse, todos nós, pobres mortaes, a quem o futuro daquelles que nos .são caros não pôde ser iudifferente.

A

divisão do assumpto está

optimameute

temiio ali estivemos. Tratava-se de um certo em

feita e muito interessante, desde a noção preli

barque vultuoso para a Europa; para negociar os saques emittidos peiog carregadores, os bauco.s

minar do conti-nto até o formulário, trazendo

impuzernm o seguro em companhias ingiezas; por fira abriram excepção em favor da "Allíança da Bahia", mas seria preciso que a companhia to

referentes a seguro.

masse o seguro total do carregamento.

Eram alguus railhare.s de contos !

«ilida a transcripção dos artigos cio Codigo Civil, O serviço que o incansável editor Jacintho Pi'csta ás nos-sas letras jurídicas ahi está com os

o4 volumes publicados dos seus Formulários, todos «

caminho

de novas edições, além de muitos

oiitTOs já no prelo.

.

. _

Trata-se, como se vê, de duas disposições an

gonicas: uma que accentua a competência do mi nistério da Agricultura e outra que transfere essa competência- para a Inspectoria de Seguros. Existem, actualmente, cinco companhias auto

rizadas a funccionar em accidentes do trab^ho,

cada uma das quaes recolhe annualmente aò Thesouro Nacional a quantia de 6:000?000, destinada ao pagamento do respectivo fiscal. A execução do f^es federaes um dlspendio annual perm ,(o . v.-iini<atpr)n da ACTl-

zados;

"Tratado de seguros sobre a vida"

necessários".

citado artigo -..vf 173, além de acarretar para os coanôiitp de

nosso mensario.

Barbosa, com tres depósitos em couta corrente,

elles equiparados abrindo o governo os credi

h)f constituir especial, \;uaotiLUii um uui fundo luiiuu de uc garantia ^aiauuia eopcuiaii A gricultura, Industria e Commercio e fixada an

deposites aliás modestos, os tinha em tres bancos

daquellas companhias e syndicatos- incorpora ao quadro de flscaes da mesma inspectoria e a

cuja importância será arbitrada pelo ministro da . ' _ _ _ ' . .. .

cujo dispor iioiiios franc.-iiiieiite as eolnmuas do

ainda agora vimos que o fallecido conselheiro Ruj"

"As operações de seguros operários, realiza

por companhias ou syndicatos especiatoente nizados para esse fim ou por companhias que piorem outros ramos de seguros ficam sob a iiscalização da Inspectoria de Seguros e os ac uaes

assistência

imposta ao

patrão pelo Es

tado em favor do operário. D'ahi resulta que o se

cto é que, em quasi todos os paizes o seguro ope rário está sujeito á fiscalização especial. No to cante aos accidentes do trabalho, ha mister de

48:000|000 , viria retirar do ministério da Agri sultura" uma attribuiçâo inherente ás suas fuu-

cções em detrimento da perfeita regularida,de do serviço, que não admitte orientação dispersiva no estudo e solução dos importantes problemas que

se relacionam com a organização do trabalho e providencia social. - j •

Accresce ainda que está eivada do vicú) de in-

eonstitucionalidade

semelhante

disposição, que,

mandando incorporar ao funecionalismo federal

cinco indivíduos que delle não fazem parte, nao só crea senão também provê logo taes logares,

com manifesta infracção do artigo 48 numero 5 da Constituição. A saucção da lei orçamentaria nao importa obrigatoriedade de immediata execução

das disposições contidas na mesma lei, muitas das quaes votadas á ultima hora e sem o conveniente exame do Congresso Nacional. Não repugna ao

espirito constitucional que o presidente da Re publica solicite nova manifestação do Congresso

Nacional sobre medidas que não consultem o iixterèsse publico mórmente em casos como este em

que resaltam ao mesmo tempo a 'inconveniência, a contradição e a iuconstitucionalidade.

Taes as considerações, sr. presidente, que, sem grave prejuízo para a causa publica,, hão me era licito

deixar

de

submetter

ao

alto

critério

de

V. ex.".

rigorosa fiscalização, afim de evitar a possibili dade de um duplo ônus para o patrão, uma vez que, em caso de fallencia da companhia segura-^

dora, é elle responsável pelo pagamento da indemnização. E, por isso mesmo, como já se viu, o

regulamento

dispoz

que

seria fixado annualmente de accordo com o valor

dos seguros realizados.

O artigo 90 da actual lei da despeza declara que "as companhias de seguros, para operarem em accident^ do trabalho, deverão préviamente

submetter-se ás condições do artigo 29 do regula mento approvado pelo decreto n. 13.498, de 12 de Março de 1919'.

Por outro lado, reza o artigo '173 da mes ma lei:

Prof. J. SIMÃO DA COSTA

o fundo da garantia

Encontra-se guarclanrlo o leito o nosso pre zado collaborador J. Simão tia Costa, que no dia O do corrente foi victLma de um Insulto apopletieo.

Felizmente, porém, já o illustre enfermo vem

experimeutando sensivei.s melhoras, fazendo hós os mais sinceros votos para o seu proinpto e com pleto restabelecimento.


JORNAL DE SEGUROS JOKXAL DE SEOrKOS

11=

PKEVISORA RiO-GRANDENSE

Alliance Assurance

surgem as vordados ! — teve mais completa applicacão do íjiie neste cn.so da sociedade tle se

-que pague o capital com que prometteu entrar, dada a quéüa e ruina da sociedade. Estes accio.nistas, em verdade, são bem do est«ifo moral tios

guros cuja designação encima estas liiilias.

^sous directores, — se houves.se lucro.s, recebiam,

-Vnncn

Companv, bimíted

o provevbio —

brigam as comadres,

Na sócc.ão paga do Jornul do Covivicrcio dois

ílos .sens dlrectore.s, á compita, ora nin, ora ontro, depois rine a sua dirigida estava legalmente por tei-ra. têm vindo para publico dizer aquillo que

DECRETO N. 15.984 — DE 13 DE MARÇO DE 1923

para docôro de ambos inellior seria que ficasse

Concede autorização á "Alliance Assurance Company Limited" para estender as operações de seguros, autorizadas pelo de creto n. 8.864, de 2 de Agosto de 1911, aos seguros terres tres, e approva as alterações de seus estatutos:

ignorado do grande publico, pelo desprestigio que traz ;i institniç.-ão de seguros cm geral, casos como este da "Previsora".

A seguradora rio-grandense, a principio uma sociedade loteriea, vê-.se que estava exhaiista de re<Mivsos quando renlisou a encampação da "Ga rantia da Aiiiazoiiia". e foi no corpo já dessovado

O presidente da Republica dos Estados Unidos do Brasil: Attendendo ao que requereu a "Alliance Assurance Com pany, Limited", com séde eiti Londres, autorizada a funccio-

nar na Brasil pelo decreto n. 8.864, de 2 de Agosto de 1911, resolve tornar extensiva á alludida companhia autorização para

A "Alliance Assurance Company, Limited" deverá préviamente.integralizar em 200:000$, dentro de sessenta dias, o de posito de 150:000$, que já effectuou a 16 de Agosto de 1911.

grande sociedade

de se

inente a s<iciedade em questão vem para plena evidencia, com a acqirslção que fez de todo v

theca e vários títulos de divida vencidos e não

acervo da "Garantia da Amazônia", havendo-se

pagos, em mãos de particulares e existentes nas

pleiteavam a massa da seguradora vida paraense.

«mando traçámos esse rápido escripto, tínhamos

13 de Março de 1923, 102° da Independen-

ARTHUR DA SILVA BERNARDES.

liara isto entendido com as duas eonjmis,sões que

Esta vultuosa transaeção não podia deixar de

zembro de 1903.

Cia e 35 da Republica.

Dezembro de 1910 subiu a 17.090 -.OOOÇOOO. Não temos noticia da sua produeção em .seguros ma

dores líquidos e certos, por contratos de hypo-

iiicr<-io c fJstdtiística — e adiaute inserimos; mas

Operações.

prospe

Entretanto, a "Previsora"

succede. porque o acervo não dá para os cre

na revista imblicada em Li.sboa — Sefinros. Com-

K

tamos em erro, esta especie de operações ó a,

rítimos e terrestres, nem niesino saliemos se a Companhia já iniciou as carteiras de.stes seguros. Até lui bem pouco tempo a "Previsora" pouco se fizera notar no meio segurador: mas fecente-

cordo com os arts. 3.° e 42 do decreto n. 5.072, de 12 de De

vigente e da que vier a ser promulgada sobre o objecto de suas

•com o pagamento mensal de 5.8000. Se não es

íiiição honesta e liem feita, passaram a não re<-olter cousa nenhuma, como no caso agora lhes

accidentes pessoaes, sem préviamente obter autorização, de ac-

A companhia continuará sujeita ao regimen da legislação

uma loteria ein ipie ha prêmios de 2:000$000 a 15:0008000, havendo a inscripção inicial de 20$000

mantém a sua see<;ão actuarial de seguros de vida. com regular successo. po's a produeção até

de

Verificado da "Previsora Rio-Grandense", como se pôde ler no que escrovomos em Dezembro de 1920,

III

■ souro Federal é de 400 :000$000. A "Previsora" inanteni o fimcclouamentn tle

annos se estadeou

A nós não suriircliendeu. aliás, o insuccesso ora

A companhia não poderá assumir responsabilidades sobre

autorisada a fmiecionar por decretos de Janeiro de 1918 e Junho de 1019. A sua caução uo The-

principal da Companhia, vindo dahi a

carteiras de diversos bancos.

II

fie

ridade que^ a cerca.

guma cou.sa que ainda lhe« podia dar uma liqui-

I

Rio - Ghaxdeosk — Trata-se

uma grande empreza <le seguros de Adda e riscos innritimos e terrestres, com um capital nominal de 2.000:000$. devendo ser elevado a õ:000:000$,

ainda os elenientos de vida com que por alguns

dos pobre.s segurados da "Amazônia", que de al

alterações dos seus estatutos, mediante as seguintes clausulasf

Eis o nosso escripto de 1920:

" Prrvisora

da seguradora de vida paráense, que poude lograr

guros, com preteiiçõG.s á beneuiereucia por parte

operar em seguros terrestres (automóveis, etc,), e approva as

como lia prejuízos uSo pagam !

chamar a attonção do publico, não só porque poz em evidencia o.s grandes recursos da "Previsora".

como tamtjtíin porque deixa snppOr que o e.^tado

•da "Garantia da Amazônia" não era tão pre cário como a principio snppunha, ponjue,

emfím,^ negócios são negoclo.s t.®a "Previsora" não seria tão fãlta de .sensci pratico que fosse livrar

no nosso espirito a idón de uma transaeção séria-,

com os seus capitnes limpos e seccos líma empreza em ruina, como se dizia ser o estado da "Ga

realisada por pessoas que apenas podiam ter-se

rantia ".

equivocado no julgar os factores da trainsacção com que operavam; e da hoa fé com que andámos

suppôr a "Previsora". como deixaram as outras

dá prova que posteriormente dissemos

ser

boa

Mas se este estado (uvi favoraiel, como faz sociedades de seguro.s vida, como a "8ul América",

roíno a "Equitntivu", como a "Previdência do

maneira de estar no

Sul", a quem a transaeção devia convir, e a quem

mercado de seguros a sociedade gafieha; mas «iqul confessamos a bancaiTota da nossa boa fé,

certamente foi offereoida, escapar a oecasião dc

e digna de .ser imitada a

fazer

um bom negíx-io; principalmente a

"Sul

e foram os directoros da companhia quem trou

América" que, em tempo, encampou a "Educa dora". de que lhe resta o sr. FiUnto de Almeida.

xeram ao nosso campo esse desbarato, com o que

,e ficou, em 1908, com a carteira da "Mercúrio"

rerem varrer as suas testadas no grande fracasso

em 8anta Cathurinn. garantindo a vigência das

que é n quêdu da "Pievisora" !

npolices por esta Companhia einittidas '!

I AGENTES WILSON, SONS 6c CP Ljd

Mas como seria interessante que os sacrifi cados com a aventura "Previsora", constituissem

tia da Amazônia', segundo já dissemos, no correr

^

lisarem o capital a que se obrigaram, porque,

dante Monte Redondo, de que a sociedade não

afínul, n lei é lei, e quem gozou as vantagens de

podia fazer frente a seus compromissos: e tam bém a Commissão Firmo Braga não negava esse fncto, mas pretendia que se destacasse do acervo

R. A. Sampaio Vidal.

37, 1.° Avenida Rio Branco

I

advogado e obrigassem os seus aeeiouistas a rea-

•ser grande accioni.sta de uma empreza, justo ê 'Zt

Era precário ü estado financeiro da "Garan destas linhas V

Temos a affirinaçao da da Commissão liqui-


JORXAL DE SEGUROS

10

RS IIIQÜIDRÇOES PEliO FOGO Foram denunciados os proprietários da

Companhia "Aillança da Bahia

Fabrica Zenith"

Em nosso numero de Fevereiro demos na in

entre outro.s, o extravio de mercadorias, de no

tegra o resultado do incjnerito levado a effeito na 2' delegacia auxiliar para opxirar o incêndio occorrido na fabrica de calçados Zeuith, situada á

fis. 158, está o orgão do Ministério Publico con

rua Evaristo da Veiga ns. 1^2 e 132 A.

lencia foi conscientemente buscado em um con

Agora o Dr. Godlart de Oliveira, promotor

vencido de que o concerto do inccndio e tia fnl vas indireetas, absolutamente idôneas para legi timar a aoção contra os implicados nelle, na com-

contra a firma E. Sarros & Comp., apontada como tendo incendiado aquella fabrica, de (jue era pro

inunis opinio dos escriptores sanccioiiada

qual nada escapou que pudesse servir de elemento

para a formaçãò-^e caüpa dos ãccusados. A liquidação i)elo fogo foi um processo de que sempre abusaram alguns commerciantes sem escrúpulos. Foi o que succedeu mais uma vez com

a firma em questão, que logo apôs o Incêndio requereu a sua fnllencia, Entretanto, desta vez, as provas se avolumam

contra os que tôm tão estranha maneira de fazer negocies.

A.ssiin ô que a denuncia começa relStando desde o alarme do Incêndio, em 1." de Outubro de 1922 até a conclusão do inquérito policial, fa

zendo ainda o estudo da situação financeira do

pelo

Acc. da 2' Gamara da Côrte de Appellação de 2í de Janeiro de 1011. Os elemeiito.s constitutivos da figura delictuosa forajn observadas com o fono

Nessa conformidade, offerece a presente de

nuncia, que espera recebida, contra Eurico de Barros, brasileiro, commerciante, com 32 annos de idade, casado e morador ã rua Fi'ancisco Miiratorl n. 42; Mario de Barros, brasileiro, com 23 annos de idade, commerciante, casado, residente a rua .Sorocaba n. 27; Oswaldo Breves, brasileiro, com 33 annos de idade, solteiro, morador a rua

Benjamin Constaut n. 130, e Oswaldo Jauot de Mattos, brasileiro, com 26 annos de idade, sol

rida da Silva," Jlanoel Ribeiro, Victorino Leite

veira a sua bem elaborada e jurídica denuncia;

Ribeiro, Antonia de Almeida, Domingos Oarbo-

"Sem fazer carga com outros elementos in-

nelli, Geiwasio Alves de Almeida e Artbur José

directos, mas

de

persuasiva

eloqüência, como

Pareceu-nos de bom alvitre conservar uo cre

1 roxiimuneiito findo, como determina o art. 28 dos

dito desta cimtíi a somma vinda do balanço an terior, de RS. 400:0008000, como reserva prompta e imniediata. a se incorporar á receita, na pos sível eventualidade de graves prejuizo.s.

Estatutos.

BALANÇO GERAL

unin habitação collectiva, onde a essa hora dorinia uma boa dezena dc pessoas, inclusive senhoras.

e do enorme passivo que a firma possuía na occa

dade do incêndio, no qual tiveram os culpados o

cuidado de fazer arder vários livros de escripturação

SINISTRO,» A LIQUIDAR

Srs. Accioiiistas — "\'imos prestar-vos coíitas

da. gestão dos uegocios sociaes, no decvirso do anno

ponto, a sua coniwiinicaí^ão e o perit/o ro)iiiiiunt.

slão do sinistro, assim conclue o Dr. Goulart de Oli

Depois- de provar ã saciedade a propositali-

na Bahia, em 20 de Março de 1923

este ultimo de modo frizante. em se tratando de

teiro e morador il travessa do Universo n. 29, afim de serem processados e julgados incursos na sancção do art. 136 do Codigo Penal,—onvidas as testemuuliQS abaixo arroladas, na fôrma da lei e sob a sua sancção: Casemiro da Silva, Marga

estabelecimento, na occaslão do sinistro.

Relatório approvado em assembléa geral ordinária,

luio criminoso bem apurado nestes autos por pro

publico com exercicio na 1" Vara Criminal acaba

A denuncia do promotor Dr. Goulart de Oli veira é uma peça de documentação rigorosa, na

Machado Guimarães.

Este importante documento, que é a s^nfliese 1." ANNO GRATUITO

da contabilidade fechada em 30 de Dezeuibro, yae

publicado em annexo numero 1, e para elle poDesde a sua installação, em 1870, a Auliança

dimí)s a vossa melhor attenção e conseqüente jul-

DA Bahia vem concedendo a gratuidade do 7." anuo

gainonto.

aos seguros terrestres que venceram seis annos SEGUROS EFFECXUADOS

sein causar prejuízo. Nunca serã demasiado despertar a attenção

A .simples enunciação da vultuOvSa somnia dos seguros Gffectuados pela nossa Companhia, .em

dos nossòs segurados para a real importância dessa concessão, que exprime apreciável valor mo

1922, de Rs. 1.718.121 ;.õlS!p24S, vale por uuni af-

netário. o iiual, no anno aqui relatado, ascendeu

fírmação do alto conceito que ella continha go-

ú considerável somma de 242:363.8380.

sando no cominercio segurador. Desta importan-

<-in, Rs. 1.684.167 :781.'?69'S representam valores se

PRÉDIOS

guros ]io Brasil, e Rs. 33.953:736!?550, no estranO valor dos immoveis da Companhia, em 30 de

geirt).

Dezembi*o ultimo, estã i'epresentado pela somma de Réis 2.388;S10$170, tendo sido de Réis

RECEITA GlMtAL

ISG :420$430, a renda durante o anno findo. O angmento constante do numero de segura doras, que fnnccionam no Paiz, tem concorrido

social os negócios do Departamento Sul, com o seu nioiitaute cie contrato e i"esei"vas technicas,

Kant, se os nossos leitores estiverem por is.so, mas no mundo de uegocios ninguém as acceltaria

para formar com estes valoi'es uma nova com panhia de seguros.

e menos as piMticnrla, porque são tudo quanto ha de menos commerclal; e levada a effeito, eoiu intuito de propaganda, .seriii de resultados con

No faindo, portanto, as difflculdades existiam, porque quando a Commissão . de Monte Redondo

falava das difficuldades da "Garantia", é ceito

que iiicluia nos valores activos a parte pretendida pela Commissão Firmo Braga -1-lnguenauer. Como se lançou então a "Prevísora" a um mão negocio ?

O sr. Albano Issler, director geral da '^Pre vísora", em entrevista concedida a uin diário ca rioca, quiz explicar este ponto delicado de in

vestir-lhe n sociedade sol) sua direcção na iiosse de ilinn ocitvu r.ociodadc em cllfficuldudes, cliumnndo eui sen auxilio motivos de ordem moral e

de propaganila, argumentando que sendo a "Preví

Í V...

traproducentes, poJs o publico capaz <le fazer se

guros não ciaria o seií conceito a quem fixasse a seus negocio.s aquella directriz. Quanto a nô.s, a "Previsora" fez um excel-

lente negocio, mas ô preciso procurar outro.s ca minhos que forneçam a sua explicação, e estes serão, em primeiro logar, a massa de seguros vi

gentes, cujo montante só com largos aiinos de trabalho a eiiiprezn rlo-grnndetise nttiugiria; em segmiilo .logar, a valorlsação do acei')'o social, de

«lue se destacam primeiramente esses dois i)re(lio.s da Avenida Rio Branco, de grande vnlbr real e

fectuAmos em Outubro ultimo, o pi'edio da Rua

o prazer de vos informar que a nossa receita geral,

prédio da Companhia, ein Pernambuco, situado

no aimo findo, tendo sido de Rs. 10.293:75l$59S,

na Avenida Mãrquez de Olinda, e arrendado, em

excedeu de Rs. 3.185:839.?083 a de 1921, facto este

parte, á Pernambuco Tramicays,

que põe em singular destaque a confiança e s.vmpatliin com que a Companhia Alliança á distin-

luimèro 5."

Uma grande parte do ptitrimonio social está

O i-esultado liquido dos uegocios sociaes, no ultimo anuo, se demonstra no relevo dos algaris mos : elevou-se A importância de Rs. 2.360 :095«|!130.

assim

distribuída, como da conta de Lucros

.ser iisHda uos orgãos da imprernsa diaria, de que

SGU.s pagamentos.

se valeu a sociedade encampadora, mas tem toda o cabimento nas coliimnas desta Revista, que é

Franoíimente, estas ra^ea são dignas de se

guindarem para os domínios da razão pura, de

especialmente de seguros."

'

se demousrta em annexo n. 4.

Mas

convém

explicar

que, sendo de

réis

4.857:0008000, o valor nominal dos mesmos, a sua significação effcetiva se expressa em ráis

600 :000$000 200:000$000

reservar technicas

ÕOO :000$000 1.060:09981.56

Conservamos estas contas no valof de rélB

2.000:0008000, offerecendo, assim, garantia supe-

visora" tinha este dinlieiro, o negocio, sendo ainda assim üventuro.so, torna-.se explicável. Esta linguagem não poderia sem iuconvenienté

apólices, que de muito esperavam a realisnção de

empregada em títulos da divida publica, como

3.972:6358450, em o nosso balanço. a Dividendo

II Fundo de Reserva a Lucros Suspensos

acudir a essas viuvas e creançns, beneficiárias de

e

Perdas:

a Garantia de Dividendo.

moral

A relaçrin desses iinmovGis consta do annexo

TÍTULOS PÚBLICOS

que a "(iarantia" precisava era de um [íouco de

tamliem obra de elevado alcance

Já está terminada a coustruçção do segundo

RECEITA LIQUIDA

que produziria entre o publico, desmoralisar este

Hora" mais do que outra quaPiiier sUn congenere

da-Quitanda in 125, no Rio de Janeiro.

guida.

locativo, seguiiido-se as propriedades de Bt-lém do Pani, também de grande iuíportanciii; e como .o

j'amo de industiln, soffrendo com isto a "Previ- (liiilieiro, que não tliilia meio de obter, e a "Pre

O e.stado de conservação é o melhor possível. Desses bens, foi desligado, por venda, que ef-

para uma notável depressão de taxas, redundando na diminuição das receitas. A despeito, porém, desta circumstanein, temos

sora a mais nova dns .sociedades de seguros vida, n qnédn da "cjaraiitia" viria, pelo estrepito

sendo

5}

tória pulilicíclade. e a que nlíude o documento de

de üffereeer ao respectivo juiz a sua denuncia prietária. .

H

JORNAL DE SEGUROS

Rs. 2.360:099$156

• rior Aquella a que correspondem os nossos se guros effectivos.

; Dividendo

agencias, Foi declarado e distribuído pelos senhores Aecáonistas o dividendo de 20 %, limite máximo permittido pelos Estatutos.

• ' '• i' , '

Foi n AI.T.IANÇA DA Bahia n sociedade ano-

nyma

que iniciou, ha 26 annos, u creação

de


12

JOKXAL DE íSKGUltO.S

agencias nos centros coiumereiaes o productores cTa rniâo.

JORNAL DE .SICGURGS

fionzales I^nero o A. Alberto Cloiicalvcs, loc-alizml.a

LEGADU BARÃO DE S. RAYMUNDO

na Calle Zahala n. 1.544.

Prosegnindo no angniento progressivo de re

presentações dessa ordem, a nossa Companhia conta hoje crescido numero de agencias, sub-agencias e succnrsae.s, distribuídas por todos os Estado.s Br.-isilGiros. e mais uma snccursal em JIoutevidí^o.

De tal geito tem sido condu?:ido este a.ssnmpto

e_ cuidada a sua organj^cacão, que, pelo desenvolviuiento lianiionieo de e.sforcos e de vontade dos respectivos representantes, constitiie solida garan

líEGrLADClIlES DE Al^ARIA

Damos em .annexo n. O a nomenclatura dos

cavallieiros aos qii.aes tcaujs conferido.^ poderes de nos representar nos ^■■•'sos de regulamentação

Relatados os factos que nos pareceram maior rele\'aucia, teremos grande satisJação

buir os dividendos de 1-5 acções da nossa Com-

lumvermos de attender u quaesquer pedidos de

vniliia. "— ])or cineoeiita piãires desta Capital —".

InfovmaçÕe.s outras,

muito

sinceros aos nossos representaiite.s

pela

ram 110 de.seuipenho do mandato.

cação

por nosSn

pleno

FISíCAL

conhecimento

do

e exame das contas

referentes ao

anno

couta,

Ha

annos

reclamada

como medida

I''.'scal.

tornuv-so realidade esta justa aspiração. Assim é

missãn nomeada, já foi publicado em o numero

no do" DíVi/-/o Official de 27 de Fevereiro p. p. reforma deverá~~"proporcioiiar á

no.s.sa-

Companliia faculdades legaes para inaioT^desenvulviinento dos seus nesTocios.

José ilaria Sousa Teixeira.

Fcrnurãino Mcente (1'Araujo.

PARECER DO CONSELHO FISCAL

Com

justo desvanecimento apresentamos os

anuexos ns. 7 e .S em (jiie demonstramos o sur-,

prehondente evoluir da (.'omuamita Alliança. Nos iu)\-e últimos annos cotejados —■ ]!)14- a

1022 — os algarismos attingiram a cifras ainda não igualadas por seguradoras brasileiras, quiçá

pelas demais congonere.s da América latina. Aos

í^i's. Accionistas não escapará a somina de es forços dispendida na consecução deste resultado.

meutos oocorridos em 1922:

mniDA mo SMiiEO ito-i; min ms m

Companhia ds Seguros luzo-Sul Ãmericaua

Cons.® TosÉ BoTnniTO Benjamin, antigo acclonistn e conspieno Presidente da AssemblCa Geral

desta Companhia, cargo em que se manteve, du

Directoria:

f\ffonso Vizeu, fosé T^ainho da Silva Carneiro, Cicero Teixeira Portugal e Jiumberfo Taborda

Capilal realizado ao Brasil ...

I.ooo:oooSooo 2oo;oooSooo

Manoel José Lebrão, Zeferino de Oli veira, Paulino José da Costa e Commen-

dadóf João Peynaido de Faria Capital subscripto >

MAUIHÍES S C.

da

Cel. João Eaptista d'Almf.ida Filho, chefe firma & C., nossos ex-agentes em

Cuyabá. .Solire os túmulos desses bemcjuistos e prestan.saudade.

realisado

575.1O0SOOO

Deposito no Thesouro..

200:0005000

51, Rua Primeiro de Março, 51

Sinistros pagos; Anno de 1922 Desde a fundação daCom-

panhíát

mtfimimnnir-tt

12I.18IS386

Telephone N. 5634 - Rio de Janeiro

2.767:n8$001

GERENTE: —Ricardo Rochfort

da

digna Directoria e auxiliares das agencias.

.

Coiiiô vereis pelo Relatório, os lucros liquides

elevaram-se á importância de Rs. 2.360:099$lõ6, assim distribuída, como vereis pela conta de LUCROS & PERDAS:

a Dividendo a (::arantia de Dividendo.

600 :000íi:000 200:000§000

a Fundo

de

Reserva

500 :000$000

a Lucros

Suspensos

1.060:0908156

Pelo balanço anuexo ao mesmo, podereis ve rificar a maneira pela qual se acham collocados o cai)ltal e mais reservas da Companhia, sendo para

lonvar-.se a digna Directoria pela maneira crite riosa que tem revelado, em tão especial quanto im portante assunipto. .

Accionistas tomar delles conhecimento e fazerem

medidrt ntícessaria e legal, par.a maior desenvolvi mento dos negocios da Companhia, ficou resolvida

a reforma dos Estatutos, já autorizada, em ante

riores Assembléas.

O projecto organizado pela

commissão nomeada já foi publicado, devendo ser

convocada a Assemblóa Geral extraordinária, onde deve ser discutido e apiirovado.

IMPOSTOS

Examinando os livros, achamos terem sido

Sendo avultaiV»? os impostos federaes. esta-

dnaes e innnicipacs. taxados sob varias denomi nações. pareceu-nos curioso trasladar para o texto

a cifra com que a Alliança foi onerada em 1922: R.S. 197 :.895.í(>85).

Alõni destes, o deiioniinado imposto de fisca

1.000;000$000

credito até hoje mantido pelos esforços e cuidados

juizo seguro da prosperidade da Companhia. De accõrdo com a honrada, Directoria, e, como

/

Representantes geraes no Brasil :

Companhia, referentes ao aimo findo de 1922.

agentes em (.'amocim;

Conselho Fiscal;

Francisco Eugênio L>eal, Eipenor L-eivas

o

Pelos diversos outros assumptos que veem es pecificados no mesmo Relatório, poderão os Srs.

Cel. Eknícsto Ái.uiTQVEnQrií, i-espeitavel chefe da conceituada firma Albii(jucr(jiic & C., nossos

tes amigos espargimos as flores da nossa grande Deposito no Tbesouro Nacional.

Fiscal, apresentamos

nosso parecer sobre as contas e balanço da nossa

rante muitos íiiiiios, com .superior dignidade;

Rio cl9 Janetro

SÉDE EM LISBOA

8rs. Accionistas — Na qualidade de

do Conselho

estado de franca prosperidade da Alliaxca e do

Registramos, com pezar, os seguintes falleci-

GompanMa Nacional de Scgu'os Marífirnos e Terrestres

íllmos.

membros

Congratulamo-nos com os .Srs. Accionístas pelo

. DADOS ESTATÍSTICOS

REGISTRO DOLOROSO

ADAMASTOR

accionistas

prevalecendo a cotação offh.-ial de Rs. 2:000.1:000 por cada ac';.ào de Its. 1:00(i.l:000.

como

que o respectivo Projecto. organizado pela Com-

.Esta

A snccur.sal de Wontevidíio está entregue aos cuidados dos respectivos gerentes, Sr.s. Caj-etano

Conselho

Srs.

A DibecçÃo :

noce.ssarla.

pela Directori.a. e autorizada por sncce.s.sivas AsseniblOas Geraes dos Srs. Accionístas, vae, afinal,

guros.

honrado

os

Francisco José Itoúriíjiics Peürcira.

l'ae. como de costume, em annexo, a lista

(Io Vominercío, confiada ao zelo administrativo do cionando, também jKtr no.s.sa couta, ú Rua Murecliai Eloriano n. 225, uma sub-agencia, sob a admíulfitracão do Sr, Joaquim Nunes da Rocha, qne á recoiihecicbi eompeteiicia eni matéria de se

155 13

gorai dos .Srs. Accionistas, na presente data, com n indicação de votos corre.spondentes a cada qual.

caçòe.s da União, e funcciona no prédio do Jornal

.Sr. Alexandre Gross. Na mesma Capital está ítmtr

138

Por venda

REFORMA DOS ESTATUTOS

tanto pelo no.sso

qne

Bahia, 20 de Fevereiro de 1923.

LISTA DE ACCIONÍSTAS

Janeiro. Esta ultima tem a denominação de AGENCIA GERAL pela clrcimistanciu valiosa de

com

queii^am illustrar o seu espirito, dis-

ladas.

sen iiarecer, que vae pulilicado seguidamente ao presente rol;itori(].

nma snccursal em Moiitevidéo e outra no Rio de

se encontrar no centro convergente das commniii-

Por siicce.ssãu

Por alterações de nomes.

andamento

findo, o honrado Conselho Fiscal confeccionou o

SUCCURSAES"^

Continuam funccionando,

Tomando

porventura

Foram transferidas 300 acções, sendo

staram.

dos nogocios .sociaes. e tendo procedido á verifi

nimiamente

de si

pondo-o melhor ao julgamento das contas apreseu-

tia do mais brillmiite futuro.

cooperação dedicada e intelligente que nos presta

famílias

'JIÍANSFERENCTAS DE ACCÕES

agi'udeciinentos pelos lions serviços (jue nos pre COX.SELHO

CONCLUSÃO

Tenios runiprido roín a maior exactidão o le gado dosfe saudoso .VccioiiLsta. que manda distri

de avarias, folgando de llios dirigir os nossos

Com prazer significamos aqui agradecimentn.s

13

lização elevou-se a Rs. 420:934-1:550. O cobrado por sello adliesivo, importou

eni

Rs. 379 :8nií?000.

Todos estes impostos reunidos perfazem a re speitável somma de Rs. 098:721$830. ELEIÇÃO

Sendo aiinual, como dispõe o art. 42 dos nossos

Estatutos, tendes de proceder á eleição dos mem bros do Conselho Fiscal e Supplentes.

escripturados com clareza e ordem, pelo que jul gamos dever ser approvado^ o Relatório, conjun

tamente com as coutas e "balanço que' o acom panham.

Registramos, com prazer, os esforces empre

gados pelos representantes das agencias no des-

env(.lviinento dos nçgocios da nossa Companhia.

Uouclniudo, propomos nin voto de louvor fi il-

Instre Directovin pelos esforços empregados em manter o credito e pi"osi>eridade da Companhia — tão jnstificadamente elevado.

P.alüa, 19 de Fevereiro de 1923. Lopes Carãozò. José JuíKiuím Vieira Lopes. João Joaquim de 8ouza SobrinJro.

,i

• ■


14

JORNAL DE SEGUROS

15

JORNAL DE SEGUROS

COMPANHIA ALLIANÇA DA BAHIA

COMPANHIA

Rninnço em âO de Dezembro de

títulos públicos

ALLIANÇA RA BAHIA (N. 2)

(N. 1)

PERTENCENTES À'

LUCROS E PERDAS

COMPANHIA ÃLLIANCA DA BAHIA DEBITO

Custeio da.s Agencias..

206:5783954

Despesa.s

Geraes

Despesas

Judieiaes....

512:7623060 86:8505550

Apolicea Geraes v/n.... 3.822:500?000 3.201 1323750

Capital

Obrigações do Thezouro

Fundo de reserva.... 5.380:0005000

Descontos

Reserva technica:

Impostos

Federal, v/n Apólices do

,

Estado

200:000?000

195 0205000

Bahia v/nV

683:000$000

Apólices de diversos Es-

481 6505600

120:0005000

11:3465320 206:0145620 197:8955689 242:3635380 58:0955000 48:1835884

Reseguros

Rescisões o AnHullações

Suspensos.... 4.181:7675611

Sinistro.s Marítimos ...

31:5005,000

Garantia de dividendo. 1.000:0005000

Sinistros Terrestres ..

-63 3325100

Depreciação do activo. Sinistros a liquidar..

Apólices do Estaà<^ do v/n

Seguros

Despesas de Viagens..

Prêmios Dispensados..

Reserva technica:

Lucros

v.

terrestres. 1.500:0005000

....

500:0005000

,

tados e Municípios... Ceará

3.000:0005000

Seguros

da

(N.4) 773:6255310

•Cominíssões

PASSIVO

ACTIVO

marítimos.^

200:0005000 400;000|000

13.161:7675611

ein 30 de Dezembro de 102S

Talor nominal Valor real

Apólices ^Geraes 3.822:5005000 3.201:1325750 Obrigações do Thezouro Federal 200:0005000 195:0205,000

2.647:9275720 2.930:5095355

Serviço de Incêndio.... Saldo a Dividir . 2.360:0995156

11:4995600

mados

em. Ban

recla

46°, a

dis

2.422:8215676

AcQões, annexd n. 6^....

374:1675000

15:00^00

Legado

Acções legadas

30:0005000

Devedores & Credores, saldos credores......

tribuir

,

Acções caucionadas, doa Directores, 30

35:9745142

Caixa, dinheiro existente

Caução da Directoria. Barão

8:7045670

tado da Bahia........ diversas

de

Apólices

da

Municipaes

561:2605000

Diversas,contas

Em Bancos: em c/c e a

3.020:7605066 Em cc/ correrktes... 3.668:7955436 244:8495592 6.934:405$094 De prêmios de seguros prazo

Banco da Republica Ori ental do Uruguay: Deposito Legal Prs.

' 15:0005000

15:0005000

2:0005000

2:0005000

7:5005000

7:5005000

7:0005000

7:0005000

120:0005000

63:332$100

; Municipaes

da ..

2.360:0995156

Apólices do Estado Maranhão Apólices do Estado

do do

Ceará

270:1243000

4.857:0005000 3.972:6353450 CREDITO

646:3273056

Alugueis ..

. 186:4205430

Apólices impressos . ..

2:9643000

Imposte de fiscaliza-, gâo, a pagar Imposto de renda, so

78:6443564

bre a commlssão da Directoria, a pagar. Agencias, saldos cre

13:8415600

Bahia, 30 de Dezembro de 1922.

8:3715000 727:1813565

Juros & Dividendos...

Lucros & Perdas, acci534:0675988

dentaes

Seguro.s Maritimos ...

36:3003000

J. Luiz de Carvalho Guarda-Livros

Francisco J. Rodrigues Pedreira Director-Presidente

3.566:6205600 4.895:6975765

Seg'uros Terrestres ... Salvados

375:3925250

RELAÇAO DAS PROPRIEDADES

10.293:7515598

PERTENCENTES A'

COMPANHIA

ALLIANÇA

DA

BAHIA

Bahia, 30 de Dezembro de 1922.

42.4995050

70:1245000

117.500.0,0

200:0003000 Lucros Suspensos ... 1.060:0995156

10.293:7.515598

Imposto de dividendo,,

dores

481:6505600

15:0005000

-255-:5a.75370 453:2083226

ctoria

a pagar

Credores:

600:0005000 30:0005000

683:0005000 de

Pará

600:0003000

46°

Garantia de Dividendo

Dire

Eslampilhas a cobrar,

empresas

Dividendo

da

Itabuna

Apólices

500:0005000

de Reserva....

S.

Raymundo ........ Títulos em depósitos.

Cómmissão

Caixa Econômica do Es

Fundo

6:0805000

.

Dividendo

cos, á o/. 772:8C9?430

&

Estado

-.

Bahia Dividendos não

á ordem 1.649:952?246

Devedores

do

Bahia

Apólices Municipaes da

Agencias^ s/, devedores;

Debentures de

Apólices

(N. 5)

J.Luiz de Carvalho

Francisco J. Rodrigues Pedreira

Guarda-Livros.

Director-Presidente.

Em 30 de Dezembro de 1922

118:4195550

Depósitos judieiaes .... Empréstimos do Uruguay,

COMPANHIA ALLIANÇA DA BAHIA

Francez e Italiano

196:8685880

Hypotheca.s urbanas ,..

204:8633220

1

Jüroa a receber .......

206:3123500

I'■ 1 1 .! b

> lll T

in

'íf Marítimos

Janeiro Fevereiro Março Abril Maio _. . Junho Julho t Agosto Setembro

Letra do Thezouro do Es- • , 90:0005000

tado da Bahia ......

Moveis e utehsilios — na

séde e nas agencias..

39:4355700

Propriedades, annexo n. 5

2.388:8105170

,' r ..1.4, ■ :'

i''

; UMV

■ 'N '

f

I

:• r-ir

Thezouro Federal;

í 1 -r'- .-IT»-..,!,,!'

Deposito de 200 apóli . 200:0005000

ces geraes t;...........

! J.(

prédio 4 rua Cona. Dantas, m 5i

SINISTROS PAGOS DURANTE O ANNO DE 1922

",1

r V , ■ ■ I ''

742:4913425

Letras a receber

NA BAHIA:

(N. 3)

,

18,012:2935477

18.612:2935477

27:7653500 47:381$940 176:8855630 122:1195130 ' 339:2055090 243:9865200 . 509:6995230 203:5045050 311:7365240

Terrestres

226:2533460 845:8193000 105:8-235800 62:5495920 , 69:8175235 520:0775840 ' '435:9225890 191:6435220 105:1145330

Outubro Novembro--.T.._r-f:.vir:.. - ■

296:3095200 10.3:3695360

62:4B2$S00 37:5335100

Dezembro

265:9665150

267:4965760

2.647:9275720

2.930:5095355

■OT"

"

áruado Julião, n. 8.

"

á rua de Santa Barbará, n. 81.

"

á rua de Santa Barbara, n. 83.

''

á rua das Grades de Ferro, n. 9 8.

" "

' á rua das Grades de Ferro, n. 100. AruadosCoqueiros (trapiche).

EM PERNAMBUCO:

1 1

prédio na Avenida Rio Branco. na Avenida Marquez de Olinda.

- ^ EM-MONTEVLDêO; 4 . casas pequenas.

Bahia, 30 de Dezembro de 1922.

1

pvedlo e lêífénos. FARAHYBA:

Bahia, 30 de Dezembro de 1922.

I-^RANÇISCO JPSE' RODRIOLÉS PEDREIRA

J. Linz DE carvalho Guarda-LIvros.

>

Dlrector-Presidente.

j> Luiz de Carvalho

Francisco J. Hodrlgues Pedreira

Gúarda-Livròs..

Director-Presidente

Condomínio no prédio da Associação Commercial.


Ifi

T ACÇÕES

COMPANHIA xlDIAANCA DA BxVHIA (N. 7) • (N. 6)

17

.TOUXAL DE SEGUROS

JORNAL DE SEGUROS

COMPANHIA DE SEGUROS MARÍTIMOS E TERRESTRES "PREVIDENTE"

ACTIVO EM 31 DE DEZEMDUO DE

COMPANHIA ALI-IANCA DA BAHIA 1870

660 da Companhia Chapelaria Norte Industrial

18S5

302:3535030 18-1:4595690 219:6485020

800 da Companhia Emporio Industrial do Norte

1890

'266:6755840

1875 ISSO

1895

386:8895740

Srs. Accioiüstiis — O presoutc relatório tem

Dnraipc o periodo a que se reiere o presente

1900

839:2465940

pov fim. lie iu-côrdo ctim a lei e com os nossos

relatório foram lavrados .19 termos de transfe-

1903

1.433:6485970 2.336:5095340 3.472:8495310 4.740:-1G7$400

Estatutos, infoviiiar-vos sobre os factos importante.s da nossa !idjnitiist.va(.'rio, oecorridos durante

retii-ia de acções. sendo:

vidente" completou õO annos de existência,^ pois

500 do Banco Economico" 320 do Banco Auxiliar

1906 432 do Banco da Bahia

'

600 do Banco Porfuguez do Brasil ..

-

1909 3912

299 da Companhia Calçado Trocàdéro

1916

6.282:3485840 7.275:4415540 8,314:3365160

100 daNavegação Bacana

1917

10.510:8455740

1918

14.348:3245050 15.453:8375210

1914

5 do Jornal de Noticias

1915

^

200 da Companhia F. e Tecidos Confiança (Rio)

51° Relatório apresentado á assembléa geral ordinária em 15 de Março do corrente anno

1919

1920 1921

15.409:9805140 1C.243:596?ÕOO

1922

18.612:2935477

u anno one terminou em 31 de Dezembro de 1922. No decorrer desse periodo :i Companhia "Pre foi antorizada a funccionar ]iel() dec]"eto n. ;j.027,

A

Directoria,

ao

coiigratnlar-se

com

os

8vs. Accionista.s, por esse motivo, o faz com a maior satisfação, porque, mercê de Deus. a Com panhia "Previdente" acha-se em franca prospe

ridade. Isso verifica-se, facilmente, considerandose, não sü o aiigmèuto. de anno para anno. dos

prêmios de seguros e das reservas da (^oinpanhia. como (N. S) DADOS ESTATÍSTICOS NOS ÚLTIMOS 9 ANNOS

Cniiitnl Integralisado Rs. 3.000:000$000 (Tae ser elevado a Rs. U.OOOtOOOSOOO ei» 1023)

• I

também a cotação, na

Bolsa, das

suas

acções, tendo attinpido a ultima 1 iliOõíüOO.

COMPANHIA AtrOLlNÇA DA BAHIA

í

Responsai).

2.930:1515.420

1915

1916

3.074:2725620 3.841:0805190

576.6385350

5.557:8635580

548.449:0835820

360:0005000

2.003 15755740

683.420:6005120

l.a24.016 :ia}$99i1

temuuliou a sua gratidão aos que se têm interes sado pelo desenvolvimento da mesma; e, apre

1.505.215:404$7G0

ciando devidamente o auxilio de todos, destaca o

1919 1920

8.428:5865960 8.222:3795740

1921

7.107:9125520

1.255:5S35498

12%

360:0005000

:2535840 4.836:

14.401:6685460

1.343.475:7S1$770

1922

10.293:7515600

2.3G0:099$156

20 %

600:0005000

5.578;4375075

16.161:7675610

1.718.121:518$250

Commemoranclo

intimamente

o

Jxibilou

da

(ã)mpanhia "Pi'evkleiite", a Directoria, em uma placa de bronze que fez collocar em sua séde, tes-

600:0005000 600:0005000

4.183:32SflOO

600:0005000 360:0005000

5.975:9G05.620

6.234:3395990 8.755:5405960 12.186:182$63Ü 13.063:2255570

6.539:0525210

13.506:0845960

1.472.195:B435710

nome do coinmeiidador João Alves Affonso, ren

dendo, assim, uma Justa e reverente homenagem fi' memória desse grande administrador, que em

2.573;4145080

997.235:79554G0

todos os lugares que occupou, deixou um vestígio forte e benefico de sua passagem.

A Directoria aproveita a opportuiiidade para renovar os seus sinceros agradecimentos aos que

de Direito Civil e Commercial na Faculdade da Bahia resolveu

dedicar-se á sua profissão de advogado. E' encontrado na casa de sua residência á rua S. Clemen

te, n. 474, ou no escriptorio do seu coUega e amigo DR. EDUARDO ESPÍNDOLA, á rua do Ouvidor, 88,1." andar.

t" 1

Os 8rs. J. 1^1. de Carvalho & C. continuam a

exercer o logar de agentes cm 8. Paulo. Terminando o mandato da actual ailminis-

tração. deveis proceder, não só a eleição aunual

do V'ousellui Fiscal e seus supplentes como tam bém a da Directoria que tem de dirigir a Com panhia no novo hienuio. 18ão esses. 8rs. Accionistas. succintamente ex

postos. os pvincipaes fados da iiossii administra vci-imentos de que necessitardes.

Vários Xcrcs f/Oítgfff/o, Director.

Srs. Accionistas — Em cumprimento ás disposi(rões dos nossos Estatutos e em obediência â lei das Sociedades Anonymas, examinámos mi-

iiuciosainente

a escripturação da Companhia

de

Seguros "Previdente", relativa ao anno findo de 1922, a qual se acha feita com a maior clareza e ordem, encontrando nós os respectivos documen tos inteiramente de aceôrdo com a mesma escri pturação. Assim, somos de parecer que sejam appro-

vadas as contas referentes ao alludido periodo, iipreseutiidu!? j)ela digna Directoria.

E' com o Jiiaior prazer que constíitámos as prospeiTis eondiçõe.s da Companhia, o que se vê pelo ultimo balanço, sendo de notar que ahl ainda -se acham escripturados pelo custo todos os immo-

tiveram a gentileza de a saudar pelo 50" anniversario da Companhia "Previdente".

vei.-j, pertencentes á mesma. Cougratulamo-nos com os Srs. Accionistas pela ,comnieinoração do -50° anuiversario da fundação

Durante o anno de 1922 os prêmios dos se

da Cdinpanlüa "Previdente", acompanhando a ilInstre Directoria na homenagem pve.stada aos que

guros effeetuados importaram

O^BR. PEDRO VERGNE DE ABREU, antigo professor

30

PARECER DO CONSELHO FISCAL

1.631;0445250

9.815:8115790

caução,

Inolvldavel ex-presidente, coininenda<lor João Alves

479.213:751$320

1917

de

1. relativo a

Rio de Janeiro, 19, de Fevereiro de 1023. — •7o(7o Aires Affonso Junior, Presidente. •— José

5.126:3035330

1918

levantamento

modo resumido, ter idéa do desenvolvimento da Compnniiia "Previdente". Ella teve n sua phase grave de existência, da qual saiu victoriosa, gi-aças aos esforços do seu

2.026:4525110

6.104:2905370

"

uiaior piuzer em dar-vos quaesquer outros escla-

240:0005000 300:0005000

8% 10% 1.036:4765420 12% 2.521:200$970 20 % 4.030:9415C50 20 % 1.47C:742|950 20 % :859$400 12% 731:5605420

" i-aução, 1. relativo a....

1-10 27 16

Pelo annexo .imito a este relatório, no qual .se faz o histórico do seu capital, póde-se, de um

Affonso, que, assumindo a direcção em 12 de Agosto de 1SS9, reorganizou-a e consolidou-a, dei

I DIv.

venda. õ. relativo a

ção durante o anno de 1922, tendo a Directoria o,

xando-a nas mais prosperas condições, quando faUeoeu, em IS de Setembro de 1018. 1914

"

de 2-f de Julho de 1872, tendo começado as suas opertições inimediatamente.

Bahia, 30 de Dezembro de 1922.

AnnoJ Receita Bruta|Ree. Liquida|Pere. Dividendos| Slnlsts. pagos jCaplt. c Rescr.

Acções

por alvará, 12, relativo a...

em 838:296$SOO,

Sse têm dedicado ao progresso da Companhia, ren

attingindo as i-esponsabilidade assumidas-ã cifra de Rs. 265.702 :S19$726. As indemnizações que tiveram de ser pagas por effeito de sinistros alcançaram á soimna de

,vá memória do saudoso ex-Presldente, Commeii-

360:õ95$300. Dessa somma devemos deduzir a de 24 •.001$6()0, relativa aos reseguros que recebemos

empreza.

e a de 1:248.$400, producto da venda de salvados;

louvor á operosa Directoria, que, seguindo as honro.sas tradições das anteriore.s administrações,

ficando, pois. a importância das indemnizações reduzida a 341:255$300. Os dividendos e boinis distribuidos impor taram em 120.$000 por aeção, isto é, 12 % sobre

dendo igualmente nm sincero preito de reverencia dador João Alves Affonso, pelo desenvolvimento

>,pouco comninm que imprimiu a essa importante E, terminando, pedimos um voto de grande

não tem poupado esforços para desenvolver os nogoclos da Companhia, o qoe se verifica com faclU-

Made. confrontando es últimos balanços.

o capital: .sendo dous dividendos seinestraes de 40$000 cada xuu e o bonu.s, pago em maio, de igual

.■Uifouio Soares Pereira. — José Gomes de Freitas.

quantia.

-T— VandUlo Coelho de Oliveira.

Rio de Janeiro, 23 de Fevereiro de 1923. — Joaó


18

JORXAL DK SEGUROS

DADOS HISTÓRICOS DO SEU CAPITAL

19

JORNAL DE 'SEGUROS

As acçüès pas.saram a ter 200$000 de entrada; sendo, portanto, valorizadas cm mais 1008000. Em Junho de 1005, foi distribuído o segundo

O.-í sovviço.s prestados A Companhia por esse

do de 1914 e

seu eN-l'rcsi(íeiite foram taes que a data da sua

1.000 do de

entrada para a Directoria não^pOde ser esquecida.

191<

5n :8918000

.-00.-c-eoAo

í_9.oSo$900

A Companhia foi autorizada a funceionar pelo decreto u. 5.027, dè 24 de Julho de 1872, .sendo

bônus em dinheiro de 20.80U0, por acção; e em

O (.•oinmendadov João Alves Affonso foi

acção. Ficaram, pois. os accionistas que tinham

grande reorganizador e consolidador da (."omiia-

o .seu capital de 5.000:000$, dividido em 50.000 acções de 100$000 cada uiiih, com 10 % de en

hs suas acções de.sde a fundação da Companhia desembolsados somente de 19$000.

trada. tendo sido emittidas sdmeute 25.000 acgões, capital realizado era, pois, de 2ü0:000$000.

iihia. sendo bastante dizer que a tendo recebido quando ella arrave.ssava grave crise financeira, sem poder seiiuer distribuir dividendos, deixou-a em

Valor do 28_predios (valor do custo) 1.9-8:uJ680üü Bancos: -1, oeo«ioA Saldos em couta corrente ul4.-098100

foi approvada luiin outra refoiana dos Estatutos.

Pelo reforma approvada pelo decreto n. 8.390,

Por ella o capital .social foi integralizado, pas

1918. (luando falleceu. com cerca de 3.600:0008000, (•hegaiido as ac(:ões a alcam.aircm nesse anno a

\ aloves: Dinheiro eui caixa, letras e pre-.

de 4 de Fevereiro de 1882, foram as acções re

sando a ser de 2.000:0008000, dividido em 5.000

duzidas a 25.000. de 200$000, com 10 %\le en

acções de 4008000 cada uma.

trada, continuando

eiiiittida

sómeute

a metade

Pelo decreto n. 8,097, de 20 de Abril de 1011,

o

cotar,ã<i de L:425$000.

.V proporção (lue augmentavain os haveres

da •("ompajiliia, o seu grande ex-Presidente em-

A importância de 1.000:000$000 para a iutegralização do capital foi ainda tirada dos lucros

da Companhia, ficando, cada acção valorizada em

'/.•xvíiiu.

2008000. A reforma approvada pela Assembléa de 19 de

mais 2008000.

E' por isso que. ao ser feito um resumo bistorico da Compauliia "Previdente", embora reco-

Janeiro de 1887, hão alterou o capital social. bléa de 24 de Agosto de 1895, sendo reduzido o

bônus eju dinheiro de 20.$000, por acção; e em Maio de 1916 os accionistas receberam mais 208000 por acção, importância relativa ao quarto houus

capital a 2.500:000$, ficaüdo as acções que'eram

em dinheiro.

geiis tiue tom sulo prestadas u memória desse

12.500 emittidas e outras 12.500 a emittir, re

grande administrador, o que, aliás, está na eou-

Em Janeiro de 1898 foi distribuido, .1unta-

Os accioni.sta.s, que estavam no desembolso de 19$000 por acção, receberam 40$000. Pela ultima reforma dos Estatutos, approvada pelo decreto n. 12.436, de 11 de Abril de 1917, foi

nieute com o dividendo, um bônus em dinheiro

o capital social elevado a 2.500:0fl0$000, sendo

duzidas As primeiras, de 2(l0$000 cada uma com 10 % de entrada.

Em Abril de 1915, foi distribuido o terceiro

de lOÇOOO por acção, ficando, por conseguinte^os

reduzidas as 5.000 acções de 400$000 a 2.500 de

acciniiistas com

1:0008000 cada u-nia. Assim as antigas acçõe.s tiveram uma valori

cada

acção

pela

importância

de 108000.

foram trocadas por uma das uovas de 1:0008000.

Por essa reforma d capital a realizar con

Depois da reforma de "Estatutos de 1917, foram

tinuou a ser o mesmo de 2.500:000$, mas as acções

distríbuidos mais tres bônus de 408000-cadH -luu, ou sejam 120$Ü00 por acção, distribuições essas

foram reduzidas a 5.000, isto é, 2 Vs das. antigas de 200.$0fl0 com 10 % de entrada foram trocadas por outras novas de 500$000 com 20 % de en

feitas, respectivamente, nos mezes de' Maio de

trada.

Vê-se, pela exposição resumida que acaba de ser feita, que os accionistas da fundação da Com panhia, ou mesmo os de 1889, possuem actualmente as suas acções integralizadas de 1:0008000,

O capital realizado, que era de 250:000$,

passou a .ser de 500 :000$, sendo, por conseguinte,

nl.eccnd,, „s Hen-i.:os de todos 03 mie so tôm in-

teressado pelo .seu ^"'^'egresso, não se pôde deixar

de dizer que .«ão multo instas toda.s a.s lioitiena-

1918, de 1921 e '1022.

cada acção valorizada em mais 5Ü$000. Assim, cada accíooista possuidor de 2 %

tendo recebido em dinheiro a impoitancia com

acções, rejíresentando um desembolso de õ0$000,

que realizaram a.s suas entradas e mais 1418000

do.s quaes 25$000 lhe haviam sido restituidos em

por acção, além dos dividendos, nnnca inferiores

janeiro de 1898 (primeiro bônus em dinheiro) re

a 8 % sobre o capital.

- ^no -í\/»cAr»A

mios a receber, Agencias, juros

e alugue"s a receber e piitras verbas

, t-v

.

-i

-iao.t

«lO de Janeiro, 30 de Dezembro de 1922. :

relaÇAO DOS IMMOVEIS DE SUA V

^ PROPRIEDADE

nheceram o illustre-extincto.

I

Rua Primeiro de Março (séde)

títulos DE RENDA, IMMOVEIS

" " " 121

E OUTROS VALORES

Rua Theophilo Ottoni

" 192

Theophilo OttOIli

107

APÓLICES DE DIVIDA PUBLICA:

f

49

Rua da Assembléa Rua Theophilo Ottoni Rua Theophilo Ottoni

l.UOO, nominativas, de 1:000$, julüs de 5 %

de 5 %

'

903:493$100

903:4938100

Apólices do Estado do

Rua Tlieophilo Ottoni

199 35

^ 94 " 192

Rua da Quitanda

Rua de 8 Pedro

Apólices Muiiicipaes; 1.000, nominativas, da

''

Rua da Quitanda

Rio de Jaueiro:

3SS:4T1$300

- v.

Rua da (juitanda

801). nominativas, de 500$, juros

de 6 %

19J

Rua Theophilo Ottoni. Rua da (Quitanda

" 194

'

" 90

Rua de S. Pedro

[^1S;>

Rua de 8. Pedro Rua de S. Pedro

" 233 " ^1"

Prefeitura de

Rua do líosario

'' 15"

Be II o Horizoute, de 2008, juros de 6 % 151:6048900

Rua da 8audG Rua laiiz de Camões...... Rua Buenos Aires

" 193 " 99 " 329

3.000, nominativas, da

Rua Senador Vergueiro

" 14S

Rua Senador Vergueiro Rua D. Manoel R^i'' General Camarn

" 150 " 52 " 120

,Se se .faz referencia aos accionistas de 1889,

Mais uma reforma de Estatutos fez a Assem

bléa de 18 de Março de 1902, elevando o capital

é porque em 12 de Agosto desse auno assumiu a suprema clirecção da Companhia o commeudador

realizado a 1.000:000$. sendo a importância do augmeuto —- 000:0008000 — tirada dos lucro,s da

I'refeitm-a do lUstrícto Federal de 2008,

João Alves Affonso, que a exerceu até A data de seu fiilleciineuto, em 18 de Seteiuliro de 1918, isto

juros de 6 7c,

Avenidá" Pa^.sos

sendo : 1.000

Becco do Bragança

do empréstimo de 3906, 1.000

Becco do Bragança Becco dos Ferreiros....

é, durante 29 anuos.

. 4.68a 12411^200

/

cebeu uma .nova acção com 100$000 de entrada.

Companhia.

7IC7

■ , ''

Aiocorm 110:41-8900

sciencia dos que conhecera a "Prevideute" e co

zação de 1008000, pois duas dellas de 400$000

Ainda outra reforma soffreram os Estatutos, feita pela A.ssemblêa de 14 de Agosto de 1900.

Imiuo\e!S.

pregava-os de tal modo que sempre se valori-

32.500. o (lue quer dizer que duas das antigas de

lOOÇOOO for:"tm trocadas por uma das novas tlte

Fez-se outra reíorma, approvada pela A.csem-

_

, 1.

" 53 ...l'"

" 11 " "

34 12

.^er.

TELEPHONE Capital subscripto:

Capital realizado

$ 3.000:000.00 c/l.

900:000.00 c/l.

Autorizida a funceionar peto Daereto n? I4.9iã de 15 di Abdsío de 1921 Séde: BUENOS AIRES

departamento do brasil

iNORTE 2196

^'de:^o-deJaneiro

(Rêde particolar ligando dependências)

Beasguros do fogo, marítimos a ferro viários c» ,=, <=> .=. capitai realizado no Brasil Rs. 650:ooo$Qoo

R. da míaiiilegR d: í r, lala dos londos — TelepliODe noite 3216 — Endoi. lelogr. RIO

oe: janciro

Capital:)rea!isadò — Rs. 1.000:000$000


*

BALANÇO EM 30 DE JUNHO DE 1922 ACTIVO

Apólices

Valor de 2.500 ncções de 1:000?000

1 lOAUí?, juros de 3 % 003:403í?100 Apólices estaduaes ;

Saldo

do Saldo

minativas. de 500?,

905 ;29;l?200

desta

Fundo especial de garantia. .. ...

Prefeitura de Bello

Caução da Directoria :

Horizonte, de 200?,

\*jilor represont.ado por 50 acçGes.

juro.s de t! % Districto F,e d e r a I, nominativa^., de réis

•Saldo destas contas

200?, juros dèsO %. do empréstimo^- de

Dividendo 01":

A

ser

.-a9õ:01S$fl00

24 ;(Í4G?0Ü0

distriI)nido

100 ;000?000

X.acional

200$, juros de 6 %,

Sua

196:41õ?000

porcentagem

200;000?000 so])i'e

o

divi

iioininativn.s. de réis

200?, juros de 6 do emprestíuio de

ISG:458?000 2.021 :ÕúO?3ÜO

Immovei.s:

fi Companliia (valor do custo).

1.928 :39G?000

Apolicesv geraes — em

210 :0OO?OQO 50:000?000

Horizdute.

Caução de 5 apólices de 1:000?000 Dividendos e Bônus a pagar :

151 ;6n4?!)00

.Saldo

1906

A

ser

200 ;noo?ooo

Directoria :

Sua

por<-eníagem

sobre

o

divi

23 :000$000

dendo 92" 196 ;415?000

empréstimo

Divida

Nacional

de

(■oiiselho

Saldo

(lesta

Fiscal:

conta

4 :000?000

Imposto de Fiscalização: Importância a pagar-se Juros de apólices — em ga

de

1917

100 :000.?000

distribuído

Publica depositadas no Thesouro

200.?. juros de 6 %, do

13 :õ74?000

conta.s

Titules depositados: Valor de 200 apólices da

195:01S?000

200.?. jur(;s de 6 do empi'ostiiuo

destas

5 :000.?000

Divideiulo 92":

miiuinativas, de réis 2()((S. juros de O Çr, do empréstimo de

5:376$COO

rantia :

lS6:45S?OOr)

2.021 :.:)ü0?.3()0 Idom, idein

125?000

Fianças de alugueis:

Immovei.s;

Saldo desta conta

l'alor de 2S prédios pertencentes (valor do custo).

1.928 :õ96?000

Importância a pagar-se

Acções caucionadas:

2 :052?000

.Sinistros a líagar; .

5 :31õ?100

1'alor de 50 accões em canção da 50 :000.?000

Directoria. . . . .

Ai)ol;ces

gei'aes — em

ga

rantia :

5 :000?0ü0

no

Thesouro

Fiança de 5 apólices...'. . Deposito

Na-

no

5 :ooo?oao

Tiiesouro

Xa-

eional:

cioiuil:

200 :000?000

CiiiK.-rio de 200 apólices

<'ani;ão de 260 apólices

iSello:

200 :000?000

Sello:

■\'alor existente eni e.stami>inias..

l'aIor existente em

l:124?ü00

Juros a receber:

Alugueis a receber:

ber-.se. .igencia de 8. Paulo; Saldo de.sta conta Seguros a dinlieíro;

seguro.s

a

Importaucia dos alugueis a recehev-se

G :798?300

8iildo (lesta

Agencia de S. Paulo:

l)er-se Letras a

Eetra.s a recel)er:

Importância das letras a réceber-se Deposito na líecebedoria:

1 :S11$400

Valor do deposito feito Deposito na Prefeitura: Valoi' do deijoslto feito

3:570$000

rece-

27 :79S?800 receber;

Importância das letras a receber-se

S98?000

Deposito na Kecebedoria :

Valor do depo.sito feito

5 :Õ70.?000

r>eposito na Prefeitura:

719?400

Valor do deposito feito

719?400

Bancos:

Saldos em e/c

350:0G1$600

Haldo.s em c/c

Oai.xa :

/

514 :269$10Ü

Cai-xa :

12:3631700

4.047:Ü13?500

. omirdíufroí''"'

10 :303$r)00

eoíita

Seguros n dinheiro: I]iip(]rtnncia de seguros n 14:313$300

Bancos:

18:8õ0$fl00

18 :GSO?O0O

rece

ber-se.

Existente em e-specie

537$000

31:12õ?000

Das apólices, deste semestre

31:12õ?000

Importância dos alugueis a rece-

de

estampilUas..

Juros a recelier:

Das apólices, de.ste semestre Alugueis n receber:

Co^fu

200.?,

1.000 da Pi'('l'eitui-a do 1 )!sfrictn 1-' e d e r a 1.

i-antia:

Importância

de

á Companlüa

gn-

Fiança de 5 apólices Deposito

rados :

(kuição da Directoria: Valor representado por 50 acções. Fiança ;

2:032.?000

• 50 ;000?000

Directoria

042:421?10()

conta

1.1)00 nomiiiativíis. da Prefeitura de Bello

Saldo desta conta Imposto de Fi.scalização": — Importância a pagar-se

I2.5?00a

desta

Fundo especial de gjirantla

4 ;000?00ü

rantia : .

1.0.57 ;964$õ00

Reserva de riscos não expi 3SS;471?3(in

Saldo desta conta Fianças de alugueis:

~^'37G61?20a---

conta

•Vxniliccs Jiuiiiicipaes:

J Hstricfo Fede r a 1. nominativas, do réis

Tdem, ideju

Aecões caucionadas: ^'aloi' de 50 accõe.s em caução da

Saldo

no-

500?.

l.(i(Kt da Prefeituravdo

. .-.

Juros de apólices — eru ga

Valor de 28 xmedio.s pertencentes

do

1014

Conselho J*MscnI;

Districto F e d G r a 1,

do

25:000.?000

dendo 01°

1.000 da Prefeitura do

niiimtlvas.

desta

Lucros e perdas:

miiiiinativas, de réis

Directoria :

de

Estado

Saldo

Districto F e d e r a 1.

Publica depositadas no Tiiesoiiro

nominativas, de réi.s

.soo do

2.500 :000?000

Imundo de Reserva :

1 iilOO.?, juros de 5 % 903 :4ÍI3?100 -M'"lices c.stadiiaes:

1.000 da Prefeitura do

l'aloj' de 200 .apólices da Divida

Districto Federal,

1917

5:000?000

Titulo.s depositados:

1.000 da Prefeitura do ' .

Publk-a :

juvíis de 6 % . .

Cauç.ão de 5 apólices de 1:000.?000 Dividendos e Bônus a pagar:

do empréstimo 1914

50 :000?000

Fiança :

151:604?900

1906

215 :000.?0n0

PASSIVO

Capital: Valor de 2..50() noções de 1:000?000

de

juros de (I '}c . .

laidos:

1.000 da Prefeitura do

Di\-kla

1.060 nominativas,

iUi» do .T.aneiro.

523 ;73()?100

conta

Peserva de riscos não expi-

38S:471-¥300

Apolioe.s iminieipaes: 1.000 nominativas, da

*

Fundo de Iteserva: desta conta

2.500 :000.?00a

Lucros e perdas;

Pio de Janeiro, no

juros de O %

Ap'ilji-es da

Capital:

Divida Publica:

Estado

ACTIVO

PA.S.SIVO

2.000 itojjiinativns. de

SOO do

BALANÇO EM 30 DE DEZEMBRO DE 1922

Existente em especle

PresMeiile, - II,na

14;611S2Ò0 4.829:828?300

647 :013?500

4.829:82S?3ÜÜ

Rio de Janeiro, 30 de Dezembro de 1922. — João Alves Áffonso Júnior, Tresideute. — liaul Cosia, (íuarda-Iivros


00

JORNAL DE SEGUROS

2H

JORNAL DE;SEGUROS

INSPECTORIA DE SEGUROS £

CO)8ER¥E

A Aííchcii íP Miinich Fatef VcrsU-Uenins rae cs-

Viu hcUo íicsto do dr. Vcrf/nc dc .4.hreii

(AarcCCf

Aos srs. directores da Associação de ComPelo Ji"- Veriiiio Oe Abreu foi diriK»lo o se guinte officio no sv. repvesentnnte da

Aaeheu

^qianhias de Seguros o dr. Pedro ■N'ergne de Abreu dirigiu o seguinte officio:

"Jii tendo remetticlo um pacote contendo 199

& Mniiií-li Feiier Versiclieriiiis-tJesellscliaft;

"(joiu relagão no biil:uit;o e eontna dessa com-

panliin, em

de Dezembro de 1021, deveis re-

inetter a esta inspecforin, no prnzo de 10 dins, os

esclarecimentos abaixo enumerados:

«) inappa dos titiilos. com a data da compra, a desgiJiacão dos mesmos, juro, importância no

Os vovos impostos sohrc as operações dc scfiu''0^> venho com o presente offerecer-vos a edição re stante, ou o numero de exemplares cpie xos

aprouver. do meu trabalho publicado em 1918 sobre A /fsffííiwffçõo dos sefiuros no Brasil. Desse tra balho restam 409 exemplares mais ou meno.s. que

minal, preço do custo e quantia em réis;

íi) conta discriminada dos coupons onro, re

Companhia de Seguros Marítimos e Terrestres

exemplares do meu ultimo folheto em 2" edição,

"se acham depositados na Livraria Editora Leite Ribeiro, !i rua 13 de Maio.

cebidos e a receber cia Caixa de Ainortiza(,-ilo ou do.

Podereis

'rbesouro Nacional e bem assim cios deposites eni-

Realisado 500:000$000 Deposito no Thesouro —Rs. 200:000$000

Deiitscliloucl,

-

no

Brasilianiscbe

respectivamente

empregados

nas

Drectores s

Oscar RUDGE Leonidas GARCIA Oonselhio Rscal:

Dr. Raul dos Guimarães Bonjean Euclydes do Nascimento Rocha

.progresso e por vel-a brevemente r'econheci^i pelo '^publica."

Congresso Nacional como instituição de 'imli'R^'le .A refoniia dos estatutos da Companhia Santista dc Scfjuros

cidos eni 1921 e sua procedência;

/) extracto da conta de lucros c perdas, onde, além de outros lançamentos inlierentes í\ própria contal)niJ'^<le 'Ia companhia, ,se extorne a parcella

V

Foi dirigido a sr. -director geral do The-

'souro Nacional, pelo sr. inspector geral de se guros o officio

abaixo:

de 140 :GGõÇ, que foi por equivoco lançada no cle"Renietto-vos, devidamente informado, parn Mto, quando devia, ser no credito dessa conta, ser submettido á approvnção do exmo. sr. miquantia essa correspondente a juros de coiipon3 - nistro, o processo da reforma dos estatutos da não pagos, a receber; ^Companhia Santista de Seguros, com séde em p) extracto da conta de lucros suspensos que -Santos, Estado de S. Paulo." explique a transformação dos saldos credores de 1018, 1919, 1920 e 1921, respectivamente, cie 'Os novos plfníos e tahellus de seguros da "A'cra Oruz^' 140;G05?, 170:905$, 265:342$ o 174:797$084 no pri meiro semestre de 1921, nâo tendo sido reportado este ulti'UO saldo no segundo semestre de 1021;

7,,) demonstração da receita e despeza e um balanço geral organizados de accôrdo com os mo delos A e D do regulamento em vigor, observadas as notas relativas aos "annexos" que devem acompanliar as mesmas contas, e, bem assim, o calculo das reservas, com rectificação do ultimo, tudo nos

termo-s 'Rt circular n. 3, do Dr. inspector geral, da

Ao si\ director geral do Thesouro Nacional

.foi endereçado o seguinte officio pelo Sr. Vergue de Abreu:

"Afim

sv.

de ser

presente ã

ministro, renietto-vos,

decisão

inclusos,

do

exmo.

devidamente

- informados, os novos planos e tahellas de .seguros

de vida da Companhia de Seguros Vera Cruz."

-Qual o movimento de scgiiroa em J921 eAt922 da Companhia de Seguros "Anglo Sul-Amcricano" f

O coso

"Prcrisora Plo-GranOcnse"

Ao sr. director geral do Thesouro Nacional o

siv inspector geral de séguros dirigiu o òffieío abaixo:

"Afiui de ser presente íl decisão do sr. mi

Agentes em todos os Estados e principaes cidades

nunca

Dezembi'0 de 1921 que justifique a reserva feita cie 237:670$G30;

tada de 9 de Junho de 1922."

Octavio Corrêa Dias

pois

operações no Brasil e pertencentes ti casa matriz*" il) relação dos sinistros i)endentes em 31 de

c) resumo da "Couta de Juros", onde se jus-

RIO DE JANEIRO

elles,

Eazendo-vos estas insignificantes offertas, exprimo mais uma vez o meu grande apreço por essa associação, fazendo sinceros votos pelo seu

Bank für

tifique o lançamento de 76:323!i;437 de juros ven

Séde: Rua Silva Jardim, 16

todos

que não chegou a ser annunciada.

c) relação, para ser annexa a seu balance, dos titules depositados

1.000:000$000

reclamar

tive a. iutençiLo de x"ecolher o prodiicto da venda,

Londrcs;

Aos srs. directores da Companhia de Seguros

"Angio Sul-Amerieano" o - cio .seguinte:

"Notifico-vos a reinetter a esta in.specfcorla,''

nistro, transmitto-vos o presente processo, em que i .uo. prazo de lã dins, cópiq

esta inspectoria propõe a cassaçao dá aiutorização

da Companhia de Seguros "Previsora .Rio-Granclense", funecioiiar."

Pedro Vergne de

Abren, inspector geral de seguros, dirigiu o offiúm hordefeati

(quadro do movimeuto de, seguros) , refeiente ao anuo de 1921 e ao de 1922, que essa companhia re-

, cebe periodicamente de sua agencia em Londres."-


r 24

JOIJXAL Di:: SEGUliOS

JORNAL DE SEGUROS

s

^

COMPANHIAS DE SEGUROS &]Ji

I Companhia Alliança da Bahia," I S

§

DE SEGUEOS MAEITIMOS, TEEEESTEES E ELUVIAES

I

SÉOB NA BAHia

I «

BALANÇOS DE 1922

Companhia Internacional de Seguros

È

Tí^TíT^CTCíJ^V^ ) Francisco José 'Rodrigues Pedreira,}osè Maria |

lUiCEITA

t ' ^ Souza Teixeira e Bernardinò Vicente d'ftraujo Í f 6om 216 agencias e sub^agencias em todos os Estados do Brasil

Prêmios do seguros

2.121:71C)$4õÕ

Juros e outros effeitos

;.

^ e em Montevídéo, e 25 reguladores de avarias no Brasil, nos Es« f tados Enidos e na Europa í< â

Capital realizado e reservas

X

Deposito no Thesouro Federal

^ ^

Deposito no "Banco da Republica Oriental do Uruguay", em Montevidéo •.

^

Receita em 1922

^

Sinistros pagos em 1922

^

^

Lucro liquido em 1922

16.1G1:7G7?611

i\

Encargos especules de seguros

5Gõ :300$T45

Pespezas geraes

^

10.293:751?59S

S

5.578:437$075

A

2.3fi0:099$156

^

Somma dos valores dos seguros efEectiiados em 1922. ' 1.718.121:518?24S

^

Esta companhia, em caso de reconstrncção ou coocertos por sna conta, de prédio sinistrado, se obriga á indemnisação do res-

;

:304:d3(>Í17õ

2.020 :ü30$0:3l

Lucro liquido do exercido Pos exercidos anteriores

173 :T78.$073 r2S:0S9$9f>7

'.rotal a distrllniir

301 :S6SÍ?030

como segue:

Pivideudo : Fundos de reserva e lucros e perdas

^

pectivo aluguel integral pelo tempo empregado oas obras

t..v

Ç 272 :4."5õÇ270

Effeitos diversos

20:412:i:700

— De 6 em 6 annos, e gratuito o anno seguinte (7° anno) da seguros ter- " restres aos clientes que conservarem apólices contra fogo, durante 6 annos sem interrup ção ou prejuízo.

2.200;40S?T04

1.1.j6;70:3$711

Sinistros pagos

70:124|000

T8.tíü2?240

PE^PEZA

200:000$000

"r>i.

.

301 iSOS-I^OSO

ACTIVO

EífGÍto.s primários:

^

Apólices, liypotlieca.s, juros, dinheiro, sellos

Prêmios dispensados em 1922 (7.° anno gratuito): 242:3635380

Effeitos diversos:

1.302:060-1:440 ,

Caldos de varias contas

'

2.2.00:65-31:4.08

3.550:310$89S

A Companhia "ALLIANÇA DA BAHIA" é a primeira companhia nacional, de seguros

^

^

marítimos-e terrestres, em capital e reservas, e receita. Pi' a companhia de seguros maritimos,

^

terrestres e fluviaes que, no Brasil, em 1922 teve a maior receita, dentre todas as companhias congeneres, inclusive as estrangeiras, que operam neste paiz.

K

PASSIVO

Movimento total da [ompaoliia 'illianta da Babia'' desde 1B7Q até 31 de34.122:000$000 Dezembro de 1922| Prêmios terrestres S

EffGÍto.s cxigiveis..'

234:408.1:504

Fundos de reserva e lucros e perdas

304 :.S51$334

Effeitos secundários, varias coutas

1.820 lOOO-^fOOO

Capital reyllsado

\

f

1.2*00:0001:000

Prêmios marítimos

41.511;000|000

Salvados

6.750:500?000

Receita bruta

91.470;750$000

%

Encargos espedaes de seguros s/a receita de prêmios

Sinistros terrestres

20.972:500$000

X

Sinistros, s/a receita geral

Despezas geraes, s/a receita geral

Sinistros maritimos

33,939:000$000

^

Dividendos

6.850:000$000

• ^

Bônus aos accionistas

1.400:000$000

a

7." anno gratuito aos segurados

1.953:400$000

A

Responsabilidades assumidas: Rs. 14:844.524:299$000

PEKCENTAGENS

Andar,- salas 9 a 12-do edificio do «Jornal do Commercio>

54 % 25 %

"

14 %

>

i

Companhia de Seguros "União Commercial dos Varegistas"

Agencia Geral no Rio de Janeiro: í1U£HIDíl RIO BRflHCO, 117| TELEPHONE NORTE: 5885

3.559;310$SÔ8

X

TELEPHONE DO GERENTE N.| 4082

RECEITA

Premid.s de seguros

1.538:089.1:900

Alugueis, juros e outros effeitos

200:8958700

1.739:5X58606

Esta agencia aceita seguros maritimos e terrestres em condições vantajosas para DESFEZA

os segurados nesta Capital e em todos os Estados do Brasil,

Os sinistros São pagos nas agencias em que os seguros tiverem sido eftcctuados

Gerente: ALEXANDRE GROSS |

Encargos espedaes de seguros.;:

Sinistros pagos, liquido Despezas geraes

Lucro liquido do e.xerdcio

;

480 :0.59$00S

.!!!!'.!! .7- •••••• T. '' •

"-h ■ ■"

404:64084.36 109:1208063

.

.

.

1.1.52:826$167 .

580 :T.59843í)


26

JORNAL DE SEGUROS

JORNAL DE SEGUROS

Companhia Brasileira de Seguros, de S. Paulo

com a distribuição seguinte:

Dividendos, 2

IXO :000.?000

Fundos de reserva e Iuctos e perdas Effeitos diversos e bônus ã administr^ação

371 :S45!í!õ25 104 ;913!!:014

RECEITA

5SG :7õ9$439

ACTIYO

Prêmios do seirnros terrestres e niaritimos •' ■ vida " " accideutes

184:0.588510 112:6098250 235:73381õ0

532 :4008910

I-]ffeitos primários: Juros e mitros effeitos:

Prédios, apólices, papeis de credito, juros, dlnIieii'o. sellns, bypothecas

Ríiiiu) fogo e maritiinn

2.728 ;S32.?G0S

Effeitos diversos:

Saldo de varias contas

700:2398747

3.435:072Ç3õ5

•' ■'

48:2308130

vida accideutes

28:1018270 21 ;3718850

97 ;76o82.50

030:1G481GÜ PASSIVO

DESPEZA

Effeitos exigiveis

313;2408447

Fundos de reserva e lucros e'-perdas

Effeitos diversôa, saldo de varias contas

Encargos especiaes de seguro:

1..561 :S258908

Ramo fcigo e niaritinio

560:0008009

Capital realisado..

1.000 :000$000

3.435 :072$3Õ5

67:6828306

vida

"

:

accideutes

60:3848975

í:5Inisti"os palcos :

PERCENTAGENS

• ^

Ramo fogo e marítimo

Encargos especiaes de seguros, s/a receita de prêmios Sinistros, s/a receita geral

31,79 % 26,71 %

Despezas geraes, s/a rec.eita geral

'

llAõ %

128:9898230

vida accideutes

"

;

100:3768200 229:4618850

Ramo fogo e maritimo

70:222.8271

vida accideutes

40:3478330 31:7258324

Companhia de Seguros "Phenix de Porto-Alegre"

Déficit

neste

137 :012S600

106 :8488530

exereicio

RECEITA

ACTIVO

Prêmios de seguros Juros e outros effeitos

815:627$5S0 .57:8478200

373:474$780

Effeitos primários: Apólices, juros, dinheiro, sellos: Ramo fogo e maritimo

DESPEZA

Despezas geraes

^

Iiespezns geraes:

"

Encargos especiaes de seguros Sinistros pagos

2:823.8198

.56:184.8114 77'.31183S0

!.!!!'.'.!

-78':'217?25S

Lucro liquido do exereicio

"

211:7l287õ2 (51:7628028

330:5728350

vida accidente.s

;j

421:8178560 108:483.8040

860:872.8950

Effeitos diversos, saldo de varias ce/ Ramo fogo e maritimo "

442 :000$S81

vida

536:6918741

accideutes

140:776$014

que se destribuiu:

1.119:40S8636

1.980:3418586

Dividendos, 2 1'unaos de reserva e lucros e perdas

48:0008000 113:7628028

PASSIVO

101:7628028 Effeitos exigiveis:

AGTIVO

Ramo fogo e marítimo

Effeitos primários:

Títulos de renda, juros, dinlieiro, sellos, letras a receber

"

1.068:702$3G0

Effeitos diversos:

8aido de varias contas

1.062;865$63C PASSIVO

Effeitos éxigiveis reserva e lucros e perdas Effeitos secundários, varias contas Capital realisado

:

.*

2.731:567$99G

~

^58 •'í44S!í=;7fi 650:lGõ8650 1 :OÜ08000

!!!'!!!!

Despezas gerne.s, s/a receita geral

]]

i

2198989

200 :808$085

Fundos de reserva e lucros e perdas: 2 :9768511 .301:6408570

Ramo fogo e marítimo " vida " accidentes

304 :G178081

Effeitos secundários:

Saldo de varias contas:

2.7.31:5G7899G

PERCENTAGENS

j^meargos especiaes de seguros, s/a receita de prêmios... Sinistros, a/a receita geral

206:34S.$112 3298984

"

vida accidentes

17 82 % c/„

2094 %

110 :7338420

Ramo fogo e maritimo "

vida

"

accidentes

'...

Capital i'ealisado: Ramo fogo e marítimo

" "

vida accidentes

.

■;

158:0938000 8

268:826$420

600 10008000 360 :0008000 240 :000$000

1.200:0008000

1.980:3418586 ... c


W' 20

JORNAE DE SEGUROS 2S

JORXAL DE SlXiUliOS

?5

"TRATADO DE SEGUROS

PERCENTAGENS '

Enc}U'gos especines de seguros s/:i receita cie prêmios: Ramo fogo e maritiuio " vicia "

acekleiites

3i<.7S ^/c 2,50

H. BERLINCK

2n,C>'.) %

^Sinistros, s/a receita geral: Ramo fogo e raaritimo

"

Só lia pnuco.s dias tivemos conhecimento da puhliciif:ão dii obra cti.1o titulo encima estas linhas, aracas A gentileza do distincto redaetor

õ.j.üõ 9f

vidaaccideutes

74.85 % Sí),2r) "/c

Despezas geraes, s/a receita geral: Jtiiuio fogo e marítimo

do dormi lir Scijiiros. que se dignou solicitar-nos nm juizo critico para ser publicado nestas co-

30.24 9'f

liiimias.

arraigar no espirito dos nossos jovens estudantes

o valor dessa importante instituição de previdên cia social. Mas não temos o direito de antecipar, uma

vez que o axitor se refere, no prefacio da sua obra, a "trabalhos subsequentes que tenciona publicar",

"

vicia

2c8,6(í %

Merece louvores a iniciativa do .sr. Berlinck.

sendo de esperar qne consagre parte delia a as-

"

accideutes

12.34 9c

mas pedimos liceuca para. antes de tudo, chamar

snmpto de interesse tão iwlpitnnte e de tanta

a e.sclarGclda attenqão de s. s., para um ligeiro , actualidade. Diseipulo que somos do distiucto juriscousulto eiiiiivocai. em que labora, quando affirma que o

Mercadorias avariadas

num navio do Lloyx]

seu livro "é uin ensaio, o primeiro que se faz no

e actiinrio de renome mundial, Miles Jlenauder

Brasil, destiiiailo a

vulgarizar, por uma fôrma

Dawson, sob cujo professorado fizemos o curso te-

simple.s, as liases e a applicnqão de uma sciencia

chnico e pratico da sciencia Actnavial, temos, na-

mitiga, mas que nós, ainda hoje, desconhecemos Aca-editamos pauuente na boa fó dessa afflr-

turalineiite. a devida admiração pelas obras desse nosso grande mestre, e também por outros illustres americanos, iiropugnadores do segnro de vida.

mativa. No emtanto, u verdade ó que o grande niathemafieo Moreira, nascido no Porto, publicou

exercer a pratica do seguro de vida, podem ler

ooinpletameute".

Pelo sr. Juiz Federal da 1.» Vara, foi julgada

procedente a acção de indemnlzação proposta pela

3

Companhia "Alliança da Bahia" contra a União, por avarias de mercadorias vindas pelo vnpor "Borborema", do Lloyd Brasileiro, e depositadas nos armazéns 1 e 2 do caes do porto, no valor

de 53:78S?700, equivalente a 70 % do seguro pago.

no Rio de Janeiro um excellente trabalho sobre 11 applicação matheniatica A pratica do seguro de \'ida. tendo sido o fundador da Caixa Geral das ramilias, sociedade de seguros mntuos sobre

a vida, cíuo ainda hoje funcclona no Rio de Ja

Achamos, portanto, que todos os que pretendam com grande proveito, além das obras assigualadas pelo sr. Berlinck, no seu Tratado do Scf/wos, as seguintes:

The busiacfis of lÀfc h\snrancc, por Miles Meuander Dawsou.

The Insuraiicc Companj/, por AVilliam Ale-

neiro.

Infelizmente não temios A mão essa nlira, mas

Na Inspectoria de Seguros

d

bem provável que se encontrem ainda

Esta

The liomanoc of lAfc ínsurancc, por \Yjlliam

alguns

oxemplaros na sóde da referida companhia. Um iiiciãcnfc

xandpr.

circuinstancia, porém, não climiniie

o

T. Graham. Yaie }{cadhif/8 in Iiisuranoc, por Zarthman. O proprio autor do dito tratado indica tam

Em 12 do corrente mez foi pelo dr. Vergne

grande, valor didactico da obra do sr. H. Berliiiek,

de Abreu su.speuso disciplinarraeute por 15 diiis

<iue. em um só tomo. enfeixou lições proveitosas

bém

«olive diversas modalidades de seguros: de vida,

as obras do Instituto dos Actnarios de Lon

revelando

dres; e a grande obra de Miles Meuander Dawson, intitulada: Principies and Practice of Life Jn-

profundos <-onhecimentos da technica do seguro

snrancc, como sendo também dignas de ser coin-

<le vida.

N'otAmns, com pezar. que o autor do Tratailo

pulsadas pelos estudantes da disciplina da luathematica npplicnda ao seguro de vida, digna em

sido o incidente em

<h' ^'ennros deixou de fazer a apotheose entliusiastica que merece o seguro de vida, visto ser um

tem tido até hoje no Brasil. Oxalá que a obra

questão, mas a quem conhece a iíiteireza moral

dos estekiH economicos do máximo valor na for-

dü sr. Berlíuck tenha servido e sirva de estimulo

mat.-ão e augmento cresceiite da riqueza publica.

e eiicôrajaniento ao estudo e A pratica da sagrada

Tudo o que nesse sentido possam fazer os após tolos convictos das vantagens do seguro de vida,

curados no Brasil.

o fisciil da luspekitoria de 8egiiro.s bacharel JulIo

<-oiitra

da Silveira Martin.-^, visto como este funccioiiario tentou desfeiteiar aquelle seu superior hierarcliico, deutro ujesmo da repartição em que são titulados. Xão é da natureza deste jornal entrar nn

apreciação

do

que tenha

do dr. Vergue de Ata-eii, salie bem quão fortes e

quão cheios de verdade terão sido os motivos que o levaram a punir publicamente o seu subordinado. —A' veada em todas as boas casas —

incenditis e

riscos

maritlinos.

em livros didacticos, concorrerá, de certo, para

UM BRINDE UTIL

toda a accepção da phrase, de maior culto do qne

instituição do seguro de vida, até hoje tão desJ. Bimão da Costa.

Uma dadiva ao Asylo Isabel

A Companhia de Reseguros "Plienix Sul-Ame-

1'lcano" teve a gentileza de enviar-nos alguns im

D Asylo Isabel, o benemerito estabelecimento

pressos em papel-cartão — Numero dos Telepho-

fundado e dirigido por monsenhor Amador Bueno

de Barros, que tantos servi(_'os tem prestado A in fância desvalida, recebeu do nosso dlrector, como

[ Seraphim Fernandes Cíare Júnior

nes das Companhias de Seguros Terrestres e Ma rítimos 110 Rio de Janeiro — cujo fim util é fa cilitar as chamadas telephonicas das compnnliias Hle seguros entre si, sem o trabalho moroso'e en-

Endereço Telegr. "INDEMNISaOCRft"

fadouho de recorrer ao índice da Companhia Te-

da apólice n. 85 da Coinpanliia "Alliança da Ba-

Receita em 1922 Sinistros pagos em 1922, menos reseguros Activo, total do balanço 1922 . . . .

1.507:836$180 550:289$S16 981;988$208

í Alberto Sestini

Oirecçâo

TEL. N©RTB 2589

Ernesto Ferreira

F?ua da Quitanda, 12© — Rio de Janeiro Agencia S. Pauio, — Joaquim C. Azevedo. — 15 de Novembro, 41

lephonica, jú respeitável em peso e em volume. Agradecemos.

donativo, o pagamento do prêmio, sello e imposto bia", onde e.stão agora geguro.s os edifícios, mobi liários e alfaias de.sta grande casa christã.


31

JORNAL DE SEGUROS JORNAL DÉ SEGUROS

30

Seguros de mercadorias por estradas de ferro Uma indeinnisação a fazei' pelo Goveyno

COMPANHIAS BRASILEIRAS DE SEGUROS

1 mio OflS PBOPBIETimOS 1

SEGUROS hlARITESIOS E TERRESTRES

^ COMPANHIA DE SEGUROS MAR1TI3IOS ^ O problema dos transportes ô nma eterna

fonte lie surpresas, no Brasil. E' um logar comjnum falar da sua escassez e das péssimas con

dições em que são transportadas as mercadorias. Daquella escassez, que tanto tem atrazado o

progresso do nosso paiz, tivemos uma prova elo qüente depois das palavras de Wenceslau Braz,

^

E TERRESTRES

^

FUNDADA EM 1894

(}_ Valor da acção

CAPIT.A.L S' Fundo de reserva e liiero.s sus-

000:0009000

yíÁ

S4a:000$000

pensos

^ Deposito no Thesouro Federal,

Nom.

a .inten.sificação

da cultura

iÇ e.stabelecimentos commerciaes, moveis, mer- çí Ç cadorias em transito e outros riscos terM vios á vela e outras embarcações, mercado-

^ rias embarcadas, etc.

neros nas estações das estrada.? de ferro sem que

>•-;

títulos de & missão.

feito tivemos agora mais um exemplo na acção

!$

que a Companhia "Allianga da Bahia" moveu

i

contra a União, para ser reembolsada da quantia de 2:161$140, com que indemnisãra a seus seguradõs Agora o juiz federal da 1' Vara julgou pro cedente a acção, condemnando a União nas custas.

Foi advogado da "Alliança da Bahia" o illu.stre advogado de seguros dr. Abilio de Car valho.

mediante

módica

Q

EDIFÍCIO PRÓPRIO

$

$

4$600

1:570$

55$000

Brasil

....

"

100$

60$

30$

3$000

"

200$

200$

160$

101000 10$00G

:

300$

250$

200$

80$

100$

Integridade

";

200$

70$

60$

3$000

:

"

500$

200$

P

LIoyd Industrial Sul-Americano

"

200$

50$

? 50$

$ 5$Q00

Ú

Lloyd Sul-Americano

200$

80$

85$

9$600

100$

60$

35$

Internacional

»

Directores

280$

700$

1:000$

>.3

TELEPHONE NORTE. 1922

80$

700$

"

com-

87, Rua da Quitanda, 87

si

mercadorias embarcadas nu Central do Brasil.

renda,

200$

"

Indemnisadora

de ciualQuer natureza, recebimentos de alngueis de prédios, juros de apólices e outros

Da precariedade com que o mesmo serviço é

if

"

Minerva

•...

Nacional de Seguro-Mutuo

8

Previdente

^

Previsora Rio-Grandense

S^>o«o*o«o*c«a*õ*oao*c«o*oao*o*o*o*o»o*o«o»o*o<o*a«o»o»o*o»o»o«o*c>o*

8S

tf

1:000$

Sêde: ROA PRIMEIRO DE MARÇO N. 37 Rio de Janeiro — BRASIL

§s c»

n o*

lieiiaos e Reserva de lei...,

1.41G 14079203 h 2OO1OOO9OOO §§

neposllu no Thesouro Federoi. Sinistros pagos desde a sua

ss

1:000$

600$

$

18$000

,loAo Jorge Gnio Jniiior,_

200$

100$

$

Mnnucl Joaqnlm Cerqiielrn.' ~ -ím

União dos Proprietários

II '

100$

100$

180$

$ 6Ç000

•1

200$

200$

400$

12$000

100$

40$

$

2:000$

2:000$

4:000$

$

$

$

9

9

9

9

200$

80$

$

$

'f'{

*

<5^

_ Os incêndios occorridos em Março, nesta capital

Alliança da Bahia

Alliança

s§ o»

•o

09

Aceita SEGUROS MARÍTIMOS sobre vapo

res, navios ú. vela e outras embarcações e 'i bem as.sim mercadorias embarcadas, fretes

ss

....

Pará

..

.

Amazônia

!

-Recife Recife

....

$

$

$

$

Brasileira de Seguros

S. S. Paulo Paulo ..

200$

200$

$

$

' 100$

$

Incêndios grandes

.' ■

1

Commercial

. Pará

" "

pequenos insignificantes

5T

Esperança

Maranhão ..

"

eni automóveis

• 4-

Pénlx (Phenix) Fénix (Phenix Pernambucana)

P. P. Alegre Alegre .

Sommn

17

100$

$

?

$

$

$

200$

40$

$

4$800

1:000$

800$

$

$

. 1:000$

1:000$

l:000t>

$

?

3 '

$

? 100$

$

35

100$

:$

$ $

$ 200$

$

$

200$

Paraense

$

Peloteuse

Recife Recife

Interesse Publico íris

Em estabelecimentos conimerciaeS

^

.

10'

Italo-Brasileira

Em residências particulares

1

Lloyd Paraense

A bordo

1

Em automóveis

4;

Maranhense

Diversos

i

Paulista de Seguros

Aceita procurtçâo para administrar bens o,

Somma

> de ciuaifiuer natur.iza, inclusive cobranças de S« ' juros de apólices c outros títulos de renda, SS »

S2

17,'

Porto-Alegrense

Causas dos sinistros:

Rio-Grandense

Endereço Telegraphico: "VAREGISTAS"

t — Caixa do Correio n. 1.039. Telephone: fS

Imprudência ou descuido ....... i

■ Octnvlu Ferreira Noval

Explosões Curto-circuito

4 L

Ignoradas

IQa

J Norte 602 — Codlgo "Ribeiro". i Diroctoría: J. L. Gomes lí. Assumpçflo

|S P

Agostinho Tclxelrn ge

i Nuvncs. || 5?SS8SSSSSS8SSS^8S8?SSSSSSS?í^28SSÍÍS88S8SSSSSSSSS222S8S^8S8S8S8l

Somma,...

.

2"

IT,'

..

.

Indemnlsadora

Locaes em que os me.smos foram prestados:

ss

{ mediante módica commissao.

$

Amphytrite

90

de navio, etc.

200$000

que nos foi"fornecida pelo Coi*po tle Bombeiro.?:.

•o

em transitoz-pelas estradas de Cerro e outros riscos terrestres.

Bahia

S. Paulo ..

Dividendos distribuídos nos ac-

prédios, estabelecimentos, fabricas, offíclnas, moveis de residência particular, mercadorias s§

Americana

s;

Sã cloiilstns desde n sua fun ss dação l.G75t000$000 ss Opera em SEGUROS TERRESTRES de ss

'

rido.? uo luez findo nesta capital, segnmlo a nota

0.5G4:0S290{M) §*

funduçQo

40$000

"

ss

ss l.OOOtOOOfOOO •o

1:621$

1:000$

Em liquidação "

%

•o

CnpKnl realizado Fundo de Reserva, Lncros sna-

$

40 %

Stella

Sebastião' Jost^ de Oliveira.

E' a segniute a relação dos sinistros occor— FUNDADA. EM 1887

Segurança Industrial •

^

SS SS Sã Sã

Co m pa n H i a d & Seguros

Mutua

Urania

?9

Realisado

Rio

%

Aeceitu procuração para administrar bens fi

houvesse carros para transportal-os.

Argus Fluminense Confiança

Em Seguros Marítimos sobre vapores, na-

campos e que redundpu no apodrecimento de gê

dendo

....

Anglo-Sul-Americana

í'"-

Opera em Seguros Terrestres em prédios, ^

dos

Divi

venda

200:0009000 ^

restres.

aconselhando

Ultima

Séde

NOME

Santista

Sul-Brasi! Tranqulllidade

P, Alegre .. S. Paulo ...

$

80$000

460$ . .

$

$

$

$

200$

55$

$ ,

$

$

$

$

$

500$

200$

$

$

$

$

$

$

200$

80$

$

$

$ •

$

$ $

$ $

$

$

União

200$

100$

União Fluminense

200$

80$


m ■K ^ 32

JORNAL DE SEGUROS

r COMPANHIAS BRASILEIRAS DE SEGUROS SEGUROS DE VIDA E ACCIDENTES DE TRABALHO

Valor da acção Séde

NOMES

Nom.

Brasileira de Seguros

S. Paulo

200$

Caixa Geral das Familias .. >

Rio

200?

Cruzeiro do Sul

-"

...

Realísado

Diví-

veoda

deado

100?

200$

Equitativa dos Estados Unidos do Brasil

"

Lloyd Industrial Sul-Americano

"

50$

Metropolitana

"

$ 20?

Mundial

Ultima

Mutua

"

!..

100?

Paulista de Seguros ...v

S. Paulo

Previdência do Sul

P. Alegre

3?000

Em liquidação

Previsora Rio-Grandense

Rio

S. Paulo .,

S. Paulo

Segurança Industrial"".

Rio

...

18?000

1:

End. Telegraplíieo "Segiiriiuça''

Celephoue 857 Dorte

Seguros Operários

"

100?

100?

Capital integralisado

Sul-America

"

100?

100?

Trauquillidade

S. Paulo

Apólices Federaes Deposito no Thesouro

Véra-Cruz

Bahia

Fundo de i-eserva

.

COMPANHIAS DE SEGUROS ESTRANGEIRAS NO BRASIL SEGUROS marítimos E TERRESTRES

Séde

NOME.

Adamastor

....

Lisboa

...

Albingia

Reservas

1.500:000$

626:OOS$281

1.000:000?

104:591$668

1.500:000?

184:455$044

184:455$044

1.000:000$

21:232$880

, 108:800$400

RIO DB JANEIRO

J

Sepos letresttes toulta os liscos ii 650:000$

48:000$

69:309$920

600:000?

42:739$378

53:144$876

. 1.000:000$

345:038$434

A GUARDIAN'

Home ...

1.000:000$ Manhein Motor Unlon

555.085$730

691.355?048

1.595:495$293

1.686:588$770

N. York ...

North British

:

(Gnardian Astorasce

BEGÜBOS MARÍTIMOS H POR TODAS AS ESTRADAS DE RHRRO DO BRASII,

2.006:595$

205;612$342

1.500:000$

735:382$730

545;528$720

[àgilai sDbsitiito . . . Lib. Est. Z.ddd.iii [apitai tcalisailo . . . " " laao-buo

TAXAS

PROMPTQ

PAGAMENTO

Northern

Portugal e" Ultramar

lapltal Rs. 1.000:OOOSOOO

Preussische National

DEPOSITO

Royal

Royal Exchange

Brazilian Warrant CompaBy Liiitad (AGENTES)

Ld. de Londres)

BSTABBLBCIDA KM 1821

REDUZIDAS

.—

SEGUROS CONTRA FOGO

logo. Eotlo [Itíuito, saio i suas [onseoiieiicias

London Assurance Corporation ..

531:178S700

ESQUINA DA RUA. DA CANDBLARIA

1922

248"-894?600

Atlas

Hansa

1.500:000$000 200:000$000

..

Rua de S. Pedro, 33-Sob.

Sinistros pagos

Capita!

. 1.000;000^000

AVENIDA RIO BRANCO, 9-2.°

NO THE

.

Sagres

387:458$499

SOURO'200:000$000

917:799$678

SALA 274

RIO DE JANEIRO SEDE

RUA DO ROSÁRIO N. 60 SEGUROS DE VIDA

NOME

Séde

caixa Fostal 77«

Teloplíone Norte 5401 Capital MnTiia

TelipliQne Horte wa

Reservas

12 7fi2 r SfifiSI Ofi

979:894$980

RIO DE JANEIRO

JOSÉ LAMPREIA


Anno I

N. 5

Maio de 1923

JORNAL DE SEGUROS

ranço, SS a 91

'Revista de Seguros, Gommercio e Rstatistica ^itedot: S.

r-I*

%tcttKaz\o\ ©T-eíõOtt. (So^■t"a

9a cRocfl-a RedaoçSo

e

Aclmlnts'tra9so :

Ruiâ iS/larochal F"loriano Reixoto, 325 — apb. TEL. 6890 BORTB RIO DH JANHIRO

S U M M A R I O:

ARTIGOS PARA HOMENS

Galeria cio Scgmro->-Carl Metz.

Dcncficencln Portugueia.

A secvAu tic Kog^tros dn iiovO Banco Hypotlieciirto. Ur, Judô Alves Afíonso Júnior.

Os novos estatutos do Banco do Brasil.

Compnnlila dc-Seguros "Gnrantia'^. A nossa situnvilo financeira.

Formulários Jnclntho.

ConimcndndoT Antonio Teimo.

O sorteio dics npollces du *^era-Cruz". Uma visita no Corpo de Bombeiros.

,llinn conuessSo

Companhias de Seguros — Balanços de 1922.

^

As companhias estrangeiros de

seguros.

=

CAIXA

=

P05TAL

=

: N, 7Ô9:

Mattos Areosa

END TE-

=

LECR:.

=

A50ERA

=

.

.

Companhia Paulista do Seguros.

Apavoradas com o scgnrot

Companhia

O ciicAo —J. Simâo da Costa." G Estado segurador.

Companhia "Snntelmo".

"Snntanenie".

Cominendndor Luiz F. Moreira.

"Prevlsorn Klo-Grnndense".

IIIHJ

Gnhlnctc Portugucz de Leitura.

'nspcctorln de Seguros. (Expediente).

O einhutxador argentino nn A, Cumiuerclal. A "liondon & Lancasblrc" desfaz-se duma aucstAo Ineomnioda.

Pm

incêndio

Os

InecntlloN

em

S. Ponlo,

occorrldos

em

nhrll,

nesta

capital.

Agostinho Teixeira de Novaes. IntormaçOes sobre as companhias de seguros cionacs c estrangeiras.

na

A O E IM X ES :

Rua Guilherhie Moreira, 42 '

BRASIL:

AinNÂGS ■

CODIGOS USADOS : Ribeiro, Western Union, A. B. C.(5? edição) = e A. B. C. 5^ edição melhorada.

Gonunissões, Gonsignações, igenciás, Representações e Gonta Própria

Ia.*?.,.:'' l'v r

S

M

agentes das seguintes cumpanhias de seguros: s

PORTUGAL E HESPANHA

S. Paulo — João Oliver Ferreira Florianópolis — F. C. daiFonseca Lobo Porto Ale^e—M. M. de Frias Monteiro Bahia — Companhia Luzo-Brasileira

Lisboa — Arthur Rodrigues — Prata, 108 Porto'-=^ M. Martins & Comp. Funchal — Dr, Adolpho Brazão '

Recife — Albert Cerf

Madrid — D. Angél G. de Ia Serna —

Bello Horisonte — Jorge L. Davis Pará —^ J. R. da Silva Fontes & Comp.

"Sagpes" e "Interesse Publico"

M M

1

C0MMIS8ARI0 I)Ji! AVARIAR dit varias cuinpaiihias de seguros

S

^

AcCetta representações de casas ç fabricas nacionacs e estrangeiras

=

f{ iiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii^ Composta a Iroproana na Elinproza Industrial Editora "O Norto" Av. Mem de Stt, 07 e 78

Fuencarral, 26

Barcelona — Carrera y Hijo—Estúdios 17

%

■ '

PREÇOS DOS ANNUNCIOS

ASSIGNATURAS

"Alliança da Bah|a". büso-Bfasileipa

Ponta-Delgada —^ Soares & Santos Ilha Terceira — M. Vieira da Silva

Brasil

:

18$000

Estrangeiro

25)000

Numero avulso

2|000

A assignatura ê sempre annual, pòdendo comegar eãi qualquer ' mez.

Pagina inteira Mela pagina

80$000 46)000

Quarto de pagina

25)000

Oitavo do pagina

15)000

Bônus ás publicafõea annüaes, 10 %

Inserções

no texto,

conforme convenç&o.

Toda a correspondência deve ser dirigida para á Rua Marechal Floriano Peixoto 225, sob. ou para a Rua Gonçalves Crespo, 17

Não se restituem originaes


Jon;al de Seguros

Revista de Seguros, Conimereío —

e Estatistica =

Poblieação

K

Secretario

Iiirpctor — -J. .Vious ío Racho.

SêdenoRio oe Janeiro

AGEtlCtAS

Rua PrimejíD de Marco f1'

ydson Cosfa.

MAIO DE 1923

Anno 1

N. 5

.PAULO e SANTOS

bnwii tu tmnl/ro

( COtFiClO PROP

GRÜERin DO SEGURO

.Jl

Z"7 CARL MBTZ

Na tarefa ciue nos impuzeinos de assignalar

guros e, ao lado de José D. Rache e Humberto

os principães vultos que no momento enchem o

Taborda, acabar por conseguir a organização que

nosso mundo de seguros, abrimos^, com prazer e

abi está e da qual todos tanto esperamos; ainda

com justiça, espaço ao sr. Carl Metz, illustrado

o vimos confeccionar com Humberto Tabordn e

e activo director da Companhia Internacional de Seguros e primeiro secretario da Associação de

Qctayio_. Ferreira^.N_ovat. a Tabella de Prêmios para seguros contra riscos de Incêndio, com as

Companhias de Seguros.

disposições geraes, nomenclatura dos riscos e seu tabeliamento, trabalho de folego, que a Associa ção já devia ter mandado imprimir e distribuir

Na nossa especialidade o nosso retratado do

hoje é de_ uma actíyidade nasmosa. por sobre um a delicadeza de maneiras que a todos captiva e

(Em 2.500 acçôes de f^c. IKJOC^OOO)

í

entre os seus assi^ciados, pois consideramos optima essa producção e não inferior ás tabellas Dardonvilie.

• I

'

Ainda o tivemos como companheiro de tra balhos no recente

'

Capital

2^5oo:o0o$ooo

•• •

Çommerciaes. na Commissão que relatou o 23" (Kiêsito, e que tivemos a honra de secretariar, e ahi o admirámos vendo-o sempre prompto e pre- ^

2l9:ooo$ooo

Reserva legal

■i-

■ ' ■

Ontras reservas

parado nos assumptos que éramos chamados a 1.7oo:3S3$6oo

-

il.368;538$ooo

Deposito bo Thesonro Nacional \

Sinistros pagos

convencer-nos

na adopção dos seus pontos de vista.

Immoveis e apólices de sna propriedade e outros valores.. **•4

versar, e logrando muitas vezes

2oo:ooo$ooo

Na Associação de Companhias de Seguros os seus collegas de administração conhecem o seu grande valor Pvoíiasional, ouvindo-o com mere

12.3]6:426$8oo

que têm a seu lado, honrando-se com a sua ca

6.54o:ooo$ooo

Carl Metz nasceu em Municb eim-24 de De zembro de 188S, ahi fazendo e completando os seus estudos humanistas,' com a maior distincção. Em 1913 aportou ao Rio Janeiro, tendo

cida attenção; e também presam o homem de bem

*

i..... '

Dividendos e bonns distribnidos.........

maradagem.,

TAXAS MÓDICAS

, DIRECTOííTA Or. João Alves Hffonso Júnior»

José 6arlos Neves Gor.zcga»

PRESIOENTP.

DIRECTOR.

Americana";<C hosteriormeute, ligáÜO H fortôS elenventüg-cirgfl peiir- ^ifma"~Theoãoro"' "WiUe

aos.'.açsWííSAtOi.-me^I>»:pte.imo§...

& Cia., fundou a "Intefhaciohál'', que dirige com

Entro os que presentemente dirigem companhias de seguros é de plena justiça dizer que

A cargo de Carl Metz está atmi» reprosantaçâo das companhias '''RÍanheimê?^^p^^j^

^'^4!,Yl5£Si.Vte§^

grande brilho.

Carl Metz é cios mais nroficientes e operosos, c.oiüièse^o hem o mercado brasileiro e conhe-

Agencia em S. Paulo — Rua do Rosário n? 11, 1° andar

"1" dos fundadores e director da "Anglo-Sul-

Carl Metz subjuga, mesmo quando imj cünU^^adiz e se oppõe

Suj-A.merifann'!, .jíLã Rbval", e _ todoa^ -Contamos que seja elle quem, ©bi momento opportuno re-

cénflo taiiüíem^^rudC,quanto em seguros .mariU-^ .colloque no mercado o prestigio das antigas com^°^.®.í®r.íêSUM-§ejxaJisa.-4aa-.e.§tmgÊÍ]iQ.

J. M. CARVALHO & COMP.

pauhias allemãs de seguros, que anteriormente 4

•Acompanhamol-o na grande faina que se im- guerra disputavam ás inglezas o primeiro logar

í)Oz cie fundar a Associação de Companhias de SeD

'u

f

no nosso mercado segurador.


JOlfNAL DR S:Rí:T'ROSÍ

d V ;ll

íllSumini...'. 1

ANTONIO TELMO

■ ' -■ ■

"■

[v. Rio Branco, 93 a97

Entrou Dara o serviço de secretaria da Asso

'■■ 'lis

'

ciação de Companhias de Seguros este nosso ve

í li-

.V I i.

,

I

*.:

1.^

Íhè,

^

^ ^

lho amigo, coinpiabile dos mais distinctos da ge ração em que pontificaram no nosso

No ex])etlinute rhi Tuspeetnriíi de Seguros do lio iiiez findo, cncoiitrauios o seguinte des-

commercro

Eduardo de Lemos, Raraaiho Ortigão, Manoel de

d.;i

Mello, Martins de Pinho,' Mayrink, Peres da Sil

pncbo ;ios reqnerdiientus de ID e 20 do mesmo

va e tantos outros que a morte ha muito levou,

inez iln

delles lembrando-se apenas uma dúzia de macro-

r.-itioii, Limitcd";

bios, entre os quaes se deve contar o que escreve estas "duas linhas de muito saudar ao probo e in-

"Atteudendo m tpie. excepcionnlmente, esta ins[K'o(íii-i;i j)óíi(. jif.niiiKii- o resegtiro fóra do paiz

telligente commendador Antonio Teimo, desejan-

ooi foíiipiinlujis nao niitorizadas. de aocôrdo <-nm

do-lhe prosperidade ná sua nova posição.

Tlie

.

^

IV^ • .

...

t

V.'. 'X

•3 , > • ■

I

. .✓

*

f.

daf^í.VL.,; r- í i >' ■

çíS^

• íL'.',-

o que dispõe o :iit. 104 do Reg. 14.õ0:i, e a qne, ao go\'et'no federal, cojiceílo a permissão solicitada

Uma concessão ás companhias estrangeiras de seguros

pela "Tlie World Auxillary Tnsnranee Corporatioii, í,iatited". ficaudn. porém, a dita companhia

das as companhias de seguros quantb--á_ Inexe-

obrigada ao iiagamento do liiqiosto de sello .sobre o valor total do .seguro, e <lo de renda sobre o total (1<( segin-o, e do de i"enda sobre o total do riremio receiiido. conforme Jfi tem re.solvido esta

qulbilidade do regulamento approvado

iiispector.a em casos analogos,"

o sr. ministro da Fazenda, em fundamentado

despacho, atteudendo a que as allegações de to pelo de

creto n. 14.593, de 31 de dezembro de 1920, de

Na singeleza desse despacho idugneiii descobre

vem ser examinadas em conjunto, para que so

•jior certo a grande dose ilo despresti.gin rino advem

mente fiquem obri'gadas á sujeição absoluta do

para

regulamento vigente depois de comprovadas taea allegações, o que promettem fazer as interessadas,

cusando uni risco que a "WõiddVthi._fap;taes decei-to mais modestos, :ip)'essou-sc em accoitàr.

as r-oinpaiihiaR.. nacinnaes de seguros

e considerando que a prorogação pode attender

Lançando mão do recurso legal estatuído uo

art. 104 do Reg. 14.õí)3. a Iiis[iectoria de Seguro.s

geiras, sem quebra dos preceitos geraes das leia

brasilelras^e ainda que permittirá ao Congresso

diz que o faz atteudendo a .ser o caso excepcioiial e iiinda jiur tratar-se de bens pertencentes ao go

Nacional conhecer do assumpto e resolver, ou,

verno federal,

sua deliberação, concedeu

Estranlnlmos . es.se segundo motivo e por is.so

o praso de seis mezes para que as companhias

procurámos colher algiiums informaçòe.s u re-

de seguros que ainda não o fizeram, se adaptem á exigência" do decreto citado, se outra cousa não

sjieito.

ficar estabelecida.

Èmmmjo

brio, dotada a economia nacional de um apparelharaento hancario completo com o banco cen

tral de emissão e a organização do credito hy-

pothecarlo agrícola, Industrial e urbano, o Bra

sil entravã numa phase de surprendente desen volvimento, cie vez que dispõe de extraordiná rios recursos economícos.

AJém das vastas explorações actuaes, como

o café, a canna, o fumo, o algodão, a borracha, o cacáo, 08 oleos vegetaes e a carne, outras des pontam com grandes auspícios, como a do car

^

viv, .í.i \ .

,> . ,E ' 1.-.

,S

mmos PfiííA HOMENS lllIJlIlílIllllIlIflIlllllimilllllílIlIllIJIItlIllilIlllllllIJllimnIlIlMlIllIlrilIlllilllillillIlíflíliriligiltllMliltllllilUitllirlllllIlIMílIllllllMMlIílIllINllIlllMIllltlIlMItItllllílMIlIllllllMMlIlIlilllNlIlltllllIllIltIMIllllMlIltllItMMlIllMIllIlll

MATTOS ARE05A

Tnita se, no caso, do seguro e resegnro de dois reiiocadores. feitos pelo minl.sterio da Marinha,

RUA GUILHERME MOREIRA, 42

tação (laqiipllo artigo cpiarto. MimHNIlIMIhlIllimiMIIIM ONllIJllllllHIlIMlMNil ítllM

Segundo as mesmas informaqõe.s, o vahir total

do ^seguro, é de cerca de 000 contos, tendo a Morld" ficado com 100 contos e resegurado o

COiDlGOS

companhiiig de exignos recursos.

Preferimos acreditar que elle não foi offerecido a companbia.s de solido prestigio e de ele

vados capitiies, porque a haver-se dado o facto desse modo teríamos de acreditar no deamoronnineiif^ do industria de segurns uu Rrükíi:

MA^AOS

USADOS: Ribeiro, AVesicni .Udíor, X. B. C.

(5* edição)

A. B. C. 5' etiiúfio meJliorada.

restante.

L' cabível aqui a supposição de que as re«•iis:is jiintiis ao processo cm questão sejam de

END. TELEGR.: ASOERÃ

CAIXA POSTAL N. 789

varias companhias nacionae.s, para pos-sivel ci Consolidada a dívida fluctuante, regulari

\

■ 1 -im?

que teve o cuidado de juntar algumas exciisas de zada a vida orçamentaria pelo respectivo equilí

■ ■■ •pNc-çV ^ ■„

re

aos reclamos das companhias de seguros estran

Commissõcs, Consignações, Agencias, Representa ções e Conta Própria AGlíNTES Í)AS SEGUI\Tl'::S COfVIPAMIl.lS ÜE SEGUROS:

Íi «

vão d© pedra e a do fefpfl

nt >

na<? no

I

4Hh' IÜU

ifises

A.v.., 'ii.

orld Auxiliar,v Insiinuice Clorpo-

lio caso eni aproço se trata de bens jierieneeiites

pelo menos, auxiliar

'J-/-

■ 'p. í

ffâ fá

'

ül^

A'.

Lm-"

liatUiíiiy.vs.4k4MKaii ■ fl -

ÇAV

Ç

■ A

V,

'•


«WW«« « V#W*V#«W#VmWWHW#«> Vf «•V^W#V#«> V^V v« Vm « V#*> VtV^i^V VHWV Vi Vy

Companhia Nacional de ^eguTos Maritimos e Terrestres

.TORNAL DE SEGUROS

Avenida Rio Branco^ N ® 9, 2.® andar (.Casa Mauá) ■—; RIO DE JANEIRO

/

Directoria: Afifonso Vizeu. José Raiaho da Silva Carneiro, Cícero .»—

Teixeira Portugal e Humíberto Taborda.

"^7!^

Conselho FiÁcal; Francisco Eugênio Leal, Elpenor Leivas, Manoel-

José Lebrãó, Zeferino de Oliveira, Paulino José da Costa, e Cofnmen-rT}j> dádor João Reynaldo de Faria. . ^

i-

573:6oo$ooo"*

Gatpital subscripto i.ooó:ooo$ooo, Realisádo Deposito no Tliezouro

k

200 :ooo$ooo

' ■' ' ■ SINISTROS PAGOS: Ânno de igai . . ; . .

'

Desde a fundação da Companhia

i.

O seu grande valor economico para o Brasil Subido como é, ,iine a arvore do cacáo (Thcohroma ciiciio] Ç nativo da Amazônia, é realmente

onde a lavoura cacáoeira páde ser explorada eco

nomicamente. No emtanto, desde que os ensaios

litlo

e.^tão demonstrando, praticamente, as possibilid:ul(\< daipiella lavoura até o 20 grno ao sul do

De faeto. em neiduiimi parte ilo mundo exi^^-

se o produclo é de piinioitu ordem o .se a pro-

para admirar região

onde

que a

sela

cnUtira

precisamente naquella dessa

essenciti tom

menor desenvolvimento.

4J4:847$i68 2.64s:996$ji5

CHpmdnr. no Espirito í^anto, <> Tie resta apurar ô

lein tevreiKis baldios nieUmres nem em maior ex

iW#V#V!ey*V»V#V#V(«W#V#V#VWM;V#V#VeV#V*V#V*V#V#V#V#V#V#V»V»VHVV#VWHW^^ -^w#«W(*oV^W»VHW(^(MW#V#Vey«V#VW# V

g

tensão; eliina e ambiente mais apropriado á cul tura intensiva do caoaoeirn, nem maiores facili

duocão é tão nlmiidaiite coTiin a do norte. Lousas

que' segundo nos comsta. se «obam estaiielecidas. E desde que fique provada o excelleucia do fnito

dades de transiiorte, sobre agua, do que se en

lít:

SÉDET^iM LISB.OA

ADAIV1AST0R_

f-

tes; por sija.ve-/. u cbnmado eaeáo do l'avA. oriundo

^de toda Amazônia, é reput.-ido entre os melliores. gosiuido mesviio de preferencia cm certos mercados

COMPANHIA DE SEGUROS LUZO-SUL AMERICANA

estrangeiros pelo seu^fe-ellente sabor. Nas regiões

i.ooo ;ooo$OQO

mente, ambas alnâjpmtes, desde que a cultura

Capitar realizado no Brasil Deposito no Thesouro Nacional ...

tropieaps

Santo encontrará iia lavoura cnoaoeira uma no\a

fonte de riqueza que, por

MAGALHÃES & C.

de aecfirdo com o.s moderno.-' conhecimentos. Oxalá

(.acno^jjBr produzem safras nmiual-

que o gmerno do Estado comprelienda melhor, do que o tem comprehendiüo outros Estados, o ver

dadeiro yr.\ov economico dessa imlustria. E em

aimns. clamasse w bom do desenvolvimento desstt

seu coujunto do que até hoje logrou attmgir

industria. Quem escreve estas linhas fez osfor(;os inauditos para chamar a attencão dos governos e

nmis ao norte do Brasil.

Ko\'erna(los, do Estado cio Pará. já escrevendo mo-

51 rua PRIMEIRO PE MÂRÇO 51 Telephone Norte 5634 ■ RIO DE JANEIRO.

'lographias.

largamente disseminadas, já

publi^

cando artigos de "iniystente propaganda pela imin-ensa, para fazer eoustar o valor economico dessa

â-

uidustrin, mas ate hoje prevalece a mesma indif-

eienqu qp sempre por essa enorme fonte de ri-

f

m (D

^ C^J

T3 ^ 09 C

o —

(O x o

*S ^ O o

«

ÍO x g -□ i o ^ JB

COMPANHIA DE SEGUROS MARlTlíiíOS E TERRESTRES — FUNDADA

CAPITAL

a

o

Õ

h-

H

EM

Fündos de reserva e lucros suspensos

858:ooo$ooo

. eao nuiiidines; em vez disso, 6 nm dos se.us

'

ACCEITA procuração para administrar bens de qualquer natureza, recebimentos de alugueis di

mediante módica commissão.

^'Oniíi, está muito longe de attiugir a capacidade ptoduirtora do sul do E.stado. Na Bahia, também o fervor patriótico e a ahnegncão de quem hoje mui proficleatemenle oceupa a pasta da Agricul tura, o dr. Miguel Calinon, muito concorreram para que nnquolle Estado fos.se intensificada, eonsidevavolmente. a producção daquella stercnliacca.

9.564 ;982$996

M Dividendos cListribuidos 'aos accionista,s desde a

sua fundação • • • 'cVdbqp" 1.675:ooo$ooo opera em SECUR^^ TERFES^i^fc^ fie prédios, estabelecimentos, fabricas. òfficina.s, muvcís de

residência jurticular, jncffafldrios cm transito pejas cairadtó dje ferro c outíoa riscos terrestres. Aceita SEGUROS MARlTlW^® sobre vapores., navios á vela e outras emiiarcações c bem assim mercadorias'embarc.«'"8> «te. Aceita procuração para administrar liens clé (|ua1.|.ier natureza, inclusive cobraocas dt jiifos títulos de renda, mediante módica commissão «T 'FiStriii rdilniÉlir "HSDFClIIllS" • t-orrem n, i.o.io, Telephone. Noi^e 862 —rodl-" "Hpheiro,o. tade

T'VÍt7T!»"'*>7l

!■

ivias, T30 easo da Bahia, não tem sido a indiffe-

1.416-:497$263 200 ;ooo$ooo

enqa dos particulares, mas sim, ao que parece,

2

*=•«

métrica dos últimos aunos. ainda mesmo que, doravante, o augmento seja muito reduzido, cou-

clue-se qiiG as itrobabilidades do futuro justificam sobremaneira

iinposiqoes fiscaes exageradas, carência de trans portes fáceis e uma série de obstáculos e coniqoes adversas, que esmorecem a iniciativa comniercial e desanimam o lavrador. aí-'orn uma outra região, ao norte do

r.íiuÜ! no rio Doce, onde nos consta que a mv , " oacMo se está ensaiando Plonnssores. Iheoricamente. quanto com maisresultados distante 10 equador, menos probabilidades ha dos cacaoeiabundantes duas vezes por

sul : > tMpnulor ^tadistas nseignalani grfio 18 até ao como sendo o limiteo máximo

o

emprehendimento

gradual

de

novas plantaç-Cies.

Analysemos. porém, as estatísticas da produc'(,'ão e do consumo mnndiaes do cacáo, em 1913, e coufroutemol-as com as de 1919 e 1921, tendo-se

em vista í|Uc uo aimo de 1922, embora os alga rismos uão estejam definitivamente apurados, sao

maiores cio que foram em qualquer dos annos an teriores; só .assim defrontaremos a verdadeiia perspectiva.

pi:onrc'(?Ão MUNotAU df, cacáo

' diniravelmente, e onde os cuidados cultiivaos con^cguem pequenas deficiências cliniaterieas e oude •is plantas se adaptam adiiiiravelmente ao ainhiente A produçção de cacáo, na Bahia, embora seja octuiilniente vinte vezes maior do que a da Auia-

Manoel Joaquim Cerqueira

lí Deposito no Thesouro becleral . . , ; .Sinistros pagos desde a sua fundação. . .. . ..... .. ...

Estado da Bahia tamhoin possue uma vasta

Seria jiiepto affirmar-se que o consinno do cacáo crescerá sempi-e" na niesma^ progressão geo

cgião, onde o Thfíohrouia caciio também produz

local.

I

Directores: 5ftba5f/ão José de Oliveira, João' Jorge Gaio Júnior

Imundo de Reserva, Lucros suspensos e Reserva de lei

oiu grandes vantagens, ])odendü estar hoje exer-

menores produotores.

Opera cm SEGUROS TER-RESTRES em prédios, estabelecimentos. .cosTimerciaes, moveis, morcarjorias cm transito e outros riscos torrcstres. Em SB&IIiROiS MARÍTIMOS sobre vapores, navios a vela e outras embai'prédios, juros de apólices e qutros titulos de renda

p ^ 1'esultado é (pie, na costa da África e nos •-■stttdos da Bahia e do Espirito Suutó, se está ^az.endü juiuillo que a Amazônia pcdeiiUiter feito

endo completa liegeinonia .,sohre os mercados de

Deposito no Thesouro Federal, 20o:ooo$ooo

GO

IIg

1894

5oo:ooo$ooo

a. I cações. -mercaflorias embarcadas, etc.

tf

hUGza.

UNIÃO DOS PROPRIETÁRIOS

QO

dizer, uo Brasil,

ainda está para ser explorada ecouomic.amente e

seja esmerada. E. rjAido isso succede. póde-se vez de lhe crear óbices, favorccel-a em toda a linha, dizer que produzenn*íiin8 frutos todo o anno. porque só ussiiii poderá prosperar, e, quiçá, at '1'ambem n.ão^^ltou quem, desde ha. longos tiugir proporções maiores e mais importância em

200 :ooo$ooo

representantes geraes no brasil

[>'/■

e ubiindanciíi das colheitas, o Estado do EspiVito

contram nas margens do Amazonas e seus afflnen-

d'!))! tovetndiis wcfrkn») raiz ile eApoifação

19.13

1910

1921

Costa lio Lagos

50.Õ.Õ4

170.176 25.911

131.800

3.(121

3.4Õ1

2.737

21.480-

27.118 9.520

3.120 33.807

Ouro

Ceylão qh-inidad

8.825

Antillins

Outras

cülonUis

20,000

9.005

iu-

glezas

1.407

3.860

3.498

Equador

41.894 29.750 .35.508

40.437

44.000 41.500 28.276 6.000 16.900

Brasil

S.

Thomé

e

Eenmmlo

P6

Príncipe

2.824 17.897

Venezuela

62.584 49.945

3.412 15.000

S. Domingos, Haiti e Cnbii

23.440..

.

2.259 1. SfPi

Javii Surinam

20.544 2.408

30.830

1.670

1.636

1.100

..

1.717

2.951

1.800

Catnevon e Togo . .

7.455 5.3(K)

7.511 6.300

6.500

2Õ9.00U

4(>;ES00

387.300

Colônias francezas

Congo Belga, Saniôn, Outros paizes

7.570


JORNAL DE SEGUROS

6

E o consumo mundial foi o seguinte; CONSUMO

JORNAL DE SEGUROS

No preparo de bonijons e mesmo de chocolate em pó, certos industriaes conservam zelosamente

o segredo de certas fórmulas. E' sabido que um

MüNDIAI, í)0 OACAO

(Em toneladas métricas)

E. ü. da América

68.078

Cannilfi Inglaterra França

3.168

Italia.

.

Espanha

27.595 27.610 2.457 6.166 29.980 40.248

Hollandíi Suissa Suécia

28.784 6.389 3.610 3.000 3.610

300 10.000

1.203 5.224

50

5.998

8.118 20.000

Bélgica Allemauha .. Áustria

51.053 6.652

Outros paizes

8.600

257.500

46.591

33.215

36.921

Noruega

2.052

8.416

4.500 8.500

Rússia

Dinamarca /N.,...,

130.343

8.073 18.378 3.507 5.167 3..507

1-.470

1921

1919

172.226 6.308 65.456 51.583 6.251

500 16.000

100.000 5.000 16.000

423.000-,406.500

Em numeres redondos pôde-.se affirmnr que O consumo do cacíío duplicou iin decnda decorrida

de 1913 a 1922. Verifica-se tauil)em que foi na Costa do Ouro, nas colonias luglexns da África, que houve maior incremento na pvodiK'(;ão. E para mellior illu.sírar nosso ponto de vista quanto fis possibilidades do futuro augmento desse consuujo,

citaremos factos e algavisníos absolutamente autlJenticos.

O consumo do caciio noa Estados Unidos da

América attingin, em 1922, a môdla de 18 libras

de peso per capita. O consumo na Inglaterra 6 apenas 1 Vi lilira per capito, mas ainda assim re

presenta o triplo do que era ha dez annos pas sados.

A

população

norte-americana

n.

dos principaes confeiteiros norte-americanos dis-

pendeu mais de 100.000 doUar.s para .se apoderar 1913

□ ESTHDG SEBURHDQR

consumiu

eacrio em p6 e bonbons de chocolate, om 1922, no

valor de üm bilitãn de dollara, ou sejam qunsi nove inilliões de contos de réis da nossa moeda ao cambio actual.

Existem na grande Repul)lica do Norte mais

de 3(X) fabricas de cliocolate. que .se especializam

no preparo de bonbons, tendo ao seu serviço mais

de 175.000 empregados e um capital social que

do segredo da fabricação de um certo papel, abso lutamente transparente, feito dc seda e do qual só um uuico confeiteiro parisiense se serve como., enfeite para envolucros de chocolates; mas nem ass'm logrou de.sveudar esse segredo. No enitauto são qiiasi geralmente conhecidas diversas outras fórmulas para o preparo de cho colate em iió, em que se tem especializado certos faíiricaníos-europeus e norte-americauos. O.s iniciados na composição dessas fórmulas

uivi Fracasso que evidencia a sua inconveniência Um telegramma procedente da Italia acaba de

Os prejuízos eram dia a dia maiores. E com

informar-nos que esse grande reformador, essa grande energia, ferrea que preside actualmente aos destinos daquelle grande paiz latino com um

graude pasmo dos legisladores houve a emigra vasta

receita

largo descortinio de vistas — resolveu abrir mão

mento

italiano.

"bi iiuturiziição (lue déra o l':ii'laiuento italiano

que

havia

sonhado

o

Parla

As companhias estrangeiras viram assim

su

bir as suas rendas, vertiginosamente.

A iudustriã' de seguros, pelas inmimeras van tagens que offerece a todos quantos a buscam é

sica

mento substancjal c com um determinado aroma e

uma excellente fonte de renda, e porisso mesmo

sabor, em que se especializam certos fabricantes, sao ntilizado.s cliocolafes de diversas procedências.

victima dos invejosos olhares de muita gente. Nãò fizeram excepção á regra os parlamenta-

Outros têm (pie ser os maiiaiiciaes onde possa ir liuscav as vultuosas sommas de que carece para a sua \"itaLdade. para o seu surto de progresso.

em diversos paizes depmide mais ou menos das

fórmulas adoptadns por certos fabricantes de cho colate.

Para a fabricação do chocolate em pó, de ali

Para

liase deste.s preparados, certos

fabri

cantes inglezes utilizam em maiores- proporções o cncüo (Ia África Occidental, por ser o mais barato c do gosto menos pronunciado. .Acima dessa va

riedade, vem o da Bahia e o de .S.'Thomé: mas este é exclusivamente importado em Portugal, onde a industria dos lionbons e chocolates O hoje im-

i"es italianos quando, sob a vigência do sábio go

verno de Nitti — então chefe do gabinete — redi giram e votaram o projecto logo convertido em

Evidenciava-se a verdade em toda a sua clás

nudez.

meute,

Ao

Estado

não

intrometter-se em

compete,

absoluta-

industrias.

Com a sua larga visão de estadista assom broso Benito Mussolini eomprehendeu que era inútil

firmar, num

principio'

erroneo

o

Es

lei que dava ao Estado plenos poderes para exer

tado industrial — as esperanças do. renascimento

O cacáo de ^'■enezueIa varia em

cer, como monopolisador, a lucrativa industria dos seguros de vida.

financeiro^è" do augmento da receita e renunciou á autorização legal (pie o armava com o mouopulio

(liialidado desde o inferior até ao superior a todos fis outro.s e o do Paixi é o que mais se approxinia

Na ancia Me rendas em que antes, durante e

• poitant ss ma.

do melhor de Venezuela. O (.-acAfT"de "Ceyião é. de cxcellente (lualidade, .sendo sempre preferido a (liiahiuer outi-o no mercado de I.,ondres. Mas os

díi.s typos de cacilo que têm maior procura paru

'riniiidad .'^-,'"' 1' e" cla^ahor de alguns outros, os daé Granada. O cacáo do são Equador t.il\ez o unico que tem sido usado puro, e.xcluslvamente para a confecção de chocolate em pó, do «inal se extrae a manteiga contida nas amêndoas Pelo exposto deduz-se que. om certas e de terminadas condições, os fabricantes que se escra vizam n fórmulas vêem-se na contingência de <omprar a variedade de cacáo a cujo uso se ada

ptaram, muita.s vezes a preços mais elevados do que poderiam comprar outras qualidades repu tadas superiores.

'

Os iiinericanos, porém, não se prendem a fôrIiihis Minto ao contrario, procuram com avidez mlhoiai cada vez mais os productos da sua in

.lepuis dii guei"ra se licbatciii os paizes europeu.s, Deiois da guerra se debatem os paizes europeus,

do

seguro de vida.

Fosse essa praxe generalisada e em breve a teríamos no Brasil.

o monopoiio do seguro de vida pelo Estado appa-

Para quem conhece a vida e a Inquisitorial

i"eceu aos homens públicos da Italia como uma SGinde medi,li, econômica e iiifallivelmente <> pru-

engrenagem dos nossos serviços públicos logo se

evidencia o que seria, em nosso paiz, a indxtstria

ductov duui largo accresciuio da Receita. Enganarain-ae os que assim suppuzeram. O seguro de vida que era, na Italia, uma florescente industria quando exercida pelas comP-iiiliiiis particulares, iincionaes ou estrangeiras, passou a ser, nas mãos do Estado, uma fonte de

de seguros exercida pelo Estado.

grandes prejuízos.

mil e um Eunccionarios, talvez algumas gorgetas

O contraste não podia deixar de surprebender aoa legisladores italianos. Houve a insistên

cia natural na execução da lei e sempre a axi-

e.vcede de duzentos milliões de dollars. Além desses

dustria, nada poupando, como antes dissemos em

cio-sa espoctativa de «lue a resolução dos gover

Enin" conduzam a novas •'ícli cspoctamilar T' l»-o.losso ■/ , í^ue respondam os«P"enten-

nantes fosse afinai coroada de completo exito.

a sua activldadü exclusivamente d venda de bon

com

uij E.stado para cuntimiar a exercer em iiioiiopolio a previdente industria de seguros de vida.

s;ibem que o valor commereial do cacão produzido

ORtaI)elecimentos, corcji ile 80.000 casas retalhistas

oecupando mais de 80.000 empregados, consagram

ção do seguro, i)assaudo a outros paizes iiquella

Esperança que era, desfez-se.

Seria um fracasso egual ao que succedeu na

Italia. K bastaria c.tar apenas nm facto para que f (lUe transparente o inconveniente medida: a liquidação dum sinistro.

duimi

tal

Seriam tantas as delongas, os encaminhamen tos pelos canaes competentes, os despachos de

para facilitar o' andamento, emfim. toda essa lon

ga e dolorosa via-cmcis que conhedèmos todos nós que já tivemos um papel a ser processado em (imíbiuer repartição puiiFea —ijarn que iiitidnmt ate se tiesenhe ante os nossos olhos o insuccesso iiiip hitVllivelniente coroaria a infeliz medida.

bons de chocolate.

Outros productos Itrasileiros estão seudo uti-

I zados largamente na confecção de bonbons de chocolate: .são a castanha do Pará, a do calú e ainda a polpa do cOco.

Os confeiteiros norte-americanos ciiprichiim em melhorar, (íontiuuaniente, o preparo dos seus pro ductos, para o que pagam salarios principeaco.s aos verdadeiros peritos na arte da confeitaria.

Na.s proximidades das escolas publicas a lei so perm tte a \ enda de iiombons de chocolate e a chocolate todos os

cmife tos expostos a vemin p mesmo quando são

Uitos pelas dona.s de ca.sa para con.sumo domes-

'r

ver.ficaiiuis ter o Brasil deante

car sl !!;; scientifis nhlí a ' maiores conaíSí P ° 'íue mais lhes rte 1 sPLrnr. ° í®' ^ perspectiva lhe offement^ ^egui.inça de poder augmentar consideravelflanS de cacáo com absoluta couI) -éguè ^l®/"^''»^trar bom mercado, desde que em-

Pi flar ciad r !n

e%"'eios ao seu alcance para caqualidades mais apre-

gGiiide.s fabiicas dp chocolates e boniions, enooi,.

Uando mercado reumnerador para esses produ

ctos, tauto em suas colonias africanas, como na '■-Muinlia e Italia.

O coofficMnte de população brasileira, no mo mento aetunl, justifica a ])osslbilidnde de poder-se eon.suniir no paiz toda a producção de cacáo na-

oiomil, se o coii.suuio fosse apenas de kilo e meio ver capita.

Quantidades, a preços ra-

Este caso é digno de acurado estudo dos Esiiulos que melhor produzem o Thcohromo cacáo. K

Tenhamos também em vista que PortuEal re '10 do Príncipe fundando .To cacao de b. rhomê e ilhnproblema da valorização

í>er.aiuente da intensificação desse producto, uma

louveis.

^

o proprio goieruü federal deveria preoccupar-se

\ez que a sua exportação poderá sempre trazer

p..ia o pa z graiule.s quantidades de ouro de que tanto iipce.ssitain()s para fazer fnce ás tremendas

i-ospoiisabilidades internaciouaes, que pesam sobre

a miçao e que só podem ser pagas com n riqueza que arrancarmos do solo.

Organ"zem os governos todos os esforços e concorriun também os particulares com o seu con-

.tingejite e o Brasil poderá, dentro de jíüucos

aimo.s, figurar nas estatísticas de producção e

consumo inundai de^cacáo com um coefficiente

ma s d giu) da extensão da sua área e do munei'o

de braços que já possue. J. SIMAD DA 008TA.


9,.

JORNAL DE SEGUROS

JORNAL DE SEGUROS

n

PREVISORA RIO-GRANDENSE A

REVOGAÇÃO

DAS

AUTORIZAÇÕES

CONCEDIDAS

Relo sr. 'Artluir BeniavdeP, illustre presidente da Itepublicii, foi assignado na pasta dn Fazenda o deci'Pto re\'ogando aquelles que concederam au

torizações .1 c-nmpanliia de seguros "Previsora RioGraiiderise" para funccionar no Brasil e cassando

as. ret^pectiras cartas patentes.

Eugênio Gentil, 650$000; F. Passos, 510$000; co Italiano de Desconto, 3S:000$000. Sobre a situação da Companhia, extra autos couseguimos as seguintes informações, extrahidas de um relatório da Inspectoria de Seguros: A commissâo incumbida de examinar a si

tuação financeira da Companhia apurou:

a)—que a contabilidade e a escripturação da Previsora se encontra em situação anarchica,

estando a escripta interrompida desde março de 1922, e que alguns livros, como o de registro

de apólices emittidas, prêmios recebidos, etc-, na A FALLENCIA

Companhia de Seguros IWaritimos e Terrestres

Foi afinal decretada pelo Juiz da quarta Vara a fallencia da Companhia de Seguros "Previsora

Rio Grandense" confessada nos autos de requeri

Capital 1.000:0001000 Realisado 500:000$000 Deposito no Thesouro-Rs. 200:000$000

mento, feito pela Sociedade Anonyma Scarpa. Foi fixado o termo legal, 40 dias anteriores ao

protesto, marcado o prazo de 30 dias para a ha-

-

Sede: Rua Silva Jardim, 16 Pífio DE JANEIRO

Oscar RUDGX:

c)—que o déficit da Previsora, em março

ma de 2.224:875$317 de lucros, conserva, em seu

Intimada a fallida para apresentar a lista do credores, apresentaram-na, tendo sido nomeados

processo, no total de 868:791$690, quando estas

d)— que a Companhia tendo a aviUtada sompassivo, verbas, como

apólices sinistradas em

syndicos os credores, dr. Jaym® Carneiro Leão de

verbas representam simplesmente apólices ven

Vasconcellos, Empreza Central de Propriedade

cidas e sinistradas que a Companhia, por falta da

Immobiliaria e Companhia de Seguros Brasil. Pela fallida foi apresentado o balanço do pas

recursos, se recusava a pagar;

e)—que esse malabarismo occulta o plano estudado de antemão pela Directoria, com o úni

vq, era que clã como lucros e perdas a Importância

co fim de satisfazer

fie 571:262$644, accionistas, 2.608:550$000, e bens

custa do acervo dos segurados.

as suas

prodigalidades á

de raiz. 4.696:933$561. etc. f)—que a Companhia adquiriu 4.344 acções

dr. Jayme de Vasconcellos, 83:191$970; dr. Arthur Fernandes de Castro, 38;370$000: Josô Bruno Nu Immobiliaria, 33;589$600; Banco de Credito Ru ral e Internacional, 27:179$200; dr. Antonio Mar

tins Arêa Leão, 2l:975|500; Companhia Adamas-

Dr. Raul dos Guimarães Bonjean

tor, 21:8S5$0S0; V. Croeff, 21:600|000; Israel Torres Barcellos, 20:000$000; Banco Prancez e

Octavío Corrêa Dias

Italiano, 2Ü:000$000; dr. A. Crespo de Castro,

Euclydes do Nascimento Rocha

13:651$000; J. A. Santos & Cia., 9:000?000; A. S. Vale, 8:666$660; Raymundo Castro, 7:500$000;

Agentes em todos os Estados e principaes cidades

Vida, muito embora os prêmios recebidos mon tem approximadamente a 497:435$556;

horas.

nes, 37:000$000; Empreza Central de Propriedade

Oonselho Riscai:

b)—que durante todo o exercido de 1922, a Previsora não pagou um só imposto na Secção

hilitaçâo de credores e designada a assembléa de credores para o dia Í5 de junho proximo. ás 13

Foi apresentada a seguinte lista de credores:

GARCIA

cripturados a lápis e riscados a tinta vermelha;

de 1921, montava a 3.174:621$497;

sivo, na importância de 19.647;197$109, e do actiDirectores:

Secção Terrestre e Marítima, acham-se até es-

do Banco de Credito Rural e Internacional, do valor nominal de 200$000 cada uma, e que figu ram no activo, com um despudor poucas vezes visto, pelo valor de 3471834, ou seja no total de

1.510:993$200, acções essas que de longa data não têm cotação na Bolsa, por tratar-se de um

Banco em péssimas condições financeiras;

Alfredo de Moura Kolllm, 7:000$000; Companhia Çonflança, 8;637$320; Anna Janseu Ferreira,

g)—que pelas despezas effectuadas pela Pre visora com a encampação da Garantia da Ama zônia e sua installação na nova séde, que im portaram em 2.005:106$970, se pôde aquilatar dos grandes esbanjamentos feitos, que são ob factores prlmordiaes determinantes da actual si

6:000$000; dr. Alfredo Gomes, 5:337$200: Socie

tuação da Previsora;

dade Anopyma Scarpa, 5:000$000; Companhia de

Seguros Brasil, 4:000$000; Agencia Star, 3:200$;

h)—que a verba de propaganda ê outro es

coadouro dos dinheiros da Companhia.


10

JORNAL DE SEGUROS

11

INSPECTORIA DE SEGUROS

J

JORNAL DE SEGUROS

iEi

COMPANHIA DE SEGUROS LÜSO-BRASILEIRA C©IEM1E

E

1 iyispecçõo na Companhia ãe Seguros "A Previ-

95

"SAGRES

Os arts. 159, 161 e 162 -do Codigo de Conta

bilidade não revogam de modo nenhum os precei

(lenda do Sul"

tos vigentes citados.

Ao sr.- director geral do Thesouro Nacional o sr. inspector geral de seguros dirigiu o seguinte offlcio:

EEPRESENTANTES GEEAES E BANQUEIROS

'■Commuuico-vos, em resposta ao vosso offlcio n. 495, de 30 de agosto de 1922, que esta inspecto-

SpXTO MAIOR!& C

São dispositivos de ordem generica, aliás mui to claros e bem

ria, por despacho de 10 de março ultimo, adiou a

inspecção na Companhia de Seguros "A Previdên

Capital Esc

da secção technica, dr. Faria Albernaz."

Pelo sr. inspector geral de seguros foi dirigi

do o seguinte officio ao sr. representante da "The Motor Union Insurance Company Limited": "Afim de ficar esta inspectoria bem orienta- . da acerca dos contratos de seguros de accidentes

FILIAL NO RIO DE JANEIRO 1.000:0001000

de automóveis que emittis, requisito-vos a remessa

da tarifa de prêmios que adoptaes e bem assim

Uma explicação do plano de operações dessa es-

RUA 1.° DE MARCO, 65 ■ Sob.

Pecie."

depósitos da "The Guürclian Assurance Com pany Limited.'"

Ao sr. representante dessa companhia foi en viado o officio abaixo pelo sr. inspector geral de

ACTIVO

Papeis de Credito . ..

seguros:

"Notifico-vos a apresentar a esta repartição, dentro do prazo de 10 dias, para o necessário re

PASSIVO

1.418:299?430

Capital

147:792?428

Apólices

Agentes

gistro, todos os conhecimentos ou recibos de depo

1.000;000$000 Depositadas

200;000?000

Contas' Correntes . ...

34:898$073

Avaria

10:321$488 ■ Imposto s/a Renda . .

8:476$322 17:572$539

Grossa

Juros a Receber

30:675?000

Moveis e Utensílios ...

6:000$000

Correctores

Matriz — Conta Espe cial

das Agencias . ...

1:000?000

Imposto de Dividendo Sinistros a Liquidar ..

Segurados Marítimos .

3;061?900

Contas Correntes . ...

Moveis 6 Utensílios

Segurados"

29:337$300

Terrestres

Thesouro Federal . ..

200:000$000

Obrigações de Credito

900$000

Banqueiros — Sotto Maior & c

mo Marítimo

324:902$106 5:000$000 150:013$140 2:059$600

mo Terrestre

recolhimento

sobre ímeinios

de

ao mesmo tempo

as

necessárias

providencias a

respeito." Inte}'pretando ■ o

art. 159 do

Codigo de

Contar

biliãade

Ao sr. ministro da Fazenda o ar. inspector ge

ral de seguros enviou o seguinte offlcio:^ "Tenho a honra de levar ao conhecimento de videncias de V. Ex.;

Segundo communicação recebida officialmeute, o sr. delegado fiscal do Thesouro Nacional em Recife declara — segundo interpretação que deu ao art. 159 do Codigo de Contabilidade — que só

permittirá o recolhimento do imposto sobre prê

mios de seguros mediante guia em uma imica via. Ora, essa interpretação swi generis não pôde prevalecer, por todas ás razões.

Primeiro, porque o recolhimento do imposto sobre prêmios de seguros está regulado especial

feita»por .verba mediante guia, em tripUcata, vi sada pela Insp€ct'>ria ãe Segtiros, e .o paragrapho 3» do mesmo art. 47 — que as guias apresentadas

Ao sr. delegado regional de seguros, da 3" cireiirascripçâo, Recife, o sr. inspector geral de se

pelas companhias de seguros serão feitas em tri

guros expediu o seguinte officio:

gis) enviar uma em carta registrada á Inspectoria

"Com relação

ao assumpto de

vosso officio

331:865?845

1922, art. 47. paragrapho 1", o recolhimento do imposto sobre prêmios de seguros deve ser feito mediante o ida cm triylicata, cumprindo ás compa nhias enviar uma das vias a esta inspectoria, den

pUcata. devolvendo-se dons exemplares á socieda de representante, que deverá (aqui a intentio le-

de Seguros, dentro dos dez dias seguintes ao paga mento do imposto.

Segundo, porque, nos termos do àrt. 48, do ci tado decreto n. 15.589, compete a fiscalização do imposto a esta Inspectoria, que, sem o cumprimen to do disposto no art. 47, paragrapho 3", não tem elementos para uma fiscalização efficiente, nem

tro dos dez dias seguintes ao pagamento do im posto, ex-vi do paragrapho 2° do raesmo art. 47. Sem a observância rigorosa desses textos le-

poderá organizar a estatística da maxima impor

.095:482$206 j

gaes não poderá a Inspectoria de Seguros exercer

tabilidade não se presta era absoluto á interpre

a fiscalisação que lhe compete, nos termos do art.

tação do sr. delegado fiscal. Toda a gente com-

4S do citado decreto n. 15.589.

prehende a disposição salutar contida nesse artigo de uma bem elaborada lei de contabilidade: o aeü fim foi estabelecer que nenhuma quantia fosse, á

2

2.095:482?206

Guarda-livros: Joaquim Ferreira Primo— Gerencia: Nilo Goulart e Gastão da Gruz Ferreira

B não é só esta inspectoria: assim também o

entende e pratica a Recebedoria do Districto Fe deral.

,

De onde, pois, provém a interpretação do sr. delegado fiscal?

8;413$357

Caixa . . ..

IHli

do imposto

•55:592$654

204;067$830 í

a caixa geral. Mais nada. Não são incoherentes,

mente pelo decreto n. 15.589, de 29 de julho de 1922, em pleno vigor, determinando o art. 47, pa ragrapho 1°, que a cobrança desse imposto será

n. 2, de 31 de janeiro ultimo, declaro-vos, para os devidos effeitos, que esta inspectoria entende que, em face do decreto n. 15.589, de 29 de julho de

Reserva de lei — Ra

1

tia de suas operações no Brasil."

srgui-os

Reserva de lei — Ra

820?400

Sellos

sites effectuados por essa companhia para garan

O

a dar e dispõem ainda sobre o modo de escripturar

V. Ex. o seguinte facto, que está reclamando pro

p>moime: no

Balanço Geral em 31 de Dezembro de 1922

guia de receita em termos, dispõem sobre o recibo

Como, porém, essa interpretação é perturbado ra dos serviços a cargo desta inspectoria, resolvi representar contra ella ao sr. ministro, pedindo

Os seguros de accidentes de automóveis

. 2.000:000$00

salutares

nem desdizem de seu caracter. E só.

cia do Sul", com séde em Porto Alegre, pela im possibilidade de ausentar-se desta capital o chefe

5EDE EM LISBOA

elaborados, contendo

preceitos de metbodo de contabilidade. Dispõem que qualquer recolhimento jamais se fará sem uma

, ■

ZZ

tância para os serviços a seu cargo. Terceiro, porque o art. 159 do Codigo de Con

qualquer titulo, recolhida aos cofres da União sem


12 •

JORNAL I)K .«ilCGUROS

ser acompanhada de guia de receita, em termos. E' assim que preceitua esse art. 159 que "qualquer

e, no caso affirmativo, se foi pago o respectivo im posto, no exercido de 1920 e 1921."

recolhimento a fazer-se na Thesouraria Geral do

Thesouro ou nas thesourarias das delegacias fis-

cães, sèrá'acompanhado de uma guia de receita" e dá em seguida as indicações para a organização dessa guia. E só. Onde, pois, foi buscar o sr. de legado fiscal os elementos para uma interpreta

ção tão perturbadora dos serviços de fiscalização? O artigo transcripto fala em uma guia de receita, mas não véda que essa gula seja em tantas vias

quantas forem necessárias, como no caso especiai do imposto sobre prêmios de seguros, cujo reco lhimento é regulado por decreto especial, em vi

gor. E o principio scientifico de boa hermenêuti ca, que domina a especie é que "o que a lei não

Os' delegados rcgionaes vão informar sobre a íipplicação do imposto de renda

Aos srs. delegados regionaes de seguros da 1» á 6" circumscripções o sr. inspector geral de se guros communicou o seguinte: "Junto vos remetto uma copia da representa

\

E assim o tem entendido-a Recebedoria

do

Distrícto Federai,\pos recolhimentos que, nos ter mos da lei, vão sendo feitos pelas companhias de

seguros estabelecidas nesta capital."

Aos srs. fiscaes de seguros Edmundo Perry e Álvaro Salles o sr. inspector geral de seguros offi-

re

Ui.stre einijaixaclor argentino, acreditado junto ao

as bandeiras brasileira e argentina, e em frente ao

dos dois povos irmãos poria toda a sua acção de diplomata e a sua energia de cidadão argentino.

tação, com a vossa informação a respeito." -

A Companhia ãc Seguros de Vida '''Metrojwlitaiia"

tido pela referida associação. Ao som do Hj-nmo Argentino

quer funccionar

Pelo sr. inspector geral de seguros, interino, foi dado o seguinte despacho no requerimento em tana" pedia autorização para funccionar: assembléa

qual formara a conipauhia de tiro de guerra man

geral extraordinária que

deverá ser

foi recebido

o embaixador Mora

Antes de se retirar foi o visitante obsequiado

''i'os do t"lnl) Argentino e da Gamara de Com-

cartão de ouro e uma medalha cüinmemoratlva da

íiierclo Argentina ne.sta capital, estes dois últimos repreaeiitndo.s pelos sr.s. Francisco .-Scorzo e En-

sua

i'ique Henrottin, i^íanricio Teitel, Azevedo Luqiiez e Eugênio Sanchez Goniez, bem como por grande

Avaujo couduzido ao salão nobre do edificio,

huiiiero de socios das i'oferida.s instituições. Aeojnpaiiliado desses cavalheiros, foi o sr. Mora ■

sociação, rècebeiidu excelleute impressão de tudo 'planto viu. OA

foram

pela dircctoria da associação com um riquíssimo

percorrendo depois toda.s as dependências da as

OERAU

ultimas palavras do embaixador

y

mina a subsistência dos motivos da ímpugnação."

AOE^IMCI A

.\s

saudadas por-prolongadas palmas.

-I^raujo pela directorla da associação e pelos mem-

ção das renuncias, ou ainda pela reeleição, deter

DA

Agradecendo, o sr. Mora y Araújo poz em re levo üs laços de cordial e estreita amizade que une os argentinos aos brasileiros, affirmando que

E peço-vos á restituição da mesma represen

aos seus directores bonificações ou gratificações

SVJB-AOEIMOIA

Com-

ua obra de viucular cada vez mais os interesses

séde

de seguros, com

da Associação" dos Empregados no

uiercio.

A'.s 17 horas chegou aquolle diplomata ao ecli-

nesta capital, se pelas mesmas foram distribuídos

verificar nas companhias

dente

ficio da associação, que se achava adornado com

convocada de accórdo cora o art. 9° dos estatutos, para deliberar em virtude das renuncias apresen tadas pelos dous directores, demissionários, cuja possível continuação nos cargos, pela não acceita-

ciou do modo seguinte: "Declaro-vos que nesta data vos designei pára

0 embaixador da Argentina saudado pelo presi

panhias de seguros pelos respectivos directores.

"Aguarde-se o pronunciamento, a respeito, da

seguros

Com n siiít Süde lindamente ornamentada

cebeu a Associação dos Empregados no Gonimerclo do Rio de Janeiro, no derradeiro domingo do mez findo, a lionrosa visita do sr. Móra y Araújo, ilnos.so governo.

que a Companhia de Seguros de Vida "Metropoli

As gratificações aos directorcs das companhias de

O [iiiMiii mo i o issoauM dos mon no ioiiio

ção feita a esta inspectoria pelo sr. fiscal Álvaro Salles sobre a applicaçâo do imposto de renda ás gratificações ou bonificações recebidas das com

ordena ou não prohibe se não pôde exigir, nem

prohibir".

-13

JORNAL DE SEGUROS

visita.

Outras medalhas foram entregues aos srs. Pe dro Goytia, cônsul geral da Argentina; dr. E. r.oisaga, secrvetario da embaixada; engenheiro En rique Nelson, commissario geral da Argentina na Exposição.- do Ri(( de Janeiro, os quaes agrade ceram as attenções da directoria daqxiella insti tuição.

]*lntre as pessoas presentes foram então dis

tribuídos folhetos <la Liga Patriótica Argentina,

Finda a visita-, foi offerecida no representante

lie Rueuos Aires, offerecidos pelo Glub Argentino e

Republica irmã uma taça de chanipagne, sendo

pela Gamara de Commercio Argentina.

fI

IS

SI

A "London & Lancashire , companhia inyleza de seyuros, desfaz-se de uma questão incommoda Em época anterior á grande guerra a London

& Lancashire emittiu, em Liverpool, uma apólice

Este recurso teve agora final decisão com o

sabem que contratos de seguros fazem-se com-

ministro Sampâid Vldal, que julgou nullas e in-

mummente em um paiz, existindo os effeitos se

iG.ieiiTorsoii 112.442:Z50$0nO

Silveira Martins apprehendeu este documento e o

1.711sOOOfOOO

denunciou, dando a denuncia logar a um douto despacho do inspector de seguros, dr. Vergne de

verpool recibos em portuguez e outras línguas.

Mas o dito recibo estava impresso em portu-

lOffecIiin seg-uru» contra risco» d« Inccnclto, transportes em estradas de ferro, marítimos e flnvlaes, ront)o< etc.

Tel.: NORTE 6890 — MARISTELLA

RIA MARECHAL PLORIANO, 235 — sob. _ riq de JANBIUO ACCEITAM-SE AGENTES — DÃO-SE EXPLICAÇÕES

pacho a companhia multada.

origem do contrato, uo caso a Inglaterra, e todos

guez, e por este motivo o fiscal de seguros dr.

PAGAUIESÍTOS DE .SIMSTJIOS A DINHEIRO A' VISTA

Gerente da sub-agencia, J. Nunes da Rocha

Baptista,

mandou applicar a .multa, recorrendo deste des

nenhuma legal que impeça semelhantes contratos.

Autorizndrt fi iiinccíonar popDecrcio N'.' -1529 de 30 de ALifQ.de.l03i

I,

dr..Homero

de seguro contra Incêndio, em favor de um seu

guros em paiz differente, não existindo disposição

SEGUROS MARITI CiipUal e reservus ei»i 1022

o

subsiSténtés ás razões do advogado apprehensor, visto náo poder produzir-se a prova de que o se guro fôra feito no Brasil e não na Inglaterra, como pretendia o recoft-ente, não importando para este effeito a linguagem portugueza do recibo,

ItSttMJCá

.Sinistro» pugos «té 1022 l^onus n separados, 7» onno grntnlto «ti 1022

1918, Vergne;

segurado, residente no Rio Grande do Sul. Recibo 8 sello respectivo informavam o paiz

X

pacho

ouvido , o ,syndico do seu ministério, julgou boa a.apprehensào feita pelo dr. Silveira Martins e

Abreu, que em 1918 mandou archivar o processo, não achando motivo para applicaçâo da multa. Pois annos depois, em 1920, voltou o fiscal denunciante á questão, pedindo vista do processo e recorrendo para o ministro da Fazenda do des-

visto como são communs em uma praça como Li

Epilogou-se assim uma questão que por al gum tempo trouxe em grande zum-zum as abe

lhas desta colmeia dos seguros. E' uma questão morta. E em boa hora!


15

JORNAL DE SEGUROS

14

ÍÔBNAL DE SEGUROS

lENEPlGENOA PDETUGILJEZA

Companhia Ailiança da Bahia, |

Foi solemnemente empossada a nova directoria

DE SEGUROS marítimos, TERRESTRES E ELUVIÁES A P.enofifeuciíi Portuguozn é nnin instituição

SÉDB MU BAHia

que «rosíi do i-e:il syuipalhin iiestii ciuntíil.

DIRECTORES ^^ Souza Francisco José "Rodrigues Pedreira, José Maria Tei?ieira e Bernardino ^?icente d'Araujo 6om '21^ agencias e sub^agenclas em todos os Estados do Brasil e em Montevidéo, e 25 reguladores de avarias no Brasil, nos Es«

tados Unidos e na Europa Capital realizado e reservas

16.161:767$611

guay", em Montevidéo Receita em 1922

que SG empossou a nova directoria, no dia 30 do

oufva Rcrpeando, pela encosta pedregosa e reflorida que desce até ao valle, agora occulto em

inez proxiiiio passado.

somliras c oiulc vicejou a nossa mocidade !

uiua vez isso se patenteou iias soleiiiutdades eoui

missa fe.stiva

Então respiva-SG fundo. Marejam-se os olhos.

fozíida na capella, ás O horas, e assistida por um íívaiule Jiumero de pessoas.

1'3, antes que o sol se apague, dão-se graças a

Deu ini'vi(i ás solemnidades a

70:124$000

ptor Corrâii Lima, do sr. conimendador José An

eema Neves de Andrade e o conimendador Manoel

10.293:751?598

tônio da Silva, e os retratos dos srs. commendado-

Marques Leitão.

Sinistros pagos em 1922

5.578:4371075

2.360:099$156 1.718.121:518?248

Terminada

a missa, no salão nobre

foram

res José <!on<;alves da Motta c Demetrio Pereira

Scgulu-se a assemblêa geral, presidida pelo

da Silva, trnlialhos artísticos, este do professor

.^r. Pedi'oso Rodrigues, conseliieiro de embaixada,

l"^apt,;sta da Costa o. aqiielle do profe.ssor Bernar-

vepreseiitaíite do sr. embaixador de Portugal.

"•lelll.

Esta compaDbia, em caso de recoostrucção ou coocertos por sua conta, de prédio sinistrada, se obriga á índemnisagão do res pectivo alnguel íetegrai pelo tempo empregado nas obras

Foi entregue ao sr. José Augusto" Prestes o

Ne.ssá oecasiáo o sr commendador José Rai-

"bo da Sllvl^ Carneiro, presidente da sociedade,

— De 6 em 6 annos, ê gratuito o anno seguinte (7° anno) dos seguros ter restres aos clientes que conservarem apólices contra fogo, durante 6 annos sem interrup ção ou prejuízo.

Dromineion uni discurso, enaltecendo os serviços

'bis homenageados e jnstifioaiulo os motivos que levaram a .Real e Beuemcrita Sociedade Portuyuezu de Beneficência a jirestar aquelle tributo

Prêmios dispensados em 1922 (7.° anno gratuito): 242:363S380

•-b' gratidão aos referidos associados. Agradeeemlo, falou o cominondador José An

marítimos e terrestres, em capital e reservas, e receita. E' a companhia de seguros maritimos, terrestres e fluviaes que, no Brasil, em 1922 teve a maior receita, dentre todas as companhias

tônio da Silva, que pronunciou uma bella oração,

congeneres, inclusive as estrangeiras, que operam neste paiz.

bistltiiição, diz o orador todo o seu carinho pela

Moviento total da [ODmaahia "UliaiiEa da Daiila" desdo 1070 até II de Dezemiiro de 1922 34.122:000$000

Prêmios maritimos

41.511:000?000

Salvados

6.750:500$000

Receita bruta

91.470:7501000

Sinistros terrestres

20.972:500$000

Sinistros marítimos

33.939;000$000

Dividendos

6.850:000$000

Bônus, aos acclonistas

1.400:0001000

7.® anno gratuito aos segurados

1.953:400$000

Responsabilidades assumidas: Rs. 14:844.524:299$000 Agencia Geral no Rio de Janeiro : BUERIDíl RIO BRflHCO, 117 1 *^ Andar, — salas 9 a 12-do edificio do «Jornal do Commercioi TELEPHONE NORTd 3863 TELEPHONE DO GERENTE N. 4032 Esta agencia aceita seguros niaritíinos e terrestres em condições vantajosas para

os seguraáos nesta Capital e em todos os Estados do Brasil.

diploma de socio benemerito, bem como a Cruz lluniauitaria, o mais alto distinctivo que a Bene ficência Portugueza confere.

Lido pelo commendador João Reynaldo de Faria o parecer da commissão de contas, foi o niesnu) approvado.

Em seguida, deu-se posse ã nova directoria

A Companhia "ALLIANÇA DA BAHIA" é a primeira companhia nacional, de seguros

Prêmios terrestres

Deus tí diz-se aos homens: — Obrigado!" Filiaram, então, eualteceudo a obra do com mendador José Antonio da Silva a menina Ira-

Lucro liquido em 1922 Somma dos valores dos seguros effectuados em 1922.

apporccc descansar um pouco e, olhando para traz, espraiar a vista saudosa pelo caminho que se e:i-

ínaugnrjulos o Imsto, em bronze, obra do escul-

200:0001000

Deposito xo Thesouro Federal Deposito no "Banco da Republica Oriental do Urii-

Mais

becordmido os seryiços que prestou Ci benemerita

para o bieimio 1023-1D24: l'residente — Visconde de Moraes.

\'ice-presldente — José Antonio de Souzá. Secretario — Humberto Tabovda.

Reiieficencla:

Thesonreiro — Jtiyine da Cunha Sotto Maior.

"Toda a minha vida, todo o meu sangue, del-os a esta casa ! Sangue e vida: fontes de energia 'Ibe a iiropria olira alentava. Não a engrandeci:

.^ypdico.—Francisco Pereira dos Santos.

í^ervi-a ! «ervi-a como pude e quanto pude. Ha Ifi 'ladu mellior, na vida de um homem do que servir

Carne"vo, que manifestou, em nome da directoria

bem uma idéa grande I .."Servir": deve ser a mais legitima aspiração humana. Ao conceito grand;oso da tão modesta palavra — "servir" — deve

Procurador — Antonio d'Almeida Pinho.

Durante a posse falou o commendador Ralulio

cujo mandato findára, os mais sinceros agradeci mentos a todos quantos haviam" cooperado para o

desempenho da missão que lhes tinham confiado.

q liiunauidade duas obras primas: Servitudc et

Falou agradecendo as referencias que haviam

J' i-iimleur inilitaires, de Vigny, dignificando o he

sido feitas fi sua pessoa, o sr. visconde de Moraes,

roísmo brilhante do soldado, e S&'vir, de Heury

que disse bem conhecer o peso do encargo que

Eavedan, que leva o arrojo ã quasi consagração da

assumia, coufianão, porém, na phalauge de moços que o cercava.

espionagem pelo amor da Patria !"

Depois de discorrer sobre os onze annos du

Em seguida falaram a menina Iracema Neves

rante os quaes sempre prestou serviços ã insti

de Andrade saudando o commendador Rainho Car

tuição, concilie 8. ex.:

neiro e o visconde de Moraes e ao encerrar-se a sessão o commendador Marques lieitão.

"Divaguei, talvez, nessa tão suave uecé^i-

Os sinistros são pagos pas agencias em que os seguros tiverem sido effectuados

dade de recordar, que 6 o allivio bemdito dos ca-

Gerente: ALEXANDRE GROSS

tanlia, ao fim du caminhada, ã hora do poente,

nrnheiros da

vida ! Chegado ao alto da

mou-

No almoço da directoria tomaram parte varias

pos.soas iiresentcf

festa, sendo trocados ainda

diversos e affectuosos brindes.


JORNAL DE SEGUROS

JORNAL DE SEGUROS

16

17

AS GRANDES CASAS SEGURADORAS DOS ESTADOS - A3IAZONAS

Ead.Teleg.:""TRASMONTES' Codigos usados :

TELEPHONE, 399

J. V. D OLIVEIRA

RIBEIRO A I

Ageute da Companhia de

REPRESENTAÇÕES

A B C 5"^ Edição

Seguros

RUA GUILHERME MOREIRA, 40

BENTLEVS BORGES

Banco do Brasil

CAIXA POSTAL 541

Terrestres e Maritimos

' COMMERCIAI, DO PARÁ " MANAOS

Pelo serviço de emissão e conversão dos tí

CAPITULO I

MARANHÃO

tulos múltiplos, pagará o accionista a taxa pre

AgeDÍes da ^^ompanhia Alliança da Bahia

(SEGUROS marítimos E TERRESTRES)

DA REORGANIZAÇÃO DO BANCO DO BRA.SIL, .SUA DURAÇÃO, SEU

nOMTCILTO

Art. 6°— As transferencias de acções far-se-hâo de accôrdo com a lei das sociedades anonymas. Na

COMMISSARIOS DE AVARIAS DOS COMITÊS DE SEGURADORES PORTUGUEZES, Art. 1°—A sociedade anonyma Ra?ico do Bra

FRANCEZES, ALLEMAES, ITALIANOS E HESPANHÓES ARMAZÉNS DE: Estivas, Fazendas, Miudezas.Ferragens,etc. Couimissões, Consignações e Exportações END; TELEOR. — ALVIOR

Roa 29 de JdIIio, 19, 23,23, 22

Codigo* usados:

RIBEIRO. A. B. C.. A. 1.

fixada pelo Banco.

E SEUS I'RIVn,EGI08

séde do Banco haverá o registro das acções.

sil reorganiza-se na conformidade dos presentes estatutos, pelos quaes se passa a reger. A estes estatutos fica incorporado o contrato

CAPITULO III

celebrado aos 24 de Abril de 1923 entre o The-

llA.S OPERAÇÕES DO BANCO DO BRASIL

aouro Nacional e o Banco do Brasil, de accôrdo

Biniioe Fnotiiu et ItaíIeiiDi ponr l'aineriqai dii Sad The London and

Agentes da

riAUHT

AGENTES DOS:

The London and River Plate Bank, Ltd. The National City Bank of New York, Brazilian Bank. Ltd.

Banc-o Nacional Ultramarino. Banco do Recife.

José R. P. de-Gafvalho & C. New York. Pernambuco, Bahia e nos Matriz: em Florlano

Estados do Piauhy o Maranhão.

Banco do Brasil.

Telegrammas: ZECARVALHO Piauhy Codigos:

Banco Português do Brasil

Ribeiro e Particulares

1.® Emittirá, durante o prazo

Companliiâ Alliança da Bahia

O Banco poderá estabelecer agencias ou no-

2.® Emittirá, também, desde que a taxa cam

mer re"íiresentantes, onde achar conveniente, den

bial attinja a 12 d. por mil réis, bilhetes ao porta dor representativos de valor igual ao das moedas de ouro com o titulo de moeda legal, recebidas em deposito, de accôrdo com o regimen do decreto le

tro ou íóra da Republica. Art. 4°—O Banco do Brasil tem o privilegio ou direito exclusivo de emittir notas bancarias, bilhetes conversíveis contra depósitos de ouro com o titulo da moeda legal e cheques-ouro, estes para o pagamento dos impostos aduaneiros na Repu

ISOES e OONSIOIMAÇO

CAMOCIM

da STANDAR OIL OF BRASIL RIO GRANDE DO NORTE

Correspondentes do;

End. Teleg. PINHEIRO

ANTONIO BEZERRA-& Cia. SIOCCESSORCS

Baacu Nacional Ulfraoiarlno PINHEIRO glZEN^NO© & Cia. Cooipaobía Alíiança da Babla Wbarton,Pedroza & Cia.

Cominissões. Consignações e Conta Própria

RUA JOSE' MARIANO Ns. 1 a O e 19 e 21

IVIACÁVJ

Ribeiro

C ds.:<! Two-ío>Oae

Telepfa. Central 3190

S PAUtiC

Endereço TelegraphiCO "GALMAR'

aoente oeral no estado de s. paulo da

codigos ^ ^'BEiro '' A B C. S''. Edç.

Companhia de Seguros Terrestres e Marítimos

"PORTUGAL E ULTRAMAR"

& :filh:os COIVIIVIEF^CIAIMTES

RUA 1." DE MARÇO N. 3

Endereço Telegraphico : FELIZARDO — covaba> _ Matto Grosso — Brasil

Agentes da Companhia ALLIANÇA LA BAHIA — Sggnros maritimos 6 tBrrastrai

ção

4.® Resgatará todo o papel moeda em circula emittido pelo Thesouro Nacional até 24 de

Abril de 1923 (cláusulas 1" a 5* do contrato), ces

e representações em qualquer ponto do paiz, des empenha serviços considerados públicos federaes, e tanto as propriedades que possua, como as ope rações que realize, estão isentas de quaesquer im postos, taxas, sellos, contribuições e quaesquer ou

annp, um credito em conta corrente da quantia

tras tributações federaes, estaduaes ou municipaes.

fixada pela lei da receita federal para occorrer á

CAPITULO II

antecipação desta, credito que não poderá exce der á quarta parte da receita papel do respectivo anno e que deverá ser liquidado dentro do exer

sando esta obrigação com a terminação do prazo de dez annos do ^ 1® deste artigo.

5.® Abrirá ao Thesouro Nacional, em cada

cido (clausula 7" do contrato).

UO CAPrr.AI. E DAS ACÇÕES

Art. 5°— O capital do Banco do Brasil é de cem mil contos de réis (100.600:000$000), dividi

6.® Receberá na sua caixa e nas suas agencias a titulo gratuito, as rendas fiscaes e os dinheiros

das massas fallidas e, ainda, os depósitos judi-

200$000

ciaes em dinheiro, aos quaes por lei não tenha sido

A metade, pèlo menos, dessas acções perten cerá á União Federal, á qual se entregará um ti tulo múltiplo que represente as que actualmente

nientes das Delegacias Fiscaes e outras repartições

nominativas

de

cada uma.

dado destino especial (clausula 26" do contrato).

As pndas fiscaes e quaesquer saldos prove federaes nos Estados serão entregues ao Thesouro

ta pedir, em substituição dos títulos simples das

Nacional, no Rio de Janeiro, sem despeza alguma. 7.® Servirá, em igualdade de condições, de agente do Governo Federal para as operações de

suas acções, títulos

cambio e quaesquer outras de natureza bancaria

posBue.

Paragrapho único — E' facultado ao acclonis-

MATTO GROSSO

1906

18" do contrato).

do em" 500.000 acções

J'OJi^CD OXjIVEII^ Rua JOÃO'iBR1CCOLA, 12 (Praça Antonio Prado)

Dezembro de

decreto legislativo n. 1.455, de 30 de Dezembro de 1905).

8. PAULO COMMISSOES

gislativo n. 1.575, de 6 de (clausula 12-'' do contrato).

3.® Emittirá vales-ouro para o pagamento dos direitos aduaneiros em toda a Republica (clausula

. .

REPRESENTAÇÕES

Estatutos e clausula 9" daquelle contrato.

blica (arts. 47 e 46 dos Estatutos, approvados pelo

Particulares

Rio Orando do IMorba

annos,

(SBUI BOS MARÍTIMOS B TBBRESTRES)

^ único — O Banco, inclusive as suas agencias

Agentes da:

de 10

credito commerciaes enumerados no art. 11 destes

Agentes das Companhias: de NAVEGAÇÃO LLOYD BRASILEIRO de SEGUROS ALLIANÇA DA BAHIA

Banco do Brasil

Thesouro Nacional (art. 1" destes Estatutos):

micilio do Banco para todos os effeitos juridicos e o logar da séde da sua administração.

EM FLORIAKO: Agentes da

Albacjüepqoe 5 Cotnp.

Eod. Telegr.: ALBUQUERQUE

Art. 2"—O prazo de duração do Banco é ele vado a 50 annoB.

notas bancarias sobre lastro de ouro e titulos de

CEARA'

OOA/IIVII

contrato de 24 de Abril de 1923 celebrado com o

Art. 3°— A cidade do Rio de Janeiro é o do

Píliaes : emTherezlna e Parnabyba

Bancò Auxiliar do Commerclo.

Art. 7° — O Banco do Brasil, nos termos do

com a dei n. 4.635 A, de S de Janeiro do mesmo anno.

ROSSBACH BRAZIL COUPANY

múltiplos correspondentes a

50, 100 ou 200 acções, e converter, a todo o tempo, estes naquelles.

Os títulos múltiplos serão também nomina

tivos, assignados pelo Presidente do Banco e ou

tro Director e tranaferiveis como os simples.

íclauSula 27" do contrato). Art. 8° — O Banco do Brasil poderá praticar

quaesquer operações bancarias, especialmente: 1.® Comprar e veader ouro amoedado ou em barra.


jornal DE- SEGÜRÓS

18

2." Realizar operações de cambio por conta própria ou alheia, com as praças naciouaes ou

estrangeiras; mover fundos de umas para outras praças, e conceder, mediante garantia, cartas de credito sobre as mesmas praças.

2.® Subscrever ou comprar titulos por conta própria. 3.® Descontar ou redescontar titulos de prazo de mais de quatro mezes para o seu desenvolvi

mento (art. 8°, n. 3); mediante deliberação da Directoria poderá, entretanto, este prazo ir até 6

3.® Descontar e redescontar titulos de credito, líquidos e certos, em moeda nacional, com prazo de vencimento que não exceda de 120 dias, con tados do desconto ou redesconto, contendo a res

quer dos seus Dlrectores, fiscaes ou funccioiiarios,

ponsabilidade cambial de duas firmas, pelo meuos, de commerciantes, industriaes ou agricultores de

sendo permittido somente a qualquer delles os de posites em conta-corrente ou mediante a entrega

reconhecido credito e solvência.

de notas promissórias ou bilhetes ao portador.

4.® Receber em deposito qualquer somma em moeda papel ou metailica, com ou sem juros, abrindo conta-corrente de movimento, ou emittindo notas promissórias ou bilhetes ao portador, a prazo não inferior a 60 dias.. 5.® Receber em deposito regular, dinheiro, ti

tulos de credito, tpetaes e pedras preciosas, jóias, ouro e prata em barra, cujo valor será previa mente estimado por pessoa competente. 6.® Abrir créditos simples ou em conta cor

mezes.

4.® Abrir credito, emprestar ou vender a qual

Art. 10 — Para o desempenho das suas opera ções o Banco do Brasil terá quatro carteiras disti netas:

1." A de emissão.

Art. 12 — As notas emlttidas pelo Banco do"

Brasil, na conformidade da lei n. 4.635 A, de S de Janeira de 1923, terão

curso legal e

liberatorio na Republica, seudo recebidas nas estações publicas, e serão conversíveis em ouro e á vista á taxa de 12 d. por mil réis, desde que: 1" esta taxa ou outra mais alta se haja man

Cada carteira ficará a cargo de um director do

3® o . Governo

Federal declare

bio, serão concedidas pelo ministro da Fazenda;

cam reaaivados os direitos adquiridos em virtu de de pagamentos decretados, contratados ou que

ura director, mediante distribuição dos seus ser viços pelo Presidente do Banco.

celebrado com o Thesouro Nacional aos 24 de Abril

sito prévio dos fundos sufficientes para o desem penho do mandato.

8.® Subscrever e adquirir por conta de outrem titulos da divida publica da União, dos Estados ou das Municipalidades, acções ou obrigações de Companhias, e encarregar-se de qualquer operação bancaria por conta de terceiros, mediante prévio deposito de fundos. 9.® Receber por conta de terceiros, juros e di videndos de apólices federaes, estaduaes ou mu-

nicípaes

e

de

obrigações

ou

debentures e de

de 1923, exercerá a faculdade de emittir notas ban

carias ao portador nas seguintes condições: 1.° A emissão será, quanto a" um -ter.fio do seu valor papel, sobre lastro equivalente em õufo" á

taxa de 12 d. por mil réis, e quanto aos outros dois terços, no máximo, sobre a base: a) de titulos de credito commerciaes, de prazo

a decorrer se não maior de 120 dias para seu ven cimento e de responsabilidade solidaria de, pelo menos, duas firmas de notoria solvência, a juizo do director da carteira e do conselho de emissão; bj de titulos de credito commerciaes emitti-

dos de accôrdo com o art. 15 da lei n. 1.102, de 21 de Novembro de 1903, por armazéns geraes de con fiança do Banco, sobre mercadorias de difficil de terioração, com prazo de vencimento uâo maior de

seis mezes e responsabilidade de, pelo menos, duas firmas de notoria solvência, a juizo do director da

acções de companhias.

§ 1.® Pela expressão titulos de credito commer ciaes. empregada neste artigo, entendem-se letras de cambio, notas promissórias e outros titulos commerciaes á ordem, inclusive os titulos emitti-

carteira e do conselho de emissão;

c) de títulos de credito por lei equiparados aos commerciaes, provenientes de operações a que se referem os decretos legislativos n. 4.315, de 28 de

dos sobre mercadorias de difficil deterioração por

Agosto de 1921, art. 4®, e n. 4.595, de 18 de Outu bro de 1922, art. 2®.

armazena geraes devidamente instituídos (art. 15

2." A base do terço ouro exigida na condição

da lei n. 1.102, de 21 de Novembro de 1903); as acções integradas de

sociedades anonymas e de

bentures (obrigações ao portador) emittldas por

estas

e

pelas sociedades em

commandita

por

de ser effe-

serão feitos como

a) o Presidente

do Banco

pelo Director da

Carteira de Emissão, na falta deste pelo Dire ctor da Carteira Cambial, e, na falta de ambos,

pelos Directores eleitos, preferindo sempre o mais

Art. 13 — As notas bancarias, cujos valores

oj os demais directores, por aqueU'outro que

serão os mesmos das actuaes notas do Thesouro

o Presidente do Banco designar. Art. 20 — Os membros da Directoria não po

e da sério e numeração, deverão conter:

derão exercer commissâo, cargo ou emprego de

1." A iuscripçâo do valor que representam pagavel ao portaüor em moeda metailica. 2.® As assignaturas do director da Carteira

qualquer natureza, nem profissão que lhes tome

de Emissão e de outro designado pelo presidente

consultada sempre á conveniência do Banco.

tempo entre dez horas da manhã e cinco da tar

de, salvcr autorização

expressa

da

Directoria,

do Banco.

g 1.® Cada valor terá estampa

SECÇÃO 1"

ou desenho

ílifferentê'.

g 2.® O Banco tem o direito de substituir as botas em circulação

sempre que

Da Directoria

julgar conve-

fim, por avisos,

Art. 21 — A Directoria reunir-se-ha, ordina

publicados na imprensa da sua séde e na de suas agencias, nos quaes fixará prazo não inferior a

riamente, pelo menos, uma vez por semana, e ex

hieiite, annimciando para esse

traordinariamente, sempre que o Presidente do

seis mezes, que poderá prorogar.

Banco a convocar, e deliberará, por maioria de

As uotas não apresentadas no prazo designa do reputar-se-hão prescriptas e as que forem tro

votos, estando presente este e quatro Directores.

cadas serão inclueradas.

g 3.® O Banco fará sempre que o portador

Do Decorrido lavrar-se-ha acta assignada.

pelos

presentes

Art. 22 —• São attribuições e deveres da Di

exigir o troco ou substituição das suas notas em

rectoria, além dos

circulação dilaceradas, sujas ou gastas. Art. 14 — As notas falsas ou falsificadas,

nestes estatutos:

emittidas pelo Thesouro Nacional ou pelo Banco,

co e executar as deliberações das assembléas ge

apresentadas a este, serão carimbadas como fal

especialmente

mencionados

raes dos accionistas.

g 1.® Cumprir as leis fundamentaes do Ban

sas e restituidas ao portador e se fôr caso da in

§^-•2.® -Organizar o regulamento interno doa

tervenção da policia, serão apprehendidas e re-

serviços do Banco e suas agencias e. modifical-o

fuettldas á competente autoridade.

quando conveniente, e o regulamento da Carteira

de Emissão, devendo este ser submettldo á apCAPITULO V

provação do ministro da Fazenda para que tenha vigor.

DA ADMINISTBAÇÃO DO BANCO DO BRASIL

e augmentada a base proporcional dos dois terços

j^rt. 15 — 0 Banco do Brasü será adminis trado por uma Directoria, composta de Presidente

era titulo,g, em caso de necessidade extrema reco

e seis Dlrectores, todos brasileiros natos.

primeira acima poderá ser alterada para menos

rão substituídos:

antigo na Directoria;

Nacional, além do nome do Banco e seu domicilio

warrants.

do , Banco e aos

as dos outros Directores, pela Directoria. Art. 19 — Nos impedimentos temporários se

de ouro amoedado ou em barra com abatimento

Art. 11 — O .Banco do Brasil, durante o prazo de dez annos, na fôrma e nos termos do contrato

As licenças ao Presidente

Dlrectores das Carteiras de Emissão e de Cam

de inquérito economico que a justifique, a juizo

rente ou emprestar com a garantia pignoraticia

gações, acções e de outros titulos, mediante depo

paiz a

entrada no regimen da conversibilidade, depois

actualmente.

de empréstimos no paiz ou no estrangeiro, para pagamento de juros e dividendos de apólices, obri

por decreto

permittirera as condições econômicas do

compromisso hajam

sobre o valor da citação official e quanto aos úl timos sobre o seu valor real, e operar sobre

que tiverem na Directoria socio, ascendente, des

licença.

do valòr da sua emissão; e

ouro, os quaes

OA KMISSÃO DE NOTAS BANCARIAS

pazes para commerciar, os que houverem dado prejuízo ao Banco em qualquer operação e os

Art. 18 — Perde o cargo o Director que dei xar o exercido do cargo por mais de 30 dias, sem

2° o stoek-ouro do Banco corresponda a 60 %

por qualquer

CAPITULO IV

exercício em que serviram. Art. 17 — Não podem ser Directores os inca

cendente, irmão ou affim nos mesmos gráos.

ctuados em

a caução de titulos da divida publica da União ou de titulos de credito commerciaes, com reducçâo mínima de 20 %, calculada quanto aos prinièiros

cargo e serem approvadas as contas do ultimo

não menos de três annos;

Paragrapho único — Está entendido que fi

4." A das agencias.

esta caução, nem levantal-a antes de deixarem o

tido sem interrupção durante periodo de tempo

Banco na 1'õrma disposta nestes Estatutos. A de agencias poderá, porém, ser confiada a mais de

7.® Contratar com os Governos dos Estados, de Municipalidades e emprezas civis ou commerciaes acreditadas quaesquer operações, para lançamento

poder

do mesmo Governo.

2." A de cambio. 3." A commercial.

de 5 % do valor verificado pelo contraste, ou com

JORNAL DÈ SBGÜROS

§ 3.® Determinar a orientação geral dos ne gócios e operações do Banco.

g 4.® Autorizar a alienação de bens, a transacção ou renuncia de qualquer direito.

g 5." Decidir sobre a creaçâo ou extincção de

acções; cédulas hypothecarias do Banco Hypothe-

nhecida por decreto do Poder Executivo, que po

§ 1.® O Presidente do Banco e o.s Dlrectores

derá autorizar emissão de eraergencia com prefi

das Carteiras de Emissão e de Cambio serão no

cargos ou funeções; e sobre aposentadorias de

cario Nacional.

xada alteração dessas proporções, pagando

funccionarios.

neste

meados ou demittidos livremente pelo Presidente

da Republica. Os outros Dlrectores serão eleitos

poderão ser resgatados antes dos respectivos ven

caso o Banco ao Thesouro juros de 12 % ao anno sobre essa emissão até que a resgate effecti-

pelos accioülstaa e o Presidente do Banco desi

rados.

cimentos sem restituição de juros.

vamente,

§ 3.® Será improrogavel o prazo do vencimen to dos titulos descontados e redescontados, respon

3.® Na faculdade da emissão de que trata este artigo comprehende-se a sobre terço ouro repre sentada por saldos disponíveis ouro, a favor do Banco, em poder de bancos ou casas bancarias,

gnará as Carteiras onde terão de funccionar (art. 10) ou 08 serviços que ficarão a seu cargo.

questões suscitadas com terceiros.

§ 2.® Os titulos descontados ou redescontados

dendo o Director da Carteira pela infracçào desta disposição. Art. 9° — Ao Banco do Brasil ê vedado:

1.® Comprar ou conservar immoveis desneces sários ao seu proprio uso.

seus agentes ou

correspondentes, notoriamente

Eolidos, de íóra do paiz, mediante certificado do

estabelecimento authenticando o deposito.

§ 2.® Os Dlrectores eleitos servirão por qua

tro annos, podendo ser

renovado

o

mandato.

Cada anno se procederá á eleição de um delles, servindo o mais novo em idade no caso de empate. Art. 16 — Os Directores

eleitos devem cau-

eionar duzentas acções em garantia da sua ges tão. Não poderão tomar posse antes de prestar

§ 6.® Distribuir e appilcar

os lucros

apu

§ 7.® Resolver os casos extraordinários e as

§ 8.® Prover, até á assembléa geral mais pró xima, as vagas nos cargos de Directores eleitos.

§ 9.® Determinar os valores e as quantidades das notas a emittir-se e a recolher-se.

§ 10.® Crear ou supprimir agencias e repre sentações do Banco nas praças dentro ou fõra da Republica (art. 3®),


Ifr: 20

JORNAL DE SEGUROS § 11." Fixar, a taxa de juros e descontos.

JORNAL DE SEGUROS

" dente do Banco, emqiianto o assumpto não fôr

§ 12." Providenciar para a organização do

cadastro das firmas que poderão ter transacções

contrato com o Thesouro Federal de 24 de Abril de 1923.

resolvido pelo ministro da Fazenda, se a este' qnizer submetter

com o Banco e da sua revisão semestral.

Emissão.

Art. 23—As resoluções da Directoria serão tomadas por maioria de votos, cabendo ao Pre

da Carteira.

o

Director da

sentará o

2.® Assignar a correspondência e o expediente

porações ou outras pessoas jurídicas, e os usufructuarios de acções.

§ 5." Não podem ser procuradores de accio

§ 2.® O director da Carteira Cambial apre

Carteira • de

1

relatório

annual

das

operações

21

desta

ao Presidente do Banco.

nistas para; a representação nas assembléas os directores, fiscaes do Banco e membros do Con selho de Emissão.

sidente, além do voto pessoal, o de desempate. Art. 24—A remuneração mensal dos directores será de cinco contos de réis para o presi dente e de quatro para cada um dos directores.

raes e 03 balancetes

Além dessa remuneração, terá cada director, inclusive o presidente, direito á percentagem de

4.® Apresentar ao Presidente o relatório cir-

da por accionistas possuidores de 10 acções pelo

Art. 36 — Cada grupo de 10 acções dará di

cumstanciado de todos os dados estatísticos re

nienos e poderá funceiouar desde que se ache representado pelo menos um quarto do capital

reito a um voto nas deliberações das assembléas

% % sobre os lucros liquides

verificados

em

cada balanço.

3.® Assignar com o Contador os balanços ge mensaes

e

semanaes

Do P7-e-ndente do Banco

Art. 25 -^,^Além das attribuições expressa mente mencionUi^as nestes estatutos, compete ao Presidente do Banco:

1." Superintender e dirigir todos os negocios e operações do Banco.

2." Presidir as sessões dá directoria e exe cutar as suas deliberações e as da assembléa geral.

3." Nomear, promover, suspender, remover, punir ou demittir funccionarios de qualquer na tureza, conceder-lhes licenças e abonar-ltíés fal tas, marcar-lhes vencimentos, fianças, commis-

cada no

da

lativos á emissão, resgate e conversão. Este re latório deverá ser assignado pelos membros do o discordante fundamentará os motivos da sua divergência.

■1

social, salvo naquelles casos em que a lei regu ladora das sociedades anonymas exigir maior

Official" dentro

de

oito dias

geraes. O possuidor de numero de acções inferior a dez poderá assistir á reunião dos accionistas e discutir, mas não votar.

numero.

^

Paragrapho único — As deliberações da as

Art. 27 — Na Carteira de Emissão funccionará um conselho de Emissão, com mandato vi gente entre as duas assembléas annuaes ordiná rias, composto de três membros effectivos e três supplentes, um dos quaes será de livre nomea

sembléa, de accôrdo com a lei e estes Estatutos,

ção e livre demissão do ministro da Fazenda, outro escolhido pelo Presidente do Banco entro

oal e examinar as contas, balanço e Inventario 6 sobre elles deliberar, proceder á eleição de Di-

os membros do Conselho Fiscal e o terceiro in

^■ectorea e de membros do Conselho Fiscal e sup

dicado pela Directoria da Associação Commercial

"Diário

após a reunião.

Art. 31 — A assembléa geral será constituí

mesma Carteira.

Conselho de Emissão, se estiverem de accôrdo; SECÇÃO 2*

§ 6.® A acta da assembléa geral será publi--

Dii asscmhléa ji cral

_

CAPITULO VII

*

np CONSELILO FISCAL

"

obrigam todos os accionistas, ainda que ausentes e dissidentes.

Art". 37 — O

Art. 32 — A assembléa geral ordinária para

tomar conhecimento do parecer do Conselho Fis-

Banco terá um Conselho

Fiscal

composto de cinco membros e de supplentes em egual numero, eleitos annualmente dentre os ac cionistas que possuírem cem ou mais acções. Paragrapho único — No caso de renuncia do

plentes realizar-se-ha durante o mez de Abril de cada anno, em dia fixado pelo Presidente do

cargo, fallecimento ou impedimento por mais de

do Rio de Janeira, observando-se o mesmo pro cesso quanto aos supplentes.

Banco.

substituído pelo supplente mais votado. Salvo li

dous mezes, será o membro do Conselho Fiscal

§ 1.® Se para deliberar, precizar essa assem

cença concedida pelo Conselho, nenhum dos seus

assembléa

bléa de novos esclarecimentos, poderá adiar a

membros p^oderá deixar de exercer o cargo por

sões e ajudas de custo.

geral ordinária, deixar de indicar o membro, do

sessão, determinando os exames e investigações

mais de um mez e quando Isto se verifique, en-

4." Representar o Banco, activa e passiva mente, em juizo ou em suas relações com tercei ros e designar e autorizar prepostos para os re cebimentos, fora do estabelecimento, de quantias

Conselho e seu supplente, o Presidente do Banco escolherá para o substituir um dos membros do

§ 2.® O Presidente do Banco providenciará

devidas ao Banco e seus committentes.

5.° Vetar deliberações da directoria. 6.® Designar o director para assignar com o director da Carteira de Emissão as notas a se rem emittidas.

7." Assigpar as ordens á Carteira de Emissão para entrega de bilhetes á Thesouraria.

8.» Apresentar o relatório annual das opera ções do Banco e gestão da directoria á assembléa geral ordinária.

9.® Authenticar com a sua rubrica os livros

das actas das sessões da

assembléa geral, do

Paragrapho único — Se a Directoria da As sociação Commercial, até á data da

Conselho Fiscal.

Art. 28 — O Conselho de EmissãíL.tem plena

autoridade para continua e rigorosa inspècção nos serviços da Carteira de Emissão, podendo

tender-se-ha tel-o resignado.

entender.

Pai]a o cumprimento uo devido tempo da disposiçâo do arti 147 do decreto n. 434, de 4 de Julho

§ 1.® O Conselho reunir-se-ha ordinariamen todas as vezes que fôr convocado pelo director da Caixa de Emissão ou pelo presidente do Ban

Conselho Fiscal e do Conselho de Emissão e o

co por necessidade

de serviço, recebendo

cada

livro de presença dos acclonlstas na assembléa

um dos seus membros cem mil réis por sessão

geral.

em que tomar parte.

be 4 de Julho de 1901. -"^rt. 34 — Convoca-se a assembléa geral or

dinária por annuncios publicados na imprensa eoin antecedência de 15 dias pelo menos, do in dicado para a reunião e as assembléas geraes extraordinárias com antecedência de 10 dias Pelo menos. Paragrapho único — Oito dias antes da re-

dniào ílcarão

suspensas as

transferencias

de

10.® Convocar as assembléas geraes ordiná rias e extraordinárias, salvo o direito que aos

consecutivas sem causa justificada, determinará

dcçòes. Art.

accionistas asseguram os arts. 138 e 140 do de

a perda do cargo de

de

extraordinárias serão presididas pelo Presidente

creto n. 434, de 4 de Julho de 1892.

Emissão.

do Banco, que convidará dons accionistas para

§ 3.® Os membros da directoria poderão as sistir ás sessões do Conselho de Emissão e dis

secretários. § 1.® O accionlsta lançará uo livro de pre

SECÇÃO 3'

Do Director da Carteira de Emissão e do Conselho de Emissão

Art. 26 — A Carteira de Emissão tem a seu

cargo o serviço relativo á emissão e resgate das notas bancarias e dos bilhetes ao portador de

§ 2.® O não compareclmento a três sessões membro do

Conselho

cutir; não terão voto.

§ 4.® Das resoluções do Conselho se lavrará

acta, em livro especial, a qual será assignada

pelos 'membros e directores presentes á reunião.

_Art, 29 — Os membros do Conselho respon

assemblés

geraes

ordinárias

e

sença o seu nome e o numero de acções que pos-

epir. O mesmo fará, declarando o nome do man dante ou representado o mandatario ou represen tante.

§ 2.® Nas assembléas geraes extraordinárias

Pão se poderá tratar senão do objecto declarado

tradas e não denunciadas.

nos annuncios de convocação. S 3.® O accionista poderá se representar nas

SECÇÃO 4®

tatutos.

Ao seu Director, além das attribuições já

Do Director da Carteira Cambial

definidas nestes estatutos, compete; 1.® Decidir, ouvindo o Presidente do Banco

35 — As

derão pessoalmente pelas irregularidades encozi-

que tratam os ns. i e 2 do art. 7® destes es

Art. 30 —Ao director da Carteira Cambial

do Brasil, sobre todas as operações de emissão,

caberá todo o serviço relativo ás operações de

resgate e conversão, tanto com relação ás notas

cambio.

emittidas pelo Thesouro Nacional, como com re lação ás emissões do proprio Banco; em caso de divergência de opinião prevalecerá a do Presl-

§ 1.® Para essas operações o Banco constitui rá um fundo especial ouro, depositado em Lon dres e Nova York nos termos da clausula 6® do

in

submettidos pela Directoria, e extraordinaria mente sempre que o julgar conveniente, bastan

niente, naquelles em que a lei determinar e nos

te uma vez por semana e extraordinariamente

attribuições legaea,

Píencionados nos arts. 137 e 138 do decr. n, 434,

e vetando quaesquer resoluções, sendo seu veto

damentos, submettida á directoria do Banco, seja

das

irectoria ou o Conselho Fiscal acharem conve

Art. 33 — A convocação da assembléa gerai

extraordinária terá legar nos casos em que a

o assumpto por essa resolvido.

38 — Além

a) Reunir-se, em sessão ordinária, da qual se lavrará acta, uma vez por mez, para infor mar-se da situação do Banco, inquirir sobre as operações do mez anterior, dos negocios corren tes e consultar sobre os. assumptos que forem

"e 19Ü1.

nesta intervir, quando lhe parecer conveniente, examinando as operações, verificando as caixas, suspensivo até que, com a exposição de seus fun

Art.

cumbe ao Conselho Fiscal:

do, para

haver

ãté á vespera do dia designado para a reunião, dando-se recibo a quem a apresentar.

a

presença

de

tres

existência dos titules e do ouro que constituem as

reservas e fundos especiaes

gnando uma certidão do que

do Banco, assl-

tiver

verificado,

acompanhada de uma lista de todos os títulos da

reserva e dos fundos especiaes, com o valor por

que foratfi adquiridas e o valor corrente na praça na data da

certidão.

Art. 39 — O Governo Federal, não se confor mando com o parecer do Conselho Fiscal sobre as contas do semestre anterior, reserva-se o di

reito de, por commissarios de sua confiança no meados pelo ministro da Fazenda, mandar pro ceder a exame das operações do Banco no mes

mo

semestre. Essa

commissão será

membros e funccionará Presidente do Banco.

sob

a

de quatro

presidência do

Art. 40 —Cada membro do Conselho Fiscal

perceberá a gratificação de seis contos de réis por anno.

assembléas geraes por procurador, com poderes especlaes, que deverá ser outro accionista, mas

depositará a procuração na Secretaria do Banco

sessão,

membros: b) Verificar, no ultimo ou nos últimos dias úteis de cada semestre, a caixa do Banco e a

CAPITULO VIII no FUNUO OE RESERV^v E DIVIDENDOS

Art. 41 — Dos lucros liquides do Banco apu

11A ^^derào deliberar e votar assem bléas^ geraes os inventariantes, paes, nas tutores ou

rados em cada semestre serão deduzidos 10%,

Curadores, os maridos, os gerentes, directores ou

seja egual ao

administradores de sociedades commerciaes, cor

pelo menos, para o fundo de reserva, até que este estatutos.

capital

fixado no

art. 5°

destes


JORNAL DE SEGUROS

22

DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS

^ 1.® Desde que a taxa cambial seja de 12 ou

"FORMULÁRIOS JACINTHO"

Dalliiili! Poilopês dt Mtiiii

mais dinheiros por mil réis, será este fundo con

§ 2.® Emquanto não fôr convertido ou resga

Artigo único —• O prazo do mandato dos actuaes .directores não fica modificado pelas dis

tado pelo Banco o papel moeda do Thesouro Na

posições dos presentes estatutos. Tendo-se venci

cional observar-se-ha

clausula 3», letra d, do contrato de 24 de Abril

do em 1922 o mandato de dous delles, o mais ve lho dos eleitos exercerá o mandato sómente por

de Leitura, em reunião

de 1923.

tres annos.

mez findo, procedeu á eleição annual do Con

vertido em ouro metalllco.

o que foi

estipulado

na

O

ILVLANCETE EM 30 DE AUREL DE 1923

para o fundo de beneficência dos funccionarios do Banco, seráo distribuídos semestralmente como dividendo pelos accionistas.

Activo

Emissão

re

commendador

quisitada .. 1.461.000:000$000

resgate e conversão, nos termos da clausula 3",

tização . .. 1.077.734:4333000 383.265:5673000

dos

reco-

Amortização

6.327:9623020

rpituios Redescontados gpezas Geraes

391.167:3863969 8:6183463

^Qyels e utensílios

Luiz d'Almeida Rabello; Manoel José Lebrão;

76:9453260

Paulo

20:000$000

mundo de Magalhães.

16:2143000

ydo de reserva

^.ggoiiro Nacional ^contos

plupÇas

•,

400.000:0003000 3.612:4483650

383.265:5673000 11.683:8233340

20:0003000

semestral do

Banco e será constituído em acções deste Banco, com a clausula de inalienáveis, só podendo ser

a fôrma de funccionamento

desse

tuil-o como pessoa juridica,

da

Fonseca;

Ray-

o benemerito editor Jacintho Ribeiro dos Santos.

abnlisadas pennas — dos nomes mais justamente

reputados em matéria de direito e de praxe foreiise, como sejam entre outros Martinho Garcez, Paulo Lacerda, J. Ribeiro, Jorge Severiano, Tolentino Gonzn.ga, Adelmar Tavares, João Gonçalves do Couto c muitos ainda que seria longo enu

merar — organizou elle essa collecção a que inti

tulou, de uni modo geral. Formwíflrios Jacintho — tão justamente seleocionadas as obras que a

constituem que ella é hoje imprescindível a todos quantos se agitam em nosso fôro.

Do Rcginicv de fíens no Casamento nao foge a essa regra. Bastaria ser elle o LII volume dos

Formulários para que, à outrance, o classificás semos como

dência.

A's suas innumeras obras vem agora juntar-se

e contendo o que de mais pratico se encontra nos

da Fonseca Oliveira Seixas.

e de completo sobre as leis e interpretações que

X. da Costa Lima; Gaspar da Silva Araújo; Ri

o presente volume, feito segundo o Codigo Civil melhores autores, excellentemente commentado.

Não se poderia exigir nada de mais pratico regem entre nós os bens dos cônjuges e as obri gações reciprocas do casamento.

cardo Ramos.

p,io de Janeiro, 30 de Abril de 1923. — OUCastro. Director. — Frederico Rego Filho, mdor. — Fábio de Andrade, Caixà,

-obra excellente sobre o assum-

pto. Mas além _sse titulo traz elle um outro e valioso ;— o nome de seu autor — J. Ribeiro. J. Ribeiro 6 hoje uma figura justamente aca tada e vima i'econhecida autoridade na jurispru

Francisco Garcia Saraiva; João de Carvalho Ma cedo Júnior; commendador João Reynaldô de Faria: João de Souza Cruz; José Cardoso Lo pes: José da Costa Soares; José de Souza; Luiz PARA. A COMMISSÃO DE CONTAS — A.

798.581:8383990

despendidos os dividendos que estas produzirem.

instituto, podendo, se julgar conveniente, consti-

Peixoto

PAÃA SUPPLENTES DO CONSELHO DE

Passivo

p,^issão autorizada

Felisberto

LIBERATIVO — Abilio Moreira Esteves; An tonio Leite da Silva Garcia; Francisco Ferreira de Mesquita; Francisco Pereira dos Santos;

7987581:8383990-

de moléstia contagiosa (^ue^ não tolhendo ao func-

estabelecerá

Gouveia,

ta; commendador Gregorio Seabra; José An tonio de Souza; José de Magalhães Pacheco;

nado a assistil-os em caso de moléstia ou de in-

§ 2.® A Directoria, em regulamento especial,

de

Freitas Tinoco; Antonio Mendes Campos; An

funccionarios do

cada balanço

Cardoso

tonio Ribeiro Seabra; Francisco-de Souza Cos

validez, comprehendida neste caso a hypothese

lucros liquidos de

Antouio

964:7113378

Cuíxa (Pundo de Redesconto).. Notas a entregar á Caixa de

Banco é.creado um fundo de beneficência, desti

risco pelo contagio a saúde dos outros funccio

commendador

PARA O CONSELHO DELIBERATIVO —

caucionados

narios que teriam de trabalhar ao seu lado. § 1.® Este fundo será formado por quaesquer doações e pela quota de um por cento sobre os

secretario:

commendador Antonlo Dias Garcia: Antonio de

TTQjiorarios

cionario a capacidade de trabalhar, possa pôr em

2® thesoureiro.

llxidas á Cai xa de Amor

Art. 45—Em favor

Nunes,

José Rainho da Silva Carneiro, 1" thesoureiro;

deste artigo, será levado ao fundo especiai de

Art. 44 — O anno. bancario será o civil.

Rebello

Notas em circxilação:

Nunca ê demais encarecer o inestimável ser

viço que vem prestando ás nossas letras jtiridicas Com n coliaboração valiosa de consagradas e

PARA DIRECTORES — Albiuo Souza Cruz,

16.734:433$000

fôr concluído o resgate a que se refere o § 1®

DISrOSIÇÕES E6PECIAES

se

te: Humberto Taborda, 1® secretario; Alfredo

Thesouro Nacional — c|emissão

Notas

CAPITULO IX

o

Santos, editor — 1923.

o

presidente: visconde de Moraes, vice-presiden

apurados em balanços semestraes, emquanto não

letra ã, do contrato de 24 de Abril de 1923. Art. 43—Os dividendos não reclamados du rante cinco'annos considerar-se-hão prescriptos em beneficio do Banco.

durante

guinte resultado:

directoria para reforço de diversos fundos de ga

§ 2.® O sarào. dos lucros liquidos do Banco,

effectuada

e biennal da Directoria, verificando-se

CARTEIRA DE REDESCONTO

rantia, e das quotas para o fundo de reserva e

§ 1.® Este dividendo não poderá ser maior de

Corpo Eleitoral do Gabinete Português

selho Deliberativo e da Commissão de Contas

do Banco, demonstrados pelos balanços, depois

20 % ao anno, emquanto não fôr resgatado todo o papel moeda emittido pelo'~ Tbesouro.

Do Reqimen de Bens no Casamento,

por J. Ribeiro — Jacintho Ribeiro dos

Art. 42 — Os lucros liquidos das operações das deducções indispensáveis, estabelecidas pela

23

JORNAL DE SEGUROS

Tudo está neste volume magistralmente tra

No dia 14 do corrente, data do 85® anniver-

tado e desnecessário seria recorrerem os interes-.

aario da lienemeritn instituição, effectuou-se a posse da nova directoria, tendo presidido a ce

•siulôs a outras obras — talvez mais volnuiosas —

rimonia o sr. conde de Avellar.

dico (pie excellern na do sr. J. Ribeiro.

mas sem duvida sem o cunho prático e metUo-

I Capital subscrlpto:

Capital realizado

$3.000:000.00 c/l.

$900:000.00 c/l.

Autorizada s funccíonar pelo Decreto n? 14.915 da 15 de Aposto de t9t1 —== Séde: BüEIVOS HIRES ==-

Receita em 1922

'

B. da ílíaiiíldga n- s, T. sala dos foidos — Tílspiiono llofte 3i16 ~ Endor. IclEjr. »"fr.niint RIO

DE -BAMEiro

• • •

550:289$S16 981:988$208

i Alberto Sesiini

"DireCÇâO

DEPARTAMENTO DO BRASIL Resíoaros tie foao. Diapitlmos e fsrro viários = =. =50 Capital realizado no Brasil Rs. 650:000$000 —

1.507:836$180

Sinistros pagos em 1922, menos reseguros Activo, total do balanço 1922 . . . • .

Ernesto. Ferreira

'Scraplum Fernandes CLare Júnior k:

TEL. NORTE 2589 Endereço Telegr, *'INDEMNIS7\0©Ka" Rua da Quitanda, IS6 _ Rio de Janeiro

Agencia 5. Paulo. — Joaquim C. Azevedo, —■ 15 de Novembro. 41


24

JORNAL DE SEGUROS

JORNAL DE SEOUROS

O sorteio das apólices da "Vera Cruz" A companhia cie seguros de vida "Vera Cruz" realizou no ultimo dia do uiez findo, na sua séde,

ILffi COMPANHIAS DE SEGUROS

ADAMASTQR

BALANÇOS DE 1922

íl avenida Uio Branco n. 47, mais um sorteio das suas apólices.

Presentes o sr. Álvaro Salles, pela Tnspectoria

Gompaniiia de Seguros Luzo-Sui Americana

Companhia "Alliança da Bahia"

5ÊDE EM LISBOA

RECEITA

de Seguro.s, segurados e representantes da impren sa, deu-se inicio ao sorteio, assumindo a direcçíào dos trabalhos o nosso collega de imprensa sr. Vi-

Prêmios de seguros Juros, alugueis e outros efieitos

Capital realizado ao Brasil ... l.ooo:oooSooo

ctoriuo croiiveira, secretario de O Jornal.

Deposito no Thesouro Nacional.

Foram então verificadas as fichas e respectiva

S.462:31S$365 1.831:433$233

10.293:751?59S

2oo:oooSooo

numeração seudO collocados na, urna 340 números, DESPE2A

Com numeração especial para o-•sorteio de apó

Representantes geraes no Brasil :

lices a serem premi^tdas.

Encargos especiaes de seguros Sinistros pagos

Bai-alhadas as pedras, o menino Ruy Lisboa

MtGAlHiES i C.

Durado esírahiu os números escolhidos pela sorte

premiando as tres apólices seguintes: 193, apólice u. 523, de Arthur Tavares de Moura, de Pernambuco, Nazareth;

247, apólice n. 741, de JosO da Cunha Simões

'

1.32S:2S2$194 5-ií78:437$075

Eespezae geraes

- 1.026:933|173

Lucro liquido do exercido

2.360:0995156

o qual se distribuiu:

Guimarães, do Maranlião; e

51, Eua Primeiro de Março, 51

183. apólice n. 513, de Jíanoel Caldas de Gus mão e esposa, da Parahyba. Lavrada a acta do sorteio, que foi assignada

Telephone N. 5634 • Rio (k Janeiro

Dividendos

600:0005000

Fundos de reserva

1.760:0995156 ACTIVO

Efteitüs primários: Prédios, apólices, papeis de credito, hypothecas, dinheiro, juros, letras a receber

17.894:464$635

ECíeitos diversos: saldos de varias contas

717:8285842

A missão cominercial norte-americana em Effeitos exigivels

2.132:4375866

Fundos de reserva..;

13.161:7675611

Effeitos diversos, saldo de varias coutas.'.

Rio de janelro

Directoria:

Affonso ^izeu,fosé T^ainho da Silva Carneiro, Cicero Teifleira Portugal e jiumberto Taborda Conseftio Fiscal:

Francisco Eugênio Leal, Eipenor íeivas Manoel José Lebcão, Zeferino de Oli veira, Paulino José da Costa e Commendadotjoão T^eynatdo de Faria Capital subscripto >

1.000;000$000

realisado

573.100$000

Deposito no Thesouro..

200:0008000

Anno de 1Q22

Capital realisado

318:088$000 '

'

3.000:0005000

18.612:2935477

coniiiiissnrio iiorte-niuericiiiio, Aísitando, em comIiiiiihiii de su;i o.xmii. esiiosa e ile vurios membros PERCENTACENS

dii missão c(imiuei'Ci;il dos Estados Unidos à E.x-

IKisiçTio Internacional do Centenário, o nosso hei'oicü Coi-po de Bombeiros. Rwebiclos

pelo

couiiiiandaiite. coronel

Mar

Encargos especiaes de seguros, s/a receita de prelnios;....' Sinistros pagos, s/a receita geral

15,69% 54,96^%

Despezas geraes, s/a receita geral

9,97%

ciano Ávila, e pela distincta officialidade da glo riosa corporiição, foram os visitantes encamínha-

Companhia de Seguros "Previdente"

<lus i).ira as diversas dependências do vasto edi-

ficio, examinando detalhadamente as officinas, de-

l)ositoH, enfermarias, ranchos, sala

de

RECEITA

opera Prêmios de seguros Juros, alugueis e outros effeitos

ções, etc.

Como era de esperar, foi excellente a impres são do connuis.sariü norte-americano, principalijieiite depois de alguns exercidos a que a.ssisrju,

121.1818886

2.767:1788001

le.stra diii-ante alguns minutos, retirando-se em se

858:2965800 . 426:6195900

1.284:9165700

DESPEZA

Encargos especiaes de seguros Sinistros pagos.

Despezas geraes

Marciano Ávila, com quem se conservaram em pa-

Desde a fundação daCómpantiia

P'(ii dcM-éi-;is um gesto gentil o do sr. Colller,

executados ooin toda a efficiencia. Na sala de gymnastica dos officiaes foram os vj.sitantes obsequiados pelo coinmaudante, coronel

Sinistros pagos;

18.612:2935477

PASSIVO

visita ao Corpo de Bombeiros

miElilDli mo ooillto ll° 9-i: aailar (tasa Mauíj

2.360:0995156

OÊRENTE: —Ricardo Roçtifort

pelas pessoas presentes serviu-se em seguida delicado luneh, sendo então trocados vários brindes.

Companhít Vaeíonal de Seguros Marítimos e Terrestres

7:933:6525442

238;ü27$400 •.

341:2555300

'

Lucro liquido do exercício Saldo do exercício anterior.

284:0865100

863:3685800

421:5475900 620:9825900

guida. Total

A

ii.t-

1.042:530$8Ü0


JOlikAL DÉ SEGUROS distribuído como segue:

COMPANHIA PAULISTA DE SEGUROS

Divideudos e bônus Fundos de reserva e lucros e perdas

-

300:000?000 742:530?80ü

,

BALANÇO GERAL EM 31 DE DEZEMBRO DE 1922

1.042:530í80ü

ACTIVO y

i

I ■

2?

ÍORNAL DE SEGUROS

; '

PASSIVO

ACTIVO

:•

Efieitos primários: Prédios, apólices, papeis de ci'8dito, seilos, juros, letras a receber, dinheiro

;

4.536:72G$000

Effeitos diversos, saldo de varias contas

293:102?300

Capital:

Apólices Geraes:

4.S29:828$300

lO.üOO

acções

de

2OO500O

c/u, sendo: Depositadas

■ V" ■

■"

PASSIVO

no

The

souro .Vaclonal . ... Em carteira

Effeitos exigivèis,

da

400:üü0$000 354 :0005000

754 :000$000

155:442$700

Fundos de reserva e^^lucros e perdas

V

Capital realisado

'

331 ;500$000

.A.polices do Estado de S. Paulo

255:000?000

2.500:0Ü0$000

:

e

secção

1.700:0005000 de

segu

ros de vida .

. . .

300:0005000

2.000:0005000

Obrigações do empréstimo federal de

4.829:828?300

1921 (100:000$000) I

segu

marítimos

terrestres da

1.919:385$600

Efieitos diversos, saldo .de varias contas

secçào de ros

98 :000$000

I''undo de Reserva

(estatutário)

....

1.017 :0045000

iteaefvu para risco.s nõo expirados tre-

'

1.217 :156$ÍOO

Tnimoveis

PEROENTAGENS

Construoções

3C5 :712SOOO

27,73 %

Sinistros pagos, s/a receita geral

26,55 %

Despezas geraes, s/a receita geral

22,12%

331;üU05ü0OO

gor

Acçõcs das Companhias de Estradas

Encargos especiaes de seguros, a/a receita de prêmios..;

gulamentar) Keservas especiaes para riscos em vi

de FeiTo Paulista e Mogyana ....

869 ;273?500

130:O00$0b0

Hypothecas urbanas

200:0005000

i-undo de"-PL'n5Ões para empregados..

30:0ü0}00u

Jíeservas Tec-hiilcas de seguros de vida

063:7325790

Suo,as: da secçilo de seguros de vida

108:ü005üüu

idemios em suspenso

Empréstimos sobre Apólices de segu

(de seguros de

Vida)

173:375$000

ros ilc vida em vigor Caixa: saldo em moeda corrente ...

22 :989$054

Banco de S. P.aulo: em c/corrente..

15G ■.951$723

Banco do Commercio

COMPANHIA

DE SEGUROS

e. Industria de

MARÍTIMOS

Oorrfpanhita

do Seguroo

E TERRESTRES

Séds: RUA PR.IVSEIRO DE MARÇO M. 37

CAPITAL

SOOtOOOÍOOO

Fnado de reserva e lucros sus» pensos

843:0008000

Deposito no Thesonro Federal.

200)000^00

1

em

transito

e

outros

riscos

ter

London Sc. Braziiian Banli, Ltd; em c/c.

6 :963$500

de Agentes)

Activo

34 :809|5G0

52 :020$000

Seguros: importe de Apólices a cobrar

13;084¥90'0

Contas Correntes: saldos devedores ..

2 :290?800

Estampllhas: saldo existente

2 :31G8900

Cauções:

da Directoria . .

de Agentes

1.878:0008000

dação

r

Opera em SEGUROS TERRESTRES de pi-edios, estabelecimentos, fabricas, officinas,

Aceita piocura'gtlo para administrar bens

moveis de residência particular, mercadorias

vin transito pelas estradas de ferro e outros Aceita SEGUROS MARÍTIMOS sobre vapo

8?, Rua da Quitanda, 87

bem

de seguros mari^^ e- tefrestrès

8:2225085

de seguros de vida

nms

87558G

Deposito Judicial

..

8:3105271 9 :2525000

por acção,

120:0005000

100 :000$000

Imposto de dividendo: a pagar, do 33." Sinistros a pagar: de seguros de vida

0:5005000 10:0005000

42:6125200

Porcentagem da Directoria: a pagar

15:4505500

47:923$000

Imposto da porcentagem da Directo ria a pagar .

8375000

Lucros e perdas; saldo que passa para 331:0005000

Rs

Dividendo: de 125000

v

1923

4,81052445237

119:9615176 Rs... .

4.810$244Ç237

Endereço Telegraphlco: "VAREGISTAS" — Caixa do Correio n. 1.039. Telephone: Sc ..N^orte 862 ~ Codigo "Ribeiro".

Sebastifto José de Oliveira. JoSo Jorge Galo Júnior.

Fiscaliza

a pagar

:000$000

10ü:00ü5üüü

mediante módica commlssfto.

Dlrectores

Manuel Joaquim Cerqnelra.

80:000$000

expirado.g

juros de apólices o outros tituloS de renda,

TÊLEPHONE norte. 1922

S

mercadorias embarcadas, fretes

Aceita procuri ç4o para administrar bens ;le qualquer natur.iza, Inclusive cobranças de

edifício proprio

9

assim

de navio, etc.

de

20:0005000

ção a pagar;

33.0

Garantia da Reserva para riscos nao

res. navios & vela e outras embarcagões e

Imposto

80 :U00500ü

Dividendos: saldo não reclamado ....

Moveis, Bemfeitorias e Impressos

iscos terrestres.

missão.

n

1.418:4978203 200:0008000

OD ldeiidos distribuídos uos acclonistas desde n sua fun

de qualquer natureza, recebimentos de alu gueis de p/edios, juros de apólices e outros títulos de renda, mediante módica com-

S

1.000:0008000

0.58419S28990

fiinduçflo

Em Seitmros Marítimos sobre vapores, na vios á vela e outras embarcações, mercado rias embarcadas, etc.

i

Capital realizado pensos e Reserva de lei.... Deposito no Thesouro Federal. Sliiistrus pagos desde n sua

restres.

m

BRASIL

6 :03T50üü

que no

Agencias: saldo a arrecadar

3 :8195600

1923

da)

i> 1 reetoria) "figuram

Fundo de Heservfi, Lucros sus

Opera em Seguros Terrestres em prédios, estabelecimentos eommerciaea, moveis, mer cadorias

Rio de Janeiro

de

G a rantias)

FUNDADA EM 1887

FUNDADA EM 1894

cício

58 :266$000

Juros e Dividendos a receber

..

ilescontos; jui-os pertencentes ao exer

Caução

S. Paulo: em c/corrente

UmíO DOS PAOPRIETIIIIOS

3395900

CoiUcis Correntes: saldos credoi-es

Dlrectoria: J. L. Gomes B. Assampclo 8i Octavlo Ferreira Noval — Agostinho Tei.velra 1* i

> "v.ies.

58

S, B. ou O.

S. Paulo, 31 de Dezembro de 1922,

•â

S2SS2SS8?8SÍ52S8S83SS8ÍÍS8S8S2S88888S8S858S8S8S8m838JSS8S8$!Í

J. Cardoso ãe Ahneiãa, Director Presidente.

A. VevibKo Pereira, Director Gerente,


29

JOHNAL DE SEGUROS 28

JORNAL DE SEGUROS

COMPANHIA DE TECIDOS "SANTANENSE" COMPANHIA PAULISTA DE SEG-UROS Clniiinnii.is a iittmn.-ru. de nossos leitorc-^J piiDi DEMONSTRAÇÃO GERAL DE LUCROS E PERDAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 1922

o relatoiáo iiiie vem de sev publicado, desta tece

lagem iiiiiieini. caide se põe em evidencia uma siDEBITO

tiia(;ão de priuieiva ordeui. ereada principalmente pela compeleiicia. pela economia e pelo prestigio

CREDITO

pesso;tl de suas administraqões e írercuclas. Despesas geraes: Expediente, Coramissões, Publicações, Rescisões, Alu gueis. Sellos. etc Honorários, da Dlrectoz^ia e Gerencia,

e vencimèntos do pessoal

Reseguros màritimos e terrestres pagos

Prêmios

"X

>...

207 :411|768

de seguros de vida..

1.110 ;53G$OSO

tres

Prêmios de renovações 1Õ4:504$000 104 :d40?000

de seguros de vicia

Alugueis

2015930

55 :789S186

Transferido da Re-

serva

especial

para riscos em vi

e

35 r&8-3^250

gor

280 :000$000

378 :4398645

e Impressos

a eoiupanliia .ganhou mais de SOO :000$00ü, iiuuierns redondos, e distribuiu com os accionistas

Sinistros; verificados no anno, sendo : 637SOOO

Terrestres, pagos .

551 ;95d5659

de Vida, a pagar

10 :000§000

in2;592$659

Reservas Technicas (de seguros de vida):

verificado no (138 ;755Ç025),

da

accção

ros

de

marítimos

e

terrestres

da, secçâo de seguros de vida

43;735$812)

to em 1922

Art. 30 dos^ Estatutos — 12 % s/ 128 ;755$025

Imposto da porcentagem: a pagar

Desses lucros. de<luzido o ílividemlo na razão

941S994

íle lõ %, ou então irbõ :000!i;ü00, pagos os impostos e pewentagem dos operários, levou-se o mais aos

fundos cia (Vimpaniila para refov(:al-os." • São as emprczas do genero da "Santanense" 15 :4508500 8378000

que devem ser pxhil)idas conu» modelo, senão uo vulto do .seu activo e dos seus negocies, pela pro

240:0008000 13:O0ü$000

rada.

100 10008000

trll)uithi pelos operários, foi de 13:2S0$43O.

Dividendos: 32.° e 83.0, de 12 % anno . . .

Imposto dos Dividendos: do 32.o e 3 Reserva e.special para os riscos vigor Saldo que j)assri para 1923

bidade, zelo e techniea da especialidade explo

A gerencia da "Santanense" está entregue ao Rs

1.734:4678705

Muve"s & utensílios Senioventes

G4:767$r>40 8;100$Ü00

Matéria prima Aci,'õej4 ciHiciuuadas

807:807$650 8'.OüOÇOOO

Caixa

3;ÜG4$470

Diversas coutas

577 :523$õOÜ

slngulannento

os

títulos — Diversas

contas — o — Contas Correntes —; mas, somiiiando-se mmis o outras, ver-se-á que o saldo a ])er;inte os grandes vnlore.s sociaes.

O dividendo distriiiuido foi cie 10 % (réis lOOiÜOOÇOOO) sohre o capital realizado.

COMMENDADOR LUIZ FRANCISCO MOREIRA Xns primeiros dias ileste mez finou-se esta

grande figura conmierei.al, que todoi^. queiãam e prezavam, pelos .seus dotes de caracter e primo rosa bondade.

Foi por muitos iinmís socio e chefe da firma

Feniandes. Jloreiva & Coinp., da rmi do Mercado, de que ainda era cominunditario e tnzla parte do Conselho Fiscal da oouipaidiia do seguros "União Conimercial dos ^ aregistas".

O oommendador Luiz Moreira era um cathoUeo praticante e morreu uo selo da Igreja Catholica. Paz á sua alma.

J. O. Bodriguea, Contador.

"— Apraz-nos

declarar que os

oiierarlos

seu antigo funccionario guarda-livros sr. Juvenal

da companhia tém <^oi'i*espondido a es,9a boa von

Autonio Pereira

tade para com elles, pois procuram desempenhar com Zelo e assiduidade as suas obrigações, facto

e ao sr. J. lama

Guimarães;

referindo-se aos seus ausüiares, diz o presidente üa companhia:

S. E. ou O. S. Paulo, .31 de Dezembro de 1922.

250 :0Ü0$00Ü 285 :TS2$270

A parte dos lucros da companhia a ser dis-

119 :961817G 734 :4678706

4r)G:64õ$-i20

liiminveis ; Macliinas i.N: InstalUições

favor do passivo é de 278:G4G$740, insiguificauto se

17 :0048000

Porcentagem da Directoria:

a 2.-l()l :(í0ü:?S50, como segue; Contas eoiTente.s

lumam-se

balanço. Fundo de reser\'a: 20 % s/ 85 :019?213 Sobras (de seguros de vida): augmen

(I capital díi ("ompaiihia "Santelmo" é, reali

liio!'ar a.s condições fiiiaueeiras e econômicas. .\'ao temos dividas perdidas: temos fundos supeidores a 200:000íi:000, nmchinisuios e propriedades an-

rior a 4$00n, quando JA custava 6$000 mais ou 'heims o k'lo. Os tecidos foram vendidos em Ja neiro eoin mais de õ0;0{Kl$000 acima do preço de

S5:019$213

diletos.

Algneni qne tenha folheado o relatório em

em 281:311.Í3581. Releva notar que o algodão em >'ama existente entrou eiii balanço por pre<:o infe

segu

muito o primeiro logar. ontr:indo ims moutras de todas :is grandes casas pcrfumistas, o que quer

questão notará que no activo e uo passivo avo

lanço. elevaudo-se a 281:311$õ81; "Os do anno apuimdos ein balanço importam

sendo:

Companhia

centagem dos operários, foi empregado em me-

inaiiifeata, tratando dos lucros verificados uo ba (Lucro anno

ramo — Perfumarias — a

•líü.l ;0ü0$0(i0. O restante, pagos os impostos, e per-

guieiitados e melhorados." • E' ainda o mesmo direotor quem assim

18 :888S850

augmento em^ 1922

mentemente, dispomos de recursos monetários su reu a seguinte orinetíiçâí); nos tres últimos aniios

2 :226?000

Marítimos, pagos . ,

Tratando do "Estado financeiro" da compa

periores a jOO :(i00!í;000. para o tiiie muito concor-

Abatimentos em Moveis, Bemfeitorias

Xo

"Sautolmo". Ilida su.-i grande prítducçào e superioi-idade dos artigos imiiuiíacturados, galgou de

zado, de 1.dOü :00d.i50Ü(i. ascendendo o seu activo

clc. José Gonçalves de Souza: "E' imiito hom e nem podia deixar de o «ec, cm vista das medidas postas em pratica. Pre

98 :439$G45

valor, em que .i:i é fértil este grande empnrio in dustrial e coiimieivial que é o Rio de Janeiro.

nm ioihllc e o trazem cheio dos melhores pre

nhia. assim se expressa o seu eminente presidente,

zembro de 1921...

ao

1.(3-14:8nü.N:õ00. havendo uui passivo exigivel de

fui dtí lõ %. livre de imposto. 1.356:0288060

Saldo em 31 de De

Resgate e liquidação de Apólices de seguros de vida, accumulações participações annuaes pagas

13:1608300

relatório dest:i comi):inhia, referente

dizer entrou no cmisumo de todos quantos usam

dos na importaiieia de R-U!:l)7ã!?õlü. O dividendo de

169:010$G50

recebidos ..

o

exercício de 1922, conforme o vimos publicado, tr:»z-nc)s o conheciiueuto de uma empreza de grande

fabrica: mas o activo da (•omp:inliia ascende a •"17 :(ir>d$ll<). inclnind<i-se neste numero dividen

Salvados

55 ;52G$804 1:202$3S2

63 :119?10.0

Juros,- dividendos e impressos

24 :637$322

Imposto de Fiscalização-:

de seguros de fogo ...

C) eaiTral i-ealizado ila "Saiitanense' (- ilo tino contos, (]ue deve ser considerado Insiguifi'ainte p:iva ;niipar:ir a expaiisao cpie tem tido a

seguros

marítimos e terres

Impostos diversos, da séde e das Agen

cias

de

GOMPANaíi FAB81CADE SABINETES "SANTELMO'

este Que assignalamos com muita satisfação."


Um grande incêndio em S. Paulo

COMPANHIAS BRASILEIRAS DE SEGUROS

AGOSTINHO TEIXEIRA DE NOVAES

Em 16 de Março proximo passado manifestou-

Encontra-se inteiramente restabelecido de in-

se um violento incêndio nu Fabrica de Oleados SSo

commodos de saúde que o accommetteram, este

Jorge, de propriedade dos srs. Azevedo Ferreira

33

JORNAL DE SEGUROS

JORNAL DE ,SEGUROS

30

distincto director

da

Companhia

de

SEGUROS MARITI5IOS E TERRESTRES

Seguros

& Comp., situada â rua Visconde de Abaeté ns. 13 e lõ. que destruiu em grande parte o estabeleci

"União Commercial dos Varejistas", a quem, por

mento, do qual eram seguradoras as companhias

esse facto, aqui apresentamos os nossos melhores

"Paulista" e "Segurança Industrial" pela impor

cumprimentos.

Valor da acçáo Séde

NOME

Nom.

tância de Rs. 120:000$000. Por vistoria ainignvel

Realiaado

Ultima

Divi

venda

dendo

realizada entre seguradores e segurados foi arbi

trado o valor dos prejuízos ein Rs. 75:000$000,

Anglo-Sul-Americana

quantia

Argus Fluminense

dado.

esta -

pela

qual

o

sinistro

foi

liqui

,

80$

280$

700$

700$

1:750$

4$600 55$000

100$

60$

• 200$

200$

30$ 160$

31000 lOfOOO

•»

1:000$

300$

250$

10$00G

■■

200$

80$

95$

4$000

11

200$

70$

70$

3$000

■■

Os incêndios occorridbs em Abril, Indemhisadora

nesta capital o Corpo de Bombeiros forneceu-nos a seguinte

'

o mez findo, nesta capital: Incêndios médios

.

500$

200$

$

$

200$

50$

50$

3$000

200$ 100$

80$ 60$

100$

9$600 $

1:000$ 1:000$

1:000$

1:621$

40$000

600$

$

50$000

200$

100$

$

100$

100$

180$

6$000

200$

200$

400$

12$000

100$

40$

$

Bahia

2:000$

2:000$

4:000$

Pará

500$

500$

$

$

$

$

$ $

200$

80$

S

$

$

$

$

$

200$

200$

$

$

100$

100$

$

$

$ 200$

$ 40$

$

$

$•

4$800

1:000$

800$

$

$

$

$

1:ÜUU$

1:000$

$ 1 :OÜO$

l>

discriminação dos soccorros que prestou, durante

M

Lloyrt Sul-Americano

"

i

>»

I>equeiios ..... insignificantes

"

200$

"

>•

Confiança

"

Rio

V. .

Nacional de Seguro-Mutuo

40 %

ff

Previdente

em automóveis

Desabamentos

'

.

Suniina

í

10

E.stnbelecinientos commercines

5

Prédios oceiipados pelo governo, soe. etc

2

Residências particulares

7

Em

3 2

automóveis

Diversos

vStCllil

r.nc.-ie.s em que foram prestados;

Urania

"

.Miiança da Bahia Alliança

10

Süuiiua

Fuligem em

cliamiués ..

Americana

S. Paulo

3

Ampliytrite

Recife

3

Brasileira

Curto-circuito

2

Ignorados

O

A' VENDA

de

Seguros

S. Paulo

. . .... . .

Pará

Esperança

Maranhão w. Recife

■u

2196

(Rede particular

ACCEITA seguros™ 05

AHOOtMTOB

ligando dependências)

.. . . .

Interesse Publico

Bahia

,•. . . .

leia

Hecire,

,

.

T^loyd Paraense

Pará

lÚ •!' UibOIlBO

Maranhão

PfiuUsta de ScgurOB

S. Paulo

-

%

$

200$000

$ 80$000

$

$

$

?

200$

80$

$

2$40Ü

100$

100$

$

$

$ $

$ $

. , ,

200$

200$

400$

$

■ ■ $

$

$

200$

$ 55$

$

$

. . . . . .

Paraense

Pará

Poiotcnse

T^elótas

Pfirto-Alegrcnae

P. Alegre

. ,

f

$

$

$

Rlo-Críindmise

11. CiMiidc

.

500$

21)0$

$

$

Sintista

S ihtba

$

P. Alegre .

$ 80$

$

Sul-Brasll

$ 200$

$

$

? 200$

$

$

$

. .

100$

$

$

, ...

200$

80$

$

$

TranquiUidade

Capital realísado — Rs. I.C0C:00C$000

.

M

InflemniBiidova

N O irr E

, . .

Commercial

Fénix (Pheiiix Pern-unbncairi) .

10

T E L E l> H o N K

. . .

P. Alegre . .

EM TODAS AS BOAS CASAS Stimma

•.

Amazônia

Causas dos sinistros:

Explosões

35$

. .. .

1

.

.

. . . .

S, Paulo , . .

l'nião

P. Alegre

União Fluminense

Campos


32

JORNAL DE SEfíURO.S

(T COMPANHIAS BRASIL^EIRAS DE SEGUROS

StiROSMAmiHOs

SEGUIÍOS DE VIDA E ACCIDJLNTES DE TRABALHO

Valor da acção

S. Paulo .

Cruzeiro do Sul

Equitativa dos Estados Unidos do Brasil,..

II

Lloyd Industrial Sul-Americano

II

Divi

Realísado

venda

dendo

200$

200$

$

$

Mundial

•>

. .

200.$

100$

$

$

200.$

200$

í

?

$

Mutua

„■

Metropolitana

S. Paulo

Dltiiua

Nom.

Séde

NOME

200$

50$

$

$ 3$000

3! -100$

$ 40$

$ $

$ $ í

200$

200$

$

P. Alegre

. .

?

$

$

$

S. Paulo

. . .

? 1:000$

$ 600$

$ $

$ 18$000

100$

100$

$

$

100$

100$

Sul-America Tranquillidade

S. Paulo

Véra-Cruz

Bahia

1

H

End. Telegraphico "Segurança"

$

. .

tategràliu«l<>

1.000:000$000

ApoUces Feaeraes Deposití» no Xhesouro Federal. . .

5

1.500:000^000 a00:000$000

Fundo de reserva

COMPANHIAS DE SEGUROS ESTRANGEIRAS NO BRASIL

'''""''noite

531:178$700

SEGUROS IMARITIHOS E TERRESTRES

Séde

NOME

. '

Aachen & Muuich

Aachen

Adamastor

Lisboa

Albingia

Hamburgo

. .

Londres

Alliance Assurances

. . . ...

Paris

Générales

Atlas

Reservas

Rua de S. Pedro, 33-Sob

Sinistres pagos 1922

1.500:000$

626:00§$281

248:S94$600

ESQUINA DA RÜA DA CANDELÁRIA

1.000:000$

104:591$668-

_—

BIO DE JANEIRO

1.500:000$

1S4:455$044

1S4:455$044

7.50:000$

567:793$9íi0

422:051$21ü

1.000:000$

21:232$880

108:S0O$400

48:000$

69;309$920

i Londres

... .

B. Aires

.. , .

Londres

. . . .

Home

N.

York

. . . .

London Assurance Corporation

Commevcial Union

Fénix

Gapítat

Sul-Americano

,

Guardian

650:000$

600:000$

Hansa

Londres

.. . .

Londou & Lancashíre

Londres

. . . . .

Liverpool & London & Globe

Londres

.

Manheim Motor UntOD

Manheim

Niagara Pire

N. York

42:739$378

53:144$87Ü

British

1..5nu;000$-''

17n:709$58Ü

£ 717.430.0.0 £ 6.249.800.18.6

,

1.000:000$

555.085$730 —

2.006:59.$$

205;612$342

506;530$110'

Londres

1.500:000$

735;3S2$730

691,355$048

Preussische National

Royal Royal

ESTABELECIDA EM 1821

PERRO DO BRASIL

1.686:5SS$770,

tapltal sglisiriptc . . . lili. Eit. '2.ooe.aDi

TAXAS

[apitai lealitalo . . .

REDUZIDAS

545:528$720

PAGáUENTO

^^Ij.l.000:|101lj000

. . . .

Exchange

Sagres

Lisboa

Union

Paris

World Auxiliafe Insurance Corporation

Londres . . . . .

Yorkshire

Londres

750:000$

2õ0:234$271

1.000:000$

387:4581499

917:799$678

New York Life Insurance Co ...

Séde

1.oío.ibí

Brazilian Warrant Companj Limitad (AGENTES)

DEPOSITO NO THE-

avenida rio branco, 9-2."

SOURO 200:000$000

SALA 274

....

RIO DE JANEIRO

--

$ 29:41S$700

1.000:000$

SÉDE

1:310$200

Uaixa Postal 779

RUA DO ROSÁRIO N. 60

SEGUROS dí: vida

NOME

" "

Uíllíl

PROMPTO 700:000$

Lisboa

(Quardiao Assunice C.*^ Ld. ils UndrBs)

SEGUROS marítimos E POR TODAS AS ESTRADAS DE

Northern Portugal e Ultramar

"A GUARDIAN"

coosepoclas

_

North América North

SEGUROS CONTRA FOGO

Snos terrnti» tontra os liscosile fODO. coito [IrcQilo. raio o soas

Capital Mutua

Reservas

12.792;866$106

Ttlepbau lioite 602]

Sinistros pagos 1922

RIO DE JANEIRO

979:894$9S0

1*

h,^

Teleplione Norte 5401

JOSÉ LAMPREIA


■ ■ ' üudulflll^UU '"scciiiEJii íe Ciiiiiiiiiiiíiíar de Seipifiis Junho de 1923

%.%o Sraxvco, 93 a 91

N. 6

SEGUROS /Revista de Seguros, Confimercio e Estatisticl f9|-IBI.IOAÇAO n/IBIMSiXI-

ã

©itectòt;:

01-14.

3ci. ^OCptCI•^odaccpap

Secttíatio: 0Cc'CoOW So^ta Administração :

Rua-IS/Iarôchal F"loriano^R©lxo-to, 225—^sob. TEL. 68Í0 NORTE

■■■ ■/

RIO DB UAMEIRO

,

»

.

S U M M A R I O: Gnlrrln do Sesnro — Octavio Ferreira Noval. I'rof, «•onim. J. SLmno dn CoKtii. Itofsiiiunien.to da Industria de setsuroN no BrnHlI.

0 prolilcma da lialtitnrvSd —

SiitiHo da Costa.

"Alilnnçn da Dnhia'» "versun" l>lpya Bmatlelro.

ARTIGOS PARA HOMENS

*'orto xXIof^e Sloloeli! 1 nííi eHtninhii ovunoinlu. ^ "Sul Ajnerlen".

■ ■■ '

^

=

CAIXA POSTAL : N. 7Ô9:

Mattos Areosa

Ej^D. TE-

S

Umn ncção eiu Julso contra tt "Cruzeiro do SnP'.

••«"«f' Mnrln Souza Teixeira.

Companhia de seguros "Coinmerclnl do Parft".

4liiia eonKulta. AsHoelncdo dou Bmprcgndos oin Segnros no Brasil. O Incêndio do Q.nnrtclrno dn !Ooen, cm Porto Alcgrrc.

LEGR:.

^

A50ERA

=

í*rpmloH de sc^nros. Os inccndios oceorridos em maio, nesta capital. G S. T. F. ileelAe umn nntls" QuestAo dc sesníro;

In "»pectorlji de

Assoeiaçnò de Companhias dc Seguros. Para aue a "Xew-York Ltfe" lhe pague o seguro.

Octaxio Ferreira Noxnl.

"Formulários Jnclntho",

=

Industria dc scsnros no Brnsll. A' prnça. Banco Allemão Trnnsatlnntlco.

Companhias'de seguros — Balanços de 1922.

A. •♦StoJln" fnaiii^nru - nina anocnraal.

i.°—

IteifiiIninenTo para a exploração e ÍIscallzaçfio da

Scigaros

Expediente.

Assistência da Colonla Portugucza do OrpliAos dn Guerra,

Brnsll

aos

O incêndio dn "General Eletcic','.

O Asylo Isnbel e os ^cgiiros. Conselho Nacional do Trabalho.

Os incêndios em Porto Alegre.

ínCormnçSes sobre as companhias de seguros na. cionnes e estrangeiras.

AG E ISIT ES

Rua Guilherme Moreira, 42

S. Paulo — João Oliver Ferreira

MHNÂOS

g CODIGOS USADOS : Ribeiro, Wesbern Unioia, A' B. C. (5? edição) S

e A. B. C.

edição melhorada.

Florianopoíis — F. C. da Fonseca Lobo

= ^

g GonimissOes, CoQsigoagões, Agencias, Repcesentações a Conta Própria M g AGENTES DAS SEGUINTES COMPANHIAS DE SEGUROS : M =

"Altiança da Bahia", Ltaso-BfasileiPà

M

g

"Sagpes" e "Intepesse Publico"

M

=

COMMISSAUIO DE AVARIAS de vaiias companhias de seffuros

S

Porto Alegre—F. Betencourt Mendonça. Bahia — Companhia Luzo-Brasileira Recife — Albert Cerf

Bello Horizonte

Acceita representações de casas e fabricas nacionacs e estrangeiras Composta « Impressa sa Empresa Industrial Editora "O Norte" — Av. Mem de S&. 67 e 78

=

Jorge L. Davis

Pará — J. R. da Silva Fontes & Comp.

Lisboa — Arthur Rodrigues — Çrata, 108 Porto — M. Martins & Comp. Funchal — Dr. Adolpho Brazão Ponta-Delgada — Soares & Santos Ilha Terceira — M. Vieira da Silva

Madrid — D. Angel G. de Ia Serna — Fuencarral, 26 ,

Barcelona — Carrera y Hijo—Estúdios 17

^- 1 PREÇOS DOS ANNUNCIOS

ASSIGNATURÀS

Drasll

ISÍOOO

Estrangeiro

25?00Q

Numero avulso

:

2$000

A asslgnâtura ê sempre aimual, podendo oomeçar

=

PORTUGAL E HESPANHA

BRASIL:

em

qualquer

mez.

Pagina inteira . Meia pagina Quarto de pagina •. Oitavo de pagina

80$000 451000 25?000 151000

/

Bônus ás publicações anuuaes, 10 % Inserções no texto,

^

conforme

A'

convenção.

'

Toda a correspondência deve ser dirigida para a rua Marechal Floriano Peixoto 225, sob. ou para a rua Gonçalves Crespo, 17 Não se restituem orlginaes

n


J

A

Jornal de Seguros

mPAMm

ERRESTRES íiSiimiiimm

^oemoRiodeJaneiro e, Rue f^aieiro de

í\nno 1

ACEMCtAS tM

- e Estai.istiea =—

Publicação pensai Secretario — Nclaon Costa.

/to /lO.

N. (5

JUNHO OE 1923 i

[ -G A ü E RIR DO SEGURO

e SANTOS

.r

r

V-

OÍTAVIO FKUKEIRA XOYAL elle achou facil e optima collocação ua “União

O nosso retratado de hoje, sendo dos mais

Commercial dos

novos, é laml)em das mais attrahentes e presti giosas figuras do nosso actual mundo de sena

“Mercúrio”,

empreza

que

Varegistas”.

O fallecido visconde de S. João da ^ladeira, com os seus collegas de direcção da “Varegis-

guros.

Foi

tas",

passou

Agostinho Teixeira de Novaes e J. L. Go-

mes Braga Assumpção, jamais tiveram um mo

‘●omo um meteóro no numero das companhias de

mento de arrependimento com a acquisiçâo do

seguros entre lí)Ul e 190S, que Noval, ainda

seu novo auxiliar. Os serviços de Noval dentro da “Varegisrecommendaram-se por tal forma que a tas”

adolescente, pois nasceu em 17 de julho de 1S91,

l)reve trecho se tornara de facto a pessoa hulispensavel nos planos e desenvolvimento expansionista da companhia; e havendo enfermado o seu presidente, viu o antigo auxiliar da “Mercurio” indicado o seu nome para a vaga daquelle pranteado titular, e os accionistas sanccionarem com enthusiasmo a sua eleição para director da prospera e conceituada “Varegistas”.

V5^Q A

(’aju'fal

2.5oo:ooo$ooo

Resprva le^^ai. .

S

T

2l9;ooo$ooo

Galgada a excellente posição que vem desde então occupando, o nosso retratado não es-

V

Ontras reserva.s

K7oo:385$6oo

4.568:538$ooo

Deposito no Thesoiiro iVadonal

Sinistros pa^’os

moreceu

ros

Immoveis e apólices de sna propriedade e outros valores..

$

-

se

em

deixou descansar sobre os louvirtude do que teve a “\are-

angmentadas sempre as suas receitas de seguros; e para logo também a actividade do

12.316:426$8oo

Dividendos e bonus distribuidos

nem

colhidos,

gistas”

9

2oo:ooo$ooo

novo director se irradiou em serviços de ordem geral á industria e cominercio de seguros, quer fazendo parte da primeira directoria da Asso-

'

ciaçao de Companhias de Seguros, quer confec-

cioiiando com Carl Metz e Humberto Taborda, diversos trabalhos sobre tabellamento de segu^

6.54o:oo'o$!ooo

ros, do maior valor e operosidade. TAXAS

IVIODICAS

Muito é de esperar ainda sobre a carreira

9

deste segurador, cujo passado de lutas e de successos

Octavio

DIRECTORIA

Dr. João Hlves Hffonso Junior,

r--'

José Carlos Neves Gonzaga,

PRESIDENTE.

I

DIRECTOR.

Na

‘Mercúrio”

trabalhava-se

a

com

O

valer

e

e se desenvolvia intellectualmente esta difficil matéria dos segin’os, e também

se

estudava

por

forma

tal

que,

quando

essa empi”62a

foi levada ao fracasso pela ganancia e pouca A

>*

'-V ●

í' ^

ainda estão longe do seu termo.

Noval, neste sentido, pode ser apontado 0 chefe da nova geração que para ahi está. destinada a mudar de “fond en comble”, os methodos archaicos e cheios de empirismo e como

fez as suas primeiras armas, servindo pessoal daquella companhia.

tou

J. M. CARVALHO & COMP.

.

K

terrcira

foi neste ambiente propicio que Noval se habili-

Agencia em S. Paulo — Rua do Rosário n? 11, 1? andar

.

■.A

: B

'í'

PAULO

< EOlFiCIO PROPgJÜJ;

.Vi/«cs da

1 )iroctor

Revista de Seíruros, Commereio

boa fp de um grupo de seus accionistas, logo

rotina

em

que ainda se encontra a industria e

O commercio de seguros no Brasil,

homem particular Octavio Noval tem de caracter que nos desvanecemos em primores mencionar, tal é, por exemplo, a de chefe de Como

familia, que

o é affectivo, disciplinado e amo-

ravel, podendo ser neste sentido igualhdo mas


JORNAL DE SEGUROS

JORNAL DE SEGUROS

O PROBLEMA DAS HABITAÇÕES

Professor commendador José Simão da Costa A morte veiu ferir em cheio o "Jornal de

devem lembrar-se que essa experiência deu o

Seguros", levando-nos este nosso companheiro

melhor resultado, executada que foi num trecho

CO/WO RESOLVEL-a ções sufficientes para abrigar a população que

de trabalho; em um quarto particular da Socie

do maior movimento commercial, — a rua de

dade Portuguesa de Beneficência falleceu a 10

S. Pedro, quarteirão entre as ruas Quitanda e

Não acreditamos que haja no Rio de Ja neiro uma única pessoa, quer pertencente á

do corrente, victima''de uma trombose cerebral,

Ourives.

mais elevada, quer á mais modesta classe social,

te, nas condições exigidas pelos indispensáveis

que não tenha plena consciência da crise de ha bitações que tanto está affligindo e constrangindo a população carioca, especialmente ás fa

preceitos da hygiene moderna. Isto sem falar

repetida, o homem culto e superior que em vida

Como todos os grandes iniciadores, desta

do pavimento de asphalto Simão da Costa ape

se chamou José Simão da Costa.

nas colheu semsaborias sem conta e soffreu a

perda quasi total da sua modesta fortuna. De alguns annos a esta parte o nosso com panheiro largára quasi absolutamente a activi-

mílias de poucos recursos financeiros. As habitações convencionalmente chama

agricultura brasileira, e neste departamento os

de valor approximado de cem contos de réis, ou

também pôde ser resolvido, e talvez com maiores

pagar alugueis de rs. 500?000 mensaes, para

vantagens para os poderes municipaes, por ou

elle escreveu, as conferências que realizou em

cima, tem casas de sobra a escolher nos melho

tra forma: pelo alteamento das casas baixas.

Belém do Pará e nesta capital,daria tudo para fa

res bairros. A falta, porém, que cada vez se

zer a reputação de meia dúzia de especialistas. Os assumptos de economia política, sob o ponto de vista commercial, mereciam-lhe grande

torna mais sensível, é a de casas pequenas para

attenção, e conhecia e estava ao facto de todo o

sebres de todos os tamanhos e feltios, servin-

movimento operado neste sentido no Brasil, Es

do-se de qualquer material, sem a menor pre-

famílias modestas. As classes Ínfimas, essas vão se "empoleirando'' nos morros, levantando ca

se tornou mais preciosa.

-

Nascido no Funchal, ilha da Madeira, ahí

Ao seu funeral que revestiu a maior impo

®iir ao abrigo das intempéries. Esta situação Vem de longe e aggrava-se dia a dia. De facto,

fez a sua educação humanista, transferindo-se mais tarde, para a Inglaterra onde tirou o curso

nência compareceram commlssões representando

^ população inteira, com a imprensa á frente,

o Club de Engenharia, o Congresso Internacio nal de Engenharia, o Congresso Perro Viário

lidade no governo e fóra delle, clamam, inter

--

hcerescida dos estadistas de maior responsabi

mente a exeiiier estas funcções na "Garantia da

Sul-Americano, o Rotary Club, e entre outras

mitentemente contra a falta de habitações.

Amazônia", quando esta empreza attlnglu o

pessoas notamos o representante do dr. Miguel

Tem-se legislado a esmo com o fim de remediar

fastlgio da sua expansão, havendo abandonado este cargo quando viu postos de lado os alvltres que suggeriu para livrar esta sociedade do de

Calmon, que mandou uma riquíssima corôa fu nerária, e os srs. visconde de Moraes, Pereira

®8Se mal e ha cinco annoB que não passamos

Lima, José Carlos, Francisco de Góes, Antonlo

Em face dessa crise aguda que se accentúa

Olyntho, Conrado Nlemeyer, Getulio das Neves, B. de Carvalho, F. de Miranda, E. Telles Rudge,

cos. pelo menos, não deviam cruzar os braços.

disto e o mal não encontra remedio. HsaustadoramentG, parece que os poderes públi

sou a terceiros, chamado que foi ao Pará por

seria* de bôa política que os poderes públicos

negoclos commerciaes da maior importância.

Cabral, Alberto Teixeira, 'Wladimir Alves de

mànifestassem, pelo menos, o desejo de legis

Poi Simão da Costa quem aqui no Rio rea

Souza, pelo dr. Antonlo Augusto Alves de Souza,

lizou a primeira experiência do pavimento de

Antonio Silva por si e representando Oliveira

asphalto, que hoje se vê nas nossas principaes

Neves & c., de S. Luiz do Maranhão; Manoel

ruas e avenidas; todos que têm comsigo meia

Machado, por Sotto Maior & C. e este jornal, na

dúzia de iustros em annos de vida nesta capital,

pessoa do seu director.

lar da forma que melhor colimasse o fim vi sado, isto é, a conetrucção de grande numero de novas casas e revelassem o intuito de ampa

baixezas

que nodoam e envergonham.

forte

individualidade cuja effigie nos honramos em estampar.

contram incentivo nas meias medidas com que lhes acenam.

desta publicação a importante lei que rege as transaeções de seguros em nosso paiz.

tência, é forçoso reconhecer que ainda não se promoveram os meios legaes que incutissem no

animo dos proprietários a confiança precisa para emprehendimentò

de

tanto

vulto. E estamos

convencidos de que esses proprietários não hesi

tariam por mais tempo, se porventura lhes fos sem garantidas certas isenções. E sobretudo, se os poderes públicos tomassem parte activa na

propaganda que a bem desse movimento deve' ser feita.

Quanto As isenções, em nosso entender, de veriam ser as seguintes:

1.°

Isenção de taxas de toda e qualquer espe-

üie de licenças para construcçâo, ou qual quer pnus decorrente das formalidades ne

cessárias para a approvação das plantas para o alteamento de casas dentro de cer tos perímetros;

2."

garantia de que o expediente para a ap provação de plantas não excederá de 10

dias, podendo as obras ser iniciadas sem

multa se a approvação demorar mais desse

meiros números começamos agora a publicar o

Terão assim os nossos leitores nas paginas

vitre não é novo;"e muito embora tenha sido

suggerido por profissionaes da maxima compe

período;

falta o capital; e os que possuem este não en

creto n.'' 14.593, de 31 de dezembro de 1921).

característicos desta

de

a referida crise.

Conforme promettemos num dos nossos pri

resumo, os traços

proprietários

andares, em certas e determinadas zonas ur

rar, pelos meios ao seu alcance, todas as inicia

REGULAMENTO DA INDUSTRIA DE SEGUROS NO BRASIL

regulamento para a exploração e fiscalização da industria de seguros no Brasil, conforme o de

os

tivas que de alguma forma pudessem conjurar se têm deixado seduzir pela perspectiva da execução de planos sumptuarios para o que lhes

Profissional distincto, homem honrado, chefe de família e amigo exemplar, taes são, em

induzir

banas e suburbanas? Parece-me que sim. O al-

Para alugar com dinheiro do Thesouro.. Mas

Mas os poderes públicos até este momento delicado, incapaz de servilismos ou

Poder-se-ha

casas baixas a eleval-as de dois, tres ou mais

Não se pôde esperar também que se façam casas

César Pereira Cardoso e senhora, Joaquim Bertino, M. F. Sá Antunes, João Tellea Rudge, An tônio Marques da Costa, H. H. Lichwardt, João

não excedido; e para seus amigos é serviçal e

Mas no caso do Rio de Janeiro o problema

seus trabalhos revestiram o maior valor. O que

sumptos que a sua collaboração nesta revista

cano'', que alcançou grande êxito, mas que pas

ria outra solução, senão a de se "construírem novas habitações".

occupaçâo sanltaria, hygienica ou de conforto,

Ainda em seguros coube-lhe dirigir nesta capital até 1907 a Companhia "Lloyd Ameri

E só ha uma única forma de resolver esse

problema: o proprio m. de La Falisse não acha

dades dos seguros, dedicando-se ao estudo da

sem agua nem luz, comtanto que consigam dor-

sastre em que foi colhida.

no augmento continuo dessa população.

das "casas de famílias de tratamento", não fal tam. Quem possua meios para comprar casas

tados Unidos e -Europa. Foi versando estes as

acturial de seguros de vida, vindo posterior

para aqui afíluiu, commoda e confortavelmen-

No emtanto, o problema máximo que nos

enfrenta é pura e simplesmente o seguinte: não

ha no Rio de Janeiro, neste momento, habita

3."

garantia de que as actuaes taxas munici paes e impostos de qualquer eapecle não

serão elevados e continuarão a ser os que ora pagam os prédios a serem modificados, como foram decretados para o anno cor rente, prorogando a concessão pelo perío do de 15 annos.

Estas concessâes e garantias poderão ser outorgadas a quem as requerer durante o pe-


.JORNAL DE SEGUROS

JORNAL DE SEGUROS

"Allkça ia BaMa" 'tersus"

iiEiií «iioim^

Compaiiliia ie lavegação Lloyi Brasileiro

logar (lesta folha inserimos um

termedio do organismo á sua disp

da Associação de Companhias de

a Associação, tratar de melhorar as

é

do conhecimento é que cabe apresental-o para

eommubí'^^ pre incêndios em Porto Alegre, de-

quer para a Capital Federal, que^

uso

União.

VOLUMES DE CARGA VIOLADOS Sentença do Juizo Federal, l' Vara, em

provar que em virtude de clausula nelie contida

Seguros.

"Acção ordinária — Companhia "Alliança

esta isenta de qualquer responsabilidade pelos

da Bahia" Autora- Companhia de Navegação

factos reclamados. A applicação em casos como

moustrí^^'^^-e entregou em prêmios ás compario-gran'^^'^<niros 11.007:298$000 e recebeu cles-

Lloyd Brasileir<^ Recorrida. — Indefiro a re tou documentos em virtude dos quaes não é li

os de que trata a presente acção do invocado art. 589 do Codigo Commercial, não se tratando de acções para as quaes, como ficou dito, o co

cito duvidar do embarque em diversos vapores

nhecimento original é indispensável, sem se at-

nhias d® tas, em isto é, receita

da ré das mercadorias cujas faltas reclamam

tender á circumstancia referida de dever o mes

paço de

por meio da presente acção ordinária e da sua qualidade para estar em Juizo comó cessionária

mo documento estar em

28 de Maio de 1923.

querida absolvição da instância. A .autora jun

dos direitos dos seus segurados, donos e" consi-

gnatarios das mesmas mercadorias. Quanto á allegada falta da apresentação do conhecimento original do embarque ella não pôde dar logar a

que seja decretada ã medida requerida e não devia ser allegada pela ré que delle deve estar

de posse, porquanto não se trata de acção decendiaria, ou executiva para a cobrança de fre tes de navios, para a propositura das quaes, como titulo que possa autorizar que ellas sejam

.5

que de 1911 a 1921 a capital sul-

de sinistros 11.364:569$000, havendo absorvido e excedido a bos prêmios arrecadados, no esüpnos. apavorante e bem se pôde consi cíO

poder da ré, traria

o ^

^ cidade Moloch, com o veu-

como conseqüência a irresponsabilidade delia, mesmo quando provados os factos allegados,

tre seiof^® ge R"*® compare, na porção de incen-

em desaccôrdb com o principio estabelecido de

Unlão

que as companhias de transporte de mercado rias são obrigadas a indemnizar o desapparecimento dos volumes que lhes são entregues para

derar

chammas, não havendo outra na

todos os annos, iium medonho

dios a f^'^gscendente, consumindo valores foralgarisbi^ midavei®

transportar, emquanto estão elles sob a suã

nliiaa

guarda, obrigação esta que começa desde o re-

zeiro, e

bimento delles e continua até a entrega no lo

casas e fazendas, que ás compa®

fugir da cidade-bra-

particulares arruina, porque muitos foram cobertos pelos seguros,

dos preí'^ ^^^gi-eiro deste anno, referimos, ao EPi

gar convencionado, ou que estiver em uso no

iuglezas de seguros no

toda

a

Neste ponto de serem melhoi

o que implica a unificação destag

taxas,

solveram prevenir-se dos botes de

que re-

com certa malícia, á fabula dos ^.^^^'^CQri.e-nos que os dizimava Impiedosameiite; ^ "^^rto gato, conselho, ahi adoptaram o alvitj.^ durar no pescoço do biehano urnq

se pen-

aviso, que os poria a salvo do seq . bainha de

-O àlvitre da-campainha

^^itqigo.

bem aceite, mas é conhecido qq^^^^dade foi tratou de dar-lhe execução todos

^hqndo se

toes e ratazanas se foram retlrqqq

^atos, ra-

acabando a debandada na prop^j^^ % recinto, ficada, aliás, na pessoa do seq

sacri-

dente, que mais gordo e adiantqq

presi-

não poude aliar-se tão ligeiro

^tq annos,

e cahiu nas unhas do Romão ratiçjjj^ bs demais

porto de descarga, salvo tendo havido a prova

Iratar

3.9I2 a 1921, que estas emprezas ha-

Drasil,

documento, e porque tratando-se no caso de fal

de ter occorrido algum caso de força maior ou

■à.o njn total de prêmios na importan-

a este caso das dlfflculdades erq

a-pplicação

viam

33.22S:314$000, tendo no mesmo

tas encontradas em alguns volumes depois da

algum caso fortuito. Quanto ás demais allega-

cia liqiU^^^ggDibolsado em sinistros 33.902:319$,

mente vivem as companhias de

continua-

portanto ^|35$000.

diar semelhante situação em qq^

reme-

réis

prodiízindò algum trabalho de

^^bommodar

esse que para ahi está, que é q

"^btro senão

propostas, é\ indispensável a exhibiçâo de tal

descarga e sendo esta sempre feita mediante a

ções ellas constituem

matéria de

defesa

que

entrega á ré do referido documento a .autora

deve ser apresentada em occasião opportuna pa

não podia juntal-o. A' ré que deve estar de posse

ra ser devidamente apreciada."

período '^^gudo tido um prejuízo verificado de informações approximam-se entre

AS riodo de dois annos a contar de uma data de

no paiz capital sufficiente para essa ordem de

terminada.

emprego.

Aos proprietários de terrenos baldios em

Ora esse não será jamais attrahido, livre

si, maS ^ a importância de encargos especiaes ih® a juntat' e as despezas geraes das compa-

de segh^^^' gendo por isso esaggerado o cal-

nhias, '^^^ggociação. dando 4 mil coutos para culo dá

companhias.

zonas suburbanas onde já existam esgotos, agua,

mente, emquanto não sanearmos o

calçamento e luz,.que construam novas habita

culante e não garantirmos ao capital estrangei

ções para alugar, deverão ser feitas iguaes con

ro a estabilidade do seu valor. Mas isso é um

cessões.

problema á parte que só incidentalmente veiu á

a que nos reportamos, de que as PubllcaÇ geguros são Insuffieientes e precisam

collecção.

taxas

Temos fé que essas concessões de per si, se a propaganda for feita como deve ser, ani marão o emprego de capital até hoje retrahido

deante do infindo pepelorio e intermináveis for

malidades e delongas a que estão sujeitas a approvação de plantas e as licenças para qualquer obra de construcção no Rio de Janeiro.

E se depois de feitas essas concessões o alteamento de casas não corresponder ás verda

deiras exigências da população é porque não ha

meio cir

jiso Porto Alegre é peior, porque ha

Estamos quasi certos de que os capltaes nacionaes não hesitarão em empregar-se em construcções civis em uma metrópole em que

a valorização territorial ainda não começou a

ser feita com methodo e, quando o for, o valor da propriedade no Rio crescerá de forma assom brosa, como aliás tem suecedido em todas as

prejuizos

accordo com o enumerado na

tadas, como tem acontecido a todas

ser augi"®'

,

. .

. i.,nps de que se serve a nossa economia,

as utilidá"®

,

.

e s bretu"i® elevaçao deve fazer-se sentir ínais energicamente naquelles logares onde a freqüência íi® sinistros excede á média commurn, como é o caso de Porto Alegre e aliás todo o Rio Grande.

grandes metrópoles. J. SIMÃO DA COSTA.

Mas, como medida geral, a adoptar quanto

antes, devem as companhias de seguros, por in-

A moral

da

fabula é

de

c-,

excepção; todos sentem a necessiq^^^hros, sem

crifieados, mas nenhum se qq^j,^^ ^^ntem sa-

mum, e o resultado não pôde sg^^í^^ficio com na de uma industria e

paulati-

que deviam apresentar neste lUoq^ ^bq^nercial prosperidade e os mais solidos

^ maior

dito, assim não acontecendo por

que dirigindo companhias de

daquelles

a comprehensão dos grandes intq

tem

dem particular e ordem geral

confiados.

^

A direcção da Associação de o

de Seguros, poderá informar das dimcuXZ e óbices de toda a casta, que tem encontrado no seu caminho para cumprimento da sua missão, e entretanto esse organismo estava talhado á grandes fins, Be as companhias o quizessem ajudar.


JORNAL DE SEGUROS

UIVIA ESTR AINiM A

JORNAL DE SEGUROS

ECONOIVIIA

A "SUL AMÉRICA"

Não quizeram reformar o seguro e soffreram grandes prejuízos Nunca é de mais insistir na grande e in

adiável necessidade do seguro. Nós, aqui nestas columnas, temos

batido

constantemente

nesta

tecla, procurando tanto quanto possível concor

tia na officina, onde estavam em deposito cerca de 10 automóveis particulares, o fogo se propagou rapidamente, ganhando com celeridade

todo o barracão

da

officina, que

dentro

em

rer para que se arraigue entre nós esse habito

pouco não era mais que um montão de cinzas.

de providencia de reaes e inilludiveis vantagens.

Os proprietários soffreram graves prejuizos, de vido á imprevidente medida econômica que re solveram adoptar quando em novembro pp. dei xaram de reformar os seus seguros, que julga

Infelizmente, porém, vemos freqüentemente que ainda bem longe estamos de ter uma satis fatória educação a respeito, sendo escandalosa mente restricto o numero de propriedades que

gosam dos proventos de tão sábia medida.

vam desnecessários, por não considerarem peri

Nas universidades e nas faculdades de di

reito, onde está o programma em que se verse

ma de seu capital, conforme a resolução da as-

com a precisa clareza e extensão este caso dos

sembléa geral de 9 de outubro de 1922, sendo

seguros, tanto de vida como contra incêndio e

agora este capital de 1.000:000?000 (mil cou tos) realizados, havendo o augmento sabido dos fundos de reserva pela importância de 250 con

outros riscos?

tos, e entrando em dinheiro accionista a parte

da Prefeitura, a Academia de Commercio e o

restante.

Instituto Commercial, e seria de todo o ponto

A "Sul América" vai com a sua producção

gosa a sua Industria.

No Rio taive^z que somente a quinta parte

Esta nossa mais importante companhia de seguros de vida vem de elevar ao dobro a som-

dos valores esteja no seguro. E' dolorosa essa

Bem caro -pagaram esses curiosos economis tas a estranha praxe que queriam implantar no

prova de nossa imprevidencia, que infelizmente

prospero Estado do sul.

muito aiigmentada este anno sobre os annos an

teriores, segundo as circulares distribuidas pelo seu corpo de agentes, cabendo o primado da producção em março ao sr. coronel Jorge L, Flavio, de Bello Horizonte.

Nesta capital existem tres escolas de ensi no commerclal, a Escola de Aperfeiçoamento,

natural que ahi houvessem cadeiras onde se preparassem gerações de seguradores e segura dos, scientes e conscientes do que fôsse e va lesse o seguro, espalhando-se desfarte a vulga

rização de tão util conhecimento.

se generaliza por todo o Brasil. Um exemplo disso é o que se patenteou em 14 de abril pp.,

amarga, E é com pezar

em S. Paulo, onde occorreu um violento incên

como esse, embora

robustecer a

Agora no 1° semestre distribuirá a compa

dio, na garage e officina mecanica installada em

nossa campanha em prol da disseminação do se

nhia entre os seus agentes 35 diversos prêmios

á opulenta "Sul-America" como a outras segu radoras de menor tomo, falha inteiramente o

um barracão de zinco, construído nos fundos do

guro.

constantes de catalogo que está sendo distribnido por entre os agentes a quem aproveita.

sexto sentido de seguradores, pois que se este

Esta propaganda é util aos interesses par

riam unido e cotizado para subsidiarem os reda-

A

lição da

experiência é sempre que

dura

e

registramos casos

venham elles

prédio da rua Conselheiro Nebias n. 21, de pro

Oxalá se convençam os que nos lêm da gran

priedade da firma Màio, Brandão, Santos & Cia O estabelecimento não estava no seguro, e devido

de necessidade *do seguro e que lhes bastem os nossos conselhos e. a dolorosa experiência... dos

á grande quantidade de oleo e gazolina que exis

outros.

DA

ctores que escrevessem e os professores que lee-

Juente inócua para a disseminação da idéa e das

cionassem esta interessante matéria dos segu

capaz de habilltar-se um dia á effectuação de

A O Efl N C I A., O E R A U D A

um contrato de seguro de vida. Onde está no jornalismo do paiz o jornal

1^1

I«.l«l:7fi7$«ll 112.442tSnOSOOO 1.711:000$000

A industria de seguros em geral continuará

"dos seguros, habituando o povo, não a julgar dos recursos de determinada companhia, mas a

aqui, emquanto as companhias vizarem apenas as próprias clientellas, deixando á margem o

comprehender e a julgar com sympathia esta

grande cliente que é o povo, e portanto conti

especialidade que premuna o indivíduo da ruina e da miséria, na sua pessoa e na sua família?

nuarão falhando á sua missão.

e fluviaes, roobo, etc.

Tel.: NORTE 6890 — MARISTEI.LA

JlUA MARECHAL PLORIANO, 335 — sob. _ „,o de janeiro Gerente da sub-agencla, J. Nujies da Rocha

t

ACCBITAM-SE AGENTES — DÃO-SE EXPLICAÇÕES

E é tempo que se está perdendo!

II Itella" íiDUUfa ama

Acha-se entre nós e deu-nos a honra de

o crescente progresso que vem coroando os

sua visita este distincto cavalheiro, pertencente no commercio grado da Bahia, e ali director da

esforços doa srs. Oscar Rudge e Leonidas Garcia Rosa. abalizados directores da compauhia de se-r guros marítimos e terrestres "Stella", acaba de

fe de familia amantissimo.

se evidenciar mais uma vez pela creação da sua succjirsal, confortável e accesaivelmente instal lada á rua Buenos Ayres, 41, i" andar. Não se poderia desejar melhor ponto do que esse para quantos buscam a "Stella", nu

Em companhia do sr. Souza Teixeira veiu também seu genro, o sr. José de Azevedo Costa,

mero já considerável e que tende a subir ver tiginosamente, agora que ella, correspondendo

da casa Cappeli, da Bahia; e a um e outro apresntamos as nossas boas vindas, desejando-lhes

a inilludiveis preferencias, vem de inaugurar^

todas as facilidades e todo o bem estar, em que

commercial os eseriptorlos da sua primeira

é abundante esta grande capital.

agencia. . .

procura de melhoras iiara

pessoa enferma de sua exma. família, e sincera

mente desejamos que estas melhoras se verifi quem, satisfazendo o seu coração de pae e che

PAGAMIOiVTOS DE SINISTROS A DlNHElllO A' VISTA

Kffeetiiíi sesuros contra riscos de Incêndio, transportes em estradas de ferro, iiinrittmos

vários de seguros reaes.

sendo por longo tempo ainda o que tem sido até

Veiu s. s. em

.Autorizfída o.fiitu;< iotícir por D4>cr4-io N" 1529 de 30 de Maio.de. Í8IÍÍ. Capltíil e reserras cm 1033 Sinistros pniros até 1922 Voniis a sesurados. 7" nimo gratuito até 1022

ter, tanto o ramo de seguros pessoaes como os

creva sobre esta mataria interessante e nova

companhia "Alllança da Bahia".

DE SEGURÓS MARlfMlaí^

ros, creando a ambiencia precisa ao grande des envolvimento que no meio das massas precisa

<^6 alguma circulação em que um technico es

José Maria Souza Teixeira

IS]

sexto sentido existisse, de muito todas se te

ticulares da empreza interessada, mas é inteiraVantagens do seguro de vida por entre o povo

SCIB-AOENOI A

Mas porque nada disto existe? Respondemos que nada existe porque tanto

num

excellente e procurado trecho do centro

.


JORNAL DE SEGUROS JORNAL DE SEGUROS

Associação ios Eiprogados ei Seguros no Brasil

UMA COASÜLTA

Foi solemnemente empossada a nova directoria

assignante enviou-nos a seguinte

inutilizou por completo 1.000 sacos de sal —^

a uGSsa

é avaria particular;

Um nos^^

opinião a respeito, a

these, pediu'^''jio proxímo numero, com o maior

qual daremo^ prazer:

"1." CASO

Seguradora

não liquve protesto de avaria grossa, mas

zou-se no dia 29 do raez findo a sessão sòlemne

1® secretario — Aseanio de Paiva.

para posse da nova directoria eleita pára gerir

2° secretario — Edmilson de Oliveira.

os destinos da novel sociedade, no exercicio de 1923-1924, e commemoraçâo do primeiro anni-

3° secretario —

rado o valor dos 1.000 sacos, porque a perda total foi occasionado por elemento estranho e

de Mossord^a P. Alegre por

Riscos — Viaí

não por vicio intrínseco. São estas "as minhas opiniões.

ffldos — 2.0.000 sacos de sal.

Effeitos seguf^

^ ^

,

j «eguro — Perda total e avaria grosCondiçoes do sa, livre de avaria parti cular.

Durante ^ viagem manifestou-se fogo a bor do" dos 20 OOO sacos 1.000 foram consumidos

pelo fogo" pov 3.cto deliberativo da tripulação

relles Coelho.

houve perda total dos 1.000 sacos, ex-vi do ci tado art.® 781., . A segurada é obrigada a pagar ao segu

Segurados'^ F. F. ^ Cia- X.

Vice-presidente — Antonlo César de Mei-

Na séde do Centro Industrial do Brasil, a

avenida Rio Branco, gentilmente cedida, reali

versario da sua fundação. •

minha.

Presente grande numero de associados con

vocados em assembléa geral foi indicado e acei

2.® thesoureiro — Joaquim Ferreira Primo.

to entre applausos geraes o sr. Ascendino Caeta

Usou então da palavra o novo presidente, sr. Souza Dantas Filho, que agradecendo a dis-

uma

no Martins para presidir os trabalhos, o qual

companhia realiza um seguro "a perda total e

convidou para secretários os srs. Adriano Octavio

tlncçâo de que tinha sido alvo prometteu tudO

avaria grossa sómente", é na presumpção de

Zander e H. A. Lowndes.

fazer pela prosperidade da novel instituição que

que qualquer prejuízo que affecte parte do car

Lida e approvada a acta da sessão anterior, 0 sr. Ascendino Martins pronunciou um breve

lhe estava confiada.

Outros, porém, opinam que quando

regamento seja computado como — "avaria par ticular" — não dando logar portanto a iiidemuização.

discurso em que enalteceu os esforços da dire ctoria, cujo mandato findára, fazendo votos pa-

extinguíu-se o incêndio e em virtude dessa pro

Ainda sobre a interpretação do art.® 781 do

Ta-que a nova direcção, onde permanecem alguns

videncia foram totalmente molbados e inutili

Cod- Commercial sobre perda total, o dr. Numa

1 excellentes elementos da passada, continue a

zados pela agua 10.000 sacos. Caso, portanto, typico da avaria grossa.

do Valle no seu livro" "Avarias Marítimas'', a

, fazer prosperar a utll instituição.

paginas 37, 38 e 40 faz diversos conrmentarios_

Encarece então a necessidade em que se

® repartição do pro

aos arts. 753, n.® III, 759, 777 e 781 e da sua

encontram os empregados em seguros no Bra

cesso da avaria grossa, os 1.000 sacos consumi

leitura não se chega a uma conclusão, pelo me nos eu, se para ser considerada perda total é ne

Para a

dos pelo fogo são considerados — avaria parti cular, porque foi nm damno occasionado por fortuna de mar, antes da deliberação; mas o Jacto é que para o effeito do contrato de se guro (perda total, e avaria grossa) houve per da total dos 1-000 sacos (art-° 781 combinado còm o n." III do art.o 753 do Cod.® Commercial); logo a seguradora é obrigada a pagar ao segu

zer da Associação uma força viva, capaz de rea

mente sentida e que a totalidade dos empregados em seguros não se encontrasse presente á s.olemnidade.

Bem sabe que vários e difflcies de conse

guir são os fins a que se propõe a Associação. Por isso mesmo é que conta com a cooperação

lizar todos os altos, inilludlveis e inadiáveis fins

de todos os seus collegas e espera.encontrar em

na sua totalidade (no caso em apreço 20.000

■a que se propõe.

todos a mesma excellente disposição em que se encontra de tudo fazer pelo brilho e progresso

sacos) ou se parcialmente com relação ao todo, porém

total quanto a volume ou volumes.

.

Depois de salientar a necessidade da união

<3ô todos os seus collegas, necessidade infeliz

Para evitar questões, eu de ha multo faço'

mente ainda não bem appreendida, o sr. Ascen-

os meus seguros com a condição: "Perda total

<lino Caetano Martins declara que vae dar.pos

do carregamento ou perda total por submersâo"

se aos novos directores.

rado os 1.000 sacos devorados pelo fogo, porque

e ainda lia tempos de carneiros vivos no convez

— "a perda total do carregamento por afunda mento do vapor conductor'", porque se um car

Durante a viagem o navio fez agiia, e esta

sil de congregarem os maiores esforços para fa

Secundando o que havia, dito ò sr. A. Mar tins, lastimou também que a necessidade duma associação de classe não estivesse ainda plena

cessário que a carga segurada esteja perdida

foi uma perda total. 2." CASO

Annibal C. Silva.

1® thesoureiro — Nelson de Moura Ca

neiro se lembrasse de pular para dentro dagua

Entre

geraes

da Associação dos Empregados em Seguros no Brasil. ^ : Encerrados então os trabalhos

da assem

bléa passou-se a ura outra sala onde foi servida

applausos

foi

empossada

a

Mova directoria, que está assim constituida: Presidente — Francisco de Souza Dantas ! Filho.

uma lauta mesa de doces, mantendo-se os prç-

sentès efn cordial palestra, gentilmente obséquiados pelos membros da directoria, prodlgos

em innumeras attenções.

os outros todos seguiam-lhe o exemplo."

TELEPHONE

I Capital subscripto;

Capital realizado

$ 3.000:000.00 c II

$ 900:000.00 c/i.

Autorizada a funccíonar pelo Decreto n- 14.9^5 delSijg Agcetode 19' Séde: BUEMOS AIreS

DEPARTAMENTO Qq bRASIL

^legr. umui

2196

deJaneírolÊ^. c/aj^ mm

Ressgoros ds fijgo, marítimos e ferro viários 0 ca o Ga Capital realizado no Brasil R?. 830:000$00D

It. da múm D! i sala dos RJO fondosOE — TelepliQite liorte im — -JANeipjQ

NORTE

ostaDEfOGQlHARITlHO AHODlCAUWaS

(

LiOUlD&COeSIHHEi)l&T&SAO)NHeiRO m DE5COIIIO eapital realizado — Rs. 1.200í000$000

:'l . .

êde paniGuiar

ligando depeodenclas)


10

JORNAL DE SEGUROS JORNAL DE SEGUROS

O incêndio do Quarteirão da Doca, em

11

"Formulários Jacintho"

Porto Alegre Dos PROTESTOS JUDICIAES KM GERAL E DAS iNTERPELLAçÕES, pelo (U'. Joõo Gonçalfos

I^i-ejiiizos pagos 3.989:742S880

ão Couto — Jacmtho Ribeiro dos Santos, Organisado pelo Comitê Mixto Rio Grandense, da Associação de Companhias de Se

w

guros, e enviado pelo nosso amigo e assignante

Grande ê o numero de obras que grangearam

sr. Paulo Sivonino, recebemos as seguintes in

ao dr. João Gonçalves do Conto o justo renome de

formações sobre o formidável incêndio occori-

abalisado jurlsconsulto.

do em Porto Alegre, no bairro cpmmercial co

Elias estão, em grande parte, enriquecendo

nhecido por Quarteirão da Doca, em 23 de

esse .magnífico manancial de promptuarios com

maio findo.

que o incansável editor Jaeintho Ribeiro cios San

Os estabelecimentos e prédios sacrificados

reito brasileiro: — os Formulários Jocfn/7i.o.

ponsabilidade, pertenciam

Não ha, no fôro, qnem desconheça Das Appelloções, Vista, Cobrança e Restauração ãe Autos,

aos srs. Frederico

Arnaldo Smith & C., Somando & Brandão, En-

Capital

1.000:000$000

Reaíisado 500:000$000 Deposito no Thesouro —Rs. 200:000$000

graclo J. Silva, Adolfo Dôrken, Dias & Valente,

hitação, Processo Executivo Fisçal, Das Habilita-

rique Marquardt, Brandão & Irmãos,, Carlos

ções e muitos outros que de mais seria citar.

Grahl, Bertholdo & Kern, Luiz Strugel & C., Alberto Raabe, Seceo & C., Companhia AllianÇa do Sul, Hanpt & C., A. M. Laporta, Edm.

Ureher & C., H. Theo Mijller e D. A. Watarlich, ao todo 23 segurados, com 84 Indemnisações na

Succursal: RUA BUENOS AIRES, 41 — 1.® andar — Tolcphonc Norto 8

RIO de: janeiro Directores:

Oscar RUDGE Xicónxdas GARCIA OonselHo F^iscal:

Dr. Raul dos Guimarães Bonjean Octavio Corrêa Dias

Euclydes do Nascimento Rocha Agentes em todos os Estados e príncipaes cidades

/Jtrtsdo, Denuircação e Tapumes, Letras ãe Camhio c Fofas Promissórias, Do Vsofructo, uso e ha-

Gil & Irmão, Waldemar de Oliveira Reis, Hen

H- Theo Mõller e Viuva Germano "Wahrlich,

Séde: Rua Silva Jardim, 16

tos tanto tem concorrido para popularizar o di

e em que as companhias de seguros tinham res

Mentz & C., Anna Ávila Moreira de Oliveira,

Companhia dê Seguros Marítimos e Terrestres

editor ~ 1023.

Importância de 3.989:74aí880.

assuinptos.

Da facilidade e interesse com que se os leem

ê prova a grande procura e im edições jíl esgo tadas de ínuumeros volumes da extensa série.

As companhia attingldas pelo sinistro foram as seguintes, devoiido notar-se que foram

também sacrificados valores avultadqs que es

tavam sem seguro:

Dos profcstos judiciocs cm geral c das intcr-

pellações, ê, pois, um livro que dispensaria maiores elogios.

Aos competentes ou' estudiosos do assuinpto,

Albingia

160:209$580

Alliança da Bahia

389:700$000

Alllance Anglo Sul Americana Brasileira Çommercial Union

307:000$000 75:750?000 ? 250:000$000

Cõmmercial do Pará Guardian Home Indemnisadora Interesse Publico

$ 432:413$300 190:000$000 46:375$000 85:000$000

Internacional

140:000$000

Italo-Braslleira

O que ha de interessante no conjunto desses

formulários 6 a linguagem clara, simples e com ci.<a em que a arida scieucia do direito é posta ao alcance de todos,, leigos ou refractarios a esses

?

Lloyd Industrial Lloyd Sul Americano

55:000?000 100:000$000

London Assurance Mannhein

50;000f000 50:000$000

porque o nome de seu autor ê por demais conhe

cido, sendo ainda a sua inclusão na série dos

Formulários Jaeintho mais uma garantia do seu valor.

Aos curiosos, aos consultantes ãviijsos, elle sé impõe pela proficiência com que estfi exposta a matéria, facilitando sobremodo as consultas e mais

pela clareza e concisão da linguagem copi que todos os themas são ti-atados.

E', pois, um livro util a todos pebrs lthpimeras

qualidades com que foi confeccionado, e teiü que se extremaram o autor e o editor.

SSgSSS8gSSSSgSSg8SSSSS8!SS8gSSSS£SSS8SSS2SgSgSSgSSSSSS8S2SSáí2S2SS?t Prussiana 7Q:000?000 Rio Grandense Royal Exchange

100:000$000 265:620$000

95:000$000 24:850$000

Minerva

10:000$000

Sagres Sul Brasil

Motor Union Phenix

150:000$000 86:880$000

Uaiâo Urania

Phenix Pernambucana Porto Alegrense

40:000$000 29:820$000

Varegistas

Portugal e Ultramar

1O0:OOO$OOO

662:125?000 %

*

Tot&l

125:000|000. •

3.989:742$880


1 13

JORNAL DE SEGUROS

JORNAL DE SEGUROS

12

■; í

O Supremo Tribunal Federal decide uma antiga questão de seguro

f

I "UMA

[

C03IPANHIA

O Corpo de Bombeiros forneceu-nos a se

guinte discriminaçãç dos soccorros que pres

tou, durante o mez findo, nesta capital. Incêndios pequenos

3

"

Insignificantes

"

em automóveis

SEGUROS

3

1

I

Locaes eòi..^que foram prestados: Estabelecimentos commerciaes ...

CAPITAL iSQ Fnndo de reserva e lucros sit.s-

vs

500:0009000 ^ 200:0009000

Opera em Seguros Terrestres em prédios, ¥

fez

inserir

em

vários

í

Tribunal l^ederal, numa acção de seguros, mo panhia "Alliança da Bahia". E' prematuro o contentamento dessa gente.

¥ restres. Em Seguros Marítimos sobre vapores, na

Tendo a companhia vencido em 1" instância

vios á vela e outras embarcações, mercado rias embarcadas, etc.

e tendo os autos vindo de lá arrazoados, natu

transito

e

outros

riscos

p

de qualquer natureza, recebimentos de alu

I I

prescripta.

missão,

$

EDIFÍCIO PROPRIO

¥

TELEPHONE NORTE, 1922

2

Curto-circuito

3

Ignorados

10

Directores

$

Scbastl:lo José de Oliveira.

João Jorge Gaio Júnior,

Manoel Joaquim CêrtIueIra.

$

U V ¥ «js

¥

20

147 declara que as acções de seguro marítimo prescrevem no

éo

DE RISCOS OEIHGEHOIO

5^

i iu lonetiiai oos vir Oorrtpsrtlnia ds Seguros

fim

de

um

anuo

e

no

art.

45 3

FUIVDADA EM 1887

distribuído por entre as companhias de seguros,

nití de Janeiro —BRASIL

Cupítnf realizado

1.000jOOO?000

Fundo de Reaerrn, Lracroa suspenaos e Reservn de lei....

1.410:4079203 SS

Ueitoslto no Theaoiiro Federal.

200:0009000 §•

Slni.slros pag:os desde a suo

So

fundação Ujvidendns distribuidor aos ac-

9.504:0829990 §S

cloBlstas desde

ss o*

Opera em SEGUROS TERRESTRES de riscos terrestres.

®

embarcaBõea e

embarcadas, fretes

Aceita procufkçao para administrar bens

de qualquer natur.vza, inclusive cobranças de

juros de apol ces c outros títulos de íenda mediante módica cotnmissào.

«"ua,

, Endereço '^legrapbico: "VAREGIgTAS" — Caixa,do Curreio n

1 039

.Vorle 8G2 — Codigo "Ribeiro".

li li 13

Tpíp^iT^.

Pl^one-

Dlrectoria: J. L. Gomes B. Assumiu-ao —

Nov^nee

direito — é sempre nova — e pôde ser allegada em todas, as phases do pleito. A decisão, que tanto exalta o notável cau

bargos.

B' prudente esperar o julgamento dos em

Ora, esta acção esteve parada de Julho de

Não attrlbui aos advogados citados no seu artigo, nenhum descuido na defesa da sua con

stituinte;

apenas disse que por terem vencido

np mérito da causa, naturalmente por isso, não

discutida perpetuação das acções eiveis, ante

allegaram a prescripçâo, "na segunda instân cia", e tanto quanto a memória me pôde ser fiel

riores ao Cod. Civ.

o affirmo.

remos dizer sobre o mérito da causa.

A victoria de José Chamié pôde não valer

A' seguradora, que teve motivos para re cusar a indemnizaçào, não se pôde censurar por invocar uma disposição expressa de lei em de fesa de seu patrimônio.

afinal um vintém furado.

O mais são palavras.

para seguros contra incêndio, — de autoria dos

Advogado.

Agora, só nos autos..

srs. Humberto Taborda, Carlos Metz e Octavío

Rio de Janeiro, 5 de Julho de 1923".

Abelio de

Cabvaltio.

Advogado.

Ainda sobre esta questão publicou o dr. Abí

Rio de Janeiro. 7 de Junho de 1923."

lio de Carvalho o seguinte:

commercio de seguros.

Quando

tal

escrevemos

ignorávamos

que

dentro da Associação de Companhias de Segu ros

nma commlssão existia onde se elaborava

uma tabella para esses prêmios, composta dos srs. dr. João Pereira do Couto Ferraz Júnior, Carí Metz, Gastão da Cruz Ferreira e Hum

res^^navlos^?"^?® MARÍTIMOS èobre vapo-

11% asX m

julgados,

mais de um anno.

— Disposições sobre riscos e tabella de prêmios

Ferreira Noval, — sobre esse trabalho dando a nossa opinião e achando-o capaz de satisfazer p

alguns

gidas pelo Cod. Comm.

Abílio de Carvalho.

1.075:0008000 õS

jireaioa. estabelecimentos. Cabricas, officinas, S* moveis de residência particular, mercadorias em transito pelas estradas de f^ro e outros

S^navlo! etc

segundo

•o

n sua fun>

daçao

dava,

Ultimo termo que se praticar no feito.

Não tendo presentes os autos, nada pode

casiâo de referir-nos a um trabalho que existe

Séde; RDA PRIMEIRO DE MARÇO N. 37

se

sídico, não é definitiva.

quanto 88 trata de uma acção commercial, para u qual ha lei expressa, não'cabendo no caso a

Em nosso jornal de Maio findo tivemos oc-

nas acções eiveis — nunca nas commerciaes, re

^Iz que a prescripçâo interrompida pela citação judicial principia a correr de novo da data do

A prescripçâo é um facto inilludivel, por

tf^:!2!'^*0*'2*<3SO»3»0«0«0«0«0«0«i:<»0»0»0«0»0»0»3»0»0»0«0»0»C»0»S»0«0»:»4 gá>0*0>0«0*0t0»0*0»0»0»0*0«0*0«0«0»0«3*0»a»0i0*0»0*0*0«0«0«0«0«0»cr9*

A perpetuação da acção pela "lits contes tação"

A prescripçâo — como toda a matéria de

1911 a Janeiro de 1918.

Somma

Comm., art. ,453!)

gundo julgamento, terá de decidir. O caso é regido pelo Cod. Com. que no art.

20

2 3

■á

A prescripçâo resulta da inacção da parte. Assim, a acção de seguro "parada em car

A acção de que se trata esteve parada por

E' esta a preliminar que o Tribunal, em se

87, Rua da Quitanda, 87

ção extraordinária das acções conclusas ou á espera de julgamento — não prescreverem.

tório" por mais de um anno prescreve. (Codigò

ter

em

do contrario não viria com aquella argumenta

vida por José Chamié, do Pará, contra a com

gueis de prédios, juros de apólices e outros titules de renda, mediante módica com-

Causas dos sinistros:

'.

interessado

jornaes noticias publicadas no domingo sobre o julgamento da vespera, proferido pelo Supremo

2 3 1

Explosões Fuligem em chaminés

O illustre dr. Ananias Serpa não leu com

ralmente por isto, o advogado delia não alleeou a prGseripção da acção que está de facto

Em automóveis Diversos

"Alliança da Babia^'

Aceita procuração para administrar bens

7

Imprudência ou descuido

Chainié

Algum

É

¥ estabelecimentos commerciaes, moveis, mer cadorias

"ABELHA QUESTÃO DECIDIDA PELO SUPRE-

MO TRIBUNAL FÍEDERAL

7

Residências particulares

Somma

DECIDIDA PELO

attenção o que escrevi no "Jornal" de 6, pois

843:0009000 M

pcnsos

Prédios occupados pelo governo, sociedaaes,

etc

José

MARÍTIMOS

FUNDADA EM 1894

n íS».

*

'

DEMANDA

E TERRESTRES

$ Deposito no Tliesouro Federal.

Desabamentos . Somma

DE

VELH.A

SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL

¥

$

— Asostlnho Teixeira

SgSKg8SSSSÍga2KS!SS!2SL'S!2Km8SSSaS8.^gS2gíS°^SS£S8SsI

berto Taborda, informando-se-nos que os traba

Receita em 1922

lhos desta commlssão estão mi^ito adiantados,

Sinistros pagos em 1922, menos reseguros

550;289$816

Activo, total do balanço 1922

98l:988$208

estando para breve a apparição dessa Tabella, que se destina á approvação e adoptação por todas as companhias societárias. Em boa hora venha a tabella que nos guie a todos neste "mare-magnum" que é p npssp mercado para prêmios de seguros.

1-507:836$ 180 I Alberto Sestiní

DireCÇãO - Ernesto Ferreira

i Seraphim Fernandes Clare Júnior

TEL. N0RTE 2589

Endereço Telegr. "iNOEMNISHOORa"

Ru3 cl3 Quit3ncÍ3, IS6

Rio de -Jsneiro

Agencia 5. Paulo, — Joaquim C. Azevedo, — 15 de Novembro. 4]


JORNAL DE SEGUROS 15

JORNAL DE SEGUROS

INSPECTORIA DE SEGUROS

Companhia Alliança da Bahia, DE SEGUROS MARÍTIMOS, TERRESTRES E ELUVIAES

G.s iioriiK p/(Zíio.s (• fiihcllas de sdiuros d» "Vera

SEDE Níl BAHm

DIRECTORES (- Souza Tei?(eira José "Rodrigues Pedreira, José Maria e Bernardino Vicente d'Araujo 6om ÍS16 agencias e sub«-agencias em todos os Estados do Brasil e em Montevidéo, e 23 reguladores de avarias no Brasil, noè Es^

tados Unidos e na Europa Capital realizado e reservas

16.161:767$611

200:000$000

Deposito no Thesouro Federal

Deposito no "Banco da Republica Oriental do Uruçuay", em Montevidéo

70:124$000

instruir as companhias quanto ãs formalidades concernentes ao registro, tendo a Secção Adminis

Cni.:"

trativa se manifestado no sentido de que tties for-

Aos srs. clirectores da companhia de se guros "Vera Cruz" o sr, inspector geral de se guros, interino, enviou o seguinte officio: "Communico-vos que o exmo. sr. ministro

da Fazenda, por despacho de 21 de março ul timo, resolveu approvar os planos e tabellas de seguros de vida que acompanharam vosso re querimento de 20 de fevereiro do corrente anno

com as seguintes alterações:

nialidades deviam consistir em ser os livros eh-

c.ailernadüs, nmnei*ados seUados, e rubricados èm todas as suas folhas.

Quando pulilicado no Diário Offic-ial de 4 de n()veml)ro de 1920 o projecto do Regulamento

das Companhias de Seguros, pelo art. 10, n. 6, estava prescripto que tacs livros de registro de viam ser sellados e rubricados nos termos do Co-

digo Commercial; o decreto n. 14.593, citado, pas

1.", p plano ou risco máximo não po derá exceder a 10 % das reservas, pendendo,

formalidades

sou a exigii- que o.s livros sejam revestidos das intrínsecas

e

extriusecas, porém

Receita em 1922

10.293:7511598

porém, com a evolução das mesmas ser alterada

sem se referir ao Codigo C'ouimerciai (art. 13),

Sinistros pagos em 1922

5.578:4371075 2.360:0991156

a percentagem; 2.", os valores das garantias devem ser remettidos a esta inspectoria dentro de seis mezes.

ciimo entretanto, constava da publicação allndida

Lucro liquido em 1922 Somma dos valores dos seguros effectuados em 1922.

1.718.121:518$248

Esta companhia, em caso de rscoostrncção on concertos por sna conta, de prédio sinistrado, se obriga á indemnisagão do res pectivo alaguei integral pelo tempo empregado nas obras

3- — De 6 em 6 annos, é gratuito o anno seguinte (7° anno) dos segufos-terrestres aos clientes que conservarem apólices contra fogo, durante 6 annos sem interrup ção ou prejuízo.

Prêmios dispensados em 1922 (7.° anno gratuito): 242:363S380

a contar da data da approvação destes planos, ficando a companhia desde já obrigada a não emittir uma só apólice sem contar os valores das referidas garantias para um período mínimo

de vinte annos; 3.", as condições geraes do seguro a que se

do projecto.

Parece assim, por se tratar de livros que só interes.sem

á fiscalização de seguros, que, além

dos termos de abertura e de encerramento, da nu

meração das folhas e do sello, devem ser rubri cadas todas as suas folhas pelos funccionarios

encarregados de

examinar' e de

authentical-os

refere o art. 56 do regulamento que baixou

como lhes incumbiu o ii. 4, do art. 80, do de creto de 1920, citado, e a exemplo do que é pra

com o decreto n. 14.593, de 31 de dezembro de 1920, elevem ser impressas no verso da pro

ticado com relação a outros livros especiaes que os estabelecimentos commerciaes ou industriaes

posta ou em papel separado aunexo á mesma,

A Companhia "ALLIANÇA DA BAHIA" é a primeira companhia nacional, de seguros

sãu otirigados a ter por força dos respectivos re

devendo, neste caso, a proposta conter a de

gulamentos.

maritimòs e terrestres, em capital e reservas, e receita. E' a companhia de seguros marítimos,

claração, por parte do segurado, do recebimento

Não julgando que o simples "Visto", na ul

terrestres e fluviaes que, no Brasil, em 1922, teve a maior receita, dentre todas as companhias congeneres, inclusive as estrangeiras, que operam neste paiz.

da,s ooiuliçõe.s gerae-s impressas em separado e de

tima folha seja sufficleiite para revestir todas as

que as mesmas ficam em seu poder."

demais folhas de cada livro da conveniente au

thenticidade venho, de aceórdo com o u. 6, do

Movinieiito total da [ompaolila "lllllaota da Sadia" desde 1870 até 3t de Dezeieiiro de 1922

O rcí/intro (lerol das apólices ãc sepitros

art. 77. solicitar de v. ex. qiíe séja resolvido se

deve ser considerado como sati.sfatorio o "Visto" .sómente na ultima follm, colno tem sido ohser-

Prêmios terrestres

34.122:000?000

Prêmios marítimos

41.511:000$000

foi dirigido o seguinte officio pelo sr. inspector

vadO'até' agora, ou se deveui ser todas rubrica

Salvados

6.750:500$000

geral de seguros, interino:

das por fisoaes ou .se por outros--funeciunarlos

Receita bruta

91.470:750?000

Sinistros terrestres

20.972:500?000

Sinistros marítimos

33.939:000$000 6.860:000?000

Dividendos

Ao sr. ministro da Fazenda, dr. Sampaio Vidnl,

"Dispondo o art. 11 do decreto n. 14.003, de

Junto os referidos processos ns. 21 U e 10 B,

apólices lie seguros, em vigor, que "deverão man

iiOH quaos se oncontriiin «is iwrecevGS o despachos

ter ns couipaiitila.s imcioiaies e esl rnngeiriis, con

aUudidos, para melhores esclarecimentos do ns-

ter.!. em um ou mais Urros rercstidos das forpia-

snmptü. rogando sua devolução opportuiiameutGi

Bônus aos accionistas

1.400:0001000

lldadcs lepacs intrínsecas e cMrinsecas", o.s dados

7.» anno gratuito aos segurados

1.953:400?000

determinados pelos nrts. 11 e 12 e como algumas

Responsabilidades assumidas: Rs. 14:844.524:299$000 Agencia Geral no Rio de Janeiro : flUEHIDfl RIO BRAHCO, 11? I

Andar,-- salas Qa 12-do edifício do «Jornal do Commercio>

TELEPHONE NORTd

3883

TELEPHONE DO GERENTE N. 4032

Esta agencia aceita seguros marítimos e terrestres em condições vantajosas para os segurados nesta Cai>ital e em todos os Estados do Brasil.

Os sinistros são pagos nas agencias em gue os seguros tiverem sido effectuados

conipauliias, pouco depois de expedido o referido deeretü con.sultassein esta inspectoria sobre a jiuthenticidiule dos livros resolveu o sr. inspector

nieiite.

Prevaleço-me

effectlvo que para tal authenticidade se verifi

-4- "Anijlo defender

com a data, o numero de folhas e o nome do fiscal.

Entre as consultas feitas se encontram as de

22 8 2õ

de fevereiro

de 1021

das companhias

do ensejo para

apresentar a

V. ex. minhas re.speilosiis e cordiaes saudações".

car bastava na ultima folha um simples "Visto"

t^iil

Americana"

convidada

a

se

Aos srs. directores cia companhia de seguros "Anglo ,Sul-Americanu" o sr. Inspector geral de seguros, interino, enviou o seguinte officio:

"União Commerclal dos Varegistas e "Bn>sil",

"Notifico-vos a no prazo de quinze dias, con

protocollados sob ns. 21 U e 10 B, respectiva

tados de.sta data, apresentar vossa defesa solu*e

mente.

"a denuncia relativa a Infracção por eSsa com^-

Ouvido um dos ftsoaes de seguros a respeito

Gerente: ALEXANDRE GROSS

desta inspectoria, além do sello do livro.

31 de dezemliro do 1020, que o registfo gerai das

dessas consultas, O])inou que, na fónna do art. 77, do decreto citado, competia ao sr. inspector

hhia dos afts. 14 e 17, iio regulamento u. 14. Do referido processo vos será çlada vista neSta inspectoria".


16

JORNAL DE SEGUROS JORNAU DE SEGUROS

17

REGULAMENTO

S8

COFRES BERTA

PARA.

exploração e fiscalização da industria de seguros no Brasil $88 (o# )*o

Não é simples reclame — é facto provado quando

decreto N. 14593 — DE 31 DE DEZEMBRO

fom

88

DE 1920

)*0 (o« /•o

85

fabricaníe

Appi-ova o novo regulamento para o serviço de liscaJização das companhias de segiu-os nacionaes e estrangeiras

Alberto Bins

O

declara,

mesmo garante, que são os melhores

Estados

com outras autorizadas ou não a funccionar na

Unidos do Brasil, usando da autorização contida

88

no n. IV, do art. 68, da lei n. 3.991, de 5 de ja

Republica, reduzir ou augmentar o capital so cial, mudar a sua forma organica, nem alterar

Porto

Resolve approvar o novo regulamento para Q serviço de fiscalização das companhias de se guros nacionaes e estrangeiras, que a este acom

88 88 88

panha e vae assignado pelo ministro de Estado

85

Rio de Janeiro, 31 de dezembro de 1920,

Epitacio Pessoa.

S8

generes.

de seguros no Brasil

Ficam igualmente dependentes de

unir 8 capitalizar em commum as economias de

seus associados ou adherentes, embora sem to mar para com os mesmos obrigações determi nadas' e positivas.

Dlspnslções coniniunK

cofres construídos no Norte do Paiz falharam — o seu conteúdo foi encontrado totalmente queimado, reduzido a cinzas — como podem attestar as autoridades policiaes,

Art. 1.°

As sociedades, ou companhias de

seguros, que tenham de funcciouar no Districto Federal, ou em mais de um Estado, ou em ter ritórios não constituídos em Estados, não se po derão formar na Republica sem prévia autori

zação do Governo Federal. (Codigo Civil, art.

r

i? »

Art. 5.°

autorização, e sujeitas ao presente regulamento, as sociedades nacionaes ou estrangeiras que, sob

qualquer denominação, tenham por objecto re CAPITULO I

que procederam á abertura de todos os cofres que se §3

geiras, que, sob qualquer fôrma ou denomina

directa ou indirectamente causados a cousas ou

TITULO I

resistiram ao pavoroso incêndio, salvando a seus pro prietários livros, documentos e dinheiro — porquanto dois 8S

e ficam sujeitas á fiscalização, na forma- pre-

animaes, quer se trate de seguros sobre a vida humana, de accidentes ás pessoas, e suas coii-

§§

Das condições de funcclonamento das conipanliias

á

ou para uella terem agentes e representantes,

ção, se consagrem a qualquer especie ou ramo de seguros, quer se trate de seguros terrestres, marítimos, agrícolas, industriaes e outros que tenham por fim indemnizar perdas ou damnos,

Homero Baptista.

^88

Art. 4.° Dependem de autorização do Go verno Federal para funccionarem na Republica,

sociedades ou agremiações, nacionaes ou estran

P9° da Independência e 32° da Republica.

>88

respectivas admnistrações.

scripta por este regulamento, todas e quaesquer

dos Negocies da Fazenda.

Alegre

797 NOVE BERTÁST9T

o numero, modo de constituição e estipendio das

85

>o«

58

NOVA PROVA, o Incêndio da Doca, em_\

dos

neiro do corrente anno;

88

II struidos no Brasil.

Republica

88

)o» V*o

con-

da

Os estatutos e actas de installa-

^8 /•O

presidente

Art. 3.°

ção das companhias deverão sempre especificar os ramos de seguros qxie ellas se proponham ex plorar 6 bem assim se tomarão reseguros, não sendo permittido a nenhuma companhia, sem a competente autorização do governo, encetar a exploração de qualquer dos ramos de seguros, abandonar os que hotiver adoptado, emcarapar operações de outras companhias, nem fundir-se

achavam no incêndio.

ss

sS

catos e cooperativas profissionaes, ou quaesquer outras associações particulares sujeitas a legis lação especial, e em que os benefícios e vanta

E' licito á sociedade ou compa

gens dos associados não dependam de sorteio ou de mortalidade, taes sociedades, de confor midade com a resalva do art. 30 do decreto

nhia operar cumulativamente em seguros sobre a vida humana e de outra qualquer especie,

no regimen da^ autorização prévia e da fiscali

comtanto

zação estabelecida neste regulamento. Art. 7.° As companhias nacionaes ou es

20, § 1.°). A forma das sociedades poderá ser anonyma, mutua ou cooperativa. Art. 2.°

xl

Art. 6.° Ficam excluídos do^ regimen do presente decreto os montepios e as sociedades de beneflcenclas e soccorros mutuos, os syndi-

que

nas

sociedades

anonymas

ou

cooperativas se determine a parte do capital

n. 2.711, de 19 de dezembro de 1860, incidirão

trangeiras, preexistentes ao decreto n. 5.072,

Cuidado! Não são cofres á prova de fogo, e menos, s§ ainda, á do arrombamento: são simples caixas de folha,

destinada a cada um desses ramos, e que em todas se estabeleçam fundos distinctos e reser

aliás bem pintadas, e vendidas como cofres de segurança!!!

rem no fim do anno economico os balanços e

de dezembro de 1901, ficarão subordinadas ao regimen do presente regulamento, de conformi dade com as restrieçòes do art. 110 do titulo IIÍ.

contas de lucros e perdas correspondentes a cada um delles. Uma garantia inicial deve ser

Art. 8.° As companhias comprehendidáâ Bo art. 7.^ que desejarem operar novos segu

sÍ!5S5S5í58SSSg!S5SSÍS8S858S£S88í^8!S8SSS'£SSSS8SSS8SSsSÍS^^S8;'SS8S8SSS8^£^88^8SSSggg!^SSSSS^8S8S^^gS^^ií88g8i^88888ÍÍ

prestada para cada ramo de seguro, conforme

ros, reabrir agencias já autorizadas ou estabe lecer novas áó o poderão fazer sújeitaudo-se

vas independentes, e se faça a escripta social de forma que haja inteira separação entre as receitas e despesas de cada ramo, para se faze

as disposições legaes em vigor.

de 12 de dezembro de 1903, e que não se ha viam conformado com o decreto n. 4.270, de 10


18

préviamente á integralizaçãto do deposito de 200:000$ em dinheiro ou apólices, e a quaesquer

outras clausulas

que

o Governo

entenda

consignar no decreto de autorização. Art. 9.'* As sociedades ou companhias de seguros para que possam obter autorização de verão constituir-se, si forem anonymas, com um

capital de responsabilidade de 500:000$, pelo menos, e si forem mutuas, com um numero de

socios nunca inferior a 200, que se obriguem a realizar no acto da constituição da sociedade uma somma de 200:000$ no minimo. Art. 10. As companhias ou sociedades de seguros em geral são obrigadas: 1-".

a prestar, dentro

de 60 dias da auto

rização, sob pena de ser considerada a mesma sem effeito. uma garantia inicial de 200:000$ em dinheiro ou em apólices federaes da divida

Art.

as

extrinsecas, ou em archivo apropriado, indicações

re.

tente e encetar operações; 2.^ a fornecer á Inspectoria de Seguros, dentro dos primeiros 90 dias de cada semestre

do anno civil, um mappa estatístico dos segu ros effectuados no semestre anterior, de con formidade com o modelo annexo. e um balanbete da sua situação financeira; e no fim de

cada anno, até ao dia 30 de abril seguinte, um relaíorío circumstanciado de todas as suas ope rações, do qual constem a situação e o emprego do capital social e das reservas, inventario do activo e passivo e demonstração geral da receita e despeza, de accôrdo com os modelos também annexos. e outros que a In.sijectoria lhes enviar;

e bem assim uma cópia do parecer do respectivo conselho fiscal; a publicar O*

annualmente,

no

“Diário

Officiar’, quando tieverem a séde na Capital Fe deral, e nas folhas de maior circulação das ca pitães dos respectivos Estados, as que tiverem a séde nos Estados, até a vespera da assembléa geral ordinaria, 0 relatorio de qiie trata 0 n. 2 e a fornecer aos segurados que o solicitarem um

e.xemplar do balanço. A acta da assembléa geral ordinaria deverá ser publicada, até 30 dias após reunião

na mesma folha em que tiver sido

publicado 0 relatorio. As companhias estrangei ras publicarão no “Diário OfficiaP’ 0 balanço de suas operaçães no Brasil e a respectiva de monstração da receita e despesa; 4.”,

a conimunicar á Inspectoria de Segu

ros, dentro dos 10 dias seguintes á nomeação, os nomes dos seus directores, membros do coii. selho fiscal e agentes autorizados a celebrar

contratos; outrosim deverão communicar qual quer alteração que occorra ueese pessoal; õ.^ a enviar á Inspectoria de Seguros, com a possível antecedencia, um exemplar do

edital da convocação da assembléa geral, acomjianhado do relatorio, balanço, projecto de reforma dos estatutos, quando de tal se tratar, e de todos os documentos publicados sobre O as-

sumpto a tratar-se, e bem assim cópias das actas das assembléas geraes ordinárias e extraordiná

rias, dentro dos 10 dias seguintes áquelle em

nas

melhores

condições

possíveis

do numero e da data da apólice; do nome, firma ou denominação, e re sidência, domicilio ou séde da pessoas ou enti

especial, com

Não poderão

ser

destinados

brir deficiências de outro

Art.

16.

Serão

ao

exame

e

documentos relativos

que se

á

fusão

contrato

que

ou

encampaçao,

do

a

legalizou,

nas de fazenda, a

tornar effectiva a garantia inicial de que trata 0 art. 10, 11. 1^2.® As velaçães dos socios responsáveis pelo capital social si a sociedade fôr aiionyma. _

Sendo a transacção e£-

As companhias nacionaes ou es-

6.", a manter em dia, de modo a ser fa cultado 0 seu exame á Inspectoria de Seguros, sempre que 0 exigir, um registro geral, de ac côrdo com os arts. li e 12, das apólices em

seja causado por factos imprevisíveis, obrigará a companhia seguradora a fazer uma reducçâo

§ 2.«

nas despesas, realizar mais capital, augmentar o existente, ou suspender a emissão de novas

ou pelo fundo inicial, si fôr mutua, deverão ser

do proprio punho dos subscriptores ou de repre sentantes devidamente habilitados, e conter, além dos nomes, os domicílios,

profissões, quotas do capital ou do fundo que subscrevem e as firmas reconhecidas. As assignaturas dos impetrantes deSfyi O

vem ser reconhecidas, mencionando-se a

resi-

dencia de cada um delles.

Art

O requerimento será, depois de

inscripto sob numero de entrada no protocoUo, insciípco Inspectoria de Seguros, que sujeto ao exame verificará: 1.”.

si a companhia se acha legalniente

coiistitiP 2.

^ opportuna e conveniente a crea-

30

si 0 capital ou o fundo inicial marca

cão da sociedade e de exito provável;

do nos'estatutos é bastante para o objecto da

«snoiedade; si está convenientmente garantida sua

realização e si as épocas estabelecidas para as

entradas estão combinadas de maneira que

da Fazenda determinará 0 levantament garantia, si não julgar conveniente qiialquei

niente é proporciona as garantias indispensáveis

<

providencia de ordem administrativa.

m/a acudir ás suas obrigações; ^ 40 si 0 regimen administrativo é conve¬ ao

credito da sociedade e á regularidade dos se-

guros1 e os

CAPITUI..0 II

Di«I»o.siyões relativa.s As comi»anliIus Art. 21.

,iHCÍon»««

que As companhias 011 sociedades ● sobre se-

Ihnccionar,, requerer ao ministro da

Riterinedio da Inspectoria de Seguros,

expeça decreto de autorizaçao Cão dos respectivos estatutos.

de modo a não periclitarem os interesses direitos dos segurados;

5.°

constituirem com 0 fim de operar antes de Shros de qualquer especie deverão Fazenda, poi

I

.

® caixa social se ache siifficientemente provida

e dos documentos que forem exigidos, e

Desde que o desfalque das reservas

,

Seguros a situação da companhia, que ítm lhe facultará 0 exame de sua escnptiuaçao

requisitados.

que as mesmas se realizarem;

.

ti 2.» Demonstrada por certidão a publi cação do aviso e attestada pela Iasi’®ctoiia d

lanços extraordinários, nos quaes fiquem verifi cadas a existência das reservas e a regularidade

anonymas, quer mutuas;

acha depositada em estabelecimento

onde não houver nas collectorias ou thesoura-

verem agencias um aviso pelo prazo de 60 d as. ‘ifim de que os interessados apresentem as si as i'eclamações. Este aviso será expedido poi ferinedio da Inspectoria de Seguros-

§ l.“ O Inspector poderá ainda exigir, em casos excepcionaes, que ellas levantem ba

quer sejam

baucario, sujeito á fiscalização do Governo, e

de-

^ns, fará inserir no “Diário Official” e nas toUias de maior circulação nas cidades on e i

veniente, o registro das apólices de seguros e os livros da escripturação geral, e a fornecer os esclarecimentos e documentos que lhes forem

que a acta da assembléa de installação

c)

ontra sociedade de seguros. § 1." A companhia, nas condições referi-

Art. 17. As companhias ou sociedades de seguros, quer nacionaes, quer estrangeiras, são indistinctamente obrigadas a exliibir para o de vido exame, sempre que o Inspector julgar con

acham assignados

numero e somma 11a terceira,

í‘untia inicial, siiuio depois de pagos todos os sinistros e dividas sociaes, e de reembolsados os segurados das suas reservas, ou de transferidas ^s apólices em vigor, com eguaes direitos, para

tos e obrigações do segurado e do segurador.

que os estatutos se

primeira ou segunda convocação, e por qualquer

não poderão levantar do Thesouro Federal a ga-

clausulas que declarem precisameiite os direi

que a assembléa de installação se reali-

intermédio da Inspectoria de Seguros, todos ^os

Art. 20.

provação da Inspectoria os modelos das apóli

si forem mutuas:

I.

dias seguintes ao acto, enviar ao Governo, por

trangeiras, quando cessarem as suas operações,

ces de seguros, nas quaes deverão sér expressas

actos

inicial, caso tenha sido a assembléa realizada na

será de 90 dias para a apresentação dos do-

ap-

os

minimo. dois terços dos subscriptores do fundo

de

cu nientos.

ramo.

sujeitos

todos

ttma forem cedidas a outra, as companhias que

Paragrapho unico.

os

praticados

b)

III,

fectuada entre companhias estrangeiras o pra-

15.

foram

está assignada por socios que representem, no

são da apólice. Art. 13. As despesas de installação da so ciedade, qualquer que seja a fórma de sua or ganização e ramo de operações, não poderão ex ceder de 25 do capital social realizado, e deverão ser amortizadas annualmente, numa per

Art.

com

títulos (lue possuir no estrangeiro. Art. 19. No caso de fusão entre duas ou

de 1S91 1

fundos de um ramo qualquer de seguros a co

que

II.

Uüva sociedade. (Decreto n. 434, de 4 de julho

vas Obrigatórias.

constituiu

todos os socios responsáveis pelo fundo iniciai cie que trata o art. 9.“;

b) o nome e profissão da pessoa cuja vidn se segura e a sua idade no momento da emis

ás companhias ou so ciedades de seguros distribuir dividendos, “bô nus” ou quaesquer outras vantagens pecuniá rias aos seus associados com prejuízo das reser

se

por

vendo ser preenchidas, em taes condições, todas

quidos ou sobras. Art. 14. E' vedado

companhia

e o local onde se achem os seus depositos para

as demais formalidades do presente regulamento. como si se tratasse da constituição de uma

centagem nunca inferior a 10 % dos lucros lí

a

seguintes;

authentica

especificar mais: u) o typo do contrato;

que

paizes em que tiverem agencias, succursaes ou

com exposição das condições do passivo, e cópia

as mesmas formali

si forem anonymas:

1.

j,q^ havendo sido convocada com um prazo de ^5 pejo menos, na primeira vez e oito nas

tiverem realizado a transacção deverão, nos 10

dades referidas no art. 10, n. 6, o qual deverá

pro

dos seus balanços geraes e de modo minucioso os valores das responsabilidades assumidas nos

mais companhias, ou quando as operações

iihias reseguradoras; j) das importâncias dos sellos dos con tratos de seguros e de suas renovações. Art- 12. As companhias que operam ehi seguros sobre a vida ficam obrigadas a manter

registro

As companhias ou sociedades de

garantir responsa!)ilidades, ou a natureza dos

da importância resegurada; dos prêmios de reseguro e das compu-

a)

I.

filiaes, e l)em assim a declarar em que especie,

gamento;

que

observância das leis e regulamentos em vigor;

para os

seguros nacionaes são obrigadas a fazer constar

dade que faz segurar; c) do objecto do seguro e sua natureza, situação e valor; d) dos riscos contra que se faz o seguro: e) da imi)ortancia segurada; f) dos prazos dos seguros; g) do prêmio recebido e condições de pa'

legalizados,

de publicidade estabelecida em lei.

Art. IS. I

devidamente

vem:

resegurar os riscos vigentes em outra congene-

b)

da escripturação.

vigor na Republica.

Si o desfalque nas Reservas for ori

segurados.

a)

um

li 3."

A petição deverá ser instruída com

docuiueutos

integralizadas.

ginado por manifesta incompetência adminis trativa ou imprudência, forçará a companhia a

precisas;

h) i)

Reservas sejam

19

§ l.°

apólices, não assumindo novos riscos, até que

11.

O registro geral que, de confor midade com o art. 10, 11. 6, deste decreto, de verão manter as companhias nacionaes ou es trangeiras, conterá, em um ou mais livros re vestido das formalidades legaes intrínsecas e

publica; para que possam receber a carta-pa-

a

JORNAL DE SEGUROS

JORNAL DE SEGUROS

si nas companhias de fórma anonyma

as es^tipulaçôes reguladoras da distribuição dos

dividendos não violam as disposições dos arís. 20 116 e 117. do decreto 11. 434, de 4 de julho de’1891 e si os estatutos contêm sancção para

fraude que porventura possa occorrer na fi xação dos proventos líquidos, distribuição ou tüha dos" lucros, que" dos arts. 113- 114 e 115, do citado decreto a

n

. 434, de 1891-

w

!


JORNAL DE SEGUROS

Paragraphõ único.

JORNAL DE SEGUROS

As petições que não

Todos esses documentos deverão ser au-

• estiverem instruídas com os documentos deter

thentícados pelo representante diplomático, ou

minados pelo art. 21, não poderão ter andamen

to emquanto os mesmos não forem apresentados. Art. 2 3.

Depois de detido exame sobre a

petição e os documentos o inspecto^ de seguros ;emittirá o seu parecer desenvolvido sobre a re

gularidade da constituição da companhia re querente; apreciará as garantias que offerece o

capital social ou o fundo inicial ao êxito e suc-

cesso das operações de seguros e as disposições relativas á prestação de contas e formação das reservas; salientará os inconvenientes, as omis sões. e as falhas que se afigurar existirem no

plano de operações, no regimen da apuração dos resultados e da distribuição dos proventos; pro

porá, finalmente, as medidas e cláusulas que julgar devam ser impostas nô sentido de garan tir os interesses ^os segurados e que lhe pare cerem

necessárias

no

contrato

ou

estatuto

social.

Art. 24.

O ministro da Fazenda, á vista

da petição devidamente informada e instruída, resolverá conceder ou recusar a autorização, dan do em um e outro caso os fundamentos de sua decisão.

§ 1. Si ao ministro parecer necessari?, a Inclusão de cláusulas que repute garantidoras da situação dos segurados ou do interesse pu-

))llco, poílefá exigir que a companliía contemplê ás niédiãás iéiil|ji-ã<iáe áiiire ns claiiéüíás dós

estatutos e só depois "de assim praticado conce derá a autorização.

§ 2." lüsta autorização constará de um de creto, que fará menção de todas as condições que D Governo entondu ImpOr á companhia pura que possa funcclonur. Art. 25.

A carta-patente, que, em conse

qüência," tem de ser expedida pela Inspectoria

de Seguros, não será entregue á companhia sem que esta exhlba, para ser registrado, o conheci mento do deposito da garantia inicial nos cofres

do Thesouro Nacional ou de suas delegacias nos

Estados: deverá ser registrada na Inspectoria, na Junta Comraercial do Districto Federal ou da séde da companhia, e publicada no "Diário Of-

ver ageiicias prineipaes, e publicada no "Diário Official".

consular, do Brasil no paiz onde tiverem a sua

séde

as companhias;

podendo

Art. 36.

estas juntar

quaesquer outros que entenderem

necessários

para a prova da sua pretenção.

Art. 29. Na petição em que solicitarem au torização para funccionar deverão as companhias ou sociedades estrangeiras determinar, em al

Art. 2fi. A qualquer interessado que o re querer, o Thesouro Nacional, ou a repartição fiscal respectiva, passará certidão da effectividade e existência do deposito de que trata o ar tigo anterior.

Art. 27. De posse da carta-patente poderá a companhia, observadas as demais exigências

do presente regulamento, encetar as operações de seguro facultadas nos seus estatutos.

assim tenham de ser escripturadas serão an-: nualmente destinadas exclusivamente á amorti zação de igual somma do fundo inicial.

de seguro feito

Paragraphò iinico.

no

Brasil, recusan-

A

acceitaçao ou re

cusa do seguro decidir-se-á no prazo de 90 dias, contados

tando-se acceito o seguro, si dentro deste prazo

da

apresentação

da

proposta, repu-

Na mesma petição de

não fôr recusado. No recibo provisorlo do pri

verão as referidas companhias assumir obriga ção de manter na Capital Federal sua agencia

meiro prêmio a companhia seguradora assumirá expressamente esta obrigação.

principal, com plenos poderes para representar a companhia, em j'uizo ou fóra delle, como au

Art. 37- A,agencia principal tem também poderes para liquidar definitivamente os sinis

tora ou ré, e resolver todas as questões que se suscitarem, quer com os particulares, quer com

tros e as reclamações dos segurados.

o Governo.

funceionem ou vierem a funccionar na Republi

Art. 38.

As companhias estrangeiras que

ca ficam também expressamente obrigadas:

bém a manter nas capitães ou praças commer-

para assumir as responsabilidades que cabem á agencia principal em virtude deste decreto e receber as citações e reclamações a respeito.

de ser formadas, as primeiras importâncias que

A amortização da importância do fundo ini cial excedente ao deposito de garantia será rea lizada com a outra metade dos lucros líquidos e com a parte dos mesmos, de que trata o artigo

anterior, que não seja necessária ao pagamento dos juros. Art. 44. Depois de integralmente amortL zado o fundo inicial, a importância dos lucros lí quidos reverterá annualmente em favor dos sor

cios, sendo distribuída nas condições que forem determinadas nos estatutos.

Art. 45 Não será permittida nas socieda des mutuas a instituição de quaesquer vanta gens que não sejam aos membros das suas ad

estatuarias nos termos deste decreto, com re

ministrações ou dos auxiliares destas, e taes vantagens só poderão ser constituídas por uma

lação a todas as operações, de ora em diante

parte, não excedente a um quinto dos lucros lí

feitas ou renovadas no Brasil;

quidos, verificados annualmente.

1.°,

ciaes dos Estados, onde lhes convier tomar se guros, um agente com os poderes necessários

2.",

a constituir reservas mathematicas e

Art. 46.

a manter na Capital Federal a agen-

Arf. 31. As ppmpnlilfla (l6iilai'firão giitj:

principal com uni registro geral das apoii-

metter-Sá, áltl iodas eis Suns relaçOeSj rltler Cõiii

cea vieentea no tírasil, taritct iia iiièsiná ágBiioia

Haverá annualmente em cada so-

çrflíiigrift pgra tomar 00= do

«'élatóftoj das ciOllLáSí

de

parê=

aos regulamentos e aos trlbuuaes brasileiros;

como em todas as outras, e uma escripturação especial de todas as operações aqui çonti'ataç|ap

cer do conselho fiscal e eleição do mesmo e supplontes, e, nus épocas competentes, dos mem-

a finam sujeitas ás disuosieõos íiug i-egem as.so

0 da 1'QalizaçàO do oanital e das respectiva.^ re

liroB da administração.

ciedades nacionaes da mesma natvireza, no to

servas;

cante ás relações, direitos o obrigações ontre a

3."

o Governo, quer com os particulares, ás leis,

Art. 47.

As assembléas geraes serão con

vocadas com 15 dias de antecedência para a pri

a fornecer á Inspectoria de Seguros,

sociedade e seus crerloros, accionistas e quaes

nos termos desto decreto todos os mappas, re

quer interessados, que tiverem domicilio no Bra

latórios e esclarecimentos a que se refere o art. 10, ns. 2.", 3." e 4.®, e aos segurados que o

sil, embora ausentes.

solicitarem um exemplar do balanço annual de

Art. 32. A inserção, nas apólices ou mi nutas de seguros, de quaesquer estipulações ou

suas operações no Brasil.

resalvas contradicção com este regulamento e

Art. 39.

as leis vigentes, darão logar ás penas do capi

Serão redigidas em portuguez as

meira reunião e com oito para as eegulntos. As assembléas só poderão deliberar em primeira reunião se estiverem presentes socios

que representem, pelo menos, um quarto dos effectivos, qualquer que seja a importância do seguro que tiverem, e na segunda com qualquer numero; salvo em caso de alterações dos esta

tulo III do tit. II, além das nullidades em que

apólices de seguros emittidas no Brasil, assim

tutos ou de dissolução da sociedade em que só

como os livros, documentos e balanços mencio

incorrerem.

nados neste decreto.

se poderá deliberar na primeira ou segunda re união com a presença de dous terços dos socios

• Art.'33.

Examinada a petição e attendeu-

Art. 40.

do á situação da companhia e ás garantias de

ficial".

proposta

do-as ou acceitando-as, e neste caso emittindo as

As companhias se obrigarão tam

Constituindo o deposito de ga

rantia uma antecipação das reservas que tiverem

creto n. 434, de 4 de julho de 1891.

Art. 30.

ao anno sobre o fundo effectivo.

Art. 43.

pauhias devem ter na Capital Federal, será in vestida de amplos poderes para decidir todas as

realizado de accôrdo com o art. 47, § 1.° do de Paragraphò único.

praticar, não podendo, por^m, a taxa exceder a 12

A agencia principal, que as com-

apólices definitivas.

garismos precisos, o capital de responsabilida de para as suas operações no Brasil, o qual será

21

geiras dar, sem prévia autorização do Governo Federal, execução ás alterações dos estatutos

solvabilidade e bôa administração que offerecer, o inspector de seguros emittirá o seu parecer, apreciando todos os elementos de constituição,

apresentados no acto do pedido de concessão

para funccionar no Brasil e que se acharem re

de funccionamento e de prosperidade offerecidos pela companhia impetrante e concluirá opi

gistrados na Inspectoria de Seguros.

e na terceira com qualquer numero.

Paragraphho único.

Os socios poderão fa

zer-se representar por procuração conferida a

outro socio que não exerça cargo na administra ção, no conselho ou qualquer funcção na socie dade, e taes delegações só terão validade por um anno.

Art.

nando pela concessão ou recusa da autorização. Paragraphò único. Si lhe parecerem ne cessários additamentos ás clasulas contratuaes,

CAPITULO I\'

48.

O numero, a duração dos man

datos, e os vencimentos, o modo e as condições de nomeação, substituição ou destituição dos

propol-as-á, fundamentando o seu alvitre.

Art. 34.

E' vedado ás companhias estran

J)t>tpoNlçnei4 espocincN relntivsis á.s coiiipiiiiliias

membros da administração e do conselho fiscal,

inntuns

assim como as suas attribuições e as da assem-

Concedida a autorização por de

creto do Governo, "ad instar" do art. 24, § 2.°,

bléa geral, serão reguladas nos estatutos; sendo,

CAl»ITULO III

deverá a companhia, dentro de 60 dias da au

no silencio destes, observadas, por analogia, as

DlHpoHÍvOvs relatlvim As comimiihlns estrangeiras

torização, fazer o deposito de 200:000? em di nheiro ou em apólices da divida publica federal,

de seguros, que se proponham a funccionar na

nos cofres do Thesouro Nacional.

operações, um fundo iniciai que as habilite a

Art. 28.

As companhias ou sociedades es

trangeiras, que. pretenderem obter autorização para funccionar no Brasil, deverão solicital-a do

ministério da Fazenda, por intermedie da Inspe ctoria de Seguros, instruindo sua petição:

1.", com documentos que provem a sua existência legal no paiz onde tiverem sua séde; 2.^

com dous exemplares, ou copias, dos

estatutos em vigor-

Art.

35.

Art. 41.

As sociedades mutuas nacionaes

Republica, deverão constituir, para encetarem

Provado o deposito com o res

pectivo documento, que será registrado na In

satisfazer o deposito de garantia inicial e para que possam receber a carta-patente, não po

spectoria de Seguros, ordenará o ministro da

dendo esse fundo ser inferior a 200:000$, nem

Fazenda que se expeça carta-patente, nos ter mos estabelecidos neste decreto, e de posse da

exceder a 400:000$000.

mesma poderá a companhia encetar as opera

artigo antecedente vencerá juros provenientes

Art. 42.

ções. A carta-patente deverá ser registrada na Inspectoria de Seguros, na Junta Oommercial

do Districto Federal e nas dos Estados onde hou

.«_

O fundo inicial de que trata o

disposições que regem as sociedades anonymas

emquanto outra cousa não for establecido por lei.

CAPITULO V

Blspo.slções especlaes

enmiianhias rte seguros

terrestres e miirltlmos

da metade dos lucros líquidos, apurados an-

Art. 49. As companhias de seguros ter

nualmente, depois de deduzidas as reservas obrigatoidas, segundo as operações que a sociedade

restres e marítimos, nacionaes ou estrangeiras além das suas reservas ordinárias tiradas dos


I 22

JORNAL DE SEGUROS

JORNAL DE SEGUROS

2;i

t.

lucros líquidos annuaes segundo as prescripções dos respectivos estatutos, são obrigadas, para o

\

gamento de prêmios ou de uma parte de quaesquer contribuições a que sejam obrigados os de mais segurados em idênticas condições

fim especial de garantir as responsabilidades as sumidas por seguros effectuados no Brasil, a empregar em valores nacionaes uma importân cia equivalente a 40 %, para os seguros terres tres, e 20 , para os marítimos, dos prêmios lí¬ quidos recebidos pelas responsabilidades

'

§ l.®

Quando a importância dos

dentes lecebidos no anno anterior, a companhia

terá o prazo de 60 dias para realizar a elevação

proporcional de sua reserva.

§ 2.»

Entende-se por prêmio liquido a im portância effectivamente recebida pela companhía seguradora pelo risco que assume, dedu zidas apenas as despesas feitas com a emissão

da apólice, taes como commissões, sellos e im serão

empregadas

em e estaduaes da divida pu¬ ... apólices federaes . blica, empréstimos sob a caução de taes apóli ces, títulos que gosem de garantia da União ou dos Estados, bens immoveis situados no terri

tório da Republica, hypothecas sobre proprieda des urbanas nas mesmas condições, e em acções

sujeitas

ás

disposições

concernentes

ás

compa-

as

que

ma

de

se propuzerem

seguro,

por outra qualquer fór-

indemnizar

perdas

causados ás cousas (art. 4.“). CAPITI I.O

l)ÍS|IOSÍ^>ÕPN

psiJppfapN NPKiiros

Art.

e

dainnos

VI

rHtiflvHN

ús

Molire

víOa

:i

As companhias de seguros so bre a vida, que fuiiccionam ou vierem a funccionar na Republica, sejam nacionaes ou estran-

geiras, são indistinctamente obrigadas: 1. a submetter préviamente á approvação do ministro da Fazenda os planos e tabella.s para pagamento de prêmios e o quadro prová vel da mortalidade annual, que servirem de base ás suas operações; as taxas dos juros; as fór-. mulas deduzidas para o calculo dos prêmios e das reservas mathematicas; as taxas de sobre carga e demais bases sobre redueção, resgate ou liquidação dos contratos, não podendo alte rar, sem prévia autorização, os que assim fo

valor nominal. Art 50. Uma

tua só poderão assumir riscos, nas condições do artigo anterior^ correspondentes a 40 % do de posito de garantia e das reservas que tiverem accumulado, salvo si fizerem os reseguros nas condições no mesmo determinadas, caso exce dam ao limite. Porém, desde que queiram as sumir riscos sob sua exclusiva responsabilidade de importância maior, que a acima estabelecida, deverão constituir, além da reserva determinada pelo art. 49, um fundo supplementar, conforme fôr determinado nos estatutos, para servir de base ao limite das operações além do deposito Art.

Os prêmios dos seguros terres tres e maritimos serão sempre correspondentes

ao prazo de um anno, ou conforme a duração dos contratos quando forem de menor prazo, e calculados, tendo-se em vista a natureza e as

condições

do

objecto

segurado.

A's

agencias,

succursaes e filiaes de companhias brasileiras no estrangeiro, é permittido segurar pelos pra zos admittidos nos paizes em que fuiiccionam. Paragrapho unico. Não é licito estabele cer vantagens especiaes para limitado numero de segurados, e que importem na dispensa do pa-

são sempre o thermometro dos estabelecimentos

se

achavam

estabelecidas as respeitáveis firmas

dos srs.

Charles Chumes & C., Garage Central

negocios,

tanto

de

uma

como

de

outra

se

julga

estarem

garantidas

lores,

são

representadas

no

passivo

por

réis

27.922:8825776, e esta somma acha-se por in teiro á disposição dos interessados pela encaixa da na importância de 27.818:7825171. Não nos sobra tempo para ver se este caso

pedidos que lhe sejam confiados.

pital, mas seja-o ou não é um facto que por si

bre os prêmios e reservas correspondentes apólices emittidas no Brasil;

a

nota

das

modificações

tendo esta, até

®-9uelle dia, providenciado para o fim de lhe ser

“mas.

a

quem

não crimino”.

Peço a todo aquelle que.se julgar meu cre

dor, de qualquer especie, o favor de apresentar sou debito, que sendo legal, será pago á vista, ^ rua da Constituição n. 78, Rio de Janeiro.

Resta-me agradecer ás respeitáveis autori-

^adoe, Policia, Bombeiros de Nictheroy e vizihhos do Immovel sinistrado, os bons esforços

a empregar o total das reservas de to

Que empregaram para a extincção do Incêndio,

emittirem

no

Brasil,

louvando ainda com os meus melhores agrade

em

apólices da divida publica federal, estadual ou municipal; titulos que gozem da garantia da União ou dos Estados; empréstimos sob a cau

cimentos o Corpo de Bombeiros, do Rio, o va lioso

ção das próprias apólices de seguro, quando te

concurso

que

prestaram

em

tão grande

omergencia.

nham estado em vigor mais de tres annos, não

Rio de Janeiro, 7 de junho de 1923.

serva mathematica; bens immoveis urbanos e hypothecas até 50 % do valoi* de prédios urba nos; e depositos a prazo em bancos que funccio-

A. COSTA ARAÚJO.

iiem no Brasil.

(Continua). 1 ^ Ar-

18

do

corrente,

sob a

O principal assumpto ultimamente vido

aos

organizada

grandes

tratado

foi a tarifa

em

Porto

Alegre,

incêndios

que

infelizmente

de

ali tem occorrido nestes últimos annos, causan do avuUados damnos e prejuízos. Essa tarifa já estava approvada por todas as companhias nacionaes e estrangeiras do Rio Grande do Sul, e, após ligeiros dizeres dos profissionaes, foi aqui a tarifa sanccionada unani

memente na assembléa da Associação. Houve votos de louvor ao sr. Carl Metz pela collaboração nesse trabalho, sendo encersua

rada a sessão depois de terem sido tratados ou tros assuniptos de interesse social.

PimilPÍIEIII-MH LIFE”LBEPM0seguí Perante o juizo federal

da 1*

Vara foi

proposta uma acção contra a companhia "NewYork Life" pel°

Johann Friederick Holz-

grefe, allemão, residente na capital da Bahia,

A.

podendo o empréstimo exceder de 75 % da re

dia

meio segurador.

Previdente"

ás

que

Realizou-se no

Panhla

Que o mesmo ia soffrer, não

ser Obrigatória a deducção. As companhias es trangeiras calcularão as percentagens acima so

DE SEGUROS

^ue tinha no dia 2 do corrente entregado á Corm-

formando por um outro de menor valor, para o

á dífferença entre os dous prêmios, 3. a constituir e manter, ao lado da re serva technica, uma reserva de contingência, formada e alimentada pelas seguintes percen tagens deduzidas annualmeiite dos prêmios re cebidos: 1 % até que a reserva de contingência attinja a 6 % da reserva technica, e dahi em deante 1/2 % até attingir a 10 % da reserva techiiica. Uma vez attingido este máximo deixará de

ASSOCIAÇÃO DE COMPANfflAS presidência do sr. commendador José Antonio da Silva, uma assembléa dessa util instituição que tantos serviços vem prestando ao nosso

fornecida a respectiva apólice, embora se veri

apólices,

que

é unico entre os bancos funccionando nesta Ca

fique tempo bastante para o haverem feito —

as

e

fa habilitado a desempenhhar todas as ordens e

seja menos que o prêmio puro, á reserva mathe-

das

buncarios

com 0 deposito em caixa de um terço destes va

casa, continuando, como até aqui, perfeitamen-

matica será addicionada uma extra-reserva egual

4.

52.

letras descontadas, e isto indica um bom e util

serviço: e as contas correntes de deposito, que

também

uma coincidência inexplicável, não tinha aquelimmovel e negocio no seguro, que se havia Vencido em 31 de maio p. findo, e se estava re

de seguro, que é dado pela dífferença entre P prêmio puro e o custo do temporário por um

de garantia.

Sobre um capital realizado de 7.500:000? o banco tinha em carteira 14.644:3655275 de

Quelle seu grande immovel, onde

de prejuízo que soffreii, calculado em 600 con tos, "seiscentos contos de réis", pois que por

taxa. O valor das despesas de acquisição de se

ticas completas; amortização que deverá ser feita em cinco annos, pelas cargas dos cinco primeiros prêmios annuaes, de renovação. Caso o prêmio de tarifa, para qualquer plano e edade,

As companhias sob a fórma mu

peitável Theodoro Wille.

Outrosim, declara que, não obstante o gran-

guros novos, não amortizados no primeiro anno anno, deve ser reduzido das reservas mathenia-

51.

pertence á órbita de acção da casa sempre res

ginosainente grande parte das dependencias da-

seus

vida, a taboa de mortalidade "American Expe-

Thesouro ou em bancos no Brasil. Ser-lhes-á li

Art.

bastante lisongeiros deste estabelecimento, que

mesmo honrosamente se recommenda.

cito, porém, assumir riscos de importância su perior a esse limite, desde que o excedente seja:

dentro de 24 horas da emissão da apólice, reseguradá em outra companhia autorizada a funccionar no Brasil, devendo na minuta do seguro ser feita annotação dos reseguros effectuados.

15 de Novembro, 28 e 30, com deposito á rua Visconde do Rio Branco, 537, em Nictheroy,

® Francisco Alves Corrêa, em nada veiu pre judicar a boa marcha e andamento de todos os

as rendas a tabella franceza R. P. com a mesma

companhia só poderá assu mir riscos em cada seguro isolado, em valores que não excedam de 40 % do seu capital reali zado e empregado no Brasil ou em deposito no

O balancete de 31 de maio, deste banco,

2.'

rience", e a taxa de 4 % de juros annuaes, e para

estradas de ferro, cuja cotação official, a mais

I

accusa um total de 246.794:240$247, que sem ser extraordinário informa, comtudo, recursos

rem approvados;

de dous annos, não seja inferior a 80 % do

tf

mu íisfliLfl

gocio de madeiras e materíaes de construcção á rua da Constituição n. 78, nesta capital, e á rua

cêndio que no dia 6 do corrente destruiu verti-

54.

de bancos ou companhias de

“debentures

II

A. COSTA ARAÚJO, estabelecido com ne

vem declarar á praça, aos seus amigos e íreguezes, e ao publico eni geral, que o grande in

<‘oiii|mnliÍn.s

a adoptar, como padrão miniiuo de sua solvabilidade, no calculo das reservas niathematicas, relativas ás apólices de seguro de

ou

>

Ficam

regulamento,

premzos

recebidos pelos contratos em vigor na data de um balanço excederem á dos prêmios correspon

posto de cada seguro. § 3.0 Essas reservas

deste

53.

nhias de seguros terrestres e maritimos, todas

assu-

midas num anno. Servirá de base para : a constitiiiçâo, como para as alterações dessa reserva. a importância dos prêmios recebidos pelos contratos em vigor na data de cada balanço annual.

i

Art.

A

para que aquella seguradora lhe pague o seguro de vida de numero 3.536.141, no valor de li bras 731-0-5.


24

JORNAL DE SEGUROS JORNAL DE SEGUROS

25

AS GRANDES CASAS SEGURADORAS DOS ESTADOS AMAZONAS

End. Teleg.:--T«ASMONTES" Codigos usados :

CAIXA POSTAL 541

TELEPHONE, 399

J. V. D OLIVEIRA

RIBEIRO A I

BALANÇOS DE 1922

Aj^ente da Conipauhia de

REPRESENTAÇÕES

A B C 5=^ Edição

COMPANHIAS DE SEGUROS lUs

Seguros

RUA GUILHERME MOREIRA, 40

Terrestres e Marítimos

BENTLEVS

' COMMRRCIAL DO PARÁ"

BORGES

MANAOS

Companhia de Seguros "Garantia"

MARANHÃO

Agentes da Companhia Alliança da Bahia

RECEITA

(SEGUROS MARÍTIMOS E TEKRESTkHS)

Prêmios de seguros COMMISSARIOS DE AVARIAS DOS COMITÊS DE SEGURADORES PORTUGUEZES,

3So;983$l8ã

Juros e outros effeitos .

'

66:100$000

450:083$185

87:449$680 113:620$030 132:355$735

333:425$445

FRANCEZES, ALLEMÃES, ITALIANOS E HESPANHÓES DESPEZA

ARMAZÉNS DR: Estivas, Fazendas, Miudezas,Ferragens,etc.Com missões. Consignações e Exportações

Roa is ii JuiiiD. is. li

END. TELEOR. — ALVIOR

CodÍKOB uBados; RIBEIRO, A. B. C., A- I.

n

The Dondon and River Plate Bank, Ltd. The Nationa! City Bank of New Tork,•

6iD(|ué FraDiaise et Itaíleene pour l'íiserlqai du Sad The London and Bra^ilian Bank, Ltd. Banco Nacional Ultramarino. Banco do Recife. Auxiliar do Commerclo. Banco do Brasil. -

Banco

Banco Português do Brasil

ROSSBACH BRAZIL COMPÃNT

Jüsé R. P. de Carvalho & C. New York, Pernambuco, Bahia e nos " Matriz: em Florlano Filiaes; em Tbertzína e Paroahyba Piauhy

Codigos: Ribeiro e Particulares

Lucro liquido do exercicio

116;657$740

Distribuição:

Estados do Piauhy u Maranhão. EM FLORINO: Agentes da

Telegrammas: ZECARVALHO

..

Agentes da

PIAUHT

AGENTES DOS:

Encargos especiaes de seguros Sinistros pagos Despezas geraes

Companhia Alliança da Bahia

Dividendos

!

Eundos de reserva

Outros effeitos

5"0:000$000 45:870$240

..

20.7S7$500

116:657$740

1. 229:493$750 2. 286:992$080

3.516;485$8 30

(SUtíl ROS MARÍTIMOS E TERRESTRES]

ACTIVO

CEARA'

Albaqaepqae 5 Comp. GO IVIIV/II5ísoes

'

:...

Effeitos primeira ordem:

e: consiona.ç>oes

-- •

Apólices, letras a receber, dinheiro, sellos Effeitos diversos: capital a realizar e diversos saldos...*,...

Agentes das Companhias ;

de NAVEGAÇÃO LLOYD BRASILEIRO Ead. Telegr.: ALBUQUERQUE

de SEGUROS ALLIANÇA DA BAHIA

„.

da STANDAR OIL OP BRASIL

GAMOCIM

RIO GRANDE DO NORTE Correspondentes do;

Banco do Brasil

Banco Nacional Ultramarldo Agentes da:

Companhia Alliança da Babla Wharton, Pedroza & Cia.

End. Teleg. PINHEIRO

ANTONIO BEZERRA S Cia. S^CCESSORCS

PASSIVO

Saldos exigiveis

62:676$500

Fundos de reserva

518:809$330

Effeitos secundários, varias contas

2.185:0001000

Capital realizado

750:000$000

3.516$4S5$830

Ribeiro

PINHEIRO SIZENANO© & Cia. CommissÕe*! ConsignacõeB e Conta Própria

RUA JOSE' MARIANO Ns. 1 a 9 c 19 e 31

Cüds.:^ Two«In-One

|VI ACÁO

Particulares

Rio Grsmd® do INIort;©

PERCENTAGElíá ' • Encargos especiaes de seguros, s/a receita de prêmios Sinistros, s/a receita geral Despezas geraes, s/a receita geral

. .. .,

.... ,

22,77 % 25,25 % 29,41 %

S. PAULO

REPRESENTAÇÕES

COMMISSÕES

Companhia "União dos Proprietários" _hiJ-b^ H' H ! hV) l-Vi H' :rjl. Rua JOÃO'BRICCOLA, 12 (Praça Antonio Prado) S PflUtiO EildeiTCO TelegrapllICO "GALMAR" Teleph. Central 3190

aoente oeral no estado de s. paulo da

CODIGOS

RIBEIRO

'A. B. C. 5=^. Edç.

Companhia de Seguros Terrestres e Marítimos

RECEITA

Prêmios de seguros Juros, alugueis e outros effeitos

445:413$800 139:44B$290

584:859$090

'PORTUGAL E ÜLTRAMAR" DESPEZA

JIATTO GROSSO

bxjIz;.a.RzIdo

ác [FILHOS

Encargos especiaes de seguros

Z.

292;906$84D

Despezas geraes

COIVII%AE:nCIAIMTE5

79:476$560

Sinistros pagos

— ;.

115;327$170

487:710$570

RUA 1.0 DE MARÇO N. 2

Endereço Telegraphíco ; FELIZARDO — cuvaba* — Matto Grosso — Brasil

Agentes da Companhia ALLIANÇA DA BAHIA —

j_t™

97:148$520

Lucro liquido do exercicio

Retirado de lucros suspensos

Total

7:485$830

^

V .., ^'

v

104:634$35U


27

JORNAL DE SEGUROS JORNAL DE SEGUROS

26

Assistência da Colonia Portugueza do Brasil aos Orphãos da Guerra

Octavio Ferreira Noval

Assim distribuído:

Dividendos . ...'

60: O 00$000

Fundos de reserva Outros effeitos

• ...• • • •

22:484$35G 22:150$000

EnuDiura-se quasi completamente restabele

104:634$350

cido este nosso lllustre amigo, director da com

Unnei gentil pfferta.

panhia de seguros "União Coramercial dos Va rejistas" e uma das maiores figuras do nosso

ACTIVO

meio

Effeitos primeira ordem: apólices, titulos de renda, prédios, di nheiro, sellos, letras a receber, hypotliecas Outros effeitos: saldos diversos

segurador:

Dado o seu completo restabelecimento es

1.462:683^170 2.101:72S$940

tamos informados que os seus amigos farão ce

3 . 564$412$110

lebrar uma missa- em acçâo de graças, commejuorando o feliz acontecimento.

PASSIVO

Effeitos exigiveis

anno pelos srs. dr. Falcão de Miranda e profes sor Antonlo Guimarães e então vivamente ap-

224:461$330

Fundos de i^eserva

843:400$780

Diversos saldos de varias cc/ Capital realizado

1.996:550$000 500:000?000

3.564:412$110

PERCENTAGENS

iiaoewos lomiiü

plaudidos.

Uma decisão do ministro da Fazenda

trabalhos realizados no anno findo e sobeja mente demonstra o carinho com que foi organi

O

No requerimento em que a Companhia de

Encargos especiaes de seguros, s/a receita de prêmios

17,86 %

Sinistros pagos, s/a receita geral , Despezas geraes, s/a receita geral

50,15 % 19,75 %

Seguros "Commercial do Parã" reclama contra o acto da Alfândega de Belém, que lhe negou

restituição da quóta parte, já entregue ao em pregado. da multa que lhe foi imposta, o sr. mi nistro da Fazenda declarou que tendo sido legal

a imposição da multa, a sua relevação não ~a-

Companhia de Seguros "Indemnisadora" RECEITA

1.494:146$750

Juros e outros effeitos

13:689?430

1,507:836$180

relatório

da

Assistência refere-se

aos

zado pelo secretario da instituição, sr. Humber to Taborda.

Interessantes são as informaçções conti das nessa publicação sobre o muito que já tem conseguidò a Assistência, sob cuja protecção se encontram hoje 848 orphãos.

nullou o direito do empregado á parte que lhe

Sobre a creação de asylos para os pequenos

competia e que recebeu regularmente antes da

orpliâos, informa-nos o relatório já possuir a

Interposição do recurso, devendo, para tanto, a

Prêmios de seguros

Da benemerita Associação da Colonia Por tugueza do Brasil aos Orphãos da Guerra aca bamos de receber dois excellentes opusculos, contendo um o relatório daquella caridosa in stituição e outro os discursos pronunciados na sessão solemne de 15 de março do corrente

restituição se limitar ao "quantum" pertencen te á Fazenda Nacional.

Assistência a quantia de escudos 435.504$77, pretendendo construir dois edifícios com capaci dade cada um para abrigar 100 crianças e cujo custo está orçado em setecentos mil escudos, tendo já sido iniciados os trabalhos de edi

DESPEZA

Encargos especiaes de seguros Sinistros pagos Despezas geraes

531:237?978 550:289$816 245:929$944

ficação.

>>

Contém ainda o citado impresso muitas Jornal de Seguros de I/isboa |

1.327:457$738

Zi Redacior-Chdc; ALVES DE AZEVEDO

Lucro liquido do exercício

180:378$442

Av. Oonresí 1-^ereir.a — LIS30A % Repr íenianie: J. NUNES DA ROCHA

Que se distribuiu;

outras informações que tornam a sua leitura agradavel e instructiva.

A' digna directoria da Assistência agrade cemos a gentil offerta dos dois exemplares que

225, Rua Marechal Floriano, 225 | — Soh.

nos enviou.

Dividendos

i .... -

Fundos de reserva

Effeitos diversos

10:000?000

Tel. - Norte 6890

135:055$634

-

35:322$808

180:378Ç442

EBI® jDE

fi.

ACTIVO

Effeitos 1» ordem; apólices, titulós de renda, juros, dinhei ro, em cofre e nos bancos, letras a receber i .. .

422:997$714

Outros effeitos: saldo de accionistas e outras contas..

644:832$464

Uma acção em juizo contra a 1. 067:830$178

"Cruzeiro do Sul" Pelo dr. Hildebrando Pompeu Pinto Ac-

PASSIVO

cioly foi proposta no juizo da 3" Vara Cível, Effeitos exigiveis

59:212$548

nesta capital, uma acçâo contra a companhia

Fundos de reserva e lucros suspensos

496:617$630

Effeitos secundários, varias cc/

312;000$000 ,

Capitiil realizado

200:0001000

cie seguros "Cruzeiro do Sul", para compellil-a ao pagamento da quantia de resgate a que tinha

1.06 7:830$178

direito, isto é, 4:430|000. Tendo a acçâo corrido o seu curso regular,

PERCENTAGENS

Encargos especiaes de seguros, e/a receita de prêmios Sinistros pagos, s/a receita geral

35,55 % 36,51 %

Despezas geraes, s/a receita geral

16,32 %

foi afinal a referida companhia, por despacho daquelle juizo, condemnada a pagar ao autor a

quantia pedida e mais os juros da móra.

Pessoa competente e bem relacionada, vivendo no mercado de Seguros ha mais de 12 annos, apresen

tando as melhores referencias, deseia obter a Agencia para S. Paulo de uma Companhia de Seguros de bom conceito.

Informações por favor com o Sr. Director des te Jornal.


29

JORNAL DE SEGUROS

JORNAL DE SEGUROS

2S

r

Conselho Nacional do Trabalho PELAS [OHiS DE SEOÜROS

V,

o grande incêndio que em 19 de Março pas sado devorou os depósitos e officinas da socie

dade anonyma "General Electric", á rua Marquez de Sapucahy, 183, vem de ser liquidado

iP

Companhia Nacional de S^yuros Marítimos a Terrestres

ilVEIIIDIllil0nillll[0r9-2; andar ([asa Mauá) — -

■ ■

Ro do .Janotro

Damos abaixo, na integra, o decreto que eveou <> Consellxo Nacional do Trabalho;

"O Presidente cia Republica dos Estados Uni

dos do Brasil, usando da autorização constante

pelas companhias de seguros "North British &

Directoria:

Mércantile Insurance Co., Ltd.", agentes: P. S.

Affonso V/zeu, fosé T^ainho da Silva Carneiro,

de 1928, que revigorou o art.

Nicolson &• O. ■— "The London & Lancashire In

Cicero Teixeira Portugal e Jiumberto Taborda

n. 3.991, de 5 de Janeiro de 1920, decreta;

surance Co.^-Ltd.", agentes: Edward Ashwortli

<lo artigo 86 da lei n. 4.632, de 6 de Janeiro 28, III, da lei

Art. 1." — Fica creado o Conselho Nacional

do Trabalho que serã o orgão consultivo dos po-

agentes:

Francisco Eugênio Ueai, Elpenor heivas Maneei José Lebrão, Zeferino de Oli

dere.s públicos em assumptoa referentes á orga

Norton Megaw & C. — "Royal Insurance Compa

veira, Paulino José da Costa e Commen-

C.

■—

"Niagara

Fire

Insurance

Company",

agentes: Companhia Expresso Federal. — "The Northern

Assurance Company, Ltd.",

ny Ltd.", agentes:

nização do trabalho e da previdência social. Art. 2." — Além do estudo de outros assum-

John Moore & C. — "The

Home Insurance Company", agentes; Kramer &

C. — "Alliance Assurance Company Limited", agentes: cial

Capital subscripto

de

Seguros,

agen

»

importante somma de

821.300

dollars,

ou

se

jam quasi oito mil contos da nossa moeda. As

companhias nacionaes

também

soffre-

tratos collectivos do trabalho, systema de con

ciliação e arbitragem, especialmente para pre

ram prejuízos com este Incêndio, por damnos de

Desde a fundação da Com-

panhia

2.767;Í7SSC01-

SÉDE EM LISBOA

e

depois em

90:000$000, offere-

Art.

3." — O Conselho compôr-se-ha de 12

Deposito no Tbesouro Nacional.

2oo:oooSooo

hia", imitando Goulart,

Represenlanles geraes no Brasil :

MilitllIjlES S C. 51, Eua Primeiro de Março, 51

Telephone N. 5634 - Rio d€ Janeiro OfRENTE: —Ricardo Rochfort

selho, o qual também participará das sessões e superintenderá todo o serviço de expediente'.

g 2.° — Os membros do Conselho, com excepçào do Secretario Geral, servirão gratuitamente.

podendo ser convocado extraordinariamente pelo presidente, "ex-officio" ou a requerimento

l.oooroooSooo

a

generosidade

por sua vez segurou

do o

sr.

Asylo

dr.

Gi!

e seus

pelo menos, de dous membros. Art. 5.® — O Conselho Nacional do Trabalho só poderá deliberar quando se acharem presen

em 163;000$000 por um anno, offerecendo ao

tes, pelo menos, quatro membros. § 1.^ — As resoluções do Conselho serão to

Asylo o competente recibo.

madas por maioria de votos, sendo licito inserir

moveis e a Capella com tudo qúe lhe pertence

O sr. Alfredo L. Ferreira Chaves, de longa

data protector do Asylo e director da companhia "Ar.ços Fluminense", reforçou o seguro das mencionadas companhias com um novo seguro

a 110;000?000, tomando sobre si o devido reci bo pelos espaço de 12 mezes. O total dos tres se guros é de; "Companhia Nacional" 90:0005000, "Aliança da Bahia" 163:000$000, "Argos Flu minense" 110;ü00$000. (Jornal do Commercio, 20 de abril).

trabalhos

do

ctivos cargos.

4 »— o Conselho Nacional do Trabalho reunir-se-ha, normalmente, duas vezes por mez,

Capital realizado no Brasil . ■ .

os

ceberão unicamente os vencimentos dos respe

pectivas despezas. O sr. Joaquim Nunes da Rocha, gerente da sub-agencia da conipauliria "Alliança da Ba

auxiliarem

ferroviários, instituições de credito popular e

1.0 — Haverá um Secretario Geral do Con

70;000$000

§ 2.0 — Para

resulte

ccionarios effectivos ou addides, os quaes per

cia nos assumptos de que trata o artigo anterior.

cendo ao Asylo, annualmente, o recibo das res

de outras repartições, desde que não dahi prejuízo para o serviço publico.

condições do paragrapho anterior,

cio e seis entre pessoas de reconhecida competên

Gompanbía de Seguros Luzo-Sul Americana

um.

res, trabalho de mulheres, aprendizagem e en

ministério da Agricultura, Industria e Commer

Goulart, desde 1917 segurou o Asylo em réis

e

sino technico, accidentes do trabalho, seguros sociaes, caixas de aposentadorias e pensões de

membros escolhidos pelo Presidente da Repu blica, sendo dous entre os operários, dous entre os patrões, dous entre altos funccionarios do

O protector do Asylo Isabel, dr- Gil Diiiiz

um dactylographo

continuo.

venir ou resolver as paredes, trabalho de meno

Art.

ADAMASTOR

steno-dactylographo,

Conselho, quando necessário, poderá ainda o ministro da Agricultura designar, nas mesmas

caixas de credito agrícola.

fogo e agua nas casas visinhas.

assumptos

narios addidos, e na falta destes, empregados

200:0006000

121.181SS86

(nos

c^ional do Trabalho occupar-se-ha do seguinte; dia normal do trabalho nas principaes indus

573.10GSOOO

Anno de 1922. . .^,,.

perito

§ 1.0 — Para o preenchimento de taes car

trias, systema de remuneração do trabalho, con

Sinistros pagos;

um

enumerados no art. 2"), um escripturario, um

gos serão aproveitados em commissào, funccio

realisado

tes: Walter & C., alcançando a indemnisação a

cção cio Secretario Geral, terá, além deste, o seguinte pessoal;

organização do

á

Deposito.no Thesouro. .

Wilson, Sons & C., Ltd. e "Cõminer-

Union'* — Companhia

1 .COO:OOOSOOO

Art. 7." — A Secretaria do Conselho Nacio

trabalho e da previdência social, o Conselho Na-

Pios que possam interessar

dador João T^eynaído de Faria

Conselho.

nal do Trabalho, que funccionará sob a dtre-

Conselho Fiscal;

&

§ 2." — O ministro da Agricultura, Indus tria e Commercio, será o presidente honorário do Conselho, cabendo-lhc a presidência effectiva sempre que se achar presente ás reuniões do

na acta declaração de voto do membro que o re querer.

§ 2." — As aetas serão lavradas pelo Secre tario Geral do Conselho ou por quem o substi

tuir e publicadas na revista a que se refere o art.

14.

Art. 6." — O Conselho Nacional do Trabalho

elegerá annualmente um presidente e um vicepresidente.

outros fun

S." — Compete á Secretaria do Conse

lho Nacional do Trabalho:

a) colligir e systematizar a documentação sobre os diversos problemas de nossa economia social:

b) realizar inquéritos sociaes, ouvindo os profissionaes e interessados;

o) promover a observância do disposto nas

leis u. 1.150, de 5 de Janeiro de 1904, e n. 1.907, de 29 de Dezembro de 1906;

tl) propagar e fiscalizar a applicação das

leis 11. 976, de 6 de Janeiro de 1903, e n. 1.037 de 5 de Janeiro de 1907;

'

e) superintender a fiscalização de seguros

contra aocidêntes do trabalho e quaesquer ou tros seguros operários;

f) superintender a fiscalização das caixas

de pensões e aposentadorias de ferroviários;

g) executar quaesquer outros trabalhos re

ferentes á organização do trabalho e da previ dência social.

^ 1.° — Aimexos á Secretaria do Conselho-

serão organizados e mantidos um museu socla")

e uma bibliotheca especializada em questões de economia social.

§ 2." —Serão classificadas em fichas as in formações e dados colhidos, quer em suas in vestigações directas, quer em estudos publica dos em registros e obras recentes.

Art. .9." — Todas as attribuições de que trata o artigo anterior serão exercidas de accôrdo com a orientação do Conselho, que traçará o programnia dos trabalhos para cada anno.

Art. 10 — O Secretario Geral providenciará

pre

de modo que sejam sempre attendidas com a

sidente e do vice-presidente, ao mais velho dos

maxima brevidade as requisições que lhe forem feitas pelos membros do Conselho sobre infor-

^ 1." — Na falta ou impedimento

do

membros presentes caberá presidir a sessão.


31

JORNAL DE SEGUROS

JORNAL DE SEGUROS

COMPANHIAS BRASILEIRAS DE SEGUROS

Os incêndios em Poito Alegre

SEGUROS MARÍTIMOS E TERRESTRES

Estatística sobre prêmios recebidos e sinistros pagos no período de 11 aniios, pelas compa nhias nacionacs e estrangeira.s, na cidade de

Valor da acção

Poi'to Alegre, extrahida do relatório do Corpo de Bombeiros

Nom. PRÊMIOS

SINISTROS

Anglo-Sul-Americana "

Rio

-.

..

1.597:000$000

1.553:360$000

Argus Fluminense

"

. .

1920 ..

1.504:070$000

1.11S:524?000

Brasil

Confiança

1921

1919 ..

1.304:582$000

1.634:0S5?000

1918 ..

1.174:273$000

427;886$000

1917 ..

957:9201000

662:G46$000

,

Internacional

1914 ..

822:755$000

828:63S?000

Lloyd Industrial Sul-Americano . .

1913 ..

775:611$000

707:731$000

Lloyd Sul-Americano

1912 ..

699:060?000

753:924$000

Minerva

1911 ..

497:750?000

319:163$000

Nacional de Seguro-Mutuó

Na somma de 9.364:569?000 relativa aos

sinistros pagos, ainda não está incíuida~ ã im portância de cerca de 2.000:000$000 corres

280$

4$600

1:750$

55$000

100$

'•200$

...

200$

494:401$000

9.364:569$000

80$

1:000?

864:211$000

dendo

700$

"

851:904$000

venda

200$

"

822:373?000

Divi

700$

Garantia

..

11.007:298$000

Realísâdo

Indemnisadora

1915 ..

Total

.-

"

"

Integridade

1916

A' VENDA EM TODAS AS BOAS CASAS

r

Ultima

Séde

NOME

1)

•»

200$

60$

30$

3$000

200$

160$

10$000

300?

250$

10$OOG

95$ .

4$000

70?

70$

200$

$ 50$

200$

50?

"

200$

80$

"

100$

60?

• •

3$000 ■

■? 3$000 9$600

100$

35$ ■

? 40 %

Mutua

40?000

1:621?

Previdente

1:000^-

1:000?

Segurança Industrial

1:000?

600?

50$000

Stella

200?

100?

. . ?

União dos Proprietários .

100? .

100?

180$

. .6?000

União dos Varegistas

200?

200$

400?

12?000

Urania

100?

. . 40$

200$000

pondente aos incêndios occorridos em 1917 e

mações, da^os estatísticos e quaesquer outros elementos de que necessitem para o estudo dos assumptos a seu cargo. Paragrapho único — Para o fim de que traía

paga em 1921 pelas companhias "Maimheim", "Prussiana"', "Anglo Sul-Americana" e "North British", que não figuram no relatório do Corpo

Alliança da Bahia

Bahia

2:000$

2:000$

4:000$

Alliança

Pará

500$

500$

$

de Bombeiros.

Americana

...

200$

80$

$

$ 200$

$

í

...

$ 200$

$

. 100$

100$

$

$ $

$

$

$

$

' 200$

40$

$

4$800

Recife

1:000$

800$

Bahia

1:000$

1:000$

1:000$

80$000

5 200$

$ 80$

$

...

$

$ 2$400

......

100$

100$

$

$

$ 200$

1

$

460$

?

S. Paulo

Eleva-se assim a importância de sinistros

Recife

este artigo, o Secretario Geral dirigir-se-ha directamente ás repartições publicas federaes,

pagos nestes 11 annos a 11.3ü4:5C9$000, repre

Brasileira

estaduaes e municipaes, bem como ás associações

sentando consequentemente mais de 100 % de

Coramercial

Pará

ou corporações particulares.

prejuízo.

Esperança

Maranhão

Art. 11 — O Conselho Nacional do Traba

lho organizará o seu regimento interno, no qual serão estabelecidas medidas para o regular

?

Amazônia

de Seguros

S. Paulo

..

P. Alegre

Tomando-se ainda em consideração que o

funccionamento dos trabalhos da Secretaria e

custo minimo do total do negocio nunca será menos de 35 %, demonstra a estatística eviden

perfeita organização do museu e da bibliotheca, aos quaes se refere o § 1." do art. 8.°.

temente que as companhias que opéram em Porto Alegre perderam em conjunto em tal pe

Recife

ríodo

Italo-Brasileira

S. Paulo

Maranhense

Maranhão

..

S. Paulo

...

? 200$

?

$

$

... .

$ 200$

55$

%

%

500?

200$

Art. 12 — Fica dissolvida a Commissão Con

sultiva de seguros contra accidentes do traba

approxlmadamente

4.000:000$000, sem

lho, de que trata-o decreto n. 14.786, de 28 de Abril de 1921, passando as suas attribuições a

contar as reservas que ainda tiveram que ser

ser exercidas pelo Conselho Nacional de Tra

'Conclue-se por estes díwlos que as taxas em

balho.

coustituidas.

uso são absolutamente insufficíentes.

Art. 13 — Até 20 de Fevereiro de cada anno,

o Secretario Geral do Conselho apresentará ao Presidente um relatório dos trabalhos do anno

?SS8SSSS?SS8§8SSSSSgSSS8SSS2S8SSSS88SSSS§SS8SgS2SSS8SáSg525âSS;SSSSSí <^• «O

anterior.

Art. 14 — O Conselho Nacional do Traba lho publicará uma revista na qual serão insertos não só as actas do Conselho e pareceres dos

Rciy Nunes da Rootia 88 88 88

CORRETOR DE MERCADORrAS

(Algodão em rama)

o*

seus membros, como também quaesquer outros trabalhos de pessoas competentes nos assum

ptos enumerados no art. 2°.

88 88

Art. 15 — Picam revogadas as disposições em contrario.

p

RuÊi cle> São Redro, 48, sob. (Solei 3)-Rto

1•cvr*»

il

Paraense

Pará

Pelotense

Pelotas

Porto-AIegrense

P- Alegre ..

Rio-Grandense

R. Grande .

Santista

Santos

Sul-Brasil

Tel. Norte 2 05

, , P. Alegre ..

Tranquillidade União

$ ?

Pará

União Fluminense o«oi

Indemnisadora

.•

200?

S. Paulo . . .

í

P. Alegre . .

200?

Campos ....

200?

100?


JORNAL DE SEGUIiOS

% COMPANHIAS BRASILEIRAS DE SEGUROS SEGUROS DE VIDA E ACCIDENTES DE TRABALHO

Vaior da acção NOME

Séde

Nom.

Brasileira de Seguros

S. Paulo

Caixa Geral das Famílias

Rio

Realisado

UJtíma venüa

Dívideodo

f il

200$ 200$

....

200$

Cruzeiro do Sul

Equitativa dos Estados Uiiidos do Brasil...

Mutua

Lloyd Industrial Sul-Americano

3$000

Metropolitana

V"

Mundial

S. Paulp

Paulista de Seguros

P. Alegre

Previdência do Sul

S. Paulo .\.

....

S. Paulo

Segurança Industrial

Rio

Seguros Operários •j

"

Sul-América

200$

•.

...

"

Tranquillidade

S. Paulo

Véra-Cruz

Bahia .

$

1:

18$000

100$

End. Telegraphico

100$

''íiegumuça"

100$

Celepbone 857Horíe ■

Capital integralisada ^

.

l.OOOtOOOÇOOô

Apólices Federaes Deposito no Thesouro Federal...

1.500:000$000 200;000$000

]:<'Undo de reserva

COMPANHIAS DE SEGUROS ESTRANGEIRAS NO BRASIL

581:178S700

SEGUROS SLARITIMOS E TERRESTRES o

Séde

O Capital o

Reservas

Aachen

1.500 000$

"626:008$281

Adamastor

1.000 000$

104:591$668

Albingia

1.500 000$

184:455$044

NOME Aachen & Munick

Alliance Paris

Assurances Générales

Sinistres pagc s 1922

Rua de S. Pedro, 83-Sob. ESQUINA DA RUA DA CANDELARlA

248:894$600 -

.

RIO DE JANEIRO

• —.

184:455$044

750

567:793$990

422;051$210

1.000

21:232$S80

108:800$400

650:000$

48:000$

69:309$920

600:000$

42:739$37S

53:144$876

1.500:000$

170:709$580

506:530$110

Atlas Londres

Commercral Union Féiiix

B. Aires

Sul-Americano

Londres

Guardian

Hansa Ho me

Seguros terrestres contra os riscos ile íogot curto circuito, ralo e soas consequeacias

SEGUROS CONTRA FOGO A GUARDIAN"

N. York

London Assurance Corporation ......

Londres

London & Lancashire

Londres

Llverpool & London & Globe

Londres

Manheim

Manheim

£ 717.430.0.0 £ 6.249.800.18.6 1.000:

555.085$730

691.355$048

1.686:588$770

(CnardiaD AsauraBce C.° Ld. da Londres)

SEGOROS marítimos H POR TODAS AS ESTRADAS DE FKRKO DO BRASIL

'estabk{.bcida HU 1821

[apitai sDPmjplc . . . líP. Est.' Z.ood.dpi

Motor Union TAXAS

Niagara Fire

N. York

2.006:595$

205:612$342

North América North British

Londres

1.500:000$

735:382$730

545:528$720

Nortliern Portugal e Ultramar PreussTfeche National

/ . [apitai PROMPTO

Royal Royal Exchange Sagres

Lisboa .

Uníoii

Paris ..

World Auxillare Insurance Corporation

Londres

Yorkshire

Londres

750:000$

250:234$271

1,000:000$

387:458$49í)

»17;7I)9$878

1,000:000$

29:418$70t)

1:310$200

....

N

York ...

'Iti

DEPOSITO

NO the souro 200;000$000

BraziliaD Warrànt CompaDy limited (AGENTES)

AVENIDA RIO BRANCO, 9-2.° SALA 274

SÉOB

RUA Dd RPSARIO N. 60 o o

Séde

$

y// Es. 1.O00:D00$O0D

RIO DE JANEIRO

SEGUROS Dl0 VIDA

NOME

PAGiMENTO

700:000$

Lisboa

[apitai tealisado . . . " " l.íao-ooo

REDUZIDAS

o

Capital Mutua

Reservas

12 792-866$106

Sinistros pagos 19-2

979:894$980

TelepEopp ilarte SB23 RIO DB JANEIRO

Caixa Postal 77í>

Telepbonc Norte «401

JOSÉ LAMPREIA

I


vrV •' Váuího de 1923

vanco, SS a 91 'Revista Commercio e Estatisticà F»VilEIL.IOiE^Ç>ÃO IVI ^IMS Al— f:

9a. cRocíta ■

3)iteçtoi.: S' >

^ .

$cczAa.zio-: '^X.c^tooyi So^icS- ;;^'ís.

Rodsòçao & Aclrr\lr>is'tração :

.

^

-f

í=^uiá [Vlarifechaí Rloriamo F^eixotp, S35 —sofc>. TEL. 6890 NORTE 'í ^ ' RIO DE tíaNEIRO

M.

i.1

U M M A R l O: ScitMiuIn <N>ík(crc.sso Internacional de nintiinllilndo e '.1

poiapaniila

Set^uroM Previdente.

Jos<k niariu Souza Teixeira.

A IiispeeTorln de Seguros vae.fer nova InstnlIaçAo. . C.U

Companhia Ar|$uí> PluiiiineriMC.

Os hK-bnülas oeeorritlos em junho, ncsln eldade.

A reforma «loa estnlnto.s tia Coinitaiiliia Santista de

nividoiidON.

Sejgtiriís.

=

POSTAL

S

Mattos Areosa = N. 7Ô9:

llrintle Saiiteiniu.

r.fvroN iinvoH,- A Knrnpa atrtnal,

Ueelarnçüu nefcssnria.,

Alfretlo ireirelra Onrdttso.

Colirantlo Um sèguro,

Os noshos grnutlCH cstulieleelmentos inilustrlaes. Inspeeturla «le .St^trnros — Expediente.

A visita de Jiillo Dantas nu Gabinete PortngUez de

Kcgiilniiie^ttu para exitloravBo e flacallzaçüo da in-

ComiaLss&u de esltido do Codigo Aduaneiro, l ' Infoniinedes sobre as euiupniiliias de segmrus itaelo-

dastria de seguros no ItraslK

BRASIL:

PORTUGAL E HESPANHA

S. Paulo — João Òliver Ferreira

CODIGOS USADOS: Ribeiro, Wescei u CJuiou, A. B, C.(5f edição) e A. B. C. 5^ pflicrio melhorada.

ConunissõBS, CoDsigaajjOes, Agencias, Representações e Conta Própria

unes c estraugelrus.

A G E: fNJ X EIS :

Rua Guilherme Moreira, 42

g

•'

M

Florianópolis '— F. C. da Fonseca Lobo Porto Alegro—F. Betencourt Mendonça. Bahia — Companhia Luzo-Brasileira I^ecife — Francisco Pires Ferreira Bello Horizonte — Jorge L. Davis Pará — J. R. da Silva Fontes & Comp.

Lisboa — Arthur Rodrigues — Prata, 108 Porto — M. Martins & Comp. Funchal — Dr. Adolpho Brazão Ponta-Delgada —• Soares & Santos Ilha Terceira — M. Vieira da Silva

Madrid

D. Angcl G. de Ia Serna —: Euencarrai, 26 Barcelona — Carrera y Hijo—Estúdios 17

AGENTES DAS SEGUINi^ES COMl'ANHIAS DE SEGUROS J

Alliança da Bahia « baso-Brasileina

Braail

'Sagnes" c "lotenesse Publico"

éíi

= ss

COMMISSAlilO DM A VAlUAty df^ v iviatí companhias de seguros

ÈBtrangeJro

"S

NuDfiero avulso

S

Àcceita representações de casas e fabriras nacionaes e estrangeiras Composta •Impressa na Empresa Industrial Editora "O Nort^" — Ar. Mem de S&, 07 e 78

L

18Ç000

1'agina inteira

80|000^

■... .

25|000

Meia pagina

451000

2$000

A assígnatura õ sempre aAnual, podendo eomecar

V:

PREÇOS DOS ANNÜNCIOS

ASSIGNATURAS

era

qualquer

mez.

^

,

Leitura.

Sofre u (fht^allza<,-nu «Ío seguros.

MANÂeS

■n '

Frane. Campos tia h^onseea Lttho, de FlorlanuptjJIs.

Pina cnjiNulta,

CAIXA

»

Ernesto Coelho. ,

O naiifrnsio do ^'Telxelrlitlin". ' O a^iiiivt^ríiurlo du Corpo de numbelroít.

S

i

Companhias de seguros — Balanços de 1922. Guedes KaslOs «Sr Cia., dé Juiz de PÕrd.

JlntMll.

o

de

Seguros "A PatrIa".

^

A IVuriIterii Ctimp», Llmltcd continnn a fiinccionur no

ARTIGOS PARA HOiVIENS

O segiirti' eontrn a guerra e outras calanildodcH. SJeguros em PortiíguI — SoeltHiade Alemtejnha

Prc^ldcncln Sot-fal.,

Quarto cie paglnb,

258000

Oitavo de pagina

15?000

Bomia ás publicações aniiuaes, 10 % Inserções

no, texto,

conforme

convençaq.

= Toda a correspondência deve ser dirigida para a rua Marechal Floriano Peixoto 22$, sob. ou para a rua Gonçalves Crespo, 17 Não se restítuem originaes


w ...

'y íK<*.

7A:-y-v'.:

• , J01ÍN^AL'Í)K' SEdtilíííS

da Bahia,

A

DE SEGUEOS MAEITIMOS, TEEEESTEES E ELÜVIAE8

Jornal de Seguros DircTíiir — ./. ynntís üa l'ocha.

e em Montevidéo, e 25 reguladores de avarias no Brasil, nos Es«

tenario, o Segundo Congresso Internacional

de

Mutualidade e Previdência Social.

Capital realizado e reservas

Deposito.no Tiiesouro Federal

e de onde havia de surgir uma humanidade nova,

200:000?000

estranha ás influencias e aos precalços de um

ções de previdência e mutualidade ensaiam ainda os primeiros passos.

asperas e de sacrifícios inolvldaveis.

70:Í2'4$000 ,Í0.293;751?598

Foi comprehendendo o que esse Congresso re

6.578:437?075

serva futuramente em benéficos resultados aos la

2.360:099$156

tino americanos, dado que se revistam dum cara

1.718.121:518?248

cter absolutamente pratico as conclusões adopta-

,

Somma dos valoi-es dos seguros,effectuádos em 1922,

Eflla companhia, em caso de recoDstfncçáo ôu concertos por 'soe coiita, de.prédio' sinistrado, se okiga á indemnisação do res•

pBctivQ álúgiiel integral pelo tempo empregado naà obras

S — De 6 em 6 ánnos,^ é gratuito o annp seguinte (7° anno) doH seguros ter restres aos clientes que conservarem apólices contra fogo, durante 6 annos sem iníerrup"çàó ou prejuízo.

passado glorioso, mas formado á custa de lutas

das que os governos da Argentina, Chile, México, Penl, Unigüay e Equador se fizeram nelle "repre sentar, delegando aos seus mais abalizados espe cialistas a missão em que se houveram cOm tanto brilho.

Inaugurou-o cora toda a solemuidade, a 15 do

Prêmios dispensados em 1922 (7.° anno gratuito): 242:363J380

corrente, o dr. Miguel Calmon, illustre ministro

A Companhia "ALLIANÇAi DA BAHIA" é a primeira companhia nacional, de seguros

ladeado pelos srs. Torre Dias, embaixador do Mé xico; Ramos Montero, ministro pleuipotenciario do Pruguay, encarregado de negocios da Argenti

Tnaritlinoá é teçrestresi em capital e reservas, e reòeita. E' a companhia de .seguros marítimos, terrestres e fluviaes que, no Brasil, em 1922, teve a maior récelta, dentre todas ás companhias congeneres, inclusive as estrangeiras, que operam neste paiz.

Prêmios terrestres

34.122:000$000

Prêmios mâritinios Salvados .

4?: ....

41.511::000?00(J

.i

6,750: :500$,000

Receita bruta

91.470: :750í000

'Sinistros tej'rei9tre6

v.

Sinistros maritliftos

r • • • • •• t.

i

da Agricultura, Industria e Commercio, o qual,

na, ministro do Equador, Troucoso e Rocuant, de

Moviménto total da {oinpaaíiia "milaata da Oaliia'' desde t870 até 31 de Dezeieliro de 1922

Dividendos

Deus destinou a Amerlea a ser o campo neu

tro pnra o encontro de todos os povos da terra,

Da sua realização muito ha a esperar para o

Receita em 1922 Sinistros pagos ein 1922' '• Lucro liquido em 1922

elevados pvoposltos em que se inspiraram os nos sos maiores.

progresso da América Latina, onde as institui

çuay", em Montevidéo '.

N. 7

1G.161:767?6U

Deposito no "Banco dá Republica. O riental ^io Uru-

■ t:

Installoii-se soleniiiemente no Palacio cias Fes

tas, no recinto da Exposição Internacional do Ceu-

,

I

Secretario — -Veísoa Costa.

<2íom '216 agencias e sub^agencias em todos os Estados do Brasil tados Cnidos e na Europa

Publieâçâo jVIensal

Sesiiiiilo [oiigiesso lÉioonal de itualidade e Pievideiina Soda

DTRTílPT^nTíTrí^ ^ Francisco José Eodrigües Pedreira, José Maria

/ Souza Teí?íeira e Bernardino Vicerite d'í^raujo

fuuiiiiomo

JÜLH© DE 1923

Anno I

sÉOB Na BaHia

Hevista de

===== e Estatística ====

20.972; ;500$000 . 33.939: :000?0.00

1

legados do Chile, deputado José Lobo, represen tante dos Estados, Benjamin dei Castillo, represen tante da Argentina, Othon

Leonardos, represen

tante do Perú, Morato, representante do Uruguay,

deputado Andrade Bezerra, dr. Araújo Castro, seci'etario do ministro da Agricultura, Affouso Cos

ta, Affouso Bandeira de Mello, H. Valladão, dr. Costa Pinto, representante do Centro Industrial,

6.850: :000$000

Antonio Cassuz, representante das classes operá

Bônus aos aecionlstas

1.400: :0p0$00ü

rias 8 dr, Augusto Pinto I/ima, pronunciou o se

7.° auuo gratuito aos segurados

1.953:400?000

Responsaljilidades assumidas: Rè. 14:844.524:299$000 Agencia Geral qo Uio de Janeiro:

RIO BRRH60, 117

1 .° Andar.- áalas 9 a 12-do edificio do «Jornal do Commercio»

TELEPHONE NORTE : 36^3

TELEPHONE.DO GERENTE N. 4032

Esta optonda aceita seguros marítimos o tCrre-stres em condições vantajosos para

òfl segurados nesta Capital e em todos os Estados do Brasil. ^

0r. Miguel Calmon Ministro da Auricvltusa

guinte discurso:

"Minhas senhoras, Meus senhores,

Encerramos, com a reunião deste Congresso, 03 cevtamens commemorativos do Centenário da

nossa Independência Política, dos quaes partici param, com solicita cordialidade, representantes de todos os continentes.

0$ sinistros sâo pagos nas agencias em gue os seguros tiverem sido effectuádos

A este, concorrem apenas as nações america

Gerente: ALEXANDRE GROSS

que hão de tornar o nosso continente condigno dos

nas, mas com objectivos de ordem universal e

Cumpria que assim fosse, pois preeizava ii

humanidade, após tantos séculos de fadigas em prol da civilização, de encontrar vasto e encan tador regaço. que servisse, como a ilha do gran de épico lusitano, de prêmio ás conquistas de ge rações successivas, que se devotaram abnegada mente á causa da solidariedade humana.

Demonstrates, srs. Delegados Estrangeiros, com o generoso empenho que puzestes em acudlr ao nosso appello, ser este o sentimento sincero e

ardente de toda a América, que só aspira á paa,


JORNAL DE SEGUROS

JORNAL DE SEGUROS

entre os homens e, por isso, se congrega em certamens, como o que hoje inauguramos e que só por-

ej—ao lionifístead consagrado pelo Codígo

fiam pelo bem commum.

f)~~a.o privilegio do salario do trabalhador

Civil;

Não nos custa ser generosos e bons, porque a

falta o espaço, que disputam os habitantes entre

r;)—ao privilegio do saiario dos operários de construcção; li)^—aos accldentes do trabalho, garantin-

si, sempre desconfiados de que lhes venha a fal

do-se a indemnização á victima, até de

escasso ainda, emquanto, na Europa e na Asla,

tar o necessário.

liuver, no ambiente social das democracias ame

possuímos para vos orientar sobre os nossos es

ricanas, condições de estreita semelhança, na ter

forços e despertar os vossos sábios conselhos.

agrícola;

luta é contra a natureza, immensa para o homem

roB. procurei dar este breve transumpto do que

nacioiialidade estrangeira e embora sem

zação das iniciativas humanas, e no homem, fi

so,.ccmprehendem todos os aspectos do problema

lho de raças aparentadas pelas mais estreitas af

social, e estou certo de que chegarels a soluções precisas, pelas quaes possam os poderes públicos orientar-se para uma acção efficaz.

inidades e dominado pelos mesmos ideaes.

Aqui, só a união nos fará fortes para vencer

a reciprocidade da lei do paiz de origem;

Não se podem negar os benefícios resultantes

o meio, que é o inimigo commum, acolhendo de

V—ás pensões e aposentadorias dos ferro

das conferências já promovidas pelo -Office In

bom grado quantos vierem coUaborar comnosco nessa obra benemerita, que não regateia nunca ao

viários;

})—á luta contra os vícios: morpbina, co caína, ether, etc.;

trabalho a recompensa devida.

A Constituição Brasileira reflecte essas ten dências llberaes, consignando a igualdade de di

— á. regeneração social dos egressos cor-

reitos entre nacionaes e estrangeiros e permittindo-lhes a faculdade de se reunirem e se associarem

l)—á assistência para as creanças abando

livremente, sém distincção de origem.

m)—ao ensino profissional; n;~ á inspecção sanitaria das casas e fa

E' o que explica também a relativa concórdia,

nadas;

só á custa de esforços incessantes, se tem con

P)—á luta contra o lenocinio e a prosti

tão agudos nas regiões superpovoadas, merecem

todo o apoio, visto que tornam o homem muito mais apto a vencer na luta pela existência, e evi tam crises cujas conseqüências são sempre de temer.

Foi com esse Intuito que convidou o Governo

do Brasil todas as nações do continente para -um congresso nesta capital, afim de estudarem as me

didas de previdência social e de cooperação frater

nal dos povos pan-americanos, tendo em vista le vantar o nível social das classes trabalhadoras de maneira que melhorem effectívamente as suas condições moraes e econômicas.

Na nossa legislação já existem varias dispo sições nesse sentido, entre as quaes podemos ci

completa homogeneidade entre as normas e os principies básicos por que se regem todas as na ções aqui representadas.

qual vieram trazer concurso inestimável eminen-

icB representantes estrangeiros, cujas luzes hão

tuição;

. q)—ao trabalho dos menores nas fabricas; r)—á collocação -dos trabalhadores agríco las estrangeiros e aaciouaeg;^ •s;—ás horas de trabalho; ~ " ás caixas econômicas.

tle desfazer todas as duvidas e obscuridades ãinda subsistentes nos nossos espíritos, e a quem reite ro aqui, em nome do Governo, a expressão do nosso profundo reconhecimento. Sêde bemvindos!"

Ha. além disso, uma série de medidas con

stantes da legislação dos varies Estados da União, e innumeras obras de assistência de iniciativa par ticular, que se têm emprehendido por todo o paiz, contando alguma dellas mais de um século de existência.

Em seguida o dr. Miguel Calmou deu a palavraao deputado dr. Andrade Bezerra, presidente do

Congresso Internacinoal de Mutualidade e Previ dência Social, que pronunciou o seguinte vibrante discurso:

"Só as livres democracias americanas, com

Havia o amio passado no Brasil 575 associa

as suas admiráveis reservas de idealismo e sur-

ções trabalhistas com 255.364 socios; 430 asso

prehendentes possibilidades de

ciações seientificas, literárias e artísticas com

nômico e moral, poderiam offerecer, á nossa vista deslumbrada, este maravilhoso espectaculo: uma assembléa de representantes de governos, asso

38.147 socios: 589 liospitaes e 331 asyloa e reco lhimentos.

progresso eco

Attendendo á complexidade das questões de trabalho e providencia social, num paiz de gran de extensão territorial, como o nosso, e á ne

ciaes de varias modalidades e innumeros eslu-

PhKSIuiíNIE nu CONf.HKSSO

bem como á Igualdade de tratamento no

dioaos dos problemas da conectividade humana,

communs, que os dominam, dentro da situação es

cessidade de corresponder ás obrigações inter-

08 quaes. irmanados no mesmo continente su

pecial cio ambiente americano.

trabalho;"

nacionaes, decorrentes das convenções de que

á,.. organização do movimento associati

perior de caridade e justiça, se propõem a exami

o Brasil foi siguatario, resolveu

nar os meios práticos da elevação social das mas

vo por meio dos syndicatos profissionaes, instituições de mutualidade, caixas de

A obra de bôa vontade que realizamos, é, por outro lado signal promissor de que as nações aqui

Trabalho, que será por missão não só proceder

tar as que se referem;

á igualdade civil para os estrangeiros, b)

serão sem duvida muito niais profícuos, pois ha

Brasileiros, no feliz êxito dos vossos esforços, ao

o)—á prophylaxia rural;

Comtudo, as iniciativas, já coroadas de bom êxito, para allivíar e prevenir os males sociaes,

do Occidente,

O Governo confia plenamente, srs. Delegados

bricas;

ses, não se notando a opposíção de interessès-que, seguido attenuar em outros palzes.

ternacional du Travail", a despeito das dificul dades de conciliar interesses profundamente an tagônicos, como os de algims paizes do Oriente e

Disse que essas condições constituem a ra

zão de ser do nosso congresso, e, de facto, são ellus que nos permittem encarar, "como um aó corpo e uma só alma" os complexos problemas da pre vidência social, procurando determinar as regras

Na reunião, que ora se inicia, os resultados

reccionaes;

que sempre existiu no Brasil entre todas as clas

ra, por toda a parte nberosa e á espera da valori

As cinco secções, em que se divide o Congres

credito rural e cooperativas, em ordem a estimular nas nossas populações o es pirito de solidariedade e de economia;

crear

recentemente

o

Conselho

o Governo Nacional

do

inquéritos freqüentes sobre as questões que se re lacionem com o trabalho, sob as suas varias for

o;--ao barateamento do custo da vldu, com

mas, como também fiscalizar a execução da tOdas íis tliapOslçôes logislutivas federaes a ellas con

o concurso de cooperativas de consumo, feiras livres e credito mutuo;

cernentes, além de servir de nexo entre o nosso paiz e o "Office Internacional du Travail".

á; —á conetrucçíio de easae operflrlfjs n iiiu bltaçdes baratas;

KjHlljfíVft üiiilto limitada, a upasa experlencla cm domínio tão vasto, srs, Dciiigadas aBi.rB-ngól',

ciações operariaa e patrouaes, organizações so

deputado í\ndrade "Bezfrra

sas proletárias.

representadas, numa época em que tanto se exal

Tal facto, que tanto nos deve desvanecer, devemol-o a duas clrcumstancias, que são a própria razão de ser deste congresso: primeira, não ha-

tam os prodígios do progresso material ccmpre

em nações americanas a separação, ás vezes intransponivelB, de classes sociaes, que, em poizes outros, cavam dlssenções e suspeitas entre os que

Eftíom A riqneid poni a energia do museulo o a luz da intelllgencia o os que a ella côncorfém com as reservas de força contidas no capital; segunda,

hendem que, sobre esse progresso, nem atê certo

ponto indispensável, devem cnl]oear-se Ofl vnloroB moraes, poudo-se em pratica os princípios fuiidamentnes da verdadeira democracia, que, além <le governo pelo povo, deve ser, sobretudo, governa íhira o iiüi'0. Nftõ poieo ter ^ preiétição do irnçar uiu ppograming aos nossos trabalhos, nom oat® seria «


JORNAL DE SEGUROS JORNAL DE SEGUROS

momento para isso. Mas, quero crer que não será

çado pelas relações de ordem eoonomico-social. Fa

demorado esperar, como resultado de nossos es

la-se, já de ha multo, nunl direito internacional americano. Comecemos por estabelecer as bases de

forços commiins um entendimento directo entre

as diversas repartições officíaes, departamentos

um direito internacional do traballio americano,

ou conselhos de trabalho das republicas america

pois para isso temos abundante material de co lheita e aperfeiçoamento relativainente fuceis. Nem

nas, para a adaptação de methodos e processos se

e do Chile, nações onde tanto progi'esso se tem feito para a regulainentação do trabalho e educa ção social do proletariado. l'. f Regosijemo-nos com a

5

vice-presidente; deputado Affonso Peiina Júnior, Carlos Comes de Almeida, ,E. Olifiers, d. Octavio Morato. d. Othon Leonardos Júnior, dr. José Oli

collaboração preciosa

veira Coelho, Amoldo Alves Corrêa, dr. Alberto

Barros Taveira, dr. Heller Abraham, dr. Léo da Fonseca, dr. Barbosa Carneiro, dr. Luiz Frederico ria Mac-Dowell.

melhantes na documentação dos problemas, a cujo estudo se dedicam essas repartições; notadanien-

vo deste congresso, que inicia sons estudos num

de tanto.s e tão competentes delegados de associa ções de classe dos paizes irmãos, de delegados dos Estados, das organizações sociaes brasileiras e de

te, nas uniformizações das bases para as estatís

terreno neutro da economia, onde todas as diver

quantos, individualmente, aqui se congregam para

ticas, a serem levantadas, sobre aquellas ques

tões; no estabelecimento do vocábulo techiiico,

gências desapparecem para deixar ein bem da i)rovidencia social. A bondade, que aqui vamos pra

HepanhoL e Portuguez, a ser empregado para a exacta denominação dos-phenomenos enquadrados

a Eoffrer com paciência, sem se manifestar em

na economià.^ocial de cada uma das nossas na

obras. Foi Welbois quem fez esta observação va

ções, probIema\de tanta relevância e, até agora, tão descarado; nò exame, do ponto de vista ame ricano, dos problemas'-que formam o objecto das

Versalhes, especialmente quanto á immigraçâo, ha-

liosa: "Ha duas especies de bondades, a oriental ou antiga, senabilídade negativa que adormece os decahidos sociaes e a bondade occidental ou mo derna, virtude efficaz que levanta os socialmente úteis. Uma, geme com os que choram, a outra sécca

bilitando-nos a defender mais eficientemente os interesses dos nossos paizes, pela melhor solução

as suas lagrimas um grande vento da criação. A primeira, para não magoar, toleraria os vícios, a

dos elmeutos immigratorio e a sua nacJcmaliza-

segunda força-os a reformai'-se. Aquella õ enfer- ,

çâü, ecouomíca e moral, aos novos' meios onde se

meira; a outra, educadora.

Bezerra falaram os representantes da Argentina,

Quinta secção — Hygiene social — D. Oscar

vem radicar; no intercâmbio de dados e informa

Educar os homens, eis a grande regra da boiulade, como é o grande sustentaculo da autori

Chile, México, Perú e Uruguay, o deputado^José Lobo, em nome dos Estados, o dr. Costa Pinto, em

dade, ou o grande cimêfito da disciplina, ou o gran de postulado da estabelidade". Nalmaticii.-dessa

Caasuz, representante das classes operárias.

Parrao, presidente; dr. Moncorvo Filho, vice-pre sidente; dr. Fernandes Figueira, dr. Levy Car neiro, dr. Fernando Magalhães, dr. Almir Madei ra, dr. Antonio Ferrari, dr. Americano do Brasil, dr. Plinio Marques, dr. Francisco D. Othelo, depu tado Augusto de Lima, dr. Bianca de Miranda, deputado Pennafiel, deputado Gouvêa de Barros,

conferências do trabalho, criadas pelo tratado de

ções sobre o condicionamento das questões eco-

nomico-soolaes, em cada nação americana, de mo do a permittir e facilitar, pelo estudo, confronto

outra coisa significa, ao que mo inireco, o objocti-

ticar, é a que eleva e educa, e não a que se limita

O ostutlo dos i)rül)lemas tia previdência social ame

Quarta secção — Previdência social — D.

ricana. Na obra que vamos emprehender, culmi nam como factores decissivos, as duas forças pro-

Eze(iuiel Salcedo, presidente; dr. José Lobo, vicepresidente; dr. Prado Lopes, dr. Carlos Pennafiel,

digio.sas, que dominam e dirigem o mundo: a bondade e a intelligencia humana, e a Providen cia Divina não desampara os esforços das conaciencias rectas ao serviço do bem. Elevemos, pois, senhores, os' corações e trabalhemos confiantes

d. Cezar Charbone, dr. Avilan Goiizalez Barrios,

para o preparo de uni futuro melhor, de mais bon

dr. José Buarque de Macedo, eommendador Anto

nio Jannuzzi, dr. José Agostinho dos Reis, dr. Co-

americana."

Depois do vibrante discurso do dr. Andrade

nome do Centro Industrial do Brasil e Antonio

bondade podem dar-se os máos governos, asso

Em seguida, depois de escolhidos os mem-

.ln'os das varias coinmissõea em que se divide o Congresso, foi encerrada a sessão de installação.

E porque o momento é de jnbilos e esperanças, celebremo.s, cora agradecimentos, o gesto de re quintada fidalguia do convite uruguayo, cedendo

Araújo, dr. Haroldo Valladão, dr. Eduardo da

Gama Cerqueira, dr. Mario de Bolívar Sá Freire,

ryntho cia Fonseca, dr. Benjamln dei Castillo, dr. Américo Leitão, dr. Agrippino Nazareth, dr. Be-

ciações, indivíduos, certos de que realizam a ver dadeira obra de harmonia e paz social.

departamento^ divulgar pelos jornaes e revistas te-

Netto, deputado Enrico Valle, deputado Josino de

paizes, no superior interesse social da eommunhão

e .semelhança que a todos unem, a formação des

ca de intormes e noticias, proporcionando a cada

deputado Viamia do Caslello, deputado Carvalho

dade e justiça, para o proletariado de nossos

sa sociedade de amanhã, tão rica de processos, a economia social pan-americana; na troca periódi

Carpenter, dr. Mauricio de Lacerda, dr. José Ma

nedicto Ottoni.

dr. Augusto P. Lima, dr. Saturnino E. Tamborim.

Pela mesa do Congresso foram nomeadas as

chnioas os factos" e os progressos da legislação e de actividacle economico-social do continente,

ao Brasil, por motivo de celebração de centenário

fazendo a bôa propaganda, que tantas novas e

da nossa independência política, a honra de pro

Primeira secção — Mutualidade — Dr. Moisés

boas energias, de estudo e acção, pôde despertar, Também não fôra demais esperar que nesta re

mover esta reunião e o prazer de acolher hospedes

Trancoso, presidente; dr. Afranio Peixoto, vice-

Do alcoolismo e sua influencia na genese do

tão illustres, cuja convivência é tão cara á nossa

presidente; dr. Aífonso Costa, dr. Humberto Lo

união se aperfeiçoem e assentem os methodos de

amizade de irmãos.

pes, dr. Ricardo Struss, dr. Victor Rendó, d. Nino

crime e na decadência da raça. Campanha antialcoólica e sua opportunidade. — Dr. Benjamln

Rejubilemo-nos, senhores, pelo interesse do

Bergna, Armando Ledant, dr. Medeiros da Fon

Liíiia.

governo brasileiro em patrocinar esta reunião que por feliz coincidência é presidida pelo homem pu blico do meu paiz mais ligado á regulamentação legislativa das questões do trabalho no Brasil,

seca, Felix Mascarenhas, Carlos Leite, dr. Vellele

trabalho dos congressos de previdências, assentemse medidas praticas para os serviços de sua pre paração, que devem ficar a cargo dos departamen tos naoionaes do trabalho, e determine-se que, d'agora em

diante, elles se i'eunam

annual-

mente, em

cada um dos nossos paizes, ten

seguintes commissões:

Dodds Guerra, coronel Luiz Ferraz, dr. Ubaldo Adolpho, Ernesto Qareia, Manoel Augusto Miran da e Affonao Baset.

As theses apresentadas são as seguintes; Assistência aos tuberculosos — Dr. Clemente Ferreira.

Medidas prophylaticas relativas á Industria leiteira. — José Constantino.

Finanças das caixas dos montepios brasilei ros. — E. Olifiers.

do cada reunião um programma mais preciso e

assígnando, como ministro, as duas actas mais im-

Segunda secção — Cooperação — D. Affonso

A instrucção primaria como factor de previ

])ortante3 de nossa legislação social; o decreto,

definido, apbre certas questões, de modo a inten-

Baset, presidente: deputado Corrêa de Brito, vice-

dências social. — 1." tenente José Scarcella Por-

.sificar mais os nossos estudos, conseguindo-se, aa-

que ci-eou em 1907, os syndicatos profissionaes e cooperativas na matéria, a lei mais liberal do mun

presidente; Henrique Eholi, dr. Plácido de Mello,

tella.

sim, resultados mais práticos e duradouros.

coronel Apolinarlo Peres, dr. Francisco Sorrentl-

do até hoje

Uma grande notabilidade em legislação com parada, o professor Lambert, num livro recente

sobre a marcha da legislação comparada nos Es

tados Unidos, lamentou que as tentativas, até ago ra realizadas para a elaboração da doutrina scien-

tiflca, em que elle é mestre consagrado, — e por tanto para o preparo do terreno onde assentará a internacionalização do direito, — houvessem come-

e o acto deste anno que creou o Con-

sellio Nacional do Trabalho.

no, dr. Lazary Guedes, deputado Luiz Bartholomeu, deputado Natalicio Camboím, deputado Bae

as delegações dos governos do México, — paiz que nos dá o exemplo do interesse pelos humildes, es tabelecendo em sua constituição a regra da parti

ta Neves, dr. José Nigro, dr. Müthon Barceilos, dr. Everardo Backeuser, Luiz Antonio Beutes, d. Othon Leonardos, dr. Adolpho Gredillo, d. Nicoláo Cerevias, dr. Mario Guedes, dr. Theodoro Ma chado, dr. José Saturnino de Brito, deputado Ta

cipação dos lucros em todas as formas da activi-

vares Cavalcante.

Agredeçamos em palavras do mais quente euthusiasmo, o conforto e auxilio 'que nos trazem

dade econômica; de Cuba, do Perú, da Argentina

Terceira secção — Seguros — D. Benjamlu dei Castillo, presidente; conde de Âffouso Celso,

m.-

Pelos meninos que trabalham. — Carlos Leite.

Montepio dos funccionarlos públicos da União Federal do Brasil. — E. Olifiers.

Hygiene das habitações e officinas. — Asso ciação Graphica do Rio de Janeiro.

Cooperativas de credito rural e caixas eco nômicas. — H. Eboli.

Habitações operárias. — Jayme Raulino de

Paria.

^

Os accidentes do trabalho, os encai'gos de familia, seguros sociaes. — Dr. Armando Ledent.


f JORNAL DE SEGUROS

JORNAL DE SEGUROS

Deve o "boniestead" ser amparado pelas fa-

Creaciou de bibliotecas eii todos los hospita-

rantias de inallenabilidade e isenção de impostos?

les de Ia Republica para enfermos 3' convalecien-

— Dr. Amaro Albuquerque.

tes. — Francisco J. de Olaguin.

rural — pre-aprendizagem

Brasil, — Corrêa da Silva,

oob a presidência do sr. dr. Azariaa de An

A educação profissional da classe urbana e

A cooperação e os trabalhadores agrícolas do

drade. servindo de secretários os srs. Heilor Al

— aprendizagem. —

se em 2S de junho proximo passado a assembléa

Caja protectora cie estudiantes. — D. Froilan

Trabalho de Augusto Fernandes Baptista.

geral exlarordlnaria dos accioiilstas da Compa

Gonzalez Berrios.

Allegoria dos diplomas da Federação Brasilei

Notas e apontamentos da Associação Benefi

De accôrclo com os anmmcios publicados pela

cente do Corpo de Siib-Officiaes da Armada. —

imprensa, tratava-se da nomeação de peritos para

Fernandes Baptista.

Alfredo de Albuquerque Souza.

arbitrarem o valor actual dos bens immovels da

companhia, e de deliberai- sobre um projecto de

Casas Econômicas e Bairros Operários. — José Maria Pisarro (Chile,).

Janeiro. — Augusto Fernandes Baptista.

reforma dos estatutos elaborado pela directoria:

Juntas locaes de conciliação e Tribunaes Cen-

aquella providencia, de accôrdo, também, com o

Reservas pertencentes aos segurados nas com traes de

panhias de seguros. — E. Olifiers.

Arbitramento. — José

Maria Pisarro

balhos de Mar e Terra.

Tribunal Arbitrai. — Classes Reunidas em

cionista sr. Raul Costa, nomeada uma commis-

ria. — Samuel Banadas (Chile).

Medidas para facilitar o abastecimento pu blico. — P. Azagan Marnui(Chile). gam Marnui (Chile).

Juntas de conciliação. — Classes Reunidas em

Trabalho de José Nigro. ^ A Instrucção Primaria como factor àe~previ»

Trabalhos de Mar e Terra. O alcoolismo e seus effeitos. Campanha con

tra o nefando vicio. Asylo para os alcooIicos. ~

A influencia do op_erario na política é util e

do corrente, que insere o decreto u. 16.059, de

mor Amaral, para a arbitragem do valor-actual

dos immoveis da companhia, tendo votado contra

guros.

essa Idéa o accionista sr. Alfredo Chaves.

Entre essas alterações figura, no capitulo ter ceiro, que trata da administração da companhia, a do artigo 24, que ficou assim redigido: "Os directores perceberão mensalmente pro-

Trabalho da Associação Predial de Santos. Em nosso proximo numero daremos a con

emenda essa que augmenta os honorários da di

raria (Muntiba) Bahia.

necessária. — Paulo Galvão.

Associações patronaes. Associação dos Constructores Civis do Rio de Janeiro.

ternacional de Mutualidade e Previdência Social,

O seguro sobre três aspectos: sua formação

a 23 do-corrente, em sessão solemne também pre

evolutiva; sua estructura econômica; sua discipli

sidida

na jurídica. — Dr. José de Oliveira Coelho.

justamente coroados do mais amplo successo.

pelo

sr.

Miguel

Calmou

e

que

foram

hilore a seguinte remuneração:

Director-presidente — quinhentos mil réis; Director-gerente — um conto e quinhentos mil réis;

Director-secretario — quinhentos mil réis."

rectoria.

clusão dos trabalhos do Segundo Congresso In

suas massudas paginas. Foi o que nos aconteceu lendo o do dia 1

29 dé abril de 1923, approvando as alterações feitas nos estatutos da Companhia Santista de Se

Alves Affonso Júnior, faz diversas considerações a respeito, sendo o mesmo projecto àpprovado, apenas com uma emenda ao art. 22, assignada pe los srs. dr. Azarias de Andrade e Alfredo Chaves,

Trabalho da Sociedade União de Defesa Ope

zer ao corajoso leitor que detenha os olhos pelas

Andrade, Ernesto de Otero e Hermaiio de Ville-

Posto em discussão o projecto de reforma dos estatutos, o presidente da companhia, sr. dr. João

dencia social. Questão apreciada sob o ponto de vista religioso. — Professor Virgílio Lara Júnior.'

Dr. João~AureIino Corrêa de Araújo.

A leitura do -Diário Official", áe não é das

são composta dos accionistas srs. drs. Azarias de

Hygiene Industrial e Profissional. — P. Aza-

Trabalho de Mar e Terra.

A reforma dos estatutos da Companhia Santista de Seguros

tanto, de proporcionar momentos de ineffavel pra

Depois de dados alguns esclarecimentos pelo presidente da companhia foi, por proposta do ac-

A Maternidade perante a Legislação Opera

Casas populares. — Classes Reunidas em Tra

lhores saudações.

desejo de alguns accionistas.

EI ahorro escolar. — Samuel Banadas (Chile).

de Sá Pereira.

"Jor

coisas mais attraheutes da vida, i\ão deixa, entre

(Chile).

Hygiene industrial e profissional. — Dr. A,

agradecemos a visita com qu© honrou o

nal de Segin'0s", que envia u s, ex. tu; suas me

vidente".

rica. — D. FroIIan Gonzalez Barrios.

União dos -FTofessores de^Orchestra do Rio de

Babia, acompanhado de sua

nhia de Seguros Maritimos e Terrestres "Pre

Confederação de Sociedades Mutuales de Amé

ra do Trabalho. — Augusto Fernandes Baptista. Regulamento geral para todos os ramos da Federação-, Brasileira do Trabalho. — Augusto • •

Regressou ú

exma. familla, esie nosso prezado amigo, director da Coinpaubiu Alliança da Bahia, e aqui

ves Affonso p Alfredo L. Ferreira Chaves, realizou-

Dr. Armando Ledent.

Trabalho da delegação jnexicana.

José Maria Souza Teixeira

Companhia de Seguros Previdente

A Northern Cainps, Limited continua a funccionar no Brasil

Causa estranheza a exiguidade desses venci mentos, dado o que é corrente entre as segurado ras, acostumadas a pagar compensadores ordena dos aos seus agentes. Os accionistas da Companhia- Santista de Se guros decerto não avaliaram bem o descrédito que

traziam á sua empreza fixando tão parcos ven O" dr. Arthur Bernardes, illustre presidente

I

PhENíK SUCi Cauital suhscrípto: $3.000:000.00 c/l.

Campanhíal úz

Capita! realizado $ 9001000.00 c/l.

Autorízsda a funccíonar pelo Daerato n? I4.9il5 da 15 de Agosto de 191! Sede: BUENCS HIRES ===

f

cimentos aos seus directores.

da Republica, pelo decreto n. 16.086, de 30 de ju

E' com tristeza que registramos esse- facto,

nho dê 1923, concedeu autorização á sociedade

pelo chocante contraste que existe entre a San

anonyma, Northern Camps, Limited, para conti nuar a funccionar no Brasil, com a alteração fei

tista e as demais companhias, onde os administra dores são quasi sempre pinguemeute remunerados.

ta nos seus estatutos, de accordo com a resolução

adoptada pelos seus accionistas, em assembléa rea lizada a 19 de julho de 1922, elevando o capital so cial para 305.000 libras esterlinas.

Companhia Argus Fluminense

A Northern Camps, Limited, que desde 1911

DEPARTAMENTO DO BRASIL Reseguros de fogo. marítimos s ferro viários ^ Capital realizado no Brasil Rs. 690:000$0oo

funcciona na Republica por força do decreto nu

I da llfandega t i, 2-, sala dos fondos — Teleplioiie íloite 3216 — Ender. loiegr. inEGDBDi

mercado de seguros e portanto grande é o nosso

distiibuido a accionistas, neste primeiro semes

prazer em registrar que os seus serviços vão con

tre de 1923 foi de 150 contos, cabendo a seus di rectores a percentagem de 45 conto».

RIO

oe

^AiNieiRo

mero 8.811, de 5 de julho de 1911, é uma das companhias estrangeiras que mais honra o nosso

tinuar a nos ser prestados.

Esta seguradora publicou o seu balanço cora data de 30 de junho findo. As diversas verbqs de seu activo alcançam 4.962:013$998; o dividendo


r f

JORNAL DIO SEOURO!^ JORNAL DE SEGUROS

O naufrágio do "Teixeirinha"

O anniversario do Corpo de Bombeiros

Não estava sepiro, diz o director da S. João da Barra e (Jainpos, porque as coiiipaiiliias

A SUA GOMMEMORACÂO

de seguros eustauí a pagar os siuistros! '-Interrogado depois sobre se o navio es

azares da navegação, ameaçando desfarte de

tava seguro em alguma companliia, o sr. Ál

ruína de um momento para outro a empreza

varo Dias da Rocha informou-nos: — O prejuízo total monta a 400 contos de

que dirige, e, portanto, os capitães que em bôa

.

réis, quantia essa em que pôde ser avaliado o preço do "Teixeirinha", na época actual, pois quando o adquirimos valia apenas 170 coutos.

o Corpo de Bombeiros — a querida corpora

verdadeiramente satisfeito

com

o

resultado obtido e por isso, obtida a necesáafia

tejou uo dia 2 do corrente mais um anniversa

venia pela extrema e nlmia gentileza de v. e:^., ouso manifestar o meu agradecimento pelo cOà-

Ha sessenta e sete annos foram installados os seus serviços nesta capital e desde este momen

e viuvas?

Sinto>-me

ção que é um padrão de gloria da cidade — fes rio da sua fundação.

fé se lhe confiaram, e onde existirão sem duvi da pecúlios de..repouso, pertencentes a orphãos

O navio naufragado não estava seguro em ne

•9

to a população se acostumou a ver, nestes ho

ourso que emprestaram ao meu pequeno esforço, commandados da 5* companhia. Acabastes de presenciar o bello gesto do nos

nhuma companhia porque a Companhia Na

Sim, porque ninguém pôde tomar a sério

mens destemidos e abnegados, os heróes que lhe

cional de Navegação Costeira, que possue a maioria das acções da Companhia S. João da Barra e Campos, cerca de 3.000 contos, não

aquella allegação de falta de cumprimento de

so digno

têm defendido vidas e haveres das garras terrí veis do velho e temível inimigo — o fogo.

quebi*a de disciplina, eu me congratulasse com-

segura nenhum dos seus navios em vista das

deveras, por parte das nossos honestas compa nhias de seguros, sempre promptas em

pagar

o que devem, tudo facilitando neste sentido a seus segurados sinistrados, como o deixam per

rítimo...

ceber as mesmas sommas avultadas por ellas in

os soldados da benemerita instituição não se

demnizadas.

circúmscreve apenas ao Rio. Ella vae além, trans

E o sr. Dias da Rocha terminou assim a

palestra que vinha mantendo comnosco: — Os náufragos do "Teixeirinha" de^verão

''omparecer juntamente com um advogado- na Capitania do Porto, onde será lançado c res pectivo protesto."

(D'"A Noite" de 18 de junho; entrevista sobre a perda total do "Teixeirinha"). A falta premente de espaço com que luta

Corpo de Bombeiros. A fama de heróes que cerca

Mas reduzamos tudo ao ponto mais facil e

põe os limites do Brasil e da América e, no

verdadeiro em toda esta occurrencia'do uaufra-

mundo todo, o Corpo de Bombeiros desta cidade

gio do "Teixeirinha", que trouxe á S. João da Barra e Campos um prejuízo estimado em 400 contos, dizendo que o que affirmou o director, sr.

é elogiado não tanto pelo seu apparelhameuto material mas pela sua organização disciplinar e

vosco pelo brilho que destes ao concurso annual

soldado que passou por todos os postos nesta cor

poração que admiro, amo

e respeito, até

ao

posto para o qual a generosidade do governo da Republica me elevou, certo não vendo em mim

qualidades de talento e saber, mas reconhecendo

a dedicação e o amor que sempre manifestei por tudo quanto se liga uo Corpo de Bombeiros.

pelo valor e abnegação de cada um de seus com A

Dias da Rocha, foi uma escapatória^ para a cen

ponentes.

mos sempre nesta revista, não nos permittiu

sura pendente sobre a sua imprevldencla não"

glosar este mote desairoso com que o director

segurando o "Teixeirinha", confiando demais na

Foi a esses heróes, reunidos em quadrado no pateo do quartel da praça da Republica, que

da S, João da Barra e Campos se referiu ás

bôa sorte da companhia que dirige. Fez a sua

já tinham ouvido festivo toque de alvorada e as

companhias de seguros, collocadas deste modo

"fita" emittindo um conceito que não honra a

sistido ao hasteamento

em um papel que ellas absolutamente não me

sua mentalidade nem fortalece os seus méritos

que o coronel Marciano Ávila, commandante do

de administrador, pois a frota da S. João da

Corpo, dirigiu palavras de louvor, pelo brilho

recem.

que, sem

Seria inútil entileirar aqui adjectivos, fazer' de companhias que ha algum tempo se vem reali phrases que dissessem da gloria que corôa o zando neste Corpo. Quem vos fala é um antigo

portância do seguro, em caso de accidentes ma

difficuldades com què luta para eeceber a im

commandante, permittindo

da bandeira

nacional,

vossa victoria

nas provas

do concurso

veiu demonstrar cabalmente que o Corpo de Bombeiros, a despeito de estar sempre desfal cado pelas baixas e por Isso mesmo cora o pes soal novo. Inexperiente, está sempre disposto a cumprir, sem olhar a sacrifícios, os- seus devo

res, merecendo, por isso mesmo, a gratidão do povo da Capital Federal, que jamais regateou ap-

Contam-se todos os annos por milhares de

Barra e Campos não é daquellas que possam

contos 03 sinistros pagos pelas nossas compa nhias de seguros, como o fazem publico os re

agüentar a carga dos seus mesmos prejuízos, como com outras succede, mais numerosas em

latórios de taes emprezas e pôde certifical-o a

unidadeB-~sobre agua e de mais poderosos re

que dão á instituição tão querida cio publico. Em seguida procedeu á distribuição dos pi*emioB aos que compõem a 5" companhia e que foi este anuo a vencedora das provas do concurso

Inspectoria de Seguros, e o armador do naufra

cursos monetários.

interno que é ali realizado. Estes prêmios, que

gado "Teixeirinha" vem dizer em publico que as companhias não cumprem o seu dever, a pon

Fechemos

lembrando

constavam de uma quantia em dinheiro, foram

vosámeAte em toda a corporação e principalmen

que este caso, tratando-se de uma empreza como

entregues depois de breves palavras do coronel

te no vosso commandaute.

to de a S. João da Barra preferir ter sem se

a S. João da Barra e Campos, e um dos seus

Marciano AvlIa.

guros os seus navios?

directores, atirando ao vento da grande publi

Chamando em seguida

Como é que, ainda por este tempo, ha um homem guindado ao posto importante de diri gir uma companhia de navegação, e este ho

cidade um conceito attingindo em cheio o cre dito de todas as companhias de seguros, devia

companhia victoriosa, capitão

fez-lhe entrega de uma pequena estatueta, que

ter trazido a campo a Associação dé Companhias

"vae figurar entre os trophéos conquistados por

mem nega as vantagens do seguro, pois que

de Seguros, reduzindo a zero a estulta asseve

conserva a "frota sob a sua gestão entregue aos

ração, vazia de verdade.

estas

considerações

'I

o commandante

da

Affonso Romano,

aquella unidade.

Agradecendo a dacUva," pronunciou o capitão

Romano o seguinte discurso; "Exmo. sr. coronel commaudaute do Corpo

de Bombeiros — Meus distlnctos chefes e cama ^S$SSSSSSSSSSSSSS8SSSSSSSSSSSSãSSSS$$S$SSSS3SSSSSSS8SSgSãSSSSS;'SS%3S

radas. — Permitia v. ex., sr. commandante, ciue

Gonimfssarjado de doorias das

I

Companhias Portuguczas de Seguros

^

neste momento de veuturosa alegria para o meu coração de soldado eu possa, em phrases singelas,

RUA MARECHAL FLORIANO PEIXOTO, 223 SOBRADO

TEL. NORTE 6800

RUY NUNES DA ROCHA

CORRETOR DE MERCADORIAS

Of

p

(Algodão em rama)

I Rua de São Pedro» 48» (Solo 3)-Rio P

Tel. Norte 2105

rem colorido, mas, nem por isso, isentas de sin

ceridade e sympathia, dirigir uma pequena sau dação aos meus commandados da 5" companhia, felicitando-os calorosamente pela victoria alcan çada no concurso annual.

plausos á sua acçãó altamente proveitosa e phi-

lanthropica, na defesa dos bens e da segurança dos que empregam a. sua actividade no coração .da Republica.

O aproveitamento manifestado reflecte. pode'

• .

Vencestes em 3 provas das fi que compuzeram o concurso; os tempos em que as fizestes é

a demonstração do que procuraes fazer paru corresponder á espectativa geral e á confiança que todos depositam no Corpo de Bombeiros.

A prova de escada de gancho feita em 105 segundos, a manga de salvação em 2 minutos o 15 segundos e a de corda em 31 segundos, i-evelaram o esforço e dedicação do bombeiro em bem servir a corporação e a causa publica, Nos tres primeiros concursos, quando com mandante da companhia o então capitão Carnei

ro, hoje fiscal geral, fui designado para iustructor, tendo tido a ventura de ver a companhia vi ctoriosa.

No

'

concurso, quando era eu coadjuy.aute

interino, obteve ella ainda a palma da victoria o


JORNAL DE SEGUROS

JORNAL DE SEGUROS

Livros novos

UMA CONSULTA

11

IS lllf

A Europa actuxVl — Maria Da Veiga

oDÍgraphe, em nosso jornal de ju Sob esta ^ j j

jijserinicis o teor de duas perguntas marítimos, em dois casos con

„ .ins pôlo missivista; sobre classifica

cretos referido® f

d t3 que para isso é, al^B,

_

expomos a nossa opinião nol-os endereçou o interessado . .^

^

.im dos mais intelligentes segurado

res da praça o»

SEOOROS pB PERDA TOm. AVARIA GROSSA

1 rcVtH-'S6

.

Oletas. do va

lor segurado, sendo, portanto,

_

fogo houve.sse consumido 15.000

*^5 â© S3.I

^

Mas, repetimos, só por arpi^ 1 • X,'mentar escre vemos as linhas que alu ficam, pr>v. ,, . , , X, , '^^cque, em ver dade, ainda quando o fogo houvec , „

j

X

de de

sacos de sal onde primeiro lavrou

o incêndio grossa para os 10.000 sacos molha dos e inutilizados, pelas medidas e providencias adoptadas pela tripulação do navio para salva ção do casco e carga restante.

perda

total e

Um justo renome cerca os excellentes produ-ctos de sua fabricação, conhecidos mundialmente

grossa fa ubisa, exarado na

de seus trabalhos para corrigir senões nas obras

e de constante uso das pessoas habituadas a ad

que têm publicado.

apólice. Exemplificando, podemos citar ^ ao nosso con

sulente o seguinte caso: uma Partida de 1 000 couros salgados, carregados e seguro^ apenas con tra 03 riscos de perda total e avaria grossa; se a agua, penetrando pelas escotilhaa. mnihnr

total.

Alliando a essa reconhecida competência uma

prodigiosa capacidade de trabalho, a obra do jo-

ções.

cessor^ de E. Berta & Cia., estão localizados na

Agora mesmo o esforçado editor que é p sr.

rua Voluntários da Patria, em Porto Alegre e são:

Jacintho Ribeiro dos Santos e que tem editado

no n. 339 0 escriptorio e a fabrica e no n. 703

todas as obras do joven didacta, vem de lançar

a fundição Phenix.

no mercado de livros a Europa Actüax, trabalho

Não ha quem desconheça os productos da fa

em que mais uma vez explendem as qualidades

brica BERTA, que se tem especializado na confecção

de consagrado geographo que é o sr. Mario Da

de cofres de ferro, portas para casas fortes, pren

Veiga Cabral.

sas para copiar, caixetas, fogões economicos e

As modificações todas por que passou aquella

por aberraí* da teclinica e da pratica seguradoras, pois se lhe dessemos guarida chegaríamos a im-

quer outro modo, e ainda assim podendo salvarse a mercadoria, que se transportará a seu desti no, sendó possível, eorreudo as despezas por conta

culta parte do orbe depois da grande guerra que

sulta dos estudiosos, a quem os demais compên dios existentes já não podiam satisfazer.

seguro, mas ficará sendo um todo quanto ao valor do damno soffrido, e indemnizar estes da-

A resposta a este caso contem-se no que aci

mnos seria acatar as avarias particulares, não

ma dissemos, tratando do primeiro.

contratadas na apólice de seguro.

O quesito capitula-o, com exactidâo, em ava ria particular e deste terreno não pôde sahir por

Mas se se admittisse o facto, tão somente

para argumentar, de que iio caso versado tenha hoje, commandante que sou, louvo-vos pelo es plendido resultado obtido e que me orgulha so bremaneira.

Em sete concursos conseguistes 5 primeiros

fôrma alguma.

levado á rua de S. José, 82.

ragens diversas.

Os productos da fundição, que alcançam até um máximo de 5.000 kilos, comprehendem as se

guintes especialidades: panellas, marmitas e fer ros .de engommar.

Da excellencia desses productos e do valoi; do grande industrial que é o sr. Alberto Bins dão úma

Não é supérfluo pois lançar-se mão aqui da-

honrosa conta os dois grandes prêmios alcançádos

quelle velho logar commum de que o novo livro do joven autor da Chorographia ão Brasil, da

pello a todos que empregam

a sua actividade

Chorograiihia do Districto Federal, da Nossa Pa

exposições.

nesta casa que congpeguem os seus esforços em

tria, da Historia do Brasil e de tantas outras obras

prôl da grandeza da Patria e da Republica.

de valor vem preencher uma sensível lacuna.

Aqui no Rio possue a importante fabrica um

único depositário, o sr. Moreira Leão, com escri'otorios á rua Uruguayana, 141, onde poderão se"

Viva o Corpo de Bombeiros!"

Terminado o discurso do commandante da 5^

Agradecendo-vos o auxilio poderoso que me prestastes para a consecução do prêmio que obti-

companhia teve remate a cerimonia, que foi toda Intima, assistida somente pelas famílias de al

vestes, concito-vos a continuavdes nesse deslde-

guns ofticiaes,

adquiridos quaesquer dos productos do concei

Alfredo Ferreira Cardoso

tuado estabelecimento.

Conhecemos sobre a excellencia dos cofres

nossa redacção o sr.

BERTA, á prova de fogo, o seguinte caso: uma compunhia de seguros, das mais respeitáveis do nosso

quartel, terminando assim as solemnidades com

Alfredo Ferreira Cardoso, competente guarda-li vros da agencia geral da Alllança da Bahia, nesta

proposto, de valores guardados em cofre, impondo

que foi coinmeniorado o anniversario da querida

cidade, a quem aqui agradecemos a gentil visi

apenas a condição de que este cofre seria berta,

corporação.

ta com que nos distinguiu.

de primeira qualidade.

Já restabelecido da enfermidade que o pren>

A' noite, a excellente

cada victoria vossa ô uma vlctorla a mala do

Bombeiros realizou

Corpo de Bombeiros. Agradeço ao exmo, commandante a gentileza

a grande procura da obra, que tanta gente tem

ro, folhas galvanizadas, fechaduras, dobradiças, trava automatica e uma grande variedades de fer

nha, commandada, e para terminar faço um ap-

to, a confiança nos vossos méritos.

permittindo que me dirigisse á companhia, mi

Desse serviço que prestou aos curiosos e aos estudiosos da geographia européa é prova evidente

seus pertences, camas metallicas e moveis de fer

na Exposição Nacional de 1908, nesta cidade e as dez medalhas de ouro conquistadas era diversas

logares e um segundo, não desmentindo, portan

ratum, tanto mais honroso quanto se sabe que

ensangüentou o mundo durante quatro longos annos estão na Europa Actual cuidadosamente

e methodícamente annotadas, facilitando a con 2" CASO

Os importantes estabelecimentos, actualmente de propriedade e direcção do sr. Alberto Bins, sue-

gou varando uma praia, cachopos, ou por qual

de quem pertencer.

quirir artigos que primem por uma esmerada con

fecção.

ven professor se eleva actualmente a quasi uma dezena de volumes, todos elles com varias edi

Esta transformação não pode ser admittida,

esta representará uma parte quanto ao total do

ura dos nossos grandes

considerado e não poucos autores se têm valido

da embarcação, se esta se submergiu ou naufra

pôr ás companhia a obrigação de pagar toda e qualquer avaria, pois sempre que houver avaria

é sem duvida

estabelecimentos industriaes e faz honra ao de^

-""'«o corria por

Resta-nos o da avaria particular, que o nos so consulente pretende transformar em perda

que occupar-nos delle.

A fabrica bebta, fundada em 1873 em Porto

Alegi*e

senvolvimento ecouomico do Brasil.

couros, tirandü-lhes o seu valor commercial, nada terá com o ptejuizo a compapiiia de segu ros. e aquelle cahirá só sobre o ^carregador, que guardou para si o risco da avaria particular. A perda total segura pelas companhias res ponde, éutenda-se bem, apenas pela perda total

Os termos da consulta liquidam por si mes mo o caso de avaria grossa e, portanto, não ha

mente.

Alberto Bins

Entre os estudiosos de historia e geographia o nome de Mario Da Veiga Cabral é cada vez mais

'elle o seguro

avaria

o que é a. fabrica "Herta", de A' competência de Mario Da Veiga Cabral deve já hoje a nossa literatura didactica obras de um grande valor que se evidencia dia a dia com as novas edições que se succedem vertiginosa

consumido

,

,

editor — 1923.

^®rda total ou

conta da fazenda, nada tendo com

avaria particular e de avaria grossa, particular 1 íuiO PRrâ> os 1. vv^

X.

o total do sal seguro, esse preini.,

i'- CASO simultaneamente

,

te

a totalidade do artigo em risco r, . . X ^ ^ o prejuízo tres quartas partes, com b, attingindo

,,, ,

B PARTICULAR

de uPí cgso

de sal

mos a lei que apenas considera v, ^

lomisiriaes

Cabral — Jacintho Ribeiro dos Santos,

havido a perda total de 1.000 sar.

uma

banda do

Corpo

do

retreta no pateo do

deu ao leito esteve em

mercado, propoz-se aceitar um seguro que lhe era


<