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ANO 11 - N° 128 - JULHO 2012 - Distribuição gratuita e dirigida a síndicos e administradoras de condomínios Informe mensal veiculado nas cidades de Balneário Camboriú, Itapema, Criciúma e

Expo Condomínio aponta os rumos do setor

Grande Florianópolis

Em SC balneário camboriú

21 à 26 de a Centrosu

gosto

l Fpolis

Moradores sem vaga para carros Página 13

Edifícios comerciais devem reservar vagas para deficientes

A Expo Condomínio SC, maior feira destinada ao setor condominial de Santa Catarina, entra em sua terceira edição com a participação dos principais fornecedores de produtos e serviços do segmento. Entre os dias 21 e 26 de agosto, o Centrosul será o principal destino de síndicos, administradoras, empresas e profissionais ligados ao setor. Confira a programação da Expo Condomínio 2012, um espaço de informação e negócios.

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CENTRAL

Uniformes Funcionários Vestidos de acordo Organização Depósitos do condomínio em dia

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Convivência Animal silvestre no condomínio? Página 20

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Editorial Chegamos à terceira edição da Expo Condomínio SC, que promete seis dias de aprendizado, interação e muitos negócios. A feira acontecerá entre os dias 21 a 26 de agosto, no Centrosul, em Florianópolis e oferecerá programação gratuita com inúmeras palestras de especialistas, treinamentos e um talk show com a participação do jornalista e apresentador Renato Igor. As atividades envolverão síndicos, condôminos, funcionários de condomínio, administradoras, empresários e demais interessados. O evento é realizado pelo Secovi Florianópolis/Tubarão e Jornal dos Condomínios em parceria com AC Feiras e Sinduscon. As atividades da feira atendem as diversas funções vinculadas aos condomínios, dentre elas a de zelador, que vai receber uma atenção especial com treinamento de capacitação

em combate a incêndios e primeiros socorros. Outro tema é um alerta aos síndicos: cuidados na contratação de serviços. Esta palestra irá trazer orientações aos gestores a fim de evitar serviços mal executados e prevenir prejuízos ao condomínio. Confira no encarte, a programação completa da Expo Condomínio SC 2012 e participe do evento que apresentará as soluções das melhores empresas do setor, além de valorizar o bom trabalho dos síndicos e administradoras, que se superam, a cada dia, na gestão condominial. Boa leitura! Angela Dal Molin

Expediente Jornal dos Condomínios Para anunciar: (48) 3028 1089 Coord. Administrativa e Editorial - Angela Dal Molin jornaldoscondominios@yahoo.com.br Coordenação editorial impresso e web – Vânia Branco jornaldoscondominios@terra.com.br

Administrativo financeiro -Bruna Bender Textos de Criciúma e região - Soraya Falqueiro SC 3578 JP Jornalista - Kalyne de Oliveira Carvalho SC 0004107 JP Diagramação - Matronix Publicidade - (48) 3245-2896 Revisão - Caroline Reis (48) 8423 0060 Assistente de Criação - Carlos Alberto de Souza Impressão GRUPO RBS Tiragem Comprovada - Nesta edição 12.000 exemplares Circulação - Grande Florianópolis, Balneário Camboriú, Itapema e Criciuma Entrega gratuita e dirigida

Os artigos publicados com assinatura não traduzem necessariamente a opinião deste jornal.

Leitura Dinâmica Assembléia de Condomínios Autor: Walter João Jorge Jr Editora: Ledze Da convocação à finalização da reunião, a obra trata de forma pontual e profunda vários itens necessários para que as assembleias possam ser fonte de norma perante os condôminos. A publicação será lançada em agosto, durante a Expo Condomínio SC 2012.

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Condomínios comerciais devem reservar vagas para deficientes Apesar do que dispõe a Lei Federal, muitos condomínios ainda não atendem a essa exigência

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eguindo os parâmetros da Lei Federal 10.098, o Decreto 5296/2004 dispõe que, nos estacionamentos externos ou internos das edificações de uso público, coletivo, ou naqueles localizados nas vias públicas, devem ser reservados, pelo menos, 2% do total de vagas para veículos que transportem pessoa portadora de deficiência física ou visual. Dessas vagas, no mínimo, uma deve ser localizada próximo à entrada principal ou ao elevador, de fácil acesso à circulação de pedestres. O condomínio Centro Comercial Campinas, no Kobrasol, em São José, supera o mínimo exigido pela legislação - de 90 vagas, três são reservadas para deficientes. De acordo com o síndico Olvir Favaretto, mais do que o cumprimento à lei,

O síndico Olvir Favaretto incluiu vagas específicas para deficientes no estacionamento do Condomínio Centro Comercial Campinas, em São José. é, sobretudo, uma questão de respeito ao ser humano. “Desde o dia que eu assumi o cargo, me preocupei em atender às necessidades de pessoas com problemas de locomoção. Fizemos rampas de acesso e criamos as vagas de estacionamento”. Segun-

do Favaretto, independente de lei, se houvesse a necessidade de acrescentar mais vagas privativas, o condomínio tomaria as providências. “Temos que andar sempre à frente da necessidade. O nosso Conselho Consultivo é consciente”, diz.

No entanto, a maioria dos edifícios em Florianópolis ainda não se adaptou à exigência e a principal justificativa é a falta de espaço. De acordo com a promotora Caroline Moreira Suzin, coordenadora do Centro de Apoio Operacional da Cidadania e Fundações do Ministério Público de Santa Catarina, a lei é clara e, progressivamente, todas as edificações que se enquadram nessa legislação devem ser adaptar. “O mais importante de tudo é que se crie uma cultura de acessibilidade em atenção às pessoas que necessitam, que os síndicos se conscientizem e também que as novas construções já venham adaptadas”, diz. Já os prédios residenciais não se encaixam nessa obrigatoriedade de disponibilizar vagas privilegiadas. Entretanto, não custa nada facilitar e, seguindo o bom

senso, o recomendado é destinar as vagas próximas dos elevadores e portas de acesso para quem tem dificuldade de locomoção. “A regra para os residenciais está nas condições de acesso. Os pisos das áreas comuns não podem ter desníveis, as portarias e elevadores devem seguir as medidas e os padrões exigidos”, ressalta a promotora. De acordo com o Ministério Público, a utilização das vagas reservadas por veículos que não estejam transportando pessoa portadora de deficiência física ou visual constitui ato de infração e está sujeito a penalidades previstas em Lei.

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Saiba usar o fundo de reserva

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Responsabilidade e cuidado para o uso do dinheiro alheio

fundo de reserva é uma receita criada pela antiga Lei dos Condomínios (4.591), com a finalidade de suprir despesas emergenciais extraordinárias não previstas no orçamento. Com o novo Código Civil, o fundo de reserva deixou de ser uma obrigação legal, delegando essa regência para as Convenções Condominiais. Mesmo assim, praticamente todas as convenções preveem a arrecadação do fundo e até as minutas de convenção dos novos imóveis entregues pelas construtoras incluem essa designação. De acordo com a advogada e sócia da Plac Planejamento e Assessoria de Condomínios, Dirlei Magro, compensa manter o recurso. “É importante ter dinheiro guardado para emergências. Aconselhamos que os condomínios mantenham de uma a duas arrecadações mensais guardadas”, orienta. O síndico profissional Claudio Schultz é a favor do fundo de reserva e procura orientar os moradores sobre a importância de guardar esse dinheiro. “É

nários. Tudo com aprovação em assembleia”, relata Silveira. O fundo de reserva no Condomínio Ilha de Bari é aplicado em Certificado de Depósito Bancário (CDB) e o próximo investimento, segundo o síndico, é na pintura do prédio. um recurso praticamente intocável e o mantemos aplicado em poupança. Só utilizamos para casos emergenciais”, diz. No decorrer de dez anos como síndico do Condomínio Praia do Forte, em Jurerê, o síndico Schultz relata que o fundo de reserva foi utilizado apenas uma vez. Para atender a uma emergência, e com o respaldo do Conselho Consultivo, o síndico pode tomar as medidas para uso do recurso. Segundo o contador e proprietário da

Cidade Contabilidade, Luciano Henrique Cidade, solucionado o problema urgente, o síndico deve convocar uma assembleia em caráter de urgência. “Nessa ocasião o síndico vai prestar contas e dar ciência do ocorrido. Não conheço uma assembleia que não tenha apoiado o síndico, mas é preciso ter cuidado para não fazer nada com dúvidas, pois o gestor corre o risco de ter que resgatar o dinheiro do próprio bolso”, alerta. Ele explica que emergência é tudo aquilo que

atinja a todos os moradores ou algo que abale a estrutura, a segurança ou a saúde dos condôminos. Apesar de não ser a sua finalidade original, o fundo de reserva também é utilizado em despesas voluptuárias, ou seja, gastos secundários considerados importantes, desde que previamente aprovado em assembleia. No Condomínio Ilha de Bari, no bairro Saco Grande, o síndico André Gustavo da Silveira conta que o recurso serve também para investir em obras e outras benfeitorias. “Recentemente o utilizamos para construir mais caixas d’águas a fim de resolver um problema frequente de falta de água. Usamos também para atualizar nosso sistema de câmeras, melhoramos a estrutura do salão de festas, academia, comprarmos uniforme para os funcio-

Dicas A única forma de excluir a arrecadação do fundo de reserva é alterando a Convenção, mediante quórum de 2/3 dos condôminos. Não gaste o recurso sem respaldo do Conselho Consultivo e Administradora. Tenha ciência de que está lidando com um dinheiro que não é seu – faça registros detalhados dos gastos. Tome cuidado com as aplicações - verifique os impostos para um futuro resgate, os quais podem superar o valor do rendimento.

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Lâmpadas incandescentes estão com os dias contados

INFORME COMERCIAL

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esde o dia 30 de Junho deste ano, o Brasil iniciou o processo de substituição das tradicionais lâmpadas incandescentes. De acordo com a Portaria nº 1.007, de 31 de dezembro de 2010, as lâmpadas com potências de 150 e 200 Watts deixaram de ser fabricadas e importadas no país. O Brasil acompanhou uma decisão da Agência Internacional de Energia, que pretende reduzir o consumo no mundo inteiro. A lâmpada convencional, inventada por Thomas Edison em 1879, representou um grande avanço, mas com o desenvolvimento tecnológico, se tornou desvantajosa, pois produz 95% de calor e apenas 5% de luz. Consome muito e ilumina pouco. As substitutas lâmpadas fluorescentes e de LED são mais econômicas. A primeira é ecologicamente correta, não produz calor, e pode emitir

Administradora

três tipos de tonalidade. A segunda, apesar de apresentar preço mais elevado na hora da compra, apresenta um consumo extremamente baixo e mais durabilidade. A substituição das incandescentes no país será gradativa. De acordo com a Portaria, os fabricantes e importadores de lâmpadas de 150W e 200W podem vender seus estoques até 31 de dezembro deste ano. Já os atacadistas e varejistas têm prazo de um ano para cumprir a determinação e po-

de Condomínios

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dem comercializar esses modelos até 30 de junho de 2013. Estima-se que, no Brasil, cerca de 50% das residências são iluminadas pela lâmpada incandescente. Segundo técnicos do Ministério das Minas e Energia, só a substituição de lâmpadas por modelos mais econômicos geraria ao país uma economia de 10 milhões MWH/ano até 2030. Países da União Europeia, Estados Unidos, Argentina, entre outros, também baniram a fabricação das lâmpadas incandescentes.

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Portão automático, o vilão dos condomínios Panes recorrentes nos sistemas causam transtornos na rotina dos síndicos

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onsiderado pelos síndicos uma dor de cabeça em potencial no condomínio, o portão eletrônico, frequentemente, precisa passar por consertos, devido às constantes panes em seu sistema. Dentre muitos relatos, há casos em que carros são prensados pelo portão, acarretando prejuízos ao condomínio, responsável, na maioria das vezes, por arcar com os custos de reparo do automóvel e do portão. No Residencial Granville, na Trindade, em Florianópolis, o síndico Thiago Rocha conhece o problema de perto. “Enfrentamos no mínimo duas panes nos sistemas por mês. Já tentamos modificar as posições e os mecanismos (por

correia, trilho... ) de abertura do portão... Não adianta”, confessa. O Granville possui 1,5 mil moradores e o síndico considera que, devido ao grande fluxo de pessoas, o portão é acionado além da capacidade do seu sistema. “Ele é acionado o tempo todo e não suporta a nossa demanda. Para prevenir, contratamos um seguro para cobrir ocorrências de danos em veículos”, diz. A síndica profissional Adriane Gonçalves Borteze, de Florianópolis, relata que, nos condomínios de praia, o problema nos portões aparece na baixa temporada. “Quando os portões são pouco utilizados, recebem maresia e enferrujam”. Além disso, Adriane lembra um

dos casos que aconteceu em um condomínio da cidade, quando um controle remoto, em curto dentro de um carro, acionava o portão sem parar. “Ele abria e fechava e tivemos muita dificuldade para identificar o problema e saber em qual carro estava o controle danificado”, conta. E como o portão não tem hora para estragar, a síndica adota uma solução. “Tenho um técnico sempre de plantão, que nos atende em qualquer dia ou horário”, diz. No condomínio Aconcágua, em Balneário Camboriú, o síndico Carlos Spirelle também enfrentou muitos problemas com os portões automáticos até encontrar algumas soluções. Segundo Spirelle, a primeira medida

Síndico Carlos Spillere e o zelador Ademar Schaefer na portaria do Aconcágua foi trocar o portão pesado por outro de um material mais leve. “O antigo era de madeira e vidro, muito pesado, e dava problema direto. Substituímos esse por um de alumínio, mais leve, e as falhas reduziram consideravelmente”. Mesmo assim, outro problema insistente era o rompimento no cabo de aço, que partia a cada três meses. Depois de fazer alguns cálculos e testes, o zelador Ademar Schaefer criou um novo mecanismo. “Nós substituímos a correia de aço por corrente de bicicleta. Faz catorze meses que estamos com esse novo sistema e não tivemos problemas”, revela Spirelle.

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De acordo com o síndico e proprietário da Centralarme, João Batista Rodrigues, em Florianópolis, a maioria dos problemas em portões automáticos poderia ser minimizada se o sistema instalado estivesse de acordo com as necessidades do condomínio. “É preciso avaliar a potência do motor de acordo com o fluxo de moradores que aciona o mecanismo. Para condomínio, é necessário um portão industrial, não um residencial”, explica. Além disso, é imprescindível a ins-

talação de sensor de presença. “Isso impede que carros e pessoas sejam prensados nos portões, que param automaticamente ao detectarem algum objeto em seu percurso”, diz.

Dicas Certifique-se de que o portão instalado no condomínio comporta as necessidades de uso. Contrate empresa reconhecida e realize as manutenções preventivas. Em ocorrências de panes e consertos frequentes nos portões, avalie a possibilidade de um contrato permanente de manutenção para facilitar a resolução de problemas em casos de emergências. Para os portões de garagem, recomenda-se o uso de controles remoto acessos via senha dispersam os motoristas que se descuidam dos freios nas rampas de descida e subida, podendo provocar acidentes. Julho 2012


Funcionários uniformizados Vestidos de acordo com a função, empregados garantem conforto, segurança e adequada apresentação

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uso de uniformes por parte dos funcionários garante boa apresentação da equipe e segurança ao condomínio. Zelador, porteiro e faxineiro ganham em comodidade e conforto com a vestimenta apropriada para suas funções. No entanto, dos edifícios localizados no Centro de Florianópolis, apenas 20% adotam o uso de uniformes - o fator gasto é o principal motivo que leva a assembleia a desaprovar a uniformização dos funcionários. No condomínio Edifício Jane, todos os seis funcionários trabalham de uniforme e, para o síndico Alberto Freitas, essa é uma formalidade necessária. “Valoriza o condomínio, identifica o trabalhador e diminui o gasto do empregado”. O porteiro Marco Antônio da Silva concorda com o síndico e diz que prefere ter uma roupa só para trabalhar. “Fico à vonta-

Síndico Alberto Freitas e porteiro uniformizado Marco Antônio da Silva, do Condomínio Edifício Jane de com o meu uniforme. Tenho dois itens de cada peça para revezar”, diz Marco. A síndica Maria Luíza Peron, do Residencial Tours de L’lle, também é a favor do uso de uniformes. “Aqui no condomínio os funcionários usam a roupa com a identificação do edifício e adequada para cada função. É um sinal de organização”, ressalta Peron. A portei-

ra Niusa Busnello acredita que, dessa forma, ela pode reservar as roupas do seu guarda-roupa para passear. “É mais prático, porque eu não preciso gastar as minhas roupas”, conta. A faxineira Silvana Machado concorda com a colega.“Principalmente para mim, da limpeza, como eu faria tendo que escolher uma roupa todo dia para vir fazer a faxina? O meu uniforme é confortável, essa calça de malha não retém os meus movimentos”, salienta. A opinião sobre o uso de uniformes também é a mesma para o síndico Roberto Galo, do condomínio Henrique Stodieck. “Temos 14 empregados e compramos uniformes para todos eles. Quando alguma peça mancha ou se desgasta, repomos. Procuramos escolher um material bonito e prático, como o tecido sintético, por exemplo, que não amassa. Facilita para os funcionários e garante uma boa apresenta-

Sistemas de Segurança

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ção”, explica. Cada função exige uniforme adequado e, apesar de cada empregado ter uma peça diferente, a equipe deve manter a padronização em cores. De acordo com a subgerente da Loja do Guarda Pó, Elisandra Policarpo, ao porteiro é indicado usar calça e camisa social, gravata e jaqueta de cores mais fechadas, como o azul, preto ou marrom. “Para atender as pessoas na recepção, o funcionário precisa ter mais cuidado com a apresentação e esse modelo é clássico, não tem erro”, explica. Já o zelador pode usar roupa mais esportiva, como calça de brim, camiseta de algodão ou camisa polo, tênis antiderrapante, e jaqueta, sendo que a cor deve ser padronizada e a mesma usada pelo porteiro. “Como o zelador se movimenta mais e, em geral, trabalha com a organização do prédio, realizando algumas manutenções, ele usa roupa mais confortável que permita transpirar mais”, diz. Para a faxineira, o mais adequado é a calça com elastano, camiseta polo, avental ou túnica e tênis antiderrapante. “Ela precisa de uma roupa mais confortável e que dê liberdade nos movimentos. A túnica protege a roupa da sujeira e manchas”, explica Elisandra.

Síndica Maria Luíza Peron com as funcionárias uniformizadas Silvada Machado e Porteira Niusa Busnello, do Condomínio Residencial Tours de L’lle.

Dicas Os uniformes devem ser mantidos limpos e conservados. As roupas pretas devem ser lavadas em separado das brancas. Jaqueta, blazer e gravata devem ser lavados na mão e, dependendo do tecido, a seco. O forro das roupas rasga e as roupas se deformam se lavadas na máquina. Ao passar a calça e a camisa social, evite o contato direto do ferro com o tecido - utilize um pano de algodão para proteger. Não passe tecidos sintéticos. Prefira secar sapatos e tênis na sombra, assim eles não deformam. Garanta a boa apresentação do porteiro, que deve usar camisa social por dentro da calça, cinto bem afivelado e gravata até o cumprimento do cinto.

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Depósitos em dia Confira as soluções que os condomínios encontram para manter os depósitos organizados

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ebaixo da escada, num canto da garagem ou em salas reservadas para servir de depósito do condomínio, se vê aquela bagunça que não deveria existir, gerada por tantos itens amontoados sem a mínima organização. Quais as soluções que os síndicos encontram para organizar os produtos de limpeza, restos de obra e equipamentos em tão pouco espaço? Para manter tudo em ordem, todo condomínio precisa de um local reservado para guardar itens como esses. Além disso, lida melhor com o depósito, o síndico ou o zelador que aprende a maneira correta de armazenamento para cada tipo de objeto. E quanto maior é o condomínio, maior é a incidência de acumular “bagunça”. Quase uma minicidade, o Argus, localizado em Coqueiros, é considerado o segundo maior condo-

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mínio residencial de Santa Catarina, composto por 544 apartamentos distribuídos em 34 blocos. Se um morador sente dificuldade de organizar o seu único hobby box ou mesmo o porteiro ou zelador se perde no seu pequeno armário pessoal, dá para imaginar a complexidade de manter tudo bem arrumado no depósito de um condomínio do tamanho do Argus? O síndico Laedio Silva explica que foi necessário criar um almoxarifado, com controle de estoque informatizado, para aproveitar bem o espaço sem se perder. “Não é uma sala muito grande, mas nela guardamos os produtos de limpeza do condomínio, as ferramentas, tinta, material elétrico, motores de reserva, materiais para reposição, tais como lâmpadas, entre outros itens”, enumera. O síndico conta que esse depósito funciona como um almoxarifado empresarial. “Quando alguma lâmpa-

Organização das ferramentas no almoxarifado do Condomínio Argus da queima, tiramos uma do depósito. Esta semana fiz compra de lâmpadas, porque chegamos ao estoque mínimo. Mesmo um condomínio pequeno não

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conseguiria manter tudo organizado sem ter uma área reservada para guardar os inúmeros itens”, diz. No condomínio Residencial Metro-

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todo o material da área gourmet, os copos, talheres, pratos para reposição; e também o material de limpeza e piscina”, diz. O zelador Dionei de Vargas sentiu a diferença para encontrar os itens. “Antes a bagunça ficava no chão e não cabia nada na sala. Eu tinha que ficar revirando caixas e muitas vezes o que eu queria estava embaixo de tudo. Agora está muito mais prático”, revela. A próxima meta do síndico Albert é trocar os armários dos funcionários. “As prateleiras deles são de ferro, enferrujaram, estão velhas; vamos reformar também”, diz. Nos condomínios de praia, a principal preocupação nos depósitos é com relação a prateleiras de ferro. No Depósito de materiais de obra do condomínios condomínio Gold Coast, em CanasvieiMetropolitan Park ras, a síndica Rafaela Monteiro está realizando orçamentos para compra politan Park, localizado no Itacorubi, de armários. “Nosso espaço é pequecomposto por 144 apartamentos – qua- no, então precisamos de um material tro vezes menor do que o grande Arcompacto. Encontrei estantes ventilagus –, a existência de depósitos orgadas feitas de aço revestido com vinil, nizados também é imprescindível. Essa que não enferrujam. Estamos estué a avaliação do síndico Albert Peres, dando para ver se é viável”, explica. que, através da experiência, realizou A síndica alerta para a necessidade melhorias para favorecer a praticidade de organizar melhor os produtos de nos depósitos do condomínio. “Temos limpeza. “Esses químicos precisam ser vários espaços para essa finalidade. guardados em local ventilado e não Recentemente compramos estantes podem ficar expostos e acessíveis às de madeira ventilada para organizar crianças”, diz.

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moduladas Nenhum móvel cabe no espaço do seu depósito? O proprietário da empresa Estasim, Soren Storn, explica que a melhor alternativa para

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esses casos são as estantes moduladas, que se adaptam a qualquer área disponível. “As prateleiras são instaladas em qualquer largura, altura e profundidade. A ideia é aproveitar ao máximo o espaço que, especialmente nos novos prédios, é limitado”, diz.

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Além disso, Storn não recomenda o aço para os condomínios localizados na ilha de Florianópolis. “O aço enferruja rápido nessa região, devido à maresia e umidade”. Para ambientes escuros, com muita umidade e pouca ventilação, o ideal, segundo Soren, é a madeira autoclavada. “Essa madeira é levada ao forno com produto químico, aumentando a sua resistência e deixando-a livre do mofo”, explica.

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Confira as dicas da personal organizer Simone Otto: Os armários devem ser mantidos arejados e limpos a cada 15 dias. Se possível, o ideal é que o produto ou objeto fique próximo ao local a ser usado: cortador de grama perto do jardim, por exemplo. Divida cada lado da parede do depósito para um objetivo: em um lado produtos de limpeza, material de obras; e, em outro, ferramentas, lâmpadas e assim sucessivamente. Os itens devem ser guardados separadamente. Identifique os itens com etiquetas e datas de validade. Faça uma relação de estoque, controlando sempre o que entra e sai. Descarte ou dê outra destinação aos objetos que não estiverem sendo usados. Revise com frequência o depósito para não armazenar nada fora da validade ou estragado. Os produtos de limpeza devem ficar agrupados por tipo. Uma boa opção é guardar utensílios como balde e escovão em carrinhos de limpeza que, além de serem utilizados para organizar os produtos, podem ser levados para o ambiente a ser limpo. Organize as ferramentas de modo que fiquem acessíveis, separando-as por ordem de tamanho do menor para o maior. As ferramentas podem ser penduradas em organizadores suspensos. Restos de obra devem ser divididos por nichos, em prateleiras, o mais pesado em baixo e o mais leve em cima; jamais no chão, pois a umidade danifica os materiais. Motores e equipamentos podem ser guardados próximo ao chão, em cima de um suporte, que pode ser improvisado com madeira ou tijolo. Os equipamentos, após serem usados, devem ser sempre guardados limpos. No armário dos funcionários, o ideal é que se tenha uma prateleira divisória: acima da base para guardar os sapatos e um trilho e cabide para guardar calça e camisa ou, então, colocar uns pequenos ganchos na lateral para pendurar as roupas.

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especial / LIXO

cada morador é responsável pelo seu A participação dos condomínios na coleta seletiva de recicláveis ainda é pequena: apenas 30% do material recolhido pela COMCAP é oriunda dos edifícios

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sociedade adota um estilo de vida consumista responsável por gerar grande volume de lixo, que, muitas vezes, é descartado aleatoriamente sem qualquer tratamento. As consequências são os agressivos impactos ambientais – contaminação do solo, dos mananciais subterrâneos e de superfícies, poluição visual, problemas sanitários e prejuízos à saúde. Após consumir os produtos, as pessoas se esquecem da importância de se destinar corretamente os restos orgânicos e resíduos sólidos. Em Florianópolis, nos períodos de baixa temporada, a Companhia de Melhoramentos da Capital (Comcap) coleta, diariamente, cerca de 450 toneladas de lixo. Já nos meses de alta temporada - novembro até fevereiro - são captadas 700 toneladas por dia. “Não temos lugar para tanto lixo, a cidade não comporta aterro”, alerta a gerente de coleta seletiva da Comcap, Maria Cristina Monteiro. Uma das maneiras de reduzir o volume

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de lixo é selecionar os materiais recicláveis. Entretanto, a participação dos condomínios da capital nesse processo ainda é baixa e, segundo estimativas da Comcap, somente 30% de toda a coleta seletiva são provenientes dos edifícios. Nos condomínios que participam da seletiva, o trato com os resíduos sólidos e orgânicos é feito por etapas. Em geral, primeiramente, cada morador é responsável por separar o lixo dos materiais recicláveis, como uma rotina diária. Depois, o condomínio disponibiliza uma área comum organizada e limpa para instalar os recipientes, que receberão, diariamente, os recicláveis e o lixo comum. Na última etapa, os condomínios acompanham os dias e os horários da coleta seletiva do seu bairro realizada pela prefeitura de cada cidade, quando os resíduos serão levados pelo caminhão à sua destinação final e encaminhamento adequado. Em Florianópolis, o caminhão da coleta seletiva da Comcap passa uma vez por semana nos bairros e diariamente no

Centro e na área comercial do Estreito. Basta que os materiais recicláveis selecionados sejam colocados na rua, em sacos plásticos no dia e horário certos (roteiros disponíveis no link serviços, em www.comcap.org.br). Entretanto, essa não é uma realidade de todos e cumprir essas etapas significa um verdadeiro desafio para a maioria dos condomínios. A principal dificuldade é a falta de espaço

a assembleia para investir na seletiva é mais um impedimento identificado por muitos síndicos da cidade. De acordo com consultor ambiental para condomínios Renato Guardini, outra dificuldade que os gestores enfrentam para realizar a coleta seletiva é a conscientização dos moradores. “Esse processo de entendimento e compromisso é mais demorado e, geralmente, é necessário um trabalho educativo, por meio

A funcionária Marli Rodrigues do Condomínio Plaza Viena mostra o contentor que armazena somente latinhas. para armazenar os recicláveis até o dia da coleta. Além disso, chegar a um consenso entre os moradores durante

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de avisos, placas na parede, circulares internas e folders”, explica. Em contrapartida, de acordo

com a gerente de coleta seletiva da Comcap, Maria Cristina Monteiro, com a Política Nacional de Resíduos Sólidos, o interesse pela seletiva aumentou em 50%. “A maioria dos condomínios querem participar e percebem a importância de reciclar. Muitos síndicos ligam para nós, pedindo informações, tirando dúvidas”. Segundo dados da Comcap, no ano passado, a coleta seletiva recolheu 36 toneladas de recicláveis por dia.

Modelo Um bom exemplo a ser seguido é o do condomínio Plaza Viena, no Centro da capital. Há pelo menos dois anos o residencial realiza a seleção dos resíduos sólidos e destina corretamente o lixo orgânico. O síndico Ednei Corvalão conta que, no começo, foi preciso orientar diariamente os moradores. “Colocamos avisos nos elevadores, fizemos trabalho de conscientização, divulgamos nas reuniões e retransmitimos as recomendações da Comcap”, diz. Hoje, o cuidado com os resíduos descartados virou rotina na vida dos moradores e o processo de coleta seletiva é eficiente. “Todos os condôminos separam o lixo or-

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Passo a passo

gânico dos recicláveis e depois descartam em seus lugares próprios aqui no prédio. Temos um espaço na garagem e uma sala em separado para a separação dos sólidos”, relata Corvalão. E quando os bons

costumes começaram a sair do eixo, o síndico descobriu uma solução. “Instalamos câmeras de vigilância dentro da lixeira e, quando um morador joga o lixo errado, nós o alertamos. Às vezes são novos

moradores ou empregados dos apartamentos que ainda não sabem como funciona”, diz. A convenção do condomínio Plaza Viena prevê multa em caso de descumprimento da separação do lixo.

Projeto Reóleo O Projeto de Reciclagem de Óleo de Cozinha (Reóleo), executado pela Associação Comercial e Industrial de Florianópolis (Acif), existe há 14 anos e tem o objetivo de envolver a comunidade na reciclagem de óleo. A participação no Projeto é gratuita e, a cada 20 litros de óleo entregues à Acif, o condomínio ganha produtos de limpeza, como sabão, detergente e água sanitária, resultado da reciclagem do óleo de cozinha. Quando o coletor estiver cheio deve ser encaminhado Para participar, o condomínio precisa dispor de para reciclagem uma bombona plástica de, no mínimo, 50 litros, que pode ser comprada, em média, por R$ 40 reais em lojas especializadas. Cada morador deve filtrar o óleo com peneira, colocar em uma garrafa PET e depositá-la bem lacrada dentro do recipiente disponibilizado pelo condomínio. Importante lembrar que o óleo não deve ser despejado direto na bombona. Quando o coletor estiver cheio, ele pode ser entregue à Acif que destinará adequadamente esse material. Confira os pontos de entrega indicados no endereço: www.acif.org.br/reoleo. Para cadastrar o seu condomínio no projeto Reóleo, entre em contato com a Acif pelo telefone (48) 3224-3627 e solicite o termo de adesão.

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Jornal dos Condomínios

Disponibilize, no mínimo, dois coletores de resíduos no condomínio: um para o orgânico, outro para tudo que é seco (recicláveis). Oriente o morador, ele deve lavar as embalagens, removendo qualquer sinal de alimentos. Materiais orgânicos, quando misturados aos recicláveis, podem contaminar o coletor, inviabilizando todo o trabalho dos demais condôminos. Para aproveitar melhor o espaço, o morador pode reduzir o tamanho das embalagens (caixas de papel e papelão); não amasse folhas de papel, apenas as dobre.

Saiba o que pode ou não ser reciclado SIM: Jornais, revistas, folhas, caixas longa vida (tetrapak), latas limpas de bebidas e alimentos, panelas, parafusos e pregos, fios elétricos e objetos de ferro ou latão, copos, garrafas, frascos de produtos de limpeza e higiene pessoal, sacos e sacolas, utensílios plásticos usados, baldes, canetas, brinquedos, isopor, tubos de PVC e conexões, garrafas, potes, frascos em geral, frascos de medicamentos vazios e óleo de cozinha. NÃO: Papel carbono, celofane, amanteigado, parafinado, papéis engordurados ou sujos, fitas e etiquetas adesivas, fotografias, latas contendo tintas, vernizes, aerossóis, esponjas de aço, embalagens metalizadas, adesivos, cabos de panela, espuma de colchão, esponjas de cozinha, embalagens de produtos tóxicos, espelhos, vidros temperados, vidros refratários, louças de porcelana ou cerâmica, cristais, couros (calçados e bolsas) e tecidos.

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e região norte

Balneário Camboriú

O prédio mais antigo de Balneário Camboriú O edifício Eliane representou um marco da construção civil do município

A

ntes da década de 50, Balneário Camboriú seria irreconhecível aos olhos dos moradores da cidade atual. Para retratar o município e os acontecimentos marcantes da época, restaram algumas fotos e poucas lembranças dos habitantes que assistiram a região mudar naquele período. Dá até para duvidar que, no município, não havia um prédio sequer e que Balneário Camboriú, hoje conhecida como a cidade verticalizada, era composta apenas por casas e construções horizontais. Localizado na Avenida Brasil 1090, em frente ao hotel Marimar, o edifício Eliane, do incorporador Césare Barontini, inaugurou o início da construção civil, tornando-se um importante marco da época. Segundo relatos do historiador e morador da cidade, Isaque Borba, com a construção do edifício, em 1952, o município de Balneário Camboriú teve o maior impulso de desenvolvimento até então. “Para os padrões de hoje o prédio é muito singelo,

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SC

CAMBORIÚ BALNEÁRIO

mia Manter a acade exige atenção

Síndicos incentivam reciclagem

CRICIÚMA

m Moradores assiste a a jogo da sacad

Edifício Eliane,1ºedifício construído em Balneário Camboriú mas para a época foi verdadeiramente impactante. Embora não fosse de frente para o mar, teve sua interferência na paisagem urbanística”, conta. O nome do edifício foi uma homenagem do italiano Césare Barontini à sua filha Maria Eliane Barontini, que, honrada, se orgulha do pai. “Ele me amou tanto

que batizou o prédio com o meu nome. Meu pai trabalhava muito e fazia muitas coisas ao mesmo tempo, mas nós, os filhos, sempre estivemos em primeiro lugar”, lembra. A mãe de Eliane, Maria Ivette Barontini, hoje com quase 80 anos, conta que seu marido teve uma participação importante na evolução da cidade. “Foi

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bastante criticado pelos pescadores, que diziam que só podia se tratar de um italiano louco para fazer um prédio de três andares entre as suas casas”, recorda. A viúva de Barontini lembra que, antigamente, havia somente casinhas de madeira, por onde costumava passear com sua família. “A gente caminhava na praia, entre vacas e cavalos, comendo pitanga e goiaba”, diz. Mais tarde, Césare Barontini foi o responsável pela construção do segundo edifício da cidade, o Residencial Albatroz, com oito andares, e, em seguida, construiu o condomínio Edifício Apucarana, ambos localizados na Avenida Atlântica, à beira-mar. Eliane Barontini relata que seu pai já previa o problema de falta de estacionamento na cidade, já que, antes de morrer, ele procurava um terreno no qual pretendia construir um prédio somente de garagens. “Este é um problema grave hoje. São muitos edifícios sem garagens e os carros estacionam na rua, complicando a cidade”, diz Eliane.

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Sem vaga para os carros Moradores sem lugar para estacionar deixam seus veículos na rua sujeitos até a guincho

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uitos edifícios de Balneário Camboriú, principalmente os mais antigos, foram construídos sem espaço para garagem. O crescimento rápido da cidade, problemas como excesso de veículos e falta de estacionamento não foram previstos pelas construtoras na época. Mesmo em época de baixa temporada, o número de vagas ainda é escasso. Diante disso, muitos moradores acabam comprando ou alugando garagens de prédios vizinhos. De acordo com Valmor Teles, síndico dos condomínios Edifício Paraná e Edifício Atlântico, ambos sem garagem, a solução para os condôminos é a aquisição de uma vaga em outro condomínio, no entanto, nem todos conseguem. “Temos um prédio ao lado construído praticamente só para venda de garagens. São mais de cem vagas, só que custam cerca de R$ 50 mil e nem todo morador

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pode comprar”, conta. Nesse caso, sem alternativa, muitos condôminos acabam estacionando na rua. “Aí é complicado, porque não tem lugar para todos. Sem contar que

Nova lei Entretanto, a legislação restringiu a possibilidade de venda ou locação de garagens em condomínios. Em abril deste ano, a Lei 12.607 dispôs que os abrigos

condôminos em assembleia e a maioria ainda não conseguiu se adequar. O síndico Valmor Teles explica que os condomínios antigos ficam com as suas convenções cada dia mais ultrapas-

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não considera essa uma tarefa impossível. “Eu já consegui o quórum para fazer muitas adaptações nas nossas convenções. Para o nosso condomínio pequeno isso não fica difícil”, observa.

Multa

Excesso de veículos e falta de estacionamento quase todos os dias um carro é guinchado aqui do lado por estar obstruindo a passagem de caminhões de carga e descarga que levam produtos para as lojas”, relata o síndico.

para veículos somente poderão ser alienados ou alugados a pessoas de fora do condomínio mediante autorização expressa na convenção. Para alterar a convenção e incluir a autorização, é necessário reunir 2/3 dos

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sadas, devido às novas legislações. “Faz oitos anos que sou síndico. O edifício Paraná tem 44 anos e o Atlântico 46 anos. As leis mudam e os prédios com convenções antigas precisam se atualizar”, diz. Porém, o síndico

A nova legislação não possui caráter retroativo e, dessa forma, os contratos realizados antes do dia 20 de maio – data de vigor da lei – serão mantidos, ou seja, a alteração não vale para as garagens já vendidas. A partir de então, a tentativa de novos contratos sem a previsão convencional será considerada nula e os condôminos responsáveis poderão ser multados.

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e região sul

Criciúma

Manutenção planejada garante trabalho eficiente

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odo condomínio precisa ter um síndico ativo, que esteja disposto a realizar benfeitorias para o local onde todos vivem. E foi compartilhando esse pensamento que o síndico do Residencial Royal Park, Larciney Fabris, começou há um ano e onze meses uma grande transformação. De maneira planejada, as melhorias são feitas através da participação dos moradores dos 12 apartamentos. O resultado? Preservação, valorização e segurança, consequências de um trabalho bem feito. A manutenção da estrutura do residencial foi dividida em etapas, para que as mudanças fossem realizadas sem interferir bruscamente no dia-a-dia do prédio e para não extrapolar o orçamento. A assembleia definiu que o síndico teria autonomia para tomar decisões. “No entanto, para os assuntos mais importantes, convocam-se reuniões para que os condôminos participem. E a presença sempre ficou acima de 60%, o que mostra uma grande adesão”, afirmou Fabris, que está há quatro anos como síndico do condomínio. O prédio, que já tem 17 anos de história, precisava revitalizar tanto a estrutura interna como a área externa. “Começamos pela parte externa. Na fachada,

Síndico Larciney Fabris convoca condôminos para reuniões sobre assuntos importantes da reforma

para substituir as antigas, foram colocadas novas pastilhas de porcelana, altamente resistentes, especialmente colocadas para proteger do calor”, comentou sobre o início do processo. Agora, o prédio está sendo revestido com textura travertino mineral “que foi escolhida especialmente por agir contra umidade, fissuras e calor. São detalhes que fazem a diferença”, frisou o síndico. Enquanto era revitalizada a fachada, outras áreas do edifício foram sendo reparadas, como a caixa d’água e cisterna, foram feitas a impermeabilização das calhas, a reforma total da piscina e também melhorias na quadra poliesportiva. O objetivo é fazer um trabalho bem minucioso. E, segundo o síndico, os condômi-

nos estão colaborando bastante. “Eles compreendem a importância da preservação do condomínio, com resultados visíveis de modernização do prédio que está localizado em área nobre da cidade, o que gera, por consequência, a valorização do imóvel”, destacou.

Pensando em mobilidade e acessibilidade, também foi colocada uma rampa para cadeirantes. “Todos foram a favor. E muitos ainda comentaram que pretendem residir no condomínio até envelhecer e, quem sabe, poderiam vir a precisar do trajeto no futuro”, lembrou Fabris.

Próximas fases já estão programadas Para as próximas etapas, planejam-se a modernização das câmeras de segurança, a conclusão da reforma do salão de festas e a revitalização da sala de ginástica. O meio ambiente também foi contemplado no planejamento futuro da manutenção do prédio: “Vamos implantar uma horta coletiva para moradores poderem plantar horta-

liças e temperos”, comentou o síndico. Está prevista, inclusive, a colocação de um reservatório para captação de água da chuva. “Seguimos em harmonia com os condôminos, que se reúnem para conversar sobre questões importantes a serem decididas”, elogiou, sobre o retorno que os moradores dão para a revitalização do condomínio.

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Imóvel novo? Momento de vistoriar o edifício, escolher o primeiro síndico, aprovar a convenção e regimento interno

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er o próprio lar é o sonho da maioria dos brasileiros. Um imóvel é um investimento que, normalmente, se leva muitos anos de vida e trabalho para se adquirir. Para quem opta em comprar um apartamento novo, deverá ter um pouco mais de atenção e participação na entrega do prédio pela construtora, pois participará do nascimento do condomínio. Com os edifícios comerciais não é diferente, também é o momento de escolher o primeiro síndico e aprovar a convenção e regimento interno.

Assim que o prédio fica pronto e se adquire o habite-se, os proprietários já podem habitar o espaço. Uma primeira assembleia é realizada para entrega do edifício, escolha do primeiro síndico e conselho consultivo e/ou fiscal, além de aprovar a taxa condominial com base na previsão orçamentária. Na reunião, a minuta da convenção elaborada pela construtora antes mesmo da construção do prédio, como determina a lei 4591/64, deve ser aprovada pelos condôminos. Por isso, é interessante contar com a participação maciça dos proprietários. Todos os assuntos da primeira assembleia devem constar no edital de convocação.

Prazo de garantia de cinco anos Com a conclusão do prédio e tirada do habite-se, passa a valer o prazo de garantia de cinco anos da obra em caso de vício ou defeito, previsto no artigo 618 do Código Civil. O condomínio pode eleger uma comissão de construção com alguns moradores para, de posse do memorial descritivo (descrição dos serviços desenvolvidos em cada etapa da obra e relacionamento dos materiais utilizados), verifique se existem falhas, como falta de alguma fechadura, trincas ou fissuras ou outro problema visível. A análise desse grupo de moradores é mais importante, se o síndico eleito é algum representante da construtora que ainda conta com unidades no prédio. De posse das informações coletadas, pode recomendar em assembleia a contratação de um engenheiro para fazer um laudo de inspeção de edifício em garantia. Segundo a engenheira civil e de segurança do trabalho Heloisa Helena Dal Molin, no laudo o profissional inspeciona todas as unidades autônomas e as áreas comuns da edificação. Dentre as patologias mais comuns detectadas estão: trin-

cas e fissuras, infiltrações/vazamentos, falhas de impermeabilização e de assentamentos cerâmicos, falta de detector de fumaça na casa de bombas e casa de máquinas do elevador, e ainda devido ao uso de lajes nervuradas/treliçadas, falhas de conforto ambiental de entrepisos por falta de tratamento acústico. No caso de problemas detectados, o condomínio deve encaminhar uma cópia do Laudo de Vistoria para a construtora e pedir a solução das anomalias. Depois da correção feita pela empresa, “o síndico deve chamar novamente o engenheiro para verificar as conformidades e não conformidades, analisando então, se foram cumpridas as recomendações constantes no Laudo de Vistoria", explica o engenheiro civil e de segurança do trabalho Márcio Lunardeli Cavallazzi, da empresa Pravaliar Engenharia Civil e de Segurança do Trabalho.

Se a construtora negligenciar ou negar a corrigir os defeitos, o condomínio pode exigir na esfera judicial. “o laudo técnico de vistoria é o documento necessário para entrar com uma medida cautelar de produção antecipada de provas”, observa Cavallazzi. É importante salientar que a garantia só é valida se os proprietários não introduzirem modificações à obra, sem consultar o autor. As manutenções cabem ao condomínio. Problemas nessa área são de responsabilidade dos proprietários, representados pelo síndico. Já as anomalias construtivas estruturais, que tornem inabitável o prédio, não têm limite de garantia. “Se de fato ocorrerem danos que venham a causar recalque das fundações, flambagem de pilares/vigas ou ruína da supraestrutura de concreto armado, por falha de projeto, a construtora tem que responder por esse tipo de

problema em qualquer período”, atesta Heloisa. Além do memorial descritivo, é imprescindível que a construtora entregue o manual do proprietário e o do síndico. Com a nova norma de desempenho das construções, NBR 15.575 da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), essas cartilhas passaram a ser obrigatórias. O manual do proprietário descreve como é o apartamento e os tipos de equipamentos e instalações. “Se precisar trocar um piso ou a cor da tinta, estará descrito ali o modelo”, explica o engenheiro civil Trajano Oliveira, da TO Engenharia Diagnóstica. De acordo com o especialista, o manual do síndico aponta as características dos equipamentos das áreas comuns e aponta a periodicidade e a forma correta das manutenções. Junto devem ser entregues os projetos hidráulicos, elétricos e de esgoto.

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Canal aberto com o síndico DESCONTOS Recebemos Ticket alimentação e, referente a ele, é descontado em nosso salário 20% do seu valor. De vale transporte é descontado somente 6%. É correto esse desconto?

Jean Paulo, zelador - Biguaçu SÃO JOÃO - Alegria e diversão marcaram a tradicional Festa Junina do Condomínio Enseada dos Corais, em Balneário Camboriú, trazendo novidades como Pescaria na Piscina e Sorteio de Brindes.

Os moradores do Condomínio Enseada dos Corais compareceram em grande número na Festa Junina. Segundo o síndico Dimas Soares, até os condôminos veranistas que residem em outras cidades vieram especialmente para participarem da festa.

E não poderia faltar o Casamento Caipira, com os noivos vestidos a caráter. Além da Junina, o Condomínio Enseada dos Corais promove festas no Carnaval, Páscoa e na “Chegada do Verão”, todas incluídas no calendário anual do residencial.

Está correto o desconto relativo ao vale-transporte, até mesmo porque é uma obrigação legal. Diferentemente do que ocorre com o vale-transporte, a concessão do benefício do vale-refeição ou do vale-alimentação não é uma obrigação legal do empregador, a menos que o benefício esteja previsto no contrato de trabalho ou na convenção coletiva da categoria. Para evitar o risco da incorporação do valor pago a título de vale-refeição ou vale-alimentação ao salário do empregado, o empregador deve descontar uma porcentagem do seu salário. Esse é o entendimento oriundo da interpretação da Consolidação das Leis de Trabalho (CLT), que no seu art. 458 assim dispõe: "[...] além do pagamento em dinheiro, compreendese no salário, para todos os efeitos legais, a alimentação, habitação, vestuário ou outras prestações in natura que a empresa, por força do contrato ou do costume, fornecer habitualmente ao empregado". Quando existe o desconto, a verba passa a

ter natureza indenizatória e não é incorporada ao salário do obreiro. Sobre o percentual de desconto, o mesmo artigo estipula um teto: não pode exceder a 20% (vinte por cento) do salário contratual. E como a lei não estipula um valor mínimo de desconto do salário do trabalhador, apenas um valor máximo equivalente a 20% do salário, me parece estar correto o procedimento adotado pelo condomínio em relação ao zelador que enviou a dúvida.

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Está certo este valor? Está certo cobrar essa taxa de mudança ou reajustar o valor sem motivo aparente?

Neusa Ehlers, Síndica do Residencial Patrícia – Florianópolis Prezada síndica, A chamada “taxa de mudança” estabelecida por alguns condomínios visa compensar gastos extraordinários com limpeza, uso do elevador, assistência de empregados do condomínio. Entretanto, encontrando-se o apartamento já mobiliado, a simples mudança do condômino não enseja a aplicação de referida “taxa”. Havendo mudança efetiva, com o transporte de móveis, subida e descida de elevador, gerando uma modificação no cotidiano do condomínio, referida taxa passa a ser devida, desde que não constitua em valor desproporcional. Assim, a referida taxa visa a compensar e não constituir fonte de obtenção de recursos, sendo que em casos de valor excessivo, como aparenta no caso presente, deve-se ingressar com uma ação judicial visando a anular a cobrança. Nesse sentido julgado do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul: ACÃO DE CONSIGNAÇÃO EM PAGAMENTO. TAXA DE MUDANÇA. A TAXA DE MUDANÇA CONSTA NO REGISTRO INTERNO, QUE FOI APROVADO EM ASSEMBLEIA EXTRAORDINÁRIA, LOGO É DEVIDA. AFASTAR SUA COBRANCA SOMENTE ATRAVÉS DE UMA AÇÃO ANULATORIA. APELO PROVIDO. (Apelação Cível Nº 198054348, Décima Terceira Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Silvestre Jasson Ayres Torres, Julgado em 08/04/1999).

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prêmios oferecidos pelos apoiadores do projeto que serão sorteados : 2 lixeiras de 120 litros e 2 carrinhos de compra dobráveis. A promoção é válida para condomínios das cidades onde o Jornal dos Condomínios é distribuído mensalmente: Florianópolis, São José, Palhoça, Biguaçu, Balneário Camboriú, Itapema e Criciúma. Vale lembrar que os prêmios serão de propriedade do condomínio. A título de sorteio, será considerada somente uma pesquisa por condomínio. Não é permitida a participação de empresas administradoras de condomínios no sorteio. A divulgação do resultado será veiculada no Jornal dos Condomínios, versão impressa e internet. Local e data do sorteio: Expo Condomínio 2012, no dia 25 de agosto. Participe da promoção, acesse o link: http://migre.me/9FiJd

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Profissão que veio de berço

Do interior catarinense, natural de Campos Novos, Edson Luiz Martins, de 34 anos, se mudou para Florianópolis com a família em 1994, ano em que começou a trabalhar nos condomínios da cidade como faxineiro. Em 1997, o Condomínio Geneve Lausanne contratou Edson para os serviços de limpeza, cuja função exerceu por um período de dois anos. Ao mostrar as suas habilidades e seu esforço, o condomínio propiciou crescimento a Martins, que teve a oportunidade de ocupar outras funções, conforme subia de cargo. Passando para o cargo de porteiro, no qual permaneceu por 14 anos, a simpatia de Edson desperta carinho dos condôminos. “Tem duas moradoras, de quase 90 anos, que me tratam como um filho”, conta. Como funcionário do prédio, conseguiu também personalizar o seu tratamento. “Cada morador tem uma personalidade, sei lidar com todos, com muito respeito”, diz Martins. Agora Edson ocupa um novo cargo: Zelador do condomínio. “Faz quatro meses que estou nessa função e estou adorando, sempre gostei de novos desafios”. Ele conta que a sua família é primordial em sua trajetória profissional. “Sempre tive incentivo. A minha mãe faz faxina nos apartamentos, meu pai é porteiro noturno, meu tio foi zelador aqui do Geneve e outros dois tios também trabalham no mesmo ramo”, revela.

Zelador e porteiro: Aproveitem a leitura e lembrem-se de entregar o Jornal ao síndico. Sugestões de pautas podem ser enviadas para o e-mail redacao@condominiosc.com.br ou no (48) 3028-1089.

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Tem um animal silvestre no condomínio? A orientação da Polícia Ambiental é a de manter distância, preservar a vida desses animais e acionar o resgate, quando necessário.

M

uitos condomínios do litoral catarinense compartilham a vegetação da Mata Atlântica com diversos animais silvestres. Devido à expansão urbana, esses bichos acabam migrando para as áreas residenciais e invadem jardins, garagens e telhados. Em Florianópolis, em busca de alimento ou abrigo, cobras, corujas, gaviões, saguis, lagartos, aranhas, escorpiões, gambás e até jacarés são avistados por condôminos. Portanto, essa convivência deve ser harmoniosa e os síndicos e moradores precisam respeitar a presença das espécies inofensivas e saber o que fazer diante de animais venenosos ou agressivos. Frequentemente a Polícia Ambiental de Florianópolis

PRECISA

SOLUÇ

recebe chamados para resgate de animais silvestres que posteriormente são reinseridos em seu hábitat com segurança. No condomínio horizontal Vilas do Porto, há uma extensa área

Soldado Cleber Machado, do Centro de Triagem e Resgate de Animais Silvestres de Florianópolis de vegetação. Lá o morador e criador de pássaros Sidney Galo recorda o dia em que recebeu a

visita inusitada de uma cobrade-capim. “Crio as minhas aves, mas de cobra eu tenho medo. Chamei os agentes para resgatá-la.Eles a retiraram daqui com vida”. O condômino relata ter avistado outras cobras do tipo coral nos jardins dos vizinhos no residencial. O soldado do Centro de Triagem e Resgate de Animais Silvestres da Polícia Ambiental, Cleber Machado, orienta que os moradores não tirem a vida dos bichos. “Ao avistar uma cobra, escorpião ou qualquer outro animal ameaçador, mantenha distância, procure identificar a espécie, isole o local e nos acione imediatamente”, diz. O soldado Cleber Machado informa que, em ocorrências envolvendo condomínios, 70% das cobras são resgatadas próximo ao motor da piscina ou na casa de máquina. “Elas procuram esses lugares escuros e quentes para se abrigar”, diz. No que diz respeito às cobras, o soldado orienta que todas devem ser tratadas como perigosas. “Todo cuidado é pouco. Há serpentes que não matam por veneno, mas estrangulam ou mordem. Sua saliva contém bactérias transmissoras de doenças”,

na cobertura do condomínio. “São dois gaviões que nos visitam com frequência. Acredito que vêm do mangue para descansar e observar presas aqui do alto”, diz.

Cuidado Gavião Carcará avistado pelo morador do condomínio Ilha Razolli na Trindade explica. No condomínio Porto da Lagoa, a síndica Liane Segatta avistou recentemente uma aranha caranguejeira e, mesmo sabendo que o bicho não era venenoso, manteve distância. Para evitar a presença desses animais, a síndica mantém a poda do jardim, conforme recomendação da Polícia Ambiental. “Para segurança e higiene, cortamos a grama toda semana“, diz Segatta. Algumas espécies de animais silvestres podem conviver com os moradores sem riscos consideráveis. Espécies de aves de rapina servem para admiração dos condôminos. No Residencial Ilha Razolli, no bairro Trindade, o morador Saulo Vales flagrou um gavião carcará, espécie rara,

Escorpiões são atraídos por baratas. Cobras se alimentam de ratos. Aranhas se abrigam em matos ou jardins. Portanto, mantenha o condomínio sempre limpo. Lagarto comum da região, o teiú, ao se sentir encurralado, pode morder e salpicar com o rabo. Sua saliva transmite doenças. Jamais tente pegar o animal ou matá-lo – mantenha distância, procure identificar a espécie e chame a Polícia Ambiental, que, em Florianópolis, atende pelo telefone 3665 4487. Se alguém for picado por cobras ou escorpiões, lave imediatamente o local com água e sabão e leve a vítima para o atendimento médico urgente. Não faça torniquetes. Não é necessário capturar o animal para identificação do antiofídico

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Jornal dos Condomínios

Julho 2012


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