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CYARTA

Boletim Oficial 13ยบ Ciclo do Cenรกculo Nacional ep@cenaculo.cne-escutismo.pt


Equipa Projeto 13ยบ Ciclo Cenรกculo Nacional ep@cenaculo.cne-escutismo.pt (+351) 96 78 640 34 Maio 2015


Região de Lamego O 1º encontro de Cenáculo do 13º Ciclo realizou-se nos dias 14, 15 e 16 de Novembro em Lamego, uma cidade portuguesa no Distrito de Viseu com 8 848 habitantes ,sendo a segunda maior cidade do distrito. A região escutista de Lamego conta com um total de cerca de 652 escuteiros, dos quais 93 pertencentes à IV secção (Fonte: CNE em números, 2009). Participaram neste encontro 93 caminheiros de todo o país,

Região de Lisboa- Núcleo da Barra O 2º encontro do 13º Ciclo do Cenáculo Nacional realizou-se nos dias 17, 18 e 19 de abril de 2015 na Escola Salesiana do Estoril. Estoril é uma freguesia portuguesa do concelho de Cascais, com 8,79 km² de área e 26 397 habitantes (2011) e uma densidade habitacional de 3003,1, Pertence à região escutista de Lisboa, que conta com um total de cerca de 11236 escuteiros, dos quais 1109 pertencem à IV secção (Fonte: CNE em números, 2009). Participaram neste encontro 169 caminheiros de todo o país, 93 do 14º Ciclo e 76 do 13º.


Representação -Algarve -Aveiro -Beja -Braga - Barcelos -Braga - Braga -Braga - Fafe -Braga - Famalicão -Braga - Guimarães -Braga- Póvoa de Lanhoso -Bragança -Coimbra -Évora -Guarda -Lamego -Leiria -Lisboa - Barra -Lisboa - Moinhos de Vento

-Lisboa – Oeste -Lisboa – Oriental -Lisboa - Serra da Lua -Lisboa - Solarius -Madeira -Portalegre e Castelo Branco -Porto - Centro Norte -Porto - Cidade do Porto -Porto - Douro Sul -Porto - Este -Porto - Litoral -Porto - Norte -Santarém -Setúbal -Viana do Castelo -Vila Real -Viseu


“Tu fazes a tua Sorte!”

Este foi o mote lançado aos representantes do

Região do Porto Helena Alves Região da Madeira João Francisco (Kiko)

13º Ciclo naquele já remoto Encontro na Região de Coimbra, na passagem de testemunho entre ciclos. De facto esta foi uma construção feita pedra a pedra, por cada caminheiro, por cada representante, em cada vivência e partilha que nos fizeram verdadeiramente avançar. Prova disso mesmo é esta Cyarta, fruto dos contributos não só de todos os representantes deste nosso 13º Ciclo, mas também dos quase 2100 caminheiros que viveram os seus Cenáculos Regionais/Núcleo por todo o país. É um orgulho poder ler cada página deste nosso caminho, acreditem. A comunicação foi o enfoque do nosso primeiro Encontro, onde tentámos juntos refletir e perceber que a interação humana assenta neste ponto fulcral e que podemos fazer a diferença num mundo em que a comunicação por vezes não existe.


Os Direitos Humanos na Comunidade, no segundo Encontro, foram a nossa forma de consciencializar os caminheiros para o seu papel importante no mundo, como defensores da vida, Homens Novos, não apenas do amanhã mas do HOJE, AGORA! Valeu a pena? Vale sempre com almas enormes, com vontade de querer e ser MAIS, como foram as dos nossos Caminheiros e da nossa Equipa Projeto. Temos a certeza que todos saíram diferentes, com outro olhar sobre o mundo, sobre a vida. E enche-nos o coração termos chegado a mais 2 regiões/núcleos, sendo que, neste momento, faltam apenas um núcleo e uma região serem representados em Cenáculo Nacional.

Mais importante que conquistar esta representatividade foi realizarem o seu Cenáculo Regional/Núcleo, para termos a chama do Cenáculo viva em todas as regiões do CNE. Não iremos desistir, e com uma nova força, um novo rumo, com um novo ciclo essa será certamente uma realidade. O projeto assim continua. Obrigado a cada um de vós, Caminheiros/Companheiros, por terem feito a vossa, e a nossa sorte! Continuemos juntos a fazer deste um mundo bem melhor! E a chama continua viva!


A cada ano o Cenáculo renova-se. Desta forma, o

encontro aberto deu lugar e oportunidade de receber os novos representantes que constituem o 14º ciclo. Estes foram convidados a entrar em Agrabah e a participar ativamente na dinâmica desta cidade. A palavra de ordem foi Sonhar, não fosse este o verbo que dá inicio a qualquer construção maior. O sonho fez com que todos os representantes chegassem a Cenáculo Nacional e que se tornassem os principais responsáveis pela organização do seu Cenáculo Local. A postura dos representantes foi excelente, o compromisso uma constante e a vontade demonstrada uma motivação. Algo nos diz que este será um ciclo memorável... Existiram momentos partilhados entre o 13º e 14º Ciclo, mas também houve espaço para momentos de reflexão, partilha e diálogo apenas entre ciclo. De entre todos estes, destacamos o ABC(enáculo) que proporcionou ferramentas úteis para a melhor construção de um Cenáculo Regional ou de Núcleo e permitiu esclarecer dúvidas sobre o funcionamento de uma equipa projeto, as funções das diferentes equipas (Animação, Comunicação, Fórum, Logística, Coordenação e Observação) e as tarefas e responsabilidades de cada elemento.

O 14º ciclo mexeu, ou não fosse o nosso lema: Põe-te a Mexer !

Um novo ciclo a começar…

Região do Porto André Rocha Região do Porto Ana Gonçalves


ANIMAÇÃO

Equipa Filipe Salgueiro LEIRIA

Coordenação Clara Sena Leite PORTO- Cidade do Porto

Equipa Leonor Machado BRAGA- PÓVOA DE LANHOSO


No primeiro Encontro, na chegada à lendária cidade de Agrabah, os Muftis foram oi na mítica cidade de chamados a mostrar aquilo que existia dentro deles e a viver, Agrabah que se viveu o 13ºCiclo partilhando do Cenáculo Nacional e os com Deus e com os outros toda caminheiros/companheiros foram esta magia. Chegaram a voar chamados a tomar decisões nos seus tapetes voadores e enquanto Muftis, cidadãos foram desafiados a pedir os seus daquela cidade, em Muftiat. O desejos tal como Aladdin, o que ambiente arábico foi o mote lhes permitiu entender que para utilizado para motivar os que as coisas aconteçam não caminheiros a mudarem-se a si basta sonhar, idealizar e pedir, é próprios, e assim, serem capazes necessário trabalhar para que se de mudar o nosso Mundo. realizem e lutar para que os sonhos se tornem realidade.

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No domingo, último dia deste Muftiat, tiveram a oportunidade de pedirem o seu segundo desejo, relacionado com os seus o sábado à noite foi chegado o momento cenáculos/conselhos locais, núcleo/regionais. Puderam assim pensar naquilo que pretendem da tão esperada Festa da Cidade em que os mudar na pequena cidade onde vivem. Após Muftis puderam mostrar que havia bem mais este momento, chegou a altura dos Muftis neles através da realização de diferentes regressarem a suas casas, de coração cheio peças animadas e do convívio entre toda a com muitos desejos realizados, muitas ideias cidade. Esta festa terminou com uma para implementar e um caminho importante a deslocação muito especial até à gruta das percorrer, prontos e com muita força para a maravilhas, onde estes assumiram os aventura dos seus Cenáculos de compromissos decididos durante o Muftiat. Foi Núcleo/Região. assinado por todos este documento que comprova a união dos Muftis com o objetivo de construir um mundo melhor.

N


C

No momento em que ambos os povos omeçou então o segundo encontro,,. começavam a adaptar-se aos respetivos costumes, chegou a hora de se separarem, Os Muftis não vieram sós para este encontro, vinham acompanhados de um de cada um seguir o seu caminho. Os nómadas despediram-se de Agrabah e povo nómada que se encontrava em travessia pelo deserto cujo destino era o partiram para um destino diferente, mesmo, Agrabah. Este povo conviveu em levando consigo a responsabilidade de fazer mais e melhor pelas suas harmonia com os Muftis durante todo o conselho, aproveitando alguns momentos comunidades, e os corações cheios de uma chama que arde incessantemente . Os para confraternizar mais estreitamente e cidadãos de Agrabah deixaram a cidade aprender com este povo. Na noite de sábado, após a festa das Mil que os acolheu durante um ano, fazendo sempre por cumprir o compromisso e Uma Noites em que ambos os povos conviveram em plena harmonia e trocaram assumido, mudar o mundo em que vivem, mantendo sempre a chama da mudança experiências, puderam todos juntos agradecer a Deus as graças alcançadas no acesa dentro de cada um. Conselho e os frutos do seu trabalho e entrega, renovando depois os seus E a chama continua acesa! compromissos.


FÓRUM Equipa Daniel Gomes PORTO- Cidade do Porto

Coordenação Ana Gonçalves PORTO - Centro Norte

Equipa Maria Catré COIMBRA


Encontro Fechado | Mostra o que há em ti No 13º ciclo movemo-nos pelo lema “Sê Eco”. Neste 1º encontro, pretendia-se que os Caminheiros/Companheiros trabalhassem a temática da Comunicação, nomeadamente determinados aspetos que em tudo facilitam o seu papel de representantes. Assim sendo, foram focadas 4 áreas: Comunicação com a Região/o Núcleo, Voto Sensato, Gestão de Conflitos e Técnicas de Comunicação. Fomos convidados pelo Ch. Rui Francês a dar importância ao olhar na comunicação e a estarmos predispostos a trabalhar as nossas competências comunicacionais. Depois surgiu o desafio de “não sermos morninhos” nas nossas interações, tentando sempre deixar o outro com os shiny eyes, indicadores de que a nossa mensagem está a ser recebida e processada pelo nosso recetor. Como mensagem final, “Parem e falem-se.”. Depois desta introdução fervorosa e de redigir as considerações que aqui são partilhadas, os representantes tiveram ainda tempo para treinar as suas competências comunicacionais em alguns jogos. Enquanto órgão consultivo do C. N. E., tivemos também oportunidade de participar na avaliação da implementação do Programa Educativo, momento orientado pela própria Equipa Nacional do Programa Educativo. Por fim, os representantes voltaram às suas Regiões com o mote “Vou mostrar que há bem mais em mim” e um TPC exigente na área dos Direitos Humanos na Comunidade.


Guia do representante – Comunicação Região/Núcleo 1. Esclarecer competências e responsabilidades Compete à EP Regional/Núcleo

Compete à Junta Regional/Núcleo

Conhecer a realidade Regional/Núcleo e iniciar e procurar manter o contacto com a Junta Regional/Núcleo

Apoiar a constituição da EP e procurar conhecer os seus membros

Apresentar o Projeto Cenáculo

Incluir o projeto Cenáculo nos seus objetivos e iniciativas

Elaborar e apresentar o Plano/Programa do Encontro

Integrar o Cenáculo no Plano Anual da Região/Núcleo

Apresentar o orçamento e lista de recursos necessários

Apoiar financeiramente e/ou com recursos (materiais, humanos e pedagógicos)

Planear os contactos externos a realizar (para obter local, para contactar determinado orador, instituição ou projeto, entre outros)

Efetuar contactos institucionais

Definir a estratégia para disseminar o Cenáculo na Região/Núcleo Auscultar a Junta Regional/Núcleo sobre temáticas importantes a serem trabalhadas em Cenáculo Regional/Núcleo Reportar os resultados e conclusões do Cenáculo

Promover as condições necessárias para a divulgação do Cenáculo na Região/Núcleo, (por exemplo através da disseminação) Sugerir/propor temáticas para serem trabalhadas, que deverão ser pertinentes de acordo com a dinâmica e necessidades atuais da Região/Núcleo Dar resposta e seguimento aos resultados e sobretudo às conclusões do Cenáculo Regional/Núcleo


O papel do Observador

O Observador deve assumir no Cenáculo o papel de um Chefe de Clã, sendo a sua função mais preponderante nos períodos de preparação e avaliação, acompanhando a evolução da Equipa Projeto. Durante o Encontro deverá ter uma presença discreta, não intervindo, a menos que seja completamente imprescindível, de forma a permitir à Equipa Projeto atuar de forma autónoma e, assim, crescer. Assegurar a ligação entre a Equipa Projeto e a Junta Regional ou de Núcleo; Compreender toda a formação e organização da dinâmica do Cenáculo; Estar atento às necessidades de formação da Equipa Projeto e consequente aplicação da sua formação; Acompanhar e orientar o trabalho da Equipa Projeto na idealização, preparação, realização e avaliação do encontro; Estar a par de todo o material pedagógico produzido, de modo a garantir que as ferramentas pedagógicas são as mais adequadas; Acompanhar presencialmente o encontro, avaliando o desempenho da Equipa Projeto, bem como os resultados dos trabalhos. No caso de lhe ser impossível, deve garantir que esta função é assegurada no encontro.


2. O representante e a EP devem procurar - Pedir colaboração da Junta Regional/Núcleo para a escolha do Observador. - Estabelecer uma relação eficiente, direta e honesta entre EP e as Juntas Regionais/Núcleo. - Promover uma boa relação com o Observador, incluindo-o em todas as fases da preparação da atividade. - Pedir às Juntas Regionais/Núcleo proposta de temas a trabalhar em Fórum, procurando atender às necessidades e anseios dos Caminheiros/Companheiros e da Região/do Núcleo. - Desenvolver uma relação mais próxima entre a EP e cada Agrupamento a que se dirige a atividade Cenáculo. -Divulgar o Cenáculo em atividades Regionais/de Núcleo e vice-versa. - Formar os Caminheiros/Companheiros para uma participação ativa e funcional em Conselhos Regionais/de Núcleo. - Elaborar a C(Y)ARTA, clara e precisa, de preferência escrita, com todas as conclusões do Cenáculo, que será amplamente divulgada pela Região/pelo Núcleo.


Proposta para o CNE

Elaboração de um Manual de Boas Práticas para guiar os agrupamentos e os dirigentes; Sensibilização dos agrupamentos para os casos de NEE’s que albergam e para a importância de olhar caso a caso e procurar acompanhamento; Questionar se o CNE não consegue assumir mais as despesas de fardamento. Visto que é algo obrigatório, e muito dispendioso, o CNE poderia tentar assegurar melhor o fardamento e exigir menos dinheiro ao escuteiro.


Gestão de Conflitos – Manual de boas práticas Enquanto indivíduo e Coordenador de equipa 1º Importância do conflito Há uma tendência cultural para evitar conflitos, no entanto o conflito, se encarado corretamente, pode ser um forte instrumento no trabalho de equipa. Muitas das vezes o conflito não é declarado, mas está presente, o que reforça a importância de ser capaz de o identificar, agindo em conformidade para o resolver. O estilo que adotamos para cada situação depende: Da evolução paralela à relação; Da importância do assunto; Da energia e tempo que estamos disponíveis a dispender para o conflito; Das consequências; De estar preparado para as consequências.


2º Como agir Antes do conflito surgir: - Promover a confiança entre todos os elementos da equipa; - Tentar abstrair-se dos problemas diários e concentrar-se na reunião, dando o melhor de si naquele momento; - Gerir as expectativas que temos em relação aos outros e a nós próprios, encorajando e corrigindo, no sentido de promover a resolução eficaz das tarefas; - Manter uma relação de proximidade e apoio mútuo entre os coordenadores. Durante o conflito: - Conhecer os intervenientes e o tema; - Ter a capacidade de reconhecer o conflito, tentando resolvê-lo de forma eficiente; - Promover a partilha de problemas, no sentido de encontrar soluções e potenciar resultados através da entreajuda; -Controlar emoções e comportamentos; - Prestar atenção à demonstração de atitudes, à comunicação verbal e nãoverbal. quer no outro, quer em nós mesmos; - Focar-se nos pontos positivos e identificar pontos em comum, construindo uma base sólida e concordante para a resolução do problema; - Refletir se estamos a ser parte do problema ou da solução.


Depois do conflito:

- Ser sincero e direto com a equipa e connosco próprios, expressando as nossas opiniões de forma clara e sintética; - Recorrer a alguém imparcial e conhecedor da realidade, capaz de auxiliar na análise e resolução do conflito, quando ambas as partes não foram capazes de chegar a acordo.


Manual de boas práticas de técnicas de comunicação Comunicação interpessoal - Comunicar de modo pessoal com o outro, procurando conhecê-lo primeiro; - Escutar com empatia tudo o que é transmitido, respeitar as opiniões contrárias; - Refletir no que vamos dizer, de forma a não ferir suscetibilidades; - Aprender a controlar as reações que possam prejudicar a comunicação; - Comunicar com sinceridade, de forma a inspirar a confiança do outro, não alegando o que se desconhece; - Ter atenção e sensibilidade para adequar a comunicação ao local e ao contexto em que ocorre; - Cuidar o nosso discurso, procurando que tenha um sentido e significado claros; - Prestar atenção aos aspetos da comunicação não-verbal (como por exemplo postura, vestuário, sorriso…); - Apostar em desbloqueadores de conversa e em modos de “partir pedra” e “quebrar o gelo”; - Reconhecer e assumir falhas de comunicação (individuais ou coletivas), analisando o que correu menos bem e o que pode ser melhorado;


Comunicação em público - Nas situações em que somos chamados a comunicar em público é crucial que se estude a temática (quem/para quem, o quê, quando, onde, porquê, de que modo), de modo a evitar ser a pessoa errada para falar daquele tema, numa má altura, para uma má audiência, pelas piores razões e do modo mais ineficaz; - Exercitar o ato de falar em público sempre que tenhamos oportunidade e registar o que não resultou noutras exposições para o corrigir; - Na introdução tentar transmitir a mensagem principal, desenvolvendo-a depois com diferentes argumentos; - A conclusão deve conter uma última frase que seja memorável e que resuma a exposição; - Ter em atenção que a linguagem escrita e a linguagem oral são diferentes; - Evitar ler textos exaustivos; - Evitar utilizar uma apresentação (em formato PowerPoint ou outro) carregado de informação; - Relacionar o que dizemos com o que está exposto. - Realçar os pontos mais importantes da mensagem; - Preparar um Plano B: Antecipar, Prevenir, Remediar.


Orientações para o exercício de um voto sensato O Voto Sensato caracteriza-se por ser: 1. Informado De acordo com a Palestra de Bivaque 23 (in Escutismo Para Rapazes), devemos procurar ouvir em todas as situações as diferentes opiniões, não seguindo somente a primeira impressão relativamente a um tema, a fim de formular uma opinião fundamentada; 2. Crítico e Consciente “O perigo das democracias está no homem que não quer pensar por si nem aprender a pensar bem, como aprende a andar direito.” (in A Caminho do Triunfo) 3.

Altruísta e Assíduo: “O Escuta é filho de Portugal e bom cidadão” A. Para BP, o bom cidadão é o que pratica, não é o que tem intenção, ou seja, é aquele que participa na vida da sociedade civil; B. É crucial que intervenhamos na vida pública, pois enquanto Homens de valores seremos capazes de nos alhear dos interesses pessoais e ter em conta os comunitários.


Orientações para o exercício de um voto sensato Na Sociedade Civil: - Incentivar os nossos pares no exercício do seu direito ao voto na sociedade civil, na faculdade, no emprego, etc; - Apostar em formas de educação civil e política, para que se reconheça a importância de zelar pelos seus direitos e participar na gestão da vida pública; - Considerar todos os pontos de vista possíveis antes de tomar uma posição. No C.N.E.: - Aproveitar as atividades de Núcleo/Região para preparar e motivar a participação dos Caminheiros/Companheiros (CC) nos Conselhos de Núcleo/Região, explicando-lhes a importância e as consequências que os seus votos podem ter no futuro do C.N.E.; - Utilizar formas dinâmicas e originais para comunicar a existência e os objetivos dos Conselhos de Núcleo/Região (Ex.: Vídeo); - Incentivar os Clãs dos nossos Núcleos e Regiões a participar nos Conselhos de Núcleo/Região e esclarecer os CC relativamente às regras de participação nos mesmos; - Fazer os possíveis por evitar a marcação coincidente de Conselhos de Núcleo/Região e atividades de Núcleo/Regionais/Nacionais.


Encontro Aberto | Faz do Ideal o teu Mundo No 2º encontro pretendia-se que os Caminheiros/Companheiros fizessem do Ideal o seu Mundo e que se preocupassem em discutir e propor soluções concretas face ao desrespeito pelos Direitos Humanos nas várias realidades locais. Começámos com uma breve reflexão relativamente aos Objetivos de Desenvolvimento do Milénio, que foram avaliados precisamente este ano civil, o que foi muito útil para que conseguíssemos enquadrar a realidade de Portugal no que concerne o panorama global de respeito pelos direitos humanos. Como complemento, avaliámos até que ponto a Declaração Universal dos Direitos do Homem e a Declaração dos Direitos da Criança representam a realidade nas nossas comunidades. Em termos de produção objetiva de resultados, focámos o tema “Agir local”, ainda no seguimento da temática do respeito pelos direitos humanos em Portugal. Assim, foi proposto aos representantes que elaborassem um guia de articulação com entidades da sociedade civil, estratégias para uma melhor sinalização e identificação de possíveis violações de direitos humanos, estratégias em relação à atuação do C. N. E. perante possíveis violações de direitos humanos e estratégias de atuação na comunidade local, por parte dos cidadãos, perante possíveis violações dos direitos humanos. Por fim, analisámos duas Posições Oficiais do C. N. E. nas áreas de inclusão social e promoção e proteção dos direitos de crianças e jovens em risco, a fim de concluir sobre a sua atualidade e necessidade de alteração. Este ciclo, achámos que seria relevante rever a Carta de Cenáculo no 2º Encontro, sendo a presente nesta C(y)arta a versão final.


Objetivos de desenvolvimento do milénio

Oito formas de mudar o mundo

Para consultar o Relatório sobre os Objetivos do Desenvolvimento do Milénio 2014 a que os representantes tiveram acesso: http://www.unric.org/html/portuguese/mdg/MDG-PT-2014.pdf


Declaração Universal dos Direitos do Homem Comentários

“Classificação” (1 - fraco a 3 - respeitado)

Artigo 1º

“Dignidade” implica acesso a condições básicas – que, à nossa volta, nem toda a gente tem. Na nossa sociedade não existe espírito de “fraternidade”, deveria haver mais respeito e estima pelo outro – algo que o Escutismo nos transmite.

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Artigo 2º

Ainda hoje há muita discriminação racial, profissional, de género e de credo no nosso país.

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Artigo 3º

Temos “direito à vida e à liberdade” – que consideramos muito importante –, mas a segurança pessoal nem sempre é um dado adquirido.

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Artigo 4º

Apesar de disfarçada, ainda encontramos “escravatura”, por exemplo na exploração infantil e nos trabalhos precários que existem no nosso país.

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Artigo 5º Artigo 6º

Há grande incidência de abusos e maus tratos no nosso país. Todos temos reconhecimento da nossa personalidade jurídica, mas há que vigiar a possibilidade de corrupção do sistema.

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Artigo 7º

A “igualdade perante a lei” pode e é muitas vezes corrompida por interesses financeiros e de status social. Este artigo por vezes é violado, por exemplo no tempo demorado para “fazer justiça”.

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Os julgamentos nem sempre se processam de modo transparente e são um procedimento bastante demorado.

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Artigo 8º

Artigo 9º Artigo 10º

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Declaração Universal dos Direitos do Homem

Artigo 11º Artigo 12º

Não deveríamos assistir a ofensas à integridade física e honra, mas há casos em que assistimos a tal, decorrente por exemplo do direito à liberdade de expressão e à manifestação.

Artigo 13º

No nosso país este artigo é respeitado, mas sabemos que globalmente isso não acontece.

Artigo 14º Artigo 15º Artigo 16º

Teoricamente, este artigo é cumprido, mas ainda há necessidade de algum debate e potencial intervenção – por exemplo no seio das comunidades ciganas.

Artigo 17º Artigo 18º Artigo 19º Artigo 20º Artigo 21º

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Artigo 22º Artigo 23º

Ainda se assiste a discriminação. Este artigo é respeitado, mas deveria sensibilizar-se mais a sociedade para a pró-atividade e envolvimento na comunidade, uma vez que assistimos à falta de participação e ao alheamento social por parte dos cidadãos.

As “condições equitativas” não são respeitadas. Não há igualdade, por exemplo em relação ao género, à escolaridade, à nacionalidade,... Para além disso, a remuneração dos trabalhadores nem sempre permite que a vida familiar se desenvolva “conforme a dignidade humana”. É necessário e urgente assegurar estas condições.


Declaração Universal dos Direitos do Homem

Artigo 24º

A remuneração das “férias periódicas pagas”, neste momento, em muitos casos, não está num nível aceitável.

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Artigo 25º

“Nível de vida suficiente” não é um conceito que se verifique de forma linear e há muito a melhorar, pois existem famílias a viver no limiar da pobreza.

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Artigo 26º

A educação é um bem essencial e vivemos num país onde este artigo é respeitado, mas é preciso ter consciência de que não é assim em todo o mundo.

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Artigo 27º

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Artigo 28º

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Artigo 29º

O envolvimento na vida da sociedade é cada vez menos um interesse dos jovens. Temos este direito, mas pouco usufruímos dele.

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Artigo 30º

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Declaração dos Direitos da Criança Comentários

“Classificação” (1 - fraco a 3 respeitado)

Princípio 1º

Este princípio, essencial para a vida em sociedade, nem sempre é respeitado, havendo discriminação (de destacar a discriminação racial e religiosa) por parte dos adultos, o que por vezes resulta na promoção da discriminação entre as próprias crianças.

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Princípio 2º

Violência física e psicológica contra as crianças e entre crianças é ainda uma realidade.

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Princípio 3º Princípio 4º

Na nossa realidade, o que impede o cumprimento deste princípio são maioritariamente as famílias e não os mecanismos do Estado, pelo que a melhoria deve ocorrer na sinalização.

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Princípio 5º

As escolas estão em desenvolvimento neste aspeto, mas muitas melhorias estão atrasadas por falta de verbas. Assiste-se a uma lacuna a nível de infraestruturas e qualificação e colocação de professores. Este princípio é respeitado, mas poderiam ser facultadas melhores condições para o seu cumprimento, como o prolongamento da licença de paternidade e o melhoramento dos subsídios para as famílias numerosas. Há fatores que impedem a criança de aproveitar o ensino da melhor forma, como a dificuldade de deslocação para a escola e a existência de turmas muito grandes.

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Princípio 6º

Princípio 7º

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Princípio 8º Princípio 9º

No nosso país, há ainda crianças que precisam/são obrigadas a trabalhar. Em caso de abandono, há centros de acolhimento e um bom apoio da segurança social.

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Princípio 10º

Existem esforços para cumprir este princípio, mas não chegam. As condições psicossociais dos pais influenciam o modo como a sociedade vê a criança, pelo que estas devem ser protegidas.

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Agir Local Plenário João Armando Gonçalves No âmbito do tema “Agir local”, fomos honrados com a presença do Ch. João Armando Gonçalves, Presidente do Comité Mundial do Escutismo. A sua apresentação teve como principal objetivo inspirar os nossos participantes a verem a problemática dos Direitos Humanos não apenas como situações a identificar, mas também como nichos de atuação, onde cada um de nós pode ser útil e fazer a diferença. A sua mensagem centrou-se no princípio da igualdade, transversal a todos, independentemente da variabilidade, e na necessidade de agir enquanto cidadãos conscientes e ativos. Olhar as pessoas nos olhos atravessa idades e contextos: mostra-nos que temos algo em comum. É esta mensagem de paridade que encontramos ao olhar para a DUDH. No entanto, enquanto cidadãos, não podemos ignorar que estes direitos nem sempre são respeitados, e que nós próprios podemos agir em sua defesa. A discriminação tem rosto: é preciso envolvermo-nos.


Envolver-se como?

Como? 1. Escolher causa 2. Investigar sobre o problema 3. Procurar soluções e escolher uma 4. Criar pontos de apoio 5. Identificar posições contrárias 6. Divulgar/Arranjar fundos 7. Plano de avaliação 8. Defender a solução Grupo 9. Não desistir


Plenário Inês Graça Depois do inspirador plenário do Ch. João Armando Gonçalves, tivemos o privilégio de ouvir a Ch. Inês Graça de PCB com o seu testemunho de expert na área da proteção dos direitos humanos, nomeadamente no que concerne as crianças e os jovens. A sua principal mensagem versou o papel que o C. N. E. poderá ter na promoção e proteção dos direitos não só das crianças e jovens, mas de todos os indivíduos pertencentes ao nosso Movimento. A realidade é que os direitos da criança não são garantidos na íntegra e no entanto pouco ou nada fazemos para contrariar esse paradigma. Cada um de nós pode fazer a diferença perante situações menos dignas que envolvem os jovens do nosso agrupamento, até porque o C.N.E tem um papel essencial: a sensibilização e a prevenção destas situações. Enquanto cidadãos ativos e conscientes, a nossa função passa por estar alerta e identificar potenciais ações de desrespeito pelos direitos fundamentais de todos e de cada um. Deve esclarecer-se: não nos compete agir, tentando averiguar e solucionar. Esse papel cabe às entidades responsáveis, a quem deverão ser feitas as denúncias, para que se possa atuar em conformidade. Reabilitar uma pessoa em risco ou que sofreu algum tipo de abuso implica capacitá-la emocional, psicológica e socialmente, algo que fica aquém das nossas possibilidades enquanto indivíduos. Fica a mensagem final: “Se estiverem a ver o precipício, por favor ajudem.”


Guia de articulação com entidades da Sociedade Civil

Realizar um levantamento nos Núcleos e Regiões das instituições que são capazes de responder perante situações que atentem contra os Direitos Humanos, procedendo à sua divulgação (através de Núcleos e Regiões), para que a informação chegue aos Agrupamentos; - Trabalhar de perto com as instituições da nossa comunidade local, conhecendo as suas necessidades, promovendo campanhas de sensibilização dinâmicas em relação aos seus objetivos e colaborando na satisfação das suas necessidades; - Desenvolver atividades de interação nas comunidades, com o intuito de as consciencializar para as demais violações de direitos que ocorrem nas suas localidades; - Promover a denúncia de situações que atentem contra os direitos fundamentais às entidades respetivas; -Agir em parceria na resolução de possíveis violações de direitos com entidades públicas como Escolas e Comissões de Proteção de Crianças e Jovens em Risco.


Estratégias para uma melhor sinalização e identificação de possíveis violações de direitos humanos -Dar formação aos Núcleos/Regiões (através do departamento Nacional da Inclusão) para transmitir conhecimentos e sensibilizar os dirigentes e caminheiros/companheiros para a problemática - Publicitar interativamente, dando a conhecer os tipos mais comuns de agressão à dignidade da pessoa humana, e perante cada situação indicar qual o procedimento correto (exemplo: como fazer uma denúncia); - Trabalhar no sentido de aumentar a proteção dos profissionais de saúde e conceder-lhes maior autonomia na participação de situações suscetíveis de violação de Direitos Humanos; - Capacitar os indivíduos, de forma que reconheçam quando estão a ser vítimas de abuso, quais os seus direitos e a quem se devem dirigir para resolver a situação; - Na divulgação e sensibilização optar por cartazes chamativos e não pequenos panfletos com muita informação e pouco cativantes.


Estratégias em relação à atuação do CNE perante possíveis violações de direitos humanos - Dar formação aos Núcleos/Regiões (responsabilidade do Departamento Nacional de Inclusão) a secretaria nacional pedagógica se não me engano tem uma equipa a trabalhar nos direitos humanos, não sei se tem que ser a equipa de inclusão, para que se consiga transmitir o conhecimento e sensibilizar os dirigentes e caminheiros/companheiros para a problemática; - Desenvolver Circulares Oficiais do CNE cujo conteúdo esteja relacionado com o modo de identificar, reagir e alertar/contactar perante possíveis violações da dignidade humana; - Criar uma secção pontual na Flor de Lis com crónicas/bandas desenhadas sobre a temática, bem como na Newsletter do C.N.E.; - Dar a conhecer a existência das instituições que atuam perante a violação dos direitos humanos e do modo como as podemos contactar; - Incorporar num dos módulos obrigatórios da Formação de Adultos do C.N.E a temática de identificação e sinalização de potenciais situações de violação de direitos humanos; - Incluir nos calendários escutistas vendidos anualmente mensagens de sensibilização para estas questões (contactos de entidades, por exemplo); - Dar a conhecer o escutismo à comunidade e suas instituições; - Estimular a relação de “irmãos mais velhos” dentro de um mesmo agrupamento para facilitar a comunicação entre gerações e, assim, a identificação de potenciais situações de violação dos Direitos Humanos; - Por compromisso individual, partilhar pessoalmente e em cadeia, começando pelo nosso Agrupamento, aquilo que podemos fazer perante a violação de Direitos Humanos, incentivando a denúncia dessas violações.


Estratégias de atuação na comunidade local, por parte dos cidadãos, perante possíveis violações dos direitos humanos - Realizar ações de sensibilização que causem impacto, para que todos saibam como proceder perante suspeitas de crimes públicos; - Denunciar as situações de violação de Direitos Humanos às entidades competentes nessa matéria; - Criar projetos de ajuda social que promovam a integração em grupos de pessoas vítimas de violação dos seus direitos (por exemplo, projetos de desporto, bancos de livros, grupos de voluntários de apoio ao estudo, associações culturais e recreativas, …); - Incentivar a realização de ações de voluntariado, motivando uma quebra do estigma em relação aos estratos sociais mais desprotegidos, não esquecendo a partilha de experiências; - Formar e aconselhar todos aqueles que estão em constante contacto com crianças e jovens, para que saibam atuar de uma forma responsável perante as mais variadas situações de violação de direitos fundamentais.

Proposta Extra Elaboração de uma Carta (Mundial, Europeia ou Nacional) dos Direitos dos Idosos.


Análise das posições oficiais do CNE


Documento Inclusão Social | Alterações

2º ponto – Na frase, trocar os “e’s” por “ou’s”. Frase final: O Corpo Nacional de Escutas, na prossecução da sua missão educativa, tem presente a necessidade de prestar especial atenção às crianças e jovens que acolha e que se encontrem em risco e/ou perigo, alvo de medidas de promoção e protecção e/ou de decisão judicial, no sentido de assegurar o apoio humano e social, que familiar ou domesticamente não possuam, designadamente na vivência e gestão da sua progressão pessoal

3ºponto – Inserção da palavra Responsabilidade Frase final: O Corpo Nacional de Escutas, ainda na prossecução da sua missão educativa, pretende constituir um ambiente seguro, que contribua para o desenvolvimento integral de crianças e jovens, pelo que promove uma cultura interna de cuidado, segurança e protecção das crianças e jovens, no sentido da sua capacitação, responsabilidade e autonomia

4º ponto – Trocar “comunicar” por denunciar O Corpo Nacional de Escutas procura estar alerta para situações particulares de crianças e jovens que indiciem existência de risco e perigo para a sua integridade sob todas as formas, de modo a poder sinalizá-las e denunciá-las adequadamente a quem de direito;


Os representantes consideraram que não há alterações a propor a este documento


Conclusão

Estes documentos, enquanto normas orientadoras, espelham a posição do Corpo Nacional de Escutas, mas o que eles defendem não está garantido nos nossos agrupamentos. As posições oficiais não podem existir apenas, devem ser tidas em conta. O C. N. E. e os Agrupamentos têm ainda algum caminho a percorrer para garantirem que atuam do melhor modo quanto à inclusão social e à promoção de direitos. Por vezes estas são problemáticas esquecidas, no entanto deveriam ser bases do nosso trabalho enquanto associação católica e de educação nãoformal para crianças e jovens.


COMUNICAÇÃO Coordenação André Rocha PORTO - Cidade do Porto

Equipa InêsCR SANTARÉM


Comunicação pré-encontro

A comunicação antes do encontro realizou-se através das plataformas online. A página do Facebook (http://www.facebook.com/cnece naculonacional) do Cenáculo Nacional foi o meio utilizado para motivar os caminheiros e manter os representantes ligados ao projeto. Foi neste ciclo que

atingimos os 2000 likes e que tivemos a maior expressão de participação online. De facto, esta plataforma foi bastante explorada pela equipa, não só na motivação pré-cenáculo já abordada, mas também durante e após o encontro com frases-chave que foram sendo ouvidas nos diversos momentos. Desta forma, difundimos um pouco mais a mensagem e promovemos a interação com quem nos segue.


Pegadas

Todas as pegadas foram 1º Pegada | 2º Encontro

elaboradas recorrendo a diferentes estratégias e formatos. Assim, promovemos a surpresa e a inovação. As mesmas foram enviadas via e-mail ou via postal.


2º Pegada | 2º Encontro

A segunda pegada, do segundo encontro foi feita através de um Prezi, por ser algo mais interativo do que um simples email. Aqui está o link para a mesma: https://prezi.com/_5wjnvdiiw9s/faz-do-ideal-o-teu-mundo/


Espaço Aproveita O espaço aproveita é um local onde os representantes podem desfrutar da atividade de uma forma descontraída e informal. É aqui que os caminheiros/companheiros podem deixar um pouco mais de si e descobrir mais sobre a atividade a partir das diferentes oportunidades disponíveis. É neste local que que os participantes tem a oportunidade de estreitar laços, já que é um espaço de convívio e partilha. No primeiro encontro, o Espaço Aproveita ocupou a área central do edifício, transformando-se assim num local de passagem e paragem obrigatória. Os participantes puderam responder numa grande tela a uma questão enquadrada no tema do encontro. Outra oportunidade foi a de tirarem uma foto no espaço de “Agrabah”, com adereços que podiam utilizar para se caracterizarem. Seguindo o enquadramento do imaginário, havia também um espaço onde os caminheiros podiam descobrir que desejo o mágico lhes reservava, retirando um dos vários papiros de dentro da lamparina mágica. Destacam-se ainda os diferentes cartazes e flyers de atividades nacionais e internacionais que a Junta Central disponibilizou para divulgação. A par disso, continua a ser feita a venda do merchandising do cenáculo, que inclui uma t-shirt e uma fita porta-chaves.


Espaรงo Aproveita | 1ยบ Encontro - Lamego


Espaço Aproveita No segundo encontro, o Espaço Aproveita seguiu o mesmo modelo. Além de ser um local com diferentes oportunidade educativas, foi também o espaço utilizado para se realizarem os Coffee-breaks. Desta forma, esta zona foi a mais frequentada nos intervalos dos diferentes momentos. Na área de divulgação e merchandising, a grande novidade foi a apresentação e venda da nova t-shirt feita por duas participantes. Um outro espaço foi o “Mapa das Cyartas”. Este era constituído por um mapa de Portugal que localizava a origem das diferentes Cyartas que os representantes foram convidados a disponibilizar para consulta de todos.


Espaรงo Aproveita | 2ยบ Encontro - Estoril


Espaço Aproveita No encontro fechado realizado em Lamego foram lançados vários desafios a todos os representantes, em forma de trabalho para casa. Este continha diferentes tarefas para estes realizarem no espaço de tempo entre o encontro de Lamego e o encontro de Lisboa. O trabalho que a Comunicação pediu foi proporem uma t-shirt que pudesse fazer parte do merchandising do Cenáculo Nacional. A proposta escolhida foi a da Mariana Sousa e Inês Rocha, ambas representantes do Núcleo Cidade do Porto. No entanto também recebemos as propostas do André Freitas (Região de Santarém), do Nuno Moreira (Núcleo Norte – Região do Porto) e da Vanessa Catarina e da Filipa Pisco (Núcleo Centro Norte – Região do Porto) que queremos louvar pelo empenho e participação neste desafio.


LOGÍSTICA Equipa Marcelo Mota PORTO- Douro Sul

Coordenação Ana Miranda COIMBRA

Equipa Patrícia Teixeira LISBOA-Solarius


A Equipa Projeto do Cenáculo Nacional decidiu realizar o 13º Ciclo nas regiões de Lamego e Lisboa, sendo que na região de Lisboa a atividade decorreu mais especificamente no núcleo da Barra. O 1º Encontro do 13º Ciclo levou os representantes à região de Lamego, situada no Interior Norte de Portugal. Como a região está a expandir-se a nível escutista e ainda não tinha recebido o Cenáculo Nacional, a equipa achou importante levar a atividade a esta região. O Complexo Desportivo de Lamego, junto ao Santuário de Nossa Senhora dos Remédios, foi o local escolhido para realizar este primeiro encontro. A atividade realizou-se nos dias 14, 15 e 16 de Novembro, e contou com a participação de 93 representantes, 13 elementos da EP, 2 observadores e 5 elementos do Staff.


13º Ciclo Encontro em Lamego

Miguel Amândio Viegas Domingos

1200 Quelfes

Algarve

Filipa Alexandra Martins Brás

1052 Quarteira

Algarve

Alexandre José Raimundo Carvalheiro

0598 Armação de Pera

Algarve

Ana Rita Fonseca Pereira

1116 Branca

Aveiro

Joana Maria Monteiro Aguiar

838 Albergaria-a-Velha

Aveiro

Adriana Fernandes Magueta

588 Gafanha da Nazaré

Aveiro

Patricia Azevedo

581 Vila Nova de S.André

Beja

Andre Filipe Pedras Guarda Verdades

670 Grândola

Beja

Ana Margarida Marques Nunes

1071 Ferreira do Alentejo

Beja

Vanda Isabel Martins da

1071 Ferreira do Alentejo

Beja

João Pedro Marques Araújo

13- Alcaide Faria Barcelos

Braga - Barcelos

Rui Miguel Santos

595 Arcozelo

Braga - Barcelos

Vitor Emanuel Gonçalves Silva

375 Este S. Mamede

Braga - Braga

Ricardo José Carvalho Pereira

001 Sé

Braga - Braga

Sandra Cristiana Teixeira Araújo

287 Antime

Braga - Fafe

Jorge Rafael Novais Costa

183 St. Amaro, S.Gens

Braga - Fafe

Fábio André Abreu Silva

463-Seide S. Miguel

Braga - Famalicão

Eva Oliveira

526 Jesufrei

Braga - Famalicão

Flavio alexandre silva cunha

663 moreira de conegos

Braga - Guimarães


13º Ciclo Encontro em Lamego

Luís Miguel Pereira Fernandes

817 Taíde

Braga - Póvoa de Lanhoso

Fernando Daniel da Silva Fernandes

817 Taíde

Braga - Póvoa de Lanhoso

Ivan de Carvalho Pinto Carrington da Costa

972 Midões

Coimbra

João António Neves de Matos Fortunato

235 - Figueira da Foz

Coimbra

Hugo André Rodrigues

1327 Penela

Coimbra

Tomás Neto Leitão Cruz

163 Santa Cruz

Coimbra

Filipa Andreia Ribeiro Água-Mel

894 Montemor-o-Novo

Évora

José Tiago Quenino Soeiro

894 Montemor-o-Novo

Évora

Rodrigo Teles Umbelino Nunes Silva

119 Coruche

Évora

Joana Conceição Carvalho

890 Évora

Évora

Marco António Silva Oliveira

1222 Boidobra

Guarda

Ana Rita Gabriel Isento

20 Covilhã

Guarda

Francisca Alçada Castelo Branco

20 Covilhã

Guarda

Raquel Freire Curto

20 Covilhã

Guarda

Eliana Patrícia da Silva Morgado

280 Castro Daire

Lamego

Diana Filipa Fonseca Santiago

781 Avões

Lamego

Catarina Alexandra Duarte

781 Avões

Lamego

Magno José Bastos Bonifácio

762 Maceira

Leiria

Inês Costa

Leiria


13º Ciclo Encontro em Lamego

Alexandre Soares Gonçalves

1076 Vieira de Leiria

Leiria

Ivo Gaspar Jorge

1041 Caranguejeira

Leiria

Eduardo Alexandre Ferreira Lima

113 São Domingos de Rana

Lisboa - Barra

Filipa Ferreira Reis Cardoso dos Santos

71 Parede

Lisboa - Barra

Marta Maria Catarino Miguel

1023 São Julião do Tojal

Lisboa - Moinhos de Vento

João Henrique Rufino Moreno

495 Santo António dos Cavaleiros

Lisboa - Moinhos de Vento

Maria Loureiro Dias Justino

49 Mercês

Lisboa - Ocidental

Ana Filipa Castela Ferreira

80 Belém

Lisboa - Ocidental

Gabriel José Batalha Carreira

1188 Milharado

Lisboa - Oeste

Jael Cohen

50 São João de Brito

Lisboa - Oriental

Francisca Gigante

43 São Jorge de Arroios

Lisboa - Oriental

Pedro Oliveira Amaral

412 Alfragide

Lisboa - Serra da Lua

Miguel Rui Mesquita d'Oliveira

625 Rio de Mouro

Lisboa - Serra da Lua

Vanessa de Sousa Gomes

514 Carregado

Lisboa - Solarius

Bruno Miguel Vieira Henriques

773 Póvoa de Santa Iria

Lisboa - Solarius

João Henrique Pinheiro Pirinhas Galvão Cabrita

172 Abrantes

Portalegre e Castelo Branco

João Ricardo Prata da Silva

160 Castelo Branco

Portalegre e Castelo Branco

Vanessa Catarina dos Santos Cardoso

278 Gondomar

Porto - Centro Norte

Andreia Filipa Moreira Pisco

1189 Corim

Porto - Centro Norte


13º Ciclo Encontro em Lamego

Mariana Machado de Sousa

391- Sto. António das Antas

Porto - Cidade do Porto

Maria Inês Ressurreição Rocha

1104 Paranhos

Porto - Cidade do Porto

João Pedro Afonso Lopes

1162 Canidelo

Porto - Douro Sul

Catarina de Freitas Nogueira

321 Vilar do Paraíso

Porto - Douro Sul

Sofia Andreia Duarte Correia

902 Moreira da Maia

Porto - Litoral

Nuno Miguel da Silva Moreira

399 - Rebordões

Porto - Norte

Rúben David da Mota Almeida

901 Caldas de São Jorge

Porto - Terras de Santa Maria

Marina Magalhães Venâncio

1120 Cartaxo

Santarém

Tomé Rosa Loureiro Mira

65 Torres Novas

Santarém

André Manuel Bragança Freitas

44-Tomar

Santarém

Ana Bárbara Gomes Ponciano

542 Entroncamento

Santarém

Glória Capelo de Figueiredo

415 Santa Maria da Graça

Setúbal

Ana Rita Monteiro Dias

1117 Setúbal

Setúbal

António Miguel Martins Pinto Costa

453 Valença do Minho

Viana do Castelo

Ana Luísa Santos Coutinho

295 Nossa Senhora da Conceição

Vila Real

João Paulo Martins Vicente

482 Sé - Vila Real

Vila Real

Patrícia Alexandra Paulo Carvalho

1147 Murça

Vila Real

Neide Casal de Oliveira

1344 Lordosa

Viseu

Ana Marta Pinho Almeda

605 Carvalhais

Viseu

Rafael Amaral Loureiro

577 Viseu

Viseu

Daniel Filipe Simões dos Santos

649 Campia

Viseu

António Rafael Jardim Castro

216 São Martinho

Madeira

João Guilherme Ornelas Caires

420 Nazaré

Madeira


O 2º Encontro decorreu na Escola Salesiana do Estoril. A realização deste encontro aberto na Região de Lisboa prende-se com o facto de a mesma não acolher Cenáculo Nacional já há alguns anos e, sendo na zona da capital, é de fácil acessibilidade. O Encontro Aberto decorreu nos dias 17, 18 e 19 de Abril, com 169 representantes, 13 elementos da EP, 3 observadores e 3 elementos de Staff.


13º Ciclo Encontro Estoril

Filipa Alexandra Martins Brás

1052 - Quarteira

Algarve

Miguel Amândio Viegas Domingos

1200 - Quelfes

Algarve

Alexandre José Raimundo Carvalheiro

0598 - Armação de Pera

Algarve

Márcia Isabel de Oliveira Marques

173 Lagos

Algarve

Joana Maria Monteiro Aguiar

838 Albergaria-a-Velha

Aveiro

Adriana Fernandes Magueta

588 - Gafanha da Nazaré

Aveiro

Ana Rita Fonseca Pereira

Aveiro

André Filipe Pedras Guarda Verdades

670 - Grândola

Beja

Vanda Isabel Martins de Matos

1071 Ferreira do Alentejo

Beja

Patrícia Prata Azevedo

581 Vila Nova de Santo André

Beja

Ana Margarida Marques Nunes

1071 - Ferreira do Alentejo

Beja

João Carlos Fernandes Carvalho

618 - Galegos Santa Maria

Braga - Barcelos

Vítor Emanuel Gonçalves e Silva

375 Este S. Mamede

Braga - Braga

Fernando Daniel da Silva Fernandes

0817 - Taíde

Braga - Braga

Ricardo José Carvalho Pereira

0001 - Sé

Braga - Braga

Sandra Cristiana Teixeira Araújo

287 - Stª Mª de Antime

Braga - Fafe

Jorge Rafael Novais Costa

183-S.to Amaro de S.Gens

Braga - Fafe

Eva Correia Oliveira

526 - Jesufrei

Braga - Famalicão

Daniel da Silva Pinheiro

227-Carreira

Braga - Famalicão

Flávio Alexandre Silva Cunha

663 moreira de conegos

Braga - Guimarães

Francisca Silva Seixas

5 - Ronfe

Braga - Guimarães

Luís Miguel Pereira Fernandes

0817 Taíde

Braga - Póvoa de Lanhoso

Bruno Daniel Barbosa Silva

418 Vila Verde

Braga - Vila Verde

Rui Miguel dos Santos

595- Arcozelo

Braga- Barcelos


13º Ciclo Encontro Estoril

João António Neves de Matos Fortunato Hugo André Rodrigues Tomás Neto Leitão da Cruz Ivan de Carvalho Pinto Carrington da Costa

235 - Figueira da Foz 1327 - Penela 163 - Santa Cruz 972 Midões

Coimbra Coimbra Coimbra Coimbra

Filipa Andreia Ribeiro Água-Mel José Tiago Quenino Soeiro Ana Rita Gabriel Isento Marco António Silva Oliveira Raquel Freire Curto Diana Filipa Fonseca Santiago Catarina Duarte Francisco Manuel Pereira Rosa Ivo Gaspar Jorge Inês Fernandes Costa Augusto Manuel Frazão Reis Eduardo Alexandre Ferreira Lima

894 Montemor-o-Novo 894 Montemor-o-Novo 20 - Covilhã 1222 - Boidobra 20-Covilhã 781 – Avões 781 - Avões 1198 - Santo Agostinho 1041 Caranguejeira 877 Pousos 682 Fátima 113 São Domingos de Rana

Évora Évora Guarda Guarda Guarda Lamego Lamego Leiria Leiria Leiria Leiria Lisboa - Barra

Filipa Ferreira Reis Cardoso dos Santos Marta Maria Catarino Miguel

71 - Parede 1023 São Julião do Tojal

Lisboa - Barra Lisboa - Moinhos de Vento

João Henrique Rufino Moreno

495 - Santo António dos Cavaleiros

Lisboa - Moinhos de Vento

Ana Filipa Castela Ferreira Maria Loureiro Dias Justino Gabriel José Batalha Carreira Jael Cohen Francisca Gigante Vanessa de Sousa Gomes António Rafael Jardim Castro João Guilherme Ornelas Caires João Henrique Pinheiro Pirinhas Galvão Cabrita

80 - Santa Maria de Belém 53 Serafina 1188 - Milharado 50 - São João de Brito 43 - São Jorge de Arroios 514 - Carregado 216 - São Martinho 420 - Nazaré 172 - Abrantes

Lisboa - Ocidental Lisboa - Ocidental Lisboa - Oeste Lisboa - Oriental Lisboa - Oriental Lisboa - Solarius Madeira Madeira Portalegre e Castelo Branco

João Ricardo Prata da Silva

160 - Castelo Branco

Portalegre e Castelo Branco

Vanessa Catarina dos Santos Cardoso

278 Gondomar

Porto - Centro Norte


13º Ciclo Encontro Estoril

Andreia Filipa Moreira Pisco

1189 - Corim

Porto - Centro Norte

Maria Inês Ressurreição Rocha

1104 Paranhos

Porto - Cidade do Porto

Mariana Sousa

391-Santo António das Antas

Porto - Cidade do Porto

João Pedro Afonso Lopes

1162 - Canidelo VNG

Porto - Douro Sul

Catarina de Freitas Nogueira

321 Vilar do Paraíso

Porto - Douro Sul

Sara Cecília Pinho Leal

519 Paredes

Porto - Este

Joana Sofia Soares e Silva Ferreira Gomes

519 Paredes

Porto - Este

Sofia Andreia Duarte Correia

902 - Moreira da Maia

Porto - Litoral

Nuno Miguel da Silva Moreira

399 - Rebordões

Porto - Norte

Rúben David da Mota Almeida

901 - Caldas de São Jorge

Porto - Terras de Santa Maria

Marina Magalhães Venâncio

1120 Cartaxo

Santarém

Ana Bárbara Gomes Ponciano

542 Entroncamento

Santarém

André Manuel Bragança Freitas

44-Tomar

Santarém

Glória Capelo de Figueiredo

415 Santa Maria da Graça

Setúbal

Ana Rita Monteiro Dias

1117 Setúbal

Setúbal

António Miguel Martins Pinto da Costa

453 Valença

Viana do Castelo

Luís Miguel Costa Sá

85-Barroselas

Viana do Castelo

Patrícia Alexandra Paulo Carvalho

114-Murça

Vila Real

Rafael Amaral Loureiro

577 - S. José

Viseu

Ana Marta Pinho Almeida

605 Carvalhais

Viseu

Patrícia Alexandra Paulo Carvalho

114 - Murça

Vila Real


14º Ciclo Encontro Estoril

Karina Palma Pinto

Agrupamento 290

Algarve

Jessica Priscila Pais Guerreiro

413-Ferragudo

Algarve

Patrícia Branco

Tavira

Algarve

André Freitas Ferreira

1288

Madeira

Luís Henrique Garcia Dinis

1082-Santa Cecília

Algarve

João Miguel Cardoso Gonçalves

319 - Santa Joana

Aveiro

Bárbara Alexandra Capelas Teixeira

581- Vila Nova de Santo André

Beja

Sofia Chagas Trindade

641 - Beja

Beja

David manuel caetano Milho

722 santiago do cacem

Beja

Diogo José Silva Mota

13

Braga - Barcelos

Sara Daniela Pinheiro Martins

1250 - Adães

Braga - Barcelos

Ana Filipa Antunes Pereira

1060-Escudeiros

Braga - Braga

Inês Carriço Almeida

208-Ferreiros

Braga - Braga

Joel Avelino Ribeiro Pereira

1206- Stª Maria de Ribeiros

Luís Filipe Novais Silva

1206 Sta. Maria de Ribeiros

Braga - Fafe

Mafalda de Fátima da Silva Leite Pereira

1019 Pinheiro

Braga - Guimarães

Pedro Feliciano Ribeiro da Silva

316 - Sande Sao Martinho

Braga - Guimarães

0817 Taíde

Braga - Póvoa de Lanhoso

527- Nª Sr ª do Amparo

Braga - Póvoa de Lanhoso

Braga - Fafe


14º Ciclo Encontro Estoril

Catarina Gonçalves Fernandes

865

Braga - Vila Verde

Mariana Simões Serrada de Almeida Cera

1992- Febres

Coimbra

Alexandra Patrícia Oliveira Rodrigues

1327 - Penela

Coimbra

Ana Rita Pereirinha Vaz Valente Flores

109 - Santo António dos Olivais

Coimbra

Vanessa Isabel Sani

163 Santa Cruz

Coimbra

Beatriz Carrilho da Graça Estêvão Candeias

1121 - S. Sebastião da Giesteira

Évora

Joana Rita Machado Ferreira

119 Coruche

Évora

Diogo da Silva Serafim

1085

Évora

Duarte Jorge Coelho Alves

890

Évora

Henrique José Marques Abrantes

801 Valverde

Guarda

Francisco Manuel Pereira Carrola

607 - Unhais da Serra

Guarda

Floriana Miguel Gomes

1222- Boidobra

Guarda

Rita Alves Rito

732 SOITO

Guarda

Raquel Sofia David de Almeida

280

Lamego

Sara Cristina Barroco Silva

280 Castro Daire

Lamego

Mariana de Sousa Duro

127 Sé-Leiria

Leiria

Daniel Monteiro Gregório

1317 Parceiros

Leiria

Bruno Fernandes Góis

1346 - Memória

Leiria

Inês Henriques

1346- Memória

Leiria


14º Ciclo Encontro Estoril

Joana Alegria Timóteo Rodrigues

774-Queijas

Lisboa - Barra

Joana Jesus Pedro Miguel Ribeiro Correia

550-Manique 1177 Famões

Lisboa - Barra Lisboa - Moinhos de Ventos

Erico Romeu Lourinho Virgy

495 - Santo António dos Cavaleiros

Lisboa - Moinhos de Ventos

Carolina Moreno Cid Peixeiro

380 Calhariz de Benfica

Lisboa - Ocidental

Ângelo Manuel Belchior Feio Nuno Miguel Pina Santo Ana Carolina Rocha Ribeiro Bruna Filipa Moreira Bruno Diogo Ramos Gomes Ana Raquel Moucho Rodrigues

263 Campolide 1022 - Vimeiro 1022 Vimeiro 42 Penha de França 230 olivais sul 704 Mira-Sintra

Lisboa - Ocidental Lisboa - Oeste Lisboa - Oeste Lisboa - Oriental Lisboa - Oriental Lisboa - Serra da Lua

Pedro Oliveira Amaral

412 - Alfragide

Lisboa - Serra da Lua

Sara Raquel Lança Brites Carlos José Simões Alves Rui Filipe Martinho Petas

513 - Alenquer 342 - Vialonga 142-Portalegre

Lisboa - Solarius Lisboa - Solarius Portalegre e Castelo Branco

Rafael Alexandre dos Santos Cardoso

160 Castelo Branco

Portalegre e Castelo Branco

João Pedro Rodrigues Luís

172, Abrantes

Portalegre e Castelo Branco

henrique gomes guerreiro

1093 - Chainça

Portalegre e Castelo Branco

Mariana Tomaz Moreira

278 Gondomar

Porto - Centro Norte

Andrés Avelino De Sousa Marques

7 - Ermesinde

Porto - Centro Norte

Maria Alexandra Pereira Lima

06 Bonfim

Porto - Cidade do Porto

Ruben Fernando Freitas Silva

6-Bonfim

Porto - Cidade do Porto


14º Ciclo Encontro Estoril

Tiago André Nascimento Leite

210 Oliveira do Douro

Porto - Douro Sul

Patrícia Alexandra Gomes Gonçalves

321, Vilar do Paraíso

Porto - Douro Sul

Joana Catarina Baptista Teixeira

680 Santão

Porto - Este

António Pedro dos Santos Machado

680 Santão

Porto - Este

Mauro Filipe Rebouço Moreira Maia

608 - Perafita

Porto - Litoral

Maria Vieira Santos Silva Susana Isabel Costa

902 Moreira da Maia 24 - Cucujães

Porto - Litoral Porto - Terras de Santa Maria

Ana Rita de Sá Moreira

640 - Santa Maria da Feira

Porto - Terras de Santa Maria

João Pedro Sousa Henriques Diana Damásio Francisco Jorge Miguel Ribeiro Duarte

593-Riachos 44-Tomar 1186 Fazendas de Almeirim

Santarém Santarém Santarém

Gonçalo Miguel Da Silva Santos

65-Torres Novas

Santarém

Sofia Conde Costa Rodrigo Alexandre Moreira De Brito Pinto

1117 415 Santa Maria da Graça - Setúbal

Setúbal Setúbal

Carlos António Rodrigues da Silva

415 - Staª Mª da Graça

Setúbal

Ricardo Daniel R. da Silva Paulo Jorge Nascimento Morais

543 Cova da Piedade 392-Valpaços

Setúbal Vila Real

Cláudia Vanessa Nunes Martins

295 NSC Vila Real

Vila Real

João Frederico Antão de Sousa

577

Viseu

Filipe Tavares dos Santos David Alexandre Ramalho da Costa

649 - Campia 1185 Bodiosa

Viseu Viseu

Raquel Sofia Lourenço Martins

319 Santa Joana

Aveiro


14º Ciclo Encontro Estoril

José Nuno Marques Moreira

364- Vale São Cosme

Braga-Famalicão

Helena Raquel Araújo Braga

227-Carreira

Braga-Famalicão

Tiago Manuel Henriques Lourenço

Aveiro

João Carlos Ôchoa Pimentel Gonçalves

1055 Vila Flor

Bragança

Jéssica Bárbara Magalhães Meireles

1055 Vila Flor

Bragança

Mariana Filipa Silva Ribeiro

1055 Vila Flor

Bragança

Rodrigo Alexandre Barreira da Silva

18 Bragança

Bragança

Diana Esteves Fernandes

18 Bragança

Bragança

Catarina Ramalho

866 Mosteiro

Braga-Vieira do Minho

José Leite

866 Mosteiro

Braga- Vieira do Minho

José Carlos Sabença

1096 Resende

Lamego

Rafael Ferreira

1096 Resende

Lamego

João Costa

9824 Torreira

Aveiro

Guilherme Azevedo

581 Sto André

Beja


13ยบ Ciclo Encontro Fechado| 14, 15 e 16 de novembro | Lamego


13ยบ e 14ยบ Ciclos Encontro Aberto| 17, 18 19 de abril | Estoril

Cyarta 13º Ciclo Cenáculo Nacional  

Documento oficial do Cenáculo Nacional, com todas as informações e conclusões do ciclo.

Cyarta 13º Ciclo Cenáculo Nacional  

Documento oficial do Cenáculo Nacional, com todas as informações e conclusões do ciclo.

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