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A Pluralidade dos Mundos acorde aos Campos de Sentido


2017, São Paulo, Brasil

CAPA E CONTRACAPA

Obra de Cleusa Rossetto

A Pluralidade dos Mundos I - Série B Impressão Fine Art sobre papel fotográfico,

encapsulado em metacrilato

80 x 80 cm

2017


Exposição

A Pluralidade dos Mundos acorde aos Campos de Sentido Espaço Cultural Tecnologia e Arte da Fatec-SP

participantes da mostra

adriana garibaldi cleusa rossetto humber furlan osvaldo mantovani zilamar takeda


A Pluralidade dos Mundos acorde aos Campos de Sentido O Espaço Cultural Tecnologia e Arte da Fatec-SP ocorre anualmente como um evento associado ao Congresso de Tecnologia. Em sua 9ª edição, a temática abordada trata da pluralidade dos mundos e os campos de sentido tendo como base o livro “Por quê o mundo não existe” de Markus Gabriel, que adentra na Corrente Filosófica do Novo Realismo.

Vamos a um museu porque experimentamos a liberdade de ver tudo a nossa maneira. Aprendemos a nos liberar da suposição de que há uma ordem mundial pré-estabelecida e de que não somos mais que meros espectadores passivos. Uma obra inquietante, aparentemente sem sentido, cobra uma interpretação, caso contrário só se veria toques de cores. O sentido da arte é que nos confronta com o sentido. O sentido busca objetos, que geralmente estariam ocultos, resultando em interpretações distintas. A arte nos surpreende com um novo sentido e ilumina os objetos desde uma perspectiva não comum. Na interpretação da Arte Moderna se faz necessário uma combinação de conhecimentos sobre: história da arte, imaginação criativa e receptividade, para novas interpretações. A liberdade da compreensão das obras de arte consiste em que entendamos algo e ao mesmo tempo experimentamos como a entendemos. O universo não cobra a questão do sentido, é a pessoa, ou seus feitos, que o faz. Segundo Markus, os idealistas alemães do século XIX começaram a projetar o sentido entendido como 4


Espírito (Geist). O Espírito não é simplesmente algo mental ou subjetivo, e sim a que se refere à dimensão do sentido da compreensão humana. Há distintos campos de sentido aos que se pode aceder e que permitem interpretar de distintas formas. A interpretação de obras de arte e a compreensão geral do mundo humano são de tipos completamente diferentes de nossa compreensão da natureza humana. O ser humano é uma criatividade viva. A criatividade, a imaginação e a originalidade são sinais da sua personalidade.

Markus Gabriel aborda alguns itens que podem ajudar na interpretação das artes:

Campos de sentido = lugar onde aparece algo. A pergunta que se faz não é a de se existe tal coisa, mas sim, onde ou não esta existe, porque tudo o que existe, existe em alguma parte, ainda que seja em nossa imaginação. Ou seja, a existência é a circunstância de que algo apareça em um campo de sentido. Os campos de sentido podem ser relativamente indeterminados, coloridos e vazios. Os objetos estão estreitamente relacionados com o significado do campo de sentido em que aparecem. Assim, pode-se reconhecer que a identidade ou a individualidade é essencial para a compreensão dos campos de sentido. Necessitamos, além da ontologia, de outras ciências, a experiência, nossos sentidos, a linguagem e o pensamento, ou seja, a realidade da cognição humana. Mesmo assim podemos nos equivocar, pois podemos nos posicionar acidentalmente em um campo de sentido errado.

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Universo = é menor que o todo. É a máxima extensão em que nos encontramos. É do domínio próprio das ciências naturais, especialmente a física. Tudo o que se passa neste pode ser estudado experimentalmente utilizando os métodos das ciências naturais. A física, assim como em outras ciências, é cega para tudo o que não investiga, assim que, o Universo é menor que o todo. Na realidade o Universo pode assumir uma posição bastante rústica, ou limitada, segundo se olhe.

Mundo = contexto global. O Mundo não é somente um conjunto de coisas, como também de ações. Uma gama de domínios, que abriga a todas as áreas e feitos. O mundo não é nem sequer imaginável, porque o mundo imaginado não pode ser idêntico ao mundo em que pensamos sobre este. Em tal posicionamento indefinido do mundo pode-se imaginá-lo como uma forma de ontologia fractal. Um infinito de cópias de si mesmo. O mundo em que vivemos se mostra como uma única transição contínua de um campo de sentido a outro, como a fusão e o enlaçamento de distintos campos de sentido. Lembrar que o reconhecimento do Mundo em si, quando o fazemos, é desde o ponto de vista humano e que as formas de representação dependem dos campos de sentido, ou seja, um mesmo objeto pode aparecer de formas diferentes dependendo dos campos do sentido de quem o observa.

Aparição = sucesso ou evento. O aparecimento ou a existência não é o mesmo que verdade. Neste contexto as Bruxas podem ser verdades dentro de um conto. 6


Existência = aparição em um campo de sentido. Não há um Mundo, mas sim um mundo infinito de Mundos que se solapam em partes, e que de certa forma são independentes entre si. Tudo o que existe, existe no Mundo, porque o Mundo é precisamente o âmbito em que tudo tem lugar. Fora do Mundo não há nada. Qualquer coisa que se tenha como extra-mundo, pertence ao Mundo. Sempre que creiamos haver captado o Mundo teremos ante nós unicamente uma cópia, ou uma imagem do Mundo. Não podemos captar o próprio Mundo, porque não há um campo de sentido ao que pertença, assim, não aparece nem se apresenta ante nós. Nosso Mundo é um enlaçamento infinito de campos de sentido. Markus cita como exemplos os filmes “Fuga do Planeta dos Macacos” e “Cube” de Vicenzo Natali em que numa regressão infinita, e de maneira aterradora e misteriosa, nos aproximam desta realidade onde há um sem fim de campos do sentido que estão emaranhados entre si em um número infinito de formas (nós infinitos no meio do nada), em lugar nenhum. Ou seja, cada informação específica sobre a localização só pode se dar dentro de um campo de sentido, não existe nada fora. A existência é sempre relativa, em relação a um ou mais campos de sentido, e ademais, os objetos podem incluir aparições irisadas com forma ambivalente.

A teoria vai longe! Quem se interessar pelo assunto buscar pelo livro de Markus Gabriel, que certamente abrirá novas formas de ver o Mundo.

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Segue explanação abordando um pouco sobre cada artista e respectivas obras desta mostra:

Adriana Garibaldi - argentina, formada pela Faculdade de Belas Artes em Buenos Aires. O gosto pela arte surgiu cedo, já no seio da família, pois sua mãe pintava no estilo impressionista e seu pai, professor de artes e desenhista, que trabalhava principalmente com o desenho da figura humana. Estuda por três anos com o artista plástico argentino Jorge Ludueña, um pintor consagrado que experimentava várias técnicas, e entre outras a de pintar com tinta acrílica nas primeiras camadas e veladuras a óleo nas últimas. Nesta época, Adriana desenvolve técnicas, domínio das cores e das formas. Sendo médium de formação kardecista, considera-se universalista e apaixonada pelo estudo da espiritualidade. Sua obra reflete esse mundo fantástico e etéreo. Com muita sensibilidade perceptiva cita que em suas obras aborda a temática simbólica e metafísica convidando as pessoas a uma ligação do sagrado dentro de si mesmas.

Cleusa Rossetto - falando um pouco sobre mim, desde que me conheço como gente já desenhava a ponto de chamar a atenção de meus professores. Mesmo gostando do desenho e da pintura e tendo feito alguns cursos de técnicas de representação optei pela formação profissional voltada à construção civil. Me formei em Tecnologia da Construção Civil - Edifícios, Arquitetura e Urbanismo, e mais duas Pós-graduações -em Engenharia Civil e Tecnologias Avançadas da Construção. Assim que, atuo no âmbito da Ciência e da Tecnologia há mais de 30 anos. Em certo momento da vida me vi novamente interessada pela arte, só que

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agora utilizando recursos matemáticos e informáticos, como ferramentas diferenciadas na produção artística. A maioria dos softwares com que trabalho são “fora de prateleira” ou mesmo implementados e personalizados para a produção de complexas imagens visando a inovação pictórica e visual. Hoje 90% das minhas obras são produzidas com tais ferramentas, sem contudo perder o aspecto lúdico e poético das mesmas. Nesta exposição apresento obras recentes onde os observadores terão que explorar o seus campos de sentido e buscar objetos ou formas, que geralmente estariam ocultos, resultando em interpretações diversas.

Humber Furlan - teve contato com a fotografia desde a infância ao participar da rotina de seu pai, fotógrafo profissional, em um laboratório de revelações. Tem um olhar apurado e uma técnica madura. Seu trabalho reflete a composição natural em bruto, pois não aplica nenhum tratamento de imagem em sua fotos. Preserva tudo tal qual. Trata do reconhecimento do Mundo em si, desconhecido de tantos. Esta é a 1ª participação de Furlan como fotógrafo em uma mostra de arte.

Osvaldo Mantovani - é um artista visual que encontra a fonte de referência e motivação para seus trabalhos no mundo natural. Busca emitir um alerta para o despertar da consciência ecológica, que jaze adormecida em cada ser humano que assiste, impassível, a destruição desse mundo. O desenho à mão é a base dos projetos que são finalizados digitalmente, com auxílio de uma tablet e com o uso de softwares simuladores das técnicas tradicionais de desenho e pintura. Mantovani tem participado da maioria das exposições realizadas pelo Espaço Cultural Tecnologia e Arte da Fatec-SP e suas criações sempre atraem a atenção do público jovem.

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Zilamar Takeda - uma artista visual que vem discutindo em seu trabalho as propriedades multidimensionais da essência do que é vivo e orgânico. A relação processual com sua obra se estabelece no percurso da artista como instrumentadora cirúrgica e também no resgate de memórias da infância quando observava seu pai, protótipo-desenhista, na criação e transformação de objetos pela casa. Zilamar mescla em suas mídias a arte milenar com a arte contemporânea. Emprega arte têxtil e a art craft e se vale de uma paleta de cores resultante de técnicas de coloração tradicionais e experimentais que vão desde a encáustica à combinação de múltiplos reagentes químicos naturais. Seu ateliê é um território onde encontra-se um pouco de tudo: tripas, pele de animais, fibras, flores, madeira e tecidos dos mais básicos aos mais refinados, reagentes químicos, etc. Em suas produções coexistem arte puramente conceitual, escultórica e pictórica.  Os tridimensionais da artista revelam uma fusão ente releituras de formas existentes na natureza e na figura humana e índices subjetivos, da ordem do fantástico.

Voltando à Exposição “a Pluralidade dos Mundos acorde aos Campos de Sentido”, espero ter conseguido agrupar artistas e obras performáticas de alta qualidade que promovam a imaginação, a emoção, o diálogo e tragam inspirações. Que aproveitem a mostra dentro de seus Campos de Sentido!

Sejam Bem Vindos! Cleusa Rossetto, Curadora, setembro de 2017.

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GALERIA


a d ri a n a g a ri b a l d i ARTISTA VI SUAL

adrianagaribaldi@hotmail.com Adriana Garibaldi nasceu em 1951, Buenos Aires/Argentina. Desde tenra idade mantém uma ligação muito forte com o mundo da pintura, e tudo o que se refere à expressão artística, visitando salões e exposições de arte em companhia de seus pais, também artistas plásticos. Aos vinte e três anos, e por três anos, frequentou o ateliê do artista plástico Argentino, Jorge Ludueña, no aprimoramento de sua técnica e no domínio das cores e das formas. Em 1978 imigrou para o Brasil, radicada em São Paulo, onde mora e trabalha. Desenvolveu uma técnica própria e um estilo particular e apurado, onde o espiritual e o fantástico se encontram refletidos. Já recebeu vários prêmios, entre estes: Em 2003 na França - Grand Marché D’Art Contemporain; Salon de la Société Académique et d’Encouragement Art-Sciences-Lettres; 3ème Grand Prix Plaquette D’or, Salon du Monde de la Culture et des Arts - MCA. Em 1990 e 1989, 1º e 2º lugares nos Salões de Arte Contemporânea, Banco de Boston/São Paulo. Já expôs nos países do Canadá, EUA, França, Alemanha e Argentina.

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Razões sensíveis Acrílico s/tela

120 x 100 cm

2017 13


Ametista AcrĂ­lico sobre tela

107 x 138 cm

2014 14


Dança das águas - 1 e 2 / Díptico Acrílico s/tela

120 x 80 cm cada

2017 15


Mar de fogo AcrĂ­lico s/tela

170 x 110 cm

2016 16


Setembro II AcrĂ­lico s/tela

140 x 120 cm

2017 17


Fico aqui a te esperar AcrĂ­lico s/tela

120 x 170 cm

2017 18


AlĂŠm do horizonte AcrĂ­lico sobre tela

100 x 150 cm

2017 19


c l e us a ro s s e t t o ARTISTA VI SUAL

www.rossetto.art.br

cleusa.rossetto.art@gmail.com De Botucatu/SP, radicada em São Paulo/SP desde 1973. Arquiteta, ha décadas em uma carreira acadêmica e de investigação científica, na área da construção civil, a nível nacional e internacional, lhe permitiu trabalhar com diversos recursos informáticos matemáticos. Ainda que pinte desde os 15 anos, em 2005 decidiu começar uma nova carreira artística aplicando sua experiência com o uso da computação gráfica e utilizando softwares personalizados, para a criação de imagens complexas e inovadoras na expressão artística e visual, incorporando modernidade nos elementos, sem se esquecer do aspecto lúdico e do romantismo. Desde 2009 é curadora das exposições anuais do Espaço Cultural Tecnologia e Arte da Fatec-SP. Já participou de mais de oitenta exposições, tanto nacionais como internacionais (Áustria, Espanha, Estados Unidos, Suécia e Taiwan), sendo agraciada com vários prêmios. É membro da MAV - Mujeres en las Artes Visuales e do Grupo pro Arte y Cultura na Espanha. 20


A Pluralidade dos Mundos I - Série A Impressão Fine Art sobre papel fotográfico,

encapsulado em metacrilato

80 x 80 cm

2017 21


Os segredos da floresta ImpressĂŁo Fine Art s/canvas

80 x 160 cm

2017 22


Cura não consentida Impressão Fine Art s/canvas

80 x 80 cm

2017 23


Deidade Antropomรณrfica I Impressรฃo Fine Art s/canvas

80 x 160 cm

2017

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Deidade antropomรณrfica II Impressรฃo Fine Art s/canvas

80 x 160 cm

2017

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A Pluralidade dos Mundos I - Série B Impressão Fine Art sobre papel fotográfico,

encapsulado em metacrilato

80 x 80 cm

2017 26


Living in a cyborgs world ImpressĂŁo Fine Art s/canvas

80 x 160 cm

2017

27


Sheltering wings ImpressĂŁo Fine Art s/canvas

80 x 160 cm

2016 28


Acesso ao palácio encantado Impressão Fine Art sobre papel fotográfico e laminação em metacrilato

80 x 160 cm

2017

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Que sabemos das profundezas? Impressão Fine Art sobre papel fotográfico e laminação em metacrilato

80 x 160 cm

2017

30


Meu Eu / Geist Impressão Fine Art sobre papel fotográfico e laminação em metacrilato

80 x 160 cm

2017

31


O contador de E(hi)stรณrias Impressรฃo Fine Art s/canvas

80 x 80 cm

2017

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Path to Paradise Impressão Fine Art sobre papel fotográfico e laminação em metacrilato

80 x 160 cm

2017 33


humber f u rl an FOT ÓGRAFO

humber@orionpressure.com De Cáceres/MT, radicado em São Paulo/SP desde 1994. Tomou contato e interesse pela fotografia, quando jovem, pois seu pai era fotógrafo profissional. Com esta aproximação lhe legaram alguns segredos em como tomar boas fotos ou mesmo como fazer uma revelação, ampliação e estampagem, pelo método da câmara escura. As fotos ainda eram em Preto e Branco. Em 1999, já trabalhando como docente na Fatec-SP, adquire sua primeira máquina fotográfica analógica e inicia seu trabalho como fotógrafo amador, compondo imagens de laboratório durante a realização de suas pesquisas científicas. Em 2010 adquire sua primeira câmara digital e inicia nova fase e outros focos de interesse. Passa a registrar imagens do meio ambiente e seu entorno. Alguns momentos especiais requerem do fotógrafo reações muito rápidas e este acaba por deixar de sentir parte da emoção imbuída no ato. Quando as imagens passam para o monitor do computador, ademais de se poder completar as emoções, servem de base para outras análises e no traçado de novos projetos.

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Gigante (a)tormenta ImpressĂŁo Fine Art s/papel algodĂŁo

33,3 x 50 cm

2017 35


A transformação Impressão Fine Art s/papel algodão

33,3 x 50 cm

2017 36


Multiplas formas ImpressĂŁo Fine Art s/papel algodĂŁo

33,3 x 50 cm

2017 37


Perfeito em outras vistas ImpressĂŁo Fine Art s/papel algodĂŁo

33,3 x 50 cm

2017

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Liberdade incondicional, sentindo ImpressĂŁo fine Art s/papel algodĂŁo

33,3 x 50 cm

2017

39


Sentindo o movimento ImpressĂŁo Fine Art s/papel algodĂŁo

33,3 x 50 cm

2017 40


As faces do mundo, encortinado ImpressĂŁo Fine Art s/papel algodĂŁo

33,3 x 50 cm

2017 41


Ocaso de sempre, diferente impressĂŁo Fine Art s/papel algodĂŁo

33,3 x 50 cm

2017 42


O lugar de tudo - Marginal Tietê Impressão Fine Art s/papel algodão 30 x 22,5 cm 2017 43


Qual é o lugar? Impressão Fine Art s/papel algodão 30 x 22,5 cm 2017 44


Às vistas de si mesmo Impressão Fine Art s/papel algodão

30 x 22,5 cm

2017 45


osvaldo mantovani ARTISTA VISUAL

j_ ma n te s a@ ho tma il . com

Formado em Comunicação Visual pela Universidade Mackenzie, tendo cursado ainda, desenho artístico, publicitário, aerografia, gravura em metal e história em quadrinhos. Em 2002 foi selecionado pelo Programa Cultural Artiste en Residence, no Canadá, e convidado pelo Consulado Geral do Brasil em Montreal para participar da Mostra Cultural Íbero-Latino-Americana (Festivalíssimo). Em 2007 expôs no “I Congreso Internacional de Innovación Docente” na Universidade de Barcelona. Eleito Personalidade Cultural pela Academia Brasileira de Letras e Artes - Itapira/SP e reconhecido pela Fundação Abrinq pela contribuição na defesa dos direitos da criança e do adolescente. Já recebeu vários prêmios. Trabalha na Fatec-SP, e desde 2010 vem participando como Artista Expositor em várias edições do Espaço Cultural desta, onde também presta poio organizacional a este.

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Avis rara (Ave rara) Impress達o Fine Art s/ papel algod達o

13 x 30 cm

2016

Vivitur parvo bene (Vive-se bem com pouco) Impress達o Fine art s/papel algod達o

12 x 15 cm

2016 47


Natura non facit saltum (A natureza não dá saltos) Impressão Fine Art s/papel algodão

14 x 30 cm

2017 48


Mater natura (Mãe natureza) Impressão Fine Art s/papel algodão

14 x 25 cm

2016

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Libera nos, Domine (Livrai-nos Senhor) ImpressĂŁo Fine Art s/papel algodĂŁo

20 x 25 cm

2016 50


Mea culpa (Minha culpa) Impressão Fine art s/papel algodão

15 x 15 cm

2016 51


Fiat lux ( Faça-se a luz) Impressão Fine art s/papel algodão

13 x 25 cm

2017

Coleoptera 1 et 2 (Besouros 1 e 2) Impressão Fine art s/papel algodão

10 x 25 cm

2000 52


Lentus in umbra (Ocioso na sombra) Impress達o Fine art s/papel algod達o

17 x 12 cm

2016

Quo-vadis? (aonde vais?) Impress達o Fine art s/papel algod達o

29 x 15 cm

2016 53


Mater Salvatoris (Mãe do salvador) Impressão Fine art s/papel algodão

21 x 15 cm

2004

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Série Indo América Impressão Fine art s/papel algodão

10 x 10 cm (cada)

2002 a 2008 55


Série Indo América Impressão Fine art s/papel algodão

10 x 10 cm e 12 x 10 cm

2002 a 2008 56


Identidade visual (19ยบ Congresso de Tecnologia da Fatec-SP - A Tecnologia ampliando os sentidos) Imagem digital

-

2017

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z il a ma r t a k e da ARTISTA VISUAL

www.zilamartakeda.com

Nascida e residente em São Paulo. Ao longo da última década vem discutindo em seu trabalho as propriedades multidimensionais da essência do que é vivo e orgânico incorporando referências da arte têxtil e técnicas de Mixed Media Art. A escolha de seus materiais perpassa fibras e peles de animais, tecidos, cera de abelha e flores, entre outros componentes orgânicos e também inorgânicos. No seu percurso profissional a artista participou de exposições coletivas no Salão Internacional Luso-Brasileiro, Salão de Arte Craft Bunkyo, Paço das Artes de Santo André, Biblioteca José Mindlin – USP, Mostra de Arte da Granja Viana, Salão de Artes Visuais de Vinhedo e Salão de Outono da América Latina. Conta também com exposições individuais no Museu Florestal Octávio Vecchi, no Horto Florestal em SP, Museu Paulo Setúbal em Tatuí e Galeria de Arte Fernanda Perracini em Jundiaí, SP. Participou ainda de exposições coletivas no exterior nos países: Costa Rica, México, Uruguai e Portugal, tendo obras em Lódz na Polônia e Universidad Veracruz Xalapa no México.

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Vermelho de amor Caixa de madeira, encรกustica, flores de tripa animal enceradas

150 x 70 x 5 cm

2017 59


Cortejo nupcial Lona reciclada, fio de aรงo, rendas, tule e encรกustica

100 x 80 cm

2015 60


Arestas Painel de madeira, encรกustica e colagem de feltro manual 90 x 90 x 2 cm

2015 61


Eram os deuses astronautas Painel de madeira, encรกustica sobre tecido tingido e colagens de vegetais

100 x 100 x 2 cm

2004 62


Lua tecida Tecido de seda, fibras de lĂŁ, missangas e aro de ferro

150 cm diâmetro

2016 63


Poluição Painel de madeira, encáustica sobre tecido com impressão digital

50 x 50 x 1,5 cm

2016

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Espiação Painel de madeira, encáustica sobre seda com impressão digital

50 x 50 x 2 cm

2015 65


Fogo noturno Painel de madeira, encĂĄustica sobre tecido com impressĂŁo digital 50 x 50 x 1,5 cm

2016 66


Publicação Digital Hospedada na Plataforma do ISSUU w w w. i s s u u . c o m


Exposição

A Pluralidade dos Mundos acorde aos Campos de Sentido Espaço Cultural Tecnologia e Arte da Fatec-SP Exibição: Faculdade de Tecnologia de São Paulo - Fatec-SP Praça Coronel Fernando Prestes, 30

Bairro Luz, 01124-060 - São Paulo, SP. Brasil

Local: Sala Verde - Bloco A - Térreo

Data / Horário: Dia 27/09 à 11/10/2017

Segunda à sexta das 10h às 21h

Sábado das 10h às 14h

Organização e Curadoria: Cleusa Rossetto / rossetto@fatecsp.br

Apoio Organizacional: José Osvaldo Mantovani

Contato: (+55 11) 3322-2225 / www.fatecsp.br

e-mail: congresso@fatecsp.br, edificio@fatecsp.br

Design e Layout: Cleusa Rossetto

Escritos e Imagens: Material fornecido pelos artistas

Consultoria

Patrocínio

http://www.sanhidrel-engekit.com.br

Realização: http://www.cps.sp.gov.br

Vinculado ao


IX tecnologia e arte

espaรงo cultural fatec-sp

EDIFรCIOS

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