Exporlux: iluminar be, com projecto luminotécnico

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PUBLI-REPORTAGEM

revista técnico-profissional

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o electricista Helena Paulino

EXPORLUX

{ILUMINAR BEM COM PROJECTO LUMINOTÉCNICO}

Inovação, desenvolvimento e apoio ao cliente são alguns baluartes da Exporlux, uma empresa de iluminação técnica e decorativa, dirigida a um público mais exigente, que está sempre em busca de soluções modernas e mais atractivas. A criação personalizada de projectos luminotécnicos desenvolvidos de forma gratuita é uma das marcas da empresa com sede em Águeda, assim como o aconselhamento na escolha de produtos para diferentes situações com vista a uma boa optimização de resultados. Falámos com Rosa Maria Almeida, uma das administradoras da empresa, que nos explicou algumas das razões que fazem com que a Exporlux não pare de crescer. A Exporlux apostou desde o seu início na iluminação decorativa? Não. A Exporlux foi fundada em 1987 e tempos houve que trabalhava com um catálogo, e apenas produzia com base nele. O projecto é um conceito novo, com pouco mais de quatro anos e meio e foi implementado para responder à crise europeia e mundial. Fomos invadidos por produtos asiáticos, com os quais não conseguimos competir pelo seu preço mais barato e resolvemos investir no mercado com o conceito “projecto”. Começámos a trabalhar com arquitectos, projectistas, gabinetes, entre outros, e propusemonos a fazer algo de diferente daquilo que já existia. Esta foi sem dú vida uma aposta ganha, todavia, não foi e nem é nada fácil consolidar todo este caminho. Hoje em dia temos consciência de que estamos a crescer graças a esta mudança estratégica. A Exporlux tem produtos com um design ultra-moderno. Essa é uma das exigências aos produtos com a marca Exporlux? Éuma exigência nossa, e sobretudo, uma exigência feita pelos nossos clientes. O projecto é isso mesmo: fazer aquilo que esperam que façamos, dar luz a um espaço e torná-lo agradável, com o ambiente correc-

to à função a que se destina. A iluminação, hoje em dia, é moda e apesar da luz ser mais importante do que o objecto emissor, há casos em que isso tem de ser interligado, e nós estamos aqui para o fazer.

Acha que as pessoas em Portugal estão prontas para iluminar bem? Cada vez mais. A mentalidade está a mudar e a iluminação deixou de ser algo acessório, sobretudo nos gabinetes de arquitectura e engenharia, para se tornar em algo fundamental. O retorno vem logo de seguida com as facturas de energia, em que se denota uma maior preocupação com o consumo

energético e eficiência, levando assim à poupança de energia (tanta a nível de consumo de energia como a nível de poupança no ar condicionado). Isto porque se colocamos uma luz que aquece muito o ambiente, o consumo energético torna-se muito mais elevado. Luz em demasia não significa iluminar bem, pois tudo se pretende no ponto certo, o ambiente tem que se sentir. E isso é um dado importante porque o ar condicionado e a iluminação representam 50% dos consumos energéticos dos edifícios. Exactamente. Começa-se a falar em light designers em Portugal, e inclusivamente já cá vieram especialistas internacionais dar convenções e falar acerca da iluminação e da importância de regular a luz, isto porque a poluição luminosa também é um problema. Para tentar mudar as consciências, aconselhamos que apenas acendam a luz quando for estritamente necessário e que aproveitem da melhor forma a luz natural. Outro dos truques são as células que acendem e apagam a luz apenas quando notam a presença de alguém ou a diminuição de luz quando desnecessária. O importante não é iluminar, mas iluminar bem.


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