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Helena Paulino
jornadas tecnológicas {UM EVENTO INCONTORNÁVEL NO SECTOR ELECTROTÉCNICO}
As Jornadas Tecnológicas estão de parabéns: 5 edições! A edição deste ano decorreu de 19 e 21 de Maio na AIMINHO – Associação Industrial do Minho, em Viana do Castelo, e teve como temas fulcrais as Energias Renováveis, a Eficiência e Manutenção das Instalações Eléctricas e as Telecomunicações. A formação que receberam, o próprio conceito do evento, os temas escolhidos e as comunicações de elevada qualidade foram, mais uma vez, evidenciados positivamente pelos participantes, muitos repetentes de anos anteriores e que fizeram questão de avisar que voltarão no próximo ano. Como já é habitual, Custódio Dias, Professor do Instituto Superior Engenharia do Porto e Director da revista “o electricista”, abriu a 5.ª edição das Jornadas Tecnológicas, dando as boas vindas aos participantes. Aproveitou para realçar o sucesso das 5 edições já decorridas, que registaram um crescimento notável ano após ano, não esquecendo de mencionar a necessidade de eventos deste género em Portugal, onde ainda há uma grande falha no que diz respeito à formação nos temas que foram abordados nas Jornadas Tecnológicas. Um dos participantes, Carlos Correia, electricista e fiscal da EDP, referiu “esta é a primeira vez que venho às Jornadas Tecnológicas, e está a ser muito produtiva em termos de formação e superou totalmente as minhas expectativas. Faz muita falta um encontro deste género com as melhores empresas nacionais e institucionais que nos informem das últimas novidades”. O evento contou com mais de 600 participantes – o que inclui fabricantes, distribuidores, projectistas, instaladores e técnicos de manutenção – que enalteceram o espaço de informação e formação exigente e actu-
al, tal como o importante convívio e troca de ideias existente entre participantes e oradores.
muito positiva para os profissionais do meio electrotécnico como é o meu caso.” Marco dos Santos, Professor de Cursos Profissionais em Abrantes emitiu uma opinião semelhante: “É a primeira vez que venho mas estou a gostar muito, sobretudo do convívio entre participantes e oradores, e das questões pertinentes que já foram colocadas na sala de formação. Vários profissionais já me tinham falado do evento mas ainda não tinha tido oportunidade de participar, e agora que aqui estou julgo que foi um desperdício não ter vindo nos anos anteriores.”
1.º DIA: AS ENERGIAS RENOVÁVEIS As empresas participantes de renome, responsáveis pelas comunicações de formação proferidas durante o evento, contribuem em muito para o sucesso do evento pela formação de qualidade que garantem aos participantes que ouvem as suas comunicações. Por tudo isto não é de espantar a opinião dos profissionais que assistiram ao evento: Rui Cardoso ditou “é a segunda vez que venho porque a primeira foi mesmo muito enriquecedora para actualizar os meus conhecimentos. E, de facto, esta é uma iniciativa
Cláudio Monteiro, Director da revista “renováveis magazine”, moderou o primeiro painel desta 5.ª edição das Jornadas Tecnológicas. Referiu o facto de Portugal ser um país onde se tem apostado bastante nas energias renováveis, mas aconselhou que é necessário ter os conhecimentos correctos e actualizados sobre as instalações solares térmicas e de como elas funcionam, tal como as normas que as regem e como se deve fazer uma monitorização correcta a uma destas instalações.
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Rui Ramos da DEC.MEDIDA apresentou novas soluções para medidas em infra-estruturas com cablagem de cobre e de fibra óptica, nas redes ITED e ITUR. A certificação é o único meio que assegura que o produto final cumpre com os standards definidos pela ISO/IEC/EN e proporciona informação sobre eventuais problemas e a sua localização. Certificar é, de facto, conhecer o “tamanho” da tubagem através de MHz que nos fornece informações sobre unidade de frequência, descreve sinais eléctricos, e pertence ao meio físico. A Teka Portugal foi representada na 5.ª edição das Jornadas Tecnológicas por José Couto que falou sobre os projectos e soluções realizados de acordo com a 2.ª edição do Manual ITED. Nos projectos de MATV, José Couto explicou que as CR1 (Cabeças de Rede) devem ser ajustadas com uma pendente inversa de igual valor à pendente provocada pela rede de distribuição, originando
nas tomadas referentes às ligações níveis de sinal equilibrados. Os pendentes (TILT) dessas curvas devem cumprir os limites, e José Couto ainda afirmou que o TILT deriva da diferença de comportamento da atenuação dos elementos da rede em função da frequência. Por exemplo, a atenuação dos cabos é directamente proporcional à frequência. Ou seja, é a diferença em dB entre o valor da atenuação a duas frequências distintas para uma mesma tomada. Assim sendo, o maior valor de TILT da rede CC ocorre geralmente na tomada mais desfavorecida da rede. Pedro Nobre da APC Portugal foi responsável pela última comunicação das Jornadas Tecnológicas de 2010. Explicou que a Infra-Estrutura Crítica de Rede (DataCenter Physical Infrastructure – DCPI) é um suporte sobre o qual as tecnologias de informação residem, e constatou que uma DCPI standard, adaptável e integrável é essencial para
obter redes altamente disponíveis e geríveis. Nos centros de dados há três fases importantes do projecto: análise e desenho (ferramentas de configuração), implementação (soluções modulares) e operação e manutenção (gestão integrada). Com uma 5.ª edição em 2010 no norte do país, a equipa organizadora das Jornadas Tecnológicas irá rumar a Sul do país, para mais um evento de sucesso no próximo ano. A equipa organizadora quer agradecer a todos os que se dirigiram a Viana do Castelo, desde participantes, oradores e patrocinadores e a todos os que tornaram possível a realização da 5.ª edição das Jornadas Tecnológicas.
Para mais informações REVISTA O ELECTRICISTA Tel.: +351 225 899 626 . Fax: +351 225 899 629 www.jornadastecnologicas.pt PUB