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ISO 21500: negócio novo ou mudança de mentalidades?

5  +   1    1



A HABILITAĂ‡ĂƒO

perante determinadas ferramentas de

Atualmente, a existĂŞncia de Especia-

1 '   2     -

lizaçþes, Pós-graduaçþes, Mestrados

ção não Ê obrigatória a não ser para

e atĂŠ Master Business Administration

regulamentar para o tipo de atividade

(MBA) na ĂĄrea de GestĂŁo de Projetos,

necessĂĄria se requerida, tornando as

mais do que uma mera atividade lu-

normas de aplicação voluntåria com

crativa, deve ser integrada numa pre-

exceção quando existe obrigatorieda-

ocupação de dotar os seus formandos

de na legislação, tornando-se numa

munidos de conhecimento e habilita-

  '  +   32 

ção na utilização de metodologias e

impostos por clientes ou intenção de

ferramentas, para que como respon-

RESUMO

utilização de ferramentas e metodolo-

sĂĄveis da gestĂŁo de projetos possam

A uniformização na gestão de projetos.

gias que permitam melhorar a perfor-

nĂŁo sĂł cumprir as melhores performan-

mance. Assim, nĂŁo se deve encarar a

ces mas tambĂŠm evitar os “desvios e

 '     

adendas de projeto� tão anormalmente

INTRODUĂ‡ĂƒO

garantia imediata das melhores prĂĄti-

normais em Portugal. Depois de algu-

Escrever sobre gestĂŁo de projetos, de

       # 

ma anĂĄlise Ă oferta nacional, revela-se

uma forma geral, ĂŠ considerar toda

   +  ' 

que uma considerĂĄvel fatia desta estĂĄ

 /      -

            -

diretamente ligada Ă inclusĂŁo da meto-

   3

        

terminada responsabilidade. Existem

dologia e indiretamente ligada Ă pre-

            

organizaçþes que detêm diversos níveis

paração para o exame de obtenção de

presentes sem equivalĂŞncia. Um dos

    &   -

  

problemas, em minha opiniĂŁo, poderĂĄ

mente tais como: a maior do setor, a

(a da Universidade Lusófona do Porto –

ser a inexistĂŞncia de um organismo Ăşni-

norte americana Project Management

      

   

       / 

Institute (www.pmi.org), baseando-se

Línguas e Administração – www.isla.pt)

que monitorize, controle e uniformize

numa avaliação de conhecimentos nos

enquanto outras seguem a metodo-

toda uma linguagem prĂłpria utilizada

processos de gestĂŁo de projetos, tal co-

         

neste meio, independentemente da

   PMBOK Guide; a

  

 !  

    



 &%  ' '

PRINCE2 (www.prince2.com) sendo um



    " #   $ %&  

+ ' +  0*1 

acrĂłnimo de PRojects IN Controlled En-

Empresa – www.indeg.iscte.pt). Uma

uma coordenação de esforços mais

vironments, ĂŠ uma metodologia usada

procura mais extensiva revelarĂĄ outras

exequĂ­vel num mercado cada vez mais

extensivamente pelo governo britânico

instituiçþes onde Ê possível obter-se

globalizante.

    7 8 +

uma habilitação acadÊmica nesta årea

deve comprovar a sua experiĂŞncia na

   '       * 

ĂĄrea sendo auditado pelo  -

mais abrangentes.

10

ESPAÇO QUALIDADE

   <  1"

 miguelsilvacorreia@iol.pt

A CERTIFICAĂ&#x2021;Ă&#x192;O

vernment Commerce (www.ogc.gov.uk);

Antes de se equacionar a possibilidade

a International Project Management

    1 

        -

Association &9   

A QUALIFICAĂ&#x2021;Ă&#x192;O

cação, deve-se compreender em pri-

primeira associação criada e reconhe-

+ ' ' -



+    '-

cida nesta årea, tem larga divulgação

+       / -

tes de realizar uma anĂĄlise estratĂŠgica,

especialmente no continente europeu,

junto de requisitos necessĂĄrios para o

      3   -

baseando-se numa avaliação da compe-

desempenho de determinada ativida-

belecer um plano de ação sustentado.

#             

de ou função) pelo que nunca deverå

  '         4 

projetos, constituĂ­da pelos conhecimen-

ser ignorada a experiĂŞncia comprova-

isto ĂŠ passar uma certidĂŁo que ĂŠ um

 <

#         

     0   -

documento emitido por uma entidade

        ICB-IPMA ou

res sob o risco de se selecionar algum

   +      3    

a Association for Project Management

que preenche os requisitos formais

caraterĂ­sticas e requisitos que uma en-

(www.apm.org.uk), criada em 1972,

documentais estipulados mas sem con-

         3  

 3     '   -

 

    1    *  

um documento de referĂŞncia preciso

ra e Europa. Outras mais poderiam ser

capaz de conduzir operacionalmente a

+   %    + +   -

referidas mas nĂŁo ĂŠ objeto deste artigo.

  ' 2  0    

ISO 21500: negócio novo ou mudança de mentalidades?  

Autor: Miguel Alexandre da Silva Correia; Revista: Manutenção nº116

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