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dossier sobre manutenção de instalaçþes elÊtricas e armazenamento de energia
proteção contra sobretensĂľes Jaime Cabrera MartĂnez, % # ) # J K E">"
Valores mĂĄximos (dimensionado)
INTRODUĂ‡ĂƒO
tiplas lesĂľes e inutilizar por completo um sistema de controlo, provocando enormes danos materiais. A aplicação de medidas protetoras contra sobretensĂľes garante a funcionalidade e disponibilidade das instalaçþes de produção, infraestruturas e instalaçþes de processos. Os regulamentos em vigor indicam como devem ser protegidos os edifĂcios e as instalaçþes perante este tipo de fenĂłmenos, de forma a garantir a segurança das pessoas e dos equipamentos elĂŠtricos e eletrĂłnicos.
DEFINIĂ‡ĂƒO, CAUSAS E TIPOS DE SOBRETENSĂ•ES Uma sobretensĂŁo ĂŠ qualquer tensĂŁo superior ao valor nominal da rede. As sobretensĂľes dividem-se em dois tipos: SobretensĂľes permanentes: a sobretensĂŁo tem uma duração su SobretensĂľes transitĂłrias: a sobretensĂŁo tem uma duração infe ! " As principais causas de sobretensĂľes permanentes sĂŁo a rutura do neutro ou problemas na rede de distribuição que provoquem um for # # $ % & # ' & # ( # #) $ * # # * + / comutação de cargas (switching) em centrais e equipamentos elĂŠtricos, e acoplamentos de outros cabos de potĂŞncia adjacentes. 2 # * # & # $ # ca opção passa por desligar a instalação atĂŠ que a tensĂŁo recupere os nĂveis normais, ao passo que para contrabalançar os efeitos de uma sobretensĂŁo transitĂłria devem ser instalados mecanismos e dispositivos de proteção contra sobretensĂľes que, ao detetar a sobretensĂŁo, derivem a terra da potĂŞncia desta, evitando que seja introduzida na instalação.
REGULAMENTO 3 # 4 678; * # # #< % < =$ # =( # " > suas diferentes secçþes sĂŁo: 4 678; ? @ 2 # =$ # @ 2 4 678; ? 8@ 2 # =$ # @ B #$ 4 678; ? ;@ 2 # =$ # @ 2 # =$ # # # pessoas; 4 678; ? D@ 2 # =$ # @ E # # # ) cos em estruturas. A anĂĄlise dos riscos deve ser efetuada por um especialista em proteção contra raios e sobretensĂľes, e a partir de critĂŠrios como a frequĂŞn F =$ G * # & & # danos, entre outros, que determinam o nĂvel de proteção contra raios que deve ser respeitada. H # < # # *
G com um dos quatro nĂveis de proteção contra raios (LPL). Dependendo do nĂvel de LPL devem ser concebidos sistemas de proteção que suportem um valor mĂĄximo do raio e de forma que atraiam e intercetem " # ' # $ # @ www.oelectricista.pt o electricista 59
LPL
Valor mĂĄximo 6 # M
Probabilidade !N <F
4
8 Q>
RRT
44
Q>
RWT
444
Q>
RXT
4N
Q>
RXT
Valores mĂnimos (interceção) LPL
Valor mĂnimo 6 # M
Probabilidade N
Raio * Rolante
4
; Q>
RRT
20 m
44
Q>
RXT
30 m
444
Q>
R T
D
4N
7 Q>
WDT
60 m
1¯YHLV GH SURWHмR FRQWUD UDLRV /3/
Para conseguir a proteção requerida sĂŁo necessĂĄrios dois tipos de medidas: Medidas externas e estruturais: aquelas que protegem contra as descargas diretas e indiretas de raios e que sĂŁo necessĂĄrias para a proteção fĂsica das pessoas; Medidas internas contra sobretensĂľes: fazem parte da instalação interna e protegem os equipamentos e instalaçþes elĂŠtricas contra descargas.
MEDIDAS EXTERNAS > F# # # $ & G um especialista em sobretensĂľes e pelo responsĂĄvel pelo edifĂcio + # # / < # 4 678; ) # =$ # " # didas incluem os seguintes pontos: 4 # =$ # Æ PĂĄra-raios; 4 # =$ Æ > =$ # < _ =$ ` # h =$ ` # Æ Ponto onde se descarga a sobretensĂŁo captada pelo raio; 4 # Æ k # =$ # ' # teriores e os indivĂduos; 6 =$ # Æ B # ' # "
MEDIDAS INTERNAS CONTRA SOBRETENSÕES Depois de se ter concebido de forma correta e instalado um sistema de proteção externo contra sobretensþes, este sistema não consegue evitar por completo os efeitos das descargas de raio nas instalaçþes # " * # ' & # ( (como o switching # # # / G # lação elÊtrica, eletrónica e de telecomunicaçþes, e não estar totalmente # # F# " # ( & ` # =$ de um sistema interno de proteção contra raios e sobretensþes.
PROTETORES DE SOBRETENSĂƒO Os equipamentos de proteção contra sobretensĂľes transitĂłrios sĂŁo dispositivos que se encarregam de “pĂ´r em derivaçãoâ€?, criando um
dossier sobre manutenção de instalaçþes elÊtricas e armazenamento de energia garantindo uma proteção completa, alÊm das três etapas de proteção. 2
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comunicaçþes, uma vez que estes podem causar interferĂŞncias e gerar sobretensĂľes por acoplamento; ĂŠ necessĂĄrio separar os cabos de entrada e de saĂda do protetor porque se isso nĂŁo acontecer a sobretensĂŁo da entrada podia acoplar-se sobre o cabo de saĂda, inutilizando a função do protetor; ! " 3 & % ção de equipamentos indicados para o efeito; 4 *# )56 ! 7 vez que os componentes destes circuitos tambĂŠm estĂŁo suscetĂ " ! 8 $
Figura 3. 3URWHWRU GH LQVWUXPHQWDмR H FRQWUROR 7LSR ' & H &
! " ! # # $ ! % & " ' co ponto, ao passo que nos restantes necessita de estar isolada atravÊs ! !( $ ) # & * incumprir com a equipotencialidade e ao ter diferentes terras interconetadas entre si, seriam produzidas correntes de baixa frequência que pode & # $ Por isso encontramos duas versþes dos protetores para a instrumentação e controlo, uma com terra direta e outra com terra indireta (ou Floating Ground /0 $ 1 ! ' /0$ Outros fatores importantes quando se instalam protetores de sobretensão em circuitos de instrumentação e controlo são os seguintes: 2 Ê necessårio separar cabos de potência dos cabos de dados e
3URWHWRU FRP WHUUD GLUHWD versus 3URWHWRU FRP WHUUD LQGLUHWD )*
CONCLUSĂ•ES ! & ( 8 ! ! $ 9 & saber que tipo de dispositivos devem ser utilizados, qual a sua dimensĂŁo, onde devem ser colocados e quais os critĂŠrios de instalação que devem seguir para garantir o nĂvel de proteção requerido e desta forma ! 3 $
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