Issuu on Google+

Programação

1

Março 2014


SUMÁRIO

O Sesc – Serviço Social do Comércio é uma instituição de caráter privado, sem fins lucrativos e de âmbito nacional. Foi criado em 1946, por iniciativa do empresariado do comércio de bens, serviços e turismo, que o mantém e administra. A ação do Sesc é fruto de um projeto cultural e educativo que trouxe, desde sua criação, a marca da inovação social. Ao longo dos anos, o Sesc introduziu novos modelos de ação e sublinhou, na década de 1980, a cultura como pressuposto para a transformação social. A concretização desse propósito se deu por uma atuação no campo da cultura e suas diferentes manifestações, voltada a diferentes públicos, faixas etárias e estratos sociais.

4 EM Primeira Pessoa Amor à arte brasileira

5

Ampliando o compromisso da instituição no campo da cultura, e compreendendo a educação como uma ação permanente, o Sesc implantou em agosto de 2012 o Centro de Pesquisa e Formação, cuja proposta é a de constituir um espaço articulado entre produção de conhecimento, formação e difusão. Procura, assim, propiciar trânsitos e trocas entre o saber fazer da instituição, os dados, informações e pesquisas existentes, e as temáticas permanentes, transversais e emergentes envolvendo educação e cultura. O Centro de Pesquisa e Formação é composto por três núcleos: o Núcleo de Pesquisas se dedica à produção de bases de dados, diagnósticos e estudos em torno das ações culturais e dos públicos. O Núcleo de Formação promove encontros, palestras, oficinas e cursos. O Núcleo de Publicações e Difusão se volta para o lançamento de trabalhos nacionais e internacionais que ofereçam subsídios à formação de gestores e pesquisadores.

Contextos

Rolezinhos: espaço urbano, juventude, preconceito e ostentação Direitos autorais na produção audiovisual contemporânea Gestão do Programa Revelando São Paulo Indicadores da Qualidade na Educação Cultura LGBT: A crítica da teoria queer Homossexualidade, repressão e espaços de sociabilidade

12 PERCURSOS AO LESTE Mapeamento colaborativo: instrumento de participação cidadã

13 Pesquisa em foco Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB)

14 À moda da casa O Sesc e a saúde bucal

15 Leitura comentada CAPA: Gestão do Programa Revelando São Paulo Foto: Reinaldo Meneguim

Programa Nacional de Direitos Humanos III

16 ENCONTROS SESC MEMÓRIAS Gestão e preservação da informação digital


EM PRIMEIRA PESSOA

CONTEXTOS

Conversa com profissionais sobre temas do campo da cultura.

12/03. Quarta, 19h30 às 21h30.

Nascida em São Paulo, Aracy A. Amaral tem se dedicado ao longo de sua vida à pesquisa sobre as artes plásticas no Brasil. Nesse encontro ela fala sobre sua trajetória também como crítica, professora, curadora e escritora, compartilhando suas opiniões sobre a história e o momento atual das artes visuais no país. Aracy A. Amaral, historiadora da arte, crítica, curadora. Foi professora de História da Arte na FAU-USP e curadora da Pinacoteca do Estado e do Museu de Arte Contemporânea da USP. Recebeu o Prêmio Governador do Estado por curadoria em 2012, pela exposição “Exercícios de Olhar”- Museu Lasar Segall. Publicou “A atração pelo passado colonial de São Paulo”, “Hispanidade em São Paulo” e “Arte para Quê? A Preocupação Social na Arte brasileira”, entre outros livros.

Rolezinhos: espaço urbano, juventude, preconceito e ostentação* Bruno Bertolazzi

Denise Andrade

Amor à arte brasileira

Atividades relacionadas ao campo da cultura: política pública de cultura, diversidade, identidade, economia da cultura, economia criativa, dentre outras.

Os “rolezinhos” devolveram à pauta do dia as discussões em torno do espaço público e privado, ocupação da cidade, distribuição desigual de equipamentos públicos de lazer e cultura, desigualdade social e preconceito racial. Neste curso, debate e reflexões sobre estes temas e outros suscitados pelo fenômeno dos “rolezinhos”. 11/ 03 - Juventude periférica e consumo – Análise do perfil, dos hábitos e da relação com o consumo dos jovens que vivem nas periferias da Grande São Paulo e que estão associados ao funk ostentação e à prática dos “rolezinhos”. MC Jota L relata a experiência de organização do “rolezinho” realizado no Shopping Internacional de Guarulhos em dezembro de 2013. Com Alexandre Barbosa Pereira, doutor em Antropologia Social pela USP e professor da UNIFESP.

De 11 a 19/03. Terças e quartas, 19h30 às 21h30.

Com Jefferson Luís, Mc Jota L, estudante e organizador do “rolezinho” no Shopping Internacional de Guarulhos em dezembro de 2013.

* o valor da inscrição é válido para todos os dias do curso. R$ 30,00 R$ 15,00 R$ 6,00 4

R$ 50,00 R$ 25,00 R$ 10,00 5


Com Renato Barreiros, produtor cultural e diretor do documentário “Funk Ostentação”. Produtor executivo da série “Reis da Rua” da TV Cultura. Com Wagner Pereira da Silva, MC Wá Relíquia, cantor e compositor. MC de funk desde os 13 anos, começou a cantar na escola onde estudava. Em 2009 venceu o segundo Festival de Funk da Cidade Tiradentes (SP). A mediação será realizada por Danilo Cymrot, criminólogo e pesquisador do Centro de Pesquisa e Formação do Sesc São Paulo.

18/03 - Desigualdade na oferta de equipamentos culturais e de lazer no espaço urbano – Discussão sobre as dinâmicas do espaço urbano e a carência de equipamentos culturais e de lazer em regiões periféricas como um dos elementos centrais que motivaram a realização dos “rolezinhos”. Com Vinícius Moraes Netto, mestre em Planejamento Urbano e Regional – PROPUR e doutor em Estudos Avançados em Arquitetura pela Univerisdade College London. É professor da Escola de Arquitetura e Urbanismo da UFF.

Direitos autorais na produção audiovisual contemporânea Pixabay

12/03 - Funk Ostentação –Diante da associação entre os “rolezinhos” e o funk ostentação, principalmente no que se refere à exaltação de uma cultura consumista, que tem no shopping center um espaço emblemático, será realizada a exibição do documentário “Funk Ostentação”, seguido de um debate.

Com Sérgio Branco, doutor e mestre em Direito Civil pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ. Diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro. Coordenador Adjunto do Curso de Direito da Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas Ibmec.

19/03 - Juventude negra e preconceito – Análise da relação entre preconceito racial e a severa repressão aos “rolezinhos”, compostos em grande parte por jovens negros das periferias. Com Paulo Cesar Ramos, especialista em Análise Política e Relações Institucionais pela UnB. Desenvolveu pesquisas para a Fundação Perseu Abramo e para a UNESCO sobre os temas juventude e relações raciais. Membro do Comitê Plano de Prevenção à Violência contra a Juventude Negra – Juventude Viva (SEPPIR / SNJ).

A tecnologia digital imprimiu significativas mudanças na produção da cultura. Se antes apenas os detentores dos meios tecnológicos (editoras, gravadoras, produtoras) eram capazes de criar e distribuir produtos culturais, hoje essas atividades estão acessíveis a mais pessoas, tornando o tema dos direitos autorais como central na produção cultural contemporânea. Discussão sobre esse contexto e seus pontos fundamentais.

13 e 14/03. Quinta e sexta, 14h às 18h.

R$ 50,00 R$ 25,00 R$ 10,00 6

7


De 19 a 27/03. Quartas e quintas, 19h30 às 21h30.

Com a proposta de difundir a diversidade da cultura tradicional do Estado, o Revelando São Paulo, há 17 anos, estimula paulistas do interior e da capital a conhecer sua própria história, contada por meio de suas tradições. Trata-se de um evento que envolve mais de 200 municípios do estado de São Paulo, 3.500 artistas e produtores populares e que recebe um público de cerca de 2 milhões de pessoas. Neste curso, destacam-se os seguintes conteúdos: histórico do programa e sua importância para as comunidades envolvidas; parcerias e impacto político e social; indicadores quantitativos e qualitativos; questões orçamentárias; articulação entre os grupos e produtores em geral de cultura popular; a culinária paulista em suas vertentes caipira e caiçara, dentre outros temas. Com Toninho Macedo, doutor em Ciências da Comunicação pela ECA/USP. Autor, ator e diretor de teatro. Criador e diretor Artístico da Abaçaí Cultura e Arte, e do Revelando São Paulo.

Indicadores da Qualidade na Educação Marcos Santos/ Usp Imagens

Reinaldo Meneguim

Gestão do Programa Revelando São Paulo

A discussão sobre a autoavaliação institucional proposta pelos Indicadores da Qualidade na Educação amplia o debate sobre a avaliação educacional e aprofunda a reflexão sobre qualidade na educação, para além das avalições externas em larga escala. Nesse encontro será apresentada a metodologia que referencia estes indicadores, e que tem como princípio o envolvimento de toda a comunidade escolar nas questões sobre a qualidade educacional. Pretende-se também, contextualizar tais indicadores ao atual momento da educação no Brasil.

27/03. Quinta, 14h às 17h.

Com Cláudia Bandeira, mestre em Educação pela PUC. Coordenadora de Projeto - Indicadores da Qualidade da Educação - Ensino Fundamental (Ação Educativa). Coordena ações de formação, disseminação sistematização de metodologia participativa de avaliação institucional em escolas públicas.

R$ 30,00 R$ 15,00 R$ 6,00

Com Jaqueline Santos, mestre em Ciências Sociais/Antropologia pela UNESP. Doutoranda em Antropologia Social pela Unicamp. Assessora do Programa Diversidade Raça e Participação (Ação Educativa).

R$ 50,00 R$ 25,00 R$ 10,00 8

9


A crítica da teoria queer* Exposição dos principais fundamentos da teoria queer, surgida a partir dos Estudos Culturais e do pós-estruturalismo; da crítica que faz à “heteronormatividade”; e da sua relação com a construção da noção de uma cultura LGBT. Esta palestra integra o ciclo de debates “Cultura LGBT”, composto por encontros independentes, que ocorrem nos meses de março e abril.

Cultura LGBT Fabio Rodriguez Pozzebom

Pixabay

Cultura LGBT

Com Richard Miskolci, doutor em Sociologia pela USP e professor da UFSCar. Pesquisador do CNPq e colaborador no Núcleo de Estudos de Gênero Pagu da Unicamp. Autor de “Teoria Queer: um aprendizado pelas diferenças” (2012) e “O desejo da nação: masculinidade e branquitude no Brasil de fins do XIX” (2012).

Esta palestra integra o ciclo de debates “Cultura LGBT”, composto por encontros independentes, que ocorrem nos meses de março e abril.

21/03. Sexta, 19h30 às 21h30.

28/03. Sexta, 19h30 às 21h30.

* O valor da inscrição é válido para cada encontro

* O valor da inscrição é válido para cada encontro

R$ 30,00 R$ 15,00 R$ 6,00

R$ 30,00 R$ 15,00 R$ 6,00

10

Homossexualidade, repressão e espaços de sociabilidade* O surgimento de uma cultura homossexual masculina no Brasil; a repressão da homossexualidade; a relativa tolerância dependendo da identificação dos homossexuais com os estereótipos de gênero, do espaço da cidade e do momento do ano, como o carnaval; os espaços de sociabilidade; as primeiras publicações sobre e para os homossexuais, são os temas deste encontro.

Com James Green, historiador, brasilianista e ativista dos direitos LGBT. Professor de História da América Latina da Brown University, em Rhode Island. Autor de “Além do Carnaval: a homossexualidade masculina no Brasil do século XX”.

11


PERCURSOS AO LESTE

PESQUISA EM FOCO

Apresentação de bases de dados, estudos, mapeamentos e investigações relacionadas ao campo da cultura.

Contato com formas de organização da cultura por meio de visitas, trocas de experiências, saberes e práticas na região leste da cidade de São Paulo.

Apresentação dos conceitos e experiências de mapeamentos e da participação dos cidadãos no território. Abordagem sobre: os princípios da cartografia crítica; as plataformas digitais de mapeamento colaborativo; e a proliferação de mapas afetivos. Enfoque especial sobre experiência do Mapa das Artes da Cidade Tiradentes, no qual houve um processo de articulação e mapeamento dos diversos artistas deste bairro da zona leste paulista e suas relações com o território. Com Luis Eduardo Tavares, formado em Ciências Sociais com enfoque nas interfaces entre política, cultura e comunicação. Doutorando em Ciências Políticas na PUC-SP, com pesquisa sobre participação social de interface digital, além de dedicar-se ao desenvolvimento de projetos na Manufatura de Ideias.

Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) José Luis da Conceição / A2 Fotografia

Reprodução

Mapeamento colaborativo: instrumento de participação cidadã

Entender o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica, por meio da apresentação da lógica de construção do IDEB, a partir da análise de suas dimensões; da avaliação do alcance ou não das metas, mostrando o que o indicador revela sobre o desempenho escolar dos estudantes brasileiros nos últimos anos. Com Carlos Eduardo Moreno Sampaio,bacharel e mestre em Estatística e Métodos Quantitativos pela UnB. Diretor de Estatísticas Educacionais do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

20/03. Quinta, 19h30 às 21h30. 26 e 27/03. Quarta e quinta, 19h30 às 21h30.

R$ 50,00 R$ 25,00 R$ 10,00 12

R$ 30,00 R$ 15,00 R$ 6,00 13


À MODA DA CASA

LEITURA COMENTADA

Leitura didática de documentos orientadores das políticas públicas de cultura.

Apresentação de como o Sesc realiza suas ações socioculturais nas diferentes áreas de atuação.

Apresentação do trabalho realizado pelo Sesc no campo da saúde bucal. Partindo da experiência da instituição na área, associada às bases conceituais aplicadas na atualidade, os encontros abordam desde os aspectos relacionados ao atendimento clínico, até a perspectiva educativa da ação. O curso inclui visita a uma clínica odontológica do Sesc, para que os participantes possam visualizar as instalações, bem como, vivenciar a atuação da equipe.

Programa Nacional de Direitos Humanos III Reprodução

Daniel Ducci

O Sesc e a saúde bucal

Leitura comentada da terceira versão do Programa Nacional de Direitos Humanos, publicada em 2009 e resultado de um amplo debate na sociedade civil. Após a contextualização geral de seus seis eixos orientadores, serão analisados com mais profundidade os direitos culturais nela previstos. Com Flávia Piovesan, professora doutora da PUC-SP na graduação e pós-graduação em Direito. Membro Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana. Membro do OAS Working Group para o monitoramento do Protocolo de San Salvador em matéria de direitos econômicos, sociais e culturais.

Com profissionais do Sesc em São Paulo.

26 e 27/03. Quarta e quinta, 15h às 18h. 25/03. Terça, 19h30 às 21h30.

Grátis

14

R$ 30,00 R$ 15,00 R$ 6,00 15


ENCONTROS SESC MEMÓRIAS Encontros sobre temas das áreas de Arquivo e Patrimônio, História e Memória.

Pixabay

Gestão e preservação da informação digital

Apresentação dos conceitos e procedimentos relativos à gestão da informação digital, abordando: as características da informação digital e sua relação com as atuais tecnologias de informação e comunicação (TIC); a gestão da informação digital; a preservação digital, seus aspectos e um modelo processual para gestão da informação digital; os metadados de preservação digital e a questão da interoperabilidade; e a relação entre “arquivos digitais” e “arquivos digitalizados”. Com José Carlos Abbud Grácio, mestre e doutor em Ciência da Informação pela UNESP/Marília. Foi Diretor de Informática da UNESP/Marília. É membro do Comitê Superior de Tecnologia da Informação da UNESP. Tem experiência nas áreas de Informática e de Ciência da Informação, com ênfase em Preservação Digital e Metadados.

De 11/03 a 8/04. Terças, 18h às 21h.

politicas culturais | identidade | legislação e direito cultural | economia criativa | gestão cultural | mediação | educação

CURSO SESC DE GESTÃO CULTURAL Curso dirigido à qualificação de gestores culturais que atuam em instituições públicas, privadas e do terceiro setor Início do processo seletivo em 23/04, com início das aulas em 01/08

R$ 60,00 R$ 30,00 R$ 12,00 16

Mais informações em (11) 5080.3057 gestaocultural@cpf.sescsp.org.br sescsp.org.br/centrodepesquisaeformacao


AGENDA março 2014 TERÇA

informações QUARTA

QUINTA

SEXTA

SÁBADO

6

7

8

*19h30 às 21h30 Patrimônio cultural: o desafio da proteção

*13h às 22h Curso Sesc de Gestão Cultural

*9h30 às 18h30 Curso Sesc de Gestão Cultural *14h às 17h Língua Portuguesa: práticas de leitura e escrita

11

12

13

14

**18h às 21h Gestão e preservação da informação digital

19h30 às 21h30 Amor à arte brasileira

14h às 18h Direitos autorais na produção audiovisual contemporânea

*13h às 22h Curso Sesc de Gestão Cultural

15

14h às 18h Direitos autorais na produção audiovisual contemporânea

*9h30 às 18h30 Curso Sesc de Gestão Cultural

juventude, preconceito e ostentação

*19h30 às 21h30 Patrimônio cultural: o desafio da proteção

18

19

20

21

22

**18h às 21h Gestão e preservação da informação digital

19h30 às 21h30 Gestão do Programa Revelando São Paulo

19h30 às 21h30 Gestão do Programa Revelando São Paulo

*13h às 22h Curso Sesc de Gestão Cultural

*9h30 às 18h30 Curso Sesc de Gestão Cultural

19h30 às 21h30 Rolezinhos: espaço urbano, juventude, preconceito e ostentação

19h30 às 21h30 Rolezinhos: espaço urbano, juventude, preconceito e ostentação

19h30 às 21h30 Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB)

25

26

27

**18h às 21h Gestão e preservação da informação digital

15h às 18h O Sesc e a saúde bucal 19h30 às 21h30 Gestão do Programa Revelando São Paulo 19h30 às 21h30 Mapeamento colaborativo: instrumento de participação cidadã

19h30 às 21h30 Programa Nacional de Direitos Humanos III

14h às 17h Indicadores da Qualidade na Educação 15h às 18h O Sesc e a saúde bucal 19h30 às 21h30 Gestão do Programa Revelando São Paulo 19h30 às 21h30 Mapeamento colaborativo: instrumento de participação cidadã

19h30 às 21h30 A crítica da teoria queer

*14h às 17h Língua Portuguesa: práticas de leitura e escrita

28

29

*13h às 22h Curso Sesc de Gestão Cultural

*9h30 às 18h30 Curso Sesc de Gestão Cultural

19h30 às 21h30 Homossexualidade, repressão e espaços de sociabilidade

Cancelamentos podem ser feitos em até 48 horas antes da atividade.

Funcionamento Terça a sexta, das 13h às 22h. Sábados e feriados, das 9h30 às 18h30.

*9h30 às 13h30 Patrimônio cultural: o desafio da proteção *14h às 17h Língua Portuguesa: práticas de leitura e escrita

19h30 às 21h30 Rolezinhos: espaço urbano,

19h30 às 21h30 Rolezinhos: espaço urbano, juventude, preconceito e ostentação

Para saber mais sobre o Centro de Pesquisa e Formação do Sesc e acompanhar a programação, acesse o site: sescsp.org.br/ centrodepesquisaeformacao Inscrições a partir do dia 25/02, com início às 14h, pelo site do Centro de Pesquisa e Formação ou nas Unidades do Sesc do Estado de São Paulo.

*14h às 17h Língua Portuguesa: práticas de leitura e escrita

*Atividade iniciada em meses anteriores. **A atividade continua em abril.

Legenda de preços Trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo matriculado no Sesc e dependentes. Aposentado, pessoa com mais de 60 anos, pessoa com deficiência, estudante e professor da rede pública com comprovate e usuário matriculado no Sesc e dependentes.


Centro de Pesquisa e Formação Rua Pelotas, 141, 5º andar, Torre A CEP 04012-000 Ana Rosa 750m Paraíso 1000m TEL.: (11) 5080.3057 FAX: (11) 5080.3061 sescsp.org.br/centrodepesquisaeformacao centrodepesquisaeformacao@sescsp.org.br /centrodepesquisaeformacao 20 @sescformacao


Programação Março 2014