Page 1

Quem sou eu Olá! Meu nome é Carolina Porto Ruwer. Sou jornalista diplomada pela Famecos (PUC-RS), com especialização em Expressão Gráfica na FAU (PUC-RS) e em Marketing Digital pela Alfamídia. Atuo no mercado editorial desde 1994. Comecei como estagiária na FEE - Fundação de Economia e Estatística como revisora de textos. Em 1995, fui trabalhar no jornal Zero Hora, primeiro como revisora, na área Comercial, e, a partir de 1999, como diagramadora. Atuei em todas as áreas do jornal, com destaque para as áreas de Economia e Variedades, onde trabalhei a maior parte do tempo. Em 2008, ao perceber uma carência de serviços de design e marketing de qualidade voltado a pequenos e médios negócios, resolvi empreender, e fundei a Impressione! Gráfica + Design. Durante o ano de 2014, atuei como consultora internacional da Organização das Nações Unidas, realizando trabalhos para o Sistema Nacional de Justiça do Timor Leste.

Paralelo a isso tudo, sempre trabalhei de forma autônoma para diversas empresas, diagramando informativos, newsletters, revistas, cases de marketing e demais trabalhos na área editorial. Conheça alguns desses trabalhos nas páginas a seguir.


Trabalhos para UNDP MODELOS PARA RELATÓRIOS DO SISTEMA NACIONAL DE JUSTIÇA TIMOR LESTE Cliente: UNDP Justice System Programme Formato: 21x29,7cm Ano: 2014 Publicação trilíngue: Língua Portuguesa, Inglês e Tétum


Trabalhos para UNDP MODELO E EXECUÇÃO DE LIVROS LEGAIS Cliente: UNDP Justice System Programme Ano: 2014 Publicação trilíngue: Língua Portuguesa, Inglês e Tétum


Trabalhos para UNDP FICHAS TÉCNICAS PARA O SISTEMA NACIONAL DE JUSTIÇA TIMOR LESTE — TRILÍNGUE: INGLÊS, PORTUGUÊS E TÉTUM (VERSÕES WEB E IMPRIMÍVEL) Cliente: UNDP Justice System Programme Formato: 21x29,7cm Páginas: 2 Ano: 2014 Publicação trilíngue: Língua Portuguesa, Inglês e Tétum


Trabalhos para UNDP MODELO PARA BOLETIM DO MINISTÉRIO PÚBLICO ­— SISTEMA NACIONAL DE JUSTIÇA TIMOR LESTE Cliente: UNDP Justice System Programme Formato: 21x29,7cm Páginas: 6-8 Ano: 2014 Publicação trilíngue: Língua Portuguesa, Inglês e Tétum


Trabalhos para UNDP

CALENDÁRIO, BROCHURA E ADESIVO COMBATE À VIOLÊNCIA DOMÉSTICA Cliente: UNDP Justice System Programme Ano: 2014 Publicação trilíngue: Língua Portuguesa, Inglês eTétum


Design de livros RETRATOS DE UM BRASIL QUE COOPERA Cliente: Fundação Sicredi Formato: 28x28cm Páginas: 152 Ano: 2014 Tipo: Capa dura Características: Livro de luxo fotográfico Fotos: Eduardo Tavares Edição de fotos: Renato Mendonça Coordenação do projeto: Liga Produção Cultural Publicação bilíngue: Língua Portuguesa e Inglês

26

27

14

15

Coopera

Atividades: planejamento gráfico, diagramação, tratamento de imagens, fechamento de arquivos, acompanhamento de impressão junto à gráfica

Cooperate

As páginas deste capítulo traduzem na forma de imagens o sotaque brasileiro para o verbo cooperar� Cooperar se conjuga no campo e na cidade, nos escritórios climatizados e nos terreiros de café, nas oficinas de reciclagem e nos laboratórios sofisticados de controle genético, na busca de novas técnicas de plantio e nas conquistas de novos mercados� Nas terras brasileiras, cooperar não é verbo intransitivo, ele admite infinitas conjugações� E nunca se conjuga sozinho� In this chapter, the many accents of Brazil are translated into the word cooperate through images. Cooperate is conjugated in the field and in the city, in air-conditioned offices and on coffee plantations, in recycling workshops and sophisticated laboratories for genetic control, in the quest for new planting techniques and in conquering new markets. On Brazilian land, cooperate is not an intransitive verb, rather it permits countless conjugations. And it is never conjugated alone.

Disponível para download em http://retratosbrasilquecoopera.com.br/RBC_031215_v1.pdf 48

49


Design de livros SUSTENTABILIDADE DAS ORGANIZAÇÕES DO TERCEIRO SETOR: GESTÃO DE PESSOAS Cliente: FMSS - Fundação Mauricio Sirotsky Sobrinho Formato: 30x21cm Páginas: 129 Ano: 2010 Trabalho realizado em parceria com a DivulgAção Assessoria

Atividades: projeto gráfico, diagramação, gráficos, tratamento de imagens e fechamento de arquivos


Design de livros Relatório VI e VII Jornadas Estaduais contra a Violência e a Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes - Sensibilização: um novo olhar e uma nova consciência Cliente: FMSS - Fundação Mauricio Sirotsky Sobrinho Formato: 30x21cm Páginas: 129 Ano: 2010 Trabalho realizado em parceria com a DivulgAção Assessoria e Formatexto Jornalistas Associados

Projeto gráfico, diagramação e fechamento de arquivos


Design de livros Relatório VIII Jornada Estadual contra a Violência e a Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes Comunidade Escolar em Ação Cliente: FMSS - Fundação Mauricio Sirotsky Sobrinho Formato: 30x21cm Páginas: 117 Ano: 2011 Trabalho realizado em parceria com a DivulgAção Assessoria e Formatexto Jornalistas Associados

Projeto gráfico, diagramação, tratamento de imagens e fechamento de arquivos


Design de livros Destaque para o uso com tipologia e elementos gráficos decorativos vintage (detalhe)

Rua Garibaldi, 1085 Vivências de Olga Nedel Schlatter Cliente: Olga Nedel1085 Schlatter Rua Garibaldi, Formato: 24x19cm Vivencias de Olga Páginas: 76 Nedel Schlatter Ano: 2009 Olga Nedel Schlatter e Renato Mendonça

Projeto gráfico, diagramação, tratamento de imagens, restauração de fotos antigas e fechamento de arquivos


Design de livros

Cliente: Família Schlatter Formato: 21x21cm Páginas: 160 Ano: 2010

Y_Hospital Schlatter 22-7-10.indd 1

23/07/10 12:16:08

Hospital Schlatter: A Trajetória de Gabriel, Doris José e Theo Tássilo


Design de livros

Projeto gráfico, diagramação, tratamento de imagens, restauração de fotos antigas e fechamento de arquivos


Design de livros

Pilares da Tradição Cliente: Liga Produtora para a Unifertil Formato: 23x23cm Páginas: 188 Ano: 2011


Design de livros


Design de livros

Projeto gråfico, diagramação, tratamento de imagens e fechamento de arquivos


Design de livros


Design de livros


Design de livros A Trilha de Luiz e Malvina Englert e seus Filhos

Cliente: Família Englert Formato: 21x30cm Páginas: 188 Ano: 2012

Projeto gráfico, diagramação, tratamento de imagens, restauração de fotos antigas e fechamento de arquivos


Design de livros Encartado pĂ´ster com a genealogia completa da famĂ­lia Englert atĂŠ os dias atuais (direita)


Design de livros Teatro com Gra¢a

Cliente: DRAN - Grupo de Dramaturgia Formato: 21x30cm Páginas: 206 Ano: 2012

Projeto gráfico, diagramação, tratamento de imagens e fechamento de arquivos


Design de cases Sport Club Internacional – o Centenário de Todo o Mundo

Projeto gráfico, diagramação, tratamento de imagens e fechamento de arquivos

Case vencedor do Prêmio Colunistas Promo 2010 categoria Ouro

Cliente: Marprom Formato: 21x30cm Páginas: 24 Ano: 2012


Design de cases Sport Club Internacional – o Centenário de Todo o Mundo Cliente: Marprom Formato: 59,4x84,1cm Páginas: 1 Ano: 2010 Arte digital para apresentação em telão

Case vencedor do Ampro Globe Awards 2010 categoria Melhor Campanha Promocional - Regional Sul

Projeto gráfico, diagramação, tratamento de imagens e fechamento de arquivos


Design de cases PROFISSIONAL DE MARKETING: ELIETE SANTANA DE QUADROS Cliente: Marprom Formato: 21x29.7cm Páginas: 01 Ano: 2012

Layout Case vencedor do Prêmio Colunistas 2010 - categoria Empresária de Marketing Promocional do Ano


Design de cases PLÁSTICO RECICLADO, VIDAS RENOVADAS PARA A CONSTRUÇÃO DE UM MUNDO SUSTENTÁVEL Projeto gráfico, diagramação, tratamento de imagens e fechamento de arquivos

Plástico reciclado,

vidas renovadas

Cliente: Braskem Formato: 21x29.7cm Páginas: 21 Ano: 2012 Trabalho realizado em parceria com a Formatexto Jornalistas Associados

– Para a construção de um mundo sustentável –

Case Vencedor do Top Sustentabilidade ADVB/RS 2012


Design de revistas VOCÊ DECIDIRÁ

Porto Alegre, setembro de 2015

Polêmica

Cercar ou não a Redenção

em revista

Uma polêmica que já dura quase 25 anos envolvendo um dos principais pontos de encontro de Porto Alegre voltou a debate recentemente mas deverá ser resolvida pelos próprios moradores. O cercamento da Redenção, assunto que tem gerado discussões acaloradas, será decidido em um plebiscito conforme lei aprovada pela Câmara e sancionada pelo prefeito José Fortunati. É provável que a realização da consulta popular ocorra durante as eleições municipais de 2016, em 2 de outubro. A data definitiva, no entanto, ainda não foi escolhida. O assunto será analisado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Proposto inicialmente em 1991 pelo vereador Nereu D’Ávila (PDT), o cercamento do parque mais popular de Porto Alegre sequer chegou a ser votado na ocasião. Outras tentativas de votação ao longo dos últimos anos também foram infrutíferas. Em razão disso, D’Ávila apresentou o projeto de plebiscito agora aprovado. A ideia voltou a gerar controvérsia este ano sobretudo após uma universitária de 21 anos relatar em uma rede social ter sido atacada na

O cercamento da Redenção

Cinema

Por que sou a favor

Por que sou a contra

Fulano de tal, xx anos, professor “A cerca ajuda na questão da segurança, com a redução da violência no parque, com o controle de quem entra e sai do local.’’ Fulano de tal, xx anos, professor “A cerca ajuda na questão da segurança, com a redução da violência no parque, com o controle de quem entra e sai do local.’’ Fulano de tal, xx anos, professor “A cerca ajuda na questão da segurança, com a redução da violência no parque, com o controle de quem entra e sai do local.’’

Fulano de tal, xx anos, professor “Porque o cercamento cria a falsa ilusão de segurança. O grande desafio é aumentar o uso intensivo da área, as atividades públicas e culturais e a própria circulação de pessoas.’’ Fulano de tal, xx anos, professor “Porque o cercamento cria a falsa ilusão de segurança. O grande desafio é aumentar o uso intensivo da área, as atividades públicas e culturais e a própria circulação de pessoas.’’ Fulano de tal, xx anos, professor “Porque o cercamento cria a falsa ilusão de segurança. O grande desafio é aumentar o uso intensivo da área, as

Conheça a história ∞ A área onde hoje situa-se a Redenção foi doada à cidade em 1807. ∞ Inicialmente o local foi chamado de Potreiro da Várzea ou Campos da Várzea do Portão. ∞ Mais tarde, por causa da Igreja do Nosso Senhor do Bom Fim, ali perto, a área passou a ser conhecida como Campos do Bom Fim. ∞ Em 1884, a Câmara propõe que o local seja denominado Campos da Redenção em homenagem à libertação de escravos. ∞ O parque como conhecemos hoje foi inaugurado em 19 de setembro

¬crédito da foto¬ ¬ ¬

06

07

Bairro é tema de filme COMPORTAMENTO

¬crédito da foto¬ ¬ ¬

Bagunça legal

Perfil Nei Lisboa

¬andré feltes, divulgação¬ ¬ ¬

BOM FIM EM REVISTA Projeto piloto* de revista de bairro Formato: 17X22cm

* em fase de comercialização

Ehent, quiducipit lab inctem ellitatur, omnim dit ape platio blabo. Et quasperum, soluptae ea nos et volupta taspictem aut estrunt, etusape velit et eatusa vollo odiorpor modions eriberum illaboribus rp ossuntios ex exceaqui con eum rae optatios aut eseque pro 06

Aate cuscit lacerchil magnihilit que consedi quos eicia que dolores eos ne natio dolorrum ad quis et earist eatur, alit molum volorumquae et officid ucilit enimet volorem eatur? Nequias etur, aut exped ut aut hilit voloreh enimost vendemo luptationsed qui alibust ruptat et esequas experna testem comnienis ilique es as placimo loreictio. Itaepeditis rerro moluptatet exerspite lant.ae eicatendebis aut harumetum qui consent. Senimol uptisse quisquid quam faccae nam qui occum quisciandit pos ea dolo ipit quae dolore evendament, offic to conse culparcim siminverum ent, aceatum vero blanto volor aboreri bustibus audi as verepra essustet a vel idebitam, a sum hilibusae. Evendisquos pliquiatusda simus sunt antio. Voluptibus ut dolupta apis et aut voluptas pa quaerepuda vid quiut occus explita turionsequo doluptat. Nem que consequias ne necta culparc hiciduc ipidunte verum que volorat uribernatia volenda ndandae. Nam vel ipsa quis nos reium cus sinte pre pa con rerit, ommodion et utes qui con cum laborem quiassit volorem poreptur adi doluptae labo. Uptatem volorepudae apit eatem a iditi aute poria consequam, saecearum nos que prepella pe consed que nectur? Xeritat emporupti qui ommoluptatur sed ma sequis expliquos aut res porehendem. Et andam est, id quamusd aernam, cus doleste molorem porrum volut ero eicias voluptatur sitAgnatat. Dus. Itate nonsedi pitiae vellupt atemquos soloriore preriti tem. Demosam, officti atquasi mincita taquaec uptatem fugiam quos solorro ribusci.

07


Design de revistas 6˚ FÓRUM MUNDIAL DE JUÍZES O PODER JUDICIÁRIO E OS AVANÇOS CIVILIZATÓRIOS

Projeto gráfico, diagramação, tratamento de imagens e fechamento de arquivos

100 95 75

25 5 0

PAG_02 quinta-feira, 15 de abril de 2010 16:43:38

Cliente: Marprom Formato: 21x29.7cm Páginas: 20 Ano: 2010

100 95 75

25 5 0

PAG_08 quinta-feira, 15 de abril de 2010 17:52:51


Design de revistas REVISTA NA REDE

O INFORMATIVO DA FUNDAÇÃO TÊNIS l Nº 20 l DEZEMBRO l 2012

Guga conquista

Rolando Garra

Cliente: Fundação Tênis Formato: 21x29,7cm Páginas: 12 Anos: 2012, 2013 e 2014

Foto Cristiano sant’anna/indiCeFoto.Com

EX-TENISTA NÚMERO 1 DO MUNDO PARTICIPOU DO 5º TORNEIO INTEGRAÇÃO DA FUNDAÇÃO TÊNIS PÁGINAS CENTRAL E 8 Fomos selecionados para o Programa Esporte & Cidadania da Petrobras

Imposto de Renda devido pode se transformar em doações

PÁGINA 3

PÁGINA 11

Projeto gráfico, diagramação, tratamento de imagens e fechamento de arquivos


Design de informativos FIQUE LIGADO INFORMATIVO IMPRESSO SOBRE SAÚDE, SEGURANÇA E MEIO AMBIENTE

MEIO AMBIENTE

SEGURANÇA

Reciclar e reduzir são regras básicas

Atitudes evitam acidentes

área de Meio Ambiente da NAVISTAR South America destaca as principais ações promovidas nas três unidades da empresa, que refletem a política de Meio Ambiente adotada.

prática de atitudes seguras evita acidentes no trabalho e no lar. O comprometimento com a segurança está inserido em todas as atividades realizadas na NAVISTAR South America. Na área operacional, é obrigatório o uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), que variam conforme a atividade desempenhada. Em casa, a segurança deve ser um hábito familiar, presente na rotina de pais, mães e filhos. Quase a metade dos acidentes nos lares é causada por quedas e queimaduras, especialmente quando há crianças e idosos, segundo dados da Organização Mundial da Saúde. A OMS também garante: acidentes são evitados com medidas preventivas.

A 1

A reciclagem dos resíduos resultantes da produção de motores e dos processos de apoio (escritórios, restaurante e manutenções). Em Santo Amaro, atualmente são reciclados, em média, 75% dos resíduos gerados. A meta para o ano fiscal de 2011 é aumentar esta participação para 85%.

2

Os programas de redução de consumo de água e energia elétrica. Em Canoas, são usados, em média, 460 litros de água a cada unidade produzida, quantidade que tem como meta para o ano fiscal de 2011, 512 litros / unidade produzida. Na Argentina, a meta para o ano fiscal de 2011 é 168 litros / por unidade produzida. O objetivo da NAVISTAR South America, comprometida com a sustentabilidade, é planejar e executar ações que, cada vez mais, utilizem menos recursos extraídos do meio ambiente e causem menor impacto.

A

Lição de casa Rogério de Angelis Cantante, supervisor de Instalações e Serviços em Santo Amaro, pratica ações sustentáveis em casa. “Há quatro anos comprei um apartamento. Quando fui reformá-lo, optei por itens que permitiriam economizar o uso dos recursos naturais e financeiros”. Ao assumir a área de Instalações & Ser-

Filosofia de vida A permacultura é uma forma de trabalho que oferece ferramentas para o planejamento, a implantação e a manutenção de ecossistemas, de modo a que eles tenham a diversidade, a estabilidade e a resistência da vida natural. Esta filosofia já faz parte da vida de Walter Jaime, operador auditor de Inspeção de Recepção, em Jesús María. “Comecei a desenvolver o coletor de metano como uma contribuição ao meio ambiente,” conta Walter, que trabalha no projeto do coletor instalado em sua casa.

viços há três anos, Rogério levou a iniciativa para a empresa. “Hoje, todas as reformas e/ou novas instalações têm foco em sustentabilidade, como por exemplo, as torneiras econômicas”, finaliza.

Responsabilidade de cada um A realidade prática para a economia de energia nas grandes indústrias têm dimensões culturais e técnicas. Para o engenheiro de Manutenção Industrial da unidade de Santo Amaro, Marcelo Lima dos Santos, “é imprescindível que todos façamos a nossa parte para contribuir com um desenvolvimento sustentável”. Marcelo acredita que promovendo programas intensos de conscientização “conseguiremos fazer com que todos otimizem e evitem o desperdício. Cada um de nós também tem responsabilidade sobre ações sustentáveis”.

Na hora de escrever, seja ecológico

 Central de Resíduos

Os Colaboradores de Canoas e Santo Amaro receberam canetas ecológicas, constituídas em grande parte por papel kraft, de rápida decomposição no meio am-

biente. Em Jesús María, os Colaboradores receberam mudas de espécies nativas aromáticas como brindes e foram premiados pelas melhores Ideias Verdes.

Trimestral_02.indd 1

Cliente: Navistar South America Formato: 63x29,7cm (com duas dobras) Páginas: 6 Ano: 2011 Periodicidade: trimestral Trabalho em parceria com a Formatexto Jornalistas Associados

Projeto gráfico, diagramação, tratamento de imagens

Dicas de qualidade de vida Os pais podem deixar a casa mais segura, colocando em prática ações simples e eficazes:  Acostume seus filhos a não deixar brinquedos espalhados pela casa. Se o espaço é pequeno, delimite uma área para as brincadeiras.  Ensine seus filhos a não correr quando estiverem carregando objetos pontiagudos ou de vidro.  Não deixe tapetes soltos nas escadas.  Conserve os produtos de limpeza longe das crianças. Em caso de ingestão de qualquer produto, procure imediatamente um médico.  Cuidado ao colocar panelas com os cabos voltados para frente. Evite que um descuido derrube o vasilhame quente sobre alguém. Saiba mais no site www.criancasegura.org.br

Edição 2 / Julho 2011 Informativo sobre Saúde, Segurança e Meio Ambiente

Plantas Canoas (RS), Santo Amaro (SP), Jesús María (ARG)

MEIO AMBIENTE

Futuro existe em um mundo sustentável As três unidades da NAVISTAR celebraram o Dia Mundial do Meio Ambiente com distribuição de brindes ecológicos aos Colaboradores

 Canoas (acima), Jesús María (E), Santo Amaro (D)

S

ustentabilidade. Há muito, essa palavra deixou de ser moda para invadir o dia a dia, incluindo as organizações empresariais, a fim de disseminar e consolidar a cultura voltada para a construção do futuro. Nela, o desenvolvimento tem que estar alicerçado no tripé: econômico, social e ambiental.

ERGONOMIA garante conforto e saúde

A NAVISTAR South America, certificada com o ISO 14001 desde dezembro de 2001, desenvolve ações voltadas para a redução do impacto ambiental, respeita as leis e os regulamentos. A empresa reforça seu compromisso com a Sustentabilidade, promovendo ações de integração, como a distribuição de brindes ecológicos em

suas três unidades para celebrar o Dia Mundial do Meio Ambiente. A data, comemorada no dia 5 de junho, foi criada em 1972 pela Assembleia Geral das Nações Unidas, justamente para aumentar a conscientização das pessoas sobre a necessidade da atenção e dos cuidados, que são vitais para a saúde do meio ambiente.

Publicação bilíngue Português / Espanhol Edições Brasil (ao lado) e Argentina (abaixo)

Em casa, pense como PREVENIR acidentes

08/07/11 10:57:51


Design de informativos Edições Brasil (ao lado) e Argentina (abaixo)

Informativo de Saúde, Segurança e Meio Ambiente Edição nº 5 – abril de 2011

SEGURANÇA

Ruídos controlados Anualmente, a NAVISTAR South America elabora o Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA), em conformidade com a Norma Regulamentadora (NR) 9. Nele, estão contempladas ações de identificação, monitoramento e controle de agentes ambientais químicos (tintas, solventes, poeira), físicos (ruídos, vibração, calor) e biológicos (lixo urbano e hospitalar, contato com esgoto). Nesta edição, será abordado o agente físico RUÍDO. Para o tratamento desse agente, as áreas de Saúde e Segurança desenvolvem o Programa de Conservação Auditiva (PCA), no qual é adotado um conjunto de medidas que visa à avaliação e diminuição dos impactos causados pelo ruído ambiental na empresa.

MELHORIAS NO AMBIENTE DE TRABALHO Presente no ambiente de trabalho, o ruído é proveniente dos equipamentos utilizados na produção industrial e em suas atividades. Com o intuito de reduzir o nível de ruído na fonte e diminuir a exposição dos Colaboradores, a empresa desenvolve uma série de medidas de proteção coletiva contra ruídos, entre as quais:  Eliminação de pontos de ar comprimido.  Enclausuramento de máquinas.  Substituição de máquinas e alteração de processos.  Troca de rolamentos e ferramentas.

FIQUE LIGADO - INFORMATIVO SOBRE SAÚDE, SEGURANÇA E MEIO AMBIENTE

Saúde preservada Todo Colaborador das unidades da NAVISTAR faz o controle audiométrico anual, como parte dos exames periódicos. O primeiro teste de avaliação da audição é realizado durante o exame admissional. As plantas de Santo Amaro e de Canoas possuem cabines audiométricas, e os exames são realizados por fonoaudiólogos, garantindo a qualidade do procedimento. O acompanhamento médico permite detectar as anormalidades, que podem ser causadas por excesso de ruído e doenças do aparelho auditivo, além de outras doenças metabólicas, como diabete, níveis de colesterol e triglicerídios aumentados. O médico faz uma investigação e indica as medidas preventivas ou curativas. PROTETORES AUDITIVOS Ao trabalhar em local com ruído acima de 80 decibéis, o Colaborador deve usar o protetor auditivo (concha ou plug), considerado um EPI (Equipamento de Proteção Individual). A legislação também prevê a utilização de dupla proteção, na qual há uma combinação dos dois protetores.

Publicação bilíngue Português / Espanhol

Cliente: Navistar South America Formato: 21x29,7cm Páginas: 2 Ano: 2011 Periodicidade: quinzenal Tipo: jornal mural Trabalho em parceria com a Formatexto Jornalistas Associados


Design de informativos Edição nº 01 - fevereiro de 2011

CRIATIVIDADE Sempre ligado

Água de todos nós Um dos grandes desafios atuais é reduzir o consumo de água. De acordo com a Organização das Nações Unidas, cada pessoa necessita de cerca de 110 litros de água por dia. No entanto, no Brasil, o consumo chega a 200 litros/dia. Na NAVISTAR South America, as boas práticas determinam o uso racional de recursos naturais, entre eles a água. A empresa estimula os Colaboradores quanto ao uso consciente da água por meio dos programas motivacionais. A sugestão do Colaborador Almeni Dorneles, da unidade de Canoas, implantada através do Programa Ideias, diminuiu o consumo e representa um exemplo de conscientização ambiental. Desde maio de 2009, a água utilizada para higienização das mãos nas pias do vestiário masculino é reaproveitada para descarga no mictório. Na planta de Santo Amaro, a água da chuva é coletada e reaproveitada no processo industrial. Os banheiros têm torneiras automáticas que auxiliam na redução do consumo de água e os chuveiros possuem redutor de volume.

FIQUE LIGADO INFORMATIVO SOBRE SAÚDE, SEGURANÇA E MEIO AMBIENTE

Cliente: Navistar South America Formato: 21x29,7cm Páginas: 2 Ano: 2011 Periodicidade: quinzenal Tipo: jornal online Trabalho em parceria com a Formatexto Jornalistas Associados

DICAS  Manter

a torneira fechada ao escovar os dentes e ao ensaboar a louça

 Reduzir  Não  Não

o tempo do banho

lavar o carro com mangueira

utilizar a mangueira como vassoura ao limpar a garagem e o quintal

Djalma Geraldo Pereira, Colaborador da área de Logística Interna, na planta de Santo Amaro, foi o vencedor do concurso Qual é o meu nome? Na empresa há quase oito anos e participante assíduo dos programas de melhorias da NAVISTAR, Djalma fez a sugestão a partir da necessidade “de que precisamos estar sempre ligados a tudo o que está ao nosso redor”.

Publicação bilíngue Português / Espanhol

Edições Brasil (acima) e Argentina (ao lado)


Design de jornais QUINTANARES Edição comemorativa do aniversário de 25 anos da Casa de Cultura Mario Quintana Formato: tabloide 16 páginas Colorido

10 l Porto Alegre, setembro de 2015

Quintanares l 11

Um hotel majestoso na Rua da Praia

EDIÇÃO COMEMORATIVA AOS 25 ANOS DA CASA DE CULTURA MARIO QUINTANA - SETEMBRO 2015 - DISTRIBUIÇÃO GRATUITA FOTOS DULCE HELFER

25 ANOS de aplausos

Um dos mais importantes centros dedicados à arte e ao conhecimento da América do Sul, a Casa de Cultura Mario Quintana comemora essa data com atividades oferecidas para a comunidade. Um espaço que, além de incentivar a cultura, tem uma história de sucesso contada nesta edição especial do jornal Quintanares. A publicação mostrará como esse projeto virou um símbolo para os gaúchos.

Idealizado por um visionário do empreendedorismo, o Hotel Majestic, um prédio com ares de palacete, no coração da capital gaúcha, ajudou a mudar o perfil de Porto Alegre ao se inserir no cotidiano político, social e econômico da cidade, sobretudo na primeira metade do século passado. A construção foi uma espécie de testemunha imponente dos fatos que conduziram a história nacional até ser vencida pela modernidade, o que, no entanto, acabou dando início a um processo de revitalização que a transformou em um dos maiores centros culturais da América do Sul. A Porto Alegre dos anos 20 vivia um momento singular de desenvolvimento. Nesse cenário, surge um sonhador que tinha um terreno entre a Andradas e a Sete de Setembro, cortado pela então Travessa Araújo Ribeiro e que queria que ali fosse levantado um prédio para ser reconhecido entre os demais. Assim, audaz, Horácio Carvalho contratou o arquiteto Theodor Alexander Josef Wiederspahn, um alemão que emigrara para o Brasil e que deixou marcas pela cidade. É dele o projeto de prédios como o do edifício Ely (atual Tumelero, no Centro), o da Faculdade de Medicina da UFRGS, o dos Correios e Telégrafos (atual Memorial do Rio Grande do Sul) e o do Museu de Arte do Rio Grande do Sul (Margs). O projeto de Wiederspahn era moderno e surpreendente. Tinha dois blocos separados pela Travessa Araújo Ribeiro e ligados por passarelas suspen-

“O grande legado que fica é a cultura. A destinação do prédio do Majestic não poderia ser outra. Antes, as pessoas entravam lá como hóspedes ou visitantes, agora são participantes. O local tem vida. Ouço crianças entrando e saindo. É uma energia muito boa, e a cidade está usufruindo.” Flávio Porcello, jornalista, bisneto de Horácio Carvalho, dono do Hotel Majestic

sas. A doutora em Arquitetura e Urbanismo e professora da UFRGS Sílvia Lopes Carneiro Leão, que realizou uma pesquisa a partir de sua dissertação de mestrado sobre hotéis, classifica a planta como “interessante”: – Era arrojada para a época, particularmente a ligação por passarelas, que criava uma rua interna, algo inédito – diz a professora, que quando criança chegou a se hospedar no Majestic com a família. Segundo sua pesquisa, a travessa era a chave do projeto: “ao incorporar a rua ao hotel, o arquiteto criou um espaço nem tão privado que constituísse barreira aos passantes, nem tão público que não funcionasse como filtro aos transeuntes”. Outra inovação era o uso de concreto armado, o que gerou até motivo de publicidade nos jornais (veja detalhe). A primeira ala do edifício, a oeste, ficou pronta em 1918. Nessa primeira fase, o hotel funcionava como uma pensão,

FOTOS DULCE HELFER

conforme a pesquisa de Sílvia Leão. Cinco anos depois, em 1923, quando o empreendimento de Horácio Carvalho passa a ser administrado pelos irmãos Masgrau, surge o nome Majestic. A construção da ala leste é finalmente concluída em 1929,

A imagem perdida

DULCE HELFER

Para Armindo, Quintana é um gênio da literatura ARMINDO TREVISAN

Página 11

Amigo é “O nome de Mario começou Schilling brinca que todo o esO homem de cabelos bran- de aparelho cultural que serDULCE HELFER a circular entre outras razões tado precisa de um totem literácos, voz mansa e um papo que visse de modelo para todos os aquela criatura porque o Mario era apolítico. rio. E, naquele momento nosso poderia render uma noite intei- municípios gaúchos. que escuta dentro Ele simplesmente fazia parte totem estava Fique ali, vivopor e pronto ra de risadas e revelações tem – Elegemos a Casa como a todas as da condição social”. A frase do para significarConfi a Casa de Cultu- em muito a contar sobre a história reconstrução da nossa autoesra a programação historiador Voltaire Schilling re- ra. Não haviawww.ccmq.com.br um nome melhor recente do nosso Estado. Esta- tima. Aquilo não podia ser um nossas coisas monta ao momento político que que o de Mario. mos no apartamento do profes- cortiço cultural, tinha que ser Algumas oficinas são gratuitas, sem aquela o país passava, quando Mario Em 2 de maio de 1983, o desor, escritor e ex-secretário de um local com espaços adequaoutras não (confira no site) Quintana foi homenageado com putado estadual Ruy Carlos Oscara que Cultura Carlos Jorge Appel. O dos à nossa cultura. – rememoo nome da Casa de Cultura de termann apresentou o projeto de bate-papo nos leva ao ano de ra Appel. parece estar seu Estado. 1987. Pedro Simon era o goverlei que deu nome à Casa de CulO projeto arquitetônico foi dizendo: A poesia de Mario não era tura, por sugestão de um grupo nador e havia chamado Appel assinado pelos arquitetos Flápolítica, mas do cotidiano. Re- de estudantes. Para ele, a ideia para uma missão. vio Kiefer e Joel Gorski, que - E eu com isso? gina Zilberman, doutora em mais simples que já encampou e – Nós temos que fazer algo planejaram 12.000 m2 de área Literatura, lembra que a redes- com maior adesão. que recupere a nossa autoesti- construída para a área cultural, (O Sapo Amarelo) coberta do poeta, que teve sua – Aquela Casa acabou sendo ma, algo que tenha abrangência em 1.540m2 de terreno. Gorski grande produção nos anos 30 e uma referência notável ao poeta, nacional e que seja símbolo da lembra que o principal desafio 40, se deu em 1966, com a “An- uma vez que ele foi o seu último força do Rio Grande – disse Si- foi transformar o hotel em uma tologia Poética de Mário Quin- inquilino. Quando se cogitou a mon ao secretário. Casa de Cultura. Alunos oficina tana”, com 60 poemas inéditos, ideia de Mario Foram mais de 20 anos de para de aquele es-de – Removemos as paredes teatro, adolescentes se organizada por Rubem Braga e paço não houve absolutamente governo de exceção. O mo- internas e realizamos a integrapreparam paradizer: subir ao Paulo Mendes Campos, na con- ninguém que pudesse mento era de crise econômica ção das alas atendendo à depalco pela primeira sagrada Editora do Autor. e recuperação política. Vivía- manda de público com um perNão sei... Talvez... Mario Quin-vez – A redescobertana foi unânime – mos a ressaca do Plano Cru- curso cultural que começa na O universo infanto-juvenil cipantes cujo resultado ajudará cesso. Com o roteiro da peça O ta não foi somente recorda o professor. zado. Em abril de 1987, com Rua da Praia – diz o arquiteto. mensagem secreta inspirou a criação de um espa- em sua tese de doutorado em Assombrado Hotel Majestic na apenas um mês de governo, O homem que A obra chegou a contar com Faltava dinheiro. Mas, era pela importância da ço especial na Casa de Cultura educação na UFRGS denomi- mão, os protagonistas gesticueditora, batizouháa uma Casaou ter-mais aconteceu aquela que seria a 250É operários. Rua As da Praia quede tanta Entre as letras, em cada linha, falam alto expec-mas pelo Mario Quintana. no quinto A nada Criançaspreciso e Suas reconstruir Me- lam eaquele de que os livros suas considemaior greve do magistério. O respirava aquelamórias transformada retomada da nofato palavras que formam ummina texto. Cada final de pela estreia próximo andar que crianças e adolescende Infância.seria o símbolotativa frase tem um ponto que pode uma dica. Deautoro estavam Rio Grande precisava mostrar raçõesserobservando ção.por Para dirigir o –projeto da atividades cultura como no Estado. Appel cha-Lilido dia 30, na Sala Inventa tes são arrebatados atividaProponho cifre e descubra o que faz que da Casa dede Cultura a Casa Cultu-Maque ainda era capaz fazer Casa em seucom rea- tinta, moucolagem, o governador e o presidenMundo, um espaço esgotados ali mesmo e agora desde e experiências quedeosCultura, colo- pintura rio Quintana este lugar tão mágico. Não é difícil. possível chegar ra nãofacilmente. pode depengrandes realizações.cam cara a cara parelhamento te da –Fiergs, Carlosandar Man-ondeera e reestruturação, no quinto se desencom a arte. audiovisual, conversas diz a Luiz Tente, resista em ler a resposta a qualquer livraria Appel tinha isto muito der de governos. foi convocado engenheiro, delli, para traçarvolvem uma estratégia atividades lúdicas. Uma cladas iniciativas é a Ofi- odoutoranda. – Quero ser atrizenoencontrar futuro, a obra Sapato E osSérgio resultadosjunto têm sido po– O importante ro. Para desenvolvercina o plano de Florido, poetaume projecompositor ao empresariado gaúcho. essa um é a grupo primeira experiência to cultural ofereceOteatro, de Mario – conta powerankjvdskeraumacasarsdkjdbfek a na Cultura é que se ação foram convocados gran-queNapp. Em aceitação um almoçoecom grupo sitivos, que o com acom-a plena Taís de Oliveira,professora. 16 anos. Mas, aldbnbroypjmcbmuitovakdnvlsdkdnvl poesia, dança, panhava música, era artes pelo grupo. a dê a ela uma impordes nomes da nossa cultura formado por Vera que reuniu os –50dizempresários Também no quinto andar plásticas e até conteúdos que se coordenadora – Acho legal, podemos fazer universalização sólasjvvfkhptlljuengraçada,jhpeplnfgyes aconteceu tância que ela tem e não reclacomo, Dilan Camargo, Décio Maria Becker, mais infl uentes daquele períovltodarosadaeensolarada.dkskiuyevjp está a Biblioteca MinsimpõemJairo na atualidade como a histórico; coisas que na escola não temno Galpão mesmo no início dos anos 80, ma. Nada é mais valioso do que Freitas, Cyro Martins, do patrimônio Nicéa do (1988), Crioulo Lucília sen com um acervoquando capaz se de percebe ocnwdengçlhçlmbfçerpotytodomundo tecnologia, vez mais inse-direito comodefazer – dizdoJoão Pedro impacto de a referência clara da Cultura. E, Andrade, Moacyr Scliar, BrunocadaBrasil, braço Napp; Palácio Piratini, foi apresenldsnvotnambxcéfelizjdfkbnbisquando rida no cotidiano da garotada. Jardim, nove anos, um dos alu- encantar qualquer criança ou infantil, Casa de Cultura Mario QuintaKiefer, José Clemente Pozenato Flora Leães, do setor adminis- tado um projeto distribuindo a sua poesia no público vailáporquewsjirnghpijrtgcvkslfeksbc Realizadas uma vez por se- nos, diante de muito papel, tinta, adolescente. São mais de 17 mil e outros. Em seguida, foi insti- trativo da Secretaria de Cultu- Casa em 32 espaços. A inicia- com a publicação de diversos li- na não pode ser mais claro do sklbvculturasefazali.kebflcvnadiktrfnb livros, além de CDs, vídeos, remana, as oficinas têm duração caneta e lápis de cor. de Pé que é: na intenção, no seu objetuído o Conselho demáxima Desenvolra; os arquitetos Flávio e Joel, tiva foi um sucesso, a verba foi vros, entre eles a reedição ksdsnrsortbvinteecincoanosaonvwke de três meses e envolÉ esse retorno que os envol- vistas, jogos e brinquedos. Há de Pilão (1975). nclwbclfjgodacasadeculturaklajhfhab tivo e na sua realização. A Casa vimento Cultural, diretamente e Eliana colaboradora concluainda foi uma programação capaz vem jovens de cinco a 14 Santos, anos vidos na propostaconseguida esperam ter,e a Casa – Neste Mario de cultura precisa de pessoas vinculado ao governador que especialista em restauração de a coordenadora ída em um ano de e nove alhfvkmarioquintana.klhkjffjsivhflprpl tirar meses. fôlego até mesmo des- momento, (idades maiores são exceção). como ressalta a sera um poetavbbéumpresentelyejrtjpratodosnós.jk de todos os que saibam fazer a leitura do seu demandou uma nova prédios Para Em 25 de setembro de 1990, sa turminha cheia depassa energia Maispolítica do que um serviçohistóricos. para da Ofi cinaeles, de Arte Sapato Flopúblicos e não de um segmento hálito, que é um hálito saudável, cultural, com núcleos espalhaaquilo não um localCorrêa no começo Sinvalse dedica, quem odeespaço com crianças e adolescentes, as era ati- apenas rido, Gabriela da Silva: da gestão específi co – conclui Zilberman. agradabilíssimo! – dispara Ruy dos pelo interior dovidades Estado.podem O servir de trabalho, mas um objetivo de éGuazzelli, inaugurada comoa teatro, contacomo um – O trabalho uma oportu-foi atividades resposta para ler no espelho O comhistoriador Voltaire com um largo sorriso no rosto. foco estava em fazer um gran-tornando-se, vida. assim, nidade de se falar com Casaa de Cultura. ção de histórias, encontro laboratório, criança ,adaçargne otium asac amFOTOS u aDULCE rE HELFER escritores, palestras, lançamento uma oportunidade para o edu- fora da escola. É umaMario educaçãoQuintana acompa.adaralosne e adasor adot cador utilizar o espaço como não formal, alternativa. nhou e ajudou de emlivros todoe oeventos pro- temáticos. odnauq zilef é odnum odoT Para Marília um campo de estudo. É o que Em outra sala,cesso, a oficina de pedindo, muitas vezes, Sauer Diehl, .ila zaf es arutluc euqrop ál iav coordenadora da biblioteca, a ocorre com a pedagoga Juliane teatro coordenadaapoio pelopara ator a conclusão do proarutluC ed asaC ad sona ocnic e etniV ideia, com tudo Gavião, que desenvolve uma Vini Rodrigues para tur- preocupação jeto.uma Sua única eraisso, é cativar a .són sodot arp etneserp mu é anatniuQ oiraM para Ele o hábito da leitura. oficina gratuita com 12 parti- ma de adolescentes é um estar vivosuao figarotada m da obra. conseguiu! O poeta faleceu no dia 5 de maio de 1994, próximo de completar 87 anos. Como ele mesmo escreveu: “Amigos, não consultem os relógios quando um dia eu me for de vossas vidas... porque o temPara Appel, a Casa de Cultura recuperou a autoestima dos gaúchos po é uma invenção da morte”. Mario Quintana era uma unanimidade, lembra Ruy Ostermann

Quintanares l 13

O guardião da sensibilidade gaúcha

Página 10

Como Quintana virou símbolo da Casa

com seis pavimentos, estabelecendo uma assimetria no edifício que permanece até hoje. Era a fase áurea do hotel, com 300 quartos, salão de refeições para 600 pessoas e comodidades que chamavam a atenção, como um elevador especial de comida que permitia que o café da manhã e almoço pudessem ser servidos dentro dos quartos. O Majestic torna-se o grande

Por que Mario?

Onde a gurizada inventa o mundo O amigo

12 l Porto Alegre, setembro de 2015

O glamour e o fim do Hotel Majestic

Projeto gráfico, diagramação e fechamento de arquivos

Anúncio destacava atrações do hotel, como água quente e o fato de ter sido construído com cimento armado

rival do Grande Hotel, na Praça da Alfândega, que até então costumava fisgar os hóspedes mais famosos. Os anos 40, no entanto, marcam o início do declínio do hotel da Rua da Praia, o que se acentua na década seguinte, quando surgem concorrentes mais modernos, oferecendo TV e ar-condicionado, e o Centro começa a assistir à fuga de moradores e empresas. Mesmo assim ainda atrai hóspedes que mais tarde dariam o que falar, como um jovem que ali permaneceu por um ano e se tornaria uma das figuras mais enigmáticas do cenário artístico brasileiro. João Gilberto, um dos pais da bossa-nova, ocupou um dos quartos do Majestic ao longo de 1952, período em que permaneceu em Porto Alegre para realizar shows. Na década de 60, o hotel é uma espécie de pensão mensalista e, no final da década, em 1968, Mario Quintana passa a ocupar o quarto 217. – Era necessário muito dinheiro para encarar os hotéis modernos, mas felizmente o local virou um centro cultural que é referência – diz a advogada Liana Koslowsky Silva, 65 anos, bisneta de Horácio Carvalho e autora do livro Majestic – Memórias de um Monumento. O prédio foi vendido ao Banrisul em 1980 e passou a ser a Casa de Cultura Mario Quintana há 25 anos. – Sempre que passo pela Casa, fotografo. Tornou-se um espaço muito interessante – orgulha-se a bisneta do homem que idealizou aquele prédio majestoso na Rua da Praia.

Por que uma Casa?

Gênios não sobram em parte alguma. São raros na China, na Europa e, portanto, também no Brasil. Quando irrompe um gênio em nossa proximidade, é porque as potências celestes resolveram conceder-nos um privilégio. Podemos aplicar aos gênios a frase da Bíblia: “ Um amigo fiel é uma poderosa proteção; quem o encontrou, encontrou um tesouro”. (Eclesiástico 6, 14).

Lembro-me do espanto de um jornalista, por ocasião da passagem do último milênio. De repente, o jornalista teve a lucidez de propor uma questão: - Quantos gênios teriam existido nos Mil Anos que passaram? Após mencionar alguns – que os houve, até com relativa abundância –, o jornalista surpreendeu-se: -Em mil anos só esses? São relativamente poucos... Sim, os gênios são raros.

Um dia desses, perdoem-me esta intromissão subjetiva, pus-me a pensar nos gênios literários do Rio Grande do Sul. Quantos seriam? Cheguei a conclusão de que, até à hora presente, seriam três: João Simões Lopes Neto, Erico Verissimo, Mario Quintana. Os três construíram nosso patrimônio literário. Sobre a evolução de nossa história estabeleceram a grande ponte de nossa memória coletiva. Simões Lopes bebeu nas águas primordiais de nossas origens. É o autor de nosso Gênesis. Erico mergulhou as mãos – e com que sofreguidão! – no interior do baú de nossa miscigenação étnica, social e política e extraiu de seu bojo os acontecimentos decisivos de nossa história e de nossos mitos, as jóias mais preciosas de nossa vocação épica. Quintana, com modéstia exemplar, contentou-se em explorar a mina da sensibilidade rio-grandense. Agiu com tal sutileza, ao mesclar ao seu contagioso lirismo um humor, por vezes risonho, por vezes pungente, tão refinado que para muitos a qualidade excepcional de sua poesia acabou parecendo “comum e normal”. Meu Deus! Será que ainda não nos demos conta de que Quintana figura entre os maiores poetas líricos do Brasil e da América Latina? Já está traduzido para o chinês, e não tardará a ser traduzido para qualquer língua, inclusive, talvez, línguas que

foram sepultadas sob os destroços da Torre de Babel. Deixem-me referir-lhes um detalhe: fui discípulo e amigo pessoal de Quintana, nosso gênio. Ele, até, me dedicou dois poemas, um dos quais não pude agradecer-lhe pessoalmente. Como creio na promessa de Cristo - a da ressurreição dos corpos -, espero a primeira oportunidade no mundo vindouro para dar-lhe um abraço e agradecer-lhe a generosidade de sua dedicatória. Quintana (ninguém o ignora) era de uma discrição moelar. Raramente fazia confidências. Tenho lembrança de uma única confidência que me fez, das confidências essenciais que vertemos no coração de um amigo uma vez na vida. Jamais a revelarei. Confidência é uma beleza para sempre. Que o poeta Keats confirme minha disposição de ânimo. Voltemos à poesia de Quintana. É uma poesia direta e franca, como o são os gaúchos. Basta ler uma de suas obras-primas, extraída da inesgotável Rua dos Cataventos. Que ruazinha aberta, essa, ensolarada, enluarada e - como convém a cavalheiros da Fronteira - impregnada de rodeios interiores, repleta de invernadas misteriosas. Digam-me: terá alguém escrito no Brasil um soneto com chave-de-ouro mais primorosa do que o soneto VIII de sua coletânea: Eu quero os meus brinquedos novamente! Sou um pobre menino... acreditai...

Que envelheceu um dia de repente!... A celebrada “leveza poética” de Quintana induz a erros. Sim, Quintana é leve, mas leve como a bomba atômica que lançaram sobre Hiroshima, a qual tinha poucos metros de tamanho e pesava relativamente pouco. Espanto-me de que as pessoas continuem citando os versos do mestre, não raro jocosos como “passarinho-passarão”, e ignorem obras-primas como “Mario, larga de ti esses berloques/e bandeirolas multicoloridas”. Não pretendo referir-me ao humor de Quintana (eu disse humor, e não ironia, embora também se encontre ironia na produção de nosso poeta). O Cancioneiro Guasca, de acordo com Augusto Meyer, não revela muito adequadamente nosso eros profundo. O que aparece no Cancioneiro é uma só dimensão do gaúcho: a dimensão de gente acostumada a dobrar chifres de touros! “Consultai os textos no lugar competente” - sugeria o poeta. Sob a pele de cada gaúcho existe outra humanidade, que é hora de se descobrir. A obra de Quintana pode ajudar-nos nisso. Quintana é o guardião de nossa insondável sensibilidade. De uma sensibilidade que só emerge em raros momentos, e sobretudo à medida que nos despedimos dos lugarescomuns, dos clichês sociológicos, e nos deitamos, numa noite de luar, numa das vastidões de nosso Pampa, com o rosto voltado para o céu - e talvez, para Deus.

O dia em que as ruas se abriram para Quintana Elena Quintana é formada em direção teatral pela UFRGS, trabalhou com teatro de rua, nos anos 80 junto com seis amigos fundou o mítico Bar Ocidente e, hoje, mora em um sítio, em Montenegro, onde administra um hotel para cães.

A sobrinha neta do poeta Mario Quintana lembra com emoção o dia em que a Casa de Cultura foi inaugurada: – Nós pegamos um táxi do hotel dele até a Casa de Cultura. Naquele momento, encontramos uma multidão! O

tio Mario se virou pra mim e perguntou como é que a gente iria passar? Uma pessoa escutou a voz dele... Me arrepio de lembrar! (Silêncio) A multidão foi se abrindo de uma maneira muito carinhosa. Começaram palmas em um ritmo crescente. Inesquecível! (emocionada)

Foi a coisa mais linda que já vi! Como a abertura do Mar Vermelho. –Meu Deus, parece até que eu já estou morto! – ele dizia admirado. A maior homenagem foi essa. Respeito ao homem, à obra, à poesia, a tudo... Respeito!

DULCE HELFER

Mario Quintana estava enganado. Ele escreveu em A Imagem Perdida: “Como essas coisas que não valem nada e parecem guardadas sem motivo (alguma folha seca...uma taça quebrada) eu só tenho um valor estimativo. Nos olhos que me querem é que eu vivo esta existência efêmera e encantada... Um dia hão de extinguir-se e, então, mais nada refletirá meu vulto vago e esquivo...”. Tudo lembra Mario. Para mim, que continuo falando com seu fantasma, a cada vez que tento me afastar da sua figura pública, antes que a maldade alheia me alcance, surge em cada esquina a lembrança dele. E uma nova surpresa, como esse jornal feito com muita dedicação e carinho, e, com certeza, à altura do poeta e da Casa que leva (e eleva) seu nome. Fui amiga fiel, mas carrego a culpa de só agora, após sua morte, ter compreendido toda a grandeza das poesias que ele me lia despretensiosamente. Intimidade dá nisso, a gente não dá o devido valor a quem está muito próximo da gente. Acho que todos os grandes amigos sofrem desse mal. Então, enquanto eu puder propalar a poesia e imagem do Mario, assim o farei. Seu valor é bem maior do que ele pensava e ainda vejo seu vulto esquivo, que nunca há de se extinguir para mim, assim como sua obra para o mundo, que é o lugar dos grandes poetas.

Dulce fotografou Mario na sua intimidade FOTOS DULCE HELFER


Design de jornais Jornal Zero Hora Reportagem Especial Diagramação


Design de jornais Jornal Zero Hora Reportagem Especial Diagramação


Design de jornais Jornal Zero Hora Caderno Cultura Diagramação


Design de jornais

Jornal Zero Hora Caderno Cultura Diagramação


Design de jornais porto alegre

ZERO HORA

Sábado, 11 de MARÇO de 2006

CULTURA Grande sertão: veredas – clássico de Guimarães Rosa que completa 50 anos de sua primeira edição – criou um padrão que, até hoje, nenhuma outra obra alcançou em termos de realização literária, fazendo do autor o único escritor a ombrear-se com Machado de Assis na constituição de uma linguagem e de um modo de ser ao mesmo tempo brasileiro e universal

O sertão é do tamanho do mundo

Jornal Zero Hora Caderno Cultura Diagramação


Design de jornais Jornal Zero Hora Caderno Cultura Diagramação

CULTURA

5

SÁBADO, 25 DE FEVEREIRO DE 2006

L ITERATURA

CARLOS ANDRÉ MOREIRA

C

om algum atraso, o Brasil aprofunda seu olhar para o Oriente. Como tem acontecido com outras literaturas peculiares e poderosas, como a russa e a japonesa, a árabe voltou às livrarias com intensidade. Nos últimos três anos, aportaram nas prateleiras várias obras da lírica, da prosa e da filosofia árabe – com o diferencial de que pela primeira vez se tem um grande número de traduções diretamente do idioma original, e não do francês, do inglês ou do espanhol, como as que sempre circularam no Brasil. A seleção vai de clássicos como a filosofia de Averróis lançada pela Martins Fontes no ano passado e dos dois volumes já publicados em 2005 pela Globo dos contos das Mil e uma noites – com mais três a caminho – até exemplares da prosa mais recente, como o belo Tempo de migrar para o norte (151 páginas, R$ 29,90), do sudanês Tayeb Salih, em versão para o português feita por Safa Jubran para a Planeta em 2004. Somando-se a reedições ou a livros novos publicados em traduções indiretas, o leitor brasilei-

o brasil descobre as letras árabes Clássicos da literatura do Oriente Médio, capitaneados pela edição em português das “Mil e uma noites”, apresentam ao leitor brasileiro a cultura de países como Egito, Síria e Tunísia

Moacyr Scliar, que conheceu as Mil e uma noites na tradução inglesa do aventureiro e explorador Richard Burton, uma das mais famosas transposições do livro para o Ocidente. Talvez a presença constante do Oriente Médio e de suas tensões no noticiário possa ser uma das explicações, mas não é o fator principal. Autor de O enigma de Qaf, romance recente que recupera a poesia árabe produzida antes de Maomé fundar a religião islâmica, o escritor carioca descendente de libaneses Alberto Mussa crê que, seja qual for o motivo, o público brasileiro está mais receptivo. – Acho que o principal é que as editoras perceberam uma aceitação desse tema por parte do público – comenta Mussa, que deve ele próprio publicar em maio pela Record uma tradução dos poemas pré-islâmicos Al-Muallaqat (Os poemas suspensos). De todos esses lançamentos, entretanto, é justamente a tradução integral das Mil e uma noites realizada por Jarouche o sinal mais evidente dessa descoberta árabe pelo mercado editorial

brasileiro. A edição de Jarouche traz notas e anexos que esclarecem as diferenças existentes entre os manuscritos que contêm o texto original. A origem e a forma integral das Mil e uma noites até hoje suscitam discussões acadêmicas. Os manuscritos mais antigos, base da tradução de Jarouche e até hoje conservados na Biblioteca Nacional de Paris, contêm a data do ano cristão 1455, mas é consenso que teria sido escrito no século 13. Há também dois ramos da história da ardilosa Sherazade (que Mamede, no livro, grafa Sahrazad), a princesa que, para não ser morta pelo rei Sahryar após a noite de núpcias, entretém-no noite após noite com histórias cuja continuidade fica sempre prometida para o dia seguinte. O chamado “ramo sírio” da obra já saiu em dois volumes pela tradução de Jarouche, e curiosamente não tem mil e uma noites, como anunciado no título, e sim 282. Foi com base nessa seção da obra que se fez a primeira e até hoje mais influente tradução para o Ocidente, a do francês Antoine Galland, no início do século 18. Foi Galland quem enxertou em sua tradução de um manuscrito comprado na Síria outras histórias que havia adquirido de forma independente, agregando no imaginário ocidental as Mil e uma noites e relatos como os de Simbá, o Marujo, que não consta do original. É apenas com o chamado “ramo egípcio” da obra que o conjunto de manuscritos árabes alcança a divisão prometida de mil e uma noites. Esse ramo também será publicado em tradução direta de Jarouche, em quatro volumes. Leia mais na contracapa

ro pode ter acesso hoje nas livrarias a um amplo panorama da prosa e da poesia do Oriente Médio. Da filosofia, que levou adiante o pensamento grego clássico, à prosa repleta de metáforas sutis, próxima da poesia. Destacam-se dentre esses lançamentos as compilações e coletâneas de contos. Não apenas a mais famosa, o Livro das mil e uma noites, como congêneres menos conhecidos do grande público ocidental, mas profundamente enraizados na tradição árabe, como as Cento e uma noites (384 páginas, R$ 39,80) – histórias árabes da Tunísia de autoria anônima – e Kalila e Dimna (426 páginas, R$ 48,50), um apanhado de narrativas fantásticas primeiro compiladas na Índia e posteriormente adaptadas para o árabe pelo literato persa Ibn

Almuqaffa no segundo século depois da Hégira (século 8 da Era Cristã). Ambas as obras têm edição recente da Martins Fontes e tradução direta dos manuscritos árabes pelo mesmo responsável pela versão em português das Mil e uma noites, Mamede Mustafá Jarouche 8(leia entrevista com o professor na contracapa). Além das versões diretas, vem a público também a reedição pela Ediouro de uma coletânea de histórias variadas, compiladas de diversas fontes – de lendas religiosas e contos de contemporâneos como Gibran Khalil Gibran às já citadas Mil e uma noites e Cento e uma noites. Organizado por Jamil Almansur Haddad e José Paulo Paes, o volume Contos árabes: os clássicos (298 páginas, R$ 49,90) não tem todas as

histórias traduzidas do árabe. Em algumas, foram utilizadas versões em inglês, francês e espanhol, o que no caso deste volume com a supervisão de Haddad não chega a ser prejudicial. Mas nas antigas traduções correntes no Brasil, a versão indireta terminava por condicionar o resultado da obra em português à qualidade do tradutor inglês, francês ou espanhol que a tivesse trabalhado primeiro. – O fato é que a tradução de segunda mão, a tradução feita de outra para inglês, francês, espanhol, sempre foi a regra no Brasil, seja para a literatura semítica, que inclui a tradição árabe e a judaica, seja para clássicos russos ou mesmo alemães. Agora é que começam a surgir tradutores dos idiomas originais – comenta o escritor


Design de jornais Cadernos comerciais Diagramação


Design de jornais Jornal Zero Hora Economia Diagramação

À esquerda, página retratando a situação econômica mundial um ano após o ataque às Torres Gêmeas em Nova York, aqui representadas pelas colunas com fundo cinza.


Design de jornais Jornal Zero Hora Economia Diagramação


Design de jornais Cadernos especiais Diagramação


Design de jornais Cadernos especiais Diagramação


Design de jornais

Meu bebĂŞ

O planejamento

ZERO HORA – ESPECIAL

Meu bebĂŞ

2

O enxoval e o guarda-roupa bĂĄsicos para os primeiros meses de vida



6

Como acompanhar o crescimento do seu filho do nascimento aos trĂŞs anos



9

Os brinquedos que contribuem para o desenvolvimento em cada fase



Os segredos do despertar da vida Este caderno especial reúne informaçþes essenciais para pais e mães planejarem a chegada do filho desde a gestação

PORTO ALEGRE, 13 DE JANEIRO DE 2004 JĂšLIO CORDEIRO/ZH

A

ntes de decidir ter um filho Ê preciso ter certeza de que este Ê o momento certo. Para isso, Ê necessårio pesar na balança como estå a situação financeira do casal e o tempo disponível de cada um – ajuda jå ter encerrado a faculdade, o curso de pósgraduação e a fase de viagens constantes no trabalho. Mas tambÊm não adianta ficar esperando pelo momento ideal, porque perfeição não existe. Mais do que um bom emprego e um quarto extra na casa, marido e mulher precisam estar prontos para se transformar em pai e mãe. O requisito båsico, conforme a psicóloga Cristina Elisa Kirsch Bergonsi, Ê estar seguro de que o relacionamento vai bem e que o desejo de ter um bebê Ê compartilhado por ambos. Assim, serå possível curtir a gravidez e se preparar para formar uma família (ou aumentå-la). FOTOS JÚLIO CORDEIRO/ZH

Apresentação

T

er um bebê Ê uma decisão complicada. Ao desejo de criar uma família ou aumentå-la, devem ser acrescentadas as preocupaçþes com os custos, o enxoval, o tempo disponível pelos pais para dedicar ao filho e as necessidades que a família deverå ajudar o pequeno a suprir. Por isso, planejamento Ê fundamental. Para ajudar famílias neste momento, o caderno especial Meu Bebê reúne informaçþes sobre a gestação, o parto e o desenvolvimento da criança. A idÊia Ê ajudar pais e mães com filhos de atÊ três anos a passar por este período com mais tranqßilidade e a aproveitarem o que a paternidade e a maternidade têm de melhor.

Para aplacar a espera nos nove meses de gestação, fazer o enxoval e preparar o quarto do bebê são a diversão dos pais. A dúvida, muitas vezes, Ê definir o que Ê realmente necessårio comprar. Na Internet, hå diferentes listas disponíveis, mas muitas exageram na quantidade ou indicam produtos jå defasados. Confira a lista elaborada pela pediatra Maria LÊa Poli:





■8 macacþes tamanho P ■ 4 macacþes curtos (verão) ■ 4 conjuntos de lã (inverno) ■ 8 camisetas ■ 8 calças de malha ■ 8 pares de meia ■ 4 babeiros

Expediente Edição: Francini Ledur Textos: Lia Luz e Patrícia Rocha Projeto gråfico e diagramação: Carolina Ruwer Ilustraçþes: Uchôa Agradecimentos: Os brinquedos, roupas e acessórios das påginas 2 e 9 são da loja Dimbo Baby & Kids (51) 3346-6955. A escolinha da pågina 10 Ê a Caracol Escolinha (51) 3332-9257. O bebê fotografado para a capa Ê Maya Boff Cantini, de um ano e três meses.

Prepare-se ■Saber o sexo do bebê durante a gestação Ê uma escolha do casal e não uma obrigação decorrente da tecnologia moderna. Quem opta por saber se Ê menino ou menina tem a vantagem de poder chamar o filho pelo nome antes de ele nascer. Mas os que preferem ter uma surpresa na hora do parto podem conversar com o bebê da mesma maneira

■Não idealize o bebê que vai nascer. Pais que esperam uma criança tranqßila podem se decepcionar se o bebê for agitado ou chorar muito ■ Prepare-se para mudar bastante sua rotina de vida: nos primeiros dias (ou meses), terå de sair menos de casa, passarå algumas noites em claro e adaptarå sua rotina às necessidades do bebê – as mamadas, o horårio do banho, as sonecas

Para garantir conforto e facilidade de locomoção, um carrinho de bebê deve integrar o enxoval

■Hospitais e clínicas oferecem cursos para pais e mães inexperientes, com dicas pråticas e respostas para dúvidas comuns ■ Nos primeiros meses, a libido da mulher ficarå mais voltada ao bebê – diminui o interesse em sexo. O casal deve estar preparado para essa situação temporåria, e o homem poderå ajudar a mulher a ver que ela pode ser mãe sem deixar de lado sua condição feminina. Por mais atenção que um bebê exija, a mulher não deve perder o prazer de cuidar da aparência, alÊm de tentar reservar um tempinho para o casal

■2 mantas de linha ou lã ■ 4 lençóis de berço ■ 4 lençóis de carrinho ■ 4 toalhas macias ■ 8 fraldas de boca ■ 4 vira-xales

■É natural que a mãe se envolva mais com os cuidados do bebê nos primeiros meses, jå que Ê ela quem amamenta e, por isso, mantÊm um vínculo mais forte com a criança. Mas o pai pode – e deve – ajudar, e a mulher deve permitir isso, sem cair no erro de reforçar a idÊia de que homens não são capazes de cuidar adequadamente de um bebê ■ Avós e tias são uma ajuda bem-vinda, mas o ideal Ê o bebê sair da maternidade direto para a casa onde vai morar e que seja cuidado pela mãe e pelo pai

■berço ■ trocador ■ poltrona para amamentar ■ carrinho de bebê ■ banheira ■ travesseiro ■ protetor de berço ■ colcha ■ cobertor ■ edredon

 ■fraldas tamanho P ■ sabonete neutro ■ algodão ■ cotonete ■ ålcool 70 ■ tesoura sem ponta ■ pente e escova ■ lenços umedecidos ou garrafa tÊrmica com ågua morna ■ termômetro ■ termômetro para banho ■ aspirador nasal

N

O recÊm-nascido abre as portas de acesso ao mundo lúdico por meio de seus cinco sentidos e utiliza o próprio corpo para a experiência de brincar. Na descoberta e aperfeiçoamento do enxergar, do ouvir, do cheirar e do sentir, tudo o que se move ou provoca sons lhe atrai. Manipular objetos e levå-los à boca tambÊm faz parte do desvendar. O que estimula:

■Objetos coloridos que se movem ou provocam barulho, como móbiles, chocalhos, cordão de contas e os com guizo interno ■ Objetos caseiros, como xícaras de metal ou de plåstico, podem se transformar em brinquedos para a criança explorar seus sentidos ■ Para estimular a audição e a visão, os membros da família podem rir, conversar ou cantar para as crianças

AtÊ um ano A criança estende-se em todas as direçþes à cata dos brinquedos. Aos oito meses, atira objetos no chão aprendendo noçþes de profundidade – importantes para caminhar. O que estimula: ■ Deixar objetos cair, batê-los e manuseå-los ■ Ela gosta de produzir ruídos e experimentar a sensação tåtil de bater blocos, chocalhos e pequenos objetos ■ Colheres e canecas podem proporcionar os barulhos e as sensaçþes que ela procura ■ Como gosta de atirar objetos e aprende com isso, os pais podem participar, devolvendo o brinquedo para que seja arremessado de novo

De um a dois anos Com melhor controle do corpo e das atividades motoras, entrar e sair de uma caixa grande, empurrar ou puxar objetos são brincadeiras irresistíveis. O que estimula: ■Os pais devem encontrar caixas limpas e seguras para a criança colocar e retirar objetos ■ As habilidades motoras são treinadas com brinquedos para empurrar e puxar, como cavalinho de pau e carrinho de mão ■ Blocos de tamanho e formas diferentes permitem construçþes e comparaçþes ■ A criança jå aprendeu que os objetos não desaparecem ao sair de sua vista e gosta de explorar essa habilidade com o esconde-esconde

Com a capacidade de levar em consideração o que os outros pensam (a chamada teoria da mente), as crianças despertam o gosto por imitar os pais, como a filha que pega a bolsa da mãe e diz que vai ao trabalho. Nessa inversão, a criança desenvolve a socialização e a imaginação. O que estimula: ■Quebra-cabeças com peças grandes e de encaixe simples ajudam a criança a pôr em pråtica o interesse pela solução de problemas ■ A recuperação e o conserto de objetos podem ser jogos mais estimulantes do que ganhar um brinquedo novo ■ Os pais podem estimular a aprendizagem da linguagem ao ensinar às crianças o nome de objetos, pedindo para que repitam ARIVALDO CHAVES/ZH

Projeto estimula os pequenos a se mexerem e a caminhar por meio de brinquedos atraentes dependurados em um fio

As mudanças ■Nessa fase, o embrião jå tornou-se um feto, com órgãos e aparelho genital formados ■ Ao final desse período, um exame de ultrasonografia detecta riscos de anomalias cromossômicas, como a Síndrome de Down

com feiçþes e atÊ sobrancelhas ■Ao final desse período, ele pesarå, em mÊdia, um quilo e terå 35 centímetros ■ AlÊm disso, ouve e responde a sons ■ Com a ultra-sonografia, Ê possível descobrir seu sexo

Do 6Âş ao 9Âş mĂŞs

Mesmo visitando o mÊdico com regularidade e adotando håbitos saudåveis, as gestantes não estão livres de ter: ■Constipação (devido à lentidão do intestino) ■ Estrias e mais varizes, se forem predispostas, devido às alteraçþes hormonais e à dificuldade do retorno venoso em função do peso da barriga ■ Diabetes, problema mais comum entre gestantes com mais de 35 anos ■ Hipertensão e prÊ-eclâmpsia (alteração renal pela qual se perdem proteínas na urina, elevando a pressão) ■ Hemorróidas, em especial se sofrerem de constipação crônica Um bom prÊ-natal pode afastar riscos à saúde da mãe e à do bebê. Pelo menos cinco consultas devem ser feitas durante a gestação, quando serå: ■ Medida a pressão arterial ■ Testada a tipagem sangßínea e o fator RH ■ Feito o rastreamento de infecção urinåria, anemia, sífilis, Aids, hepatite B, toxoplasmose (doença do gato) e diabetes ■ Feita a vacina antitetânica

dimensþes), Ê possível ver detalhes das mãos, dos pÊs, do nariz e das demais feiçþes do bebê ■Para o nascimento, ele estarå com cerca de 3,2 quilos e 50 centímetros

Ultra-sonografia em 4D

GENERAL ELECTRICS, DIVULGAĂ‡ĂƒO/ZH

■Conselhos de parentes mais velhos de como melhor cuidar do bebê são importantes, mas, às vezes, podem confundir e deixar os pais inseguros. Aprenda a selecionar o que realmente ajuda ■ Escolha os padrinhos com cuidado: eles tanto podem ajudar em situaçþes difíceis quanto servem de exemplo para a criança. O ideal Ê escolher – sempre em comum acordo – parentes ou amigos com quem se tenha uma relação sólida e duradoura

pediatra Maria LĂŠa Poli e psicĂłloga Cristina Elisa Kirsch Bergonsi

Por meio da brincadeira, a criança ■Iniciativa e mobilidade ■ Imaginação ■ Socialização ■ Intelecto ■ Curiosidade e interesse ■ Linguagem ■ Estrutura psíquica ■ Cooperação ■ Senso de responsabilidade individual e coletiva ■ Capacidade de colocar-se na perspectiva do outro ■ Teste de limites ■ Concentração por longo período de tempo, memória e atenção ■ Consumo consciente de brinquedos ■ Representaçþes simbólicas

 psicopedagoga Tânia Ramos Fortuna, neuropediatra Rudimar Riesgo e pediatra Ricardo Halpern

Dicas de brincadeiras JĂšLIO CORDEIRO/ZH

Alfredo Kuhn Pfeifer, 40 anos, e Giane Friedrich Pfeifer, 37 anos, com os filhos JoĂŁo Pedro, cinco anos, e Maria Eduarda, trĂŞs anos:

De dois a trĂŞs anos

OS CUIDADOS

Do 3Âş ao 6Âş mĂŞs

JĂšLIO CORDEIRO/ZH

Do nascimento aos seis meses

dos específicos para afastar ameaças a sua saúde e a de seu filho. Por convenção, a gravidez Ê calculada a partir do primeiro dia da última menstruação e dura nove meses e dez dias ou, como preferem os mÊdicos, 40 semanas. Ao longo desse período, enquanto o feto se desenvolve, a mulher experimenta uma sÊrie de mudanças no corpo. Saiba como essa metamorfose ocorre e conheça algumas das principais recomendaçþes a serem seguidas durante a gestação.

■Não Ê preciso comer por dois durante a gravidez. Alteraçþes hormonais fazem com que o intestino trabalhe de forma mais vagarosa, absorvendo melhor os alimentos ■ As mulheres devem ganhar, em mÊdia, 12 quilos durante a gestação. A dieta deve ser balanceada, incluindo verduras e cerca de meio litro de leite (ou equivalente) por dia ■ Assim como a obesidade, a perda de peso e a desnutrição são malÊficas na gestação. Por isso, os regimes ficam proibidos durante esses nove meses ■ Gestantes em geral devem receber suplementação de åcido fólico, que diminui os riscos de må-formação do tubo neural ■ O ålcool e o cigarro devem ser abolidos. Uma mulher que fuma 20 cigarros ao dia, por exemplo, tem um bebê com 500 gramas abaixo da mÊdia ■ As doenças preexistentes, como hipertensão, problemas de tireóide e diabetes, devem estar sendo tratadas e bem controladas ■ Ao viajar por muitas horas seguidas, especialmente de avião, gestantes devem fazer pausas ou exercícios a cada duas horas ■ A atividade física deve ser moderada. Os exercícios mais indicados são hidroginåstica e caminhada ■ Para prevenir a fissura mamåria, a gestante deve expor os peitos à luz ou ao sol por cerca de 20 minutos a cada dia. Exercícios que estimulam o bico do peito a enrijecer tambÊm auxiliam

FOTOS PHILIPS MEDICAL SYSTEMS DO BRASIL, DIVULGAĂ‡ĂƒO/ZH

9

as mãos de uma criança, o mouse do computador converte-se em um telefone para a pråtica das primeiras sentenças com o amigo virtual. A colher do jantar arremessada no chão se torna uma ferramenta para explorar a noção de profundidade. A ação de puxar o carrinho tem a missão de proporcionar melhora das habilidades motoras. Por mais simples que possam ser, os atos lúdicos transformam objetos em senhas para a diversão e para a aprendizagem. Desde que nascem, as crianças são estimuladas pelos jogos. Nos primeiros meses, adquirem conhecimento e buscam prazer por meio dos cinco sentidos. À medida em que esticam, encontram nos brinquedos um atalho para talentos tão variados como a criatividade, a imaginação e a inteligência. Esse caminho para o desenvolvimento pode ser encontrado em objetos simples como garrafas plåsticas, tiras coloridas de papel, areia e pedrinhas. No ColÊgio Farroupilha, esses materiais auxiliaram as crianças a engatinhar e a esboçar os passos iniciais. Eles foram dependurados, em sala de aula, num varal de altura similar à das crianças. Instigadas pelas diferentes cores e tamanhos, elas treinavam os movimentos ao se aproximarem dos brinquedos. A idade nunca deve ser encarada como uma camisa de força a limitar os jogos das crianças, mas acompanhe as brincadeiras sugeridas para cada faixa etåria e aprenda como estimular seu filho.

Em muitos lares, o atraso menstrual soa como o tão esperado anúncio de um ser que começa a se formar. A suspeita pode ser confirmada por meio de exame de sangue ou de testes de gravidez disponíveis nas farmåcias, muito fidedignos em casos de respostas positivas. Diagnosticada a gestação, Ê hora de celebrar, mas tambÊm de a futura mãe começar a adotar medidas preventivas e cuida-

Do 1Âş ao 3Âş mĂŞs

13/01/2004

As brincadeiras

A gestação

O enxoval

PAULO FRANKEN/ZH

ARIVALDO CHAVES/ZH

 ginecologistas e obstetras Cesar Pereira Lima, JosĂŠ Gerlado Lopes Ramos e radiologista Iveraldo Amboni Filho

Cadernos especiais Projeto gråfico e diagramação

ZERO HORA/ESPECIAL

ZERO HORA/ESPECIAL

Meu bebĂŞ

“Os pais precisam ter muita paciĂŞncia com as brincadeiras dos filhos. Ă€s vezes, pelas atitudes dos pequenos, podem pensar que as crianças estĂŁo querendo provocar. Mas, na maioria das ocasiĂľes, eles estĂŁo apenas explorando como as coisas funcionam. Para nĂłs, adultos, o convencional ĂŠ brincar com a bola, chutando-a, mas as crianças podem querer utilizĂĄ-la de outra maneira. Os pais precisam entender que isso ĂŠ natural e saudĂĄvel. Durante as brincadeiras, o contato fĂ­sico ĂŠ fundamental, principalmente o do pai com as crianças. Essa aproximação ajuda a criar vĂ­nculos mais fortes e a desenvolver a intimidade. NĂłs costumĂĄvamos colocar um cobertor no piso para sentar com as crianças no chĂŁo. Desde cedo, fazĂ­amos teatro de fantoches, e eles adoravam. Com quatro ou cinco meses, os dois iniciaram aulas de mĂşsica e, atĂŠ hoje, sempre utilizamos cançþes nas brincadeiras.â€?

■O atraso da menstruação Ê um dos primeiros sintomas da gravidez ■ Com as alteraçþes hormonais que ocorrem em seguida, as gestantes podem sentir nåuseas e sofrer mudanças no ritmo do sono. Muitas experimentam sonolência excessiva enquanto outras enfrentam hiperatividade ■ O alargamento dos vasos sangßíneos no começo do terceiro mês pode baixar a pressão, trazendo mais cansaço ■ Os peitos ficam suscetíveis a inchaços no final do primeiro trimestre

■No quarto mês, a mulher vê a barriga ficar proeminente, acusando a gestação ■ Ela começa a sentir a movimentação do feto, que serå mais intensa a partir do quinto mês ■ Na mesma fase em que o ventre fica saliente, os enjôos tendem a cessar ■ Algumas mulheres continuam a sentir sonolência e cansaço ■ Nessa Êpoca, o feto toma forma de bebê,

■O peito pode voltar a inchar ao tÊrmino do sÊtimo e início do oitavo mês, dessa vez em preparação à amamentação. O leite, porÊm, costuma surgir somente com o nascimento ■ Nesse último trimestre, pelo tamanho da barriga, a mulher sente desconforto ao sentar-se e para dormir ■ Em alguns casos, a pressão do feto faz com que o umbigo salte para fora. Após o parto, ele geralmente volta ao normal ■ Com a ultra-sonografia 3D (em três

■Alguns equipamentos são capazes de apresentar, numa mesma tela e em tempo real, a imagem em três dimensþes e os três cortes em duas dimensþes que a originaram. A chamada ultra-sonografia em quatro dimensþes, portanto, seria apenas um módulo mais avançado de dispor as imagens na tela, uma maneira de atrair a atenção de papais e mamães afoitos por detalhes do filho. Para o diagnóstico de doenças, a ultra-sonografia em duas dimensþes Ê suficiente para fornecer as informaçþes necessårias

Publicação de caderno piloto. Após o teste, foi criado o caderno Meu Filho, englobando o universo de bebês e crianças maiores.


Design de jornais Cadernos especiais Projeto gráfico e diagramação

Projeto gráfico destacando e integrando a logomarca da Feira do Livro às páginas


Design de jornais Cadernos especiais

Da ficção para a realidade: caderno especial com quatro páginas simulando o jornal Profeta Diário dos livros e fimes de Harry Potter


Design de jornais Caderno Donna

Capa (acima) e contracapa (à direita)

Diagramação de capa e contracapa do caderno Donna com o tema Resoluções de Ano Novo. Utilizou-se o recurso surpreendente de rasgar uma foto única para dar um tratamento diferenciado à um tema recorrente.

Capa (acima) e contracapa (à direita)


Design de jornais

filho

Meu

Projeto gráfico que privilegia a simplicidade de formas e uso de brancos para valorizar imagens e textos

Caderno Meu Filho Projeto gráfico e diagramação

ZERO HORA

Porto Alegre, 13 de dezembro de 2004 – Nº 16

A birra é uma forma de a criança expressar a insatisfação que ela ainda não consegue enunciar MODELO: MARIANA PRAETZEL, FOTO: CARLINHOS RODRIGUES/ZH

filho

Meu

ZERO HORA

Porto Alegre, 25 de abril de 2005 REPRODUÇÃO/ZH

O mundo fantástico de Erico Verissimo

marianne.scholze@zerohora.com.br

▼ ▼ ▼

Na insegurança sobre o que fazer quando os ataques acontecem, muitos adultos acabam cedendo ao desespero e tendo reações como morrer de vergonha, bater na criança ou chorar junto com ela. Em nenhum desses casos, o filho percebe compreensão – e o normal é que prossiga.

Cabe aos pais estabelecer o princípio de realidade pelo qual as crianças se nortearão. Se ela se joga no chão, por exemplo, procure explicar que as pessoas não fazem isso normalmente.

O ideal em casos de ataque é pegar a criança no colo e levá-la a um local mais reservado. Lá, esperar que ela se acalme, deixá-la chorar se for o caso. E depois conversar.

Nessa hora, é importante entender que a criança não faz manha, birra ou beiço porque quer, mas porque é uma reação natural em certa fase da vida. De nada adianta classificar o ato de “feio” ou se dizer chateado e envergonhado pela atitude do filho.

– É preciso entender que as crianças não fazem isso porque querem, mas porque é a única maneira que têm de externar sentimentos, já que ainda não conseguem fazer isso por meio das palavras. Da mesma forma que os bebês choram por diversos motivos, como fome, dor, sono e frio, por exemplo, nessa fase as razões para a birra também são das mais variadas. Ainda segundo Giovana, a rotina cada vez mais corrida dos pais faz com que eles tenham pressa para acabar com o beiço do filho, mas muitas vezes sem parar para pensar no porquê de ele ter surgido. A birra também pode ser uma simples imitação, no caso de pais que dão o exemplo ao ficarem emburrados com os filhos. Conviver e conhecer a criança é fundamental para evitar ou ao menos minimizar os acessos. A agrônoma Sandra Bonaspetti Gehrke não cansa de repetir a Artur, cinco anos, por que ele deve tomar banho e escovar os dentes – tarefas que ele tenta evitar a qualquer custo. Ela age assim desde que as crises de birra começaram, há dois anos. – Explicava e não sabia se ele entendia, mas manter-se firme e tomar as rédeas da situação é essencial para que eles aprendam e obedeçam – opina.

Quando a criança reage mal à negativa de ganhar alguma coisa, seja um chocolate no supermercado ou uma boneca na loja de brinquedos, pode ser mais fácil negociar com ela do que apenas dizer não. Prometa o chocolate para o fim de semana ou a boneca para alguma data especial.

Q

MARIANNE SCHOLZE

uando os olhos de Dominique, cinco anos, brilham por uma bolacha recheada que pinta a língua de azul, a mãe dela, Patrícia Cristo Chula, reprime o impulso de dizer não. Corre para oferecer uma barra de cereal em troca e tentar evitar que a filha faça beicinho, protagonizando uma cena da qual tem verdadeiro pavor. – É o que chamo de piti de shopping, aquelas crianças que se jogam no chão gritando e matam os pais de vergonha – explica a mãe. Beiço, gritos, esperneio. A birra infantil se manifesta de diversas formas nas situações em que a criança é contrariada: ou precisa fazer algo que não quer (como tomar banho, arrumar o quarto) ou não pode fazer algo que deseja (como comer doce fora de hora ou ganhar um presente na loja de brinquedos). A fase é inevitável e ocorre, geralmente, dos três aos cinco anos. No caso de Dominique e Patrícia, o final é feliz: a menina aceita a troca de guloseimas. A mãe diz que conversa e negociação são as chaves para que a filha raramente fique emburrada – além da personalidade calma da criança. A psicóloga Giovana Borges vai além e elege a compreensão como o ponto central para que os pais aprendam a lidar com a birra dos pequenos:

Beicinho, choramingo, esperneio, gritos, ataques de fúria: os gestos são diversos e nem sempre têm o mesmo significado. Evite generalizá-los e tratá-los sempre da mesma maneira. O primeiro passo é tentar entender o que a criança tenta extravasar, qual a mensagem que ela quer passar.

Após um acesso de birra, castigo não é o ideal. Deixar a criança sozinha para refletir sobre o ocorrido e tirar conclusões pode ser uma saída que a leve a se sentir protegida, e não punida.

Fazendo beiço

Não adianta rotular de “é feio”

Além da sintonia com o filho, a sintonia dos pais é fundamental. É preciso que eles conversem entre si para estabelecer juntos os limites e valores a serem ensinados à criança – mas não na presença dela. Desautorizar um ao outro na frente da criança cria brechas que ela facilmente identifica. Fonte: Giovana Borges, psicóloga e psicanalista, co-diretora do Espaço Analítico

E

ra uma vez um contador de histórias. O gaúcho Erico Verissimo, lembrado sempre como autor do maior romance histórico brasileiro, o monumental O tempo e o vento, foi também criador de textos para crianças. O centenário de seu nascimento, que se comemora neste 2005, pode ser um bom pretexto para ler – ou para reler – essa obra. Boa parte dela, provavelmente porque ficou desatualizada, como Meu ABC ou Aventuras no mundo da higiene, sumiu há muito das livrarias, mas há seis histórias que nunca saem de catálogo (e de moda). Seu avô leu, seu pai leu, você deveria ter lido, seu filho pode ler e o filho do seu filho: As aventuras do avião vermelho, Os três porquinhos pobres, Rosa Maria no castelo encantado, O urso com música na barriga, A vida do elefante Basílio e Outra vez os três porquinhos. Erico escreveu tudo isso praticamente de um só fôlego. Em um período bem determinado, entre 1935 e 1939, lançou 11 livros para crianças. A professora Vera Teixeira de Aguiar, estudiosa de literatura infantil e leitura, diz que esse foi tanto um projeto individual de Erico quanto um sinal daqueles tempos. Mais ou menos na mesma época, uma série de outros autores de renome nacional dedicou-se a produzir textos infanto-juvenis: Graciliano Ramos, Jorge Amado, José Lins do Rego, Viriato Corrêa. Aqui no Estado, o pai de Clarissa e Luis Fernando abriu caminho. – Ele foi para o Rio Grande do Sul o que Monteiro Lobato foi para o Brasil – compara Vera Aguiar, que é professora do Pós-Graduação em Letras da PUCRS e pesquisadora do CNPq. O que há naquelas histórias que, sete décadas depois, ainda as mantêm tão vivas? Acredita a professora Vera que essa persistência se deve à compreensão que Erico teve da estrutura tradicional do conto de fadas, à qualidade de seu texto e ao valor que ele deu para a fantasia: – É pelo elemento mágico que as crianças entram na história. As explicações, as soluções dos conflitos, não precisam ser racionais. A fantasia é que é fundamental.

As aventuras do avião vermelho, livro lançado em 1936, pela antiga Livraria do Globo, com ilustrações de João Fahrion, segue atualíssimo. Conta a história de um menino gordo e travesso, travesso e brigão, brigão e respondão, que pisa no rabo do gato, joga água quente no cachorro e faz o diabo. Até o dia em que, a bordo de um avião de brinquedo, deu a volta ao mundo.

Ler juntos: razão, sentimento e saúde CELSO GUTFREIND *

O elefante Basílio, os três proquinhos pobres e os duendes do castelo de Rosa Maria, no traço de Eva Furnari

Os cem anos do nascimento do escritor gaúcho podem servir de pretexto para que pais e filhos decolem juntos nas aventuras do elefante Basílio e outras figuras divertidas

O psicanalista e ator Eduardo Pavlovsky deu o nome de espaço lúdico a uma zona que considerou sagrada na mente de cada criança. Trata-se de um espaço criado a partir da imaginação. E que cresce a cada brincadeira, a cada momento de ilusão e sonho, que começa na infância e, nos casos mais felizes, nunca termina. Pavlovsky mostrou que esse lugar depois se torna a grande reserva de saúde mental do adulto. Que, num momento de tensão, poderá decidir entre a doença mental ou o refúgio temporário nesse espaço, que significa a saúde. É como se cada sonho de antes fosse nos esperar mais tarde para nos acolher nas horas mais difíceis. Precisamos de acolhida. Mas o autor fez uma importante ressalva: o recurso não se cria na solidão. É preciso compartilhar com um outro a invenção da hora. Precisamos de companhia. Ler ou contar histórias para uma criança é, em primeiro lugar, oferecer acolhida e companhia; e, portanto, evitar o desastre de viagens solitárias como a dos meninos órfãos das guerras organizadas pelos homens. Quem lê uma história ou a conta está junto. Olhando, tocando, interagindo. Para outro psicanalista, Winnicott, a saúde mental começa pelo olhar. Se for com brilho, com desejo, o bebê se sentirá vivo e desejado, o que quer dizer saudável.

E aí já nem importam muito o conteúdo e a forma do que se lê ou se conta. Afinal, os grandes heróis desse encontro da leitura são mesmo o olhar e a voz. Mas o espaço quer mais do que a oportunidade do olhar e do ouvido (das interações) e do sonho compartilhado. E ganha. Porque contar histórias para uma criança é lhe dar a chance de expressar seu sentimento de forma que não se assuste, pois ali é tudo brincadeira e símbolo. Precisamos de expressão. Não bastando (a gente quer sempre ouvir uma outra vez), toda história é um modelo de pensamento que deu certo. Afinal, no começo era tudo o caos de coisas não ditas, e os acontecimentos que surgem na intriga equivalem a poder dizer e pensar. Eu conto, logo penso. Precisamos de pensamento. Interagir, sentir, expressar e pensar podem não esgotar o sentido da vida e da morte, contidas e domadas em toda história que se preze. Mas se mostram suficientes para transmitir o prazer de aprender e de viver. Há mais e infinitos motivos para o sucesso da aventura da leitura, mas nós ainda os ignoramos. Porque contar histórias é também introduzir os pequenos no mundo dos porquês e dos mistérios. Precisamos de mistério. * Psiquiatra e escritor, professor na Faculdade de Medicina da Ulbra e na Fundação Universitária Mário Martins, autor de O Terapeuta e o Lobo, entre outros livros

/3

Biblioteca básica Seis dos 11 títulos infantis de Erico Verissimo estão disponíveis em edições da Companha das Letrinhas. Cada volume custa em média R$ 27.


Design de jornais Segundo Caderno Diagramação de capas

A capa do caderno de Variedades recebeu um tratamento diferenciado como forma de atrair a leitura


Design de jornais Segundo Caderno Edição histórica Diagramação

Caderno especial comemorativo aos 40 anos do lançamento do disco Sgt. Peppers Lonely Hearts. Os textos e o design foram feitos como se se fosse o dia 1º de junho de 1967


Design de jornais ZH Escola Diagramação


Design de jornais Cadernos comerciais

Diagramação

Projeto gráfico, diagramação, tratamento de imagens e fechamento de arquivos


Design de jornais Cadernos comerciais

Sistema FIERGS

Informe publicitário

F

s,

o

s,

,

o

e

ESI

Proporcionar qualidade de vida com esporte, saúde, cultura e lazer aos colaboradores da indústria é uma das missões do SESI-RS DUDU LEAL

FOTOS ARQUIVO SESI/RS

s

DIVULGAÇÃO

oi durante a crise econômica do pós-guerra, em 1945, que a idéia de um plano social para o Brasil começou a ser gestada pelas classes produtoras. Por isso, um decreto do Presidente da República no ano seguinte atribuiu à Confederação Nacional da Indústria a estruturação do Serviço Social da Indústria (SESI), lançado oficialmente em 1º de julho de 1946, para executar este projeto. A partir daí a indústria brasileira passou a investir em responsabilidade social através das Federações das Indústrias dos Estados, como a FIERGS. Para destacar os 60 anos de atuação também no Rio Grande do Sul, o SESI-RS, com apoio do Sistema FIERGS, organizou uma série de eventos ao longo dos próximos 60 dias, em 60 municípios. Em seu aniversário, o SESI-RS proporcionará à comunidade gaúcha cultura, lazer e saúde a partir do dia 9 de setembro, com a apresentação dos Bonecos do Brasil no Parque da Redenção. A programação festiva dos 60 anos do SESI-RS culminará em 11 de novembro, com o movimento Ação Global, uma parceria com a Rede Globo que leva anualmente e gratuitamente a uma cidade de cada Estado serviços de saúde, shows, esporte, confecção de documentos e ações de cidadania. É como ressalta a campanha nacional que o Serviço Social da Indústria realiza em todo o país: SESI, 60 Anos Transformando Vidas. Acompanhe neste encarte a história do SESI-RS e a programação para os 60 anos.

inanciar as Cooperativas de Consumo dos Trabalhadores foi a primeira iniciativa do Serviço Social da Indústria do Rio Grande do Sul (SESI-RS), logo após a instalação do Conselho Regional, em 19 de setembro de 1946. As cooperativas começaram nas cidades de Porto Alegre, Caxias do Sul, Pelotas e Rosário do Sul e o financiamento era feito em caráter de empréstimo a longo prazo, sem juros. Na época, a alimentação era a maior preocupação dos trabalhadores, pois enfrentavam a escassez de alguns gêneros de primeira necessidade e o preço elevado de outros, razão pela qual o SESI-RS decidiu financiar as cooperativas. Desde o início das atividades, o SESI-RS desenvolvia ações nas áreas de saúde, educação, habitação, assistência social e cidadania, assegurando atendimento médico aos operários enfermos que, aposentados temporariamente, não recebiam assistência médica dos Institutos de Previdência. Também iniciou o programa de construção de habitações para os trabalhadores, com casas de madeiras, formando núcleos habitacionais que em algumas cidades a população passou a chamá-los informalmente de Vila SESI. Foi destaque, igualmente, o Serviço de Cinema Recreativo e Educativo com projeções de filmes ao ar livre, em bairros de trabalhadores. De suas casas, as pessoas levavam cadeiras e bancos para acompanhar a sessão de cinema. E meia hora antes, eram divulgadas ao público pelo alto-falante informações sobre a atuação do SESI-RS e sobre saúde, higiene, campanha contra o consumo de bebidas alcoólicas e legislação trabalhista, entre outros assuntos. Em 1950, o SESI já realizava as Olimpíadas Anuais de Confraternização Operária nas modalidades futebol, atletismo, vôlei masculino e feminino, pingue-pongue, ciclismo, basquete e maratona.

Algumas das primeiras turmas de alunos do SESI-RS foram formadas na década de 50, entre elas a de Ijuí (acima). Ao lado e abaixo, uma antiga biblioteca ambulante na década de 60

om atuação em 35 Centros de Atividades e mais de 200 municípios do Rio Grande do Sul, o SESI-RS atua de forma marcante na busca do fortalecimento da responsabilidade social nas empresas industriais gaúchas. Desenvolve suas atividades nas áreas de produtos e serviços em Educação, Saúde, Lazer, Farmácia, Supercesta, Desenvolvimento Humano e Financiamento. A Unidade Estratégica de Resultados (UER) Educação do SESI-RS atua com o aprendizado de jovens, adultos, crianças e adolescentes, em parcerias industriais e não-industriais. Alguns programas destacados são o SESI Empreende e o Programa Novos Horizontes, além das bibliotecas, inclusive duas unidades móveis. O cuidado com a saúde dos trabalhadores e seus familiares é a principal atribuição do SESIVita Saúde. Entre os serviços oferecidos destacam-se a Odontologia, Saúde e Segurança no Trabalho, Ginástica na Empresa e a Rede de Saúde. O SESI-RS proporciona, também, o lazer aos trabalhadores da indústria e comunidade. São atividades esportivas e culturais realizadas o ano inteiro, como shows musicais, de teatro e dança, os Jogos do SESI, que culminam na Olimpíada Estadual em novembro, o SESI Descobrindo Talentos, o Concertos SESI, entre outros. Os programas da UER Desenvolvimento Humano também enfocam a busca de melhor qualidade de vida, especialmente o projeto de Prevenção ao Uso de Drogas no Trabalho e na Família. Assistentes Sociais prestam atendimento

Com o tempo, as bibliotecas ambulantes foram substituídas por bibliotecas itinerantes em ônibus, utilizadas até hoje para facilitar o acesso aos livros pelas comunidades

Desde os primeiros consultórios odontológicos, como o do Centro Assistencial São João (à esquerda), e os Centros de Atividades, como o de Ijuí (à direita), uma das missões do SESI-RS é levar assistência à comunidade gaúcha

ará de hos

Desde a década de 40 o SESI-RS desenvolve atividades no Estado para os trabalhadores e a comunidade em geral

SESI hoje

C

F

SESI/Sistema FIERGS, 60 anos transformando vidas

o

0.

SESI ontem

Porto Alegre, setembro de 2006

e

FOTOS ARQUIVO SESI

Projeto gráfico, diagramação, tratamento de imagens e fechamento de arquivos

personalizado às empresas, capacitando o pessoal de cada organização a dar continuidade às ações de melhoria da qualidade de vida dos funcionários. Na rede SESI Farmácia, quase uma centena de lojas no Rio Grande do Sul contribui desde a década de 70 com o crescimento do SESI-RS, ampliando o atendimento para a comunidade em geral. O cliente encontra medicamentos e perfumaria com preços diferenciados, além de produtos da marca própria SESI Farmácia. Outro serviço proporcionado pelo SESI-RS está na Supercesta, com quase 110 mil clientes atingidos a cada mês. São mais de mil itens de alimentos, higiene e limpeza, com valores geralmente 7% inferiores à média da concorrência no varejo. Outro programa vinculado à Supercesta SESI é o Cozinha Brasil, com cursos que têm o objetivo de promover ações de educação alimentar em diferentes cidades do Estado. Por fim, o SESI Financiamento oferece programas com linhas de créditos para o trabalhador e o público em geral específicas em material de construção, casas pré-fabricadas, móveis, eletrodomésticos, próteses, entre outros, com créditos de até R$ 5 mil por pessoa física. O SESI-RS conta com mais de 2 mil funcionários. Atualmente dispõe de 07 centros esportivos, 27 ginásios, 07 núcleos de educação a distância, 21 bibliotecas, 330 gabinetes odontológicos, 65 unidades móveis odontológicas, 91 farmácias, 36 lojas da Supercesta, 01 centro de distribuição e montagem Supercesta e 37 lojas de financiamento.

Os Jogos do SESI proporcionam atividades fisicas aos trabalhadores das indústrias gaúchas durante todo o ano, culminando com a Olimpíada Estadual do SESI, em novembro FOTOS DUDU LEAL

O Cozinha Brasil trata da educação alimentar e ensina melhor maneira de se aproveitar os alimentos. Em um caminhão, percorre dezenas de cidades do Rio Grande do Sul, produzindo refeições de alto valor nutricional e de baixo custo As Farmácias do SESI (abaixo) oferecem ao público medicamentos com preços especiais

A biblioteca do SESI está presente nos mais diversos eventos levando leitura e entretenimento às crianças DIVULGAÇÃO

Com 35 Centros de Atividades no Estado, como o de Erechim (à esquerda), o SESI-RS alcança mais de 200 municípios no Estado

DIVULGAÇÃO

o

Informe publicitário As atividades do Serviço Social da Indústria no Rio Grande do Sul (SESI-RS) começaram em 1946 com o financiamento a cooperativas de trabalhadores


Design de apostilas Apostila para treinamento de profissionais da equipes de saĂşde comunitĂĄria Formatos 21x29,7cm e PDF para web


Design de apostilas Apostila para treinamento de profissionais da equipes de saĂşde comunitĂĄria Formatos 21x29,7cm e PDF para web


Design de guia comercial GUIA DO TURISTA CURTA PORTO ALEGRE NA COPA Projeto piloto de guia turístico de cidade-sede da Copa do Mundo (não publicado) Formatos 14x21cm e web

Crianças se divertem jogando bola em laje de barraco no alto do morro Santa Teresa, em Porto Alegre, no RS. Ao fundo, o estádio BeiraRio e a vista da cidade.

“Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipisicing elit, sed do eiusmod tempor incididunt ut labore et dolore magna aliqua. Ut enim ad minim veniam, quis nostrud exercitation ullamco laboris nisi ut aliquip ex ea commodo consequat.

“On the other hand, we denounce with righteous indignation and dislike men who are so beguiled and demoralized by the charms of pleasure of the moment, so blinded by desire, that they cannot foresee the pain and trouble that are bound to ensue.

Children have fun playing ball in slab hut on the hill Santa Teresa, Porto Alegre, RS. In the background, the Beira-Rio stadium, and city views.

Publicação bilíngue Português / Espanhol

02

Onde badalar

Apresentação. Aqui vai um texto de apresentação. Texto falso apenas para contagem de caracteres. Apresentação. Apresentação. Aqui vai um texto de apresentação. Texto falso apenas para contagem de caracteres. Apresentação. Presentation. Here’s a text presentation. Fake text just to count characters. Presentation. Presentation. Here’s a text presentation. Fake text just to count characters. Presentation. u O que ver.................. 02 What to See ...............02 u O que comprar ........ 03 What to buy ................03 u Onde passear ......... 04 Where stroll ................04 u O que fazer .............. 05 Things to do ................05 u Onde comer............. 06 Where to eat ............. 06 u Como se localizar .. 07 How to locate .............07 u Onde se divertir ..... 08 Where to have fun..... 08

DANIEL MARENCO/FOLHAPRESS

03 Café Bar GalGOs BranCOs

u Onde buscar ajuda 09 Where to get help ......09

GUIA DO TURISTA

Charmoso bairro da capital gaúcha, o Moinhos de Vento é um dos pontos de badalação da cidade com dezenas de opções de bares, cafés, pubs e restaurantes frequentados por gente que transformou uma de suas vias no que todos chamam de ‘’Calçada da Fama’’. É ali, nas três quadras da Rua Padre Chagas, e redondezas que estão con-

centrados endereços de pura diversão e de desfile do que a moda dita no momento. Faça como os porto-alegrenses, tome um cappuccino ao cair da tarde sob os ombrelones abertos no passeio público ou simplesmente caminhe pelas ruas arborizadas para admirar os elegantes casarões do século passado. Veja a seguir dicas de onde ir:

Charming neighborhood of Porto Alegre, the Windmills is one of the points of the city partying with dozens of bars, cafes, and pubs frequented by people who became one of his routes as everyone calls’’ Walk of Fame Dining Options ‘. It is there, in the three blocks from Padre Chagas Street, Area addresses that

COffee Bar GreyhOunds White Samba circles usually liven up the evening on alternate Thursdays. Chope and codfish balls is what most customers ask to accompany the singing. Street Dinarte Ribeiro, 171, Windmills Time: 16h/23h (Sat. & Sun 13h/21h; closed on Mondays) Phone: 3508-7416 Accept credit card

FULANO DE TAL, DIVULGAÇÃO

A Calçada da Fama é o lugar perfeito para quem quer se divertir com muito estilo

Rodas de samba animam a noite em quintas-feiras alternadas. Chope e bolinho de bacalhau é o que os clientes mais pedem para acompanhar a cantoria. Rua Dinarte Ribeiro, 171, Moinhos de Vento Horário: 16h/23h (sáb. e dom. 13h/21h; fecha segundas) Fone: 3508-7416 Aceita cartão de crédito

The Walk of Fame is the perfect place for those who want to have fun in style are concentrated and pure fun parade that fashion dictates the time. Write as Porto Alegre, take a cappuccino at dusk under the ombrelones open on the promenade or simply stroll the tree-lined streets to admire the elegant mansions of the past century. Here are tips for where to go:

Curta Porto Alegre na Copa

K thai Bar

Você se sentirá em plena Tailândia nesse bar colorido que reproduz até o tradicional carrinho tuk-tuk, típico do sudeste asiático. Peça um karipuff, pasteizinhos tailandeses recheados com frango e especiarias, e um Tom Yam Siam, um dos coquetéis especiais, que leva vodca, lichia, limão, calda de cidró, folha de limão e pimenta. Rua Padre Chagas, 44, Moinhos de Vento Horário: 19h/0h (fecha domingo) Fone: 3395-3885 Aceita cartão www.kthai.com.br

Curta Porto Alegre na Copa

FULANO DE TAL, DIVULGAÇÃO

sGt. PePPers

sGt PePPers

O bar inspirado na música dos Beatles aberto em 1987 é frequentado por quem gosta de rock. Nas sextas, sábados e vésperas de feriados, a banda Corações Solitários relembra os grandes sucessos dos garotos de Liverpool e de lendas como Rolling Stones, Eric Clapton e Elton John. Rua Quintino Bocaiúva, 256, Moinhos de Vento Horário: 19h/0h (sáb. até 2h; fecha dom. e seg.) Fone: 3331-3258 Aceita cartão www.peppers.com.br

The bar inspired by the music of the Beatles opened in 1987 is attended by those who like to rock. On Fridays, Saturdays and eve of public holidays, the band Lonely Hearts recalls the great successes of the boys of Liverpool and legends such as the Rolling Stones, Eric Clapton and Elton John. Rua Quintino Bocaiúva, 256, Windmills Time: 19h/0h (Sat. until 2pm, closed Sun and Mon..) Phone: 3331-3258 accept card www.peppers.com.br

thai Bar K You will feel full in Thailand this colored bar that plays up the traditional basket tuk-tuk, typical of Southeast Asia. Request a karipuff, Thai dumplings stuffed with chicken and spices, and a Tom Yam Siam, one of the specialty cocktails,

which leads vodka, lychee, lime, syrup Cidrô leaf lemon and pepper. Rua Padre Chagas, 44, Windmills Time: 19h/0h (closed Sunday) Phone: 3395-3885 accept card www.kthai.com.br

GUIA DO TURISTA

Portfolio Carolina Ruwer 29 maio 2014  

Alguns trabalhos de design editorial.

Portfolio Carolina Ruwer 29 maio 2014  

Alguns trabalhos de design editorial.

Advertisement